curso de anhlise estrutural

2
-

"

., . .. ..

,r

-

.

.-.-

CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

-

-

I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S P I

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v . 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980.

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

-

- v. -

2 . De-

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 . Forcas e Tensões. I. Titulo. II. TituI 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 . Deformagaes : ~ ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho.-32E.f<. na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro. . Pois. a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas.I . . da Edftom Globo S. ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda. que se vèm deparando com o mesmo problema. .0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0.0 de abril de 1974 . em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários.. o estudo de alguns tópicos especiais.2Direitos excluiivor . Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro... 1 . 1. - copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'. no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas. Nestes últimos. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante . e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01. ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. . incluiremos também. Domicio Falcão Moreira e Silva. e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo.- . --. >-. . José Carlos Susekind . :: C~!L j? . l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis.i.g. A.: h O r!. . . é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr.. Na apresentação deste Curso. idéia esta que cresceu com. a partir deles.- 7 . O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes.. sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo.:: -&&c\+\ . cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil..- . de edi*. ~ ..&.r c . 1 I:. \ ~ ~ $ C .S.objetivo final de nossos esforços.

3 4.Cálculo de deformaçües em treliças planas .4 1.2. 1.Sumario CAPITULO I .4.1 4.O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de / " .4..1 1.Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .2 1.3.Hiperestaticidade interna 104 1.2 .4.Hiperestaticidade externa 104 1.1 .? I. 2 .O mbtodo das forças 106 .AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 .3 .4 .1 I.F6rmula de Mohr 3 .Aplicações 105 - .23 1.Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I .Teoremas complementares 78 .CALCULO DE DEFORMAÇ~ES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS I .2.2 .Cálculc de deformações em vigas retas .Teoremas de Castigliano 80 4.2.Processo de Williot .2.3 1.4 .2 1.Processo de Mohr 57 .3 1.Teorema de Mêxwell 79 .Aplicaçtíes imeiiiatas 7 . dos amios 55 2 .1 1. J & 11 - - Aplicações A s estruturas usuais da pr8tica I6 Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 0 ) Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) .2.Hiperestaticidade total 104 1.Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1.Teorema de Betti 78 4.

3 7 8 - Verificação de .Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .5.Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .2.Caso de bordos livres 294 .5.Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .3 22.Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1..Introdução 272 .1 222 2.2 2.Exemplo de aplicação 3M) .Processo de Hetenyi 294 .1 1.Caso de bordos articulados 298 .1.As bases d o método 106 .5 3 4 .2 1.O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .Atuaçáo de uma carga concentrada 274 ..Roteiro p.1 2.Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .Caso de recalques de apoio 233 6.2 .1 '.1.5.Aplicações 113 .Base teórica do método de resolução 203 4.4 2.Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .Atuaçáo de uma carga-momento 282 .Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 .Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 .Observações 301 287 .3 .Definição dos apoios elásticos 264 .Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.Viga finita .Caso de variação de temperatura 228 .Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 .3 2.2 Obse~a$õcs109 .4 7.3 2.Vigas de comprimento infinito 274 .ara o niétodo das forças 112 .1. 2.1 6.4.5 .Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 .3 2.4.2 2.2.4 2.Roteiro de cálculo 206 4.Artifício do arranio de careas 153 - .1 1.4 elásticos discretos 264 .4.Caso de carregamento externo 222 6.4.C~lculo de deformações em estruturas isost6ticas 267 .O teorema 6 .2 .Vigas semi-infinitas 2.Problemas propostos 236 .2.Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 .4 Apoios 2.2 2.5.áo i s grelhas 172 .1 4. .Aplicai.Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.Caso de bordos engastados 299 .5.3 1.

O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. a seguir. O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas. quais sejam: carregamento externo. Ainda neste capítulo. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. os processos particulares de Mohr e Williot. Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais. que é o método das forças. queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. foi subdividido em três capftulos. movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais). os casos de vigas e treliças.ao segundo volume O segundo volume de nosso Curso. sendo apresentados. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática). comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas. sendo abordadas. para os quais apresentamos.Introducáo . Finalmente. que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência). e as estruturas sobre apoios elásticos. devido A sua grande incidência na prática. como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo. neste caso. Enfase especial mereceram. . Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. variação de temperatura. são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas.

pois. este deslocamento . Dizemos. = O). submetido a um conjunto i tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula. isto é.). .CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq. O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o. seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema. para O ponto que sofreu um deslocamento virtual. w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer.Na oportunidade. Tratemos. é. estudando o seguinte caso: -O P . o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual). . poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos . de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual. e aos demais amigos que.50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1. que. mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real. isto é. (isto . 6 nulo . 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I . conforme indica a Fig. como uma entidade puramente matemática. que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m. Rio de Janeiro. então.1 i . I A pariir destas consideraçóes. colaboraram na preparação deste trabalho. Este deslocade nenhuma nova força no sistema. I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. pelo trabalho de revisão deste volume. entáo. com suas sugestões e estimulo.yn*o. 6 =O. â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P i (ree) que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2. para haver deslocamento real do ponto. " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01. dado nestas condicões. 1-1. as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo). pois preserva. queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. de forgas P Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O.

ao qual chamaremos o : Seja. dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. por nos parecer a ideal. em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais. ela se deformará devido a estas cargas. 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais. também. neste trabalho. sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo". Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais. Ads= Nds . apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes. Como. a metodologia utilizada pelo prof. o que está feito nos itens a seguir. G : módulo de elasticidade transversal. por ser nosso objetivo aPre.A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico.N.2 . terão deformações relativas devidas aos esforços simples M. distantes de ds. a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). onde a configuraçáo da estrutura. teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. Bastou. 1. devida a M). para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e. então.Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível. Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais. devido a Q). que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual. I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos. c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto. por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert.# sendo = . senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes. resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes. b) Diversos livros. deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds. 1-2. 1-2 Fig. e são dados por: d. que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A . E3. pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1.Mds . enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis. a partir deste principio. podemos. apbs a .Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais. portanto. devido a N). >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio. adotamos. J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. cujo valor varia com o tipo de seçao. sob o ponto de vista matemático. a Fig. imediatamente. 6 evidente que duas seções vizinhas. Fig. Q nelas atuantes. 1-2. Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953. para este mesmo ponto. para os teoremas dos trabalhos virtuais.Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo . para fms de raciocínio. adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig. agora. coeficiente de redução. não o fizemos. para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos.2 deste capitulo. Em se tratando de um corpo elástico. que atingiu sua configuração de equilíbrio. substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio. didaticamente falando. a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula.Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig. quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer. o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". ES ' x Qds <~h= CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material. submetida ao carregamento indicado.

para as seções mais gerais. podemos acrescentar as Seguintes informações. =. Teremos. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos. Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar). 1-2 quando descarregada.variação de temperatura . usualmente. escoras. e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática. Apliquemos. obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I. ou. de. tirantes. a) Chegand*se à expressão final. .3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2. será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura. Desta maneira. verificamos que. no caso: Wint = @dP + I I 1. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 e esforços e a Fig. noscasos de arcos. então.carregamento exterior . o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. pois. o cálculo de. que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas. esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig. forma inteiramente análoga. b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 . sob forma mais geral. FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado. as outras serão analisadas. C) O estado de deformação pode ser provocado por: . nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. pilares esbeltos e peças protendidas em geral. então. d) NO caso mais geral (estruturas no espaço).) . estudamos a primeira das causas. ~ d h . pois. teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção. estado de carregamento e estado de deformação. barras de treliça. instituída por Mohr. (E evidente que não o podemos fazer. levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese. para as seções mais usuais. a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável).f. tais como círculos. Ele é. só temos Jt para algumas seçóes especiais. e sob os deslocamentos virtuais impostos. de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: . 1-2 as deformações. que se deseja calcular. etc. elas são denominadas. comodamente. podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema. tabelado para OS Casos práticos usuais. desprezada em presença das demais. nos próximos.Também com erro tolerável. Por esta rafio. anéis circulares. funqão da deformação a calcular e pode ser.movimentos (recalques) de apoios . para fm de cáiculo dos . respectivamente. o que está feito na tabela I. Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e. nos fornecesse cargas trabalhos virtuais.modificações impostas na montagem Neste item.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I . à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura. Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante. é resolvido pela expressão (Ll).A parcela pode ser. na tabela XVI. com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas.

TABELA I .o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar.Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito. que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras.Apiiqóes imediatas Ex. Em se tratando de quadro plano. caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que. que trabalha fundamentalmente à flexão. e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada. tabela 11). em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ. teremos: 5. Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra . este eixo se modificará. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I . - . devem ser computadas numericamente todas as parcelas.Calcular o deslocamento horizontal de D. 1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu. a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa. Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6. É o que fmmos no caso e. 14. g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura. f ) Conforme veremos mais adiante. a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V. enfretanto. I-I .1 da Fig. Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7. Quando atuar o carregamento. evidentemente. para o quadro 1. de fato. ocorre para as estruturas usuais). para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante. nos i* I O$ ertador de earnigarnento tabelada balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6.de 2 barras i e j 4. em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es. com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1. portanto.2. obtemos o estado de carregamento da fig. " 3.C D= I2l a) Da tabela I. Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula.

portanto. para a barra Q I . 1-7.88mm. indica que simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale. (E evidente que devemos nos guiar.M-ds = b MMMMds + b M M d s + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I. pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração. podemos escolher livremente. 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante. 7. a expressão se simplifica para EJ6 = b . temos: EJ6 = Temos: Como. E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C. para a estmtura da Fig. 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas. desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal. obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig. para cada barra.Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip. lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado. ) tracionarem Fip. um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& .8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j . nesta escoiha. para a direita de D. Sendo seu sinal negativo.M = O. temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e. 1. nas barras @ e @ .) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas.

Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 .Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig.) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I. cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura. vem: Seja o quadro da Fig. A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o .) 6 = 7. cujas barras têm r ) .875 x 10.) (Caso de constante. 1-10. 1-13.3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação.

Temos.Da Geometria das Massas. numericamente igual ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. 1-16 . o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar.em relação a0 eixo y. com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. conforme indica a Fig. sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária. O caso geral será. a partir do qual se obtdm. para estruturas compostas . que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc pela área d o diagrama s des?j& que. somados para todas as barras das estruturas. qualquer e pela ordenada. o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin. Ficamos. tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J. A título de apiicaçZo imediata. imediatamente. chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras). podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). portanto. estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer. entáo. para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li. vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas. 1-14: Fig. na posição de seu ientro de gravidade. lida no diagrama retilíneo. temos: momento eststico da rea M . A partir dela.por barras retas: Conforme a tabela I. nos darão o valar EJc 6.

b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i . evidentemente. que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J .Cuiso de análise estrutural I . temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem. como casos particulares deste. . J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J. Chamando-se I'Je =I:.

1-17 Ç 3m. 1-18 b) EEtado de deformação it. = 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos. @I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1.16 .m I . para a estrutura da Fig.3 . ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0. .2. empregando a tabela 11: . 1-17. > .Para barra @ 4m A Fig.Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E.5mt Fig. Dado: EJ. . - L .

1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B. não o fizemos. e este caso está tabelado. Fip. 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6 ' t g =e Fig. 1-21 h .4 x 104 rad (O sentido correto é.2. =-'t . entretanto. que tem EJ = 104 tm2. 1-5'. H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) . .18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = .005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo.Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig. pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo). I' Devido à simetria existente. São dados: 1" -EJ .Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig. : .) Ex.5 x 104t. escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig. para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer. 1-20. igual ao dobro de cada uma delas L . 8 = 1. pois o anti-horário. 1-6 .1. 1-23.) Observação: No caso deste exemplo. Ex. constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0. a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente.

pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica. 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir.Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por o um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante Fig.lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento. Temos.yN= Q=O. 1-24 & Fig.13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7.20 (devido i simetria). entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42.66 6 A = -3. 1-26.62. que 6 livre à deformação). pois este não tem existéncia física real.66 = - . b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M. : 2 . M = lmt M.

28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A. 1.74 cm m= \rr . \ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que. 1-28. ES = 104t. vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) . temos: ) Ex.= cm) Igualando.Para a treliça da Fig. a 3m Fig. obtemos: 6 '= 0.f l ) 6' Igualando. quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento.05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' = (.6 A ) para que. pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado.2 4 2 fl t (-2 . o pontoA fique no mesmo nível de B. cujas barras têm. I-8 . bana ES 6A = X ( N S Ib. a) Estado de deformação b) Estado de carregamento . Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior.cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores. quando atuar o carregamento. Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r. I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos. todas. evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( . vem: = . a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E.) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1.

. que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento.jC :1 COS ' 4 = "- dr Jm cos P ' Jm '.2.74 em superior ao seu comprimento teórico. f- Temos.2. a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças. 1.. e não ao longo do comprimento da barra curva). dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1. m d ~. inércia constante igual a J . podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x.1 . 1-32. desde que seu esforço normal N seja diferente de zero.Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig. para fins de combinação dos diagramas.Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável.33 .31): J cos V 4m I Fig. com um comprimento 0. 1-31 -. conforme 14. 1. Ex 1-9 .I MMdx (1-4) Tudo se passará. Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c Barra curva: J =tos P J~ . Dai vem: Jm cos V sendo I. b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça. como se a barra tivesse comprimento I. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i .4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal.Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig. e. portanto.24 Curso de a n á l i s e estrutural A barra 5 deve ser montada.sendo JM = 2 Jc . 1.4. Fig. pois. desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal.

pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 .26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas. I-. i . o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de .instituído por estes autores.O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 x = 2 85. para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig. As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1. 1. apenas.2. divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas). Fi* 1.4.37cm (a corda aumenta). 1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável).35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original .2 .3 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1. resumido na tabela 111. do 2.inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão). 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par.

.

.! o .--"^' g E E C." % " " -' * " " e ? .a 0"- nc-n2z =E." - Ií. rn>D 00' ^ R u i "2 P"% . - $ *"23- . '.+?IK~C ^q"7".8ZY -".n * 3 rr.-n.e 3 5 8 . < u r ^V* .5: :SE i z g E$? E.A C "W..o sgxnfir m n. ?Z? " C" R$ -".D 0"' --"?--a O*" -.z -". Y. 0 g.a. 22- . o o n g q $a$ ""' 0 ?. 0 g . 91%. Y """ ""- I : : gsZR"Z1 h?.m g o.0's'uin~ o .-- --- $.r ""S zzn ~ $ g 5s z " 8 ' .3 :."-" .*3EXSii: 0"- n D O z$"gz -. ..n .E .i- a r ..s+ "" ~ ~ 3 s ..g 2 H :! -"-22 0 ' a* : . n --" n n .-L- m*z -3 e 9 3 "*.." -8i..R? mm- .iO1.? g s z $65 c R * 8D-">-" n. ~ 8 : s . C 3 1 "-..? : o- --.: : --..-n."".

.

"" B lids J A ' ' ~ 9 . n A " =- e A ' . r". h .T A B E U XII * h - 4. e . "an..

TABELA XIII -mni .h .

o. ..

.. 1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: P= 11 Fig.Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig. obtemos: .aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 . 1-36. B Fig. 1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111. Todas as banas são mísulas retas com /. E dado EJc = 2 x 104 tml.in = e = 5 J..

devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra.038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0.038 = -197. n = -Jc (mls reta assimdtrica): A = 0. al=o.ol53 Tab.Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig. reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra.& ' =- 1. al=o. VI / a altura extrema por esta interseção. .Z . 6 =4. Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima.s -J~ = 3 m Jm. 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ.1.0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S. 1-39. 1-39 (mis.l .2 A .W8 = +4. 6 dado EJc = 104 tm2. I tlm S 4 + + + + ) Tab.4cm (o ponto A sobe). IV 3 = 1. X 3mt A ai -0.5 x O. definind-se Fig. sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J. 1-39..241 r 12~3~4. Para a barra a Fig.1 41 a) Estado de carregamento -.2 + 39.098 - EX 3x 3~4. VI11 -3xlx9r3x0. .2.0 .2 = -281.) Tab.197. conforme está feito na Temos: 3mt a=0.5~0.2 =+39.126.42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab.0 1-11 .

'. . . 4 .4. e n t ~ o : E J ~ 6 = 387. temos: .0 276. reta assimétrica): . 1-42 0121 Vem. qdx sendo q = h@f --.3 . 1o =0 . @ : 1. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111.44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 . ' X = I.Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente.: 6 = 3. temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0. . 1-41 por integraçáo aproximada.4 .. É dado: E = 2.2. 6 = 197 + 49 = 246 = 2.l x 106 t1m2. . Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax.~ rad 3 2 3 387. n = 0.Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig. ~ .x .68 x 1 0 . . Para a barra @ : (mís. =7 10 . obtemos: Para a bana . 1-42. I r A i 4 xL 1~ Adotando EJc = 2. 1. teremos que calcular Fig.0 18 Fig. pois. A seção é retangular. I . .46 im (para a esquerda) 1. submetida ao carregamento indicado. com base de 40cm e altura variável conforme a figura. O problema será. Ex l-12.1 x 106 x 0 -12 4 tm*.4 x&= .4 = 258 2 = 387. .5.2. .2. i < . = 5 A aplicação seguinte esclarecer. . I ' . I'= 5 106 108 Y.

no estado de deformação.44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado. Vemos então. dependendo d o grau de fissuraçá0. t- h Fig.CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1..Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig. 1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto.3 . duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig. 143. 1-44.ds. que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de .te) ds h Fig. nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam). a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '.TABELA XVI . b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-. de modo que. 1.duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg . I dp = a 6. . sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução. Ao longo da altura das barras da estrutura. a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela. cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura.h c r ~ t ds.

então: P S = a tg AN -+% Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante.-"II +.Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig.=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig. que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá. 1. rg-+3O0C "--. Supondo as barras com seção constante.O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( M ) . em relação ao dia da sua execução. . temos: "O.5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0. evidentemente..s m de altura.45 - O 1-13 .47 fletor no estado de carregamento e temos. e o esque ma da Fig.. quando dermos a todos os pontos da Fig. As aplicaçües seguintes esclarecerão: F i s 1. para fm de raciocínio. teremos. 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti. 1-48.." e:.0) O valor de 6 não 6. tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te). cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10. adotaremm . 148 Fíg. levando em conta a expressáo 1-5.. afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento. 146. 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2. . sofrer a variação de temperatura indicada na figura. Suponhamos.sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material. - 3. então. t . teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento. os indicados na Fig.

para a grelha de Fig.s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. 1-53: N.58 cm. ~ a partir m do ~ estado ~ de. pois. Temos: 1.partir do estado de carregamento da Fig. cujas barras têm seção retangulir de 0.O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC. entxo. a .') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a .O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2. 1-51: / O ponto B se deslocará. carregamento de Fig. sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios. 2. obtemos: A Fig. A + 4m -+' Fig. 149. de 6.O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig.Calcular as defomaçCks seguintes. 1-50. se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução.para a direita.0) Deslocamento do ponto C na direção BC. 1-52 Devido à simetria. Ex 1-14.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura). 1-49 1.

1-55 Temos. te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m.~ po conservativo. 1-57. para o quadro de Fig. podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento.jefotmaç&s A rotação da tangente à elistica em A vale. dependendo apenas de seus pontos extremos. no caso). da Mecinica Racional. então. para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico. a partir de 1. no sentido horário.Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A. com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A .m -+ . Ficamos. então a n R t . rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura. para o qual sabemos. que o trabalho independe da trajetória.1 .ado de .Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC.. I .rn e y o ãngulo entre R g e a tangen. estamos diante dc um cam . A n-B i m o :oi = 1o-s/oc 7 10m Fia. ser calculadas para qualquer trajetória que cm. L ~ as integrais ~ ~ . as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 X =2 mm .3. B.6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E. = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A . devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante. 1-16. = Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 . em estruturas isoststicas 53 I h - 1. - Ora.C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ . 1-55. tivesse os oontos A.para a estrutura de Fig. = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B .

teremos Fig.59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P . já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos. o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais.. ~ (-30) (-1 x @ ) (encurtamento) = =. 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3. deformações vir. 1.o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1.61 jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando. 1-60. 1-59: Dado: ct = I O . Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques. neste estado de carregamento.Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig. Trabalho virtual das forças internas: nulo. 1. sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação. visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- . tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação. nela indicados. para a estrutura de Fig. então. a partirde qual obtemos: Fig.~ / O C 1 I r' r*. 1-58.4 . 1-57 Fig. Fia. a partir de qual obtemos: 6= 1 0 . 1. I A Fie.68 - cd~daa r ruia~lo de comprimenm da mrda BD devida a uma diminuição uniforme de30 OC. 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig.I 54 Curso de análise estmtural ado & defOnneqõcsem estruturas isostáticas A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig.5 mm de encurtamento 1.

1-62. aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais.62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig. 1-19. devido ao carregmento atuante. de uma sb vez. pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = . expressão que resolve o problema. da Resistência dos Materiais. a partir das quais obtemos. somando finalmente os dois resultados obtidos. 1 . que nos permite obter.Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas . 1. para a estrutura de Fig. as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos. a elástica. desemiolveremosnes t e tópico um processo. de 2 cm. Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas.Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura.Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados.Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig. pela expressão (I-I). pela expressão (1-7).) Ex. as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig.A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem. . 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D. sem (O sentido arbitrado foi correto. 1-63. a elástica de uma viga reta .Z R p (1-7). evidentemente. 1-66. a seguir. de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. as defornações devidas somente ao carregamento e. na prática. Aproveitando a simetria. 1-20. a partir das quais obtemos: Fig. calculando inicialmente. ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem. 1-65.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera. obtemos P6 = .56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas. então. devida "P=& EJ' Sabemos. que a rotação relativa flexão. idealizado por Mohr. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos. iquelas devidas aos recalques. Ex.

devemos ter em B.$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). $ A e Fig. do Cálculo Intinitesimal. conforme indica a Fig. 166 Por outro lado. por exemplo. estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs. 1-68. já que este apoio só impede deslocamento vertical. . outro apoio extremo do 1P gênero. este vinculo será. b) Seja. então. então. a titulo de guiaram esta transformação de explicação. vinculo. ünalmente. obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s. a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual. 1-67. Assim. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig. sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada. e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema). resolvido. dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. as condições de contorno que . este vínculo será. temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado. na viga conjugada. agora. devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig. 1-69 a 1-71 esclarecem. então. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita. 1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0. em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja. Assim.) Ficando determinada a viga conjugada o problema está. por definição à relação d9 para a curva - . teremos instituída a tabela XVII. um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O). através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M . um apoio intermediário do l'? gênero.uma rótula intermediária B existente na viga dada.referida a um sistema xy como o de Fig.58 Curso de análise estrutural Resumindo. então. da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $. Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta. o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos. 1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri. um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig. .

P viga dada -N~~ ~ i g s ..I.~. Ex-1-21 . 1-74 que tem EJ = 104 tm2. sendo M o momento fletor atuante na viga daEJ da. às vigas com inkrcia variável..n..IU. d) O metodo de Mohr se aplica integralmente.. Tabela XVii .1 deste tópico)... ãig. b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas.h.. . 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip. I"I. as funçóes q = EJ serão mais complexas. evidentemente. uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada.c. submetidas a determinados recalques de apoio. cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada... ... v .. conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2.60 L . esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio. 1-69 .~.até..1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip.. u.. . carregada com E . Neste caso.emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas. ". estável. .e. nipi 1-70 n 1..Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig. o b t e m o s a EJ .+n co..71 lI1lI. pois.. 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = M .. para uma viga dada hiperestática... conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo). como existe uma deformada real.Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas. brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos.. a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá... mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili. apenas.<I./I 6----7 . e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada.e.

4.Para a viga da Fig 1-75.0) Calcular a rotação da seção B. Encontra-se esbqado na própria Fig. I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10.6mm I I I p . simétricas uma da outra e que concordam em C. onde indicacarrezada ! ! .0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E.0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C.O) Esboçar o aspecto da elástica. 1-22 . Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos.O) Aspecto da elistica: Ex.~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3.O grau. 3. . representada na própria Fig. que tem EJ =103 tm2. enquanto que os. 1-75.6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga . 1-74. trechos BC e CD são parábolas do 3. u ~ I I 3. Chamamos a mos tamMrn a viga conjugada .2mm Elástica = elástica pedida. pedem-se: 1.62 Curso de anáiise estrutural 2. conjugada 3.com q = ! ~ L I . Os valores extremos pedidos são: 1.

3 rad (o sentido está indicado na figura.O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1. 2. a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ.78.1 " Fip. 1-79 m q B A I I Fig. é o anti-horário) M BEJ M - C - 4. indicada na Fig. 2. que possui indrcia constante: Fig. o da Fig.O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10. conhecer o valor de M para ficar determinado.2.1. o carregamento deverá estar auto-equilibrado. nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura). 1-77 .3* conj 2 3. 1-00 ~ 4 $ M h Fig.78. restando-nos calcular apenas seus aódulos. pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = dada). para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever. 1-78 a partir da decomposição indicada em 1. 1-82. para a viga conjugada. pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação. levando em con. 1-78. bastando. o que deve ~ O.Smm 0 .Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então.0) Deslocamentos verticais de A e E : A 3 1 3 y ~ = M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ + ~ j ~ = 34 x ~x l2 1 O =1 . 1-77. 1-76. 05~ x10-~=1~mm E YE ="viga -4~.1. que tem inércia constante. ta a simetria da viga deverá ser o da Fig. no caso. . A condiçgo XY = O. 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores. . atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica. A E r 1-24 .Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig. para a viga ocorrer. pois. que MA = MB = O e QA = Qg = O. que será a haste livre da Fig. ( i Fio. Ex 1-23.64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada.Aspecto do d i i p m n a daaido.10-~~3+1 3 X-=16.2 1 I I + 1-78. I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81.1.Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig. 1-79. 1-80.

te à elástica em A. os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig.E * 1-25. 11 c. "8' -- ~Q.2 1-82. 1. não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso. Fig. de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig. Passemos. NO ponto B (viga dada). para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo). evidentemente.2.84 donde obtemos M = 4IL -. Imediatamente. já que y~ = O para a viga dada). 1-84 ( MB deve ter.Para a viga da Fig. 1-83.1 F i g . 1-26. à viga conjugada. obter a rotação da tangen. Já o apoio B. 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário .Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig.: Ex. 1-84.& =L. temos: . podemos escrever. 1-81 . nos fornecerá: t i - B Fig. como sofre recalque. O apoio do 1. devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante).Aspano do diignma de momantm flammi daaido. a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada. o sentido i0 recalque 8). 1-80. ' gênero. de acordo com nossa tabela XVII de transformação de vínculos. 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82.' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1 .82. a partir da Fie. agora. 1-82. que tem vão / e rigidez EJ.2: 13 conjugada = 2 -g3 . 8 A partir desse valor. 1.

x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja. temos: 2M~l EJ f IlillIllrn. 0 engaste E .. EJ .C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim.. constante j 7 M~ - *q Fig. Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig. - .P = 1 O problema está. Ficamos. resolvido..Obter 6EJp ) I' / 1 '. os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g . temos.87 de vão 1 e rigidez EJ..EJp I' F i a 1-87. devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento. 1-28 . 111 deste Curso. o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula). 1-86 (EJ = constante). MA = M6 (visto não existir cortante em 6. / . por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O . .. Será. 1-86. . que deve ser absorvido em B. 1-84 para' o qual. submetida ao recalque vertical p em 6 . devendo o momento fletor em B ser igual a'p). 1-86. 1-85. 186 Viga conjugada c A 1 + 3 1 t E I C + O . e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 . para a viga da Fig. um apoio do 1. 1. 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t . . A.- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig. com o esquema da Fig. indicado na Fig. e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig. P A:.Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados. então. conforme verá o leitor no Vol. que sofre um recalque vertical (e para o qual temos. Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada. o carregamento 2 3 nos dá um binário. a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre.im. .. 1-88. portanto. portanto.0 géneros também. então.. Ex. então. Fie. Determinemos._ p . i . que tem rigidez EJ. . Dai obtemos: MA = M6 =--. pondese as equações de equilíbrio.

os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C. a partir dela. 1-89. que sofrem recalques. gada. AB'Cé. o esquema indicado na Fig. 1. a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6.Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos. é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente. conforme indica a Fig. às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2.entãoodaFig. definidos na ~ i g .70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB. o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig. .89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. para O carregamento indicado. no tópico 2 deste capítulo.ado pelo carregamento indicado). em função do aforço normd Ninela atuante (proia. Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2. isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO. que se deslocará paralelamente a si própria. posição deformada final do n$ C da treliça. obtendo-se. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr). ag* ta. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i . Permitindo. o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'. Fig. respectivamente. as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig. apresentaremos neste tópico. Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada. Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 . que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana. calcular a rotação da tangente à elástica em A. Cada uma destas barras sofrerá. 1-90 que. 1-88. Temos. entxo. ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada. 1-90. então. a deformada da treliÇ a da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e.BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. passando a ocupar a posição B'C. podemos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg. A. evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas . L90.(no caso.Para a estrutura do exemplo anterior. 1-90: Inicialmente. um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento). 1-88. uma variação Ni li de comprimento Ai = . e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir . Para a viga conju.

(No caso da Fig. 1-91. a rotação de qualquer barra será pequena.=N. durante a rotação de uma barra. pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação. paralelamente a AC. mais simplesmente. respectivamente.1 . uma de cada vez. o que esiá feito na tabela seguinte. Introduundo-se esta simplificação. As aplicaç5es seguintes esclarecerão. então. válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural). o-aue está rep. rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. E r 1-30. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente. cujas barras possuem.. sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . apli. inicialmente.li/ES(mml I Os vetores ou. toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais. 1-92 Devemos. ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva. ~ ~ = 1 0 ~ t . novamente. 1-91 pelos segmentos a1 e b2. Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões. williot da treliça dada. de modo que podemos considerar que. -. Assim. ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro. calcular as varia~&% de comprimento de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes. . a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. em minúsculo. A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % . é o que está feito na Fig. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. calcularemos previamente alguma (s) deformação. pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2. os deslocamentos abSol~itos dos nós A. liot para chegarmos a cada novo ponto. marcamos 03 = n3. da mesma forma. o b e oc)representam.'esentado. a fim de se ter alguma precigo lios resultados. as barras ACe BC pelo pino em C.. a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ . Fig. respectivamente. admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas. que se interceptam em c. Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33). durante estas rotaçóes. sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig.do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot. a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra. o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza. o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho. B e C da treliça de Fig. representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). 1-90. respectivamente. chamada diagrama de Wiliiot ou. No williot estas rotações estão simbolizadas. coincidirá com o ponto a. no caso. diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob).Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça. no wiüiot da Fig. indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica. até se interceptarem. Para ligamos. Devido a suas diminuições de comprimento. &ira ai Nj(t) li lml I ~.O gcnero A). todas e l a s . paralelamente a Bs.9 3 . o que é impraticável. 1-90 devidos ao carregamento nela indicado. 1-92. Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação. imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras.

mádulo e sentido pelos vetores oc. 1-94. .l mm. 1-96. 1-95.2 mm. 1. valendo estes mbduios.6 mm. B. 1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras. + ob.4 mm. se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. . 7.9 mm. pelo williot da Fig. que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça. 1-94. sentido e módulo pelos vetores ou.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig.. 13. . Fig. 3 6. 1-32 . dados em diieção. A2=A3=-12 J?lmm. passando a ocupar a posição B: . caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig. 0. 1 2 ~mm 5 e 12 mm.. . .5/0C. e 3.. sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10.5li valendo.74 CUBO de anáiise estrutural -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A.5 mm. . devidas A variação de temperatura. oh williot. H da treliça sáo da. ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm. 4. + + do dos em direção. -* oc. C . igual a 10. É dado o coeficiente de dilatação linear do material.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. respectivamente. 1-31 . A5=A6=-6amm A partir desses valores.. então: A1=A4=-12 mm. obtemos.

a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos d y nós A. ob. 1-96 PBH = 2cm ?Y. D e E da treliça. 1-99 e vale: Ex.x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6) + 3 2 x4Y . 1. os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas. A componente horimntal 6 dada por A7.Ii Neste caso. basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical. sar imediatamente ao traçado do wiiiiot. devidas aos esforços normais N i nelas atuantes.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. 41 = 77.54 cm. 2. oc. I-33. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras. 1-98 A Fig. C. têm módulos de 0.2 mm . condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot.41 cm e 2. precisamos calcular previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E).97. ~ Fig. cujas barras tèm.~ g l d de e d~f~nnsções em estruturas isost~ticas a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig. vale 6 BH = 16 mm. 1-98. ou seja. C . o b e oe. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig. dados pelos vetores oa.Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B. todas elas E S = I O t. Temos. 3 cm. A P~~ Fig. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i . 1.24 cm. 1-99 No caso. 1-97 . B. feito na Fig.

9 cm. no caso do Teorema de Betti. constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento.. E. temos. é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s deformaçóes produzidas pelo priquando se desloca devido A meiro sistema". uma força ou um momento. 8. com queP.4 cm e 7. Como ve"fícaçXo do wiUiot.. Fig. ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot). temos: ( tjik indica a deformação. F. Pk como estado de deformação e P . obtemos o williot da Fin. que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio. e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária. levando em conta que o apoio do 1. Tomando.williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B.k = ZPk 6ki Betti. provocado por um segundo esforço unitário.78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B. 4.Teoremas complementares 4.8 cm. teremos: od 4 . sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee a 7. 4.devida ao carregame* to Pk ).Teorema de MaxweU Fazendo. evidentemente.G. C. indica a deformação.0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto. na direção da carga Pi. . que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário. em sua direção. da treliça. têm estes módulos iguais . 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do teorema de Maxwell. O s exemplos das Figs. que resolve o problema. é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço. 8. indexando as deformaçóes com dois índices. vemos que o vetor é horizontal.conforme a indexação adotada. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida. agora. Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. para a mesma estrutura.9 cm. o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser. obtemos: (1-9).100.2 .4 cm. que é a expressáo do teorema de zP. Igualando as duas expressóes. ..1 expressão do teorema de Maxwell.Erala do. quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio.Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer. dados em do williot. I (?jk. como estado de carregamento. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi). o que tem que ocorrer. evidentemente. D . 1-100 . para a qual um grupo de cargas P. devido à aplicação do primeiro esforço unitário". 1. direção.

lpi = 1 Eri. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura.a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 . ela se deformará.. apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig. temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que. A k A A Fig. conforme se verá no cap. carr. o trabalho das cargas externas P1.* '. 5. . costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron. 1 . bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas..Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig.1 Fig. . carregada com as cargas estãti. I1 deste volume. Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica... Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron .. 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples).3 . Como estamos no regime elástico. 4. . P .. a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou. 1-104 1-102.. <ar. por ser estática. Calculemos estes balhos. vale: Fig. = tra- Pelo teorema de MaxweU. valerá: n . 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas. 1-103. Esl. Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos. 1-104.

da Figl 1-105 que teni rigidez t No caso de uma estrutura no espaço. que são enunciados da maneira seguinte: 1. de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas. então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2.Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' / constante. os esforços simples M. No caso (estrutura plana). convenientemente explorado. Ex. Não permite. recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais. entáo: Observaç5es: 1.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': .82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura).O teorema de Castigliano. conforme ilustrarão as aplicações a seguir.a) O 1. por ser ele inteiramente geral. Q acarretam deformações relativas em suas direções. também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13). podemos instituir os dois teoremas de Castigliano. será o trabalho realizado pelos esforços simples. entretanto. 1-34 .O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos. e a expressão da energia real de deformação. quando da avaliação da energia real de deformação. em sua forma mais geral. N. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2. Conforme sabemos.a) Nos casos práticos. teriamos também o trabalho da torção. permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo.

obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral.84 Cum de an5ise estrutural Ex. aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB.O Teorema de Castigliano. mediante o emprego d o 1 . de deformação. 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável. após termos feito a derivação parcial. efetuaremos todos os cálculos e. no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M).Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig. igualaremos esta carga fictícia a zero. isto é.107 Fig.EJ ) 3EJ que desejamos calcular. 1-106. sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 . criaremos uma carga fictícia.0 teorema de Castigliano). Temos. . então: A energia real. que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i s o s t á t i c a s 85 Ex. Fig. uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura. . 1. vale: Fazendo. caso desejemos empregar o 1. igualaremos a zero a carga M acrescentada. desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante. 1-36 .Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. 1-35 . obtendo a solução d o problema. correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação. desenvolveremos todos os cálculos e. agora M = 0. 1-107.

então.Regra de Mdler . a seguir. então. no sentido oposto ao de E positivo. cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada. mas que não acarreta erro algum nas conclusões.o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra.'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V A = n 6 . Por esta razão. para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A. b) A mençáo feita. mas que. Rompendo-se o vínculo que transmite V A e.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos. "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). a regra esta enunciada desta forma. t Fip. no caso de esforço simples) unitária. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E.Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - . nos casos mais gerais. uma deformação (absoluta. portanto.4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 . está equilibrada. cuja linlia de influencia se deseja determinar. 1-109. 1-108. demonstrando-a a seguir. 1-110 . no enunciado da regra. I - Demonstraremos para um caso particular. obtemos uma estrutura hipostática. atribui-se à estrutura.' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. b) na secção onde atua E. n Tudo se passará. embora a demonstra. a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações). no caso de reação de apoio ou relativa.sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento. a regra. temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática. multiplicar as ordenadas da figura deformada por n . a proposiçáo. igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1). A I I Ex. deveríamos dar uma deformação igual a 1 e. 1-109 i em A e C para a viga da Fig. 1-37 .86 4.:.e u __Fip. após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática. que seri tratada como pequena deformação. ou seja. conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a .q. As aplicaçúes seguintes esclarecem. nos casos mais gerais. 1-110. tratada como pequena deformação. atribuindose à viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V A positivo. portanto à deformação). procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I. tornando sua aplicação mais prática. I1 deste volume. conforme indica a Fig. submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e. como se tivéssemos dado uma defomçãounitária. Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. a I a) Sendo a estrutura dada isostática. livre. inicialmente. confonne poderá ver o leitor no cap. Igualandose vem: 6 = VA . ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig.

e. que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e. obtemos a linhade influência indicada na Fig. 1-116 'I * t l!* * C Fip. para a estrutura da Fig. 1-113. obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig. 1. AC = x . 1. o que justifica a construção da Fig. 1-115.(+).Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig.111 Fip. que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip. 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D. 1-116. S I 5 . . Fig. 1-112 I Sabemos.88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo. A S A B Fig. c) deslocamento vertical de B.115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o b). 1-115. o que justitica traçado da Fig. .1 . então. podemos confundir a corda AC com o arco e temos. 1-38 .Calcular. passo a passo. (não devendo haver rotação relativa). 0 1 -1 \C i: Fig. Ex. pela regra de Midler-Breslau. 1-39 . os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos.Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig.114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau. 1-1 1 1 . 1. 1-112. a regra de Muller-Breslau. - - A Ex.Exercícios propostos 5.. 1-114.

de 2 cm apoios B e C. obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig.6 . I-12l. ân. obter: a l ) rotação do nó E. b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b.Empregando.5.1) aumento uniforme de temperatura de 30OC. a. 1-118. p P 5.Para a estrutura a + a + da Fig. Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ . 1.3 . a. de cima para baixo. b) deslocamento vertical de E . diretamente. em todos os 116s. 1-119. calcular variaçáo da corda AD.121 .117. calcular: a estrutura da Fig. b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC.~ / ~W C = 2 x 104 tm2 (todas as barras) 5. EJ.Para +I 4 I AB - Fig. b.2) variação d o comprimento da corda EF.2) recalques verticais.4 ..C~iso de análise estmtura] GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5.ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A.Para a estrutura da Fig.Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia. pedem-se: I Fio. cujas barras fomam. 1-120. 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O . r j 4.2) deslocamento vertical de H. a fónnula de Vereschaguin.pede-se: a) para o carregamento indicado. Dado: 5.Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig. 1-118 5. que tem rigidez W (constante). 1.2 . = 2 x 104 tm2 .

quando atuar o carregamento indicado./ ~ c 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal. 1-124. E. É dado EJ. D. pede-se c$. = 104 tm2 cas com Jmin Fig. a= ~ u ~ . os pontos D. permaneçam I m acima de A. do carregameiito indicado.123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro. SXo dados: COS '# (W.11 . 1-126. quando atuar o canegamento indicado. 5. C Fip. 1.Calcular. I 5. o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm. e Jmix = SJ.8 .) quadro = 104 tm2 5 x 103 t.9 . 1-125 durante a montagem para que. unicammte. cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5. B. cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo. .Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig. Sabendo-se que.. Dados: EJc = 104 tm2 . Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 . computando para este fim apenas a influência do tirante. sendo Jm = 25. para a direita. cujas misulas são parabóli= Jc e Jmax = lWc. 8. os pontos A.7 As barras horizontais da estrutura da Fig.10 . E fiquem alinhados.Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig. que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que. para a estrutura da Fig.I 5. 1-122 5. (ES) tirante = .Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig. (ESltirante= 103 t curva tem J = Jm . quando a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C. 1-123. 1-122 são misulas parabólicas com Jdn = J .

sofre um auriiento de temperatura de t OC. a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B. das figuras I-132-a e I-132. 1-130.94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5. h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig.b. mantendo-se constante a tempera tura externa. das Figs.17 .Para o quadro da figura 1-133. a temperatura no interior da parte circular. com 0.se: .~ I O C . cujas barras têm altura h. Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A . b) deslocamento horizontal de C.Para a estrutura da Fig. São dados: E. com seção transversal circular. Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material. 1-127 A Fig.132-b Fig.s m de altura.13 . É dado: a = ~ O . A I 5. 1. b) rotação relativa das tangentes à elástica em A.15 . pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas.132. 1-127 e 1-128. 5. 1-132 B 5. 1-129 1. Pedem-se: a) variaçfío da corda CD. R Fig. I 5.O interior do quadro da figura 1-131. m Fig.Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares. pedem. de inércia constante.Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas. J. 1-128 F i g 1-73? 5.16 .As fibras superiores da estrutura da Fig 1. mantendese constante a temperatura externa.129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução. pede-se o deslocamento horizontal de B. de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC.~ 1. as barras@@são 2 cm. módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m. Send o a seção retangular.12 .14 .133 .

1-136 5. obter. empregando Mo&. 5.23 Empregando o processo de Mohr. para a viga da figu5. c) rotação da tangente à elástica em B. que tem rigidez igual a 104tm2. 1-137. D. Dado: EJ= constante - I -+ I12 5.24 + 117. I I n -1. cujas barras tem seçãocir.22 pedem-se: - Para a viga da Fig. cular com inércia ê flexão de 0. submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5.20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C. 1. pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz.0Sm4. para a da Fig. 1-136 ( J = constante). E.- t .. a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A. E.Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I.19 - Empregando o processo de Molir. para a viga da Fig.21 .138. a. i 1 5. C.I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5. b) flecha máxima. -r- - Idem. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig.139.18 -Para o quadroespacial da figura 1-134. ra 1-135: a) equação da elástica. b) deslocamento de B na direçáo z. J. Fip. I Fip. 1. Dados: M. 1-139 -+a .

27 . Fig. .30 .28 .140 a 1.26 .~/OC. IP o I ~ C l + l + 5.9.e . igual a 2 cm.29 . ( I I I Fig.quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados.Empregando o teorema de Castigliano.& l t I + . -. R.Idem.Idem. b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC. que têm rigidez constante W. 5. 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados. .<.25 . do apoio B. 1. 1-143 o r l p PI -+-I---+ . Fig. calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig. da treliqa da Fig. 1-140 Fig. 1-145 Dados: P. r < .142.I + - Fig. Fig.146. I .devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5. para a treliça da F í & 1-147. .Empregando o teorem de Costigiinno. que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO. 1.98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5. 5. 1-149.Empregando o proeesso de WiUiot. J (constante). devidos às mesmas causa.) Fig. calcular os deslocamentos dos nós E e G. E. 1-141 Fig. de cima para baixo. calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal. constante. 1-142 . c) recaique vertical.146 a) carregamento indicado.Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1. 1-147 i I 5. . cujas barras têm rigidez EJ. I u 3' 1 I : 9 . 1-144 5.e 1 i . para as das Figs.

a.93 mm (-*I .84 cmfaumento) . Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.2) I . 5 ~ rad (tl).33 x 1 b) 1 mm (4) t ) 5.14 mm 4EJ m (371 8) - .a.b) 0.71 mm (1) a.4 mm (encurtamento) a.07 cm (4) 1.21 x 1O-' rad (12) . b) 3.1) 4.6 mm ( f ) : b.17 - a) 2 6 c m (+) .rn + 5.l) 3.8 mm(+) : b.2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero .1) 7 .0. 0.2) 2 cm (e) 1.17 mm (t) Alongamento de 1.1 8 - a) 0.67 mm (L ) .2 mm (aumento): b) 5.67 mm ( f ) .94 mm Encurtamento de 2.22 - a) 0.I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I .b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.46~ 10-3 rad (n) a) 0.] ) (C) 4.98 cm (4) .zero .133 x rad b) 0.?) 13.

6mm(t).+ ) . pEH=1. em cada caso: i .pEH=15mm(+). ~ ~ ~ = 3 . pGH = 3 . O mm (+) C) pFV= 10mm(&). ~ ~ ~ = 1 7 .6mm(t). ~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) . ~ ~ ~ = 6 . 4 m m ( . 7 m m ( + ) . 6 m r n ( L ) . ~ ~ ~ = ~ 6 .29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5. 3 m m ( . pGH = 3.28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. pGH= 30 mm (-+) 5.8mm(+).102 Curso de análise estrutural a n i l o & &formafõsem estmtunis isosiatia C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) .f ) . pGV=0. em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 .3 mm (+) 5.27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0.

Isto não significa. que possui 5 reações de apoio a determinar. desta forma. sendo assim. grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura. 1. terno da estrutura que é. g = Be + 8 i 1. 11-4 C. agora. Portanto. dispomos.Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig. como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip. cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática.O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o . 1 '9 = g e X t = 2 &n \ 1. então. Temos.Hiperestaticidade interna Fig. igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples. Para tal.1 . Seria necessário "abrir" a estrutura. no caso. entretanto. preservando. pois. necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los.Determinação d o grau hiperestático 1. após rompê-la. romper-lhe uma seção. Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex. deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio. a estrutura da Fig Ib2. que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio.1) .4 (11. cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las. conhecidas suas reações de apoio. 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 . portanto. não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita. a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3. 11. Existe.3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi).HIPERESTATICA . 11-1.i ? CAPITULO li 1 . a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e.2 Seja. para tal. Fip 11-1 4 \. 11-9 Fia.2 . isto é. na estrutura assim obtida.Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig. r. das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E).

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t , j . perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u r útil trabalhar com um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X , 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal to emB= O

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

+

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

F i m 11-18

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., li a partir do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, e o segundo membro é nulo) ; - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E . + EiXi (11-7)

a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig. o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas. 50) 3.112 em que: Curso de anáiise estrutural E . temos E . eni c da caso. . Obtenção dos EJc 6 . Pii. a fim de obter seu sistema principal ismtátim.O) Escoiha do sistema principal (v. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 . Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica. ii-19. aplicações n. Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig. por exemplo). +Sm -. g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que. Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E . Sistema principal e hiperestáticos 2. 11-18. no caso dos quadros lanos. é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples. recalques de apoio e modificaqões durante a montagem. so. b) diminuição unifome de 30 OC . pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles. : valor obtido para o hiperestitico. para a obtenção de uin bom sistema principal. Para isto. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos. Seguindo a orientação dada na observação 2.0) 4. aos sistemas principais ideais. Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais. a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 . i! Ex.6). licitante externo. agindo-se de outra maneira (v.+ 6. O que se deve procurar. podem ser quaisquer. sendo todos teoricamente corretos. devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente.0) Traçado dos diagrainas no sistema principal. provocado pelo agente. m p e r ..1. certainente. em número adequado.0) 6.1 - a) carregamento indicado.X. a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois. recomendamos. Isto conduzira. 2. h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica. \ Nota: Na m o s de variação de temperatura.2.8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1. 11-19.1). será: 1. 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado. = O (11.0) 5. c) recalques em A indicadas abaixo. pois uma equação genérica (a iésima. entretanto. que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura. : esforço no sistema principal. Para os outros tipos de estruturas. eles não precisam ser unitirios. . chegamos ao .3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores.. o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito. os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs..0s11-5 a 11-7). tiiiXi +. = O.X1 + . nesses casos.2. + ZEiXi) - - '. ca ou da equação matricial (11.l h e dois vínculos.f. de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd.

tomados iguah a 1. + 3.m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } . preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal. Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D.ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1.sistema principal da Fig. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal. obtendo: F i i 11. temos E = E.27 E l + 4. consideraremos apenas seu trabalho H flexão.já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim.09E2. 11-19. o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws. embora estejamos u m d o os me& r' . Diagramas solicitantes e rea<. I Obtemos: 6. obtemos os diagramas da Fig.&a A partir da expresão 11-7. obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs. rotulando os nQ C e D da estrutura hi.im desta forma.21 mm *larnos Os .2. 1 2. 11-20. 11-21 e 11-23. I F i i 11-20 3. 11-20. com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn. pan não complicar n nota~Ho. perestática dada. Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro. respectivamente. nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig.

vem: Fip. então: = ..} . estando os diagramas solicitantes indica . Os novos hikrestáticos.Etemp = 0.521 F i m . A partir da expressão E. 11-27 a 11-29. - - . obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs. Obtemos.47. po. d'evidos à variaqão de tempe.são: 12.trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6". 11-27 1 2. .7.(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1.3EI -22.c deste capitulo. 11-28 + 7.731 Ntamp. F'm. já que estam. No caso.os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2.15 t Fig.. dos nas Figs 11-24 a 11-26. em função da observação 22.4E2.iS: 2. ' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6. 11-22 JF~ + 0. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W.521 Fie.18E2.atura.55E. 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são. 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo.11-25 'carr.

Diagrama final A partir de (11-7). no caso deste exemplo. onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas.5M1 + 5M2. devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo. então. Hiperestátims: \ XI = 8. deste capitulo. 11-33 Temos. aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. Diagramas no sistema principal Fig. o diagrama de momentos fletores .Obter o diagrama de momentos fletores para a estm.s I 1 t 6. os diagramas da Fig.2. 2. MO 3. Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática.os nós A e C esq.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos. Rotulando. por exemplo . Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2. obtemos: 1 x 6 x 4 = -44 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I . tura da Fig. 11-33. Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão. necessários para o cálculo dos EJ. 11-31. sabemos que.-i 1. 11-30. - . U-32. obtemos o sistema principal indicado na Fig. M = Mo + 8. 2) Igual simplicidade encontraríamos. C I I 4. se.3 3 . ao invés de nós C e D. 6. Ex 11-2 .ia Fig.x 6 x 1 2 . obtendese.f.I wpmdtjtia a) . Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S. houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D.

Ex. obtendo-se en- 2. I I I -ou . desta forma. Dado: EJ.4 . 11-3 .s 1 o.7M1 tao o diagrama da Fig. obtendo-se.\. 11-38 para: a) canegamento indicado.8M2.M1 e M2 os mais simples passíveis. ii-37. conforme se verá a seguir.Resolver a estrutura da Fig. na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras. 11.Vc S EJ.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig. + + 2 x 2 = 45 5.34.5) =-76. Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0. Hiperestáticos: X.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex.o métododas forps 4. 6 e no traçado do diagrama fmal. para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários. a linha de fechamento do diagrama final. Cálculo dos .sx. simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ. 11.SX2 = 76. 11-35 Será dado por M = Mo t 22. 16. 11-35. o sistema principal da Fig. I' = 6m I'= 3m Fq.s 3 . 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo . I I' = 3m Fig. para o caso. a partir . CY = 1 0 tm2/0C F 3.se os apoios internediarios. Temos. Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~. Diagrama final 1. b) diminui ão uniforme de 30 OC. = 22. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:. entio.Sl0 = 1 (6~18+3x40.7 6.

o método dsr fo<pis =- 123 3. E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática..7E2 + 19. I 4.3 x3 6. Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11. obre. nios o sistetiia principal da Fig. Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea .3 = 20-7 19. Cálculo dos Wc6: WcS. Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l. E J .3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig. 11-39. rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI. S z 0 = .1 0 4 .122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1. = . Equações de compatibilidade: 104 64 36 2.3EI + 20. 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t . LIeSq e DA").6 4 .

bastanos calcular o vetor { h t ).Conforme sabemos. Fip. Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos. 1145. deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo.cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes. os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O. I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado. obtendo. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70. 1143 . temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro. g-ph $1 1116i t -X!IZ. 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura.62M3. 1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3. na direção de cada um dos hiperestáticos. obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig. para o cálculo dos 6. no sistema principal. então: X1 I x1 \ Fip.t.52E2 -0. podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada). 1145. L. a partir dos diagramas da Fig. 1. conforme indica a Fig.o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC .Resolver a estrutura da Fig.81mt equilibrado. inteiramente hiperestática í g = 3). Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' . I Ex.301 Fip. 11-5 . Rompendo-a na seção de simetria S . 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o. pois.1. o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão). 2.07E1 + 2. sendo. . 11-43.e colheremos o sistema principal indicado na Fig. devidas i variação uniforme de temperatura.124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica .

Vejamos.. Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação.Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e.o ). obtendo os diagramasse Note o leitor que. portanto. Como os valores arbitrados para os hiperestáticos.57 X3 = O (evidente. ~r0duZa . em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 . devido aos recalque indicados. que tem EJ = 104 tm2. temos que:: . pois.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. 6 30 = O.2.E licitantes da F i s 11-47. 6 recomendável.Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e.rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O. partiríamos de.Observap-o: Neste caso.rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica. > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento.iox. com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente. quando ocorrem tais condições. Diagramas finais o . 6 = 6 20 = O. 11-6 . Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex. portanto.= -1 6. evidentemente. p+ dem ser quais uer..- . apenas. o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0. da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 . 3. se a fôssemos resolver novamente. Voltemos i aplicação em questão.29 X2 = -2. Xl = X? = o. apenas. Na seção S de simetria de uma estrutura plana. . 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura. entretanto..4 sistemas (2 x 2. 1 --'- - . outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: . Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente. poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que. arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 .57E. 4. uma vantagem do sistema principal escolhido. nesta fase. . Por esta razão. pois o carregamento e simc5trico). bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura. em si. 2 hiperestáticos (X1 e X2). elsstica nalmente a barra em questão.29 E1 . X3 = 0. com O que. ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que esforcos de ~. Hiperestáticos Xl = 0. temos que: = 6 2 3 = O. Temos: E = . Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente. w m O que. S. 1148. pois sabemos que X3 = 0. devido ao sistema principal escolhido.e I x 1)sndependentes Tal já 6 . tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça. independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6. . que os hiperesti. + 0. .

Sistema principal e hiperestático 4. Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas). como temos Ms O. Equação de compatibilidade .51 Fig. Sistema principal e hiperestático h. temos: Qs= O. Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC.5. temos: 1.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1.~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11. por força da rótula. 11-51. 1149 2. Diagrama final - Fip 11. 3. Por outro lado. Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5.

Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante. Diagrama final Ex. São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 .1 i" Ti' Fip 11-64 Fip.se urn n6 da estrutura. temos o sistema principal da Fig. se este sofrer um encurtamento de 1 cm. Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1.o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2. Diagramas no sistema principal tll 1 11-64.25 6. 11-56 3.% + t i a . Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática. Equação de compatibilidade 4 5 S. II-8 . 11-57. Cálculo dos EJ. Rompend-se o tirante e rotulando. 6 4. 1.

. l i 4 9 &t 2 15. b) M2.Ele 3 10 4 x 10-2 = -300 = -3FX 1 . Magramas no sistema principal a) M1 lmt . ) 3. Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante.b El. Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21. b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem. 61enc.3E2 . . > F i p . 1160- 4. 1 t d -Ft 47 Fia. IM9.132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i co a idtcdo das fo- - 133 2.06t . Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado. 11-9 . que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico. temos o diagrama da Fig. obtemos: Ex.Para a estrutura da Fig. para que a reaçxo horizontal final seja nula. N1 6. N2 Imt lmt X2. pede-se: t4. 11-60. -O.

pois.86 6. 0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O .. Cálculo dos U. t 0. 2. . Hiperestático: X l = 0.5)=-24 a) Resolução para o carregamento indicado 1.5 X. R o m p n d w . : X: = 2 t &a. 11-63. L N1 tis. 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = . obtemos o sistema principal indicado na Fig. 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula. Vimentão: a)Mo. obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig. Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ.5 ~t 3 -~S~3~1. I 4. Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente.2 4 t 28X. No b) M l .2 ( . 11-61. podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão. Diagrama final = O A partir de E = E. dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante.86El . 3. 5. Necessitamos.Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno.j ~ 3 ~1 3 . Equação de compatibilidade: .& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0.

= -1. devemos encurtar o tirante de 1.ou seja. no caso. os diagramas serão os da Fig. Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc. 11-65.m p d t i e s . = +?8x2=0 -1. Com isso.6 cm.. serão o carregamento e encurtamento. no sistema principal. sob sua forma ideal. todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico. Ex II-I0 . então. temos 6' = 6 enc. "comp \ . pois o concreto estará uniformemente comprimido. q = 1 tlm Barras e @/ . 11-64.6cm Como a deformação. Diagramas no sistema principal 3. 1164 Sendo as banas misulas retas. 2. I deste volume.)+EJc611 ~ ~ Xi = O ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1. na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento. empregando as tabelas apresentadas no cap. obtemos: A estrutura estará funcionando. Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip.o metodo das foqS 137 corno os agentes externos. teremos: (EJc610 + E J Cen.6 cm para termos a reaçso horizontal final nula.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig.

Diagrama final 1 1 7 1 . 2 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas.4 + 3.2x5x5x z X d 5 x 5 x 0. para o quadro simktrico da Fig. Diagramas no sistema principal N.207 = 3.222 +21'M1Ml(~+ 0 =0.32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4. 6.'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a o método dar foqas I.31.) 3.Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC.207 x 0.098 = 24. 11-69.1 5 tabV' e = 0. i -1. - !.098 .611 Ex 11-11 .32X1 = O 2.144 . 1 F q . Cálculo dos EJc S b)EJ. Dado: EIc a = 5 x 10.' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i.2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0. Equaçáo de compatibilidade: .1 1 7 1 I C 7 1 . n = 0. Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 x e = 0.5 11 .

o método das fo4. Sistema principal e. Diagrama final $ 11-75. Cálculo dos ES 6 : Fip. Equação de compatibilidade 141 2.(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal. 11-76 3. 11-72 Ex. Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig. temos: 1. Equaqáo de compatibilidade: 2~.treliça uma vez hiperestática internamente e. por isso. 11-74 S.73 Temos. 11-73. todas. Hipenstático: . = O Fie. 4 Fip. cujas barras têm. então: ESalo= Trata-se de uma. Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6.rica . hiperestático X1 (NINO1)= 2Po(1 +A) 4. 11. a mesma área.1 I Fip.

11-76.WpIedMtia .s GJt - X. 11. Sistema principal e hiperestatico Fig. 6. adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante). a partir 2 d o quadro de valores anterior. obtendo. endentemente. X (cambinaçao de Ticom Ti) .o método das for~a. . T2 d>M3. Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M. Para obtemos sistema principal.~- 2.Resolver a grelha da Fig. o sistema principal e o s hiperestátiws indicados na Fig.lrn. 11-77 para o carregamento indicado. 11-78. . meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ. TI Ex 11-13 .x 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática.) +& ! .77 h. um dos engastes. . To b) M. Temos. basta rompê-la numa seção. seção esta que pode ser. optando pela seçáo central. Diagramas no sistema principal a) Mo. T3 J 3m 4 1. 0 3. Esforçm finais Temos: N = NO + N . os esforços normais finais indicados na Fig. Sabe-se que -EJ -1. d i i i 11-79 C)Mz. X 1 = NO P XI . Q .

isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico. o que acarretaria 830 Suponhamos. Diagramas finais (em mt) Temos.x 3 x 2 ~ 5 . Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que. 2 5 + .~ ~ 9 x 3 3 + .tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico. a partir da expressão E = E . enquanto que os demais apoios impedem .f~ 145 v e me n w ~ . de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C.x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65. 11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O C e as inferiores um aumento de 30 OC. O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos.As fibras superiores da estrutura da Fig. 1 6 ~ ~ = . nesta aplicaç%o.11-83. 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4. agora.5 x 9 ~ 3 = a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na F i g .8263..) EJ$2= 2 x 3 + 1 . Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares.1 . temos que: 5. Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ. + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4. 5 -49. - - Ex. 11-14.25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims.144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods.x 3 x 2 . Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6. com o que teríamos 620 = = O. ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 . então. em relaçáo ao dia da execução da estmtura. escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão. que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco. com o que teríamos 610 = 0.

Visto isto. conforme indicado no sistema principal & Fig. 11-85.2) a) Grelha com h = 40 O 4.mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais. Equação de wmpatibilidade: . empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC. para a da Fig. 11-86. e.3. temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano. pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura. 3. 0 problema está resolvido.2. CálaJlo dos (. 11-85. 2. 11-85. 11-85. Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos. com tg = 0. e torçores atuantes. senão vejamos: C (Parcela da Fig.s x l d l tm2 cu = 1D5/0C. Sistema principal e hipenstático Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13. pedem-se os diagramas de momentos fletores. temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha). pode ser encarada da forma indicada na Fig.60 t-38 X1 = 3 O . culares ao plano. b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0. 1 .VIgretha 8 : Para a parcela da Fig. A variação de temperatura do problema. a m o atamos diante de uma solicitação simétrica. na seção de simetria teapenas momento fletor.

11-85.148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç. novamente. Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva. em verdadeira grandeza.85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q . Equaç%ode compatibilidade: . 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig. 11-90. Rebatendo. Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. então. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig. Com isto. Sistema principal e hiperesthtico 6. = 4. apoios do 2. 1 1 1 5 Resolver a viga balcão da Fig.am-movimentos no plano da estrutura. que serão.2.3. temos. o esquema da Fig.85. 11-92. I A solução do problema é. no caso. 11-85.2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig.8 + . 11-92. Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6. 11. correspondendo ao caso da Fig. OS o diagrama da Fig. genero em A e F.64 X . 11-93. cor- 62t) Fig II-91 0- 3. que tem W = q - . Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11. dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano. teremos: 1.3) 4.73E1 .

11-94. Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica. I = -- Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S.sucessivamente. então: - . aos pontos A e S indicados na Fig. = lmt 2 . 11-97. rompendo a estrutura na sua reção de simetria. Diagramas no sistema principal a) Mo.c o s e ) . sem nenhuma alteração do resultado.150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . com carregamento simétrico. em verdadrira grandeza.11-95. Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas. cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F i . temos. 11-98.~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR ( 1 . To Reduzindo a carga P/2. 7 I ~ i 11.o método dss f o r p 151 I 1. a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig. obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo. o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2. 11-96. em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção. obtemos. I I d X. de uma das duas metades do sistema principal. estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig. que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O . ! I I 3. o sistema principal da Fig. que representa uma vista em planta. Temos.

~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica.. que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:. permitindo a obtengão. anulandese então as duas parcelas ). o assim chamado irtificio do centro elástico. de a provocar uma destas duas últimas deformações.1. teve grande divulgação o uüiiza$ão. o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto. Este vínculo está representado esquematicamente na Fig. 11-100. F i e 11.5 . 11-99. submetida ao carregamento sim6tric2 indicado. ' . passar do esquema da Fig. 2. 5. mtáo. a única componente de deformação. já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo.Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5. devido à simetria da solicitação (pois.Artifício do arranjo de 2. uma reação-momento M e uma reaçãeforça N. bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos). será o deslocamento vertical. se o carregamento existente num dos lados da seção ter. Hiperestático: 6. 11-13.1 . 11-100.2 ll. 4.100. 11. durante muito tempo.l lr 11-100.1 153 . I? o que está indicado no esquema da Fig. no caso. explorando esta simetri. Diagramas finais A lCIW. 11-100. 1 0 0 . partir da expressáo E = E . 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz.Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig. Em se tratando de uma estrutura simétrica. a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria.5. mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2. no cntanto.100. existindo.o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6).2. deixando livre o deslocamento vertical.1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig.3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo. que apresentaremos a seguir. dos h ) ~ res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica. -tudo dos areos e quadros biengastados.mprrstBtica . uma ênfase especial para este ar<ifício. num dado sentido. senta um esboço da elástica do quadro. com carregamento simétrico. 11-6.99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível.5.3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver). 11-7. Equação de compatibilidade: I I . A partir dai. 1 . que terá sua seção S de simetria.3 PR E 1 . colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s ' 4 = Xs =O). que repre. + - obtemos os diagramas solicitantes da Fig. que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ''~e~lthticx à sua diagonal principal. lUe abordado em nosso Cuno.

as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig.y e 9s indicados em 11-102. por exemplo.3. . submetido ao carregamento sim6trico indicado. _ .1. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico.1. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação. três v e m hiperestática. nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig.pois as tendências desta deformação em S.1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical). os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico. que é. submetida ao carregamento antisimetria> da Fig. se comportará como apenas uma vez hiperestática. 11-104. o deslocamento vertical da seção será. .1. 11. 11-102. para o caso da estrutura da Fig. os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que. no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o . b) Seja. poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103. i = . 11-102. então. agora. romper a estrutura na seção S de simetria. agora. a estrutura dada. provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita.2.o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido. se oporão. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102. 11-100. . o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023. a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig. agcra. 11-100). fornecendo os valores x. 11-101. entretanto. este deslocamento está imp* . 11-101. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados.1. no caso. o quadro simitriw da Fig. entretanto.3. cuja configuração da elástica. nulo. evidentemente. * No caso. c) Analisemos. parth dese do esquema da Fig. hfonne ji vimos. os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que. se somarão (ao invés de se anular. I 1 I* na dtdco. 6 %a.mpmtátiea indicada em 11-100. Para carregamento anti-simétrico. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo. a estrutura da Fi& 11-103.3. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. como no 'as0 da Fig. I 4 1.3.2. sendo a da Fig. 11-104. Podemos. o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja. u-100.

podemos romper a estrutura na seção S. por um apoio em mola. a barra SC. 11-106. que impede o deslocamento vertical. numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura. 11-107 . (Notar que. a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma. 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos.3. 2. então. num dos lados da estrutura. o diagrama final de momentos fletores será. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. a seguir. ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105. a partir do qual. agora. sobre a barra SC.2) e anti-sim6trica (Fig.1. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso. ' Fio. conforme veremos no referido ca~itulo. ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução.2. superpondo. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume.1 recaiu. entzo. Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola.) 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram.2. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. Analisemos. simétrica. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana. é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total. a fun de obter o diagra ma solicitante final. para a bana SC. pois. basta substituirmos a parcela do engaste. quando tivemos. IE104. conforme esclarecerão os exemplos a seguir). para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J. Podemos. para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). o caso de carregamento anti-simétrico. Nas Figs. introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos. que poderá. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer.3. No caso. 11-104. resolvendo a estrutura.3. 11-106.3 a 11-108. indicada em 11-105.2 a 11-108. conforme indica o esquema estático da Fig. Exporemos. a atuação de um carregamento genérico qualquer.devido à presença da barra central SC.1.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel. para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício).3. 11-105. separadamente. por esta razão. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante. obtendo suas componentes simétrica (Fig. na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043).5. do esquema indicado e m 11-105. a essência do artifício do arranjo de cargas.3) - F~Q. conforme indica a Fig. 11-104. a seguir. igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig. interceptada pelo eixo de simetria. igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido.

11-11 I. Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip. 11-113. 11. todas. 11-109. 11-110. ExlI-I6 . levando em conta a simetria do carregamento.3 . estão traçados na Fig. submetido ao carregamento indiiado.im + 11-110.112 indicado em 11-112. 11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig. cujas barras têm. Fip. dro simétrico da Fig. Fio.2) Sabemos que a estrutura a resolver.mpnditica . cujos diagramas no sistema principal. 11-108.Obter o diagrama de momentos fletores para o qua.110 n n J 2.1 11-108.3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício. passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca de carregamento.2 11-108. a me* ma inércia. 6 a da Fig. 11-110. 11.o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig. II-111 Fip.1 11-1103 VI-110.

estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig. 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será.114 e 11-118.% 1 1 17 . EJ = 1 d t m 2 . uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica.71 4. E. levando em conta a antiaimetna do carregamento.Resolver o quadro da Fig. temos os diagramas da Fig. indicado em 11-116. 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas. 11-119. todas elas. 11-115 Fio. 11-116 Fig.67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118. para um reealque de apoio . a partir de cujo dstema principal. 11-120.estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3. o da Fig. e n t h : /Xi = 0. 11-115.3) Sabemos que a estrutura a resolver. resultante da soma dos diagramas indicados em 11. 11-110. é a da Fig.33 Obtemos. = 1à / /. 11-117. a j a s b h . mtzo. Fio. Fio.

a partir de cujo sistema principal. 11. a partir das quais obtemos: X1 = l m t = + 1E"! -t Fiq. = 0. Levando em conta. o indicado na Fig. 11-121. 11-127.124. considerando a anti-simetna da solicitação.2) A estrutura estará afundando. 11. 11-121. previamente. b) Parte anti-simétrica (Fig. 6 a da Fig. 11-126 e já será o diagrama final. Fiq. 11-121. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada. de cima para baixo. que nos fornece: Fiq. devido B wntribuição nula da parte simétrica. pois ele ná0 teri qualquer impedimento.123. ~hpanttititiai . toda ela. simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig. 11-125. obtemos o diagrama M1 da Fig.162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm.o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig. 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig.122. não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme. do apoio A.3) Sabemos que a estrutura a resolver. representado em 11. de 1 cm. - . pode mos escrever que V. então.-1. 11-121 a) Parte siméírica (Fig. 11-125 ' I T lcm ' 4 .36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será.

sn8 a da Fig. para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura.. 11-128. cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C . a estrutura a resolver 6 a da Fig.-. no sistema p ~ c i p a l . l3 = 1.2. 11-129. 11. 11-130 (isostática). t m fo-dese a estrutura. 11-133.3. para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134. não influindo. apenas. obtendo os diagramas solicitantes da Fig. 11-134 Fip. 11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig. que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t . 7 17 . Para este F i 11. Dnpcrandose as &fonn.128 A parcela sim6trica do carregamento.136 Dai vem. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. então.131. indicada em 11-128. 11-132 (cujas barras têm. na da Fig.a mesma inércia).135. que será funçzo.129 \i A estrutura a resolver. 11-132 F i i 11. levando em conta a anti-simetriaexib tente.Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig.81. Fip. todas e1as. 11. 11-136. portanto. constitui um carregamento auto-equilibrado. que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11. - Fip. obtendo-se o diagrama . EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig.filemo. do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis.

11-138.3 .1 q 2.Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig.2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip.138. 11-138. *h Fig. partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria. simdtrica em relação aos eixos fx e jj.137. 11. Fig. duplamente.5.Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura.Wprrstltkd . Os exemplos seguintes esclarecem.1.o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos ~ eixos ~ xx ~ e jj. 11. Ex 11-20. diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura. tiraremos. a estrutura a resolver 6 a da Fig. 11-139 .1.

por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que. 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-b PR 2 Rdb nR = y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig.140 E r 11-21 . constantes. o que 6 usual . que será obtido. Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada). 11. a estrutura a resolver será a da Fig. Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj.2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais.168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a . 11-143.318~~ Fip.o método dar f o r p Fio.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig. mas que podemos resolver. U-140. associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0. 11-142.3. sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura. a partir do carregamento da Fig. não influindo. 11-141. a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal. o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig. 11-142. portanto. I A parcela da Fig. portanto. ' --nd*ae no cuo. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior.

11-148. os casos indicados nas Figs. 1.3 a 11-151. o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig. visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip.1. 11-146 5 .o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11. 11-145 Obtemos. explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy.2. : I* . então. 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig. 11-145: .146. a partir do sistema principal da Fig.59mt Ex. Temos.3. submetida ao carregamento indicado.148.2 a 11-151.144 Fip. cujos sistemas principais são os representados em 11-148. 11.AipevstBtica -ntais de It).II-147.1 a 11-151. na maior quantidade possível de casos. i i i 11-148 I f Fie. teremos a resolver. 11. 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F i .

e. Fim. s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados. entáo.Aplicação às grelhas Já vimos. comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção. pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado). para as greihas das Figs. permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais. então. estes sistemas principais podem ser justificados. de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs. são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura). $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " . as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig. 11-153 11-153.2 bw da grelha. romper a grelha na q ã o de simetria. colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria. Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig. então. (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria. então.& vido à anti-simetria do carregamento.2 possuem hipostaticidade numa direção.154). mas. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs. para estes dois tipos de deslocamentos. 0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar. para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11.4 . na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica.eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo. devido à simetria do carregamento. 6 possível. a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas. 11. 11-153 e 11-155 se comportam.149. quando o carregamento 6 anti-sundtrico.1. 11-152. 11-152. possível romper a seção S.5.2 a 11-155.a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar.) Sendo assim. os sistemas principais.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu. - Do ponto de vista de deformações da grelha. so S i . liberando as duas outras deformaç&s.1. então. colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira . o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor. 11-152 e 11-154 se comportam. as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são.2 a 11-151. a decomposiç20 éMlida). que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs. . 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s.2. o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o .1 a 11-155. explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs. como se fossem uma vez hiperestiticas). então. como se fossem duas vezes hiperestáticas).n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria. 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157. no exemplo 11-13 deste capitulo que. Para o caso de anti-simetria (Figs. 173 2.-= te.

2 (notar que.2 to.157.Aiprest6tica . 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig. pode ser rompido em S. a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx. E r 11-23 . a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig.Decompor. No caso de anti-simetria (Fig. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática).simetria. 11-156. com isto. 11-159. Com isto. pode ser rompido em S. Fia. utilizando o artifício do arranjo de cargas. ainda. O s exemplos seguintes esclarecerão. a barra SB terá wmo único esforço. F i g a 11-152 e 11-154. sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de.158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica. 11-157. devido A anti-simetria.1 e 11-160. um quadro hiperestático A D S E C que. devido g anti-simetria do carregamento atuante. um quadro hiperestático ADSEC que. Sobra.2 (notar que. PJ< /+) em 11-159. ainda. 11-156 2 2 11. U-156.2. .1 Fip. indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal. obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig. 11. obtemos o sistema principal isostático da Fig. devido à sua simetria. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante. sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção. nas mesmas barras". a barra SB não terá esforço de torção.1. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática). aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE. nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria.1). portam 10 rücadas n d Figs. a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx. 11.2 e 11-160. aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra. em S'O.1). e o esforço wrtante (X3). por conseguinte. bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u.156. atuante em S. na direção perpendicular â do eixo de .o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156. devido â simetria.

11-162.3.ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig. a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica. Ex.Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161. temos a resolver os casos das Figs.Conforme se vê. 11-162. . cujar barras tEm. ~ i p .2 e 11-162. =2 2 Diagramas no sistema principal G7.2) Temos: 1.todas elas. a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom iwm (wmbinação de T obtemos: q). lmt Utilizando o artifício do arranjo de c a r g a s .Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b . Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3. 11-24.

Diagramas da parte simétrica A partir de E = E.43 E2 t 0. 11-169 4. Sistema principal e hipenstfiticos Fip.44 E3.19 E. 11. obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip. representados na - - &. representados na P i & U-174. II-1623) Temos: 1. 11. Fip.57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores. Fip. 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig. 1. t 0.1 4.32 E1 .0. Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores. Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0.37 E2 0. 2. 11-173 3. Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip. .172 v iirn. 11-171 .168.

. Cálculo dos hiperestiticos T m i o s : 4. nijas b m têm 2.= lmt Fie. 11-17s E r 11-23. obtemos .23 E1 + 9. . temos: 1. resultantes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig. 11-177 A pMir da express8o E = E .59 E2. Diagmma no sistema principal 181 I Fig.o método dm f o l p 2. 11-175. 11.Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F i .174 @arte anti-simbtnca). Diagramas solicitantes Fig. + 0.11-176.I' I 0 s diagramas finais serao os indicados na Fig. Sistema principal e hipcresthticos 3. 11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos. + t a i . GJt - ! X.

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

t i a

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea - o método das forças
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t ê m a vantagem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

X3= l m t lmt tml lmt Fio. ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas.194 - x3.5mt & - bXJd Fio. 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 . Ex.Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig.4E3. ii-195.SE1 + 0. indrcia constante. 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 . Ii-26 .o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E .1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas.Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig. . + 5. 11-192. temos: Fia. 11. 4. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados. + O. temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&.v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício. todas.5E2 temos o diagrama f d da Fig. cujas banas tem. 11-196.

104 x 2 ( . da estrutura e do carregamento.16.6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = . 11. de raio R.1 x3x 3 12 Explorando a dupla simetria. 11-198 Fip. C X. submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig.O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo.6 E3. temos F i g 11-199. b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 . 11-200. 11-200 temos: 10. = .Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular.~) = El 63.202 . = l m t Fim. 1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio. a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = .2 e a estrutura se comportará. então. s 6 aparecerão os hipereststicos da Fig 11-197. como se fosse uma s ó vez hiperestática.HipaestB<ics .16.

tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai.137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig. vem: X1 - - ln 0.Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F í & 11-204. d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E .208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: . IL203.192 Cum. de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~~miátiea o metodo das fo- - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento. . ~-~ Er 11-29 . 11.207. b) Diagramas no sistema principal Fie 11. t E1 t 4 E 2 . obtmios diagrama final da Fig.

Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos . ~ ~ 6 ~ ~= = .1 2 .25 E1 + 1.2 tm210c . temos: /t X2 P l2 Como tg= 0.17 E2.194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática .2 '. São dados: EJ = 2 E/ a = 10.2 m de altura.o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 . r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano. E J S Z 2 = 18 Vem. GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0. cuja * o reta é um retângulo de 0.x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 . bras siiperiores forem aquecidas de 10 O C e as inferiores resfriadas de 10 OC. obtemos os . se suasfi. A partir da express8o E = 1. - fW da Fi 11-212.

11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical. 11. vergência Dentro desta ordem de ideias. pois basta conhecer o esforço normal atuante . então.I 3 Fig. ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal. 1 I . 11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura. nas barras inclinadas externas do reticulado. pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente. atuando nestes pontos de con. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes. as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante.uma das barras do reticulado para. A Para o caso usual.Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical.1 = 104 m4 .Resolver a viga langer da Fig. uma das barras do reticulado. e s t a indicados nas Figs. indiferentemente. feita usando as ideias já conhecidas do método das forças. - I para a viga AR: S = 80 cm2. estudar: a) Tipo I . Fia. 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs. do mesmo. Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB. São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical. I E r 11-31 . que 6 o de carregamento de cima para baixo. A resolução deste tipo de estruturas será. mntais que nela despertarão somente esforços normais. Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão. por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar.aprrststica . pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori. sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se. é fácil verificar que.215. que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga.o método das foqar I 197 1. devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes. estando as estruturas das Figs. a estrutura funcionará como isostática.

No b) M1 . Para a estrutura & Fig.104 reticulado . um sistema estrutural muito empregado. tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 .&6tiea .. 11-216.67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N.. Equação de compatibilidade: . As vigas Langer sáo.. 2. mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais.83El . Efeitos finais A partir da expressão E = E.~/''~ Pedem-se: C A B --. principal. 11. Sistema principal e hiperestático Rompendese.198 Curso de an%iae estnihird ffipe.. obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = . obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer. S. 11-219.83 Temos: 1.42.obtemos o sistema principal indicado na Fig.42. tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal.T(Y Fip. a barra CD do reticulado.219 Observação: s nioNote o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 mentos fletores que a t u m na vip. representados na Fig.(2x-x2x4x2+2x4x4) = .. por exemplo. pontes. Diagramas no sistema principal a) Mo .3Xl = O . + 1. do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO.a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada.v1 I Fip. etc). 11-220.o método das f o w X1 = 1. Hiperestático: 6. Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal. por isto. 11-218 3.67 + 23.I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4.

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

. - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. + 100) + 546 x', = O

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 ~ ~ = = 104x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ +7 2 ,x 5z x 4 + 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~pe~tAtic -aO metodo das forças

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp= ' n A
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E . + 2E1, pela Fig. 11.225.

F i g . 11-225

De forma inteiramente análoga. 11. podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o]. E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária. entáo. - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos. naquela seção genérica. dentemente. obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . pois representam os valores do efeito estudado. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S. pois. Lembrando. função apenas do sistema principal adotado. respectivamente. teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. ao passo que os são. concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . as l nheeidas. no sistema principal. 11-228: Com isto. independem do carregamento. no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada.( P1 1 L.228 Nesta expressão. generalizando. a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I. aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. no sistema principal. Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s . teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação.apenas E0 s X1 X2. Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará.204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki . X2 e. I. - x2 = - a 12. segundo suas l i a s de influência. no sistema principal. por exemplo. função dele. temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação. Com a variação da posição de P = 1 variaráo. cia. os 0 ij. então. provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 . como os diagramas a combinar seriam os mesmos. L filo + 0 12 L I. o teorema de Maxwell sabemos que. Para obtenção de uma ordenada generica de SI0. . o pmblema está resolvido e. que: 20s Nestas expressBes. conhecer as linhas de influência dos Seja. devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura). linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L. I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O U . temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig. devido à aplicação de uma carga X1 = I .evi. generalizando. agora. . Em se tratando do estudo de linhas de innuên.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir. senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = . I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia.

usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax. (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto. a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por .P ) corretos Ora.M 8 . ou seja. WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- .biapoiadas para carreeamentos da forma da Fig. em I ) Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc. pois. temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc. que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado.!Vc e. até aqui. Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para. [o 7i I * - k h Fip. A partir das conclusões do item anterior. devemos multiplicar os nossos (. ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. Não podemos. 11-229. quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos.) Recomendamos. conseqüentemente. 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada.Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~as . como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo). cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm.0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas. recairmos nas expressões que deduziremos no item 59. para a carga P = 1 .o metodo das forças 207 .Hipaestdtica 4. L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-.ou seja. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem. em nosso sistema principal adotado. Nras hiperestáticas.2 . 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários. nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. Supondo que. (Podemos. pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. também. temos: Fig. 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso. pois. a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados.

Para o quadro da Fig. pela expressão: 2.11) 4. conforme a tabela 111 do cap. M~ VF.1% h h a ) da matriz Fig.LXi (11. M I I . Matriz 1 61 Fip. Fip. 11-235 Qv Temos. HB. 11. 11-232 barra CF L I . lrn. 11-236 . Diagramas no sistema principal X. çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada. dependendo do tipo de mísula. X. I. ou seja: qx. Fig.10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3. h(?. 11-232. 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1. = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11. traçar as linhas de influência seguintes. entao: a) Trecho BC Xi Fie. 11.234 Os coeficientes q 1 e V 2 . de inércia constante. . Linhas de influência dos hiperestáticos 5. Temos: 1.m. obtida pela combina. cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S. são obtidos das tabelas XII a XV do cap.L I. I.233 rhh I 7/90 Fig.Uma ordenada gengrica R Xi da elástica. .3 1 I I . . Sistema principal e hiperestitieo~ X1 . 11-235.1 . X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I .E = LI.EO + ZEiL.ApIicações E r 11-33 . com o carregamento indicado na (. ou seja. M ? ~ .

210 Corso de m s l i s e nitnihiral 1 Hipmtática . obtemos: Teremos: %= 2 124 7 = 0.obtendo: Fip. 11-238. para obter a L I. se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°. pois vemos que o trecho BC se transforma em CD. Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a.55 .O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig. calcular sua ordenada extrema. uma elástica para a barra vertical CF.94 . . temos: 7 Obser~nção: Haverá. em cujo conhe cimento não estamos interessados. o que Podemos. TIA= 1.1. vemos que.237 b) Trecho CD Para este trecho. portanto. pois a carga P=l nso percorre esta barra. ou seja. 11-241. A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 . 11-240 Comparando com 5. o que faremos a partir da defullçáo. 11-239. Sendo assim. multiplicando seus valores por 2 . temos a linha de infiuência representada na Fig. 11. 11-240. Fg.laia) da matriz [ p ] . Fip. 11. c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços. X1. com o carregamento indicado na Fig. bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I. Com isto. traçar a linha de influência de X1 feito na Fig. X2. n2o precisam refazer os cflculos. Temos a combinar os diagramas da Fig. também. 11-238 E Y c t . então. bastando.232.

212 6.I. X1 30 + L. Outras linhas de influência barra C F 6.13 +2.2 - - L.y x2 1 A I I1 111 IV V +1. 11.1.64 -3. Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6.96 +1. LX1 I -( LI. I. VF = L. estando representada.Mc -1.L 1. Vem.39 %E0 .39 VI E 6. a linha de influência representada na Fig.X2- LLMc barra C F - . na Fig.1 L I.96 t3.1 xL.13 -1.X1 + 1 L. 11-242.l. (Mole barraCF -L.V F Temos: Temos: L I.64 . a partir do quadro de valores seguinte.(Vo)F . entáo: a partir do quadro de valores seguinte.2.LINB Fip.I.í.242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda. temos: . 11-243. barra C F =L.1X2 ).X2= LI.3 .

I .0 que é aiiás. XI ) = 12 L I. lemos: I L I.L. .I. 1 .L. X 2 = I2 1 1 -(L.(Qo)v Podemos dispensar seu traçado. I. .1.5 ..estando traçada na Fig.(Ho)i( .L.214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica . 2 6.L 1. estando traçada na Fig. MI1 = L 1.L 12 1 6. evidente. 11-244. Q v . ( M o ) II + 0.30 L 1. L L Q V E LI. M ? CF.o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI.12 1 L. X .4 .I.O v . 11-245.245 . Fip 11. I.X1 + .5 L.L . X.

indicada na Fig. OU seja.1. traçada na Fig. obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV.I.5 L I. ( Qo ). 11-247.-L.48 0. com o carregamento dado na Fig. 11-70 do referidoexem.Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ . a L 1. Seção do 2. 11-249. ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2. 11. .2 .Para a estrutura d o exemplo 11-1 I. Fig.0560 0. MI = L I. obtenios.0459 "x1 0. 11-248.0560 0. Adotando o sistema principal da Fig.217 I E*.1 ) no lugar 116 de X1 . 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3.38 I I1 111 .0459 0.38 0. 11-246. obtivemos [ SI= [I 161.245 1. X1 . Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2.q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11. Xl .0349 '12 0. indicada na Fig. (MO)I .0349 0. '71 0. traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo.1. com o auxílio quadro de valores a seguir. Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-. 11-34. cho horizontal em que se desloca a carga unitária. plo e que esta transcrito a seguir.10).L. para o tre. Q1= L I. contada do apoio esquerdo.

por exemplo. para a mesma estrutura que a da F@. 11-251.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica. decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o .2 do ap. as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que. a linha de influência da reação vertical em A..~iprr~tllüc a o método das f o w ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando. pois. idêntico ao da Fig. Assim. . oquedemonsiraque. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap. em se tratando de elásticas do sistema principal. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig. bastante útil. b) A regra de ~ ü l l e r . -VA x l + l x q = F x O . teremos.1.3: Fio 11-250 . no sentido oposto ao de vA positivo.para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática. demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig. obrrviflo do item 1. 1. N. 11-251. agora. empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap. . rompemos o vinculo capaz de transmitf-la. 11-251. 11-252. 11-251 14 Ver enunciado no item 4.3). Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas.2 e 11-251. seu conhe cimento é.L. que se comporte à flexão como viga biapoiada. Considerando.2.~ r e d a u 'd ~ também aplicável para a obtenção de linhas de influência em estruturas hiperestáticas. I.2 a aplicação. para a qual desejamos obter. ordenada nula na seção A). Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA. em A. De maneira inteiramente anáIoga. I. 11-251. uma força V A igual à que existiria se O vincblo existisse. em A. lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v. para a viga mntinua da Fig. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig. no entanto. serão obtidas por pontos. pois nos permite conhecer. aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251. temos o esquema estático da Fig. o p r b ri.ipJ). q = VA. sendo a elástica desta estrutura. 11-251. que aspecto terão estas linhas de influência. a linha de influência desejada. Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal. 1 deste volume. atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo.4 do rnp.

Ex 11-35 . Derivando esta última expressão em relacão a XI< . submetida ao mesmo carregamento Pi . 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 . podemos escrever que 6 3 = - .~t i a . -q . uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja. 0 que indica que X3 toma um mi- 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea. por exemplo. sendo r dos teoremas de Castigliano. 221 Podemos. 11-255. cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas. devida ao carregamento atuante. acrescido dos hiperestáticos X1 . . encará-la mmo sendo a estni11. 6 o deslocamento horizontal de E). Temos. obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig.O teozema de Mennbrea Apresentaremos. por exemplo. Devido à simetria existente. 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 .. obtemos . que possui inkrcia constante. 263 a energia real de deformação da estrutura.Empregando o teorema de Menabrea. J x.o método das fowra isostatica da Fig. que representa o aumento da deformação a 2 . pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura. Xg .220 Curso de anáiise estrutural I I I w . a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 . . Sendo assim. submetida ao carregamento P i indicado.a2 T ax3 . aumento este essencialmente positivo. Por força ar = 0. na direção do hiperestfitico X3 (no caso.253. que 6 3 = 0.' . podemos dizer. 11-254. conforme já sabemos. que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie.2. sendo o valor de M a determinar. submetida ao carregamento indicado. podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig. agora. então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h 2 > 0 .

+ Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig. 12 Impondo o teorema de Menabrea.+&L 2 qx 2 Levando em conta que. 11-257.1 . a partir do estado de carre gamento da Fig. por exemplo. ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 . 11. submetida ao carregamento indicado. Conforme vimos no cap. vem: I + 1 xQ (Q9 .1. p i s . Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática . a partir de um sistema principal qualquer.Como: M(x)= -'.C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas de diagramas 6. nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI . calcular o deslocamento da seção m na direção A. 11-257. a igualdade pode . a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. M = N=Zo + N I X I + N2X2.2. I deste volume. N = N O + N I X l +N2X2.. para a qual desejamos. "C:"'] + + +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: e de x 2 . m=Mo + M ~ + XM2x2.o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 ar = aM 2EJ - 3 I --0:. podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2.Verifiraçk I I CS + x2 - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig.256.o indicado na Fig. 11-256 6 . temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido.

este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri. Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e .. Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. portanto. qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. por exemplo. 11-258. seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal. b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica. substituir por (11-21).C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig. 17 N O casa de emutura no erpaco. valores estes que sabemos serem nulos). A partir das duas Últimas expressões. então. a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento. 6. E r 11-36 . e Mo. que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35). necessário ? obtenção i de um deslocamento cujo valor nhecemos a priori @r exemplo. pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos. obtido a partir da estrutura hiperestitica. Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução.280 que queremos cplcular.224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka . near de um apoio do 2 . ) . anterior. o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica. l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V. N. no caso de carregamento externo. estado-de . empregando a tabela 11: Fia. deslocamento li. rotaçao num engaste. DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t. 11-258 Fia. -. ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer. 2 6 0 (sendo. U-259. da Fig.temos.canegarneE. 11. por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação. calculamos. No . empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais. o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M. m u e. Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio. 16 No casa de estnitura no espaço.o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero. um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática. O gênero. substituir por (11-20). num sistema principal isost6ticO 18. K x E são os esforços atuantes na estrutura hiperestática no ~~. a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 1 . da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn. pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia. etc.

. x 4.x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M . adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig. A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig.$egamento poderíamos ter. o sistema principal da Fig. Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig. indiferentemente. Ex 11-37. ser nula. escolhendo o engaste A . ~ 1 = O. cujo valor. 11-266. 11-265.6 = I = 0. o que lmt Imt M EJc6= I Fio. obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo.. náo será possível esta verificaçáo. I Cslculemos. Ihado com um dos sistemas principais da Fig. da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal. no caso deste exemplo. tmba. para a estrutura da Fig. por exempjo. a Calculemos.263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0. senão vejamos. o diagrama indicado nesta figura que. que sabemos.45. U-261. Assim. 11.Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig. a rotação da tangente à elastica num dos engastes. Temos.09 = + 2. a priori. Ib19. nos fornece: Temos. 11-21.11-263 e . combinado com o diagrama M da Fig. os diagramas Mo e M das Figs. temos: I I r%. desejamos verificar.82 + =)= 2 +2. por exemplo. 11-258. a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X. que sabemos a priori ser nulo. que impediria a rotacão da tangente à elástica em A. que reproduz o resultado anterior. 11-262 Fig. submetida ao carregamento indicado nesta figura.Empregando o teorema de Pasternak. 11-265 não poderia ter o engaste em A . que conhecemos a priori.Obsewuçüo: Para o estado de. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática. Ex 11-39 . 11-262 e 11-263.45. . chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado. a partir do si* tema principal isostático da Fig.245 mm. 11-260. 11-261 Ex 11-38 . 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá. cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig.Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores. 11-264. Fio. representado na Fig. caso contrário. o deslocamento horizontal doengm te A. por exemplo.

trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática.Estado de ddomirSo IEnorqm: M. o deslocamento da se$%om. sabemos que I I l9 A notafio e a s mnwnções de sinais a 3 0 a1 mesmas apresentadas no tópim cone* Pondmte no mp. por ela provocado. N = NIXl + N A .) de temperatura Se a estrutura da Fig. Podemos. I deste volume.1. na direção A.14) e levando em conta que: M = MIXl .Caso de varia* + M2X2 . Q = QIXI + Q2X2 . N .2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada.0 1 . 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B& d$ s !+ !A/ - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6.y c] Fie.expresso Fie. senão vejamos Partindo da expressáo (U. i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie. estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz.1 deste item.2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie. valerá. para a obtenção de M. finalmente.2: 6. 11-267. (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve. o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura. 11-267. evidentemente. 11-267. para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura. a partir do estado de carregamento da Fip.1 . ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos. para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O. 11-287. 11-266 Como. .1. 11-257. também. sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama.

11-41 . levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig. 11-270. Q Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente. 11-19). então. Calculemos.N. ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura. empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos.a partk dos quais temos. os diagramas . 11-40 . 20 No caso de estnitura no espaço.M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem. para o sistema principal da Fig.1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform. No. calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1.Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior. 268. sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo.Hipmiática . A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura. podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1.Le do cap I. temos.16).268. que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e.yáo dástiEP da csflunira). toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim. como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>. Ex. hecido.3. com 6ltimos termos por se tratar de um quadro. finalmente. Ex. Escolhendo o sistema principal da Fig. substituir por (11-22). por exemplo. (esforços M.Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig. seus valores serão nulos e ficamos.2 e 11. em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + 1 ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura. a rotação da tangente à elastica mo e No. I em A. a partir da expressão (11. os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura.o método dss fo/ 231 No caso. *' I F i i 11-269 . 11-24): A expressão (11-16) nos permite. calcular defomações em estrutu. 11-268.gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) . trabalhando com o de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços estado Mo.

submetida aos recalques de apoio indicados. o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos. que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal.3 A scção central sobe.A - Fig.4 m de altura. empregando o teorema dos trabalhos virtuais: .lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig. pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento. N . indicados em 11-272.o e 6 1 6.E n d o da d&rmuj& (Worsa: M. no item 6. com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) . o deslocamento da seção m na direçzo A . constante.14) para a expressiio (11-15).Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig.2 e 11-272. provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig. N.. 11-2732. para a q u d queremos calcular.. se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de .. 6 um retângulo de O.1. então. por exem$10. obtemos. 11-273. então. podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos. então. ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática.3. já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie.1 ..2 Eado deurrasmmm I E n o m : M. 11-273.2 deste t6.113 execução.. - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273.O . 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11. Ex. temos. de 0 9 8 m . para a obtençáo de M). C .@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo. 11-271.. 11-42 .000002 rad O . O ) Fip. 11-272.Ciso de reealqws & apoio 6= 0.1. pico.

11.e do cap. então. tomad o na estrutura hiperestática.75 cm (para baixo). a partir de (11-18). devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio.271. provocado pelos recalques. L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas. para o caso de estruturas espaciais. 11-274. N. para o quadro da Fig. em seu cálculo. Ex. Mo. Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. o deslocaNa expressa0 (11-19). se referem a um sistema principal isost6tico e M. No. devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação.Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig. . sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento. por exemplo. 6 = 0. 11-275 No caso de ertmhira no espaço. as simplificações mencionadas no item 1. Assi. indicados na Fig. trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica). substituir por 01-23). Calculando. as expressões (11-12). (11-16) e (IE19) se transformarão. Caso tenhamos uma estmtura nb espaço. sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura. em: Fip. 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig. a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura. aquele devido ao momento torçor. de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: . 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo. imediatamente. . a partir da expressão (11-19). obtendo. Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p. ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs. que . a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos. Ro. Ex 11-43. 11-272. (11-13).o método das f o p 235 Esta Última expressão permite.' . já são conhecidas (V.0175 m = 1.2. também. Fig.1) podemos escrever. respectivamente. Podemos. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento.W Cuiso de anáiii estrutural -Oca . podem -ser feitas. dos apoios A e B. calcular deformações em estruturas hiperestáticas. 11-44 . trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica.Calcular.

+ 11.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática.279 . 11. dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado. w I Fig.5 . que possui inkrcia constante.Para o quadro.Enido & sri. E E n i -inFig.a m + d m .4 c*- d C b ---C t L+ Fig. 11-281. 11-278 H.Pmbiemas pmpoatos 7.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.En.do&&foimi*k.278. b) calcular o valor da carga concentrada que.2 . . da Fig.276 . qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t . 11. Todas as barras têm mesma indrcia.9 . 11-280. 6 7.280 + de 7. 11-279. aplicada emM.s = 9.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig. 11-277. 7 . 11-275 .Para-a estrutura da Fig.1 .Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. Fig.236 CII~SO de inPg «rhritiua~ e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7. 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque). 11.3 . de inércia constante.00099 ' - 0. + . 6 = 0.C Fig.7 - 18.001 rad. 11. 7.pmmto.

s m (altura da seção reta). respectivamente. S. Sendo dados = 10-5/oC.Hiped6tics . r. rotulada em A e engastada em E. definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC. 11-282 7. h = 0. 11-283 Fig.283.6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia. AB=BC=6m Fip. peGJt dem-se seus diagramas solicitantes. 11. A .As fibras superiores da grelha da Fig. 1 1 1 &2t . 11. Determinar as rea' @s de apoio. segundo a altura h. Fip 11-282 7.Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig. J. nos bordos superior e inferior.7 .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig.o método da9 fo- 239 7. 11.10'.284 . h. Dados: E. é submetida a uma variação térmica linear. a.284 provocado por: a) carregamento indicado. A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior. 7.W = 104 tm2. = 2 . b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7. 11-282. Fip.9 .8 . 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC.Uma viga de seção constante.

Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. - . 11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto. tracionando as fibras externas ? . sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7.13 . Ucomp. Jc = Barra +h & h + I0Jcomp. 11-289 J = J mmp.1.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig.16 7.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig.288. 11-291 durante a montagem para que. quando atuar o carregamento indicado. = 104 tm2 @ : . 11.240 Cuno de wáiisc estrutural 7. o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt.. São dados: Jm Barra curva: -. 11-287 sofre um recalque de 1 cm. para o quadro da Fig.11 . J~ J 4 para a bana curva: a= 1. I r ~ 911-290 . 11-286 7.J. Dados: JA = JD = Jcomp.O apoio B da estrutura da Fig. Admitir que a barra @ tenha inércia constante. 11. J cos P 3 = 5 Jcomp. de cima para baixo. 7.12 . Pede-se o DMF e as reaçties de apoio. 11-286. sendo Jm = J. sendo Jm= . Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig.15 Fig. para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1. JCOSP Fig. Dados: Barra ( i J : JA = 2Jcomp.289. 7.Idem.14 .

19 .Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. n-293. 11-298 . 7. 1 1 .24 Fig. = 104 tm 2 7.22 . --f-'"-f- 7.Resolver a grelha da Fig. 11. para a grelha da Fig.m+- 7. 11-299.295 7. l - rn ]+6fiLJ 7.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig.Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi.Idem. Fia.Idem. . 11-291 . cujas barras têm E =2.Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig.Empregando o artifício do arranjo de cargas. 11-298. 11-292 +. para o quadro da Fig. CJ.2 q . submetida a um cai. obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig. cujas barras têm inkrcia constante. 11-296.'i . regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i .204 720 . 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores.17 .18 . que tem F J I GJt 723 .242 São dados: CUROde análise estrutural EJ. de dilataçxo: a / ~ i b +.*% Fip 11-296 0 Fio. 11-295. * - ' - L . 11-294.21 Fia. 11. Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef. ga balczo semicircular da Fig.

Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig. Q I Fip. 11-301 . São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 . 11-301 7 .Calcular a compressão atuante na barra EF. que tem rigidez EJ = 10 tm2. iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído.28 . 11-300. 11.25 . para o quadro da Fig. 3 0 .~ m4 UIEa- F ~ 11-306 .I ! 7. para o quadro da Fig. iI-303. para o quadro duplamente simémw da Fig.302. 7.a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra i AB. 11-303 Fip.Idem. s = to-> m2 . 11-300' + 7.27 - Idem. Y= Fig.Idem. Fip.Obter para a viga da Fig.26 JLm 4 em$ +Im 729 -P . 11-299 7.

yCUROde anáiip estrutud ~~rrststica o metodo das f o r p - i 7. 7. para as estruturas (grelhas) da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro. de inércia c o n i \i tante.1 . ü-309.que tem W = 2. 11-308 7. F i g .Idem. obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig. indicados esquematicamente. de cima para baixo.32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig.Empregando o artifício do grupo de incógnitas. Ir-308. 3 0 6 . Os carregamentos. . da F ~ R1 . são simétricos o u anti-simétricos: 733 .34 .31 .1 x lo4 tm2. devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E. 11-307.

Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig.36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig. obter o valor do momento torçor atuante na bana AB. 11-311 . 11-310.ri 4 7. 11313 +.313.38 . G J I = 104tmZ . para o quadro da Fig. que tem inércia mnstante. 11-315.37 . a = IO-~/OC ttttttt* 7.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem. 11-309 3m ? I L 7. I Fip. São dados: EJ = 2 x 104tmZ . Fig. 3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio. 11-312.35 -+ Fip. cujas barras t h inércia constante.As fibras superiores da greba da Fig. 11. que tem EJ = 2CJt +3m 7. 4 1 . Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7.39 .7.40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig.5 m de altura. 11-311. $tlm Dados: Barra horizontal: - . Sendo a seção transversal um retângulo de 0. 11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C.

11. 11-319 Fig.45 . I II B ----. 11-318.322 -+h-+ 7.4 Fie. b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC.250 7. 6m-i(L6m Fip. 11-321.Calcular.Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A.. ambos. tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B. para as vigas das Figs.Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig. 3 cm. 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante. Dado: a = 10-5/uC. 11323 - Para a estrutura da Fig. . . traçar o DMF Fig. i . para que. que variação de durante a montagem. de cinia para baixo.*.318 7. sejam nulos os momentos fletores em B e C. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11.43 . 11-316 W = lo4 tni. São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES). 11-324.-.47 .44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A . pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores. (S )viga = muito pequeno.41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7. cotando-as nas seções indicadas. valendo. foram tabeladas par Georg Anger. para a viga armada da Fig. 11-323. ~ o m até 4 vãos. para o quadro de inércia constante da Fig. . para o sistema pênsil da Fig. Traçar. 11-322.e as barras do reticulado tém /:S = .f.. São d a d o ~ : ( E J ) * = ~~ 104tm2 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7. cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7.3 19 e 11-320 que têm inercia constante.ticulado = 103 i. as linhas de influência de esforço normal na barra U:.48 Fig. 11-317. e de momento fletor na seção 1. 11.i - L I u . A F aII Fim.Resolver a viga armada isostática da Fig. com a atuação do carregamento indicado.o método das forfs9 251 Fig.42 . sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural. 4m t 3 m * 3 m + 7.46 .l i i +.. . . comprimento deve ser dada A barra O?. 4 . 11-321 4 +s. L i 7.

2Jc 7. E + A + * + 112 2 Fie.Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig.Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7. .55 .52 .327. de cima para baixo.49 o quadro da Fig. 11.313. obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de. atuando em A.Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste. 253 da es- .53 .Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig.Empregando o teorema de Menabrea. que teni EJ = 104 trn2.o método das fotrutura da Fig. 11.283. 7.54 . que têm rigidez E% . para as vigas das Figs.50 . 1 I 8 Fip. 1 1 .Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t.Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 . 7. 11-326e 11. 3 2 4 7. sob a carga P .293.51 .Ic 10 Jc Jmax 7. 11-288. 3 2 7 .Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig. 11-325. 1 1 . para . 7. 11. 4 1 112 11-326 .Calcular o deslocamento vertid. inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig.

ESt.7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 EJat (traciona fibras superiores) M= - h . Barra AD: +6. Barra BD: +6. Barra BC:-8.o método h i o q 7.38t Esforços normais: Barra AB: -4.5 7.75t.6 2 ql -- 3 - Tração de 3.T Hipaesiítiea .4 7.86t. ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7.5t.

Momento fletor: qRZ.73mm Reações nulas .17 .Tração de 4.151 .Encurtamento de 4. r-o .298 qR1 715 7.16 7.I I I 7.Momento torçor: 0.19 .

apenas. 3 2 .o &todo das forças 7.Curso de anáíise estrutural mprrststia .29 - Diagrama nulo 7 . 3 0 . o número mínimo de hiperestfiticos distintos: .63t 7 .Indicaremos.2.

7.260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática .o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos.4 em .43 - Encurtamento de 6.

v.' Curso de anais estrutural f6prestádca .o metodo das fo- .

para a viga AB. 111-2 A móla fica defmida. se deformará. diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 . 111-1.Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig. ~7 Fip. portanto. dita constarite de mola. razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 . então. então. A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será. finalmente. dizer que o ponto B da viga CD é. sob a ação da carga recebi. a viga funcionará. ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. 111. pois.-M (111. como apoiada em A e engastada em B. A seção B da viga náo poderá @ar. o da Fig. um apoio elástico. Estamos. I Fip. pela constante k. neste ponto. devido à rigidez infinita da parede @ . aparecendo nele. . a viga AB da Fig. Chamaremos a tal vínculo engaste ekSe ele será definido pela constante K de engastamento elástico. este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B. uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores. Para conhecermos esta constante de mola. sob a ação de F. Se tivermos. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig.1 . a O esquema estrutural da viga AB é. agora. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6. 111-4 1 portanto. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação. pois K = . Agindo uma carga P sobre AB.Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 . 111-3. pois estamos no regime elástico). pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida.ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante. numericamente.2) Fip. 111-2.1 Seja. associada a uma rotação 8. então. Temos. basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso. sobre a viga CD. 111-4. uma reação-momento M. 111-5. esta viga funcionará como biapoiada. o da Fig. Podemos. da. em B.

2 111. tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura. acrescentar aos termos atd aqui considerados. uma força F e.2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola. sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig. 111-6. 111-6.1. deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação. respectivamente.3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic. que tem El 1. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas. por analogia com o caso anterior. temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento.2. resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1.CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que. k a t a d o de carregamento.6. estas molas terão.Para a estrutura da Fig.3 (que fun- Como. Por exemplo. Ex 111-i.k . ld tlm.6. ou seja. c) rotação da tangente A elástica em A. Fia. nas aplicações usuais. Basta. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig.3 . pois. F Dandese h estrutura. teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E. A aplicação seguinte esclarecerá. o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. 111-6.1 111-6. para cálculo de deformações em estruturas. no estado de deformação. no uma força F (ou seja. 1 1 1 8 qM 111. no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos.curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 . para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig. K b) deslocamento vertical de C.Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I . 111-7. uma deformaça0 6 = -). no estado de carregamento. kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = . = 104 tm2 . no cálculo dos EJc 6 .

k = 10 tlm - - p@ 4 " '.33 + 12. ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '. 111.9 1. temos: 2. resolvido. M = imt F = 1/47 Fia.5mt 111. imediatamente: BA = 3= K 104 = 2.'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1.4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111. 111-9.83 X1 = O . 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J . 111-10. São dados: 4 = lo5 tm2 .9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos. 6 = - 18. 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da F i g 111-11.9.4 x 10-3 rad (sentido horário) 4.1 Fig. A B n C A - Fig. ~o ~ problema das estruturas hiperestiticas está. As aplicaçtks seguintes esclarecerão. imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos.26. obtemos: F J = ~ J'MÜI~ ~ + 3 FF k + 3 K M M . também.8. E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig. temos: . Equação de compatibilidade: . K = 104mt/rad .

270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5. Cglculo dos m c 6 1 Wc611= 2 x 3. Diagramas fmais Fio. 111. Hiperestático: X1 = 2. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0. 181-14 Observação: A partir das expresses (111. 1 1 1 4 . da viga-balcHo da Fig. mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores.1 u = lo-S/oc . S%odados: 5. no caso.x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 3 + x 1x 103 - " Fio. Ex. Hiperestático X1 = 0. 111-19-1.62 6.2) sabemos. cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC.18 Fip. São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0.05 2 Diagramas no sistema principal 6.374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i ? : Bg = 2. 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A. Diagrama final 3 .1) e (111. IU-3 .l rn 111.Calcular o deslocamento vertical do ponto A A $ ) y B/txl Fio. 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1.Resolver a grelha da Fig.05 x 1 0 4 rad (sentido antihorario).19. Sistema principal e hiperutático Ex.

111-20.-% . 111-19. a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4..=ontfnuo tenha inbrcia constante'.1 . HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons. em cada se. num apoio elástico c o n t i n u o para elas). ção... temos: I. então.935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2. com rigidez H .Curso de anáiis estrutural Levando em conta que. exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02..#. 111.. rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M. I Fig. com precisão satisfatória.-- . --. = . cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig. não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção. Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui.20 3.2 r o s O ) d o + . sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio. .2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico . Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 . Equação de compatibilidade 5. Deslocamento vertical de A: - .X~ A = O 2 vezes derivada.~. possam..35 . de.15 do cap. de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que.. a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de . para o funcionamento da estrutura como grelha.14 Xl 6 . membro a membro.as cujos apoios elásti.a do exemplo 11. temos. "'Z I.-I o4 x 104 I Seja o trecho Atl da viga. .introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso.0.. podem ser considerados como um apoio elástico contínuo).20 + 2. Hiperestático X1 = 9. igual a ky. para atuação de X1 = 1: . q (xl 2. Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2. v.. de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec. Temos. 11.I( .--Irt-- =z Fig. ser considerados contínuos. vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho. Ann Arbor. carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que. em relação a x: 6.

obteríamos: 6 2 y r + 2& E + l d dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo. temos. Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc. Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ e-h /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica. empregaremos o princípio da superposição de efeitos. obtemos: ~ ( x= ) dr = .Vigas de mmpnmento infinito I 2.21.) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação). com o que ficamos com: I I I . sendo assim. Levando em conta que y ( . estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada. vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente.C4 cos Xx) V* Levando agora e m conta que. a partir de cuja solução.~ e . 111. y(x). devemos ter riável.I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig.I _ dx2 1 Derivando. dados por: k -4EJ 4 Fip. conforme veremos nos próximos itens deste tópico. submetida h carga P aplicada em O. levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado. conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga. a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento. a partir de (111-5). .1 . no caso: que 0.AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig. ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante. cuja soiução 6: será. entzo. 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10). dada por 4y =o.21. devido 2 simetria existente.' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx - .2. 111. obtemos. 22 i Passemos â determinação das constantes de integração. a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica. devemos ter C1 = C2 = 0. No caso de inércia & = .

finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X -Ix(COS Xx + se? Xx) y(x) = 2k e > 0: F i g . válidas somente para x Po ritivo. a introdução das s igualdades (111-17) a funções A(Xx). que C3 = C4 . Isto prova a validadc do emprcgo do principio da ~uperposifão de efeitos. 111.E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x). temos 5 Estamos. sabemos tambhm que: Q (O+) = . da condição: ~ ( 0= ) 0. de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc. B(Xx). 6 As expresròer (111. temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo.' x - Devido à simetria existente. Permite a simplificação das equações (111. a partir da? equaçõcs dcduzidas. sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas.da carga P(x= O). b) Para facilitar o t r a b numdriw ~ do engenheiro. M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas. simplificando-se a igualdade (III11) para y(x) = c3 e . podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 = . 111-22 (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 e-'X -k sen xx P M(x) = 4X e A x(cos xx .12) a partir da qual. d e f ~ d a pelas (111-20) e tabeladas. CfXx) e D(Xx)..22.P/2 5 . AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111.13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) . 9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário). calculando a e q u a f ã o válida para x positivo. I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P . cotn o que obtemos. vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió). ~ ( x ) .13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24). então.h x (cos xx + sen X X ) (111. obtemos.~ No ponto de aplicaçao .17) (111-18) .M(x) e Q(x) se encontram na Fig.2 EJ M ( x ) = -EJ 2 dx2 h2c3 e .sen X X ) I Q(x) = . para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII.Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem. com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos.

la é k = 4 x l d tlm2. mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) . repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-. as funçer' Afix). imediato.q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx . então. Ex. B(Ax). C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio.sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri. com o auxílio da tabela XVIII. Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0. 111-23. para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2. . m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos.Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig. 111-5 .

aplicada na origem 0. o produto Pa tender para Mo. (111-17) e (111-18).respectivamente. Como 0 b S e ~ a ~ á interessante o a respeito deste exercício. - 5 22. empregando o principio da superposição de efeitos.Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig. a ten8endo para zero. d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 M A A /Axl Q(x)=-FJ---d3y dr3. Assim. temos.2 . 111-24. .Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + . empregando o principio da superposiçZo de % . queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso. igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada. obtemos para x M o A2 Y/X) = B ( w (111-25) [ .2xBfix) I = Mo x2 --BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo A3 = -k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita).2 quando. 111-26 . os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'. Podemos fazer o pr* blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24. a partir do quadro de valores a seguir. . que: = . A Fip. Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas. submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M o . temos.MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida..1. levando em wnta (II1-21).

entHo.27 Partindo do esquema da Fig. teremos: 22.e-Ao COS h=) + (1 . então. Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C. que: V Fia. nI-27. 111. obtemos: .e-Ab cos u) Podemos. para O cáiculo de Vc.l 3 t m ~ ssob= r apoios elásticos 283 Temos. temos: i (COS XX + sen h x ) & = 32k (e-'' cos xu .b) Podemos. entzo. MC e QC . os gráficos indicados na Fi& 111-25. levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y= C <Idrh e-Xx (cos ~ x sen + XX). devido à anti-simetria da solicitação. escrever que: +m h ) ] = $ [(i . obtidos levando em conta que. eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo. Empregando o principio da superposição de efeitos. temos. respectivamente. submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB. Em particular.3 . definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B.e-Ab cos .Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig. 111-26. as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas. os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC.

3.i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc. 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h. . 111-28. a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos. evidentemente. Para o caso.1.. por exemplo. a partir das expressões (111-21) a (11124). Seja a viga semi-infbita da Fig. que desejamos resolver. QC . tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído. Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc. Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga . poderemos escrever que: . o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será. Iii-29. -V 2.. submetida ao carregamento indicado.1 i semi-lúinitas - Vias s e m i .Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer. MC e QC.um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. da Fig.

2 deste tópim). em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42). Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita. então: I \ Po=4(XM~ + QA! A s s i m sendo.2 D 2f i a ) ] ME= 4A E& 111-7. em AW. 111.2.1. empregando-se o principio da superposição de efeitos.286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2. sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig. levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P ~D(X~): obtendo. de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA. a - ou *a: P [ I + C 2(Ao). Levando em conta as expressões deduzidas no item 2. assim. IIM2 submetida ao carregamento indicado. por: P ser8 Asim.2. a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29.2. devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item. que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A. então. Caso tivéssemos MA = QA = O .1 residiria na existência.. uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento. no caso. 111-29. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A. isti. de um momento que tornem inativa a parfletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) te da viga infinita à esquerda de A. o momento fletor atuante sob a carga dado. se conseguirmos fazer desaparecer .Resolver a viga semi-infinita da Fig. sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. 111-30.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29. submetida ao carregamento indicado.6 Para a viga semi-infinita da Fig. OD . que não estaria. 111-29.MA e QA para a viga infinita da Fig. em A. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig. trabaihando. Temos. obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P.3. 111-29. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig. atuantes em Aeq. Ex. 111-29. em A. acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42). 111. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada.31.

submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita. 111-34. para o ponto A. analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre. Ex. a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig.2. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig. no caso. apenas. iII-8 . U1-34. 111-34. aplicadas em Aesq. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento.2 . a solução do problema. d e fmidas em (IU-43) e (11141. de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A.=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig. obtemos. a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28).1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig.2. sendo YA e M . válida para x O. acrescido das cargas Po e Mo. obtendo-se. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig. na viga infinita.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno. 111-34. 111. Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r .//. submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada. ) . 2. que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são. o deslo-ento eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida. ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita.35 submetida ao Carregamento indicado. para a determinação de Po e Mo. a partir de (11141) e (11142): Assim sendo. suporemos P aplicado em Adir.Resolver a viga semi-infinita da Fig. 111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi. . y =M = O . .1. Sendo assim. submetida ao carregamento indicado nesta figura.hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m ) i. 111-33.\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re.3.

Por analogia com os c h s antdores. a partir de (11145) e (111. - I U .=. obtendo-se: E% nI-9.2.3..1 e 2. para . No caso.Para a viga semi-infinita da Fig.. Fig.1 será a da viga infinita da Fig. 111-37. as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo )..2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada. então. submetida ao carregamento indicado. em conta que.38 Suporemos o momento Po e Mo. pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23.. aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando. I .a viga infuiita da Fig. levando em conta que. 1II-36.fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 .. -.38.46): - ./3& * Fig. a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig. . acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl.. = 1P = O.S.. .~w1 . obtemos. 111. obtemos: Assim sendo. obtendo-se. obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P. os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y A e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga infinita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita.Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. 2 .%n/ 4 2 - OD ---r. I obtemos. 3 . 111. . enião.35 I V Fio.>"m#s.e. 111. 3 . para a viga infinita da. A !"t=*s. a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai. a soluç%o do problema. válida para x > O.ciM A A .3. 111-37.

então QA MA. lIU1 i" -7~ - . na viga infinita. por M.-! t _ - I *v P o ~?A . 111-39. Este pmcerso foi apresentado. por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 . w m isto.A (Xa) CIAa) . 1938. IIMI. Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu.de cbmprimento i . grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar. nas seç&s A e B. p l s primeira vez. Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig. e MoB . Procedimento lançado por Hetenyi. as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s). os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada. devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita. Sendo. na viga infinita M = Q = O em A e 6): . empregando o ptincípio da superposição de efeitos. nas seções A e B da viga infinita. levando em wnta que devemos ter.28 (Aa) D &a) ] 2. Fio llC40 Fk. na resolução de urna viga infinita.que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig. submetida ao carregamento indicado. no entanto. par exemplo. P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas. B e mo^ (aplicadas em &ir) tais que façam com que apareçam. desde que acrescentemos. MoA. O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser. e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos. ao carregamento atuante. as cargas P o e ~ mo^ (aplicadas em A"q ) e P . Resolvido o sistema anterior. analogamente ao caso da viga semi-infinita. para esta ultima. obteremos os valores de PoA. "F . dado. as cargas PoAr .1 . Pog.uoA . QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes. 11140. Daí. Seja. Bulirn.CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair.4. t i i i m sobe apoios dásticoa 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia.~ . c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P. resolver a viga fuiita com bordos1ivres. a parür do e i quema da Fig. o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA. IIM1. que apresentaremos a seguir. da Fig.

O I( r A soluçtío do sistema nos fornece. As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas. a partir da funçso E. a) C ~ M mti-hetnèò Impondo. rmpeetivamente. as duas cargas concentradas. seus sentidos sertío os h . . lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo .(M). ao caso da F i i 11143. 11143. devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso.subme& da ao carregamento indi~ado. chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A. concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece. III42. sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs. os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip. a partir dafunçtío E.1 (carregamento sim&rico) e 11143. de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P : . e . sendo sim6tricas as cargas .~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas. as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E. II143. defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P. agora.2 (carregamento anti-sim6trico).1. respectivamente. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig. M = Q = O em A e E. as mdiçóes de contorno.2. 11143. temos.l.1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143. temos. -dicados na Fig.S j a resolver a viga com bordos livres da Fig.e e 4.2 (carregamento anti-sim& trico). chamando de eQ : o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso. ~a i aplicar no caso da Fig. 11143. as duas cargas .& . adotunor cvmo carregamento uma única .nocm de valores negativas. por c o d i d a d e de ipresentaçüo.

3 .Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores. às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2. y = M =O.52). agora.M:. a primeira delas submetida a parcela simétrica do. acrescida das cargas $ e M : aplicadas em Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento.1. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44.4.2 e 11145. 11145. respectivamente. e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114.3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso. MA.cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o caso.2 C a s o de bordos articulados A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são. acrescidas das cargas $ e M : para o primeiro caso.2. defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111. (111-51) e (111. a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145. pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica. as duas cargas de sentidos opostos de PD). a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica.3. 1114.58) e tabeladas na tabela XVIII: 2. será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs.4. em A e b'. carregamento. submetidas.2.1. 1114. e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno. eM : estão definidos nas express6es (11148).3 submetidas respectivamente. e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig. e que são y = V = O). (11149). agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2. si30 dados por: 6 P" - regament~'~. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento. e das cargas % e @ no 2? m . submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso.4. y = M = 0. em A e B. para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele . cargas Os valores de $. acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : . e das e @ no segundo caco.(Valores positivos de P : 11143. F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo. Concluindo.. as duas cargas de mesmo sentido de P/2).2 e 1114. Assim.) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig.1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs. acrescidas das cargas para o I? caso.

Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam. mmo X l = I. entretanto. que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1. levando em conta que . bordos lines da Fig. v2 Empngsndo.4. 111-46. sidtricas.4. sendo os valores de M : ep : obtidos das expressões (111-48) e (111-49). obtemos: 2.! NO .1. que. de .X 1 . vêm: e = 0. às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada. o principio de superposiçáo de efeitos. no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas.4 . 111. dados por 2 1 Fig. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante. I l ~ 6 te No casv. a partir do que vimos no inicio do item 2..1 deste t6piw. conforme 6 o caso da viga da Fig 11148. 4. A resolução da viga íinita dada será. y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A.94P Nestas expressões. entáo. como o carregamento atuante já C simétrico. as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y.Exemplo de aplicaçãa Ex.47 submetida ao cmegamento indicado. III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita. respectivamente. a resoluçáo da viga i n f ~ t a da Fig. e n m . QS a) V I . na viga infinita. s remos a parcela simétrica a estudar. será a da viga infinita A = P D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C / . 111-48 . temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= / n s ///S// Fio. submetida. sua resoluç%o.

D (AI).Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. pode ser obtida a partir dos valores de c. os valores 0. a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual. e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica. estudadas com todo o rigor. consideraremos. podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere. 11148. Hetinyi.60 e 5. res (sugeridos por Hetényi). . que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC. Por procedimento inteiramente anaogo. que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. podemos dizer que A ( A I / . Posta e torção. podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga. bem wmo das rotações das tangentes à elástica. por exemplo. Pf e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo. 11149 Sabemos. de ocorrência de flexão com.1 Fig. é o que está feito na tabela XIX. sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . que será determinado levando em conta que .2 '2 < > Para o primeiro grupo. MA = O i 1 I Ye = o vg =o. sendo tamdation Analyrb and Durgn". viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX). C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo. que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica. por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo. vigas deste grupo devem ser. ao se estudar um de seus bordos. tais como os casos de vigas de inércia variável. considerandea como infinitamente rígida.4.2. o segundo grupo. onde fornecemos. .49. poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos. recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " 0 livro de M . deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga). senZo vejamos: Seja. p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática. relativos a vigas sobre base elástica. pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8).." d) Em função do valor do produto ( A I). A A 1.. a partir do esquema da Fig. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig. pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. que resolverá o problema. Finahiente. estudo de problemas mais wmplexos. tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. o problema está resolvido. \ . podemos desprezar por completoafle xáo danga. dada por k = c b. então. . em que b. de bases elásticas 'com constante de mola variável. preferimos. entretanto. que sua deformada é uma linha reta. tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que. entZo.1. c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. U t . acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC. do ponto de visfa estático. para as vigas do terceiro grupo. ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias.2. a constante de mola k do meio elástico. pois. são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico. 11149. a viga como semi-infdta). podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando.2 i . dentro da teoria apresentada neste item. a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C. ficar com os primeiros valo. submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua. se.. McGraw HiU 111. Determinado o valor de M.': 11149. . que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga. f . Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun. obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo. para cada caso. t + 3. já citado neste tópiw. b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. 11149.

.

TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J , e cuja barra curva tem inércia variando segundo a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

i ) L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i c = 104 t/m

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . E 2 = 2;Hr 2 0 0 3 GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9 P . , 1op I 1 pe 1 63 P ,de baixo paracima 26 13 ' 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; - y=- k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .- .310 3.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful