curso de anhlise estrutural

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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

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I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S P I

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v . 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980.

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

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- v. -

2 . De-

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 . Forcas e Tensões. I. Titulo. II. TituI 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 . Deformagaes : ~ ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. . Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro. e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01. . . Na apresentação deste Curso. .- .f<. incluiremos também.:: -&&c\+\ . - copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'. A. O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes. sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo.2Direitos excluiivor . estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho. a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas. . ~ . cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil. José Carlos Susekind . de edi*. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante .objetivo final de nossos esforços.0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0.- . a partir deles. Nestes últimos. que se vèm deparando com o mesmo problema.. . l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis. 1 I:. Pois. idéia esta que cresceu com.- 7 .-32E.i. 1.S.0 de abril de 1974 .&.: h O r!. . :: C~!L j? . é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr.. --..I . na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro. e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo. 1 ..g. da Edftom Globo S. ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda.r c .. o estudo de alguns tópicos especiais.. no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas. >-. em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários.. \ ~ ~ $ C . Domicio Falcão Moreira e Silva.

1 4.2.4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I .2.3.F6rmula de Mohr 3 .2.Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .2 .O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de / " .3 . J & 11 - - Aplicações A s estruturas usuais da pr8tica I6 Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 0 ) Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) .4.CALCULO DE DEFORMAÇ~ES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS I .Hiperestaticidade interna 104 1. 1.Teoremas complementares 78 .Teorema de Betti 78 4.Cálculc de deformações em vigas retas .2 1.2 .? I.1 I.AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 . 2 .O mbtodo das forças 106 .Sumario CAPITULO I .Aplicaçtíes imeiiiatas 7 .23 1.Cálculo de deformaçües em treliças planas .Hiperestaticidade total 104 1.Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1.4 .Teoremas de Castigliano 80 4.2 1.2. dos amios 55 2 .1 1..1 .Processo de Williot .3 1.2.Hiperestaticidade externa 104 1.Teorema de Mêxwell 79 .4.Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.Aplicações 105 - .3 4.4.4 .1 1.4 1.Processo de Mohr 57 .3 1.

1 1.1 222 2.4.Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.5.As bases d o método 106 .Caso de recalques de apoio 233 6.2 2.1 '.Introdução 272 .2 1.1.Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .2 .Atuaçáo de uma carga-momento 282 .2 .Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 .1.3 22.Problemas propostos 236 .1 1.Vigas semi-infinitas 2.4 elásticos discretos 264 .5. 2.1 6.3 .Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 .Caso de bordos engastados 299 .O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .3 2.Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .Aplicações 113 .Roteiro p.4..Atuaçáo de uma carga concentrada 274 .4.Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1.4.2.Exemplo de aplicação 3M) .2.Caso de carregamento externo 222 6.Caso de variação de temperatura 228 .Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 .ara o niétodo das forças 112 .Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.Caso de bordos articulados 298 .1 2.4 Apoios 2.1 4.Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 ..4 7.3 2.Base teórica do método de resolução 203 4.Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 .Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .2.Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .5.O teorema 6 .Aplicai.Artifício do arranio de careas 153 - .5 .Observações 301 287 .5 3 4 .Processo de Hetenyi 294 .3 2.áo i s grelhas 172 .Definição dos apoios elásticos 264 .2 2.3 7 8 - Verificação de .Vigas de comprimento infinito 274 .1.5.5. .3 1.C~lculo de deformações em estruturas isost6ticas 267 .Viga finita .Caso de bordos livres 294 .Roteiro de cálculo 206 4.4 2.4 2.2 Obse~a$õcs109 .2 2.

queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. para os quais apresentamos. devido A sua grande incidência na prática. . sendo apresentados. Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. foi subdividido em três capftulos. os casos de vigas e treliças. movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. os processos particulares de Mohr e Williot. são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas. além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais). Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais. quais sejam: carregamento externo. Enfase especial mereceram. a seguir. comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática). O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo. que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. variação de temperatura.Introducáo . sendo abordadas. onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas. que é o método das forças. Finalmente. O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. neste caso. os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência). e as estruturas sobre apoios elásticos. Ainda neste capítulo.ao segundo volume O segundo volume de nosso Curso.

6 =O. então. com suas sugestões e estimulo. conforme indica a Fig. é. dado nestas condicões.Na oportunidade. que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m. entáo. seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema. (isto . . queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. estudando o seguinte caso: -O P . as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo). Este deslocade nenhuma nova força no sistema. w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer. Dizemos. como uma entidade puramente matemática. 1-1.50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1. submetido a um conjunto i tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula. isto é. Tratemos. poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos . â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P i (ree) que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2. pois preserva. 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I . mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real. I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. I A pariir destas consideraçóes. o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual).yn*o. isto é. que. para haver deslocamento real do ponto. 6 nulo . = O). para O ponto que sofreu um deslocamento virtual.1 i . . Rio de Janeiro. O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o.). " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01. de forgas P Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O.CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq. este deslocamento . e aos demais amigos que. pelo trabalho de revisão deste volume. pois. colaboraram na preparação deste trabalho. de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual.

ES ' x Qds <~h= CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material. a partir deste principio. adotamos. não o fizemos. Bastou.N. resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes. J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. também. G : módulo de elasticidade transversal. c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto. 1-2.Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível. devido a N). teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. para os teoremas dos trabalhos virtuais. substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio. por nos parecer a ideal. podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais. senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes.2 . adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig.Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais. coeficiente de redução. 1-2. deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds. apbs a . agora. em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais. 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. imediatamente. que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A .2 deste capitulo. para este mesmo ponto. para fms de raciocínio. pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1. I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos. para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos. cujo valor varia com o tipo de seçao. neste trabalho. E3. apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes. o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". 6 evidente que duas seções vizinhas.Mds . então. Em se tratando de um corpo elástico. b) Diversos livros. Como. a metodologia utilizada pelo prof. por ser nosso objetivo aPre. 1-2 Fig." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico. Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais.# sendo = .A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual. didaticamente falando. para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. devido a Q). sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo". Fig. podemos. devida a M). quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer. 1. Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais. distantes de ds. sob o ponto de vista matemático. Q nelas atuantes. substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e. submetida ao carregamento indicado.Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo . e são dados por: d. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio.Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig. a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula. ao qual chamaremos o : Seja. por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert. terão deformações relativas devidas aos esforços simples M. >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos. que atingiu sua configuração de equilíbrio. Ads= Nds . Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953. portanto. a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). onde a configuraçáo da estrutura. ela se deformará devido a estas cargas. o que está feito nos itens a seguir. a Fig. enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis. dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds.

forma inteiramente análoga. Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar). barras de treliça. tirantes.carregamento exterior . ~ d h . a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável). desprezada em presença das demais.movimentos (recalques) de apoios . que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas. b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 . que se deseja calcular. usualmente. Ele é. então. sob forma mais geral. no caso: Wint = @dP + I I 1. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos. de. pilares esbeltos e peças protendidas em geral. Por esta rafio.variação de temperatura . para fm de cáiculo dos . escoras. pois.Também com erro tolerável. para as seções mais usuais. podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema. tabelado para OS Casos práticos usuais. 1-2 quando descarregada.modificações impostas na montagem Neste item. respectivamente. o que está feito na tabela I. 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig. esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). o cálculo de.) . teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção. funqão da deformação a calcular e pode ser. Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. e sob os deslocamentos virtuais impostos. com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas. C) O estado de deformação pode ser provocado por: .A parcela pode ser.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2. 1-2 as deformações. nos próximos. nos fornecesse cargas trabalhos virtuais. será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I . instituída por Mohr. Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . d) NO caso mais geral (estruturas no espaço). o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. etc. só temos Jt para algumas seçóes especiais. que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e. noscasos de arcos. à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática. podemos acrescentar as Seguintes informações. deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante. tais como círculos. nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. verificamos que. Teremos. estudamos a primeira das causas. é resolvido pela expressão (Ll). pois. a) Chegand*se à expressão final. comodamente. anéis circulares.f. =. Apliquemos. elas são denominadas. obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I. FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado. Desta maneira. (E evidente que não o podemos fazer. levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese. na tabela XVI. estado de carregamento e estado de deformação. . para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 e esforços e a Fig. as outras serão analisadas. de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: . então. para as seções mais gerais. ou.

1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu. de fato. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida.de 2 barras i e j 4. tabela 11).Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito. 14. I-I . ocorre para as estruturas usuais). Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula. " 3. com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1. g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura. teremos: 5. É o que fmmos no caso e. Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra . portanto. Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7. que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras. Em se tratando de quadro plano.Apiiqóes imediatas Ex. e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada. em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ. este eixo se modificará. devem ser computadas numericamente todas as parcelas. Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6.o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar. a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V. f ) Conforme veremos mais adiante. evidentemente. enfretanto. caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que. em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es. a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa. Quando atuar o carregamento.Calcular o deslocamento horizontal de D. para o quadro 1. - . obtemos o estado de carregamento da fig.2. para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante.C D= I2l a) Da tabela I.1 da Fig. que trabalha fundamentalmente à flexão. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I .TABELA I . nos i* I O$ ertador de earnigarnento tabelada balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6.

E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C. 1-7.M = O.Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& . nesta escoiha.) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas. 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas.88mm. temos: EJ6 = Temos: Como. (E evidente que devemos nos guiar.8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j . 1. obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig. um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais. podemos escolher livremente. indica que simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale. para cada barra.M-ds = b MMMMds + b M M d s + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I. desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal. portanto. 7. lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado. a expressão se simplifica para EJ6 = b . para a estmtura da Fig. nas barras @ e @ . para a direita de D. ) tracionarem Fip. Sendo seu sinal negativo. 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante. pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração. temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e. para a barra Q I .

1-13.) (Caso de constante.875 x 10.Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 . cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura.) 6 = 7.Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig. A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o . vem: Seja o quadro da Fig.) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I. cujas barras têm r ) .3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação. 1-10.

Temos. o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar.Da Geometria das Massas. a partir do qual se obtdm. lida no diagrama retilíneo. sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária.em relação a0 eixo y. portanto. que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc pela área d o diagrama s des?j& que. entáo. somados para todas as barras das estruturas.por barras retas: Conforme a tabela I. imediatamente. chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras). temos: momento eststico da rea M . nos darão o valar EJc 6. estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer. para estruturas compostas . numericamente igual ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. O caso geral será. A título de apiicaçZo imediata. com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li. A partir dela. na posição de seu ientro de gravidade. qualquer e pela ordenada. vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas. o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J. 1-16 . conforme indica a Fig. 1-14: Fig. Ficamos.

que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J . Chamando-se I'Je =I:.Cuiso de análise estrutural I . como casos particulares deste. b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i . temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem. evidentemente. . J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J.

= 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos.Para barra @ 4m A Fig. empregando a tabela 11: .m I . @I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1. Dado: EJ. . ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0. 1-18 b) EEtado de deformação it. - L .5mt Fig.2.3 .Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E. . para a estrutura da Fig. > . 1-17 Ç 3m.16 . 1-17.

a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente. Fip. 1-23. São dados: 1" -EJ .1.5 x 104t. 1-5'. escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig.Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig. igual ao dobro de cada uma delas L . 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B.Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig. para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer. entretanto. 1-21 h . =-'t . pois o anti-horário.005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo. Ex. constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0. I' Devido à simetria existente. 8 = 1. 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6 ' t g =e Fig. pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo). .4 x 104 rad (O sentido correto é. e este caso está tabelado. 1-6 . não o fizemos.) Observação: No caso deste exemplo. 1-20. H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) .2.) Ex. que tem EJ = 104 tm2. : .18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = .

que 6 livre à deformação).20 (devido i simetria). pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica.Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por o um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante Fig.66 = - .62.lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento. 1-24 & Fig. pois este não tem existéncia física real. entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42. 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir. : 2 . 1-26. M = lmt M.66 6 A = -3.yN= Q=O.13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7. b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M. Temos.

2 4 2 fl t (-2 . quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento.= cm) Igualando. cujas barras têm. vem: = . a) Estado de deformação b) Estado de carregamento .28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A. ES = 104t. quando atuar o carregamento.Para a treliça da Fig. a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E.6 A ) para que. temos: ) Ex.05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' = (. vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) .) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1. I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos.cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores. o pontoA fique no mesmo nível de B. obtemos: 6 '= 0. Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r. todas.74 cm m= \rr . bana ES 6A = X ( N S Ib. 1. I-8 . a 3m Fig. pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado. evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( .f l ) 6' Igualando. 1-28. \ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que. Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior.

com um comprimento 0. que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento. 1. pois. f- Temos.4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal. Ex 1-9 . desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal. 1-32.33 . a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças.sendo JM = 2 Jc . Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c Barra curva: J =tos P J~ . desde que seu esforço normal N seja diferente de zero.Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig. dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1.. inércia constante igual a J . portanto. 1-31 -. conforme 14.Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável. Fig.Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig.4. 1. b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça. para fins de combinação dos diagramas.2. Dai vem: Jm cos V sendo I.2.I MMdx (1-4) Tudo se passará.1 .. e. e não ao longo do comprimento da barra curva). m d ~. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i . 1.31): J cos V 4m I Fig.74 em superior ao seu comprimento teórico. como se a barra tivesse comprimento I.jC :1 COS ' 4 = "- dr Jm cos P ' Jm '.24 Curso de a n á l i s e estrutural A barra 5 deve ser montada. podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x.

para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig. do 2. 1. i . As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1.2. 1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável).O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 x = 2 85.26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas. o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de .35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original .37cm (a corda aumenta).2 . I-.3 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1. 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par.4. Fi* 1. apenas. pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 . resumido na tabela 111.instituído por estes autores. divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas).inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão).

.

< u r ^V* ."".a 0"- nc-n2z =E.n .i- a r . o o n g q $a$ ""' 0 ?.8ZY -".R? mm- .: : --.r ""S zzn ~ $ g 5s z " 8 ' .+?IK~C ^q"7".s+ "" ~ ~ 3 s .-- --- $.z -".3 :.? : o- --.5: :SE i z g E$? E."-" . Y." -8i. '.A C "W.a. Y """ ""- I : : gsZR"Z1 h?.g 2 H :! -"-22 0 ' a* : . rn>D 00' ^ R u i "2 P"% ..o sgxnfir m n.--"^' g E E C.n * 3 rr. 91%." - Ií. C 3 1 "-.D 0"' --"?--a O*" -.-n.-L- m*z -3 e 9 3 "*.e 3 5 8 .! o .iO1... ~ 8 : s . 0 g.? g s z $65 c R * 8D-">-" n.. ?Z? " C" R$ -".*3EXSii: 0"- n D O z$"gz -." % " " -' * " " e ? . 0 g . . n --" n n ... - $ *"23- .-n..0's'uin~ o . 22- ..m g o.E ..

.

"an. "" B lids J A ' ' ~ 9 .T A B E U XII * h - 4.. n A " =- e A ' . h . e . r".

h .TABELA XIII -mni .

o.. .

B Fig.Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig. 1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: P= 11 Fig.aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 .. E dado EJc = 2 x 104 tml. 1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111... 1-36.in = e = 5 J. Todas as banas são mísulas retas com /. obtemos: .

n = -Jc (mls reta assimdtrica): A = 0.W8 = +4.1 41 a) Estado de carregamento -. I tlm S 4 + + + + ) Tab.2.& ' =- 1.Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig.42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab.2 A . sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J. X 3mt A ai -0.l .038 = -197. al=o. VI / a altura extrema por esta interseção. 1-39.Z .241 r 12~3~4.0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S.0 1-11 . definind-se Fig. .s -J~ = 3 m Jm. al=o. conforme está feito na Temos: 3mt a=0.0 .) Tab. . Para a barra a Fig.5 x O.2 = -281. devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra.038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0. 1-39. 1-39 (mis.ol53 Tab.2 =+39. IV 3 = 1.5~0. Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima. 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ.4cm (o ponto A sobe).. 6 =4. 6 dado EJc = 104 tm2. VI11 -3xlx9r3x0.2 + 39.126.098 - EX 3x 3~4.1.197. reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra.

O problema será. @ : 1.'. temos: . 1-42. 1-42 0121 Vem. n = 0. . É dado: E = 2. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111. i < .~ rad 3 2 3 387. pois.Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente.4.2.Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig.2. = 5 A aplicação seguinte esclarecer. com base de 40cm e altura variável conforme a figura.l x 106 t1m2. teremos que calcular Fig.68 x 1 0 . . . .4 .1 x 106 x 0 -12 4 tm*. . Ex l-12.0 18 Fig. 1-41 por integraçáo aproximada. qdx sendo q = h@f --. reta assimétrica): .3 . 1o =0 . I ' . I r A i 4 xL 1~ Adotando EJc = 2. .: 6 = 3.4 x&= .46 im (para a esquerda) 1. obtemos: Para a bana .5.44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 . Para a barra @ : (mís. 1. submetida ao carregamento indicado. ~ . I'= 5 106 108 Y.0 276. . ' X = I. 4 . =7 10 . Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax. I . 6 = 197 + 49 = 246 = 2. e n t ~ o : E J ~ 6 = 387. .x . .4 = 258 2 = 387.2. temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0. A seção é retangular..

1-44.TABELA XVI .duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg . Ao longo da altura das barras da estrutura.Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig. de modo que.h c r ~ t ds. dependendo d o grau de fissuraçá0. cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura. I dp = a 6..CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1. t- h Fig. b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-. que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de .te) ds h Fig. nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam). 143. a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '.ds. 1. 1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto.44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado. Vemos então. a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela. duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig.3 . sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução. no estado de deformação. .

As aplicaçües seguintes esclarecerão: F i s 1." e:. então: P S = a tg AN -+% Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante.. 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2. cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10. em relação ao dia da sua execução..47 fletor no estado de carregamento e temos.O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( M ) . rg-+3O0C "--. t .s m de altura. então. para fm de raciocínio.sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material.. Supondo as barras com seção constante. teremos. sofrer a variação de temperatura indicada na figura. 1-48.45 - O 1-13 . evidentemente.-"II +. Suponhamos. tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te). . 146.5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0.=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig. que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá. 148 Fíg. teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento.. temos: "O. os indicados na Fig. afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento. quando dermos a todos os pontos da Fig. . 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti. 1. adotaremm . levando em conta a expressáo 1-5. - 3. e o esque ma da Fig.0) O valor de 6 não 6.Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig.

s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. carregamento de Fig.partir do estado de carregamento da Fig. sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios. Ex 1-14.O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2. pois. 1-49 1. 1-51: / O ponto B se deslocará.O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig. cujas barras têm seção retangulir de 0. 2.para a direita. a .') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a . 1-50. de 6.O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC. para a grelha de Fig.0) Deslocamento do ponto C na direção BC.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura). se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução. obtemos: A Fig. Temos: 1. 149.Calcular as defomaçCks seguintes.58 cm. 1-53: N. entxo. A + 4m -+' Fig. 1-52 Devido à simetria. ~ a partir m do ~ estado ~ de.

1 . para o qual sabemos. então. - Ora. as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 X =2 mm .3.6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E. estamos diante dc um cam . = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A . L ~ as integrais ~ ~ . 1-55.rn e y o ãngulo entre R g e a tangen.para a estrutura de Fig. te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m. tivesse os oontos A. B. no caso).Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A. para o quadro de Fig.ado de . rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura. 1-16. 1-57. = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B .Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC. que o trabalho independe da trajetória. então a n R t .~ po conservativo.. em estruturas isoststicas 53 I h - 1. a partir de 1. A n-B i m o :oi = 1o-s/oc 7 10m Fia. com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A .jefotmaç&s A rotação da tangente à elistica em A vale. = Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 . para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico. podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento. 1-55 Temos. ser calculadas para qualquer trajetória que cm. no sentido horário. Ficamos. da Mecinica Racional.C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ . devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante. I . dependendo apenas de seus pontos extremos.m -+ .

1-58. 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3. 1-57 Fig.Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig. a partir de qual obtemos: 6= 1 0 . nela indicados. neste estado de carregamento.~ / O C 1 I r' r*.4 . Fia.. já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos. 1. a partirde qual obtemos: Fig. Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques. 1-59: Dado: ct = I O .5 mm de encurtamento 1. então. deformações vir. sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação. 1.o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1. I A Fie.68 - cd~daa r ruia~lo de comprimenm da mrda BD devida a uma diminuição uniforme de30 OC.59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P . teremos Fig.I 54 Curso de análise estmtural ado & defOnneqõcsem estruturas isostáticas A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig. para a estrutura de Fig. visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- .61 jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando. Trabalho virtual das forças internas: nulo. o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais. 1-60. ~ (-30) (-1 x @ ) (encurtamento) = =. 1. 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig. tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação.

Ex. de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera. aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais. . para a estrutura de Fig. devido ao carregmento atuante.) Ex. Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura.A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem. então. evidentemente. desemiolveremosnes t e tópico um processo. a elástica de uma viga reta . 1 . a seguir. Aproveitando a simetria.62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig. 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D. na prática. 1-65.Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos. 1-19. da Resistência dos Materiais. 1-66. 1.56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas. pela expressão (I-I).Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas . calculando inicialmente. de 2 cm. 1-63. que nos permite obter.Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular. iquelas devidas aos recalques.Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig. pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = . somando finalmente os dois resultados obtidos. as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos.Z R p (1-7). devida "P=& EJ' Sabemos. a partir das quais obtemos. a partir das quais obtemos: Fig. que a rotação relativa flexão. expressão que resolve o problema. 1-20. a elástica. sem (O sentido arbitrado foi correto. as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig. de uma sb vez. idealizado por Mohr. 1-62. obtemos P6 = . pela expressão (1-7). as defornações devidas somente ao carregamento e.

na viga conjugada. este vinculo será.referida a um sistema xy como o de Fig. Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta. da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $. . Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O). então. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr.uma rótula intermediária B existente na viga dada. b) Seja. $ A e Fig. através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada. e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema). a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. Assim. 1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0. por definição à relação d9 para a curva - . um apoio intermediário do l'? gênero. Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs. resolvido. em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja. 166 Por outro lado. temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado. sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual. as condições de contorno que . sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada. dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. 1-69 a 1-71 esclarecem. vinculo. então. um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig. então. 1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri. Assim. já que este apoio só impede deslocamento vertical. ünalmente. agora.) Ficando determinada a viga conjugada o problema está. do Cálculo Intinitesimal. obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s. . então. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig. por exemplo.$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). outro apoio extremo do 1P gênero. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita. devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig. um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. conforme indica a Fig. 1-67. estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro).58 Curso de análise estrutural Resumindo. teremos instituída a tabela XVII. este vínculo será. devemos ter em B. o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos. a titulo de guiaram esta transformação de explicação. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M . 1-68.

apenas... as funçóes q = EJ serão mais complexas.1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip. Neste caso.h. 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip.. a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá... para uma viga dada hiperestática. esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio... "..n. mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili. conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo).. .. conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2./I 6----7 . e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada.71 lI1lI.. .c. evidentemente.<I.e... brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos.até.. sendo M o momento fletor atuante na viga daEJ da. como existe uma deformada real. ãig. cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada.IU..1 deste tópico). b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas. P viga dada -N~~ ~ i g s . às vigas com inkrcia variável.emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas. submetidas a determinados recalques de apoio. v . I"I. d) O metodo de Mohr se aplica integralmente. carregada com E . o b t e m o s a EJ .I. . nipi 1-70 n 1. 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = M . estável. uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada. Tabela XVii ...~. 1-74 que tem EJ = 104 tm2... u.~. pois..+n co. Ex-1-21 . 1-69 ..Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig.60 L .Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas.. ..e..

1-75. onde indicacarrezada ! ! .0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C.2mm Elástica = elástica pedida.~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3.O) Esboçar o aspecto da elástica.O grau.6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga . I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10. conjugada 3. Os valores extremos pedidos são: 1. Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos. representada na própria Fig. que tem EJ =103 tm2. 1-74.com q = ! ~ L I .62 Curso de anáiise estrutural 2. pedem-se: 1.6mm I I I p . Encontra-se esbqado na própria Fig.O) Aspecto da elistica: Ex.Para a viga da Fig 1-75. 3. Chamamos a mos tamMrn a viga conjugada .0) Calcular a rotação da seção B. . simétricas uma da outra e que concordam em C. enquanto que os. 4. 1-22 . trechos BC e CD são parábolas do 3. u ~ I I 3.0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E.

. 1-00 ~ 4 $ M h Fig.Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig. o da Fig. I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81. bastando. que MA = MB = O e QA = Qg = O.78. é o anti-horário) M BEJ M - C - 4.Smm 0 . ta a simetria da viga deverá ser o da Fig. a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ. ( i Fio.1.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig. 1-76. pois. que tem inércia constante. conhecer o valor de M para ficar determinado. pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação. 1-78.3 rad (o sentido está indicado na figura. que será a haste livre da Fig.Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então. o que deve ~ O. A E r 1-24 . restando-nos calcular apenas seus aódulos.1. nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura). 2. 1-77. . 1-82. indicada na Fig. para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever.O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1. levando em con. atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica. 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores.O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10.Aspecto do d i i p m n a daaido.2 1 I I + 1-78.0) Deslocamentos verticais de A e E : A 3 1 3 y ~ = M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ + ~ j ~ = 34 x ~x l2 1 O =1 . para a viga ocorrer.78. 1-79 m q B A I I Fig. para a viga conjugada.1. A condiçgo XY = O. 1-78 a partir da decomposição indicada em 1. que possui indrcia constante: Fig. 1-79. 1-80. pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = dada). 05~ x10-~=1~mm E YE ="viga -4~. no caso.1 " Fip.2. 1-77 . 2.3* conj 2 3. o carregamento deverá estar auto-equilibrado.10-~~3+1 3 X-=16. Ex 1-23.64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada.

o sentido i0 recalque 8). 1-84 ( MB deve ter.: Ex. de acordo com nossa tabela XVII de transformação de vínculos. devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante). nos fornecerá: t i - B Fig.84 donde obtemos M = 4IL -. ' gênero. NO ponto B (viga dada).1 F i g . 1-80. como sofre recalque. 1-26. a partir da Fie. 1-84. 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário . já que y~ = O para a viga dada).Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig.Aspano do diignma de momantm flammi daaido.2. 1-83. 11 c.2: 13 conjugada = 2 -g3 . de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig.E * 1-25. 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82. à viga conjugada. Imediatamente. obter a rotação da tangen. agora. evidentemente. 8 A partir desse valor. não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso. 1.Para a viga da Fig.& =L.' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1 . temos: . Já o apoio B. 1. podemos escrever. 1-82. que tem vão / e rigidez EJ. a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada.2 1-82. Fig. "8' -- ~Q. Passemos. O apoio do 1. para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo). te à elástica em A.82. os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig. 1-81 .

Fie..0 géneros também. então. x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja. 1-85. 1-84 para' o qual.Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados. um apoio do 1. i . yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig. que deve ser absorvido em B. resolvido. ... - .. com o esquema da Fig. por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O . e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig. . constante j 7 M~ - *q Fig. Será. . pondese as equações de equilíbrio.EJp I' F i a 1-87. então. 1-88. conforme verá o leitor no Vol. EJ .87 de vão 1 e rigidez EJ.. portanto. A. 186 Viga conjugada c A 1 + 3 1 t E I C + O . que tem rigidez EJ.P = 1 O problema está. temos: 2M~l EJ f IlillIllrn. 1-86 (EJ = constante). submetida ao recalque vertical p em 6 .im. Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada. / . 1-86. Ficamos. devendo o momento fletor em B ser igual a'p). o carregamento 2 3 nos dá um binário.. Determinemos. 111 deste Curso. a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre. .- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig._ p . 1-28 .Obter 6EJp ) I' / 1 '. o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula). 0 engaste E . Dai obtemos: MA = M6 =--. Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. Ex. os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g . portanto.. temos. MA = M6 (visto não existir cortante em 6. que sofre um recalque vertical (e para o qual temos. então. 1. 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t . para a viga da Fig.C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim. e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 . 1-86. P A:. devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento. . indicado na Fig.

1-88. que se deslocará paralelamente a si própria. 1-90. os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C.(no caso. Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2. para O carregamento indicado. calcular a rotação da tangente à elástica em A. 1-88. que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana. ag* ta. e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento). o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'.ado pelo carregamento indicado).entãoodaFig. A.Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos. às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2. o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig. ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada. . posição deformada final do n$ C da treliça. Permitindo. gada. entxo. então. a partir dela. Fig. obtendo-se. L90. o esquema indicado na Fig.Para a estrutura do exemplo anterior. 1. as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig. 1-90: Inicialmente. AB'Cé. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr). respectivamente. Para a viga conju. Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 . é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente.70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. apresentaremos neste tópico. uma variação Ni li de comprimento Ai = . removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB.89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. 1-90 que. um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. a deformada da treliÇ a da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e. conforme indica a Fig. a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas . Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada. no tópico 2 deste capítulo. e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir . Temos. Cada uma destas barras sofrerá. obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6. podemos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg. em função do aforço normd Ninela atuante (proia. que sofrem recalques.BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. definidos na ~ i g . isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO. passando a ocupar a posição B'C. 1-89. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i .

Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões. Introduundo-se esta simplificação. todas e l a s . 1-91 pelos segmentos a1 e b2. Assim. durante a rotação de uma barra. a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra.li/ES(mml I Os vetores ou. sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que. pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2. 1-90. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente. 1-90 devidos ao carregamento nela indicado.'esentado. diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob). novamente. A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % . ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro. representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica.Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça. o b e oc)representam. -. liot para chegarmos a cada novo ponto.do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot. pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação. mais simplesmente. inicialmente.9 3 . Para ligamos. 1-92. . válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural).O gcnero A). a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais. chamada diagrama de Wiliiot ou. &ira ai Nj(t) li lml I ~. no wiüiot da Fig. paralelamente a Bs. que se interceptam em c.. então. cujas barras possuem. 1-91. imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras. o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho. a rotação de qualquer barra será pequena. durante estas rotaçóes. respectivamente. E r 1-30. respectivamente. Fig. é o que está feito na Fig.=N. ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva. respectivamente. no caso. o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza. Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33). No williot estas rotações estão simbolizadas.. coincidirá com o ponto a. o que é impraticável. rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. apli. 1-92 Devemos.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. calcularemos previamente alguma (s) deformação. (No caso da Fig. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . em minúsculo. o-aue está rep. admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas. B e C da treliça de Fig. os deslocamentos abSol~itos dos nós A. marcamos 03 = n3. a fim de se ter alguma precigo lios resultados. williot da treliça dada. o que esiá feito na tabela seguinte. paralelamente a AC. as barras ACe BC pelo pino em C. calcular as varia~&% de comprimento de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes. ~ ~ = 1 0 ~ t . até se interceptarem.1 . Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação. da mesma forma. Devido a suas diminuições de comprimento. a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ . uma de cada vez. de modo que podemos considerar que. As aplicaç5es seguintes esclarecerão.

l mm. caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig. valendo estes mbduios. 1-96. . 1-95... 1-94. oh williot. É dado o coeficiente de dilatação linear do material. .Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. devidas A variação de temperatura. obtemos. + ob. mádulo e sentido pelos vetores oc. B.4 mm. . se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. 3 6. 1-32 .. respectivamente. 0.2 mm. sentido e módulo pelos vetores ou. -* oc. + + do dos em direção. . C .Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig. 1-31 . A2=A3=-12 J?lmm. 4. . dados em diieção. igual a 10. que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça. 1 2 ~mm 5 e 12 mm. ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm.5li valendo. e 3. 7. 13. .74 CUBO de anáiise estrutural -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A.5 mm.9 mm. passando a ocupar a posição B: . sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10. 1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras. A5=A6=-6amm A partir desses valores. 1-94. então: A1=A4=-12 mm. Fig.6 mm.. pelo williot da Fig. H da treliça sáo da.5/0C. 1.

~ g l d de e d~f~nnsções em estruturas isost~ticas a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig. ~ Fig. ob. A componente horimntal 6 dada por A7. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig.97.Ii Neste caso. vale 6 BH = 16 mm. 1-97 . os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas. 3 cm. 41 = 77.2 mm . 1-99 e vale: Ex. têm módulos de 0. 1.54 cm.41 cm e 2. basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical.Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B.24 cm. a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos d y nós A. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i .x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6) + 3 2 x4Y . C. 1. feito na Fig. dados pelos vetores oa. 1-99 No caso. 1-98 A Fig. cujas barras tèm. devidas aos esforços normais N i nelas atuantes. 2. precisamos calcular previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E). Temos. D e E da treliça. condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot. todas elas E S = I O t. B. 1-96 PBH = 2cm ?Y. ou seja.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras. sar imediatamente ao traçado do wiiiiot. o b e oe. A P~~ Fig. 1-98. C . I-33. oc.

Tomando. .G. teremos: od 4 . para a mesma estrutura. com queP. direção. têm estes módulos iguais . D . indexando as deformaçóes com dois índices. ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot).devida ao carregame* to Pk ). dados em do williot.k = ZPk 6ki Betti.9 cm. no caso do Teorema de Betti. como estado de carregamento.0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto.. em sua direção. obtemos: (1-9).Teoremas complementares 4. temos: ( tjik indica a deformação.78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B.2 .1 expressão do teorema de Maxwell. o que tem que ocorrer. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi). Como ve"fícaçXo do wiUiot. provocado por um segundo esforço unitário. O s exemplos das Figs. 1. que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário.Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer. o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser.conforme a indexação adotada. uma força ou um momento. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida. da treliça. I (?jk. é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço. 4. que é a expressáo do teorema de zP. evidentemente. E. temos.. 8. na direção da carga Pi. 4. que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio.9 cm. C. evidentemente.Erala do. vemos que o vetor é horizontal. Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. 8. sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee a 7. constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento.4 cm e 7. indica a deformação. quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio.Teorema de MaxweU Fazendo.williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B. devido à aplicação do primeiro esforço unitário".4 cm. é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s deformaçóes produzidas pelo priquando se desloca devido A meiro sistema". 1-100 . levando em conta que o apoio do 1. e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária. que resolve o problema.. Fig. para a qual um grupo de cargas P. Pk como estado de deformação e P . agora. F. 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do teorema de Maxwell.8 cm. obtemos o williot da Fin. Igualando as duas expressóes. .100.

a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 . 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas. . vale: Fig. Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos. Como estamos no regime elástico. temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que. 1-104 1-102. 1 . valerá: n . costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron.. 1-104.1 Fig.... a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou.. apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig. .Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig. 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples). I1 deste volume. carregada com as cargas estãti. P . carr.. por ser estática. 1-103. lpi = 1 Eri.3 .. Esl. = tra- Pelo teorema de MaxweU. ela se deformará. 4. <ar.* '. o trabalho das cargas externas P1. Calculemos estes balhos. A k A A Fig. bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas. . conforme se verá no cap. Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica. 5. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura. Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron .

a) O 1. No caso (estrutura plana). N. também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2. que são enunciados da maneira seguinte: 1. Q acarretam deformações relativas em suas direções. entretanto. conforme ilustrarão as aplicações a seguir. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas. recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais. quando da avaliação da energia real de deformação. Não permite.82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura). podemos instituir os dois teoremas de Castigliano. os esforços simples M. em sua forma mais geral. de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas. por ser ele inteiramente geral. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2. 1-34 . e a expressão da energia real de deformação. entáo: Observaç5es: 1. convenientemente explorado. se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13). Conforme sabemos.O teorema de Castigliano.O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos. da Figl 1-105 que teni rigidez t No caso de uma estrutura no espaço. permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo.a) Nos casos práticos. Ex.Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' / constante. teriamos também o trabalho da torção. será o trabalho realizado pelos esforços simples.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': .

0 teorema de Castigliano). igualaremos a zero a carga M acrescentada. sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 . igualaremos esta carga fictícia a zero. que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i s o s t á t i c a s 85 Ex. vale: Fazendo. então: A energia real. 1-36 . aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB.Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. mediante o emprego d o 1 . correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação.84 Cum de an5ise estrutural Ex. agora M = 0. de deformação.EJ ) 3EJ que desejamos calcular. isto é. desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante. após termos feito a derivação parcial. Temos.107 Fig. 1-107. Fig. 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável. obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral. criaremos uma carga fictícia. 1-35 .Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig. .O Teorema de Castigliano. desenvolveremos todos os cálculos e. obtendo a solução d o problema. no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M). uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura. caso desejemos empregar o 1. 1-106. . 1. efetuaremos todos os cálculos e.

obtemos uma estrutura hipostática. então. 1-110.Regra de Mdler . mas que.Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - . 1-108. a proposiçáo. que seri tratada como pequena deformação. no enunciado da regra. As aplicaçúes seguintes esclarecem.' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig. ou seja. deveríamos dar uma deformação igual a 1 e. no caso de reação de apoio ou relativa. t Fip. está equilibrada. temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática. igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1). livre. mas que não acarreta erro algum nas conclusões. no sentido oposto ao de E positivo. A I I Ex.86 4.q. atribuindose à viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V A positivo. n Tudo se passará. 1-109. uma deformação (absoluta. portanto à deformação).e u __Fip.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos. I - Demonstraremos para um caso particular. demonstrando-a a seguir. Igualandose vem: 6 = VA . a I a) Sendo a estrutura dada isostática. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E. tratada como pequena deformação. para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A. b) A mençáo feita. atribui-se à estrutura. como se tivéssemos dado uma defomçãounitária.'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. nos casos mais gerais. nos casos mais gerais. embora a demonstra. inicialmente. multiplicar as ordenadas da figura deformada por n . Rompendo-se o vínculo que transmite V A e. conforme indica a Fig. confonne poderá ver o leitor no cap. tornando sua aplicação mais prática.sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento. cuja linlia de influencia se deseja determinar.o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra. "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I. após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática. a seguir. I1 deste volume. Por esta razão. 1-37 . no caso de esforço simples) unitária. A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V A = n 6 . conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a .4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 . cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada. b) na secção onde atua E. a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações). a regra esta enunciada desta forma. 1-110 . submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e. a regra. então.:. 1-109 i em A e C para a viga da Fig. Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. portanto.

1-116 'I * t l!* * C Fip. Ex. . 1-113. (não devendo haver rotação relativa).88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo. 0 1 -1 \C i: Fig. Fig. . 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D.114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau. 1.Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig. passo a passo.1 .Exercícios propostos 5.(+). 1. 1. 1-115. para a estrutura da Fig. - - A Ex. 1-112. podemos confundir a corda AC com o arco e temos. então. AC = x . 1-1 1 1 . 1-39 . pela regra de Midler-Breslau. obtemos a linhade influência indicada na Fig. obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig. a regra de Muller-Breslau. 1-38 .111 Fip. que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip. c) deslocamento vertical de B. S I 5 . e. os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos.Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig. A S A B Fig.. que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e. 1-112 I Sabemos.Calcular. o que justitica traçado da Fig. 1-116. 1-115. o que justifica a construção da Fig.115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o b). 1-114.

b) deslocamento vertical de E .Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig. de cima para baixo.2) variação d o comprimento da corda EF. a.. pedem-se: I Fio. 1-118. a. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O . 1-118 5.5.C~iso de análise estmtura] GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5.Para a estrutura da Fig.117. b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC. b. cujas barras fomam. 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante.4 .Para a estrutura a + a + da Fig. que tem rigidez W (constante). diretamente. Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ .~ / ~W C = 2 x 104 tm2 (todas as barras) 5. 1-119. p P 5.2) deslocamento vertical de H. EJ.2) recalques verticais.Para +I 4 I AB - Fig. 1. = 2 x 104 tm2 . ân. calcular variaçáo da corda AD. de 2 cm apoios B e C.ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A. a fónnula de Vereschaguin. calcular: a estrutura da Fig. r j 4.121 .1) aumento uniforme de temperatura de 30OC.3 .6 .Empregando.pede-se: a) para o carregamento indicado. obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. 1-120. I-12l. b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b. 1.Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia. em todos os 116s.2 . obter: a l ) rotação do nó E. Dado: 5.

que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que.10 . os pontos D. D. quando a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C. 1-122 são misulas parabólicas com Jdn = J . permaneçam I m acima de A. 1-123. Dados: EJc = 104 tm2 . unicammte. E fiquem alinhados.Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig.7 As barras horizontais da estrutura da Fig. I 5. .I 5. 1-126./ ~ c 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal.Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig.Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig. do carregameiito indicado. Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 .) quadro = 104 tm2 5 x 103 t. E. (ES) tirante = . para a direita. 1-125 durante a montagem para que. cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo. cujas misulas são parabóli= Jc e Jmax = lWc. quando atuar o carregamento indicado. (ESltirante= 103 t curva tem J = Jm . 1. 8. para a estrutura da Fig. pede-se c$. Sabendo-se que. SXo dados: COS '# (W. É dado EJ. 5. computando para este fim apenas a influência do tirante. quando atuar o canegamento indicado. sendo Jm = 25.11 . B. cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5.8 . os pontos A.Calcular. = 104 tm2 cas com Jmin Fig.9 . 1-124.123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro. a= ~ u ~ . o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm. e Jmix = SJ. 1-122 5. C Fip..

com 0. Pedem-se: a) variaçfío da corda CD. A I 5.17 .132-b Fig.132. 1-132 B 5. as barras@@são 2 cm. R Fig. módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m. m Fig.s m de altura.~ I O C .Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas. das Figs. Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A .Para a estrutura da Fig.~ 1. 1-127 A Fig. 1-129 1. a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B. 1. É dado: a = ~ O . a temperatura no interior da parte circular. h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig. de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC. São dados: E. pedem. cujas barras têm altura h. pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas. mantendese constante a temperatura externa.As fibras superiores da estrutura da Fig 1.b.14 . 1-127 e 1-128. J. com seção transversal circular.Para o quadro da figura 1-133. pede-se o deslocamento horizontal de B. mantendo-se constante a tempera tura externa. sofre um auriiento de temperatura de t OC. I 5.13 .15 . 5.12 .133 .16 .94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5. b) deslocamento horizontal de C.se: . Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material.Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares. b) rotação relativa das tangentes à elástica em A.129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução. 1-128 F i g 1-73? 5. das figuras I-132-a e I-132. de inércia constante. 1-130. Send o a seção retangular.O interior do quadro da figura 1-131.

22 pedem-se: - Para a viga da Fig. 1-136 ( J = constante). 1.24 + 117. Fip.18 -Para o quadroespacial da figura 1-134. a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A.138. para a da Fig.0Sm4. a. cular com inércia ê flexão de 0. Dado: EJ= constante - I -+ I12 5. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig. 1. pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz. para a viga da Fig. J. que tem rigidez igual a 104tm2. i 1 5. obter. E. 5.- t .23 Empregando o processo de Mohr. empregando Mo&. c) rotação da tangente à elástica em B. Dados: M. -r- - Idem.19 - Empregando o processo de Molir. cujas barras tem seçãocir.Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I. D.20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C. I I n -1. 1-137. submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5. b) deslocamento de B na direçáo z. I Fip.. b) flecha máxima. 1-139 -+a .139. E. 1-136 5. para a viga da figu5.21 .I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5. ra 1-135: a) equação da elástica. C.

igual a 2 cm. calcular os deslocamentos dos nós E e G. 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados. 1-147 i I 5. 1-142 . 1-144 5.25 .Empregando o proeesso de WiUiot.29 . 1-141 Fig. I . que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO.28 . b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC. R.) Fig. calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal. do apoio B. E.~/OC. Fig. 1-145 Dados: P. de cima para baixo.Empregando o teorem de Costigiinno. 1. c) recaique vertical.Idem. IP o I ~ C l + l + 5. .Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1. 1-140 Fig.I + - Fig. -. da treliqa da Fig.& l t I + . 1. I u 3' 1 I : 9 . calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig.e 1 i .146 a) carregamento indicado. 5.142.quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados. 1-149. r < . para as das Figs. 5. .devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5. que têm rigidez constante W.9. . devidos às mesmas causa.e .Idem. . cujas barras têm rigidez EJ.27 . para a treliça da F í & 1-147.Empregando o teorema de Castigliano.146. constante. 1-143 o r l p PI -+-I---+ . J (constante). Fig.<. ( I I I Fig.26 .30 .140 a 1. Fig.98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5.

1) 7 . Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.67 mm (L ) .] ) (C) 4.1) 4.b) 0.98 cm (4) .21 x 1O-' rad (12) .l) 3.a.94 mm Encurtamento de 2.84 cmfaumento) .46~ 10-3 rad (n) a) 0.33 x 1 b) 1 mm (4) t ) 5.6 mm ( f ) : b.17 - a) 2 6 c m (+) .2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero . b) 3.67 mm ( f ) .14 mm 4EJ m (371 8) - .I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I .2) 2 cm (e) 1.1 8 - a) 0.133 x rad b) 0.17 mm (t) Alongamento de 1. 5 ~ rad (tl).2 mm (aumento): b) 5.71 mm (1) a.4 mm (encurtamento) a.rn + 5.22 - a) 0.8 mm(+) : b.a.b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.07 cm (4) 1.2) I .93 mm (-*I .0.?) 13. 0.zero .

pGH = 3 . pGH= 30 mm (-+) 5.27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. 3 m m ( . ~ ~ ~ = 1 7 .6mm(t). O mm (+) C) pFV= 10mm(&). 7 m m ( + ) .3 mm (+) 5. ~ ~ ~ = 6 .6mm(t). ~ ~ ~ = 3 .102 Curso de análise estrutural a n i l o & &formafõsem estmtunis isosiatia C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) .28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. ~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) . pGV=0. pGH = 3. 4 m m ( . em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 . ~ ~ ~ = ~ 6 .29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5.8mm(+).pEH=15mm(+). 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0.f ) .+ ) . em cada caso: i . pEH=1. 6 m r n ( L ) .

Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex.1 . deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio.Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig. sendo assim. Isto não significa. Fip 11-1 4 \.1) . a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e. na estrutura assim obtida.2 . isto é. necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los. Temos. Portanto. no caso. desta forma. cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las.i ? CAPITULO li 1 . para tal. romper-lhe uma seção. pois.4 (11. Seria necessário "abrir" a estrutura. igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples.O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o . 11-1. g = Be + 8 i 1. não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita. a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3. que possui 5 reações de apoio a determinar. Para tal. terno da estrutura que é. Existe. das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E). como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip. dispomos.Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig.3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente. após rompê-la. 11. 1. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi). 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 . 11-9 Fia. a estrutura da Fig Ib2. preservando.HIPERESTATICA . grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura. então. que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio. conhecidas suas reações de apoio. 1 '9 = g e X t = 2 &n \ 1. cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática. r.2 Seja. 11-4 C. agora.Determinação d o grau hiperestático 1.Hiperestaticidade interna Fig. entretanto. portanto.

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t , j . perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u r útil trabalhar com um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X , 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal to emB= O

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

+

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

F i m 11-18

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., li a partir do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, e o segundo membro é nulo) ; - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E . + EiXi (11-7)

Para isto. licitante externo.l h e dois vínculos.1 - a) carregamento indicado. em número adequado. a fim de obter seu sistema principal ismtátim. 50) 3.O) Escoiha do sistema principal (v. b) diminuição unifome de 30 OC .0s11-5 a 11-7).1. Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica.X1 + .0) Traçado dos diagrainas no sistema principal... Isto conduzira. 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado. pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles. Obtenção dos EJc 6 .2. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos.0) 6. Para os outros tipos de estruturas. para a obtenção de uin bom sistema principal.3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores.112 em que: Curso de anáiise estrutural E .1). eles não precisam ser unitirios. podem ser quaisquer. tiiiXi +.0) 5. so. o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas. ca ou da equação matricial (11. Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig. 11-18. +Sm -.0) 4. + ZEiXi) - - '. O que se deve procurar. a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig. . recalques de apoio e modificaqões durante a montagem. aos sistemas principais ideais. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 . h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer. Pii. 2. devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente. Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais. m p e r .6). Sistema principal e hiperestáticos 2. chegamos ao . certainente.X. que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura.8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1. = O.+ 6. recomendamos. Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E . por exemplo). do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 . provocado pelo agente.f. pois uma equação genérica (a iésima. agindo-se de outra maneira (v. entretanto. \ Nota: Na m o s de variação de temperatura. aplicações n.2. de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd. : valor obtido para o hiperestitico. : esforço no sistema principal. ii-19. g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que. i! Ex. temos E . eni c da caso. o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito. = O (11. nesses casos. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica. . será: 1. 11-19.. c) recalques em A indicadas abaixo. no caso dos quadros lanos. a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois. os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs. a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples. Seguindo a orientação dada na observação 2. sendo todos teoricamente corretos.

Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D. I Obtemos: 6. obtendo: F i i 11. pan não complicar n nota~Ho. perestática dada. respectivamente.m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } .ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1. 11-20. Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro. preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal. consideraremos apenas seu trabalho H flexão. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal. 11-21 e 11-23.09E2.2. com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn. temos E = E. 11-20. obtemos os diagramas da Fig.27 E l + 4.21 mm *larnos Os .&a A partir da expresão 11-7. embora estejamos u m d o os me& r' .im desta forma. I F i i 11-20 3.sistema principal da Fig. tomados iguah a 1. nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig. rotulando os nQ C e D da estrutura hi. obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs. o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws. + 3. Diagramas solicitantes e rea<.já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim. 11-19. 1 2.

11-22 JF~ + 0. .521 F i m .18E2. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1.trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6". F'm.são: 12.4E2. 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo. 11-28 + 7. A partir da expressão E.47. em função da observação 22. - - .os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2. 11-27 1 2.iS: 2. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W. 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são. d'evidos à variaqão de tempe. No caso. po. ' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6.731 Ntamp.7. Os novos hikrestáticos.(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4. então: = . obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs..} .521 Fie. estando os diagramas solicitantes indica .15 t Fig. dos nas Figs 11-24 a 11-26.atura.c deste capitulo.Etemp = 0.11-25 'carr. 11-27 a 11-29. Obtemos..3EI -22. já que estam. vem: Fip.55E.

11-33 Temos. 2) Igual simplicidade encontraríamos. tura da Fig. 11-30. os diagramas da Fig. necessários para o cálculo dos EJ. M = Mo + 8. Rotulando. Diagrama final A partir de (11-7).f. sabemos que. MO 3. Ex 11-2 . U-32. houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D.os nós A e C esq. 11-33.I wpmdtjtia a) .ia Fig. por exemplo . Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2. se.x 6 x 1 2 . obtemos: 1 x 6 x 4 = -44 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I . onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas.3 3 . Hiperestátims: \ XI = 8. 2. 6.5M1 + 5M2. ao invés de nós C e D.s I 1 t 6. Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática. 11-31. - . devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo. aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. no caso deste exemplo. C I I 4. então.2.-i 1. obtendese.Obter o diagrama de momentos fletores para a estm. o diagrama de momentos fletores . deste capitulo. Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos. Diagramas no sistema principal Fig. Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão. obtemos o sistema principal indicado na Fig.

I I' = 3m Fig. Dado: EJ. ii-37.s 3 . 11-35. Diagrama final 1. Temos.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex. CY = 1 0 tm2/0C F 3.7 6. b) diminui ão uniforme de 30 OC. simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ.5) =-76. 6 e no traçado do diagrama fmal. 11. I I I -ou . Cálculo dos . 11.Sl0 = 1 (6~18+3x40.Vc S EJ. Ex. a partir .34. obtendo-se en- 2. Hiperestáticos: X.o métododas forps 4. a linha de fechamento do diagrama final.s 1 o. o sistema principal da Fig. na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras. + + 2 x 2 = 45 5.4 . obtendo-se.M1 e M2 os mais simples passíveis. 16.SX2 = 76. desta forma.Resolver a estrutura da Fig. entio. 11-35 Será dado por M = Mo t 22. para o caso. Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~. conforme se verá a seguir. = 22. 11-3 . 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo . Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig.\. 11-38 para: a) canegamento indicado.sx.7M1 tao o diagrama da Fig. I' = 6m I'= 3m Fq. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:.se os apoios internediarios.8M2. para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários.

o método dsr fo<pis =- 123 3. obre. 11-39. Equações de compatibilidade: 104 64 36 2. S z 0 = .6 4 . = . 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t .3 x3 6.1 0 4 . Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11. E J . Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea . Cálculo dos Wc6: WcS.122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1. E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática. rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI.3EI + 20..7E2 + 19. LIeSq e DA"). I 4.3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig. nios o sistetiia principal da Fig.3 = 20-7 19. Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l.

1143 . I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado. 1. 2. na direção de cada um dos hiperestáticos. Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' . pois. sendo. Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos. os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O. . 1145.07E1 + 2. inteiramente hiperestática í g = 3). g-ph $1 1116i t -X!IZ.o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC .1.cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes. o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão).124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica . no sistema principal. deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo.301 Fip. Rompendo-a na seção de simetria S .Conforme sabemos. I Ex. Fip.62M3. 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70.81mt equilibrado. 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o.t. devidas i variação uniforme de temperatura. 11-5 . conforme indica a Fig. 1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3. podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada).52E2 -0. temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro. 1145. L. obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig. obtendo.Resolver a estrutura da Fig. a partir dos diagramas da Fig. bastanos calcular o vetor { h t ). 11-43.e colheremos o sistema principal indicado na Fig. para o cálculo dos 6. então: X1 I x1 \ Fip.

partiríamos de. Temos: E = . devido aos recalque indicados.4 sistemas (2 x 2.2. Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação. Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente. devido ao sistema principal escolhido. Xl = X? = o. 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura.E licitantes da F i s 11-47. com O que.iox. temos que: = 6 2 3 = O. com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente. outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: . 11-6 . Como os valores arbitrados para os hiperestáticos. evidentemente. pois o carregamento e simc5trico).Observap-o: Neste caso. pois. > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento. em si. o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0. 6 = 6 20 = O. temos que:: .= -1 6. que os hiperesti. ..e I x 1)sndependentes Tal já 6 . em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 .Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e. X3 = 0. independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6. obtendo os diagramasse Note o leitor que.- .57E. apenas. bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura. tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça. se a fôssemos resolver novamente. p+ dem ser quais uer.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.. que tem EJ = 104 tm2. quando ocorrem tais condições. apenas. elsstica nalmente a barra em questão.. portanto.29 X2 = -2. Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex. ~r0duZa .57 X3 = O (evidente. da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 .29 E1 . Por esta razão. entretanto. portanto.rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica.rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O. Vejamos. uma vantagem do sistema principal escolhido. poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que. ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que esforcos de ~. . nesta fase. . 1148. 4. S. w m O que. Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente. 2 hiperestáticos (X1 e X2). + 0. 1 --'- - . arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 . Voltemos i aplicação em questão. 3. Diagramas finais o .o ). .Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e. Hiperestáticos Xl = 0. Na seção S de simetria de uma estrutura plana. pois sabemos que X3 = 0. 6 recomendável. 6 30 = O.

~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11. o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1. Por outro lado. 1149 2. por força da rótula.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. Diagrama final - Fip 11. provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. Equação de compatibilidade . Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . como temos Ms O. Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5. Sistema principal e hiperestático 4. 11-51. temos: 1. Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas).5.51 Fig. 3. Sistema principal e hiperestático h. temos: Qs= O.

Cálculo dos EJ.1 i" Ti' Fip 11-64 Fip. Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1. 1.25 6. Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática. Diagramas no sistema principal tll 1 11-64. 11-57. 11-56 3. Equação de compatibilidade 4 5 S. se este sofrer um encurtamento de 1 cm. temos o sistema principal da Fig.se urn n6 da estrutura.o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2. Rompend-se o tirante e rotulando. II-8 . Diagrama final Ex. São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 . 6 4.Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante.% + t i a .

61enc. Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21.132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i co a idtcdo das fo- - 133 2. temos o diagrama da Fig. que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico. para que a reaçxo horizontal final seja nula. 1160- 4. . > F i p . N1 6.Ele 3 10 4 x 10-2 = -300 = -3FX 1 . obtemos: Ex. IM9. l i 4 9 &t 2 15. 11-60. -O. 11-9 . Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado. Magramas no sistema principal a) M1 lmt . N2 Imt lmt X2.b El. b) M2. . b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem.Para a estrutura da Fig. ) 3. pede-se: t4.3E2 .06t . 1 t d -Ft 47 Fia. Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante.

Equação de compatibilidade: .j ~ 3 ~1 3 . Vimentão: a)Mo.5)=-24 a) Resolução para o carregamento indicado 1. podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão. obtemos o sistema principal indicado na Fig. 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = . 2. t 0.2 ( .86El . 3.. L N1 tis.2 4 t 28X.& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0. Necessitamos.5 ~t 3 -~S~3~1. pois.5 X. Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ. I 4. . 5.Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno. dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante. Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente. No b) M l .86 6. : X: = 2 t &a. Hiperestático: X l = 0. Cálculo dos U. Diagrama final = O A partir de E = E. 11-63. R o m p n d w . 0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O . obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig. 11-61. 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula.

Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip.. os diagramas serão os da Fig. 1164 Sendo as banas misulas retas. 11-65. "comp \ . Ex II-I0 . teremos: (EJc610 + E J Cen. sob sua forma ideal. obtemos: A estrutura estará funcionando. Diagramas no sistema principal 3. todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico. no sistema principal. pois o concreto estará uniformemente comprimido.6 cm. Com isso.ou seja. q = 1 tlm Barras e @/ .Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig. empregando as tabelas apresentadas no cap.)+EJc611 ~ ~ Xi = O ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1. na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento. Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc. temos 6' = 6 enc.m p d t i e s . 2. = +?8x2=0 -1. I deste volume. devemos encurtar o tirante de 1.o metodo das foqS 137 corno os agentes externos. = -1. serão o carregamento e encurtamento.6 cm para termos a reaçso horizontal final nula. então. 11-64. no caso.6cm Como a deformação.

- !. para o quadro simktrico da Fig.611 Ex 11-11 .2x5x5x z X d 5 x 5 x 0.207 = 3.5 11 .31.2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0. 11-69.32X1 = O 2.222 +21'M1Ml(~+ 0 =0. i -1. Diagrama final 1 1 7 1 .) 3. Dado: EIc a = 5 x 10.32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4. 1 F q . Diagramas no sistema principal N. Cálculo dos EJc S b)EJ.207 x 0.' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i.4 + 3.098 = 24.1 5 tabV' e = 0. 2 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas. Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 x e = 0.'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a o método dar foqas I.1 1 7 1 I C 7 1 .098 . 6.144 .Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. n = 0. Equaçáo de compatibilidade: .

treliça uma vez hiperestática internamente e. 11-73. Sistema principal e. Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6. Hipenstático: . a mesma área.(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal. por isso.73 Temos. = O Fie.1 I Fip. Cálculo dos ES 6 : Fip. então: ESalo= Trata-se de uma. Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x. 11-76 3. 11-74 S. todas. temos: 1. hiperestático X1 (NINO1)= 2Po(1 +A) 4. cujas barras têm. Equaqáo de compatibilidade: 2~. 11-72 Ex.rica .o método das fo4. 4 Fip. 11. Diagrama final $ 11-75. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig. Equação de compatibilidade 141 2.

WpIedMtia . 11-76. Esforçm finais Temos: N = NO + N .Resolver a grelha da Fig. 11-77 para o carregamento indicado. X (cambinaçao de Ticom Ti) . TI Ex 11-13 . adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante). Q .x 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática. um dos engastes.~- 2. obtendo. 11-78.77 h. X 1 = NO P XI . Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M. basta rompê-la numa seção. 11.o método das for~a. Temos. o sistema principal e o s hiperestátiws indicados na Fig. os esforços normais finais indicados na Fig. seção esta que pode ser. Diagramas no sistema principal a) Mo. . To b) M. Sistema principal e hiperestatico Fig. T3 J 3m 4 1. Sabe-se que -EJ -1. T2 d>M3. Para obtemos sistema principal. d i i i 11-79 C)Mz.lrn.) +& ! . 0 3. meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ. optando pela seçáo central.s GJt - X. 6. a partir 2 d o quadro de valores anterior. . endentemente. .

Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que. nesta aplicaç%o. a partir da expressão E = E .5 x 9 ~ 3 = a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na F i g . 2 5 + . com o que teríamos 610 = 0. escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão. - - Ex. enquanto que os demais apoios impedem . O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos. Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ.x 3 x 2 ~ 5 .25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims. temos que: 5. em relaçáo ao dia da execução da estmtura. ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 .11-83.tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico.f~ 145 v e me n w ~ . 11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O C e as inferiores um aumento de 30 OC. + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4.144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods. 5 -49. o que acarretaria 830 Suponhamos. Diagramas finais (em mt) Temos. agora. de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C. com o que teríamos 620 = = O.) EJ$2= 2 x 3 + 1 . Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares. 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4.~ ~ 9 x 3 3 + .x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65. isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico.x 3 x 2 . Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6. 1 6 ~ ~ = .8263. 11-14.1 .As fibras superiores da estrutura da Fig.. que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco. então.

temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano. empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC. pedem-se os diagramas de momentos fletores.60 t-38 X1 = 3 O . 0 problema está resolvido. com tg = 0. 2.mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais. Visto isto. senão vejamos: C (Parcela da Fig. temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha). 1 . Equação de wmpatibilidade: . para a da Fig. 11-85. 11-85. 11-85. a m o atamos diante de uma solicitação simétrica. culares ao plano.VIgretha 8 : Para a parcela da Fig. b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0. 3. pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura. e. Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos. Sistema principal e hipenstático Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13. 11-86.3. conforme indicado no sistema principal & Fig. 11-85. A variação de temperatura do problema. pode ser encarada da forma indicada na Fig. CálaJlo dos (. na seção de simetria teapenas momento fletor.2) a) Grelha com h = 40 O 4.2. e torçores atuantes.s x l d l tm2 cu = 1D5/0C.

2.2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig.3) 4. 11-92. apoios do 2.148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2. Com isto. 11-93. Rebatendo. 1 1 1 5 Resolver a viga balcão da Fig. cor- 62t) Fig II-91 0- 3. 11-90. o esquema da Fig. que serão. no caso. 11. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç.3. 11-85. então. 11-92. Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11. em verdadeira grandeza. Equaç%ode compatibilidade: .am-movimentos no plano da estrutura. temos. 11-85.8 + . I A solução do problema é.73E1 . 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig. Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. novamente. Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6.85. Sistema principal e hiperesthtico 6. que tem W = q - .64 X . correspondendo ao caso da Fig.85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q . Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva. = 4.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano. OS o diagrama da Fig. teremos: 1. dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig. genero em A e F.

que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O . 11-94. 11-96. 7 I ~ i 11. Temos. estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig.sucessivamente. o sistema principal da Fig. obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo. em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção. = lmt 2 . aos pontos A e S indicados na Fig. Diagramas no sistema principal a) Mo. I = -- Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S. então: - . I I d X.11-95. temos. 11-98. rompendo a estrutura na sua reção de simetria.o método dss f o r p 151 I 1. de uma das duas metades do sistema principal. To Reduzindo a carga P/2. com carregamento simétrico. Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas. 11-97. que representa uma vista em planta. ! I I 3. sem nenhuma alteração do resultado. Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica. o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2.c o s e ) . a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig.150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . em verdadrira grandeza.~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR ( 1 . obtemos. cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F i .

+ - obtemos os diagramas solicitantes da Fig. Hiperestático: 6. deixando livre o deslocamento vertical.o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6). 11-6. mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2.2 ll.3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver). bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos). F i e 11. submetida ao carregamento sim6tric2 indicado. de a provocar uma destas duas últimas deformações.l lr 11-100.1. -tudo dos areos e quadros biengastados. a única componente de deformação. que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ''~e~lthticx à sua diagonal principal. 5. já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo. num dado sentido. será o deslocamento vertical.5 . A partir dai. 11-100.3 PR E 1 . Em se tratando de uma estrutura simétrica. ' .Artifício do arranjo de 2.1 153 . Equação de compatibilidade: I I ..5. partir da expressáo E = E .5. 11-99. no caso. 11. 1 0 0 .3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo. durante muito tempo. 2. Diagramas finais A lCIW. devido à simetria da solicitação (pois. a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria. no cntanto. lUe abordado em nosso Cuno.1 . passar do esquema da Fig. 4. colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s ' 4 = Xs =O). I? o que está indicado no esquema da Fig. 1 . 11-100. o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto. 11-7.mprrstBtica . 11-13. o assim chamado irtificio do centro elástico. teve grande divulgação o uüiiza$ão. se o carregamento existente num dos lados da seção ter. que repre.100. explorando esta simetri.Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig. 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz. dos h ) ~ res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica.~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica. existindo. uma reação-momento M e uma reaçãeforça N.1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig. senta um esboço da elástica do quadro. uma ênfase especial para este ar<ifício. Este vínculo está representado esquematicamente na Fig.100. que terá sua seção S de simetria. anulandese então as duas parcelas ). que apresentaremos a seguir. com carregamento simétrico.99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível. mtáo. 11-100. que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:. permitindo a obtengão.Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5.2.

se comportará como apenas uma vez hiperestática.1. 11-102. 11-100.y e 9s indicados em 11-102.2. provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita. agora. sendo a da Fig. agcra. os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que. colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig.1. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig. se somarão (ao invés de se anular. u-100. cuja configuração da elástica.3. I 4 1. romper a estrutura na seção S de simetria. Para carregamento anti-simétrico. . 6 %a. parth dese do esquema da Fig. 11. a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig. que é. este deslocamento está imp* . se oporão. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados. o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023. .3. i = . três v e m hiperestática. o quadro simitriw da Fig. a estrutura dada. Podemos. hfonne ji vimos. _ . c) Analisemos. para o caso da estrutura da Fig. o deslocamento vertical da seção será.1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical).3. entretanto. entretanto. submetido ao carregamento sim6trico indicado. 11-100). os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico. no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o . nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig. agora. 11-104. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico.1. 11-101.pois as tendências desta deformação em S. * No caso. o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja. poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103. b) Seja. I 1 I* na dtdco.3. submetida ao carregamento antisimetria> da Fig. nulo. . os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que. no caso. evidentemente. então. as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura.o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido. 11-101. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. 11-102. fornecendo os valores x.2.mpmtátiea indicada em 11-100.1. 11-104. como no 'as0 da Fig. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102. a estrutura da Fi& 11-103. por exemplo.

Analisemos. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). quando tivemos. ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105. conforme indica a Fig. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso.3. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal.2.2 a 11-108. pois. que poderá. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante. num dos lados da estrutura. por esta razão. na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043). conforme indica o esquema estático da Fig. entzo.3.) 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram. que impede o deslocamento vertical.1. resolvendo a estrutura. numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. agora. dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura. a atuação de um carregamento genérico qualquer. IE104. 11-106. sobre a barra SC. separadamente.2. Exporemos. é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total. No caso. a seguir. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. obtendo suas componentes simétrica (Fig. igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig. para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico.1.3.5. a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig.1 recaiu. para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J. igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido. o caso de carregamento anti-simétrico. conforme veremos no referido ca~itulo.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC. (Notar que. do esquema indicado e m 11-105.3 a 11-108. 11-107 . a seguir. simétrica.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer. Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola. basta substituirmos a parcela do engaste. 11-104. por um apoio em mola. conforme esclarecerão os exemplos a seguir). Nas Figs. a fun de obter o diagra ma solicitante final. para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício). 11-105. 11-106. 2. então.3. introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos.3) - F~Q. a barra SC.2) e anti-sim6trica (Fig. superpondo. indicada em 11-105. ' Fio. para a bana SC. ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104. interceptada pelo eixo de simetria. a essência do artifício do arranjo de cargas. 11-104. Podemos. podemos romper a estrutura na seção S. a partir do qual.devido à presença da barra central SC. 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução. o diagrama final de momentos fletores será.

3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício.2 11-108.mpnditica .1 11-108. levando em conta a simetria do carregamento. 11-109. 11-110. ExlI-I6 .im + 11-110. cujos diagramas no sistema principal.Obter o diagrama de momentos fletores para o qua. II-111 Fip. 6 a da Fig. 11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig. todas. Fip. estão traçados na Fig. cujas barras têm. 11-113. 11-108. 11-110. 11-11 I. submetido ao carregamento indiiado. 11. Fio.112 indicado em 11-112.2) Sabemos que a estrutura a resolver.3 .110 n n J 2.1 11-1103 VI-110. Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip. passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca de carregamento. dro simétrico da Fig. a me* ma inércia.o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig. 11.

11-116 Fig. 11-120. 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será. Fio. Fio.67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118. a partir de cujo dstema principal.Resolver o quadro da Fig. mtzo. E. levando em conta a antiaimetna do carregamento. para um reealque de apoio . 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas. todas elas. indicado em 11-116. 11-110.114 e 11-118. o da Fig.estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3. resultante da soma dos diagramas indicados em 11. 11-117.3) Sabemos que a estrutura a resolver. 11-115 Fio.33 Obtemos. é a da Fig. 11-119. a j a s b h .% 1 1 17 .71 4. temos os diagramas da Fig. uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica. e n t h : /Xi = 0. 11-115. EJ = 1 d t m 2 . estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig. = 1à / /.

11-126 e já será o diagrama final. pois ele ná0 teri qualquer impedimento. de 1 cm. Fiq.123.o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig. devido B wntribuição nula da parte simétrica. obtemos o diagrama M1 da Fig.2) A estrutura estará afundando. ~hpanttititiai . = 0. 11. a partir das quais obtemos: X1 = l m t = + 1E"! -t Fiq. do apoio A. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada. 11-127. - .122.-1. o indicado na Fig. representado em 11. não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme. 11-121 a) Parte siméírica (Fig. considerando a anti-simetna da solicitação. que nos fornece: Fiq. 6 a da Fig. 11-121. previamente. 11-125.162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm. 11-125 ' I T lcm ' 4 . toda ela. Levando em conta. a partir de cujo sistema principal. pode mos escrever que V.124. simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig. de cima para baixo.36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será. 11. b) Parte anti-simétrica (Fig. 11-121.3) Sabemos que a estrutura a resolver. 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig. 11-121. então.

Para este F i 11.136 Dai vem. 7 17 .3.129 \i A estrutura a resolver. EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig. cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C .81.-. 11-133. que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11. na da Fig. t m fo-dese a estrutura. não influindo. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. 11-129. que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t .. 11-134 Fip. 11-136. indicada em 11-128. portanto.131. no sistema p ~ c i p a l . para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis. - Fip. a estrutura a resolver 6 a da Fig. então. para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura. todas e1as.2. constitui um carregamento auto-equilibrado.filemo. l3 = 1. que será funçzo. 11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig. levando em conta a anti-simetriaexib tente. apenas. 11-130 (isostática). do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128. 11-128. 11-132 F i i 11. 11. 11-132 (cujas barras têm.a mesma inércia).Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig. obtendo-se o diagrama . 11.128 A parcela sim6trica do carregamento. Fip. Dnpcrandose as &fonn. sn8 a da Fig.135. obtendo os diagramas solicitantes da Fig.

partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria. 11-138. 11-139 . diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura.1. 11. simdtrica em relação aos eixos fx e jj.5. 11-138. a estrutura a resolver 6 a da Fig. Fig. duplamente. 11.o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos ~ eixos ~ xx ~ e jj. tiraremos.1 q 2.138.137. *h Fig.3 . Ex 11-20.2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip.Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig.Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura.Wprrstltkd .1. Os exemplos seguintes esclarecem.

a estrutura a resolver será a da Fig. 11-143. 11-142.318~~ Fip.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig.168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a .140 E r 11-21 . não influindo. a partir do carregamento da Fig.2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais. sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura.o método dar f o r p Fio.3. por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que. constantes. 11. U-140. portanto. Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior. associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0. o que 6 usual . portanto. I A parcela da Fig. a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura. 11-141. o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig. 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-b PR 2 Rdb nR = y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig. Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada). mas que podemos resolver. 11-142. que será obtido. ' --nd*ae no cuo.

Temos.1.AipevstBtica -ntais de It). i i i 11-148 I f Fie. 11-146 5 . então.59mt Ex.1 a 11-151. 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig. teremos a resolver.146.o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11. 11.148. explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy. 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F i . 1. na maior quantidade possível de casos. os casos indicados nas Figs. 11-148.3.II-147.2.3 a 11-151. o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig. : I* . visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip.144 Fip. submetida ao carregamento indicado. a partir do sistema principal da Fig. 11. 11-145: . 11-145 Obtemos. cujos sistemas principais são os representados em 11-148.2 a 11-151.

2 a 11-151. 6 possível.2 bw da grelha. de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs. a decomposiç20 éMlida). então. na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica.1. s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados.5. a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas.Aplicação às grelhas Já vimos. permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais. (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria. 11-152. entáo. explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs. Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig. então. e. no exemplo 11-13 deste capitulo que. colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira . 11-152. 173 2. - Do ponto de vista de deformações da grelha. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs. comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção. Para o caso de anti-simetria (Figs. 11-153 e 11-155 se comportam. colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria. 11-152 e 11-154 se comportam. os sistemas principais. so S i .4 . o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o .154). então. que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs.-= te.2.eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo.& vido à anti-simetria do carregamento. liberando as duas outras deformaç&s.2 a 11-155. as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são. 11-153 11-153.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu. então.149. quando o carregamento 6 anti-sundtrico. $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " . são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura). as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig. então. mas. para as greihas das Figs. como se fossem uma vez hiperestiticas). para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11.1. o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor.a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar. 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157. devido à simetria do carregamento. para estes dois tipos de deslocamentos. Fim. 0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar. .n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria. estes sistemas principais podem ser justificados. 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s. 11. romper a grelha na q ã o de simetria.2 possuem hipostaticidade numa direção. pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado). possível romper a seção S.) Sendo assim. como se fossem duas vezes hiperestáticas).1 a 11-155.

Fia. U-156. aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE.1). bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u. na direção perpendicular â do eixo de . 11. a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx.o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156. a barra SB não terá esforço de torção.2 (notar que.2 e 11-160. atuante em S. O s exemplos seguintes esclarecerão.2 (notar que. devido A anti-simetria. em S'O. 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig.Decompor. portam 10 rücadas n d Figs. a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S. a barra SB terá wmo único esforço. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática).2 to. F i g a 11-152 e 11-154. No caso de anti-simetria (Fig.156. um quadro hiperestático A D S E C que. pode ser rompido em S.1.simetria. aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra. nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante. 11-157. e o esforço wrtante (X3).1 Fip. devido â simetria. Com isto. E r 11-23 . obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig. 11-159. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática). indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal.2. PJ< /+) em 11-159. devido à sua simetria. por conseguinte. Sobra.Aiprest6tica . 11.1 e 11-160. sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de.157.1). . utilizando o artifício do arranjo de cargas. 11-156 2 2 11. ainda. obtemos o sistema principal isostático da Fig. devido g anti-simetria do carregamento atuante. pode ser rompido em S. ainda.158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica. sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção. um quadro hiperestático ADSEC que. com isto. nas mesmas barras". 11-156. a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx.

3.Conforme se vê. a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom iwm (wmbinação de T obtemos: q). 11-162. lmt Utilizando o artifício do arranjo de c a r g a s . cujar barras tEm. Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3. ~ i p .2) Temos: 1. temos a resolver os casos das Figs. Ex.ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig. .Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b . =2 2 Diagramas no sistema principal G7. a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica. 11-162.2 e 11-162. 11-24.todas elas.Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161.

44 E3.43 E2 t 0.57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores. Fip. Fip.37 E2 0. 11-173 3. II-1623) Temos: 1. Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0. t 0. Sistema principal e hipenstfiticos Fip.0. obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip.19 E. representados na P i & U-174. 11-169 4. 11-171 . 11.1 4. representados na - - &. 2. Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip. . 11. 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig. 1. Diagramas da parte simétrica A partir de E = E.168.172 v iirn. Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores.32 E1 .

obtemos . + t a i . 11.o método dm f o l p 2. Diagramas solicitantes Fig. nijas b m têm 2. + 0. 11-175.Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F i . Sistema principal e hipcresthticos 3. GJt - ! X.= lmt Fie. .59 E2. temos: 1. 11-17s E r 11-23. Cálculo dos hiperestiticos T m i o s : 4. 11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos. . 11-177 A pMir da express8o E = E .174 @arte anti-simbtnca). Diagmma no sistema principal 181 I Fig.I' I 0 s diagramas finais serao os indicados na Fig.11-176.23 E1 + 9. resultantes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig.

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

t i a

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea - o método das forças
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t ê m a vantagem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

Ex. 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 . 4. indrcia constante. .5E2 temos o diagrama f d da Fig.1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados. ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas.194 - x3.SE1 + 0. ii-195. + O. 11-196. Ii-26 .o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E . 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 .5mt & - bXJd Fio. 11. todas. cujas banas tem. 11-192. temos: Fia.v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício.4E3.Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig. + 5. X3= l m t lmt tml lmt Fio.Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig. temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&.

temos F i g 11-199. como se fosse uma s ó vez hiperestática. a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = .1 x3x 3 12 Explorando a dupla simetria.HipaestB<ics .6 E3.104 x 2 ( .2 e a estrutura se comportará.16.~) = El 63.16. b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 . s 6 aparecerão os hipereststicos da Fig 11-197. da estrutura e do carregamento. de raio R. = . então. 11-200 temos: 10.O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo. = l m t Fim.202 . 1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio. submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig.6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = . 11-200. C X. 11.Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular. 11-198 Fip.

Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F í & 11-204. IL203. obtmios diagrama final da Fig. .192 Cum. ~-~ Er 11-29 .207. d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E .208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: . 11. b) Diagramas no sistema principal Fie 11. t E1 t 4 E 2 . vem: X1 - - ln 0.137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig. tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai. de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~~miátiea o metodo das fo- - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento.

- fW da Fi 11-212.2 tm210c .2 '. bras siiperiores forem aquecidas de 10 O C e as inferiores resfriadas de 10 OC. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos .2 m de altura.17 E2.o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 . obtemos os . E J S Z 2 = 18 Vem. r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano.194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática . temos: /t X2 P l2 Como tg= 0.25 E1 + 1.x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 . São dados: EJ = 2 E/ a = 10.1 2 . cuja * o reta é um retângulo de 0. GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0. ~ ~ 6 ~ ~= = . A partir da express8o E = 1. se suasfi.Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208.

11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura. que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga. Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB. I E r 11-31 . 11. que 6 o de carregamento de cima para baixo.Resolver a viga langer da Fig. mntais que nela despertarão somente esforços normais. 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas. feita usando as ideias já conhecidas do método das forças. - I para a viga AR: S = 80 cm2. uma das barras do reticulado. 11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical. indiferentemente. A Para o caso usual. pois basta conhecer o esforço normal atuante . do mesmo. São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical. Fia. ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes.uma das barras do reticulado para. e s t a indicados nas Figs. vergência Dentro desta ordem de ideias. pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente. então.aprrststica . as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante. é fácil verificar que. pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori.1 = 104 m4 . estudar: a) Tipo I . sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se. 1 I . devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes.o método das foqar I 197 1. por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar. nas barras inclinadas externas do reticulado. estando as estruturas das Figs. atuando nestes pontos de con.I 3 Fig. a estrutura funcionará como isostática.215. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs. Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão. A resolução deste tipo de estruturas será.Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical.

.83El . por isto. mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais. do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO.T(Y Fip.198 Curso de an%iae estnihird ffipe.219 Observação: s nioNote o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 mentos fletores que a t u m na vip..~/''~ Pedem-se: C A B --. Hiperestático: 6. 11-218 3. Sistema principal e hiperestático Rompendese. um sistema estrutural muito empregado.a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada. pontes. 2. principal. tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 . 11-219. tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal. + 1.42. As vigas Langer sáo. Efeitos finais A partir da expressão E = E. a barra CD do reticulado.(2x-x2x4x2+2x4x4) = .. 11. Diagramas no sistema principal a) Mo .I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4.67 + 23. 11-216.83 Temos: 1. representados na Fig. obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = . obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer.obtemos o sistema principal indicado na Fig. etc).v1 I Fip.&6tiea . 11-220.104 reticulado .42. No b) M1 . Para a estrutura & Fig..3Xl = O . por exemplo..67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N. Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal.o método das f o w X1 = 1. S. Equação de compatibilidade: .

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

. - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. + 100) + 546 x', = O

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 ~ ~ = = 104x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ +7 2 ,x 5z x 4 + 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~pe~tAtic -aO metodo das forças

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp= ' n A
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E . + 2E1, pela Fig. 11.225.

F i g . 11-225

respectivamente. conhecer as linhas de influência dos Seja. L filo + 0 12 L I. ao passo que os são. I. independem do carregamento. Em se tratando do estudo de linhas de innuên.228 Nesta expressão. - x2 = - a 12.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir. linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L. senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = . como os diagramas a combinar seriam os mesmos. entáo. função dele. no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada. provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 . naquela seção genérica. cia. teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação. . Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará. pois. dentemente. no sistema principal. em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. 11. no sistema principal.apenas E0 s X1 X2. podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o]. Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s . Para obtenção de uma ordenada generica de SI0. função apenas do sistema principal adotado. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S. o teorema de Maxwell sabemos que.204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki . temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig. agora. X2 e. 11-228: Com isto. I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O U . I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia.( P1 1 L. aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. generalizando. por exemplo. - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos. então. as l nheeidas. devido à aplicação de uma carga X1 = I . E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária. Lembrando. pois representam os valores do efeito estudado. no sistema principal. obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura). De forma inteiramente análoga. .evi. a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I. temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação. teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. segundo suas l i a s de influência. que: 20s Nestas expressBes. Com a variação da posição de P = 1 variaráo. os 0 ij. o pmblema está resolvido e. generalizando.

que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado. em I ) Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (. (Podemos. pois. ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos.M 8 .o metodo das forças 207 . recairmos nas expressões que deduziremos no item 59.Hipaestdtica 4. ou seja.biapoiadas para carreeamentos da forma da Fig.0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas. Não podemos. conseqüentemente.) Recomendamos. WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- . como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo). L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-. 11-229.P ) corretos Ora.2 . 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso.Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele. a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por . temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc. cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm. até aqui. pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~as . devemos multiplicar os nossos (. pois. A partir das conclusões do item anterior. (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto. também. para a carga P = 1 . Nras hiperestáticas. Supondo que. a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem. [o 7i I * - k h Fip. 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada.ou seja. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc. temos: Fig. em nosso sistema principal adotado.!Vc e. quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos. Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para. usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax. nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos.

Matriz 1 61 Fip. HB. I. pela expressão: 2. cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S. . 11-232 barra CF L I . dependendo do tipo de mísula.E = LI.3 1 I I . M~ VF. . lrn. 11. traçar as linhas de influência seguintes. ou seja: qx.Uma ordenada gengrica R Xi da elástica. são obtidos das tabelas XII a XV do cap. = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11. Linhas de influência dos hiperestáticos 5.10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3. I.LXi (11. com o carregamento indicado na (. entao: a) Trecho BC Xi Fie. X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I . h(?. Fip. 11-232.L I.11) 4. obtida pela combina. Fig. Sistema principal e hiperestitieo~ X1 . 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1.1 .1% h h a ) da matriz Fig.233 rhh I 7/90 Fig. . 11. 11-236 . 11-235.Para o quadro da Fig.EO + ZEiL. M I I . Temos: 1.m. Diagramas no sistema principal X. 11-235 Qv Temos. X. de inércia constante. M ? ~ . çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada.ApIicações E r 11-33 . ou seja.234 Os coeficientes q 1 e V 2 . conforme a tabela 111 do cap.

210 Corso de m s l i s e nitnihiral 1 Hipmtática . 11. traçar a linha de influência de X1 feito na Fig. o que faremos a partir da defullçáo. pois a carga P=l nso percorre esta barra. Com isto.237 b) Trecho CD Para este trecho. também. temos a linha de infiuência representada na Fig. ou seja.laia) da matriz [ p ] . pois vemos que o trecho BC se transforma em CD. Fip.232. TIA= 1. 11-241. 11-239. calcular sua ordenada extrema. o que Podemos. c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços. bastando. para obter a L I.O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig. Sendo assim. temos: 7 Obser~nção: Haverá. Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a. portanto. 11-240. X1.obtendo: Fip. n2o precisam refazer os cflculos. uma elástica para a barra vertical CF. X2. . bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I. multiplicando seus valores por 2 . A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 . com o carregamento indicado na Fig. se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°. vemos que. 11. 11-238 E Y c t .1. 11-240 Comparando com 5. obtemos: Teremos: %= 2 124 7 = 0. 11-238. Temos a combinar os diagramas da Fig.94 .55 . Fg. então. em cujo conhe cimento não estamos interessados.

LX1 I -( LI. Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6. 11-242.96 +1.X2- LLMc barra C F - .LINB Fip.I.2. temos: .13 -1.Mc -1. Vem.242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda.(Vo)F . 11.X2= LI. (Mole barraCF -L. 11-243.V F Temos: Temos: L I.l. X1 30 + L.212 6.96 t3.39 VI E 6.í. Outras linhas de influência barra C F 6.1X2 ).39 %E0 .I.X1 + 1 L. I.1 xL.1.y x2 1 A I I1 111 IV V +1.L 1.13 +2. barra C F =L. a partir do quadro de valores seguinte.2 - - L. na Fig.64 . entáo: a partir do quadro de valores seguinte. a linha de influência representada na Fig. estando representada.3 .64 -3.1 L I. VF = L.

5 L. . XI ) = 12 L I. I.214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica . estando traçada na Fig.5 . . MI1 = L 1.I.4 .L. 2 6.L. I .L 12 1 6. Fip 11.12 1 L.I. 1 .L . 11-244.estando traçada na Fig. evidente.o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI.0 que é aiiás. Q v .(Ho)i( . L L Q V E LI. 11-245. X 2 = I2 1 1 -(L.30 L 1.L 1.1. X.O v . M ? CF.(Qo)v Podemos dispensar seu traçado. lemos: I L I. X .L.245 . I. ( M o ) II + 0..X1 + .

11. obtivemos [ SI= [I 161.I.-L. 11-246.Para a estrutura d o exemplo 11-1 I.0459 0. X1 . ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2. OU seja. 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3.5 L I. 11-70 do referidoexem. Q1= L I. obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV.q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11.48 0. 11-34. 11-248.0560 0.1. Adotando o sistema principal da Fig.0349 '12 0. (MO)I . plo e que esta transcrito a seguir. contada do apoio esquerdo.1 ) no lugar 116 de X1 . com o carregamento dado na Fig. MI = L I.2 .indicada na Fig. traçada na Fig.38 I I1 111 . '71 0.217 I E*. Fig.0560 0. . Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-. obtenios. 11-247.Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ . com o auxílio quadro de valores a seguir.245 1. Seção do 2. Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2.0349 0. indicada na Fig. traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo.0459 "x1 0. ( Qo ). 11-249.L. Xl .1. para o tre.38 0. cho horizontal em que se desloca a carga unitária.10). a L 1.

ipJ). .2 e 11-251. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig. seu conhe cimento é. obrrviflo do item 1. 11-251. em A. Assim. De maneira inteiramente anáIoga.3). pois nos permite conhecer.3: Fio 11-250 . -VA x l + l x q = F x O . demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência. ordenada nula na seção A). atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo. q = VA. teremos. I. para a mesma estrutura que a da F@. 11-252. uma força V A igual à que existiria se O vincblo existisse. para a qual desejamos obter. decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o . Considerando. a linha de influência da reação vertical em A. que se comporte à flexão como viga biapoiada.2 a aplicação. serão obtidas por pontos. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica.. .1. temos o esquema estático da Fig. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig. 11-251 14 Ver enunciado no item 4. 1. 11-251. aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251. Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA. Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal. oquedemonsiraque. 11-251. 11-251. bastante útil. sendo a elástica desta estrutura. I. empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap.2 do ap. as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que. lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v. no entanto.~iprr~tllüc a o método das f o w ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando. Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas.4 do rnp. que aspecto terão estas linhas de influência. no sentido oposto ao de vA positivo. N. 1 deste volume. em A. rompemos o vinculo capaz de transmitf-la. o p r b ri.~ r e d a u 'd ~ também aplicável para a obtenção de linhas de influência em estruturas hiperestáticas. agora. idêntico ao da Fig. pois.L.para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática. a linha de influência desejada. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap. 11-251. em se tratando de elásticas do sistema principal.2. por exemplo. b) A regra de ~ ü l l e r . para a viga mntinua da Fig.

que representa o aumento da deformação a 2 . submetida ao carregamento P i indicado. Sendo assim. 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 . acrescido dos hiperestáticos X1 .' .220 Curso de anáiise estrutural I I I w .a2 T ax3 . 221 Podemos. .O teozema de Mennbrea Apresentaremos. podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig. podemos escrever que 6 3 = - .2.~t i a . submetida ao mesmo carregamento Pi . pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura.o método das fowra isostatica da Fig. sendo o valor de M a determinar. por exemplo. aumento este essencialmente positivo. 6 o deslocamento horizontal de E). devida ao carregamento atuante. a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 . que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie. então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h 2 > 0 . podemos dizer.253. 11-254. conforme já sabemos. na direção do hiperestfitico X3 (no caso. 11-255. obtemos . . que possui inkrcia constante. 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 . sendo r dos teoremas de Castigliano. cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas. -q . Xg . Ex 11-35 . encará-la mmo sendo a estni11. 263 a energia real de deformação da estrutura. que 6 3 = 0. por exemplo. agora. Por força ar = 0. Temos. submetida ao carregamento indicado. 0 que indica que X3 toma um mi- 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea. Devido à simetria existente. obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig. Derivando esta última expressão em relacão a XI< . uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja.. J x.Empregando o teorema de Menabrea.

+&L 2 qx 2 Levando em conta que.2. N = N O + N I X l +N2X2. a igualdade pode . M = N=Zo + N I X I + N2X2. m=Mo + M ~ + XM2x2. ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 .C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas de diagramas 6.o indicado na Fig. 12 Impondo o teorema de Menabrea.Como: M(x)= -'. p i s . Conforme vimos no cap. submetida ao carregamento indicado.. I deste volume. vem: I + 1 xQ (Q9 .+ Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig. 11. por exemplo.1.1 . nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI .256. a partir de um sistema principal qualquer. a partir do estado de carre gamento da Fig. 11-257. para a qual desejamos. 11-256 6 . Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática . podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2.o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 ar = aM 2EJ - 3 I --0:. "C:"'] + + +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: e de x 2 .Verifiraçk I I CS + x2 - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig. temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido. a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. calcular o deslocamento da seção m na direção A. 11-257.

seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal. calculamos. Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e .280 que queremos cplcular. deslocamento li. da Fig. Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio. substituir por (11-21). empregando a tabela 11: Fia. no caso de carregamento externo.. valores estes que sabemos serem nulos). Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução.224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka . m u e. 11-258 Fia. 11-258. etc.C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig. ) . substituir por (11-20). obtido a partir da estrutura hiperestitica. -. 16 No casa de estnitura no espaço. A partir das duas Últimas expressões. empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais. anterior. da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn. a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 1 .o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero. U-259. l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V. pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia. No . um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática. o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica. estado-de . num sistema principal isost6ticO 18.canegarneE. Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. K x E são os esforços atuantes na estrutura hiperestática no ~~. 17 N O casa de emutura no erpaco. 6. o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M. e Mo.temos. O gênero. pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos. DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t. necessário ? obtenção i de um deslocamento cujo valor nhecemos a priori @r exemplo. que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35). então. 11. por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação. por exemplo. 2 6 0 (sendo. ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer. near de um apoio do 2 . a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento. rotaçao num engaste. N. este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri. b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica. E r 11-36 . qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. portanto.

Ib19. indiferentemente.263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0. que reproduz o resultado anterior.11-263 e .45. o diagrama indicado nesta figura que. Temos. desejamos verificar. Fio. a rotação da tangente à elastica num dos engastes. nos fornece: Temos. temos: I I r%. representado na Fig.Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig. 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá. 11-265. 11-260. 11-261 Ex 11-38 . da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal. . Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig. 11-266. o que lmt Imt M EJc6= I Fio. caso contrário. os diagramas Mo e M das Figs. cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. ~ 1 = O. a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X. náo será possível esta verificaçáo. ser nula. Ex 11-37.45. por exemplo. adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig. a Calculemos. 11-21. cujo valor. para a estrutura da Fig. x 4. 11-258.82 + =)= 2 +2. por exempjo. escolhendo o engaste A . o sistema principal da Fig.6 = I = 0. chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado. . obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo. que sabemos a priori ser nulo. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática. I Cslculemos. 11. A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig. 11-262 e 11-263. U-261. combinado com o diagrama M da Fig. a priori.Obsewuçüo: Para o estado de. que conhecemos a priori. que sabemos.245 mm. 11-265 não poderia ter o engaste em A . que impediria a rotacão da tangente à elástica em A. verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig.$egamento poderíamos ter. senão vejamos. a partir do si* tema principal isostático da Fig. no caso deste exemplo.Empregando o teorema de Pasternak. 11-264. por exemplo. o deslocamento horizontal doengm te A. Assim.x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M . tmba.Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores. 11-262 Fig. Ex 11-39 .09 = + 2.. Ihado com um dos sistemas principais da Fig. submetida ao carregamento indicado nesta figura.

y c] Fie.expresso Fie. por ela provocado. para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura. Podemos. para a obtenção de M. senão vejamos Partindo da expressáo (U.1. sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama. 11-287. o deslocamento da se$%om. para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O. N .0 1 . 11-267. ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos. . estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig. N = NIXl + N A .1 deste item.1. evidentemente. valerá. finalmente. 11-257.14) e levando em conta que: M = MIXl . Q = QIXI + Q2X2 .2: 6.) de temperatura Se a estrutura da Fig. 11-267.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz. o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura. a partir do estado de carregamento da Fip. 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B& d$ s !+ !A/ - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6. 11-266 Como.1 . (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve. também. i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie.2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada. trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática. na direção A.2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie. I deste volume. 11-267. sabemos que I I l9 A notafio e a s mnwnções de sinais a 3 0 a1 mesmas apresentadas no tópim cone* Pondmte no mp.Estado de ddomirSo IEnorqm: M.Caso de varia* + M2X2 .

a rotação da tangente à elastica mo e No. com 6ltimos termos por se tratar de um quadro. a partir da expressão (11. os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura. (esforços M.N. No.Hipmiática . 11-41 . podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1.a partk dos quais temos. Ex. toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim. 11-24): A expressão (11-16) nos permite.2 e 11. Ex.yáo dástiEP da csflunira). calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1. hecido. trabalhando com o de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços estado Mo. substituir por (11-22).16).gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) . que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e. 268. 11-40 . 20 No caso de estnitura no espaço. Q Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente. sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo.M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem. Escolhendo o sistema principal da Fig. por exemplo. A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura. *' I F i i 11-269 . como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>.Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior. Calculemos. para o sistema principal da Fig. ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura. em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + 1 ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura. levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig. I em A. seus valores serão nulos e ficamos. 11-270.Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig. finalmente. 11-268. calcular defomações em estrutu.3. os diagramas . empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform.268. 11-19).1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. temos.Le do cap I.o método dss fo/ 231 No caso. então.

3 A scção central sobe. 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11. pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento. pico..Ciso de reealqws & apoio 6= 0. N. para a q u d queremos calcular.@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo.3. provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig.1. empregando o teorema dos trabalhos virtuais: . então. temos. ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática.o e 6 1 6... C . 11-271.A - Fig. constante. no item 6. Ex. o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos. O ) Fip. 6 um retângulo de O. 11-273. obtemos. - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273. o deslocamento da seção m na direçzo A . 11-272.2 Eado deurrasmmm I E n o m : M. com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) . N . para a obtençáo de M).. 11-2732.1. se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de . que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal. indicados em 11-272. 11-273.. já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie.000002 rad O .lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig.2 e 11-272.Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig. 11-42 .14) para a expressiio (11-15). por exem$10. submetida aos recalques de apoio indicados. então. podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos.4 m de altura. então. de 0 9 8 m .1 .2 deste t6.113 execução..O .E n d o da d&rmuj& (Worsa: M.

1) podemos escrever. Mo.Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig.' . as expressões (11-12). sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura. Ex. em seu cálculo.e do cap. ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs.W Cuiso de anáiii estrutural -Oca . a partir de (11-18). tomad o na estrutura hiperestática. 11-274.0175 m = 1.2. 11-275 No caso de ertmhira no espaço. Calculando. por exemplo. 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo. que . respectivamente. substituir por 01-23). Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p. aquele devido ao momento torçor. Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. Podemos. Assi. 11-272. (11-13). trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica. a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura. N. 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig. Caso tenhamos uma estmtura nb espaço. Ro. L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas. indicados na Fig. podem -ser feitas. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento. também. . 11-44 . para o caso de estruturas espaciais. dos apoios A e B. para o quadro da Fig. 6 = 0. em: Fip. trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica). (11-16) e (IE19) se transformarão. se referem a um sistema principal isost6tico e M. de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: .271. . a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos.o método das f o p 235 Esta Última expressão permite.Calcular. No. calcular deformações em estruturas hiperestáticas. o deslocaNa expressa0 (11-19). 11. então. Fig. obtendo. devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação. a partir da expressão (11-19). sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento. as simplificações mencionadas no item 1. provocado pelos recalques. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio. devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. imediatamente.75 cm (para baixo). já são conhecidas (V. Ex 11-43.

s = 9. 7. 6 7. que possui inkrcia constante.1 .Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig.280 + de 7. 11.Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. 6 = 0. 7 .En. de inércia constante. b) calcular o valor da carga concentrada que.7 - 18. qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t . + . 11. Fig.3 .001 rad. dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado.278.Enido & sri.4 c*- d C b ---C t L+ Fig.2 .C Fig. aplicada emM. 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque).Para-a estrutura da Fig.a m + d m .pmmto. da Fig.00099 ' - 0.276 . 11-280. 11-277.do&&foimi*k. 11-279. 11-278 H.279 . 11. 11-281.Pmbiemas pmpoatos 7. w I Fig.236 CII~SO de inPg «rhritiua~ e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7.Para o quadro.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática. 11-275 . E E n i -inFig. Todas as barras têm mesma indrcia.5 . + 11.9 . 11.

nos bordos superior e inferior. A . rotulada em A e engastada em E. Fip. Sendo dados = 10-5/oC. 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC. é submetida a uma variação térmica linear.Hiped6tics . definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC.As fibras superiores da grelha da Fig. 1 1 1 &2t . peGJt dem-se seus diagramas solicitantes.284 provocado por: a) carregamento indicado.Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig.o método da9 fo- 239 7. 11-282.9 .W = 104 tm2. A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior. = 2 .Uma viga de seção constante.6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia. 11-282 7. 11-283 Fig.s m (altura da seção reta). J. 11. segundo a altura h. Fip 11-282 7. 7. a. S.283. Dados: E. respectivamente. h. b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7.284 . h = 0.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig. r.7 . 11.8 . Determinar as rea' @s de apoio. AB=BC=6m Fip.10'. 11.

Pede-se o DMF e as reaçties de apoio.J.Idem. 11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto. sendo Jm = J. JCOSP Fig. São dados: Jm Barra curva: -. 11-291 durante a montagem para que. 7. J~ J 4 para a bana curva: a= 1.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig.11 . tracionando as fibras externas ? .289. Dados: JA = JD = Jcomp.. 11. 11-286. - . J cos P 3 = 5 Jcomp. 11-289 J = J mmp.13 .Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig.16 7.240 Cuno de wáiisc estrutural 7. 11. sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7. 7. Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig.1.15 Fig. o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt. Ucomp.O apoio B da estrutura da Fig. Jc = Barra +h & h + I0Jcomp. 11-286 7.12 . sendo Jm= .288. para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1. I r ~ 911-290 .Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. para o quadro da Fig.14 . quando atuar o carregamento indicado. Dados: Barra ( i J : JA = 2Jcomp. = 104 tm2 @ : . de cima para baixo. Admitir que a barra @ tenha inércia constante. 11-287 sofre um recalque de 1 cm.

Resolver a grelha da Fig.*% Fip 11-296 0 Fio. 1 1 . para o quadro da Fig. Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef. que tem F J I GJt 723 . . 11-296. 11-291 . CJ.24 Fig. * - ' - L . n-293. 11-295.Idem.'i .204 720 . 11-292 +. 11. l - rn ]+6fiLJ 7. para a grelha da Fig.m+- 7. 11-298 .Idem. de dilataçxo: a / ~ i b +.22 . regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i . submetida a um cai. 11-294.19 . 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig.17 .Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi. 11. 11-298. --f-'"-f- 7.2 q . cujas barras têm E =2.21 Fia. = 104 tm 2 7.295 7.18 .242 São dados: CUROde análise estrutural EJ. Fia. cujas barras têm inkrcia constante. obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig. 7.Empregando o artifício do arranjo de cargas. 11-299.Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig. ga balczo semicircular da Fig.

Y= Fig.25 . iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído. 11-301 .a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra i AB. 3 0 .Calcular a compressão atuante na barra EF. 11-303 Fip. para o quadro da Fig. 11. que tem rigidez EJ = 10 tm2.~ m4 UIEa- F ~ 11-306 . 11-301 7 .Obter para a viga da Fig.302. 7.28 .Idem.27 - Idem. para o quadro da Fig. iI-303. Fip. Q I Fip. 11-300. 11-299 7. São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 .26 JLm 4 em$ +Im 729 -P .Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig. 11-300' + 7.Idem.I ! 7. para o quadro duplamente simémw da Fig. s = to-> m2 .

31 . da F ~ R1 . indicados esquematicamente. . 7. devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E. F i g .yCUROde anáiip estrutud ~~rrststica o metodo das f o r p - i 7.Idem.Empregando o artifício do grupo de incógnitas. para as estruturas (grelhas) da Fig. 11-308 7.1 x lo4 tm2. 11-307. Ir-308.que tem W = 2. são simétricos o u anti-simétricos: 733 .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro. ü-309. Os carregamentos. de inércia c o n i \i tante. de cima para baixo.32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig. 3 0 6 .34 . obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig.1 .

cujas barras t h inércia constante. que tem EJ = 2CJt +3m 7.36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig.7. 11-311 . 11-310. obter o valor do momento torçor atuante na bana AB.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. para o quadro da Fig. 11313 +.As fibras superiores da greba da Fig. São dados: EJ = 2 x 104tmZ . 4 1 .313. Fig.38 .35 -+ Fip.37 . I Fip. 11-315. G J I = 104tmZ . $tlm Dados: Barra horizontal: - . a = IO-~/OC ttttttt* 7. 11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C.5 m de altura. Sendo a seção transversal um retângulo de 0.39 . 11-309 3m ? I L 7. 11. 11-312.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem.40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig.ri 4 7. 11-311. Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7. 3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio. que tem inércia mnstante.

.ticulado = 103 i. pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11. .47 . i .3 19 e 11-320 que têm inercia constante. ~ o m até 4 vãos. que variação de durante a montagem.o método das forfs9 251 Fig.e as barras do reticulado tém /:S = . São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES). 11.41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7. 4m t 3 m * 3 m + 7. foram tabeladas par Georg Anger.l i i +. 11-316 W = lo4 tni. 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante. e de momento fletor na seção 1.250 7.Calcular.Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A. traçar o DMF Fig. com a atuação do carregamento indicado. cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7.44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A .f. para o sistema pênsil da Fig. comprimento deve ser dada A barra O?.318 7. 11-321. 6m-i(L6m Fip. b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC.4 Fie. para o quadro de inércia constante da Fig. 4 .*.. 11-323.43 . 11.42 . 11323 - Para a estrutura da Fig. . (S )viga = muito pequeno. de cinia para baixo.i - L I u . I II B ----. Dado: a = 10-5/uC. as linhas de influência de esforço normal na barra U:.-. cotando-as nas seções indicadas.Resolver a viga armada isostática da Fig. para que.48 Fig. sejam nulos os momentos fletores em B e C. valendo. . A F aII Fim. 11-319 Fig..Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig. ambos. sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural. tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B. para as vigas das Figs. L i 7.45 . 11-324.322 -+h-+ 7. . para a viga armada da Fig. 11-317. São d a d o ~ : ( E J ) * = ~~ 104tm2 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7. 11-321 4 +s. 11-318. 3 cm. 11-322.46 . . Traçar.

313. E + A + * + 112 2 Fie.Empregando o teorema de Menabrea. .Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 .Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig. 1 1 . 7. que teni EJ = 104 trn2. atuando em A. para as vigas das Figs. inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig.Calcular o deslocamento vertid.55 .54 . obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de. 1 1 . 3 2 4 7.2Jc 7. 1 I 8 Fip. 7.49 o quadro da Fig.Ic 10 Jc Jmax 7.293.327.52 . 7. 11-325.Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t.283. 4 1 112 11-326 . 253 da es- . que têm rigidez E% . 11-326e 11.50 .Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7.o método das fotrutura da Fig.51 . 11.Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig. 3 2 7 .Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste. sob a carga P . 11-288. 11.53 . para .Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig. 11. de cima para baixo.

Barra BC:-8.5 7. Barra BD: +6.4 7.75t.6 2 ql -- 3 - Tração de 3.7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 EJat (traciona fibras superiores) M= - h . ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7. Barra AD: +6.o método h i o q 7.86t.38t Esforços normais: Barra AB: -4.ESt.T Hipaesiítiea .5t.

73mm Reações nulas .19 .17 .Momento torçor: 0.I I I 7.16 7.151 .Encurtamento de 4.Tração de 4.Momento fletor: qRZ.298 qR1 715 7. r-o .

63t 7 .Curso de anáíise estrutural mprrststia .29 - Diagrama nulo 7 . apenas. 3 0 .Indicaremos. o número mínimo de hiperestfiticos distintos: .o &todo das forças 7.2. 3 2 .

4 em .o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos.43 - Encurtamento de 6. 7.260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática .

v.o metodo das fo- .' Curso de anais estrutural f6prestádca .

um apoio elástico.-M (111. pois estamos no regime elástico). numericamente. pois K = . esta viga funcionará como biapoiada. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6. ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. dita constarite de mola. devido à rigidez infinita da parede @ . dizer que o ponto B da viga CD é. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. ~7 Fip. I Fip. sob a ação de F. 111-3. uma reação-momento M. se deformará. sobre a viga CD. 111-4 1 portanto.1 . 111-2. sob a ação da carga recebi. como apoiada em A e engastada em B.1 Seja. 111-2 A móla fica defmida.ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. A seção B da viga náo poderá @ar. pela constante k. o da Fig. . 111-4. a viga funcionará. A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será. Se tivermos. razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 .Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 .2) Fip. a viga AB da Fig. 111-1. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B. pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida. este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. associada a uma rotação 8.Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig. Estamos. 111. Agindo uma carga P sobre AB. diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 . neste ponto. Para conhecermos esta constante de mola. uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores. Chamaremos a tal vínculo engaste ekSe ele será definido pela constante K de engastamento elástico. aparecendo nele. finalmente. então. agora. pois. em B. visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação. a O esquema estrutural da viga AB é. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante. o da Fig. então. basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig. 111-5. Podemos. portanto. para a viga AB. então. da. Temos.

ld tlm. 111-6.1.Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I . acrescentar aos termos atd aqui considerados. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig. A aplicação seguinte esclarecerá.Para a estrutura da Fig. ou seja. c) rotação da tangente A elástica em A. para cálculo de deformações em estruturas.1 111-6. deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação. k a t a d o de carregamento. = 104 tm2 . por analogia com o caso anterior. estas molas terão.3 (que fun- Como.2. no estado de carregamento. o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura. Ex 111-i. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic.k .6. para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig. respectivamente. 111-7. pois. Basta. no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos. no cálculo dos EJc 6 . uma deformaça0 6 = -).curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 . kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = . temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento.2 111. F Dandese h estrutura.3 . sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig. no uma força F (ou seja.2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola. uma força F e. 111-6. Fia. no estado de deformação. teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E. 111-6. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas. Por exemplo.3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente. resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1.6.CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que. K b) deslocamento vertical de C. que tem El 1. nas aplicações usuais. 1 1 1 8 qM 111.

6 = - 18. k = 10 tlm - - p@ 4 " '. M = imt F = 1/47 Fia. K = 104mt/rad .9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos. São dados: 4 = lo5 tm2 . A B n C A - Fig.9. ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '. obtemos: F J = ~ J'MÜI~ ~ + 3 FF k + 3 K M M . temos: . E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig.4 x 10-3 rad (sentido horário) 4.8.1 Fig. 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da F i g 111-11. também. ~o ~ problema das estruturas hiperestiticas está. 111-9.33 + 12.9 1. 111-10. 111. As aplicaçtks seguintes esclarecerão.4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111. temos: 2. resolvido.26. imediatamente: BA = 3= K 104 = 2. Equação de compatibilidade: . imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos.5mt 111. 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J .'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1.83 X1 = O . Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig.

Hiperestático: X1 = 2. São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0.1 u = lo-S/oc . 1 1 1 4 . Ex.18 Fip. Diagramas fmais Fio. 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A. Hiperestático X1 = 0.l rn 111.270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5. Cglculo dos m c 6 1 Wc611= 2 x 3.1) e (111.2) sabemos. S%odados: 5.Resolver a grelha da Fig.Calcular o deslocamento vertical do ponto A A $ ) y B/txl Fio. 111-19-1. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0.62 6. 181-14 Observação: A partir das expresses (111. 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1.05 x 1 0 4 rad (sentido antihorario).05 2 Diagramas no sistema principal 6. da viga-balcHo da Fig.374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i ? : Bg = 2. cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC.19. 111. IU-3 . mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores.x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 3 + x 1x 103 - " Fio. Diagrama final 3 . Sistema principal e hiperutático Ex. no caso.

. Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2. para atuação de X1 = 1: . ção. podem ser considerados como um apoio elástico contínuo).a do exemplo 11.introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso.. 111-20. Ann Arbor.=ontfnuo tenha inbrcia constante'.. = .X~ A = O 2 vezes derivada..-% .. Hiperestático X1 = 9.. não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção.I( . de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que. então. a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4. v. --. exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02.2 r o s O ) d o + . vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho. a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de .as cujos apoios elásti. em relação a x: 6. 111.2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico . num apoio elástico c o n t i n u o para elas). q (xl 2. HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons..0. Temos. 11.20 3.20 + 2.--Irt-- =z Fig. de.-- . temos.~.#.. com precisão satisfatória. possam. sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio. Deslocamento vertical de A: - . com rigidez H . rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M. I Fig. "'Z I. temos: I.-I o4 x 104 I Seja o trecho Atl da viga. para o funcionamento da estrutura como grelha. . Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui.. igual a ky. carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que.935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2. em cada se. de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec. ser considerados contínuos. cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig.. membro a membro. Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 .1 .14 Xl 6 .35 . Equação de compatibilidade 5. 111-19.15 do cap.Curso de anáiis estrutural Levando em conta que.

I _ dx2 1 Derivando. temos. .1 . obtemos: ~ ( x= ) dr = . a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica. ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante. No caso de inércia & = . Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc. entzo. devemos ter C1 = C2 = 0. 111.~ e .21.C4 cos Xx) V* Levando agora e m conta que. Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ e-h /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica. devido 2 simetria existente. empregaremos o princípio da superposição de efeitos. a partir de cuja solução. devemos ter riável. a partir de (111-5). 22 i Passemos â determinação das constantes de integração.AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig.' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx - . conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga. com o que ficamos com: I I I . no caso: que 0. obtemos. sendo assim.21.I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig. cuja soiução 6: será. vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente. dada por 4y =o. submetida h carga P aplicada em O. levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado. 111. 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10). a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento.Vigas de mmpnmento infinito I 2. obteríamos: 6 2 y r + 2& E + l d dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo. y(x). Levando em conta que y ( .2. conforme veremos nos próximos itens deste tópico. estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada. dados por: k -4EJ 4 Fip.) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação).

9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário). que C3 = C4 .13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) . simplificando-se a igualdade (III11) para y(x) = c3 e . finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X -Ix(COS Xx + se? Xx) y(x) = 2k e > 0: F i g . 111.13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24). M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas. I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P . ~ ( x ) . a introdução das s igualdades (111-17) a funções A(Xx). de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc.Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem. 6 As expresròer (111. da condição: ~ ( 0= ) 0.2 EJ M ( x ) = -EJ 2 dx2 h2c3 e . B(Xx).12) a partir da qual.17) (111-18) . d e f ~ d a pelas (111-20) e tabeladas. temos 5 Estamos.~ No ponto de aplicaçao . com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos.22. AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111. CfXx) e D(Xx). cotn o que obtemos. obtemos. b) Para facilitar o t r a b numdriw ~ do engenheiro. temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo.P/2 5 . então. 111-22 (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 e-'X -k sen xx P M(x) = 4X e A x(cos xx . vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió).sen X X ) I Q(x) = .M(x) e Q(x) se encontram na Fig.E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x).. podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 = . para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII. válidas somente para x Po ritivo. sabemos tambhm que: Q (O+) = .da carga P(x= O). Permite a simplificação das equações (111. sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas. a partir da? equaçõcs dcduzidas. Isto prova a validadc do emprcgo do principio da ~uperposifão de efeitos.h x (cos xx + sen X X ) (111.' x - Devido à simetria existente. calculando a e q u a f ã o válida para x positivo.

Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig. m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos. as funçer' Afix). Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0. 111-5 . 111-23. para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2. Ex. com o auxílio da tabela XVIII. .sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri. C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio. la é k = 4 x l d tlm2. mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) . B(Ax). imediato. então. repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-.q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx .

MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida.Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + . - 5 22. queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso.Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig. . o produto Pa tender para Mo. empregando o principio da superposição de efeitos. os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'.respectivamente. 111-26 .. (111-17) e (111-18). Como 0 b S e ~ a ~ á interessante o a respeito deste exercício. A Fip. levando em wnta (II1-21). submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M o . temos. aplicada na origem 0. obtemos para x M o A2 Y/X) = B ( w (111-25) [ . Podemos fazer o pr* blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24.2xBfix) I = Mo x2 --BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo A3 = -k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita). que: = . igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada. Assim. a ten8endo para zero. empregando o principio da superposiçZo de % . 111-24. temos. a partir do quadro de valores a seguir. .1.2 . Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas.2 quando. d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 M A A /Axl Q(x)=-FJ---d3y dr3.

submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB. os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo. entHo. MC e QC .e-Ab cos . que: V Fia. definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B. escrever que: +m h ) ] = $ [(i .27 Partindo do esquema da Fig. obtemos: . teremos: 22. levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y= C <Idrh e-Xx (cos ~ x sen + XX).b) Podemos. entzo. os gráficos indicados na Fi& 111-25. eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo. Em particular. obtidos levando em conta que. respectivamente.e-Ab cos u) Podemos. Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C.e-Ao COS h=) + (1 . 111-26. Empregando o principio da superposição de efeitos. então.3 . devido à anti-simetria da solicitação.l 3 t m ~ ssob= r apoios elásticos 283 Temos.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC. nI-27. temos. 111. temos: i (COS XX + sen h x ) & = 32k (e-'' cos xu . para O cáiculo de Vc. as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas.Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig.

i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc.1.. . a partir das expressões (111-21) a (11124). -V 2.Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer. MC e QC. tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído. Seja a viga semi-infbita da Fig. 111-28. o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será. da Fig. evidentemente. poderemos escrever que: . 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h. submetida ao carregamento indicado. Para o caso. que desejamos resolver. Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga . QC . Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc. por exemplo. a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos..1 i semi-lúinitas - Vias s e m i .3.um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. Iii-29.

por: P ser8 Asim. em AW. em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42). 111-29. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada. Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita.Resolver a viga semi-infinita da Fig.1. 111. isti. trabaihando.286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2. se conseguirmos fazer desaparecer . sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. assim. 111-29. 111-29. que não estaria. a - ou *a: P [ I + C 2(Ao). de um momento que tornem inativa a parfletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) te da viga infinita à esquerda de A. de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A.2.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29. Temos. 111-30. então.31.6 Para a viga semi-infinita da Fig.2 D 2f i a ) ] ME= 4A E& 111-7. Caso tivéssemos MA = QA = O . 111. 111-29. a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29. empregando-se o principio da superposição de efeitos. devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig. acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42). obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P. então: I \ Po=4(XM~ + QA! A s s i m sendo. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig.2.2 deste tópim). submetida ao carregamento indicado. levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P ~D(X~): obtendo.1 residiria na existência. o momento fletor atuante sob a carga dado. que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A.MA e QA para a viga infinita da Fig. uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento. atuantes em Aeq.3. sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig. Levando em conta as expressões deduzidas no item 2.2. no caso. em A. OD . IIM2 submetida ao carregamento indicado. em A. Ex..

111-34.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno. U1-34. para o ponto A. 111-34. que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig. analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre.2 . no caso. 111-34. d e fmidas em (IU-43) e (11141. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. suporemos P aplicado em Adir. sendo YA e M . a partir de (11141) e (11142): Assim sendo. submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita. na viga infinita. 2. para a determinação de Po e Mo. obtendo-se. Ex.hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m ) i. 111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi.=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig. a solução do problema. submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada. ) . . Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento.Resolver a viga semi-infinita da Fig. .//. o deslo-ento eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida.1. 111. a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28).3.\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re. de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. 111-33. acrescido das cargas Po e Mo. Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r . apenas. submetida ao carregamento indicado nesta figura. aplicadas em Aesq. ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita.2.1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig. válida para x O. a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig. obtemos.2. a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig.35 submetida ao Carregamento indicado. Sendo assim. y =M = O . iII-8 .

. obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P.. 111-37. enião..Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso.1 e 2. 3 . = 1P = O.46): - .S. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. 111. A !"t=*s. 2 . I .~w1 .%n/ 4 2 - OD ---r..38 Suporemos o momento Po e Mo. aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando. a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig.3.2. 111..=. Fig. para .. pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23. 111.35 I V Fio. No caso.38. -.1 será a da viga infinita da Fig. 1II-36. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl.ciM A A . então. submetida ao carregamento indicado./3& * Fig. obtemos: Assim sendo. a partir de (11145) e (111.3. a soluç%o do problema. válida para x > O.. obtemos. . - I U . os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y A e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga infinita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita..fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 . .>"m#s. obtendo-se: E% nI-9. levando em conta que. a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai.a viga infuiita da Fig. para a viga infinita da. 111-37. 3 .e. em conta que. as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo ).Para a viga semi-infinita da Fig. I obtemos. Por analogia com os c h s antdores.2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada. obtendo-se.

obteremos os valores de PoA. desde que acrescentemos. Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu. as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s). analogamente ao caso da viga semi-infinita. 11140. Sendo. 111-39.~ . o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA. no entanto. as cargas PoAr . Pog. c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P.CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair. Resolvido o sistema anterior. Procedimento lançado por Hetenyi. devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita. na viga infinita. as cargas P o e ~ mo^ (aplicadas em A"q ) e P . "F . por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 . MoA. p l s primeira vez.de cbmprimento i . dado. resolver a viga fuiita com bordos1ivres. nas seções A e B da viga infinita. ao carregamento atuante. Este pmcerso foi apresentado. da Fig. Bulirn. O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser.que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig.28 (Aa) D &a) ] 2. Daí. então QA MA. levando em wnta que devemos ter. que apresentaremos a seguir. QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes. par exemplo. Seja. na viga infinita M = Q = O em A e 6): . lIU1 i" -7~ - . e MoB . a parür do e i quema da Fig.-! t _ - I *v P o ~?A . para esta ultima. empregando o ptincípio da superposição de efeitos. IIM1. por M. e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos.4.1 . 1938. P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas. submetida ao carregamento indicado. grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar. B e mo^ (aplicadas em &ir) tais que façam com que apareçam. nas seç&s A e B. os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada.A (Xa) CIAa) . Fio llC40 Fk. na resolução de urna viga infinita. Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig. IIMI.uoA . t i i i m sobe apoios dásticoa 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia. w m isto.

as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E. seus sentidos sertío os h . sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs.1 (carregamento sim&rico) e 11143. devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip. II143. As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas. a partir dafunçtío E.l.2 (carregamento anti-sim6trico). chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A. por c o d i d a d e de ipresentaçüo. e .1. ao caso da F i i 11143. agora.2 (carregamento anti-sim& trico).(M). -dicados na Fig. os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura. chamando de eQ : o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso. lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo . temos.1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143. 11143. concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece. defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P. a partir da funçso E. adotunor cvmo carregamento uma única . as mdiçóes de contorno. ~a i aplicar no caso da Fig.e e 4. . de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P : . a) C ~ M mti-hetnèò Impondo. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig. 11143. respectivamente.subme& da ao carregamento indi~ado. M = Q = O em A e E.S j a resolver a viga com bordos livres da Fig.2.& .nocm de valores negativas. temos. III42. sendo sim6tricas as cargas . 11143.~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas. O I( r A soluçtío do sistema nos fornece. as duas cargas . rmpeetivamente. as duas cargas concentradas.

F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo. acrescidas das cargas para o I? caso. si30 dados por: 6 P" - regament~'~. as duas cargas de sentidos opostos de PD). submetidas. pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica. agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44.52). 1114. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento. Assim. MA. e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig. Concluindo.3 submetidas respectivamente. em A e b'. a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica. e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno.1.1. acrescida das cargas $ e M : aplicadas em Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento. será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs.. as duas cargas de mesmo sentido de P/2).(Valores positivos de P : 11143. e das cargas % e @ no 2? m . submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso. acrescidas das cargas $ e M : para o primeiro caso. y = M = 0.2 e 1114.3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso. defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111. para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele . e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114.2. acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : .4.3 .4. respectivamente. eM : estão definidos nas express6es (11148). 11145. (111-51) e (111. a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145.3. 1114.2.Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores.1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs. y = M =O.) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig. a primeira delas submetida a parcela simétrica do. e das e @ no segundo caco.2 C a s o de bordos articulados A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são. e que são y = V = O).58) e tabeladas na tabela XVIII: 2.2 e 11145. agora.cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o caso. em A e B. (11149).M:. às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2. cargas Os valores de $. carregamento.4.

que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1.X 1 . no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas.4 . dados por 2 1 Fig..Exemplo de aplicaçãa Ex. mmo X l = I. às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada. 111.4. 4. s remos a parcela simétrica a estudar. sidtricas. a partir do que vimos no inicio do item 2. obtemos: 2. que. entretanto.! NO . levando em conta que .94P Nestas expressões. conforme 6 o caso da viga da Fig 11148. será a da viga infinita A = P D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C / . a resoluçáo da viga i n f ~ t a da Fig. as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y. 111-46. sendo os valores de M : ep : obtidos das expressões (111-48) e (111-49). como o carregamento atuante já C simétrico. entáo. respectivamente.4. sua resoluç%o. 111-48 . QS a) V I . bordos lines da Fig. submetida. e n m . III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita. na viga infinita.1. I l ~ 6 te No casv. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante. de . temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= / n s ///S// Fio. o principio de superposiçáo de efeitos.47 submetida ao cmegamento indicado.1 deste t6piw. A resolução da viga íinita dada será. vêm: e = 0. Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam. v2 Empngsndo. y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A.

entZo.Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8). que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. dentro da teoria apresentada neste item.49. os valores 0.': 11149. pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. ficar com os primeiros valo. a partir do esquema da Fig. de bases elásticas 'com constante de mola variável. submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua. é o que está feito na tabela XIX. tais como os casos de vigas de inércia variável. podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga. podemos desprezar por completoafle xáo danga. U t . podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere. Por procedimento inteiramente anaogo. então. A A 1. a constante de mola k do meio elástico. estudo de problemas mais wmplexos. \ . que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica. Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun.2. pois. consideraremos. t + 3. recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " 0 livro de M .2 i . já citado neste tópiw.60 e 5. pode ser obtida a partir dos valores de c.. . o problema está resolvido.. ao se estudar um de seus bordos. f . res (sugeridos por Hetényi). 11149. a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C. acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC.2. McGraw HiU 111. dada por k = c b. bem wmo das rotações das tangentes à elástica. de ocorrência de flexão com. que sua deformada é uma linha reta. D (AI).4. senZo vejamos: Seja. que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga. o segundo grupo.1 Fig. por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo." d) Em função do valor do produto ( A I). que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC. se. tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . que resolverá o problema. Determinado o valor de M. deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga). Hetinyi. por exemplo. viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX). sendo tamdation Analyrb and Durgn". para as vigas do terceiro grupo. preferimos. Posta e torção. a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual. Finahiente.2 '2 < > Para o primeiro grupo. Pf e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo. tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que. do ponto de visfa estático. que será determinado levando em conta que . MA = O i 1 I Ye = o vg =o. poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos. 11149 Sabemos. podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando. . a viga como semi-infdta). b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. 11149. . relativos a vigas sobre base elástica. para cada caso. são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico. considerandea como infinitamente rígida. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig.. 11148. em que b. C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo. ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias. entretanto. p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática. estudadas com todo o rigor. e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica. obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo. podemos dizer que A ( A I / . . c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. vigas deste grupo devem ser. onde fornecemos.1.

.

TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J , e cuja barra curva tem inércia variando segundo a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

i ) L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i c = 104 t/m

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . E 2 = 2;Hr 2 0 0 3 GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9 P . , 1op I 1 pe 1 63 P ,de baixo paracima 26 13 ' 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; - y=- k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

- .11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .310 3.