curso de anhlise estrutural

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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

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I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S P I

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v . 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980.

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

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- v. -

2 . De-

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 . Forcas e Tensões. I. Titulo. II. TituI 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 . Deformagaes : ~ ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

- copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'.. de edi*. Domicio Falcão Moreira e Silva. O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes.S.. Na apresentação deste Curso.. .&.i. em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários. da Edftom Globo S. a partir deles.I .g. .. l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis. que se vèm deparando com o mesmo problema. na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro. . . >-.- ..2Direitos excluiivor . cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante . incluiremos também. ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda. 1 I:. Nestes últimos.. \ ~ ~ $ C . .. sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo.:: -&&c\+\ . o estudo de alguns tópicos especiais. --. ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. A. 1 . idéia esta que cresceu com. Pois. José Carlos Susekind .: h O r!. :: C~!L j? .objetivo final de nossos esforços.- .f<. e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01. . ~ .r c .- 7 . a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas.-32E.0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0. Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro. no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas. . e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo. estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho. é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr.0 de abril de 1974 . 1.

Sumario CAPITULO I .Hiperestaticidade total 104 1.2 1.23 1..Hiperestaticidade interna 104 1.Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1.4.? I.4.Teoremas de Castigliano 80 4.1 1.4 1.Teoremas complementares 78 .3 1.1 4.3.4 .Aplicações 105 - .Teorema de Mêxwell 79 .O mbtodo das forças 106 .2. 1. 2 .Teorema de Betti 78 4.Processo de Williot .Cálculo de deformaçües em treliças planas .AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 .CALCULO DE DEFORMAÇ~ES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS I .2 .2.3 .Processo de Mohr 57 .4.1 .2.4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I .2.2.Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.3 4.2 . J & 11 - - Aplicações A s estruturas usuais da pr8tica I6 Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 0 ) Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) .3 1. dos amios 55 2 .Hiperestaticidade externa 104 1.1 1.F6rmula de Mohr 3 .O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de / " .Aplicaçtíes imeiiiatas 7 .4 .Cálculc de deformações em vigas retas .Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .1 I.2 1.

1 2.Exemplo de aplicação 3M) .Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.Caso de recalques de apoio 233 6.4.Observações 301 287 .2.Processo de Hetenyi 294 . 2.4 elásticos discretos 264 .4 Apoios 2.Introdução 272 .2 .3 22.1.Caso de bordos livres 294 .2.ara o niétodo das forças 112 .Viga finita .Problemas propostos 236 .Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1.3 2.1.5.5.Vigas semi-infinitas 2.O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .1 4.2.2 . .1 1.Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 .Base teórica do método de resolução 203 4.Aplicações 113 .3 2.Vigas de comprimento infinito 274 .5.2 1.Caso de bordos articulados 298 .Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.áo i s grelhas 172 .4 2.1 '.Aplicai.Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 ..Definição dos apoios elásticos 264 .Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .Caso de carregamento externo 222 6.1 1.Roteiro de cálculo 206 4.Artifício do arranio de careas 153 - .Roteiro p.Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 .4.3 2.2 2.3 1.3 .Atuaçáo de uma carga concentrada 274 .4 7.Atuaçáo de uma carga-momento 282 .Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 .5 .5.1.Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .2 2.Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .1 6.1 222 2.O teorema 6 .5.5 3 4 .C~lculo de deformações em estruturas isost6ticas 267 .Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 .Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .3 7 8 - Verificação de .Caso de variação de temperatura 228 .As bases d o método 106 .4.4 2.2 Obse~a$õcs109 ..2 2.Caso de bordos engastados 299 .4.

foi subdividido em três capftulos. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática). Ainda neste capítulo. e as estruturas sobre apoios elásticos. sendo abordadas. O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. Finalmente.ao segundo volume O segundo volume de nosso Curso. são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas. neste caso. os processos particulares de Mohr e Williot. movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. Enfase especial mereceram. comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas. . variação de temperatura. São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo. devido A sua grande incidência na prática. além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais). os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência). a seguir. Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais. quais sejam: carregamento externo. para os quais apresentamos. sendo apresentados.Introducáo . que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. os casos de vigas e treliças. que é o método das forças. onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas.

Dizemos. as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo). w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer. seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema. para O ponto que sofreu um deslocamento virtual. com suas sugestões e estimulo.Na oportunidade. 6 =O. " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01. dado nestas condicões. Tratemos. isto é. o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual). (isto . I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. e aos demais amigos que. submetido a um conjunto i tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula. 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I . â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P i (ree) que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2. . conforme indica a Fig. é. I A pariir destas consideraçóes. entáo. mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real. que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m. como uma entidade puramente matemática. 6 nulo . Este deslocade nenhuma nova força no sistema. estudando o seguinte caso: -O P . O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o. que. pelo trabalho de revisão deste volume. isto é. pois preserva.1 i . queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. Rio de Janeiro. pois.CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq. 1-1. colaboraram na preparação deste trabalho. = O). então.50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1. de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual. para haver deslocamento real do ponto. de forgas P Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O. este deslocamento .yn*o.). poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos . .

deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds. enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis. podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais. 1-2.Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível. Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953. pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1. a Fig. cujo valor varia com o tipo de seçao. devida a M). terão deformações relativas devidas aos esforços simples M. E3. não o fizemos. também. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico. adotamos. podemos. por nos parecer a ideal. a metodologia utilizada pelo prof. apbs a . 1-2. para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos. Q nelas atuantes. imediatamente. b) Diversos livros. e são dados por: d. Em se tratando de um corpo elástico. sob o ponto de vista matemático. Fig. então. Ads= Nds . a partir deste principio. por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert. teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio. onde a configuraçáo da estrutura. a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula. que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A .Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo . G : módulo de elasticidade transversal. ES ' x Qds <~h= CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material. Bastou.Mds .N. em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais. ela se deformará devido a estas cargas.Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig. Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais. portanto. dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). neste trabalho. 1. apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes. devido a N). sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo". >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos. substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio. I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos. Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais. que atingiu sua configuração de equilíbrio. por ser nosso objetivo aPre. resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes. o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". agora. para os teoremas dos trabalhos virtuais.2 . senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio. para este mesmo ponto.Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais. coeficiente de redução.2 deste capitulo. 6 evidente que duas seções vizinhas. o que está feito nos itens a seguir. 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. distantes de ds. substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e. devido a Q). didaticamente falando. Como. para fms de raciocínio. 1-2 Fig. ao qual chamaremos o : Seja. c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto.# sendo = . submetida ao carregamento indicado. que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual.A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer.

podemos acrescentar as Seguintes informações. Teremos. forma inteiramente análoga. Ele é. Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. Apliquemos. 1-2 quando descarregada. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos. o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura. barras de treliça. de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: . para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura. podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema. então. esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. de. estudamos a primeira das causas. escoras. instituída por Mohr.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2. obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I. . o cálculo de.) . então. o que está feito na tabela I. 1-2 as deformações. a) Chegand*se à expressão final. no caso: Wint = @dP + I I 1. teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção. na tabela XVI. sob forma mais geral. a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável). Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . ~ d h . Por esta rafio. tais como círculos. desprezada em presença das demais. à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. Desta maneira. é resolvido pela expressão (Ll). usualmente. elas são denominadas. e sob os deslocamentos virtuais impostos. ou. tirantes.variação de temperatura . só temos Jt para algumas seçóes especiais. etc. com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas. que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e. nos fornecesse cargas trabalhos virtuais. d) NO caso mais geral (estruturas no espaço). deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante. C) O estado de deformação pode ser provocado por: . para as seções mais usuais. noscasos de arcos. pilares esbeltos e peças protendidas em geral. FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado. =.movimentos (recalques) de apoios . que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas. tabelado para OS Casos práticos usuais.f.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I . 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 e esforços e a Fig. para as seções mais gerais. pois. estado de carregamento e estado de deformação. anéis circulares.Também com erro tolerável. nos próximos. as outras serão analisadas. b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 . respectivamente. verificamos que. para fm de cáiculo dos . pois. (E evidente que não o podemos fazer.A parcela pode ser. Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar).carregamento exterior . levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese. comodamente. funqão da deformação a calcular e pode ser. e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática.modificações impostas na montagem Neste item. que se deseja calcular.

f ) Conforme veremos mais adiante. enfretanto. que trabalha fundamentalmente à flexão. em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ. em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es.TABELA I . este eixo se modificará. obtemos o estado de carregamento da fig. É o que fmmos no caso e. 14. e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada. a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa. para o quadro 1.2. Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7.1 da Fig. caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que. para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante. devem ser computadas numericamente todas as parcelas.Calcular o deslocamento horizontal de D. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I . teremos: 5. nos i* I O$ ertador de earnigarnento tabelada balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6. g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura. tabela 11).Apiiqóes imediatas Ex. Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6.C D= I2l a) Da tabela I. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida. com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1. Em se tratando de quadro plano. a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V.Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito. de fato. " 3. ocorre para as estruturas usuais). I-I . Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula. 1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu. portanto.o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar. que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras. - . evidentemente.de 2 barras i e j 4. Quando atuar o carregamento. Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra .

nas barras @ e @ .M = O. para cada barra. para a estmtura da Fig.M-ds = b MMMMds + b M M d s + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& . E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C. temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e. ) tracionarem Fip. 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas. para a barra Q I .) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas. (E evidente que devemos nos guiar.88mm. um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais.8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j . Sendo seu sinal negativo. pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração. desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal. nesta escoiha. a expressão se simplifica para EJ6 = b . 1.Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip. 1-7. indica que simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale. para a direita de D. podemos escolher livremente. obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig. 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante. 7. portanto. lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado. temos: EJ6 = Temos: Como.

) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I.Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 .) (Caso de constante.3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação. vem: Seja o quadro da Fig.875 x 10. 1-13. cujas barras têm r ) .) 6 = 7. A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o . cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura. 1-10.Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig.

a partir do qual se obtdm. conforme indica a Fig. podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. Temos. lida no diagrama retilíneo. O caso geral será. temos: momento eststico da rea M . 1-14: Fig.por barras retas: Conforme a tabela I.Da Geometria das Massas. que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc pela área d o diagrama s des?j& que. entáo. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). A título de apiicaçZo imediata.em relação a0 eixo y. na posição de seu ientro de gravidade. o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin. imediatamente. Ficamos. com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. qualquer e pela ordenada. 1-16 . portanto. numericamente igual ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer. A partir dela. vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas. somados para todas as barras das estruturas. chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras). para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li. tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J. o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar. sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária. nos darão o valar EJc 6. para estruturas compostas .

como casos particulares deste. b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i . temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem. Chamando-se I'Je =I:.Cuiso de análise estrutural I . que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J . J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J. evidentemente. .

3 . = 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos. > .m I .16 .5mt Fig. empregando a tabela 11: . ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0. 1-17.2. 1-18 b) EEtado de deformação it. . - L . Dado: EJ. para a estrutura da Fig. @I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1. . 1-17 Ç 3m.Para barra @ 4m A Fig.Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E.

não o fizemos.Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig. que tem EJ = 104 tm2.4 x 104 rad (O sentido correto é. 1-6 . constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0.) Observação: No caso deste exemplo. escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig. a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente. : .Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig. 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6 ' t g =e Fig.2.18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = . igual ao dobro de cada uma delas L . Ex.005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo. entretanto. São dados: 1" -EJ . =-'t . pois o anti-horário. e este caso está tabelado. 1-23. 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B. para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer.1. 8 = 1. I' Devido à simetria existente. H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) . .) Ex. 1-20.5 x 104t. Fip. 1-21 h . 1-5'. pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo).

66 = - . pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica.yN= Q=O. Temos. pois este não tem existéncia física real. b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M. 1-26. M = lmt M.13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7. que 6 livre à deformação).62.20 (devido i simetria).Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por o um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante Fig.66 6 A = -3. 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir.lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento. entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42. 1-24 & Fig. : 2 .

vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) .) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1.Para a treliça da Fig. pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado. bana ES 6A = X ( N S Ib. I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos.= cm) Igualando. todas.05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' = (.2 4 2 fl t (-2 .f l ) 6' Igualando. 1. quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento.6 A ) para que. Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior. Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r. a 3m Fig. ES = 104t. cujas barras têm.74 cm m= \rr . temos: ) Ex. I-8 .28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A. vem: = . \ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que. 1-28. a) Estado de deformação b) Estado de carregamento . quando atuar o carregamento. obtemos: 6 '= 0.cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores. evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( . a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E. o pontoA fique no mesmo nível de B.

portanto.sendo JM = 2 Jc . 1. desde que seu esforço normal N seja diferente de zero. como se a barra tivesse comprimento I. m d ~.. dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1. Ex 1-9 . 1-32.Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável. que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento. com um comprimento 0. inércia constante igual a J . Fig.I MMdx (1-4) Tudo se passará.. b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça. e. a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças.4.33 . 1-31 -. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i . conforme 14. Dai vem: Jm cos V sendo I.24 Curso de a n á l i s e estrutural A barra 5 deve ser montada. para fins de combinação dos diagramas.Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig.4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal.jC :1 COS ' 4 = "- dr Jm cos P ' Jm '. desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal.Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig.31): J cos V 4m I Fig. e não ao longo do comprimento da barra curva). f- Temos.1 .2. 1. Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c Barra curva: J =tos P J~ .2. podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x. 1. pois.74 em superior ao seu comprimento teórico.

4. pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 .3 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1. apenas. I-. i .35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original . 1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável). Fi* 1. resumido na tabela 111.instituído por estes autores. 1.37cm (a corda aumenta). para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig. o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de . As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1.2 .inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão). divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas). do 2.26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas.2. 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par.O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 x = 2 85.

.

~ 8 : s .. Y.0's'uin~ o .m g o.? g s z $65 c R * 8D-">-" n.3 :.-L- m*z -3 e 9 3 "*.o sgxnfir m n. 91%. 0 g.: : --.s+ "" ~ ~ 3 s . '..8ZY -". n --" n n .? : o- --..e 3 5 8 . o o n g q $a$ ""' 0 ?.R? mm- .i- a r .""." - Ií.A C "W. < u r ^V* .! o .a 0"- nc-n2z =E..*3EXSii: 0"- n D O z$"gz -..--"^' g E E C.-n." -8i.iO1." % " " -' * " " e ? .5: :SE i z g E$? E..D 0"' --"?--a O*" -.a."-" . 0 g .-n.z -".. C 3 1 "-..+?IK~C ^q"7".E .g 2 H :! -"-22 0 ' a* : . 22- .. ?Z? " C" R$ -". - $ *"23- .n * 3 rr. rn>D 00' ^ R u i "2 P"% .-- --- $. .r ""S zzn ~ $ g 5s z " 8 ' .n . Y """ ""- I : : gsZR"Z1 h?.

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n A " =- e A ' . "an. "" B lids J A ' ' ~ 9 . e . h . r"..T A B E U XII * h - 4.

h .TABELA XIII -mni .

.o..

B Fig. 1-36.. obtemos: . Todas as banas são mísulas retas com /.aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 . E dado EJc = 2 x 104 tml..Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig.in = e = 5 J. 1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: P= 11 Fig. 1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111..

1-39 (mis.2 = -281. Para a barra a Fig. Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima. reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra.038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0.) Tab. sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J. devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra. .1 41 a) Estado de carregamento -.197. definind-se Fig.s -J~ = 3 m Jm.0 1-11 .2 A . X 3mt A ai -0.42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab.Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig. VI / a altura extrema por esta interseção.W8 = +4.0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S.ol53 Tab.241 r 12~3~4.4cm (o ponto A sobe). VI11 -3xlx9r3x0.2 =+39. conforme está feito na Temos: 3mt a=0.126. al=o.2 + 39. 1-39.038 = -197. n = -Jc (mls reta assimdtrica): A = 0.. 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ.l .5~0. al=o. I tlm S 4 + + + + ) Tab.1. 6 dado EJc = 104 tm2.& ' =- 1. . 6 =4.Z .0 .098 - EX 3x 3~4. 1-39.2. IV 3 = 1.5 x O.

46 im (para a esquerda) 1. com base de 40cm e altura variável conforme a figura. teremos que calcular Fig.Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente. 1-42 0121 Vem.4.44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 . n = 0. pois.'. Ex l-12. reta assimétrica): . @ : 1.0 18 Fig. I'= 5 106 108 Y.2. .Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig. É dado: E = 2.4 x&= . I ' . ~ . Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax.. temos: .4 . 1-42. qdx sendo q = h@f --.3 . 4 .68 x 1 0 .x . 1. = 5 A aplicação seguinte esclarecer. 1-41 por integraçáo aproximada.1 x 106 x 0 -12 4 tm*. .: 6 = 3. . I . .0 276. 1o =0 . ' X = I. 6 = 197 + 49 = 246 = 2. . Para a barra @ : (mís.2. temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0.2. i < . obtemos: Para a bana .l x 106 t1m2. e n t ~ o : E J ~ 6 = 387. I r A i 4 xL 1~ Adotando EJc = 2. . .~ rad 3 2 3 387. . O problema será. A seção é retangular. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111. submetida ao carregamento indicado. .4 = 258 2 = 387. =7 10 .5.

a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '. cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura. 1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto.te) ds h Fig. que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de .TABELA XVI . t- h Fig. Vemos então. 1.ds. no estado de deformação.duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg . 143. sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução. de modo que.44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado. b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-. Ao longo da altura das barras da estrutura. nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam).Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig. duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig.h c r ~ t ds.CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1. . I dp = a 6..3 . dependendo d o grau de fissuraçá0. a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela. 1-44.

então. 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2.Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig.. Suponhamos. adotaremm . . rg-+3O0C "--. levando em conta a expressáo 1-5." e:. 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti. e o esque ma da Fig. afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento. temos: "O.0) O valor de 6 não 6. 148 Fíg. teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento. As aplicaçües seguintes esclarecerão: F i s 1.. em relação ao dia da sua execução. 1-48. t .. - 3. tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te).O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( M ) . quando dermos a todos os pontos da Fig. para fm de raciocínio.5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0. evidentemente. que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá. sofrer a variação de temperatura indicada na figura.45 - O 1-13 . então: P S = a tg AN -+% Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante. .s m de altura.-"II +. os indicados na Fig. Supondo as barras com seção constante.sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material. 1. cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10.. teremos. 146.47 fletor no estado de carregamento e temos.=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig.

1-53: N.') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a . Ex 1-14. de 6.O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC. 1-49 1. pois. 1-52 Devido à simetria.partir do estado de carregamento da Fig. ~ a partir m do ~ estado ~ de.s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios. 149.para a direita. carregamento de Fig. para a grelha de Fig.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura). se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução. obtemos: A Fig.Calcular as defomaçCks seguintes. A + 4m -+' Fig. 1-51: / O ponto B se deslocará. entxo.O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2.O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig.58 cm. a . cujas barras têm seção retangulir de 0.0) Deslocamento do ponto C na direção BC. 2. 1-50. Temos: 1.

B. da Mecinica Racional.para a estrutura de Fig.. = Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 .~ po conservativo. para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico. - Ora. = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A . devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante. estamos diante dc um cam . as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 X =2 mm .m -+ . L ~ as integrais ~ ~ . com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A . em estruturas isoststicas 53 I h - 1. no caso).jefotmaç&s A rotação da tangente à elistica em A vale.6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E. 1-55. então a n R t .ado de . então. Ficamos.3. 1-16. dependendo apenas de seus pontos extremos. ser calculadas para qualquer trajetória que cm. A n-B i m o :oi = 1o-s/oc 7 10m Fia.1 .rn e y o ãngulo entre R g e a tangen. para o qual sabemos. rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura. te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m. podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento. 1-55 Temos.Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A. que o trabalho independe da trajetória. I . 1-57. = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B . tivesse os oontos A. a partir de 1. para o quadro de Fig. no sentido horário.C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ .Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC.

o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais. visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- .61 jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando. teremos Fig. nela indicados. 1.68 - cd~daa r ruia~lo de comprimenm da mrda BD devida a uma diminuição uniforme de30 OC. tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação. a partir de qual obtemos: 6= 1 0 .59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P . 1. ~ (-30) (-1 x @ ) (encurtamento) = =. 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3. para a estrutura de Fig. 1-60.5 mm de encurtamento 1.o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1. então. 1-57 Fig. Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques. 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig. 1. 1-58. Fia. Trabalho virtual das forças internas: nulo.. I A Fie. 1-59: Dado: ct = I O . sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação. já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos.I 54 Curso de análise estmtural ado & defOnneqõcsem estruturas isostáticas A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig.Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig. a partirde qual obtemos: Fig. deformações vir. neste estado de carregamento.~ / O C 1 I r' r*.4 .

Z R p (1-7). idealizado por Mohr.Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas . aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais.) Ex. iquelas devidas aos recalques. 1-62. devida "P=& EJ' Sabemos.Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig. a seguir. Ex.62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig. que a rotação relativa flexão. na prática. . calculando inicialmente. devido ao carregmento atuante. a elástica. pela expressão (I-I). 1-63. 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D.Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular. que nos permite obter. para a estrutura de Fig.A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem. a elástica de uma viga reta . Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos. 1. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura. então. a partir das quais obtemos: Fig. 1 . 1-66.Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados. a partir das quais obtemos. pela expressão (1-7). as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig. Aproveitando a simetria.56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas. desemiolveremosnes t e tópico um processo. de uma sb vez. da Resistência dos Materiais. de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. 1-19. obtemos P6 = . ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem. pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = . expressão que resolve o problema. somando finalmente os dois resultados obtidos. sem (O sentido arbitrado foi correto. as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos. as defornações devidas somente ao carregamento e. 1-65. de 2 cm. 1-20. evidentemente.

Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta. teremos instituída a tabela XVII. agora. . temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado. Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs. $ A e Fig. do Cálculo Intinitesimal. um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig. resolvido. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr. 1-67. Assim. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita. 166 Por outro lado. então. 1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0. este vínculo será. obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s. sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada. em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja. b) Seja. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig. então. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M . este vinculo será. sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual. um apoio intermediário do l'? gênero. na viga conjugada. estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). conforme indica a Fig. e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema). devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig.referida a um sistema xy como o de Fig. já que este apoio só impede deslocamento vertical. Assim. a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. então. então.58 Curso de análise estrutural Resumindo. dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. outro apoio extremo do 1P gênero. devemos ter em B. 1-68. da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $. o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos. 1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri. Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O).$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). a titulo de guiaram esta transformação de explicação. por exemplo.) Ficando determinada a viga conjugada o problema está. por definição à relação d9 para a curva - . através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada. . as condições de contorno que . vinculo. ünalmente.uma rótula intermediária B existente na viga dada. um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. 1-69 a 1-71 esclarecem.

... Neste caso.~. nipi 1-70 n 1.IU. uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada.n.. brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos. 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip.. P viga dada -N~~ ~ i g s . ".. a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá.. apenas. evidentemente.. como existe uma deformada real. b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas. Ex-1-21 . Tabela XVii . mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili... esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio.h.até.71 lI1lI. sendo M o momento fletor atuante na viga daEJ da.60 L .. submetidas a determinados recalques de apoio.+n co...1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip.Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig./I 6----7 ....Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas. carregada com E . . para uma viga dada hiperestática. estável.e... I"I. conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2.emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas. ...c... u. cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada. ãig. pois. 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = M . . o b t e m o s a EJ .. v .I. .<I. as funçóes q = EJ serão mais complexas.~. conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo).e. 1-69 .. 1-74 que tem EJ = 104 tm2. d) O metodo de Mohr se aplica integralmente.1 deste tópico). e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada. às vigas com inkrcia variável.

trechos BC e CD são parábolas do 3.2mm Elástica = elástica pedida.com q = ! ~ L I . 4. que tem EJ =103 tm2. onde indicacarrezada ! ! . Encontra-se esbqado na própria Fig. 1-75.62 Curso de anáiise estrutural 2.O) Esboçar o aspecto da elástica.Para a viga da Fig 1-75. pedem-se: 1. I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10. enquanto que os. Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos. Chamamos a mos tamMrn a viga conjugada .0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C. representada na própria Fig. 1-74.~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3.O grau. 3.6mm I I I p . conjugada 3. 1-22 . Os valores extremos pedidos são: 1.6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga .0) Calcular a rotação da seção B. simétricas uma da outra e que concordam em C.0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E. u ~ I I 3.O) Aspecto da elistica: Ex. .

Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então.10-~~3+1 3 X-=16. o da Fig.1. I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81.0) Deslocamentos verticais de A e E : A 3 1 3 y ~ = M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ + ~ j ~ = 34 x ~x l2 1 O =1 .64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada. 1-78.3 rad (o sentido está indicado na figura.O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1. que tem inércia constante. 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores. 1-76.3* conj 2 3. 1-79. é o anti-horário) M BEJ M - C - 4. . 1-00 ~ 4 $ M h Fig. para a viga ocorrer.Aspecto do d i i p m n a daaido. .1.2. para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever.Smm 0 . 1-78 a partir da decomposição indicada em 1. levando em con. 05~ x10-~=1~mm E YE ="viga -4~. no caso. ta a simetria da viga deverá ser o da Fig. Ex 1-23. nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura). 1-80. conhecer o valor de M para ficar determinado. A condiçgo XY = O. atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica.78.1 " Fip. para a viga conjugada. indicada na Fig. restando-nos calcular apenas seus aódulos. 1-82. 2. 2.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig.1.78. a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ. pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação.O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10. 1-77 . 1-79 m q B A I I Fig. o carregamento deverá estar auto-equilibrado. bastando. que MA = MB = O e QA = Qg = O.2 1 I I + 1-78. pois. A E r 1-24 . pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = dada). que possui indrcia constante: Fig. que será a haste livre da Fig. ( i Fio. 1-77. o que deve ~ O.Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig.

& =L.2: 13 conjugada = 2 -g3 . Imediatamente. nos fornecerá: t i - B Fig. que tem vão / e rigidez EJ. 1-26.2 1-82. 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário . Passemos. ' gênero. 1. os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig. como sofre recalque. 11 c. 8 A partir desse valor.E * 1-25.Aspano do diignma de momantm flammi daaido. "8' -- ~Q. 1-80. 1-84. Fig. 1. à viga conjugada. não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso. para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo). de acordo com nossa tabela XVII de transformação de vínculos. te à elástica em A.82. já que y~ = O para a viga dada).: Ex. agora. obter a rotação da tangen.Para a viga da Fig. devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante). O apoio do 1. Já o apoio B. 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82. a partir da Fie. podemos escrever.2. 1-82. o sentido i0 recalque 8).' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1 . 1-83. NO ponto B (viga dada). a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada. 1-81 . evidentemente. temos: . 1-84 ( MB deve ter.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig.1 F i g .84 donde obtemos M = 4IL -. de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig.

com o esquema da Fig. 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t . então. que deve ser absorvido em B. 1-28 . 1-86 (EJ = constante).EJp I' F i a 1-87. constante j 7 M~ - *q Fig. 1-88. Fie. A. Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada. um apoio do 1. resolvido.. P A:. e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 . temos. Ficamos.87 de vão 1 e rigidez EJ. - . yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig. pondese as equações de equilíbrio. e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig.Obter 6EJp ) I' / 1 '. 1-86.. . Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. 1-86. indicado na Fig.P = 1 O problema está. submetida ao recalque vertical p em 6 . que sofre um recalque vertical (e para o qual temos.Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados.C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim. conforme verá o leitor no Vol. 1. EJ . para a viga da Fig. portanto. 111 deste Curso. a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre..- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig. i . 1-84 para' o qual. x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja. os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g . 1-85. Ex. Dai obtemos: MA = M6 =--. temos: 2M~l EJ f IlillIllrn. então. 0 engaste E . o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula). . portanto. que tem rigidez EJ. o carregamento 2 3 nos dá um binário.._ p .im. . Será. 186 Viga conjugada c A 1 + 3 1 t E I C + O . ... devendo o momento fletor em B ser igual a'p). . / .0 géneros também.. MA = M6 (visto não existir cortante em 6. por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O . Determinemos. então. devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento.

Para a estrutura do exemplo anterior. Fig. 1-90: Inicialmente.Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos. no tópico 2 deste capítulo. que se deslocará paralelamente a si própria. Temos. Permitindo. podemos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg. AB'Cé. a partir dela.89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. uma variação Ni li de comprimento Ai = . Cada uma destas barras sofrerá. é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente. respectivamente. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr). o esquema indicado na Fig. gada. obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6. 1-90 que. isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO. 1-90. os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C. Para a viga conju. às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2. 1-89. para O carregamento indicado. obtendo-se. . A. em função do aforço normd Ninela atuante (proia. removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB. ag* ta. 1-88. posição deformada final do n$ C da treliça. passando a ocupar a posição B'C. ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada. Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada. calcular a rotação da tangente à elástica em A. Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2.70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'. conforme indica a Fig.entãoodaFig. definidos na ~ i g . evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas .BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. 1. que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana. a deformada da treliÇ a da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e. que sofrem recalques. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i . o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig. L90. entxo. e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento). e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir .(no caso. 1-88. um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. apresentaremos neste tópico. Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 .ado pelo carregamento indicado). então. a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig.

a rotação de qualquer barra será pequena.do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot. sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra. Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação. o que esiá feito na tabela seguinte.Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça.. 1-91 pelos segmentos a1 e b2. 1-92 Devemos. 1-90 devidos ao carregamento nela indicado. é o que está feito na Fig. toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. calcularemos previamente alguma (s) deformação.li/ES(mml I Os vetores ou. o b e oc)representam. o-aue está rep. o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza. no wiüiot da Fig. cujas barras possuem. 1-90. admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas. durante a rotação de uma barra. Devido a suas diminuições de comprimento. respectivamente. respectivamente. sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . No williot estas rotações estão simbolizadas. todas e l a s . Para ligamos. rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. então.. paralelamente a AC. &ira ai Nj(t) li lml I ~. pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2. Introduundo-se esta simplificação.1 . diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob). a fim de se ter alguma precigo lios resultados. uma de cada vez. até se interceptarem. a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. -. durante estas rotaçóes. calcular as varia~&% de comprimento de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes. o que é impraticável. novamente.9 3 . de modo que podemos considerar que. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente. no caso.O gcnero A). pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação. sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que. ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro. ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva. válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural). chamada diagrama de Wiliiot ou. A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % . B e C da treliça de Fig. imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. mais simplesmente. a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. apli. a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ .'esentado. Fig. liot para chegarmos a cada novo ponto. As aplicaç5es seguintes esclarecerão. indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica. (No caso da Fig. 1-92. Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões.=N. da mesma forma. que se interceptam em c. 1-91. . Assim. ~ ~ = 1 0 ~ t . marcamos 03 = n3. representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). inicialmente. o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho. respectivamente. coincidirá com o ponto a. os deslocamentos abSol~itos dos nós A. em minúsculo. E r 1-30. paralelamente a Bs. as barras ACe BC pelo pino em C. williot da treliça dada. Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33).

. 0.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig. 1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras.2 mm. que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça. H da treliça sáo da. oh williot. + + do dos em direção. 1. 1-95. então: A1=A4=-12 mm. valendo estes mbduios.l mm. . C . 1-94. -* oc. caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig. . 4. . mádulo e sentido pelos vetores oc. 1-32 .5 mm. . ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm. igual a 10. pelo williot da Fig.6 mm. . 1-31 .. sentido e módulo pelos vetores ou. dados em diieção. A5=A6=-6amm A partir desses valores. 13. B.74 CUBO de anáiise estrutural -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. respectivamente.5li valendo.. sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10. É dado o coeficiente de dilatação linear do material. e 3. Fig. 1 2 ~mm 5 e 12 mm. 7. A2=A3=-12 J?lmm. . obtemos. devidas A variação de temperatura.5/0C. se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. 1-94. 3 6.4 mm. + ob. passando a ocupar a posição B: .9 mm.. 1-96.

D e E da treliça. B.97. ob. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i . a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos d y nós A. oc. todas elas E S = I O t.x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6) + 3 2 x4Y .Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B.2 mm . 1-99 No caso. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig. 1. 1-96 PBH = 2cm ?Y. ~ Fig. sar imediatamente ao traçado do wiiiiot. 1-98 A Fig. C. 3 cm. vale 6 BH = 16 mm.24 cm. devidas aos esforços normais N i nelas atuantes. ou seja. têm módulos de 0. 2. o b e oe.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. 1.54 cm. 1-98.~ g l d de e d~f~nnsções em estruturas isost~ticas a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig. 41 = 77. condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot.41 cm e 2. feito na Fig. 1-99 e vale: Ex. A componente horimntal 6 dada por A7. I-33. Temos. cujas barras tèm. basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical. C . A P~~ Fig. os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas.Ii Neste caso. 1-97 . precisamos calcular previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E). dados pelos vetores oa.

Teorema de MaxweU Fazendo.8 cm. 1-100 . Como ve"fícaçXo do wiUiot.G. D . teremos: od 4 .. dados em do williot. evidentemente. indica a deformação. 4. no caso do Teorema de Betti. o que tem que ocorrer. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi). para a mesma estrutura.78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B. 1. que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio.k = ZPk 6ki Betti. que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário. Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. temos: ( tjik indica a deformação. é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço.devida ao carregame* to Pk ).conforme a indexação adotada.4 cm e 7. 8. 8. para a qual um grupo de cargas P.9 cm. Igualando as duas expressóes. com queP. quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio.. provocado por um segundo esforço unitário.0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto. .Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer. devido à aplicação do primeiro esforço unitário".9 cm. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida. o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser. C. da treliça. levando em conta que o apoio do 1. I (?jk.1 expressão do teorema de Maxwell. agora. uma força ou um momento. têm estes módulos iguais . Fig. temos.4 cm. obtemos: (1-9). O s exemplos das Figs. 4. Tomando.Teoremas complementares 4. Pk como estado de deformação e P . indexando as deformaçóes com dois índices.williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B. em sua direção. constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento. . é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s deformaçóes produzidas pelo priquando se desloca devido A meiro sistema". obtemos o williot da Fin. que é a expressáo do teorema de zP.Erala do. ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot). 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do teorema de Maxwell.. E.2 . e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária. na direção da carga Pi. F.100. sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee a 7. que resolve o problema. evidentemente. direção. vemos que o vetor é horizontal. como estado de carregamento.

ela se deformará. apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig. . Esl. = tra- Pelo teorema de MaxweU. por ser estática.. 4. P . bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas. carr. temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que. vale: Fig.3 . Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica. conforme se verá no cap..1 Fig.. 1-104. I1 deste volume. valerá: n . A k A A Fig. 1-104 1-102. Calculemos estes balhos.. 1-103. . 1 .* '.. lpi = 1 Eri. a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou. 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas. carregada com as cargas estãti. costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron. 5. 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples).. . Como estamos no regime elástico.Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura. Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos. o trabalho das cargas externas P1..a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 . <ar. Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron .

da Figl 1-105 que teni rigidez t No caso de uma estrutura no espaço. N. Conforme sabemos.O teorema de Castigliano. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas. os esforços simples M. também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo.82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura). Ex.a) O 1. convenientemente explorado. conforme ilustrarão as aplicações a seguir. Q acarretam deformações relativas em suas direções. quando da avaliação da energia real de deformação. em sua forma mais geral. Não permite. será o trabalho realizado pelos esforços simples. por ser ele inteiramente geral.O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos.Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' / constante. teriamos também o trabalho da torção. No caso (estrutura plana). entretanto. podemos instituir os dois teoremas de Castigliano. entáo: Observaç5es: 1. de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': . se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13). que são enunciados da maneira seguinte: 1. 1-34 . e a expressão da energia real de deformação. então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2. recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais.a) Nos casos práticos.

de deformação.107 Fig. igualaremos a zero a carga M acrescentada. Fig.EJ ) 3EJ que desejamos calcular. . mediante o emprego d o 1 . igualaremos esta carga fictícia a zero. 1-36 . 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável. isto é.0 teorema de Castigliano). aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB. correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação. agora M = 0. 1-106. desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante. que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i s o s t á t i c a s 85 Ex. criaremos uma carga fictícia. caso desejemos empregar o 1. sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 . Temos.84 Cum de an5ise estrutural Ex. no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M).O Teorema de Castigliano. obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral. após termos feito a derivação parcial. então: A energia real. obtendo a solução d o problema.Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig.Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. 1-35 . 1-107. efetuaremos todos os cálculos e. vale: Fazendo. 1. desenvolveremos todos os cálculos e. . uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura.

no caso de esforço simples) unitária. conforme indica a Fig.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos. temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática.:. 1-109 i em A e C para a viga da Fig. mas que. b) A mençáo feita. a regra. Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. tornando sua aplicação mais prática. 1-110. submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e. deveríamos dar uma deformação igual a 1 e. no sentido oposto ao de E positivo. como se tivéssemos dado uma defomçãounitária. I1 deste volume. 1-108. embora a demonstra. 1-37 . b) na secção onde atua E. atribui-se à estrutura. n Tudo se passará. a regra esta enunciada desta forma. obtemos uma estrutura hipostática. inicialmente.q. nos casos mais gerais. Igualandose vem: 6 = VA . que seri tratada como pequena deformação. cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada.86 4. está equilibrada. nos casos mais gerais. livre. Por esta razão. 1-110 . "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V A = n 6 .'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. atribuindose à viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V A positivo. uma deformação (absoluta. então. no caso de reação de apoio ou relativa. tratada como pequena deformação. para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A.sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento. a proposiçáo. a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações). cuja linlia de influencia se deseja determinar. então.Regra de Mdler .4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 . conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a . demonstrando-a a seguir. ou seja. portanto. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E. igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1). I - Demonstraremos para um caso particular.o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra. confonne poderá ver o leitor no cap. procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I. multiplicar as ordenadas da figura deformada por n . As aplicaçúes seguintes esclarecem.e u __Fip. mas que não acarreta erro algum nas conclusões. Rompendo-se o vínculo que transmite V A e. t Fip. a I a) Sendo a estrutura dada isostática. a seguir.Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - .' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig. portanto à deformação). após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática. 1-109. no enunciado da regra. A I I Ex.

1-116.1 . c) deslocamento vertical de B.Calcular. e. Fig.Exercícios propostos 5. 1. 1-116 'I * t l!* * C Fip. que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e. então.Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig. obtemos a linhade influência indicada na Fig. A S A B Fig.114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau. 1-1 1 1 . 1-38 . 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D. o que justitica traçado da Fig. 1. . 0 1 -1 \C i: Fig. 1-115. 1-112 I Sabemos.(+). - - A Ex. 1. 1-114. (não devendo haver rotação relativa). o que justifica a construção da Fig. pela regra de Midler-Breslau. podemos confundir a corda AC com o arco e temos. passo a passo. 1-113.88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo. os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos. obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig.Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig.115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o b). 1-115.. 1-112. para a estrutura da Fig. AC = x . Ex. que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip. . a regra de Muller-Breslau.111 Fip. S I 5 . 1-39 .

Para +I 4 I AB - Fig. a.. cujas barras fomam.pede-se: a) para o carregamento indicado.5. 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante.~ / ~W C = 2 x 104 tm2 (todas as barras) 5. b.1) aumento uniforme de temperatura de 30OC. ân. obter: a l ) rotação do nó E. = 2 x 104 tm2 .C~iso de análise estmtura] GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5. Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ .3 . pedem-se: I Fio. que tem rigidez W (constante). EJ. b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b.121 .2) recalques verticais.4 . 1-119. r j 4. a fónnula de Vereschaguin.2 .Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig. obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig.Empregando. I-12l. b) deslocamento vertical de E . 1-120. 1-118.Para a estrutura a + a + da Fig. 1.Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia. de cima para baixo. p P 5. calcular: a estrutura da Fig. 1-118 5.ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A.6 .2) variação d o comprimento da corda EF.Para a estrutura da Fig. em todos os 116s. Dado: 5.117. 1. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O . diretamente. b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC. calcular variaçáo da corda AD. a.2) deslocamento vertical de H. de 2 cm apoios B e C.

Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 . para a estrutura da Fig. 1-126. Dados: EJc = 104 tm2 .Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig. pede-se c$. Sabendo-se que. 1-125 durante a montagem para que. os pontos D.9 . sendo Jm = 25.7 As barras horizontais da estrutura da Fig. E. cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5. para a direita. 8. computando para este fim apenas a influência do tirante. 5.10 .Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig. I 5. a= ~ u ~ . É dado EJ. . quando a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C. SXo dados: COS '# (W.123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro. cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo./ ~ c 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal.) quadro = 104 tm2 5 x 103 t. que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que.Calcular. = 104 tm2 cas com Jmin Fig.11 . o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm. cujas misulas são parabóli= Jc e Jmax = lWc. permaneçam I m acima de A. os pontos A.8 . D. (ES) tirante = . do carregameiito indicado.I 5. B. 1-122 são misulas parabólicas com Jdn = J . quando atuar o canegamento indicado.Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig. unicammte. quando atuar o carregamento indicado. 1-123. 1. 1-122 5. E fiquem alinhados. e Jmix = SJ. 1-124. (ESltirante= 103 t curva tem J = Jm .. C Fip.

b. das figuras I-132-a e I-132. 1-130.132.133 . pedem.Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares.~ I O C .Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas.132-b Fig.Para o quadro da figura 1-133. com 0. módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m.Para a estrutura da Fig. 1-132 B 5.16 . cujas barras têm altura h. I 5. b) rotação relativa das tangentes à elástica em A. Pedem-se: a) variaçfío da corda CD.~ 1. sofre um auriiento de temperatura de t OC.13 .se: .14 . 1. pede-se o deslocamento horizontal de B. pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas. 1-127 A Fig. a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B. 1-128 F i g 1-73? 5. as barras@@são 2 cm. Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A . das Figs. A I 5. de inércia constante. 5. É dado: a = ~ O .94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5. Send o a seção retangular. de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC.As fibras superiores da estrutura da Fig 1.12 . Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material. b) deslocamento horizontal de C. mantendo-se constante a tempera tura externa. com seção transversal circular. São dados: E. mantendese constante a temperatura externa. J.15 . a temperatura no interior da parte circular. h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig.129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução. 1-129 1.17 .O interior do quadro da figura 1-131. 1-127 e 1-128. R Fig. m Fig.s m de altura.

c) rotação da tangente à elástica em B. para a viga da Fig. C. 1-137..22 pedem-se: - Para a viga da Fig. 1-139 -+a . I I n -1.I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5. empregando Mo&. i 1 5. pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz. b) deslocamento de B na direçáo z.24 + 117. Fip. D.139.138.19 - Empregando o processo de Molir.20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C.0Sm4. Dado: EJ= constante - I -+ I12 5. obter. para a viga da figu5.Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I. cular com inércia ê flexão de 0. 1.23 Empregando o processo de Mohr. ra 1-135: a) equação da elástica. I Fip. a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A. 1-136 5.- t . -r- - Idem. que tem rigidez igual a 104tm2. J. 5. submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5.21 . a. para a da Fig. E.18 -Para o quadroespacial da figura 1-134. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig. 1-136 ( J = constante). Dados: M. b) flecha máxima. cujas barras tem seçãocir. 1. E.

igual a 2 cm. E. 1-143 o r l p PI -+-I---+ . Fig.<. cujas barras têm rigidez EJ.142. I .quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados.) Fig.Empregando o teorema de Castigliano.Idem.28 .e 1 i . . Fig.9. I u 3' 1 I : 9 . r < . -. constante. que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO. para a treliça da F í & 1-147. c) recaique vertical. 1-141 Fig. 1.146 a) carregamento indicado.30 . J (constante).e .Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1. devidos às mesmas causa. 1-145 Dados: P. do apoio B. 5.Empregando o teorem de Costigiinno. Fig. que têm rigidez constante W.98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5.Idem. da treliqa da Fig.140 a 1.25 . . ( I I I Fig. calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal.I + - Fig.devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5.& l t I + . 1-144 5. . R. . de cima para baixo. 5. 1-140 Fig.26 .27 . para as das Figs. 1-142 . b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC. 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados. calcular os deslocamentos dos nós E e G. 1-147 i I 5.29 .~/OC.Empregando o proeesso de WiUiot. IP o I ~ C l + l + 5.146. calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig. 1. 1-149.

0.67 mm ( f ) .] ) (C) 4.84 cmfaumento) .17 mm (t) Alongamento de 1.2) 2 cm (e) 1.8 mm(+) : b. Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.22 - a) 0.67 mm (L ) .46~ 10-3 rad (n) a) 0.a.a.17 - a) 2 6 c m (+) .b) 0.1) 4.94 mm Encurtamento de 2.2) I .?) 13.l) 3.93 mm (-*I .33 x 1 b) 1 mm (4) t ) 5.I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I .2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero .6 mm ( f ) : b.71 mm (1) a. 0.1 8 - a) 0. 5 ~ rad (tl).133 x rad b) 0.07 cm (4) 1.14 mm 4EJ m (371 8) - .1) 7 .b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.21 x 1O-' rad (12) . b) 3.2 mm (aumento): b) 5.98 cm (4) .zero .4 mm (encurtamento) a.rn + 5.

6mm(t). pGV=0. ~ ~ ~ = 6 .pEH=15mm(+). pGH= 30 mm (-+) 5. 4 m m ( . ~ ~ ~ = 3 . 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0. 7 m m ( + ) .29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5. ~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) . ~ ~ ~ = ~ 6 . pEH=1. em cada caso: i .28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. O mm (+) C) pFV= 10mm(&). pGH = 3.8mm(+).f ) .+ ) . ~ ~ ~ = 1 7 . 3 m m ( .27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem.102 Curso de análise estrutural a n i l o & &formafõsem estmtunis isosiatia C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) . 6 m r n ( L ) . em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 . pGH = 3 .6mm(t).3 mm (+) 5.

r.1 .1) . sendo assim. após rompê-la. terno da estrutura que é. Isto não significa.Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig. Fip 11-1 4 \.2 Seja. pois. Existe. para tal. cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática. na estrutura assim obtida. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi). deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio.4 (11. que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio.Hiperestaticidade interna Fig. 11-1. necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los. preservando.2 . romper-lhe uma seção. g = Be + 8 i 1. a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3.i ? CAPITULO li 1 .3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente. conhecidas suas reações de apoio. cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las. Para tal.Determinação d o grau hiperestático 1. a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e. Temos.HIPERESTATICA . igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples. grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura.O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o . desta forma. 11-9 Fia. como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip. Seria necessário "abrir" a estrutura. 11-4 C.Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig. entretanto. Portanto. que possui 5 reações de apoio a determinar. agora. a estrutura da Fig Ib2. então. no caso. portanto. 1. dispomos. 11. Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex. das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E). 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 . não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita. isto é. 1 '9 = g e X t = 2 &n \ 1.

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t , j . perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u r útil trabalhar com um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X , 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal to emB= O

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

+

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

F i m 11-18

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., li a partir do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, e o segundo membro é nulo) ; - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E . + EiXi (11-7)

l h e dois vínculos. a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. Obtenção dos EJc 6 .2. +Sm -. 50) 3. eni c da caso.1. recomendamos. Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica. Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig. por exemplo). = O (11. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 . Isto conduzira. recalques de apoio e modificaqões durante a montagem. a fim de obter seu sistema principal ismtátim. de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd.X1 + . + ZEiXi) - - '. 2. \ Nota: Na m o s de variação de temperatura. será: 1. : valor obtido para o hiperestitico.. sendo todos teoricamente corretos. Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais.2. ii-19. licitante externo. = O. . h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer. ca ou da equação matricial (11. no caso dos quadros lanos. o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito. 11-18.0) Traçado dos diagrainas no sistema principal. os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs. Seguindo a orientação dada na observação 2. aplicações n. pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles.0s11-5 a 11-7). em número adequado. a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos. nesses casos. 11-19. O que se deve procurar. provocado pelo agente.3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores. certainente. o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas. Para isto. i! Ex. que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura.0) 4. Para os outros tipos de estruturas. aos sistemas principais ideais. entretanto. c) recalques em A indicadas abaixo. so.8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1.1). pois uma equação genérica (a iésima. m p e r . eles não precisam ser unitirios. do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 .+ 6. Sistema principal e hiperestáticos 2. Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E . chegamos ao . devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente.0) 6. Pii.112 em que: Curso de anáiise estrutural E . agindo-se de outra maneira (v.0) 5. tiiiXi +. . podem ser quaisquer.O) Escoiha do sistema principal (v. g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que. 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado. a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois.X.1 - a) carregamento indicado. b) diminuição unifome de 30 OC . para a obtenção de uin bom sistema principal.. é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica.. temos E . : esforço no sistema principal.f.6).

2. embora estejamos u m d o os me& r' . 11-20. temos E = E. consideraremos apenas seu trabalho H flexão. Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro. pan não complicar n nota~Ho. I Obtemos: 6. 1 2. respectivamente. Diagramas solicitantes e rea<. perestática dada. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal. obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs. obtendo: F i i 11. com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn. 11-19.im desta forma. tomados iguah a 1. I F i i 11-20 3. Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D.sistema principal da Fig. preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal. rotulando os nQ C e D da estrutura hi.09E2. o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws. 11-21 e 11-23. obtemos os diagramas da Fig.m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } .&a A partir da expresão 11-7.21 mm *larnos Os .já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim.27 E l + 4.ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1. + 3. nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig. 11-20.

c deste capitulo. po. 11-27 a 11-29. 11-27 1 2. 11-22 JF~ + 0. A partir da expressão E.são: 12. F'm. ' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6.os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2.Etemp = 0.. d'evidos à variaqão de tempe. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1. em função da observação 22.521 Fie. então: = .11-25 'carr.3EI -22. No caso. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W.521 F i m .(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4. . dos nas Figs 11-24 a 11-26. 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo.15 t Fig.. 11-28 + 7.atura.iS: 2. vem: Fip.18E2. já que estam. estando os diagramas solicitantes indica .trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6". Os novos hikrestáticos.7. - - .55E. 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são.731 Ntamp. obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs. Obtemos.47.4E2.} .

6.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos. deste capitulo. Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão.2. sabemos que. 2) Igual simplicidade encontraríamos. o diagrama de momentos fletores . obtemos: 1 x 6 x 4 = -44 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I .s I 1 t 6.5M1 + 5M2. devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo. houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D.3 3 . tura da Fig. obtendese. C I I 4.x 6 x 1 2 . os diagramas da Fig. Diagramas no sistema principal Fig.ia Fig. 11-33. 11-31.I wpmdtjtia a) . onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas. Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S. Diagrama final A partir de (11-7).Obter o diagrama de momentos fletores para a estm. Rotulando. Hiperestátims: \ XI = 8. M = Mo + 8.-i 1. 11-30.f. Ex 11-2 .os nós A e C esq. por exemplo . U-32. MO 3. se. 2. - . obtemos o sistema principal indicado na Fig. então. 11-33 Temos. ao invés de nós C e D. Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2. aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. necessários para o cálculo dos EJ. Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática. no caso deste exemplo.

s 3 .8M2. desta forma. obtendo-se.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex. CY = 1 0 tm2/0C F 3. entio. 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo . + + 2 x 2 = 45 5.Sl0 = 1 (6~18+3x40. I' = 6m I'= 3m Fq. 11. 11. Cálculo dos . Diagrama final 1.4 . Temos. = 22. 11-35 Será dado por M = Mo t 22. obtendo-se en- 2. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:. ii-37. 16. o sistema principal da Fig.Vc S EJ. 11-35. Ex. 11-38 para: a) canegamento indicado. a linha de fechamento do diagrama final. simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ. para o caso.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig. Hiperestáticos: X.34. para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários. conforme se verá a seguir.sx. b) diminui ão uniforme de 30 OC. I I' = 3m Fig. Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0.Resolver a estrutura da Fig.7M1 tao o diagrama da Fig.5) =-76.SX2 = 76. I I I -ou . 11-3 . Dado: EJ.M1 e M2 os mais simples passíveis.\. na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras. a partir .o métododas forps 4. 6 e no traçado do diagrama fmal.s 1 o.se os apoios internediarios. Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~.7 6.

3 = 20-7 19. = . LIeSq e DA"). Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11. E J .3 x3 6. S z 0 = . rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI. obre..1 0 4 .122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1.o método dsr fo<pis =- 123 3. Equações de compatibilidade: 104 64 36 2. 11-39. I 4.3EI + 20.6 4 . Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea . nios o sistetiia principal da Fig. E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática. Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l. Cálculo dos Wc6: WcS.7E2 + 19.3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig. 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t .

podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada).124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica .81mt equilibrado. . deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo. 1143 .Conforme sabemos. a partir dos diagramas da Fig.62M3. conforme indica a Fig. Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos.52E2 -0. Rompendo-a na seção de simetria S . inteiramente hiperestática í g = 3). obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig. I Ex. 1145. 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o. então: X1 I x1 \ Fip. bastanos calcular o vetor { h t ). 1.e colheremos o sistema principal indicado na Fig. na direção de cada um dos hiperestáticos. sendo. 11-43.o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC .301 Fip. temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro. devidas i variação uniforme de temperatura. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70. L. para o cálculo dos 6. pois. Fip.cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes. I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado.t. no sistema principal. 2. 1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3. obtendo.Resolver a estrutura da Fig. os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O. 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura. 11-5 . o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão). g-ph $1 1116i t -X!IZ.1.07E1 + 2. Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' . 1145.

temos que: = 6 2 3 = O. Como os valores arbitrados para os hiperestáticos. 11-6 . que tem EJ = 104 tm2. independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6.57 X3 = O (evidente. Temos: E = . 1148. . > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento. 1 --'- - .2. w m O que. temos que:: . ~r0duZa . o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0.- .rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O.rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica. .29 X2 = -2.57E. Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex. devido aos recalque indicados.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. entretanto. 6 recomendável. obtendo os diagramasse Note o leitor que.Observap-o: Neste caso. S. pois o carregamento e simc5trico).Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e. apenas.29 E1 .= -1 6. da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 . Diagramas finais o . com O que.e I x 1)sndependentes Tal já 6 . p+ dem ser quais uer. arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 . apenas. 6 = 6 20 = O. Hiperestáticos Xl = 0. se a fôssemos resolver novamente. Vejamos.iox. bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura. pois sabemos que X3 = 0. X3 = 0. Xl = X? = o. Na seção S de simetria de uma estrutura plana. com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente.o ).. partiríamos de... outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: . portanto. Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente. em si. ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que esforcos de ~. + 0. Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente. Por esta razão.4 sistemas (2 x 2. devido ao sistema principal escolhido. Voltemos i aplicação em questão. uma vantagem do sistema principal escolhido. quando ocorrem tais condições. poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que. em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 . Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação. tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça. 2 hiperestáticos (X1 e X2). 3. 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura. pois. elsstica nalmente a barra em questão. portanto. nesta fase. 4. evidentemente. . .Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e.E licitantes da F i s 11-47. que os hiperesti. 6 30 = O.

Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.51 Fig. Equação de compatibilidade . como temos Ms O. 1149 2. Por outro lado. temos: Qs= O. o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1. provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. por força da rótula. Diagrama final - Fip 11. Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5. Sistema principal e hiperestático 4. Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas). temos: 1. 11-51. 3.5.~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11. Sistema principal e hiperestático h.

II-8 . se este sofrer um encurtamento de 1 cm.% + t i a .se urn n6 da estrutura. São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 . 11-56 3.Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante.o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2.1 i" Ti' Fip 11-64 Fip. Diagramas no sistema principal tll 1 11-64. Equação de compatibilidade 4 5 S. Cálculo dos EJ. Diagrama final Ex. temos o sistema principal da Fig. 1. Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1. Rompend-se o tirante e rotulando. 6 4. Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática.25 6. 11-57.

N1 6. .Ele 3 10 4 x 10-2 = -300 = -3FX 1 .Para a estrutura da Fig. Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21. Magramas no sistema principal a) M1 lmt . temos o diagrama da Fig. b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem. l i 4 9 &t 2 15.06t . 11-60. para que a reaçxo horizontal final seja nula. pede-se: t4. 11-9 . obtemos: Ex.3E2 . 1160- 4.132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i co a idtcdo das fo- - 133 2. -O. . N2 Imt lmt X2. Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante. ) 3. 1 t d -Ft 47 Fia. > F i p . 61enc. que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico. b) M2.b El. IM9. Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado.

podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão. : X: = 2 t &a.. Necessitamos. L N1 tis. pois. obtemos o sistema principal indicado na Fig. 2.86 6. Equação de compatibilidade: .2 4 t 28X. R o m p n d w . 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula.5 X. I 4. obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig.86El . Hiperestático: X l = 0.j ~ 3 ~1 3 . Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ. dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante.Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno. 3.5)=-24 a) Resolução para o carregamento indicado 1. Cálculo dos U. 0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O . . Diagrama final = O A partir de E = E. 11-61. t 0. 11-63.2 ( . Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente.5 ~t 3 -~S~3~1. 5. 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = . Vimentão: a)Mo. No b) M l .& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0.

Com isso. q = 1 tlm Barras e @/ .m p d t i e s . empregando as tabelas apresentadas no cap. Ex II-I0 .Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig. "comp \ . Diagramas no sistema principal 3. serão o carregamento e encurtamento. no caso. 2.)+EJc611 ~ ~ Xi = O ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1. temos 6' = 6 enc. 11-64. devemos encurtar o tirante de 1. 11-65.. sob sua forma ideal. pois o concreto estará uniformemente comprimido. os diagramas serão os da Fig.o metodo das foqS 137 corno os agentes externos. = -1. então.6 cm para termos a reaçso horizontal final nula. na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento. I deste volume. teremos: (EJc610 + E J Cen. obtemos: A estrutura estará funcionando. todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico. = +?8x2=0 -1.6cm Como a deformação.6 cm.ou seja. 1164 Sendo as banas misulas retas. no sistema principal. Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip. Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc.

Dado: EIc a = 5 x 10. n = 0.207 = 3. Cálculo dos EJc S b)EJ.144 . 1 F q .222 +21'M1Ml(~+ 0 =0. Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 x e = 0.1 1 7 1 I C 7 1 . 6. 2 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas.) 3.611 Ex 11-11 .Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. Diagrama final 1 1 7 1 .'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a o método dar foqas I.098 = 24.32X1 = O 2. - !.098 .4 + 3.2x5x5x z X d 5 x 5 x 0.' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i.207 x 0. Diagramas no sistema principal N.5 11 . para o quadro simktrico da Fig. 11-69.32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4. i -1.1 5 tabV' e = 0.2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0. Equaçáo de compatibilidade: .31.

73 Temos. hiperestático X1 (NINO1)= 2Po(1 +A) 4.1 I Fip.o método das fo4. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig.(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal. Equaqáo de compatibilidade: 2~. 11-72 Ex. todas. Diagrama final $ 11-75. Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x. = O Fie. Sistema principal e. Cálculo dos ES 6 : Fip.treliça uma vez hiperestática internamente e. 11-74 S. Hipenstático: .rica . 4 Fip. Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6. Equação de compatibilidade 141 2. temos: 1. por isso. cujas barras têm. a mesma área. então: ESalo= Trata-se de uma. 11-76 3. 11-73. 11.

optando pela seçáo central. Diagramas no sistema principal a) Mo.Resolver a grelha da Fig. um dos engastes. 11. os esforços normais finais indicados na Fig.WpIedMtia . basta rompê-la numa seção. TI Ex 11-13 .~- 2. Esforçm finais Temos: N = NO + N . Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M. meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ. . 0 3. Para obtemos sistema principal. 11-77 para o carregamento indicado.lrn. 6. Sabe-se que -EJ -1. obtendo.x 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática. 11-76. seção esta que pode ser. a partir 2 d o quadro de valores anterior. endentemente. T2 d>M3.o método das for~a. Sistema principal e hiperestatico Fig. To b) M. . 11-78.) +& ! . X (cambinaçao de Ticom Ti) . adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante). o sistema principal e o s hiperestátiws indicados na Fig.s GJt - X. . Q .77 h. Temos. d i i i 11-79 C)Mz. X 1 = NO P XI . T3 J 3m 4 1.

de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C. enquanto que os demais apoios impedem . Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares. ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 . o que acarretaria 830 Suponhamos. escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão.f~ 145 v e me n w ~ . O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos.x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65. 11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O C e as inferiores um aumento de 30 OC. 5 -49. com o que teríamos 610 = 0. então. 11-14.1 .tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico. a partir da expressão E = E . Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6.As fibras superiores da estrutura da Fig. Diagramas finais (em mt) Temos. isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico. 2 5 + .11-83. em relaçáo ao dia da execução da estmtura. Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ.144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods. + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4.. nesta aplicaç%o. Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que.x 3 x 2 . com o que teríamos 620 = = O.8263. temos que: 5.25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims.5 x 9 ~ 3 = a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na F i g .~ ~ 9 x 3 3 + .x 3 x 2 ~ 5 . que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco.) EJ$2= 2 x 3 + 1 . 1 6 ~ ~ = . - - Ex. agora. 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4.

temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha).mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais. senão vejamos: C (Parcela da Fig. 11-86.60 t-38 X1 = 3 O . e torçores atuantes. 11-85. culares ao plano. pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura. 11-85. conforme indicado no sistema principal & Fig.3. 1 .s x l d l tm2 cu = 1D5/0C. Sistema principal e hipenstático Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13. a m o atamos diante de uma solicitação simétrica. na seção de simetria teapenas momento fletor. CálaJlo dos (. e.VIgretha 8 : Para a parcela da Fig. Equação de wmpatibilidade: . 0 problema está resolvido. Visto isto. A variação de temperatura do problema.2) a) Grelha com h = 40 O 4. temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano. pedem-se os diagramas de momentos fletores. 11-85. 3. para a da Fig. Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos. 2.2. b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0. 11-85. com tg = 0. empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC. pode ser encarada da forma indicada na Fig.

em verdadeira grandeza. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç. = 4. então. Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11. genero em A e F. Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6.2. apoios do 2. 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig.2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig. Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. 11-85.3. no caso. Com isto. Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva.8 + . 11-92.148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano. 11-92. Rebatendo.85.85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q . I A solução do problema é. 11-93. OS o diagrama da Fig. que serão.64 X .3) 4. que tem W = q - . 11. cor- 62t) Fig II-91 0- 3. 11-85. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig.73E1 . Equaç%ode compatibilidade: . o esquema da Fig. 11-90. correspondendo ao caso da Fig. novamente. teremos: 1. 1 1 1 5 Resolver a viga balcão da Fig. Sistema principal e hiperesthtico 6.am-movimentos no plano da estrutura. temos. dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig.

Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas. To Reduzindo a carga P/2. = lmt 2 .c o s e ) . então: - . Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica. I I d X. o sistema principal da Fig. I = -- Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S.~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR ( 1 . em verdadrira grandeza. o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2. obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo. Diagramas no sistema principal a) Mo. 11-96. que representa uma vista em planta.o método dss f o r p 151 I 1. obtemos. Temos. que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O . sem nenhuma alteração do resultado. ! I I 3. a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig. 11-94. rompendo a estrutura na sua reção de simetria. em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção.11-95.150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F i . aos pontos A e S indicados na Fig. estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig. 7 I ~ i 11. temos. 11-98. com carregamento simétrico. de uma das duas metades do sistema principal. 11-97.sucessivamente.

. 11-13. Em se tratando de uma estrutura simétrica. passar do esquema da Fig. que apresentaremos a seguir.3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo.1. no cntanto.o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6). dos h ) ~ res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica. com carregamento simétrico. -tudo dos areos e quadros biengastados.Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5. 11-6. permitindo a obtengão. num dado sentido. se o carregamento existente num dos lados da seção ter.5. partir da expressáo E = E . o assim chamado irtificio do centro elástico. a única componente de deformação.5 . Hiperestático: 6. + - obtemos os diagramas solicitantes da Fig.2. 11-100. senta um esboço da elástica do quadro. anulandese então as duas parcelas ).Artifício do arranjo de 2. 5. devido à simetria da solicitação (pois. 1 0 0 .Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig. já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo. 11-100.1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig. mtáo.3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver). 11-100.1 153 . existindo. que repre. uma reação-momento M e uma reaçãeforça N. 2. de a provocar uma destas duas últimas deformações.2 ll. deixando livre o deslocamento vertical. será o deslocamento vertical. bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos). que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ''~e~lthticx à sua diagonal principal. Equação de compatibilidade: I I . mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2. lUe abordado em nosso Cuno. Diagramas finais A lCIW. 11-7. o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto.l lr 11-100. 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz. no caso. Este vínculo está representado esquematicamente na Fig. F i e 11. 11-99.1 . que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:. ' . durante muito tempo. explorando esta simetri.100. colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s ' 4 = Xs =O). A partir dai. teve grande divulgação o uüiiza$ão. uma ênfase especial para este ar<ifício. submetida ao carregamento sim6tric2 indicado. que terá sua seção S de simetria.3 PR E 1 . a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria. I? o que está indicado no esquema da Fig. 4.~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica. 1 .99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível.mprrstBtica . 11.100.5.

poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103. nulo. provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita. que é. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico. I 4 1. este deslocamento está imp* .3. . hfonne ji vimos. 11-102. I 1 I* na dtdco.mpmtátiea indicada em 11-100. Podemos. o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja. então.2. se comportará como apenas uma vez hiperestática.1. c) Analisemos. se somarão (ao invés de se anular. nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig. a estrutura dada. submetida ao carregamento antisimetria> da Fig. parth dese do esquema da Fig.3. agcra.1. colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação. o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023. sendo a da Fig. submetido ao carregamento sim6trico indicado. o quadro simitriw da Fig. 11-100). _ . cuja configuração da elástica. os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. romper a estrutura na seção S de simetria. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig.o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido. se oporão.3. Para carregamento anti-simétrico. 11. entretanto.1. por exemplo. fornecendo os valores x. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102. três v e m hiperestática. 11-104. 11-100. o deslocamento vertical da seção será.1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical). entretanto. 11-102. b) Seja. evidentemente. * No caso. no caso. . . 6 %a.2. i = . 11-104.y e 9s indicados em 11-102. a estrutura da Fi& 11-103.3.1. agora. 11-101. 11-101. agora. os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico. para o caso da estrutura da Fig. a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados.pois as tendências desta deformação em S. no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o . submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. como no 'as0 da Fig. u-100. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo. as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig.

sobre a barra SC. a atuação de um carregamento genérico qualquer. ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso.1. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). indicada em 11-105. a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig. (Notar que. para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J.) 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram. o diagrama final de momentos fletores será.3) - F~Q. ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105.1. 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos. a fun de obter o diagra ma solicitante final. do esquema indicado e m 11-105.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC. 11-107 .2) e anti-sim6trica (Fig. separadamente. é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total. numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. conforme esclarecerão os exemplos a seguir). a partir do qual. simétrica.2 a 11-108. dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura. Nas Figs. Podemos. Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal.2.3 a 11-108. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. 11-104. introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana. por esta razão. por um apoio em mola. agora. pois. para a bana SC. conforme veremos no referido ca~itulo. igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig. que impede o deslocamento vertical. 11-106. 11-105. o caso de carregamento anti-simétrico. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante. ' Fio.2. 11-106. conforme indica a Fig. num dos lados da estrutura. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução. quando tivemos. igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido. a seguir. IE104. então. Exporemos.3. basta substituirmos a parcela do engaste. que poderá. a seguir. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume. podemos romper a estrutura na seção S. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. a essência do artifício do arranjo de cargas. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma. 2. resolvendo a estrutura. 11-104.5. interceptada pelo eixo de simetria. a barra SC. superpondo. para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico. Analisemos.1 recaiu. na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043). conforme indica o esquema estático da Fig. entzo.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel.3.devido à presença da barra central SC.3. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer. No caso. obtendo suas componentes simétrica (Fig. para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício).3.

11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig. estão traçados na Fig. a me* ma inércia. Fip.im + 11-110. cujas barras têm. II-111 Fip. 6 a da Fig.1 11-1103 VI-110. submetido ao carregamento indiiado.3 . 11-108.2 11-108.3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício.o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig. Fio.1 11-108.110 n n J 2. 11-11 I. 11-113.mpnditica .112 indicado em 11-112. 11. Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip.Obter o diagrama de momentos fletores para o qua. 11-110. 11-109.2) Sabemos que a estrutura a resolver. cujos diagramas no sistema principal. todas. 11-110. 11. dro simétrico da Fig. levando em conta a simetria do carregamento. ExlI-I6 . passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca de carregamento.

11-116 Fig.71 4. 11-115. o da Fig. levando em conta a antiaimetna do carregamento.estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3. Fio. temos os diagramas da Fig. mtzo.67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118. E. 11-120.3) Sabemos que a estrutura a resolver. para um reealque de apoio . resultante da soma dos diagramas indicados em 11. EJ = 1 d t m 2 . indicado em 11-116. estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig. Fio. = 1à / /. 11-115 Fio. a j a s b h . 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será. a partir de cujo dstema principal. 11-110.114 e 11-118. uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica. 11-117.% 1 1 17 . todas elas.33 Obtemos. e n t h : /Xi = 0. é a da Fig. 11-119.Resolver o quadro da Fig. 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas.

então. 11.2) A estrutura estará afundando.o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig.122. 11-121 a) Parte siméírica (Fig. 11-126 e já será o diagrama final. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada. pode mos escrever que V. devido B wntribuição nula da parte simétrica. 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig.-1. ~hpanttititiai . que nos fornece: Fiq. 11-121.3) Sabemos que a estrutura a resolver. 11-121. do apoio A. toda ela.123. simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig. considerando a anti-simetna da solicitação. 6 a da Fig. b) Parte anti-simétrica (Fig. a partir das quais obtemos: X1 = l m t = + 1E"! -t Fiq. pois ele ná0 teri qualquer impedimento. 11-121. previamente.36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será. 11-127. a partir de cujo sistema principal. 11. = 0. representado em 11.124.162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm. obtemos o diagrama M1 da Fig. 11-125. Fiq. Levando em conta. - . não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme. 11-125 ' I T lcm ' 4 . de cima para baixo. de 1 cm. o indicado na Fig.

11-129. 11.136 Dai vem. 11-130 (isostática). a estrutura a resolver 6 a da Fig. indicada em 11-128. 11-136. portanto.. 11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig. que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t . na da Fig. 11-133. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C . que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11. não influindo.Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig.3. então. apenas. Dnpcrandose as &fonn. l3 = 1. no sistema p ~ c i p a l . 11-134 Fip.128 A parcela sim6trica do carregamento.2. Para este F i 11. 11-132 F i i 11.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis.135. constitui um carregamento auto-equilibrado. t m fo-dese a estrutura.filemo. EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig. todas e1as. do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128. sn8 a da Fig. 11. levando em conta a anti-simetriaexib tente. Fip. para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134. 7 17 .131.129 \i A estrutura a resolver. 11-128. para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura. - Fip. 11-132 (cujas barras têm.a mesma inércia). que será funçzo. obtendo os diagramas solicitantes da Fig.81. obtendo-se o diagrama .-.

partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria.Wprrstltkd . Ex 11-20. 11-139 . 11. 11-138.Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura. tiraremos.Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig.o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos ~ eixos ~ xx ~ e jj.1 q 2.2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip. duplamente. diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura.5. Os exemplos seguintes esclarecem. a estrutura a resolver 6 a da Fig.1.3 .138.137. 11-138. simdtrica em relação aos eixos fx e jj.1. 11. Fig. *h Fig.

a estrutura a resolver será a da Fig. associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0. o que 6 usual . portanto. 11-143. Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj. ' --nd*ae no cuo.3. 11-141.168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a . 11-142. portanto. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura. a partir do carregamento da Fig. que será obtido. por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que. I A parcela da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig. 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-b PR 2 Rdb nR = y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig. a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal. o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig. sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura.318~~ Fip. mas que podemos resolver. U-140. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior. não influindo.2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais. 11. constantes. 11-142.o método dar f o r p Fio.140 E r 11-21 . Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada).

2. 11. : I* . 1. Temos. 11-145 Obtemos. na maior quantidade possível de casos.59mt Ex. 11-148. a partir do sistema principal da Fig.1. teremos a resolver. visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip.146.1 a 11-151.3 a 11-151.AipevstBtica -ntais de It). os casos indicados nas Figs. 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F i .144 Fip. 11-145: .2 a 11-151.o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11. submetida ao carregamento indicado. cujos sistemas principais são os representados em 11-148. i i i 11-148 I f Fie. 11. explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy.II-147. então.3.148. 11-146 5 . o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig. 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig.

11-152. romper a grelha na q ã o de simetria. de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs.n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria.4 . então. o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o . os sistemas principais. 11-152 e 11-154 se comportam. no exemplo 11-13 deste capitulo que. a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas. pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado).& vido à anti-simetria do carregamento. estes sistemas principais podem ser justificados. mas.a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar. então. 11.Aplicação às grelhas Já vimos. 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s.5. para estes dois tipos de deslocamentos. 0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar. comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção. so S i .1. que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs. então. para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11.-= te. como se fossem uma vez hiperestiticas). para as greihas das Figs. 173 2.1. são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura). (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria.) Sendo assim. 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157. então.eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo. o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor.2. 6 possível. $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " .2 a 11-155.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu. - Do ponto de vista de deformações da grelha. colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira . as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são. Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig. colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria.2 bw da grelha. as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig. então.149. entáo.154).2 possuem hipostaticidade numa direção. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs. 11-153 e 11-155 se comportam. Para o caso de anti-simetria (Figs. . e.1 a 11-155. como se fossem duas vezes hiperestáticas). possível romper a seção S. quando o carregamento 6 anti-sundtrico. s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados. devido à simetria do carregamento. liberando as duas outras deformaç&s. 11-153 11-153. Fim. a decomposiç20 éMlida). permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais.2 a 11-151. na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica. explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs. 11-152.

PJ< /+) em 11-159. sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de. 11-159.simetria. aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra.157.2. a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx. a barra SB terá wmo único esforço.1 e 11-160.2 e 11-160. bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u. atuante em S. e o esforço wrtante (X3).1). No caso de anti-simetria (Fig. 11-156 2 2 11. devido A anti-simetria.2 (notar que. em S'O. 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig.Decompor. pode ser rompido em S. pode ser rompido em S. devido à sua simetria. devido â simetria. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S. nas mesmas barras".o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156.1 Fip. E r 11-23 . a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx.1.158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica. obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig. obtemos o sistema principal isostático da Fig. por conseguinte.Aiprest6tica . um quadro hiperestático ADSEC que. Sobra. devido g anti-simetria do carregamento atuante. Fia. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática). ainda. com isto. a barra SB não terá esforço de torção. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante. 11. um quadro hiperestático A D S E C que. 11. 11-157. U-156. sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção. ainda. indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal. utilizando o artifício do arranjo de cargas. F i g a 11-152 e 11-154. a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig. 11-156. aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE. O s exemplos seguintes esclarecerão.2 (notar que. na direção perpendicular â do eixo de .1). nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria.2 to.156. . Com isto. portam 10 rücadas n d Figs. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática).

Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b . 11-162. a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica.2) Temos: 1.todas elas. Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3. Ex.3. cujar barras tEm.ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig. a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom iwm (wmbinação de T obtemos: q). temos a resolver os casos das Figs. =2 2 Diagramas no sistema principal G7. . 11-24. lmt Utilizando o artifício do arranjo de c a r g a s .2 e 11-162.Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161. ~ i p . 11-162.Conforme se vê.

11-171 . 11. 2.44 E3.57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores. 11-173 3.32 E1 . obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip.19 E. II-1623) Temos: 1. 11-169 4.37 E2 0. Diagramas da parte simétrica A partir de E = E.172 v iirn. 11.168. Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip. t 0.1 4. Sistema principal e hipenstfiticos Fip. Fip. 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig. Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores. Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0.43 E2 t 0.0. representados na - - &. . Fip. representados na P i & U-174. 1.

11.11-176. 11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos.174 @arte anti-simbtnca). GJt - ! X. 11-175. temos: 1. obtemos .I' I 0 s diagramas finais serao os indicados na Fig. nijas b m têm 2. Sistema principal e hipcresthticos 3. + t a i . 11-177 A pMir da express8o E = E . + 0. 11-17s E r 11-23.59 E2.Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F i . . Diagmma no sistema principal 181 I Fig. resultantes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig. Cálculo dos hiperestiticos T m i o s : 4. . Diagramas solicitantes Fig.23 E1 + 9.o método dm f o l p 2.= lmt Fie.

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

t i a

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea - o método das forças
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t ê m a vantagem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

ii-195. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados. + O.v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício.5mt & - bXJd Fio. 11-196.4E3. temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&. ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas.Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig.o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E .194 - x3. 11-192. . 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 . 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 .5E2 temos o diagrama f d da Fig.Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig. todas.SE1 + 0. 11. Ex. cujas banas tem. X3= l m t lmt tml lmt Fio. temos: Fia.1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas. 4. Ii-26 . indrcia constante. + 5.

a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = . s 6 aparecerão os hipereststicos da Fig 11-197. 11.HipaestB<ics . 11-200. de raio R.2 e a estrutura se comportará. b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 . 1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio. 11-200 temos: 10. C X. submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig.16.Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular.202 .~) = El 63. temos F i g 11-199.6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = .6 E3. = . 11-198 Fip. como se fosse uma s ó vez hiperestática.O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo. então.104 x 2 ( .16. da estrutura e do carregamento. = l m t Fim.1 x3x 3 12 Explorando a dupla simetria.

~-~ Er 11-29 . de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~~miátiea o metodo das fo- - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento. obtmios diagrama final da Fig.192 Cum. IL203. d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E .Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F í & 11-204. b) Diagramas no sistema principal Fie 11.208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: . vem: X1 - - ln 0. t E1 t 4 E 2 . tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai. .137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig.207. 11.

E J S Z 2 = 18 Vem.25 E1 + 1. A partir da express8o E = 1. GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0. cuja * o reta é um retângulo de 0.2 '. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos . temos: /t X2 P l2 Como tg= 0.194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática . se suasfi. bras siiperiores forem aquecidas de 10 O C e as inferiores resfriadas de 10 OC.17 E2.o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 .1 2 .Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208. obtemos os .2 m de altura. São dados: EJ = 2 E/ a = 10. ~ ~ 6 ~ ~= = .x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 . r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano. - fW da Fi 11-212.2 tm210c .

Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão.Resolver a viga langer da Fig. e s t a indicados nas Figs. - I para a viga AR: S = 80 cm2. indiferentemente. devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes. 11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical. ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal.Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical. então. mntais que nela despertarão somente esforços normais. a estrutura funcionará como isostática. I E r 11-31 . por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar. 11. atuando nestes pontos de con.I 3 Fig. do mesmo. pois basta conhecer o esforço normal atuante . pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente. feita usando as ideias já conhecidas do método das forças.215. Fia. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes. nas barras inclinadas externas do reticulado. as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante. sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se. estudar: a) Tipo I . pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori.aprrststica . que 6 o de carregamento de cima para baixo. 11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura. São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical.uma das barras do reticulado para. que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga. estando as estruturas das Figs. vergência Dentro desta ordem de ideias. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs. uma das barras do reticulado. é fácil verificar que. A resolução deste tipo de estruturas será.o método das foqar I 197 1. A Para o caso usual. 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas. 1 I . Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB.1 = 104 m4 .

a barra CD do reticulado.42. representados na Fig. No b) M1 ..83El .67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N.(2x-x2x4x2+2x4x4) = .. 11-219. por exemplo. um sistema estrutural muito empregado.104 reticulado . pontes... As vigas Langer sáo. 11-220.42. Sistema principal e hiperestático Rompendese.~/''~ Pedem-se: C A B --.83 Temos: 1. principal. Diagramas no sistema principal a) Mo .v1 I Fip. mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais. obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer. etc). Efeitos finais A partir da expressão E = E.219 Observação: s nioNote o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 mentos fletores que a t u m na vip.o método das f o w X1 = 1. Equação de compatibilidade: . 11-216. tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal.I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4.T(Y Fip. 11-218 3. por isto.a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada. Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal.. Hiperestático: 6.67 + 23. tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 .198 Curso de an%iae estnihird ffipe. do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO. Para a estrutura & Fig.&6tiea . S.3Xl = O . 11. + 1. 2.obtemos o sistema principal indicado na Fig. obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = .

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

. - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. + 100) + 546 x', = O

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 ~ ~ = = 104x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ +7 2 ,x 5z x 4 + 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~pe~tAtic -aO metodo das forças

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp= ' n A
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E . + 2E1, pela Fig. 11.225.

F i g . 11-225

. respectivamente. senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = . teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada. devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura). segundo suas l i a s de influência. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S. no sistema principal. agora. naquela seção genérica. 11. que: 20s Nestas expressBes. Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s . no sistema principal. cia. função apenas do sistema principal adotado. De forma inteiramente análoga. em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L. I. generalizando. aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. pois. conhecer as linhas de influência dos Seja. entáo. devido à aplicação de uma carga X1 = I . 11-228: Com isto. Lembrando. ao passo que os são. função dele. pois representam os valores do efeito estudado. E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária.204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki . X2 e. o pmblema está resolvido e. dentemente.apenas E0 s X1 X2. - x2 = - a 12. como os diagramas a combinar seriam os mesmos. . por exemplo. teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação. então. I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia. independem do carregamento. no sistema principal.evi. provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 . obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O U . Para obtenção de uma ordenada generica de SI0. Em se tratando do estudo de linhas de innuên.228 Nesta expressão.( P1 1 L. as l nheeidas.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir. o teorema de Maxwell sabemos que. temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação. L filo + 0 12 L I. temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig. Com a variação da posição de P = 1 variaráo. generalizando. concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o]. - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos. a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I. os 0 ij. Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará.

recairmos nas expressões que deduziremos no item 59. WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- .!Vc e.) Recomendamos. 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários. 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada.ou seja. pois. que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado. a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por . como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo). 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso. L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-. em nosso sistema principal adotado. A partir das conclusões do item anterior. (Podemos. ou seja. usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax.Hipaestdtica 4. até aqui. devemos multiplicar os nossos (. ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para. Nras hiperestáticas.M 8 . temos: Fig. também. Supondo que. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~as . quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos. para a carga P = 1 . 11-229. em I ) Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (.2 .biapoiadas para carreeamentos da forma da Fig.o metodo das forças 207 . a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados. pois. [o 7i I * - k h Fip. (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto. nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos.P ) corretos Ora.Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele.0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc. conseqüentemente. temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem. cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm. Não podemos. pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais.

dependendo do tipo de mísula. 11-232. ou seja: qx. de inércia constante. Fig. . obtida pela combina. conforme a tabela 111 do cap. = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11. X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I . 11-232 barra CF L I . Matriz 1 61 Fip. entao: a) Trecho BC Xi Fie.10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3.EO + ZEiL. .m. com o carregamento indicado na (. lrn. X. M ? ~ .234 Os coeficientes q 1 e V 2 . çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada. Sistema principal e hiperestitieo~ X1 .1% h h a ) da matriz Fig. Linhas de influência dos hiperestáticos 5. I. 11. ou seja. traçar as linhas de influência seguintes. HB. são obtidos das tabelas XII a XV do cap. M I I . Fip. 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1.E = LI. cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S. Diagramas no sistema principal X. 11-236 . pela expressão: 2.Uma ordenada gengrica R Xi da elástica.3 1 I I .233 rhh I 7/90 Fig. 11. 11-235. h(?. 11-235 Qv Temos. M~ VF.L I. Temos: 1. I.ApIicações E r 11-33 .11) 4. .LXi (11.1 .Para o quadro da Fig.

em cujo conhe cimento não estamos interessados.232. 11-238 E Y c t . 11. portanto.obtendo: Fip. 11-240. . para obter a L I. obtemos: Teremos: %= 2 124 7 = 0. Com isto. ou seja. com o carregamento indicado na Fig. A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 . pois vemos que o trecho BC se transforma em CD. calcular sua ordenada extrema.laia) da matriz [ p ] . Temos a combinar os diagramas da Fig. n2o precisam refazer os cflculos. 11-240 Comparando com 5. pois a carga P=l nso percorre esta barra. traçar a linha de influência de X1 feito na Fig.1.237 b) Trecho CD Para este trecho. X2. Fip. então.O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig. o que Podemos.210 Corso de m s l i s e nitnihiral 1 Hipmtática . bastando. temos: 7 Obser~nção: Haverá. 11-238. Sendo assim. c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços. 11. se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°. Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a. o que faremos a partir da defullçáo. vemos que. TIA= 1. X1.94 . bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I. temos a linha de infiuência representada na Fig.55 . Fg. 11-239. uma elástica para a barra vertical CF. também. 11-241. multiplicando seus valores por 2 .

64 -3.LINB Fip. na Fig.13 +2. estando representada. entáo: a partir do quadro de valores seguinte. Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6.Mc -1. Outras linhas de influência barra C F 6.13 -1. 11-242.39 VI E 6.V F Temos: Temos: L I. barra C F =L.64 .1 L I.39 %E0 . Vem.í.X1 + 1 L. 11-243. temos: . (Mole barraCF -L.1.1X2 ).2 - - L. 11.96 t3.X2= LI.(Vo)F . a partir do quadro de valores seguinte.L 1. a linha de influência representada na Fig.96 +1.1 xL.I.3 . VF = L. LX1 I -( LI. I.l.I.212 6.2. X1 30 + L.y x2 1 A I I1 111 IV V +1.242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda.X2- LLMc barra C F - .

1.5 L.L.(Ho)i( .L .L. ( M o ) II + 0.(Qo)v Podemos dispensar seu traçado. 11-245. 2 6. I . I. .4 .L 12 1 6. M ? CF.L 1.5 .12 1 L. evidente. lemos: I L I. 1 .I.0 que é aiiás. Q v . L L Q V E LI. I. .X1 + .estando traçada na Fig. estando traçada na Fig.L.214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica . X.30 L 1. XI ) = 12 L I. 11-244. Fip 11.. X . X 2 = I2 1 1 -(L.I.245 .O v . MI1 = L 1.o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI.

11-247.0349 0.I. Q1= L I.217 I E*. X1 .indicada na Fig. ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2. obtenios.5 L I. 11-70 do referidoexem. 11. ( Qo ). Adotando o sistema principal da Fig. traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo.-L. obtivemos [ SI= [I 161. indicada na Fig.48 0. . 11-249.Para a estrutura d o exemplo 11-1 I.L.0459 "x1 0.0560 0. 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3. com o carregamento dado na Fig.38 0. OU seja. (MO)I . 11-246. para o tre. 11-248.38 I I1 111 . a L 1. '71 0.0560 0.1. contada do apoio esquerdo.10). Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-.1 ) no lugar 116 de X1 .2 . traçada na Fig. plo e que esta transcrito a seguir.0459 0. 11-34.0349 '12 0.q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11.1.Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ . cho horizontal em que se desloca a carga unitária. Xl . Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2. Seção do 2. obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV. Fig. MI = L I. com o auxílio quadro de valores a seguir.245 1.

b) A regra de ~ ü l l e r . em A. I. . Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas. idêntico ao da Fig. decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o . a linha de influência da reação vertical em A.1. as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que. sendo a elástica desta estrutura.2 a aplicação. a linha de influência desejada. -VA x l + l x q = F x O . no sentido oposto ao de vA positivo. 11-251.4 do rnp. aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251. para a qual desejamos obter. que se comporte à flexão como viga biapoiada. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig. o p r b ri.2. . empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap.ipJ). 11-251. por exemplo. I.L. 11-251. teremos. rompemos o vinculo capaz de transmitf-la. lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig..3: Fio 11-250 . para a viga mntinua da Fig. atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo. De maneira inteiramente anáIoga.~iprr~tllüc a o método das f o w ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando. para a mesma estrutura que a da F@. 11-251 14 Ver enunciado no item 4. pois. em A. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap. q = VA. bastante útil.~ r e d a u 'd ~ também aplicável para a obtenção de linhas de influência em estruturas hiperestáticas. oquedemonsiraque. temos o esquema estático da Fig. obrrviflo do item 1. agora. em se tratando de elásticas do sistema principal. 11-251. Considerando. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig. 1. Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA. 1 deste volume. pois nos permite conhecer. que aspecto terão estas linhas de influência.2 do ap. Assim.para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática. serão obtidas por pontos. 11-252. demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência. seu conhe cimento é.2 e 11-251. Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal. ordenada nula na seção A). uma força V A igual à que existiria se O vincblo existisse. N.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica. no entanto. 11-251.3).

podemos dizer. podemos escrever que 6 3 = - . então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h 2 > 0 .O teozema de Mennbrea Apresentaremos. -q . agora. podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig. Sendo assim. 6 o deslocamento horizontal de E). . 263 a energia real de deformação da estrutura. encará-la mmo sendo a estni11. submetida ao mesmo carregamento Pi . 0 que indica que X3 toma um mi- 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea. Derivando esta última expressão em relacão a XI< . 11-254. aumento este essencialmente positivo. que possui inkrcia constante.. 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 .253. submetida ao carregamento indicado. devida ao carregamento atuante.o método das fowra isostatica da Fig. que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie.a2 T ax3 . na direção do hiperestfitico X3 (no caso. obtemos . acrescido dos hiperestáticos X1 . por exemplo. pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura. que 6 3 = 0. sendo r dos teoremas de Castigliano. a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 .220 Curso de anáiise estrutural I I I w . sendo o valor de M a determinar.~t i a . uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja. por exemplo.' . cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas.Empregando o teorema de Menabrea. . que representa o aumento da deformação a 2 . Devido à simetria existente. Ex 11-35 . obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig. 11-255. Temos. Xg . Por força ar = 0.2. 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 . J x. submetida ao carregamento P i indicado. 221 Podemos. conforme já sabemos.

I deste volume. submetida ao carregamento indicado. M = N=Zo + N I X I + N2X2. a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. "C:"'] + + +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: e de x 2 .Verifiraçk I I CS + x2 - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig. 11.Como: M(x)= -'.o indicado na Fig.256. calcular o deslocamento da seção m na direção A. m=Mo + M ~ + XM2x2.+ Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig. nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI . para a qual desejamos.+&L 2 qx 2 Levando em conta que. 11-257.1 . temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido. a igualdade pode .. podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2. a partir de um sistema principal qualquer. Conforme vimos no cap.o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 ar = aM 2EJ - 3 I --0:. Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática . por exemplo.1. vem: I + 1 xQ (Q9 . 12 Impondo o teorema de Menabrea. 11-256 6 .2. N = N O + N I X l +N2X2.C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas de diagramas 6. 11-257. p i s . ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 . a partir do estado de carre gamento da Fig.

o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero.224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka . 11-258 Fia. e Mo. substituir por (11-21).. pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos. Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio. portanto.280 que queremos cplcular. calculamos.temos. o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica. a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 1 . por exemplo. obtido a partir da estrutura hiperestitica. da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn. etc. Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e . No . 17 N O casa de emutura no erpaco. 11-258.canegarneE. ) . N. substituir por (11-20). l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V. DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t. anterior. que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35). E r 11-36 . estado-de . O gênero. 11. num sistema principal isost6ticO 18. Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. K x E são os esforços atuantes na estrutura hiperestática no ~~. 6. por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação. ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer. U-259. m u e. empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais. este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri. Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução.C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig. 16 No casa de estnitura no espaço. empregando a tabela 11: Fia. necessário ? obtenção i de um deslocamento cujo valor nhecemos a priori @r exemplo. pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia. seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal. -. no caso de carregamento externo. um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática. então. a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento. qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. deslocamento li. o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M. valores estes que sabemos serem nulos). A partir das duas Últimas expressões. 2 6 0 (sendo. near de um apoio do 2 . rotaçao num engaste. da Fig. b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica.

11-266.Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig.09 = + 2. Fio. combinado com o diagrama M da Fig.6 = I = 0. 11-262 e 11-263. submetida ao carregamento indicado nesta figura. chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado. cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática. . Temos. Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig.263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0. a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X. Ex 11-37. senão vejamos. no caso deste exemplo. adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig. caso contrário. obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo. da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal.11-263 e . 11-258. x 4. desejamos verificar. os diagramas Mo e M das Figs. 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá. o deslocamento horizontal doengm te A.Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores.$egamento poderíamos ter. 11-261 Ex 11-38 . por exempjo. que conhecemos a priori. 11-265. 11. I Cslculemos. indiferentemente.Empregando o teorema de Pasternak. Ihado com um dos sistemas principais da Fig. que reproduz o resultado anterior. 11-260. que impediria a rotacão da tangente à elástica em A. .45. 11-265 não poderia ter o engaste em A . tmba.82 + =)= 2 +2.x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M . escolhendo o engaste A . por exemplo.. temos: I I r%. verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. o sistema principal da Fig.245 mm. 11-264. ser nula. Ib19. a priori. o que lmt Imt M EJc6= I Fio. nos fornece: Temos. ~ 1 = O. 11-21. que sabemos a priori ser nulo. a partir do si* tema principal isostático da Fig. para a estrutura da Fig. A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig.Obsewuçüo: Para o estado de. representado na Fig. Ex 11-39 . o diagrama indicado nesta figura que. a rotação da tangente à elastica num dos engastes.45. náo será possível esta verificaçáo. cujo valor. Assim. 11-262 Fig. por exemplo. U-261. a Calculemos. que sabemos.

N . Podemos. evidentemente. ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos. . por ela provocado. o deslocamento da se$%om.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz. na direção A.1 . sabemos que I I l9 A notafio e a s mnwnções de sinais a 3 0 a1 mesmas apresentadas no tópim cone* Pondmte no mp. sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama.14) e levando em conta que: M = MIXl .expresso Fie.1. senão vejamos Partindo da expressáo (U. 11-267.) de temperatura Se a estrutura da Fig. (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve.1.0 1 .2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada. N = NIXl + N A . 11-287. o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura.2: 6. 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B& d$ s !+ !A/ - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6. finalmente. valerá. 11-267. também. para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura.2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie.Caso de varia* + M2X2 . I deste volume.1 deste item. trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática. para a obtenção de M. i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie. 11-257.y c] Fie. a partir do estado de carregamento da Fip. 11-267. Q = QIXI + Q2X2 .Estado de ddomirSo IEnorqm: M. 11-266 Como. para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O. estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig.

Hipmiática .N. (esforços M. hecido.yáo dástiEP da csflunira). então.a partk dos quais temos. Ex.1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. 11-24): A expressão (11-16) nos permite. com 6ltimos termos por se tratar de um quadro. No. sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo.gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) . empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos. trabalhando com o de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços estado Mo. seus valores serão nulos e ficamos. que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e.Le do cap I. toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim. Ex.o método dss fo/ 231 No caso. *' I F i i 11-269 . substituir por (11-22).16). 11-268. os diagramas . temos. Escolhendo o sistema principal da Fig. os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura. Q Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente. para o sistema principal da Fig. I em A. finalmente. 11-270. em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + 1 ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura.268. A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform. calcular defomações em estrutu.2 e 11.Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig. ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura.M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem. por exemplo. podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1. Calculemos. a partir da expressão (11. calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1. como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>. 20 No caso de estnitura no espaço. 268. 11-41 .3. levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig. 11-40 . 11-19). a rotação da tangente à elastica mo e No.Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior.

o deslocamento da seção m na direçzo A .. então. 11-271. 11-42 . submetida aos recalques de apoio indicados.3. provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig. ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática. no item 6. pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento. 6 um retângulo de O. o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos.. para a obtençáo de M). - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273.3 A scção central sobe..1. indicados em 11-272. C . constante. O ) Fip. para a q u d queremos calcular. empregando o teorema dos trabalhos virtuais: . então.113 execução. N.1.o e 6 1 6. N . temos. por exem$10.14) para a expressiio (11-15).@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo. 11-273.4 m de altura.. Ex.A - Fig.Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig. 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11. obtemos. 11-273. então.000002 rad O .lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig.2 deste t6. se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de . 11-272.E n d o da d&rmuj& (Worsa: M. que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal. já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie.Ciso de reealqws & apoio 6= 0.1 .O .2 Eado deurrasmmm I E n o m : M. podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos.. pico. de 0 9 8 m .2 e 11-272.. 11-2732. com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) .

Fig. se referem a um sistema principal isost6tico e M. Assi.' . . trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica. indicados na Fig. ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs. por exemplo. No. a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura. 11-274. 6 = 0.2. L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas.Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento. provocado pelos recalques. Ex.Calcular. . também. as expressões (11-12). a partir de (11-18). 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig. que . a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos. substituir por 01-23). Podemos. então. Calculando. trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica). aquele devido ao momento torçor. Ex 11-43. 11-272. dos apoios A e B. respectivamente. para o quadro da Fig. Caso tenhamos uma estmtura nb espaço. 11-44 . em: Fip. sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura. em seu cálculo. Ro. 11-275 No caso de ertmhira no espaço. imediatamente. 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo. Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. Mo.o método das f o p 235 Esta Última expressão permite. podem -ser feitas. para o caso de estruturas espaciais. o deslocaNa expressa0 (11-19). tomad o na estrutura hiperestática. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio.0175 m = 1. obtendo.W Cuiso de anáiii estrutural -Oca . a partir da expressão (11-19).271.1) podemos escrever. N.e do cap. (11-16) e (IE19) se transformarão. devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação. de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: . as simplificações mencionadas no item 1. já são conhecidas (V. sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento. calcular deformações em estruturas hiperestáticas. Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p.75 cm (para baixo). 11. (11-13).

7. que possui inkrcia constante. 7 .2 . E E n i -inFig.9 . 11-279.Para-a estrutura da Fig.Pmbiemas pmpoatos 7. 11.001 rad.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática.En.4 c*- d C b ---C t L+ Fig.1 .C Fig.Enido & sri. aplicada emM. Todas as barras têm mesma indrcia.pmmto.3 . 11-275 .Para o quadro. dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado. b) calcular o valor da carga concentrada que. + 11. 6 = 0.s = 9.00099 ' - 0.280 + de 7.276 . .278.236 CII~SO de inPg «rhritiua~ e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7. 11-278 H.7 - 18. de inércia constante. w I Fig.do&&foimi*k. qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t .279 . 11. 6 7. 11-281.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig. da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. 11. 11-280.a m + d m . + . Fig. 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque). 11.Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. 11-277.5 .

Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig. S. b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7.Uma viga de seção constante. a.284 .s m (altura da seção reta). rotulada em A e engastada em E. 11-282. 11-283 Fig.W = 104 tm2. Sendo dados = 10-5/oC.10'.9 . peGJt dem-se seus diagramas solicitantes.283. = 2 .o método da9 fo- 239 7. respectivamente. Dados: E. Fip. r. Determinar as rea' @s de apoio. 11. Fip 11-282 7. h = 0. 11. A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig. A . AB=BC=6m Fip. J. 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC. 7.8 .As fibras superiores da grelha da Fig. é submetida a uma variação térmica linear. segundo a altura h.7 . 1 1 1 &2t . h.284 provocado por: a) carregamento indicado. definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC. nos bordos superior e inferior. 11. 11-282 7.6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia.Hiped6tics .

Pede-se o DMF e as reaçties de apoio.J. 11-291 durante a montagem para que. 7.12 . 11-286 7.288. sendo Jm = J. São dados: Jm Barra curva: -.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig. Dados: JA = JD = Jcomp. JCOSP Fig.1.240 Cuno de wáiisc estrutural 7. quando atuar o carregamento indicado.. 11. para o quadro da Fig.O apoio B da estrutura da Fig. 11. Admitir que a barra @ tenha inércia constante. Ucomp. tracionando as fibras externas ? . J~ J 4 para a bana curva: a= 1. 11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig. o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt. J cos P 3 = 5 Jcomp. Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig. - . de cima para baixo.14 .16 7.13 . Dados: Barra ( i J : JA = 2Jcomp. 11-287 sofre um recalque de 1 cm.Idem.15 Fig. = 104 tm2 @ : . 11-289 J = J mmp. 7.289.11 . para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1. I r ~ 911-290 . 11-286. sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7.Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. sendo Jm= . Jc = Barra +h & h + I0Jcomp.

2 q . regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i . ga balczo semicircular da Fig. 11-298 . --f-'"-f- 7. 11-294. 11-291 .242 São dados: CUROde análise estrutural EJ. Fia.*% Fip 11-296 0 Fio. cujas barras têm E =2. para o quadro da Fig.295 7. 11. . para a grelha da Fig. 7. Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef. n-293.m+- 7. * - ' - L . 1 1 .22 .Idem.'i .Empregando o artifício do arranjo de cargas.Idem. 11-299. 11-298. cujas barras têm inkrcia constante.18 .Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig. 11-296. 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores. 11-292 +. l - rn ]+6fiLJ 7. 11-295.19 . submetida a um cai.Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi. 11. CJ.21 Fia. que tem F J I GJt 723 . = 104 tm 2 7. obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig. de dilataçxo: a / ~ i b +.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig.204 720 .Resolver a grelha da Fig.24 Fig.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig.17 .

11-303 Fip.a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra i AB.Idem. Q I Fip. 11-300' + 7. 11-301 .25 . s = to-> m2 .302.Idem. para o quadro da Fig. para o quadro da Fig. 7. Fip.~ m4 UIEa- F ~ 11-306 . 3 0 .Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig.27 - Idem. 11. 11-300.28 . Y= Fig. São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 . 11-299 7.I ! 7.Obter para a viga da Fig. iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído.26 JLm 4 em$ +Im 729 -P . iI-303. que tem rigidez EJ = 10 tm2. para o quadro duplamente simémw da Fig. 11-301 7 .Calcular a compressão atuante na barra EF.

7.32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig. de cima para baixo.que tem W = 2. da F ~ R1 . 11-308 7. devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E. 3 0 6 . são simétricos o u anti-simétricos: 733 .31 . obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig. F i g .1 . Ir-308. .yCUROde anáiip estrutud ~~rrststica o metodo das f o r p - i 7.Idem.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro. para as estruturas (grelhas) da Fig. ü-309.1 x lo4 tm2. Os carregamentos.34 . indicados esquematicamente. 11-307.Empregando o artifício do grupo de incógnitas. de inércia c o n i \i tante.

Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem.As fibras superiores da greba da Fig.40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig.38 . cujas barras t h inércia constante. a = IO-~/OC ttttttt* 7. Sendo a seção transversal um retângulo de 0. 11.ri 4 7. 11-309 3m ? I L 7. $tlm Dados: Barra horizontal: - . I Fip. 11-311. Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7. São dados: EJ = 2 x 104tmZ .7. 11-312.36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig. obter o valor do momento torçor atuante na bana AB. G J I = 104tmZ .Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig.313. que tem inércia mnstante. 11-311 . 4 1 .5 m de altura. 11-310. 11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C. 11-315.35 -+ Fip. para o quadro da Fig. Fig. 11313 +.39 .37 . que tem EJ = 2CJt +3m 7. 3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio.

4 .46 . 11-322. 11. Dado: a = 10-5/uC. que variação de durante a montagem.-. tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11. sejam nulos os momentos fletores em B e C. 11-319 Fig. L i 7. 11-321 4 +s. (S )viga = muito pequeno.Resolver a viga armada isostática da Fig. para as vigas das Figs.3 19 e 11-320 que têm inercia constante. b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC.48 Fig. com a atuação do carregamento indicado. . ambos.42 . .ticulado = 103 i. 11-323. 11-321.4 Fie. as linhas de influência de esforço normal na barra U:.l i i +. 6m-i(L6m Fip.*. . traçar o DMF Fig. para a viga armada da Fig. e de momento fletor na seção 1.. 11-318. pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores.318 7. para que..45 .43 . comprimento deve ser dada A barra O?.o método das forfs9 251 Fig.i - L I u . i . 4m t 3 m * 3 m + 7.250 7. São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES). . para o sistema pênsil da Fig. 3 cm.. 11-317. I II B ----.Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig.Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A. cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7. 11-324. sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural. .322 -+h-+ 7. 11. Traçar.f. 11-316 W = lo4 tni.e as barras do reticulado tém /:S = .Calcular. cotando-as nas seções indicadas. de cinia para baixo. para o quadro de inércia constante da Fig.44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A . foram tabeladas par Georg Anger. São d a d o ~ : ( E J ) * = ~~ 104tm2 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7. 11323 - Para a estrutura da Fig. 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante. A F aII Fim. valendo.41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7. ~ o m até 4 vãos.47 .

1 1 .Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste.Calcular o deslocamento vertid.293.2Jc 7.o método das fotrutura da Fig.54 . 11-325.283. que teni EJ = 104 trn2. 7. E + A + * + 112 2 Fie.52 . 3 2 4 7.Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig.313. 7. para as vigas das Figs.Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 . de cima para baixo. . 11-288. 4 1 112 11-326 .Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7. atuando em A. 11.Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig. 7. obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de. 3 2 7 .53 .327. 253 da es- .Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t. 11-326e 11.50 . 11. inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig. 1 1 .49 o quadro da Fig.51 . para .Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig.Ic 10 Jc Jmax 7.55 .Empregando o teorema de Menabrea. sob a carga P . 11. 1 I 8 Fip. que têm rigidez E% .

75t. Barra AD: +6.5t.o método h i o q 7. ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7.86t.6 2 ql -- 3 - Tração de 3.T Hipaesiítiea . Barra BD: +6.ESt.38t Esforços normais: Barra AB: -4.5 7.4 7.7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 EJat (traciona fibras superiores) M= - h . Barra BC:-8.

16 7.151 .73mm Reações nulas . r-o .Encurtamento de 4.19 .Momento torçor: 0.17 .298 qR1 715 7.Tração de 4.Momento fletor: qRZ.I I I 7.

3 2 .Indicaremos. o número mínimo de hiperestfiticos distintos: .29 - Diagrama nulo 7 . 3 0 .63t 7 .Curso de anáíise estrutural mprrststia .2.o &todo das forças 7. apenas.

7.o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos.4 em .260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática .43 - Encurtamento de 6.

' Curso de anais estrutural f6prestádca .o metodo das fo- .v.

pois. o da Fig. este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. para a viga AB. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante. uma reação-momento M.ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. dita constarite de mola. em B. sob a ação de F. razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 . sobre a viga CD. se deformará. 111-2 A móla fica defmida. neste ponto. a viga funcionará. numericamente. agora. finalmente. uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores. associada a uma rotação 8. como apoiada em A e engastada em B. então. sob a ação da carga recebi. 111-4 1 portanto.Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 . pois estamos no regime elástico).1 . visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6. Podemos. Estamos. a viga AB da Fig. o da Fig. ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. esta viga funcionará como biapoiada. pois K = . um apoio elástico. diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 . 111-4. devido à rigidez infinita da parede @ . basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso. Temos. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B. pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida. Agindo uma carga P sobre AB.2) Fip.Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig. 111-5. então.-M (111. I Fip.1 Seja. aparecendo nele. A seção B da viga náo poderá @ar. pela constante k. da. Se tivermos. Para conhecermos esta constante de mola. 111-2. 111-1. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig. Chamaremos a tal vínculo engaste ekSe ele será definido pela constante K de engastamento elástico. dizer que o ponto B da viga CD é. 111-3. 111. . a O esquema estrutural da viga AB é. ~7 Fip. portanto. então.

por analogia com o caso anterior. 111-6. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas. F Dandese h estrutura. no estado de carregamento. para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig. K b) deslocamento vertical de C.curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 . no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos.CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que.1 111-6.Para a estrutura da Fig.Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I . uma deformaça0 6 = -). nas aplicações usuais. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig. 111-7.6. tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura. respectivamente. sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig. resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1. estas molas terão. Ex 111-i. Basta.2 111. Fia. deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação. Por exemplo. no uma força F (ou seja.2. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic. kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = . ou seja. o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. k a t a d o de carregamento. 111-6. acrescentar aos termos atd aqui considerados. temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento.k . teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E. para cálculo de deformações em estruturas.3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente.3 (que fun- Como. ld tlm. que tem El 1. c) rotação da tangente A elástica em A.2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola. pois. A aplicação seguinte esclarecerá. no cálculo dos EJc 6 .1. = 104 tm2 . 1 1 1 8 qM 111. uma força F e. no estado de deformação. 111-6.6.3 .

83 X1 = O . K = 104mt/rad . k = 10 tlm - - p@ 4 " '.4 x 10-3 rad (sentido horário) 4.'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1. temos: 2.9.4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111.33 + 12. imediatamente: BA = 3= K 104 = 2. A B n C A - Fig. 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da F i g 111-11.26. 6 = - 18. também. Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig. As aplicaçtks seguintes esclarecerão. 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J .9 1. E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig.1 Fig. 111-9.8. 111-10. imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos. 111. ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '. resolvido. Equação de compatibilidade: . São dados: 4 = lo5 tm2 . ~o ~ problema das estruturas hiperestiticas está. obtemos: F J = ~ J'MÜI~ ~ + 3 FF k + 3 K M M . M = imt F = 1/47 Fia.9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos. temos: .5mt 111.

l rn 111. 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1. 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A. 1 1 1 4 . no caso. cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC. 111.2) sabemos.1) e (111. 181-14 Observação: A partir das expresses (111.05 2 Diagramas no sistema principal 6.270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5. mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores.18 Fip. IU-3 .62 6.374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i ? : Bg = 2.x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 3 + x 1x 103 - " Fio.19. Cglculo dos m c 6 1 Wc611= 2 x 3.Calcular o deslocamento vertical do ponto A A $ ) y B/txl Fio. Diagrama final 3 . Ex. Hiperestático: X1 = 2. da viga-balcHo da Fig.05 x 1 0 4 rad (sentido antihorario). Hiperestático X1 = 0. Sistema principal e hiperutático Ex. 111-19-1. São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0.Resolver a grelha da Fig. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0.1 u = lo-S/oc . Diagramas fmais Fio. S%odados: 5.

não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção. 111-19. q (xl 2. temos.35 .20 3.a do exemplo 11.introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso. então.20 + 2. de.. . v. Ann Arbor. membro a membro. com rigidez H .as cujos apoios elásti.X~ A = O 2 vezes derivada. de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que. 111. = . Hiperestático X1 = 9. HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons. I Fig.=ontfnuo tenha inbrcia constante'. Equação de compatibilidade 5. Temos. Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui. para o funcionamento da estrutura como grelha.14 Xl 6 . Deslocamento vertical de A: - . "'Z I.935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2.2 r o s O ) d o + . ção...--Irt-- =z Fig.-% .0.15 do cap. de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec. temos: I. vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho.#.1 . 111-20. a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4. a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de .2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico .-- . exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02. carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que. --. em relação a x: 6. num apoio elástico c o n t i n u o para elas).. ser considerados contínuos. Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2.-I o4 x 104 I Seja o trecho Atl da viga.. 11. em cada se.~.. para atuação de X1 = 1: .I( . com precisão satisfatória. .. cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig.Curso de anáiis estrutural Levando em conta que. possam. igual a ky... Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 . podem ser considerados como um apoio elástico contínuo). rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M. sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio.

) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação).AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig. entzo. estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada.2.21. 111. 111. 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10). obteríamos: 6 2 y r + 2& E + l d dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo. obtemos: ~ ( x= ) dr = . levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado.I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig. conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga. a partir de (111-5). conforme veremos nos próximos itens deste tópico. a partir de cuja solução.' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx - . 22 i Passemos â determinação das constantes de integração. submetida h carga P aplicada em O. temos. devemos ter C1 = C2 = 0. sendo assim. empregaremos o princípio da superposição de efeitos. Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc. ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante. No caso de inércia & = .C4 cos Xx) V* Levando agora e m conta que.Vigas de mmpnmento infinito I 2. Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ e-h /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica. devido 2 simetria existente. y(x).~ e . com o que ficamos com: I I I . Levando em conta que y ( . dada por 4y =o.21. cuja soiução 6: será. no caso: que 0. obtemos.1 .I _ dx2 1 Derivando. devemos ter riável. a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento. dados por: k -4EJ 4 Fip. . vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente. a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica.

Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem.. calculando a e q u a f ã o válida para x positivo.22. para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII.2 EJ M ( x ) = -EJ 2 dx2 h2c3 e . b) Para facilitar o t r a b numdriw ~ do engenheiro.13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) . obtemos. a partir da? equaçõcs dcduzidas.' x - Devido à simetria existente. Isto prova a validadc do emprcgo do principio da ~uperposifão de efeitos. podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 = . 111-22 (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 e-'X -k sen xx P M(x) = 4X e A x(cos xx .~ No ponto de aplicaçao . simplificando-se a igualdade (III11) para y(x) = c3 e . vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió). cotn o que obtemos. 9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário). CfXx) e D(Xx).M(x) e Q(x) se encontram na Fig. que C3 = C4 . com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos. 111. válidas somente para x Po ritivo.h x (cos xx + sen X X ) (111. B(Xx). d e f ~ d a pelas (111-20) e tabeladas. temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo.E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x).13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24). AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111. 6 As expresròer (111. Permite a simplificação das equações (111. temos 5 Estamos.da carga P(x= O). da condição: ~ ( 0= ) 0. I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P .P/2 5 . então. sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas.12) a partir da qual. sabemos tambhm que: Q (O+) = . ~ ( x ) . de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc. M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas. a introdução das s igualdades (111-17) a funções A(Xx).17) (111-18) .sen X X ) I Q(x) = . finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X -Ix(COS Xx + se? Xx) y(x) = 2k e > 0: F i g .

Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig. as funçer' Afix). imediato. com o auxílio da tabela XVIII. . repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-. Ex. mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) . B(Ax). então. para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2. la é k = 4 x l d tlm2.q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx . C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio. m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos. 111-23. 111-5 . Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0.sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri.

Assim. que: = . a partir do quadro de valores a seguir. os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'. Podemos fazer o pr* blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24. a ten8endo para zero. o produto Pa tender para Mo. . . A Fip. levando em wnta (II1-21). empregando o principio da superposiçZo de % .2xBfix) I = Mo x2 --BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo A3 = -k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita). obtemos para x M o A2 Y/X) = B ( w (111-25) [ .. temos. - 5 22. submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M o . queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso. aplicada na origem 0. empregando o principio da superposição de efeitos. Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas.Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig. 111-26 . Como 0 b S e ~ a ~ á interessante o a respeito deste exercício.2 quando. 111-24. (111-17) e (111-18). temos.MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida.2 .1.respectivamente. d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 M A A /Axl Q(x)=-FJ---d3y dr3. igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada.Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + .

obtidos levando em conta que.e-Ab cos u) Podemos. devido à anti-simetria da solicitação. temos.e-Ab cos . 111. obtemos: . Em particular. temos: i (COS XX + sen h x ) & = 32k (e-'' cos xu . definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B. para O cáiculo de Vc.e-Ao COS h=) + (1 . 111-26. levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y= C <Idrh e-Xx (cos ~ x sen + XX). eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo. as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas. teremos: 22. escrever que: +m h ) ] = $ [(i .3 . então.l 3 t m ~ ssob= r apoios elásticos 283 Temos. os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo.Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig. os gráficos indicados na Fi& 111-25. MC e QC . Empregando o principio da superposição de efeitos. Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C. entHo.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC.b) Podemos.27 Partindo do esquema da Fig. entzo. nI-27. submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB. respectivamente. que: V Fia.

Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc. 111-28.. da Fig. submetida ao carregamento indicado. tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído.Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer. -V 2.3. o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será. Iii-29. por exemplo.um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. Para o caso. a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos. . MC e QC. evidentemente..1. Seja a viga semi-infbita da Fig. 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h. poderemos escrever que: .1 i semi-lúinitas - Vias s e m i . que desejamos resolver. a partir das expressões (111-21) a (11124). QC . Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga .i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc.

31. Temos. 111.2 D 2f i a ) ] ME= 4A E& 111-7. submetida ao carregamento indicado.3.MA e QA para a viga infinita da Fig.1 residiria na existência. Levando em conta as expressões deduzidas no item 2. acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42). em A. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig. no caso. 111.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29. então: I \ Po=4(XM~ + QA! A s s i m sendo.2. o momento fletor atuante sob a carga dado. 111-29. 111-29.6 Para a viga semi-infinita da Fig. Caso tivéssemos MA = QA = O .2. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig. 111-30. empregando-se o principio da superposição de efeitos. que não estaria. obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P. 111-29. em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42). uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento. atuantes em Aeq. de um momento que tornem inativa a parfletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) te da viga infinita à esquerda de A.2. sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada.286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2. em A. a - ou *a: P [ I + C 2(Ao). devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item. Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita. de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA. isti. que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A.1. assim.. levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P ~D(X~): obtendo.2 deste tópim). OD . Ex. a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29. sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig. por: P ser8 Asim. em AW. então. IIM2 submetida ao carregamento indicado.Resolver a viga semi-infinita da Fig. se conseguirmos fazer desaparecer . trabaihando. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A. 111-29.

hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m ) i. submetida ao carregamento indicado nesta figura. a partir de (11141) e (11142): Assim sendo.1. ) . Ex.//.35 submetida ao Carregamento indicado. ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita. 111. acrescido das cargas Po e Mo. a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28). suporemos P aplicado em Adir. que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são. 111-34. o deslo-ento eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig. iII-8 . analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno.3. a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig. 111-34. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r . 111-33. para o ponto A. obtendo-se. 2. . a solução do problema. Sendo assim. sendo YA e M . apenas.Resolver a viga semi-infinita da Fig. submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada. . de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A. d e fmidas em (IU-43) e (11141.=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig. submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita.2. aplicadas em Aesq. Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento. obtemos. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. na viga infinita. no caso. y =M = O .2. a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig. 111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi. válida para x O.1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig.\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re. para a determinação de Po e Mo.2 . 111-34. U1-34.

.ciM A A .a viga infuiita da Fig.Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso. os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y A e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga infinita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. obtendo-se: E% nI-9.1 será a da viga infinita da Fig.1 e 2.e.=. a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig. 1II-36./3& * Fig. 111. = 1P = O. a partir de (11145) e (111.Para a viga semi-infinita da Fig. pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23. a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai. em conta que.>"m#s. I obtemos. 111. 111-37.... para a viga infinita da. então.. 111.38 Suporemos o momento Po e Mo. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl. obtemos. a soluç%o do problema.38.%n/ 4 2 - OD ---r.2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada. -.S. I . enião. obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P. . submetida ao carregamento indicado. . levando em conta que. 2 . . aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando. para . - I U .35 I V Fio.~w1 . 111-37. 3 . obtemos: Assim sendo..fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 .3. válida para x > O.2. No caso. 3 .46): - .3. as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo ). obtendo-se. Por analogia com os c h s antdores. Fig.. A !"t=*s.

na viga infinita. 11140. w m isto. O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser. 111-39. Bulirn.que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig. Daí. QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes.A (Xa) CIAa) . Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig. IIMI.CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair. B e mo^ (aplicadas em &ir) tais que façam com que apareçam. P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas. no entanto. na viga infinita M = Q = O em A e 6): .de cbmprimento i . Procedimento lançado por Hetenyi. então QA MA. devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita. "F .4. nas seç&s A e B. MoA. as cargas P o e ~ mo^ (aplicadas em A"q ) e P . t i i i m sobe apoios dásticoa 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia. o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA. resolver a viga fuiita com bordos1ivres. Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu. dado. grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar. a parür do e i quema da Fig.28 (Aa) D &a) ] 2. por M. lIU1 i" -7~ - . par exemplo. Resolvido o sistema anterior.1 . na resolução de urna viga infinita. Este pmcerso foi apresentado. para esta ultima. analogamente ao caso da viga semi-infinita. 1938.-! t _ - I *v P o ~?A . os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada. da Fig. levando em wnta que devemos ter. as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s). p l s primeira vez. obteremos os valores de PoA. Fio llC40 Fk. que apresentaremos a seguir. ao carregamento atuante. empregando o ptincípio da superposição de efeitos. submetida ao carregamento indicado. IIM1.uoA . Pog. Sendo. as cargas PoAr .~ . e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos. Seja. nas seções A e B da viga infinita. por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 . c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P. e MoB . desde que acrescentemos.

lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo . 11143.& .~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas.nocm de valores negativas.l. O I( r A soluçtío do sistema nos fornece.(M). sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig.2 (carregamento anti-sim& trico). -dicados na Fig.2 (carregamento anti-sim6trico). agora. III42. chamando de eQ : o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso. as duas cargas . devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso. As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas. ao caso da F i i 11143. as duas cargas concentradas. temos. a partir da funçso E. adotunor cvmo carregamento uma única . e . 11143. rmpeetivamente. defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P. as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E. respectivamente. os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura.2.subme& da ao carregamento indi~ado. 11143.1 (carregamento sim&rico) e 11143. concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece.1.1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143. por c o d i d a d e de ipresentaçüo. II143. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip. seus sentidos sertío os h . ~a i aplicar no caso da Fig. M = Q = O em A e E.S j a resolver a viga com bordos livres da Fig. sendo sim6tricas as cargas . temos. chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A. as mdiçóes de contorno.e e 4. . a) C ~ M mti-hetnèò Impondo. a partir dafunçtío E. de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P : .

a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145. y = M =O. será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs. e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno. (11149). acrescidas das cargas $ e M : para o primeiro caso.. e que são y = V = O).3. pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica. em A e B. a primeira delas submetida a parcela simétrica do.58) e tabeladas na tabela XVIII: 2.2. e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114. as duas cargas de sentidos opostos de PD). agora. cargas Os valores de $. (111-51) e (111. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento. Concluindo.cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o caso.4.(Valores positivos de P : 11143. 1114. 11145. submetidas.3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso.4. Assim.1. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44. MA. carregamento.2 e 11145.1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs. y = M = 0. submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso. e das e @ no segundo caco. defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111.M:. agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2.52). acrescida das cargas $ e M : aplicadas em Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento. e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig.2.4.1.3 . para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele .) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig. a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica.2 e 1114. as duas cargas de mesmo sentido de P/2). acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : . às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2.3 submetidas respectivamente. respectivamente. 1114. e das cargas % e @ no 2? m . si30 dados por: 6 P" - regament~'~.Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores. em A e b'. eM : estão definidos nas express6es (11148).2 C a s o de bordos articulados A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são. acrescidas das cargas para o I? caso. F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo.

às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada. que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1. sua resoluç%o. temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= / n s ///S// Fio. 4. como o carregamento atuante já C simétrico. a partir do que vimos no inicio do item 2. I l ~ 6 te No casv. o principio de superposiçáo de efeitos. levando em conta que .4. e n m .4 . no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas. de . submetida. entáo. dados por 2 1 Fig. A resolução da viga íinita dada será. s remos a parcela simétrica a estudar.Exemplo de aplicaçãa Ex. vêm: e = 0.X 1 . na viga infinita. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante.4. será a da viga infinita A = P D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C / .94P Nestas expressões. sidtricas. entretanto. III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita. y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A. Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam. conforme 6 o caso da viga da Fig 11148. 111-46. QS a) V I . v2 Empngsndo. respectivamente. mmo X l = I. a resoluçáo da viga i n f ~ t a da Fig. que..! NO . 111. 111-48 . as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y.47 submetida ao cmegamento indicado.1. obtemos: 2. bordos lines da Fig. sendo os valores de M : ep : obtidos das expressões (111-48) e (111-49).1 deste t6piw.

D (AI). o segundo grupo.49. o problema está resolvido. podemos desprezar por completoafle xáo danga. Pf e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo. é o que está feito na tabela XIX. os valores 0. ficar com os primeiros valo. res (sugeridos por Hetényi).1 Fig. entretanto. que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga. Posta e torção.2 '2 < > Para o primeiro grupo. entZo.Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua. de bases elásticas 'com constante de mola variável. \ . 11148. . que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. 11149. Determinado o valor de M. 11149 Sabemos. c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere. U t . que resolverá o problema. sendo tamdation Analyrb and Durgn"..1. viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX). C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo.60 e 5. f . a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig. podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando. b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun. . consideraremos. A A 1. estudo de problemas mais wmplexos. se. obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo. estudadas com todo o rigor. do ponto de visfa estático. p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática. t + 3. relativos a vigas sobre base elástica. a constante de mola k do meio elástico. acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC. . recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " 0 livro de M .2. que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica. considerandea como infinitamente rígida.4.2. poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos. já citado neste tópiw. podemos dizer que A ( A I / . que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC.. pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. que sua deformada é uma linha reta. MA = O i 1 I Ye = o vg =o. para cada caso. tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que. a partir do esquema da Fig. de ocorrência de flexão com. Por procedimento inteiramente anaogo. para as vigas do terceiro grupo. por exemplo. em que b. senZo vejamos: Seja. McGraw HiU 111. onde fornecemos. pois. Finahiente. tais como os casos de vigas de inércia variável. bem wmo das rotações das tangentes à elástica. então.': 11149.. podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga. que será determinado levando em conta que . deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga). ao se estudar um de seus bordos.2 i . por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo. 11149. sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . . a viga como semi-infdta). dentro da teoria apresentada neste item. pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8). preferimos. são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico." d) Em função do valor do produto ( A I). vigas deste grupo devem ser. tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual. Hetinyi. dada por k = c b. pode ser obtida a partir dos valores de c. ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias. e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica.

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TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J , e cuja barra curva tem inércia variando segundo a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

i ) L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i c = 104 t/m

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . E 2 = 2;Hr 2 0 0 3 GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9 P . , 1op I 1 pe 1 63 P ,de baixo paracima 26 13 ' 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; - y=- k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

- .11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .310 3.

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