curso de anhlise estrutural

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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

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I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S P I

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v . 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980.

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

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- v. -

2 . De-

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 . Forcas e Tensões. I. Titulo. II. TituI 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 . Deformagaes : ~ ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis. de edi*. ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes.S.:: -&&c\+\ .- 7 . da Edftom Globo S. .. Pois.. incluiremos também.0 de abril de 1974 .-32E. é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr. e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01. e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo. em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários.f<. Na apresentação deste Curso. idéia esta que cresceu com.objetivo final de nossos esforços. :: C~!L j? .. sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo. . no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas.g. . --. o estudo de alguns tópicos especiais. O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes. \ ~ ~ $ C ... na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro.I . 1 I:. cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil. Nestes últimos. Domicio Falcão Moreira e Silva. que se vèm deparando com o mesmo problema. José Carlos Susekind .&. a partir deles..r c . 1 . A. . ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda. >-. . estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho.- .: h O r!. ~ . no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante .0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0. .2Direitos excluiivor .- .i. a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas. 1.. . Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro. - copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'.

Aplicaçtíes imeiiiatas 7 .4 . 1. 2 .Teorema de Betti 78 4.Teorema de Mêxwell 79 .1 1.O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de / " .2.4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I .1 .2 1.2 .Processo de Mohr 57 .4 1.2.4 .? I.2.AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 .O mbtodo das forças 106 .2.3 1..3.Hiperestaticidade externa 104 1.Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .Teoremas de Castigliano 80 4.3 4.Hiperestaticidade total 104 1.Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.3 .1 4.2.3 1.CALCULO DE DEFORMAÇ~ES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS I .23 1.4. J & 11 - - Aplicações A s estruturas usuais da pr8tica I6 Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 0 ) Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) .1 I.2 1.Processo de Williot .4.Hiperestaticidade interna 104 1.Cálculo de deformaçües em treliças planas .Aplicações 105 - .Teoremas complementares 78 .Sumario CAPITULO I .Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1.F6rmula de Mohr 3 .4.1 1.2 . dos amios 55 2 .Cálculc de deformações em vigas retas .

1 222 2.Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .3 7 8 - Verificação de .O teorema 6 .C~lculo de deformações em estruturas isost6ticas 267 . .1 2.3 1.Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 ..2.Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1.1 4. 2.Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 .Aplicai.4.Base teórica do método de resolução 203 4.2.Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .Vigas de comprimento infinito 274 .2 1.5 3 4 .As bases d o método 106 .2 2.Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .Caso de bordos livres 294 .Artifício do arranio de careas 153 - .4 Apoios 2.4.Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 .Viga finita .Caso de carregamento externo 222 6.5.5.1.3 2.Roteiro p.Caso de bordos engastados 299 .4 2.Observações 301 287 .3 2.ara o niétodo das forças 112 .Definição dos apoios elásticos 264 .5 .1 6.Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.2 Obse~a$õcs109 .1.Roteiro de cálculo 206 4.Processo de Hetenyi 294 .2 .Caso de variação de temperatura 228 .Atuaçáo de uma carga concentrada 274 .Caso de recalques de apoio 233 6.Exemplo de aplicação 3M) .4.3 .Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 .2 2.áo i s grelhas 172 .Atuaçáo de uma carga-momento 282 .Introdução 272 .3 22.Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 .4 elásticos discretos 264 .5.5.2 .5.4 7.Problemas propostos 236 ..O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .1 1.2.Aplicações 113 .Caso de bordos articulados 298 .1.Vigas semi-infinitas 2.1 '.Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .4 2.1 1.2 2.4.3 2.

Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais.Introducáo . variação de temperatura. para os quais apresentamos. movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas. são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas. Finalmente. os casos de vigas e treliças. Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência). O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. que é o método das forças. como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo. Ainda neste capítulo. sendo apresentados. devido A sua grande incidência na prática. neste caso. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática).ao segundo volume O segundo volume de nosso Curso. e as estruturas sobre apoios elásticos. . além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais). que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. Enfase especial mereceram. quais sejam: carregamento externo. queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. foi subdividido em três capftulos. os processos particulares de Mohr e Williot. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. a seguir. sendo abordadas. onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas.

dado nestas condicões. este deslocamento . O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o.CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq. w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer. Tratemos.yn*o. mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real. pois. 6 =O. que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m. isto é. . queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I .1 i . de forgas P Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O. 6 nulo . Rio de Janeiro. de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual. I A pariir destas consideraçóes. pelo trabalho de revisão deste volume. = O). I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P i (ree) que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2.50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1. que. " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01. 1-1. Este deslocade nenhuma nova força no sistema. e aos demais amigos que. poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos . (isto .). o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual). seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema. com suas sugestões e estimulo. Dizemos.Na oportunidade. estudando o seguinte caso: -O P . colaboraram na preparação deste trabalho. as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo). para haver deslocamento real do ponto. conforme indica a Fig. pois preserva. então. para O ponto que sofreu um deslocamento virtual. é. entáo. isto é. submetido a um conjunto i tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula. como uma entidade puramente matemática. .

para fms de raciocínio. ela se deformará devido a estas cargas. então. 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais. adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig. dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. a Fig. sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo". quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer. 1-2 Fig. senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio. cujo valor varia com o tipo de seçao. onde a configuraçáo da estrutura. Bastou. coeficiente de redução. apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes. distantes de ds.# sendo = . E3. agora.2 . portanto. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes. apbs a . substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e. em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais. adotamos. ao qual chamaremos o : Seja. imediatamente. terão deformações relativas devidas aos esforços simples M.2 deste capitulo. por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert. didaticamente falando. Como. Ads= Nds . 1. J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. neste trabalho. que atingiu sua configuração de equilíbrio. substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio.Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais. podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais. pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1. ES ' x Qds <~h= CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material. podemos. >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos. para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. G : módulo de elasticidade transversal.Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo . para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos.Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig.A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto. a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). por nos parecer a ideal." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico. Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953. o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". a metodologia utilizada pelo prof. que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A . sob o ponto de vista matemático. Em se tratando de um corpo elástico. Fig. 1-2. por ser nosso objetivo aPre. a partir deste principio. devida a M). teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. 1-2. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio. devido a Q). que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual. Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais. Q nelas atuantes.Mds . deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds. para este mesmo ponto. resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes. submetida ao carregamento indicado. não o fizemos.Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível. para os teoremas dos trabalhos virtuais.N. e são dados por: d. 6 evidente que duas seções vizinhas. a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula. também. o que está feito nos itens a seguir. enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis. b) Diversos livros. devido a N). I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos.

elas são denominadas. anéis circulares. Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar). e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática. para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura. de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: . =. Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . Apliquemos.movimentos (recalques) de apoios . desprezada em presença das demais. o que está feito na tabela I. b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 . ou. e sob os deslocamentos virtuais impostos. Ele é. estado de carregamento e estado de deformação. deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos. obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I. ~ d h . Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. pois. esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema. C) O estado de deformação pode ser provocado por: . instituída por Mohr. Desta maneira. (E evidente que não o podemos fazer. teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2. . d) NO caso mais geral (estruturas no espaço). com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas. verificamos que. para as seções mais usuais. só temos Jt para algumas seçóes especiais.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I . usualmente. respectivamente. a) Chegand*se à expressão final. no caso: Wint = @dP + I I 1. levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese. tais como círculos. nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. o cálculo de. podemos acrescentar as Seguintes informações. para as seções mais gerais. tirantes. barras de treliça. escoras. sob forma mais geral.modificações impostas na montagem Neste item. forma inteiramente análoga. então. à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. noscasos de arcos. então.Também com erro tolerável.) . estudamos a primeira das causas. é resolvido pela expressão (Ll). tabelado para OS Casos práticos usuais. que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas.f. para fm de cáiculo dos . Teremos. na tabela XVI. pilares esbeltos e peças protendidas em geral. de. 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig.variação de temperatura . etc. as outras serão analisadas. o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. 1-2 as deformações.carregamento exterior .A parcela pode ser. que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e. comodamente. a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável). 1-2 quando descarregada. Por esta rafio. nos fornecesse cargas trabalhos virtuais. pois. será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 e esforços e a Fig. nos próximos. FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado. funqão da deformação a calcular e pode ser. que se deseja calcular.

este eixo se modificará.de 2 barras i e j 4. nos i* I O$ ertador de earnigarnento tabelada balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6. f ) Conforme veremos mais adiante. para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante. enfretanto. Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6. evidentemente.C D= I2l a) Da tabela I. tabela 11). Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra . e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada. obtemos o estado de carregamento da fig. para o quadro 1. que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras.Apiiqóes imediatas Ex. portanto. g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura.TABELA I . com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1. Quando atuar o carregamento. em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ. a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V. " 3. ocorre para as estruturas usuais). Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula. 1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu. caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que.o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar.1 da Fig. a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida. 14. devem ser computadas numericamente todas as parcelas. - .Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito. Em se tratando de quadro plano. I-I . em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es. É o que fmmos no caso e. que trabalha fundamentalmente à flexão.2.Calcular o deslocamento horizontal de D. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I . teremos: 5. Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7. de fato.

Sendo seu sinal negativo. E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C. podemos escolher livremente. 7. desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal. 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas.88mm. pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração. temos: EJ6 = Temos: Como. nas barras @ e @ . para a estmtura da Fig. ) tracionarem Fip. obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig.8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j . 1-7. (E evidente que devemos nos guiar. 1. para cada barra.) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas. portanto. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& . a expressão se simplifica para EJ6 = b . temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e.Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip. para a barra Q I . indica que simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale. um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais.M-ds = b MMMMds + b M M d s + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I. lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado. nesta escoiha.M = O. 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante. para a direita de D.

) (Caso de constante. A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o . cujas barras têm r ) . cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura. 1-13.) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I. 1-10.) 6 = 7.Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig.Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 . vem: Seja o quadro da Fig.875 x 10.3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação.

podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). temos: momento eststico da rea M . qualquer e pela ordenada. o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin. com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. nos darão o valar EJc 6. para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li. somados para todas as barras das estruturas. para estruturas compostas . vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas. O caso geral será. Ficamos. portanto. A título de apiicaçZo imediata. conforme indica a Fig.Da Geometria das Massas.em relação a0 eixo y.por barras retas: Conforme a tabela I. 1-16 . imediatamente. o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar. estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer. numericamente igual ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária. lida no diagrama retilíneo. a partir do qual se obtdm. Temos. entáo. chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras). na posição de seu ientro de gravidade. A partir dela. 1-14: Fig. que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc pela área d o diagrama s des?j& que.

. como casos particulares deste. temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem. que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J . b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i .Cuiso de análise estrutural I . Chamando-se I'Je =I:. evidentemente. J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J.

@I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1. Dado: EJ. 1-18 b) EEtado de deformação it. - L . empregando a tabela 11: .Para barra @ 4m A Fig.m I . 1-17. . . 1-17 Ç 3m. = 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos.3 .5mt Fig.16 . para a estrutura da Fig. ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0.Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E.2. > .

igual ao dobro de cada uma delas L .) Observação: No caso deste exemplo. não o fizemos. Fip. 8 = 1. pois o anti-horário. Ex.) Ex. e este caso está tabelado. a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente. São dados: 1" -EJ . 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6 ' t g =e Fig.2.005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo. =-'t . entretanto. 1-5'. H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) .Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig. 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B. 1-6 . 1-20.4 x 104 rad (O sentido correto é. . 1-23. para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer.18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = . I' Devido à simetria existente.Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig. 1-21 h . pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo). constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0.5 x 104t. escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig. que tem EJ = 104 tm2. : .1.

66 = - .13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7. pois este não tem existéncia física real.yN= Q=O.20 (devido i simetria). Temos.66 6 A = -3. : 2 . b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M.Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por o um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante Fig. que 6 livre à deformação).62. 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir. pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica. M = lmt M.lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento. entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42. 1-24 & Fig. 1-26.

a) Estado de deformação b) Estado de carregamento .cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores.74 cm m= \rr .28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A.f l ) 6' Igualando. bana ES 6A = X ( N S Ib. cujas barras têm. I-8 . \ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que.= cm) Igualando. vem: = . 1. I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos.05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' = (.6 A ) para que.) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1. Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r. obtemos: 6 '= 0. 1-28. evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( . pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado. o pontoA fique no mesmo nível de B.2 4 2 fl t (-2 . quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento. temos: ) Ex. a 3m Fig. quando atuar o carregamento. Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior. ES = 104t. a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E. todas.Para a treliça da Fig. vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) .

4. inércia constante igual a J .1 .. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i . 1. podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x. Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c Barra curva: J =tos P J~ . desde que seu esforço normal N seja diferente de zero.2.24 Curso de a n á l i s e estrutural A barra 5 deve ser montada. f- Temos.2.Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig. que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento.sendo JM = 2 Jc . com um comprimento 0. 1. Fig. 1. a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças.74 em superior ao seu comprimento teórico. pois.Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável. desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal..jC :1 COS ' 4 = "- dr Jm cos P ' Jm '. Dai vem: Jm cos V sendo I. e.33 . e não ao longo do comprimento da barra curva). dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1. para fins de combinação dos diagramas.4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal. 1-31 -. Ex 1-9 .I MMdx (1-4) Tudo se passará. portanto.Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig.31): J cos V 4m I Fig. 1-32. b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça. como se a barra tivesse comprimento I. conforme 14. m d ~.

1. pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 . apenas.inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão).35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original . para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig.26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas. 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par.instituído por estes autores.4.O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 x = 2 85.37cm (a corda aumenta).2. As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1. o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de . 1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável). I-. do 2. divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas).2 . i . resumido na tabela 111.3 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1. Fi* 1.

.

"".m g o. rn>D 00' ^ R u i "2 P"% . 91%.. 0 g...? : o- --. ~ 8 : s ..: : --.r ""S zzn ~ $ g 5s z " 8 ' .-n. 22- .i- a r .5: :SE i z g E$? E.a. o o n g q $a$ ""' 0 ?.iO1.*3EXSii: 0"- n D O z$"gz -. - $ *"23- ." - Ií.E .--"^' g E E C..o sgxnfir m n..z -". '." -8i. C 3 1 "-.D 0"' --"?--a O*" -.e 3 5 8 . Y """ ""- I : : gsZR"Z1 h?.." % " " -' * " " e ? .A C "W.R? mm- .0's'uin~ o .+?IK~C ^q"7".! o ...-- --- $. ?Z? " C" R$ -". 0 g . Y. .? g s z $65 c R * 8D-">-" n.n * 3 rr.-n.s+ "" ~ ~ 3 s . < u r ^V* .8ZY -".a 0"- nc-n2z =E."-" .-L- m*z -3 e 9 3 "*.g 2 H :! -"-22 0 ' a* : .3 :. n --" n n .n .

.

T A B E U XII * h - 4. "an. "" B lids J A ' ' ~ 9 . r".. h . e . n A " =- e A ' .

h .TABELA XIII -mni .

o.. .

obtemos: .. E dado EJc = 2 x 104 tml.in = e = 5 J. 1-36. Todas as banas são mísulas retas com /.aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 . 1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111. B Fig.. 1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: P= 11 Fig.Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig..

l .0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S. IV 3 = 1. sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J.2 A .2 =+39. .2. 6 =4.0 1-11 .1 41 a) Estado de carregamento -. I tlm S 4 + + + + ) Tab.038 = -197. n = -Jc (mls reta assimdtrica): A = 0. VI11 -3xlx9r3x0. 1-39.2 + 39.197.) Tab.2 = -281.Z .W8 = +4. VI / a altura extrema por esta interseção.038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0.5~0.4cm (o ponto A sobe). 1-39 (mis. X 3mt A ai -0. 1-39.241 r 12~3~4. Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima. 6 dado EJc = 104 tm2. 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ. conforme está feito na Temos: 3mt a=0.s -J~ = 3 m Jm..ol53 Tab.1.& ' =- 1.126. . devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra.098 - EX 3x 3~4. al=o. definind-se Fig.Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig.5 x O. reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra.42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab. Para a barra a Fig. al=o.0 .

Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax. . Para a barra @ : (mís.46 im (para a esquerda) 1. n = 0. .44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 . pois. submetida ao carregamento indicado.l x 106 t1m2. 6 = 197 + 49 = 246 = 2.4 x&= .2. 4 .~ rad 3 2 3 387. 1-42 0121 Vem.: 6 = 3.Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente.x . .1 x 106 x 0 -12 4 tm*.2. =7 10 .. qdx sendo q = h@f --. . = 5 A aplicação seguinte esclarecer. reta assimétrica): . @ : 1. . teremos que calcular Fig. . e n t ~ o : E J ~ 6 = 387.4 .4 = 258 2 = 387. ~ .Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig.4. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111. I .68 x 1 0 . temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0. ' X = I.2. com base de 40cm e altura variável conforme a figura. I r A i 4 xL 1~ Adotando EJc = 2. . obtemos: Para a bana . 1. I'= 5 106 108 Y. É dado: E = 2.0 18 Fig. O problema será.5. temos: . i < . 1-42. I ' . 1-41 por integraçáo aproximada.0 276. Ex l-12. .'. A seção é retangular. .3 . 1o =0 .

a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '.te) ds h Fig. a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela. dependendo d o grau de fissuraçá0.CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1. nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam).. que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de .TABELA XVI . 1-44. .ds. Ao longo da altura das barras da estrutura. de modo que. duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig. 143. sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução.duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg .44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado. 1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto. b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-.h c r ~ t ds. I dp = a 6. 1. t- h Fig. Vemos então. no estado de deformação.Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig. cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura.3 .

-"II +. então: P S = a tg AN -+% Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante. .s m de altura. e o esque ma da Fig. teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento. cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10.0) O valor de 6 não 6. sofrer a variação de temperatura indicada na figura. As aplicaçües seguintes esclarecerão: F i s 1. rg-+3O0C "--. ..sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material. 146. teremos. tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te). Suponhamos. então. quando dermos a todos os pontos da Fig. temos: "O. adotaremm . afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento. em relação ao dia da sua execução. 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2. 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti. 148 Fíg. evidentemente.47 fletor no estado de carregamento e temos.=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig. os indicados na Fig.. - 3.45 - O 1-13 .O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( M ) . para fm de raciocínio.. t .5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0. 1-48. que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá.. levando em conta a expressáo 1-5.Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig. 1. Supondo as barras com seção constante." e:.

Temos: 1. se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução. Ex 1-14. de 6.O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2.partir do estado de carregamento da Fig.O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig. para a grelha de Fig. 1-52 Devido à simetria. 1-51: / O ponto B se deslocará.Calcular as defomaçCks seguintes.O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC. a . 2. cujas barras têm seção retangulir de 0. 1-49 1.0) Deslocamento do ponto C na direção BC. carregamento de Fig. 1-50.') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a . ~ a partir m do ~ estado ~ de. obtemos: A Fig. entxo.58 cm. sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios. 149.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura). 1-53: N. pois.para a direita.s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. A + 4m -+' Fig.

1-57. podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento.1 . para o qual sabemos. 1-16. - Ora.Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC.ado de . A n-B i m o :oi = 1o-s/oc 7 10m Fia.~ po conservativo. dependendo apenas de seus pontos extremos. = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A . = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B .6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E. devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante. rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura. com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A . para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico. da Mecinica Racional. então a n R t .jefotmaç&s A rotação da tangente à elistica em A vale.3. então. = Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 .m -+ . I . a partir de 1. para o quadro de Fig. as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 X =2 mm . 1-55.Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A.rn e y o ãngulo entre R g e a tangen. L ~ as integrais ~ ~ . no sentido horário. tivesse os oontos A. no caso). te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m.. em estruturas isoststicas 53 I h - 1. ser calculadas para qualquer trajetória que cm. B. que o trabalho independe da trajetória. 1-55 Temos. Ficamos. estamos diante dc um cam .C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ .para a estrutura de Fig.

4 . 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig. 1. 1-58.59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P . 1-59: Dado: ct = I O . nela indicados. Fia.o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1. sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação. teremos Fig. 1. I A Fie.. a partir de qual obtemos: 6= 1 0 .Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig. 1. 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3. 1-57 Fig.I 54 Curso de análise estmtural ado & defOnneqõcsem estruturas isostáticas A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig. visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- . tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação.~ / O C 1 I r' r*. já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos. ~ (-30) (-1 x @ ) (encurtamento) = =. então. Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques. para a estrutura de Fig.61 jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando. o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais. Trabalho virtual das forças internas: nulo. neste estado de carregamento. deformações vir.68 - cd~daa r ruia~lo de comprimenm da mrda BD devida a uma diminuição uniforme de30 OC. 1-60. a partirde qual obtemos: Fig.5 mm de encurtamento 1.

de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. devido ao carregmento atuante. que nos permite obter. a elástica de uma viga reta . 1-66. as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig. evidentemente. devida "P=& EJ' Sabemos. a partir das quais obtemos.Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig. a partir das quais obtemos: Fig.A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem.) Ex. a elástica. da Resistência dos Materiais. desemiolveremosnes t e tópico um processo. de 2 cm. 1. Aproveitando a simetria.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera. a seguir. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura. de uma sb vez. para a estrutura de Fig.56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas.Z R p (1-7). 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D. pela expressão (I-I). pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = . 1-62.Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados. aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais. que a rotação relativa flexão. ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem. 1 .Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular. Ex. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos. 1-65. então. 1-63. na prática. iquelas devidas aos recalques.62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig. as defornações devidas somente ao carregamento e. expressão que resolve o problema. 1-19. idealizado por Mohr. 1-20. . pela expressão (1-7). calculando inicialmente. somando finalmente os dois resultados obtidos. obtemos P6 = . sem (O sentido arbitrado foi correto.Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas . as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos. Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas.

da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $. então. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr. teremos instituída a tabela XVII. vinculo. 1-69 a 1-71 esclarecem. resolvido. sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada. conforme indica a Fig. outro apoio extremo do 1P gênero. devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig. . devemos ter em B. então. 1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri. . b) Seja.referida a um sistema xy como o de Fig. dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. então. obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s. estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada.uma rótula intermediária B existente na viga dada. Assim. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M . Assim. o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos. sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual. Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs. já que este apoio só impede deslocamento vertical. agora. do Cálculo Intinitesimal. este vínculo será. as condições de contorno que . este vinculo será. $ A e Fig.$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema). por definição à relação d9 para a curva - . na viga conjugada. a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado. um apoio intermediário do l'? gênero. ünalmente. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig.) Ficando determinada a viga conjugada o problema está. em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja. 1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0. a titulo de guiaram esta transformação de explicação. um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig. 1-68. Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O). então.58 Curso de análise estrutural Resumindo. Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita. 166 Por outro lado. 1-67. um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. por exemplo.

c. b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas. ".~. u.até... sendo M o momento fletor atuante na viga daEJ da.<I.. .../I 6----7 . pois. brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos. 1-69 . ãig. 1-74 que tem EJ = 104 tm2.71 lI1lI. 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip. como existe uma deformada real. .60 L .. conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2.1 deste tópico). P viga dada -N~~ ~ i g s . para uma viga dada hiperestática.. 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = M . Neste caso. mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili. a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá.e.Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas.. .e...n. I"I.Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig. uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada.h. d) O metodo de Mohr se aplica integralmente. evidentemente.IU..emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas..I. o b t e m o s a EJ . conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo). v .. apenas.. . nipi 1-70 n 1.1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip. e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada. Ex-1-21 .. cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada...~. Tabela XVii . as funçóes q = EJ serão mais complexas.. carregada com E . às vigas com inkrcia variável...+n co... estável... submetidas a determinados recalques de apoio. esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio.

62 Curso de anáiise estrutural 2.com q = ! ~ L I . conjugada 3.0) Calcular a rotação da seção B. I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10. trechos BC e CD são parábolas do 3. 3. enquanto que os.O) Esboçar o aspecto da elástica. pedem-se: 1. onde indicacarrezada ! ! . 1-74.Para a viga da Fig 1-75. Os valores extremos pedidos são: 1.O) Aspecto da elistica: Ex. u ~ I I 3. 4.~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3.0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E.2mm Elástica = elástica pedida. .O grau. Chamamos a mos tamMrn a viga conjugada .0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C. Encontra-se esbqado na própria Fig.6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga . 1-75.6mm I I I p . representada na própria Fig. 1-22 . simétricas uma da outra e que concordam em C. Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos. que tem EJ =103 tm2.

2. bastando. ta a simetria da viga deverá ser o da Fig. 1-76. que possui indrcia constante: Fig.1. é o anti-horário) M BEJ M - C - 4. 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores. . 2.78.Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então.Smm 0 . restando-nos calcular apenas seus aódulos. 1-79. Ex 1-23.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig. .10-~~3+1 3 X-=16. 2.Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig.Aspecto do d i i p m n a daaido.2 1 I I + 1-78. o carregamento deverá estar auto-equilibrado. 1-77 .1 " Fip. indicada na Fig. para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever. pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = dada). I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81.3* conj 2 3. a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ. 1-78 a partir da decomposição indicada em 1. que será a haste livre da Fig. 1-80. 1-00 ~ 4 $ M h Fig. pois. levando em con. 05~ x10-~=1~mm E YE ="viga -4~.1.3 rad (o sentido está indicado na figura. 1-78.1. o da Fig. 1-82. para a viga conjugada.78. conhecer o valor de M para ficar determinado.0) Deslocamentos verticais de A e E : A 3 1 3 y ~ = M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ + ~ j ~ = 34 x ~x l2 1 O =1 . nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura). 1-77.O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1. o que deve ~ O. atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica. ( i Fio. que tem inércia constante. A E r 1-24 . 1-79 m q B A I I Fig. pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação.O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10. A condiçgo XY = O.64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada. no caso. que MA = MB = O e QA = Qg = O. para a viga ocorrer.

Já o apoio B.Aspano do diignma de momantm flammi daaido. te à elástica em A. já que y~ = O para a viga dada).2: 13 conjugada = 2 -g3 . evidentemente. 11 c.2 1-82. de acordo com nossa tabela XVII de transformação de vínculos. obter a rotação da tangen. 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82. Imediatamente. 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário . 1-83. O apoio do 1. agora. a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada. "8' -- ~Q. 1-84.: Ex. devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante).82. 1-80.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig. o sentido i0 recalque 8). não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso. à viga conjugada. de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig. 1-81 .84 donde obtemos M = 4IL -. 8 A partir desse valor. 1.& =L. 1. podemos escrever. NO ponto B (viga dada). como sofre recalque. 1-82.E * 1-25. Passemos. que tem vão / e rigidez EJ. a partir da Fie. Fig. os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig. ' gênero.Para a viga da Fig.1 F i g . 1-84 ( MB deve ter. para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo).' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1 .2. nos fornecerá: t i - B Fig. 1-26. temos: .

Dai obtemos: MA = M6 =--. o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula).0 géneros também. os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g .C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim. Fie. 111 deste Curso.im. 1-88. . 0 engaste E . conforme verá o leitor no Vol. devendo o momento fletor em B ser igual a'p). P A:.EJp I' F i a 1-87. por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O . 1-86. Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. para a viga da Fig.87 de vão 1 e rigidez EJ. . indicado na Fig. o carregamento 2 3 nos dá um binário. 1-86.. / . 1-28 . então. 186 Viga conjugada c A 1 + 3 1 t E I C + O . um apoio do 1. então. temos: 2M~l EJ f IlillIllrn..Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados.Obter 6EJp ) I' / 1 '. que sofre um recalque vertical (e para o qual temos. e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 .. 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t ._ p ... temos. Ex. EJ .P = 1 O problema está. submetida ao recalque vertical p em 6 . Ficamos. resolvido. x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja. pondese as equações de equilíbrio. . Determinemos.. que deve ser absorvido em B. a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre. yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig. 1-86 (EJ = constante). 1-84 para' o qual. portanto. 1. então. que tem rigidez EJ. . Será. i . com o esquema da Fig. 1-85. A. MA = M6 (visto não existir cortante em 6.- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig. devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento. Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada. - . e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig.. . constante j 7 M~ - *q Fig. portanto.

1-88.BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. em função do aforço normd Ninela atuante (proia. A. evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas . no tópico 2 deste capítulo. obtendo-se. o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig. conforme indica a Fig. 1-90: Inicialmente. e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento).Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos. 1-88. a partir dela. que sofrem recalques. os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C. Permitindo. posição deformada final do n$ C da treliça. a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. Para a viga conju. apresentaremos neste tópico. AB'Cé. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr). Temos. às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2. respectivamente. gada. 1-90 que. um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. 1-89. que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana. que se deslocará paralelamente a si própria. Cada uma destas barras sofrerá. calcular a rotação da tangente à elástica em A. entxo. para O carregamento indicado. o esquema indicado na Fig. então. a deformada da treliÇ a da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e. isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO. o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'. 1-90. Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 .ado pelo carregamento indicado). Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2. 1. obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6. as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig. é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente. Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada. definidos na ~ i g . e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir .entãoodaFig. podemos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg. Fig.(no caso. passando a ocupar a posição B'C. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i .Para a estrutura do exemplo anterior.70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. . ag* ta. L90. removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB. ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada.89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. uma variação Ni li de comprimento Ai = .

o b e oc)representam. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente. o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho. respectivamente.9 3 . respectivamente. a rotação de qualquer barra será pequena. liot para chegarmos a cada novo ponto. mais simplesmente. admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas. os deslocamentos abSol~itos dos nós A. então. da mesma forma. paralelamente a Bs. uma de cada vez. Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação. williot da treliça dada. As aplicaç5es seguintes esclarecerão. paralelamente a AC. 1-91. válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural).li/ES(mml I Os vetores ou. A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % . Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões. ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva. diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob).do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot. 1-92. Para ligamos. respectivamente. o-aue está rep. durante a rotação de uma barra. ~ ~ = 1 0 ~ t .. todas e l a s . rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação.O gcnero A). ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro. indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica. o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza. Introduundo-se esta simplificação. a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2. inicialmente. (No caso da Fig.=N. no caso. até se interceptarem. cujas barras possuem.1 . 1-90. o que é impraticável. calcular as varia~&% de comprimento de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes. chamada diagrama de Wiliiot ou. de modo que podemos considerar que. apli. No williot estas rotações estão simbolizadas. as barras ACe BC pelo pino em C. sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra. em minúsculo. toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais. Devido a suas diminuições de comprimento. Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33). que se interceptam em c. a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). B e C da treliça de Fig. é o que está feito na Fig. coincidirá com o ponto a. no wiüiot da Fig. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. &ira ai Nj(t) li lml I ~. a fim de se ter alguma precigo lios resultados. Assim. novamente. E r 1-30. 1-92 Devemos. imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras. marcamos 03 = n3. calcularemos previamente alguma (s) deformação. -. sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que. sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . o que esiá feito na tabela seguinte.Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça. 1-90 devidos ao carregamento nela indicado. durante estas rotaçóes. . 1-91 pelos segmentos a1 e b2..'esentado.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ . Fig.

1-94. 1-94. 1-31 . H da treliça sáo da. + ob.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig.5/0C. 13. que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça. passando a ocupar a posição B: . dados em diieção. + + do dos em direção. 1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras.2 mm. 1-96. A5=A6=-6amm A partir desses valores. e 3. . mádulo e sentido pelos vetores oc.. B. sentido e módulo pelos vetores ou. 1-95. . . . obtemos.5li valendo.. valendo estes mbduios. oh williot. 7. É dado o coeficiente de dilatação linear do material. 3 6. ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm. devidas A variação de temperatura. . A2=A3=-12 J?lmm.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig. sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10. igual a 10. C . -* oc. 0. 1-32 . Fig. então: A1=A4=-12 mm. 1.5 mm.9 mm.. caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig.4 mm. se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC.l mm. .. 4. respectivamente.6 mm. pelo williot da Fig.74 CUBO de anáiise estrutural -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A. 1 2 ~mm 5 e 12 mm.

feito na Fig. vale 6 BH = 16 mm. B. 1-98. 2. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig. A componente horimntal 6 dada por A7. 1. 1-99 e vale: Ex. ob. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i . A P~~ Fig. 1-98 A Fig. 1-99 No caso. I-33. oc. C. ~ Fig.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas. Temos. devidas aos esforços normais N i nelas atuantes. a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos d y nós A.~ g l d de e d~f~nnsções em estruturas isost~ticas a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig. 1-96 PBH = 2cm ?Y. ou seja.Ii Neste caso. dados pelos vetores oa. 1-97 . condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot. sar imediatamente ao traçado do wiiiiot. 1. o b e oe. C .Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B. todas elas E S = I O t. 41 = 77.54 cm. 3 cm. D e E da treliça.24 cm.2 mm . cujas barras tèm. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras. precisamos calcular previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E).41 cm e 2.x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6) + 3 2 x4Y . têm módulos de 0. basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical.97.

4. Pk como estado de deformação e P . ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot). sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee a 7.8 cm. direção.williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B. vemos que o vetor é horizontal. para a mesma estrutura. temos: ( tjik indica a deformação. devido à aplicação do primeiro esforço unitário". I (?jk. 8.Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer. 1. obtemos: (1-9).k = ZPk 6ki Betti. o que tem que ocorrer. que resolve o problema.conforme a indexação adotada. Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. dados em do williot. que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio. têm estes módulos iguais . Tomando. Fig.0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto.4 cm.2 . como estado de carregamento. na direção da carga Pi. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida. com queP.4 cm e 7. teremos: od 4 . 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do teorema de Maxwell.100.78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B. . 1-100 .1 expressão do teorema de Maxwell. obtemos o williot da Fin. no caso do Teorema de Betti. agora. indexando as deformaçóes com dois índices. Igualando as duas expressóes.9 cm. o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser. levando em conta que o apoio do 1. Como ve"fícaçXo do wiUiot. 4.9 cm. da treliça. que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário.. evidentemente.G. que é a expressáo do teorema de zP.. é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço.. quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio.devida ao carregame* to Pk ). e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária. constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi). temos. O s exemplos das Figs. para a qual um grupo de cargas P. indica a deformação. evidentemente. provocado por um segundo esforço unitário. .Teorema de MaxweU Fazendo. é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s deformaçóes produzidas pelo priquando se desloca devido A meiro sistema". C. em sua direção. 8. F.Teoremas complementares 4.Erala do. D . E. uma força ou um momento.

1 Fig. 1-104 1-102. 5. valerá: n . A k A A Fig. . I1 deste volume.. .a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 . vale: Fig. por ser estática. 4. . 1-104. 1-103. = tra- Pelo teorema de MaxweU. carr. bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas. P . ela se deformará. 1 .. Esl. Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica. 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas. apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig. Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos. a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou.. Calculemos estes balhos... o trabalho das cargas externas P1. 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples). temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que. costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron. Como estamos no regime elástico. <ar... lpi = 1 Eri. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura.* '.3 . carregada com as cargas estãti.Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig. conforme se verá no cap. Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron .

os esforços simples M.a) Nos casos práticos. por ser ele inteiramente geral. em sua forma mais geral. Conforme sabemos. quando da avaliação da energia real de deformação. permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo.a) O 1.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': . convenientemente explorado. Ex.82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura). recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais. N. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas. podemos instituir os dois teoremas de Castigliano. se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13). que são enunciados da maneira seguinte: 1. também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. entáo: Observaç5es: 1. teriamos também o trabalho da torção. 1-34 . e a expressão da energia real de deformação.O teorema de Castigliano. então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2. de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas. Não permite. Q acarretam deformações relativas em suas direções. conforme ilustrarão as aplicações a seguir. da Figl 1-105 que teni rigidez t No caso de uma estrutura no espaço. será o trabalho realizado pelos esforços simples. No caso (estrutura plana).Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' / constante.O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos. entretanto.

aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB. sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 . desenvolveremos todos os cálculos e. que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i s o s t á t i c a s 85 Ex.O Teorema de Castigliano. 1.84 Cum de an5ise estrutural Ex. Fig. obtendo a solução d o problema. 1-107. criaremos uma carga fictícia. então: A energia real. vale: Fazendo. obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral. após termos feito a derivação parcial. Temos. 1-106. .Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig. 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável. caso desejemos empregar o 1. igualaremos a zero a carga M acrescentada. igualaremos esta carga fictícia a zero. 1-35 . . uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura. isto é.Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig.EJ ) 3EJ que desejamos calcular.0 teorema de Castigliano). correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação.107 Fig. efetuaremos todos os cálculos e. mediante o emprego d o 1 . de deformação. agora M = 0. no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M). 1-36 . desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante.

conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a . ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig. que seri tratada como pequena deformação. confonne poderá ver o leitor no cap. b) na secção onde atua E. nos casos mais gerais. mas que.o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra. b) A mençáo feita. demonstrando-a a seguir. no enunciado da regra. a I a) Sendo a estrutura dada isostática. a proposiçáo. a seguir. no sentido oposto ao de E positivo. uma deformação (absoluta. ou seja. temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática. inicialmente.:.q. A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V A = n 6 . 1-109. multiplicar as ordenadas da figura deformada por n . embora a demonstra. então. n Tudo se passará. 1-109 i em A e C para a viga da Fig. Rompendo-se o vínculo que transmite V A e. a regra esta enunciada desta forma. "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). conforme indica a Fig. Igualandose vem: 6 = VA . A I I Ex. atribuindose à viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V A positivo.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos. obtemos uma estrutura hipostática. submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e. atribui-se à estrutura. cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada. 1-110. Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I.Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - . cuja linlia de influencia se deseja determinar. portanto.'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A.sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento. deveríamos dar uma deformação igual a 1 e. está equilibrada.e u __Fip.Regra de Mdler . Por esta razão. igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1). a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações).' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. 1-37 . 1-110 . t Fip. mas que não acarreta erro algum nas conclusões. I1 deste volume. tornando sua aplicação mais prática. no caso de reação de apoio ou relativa. nos casos mais gerais. como se tivéssemos dado uma defomçãounitária. I - Demonstraremos para um caso particular. a regra. tratada como pequena deformação. após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática. portanto à deformação).4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 . livre. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E.86 4. 1-108. no caso de esforço simples) unitária. então. As aplicaçúes seguintes esclarecem.

1-112 I Sabemos. os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos.Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig. A S A B Fig. 1. 1-113.. obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig. - - A Ex. 1-1 1 1 .114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau. (não devendo haver rotação relativa). 1-39 . 1-112.Calcular. passo a passo. 1. que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip. o que justitica traçado da Fig. que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e.111 Fip. obtemos a linhade influência indicada na Fig.Exercícios propostos 5. . podemos confundir a corda AC com o arco e temos. e. 1-116 'I * t l!* * C Fip. . para a estrutura da Fig. 1-114. 1-38 . a regra de Muller-Breslau. 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D. então. 1-115. pela regra de Midler-Breslau. S I 5 . 1-115.115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o b). AC = x .88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo. Ex. o que justifica a construção da Fig. 1.1 .(+). Fig. 1-116. 0 1 -1 \C i: Fig. c) deslocamento vertical de B.Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig.

Para a estrutura da Fig.2 .121 . 1-118. calcular: a estrutura da Fig.4 .Empregando. de cima para baixo. 1-119. 1-120. a. r j 4.6 .Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia. pedem-se: I Fio.5. EJ. em todos os 116s. cujas barras fomam. ân.ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A.. que tem rigidez W (constante). 1. I-12l. obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. diretamente. obter: a l ) rotação do nó E. a fónnula de Vereschaguin.Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig. b. 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante. Dado: 5. 1-118 5.117. a.~ / ~W C = 2 x 104 tm2 (todas as barras) 5.2) deslocamento vertical de H.Para a estrutura a + a + da Fig. calcular variaçáo da corda AD.C~iso de análise estmtura] GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5.2) recalques verticais. 1.3 . de 2 cm apoios B e C. p P 5. = 2 x 104 tm2 .pede-se: a) para o carregamento indicado.1) aumento uniforme de temperatura de 30OC. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O . b) deslocamento vertical de E .Para +I 4 I AB - Fig. b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC. b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b. Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ .2) variação d o comprimento da corda EF.

5.Calcular. Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 . 1-124. permaneçam I m acima de A. 1-125 durante a montagem para que. quando atuar o carregamento indicado.Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig.123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro. E fiquem alinhados. = 104 tm2 cas com Jmin Fig. computando para este fim apenas a influência do tirante.Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig. os pontos A. o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm. (ESltirante= 103 t curva tem J = Jm . a= ~ u ~ . pede-se c$.9 . quando a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C. I 5. sendo Jm = 25./ ~ c 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal. D. 1-122 5. cujas misulas são parabóli= Jc e Jmax = lWc. para a direita. Dados: EJc = 104 tm2 .) quadro = 104 tm2 5 x 103 t. 1.10 . quando atuar o canegamento indicado. (ES) tirante = .. Sabendo-se que. para a estrutura da Fig.I 5.8 . do carregameiito indicado.7 As barras horizontais da estrutura da Fig. unicammte. 8. cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo. 1-122 são misulas parabólicas com Jdn = J . SXo dados: COS '# (W. cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5.11 . os pontos D. 1-123. B. 1-126. . E. que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que. É dado EJ. C Fip. e Jmix = SJ.Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig.

das figuras I-132-a e I-132.13 . I 5.se: .~ I O C .94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5. 1-128 F i g 1-73? 5.132-b Fig. das Figs. 1-129 1. 1-127 A Fig. São dados: E.132. 1.Para a estrutura da Fig. É dado: a = ~ O .16 .As fibras superiores da estrutura da Fig 1.Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas. mantendo-se constante a tempera tura externa. pedem. mantendese constante a temperatura externa.15 . Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A . b) deslocamento horizontal de C. h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig.133 .O interior do quadro da figura 1-131.Para o quadro da figura 1-133. b) rotação relativa das tangentes à elástica em A. as barras@@são 2 cm. com 0. R Fig. 1-130.~ 1. a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B.14 . a temperatura no interior da parte circular. pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas.Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares. 5. de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC. Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material. m Fig.s m de altura. A I 5. J. de inércia constante. com seção transversal circular. módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m.12 . pede-se o deslocamento horizontal de B.129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução. 1-127 e 1-128. Pedem-se: a) variaçfío da corda CD. 1-132 B 5.17 . cujas barras têm altura h. Send o a seção retangular.b. sofre um auriiento de temperatura de t OC.

5.23 Empregando o processo de Mohr.21 . a. ra 1-135: a) equação da elástica. cujas barras tem seçãocir. I I n -1. 1-136 ( J = constante)..20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C.24 + 117.138. que tem rigidez igual a 104tm2. Dado: EJ= constante - I -+ I12 5. J. para a viga da figu5. 1-136 5. 1.I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5. C.0Sm4. Dados: M.Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I.- t . D. 1-137. c) rotação da tangente à elástica em B. para a viga da Fig. b) flecha máxima. E.139. Fip. cular com inércia ê flexão de 0. pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz.19 - Empregando o processo de Molir. submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5. b) deslocamento de B na direçáo z.22 pedem-se: - Para a viga da Fig. empregando Mo&. obter. para a da Fig. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig. -r- - Idem. I Fip. a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A. 1-139 -+a . i 1 5.18 -Para o quadroespacial da figura 1-134. 1. E.

igual a 2 cm.<.140 a 1. Fig. que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO. IP o I ~ C l + l + 5.29 .9. I u 3' 1 I : 9 .Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1.e 1 i . do apoio B. 1-142 . -. calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig. para a treliça da F í & 1-147. ( I I I Fig. 1-144 5. 1-143 o r l p PI -+-I---+ . 5. 1.quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados.I + - Fig. c) recaique vertical.) Fig. 5. R.27 . .~/OC. Fig. Fig. de cima para baixo. b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC.142. constante. 1-147 i I 5.Empregando o proeesso de WiUiot.146 a) carregamento indicado. 1-149.Empregando o teorema de Castigliano. 1-140 Fig.Idem.25 . cujas barras têm rigidez EJ.26 .e .146. 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados. que têm rigidez constante W. da treliqa da Fig. . I . J (constante).Idem.98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5. . 1-141 Fig.devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5. para as das Figs. E. calcular os deslocamentos dos nós E e G.& l t I + .30 . devidos às mesmas causa. . r < .Empregando o teorem de Costigiinno. calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal. 1-145 Dados: P.28 . 1.

0.67 mm ( f ) . b) 3.94 mm Encurtamento de 2.8 mm(+) : b.2) 2 cm (e) 1.33 x 1 b) 1 mm (4) t ) 5.?) 13. 0.a.2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero .I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I .] ) (C) 4.2 mm (aumento): b) 5.17 - a) 2 6 c m (+) .98 cm (4) .6 mm ( f ) : b.93 mm (-*I .1) 7 . Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.1 8 - a) 0.4 mm (encurtamento) a.rn + 5.133 x rad b) 0.17 mm (t) Alongamento de 1.14 mm 4EJ m (371 8) - .b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.21 x 1O-' rad (12) .07 cm (4) 1.1) 4.71 mm (1) a.l) 3. 5 ~ rad (tl).84 cmfaumento) .46~ 10-3 rad (n) a) 0.67 mm (L ) .2) I .22 - a) 0.b) 0.zero .a.

em cada caso: i . 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0. pEH=1. 3 m m ( .pEH=15mm(+).102 Curso de análise estrutural a n i l o & &formafõsem estmtunis isosiatia C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) . ~ ~ ~ = ~ 6 . O mm (+) C) pFV= 10mm(&). ~ ~ ~ = 3 .8mm(+).+ ) . pGH = 3 . pGH = 3. 7 m m ( + ) .27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem.f ) . em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 .29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5. 6 m r n ( L ) . pGV=0.28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem.6mm(t). pGH= 30 mm (-+) 5. ~ ~ ~ = 6 . ~ ~ ~ = 1 7 . ~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) .6mm(t). 4 m m ( .3 mm (+) 5.

1) . a estrutura da Fig Ib2.4 (11. cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática. a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3.Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig. igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples. na estrutura assim obtida. para tal. não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita. preservando.2 .Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig. que possui 5 reações de apoio a determinar. 1 '9 = g e X t = 2 &n \ 1.Hiperestaticidade interna Fig.2 Seja.HIPERESTATICA . 11-9 Fia. sendo assim. 11-1. grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura. Seria necessário "abrir" a estrutura. r. Fip 11-1 4 \. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi).1 .Determinação d o grau hiperestático 1. dispomos. 11. no caso. que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio. então. pois. romper-lhe uma seção.3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente. agora. necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los. das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E). Isto não significa. isto é. a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e. portanto. Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex. entretanto. Temos. terno da estrutura que é. Para tal. g = Be + 8 i 1. conhecidas suas reações de apoio. desta forma. após rompê-la. 1. como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip. cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las. Portanto. 11-4 C. deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio. 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 .i ? CAPITULO li 1 .O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o . Existe.

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t , j . perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u r útil trabalhar com um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X , 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal to emB= O

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

+

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

F i m 11-18

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., li a partir do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, e o segundo membro é nulo) ; - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E . + EiXi (11-7)

O que se deve procurar. será: 1. em número adequado. licitante externo. Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig.. g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que. a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois. eni c da caso. + ZEiXi) - - '. = O (11. para a obtenção de uin bom sistema principal. . agindo-se de outra maneira (v. Para isto.1.0s11-5 a 11-7). nesses casos.1 - a) carregamento indicado. certainente. = O.0) 6. Pii.+ 6. de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd. 11-18.6). o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas. aos sistemas principais ideais. 2. Seguindo a orientação dada na observação 2. so. ii-19. pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles. 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado. a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos.0) Traçado dos diagrainas no sistema principal. ca ou da equação matricial (11. aplicações n.f. Para os outros tipos de estruturas.112 em que: Curso de anáiise estrutural E .X1 + . recalques de apoio e modificaqões durante a montagem.8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1. Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica. i! Ex.2. pois uma equação genérica (a iésima.. 11-19.l h e dois vínculos.1).3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica. \ Nota: Na m o s de variação de temperatura. o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito. Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais. sendo todos teoricamente corretos. provocado pelo agente. Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E . entretanto. h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer. c) recalques em A indicadas abaixo. Sistema principal e hiperestáticos 2..X.0) 5.2. : esforço no sistema principal. tiiiXi +. Obtenção dos EJc 6 . a fim de obter seu sistema principal ismtátim. devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente. eles não precisam ser unitirios. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 . recomendamos. podem ser quaisquer.0) 4. temos E . é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples. b) diminuição unifome de 30 OC . +Sm -. chegamos ao . por exemplo). . Isto conduzira. m p e r . : valor obtido para o hiperestitico. no caso dos quadros lanos. 50) 3. do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 . a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs.O) Escoiha do sistema principal (v. que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura.

+ 3. nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig.27 E l + 4.m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } . respectivamente. obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs. Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D. 11-20. o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws. tomados iguah a 1.sistema principal da Fig.im desta forma. 11-21 e 11-23. 11-19. pan não complicar n nota~Ho. consideraremos apenas seu trabalho H flexão. I F i i 11-20 3. perestática dada. temos E = E. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal. 1 2. obtendo: F i i 11.ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1. rotulando os nQ C e D da estrutura hi.já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim. Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro.09E2. embora estejamos u m d o os me& r' . 11-20.21 mm *larnos Os . obtemos os diagramas da Fig. Diagramas solicitantes e rea<. I Obtemos: 6. com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn. preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal.2.&a A partir da expresão 11-7.

' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6.c deste capitulo. Obtemos.7.521 F i m . F'm. então: = . 11-28 + 7. .Etemp = 0. obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs.(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W. dos nas Figs 11-24 a 11-26. 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo.55E.731 Ntamp. estando os diagramas solicitantes indica .. 11-22 JF~ + 0.trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6". A partir da expressão E. já que estam. em função da observação 22. 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1. vem: Fip.4E2.3EI -22.18E2. - - .} . No caso.47.. Os novos hikrestáticos.521 Fie. 11-27 a 11-29. 11-27 1 2.atura.15 t Fig. po.são: 12.11-25 'carr. d'evidos à variaqão de tempe.iS: 2.os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2.

M = Mo + 8.5M1 + 5M2. sabemos que. então. Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática.ia Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a estm. Diagrama final A partir de (11-7). Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S.os nós A e C esq. 2. 2) Igual simplicidade encontraríamos. Rotulando. obtendese.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos.f. Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2. - . deste capitulo. 11-31. tura da Fig. Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão. 11-33 Temos. ao invés de nós C e D.2. obtemos: 1 x 6 x 4 = -44 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I . o diagrama de momentos fletores . Ex 11-2 . obtemos o sistema principal indicado na Fig.I wpmdtjtia a) . onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas. os diagramas da Fig.-i 1. aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. MO 3.s I 1 t 6. U-32. Hiperestátims: \ XI = 8. no caso deste exemplo.x 6 x 1 2 .3 3 . necessários para o cálculo dos EJ. devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo. C I I 4. 11-33. se. houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D. 11-30. Diagramas no sistema principal Fig. 6. por exemplo .

para o caso. I I I -ou . Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0.34. Ex. 11-35. simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:. 11. ii-37.SX2 = 76. 11-38 para: a) canegamento indicado. 11-3 .Sl0 = 1 (6~18+3x40.7 6.se os apoios internediarios.4 .5) =-76.s 1 o. Temos. Diagrama final 1.Resolver a estrutura da Fig. a linha de fechamento do diagrama final.o métododas forps 4. 6 e no traçado do diagrama fmal.Vc S EJ. desta forma. I' = 6m I'= 3m Fq.s 3 . o sistema principal da Fig. Dado: EJ. obtendo-se en- 2. 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo . entio. Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~. 11. obtendo-se. CY = 1 0 tm2/0C F 3.\. a partir . 16.sx.M1 e M2 os mais simples passíveis. I I' = 3m Fig. Hiperestáticos: X.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex. na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras. = 22. 11-35 Será dado por M = Mo t 22. para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários. conforme se verá a seguir. + + 2 x 2 = 45 5.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig.8M2.7M1 tao o diagrama da Fig. b) diminui ão uniforme de 30 OC. Cálculo dos .

nios o sistetiia principal da Fig. LIeSq e DA"). I 4. Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l. Equações de compatibilidade: 104 64 36 2.. 11-39. = . E J . S z 0 = . obre.7E2 + 19. Cálculo dos Wc6: WcS.3 = 20-7 19.3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig. 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t . E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática. Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11. rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI.3EI + 20.6 4 .122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1. Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea .o método dsr fo<pis =- 123 3.1 0 4 .3 x3 6.

o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão). sendo. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70. temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro. a partir dos diagramas da Fig.e colheremos o sistema principal indicado na Fig.cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes. 1.o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC .301 Fip. podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada).Resolver a estrutura da Fig. deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo.52E2 -0. obtendo. 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura. L. para o cálculo dos 6. então: X1 I x1 \ Fip. Fip. Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' . inteiramente hiperestática í g = 3). na direção de cada um dos hiperestáticos. 1145.124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica . Rompendo-a na seção de simetria S . g-ph $1 1116i t -X!IZ. 11-43.62M3.81mt equilibrado. Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos. 11-5 . 1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3. pois. os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O. . I Ex. 1143 . 1145. devidas i variação uniforme de temperatura. no sistema principal. obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig.Conforme sabemos. bastanos calcular o vetor { h t ).07E1 + 2.t. 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o.1. 2. I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado. conforme indica a Fig.

portanto.2. devido ao sistema principal escolhido. Na seção S de simetria de uma estrutura plana.. arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 . Voltemos i aplicação em questão. 6 30 = O.4 sistemas (2 x 2. elsstica nalmente a barra em questão. .o ). 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura. 3. com O que. temos que: = 6 2 3 = O. em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 . bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura.= -1 6.e I x 1)sndependentes Tal já 6 .E licitantes da F i s 11-47. 1148. poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que. Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente. nesta fase. p+ dem ser quais uer. Temos: E = . se a fôssemos resolver novamente. ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que esforcos de ~. Xl = X? = o. que tem EJ = 104 tm2.Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e. 4. independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6. ~r0duZa . + 0. .Observap-o: Neste caso. 11-6 . devido aos recalque indicados. com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente. S. Hiperestáticos Xl = 0. 1 --'- - .. portanto. 2 hiperestáticos (X1 e X2). uma vantagem do sistema principal escolhido. que os hiperesti.57E. entretanto. 6 recomendável.iox. Vejamos.57 X3 = O (evidente.Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e. Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex. apenas. . > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento.. Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente.29 X2 = -2. partiríamos de. Como os valores arbitrados para os hiperestáticos. tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça.rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica. Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação. Diagramas finais o . o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0. da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 . outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: . pois o carregamento e simc5trico). obtendo os diagramasse Note o leitor que.29 E1 . em si. X3 = 0.- . Por esta razão.rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O. pois. evidentemente. apenas. temos que:: . w m O que. quando ocorrem tais condições. . 6 = 6 20 = O. pois sabemos que X3 = 0.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.

Sistema principal e hiperestático h. temos: 1. 11-51.51 Fig. por força da rótula. Equação de compatibilidade . como temos Ms O.5. 3.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. Sistema principal e hiperestático 4. o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1. 1149 2. temos: Qs= O.~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11. Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . Por outro lado. Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5. Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas). provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. Diagrama final - Fip 11.

Diagramas no sistema principal tll 1 11-64.1 i" Ti' Fip 11-64 Fip. Equação de compatibilidade 4 5 S.25 6. Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática. II-8 . 1. 11-57. São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 . Rompend-se o tirante e rotulando.se urn n6 da estrutura. Diagrama final Ex. Cálculo dos EJ. temos o sistema principal da Fig.o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2. Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1. se este sofrer um encurtamento de 1 cm. 11-56 3.Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante.% + t i a . 6 4.

> F i p .Ele 3 10 4 x 10-2 = -300 = -3FX 1 . -O. IM9. 11-9 . Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante. 61enc. .3E2 . Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado.132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i co a idtcdo das fo- - 133 2. 11-60. Magramas no sistema principal a) M1 lmt . Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21. .b El. ) 3. para que a reaçxo horizontal final seja nula. b) M2. 1 t d -Ft 47 Fia. pede-se: t4.06t . obtemos: Ex.Para a estrutura da Fig. 1160- 4. N2 Imt lmt X2. b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem. N1 6. l i 4 9 &t 2 15. temos o diagrama da Fig. que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico.

. 2. : X: = 2 t &a..2 4 t 28X. 5. Equação de compatibilidade: .j ~ 3 ~1 3 . podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão. 11-61.86 6. R o m p n d w .86El .2 ( . Necessitamos. 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula.5)=-24 a) Resolução para o carregamento indicado 1. obtemos o sistema principal indicado na Fig. L N1 tis. Hiperestático: X l = 0. Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente.5 ~t 3 -~S~3~1.& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0. 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = . dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante. Vimentão: a)Mo. 0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O . No b) M l .5 X. 3. 11-63. Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ. obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig. pois. Cálculo dos U. t 0.Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno. I 4. Diagrama final = O A partir de E = E.

então. = -1. 11-64. devemos encurtar o tirante de 1.. serão o carregamento e encurtamento. na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento. temos 6' = 6 enc. Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig. empregando as tabelas apresentadas no cap. os diagramas serão os da Fig. obtemos: A estrutura estará funcionando.6 cm. Com isso.m p d t i e s . todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico.6cm Como a deformação. no caso. sob sua forma ideal. pois o concreto estará uniformemente comprimido. Diagramas no sistema principal 3. teremos: (EJc610 + E J Cen. Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip.)+EJc611 ~ ~ Xi = O ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1. 11-65. = +?8x2=0 -1.6 cm para termos a reaçso horizontal final nula.ou seja. q = 1 tlm Barras e @/ . Ex II-I0 . "comp \ . I deste volume. no sistema principal. 2.o metodo das foqS 137 corno os agentes externos. 1164 Sendo as banas misulas retas.

1 1 7 1 I C 7 1 . 6.1 5 tabV' e = 0.32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4. - !. 2 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas. Cálculo dos EJc S b)EJ.) 3.'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a o método dar foqas I. Dado: EIc a = 5 x 10.5 11 .4 + 3.098 = 24. Diagramas no sistema principal N. i -1.Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC.207 = 3.098 . Equaçáo de compatibilidade: . para o quadro simktrico da Fig.144 .207 x 0.2x5x5x z X d 5 x 5 x 0.222 +21'M1Ml(~+ 0 =0. Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 x e = 0.2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0.32X1 = O 2. 1 F q .' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i.611 Ex 11-11 . Diagrama final 1 1 7 1 . n = 0. 11-69.31.

Equaqáo de compatibilidade: 2~. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig. Hipenstático: . Diagrama final $ 11-75. 11. Sistema principal e. todas. cujas barras têm.rica . Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6.treliça uma vez hiperestática internamente e. 11-73. temos: 1. a mesma área. = O Fie. Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x. 11-74 S. 11-72 Ex.1 I Fip. então: ESalo= Trata-se de uma. Cálculo dos ES 6 : Fip. 4 Fip.73 Temos.(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal. hiperestático X1 (NINO1)= 2Po(1 +A) 4. Equação de compatibilidade 141 2. 11-76 3.o método das fo4. por isso.

11-76. um dos engastes. Esforçm finais Temos: N = NO + N . .x 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática. basta rompê-la numa seção. Q .lrn. . 6.Resolver a grelha da Fig. 11-77 para o carregamento indicado. a partir 2 d o quadro de valores anterior. Para obtemos sistema principal. X (cambinaçao de Ticom Ti) . obtendo. adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante). T2 d>M3. seção esta que pode ser. .o método das for~a.s GJt - X. Sistema principal e hiperestatico Fig.) +& ! . Diagramas no sistema principal a) Mo. d i i i 11-79 C)Mz. Temos. 11. endentemente. optando pela seçáo central. meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ. TI Ex 11-13 . os esforços normais finais indicados na Fig.~- 2.77 h. To b) M. T3 J 3m 4 1. o sistema principal e o s hiperestátiws indicados na Fig. Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M. 0 3. X 1 = NO P XI .WpIedMtia . 11-78. Sabe-se que -EJ -1.

As fibras superiores da estrutura da Fig. Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que. Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares. temos que: 5. agora. em relaçáo ao dia da execução da estmtura.x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65.11-83. de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C. 2 5 + . 1 6 ~ ~ = . ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 .1 .) EJ$2= 2 x 3 + 1 .f~ 145 v e me n w ~ .tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico.25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims. Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6. nesta aplicaç%o. + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4. - - Ex.x 3 x 2 . escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão. então.5 x 9 ~ 3 = a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na F i g . Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ. 5 -49.~ ~ 9 x 3 3 + . 11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O C e as inferiores um aumento de 30 OC.x 3 x 2 ~ 5 . O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos. 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4. com o que teríamos 620 = = O. 11-14. que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco. Diagramas finais (em mt) Temos. enquanto que os demais apoios impedem . o que acarretaria 830 Suponhamos.144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods. isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico.. a partir da expressão E = E . com o que teríamos 610 = 0.8263.

na seção de simetria teapenas momento fletor. CálaJlo dos (. 1 . pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura. 2. A variação de temperatura do problema. pedem-se os diagramas de momentos fletores.s x l d l tm2 cu = 1D5/0C.60 t-38 X1 = 3 O . temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha).mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais. Sistema principal e hipenstático Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13.2. 11-86. com tg = 0. 11-85. Visto isto. senão vejamos: C (Parcela da Fig. e torçores atuantes. 11-85.2) a) Grelha com h = 40 O 4.3. culares ao plano. a m o atamos diante de uma solicitação simétrica. para a da Fig. conforme indicado no sistema principal & Fig. Equação de wmpatibilidade: . 3. 0 problema está resolvido. temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano. 11-85. pode ser encarada da forma indicada na Fig. b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0. empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC. 11-85.VIgretha 8 : Para a parcela da Fig. e. Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos.

cor- 62t) Fig II-91 0- 3. 11-93. no caso.3) 4. Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6. 11. Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. teremos: 1. Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva. Sistema principal e hiperesthtico 6.148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2. temos. novamente. 11-92. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig. 11-85. então.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano. Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11. o esquema da Fig. Com isto.2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç. em verdadeira grandeza. OS o diagrama da Fig. que serão. 1 1 1 5 Resolver a viga balcão da Fig.85. correspondendo ao caso da Fig. apoios do 2. 11-90. Rebatendo. 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig.3.64 X .2. = 4. que tem W = q - . dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig. 11-85. 11-92. genero em A e F.am-movimentos no plano da estrutura. I A solução do problema é.8 + .73E1 .85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q . Equaç%ode compatibilidade: .

a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig. obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo. 11-98. cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F i . estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig. = lmt 2 . rompendo a estrutura na sua reção de simetria. To Reduzindo a carga P/2. I I d X. Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica. temos.sucessivamente. ! I I 3. Temos. 7 I ~ i 11.o método dss f o r p 151 I 1.150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . obtemos. sem nenhuma alteração do resultado.c o s e ) . 11-96. que representa uma vista em planta. Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas.~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR ( 1 . de uma das duas metades do sistema principal. I = -- Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S. com carregamento simétrico. aos pontos A e S indicados na Fig. 11-94. o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2. que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O . o sistema principal da Fig. Diagramas no sistema principal a) Mo. então: - . em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção.11-95. em verdadrira grandeza. 11-97.

uma ênfase especial para este ar<ifício. 11.5. permitindo a obtengão. explorando esta simetri. 2. 11-6. existindo. no cntanto.~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica. deixando livre o deslocamento vertical. a única componente de deformação.3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo. num dado sentido. senta um esboço da elástica do quadro. 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz.3 PR E 1 . Em se tratando de uma estrutura simétrica. dos h ) ~ res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica.o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6). que repre.2 ll. se o carregamento existente num dos lados da seção ter.100. mtáo. passar do esquema da Fig. a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria. de a provocar uma destas duas últimas deformações.. F i e 11. no caso. submetida ao carregamento sim6tric2 indicado.100. 11-100.3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver). Equação de compatibilidade: I I . 11-100. A partir dai. mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2. bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos). que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ''~e~lthticx à sua diagonal principal. -tudo dos areos e quadros biengastados. Hiperestático: 6. que terá sua seção S de simetria. o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto.5 . com carregamento simétrico.l lr 11-100. será o deslocamento vertical.mprrstBtica .99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível. devido à simetria da solicitação (pois. 4. que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:.1 153 . lUe abordado em nosso Cuno. já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo. teve grande divulgação o uüiiza$ão.2. 11-100. Este vínculo está representado esquematicamente na Fig.1 .1.Artifício do arranjo de 2. colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s ' 4 = Xs =O). durante muito tempo. I? o que está indicado no esquema da Fig. 11-99. 11-13.1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig.5. 5. ' . partir da expressáo E = E . uma reação-momento M e uma reaçãeforça N.Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5. Diagramas finais A lCIW. + - obtemos os diagramas solicitantes da Fig.Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig. que apresentaremos a seguir. 11-7. 1 . 1 0 0 . anulandese então as duas parcelas ). o assim chamado irtificio do centro elástico.

11-104. 11. este deslocamento está imp* . * No caso. a estrutura dada. b) Seja. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo. a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig.pois as tendências desta deformação em S. _ .1. hfonne ji vimos. c) Analisemos. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig. evidentemente. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico. u-100. 11-104. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico. .3.o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido. cuja configuração da elástica. 11-100). Podemos. colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação. como no 'as0 da Fig. as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura.2. agora. por exemplo. provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita.3. fornecendo os valores x. para o caso da estrutura da Fig. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102. . se comportará como apenas uma vez hiperestática.1. submetida ao carregamento antisimetria> da Fig. o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja.3. sendo a da Fig. parth dese do esquema da Fig. os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que. poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103. então. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados. os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que. nulo. .1.2. 11-100. 11-102. o deslocamento vertical da seção será. 11-101. i = . a estrutura da Fi& 11-103. submetido ao carregamento sim6trico indicado. 11-101. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o . três v e m hiperestática.mpmtátiea indicada em 11-100.1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical). entretanto. agcra.y e 9s indicados em 11-102. agora. Para carregamento anti-simétrico.3. nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig. I 4 1. 6 %a. romper a estrutura na seção S de simetria. se oporão.1. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. o quadro simitriw da Fig. entretanto. no caso. 11-102. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig. que é. I 1 I* na dtdco. se somarão (ao invés de se anular. o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023.

11-106. a partir do qual.1. a atuação de um carregamento genérico qualquer. então. pois. entzo. conforme veremos no referido ca~itulo. obtendo suas componentes simétrica (Fig. Nas Figs. 2.) 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma.2.3. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante.3. para a bana SC. na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043). é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel. que poderá. a essência do artifício do arranjo de cargas. sobre a barra SC. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. resolvendo a estrutura. o caso de carregamento anti-simétrico.3 a 11-108. para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício). igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido. agora. que impede o deslocamento vertical. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. num dos lados da estrutura. basta substituirmos a parcela do engaste. podemos romper a estrutura na seção S. Analisemos. conforme esclarecerão os exemplos a seguir). separadamente. simétrica. a fun de obter o diagra ma solicitante final. introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos. conforme indica a Fig. superpondo. ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105.3. Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC. Podemos. numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. 11-105. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico. por esta razão. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer.2. a seguir. 11-104. 11-104. indicada em 11-105.1. ' Fio. ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104. do esquema indicado e m 11-105.5. (Notar que. a barra SC. Exporemos.3. conforme indica o esquema estático da Fig. interceptada pelo eixo de simetria. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução. por um apoio em mola. dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal. igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig.2) e anti-sim6trica (Fig. IE104.devido à presença da barra central SC. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume. No caso. quando tivemos.2 a 11-108. 11-106. a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig. para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J. 11-107 .1 recaiu. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso. o diagrama final de momentos fletores será. 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos.3) - F~Q. a seguir.

110 n n J 2. ExlI-I6 . 11-110. dro simétrico da Fig. 11-11 I. Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip. 11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig. Fip. cujos diagramas no sistema principal. cujas barras têm.Obter o diagrama de momentos fletores para o qua.3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício. 6 a da Fig. 11. estão traçados na Fig.im + 11-110. levando em conta a simetria do carregamento.2 11-108. todas. 11.mpnditica . submetido ao carregamento indiiado.2) Sabemos que a estrutura a resolver.1 11-108. II-111 Fip.1 11-1103 VI-110.o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig. passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca de carregamento. 11-108. 11-110. 11-113. a me* ma inércia.3 . 11-109. Fio.112 indicado em 11-112.

e n t h : /Xi = 0.71 4. 11-116 Fig. EJ = 1 d t m 2 . 11-119.Resolver o quadro da Fig. para um reealque de apoio . = 1à / /. uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica.67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118. indicado em 11-116.33 Obtemos. Fio. E. 11-117. Fio. é a da Fig. mtzo. 11-110. a j a s b h .estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3.114 e 11-118. o da Fig. estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig.3) Sabemos que a estrutura a resolver. a partir de cujo dstema principal. 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será. 11-115 Fio.% 1 1 17 . resultante da soma dos diagramas indicados em 11. 11-115. temos os diagramas da Fig. 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas. levando em conta a antiaimetna do carregamento. todas elas. 11-120.

11-127. 11-121. Levando em conta. toda ela. 11. então. previamente. do apoio A. pois ele ná0 teri qualquer impedimento. Fiq.162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm. 11-121. obtemos o diagrama M1 da Fig. 11-125. a partir de cujo sistema principal. = 0. considerando a anti-simetna da solicitação. de cima para baixo. não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme. 11-121.o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig. pode mos escrever que V. simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig. - .3) Sabemos que a estrutura a resolver. o indicado na Fig.122.123. 6 a da Fig.124.36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será. 11. 11-121 a) Parte siméírica (Fig. que nos fornece: Fiq. 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig.-1. b) Parte anti-simétrica (Fig. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada. a partir das quais obtemos: X1 = l m t = + 1E"! -t Fiq. 11-126 e já será o diagrama final. 11-125 ' I T lcm ' 4 .2) A estrutura estará afundando. de 1 cm. representado em 11. ~hpanttititiai . devido B wntribuição nula da parte simétrica.

Para este F i 11.136 Dai vem. que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t . obtendo os diagramas solicitantes da Fig. Fip. cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C . 11-128.129 \i A estrutura a resolver. l3 = 1. no sistema p ~ c i p a l . 11-129. 11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig.filemo. então. - Fip.3.131. sn8 a da Fig.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis.-. do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128. que será funçzo. constitui um carregamento auto-equilibrado. na da Fig.81. 11-136. apenas. para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura. portanto. EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig. todas e1as. obtendo-se o diagrama .135.. 11. 7 17 . 11-130 (isostática). 11-134 Fip. 11. levando em conta a anti-simetriaexib tente. que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11. 11-133. não influindo.Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig. para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134. t m fo-dese a estrutura.128 A parcela sim6trica do carregamento. a estrutura a resolver 6 a da Fig. Dnpcrandose as &fonn. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. 11-132 (cujas barras têm. indicada em 11-128.a mesma inércia). 11-132 F i i 11.2.

3 . duplamente. 11-139 . partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria. tiraremos. diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura. Os exemplos seguintes esclarecem.2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip.138.5.Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig. 11.1.137.Wprrstltkd . 11-138. *h Fig. 11-138.Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura. Ex 11-20. simdtrica em relação aos eixos fx e jj. 11.o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos ~ eixos ~ xx ~ e jj.1. a estrutura a resolver 6 a da Fig. Fig.1 q 2.

que será obtido. sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura. por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que. 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-b PR 2 Rdb nR = y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig. ' --nd*ae no cuo. Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj. o que 6 usual . a partir do carregamento da Fig. o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig. U-140.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig. constantes.318~~ Fip. associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0.o método dar f o r p Fio. Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada).140 E r 11-21 .168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a .3. 11-143. 11. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura. a estrutura a resolver será a da Fig. a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal. portanto. portanto. I A parcela da Fig. 11-141. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior. mas que podemos resolver. não influindo. 11-142.2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais. 11-142.

visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip. 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig.1 a 11-151.2 a 11-151. 1.146. 11-145: . na maior quantidade possível de casos. teremos a resolver. submetida ao carregamento indicado. explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy. 11.2. 11-148. 11-145 Obtemos.1.II-147. 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F i .o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11. a partir do sistema principal da Fig. 11.144 Fip. 11-146 5 .3 a 11-151. os casos indicados nas Figs. cujos sistemas principais são os representados em 11-148.59mt Ex. Temos. i i i 11-148 I f Fie.148. o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig. : I* .3.AipevstBtica -ntais de It). então.

2 bw da grelha. 173 2. colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria. de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs.149. então.2 a 11-155. (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria. so S i . que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs. possível romper a seção S. então.5. 11-153 11-153. Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig. no exemplo 11-13 deste capitulo que. as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são. para as greihas das Figs. 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157. o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o . Para o caso de anti-simetria (Figs. pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado). o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor. 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s.1. como se fossem uma vez hiperestiticas). mas. os sistemas principais.a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar. comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção.1. são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura). a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas. devido à simetria do carregamento. e. 11-152.n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria. . como se fossem duas vezes hiperestáticas). 11-152 e 11-154 se comportam. 11-153 e 11-155 se comportam. permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais. - Do ponto de vista de deformações da grelha.2 a 11-151.154). entáo. a decomposiç20 éMlida). $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " . estes sistemas principais podem ser justificados.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu.4 . 6 possível. liberando as duas outras deformaç&s. para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11. 11-152. na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica.Aplicação às grelhas Já vimos.eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo. então.& vido à anti-simetria do carregamento.) Sendo assim. então. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs. para estes dois tipos de deslocamentos.-= te. 11. as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig. s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados.1 a 11-155.2 possuem hipostaticidade numa direção. romper a grelha na q ã o de simetria. Fim. colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira . então. explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs. 0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar.2. quando o carregamento 6 anti-sundtrico.

obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig.simetria. devido A anti-simetria. um quadro hiperestático ADSEC que. pode ser rompido em S. pode ser rompido em S.2 (notar que. indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal.156. devido g anti-simetria do carregamento atuante. O s exemplos seguintes esclarecerão. 11.2 (notar que.1). utilizando o artifício do arranjo de cargas. com isto. 11-156 2 2 11. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante. aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE.1). sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de. aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra. portam 10 rücadas n d Figs. a barra SB não terá esforço de torção. nas mesmas barras". devido à sua simetria. 11-159. por conseguinte. a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig.2. ainda. sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção. 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig. 11.1. bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u. Com isto. 11-157. Sobra. No caso de anti-simetria (Fig.158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica. atuante em S.o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156. PJ< /+) em 11-159. ainda.1 Fip. em S'O. Fia. a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx. U-156. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S. a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx.Decompor. um quadro hiperestático A D S E C que. nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria. E r 11-23 .2 to.157.Aiprest6tica . F i g a 11-152 e 11-154. .1 e 11-160. 11-156. obtemos o sistema principal isostático da Fig. devido â simetria. na direção perpendicular â do eixo de . a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática). a barra SB terá wmo único esforço. e o esforço wrtante (X3).2 e 11-160. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática).

11-24.ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig. 11-162.Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161. 11-162. Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3. a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom iwm (wmbinação de T obtemos: q). =2 2 Diagramas no sistema principal G7. ~ i p .Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b . a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica. Ex.2) Temos: 1. cujar barras tEm. lmt Utilizando o artifício do arranjo de c a r g a s . temos a resolver os casos das Figs. .Conforme se vê.2 e 11-162.todas elas.3.

172 v iirn. 1. Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores.44 E3. Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0. 11-169 4.43 E2 t 0. . 11-171 . 11-173 3. Sistema principal e hipenstfiticos Fip. 2. Fip.0.32 E1 . II-1623) Temos: 1. 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig.37 E2 0. representados na P i & U-174.19 E.168. Fip. 11. obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip. Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip. representados na - - &.57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores. 11. t 0.1 4. Diagramas da parte simétrica A partir de E = E.

I' I 0 s diagramas finais serao os indicados na Fig. 11-17s E r 11-23. Cálculo dos hiperestiticos T m i o s : 4. Diagmma no sistema principal 181 I Fig. temos: 1. 11-177 A pMir da express8o E = E . .59 E2. Sistema principal e hipcresthticos 3. 11-175. nijas b m têm 2. obtemos . + t a i . Diagramas solicitantes Fig. 11. 11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos. GJt - ! X. .11-176.23 E1 + 9.Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F i .= lmt Fie.o método dm f o l p 2.174 @arte anti-simbtnca). + 0. resultantes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig.

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

t i a

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea - o método das forças
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t ê m a vantagem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

5E2 temos o diagrama f d da Fig. 4. + O. . Ii-26 .Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig.o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E . ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas.Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig. temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&. + 5.1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas. 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 . X3= l m t lmt tml lmt Fio.v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício. 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 .5mt & - bXJd Fio.4E3. temos: Fia.194 - x3. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados. 11-192. indrcia constante. todas. 11-196. 11. Ex. ii-195. cujas banas tem.SE1 + 0.

O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo.~) = El 63. 11-200 temos: 10. 11.16. 11-198 Fip.1 x3x 3 12 Explorando a dupla simetria. s 6 aparecerão os hipereststicos da Fig 11-197.202 . = l m t Fim.6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = .6 E3. de raio R. 1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio. como se fosse uma s ó vez hiperestática.16. a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = .104 x 2 ( . 11-200.HipaestB<ics . = . então. b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 . temos F i g 11-199.Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular.2 e a estrutura se comportará. da estrutura e do carregamento. C X. submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig.

208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: . d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E . tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai. .207. IL203. b) Diagramas no sistema principal Fie 11. t E1 t 4 E 2 .137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig. ~-~ Er 11-29 .192 Cum.Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F í & 11-204. de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~~miátiea o metodo das fo- - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento. vem: X1 - - ln 0. 11. obtmios diagrama final da Fig.

2 '. se suasfi.o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 . obtemos os . São dados: EJ = 2 E/ a = 10.2 m de altura.194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática .2 tm210c .Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208.17 E2.1 2 .25 E1 + 1. cuja * o reta é um retângulo de 0. ~ ~ 6 ~ ~= = . bras siiperiores forem aquecidas de 10 O C e as inferiores resfriadas de 10 OC. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos . GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0.x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 . r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano. - fW da Fi 11-212. temos: /t X2 P l2 Como tg= 0. A partir da express8o E = 1. E J S Z 2 = 18 Vem.

Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB.aprrststica .uma das barras do reticulado para. São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical. do mesmo.o método das foqar I 197 1. feita usando as ideias já conhecidas do método das forças. então. a estrutura funcionará como isostática. 1 I . nas barras inclinadas externas do reticulado. I E r 11-31 . 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas.I 3 Fig. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs. é fácil verificar que. ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal. A resolução deste tipo de estruturas será. Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão. estudar: a) Tipo I . - I para a viga AR: S = 80 cm2. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes. 11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura.1 = 104 m4 . sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se. pois basta conhecer o esforço normal atuante . por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar. pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente.Resolver a viga langer da Fig. e s t a indicados nas Figs. que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga. estando as estruturas das Figs. A Para o caso usual. mntais que nela despertarão somente esforços normais. uma das barras do reticulado. vergência Dentro desta ordem de ideias.215. 11.Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical. que 6 o de carregamento de cima para baixo. 11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical. pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori. devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes. atuando nestes pontos de con. indiferentemente. as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante. Fia.

67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N.198 Curso de an%iae estnihird ffipe.a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada.83El . tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal. 2. do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO.104 reticulado . por exemplo.~/''~ Pedem-se: C A B --.42.o método das f o w X1 = 1. 11-216. etc). Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal. tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 . um sistema estrutural muito empregado.(2x-x2x4x2+2x4x4) = . a barra CD do reticulado.. No b) M1 . por isto. + 1. 11-220.3Xl = O . 11-219..42. pontes. obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer. S. Equação de compatibilidade: .v1 I Fip. Hiperestático: 6. 11.I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4... Diagramas no sistema principal a) Mo . mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais. obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = .67 + 23. representados na Fig. As vigas Langer sáo.T(Y Fip.&6tiea .83 Temos: 1. principal. Efeitos finais A partir da expressão E = E.219 Observação: s nioNote o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 mentos fletores que a t u m na vip.obtemos o sistema principal indicado na Fig.. 11-218 3. Sistema principal e hiperestático Rompendese. Para a estrutura & Fig.

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

. - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. + 100) + 546 x', = O

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 ~ ~ = = 104x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ +7 2 ,x 5z x 4 + 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~pe~tAtic -aO metodo das forças

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp= ' n A
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E . + 2E1, pela Fig. 11.225.

F i g . 11-225

cia. no sistema principal. devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura). dentemente. ao passo que os são. o pmblema está resolvido e. independem do carregamento. as l nheeidas. . pois representam os valores do efeito estudado. provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 . . respectivamente. De forma inteiramente análoga. I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia. temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig. Para obtenção de uma ordenada generica de SI0. Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará. Com a variação da posição de P = 1 variaráo. devido à aplicação de uma carga X1 = I . aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. no sistema principal. entáo. que: 20s Nestas expressBes. teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação. conhecer as linhas de influência dos Seja. então. pois. o teorema de Maxwell sabemos que. 11-228: Com isto. E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária. segundo suas l i a s de influência.204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki .( P1 1 L. Lembrando. agora. a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir. I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O U . generalizando. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S. Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s . I. temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação. senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = . X2 e. no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada. - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos. concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . função apenas do sistema principal adotado. 11. naquela seção genérica.apenas E0 s X1 X2. Em se tratando do estudo de linhas de innuên. podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o].evi. teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. no sistema principal. generalizando. como os diagramas a combinar seriam os mesmos. função dele. L filo + 0 12 L I. - x2 = - a 12. por exemplo.228 Nesta expressão. linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L. os 0 ij.

a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados. ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto. 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada. L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-.!Vc e.o metodo das forças 207 . conseqüentemente. pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos. pois. [o 7i I * - k h Fip. WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- . temos: Fig. Supondo que.Hipaestdtica 4. devemos multiplicar os nossos (. Nras hiperestáticas.biapoiadas para carreeamentos da forma da Fig. que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado. até aqui. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc.) Recomendamos. 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~as . Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para. a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por . usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax. (Podemos. ou seja. também. cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm. Não podemos. em I ) Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (. pois.ou seja.Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele. 11-229. 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem.P ) corretos Ora. A partir das conclusões do item anterior.M 8 . temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc. como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo).0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas. recairmos nas expressões que deduziremos no item 59. para a carga P = 1 . em nosso sistema principal adotado.2 .

com o carregamento indicado na (.LXi (11.m. 11-236 . I. HB. çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada.1% h h a ) da matriz Fig. I. 11. de inércia constante. 11-232 barra CF L I . h(?. 11-235 Qv Temos. dependendo do tipo de mísula.Para o quadro da Fig.Uma ordenada gengrica R Xi da elástica. . M I I . Fig. conforme a tabela 111 do cap. Sistema principal e hiperestitieo~ X1 .233 rhh I 7/90 Fig. X. M ? ~ . Fip.10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3.3 1 I I .234 Os coeficientes q 1 e V 2 . são obtidos das tabelas XII a XV do cap. pela expressão: 2. 11-232.1 . Linhas de influência dos hiperestáticos 5.E = LI. ou seja: qx. 11-235. Diagramas no sistema principal X.L I. .11) 4. lrn. X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I . Matriz 1 61 Fip. = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11.EO + ZEiL. ou seja. 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1. entao: a) Trecho BC Xi Fie. cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S. obtida pela combina. 11.ApIicações E r 11-33 . Temos: 1. M~ VF. traçar as linhas de influência seguintes. .

obtendo: Fip. então. calcular sua ordenada extrema. em cujo conhe cimento não estamos interessados. portanto. X1. obtemos: Teremos: %= 2 124 7 = 0. para obter a L I. X2.55 .laia) da matriz [ p ] . 11-240. TIA= 1. pois vemos que o trecho BC se transforma em CD. ou seja. Sendo assim. Com isto.94 . Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a. o que faremos a partir da defullçáo. bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I. com o carregamento indicado na Fig. Fip. A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 . uma elástica para a barra vertical CF. 11. bastando. 11-238 E Y c t . 11-241.1.O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig. Fg. temos a linha de infiuência representada na Fig.210 Corso de m s l i s e nitnihiral 1 Hipmtática . traçar a linha de influência de X1 feito na Fig. 11. multiplicando seus valores por 2 . n2o precisam refazer os cflculos.237 b) Trecho CD Para este trecho. 11-238. se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°. temos: 7 Obser~nção: Haverá. . c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços. 11-240 Comparando com 5. vemos que. o que Podemos. Temos a combinar os diagramas da Fig. 11-239.232. pois a carga P=l nso percorre esta barra. também.

2.L 1. entáo: a partir do quadro de valores seguinte.1X2 ).I. Outras linhas de influência barra C F 6.I. LX1 I -( LI. a partir do quadro de valores seguinte.X2- LLMc barra C F - . temos: .13 +2.V F Temos: Temos: L I.X1 + 1 L.39 %E0 . VF = L.1 xL. I. estando representada.2 - - L. barra C F =L.1 L I.242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda. 11-243.l.Mc -1. Vem. 11.X2= LI.96 +1. X1 30 + L.LINB Fip. (Mole barraCF -L.í.64 -3. Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6.39 VI E 6.96 t3.y x2 1 A I I1 111 IV V +1. a linha de influência representada na Fig.64 .212 6.(Vo)F .13 -1.3 . 11-242.1. na Fig.

I.estando traçada na Fig. I.L 1. MI1 = L 1.. M ? CF.5 .0 que é aiiás.X1 + .(Qo)v Podemos dispensar seu traçado. Q v . X. I . ( M o ) II + 0. 1 . lemos: I L I. X . Fip 11.o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI. I.L 12 1 6.30 L 1.245 .L.4 . .12 1 L.(Ho)i( . X 2 = I2 1 1 -(L. XI ) = 12 L I. L L Q V E LI. estando traçada na Fig.L .I.L.5 L. 11-244. evidente.214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica .1. . 2 6. 11-245.O v .L.

0459 0. Seção do 2. .-L.I. Q1= L I. 11-246. '71 0. 11-249.5 L I.245 1.38 0. 11-247. Fig. Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2. 11-34. cho horizontal em que se desloca a carga unitária. 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3. obtivemos [ SI= [I 161. para o tre.L. 11-248.Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ . plo e que esta transcrito a seguir. a L 1.0349 '12 0. Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-.indicada na Fig.217 I E*. com o carregamento dado na Fig.q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11.38 I I1 111 . MI = L I. traçada na Fig.0560 0.1 ) no lugar 116 de X1 . ( Qo ). 11.1. (MO)I .2 . contada do apoio esquerdo.10).0560 0.1. traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo. ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2. indicada na Fig.Para a estrutura d o exemplo 11-1 I. Adotando o sistema principal da Fig.48 0. obtenios. 11-70 do referidoexem. obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV. Xl . com o auxílio quadro de valores a seguir.0349 0. X1 .0459 "x1 0. OU seja.

Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA. teremos. empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap.ipJ).3). demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência. 1 deste volume. oquedemonsiraque.3: Fio 11-250 . serão obtidas por pontos. I. no sentido oposto ao de vA positivo. a linha de influência desejada. lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v. 11-251. o p r b ri. pois nos permite conhecer. b) A regra de ~ ü l l e r . agora. Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas. N. De maneira inteiramente anáIoga. que aspecto terão estas linhas de influência. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig. 11-252. 11-251. as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que.2 a aplicação. em A. q = VA. I.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica. no entanto. aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251.. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap. idêntico ao da Fig.para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática. atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo. 11-251.L. Assim.~iprr~tllüc a o método das f o w ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando. em se tratando de elásticas do sistema principal. temos o esquema estático da Fig. 11-251. que se comporte à flexão como viga biapoiada.~ r e d a u 'd ~ também aplicável para a obtenção de linhas de influência em estruturas hiperestáticas. em A. para a mesma estrutura que a da F@. ordenada nula na seção A). a linha de influência da reação vertical em A. 1. seu conhe cimento é. -VA x l + l x q = F x O . . por exemplo. sendo a elástica desta estrutura. obrrviflo do item 1. para a viga mntinua da Fig. decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o . 11-251 14 Ver enunciado no item 4. . uma força V A igual à que existiria se O vincblo existisse. Considerando.4 do rnp.1. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig. pois. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig.2 do ap.2 e 11-251.2. para a qual desejamos obter. rompemos o vinculo capaz de transmitf-la. bastante útil. Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal. 11-251.

11-254.220 Curso de anáiise estrutural I I I w . Xg . Temos. podemos dizer. por exemplo. a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 .o método das fowra isostatica da Fig. submetida ao carregamento P i indicado. podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig. acrescido dos hiperestáticos X1 . submetida ao mesmo carregamento Pi . Ex 11-35 . Devido à simetria existente. . pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura.Empregando o teorema de Menabrea. então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h 2 > 0 . 0 que indica que X3 toma um mi- 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea. agora. aumento este essencialmente positivo. por exemplo..2. sendo o valor de M a determinar. -q . Por força ar = 0.253. 263 a energia real de deformação da estrutura. devida ao carregamento atuante. que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie. 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 . obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig. encará-la mmo sendo a estni11. Sendo assim. 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 . . uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja. sendo r dos teoremas de Castigliano. que possui inkrcia constante.' . 6 o deslocamento horizontal de E). obtemos . 11-255. na direção do hiperestfitico X3 (no caso. que 6 3 = 0. submetida ao carregamento indicado.a2 T ax3 .O teozema de Mennbrea Apresentaremos. conforme já sabemos. cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas.~t i a . que representa o aumento da deformação a 2 . podemos escrever que 6 3 = - . Derivando esta última expressão em relacão a XI< . J x. 221 Podemos.

1.+ Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig. submetida ao carregamento indicado.2. ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 . 12 Impondo o teorema de Menabrea.Verifiraçk I I CS + x2 - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig. a partir do estado de carre gamento da Fig. a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. 11-257. a partir de um sistema principal qualquer. "C:"'] + + +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: e de x 2 . por exemplo. vem: I + 1 xQ (Q9 . M = N=Zo + N I X I + N2X2.1 . podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2. I deste volume. m=Mo + M ~ + XM2x2.256. calcular o deslocamento da seção m na direção A. Conforme vimos no cap. p i s . 11-256 6 .+&L 2 qx 2 Levando em conta que. Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática .Como: M(x)= -'. N = N O + N I X l +N2X2.o indicado na Fig. a igualdade pode .C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas de diagramas 6.. temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido. 11-257. 11. para a qual desejamos.o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 ar = aM 2EJ - 3 I --0:. nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI .

por exemplo. que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35). 11. near de um apoio do 2 . a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 1 . 17 N O casa de emutura no erpaco.C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig. qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. obtido a partir da estrutura hiperestitica. No . ) . anterior. valores estes que sabemos serem nulos). necessário ? obtenção i de um deslocamento cujo valor nhecemos a priori @r exemplo. Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio. rotaçao num engaste. um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática. este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri. 11-258. o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M.224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka . N. U-259. da Fig. então. da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn.o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero. num sistema principal isost6ticO 18. pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos. no caso de carregamento externo. -. E r 11-36 . substituir por (11-20). calculamos. DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t. 2 6 0 (sendo. Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e . pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia.280 que queremos cplcular.canegarneE. estado-de . 11-258 Fia. empregando a tabela 11: Fia. e Mo.. Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução. deslocamento li. seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal. a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento. m u e. por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação. l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V. portanto. Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. etc. empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais. A partir das duas Últimas expressões. 16 No casa de estnitura no espaço.temos. 6. substituir por (11-21). b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica. o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica. ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer. K x E são os esforços atuantes na estrutura hiperestática no ~~. O gênero.

nos fornece: Temos. os diagramas Mo e M das Figs. 11-265. por exempjo. o que lmt Imt M EJc6= I Fio. Assim. por exemplo.263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0. Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig. o diagrama indicado nesta figura que. 11-21. 11-264. ~ 1 = O. no caso deste exemplo. chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado.x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M .Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig. submetida ao carregamento indicado nesta figura. a Calculemos. senão vejamos. combinado com o diagrama M da Fig.Empregando o teorema de Pasternak. para a estrutura da Fig. Ex 11-39 .11-263 e . a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X. Ihado com um dos sistemas principais da Fig. da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal. que sabemos. escolhendo o engaste A . Temos. por exemplo. 11-260. 11. a partir do si* tema principal isostático da Fig. 11-262 e 11-263. 11-262 Fig.45. que impediria a rotacão da tangente à elástica em A. verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. desejamos verificar. A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig. Ex 11-37. náo será possível esta verificaçáo. 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá. caso contrário. adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig. o deslocamento horizontal doengm te A. a priori. Ib19.45. 11-266. . 11-258.6 = I = 0. I Cslculemos. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática. cujo valor. temos: I I r%. a rotação da tangente à elastica num dos engastes. cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. que reproduz o resultado anterior. 11-261 Ex 11-38 .245 mm. 11-265 não poderia ter o engaste em A . x 4. ser nula. que conhecemos a priori. o sistema principal da Fig. indiferentemente. . obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo.Obsewuçüo: Para o estado de.. Fio. U-261.$egamento poderíamos ter. tmba.82 + =)= 2 +2.09 = + 2. representado na Fig.Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores. que sabemos a priori ser nulo.

11-267.0 1 . o deslocamento da se$%om. N . N = NIXl + N A . também.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz.2: 6. 11-267. para a obtenção de M. evidentemente. I deste volume. 11-266 Como.Caso de varia* + M2X2 .2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie.Estado de ddomirSo IEnorqm: M. valerá. 11-287. finalmente.1 . 11-257. o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura.expresso Fie. senão vejamos Partindo da expressáo (U. .) de temperatura Se a estrutura da Fig. sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama. por ela provocado. Q = QIXI + Q2X2 . sabemos que I I l9 A notafio e a s mnwnções de sinais a 3 0 a1 mesmas apresentadas no tópim cone* Pondmte no mp. i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie. na direção A.1 deste item. 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B& d$ s !+ !A/ - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6.1. ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos. Podemos.2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada. estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig.14) e levando em conta que: M = MIXl . para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O. para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura. (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve.y c] Fie.1. 11-267. a partir do estado de carregamento da Fip. trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática.

substituir por (11-22). 11-270.Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior. toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim. Ex. 11-19). ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura. para o sistema principal da Fig. com 6ltimos termos por se tratar de um quadro.268. 20 No caso de estnitura no espaço. por exemplo.Le do cap I. Calculemos. a rotação da tangente à elastica mo e No. em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + 1 ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura. I em A. (esforços M.M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem. calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1. sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo. Ex. Escolhendo o sistema principal da Fig. então.1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. 11-24): A expressão (11-16) nos permite. empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos.o método dss fo/ 231 No caso. finalmente. 11-268.16). 11-41 . podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1.yáo dástiEP da csflunira).2 e 11.N.a partk dos quais temos. calcular defomações em estrutu.Hipmiática . levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig.Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig.gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) . A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura. temos. 11-40 . os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura. que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e. 268. seus valores serão nulos e ficamos. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform. a partir da expressão (11. *' I F i i 11-269 . Q Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente.3. No. os diagramas . hecido. trabalhando com o de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços estado Mo. como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>.

. O ) Fip.. pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento. 11-271.. para a q u d queremos calcular. no item 6. já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie. temos.2 deste t6.. que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal. Ex.1. de 0 9 8 m . C . então.4 m de altura.1. se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de .3. 11-273. então.1 . para a obtençáo de M). o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos. indicados em 11-272.O . N .14) para a expressiio (11-15). pico. 6 um retângulo de O..000002 rad O . 11-273.2 e 11-272.113 execução. N.Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig.A - Fig. 11-2732. empregando o teorema dos trabalhos virtuais: .@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo. ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática. 11-42 . então. 11-272.lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig. provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig. por exem$10. 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11. com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) .E n d o da d&rmuj& (Worsa: M.Ciso de reealqws & apoio 6= 0. podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos. - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273. constante.3 A scção central sobe.o e 6 1 6. o deslocamento da seção m na direçzo A .. submetida aos recalques de apoio indicados. obtemos.2 Eado deurrasmmm I E n o m : M.

por exemplo. Podemos. as simplificações mencionadas no item 1. 6 = 0. Calculando.75 cm (para baixo). para o quadro da Fig. 11-275 No caso de ertmhira no espaço. N.271. para o caso de estruturas espaciais. a partir da expressão (11-19). tomad o na estrutura hiperestática. o deslocaNa expressa0 (11-19). a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos. podem -ser feitas.e do cap.Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig.1) podemos escrever. em seu cálculo. Caso tenhamos uma estmtura nb espaço. Ex 11-43. provocado pelos recalques. No. calcular deformações em estruturas hiperestáticas.2.W Cuiso de anáiii estrutural -Oca . 11-272. 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig. trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica. . Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. aquele devido ao momento torçor. Ex. sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento. 11. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento. então. também. devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo. dos apoios A e B. em: Fip. Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p. sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura.0175 m = 1. obtendo. Assi. imediatamente. respectivamente. a partir de (11-18). L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio. devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação. 11-44 . a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura. Fig. ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs. (11-13). se referem a um sistema principal isost6tico e M. 11-274. que . .Calcular.' .o método das f o p 235 Esta Última expressão permite. já são conhecidas (V. as expressões (11-12). (11-16) e (IE19) se transformarão. de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: . trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica). Mo. Ro. indicados na Fig. substituir por 01-23).

001 rad.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática. 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque). qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t .3 .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.a m + d m .Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. 11-278 H.Pmbiemas pmpoatos 7. 11-277.C Fig. + .9 .1 . que possui inkrcia constante.280 + de 7.2 . de inércia constante. Todas as barras têm mesma indrcia.Para-a estrutura da Fig. da Fig. 11-275 .Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig. 11.279 . E E n i -inFig.s = 9. b) calcular o valor da carga concentrada que. 11-281. w I Fig.236 CII~SO de inPg «rhritiua~ e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7. 11-280. Fig.00099 ' - 0.7 - 18.276 .pmmto.do&&foimi*k. dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado.278.Enido & sri. aplicada emM. 6 = 0.En. 11. . 7 . 7. 6 7.4 c*- d C b ---C t L+ Fig.5 . 11.Para o quadro. + 11. 11-279. 11.

11. peGJt dem-se seus diagramas solicitantes. A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior.8 .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig. r. Fip. = 2 . A . 11. 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC.284 . 7.Uma viga de seção constante. é submetida a uma variação térmica linear.7 . Sendo dados = 10-5/oC. 11.s m (altura da seção reta). a. b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7. h = 0. J.Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig. definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC. Determinar as rea' @s de apoio. h. segundo a altura h.9 .6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia.10'. Fip 11-282 7. nos bordos superior e inferior. 1 1 1 &2t .283. 11-282.Hiped6tics . 11-282 7. AB=BC=6m Fip.o método da9 fo- 239 7. rotulada em A e engastada em E. Dados: E. 11-283 Fig. respectivamente.284 provocado por: a) carregamento indicado. S.W = 104 tm2.As fibras superiores da grelha da Fig.

sendo Jm = J. 11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig. 11-287 sofre um recalque de 1 cm. para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1. quando atuar o carregamento indicado. 11-286 7.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig. 11-291 durante a montagem para que.15 Fig.12 . I r ~ 911-290 . 7.1. tracionando as fibras externas ? .J. o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt. 11-289 J = J mmp. Dados: JA = JD = Jcomp. 11. sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7. Admitir que a barra @ tenha inércia constante.11 . - . Jc = Barra +h & h + I0Jcomp. Ucomp. 11. São dados: Jm Barra curva: -.Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.14 . = 104 tm2 @ : .13 .O apoio B da estrutura da Fig.16 7. Dados: Barra ( i J : JA = 2Jcomp. JCOSP Fig. Pede-se o DMF e as reaçties de apoio.288. sendo Jm= . J~ J 4 para a bana curva: a= 1.240 Cuno de wáiisc estrutural 7. J cos P 3 = 5 Jcomp. 7. para o quadro da Fig.289.Idem. de cima para baixo.. Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig. 11-286.

Idem. obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig.Empregando o artifício do arranjo de cargas.21 Fia. 11-296.204 720 . cujas barras têm inkrcia constante. Fia. = 104 tm 2 7.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig. que tem F J I GJt 723 .295 7.22 . l - rn ]+6fiLJ 7. 11-292 +. submetida a um cai.Resolver a grelha da Fig. Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef. 11-299. --f-'"-f- 7. 11.17 . ga balczo semicircular da Fig. 11-291 . 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores. 11. 11-294. para a grelha da Fig. 11-298.Idem. 1 1 .m+- 7. .242 São dados: CUROde análise estrutural EJ. CJ.19 .Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. de dilataçxo: a / ~ i b +. * - ' - L .Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi.2 q . 7.18 . regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i . 11-298 . para o quadro da Fig.24 Fig. cujas barras têm E =2.'i . 11-295. n-293.*% Fip 11-296 0 Fio.

Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig. 11. 11-300' + 7. 11-301 7 .Obter para a viga da Fig. para o quadro da Fig. iI-303.Calcular a compressão atuante na barra EF. que tem rigidez EJ = 10 tm2. Fip.Idem.28 . para o quadro duplamente simémw da Fig. Q I Fip. 11-299 7. para o quadro da Fig. 11-303 Fip. iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído.27 - Idem.Idem. Y= Fig. 7.26 JLm 4 em$ +Im 729 -P . 11-300. s = to-> m2 . 3 0 .a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra i AB.25 . São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 .I ! 7.302. 11-301 .~ m4 UIEa- F ~ 11-306 .

Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro. 7. ü-309. 11-307. de inércia c o n i \i tante.1 .1 x lo4 tm2.31 .Empregando o artifício do grupo de incógnitas.Idem. são simétricos o u anti-simétricos: 733 . Os carregamentos.34 . da F ~ R1 . Ir-308. 3 0 6 . 11-308 7.32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig. para as estruturas (grelhas) da Fig. de cima para baixo. . indicados esquematicamente. F i g .yCUROde anáiip estrutud ~~rrststica o metodo das f o r p - i 7. devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E. obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig.que tem W = 2.

$tlm Dados: Barra horizontal: - . para o quadro da Fig.40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig. São dados: EJ = 2 x 104tmZ .As fibras superiores da greba da Fig. 3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio. 4 1 .ri 4 7. 11-311. a = IO-~/OC ttttttt* 7. 11-312.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. cujas barras t h inércia constante. 11-309 3m ? I L 7. 11313 +.37 .35 -+ Fip. Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7. 11-315. 11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C. que tem EJ = 2CJt +3m 7.39 .36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig. que tem inércia mnstante. I Fip.5 m de altura.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem. 11. 11-311 .7. obter o valor do momento torçor atuante na bana AB. Fig. 11-310.313. Sendo a seção transversal um retângulo de 0.38 . G J I = 104tmZ .

São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES).o método das forfs9 251 Fig.-.Resolver a viga armada isostática da Fig. para as vigas das Figs.46 . A F aII Fim. 11-317.f. foram tabeladas par Georg Anger.4 Fie. . .47 . ambos.Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig. 11-323. 11-321 4 +s. para o sistema pênsil da Fig.Calcular. I II B ----. 4 . traçar o DMF Fig.. pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores.*.318 7.42 . 11-319 Fig. 3 cm.ticulado = 103 i. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11. b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC. . tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B. que variação de durante a montagem. comprimento deve ser dada A barra O?.Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A. 11-316 W = lo4 tni. (S )viga = muito pequeno. 11. ~ o m até 4 vãos. . cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7.250 7.45 . Traçar.. cotando-as nas seções indicadas. com a atuação do carregamento indicado. Dado: a = 10-5/uC. 11-322.322 -+h-+ 7. e de momento fletor na seção 1..43 .i - L I u . 11.e as barras do reticulado tém /:S = . para a viga armada da Fig. 11323 - Para a estrutura da Fig. 6m-i(L6m Fip. sejam nulos os momentos fletores em B e C. para que. sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural.41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7. i . . as linhas de influência de esforço normal na barra U:. 4m t 3 m * 3 m + 7. São d a d o ~ : ( E J ) * = ~~ 104tm2 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7. 11-324. 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante.l i i +. de cinia para baixo. valendo. L i 7. para o quadro de inércia constante da Fig.44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A .48 Fig. 11-321.3 19 e 11-320 que têm inercia constante. 11-318.

Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig. 1 I 8 Fip.49 o quadro da Fig. 3 2 4 7.Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 . 11-288. 3 2 7 .51 .283. 7. para . que têm rigidez E% .Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7. 253 da es- .52 .Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig.313.50 . 11. 1 1 .Empregando o teorema de Menabrea. 7. 7.Ic 10 Jc Jmax 7. de cima para baixo.55 . inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig.Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste. 11.327.Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig.o método das fotrutura da Fig.Calcular o deslocamento vertid.54 .Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t. obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de. . 11. 11-326e 11. sob a carga P . atuando em A.53 . para as vigas das Figs.293. que teni EJ = 104 trn2. 4 1 112 11-326 . 1 1 . 11-325.2Jc 7. E + A + * + 112 2 Fie.

5 7. Barra AD: +6.o método h i o q 7.4 7. Barra BD: +6.7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 EJat (traciona fibras superiores) M= - h . ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7. Barra BC:-8.T Hipaesiítiea .5t.86t.6 2 ql -- 3 - Tração de 3.75t.38t Esforços normais: Barra AB: -4.ESt.

19 .Momento torçor: 0.I I I 7.Momento fletor: qRZ.16 7.17 .Encurtamento de 4.Tração de 4.298 qR1 715 7.73mm Reações nulas . r-o .151 .

o número mínimo de hiperestfiticos distintos: . 3 0 . 3 2 .Indicaremos.o &todo das forças 7.29 - Diagrama nulo 7 .Curso de anáíise estrutural mprrststia .2.63t 7 . apenas.

43 - Encurtamento de 6.o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos.260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática . 7.4 em .

' Curso de anais estrutural f6prestádca .v.o metodo das fo- .

111. uma reação-momento M. a viga funcionará. diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 . ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig. 111-5. uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores. finalmente. I Fip. 111-4. 111-1. o da Fig. dita constarite de mola. Podemos. então. pela constante k. razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 . então. esta viga funcionará como biapoiada. A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será. Temos. 111-2 A móla fica defmida.2) Fip. este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. associada a uma rotação 8. sob a ação de F. Para conhecermos esta constante de mola. . neste ponto. 111-3.1 .ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. 111-2. pois estamos no regime elástico). para a viga AB.-M (111. pois. um apoio elástico. a O esquema estrutural da viga AB é. pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida. agora. portanto. sob a ação da carga recebi. Estamos. da. então. visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação. ~7 Fip. dizer que o ponto B da viga CD é. basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso. se deformará. numericamente. Chamaremos a tal vínculo engaste ekSe ele será definido pela constante K de engastamento elástico.1 Seja. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante. devido à rigidez infinita da parede @ . a viga AB da Fig. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6. 111-4 1 portanto. A seção B da viga náo poderá @ar.Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 . como apoiada em A e engastada em B. Agindo uma carga P sobre AB. sobre a viga CD. em B. o da Fig. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B. Se tivermos. aparecendo nele. pois K = .Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig.

deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig. c) rotação da tangente A elástica em A. K b) deslocamento vertical de C. nas aplicações usuais. = 104 tm2 .curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 .2. o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. no estado de deformação. 111-6. resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1.3 . respectivamente. no estado de carregamento. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic. 111-6. por analogia com o caso anterior. no uma força F (ou seja. para cálculo de deformações em estruturas. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas. sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig. 111-7. temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento.2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola. teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E. para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig. 1 1 1 8 qM 111. k a t a d o de carregamento.k .3 (que fun- Como. ou seja. pois. A aplicação seguinte esclarecerá. estas molas terão.Para a estrutura da Fig. kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = .6. uma deformaça0 6 = -). Por exemplo. que tem El 1.Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I . uma força F e. Ex 111-i.1.6. Basta.2 111. tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura. 111-6.1 111-6. Fia.3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente. ld tlm. no cálculo dos EJc 6 . acrescentar aos termos atd aqui considerados. no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos.CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que. F Dandese h estrutura.

temos: 2. imediatamente: BA = 3= K 104 = 2. 111-10.9 1. São dados: 4 = lo5 tm2 . 6 = - 18. também. As aplicaçtks seguintes esclarecerão. resolvido. obtemos: F J = ~ J'MÜI~ ~ + 3 FF k + 3 K M M .33 + 12. k = 10 tlm - - p@ 4 " '.9. temos: .26. 111-9. Equação de compatibilidade: .8. ~o ~ problema das estruturas hiperestiticas está.4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111.'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1. Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig. 111. A B n C A - Fig.83 X1 = O . imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos.5mt 111.4 x 10-3 rad (sentido horário) 4. M = imt F = 1/47 Fia. E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig.1 Fig. ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '. 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J . 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da F i g 111-11.9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos. K = 104mt/rad .

1 u = lo-S/oc . IU-3 .374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i ? : Bg = 2.x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 3 + x 1x 103 - " Fio.05 x 1 0 4 rad (sentido antihorario). Diagrama final 3 . mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores. S%odados: 5.l rn 111.Resolver a grelha da Fig. cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC.Calcular o deslocamento vertical do ponto A A $ ) y B/txl Fio. 111-19-1.05 2 Diagramas no sistema principal 6. 181-14 Observação: A partir das expresses (111. São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0. Hiperestático: X1 = 2. 1 1 1 4 . no caso. 111.19.2) sabemos. Ex. Diagramas fmais Fio.270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5. Hiperestático X1 = 0. da viga-balcHo da Fig.1) e (111. 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A.18 Fip.62 6. Sistema principal e hiperutático Ex. Cglculo dos m c 6 1 Wc611= 2 x 3. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0. 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1.

q (xl 2.-% .-- . possam. ção. cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig.20 3. então. exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02. ..Curso de anáiis estrutural Levando em conta que. Hiperestático X1 = 9.a do exemplo 11.20 + 2.X~ A = O 2 vezes derivada.1 .. 11.15 do cap.0. carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que. para atuação de X1 = 1: .935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2. de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec. com precisão satisfatória.. podem ser considerados como um apoio elástico contínuo). 111. num apoio elástico c o n t i n u o para elas). sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio. Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 . membro a membro. Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2. = . "'Z I.. em cada se. --. temos. .~. temos: I. rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M. Equação de compatibilidade 5. Temos. a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4.I( ..--Irt-- =z Fig. v. I Fig... para o funcionamento da estrutura como grelha. com rigidez H . não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção.as cujos apoios elásti. HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons. 111-20.introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso.-I o4 x 104 I Seja o trecho Atl da viga. de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que. a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de .35 .2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico . Ann Arbor. em relação a x: 6. vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho. Deslocamento vertical de A: - . 111-19.2 r o s O ) d o + . Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui..=ontfnuo tenha inbrcia constante'. de.#.14 Xl 6 . igual a ky.. ser considerados contínuos.

Levando em conta que y ( . temos. obtemos.Vigas de mmpnmento infinito I 2.I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig. sendo assim. Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc.21. devemos ter C1 = C2 = 0. Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ e-h /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica.) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação). com o que ficamos com: I I I . No caso de inércia & = . a partir de cuja solução.21. 111. obteríamos: 6 2 y r + 2& E + l d dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo. cuja soiução 6: será. conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga. . 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10). entzo.AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig. a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica. 111. dados por: k -4EJ 4 Fip. devido 2 simetria existente. levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado. ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante. vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente. no caso: que 0. submetida h carga P aplicada em O. a partir de (111-5).C4 cos Xx) V* Levando agora e m conta que.~ e . estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada. a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento. dada por 4y =o. 22 i Passemos â determinação das constantes de integração.2. y(x). devemos ter riável. obtemos: ~ ( x= ) dr = . empregaremos o princípio da superposição de efeitos.1 .' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx - .I _ dx2 1 Derivando. conforme veremos nos próximos itens deste tópico.

E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x). ~ ( x ) . simplificando-se a igualdade (III11) para y(x) = c3 e .~ No ponto de aplicaçao .12) a partir da qual. sabemos tambhm que: Q (O+) = . calculando a e q u a f ã o válida para x positivo. com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos.P/2 5 . M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas. a introdução das s igualdades (111-17) a funções A(Xx). da condição: ~ ( 0= ) 0. então.Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem. 111.2 EJ M ( x ) = -EJ 2 dx2 h2c3 e . B(Xx). vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió). AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111.M(x) e Q(x) se encontram na Fig. Isto prova a validadc do emprcgo do principio da ~uperposifão de efeitos. finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X -Ix(COS Xx + se? Xx) y(x) = 2k e > 0: F i g . d e f ~ d a pelas (111-20) e tabeladas..da carga P(x= O). válidas somente para x Po ritivo. I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P . cotn o que obtemos.22. sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas. a partir da? equaçõcs dcduzidas. que C3 = C4 . obtemos.' x - Devido à simetria existente. para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII. Permite a simplificação das equações (111. b) Para facilitar o t r a b numdriw ~ do engenheiro. temos 5 Estamos.sen X X ) I Q(x) = . podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 = . de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc. 6 As expresròer (111.17) (111-18) . CfXx) e D(Xx). 111-22 (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 e-'X -k sen xx P M(x) = 4X e A x(cos xx .h x (cos xx + sen X X ) (111.13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) . 9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário).13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24). temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo.

Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0.Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig. C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio. com o auxílio da tabela XVIII. . 111-23. la é k = 4 x l d tlm2. 111-5 .q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx . m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos. as funçer' Afix). Ex. mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) . repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-. B(Ax). imediato.sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri. para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2. então.

. obtemos para x M o A2 Y/X) = B ( w (111-25) [ . submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M o . a partir do quadro de valores a seguir. empregando o principio da superposiçZo de % . temos. temos. empregando o principio da superposição de efeitos.Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + .respectivamente. (111-17) e (111-18).2 quando. igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada. a ten8endo para zero. aplicada na origem 0.MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida. . queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso. Podemos fazer o pr* blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24. levando em wnta (II1-21). 111-26 . Assim.2 . d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 M A A /Axl Q(x)=-FJ---d3y dr3.Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig. - 5 22.2xBfix) I = Mo x2 --BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo A3 = -k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita). que: = .1. A Fip. 111-24. os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'. o produto Pa tender para Mo.. Como 0 b S e ~ a ~ á interessante o a respeito deste exercício. Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas.

obtidos levando em conta que. entzo.e-Ab cos . então.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC. respectivamente. escrever que: +m h ) ] = $ [(i .b) Podemos.Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig. nI-27. definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B. entHo.e-Ab cos u) Podemos. eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo. Em particular.27 Partindo do esquema da Fig.l 3 t m ~ ssob= r apoios elásticos 283 Temos. para O cáiculo de Vc. submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB. 111-26.e-Ao COS h=) + (1 . temos. os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo. MC e QC . que: V Fia. levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y= C <Idrh e-Xx (cos ~ x sen + XX). obtemos: . as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas. 111. devido à anti-simetria da solicitação. Empregando o principio da superposição de efeitos. Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C.3 . temos: i (COS XX + sen h x ) & = 32k (e-'' cos xu . os gráficos indicados na Fi& 111-25. teremos: 22.

3. a partir das expressões (111-21) a (11124).. QC . Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc. Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga . 111-28.Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer. Seja a viga semi-infbita da Fig. -V 2. evidentemente. poderemos escrever que: . submetida ao carregamento indicado.um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos. tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído.1 i semi-lúinitas - Vias s e m i . da Fig.i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc. Iii-29. MC e QC. . que desejamos resolver. por exemplo. Para o caso. o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será. 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h..1.

a - ou *a: P [ I + C 2(Ao).3. obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P. que não estaria. submetida ao carregamento indicado. OD . sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig.2 D 2f i a ) ] ME= 4A E& 111-7.. em A. Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita.2. a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29. Caso tivéssemos MA = QA = O . levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P ~D(X~): obtendo. devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item. trabaihando. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A. no caso. 111. 111-29. em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42). que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A. acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42). 111-29. sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. 111.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29.1. Levando em conta as expressões deduzidas no item 2.31.Resolver a viga semi-infinita da Fig. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig. 111-29. 111-30. empregando-se o principio da superposição de efeitos. em AW.1 residiria na existência. se conseguirmos fazer desaparecer . então: I \ Po=4(XM~ + QA! A s s i m sendo. de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA.MA e QA para a viga infinita da Fig. de um momento que tornem inativa a parfletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) te da viga infinita à esquerda de A. IIM2 submetida ao carregamento indicado. por: P ser8 Asim.2 deste tópim). então. em A.286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2.2.2. Ex. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig. isti. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada. atuantes em Aeq. Temos. assim. o momento fletor atuante sob a carga dado.6 Para a viga semi-infinita da Fig. uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento. 111-29.

=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig. d e fmidas em (IU-43) e (11141. válida para x O. U1-34. 111-34. Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento. a partir de (11141) e (11142): Assim sendo. 111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi. submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada. o deslo-ento eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida. ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno. de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A. analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre. para a determinação de Po e Mo. y =M = O . a solução do problema.1. submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita. suporemos P aplicado em Adir.3. ) .1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig. 111-33. 111-34.hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m ) i. 2. 111. no caso.\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re. Sendo assim. submetida ao carregamento indicado nesta figura. 111-34. acrescido das cargas Po e Mo. aplicadas em Aesq.2 .35 submetida ao Carregamento indicado. iII-8 . a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig.//. Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r . apenas. . a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig.2. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. obtendo-se. a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28). que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são. sendo YA e M . .Resolver a viga semi-infinita da Fig.2. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. para o ponto A. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig. obtemos. Ex. na viga infinita.

111-37.2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada. obtemos: Assim sendo. . Fig.fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 . 2 . 3 . -. para . obtendo-se..38 Suporemos o momento Po e Mo. enião.. obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P. I obtemos. 1II-36. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl. a soluç%o do problema. a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig. levando em conta que. a partir de (11145) e (111. pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23. 111. então.a viga infuiita da Fig.3..35 I V Fio. Por analogia com os c h s antdores. obtemos.. . válida para x > O. - I U . submetida ao carregamento indicado.Para a viga semi-infinita da Fig.=. 111-37.. obtendo-se: E% nI-9.~w1 .3. em conta que. I . as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo ). os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y A e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga infinita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita. 3 . A !"t=*s. ../3& * Fig. 111.1 e 2. = 1P = O.>"m#s.46): - . para a viga infinita da.S.%n/ 4 2 - OD ---r.. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. No caso.2.ciM A A . 111. aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando. a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai.38.e.1 será a da viga infinita da Fig.Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso.

dado. "F . então QA MA. levando em wnta que devemos ter. Este pmcerso foi apresentado.-! t _ - I *v P o ~?A . os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada. na viga infinita M = Q = O em A e 6): .uoA . ao carregamento atuante. MoA. QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes. 11140. as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s). por M. devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita. as cargas P o e ~ mo^ (aplicadas em A"q ) e P . Pog.1 . obteremos os valores de PoA. IIM1.de cbmprimento i . da Fig. para esta ultima.CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair.que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig.A (Xa) CIAa) . O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser. w m isto.~ . que apresentaremos a seguir. resolver a viga fuiita com bordos1ivres. e MoB . Resolvido o sistema anterior.28 (Aa) D &a) ] 2. Daí. Seja. nas seç&s A e B.4. Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu. na viga infinita. empregando o ptincípio da superposição de efeitos. analogamente ao caso da viga semi-infinita. Fio llC40 Fk. lIU1 i" -7~ - . p l s primeira vez. Bulirn. por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 . Procedimento lançado por Hetenyi. desde que acrescentemos. as cargas PoAr . Sendo. a parür do e i quema da Fig. 111-39. 1938. grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar. na resolução de urna viga infinita. no entanto. B e mo^ (aplicadas em &ir) tais que façam com que apareçam. o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA. c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P. par exemplo. e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos. submetida ao carregamento indicado. Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig. IIMI. nas seções A e B da viga infinita. t i i i m sobe apoios dásticoa 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia. P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas.

II143. sendo sim6tricas as cargas . respectivamente. adotunor cvmo carregamento uma única . a partir da funçso E. M = Q = O em A e E. . -dicados na Fig. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig.S j a resolver a viga com bordos livres da Fig.1 (carregamento sim&rico) e 11143.subme& da ao carregamento indi~ado. e .l. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip. a partir dafunçtío E. 11143. a) C ~ M mti-hetnèò Impondo. temos. de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P : . 11143.(M). seus sentidos sertío os h . por c o d i d a d e de ipresentaçüo. ~a i aplicar no caso da Fig. as duas cargas concentradas.2 (carregamento anti-sim6trico).2.e e 4. 11143. agora. devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso.1.& .nocm de valores negativas. III42.1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143. chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A.2 (carregamento anti-sim& trico). ao caso da F i i 11143. lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo . os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura. As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas.~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas. temos. defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P. as mdiçóes de contorno. O I( r A soluçtío do sistema nos fornece. as duas cargas . as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E. rmpeetivamente. sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs. concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece. chamando de eQ : o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso.

2. cargas Os valores de $. as duas cargas de sentidos opostos de PD). 11145. defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111. submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso. submetidas.3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso. (11149). a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica.M:. carregamento.1. si30 dados por: 6 P" - regament~'~. pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica.2 e 1114.52). Concluindo. às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2. acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : . y = M = 0. a primeira delas submetida a parcela simétrica do. respectivamente. y = M =O.. eM : estão definidos nas express6es (11148). acrescidas das cargas para o I? caso.4. 1114. em A e b'.) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig.3. agora. e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114. acrescida das cargas $ e M : aplicadas em Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento.cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o caso.2. a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145.(Valores positivos de P : 11143. agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2. e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig. MA. em A e B.1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento. será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs. e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno.Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores. F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo.2 e 11145. (111-51) e (111.3 . 1114.1. e das cargas % e @ no 2? m . e das e @ no segundo caco. acrescidas das cargas $ e M : para o primeiro caso.2 C a s o de bordos articulados A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são.4.4. para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele . e que são y = V = O). as duas cargas de mesmo sentido de P/2).3 submetidas respectivamente. Assim.58) e tabeladas na tabela XVIII: 2.

entretanto. s remos a parcela simétrica a estudar. I l ~ 6 te No casv. y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A. as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y. a resoluçáo da viga i n f ~ t a da Fig.4. 111. A resolução da viga íinita dada será.! NO . e n m . vêm: e = 0. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante. levando em conta que .47 submetida ao cmegamento indicado. sendo os valores de M : ep : obtidos das expressões (111-48) e (111-49).1. temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= / n s ///S// Fio. que. como o carregamento atuante já C simétrico.4. na viga infinita. entáo. Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam. sua resoluç%o.4 . sidtricas.X 1 . será a da viga infinita A = P D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C / .1 deste t6piw. o principio de superposiçáo de efeitos.Exemplo de aplicaçãa Ex.94P Nestas expressões. submetida. bordos lines da Fig. conforme 6 o caso da viga da Fig 11148. a partir do que vimos no inicio do item 2. 4. 111-48 . QS a) V I . v2 Empngsndo. às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada. que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1. III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita. respectivamente. no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas. dados por 2 1 Fig.. 111-46. mmo X l = I. de . obtemos: 2.

11148. preferimos. recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " 0 livro de M .': 11149.. ficar com os primeiros valo.. . então. o segundo grupo.4. que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga.. c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. ao se estudar um de seus bordos. Posta e torção. senZo vejamos: Seja.Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual. tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que. por exemplo. de bases elásticas 'com constante de mola variável. em que b. deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga). onde fornecemos. vigas deste grupo devem ser. podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere. pois. que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica. obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo. sendo tamdation Analyrb and Durgn".49.2 '2 < > Para o primeiro grupo. considerandea como infinitamente rígida. que resolverá o problema. poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig. tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. consideraremos. acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC. a partir do esquema da Fig. a constante de mola k do meio elástico. estudadas com todo o rigor. a viga como semi-infdta). MA = O i 1 I Ye = o vg =o." d) Em função do valor do produto ( A I).2. Determinado o valor de M. estudo de problemas mais wmplexos. submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua. dada por k = c b. relativos a vigas sobre base elástica. A A 1. b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. Pf e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo.60 e 5. de ocorrência de flexão com. pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. . para cada caso. podemos dizer que A ( A I / . 11149 Sabemos. os valores 0. bem wmo das rotações das tangentes à elástica. . viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX).2. p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática.1 Fig. t + 3. o problema está resolvido. Por procedimento inteiramente anaogo. Hetinyi. entretanto. e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica. são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico. podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando. \ . que será determinado levando em conta que . entZo. por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo. podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga. . sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . já citado neste tópiw. a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C. para as vigas do terceiro grupo. U t . pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8). 11149.1. que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC. McGraw HiU 111. res (sugeridos por Hetényi). dentro da teoria apresentada neste item. C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo. tais como os casos de vigas de inércia variável. do ponto de visfa estático.2 i . f . D (AI). que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. é o que está feito na tabela XIX. Finahiente. podemos desprezar por completoafle xáo danga. se. 11149. pode ser obtida a partir dos valores de c. Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun. que sua deformada é uma linha reta. ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias.

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TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J , e cuja barra curva tem inércia variando segundo a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

i ) L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i c = 104 t/m

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . E 2 = 2;Hr 2 0 0 3 GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9 P . , 1op I 1 pe 1 63 P ,de baixo paracima 26 13 ' 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; - y=- k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

310 3.- .11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .

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