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Süssekind, José Carlos - Curso de análise estrutural II.pdf

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curso de anhlise estrutural

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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

-

-

I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S P I

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v . 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980.

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

-

- v. -

2 . De-

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 . Forcas e Tensões. I. Titulo. II. TituI 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 . Deformagaes : ~ ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

Pois. . José Carlos Susekind ..objetivo final de nossos esforços.&. . l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis. a partir deles.0 de abril de 1974 . Nestes últimos. da Edftom Globo S. . 1.2Direitos excluiivor .. A... - copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'. que se vèm deparando com o mesmo problema. . O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes. Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro. . incluiremos também. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante . ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo.r c . Na apresentação deste Curso.- .i. no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas.- 7 . estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho. ~ .. Domicio Falcão Moreira e Silva.f<. na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro.I .-32E. cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil. sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo. :: C~!L j? .g.0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0. de edi*. 1 .: h O r!. ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda. idéia esta que cresceu com.:: -&&c\+\ . .S.. . a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas.- . --. em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários. >-. o estudo de alguns tópicos especiais. é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr. \ ~ ~ $ C . e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01. 1 I:..

Aplicações 105 - .1 . dos amios 55 2 .4 .4.3 .4 1.1 1.1 1.2 1.2..Cálculc de deformações em vigas retas .2.1 I.Teoremas de Castigliano 80 4.2 .2 .AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 .F6rmula de Mohr 3 .4.3.4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I .Teoremas complementares 78 .4.3 1. 1.Processo de Williot .Hiperestaticidade externa 104 1.O mbtodo das forças 106 .3 4.Cálculo de deformaçües em treliças planas .O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de / " .Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .1 4.CALCULO DE DEFORMAÇ~ES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS I .Aplicaçtíes imeiiiatas 7 .3 1.2. J & 11 - - Aplicações A s estruturas usuais da pr8tica I6 Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 0 ) Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) .Sumario CAPITULO I .2 1.? I.2.Hiperestaticidade interna 104 1.4 .2.Teorema de Mêxwell 79 .Teorema de Betti 78 4.Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1.Hiperestaticidade total 104 1.23 1.Processo de Mohr 57 . 2 .

4.Vigas semi-infinitas 2.1 4.Atuaçáo de uma carga-momento 282 .Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 .C~lculo de deformações em estruturas isost6ticas 267 .5.O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .Roteiro de cálculo 206 4.Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 .2.1 1.Roteiro p.2 Obse~a$õcs109 .Vigas de comprimento infinito 274 .Introdução 272 .2 2.5 .2 .Aplicai.3 2.áo i s grelhas 172 .4.1 1.Observações 301 287 .O teorema 6 .1.2 ..Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 .ara o niétodo das forças 112 .4.Caso de carregamento externo 222 6.Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1. .3 7 8 - Verificação de .5.Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .4 7.As bases d o método 106 .5 3 4 .Definição dos apoios elásticos 264 .4 2.Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .1 '.Atuaçáo de uma carga concentrada 274 .2 2.Processo de Hetenyi 294 .Viga finita .Artifício do arranio de careas 153 - .1.Caso de bordos engastados 299 .2 2. 2.5.Caso de recalques de apoio 233 6.3 .Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .Base teórica do método de resolução 203 4.1 2.Caso de bordos livres 294 .Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 .5.Caso de variação de temperatura 228 .2 1.2.3 22.1 222 2.Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 .4 2.Exemplo de aplicação 3M) .Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.3 1.2.Problemas propostos 236 .1..4 elásticos discretos 264 .4.5.4 Apoios 2.3 2.Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .3 2.Aplicações 113 .1 6.Caso de bordos articulados 298 .Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .

movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. quais sejam: carregamento externo.Introducáo . foi subdividido em três capftulos. Enfase especial mereceram. além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais). são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas. os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência). O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. variação de temperatura. sendo apresentados. Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais. os casos de vigas e treliças. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática). neste caso. Finalmente. queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. e as estruturas sobre apoios elásticos. para os quais apresentamos.ao segundo volume O segundo volume de nosso Curso. . Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. a seguir. que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. os processos particulares de Mohr e Williot. Ainda neste capítulo. como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. devido A sua grande incidência na prática. sendo abordadas. comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas. onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas. que é o método das forças.

O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o. de forgas P Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O. então. com suas sugestões e estimulo. seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema. submetido a um conjunto i tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula. " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01.1 i . 6 nulo . pois. de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual. para haver deslocamento real do ponto. é. o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual).Na oportunidade. â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P i (ree) que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2. isto é. I A pariir destas consideraçóes. . = O). mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real. . Rio de Janeiro. 1-1. como uma entidade puramente matemática. entáo. I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. isto é. (isto . conforme indica a Fig. Tratemos. para O ponto que sofreu um deslocamento virtual. e aos demais amigos que. que.). 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I . queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas.yn*o. w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer. poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos . 6 =O.50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1. pois preserva. dado nestas condicões. Dizemos. colaboraram na preparação deste trabalho. que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m.CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq. este deslocamento . as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo). estudando o seguinte caso: -O P . Este deslocade nenhuma nova força no sistema. pelo trabalho de revisão deste volume.

pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1. G : módulo de elasticidade transversal. para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos. onde a configuraçáo da estrutura. sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo". Como. agora. portanto.Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível. 1. terão deformações relativas devidas aos esforços simples M. apbs a . a partir deste principio. imediatamente. o que está feito nos itens a seguir.A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. 6 evidente que duas seções vizinhas. por ser nosso objetivo aPre. que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual. que atingiu sua configuração de equilíbrio. por nos parecer a ideal." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico. E3. Q nelas atuantes.Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo . didaticamente falando. 1-2. substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio. podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais.Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig. a metodologia utilizada pelo prof. coeficiente de redução. e são dados por: d. devido a N). por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert.Mds . teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. Fig. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes. I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos. Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953. Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais. neste trabalho.# sendo = . Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais.2 deste capitulo. para este mesmo ponto. adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig. em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais.2 .Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais. a Fig. substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e. o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". então. enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis. c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto. >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos. Em se tratando de um corpo elástico. senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio. ES ' x Qds <~h= CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material. a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). Ads= Nds . para fms de raciocínio. devido a Q). a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula. resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes. J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. devida a M). b) Diversos livros. cujo valor varia com o tipo de seçao. ela se deformará devido a estas cargas. sob o ponto de vista matemático. quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer. dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio. para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. não o fizemos. 1-2 Fig. para os teoremas dos trabalhos virtuais. apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes.N. adotamos. 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds. 1-2. submetida ao carregamento indicado. ao qual chamaremos o : Seja. Bastou. que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A . também. distantes de ds. podemos.

d) NO caso mais geral (estruturas no espaço). ~ d h . escoras. 1-2 quando descarregada. a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável). será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura. tirantes. anéis circulares. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 e esforços e a Fig. Por esta rafio. .carregamento exterior . Apliquemos.) . 1-2 as deformações. Desta maneira. o que está feito na tabela I. de. deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante. a) Chegand*se à expressão final. C) O estado de deformação pode ser provocado por: . etc. pois. Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . tais como círculos. estado de carregamento e estado de deformação.A parcela pode ser. forma inteiramente análoga. levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese. sob forma mais geral. podemos acrescentar as Seguintes informações. para as seções mais usuais. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos. nos próximos.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2. que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e. tabelado para OS Casos práticos usuais. para as seções mais gerais.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I .Também com erro tolerável. obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I. estudamos a primeira das causas. nos fornecesse cargas trabalhos virtuais.modificações impostas na montagem Neste item. as outras serão analisadas. usualmente. no caso: Wint = @dP + I I 1. (E evidente que não o podemos fazer. pilares esbeltos e peças protendidas em geral.movimentos (recalques) de apoios . e sob os deslocamentos virtuais impostos. o cálculo de. então. na tabela XVI. Teremos. que se deseja calcular. barras de treliça. ou. para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura. pois. o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. então. é resolvido pela expressão (Ll). elas são denominadas. Ele é. à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática. Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar).variação de temperatura . com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas. comodamente. =. que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas. teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção. Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. instituída por Mohr.f. verificamos que. só temos Jt para algumas seçóes especiais. para fm de cáiculo dos . podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema. de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: . nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. desprezada em presença das demais. respectivamente. noscasos de arcos. b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 . 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig. FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado. funqão da deformação a calcular e pode ser. esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2).

tabela 11). " 3. para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante. Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra . que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras.Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito. I-I . g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura. enfretanto. 1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu. a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa. em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ. ocorre para as estruturas usuais). devem ser computadas numericamente todas as parcelas.TABELA I .o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar. nos i* I O$ ertador de earnigarnento tabelada balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6. que trabalha fundamentalmente à flexão. f ) Conforme veremos mais adiante. este eixo se modificará. - . em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es. e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada.2. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I . Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida.Apiiqóes imediatas Ex. de fato. Quando atuar o carregamento.C D= I2l a) Da tabela I.Calcular o deslocamento horizontal de D. com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1. Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7.de 2 barras i e j 4.1 da Fig. teremos: 5. Em se tratando de quadro plano. evidentemente. obtemos o estado de carregamento da fig. portanto. para o quadro 1. É o que fmmos no caso e. a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V. caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que. 14. Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula. Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6.

temos: EJ6 = Temos: Como. temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e. para a estmtura da Fig. nesta escoiha.) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas. (E evidente que devemos nos guiar. 7.8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j . para cada barra.M = O. 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante. para a barra Q I . portanto. Sendo seu sinal negativo. para a direita de D.88mm. um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais. E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C. a expressão se simplifica para EJ6 = b .Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip. obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig. ) tracionarem Fip. 1. podemos escolher livremente. 1-7. 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& . indica que simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale. nas barras @ e @ .M-ds = b MMMMds + b M M d s + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I. pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração. lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado. desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal.

1-13. 1-10.) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I. vem: Seja o quadro da Fig.Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 .Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig. cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura. cujas barras têm r ) .) (Caso de constante. A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o .3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação.875 x 10.) 6 = 7.

numericamente igual ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. a partir do qual se obtdm. podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. entáo. na posição de seu ientro de gravidade. A título de apiicaçZo imediata. A partir dela. vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas. para estruturas compostas . 1-16 . estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer. Temos. O caso geral será. somados para todas as barras das estruturas. sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária.por barras retas: Conforme a tabela I. que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc pela área d o diagrama s des?j& que. lida no diagrama retilíneo. imediatamente.em relação a0 eixo y. portanto. Ficamos. chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras). Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li. o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin. temos: momento eststico da rea M . qualquer e pela ordenada.Da Geometria das Massas. com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J. 1-14: Fig. nos darão o valar EJc 6. conforme indica a Fig. o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar.

b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i . como casos particulares deste. Chamando-se I'Je =I:. J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J. evidentemente.Cuiso de análise estrutural I . . que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J . temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem.

5mt Fig.2. @I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1.3 . 1-17 Ç 3m. 1-18 b) EEtado de deformação it.Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E.m I . para a estrutura da Fig. . > .16 . .Para barra @ 4m A Fig. Dado: EJ. 1-17. empregando a tabela 11: . - L . ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0. = 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos.

5 x 104t. 1-20. 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6 ' t g =e Fig.Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig. escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig.1.18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = . 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B.2. igual ao dobro de cada uma delas L . : . 1-21 h . 1-23.4 x 104 rad (O sentido correto é. não o fizemos. e este caso está tabelado. São dados: 1" -EJ . constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0.) Ex. Fip. Ex. para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer. . que tem EJ = 104 tm2. pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo). a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente.Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig.) Observação: No caso deste exemplo. 8 = 1. I' Devido à simetria existente. H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) . 1-5'. 1-6 .005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo. =-'t . pois o anti-horário. entretanto.

b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M. pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica. 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir. pois este não tem existéncia física real.13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7.62.66 6 A = -3.lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento.20 (devido i simetria). que 6 livre à deformação). entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42. 1-24 & Fig. : 2 . Temos.66 = - .yN= Q=O.Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por o um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante Fig. 1-26. M = lmt M.

1-28. vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) . Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior. 1. quando atuar o carregamento. o pontoA fique no mesmo nível de B. I-8 .f l ) 6' Igualando. quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento. temos: ) Ex. todas. \ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que. evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( . cujas barras têm.cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores. a 3m Fig. Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r. pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado.Para a treliça da Fig. bana ES 6A = X ( N S Ib. a) Estado de deformação b) Estado de carregamento .28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A. obtemos: 6 '= 0.74 cm m= \rr . vem: = .= cm) Igualando.05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' = (. a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E. I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos.6 A ) para que.) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1. ES = 104t.2 4 2 fl t (-2 .

e. inércia constante igual a J .Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig. como se a barra tivesse comprimento I. para fins de combinação dos diagramas. Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c Barra curva: J =tos P J~ .4.. 1. desde que seu esforço normal N seja diferente de zero. conforme 14.. e não ao longo do comprimento da barra curva).33 .I MMdx (1-4) Tudo se passará.1 .sendo JM = 2 Jc . 1-31 -. Fig. pois. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i . m d ~. que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento. 1-32. 1. com um comprimento 0.jC :1 COS ' 4 = "- dr Jm cos P ' Jm '. podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x. 1. desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal. Ex 1-9 .Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig.4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal.Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável. dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1.74 em superior ao seu comprimento teórico. f- Temos.31): J cos V 4m I Fig. Dai vem: Jm cos V sendo I.24 Curso de a n á l i s e estrutural A barra 5 deve ser montada.2. a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças.2. portanto. b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça.

do 2.O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 x = 2 85.26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas. Fi* 1. o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de . 1. divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas).35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original . apenas.4. pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 .inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão).37cm (a corda aumenta).3 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1.2. As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1. para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig. resumido na tabela 111.instituído por estes autores. 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par.2 . 1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável). i . I-.

.

"-" .i- a r . Y.a.3 :.: : --.! o .s+ "" ~ ~ 3 s .. '. rn>D 00' ^ R u i "2 P"% .R? mm- .5: :SE i z g E$? E. . n --" n n .o sgxnfir m n.." - Ií.8ZY -".m g o.e 3 5 8 .a 0"- nc-n2z =E. 22- .n .-L- m*z -3 e 9 3 "*. C 3 1 "-."".E .. o o n g q $a$ ""' 0 ?.. ~ 8 : s .-n.g 2 H :! -"-22 0 ' a* : .r ""S zzn ~ $ g 5s z " 8 ' .-- --- $. ?Z? " C" R$ -".? g s z $65 c R * 8D-">-" n.z -". 0 g . Y """ ""- I : : gsZR"Z1 h?.A C "W.-n.? : o- --...D 0"' --"?--a O*" -. < u r ^V* .--"^' g E E C." -8i..n * 3 rr. - $ *"23- . 0 g.." % " " -' * " " e ? .*3EXSii: 0"- n D O z$"gz -. 91%.iO1..0's'uin~ o .+?IK~C ^q"7".

.

h . r". "an. "" B lids J A ' ' ~ 9 .T A B E U XII * h - 4. e . n A " =- e A ' ..

h .TABELA XIII -mni .

.o. .

.Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig. E dado EJc = 2 x 104 tml. 1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111. Todas as banas são mísulas retas com /. B Fig. 1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: P= 11 Fig..in = e = 5 J.aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 .. obtemos: . 1-36.

038 = -197.) Tab. 1-39 (mis.0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S.5 x O. devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra. IV 3 = 1. reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra.197. al=o.W8 = +4.l .Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig.2 =+39. 6 =4.& ' =- 1. VI / a altura extrema por esta interseção.1 41 a) Estado de carregamento -. .126. 6 dado EJc = 104 tm2. X 3mt A ai -0.42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab.4cm (o ponto A sobe).0 . 1-39.038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0. Para a barra a Fig. I tlm S 4 + + + + ) Tab. 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ.1.5~0. sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J.098 - EX 3x 3~4. al=o.s -J~ = 3 m Jm.Z . VI11 -3xlx9r3x0.0 1-11 . 1-39. .2 A . conforme está feito na Temos: 3mt a=0.2. n = -Jc (mls reta assimdtrica): A = 0. Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima.2 + 39..2 = -281.ol53 Tab.241 r 12~3~4. definind-se Fig.

' X = I. temos: . . A seção é retangular. pois. . 1-42.5. .0 18 Fig.44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 . ~ . @ : 1. Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax.: 6 = 3. .Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente. .2. O problema será. 1o =0 .46 im (para a esquerda) 1. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111. 6 = 197 + 49 = 246 = 2. I r A i 4 xL 1~ Adotando EJc = 2. temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0. 4 . . 1-42 0121 Vem. obtemos: Para a bana .2.Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig.4 = 258 2 = 387.2. n = 0. I ' . 1-41 por integraçáo aproximada.. i < . com base de 40cm e altura variável conforme a figura.3 .4.4 x&= .4 . I . reta assimétrica): . =7 10 .x .~ rad 3 2 3 387. . qdx sendo q = h@f --. = 5 A aplicação seguinte esclarecer. .68 x 1 0 . . 1. I'= 5 106 108 Y. Para a barra @ : (mís. e n t ~ o : E J ~ 6 = 387. teremos que calcular Fig.'. É dado: E = 2.0 276. Ex l-12.l x 106 t1m2.1 x 106 x 0 -12 4 tm*. submetida ao carregamento indicado.

que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de . Vemos então.3 . Ao longo da altura das barras da estrutura. b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-.TABELA XVI . cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura. 1-44. dependendo d o grau de fissuraçá0. 1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto.Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig. I dp = a 6. nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam).duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg . de modo que. duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig.. sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução.44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado.te) ds h Fig. 1. a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela.ds. t- h Fig. 143. no estado de deformação.h c r ~ t ds. a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '. .CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1.

teremos. quando dermos a todos os pontos da Fig. para fm de raciocínio. então.. adotaremm . que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá.. teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento. 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti. t . Supondo as barras com seção constante.5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0. rg-+3O0C "--.sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material. evidentemente.-"II +. então: P S = a tg AN -+% Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante. em relação ao dia da sua execução. 148 Fíg. afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento. Suponhamos. 1-48. tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te). 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2." e:.0) O valor de 6 não 6.. e o esque ma da Fig. - 3.Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig. As aplicaçües seguintes esclarecerão: F i s 1. 146. 1. temos: "O. .45 - O 1-13 . os indicados na Fig.O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( M ) . sofrer a variação de temperatura indicada na figura. levando em conta a expressáo 1-5. .=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig.47 fletor no estado de carregamento e temos. cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10.s m de altura..

') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a .58 cm. 2. sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios. ~ a partir m do ~ estado ~ de. A + 4m -+' Fig. 1-49 1.Calcular as defomaçCks seguintes.s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. 1-53: N. de 6. obtemos: A Fig. para a grelha de Fig. carregamento de Fig. 149. 1-51: / O ponto B se deslocará. pois. se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução.para a direita. cujas barras têm seção retangulir de 0.O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig. Temos: 1. 1-52 Devido à simetria.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura).0) Deslocamento do ponto C na direção BC.O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC. entxo.O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2. 1-50.partir do estado de carregamento da Fig. Ex 1-14. a .

rn e y o ãngulo entre R g e a tangen. da Mecinica Racional.jefotmaç&s A rotação da tangente à elistica em A vale. para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico. A n-B i m o :oi = 1o-s/oc 7 10m Fia.Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC. no caso). Ficamos.~ po conservativo. em estruturas isoststicas 53 I h - 1. 1-16. a partir de 1.1 .. te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m. devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante.para a estrutura de Fig. então. as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 X =2 mm . 1-55 Temos. que o trabalho independe da trajetória. estamos diante dc um cam . podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento. = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B . dependendo apenas de seus pontos extremos. no sentido horário. = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A . então a n R t . rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura. = Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 . para o quadro de Fig. 1-55. B. L ~ as integrais ~ ~ .ado de . para o qual sabemos.6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E. 1-57.C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ . com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A .Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A. tivesse os oontos A. - Ora. I .m -+ .3. ser calculadas para qualquer trajetória que cm.

Fia.o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1. ~ (-30) (-1 x @ ) (encurtamento) = =. I A Fie. nela indicados. 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig.Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig. visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- .68 - cd~daa r ruia~lo de comprimenm da mrda BD devida a uma diminuição uniforme de30 OC.5 mm de encurtamento 1. tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação.59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P . o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais. teremos Fig. sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação. 1-60.61 jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando. 1. 1-59: Dado: ct = I O . Trabalho virtual das forças internas: nulo. 1. a partirde qual obtemos: Fig. Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques. 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3. deformações vir. neste estado de carregamento. a partir de qual obtemos: 6= 1 0 .4 . 1-57 Fig. 1-58. 1.I 54 Curso de análise estmtural ado & defOnneqõcsem estruturas isostáticas A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig.~ / O C 1 I r' r*.. para a estrutura de Fig. então. já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos.

de 2 cm. desemiolveremosnes t e tópico um processo.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera. Ex. Aproveitando a simetria. a partir das quais obtemos. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura. 1. então. 1-65.A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem. idealizado por Mohr. as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos. sem (O sentido arbitrado foi correto. de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. a elástica.Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular. devida "P=& EJ' Sabemos. 1-63. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos. 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D.Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas . ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem. para a estrutura de Fig.) Ex. aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais. na prática. 1 .62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig. a elástica de uma viga reta . . Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas. pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = . pela expressão (I-I).Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig. pela expressão (1-7). as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig.Z R p (1-7). 1-66. evidentemente. que a rotação relativa flexão.Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados. 1-19. da Resistência dos Materiais. devido ao carregmento atuante. a seguir. iquelas devidas aos recalques. obtemos P6 = . de uma sb vez. a partir das quais obtemos: Fig. as defornações devidas somente ao carregamento e. 1-20. que nos permite obter. 1-62. calculando inicialmente. somando finalmente os dois resultados obtidos. expressão que resolve o problema.56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas.

(Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita.$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema). 1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0. 1-67. então.) Ficando determinada a viga conjugada o problema está. um apoio intermediário do l'? gênero. a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. agora. estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). . então. da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $. Assim. através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada. devemos ter em B. o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos.58 Curso de análise estrutural Resumindo. Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs. teremos instituída a tabela XVII. sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada. outro apoio extremo do 1P gênero. sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig. em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja. a titulo de guiaram esta transformação de explicação. b) Seja. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M . conforme indica a Fig. do Cálculo Intinitesimal. vinculo. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr. dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. . obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s. devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig. então. as condições de contorno que . Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O). resolvido. este vínculo será. temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado. então.uma rótula intermediária B existente na viga dada. $ A e Fig. Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta. 1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri. por definição à relação d9 para a curva - . já que este apoio só impede deslocamento vertical. 1-69 a 1-71 esclarecem.referida a um sistema xy como o de Fig. na viga conjugada. 166 Por outro lado. este vinculo será. Assim. um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. por exemplo. ünalmente. 1-68. um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig.

carregada com E . 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip.. I"I. conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo).1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip..até.c.n.Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas. as funçóes q = EJ serão mais complexas.. .71 lI1lI. sendo M o momento fletor atuante na viga daEJ da. ". u.1 deste tópico). submetidas a determinados recalques de apoio. 1-74 que tem EJ = 104 tm2. v .<I. Neste caso. b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas. estável.+n co.emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas..../I 6----7 . brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos. Ex-1-21 .~.. às vigas com inkrcia variável. . d) O metodo de Mohr se aplica integralmente.. esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio. . apenas. a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá.I. Tabela XVii . mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili. evidentemente... uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada.IU. ãig.Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig. conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2. como existe uma deformada real..e...e.h.. o b t e m o s a EJ .... e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada..60 L . P viga dada -N~~ ~ i g s .. para uma viga dada hiperestática.. .. 1-69 ... cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada.~. nipi 1-70 n 1.. pois. 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = M .

1-75.~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3.O grau.62 Curso de anáiise estrutural 2. representada na própria Fig. onde indicacarrezada ! ! .com q = ! ~ L I . Encontra-se esbqado na própria Fig.2mm Elástica = elástica pedida. u ~ I I 3. trechos BC e CD são parábolas do 3. simétricas uma da outra e que concordam em C.0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E. que tem EJ =103 tm2.Para a viga da Fig 1-75. .O) Aspecto da elistica: Ex. I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10. 1-22 .0) Calcular a rotação da seção B. 4.0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C.6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga . Os valores extremos pedidos são: 1.6mm I I I p . conjugada 3. Chamamos a mos tamMrn a viga conjugada . pedem-se: 1.O) Esboçar o aspecto da elástica. Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos. enquanto que os. 1-74. 3.

1-00 ~ 4 $ M h Fig. a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ. nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura). que MA = MB = O e QA = Qg = O.10-~~3+1 3 X-=16.78. 1-80.1 " Fip. restando-nos calcular apenas seus aódulos. 1-78 a partir da decomposição indicada em 1.0) Deslocamentos verticais de A e E : A 3 1 3 y ~ = M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ + ~ j ~ = 34 x ~x l2 1 O =1 . bastando. pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = dada). . para a viga conjugada. atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica.78.O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10. que será a haste livre da Fig.3 rad (o sentido está indicado na figura. Ex 1-23. I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81. indicada na Fig.Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig. levando em con. pois. 1-79 m q B A I I Fig. pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação. o que deve ~ O.1. o da Fig. 2. 2. A E r 1-24 . 1-79. 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores. no caso. 05~ x10-~=1~mm E YE ="viga -4~.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig.1.Aspecto do d i i p m n a daaido. ( i Fio. ta a simetria da viga deverá ser o da Fig.2 1 I I + 1-78. 1-76. 1-82. conhecer o valor de M para ficar determinado.64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada.1.3* conj 2 3. é o anti-horário) M BEJ M - C - 4. A condiçgo XY = O.2. 1-78. para a viga ocorrer. para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever. . que tem inércia constante. o carregamento deverá estar auto-equilibrado. 1-77 . que possui indrcia constante: Fig.Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então. 1-77.Smm 0 .O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1.

: Ex.' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1 . 1-84. "8' -- ~Q. obter a rotação da tangen. de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig.84 donde obtemos M = 4IL -. já que y~ = O para a viga dada). à viga conjugada. ' gênero. NO ponto B (viga dada). o sentido i0 recalque 8). 1-83. 1. Fig.& =L. como sofre recalque. O apoio do 1.2: 13 conjugada = 2 -g3 . 1-26. 1-82. Passemos. não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso. 1-80. 8 A partir desse valor. a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada. 1.2.82.Para a viga da Fig. Já o apoio B. 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82. que tem vão / e rigidez EJ. a partir da Fie. Imediatamente. 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário . para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo). 11 c. podemos escrever.E * 1-25. de acordo com nossa tabela XVII de transformação de vínculos.1 F i g . os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig. agora. 1-84 ( MB deve ter. evidentemente.2 1-82. nos fornecerá: t i - B Fig.Aspano do diignma de momantm flammi daaido. devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante). 1-81 . te à elástica em A.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig. temos: .

um apoio do 1.. submetida ao recalque vertical p em 6 .- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig.Obter 6EJp ) I' / 1 '. que tem rigidez EJ. 1-86.EJp I' F i a 1-87.. 1-88. EJ .. e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 . devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento. . Fie. e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig. / . a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre.. 1-86 (EJ = constante). . 111 deste Curso. 0 engaste E . portanto. Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. Será. yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig. x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja. 1-28 . resolvido. P A:. o carregamento 2 3 nos dá um binário. então. portanto.C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim. A.. 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t . indicado na Fig. os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g . 1-86.P = 1 O problema está.87 de vão 1 e rigidez EJ.. 1. . Determinemos.Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados. que deve ser absorvido em B. devendo o momento fletor em B ser igual a'p). pondese as equações de equilíbrio._ p . conforme verá o leitor no Vol. o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula). com o esquema da Fig. para a viga da Fig. - . MA = M6 (visto não existir cortante em 6. 1-85. 1-84 para' o qual. . 186 Viga conjugada c A 1 + 3 1 t E I C + O . então. . então. temos. i . que sofre um recalque vertical (e para o qual temos.0 géneros também.im. constante j 7 M~ - *q Fig.. Dai obtemos: MA = M6 =--. temos: 2M~l EJ f IlillIllrn. Ex. Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada. Ficamos. por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O .

calcular a rotação da tangente à elástica em A. A. Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada. L90. que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana. a partir dela.(no caso. a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. 1-88. podemos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg. definidos na ~ i g . 1. ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada.entãoodaFig. e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir . Temos. no tópico 2 deste capítulo. ag* ta. para O carregamento indicado. que sofrem recalques.BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas . Para a viga conju. obtendo-se. que se deslocará paralelamente a si própria. o esquema indicado na Fig.Para a estrutura do exemplo anterior. removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB. Fig. 1-90. obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6. Cada uma destas barras sofrerá. os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C. então. a deformada da treliÇ a da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e. .70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2. o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'.89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. respectivamente.ado pelo carregamento indicado). 1-89.Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos. e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento). passando a ocupar a posição B'C. o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig. as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig. 1-90: Inicialmente. às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i . 1-88. isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO. entxo. uma variação Ni li de comprimento Ai = . conforme indica a Fig. é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente. AB'Cé. Permitindo. posição deformada final do n$ C da treliça. Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 . em função do aforço normd Ninela atuante (proia. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr). gada. 1-90 que. apresentaremos neste tópico.

O gcnero A). sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que. ~ ~ = 1 0 ~ t . paralelamente a AC. Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação. a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % . o b e oc)representam. em minúsculo. calcular as varia~&% de comprimento de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes. rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. Assim. da mesma forma. 1-90. no caso. no wiüiot da Fig. admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas.9 3 .'esentado. então. 1-91 pelos segmentos a1 e b2. Para ligamos. Devido a suas diminuições de comprimento. diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob). novamente. a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ .li/ES(mml I Os vetores ou. o que esiá feito na tabela seguinte. representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). Introduundo-se esta simplificação. E r 1-30. 1-91. ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro. os deslocamentos abSol~itos dos nós A. pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2. a fim de se ter alguma precigo lios resultados. 1-92. sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . No williot estas rotações estão simbolizadas. toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais. coincidirá com o ponto a. Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33). a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras. marcamos 03 = n3. que se interceptam em c. ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva. durante a rotação de uma barra. mais simplesmente.=N. calcularemos previamente alguma (s) deformação. As aplicaç5es seguintes esclarecerão. Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões. (No caso da Fig..Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça. chamada diagrama de Wiliiot ou. respectivamente. pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação. 1-92 Devemos. 1-90 devidos ao carregamento nela indicado. &ira ai Nj(t) li lml I ~.do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot. a rotação de qualquer barra será pequena. o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza. respectivamente. cujas barras possuem. de modo que podemos considerar que. williot da treliça dada. é o que está feito na Fig. B e C da treliça de Fig. respectivamente. até se interceptarem. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente. as barras ACe BC pelo pino em C.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural). o-aue está rep. inicialmente. .1 . o que é impraticável. durante estas rotaçóes. Fig. todas e l a s . o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho. -.. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. uma de cada vez. sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra. apli. paralelamente a Bs. liot para chegarmos a cada novo ponto. indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica.

então: A1=A4=-12 mm. C . ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm.5 mm. caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig.. 4. . devidas A variação de temperatura. H da treliça sáo da.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig. respectivamente.2 mm. 1-94. . 1-31 .74 CUBO de anáiise estrutural -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A. A2=A3=-12 J?lmm.. É dado o coeficiente de dilatação linear do material. valendo estes mbduios. A5=A6=-6amm A partir desses valores.5/0C. e 3. 7. mádulo e sentido pelos vetores oc. obtemos. 1. . passando a ocupar a posição B: . + + do dos em direção.. 1 2 ~mm 5 e 12 mm. 0. oh williot. 1-94. igual a 10. 1-95. 1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras.9 mm. 3 6.5li valendo. . dados em diieção. 1-32 . que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça. Fig. se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10. 1-96.l mm. . . + ob.. sentido e módulo pelos vetores ou. -* oc. B.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. pelo williot da Fig. 13.4 mm.6 mm.

1-99 No caso. Temos. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i .~ g l d de e d~f~nnsções em estruturas isost~ticas a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig. oc. A componente horimntal 6 dada por A7. têm módulos de 0. 3 cm.Ii Neste caso. C . 1-99 e vale: Ex. 1-98 A Fig. basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical. condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot. 1. devidas aos esforços normais N i nelas atuantes. B. a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos d y nós A. o b e oe. 41 = 77. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig.54 cm. ob. A P~~ Fig. sar imediatamente ao traçado do wiiiiot.x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6) + 3 2 x4Y . 1. ~ Fig. 1-97 .24 cm.Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B. dados pelos vetores oa. ou seja. 1-98. I-33. os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas. cujas barras tèm.41 cm e 2. precisamos calcular previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E). D e E da treliça. feito na Fig. 2.2 mm . C.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. todas elas E S = I O t. 1-96 PBH = 2cm ?Y. vale 6 BH = 16 mm.97. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras.

4. dados em do williot. que é a expressáo do teorema de zP. com queP. na direção da carga Pi. em sua direção. 8.9 cm.Teoremas complementares 4.. que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio.williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B. 8. temos: ( tjik indica a deformação. temos.G. indexando as deformaçóes com dois índices.k = ZPk 6ki Betti. levando em conta que o apoio do 1. como estado de carregamento. obtemos: (1-9). Fig. ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot).100. I (?jk.devida ao carregame* to Pk ). 4. para a qual um grupo de cargas P. e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária. evidentemente. que resolve o problema. Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço.Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer. no caso do Teorema de Betti. Tomando.. obtemos o williot da Fin. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi). evidentemente.Erala do. para a mesma estrutura. Como ve"fícaçXo do wiUiot. vemos que o vetor é horizontal. 1-100 . provocado por um segundo esforço unitário.conforme a indexação adotada. uma força ou um momento.1 expressão do teorema de Maxwell.2 . 1.78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B. . quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio.Teorema de MaxweU Fazendo. o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida.4 cm e 7.9 cm. C. o que tem que ocorrer. têm estes módulos iguais . sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee a 7. E. Igualando as duas expressóes. . constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento. agora.8 cm.4 cm. devido à aplicação do primeiro esforço unitário". da treliça.. indica a deformação. direção. é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s deformaçóes produzidas pelo priquando se desloca devido A meiro sistema". O s exemplos das Figs.0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto. 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do teorema de Maxwell. D . Pk como estado de deformação e P . F. teremos: od 4 . que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário.

Como estamos no regime elástico. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura... por ser estática. o trabalho das cargas externas P1. 5. conforme se verá no cap.. . Esl. valerá: n . ela se deformará. apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig.1 Fig. 1 . A k A A Fig. 4.a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 . bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas. carr. = tra- Pelo teorema de MaxweU...Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig. 1-104.. 1-104 1-102.* '. 1-103. 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas. Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos. vale: Fig. .3 . temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que. lpi = 1 Eri.. costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron. Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica. a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou. Calculemos estes balhos. 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples). carregada com as cargas estãti. <ar. . Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron . P . I1 deste volume.

se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13). Não permite. recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais. teriamos também o trabalho da torção. convenientemente explorado. em sua forma mais geral. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2.a) Nos casos práticos. os esforços simples M. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas. e a expressão da energia real de deformação. entretanto. entáo: Observaç5es: 1. então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2.82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura). 1-34 .O teorema de Castigliano. quando da avaliação da energia real de deformação. também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. Q acarretam deformações relativas em suas direções.Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' / constante. N. da Figl 1-105 que teni rigidez t No caso de uma estrutura no espaço. conforme ilustrarão as aplicações a seguir.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': . permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo. que são enunciados da maneira seguinte: 1.a) O 1. será o trabalho realizado pelos esforços simples.O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos. Ex. Conforme sabemos. de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas. No caso (estrutura plana). podemos instituir os dois teoremas de Castigliano. por ser ele inteiramente geral.

correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação. 1-106.0 teorema de Castigliano). no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M). de deformação. Temos.O Teorema de Castigliano. igualaremos esta carga fictícia a zero. após termos feito a derivação parcial. vale: Fazendo. . isto é.EJ ) 3EJ que desejamos calcular. 1.84 Cum de an5ise estrutural Ex. efetuaremos todos os cálculos e. caso desejemos empregar o 1. obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral. obtendo a solução d o problema.Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. agora M = 0. que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i s o s t á t i c a s 85 Ex. Fig. sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 . então: A energia real. 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável. igualaremos a zero a carga M acrescentada. 1-36 . criaremos uma carga fictícia. aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB. mediante o emprego d o 1 .Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig.107 Fig. desenvolveremos todos os cálculos e. 1-35 . desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante. 1-107. uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura. .

1-37 . procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I. portanto à deformação). 1-108. submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e. no sentido oposto ao de E positivo. mas que. atribui-se à estrutura. confonne poderá ver o leitor no cap. atribuindose à viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V A positivo. então. nos casos mais gerais.Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - .o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra.' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. I1 deste volume. que seri tratada como pequena deformação. uma deformação (absoluta.86 4. ou seja. n Tudo se passará. cuja linlia de influencia se deseja determinar. A I I Ex. demonstrando-a a seguir. deveríamos dar uma deformação igual a 1 e. embora a demonstra. obtemos uma estrutura hipostática. temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática. cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos. 1-109. a proposiçáo. a I a) Sendo a estrutura dada isostática. após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática. igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1).'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. no caso de esforço simples) unitária. t Fip. 1-110. tratada como pequena deformação. a seguir.Regra de Mdler . como se tivéssemos dado uma defomçãounitária. multiplicar as ordenadas da figura deformada por n . Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. no enunciado da regra.4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 . b) A mençáo feita. 1-110 .q. tornando sua aplicação mais prática. Rompendo-se o vínculo que transmite V A e. no caso de reação de apoio ou relativa. 1-109 i em A e C para a viga da Fig. mas que não acarreta erro algum nas conclusões. I - Demonstraremos para um caso particular.:. a regra esta enunciada desta forma. Por esta razão. a regra. conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a . Igualandose vem: 6 = VA . conforme indica a Fig. portanto. ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig. nos casos mais gerais.sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento. então. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E. livre. "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A.e u __Fip. b) na secção onde atua E. inicialmente. As aplicaçúes seguintes esclarecem. está equilibrada. a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações). A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V A = n 6 .

0 1 -1 \C i: Fig. Fig.Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig. podemos confundir a corda AC com o arco e temos. passo a passo. 1-38 .. para a estrutura da Fig. 1-112. 1. 1. 1-116. c) deslocamento vertical de B. obtemos a linhade influência indicada na Fig.(+).115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o b).88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo. 1-116 'I * t l!* * C Fip. o que justifica a construção da Fig. 1-39 . 1. a regra de Muller-Breslau. 1-115. 1-1 1 1 . que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e. então.Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig. 1-114. que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip. obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig. o que justitica traçado da Fig. 1-112 I Sabemos. . A S A B Fig. - - A Ex. e. (não devendo haver rotação relativa).111 Fip. . AC = x .Exercícios propostos 5.114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau.1 . 1-115. pela regra de Midler-Breslau. Ex. os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos. 1-113. 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D.Calcular. S I 5 .

a.Para a estrutura a + a + da Fig. em todos os 116s.Empregando.Para a estrutura da Fig. a. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O . cujas barras fomam.5. 1. Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ . 1-118 5. b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC.pede-se: a) para o carregamento indicado. ân.ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A..117. a fónnula de Vereschaguin. b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b.121 .3 . pedem-se: I Fio.6 .1) aumento uniforme de temperatura de 30OC. 1-118. = 2 x 104 tm2 .C~iso de análise estmtura] GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5. diretamente. 1. obter: a l ) rotação do nó E. p P 5.Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig. b.Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia. EJ.4 . de cima para baixo.2) recalques verticais. de 2 cm apoios B e C. I-12l. r j 4. calcular: a estrutura da Fig.2 .2) deslocamento vertical de H. calcular variaçáo da corda AD. 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante. que tem rigidez W (constante). 1-120. Dado: 5. 1-119.Para +I 4 I AB - Fig. b) deslocamento vertical de E .~ / ~W C = 2 x 104 tm2 (todas as barras) 5. obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig.2) variação d o comprimento da corda EF.

Sabendo-se que. os pontos D. 1-122 5. E fiquem alinhados. 5. os pontos A. o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm. 1-123. 1-122 são misulas parabólicas com Jdn = J . computando para este fim apenas a influência do tirante. (ES) tirante = . 1-126. 1-124. quando atuar o canegamento indicado. para a direita.Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig.11 . E.7 As barras horizontais da estrutura da Fig. 1-125 durante a montagem para que. 8. e Jmix = SJ. C Fip. Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 .Calcular.9 . cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5. sendo Jm = 25. que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que. Dados: EJc = 104 tm2 .10 .Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig. unicammte. SXo dados: COS '# (W. . a= ~ u ~ . cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo. quando a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C.8 . É dado EJ..I 5.) quadro = 104 tm2 5 x 103 t. do carregameiito indicado. permaneçam I m acima de A.123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro. 1. I 5. D. pede-se c$. (ESltirante= 103 t curva tem J = Jm ./ ~ c 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal. para a estrutura da Fig. B. cujas misulas são parabóli= Jc e Jmax = lWc. = 104 tm2 cas com Jmin Fig.Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig. quando atuar o carregamento indicado.

13 . h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig.94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5. pedem.O interior do quadro da figura 1-131. Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A . É dado: a = ~ O . 1-132 B 5. mantendo-se constante a tempera tura externa. São dados: E. de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC. módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m. b) deslocamento horizontal de C. A I 5. J. a temperatura no interior da parte circular.As fibras superiores da estrutura da Fig 1.17 . 5.16 . sofre um auriiento de temperatura de t OC. as barras@@são 2 cm. com seção transversal circular. pede-se o deslocamento horizontal de B.132-b Fig. 1-129 1.133 .Para o quadro da figura 1-133. a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B.Para a estrutura da Fig. pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas. das figuras I-132-a e I-132. I 5. R Fig. 1-127 A Fig.15 . b) rotação relativa das tangentes à elástica em A. 1-128 F i g 1-73? 5.se: . das Figs. Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material. m Fig. mantendese constante a temperatura externa.s m de altura.Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares.b. de inércia constante. cujas barras têm altura h.~ I O C . com 0. Pedem-se: a) variaçfío da corda CD.12 .129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução. 1-127 e 1-128.132.Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas. Send o a seção retangular.~ 1.14 . 1. 1-130.

J.138. para a viga da Fig. i 1 5. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig. obter. Fip.0Sm4. b) deslocamento de B na direçáo z. 1-139 -+a . Dados: M.139. 1.21 . D. cujas barras tem seçãocir. I I n -1. para a da Fig.20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C. 1-136 ( J = constante). a. E. que tem rigidez igual a 104tm2. 1. para a viga da figu5. submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5. b) flecha máxima. pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz. a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A. 1-137.22 pedem-se: - Para a viga da Fig..I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5. empregando Mo&.19 - Empregando o processo de Molir. -r- - Idem. 1-136 5. ra 1-135: a) equação da elástica. C. c) rotação da tangente à elástica em B. E.24 + 117.18 -Para o quadroespacial da figura 1-134. I Fip. 5.23 Empregando o processo de Mohr.Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I. Dado: EJ= constante - I -+ I12 5. cular com inércia ê flexão de 0.- t .

r < . ( I I I Fig. 1-147 i I 5. para a treliça da F í & 1-147. constante. J (constante). Fig.142. . da treliqa da Fig.Empregando o teorem de Costigiinno. 5.28 . Fig.<. calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig. c) recaique vertical. 1-140 Fig. R.27 .140 a 1.~/OC. 1-141 Fig. devidos às mesmas causa.9. 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados.Empregando o proeesso de WiUiot. 1-142 . para as das Figs. cujas barras têm rigidez EJ. que têm rigidez constante W.e 1 i .26 . 1-144 5. IP o I ~ C l + l + 5.29 . calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal.I + - Fig. I u 3' 1 I : 9 . do apoio B. b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC. 1.Idem. igual a 2 cm.98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5.Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1. . calcular os deslocamentos dos nós E e G.Empregando o teorema de Castigliano. 1-149. 1-145 Dados: P. E.146 a) carregamento indicado.25 . de cima para baixo.Idem.quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados. I . 1-143 o r l p PI -+-I---+ .146. -. 1. que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO.e . .& l t I + . 5. .devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5.30 . Fig.) Fig.

2) I . Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.22 - a) 0.0.17 - a) 2 6 c m (+) .6 mm ( f ) : b.1 8 - a) 0.98 cm (4) .b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.l) 3.21 x 1O-' rad (12) .133 x rad b) 0.93 mm (-*I .a.07 cm (4) 1.] ) (C) 4.b) 0.94 mm Encurtamento de 2.67 mm ( f ) .1) 7 .67 mm (L ) .I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I .zero .a.17 mm (t) Alongamento de 1.46~ 10-3 rad (n) a) 0. b) 3.8 mm(+) : b.2 mm (aumento): b) 5. 0.14 mm 4EJ m (371 8) - .?) 13. 5 ~ rad (tl).2) 2 cm (e) 1.84 cmfaumento) .4 mm (encurtamento) a.2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero .71 mm (1) a.1) 4.rn + 5.33 x 1 b) 1 mm (4) t ) 5.

pGH = 3 . 3 m m ( . O mm (+) C) pFV= 10mm(&). em cada caso: i .pEH=15mm(+). ~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) .f ) . ~ ~ ~ = 3 .28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. pGV=0.+ ) . 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0. 4 m m ( . ~ ~ ~ = 1 7 . em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 . ~ ~ ~ = 6 . ~ ~ ~ = ~ 6 .6mm(t).102 Curso de análise estrutural a n i l o & &formafõsem estmtunis isosiatia C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) .8mm(+).29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5.27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. pEH=1. 6 m r n ( L ) . pGH = 3.3 mm (+) 5.6mm(t). pGH= 30 mm (-+) 5. 7 m m ( + ) .

Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig. das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E). como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip.O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o . que possui 5 reações de apoio a determinar.2 Seja. cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática. cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las. pois.i ? CAPITULO li 1 . igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples. Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex. g = Be + 8 i 1. portanto. necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los.4 (11.1 . r. Isto não significa. romper-lhe uma seção. entretanto. 1 '9 = g e X t = 2 &n \ 1. dispomos. no caso. sendo assim. deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio. conhecidas suas reações de apoio. 11-4 C. que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio. Fip 11-1 4 \. não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita. Portanto. terno da estrutura que é. grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura. Para tal. 11-1. então. a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3.Hiperestaticidade interna Fig. para tal.2 . Existe. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi).Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig.HIPERESTATICA . preservando. a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e. agora. desta forma. 11. 11-9 Fia. isto é.3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente. Seria necessário "abrir" a estrutura. Temos. 1.1) . a estrutura da Fig Ib2. na estrutura assim obtida.Determinação d o grau hiperestático 1. 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 . após rompê-la.

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t , j . perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u r útil trabalhar com um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X , 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal to emB= O

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

+

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

F i m 11-18

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., li a partir do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, e o segundo membro é nulo) ; - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E . + EiXi (11-7)

. agindo-se de outra maneira (v.1. Seguindo a orientação dada na observação 2. provocado pelo agente. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 . podem ser quaisquer. Isto conduzira. Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais.0) Traçado dos diagrainas no sistema principal. a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois.0) 4. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica. so. para a obtenção de uin bom sistema principal. Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica.3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores.. i! Ex. do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 . entretanto. b) diminuição unifome de 30 OC . eni c da caso. chegamos ao . será: 1.X1 + . ii-19. temos E . de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd. a fim de obter seu sistema principal ismtátim. O que se deve procurar.+ 6.1 - a) carregamento indicado. pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles. m p e r .0) 5. .2. 2. 11-18. 50) 3. \ Nota: Na m o s de variação de temperatura. é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples. + ZEiXi) - - '. . = O. Obtenção dos EJc 6 . pois uma equação genérica (a iésima.f. em número adequado. nesses casos. : esforço no sistema principal. o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas. devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente. por exemplo). recomendamos. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos.112 em que: Curso de anáiise estrutural E . o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito. +Sm -. que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura. tiiiXi +. = O (11. h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer. 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado. Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig.O) Escoiha do sistema principal (v. aos sistemas principais ideais.6). c) recalques em A indicadas abaixo. os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs. Sistema principal e hiperestáticos 2. no caso dos quadros lanos. sendo todos teoricamente corretos. licitante externo. aplicações n.0) 6. a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig.2. ca ou da equação matricial (11.. 11-19. recalques de apoio e modificaqões durante a montagem. a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que. certainente. Pii.0s11-5 a 11-7).X. Para os outros tipos de estruturas.8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1.1). Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E . eles não precisam ser unitirios.l h e dois vínculos. : valor obtido para o hiperestitico. Para isto.

Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D. I Obtemos: 6. 11-19. com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn. + 3. 11-20. Diagramas solicitantes e rea<. obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs. Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro. 11-20. 11-21 e 11-23.27 E l + 4.21 mm *larnos Os . embora estejamos u m d o os me& r' .&a A partir da expresão 11-7. pan não complicar n nota~Ho. tomados iguah a 1.já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim. rotulando os nQ C e D da estrutura hi.ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1. respectivamente. I F i i 11-20 3.m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } . obtendo: F i i 11. temos E = E. 1 2. preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal. nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig. consideraremos apenas seu trabalho H flexão.im desta forma. o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws.2. obtemos os diagramas da Fig.09E2. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal.sistema principal da Fig. perestática dada.

são: 12. estando os diagramas solicitantes indica .trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6". ' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6.(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4.521 Fie.os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2.4E2. 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são.} .7. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W. po. vem: Fip.731 Ntamp. d'evidos à variaqão de tempe.iS: 2. já que estam. 11-27 1 2. No caso..47..521 F i m .15 t Fig. 11-22 JF~ + 0. 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo.18E2. em função da observação 22. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1.atura. F'm. . 11-28 + 7. Obtemos. então: = . - - .55E. 11-27 a 11-29. Os novos hikrestáticos.11-25 'carr.3EI -22. dos nas Figs 11-24 a 11-26.Etemp = 0. A partir da expressão E.c deste capitulo. obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs.

por exemplo .-i 1.ia Fig. o diagrama de momentos fletores .2. onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas. Rotulando. 6.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos. necessários para o cálculo dos EJ. MO 3. tura da Fig. Diagramas no sistema principal Fig.5M1 + 5M2.3 3 . - . houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D. obtemos: 1 x 6 x 4 = -44 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I . 11-33. então.I wpmdtjtia a) . obtendese. 2. Diagrama final A partir de (11-7). Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática. no caso deste exemplo. sabemos que. 11-33 Temos. Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2. 11-30. devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo. C I I 4. aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. os diagramas da Fig. obtemos o sistema principal indicado na Fig. 11-31.x 6 x 1 2 . deste capitulo. Hiperestátims: \ XI = 8. U-32. 2) Igual simplicidade encontraríamos. Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S. M = Mo + 8.Obter o diagrama de momentos fletores para a estm. Ex 11-2 .f. ao invés de nós C e D.os nós A e C esq. Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão. se.s I 1 t 6.

Sl0 = 1 (6~18+3x40. 11-35 Será dado por M = Mo t 22.4 . ii-37. I I I -ou . na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras. Ex. Dado: EJ. 11. Cálculo dos . Hiperestáticos: X.sx. obtendo-se. 16. Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0. Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~.s 3 . para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários.Vc S EJ. Diagrama final 1. o sistema principal da Fig. b) diminui ão uniforme de 30 OC.\. + + 2 x 2 = 45 5. 11-3 . desta forma.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex. obtendo-se en- 2. 6 e no traçado do diagrama fmal.se os apoios internediarios.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig. para o caso. entio. 11.7M1 tao o diagrama da Fig. Temos.5) =-76. 11-35. conforme se verá a seguir.M1 e M2 os mais simples passíveis. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:.s 1 o.34. 11-38 para: a) canegamento indicado. simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ. a linha de fechamento do diagrama final.Resolver a estrutura da Fig. 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo . I I' = 3m Fig. a partir .8M2.SX2 = 76. = 22. CY = 1 0 tm2/0C F 3. I' = 6m I'= 3m Fq.o métododas forps 4.7 6.

Cálculo dos Wc6: WcS.7E2 + 19. obre. S z 0 = . LIeSq e DA").. nios o sistetiia principal da Fig. rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI.3 = 20-7 19.3EI + 20. I 4.122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1. 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t .6 4 . Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11. Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l.3 x3 6. 11-39. E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática.o método dsr fo<pis =- 123 3. Equações de compatibilidade: 104 64 36 2. Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea .1 0 4 . = . E J .3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig.

e colheremos o sistema principal indicado na Fig. deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo. pois. 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o. L.o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC . .124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica . 11-5 . bastanos calcular o vetor { h t ). obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig.301 Fip.cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes.Resolver a estrutura da Fig. os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O. 1. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70. I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado. sendo. então: X1 I x1 \ Fip.52E2 -0.1. 1145. podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada). Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' . na direção de cada um dos hiperestáticos. a partir dos diagramas da Fig. temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro. obtendo.07E1 + 2. 2. no sistema principal. 11-43.Conforme sabemos. inteiramente hiperestática í g = 3). Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos. conforme indica a Fig.81mt equilibrado. o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão). devidas i variação uniforme de temperatura. Fip. 1143 . I Ex. 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura.t. g-ph $1 1116i t -X!IZ. para o cálculo dos 6. Rompendo-a na seção de simetria S . 1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3.62M3. 1145.

Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.- . Na seção S de simetria de uma estrutura plana. poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que. partiríamos de. 1148. nesta fase. tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça.2. outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: . temos que:: .o ). o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0.Observap-o: Neste caso. 6 30 = O. ~r0duZa . em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 . ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que esforcos de ~. 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura. com O que. Diagramas finais o .57 X3 = O (evidente. entretanto. p+ dem ser quais uer. uma vantagem do sistema principal escolhido. em si.iox. 11-6 . Vejamos. Como os valores arbitrados para os hiperestáticos. com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente. independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6. devido aos recalque indicados.4 sistemas (2 x 2. pois. 1 --'- - . temos que: = 6 2 3 = O. obtendo os diagramasse Note o leitor que. Hiperestáticos Xl = 0. arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 . X3 = 0.e I x 1)sndependentes Tal já 6 . portanto. Xl = X? = o.. . bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura. pois sabemos que X3 = 0.E licitantes da F i s 11-47. 6 = 6 20 = O.29 E1 . . que os hiperesti. Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex.29 X2 = -2.Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e. se a fôssemos resolver novamente. 4. . pois o carregamento e simc5trico). 3.. elsstica nalmente a barra em questão. + 0. Voltemos i aplicação em questão. S. 6 recomendável. Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente. portanto. Por esta razão. 2 hiperestáticos (X1 e X2). Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente. Temos: E = . w m O que.. . > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento.57E.Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e. devido ao sistema principal escolhido. da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 . Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação. que tem EJ = 104 tm2.rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O. evidentemente. quando ocorrem tais condições.rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica. apenas.= -1 6. apenas.

temos: Qs= O. Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5. provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1. Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . 3.51 Fig. 1149 2. Sistema principal e hiperestático h. Por outro lado.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. Diagrama final - Fip 11. por força da rótula. Sistema principal e hiperestático 4.5. como temos Ms O. temos: 1. Equação de compatibilidade . 11-51. Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas).~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11.

Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante.o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2. Diagrama final Ex. 11-56 3. 11-57. São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 . 1.se urn n6 da estrutura. Diagramas no sistema principal tll 1 11-64. se este sofrer um encurtamento de 1 cm. II-8 .25 6.1 i" Ti' Fip 11-64 Fip. Cálculo dos EJ. Rompend-se o tirante e rotulando. Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1.% + t i a . 6 4. temos o sistema principal da Fig. Equação de compatibilidade 4 5 S. Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática.

3E2 . para que a reaçxo horizontal final seja nula. N2 Imt lmt X2. -O. que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico. Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante. . l i 4 9 &t 2 15. b) M2.Para a estrutura da Fig. 11-60. 11-9 . 1160- 4. obtemos: Ex. Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21. IM9. temos o diagrama da Fig.Ele 3 10 4 x 10-2 = -300 = -3FX 1 . b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem. Magramas no sistema principal a) M1 lmt .132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i co a idtcdo das fo- - 133 2. . ) 3.b El. Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado. > F i p . 61enc.06t . 1 t d -Ft 47 Fia. N1 6. pede-se: t4.

Necessitamos. pois. dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante.j ~ 3 ~1 3 . No b) M l . Vimentão: a)Mo. .5 X.Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno. Cálculo dos U.5)=-24 a) Resolução para o carregamento indicado 1. Equação de compatibilidade: . 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula. Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ. L N1 tis. 2.5 ~t 3 -~S~3~1.2 4 t 28X. 11-63.86 6. 0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O . R o m p n d w . podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão. Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente. : X: = 2 t &a. 3. 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = . obtemos o sistema principal indicado na Fig. t 0.86El . I 4. Hiperestático: X l = 0. 5.. obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig. Diagrama final = O A partir de E = E.& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0.2 ( . 11-61.

q = 1 tlm Barras e @/ . 11-64. sob sua forma ideal. I deste volume. empregando as tabelas apresentadas no cap.o metodo das foqS 137 corno os agentes externos..6 cm. Diagramas no sistema principal 3. 1164 Sendo as banas misulas retas. Ex II-I0 . na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento. Com isso. devemos encurtar o tirante de 1. 2. no caso. pois o concreto estará uniformemente comprimido. obtemos: A estrutura estará funcionando. Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc.m p d t i e s . 11-65. então. = -1. Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip.ou seja. todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico.6 cm para termos a reaçso horizontal final nula.)+EJc611 ~ ~ Xi = O ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1. = +?8x2=0 -1. os diagramas serão os da Fig. "comp \ .6cm Como a deformação.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig. serão o carregamento e encurtamento. temos 6' = 6 enc. teremos: (EJc610 + E J Cen. no sistema principal.

31. 6.32X1 = O 2.2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0.222 +21'M1Ml(~+ 0 =0. Diagramas no sistema principal N.) 3.4 + 3.144 . i -1. Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 x e = 0. para o quadro simktrico da Fig.32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4. Dado: EIc a = 5 x 10. n = 0.611 Ex 11-11 .098 . 1 F q . Diagrama final 1 1 7 1 . - !.098 = 24. 11-69.'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a o método dar foqas I.5 11 .2x5x5x z X d 5 x 5 x 0.1 5 tabV' e = 0.207 x 0. Cálculo dos EJc S b)EJ. Equaçáo de compatibilidade: . 2 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas.Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC.1 1 7 1 I C 7 1 .207 = 3.' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i.

todas. 11. 4 Fip. Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x.treliça uma vez hiperestática internamente e. 11-72 Ex. = O Fie. Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6. Sistema principal e. então: ESalo= Trata-se de uma.1 I Fip. 11-76 3. Diagrama final $ 11-75. por isso. hiperestático X1 (NINO1)= 2Po(1 +A) 4. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig. Equação de compatibilidade 141 2.73 Temos. Hipenstático: . temos: 1. 11-73. Equaqáo de compatibilidade: 2~.rica . cujas barras têm. a mesma área.(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal.o método das fo4. 11-74 S. Cálculo dos ES 6 : Fip.

Temos. o sistema principal e o s hiperestátiws indicados na Fig.77 h.x 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática. endentemente. optando pela seçáo central.s GJt - X. T2 d>M3. . d i i i 11-79 C)Mz.) +& ! . 11-78. X (cambinaçao de Ticom Ti) . Q . seção esta que pode ser. 0 3. obtendo. . X 1 = NO P XI . 11-76.~- 2. a partir 2 d o quadro de valores anterior.o método das for~a. Para obtemos sistema principal. adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante). Sabe-se que -EJ -1. Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M. os esforços normais finais indicados na Fig.WpIedMtia . To b) M. Sistema principal e hiperestatico Fig. 11-77 para o carregamento indicado. meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ. . 11. TI Ex 11-13 . Diagramas no sistema principal a) Mo. um dos engastes.lrn. Esforçm finais Temos: N = NO + N . basta rompê-la numa seção.Resolver a grelha da Fig. T3 J 3m 4 1. 6.

de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C. em relaçáo ao dia da execução da estmtura. nesta aplicaç%o. temos que: 5. - - Ex. 1 6 ~ ~ = . + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4.144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods.x 3 x 2 ~ 5 . 11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O C e as inferiores um aumento de 30 OC.1 . ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 .f~ 145 v e me n w ~ . a partir da expressão E = E .) EJ$2= 2 x 3 + 1 . com o que teríamos 620 = = O.. Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6. agora. enquanto que os demais apoios impedem . Diagramas finais (em mt) Temos.8263. 2 5 + . 11-14. Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares. que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco. O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos. 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4.As fibras superiores da estrutura da Fig.x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65. Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ.25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims. então. o que acarretaria 830 Suponhamos. 5 -49.5 x 9 ~ 3 = a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na F i g . Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que.11-83. isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico. com o que teríamos 610 = 0. escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão.tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico.x 3 x 2 .~ ~ 9 x 3 3 + .

a m o atamos diante de uma solicitação simétrica. pode ser encarada da forma indicada na Fig. 1 . para a da Fig. 11-85. pedem-se os diagramas de momentos fletores. Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos.VIgretha 8 : Para a parcela da Fig. Visto isto. 11-85. temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha). Equação de wmpatibilidade: . conforme indicado no sistema principal & Fig. 2. b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0. empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC. temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano. na seção de simetria teapenas momento fletor.mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais. e. senão vejamos: C (Parcela da Fig.2. pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura. 11-86.2) a) Grelha com h = 40 O 4. CálaJlo dos (. 0 problema está resolvido. com tg = 0. e torçores atuantes. A variação de temperatura do problema.60 t-38 X1 = 3 O . culares ao plano.s x l d l tm2 cu = 1D5/0C.3. 3. Sistema principal e hipenstático Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13. 11-85. 11-85.

= 4. Com isto. 11-90. I A solução do problema é. Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6.85. apoios do 2. Equaç%ode compatibilidade: .2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig. correspondendo ao caso da Fig.148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2. 1 1 1 5 Resolver a viga balcão da Fig. Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11. Rebatendo. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig.64 X . Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva. cor- 62t) Fig II-91 0- 3. dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig. então.3) 4.2. no caso. em verdadeira grandeza. 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig. teremos: 1. 11-92.am-movimentos no plano da estrutura.73E1 . 11-92. 11-93. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç.8 + . 11.3.85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q . o esquema da Fig. 11-85. Sistema principal e hiperesthtico 6. que tem W = q - . genero em A e F. que serão. novamente.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano. Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. OS o diagrama da Fig. 11-85. temos.

I = -- Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S.~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR ( 1 . obtemos. em verdadrira grandeza.o método dss f o r p 151 I 1.c o s e ) . obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo. estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig. cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F i . 11-96. então: - . rompendo a estrutura na sua reção de simetria. sem nenhuma alteração do resultado. = lmt 2 . o sistema principal da Fig. Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas.sucessivamente. que representa uma vista em planta. Diagramas no sistema principal a) Mo. a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig. To Reduzindo a carga P/2. Temos. que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O . 11-97. o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2. I I d X. em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção. 11-98.150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . temos. Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica.11-95. com carregamento simétrico. ! I I 3. 7 I ~ i 11. de uma das duas metades do sistema principal. 11-94. aos pontos A e S indicados na Fig.

. -tudo dos areos e quadros biengastados. que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:.3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo. colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s ' 4 = Xs =O).mprrstBtica . que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ''~e~lthticx à sua diagonal principal.1. lUe abordado em nosso Cuno. deixando livre o deslocamento vertical. Equação de compatibilidade: I I . num dado sentido.1 .3 PR E 1 .l lr 11-100. devido à simetria da solicitação (pois. + - obtemos os diagramas solicitantes da Fig. Este vínculo está representado esquematicamente na Fig. 1 .2 ll. 5. I? o que está indicado no esquema da Fig. 4.Artifício do arranjo de 2. 11-13. será o deslocamento vertical. senta um esboço da elástica do quadro. 11. durante muito tempo.1 153 .Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig. Hiperestático: 6. anulandese então as duas parcelas ). permitindo a obtengão. o assim chamado irtificio do centro elástico. 11-7. explorando esta simetri. no caso.99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível. Em se tratando de uma estrutura simétrica.Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5. que apresentaremos a seguir. com carregamento simétrico. se o carregamento existente num dos lados da seção ter.100.o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6). F i e 11.3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver). uma reação-momento M e uma reaçãeforça N. 11-100. já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo. ' . mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2.5.~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica. mtáo.2. que terá sua seção S de simetria. 11-100. 11-100. submetida ao carregamento sim6tric2 indicado. existindo.1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig.5 . a única componente de deformação. teve grande divulgação o uüiiza$ão. 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz. passar do esquema da Fig. a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria. Diagramas finais A lCIW. 2. bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos).100. que repre. de a provocar uma destas duas últimas deformações. dos h ) ~ res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica. 11-6. 1 0 0 . no cntanto.5. 11-99. partir da expressáo E = E . o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto. uma ênfase especial para este ar<ifício. A partir dai.

1. nulo. as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura. . evidentemente.y e 9s indicados em 11-102. poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103. agcra. Podemos. 11-101. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico. 11. agora. 11-101. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico.mpmtátiea indicada em 11-100. entretanto. Para carregamento anti-simétrico. no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o . a estrutura dada. que é.1. hfonne ji vimos. os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que. I 1 I* na dtdco. como no 'as0 da Fig. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102.3. c) Analisemos.o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido. 6 %a. os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que. a estrutura da Fi& 11-103. o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja. agora. o quadro simitriw da Fig. então. se oporão. 11-102. no caso. o deslocamento vertical da seção será.1. o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023.3.3. u-100. submetida ao carregamento antisimetria> da Fig.2. 11-102.1. 11-104. se comportará como apenas uma vez hiperestática. .pois as tendências desta deformação em S. para o caso da estrutura da Fig. três v e m hiperestática. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. entretanto. por exemplo. este deslocamento está imp* .1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical). colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados. _ . 11-100. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig. se somarão (ao invés de se anular. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig. nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig. fornecendo os valores x. I 4 1.3. parth dese do esquema da Fig. provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo. romper a estrutura na seção S de simetria. b) Seja. i = . . 11-104. 11-100). sendo a da Fig. * No caso.2. submetido ao carregamento sim6trico indicado. cuja configuração da elástica.

podemos romper a estrutura na seção S. ' Fio. Podemos. 11-106.1. igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. a atuação de um carregamento genérico qualquer. indicada em 11-105. pois.2) e anti-sim6trica (Fig. 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos.3. entzo. conforme veremos no referido ca~itulo. agora. que impede o deslocamento vertical. dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura. conforme indica o esquema estático da Fig.) 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana. a barra SC. por esta razão. ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105. igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido.3.3) - F~Q. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso. para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J. obtendo suas componentes simétrica (Fig. a essência do artifício do arranjo de cargas. sobre a barra SC. resolvendo a estrutura.3. 11-104. Exporemos. basta substituirmos a parcela do engaste. quando tivemos.2. conforme esclarecerão os exemplos a seguir). ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104. na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043). para a bana SC. para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico.2. a seguir. que poderá. No caso.3 a 11-108. introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos. 11-104. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). separadamente. numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. conforme indica a Fig. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume. do esquema indicado e m 11-105.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel. Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola. 11-107 . IE104. a seguir. a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig. interceptada pelo eixo de simetria. 11-106. o diagrama final de momentos fletores será. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer. Analisemos. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante. a partir do qual. simétrica. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal. 2. Nas Figs. a fun de obter o diagra ma solicitante final. num dos lados da estrutura.1. por um apoio em mola.5. superpondo. 11-105. o caso de carregamento anti-simétrico.3. é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total.devido à presença da barra central SC.2 a 11-108. para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício). então.1 recaiu. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma. (Notar que.

112 indicado em 11-112. 11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig. 11.mpnditica . passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca de carregamento.3 . 11-110. 11. 11-11 I. 6 a da Fig. cujas barras têm. levando em conta a simetria do carregamento.1 11-1103 VI-110.2 11-108.1 11-108.2) Sabemos que a estrutura a resolver.Obter o diagrama de momentos fletores para o qua. submetido ao carregamento indiiado. Fip. todas.o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig. Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip. dro simétrico da Fig. 11-110.3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício. ExlI-I6 . estão traçados na Fig. Fio. II-111 Fip.im + 11-110. 11-108. 11-109. cujos diagramas no sistema principal. a me* ma inércia.110 n n J 2. 11-113.

a partir de cujo dstema principal. 11-117. E. temos os diagramas da Fig. a j a s b h .3) Sabemos que a estrutura a resolver. 11-110.% 1 1 17 . EJ = 1 d t m 2 .33 Obtemos. 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será.114 e 11-118. para um reealque de apoio . 11-116 Fig. é a da Fig. Fio.67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118. estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig. Fio. 11-119. levando em conta a antiaimetna do carregamento.Resolver o quadro da Fig.71 4. 11-120. o da Fig. 11-115. e n t h : /Xi = 0. todas elas. = 1à / /. 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas. resultante da soma dos diagramas indicados em 11. mtzo. 11-115 Fio. indicado em 11-116. uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica.estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3.

11-121. - . Levando em conta. Fiq.162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm.-1. representado em 11. a partir de cujo sistema principal. então. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada. 11. a partir das quais obtemos: X1 = l m t = + 1E"! -t Fiq. simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig. devido B wntribuição nula da parte simétrica. 11-126 e já será o diagrama final. o indicado na Fig.122. 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig. do apoio A. considerando a anti-simetna da solicitação. 11-121 a) Parte siméírica (Fig. b) Parte anti-simétrica (Fig. ~hpanttititiai . pois ele ná0 teri qualquer impedimento. pode mos escrever que V. 11-125. 11-127.o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig. obtemos o diagrama M1 da Fig.123. de 1 cm. 11-121. que nos fornece: Fiq. 6 a da Fig. previamente. toda ela. 11-125 ' I T lcm ' 4 .2) A estrutura estará afundando.36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será.3) Sabemos que a estrutura a resolver. 11. de cima para baixo. não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme.124. = 0. 11-121.

7 17 . que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11.3. Dnpcrandose as &fonn.136 Dai vem.129 \i A estrutura a resolver. apenas. 11-128. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura. cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C . que será funçzo.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis. 11-134 Fip. 11-132 (cujas barras têm.a mesma inércia). obtendo-se o diagrama . l3 = 1.2. t m fo-dese a estrutura. todas e1as. 11. na da Fig. para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134. 11. 11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig. no sistema p ~ c i p a l .. 11-132 F i i 11. não influindo.81.Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig. sn8 a da Fig. Fip. 11-129. indicada em 11-128.-. 11-133. - Fip. a estrutura a resolver 6 a da Fig. do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128.135. constitui um carregamento auto-equilibrado. que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t .131. portanto.128 A parcela sim6trica do carregamento. então. 11-130 (isostática). EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig.filemo. obtendo os diagramas solicitantes da Fig. levando em conta a anti-simetriaexib tente. Para este F i 11. 11-136.

138.Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura.3 .1. diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura. 11-139 .Wprrstltkd . a estrutura a resolver 6 a da Fig.5. simdtrica em relação aos eixos fx e jj. 11-138. 11-138. Os exemplos seguintes esclarecem. 11.2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip.1. partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria. Ex 11-20.137.1 q 2. *h Fig. Fig. tiraremos. duplamente.o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos ~ eixos ~ xx ~ e jj.Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig. 11.

a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal.168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a . I A parcela da Fig. 11-142.140 E r 11-21 .3. a partir do carregamento da Fig. portanto. Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada).318~~ Fip. por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que. não influindo. que será obtido. 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-b PR 2 Rdb nR = y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig. U-140. 11-142. associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0. ' --nd*ae no cuo. sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura. mas que podemos resolver. Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior.2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais. o que 6 usual . 11-141.o método dar f o r p Fio. 11. 11-143. portanto. o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig. a estrutura a resolver será a da Fig. constantes.

AipevstBtica -ntais de It). 11-145: .2 a 11-151. a partir do sistema principal da Fig.59mt Ex.1 a 11-151. submetida ao carregamento indicado. na maior quantidade possível de casos. explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy. 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig.2.144 Fip. 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F i . 11-148.1.148. : I* . os casos indicados nas Figs. o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig.146. Temos. i i i 11-148 I f Fie. 11-146 5 . 1. 11.3 a 11-151.II-147. teremos a resolver. 11-145 Obtemos.o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11. cujos sistemas principais são os representados em 11-148. 11.3. então. visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip.

então. 6 possível. 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157.& vido à anti-simetria do carregamento.a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar. no exemplo 11-13 deste capitulo que.eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo.4 .2 bw da grelha. as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig. so S i . para estes dois tipos de deslocamentos. Para o caso de anti-simetria (Figs. permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais. como se fossem uma vez hiperestiticas). 11-152. que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs. 11-152. Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig.1.n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria. (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria. romper a grelha na q ã o de simetria. 11-152 e 11-154 se comportam.2 a 11-155. 11-153 11-153. colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira . 0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar.1 a 11-155. e.154).2 a 11-151. então. as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são. 11. Fim. os sistemas principais. a decomposiç20 éMlida). mas. o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o . para as greihas das Figs. quando o carregamento 6 anti-sundtrico.149. explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs. como se fossem duas vezes hiperestáticas). comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção.Aplicação às grelhas Já vimos. são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura).2 possuem hipostaticidade numa direção. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs. - Do ponto de vista de deformações da grelha. . a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas. entáo.1. $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " . de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs. para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11. 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s. estes sistemas principais podem ser justificados. colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria.5. na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica. então. 11-153 e 11-155 se comportam. então. o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu.) Sendo assim. então. liberando as duas outras deformaç&s. s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados. devido à simetria do carregamento.-= te. 173 2. pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado).2. possível romper a seção S.

1 Fip. a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx.simetria. PJ< /+) em 11-159.2 e 11-160.157.2 (notar que.2. a barra SB não terá esforço de torção. pode ser rompido em S. devido à sua simetria. devido A anti-simetria. 11-157. bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u.1 e 11-160. na direção perpendicular â do eixo de . a barra SB terá wmo único esforço. nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria. um quadro hiperestático ADSEC que. ainda. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática). aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE. Sobra.1. F i g a 11-152 e 11-154. pode ser rompido em S. No caso de anti-simetria (Fig.o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156. devido â simetria. um quadro hiperestático A D S E C que. 11-159. 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig. nas mesmas barras". 11-156. sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de. .156. portam 10 rücadas n d Figs.Decompor.Aiprest6tica . atuante em S. utilizando o artifício do arranjo de cargas. indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal. devido g anti-simetria do carregamento atuante. e o esforço wrtante (X3). U-156. em S'O. a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx. Fia. obtemos o sistema principal isostático da Fig. 11. 11-156 2 2 11. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática).1). aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra. obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante.2 to. E r 11-23 . Com isto. com isto. O s exemplos seguintes esclarecerão. sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção. a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig.158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica. ainda. 11.1).2 (notar que. por conseguinte.

2) Temos: 1. Ex. ~ i p . 11-162.ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig. .Conforme se vê.2 e 11-162. a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom iwm (wmbinação de T obtemos: q). cujar barras tEm.3. lmt Utilizando o artifício do arranjo de c a r g a s . temos a resolver os casos das Figs. 11-162.Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b .Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161. a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica.todas elas. 11-24. Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3. =2 2 Diagramas no sistema principal G7.

Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores.44 E3.57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores. obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip. 11-169 4.37 E2 0.168. Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip. 11-173 3. Diagramas da parte simétrica A partir de E = E.43 E2 t 0. 11-171 .32 E1 .1 4. t 0. . Fip. 11. Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0. 1.19 E. representados na - - &. II-1623) Temos: 1.172 v iirn. 2. 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig. Fip.0. 11. Sistema principal e hipenstfiticos Fip. representados na P i & U-174.

obtemos . Diagmma no sistema principal 181 I Fig. 11. nijas b m têm 2.o método dm f o l p 2. Diagramas solicitantes Fig. resultantes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig. + t a i . temos: 1. GJt - ! X.23 E1 + 9. + 0.I' I 0 s diagramas finais serao os indicados na Fig.= lmt Fie. 11-17s E r 11-23. 11-175. . Sistema principal e hipcresthticos 3.59 E2. 11-177 A pMir da express8o E = E .Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F i . 11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos.11-176. Cálculo dos hiperestiticos T m i o s : 4.174 @arte anti-simbtnca). .

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

t i a

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea - o método das forças
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t ê m a vantagem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

4.v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício. 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 .194 - x3. 11-192. 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 . 11.5mt & - bXJd Fio. temos: Fia. Ii-26 . X3= l m t lmt tml lmt Fio. . todas. + O.Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig. ii-195.o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E .5E2 temos o diagrama f d da Fig. cujas banas tem. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados.1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas. 11-196. indrcia constante. temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&.4E3.SE1 + 0. ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas. Ex. + 5.Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig.

então. como se fosse uma s ó vez hiperestática. 11. s 6 aparecerão os hipereststicos da Fig 11-197.6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = . a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = . temos F i g 11-199. b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 . da estrutura e do carregamento.104 x 2 ( .16.O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo.1 x3x 3 12 Explorando a dupla simetria. C X. = .202 .2 e a estrutura se comportará.16.HipaestB<ics . 11-200 temos: 10.Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular.~) = El 63. = l m t Fim. 11-198 Fip. 1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio. de raio R. 11-200. submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig.6 E3.

207. b) Diagramas no sistema principal Fie 11. . ~-~ Er 11-29 . t E1 t 4 E 2 . de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~~miátiea o metodo das fo- - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento. 11. d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E . obtmios diagrama final da Fig.137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig.Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F í & 11-204. vem: X1 - - ln 0. IL203. tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai.192 Cum.208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: .

cuja * o reta é um retângulo de 0.o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 .25 E1 + 1. ~ ~ 6 ~ ~= = .1 2 .17 E2. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos . bras siiperiores forem aquecidas de 10 O C e as inferiores resfriadas de 10 OC. A partir da express8o E = 1. GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0.2 m de altura. obtemos os . temos: /t X2 P l2 Como tg= 0.194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática .2 '. São dados: EJ = 2 E/ a = 10.Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208. - fW da Fi 11-212. E J S Z 2 = 18 Vem. r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano. se suasfi.2 tm210c .x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 .

do mesmo.uma das barras do reticulado para. nas barras inclinadas externas do reticulado. que 6 o de carregamento de cima para baixo. I E r 11-31 . - I para a viga AR: S = 80 cm2.o método das foqar I 197 1. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes. por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar. uma das barras do reticulado. 11. A resolução deste tipo de estruturas será. vergência Dentro desta ordem de ideias. Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB. A Para o caso usual. é fácil verificar que.Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical. ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal.1 = 104 m4 . pois basta conhecer o esforço normal atuante . sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se. estando as estruturas das Figs. mntais que nela despertarão somente esforços normais. atuando nestes pontos de con. indiferentemente.aprrststica . Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão. devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes. Fia. feita usando as ideias já conhecidas do método das forças. 11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura. que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga.I 3 Fig. pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori. 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas. a estrutura funcionará como isostática. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs. as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante. 1 I .215. São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical. e s t a indicados nas Figs. então. estudar: a) Tipo I . 11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical.Resolver a viga langer da Fig. pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente.

principal. Diagramas no sistema principal a) Mo . Sistema principal e hiperestático Rompendese.83El .T(Y Fip. Hiperestático: 6. do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO.104 reticulado . um sistema estrutural muito empregado. + 1. Efeitos finais A partir da expressão E = E.. pontes. 11-218 3. tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal.I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4. etc).. a barra CD do reticulado.. 11-220. mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais. S. Para a estrutura & Fig.(2x-x2x4x2+2x4x4) = . por exemplo.~/''~ Pedem-se: C A B --.67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N..67 + 23.3Xl = O .&6tiea . 2. obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = .219 Observação: s nioNote o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 mentos fletores que a t u m na vip. 11-216. As vigas Langer sáo.v1 I Fip.o método das f o w X1 = 1.42..a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada. Equação de compatibilidade: . 11. 11-219. obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer. tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 . No b) M1 .obtemos o sistema principal indicado na Fig.198 Curso de an%iae estnihird ffipe.42. por isto. representados na Fig.83 Temos: 1. Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal.

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

. - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. + 100) + 546 x', = O

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 ~ ~ = = 104x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ +7 2 ,x 5z x 4 + 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~pe~tAtic -aO metodo das forças

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp= ' n A
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E . + 2E1, pela Fig. 11.225.

F i g . 11-225

respectivamente. no sistema principal. De forma inteiramente análoga. - x2 = - a 12. generalizando. dentemente.204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki . pois representam os valores do efeito estudado. X2 e. teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação. função dele. I.apenas E0 s X1 X2. . linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L. teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. L filo + 0 12 L I. pois. provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 . no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada. I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O U . ao passo que os são. como os diagramas a combinar seriam os mesmos. concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I. I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia.evi. Lembrando. Em se tratando do estudo de linhas de innuên.228 Nesta expressão.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir. o pmblema está resolvido e. por exemplo. as l nheeidas. Para obtenção de uma ordenada generica de SI0. . temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig. 11-228: Com isto. no sistema principal. Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s . agora. em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. independem do carregamento. cia. podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o]. - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos. o teorema de Maxwell sabemos que. função apenas do sistema principal adotado. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S. devido à aplicação de uma carga X1 = I . naquela seção genérica. Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará. segundo suas l i a s de influência. aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. conhecer as linhas de influência dos Seja. generalizando. então. devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura). senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = . 11. entáo. que: 20s Nestas expressBes. no sistema principal. E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária. Com a variação da posição de P = 1 variaráo. os 0 ij.( P1 1 L. temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação.

biapoiadas para carreeamentos da forma da Fig.o metodo das forças 207 . (Podemos.Hipaestdtica 4. 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários. em nosso sistema principal adotado. 11-229. cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm. também. recairmos nas expressões que deduziremos no item 59.Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele.2 . Supondo que. temos: Fig. pois. WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- . até aqui. como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo). ou seja. pois. 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso. Nras hiperestáticas. conseqüentemente. Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para.M 8 . [o 7i I * - k h Fip. 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada. usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax. Não podemos. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem.!Vc e. quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos.) Recomendamos. L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-. em I ) Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (. A partir das conclusões do item anterior. temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc. devemos multiplicar os nossos (. (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto.ou seja. para a carga P = 1 . a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados. a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por .P ) corretos Ora. pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc. que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~as . nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos.0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas.

obtida pela combina.EO + ZEiL.233 rhh I 7/90 Fig.Para o quadro da Fig. 11-232 barra CF L I . = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11. de inércia constante. .LXi (11. 11-236 . dependendo do tipo de mísula. Diagramas no sistema principal X.ApIicações E r 11-33 . são obtidos das tabelas XII a XV do cap.3 1 I I .E = LI. .L I. Sistema principal e hiperestitieo~ X1 . com o carregamento indicado na (. ou seja. Linhas de influência dos hiperestáticos 5. Matriz 1 61 Fip. pela expressão: 2. 11. çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada. lrn. Temos: 1. I. I. 11-235 Qv Temos. .11) 4. Fig.Uma ordenada gengrica R Xi da elástica. conforme a tabela 111 do cap.1% h h a ) da matriz Fig. M I I .10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3. X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I . 11-235. 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1. Fip. h(?. 11-232. M~ VF.234 Os coeficientes q 1 e V 2 .m.1 . 11. M ? ~ . HB. entao: a) Trecho BC Xi Fie. ou seja: qx. cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S. X. traçar as linhas de influência seguintes.

232. 11-238. c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços. 11-240. Temos a combinar os diagramas da Fig. A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 . 11. Sendo assim. Com isto. 11-240 Comparando com 5. calcular sua ordenada extrema.laia) da matriz [ p ] . vemos que.1.55 . bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I. com o carregamento indicado na Fig. temos a linha de infiuência representada na Fig. traçar a linha de influência de X1 feito na Fig. ou seja. para obter a L I. se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°. em cujo conhe cimento não estamos interessados. pois a carga P=l nso percorre esta barra. X2.obtendo: Fip. bastando. Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a. 11-238 E Y c t . portanto. pois vemos que o trecho BC se transforma em CD. uma elástica para a barra vertical CF. o que Podemos. 11-241. Fip. TIA= 1.210 Corso de m s l i s e nitnihiral 1 Hipmtática . 11. também. então. o que faremos a partir da defullçáo. 11-239. obtemos: Teremos: %= 2 124 7 = 0. Fg.O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig. n2o precisam refazer os cflculos.94 .237 b) Trecho CD Para este trecho. temos: 7 Obser~nção: Haverá. . multiplicando seus valores por 2 . X1.

212 6. I. X1 30 + L. 11-243.1. (Mole barraCF -L. Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6. estando representada.1 L I.Mc -1.1X2 ).1 xL.I.96 +1.l. Vem.242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda.y x2 1 A I I1 111 IV V +1.LINB Fip.13 -1.(Vo)F .I.96 t3. a partir do quadro de valores seguinte.13 +2.64 .2 - - L.X1 + 1 L. entáo: a partir do quadro de valores seguinte.í.2. temos: .3 . VF = L.39 VI E 6. na Fig.L 1.64 -3.39 %E0 .X2- LLMc barra C F - . Outras linhas de influência barra C F 6. 11. barra C F =L. 11-242.X2= LI. a linha de influência representada na Fig.V F Temos: Temos: L I. LX1 I -( LI.

I.214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica .L.L 12 1 6.5 L. Fip 11. ( M o ) II + 0. lemos: I L I..L.12 1 L.4 . 11-245. Q v .(Qo)v Podemos dispensar seu traçado. 2 6. X. estando traçada na Fig.X1 + . L L Q V E LI. MI1 = L 1. X 2 = I2 1 1 -(L.1.estando traçada na Fig.(Ho)i( . 1 . evidente. M ? CF.245 .0 que é aiiás.I. XI ) = 12 L I.L 1.o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI.O v .5 .30 L 1. I. .L . 11-244.L. X . I . .I.

0349 '12 0. a L 1. contada do apoio esquerdo. com o carregamento dado na Fig. plo e que esta transcrito a seguir.217 I E*. 11.0459 "x1 0. Seção do 2.Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ .48 0.-L.q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11. Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2. (MO)I . 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3. ( Qo ). 11-70 do referidoexem.38 I I1 111 .1. obtenios.2 . MI = L I.38 0. Adotando o sistema principal da Fig. traçada na Fig.0459 0. obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV.0349 0. . Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-. Q1= L I.1 ) no lugar 116 de X1 . cho horizontal em que se desloca a carga unitária. com o auxílio quadro de valores a seguir. 11-247.L.0560 0. para o tre. 11-248. obtivemos [ SI= [I 161. OU seja. 11-249. Fig.5 L I.Para a estrutura d o exemplo 11-1 I.245 1. X1 . Xl . traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo.indicada na Fig. indicada na Fig. ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2.10).0560 0.I.1. '71 0. 11-246. 11-34.

rompemos o vinculo capaz de transmitf-la. bastante útil. em A. N.2 a aplicação. 11-251. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig. por exemplo. 11-251. sendo a elástica desta estrutura. que aspecto terão estas linhas de influência. para a mesma estrutura que a da F@. oquedemonsiraque. De maneira inteiramente anáIoga. Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas.L. que se comporte à flexão como viga biapoiada. idêntico ao da Fig. pois. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig. b) A regra de ~ ü l l e r . decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o . demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência. Assim.1. pois nos permite conhecer. 11-251. atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo.2 e 11-251. 1 deste volume.~iprr~tllüc a o método das f o w ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando. no entanto. serão obtidas por pontos. a linha de influência desejada. teremos. -VA x l + l x q = F x O . em A. . seu conhe cimento é. 11-252. uma força V A igual à que existiria se O vincblo existisse. para a qual desejamos obter. q = VA. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap.2 do ap. para a viga mntinua da Fig. 11-251 14 Ver enunciado no item 4. as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que. obrrviflo do item 1. 11-251. aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica.ipJ). Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA.. no sentido oposto ao de vA positivo. temos o esquema estático da Fig. Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal. .~ r e d a u 'd ~ também aplicável para a obtenção de linhas de influência em estruturas hiperestáticas. Considerando. ordenada nula na seção A).para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática.3). 1. empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap. I. a linha de influência da reação vertical em A.2. lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v. 11-251. em se tratando de elásticas do sistema principal.4 do rnp.3: Fio 11-250 . o p r b ri. agora. I. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig.

obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig. que possui inkrcia constante. a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 . 6 o deslocamento horizontal de E). podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig. podemos escrever que 6 3 = - . na direção do hiperestfitico X3 (no caso. submetida ao mesmo carregamento Pi . 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 . acrescido dos hiperestáticos X1 .~t i a . Derivando esta última expressão em relacão a XI< . 263 a energia real de deformação da estrutura. aumento este essencialmente positivo. submetida ao carregamento P i indicado.O teozema de Mennbrea Apresentaremos. Temos. -q . que 6 3 = 0. uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja. obtemos . que representa o aumento da deformação a 2 . agora.' .253.a2 T ax3 . 11-255..o método das fowra isostatica da Fig. 11-254. Xg . então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h 2 > 0 . Ex 11-35 . 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 . J x.Empregando o teorema de Menabrea. Sendo assim. 221 Podemos. Devido à simetria existente. que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie.220 Curso de anáiise estrutural I I I w . submetida ao carregamento indicado. devida ao carregamento atuante. por exemplo. encará-la mmo sendo a estni11. por exemplo. sendo o valor de M a determinar. 0 que indica que X3 toma um mi- 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea. conforme já sabemos. cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas. .2. podemos dizer. pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura. sendo r dos teoremas de Castigliano. . Por força ar = 0.

submetida ao carregamento indicado. I deste volume. calcular o deslocamento da seção m na direção A. a partir de um sistema principal qualquer. nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI .o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 ar = aM 2EJ - 3 I --0:.+ Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig. p i s .o indicado na Fig. Conforme vimos no cap. temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido. M = N=Zo + N I X I + N2X2. 12 Impondo o teorema de Menabrea. 11-257.1 . por exemplo. para a qual desejamos.1. a igualdade pode .256. Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática . 11-257..Verifiraçk I I CS + x2 - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig. 11-256 6 . N = N O + N I X l +N2X2. m=Mo + M ~ + XM2x2.Como: M(x)= -'.+&L 2 qx 2 Levando em conta que. 11.2.C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas de diagramas 6. a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. vem: I + 1 xQ (Q9 . ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 . podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2. "C:"'] + + +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: e de x 2 . a partir do estado de carre gamento da Fig.

pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia. anterior. deslocamento li. 11-258. valores estes que sabemos serem nulos). Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução. O gênero. estado-de . no caso de carregamento externo. No . DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t. E r 11-36 . que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35). b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica. N. m u e. 11-258 Fia. da Fig. pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos. empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais. num sistema principal isost6ticO 18.o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero. a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 1 .canegarneE. um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática.224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka .C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig. portanto. a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento. da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn. 6. Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio. 17 N O casa de emutura no erpaco. qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. 16 No casa de estnitura no espaço. 2 6 0 (sendo.temos. Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. necessário ? obtenção i de um deslocamento cujo valor nhecemos a priori @r exemplo. substituir por (11-21). ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer. seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal.280 que queremos cplcular. A partir das duas Últimas expressões. near de um apoio do 2 . por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação. Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e . l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V. K x E são os esforços atuantes na estrutura hiperestática no ~~. o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M. 11. ) . U-259. este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri. calculamos. o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica. empregando a tabela 11: Fia. -. etc. por exemplo. rotaçao num engaste. obtido a partir da estrutura hiperestitica.. então. substituir por (11-20). e Mo.

x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M . 11-262 Fig. combinado com o diagrama M da Fig. A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig. 11-21. o sistema principal da Fig. Assim. chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado. 11. cujo valor. Ex 11-37. 11-264. tmba. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática.09 = + 2. o diagrama indicado nesta figura que. o deslocamento horizontal doengm te A. 11-266. . Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig. Temos. nos fornece: Temos. Ihado com um dos sistemas principais da Fig. indiferentemente.11-263 e . Ex 11-39 . que reproduz o resultado anterior.$egamento poderíamos ter. 11-262 e 11-263. no caso deste exemplo. que sabemos a priori ser nulo.82 + =)= 2 +2.Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig. da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal. ser nula. x 4. 11-265 não poderia ter o engaste em A . adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig.Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores.263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0.Obsewuçüo: Para o estado de.. obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo. Ib19. Fio.45. temos: I I r%. que conhecemos a priori. ~ 1 = O. verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. por exempjo. que sabemos. caso contrário. a priori. 11-258.Empregando o teorema de Pasternak. submetida ao carregamento indicado nesta figura.245 mm. por exemplo. 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá. escolhendo o engaste A . a rotação da tangente à elastica num dos engastes. a Calculemos. 11-260. desejamos verificar. representado na Fig. cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. o que lmt Imt M EJc6= I Fio. 11-265. para a estrutura da Fig. . náo será possível esta verificaçáo. senão vejamos.6 = I = 0. que impediria a rotacão da tangente à elástica em A. a partir do si* tema principal isostático da Fig. a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X.45. os diagramas Mo e M das Figs. I Cslculemos. U-261. por exemplo. 11-261 Ex 11-38 .

Caso de varia* + M2X2 . 11-267. 11-267. para a obtenção de M. senão vejamos Partindo da expressáo (U. .2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie. I deste volume. 11-257. 11-266 Como. 11-267. na direção A. estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig. Podemos. 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B& d$ s !+ !A/ - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6. sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama. N = NIXl + N A .1. por ela provocado. 11-287. também. evidentemente. a partir do estado de carregamento da Fip.expresso Fie. o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura. (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve.2: 6.0 1 .1.14) e levando em conta que: M = MIXl . ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos. para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz. i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie. N .1 deste item. finalmente. trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática. sabemos que I I l9 A notafio e a s mnwnções de sinais a 3 0 a1 mesmas apresentadas no tópim cone* Pondmte no mp.1 . para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O.) de temperatura Se a estrutura da Fig. valerá. Q = QIXI + Q2X2 .y c] Fie.2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada.Estado de ddomirSo IEnorqm: M. o deslocamento da se$%om.

No. toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim.3. temos. 268. 11-41 . substituir por (11-22). os diagramas .268. sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo. 11-270. I em A. Escolhendo o sistema principal da Fig. (esforços M. para o sistema principal da Fig. 11-19).Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig.yáo dástiEP da csflunira).Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior. em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + 1 ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura. hecido. por exemplo.a partk dos quais temos. com 6ltimos termos por se tratar de um quadro. calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1. 11-24): A expressão (11-16) nos permite. Q Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente. calcular defomações em estrutu. a partir da expressão (11. trabalhando com o de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços estado Mo. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform. ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura. Ex. empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos.o método dss fo/ 231 No caso. como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>. que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e. seus valores serão nulos e ficamos.M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem. finalmente.Le do cap I. os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura.16). Calculemos. 20 No caso de estnitura no espaço.Hipmiática . 11-268. 11-40 .1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1. a rotação da tangente à elastica mo e No. *' I F i i 11-269 .N. Ex. então. levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig.2 e 11. A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura.gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) .

.2 Eado deurrasmmm I E n o m : M.Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig. N.. podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos. - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273. que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal. com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) . Ex.O . 11-42 . provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig.000002 rad O .1. indicados em 11-272.lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig.3 A scção central sobe. submetida aos recalques de apoio indicados. para a obtençáo de M). 11-271. ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática. C . 6 um retângulo de O. no item 6. para a q u d queremos calcular.1. pico. por exem$10. de 0 9 8 m . pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento. então.. o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos. constante.Ciso de reealqws & apoio 6= 0. temos.A - Fig.1 .E n d o da d&rmuj& (Worsa: M.. então..o e 6 1 6. 11-2732. O ) Fip. o deslocamento da seção m na direçzo A . então..@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo. 11-273.4 m de altura.14) para a expressiio (11-15). 11-273.3. 11-272. obtemos.2 e 11-272. 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11. N .2 deste t6.113 execução. já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie. se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de . empregando o teorema dos trabalhos virtuais: .

Podemos. em seu cálculo. respectivamente. o deslocaNa expressa0 (11-19). também.271.o método das f o p 235 Esta Última expressão permite. trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica). . 11. que . . aquele devido ao momento torçor. ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs. 11-272. para o caso de estruturas espaciais. então.1) podemos escrever. Calculando. Assi. 11-275 No caso de ertmhira no espaço. as simplificações mencionadas no item 1. obtendo. a partir da expressão (11-19). sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento. Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p. Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. Ex. (11-16) e (IE19) se transformarão. Fig. se referem a um sistema principal isost6tico e M. No. (11-13). trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica. N. Mo. a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura. sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura.Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento. a partir de (11-18).Calcular.e do cap. tomad o na estrutura hiperestática. devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. Ro. em: Fip. 6 = 0. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio. 11-44 . 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo. 11-274. dos apoios A e B.W Cuiso de anáiii estrutural -Oca .2. calcular deformações em estruturas hiperestáticas. a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos. Ex 11-43. por exemplo. substituir por 01-23). provocado pelos recalques. podem -ser feitas. Caso tenhamos uma estmtura nb espaço. já são conhecidas (V.' . devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação. imediatamente. L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas. indicados na Fig. para o quadro da Fig. as expressões (11-12).0175 m = 1.75 cm (para baixo). de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: . 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig.

11. . 11.279 .Para o quadro.276 . 11-281.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig.5 . aplicada emM. w I Fig.001 rad. E E n i -inFig. b) calcular o valor da carga concentrada que. + . dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado.En. 11-279. 11-277. 6 7.2 .a m + d m . Fig.3 .Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.do&&foimi*k.1 . 11.Pmbiemas pmpoatos 7.236 CII~SO de inPg «rhritiua~ e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7. de inércia constante. 11-278 H. que possui inkrcia constante.Enido & sri. 11-280.s = 9.C Fig.00099 ' - 0.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática. 7 . Todas as barras têm mesma indrcia. + 11.7 - 18. 11.278.pmmto.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque).Para-a estrutura da Fig. 11-275 . 7.280 + de 7.4 c*- d C b ---C t L+ Fig. 6 = 0. da Fig.9 . qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t .

1 1 1 &2t . rotulada em A e engastada em E. 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC. 11-283 Fig. 11-282 7. h = 0. 11-282. = 2 . a. b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7. definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC.Uma viga de seção constante. 7.283.9 .7 . Fip 11-282 7. r.As fibras superiores da grelha da Fig.Hiped6tics . Fip. nos bordos superior e inferior. 11. respectivamente.284 .Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig.s m (altura da seção reta). h. Determinar as rea' @s de apoio.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig. peGJt dem-se seus diagramas solicitantes. A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior.6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia. 11. Sendo dados = 10-5/oC. S. segundo a altura h.8 .10'. Dados: E. 11.o método da9 fo- 239 7.284 provocado por: a) carregamento indicado. é submetida a uma variação térmica linear. A . AB=BC=6m Fip.W = 104 tm2. J.

11-286 7. 11-286.12 . Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig. J cos P 3 = 5 Jcomp. 11. São dados: Jm Barra curva: -.11 . 7. o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt.240 Cuno de wáiisc estrutural 7. tracionando as fibras externas ? .Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.15 Fig. J~ J 4 para a bana curva: a= 1.289. Dados: Barra ( i J : JA = 2Jcomp. Jc = Barra +h & h + I0Jcomp. Pede-se o DMF e as reaçties de apoio.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig. sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7. 11-289 J = J mmp. 7. JCOSP Fig.. quando atuar o carregamento indicado. = 104 tm2 @ : .288. para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1. 11-291 durante a montagem para que. de cima para baixo. 11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto. sendo Jm = J. sendo Jm= . 11-287 sofre um recalque de 1 cm.16 7.Idem.13 .O apoio B da estrutura da Fig. Admitir que a barra @ tenha inércia constante. 11.1. para o quadro da Fig. - .J. Dados: JA = JD = Jcomp.14 .Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig. Ucomp. I r ~ 911-290 .

Fia. 11. 7. 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores. . cujas barras têm E =2.Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig.21 Fia. 11-292 +.18 . submetida a um cai.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. 1 1 .Resolver a grelha da Fig.Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi. de dilataçxo: a / ~ i b +. 11-299. l - rn ]+6fiLJ 7.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig. para o quadro da Fig. 11-296. n-293. 11-298 .m+- 7. para a grelha da Fig.17 . --f-'"-f- 7.Idem.242 São dados: CUROde análise estrutural EJ. que tem F J I GJt 723 . = 104 tm 2 7.Empregando o artifício do arranjo de cargas. 11-295. 11-298.*% Fip 11-296 0 Fio.204 720 .2 q .'i . Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef.19 .Idem.22 . CJ. obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig. 11-294. 11-291 . cujas barras têm inkrcia constante. 11. ga balczo semicircular da Fig. * - ' - L .24 Fig.295 7. regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i .

3 0 . Fip. 11-303 Fip.27 - Idem.302. s = to-> m2 .Idem. 11-300. 11. iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído. 11-300' + 7. 11-301 7 .Obter para a viga da Fig. Y= Fig. Q I Fip.Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig. iI-303. para o quadro duplamente simémw da Fig. 7.~ m4 UIEa- F ~ 11-306 .25 . 11-301 .a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra i AB. São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 .28 .Calcular a compressão atuante na barra EF.I ! 7. para o quadro da Fig. para o quadro da Fig.Idem.26 JLm 4 em$ +Im 729 -P . que tem rigidez EJ = 10 tm2. 11-299 7.

ü-309.yCUROde anáiip estrutud ~~rrststica o metodo das f o r p - i 7. Ir-308. de cima para baixo. 7.32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig. para as estruturas (grelhas) da Fig.34 . 11-307. da F ~ R1 . são simétricos o u anti-simétricos: 733 .1 . F i g . 11-308 7. Os carregamentos. indicados esquematicamente.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro. de inércia c o n i \i tante. 3 0 6 .1 x lo4 tm2. . devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E. obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig.Idem.31 .que tem W = 2.Empregando o artifício do grupo de incógnitas.

36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig.ri 4 7. 4 1 . São dados: EJ = 2 x 104tmZ . a = IO-~/OC ttttttt* 7.As fibras superiores da greba da Fig.313. G J I = 104tmZ . Sendo a seção transversal um retângulo de 0. $tlm Dados: Barra horizontal: - .Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. para o quadro da Fig. I Fip. 3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio.40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig. 11313 +. obter o valor do momento torçor atuante na bana AB. Fig. 11-310. que tem inércia mnstante.5 m de altura.37 . 11-309 3m ? I L 7. que tem EJ = 2CJt +3m 7. 11-311 . 11.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem. Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7. 11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C. cujas barras t h inércia constante.38 .39 . 11-311.35 -+ Fip. 11-312. 11-315.7.

sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural. valendo.318 7. Traçar. 4m t 3 m * 3 m + 7.. 11-323. para o quadro de inércia constante da Fig. 11.Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig.250 7. . de cinia para baixo.42 .Resolver a viga armada isostática da Fig. cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7. e de momento fletor na seção 1.45 . pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores. que variação de durante a montagem.Calcular. A F aII Fim.43 . 4 . Dado: a = 10-5/uC.f.. 11-319 Fig. 6m-i(L6m Fip. para as vigas das Figs. São d a d o ~ : ( E J ) * = ~~ 104tm2 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7.l i i +. ~ o m até 4 vãos. 11323 - Para a estrutura da Fig. sejam nulos os momentos fletores em B e C. 11-324.i - L I u .-. tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B. as linhas de influência de esforço normal na barra U:. I II B ----. São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES). 11-321 4 +s.322 -+h-+ 7.ticulado = 103 i.o método das forfs9 251 Fig.47 . b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC. 11-321.48 Fig. ambos. .e as barras do reticulado tém /:S = . (S )viga = muito pequeno. traçar o DMF Fig. L i 7. 11-322. 11. .3 19 e 11-320 que têm inercia constante. . 11-317. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11.44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A .4 Fie.Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A. cotando-as nas seções indicadas. para a viga armada da Fig. . para que.*. i . comprimento deve ser dada A barra O?..46 . para o sistema pênsil da Fig. 11-316 W = lo4 tni. foram tabeladas par Georg Anger. 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante. com a atuação do carregamento indicado. 3 cm.41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7. 11-318.

. de cima para baixo.313. 3 2 4 7.283. que teni EJ = 104 trn2.293.Calcular o deslocamento vertid. obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de.54 . 253 da es- . 11.49 o quadro da Fig.Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig. atuando em A. 7. para as vigas das Figs. 1 I 8 Fip.327.2Jc 7. 11.Empregando o teorema de Menabrea. sob a carga P . 3 2 7 . 4 1 112 11-326 . 11-288.53 . 11.Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7. 7. 1 1 . inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig. 11-325.Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 .55 .o método das fotrutura da Fig.Ic 10 Jc Jmax 7. E + A + * + 112 2 Fie.50 .Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t.52 . que têm rigidez E% .Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig. 1 1 .Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig.51 . para . 7.Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste. 11-326e 11.

7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 EJat (traciona fibras superiores) M= - h .86t.o método h i o q 7.5t.75t. Barra BD: +6. Barra AD: +6. Barra BC:-8.38t Esforços normais: Barra AB: -4.5 7.ESt.6 2 ql -- 3 - Tração de 3.T Hipaesiítiea . ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7.4 7.

I I I 7.17 .16 7.298 qR1 715 7.Encurtamento de 4.Tração de 4. r-o .Momento fletor: qRZ.Momento torçor: 0.19 .73mm Reações nulas .151 .

3 0 .o &todo das forças 7. apenas. o número mínimo de hiperestfiticos distintos: .29 - Diagrama nulo 7 .2.63t 7 .Curso de anáíise estrutural mprrststia .Indicaremos. 3 2 .

260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática . 7.o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos.43 - Encurtamento de 6.4 em .

o metodo das fo- .v.' Curso de anais estrutural f6prestádca .

portanto. agora. então. o da Fig. a O esquema estrutural da viga AB é. sob a ação da carga recebi.1 . devido à rigidez infinita da parede @ . 111. a viga AB da Fig.Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 . a viga funcionará. aparecendo nele. I Fip. para a viga AB. pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida. sobre a viga CD. como apoiada em A e engastada em B. Para conhecermos esta constante de mola. 111-2. Se tivermos. . numericamente. 111-4 1 portanto. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. Chamaremos a tal vínculo engaste ekSe ele será definido pela constante K de engastamento elástico. diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 . 111-2 A móla fica defmida. Estamos. o da Fig.Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig.-M (111. Podemos. Agindo uma carga P sobre AB. ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. pela constante k. visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação. 111-4. basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso. então. pois K = . dita constarite de mola. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig. então.1 Seja. associada a uma rotação 8. este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. Temos. pois estamos no regime elástico). A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será. A seção B da viga náo poderá @ar. uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores. finalmente.ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. 111-3. um apoio elástico. uma reação-momento M. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante. 111-1. razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 . pois. ~7 Fip. da.2) Fip. se deformará. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B. sob a ação de F. esta viga funcionará como biapoiada. 111-5. dizer que o ponto B da viga CD é. em B. neste ponto.

no cálculo dos EJc 6 .6. ld tlm.3 . deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação.1 111-6. k a t a d o de carregamento. no estado de deformação. 111-6. ou seja. no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos. Ex 111-i. A aplicação seguinte esclarecerá.2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola.CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que. o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig. 1 1 1 8 qM 111. K b) deslocamento vertical de C.1. temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento. Por exemplo. kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = . que tem El 1. no estado de carregamento. para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas. resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1.3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente.2 111. nas aplicações usuais. 111-7. por analogia com o caso anterior. uma força F e.Para a estrutura da Fig. estas molas terão. teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E.2. sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig. tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura. acrescentar aos termos atd aqui considerados.curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 . no uma força F (ou seja. pois. = 104 tm2 .Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I . para cálculo de deformações em estruturas. 111-6. uma deformaça0 6 = -).6. respectivamente.k . Fia. c) rotação da tangente A elástica em A. Basta. F Dandese h estrutura. 111-6. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic.3 (que fun- Como.

K = 104mt/rad . imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos. 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da F i g 111-11. Equação de compatibilidade: . 111.4 x 10-3 rad (sentido horário) 4.4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111. ~o ~ problema das estruturas hiperestiticas está. 111-10.9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos. 6 = - 18. M = imt F = 1/47 Fia. k = 10 tlm - - p@ 4 " '. São dados: 4 = lo5 tm2 . A B n C A - Fig. temos: .9 1. As aplicaçtks seguintes esclarecerão. também. resolvido. Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig.8. 111-9. obtemos: F J = ~ J'MÜI~ ~ + 3 FF k + 3 K M M .'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1. ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '.83 X1 = O .26. 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J . temos: 2.9.5mt 111.33 + 12.1 Fig. E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. imediatamente: BA = 3= K 104 = 2.

2) sabemos. 111.19.18 Fip.62 6. 181-14 Observação: A partir das expresses (111. da viga-balcHo da Fig. Sistema principal e hiperutático Ex.05 2 Diagramas no sistema principal 6.270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5. no caso. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0. Diagramas fmais Fio. Cglculo dos m c 6 1 Wc611= 2 x 3. Ex.05 x 1 0 4 rad (sentido antihorario). S%odados: 5.Calcular o deslocamento vertical do ponto A A $ ) y B/txl Fio. 1 1 1 4 .1 u = lo-S/oc . mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores. 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1. São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0. 111-19-1. Hiperestático X1 = 0.l rn 111.1) e (111.374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i ? : Bg = 2. 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A. Diagrama final 3 . cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC.x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 3 + x 1x 103 - " Fio.Resolver a grelha da Fig. Hiperestático: X1 = 2. IU-3 .

num apoio elástico c o n t i n u o para elas). Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui. rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M.as cujos apoios elásti. Hiperestático X1 = 9.2 r o s O ) d o + .. . vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho.introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso. 111. Deslocamento vertical de A: - . Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2.35 . membro a membro.=ontfnuo tenha inbrcia constante'. v. podem ser considerados como um apoio elástico contínuo). para o funcionamento da estrutura como grelha. temos: I.... 111-20. Temos.20 + 2. = . não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção. I Fig.I( .-I o4 x 104 I Seja o trecho Atl da viga..2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico . em cada se.#.~. q (xl 2. sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio.. --. carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que.-- .935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2. igual a ky.14 Xl 6 ... de. para atuação de X1 = 1: . "'Z I. Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 . então. Equação de compatibilidade 5.Curso de anáiis estrutural Levando em conta que.X~ A = O 2 vezes derivada. de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que.--Irt-- =z Fig. ser considerados contínuos. de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec. . a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4. temos. com rigidez H . HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons. exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02. 11.a do exemplo 11.1 .. cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig.20 3. possam. ção.-% . com precisão satisfatória. a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de . 111-19.15 do cap. em relação a x: 6.0. Ann Arbor.

devemos ter riável.C4 cos Xx) V* Levando agora e m conta que. Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ e-h /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica. sendo assim. devido 2 simetria existente. No caso de inércia & = . conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga.I _ dx2 1 Derivando.I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig. . vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente. cuja soiução 6: será. estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada.21. 22 i Passemos â determinação das constantes de integração.AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig.21. dada por 4y =o. Levando em conta que y ( . a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica. no caso: que 0.~ e . 111. submetida h carga P aplicada em O. a partir de cuja solução. empregaremos o princípio da superposição de efeitos. entzo.1 . a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento. levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado. 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10). dados por: k -4EJ 4 Fip.Vigas de mmpnmento infinito I 2. devemos ter C1 = C2 = 0. 111. conforme veremos nos próximos itens deste tópico.2.' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx - . obtemos. ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante. obtemos: ~ ( x= ) dr = . Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc. temos. com o que ficamos com: I I I . y(x). obteríamos: 6 2 y r + 2& E + l d dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo.) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação). a partir de (111-5).

9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário). 111.13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) .. 111-22 (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 e-'X -k sen xx P M(x) = 4X e A x(cos xx . de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc. vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió).da carga P(x= O). simplificando-se a igualdade (III11) para y(x) = c3 e . temos 5 Estamos.E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x). com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos. obtemos. b) Para facilitar o t r a b numdriw ~ do engenheiro.' x - Devido à simetria existente. para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII.P/2 5 . CfXx) e D(Xx). sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas. podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 = . temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo. válidas somente para x Po ritivo. a introdução das s igualdades (111-17) a funções A(Xx). cotn o que obtemos. finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X -Ix(COS Xx + se? Xx) y(x) = 2k e > 0: F i g . sabemos tambhm que: Q (O+) = . calculando a e q u a f ã o válida para x positivo. 6 As expresròer (111. AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111.sen X X ) I Q(x) = .M(x) e Q(x) se encontram na Fig. ~ ( x ) . Permite a simplificação das equações (111.12) a partir da qual. a partir da? equaçõcs dcduzidas. então. d e f ~ d a pelas (111-20) e tabeladas.h x (cos xx + sen X X ) (111. que C3 = C4 .2 EJ M ( x ) = -EJ 2 dx2 h2c3 e .17) (111-18) . M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas. Isto prova a validadc do emprcgo do principio da ~uperposifão de efeitos. I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P .13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24).~ No ponto de aplicaçao . B(Xx). da condição: ~ ( 0= ) 0.22.Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem.

111-5 . B(Ax). Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0.q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx . para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2. então. . as funçer' Afix). mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) . m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos.sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri. Ex. repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-. C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio.Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig. imediato. la é k = 4 x l d tlm2. com o auxílio da tabela XVIII. 111-23.

temos.Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + . os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'. a partir do quadro de valores a seguir. Como 0 b S e ~ a ~ á interessante o a respeito deste exercício. empregando o principio da superposiçZo de % . Podemos fazer o pr* blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24. Assim. a ten8endo para zero. empregando o principio da superposição de efeitos. Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas. aplicada na origem 0. que: = .2 .respectivamente. queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso.2xBfix) I = Mo x2 --BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo A3 = -k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita)..2 quando. igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada. d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 M A A /Axl Q(x)=-FJ---d3y dr3. o produto Pa tender para Mo. A Fip. 111-24.MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida.1. (111-17) e (111-18).Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig. temos. submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M o . . . - 5 22. 111-26 . levando em wnta (II1-21). obtemos para x M o A2 Y/X) = B ( w (111-25) [ .

os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo. que: V Fia. entzo. Empregando o principio da superposição de efeitos. então. eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo.e-Ao COS h=) + (1 . devido à anti-simetria da solicitação.Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig. para O cáiculo de Vc.e-Ab cos u) Podemos. nI-27. teremos: 22. Em particular. Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C. respectivamente.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC. submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB. MC e QC .27 Partindo do esquema da Fig. entHo.3 . temos. 111-26. temos: i (COS XX + sen h x ) & = 32k (e-'' cos xu . as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas. definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B.b) Podemos. obtemos: . 111. levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y= C <Idrh e-Xx (cos ~ x sen + XX). escrever que: +m h ) ] = $ [(i .l 3 t m ~ ssob= r apoios elásticos 283 Temos.e-Ab cos . os gráficos indicados na Fi& 111-25. obtidos levando em conta que.

Para o caso.. o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será. Seja a viga semi-infbita da Fig. MC e QC.3. poderemos escrever que: . por exemplo. 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h. que desejamos resolver. a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos..1. -V 2. a partir das expressões (111-21) a (11124). Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc. QC .i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc. .Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer. da Fig. Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga .um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. Iii-29. evidentemente.1 i semi-lúinitas - Vias s e m i . submetida ao carregamento indicado. 111-28. tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído.

1. então. que não estaria. então: I \ Po=4(XM~ + QA! A s s i m sendo. empregando-se o principio da superposição de efeitos.2.2.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A. se conseguirmos fazer desaparecer . de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA.31. por: P ser8 Asim.6 Para a viga semi-infinita da Fig.2 D 2f i a ) ] ME= 4A E& 111-7. sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig.Resolver a viga semi-infinita da Fig. 111-29. assim.3. que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A.286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2. o momento fletor atuante sob a carga dado. IIM2 submetida ao carregamento indicado. em A. atuantes em Aeq. Levando em conta as expressões deduzidas no item 2. 111-29.. a - ou *a: P [ I + C 2(Ao).2. no caso. levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P ~D(X~): obtendo. uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento.2 deste tópim). sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. em A. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig. a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29. Caso tivéssemos MA = QA = O . Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita. obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada. 111-29. acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42). 111-29. Temos.1 residiria na existência. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig. 111. Ex.MA e QA para a viga infinita da Fig. isti. devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item. de um momento que tornem inativa a parfletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) te da viga infinita à esquerda de A. trabaihando. em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42). 111-30. 111. em AW. OD . submetida ao carregamento indicado.

Resolver a viga semi-infinita da Fig. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig. a solução do problema. o deslo-ento eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida.1. suporemos P aplicado em Adir. 111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi. a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig. para o ponto A.2.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno. para a determinação de Po e Mo. no caso. y =M = O . a partir de (11141) e (11142): Assim sendo. Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento. Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r . pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. acrescido das cargas Po e Mo. obtendo-se. 111-34.3. analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre. válida para x O. Sendo assim. que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são. ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita. 111. de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A. a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28). submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada. U1-34. .2. aplicadas em Aesq. 2.\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re. obtemos. apenas. na viga infinita.35 submetida ao Carregamento indicado. .2 . Ex.=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig. ) . 111-33. d e fmidas em (IU-43) e (11141. 111-34.1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig.hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m ) i. sendo YA e M .//. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. iII-8 . a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig. submetida ao carregamento indicado nesta figura. submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita. 111-34.

= 1P = O. .>"m#s./3& * Fig.a viga infuiita da Fig. 2 .38. 111. obtendo-se: E% nI-9. válida para x > O. 3 . 1II-36. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl.%n/ 4 2 - OD ---r..38 Suporemos o momento Po e Mo.1 e 2. a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai. A !"t=*s. I . 111-37. Por analogia com os c h s antdores.3. os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y A e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga infinita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita. .ciM A A .fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 .. - I U . a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig. a partir de (11145) e (111.1 será a da viga infinita da Fig.=. 111-37. obtemos. 3 . obtendo-se. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. a soluç%o do problema. para a viga infinita da.Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso. em conta que... aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando. I obtemos. obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P.2.2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada. então.. 111. submetida ao carregamento indicado. Fig.Para a viga semi-infinita da Fig. . pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23.~w1 .3.e. obtemos: Assim sendo. enião.35 I V Fio. 111. No caso. -.. levando em conta que. para .S. as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo )..46): - .

P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas. resolver a viga fuiita com bordos1ivres. para esta ultima. da Fig. par exemplo. e MoB . QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes. a parür do e i quema da Fig. IIM1. Daí. no entanto. obteremos os valores de PoA. Seja.28 (Aa) D &a) ] 2. IIMI. O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser. as cargas P o e ~ mo^ (aplicadas em A"q ) e P . c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P. Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig. por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 . nas seç&s A e B. Pog. ao carregamento atuante. na viga infinita M = Q = O em A e 6): .4. MoA. Resolvido o sistema anterior.CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair. 1938. na resolução de urna viga infinita. t i i i m sobe apoios dásticoa 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia. Fio llC40 Fk.-! t _ - I *v P o ~?A . 11140. e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos. na viga infinita. desde que acrescentemos. o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA. analogamente ao caso da viga semi-infinita. Este pmcerso foi apresentado.que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig. Procedimento lançado por Hetenyi. que apresentaremos a seguir. nas seções A e B da viga infinita. grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar. Bulirn. Sendo.de cbmprimento i . lIU1 i" -7~ - . levando em wnta que devemos ter. w m isto. p l s primeira vez.~ . as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s). "F . submetida ao carregamento indicado. por M. então QA MA. os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada.A (Xa) CIAa) .uoA . 111-39. Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu. devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita. empregando o ptincípio da superposição de efeitos. B e mo^ (aplicadas em &ir) tais que façam com que apareçam. dado.1 . as cargas PoAr .

subme& da ao carregamento indi~ado. 11143.2 (carregamento anti-sim6trico). sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs. chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A. por c o d i d a d e de ipresentaçüo.2. agora. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip. temos.~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas.nocm de valores negativas. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig.2 (carregamento anti-sim& trico). rmpeetivamente. lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo . de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P : .1.1 (carregamento sim&rico) e 11143. sendo sim6tricas as cargas . e . as duas cargas . os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura.e e 4. O I( r A soluçtío do sistema nos fornece. -dicados na Fig. a partir dafunçtío E. defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P. . as mdiçóes de contorno. as duas cargas concentradas. ao caso da F i i 11143. a partir da funçso E.1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143. as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E. III42.(M). respectivamente. temos. seus sentidos sertío os h . devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso. M = Q = O em A e E. ~a i aplicar no caso da Fig. As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas.& .S j a resolver a viga com bordos livres da Fig. a) C ~ M mti-hetnèò Impondo. adotunor cvmo carregamento uma única . chamando de eQ : o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso. 11143. concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece. II143. 11143.l.

4. si30 dados por: 6 P" - regament~'~. F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo.52). respectivamente. acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : .1. agora.) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig. e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno.3 submetidas respectivamente. acrescida das cargas $ e M : aplicadas em Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento. carregamento.4. e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig.1. em A e B. 1114.2. agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2.4.3 .3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso. às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2. a primeira delas submetida a parcela simétrica do. cargas Os valores de $. MA. a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica. y = M = 0. defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111. acrescidas das cargas $ e M : para o primeiro caso.3.2 e 1114. e das e @ no segundo caco. Assim. e das cargas % e @ no 2? m . (11149).2 e 11145. submetidas.58) e tabeladas na tabela XVIII: 2.. eM : estão definidos nas express6es (11148).Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores. acrescidas das cargas para o I? caso. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento. y = M =O. a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145. Concluindo. 1114. para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele . e que são y = V = O).(Valores positivos de P : 11143.2. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44. e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114. pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica. as duas cargas de mesmo sentido de P/2).cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o caso.2 C a s o de bordos articulados A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são. em A e b'.1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs.M:. submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso. 11145. (111-51) e (111. será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs. as duas cargas de sentidos opostos de PD).

y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A. as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y. o principio de superposiçáo de efeitos. a resoluçáo da viga i n f ~ t a da Fig. QS a) V I . respectivamente.Exemplo de aplicaçãa Ex. entretanto. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante. bordos lines da Fig. I l ~ 6 te No casv. III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita. entáo. temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= / n s ///S// Fio. será a da viga infinita A = P D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C / .47 submetida ao cmegamento indicado. dados por 2 1 Fig. 111-48 . A resolução da viga íinita dada será. v2 Empngsndo. submetida. 111-46.4. sua resoluç%o. vêm: e = 0. s remos a parcela simétrica a estudar.X 1 .94P Nestas expressões. na viga infinita.. no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas. mmo X l = I. 111.1. Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam. sidtricas. levando em conta que . que.4 . sendo os valores de M : ep : obtidos das expressões (111-48) e (111-49).1 deste t6piw. de .! NO . obtemos: 2. e n m . às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada. como o carregamento atuante já C simétrico. que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1. 4. conforme 6 o caso da viga da Fig 11148. a partir do que vimos no inicio do item 2.4.

2 '2 < > Para o primeiro grupo. para as vigas do terceiro grupo. podemos dizer que A ( A I / .': 11149.60 e 5. sendo tamdation Analyrb and Durgn". se. 11149. Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun. dada por k = c b. pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8). acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC. 11149 Sabemos. podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere. então. f . U t . Por procedimento inteiramente anaogo.Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. senZo vejamos: Seja. a viga como semi-infdta). de bases elásticas 'com constante de mola variável. McGraw HiU 111. c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig. por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo. ao se estudar um de seus bordos. D (AI). pois.. de ocorrência de flexão com. que será determinado levando em conta que . res (sugeridos por Hetényi). estudadas com todo o rigor.2. 11148. estudo de problemas mais wmplexos. . ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias. . pode ser obtida a partir dos valores de c. em que b. Hetinyi. . a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual. que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. entZo. poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos. pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando. são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico. submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua. preferimos. vigas deste grupo devem ser.1 Fig. ficar com os primeiros valo. onde fornecemos. para cada caso. . que sua deformada é uma linha reta. consideraremos. que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica. A A 1. C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo. o segundo grupo.2.1. dentro da teoria apresentada neste item.49. t + 3. podemos desprezar por completoafle xáo danga. que resolverá o problema. tais como os casos de vigas de inércia variável. os valores 0. considerandea como infinitamente rígida. por exemplo. Determinado o valor de M.4. a partir do esquema da Fig. que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga. a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C. p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática. 11149. o problema está resolvido. relativos a vigas sobre base elástica. é o que está feito na tabela XIX. bem wmo das rotações das tangentes à elástica. viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX). Finahiente. recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " 0 livro de M . e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica.. deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga). sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo." d) Em função do valor do produto ( A I). Posta e torção. entretanto. a constante de mola k do meio elástico. podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga. b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. \ . MA = O i 1 I Ye = o vg =o. que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC. Pf e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo.2 i . tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que.. do ponto de visfa estático. já citado neste tópiw.

.

TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J , e cuja barra curva tem inércia variando segundo a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

i ) L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i c = 104 t/m

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . E 2 = 2;Hr 2 0 0 3 GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9 P . , 1op I 1 pe 1 63 P ,de baixo paracima 26 13 ' 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; - y=- k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

310 3.- .11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .

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