curso de anhlise estrutural

2
-

"

., . .. ..

,r

-

.

.-.-

CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

-

-

I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S P I

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v . 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980.

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

-

- v. -

2 . De-

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 . Forcas e Tensões. I. Titulo. II. TituI 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 . Deformagaes : ~ ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas. ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes.r c . que se vèm deparando com o mesmo problema. sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo. O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes. 1 . \ ~ ~ $ C .- . da Edftom Globo S.0 de abril de 1974 .i..S. . idéia esta que cresceu com.g. . --.- 7 . . :: C~!L j? . de edi*.: h O r!. cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil.. incluiremos também.objetivo final de nossos esforços. Nestes últimos. em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários. ~ . .. 1. estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho. na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro. Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro. .I . no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas.2Direitos excluiivor .. A.0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0. . 1 I:. . e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo.- ...&. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante . e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01. - copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'. a partir deles. >-. Na apresentação deste Curso. ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda.-32E. l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis. Domicio Falcão Moreira e Silva. Pois..f<. o estudo de alguns tópicos especiais. José Carlos Susekind .:: -&&c\+\ . é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr.

CALCULO DE DEFORMAÇ~ES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS I .1 I.1 1.4 .2.23 1.Hiperestaticidade interna 104 1.Teoremas complementares 78 .1 .Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 .4.3. 2 .Aplicações 105 - .Hiperestaticidade total 104 1.Processo de Williot .Hiperestaticidade externa 104 1.Cálculo de deformaçües em treliças planas .Cálculc de deformações em vigas retas .Teoremas de Castigliano 80 4.4.2 1.? I.O mbtodo das forças 106 .Processo de Mohr 57 .4 1.Teorema de Mêxwell 79 .O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de / " .2 .Aplicaçtíes imeiiiatas 7 .4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I .2 1.2.3 1.Sumario CAPITULO I .F6rmula de Mohr 3 ..2. J & 11 - - Aplicações A s estruturas usuais da pr8tica I6 Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 0 ) Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) .Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1. 1. dos amios 55 2 .4 .2.2 .2.4.3 4.Teorema de Betti 78 4.3 .1 1.Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .1 4.3 1.

Artifício do arranio de careas 153 - .5.3 7 8 - Verificação de .Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .1 2.2 1.Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 .áo i s grelhas 172 .Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .Caso de bordos livres 294 .Definição dos apoios elásticos 264 .5 .3 22.Processo de Hetenyi 294 .1 1.C~lculo de deformações em estruturas isost6ticas 267 .3 2.5.5 3 4 .Base teórica do método de resolução 203 4.Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.Roteiro p.2 Obse~a$õcs109 .2 .Caso de variação de temperatura 228 .Observações 301 287 .5. .Vigas semi-infinitas 2.O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .Vigas de comprimento infinito 274 .Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.4 7.4.3 .Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 .Atuaçáo de uma carga concentrada 274 .2.Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .4 elásticos discretos 264 .4.Caso de carregamento externo 222 6.Roteiro de cálculo 206 4.ara o niétodo das forças 112 .4 2.1 222 2.Aplicações 113 .Atuaçáo de uma carga-momento 282 .3 2.Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .Introdução 272 .1 1.4 Apoios 2.Exemplo de aplicação 3M) .2 2.4 2.3 2.O teorema 6 .5.1..1 4.1 6.Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 .5.As bases d o método 106 .3 1..Viga finita .Caso de recalques de apoio 233 6.Caso de bordos engastados 299 . 2.Aplicai.4.Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .Problemas propostos 236 .2 .2 2.2.Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 .Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1.2.Caso de bordos articulados 298 .2 2.1 '.1.Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 .4.1.

são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. foi subdividido em três capftulos. onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas. comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas. que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. que é o método das forças. O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. sendo apresentados. são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas. sendo abordadas. São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. e as estruturas sobre apoios elásticos. como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo. Finalmente. os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência).ao segundo volume O segundo volume de nosso Curso. variação de temperatura. . Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. Ainda neste capítulo. neste caso. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. para os quais apresentamos. os casos de vigas e treliças. devido A sua grande incidência na prática. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática). Enfase especial mereceram. queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. os processos particulares de Mohr e Williot. O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. a seguir. quais sejam: carregamento externo. Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais. além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais).Introducáo .

entáo. isto é. Tratemos. poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos . o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual). conforme indica a Fig. pois. que. isto é. como uma entidade puramente matemática.50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1. então. â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P i (ree) que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2.CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq.Na oportunidade. para haver deslocamento real do ponto. e aos demais amigos que. I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. 6 =O. w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer. de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual. este deslocamento . com suas sugestões e estimulo. colaboraram na preparação deste trabalho. para O ponto que sofreu um deslocamento virtual.). pelo trabalho de revisão deste volume.yn*o. . estudando o seguinte caso: -O P . dado nestas condicões. I A pariir destas consideraçóes. mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real. 6 nulo . (isto . é. submetido a um conjunto i tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula. Dizemos. 1-1. queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. . seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema. " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01. = O). Rio de Janeiro. que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m. 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I . pois preserva. Este deslocade nenhuma nova força no sistema. O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o. as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo). de forgas P Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O.1 i .

Como. pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1. devido a N). ao qual chamaremos o : Seja. então. ES ' x Qds <~h= CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material. Fig. 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula. por nos parecer a ideal. e são dados por: d. por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert. substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e. onde a configuraçáo da estrutura. resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes. a partir deste principio. Q nelas atuantes.2 . apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes. b) Diversos livros.Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível. por ser nosso objetivo aPre. didaticamente falando. senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio. terão deformações relativas devidas aos esforços simples M. em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais. que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A .N. 6 evidente que duas seções vizinhas. Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais. Bastou. enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis. G : módulo de elasticidade transversal. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes. para fms de raciocínio. neste trabalho. sob o ponto de vista matemático.# sendo = .2 deste capitulo. coeficiente de redução. podemos. Em se tratando de um corpo elástico. o que está feito nos itens a seguir.Mds . portanto. agora. ela se deformará devido a estas cargas. devido a Q).Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig. substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio. o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds. Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953. E3. adotamos. adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig.Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo . Ads= Nds . podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais. para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. que atingiu sua configuração de equilíbrio. para este mesmo ponto. 1-2 Fig. a metodologia utilizada pelo prof. apbs a . 1-2.A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. para os teoremas dos trabalhos virtuais. que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual. a Fig. >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico. 1-2. também. distantes de ds.Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais. quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio. J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos. não o fizemos. cujo valor varia com o tipo de seçao. c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto. 1. submetida ao carregamento indicado. a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais. devida a M). imediatamente. para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos. sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo".

nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. etc. esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). para as seções mais usuais. 1-2 as deformações. então. que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e. que se deseja calcular.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I . para as seções mais gerais. de. pilares esbeltos e peças protendidas em geral. ~ d h . escoras. o que está feito na tabela I. levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese. a) Chegand*se à expressão final. pois. à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. Por esta rafio. pois. 1-2 quando descarregada.) . então. instituída por Mohr. barras de treliça. nos fornecesse cargas trabalhos virtuais. (E evidente que não o podemos fazer.modificações impostas na montagem Neste item. forma inteiramente análoga. FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado. as outras serão analisadas. usualmente. . Desta maneira. tirantes. podemos acrescentar as Seguintes informações. Apliquemos. anéis circulares. o cálculo de.variação de temperatura . teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção.movimentos (recalques) de apoios . o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. tabelado para OS Casos práticos usuais. estado de carregamento e estado de deformação. comodamente. noscasos de arcos. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 e esforços e a Fig. d) NO caso mais geral (estruturas no espaço). estudamos a primeira das causas.carregamento exterior . C) O estado de deformação pode ser provocado por: . de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: . =. que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas. obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I. ou. sob forma mais geral. Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar). é resolvido pela expressão (Ll). deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante. desprezada em presença das demais.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2.Também com erro tolerável. elas são denominadas. só temos Jt para algumas seçóes especiais.f. para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura. para fm de cáiculo dos . Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. e sob os deslocamentos virtuais impostos. Ele é. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos. e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática. 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig. funqão da deformação a calcular e pode ser.A parcela pode ser. podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema. na tabela XVI. Teremos. verificamos que. a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável). com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas. respectivamente. nos próximos. tais como círculos. no caso: Wint = @dP + I I 1. b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 . Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura.

Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6. " 3. de fato. 14. devem ser computadas numericamente todas as parcelas. em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ. para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante. I-I . a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V. enfretanto.2. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida. que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras. em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es. Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula.Apiiqóes imediatas Ex. este eixo se modificará. para o quadro 1. e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada.de 2 barras i e j 4. É o que fmmos no caso e. portanto. 1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu. evidentemente. nos i* I O$ ertador de earnigarnento tabelada balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6. Quando atuar o carregamento. com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1. Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra . Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7. obtemos o estado de carregamento da fig. ocorre para as estruturas usuais). caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que.Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito. Em se tratando de quadro plano.o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar.TABELA I .C D= I2l a) Da tabela I. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I . g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura.Calcular o deslocamento horizontal de D. - . tabela 11). que trabalha fundamentalmente à flexão. f ) Conforme veremos mais adiante. a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa.1 da Fig. teremos: 5.

M = O. nas barras @ e @ . temos: EJ6 = Temos: Como.) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas. para a barra Q I . nesta escoiha. temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e. pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração. para a estmtura da Fig. um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais.88mm. E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C.Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip.M-ds = b MMMMds + b M M d s + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I. Sendo seu sinal negativo. 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante. portanto. (E evidente que devemos nos guiar. para cada barra. 1. 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas. podemos escolher livremente. desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& . para a direita de D. obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig. ) tracionarem Fip.8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j . a expressão se simplifica para EJ6 = b . indica que simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale. 7. 1-7. lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado.

875 x 10.) (Caso de constante. cujas barras têm r ) .) 6 = 7. cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura. 1-13.) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I.Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 .Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig. A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o . 1-10. vem: Seja o quadro da Fig.3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação.

numericamente igual ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. imediatamente. 1-16 . Temos. com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J. portanto. para estruturas compostas . chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras). lida no diagrama retilíneo. podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. entáo. A título de apiicaçZo imediata.por barras retas: Conforme a tabela I. na posição de seu ientro de gravidade. qualquer e pela ordenada. estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer. que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc pela área d o diagrama s des?j& que. vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas.Da Geometria das Massas. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). somados para todas as barras das estruturas. sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária.em relação a0 eixo y. nos darão o valar EJc 6. para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li. o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar. 1-14: Fig. o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin. a partir do qual se obtdm. O caso geral será. Ficamos. A partir dela. conforme indica a Fig. temos: momento eststico da rea M .

Chamando-se I'Je =I:. J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J. evidentemente. como casos particulares deste. temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem. b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i .Cuiso de análise estrutural I . que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J . .

@I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1. 1-18 b) EEtado de deformação it.m I . para a estrutura da Fig.Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E.5mt Fig.2. . . 1-17. ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0.Para barra @ 4m A Fig. empregando a tabela 11: . 1-17 Ç 3m.3 . = 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos.16 . > . Dado: EJ. - L .

1-21 h . pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo).) Observação: No caso deste exemplo. 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B. escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig. e este caso está tabelado.18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = .005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo. que tem EJ = 104 tm2. constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0. . a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente.2. 1-5'. =-'t .1. 1-20. Fip. : .Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig. entretanto.Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig. 1-23. 1-6 . H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) . 8 = 1.) Ex. pois o anti-horário. São dados: 1" -EJ .5 x 104t. para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer. igual ao dobro de cada uma delas L . Ex. não o fizemos. I' Devido à simetria existente. 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6 ' t g =e Fig.4 x 104 rad (O sentido correto é.

lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento.66 6 A = -3.Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por o um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante Fig.20 (devido i simetria).yN= Q=O. 1-24 & Fig. : 2 . pois este não tem existéncia física real.66 = - . que 6 livre à deformação). pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica.13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7. 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir. 1-26. Temos. M = lmt M. b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M. entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42.62.

\ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que. quando atuar o carregamento. todas. a 3m Fig. o pontoA fique no mesmo nível de B. a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E.cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores. 1. Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior. pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado. I-8 . a) Estado de deformação b) Estado de carregamento .= cm) Igualando.74 cm m= \rr .28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A.6 A ) para que. temos: ) Ex. bana ES 6A = X ( N S Ib. quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento. I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos. Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r.05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' = (.2 4 2 fl t (-2 .f l ) 6' Igualando. cujas barras têm. 1-28. obtemos: 6 '= 0. ES = 104t. vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) .) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1.Para a treliça da Fig. vem: = . evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( .

74 em superior ao seu comprimento teórico. Ex 1-9 . podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x. inércia constante igual a J . e. 1-32. portanto. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i .2.4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal.I MMdx (1-4) Tudo se passará. Fig. que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento.. e não ao longo do comprimento da barra curva). Dai vem: Jm cos V sendo I. a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças.4.24 Curso de a n á l i s e estrutural A barra 5 deve ser montada.33 . pois. Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c Barra curva: J =tos P J~ . b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça.Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig. 1.Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável.sendo JM = 2 Jc . desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal.Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig. conforme 14. 1. m d ~.31): J cos V 4m I Fig.jC :1 COS ' 4 = "- dr Jm cos P ' Jm '. como se a barra tivesse comprimento I. 1-31 -. f- Temos. 1. com um comprimento 0. para fins de combinação dos diagramas. desde que seu esforço normal N seja diferente de zero. dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1.1 ..2.

para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig.inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão). o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de . Fi* 1. do 2. resumido na tabela 111. 1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável). pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 . apenas. divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas).O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 x = 2 85. 1. i .37cm (a corda aumenta).35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original .2. 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par.2 .26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas. As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1.instituído por estes autores. I-.3 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1.4.

.

0 g . rn>D 00' ^ R u i "2 P"% .n . .R? mm- .-n.--"^' g E E C. 91%...z -".. Y.: : --.*3EXSii: 0"- n D O z$"gz -.a.0's'uin~ o .! o .+?IK~C ^q"7".g 2 H :! -"-22 0 ' a* : . 22- ....? g s z $65 c R * 8D-">-" n. o o n g q $a$ ""' 0 ?. - $ *"23- ." - Ií.iO1.n * 3 rr.3 :. ~ 8 : s .m g o. 0 g.-- --- $.o sgxnfir m n.i- a r . < u r ^V* ... C 3 1 "-.r ""S zzn ~ $ g 5s z " 8 ' .8ZY -". '.a 0"- nc-n2z =E.s+ "" ~ ~ 3 s ." % " " -' * " " e ? .D 0"' --"?--a O*" -.5: :SE i z g E$? E..-n."-" .""." -8i.? : o- --. ?Z? " C" R$ -". Y """ ""- I : : gsZR"Z1 h?.-L- m*z -3 e 9 3 "*. n --" n n .e 3 5 8 .A C "W.E .

.

"an. h . e . "" B lids J A ' ' ~ 9 .. r".T A B E U XII * h - 4. n A " =- e A ' .

h .TABELA XIII -mni .

o. ..

1-36. 1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111. E dado EJc = 2 x 104 tml..Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig. obtemos: .. Todas as banas são mísulas retas com /.in = e = 5 J.aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 .. 1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: P= 11 Fig. B Fig.

reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra. Para a barra a Fig.1.. VI / a altura extrema por esta interseção. 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ. 1-39 (mis. Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima.2.038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0. 1-39.1 41 a) Estado de carregamento -. 6 =4.038 = -197. .2 = -281.4cm (o ponto A sobe). .0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S.5~0.0 1-11 .126. IV 3 = 1.& ' =- 1.Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig.s -J~ = 3 m Jm.098 - EX 3x 3~4. 1-39.0 .l . conforme está feito na Temos: 3mt a=0.W8 = +4. X 3mt A ai -0. n = -Jc (mls reta assimdtrica): A = 0. I tlm S 4 + + + + ) Tab.) Tab. al=o.42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab. sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J.2 + 39.ol53 Tab. VI11 -3xlx9r3x0.5 x O.2 =+39.197.2 A .Z . al=o. devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra. 6 dado EJc = 104 tm2. definind-se Fig.241 r 12~3~4.

submetida ao carregamento indicado. temos: . . obtemos: Para a bana . @ : 1. ' X = I.4 x&= . 4 .. com base de 40cm e altura variável conforme a figura. 1-42 0121 Vem. . .4 . reta assimétrica): . . = 5 A aplicação seguinte esclarecer.46 im (para a esquerda) 1.Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente.2.: 6 = 3. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111. Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax. .x . 1-41 por integraçáo aproximada.4 = 258 2 = 387. =7 10 .~ rad 3 2 3 387.l x 106 t1m2.68 x 1 0 . 1-42.1 x 106 x 0 -12 4 tm*. teremos que calcular Fig. I . O problema será. A seção é retangular. .'. I'= 5 106 108 Y. qdx sendo q = h@f --. .5. Para a barra @ : (mís. ~ . .0 18 Fig.3 .4.44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 . I r A i 4 xL 1~ Adotando EJc = 2. I ' . 6 = 197 + 49 = 246 = 2. . n = 0.Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig. e n t ~ o : E J ~ 6 = 387. 1. pois. temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0. i < . Ex l-12.0 276.2. É dado: E = 2. 1o =0 .2.

1-44.3 . dependendo d o grau de fissuraçá0. no estado de deformação. de modo que. que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de . nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam). t- h Fig.44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado..duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg . 1. Vemos então. sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução. 143. . duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig. cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura. Ao longo da altura das barras da estrutura. a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '. I dp = a 6. b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-.h c r ~ t ds.ds.te) ds h Fig. a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela.CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1. 1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto.TABELA XVI .Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig.

teremos. 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti. . levando em conta a expressáo 1-5. cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10. 146. evidentemente. t . sofrer a variação de temperatura indicada na figura.O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( M ) . em relação ao dia da sua execução. - 3. rg-+3O0C "--. 148 Fíg. afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento. 1-48.Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig. teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento.sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material.. ..47 fletor no estado de carregamento e temos.5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0. As aplicaçües seguintes esclarecerão: F i s 1.s m de altura. os indicados na Fig.45 - O 1-13 . 1. tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te)." e:.0) O valor de 6 não 6. Suponhamos. que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá. Supondo as barras com seção constante.. temos: "O. quando dermos a todos os pontos da Fig.=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig. então: P S = a tg AN -+% Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante. então.. para fm de raciocínio. adotaremm . 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2.-"II +. e o esque ma da Fig.

cujas barras têm seção retangulir de 0. 2. sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios. 1-49 1. 1-52 Devido à simetria. carregamento de Fig.') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a .para a direita. se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução. Temos: 1. para a grelha de Fig. entxo. obtemos: A Fig.58 cm.Calcular as defomaçCks seguintes. 1-50.O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2.O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC. A + 4m -+' Fig.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura). a . 1-53: N. 149. 1-51: / O ponto B se deslocará.partir do estado de carregamento da Fig.0) Deslocamento do ponto C na direção BC. pois.s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. de 6. ~ a partir m do ~ estado ~ de.O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig. Ex 1-14.

dependendo apenas de seus pontos extremos.Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A.~ po conservativo. a partir de 1. Ficamos. 1-57.1 . = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A . 1-55 Temos. ser calculadas para qualquer trajetória que cm. devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante. para o qual sabemos.ado de . da Mecinica Racional.rn e y o ãngulo entre R g e a tangen. I . então a n R t . B.m -+ . rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura. então. = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B . estamos diante dc um cam . para o quadro de Fig. - Ora.para a estrutura de Fig. A n-B i m o :oi = 1o-s/oc 7 10m Fia. 1-16. que o trabalho independe da trajetória. com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A . podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento. tivesse os oontos A.3..C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ . = Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 .Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC.6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E.jefotmaç&s A rotação da tangente à elistica em A vale. te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m. no sentido horário. 1-55. em estruturas isoststicas 53 I h - 1. para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico. L ~ as integrais ~ ~ . as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 X =2 mm . no caso).

deformações vir.68 - cd~daa r ruia~lo de comprimenm da mrda BD devida a uma diminuição uniforme de30 OC.Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig.59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P . 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig. 1. neste estado de carregamento. 1. 1.~ / O C 1 I r' r*. a partir de qual obtemos: 6= 1 0 . para a estrutura de Fig.4 . tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação. visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- . 1-59: Dado: ct = I O .o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1. então. ~ (-30) (-1 x @ ) (encurtamento) = =. sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação.. 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3.I 54 Curso de análise estmtural ado & defOnneqõcsem estruturas isostáticas A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig. 1-57 Fig. Fia. I A Fie. a partirde qual obtemos: Fig.5 mm de encurtamento 1. Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques. teremos Fig. 1-60. 1-58. nela indicados. o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais. já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos. Trabalho virtual das forças internas: nulo.61 jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando.

idealizado por Mohr. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos.Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados. 1. a partir das quais obtemos: Fig. que a rotação relativa flexão. 1-62. devido ao carregmento atuante. a partir das quais obtemos. evidentemente. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura.Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig. obtemos P6 = . . de 2 cm.Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas .56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas. Ex. iquelas devidas aos recalques. sem (O sentido arbitrado foi correto. da Resistência dos Materiais. ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem.Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular. de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. 1-65. para a estrutura de Fig. 1 . 1-20. Aproveitando a simetria. 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D. expressão que resolve o problema.A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem. as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig.62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig.) Ex. Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas. 1-66. calculando inicialmente. a elástica. as defornações devidas somente ao carregamento e. devida "P=& EJ' Sabemos. 1-63. na prática. de uma sb vez. pela expressão (I-I). então.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera. a elástica de uma viga reta . a seguir. pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = . 1-19. pela expressão (1-7). aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais. as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos. somando finalmente os dois resultados obtidos. desemiolveremosnes t e tópico um processo.Z R p (1-7). que nos permite obter.

1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri. da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $. $ A e Fig. um apoio intermediário do l'? gênero. devemos ter em B. um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. então. então. sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada. 1-69 a 1-71 esclarecem. na viga conjugada. teremos instituída a tabela XVII. este vinculo será. 1-67. este vínculo será.58 Curso de análise estrutural Resumindo. 1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0. a titulo de guiaram esta transformação de explicação. 166 Por outro lado. através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada.) Ficando determinada a viga conjugada o problema está. b) Seja. obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita. e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema). resolvido. temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado.referida a um sistema xy como o de Fig. a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. já que este apoio só impede deslocamento vertical. . conforme indica a Fig. estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig. devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig. então. sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual.uma rótula intermediária B existente na viga dada. o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos. vinculo. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M . Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs.$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). Assim. ünalmente. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr. as condições de contorno que . então. Assim. um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig. por exemplo. outro apoio extremo do 1P gênero. dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. do Cálculo Intinitesimal. por definição à relação d9 para a curva - . . Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O). agora. 1-68. Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta.

v .I.. carregada com E .. cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada. brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos.. .<I. 1-74 que tem EJ = 104 tm2.. esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio.e.. Ex-1-21 .~. e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada... sendo M o momento fletor atuante na viga daEJ da. o b t e m o s a EJ .. ". evidentemente... d) O metodo de Mohr se aplica integralmente. P viga dada -N~~ ~ i g s .IU. apenas. b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas. às vigas com inkrcia variável.c...Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas. u.. ..+n co. conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2. I"I. conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo).1 deste tópico).... as funçóes q = EJ serão mais complexas..h..e.emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas. nipi 1-70 n 1.Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig. . ãig..até.1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip. . uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada. submetidas a determinados recalques de apoio. 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip... mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili.60 L . 1-69 . para uma viga dada hiperestática..71 lI1lI. Neste caso.n./I 6----7 . 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = M . pois.. Tabela XVii . como existe uma deformada real. a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá. estável.~.

3. 1-22 .O) Aspecto da elistica: Ex. 1-74. Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos. pedem-se: 1.0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E. Os valores extremos pedidos são: 1.~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3. 4. Encontra-se esbqado na própria Fig. I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10. enquanto que os.0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C.2mm Elástica = elástica pedida. 1-75.com q = ! ~ L I . conjugada 3. simétricas uma da outra e que concordam em C. trechos BC e CD são parábolas do 3.O grau.62 Curso de anáiise estrutural 2. representada na própria Fig. onde indicacarrezada ! ! .6mm I I I p .Para a viga da Fig 1-75.O) Esboçar o aspecto da elástica. Chamamos a mos tamMrn a viga conjugada .0) Calcular a rotação da seção B. que tem EJ =103 tm2.6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga . . u ~ I I 3.

. o que deve ~ O. levando em con.O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1. 2. ( i Fio. 1-82. para a viga ocorrer. . que MA = MB = O e QA = Qg = O. A condiçgo XY = O.Smm 0 .0) Deslocamentos verticais de A e E : A 3 1 3 y ~ = M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ + ~ j ~ = 34 x ~x l2 1 O =1 . para a viga conjugada.10-~~3+1 3 X-=16. pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = dada). é o anti-horário) M BEJ M - C - 4. 1-79 m q B A I I Fig.3* conj 2 3. 1-78.3 rad (o sentido está indicado na figura. 05~ x10-~=1~mm E YE ="viga -4~. 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores. indicada na Fig. 1-78 a partir da decomposição indicada em 1.1.78.1 " Fip.Aspecto do d i i p m n a daaido. 1-77 . 2.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig. bastando. que possui indrcia constante: Fig. conhecer o valor de M para ficar determinado. o carregamento deverá estar auto-equilibrado. nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura). no caso.2. 1-80.Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então. a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ.1.O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10. 1-77. o da Fig. ta a simetria da viga deverá ser o da Fig. A E r 1-24 . pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação. restando-nos calcular apenas seus aódulos. que tem inércia constante.2 1 I I + 1-78. Ex 1-23.Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig.78.64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada. atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica. I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81.1. 1-79. pois. para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever. 1-76. 1-00 ~ 4 $ M h Fig. que será a haste livre da Fig.

como sofre recalque. "8' -- ~Q. 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82. Imediatamente. O apoio do 1. 1-80. devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante). não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso. nos fornecerá: t i - B Fig. podemos escrever. 1. Passemos.84 donde obtemos M = 4IL -. agora. para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo). evidentemente. os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig.2 1-82. 1-84. 1-26.1 F i g . 8 A partir desse valor.82.: Ex. de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig. 1-82. temos: . NO ponto B (viga dada). a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada. 1. que tem vão / e rigidez EJ.' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1 . a partir da Fie. obter a rotação da tangen. 1-84 ( MB deve ter.Para a viga da Fig. 1-81 . Fig.2: 13 conjugada = 2 -g3 . de acordo com nossa tabela XVII de transformação de vínculos.E * 1-25. 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário . 11 c. à viga conjugada. o sentido i0 recalque 8). ' gênero. 1-83.& =L. já que y~ = O para a viga dada).Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig.Aspano do diignma de momantm flammi daaido.2. te à elástica em A. Já o apoio B.

. resolvido. temos: 2M~l EJ f IlillIllrn. 0 engaste E ._ p . P A:. Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. . e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig. então. Ex.. 1. x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja.. Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada. . devendo o momento fletor em B ser igual a'p). / . portanto. que deve ser absorvido em B. então. os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g . 1-84 para' o qual. com o esquema da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados. conforme verá o leitor no Vol. 1-86. Ficamos. portanto. pondese as equações de equilíbrio. temos. . A. 1-88. 1-86. o carregamento 2 3 nos dá um binário. o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula). submetida ao recalque vertical p em 6 . por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O .C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim. um apoio do 1. 111 deste Curso. yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig. Determinemos. a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre. e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 . EJ . . Fie.- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig.im. que sofre um recalque vertical (e para o qual temos..0 géneros também. 186 Viga conjugada c A 1 + 3 1 t E I C + O ... 1-28 .87 de vão 1 e rigidez EJ. que tem rigidez EJ. então. - .P = 1 O problema está. constante j 7 M~ - *q Fig..Obter 6EJp ) I' / 1 '. indicado na Fig. Será. para a viga da Fig. 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t . devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento.EJp I' F i a 1-87. i . . 1-85. MA = M6 (visto não existir cortante em 6. Dai obtemos: MA = M6 =--. 1-86 (EJ = constante).

AB'Cé. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i .(no caso. Cada uma destas barras sofrerá. Fig.ado pelo carregamento indicado). obtendo-se. definidos na ~ i g . a partir dela. removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB. 1-88. o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig. o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'. 1-90: Inicialmente. Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 . 1-90. para O carregamento indicado. gada. .BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente. a deformada da treliÇ a da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e. Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2.70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. L90. que se deslocará paralelamente a si própria. no tópico 2 deste capítulo. que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana.entãoodaFig. respectivamente. que sofrem recalques. podemos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg. o esquema indicado na Fig. às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2. 1-89. 1-88. Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada.89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6. uma variação Ni li de comprimento Ai = . e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento). um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. então. os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C. calcular a rotação da tangente à elástica em A. passando a ocupar a posição B'C. ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada. Permitindo. e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir . a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. 1-90 que. isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO.Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos. apresentaremos neste tópico. entxo. conforme indica a Fig. em função do aforço normd Ninela atuante (proia. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr).Para a estrutura do exemplo anterior. posição deformada final do n$ C da treliça. 1. A. Para a viga conju. Temos. as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig. evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas . ag* ta.

chamada diagrama de Wiliiot ou. 1-92. E r 1-30.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. 1-91. Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação. a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. o-aue está rep. cujas barras possuem. a fim de se ter alguma precigo lios resultados. respectivamente. -. o b e oc)representam. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. todas e l a s . williot da treliça dada.9 3 . Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões. no wiüiot da Fig. 1-92 Devemos. &ira ai Nj(t) li lml I ~. calcular as varia~&% de comprimento de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes. marcamos 03 = n3. ~ ~ = 1 0 ~ t . de modo que podemos considerar que. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente.Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça. mais simplesmente. as barras ACe BC pelo pino em C. ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro.=N. . o que é impraticável. então. a rotação de qualquer barra será pequena. (No caso da Fig. 1-90 devidos ao carregamento nela indicado. que se interceptam em c. Fig. Assim.'esentado.li/ES(mml I Os vetores ou. é o que está feito na Fig. apli. respectivamente. liot para chegarmos a cada novo ponto. rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2. novamente. paralelamente a Bs. diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob). calcularemos previamente alguma (s) deformação. sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que. 1-91 pelos segmentos a1 e b2. respectivamente. imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras.. no caso. Devido a suas diminuições de comprimento. a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. o que esiá feito na tabela seguinte. ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva. Para ligamos. Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33). inicialmente. representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação. durante a rotação de uma barra. As aplicaç5es seguintes esclarecerão. admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas.. toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais. o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho. o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza. em minúsculo. coincidirá com o ponto a.1 . uma de cada vez. da mesma forma. paralelamente a AC. durante estas rotaçóes. 1-90. até se interceptarem. indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica. B e C da treliça de Fig.do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot. válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural). a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ .O gcnero A). sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra. A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % . os deslocamentos abSol~itos dos nós A. Introduundo-se esta simplificação. No williot estas rotações estão simbolizadas.

+ ob..9 mm. devidas A variação de temperatura. 1. 1 2 ~mm 5 e 12 mm.6 mm. 7. obtemos. e 3. -* oc. 13. valendo estes mbduios. A2=A3=-12 J?lmm. . . A5=A6=-6amm A partir desses valores.l mm. 1-32 . caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig. . sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10. 1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras. B.. 4. que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça. . 1-95. 1-94. dados em diieção. 3 6.4 mm. se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. 0.5 mm. mádulo e sentido pelos vetores oc. oh williot.5/0C.5li valendo. É dado o coeficiente de dilatação linear do material. sentido e módulo pelos vetores ou.2 mm.. ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm.. igual a 10. + + do dos em direção. então: A1=A4=-12 mm. C . 1-96.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. passando a ocupar a posição B: . 1-94.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig. respectivamente.74 CUBO de anáiise estrutural -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A. 1-31 . . H da treliça sáo da. Fig. pelo williot da Fig. .

1-99 e vale: Ex. os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas. Temos.97. A componente horimntal 6 dada por A7.Ii Neste caso. devidas aos esforços normais N i nelas atuantes. 3 cm.Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B. 1-98. o b e oe. 1-97 . 1-99 No caso.~ g l d de e d~f~nnsções em estruturas isost~ticas a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig. oc. ~ Fig. 1.x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6) + 3 2 x4Y . C . dados pelos vetores oa. cujas barras tèm.2 mm . precisamos calcular previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E).24 cm.54 cm. têm módulos de 0. 41 = 77. C. ou seja. a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos d y nós A. A P~~ Fig. 2. 1. vale 6 BH = 16 mm. 1-98 A Fig.41 cm e 2. B. todas elas E S = I O t. basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical. condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. ob. feito na Fig. D e E da treliça. I-33. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i . sar imediatamente ao traçado do wiiiiot. 1-96 PBH = 2cm ?Y.

Teoremas complementares 4.williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B. devido à aplicação do primeiro esforço unitário". como estado de carregamento.9 cm. Igualando as duas expressóes. indexando as deformaçóes com dois índices.k = ZPk 6ki Betti. evidentemente. sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee a 7. com queP.Erala do. o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser.. têm estes módulos iguais . 8. teremos: od 4 . .Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer. Tomando. no caso do Teorema de Betti. constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento.8 cm. que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário. na direção da carga Pi. 1. quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio. O s exemplos das Figs. indica a deformação. temos. ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot).100. dados em do williot. é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s deformaçóes produzidas pelo priquando se desloca devido A meiro sistema". que resolve o problema.devida ao carregame* to Pk ). vemos que o vetor é horizontal. Fig. 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do teorema de Maxwell. uma força ou um momento. o que tem que ocorrer.9 cm.2 . 4. provocado por um segundo esforço unitário. que é a expressáo do teorema de zP. temos: ( tjik indica a deformação. agora.. 1-100 . que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio. evidentemente. obtemos: (1-9).4 cm e 7. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi). em sua direção.1 expressão do teorema de Maxwell.G. . da treliça. F. 4. para a qual um grupo de cargas P.conforme a indexação adotada. levando em conta que o apoio do 1. é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço. para a mesma estrutura. Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. obtemos o williot da Fin.. C.Teorema de MaxweU Fazendo. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida. 8. Pk como estado de deformação e P . Como ve"fícaçXo do wiUiot.78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B.0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto. D . e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária.4 cm. E. direção. I (?jk.

o trabalho das cargas externas P1. apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig. a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou.Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig. ela se deformará. . lpi = 1 Eri. valerá: n .. costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron. 4.a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 .. por ser estática. P . I1 deste volume.. 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas.. vale: Fig. conforme se verá no cap. temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que. bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas.* '. carr. 1-103.. A k A A Fig. 1-104 1-102. <ar. Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron .. . = tra- Pelo teorema de MaxweU. 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples). Como estamos no regime elástico.. 1 . . Esl. carregada com as cargas estãti. Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica.1 Fig. Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura. 5.3 . 1-104. Calculemos estes balhos.

por ser ele inteiramente geral. quando da avaliação da energia real de deformação. que são enunciados da maneira seguinte: 1. entretanto. conforme ilustrarão as aplicações a seguir. será o trabalho realizado pelos esforços simples.a) Nos casos práticos. os esforços simples M. de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': .82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura). Conforme sabemos. convenientemente explorado. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas.O teorema de Castigliano.O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos.Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' / constante. N. Q acarretam deformações relativas em suas direções. Não permite. em sua forma mais geral. No caso (estrutura plana). podemos instituir os dois teoremas de Castigliano. recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais. teriamos também o trabalho da torção. e a expressão da energia real de deformação. permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo. 1-34 . também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. Ex.a) O 1. então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2. se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13). entáo: Observaç5es: 1. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2. da Figl 1-105 que teni rigidez t No caso de uma estrutura no espaço.

1-35 .O Teorema de Castigliano.Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. igualaremos esta carga fictícia a zero. desenvolveremos todos os cálculos e. desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante.107 Fig. obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral. efetuaremos todos os cálculos e. agora M = 0. 1-36 . sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 .84 Cum de an5ise estrutural Ex. vale: Fazendo. 1-106.0 teorema de Castigliano). criaremos uma carga fictícia. Temos. 1-107.EJ ) 3EJ que desejamos calcular. uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura. igualaremos a zero a carga M acrescentada. após termos feito a derivação parcial. então: A energia real. de deformação.Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig. que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i s o s t á t i c a s 85 Ex. no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M). obtendo a solução d o problema. caso desejemos empregar o 1. correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação. 1. . aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB. Fig. isto é. mediante o emprego d o 1 . 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável. .

portanto à deformação). Rompendo-se o vínculo que transmite V A e. ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig.Regra de Mdler . temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática. Igualandose vem: 6 = VA . multiplicar as ordenadas da figura deformada por n .o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra. inicialmente. tratada como pequena deformação.4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 .e u __Fip. tornando sua aplicação mais prática. no sentido oposto ao de E positivo. nos casos mais gerais. deveríamos dar uma deformação igual a 1 e. I1 deste volume. a seguir. I - Demonstraremos para um caso particular.' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. 1-110. nos casos mais gerais. uma deformação (absoluta. igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1). b) na secção onde atua E. A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V A = n 6 . mas que. obtemos uma estrutura hipostática. procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I.'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. Por esta razão. para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A. demonstrando-a a seguir.sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento. no enunciado da regra. que seri tratada como pequena deformação. então. b) A mençáo feita. atribui-se à estrutura. está equilibrada. 1-37 . livre. cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada. a regra esta enunciada desta forma.Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - .86 4. então. a proposiçáo. conforme indica a Fig. no caso de esforço simples) unitária. ou seja. no caso de reação de apoio ou relativa. a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações). como se tivéssemos dado uma defomçãounitária. cuja linlia de influencia se deseja determinar. confonne poderá ver o leitor no cap. a I a) Sendo a estrutura dada isostática. submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E. conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a . embora a demonstra. t Fip.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos. 1-108. 1-109 i em A e C para a viga da Fig.:. portanto. 1-110 . atribuindose à viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V A positivo.q. A I I Ex. As aplicaçúes seguintes esclarecem. a regra. após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática. "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). 1-109. n Tudo se passará. mas que não acarreta erro algum nas conclusões.

1-116. . 1-114.88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo. Fig. que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip.(+). 1-1 1 1 .115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o b).Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig. (não devendo haver rotação relativa).114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau.Calcular. 1-112 I Sabemos. podemos confundir a corda AC com o arco e temos. AC = x . - - A Ex. c) deslocamento vertical de B. Ex. 1-116 'I * t l!* * C Fip. 1-39 . S I 5 . a regra de Muller-Breslau. então. 1. 1-38 .111 Fip. passo a passo. o que justitica traçado da Fig. .. os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos. 1. 1-112.Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig. pela regra de Midler-Breslau. 1-115. que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e. 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D.Exercícios propostos 5. obtemos a linhade influência indicada na Fig. para a estrutura da Fig. A S A B Fig. o que justifica a construção da Fig. 1-115. 1.1 . obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig. 1-113. e. 0 1 -1 \C i: Fig.

Empregando. 1-118. calcular: a estrutura da Fig.Para +I 4 I AB - Fig. calcular variaçáo da corda AD.6 . em todos os 116s. Dado: 5.2) deslocamento vertical de H. b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b. 1-118 5.3 .121 .ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A. 1-119. de 2 cm apoios B e C. 1.~ / ~W C = 2 x 104 tm2 (todas as barras) 5. 1-120. obter: a l ) rotação do nó E.2) recalques verticais.Para a estrutura da Fig.4 .Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia. obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. a. 1.2 . b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC.5. r j 4.. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O . b) deslocamento vertical de E .pede-se: a) para o carregamento indicado. diretamente. 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante. que tem rigidez W (constante). p P 5. ân.Para a estrutura a + a + da Fig. a fónnula de Vereschaguin. pedem-se: I Fio. b. Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ .C~iso de análise estmtura] GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5. a.1) aumento uniforme de temperatura de 30OC. de cima para baixo. = 2 x 104 tm2 . EJ.2) variação d o comprimento da corda EF. I-12l.117.Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig. cujas barras fomam.

1-125 durante a montagem para que. E. 1-123. 1-122 5.Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig. 1-124. o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm. Dados: EJc = 104 tm2 .I 5. Sabendo-se que. 1.11 . cujas misulas são parabóli= Jc e Jmax = lWc.123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro.Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig. (ES) tirante = . 5. cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo./ ~ c 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal.Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig. SXo dados: COS '# (W. sendo Jm = 25.8 . C Fip.Calcular. os pontos D.7 As barras horizontais da estrutura da Fig. cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5.9 . 1-126.. quando a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C. para a direita. do carregameiito indicado. 1-122 são misulas parabólicas com Jdn = J . (ESltirante= 103 t curva tem J = Jm . I 5. quando atuar o carregamento indicado.10 . e Jmix = SJ. . B. D. a= ~ u ~ . computando para este fim apenas a influência do tirante. = 104 tm2 cas com Jmin Fig. para a estrutura da Fig. É dado EJ. quando atuar o canegamento indicado.) quadro = 104 tm2 5 x 103 t. os pontos A. E fiquem alinhados. unicammte. permaneçam I m acima de A. que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que. 8. Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 . pede-se c$.

mantendo-se constante a tempera tura externa. Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A . J.17 . cujas barras têm altura h. 1-130. 1-129 1.132. pedem. pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas.129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução. sofre um auriiento de temperatura de t OC. 1-128 F i g 1-73? 5.Para o quadro da figura 1-133. 5. mantendese constante a temperatura externa. m Fig. São dados: E.13 . 1-127 e 1-128. com 0. b) rotação relativa das tangentes à elástica em A. com seção transversal circular. pede-se o deslocamento horizontal de B.Para a estrutura da Fig.As fibras superiores da estrutura da Fig 1. Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material. de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC. I 5.s m de altura.12 . A I 5. das figuras I-132-a e I-132. Pedem-se: a) variaçfío da corda CD.~ I O C .94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5. 1-132 B 5.132-b Fig.15 . das Figs.Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares. a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B.14 . a temperatura no interior da parte circular.133 . as barras@@são 2 cm.Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas. h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig. 1. módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m. R Fig.16 .O interior do quadro da figura 1-131.se: . Send o a seção retangular. de inércia constante. 1-127 A Fig.b. É dado: a = ~ O .~ 1. b) deslocamento horizontal de C.

139.21 .0Sm4. i 1 5. b) deslocamento de B na direçáo z. 1-136 5. I I n -1. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig.18 -Para o quadroespacial da figura 1-134. empregando Mo&. 1-137. cujas barras tem seçãocir. C.24 + 117. 1. I Fip. 1-139 -+a . J.138. para a da Fig.20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C. E. para a viga da Fig. ra 1-135: a) equação da elástica. para a viga da figu5.. obter. b) flecha máxima.I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5. Dado: EJ= constante - I -+ I12 5. Dados: M. cular com inércia ê flexão de 0. D. 5. submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5.19 - Empregando o processo de Molir. a. E.23 Empregando o processo de Mohr. que tem rigidez igual a 104tm2. c) rotação da tangente à elástica em B.Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I. pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz. -r- - Idem. a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A.- t . 1-136 ( J = constante). Fip.22 pedem-se: - Para a viga da Fig. 1.

& l t I + .devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5.Empregando o proeesso de WiUiot. 1-143 o r l p PI -+-I---+ . I . calcular os deslocamentos dos nós E e G.26 . 1. c) recaique vertical. da treliqa da Fig. constante.~/OC. calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig. r < . .e . devidos às mesmas causa. 5. . igual a 2 cm. 1-144 5.Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1. ( I I I Fig. 1-149.e 1 i . de cima para baixo.98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5.Empregando o teorema de Castigliano. 5. que têm rigidez constante W. do apoio B. 1-140 Fig.146 a) carregamento indicado. 1-147 i I 5. J (constante).9. 1-141 Fig. Fig. IP o I ~ C l + l + 5. 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados. b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC. para as das Figs. calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal. 1. E.Idem.quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados. I u 3' 1 I : 9 .27 . cujas barras têm rigidez EJ. Fig.142.30 . .) Fig.29 .28 .25 . -. R. 1-145 Dados: P.I + - Fig. que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO. para a treliça da F í & 1-147.Empregando o teorem de Costigiinno.Idem.146. .<.140 a 1. 1-142 . Fig.

5 ~ rad (tl).b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.a.0.1) 4.17 - a) 2 6 c m (+) . b) 3. 0.46~ 10-3 rad (n) a) 0.1 8 - a) 0.93 mm (-*I .07 cm (4) 1.133 x rad b) 0.67 mm ( f ) .] ) (C) 4.zero .I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I .67 mm (L ) .1) 7 .2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero .2) I .33 x 1 b) 1 mm (4) t ) 5.4 mm (encurtamento) a.rn + 5.a.b) 0.l) 3.22 - a) 0.2 mm (aumento): b) 5.21 x 1O-' rad (12) .14 mm 4EJ m (371 8) - .17 mm (t) Alongamento de 1.84 cmfaumento) .98 cm (4) . Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.8 mm(+) : b.6 mm ( f ) : b.94 mm Encurtamento de 2.71 mm (1) a.2) 2 cm (e) 1.?) 13.

pGH = 3 .27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 . 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0.pEH=15mm(+). 7 m m ( + ) .+ ) . ~ ~ ~ = 3 .102 Curso de análise estrutural a n i l o & &formafõsem estmtunis isosiatia C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) . 3 m m ( .8mm(+). ~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) .6mm(t). pGV=0.29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5. ~ ~ ~ = 6 . O mm (+) C) pFV= 10mm(&). pGH= 30 mm (-+) 5.f ) . pGH = 3. ~ ~ ~ = 1 7 . ~ ~ ~ = ~ 6 . pEH=1. 4 m m ( . 6 m r n ( L ) .6mm(t).3 mm (+) 5. em cada caso: i .28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem.

como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip.i ? CAPITULO li 1 . desta forma.1 . portanto. entretanto.O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o . não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita. para tal.HIPERESTATICA . conhecidas suas reações de apoio. Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex. Fip 11-1 4 \. agora. 1. 11-9 Fia. Seria necessário "abrir" a estrutura. Portanto. sendo assim. deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio. cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática. Existe. na estrutura assim obtida. Para tal.2 . 11-4 C. r. pois. 1 '9 = g e X t = 2 &n \ 1. então. que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio.Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig. grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura.2 Seja. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi). romper-lhe uma seção. das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E). 11-1. necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los. a estrutura da Fig Ib2. terno da estrutura que é. cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las. após rompê-la.Hiperestaticidade interna Fig. igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples. 11.4 (11.1) . Isto não significa. que possui 5 reações de apoio a determinar. 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 .3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente. a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e.Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig. no caso. dispomos. g = Be + 8 i 1. Temos.Determinação d o grau hiperestático 1. a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3. isto é. preservando.

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t , j . perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u r útil trabalhar com um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X , 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal to emB= O

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

+

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

F i m 11-18

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., li a partir do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, e o segundo membro é nulo) ; - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E . + EiXi (11-7)

é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples. pois uma equação genérica (a iésima.8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1. a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois. b) diminuição unifome de 30 OC . a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd. 11-19. que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura. Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig.6). . : valor obtido para o hiperestitico. 2. o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas. Pii. = O (11. devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente.1 - a) carregamento indicado. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 . em número adequado. +Sm -. ca ou da equação matricial (11. eles não precisam ser unitirios. tiiiXi +. + ZEiXi) - - '.X. por exemplo).2. eni c da caso..2. provocado pelo agente.0) 5. nesses casos. g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que. para a obtenção de uin bom sistema principal. c) recalques em A indicadas abaixo. aos sistemas principais ideais.1. m p e r . do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 . agindo-se de outra maneira (v. h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer. Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais. aplicações n. pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles. Sistema principal e hiperestáticos 2.f. Para isto. podem ser quaisquer. o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito.+ 6. Seguindo a orientação dada na observação 2.3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores. \ Nota: Na m o s de variação de temperatura. 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado. recalques de apoio e modificaqões durante a montagem. : esforço no sistema principal. ii-19. . O que se deve procurar.. chegamos ao . entretanto.X1 + . certainente.1). Isto conduzira. recomendamos.. sendo todos teoricamente corretos. licitante externo. temos E . os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs. i! Ex.0s11-5 a 11-7). 50) 3.O) Escoiha do sistema principal (v.0) 4. Para os outros tipos de estruturas. Obtenção dos EJc 6 .0) Traçado dos diagrainas no sistema principal. Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica.0) 6. Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E . a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig. = O. 11-18.112 em que: Curso de anáiise estrutural E . no caso dos quadros lanos.l h e dois vínculos. será: 1. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica. so. a fim de obter seu sistema principal ismtátim. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos.

I F i i 11-20 3.ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1.09E2.2. 11-21 e 11-23. 11-20. temos E = E. Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D. embora estejamos u m d o os me& r' . obtemos os diagramas da Fig. perestática dada. tomados iguah a 1. nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig. consideraremos apenas seu trabalho H flexão. rotulando os nQ C e D da estrutura hi. 1 2. com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn.im desta forma.já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim.m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } . Diagramas solicitantes e rea<. 11-20. obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs. o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal. I Obtemos: 6.sistema principal da Fig. pan não complicar n nota~Ho.21 mm *larnos Os . Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro.27 E l + 4. obtendo: F i i 11. + 3. respectivamente. preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal.&a A partir da expresão 11-7. 11-19.

(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4. - - .11-25 'carr. 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são.Etemp = 0. em função da observação 22.trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6". Os novos hikrestáticos. po. dos nas Figs 11-24 a 11-26. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1. F'm. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W.731 Ntamp. 11-27 a 11-29.47. já que estam. 11-22 JF~ + 0.4E2.521 Fie. 11-27 1 2. obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs. No caso.iS: 2. d'evidos à variaqão de tempe. A partir da expressão E. estando os diagramas solicitantes indica .521 F i m .os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2.são: 12. então: = .c deste capitulo. 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo. Obtemos.atura. 11-28 + 7. . vem: Fip..55E.7.15 t Fig. ' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6.3EI -22.} ..18E2.

tura da Fig.f.I wpmdtjtia a) . então. necessários para o cálculo dos EJ. Diagramas no sistema principal Fig. deste capitulo. sabemos que.3 3 . se. Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática.-i 1. Diagrama final A partir de (11-7).Obter o diagrama de momentos fletores para a estm. U-32. obtendese. por exemplo . obtemos: 1 x 6 x 4 = -44 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I . 11-33 Temos.os nós A e C esq. no caso deste exemplo. 11-33.s I 1 t 6. onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas. ao invés de nós C e D.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos. 11-31. M = Mo + 8. obtemos o sistema principal indicado na Fig. - . Rotulando.5M1 + 5M2. Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão.ia Fig.x 6 x 1 2 . 2) Igual simplicidade encontraríamos. 2. MO 3. 11-30.2. Ex 11-2 . aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo. os diagramas da Fig. Hiperestátims: \ XI = 8. 6. houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D. Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2. o diagrama de momentos fletores . Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S. C I I 4.

+ + 2 x 2 = 45 5. 11.M1 e M2 os mais simples passíveis. 11-3 . b) diminui ão uniforme de 30 OC. CY = 1 0 tm2/0C F 3. para o caso.sx. Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~. na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras. 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo . a linha de fechamento do diagrama final. Hiperestáticos: X.5) =-76. o sistema principal da Fig. = 22. Ex. Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0. entio.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig. 6 e no traçado do diagrama fmal.7 6. Temos.4 .se os apoios internediarios. conforme se verá a seguir. 16. obtendo-se.\. I I' = 3m Fig. 11-35.o métododas forps 4. I I I -ou .s 3 . Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:.7M1 tao o diagrama da Fig. 11-35 Será dado por M = Mo t 22.s 1 o.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex. I' = 6m I'= 3m Fq. obtendo-se en- 2. para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários. Cálculo dos .SX2 = 76. Diagrama final 1.Sl0 = 1 (6~18+3x40. Dado: EJ.34. a partir . desta forma.Resolver a estrutura da Fig. 11.Vc S EJ. simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ.8M2. ii-37. 11-38 para: a) canegamento indicado.

.o método dsr fo<pis =- 123 3. Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea . Cálculo dos Wc6: WcS. Equações de compatibilidade: 104 64 36 2.7E2 + 19.3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig.122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1. S z 0 = . LIeSq e DA").3 x3 6. = . E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática.3 = 20-7 19. Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l. obre.6 4 .3EI + 20. nios o sistetiia principal da Fig. Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11. rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI. 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t .1 0 4 . 11-39. I 4. E J .

1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3.Conforme sabemos. 2. deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo. os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O.1. g-ph $1 1116i t -X!IZ. a partir dos diagramas da Fig. . 1145.07E1 + 2. pois.52E2 -0. obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig. conforme indica a Fig. Rompendo-a na seção de simetria S .124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica . temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro.301 Fip. 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura. Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos. devidas i variação uniforme de temperatura. podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada). L. obtendo. sendo. então: X1 I x1 \ Fip. I Ex. 11-43. o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão). na direção de cada um dos hiperestáticos.cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes.t. 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o. 1. Fip. 1143 . I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado. para o cálculo dos 6.o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC .e colheremos o sistema principal indicado na Fig.81mt equilibrado. no sistema principal. bastanos calcular o vetor { h t ). Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70.Resolver a estrutura da Fig. inteiramente hiperestática í g = 3). Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' . 1145. 11-5 .62M3.

Como os valores arbitrados para os hiperestáticos.. devido aos recalque indicados. devido ao sistema principal escolhido. pois o carregamento e simc5trico). pois sabemos que X3 = 0.4 sistemas (2 x 2.iox. 4. temos que:: . 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura. ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que esforcos de ~.= -1 6. ~r0duZa . Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação. Por esta razão. Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex. tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça. 6 = 6 20 = O. S. X3 = 0. o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0..29 X2 = -2. Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente. . Voltemos i aplicação em questão. . evidentemente. apenas.o ).E licitantes da F i s 11-47.57 X3 = O (evidente. Temos: E = . obtendo os diagramasse Note o leitor que. com O que. da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 . temos que: = 6 2 3 = O.. 3. Xl = X? = o. . Na seção S de simetria de uma estrutura plana.57E. > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. Hiperestáticos Xl = 0. que os hiperesti. .rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O.Observap-o: Neste caso. em si. portanto.- . 6 30 = O. pois. Diagramas finais o . nesta fase. Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente. + 0.2. independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6.e I x 1)sndependentes Tal já 6 . entretanto. apenas. elsstica nalmente a barra em questão.29 E1 . bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura. w m O que. 1148. 2 hiperestáticos (X1 e X2). com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente. 11-6 . se a fôssemos resolver novamente. quando ocorrem tais condições. que tem EJ = 104 tm2. em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 .Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e. portanto. uma vantagem do sistema principal escolhido. partiríamos de. p+ dem ser quais uer.rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica. poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que. outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: .Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e. 6 recomendável. 1 --'- - . arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 . Vejamos.

1149 2. Sistema principal e hiperestático h. o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1.~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11. 11-51.5. Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5. Diagrama final - Fip 11. Sistema principal e hiperestático 4. como temos Ms O.51 Fig. provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. por força da rótula. Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas). Equação de compatibilidade . Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . 3. temos: 1. temos: Qs= O.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. Por outro lado.

Diagramas no sistema principal tll 1 11-64. se este sofrer um encurtamento de 1 cm.1 i" Ti' Fip 11-64 Fip.o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2.% + t i a . Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática. Rompend-se o tirante e rotulando.Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante.se urn n6 da estrutura. São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 .25 6. 11-56 3. Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1. Cálculo dos EJ. 1. II-8 . Equação de compatibilidade 4 5 S. 11-57. 6 4. temos o sistema principal da Fig. Diagrama final Ex.

IM9. ) 3. Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21. 1 t d -Ft 47 Fia. 61enc. l i 4 9 &t 2 15. que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico.Ele 3 10 4 x 10-2 = -300 = -3FX 1 .132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i co a idtcdo das fo- - 133 2. 1160- 4. N1 6. obtemos: Ex.3E2 . para que a reaçxo horizontal final seja nula. Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado.06t . 11-60. pede-se: t4. 11-9 . N2 Imt lmt X2. temos o diagrama da Fig. Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante. Magramas no sistema principal a) M1 lmt . b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem. . b) M2. -O.Para a estrutura da Fig. . > F i p .b El.

Cálculo dos U.. . 0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O .5)=-24 a) Resolução para o carregamento indicado 1.5 ~t 3 -~S~3~1. 3. obtemos o sistema principal indicado na Fig. obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig. 2. I 4.2 ( . Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ.2 4 t 28X. No b) M l . R o m p n d w . Vimentão: a)Mo. Diagrama final = O A partir de E = E.& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0.86 6. 11-61. 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = . Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente. : X: = 2 t &a.Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno. Equação de compatibilidade: .5 X. pois. t 0. podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão. 5. Necessitamos.j ~ 3 ~1 3 . L N1 tis. dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante. 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula. Hiperestático: X l = 0. 11-63.86El .

. na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento. então.6 cm para termos a reaçso horizontal final nula. empregando as tabelas apresentadas no cap. Com isso. serão o carregamento e encurtamento.)+EJc611 ~ ~ Xi = O ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1. pois o concreto estará uniformemente comprimido.o metodo das foqS 137 corno os agentes externos. sob sua forma ideal. = +?8x2=0 -1. 11-65. os diagramas serão os da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig. q = 1 tlm Barras e @/ . 2. todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico. obtemos: A estrutura estará funcionando.ou seja. Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip.6cm Como a deformação. = -1. 11-64. devemos encurtar o tirante de 1. no sistema principal. Ex II-I0 . temos 6' = 6 enc. "comp \ . Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc. teremos: (EJc610 + E J Cen. I deste volume. no caso. Diagramas no sistema principal 3. 1164 Sendo as banas misulas retas.6 cm.m p d t i e s .

11-69. Dado: EIc a = 5 x 10. Diagrama final 1 1 7 1 . i -1. Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 x e = 0. Diagramas no sistema principal N. n = 0. 1 F q .' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i.Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. Equaçáo de compatibilidade: .2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0.'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a o método dar foqas I. Cálculo dos EJc S b)EJ.31. para o quadro simktrico da Fig. 6.32X1 = O 2.4 + 3.5 11 .611 Ex 11-11 .2x5x5x z X d 5 x 5 x 0.222 +21'M1Ml(~+ 0 =0.1 1 7 1 I C 7 1 . - !.144 .) 3.098 .207 x 0.098 = 24. 2 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas.207 = 3.1 5 tabV' e = 0.32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4.

Hipenstático: . por isso.rica . Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x. temos: 1. a mesma área. Equaqáo de compatibilidade: 2~. então: ESalo= Trata-se de uma. Equação de compatibilidade 141 2. todas. 4 Fip. = O Fie.o método das fo4.treliça uma vez hiperestática internamente e. 11-76 3. Sistema principal e.(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal. hiperestático X1 (NINO1)= 2Po(1 +A) 4. 11-74 S. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig. 11-73. 11-72 Ex. Diagrama final $ 11-75. Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6. cujas barras têm.73 Temos. 11. Cálculo dos ES 6 : Fip.1 I Fip.

11-76. 0 3. 11-77 para o carregamento indicado. os esforços normais finais indicados na Fig. endentemente.o método das for~a. . Temos. optando pela seçáo central. a partir 2 d o quadro de valores anterior. TI Ex 11-13 . seção esta que pode ser. o sistema principal e o s hiperestátiws indicados na Fig. Diagramas no sistema principal a) Mo. . 6. Q .77 h.WpIedMtia . Para obtemos sistema principal. T3 J 3m 4 1. 11-78.x 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática. obtendo. 11.lrn.) +& ! . X (cambinaçao de Ticom Ti) . Esforçm finais Temos: N = NO + N .Resolver a grelha da Fig. Sistema principal e hiperestatico Fig. adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante). d i i i 11-79 C)Mz. Sabe-se que -EJ -1. um dos engastes. T2 d>M3.s GJt - X. meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ. . Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M. To b) M. basta rompê-la numa seção.~- 2. X 1 = NO P XI .

O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos. - - Ex.8263.144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods.~ ~ 9 x 3 3 + . com o que teríamos 620 = = O.As fibras superiores da estrutura da Fig. o que acarretaria 830 Suponhamos. Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que.x 3 x 2 ~ 5 .x 3 x 2 . agora. 2 5 + . 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4. Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6. isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico. + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4..x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65. 11-14. então. temos que: 5. Diagramas finais (em mt) Temos. com o que teríamos 610 = 0. escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão. a partir da expressão E = E .5 x 9 ~ 3 = a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na F i g . 11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O C e as inferiores um aumento de 30 OC. enquanto que os demais apoios impedem . Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ.f~ 145 v e me n w ~ .25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims. em relaçáo ao dia da execução da estmtura. Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares. de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C.) EJ$2= 2 x 3 + 1 .tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico. ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 .11-83.1 . 1 6 ~ ~ = . nesta aplicaç%o. que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco. 5 -49.

0 problema está resolvido. b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0. Equação de wmpatibilidade: . pedem-se os diagramas de momentos fletores. 2. A variação de temperatura do problema.60 t-38 X1 = 3 O . culares ao plano. temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha).VIgretha 8 : Para a parcela da Fig.s x l d l tm2 cu = 1D5/0C. a m o atamos diante de uma solicitação simétrica. 11-85. 11-85.2. Sistema principal e hipenstático Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13. na seção de simetria teapenas momento fletor. e torçores atuantes. 11-86. 11-85. 1 .mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais.2) a) Grelha com h = 40 O 4.3. senão vejamos: C (Parcela da Fig. 3. para a da Fig. Visto isto. 11-85. CálaJlo dos (. temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano. com tg = 0. e. pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura. pode ser encarada da forma indicada na Fig. Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos. conforme indicado no sistema principal & Fig. empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC.

temos.85.8 + . apoios do 2. 11-92. Equaç%ode compatibilidade: . correspondendo ao caso da Fig. 11-93. teremos: 1. I A solução do problema é. 11-85. Com isto. dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig. = 4. Rebatendo. Sistema principal e hiperesthtico 6.85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q .64 X . que tem W = q - . genero em A e F. novamente.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano. em verdadeira grandeza. 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig.3) 4. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç. 11-92. 1 1 1 5 Resolver a viga balcão da Fig.73E1 . OS o diagrama da Fig.148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2. 11-90. Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva. o esquema da Fig. Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig. Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6. 11-85.3. no caso. Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11. cor- 62t) Fig II-91 0- 3.2. 11.am-movimentos no plano da estrutura. que serão. então.2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig.

obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo. = lmt 2 . com carregamento simétrico. 11-96. 11-98.11-95. cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F i . de uma das duas metades do sistema principal. sem nenhuma alteração do resultado. então: - .c o s e ) . I = -- Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S. que representa uma vista em planta. Diagramas no sistema principal a) Mo. rompendo a estrutura na sua reção de simetria. Temos.sucessivamente. 11-97. temos. 7 I ~ i 11.150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig. estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig. 11-94. ! I I 3. To Reduzindo a carga P/2. aos pontos A e S indicados na Fig. em verdadrira grandeza. que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O . Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas. o sistema principal da Fig.~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR ( 1 . o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2. I I d X.o método dss f o r p 151 I 1. em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção. obtemos. Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica.

o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6). submetida ao carregamento sim6tric2 indicado. 5. mtáo. partir da expressáo E = E .1.l lr 11-100. que terá sua seção S de simetria. 11-100. I? o que está indicado no esquema da Fig. F i e 11. com carregamento simétrico. ' .3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo.Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig. existindo. 1 . deixando livre o deslocamento vertical. 11-100. que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:. 2. mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2.. 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz. Em se tratando de uma estrutura simétrica.3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver). Este vínculo está representado esquematicamente na Fig. será o deslocamento vertical. a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria.Artifício do arranjo de 2. 11-7.100. num dado sentido. a única componente de deformação. o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto. bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos). que repre.99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível. anulandese então as duas parcelas ). 11-13. uma ênfase especial para este ar<ifício. 1 0 0 .100. que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ''~e~lthticx à sua diagonal principal. 11-100. permitindo a obtengão.2. 11. explorando esta simetri. se o carregamento existente num dos lados da seção ter.5. Diagramas finais A lCIW. durante muito tempo. senta um esboço da elástica do quadro.5. uma reação-momento M e uma reaçãeforça N.mprrstBtica .1 .~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica.Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5. Hiperestático: 6.3 PR E 1 . no caso.1 153 . dos h ) ~ res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica.2 ll. + - obtemos os diagramas solicitantes da Fig. lUe abordado em nosso Cuno. devido à simetria da solicitação (pois. de a provocar uma destas duas últimas deformações. 11-99. colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s ' 4 = Xs =O). Equação de compatibilidade: I I . que apresentaremos a seguir.1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig. 11-6. teve grande divulgação o uüiiza$ão. 4. o assim chamado irtificio do centro elástico. A partir dai. -tudo dos areos e quadros biengastados.5 . já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo. passar do esquema da Fig. no cntanto.

o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja.1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical). . o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023.3.3. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados. 11-104. os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que. o quadro simitriw da Fig. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico. agcra. provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita.2. no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o .1. se oporão. 11. poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103. a estrutura da Fi& 11-103. o deslocamento vertical da seção será. colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação. este deslocamento está imp* . para o caso da estrutura da Fig. . cuja configuração da elástica. I 1 I* na dtdco. Podemos. entretanto. b) Seja. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. sendo a da Fig.2. fornecendo os valores x. entretanto.mpmtátiea indicada em 11-100.y e 9s indicados em 11-102. _ . nulo.pois as tendências desta deformação em S.1. hfonne ji vimos. * No caso. I 4 1. u-100. 11-102. romper a estrutura na seção S de simetria. 11-100).1. a estrutura dada. submetido ao carregamento sim6trico indicado. 11-101. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102. se comportará como apenas uma vez hiperestática. os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que. se somarão (ao invés de se anular. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. submetida ao carregamento antisimetria> da Fig. por exemplo. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo. as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico. nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig. agora.3. evidentemente. a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig. 11-104. parth dese do esquema da Fig. agora. como no 'as0 da Fig. que é. no caso. então. 11-101.o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido.1. 11-102. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig. 11-100. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig. . i = . Para carregamento anti-simétrico. c) Analisemos. 6 %a. três v e m hiperestática.3.

numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. Analisemos. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante. 11-104.2 a 11-108. 11-106. interceptada pelo eixo de simetria. obtendo suas componentes simétrica (Fig. para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico. pois.1. 11-107 .3. para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). a essência do artifício do arranjo de cargas. 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos.2. o caso de carregamento anti-simétrico.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel.3 a 11-108. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume. No caso.5. 2. ' Fio. que impede o deslocamento vertical. a barra SC. separadamente. igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido.2.2) e anti-sim6trica (Fig. introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos. ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso.3. indicada em 11-105. ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. IE104.3. agora. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma. que poderá. (Notar que. entzo.) 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram. a seguir. resolvendo a estrutura. quando tivemos. o diagrama final de momentos fletores será. é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total.1. a seguir. Podemos.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC. a partir do qual. do esquema indicado e m 11-105. conforme indica o esquema estático da Fig. por um apoio em mola. por esta razão. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer. basta substituirmos a parcela do engaste.3. conforme esclarecerão os exemplos a seguir). Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola. para a bana SC.devido à presença da barra central SC. igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig.3) - F~Q. simétrica. dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura. a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig. a atuação de um carregamento genérico qualquer. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução. para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício). Nas Figs. num dos lados da estrutura. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana.1 recaiu. 11-106. 11-104. Exporemos. conforme veremos no referido ca~itulo. então. 11-105. na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043). sobre a barra SC. superpondo. podemos romper a estrutura na seção S. conforme indica a Fig. a fun de obter o diagra ma solicitante final.

112 indicado em 11-112. 11-110. Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip.3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício. passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca de carregamento. dro simétrico da Fig. II-111 Fip. Fio.im + 11-110. ExlI-I6 . 11-109. 11-113.2) Sabemos que a estrutura a resolver.1 11-108. a me* ma inércia. cujos diagramas no sistema principal. Fip. submetido ao carregamento indiiado. levando em conta a simetria do carregamento. 11-110. todas. 11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig. estão traçados na Fig. 6 a da Fig.o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig.1 11-1103 VI-110.2 11-108.Obter o diagrama de momentos fletores para o qua. 11-11 I.3 . 11-108.mpnditica . 11. 11.110 n n J 2. cujas barras têm.

indicado em 11-116. todas elas. 11-119. uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica. o da Fig. 11-115 Fio. = 1à / /. a partir de cujo dstema principal. 11-120. resultante da soma dos diagramas indicados em 11. e n t h : /Xi = 0. Fio. E. 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas.71 4.% 1 1 17 . estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig. temos os diagramas da Fig. 11-115. mtzo. 11-110.estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3. é a da Fig.67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118. 11-117.33 Obtemos. levando em conta a antiaimetna do carregamento.3) Sabemos que a estrutura a resolver. para um reealque de apoio . 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será.114 e 11-118. a j a s b h . 11-116 Fig. Fio. EJ = 1 d t m 2 .Resolver o quadro da Fig.

simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig. então.162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm. 11-125.2) A estrutura estará afundando. não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme. o indicado na Fig. que nos fornece: Fiq. 11. 11-121 a) Parte siméírica (Fig.-1. do apoio A. toda ela. 11-121. previamente. 11-121. 11-121. a partir das quais obtemos: X1 = l m t = + 1E"! -t Fiq. b) Parte anti-simétrica (Fig.36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será. obtemos o diagrama M1 da Fig. 11-127. a partir de cujo sistema principal. de cima para baixo. 6 a da Fig. 11-125 ' I T lcm ' 4 .o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig.124. de 1 cm. = 0.3) Sabemos que a estrutura a resolver. considerando a anti-simetna da solicitação.122. Fiq. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada. 11-126 e já será o diagrama final. ~hpanttititiai . Levando em conta. pois ele ná0 teri qualquer impedimento. representado em 11. pode mos escrever que V. 11.123. 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig. devido B wntribuição nula da parte simétrica. - .

11-134 Fip. na da Fig.128 A parcela sim6trica do carregamento. para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134. indicada em 11-128. levando em conta a anti-simetriaexib tente. cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C . que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11. Fip.-.136 Dai vem.81. 11. não influindo. então. obtendo-se o diagrama . submetida ao carregamento anti-simétrico indicado.131. - Fip.2. constitui um carregamento auto-equilibrado. 11-136. 11. 11-132 (cujas barras têm. Para este F i 11. apenas.129 \i A estrutura a resolver. 11-133. EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig. 11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig. t m fo-dese a estrutura. 11-128. sn8 a da Fig.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis.filemo. para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura. que será funçzo.Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig. no sistema p ~ c i p a l .. todas e1as. 11-129. que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t . Dnpcrandose as &fonn. a estrutura a resolver 6 a da Fig. 7 17 . obtendo os diagramas solicitantes da Fig. 11-130 (isostática).3.135. l3 = 1. 11-132 F i i 11. portanto. do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128.a mesma inércia).

11. 11-138.2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip.138. 11-139 .Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura.3 . tiraremos.1 q 2. 11-138. partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria. 11.5. a estrutura a resolver 6 a da Fig. duplamente. diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura.1. simdtrica em relação aos eixos fx e jj.1.137. Fig. Ex 11-20.Wprrstltkd . *h Fig.o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos ~ eixos ~ xx ~ e jj. Os exemplos seguintes esclarecem.Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig.

Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj. o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig. mas que podemos resolver. por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que. não influindo. Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada). associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0. a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal. 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-b PR 2 Rdb nR = y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig.140 E r 11-21 . 11-143. sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura.318~~ Fip. constantes. a partir do carregamento da Fig.3. 11-142. o que 6 usual . portanto. portanto. 11-141. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig. que será obtido. I A parcela da Fig.2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais. 11-142.168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a . U-140. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior.o método dar f o r p Fio. 11. ' --nd*ae no cuo. a estrutura a resolver será a da Fig.

146. 11-146 5 . Temos.II-147. o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig.3 a 11-151. : I* . 11. 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig. i i i 11-148 I f Fie.1 a 11-151. 11-145: . explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy. 1. 11-145 Obtemos. cujos sistemas principais são os representados em 11-148. 11. teremos a resolver.1.AipevstBtica -ntais de It). 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F i .2.59mt Ex.144 Fip. visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip.2 a 11-151. então. a partir do sistema principal da Fig. os casos indicados nas Figs. 11-148.148.3. submetida ao carregamento indicado.o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11. na maior quantidade possível de casos.

quando o carregamento 6 anti-sundtrico. no exemplo 11-13 deste capitulo que. na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica. 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s.4 .2 a 11-155.1 a 11-155. a decomposiç20 éMlida). 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157. devido à simetria do carregamento. 11-153 11-153. então. Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig.-= te. Fim. 11-152 e 11-154 se comportam. os sistemas principais.& vido à anti-simetria do carregamento. pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado). - Do ponto de vista de deformações da grelha. liberando as duas outras deformaç&s.Aplicação às grelhas Já vimos.2 bw da grelha. $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " . então. possível romper a seção S. romper a grelha na q ã o de simetria. colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria. e. comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção. então. entáo. como se fossem uma vez hiperestiticas).154). 173 2. o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor. para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11. estes sistemas principais podem ser justificados. então. as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig. as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são.a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar. 11. para estes dois tipos de deslocamentos. então.2 a 11-151. mas. 11-152.2. explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs. (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria.5.n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria. que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs. s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados. so S i . 11-152.) Sendo assim. permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais. o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o . são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura). a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas.1. de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs. colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira . para as greihas das Figs. 11-153 e 11-155 se comportam. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs. 0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar. .eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu. como se fossem duas vezes hiperestáticas).2 possuem hipostaticidade numa direção.149.1. Para o caso de anti-simetria (Figs. 6 possível.

156. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática).2 to. pode ser rompido em S. portam 10 rücadas n d Figs.2 e 11-160. pode ser rompido em S. E r 11-23 . e o esforço wrtante (X3). 11-156. na direção perpendicular â do eixo de .1). 11. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S.2 (notar que. aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE. Com isto.1 e 11-160. 11-157. obtemos o sistema principal isostático da Fig.o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156. sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção. um quadro hiperestático ADSEC que. O s exemplos seguintes esclarecerão.Aiprest6tica . devido g anti-simetria do carregamento atuante. a barra SB terá wmo único esforço. 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig. devido A anti-simetria. 11-156 2 2 11. devido â simetria. ainda. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática). a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx. a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx. a barra SB não terá esforço de torção.1 Fip. aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra.1). F i g a 11-152 e 11-154.simetria. sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de. atuante em S. devido à sua simetria. . a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig. 11. nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria.158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica. indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal. 11-159.2 (notar que. em S'O. por conseguinte. U-156. ainda. bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u. PJ< /+) em 11-159. No caso de anti-simetria (Fig. Sobra. Fia. utilizando o artifício do arranjo de cargas. nas mesmas barras".157. um quadro hiperestático A D S E C que. obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante. com isto.Decompor.1.2.

Ex.Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b . 11-162. 11-162. ~ i p .todas elas.2) Temos: 1. 11-24. temos a resolver os casos das Figs.2 e 11-162. =2 2 Diagramas no sistema principal G7.Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161.ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig.3.Conforme se vê. . Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3. lmt Utilizando o artifício do arranjo de c a r g a s . a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica. cujar barras tEm. a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom iwm (wmbinação de T obtemos: q).

1. II-1623) Temos: 1. 11.57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores. 2. Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0. 11. Fip.32 E1 .172 v iirn. Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores.168. 11-169 4. 11-171 . Fip. Sistema principal e hipenstfiticos Fip. 11-173 3.1 4. obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip.43 E2 t 0. t 0.44 E3. . 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig.19 E.0. representados na - - &. Diagramas da parte simétrica A partir de E = E. Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip. representados na P i & U-174.37 E2 0.

.= lmt Fie.23 E1 + 9. GJt - ! X.I' I 0 s diagramas finais serao os indicados na Fig. obtemos .o método dm f o l p 2. 11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos. .174 @arte anti-simbtnca). + 0. Diagramas solicitantes Fig.Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F i .59 E2. + t a i . Cálculo dos hiperestiticos T m i o s : 4. resultantes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig. Sistema principal e hipcresthticos 3. Diagmma no sistema principal 181 I Fig. 11. nijas b m têm 2. temos: 1.11-176. 11-17s E r 11-23. 11-177 A pMir da express8o E = E . 11-175.

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

t i a

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea - o método das forças
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t ê m a vantagem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig.5E2 temos o diagrama f d da Fig. 11-196. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados. indrcia constante. + O. Ex.5mt & - bXJd Fio.1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas. temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&.SE1 + 0.4E3. cujas banas tem. 11-192. X3= l m t lmt tml lmt Fio.o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E . 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 . . temos: Fia.194 - x3. todas. + 5. ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas.Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig. 4.v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício. ii-195. Ii-26 . 11. 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 .

104 x 2 ( . = . a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = . 11-200 temos: 10. de raio R. b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 . 11-198 Fip.6 E3. temos F i g 11-199. C X. = l m t Fim.6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = .HipaestB<ics . 11-200.1 x3x 3 12 Explorando a dupla simetria. submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig. então. como se fosse uma s ó vez hiperestática.O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo.202 .16. 11.~) = El 63.2 e a estrutura se comportará.16. da estrutura e do carregamento.Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular. 1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio. s 6 aparecerão os hipereststicos da Fig 11-197.

Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F í & 11-204. IL203.207.192 Cum. d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E . vem: X1 - - ln 0. de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~~miátiea o metodo das fo- - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento. . 11. b) Diagramas no sistema principal Fie 11.208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: . ~-~ Er 11-29 . tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai.137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig. obtmios diagrama final da Fig. t E1 t 4 E 2 .

2 tm210c .25 E1 + 1.17 E2.x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 . - fW da Fi 11-212. ~ ~ 6 ~ ~= = .2 m de altura.1 2 . r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos .Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208.194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática . A partir da express8o E = 1. temos: /t X2 P l2 Como tg= 0. E J S Z 2 = 18 Vem.o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 . cuja * o reta é um retângulo de 0. obtemos os . São dados: EJ = 2 E/ a = 10. bras siiperiores forem aquecidas de 10 O C e as inferiores resfriadas de 10 OC.2 '. GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0. se suasfi.

ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal. atuando nestes pontos de con. 11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura. pois basta conhecer o esforço normal atuante . vergência Dentro desta ordem de ideias. que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga. e s t a indicados nas Figs. Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão. estando as estruturas das Figs. 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas. pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente. nas barras inclinadas externas do reticulado. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs.1 = 104 m4 . do mesmo. Fia. 1 I . que 6 o de carregamento de cima para baixo. 11. A resolução deste tipo de estruturas será.I 3 Fig. a estrutura funcionará como isostática. I E r 11-31 . é fácil verificar que. então. A Para o caso usual. as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante. mntais que nela despertarão somente esforços normais.uma das barras do reticulado para. São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical.Resolver a viga langer da Fig. 11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical.aprrststica . feita usando as ideias já conhecidas do método das forças. - I para a viga AR: S = 80 cm2. Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB. por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar. indiferentemente.o método das foqar I 197 1.Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical. sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se.215. uma das barras do reticulado. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes. devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes. pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori. estudar: a) Tipo I .

.219 Observação: s nioNote o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 mentos fletores que a t u m na vip. mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais. S. Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal. 11-219.3Xl = O . etc). 11-220. obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer. 11-216. pontes. por isto. Sistema principal e hiperestático Rompendese. principal. tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 . No b) M1 ...(2x-x2x4x2+2x4x4) = .83 Temos: 1. Hiperestático: 6. 11-218 3. As vigas Langer sáo. do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO.198 Curso de an%iae estnihird ffipe.42. representados na Fig.67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N.o método das f o w X1 = 1.67 + 23. 11. Equação de compatibilidade: .a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada. tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal.. Efeitos finais A partir da expressão E = E. Diagramas no sistema principal a) Mo .104 reticulado .&6tiea .83El . um sistema estrutural muito empregado. obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = .T(Y Fip. 2. a barra CD do reticulado.v1 I Fip.obtemos o sistema principal indicado na Fig.. Para a estrutura & Fig. + 1. por exemplo.42.~/''~ Pedem-se: C A B --.I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4.

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

. - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. + 100) + 546 x', = O

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 ~ ~ = = 104x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ +7 2 ,x 5z x 4 + 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~pe~tAtic -aO metodo das forças

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp= ' n A
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E . + 2E1, pela Fig. 11.225.

F i g . 11-225

Para obtenção de uma ordenada generica de SI0. as l nheeidas.apenas E0 s X1 X2. função apenas do sistema principal adotado. por exemplo. . dentemente. devido à aplicação de uma carga X1 = I . linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L.204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki . I. - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos. no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada. segundo suas l i a s de influência. generalizando. concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . Em se tratando do estudo de linhas de innuên. independem do carregamento. I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O U . . em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. 11-228: Com isto. X2 e. naquela seção genérica. que: 20s Nestas expressBes. conhecer as linhas de influência dos Seja. agora. aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig. então. o pmblema está resolvido e. no sistema principal.( P1 1 L. pois. 11.228 Nesta expressão. I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia. entáo. devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura). como os diagramas a combinar seriam os mesmos. Com a variação da posição de P = 1 variaráo. pois representam os valores do efeito estudado. generalizando. teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação. respectivamente. no sistema principal. no sistema principal. ao passo que os são. Lembrando. provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 . senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = . E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária. Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará. Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s . função dele. De forma inteiramente análoga. podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o]. a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I. teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. - x2 = - a 12. os 0 ij. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S. temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação.evi.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir. obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . cia. o teorema de Maxwell sabemos que. L filo + 0 12 L I.

ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos.o metodo das forças 207 . a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por . pois. [o 7i I * - k h Fip. (Podemos.!Vc e. recairmos nas expressões que deduziremos no item 59. 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso. como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo). temos: Fig.biapoiadas para carreeamentos da forma da Fig. Supondo que. WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- . Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para. Nras hiperestáticas. 11-229. Não podemos. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~as . L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-. 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários. ou seja.M 8 .ou seja.2 .P ) corretos Ora. (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto. temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc. pois. para a carga P = 1 . pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. devemos multiplicar os nossos (. até aqui. em I ) Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (. também. conseqüentemente. A partir das conclusões do item anterior.Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele. usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax. nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc. a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados.0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas.) Recomendamos. em nosso sistema principal adotado. 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada. quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos. que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado.Hipaestdtica 4. cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem.

traçar as linhas de influência seguintes. Matriz 1 61 Fip. 11-232.3 1 I I . de inércia constante. I. Diagramas no sistema principal X. conforme a tabela 111 do cap. HB. são obtidos das tabelas XII a XV do cap.Uma ordenada gengrica R Xi da elástica.10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3. 11-235. M~ VF. entao: a) Trecho BC Xi Fie.234 Os coeficientes q 1 e V 2 . Fig.Para o quadro da Fig. 11-236 . lrn. M ? ~ . pela expressão: 2.1 . 11.233 rhh I 7/90 Fig.11) 4. çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada. I. 11-232 barra CF L I . . Linhas de influência dos hiperestáticos 5. dependendo do tipo de mísula. 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1.ApIicações E r 11-33 .1% h h a ) da matriz Fig. = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11.m. Fip. com o carregamento indicado na (. obtida pela combina.EO + ZEiL. ou seja: qx. 11-235 Qv Temos.E = LI. h(?. 11. X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I . cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S. M I I .LXi (11. Sistema principal e hiperestitieo~ X1 . X.L I. Temos: 1. ou seja. . .

A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 .55 . Fg. em cujo conhe cimento não estamos interessados. se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°. c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços. 11-241. Temos a combinar os diagramas da Fig. X2. vemos que. Com isto. Fip. 11-238. . Sendo assim. 11-238 E Y c t . para obter a L I. temos a linha de infiuência representada na Fig. então. o que faremos a partir da defullçáo. ou seja. com o carregamento indicado na Fig. X1.obtendo: Fip. pois vemos que o trecho BC se transforma em CD. o que Podemos.210 Corso de m s l i s e nitnihiral 1 Hipmtática . temos: 7 Obser~nção: Haverá. 11. Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a.232. multiplicando seus valores por 2 . 11-240. bastando. pois a carga P=l nso percorre esta barra. TIA= 1.O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig. 11-240 Comparando com 5. calcular sua ordenada extrema. obtemos: Teremos: %= 2 124 7 = 0. traçar a linha de influência de X1 feito na Fig.1. 11. uma elástica para a barra vertical CF. 11-239.laia) da matriz [ p ] . bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I. também. portanto.94 . n2o precisam refazer os cflculos.237 b) Trecho CD Para este trecho.

1 xL. LX1 I -( LI.Mc -1.1X2 ).39 %E0 .X2= LI. Outras linhas de influência barra C F 6.242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda.X2- LLMc barra C F - . na Fig. (Mole barraCF -L.1 L I.I.64 -3.í. barra C F =L.L 1. 11-243. 11. entáo: a partir do quadro de valores seguinte.96 t3. I.39 VI E 6. Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6.I.l.X1 + 1 L. a partir do quadro de valores seguinte. Vem. VF = L.LINB Fip.2 - - L.y x2 1 A I I1 111 IV V +1.13 +2.3 .212 6.1.96 +1.(Vo)F . estando representada. X1 30 + L. 11-242. temos: .64 . a linha de influência representada na Fig.13 -1.V F Temos: Temos: L I.2.

30 L 1.o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI.1.L.L. I .12 1 L..0 que é aiiás.5 L. I.4 . MI1 = L 1. Q v .L 1. X 2 = I2 1 1 -(L. L L Q V E LI.L.I. XI ) = 12 L I. I. Fip 11.I.L . estando traçada na Fig.L 12 1 6.X1 + . . 11-244. 2 6.245 . 1 .5 . ( M o ) II + 0.214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica . lemos: I L I.O v . M ? CF.(Ho)i( . X . X.(Qo)v Podemos dispensar seu traçado.estando traçada na Fig. evidente. 11-245. .

48 0. '71 0.I. 11-246.217 I E*.1 ) no lugar 116 de X1 . 11-248.245 1. X1 . plo e que esta transcrito a seguir. .q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11.indicada na Fig.38 0. ( Qo ). Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-.0349 0.38 I I1 111 . Adotando o sistema principal da Fig. 11-34. contada do apoio esquerdo. obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV.0349 '12 0.10).L. (MO)I .-L.2 .0560 0.Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ . Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2. 11. traçada na Fig. com o carregamento dado na Fig. MI = L I.0459 "x1 0. traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo. 11-70 do referidoexem.0459 0. obtenios. indicada na Fig. ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2. cho horizontal em que se desloca a carga unitária. OU seja.1.Para a estrutura d o exemplo 11-1 I. com o auxílio quadro de valores a seguir. 11-249. Fig.5 L I. a L 1. obtivemos [ SI= [I 161.1.0560 0. Seção do 2. Q1= L I. 11-247. para o tre. 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3. Xl .

sendo a elástica desta estrutura. ordenada nula na seção A).3). -VA x l + l x q = F x O .2 e 11-251. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig. Considerando. 11-252. 1 deste volume. a linha de influência da reação vertical em A. demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig. para a mesma estrutura que a da F@. 11-251. 11-251. q = VA. idêntico ao da Fig. as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que. oquedemonsiraque. no entanto. obrrviflo do item 1. Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal. atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo. rompemos o vinculo capaz de transmitf-la. 11-251. aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251. no sentido oposto ao de vA positivo.1.~ r e d a u 'd ~ também aplicável para a obtenção de linhas de influência em estruturas hiperestáticas. para a qual desejamos obter. I. . lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v. b) A regra de ~ ü l l e r .. temos o esquema estático da Fig. I.ipJ). agora. o p r b ri. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap. decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o . seu conhe cimento é. em se tratando de elásticas do sistema principal. N.3: Fio 11-250 . Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA.2 a aplicação. 11-251. 11-251.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica. que se comporte à flexão como viga biapoiada. De maneira inteiramente anáIoga. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig. Assim. 1.L. 11-251 14 Ver enunciado no item 4. para a viga mntinua da Fig.2 do ap.para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática. em A. teremos. em A. uma força V A igual à que existiria se O vincblo existisse.4 do rnp. empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap. pois nos permite conhecer. bastante útil. pois.2. serão obtidas por pontos. . a linha de influência desejada. que aspecto terão estas linhas de influência. por exemplo. Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas.~iprr~tllüc a o método das f o w ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando.

submetida ao mesmo carregamento Pi . que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie.~t i a . que representa o aumento da deformação a 2 . agora. uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja. na direção do hiperestfitico X3 (no caso. Sendo assim. Temos. encará-la mmo sendo a estni11. a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 . aumento este essencialmente positivo. 263 a energia real de deformação da estrutura. obtemos .2. podemos dizer. podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig.O teozema de Mennbrea Apresentaremos. 11-254. -q . Ex 11-35 . 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 . Xg . 221 Podemos. 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 . cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas.Empregando o teorema de Menabrea..220 Curso de anáiise estrutural I I I w . submetida ao carregamento P i indicado. submetida ao carregamento indicado. por exemplo. Por força ar = 0. devida ao carregamento atuante. conforme já sabemos. Devido à simetria existente. por exemplo. então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h 2 > 0 .o método das fowra isostatica da Fig.' . que 6 3 = 0. . 0 que indica que X3 toma um mi- 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea. pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura. obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig. 11-255. acrescido dos hiperestáticos X1 . 6 o deslocamento horizontal de E).253. sendo o valor de M a determinar. Derivando esta última expressão em relacão a XI< . sendo r dos teoremas de Castigliano. que possui inkrcia constante. J x. podemos escrever que 6 3 = - .a2 T ax3 . .

2. 11. M = N=Zo + N I X I + N2X2.256. temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido.. "C:"'] + + +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: e de x 2 . 12 Impondo o teorema de Menabrea.o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 ar = aM 2EJ - 3 I --0:.C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas de diagramas 6. a partir de um sistema principal qualquer.+&L 2 qx 2 Levando em conta que. a partir do estado de carre gamento da Fig.o indicado na Fig. 11-257.Como: M(x)= -'. submetida ao carregamento indicado. m=Mo + M ~ + XM2x2.+ Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig.Verifiraçk I I CS + x2 - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig. Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática . podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2. I deste volume. 11-257. por exemplo. p i s . a igualdade pode . nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI . vem: I + 1 xQ (Q9 . 11-256 6 . para a qual desejamos.1. a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. calcular o deslocamento da seção m na direção A.1 . ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 . N = N O + N I X l +N2X2. Conforme vimos no cap.

da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn. ) .224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka .C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig. valores estes que sabemos serem nulos).. empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais.o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero. por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação. O gênero. então.temos. l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V. No . Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio. a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento. o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica. K x E são os esforços atuantes na estrutura hiperestática no ~~. b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica. ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer. m u e. que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35). seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal. 17 N O casa de emutura no erpaco. calculamos. estado-de . near de um apoio do 2 . 6. Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e . e Mo. deslocamento li. substituir por (11-20). no caso de carregamento externo. empregando a tabela 11: Fia.canegarneE. qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. etc. Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução. um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática. U-259. necessário ? obtenção i de um deslocamento cujo valor nhecemos a priori @r exemplo. 2 6 0 (sendo. Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. anterior. 16 No casa de estnitura no espaço. pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos. N. pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia. 11-258 Fia.280 que queremos cplcular. por exemplo. substituir por (11-21). num sistema principal isost6ticO 18. rotaçao num engaste. este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri. o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M. 11. portanto. E r 11-36 . A partir das duas Últimas expressões. da Fig. a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 1 . DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t. 11-258. -. obtido a partir da estrutura hiperestitica.

obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo. cujo valor. cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. a priori. chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado. por exemplo.$egamento poderíamos ter. desejamos verificar. Fio.Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig.6 = I = 0. senão vejamos.x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M . verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X. A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig. Assim. 11-265. a rotação da tangente à elastica num dos engastes.45. nos fornece: Temos. Ex 11-37.45. ~ 1 = O. submetida ao carregamento indicado nesta figura. Ib19. Ex 11-39 . para a estrutura da Fig. Ihado com um dos sistemas principais da Fig.11-263 e . temos: I I r%.. I Cslculemos.09 = + 2. escolhendo o engaste A . . que impediria a rotacão da tangente à elástica em A.245 mm. indiferentemente. 11-21. adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig. U-261. 11-258. o sistema principal da Fig. 11-265 não poderia ter o engaste em A . os diagramas Mo e M das Figs. que reproduz o resultado anterior. caso contrário. o diagrama indicado nesta figura que.Obsewuçüo: Para o estado de. a partir do si* tema principal isostático da Fig.82 + =)= 2 +2. da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal. x 4. que conhecemos a priori. que sabemos a priori ser nulo. por exemplo. 11-262 e 11-263.263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0. que sabemos. 11-262 Fig. tmba. 11. Temos. 11-260. o que lmt Imt M EJc6= I Fio.Empregando o teorema de Pasternak. a Calculemos. 11-264. 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá. 11-261 Ex 11-38 . por exempjo. no caso deste exemplo. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática. combinado com o diagrama M da Fig. .Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores. ser nula. Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig. representado na Fig. 11-266. o deslocamento horizontal doengm te A. náo será possível esta verificaçáo.

finalmente.Caso de varia* + M2X2 .2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie.1 deste item. a partir do estado de carregamento da Fip. senão vejamos Partindo da expressáo (U.1.y c] Fie. para a obtenção de M.14) e levando em conta que: M = MIXl . (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve. o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura. N . . I deste volume. o deslocamento da se$%om. para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura. 11-266 Como.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz. 11-257. estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig.) de temperatura Se a estrutura da Fig. sabemos que I I l9 A notafio e a s mnwnções de sinais a 3 0 a1 mesmas apresentadas no tópim cone* Pondmte no mp. 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B& d$ s !+ !A/ - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6. valerá.0 1 . 11-267. por ela provocado. 11-267. sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama.1.2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada. evidentemente. Q = QIXI + Q2X2 . 11-267. Podemos.1 . trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática. para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O. i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie.expresso Fie. ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos.2: 6. também. na direção A. 11-287. N = NIXl + N A .Estado de ddomirSo IEnorqm: M.

11-270.Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior. 11-19).o método dss fo/ 231 No caso.Le do cap I. substituir por (11-22).M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem.1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. No.gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) . temos.Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig. em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + 1 ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura. então.N. 268. finalmente. seus valores serão nulos e ficamos.yáo dástiEP da csflunira). por exemplo. calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1. empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos.2 e 11. (esforços M. hecido. Q Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente. 11-24): A expressão (11-16) nos permite. A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura. para o sistema principal da Fig. ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura. como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>. a partir da expressão (11. toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim.3. I em A. trabalhando com o de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços estado Mo. Escolhendo o sistema principal da Fig.268. os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura.Hipmiática . *' I F i i 11-269 . Ex. Ex. levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig. 11-40 . sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo. calcular defomações em estrutu. a rotação da tangente à elastica mo e No.16). Calculemos. os diagramas . podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform. 11-41 .a partk dos quais temos. 11-268. com 6ltimos termos por se tratar de um quadro. que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e. 20 No caso de estnitura no espaço.

indicados em 11-272.2 e 11-272. 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11. podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos. temos.A - Fig. empregando o teorema dos trabalhos virtuais: . no item 6. então. 11-271.. já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie...1.1 . ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática. obtemos. então. submetida aos recalques de apoio indicados.000002 rad O .1. para a q u d queremos calcular. 11-273.4 m de altura. de 0 9 8 m . O ) Fip. que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal. Ex...2 Eado deurrasmmm I E n o m : M. C . por exem$10.2 deste t6.Ciso de reealqws & apoio 6= 0.E n d o da d&rmuj& (Worsa: M. pico. N . para a obtençáo de M).3 A scção central sobe.3. constante..@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo.o e 6 1 6. 11-2732. com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) . o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos. provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig.O .14) para a expressiio (11-15). 11-272. pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento.113 execução. o deslocamento da seção m na direçzo A . 11-273. 11-42 . então. N.Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig. - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273.lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig. se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de . 6 um retângulo de O.

Caso tenhamos uma estmtura nb espaço. que . L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas. em: Fip. as simplificações mencionadas no item 1. Ex 11-43. a partir de (11-18). para o caso de estruturas espaciais. calcular deformações em estruturas hiperestáticas. Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p. 6 = 0. Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. então.271. . Podemos. indicados na Fig. provocado pelos recalques. 11-44 .o método das f o p 235 Esta Última expressão permite.' . respectivamente. Ex. tomad o na estrutura hiperestática. Mo. devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação.75 cm (para baixo). imediatamente. também. as expressões (11-12).1) podemos escrever. substituir por 01-23). já são conhecidas (V.2. 11-274. dos apoios A e B. obtendo.Calcular.0175 m = 1. sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento. . 11-275 No caso de ertmhira no espaço. devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. se referem a um sistema principal isost6tico e M. 11. Fig. por exemplo. (11-16) e (IE19) se transformarão. N.Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento. podem -ser feitas. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio. 11-272. aquele devido ao momento torçor. 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo.W Cuiso de anáiii estrutural -Oca . trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica). sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura. a partir da expressão (11-19). 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig. o deslocaNa expressa0 (11-19). em seu cálculo. Assi. de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: . ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs. Ro. a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos. a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura.e do cap. (11-13). para o quadro da Fig. trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica. No. Calculando.

11-279.001 rad.279 .a m + d m . qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t . aplicada emM. 6 = 0.1 . w I Fig. Fig.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática.Para-a estrutura da Fig. da Fig.do&&foimi*k. que possui inkrcia constante.Pmbiemas pmpoatos 7. Todas as barras têm mesma indrcia.En. 11.C Fig. dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado.4 c*- d C b ---C t L+ Fig.s = 9. 11-277. 11. 11. 11-275 . + 11. 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque).236 CII~SO de inPg «rhritiua~ e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7.7 - 18.00099 ' - 0. de inércia constante.Para o quadro.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. 7 . 6 7. .3 .Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.2 . 11. 11-280.280 + de 7. b) calcular o valor da carga concentrada que. 11-278 H.9 .Enido & sri.276 . 7.5 . E E n i -inFig. + .pmmto.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig.278. 11-281.

rotulada em A e engastada em E. 11-282. peGJt dem-se seus diagramas solicitantes.As fibras superiores da grelha da Fig. b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7. A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior. 1 1 1 &2t .W = 104 tm2.Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig. respectivamente. A .284 provocado por: a) carregamento indicado.Uma viga de seção constante. h = 0. Fip. AB=BC=6m Fip.9 . Fip 11-282 7.o método da9 fo- 239 7. 11-283 Fig.284 . 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC.283. 7. 11. nos bordos superior e inferior. = 2 . 11. a. J.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig.7 .10'. 11.8 . definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC. segundo a altura h. h. é submetida a uma variação térmica linear. r.Hiped6tics . S. Sendo dados = 10-5/oC.s m (altura da seção reta).6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia. 11-282 7. Dados: E. Determinar as rea' @s de apoio.

11. São dados: Jm Barra curva: -. Ucomp. J~ J 4 para a bana curva: a= 1.1. o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt. 11-289 J = J mmp. 11-287 sofre um recalque de 1 cm.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig. J cos P 3 = 5 Jcomp. quando atuar o carregamento indicado. I r ~ 911-290 .J. Jc = Barra +h & h + I0Jcomp. sendo Jm= .16 7.15 Fig. Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig. tracionando as fibras externas ? . 7.240 Cuno de wáiisc estrutural 7. 11-286. 7. - . JCOSP Fig. 11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto. 11-291 durante a montagem para que. sendo Jm = J. sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7. 11-286 7.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig.14 . para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1.13 ..Idem.Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. Dados: Barra ( i J : JA = 2Jcomp. 11. para o quadro da Fig.289.11 . Admitir que a barra @ tenha inércia constante.O apoio B da estrutura da Fig. de cima para baixo.288. Pede-se o DMF e as reaçties de apoio. = 104 tm2 @ : .12 . Dados: JA = JD = Jcomp.

1 1 . para a grelha da Fig. obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig. Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef.m+- 7. --f-'"-f- 7. submetida a um cai.Idem. 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores. l - rn ]+6fiLJ 7. 7. 11-291 .22 . = 104 tm 2 7. de dilataçxo: a / ~ i b +.Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi. que tem F J I GJt 723 . 11. 11-295.24 Fig. 11-292 +. regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i .295 7. 11-296. 11-299. . cujas barras têm E =2.'i .19 . 11.21 Fia. Fia. CJ. * - ' - L .17 .*% Fip 11-296 0 Fio.242 São dados: CUROde análise estrutural EJ. 11-294.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig.Empregando o artifício do arranjo de cargas.Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig.Resolver a grelha da Fig. n-293.Idem.18 . cujas barras têm inkrcia constante.204 720 .2 q . ga balczo semicircular da Fig. 11-298 . para o quadro da Fig. 11-298.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig.

São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 . 11-300. iI-303.~ m4 UIEa- F ~ 11-306 .302. s = to-> m2 .Obter para a viga da Fig. para o quadro da Fig.a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra i AB.25 .Idem. Fip.28 . 11-300' + 7.Idem.27 - Idem. 7.26 JLm 4 em$ +Im 729 -P . para o quadro duplamente simémw da Fig. iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído. para o quadro da Fig. 11-303 Fip. 11-301 7 . 3 0 . que tem rigidez EJ = 10 tm2.I ! 7. 11. 11-299 7. 11-301 . Y= Fig.Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig.Calcular a compressão atuante na barra EF. Q I Fip.

indicados esquematicamente.Idem. de inércia c o n i \i tante.1 x lo4 tm2. da F ~ R1 . para as estruturas (grelhas) da Fig.32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig. Ir-308. Os carregamentos. F i g . ü-309. devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E. . são simétricos o u anti-simétricos: 733 .1 . 7. 3 0 6 .yCUROde anáiip estrutud ~~rrststica o metodo das f o r p - i 7. de cima para baixo.Empregando o artifício do grupo de incógnitas. 11-308 7.que tem W = 2.31 . 11-307.34 .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro. obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig.

4 1 . que tem inércia mnstante. 11-309 3m ? I L 7.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem. 11-311.38 . Fig. 11-310. para o quadro da Fig.As fibras superiores da greba da Fig. 11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C.313.35 -+ Fip. 11. 11-315. $tlm Dados: Barra horizontal: - . São dados: EJ = 2 x 104tmZ . Sendo a seção transversal um retângulo de 0.36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig. obter o valor do momento torçor atuante na bana AB. 11313 +. G J I = 104tmZ . 11-312.7. cujas barras t h inércia constante. 3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio. a = IO-~/OC ttttttt* 7. Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7. que tem EJ = 2CJt +3m 7. I Fip.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig.5 m de altura.37 .40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig. 11-311 .39 .ri 4 7.

Dado: a = 10-5/uC. A F aII Fim.f..46 . . . L i 7.-.43 .Resolver a viga armada isostática da Fig.o método das forfs9 251 Fig. 11-321 4 +s.42 . 11-317. 11323 - Para a estrutura da Fig.4 Fie. 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante.e as barras do reticulado tém /:S = . 4m t 3 m * 3 m + 7. de cinia para baixo. para que. cotando-as nas seções indicadas.ticulado = 103 i. as linhas de influência de esforço normal na barra U:. para o quadro de inércia constante da Fig.. 11-316 W = lo4 tni. b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC. São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES)..Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig.3 19 e 11-320 que têm inercia constante.250 7. que variação de durante a montagem. 11-319 Fig. foram tabeladas par Georg Anger. e de momento fletor na seção 1. pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores. ambos. 3 cm. 11-323. (S )viga = muito pequeno. sejam nulos os momentos fletores em B e C. sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural. I II B ----.47 .44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A . 6m-i(L6m Fip. ~ o m até 4 vãos. para a viga armada da Fig. 11-322. traçar o DMF Fig. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11. 11-321. para as vigas das Figs. 11-324.Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A.318 7.41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7.48 Fig. i . 11-318. . valendo.322 -+h-+ 7. Traçar.*.45 . comprimento deve ser dada A barra O?. cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7. .l i i +. São d a d o ~ : ( E J ) * = ~~ 104tm2 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7. . 4 . 11. para o sistema pênsil da Fig.i - L I u . 11. tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B.Calcular. com a atuação do carregamento indicado.

1 1 .52 . atuando em A. 4 1 112 11-326 . para as vigas das Figs. 7.293.313. sob a carga P .283. obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de.Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7.Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig. que têm rigidez E% .54 . de cima para baixo.53 . 253 da es- . inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig. 7.51 . 11. 3 2 7 .55 .49 o quadro da Fig.2Jc 7.Calcular o deslocamento vertid. 3 2 4 7.50 .Empregando o teorema de Menabrea. 7.Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig.Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t.Ic 10 Jc Jmax 7.Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 . para .o método das fotrutura da Fig. 11. . 11.Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig.Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste. 11-288.327. 1 1 . que teni EJ = 104 trn2. 1 I 8 Fip. E + A + * + 112 2 Fie. 11-326e 11. 11-325.

Barra BC:-8.6 2 ql -- 3 - Tração de 3.5 7.5t.o método h i o q 7.7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 EJat (traciona fibras superiores) M= - h .86t.38t Esforços normais: Barra AB: -4.ESt. Barra BD: +6.4 7.75t.T Hipaesiítiea . ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7. Barra AD: +6.

151 . r-o .Momento fletor: qRZ.73mm Reações nulas .298 qR1 715 7.Tração de 4.Encurtamento de 4.19 .I I I 7.Momento torçor: 0.16 7.17 .

Curso de anáíise estrutural mprrststia .29 - Diagrama nulo 7 .o &todo das forças 7. 3 0 . 3 2 .Indicaremos. apenas. o número mínimo de hiperestfiticos distintos: .2.63t 7 .

4 em .260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática . 7.43 - Encurtamento de 6.o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos.

o metodo das fo- .' Curso de anais estrutural f6prestádca .v.

este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores.1 . Temos. 111-4. 111-5. finalmente. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. então. numericamente.-M (111. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig. sob a ação da carga recebi. 111-2 A móla fica defmida. ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. a viga AB da Fig. Estamos. um apoio elástico. sob a ação de F. em B. pois. pois estamos no regime elástico). como apoiada em A e engastada em B. pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida. dita constarite de mola. então. então. A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será. a O esquema estrutural da viga AB é. agora. para a viga AB. associada a uma rotação 8. se deformará. Se tivermos. A seção B da viga náo poderá @ar.2) Fip. basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso. ~7 Fip. 111-3. aparecendo nele. Chamaremos a tal vínculo engaste ekSe ele será definido pela constante K de engastamento elástico. diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 . Podemos. o da Fig. esta viga funcionará como biapoiada. Para conhecermos esta constante de mola. razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 . uma reação-momento M. pois K = .ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante.Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig. neste ponto. Agindo uma carga P sobre AB. a viga funcionará. 111-4 1 portanto. da. devido à rigidez infinita da parede @ . dizer que o ponto B da viga CD é. sobre a viga CD. portanto. visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6.1 Seja.Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 . 111-2. I Fip. o da Fig. pela constante k. . 111-1. 111.

Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I . temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento.k . 111-6. Por exemplo. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas. no uma força F (ou seja. F Dandese h estrutura. resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1.3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente. estas molas terão. tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura. uma deformaça0 6 = -). pois. no estado de deformação.2. A aplicação seguinte esclarecerá. 1 1 1 8 qM 111. o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig. 111-7. por analogia com o caso anterior.1.3 . teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E. Ex 111-i. 111-6. K b) deslocamento vertical de C. ld tlm. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic. = 104 tm2 . deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação. no cálculo dos EJc 6 .6. uma força F e.6. nas aplicações usuais.Para a estrutura da Fig. para cálculo de deformações em estruturas. kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = . c) rotação da tangente A elástica em A.CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que. respectivamente.curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 . 111-6.3 (que fun- Como. no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos. que tem El 1. k a t a d o de carregamento. sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig. Basta. ou seja.2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig. acrescentar aos termos atd aqui considerados. no estado de carregamento.1 111-6. Fia.2 111.

imediatamente: BA = 3= K 104 = 2. temos: 2.26. 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da F i g 111-11. obtemos: F J = ~ J'MÜI~ ~ + 3 FF k + 3 K M M . K = 104mt/rad . Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig. temos: . também.83 X1 = O .33 + 12. A B n C A - Fig.8. E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J . imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos. 111-9.'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1.4 x 10-3 rad (sentido horário) 4. Equação de compatibilidade: . resolvido.9. ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '. São dados: 4 = lo5 tm2 . M = imt F = 1/47 Fia.5mt 111. 111. ~o ~ problema das estruturas hiperestiticas está. k = 10 tlm - - p@ 4 " '. 111-10.1 Fig.4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111.9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos. As aplicaçtks seguintes esclarecerão. 6 = - 18.9 1.

181-14 Observação: A partir das expresses (111.1 u = lo-S/oc . no caso.62 6.18 Fip.1) e (111.05 x 1 0 4 rad (sentido antihorario). Cglculo dos m c 6 1 Wc611= 2 x 3. Hiperestático: X1 = 2.19.x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 3 + x 1x 103 - " Fio. São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0. Ex. 111. cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0. da viga-balcHo da Fig. S%odados: 5.Resolver a grelha da Fig. Diagramas fmais Fio.Calcular o deslocamento vertical do ponto A A $ ) y B/txl Fio. Hiperestático X1 = 0. IU-3 .l rn 111. Sistema principal e hiperutático Ex.05 2 Diagramas no sistema principal 6. mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores. 1 1 1 4 . 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A. Diagrama final 3 .374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i ? : Bg = 2.270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5. 111-19-1. 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1.2) sabemos.

Deslocamento vertical de A: - .-- .~. ser considerados contínuos. "'Z I.20 3.935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2. com precisão satisfatória.. --. membro a membro.15 do cap.2 r o s O ) d o + . a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4.0.#. Temos. ção.I( . 111-20. . então.. num apoio elástico c o n t i n u o para elas)..=ontfnuo tenha inbrcia constante'. = . Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 .introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso. .. HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons.20 + 2.14 Xl 6 . q (xl 2.1 . rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M. de.-% .--Irt-- =z Fig. de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que. com rigidez H . 111-19.as cujos apoios elásti. para atuação de X1 = 1: . para o funcionamento da estrutura como grelha. Hiperestático X1 = 9. igual a ky.-I o4 x 104 I Seja o trecho Atl da viga.a do exemplo 11. em relação a x: 6.. podem ser considerados como um apoio elástico contínuo). sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio. Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2. v. temos: I. vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho. 11. Equação de compatibilidade 5. em cada se. possam.. a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de .. I Fig. cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig. 111. Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui. não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção.. exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02. carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que. de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec.X~ A = O 2 vezes derivada.2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico .Curso de anáiis estrutural Levando em conta que. temos.. Ann Arbor.35 .

cuja soiução 6: será. No caso de inércia & = . conforme veremos nos próximos itens deste tópico. levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado. temos. Levando em conta que y ( . 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10). a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica.~ e .C4 cos Xx) V* Levando agora e m conta que. obtemos.I _ dx2 1 Derivando.' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx - . a partir de cuja solução. devemos ter C1 = C2 = 0. devido 2 simetria existente. empregaremos o princípio da superposição de efeitos. devemos ter riável.1 . dados por: k -4EJ 4 Fip. 111. Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ e-h /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica. obtemos: ~ ( x= ) dr = . vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente.21. y(x). . com o que ficamos com: I I I .Vigas de mmpnmento infinito I 2. conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga.I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig. dada por 4y =o. 111. 22 i Passemos â determinação das constantes de integração. submetida h carga P aplicada em O.AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig. no caso: que 0. a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento. Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc. estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada. a partir de (111-5). obteríamos: 6 2 y r + 2& E + l d dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo. entzo.21. ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante. sendo assim.2.) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação).

12) a partir da qual. I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P .17) (111-18) . CfXx) e D(Xx). sabemos tambhm que: Q (O+) = .h x (cos xx + sen X X ) (111. 9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário).E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x).M(x) e Q(x) se encontram na Fig.13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24). da condição: ~ ( 0= ) 0. 111. calculando a e q u a f ã o válida para x positivo. com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos.. AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111. Permite a simplificação das equações (111. podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 = . 6 As expresròer (111. simplificando-se a igualdade (III11) para y(x) = c3 e . d e f ~ d a pelas (111-20) e tabeladas.2 EJ M ( x ) = -EJ 2 dx2 h2c3 e .sen X X ) I Q(x) = . finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X -Ix(COS Xx + se? Xx) y(x) = 2k e > 0: F i g . Isto prova a validadc do emprcgo do principio da ~uperposifão de efeitos. 111-22 (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 e-'X -k sen xx P M(x) = 4X e A x(cos xx . temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo. M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas. cotn o que obtemos. ~ ( x ) . vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió).P/2 5 . sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas. temos 5 Estamos. então. a introdução das s igualdades (111-17) a funções A(Xx).~ No ponto de aplicaçao . b) Para facilitar o t r a b numdriw ~ do engenheiro. válidas somente para x Po ritivo.22. a partir da? equaçõcs dcduzidas. para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII. B(Xx).' x - Devido à simetria existente.Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem. que C3 = C4 . obtemos.da carga P(x= O). de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc.13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) .

. Ex. m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos. C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio. então.q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx .sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri. mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) . repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-. Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0. imediato. para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2. as funçer' Afix). 111-23. la é k = 4 x l d tlm2. com o auxílio da tabela XVIII. B(Ax).Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig. 111-5 .

respectivamente. levando em wnta (II1-21).MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida.2 . o produto Pa tender para Mo.2xBfix) I = Mo x2 --BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo A3 = -k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita). queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso. obtemos para x M o A2 Y/X) = B ( w (111-25) [ . Podemos fazer o pr* blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24. A Fip. 111-26 .1. temos. que: = . Como 0 b S e ~ a ~ á interessante o a respeito deste exercício. .. temos. - 5 22. Assim. igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada. aplicada na origem 0.Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig.2 quando. submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M o . 111-24.Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + . (111-17) e (111-18). a partir do quadro de valores a seguir. empregando o principio da superposição de efeitos. os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'. d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 M A A /Axl Q(x)=-FJ---d3y dr3. . empregando o principio da superposiçZo de % . Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas. a ten8endo para zero.

Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C. as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas. então. para O cáiculo de Vc. levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y= C <Idrh e-Xx (cos ~ x sen + XX). obtemos: . eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo. obtidos levando em conta que.3 . temos: i (COS XX + sen h x ) & = 32k (e-'' cos xu . definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B.e-Ao COS h=) + (1 .27 Partindo do esquema da Fig. MC e QC . os gráficos indicados na Fi& 111-25. nI-27. respectivamente. Em particular. Empregando o principio da superposição de efeitos.e-Ab cos .e-Ab cos u) Podemos. que: V Fia.b) Podemos. teremos: 22. submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB.Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig. 111. temos. os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo. escrever que: +m h ) ] = $ [(i . devido à anti-simetria da solicitação. entzo. entHo.l 3 t m ~ ssob= r apoios elásticos 283 Temos. 111-26.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC.

a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos. Para o caso. Seja a viga semi-infbita da Fig.. -V 2.1 i semi-lúinitas - Vias s e m i . Iii-29. a partir das expressões (111-21) a (11124).1. o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será.um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. submetida ao carregamento indicado. 111-28. 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h.i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc. MC e QC. tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído. poderemos escrever que: . que desejamos resolver. da Fig. Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc.3. por exemplo.Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer.. . QC . evidentemente. Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga .

empregando-se o principio da superposição de efeitos.Resolver a viga semi-infinita da Fig. submetida ao carregamento indicado. IIM2 submetida ao carregamento indicado. no caso. atuantes em Aeq. 111-29.3. Caso tivéssemos MA = QA = O .MA e QA para a viga infinita da Fig. 111. em A.2.6 Para a viga semi-infinita da Fig.2 D 2f i a ) ] ME= 4A E& 111-7. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig. que não estaria.. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig.2 deste tópim).2. sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. Levando em conta as expressões deduzidas no item 2. sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig. levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P ~D(X~): obtendo. que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A. trabaihando.31.286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2. então. 111-30.2. a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29. Temos. 111-29. acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42). 111-29. Ex. em A. 111. uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento. OD . Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada. se conseguirmos fazer desaparecer . isti. em AW. a - ou *a: P [ I + C 2(Ao). obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A. o momento fletor atuante sob a carga dado. em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42). de um momento que tornem inativa a parfletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) te da viga infinita à esquerda de A. 111-29. então: I \ Po=4(XM~ + QA! A s s i m sendo.1 residiria na existência.1. de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA. assim. devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item. por: P ser8 Asim.

analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre.=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno. . sendo YA e M .1.hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m ) i. a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28). a partir de (11141) e (11142): Assim sendo. 2. de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A.35 submetida ao Carregamento indicado. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. . a solução do problema.\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re. 111. obtendo-se. Sendo assim. válida para x O. y =M = O . submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita. suporemos P aplicado em Adir. apenas. a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig.3. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig.//.2. ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita. aplicadas em Aesq. para o ponto A. acrescido das cargas Po e Mo. obtemos. submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada. o deslo-ento eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida. Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r . pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig.Resolver a viga semi-infinita da Fig.2.1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig. iII-8 . 111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi. d e fmidas em (IU-43) e (11141. na viga infinita. U1-34. ) .2 . 111-33. 111-34. Ex. 111-34. para a determinação de Po e Mo. 111-34. submetida ao carregamento indicado nesta figura. a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig. Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento. no caso. que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são.

I .. as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo ).a viga infuiita da Fig. obtemos.ciM A A . obtemos: Assim sendo.. para .35 I V Fio.1 e 2. obtendo-se: E% nI-9. submetida ao carregamento indicado. 3 . 111-37. a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai.~w1 .S.46): - . .. válida para x > O.3. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. levando em conta que.1 será a da viga infinita da Fig. -.3.%n/ 4 2 - OD ---r.Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso. aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando. obtendo-se. = 1P = O. os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y A e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga infinita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita./3& * Fig.2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada. em conta que.2. a soluç%o do problema. Por analogia com os c h s antdores. No caso. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl. I obtemos. 3 . Fig.=. então... 2 . 111. obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P.. 1II-36.38 Suporemos o momento Po e Mo. a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig. 111.>"m#s. - I U . .Para a viga semi-infinita da Fig. 111. 111-37.fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 . . para a viga infinita da. a partir de (11145) e (111.e..38. pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23. A !"t=*s. enião.

Daí. 1938. para esta ultima. ao carregamento atuante. Procedimento lançado por Hetenyi. O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser. por M. as cargas PoAr . os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada. submetida ao carregamento indicado. c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P.de cbmprimento i . o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA. 11140. por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 . IIMI. empregando o ptincípio da superposição de efeitos.~ . w m isto.A (Xa) CIAa) .4. nas seç&s A e B. lIU1 i" -7~ - . a parür do e i quema da Fig. que apresentaremos a seguir.1 .que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig.28 (Aa) D &a) ] 2. na viga infinita M = Q = O em A e 6): . QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes. t i i i m sobe apoios dásticoa 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia. as cargas P o e ~ mo^ (aplicadas em A"q ) e P . analogamente ao caso da viga semi-infinita. nas seções A e B da viga infinita. na viga infinita. B e mo^ (aplicadas em &ir) tais que façam com que apareçam. MoA. Este pmcerso foi apresentado. grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar. e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos. Sendo. Bulirn. no entanto. levando em wnta que devemos ter. p l s primeira vez. 111-39. da Fig. P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas. obteremos os valores de PoA. e MoB . desde que acrescentemos. as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s). Pog. devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita.CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair. "F . Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig. Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu. dado. IIM1. Fio llC40 Fk. Seja.uoA . então QA MA. na resolução de urna viga infinita. par exemplo. resolver a viga fuiita com bordos1ivres. Resolvido o sistema anterior.-! t _ - I *v P o ~?A .

M = Q = O em A e E. os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura.2 (carregamento anti-sim6trico).~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas. devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso. seus sentidos sertío os h .e e 4. lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo . temos.1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143. As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas. ao caso da F i i 11143.(M). a partir dafunçtío E. sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs. as duas cargas . 11143. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip. as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E. adotunor cvmo carregamento uma única . de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P : .nocm de valores negativas. 11143. chamando de eQ : o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso. sendo sim6tricas as cargas . agora.& . a) C ~ M mti-hetnèò Impondo.1 (carregamento sim&rico) e 11143. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig. 11143. por c o d i d a d e de ipresentaçüo. a partir da funçso E. .2 (carregamento anti-sim& trico).1. ~a i aplicar no caso da Fig. e . -dicados na Fig. chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A. as duas cargas concentradas. rmpeetivamente.S j a resolver a viga com bordos livres da Fig. temos. O I( r A soluçtío do sistema nos fornece. II143. concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece.2. defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P.subme& da ao carregamento indi~ado. as mdiçóes de contorno.l. III42. respectivamente.

carregamento. y = M =O. para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele .58) e tabeladas na tabela XVIII: 2. a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145. a primeira delas submetida a parcela simétrica do. respectivamente. submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso. F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo.cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o caso.3 . acrescida das cargas $ e M : aplicadas em Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento.4.M:. e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig.1. si30 dados por: 6 P" - regament~'~. 1114. eM : estão definidos nas express6es (11148).) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44.2 C a s o de bordos articulados A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são. e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno. acrescidas das cargas para o I? caso. e das e @ no segundo caco. (11149). y = M = 0. e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114. e das cargas % e @ no 2? m .Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores. submetidas. acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : . às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2. MA.3 submetidas respectivamente. acrescidas das cargas $ e M : para o primeiro caso. 1114. será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs. 11145. Assim.1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs.3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso. Concluindo. as duas cargas de mesmo sentido de P/2). pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica. (111-51) e (111. cargas Os valores de $.52). em A e B.2.4. agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2.(Valores positivos de P : 11143. as duas cargas de sentidos opostos de PD).2 e 1114. em A e b'.4.3.2. e que são y = V = O).1. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento.. defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111.2 e 11145. a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica. agora.

entretanto.Exemplo de aplicaçãa Ex. sua resoluç%o.1. obtemos: 2. a partir do que vimos no inicio do item 2. Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam. submetida. III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita. levando em conta que .4. que. o principio de superposiçáo de efeitos. dados por 2 1 Fig. respectivamente. como o carregamento atuante já C simétrico. entáo. será a da viga infinita A = P D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C / . bordos lines da Fig. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante. no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas.. y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A.47 submetida ao cmegamento indicado. s remos a parcela simétrica a estudar. I l ~ 6 te No casv. 111-48 . sidtricas. 4. de . 111.! NO . as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y. mmo X l = I.4 .1 deste t6piw. que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1. às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada.94P Nestas expressões. sendo os valores de M : ep : obtidos das expressões (111-48) e (111-49). v2 Empngsndo.4. a resoluçáo da viga i n f ~ t a da Fig. vêm: e = 0. e n m . temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= / n s ///S// Fio. QS a) V I . na viga infinita. 111-46. conforme 6 o caso da viga da Fig 11148.X 1 . A resolução da viga íinita dada será.

senZo vejamos: Seja. obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo. Hetinyi.1. que será determinado levando em conta que . c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. Por procedimento inteiramente anaogo. Determinado o valor de M. estudadas com todo o rigor. entZo. p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática. que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica.2. pode ser obtida a partir dos valores de c. pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. t + 3. tais como os casos de vigas de inércia variável. McGraw HiU 111. 11149. Posta e torção.60 e 5. .1 Fig. submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua.Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. ficar com os primeiros valo. b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. res (sugeridos por Hetényi). por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo. tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun. ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias. Pf e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo. que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga.2 '2 < > Para o primeiro grupo. que sua deformada é uma linha reta. para as vigas do terceiro grupo. recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " 0 livro de M . a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual. os valores 0. vigas deste grupo devem ser. viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX). para cada caso. D (AI). estudo de problemas mais wmplexos. então. já citado neste tópiw.2 i . em que b.4. de bases elásticas 'com constante de mola variável.': 11149.2. 11148. dada por k = c b. é o que está feito na tabela XIX. bem wmo das rotações das tangentes à elástica. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig." d) Em função do valor do produto ( A I). a viga como semi-infdta). sendo tamdation Analyrb and Durgn". o segundo grupo. 11149 Sabemos.. e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica. podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando. são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico. que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC.. entretanto. 11149. de ocorrência de flexão com. relativos a vigas sobre base elástica. a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C. preferimos. sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . a partir do esquema da Fig. . consideraremos. poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos. dentro da teoria apresentada neste item. acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC.49. considerandea como infinitamente rígida. . f . U t . Finahiente. pois. se. que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. a constante de mola k do meio elástico. C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo. podemos dizer que A ( A I / . deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga). tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que. que resolverá o problema. por exemplo. . podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga. MA = O i 1 I Ye = o vg =o.. \ . podemos desprezar por completoafle xáo danga. pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8). ao se estudar um de seus bordos. A A 1. podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere. onde fornecemos. o problema está resolvido. do ponto de visfa estático.

.

TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J , e cuja barra curva tem inércia variando segundo a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

i ) L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i c = 104 t/m

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . E 2 = 2;Hr 2 0 0 3 GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9 P . , 1op I 1 pe 1 63 P ,de baixo paracima 26 13 ' 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; - y=- k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

310 3.11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .- .

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful