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EmentasDisciplinas Ciencia Politica

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EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS – POR DEPARTAMENTO DE ORIGEM.

DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA
1. ANT 7101 – INTRODUÇÃO À ANTROPOLOGIA (108 horas/aulas) EMENTA: A constituição da Antropologia como disciplina e seu campo de estudo. A crítica ao etnocentrismo e o relativismo cultural. Os modelos dualistas: natureza e cultura; indivíduo e sociedade. Questões de método: trabalho de campo e observação participante. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. BAMBERGER, Joan. "O Mito do Matriarcado: Porque os Homens Dominam a Sociedade Primitiva?" in M. Rosaldo & L. Lamphere. Mulher, Cultura e Sociedade (orgs). Rio: Paz e Terra, 1979 . CLASTRES, Pierre. "O Arco e o Cesto" in A Sociedade Contra o Estado. Rio: Francisco Alves, 1982. DA MATTA, Roberto. 1983. "O Biológico e o Social" In Relativizando: Uma Introdução à Antropologia. Social. Petrópolis: Vozes.

2. 3. 4.

DA MATTA, Roberto. "Panema" in Ensaios de Antropologia Estrutural. Petrópolis: Vozes, 1977 . DA MATTA, Roberto.1983. “Trabalho de campo” In Relativizando: Uma Introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes. 5. DA MATTA, Roberto. 1986. "Você tem cultura?" In Explorações. Rio de Janeiro: Rocco. 6. EVANS-PRITCHARD, E.E. "A Noção de Bruxaria como Explicação dos Infortúnios" in Textos de Aula, n1 3, Ed. UnB. (também em Bruxaria, Oráculos e Magia. Rio: Zahar Editor) 7. EVANS-PRITCHARD, E. E. 1978. “Introdução” In Os Nuer. São Paulo: Perspectiva. 8. GEERTZ, Clifford. "Um Jogo Absorvente: Notas sobre a Briga de Galos Balinesa" in A Interpretação das Culturas. Rio: Zahar, 1978. 9. GEERTZ, Clifford. 1966. A transição para a humanidade” In Tax, S. et alli. Panorama da Antropologia. Rio de Janeiro, Lisboa: Fundo de Cultura. (pg. 31-43) 10. GEERTZ, Clifford. 1978. O impacto do conceito de cultura sobre o conceito de homem” In A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar. 11. HERZ, Robert. A Preeminência da Mão Direita. Religião e Sociedade, no. 1 12. INGOLD, Tim. Humanidade e Animalidade. Revista Brasileira de Ciências So ciais. 13. LAPLANTINE, François. APRENDER ANTROPOLOGIA. São Paulo: Brasiliense, 1988 . 14. LARAIA, Roque. CULTURA: Um Conceito Antropológico. Rio: Jorge Zahar Ed., 1986. 15. LEACH, Edmund. "Nascimento Virgem". in EDMUND LEACH. São Paulo: Ática, 1983. (Grandes Cientistas Sociais, vol 38) 16. LÉVI-STRAUSS, Claude. “Las Tres Fuentes de la Reflexión Etnológica” in Jose Llobera (org). La Antropologia como Ciencia. Barcelona: Anagrana 17. MALINOWSKI, Branislaw. 1984. Argonautas do Pacífico ocidental. São Paulo: Abril Cultural. 18. MINER, Horace. 1973. "Ritos Corporais entre os Nacirema" In ROMNEY, A. K. e DE VORE P. L. (ed.) Introductory Anthropology. Winthrop Publishers. Cambridge. (trad. Selma Erlich) 19. OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. 1998. “O trabalho do antropólogo: olhar, ouvir, escutar” In O trabalho do antropólogo. São Paulo-Brasilia: Unesp-Paralelo. 20. SAHLINS, Marshall. “La Pensée Burgeoise” in A Cultura na Prática. Rio: Ed. UFRJ 21. SEEGER, Anthony. "Pesquisa de Campo: Uma Criança no Mundo". in Os Índios e Nós. Rio: Ed. Campus, 1980. 22. VELHO, Gilberto. 1994. “Observando o familiar” In Individualismo e Cultura: notas para uma antropologia da sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: Zahar.

2. ANT 7201 - TEORIA ANTROPOLÓGICA I (108 horas/aulas)

EMENTA: O evolucionismo social. O culturalismo norte-americano. A antropologia social britânica. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 2. BENEDICT, Ruth. Padrões de Cultura. [1934]. Lisboa, Livros do Brasil. S/d. (“Prefacio”; “Introdução”; I parte, capítulos 1, 2 e 3) BOAS, Franz. Stocking, George W. (org.) A formação da antropologia americana: 1883-1911. Rio de Janeiro, Contraponto/Editora da UFRJ, 2004. (“Os objetivos da etnologia”[1889]. “ Sobre sons alternantes”. [1889]. “Trabalho de campo para a Associação Britânica, 1888-1897”. [1898]. ) BOAS, Franz. As limitações do método comparativo em Antropologia. (Apostila) BOAS, Franz. Prefacio; Introducción; La mentalidad del hombre primitivo e el progresso de la cultura. Questiones fundamentales de Antropologia cultural. Buenos Aires. Lautaro, l943. ENGELS, F. A origem da família, da propriedade privada e do estado. [1884]. (Prefácio à 1a e à 4a edição; Capítulos I e IX) EVANS-PRITCHARD, E. E. Os Nuer. [1940]. São Paulo, Perspectiva, 1978. (Introdução e Capítulo III) FRAZER, James G. O Ramo de Ouro. [1922]. São Paulo, Circulo do Livro, 1978. (Introdução de Mary Douglas; Prefácio à edição de 1911; Parte 1: Capítulos: 1, 2, 3, 4,, 5, 6) KROEBER, Alfred. Sistemas classificatórios de parentesco. LARAIA, R. Organização Social. Rio de Janeiro, Zahar. 1969 LOWIE, Robert. Organização Social. PIERSON, D. Organização Social. São Paulo. Martins Editora. 1946. MALINOWSKI, Bronislaw. Argonautas no Pacifico Ocidental. [1922]. São Paulo, Abril Cultural, Coleção Os pensadores, 1976. MALINOWSKI, B. Malinowski. Antropologia. Coleção Grandes Cientistas Sociais. São Paulo. Ática. 1986. ((Malinowski Vida e Obra; Prefácio de Frazer; Prólogo; Introdução; Cap. I, II e II MEAD, Margaret. Sexo e temperamento. [1934]. São Paulo, Perspectiva, 1979. (“Prefácio à edição de 1950”; “Prefácio à edição de 1963”; “Agradecimentos”; “Introdução”; “As implicações desses resultados”; “Conclusão”). MORGAN, Lewis Henry. A sociedade primitiva. [1871]. Lisboa, Presença-Martins Fontes, 1980 (Prefácio; Capítulos 1, 2 e 3) RADCLIFFE-BROWN, A. R. Estrutura e função na sociedade primitiva. [1935-1940]. Lisboa, Edições 70, s/d. (Introdução; Capítulos IX e X). RADCLIFFE-BROWN. Antropologia. São Paulo, Ática, Coleção Grandes cientistas sociais, 1978. (O método Comparativo em Antropologia Social) (orig. 1951) RIVERS, W.H.R. O método genealógico na pesquisa antropológica (1910). História e Etnologia (1920); A unidade da Antropologia (1922). OLIVEIRA, Roberto C (org.). A Antropologia de Rivers. Campinas, Editora da Unicamp, 1991. TYLOR, Edward B. La ciencia de la cultura. Kahn, J.S. El conceito de cultura, textos fundamentales. Barcelona, Anagrama, 1975.

3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12.

13. 14. 15. 16.

17.

3. ANT 7301– TEORIA ANTROPOLÓGICA II (72 horas/aulas) EMENTA: A escola sociológica francesa e o estruturalismo francês. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. DELACAMPAGNE, Christian & TRAIMOND, Bernard. 1997. “A Polêmica Sartre/Lévi Strauss. Revisitada. Nas Raízes das Ciências Sociais de Hoje”. Les Temps Modernes, 596, novembro/dezembro. GOLDMAN, Marcio. “Lévi-Strauss e os sentidos da História”. Revista de Antropologia, 1999, vol.42, no. 1-2, p.223-238 MOISES, Beatriz Perrone. “Claude Lévi-Strauss, aos 90”. Revista de Antropologia, 1999,vol.42, no.1-2, p.09-25. SIGAUD, Lygia. “As Vicissitudes do „Ensaio Sobre o Dom‟”*. Mana. 5 (2):89-124, 1999 SPERBER, Dan. 1992. “Claude Lévi -Strauss” in O Saber dos Antropólogos. Lisboa: Edições 70 VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. “Entrevista: Lévi-Strauss Nos 90: A Antropologia de Cabeça Para Baixo”. Mana. 4 (2):119-126, 1998 LÉVI-STRAUSS, Claude. “Voltas Ao Passado”. Mana 4(2):107-117, 1998

9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34.

LÉVI-STRAUSS, C. “Campo da Antropologia” in Antropologia Estrutural Dois. Rio: Tempo Brasileiro, 1976. (p. 11-40) LÉVI-STRAUSS, C. “Jean Jacques Rousseau Fundador das Ciências do Homem”. Idem. (p. 4151) LÉVI-STRAUSS, C. “Los três fuentes de la reflexión etnológica” In J.Llobera. L‟antropologia como ciencia. Barcelona: Editorial Anagrana. LÉVI-STRAUSS, C. “Como surge um etnógrafo” In Tristes Trópicos. Lisboa: Edições 70. 1976 (p. 45-54) LÉVI-STRAUSS, C. “A crise moderna da antropologia” In Revista de Antropologia, 1962, (p.21-26) LÉVI-STRAUSS, C. “O futuro da etnologia” In Minhas Palavras. São Paulo: Brasiliense, 1984 (p. 19-35) LÉVI-STRAUSS, C. “Análise estrutural em lingüística e antropologia”. Idem. (p.45-70) LÉVI-STRAUSS, C. “A Noção de Estrutura em Etnologia”. Idem. (p. 313 -360) LÉVI-STRAUSS, C. “Posfácio ao capitulo XV”. Idem. (p.361 -383) LÉVI-STRAUSS, C. “Introdução: história e etnologia” In Antropologia Estrutural. Rio: Tempo Brasileiro, 1976 (p. 13 - 44) LÉVI-STRAUSS, C. “Estrutura e dialética”. Idem. (267 -276) LÉVI-STRAUSS, C. “Raça e história”. Antropologia Estrutural Dois. Rio: Tempo Brasileiro, 1976. (p. 328-366) LÉVI-STRAUSS, C. “Universalização e Particularização”in O Pensamento selvagem. Rio: CEN, 1976, (p. 189-221) LÉVI-STRAUSS, C. “O Indivíduo como Espécie”. Idem. (p. 222 -249) LÉVI-STRAUSS, C. “O tempo redescoberto”. Idem. (p. 250-279) LÉVI-STRAUSS, C. “História e Dialética”. IDEM. (P. 280-306) LÉVI-STRAUSS, C. "Histoire et Ethnologie", Annales E.S.C., 38 (6), 1983, (p. 1217-31) LÉVI-STRAUSS, C. “O totemismo hoje” in Lévi-Strauss. São Paulo: Abril Cultural. (Col. Os Pensadores). (p.89-181) LÉVI-STRAUSS, C. “A ciência do concreto”. Pensamento Selvagem. (p. 19-55) LÉVI-STRAUSS, C. “A lógica das classificações totêmicas”. Idem. (p. 56 -97) LÉVI-STRAUSS, C. “Os sistemas de transformações”. Idem. (p. 98 -133) LÉVI-STRAUSS, C. “Totem e casta”. Idem. (p. 134-160) LÉVI-STRAUSS, C. “Categorias, elementos, espécies e números”. Idem. (p. 161-188) LÉVI-STRAUSS, C. Mitológicas I: O cru e o cozido. São Paulo: Cosac & Naif. 2004. LÉVI-STRAUSS, C. A via das máscaras. Lisboa: Editorial Presença. 1981. LÉVI-STRAUSS, C. A oleira ciumenta. São Paulo: Brasiliense. 1986.

4. ANT 7401 - TEORIA ANTROPOLÓGICA III (108 horas/aulas) EMENTA: Teorias antropológicas contemporâneas. As diferentes teorias da cultura. O movimento cognitivista. As críticas pós-coloniais e as novas expressões da antropologia. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 2. ERIBON, Didier & Claude Lévi-Strauss: De perto e de longe. Ed. Nova Fronteira. (pp.129-154) GEERTZ, Clifford. Anti Anti-Relativismo. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 8 (3): 5-19 (1988). 3. GOLDMAN, Marcio. Antropologia Contemporânea, Sociedades Complexas e Outras Questões. Anuário Antropológico/1993, pp. 113-153 (1995). 4. GOLDMAN, Márcio. Alguma Antropologia. Rio: Relume/Dumará/NuAP, 1999 5. HANNERZ, Ulf. Fluxos, Fronteiras, Híbridos: Palavras-Chave da Antropologia Transnacional, in MANA 3(1): 7-39 (1997). 6. LATOUR, Bruno. Jamais Fomos Modernos: Ensaios de Antropologia Simétrica. Rio, Editora 34, 1994, pp. 7-52. 7. LEACH, Edmund. “Cabelo Mágico”, “Nascimento Virgem” e “Categorias Verbais e Insultos Animais” In LEACH. São Paulo, Ática. 8. LYOTARD, Jean-François. O Pós-Moderno. Rio, José Olympio Editora, 1986, pp. 3-34. 9. PEIRANO, Mariza. “Onde está a Antropologia?”. MANA 3(2):67-102, 1997. 10. SAHLINS, M. Culpado, mas por Outros Motivos...(homepage do Instituto Socioambiental)

Rodolfo. 16. 1998. E. “Novas Formas Econômicas: um relato das Terras Altas da P apuaNova Guiné” in MANA 4(1): 109-139. 2002 ZALUAR. “O „Pessimismo Sentimental‟ e a Experiência Etnográfica: por que a 12. “O Nativo Relativo”. 13. Marshal. Ed. Cultura e Razão Prática. Cultrix São Paulo. Alba.11. 137-155 (1993). Relativismo Cultural na Cidade? In Anuário Antropológico/90. Marilyn. 17. Etnodesenvolvimento: Uma Dimensão Ignorada no Pensamento Desenvolvimentista. in Anuário Antropológico/84. pp. STRATHERN. 11-44 (1985). SAHLINS. Marshal. cultura não é um „objeto‟ em via de extinção” (PARTES I e II) in MANA 3(1): 43-73. O simbolismo em geral. SAHLINS. 1997. . Zahar (capítulos escolhidos) SPERBER. 15. STAVENHAGEN. Rio de Janeiro. 1997 e MANA 3(2): 103-150. pp. 14. Dan. VIVEIROS DE CASTRO. In MANA 8(1): 113-148.

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BIBLIOGRAFIA MÍNIMA A bibliografia tratada nesta disciplina dependerá do projeto no qual o aluno irá se inserir no Núcleo de Pesquisa/Estudos escolhido.EMENTA: Início do processo de elaboração do trabalho de conclusão de curso. CSO 7709 – ESTÁGIO CURRICULAR PROFISSIONALIZANTE – ECP I 11. visto tratar-se disciplina destinada à discussão dos projetos de TCC dos alunos formandos.TRABALHO DE CONCLUSÃO II – TCC II 12. CSO 7808 . CSO 7809 . CSO 7807 . CSO 7505 . 9. CSO 7205 .SEMINÁRIO DE PESQUISA II (72 horas/aula) EMENTA: Início do processo de elaboração do trabalho de conclusão de curso.ESTÁGIO CURRICULAR PROFISSIONALIZANTE II – ECP II . 7. para discussão metodológica dos projetos de trabalho de final de curso dos alunos do bacharelado. sob a supervisão docente. Encontros coletivos. 8. para discussão metodológica dos projetos de trabalho de final de curso dos alunos do bacharelado. Encontros coletivos. CSO 7708 .PRÁTICA DE PESQUISA I EMENTA: Conhecimento sobre os projetos de pesquisa desenvolvidos pelos professores do curso nos núcleos de pesquisa e estudo dos dois principais departamentos do curso. 6.PRÁTICA DE PESQUISA II EMENTA: Conhecimento sobre os projetos de pesquisa desenvolvidos pelos professores do curso nos núcleos de pesquisa e estudo dos dois principais departamentos do curso.TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I – TCC I 10. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA Não há. visto tratar-se disciplina destinada à discussão dos projetos de TCC dos alunos formandos. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA Não há. sob a supervisão docente. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA A bibliografia tratada nesta disciplina dependerá do projeto no qual o aluno irá se inserir no Núcleo de Pesquisa/Estudos escolhido.

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ANT 7035 .27. 32. ANT 7031 . 31.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA II (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. 30. 33. 36. ANT 7030 . ANT 7034 . 28. 29.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA IV (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA VI (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA IX (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.LEITURAS ETNOGRÁFICAS II (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de trabalhos etnográficos sobre temas específicos na antropologia. ANT 7032 .TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA VIII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. ANT 7028 .TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA VII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. 35. ANT 7027 . .TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA III (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. ANT 7033 . ANT 7036 .TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA V (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA I (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. 34. ANT 7029 .

TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA X (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.DEBATES ATUAIS EM ANTROPOLOGIA (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema de interesse atual na área da antropologia. ANT 7037 . . ANT 7038 .37. 38.

5. SP. IV. F. 11.DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA E CIÊNCIA POLÍTICA ÁREA DE SOCIOLOGIA 1. SPO 7039 . 61-65.) K. “Texto mimeo. Petrópolis. BANAKOUCHE. pp. 251-277. 308-318. Políticas Públicas para Àrea Urbanas. “A situação da classe operária na Inglaterra” (in) FERNANDO. O Urbanismo. 31-36. Florestan (org. BH. A Terceira Onda. 1977. OLIVEIRA. pp. Marx F. 21-31. pp. Violência e Poder. MOORE. Ed. Caps 16 (pp. ENGEIS. (8ª ed. tendência e . Argentina. pp. RJ.). pp. (Serádiscutido sobretudo o cap. M. 1989. 1980. pp. 74-79. pp. Helena B. RJ. Belém. Athena Editora. 12. 49-68. Dilemas e Alternativas. SP. 1973. RJ. Perspectiva. Paul. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 199-211) e 19 (pp. Alba. “Brasilia: mitos e realidades” (in) PAVIANI. 1979. SP. A Utopia. 2. Cap. RJ. 101133. O que é a questão da moradia. LIMA. RJ. 7. CHUDACOFF. Eli (org. 1989 (3ª ed. 2. Ed. Otávio G. 3). Brasiliense.) pp. RJ. (org. Francisco. Ed. 1981. Aldo (org. 94-105. 15ª ed. Paulo S. WIRTH. cit. Paz e Terra. BICCA. 97-122. 18. KOWARICK. 8. “Políticas Sociais para Area Urbanas” (in) DINIZ. Atica. Zahar. 1982. A intervenção dos cidadãos e os movimentos sociais urbanos.Zahar. As relações entre urbanização e industrialização no Brasil. Trad. Aldeia Global. op. Projeto Ed. 14. PAIXÃO. 9. Thomas. TOFFIER. pp. Engels. CHINELLI. A questão da habitação. de Queiroz e PECHMAN. 1979. “A guisa de introdução: urbanização e classes sociais” (in) Economia Política da Urbanização.. 6. 11-28. Siglo Veintiuno. A Estrutura agrária brasileira: formas de uso e relações de propriedades. F. 43 66. pp. pp. ZALUAR. “transformar o mundo e o espaço a partir das novas Tecnologias de Comunicação. Brasiliense. SP. Vozes/Cebrap. Problemas urbanos: a questão da habitação e da violência nas cidades. A Evolução da Sociedade Urbana. “Hay una sociologia Urbana?” (in) Problemas de investigacion en sociologia urbana. pp. 3.) Crime. 17-28 e 38-44. Estrutura agrária catarinense: evolução histórica. Primeiros Passos). 4. extraido da Tese de Doutorado Du Télephone aux Nouvelles Technologi: implications sociales et spatiales des réseaux de télécommunications au Brésil. Cap. BRASILEIRO. Intervenção do Estado e o planejamento urbano. Howard. “Os loteamentos de periferia”: (in) VALLADARES. 16. SINGER. (org) Habitação em Questão. 1985. 1967. 75-79 e 93-101. Ana Maria. Paulo.) pp. tendências e perspectivas da Sociologia Rural.SOCIOLOGIA URBANA (72 horas/aula) EMENTA: Problemas de conceituação e definição do objeto da Sociologia Urbana. 1983. (org. I. 19. SP. Filippina. 3... 13. História. 1988. 246265). Lucio. pp. 17. 1981. pp. “Crimes e Criminosos em Belo Horizonte” (in) PINHEIRO. 1937. CASTELIS. pp.) O Fenômeno Urbano. 91-112. de Paris XII. Espaço Urbano em Questão. Brasiliense. 1972. Alvin. “O Urbanismo como modo de vida” (in) VELHO. (Col. “Condominio do Diabo: as Classes Populares Urbanas Urbanas e a Lógica do Ferro e do Fumo” (in) PINHEIRO. ENGEIS. Zahar. “Em Busca da Casa Própria: autoconstrução na Periferia do Rio de Janeiro” (in) VALLADARES op.. SP. Tamara. de Carlos Alberto Nunes. 15. PIATÃO.SOCIOLOGIA RURAL (72 horas/aula) EMENTA: Raízes teóricas. pp. 10. cit. SPO 7040 . Manuel. RIBEIRO. Record. 69 -91. Capitalismo e marginalidade na América Latina. Extrato da obra de Robert Owen (in) CHOAY. Françoise. Univ. 13-44. Antônio I. Evolução histórica das diversas interpretações do fenômeno urbano. 1983. Iouis.) Brasília:Ideologia e Realidade. Licia do P. Zahar. C. R. Utopias e realidades: uma antologia. A República. A Economia Brasileira: crítica à Razão Dualista. da Universidade Federal do Para. RJ.

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23. Sader, Emir. “Lula: o pós-neoliberalismo chegou?”, in A Vingança da História. S. Paulo: Boitempo. 2003, p. 177-188. 24. Sader, Emir. “Os desafios do Brasil de Lula”, in A Vingança da História. S. Paulo: Boitempo. 2003, p. 189-196. 25. Sader, Emir (org.) (1997). Vozes do Século: Entrevistas da New Left Review. Rio de Janeiro: Paz e Terra. (“Mídia, Margens e Modernidade”, entrevista de Raymond Williams e Edward Said, p. 271-290). 26. Schwarz, Roberto. “As Idéias fora do Lugar”, in Ao Vencedor as Batatas!. 3 ed., S.Paulo: Duas Cidades, 1988, p. 13-28. 27. Schwarz, Roberto. Um mestre na periferia do capitalismo: Machado de Assis . S. Paulo: Duas Cidades, 1990. 28. Wood, Ellen M.: “Repensar a base e a superestrutura”, p. 51 -73, in Democracia contra Capitalismo, S. Paulo: Boitempo, 2002. 29. Wood, Ellen M.: “Classe como processo e como relação”, p. 73 -98, in Democracia contra Capitalismo, S. Paulo: Boitempo, 2002. 30. Wood, Ellen M.: “História ou Teleologia? Marx versus Weber”, p. 129-154, in Democracia contra Capitalismo, S. Paulo: Boitempo, 2002.

6. SPO 7071 - ABORDAGENS E PROBLEMAS CONTEMPORÂNEOS NA CIÊNCIA POLÍTICA (72 horas/aula) EMENTA: Behaviorismo e pluralismo na Ciência política. A teoria da escolha racional e os problemas da ação coletiva e da escolha pública. O marxismo analítico. Realismo e realismo crítico. O neoinstitucionalismo em suas diferentes vertentes. Introdução à teoria dos jogos aplicada à Ciência política. BIBLIOGRAFIA MINIMA 1. 2. 3. 4. ARCHER, Margaret S. Cultura y Teoria Social. Buenos Aires: Nueva Visión, 1997. BHASKAR, Roy (2001). Sociedades. Mimeo. BHASKAR, R. (2005). Uma Teoria Realista da Ciência. Mimeo. BHASKAR, Roy. “Realismo crítico, relações sociais e argumentos para o socialismo”, mimeo. (1°. capítulo de Bhaskar, Roy, Reclaiming Reality: a Critical Introduction to Contemporary Philosophy, London & New York: Verso, 1993, p. 1-10). DUAYER, Mario. “Economia depois do relativismo: crítica ontológica ou ceticismo instrumental?”, Niterói, UFF/Faculdade de Economia, 2003, mimeo, 14 p. . MEDEIROS, João Leonardo. “A economia diante do horror econômico: sete teses sobre o mundo social (e sobre o conhecimento deste mundo)”, Rio de Janeiro: UFRJ/Instituto de Economia, Tese de Doutorado, 287 p., mimeo., 2004. AVRITZER, L. Racionalidade, mercado e normatividade. Uma crítica dos pressupostos da teoria da escolha racional. Novos estudos CEBRAP. n. 44, mar. 1996. P. 165-178. AVRITZER, L. A moralidade da democracia. São Paulo: Perspectiva, 1995. BOBBIO, N. Liberalismo e democracia. São Paulo: Brasiliense, 1998.

5. 6.

7. 8. 9.

10. CARDOSO, S. (org.). Retorno ao Republicanismo, Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2004. 11. EISEMBERG, J. A democracia depois do liberalismo. Rio de Janeiro: Relumé Dumará: 2003. 12. HARDY, H. & HAUSHEER, R. Estudos sobre a humanidade. Uma antologia de ensaios. São Paulo: Cia das Letras, 2002. 13. ELSTER, J. Racionalidade e normas sociais. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, n.12, vol.5, fev. 1990, p. 53-69. 14. ELSTER, J. As possibilidades de política racional. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, 14, n. 39, fevereiro de 1999, p. 13-40.

15. PETTIT, P. Republicanismo. Una teoria sobre la libertad y el gobierno. Barcelona: Paidos, 1999. 16. POCOCK, J. Linguagens do Ideário Político, São Paulo , Edusp, 2003 17. REIS, F. W. Política e racionalidade. Teoria e método numa teoria crítica da política. Belo Horizonte: UFMG, 2000. 18. RAWLS, J. Justiça como equidade: uma concepção política, não metafísica. Lua Nova, v. 25, 1992. 19. RAWLS, J. O liberalismo político. Lisboa: Editorial Presença, 1996. 20. VITA, Á. A justiça igualitária e seus críticos. São Paulo: Ed. UNESP, 2000.

7. SPO 7072 - TEORIA E MÉTODO NA HISTÓRIA DAS IDÉIAS POLÍTICAS (72 horas/aula) EMENTA: Alternativas metodológicas para o estudo da história do pensamento político. Procedimentos interpretativos na formulação, análise e crítica da teoria política. Modelos analíticos para o estudo do papel das idéias nas instituições e processos políticos. Ideologia e ação política.

8. SPO 7073 - ESTADO E POLÍTICAS PÚBLICAS (72 horas/aula) EMENTA: O conceito de Estado. Estado e sociedade no capitalismo contemporâneo. Democracia, descentralização e reforma do Estado. Estado e instituições. Estado e proteção social num mundo globalizado. Welfare State: emergência e declínio. Razões do Estado-providência e condições morais do Estado-prisonal. Políticas públicas, neo-institucionalismo e escolha racional. Novos bens públicos e as agências regulatórias. Federalismo e poder local. Políticas Públicas e Sociedade Civil. Movimentos sociais e esferas públicas de gestão.

9. SPO 7074 - ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS (72 horas/aula) EMENTA: Política Públicas e Welfare State: o estado da arte do debate. Dimensões da racionalidade econômica, política e social no âmbito das políticas públicas. Modelos de gestão pública: planejamento público. Gestão participativa. Análise e formulação de políticas públicas: políticas setoriais, políticas temáticas, políticas emergentes e georeferenciadas. Análise e avaliação de políticas públicas: aspectos metodológicos e critérios políticos e sociológicos. Avaliação de políticas públicas: métodos quantitativos. Gastos públicos e indicadores sociais.

10. SPO 7075 - ECOLOGIA POLITICA EMENTA: Da ecologia à critica radical da sociedade industrial. Desequilíbrio social. Conservacionismo e ecologismo. Movimentos ecológicos e questionamentos da cultura política materialista. Ecologismo e Ecosocialismo. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA:

1. 2. 3. 4. 5.

MORIN (2000, caps. 1 a 5). GADOTTI (2000, cap. 1) KERN (1995: Prólogo e caps. 1 a 3). MEADOWS ET AL. (1978) e DUPUY (1980) SADER (2000) e BOFF (1996, cap. 1)

TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA II (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. 17. PARTIDOS POLITICOS E MOVIMENTOS SOCIAIS EMENTA: A passagem do estadoliberalao estado estado intervencionista. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 12. Partidos e sistemas partidários. SPO 7083 . .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA VIII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. SPO 7077 . SPO 7081 . Os mecanismos de representação.6. SPO 7080 . 19. SPO 7082 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA VI (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. 15.TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA IV (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. 13. SPO 7076 – ESTADOS. VILLAVERDE (1997). Funções de acumulação e legitimação do Estado. 14. 18.TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA I (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política.TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA VII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política.TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA V (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. SPO 7079 . Movimentos sociais e movimentos populares. SPO 7078 . GALLOPÍN (1986. pp.126-151) 7. SPO 7084 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA III (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. 16. 11. VON BERTALANFFY (1975).

TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA X (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. SPO 7085 .20. 21. . SPO 7086 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA IX (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política.

CSO 7432 – PROGRAMA DE INTERCÂMBIO II (00 horas/aula) EMENTA: Disciplina destinada aos alunos em programas de intercâmbio em outras instituições. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA Não há. CSO 7431 – PROGRAMA DE INTERCÂMBIO I (00 horas/aula) EMENTA: Disciplina destinada aos alunos em programas de intercambio em outras instituições.ATIVIDADE EXTRA-CLASSE (72 horas/aula) 2. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA Não há. Disciplina exclusiva para alunos que realizam intercâmbio em outras instituições. Disciplina exclusiva para alunos que realizam intercâmbio em outras instituições. CIÊNCIA POLÍTICA E SOCIOLOGIA. 1. 3. CSO 7421 . .DISCIPLINAS OPTATIVAS COMPARTILHADAS: ANTROPOLOGIA.

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