Conteúdo versão 3.

50*
Mais utilizados: Descrição - Fisiologia e patologia - Prescrições

1. Anamnese e exame físico
2. Abreviações
3. Anatomia
4. Descrições e manuais dos procedimentos
5. Escala 2009
6. Exames complementares
7. Fisiologia e patologia (incl. seminários)
8. Fluxograma: queixa principal, DD e tratamento
9. Fone
10. Prescrições
11. Protocolos /rotina nos setores
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Contuédo Alternativo
1. Geral
2. Obstetrícia

3. Ginecologia

1. Geral
A. Anamnese e exame físico
B. Abreviações
C. Anatomia
D. Escala 2009
E. Exames complementares
F. Fone
G.Medicamento - Alfabético
H. Seminários

2. Obstetrícia
Conteúdo versão 3.50*

1

Contuédo Alternativo

1

1. Geral

2

2. Obstetrícia

2

A. Geral

77

1. Exames Utilizados................................................................................................77
2. Prescrições...........................................................................................................77
3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto..........................................................................78
4. Fluxogramas........................................................................................................78
B. Gravidez

78

1. Fisiologia da gravidez..........................................................................................78
2. Patiologia na gravidez..........................................................................................79
3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)..........................................79

C. Parto Normal

79

1. Fisiologia..............................................................................................................79
2. Patologia..............................................................................................................80
3. Descrições e manuais dos procedimentos...........................................................80
D. Cesárea

80

1. Indicações............................................................................................................80
2. Descrição.............................................................................................................80
3. Manual do procedimento.....................................................................................80
4. Complicações.......................................................................................................81
E. Puerpério

81

3. Ginecologia

81

A. Geral

156

1. Exames Utilizados..............................................................................................156
2. Prescrições.........................................................................................................156
3. Rotinas no IMIP..................................................................................................157
4. Fluxogramas......................................................................................................157
B. Fisiologia

157

C. Patologia

157

D. Descrições e manuais dos procedimentos

158

Pela ordem

158

12. Protolos /Rotina nos setores

159

Rotina no Ambulatório Ginecológico

159

Anamnese..............................................................................................................159
Rotina no Ambulatório de Mastologia

160

Anamnese..............................................................................................................160
BIRADS..................................................................................................................160
Rotina no banco de leite humano

162

Desmame no 6º mês da vida.................................................................................163
Leite artificial (criança não mama) e desmame.....................................................163

Relactação.............................................................................................................164
Critérios e observações gerais para doação e estoque de leite.............................164
Coletar leite /ordenhar...........................................................................................164
Conservar leite coletado (validade).......................................................................165
Consumir o leite humano.......................................................................................165
Rotina no 4o CAM

165

PE Grave................................................................................................................165
Rotina na Ginecologia (sexto andar)

166

Admissão duma paciente nova..............................................................................166
Diabetes e cirurgia.................................................................................................167
Rotina no caso de mola / DTG................................................................................169
Pre-operatório........................................................................................................170
Preparo para tomografia – paciente alérgico.........................................................173
Profilaxia da endocardite e TVP/TEP.......................................................................174
Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório)

175

Rotina de neonatologia no pré-parto

175

APGAR....................................................................................................................176
VIG e QH................................................................................................................176
Formulas................................................................................................................177
Prescriçãoes...........................................................................................................177
Rotina no Pré-Parto

179

Rotina no Puérperio

179

Rotina no SIGO

180

Rotina na triagem

180

Estupro (após) / violência sexual...........................................................................180
Prescrições

181

2A. Indicação alfabética

182

A............................................................................................................................182
B............................................................................................................................182

C............................................................................................................................182
D............................................................................................................................182
E............................................................................................................................182
F............................................................................................................................182
G............................................................................................................................183
H............................................................................................................................183
I.............................................................................................................................183
L.............................................................................................................................183
M............................................................................................................................183
N............................................................................................................................183
O............................................................................................................................183
P............................................................................................................................183
R............................................................................................................................183
S............................................................................................................................183
T............................................................................................................................184
V............................................................................................................................184
Prescrição no dia antes da cirurgia ginecológica...................................................184
Prescrição pós-cirurgica ginecológica (imediato)...................................................184
Prescrição pós-parto normal..................................................................................185
Prescrição pós-cesárea (pós-operatório imediato).................................................186
Prescrição pós-cesárea (24-48 horas)....................................................................186
Abortamento de repetição (e gravidez nova).........................................................187
Abscesso Tubo-Ovariano........................................................................................187
Abscesso de mama................................................................................................188
Acne (e pílula anticoncepcional)............................................................................188
Anticoncepcional hormonal oral (ACHO) / pílula anticoncepcional.........................189
Alergia ao remedio (reação alérgica).....................................................................195
Amniorexe.............................................................................................................195

Anemia..................................................................................................................197
Anemia falciforme..................................................................................................197
Anticoncepção de emergência / morning after pill / pílula dia depois....................197
Anti-depressiva......................................................................................................198
Vacinação contra Têtano.......................................................................................198
Asma (crise)...........................................................................................................199
Atrofia mucosa vagina ..........................................................................................199
Bartholinite............................................................................................................199
Bacturia Assintomática..........................................................................................200
Candidíase Inguinal ...............................................................................................200
Candíase Mamilar..................................................................................................201
Candidiase ungueal...............................................................................................201
Candidíase vaginal.................................................................................................201
Cefaleía pós-punção lombar..................................................................................202
Celulite..................................................................................................................204
Cisto ovariano simples...........................................................................................204
Climatério: queixas vasomotores...........................................................................204
Coagulopatia..........................................................................................................205
Coalescência de nimfas/lábios pequenos...............................................................205
Constipação...........................................................................................................205
Corioamnionite......................................................................................................206
Corticoide (desmama)............................................................................................206
Curetagem.............................................................................................................207
Diabetes................................................................................................................207
Dilatar o colo (durante TP).....................................................................................208
DIPA.......................................................................................................................209
Dismenorréia.........................................................................................................209
Doença Trofoblástica Gestacional (DTG)................................................................210

Dor cólica (na Triagem).........................................................................................211
Dor continua (p. Ex. Cefaléia) (na Triagem)...........................................................211
Eclâmpsia .............................................................................................................211
Edema aguda de pulmão.......................................................................................213
Endocardite (profilaxia)..........................................................................................213
Endometrite (pós-parto).........................................................................................214
Endometriose.........................................................................................................215
Erisipela.................................................................................................................216
Escabiose...............................................................................................................216
Pós-estupro (violência sexual)...............................................................................216
Febre reumática + lesão de válvula.......................................................................217
Fissura mamilar profunda......................................................................................217
Fluxo reduzido.......................................................................................................217
Gardnarella vaginalis.............................................................................................218
Gonerreia...............................................................................................................219
Granuloma de cúpula vaginal................................................................................219
Gravidez (3 meses antes até IG 16-20 sem)..........................................................219
HELLP-síndrome.....................................................................................................219
Herpes Genital.......................................................................................................221
Herpes Zoster........................................................................................................221
Hiperêmesis gravídica...........................................................................................221
Hiperplasia simples do endométrio........................................................................221
Hipertensão pré-parto/ durante gravidez...............................................................222
Hipertensão pós-parto...........................................................................................222
HIV.........................................................................................................................224
Íleo paralítica (pós-cirúrgica).................................................................................226
Imaturidade pulmonar (IG > 24 e < 35 sem).........................................................227
Inibir produção do leite..........................................................................................227

Indução do parto....................................................................................................227
Ingurgitamento (de mama)....................................................................................228
Insuficiência Cardíaca Fetal...................................................................................228
ITU ........................................................................................................................228
HPV .......................................................................................................................229
Mastalgia prë-menstrual (MPM).............................................................................230
Mastite...................................................................................................................230
Menorragia / sangramento genital (não gravida)...................................................230
Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado).........................230
Ocitocina intra-parto..............................................................................................231
PE grave (pré-parto) e PE Leve (paciente em TP franco)........................................231
PE-grave (pós-Cesárea).........................................................................................232
PE-grave (pós-parto normal)..................................................................................233
PE Leve (sem TP franco)........................................................................................234
Pielonefrite.............................................................................................................235
Pirose.....................................................................................................................236
Pneumonia.............................................................................................................236
Possibilidade de sensibilização de anticorpos anti-Rh (mãe Rh -, RN Rh+)............236
Preparo intestinal para USG...................................................................................236
Prurido pós morfina...............................................................................................237
Puderdade precoce................................................................................................237
Reposição hormonal..............................................................................................237
SAAF......................................................................................................................237
Sindrôme de ovários policísticos............................................................................238
Toxoplasmose........................................................................................................238
TPM / Síndrome Pre-Menstrual...............................................................................238
Trabalho de parto + historia de sepse numa gravidez anterior.............................239
TPP.........................................................................................................................239

Tricomoníase.........................................................................................................241
Trombose (profilaxia e tratamento).......................................................................241
Vermes..................................................................................................................242
2B. Medicamento - Alfabético

242

A............................................................................................................................242
B............................................................................................................................243
C............................................................................................................................243
D............................................................................................................................244
E............................................................................................................................245
F............................................................................................................................245
G............................................................................................................................246
H............................................................................................................................246
I.............................................................................................................................247
K............................................................................................................................247
L.............................................................................................................................247
M............................................................................................................................247
N............................................................................................................................248
O............................................................................................................................249
P............................................................................................................................249
R............................................................................................................................250
S............................................................................................................................250
T............................................................................................................................251
V............................................................................................................................251
2C. Drogas na gravidez

251

Introdução geral....................................................................................................252
Categorias.............................................................................................................253
Drogas sorteadas por tipo/indicação......................................................................255
Anticoagulantes.....................................................................................................256

Anticonvulsivantes.................................................................................................256
Antihistamínicos....................................................................................................257
Antiinflamatórios Não-Hormonais..........................................................................258
Antimicrobianos (Também Veja: Antivirais E Tuberculostáticos)............................259
Antivirais................................................................................................................265
(Drogas) Cardiovasculares....................................................................................266
Citostáticos............................................................................................................271
Drogas Lícitas E Ilícitas..........................................................................................272
Hormônios ...........................................................................................................272
(Drogas Para) Sistema Nervoso Central................................................................274
Vacinas, Serums E Toxoides..................................................................................279
Vitaminas...............................................................................................................281
Outras Drogas E Substâncias.................................................................................282
2d. Drogas na lactação

290

Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação........................290
Alfabético...............................................................................................................292
4. Procedimentos: descrições e manuais

306

AMIU

306

Manual: Indicações, Contra-Indicações E Complicações........................................307
Atestado (Triagem)

307

Cerclagem

307

Cesárea

308

Descrição...............................................................................................................308
Manual...................................................................................................................309
Instrumentos (básico cesário)................................................................................309
Procedimento.........................................................................................................310
Cone Clássico

312

Descrição...............................................................................................................312

Manual...................................................................................................................313
Curetagem (normal)

313

Descrição...............................................................................................................313
Manual Curetagem (normal - não pós-parto imediato)..........................................313
Manual Curetagem (normal – pós-parto imediato).................................................315
Curetagem Uterina Fracionada

316

Drenagem de abscesso de mama

316

Drenagem de abscesso de Glândula de Bartholini

317

Esterilizações Tubárias

317

Exerése de cisto clitoriano

318

Exerése de lesão condilomatosa em vulva, vagina e colo uterino

319

Fórceps

319

Descrição...............................................................................................................319
Manual...................................................................................................................320
Histerectomia total abdominal (HTA)

321

Descrição...............................................................................................................321
Manual...................................................................................................................324
Histerectomia Total Vaginal (c/ prolapso) + colpoperineoplastia (HTV+CPP)

326

Laparotomia exploratório (LE) (com anexectomia bilateral)

328

Mastectomia Radical Modificada (e Não-modficada)

329

Descrição...............................................................................................................329
Manual...................................................................................................................329
Miomectomia (e Taquelectomia)

330

Descrição miomectomia e taquelectomia..............................................................330
Manual Miomectomia.............................................................................................331
Miomectomia e taquelectomia

332

Nodulectomia (suspeito de fibroadenoma de mama)

332

Ooforectomia

332

Manual...................................................................................................................332

Ooforoplastia

333

Manual...................................................................................................................333
Ooforplastia para ovários multipolicísticos

333

Manual...................................................................................................................333
Parto Normal

333

Descrição...............................................................................................................333
“Manual”................................................................................................................334
Laparotomia exploratória para Prenhez Ectópica

335

Descrição Salpingectomia......................................................................................335
Manual e indicações..............................................................................................335
11. Procedimentos: manuais e decrições (cont.)

337

Parto Normal

337

Cordão Circular......................................................................................................338
Escore de Bishop modificado.................................................................................339
Mecônio.................................................................................................................340
Postura vertical - vantagens..................................................................................341
Procedimento (em holandês).................................................................................341
Rotura Uterina.......................................................................................................342
Sexo pós o parto e embolia de ar..........................................................................344
Parto Cesáreo

345

Cesárea - indicações

345

1. Epidemiologia

420

2. Condições fetais e indicação de cesariana

420

2a. Apresentação pélvica.......................................................................................421
2b. Gestação gemelar............................................................................................421
2c. Prematuridade ou baixo peso...........................................................................422
2d. Sofrimento fetal agudo....................................................................................422
2e. Macrossomia....................................................................................................422
2f. Situação transversa..........................................................................................422

2g. Placenta prévia................................................................................................422
2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo.......................................423
2i. Procidência de cordão.......................................................................................423
2j. Malformações congênitas.................................................................................423
3. Condições maternas e indicação de cesariana

423

3a. Herpes genital ativo.........................................................................................423
3b. Infecção pelo HIV.............................................................................................424
3c. Cesarianas prévias...........................................................................................424
3d. Outras condições maternas.............................................................................425
Amniotomia

425

Escala 2009

425

Exames complementares

428

Cardiotocografia....................................................................................................428
Cistometria de infusão...........................................................................................428
Cistos (na mama)...................................................................................................428
Climatério..............................................................................................................429
Colposcopia...........................................................................................................429
Espermograma......................................................................................................429
FSH (homens)........................................................................................................429
Ginecomastia ........................................................................................................430
Hepatite B..............................................................................................................430
Mestastases de câncer de mama (rastreamento)..................................................430
Quimoterapia (antes da quimoterapia)..................................................................430
Pré-histeroscopia ..................................................................................................430
Pré-op....................................................................................................................430
Rotina de ambulatório de mastologia....................................................................430
Rotina de PE (Leve e Grave) e Eclampsia .............................................................431
Rotina de pré-natal................................................................................................431

SU e urocultura......................................................................................................432
USG na gestação...................................................................................................432
USG ginecológica...................................................................................................434
Valores laboratoriais normal..................................................................................435
VDRL .....................................................................................................................436
8. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico diferencial e tratamento

436

Diabetes Mellitus...................................................................................................437
Hipertensão durante gravidez................................................................................438
Lesões de colo uterino ..........................................................................................451
Perda de líquido durante a gravidez......................................................................456
Sangramento vaginal.............................................................................................462
Dor cólica em BV...................................................................................................475
2. Abreviações usadas no imip

475

A............................................................................................................................475
B............................................................................................................................476
C............................................................................................................................476
D............................................................................................................................477
E............................................................................................................................478
F............................................................................................................................478
G............................................................................................................................479
H............................................................................................................................479
I.............................................................................................................................479
J.............................................................................................................................480
K............................................................................................................................480
L.............................................................................................................................480
M............................................................................................................................480
N............................................................................................................................480
O............................................................................................................................481

P............................................................................................................................481
Q............................................................................................................................482
R............................................................................................................................482
S............................................................................................................................482
T............................................................................................................................483
U............................................................................................................................483
V............................................................................................................................483
W...........................................................................................................................483
X............................................................................................................................484
Y............................................................................................................................484
Z............................................................................................................................484
5. Fisiologia e patologia (incl seminários)

484

A............................................................................................................................484
C............................................................................................................................484
D............................................................................................................................484
E............................................................................................................................484
F............................................................................................................................485
G............................................................................................................................485
H............................................................................................................................485
I.............................................................................................................................485
L.............................................................................................................................485
M............................................................................................................................485
N............................................................................................................................485
O............................................................................................................................485
P............................................................................................................................485
S............................................................................................................................485
T............................................................................................................................486
U............................................................................................................................486

V............................................................................................................................486
Abortamento

486

Definição

487

Epidemiologia

487

3. Etiologia

487

Classificação

488

5. Diagnóstico diferencial

489

Diagnóstico rápido

489

7. Ameaça de abortamento

490

Diagnóstico............................................................................................................490
Prognóstico............................................................................................................491
Conduta.................................................................................................................491
8. Abortamento inevitável

492

8 A. Abortamento incompleto

492

Diagnóstico............................................................................................................492
Conduta.................................................................................................................493
8 B. Abortamento completo

493

Diagnóstico............................................................................................................494
Conduta.................................................................................................................494
8 C. Aborto infectado

494

Diagnóstico............................................................................................................494
Etiologia.................................................................................................................495
Conduta no imip....................................................................................................495
Conduta alternativa:..............................................................................................496
9. Aborto retido

497

Diagnóstico............................................................................................................497
Conduta.................................................................................................................497
10. Aborto habitual

498

Definição................................................................................................................498

Conduta.................................................................................................................499
Aborto provocado

500

Acretismo placentário

501

Geral

576

Classificação

576

Placenta acreta .....................................................................................................576
Placenta increta ....................................................................................................576
Placenta percreta...................................................................................................576
Etiologia

576

Tratamento

577

Amenorréia

577

Conceito

578

Classificação

578

Anamnese

578

Na amenorréia primária, valorizar.........................................................................579
Na amenorréia secundária, valorizar.....................................................................579
Exame físico

580

Geral......................................................................................................................580
Na amenorréia primária.........................................................................................580
Na amenorréia secundária.....................................................................................581
Exames complementares

581

Diagnóstico

582

Síndrome hiperprolactinêmica

582

Etiologia.................................................................................................................582
Tratamento da síndrome hiperprolactinêmica.......................................................584
Insuficiência ovariana prematura

585

Diagnóstico............................................................................................................585
Outros distúrbios

586

Etiologia.................................................................................................................586

Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

590

Epidemiologia........................................................................................................590
Fisiopatologia da SOP............................................................................................590
Diagnóstico da SOP................................................................................................591
Tratamento da SOP................................................................................................591
Amniorrexe prematura

592

1. Conceito

666

2. Epidemiologia

667

3. Fatores de risco

667

3.1. Não evitáveis .................................................................................................667
3.2. Evitáveis ........................................................................................................668
4. Estrutura das membranas ovulares e características de líquido amniótico

669

5. Etiopatogenia

669

6. Quadro Clínico

671

7. Diagnóstico

672

7.1. Diagnóstico clínico .........................................................................................672
7.2. Diagnóstico subsidiário ..................................................................................672
8. Diagnóstico diferencial

676

9. Conduta

676

9.1. Descartar a iminência de parto ......................................................................676
9.2. Avaliar condições de vitalidade fetal ..............................................................677
9.3. Descartar infecção intra-útero .......................................................................677
9.4. Conduta obstétrica.........................................................................................678
9.4.1. Gestação < 24 semanas .............................................................................678
9.4.2. Gestação > 24 e < 35 semanas ..................................................................679
9.4.3. Gestação > ou = 35 semanas .....................................................................682
10. Evidências Corticoterapia, ATB-Terapia, Amnioinfusão, Tocólise e Profilaxia para
Estreptococcus Grupo B
682
10.1. Evidências Corticoterapia.............................................................................682

10.2. Antibioticaterapia..........................................................................................686
10.3. Amnioinfusão na rotura prematura das membranas antes do termo............689
10.4. Inibição da contratilidade uterina.................................................................689
10.5. Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B...................................................691
11. Prognóstico

693

12. Complicações

693

12.1. Infecção intra-amniótica ..............................................................................693
12.2. Prematuridade .............................................................................................693
12.3. Sofrimento fetal ...........................................................................................694
12.4. Hipoplasia pulmonar ....................................................................................694
12.5. Outras complicações ....................................................................................694
Câncer de mama

694

1. Epidemiologia

769

Geral......................................................................................................................769
Fatores de risco.....................................................................................................771
1.3. Freqüência por quadrantes.............................................................................774
1.4. Frequência de acometimento linfonodal por tamanho tumoral ......................774
2. Etiopatologia

774

2.1. Geral...............................................................................................................774
2.2. Carcinogenêse................................................................................................775
3. Evolução da doença

776

3.1. Crescimento tumoral......................................................................................776
3.2. Angiogênese ..................................................................................................777
3.3. Disseminação..................................................................................................777
3.4. Via linfática.....................................................................................................778
3.5. Metástase à distância.....................................................................................778
4. Diagnóstico - Triagem para pacientes assintomáticas

779

5. Diagnóstico – Anamnese

779

6. Diagnóstico - Quadro clínico

780

7. Diagnóstico - Achados laboratoriais

780

8. Diagnóstico por imagem

780

8.1. BIRADS............................................................................................................781
8.2. Tumor primário...............................................................................................781
8.3. Doença metastática........................................................................................781
8.4. Mamografia.....................................................................................................781
8.5. USG mamária..................................................................................................782
9. Diagnóstico histo-patológico

783

10. Estadiamento

783

10.1. Tumor...........................................................................................................784
10.2. Linfonodos....................................................................................................784
10.3. Metástase à distância...................................................................................785
10.4. Grupamento por estádios.............................................................................785
11. Prognóstico

786

12. Quadro clínico pós-operatório (mastectomia radical modificada)

786

Carcinoma de colo uterino

786

Epidemiologia

787

Geral......................................................................................................................787
Fatores de risco.....................................................................................................787
Prognóstico

788

Patologia

788

Quadro clínico

789

Diagnóstico

790

Geral......................................................................................................................790
Conduta diagnóstico..............................................................................................790
Estadiamento FIGO

791

TNM

792

Tratamento

792

Estádio o (adenocarcinoma in situ!).......................................................................792
Estádio Ia (microcarcinoma)..................................................................................792
Estádio Ia1 (< ou = 3 mm)....................................................................................792
Estádio Ia2 (> 3 mm até = ou < 5mm).................................................................793
Estádio Ib1.............................................................................................................793
Estádio Ib2.............................................................................................................793
Estádio IIa..............................................................................................................793
Estádios IIb, III e IVa...............................................................................................794
Estádio IVb.............................................................................................................794
Recorrência............................................................................................................794
Seguimento

795

Conduta no câncer de colo durante gestação

795

Geral......................................................................................................................795
Ca in situ e Ia:........................................................................................................796
Ib ..........................................................................................................................796
II,III e IV..................................................................................................................796
Cefaleía após raqui

796

Quadro clínico........................................................................................................796
Conduta.................................................................................................................797
Complicações pós – operatório geral e ginecológico

797

O período pós-operatório intermediário

872

Conceito.................................................................................................................872
Cuidado da ferida..................................................................................................872
Complicações pos-operatórios

872

Hipertermia precoce..............................................................................................873
Hipertermia após 48 horas ...................................................................................873
Hipertermia após o 3º dia .....................................................................................873
Complicações pulmonares

874

Pacientes de alto risco...........................................................................................875
Atelectasias...........................................................................................................875
Pneumonia.............................................................................................................875
Complicações vasculares

876

Tromboflebite superficial.......................................................................................876
Trombose venosa profunda...................................................................................876
Embolia pulmonar..................................................................................................877
Complicações urinárias

877

Oligúria..................................................................................................................877
Retenção urinária..................................................................................................877
Choque

878

Geral......................................................................................................................878
Quadro clínico........................................................................................................878
Manuseio ..............................................................................................................878
Descolamento da placenta normalmente inserida

878

1. Conceito

953

Terminologias paralelas

953

Freqüência

953

Etiologia

954

Fisiopatologia

954

A. Alterações locais (uterinas e placentárias)........................................................954
B. Alterações sistêmicas (coagulopatia e insuficiência renal e/ou hipofisária).......955
Formas clínicas

955

Hemorragia oculta.................................................................................................955
B. Hemorragia externa...........................................................................................956
C. Hemoâmnio.......................................................................................................956
D. Apoplexia útero-placentária..............................................................................956
E. Prolapso da placenta..........................................................................................956
F. Descolamento placentário crônico.....................................................................956

G. Outra classificação ...........................................................................................956
Diagnóstico clínico

957

Diagnóstico laboratorial

957

Tratamento

958

Diabetes na gestação

958

Definição

959

Classificação de Priscilla White (1941)

959

Epidemiologia

960

Geral......................................................................................................................960
Fatores de risco ....................................................................................................960
Fisiopatologia Diabetes Gestacional......................................................................961
Prognóstico/repercussões......................................................................................962
Diagnóstico

964

IMIP........................................................................................................................964
Alternativos...........................................................................................................965
Diagnóstico e conduta simplificados

966

Exames complementares após diagnostico de Diabetes

967

Avaliação fetal

968

IMIP........................................................................................................................968
Alternativas...........................................................................................................969
Tratamento da gestante diabética

970

Objetivo.................................................................................................................970
Corticoides (Betametasona)...................................................................................970
Diabético em uso de hipoglicemiantes..................................................................970
Dieta......................................................................................................................971
Insulina durante gestação......................................................................................971
Exercício físico.......................................................................................................972
O parto

972

Via do parto...........................................................................................................972

Inibição de TPP.......................................................................................................973
Prescrição (eIndução)............................................................................................973
Puerpério

974

IMIP........................................................................................................................974
Alternativas...........................................................................................................974
Após alta

975

IMIP (????):.............................................................................................................975
IMIP (livro):.............................................................................................................975
Caso especial: Hipoglicemia

975

Caso especial: cetoacidose diabética na gestação

976

Definição................................................................................................................976
Epidemiologia........................................................................................................976
Prognóstico/complicações......................................................................................976
Etiopatologia..........................................................................................................977
Tratamento............................................................................................................977
Eclampsia

977

Dismenorréia

977

Conceito e incidência

978

Classificação

978

Dismenorreía primária

978

Conceito e Epidemiologia.......................................................................................978
Etiopatogenia.........................................................................................................979
Diagnóstico............................................................................................................979
Tratamento ...........................................................................................................979
Dismenorréia secundária

980

Geral......................................................................................................................980
Causas de dismenorréia secundária......................................................................981
Disturbios emocionais pós-parto

981

Pós-Parto Blues

981

Depressão pós-parto (????)

982

Psicose pos-parto (????)

982

Doenças trofoblásticas gestacionais (DTG)

982

Conceito e nomenclatura

1057

Geral....................................................................................................................1057
Classificação........................................................................................................1057
Epidemiologia

1058

Incidência............................................................................................................1058
Fatores de risco...................................................................................................1058
Etiopatogenia

1059

Geral....................................................................................................................1059
Origem parental da mola hidatiforme completa..................................................1060
Origem parental da mola hidatiforme parcial......................................................1060
Anatomia patológica

1061

Macroscopia.........................................................................................................1061
Microscopia..........................................................................................................1061
Aspectos clínicos

1061

Quadro clínico clássico.........................................................................................1062
Quadro clínico da mola parcial (MHP)..................................................................1062
Quadro clínico da mola invasora e do coriocarcinoma.........................................1062
Diagnóstico laboratorial

1063

Diagnóstico da mola completa

1063

Diagnóstico da mola hidatiforme parcial

1064

Diagnóstico dos tumores trofoblásticos gestacionais

1065

10. Estadiamento FIGO

1066

11. Diagnóstico diferencial

1066

12. Conduta

1067

13. Prognóstico

1068

Gestação prolongada

1069

Conceito

1069

Epidemiologia

1069

Conduta

1069

IG entre 40-41 semanas.......................................................................................1069
IG entre 41-42 semanas.......................................................................................1069
IG > 42 semanas.................................................................................................1070
Hepatite B

1070

Etiologia

1070

Epidemiologia

1071

Geral....................................................................................................................1071
Fatores de risco...................................................................................................1071
Diagnóstico e Tratamento

1071

Marcadores..........................................................................................................1072
Rastreamento......................................................................................................1072
CDC interpretação dos resultados.......................................................................1073
IMIP interpretação dos resultados e conduta.......................................................1074
Hiperplasia endometrial

1075

Conceito...............................................................................................................1075
Fatores de risco...................................................................................................1075
Histeroscopia ......................................................................................................1076
Risco para desenvolver CA de endométrio...........................................................1076
Tratamento..........................................................................................................1077
Hiperplasia Supra-Renal Congênita

1078

Geral....................................................................................................................1078
Formas.................................................................................................................1078
Clássica não-perdedora de sal.............................................................................1078
Clássica perdedora de sal....................................................................................1079
Não-clássica.........................................................................................................1080
Hipertensão na gestação

1080

Geral

1155

1. Introdução

1155

2. Classificação da hipertensão arterial na gestação

1155

3. Conceitos

1156

4. Critérios para verificação da pressao arterial na gravidez

1156

5. Diagnóstico diferencial entre PE/HAS Gestacional e HASC

1157

6. Complicações da hipertensão arterial na gravidez

1157

B. Hipertensão arterial crônica

1158

6. Tratamento: MgSO4

1165

A. Vantagens.......................................................................................................1165
B. Apresentações differentes no mercado...........................................................1165
C. Esquema de Zuspan .......................................................................................1166
D. Esquema de Pritchard.....................................................................................1166
E. Mecanismo de ação.........................................................................................1166
F. Cuidados gerais com MgSO4............................................................................1166
G. Níveis séricos de Magnésio Sulfato..................................................................1167
H. Manifestações de toxicidade...........................................................................1167
I. Monitorização....................................................................................................1168
J. Oligúria ............................................................................................................1168
Emergência hipertensiva.....................................................................................1170
D. Iminência de eclâmpsia

1178

E. Eclâmpsia

1179

1. Conceito

1179

2. Classificação prognóstica

1179

A. Não complicada...............................................................................................1179
B. Complicada......................................................................................................1179
3. Conduta: cuidados gerais

1179

4. Terapia anticonvulsiva

1180

5. Tratamento do edema cerebral

1181

F. Síndrome HELLP

1181

1. Geral

1182

2. Diagnóstico

1182

A. Quadro inicial ..................................................................................................1182
B. Quadro avançado............................................................................................1182
3. Diagnóstico diferencial

1182

4. Diagnóstico laboratorial

1182

5. Conduta na síndrome HELLP

1183

A. Geral................................................................................................................1183
B. Avaliação materno-fetal...................................................................................1183
C. Correção da coagulopatia ...............................................................................1184
D. Tratamento da CIVD........................................................................................1184
E. Terapia anticonvulsivante ...............................................................................1184
F. Terapia anti-hipertensiva.................................................................................1185
G. Interrupção da gestação..................................................................................1185
6. Hematoma hepático

1186

Conduta ..............................................................................................................1186
G. Hipertensão crônica com Pré-Eclâmpsia sobreposta / HAS Agravada

1187

H. Hipertensão gestacional

1187

1. Conceito

1188

2. Tratamento durante pré-natal

1188

A. Geral................................................................................................................1188
B. Propedêutica laboratorial.................................................................................1188
C. Propedêutica fetal...........................................................................................1189
3. Tratamento gestação a termo

1189

HIV

1189

Durante gravidez

1189

Pré-natal..............................................................................................................1189
Prescrição............................................................................................................1190

HIV e parto

1191

Conduta...............................................................................................................1191
Prescricção ápos o parto .....................................................................................1192
HPV (transmissão vertical)

1193

Epidemiologia......................................................................................................1193
Bibliografia...........................................................................................................1194
Indução do parto

1194

Indicações

1195

Contra-indicações absolutas

1195

Contra-indicações relativas

1196

Complicações maternas

1196

Complicações feto-anexiais

1196

Requisitos

1197

Métodos de preparo cervical

1197

A. Métodos mecânicos

1197

Sonda de Foley com balão...................................................................................1197
Laminária.............................................................................................................1199
Deslocamento das membranas (manobra de Hamilton ou de Coopermann).......1199
Amniotomia.........................................................................................................1200
Estímulos naturais...............................................................................................1200
B. Métodos farmacológicos

1201

Misoprostol..........................................................................................................1201
Dimeprostone......................................................................................................1202
Hialuronidade .....................................................................................................1202
Ocitocina..............................................................................................................1202
Situações especiais

1203

Cesárea anterior..................................................................................................1203
Prematuridade.....................................................................................................1203
Polidrâmnio..........................................................................................................1204

Cesárea eletiva....................................................................................................1204
Quando há inexistência de indicações de cesárea...............................................1204
Incontinência urinária

1205

Definição

1205

Classificação

1205

Epidemiologia

1206

Geral....................................................................................................................1206
Fatores de risco...................................................................................................1206
Fisiologia

1206

Etiologia (causas)

1207

Diagnóstico

1208

Tratamento

1210

Manejo conservador.............................................................................................1210
Manejo cirúrgico..................................................................................................1211
Infertilidade

1212

Mioma uterino

1213

Definição

1213

Classificação pela localização

1214

Epidemiologia

1214

Etiopatogenia

1214

Patologia

1214

Prognóstico

1215

Manifestações clínicas

1215

Sangramento anormal.........................................................................................1215
Dor pélvica...........................................................................................................1216
Infertilidade.........................................................................................................1216
Sintomas compressão..........................................................................................1216
Manifestações clínicas gerais...............................................................................1216
Diagnóstico diferencial

1217

Diagnóstico

1217

Tratamento

1218

Assintomáticas.....................................................................................................1218
Sintomáticas

1218

Tratamento cirúrgico...........................................................................................1219
Medicamentoso....................................................................................................1219
Embolização das artérias uterinas (EAU).............................................................1220
Mioma uterino e gravidez

1220

Leiomioma uterino e emergências

1221

Sangramento.......................................................................................................1221
Dor aguda e intensa (abdome agudo)..................................................................1221
Modificações gravídicas gerais e locais do organismo materno

1221

Modificações gravídicas sistêmicas

1222

1. Postura e deambulação

1222

Sistema circulatório

1223

Adaptações circulatórios......................................................................................1223
Adaptações circulatórias uteroplacentárias.........................................................1225
Resultado das modificações.................................................................................1225
3. Compartimento sangüíneo

1225

Pele

1226

Metabolismo

1226

Fase anabólica.....................................................................................................1226
Fase catabólica ...................................................................................................1226
Ganho de peso materno......................................................................................1227
Outros aspectos...................................................................................................1227
Sistema urinário

1227

Sistema digestivo

1228

Sistema respiratório

1228

B. Modificações gravídicas locais

1228

Útero

1229

Consistência........................................................................................................1229
Volume................................................................................................................1229
Peso.....................................................................................................................1229
Coloração.............................................................................................................1229
Forma..................................................................................................................1229
Posição................................................................................................................1230
2. Colo uterino

1230

Ovários e trompas

1231

4. Vagina

1231

5. Vulva

1231

6. Mamas

1231

Neoplasias Ovarianas

1232

1. Epidemiologia

1306

Geral....................................................................................................................1306
Fatores de risco...................................................................................................1308
2. Fisiopatologia

1309

3. Disseminação do carcinoma ovariano

1310

4. Quadro clínico

1311

5. Diagnóstico

1311

6. Exames complementares

1313

7. Fluxograma

1313

8. Classificação

1314

Tumores benignos...............................................................................................1314
Tumores malignos*..............................................................................................1314
9. Estadiamento do carcinoma de ovário (FIGO e American Joint Committee On Cancer
AJCC)
1316
10. Rotina cirúrgica para estadiamento do carcinoma do ovário

1318

11. Terapia das neoplasia ovarianas epiteliais

1318

Geral....................................................................................................................1318

Resistência à quimioterapia.................................................................................1321
Terapia hormonal.................................................................................................1322
Cirurgia de second look.......................................................................................1322
Cirurgia de citorreduçao secundária....................................................................1322
Laporoscópia........................................................................................................1322
12. Neoplasias ovarianas não-epiteliais (terapia)

1323

Neoplasias derivadas de células germinativos.....................................................1323
Neoplasias derivadas do estroma gonadal especializado....................................1323
Neoplasias derivadas do mesênquima não-específico.........................................1324
13. Seguimento

1324

14. Prognóstico

1324

15. Prevenção

1325

16. Screening /rastreamento

1326

17. Developmentos recentes

1326

18. Evidências

1327

Parto prolongado

1329

Introdução

1330

Conceito

1330

Fisiológico............................................................................................................1330
Parto prolongado.................................................................................................1330
Riscos de um parto prolongado

1331

A dilatação cervical demora ................................................................................1331
A expulsão demora (= a segunda fase)...............................................................1331
Etiologia de um parto prolongado

1332

Dilatação cervical prolongada..............................................................................1332
Período expulsivo prolongado..............................................................................1332
Fatores que causam que o feto não pode passar pela pélvis

1332

Posição fetal anormal

1333

A. Posição anormal da cabeça ............................................................................1333

B. Apresentação pélvica......................................................................................1333
C. O feto tem uma posição transversal ...............................................................1334
Bibliografia

1334

Poliidramnio

1335

1. Definição

1409

2. Incidência

1410

3. Formas clínicas

1410

3.1 – Aguda ........................................................................................................1410
3.2 – Crônica........................................................................................................1410
4. Classificação

1410

5. Etiologia

1410

6. Manifestações clínicas

1411

6.1 Poliidramnia leve ..........................................................................................1411
6.2 Poliidramnia moderada ou severa..................................................................1411
7. Diagnóstico

1411

7.1. Valores do ILA e a idade gestacional ............................................................1411
7.2. Diagnóstico clínico de suspeita.....................................................................1413
7.3. Diagnóstico de certeza.................................................................................1413
8. Conduta

1413

8.1. Geral.............................................................................................................1413
8.2 Terapêutica específica...................................................................................1413
9. Via de parto

1414

10. Prognóstico

1414

Problemas (infecções) da ferida operatória

1414

Epidemiologia de infecçcões da FO

1415

Etiologia

1415

Fatores locais.......................................................................................................1415
Fatores gerais......................................................................................................1416
Tipos de fios cirúrgicos

1416

1 - Fios absorvíveis..............................................................................................1416
2 - Fios não absorvíveis.......................................................................................1418
Diagnóstico

1420

Geral....................................................................................................................1420
Clinico de processo de cicatrização da FO (normal e anormal)............................1420
Tratamento

1425

Finalidade de tratamento.....................................................................................1425
As qualidades importantes de um produto eficaz para o tratamento de feridas. .1425
Escolha de curativo..............................................................................................1426
Curativos

1426

1. Soro fisiológico (ou srl ou água destilada)........................................................1426
2. Hidrogel com alginato de sódio [DUOREM GEL, HYDROSOR, INTRASITE GEL, NU-GEL]
............................................................................................................................1426
3. Carvão ativado com prata [ACTISORB PLUS]...................................................1427
4. Sulfadiazina de prata 1% [KINDER, DERMAZINE, PRATAZINE].........................1428
5. Filme transparante [BIOCLUSIVE, HIDROFILM, SUPRASORB, TEGADERM]........1428
6. Cobertura de ferimento estéril não-adherente [ADAPTIC, LOMATUELL]...........1429
7. Trigilicéridos de cadeia media (TCM) / ácidos graxos essenciais (AGE) [DERMOSAN,
TRIGLICERIL CM –AGE, SOMMACARE, DERSANI, AGE DERM]................................1429
8. Alginato de cálcio e sódio [ACQUACELL, ALGODERM, KLATOSTAT, SORBALGON,
SORBALGON T, SORBSAN, RESTORE CALCICARE, TEGAGEN]...............................1430
9. Hidrocolóide [COMFEEL, DUODERM, HYDROCOLL, REPLICARE, RESTORE, TEGASORB]
............................................................................................................................1431
10. Hidropolímero [ALLEVYN, ALLEVYN CAVITY, ELASTO GEL, LYOTOAM, POLYMEM,
POLYWIC, TIELLE, TIELLE PLUS]...........................................................................1431
Sífilis

1432

Etiologia

1433

Epidemiologia

1433

Classificação

1433

Sífilis primária

1433

Sífilis secundária

1434

Sífilis latente

1434

Sífilis terciária

1434

Sífilis na gestação

1435

Diagnóstico

1435

Sorologia..............................................................................................................1435
Rastreamento com vdrl (veneral disease research laboratory)*..........................1436
Exames após a confirmação do sífilis...................................................................1437
IMIP: indicações punção lombar...........................................................................1437
Tratamento

1437

Todos os tipos de sífilis com excepção de neurosífilis..........................................1437
Pacientes alérgicas a penicilina**........................................................................1438
Neurossífilis.........................................................................................................1438
Seguimento

1438

Controle de cura..................................................................................................1439
Caso especial: Sífilis Congênita

1439

Quadro clínico......................................................................................................1439
Diagnóstico..........................................................................................................1439
Tratamento e exame complementares................................................................1440
Síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAAF)

1443

1. Conceito

1517

2. Classificação

1518

3. Epidemiologia

1519

4. Etiopatologia

1519

4. Quadro clínico

1520

Geral....................................................................................................................1520
Trombose Arterial................................................................................................1521
Manifestações Neurológicas.................................................................................1521
Manifestações Dermatológicas............................................................................1522
Manifestações Cardíacas.....................................................................................1522

Manifestações Hematológicas..............................................................................1522
Manifestações Renais..........................................................................................1523
SAAF Catastrófica................................................................................................1523
5. Exames subsidiários

1524

6. Critérios Diagnósticos

1524

6.1. Clínicos.........................................................................................................1524
6.2. Laboratoriais.................................................................................................1525
7. Tratamento

1525

7.1. Geral.............................................................................................................1525
7.2. Tratamento de perda fetal recorrente...........................................................1526
8. Bibliografia

1527

Síndrome de Meckel-Gruber

1528

Sofrimento fetal aguda

1528

Conceito

1528

Etiologia

1528

As causas de primeiro grupo (problema do corpo de mãe e/ou placenta)...........1528
Problemas de segundo grupo (problemas fetais).................................................1529
Sindrome da tensão pré-menstrual

1529

Conceito

1530

Incidência

1530

Etiopatogenia

1530

Quadro clínico

1531

Sintomas somáticos.............................................................................................1531
Sintomas psicológicos..........................................................................................1532
Diagnóstico

1532

Diagnóstico diferencial

1533

Tratamento

1533

Medidas gerais.....................................................................................................1533
Tratamento farmacêutica....................................................................................1534

Trabalho de parto prematuro (TPP)

1534

Fatores preditivos do parto prematuro dentro de 1-7 dias

1535

Anamnese............................................................................................................1535
Exame físico........................................................................................................1535
Exames complementares.....................................................................................1535
Efeitos colaterais da nifedipina

1536

Formas clínicas

1536

Diagnóstico rápido

1536

Ameaça de parto prematuro

1537

Quadro clínico......................................................................................................1537
Conduta...............................................................................................................1537
Início de trabalho de parto prematuro

1538

Quadro clínico......................................................................................................1538
Conduta...............................................................................................................1538
Franco trabalho de parto prematuro

1539

Quadro clínico......................................................................................................1539
Conduta...............................................................................................................1539
1. Anamnese e exame físico

1541

Anamnese

1541

A. Anamnese em geral

1541

1. Queixa Principal

1542

2. História médica pregressa

1542

3. História familiar

1542

4. História pessoal e social

1542

5. Revisão de sistemas

1543

Geral ...................................................................................................................1543
Endócrino ............................................................................................................1543
Hematopoiético ...................................................................................................1543
Cabeça.................................................................................................................1543

Olhos...................................................................................................................1543
Orelhas................................................................................................................1543
Nariz e seios da face ...........................................................................................1544
Boca/ garganta ...................................................................................................1544
Pescoço ...............................................................................................................1544
Respiratório.........................................................................................................1544
Cardíaco ..............................................................................................................1544
Vascular ..............................................................................................................1544
Gastrointestinal ..................................................................................................1544
Gênito-urinário ....................................................................................................1545
Músculo-esquelético ...........................................................................................1545
Reumático ...........................................................................................................1545
Neurológico .........................................................................................................1545
Pele......................................................................................................................1545
Psiquiátrico..........................................................................................................1545
6. Casos especiais

1545

Caracterização da dor..........................................................................................1546
Vômito, diarréia e expectoração..........................................................................1546
Febre...................................................................................................................1546
Edema.................................................................................................................1547
Alergia.................................................................................................................1547
Desânimo, falta de ar, nervosismo......................................................................1547
Desmaio...............................................................................................................1547
B. Anamnese ginecológica

1548

1. Anamnese ginecológico em geral

1548

a. História menstrual...........................................................................................1548
b. História obstétrica............................................................................................1549
c. História ginecológica........................................................................................1549

d. História sexual ................................................................................................1550
e. História familiar...............................................................................................1550
f. História passada de: ........................................................................................1551
2. Anamnese ginecológico: casos especiais

1552

a. Sangramento ANORMAL...................................................................................1552
b. Dor...................................................................................................................1552
c. Descarga ou corrimento vaginal......................................................................1553
d. Sintomas pré-menstruais.................................................................................1553
e. Queixas/sintomas da menopausa....................................................................1553
f. Infertilidade/subfertilidade................................................................................1554
g. Sintomas urinários: disúria, queimação (ardor as micções), freqüência, urgência1555
h. Massas genitais ou pélvicas ............................................................................1555
3. Rastreamento de violência contra mulher (Abuse Assesment Screen)

1555

Exame físico

1557

Exame físico em geral

1557

Elementos do exame físico

1558

Geral - procedimento

1558

Estado geral.........................................................................................................1558
Estado de hidratação ..........................................................................................1558
Mucosas ..............................................................................................................1558
sinais vitais..........................................................................................................1559
Medidas antropométricas ...................................................................................1559
Biotipo.................................................................................................................1559
Geral – descrição

1559

Estado geral.........................................................................................................1559
Estado de hidratação ..........................................................................................1560
Mucosas ..............................................................................................................1560
Sinais vitais..........................................................................................................1560

medidas antropométricas ...................................................................................1560
Biotipo.................................................................................................................1560
Cabeça

1560

Procedimento.......................................................................................................1561
Descrição.............................................................................................................1561
Pescoço

1561

Procedimento.......................................................................................................1561
Descrição.............................................................................................................1561
Aparelho respiratório e tórax geral

1561

Procedimento.......................................................................................................1561
Descrição.............................................................................................................1562
Coração...............................................................................................................1562
Procedimento.......................................................................................................1562
Descrição.............................................................................................................1562
Vascular

1564

Procedimento.......................................................................................................1564
Descrição.............................................................................................................1564
Mamas

1566

Abdome

1566

Procedimento.......................................................................................................1566
Descrição.............................................................................................................1566
Músculo-esquelético

1567

Procedimento.......................................................................................................1567
Descrição.............................................................................................................1567
Pele e ?? Fâneros

1567

Procedimento.......................................................................................................1567
Descrição.............................................................................................................1568
Linfonodos

1568

Procedimento.......................................................................................................1568

Descrição.............................................................................................................1568
Neurológico

1568

Procedimento.......................................................................................................1568
Descrição.............................................................................................................1569
Genital

1569

Procedimento.......................................................................................................1569
Descrição.............................................................................................................1569
Retal

1569

Procedimento.......................................................................................................1570
Descrição.............................................................................................................1570
Exame ginecológico

1570

Mamas

1570

1. Mamas - procedimento

1570

Inspeção estática.................................................................................................1571
Inspecione ambas aréolas e mamilos e compare-os............................................1571
Inspeção dinâmica...............................................................................................1571
Palpação com a paciente sentada.......................................................................1572
Palpação com a paciente deitada........................................................................1572
2. Mamas - descrição

1572

Inspeção estática ...............................................................................................1573
Inspeção dos mamilos..........................................................................................1573
Inspeção dinâmica ..............................................................................................1573
Palpação (paciente sentada) ...............................................................................1573
Palpação (paciente deitada)................................................................................1573
3. Exame pélvico: genitália externa

1574

Procedimento.......................................................................................................1574
Descrição.............................................................................................................1576
4. Exame especular

1576

Procedimento.......................................................................................................1576

Descrição.............................................................................................................1577
Toque bimanual

1578

Procedimento.......................................................................................................1578
Descrição.............................................................................................................1580
Exame retovaginal

1580

Procedimento.......................................................................................................1580
Descrição.............................................................................................................1581
Colposcopia

1581

9. Fone

1588

Setores

1588

Pessoas

1589

Fisiologia e doenças (cont.)

1589

Anemia falciforme e gestação

1589

Epidemiologia

1590

Genética

1590

Fisiopatologia

1590

Formas clínicas

1590

Quadro clínico

1591

Diagnóstico

1591

Fatores predisponentes a falcização

1591

Gravidez

1591

Placenta...............................................................................................................1591
Riscos..................................................................................................................1592
Tratamento geral

1592

Tratamento durante gravidez

1592

Crise dolorosas....................................................................................................1592
Piora da anemia...................................................................................................1592
Anomalias da placenta e cordão umbilical

1593

A. Geral

1594

Anomalias da placenta

1594

Sistematização do exame USG da placenta

1595

Graus da placenta (classificação de Grannum)

1595

USG......................................................................................................................1595
Valor preditivo de complicações..........................................................................1596
Infartos placentários

1596

Lagos venosos

1596

Doença Trofoblástica Gestacional

1596

Neoplasias primárias da placenta

1597

Coriangioma .......................................................................................................1597
Teratoma ............................................................................................................1597
Placenta accreta

1597

Geral ...................................................................................................................1597
Categorias...........................................................................................................1597
Placenta prévia

1598

Outras anormalidades da placenta

1598

Inserção velamentosa do cordão ........................................................................1598
Placenta membranácea ......................................................................................1598
Lobo succenturiado .............................................................................................1598
Hematoma retroplacentário ................................................................................1599
DPPNI ..................................................................................................................1599
C. Anomalias do cordão umbilical

1599

Introdução

1599

Cordão curto

1600

Cordão longo

1600

Circulares de cordão

1600

Artéria Umbilical única

1600

Hematoma de cordão

1601

Formações císticas

1601

Neoplasias

1601

Anticoncepção hormonal oral e injetável

1602

Anticoncepcionais orais combinados

1671

Geral....................................................................................................................1672
Tipo e composição...............................................................................................1672
Mecanismo de ação.............................................................................................1672
Eficácia................................................................................................................1672
Modo de uso........................................................................................................1673
Desempenho clínico.............................................................................................1673
Efeitos secundários..............................................................................................1673
Contra-indicações................................................................................................1674
Uso sob supervisão cuidadosa.............................................................................1674
Riscos..................................................................................................................1675
Benefícios............................................................................................................1675
Anticoncepcionais orais de progestágenos

1676

B1. Progestágeno isolado

1676

Geral....................................................................................................................1676
Tipos e composição.............................................................................................1676
Mecanismo de ação.............................................................................................1676
Eficácia................................................................................................................1677
Modo de uso........................................................................................................1677
Desempenho clínico.............................................................................................1677
Efeitos secundários..............................................................................................1677
Riscos..................................................................................................................1678
Benefícios............................................................................................................1678
B2. Desogestrel 0,075mg (28cp)

1678

Anticoncepção oral de emergência

1678

Geral....................................................................................................................1678

Tipos e composição.............................................................................................1679
Mecanismo de ação.............................................................................................1679
Eficácia................................................................................................................1679
Modo de uso........................................................................................................1679
Efeitos secundários..............................................................................................1680
Anticoncepcional injetável mensal

1680

Geral....................................................................................................................1680
Tipos e composição.............................................................................................1681
Mecanismo de ação.............................................................................................1681
Eficácia................................................................................................................1681
Modo de uso........................................................................................................1681
Desempenho clínico.............................................................................................1681
Efeitos secundários..............................................................................................1682
Riscos e benefícios...............................................................................................1682
Anticoncepcional injetável trimestral

1682

Geral....................................................................................................................1682
Mecanismo de ação.............................................................................................1682
Eficácia................................................................................................................1683
Modo de uso........................................................................................................1683
Desempenho clínico.............................................................................................1683
Efeitos secundários..............................................................................................1683
Riscos..................................................................................................................1684
Benefícios............................................................................................................1684
Assistência ao trabalho de parto

1685

Geral

1686

Conceito...............................................................................................................1687
Objetivos..............................................................................................................1687
Grau de recomendação........................................................................................1687

Diagnóstico do TP................................................................................................1687
Anamnese e exame obstétrico.............................................................................1688
Fases clínicas do TP.............................................................................................1688
Assistência ao 1° período

1688

Local....................................................................................................................1689
Dieta ...................................................................................................................1689
Enema e tricotomia..............................................................................................1689
Estimular a deambulação....................................................................................1690
Partograma .........................................................................................................1690
Monitorar bem-estar fetal....................................................................................1690
Alívio da dor (não-farmacológicos).......................................................................1690
Alívio da dor (farmacológico)...............................................................................1691
Amniotomia.........................................................................................................1691
Ocitocina..............................................................................................................1691
Suporte contínuo.................................................................................................1691
Assistência ao segundo período

1691

Conceito...............................................................................................................1692
Duração do período expulsivo .............................................................................1692
Complicações período expulsivo..........................................................................1693
Monitorização da vitalidade fetal.........................................................................1693
Posicionamento da parturiente............................................................................1693
Puxos...................................................................................................................1694
Episiotomia (conceito clássico)............................................................................1695
Episiotomia (conceito atual)................................................................................1695
Episiotomia seletiva.............................................................................................1696
Redução do trauma perineal................................................................................1697
Fórceps x vácuo extrator.....................................................................................1697
Manual rotation ...................................................................................................1697

Vácuo extrator.....................................................................................................1699
Acolhimento do Récem-Nascido...........................................................................1699
Ligadura do cordão umbilical...............................................................................1699
Assistência ao terceiro período

1700

Geral....................................................................................................................1700
Do nascimento ao delivramento..........................................................................1700
Manejo ativo da dequitação.................................................................................1700
Assistência ao quarto período

1701

Geral....................................................................................................................1701
Atonia uterina......................................................................................................1701
Revisão da cavidade uterina................................................................................1702
Revisão do trajeto................................................................................................1702
ATB profilaxia e pós-parto

1702

Profilaxia de acidentes tromboembólicos.............................................................1702
Antibioticoprofilaxia.............................................................................................1703
Puerpério.............................................................................................................1703
Avaliação da vitalidade fetal intraparto: baseada em evidências

1704

1. Objetivo

1773

2. Introdução

1773

3. História

1774

4. Níveis de evidência

1774

5. Grau de recomendação

1775

6. Conceito sofrimento fetal

1775

7. Auculta fetal intermittente

1776

8. Propedêutica do líquido amniótico

1777

8.1. Aminioscopia................................................................................................1777
8.2. Aminiotomia..................................................................................................1777
9. Cardiotocografia

1778

9.1. Vantagens e desvantagens...........................................................................1778

9.2. Condições maternas ....................................................................................1778
9.3. Condições relacionadas a gravidez...............................................................1779
9.4. Variações da FCF na ausculta ......................................................................1779
9.5. Evidências.....................................................................................................1783
10. Teste de estimulação sonora

1785

10.1. Geral...........................................................................................................1785
10.2. Buzina da marca Kobo................................................................................1785
10.3. Evidências...................................................................................................1786
11. Microanálise do sangue fetal

1787

12. Oximetria fetal de pulso

1787

12.1. Geral...........................................................................................................1787
12.2. Evidências...................................................................................................1788
13. Espectroscopia de luz próxima ao infra-vermelho

1788

14. Eletrocardiografia fetal

1789

14.1. Geral...........................................................................................................1789
14.2. Evidências...................................................................................................1789
Câncer do Corpo Uterino

1790

A1. Introdução

1860

A2. Epidemiologia

1860

A3. Patogênese

1860

a) Câncer de endométrio estrogênio dependente................................................1861
b) Câncer de endométrio não-estrogênio dependente.........................................1861
A4. Fatores de Risco

1862

a5. Fatores de Proteção

1863

A6. Histologia

1864

A7. Clínica

1864

a8. Diagnóstico

1865

a) Anamnese........................................................................................................1865
b) Exame Físico....................................................................................................1866

c) Citologia Oncótica............................................................................................1866
d) Biópsia por aspiração endometrial...................................................................1866
e) Curetagem Uterina .........................................................................................1866
f) Utra-sonografia Transvaginal............................................................................1867
g) Histeroscopia .................................................................................................1867
A9. Formas de Disseminação

1867

A10. Rastreio de Câncer de Endométrio

1868

A11. Estadiamento Clínico

1868

A12. Estadiamento Cirúrgico

1869

A13. Tratamento

1870

a) Geral................................................................................................................1870
b) Ia, Ib, G1 e G2..................................................................................................1871
c) Ic e G3.............................................................................................................1871
d) IIa ...................................................................................................................1871
e) IIb ...................................................................................................................1871
f) IIIa ...................................................................................................................1871
g) IIIb ..................................................................................................................1871
h) IVa e IVb .........................................................................................................1872
g) Metástases......................................................................................................1872
h) Recidiva...........................................................................................................1872
A14. Seguimento

1872

B. Sarcomas Uterinos

1872

B1. Introdução

1873

B2. Diagnóstico

1873

B3. Classificação

1873

B4. Estadiamento

1873

B5. Tipos histológicos

1874

a) Leiomiossarcoma ............................................................................................1874
b) Tumor Mülleriano Misto Maligno......................................................................1874

c) Sarcoma de Estroma Endometrial....................................................................1874
B6. Tratamento

1875

Câncer de vulva

1875

Estadiamento.......................................................................................................1875
Ciclo menstrual

1876

Historia

1877

Duração

1877

Nomenclatura

1877

Fases

1877

Geral (com imagem)............................................................................................1878
O Hipófise(GnRH) e o Ciclo Menstrual..................................................................1878
Fase folicular........................................................................................................1880
Fase lútea............................................................................................................1881
Transição lúteo- folicular......................................................................................1881
Ciclo Ovariano

1881

Desenvolvimento e forma dos oócitos.................................................................1881
Fase Folicular.......................................................................................................1883
Teoria das 2 células x 2 gonadotrofinas...............................................................1883
Fase Lútea...........................................................................................................1884
Alterações endometriais

1885

Fase proliferativa.................................................................................................1885
Fase secretória....................................................................................................1886
Menstruação........................................................................................................1886
Alterações da cérvix uterina

1887

Alterações mamárias

1887

Referências bibliográficas

1887

Crescimento Intra-Uterino Restrito (CIUR)

1887

1. Conceito

1957

2. Crescimento Fetal

1957

3. Classificação

1958

Tipo I....................................................................................................................1958
Tipo II...................................................................................................................1958
Tipo III..................................................................................................................1959
4. Etiologia

1959

Tipo I ...................................................................................................................1959
Tipo II...................................................................................................................1959
Tipo III..................................................................................................................1959
5. Fisiologia

1960

6. Diagnóstico

1960

Risco para CIUR ..................................................................................................1960
Suspeita de CIUR.................................................................................................1960
Provável CIUR......................................................................................................1961
7. Acompanhamento

1961

8. Centralização Fetal

1961

9. Diástole Zero

1962

10. Diástole Reversa

1962

11. Via de parto

1962

Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA)

1963

Introdução

1963

Definição

1964

Epidemiologia

1964

Geral....................................................................................................................1964
Alta morbidade....................................................................................................1964
Fatores de risco ..................................................................................................1964
DIPA e anticoncepção..........................................................................................1965
Fatores de proteção ............................................................................................1965
Etiologia

1965

Natureza polimicrobiana .....................................................................................1965

Aeróbios e anaeróbios.........................................................................................1966
Causas raras........................................................................................................1967
Fisiopatologia

1967

Geral....................................................................................................................1967
Salpingite ............................................................................................................1968
Abscesso tubo-ovariano

1968

Geral....................................................................................................................1968
Classificação de Monif (1990)..............................................................................1968
Quadro clínico

1969

Amamnese...........................................................................................................1969
Exame físico........................................................................................................1969
Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis

1970

Diagnóstico

1970

Objetivo...............................................................................................................1970
Clínico..................................................................................................................1970
Critérios diagnósticos..........................................................................................1971
Considerações do CDC 2006................................................................................1971
Exames complementares.....................................................................................1972
Exames laboratoriais...........................................................................................1972
Exames radiológicos............................................................................................1972
Videolaparoscopia................................................................................................1973
Diagnóstico Diferencial

1974

Tratamento

1974

Objetivo...............................................................................................................1975
Critérios para tratamento hospitalar....................................................................1975
Medidas gerais.....................................................................................................1975
Tratamento ambulatorial (CDc 2006)

1976

Regime A.............................................................................................................1976

Regime B.............................................................................................................1976
Tratamento hospitalar (CDC 2006)

1977

Regime A.............................................................................................................1977
Regime B.............................................................................................................1977
Regime alternativo..............................................................................................1978
Tratamento ciríurgico

1978

Indicações............................................................................................................1978
Tratamento do parceiro sexual

1979

Complicações da doença

1979

Seqüelas precoces...............................................................................................1979
Seqüelas tardias..................................................................................................1979
Prevenção

1979

Diabetes e cirurgia

1980

Objetivos

1980

Fisiopatologia

1980

Importância do controle glicêmico

1981

Pré-operatório......................................................................................................1981
Pós-operatório......................................................................................................1981
Manuseio pré-operatório

1981

Admissão.............................................................................................................1981
DM 2 em uso de hipoglicemiante oral .................................................................1982
DM 2 em uso de insulina......................................................................................1982
DM 1....................................................................................................................1982
Manuseio perioperatório

1983

Diabetes Mellitus tipo 2.......................................................................................1983
Diabetes Mellitus tipo 1.......................................................................................1983
Manuseio pós-operatório

1983

DM 2 em uso de hipoglicemiante oral..................................................................1983
DM 2 em uso de insulina......................................................................................1983

DM 1....................................................................................................................1983
Diagnóstico de gravidez

1984

1) Diagnóstico clínico

1984

A) Sinais de presunção........................................................................................1984
B) Sinais de probabilidade...................................................................................1985
C) Sinais de certeza.............................................................................................1986
2) Diagnóstico laboratorial

1986

* BETA- HCG........................................................................................................1986
3) diagnóstico ultrassonográfico

1988

Idade gestacional

1988

Cálculo da idade gestacional

1989

Data provável do parto

1989

Doença hemolítica perinatal (DHPN)

1989

Conceito

1990

Histórico

1990

O sistema Rh

1990

O sistema ABO

1991

Aloimunização materna

1991

Passagem trans-placentária de sangue fetal

1991

Exames

1992

Resposta imunológica

1992

Primária...............................................................................................................1992
Secundária...........................................................................................................1992
Quadro clinico e fisiopatologia

1992

Geral....................................................................................................................1992
Hemólise..............................................................................................................1992
Hidropisia fetal.....................................................................................................1993
Propedêutica materna

1993

Não invasiva........................................................................................................1993

Invasiva

1994

Tratamento

1994

Profilaxia

1994

Infecções Sexualmente Transmissíveis

1994

1. Epidemiologia

2064

2. Complicações de DSTs:

2065

3. Histórico

2065

4. Úlceras Genitais (Geral)

2066

4.1. Cancro Mole

2066

a) Geral................................................................................................................2066
b) Agente Etiológica ............................................................................................2067
c) Período de incubação .....................................................................................2067
d) Fatores de risco...............................................................................................2067
e) Quadro Clínico.................................................................................................2067
f) Diagnóstico Diferencial.....................................................................................2068
g) Laboratorial ....................................................................................................2068
h) Tratamento......................................................................................................2068
i) Prognóstico.......................................................................................................2069
4.2. Herpes Genital

2069

a) Geral................................................................................................................2069
b) Agente Etiológica.............................................................................................2069
c) Período de incubação.......................................................................................2070
d) Modo de Transmissão......................................................................................2070
e) Quadro Clínico.................................................................................................2070
f) Fatores Desencadantes....................................................................................2071
g) Gestação.........................................................................................................2072
h) Diagnóstico......................................................................................................2072
i) Tratamento.......................................................................................................2072
4.3. Linfogranuloma Venéreo

2073

a) Geral................................................................................................................2073
b) Agente Etiológica ...........................................................................................2073
c) Período de incubação ....................................................................................2073
d) Quadro Clínico.................................................................................................2073
e) Diagnóstico......................................................................................................2074
f) Tratamento.......................................................................................................2074
4.4. Donovanose

2075

a) Geral................................................................................................................2075
b) Agente Etiológica.............................................................................................2075
c) Período de incubação .....................................................................................2075
d) Quadro Clínico.................................................................................................2075
e) Diagnóstico......................................................................................................2077
f) Diagnóstico Diferencial.....................................................................................2077
g) Tratamento......................................................................................................2077
5. Cervicites

2078

a) Geral................................................................................................................2078
b) Agente Etiológica.............................................................................................2078
c) Fatores de risco...............................................................................................2078
d) Quadro Clínico.................................................................................................2078
e) Gestação.........................................................................................................2079
f) Diagnóstico.......................................................................................................2079
g) Tratamento......................................................................................................2079
6. Uretrites (geral)

2080

6.1. Gonocócicas

2080

a) Geral ...............................................................................................................2080
b) Agente Etiológica ..........................................................................................2080
c) Período de incubação.......................................................................................2080
d) Quadro Clínico.................................................................................................2080

e) Diagnóstico......................................................................................................2080
6.2. Uretrites Não-Gonocócicas

2081

a) Agente Etiológica ...........................................................................................2081
b) Perídoo de incubação......................................................................................2081
c) Quadro Clínico.................................................................................................2081
d) Complicações .................................................................................................2081
e) Diagnóstico......................................................................................................2081
7. HPV

2081

a) Geral................................................................................................................2082
b) Período de incubação ....................................................................................2082
c) Tipos de HPV....................................................................................................2082
d) Formas Clínicas...............................................................................................2082
e) Diagnóstico......................................................................................................2083
f) Diagnóstico Diferencial.....................................................................................2083
g) Tratamento infecção clínica.............................................................................2083
h) Gestação.........................................................................................................2084
i) Infecção Subclínica pelo HPV............................................................................2084
j) Rastreio de CA de colo......................................................................................2084
8. Hepatites Virais (geral)

2084

8.1. Hepatite B

2084

a) Geral................................................................................................................2085
b) Período de incubação .....................................................................................2085
c) Quadro Clínico.................................................................................................2085
d) Diagnóstico......................................................................................................2085
e) Gestação.........................................................................................................2086
f) Tratamento.......................................................................................................2086
g) Prevenção........................................................................................................2086
8.2. Hepatite C

2087

a) Geral................................................................................................................2087
b) Tempo de incubação.......................................................................................2087
c) População de risco...........................................................................................2087
d) Quadro Clínico.................................................................................................2088
e) Diagnóstico......................................................................................................2088
f) Prevenção.........................................................................................................2088
9. Outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (Geral)

2088

9.1 Molusco Contagioso

2088

a) Agente Etiológica.............................................................................................2089
b) Transmissão ...................................................................................................2089
c) Período de incubação.......................................................................................2089
d) Quadro Clínico ................................................................................................2089
e) Diagnóstico......................................................................................................2089
f) Tratamento.......................................................................................................2089
9.2. Pediculose Pubiana

2090

a) Agente Etiológica.............................................................................................2090
b) Transmissão ...................................................................................................2090
c) Período de incubação.......................................................................................2090
d) Quadro Clínico.................................................................................................2090
e) Diagnóstico......................................................................................................2090
f) Tratamento.......................................................................................................2090
9.3. Escabiose

2091

a) Agente Etiológica.............................................................................................2091
b) Transmissão....................................................................................................2091
c) Quadro Clínico ................................................................................................2091
d) Patognomônico................................................................................................2091
e) Diagnóstico......................................................................................................2091
f) Tratamento.......................................................................................................2091

10.0 Referências Bibliográficas

2091

Endometriose

2092

Conceito

2162

Historia

2162

Epidemiologia

2162

Etiologia

2163

Geral....................................................................................................................2163
Teoria de Implantação e Metastática (Teoria de Sampsom)................................2164
Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo das Metástases Linfáticas e Venosas)
............................................................................................................................2164
Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo de Implantação Operatória)...2164
Metaplasia celômica............................................................................................2164
Transformação de Restos Embrionários...............................................................2165
Etiopatogenia

2165

Fatores genéticos ...............................................................................................2165
Fatores hormonais ..............................................................................................2165
Fatores ambientais .............................................................................................2166
Fatores imunológicos ..........................................................................................2166
Fatores Inflamatórios ..........................................................................................2166
Fatores locais ......................................................................................................2167
Fatores comportamentais....................................................................................2167
Fatores psicossociais ..........................................................................................2167
Prevenção

2168

Classificação

2168

Acosta (1973)......................................................................................................2168
American Fertility Society Reviewed (1985)........................................................2168
Diagnóstico Geral

2169

Quadro clínico

2169

Geral....................................................................................................................2170

Dor.......................................................................................................................2170
3. Infertilidade.....................................................................................................2171
4. Outros sintomas (TGI, TU e pulmões)...............................................................2171
Exame Ginecológico

2172

Métodos Laboratoriais (CA 125)

2172

Métodos de Imagem (USG e RNM)

2172

USG Transvaginal................................................................................................2172
RNM.....................................................................................................................2173
Laparoscopia (diagnose)

2173

Lesões

2173

Endometriose profunda/infiltrativa (Addicionado pelo Arthur)

2174

Conceito...............................................................................................................2174
Tipos....................................................................................................................2174
Diagnóstico..........................................................................................................2174
Endometriose ovariana (endometrioma)

2174

Conceito...............................................................................................................2175
Tipos de endometrioma ......................................................................................2175
Nódulos de endometriose (adenomiose externa)

2175

Endometriose extragenital

2176

Geral....................................................................................................................2176
Trato digestivo ....................................................................................................2176
Trato urinário ......................................................................................................2177
Endometriose na adolescência

2177

Geral....................................................................................................................2177
Sintomatologia ....................................................................................................2178
Diagnóstico – clínico ...........................................................................................2178
Diagnóstico – Complementar...............................................................................2179
Indicações de laparoscopia em relação à dor

2179

Diagnóstico de possibilidade (80% confirma)......................................................2179

Diagnóstico de probabilidade (90% confirma).....................................................2179
Diagnóstico de alta probabilidade (99% confirma.).............................................2179
Indicações de laparoscopia em relação à infertilidade

2179

Endometriose no climatério

2180

Geral....................................................................................................................2180
Diagnóstico..........................................................................................................2180
Tratamento (geral)

2181

Introdução...........................................................................................................2182
Opções.................................................................................................................2182
Escolha do tratamento.........................................................................................2182
Objetivos do tratamento......................................................................................2182
Tratamento clínico

2182

Geral....................................................................................................................2183
Objetivos..............................................................................................................2183
Progestogênios....................................................................................................2184
Anticoncepcionais orais.......................................................................................2185
Gestrinona...........................................................................................................2186
Danazol................................................................................................................2186
Análogos do GnRH ..............................................................................................2187
Análogo de GnRH + Add Back Therapy................................................................2190
DIU.......................................................................................................................2191
Inibidores da Aromatase......................................................................................2191
Alternativos.........................................................................................................2191
Tratamento cirúrgico

2192

Laparoscopia.......................................................................................................2192
Endometriose ovariana........................................................................................2193
Lesões peritoneais...............................................................................................2194
Conservador x radical..........................................................................................2194

Histerectomia total + erradicação dos focos endometrióticos............................2194
Tratamento combinado

2194

Vantagens e desvantagens..................................................................................2195
Quando combinar................................................................................................2195
Evidências............................................................................................................2195
Transformação maligna da endometriose

2195

Prognóstico/recidiva

2196

Esterilidade

2196

Fisiologia da Placenta e Líquido Amniótico

2196

A. Fisiologia da placenta

2266

Placenta

2267

Desenvolvimento da placenta

2267

Circulação placentária

2267

Circulação fetal

2267

Circulação materna

2267

Trocas materno-fetais (mecanismos de transferência)

2267

Mecanismos de regulação das trocas

2268

Endocrinologia da placenta

2268

Hormônios placentários.......................................................................................2268
Hormônios protéicos............................................................................................2268
Hormônios esteróides..........................................................................................2269
Estrógenos...........................................................................................................2269
Progesterona.......................................................................................................2271
B. Fisiologia e patologia da líquido amniótico

2271

Embriogênese das cavidades amniótica e coriônica

2272

Gênese e regulação do LA

2272

Geral....................................................................................................................2272
Principais fontes de LA.........................................................................................2272
Produção do LA

................................................................................................2272

Reabsorção do LA................................................................................................2272
Estrutura do âmnio

2273

Funções do líquido amniótico

2273

Relação entre volume do LA e idade gestacional

2274

Ultra-sonográfica do líquido amniótico

2274

Análise do líquido amniótico

2274

Fosfolipídeos........................................................................................................2274
Teste de Clements...............................................................................................2275
Enzimas...............................................................................................................2275
Dhl.......................................................................................................................2275
Patologias do líquido amniótico

2275

Oligoidrâmnio......................................................................................................2275
Poliidrâmnio.........................................................................................................2276
Formaçao e malformações do sistema genital

2277

Formação do sistema genital

2278

Geral

2278

Gônadas

2278

Estágios iniciais do desenvolvimento: 5a semana...............................................2278
Início da 4a semana.............................................................................................2279
Cordões sexuais primários: 6a semana................................................................2279
Desenvolvimento dos testículos

2279

Formação dos ovários

2279

Formação dos ductos genitais

2280

Formação da vagina

2280

Outros

2280

Glândulas genitais auxiliares...............................................................................2280
Cistos do ducto de Gartner..................................................................................2280
Desenvolvimento da genitália externa................................................................2280
MalFormações Genitais

2281

Introdução

2281

Epidemiologia e patologia

2281

Classificação de Buttram & Gibbons (1979)

2282

*Classe I...............................................................................................................2282
*Classe II..............................................................................................................2282
*Classe III.............................................................................................................2282
*Classe IV.............................................................................................................2282
*Classe V.............................................................................................................2283
Classe VI..............................................................................................................2283
Classificação de Rock & Keenan 1992

2283

Anomalias da Vagina - Síndrome Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (Aplasia Mülleriana)
2283
Epidemiologia e patologia....................................................................................2283
Diagnóstico..........................................................................................................2284
Tratamento..........................................................................................................2284
Anomalias da vagina - Septo Vaginal Transverso

2284

Epidemiologia......................................................................................................2284
Sintomas..............................................................................................................2285
Exame físico........................................................................................................2285
Tratamento..........................................................................................................2285
Septo vaginal longitudinal

2285

Geral....................................................................................................................2285
Diagnóstico..........................................................................................................2285
Tratamento..........................................................................................................2285
Hímen Imperfurado

2286

Patologia..............................................................................................................2286
Quadro clínico......................................................................................................2286
Exame físico........................................................................................................2286
Diagnóstico..........................................................................................................2286

Tratamento..........................................................................................................2286
Anomalias cervicais

2286

Geral....................................................................................................................2286
Tratamento..........................................................................................................2287
Anomalias uterinas

2287

Geral....................................................................................................................2287
*Agenesia e hipoplasia uterina............................................................................2287
*Útero unicorno...................................................................................................2287
*Útero didelfo......................................................................................................2287
*Útero bicorno.....................................................................................................2288
**Útero arqueado.................................................................................................2288
**Útero septado...................................................................................................2288
Anomalias associadas ao DES..............................................................................2288
Exames complementares

2289

Histerossalpingografia (HSG)...............................................................................2289
USG......................................................................................................................2289
RNM.....................................................................................................................2289
Histeroscopia.......................................................................................................2289
Laparoscopia.......................................................................................................2289
Gestação múltipla

2290

Classificação

2290

Epidemiologia

2290

Importância (riscos)

2291

Tipos biológicos

2291

Monozigóticos......................................................................................................2291
Dizigóticos ..........................................................................................................2291
Adaptações maternas

2292

Morbidade materna

2292

Diagnóstico

2293

Anamnese............................................................................................................2293
Exame físico e obstétrico.....................................................................................2293
Exames complementares.....................................................................................2293
Aspectos fetais

2294

Crescimento e desenvolvimento..........................................................................2294
Complicações.......................................................................................................2294
Assistência pré-natal

2294

Objetivo...............................................................................................................2294
Seguimento.........................................................................................................2294
Preocupações......................................................................................................2295
Assistência ao parto

2296

Fatores.................................................................................................................2296
Período expulsivo.................................................................................................2296
Gestações com três ou mais conceptos

2297

Incompetência istmo-cervical

2297

A. IIC

2297

Epidemiologia

2297

Etiologia

2298

Anamnese

2298

Sintomas

2298

Patogenia

2299

Geral....................................................................................................................2299
Causas.................................................................................................................2299
Diagnóstico

2299

Clínico..................................................................................................................2299
História................................................................................................................2299
USG......................................................................................................................2300
Entre gestações...................................................................................................2300
Durante gestação................................................................................................2300

Tratamento

2300

B. Cerclagem

2301

Histórico

2301

Cerclagem profilática

2302

Geral....................................................................................................................2302
Sucesso e falha....................................................................................................2302
Cerclagem de emergência

2302

Indicação

2303

Contraindicações

2303

Técnicas

2303

MacDonald

2303

Shrodkar

2303

Transabdominal

2304

LASH

2304

Riscos

2304

Eficácia

2304

Controvérsias

2305

Rutura de membranas

2305

Controvérsias

2306

Revisão cochrane

2306

Conclusão

2307

Mecanismo de parto

2307

Considerações gerais

2307

Geral....................................................................................................................2308
Canal de parto.....................................................................................................2308
Força....................................................................................................................2308
Relações útero – fetais

2309

Atitude.................................................................................................................2309
Situação...............................................................................................................2310

Apresentação.......................................................................................................2310
Variedade de apresentação

2310

Variedades (tipos)................................................................................................2310
Diâmetros ântero-posteriores da cabeça nas várias apresentações ...................2311
Cefálicas (fletidas e defletidas)............................................................................2311
Pélvicas (incompleta, completa e “de pés”).........................................................2312
Córmicas .............................................................................................................2312
Posição da cabeça

2312

Conceito...............................................................................................................2312
Variações.............................................................................................................2312
Incidência de variações.......................................................................................2314
Altura da apresentação (Planos)

2315

DeLee .................................................................................................................2315
Hodge..................................................................................................................2315
Introdução

2315

Insinuação ou encaixamento

2316

Flexão

2316

Descida

2316

Rotação interna

2317

Desprendimento da cabeça

2318

Rotação externa

2319

Desprendimento do tronco

2319

Fases clínicas do parto

2320

Partograma

2320

Conceito

2320

Importância

2320

Vantagens de uso

2321

Histórico

2321

Fase latente

2322

Fase ativa

2322

Construção

2322

Distócias

2322

Geral....................................................................................................................2322
Parto precipitado (taquitócico).............................................................................2322
Parada secundária da descida.............................................................................2323
Periódo pélvico prolongado..................................................................................2323
Fase ativa prolongada..........................................................................................2323
Parada secundária de dilatação...........................................................................2323
Conclusões

2323

Placenta prévia

2324

Definição

2324

Classificação

2324

Epidemiologia

2325

Geral ...................................................................................................................2325
Fatores de risco...................................................................................................2325
USG .....................................................................................................................2325
Etiologia

2325

Diagnóstico clínico

2326

Diagnóstico por imagem

2326

Ecográfico............................................................................................................2327
Ressonância magnética.......................................................................................2327
Tratamento

2327

Conservador ......................................................................................................2327
Ativo ..................................................................................................................2327
Pólipo Endometrial

2327

Conceito e epidemiologia.....................................................................................2327
Citérios para considerar pólipo lesão maligna primária (precursora)...................2328
Tratamento .........................................................................................................2328

Pré-natal

2328

História

2329

Objetivos do pré-natal

2329

Quando iniciar?

2329

Primeira consulta pré-natal

2330

Identificação da paciente.....................................................................................2330
Dados sócio-econômicos .....................................................................................2330
Antecedentes pessoais........................................................................................2330
Antecedentes familiares......................................................................................2330
Antecedentes ginecológicos ...............................................................................2331
Sexualidade ........................................................................................................2331
Antecedentes obstétricos ...................................................................................2331
Higiene e orientações gerais................................................................................2332
Queixas mais freqüentes

2332

Exame físico

2333

Geral....................................................................................................................2333
Palpação abdominal.............................................................................................2333
Vacinação

2333

Epidemiologia

2334

Geral....................................................................................................................2334
Indicadores de risco gestacional (Ministério da saúde, 2000)..............................2334
Intervalos dos consultas

2335

Consultas subquentes

2335

Geral....................................................................................................................2336
Toque vaginal (escore cervical)...........................................................................2336
Ganho de peso durante gestação........................................................................2336
USG......................................................................................................................2336
Exames solictados

2337

Lista de exames...................................................................................................2337

HB/Ht...................................................................................................................2337
Anemias...............................................................................................................2337
Sífilis....................................................................................................................2338
Bacteriúria assintomática....................................................................................2338
Teste anti-HIV......................................................................................................2339
Toxoplasmose......................................................................................................2339
Rubéola................................................................................................................2339
Hepatite B............................................................................................................2340
Diabetes..............................................................................................................2340
Infecções genitais................................................................................................2340
Citologia oncótica................................................................................................2341
Pseudo-Hermafroditismo Masculino

2341

Etiologia...............................................................................................................2341
Cínica...................................................................................................................2341
Formas.................................................................................................................2341
Puerpério

2343

A. Fisiologia

2343

Conceito

2344

Fenômenos involutivos locais

2344

Útero: alterações macroscópicas.........................................................................2344
Útero: alterações microscópicas..........................................................................2345
Vulva e vagina ....................................................................................................2346
Ovários ...............................................................................................................2347
Parede abdominal e períneo ...............................................................................2347
Mamas.................................................................................................................2347
Modificações gerais no puerpério

2348

Aparelho cardiovascular......................................................................................2348
Aparelho digestivo...............................................................................................2348

Sistema hematopoético ......................................................................................2348
Sistema neuropsíquico.........................................................................................2348
Sistema endócrino e metabolismo.......................................................................2349
B. Patologia

2349

Infecciosas

2350

Conceito...............................................................................................................2350
Epidemiologia......................................................................................................2350
Etiopatogenia ......................................................................................................2351
Vulvovaginite e cervicite .....................................................................................2352
Endometrite/ endomiometrite .............................................................................2352
Anexite................................................................................................................2354
Tromboflebite pélvica..........................................................................................2354
Peritonite.............................................................................................................2355
Infecção do sítio cirúrgico....................................................................................2356
Fasciíte necrotizante............................................................................................2358
Infecção da episiotomia ......................................................................................2358
Ingurgitamento mamário.....................................................................................2359
Fissuras mamárias...............................................................................................2359
Mastite.................................................................................................................2360
Hemorrágicas

2360

Conceito...............................................................................................................2360
Hemorragias precoces.........................................................................................2360
Hemorragias tardias............................................................................................2361
Sífilis Congênita

2362

1. Introdução

2431

2. Histórico

2432

3. Classificação Evolutiva

2432

a) Sífilis adquirida................................................................................................2432

b) Sífilis congênita...............................................................................................2432
4. Transmissão Vertical

2433

5. Epidemiologia

2433

a) Geral................................................................................................................2433
b) Fatores de risco...............................................................................................2434
6. Manifestações Clínicas

2434

a) Sífilis Congênita Precoce..................................................................................2435
b) Óbito Fetal (Natimorto) por Sífilis....................................................................2435
c) Aborto por Sífilis...............................................................................................2435
d) Sífilis congênita tardia.....................................................................................2435
7. Avaliação Complementar

2436

a) Microscopia......................................................................................................2436
b) PCR .................................................................................................................2436
c) Testes Sorológicos...........................................................................................2436
d) Estudo do LCR / Líquor ....................................................................................2438
e) Radiografia de Ossos Longos...........................................................................2439
f) Vigilância Epidemiológica.................................................................................2439
8. Tratamento

2439

a) Antibiótica ......................................................................................................2439
b) Medidas de controle........................................................................................2440
9. Sífilis x HIV

2441

10. Observações

2441

a) Tratamento Adequado.....................................................................................2441
b) Falha Terapêutica............................................................................................2441
11. Bibliografia

2442

Toxoplasmose Congênita

2442

1. Introdução

2512

2. Etiopatogenia

2512

3. Epidemiologia da Toxoplasmose

2513

a) Prevalência......................................................................................................2513
b) Transmissão Materno-Fetal.............................................................................2513
c) Prevalência de soropositividade na gestação..................................................2514
d) Fatores Importantes na Transmissão Materno-Fetal........................................2514
e) Incidência da Toxoplasmose congênita...........................................................2515
f) Susceptibilidade para Toxoplasmose................................................................2515
4. Quadro Clínico Da Toxoplasmose Na Gestante

2516

5. Quadro Clínico: Toxoplasmose Congênita

2516

6. Diagnóstico Sorológico da Toxoplasmose

2517

7. Infecção Materna

2517

8. Infecção Fetal

2517

9. Tratamento de Infecção Materna

2518

10. Tratamento de Infecção Fetal

2518

11. Tratamento na gestante (evidências)

2518

12. Esquemas de Tratamento Preconizados Prevenção da Toxoplasmose

2518

13. Programa de Prevenção

2519

14. Recommendações

2519

Diagnóstico rápido

2521

Conceito

2522

Etiologia

2522

Epidemiologia

2523

Geral....................................................................................................................2523
Principais causas de leucorréia no brasil..............................................................2523
Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico laboratorial..............2523
Vaginose Bacteriana

2523

Patologia..............................................................................................................2524
Epidemiologia......................................................................................................2524
Quadro clínico......................................................................................................2524
Diagnóstico..........................................................................................................2525

Tratamento (CDC 2006).......................................................................................2525
Tratamento (Brasil - MS 2006).............................................................................2526
Vaginose Bacteriana Recorrente

2526

Geral....................................................................................................................2526
Tratamento..........................................................................................................2527
Tratamento – evidências dos estudos (CDC)........................................................2527
Candidíase

2527

Patologia..............................................................................................................2528
Epidemiologia......................................................................................................2528
Quadro clínico......................................................................................................2529
Diagnóstico..........................................................................................................2529
Classificação........................................................................................................2529
Tratamento (CDC 2006).......................................................................................2530
Tratamento (MS 2006 Brasil)...............................................................................2532
Tratamento – evidências dos estudos (CDC)........................................................2533
Tricomoníase

2533

Patologia e epidemiologia....................................................................................2533
Quadro clínico......................................................................................................2534
Diagnóstico..........................................................................................................2534
Tratamento (CDC 2006).......................................................................................2534
Tratamento (MS 2006 - Brasil).............................................................................2535
Tratamento – evidências dos estudos (cdc).........................................................2535
3. Anatomia

2536

Texto sobre o trato genital feminino

2536

Geral....................................................................................................................2536
1 - estudo do ovário ............................................................................................2537
2 - Estudo das trompas de falópio ou tubas uterinas...........................................2538
3 - Estudo do útero .............................................................................................2539

4 - estudo da vagina............................................................................................2540
Anatomia de Mama..............................................................................................2542
Imagens

2543

A. Útero, ovário e as ligamentos..........................................................................2543
B. Músculos do pélvis...........................................................................................2546
Mama...................................................................................................................2547
Outros

2548

A. Geral
1. Exames Utilizados
2. Prescrições
3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto
4. Fluxogramas

1. Exames Utilizados
Colposcopia - DTG / Mola – HELLP-síndrome - Hepatite B - Rotina de pré-natal - Rotina
de PE - SU e urocultura – USG na gravidez - VDRL

2. Prescrições
PRINCIPAIS - Pós-parto normal - Pós-PC (imediato) - Pós-PC (24-48 horas)
Abortamento de repetição (e gravidez nova) - Amniorexe - Anemia - Anemia falciforme
- Anticoncepção de emergência - Anti-depressiva - Anti-tetânica - Ascaris (ovos de) Asma (crise) - Bacturia assintomática - Candidíase Inguinal - Candidíase Mamilar Candidíase vaginal (também veja: diagnóstico rápido) - Cefaléia após Raqui - Celulite Coagulopatia - Constipação - Contraconcepção de emergência – Contraconcepção
hormonal oral - Corioamnionite - Corticoide (desmama) - Convulsões e eclâmpsia Curativos (escolha) - Curativos geral - (Após) Curetagem - Depressão - Dilatar o colo
(durante TP) - DIPA - Dor cólica (na Triagem) - Dor continua (na Triagem) - Eclâmpsia –
Endocardite (profilaxia) - Endometrite – Erisipela - Escabiose - Febre reumática + lesão
de valvula - Fissura mamilar profunda - Fluxo reduzido - Gardnarella vaginalis (também
veja: diagnóstico rápido) - Gonorreia - Gravidez (cedo) - HELLP síndrome - Herpes
genital – Herpes Zoster - Hiperêmesis gravidarum - Hipertensão pré-parto Hipertensão pós-parto - HIV - HPV (vacina e tratamento de lesões) - Infecção da FO:

escolha curativos - curativos geral - Imaturidade pulmonar (IG < 35sem) - Indução da
lactação - Indução do parto - Ingurgitamento (de mama) - Inibir produção do leite Insuficiência cardíaca fetal - Isoimunizaçõ (Anti-Rh) - ITU - Mastite - Morning After Pill Obstipação - Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado) Ocitocina intra-parto - Ovos de Ascaris - PE Grave(pré-parto) - PE Grave (pós-cesárea) PE-Grave (pós-parto normal) - PE Leve (sem TP franco) - PE Leve (com pcte em TP
franco) - Pielonefrite - Pílula dia depois - Pirose - Pneumonia - Prisão de ventre - Prurido
pós-morfina – Reação Alérgica (alergia ao remedio) - SAAF - Secar as mamas - Sífilis
(não-neurossífilis) – Tétano - Toxoplasmose - TP + historia de sepse numa gravidez
anterior - TPP (também veja: Diagnóstico rápido) - Tricomoníase (também veja:
diagnóstico rápido) - Trombose (profilaxia e tratamento) – Vacinação contra Tétano Vaginose Bacteriana (também veja: diagnóstico rápido) - Valvulopatia (após febre
reumátia) - Vermes - Vômitos + gravidez

3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto
Rotina no Banco de Leite Humano
Rotina de neonatologia no pré-parto
Rotina no pré-parto
Rotina no puerpério
Rotina no SIGO

4. Fluxogramas
Hipertensão durante gravidez - Perda de líquido durante a gravidez
vaginal

B. Gravidez
1. Fisiologia da gravidez
2. Patiologia na gravidez
3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)

1. Fisiologia da gravidez

- Sangramento

Gestação Múltipla – Gestação Prolongada - Diagnóstico de gravidez - Fisiologia da
placenta e líquido amniótico - Formaçao e malformações do sistema genital - Gestação
Múltipla – Modificações gravídicas gerais e locais Puerpério (fisiologia e patologia)

2. Patiologia na gravidez
Abortamento (com diagnóstico rápido) - Acretismo placentário - Amniorexe prematura
- Anemia falciforme e gestação - Anomalias da placenta e do cordão - Candidíase Corciocarcionoma - Corticoterapia (evidências)Error: Reference source not found Crescimento Intra-Uterino Restrito (CIUR) - Descolamento da placenta - DHPN - DPPNI Diabetes na gestação - Doença Hemolítica Perinatal - Doenças Trofoblásticas
Gestacionais (DTG) - Eclâmpsia – Edema aguda de pulmão - Esterilidade - (Profilaxia
para) Estreptococcus do Grupo B (evidências) - Formaçao e malformações do sistema
genital - Gestação Múltipla - Gestação Prolongada - HELLP Síndrome - Hepatite B Hepatite C - Herpes Genital - Hipertensão crônica na gravidez - Hipertensão
Gestacional - Hipertensão na gravidez - HIV – Inibição da contratilidade uterina
(evidências)..Error: Reference source not found - Placenta acreta – HPV (geral) - HPV
(transmissão vertical) - IIC - Mola completa e parcial - Oligoidrâmnio - Placenta Prévia Poliidramnio - Pré-eclampsia - Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B (evidências)
Error: Reference source not found - Sífilis - Sífilis congênita - Síndrome do Anitcorpo
Fosfolípide (SAAF) - Sofrimento fetal aguda (SFA) - TPP - Tricomoníase - Toxoplasmose
Congênita - Vulvovaginite bacteriana - Vulvovaginites (com diagnóstico rápido)

3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)
Cerclagem - Diagnóstico de gravidez - Prenatal - Prenhez ectópica (LE) Salpingectomia (Prenhez ectópica) - USG [Construindo]
Fluxograma: Perda de líquido durante a gravidez

C. Parto Normal
1. Fisiologia
2. Patologia
3. Descrições e manuais dos procedimentos

1. Fisiologia

- Sangramento vaginal

Assistência ao Trabalho de Parto - Avaliação da vitalidade fetal intraparto - Cordão
circular - Gestação Múltipla - Mechanismo do parto - Mecônio - Partograma - Puerpério
(fisiologia) - Sexo pós o parto e embolia de ar - Vantagens posição vertical

2. Patologia
Abortamento (com diagnóstico rápido) - Amniorexe prematura - Cordão circular Descolamento da placenta - Gestação Múltipla - Gestação Prolongada - Indução do
parto - Mecônio - Parto Prolongado - Placenta Prévia - Sofrimento fetal aguda (SFA) TPP - Rutura uterina - Sexo pós o parto e embolia de ar

3. Descrições e manuais dos procedimentos
Amniotomia - Avaliação da vitalidade fetal intraparto - Assistência ao Trabalho de
Parto - Escore de Bishop (modificado) - Curetagem - Curetagem uterina fracionada Partograma - Parto normal - Parto Prolongado - Procedimento do Parto Normal (em
holandês) - Rutura uterina - Vantagens posição vertical

D. Cesárea
1. Indicações
2. Descrição
3. Manual do procedimento
4. Complicações

1. Indicações
Indicações

2. Descrição
Cesárea

3. Manual do procedimento

Diabetes e cirurgia
Instrumentos
Procedimento

4. Complicações
Cefaleía após raqui – Complicações pós-operatório - Problemas (infecções) da ferida
operatória

E. Puerpério
Puerpério (fisiologia e patologia)
Acretismo placentário - Cefaleía após raqui – Complicações pós-operatório –
Corciocarcionoma - DHPN - Diabetes e cirurgia - Diabetes na gestação - Disturbios
emiocionais pós-parto - Doença Hemolítica Perinatal - Doenças Trofoblásticas
Gestacionais (DTG) - Eclâmpsia – Edema aguda de pulmão - HELLP Síndrome - Hepatite
B - Hiperplasia Supra-Renal Congênita - Hipertensão crônica na gravidez - Hipertensão
Gestacional - Hipertensão na gravidez - HIV – Placenta acreta - Mola completa e parcial
- Pré-eclampsia - Problemas (infecções) da ferida operatória - Puerpério (fisiologia e
patologia) - Sexo pós o parto e embolia de ar - Sífilis congênita - Toxoplasmose
Congênita
Procedimentos: Curetagem - Esterilizações tubárias

3. Ginecologia
Conteúdo versão 3.50*
Contuédo Alternativo
1. Geral
2. Obstetrícia
A. Geral
1. Exames Utilizados
2. Prescrições
3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto
4. Fluxogramas
B. Gravidez

1. Fisiologia da gravidez
2. Patiologia na gravidez
3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)
C. Parto Normal
1. Fisiologia
2. Patologia
3. Descrições e manuais dos procedimentos
D. Cesárea
1. Indicações
2. Descrição
3. Manual do procedimento
4. Complicações
E. Puerpério
3. Ginecologia
A. Geral
1. Exames Utilizados
2. Prescrições
3. Rotinas no IMIP
4. Fluxogramas
B. Fisiologia
C. Patologia
D. Descrições e manuais dos procedimentos
Pela ordem
12. Protolos /Rotina nos setores
Rotina no Ambulatório Ginecológico
Anamnese
Rotina no Ambulatório de Mastologia
Anamnese
BIRADS

Rotina no banco de leite humano
Desmame no 6º mês da vida
Leite artificial (criança não mama) e desmame
Relactação
Critérios e observações gerais para doação e estoque de leite
Coletar leite /ordenhar
Conservar leite coletado (validade)
Consumir o leite humano
Rotina no 4o CAM
PE Grave
Rotina na Ginecologia (sexto andar)
Admissão duma paciente nova
Diabetes e cirurgia
Rotina no caso de mola / DTG
Pre-operatório
Preparo para tomografia – paciente alérgico
Profilaxia da endocardite e TVP/TEP
Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório)
Rotina de neonatologia no pré-parto
APGAR
VIG e QH
Formulas
Prescriçãoes
Rotina no Pré-Parto
Rotina no Puérperio
Rotina no SIGO
Rotina na triagem
Estupro (após) / violência sexual
Prescrições

2A. Indicação alfabética
A
B
C
D
E
F
G
H
I
L
M
N
O
P
R
S
T
V
Prescrição no dia antes da cirurgia ginecológica
Prescrição pós-cirurgica ginecológica (imediato)
Prescrição pós-parto normal
Prescrição pós-cesárea (pós-operatório imediato)
Prescrição pós-cesárea (24-48 horas)
Abortamento de repetição (e gravidez nova)
Abscesso Tubo-Ovariano
Abscesso de mama
Acne (e pílula anticoncepcional)

Anticoncepcional hormonal oral (ACHO) / pílula anticoncepcional
Alergia ao remedio (reação alérgica)
Amniorexe
Anemia
Anemia falciforme
Anticoncepção de emergência / morning after pill / pílula dia depois
Anti-depressiva
Vacinação contra Têtano
Asma (crise)
Atrofia mucosa vagina
Bartholinite
Bacturia Assintomática
Candidíase Inguinal
Candíase Mamilar
Candidiase ungueal
Candidíase vaginal
Cefaleía pós-punção lombar
Celulite
Cisto ovariano simples
Climatério: queixas vasomotores
Coagulopatia
Coalescência de nimfas/lábios pequenos
Constipação
Corioamnionite
Corticoide (desmama)
Curetagem
Diabetes
Dilatar o colo (durante TP)

DIPA
Dismenorréia
Doença Trofoblástica Gestacional (DTG)
Dor cólica (na Triagem)
Dor continua (p. Ex. Cefaléia) (na Triagem)
Eclâmpsia
Edema aguda de pulmão
Endocardite (profilaxia)
Endometrite (pós-parto)
Endometriose
Erisipela
Escabiose
Pós-estupro (violência sexual)
Febre reumática + lesão de válvula
Fissura mamilar profunda
Fluxo reduzido
Gardnarella vaginalis
Gonerreia
Granuloma de cúpula vaginal
Gravidez (3 meses antes até IG 16-20 sem)
HELLP-síndrome
Herpes Genital
Herpes Zoster
Hiperêmesis gravídica
Hiperplasia simples do endométrio
Hipertensão pré-parto/ durante gravidez
Hipertensão pós-parto
HIV

Íleo paralítica (pós-cirúrgica)
Imaturidade pulmonar (IG > 24 e < 35 sem)
Inibir produção do leite
Indução do parto
Ingurgitamento (de mama)
Insuficiência Cardíaca Fetal
ITU
HPV
Mastalgia prë-menstrual (MPM)
Mastite
Menorragia / sangramento genital (não gravida)
Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado)
Ocitocina intra-parto
PE grave (pré-parto) e PE Leve (paciente em TP franco)
PE-grave (pós-Cesárea)
PE-grave (pós-parto normal)
PE Leve (sem TP franco)
Pielonefrite
Pirose
Pneumonia
Possibilidade de sensibilização de anticorpos anti-Rh (mãe Rh -, RN Rh+)
Preparo intestinal para USG
Prurido pós morfina
Puderdade precoce
Reposição hormonal
SAAF
Sindrôme de ovários policísticos
Toxoplasmose

TPM / Síndrome Pre-Menstrual
Trabalho de parto + historia de sepse numa gravidez anterior
TPP
Tricomoníase
Trombose (profilaxia e tratamento)
Vermes
2B. Medicamento - Alfabético
A
B
C
D
E
F
G
H
I
K
L
M
N
O
P
R
S
T
V
2C. Drogas na gravidez
Introdução geral

Categorias
Drogas sorteadas por tipo/indicação
Anticoagulantes
Anticonvulsivantes
Antihistamínicos
Antiinflamatórios Não-Hormonais
Antimicrobianos (Também Veja: Antivirais E Tuberculostáticos)
Antivirais
(Drogas) Cardiovasculares
Citostáticos
Drogas Lícitas E Ilícitas
Hormônios
(Drogas Para) Sistema Nervoso Central
Vacinas, Serums E Toxoides
Vitaminas
Outras Drogas E Substâncias
2d. Drogas na lactação
Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação
Alfabético
4. Procedimentos: descrições e manuais
AMIU
Manual: Indicações, Contra-Indicações E Complicações
Atestado (Triagem)
Cerclagem
Cesárea
Descrição
Manual
Instrumentos (básico cesário)

Procedimento
Cone Clássico
Descrição
Manual
Curetagem (normal)
Descrição
Manual Curetagem (normal - não pós-parto imediato)
Manual Curetagem (normal – pós-parto imediato)
Curetagem Uterina Fracionada
Drenagem de abscesso de mama
Drenagem de abscesso de Glândula de Bartholini
Esterilizações Tubárias
Exerése de cisto clitoriano
Exerése de lesão condilomatosa em vulva, vagina e colo uterino
Fórceps
Descrição
Manual
Histerectomia total abdominal (HTA)
Descrição
Manual
Histerectomia Total Vaginal (c/ prolapso) + colpoperineoplastia (HTV+CPP)
Laparotomia exploratório (LE) (com anexectomia bilateral)
Mastectomia Radical Modificada (e Não-modficada)
Descrição
Manual
Miomectomia (e Taquelectomia)
Descrição miomectomia e taquelectomia
Manual Miomectomia
Miomectomia e taquelectomia

Nodulectomia (suspeito de fibroadenoma de mama)
Ooforectomia
Manual
Ooforoplastia
Manual
Ooforplastia para ovários multipolicísticos
Manual
Parto Normal
Descrição
“Manual”
Laparotomia exploratória para Prenhez Ectópica
Descrição Salpingectomia
Manual e indicações
11. Procedimentos: manuais e decrições (cont.)
Parto Normal
Cordão Circular
Escore de Bishop modificado
Mecônio
Postura vertical - vantagens
Procedimento (em holandês)
Rotura Uterina
Sexo pós o parto e embolia de ar
Parto Cesáreo
Cesárea - indicações
1. Epidemiologia
2. Condições fetais e indicação de cesariana
2a. Apresentação pélvica
2b. Gestação gemelar
2c. Prematuridade ou baixo peso

2d. Sofrimento fetal agudo
2e. Macrossomia
2f. Situação transversa
2g. Placenta prévia
2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo
2i. Procidência de cordão
2j. Malformações congênitas
3. Condições maternas e indicação de cesariana
3a. Herpes genital ativo
3b. Infecção pelo HIV
3c. Cesarianas prévias
3d. Outras condições maternas
Amniotomia
Escala 2009
Exames complementares
Cardiotocografia
Cistometria de infusão
Cistos (na mama)
Climatério
Colposcopia
Espermograma
FSH (homens)
Ginecomastia
Hepatite B
Mestastases de câncer de mama (rastreamento)
Quimoterapia (antes da quimoterapia)
Pré-histeroscopia
Pré-op

Rotina de ambulatório de mastologia
Rotina de PE (Leve e Grave) e Eclampsia
Rotina de pré-natal
SU e urocultura
USG na gestação
USG ginecológica
Valores laboratoriais normal
VDRL
8. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico diferencial e tratamento
Diabetes Mellitus
Hipertensão durante gravidez
Lesões de colo uterino
Perda de líquido durante a gravidez
Sangramento vaginal
Dor cólica em BV
2. Abreviações usadas no imip
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L

M
N
O
P
Q
R
S
T
U
V
W
X
Y
Z
5. Fisiologia e patologia (incl seminários)
A
C
D
E
F
G
H
I
L
M
N
O
P

S
T
U
V
Abortamento
Definição
Epidemiologia
3. Etiologia
Classificação
5. Diagnóstico diferencial
Diagnóstico rápido
7. Ameaça de abortamento
Diagnóstico
Prognóstico
Conduta
8. Abortamento inevitável
8 A. Abortamento incompleto
Diagnóstico
Conduta
8 B. Abortamento completo
Diagnóstico
Conduta
8 C. Aborto infectado
Diagnóstico
Etiologia
Conduta no imip
Conduta alternativa:
9. Aborto retido
Diagnóstico

Conduta
10. Aborto habitual
Definição
Conduta
Aborto provocado
Acretismo placentário
Geral
Classificação
Placenta acreta
Placenta increta
Placenta percreta
Etiologia
Tratamento
Amenorréia
Conceito
Classificação
Anamnese
Na amenorréia primária, valorizar
Na amenorréia secundária, valorizar
Exame físico
Geral
Na amenorréia primária
Na amenorréia secundária
Exames complementares
Diagnóstico
Síndrome hiperprolactinêmica
Etiologia
Tratamento da síndrome hiperprolactinêmica
Insuficiência ovariana prematura

Diagnóstico
Outros distúrbios
Etiologia
Síndrome dos ovários policísticos (SOP)
Epidemiologia
Fisiopatologia da SOP
Diagnóstico da SOP
Tratamento da SOP
Amniorrexe prematura
1. Conceito
2. Epidemiologia
3. Fatores de risco
3.1. Não evitáveis
3.2. Evitáveis
4. Estrutura das membranas ovulares e características de líquido amniótico
5. Etiopatogenia
6. Quadro Clínico
7. Diagnóstico
7.1. Diagnóstico clínico
7.2. Diagnóstico subsidiário
8. Diagnóstico diferencial
9. Conduta
9.1. Descartar a iminência de parto
9.2. Avaliar condições de vitalidade fetal
9.3. Descartar infecção intra-útero
9.4. Conduta obstétrica
9.4.1. Gestação < 24 semanas
9.4.2. Gestação > 24 e < 35 semanas
9.4.3. Gestação > ou = 35 semanas

10. Evidências Corticoterapia, ATB-Terapia, Amnioinfusão, Tocólise e Profilaxia para
Estreptococcus Grupo B
10.1. Evidências Corticoterapia
10.2. Antibioticaterapia
10.3. Amnioinfusão na rotura prematura das membranas antes do termo
10.4. Inibição da contratilidade uterina
10.5. Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B
11. Prognóstico
12. Complicações
12.1. Infecção intra-amniótica
12.2. Prematuridade
12.3. Sofrimento fetal
12.4. Hipoplasia pulmonar
12.5. Outras complicações
Câncer de mama
1. Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
1.3. Freqüência por quadrantes
1.4. Frequência de acometimento linfonodal por tamanho tumoral
2. Etiopatologia
2.1. Geral
2.2. Carcinogenêse
3. Evolução da doença
3.1. Crescimento tumoral
3.2. Angiogênese
3.3. Disseminação
3.4. Via linfática
3.5. Metástase à distância

4. Diagnóstico - Triagem para pacientes assintomáticas
5. Diagnóstico – Anamnese
6. Diagnóstico - Quadro clínico
7. Diagnóstico - Achados laboratoriais
8. Diagnóstico por imagem
8.1. BIRADS
8.2. Tumor primário
8.3. Doença metastática
8.4. Mamografia
8.5. USG mamária
9. Diagnóstico histo-patológico
10. Estadiamento
10.1. Tumor
10.2. Linfonodos
10.3. Metástase à distância
10.4. Grupamento por estádios
11. Prognóstico
12. Quadro clínico pós-operatório (mastectomia radical modificada)
Carcinoma de colo uterino
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
Prognóstico
Patologia
Quadro clínico
Diagnóstico
Geral
Conduta diagnóstico
Estadiamento FIGO

TNM
Tratamento
Estádio o (adenocarcinoma in situ!)
Estádio Ia (microcarcinoma)
Estádio Ia1 (< ou = 3 mm)
Estádio Ia2 (> 3 mm até = ou < 5mm)
Estádio Ib1
Estádio Ib2
Estádio IIa
Estádios IIb, III e IVa
Estádio IVb
Recorrência
Seguimento
Conduta no câncer de colo durante gestação
Geral
Ca in situ e Ia:
Ib
II,III e IV
Cefaleía após raqui
Quadro clínico
Conduta
Complicações pós – operatório geral e ginecológico
O período pós-operatório intermediário
Conceito
Cuidado da ferida
Complicações pos-operatórios
Hipertermia precoce
Hipertermia após 48 horas

Hipertermia após o 3º dia
Complicações pulmonares
Pacientes de alto risco
Atelectasias
Pneumonia
Complicações vasculares
Tromboflebite superficial
Trombose venosa profunda
Embolia pulmonar
Complicações urinárias
Oligúria
Retenção urinária
Choque
Geral
Quadro clínico
Manuseio
Descolamento da placenta normalmente inserida
1. Conceito
Terminologias paralelas
Freqüência
Etiologia
Fisiopatologia
A. Alterações locais (uterinas e placentárias)
B. Alterações sistêmicas (coagulopatia e insuficiência renal e/ou hipofisária)
Formas clínicas
Hemorragia oculta
B. Hemorragia externa
C. Hemoâmnio
D. Apoplexia útero-placentária

E. Prolapso da placenta
F. Descolamento placentário crônico
G. Outra classificação
Diagnóstico clínico
Diagnóstico laboratorial
Tratamento
Diabetes na gestação
Definição
Classificação de Priscilla White (1941)
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
Fisiopatologia Diabetes Gestacional
Prognóstico/repercussões
Diagnóstico
IMIP
Alternativos
Diagnóstico e conduta simplificados
Exames complementares após diagnostico de Diabetes
Avaliação fetal
IMIP
Alternativas
Tratamento da gestante diabética
Objetivo
Corticoides (Betametasona)
Diabético em uso de hipoglicemiantes
Dieta
Insulina durante gestação
Exercício físico

O parto
Via do parto
Inibição de TPP
Prescrição (eIndução)
Puerpério
IMIP
Alternativas
Após alta
IMIP (????):
IMIP (livro):
Caso especial: Hipoglicemia
Caso especial: cetoacidose diabética na gestação
Definição
Epidemiologia
Prognóstico/complicações
Etiopatologia
Tratamento
Eclampsia
Dismenorréia
Conceito e incidência
Classificação
Dismenorreía primária
Conceito e Epidemiologia
Etiopatogenia
Diagnóstico
Tratamento
Dismenorréia secundária
Geral
Causas de dismenorréia secundária

Disturbios emocionais pós-parto
Pós-Parto Blues
Depressão pós-parto (????)
Psicose pos-parto (????)
Doenças trofoblásticas gestacionais (DTG)
Conceito e nomenclatura
Geral
Classificação
Epidemiologia
Incidência
Fatores de risco
Etiopatogenia
Geral
Origem parental da mola hidatiforme completa
Origem parental da mola hidatiforme parcial
Anatomia patológica
Macroscopia
Microscopia
Aspectos clínicos
Quadro clínico clássico
Quadro clínico da mola parcial (MHP)
Quadro clínico da mola invasora e do coriocarcinoma
Diagnóstico laboratorial
Diagnóstico da mola completa
Diagnóstico da mola hidatiforme parcial
Diagnóstico dos tumores trofoblásticos gestacionais
10. Estadiamento FIGO
11. Diagnóstico diferencial
12. Conduta

13. Prognóstico
Gestação prolongada
Conceito
Epidemiologia
Conduta
IG entre 40-41 semanas
IG entre 41-42 semanas
IG > 42 semanas
Hepatite B
Etiologia
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
Diagnóstico e Tratamento
Marcadores
Rastreamento
CDC interpretação dos resultados
IMIP interpretação dos resultados e conduta
Hiperplasia endometrial
Conceito
Fatores de risco
Histeroscopia
Risco para desenvolver CA de endométrio
Tratamento
Hiperplasia Supra-Renal Congênita
Geral
Formas
Clássica não-perdedora de sal
Clássica perdedora de sal

Não-clássica
Hipertensão na gestação
Geral
1. Introdução
2. Classificação da hipertensão arterial na gestação
3. Conceitos
4. Critérios para verificação da pressao arterial na gravidez
5. Diagnóstico diferencial entre PE/HAS Gestacional e HASC
6. Complicações da hipertensão arterial na gravidez
B. Hipertensão arterial crônica
6. Tratamento: MgSO4
A. Vantagens
B. Apresentações differentes no mercado
C. Esquema de Zuspan
D. Esquema de Pritchard
E. Mecanismo de ação
F. Cuidados gerais com MgSO4
G. Níveis séricos de Magnésio Sulfato
H. Manifestações de toxicidade
I. Monitorização
J. Oligúria
Emergência hipertensiva
D. Iminência de eclâmpsia
E. Eclâmpsia
1. Conceito
2. Classificação prognóstica
A. Não complicada
B. Complicada
3. Conduta: cuidados gerais

4. Terapia anticonvulsiva
5. Tratamento do edema cerebral
F. Síndrome HELLP
1. Geral
2. Diagnóstico
A. Quadro inicial
B. Quadro avançado
3. Diagnóstico diferencial
4. Diagnóstico laboratorial
5. Conduta na síndrome HELLP
A. Geral
B. Avaliação materno-fetal
C. Correção da coagulopatia
D. Tratamento da CIVD
E. Terapia anticonvulsivante
F. Terapia anti-hipertensiva
G. Interrupção da gestação
6. Hematoma hepático
Conduta
G. Hipertensão crônica com Pré-Eclâmpsia sobreposta / HAS Agravada
H. Hipertensão gestacional
1. Conceito
2. Tratamento durante pré-natal
A. Geral
B. Propedêutica laboratorial
C. Propedêutica fetal
3. Tratamento gestação a termo
HIV
Durante gravidez

Pré-natal
Prescrição
HIV e parto
Conduta
Prescricção ápos o parto
HPV (transmissão vertical)
Epidemiologia
Bibliografia
Indução do parto
Indicações
Contra-indicações absolutas
Contra-indicações relativas
Complicações maternas
Complicações feto-anexiais
Requisitos
Métodos de preparo cervical
A. Métodos mecânicos
Sonda de Foley com balão
Laminária
Deslocamento das membranas (manobra de Hamilton ou de Coopermann)
Amniotomia
Estímulos naturais
B. Métodos farmacológicos
Misoprostol
Dimeprostone
Hialuronidade
Ocitocina
Situações especiais
Cesárea anterior

Prematuridade
Polidrâmnio
Cesárea eletiva
Quando há inexistência de indicações de cesárea
Incontinência urinária
Definição
Classificação
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
Fisiologia
Etiologia (causas)
Diagnóstico
Tratamento
Manejo conservador
Manejo cirúrgico
Infertilidade
Mioma uterino
Definição
Classificação pela localização
Epidemiologia
Etiopatogenia
Patologia
Prognóstico
Manifestações clínicas
Sangramento anormal
Dor pélvica
Infertilidade
Sintomas compressão

Manifestações clínicas gerais
Diagnóstico diferencial
Diagnóstico
Tratamento
Assintomáticas
Sintomáticas
Tratamento cirúrgico
Medicamentoso
Embolização das artérias uterinas (EAU)
Mioma uterino e gravidez
Leiomioma uterino e emergências
Sangramento
Dor aguda e intensa (abdome agudo)
Modificações gravídicas gerais e locais do organismo materno
Modificações gravídicas sistêmicas
1. Postura e deambulação
Sistema circulatório
Adaptações circulatórios
Adaptações circulatórias uteroplacentárias
Resultado das modificações
3. Compartimento sangüíneo
Pele
Metabolismo
Fase anabólica
Fase catabólica
Ganho de peso materno
Outros aspectos
Sistema urinário
Sistema digestivo

Sistema respiratório
B. Modificações gravídicas locais
Útero
Consistência
Volume
Peso
Coloração
Forma
Posição
2. Colo uterino
Ovários e trompas
4. Vagina
5. Vulva
6. Mamas
Neoplasias Ovarianas
1. Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
2. Fisiopatologia
3. Disseminação do carcinoma ovariano
4. Quadro clínico
5. Diagnóstico
6. Exames complementares
7. Fluxograma
8. Classificação
Tumores benignos
Tumores malignos*
9. Estadiamento do carcinoma de ovário (FIGO e American Joint Committee On Cancer
AJCC)
10. Rotina cirúrgica para estadiamento do carcinoma do ovário

11. Terapia das neoplasia ovarianas epiteliais
Geral
Resistência à quimioterapia
Terapia hormonal
Cirurgia de second look
Cirurgia de citorreduçao secundária
Laporoscópia
12. Neoplasias ovarianas não-epiteliais (terapia)
Neoplasias derivadas de células germinativos
Neoplasias derivadas do estroma gonadal especializado
Neoplasias derivadas do mesênquima não-específico
13. Seguimento
14. Prognóstico
15. Prevenção
16. Screening /rastreamento
17. Developmentos recentes
18. Evidências
Parto prolongado
Introdução
Conceito
Fisiológico
Parto prolongado
Riscos de um parto prolongado
A dilatação cervical demora
A expulsão demora (= a segunda fase)
Etiologia de um parto prolongado
Dilatação cervical prolongada
Período expulsivo prolongado
Fatores que causam que o feto não pode passar pela pélvis

Posição fetal anormal
A. Posição anormal da cabeça
B. Apresentação pélvica
C. O feto tem uma posição transversal
Bibliografia
Poliidramnio
1. Definição
2. Incidência
3. Formas clínicas
3.1 – Aguda
3.2 – Crônica
4. Classificação
5. Etiologia
6. Manifestações clínicas
6.1 Poliidramnia leve
6.2 Poliidramnia moderada ou severa
7. Diagnóstico
7.1. Valores do ILA e a idade gestacional
7.2. Diagnóstico clínico de suspeita
7.3. Diagnóstico de certeza
8. Conduta
8.1. Geral
8.2 Terapêutica específica
9. Via de parto
10. Prognóstico
Problemas (infecções) da ferida operatória
Epidemiologia de infecçcões da FO
Etiologia
Fatores locais

Fatores gerais
Tipos de fios cirúrgicos
1 - Fios absorvíveis
2 - Fios não absorvíveis
Diagnóstico
Geral
Clinico de processo de cicatrização da FO (normal e anormal)
Tratamento
Finalidade de tratamento
As qualidades importantes de um produto eficaz para o tratamento de feridas
Escolha de curativo
Curativos
1. Soro fisiológico (ou srl ou água destilada)
2. Hidrogel com alginato de sódio [DUOREM GEL, HYDROSOR, INTRASITE GEL, NU-GEL]
3. Carvão ativado com prata [ACTISORB PLUS]
4. Sulfadiazina de prata 1% [KINDER, DERMAZINE, PRATAZINE]
5. Filme transparante [BIOCLUSIVE, HIDROFILM, SUPRASORB, TEGADERM]
6. Cobertura de ferimento estéril não-adherente [ADAPTIC, LOMATUELL]
7. Trigilicéridos de cadeia media (TCM) / ácidos graxos essenciais (AGE) [DERMOSAN,
TRIGLICERIL CM –AGE, SOMMACARE, DERSANI, AGE DERM]
8. Alginato de cálcio e sódio [ACQUACELL, ALGODERM, KLATOSTAT, SORBALGON,
SORBALGON T, SORBSAN, RESTORE CALCICARE, TEGAGEN]
9. Hidrocolóide [COMFEEL, DUODERM, HYDROCOLL, REPLICARE, RESTORE, TEGASORB]
10. Hidropolímero [ALLEVYN, ALLEVYN CAVITY, ELASTO GEL, LYOTOAM, POLYMEM,
POLYWIC, TIELLE, TIELLE PLUS]
Sífilis
Etiologia
Epidemiologia
Classificação
Sífilis primária

Sífilis secundária
Sífilis latente
Sífilis terciária
Sífilis na gestação
Diagnóstico
Sorologia
Rastreamento com vdrl (veneral disease research laboratory)*
Exames após a confirmação do sífilis
IMIP: indicações punção lombar
Tratamento
Todos os tipos de sífilis com excepção de neurosífilis
Pacientes alérgicas a penicilina**
Neurossífilis
Seguimento
Controle de cura
Caso especial: Sífilis Congênita
Quadro clínico
Diagnóstico
Tratamento e exame complementares
Síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAAF)
1. Conceito
2. Classificação
3. Epidemiologia
4. Etiopatologia
4. Quadro clínico
Geral
Trombose Arterial
Manifestações Neurológicas
Manifestações Dermatológicas

Manifestações Cardíacas
Manifestações Hematológicas
Manifestações Renais
SAAF Catastrófica
5. Exames subsidiários
6. Critérios Diagnósticos
6.1. Clínicos
6.2. Laboratoriais
7. Tratamento
7.1. Geral
7.2. Tratamento de perda fetal recorrente
8. Bibliografia
Síndrome de Meckel-Gruber
Sofrimento fetal aguda
Conceito
Etiologia
As causas de primeiro grupo (problema do corpo de mãe e/ou placenta)
Problemas de segundo grupo (problemas fetais)
Sindrome da tensão pré-menstrual
Conceito
Incidência
Etiopatogenia
Quadro clínico
Sintomas somáticos
Sintomas psicológicos
Diagnóstico
Diagnóstico diferencial
Tratamento
Medidas gerais

Tratamento farmacêutica
Trabalho de parto prematuro (TPP)
Fatores preditivos do parto prematuro dentro de 1-7 dias
Anamnese
Exame físico
Exames complementares
Efeitos colaterais da nifedipina
Formas clínicas
Diagnóstico rápido
Ameaça de parto prematuro
Quadro clínico
Conduta
Início de trabalho de parto prematuro
Quadro clínico
Conduta
Franco trabalho de parto prematuro
Quadro clínico
Conduta
1. Anamnese e exame físico
Anamnese
A. Anamnese em geral
1. Queixa Principal
2. História médica pregressa
3. História familiar
4. História pessoal e social
5. Revisão de sistemas
Geral
Endócrino
Hematopoiético

Cabeça
Olhos
Orelhas
Nariz e seios da face
Boca/ garganta
Pescoço
Respiratório
Cardíaco
Vascular
Gastrointestinal
Gênito-urinário
Músculo-esquelético
Reumático
Neurológico
Pele
Psiquiátrico
6. Casos especiais
Caracterização da dor
Vômito, diarréia e expectoração
Febre
Edema
Alergia
Desânimo, falta de ar, nervosismo
Desmaio
B. Anamnese ginecológica
1. Anamnese ginecológico em geral
a. História menstrual
b. História obstétrica

c. História ginecológica
d. História sexual
e. História familiar
f. História passada de:
2. Anamnese ginecológico: casos especiais
a. Sangramento ANORMAL
b. Dor
c. Descarga ou corrimento vaginal
d. Sintomas pré-menstruais
e. Queixas/sintomas da menopausa
f. Infertilidade/subfertilidade
g. Sintomas urinários: disúria, queimação (ardor as micções), freqüência, urgência
h. Massas genitais ou pélvicas
3. Rastreamento de violência contra mulher (Abuse Assesment Screen)
Exame físico
Exame físico em geral
Elementos do exame físico
Geral - procedimento
Estado geral
Estado de hidratação
Mucosas
sinais vitais
Medidas antropométricas
Biotipo
Geral – descrição
Estado geral
Estado de hidratação
Mucosas

Sinais vitais
medidas antropométricas
Biotipo
Cabeça
Procedimento
Descrição
Pescoço
Procedimento
Descrição
Aparelho respiratório e tórax geral
Procedimento
Descrição
Coração
Procedimento
Descrição
Vascular
Procedimento
Descrição
Mamas
Abdome
Procedimento
Descrição
Músculo-esquelético
Procedimento
Descrição
Pele e ?? Fâneros
Procedimento
Descrição

Linfonodos
Procedimento
Descrição
Neurológico
Procedimento
Descrição
Genital
Procedimento
Descrição
Retal
Procedimento
Descrição
Exame ginecológico
Mamas
1. Mamas - procedimento
Inspeção estática
Inspecione ambas aréolas e mamilos e compare-os
Inspeção dinâmica
Palpação com a paciente sentada
Palpação com a paciente deitada
2. Mamas - descrição
Inspeção estática
Inspeção dos mamilos
Inspeção dinâmica
Palpação (paciente sentada)
Palpação (paciente deitada)
3. Exame pélvico: genitália externa
Procedimento
Descrição

4. Exame especular
Procedimento
Descrição
Toque bimanual
Procedimento
Descrição
Exame retovaginal
Procedimento
Descrição
Colposcopia
9. Fone
Setores
Pessoas
Fisiologia e doenças (cont.)
Anemia falciforme e gestação
Epidemiologia
Genética
Fisiopatologia
Formas clínicas
Quadro clínico
Diagnóstico
Fatores predisponentes a falcização
Gravidez
Placenta
Riscos
Tratamento geral
Tratamento durante gravidez
Crise dolorosas
Piora da anemia

Anomalias da placenta e cordão umbilical
A. Geral
Anomalias da placenta
Sistematização do exame USG da placenta
Graus da placenta (classificação de Grannum)
USG
Valor preditivo de complicações
Infartos placentários
Lagos venosos
Doença Trofoblástica Gestacional
Neoplasias primárias da placenta
Coriangioma
Teratoma
Placenta accreta
Geral
Categorias
Placenta prévia
Outras anormalidades da placenta
Inserção velamentosa do cordão
Placenta membranácea
Lobo succenturiado
Hematoma retroplacentário
DPPNI
C. Anomalias do cordão umbilical
Introdução
Cordão curto
Cordão longo
Circulares de cordão
Artéria Umbilical única

Hematoma de cordão
Formações císticas
Neoplasias
Anticoncepção hormonal oral e injetável
Anticoncepcionais orais combinados
Geral
Tipo e composição
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Desempenho clínico
Efeitos secundários
Contra-indicações
Uso sob supervisão cuidadosa
Riscos
Benefícios
Anticoncepcionais orais de progestágenos
B1. Progestágeno isolado
Geral
Tipos e composição
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Desempenho clínico
Efeitos secundários
Riscos
Benefícios
B2. Desogestrel 0,075mg (28cp)

Anticoncepção oral de emergência
Geral
Tipos e composição
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Efeitos secundários
Anticoncepcional injetável mensal
Geral
Tipos e composição
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Desempenho clínico
Efeitos secundários
Riscos e benefícios
Anticoncepcional injetável trimestral
Geral
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Desempenho clínico
Efeitos secundários
Riscos
Benefícios
Assistência ao trabalho de parto
Geral
Conceito

Objetivos
Grau de recomendação
Diagnóstico do TP
Anamnese e exame obstétrico
Fases clínicas do TP
Assistência ao 1° período
Local
Dieta
Enema e tricotomia
Estimular a deambulação
Partograma
Monitorar bem-estar fetal
Alívio da dor (não-farmacológicos)
Alívio da dor (farmacológico)
Amniotomia
Ocitocina
Suporte contínuo
Assistência ao segundo período
Conceito
Duração do período expulsivo
Complicações período expulsivo
Monitorização da vitalidade fetal
Posicionamento da parturiente
Puxos
Episiotomia (conceito clássico)
Episiotomia (conceito atual)
Episiotomia seletiva
Redução do trauma perineal

Fórceps x vácuo extrator
Manual rotation
Vácuo extrator
Acolhimento do Récem-Nascido
Ligadura do cordão umbilical
Assistência ao terceiro período
Geral
Do nascimento ao delivramento
Manejo ativo da dequitação
Assistência ao quarto período
Geral
Atonia uterina
Revisão da cavidade uterina
Revisão do trajeto
ATB profilaxia e pós-parto
Profilaxia de acidentes tromboembólicos
Antibioticoprofilaxia
Puerpério
Avaliação da vitalidade fetal intraparto: baseada em evidências
1. Objetivo
2. Introdução
3. História
4. Níveis de evidência
5. Grau de recomendação
6. Conceito sofrimento fetal
7. Auculta fetal intermittente
8. Propedêutica do líquido amniótico
8.1. Aminioscopia
8.2. Aminiotomia

9. Cardiotocografia
9.1. Vantagens e desvantagens
9.2. Condições maternas
9.3. Condições relacionadas a gravidez
9.4. Variações da FCF na ausculta
9.5. Evidências
10. Teste de estimulação sonora
10.1. Geral
10.2. Buzina da marca Kobo
10.3. Evidências
11. Microanálise do sangue fetal
12. Oximetria fetal de pulso
12.1. Geral
12.2. Evidências
13. Espectroscopia de luz próxima ao infra-vermelho
14. Eletrocardiografia fetal
14.1. Geral
14.2. Evidências
Câncer do Corpo Uterino
A1. Introdução
A2. Epidemiologia
A3. Patogênese
a) Câncer de endométrio estrogênio dependente
b) Câncer de endométrio não-estrogênio dependente
A4. Fatores de Risco
a5. Fatores de Proteção
A6. Histologia
A7. Clínica
a8. Diagnóstico

a) Anamnese
b) Exame Físico
c) Citologia Oncótica
d) Biópsia por aspiração endometrial
e) Curetagem Uterina
f) Utra-sonografia Transvaginal
g) Histeroscopia
A9. Formas de Disseminação
A10. Rastreio de Câncer de Endométrio
A11. Estadiamento Clínico
A12. Estadiamento Cirúrgico
A13. Tratamento
a) Geral
b) Ia, Ib, G1 e G2
c) Ic e G3
d) IIa
e) IIb
f) IIIa
g) IIIb
h) IVa e IVb
g) Metástases
h) Recidiva
A14. Seguimento
B. Sarcomas Uterinos
B1. Introdução
B2. Diagnóstico
B3. Classificação
B4. Estadiamento
B5. Tipos histológicos

a) Leiomiossarcoma
b) Tumor Mülleriano Misto Maligno
c) Sarcoma de Estroma Endometrial
B6. Tratamento
Câncer de vulva
Estadiamento
Ciclo menstrual
Historia
Duração
Nomenclatura
Fases
Geral (com imagem)
O Hipófise(GnRH) e o Ciclo Menstrual
Fase folicular
Fase lútea
Transição lúteo- folicular
Ciclo Ovariano
Desenvolvimento e forma dos oócitos
Fase Folicular
Teoria das 2 células x 2 gonadotrofinas
Fase Lútea
Alterações endometriais
Fase proliferativa
Fase secretória
Menstruação
Alterações da cérvix uterina
Alterações mamárias
Referências bibliográficas
Crescimento Intra-Uterino Restrito (CIUR)

1. Conceito
2. Crescimento Fetal
3. Classificação
Tipo I
Tipo II
Tipo III
4. Etiologia
Tipo I
Tipo II
Tipo III
5. Fisiologia
6. Diagnóstico
Risco para CIUR
Suspeita de CIUR
Provável CIUR
7. Acompanhamento
8. Centralização Fetal
9. Diástole Zero
10. Diástole Reversa
11. Via de parto
Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA)
Introdução
Definição
Epidemiologia
Geral
Alta morbidade
Fatores de risco
DIPA e anticoncepção
Fatores de proteção

Etiologia
Natureza polimicrobiana
Aeróbios e anaeróbios
Causas raras
Fisiopatologia
Geral
Salpingite
Abscesso tubo-ovariano
Geral
Classificação de Monif (1990)
Quadro clínico
Amamnese
Exame físico
Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis
Diagnóstico
Objetivo
Clínico
Critérios diagnósticos
Considerações do CDC 2006
Exames complementares
Exames laboratoriais
Exames radiológicos
Videolaparoscopia
Diagnóstico Diferencial
Tratamento
Objetivo
Critérios para tratamento hospitalar
Medidas gerais

Tratamento ambulatorial (CDc 2006)
Regime A
Regime B
Tratamento hospitalar (CDC 2006)
Regime A
Regime B
Regime alternativo
Tratamento ciríurgico
Indicações
Tratamento do parceiro sexual
Complicações da doença
Seqüelas precoces
Seqüelas tardias
Prevenção
Diabetes e cirurgia
Objetivos
Fisiopatologia
Importância do controle glicêmico
Pré-operatório
Pós-operatório
Manuseio pré-operatório
Admissão
DM 2 em uso de hipoglicemiante oral
DM 2 em uso de insulina
DM 1
Manuseio perioperatório
Diabetes Mellitus tipo 2
Diabetes Mellitus tipo 1
Manuseio pós-operatório

DM 2 em uso de hipoglicemiante oral
DM 2 em uso de insulina
DM 1
Diagnóstico de gravidez
1) Diagnóstico clínico
A) Sinais de presunção
B) Sinais de probabilidade
C) Sinais de certeza
2) Diagnóstico laboratorial
* BETA- HCG
3) diagnóstico ultrassonográfico
Idade gestacional
Cálculo da idade gestacional
Data provável do parto
Doença hemolítica perinatal (DHPN)
Conceito
Histórico
O sistema Rh
O sistema ABO
Aloimunização materna
Passagem trans-placentária de sangue fetal
Exames
Resposta imunológica
Primária
Secundária
Quadro clinico e fisiopatologia
Geral
Hemólise
Hidropisia fetal

Propedêutica materna
Não invasiva
Invasiva
Tratamento
Profilaxia
Infecções Sexualmente Transmissíveis
1. Epidemiologia
2. Complicações de DSTs:
3. Histórico
4. Úlceras Genitais (Geral)
4.1. Cancro Mole
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Fatores de risco
e) Quadro Clínico
f) Diagnóstico Diferencial
g) Laboratorial
h) Tratamento
i) Prognóstico
4.2. Herpes Genital
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Modo de Transmissão
e) Quadro Clínico
f) Fatores Desencadantes
g) Gestação
h) Diagnóstico

i) Tratamento
4.3. Linfogranuloma Venéreo
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Tratamento
4.4. Donovanose
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Diagnóstico Diferencial
g) Tratamento
5. Cervicites
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Fatores de risco
d) Quadro Clínico
e) Gestação
f) Diagnóstico
g) Tratamento
6. Uretrites (geral)
6.1. Gonocócicas
a) Geral
b) Agente Etiológica

c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
6.2. Uretrites Não-Gonocócicas
a) Agente Etiológica
b) Perídoo de incubação
c) Quadro Clínico
d) Complicações
e) Diagnóstico
7. HPV
a) Geral
b) Período de incubação
c) Tipos de HPV
d) Formas Clínicas
e) Diagnóstico
f) Diagnóstico Diferencial
g) Tratamento infecção clínica
h) Gestação
i) Infecção Subclínica pelo HPV
j) Rastreio de CA de colo
8. Hepatites Virais (geral)
8.1. Hepatite B
a) Geral
b) Período de incubação
c) Quadro Clínico
d) Diagnóstico
e) Gestação
f) Tratamento

g) Prevenção
8.2. Hepatite C
a) Geral
b) Tempo de incubação
c) População de risco
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Prevenção
9. Outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (Geral)
9.1 Molusco Contagioso
a) Agente Etiológica
b) Transmissão
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Tratamento
9.2. Pediculose Pubiana
a) Agente Etiológica
b) Transmissão
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Tratamento
9.3. Escabiose
a) Agente Etiológica
b) Transmissão
c) Quadro Clínico
d) Patognomônico

e) Diagnóstico
f) Tratamento
10.0 Referências Bibliográficas
Endometriose
Conceito
Historia
Epidemiologia
Etiologia
Geral
Teoria de Implantação e Metastática (Teoria de Sampsom)
Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo das Metástases Linfáticas e Venosas)
Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo de Implantação Operatória)
Metaplasia celômica
Transformação de Restos Embrionários
Etiopatogenia
Fatores genéticos
Fatores hormonais
Fatores ambientais
Fatores imunológicos
Fatores Inflamatórios
Fatores locais
Fatores comportamentais
Fatores psicossociais
Prevenção
Classificação
Acosta (1973)
American Fertility Society Reviewed (1985)
Diagnóstico Geral
Quadro clínico

Geral
Dor
3. Infertilidade
4. Outros sintomas (TGI, TU e pulmões)
Exame Ginecológico
Métodos Laboratoriais (CA 125)
Métodos de Imagem (USG e RNM)
USG Transvaginal
RNM
Laparoscopia (diagnose)
Lesões
Endometriose profunda/infiltrativa (Addicionado pelo Arthur)
Conceito
Tipos
Diagnóstico
Endometriose ovariana (endometrioma)
Conceito
Tipos de endometrioma
Nódulos de endometriose (adenomiose externa)
Endometriose extragenital
Geral
Trato digestivo
Trato urinário
Endometriose na adolescência
Geral
Sintomatologia
Diagnóstico – clínico
Diagnóstico – Complementar
Indicações de laparoscopia em relação à dor

Diagnóstico de possibilidade (80% confirma).
Diagnóstico de probabilidade (90% confirma)
Diagnóstico de alta probabilidade (99% confirma.)
Indicações de laparoscopia em relação à infertilidade
Endometriose no climatério
Geral
Diagnóstico
Tratamento (geral)
Introdução
Opções
Escolha do tratamento
Objetivos do tratamento
Tratamento clínico
Geral
Objetivos
Progestogênios
Anticoncepcionais orais
Gestrinona
Danazol
Análogos do GnRH
Análogo de GnRH + Add Back Therapy
DIU
Inibidores da Aromatase
Alternativos
Tratamento cirúrgico
Laparoscopia
Endometriose ovariana
Lesões peritoneais

Conservador x radical
Histerectomia total + erradicação dos focos endometrióticos
Tratamento combinado
Vantagens e desvantagens
Quando combinar
Evidências
Transformação maligna da endometriose
Prognóstico/recidiva
Esterilidade
Fisiologia da Placenta e Líquido Amniótico
A. Fisiologia da placenta
Placenta
Desenvolvimento da placenta
Circulação placentária
Circulação fetal
Circulação materna
Trocas materno-fetais (mecanismos de transferência)
Mecanismos de regulação das trocas
Endocrinologia da placenta
Hormônios placentários
Hormônios protéicos
Hormônios esteróides
Estrógenos
Progesterona
B. Fisiologia e patologia da líquido amniótico
Embriogênese das cavidades amniótica e coriônica
Gênese e regulação do LA
Geral
Principais fontes de LA

Produção do LA
Reabsorção do LA
Estrutura do âmnio
Funções do líquido amniótico
Relação entre volume do LA e idade gestacional
Ultra-sonográfica do líquido amniótico
Análise do líquido amniótico
Fosfolipídeos
Teste de Clements
Enzimas
Dhl
Patologias do líquido amniótico
Oligoidrâmnio
Poliidrâmnio
Formaçao e malformações do sistema genital
Formação do sistema genital
Geral
Gônadas
Estágios iniciais do desenvolvimento: 5a semana
Início da 4a semana
Cordões sexuais primários: 6a semana
Desenvolvimento dos testículos
Formação dos ovários
Formação dos ductos genitais
Formação da vagina
Outros
Glândulas genitais auxiliares
Cistos do ducto de Gartner
Desenvolvimento da genitália externa

MalFormações Genitais
Introdução
Epidemiologia e patologia
Classificação de Buttram & Gibbons (1979)
*Classe I
*Classe II
*Classe III
*Classe IV
*Classe V
Classe VI
Classificação de Rock & Keenan 1992
Anomalias da Vagina - Síndrome Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (Aplasia Mülleriana)
Epidemiologia e patologia
Diagnóstico
Tratamento
Anomalias da vagina - Septo Vaginal Transverso
Epidemiologia
Sintomas
Exame físico
Tratamento
Septo vaginal longitudinal
Geral
Diagnóstico
Tratamento
Hímen Imperfurado
Patologia
Quadro clínico
Exame físico
Diagnóstico

Tratamento
Anomalias cervicais
Geral
Tratamento
Anomalias uterinas
Geral
*Agenesia e hipoplasia uterina
*Útero unicorno
*Útero didelfo
*Útero bicorno
**Útero arqueado
**Útero septado
Anomalias associadas ao DES
Exames complementares
Histerossalpingografia (HSG)
USG
RNM
Histeroscopia
Laparoscopia
Gestação múltipla
Classificação
Epidemiologia
Importância (riscos)
Tipos biológicos
Monozigóticos
Dizigóticos
Adaptações maternas
Morbidade materna
Diagnóstico

Anamnese
Exame físico e obstétrico
Exames complementares
Aspectos fetais
Crescimento e desenvolvimento
Complicações
Assistência pré-natal
Objetivo
Seguimento
Preocupações
Assistência ao parto
Fatores
Período expulsivo
Gestações com três ou mais conceptos
Incompetência istmo-cervical
A. IIC
Epidemiologia
Etiologia
Anamnese
Sintomas
Patogenia
Geral
Causas
Diagnóstico
Clínico
História
USG
Entre gestações
Durante gestação

Tratamento
B. Cerclagem
Histórico
Cerclagem profilática
Geral
Sucesso e falha
Cerclagem de emergência
Indicação
Contraindicações
Técnicas
MacDonald
Shrodkar
Transabdominal
LASH
Riscos
Eficácia
Controvérsias
Rutura de membranas
Controvérsias
Revisão cochrane
Conclusão
Mecanismo de parto
Considerações gerais
Geral
Canal de parto
Força
Relações útero – fetais
Atitude
Situação

Apresentação
Variedade de apresentação
Variedades (tipos)
Diâmetros ântero-posteriores da cabeça nas várias apresentações
Cefálicas (fletidas e defletidas)
Pélvicas (incompleta, completa e “de pés”)
Córmicas
Posição da cabeça
Conceito
Variações
Incidência de variações
Altura da apresentação (Planos)
DeLee
Hodge
Introdução
Insinuação ou encaixamento
Flexão
Descida
Rotação interna
Desprendimento da cabeça
Rotação externa
Desprendimento do tronco
Fases clínicas do parto
Partograma
Conceito
Importância
Vantagens de uso
Histórico
Fase latente

Fase ativa
Construção
Distócias
Geral
Parto precipitado (taquitócico)
Parada secundária da descida
Periódo pélvico prolongado
Fase ativa prolongada
Parada secundária de dilatação
Conclusões
Placenta prévia
Definição
Classificação
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
USG
Etiologia
Diagnóstico clínico
Diagnóstico por imagem
Ecográfico
Ressonância magnética
Tratamento
Conservador
Ativo
Pólipo Endometrial
Conceito e epidemiologia
Citérios para considerar pólipo lesão maligna primária (precursora)
Tratamento

Pré-natal
História
Objetivos do pré-natal
Quando iniciar?
Primeira consulta pré-natal
Identificação da paciente
Dados sócio-econômicos
Antecedentes pessoais
Antecedentes familiares
Antecedentes ginecológicos
Sexualidade
Antecedentes obstétricos
Higiene e orientações gerais
Queixas mais freqüentes
Exame físico
Geral
Palpação abdominal
Vacinação
Epidemiologia
Geral
Indicadores de risco gestacional (Ministério da saúde, 2000)
Intervalos dos consultas
Consultas subquentes
Geral
Toque vaginal (escore cervical)
Ganho de peso durante gestação
USG
Exames solictados
Lista de exames

HB/Ht
Anemias
Sífilis
Bacteriúria assintomática
Teste anti-HIV
Toxoplasmose
Rubéola
Hepatite B
Diabetes
Infecções genitais
Citologia oncótica
Pseudo-Hermafroditismo Masculino
Etiologia
Cínica
Formas
Puerpério
A. Fisiologia
Conceito
Fenômenos involutivos locais
Útero: alterações macroscópicas
Útero: alterações microscópicas
Vulva e vagina
Ovários
Parede abdominal e períneo
Mamas
Modificações gerais no puerpério
Aparelho cardiovascular
Aparelho digestivo

Sistema hematopoético
Sistema neuropsíquico
Sistema endócrino e metabolismo
B. Patologia
Infecciosas
Conceito
Epidemiologia
Etiopatogenia
Vulvovaginite e cervicite
Endometrite/ endomiometrite
Anexite
Tromboflebite pélvica
Peritonite
Infecção do sítio cirúrgico
Fasciíte necrotizante
Infecção da episiotomia
Ingurgitamento mamário
Fissuras mamárias
Mastite
Hemorrágicas
Conceito
Hemorragias precoces
Hemorragias tardias
Sífilis Congênita
1. Introdução
2. Histórico
3. Classificação Evolutiva
a) Sífilis adquirida

b) Sífilis congênita
4. Transmissão Vertical
5. Epidemiologia
a) Geral
b) Fatores de risco
6. Manifestações Clínicas
a) Sífilis Congênita Precoce
b) Óbito Fetal (Natimorto) por Sífilis
c) Aborto por Sífilis
d) Sífilis congênita tardia
7. Avaliação Complementar
a) Microscopia
b) PCR
c) Testes Sorológicos
d) Estudo do LCR / Líquor
e) Radiografia de Ossos Longos
f) Vigilância Epidemiológica
8. Tratamento
a) Antibiótica
b) Medidas de controle
9. Sífilis x HIV
10. Observações
a) Tratamento Adequado
b) Falha Terapêutica
11. Bibliografia
Toxoplasmose Congênita
1. Introdução
2. Etiopatogenia
3. Epidemiologia da Toxoplasmose

a) Prevalência
b) Transmissão Materno-Fetal
c) Prevalência de soropositividade na gestação
d) Fatores Importantes na Transmissão Materno-Fetal
e) Incidência da Toxoplasmose congênita
f) Susceptibilidade para Toxoplasmose
4. Quadro Clínico Da Toxoplasmose Na Gestante
5. Quadro Clínico: Toxoplasmose Congênita
6. Diagnóstico Sorológico da Toxoplasmose
7. Infecção Materna
8. Infecção Fetal
9. Tratamento de Infecção Materna
10. Tratamento de Infecção Fetal
11. Tratamento na gestante (evidências)
12. Esquemas de Tratamento Preconizados Prevenção da Toxoplasmose
13. Programa de Prevenção
14. Recommendações
Diagnóstico rápido
Conceito
Etiologia
Epidemiologia
Geral
Principais causas de leucorréia no brasil
Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico laboratorial
Vaginose Bacteriana
Patologia
Epidemiologia
Quadro clínico
Diagnóstico

Tratamento (CDC 2006)
Tratamento (Brasil - MS 2006)
Vaginose Bacteriana Recorrente
Geral
Tratamento
Tratamento – evidências dos estudos (CDC)
Candidíase
Patologia
Epidemiologia
Quadro clínico
Diagnóstico
Classificação
Tratamento (CDC 2006)
Tratamento (MS 2006 Brasil)
Tratamento – evidências dos estudos (CDC)
Tricomoníase
Patologia e epidemiologia
Quadro clínico
Diagnóstico
Tratamento (CDC 2006)
Tratamento (MS 2006 - Brasil)
Tratamento – evidências dos estudos (cdc)
3. Anatomia
Texto sobre o trato genital feminino
Geral
1 - estudo do ovário
2 - Estudo das trompas de falópio ou tubas uterinas
3 - Estudo do útero

4 - estudo da vagina
Anatomia de Mama
Imagens
A. Útero, ovário e as ligamentos
B. Músculos do pélvis
Mama
Outros

A. Geral
1. Exames Utilizados
2. Prescrições
3. Rotinas no IMIP
4. Fluxogramas

1. Exames Utilizados
BIRADS - Cistometria de infusão - Cistos de mama - Climatério - Colposcopia - DTG /
Mola - Espermograma - FSH (homens) - Hepatite B - Incontinência urinária Mamagrafia - Metastases de câncer de mama (rastreamento) - Mola / DTG Préhisteroscopia - (Exames antes da) Quimoterapia - Rotina de ambulatório de mastologia
- Pré-op - SU e urocultura - USG mamária - VDRL

2. Prescrições
PRINCIPAIS Pre-cirurgica ginecológica - Pós-cirurgica ginecológica
ALFABÉTICA:
Abcesso de glândula de Bartholini - Abscesso de mama - ACHO - Acne - Alergia ao
remedio (reação alérgica) - Amniorexe - Anemia - Anticoncepção de emergência Anticoncepção hormonal oral - Anti-depressiva - Anti-tetânica - Ascaris (ovos de) Asma (crise) - Atrofia mucosa vaginal - Bacturia assintomática - Bartholinite –
Candidiase Ungueal - Candidíase vaginal (também veja: diagnóstico rápido) - Cefaléia
após Raqui – Celulite - Cisto ovariano simples - Climatério: queixas vasomotores Climatério: vagina seca (atrofia) - Coagulopatia - Constipação - Contraconcepção de
emergência – Contraconcepção hormonal oral - Corticoide (desmama) - Curativos

(escolha) - Curativos geral - Depressão - DIPA - Dismenorréia - Doença trofoblástica
gestacional (DTG) (Quimioterapia) – DTG (Quimioterapia) - Eclâmpsia – Endocardite
(profilaxia) - Endometrio (hiperplasia simples) - Endometrite – Endometriose - Erisipela Escabiose - Estupro (após) - Febre reumática + lesão de valvula - Gardnarella vaginalis
(também veja: diagnóstico rápido) - Gonorreia - Granuloma de cúpula vaginal - Herpes
genital – Herpes Zoster - Hiperplasia simples do endométirio - HIV - Íleo paralítica (póscirurgia) - Infecção da FO: escolha curativos - curativos geral - ITU - HPV (tratamento de
lesões e vacina) - Lesões de HPV - Mastalgia pré-menstrual (MPM) - Menorragia Morning After Pill - Neurossífilis - Obstipação - Ovos de Ascaris - Pielonefrite - Pílula dia
depois - Pílula anticoncepcional - Pirose - Preparo intestinal para USG - Prisão de ventre
- Prurido pós-morfina - Puderdade precoce - Reação Alérgica (alergia ao remedio) Sífilis (não-neurossífilis) - Sindrôme de Ovários Policísticos (SOP) - Sangramento genital
(não grávida) - Sindróme pre-menstrual - Toxoplasmose - Tricomoníase (também veja:
diagnóstico rápido) - Trombose (profilaxia e tratamento)- Vacinação para HPV - Vagina
seca (atrofia) - Vaginose Bacteriana (também veja: diagnóstico rápido) - Valvulopatia
(após febre reumátia) - Vermes - Violência sexual (estupro)

3. Rotinas no IMIP
Rotina no ambulatório de ginecologia
Rotina no ambulatório de mastologia
Rotina na ginecologia (sexto andar)
Rotina no SIGO

4. Fluxogramas
Lesões de colo uterino - Sangramento vaginal

B. Fisiologia
Anticoncepcão hormonal oral e injetável - Ciclo Menstrual

C. Patologia
Amenorréia – Câncer de mama - Cancro Mole - Candidíase - Carcinoma de colo uterino Carcinoma do Corpo Uterino – Carcinoma do Endométrio - Carcinoma de Ovário Carcinoma de Vulva - Cefaleía após raqui - Cervicites - Complicações pós-operatório Diabetes e cirurgia - DIPA - Dismenorreía - Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA) Doenças sexualmente transmissíveis (DST) - Donovanose - Endometriose - Escabiose -

Esterilidade - Estupro (rotina ) - Gonocócicas - HELLP Síndrome - Hepatite B - Hepatite C
- Herpes Genital - Hiperplasia Endometrial - Hiperplasia Supra-Renal Congênita Hiperprolactinêmica – HIV – HPV (geral) - Incontinência urinária – Infertilidade Linfogranuloma Venéreo - (Câncer de) Mama - Mioma uterino – Mola completa e parcial
- Molusco Contagioso - Neoplasia de ovário - Pediculose Pubiana - Pólipo Endometrial Problemas (infecções) da ferida operatória - Pseudo-Hermafroditismo Masculino Puerpério (fisiologia e patologia) - Reposição hormonal - Sarcoma Uterino - Sífilis Síndrome Hiperprolactinêmica - Síndrome De Ovários Policísticos (SOP) - Síndrome da
tensão pré-menstrual - TPM - Tricomoníase - Uretrites Não-Gonocócicas - Vulvovaginite
bacteriana - Vulvovaginites (com diagnóstico rápido) - Violência sexual (rotina)

D. Descrições e manuais dos procedimentos
Anticoncepcão hormonal oral e injetável - Cone Clássico - Drenagem de abscesso de
Bartholini - Drenagem de abscesso de mama - Esterilizações tubárias - Exame
Especular - Exame Ginecológico: genitalia externa - Exame de mamas – Exerése de
lesão condilomatosa - HTA - HTV + CPP - Laparotomia exploratório (LE) - Laqueadura
tubária (LTB) - Mastectomia radical modificada - Miomectomia (e taquelectomia) Nodulectomia – Ooforectomia - Ooforoplastia – Ooforoplastia para ovários
multipolicísticos

Pela ordem
1.Rotina de dia-dia

2. Prescrições
3. Descrição
4. Procedimentos
5. Exames complementares
6. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico diferencial e tratamento
7. Abreviações no IMIP
8. Doenças
9. Anamnese e exame físico geral
10. Fone
11. Seminários
12. Outros

12. Protolos /Rotina nos setores
Rotina no ambulatório de ginecologia
Rotina no ambulatório de mastologia
Rotina no Banco de Leite Humano
Rotina no 4o CAM
Rotina na Ginecologia (6º CAM)
Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório)
Rotina de neonatologia no pré-parto
Rotina no pré-parto
Rotina no puerpério
Rotina no SIGO
Rotina na Triagem
Rotina no Ambulatório Ginecológico
Anamnese - Lesões de colo uterino

Anamnese
A paciente volta. Anotar:
- Idade
- Paridade
- DUM
- MC (método concepcional)
- Queixas atuais
- Exame físico: colo + mamas

Rotina no Ambulatório de Mastologia
Anamnese - BIRADS
Também veja:
-

Rotina de ambulatório de mastologia (exames complementares)

-

Câncer de mama

Anamnese
Começa perguntar o seguinte:
- Idade
- Teve câncer de mama na família?
- DUM
- Queixas atuais

BIRADS

Escor

Achados

e de

Conclusão

Risc

radiológica

o

Conduta

BIRAD
S
0

Inconclusivo

Complementação/Necessidade
de um exame adicional para
defenir

1
2

-

Calcificações
vasculares

-

Calcificações
cutâneas

-

Calcificações
com centro

Mamas

MM (faixa etária) – Controle

normais

anual

Benigno (B)

MM (faixa etária) – Controle
anual

lucent
-

Fibroadenoma
caclificada

-

Cisto óleoso
(esteatonecros
e)

-

Calcificações
de doença
secretária
“plasma
celtimalites”

-

Calcificações
redondas
(acima de 1
mm)

-

Calcificações
tipo melk of
cálcio

-

Fio de sutura
calcificado

-

Linfono
intramamária

3

-Nódulo de

Provavelmente

densidade baixa,

benigno (PB)

2%

Borderline: MM 6/6meses (1º
ano)

contorno regular,

MM anual (2º e 3º ano)

limites definidos e

Jovens: anual

dimensões não

Historia familiar positiva:

muito grandes,

biopsia

calcificações
monomórficas e
isodensas sem
configurar
grupamento com
caraterísticas de
malignidade
4

Nódula de

Suspeito (sem

Biopsia diagnóstica

conformo bocelado

achados

irregular e limites

típicos).

pouco definidos.

Provavelmente

Microcalcificações

maligno (PM)

com pleomorfismo
incipiente e
densidade
assimétrica,
algumas lesões
espiculadas.
4A

Suspeição

5%

baixa
4B

Suspeição

25%

intermediária
4C

Suspeição

70%

moderada
5

- Nódulo denos e

Altamente

espiculado,

suspeito.

microcalcificações

Maligno (M)

pleomórficas
seguindo trajeto
ductal com
ramificações tipo
letra chinesa.
6

CA
comprovado.
Maligno
Comprovado
(MC)

Rotina no banco de leite humano
1) Desmame no 6o mês da vida
2) Leite artificial e desmame
3) Relactação

85%

Biopsia diagnóstica

4) Critérios para doação e ordenha de leite
5) Coletar leite /ordenhar
6) Conservar leite (validade)
7) Consumir o leite humano (o estoque)
Desmame no 6º mês da vida
Durante o momento de transição (desmame):
1) Não use mamadeiras;
2) Identificar pessoas no risco de alergia
3) Introduzir os alimentos separados. Atenção: no início a criança vai rejeitar. A partir
do 4º mês pode introduzi uma papa salgada (que você pode misturar com leite)
4) Oferece frutas no modo duma papa. Dê durante 3 dias e depois introduzir outra
fruta.

Dieta 6º mês
Frutas: banana, maça, pêra, melão, melancia, acerola, cajá, caju, goiaba, laranja
Verduras: chuchu, cenoura, batata, jerimum, beterraba, espinafre, repolho, couve
* Sem sal e sem açúcar. Gordura = > use 01 colher de chá de margarina ou
óleo vegetal

Iniciar com gema cozida ¼. Três vezes por semana, ir aumentando até a gema inteira.
Temperos: coentro, cebola, cebolinho
Teste: primeiro dia: 01 colher de chá.
Cardápio:
1)
2)
3)
4)
5)
6)

6-7 horas: peito
8-9 horas: lanche (fruta)/ papa / suco
11-12 horas almoço: sopas / purês e peito
14-15 horas lanche (frutas)/ vitamina/sucos/ geléia/iorgutes
17-18 horas (inhame/macaxeira/cuscuz/banana comprida/banana doce) e peito
Caso bebê acorde à noite: água

Leite artificial (criança não mama) e desmame
Leite de vaca:

No 1º - 4º mês: 2 unidades de leite + 1 unidade de água. Depois coloque em cada 100
ml de 01 colher de açúcar.
OU: leite Nan 1 medido para cada 30 ml.
A partir do 2º mês: ferro (10 mg/kg/dia) (até 2 anos) + suco
A partir do 4º mês: 2 vezes ao dia cereal (trigo, arroz) e papinha salgada ou de frutas.
A partir do 6º mês: legumes, milho, cocos, feijão
A partir do 8º mês: 2º papa salgada
A partir de 1½ anos: chocolate e leite modificado

Relactação
Solução para material de relactação (seringa e sonda) e bico de silicone:
- 1 litro de água fervida e fria
- 1 colher de sopa de água sanitária
Obs: esta solução deve ser trocada a cada 24 horas
Antes de colocar o material na solução lavar com água e sabão neutro
- Use o material não mais que 4 vezes (????)
- Colocar o material na solução por no mínimo 30 minutos

Critérios e observações gerais para doação e estoque de leite
1) Não ingerir mais de 6 xícaras de cafezinho por dia
2) Bebidas alcoólicas: no máximo duas doses/dia/ocasionais e ordenha pelo menos 6
horas após a ingesta
3) Cigarros: no máximo 10 cigarros/dia
4) Drogas ilegais (maconha, cocaína, cola etc.): não permitido
5) Doenças infecciosas: quais? Não permitido
6) Hepatite ou icterícia: informa se foi portadora e quando
7) Transfusão de sangue: quando?

Coletar leite /ordenhar
1. Usar vidros de café solúvel e/ou maionese com tampa plástica (retirar papelão da
tampa)
2. Colocar na panela com água e deixar no mínimo por 15 minutos
3. Antes de ordenhar: retirar adornos (anéis, pulseiras, relógio); lavar as mãos e
antebraços com água e sabão; e as mamas com água; proteger nariz e boca com
pano limpo e prender os cabelos com lenço ou touca para banho.

4. Massagear as mamas e desprezar os primeiros 5 jatos de leite
5. Balançar os peitos com o corpo para frente para facilitar a saída do leite
6. Retirar o leite do peito por aproximadamente 5 minutos em cada mama. Repita o
processo até completar pelo menos 20 minutos no total
7. Encher o vidro até 2 cm abaixo da tampa

Conservar leite coletado (validade)
Em temperatura ambiente:
Até 2 horas

Na geladeira:
Leite cru – até 12 horas
Leite pasteurizado degelado – até 24 horas

No freezer:
Leite cru – até 15 dias
Leite pasteurizado – até 6 meses

Consumir o leite humano
1) Descongelar (ferver a água; desligar o fogo; colocar o vidro de leite em banhomaria; descongelar o leite; deixar ‘pedra’ de leite congelado de +/- 3 cm; retirar o
frasco do banho-maria
2) Homogeneizar (balançando o vidro vagarosamente até que o leite esteja
uniforme e a ‘pedra’ de leite tenha descongelado por completo fora do banhomaria);
3) Guardar restante na geladeira – Max 12 horas (leite cru) ou 24 horas (leite
pasteurizado)
4) Não congelar novamente
5) Oferecer o leito de copo ou colher

Rotina no 4o CAM

PE Grave
Preencher:

- fluxograma para SHEG (rotina PE),
- folha de pré-natal (com CS, Hb, Ht, VDRL, citologia, colposcopia e outros exames)
- anamnese e exame físico completo (com coleta de citologia se necessário)
- Solicito: USG com Doppler (se IG > 24-28 sem), proteinuria de 24 horas, parecer
cardiologia, fundoscopia, rotina PE
- USG com doppler:
Normal -> repetir com 15 dias
Aumenta de resistência de art. Umbilical -> repetir com 7 dias
Centralização -> repetir com 3 dias
Diastole zero (com resto normal) -> repetir com 1 dia

Rotina na Ginecologia (sexto andar)
Admissão
Diabetes e cirurgia
Mola / DTG

Pré-op
Preparo para tomografia (paciente alérgico)
Profilaxia da endocardite e TVP/TEP
Também veja: Complicações pós-operatório

Admissão duma paciente nova
1. Colocar no prontuário: admissão permanência. Paciente adimitida para realizar .......
2. Anamnese (importante: medicamentação e alergias)
3. Exame físico
4. Anotar resultado dos exames (laboratoriais e histopatologia)
5. Conduta
Obs: também veja pré-operatório e exames antes da quimoterapia

Diabetes e cirurgia
Também veja o seminário Diabetes e cirurgia

DM tipo 2
DM tipo 2
DM tipo 1
Admissão
DM tipo 2
DM tipo 2

em us de hipoglicemiante oral pre-op
em uso de insulin pre-op
pre-op
em uso de hipoglicemiante oral pós-op
em uso de insulina / DM tipo 1 pós-op

DM tipo 2 em us de hipoglicemiante oral pre-op
Também veja: Admissão
- Sufloniureias (ex. Glibenclamida): suspender 48 horas antes do procedimento (perigo
de hipoglicemia)
- Biguanidas (ex. Metformina): suspender 48 horas antes do procedimento (ácido
láctica)
- Tiazolidinodionas: supsender com o jejum
- Inibidores de alfa-glocosidas: suspender com o jejum
2. Instituir insulinaterapia: basal/bolus
3. Prescreva para a manhã do dia do procedimento (a partir de 6.00 ou 7.00 horas)
(????): SG 5% 475 ml + 2,5 amp glicose 50%, EV, 28 gts/min

DM tipo 2 em uso de insulin pre-op
Também veja: Admissão
- Manter insulina até data de cirurgia
- Suspender basal na manhã do procedimento
- Controle com GC + Bolus, SN
- Prescreva para a manhã do dia do procedimento (a partir de 6.00 ou 7.00 horas)
(????): SG 5% 475 ml + 2,5 amp glicose 50%, EV, 28 gts/

DM tipo 1 pre-op
Também veja: Admissão
Manter insulinoterapia até data da cirurgia

GIK / G + I
Prescreva para a manhã do dia do procedimento (a partir de 6.00 ou 7.00 horas)(????):
SG 5% 475 ml + 2,5 amp glicose 50%, EV, 28 gts/

Admissão
- Internar 48 horas antes do ato cirúrgico
- Suspender hipoglicemiantes
- Prescreva para a manhã do dia do procedimento (a partir de 6.00 ou 7.00 horas)
(????): SG 5% 475 ml + 2,5 amp glicose 50%, EV, 28 gts/
- Solicito Glicemia de jejum + HbA1C, Creat e Uréia
- Introduzir esquema basal bolus 0,4 UI/kg/dia (OU simplificado: Peso X 0,2 – fonte:
Renata Paixião)
* 50% basal – 2/3 jejum/manhã + 1/3 à noite
- HGT antes das refeições e às 22 horas
- Correção com insulina regular:
70-150: nada
151-200: 2 UI
201-250: 4 UI
251-300: 6 UI
301-350: 8UI
> 350: 10 UI
Alvo: jejum < 126 mg/da
Prandias: 180-200 mg/da

DM tipo 2 em uso de hipoglicemiante oral pós-op
- Dieta zero: manter esquema GC/Bolus + SG 10% (21 ml/h)
- Reintrodução a dieta: manter insulinoterapia basal bolus
- Quando funções normais: retorna hipoglicemiantess
Atenção se tiver: Creat > 1,4 e/ou infecção => manter insulina (esquema intensivo)

DM tipo 2 em uso de insulina / DM tipo 1 pós-op
- Dieta zero: manter esquema GC/Bolus + SG 10% (21 ml/h)
- Reintrodução da dieta retornar insulina basal/bolus (dose domiciliar) se aceitação
alimentar
- Se tiver infecção: esquema intensivo

Rotina no caso de mola / DTG
1. Tratatmento hospitalar: Curetagem uterina. Solicitar beta-HCG (quantitativo)
antes da curetagem.
2. Início no 6º andar: solicitar raio-x de tórax, beta-HCG. Em casos especiais:
coagulograma, função renal e funçao hepática (quais casos especiais????)
3. Se tiver fluxo no eco endometrial => Faz histeroscopia quando beta-HCG está
ascendente ou em platô.
4. Preencher fluxograma de DTG
5. Semanal beta-HCG até queda da beta-HCG em 3 vezes seguintes, depois beta-HCG
de 15/15 dias. Exame físico as primeiras 3 semanas. No exame físico pesquisa
tamanho de útero e manchas (=metástases) na parede vaginal

6. Alta hospitalar: se quadro clínico estiver bom e queda da beta-HCG em duas
vezes seguintes. Após 3 quedas seguintes: beta-HCG de 15/15 dias até HCG zerou.
7. Alta sempre com anticoncepção (temos caixas com ACHO no 6º andar =>
preencher recetuário e depois você pode dar uma caixa à paciente).

8. Ambulatório: Retornar ao ambulatório com um mês. Faça beta-HCG semenal (dar 4
solicitações à paciente)
9. Beta-HCG semenal até 3 quedas seguintes, depois beta-HCG de 15/15 dias. Caso se
beta-HCG zerou: beta-HCG de 1 mês/1 mês.
10. Mensalmente beta-HCG durante 01 ano [ou 6 meses????) Se tiver um aumento de
valor de beta-BCG pense numa nova gravidez. Observa o nível de beta-HCG e
repetir se necessário a beta-HCG com 24-48 horas (na gravidez o valor dubra em
24 horas??) antes de iniciar terapia.
11. Permitir gravidez 12 meses (OU 6 meses se a paciente quiser engravidar logo) após
a beta-HCG se tornou 0.

Pre-operatório
Controle na colocação no mapa cirúrgico
Cuidados gerais pré-op
Manuesio das pacientes que já usam remédios
Parecer cardiologia (classificação ASA)

Controle antes a colocação no mapa cirúrgico

1. Observação: cirurgia de mama, histeroscopia e endoscopia -> os R1s não
precisam fazer nada; tem uma residente especial para fazer isso.
2. Histeroscopia: se procedimento diagnóstico -> não precisa fazer pré-op.
3. Exame físico: não esqueça toque retal!
4. Anamnese
5. Solicitar Hb + Ht o dia antes da cirurgia para doenças que sangram ou que
consumem muito sangue (tumores oncológicos, mioma grande etc.)
6. Reserva de sangue:
0

unidades para LTB e cirurgias pequenas/ fora da cavidade abdominal

1 unidade para histerectomias, ooforectomia e cirurgias grandes não-oncológicas*
* ás vezes, no caso de anemia, cirurgias > 2horas, miomas grandes, tipo de
sangue raro (AB-, B-) etc, o cirurgião pode pedir mais uma unidade.
3 unidades para cirurgias oncológicas (Dr. Arthur, Dr. Mário)
RESERVA ANTES ÀS 15.30 HORAS!
- Obs. No caso na véspera duma cirurgia não-oncologica duma Hb < 9,0:
hemotransfusão com 2 unidades de CH, agora.
- Obs. No caso duma na véspera duma cirurgia (Dr. Arthur) oncologica duma Hb <
11,0: hemotransfusão com 2 unidades de CH, agora.
7. Validade dos exames laboratoriais: Hemograma, VDRL e Glicemia de jejum
validade de 6 meses.

8. USG: USG tem uma validade de 1 ano no caso de miomas e cistos. Somente
necessária quando precisar avalição da cavidade abominal (então: pré-requisito se
tiver cirurgia intra-abdominal)
9. Pré-op: Verficar se fosse feito pré-op. Se não: solicitar pré-op. Observação com o
SU: trate uma queixas e não um papel. 1) Pctes sintomáticas: tratar, 2) Pctes
assintomáticas e > 9 piócitos: urocultura. Nitrito positivo: tratar (Nitrito positivo:
85% sens, 100% espec) Urocultura: postivo se 100-1000 UFC em sintomáticas,
100.000 UFC em assintomáticas. Mais do que um germe: contaminação.
10. Citologia: 2 citologias anuais normais => pedir citologia a cada 3 anos. Se tiver
citologia alterada (com atipia) e/ou falta uma citologia: solicitar citologia
ambulatorial (não com a paciente internada – se possível)
11. Colposcopia: não requisito. Necessário fazer se: citologia com atipia E/OU
exame ginecológico com lesão de colo importante (Teste de Schiller negativo por
exemplo)
12. Parecer cadiologia e raio-X de tórax: parecer cardiologia se idade > 45 anos
e/ou co-morbidade associada (como hipertensão), Raio-X de tórax se idade > 65
anos
13. Histeroscopia: necessário se paciente > 45 anos e ECO endometrial alterado OU
se sangramento sem causa determinado. Obs.: se tiver sangramento importante
=> curetagem => a paciente pode aguardar resultado da histopatologia em casa
14. Preencher ficha pre-cirúrgica
15. Obs.: Ooforectomia profilática com as pctes ≥ 50 anos (para evitar CA de
ovários)

Prescrição no dia antes da cirurgia
Obs. No dia da cirurgia: não precisa fazer uma nova prescrição antes da cirurgia

Cuidados gerais pré-op
- Identificar e tratar vulvovaginites
- Identificar e tratar doenças de pele
- Sempre orientar a paciente a procurar o HEMOPE para realizar doações específicas
- Recomenda-se que a transfusão seja realizada pelo menos 24 horas antes da cirurgia
- SVD sempre
- Tricotomia (apenas na área de atuação cirúrgica e em prazo inferior à 1 hora antes da
cirurgia)

- Orientar não usar esmalte nas unhas (dificulta oximetria)
- Antibioticaprofilaxia: cefazolina 1 g EV na indução anestética. A dose deve ser
repetida se a cirurgia durar mais que 3 horas
- Medicação pré-anestética: diazepam 10 mg (na véspera pré-cirúrgica)

Manuesio das pacientes que já usam remédios (não-hipoglicemiantes)
Uso de medicamentos:
- ACHO: idealemente suspendê-los 30 dias antes da cirurgia com a finalidade de
diminuir o risco de TVP. No entanto, esse risco parece desprez’vel com os preparados
de baixa dosagem.
- TRH: mantida até o internamento e reinciada após a alta
- Aspirina: dose acima de 150 mg/dia está associada com maior incidência de
sangramento intra-operatório. Deve ser suspensa 3 (????) semanas antes da cirurgia.
- Corticóide: se o uso é prolongado (> 1 sem), utilizar hidrocortisona 100 mg na noite
de véspera, na manhã da cirurgia e então a cada 8 horas
- Heparina: sua dose habitual mantém o tempo de coagulação +/- 2 vezes o valor
normal. Seu efeito termina 3-4 horas após uso (????). Em cirurgias de em emergência
pode-se usar o sulfato de protamina
- Cumarínicos: se o tempo de protrombina é 2 x o valor normal a cirurgia pede ser
realizada. Se excede este valor a profilaxia com Vitamina K 5 mg VO ou IM, é
recomendada, espere-se que o tempo de protrombina caia até 40% em 4 horas e
retorne ao normal em 24-48 horas. Se reversão rápida e imediata é desejável, pode-se
utilizar plasma fresco congelado.

Parecer cardiologia
Caso pcte > 45 anos s/ outras patologias cardiovasculares OU pcte > 40 anos (???) +
morbididade leve como HASC (obs. Eu sempre peço parecer se tiver morbididade)

Classificação ASA
Classe I: paciente normal e saudável. Mortalidade: 0,08%
Classe II: Paciente com doença sistêmica leve. Mortalidade: 0,27%
Classe III: Paciente com doença sistêmica grave, no momento não incapacitante.
Mortalidade: 1,82%

Classe IV: Paciente com doença sistêmica grave, incapacitante, que o mantém em de
risco de vida. Mortalidade: 7,76%
Casse V: Paciente moribundo, não se esperando sua sobrevivência nas próximas 24
horas sem cirurgia. Mortalidade: 9,38%
Preparo para tomografia – paciente alérgico
Exame de manhã
Exame de tarde

Exame de manhã

Vespera do exame:
1.

8.00 horas da manhã:

Prednisona 20 mg 2,5 comp VO
2.

20.00 Horas da noite:

Prednisona 20 mg 2,5 comp VO

No dia do exame:
Vir em jejum de 12 horas
3.

Às 6.00 horas:

Prednisona 20 mg 2,5 comp VO
4.

Às 7.00 horas:

Fenergan ou polaramine 50 mg 01 cp

Exame de tarde

Vespera do exame:
1.

14.00 horas da manhã:

Prednisona 20 mg 2,5 comp VO
2.

0.00 Horas da noite:
Prednisona 20 mg 2,5 comp VO

No dia do exame:
Vir em jejum de 6.00 horas (alimentar-se até 8.00 horas da manhã)
3. Às 12.00 horas:
Prednisona 20 mg 2,5 comp VO
4. Às 13.00 horas:
Fenergan ou polaramine 50 mg 01 cp

Profilaxia da endocardite e TVP/TEP
1. Profilaxia da endocardite
Prescrever:
30 min antes da cirurgia:
Ampicilina 2g, EV, agora
Gentamicina 80 mg (OO melhor: 1,5 mg/kg até 120 mg) + SG 5% 100 ml, EV, em 20
min
+ 6 horas após a cirurgia:
Ampicilina 1g, EV, agora

A pcte precisa no caso de:
2) Protéses valvares
3) Endocardite anterior
4) Distúrbios ventriculares
5) Estenose valvar
6) Coactação da aorta
7) Estenose bicúspede e aórtica

8) Disfunção intracardíaca
9) Cardiopatia hipertrófica
10) PNM com regurgitação

2. Profilaxia de TVP/TEP
Prescrever: Heparina 5-10.000 UI s.c. 12/12 horas até 6 horas ápos a cirurgia ou até
deambular
Poderia prescrever no caso de (não é regra no IMIP, tem que discutir com o staff):
Risco alta (20-40%): idade >60 anos ou malignidade
Risco muito alta: historia prévia de TVP ou hipercoagulobilidade
Outros dizem: usar meias elásticas / faixas de crepe se: > 45 anos, obesa, diabética,
pneumopatia crônica ou grande cirurgia.
Heparina 10.000 UI 12/12 h no caso de:
1) Wertheim-Meigs
2) Cirurgia em pacientes oncológicas
3) História pregressa de TVP
4) Varizes calibrosas
5) > 60 anos.
Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório)
- Controlar exames de pré-op
- Controlar indicação
- Fazer exame especular para avaliar corrimento
- Para as pacientes que vou fazer uma videolaparoscopia:
Ducolax 02 cp VO à noite 2 dias antes da laparoscopia, nada de feijão ou farinha nos
dias antes da cirurgia e laver o úmbigo 10 vezes 2 dias antes do procedimento.
- Ao final: entregue a junta à paciente

Rotina de neonatologia no pré-parto
APGAR

VIG e QH
Formulas
Prescrições

APGAR

Critério

0

1

2

Respiração

Nada

Irregular, gemendo

Bom, choro forte

Freq. Cardíaca

Nada

< 100/min

> 100/min

Tônus

Flácido

Alguma flexão dos
membros

Movimento ativo
dos membros

Cor

Cianótica/palido

Cianose periférico

Corpo inteiro de
cor rosa

Reação/reflexos

Nada

Alguma reação

Reação normal/
choro forte

Hipóxia:
Grave: Apgar 1 min < 4 + Apgar 5 min < 4
Moderado: Apgar 1 min < 4 + Apgar 5 min < 4-7
Leve: Apgar 1 min 4-6 + Apgar 5 min > 6
Atenção: após um episóde de hipóxia suspender a dieta por causa de Síndr. de
Reperfusão = > risco de enterocolite necroticans

VIG e QH
1) QH = quota hídrica = > ml/quilo/dia
Prematuro: 70 ml/quilo/dia; VIG 5 mg/kg/dia, Ca 300 mg/kg/dia

Termo: 80 ml/kg/dia; VIG 5; Ca 200
2) Gg = glicose em 24 horas = > Gg = VIG x Peso (kg) x 1,44
3) VIG = mg/kg/min – pós-parto: em geral 5 mg/kg/dia
24 horas = 1.440 min => /1000 para transformar para g (em vez de mg) = 1,44
SG 5% = > 100 ml tem 5 g de glicose
SG 50% => 100 ml tem 50 g de glicose
SG 50% = {(Gg x 20) – QH} / 9
SG 5% = QH – SG 50%
4) Na total = mEq/kg x kg. NaCl 20% 1ml tem 3,4 mEq
5) K total = mEq/kg x kg. KCl 10% 1 ml tem 1,3mEq
6) Ca total = mg/kg x kg. GlucCa 10% 1ml tem 100 mg

Exemplo:
peso 1,7 kg
QH 120
VIG 4,5

Gg = VIG x Peso (kg) x 1,44 = 4,5 x 1,7 x 1,44 = 11,0 gramas de glicose
QH = 120 x 1,7 = 204

Formulas
Gg = VIG x Peso (kg) x 1,44
SG 50% = {(Gg x 20) – QH} / 9
SG 5% = QH – SG 50%
Na total = mEq/kg x kg. NaCl 20% 1ml tem 3,4 mEq
K total = mEq/kg x kg. KCl 10% 1 ml tem 1,3mEq
Ca total = mg/kg x kg. GlucCa 10% 1ml tem 100 mg

Prescriçãoes

RN
1)
2)
3)
4)
5)

e mãe s/problemas (baixo risco)
Ao alojamento conjunto
Seio Materno livre
Vitamina K 10 mg/ml, 0,1 ml IM
Álcool 70% no coto umbilical 4 vezes ao dia
Cuidados gerais

RN de mãe com (por exemplo) pré-eclâmpsia
1) CI (= cuidados iniciais = > RN está bem, mas não pode ficar com a mãe, por
exemplo no caso de pré-eclampsia)
2) Ordenhar ou LMP (=leite materna pasteurizado) 10 ml VO 3/3 ml
3) Vitamina K 10 mg/ml, 0,1 ml IM
4) Álcool 70% no coto umbilical 4 vezes ao dia
5) Cuidados gerais

RN Prematuro
1) Berçário
2)
3)
4)
5)

Incubadora
CPAP Nasal FI O2 40% e PEP +5
SOG aberta
Dextro às ..... horas (+ 3 horas pós nascimento), .... (+6 horas), ..... (+ 12
horas), ..... (+ 24 horas)
Comunicar se < 40.

6) Decúbito elevado
7) Reavaliar com 2 horas
8) Cuidados Gerais

RN de mãe diabética
1) Bercário????
2) Seio Materno livre????
3) Dextro após 1, 2, 3, 6, 12 e 24 horas de depois: se necessário
Se < ou = 40 comunicar e iniciar soro SG 10% 10 ml VO no 1º dia (+ 10 ml/dia de
vida). => Se não melhorar: soro, EV com VIG 5
6) Vitamina K 10 mg/ml, 0,1 ml IM
7) Álcool 70% no coto umbilical 4 vezes ao dia
8) Cuidados gerais

Rotina no Pré-Parto
- Analgesia durante o parto normal. Mais risco de bexiga cheia e com isso mais risco de
atonia uterina pós-parto. Realizar um clampeamento do cordão retardado pór 2 min,
porque existe um certo anemia fetal. (Fonte: Juliana R2 – 16/4/09)
- Prescrições em uma via só com exceção das pacientes que vão ser transferidas para
outras enfermarias, elas precisam prescrições em duas vias
- Partograma: triangulo para indicar a dilatação, circulo para indicar a posição da
cabeça (qual plano de Hodge). Primeira anotação: faça uma línea horizontal de 4
quadros naquela quantidade de dilatação. Nas primiparas: coloque depois uma línea
diagonal (de 45% ou 1 por 1 quadro) e mais um línea assim 4 quadros mais tarde (o
resultado são 2 líneas paralelas).
- RN Morto. três situações: 1. RN: feto que nasceu com um peso < 500 gramas: não
precisa preencher uma Declaração de óbito. 1. RN: feto que nasceu morto e tem mais
que 500 gramas (e mais que 20 semanas): nós temos que preencher a Declaração de
óbito. 2. RN: feto com qualquer idade e com sinais de vida: a pediatra preenche a
Declaração de óbito.
- Veja: Indicações de Cesárea
- Veja: Partograma
- Veja: Prenatal

Rotina no Puérperio
Pós-parto normal:
- sempre prescrições em duas vias
- alta hospitalar após 24 horas (PODE dar alta mais cedo; 24 horas é porque é
importante para a pediatra. Principalmente após FM ou curetagem você pode liberar a
paciente mais cedo)
- resgatar CS, TL e TR de HIV
- veja: prescrição pós-parto normal, possibilidade de sensibilização da mãe (anti-Rh),
prescrição alta hospitalar após o parto

Pós-Parto Cesáreo:
- sempre prescrições em duas vias após 48 horas

- resgatar CS, TL e TR de HIV
- veja: prescrição pós-PC (24-48 horas), possibilidade de sensibilização da mãe (antiRh), prescrição alta hospitalar após o parto

Pós- Pre-eclâmpsia:
- Alta após uma rotina PE
- Pressão arterial estável (não picos hipertensivos) e normal com ou sem uso de um
hipotensor

Rotina no SIGO

Veja:
1) Problemas (infecções) da ferida operatória
2) Tipos de fios cirúrgicos
3) Corioamnionite
4) DIPA

Rotina na triagem
Estupro (após) - - Violência sexual (após)

Estupro (após) / violência sexual
Abordagem inicial:
1.

Tratamento imediato dos traumatismos físicos

Lesões importantes que ameacem a vida ou causem desconforto e dor à paciente
devem ser imediatamente tratadas, muitas vez antas obter a historia completa
2.
Assegurar um ambiente de privacidade, respeito, segurança e conforto
para a vitima.
3.
Anamnese: história do episódio de violência e antecedentes (pessoais,
ginecológicos, obstétricos)

4.

Exame físico gentil porém minucioso, procurando-se eventuais lesões.

Exames completares:
1) Coleta de material => na Instuto de Medicina Legal (IML)
2) Classificação sanguínea
3) ELISA e teste rápido de HIV
4) VDRL
5) Planoteste (ser tivesse atividade sexual anteriormente sem contracepção)
6) HBsAg
7) Cultura de secreção vaginal e do canal cervical (Gonorréria + Clamídia)
8) Exame a fresco do conteúdo vaginal e cervical (Tricomonas)
9) USG (se estiver grávida ou com suspeita de traumas internos)

Cuidados ambulatórias
1) Apoio psicológico
2) ELISA de HIV: repetir com 3 e 6 meses
3) VDRL: repetir com 6 semanas
4) Exame pélvico com 2 semanans, 2 e 4 meses [DST]
5) Citoligia e colposcopia com 1 mês e 4 meses [lesões de HPV]
Também veja: prescrição no caso de estupro e Rastreamento de violência contra
mulher (Abuse Assesment Screen)

Prescrições
A. Indicação - Alfabético
B. Medicamento - Alfabético
C. Drogas na gravidez

D. Drogas e lactação

2A. Indicação alfabética
PRINCIPAIS Pre-cirurgica ginecológica - Pós-cirurgica ginecológica - Pós-parto normal Pós-PC (imediato) - Pós-PC (24-48 horas)
ALFABÉTICA:

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
A
Abortamento de repetição (e gravidez nova) – Abcesso de glândula de Bartholini Abscesso de mama - Abscesso tubo-ovariano - ACHO - Acne - Alergia ao remedio
(reação alérgica) - Amniorexe - Anemia – Anemia falciforme – Anticoncepção de
emergência – Anticoncepção hormonal oral - Anti-depressiva - Anti-têtano – Ascaris
(ovos de) – Asma (crise) - Atrofia mucosa vaginal

B
Bacturia assintomática - Bartholinite

C
Candidíase Inguinal - Candidíase Mamilar – Candidiase Ungueal - Candidíase vaginal
(também veja: diagnóstico rápido) - Cefaléia após Raqui – Celulite – Cisto ovariano
simples - Climatério: queixas vasomotores - Climatério: vagina seca (atrofia) Coagulopatia – Coalescência das nimfas (lábios pequenos) – Constipação Contraconcepção de emergência – Contraconcepção hormonal oral – Convulsões e
eclâmpsia - Corioamnionite - Corticoide (desmama) - Curativos (escolha) - Curativos
geral - (Após) Curetagem

D
Depressão – Diabetes – Dilatar o colo (durante TP) - DIPA – Dismenorréia - Doença
trofoblástica gestacional (DTG) (Quimioterapia) - Dor cólica (na Triagem) - Dor continua
(na Triagem) – DTG (Quimioterapia)

E
Eclâmpsia – Edema aguda de pulmão - Endocardite (profilaxia) – Endometrio
(hiperplasia simples) – Endometriose - Endometrite – Erisipela – Escabiose – Estupro
(após)

F
Febre reumática + lesão de valvula - Fissura mamilar profunda – Fluxo reduzido

G
Gardnarella vaginalis (também veja: diagnóstico rápido) – Gonorreia – Granuloma de
cúpula vaginal - Gravidez (cedo)

H
HELLP síndrome – Herpes genital – Herpes Zoster - Hiperêmesis gravídica – Hiperplasia
simples do endométirio - Hipertensão pré-parto - Hipertensão pós-parto –
Hipoestrogenismo - HIV – HPV (vacina e tratamento de lesões)

I
Íleo paralítica (pós-cirurgia) - Infecção da FO: escolha curativos - curativos geral Imaturidade pulmonar (IG < 35sem) – Indução da lactação - Indução do parto –
Infecção de trato urinário - Ingurgitamento (de mama) - Inibir produção do leite –
Insuficiência cardíaca fetal - Isoimunizaçõ (Anti-Rh) - ITU

L
Lesões de HPV

M
Mastalgia pré-menstrual (MPM) – Mastite - Menorragia - Morning After Pill

N
Neurossífilis

O
Obstipação - Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado) Ocitocina intra-parto – Ovos de Ascaris

P
PE Grave (pré-parto) - PE Grave (pós-cesárea) - PE-Grave (pós-parto normal) – PE Leve
(sem TP franco) - PE Leve (com pcte em TP franco) - Pielonefrite – Pílula
anticoncepcional - Pílula dia depois - Pirose – Pneumonia - Preparo intestinal para USG –
Prisão de ventre - Prurido pós-morfina – Puderdade precoce

R
Reação Alérgica (alergia ao remedio) – Reposição hormonal

S

SAAF – Sangramento genital (não grávida) - Secar as mamas - Sífilis (não-neurossífilis)
– Sindrôme de Ovários Policísticos (SOP) – Sindróme pre-menstrual

T
Tétano - Toxoplasmose - TPM - TP + historia de sepse numa gravidez anterior - TPP
(também veja: Diagnóstico rápido) - Tricomoníase (também veja: diagnóstico rápido) Trombose (profilaxia e tratamento)

V
Vacinação para HPV - Vacinação contra Tétano – Vagina seca (atrofia) - Vaginose
Bacteriana (também veja: diagnóstico rápido) – Valvulopatia (após febre reumátia) –
Vermes – Violência sexual (estupro) - Vômitos + gravidez

Prescrição no dia antes da cirurgia ginecológica

1. Dieta livre, zerar às 22 h
2. Dipirona 500 mg 1 cp, VO, 6/6h, S/N
3. Metoclopramida 10 mg 1 amp IM, 8/8h, S/N
4. Diazepam 10 mg, 1 cp, VO, às 22 h -> tb preencher recetuária rosa
5. Sulfato ferroso 40 mg 1 cp VO/dia
6. Comunicar anormalidades
7. Checar reserva sanguinea!
8. Asseio corporal 1 horas antes do procedimento
9. SSVV + CCGG

Obs. No dia da cirurgia: não precisa fazer uma nova prescrição antes da cirurgia

Prescrição pós-cirurgica ginecológica (imediato)

1. Dieta livre após 8 horas
2. Venóclise:
SRL – 1000 ml, EV, 40 gts/min
Alternar com:
SF 0,9% - 1000 ml, EV, 40 gts/min
3. Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD, EV, 6/6 horas, fixo
4. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 1 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N
5. Sulfato ferroso 40 mg 1 dg VO ao dia [OU em dias alternados – hoje: dia
sim, amanhã: dia não. Obs: 2/2 dias tem menos efeitos adversos, mesma
absorpção]
6. Observar sangramento e comunicar anormalidades
7. Manter SVD por 12 horas
8. SSVV + CCGG

Prescrição pós-parto normal
1. Dieta livre após 2 horas
2. Dipirona 500 mg, 1cp, VO, 6/6h, S/N (OU fixo)
3. Sulfato ferroso 40 mg 1dg/dia VO [OU em dias alternados – hoje: dia sim,
amanhã: dia não. Obs: 2/2 dias tem menos efeitos adversos, mesma absorpção]
4. Observar sangramento e comunicar anormalidades
5. [Se tiver uma laceração:] Crioterapia em região vulvaperineal por 20 minutos
(OU 10 min) / horas durante 4 horas ( NÃO 4 horas sem intervalos: causa
necrose)
6. SSVV + CCGG
7. Ao 5 Andar
Obs.: também poderia prescrever: SRL 500 ml + 2amp (OU 3 OU 4) Ocitocina, EV, 8
gts/min
Caso especial: Alergia de dipirona:
1) Paracetamol 500 mg 1 cp VO 6/6h
OU

2) Tylex (paracetamol + codeine) 30 mg VO 6/6 horas -> também precisa
preencher a receituário rosa
Prescrição pós-cesárea (pós-operatório imediato)
1. Dieta zero, livre após 8 horas [OBS. Pode iniciar dieta líquida após 6 horas]
2. Venóclise:
SF 0,9% 1000 ml, EV, 40 gts/min
Alternar com: SRL 1.500 ml, EV, 40 gts/min
3. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 1 amp, EV, 8/8 horas, S/N
4. Dimeticona 40 mg 2 cp VO 8/8h
5. Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD , EV, 6/6 horas
OU/E: Diclofenaco sódico, 01 sup, VR, 8/8h -> as primeiras 48 horas pós
cesárea. NÃO USAR NO CASO DE: PE ou hipertensão
6. Crioterapia abdominal por 20 minutos/ hora durante 4 horas ( NÃO 4 horas sem
intervalos: causa necrose)
7. Observar diurese e sangramento vaginal e comunicar anormalidades
8. SSVV + CCGG
9. Ao 5 Andar
Obs.:
- também poderia prescrever: SRL 500 ml + 2amp (OU 3 OU 4) Ocitocina, EV, 8 gts/min
- não prescreve SG 5% após o parto para hidratar a paciente.

Prescrição pós-cesárea (24-48 horas)
1. Dieta livre (OU: laxante)
2. Venóclise: SUSPENSO ou: Retirar venóclise após o termino de hidratação (veja
prescrição anterior)
3. Dipirona 500mg, 1cp [OBS: melhor usar 2cp nas primeiras 24 horas] , VO,
6/6horas, fixo [E/OU Diclofenaco sódico, 01 sup, VR, 8/8h]
4. Dimeticona 40 mg 2 cp VO 8/8h
5. Sulfato Ferroso 40 mg 1dg/dia VO [OU em dias alternados – hoje: dia sim,
amanhã: dia não. Obs: 2/2 dias tem menos efeitos adversos, mesma absorpção]

6. Metoclopramida 10 mg 1 amp, IM, 8/8 horas SN
7. Estimular deambular
8. SSVV + CCGG

Casos especiais:
- Quando não tem evacuações e tem RHA+ : óleo mineral 10 ml VO 8/8h até
evacuações
- Caso evacuação espontânea não se estabelece depois 48-72 horas: Supositório de
glicerina, VR, dose única
- Alergia de dipirona: Tylex (paracetamol + codeine) 30 mg VO 6/6 horas -> também
precisa preencher o receituário de cor rosa
Obs: Sulfato ferroso 40 mg – prescrever para todas as pacientes (coradas ou
hipocoradas)

Abortamento de repetição (e gravidez nova)
A partir de 2 abortos anteriores sem exames complementares anteriores você pode
prescrever:
1. Ácido Acetilsalicílico 100 mg, VO, duas vezes por semana (Dra Emanuelle: NÃO
EXISTEM EVIDENCIAS QUE SOMENTE AAS PODE PREVENIR UM ABORTO; Eu: porém
pode prescrever 100mg/dia até IG de 12 semanas e tentar realizar o exames antes
a 12ª semana para descobrir se a paciente precisa de heparina s.c.)
E
2. Prednisona 5 OU 10 mg/dia VO até 20º semana
E
3. Gestadinona injecção [=Progresterona], 01 amp, 3/3 dias Progresterona até 13 – 14
semanas
OU Progesterona 200 mg, colocar 01 óvulo vaginal intravaginal ao dia (mais barato
que Gestadinona) (Fonte: Dra. Flávia] (Dra Claucia: se a mulher tivesse um ciclo
regular com fluxo normal e sem dificuldade de engravidar você sabe que a mulher
não tem uma insuficiência lútea)

Abscesso Tubo-Ovariano
Também veja: DIPA

Ceftriaxona (Rocefin) 1g, EV, 12/12 h
+
Metronidazol 500mg, 01 amp, EV, 6/6 horas

Abscesso de mama
Puerperal
Não-puerperal

Puerperal

1.

Cefalotina, 1g, EV, 6/6 horas [durante pelo menos 48 horas]

2.

Ao SIGO

Se a paciente fica 24 horas sem febre e já fez 48 horas de Cefalotina:
1) Cefalexina, 500 mg, 1 cp, VO, 6/6 horas [e completar 10 dias de antibiotica]

Não-puerperal
1)

Cefalotina, 1g, EV, 6/6 horas [durante pelo menos 48 horas]

2)

Metronidazol 500 mg, EV, 6/6 horas [durante pelo menos 48 horas)

3)

Ao SIGO

Se a paciente fica 24 horas sem febre e já fez 48 horas de Cefalotina + Metronidazol:
1) Cefalexina, 500 mg, 1 cp, VO, 6/6 horas [e completar 10 dias de antibiotica]
2) Metronidazol 500mg, 1cp, VO, 6/6 horas (????) [e completar 10 dias de
antibiótica????]

Acne (e pílula anticoncepcional)
Diane 35 (R$ 13-17)
Selene (R$ 13)
Diclin (R$ 15,50)

Artemidis (R$ 18,80)
Belera (R$ 22)
Yaz (Regime 24/4 20 mcg EE) (R$ 56)
Yasmin (Regime 21/7 30 mcg EE) (R$ 33-46)
Elani Ciclo (Regime 21/7, 30 mcg EE) (R$ 24-32)

Anticoncepcional hormonal oral (ACHO) / pílula anticoncepcional
Prescrição
Geral
Quando iniciar
Contraindicações absolutas
Contraindicações relativas
Interaçoes
Interferir com outras drogas
Esqueceu a pílula
Prescrição

Geral
Todos os pílulas combinados contém etinilestradiol (EE)
-média dosagem (35 µg)
- baixa dosagem (30 e 20 µg)
- ultrabaixa dosagem (15 µg)

Quando iniciar
Todos os pílulas combinados contém etinilestradiol (EE)
-média dosagem (35 µg)
- baixa dosagem (30 e 20 µg)
- ultrabaixa dosagem (15 µg)

Contraindicações absolutas

1)
Tumores hormônio dependentes como carcinoma de mama e
carcinoma estrogênio sensível (nível 2)
2) Trombose venosa (nível 1)
3) Doenças tromboembólicas (AVC, doença cardíaca isquêmica, infarto
miocárdica aguda) e doenças cardíacas como CIVD (nível 1)
4) Doenças hepáticas graves
5) Hepatite infecciosa (fase aguda), cirrose hepático, carcinoma hepático
(nível 3)
6) Gravidez (nível 1)
7) Uso de remédios como certas anti-epilepticas, rifampicina e griseofuvina
8) < 3 semanas pós-parto sem amamentação (nível 1) e < 6 semanas com
amamentação (nível 3)
9) Enxaqueca com aura e > 35 anos enxaqueca sem aura (nível 2)
10)Pós-operatória com imobilização prolongada (nível 3)
11)Hipertensão: PAD > ou = 100 e/ou PAS > ou = 160 mmHg. (nível 1)
Contraindicações relativas
1) Hipertensão com PAS entre 140 e 159 mmHg e/ou PAD entre 91-99
mmHg (nível 2)
2) Distúrbios de metabolismo lipídico (nível 2)
3) Diabetes (nível 2)
4) SLE (Lúpus) (nível 3)
5) Sickle cell disease (nível 3)

Interações
Reduzem a eficácia da pílula:
Barbitúricos (epilepsia)
Carbamazepina (epilepsia)
Erva de São João ou hipericão
Fenintoína (epilepsia)
Felbamato ???? (epilepsia)
Griseofluvina ????
Nevirapina ???? (HIV )
Oxcarbazepina (epilepsia)
Penicilinas ????
Primidona ????(epilepsia)

Topiramato ???? (epilepsia)
Rifabutina ???? (TBC)
Rifampicina (TBC)
Ritonavir ???? (HIV)
Tetraciclinas ???

Interferir com a ação de outros medicamentos
Ciclosporina
Lamotrigina (anti-epiléptico)

Esqueceu a pílula
Na 1ª semana:
Esqueceu tomar > 12 horas
Não teve sexo nos 5 dias passados: continuar tomar ACHO e use camisinha durante 7
dias
Teve sexo nos 5 dias passados: parar tomar ACHO até menstruar ou engravidar (pode
usar camisinha) OU continuar ACHO, use camisinha durante 7 dias e use anticoncepção
de emergência

Na 2ª semana:
Esqueceu tomar > ou = 4 dias
Não tem mais proteção do ACHO. Iniciar de novo. Use camisinha e pode usar
anticoncepção de emergência.

Na 3ª semana:
Esqueceu > 12 horas
Continuar tomar a pílula sem parar 7 dias OU parar e aguardar menstruação e reiniciar
com 7 dias.

Prescrição

Tipo de
progesteron
e

Levonorgest
rel

Nome

Ação
androgê
nica
(AA)*

Ganh
o de
peso

4,40

AA +

Ciclo 21

3,5

30 mcg EE

Grátis

Level

10-13

20 mcg EE

Grátis
?

Femiane

Microvla

Preço

Libid
o

TPM

(L)

Sangramen
to de
escape
(SE)

GP +?

L+

SE 0

TPM
0

AA +

GP +?

L+

SE 0

TPM
0

AA +

GP +?

L+

SE 0

TPM
0

21-28

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

22-31

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

17-23

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

10-14

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

13-16

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

14-17

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

19-26

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

(GP)

30 mcg EE

Regime 21/7

Gestodeno

20 mcg EE
Regime 21/7

Harmonet
20 mcg EE
Diminut
20 mcg EE
Micropil
30 mcg EE
Tamisa 20
20 mcg EE
Tamisa 30
30 mcg EE
Ginesse

20 mcg EE
Gestidon

20-27

AAO

GP 0

SE 0

TPM
0

18-25

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

21-29

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

21-29

AA 0

GP 0

SE 0

TPM -

21-29

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

13-18

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

15-20

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

15-19

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

15-21

AA 0

GP 0

SE 0

TPM
0

30 mcg EE
Gynera
30 mcg EE
Desogestrel

Mercilon

20-30 mcg
EE

20 mcg EE
Mercilon
conti

Regime 21/7

(com mais
7 dias 10
mcg EE)
Gracial
Regime
22/6
7 * 40 mcg
EE
15* 30
mcg EE
Femina
20 mcg EE
Primera 20
20 mcg EE
Primera 30
30 mcg EE
Minian

20 mcg EE
Desogestrel
EE

Siblima

15-21

AA 0

GP -

SE +

TPM
0

Mirelle

23-32

AA 0

GP -

SE +

TPM
0

Minesse

24-33

AA 0

GP -

SE +

TPM
0

Adoless

18-24

AA 0

GP -

SE +

TPM
0

Mínima

18-24

AA 0

GP -

SE +

TPM
0

Alexa

14-20

AA 0

GP -

SE +

TPM
0

Diane 35

13-17

AA ---

L-

TPM
0

Selene

13,00

AA ---

L-

TPM
0

Diclin

8-10

AA ---

L-

TPM
0

Artemidis

18,85

AA ---

L-

TPM
0

Clormadino
na
30 mcg EE

Belara

22

AA --

L0

TPM
0

Drospirenon
a

Yaz

56

AA -

15 mcg E**

Regime 24/4

Acetato de
ciproterona
35 mcg EE
Regime 21/7

Regime
24/4

+ efeito
diúretico

GP -?

TPM -

20 mcg EE
Yasmin

33-46

Regime
21/7

AA -

GP -?

+ efeito
diurético

30 mcg EE
Elani Ciclo

24-32

Regime
21/7

AA -

GP -?

+ efeito
diúretico

30 mcg EE

* Ação androgênica: oleosidade da pele, acne e excesso de pêlos

** Menos: ganho de peso, náuseas, dores de cabeça e dores mamárias

Alergia ao remedio (reação alérgica)
1. Hidrocortisona (500 mg) 01 amp + SG 5% 100 ml, EV, aberto
2. Prometazina 01 amp IM, agora
3. No caso de uma reação grave e/ou persistente: Hidrocortisona (500 mg) 01 amp
+ 8 ml AD. Dar 2 ml da solução em 100 ml SG 5%, EV, 8/8 h (OU 4/4 h)
4. No caso de falta de ar: Adrenalina 01 amp sc, agora

Amniorexe
- Amniorexe > 6 horas e < 18 horas + IG >37s
- Amniorexe precoce (IG >37s) > 18 horas
- Amniorexe prematura pré-termo + TP

- Amniorexe prematura pré-termo sem TP
- Amniorexe com possibilidade de infecção

Amniorexe > 6 horas e < 18 horas + IG >37s
Cefazolina, 1g, EV, 6/6h

Amniorexe precoce (IG>37s) > 18 horas
Penicilina Cristalina 5.000.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, ataque
E
Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, 4/4 horas
Obs: Risco de corioamnionite após 3 dias de amniorexe o risco é 8% (com um toque
vaginal por um médico) ou 2% (sem toque vaginal). (o risco é differente com uma IG
differente??)
Prescrever Penicilina Cristalina quando:
1

Parto prematuro

2

TBR> 18 horas

3

História anterior de infecção perinatal (??)

4

Febre intraparto

5

Cultura reto-vaginal desconhecida ou (+)

6

ITU por streptococcus na gravidez

Amniorexe prematura pré-termo (IG<37s) + TP
Penicilina Cristalina 5.000.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, ataque
E
Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, 4/4 horas
Obs: Risco de corioamnionite após 3 dias de amniorexe o risco é 8% (com um toque
vaginal por um médico) ou 2% (sem toque vaginal) (o risco é differente com uma IG
differente).

Amniorexe prematura pré-termo (IG <37s) sem TP

Estearato de eritromicina 250 mg, 1 cp, VO, 6/6 horas durante 7 dias.
Obs: Risco de corioamnionite após 3 dias de amniorexe o risco é 8% (com um toque
vaginal por um médico) ou 2% (sem toque vaginal) (o risco também depende da IG).

Anemia
1ª escolha: Sulfato ferroso 40 mg 1 cp VO em dias alternados durante 3 meses
Ministério de Saúde: Sulfato ferroso 40 mg 1 cp VO ao dia meia hora antes do almoço
+ Vitamina C 500mg 1cp VO ao dia junto com o sulfato ferroso, durante 3 meses
IMIP:
Sulfato ferroso 40 mg 1cp VO ao dia
Se tiver uma anemia mais grave => associar: Vitamina C 500 mg 1 cp VO ao dia junto
com o sulfato ferroso
Se tiv er uma anemia ainda mais grave => associar: Ácido Fólico 5 mg 1cp VO ao dia
2ª escolha (dá menos pirose e diarreía): VI-Ferrien, 01 cp VO ao dia (1 caixa tem 30 cp)

Anemia falciforme
Crise durante gravidez:
1) SRL, 2000 ml, EV, em 24 horas
2) Dipirona 500 mg/ml 01 amp + 01 amp, EV, 6/6 h, Fixo
Obs. Cuidado com os pedidos de concentrados de hemácias, devem ser hemácias
especiais (quais??)

Anticoncepção de emergência / morning after pill / pílula dia depois
1ª escolha:
Levonorgestrel 0,75 mg – 02 cp, dose única OU 12/12 horas OU 24 horas
Levonorgestrel (Norlevo) 1,5 mg, 01 cp, VO, dose única (prevenção de 95% de
gravidezes indesejadas com uso dentro 24 horas, 85% com uso entre 25-48 horas,
60%, com uso entre 49-72 horas)

2ª escolha:

Método de Yuzpe: 0,25 mg Levengestrel e 50 mcg EE – 4 comp. Tomar 2 cp VO 12/12
horas
(prevenção de 77% com uso dentro 24 horas de gravidezes indesejadas, 38% com uso
entre 25-72 horas)

Alternativa:
Colocar DIU (de cobre) em menos que 5 dias após o coito

Anti-depressiva
Fluoxetina, 20 mg, 1cp, VO, à noite

Vacinação contra Têtano
Esquema preconizado pelo MS:
Mulheres em idade fértil, não-gestante
Gestantes

Mulheres em idade fértil, naão-gestante
1) Sem nenhuma dose registrada: iniciar o esquema vacinal com 3 doses, intervalo de
60 dias ou, no mínimo, 30 dias
2) Menos de 3 doses registradas: completas as 3 doses, intervalo de 60 dias ou, no
mínimo, 30 dias
3) 3 doses ou mais, sendo a última dose < 10 anos : não é necessário vacinar
4) 3 doses ou mais, sendo a útlima dose > 10 anos: 01 dose de reforço

Gestantes
a. Sem nenhuma dose registrada: iniciar o esquema vacinal com 3 doses o mais
precocemente possível, intervalo de 60 dias ou, no mínimo, 30 dias*
b. Menos de 3 doses registradas: completas as 3 doses o mais precocemente possível,
intervalo de 60 dias ou, no mínimo, 30 dias*
c. 3 doses ou mais, sendo a última dose < 5 anos : não é necessário vacinar

d. 3 doses ou mais, sendo a útlima dose > 5 anos: 01 dose de reforço
* Se a gestante não tiver o esquema básico completo: dar pelo menos 2 doses =>
devendo a 2ª dose ser aplicada até 20 dias antes o data provável do parto. O esquema
deve ser completado no puerpério.

Asma (crise)
Nebulização:
SF 0,9% 5 ml + Berotec 10 gts + Atrovent 20 gts + O2 6 l/min – pode fazer uma fez,
de 6/6 horas ou de 4/4 horas
Poderia fazer: Hidrocortisona 500 mg 01 amp + SG 5% 100 ml, EV, infusão lenta

Atrofia mucosa vagina
1ª escolha: Colpotrofine [= promestrieno] 1g creme, aplicar na vagina, 01 vez ao dia á
noite durante 10 noites e depois aplicar 2 vezes/semana [parece não ter absorção
sistêmica]
2ª escolha: Ovestrion [=estriol] 1 g [= 1mg estriol] creme vaginal – 01 tubo, Aplicar na
vagina duas vezes por semana

Bartholinite
Com drenagem
Esquema 1
Esquema alternativa

Sem drenagem
Esquema

Esquema 1
(Após drenagem do abscesso: )
1) Azitromicina 500 mg, 02 cp, VO, dose única
Também tratar parceiro

E
2) Ciprofloxacina 500mg, 01 cp, VO, dose única

Esquema alternativo
1) Azitromicina 500 mg, 02 cp, VO, dose única
Também tratar parceiro
E
Doxiciclina 100 mg, 1 cp, VO, 12/12 por 14 dias

Esquema sem drenagem (sem orifício)
Fonte Juliana R2 (16/4/09)
1) Cefalexina 500 mg, 1 cp, VO, 6/6 h por 10 dias
2) Azitromicina 500 mg, 02 cp, VO, dose única
Também tratar parceiro
3) Termoterapia: aqua morna 4x/dia
(Sem doxiciclina????)

Bacturia Assintomática
- Gestante: tratar se 1) 100 UFC mais de uma vez no urocultura ou 2) sumário com
nitrito positivo. Obs. Sumário com > 7 piocitos => solicitar urocultura
- Mulher ginecológica: tratar se 1) > 100.000 UFC ou 2) sumário com nitrito positivo.
Obs.: Mais do que um germe: contaminação. Sumário com > 9 piocitos => solicitar
urocultura
Tratamento: veja ITU

Candidíase Inguinal
Na gravidez:
Nistatina aplicar 1x à noite intravaginal e 2x/dia em região inguinal durante 20 dias.

Candíase Mamilar
1) Nistatina solução oral , aplicar 4 vezes ao dia no mamilo
E
Nistatina solução oral, lavar a boca do RN (OU: usar 1 conta gostas), VO,de 6/6
horas

Poderia associar: Fluconazol 150mg 01 comp. Tomar 01 cp VO dose única. Repetir
com 01 semana (3 doses em total????)
Poderia associar um creme com corticóide => veja: Fissura mamilar profunda
2) Alternativa: Candicort creme (=hidrocortisona e cetoconazol) 1 tubo (=10-12
reais), passar no local 3 vezes ao dia durante 5 dias
Poderia associar: Fluconazol 150mg 01 comp. Tomar 01 cp VO dose única. Repetir
com 01 semana (3 doses em total????)

CANDIDIASE UNGUEAL
Andriodermal: ácido undecilênico, ácido propiônico, hexilresorcinal etc.
Andriodermal 50 ml (da solução tópica) ou 50 g (do pó).
Aplicaqr 1 gota nas unhas várias vezes ao dia

Candidíase vaginal
Virgem
Gravida
Não Gravida
Também veja: Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico
laboratorial

Virgem

Lucretin – 01 caixo (27,70 reais)
Diluir 01 envelope em 01 litro de água. Tomar 01 banho ao dia à noite durante 15 dias.
(Evitar cetaconazol em pacientes < 2 anos. Não usar fluconazol e itraconazol em
pacientes < ou = 16 anos: faltam estudos no ser humano em crescimento)

Gravida
Nistatina creme vaginal – 01 tubo (4 a 6 reais)
Aplicar intravaginal 1 vez/ dia à noite durante 10-14 dias
Alternativa: Clotrimazol creme– 01 tubo
Aplicar intravaginal 1 vez/ dia à noite durante 10-14 dias

Não Gravida
1ª escolha:
Fluconazol 150mg 01 comp.*
Tomar 01 cp VO dose única. E
Miconazol creme vaginal – 01 tubo
Aplicar intravaginal 1x à noite durante 10 dias OU até acabar o tubo
*Não usar fluconazol e itraconazol em pacientes < ou = 16 anos: faltam estudos no ser
humano em crescimento.

2ª escolha:
Nistatina creme vaginal – 01 tubo (4 a 6 reais)
Aplicar intravaginal 1 vez/ dia à noite durante 14 dias

Cefaleía pós-punção lombar
1a escolha
2a escolha
3a escolha

1a escolha
1.

Dieta livre; estimular ingesta hídrica

2.

Dipirona 500 mg 2 cp, VO, 6/6 h FIXO

3.
hipertensão/PE)

Diclofenaco sódico 50 mg, 01 sup, VR, 8/8h (não use em caso de

4.

Cafeina 200 mg, 1 cp, VO, 8/8 horas

5.

Repouso no leito – Cefaleía após raqui

2a escolha
6.

Dieta livre; estimular ingesta hídrica

7.

Dipirona 500 mg/ml 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6 h FIXO

8.
hipertensão/PE)

Diclofenaco sódico 50 mg, 01 sup, VR, 8/8h (não use em caso de

9.

SRL 1500 ml, 50 gts/min (no caso de hipertensão: 40 gts/min)

Alternar com:
SF 0,9% 1500 ml, 50 gts/min (no caso de hipertensão: 40 gts/min)
10.

Hidrocortisona 500 mg, 01 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas

11.

Repouso no leito – Cefaleía após raqui

3ª escolha
- Decúbito, hidratação , sedução
- Injeção de 10-20 ml de sangue fresco da paciente para fechar o orifício

1. Dieta rica em cafeína
2. SF0,9% 3000ml, EV, 50 gts/min (OU 40 gts/min no caso de hipertensão)
3. Dipirona 500 mg , 1cp, VO, 6/6 horas, fixo

4. Hidrocortisona 100mg, EV, 6/6h
5. Repouso no leito

Celulite
Na gravidez:
Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + SG 5% 100 ml, EV, 4/4 horas

Cisto ovariano simples
Ciclo 21 OU Tamisa 30. – 3 caixas. Tomar 01 cp VO ao dia (continua/sem intervalos) (se
não resolver: cirurgia)

Climatério: queixas vasomotores
Também veja: Hipoestrogenismo
1ª escolha: Glycine Max 200 mg [= isoflavonas 80 mg] 01 caixa. Tomar 01 cp VO ao
dia*
* Pode usar antes de qualquer exame como por exemplo: USG endovaginal

2ª escolha:
Mulheres após histerectomia
Mulheres com útero

Mulheres após histerectomia
Estrofen 1 mg (OU 2 mg). Tomar 01 cp VO ao dia

Mulheres com útero
Após USG vaginal e mamagrafia normais:
1ª escolha (mas 30-40 reais por caixa): Timbolona, 03 caixas. Tomar 01 cp VO ao dia.
(Paciente volta com 6 meses)*

2ª escolha: suprelle 03 caixas. Tomar 01 cp VO ao dia. (Paciente volta com 6 meses)
*Tibolona: 1) reduz HDL, mas isso parece não afetar a extensão da aterosclerose.
Usada na dose 2,5 mg/dia. Redução de HDL em 20%, redução de trigliceridos em 20%,
redução de colesterol em 10%. Sem efeito no LDL, porém parece diminuir a oxiclação
do LDL, tornando-o uma molécula menor, mais densa e mais aterogênica. 2) Aumenta
a sensbilidade periférica à insulina (boa opção para diabéticas). 3) Parece ter um efeito
neutro no sistema cardiovasular. 4) Não afeta PA (mesmo em hipertensos). 5) Parece
não aumentar o risco de TVP.

Coagulopatia
Transamin [= antifibrinolítica] 10mg/kg/dose, EV, 8/8h

Coalescência de nimfas/lábios pequenos
Ovestrion creme vaginal [=Estriol 1 mg] – 01 tubo, Aplicar na vagina duas vezes por
semana durante 30 dias. [ aplicar com cotonete na área de coalenscência)
Depois manutenção com Vaselina, aplicar 3 vezes/semana)
Caso não melhora confere uma pausa de 15 dias e repetir por 30 dias.
Efeito collateral: escurecimento local (melhora após a suspenção)

Constipação
Na enfermaria
Ambulatorial

Na enfermaria
1ª escolha: Óleo mineral, 10 ml, VO, 8/8 horas até evacuações
2ª Supositório de glicerina, 02 sup, VR, dose única

Ambulatorial
1ª escolha: Metamucil 01 caixa. Tomar 01 mixturado com meio copo de água ou suco
02 vezes ao dia
2ª escolha: Óleo mineral, 10 ml, VO, 8/8 horas até evacuações

Corioamnionite
1ª escolha
Alternativa (se tiver resistência)

1ª escolha
Clindamicina 1200 mg + SG 5% 100ml, EV, 12/12h
E
Gentamicina 120mg + SG 5% 100ml, EV, 12/12h
Ambos: 6 dosagens (ou 3 dias) OU até 48 horas pós ultimo pico febril
Obs: dosagens antes o parto não contem!

Esta esquema por no máximo 7 dias:
Gentamicina => Para gram neg; não fazer além de 14 dias:
Risco de ototoxidade e nefortoxidade
Clindamicina => para anaeróbicos; max. 7 dias, faz colite (grave incl.
Pseudomembranosa)

Alternativa
Se tiver febre apesar tratamento / infecção resistente - iniciar:
1) Ceftriaxona 1 gr, EV, 12/12 h (OU Cefalotina 1g, EV, 6/6 h)
E
2) Metronidazol 500mg, EV, 6/6 horas
Julina diz: por no mínimo 8 dias, mas eu acho mínimo 3 dias (e 48 horas sem febre)

Corticoide (desmama)
esquema de desmama -> metade do dose original durante 5 dias -> metade da
metade durante 5 dias etc (cada vez metada do anterior durante 5 dias) até chegar no

5 mg; 5 mg/dia durante 5 dias e depois 5 mg em dias alternados (dia sim, dia não)
durante 5 dia. Depois: supenso.

Curetagem
1) Dieta zero, livre após efeito anestético
2) Metoclopramida 10 mg 01 amp IM 8/8 horas
3) Dipirona 500 mg, 02 (OU: 01) cp, VO, 6/6 horas, fixo OU Dipirona 500 mg/ml 01
amp + 01 amp AD, EV, 6/6h
4) SG 5% 1000 ml + 2 (OU 3) amp Oxitocina, EV, 28 gts/min [OBS: NÃO PODE USAR
OCITOCINA APÓS CURETAGEM DUMA MOLA => RISCO DE ESPALHAR AS CÉLULAS
PARA FORA DO ÚTERO]
5) Observar sangramento
6) SSVV + CCGG
7) Ao 5º CAM (OU – no case duma mola – ao 6º CAM)

Diabetes
[CONSTRUINDO]
Fonte: Bebiana (12/3/09)
Diabetes na gravidez:
- Paciente aguardando cesárea
- Paciente em TP (parto normal)
Também veja: Diagnóstico e conduta simplificado

Aguardando cesárea
1) Dieta zero
2) SG 5% 500 ml + 01 amp. Glicose 50%, EV, ??? gts/min OU SG 10% 500 ml,
EV, ??? gts/min
3) HGT agora e HGT de 2/2 horas
4) Insulina regular sc conforme HGT:
< 50: 2 amp glicose 50%, EV (???)

51-150: 0 UI
151-200: 2 UI
201-250: 4 UI
251-300: 6 UI
301-350: 8 UI
351-400: 10 UI
> 400: 12 UI e chamar o médico
Se usar insulinaterapia:
1/3 da dose habitual pela manhã

TP e parto normal
1) Dieta: líquidos claros
2) HGT de 2/2 horas
3) Insulina regular SC conforme HGT:
< 50: 2 amp glicose 50%, VO e chamar o médico
51-150: 0 UI
151-200: 2 UI
201-250: 4 UI
251-300: 6 UI
301-350: 8 UI
351-400: 10 UI
> 400: 12 UI e chamar o médico
4) Se HGT > 150 iniciar hidratação com SG 5%, 500 ml, EV ??? gts/min

Dilatar o colo (durante TP)
Metoclopramida 01 amp + 01 amp AD, EV, agora
Atropina 02 amp, IM, agora
Obs.: Terapia não comprovada e somente utilizada de vez e quando no IMIP

DIPA
Ambulatorial
Hospitalar

Ambulatorial:
Ciprofloxacina 500mg 1cp 12/12h (durante ?? dias) + Azitromicina (500m g 02 cp dose
única => também tratar parceiro) + Doxiciclina por 7 dias
Exemplo:
1) Dieta livre
2) Ciprofloxacina 500 mg, 1 cp, VO, 12/12 h
3) Azitromicina 1 g, 1cp, VO, dose única
4) Doxicilina 100 mg, 1 cp, VO, 12/12h
5) Sulfato ferroso 40 mg 1 cp VO/dia
6) Diclofenaco sódio 50 mg 1 cp VO 8/8 h
7) Pasil 01 mp IM 8/8 h S/N
8) Dipirona 500 mg 1 cp, VO, 6/6h S/N
9) SSVV +CCGG

Internamento:
Ceftriaxona 1 g, EV, 12/12 horas + Metronidazol 500 mg, EV, 6/6 horas durante 4
(???) dias + Azitromicina 500mg 02 cp VO dose única (Azitromicina também para o
parceiro)
OU
Cefalotina OU Ampicilina OU Penacilina Cristalina + Metronidazol + Azitromicina

Dismenorréia
1ª escolha: Naproxeno OU naproxeno sódico 250mg, tomar primeiramente 2 cp VO e
depois 1 cp VO de 12/12h (ou de 8/8 h) – RS6,5/15 comp (=1,08/dia)

Alternativos:
Diclofenaco de sódio 50 mg. Tomar 01 cp VO 12/12 horas (ou 8/8 horas), SN 9-11/20
comp (=1,25/ dia)
Nimesulida 100 mg. Tomar 01 cp VO 12/12 horas, SN RS13-15/12 comp (=2,33/dia)
Ibuprofen 200 mg, tomar 2 cp VO 8/8, SN – R$ 8,5/20 comp (=2,55/dia)
- Um meta-analise não demonstrarou diferença entre estas drogas na eficácia. Fonte:
Marjoribanks, J., Proctor, M.L. and Farquhar, C. (2003) Nonsteroidal anti-inflammatory
drugs for primary dysmenorrhoea (Cochrane Review). The Cochrane Library. Issue 4.
John Wiley & Sons, Ltd. [Accessed: 14/08/2008]

Doença Trofoblástica Gestacional (DTG)
Quimioterapia = indicação formal nos Estádios II e III
Paciente internada, em jejum
1) Dieta zero
2) SF 0,9% 1000 ml, EV, ??? gts/min
Alternar com:
SRL 1000 ml, EV, ??? gts/min
3) Metotrexato (MTX) – injecção, 0,5 amp + 2,0 amp AD, EV, lenta (OU: 0,4 mg/kg
IM??)
4) Actinomicina D (Bio-Act) 500 mcg, 01 amp + SF 0,9% 100 ml, EV, em 30 min
5) Decadron, 1 ml, IM, 1 horas antes do início da quimoiterapia
6) Resgate do fator citrovorum (leucovorin) se vigentes manifestações de toxidade
(NÃO É NECESSÁRIO DE ROTINA)
7) Metoclopramida 01 amp + 01 amp AD, EV, antes do início da quimioterapia
8) Monitorar estado geral e queixas da pacientes

3 observaçoes (periocidade, exames e efeitos colaterais):
1) Periodicidade:
- Cada série administrada durante 5 dias
- 3 últimos dias: hemograma, plaquetas, Ureia, Creat, TGO, TGP, DHL, Billirubinas

- Intervalo entre séries: 14-21 dias e no intervalo: hemograma, plaquetas, Ureia, Creat,
TGO, TGP, DHL, Billirubinas
- Dosagem de beta-HCG após 2 séries para avaliar necessidade de continuar QT.

2) Exames pré-quimioterapia:
Hemograma (Hb > 10, leucos > 3.000), plaquetas (>100.000), Ureia, Creat, TGO, TGP,
DHL, Billirubinas

3) Efeitos colaterais:
- Náuseas
- Vômitos
- Alopecia
- Estomatite
- Diarréia
- Hepatotoxicidade (metotrexato)
- Depressão hematológica – neutropenia
- Aumento do risco de sepse
Dor cólica (na Triagem)
Buscopan composto (Hioscina 4mg/ml +Dipirona sódica 500mg/ml) 1 amp (=5ml) +1
amp AD, EV, agora
Caso exista alergia de dipirona: Buscopan simples (Hioscina) 20 mg/ml 1 amp (= 1ml)
+ 1 amp AD, EV, agora
Também existe: Buscopan plus (= Hioscina 10 mg + paracetamol 500 mg) 01 cp, VO,
8/8 h OU 6/6 h

Dor continua (p. Ex. Cefaléia) (na Triagem)
Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD, EV, agora

Eclâmpsia

Pré-parto
Pós-parto

Pré-parto
1. Dieta zero
2. MgSO4 6 g + SG 5% 40 ml, IV em 30 min, ataque [OBS: no caso de anúria somente
ataque]
3. [Se necessário: MgSO4 3 g + SG 5% 40 ml, IV em 30 min, 2ª ataque [ATENÇÃO: 3
gramas]]
4. MgSO4 12g + SG 5% 380 ml, IV, 28 gts/min (anotar o fase: 1º, 2º ...)
5. Gluconato de Ca 10% 1 amp na cabeceira do leito
6. SRL 500ml, EV, 28 gts/min
7. Chamar o médico se PAS = OU > 160 e/ou PAD = OU > 110 mmHG [OBS: para
prescrever Hidralazina 01 amp + 9 ml AD. Dar 2,5 ml da solução, EV, agora)
8. Dipirona 500 mg , 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6 horas, S/N
9. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N
10. [Poderia prescrever:] Omeprazol, 1 amp + 1 amp AD, EV, pela manhã
11. Aferir PA, FC, FR e diurese de 2/2 horas
12. Instalar SVD
13. Comunicar anormalidades
14. SSVV e CCGG
Logo após da insulta:
- O2 5 l/min [prescrever]
- Apirar secreção [fazer, não prescrever]
- Instalar venóclise em duas veias calibrosas [fazer, não prescrever]
- Proteger língua com cânula de Gedel (permeabilidade das vias áreas) [fazer, não
prescrever]

Pós-parto

Veja: PE Grave (pós-cesárea) - PE-Grave (pós-parto normal) , porém com MgSO4 12 g +
SG 5% 380 ml, EV, 28 gts/min nas fases de manutenção
Convulsão prolongado: 5 mg Diazepam, EV OU 10mg EV
Manutenção: 40mg diluídos em 500ml de solução salina ou solução glicosada a
5%, ???? gts/min.
Logo após da insulta:
- O2 5 l/min [prescrever]
- Apirar secreção [fazer, não prescrever]
- Instalar venóclise em duas veias calibrosas [fazer, não prescrever]
- Proteger língua com cânula de Gedel (permeabilidade das vias áreas) [fazer, não
prescrever]

Na persistência de convulsões:
Fenitoína (Hidantal) 1000 mg ou 15-20 mg/kg + SF 0,9%, EV, em 1 hora

Persistência de convulsões mesmo com fenitoína;
Passo 1: Dazepínicos
Passo 2: Indução de anestesia geral (coma barbitúrico) com Barbitúrico ou Propofol em
Unidade de Terapia Intensiva – Acompanhamento neurológico.

Edema aguda de pulmão
Fonte: Bebiana
1) Dieta zero
2) Furosemida 80 mg, EV, agora
3) Morfina 1 mg, IM (???? Pós-parto?))
4) Dinitrato de isosorbida 0,5 a 2,5, SL (???)

Endocardite (profilaxia)

Intraparto/ pré-cirúrgica
Pós-parto/ pós-operatorio

Intraparto / pré-cirúrgica
30 minutos antes o nascimento do RN:
Ampicilina 2g, EV, agora
Gentamicina 80 mg (ou melhor: 1,5 mg/kg até 120 mg) + SG 5% 100 ml, EV, em 20
min

Pós-parto / pós-operatório
6 horas após o parto
Ampicilina 1g, EV, agora

Endometrite (pós-parto)
1ª escolha
Alternativa (se tiver resistência)

1ª escolha
Clindamicina 1200 mg + SG 5% 100ml, EV, 12/12h
E
Gentamicina 120mg + SG 5% 100ml, EV, 12/12h
Ambos: 6 dosagens (ou 3 dias) OU até 48 horas pós ultimo pico febril
Obs: dosagens antes o parto não contem!

Este esquema por no máximo 7 dias:
Gentamicina => Para gram neg; não fazer além de 14 dias:
Risco de ototoxidade e nefortoxidade

Clindamicina => para anaeróbicos; max. 7 dias, faz colite (grave incl.
Pseudomembranosa)

Alternativa
Se tiver febre apesar tratamento / infecção resistente - iniciar:
1) Ceftriaxona 1 gr, EV, 12/12 h (OU Cefalotina 1g, EV, 6/6 h)
E
2) Metronidazol 500mg, EV, 6/6 horas
Julina diz: por no mínimo 8 dias, mas eu acho mínimo 3 dias (e 48 horas sem febre)

Endometriose
ACHO => Pesquisas recentes demonstram maior efeito com: 75 mcg de gestodeno e
30 mcg de etinilestradiol
1ª escolha: Gestinol (R$20-27)
Também pode usar: Tâmisa 30 (R$ 11,30 – 15,30) (mais comum no IMIP)

Alternativa 1: progesterone
Começa com Depoprovera 150 mg a cada 2-3 meses, depois faça ACHO contínua
Genérico

comercial

Forma

dose

Dydrogesterona

duphauston

Comp.

10-30mg/d

Acet. medroxi

Provera

Comp.

30-60mg/d

Acet. Medroxi de

Depo-provera

injeção

50mg/sem

depósito

100mg/2sem
150mg/2-3m

Noretisterona

Primolut N

Comp.

2.5-5mg/d

Levonorgestrel

Mirena

DIU

52mg

Alternativa 2: (Usado pelo Dr. Eduardo no ambulatório da infertilidade)
Zoladex 3,6 mg 01 amp, sc [no abdômen], 4/4 semanas por 6 meses
Obs. GnRH-agonista, muito caro: 600 reais/amp (mas pagado pelo SUS)

Alternativa 3:
Meloxicam (Movicox; inibidor de síntese de prostaglandina) ?? mg, 01 cp VO à noite
(???)(fonte: Juliana R2)

Erisipela
Na gravidez:
Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + SG 5% 100 ml, EV, 4/4 horas

Escabiose
Benzoato de Benzila. Diluir a parte de remédio em 01 parte de água e aplicar à noite
após o banho de pescoço para baixo por 3 dias*
Também tratar os outros pessoas em casa.

Pós-estupro (violência sexual)
1.

Vacinação contra Hepatite B SN

2.

Gammaglobulina hiperimune (anti-Hepatite B) 0,06 mg/kg

3.

Penicilina Benzatina 2,4 milhões unidades IM, dose única [sífilis primária]

Caso de alergia à penicilina: Doxiciclina 100 mg VO 12/12h por 10 dias
Caso de gravidez: Estearato de eritromicina 500 mg, VO, 6/6 h por 10 dias

4.
Cefriazona 125 mg IM dose única (OU ofloxacina 400 mg VO dose única) +
Azitromicina 500 mg 02 c dose única (OU??? Doxiciclina 100 mg VO 12/12 horas por
7 dias) [Gonorréia e Clamídia]
5.
Metronidazol 250 mg 08 cp VO dose única [Vaginose bacteriana e
tricomoníase; NÃO usar no primeiro trimestre da gestação]
6.
Zidovudina 200 mg 8/8 h (OU 300 mg 12/12 h) E Lamivudina 150 mg VO
12/12 h => durante 4 semanas (HIV)
7.

Vacina do tétano SN e toxóide tetânico (caso o esquema esteja incompleto)

8.

Anticoncepção de emergência SN

Obs: não coloque um DIU devido risco de DIPA
Obs: no caso estupro pode interromper uma gravidez causada pelo estupro (aborto
provocado)

Também veja: Rotina após estupro e Rastreamento de violência contra mulher
(Abuse Assesment Screen)
Febre reumática + lesão de válvula
Penicilina Benzatina 1.200.000 UI, 01 amp IM, 21/21 dias
Também veja: Endocardite (profilaxia)

Fissura mamilar profunda
Também veja: Candidíase Mamilar
Berlizon (=Hidrocortisona 1%) OU Dexametasona pomada, aplicar 3 vezes ao dia no
mamilo durante 5 (-7) dias
Obs. Lavar o mamilo com água antes de mamar

Fluxo reduzido
Tintura de algodeiro – 01 frasco
Diluir 01 diluir de chá em 01 copo de água de 8/8 horas durante 01 semana
Alternativas:
Domperidona 10 mg, 8/8h - Bem tolerado*

Metoclopramida 10 mg, 8/8h - Bem tolerado*
Sulpiride 50 mg, 8/8h - Sintomas extrapiramidais, sonolência*
Clorpromazina 25-100 mg, 8/8h - Sintomas extrapiramidais, sonolência*
* Fonte: Uso de medicamentos durante a lactação . Chaves RG e Lamounier JA
Jornal de Pediatria - Vol. 80, Nº5(Supl), 2004

Gardnarella vaginalis
Gestante
Não-Gestante
Também veja: Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico
laboratorial

Gestante
1º trimestre:
Clindamicina 300 mg, VO, de 12/12 horas, por 7 dias
2º e 3º trimestre:
Metronidazol (250mg), 01 cp, VO, 8/8 h (durante 7 dias)*
E/OU Metronidazol creme 01 vez por dia à noite (durante 10 dias). (Alternativo:
Metronidazol Gel a 0,75%, 1 aplicador vaginal (5g), 2 vezes ao dia, por 5 dias)
Obs.: *- Não use metronidazol oral no primeiro trimestre!! [e vaginal é totalmente
seguro?? – opiniões differentes!)
Parto prematuro is significante mais frequente no grupo com tratamento com
tratamento local (vaginal) do que tratamento oral (p = 0.008).
Tratamento com dose única é associado com um recorrência major do que tratamento
prolongado (7 dias)
Fonte:
Htt p:// w ww . aids.gov.br/assistencia/mandst99/man_vaginosebac.htm
Sao Paulo Med. J. vol.123 no.3 São Paulo May 2005
CDC Guidelines 2006

Não-Gestante
Metronidazol 500mg, VO, de 12/12 horas, por 7 dias e/ou
Metronidazol Gel a 0,75%, 1 aplicador vaginal (5g), 1 vez ao dia, por 7 (OU 10) dias
Fonte:
Ht tp:/ /ww w.aids.gov.br/assistencia/mandst99/man_vaginosebac.htm
CDC Guidelines 2006
Gonerreia
Cefriaxona 125 mg, IM, dose única. Não temos 125 mg no IMIP, então precisa usar: 1g.
(Pode usar este regime durante gravidez, e fora da gravidez)
Pode associar com Azitromicina 500 mg, 2 cp, VO, dose única. Também tratar com os
dois remédios o parceiro. Após a dose única: uma semana sem relações sexuais.
Fonte: CDC guidelines 2006 e Dra. Glaucia (2/3/09)

Granuloma de cúpula vaginal
Após histerectomia fazer com controles de 3/3 anos
Tratar com: albocresil [=policresuleno]. Aplicar 1 vez por semana. Fica 20-30 min com
o especulo. Orientar que pode sair uma película (“descama”). Ação: anti-séptico,
necroítico, adstringente. Apresentação: solução, óvulos, bisnaga com gel. Também
pode ser usado nas máculas do colo.

Gravidez (3 meses antes até IG 16-20 sem)
Ácido fólico, 5 mg, 01 cp/dia, VO
Também veja: Abortamento de repetição (e gravidez nova)

HELLP-síndrome
Pós-parto normal
1. Dieta zero

2. [Se MgSo4 ficou suspenso durante > 6horas:] MgSO4 6 g + SG 5% 40 ml, EV em
30 min, ataque
3. MgSO4 6g + SG 5% 440 ml, EV, 28 gts/min (anotar o fase: 1º, 2º ...fase pósparto)* [OBS: no caso de anúria somente ataque]
4. Gluconato de Ca 10% 1 amp na cabeceira do leito
5. SRL 500ml (OU 1000 ml), EV, 28 gts/min
6. Dexametasona 10 mg, EV, 12/12 horas [até estabilização do quadro clínico
e pelo menos duas dosagens com queda de TGO, TGP, fosfatase alcalina e
elevação de contagem de plaquetas até > 100.000)
7. Captopril 25 mg, VO, se PAD = OU > 120 mmHg e/ou PAS = OU > 180 mmHg*
8. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N
9. Omeprazol, 40 mg, 1 amp + 1 amp AD, EV, pela manhã
10. Heparina 10.000 UI s.c., 12/12h [iniciar logo após o PN, não iniciar se plaquetas
< 50.000]
11. Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD , EV, 6/6 horas OU (caso a dieta esteja
liberada) Dipirona 500mg, 1cp, VO, 6/6horas, S/N
12. Aferir PA, FC, FR e diurese de 2/2 horas
13. [No caso de laceração/episiotomia:] Crioterapia em região vulvaperineal por 20
minutos / hora durante 4 horas ( NÃO 4 horas sem intervalos: causa necrose)
14. Observar sangramento
15. Instalar SVD [caso que não foi colocado logo pós-parto]
16. Comunicar anormalidades
17. SSVV e CCGG
18. À UTI
Obs:
também poderia prescrever: SRL 500 ml + 2amp (OU 3 OU 4) Ocitocina, EV, 8 gts/min
-MgSO4 somente pode ser suspenso a partir de 24 horas pós-parto.
- Não coloque Captopril, SL – isso causa necrose da lingua
* Casos especiais:
PA alta – começar com: Captopril 25 mg, 1cp, VO, 8/8horas

Se tiver RASH ou tosse com Captopril => Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou 100
mg 1x/dia

Herpes Genital
Aciclovir 200 mg, 2 cp, VO, 8/8 horas por 7 dias
(fonte: Juliana R2)

Herpes Zoster
Aciclovir (250 mg) – 3 amp (750 mg) + SF 0,9% 200 ml, EV, 8/8 h por 7 dias
(Fonte: Juliana R2)

Hiperêmesis gravídica
Primeiro escolho: Meclin 25 mg, 1 caixa, 1 cp VO, 8/8 horas (custa: 15 reais)
Segundo escolho: Dramin 20-40 ml VO, 4/4 ou 6/6 horas (dose máxima 160 ml) ou 1 cp
de 50-100 mg 6/6 h ou 4/4h (dose máxima 400mg/dia) (custa: 7 reais)
Se a paciente não pode tomar por via oral:
Metoclopramida 10 mg 01 amp IM (OU: + 1 amp AD, EV), 8/8 h
Ondasedrona (Zofran) 4 mg 01 amp + SF 0,9% 100 ml, EV, 8/8 h => recetuario branco
para pedir e um recetuario branco para explicar porque a paciente necessita
ondasedrona (mais fácil: “paciente tem alergia de metoclopramida”)
Orientação:
- Come 6 vezes ao dia (em vez de três vezes)
- Comida seca
- Bebe líquido gelado

Hiperplasia simples do endométrio
Depoprovera – deposito. (=Acetato de medroxyprogesterona 150 mg), aplicar 01 vez.
(Após 3 meses: repetir histeroscopia)

Hipertensão pré-parto/ durante gravidez
Passo 1
Hidralazina 1 amp + 09 ml AD. Dar 2,5 ml de solução, EV, agora OU se PAS ≥ 180 e/ou
PAD ≥ 120.
[1 ml = 20 mg. Fazer 5 mg dose até 20/20 min. No máximo 4 doses = 20 mg]

Passo 2 – acrescentar
Metildopa 250 mg, 1cp, VO, 8/8h à dose mínima
Aumentar dosegam (após 24-48 horas):
1) Metodopa 250 mg, 1 cp, VO, 6/6h
2) Metildopa 500 mg, 1 cp, VO, 8/8h
3) Metildopa 500 mg, 1cp, 6/6 h à dose máxima

Passo 3 - acrescentar
Hidralazina 25 mg, 1 cp, VO, 8/8h -> dose mínima
Hidralazina 25 mg, 1 cp, VO, 6/6h
Hidralazina 25 mg, 02 cp, VO, 8/8h => dose máxima

Passo 4 – acrescentar (nos casos extremes e após discutir com o staff)
Nifedipina 10 mg, 1 cp, VO, 8/8 h*
Nifedipina 10 mg, 1 cp, VO, 6/6 h*
Nifedipina 10 mg, 02 cp, VO, 8/8 h*
Nfedipina pode causar hipotensão importante prejudicando o feto. Evite combinar
MgSO4 e Nifedipina (principalmente Nifedipina SL) pelo efeito potencializador pelo
MgSO.
Hipertensão pós-parto
Passo 1
Captopril, 25 mg, VO, ataque (OU agora OU se PAD ≥ 110, e/ou PAS ≥ 180 mmHg)*

* Se tiver RASH ou tosse com Captopril => Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou
100 mg 1x/dia
** Não colocar sublingual => causa necrose de língua

Passo 2- acrescentar Captopril fixo
Captopril 25 mg, 1cp, VO 8/8h (dose min.)*

Passo 3- acrescentar Nifedipina
Nifedipina 10 mg, 1 cp, VO, 8/8 h

Passo 4- aumentar Captopril
Captopril 25 mg, 1cp, VO 6/6 h*
Captopril 25 mg, 2 cp, VO, 8/8h (dose max)*, **
* Se tiver RASH ou tosse com Captopril => Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou
100 mg 1x/dia
** Na realidade a dose máxima é 200 mg/dia, mas na prática a dose fixa é 150 mg/dia,
porque também tem captopril SN.

Passo 5- aumentar Nifedipina
Nifedipina 10 mg, 02 cp, VO, 8/8 horas

Passo 6- acrescentar Hidroclorotiazida
Hidroclorotiazide 25mg, 1 cp, VO, pela manhã

Passo 7- acrescentar Propanolol
Propanolol 40 mg, 1 cp, VO ao dia

Passo 8
Parecer cardiologia

Poderia acresentar:
Hidralazina 25 mg, 1 cp, VO, 8/8h -> dose mínimo
Hidralazina 25 mg, 1 cp, VO, 6/6h -> dose máximo
OU
Metildopa 250 mg, 1cp, VO, 8/8h à dose mínimo
Aumentar dosegam (após 24 horas??) Metildopa 500 mg 6/6 h à dose máximo

HIV
Durante gravidez
Durante o parto
Após o parto

Durante gravidez
- HIV diagnósticado antes gravidez e em uso de esquema tríplice: continuar se é o
esquema de Biovir + Kaletra. Com outros esquemas: substituir os remédios como
Efavirenz que são contra-indicados na gestação (substituir pela, por exemplo, Kaletra)
- HIV diagnosticado antes gravidez e não em uso de esquema tríplice: iniciar esquema
tríplice
- HIV diagnósticado durante gravidez:
IG de 14 sem até 28 sem: somente AZT, 1 cp, VO, 12/12horas
Depois as 28 sem: iniciar esquema triplíce:
Biovir [=zidovudina/AZT 300 mg + lamivudina/3TZ 150 mg], 1 cp, VO, 12/12 h. (1 de
manhã, 1 à noite) Obs. Zidovudina => Se possível evitar no primeiro trimestre; beniício
de tratamento é considerado maior do que o risco no segundo and terceiro trimestres
E
Kaletra [=lopinavir 133,3 mg + ritonavir 33,3mg], 02 caps, VO, 12/12 h (de manhã e à
noite)

Obs.: officialmente somente iniciar o esquema triplíce quando o cargo viral > 10.000 e
continuar com somente AZT quando <10.000, só que o resultado do exame demora 4
meses

HIV e o parto
Administração de AZT. Iniciar pelo menos 3 horas antes a cesárea
Dose de ataque na 1ª hora: 2mg/kg, EV
Dose de manutenção: 1 mg/kg/hora até o clampeamento do cordão umbilical
Esquema de administração:
AZT 1 amp 200mg/20 ml + SG 5% 100 ml
 Preencher o formulário especial para pedir ampulas de AZT.
Exemplo de 50 kg:
1) AZT (200mg/ 20 ml) 10ml + SG 5% 100 ml, EV, 37 gts/min, ATAQUE
2) AZT (200mg/20 ml) 5 ml + SG 5% 100ml, EV, 35 gts/min, MANUTENÇAO

Ataque

40 kg

50 kg

60 kg

08 ml
AZT

10 ml
AZT

12 ml
AZT

36
gts/min

37
gts/min

37
gts/min

05 ml
AZT

06 ml
AZT

35
gts/min

35
gts/min

35
gts/min

70 kg

80 kg

90 kg

14 ml
AZT

16 ml
AZT

18 ml
AZT

38
gts/min

39
gts/min

39
gts/min

08 ml

09 ml

Manutenção 04 ml
AZT

Ataque

Manutenção 07 ml
AZT

36
gts/min

AZT

AZT

36
gts/min

36
gts/min

Ápos o parto
A) HIV diagnosticado durante gravidez: esquema tríplice (veja: Durante o parto) /AZT
SUPSENSO
30 dias após o parto: solicitar CD4 + cargo viral
(Obs: officialmente o valor de cargo viral determina a conduta, mas o resultado
demora 4 meses. Na prática usamos: CD4)
B) HIV diagnosticado antes a gravidez e com uso de esquema tríplice antes a
gravidez: continuar esquema tríplice

1) Após confirmação do diagnóstico pelo ELISA ou segundo TR de HIV:
Cabergolina 0,5 mg, 2 cp, VO, dose única
E caso que não foi prescrito no primeiro dia pós-parto:
Enfaixar os seios.

Íleo paralítica (pós-cirúrgica)
1) Dieta zero
2) Metoclopramida 10 mg, 01 amp + 01 amp, EV, 8/8h, FIXO
3) Dipirona 500 mg/ml, 01 amp + 01 amp, EV, 6/6h (se tiver muita dor)
4) Dimeticona 40 mg, 01 cp, VO, 8/8 h
5) Diclofenaco de sódio, 1 sup, VR, 8/8 h (se tiver muita dor e não tiver HASC)
6) Supositório de glicerina, 1 sup, VR, 8/8 h até evacuar
7) Estimular deambular
8) SG 10% 1500, EV, 40 gts/min.
Alternar com: Sf 0,9% 1500, EV, 40 gts/min

9) SSVV + CCGG
Obs.: não esqueça pedir um raio-x de abdômen (em pé) e ionograma
Fonte: Dra. Karina (22/1/09)

Imaturidade pulmonar (IG > 24 e < 35 sem)
1º dia: Betametasona 6 mg, 2 amp, IM, agora
Repetir com 24 horas
2º dia: Betametasona 6mg, 2 amp, IM, agora
2ª dose
Obs:
- No caso de diabetes, veja: Corticoides
- Poderia repetir a Betametasona com 30-32 dias (se ainda estiver prematuro)
Inibir produção do leite
Indicação: mãe com HTLV 1 e 2 ou HIV

Cabergolina 0,5 mg, 2 cp, VO, dose única
Esquema alternativo: Cabergolina, 1cp. 12/12 horas durante 01 ou 02 dias => também
tem que preencher o recetuario normal
E caso que não foi prescrito no primeiro dia pós-parto:
1. Enfaixar os seios.
2. Crioterapia nas mamas de 6/6 horas

Indução do parto
Postokos 25 mcg, intravaginal, 6/6 horas durante max 2-3 dias e até 5 cm de dilatação
(OU 4 cm e 70% apagamento??) e depois Ocitocina SN
Casos especiais:
Cesárea anterior: Cateter de Folley (Prostokos aumenta o risco de rotura uterina)
Também veja:

- Escore de Bishop (modificado)

Ingurgitamento (de mama)
Ordenhar manual das mamas
Aplicar compresas frias durante 01 minuto

Insuficiência Cardíaca Fetal
Dose alta de digoxina (2-3 mg/dia em vez de 0,25 mg/dia normal).
Obs.: iniciar somente após exame laboratorial (K+), ECG e parecer cardiologia. A
paciente fica internada.

ITU
Gravida
-

1a escolha

-

Alternativa

-

Profilaxia: ITU de repetição ou nefrolitíase com um episode de ITU

Não gravida

Gravida
1ª escolha:
Cefalexina 500 mg, 1cp, VO, 6/6horas (durante 7-10 dias)

Alternativa:
Amoxicilina 500mg, 01 cp, VO, 8/8horas (????) durante 7 (????) dias

Profilaxia => ITU de repetição (=2 ITUs) e nefrolitíase com pelo menos um
episode de ITU:
Iniciar profilaxia após tratamento terapêutico:

Cefalexina 500 mg, 01 cp, VO antes de dormir até o termino da gestação
OU
Macrodantina 01 cp, VO, ao dia até o termino da gestação
OU
Nitrofurantoina 100 mg/ dia (de preferência à noite até 37 semanas pelo risco de
kernicterus – faz hemólise).
OU
Ac. Nalidíxico 500 mg 1 cp, VO, antes de dormir

Não gravida
Ciprofloxacina 500 mg, 01 cp, VO, 12/12horas por 3-7 dias.

HPV
Tratamento de lesões
Vacina

Tratamento de lesões
Ácido tricloroacético (ATA) aplicações semenais até seu desaparecimento
ATA 40% para lesões de vulva, períneo, região anal e vagina
ATA 80% para lesões de colo
Obs.: Condilomatose vulvar extensa: cauterização com bisturi elécrico.

Vacina
Vacina p/ HPV:
- Não recomendado na gestação
- 100% de soroconverso

2 tipos:

Vacina quadrivalenta:
- Sorotipos: 6, 11, 16 e 18
- Doses: 0, 2, e 6 meses
Vacina bivalente (GSK):
- Sorotipos: 16 e 18
- Doses: 0, 1 e 6 meses

Mastalgia prë-menstrual (MPM)
Damax – 6 caixas. 01 comp, VO, uma vez ao dia por 6 meses [01 caixo custa 50 reais]
Movatec 15mg, 01 cp VO ao dia, S/N
Também poderia prescrever ACHO

Mastite
Cefalexina 500 mg, 01 cp, VO, 6/6h durante 10 dias
Obs.: Naõ suspender amamentação

Menorragia / sangramento genital (não gravida)
Transamin (ácido tranexânico) 250 mg 2-3 comp 3-4 vezes ao dia por 3-5 dias (iniciar
logo após o sangramento intenso / 1º dia do ciclo). 12 comp: R$26-34
Hemoblock (ácido tranexânico) 250 mg 02 VO até sangramento parar. Seguindo staff
mais barato que Transamin, mas preço R$ 44-57

Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado)
Regra de Sicca-Blanco
16-22 sem: 16 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min
22-28 sem: 8 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min
28-32 sem: 4 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min
32-36 sem: 2 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

>36 sem: 1 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

Ocitocina intra-parto
GUTpT:
22-28 sem: 8 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min
28-32 sem: 4 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min
32-36 sem: 2 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min
>36 sem: 1 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

GUTT:
SG 5% 500ml + 1 amp Ocitocina, EV, 8 gts/min*
* Se não tiver bastante efeito, poderia dobrar várias vezes a dosagem; 8, 16, 32, 64
gts/min. Não ultrapasse 64 gts/min nas mulheres sem cesárea anterior e não
ultrapasse 32 gts/min (???) com mulheres com uma cesárea anterior)

PE grave (pré-parto) e PE Leve (paciente em TP franco)
1. Dieta zero
2. MgSO4 6 g + SG 5% 40 ml, IV em 30 min, ataque [OBS: no caso de anúria somente
ataque]
3. MgSO4 6g + SG 5% 440 ml, IV, 28 gts/min (anotar o fase: 1º, 2º ...)
4. Gluconato de Ca 10% 1 amp na cabeceira do leito
5. SRL 500ml, EV, 28 gts/min
6. Chamar o médico se PAS = OU > 160 e/ou PAD = OU > 110 mmHG [OBS: para
prescrever Hidralazina 01 amp + 9 ml AD. Dar 2,5 ml da solução, EV, agora)
7. Dipirona 500 mg , 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6 horas, S/N
8. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N
9. [Poderia prescrever:] Omeprazol, 1 amp + 1 amp AD, EV, pela manhã
10. Aferir PA, FC, FR e diurese de 2/2 horas
11. Instalar SVD

12. Comunicar anormalidades
13. SSVV e CCGG

Casos especiais:
Caso IG < 34 sem: Betametasona 6 mg, 2 amp, IM, agora.
Repetir com 24 horas (com a 2ª dose anotar: 2ª dose)
Caso PA alta – começa com: Metildopa 250 mg, 1 cp, VO, 8/8 horas
Supsender MgSo4 se:
- Frequência respiratória < 14/min
- Os reflexos estão ausentes
- Diurese < 25 ml/hora => Neste caso: inciar SRL, 500 ou 1000 ml, EV, aberto ou 40
(ou 50) gts/min
PE-grave (pós-Cesárea)
1. Dieta zero [Liberar a dieta a partir do segundo fase MgSO4 caso que Curva de
PA e a clínica sejam boas]
2. [Se MgSo4 ficou suspenso durante > 6horas:] MgSO4 6 g + SG 5% 40 ml, IV em
30 min, ataque
3. MgSO4 6g + SG 5% 440 ml, IV, 28 gts/min (anotar o fase: 1º, 2º ... fase pósparto)* [OBS: no caso de anúria somente ataque]
4. Gluconato de Ca 10% 1 amp na cabeceira do leito
5. SRL 2000ml, EV, 40 gts/min
6. Captopril 25 mg, VO, se PAD = OU > 120 mmHg e/ou PAS = OU > 180 mmHg*
7. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N
8. [Se pcte estiver em dieta zero poderia prescrever:] Omeprazol, 1 amp + 1 amp
AD, EV, pela manhã
9. Iniciar 6 horas após o parto: Heparina UI10.000 s.c., 12/12h [Não iniciar se
plaquetas < 50.000]
10. Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD , EV, 6/6 horas OU (caso a dieta esteja
liberada) Dipirona 500mg, 2cp, VO, 6/6horas, fixo
11. Aferir PA, FC, FR e diurese de 2/2 horas

12. Crioterapia abdominal por 20 minutos / hora durante 4 horas [ NÃO 4 horas
sem intervalos: causa necrose]
13. Observar sangramento
14. Instalar SVD [caso que não foi colocado logo pós-parto]
15. Comunicar anormalidades
16. SSVV e CCGG
17. À UTI

Obs:
- também poderia prescrever: SRL 500 ml + 2amp (OU 3 OU 4) Ocitocina, EV, 8 gts/min
- MgSO4 somente pode ser suspenso a partir de 24 horas pós-parto.
- Não coloque Captopril, SL – isso causa necrose da lingua
* Casos especiais:
PA alta – começar com: Captopril 25 mg, 1cp, VO, 8/8horas
Se tiver RASH ou tosse com Captopril => Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou 100
mg 1x/dia
Supsender MgSo4 se:
- Frequência respiratória < 14/min
- Os reflexos estão ausentes
- Diurese < 25 ml/hora => Neste caso: inciar SRL, 500 ou 1000 ml, EV, aberto ou 40
(ou 50) gts/min

PE-grave (pós-parto normal)
19. Dieta zero [Liberar a dieta a partir do segundo fase MgSO4 caso que Curva de
PA e a clínica sejam boas]
20. [Se MgSo4 ficou suspenso durante > 6horas:] MgSO4 6 g + SG 5% 40 ml, EV em
30 min, ataque
21. MgSO4 6g + SG 5% 440 ml, EV, 28 gts/min (anotar o fase: 1º, 2º ...fase pósparto)* [OBS: no caso de anúria somente ataque]
22. Gluconato de Ca 10% 1 amp na cabeceira do leito

23. SRL 500ml (OU 1000 ml), EV, 28 gts/min
24. Captopril 25 mg, VO, se PAD = OU > 120 mmHg e/ou PAS = OU > 180 mmHg*
25. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N
26. [Caso pcte estiver em dieta zero, poderia prescrever:] Omeprazol, 40 mg, 1 amp
+ 1 amp AD, EV, pela manhã
27. Heparina 10.000 UI s.c., 12/12h [iniciar logo após o PN, não iniciar se plaquetas
< 50.000]
28. Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD , EV, 6/6 horas OU (caso a dieta esteja
liberada) Dipirona 500mg, 1cp, VO, 6/6horas, S/N
29. Aferir PA, FC, FR e diurese de 2/2 horas
30. [No caso de laceração/episiotomia:] Crioterapia em região vulvaperineal por 20
minutos / hora durante 4 horas ( NÃO 4 horas sem intervalos: causa necrose)
31. Observar sangramento
32. Instalar SVD [caso que não foi colocado logo pós-parto]
33. Comunicar anormalidades
34. SSVV e CCGG
35. À UTI
Obs:
também poderia prescrever: SRL 500 ml + 2amp (OU 3 OU 4) Ocitocina, EV, 8 gts/min
-MgSO4 somente pode ser suspenso a partir de 24 horas pós-parto.
- Não coloque Captopril, SL – isso causa necrose da lingua
* Casos especiais:
PA alta – começar com: Captopril 25 mg, 1cp, VO, 8/8horas
Se tiver RASH ou tosse com Captopril => Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou 100
mg 1x/dia

PE Leve (sem TP franco)
1) Dieta rica em minerais, hipolipídica, hiperproteíca
2) Chamar o médico se PAS = OU > 160 e/ou PAD = OU > 110 mmHG [para
prescrever: Hidralazina 01 amp + 9 ml AD. Dar 2,5 ml da solução,EV, agora]

3) Dipirona 500 mg , 1 cp, VO, 6/6 horas, S/N
4) Metoclopramida 10 mg 1 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N
5) Mobilograma 3 vezes ao dia (somente no 4º CAM)
6) Comunicar anormalidades
7) SSVV e CCGG

Casos especiais:
Hipertensão com PAD > ou = 100 e/ou PAS . ou = 150 mmHg => Hipertensão préparto
Caso IG < 34 sem: Betametasona 6 mg, 2 amp, IM, agora.
Repetir com 24 horas (com a 2ª dose anotar: 2ª dose)
Caso PA alta – começa com: Metildopa 250 mg, 1 cp, VO, 8/8 horas
Supsender MgSo4 se:
- Frequência respiratória < 14/min
- Os reflexos estão ausentes
- Diurese < 25 ml/hora => Neste caso: inciar SRL, 500 ou 1000 ml, EV, aberto ou 40
(ou 50) gts/min

Pielonefrite
Sem sinais de sepse
Com sinais de sepse

Sem sinais de sepse
Cefalotina, 1g, Ev, 6/6h, durante 2 dias
Depois: se não tiver febre: Cefalexina 500 mg, 1 cp, VO, 6/6h durante 8 dias.

Com sinais de sepse
Ceftriaxona (Rocefin), 1g, EV 12/12h

Obs:
De preferência faça urocultura
Gravidez: E. Coli, Klebsiela

Pirose
Hidróxido de alumínio, 10 ml, VO, agora OU após as refeições
Omeprazol, 1 amp + 1 amp AD, EV, pela manhã
Omeprazol 40 mg, 1 cp, VO, pela manhã
Ranitidina 150 mg, 1 cp, VO, 12/12h OU 2cp, VO, 24/24h

Pneumonia
Na gravidez:
Amoxicilina 500 mg, 01 cp, VO, 8/8 horas (durante ?? dias)
OU
Ceftriaxona (Rocefin), 1g, EV, 12/12 horas (durante ?? dias)

Possibilidade de sensibilização de anticorpos anti-Rh (mãe Rh -, RN Rh+)
- Matergan 01 amp I.M. dose única -> também precisa preencher o receituário (duas
vias).

Preparo intestinal para USG
1. Dieta zero
2. Dimeticona 40 mg, 2cp, VO, 8/8h
3. Ducolax 01 cp, VO, 12/12h
4. Fitenema 1, VR, agora e 1 às 20 horas

Prurido pós morfina
Fenergan 01 amp IM, dose única

Puderdade precoce
Analogo de GnRH:
Leuprolide OU Triptorelina, 3,75mg, IM, uma vez a cada 4 semanas
Fonte: Revisão Crítica do Diagnóstico e Tratamento da Puberdade Precoce Central, Arq
Bras Endocrinol Metab vol.45 no.1 São Paulo Jan./Feb. 2001

Reposição hormonal
Nalifa [= Estradiol 1 mg): 1 caixa: 28 comp. R$ 31,95
Nalifa Pro [= Estradiol 1 mg + Acetato de Noretisterona 0,5 mg]: 01 caixa: 28 comp
Suprelle [= Estradiol 1 mg + Acetato de Noretisterona 0,5 mg ????]: 01 caixa: 28
comp. R$ 28,26
Femostron [=Estradiol 1mg + Didrogesterona 5 mg] 01 caixa: 28 comp. R$ 48, 96

SAAF

1) Ácido Acetilsalicílico 100 mg, VO, 1 cp ao dia até 12 semanas.
Heparine 5.000 UI* sc 12/12 de Idade Gestacional de 12 semanas até 6 semanas
pós-parto e depois, dependendo do quadro, poderá reintroduzir o AAS (ou iniciar
uma Anticoagulação Oral com antagonistas da Vitamina K (marevan ou
marcoumar), mantendo o INR entre 2,5 – 4,0. Isso não prejudica a amentação).
* 10.000 UI s.c. 12/12 horas se tiver outra morbididade associada que também
aumenta o risco de trombose como, por exemplo, obesidade.
OU
2) Clexan (heperina baixo molecular 100mg/ml, aplicar 20 (OU 40 mg????) MG IM ao
dia (obs.: remédio é caro)

Para pacientes com fator de risco para PE (como SAAF ou obesidade)*

No caso de SAAF também por que a paciente está usando heparina que pode dar
osteoporose:
1) Vitamina D, 1 cp VO/dia
2) Carbonato de cálcio 500mg/dia (????) 01 cp VO/dia

Sindrôme de ovários policísticos
Atenção: USG + Queixas
Ciproterona (Diana 35, Selene, Artemide 35), tomar 01 cp VO durante 21 dias, depois 7
dias nada, depois 21 dias 01 cp VO ao dia. Durante 6 meses a 2 anos.

Toxoplasmose
Infecção materna (somente)
Infecção fetal

Infecção materna
Espiramicina (Rovamicina) 1,5 unidades (500mg) 02 cp VO 8/8 horas até o parto

Infecção fetal
Caso se tiver alterações com a USG como hidrocefalia, calcificações intracranianas,
hepatomegalia, ascite fetal e placentite -> realizar amniocentese -> PCR positivo para
DNA-Toxoplasmose (= infecção fetal):
Espiramicina (Rovamicina) 1,5 unidades (500mg) 02 cp VO 8/8 + Ácido fólico 50mg/dia
durante 3 semanas
Alternar com:
Sulfadiazina 3g/dia VO + Primetamina (Daraprim) 50mg/dia VO + Ácido fólico 50
mg/dia durante 3 semanas
Continuar assim até o parto e solicitar hemograma semanal (anemia)

TPM / Síndrome Pre-Menstrual

Depende muito da queixa principal:
Se a queixa seja depressão/ mal-estar geral:
Sertralina, 50mg, VO, 1 cp, à noite, de 15 até 28 dia do ciclo, 25 reais por mês ->
receituário azul no ambulatório
Também poderia usar: Fluoxetina, 20 mg, 1cp, VO, de manhã -> precisa preencher
receituário rosa
Alternativa:
1) Mercilon conti (além dos 21 comprimidos, apresenta mais 7 comprimidos com dose
baixa (10 µg) de EE, evitando a variação hormonal brusca do período, melhorando
os sintomas) (R$ 21-29)
2) Yaz (no regime de 24 dias, a drospirenona acaba agindo no organismo nos 4 dias
de pausa, melhorando os sintomas) (R$ 56).

Trabalho de parto + historia de sepse numa gravidez anterior
Penicilina Cristalina 5.000.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, ataque
E
Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, 4/4 horas

TPP
- Inibir (até < 35 sem sempre inibir se não tiver patologia associada como infecção,
oligoâmnio ou sofrimento fetal E se não tiver amniorrexe + 02 doses de CE)
> 34,6 sem não precisa inibir; o médico tem liberdade de continuar ou suspender. Mas
com TPP sempre existe a suspeita duma infecção (subclínica)*
*Assim foi decidido na reunião de 14/05/08 com Dra Emanuelle
- Perto a parir (ATB – IMIP: 35 sem, outros serviços: 36 sem)
- Imaturidade pulmonar (até 34,6 semanas)

Inibir
Nifedipine 02 cp, SL, dose de ataque [Obs. Pode fazer um ataque até 3 vezes com
intervalos de 30 minutos)*
E: nifedipine 02 cp, VO, 6/6 h [OU 8/8h]*

*Evite Nifedipina nas pacientes hipertensas por causa do efeito hipotensor da
Nifedipina. Observação: no IMIP isso não é uma contra-indicação absoluta. Na maioria
das vezes iniciamos nifedipina. Uma alternativa (usada no CISAM será iniciar MgSO4 de
dose normal para inibir TPP)
*Evite combinar MgSO4 e Nifedipina (principalmente Nifedipina SL) -> alto risco de
hipotensão importante pelo efeito potencializador pelo MgSO da Nifedipina.
Buscopan composto (Hioscina 20 mg +
Dipirona 1 g), 01 amp + 01 amp EV, SN ou FIXO (Dra Isabella: SN é o mais certo)
Alternativas:
1) Buscopam composto (Hioscina 10 mg + Dipirona 500 mg), 01 cp, VO, 6/6h (OU
8/8 h) FIXO ou SN
2) Hioscina 10 mg, 01 cp, VO, 6/6h (OU 8/8h) FICO ou SN
Casos especiais:
1) Caso que a paciente tem o TPP bem inibido, mas mesmo assim está com muita
dor por causa de um útero reativo e o uso de nifedipina e buscopam composto não
aliviam bastante:
Progesterona micronizado, 100 mg, via vaginal, 12/12 horas. Também preencha
pedido de compra.
2) Caso que a pcte não senta mais dores:
Nifedipina 20mg, 8/8h durante 24 horas
3) Caso que a pcte ainda não senta dores:
Suspender nifedipina e observar durante 24 horas

Quando a paciente está perto a parir*
1) Penicilina Cristalina 5.000.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, ataque
E
Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, 4/4
horas
*Obs:
- Tente pelo menos colocar 2 doses antes o parto.
- No caso de uma cultura vaginal positiva: sempre iniciar ATB-terapia
- Não é necessário se tiver uma cesárea

2) Alternativa: Ampicilina, 2g, EV, Ataque
E
Ampicilina 1g, 1g, EV, 6/6 horas

Também veja: imaturidade pulmonar

Tricomoníase
Também veja: Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico
laboratorial
Metronidazol (250mg), 01 cp, VO, 8/8 h (durante 3 dias)* OU Metronidazol (250 mg), 8
cp, dose única*
E Metronidazol creme 01 vez por dia à noite (durante 10 dias).
Obs.: Duchas de vinagre podem ser usadas para alívio da sintomatologia
Obs.: *- Não use metronidazol oral no primeiro trimestre!! [e vaginal é totalmente
seguro?? – opiniões differentes!)
- Também tratar marido com Metronidazol (250mg), 01 cp, VO, 8/8 h (durante 3 dias)
OU Metronidazol (250 mg), 8 cp, dose única

Trombose (profilaxia e tratamento)
Profilaxia
Tratamento

Profilaxia
Durante gestação:
Heparina 10.000 UI s.c., 12/12h iniciar logo após PN e 6 horas após PC (Não iniciar se
plaquetas <50.000)

Profilaxia até mobilização pós-parto ou pós-cirúrgica:
Iniciar 6 h pós-op no caso de raqui-anestesia e 2 h pós-op com anestesia geral ou pósparto normal: Heparina 10.000 UI SC 12/12h

Profilaxia prolangado:
Iniciar 6 h pós-op no caso de raqui-anestesia e 2 h pós-op com anestesia geral ou pósparto normal: Heparina 10.000 UI SC 12/12h
E
Marevan 5 mg 1 cp VO/dia (=> mudar o esquema seguindo o valor do INR => alvo
entre 2 e 3, se atingiu o alvo: suspender heparina)

Tratamento de TVP
1ª escolha:
Heparina, 15-25 UI/kg/hora=> 20.000-40.000 UI + SG 5% ou SF 0,9%,EV por 24 horas
(????)
Alternativo:
Clexane 40 mg, SC, 12/12 h

Vermes
Albendazol 01 cp, dose única
Repetir com 21 dias

2B. Medicamento - Alfabético
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ

A
Acetato de medroxyprogesterona 150 mg (Depoprovera – deposito), aplicar 01 vez.
(Após 3 meses: repetir histeroscopia)[Hiperplasia simples do endométrio]
Ácido Acetilsalicílico 100 mg, VO, duas vezes por semana [abortamento de repitição e
gravidez nova]
Ácido fólico, 5 mg, 01 cp/dia, VO
Ácido tranexânico (Transamin) 250 mg 2-3 comp 3-4 vezes ao dia por 3-4 dias (iniciar
logo após o sangramento intenso / 1º dia do ciclo). 12 comp: R$26-34

Ácido tricloroacético (ATA) aplicações semenais até seu desaparecimento. ATA 40%
para lesões de vulva, períneo, região anal e vagina. ATA 80% para lesões de colo
Adrenalina 01 amp sc, agora [indicação: reação alérgica com falta de ar]
Albendazol 01 cp, dose única. Repetir com 21 dias [vermes, ovos de ascaris]
Aldomet -> veja metildopa
Anti-tetânica -> veja: anti-tetânica
Artemide 35 tomar 01 cp VO durante 21 dias, depois 7 dias nada, depois 21 dias 01 cp
VO ao dia. Durante 6 meses a 2 anos.[SOP]
Azitromicina 1 g, 1cp, VO, 1x/dia, durante ??? dias [DIPA] OU Azitromicina 500 mg, 02
cp, VO, dose única. Também tratar parceiro [Bartholinite]

B
Betametasona 1º dia: Betametasona 6 mg, 2 amp, IM, agora. Repetir com 24 horas. 2º
dia: Betametasona 6mg, 2 amp, IM, agora OU às ... horas. 2ª dose [Imaturidade
pulmonar fetal]
Biovir, 1cp, VO, 12/12 horas (1 de manhã, 1 à noite)
Buscopan (Hioscina) 10 mg 01 dg, VO, 8/8 horas OU 6/6 horas
Buscopan composto (Hioscina 4mg/ml +Dipirona sódica 500mg/ml) 1 amp (=5ml) +1
amp AD, EV, agora OU 8/8 horas OU 6/6 horas
Caso exista alergia de dipirona: Buscopan simples (Hioscina) 20 mg/ml 1 amp (= 1ml)
+ 1 amp AD, EV, agora OU 8/8 horas OU 6/6 horas
Também existe: Buscopan plus (= Hioscina 10 mg + paracetamol 500 mg) VO, 8/8
horas OU 6/6 horas

C
Cabergolina 0,5 mg, 2 cp, VO, dose única. -> também tem que preencher o recetuario
normal. No caso que não foi prescrito no primeiro dia pós-parto: Enfaixar os seios. +
Crioterapia das mamas de 6/6h
Cafeina 200 mg, VO, 8/8 horas
Candicort creme (=hidrocortisona e cetoconazol) 1 tubo (=10-12 reais), passar no local
3 vezes ao dia durante 5 dias [Candidíase mamilar]
Captopril 25 mg, 1cp, VO, ataque (OU agora OU se PAD ≥ 110, e/ou PAS ≥ 180 mmHg)
(Se tiver RASH ou tosse com Captopril => Losartan 50 mg, dose única)

Captopril 25mg , 1cp, VO, 6/6 h (OU 1cp VO 8/8h OU 2 cp VO 8/8h) (Se tiver RASH ou
tosse com Captopril => Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou 100 mg 1x/dia)
Cefalexina 500 mg, 1cp, VO, 6/6horas (durante 7-10 dias)
Cefalotina, 1g, EV, 6/6 h (pielonefrite)
Cefazolina, 1g, EV, 6/6h
Cefriaxona (=Rocefin) 1g + 10 ml AD, EV, 12/12h
Celestone Soluspan 1º dia: Celestone Soluspam (=Betametasona) 6 mg, 2 amp, IM,
agora. Repetir com 24 horas. 2º dia: Celestone Soluspam 6mg, 2 amp, IM, agora. 2ª
dose [Imaturidade pulmonar fetal]
Ciclo 21 – 2 caixas, 2 cp/dia durante 7 dias, depois 1 cp/dia durante 14 dias
Ciprofloxacina (500???) mg, 01 cp, VO, 12/12horas por 3 dias. [infecções
comunitários/ITU sem gravidez.]
Ciprofloxacina 500 mg, 1 cp, VO, 12/12 h por ??? dias [DIPA] OU Ciprofloxacina 500mg,
01 cp, VO, dose única [Bartholinite]
Ciproterona (Diana 35, Selene, Artemide 35), tomar 01 cp VO durante 21 dias, depois 7
dias nada, depois 21 dias 01 cp VO ao dia. Durante 6 meses a 2 anos. [SOP]
Clexan (heperina baixo molecular 100mg/ml, aplicar 20 (OU 40 mg????) MG IM ao dia
(obs.: remédio é caro) [SAAF]
Clindamicina 300 mg, VO, de 12/12 horas, por 7 dias [vaginose bacteriana 10 trimestre
gestação]
Clindamicina 1200 mg + SG 5% 100ml, EV, 12/12h – 6 doses ou 3 dias [endometrite]
Colpotrofine creme, aplicar na vagina, 01 vez ao dia á noite durante 10 noites e depois
aplicar 2 vezes/semana [atrofia mucosa vaginal/hipoestrongenismo]

D
Damax – 6 caixas. 01 comp, VO, uma vez ao dia por 6 meses [indicação: mastalgia prémenstrual; 01 caixo custa 50 reais]
Daraprim (Primetamina) 50mg/dia VO
Depoprovera – deposito (= Acetato de medroxyprogesterona 150 mg), aplicar 01 vez.
(Após 3 meses: repetir histeroscopia)[Hiperplasia simples do endométrio]
1º dia: Dexametasona pomada, aplicar 3 vezes ao dia no mamilo [indicacão: fissura
mamilar]
2º dia: Dexametasona pomada, aplicar 2 vezes ao dia no mamilo

Se necessário:
3º e 4º dia: Dexametasona pomada, aplicar 1 vez ao dia no mamilo
Diana 35 tomar 01 cp VO durante 21 dias, depois 7 dias nada, depois 21 dias 01 cp VO
ao dia. Durante 6 meses a 2 anos. [SOP, acne]
Diazepam 10mg, 1cp, VO às 22 horas -> também tem que preencher a recetuaria rosa
Diclofenaco de sódio 50 mg. Tomar 01 cp VO 12/12 horas (ou 8/8 horas), SN 9-11/20
comp (=1,25/ dia) [dismenorréia]
Diclofenaco sódico 50 mg), 01 sup, VR, 8/8h [as primeiras 48 horas pós cesárea. NÃO
USE NO CASO DE: PE ou HASG ou HASC]
Dipirona (pós-PC imediáto)): Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD , EV, 6/6 horas
Dipirona: Dipirona 500mg, 1cp [melhor é usar 2cp nas primeiras 24 horas pós-PC] , VO,
6/6horas, fixo OU S/N
Doxicilina 100 mg, 1 cp, VO, 12/12h (durante ??? dias) (DIPA)
Dramin 20-40 ml VO, 4/4 ou 6/6 horas (dose máxima 160 ml) ou 1 cp de 50-100 mg 6/6
h ou 4/4h (dose máxima 400mg/dia) (custa: 7 reais)
Ducolax 01 cp, VO, 12/12h

E
Espiramicina (Rovamicina) 1,5 unidades (500mg) 02 cp VO 8/8
Estearato de eritromicina 250 mg, 1 cp, VO, 6/6 horas
Estrofen 1 mg (OU 2 mg). Tomar 01 cp VO ao dia [climatério: queixas vasomotores,
pctes com histerectomia]

F
Femostron [=Estradiol 1mg + Didrogesterona 5 mg] 01 caixa: 28 comp. R$ 48, 96
[Reposição hormonal]
Fenergan 01 amp IM, dose única
Fenitoína (Hidantal) 250 mg – uma ampola diluída em soro fisiológico 250 ml, EV, em
10 minutos. Manutenção: Primeira dose: 100mg, EV, 8/8
horas. [Eclâmpsia +
convulsões]
Fitenema 1, VR, agora e 1 às 20 horas

Fluconazol 150 mg, 01 cp VO dose única
Fluoxetina, 20 mg, 1cp, VO, de manhã -> precisa prencher recetuário rosa

G
Gentamicina 80 mg + SG 5% 100 ml, EV, em 20 min [indicação: profilaxia de
endocardite]
Gentamicina 120mg + SG 5% 100ml, EV, 12/12h [indicação: corioamnionite e
endometrite]
Gestadinona injecção [=Progresterona], 01 amp, 3/3 dias Progresterona até..... (12
semanas????)
Gluconato de Ca 10% 1 amp na cabeceira do leito

H
Heparina não fracionada profilático 10.000 s.c., 12/12h
Hidantal (Fentoína) 250 mg – uma ampola diluída em soro fisiológico 250 ml, EV, em 10
minutos. Manutenção: Primeira dose: 100mg, EV, 8/8 horas. [Eclâmpsia + convulsões)
Hidralazina 1 amp + 09 ml AD. Dar 2,5 ml de solução, EV, agora OU se PAS ≥ 180(OU
160) e/ou PAD ≥ 110.
[1 ml = 20 mg. Fazer 5 mg dose até 20/20 min. No máximo 4 doses = 20 mg]
Hidralazina 25 mg, 1 cp, VO, 8/8h -> dose mínimo
Hidralazina 25 mg, 1 cp, VO, 6/6h -> dose máximo
Hidroclorotiazide, 25 mg, 1cp, VO pela manhã
Hidrocortisona (500 mg) 01 amp + SG 5% 100 ml, EV, aberto [Indicação: reação
alérgica]
Hidrocortisona (500 mg) 01 amp + 8 ml AD. Dar 2 ml da solução em 100 ml SG 5%,
EV, 8/8 h (OU 4/4 h) [Indicação: reação alérgica grave ou persistente]
Hidrocortisona 500 mg, 01 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas (Indicação: Cefaleía pósraqui)
Hidróxido de alumínio, 10 ml, VO, agora OU após as refeições
Hioscina 10 mg 01 dg, VO, 8/8 horas OU 6/6 horas
Hioscina 4mg/ml +Dipirona sódica 500mg/ml 1 amp (=5ml) +1 amp AD, EV, agora OU
8/8 horas OU 6/6 horas

Caso exista alergia de dipirona: Hioscina 20 mg/ml 1 amp (= 1ml) + 1 amp AD, EV,
agora OU 8/8 horas OU 6/6 horas
Também existe: Hioscina 10 mg + paracetamol 500 mg, VO, 8/8 horas OU 6/6 horas

I
Ibuprofen 200 mg, tomar 2 cp VO 8/8, SN – R$ 8,5/20 comp (=2,55/dia) [dismenorréia]
Inflarem (=diclofenaco sódico 50 mg), 01 sup, VR, 8/8h [as primeiras 48 horas pós
cesárea. NÃO USE NO CASO DE: PE ou hipertensão]

K
Kaletra, 2 cp, VO, 12/12 horas (de manhã e à noite) [HIV]

L
Level 20 mcg -- 02 caixas Dar 2dias 3 cp dose única, 3 dias 2 cp dose única, 16 dias 1
cp/dia.
Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou 100 mg 1x/dia [Se tiver RASH ou tosse com
Captopril]
Lucretin – 01 caixo (27,70 reais) Diluir 01 envelope em 01 litro de água. Tomar 01
banho ao dia à noite durante 15 dias. [candidíase vaginal virgem]
Luftal (Dimeticona) 40 mg 2 cp VO 8/8h

M
Marevan 5 mg 1 cp VO – ajustar a dose seguindo o INR
Matergan 01 amp I.M. dose única -> também precisa preencher o receituário (duas
vias).
Meclin 25 mg – 01 caixa. 01 cp VO, 8/8 h (15 reais)
Metamucil 01 caixa. Tomar 01 mixturado com meio copo de água ou suco 02 vezes ao
dia [constipação]
Metildopa 250 mg, 1cp, VO, 8/8h -> dose mínimo. Metildopa 500 mg 6/6 h à dose
máximo

Metoclopramida 10 mg, 01 amp, IM (OU: + 1 amp AD, EV), 8/8 h, SN
Metronidazol creme 01 vez por dia à noite (durante 10 dias)
E
No caso de tricomoníase: Metronidazol (250mg), 01 cp, VO, 8/8 h (durante 3 dias)* OU
Metronidazol (250 mg), 8 cp, dose única*
No caso de vaginose bacteriana: Metronidazol (250mg), 1 cp, VO, 12/12 h durante 7
dias*
* Não utiliza durante o primeiro trimestre!
MgSO4 6 g + Sg%% 40 ml, IV em 30 min, ataque
MgSO4 6g + SG 5% 440 ml, IV, 84ml/hora (OU 28 gts/min) (anotar o fase: 1º, 2º ...) (PE
Grave)
MgSO4 12 g + SG5% 380 ml, EV, 28 gts/min (anotar o fase: 1º, 2º ....) (Eclâmpsia)
Miconazol creme vaginal – 01 tubo. Aplicar 1x à noite durante 10 dias OU até acabar o
tubo.*
*Obs: não pode usar durante graivdez
Movatec 15mg, 01 cp VO ao dia, S/N [indicação: mastalgia pré-menstrual]

N
Nalifa [= Estradiol 1 mg): 1 caixa: 28 comp. R$ 31,95 [Reposição hormonal]
Nalifa Pro [= Estradiol 1 mg + Acetato de Noretisterona 0,5 mg]: 01 caixa: 28 comp
[Reposição hormonal]
Naproxeno OU naproxeno sódico 250mg, tomar primeiramente 2 cp VO e depois 1 cp
VO de 12/12h (ou de 8/8 h) – RS6,5/15 comp (=1,08/dia) [dismenorréia]
Nifedipine 02 cp, SL, dose de ataque E: nifedipine 10 mg 02 cp, VO, 6/6 h (OU – menos
comum no IMIP: 8/8h)
Nifedipina 10 mg, 1 cp, VO, 8/8 h -> dose mínimo
Nifedipina 10 mg, 2 cp, VO, 6/6h -> dose máximo
Nimesulida 100 mg. Tomar 01 cp VO 12/12 horas, SN RS13-15/12 comp (=2,33/dia)
[dismenorréia]
Nistatina creme vaginal – 01 tubo - Aplicar 1 vez/ dia à noite durante 14 dias

Nausedron 01 amp + SG 5% 100 ml, EV, 12/12 horas (usar no caso de alergia a
metoclopramida)

O
Óleo mineral 10 ml VO 8/8h até evacuações
Ocitocina: induzir com aborto (incompleto, infectado, retido)
Regra de Sicca-Blanco
16-22 sem: 16 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min
22-28 sem: 8 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min
28-32 sem: 4 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min
32-36 sem: 2 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min
>36 sem: 1 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min
Ocitocina (intra-parto): SG 5% 500ml + 1 (caso GUT) OU 2 (caso GUTpT) amp
Ocitocina, EV, 8 gts/min
Ocitocina (pós-curetagem): SG 5% 1000 ml + 2 (OU 3) amp Ocitocina, EV, 28 gts/min
Ocitocina (pós-parto): SG 5% 500 ml + 2(OU 3 OU 4) amp Ocitocina, EV, 8 gts/min
Omeprazol, 1 amp + 1amp AD, EV, pela manhã
Omeprazol, 40 mg, 1 cp, VO, pela manhã
Ondasedrona 4 mg 01 amp + SF 0,9% 100 ml, EV, 8/8 h => recetuario branco
Ovestrion creme vaginal – 01 tubo, Aplicar na vagina duas vezes por semana [atrofia
vaginal / hipoestrogenismo]

P
Penicilina Benzatina 1.200.000 UI, 01 amp IM, 21/21 dias [febre reumática + lesão
valvular)
Penicilina Cristalina 5.000.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, ataque E
Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, 4/4 horas
Plasil (metoclopramida) 10 mg 1 amp IM 8/8 horas, S/N*
*No caso de alergia a metoclopramida: Nausedron 01 amp + SG 5% 100 ml, EV, 12/12
horas

Postokos 25 mcg, intravaginal, 6/6 horas durante max 2-3 dias e até 5 cm de dilatação
Prednisona: esquema de desmama -> metade do dose original durante 5 dias ->
metade da metade durante 5 dias etc (cada vez metada do anterior durante 5 dias) até
chegar no 5 mg; 5 mg/dia durante 5 dias e depois 5 mg em dias alternados (dia sim,
dia não) durante 5 dia. Depois: supenso.
Primetamina (Daraprim) 50mg/dia VO
Gestadinona injecção [=Progresterona], 01 amp, 3/3 dias Progresterona até..... (12
semanas????) [abortamento de repetição sem exames feitos]
Progesterona 200 mg, colocar 01 óvulo vaginal intravaginal ao dia (mais barato que
Gestadinona) [ abortamento de repetição sem exames feitos]
Progesterona micronizado, 100 mg, via vaginal, 12/12 horas [gestante com muita dor
por causa de um útero reativo mesmo com nifedipina e buscopam composto]. Também
preencha pedido de compra.
Prometazina 01 amp IM, agora [Indicação: reação alérgica]

R
Ranitidina 150 mg, 1 cp, VO, 12/12h OU 2cp, VO, 24/24h (????)
Rocefin (Ceftriaxona) 1g + 10 ml AD, EV, 12/12h
Rovamicina (Espiramicina) 1,5 unidades (500mg) 02 cp VO 8/8

S
Selene, tomar 01 cp VO durante 21 dias, depois 7 dias nada, depois 21 dias 01 cp VO
ao dia. Durante 6 meses a 2 anos. [SOP]
Sertralina, 50mg, VO, 1 cp, à noite, de 15 até 28 dia do ciclo, 25 reias por mês ->
recuário azul no ambulatório
Sulfato ferroso 40 mg 1 cp VO em dias alternados (hoje: dia sim, amanhã: dia não)
durante 3 meses. Obs: em dias alternados tem menos efeitos adversos, mesma
absorpção que 1x/dia
=> Ministério de Saúde: Sulfato ferroso 40 mg 1 cp VO ao dia meia hora antes do
almoço + Vitamina C 500mg 1cp VO ao dia junto com o sulfato ferroso, durante 3
meses
Sulfadiazina 3g/dia VO

Suprelle 03 caixas. Tomar 01 cp VO ao dia. (Paciente volta com 6 meses) [Reposição
hormonal + Climatério: queixas vasomotores, mamagrafia e USG vaginal normais)

T
Têtanus-vaccina/anti-tetânica -> veja: anti-tetânica
Tamisa 20 mcg -- 02 caixas Dar 2dias 3 cp dose única, 3 dias 2 cp dose única, 16 dias
1 cp/dia.
Tibolona, 03 caixas. Tomar 01 cp VO ao dia. (Paciente volta com 6 meses)(30-40 reais
por caixa) [Climatério: queixas vasomotores, mamagrafia e USG vaginal normais]
Tintura de algodeiro. Diluir 01 colher de chá em 01 copo de água 8/8 horas durante 01
semana
Tramal (Tramadol) 50 mg/ml 01 amp (=1ml) + SF 0,9% 100 ml, EV, 8/8 horas
Transamin (ácido tranexânico) 250 mg 2-3 comp 3-4 vezes ao dia por 3-4 dias (iniciar
logo após o sangramento intenso / 1º dia do ciclo). 12 comp: R$26-34 [menorragia]
Transamin [= antifibrinolítica] 10mg/kg/dose, EV, 8/8h + SG 5% 1000 ml + 2 (OU 3)
amp Oxitocina, EV, 28 gts/min
Tylex (paracetamol + codeine) 30 mg VO 6/6 horas -> também precisa preencher a
receituário rosa (paciente internada) ou recetuário azul (paciente de alta ou
ambulatorial)

V
Vaccinas – veja: anti-tetânica
Venóclise (pós-PC): SF 0,9% 1000 ml, EV, 40 gts/min. Alternar com: SG 5% 1.500 ml,
EV, 40 gts/min
Vitamina C 500mg 01 cp VO ao dia (junto com o Sulfato Ferroso)

2C. Drogas na gravidez
1) Introdução geral
2) Categorias da FDA
3) Drogas sorteadas por tipo/indicação

Introdução geral
Andreza Saraiva e Ana Beatriz Albuquerque Janeiro 2009
Conceito
Epidemiologia
Periódo Sensível
Gestação X farmocinética
Droga X barreira de placenta
Conceito
Teratos: monstro
Teratógeno: qualquer agente ou fator ao qual a exposição embriofetal produz uma
alteração permanente na forma ou função da prole (Shepard,1986)
Danos reprodutivos:
-morte do concepto
-malformações
-CIUR
-deficiências funcionais

Epidemiologia
Malformações
-65% multifatorial ou fatores desconhecidos
-conhecidos: 10% fat ambientais - 50% drogas e agentes químicos

Pré-natal (desenvolvidos):
-82% medicadas / 65% auto
Shepard, 1986: 1600 drogas em animais, provavelmente 50% causam efeitos
teratógenos, embora hoje apenas 48 teratógenos humanos descritos
Relato de caso: superestima, levanta hipóteses
Caso-controle: depende da memória
-caso: crianças com malformações específicas
-controle: crianças normais
Coorte (prospectivo): melhor

-compara gestantes expostas a um fármaco e observa a saúde dos bebês; para
controle usa uma série de grávidas com exposição considerada segura

Periódo sensível
Horário Embriopático” (Wilson,1953)
1-FASE OVULAR: morte do concepto (tudo ou nada)
2-FASE EMBRIONÁRIA: alterações morfológicas
3-FASE FETAL: anormalidades funcionais

Gestação x Farmacocinética





Aumento do volume de distribuição (intersticial, vascular e fetal)
Aumento do DC
Aumento do FSR e RFG
Redução sérica de proteínas
Alterações da absorção gástrica e intestinal
Modificações ventilatórias

Droga x barreira placentar





Gradiente de concentração
Baixo grau de ionização
BPM
Livre
Lipossolubilidade
Área placentar

Categorias
Categorias simplificadas
Categorias da FDA (oficial)

Categorias simplificadas
A

Estudos controlados não mostraram risco

B

Não há evidência de risco no ser humano

C

O risco não pode ser afastado; aqui estão incluídos
fármacos recentemente lançados no mercado e/ou ainda
não estudados

D

Há evidência positiva de risco

X

Contra-indicados na gravidez

Categorias da FDA
A

Estudos controlados não demonstraram riscos no 1º trimestre e não há
evidências de risco nos demais trimestres

B

Estudos de reprodução animal não demonstraram risco fetal, mas não há estudos
controlados no humano; ou estudos em reprodução animal demonstraram
efeitos adversos que não foram confirmados em estudos controlados no ser
humano nos vários trimestres

C

Relatos em animais revelaram efeitos adversos no feto. Não há estudos
controlados em mulheres ou em animais. Avaliar risco-benefício

D

Há evidência positiva de risco fetal humano, porém, os benefícios do uso em
gestantes podem ser aceitáveis

X

Estudos em animais ou seres humanos revelaram efeitos deletérios sobre o
concepto que ultrapassam os benefícios. O fármaco está contra-indicado durante
a gestação e em mulheres que pretendam engravidar

Drogas sorteadas por tipo/indicação
Adocantes (veja: outras drogas)
Antiarrítmicos (veja: drogas Cardiovasculares)
Antibióticos (veja: antimicrobianos)
Anticoagulantes
Anticonvulsivantes
Antiepileptica (veja: anticonvulsivantes)
Antidepressívos (veja: drogas para Sistema Nervoso Central)
Antifúnigicos (veja: antimicrobianos)
Antihipertensivos (veja: drogas Cardiovasculares)
Antihistamínicos
Antiinflamatórios não-hormonais
Antimaláricos (veja: antimicrobianos)
Antimicrobianos (também veja: Antivirais)
Antineoplásicos (veja: citostáticos)
Antivirais
Antiparasitários (veja: antimicrobianos)
Antipsicóticos (veja: drogas para Sistema Nervoso Central)
Citostáticos
Corticoesteróides (veja: hormônios)
(Drogas) Cardiovasculares
Diuréticos (veja: drogas Cardiovasculares)
Drogas lícitas e ilícitas
Hipoglicemiantes (veja: hormônios)
Hipolipemiantes (veja: drogas Cardiovasculares)
Hormônios
Imunosuppessores (veja: outras drogas)

Psicotrópicos (veja: drogas para Sistema Nervoso Central)
Retinóides (veja: vitaminas)
(Drogas para) Sitema Nervoso Central
Tuberculostáticos (veja: antimicrobianos)
Vacinas, serums e toxoides
Vitaminas

Outras Drogas e Substâncias
Anticoagulantes
















Anisindiona (D)
Coumarina (Derivados) (D/X)
Dalteparina (B)
Danaparoid (B)
Dicumarol (D)
Difenadiona (D)
Enoxaparina (PM 4000 a 6000) (B) Não ultrapassa a placenta (Fejgin 1994)
Etil Biscoumacetato (D)
Heparina (C) (PM 4.000 a 30.000) (C) Não ultrapassa a placenta. Não está assoc
a anomalias. Uso prolongado pode causar osteoporose e trombocitopenia
maternos
Nadroparina (B)
Nicoumalona (D)
Parnaparina (B)
Fenindiona (D)
Fenprocoumon (D)
Reviparina (C)
Tinzaparina (B)
Warfarina (D/X) Síndrome Warfarin Fetal (15-25%): condrodisplasia punctata,
hipoplasia nasal, defeitos de crânio, malform olhos, orelhas e SNC. Período de
maior suceptibilidade 6-9ºsem

Anticonvulsivantes
A–E

F–L M–Z

A-E

Ácido Valpróico (D) Impede o metabolismo do folato => diminuição de
Ác fólico. 4mg/dia ác fólico: 3,7%à0,7%. 1-2% espinha bífida (1ºT) Síndrome
Valproato - fetalà braquicefalia, hipertelorismo ocular, superposição de dedos e
artelhos

Aminoglutetimida (C)

Bromidas (D)

Carbamazepina (D) (D) Impede o metabolismo do folato => diminuição
de Ác fólico. 4mg/dia ác fólico: 3,7%à0,7%. Síndrome da Carbamazepina.
Anormalidades craniofaciais. Fissuras palpebrais ascendentes. Narzi curto.
Pregas epicânticas. Defeitos dos membros. Hipoplasia das falanges distais,
unhas. Deficiência do crescimento. Deficiência mental.



Clonazepam (D)
Etosuximida (C)
Etotoina (D)

F –L

Felbamato (C)

Fenitoina (D) Impede o metabolismo do folato => diminuição de Ác
fólico. 4mg/dia ác fólico: 3,7%à0,7%

Fenobarbital (D) Impede o metabolismo do folato => diminuição de Ác
fólico. 4mg/dia ác fólico: 3,7%à0,7%A frequência de defeitos ao nascimento
não aumentou com relação ao controle (Heinonem,1997) Observou-se
diminuição no QI na vida adulta em comparação aos não expostos

Fensuximida (D)

Gabapentina (C)

Gardenal (D)

Hidantoína. Síndrome da Hidantoína. Anormalidades craniofaciais, Fenda
labial/palatina. Ponte nasal larga. Hipertelorismo Pregas epicânticas. Defeitos
dos membros. Hipoplasia das falanges distais, unhas. Deficiência do
crescimento. Deficiência mental.

Lamotrigina (C)

M–Z

Magnesium Sulfato (B)

Mefenitoina (C)

Mefobarbital (D)

Metarbital (B)

Metsuximida (C)

Oxcarbazepina (C)

Parametadiona (D)

Primidona (D)


Trimetadiona (D) Síndrome da Trimetadiona: Anormalidades
craniofaciais. Fenda palatina. Sobrancelhas em forma de V. Dentes irregulares.
Pregas epicânticas. Orelhas inclinadas para trás. Dificuldade de fala. Pregas
símias. Perda auditiva. Anomalias cardíacas. Defiência do crescimento.
Deficiência mental. Microcefalia.

Antihistamínicos
A–D E-Z

A–D




















Antazolina (C)
Astemizol (C)
Azatadina (B)
Bromodifenhidramina (C)
Bromfeniramina (C)
Buclizina (C)
Carbinoxamina (C)
Cetirizina (B)
Clorciclizina (C)
Clorfeniramina (B)
Cinarizina (C)
Clemastina (C)
Ciclizina (B)
Ciproheptadina (B)
Dexbromfeniramina (C)
Dexclorfeniramina (B)
Dimenhidrinato (B)
Dimetinden (B)
Dimetotiazina (C)
Difenhidramina (B)
Doxilamina (A)
E–Z













Feniramina (C)
Feniltoloxamina (C)
Fexofenadina (C)
Hidroxizina (C)
Loratadina (B)
Meclizina (B)
Metdilazina (C)
Prometazina (C)
Pirilamina (C)
Terfenadina (C)
Trimeprazina (C)
Tripelennamina (B)
Triprolidina (C)

Antiinflamatórios Não-Hormonais
Também veja: (Drogas para) Sitema Nervoso Central

Em geral classe B/D. Derivados dos salicilatos, do indol, do ácido propiônico, do
ácido fenilacético, do ácido antranílico, dos pirazolônicos, dos oxicans, da
nabumetona. No terceiro trimestre: disfunção renal fetal, oligoâmnio, oclusão
precoce do ducto arterioso com hipertensão pulmonar

AAS (C/D) oligoidrâmnio, fechamento prematuro do canal arterial, hipertensão
pulmonar, risco de hemorragias, pode prolongar a gestação

Indometacina: tratamento de polidrâmnio

Antimicrobianos (Também Veja: Antivirais E Tuberculostáticos)
Também veja: Antivirais

A B C D E F G H I K L M N O P Q R S T–Z
A






Ácido Mandélico (C)
Ácido nalidíxico (C)
Ácido para-aminosalicílico (C)
Albendazol (C) Amplo espectro. A partir do segundo trimestre
Amfotericina B (B)
Amikacina (C/D)
Aminoglicosídeos (C/D)

Amoxicillina (B) Não há evidência de teratogenicidade

Ampicillina (B) Não tem evidência de risco

Artemeter. Contraindicado na gravidez

Artesunato. Contraindicado na gravidez

Azitromicina (B) Data limitada sobre uso na gravidez; usar somente se benefício
é maior que o risco.

Aztreonam (B/C) Alternativa aos aminoglicosídeos. Não está associado à
ototoxidade ou toxidade renal. Não há estudos em humanos. Não é teratogênico
em roedores

Azul Metilene (C/D)
B




Bacampicillina (B)
Bacitracina (C)
Benzonidazol (C) Indicação: Leishmaniose / Tripanossomíase
Butoconazol (C)
C

Capreomicina (C)










































Carbapenen (Imipenen) (C) Eficaz contra aeróbios e anaeróbios. Não há dados
humanos sobre segurança. Há indicações para seu uso: apendicite perfurada,
infecções maternas graves
Carbarsona (D)
Carbenicillina (B)
Cefaclor (B)
Cefadroxil (B)
Cefalosporinas (B) Todos atravessam a placenta; meia vida menor na
gestante.Cefamandol (B)
Cefatrizina (B)
Cefazolina (B)
Cefdinir (B)
Cefepim (B)
Cefixima (B) Dose única é considerada seguro
Cefmetazol (B)
Cefonicid (B)
Cefoperazona (B)
Ceforanida (B)
Cefotaxime (B)
Cefotetan (B)
Cefoxitina (B)
Cefpodoxime (B)
Cefprozil (B)
Ceftazidime (B) Não tem evidência de risco
Ceftibuten (B)
Ceftizoxim (B)
Ceftriaxona (B) Não tem evidência de risco
Cefuroxim (B)
Cefalexina (B)
Cefalotina (B)
Cefapirina (B)
Cefradina (B)
Ciclacillina (B)
Ciclopirox (B)
Cicloserina (C)
Cinoxacina (C)
Ciprofloxacina (C) Evitar—artropatia em estudos de reprodução animal; existem
alternativos mais seguros
Claritromicina (C)
Clavulano de Potássio (B)
Clindamicina (B) Não tem evidência de risco. Atravessa facilmente a placenta,
níveis fetais significativos (Gilstrap e associados, 1988) A experiência clínica
sugere que seja droga relativamente segura
Clofazimina (C)
Clomociclina (D)
Cloramfenicol (C/D) Em 100 lactentes expostos no início da gravidez, não houve
aumento na incidência (Heinonen,1977). Terceiro trimestre: Síndrome do Bebê
Cinzento (cianose, colapso vascular e morte) Parece improvável que níveis
fetais obtidos por administração materna causem tal síndrome
Clorhexidina (B)
Cloroquina (C)
Clortetraciclina (D)



Clotrimazol (B) Não tem estudos no primeiro trimestre. O uso vaginal durante o
segundo and terceiro trimestre não demonstrou causar malformaçãos. Outros
autores: em relatos não houve aumento das malformações (Rosa e assoc,1987)
Cloxacillina (B) Não tem evidência de risco
Colistimetato (C)
D





Dapsona (C)
Demeclociclina (D)
Dicloxacillina (B)
Diritromicina (C)
Doxiciclina (D/X) Contraindicada na gravidez e amamentação. Primeiro
trimestre: efetos no desenvolvimento skeletal nos estudos de repoducção
animal. Segundo and terceiro trimestres: discoloração dental em crianças;
hepatotoxicidade materna com doses parenterais grandes. Pode causar
coloração amarelo-castanha nos dentes ou se depositare nos ossos longos,
embora não pareça inibir o crescimento (Kutscher e assoc, 1966) Esteatose
hepática ag em gestantes com Insuf. Renal (Whally e col,1964)
E





Enoxacina (C)
Eritromicina (B) Não tem evidência de risco. Usada em alérgicos à penicilina; o
feto nem sempre é tratado devidamente para sífilis
Espiramicina (C) Não há evidências embrio-fetais adversas. Apesar do tto, os
RNs podem apresentar hidrocefalia, coriorretinite e calcificações intracranianas
(Foullon e cols,1999)
Estreptomicina (D/X) (Tuberculostático) Segundo and terceiro trimestres: dano
de nervo auditório (surdez congênita) ou vestibular; usar somente se estivar
essential (quando usar: monitorar o nível sérico de steptomicina concentração).
Está assoc. à lesão do 8º nervo fetal (Conway,1965). Risco de ototoxidade com
qualquer um é 1-2%. Só devem ser usados para infecções resistentes a outros
antibióticos
Etambutol (B) (Tuberculostático)
Etionamida (B/C) (Tuberculostático)
F




Fluconazol (X/C) Evitar in primeiro trimestre—anormalidades congenitas
multiplas documentas com uso de longo prazo de doses altas. Teratogênico em
animais de experimentação e no humano quando ministrado continuadamente
no primeiro trimestre
Flucitosina (C)
Fluoroquinolonas (ciprofloxacino, norfloxacino, ofloxacino) (C) O fabricante
relata associação com artropatia irreversível em cães imaturos
Fosfomicina (B)
Furazolidona (C)
G

Gatifloxacina (C)


Gentamicina (Aminoglicosídeo) (C/D) Segundo and terceiro trimestres: dano de
nervo auditório ou vestibular; risco provávelmente é muito pequeno, mas usar
somente se benefício é maior que o risco (quando usar: monitorar o nível sérico
de gentamicina concentração)
Gentian Violt (???) (C)
Griseofulvina (D) Há um relato de sua possível associação com gêmeos unidos
(Rosa e assoc,1987) Estudos em animais indicam anomalia no SNC e esqueleto
H



Hetacillina (B)
Hexaclorofene (C)
Hidroxicloroquina (C/D)
I





Imipenem–Cilastatina Sódica (C) Eficaz contra aeróbios e anaeróbios. Não há
dados humanos sobre segurança. Há indicações para seu uso: apendicite
perfurada, infecções maternas graves
Iodina / Iodo (??) (D)
Iodoquinol (C)
Isoniazida (C) (Tuberculostático)
Itraconazol (X/C) Teratogênico em animais de experimentação e no humano
quando ministrado continuadamente no primeiro trimestre
K


Kanamicina (D)
Ketoconazol (C)
L














Levofloxacina (C)
Lincomicina (B)
Lindane (B)
Linezolid (C)
Lomefloxacina (C)
Loracarbef (B)
M
Macrolídeos (B)
Mebendazol (C) É teratogênico em animais de laboratório. Deve ser evitado até
a 9º semana.
Mefloquina (C)
Meglumina(C) Indicação: Leishmaniose / Tripanossomíase
Meropenem (B)
Metaciclina (D)
Metenamina (C)
Meticillina (B)
Metronidazol (B) Primeiro trimestre: evitar. Segundo and terceiro trimestres:
evitar regimes de dose alta (>1g). É carcinogênico em roedores e mutagênico




em bactérias, alguns autores não recomendam seu uso no 1ºT. 1700 lactentes
não houve anomalia congênita (Rosa e cols,1987)
Miconazol (C). Em relatos não houve aumento das malformações (Rosa e
assoc,1987) Outros autores: contra-indicado na gravidez pelo seu potencial
efeito inibidor na síntese androgênica. Melhor usar: Nistatina ou Clotrimazol
Minociclina (D/X) Deve ser evitada. Pode causar coloração amarelo-castanha
nos dentes ou se depositare nos ossos longos, embora não pareça inibir o
crescimento (Kutscher e assoc, 1966) Esteatose hepática ag em gestantes com
Insuf. Renal (Whally e col,1964)
Monobactam (C) Alternativa aos aminoglicosídeos. Não está associado à
ototoxidade ou toxidade renal. Não há estudos em humanos. Não é teratogênico
em roedores
Moxalactam (C)
Moxifloxacina (C)
N





Nafcillina (B)
Neomicina (C)
Nistatina (C) Não tem informação, mas absorção gastrointestinal é mínima.
Outros autores: em relatos não houve aumento das malformações (Rosa e
assoc,1987)
Nitrofurantoina (B) Estudo prospectivo com 100 gestantes tratadas não houve
aumento na incidência (Lanke e cols,1983) Associado a anemia hemolítica em
mulheres com def. de G6PD ->20.000 gestantes que receberam tto não foi
observada anemia hemolítica na mãe, nem no feto
Norfloxacina (C)
Novobiocina (C)
O




Ofloxacina (C) Evitar - artropatia em estudos de reprodução animal; existem
alternativos mais seguros
Oleandomicina (C)
Oxacillina (B)
Oxitetraciclina (D)
P











Paromomicina (C)
Penicilinas (B) Mais seguros Inibidores da Beta-lactamase.Níveis séricos na
gestante menores que em não gestantes Penicillina G (B)
Penicillina G, Benzatina (B) Não tem evidência de risco
Penicillina G, Procaina (B)
Penicillina V (B)
Pentamidina (C) Indicação: Leishmaniose / Tripanossomíase
Permetrina (B)
Piperacillina (B)
Piperazina (B)
Pirimetamina (C) Antagonista do ác. Fólico. Hengst(1972) não relatou aumento
na frequência em 64 RNs
Podofyllum Resina. Evitar – morte neonatal e teratogenesia são documentados









Praziquantel (B)
Pirantel Pamoato (C)
Pirazinamida (C) (Tuberculostático)
Piretrinas com Piperonil Butoxida (C)
Pirvinium Pamoato (C)
Polimixina B (B)
Povidona-Iodina / Povidine-Iódo(??) (D)
Primaquina (C)
Proguanil (B)
Q



Quinacrina (C)
Quinidina (C)
Quinino (D/X)
R

Rifampina (C) (Tuberculostático)
S






Sparfloxacina (C)
Spectinomicina (B)
Sulfametoxazol + Trimetoprim Primeiro trimestre: risco teratogênico teórico
(trimethoprim é um antagonista de folato). Terceiro trimestre: hemolise
neonatal e methemoglobinamia; ídeia de risco aumentado de kernictericia
parece ser sem evidência.
Sulfonamidas (B/C/D) Não houve estudos com sulfas versus anomalias
congênitas. Hiperbilirrubinemia se usadas próximo ao parto, no lactente prétermo (Landers e cols, 1973)
T-Z
Talidomida (X) Suscetibilidade diferente entre espécies diferentes. Entre 21 e
27º dias: defeitos do ouvido externo. Entre 27 e 30º dias: focomelia nos MMSS.
Entre 30 e 33º dias: focomelia nos MMII. Outros defeitos: anomalias de face,
renais e torácicas, cardiopatias, atresia anal e defeitos do tubo neural. Não é
mais disponível nos EUA, mas ainda é usada em outros países para tratamento
do LE cutâneo refratário, doença enxerto-versus-hospedeiro crônica em crianças
após transplante de medula óssea e hanseníase.
Terbinafina (B)
Terconazol (C)
Tetraciclina (D/X) Contraindicada na gravidez e amamentação.Primeiro
trimestre: efetos no desenvolvimento skeletal nos estudos de repoducção
animal. Segundo and terceiro trimestres: discoloração dental em crianças;
hepatotoxicidade materna com doses parenterais grandes Pode causar
coloração amarelo-castanha nos dentes ou se depositarem nos ossos longos,
embora não pareçam inibir o crescimento (Kutscher e assoc, 1966) Esteatose
hepática ag em gestantes com Insuf. Renal (Whally e col,1964)
Tiabendazol (C) Indicação: estrongiloidíase, ancilostomose, larva migrans. Não
há estudos em humanos, nem relato de teratogenicidade em animais
Ticarcillina (B)






Tinidazol Fabricante conselha evitar no primeiro trimestre. Segundo and terceiro
trimestres: evitar regimens de dose alta (>1g)
Tobramicina (C/D)
Trimetoprim (C/D) Primeiro trimestre: risco teratogênico teórico (trimethoprim é
um antagonista de folato). Não houve aumento na frequência de anomalias com
o uso de SMZ-TMP no primeiro trimestre (Pursell,1973) / contra-indicado,
principalmente no 1º trim
Trimetrexato (D)
Troleandomicina (C)
Trovafloxacina (C)
Vancomicina (B/C) Está associada à nefrotoxidade e ototoxidade maternas
(Hermano,1987) Usar somente se benefício potencial é maior que o risco –
monitorar de concentração de vancomicina na plasma é essential para reduzir o
risco de toxicidade fetal

Antivirais
A–I

J-Z

A–I














Abacavir (B/C) Inibidor da transcriptase reversa, aprovados para tto infecção
HIV
Aciclovir (B/C) Não tem evidência de risco; absorpção limitado no uso tópico.
Andrews e cols,1992: 239 gestantes(1ºT): =>47 abortos induzidos. => 24
espontâneos => 168 vivos. 95% não tiveram anomalias. 5% anomalias sem
padrão distinto
Amantadina (C)
Amprenavir (C)
AZT (Zidovudina) (C) Se possível evitar no primeiro trimestre; beniício de
tratamento é considerado maior do que o risco no segundo and terceiro
trimestres
Biovir [veja: zidovudina/AZT 300 mg + lamivudina/3TZ 150 mg
Cidofovir (C)
Delavirdina (C)
Didanosina (ddl)(B/C) Inibidor da transcriptase reversa, aprovados para tto
infecção HIV
Efavirenz (C)
Estavudina (d4T) (B/C) Inibidor da transcriptase reversa, aprovados para tto
infecção HIV
Famciclovir (B) Estudos de reprodução animal não demonstraram nenhum risco
— usar somente se benefício é maior que o risco.
Foscarnet (C)
Ganciclovir (C). Ganciclovir tem maior toxidade que aciclovir em animais
Idoxuridina (C)
Indinavir (C)
J–Z














Kaletra [veja: lopinavir 133,3 mg + ritonavir 33,3mg],
Lamivudina (B/C)
Nelfinavir (B)
Nevirapina (C)
Oseltamivir (C)
Ribavirina (X)
Rimantadina (C)
Ritonavir (B)
Saquinavir (B)
Stavudina (C)
Valaciclovir (B) Estudos de reprodução animal não demonstraram nenhum risco
— usar somente se benefício é maior que o risco.
idarabina (C)
Zalcitabina (ddC) (B/C) Inibidor da transcriptase reversa, aprovados para tto
infecção HIV
Zidovudina (C) Se possível evitar no primeiro trimestre; beniício de tratamento é
considerado maior do que o risco no segundo and terceiro trimestres

(Drogas) Cardiovasculares

A B C D E F G H I M N O P Q R S T U–Z
A










Acebutolol (B/D)
Acetazolamida (C)
Acetildigitoxina (C)
Ácido Etacriníco (B/D)
Adenosina (C) Atravessa a placenta e foi usado para tto de arritmias fetais sem
efeitos adversos (Rey e cols,1985)
Amilorida (B/D)
Amiodarona (C/D). Atravessa a placenta e foi usado para tto de arritmias fetais
sem efeitos adversos (Rey e cols,1985)
Amlodipina (C)
Amrinona (C)
Atenolol (C/D) Vários foram usados sem efeitos adversos aparentes no Reino
Unido. Sibai e assoc,1990: o tto da PE ou HASC com Labetolol não melhorou a
evolução perinatal em comparação com mulheres HASC não tratadas
Atorvastatina (X)
B







Benazepril (C/D)
Bendroflumetiazida (C/D)
Benztiazida (C/D)
Bepridil (C)
Betaxolol (C/D)
Bisoprolol (C/D)
Bretilium (C)

Bumetanida (C/D)
C
















Candesartan Cilexetil (C/D)
Captopril (D) IECA. Hipocalvária congênita, anomalias renais, nefrotoxidade,
anúria fetal, hipoplasia pulmonar, oligoâmnio e morte. Não devem ser usados
durante a gravidez.
Carteolol (C/D)
Carvedilol (C/D)
Celiprolol (B/D)
Cerivastatina (X)
Ciclandelato (C)
Ciclopentiazida (C/D)
Ciclotiazida (C/D)
Clofibrato (C)
Clonidina (C)
Clorotiazida (C/D)
Clortalidona (B/D)
Colesevelam (B)
Colestipol (B)
Colestiramina (C)
D












Deslanosida (C)
Dextrotiroxina (C)
Diazoxida (C)
Diclorfenamida (C)
Digitalis (C)
Digitoxina (C)
Digoxina (C) Indcação: ICC, Flutter ou FA. Atravessa rapidamente a barreira,
porém não há evidências de que cause efeitos fetais
Diltiazem (C) Antagonista do canal de Cálcio. Atravessa a placenta e foi usado
para tto de arritmias fetais sem efeitos adversos (Rey e cols,1985)
Dioxilina (C)
Dipiridamol (C)
Disopiramida (C)
Dofetilida (C)
E







Enalapril (D) IECA. Hipocalvária congênita, anomalias renais, nefrotoxidade,
anúria fetal, hipoplasia pulmonar, oligoâmnio e morte. Não devem ser usados
durante a gravidez.
Encainida (B)
Epoprostenol (B)
Eprosartan (C/D)
Eritritil Tetranitrato (C)
Esmolol (C)
Espironolactona (D) Pode causar feminização em fetos masculinos

F









Felodipina (C)
Fenofibrato (C)
Fenoldopam (B)
Fenoxibenzamina (C)
Fentolamina (C)
Flecainida (C)
Flosequinan (C)
Fluvastatina (X)
Fosinopril (C/D)
Furosemida (C/D) Uso comum, não há associação com anomalias no inicio da
gestação
G






Gemfibrozil (C)
Gitalina (C)
Glicerina (C)
Guanabenz (C)
Guanadrel (B)
Guanfacina (B)
H




Hexametonium (C)
Hidralazina (C) Usada no tto na 2º metade da gestação. Há relatos de
hematomas, petéquias, trombocitopenia e leucopenia
Hidroclorotiazida (B/D) Não houve aumento da incidência de anomalias em mais
de 60 gestantes no 1ºT e em 5000 que tomaram mais tarde (Heinonen e
cols,1977)
Hidroflumetiazida (C/D)
I








Ibutilida (C)
Indapamida (B/D)
Irbesartan (C/D)
Isosorbida (C)
Isosorbida Dinitrato (C)
Isosorbida Mononitrato (C)
Isoxsuprina (C)
Isradipina (C)
L



Labetalol (C/D)
Lanatosida C (C)
Lidocaina (B) Atravessa a placenta e foi usado para tto de arritmias fetais sem
efeitos adversos (Rey e cols,1985)



Lisinopril (D) IECA. Hipocalvária congênita, anomalias renais, nefrotoxidade,
anúria fetal, hipoplasia pulmonar, oligoâmnio e morte. Não devem ser usados
durante a gravidez.
Losartan (C/D)
Lovastatina (X)
M














Mannitol (C)
Mecamilamina (C)
Mepindolol (C/D)
Metazolamida (C)
Metildopa (B) Amplamente utilizado. Não há grandes estudos epidemiológicos,
mas a experiência comprova segurança
Meticlotiazida (B/D)
Metirosina (C)
Metolazona (B/D)
Metoprolol (C/D)
Mexiletina (C)
Milrinona (C)
Minoxidil (C)
Moexipril (C/D)
Moricizina (B)
N











Nadolol (C/D)
Niacina (A/C)
Nicardipina (C)
Nicotinil Alcool (C)
Nifedipina (C) Antagonista do canal de Cálcio. Atravessa a placenta e foi usado
para tto de arritmias fetais sem efeitos adversos (Rey e cols,1985). Foi
associado a oligoâmnio e a perda fetal, porém sem relatos consistentes
ilidrina (C)
Nimodipina (C)
Nisoldipina (C)
Nitrito de Amil(C)
Nitroglicerina (B/C)
Nitroprussida (C)
O


Ouabaina (B)
Oxprenolol (C/D)
P




Pargilina (C)
Penbutolol (C/D)
Pentaeritritol Tetranitrato (C)
Perindopril (C/D)








Pindolol (B/D)
Politiazida (C/D)
Pravastatina (X)
Prazosina (C)
Probucol (B)
Procainamida (C) Atravessa a placenta e foi usado para tto de arritmias fetais
sem efeitos adversos (Rey e cols,1985)
Propafenona (C)
Propranolol (C/D) Embora associado com RCIU anteriormente, em uma revisão
de 5 estudos prospectivos, essas complicações só foram identificadas em 4%
(Ritmensch e cols,1983) Vários foram usados sem efeitos adversos aparentes
no Reino Unido. Sibai e assoc,1990: o tto da PE ou HASC com Labetolol não
melhorou a evolução perinatal em comparação com mulheres HASC não
tratadas.
Q



Quinapril (C/D)
Quinetazona (C/D)
Quinidina (C)
R


Ramipril (C/D)
Reserpina (C)
S


Simvastatina (X)
Sotalol (B/D)
T









Telmisartan (C/D)
Tiazídicos => próximo ao parto => trombocitopenia neonatal
Timolol (C/D)
Tocainida (C)
Tolazolina (C)
Trandolapril (C/D)
Triamterene (C/D)
Triclormetiazida (C/D)
Trimetafan (C)
U–Z



Urea (C)
Valsartan (C/D)
Verapamil (C) Antagonista do canal de Cálcio.

Citostáticos
A–E

F–M

N-Z

A–E













Aminopterina (X) Baixa estatura, retardo de ossificação da calvária,
craniossinostose, hidrocefalia, orelhas anormais, hipertelorismo ocular,
micrognatia e fenda palatina.
Asparaginase (C)
Bexarotene (X)
Bleomicina (D)
Busulfan (D)
Clorambucil (D)
Cisplatina (D)
Ciclofosfamida (D) Ausência de dedos das mãos e dos pés, com hipoplasia dos
outros dedos, fenda palatina, a.coronária única, ânus imperfurado e CIUR com
microcefalia. Glantz (1994): agentes alquilantes devem ser evitados no início da
gravidez, se possível, podendo ser administrados no restante
Citarabina (D)
Dacarbazina (C)
Dactinomicina (C)
Daunorubicina (D)
Doxorubicina (D)
Epirubicina (D)
Etoposida (D)
F-M











Fluorouracil (D/X)
Hidroxiurea (D)
Idarubicina (D)
Interferon Alfa (C) (incluindo: Interferon Alfa-n3, -NL, -2a, and -2b)
Laetrile (C)
Leuprolida (X)
Mecloretamina (D)
Melfalan (D)
Mercaptopurina (D)
Metotrexato (X)
Mitoxantrona (D)
N–Z







Plicamicina (Mitramicina) (X)
Procarbazina (D)
Tamoxifen (D)
Teniposida (D)
Tioguanina (D)
Tiotepa (D)
Tretinoina (Sistémico) (D)




Trimetrexato (D)
Vinblastina (D)
Vincristina (D)
Vinorelbina (D)

Drogas Lícitas E Ilícitas







Álcool. Potente teratógeno.Não há nível seguro para ingestâo de álcool durante
a gestação. Jones e cols. (1973): Síndrome Alcoólica fetal. Deficiência de
crescimento pré e pós-natal. Retardo mental. Distúrbios do comportamento.
Fáscies típica: fissuras palpebrais curtas, pregas epicânticas, meio da face
plano, hipoplasia da face média, lábio superior fino,microcefalia leve a
moderada, estatura pré-puberal. Outros: defeitos cardíacos congênitos,
cerebrais, dos membros, geniturinários, espinha bífida. Ingestão > 85 ml de
álcool absoluto/ dia ( 4 a 6 drinques/ dia)
Anfetaminas: não há evidências de anomalias congênitas
Cocaína (C/X) Complicações maternas: IAM, arritmias, ruptura aórtica, AVC,
convulsões, isquemia intestinal, hipertermia e morte súbita. Complicações
fetais: DPP, ruptura vascular no embrião ou feto ( lesões cerebrais, atresia
intestinal). Anomalia do ventre em ameixa: anomalias do trato geniturinário
Dietilamida do ácido lisérgico (LSD) Não tem evidência de teratogenicidade
Fenciclidina Não tem evidência de teratogenicidade
Heroína. Parece não causar anomalias congênitas. Morbidades: RCIU, morte
perinatal, complicações perinatais graves, atraso do desenvolvimento leve ou
distúrbios comportamentais. Sintomas de abstinência em RNs: tremores,
irritabilidades, espirros, vômitos, febre, diarréia e convulsões.
LSD (Dietilamida do ácido lisérgico) Não tem evidência de teratogenicidade
Metadona. Usada no tratamento de manutenção para vício em heroína. Não há
evidências de anomalias congênitas. Relacionada à síndrome de abstinência
( mais grave e mais prolongada que a da heroína) e baixo peso ao nascer.
Tabaco. Abortamentos espontâneos. Baixo peso ao nascer. Maior índice de
mortalidade perinatal. DPP. Parece não causar malformações
T’s and blues Não tem evidência de teratogenicidade

Hormônios
A–C

D–E

F–L

M–R

S–Z

A-C



Acarbose (B) (antidiabético)
Acetohexamida (C) (antidiabético)
ACHO (X) Dados iniciais apontavam aumento do risco de defeitos
cardiovasculares e redução de membros. FDA (1988): retirada da advertência
na bula. Raman-Wilms (1995): não houve associação entre exposição e
malformações genitais fetais
Aminoglutetimida (C) (agente antiadrenal)
Androgênios (X) Virilização da genitália externa em fetos femininos













Agonistas do GnRH: poucos estudos
Beclometasona (C)
Betametasona (C/D)
Budesonida (C)
Calcitonina-Salmon (C)
Carbimazol (D) (antitiroide)
Clomifen (X) (estrogênio)
Clorotrianisene (X) (estrogênio)
Clorpropamida (C) (antidiabético)
Contraceptivos orais (X)
Corticosteróides (B) fenda labial em animais
Corticotropina/Cosintropina (C)
Cortisona (C/D)
D–E










Danazol (X) Virilização da genitália externa em fetos femininos
Desmopressina (B)
Dexametasona (C/D)
Dienestrol (X) (estrogênio)
Dietilstilbestrol (X) (estrogênio) Adenocarcinoma de células claras da vagina e
da cérvice. Anormalidades estruturais macroscópicas da cérvice e da vagina.
Malformações uterinas, hipoplasia uterina, cistos paraovarianos. Parto prétermo, gravidez ectópica e abortamentos espontâneos. Cistos de epidídimo,
testículos hipoplásicos e criptorquidismo.
Estradiol (X) (estrogênio)
Estrogênios, Conjugados (X) (estrogênio)
Estrogênios (Dietilestilbestrol) (X) Adenocarcinoma de células claras da vagina e
da cérvice. Anormalidades estruturais macroscópicas da cérvice e da vagina.
Malformações uterinas, hipoplasia uterina, cistos paraovarianos. Parto prétermo, gravidez ectópica e abortamentos espontâneos. Cistos de epidídimo,
testículos hipoplásicos e criptorquidismo.
Estrona (X) (estrogênio)
Etinil Estradiol (X) (estrogênio)
Etinodiol (D) (progesterona)
Etisterona (D) (progesterona)
F –L











Glimepirida (C) (antidiabético)
Glipizida (C) (antidiabético)
Gliburida (C) (antidiabético)
Hidrocortisona (C/D)
Hidroxiprogesterona (D) (progesterona)
Iodotirina (A) (agente tiroide)
Insulina (B) (antidiabético) Droga de eleição durante a gestação e a
amamentação (American College of Obstetricians and Gynecologists, 1994)
Iódo Sódico 131I(X) (antitiroide)
Leuprolida (X)
Levotiroxina (A) (agente tiroide)
Linestrenol (D) (progesterona)



Liotironina (A) (agente tiroide)
Liotrix (A) (agente tiroide)
Lypressina (C)
M–R

















Medroxiprogesterona (D) (progesterona)
Mestranol (X) (estrogênio)Metformina (B) (antidiabético)
Metformina (B)
Metimazol (D) (antitiroide) (indicação: hipertireoidismo) Hipotireoidismo e bócio
no concepto. Melhorar usar propiltiouracil
Mifepristona (X)
Miglitol (B) (antidiabético)
Noretindrona (X) (progesterona)
Noretinodrel (X) (progesterona)
Norgestrel (X) (progesterona)
Pílulas de teste de gravidez (X) (estrogênio+progesterona)
Pioglitazona (C) (antidiabético)
Prednisolona (C/D)
Prednisona (C/D)
Propiltiouracil (D) (antitiroide) (indicação: hipertireoidismo) Droga de escolha
Protirelina (C) (agente tiroide)
Repaglinida (C) (antidiabético)
Rosiglitazona (C) (antidiabético)
S-Z












Somatostatina (B)
Tamoxifen (D)
Testosterona (X) Virilização da genitália externa em fetos femininos
Tireotrofina (A) não atravessa a barreira placentária
Tiroglobulina (A) (agente tiroide)
Tiroid (A) (agente tiroide)
Tirotropina (C) (agente tiroide)
Tolazamida (C) (antidiabético)
Tolbutamida (C) (antidiabético)
Triamcinolona (C/D)
Troglitazona (B) (antidiabético)
Vasopressina (B)

(Drogas Para) Sistema Nervoso Central

A B C D E F H I K L M N O P Q R S T-Z
A

Acetaminofen (B)
Acetofenazina (C)














Ácido Mefenámico (C/D)
Alfaprodina (C/D)
Alfentanil (C/D)
Alprazolam (D)
Amantadina (C)
Amfetamina (C)
Amitriptilina (C)
Amobarbital (D/B)
Amoxapina (C)
Anileridina (B/D)
Antidepressivos: Malformações de membros (1ºT) Associados com hipotensãoà
fluxo útero-placentário
Antipirina (C)
Aprobarbital (C)
Aspirina (C/D)








B
Benzodiazepínicos C/D
Bromidas (D)
Buprenorfina (C)
Bupropion (B)
Buspirona (B)
Butalbital (C/D)
Butaperazina (C)
Butorfanol (C/D)

















C
Carbonato de Lítio (C) Indicação: Doença mental afetiva. Estudos recentes
demonstram que não é um grande teratógeno
Cafeina (B)
Carbidopa (C)
Carfenazina (C)
Celecoxib (C/D)
Ciclazocina (D)
Citalopram (C)
Clomipramina (C)
Clonidina (C)
Clorazepato (D)
Clorodiazepoxida (D)
Clorohidrato (C)
Clorpromazina (C)
Clorprotixene (C)
Clozapina (B)
Codeina (C/D)
Curare. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
D


Desipramina (C)
Dexfenfluramina (C)












Dextroamfetamina (C)
Diazepam (D) Teratogenicidade controversa => fenda palatina e malformações
dos membros em relatos de caso => estudos maiores sugerem ser esse risco
inconsistente (Brigg e cols,1994)
Dibenzepina (D)
Diclofenaco (B/D)
Dicloralfenazona (B)
Dietilpropion (B)
Diflunisal (C/D)
Dihidrocodeina Bitartrato (B/D)
Dipirona (C/D) Não é aprovada pelo FDA
Dotiepina (D)
Doxepina (C)
Droperidol (C)
E







Ecstasi (C)
Ergotamina (X)
Etanol (D/X)
Etclorvinol (C)
Etinamato (C)
Etodolac (C/D)
Etoheptazina (C)
F


















Fenacetina (B)
Fenazocina (C/D)
Fenciclidina (X)
Fendimetrazina (C)
Fenelzina (C)
Fenfluramina (C)
Fenilbutazona (C/D)
Fenobarbital (D)
Fenoprofen (B/D)
Fentanil (C/D)
Fentermina (C)
Flupentixol (C)
Flufenazina (C)
Flunitrazepam (D)
Fluoxetina (B/C) Não causa sedação, hipotensão ou constipação
Flurazepam (X)
Flurbiprofen (B/D)
Fluvoxamina (C)
H


Haloperidol (C)
Halotano. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)



Heroina (B/D)
Hidrocodona (C/D)
Hidromorfona (B/D)
I









Ibuprofen (B/D)
IMAO (C) – evitar.
Imipramina (D)
Indometacina (B/D)
Iprindol (D)
Iproniazid (C)
IRSS (B/C)
Isocarboxazid (C)
Isoflurano. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
K


Ketoprofen (B/D)
Ketorolac (C/D)
L







Levallorfan (D
Levodopa (C)
Levorfanol (C/D)
Lisergico Ácido Dietilamida (C)
Lítio (C/D) Indicação: Doença mental afetiva. Estudos recentes demonstram que
não é um grande teratógeno
Loxapina (C)
Lorazepam (D)
M















Maprotilina (B)
Marconha (C)
Mazindol (C)
Mebanazina (C)
Meclofenamato (B/D)
Mefobarbital (D)
Meloxicam (C/D)
Meperidina (B/D) no1ºT 4,8% desenvolvem polidactilia e/ou hipospadia;
amamentação: liberado. Síndrome da abstinência neonatal.
Meprobamato (D)
Mesoridazina (C)
Metadona (B/D)
Metamfetamina (C)
Metaqualona (D)
Metarbital (D)
Metilfenidato (C)






Metotrimeprazina (C)
Metoxiflurano. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante
o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
Midazolam (D)
Mirtazapina (C)
Molindona (C)
Morfina (B/C/D) pode causar depressão respiratória no RN; amamentação
liberado porém monitorar RN e evitar doses muito altas. Síndrome da
abstinência neonatal.
N










Nabumetona (C/D)
Nalbufina (B/D)
Nalorfina (D)
Naloxona (B)
Naltrexona (C)
Naproxen (B/D)
Naratriptan (C)
Nefazodona (C)
Nialamida (C)
Nortriptilina (D)
O







Opipramol (D)
Oxaprozina (C/D)
Oxazepam (D)
Oxicodona (B/D)
Óxido nitroso. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante
o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
Oxifenbutazona (C)
Oximorfona (B/D)













P
Paracetamol (B) droga de escolha
Paroxetina (C)
Pemolina (B)
Pentazocina (C/D)
Pentobarbital (D)
Perfenazina (C)
Piperacetazina (C)
Piroxicam (C/D)
Proclorperazina (C)
Promazina (C)
Propofol (B)
Propoxifene (C/D)
Protriptilina (C)
Q


Quazepam (X)
Quetamina (B) Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante
o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
R


Rizatriptan (C)
Rofecoxib (C/D)
S







Secobarbital (D)
Selegilina (C)
Sertralina (B/C) Não causa sedação, hipotensão ou constipação
Succinilcolina (C) Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação.
Durante o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
Sufentanil (C/D)
Sulindac (B/D)
Sumatriptan (C)
T-Z
















Temazepam (X)
Tetrabenazina (C)
Tiopental. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
Tiopropazato (C)
Tioridazina (C)
Tiotixene (C)
Tolmetina (C/D)
Tramadol (C)
Tranilcipromina (C)
Trazodona (C)
Triazolam (X)
Trifluoperazina (C)
Triflupromazina (C)
Venlafaxina (C)
Zolpidam (B)
Zuclopentixol (C)

Vacinas, Serums E Toxoides
Também veja: tabela vacinas



BCG (C)
Colera (C)
Escherichia coli (C)
Estreptococo Grupo B (C)



























Febre amarela (D)
Febre tifoide
Ciguatoxina (X)
Haemofilus b Conjugato (C)
Hepatite A (C)
Hepatite B (C). Inicado quando mãe HBsAG negativo c/ esposo +.
HPV: Não recomendado na gestação
Immuno Globulina, Hepatite B (C)
Immuno Globulina Intramuscular (C)
Immuno Globulina Intraveno (C)
Immuno Globulina, Raiva (C)
Immuno Globulina, Têtano (C)
Immuno Globulina, Varicella-Zoster (Human) (C)
Influenza (C) – recomendade nas mulheres de risco aumentado
Sarampo (Measles) (X/C)
Meningococcal (C)
Paréra/Caxumba (Mumps, Bof) (X/C)
Peste (C)
Pneumococcal Polivalent (C)
Poliovirus Inactivated (C)
Poliovirus Live (C)
Raiva (Rabies Human) (C)
Rubella (X/C)
Variola (Smallpox) (X)
Têtano/Difteria Toxoides (Adulto) (C) - 2ª dose: no mínimo 20 dias antes do
parto
Tularemia (C)
Varicella Virus (C)

Vacina

Permitida

Contra-Ind.

Composição

Hepatite A

Falta dados

Vírus inativado

Hepatite B

SIM

Partículas virais

Influenza

Recomendada

Sarampo

SIM

Vírus atenuado

Caxumba

SIM

Vírus atenuado

Pneumocócica

Falta dados

Ags capsulares

Pólio

Evitar

Salk - Sabin

Rubéola

SIM

Vírus atenuado

dT

Recomendada

Toxóide

Varicela

SIM

Vírus atenuado

BCG

SIM

Bact. atenuada

Raiva

SIM

Vírus inativado

Febre Amarela

S/N

Vírus atenuado

Varicela:
2 doses: 1 anos 4-6 anos
Mais que 5 dias antes do parto (???): variela neonatal precoce (leve)
Entre 5 dias antes e 2 dias depois o parto: varicela neonatal tardia (grave): com 30%
de óbito

Vitaminas
A–M

N-Z

A–M







Ácido Fólico (A/C)
Ácido Pantoténico (A/C)
Acitretina (X)
Azatioprina (D)
b-Carotena (C) Não mostrou ser teratogênico
Calcifediol (C/D)
Calcitriol (C/D)
Colecalciferol (C/D)







Dihidrotachisterol (A/D)
Ergocalciferol (A/D)
Etretinato (X)
Fitonadiona (C)
Isotretinoina (X) Microtia ou anotia, micrognatia, fenda palatina, defeitos do
coração e dos grandes vasos, anormalidades tímicas e oculares, malformações
cerebrais. Meia-vida: 10 a 12 horas
Leucovorina (C)
Menadiona (CM/X)
N–Z













Niacina (A/CM)
Niacinamida (A/C)
Pyridoxina (A)
Riboflavina (A/C)
Tiamina (A/C)
Tretinoina (Sistémico) (D)
Tretinoina (Tópico) (C)
Vitamina A (A/X) dose teratogênica: 25.000 a 50.000 UI diárias
Vitamina B12 (A/C)
Vitamina C (A/C)
Vitamina D (A/D)
Vitamina E (A/C)
Vitaminas, Multiplas (A)

Outras Drogas E Substâncias

A B C D E F G H I K L M N O P Q R S T U V-Z

A

AAS (C/D) oligoidrâmnio, fechamento prematuro do canal arterial, hipertensão
pulmonar, risco de hemorragias, pode prolongar a gestação

Acebrofilina (mucolítico) Evitar no 1º Trimestre

Acebutolol (B/D)

Acetilcolina (C)

Acetilcisteína (B) (mucolítico)

Ácido Aminocapróico (C) (hemostático)

Ácido Hidriódico (D)

Ácido Iocetámico (D)

Ácido Iopanoico (D)

Ácido Tranexamíco (B) (hemostático)











Acitretina (X)
Albuterol (C)
Allopurinol (C)
Alteplase (C) (trombolítico)
Ambenonium (C)
Aminofillina (C) (broncodilatodor)
Ammonium Clorida (B)
Anagrelida (C)
Anisotropina (C)
Aprotinina (B) (hemostático)
Aspartame (B/C) Permitido na gestação (Sturtevant, 1985) com controvérsias
na amamentação. Restrição em mulheres com fenilcetonúria
Atonolol (D)
Atorvastatina (X)
Atracurium (C)
Atropina (C) (antiespasmódico)
Aurotioglucose (C)
Azathioprina (D) Foram descritas anormalidades hematológicas neonatais
(pancitopenia fatal)
Azul deEvans (C)







B













Baclofen (C)
Beclometasona (C) (corticoide inalatório)
Belladonna (C)
Benztropina (C)
Betanecol (C)
Betaxolol (C/D)
Biperiden (C)
Bismut Subsalicilato (C)
Bisoprolol (C/D)
Bromexina (mucolítico) (B)
Bromocriptina (C)
Buclizina (C)
Budesonida (C) (corticoide inalatório)Camphor (C)
Bupivacaína. Não é teratogênico. pode ser usado durante a gestação e parto
C





Carbacol (C)
Carisoprodol (C)
Carteolol (C/D)
Carvedilol (C/D)
Casantranol (C)



























Cascara Sagrada (C)
Celiprolol (B/D)
Cerivastatina (X)
Cevimelina (C)
Ciclamato (C) Não existem estudos controlados
Ciclizina (B)
Ciclobenzaprina (B)
Ciclosporina (C) toxicidade materna significativa, principalmente
nefrotoxicidade
Cicrimina (C)
Ciguatoxina (X)
Cilostazol (C)
Cimetidina (B) (Antiulceroso)
Cisaprida (C)
Citrato de potássio (A)
Clidinium (C)
Clorato de potássio (A)
Clorido de ammonio (B)
Clorzoxazona (C)
Colchicina (D)
Colestiramina (C)
Clofibrato (hipolipemiante) (C/X)
Cocaina (C/X)
Codeina (C/D)
Colesevelam (B)
Colestipol (B)
Cromolina Sódico (B) (inalatório)
Curare. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
D



















Dantrolene (C)
Dantron (C)
Decametonium (C)
Deferoxamina (C)
Demecarium (C/X)
Dextrometorfan (C)
Dextrotiroxina (C)
Diatrizoato (D)
Diciclomina (B) (antiespasmódico)
Difemanil (C)
Difenoxilato (C)
Difillina (C) (broncodilatodor)
Dimenhidrinato (B)
Dimeticona (B)
Dipirona (C/D) Não é aprovada pelo FDA
Disulfiram (C)
Dobutamina (B)
Docusato de Cálcio (C)
Docusato de Potássio (C)






Docusato de Sódio(C)
Dolasetron (B)
Dopamina (C)
Doxazosina (C)
Doxilamina (A)
Droperidol (C)
E











Ecotiofato (C)
Edrofonium (C)
Efedrina (C)
Eletricidade (D)
Epinefrina (C)
Epoetina Alfa (C) (hematopeótico)
Ergotamina (X)
Esmolol (C)
Etanercept (B)
Etopropazina (C)
Etretinato (X)
F












Famotidina (B) (antiulceroso)
Fenazopiridina (B)
Fenilefedrina (descongestionante) evitar 1ºT
Fenilefrina (C)
Fenilpropanolamina (C)
Fenofibrato (C)
Fenolftaleina (C)
Fenoterol (B)
Fisostigmina (C)
Flavoxato (B)
Fluoresceina Sódica (B)
Fluvastatina (X)
G












Gadopentetato Dimeglumina (C)
Gemfibrozil (C)
Glatiramer (B)
Glicerol Iodado (X)
Glicopirrolato (B)
Gluconato de potássio (A)
Granisetron (B)
Guaifanesina (expectorante) (C) evitar no 1º trimestre (Committee on
Drugs,1994)
Guanabenz (C)
Guanadrel (B)
Guanetidina (C)
Guanfacina (B)







H
Halotano. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
Hexociclium (C)
Hexoprenalina (C)
Hidrocodona (C/D)
Hidroxicloroquina (C)
Hiperalimentação, Parenteral (C)
Homatropina (C)
I





















Implantos de silicone (seios) (C)
Interferon Alfa (C) (incluindo interferon Alfa-n3, -NL, -2a, and -2b)
Interferon Beta-1b (C)
Interferon Gamma-1b (C)
Iodamida (D)
Iodeto de Potássio (expectorante) (D) Contra-indicado uso prolongado;
hipotireoidismo/ bócio no RN
Iodo de potássio 125I (X)
Iodo de potássio 131I (X)
Iodipamida (D)
Iodoxamato (D)
Iotalamato (D)
Ipodato (D)
Ipratropium (B)
Isoetarina (C)
Isoflurano. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
Isoflurofato (C)
Isometeptene (C)
Isopropamida (C)
Isoproterenol (C)
Isotretinoina (X) Microtia ou anotia, micrognatia, fenda palatina, defeitos do
coração e dos grandes vasos, anormalidades tímicas e oculares, malformações
cerebrais. Meia-vida: 10 a 12 horas
Isoxsuprina (C)
K

Kaolina/Pectina (C)
L







Labetalol (C/D)
Lactulose (B)
Lansoprazol (B/C) (antiulceroso)
Leflunomida (X)
L-Hiosciamina (C)
Lidocaína (B) Não é teratogênico. pode ser usado durante a gestação e parto.
Lipidas (C)



L-Lysina (C)
Loperamida (B)
Lovastatina (X)
M




























Magnesio Sulfato (B)
Meclizina (B)
Mefentermina (C)
Mepenzolato (C)
Meperidina (B/D) no1ºT 4,8% desenvolvem polidactilia e/ou hipospadia;
amamentação: liberado. Síndrome da abstinência neonatal.
Mepindolol (C/D)
Mesalamina (B)
Metantelina (C)
Metaproterenol (C)
Metaraminol (C)
Metilene Azul (C/D)
Metilergonovina Maleato (C)
Metixene (C)
Metocarbamol (C)
Metoclopramida (B)
Metoprolol (C/D)
Metotrexato (D)
Metoxsalen (C)
Metoxamina (C)
Metoxiflurano. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante
o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
Metrizamida (D)
Metrizoato (D)
Metscopolamina (C)
Micofenolato Mofetil (C)
Midodrina (C)
Misoprostol (X) Seqüência de Möebius (paralisia de sexto e sétimo pares
cranianos), redução de membros e anomalias do SNC
Morfina (B/D) pode causar depressão respiratória no RN; amamentação liberado
porém monitorar RN e evitar doses muito altas. Síndrome da abstinência
neonatal.
Montelukast (B)
N









Nadolol (C/D)
Nafazolina (descongestionante) não tem estudo controlado
N-butilescopolamina (C) (antiespasmódico)
Nedocromil Sódico (B) (inalatório)
Neostigmina (C)
Niacina (A/C)
Nizatidina (B) (antiulceroso)
Nonoxynol-9/Octoxynol-9 (C)
Norepinefrina (D)

O
















Octreotida (B)
Óleo Etiodizédicol (D/C)
Óleo Mineral (C)
Olsalazina (C)
Omeprazol (C) (antiulceroso)
Ondansetron (B)
Opium (B/D)
Orfenadrina (C)
Orlistat (B)
Ouro sódico Tiomalato (C)
Oxibutinina (B)
Óxido nitroso. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante
o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
Oxifenciclimina (C)
Oxifenonium (C)
Oximetazolina (C)
Oxprenolol (C/D)
Oxtrifillina (C) (broncodilatodor)
P



























Pancuronium (C)
Pantoprazol (B) (antiulceroso)
Paracetamol (B) droga de escolha
Paregoric (B/D)
Penbutolol (C/D)
Penicillamina (D)
Pentoxifillina (C)
Pilocarpina (C)
Pindolol (B/D)
Piperidolato (C)
Piridostigmina (C)
Potássio Iodado (D)
Prazosina (C)
Probenecid (C)
Probucol (hipolipemiante) (X)
Procaína. Não é teratogênico. pode ser usado durante a gestação e parto
Prociclidina (C)
Proclorperazina (C)
Prometazina (C)
Propantelina (C)
Propranolol (C/D)
Podofilox (C)
Podofyllum (C)
Pravastatina (X)
Probucol (B)
Protamina (C) (=antiheparina)
Pseudoefedrina (C)

Q
Quetamina. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
R



Rabeprazol (B)
Ranitidina (B) (antiulceroso)
Ritodrina (B)
S











Saccarina (C) Não existem estudos controlados
Scopolamina (C)
Senna (C)
Simeticona (C)
Simvastatina (X)
Sódio Iodado (D)
Sotalol (B/D)
Streptokinase (C) (trombolítico)
Succinilcolina (C) Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação.
Durante o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
Sucralfato (B)
Sulfasalazina (B/D)
T
















Tacrolimus (C)
Talidomida (X)
Teofillina (C) (broncodilatodor)
Terazosina (C)
Terbutalina (B)
Terpin Hidrato (D)
Tetracaína. Não é teratogênico. pode ser usado durante a gestação e parto
Tifenamil (C)
Timolol (C/D)
Tiopental. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
Tiropanoato (D)
Triamcinolona (C) (corticoide inalatório)
Tridihexetil (C)
Trientina (C)
Trihexifenidil (C)
Trimetobenzamida (C)
U


Urokinase (B) (trombolítico)
Ursodiol (B)



V-Z
Vastatinas (hipolipemiantes) (X)
Zafirlukast (B)
Zileuton (B)

2D. Drogas na lactação
1) Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação
2) Lista alfabética:

ABCDEFGHIKLMNOPQRSTVWZ

Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação

Grupo farmacológico

Fármacos
recomendados

Evitar uso/usar com
cuidado

Benzodiazepínicos

Lorazepam, midazolam,
diazepam *, nitrazepam *

Alprazolam

Neurolépticos

Sulpiride

Clorpromazina, clozapina,
haloperidol, prometazina

Antidepressivos

Sertralina, paroxetina,
citalopram, moclobenida

Fluoxetina, nefazodone,
bupropiona, lítio

Antiepiléticos

Fenitoína, carbamazepina
*, ácido valpróico

Etosuximida, fenobarbital,
primidona

Opióides

Codeína, propoxifeno,
morfina *

Meperidina, metadona

Analgésicos e antiinfla
matórios não-esteróides

Paracetamol, ibuprofeno,
cetorolaco, celecoxib

Naproxeno, ácido
acetilsalicílico+

Corticosteróides

Prednisona, hidrocortisona,
dexametasona

Anti-histamínicos

Loratadina, fexofenadina,
terfenadina

Broncodilatadores

Aminofilina, teofilina,
salbutamol

Anti-hipertensivos

Nifedipina, nimodipina,
metildopa, captopril#,
enalapril#, propranolol,
hidralazina

Atenolol, acebutolol,
diuréticos, reserpina,
telmisartan

Antiarrítmicos

Digoxina, verapamil,
lidocaína, procainamida,
quinidina

Amiodarona

Antiácidos

Hidróxido de alumínio,
hidróxido de magnésio,
cimetidina

Bicarbonato de sódio

Antieméticos

Domperidona,
dimenidrinato

Metoclopramida

Antiparasitários

Albendazol, mebendazol,
levamisol, praziquantel

Ivermectina

Antibióticos &

Beta-lactâmicos,
macrolídeos,
aminoglicosídeos,
sulfonamidas||,
metronidazol, clindamicina

Fluorquinolonas,
tetraciclinas, cloranfenicol

Antituberculosos ¶

Isoniazida, rifampicina,
pirazinamida, etambutol,
estreptomicina

Etionamida

Antifúngicos

Nistatina, miconazol,
fluconazol, cetoconazol

Griseofulvina, anfotericina
b

Antivirais

Aciclovir

Demais antivirais

Prometazina *, clemastina

Antitireoideanos

Propiltiouracil

Iodeto de potássio

Antidiabéticos

Insulina, glibenclamida

Metformin

Contraceptivos
hormonais

Levonorgestrel **,
medroxiprogesterona**,
noretisterona

Etilnilestradiol

Anticoagulantes

Heparina, warfarim

Fenindiona

Imunossupressores

Azatioprina, ciclosporina

|| Evitar em crianças com hiperbilirrubinemia e deficiência de desidrogenase

glicose-6-fosfato.

¶ Monitorizar lactente para icterícia.

** Uso somente após 6 semanas do parto.

* Usar por períodos curtos. Observar sonolência.

+ Permitido uso em doses baixas (100 mg/dia).

# Evitar uso no pós-parto imediato.

& Risco de alteração da flora intestinal e hipersensibilização.

Alfabético

ABCDEFGHIKLMNOPQRSTVWZ
.

A
AAS - Permitido uso em doses baixas (100 mg/dia). Melhor usar: paracetamol,
ibuprofeno, cetorolaco, celecoxib

Acebutolol - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –
cuidado! Tentar evitar. Melhor usar: nifedipina, nimodipina, metildopa, captopril,
enalapril, propranolol ou hidralazina
Acetilcisteína (mucolítico) Amamentação: liberado
Acetominofeno – usualmente compatível com amamentação
Acetazolamida – usualmente compatível com amamentação
Acitretin – usualmente compatível com amamentação
Ácido 5-aminosalicílico - tem sido associada com efeitos significativos em alguns
lactentes – cuidado!
Ácido acetilsalicílico - Permitido uso em doses baixas (100 mg/dia). Melhor usar:
paracetamol, ibuprofeno, cetorolaco, celecoxib
Ácido flufenâmico – usualmente compatível com amamentação
Ácido iopanóico – usualmente compatível com amamentação
Ácido mefenâmico – usualmente compatível com amamentação
Ácido nalidíxico – usualmente compatível com amamentação
Aciclovir – usualmente compatível com amamentação
ACHO – usualmente compatível com amamentação. Estrógenos – podem suprimir a
lactação. Evitar uso de Etilnilestradiol. Levonorgestrel e medroxiprogesterona são
contraindicados nas primeiras 6 semanas pós-parto.
Albendazol – usualmente compatível com amentação
Álcool – usualmente compatível com amamentação (uso moderado). Pode suprimir a
lactação
Alopurinol – usualmente compatível com amamentação
Alprazolam – efeito desconhecido, requer cuidado,. Melhor usar: lorazepam,
midazolam, diazepam ou nitrazepam.
Aminofilina – usualmente compatível com amamentação
Aminopterina - Amamentação: contra-indicado
Amiodarona – efeito desconhecido, requer cuidado. Melhor usar: digoxina, verapamil,
lidocaína, procainamida, quinidina
Amitriptilina – efeito desconhecido, requer cuidado
Amoxapine – efeito desconhecido, requer cuidado
Amoxicilina – usualmente compatível com amamentação

Androgênios - Amamentação: Contra-indicado
Anfetamina - incompatível com a amamentação
Anfotericina B - evitar/usar com cuidado. Melhor usar: fluconazol, miconazol,
cetoconazol e/ou nistatina. Agora: mais de 30 lactentes expostos não houve anomalia
congênita (Duan e assoc,1997)
Antibióticos - Beta-lactâmicos, macrolídeos, aminoglicosídeos, metronidazol,
clindamicina => usualmente compatível com amamentação; Sulfonamidas => Evitar
em crianças com hiperbilirrubinemia e deficiência de desidrogenase glicose-6-fosfato;
Fluorquinolonas, tetraciclinas, cloranfenicol – evitar/ usar com cuidado
Antimônio – usualmente compatível com amamentação
Apazone – usualmente compatível com amamentação
Aspirina - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes – cuidado!
Atenolol - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes – cuidado!
Tentar evitar. Melhor usar: nifedipina, nimodipina, metildopa, captopril, enalapril,
propranolol ou hidralazina
Atropina – usualmente compatível com amamentação
Azatioprina – evitar/usar com cuidado
AZT (Zidovudina) (C) - Sperling e assoc,1992, não constataram anomalias em 45
lactentes expostos
Aztreonam – usualmente compatível com amamentação

B
Baclofeno – usualmente compatível com amamentação
Barbitúricos – usualmente compatível com amamentação
Bendroflumetiazide – usualmente compatível com amamentação
Betametasona - amamentação: liberado,usar com cautela
Bicarbonato de sódio – evitar/ usar com cuidado. Melhor usar: Hidróxido de alumínio,
hidróxido de magnésio, cimetidina
Bromexina (mucolítico) amamentação liberada
Bromide – usualmente compatível com amamentação
Bromocriptina - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –
cuidado! Pode suprimir a lactação

Bupropiona – efeito desconhecido, requer cuidado. Pode suprimir a lactação. Melhor
usar: sertralina, paroxetina, citalopram ou moclobenida
Butorfanol – usualmente compatível com amamentação

C
Cafeína – usualmente compatível com amamentação
Cabergolide – suprime a lactação
Captropril – usualmente compatível com amamentação. Evitar em crianças com
hiperbilirrubinemia e deficiência de desidrogenase
Carbamazepina – usualmente compatível com amamentação
Carbetocina – usualmente compatível com amamentação
Carbimazol – usualmente compatível com amamentação
Carbonato de Lítio (C) Indcação: Doença mental afetiva. 25 lactentes expostos, 8%
com anomalias cardiovasculares sérias (Weinstein, 1980). Melhor usar: sertralina,
paroxetina, citalopram oumoclobenida
Cáscara – usualmente compatível com amamentação
Cefadroxil – usualmente compatível com amamentação
Cefazolin – usualmente compatível com amamentação
Cefotaxime – usualmente compatível com amamentação
Cefoxitin – usualmente compatível com amamentação
Cefprozil – usualmente compatível com amamentação
Ceftazidime – usualmente compatível com amamentação
Celecoxib - usualmente compatível com amamentação
Cetoconazol – usualmente compatível com amamentação
Cetorolac – usualmente compatível com amamentação
Ciclofosfamida - incompatível com a amamentação
Ciclosporina - incompatível com a amamentação
Cimetidina – usualmente compatível com amamentação
Cisplatina – usualmente compatível com amamentação
Citalopram – usualmente compatível com amamentação, mas use com cuidado

Clemastina - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –
cuidado! Melhor usar: loratadina, fexofenadina ou terfenadina
Clindamicina – usualmente compatível com amamentação
Clofazimina – efeito desconhecido, requer cuidado
Clogestone – usualmente compatível com amamentação
Clomipramina – efeito desconhecido, requer cuidado
Cloranfenicol – efeito desconhecido, requer cuidado
Clorpropamina - Amamentação: contra-indicado
Clorofórmio – usualmente compatível com amamentação
Cloroquina – usualmente compatível com amamentação
Clorotiazida – usualmente compatível com amamentação
Clorpromazina – efeito desconhecido, requer cuidado. Tentar evitar durante lactação.
Melhor usar: sulpiride.
Clorprotixeno – efeito desconhecido, requer cuidado
Clortalidona – usualmente compatível com amamentação
Clozapina – efeito desconhecido, requer cuidado. Tentar evitar durante lactação.
Melhor usar: sulpiride.
Cicloserina – usualmente compatível com amamentação
Cimetidina – usualmente compatível com amamentação
Ciprofloxacina – usualmente compatível com amamentação
Clofibrato (hipolipemiante) Amamentação: Contra-indicado
Cobre 64 (Cu 64) - suspensão temporária da amamentação
Cocaína - incompatível com a amamentação
Codeína – usualmente compatível com amamentação
Colchicina – usualmente compatível com amamentação
Contraceptivos com estrógeno/progesterona – usualmente compatível com
amamentação
Corticosteróides - Amamentação: liberado,usar com cautela

D

Danazol - Amamentação: Contra-indicado
Dantron – usualmente compatível com amamentação
Dapsone – usualmente compatível com amamentação. Uso criterioso. Anemia
hemolítica em RN deficiência G6PD; meta-hemoglobinemia
Desipramina – efeito desconhecido, requer cuidado
Dexametasona – usualmente compatível com amamentação. Usar com cautela.
Dexbromfeniramina – usualmente compatível com amamentação
Diatrizoate – usualmente compatível com amamentação
Diazepam – efeito desconhecido, requer cuidado. Usar por períodos curtos. Observar
sonolência.
Diciclomina (B) (antiespasmódico) Amamentação: controverso
Dicumarol – usualmente compatível com amamentação
Dietilestibestrol - Amamentação: Contra-indicado
Difilina – usualmente compatível com amamentação
Digoxina – usualmente compatível com amamentação
Diltiazen – usualmente compatível com amamentação
Dimenidrinato - – usualmente compatível com amamentação
Dipirona – usualmente compatível com amamentação
Diuréticos – podem suprimir a lactação. Tentar evitar. Melhor usar: nifedipina,
nimodipina, metildopa, captopril, enalapril, propranolol ou hidralazina
Disopiramida – usualmente compatível com amamentação
Domperidona – usualmente compatível com amamentação
Dotiepina – efeito desconhecido, requer cuidado
Doxepin – efeito desconhecido, requer cuidado
Doxoribicina - incompatível com a amamentação

E
Enalapril – usualmente compatível com amamentação. Evitar em crianças com
hiperbilirrubinemia e deficiência de desidrogenase.
Ergometrina – pode suprimir a lactação

Ergotamina - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –
cuidado! Pode suprimir a lactação
Espironolactona – usualmente compatível com amamentação
Estreptomicina – usualmente compatível com amamentação
Estrógenos – podem suprimir a lactação
Etambutol – usualmente compatível com amamentação
Etanol – usualmente compatível com amamentação
Etilnilestradiol – evitar/usar com cuidado
Etionamida – evitar/usar com cuidado, melhor usar: Isoniazida, rifampicina,
pirazinamida, etambutol ou estreptomicina

F
Famotidina (Antiulceroso) Amamentação: liberado
Fenciclidina - incompatível com a amamentação
Fenilbutazona – usualmente compatível com amamentação
Fenindiona - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –
cuidado! Melhor usar: Heparina ou Warfarin
Fenitoína – usualmente compatível com amamentação
Fenobarbital - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –
cuidado!
Fexofenadina – usualmente compatível com amamentação
Flecainide – usualmente compatível com amamentação
Fleroxacin – usualmente compatível com amamentação
Fluconazol – usualmente compatível com amamentação
Fluoresceína – usualmente compatível com amamentação
Fluoxetina – efeito desconhecido, requer cuidado. Melhor usar: sertralina, paroxetina,
citalopram ou moclobenida
Fluvoxamina – efeito desconhecido, requer cuidado

G

Gadolinium – usualmente compatível com amamentação
Gálio 67 (Ga 67) - suspensão temporária da amamentação
Glibenclamida - usualmente compatível com amamentação
Griseofulvina – evitar/usar com cuidado. Melhor usar: fluconazol, miconazol,
cetoconazol e/ou nistatina

H
Haloperidol – efeito desconhecido, requer cuidado. Tentar evitar durante lactação.
Melhor usar: sulpiride.
Halotano – usualmente compatível com amamentação
Heparina - usualmente compatível com amamentação
Heroína - incompatível com a amamentação
Hidralazina – usualmente compatível com amamentação
Hidrato de cloral – usualmente compatível com amamentação
Hidroclorotiazida – usualmente compatível com amamentação
Hidrocortisona – usualmente compatível com amamentação
Hidroxicloroquina – usualmente compatível com amamentação
Hidróxido de alumínio – usualmente compatível com amamentação
Hidróxido de magnésio – usualmente compatível com amamentação

I
Ibuprofeno – usualmente compatível com amamentação
Imipramina – efeito desconhecido, requer cuidado
Índio 111 (In 111) - suspensão temporária da amamentação
Indometacina – usualmente compatível com amamentação
Insulina - usualmente compatível com amamentação
Interferon – usualmente compatível com amamentação
Iodeto de potássio – evitar/usar com cuidado. Melhor usar: propiltiouracil
Iodo – usualmente compatível com amamentação

Iodo 123 (I 123) - suspensão temporária da amamentação
Iodo 125 (I 125) - suspensão temporária da amamentação
Iodo 131 (I 131) - suspensão temporária da amamentação
Iodine (Povidine) – usualmente compatível com amamentação
Ioexol – usualmente compatível com amamentação
Isoniazida – usualmente compatível com amamentação
Ivermectina – evitar/ usar com cuidado. Melhor usar: Albendazol, mebendazol,
levamisol, praziquantel

K
Kanamicina – usualmente compatível com amamentação

L
Labetolol – usualmente compatível com amamentação
Lamotrigina – efeito desconhecido, requer cuidado
Lanzoprazol (Antiulceroso) Amamentação: liberado
Levamisol – usualmente compatível com a amentação
Levonorgestrel – Contraindicado nas primeiras 6 semanas pós-parto, depois:
usualmente compatível com amamentação
Levotiroxina – usualmente compatível com amamentação
Lidocaína – usualmente compatível com amamentação
Lisurida – pode suprimir a lactação
Lítio - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes – cuidado! 25
lactentes expostos, 8% com anomalias cardiovasculares sérias (Weinstein, 1980)
Melhor usar: sertralina, paroxetina, citalopram oumoclobenida
Levodopa – pode suprimir a lactação
Loperamida – usualmente compatível com amamentação
Loratadina – usualmente compatível com amamentação
Lorazepam – efeito desconhecido, requer cuidado

M
Marijuana - incompatível com a amamentação
Mebendazol – usualmente compatível com a amantação
Medroxiprogesterona –Contraindicado nas primeiras 6 semanas pós-parto, depois:
usualmente compatível com amamentação
Mefloquina - Amamentação: permitida com cautela
Meglumina - Amamentação: permitida
Meperidina – evitar/ udsar com cuidado. Melhor usar: Codeína, propoxifeno, morfina
Mesoridazina – efeito desconhecido, requer cuidado
Metadona – evitar/ usar com cuidado. Melhor usar: Codeína, propoxifeno, morfina
Metformin – usar com cuidado
Metimazol – usualmente compatível com amamentação
Metildopa – usualmente compatível com amamentação
Metimazole (D) (indicação: hipertireoidismo) Amamentação: contra-indicado
Metiprilon – usualmente compatível com amamentação
Metoclopramida – efeito desconhecido, requer cuidado. Melhor usar: Domperidona,
dimenidrinato
Metoprolol – usualmente compatível com amamentação
Metoexital – usualmente compatível com amamentação
Metformina - Amamentação: permitida, monitorar RN
Metrizamida – usualmente compatível com amamentação
Metrizoato – usualmente compatível com amamentação
Metronidazol – efeito desconhecido, requer cuidado
Metrotexate - incompatível com a amamentação
Mexiletine – usualmente compatível com amamentação
Miconazol – usualmente compatível com amamentação
Midazolam – efeito desconhecido, requer cuidado
Minoxidil – usualmente compatível com amamentação
Misoprostol. Amamentação: contra-indicado

Moclobenida – usualmente compatível com amamentação, mas use com cuidado
Morfina – usualmente compatível com amamentação. Usar por períodos curtos.
Observar sonolência.
Moxalactam – usualmente compatível com amamentação

N
Nadolol – usualmente compatível com amamentação
Naproxeno – Evitar/ usar com cuidado. Melhor usar: paracetamol, ibuprofeno,
cetorolaco ou celecoxib
N-butilescopolamina (antiespasmódico)

Amamentação: compatível

Nefazodone – Evitar/usar com cuidado. Melhor usar: sertralina, paroxetina, citalopram
ou moclobenida
Nefopam – usualmente compatível com amamentação
Nicotina – pode suprimir a lactação
Nifedipina – usualmente compatível com amamentação
Nimodipina – usualmente compatível com amamentação
Nistatina – usualmente compatível com amamentação
Nitrazepam - efeito desconhecido, requer cuidado. Usar por períodos curtos. Observar
sonolência.
Nitrofurantoína – usualmente compatível com amamentação
Nizatidina (Antiulceroso) Amamentação: liberado
Noretinodrel – usualmente compatível com amamentação
Norsteróide – usualmente compatível com amamentação
Nortriplina – efeito desconhecido, requer cuidado
Noscapina – usualmente compatível com amamentação

O
Ofloxacin – usualmente compatível com amamentação
Omeprazol (Antiulceroso) Amamentação: liberado
Oxprenolol – usualmente compatível com amamentação

P
Pantoprazol (Antiulceroso) Amamentação: liberado
Paracetamol – usualmente compatível com amamentação
Paroxetina – efeito desconhecido, requer cuidado
Pentamidina - Amamentação: permitida
Perfenazina – efeito desconhecido, requer cuidado
Pirazinamida - usualmente compatível com amamentação
Piridostigmina – usualmente compatível com amamentação
Pirimetamina – usualmente compatível com amamentação
Piroxicam – usualmente compatível com amamentação
Prazepam – efeito desconhecido, requer cuidado
Praziquantel – usualmente compatível com a amentação
Prednisolona – usualmente compatível com amamentação. Usar com cautela.
Prednisona – usualmente compatível com amamentação. Usar com cautela.
Primaquina - Amamentação: permitida com cautela
Primidona - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –
cuidado!
Probucol (hipolipemiante) Amamentação: Contra-indicado
Procainamida – usualmente compatível com amamentação
Progesterona – usualmente compatível com amamentação. Levonorgestrel e
medroxiprogesterona são contraindicados nas primeiras 6 semanas pós-parto.
Prometazina: Usar por períodos curtos. Observar sonolência. Melhor usar: Loratadina,
fexofenadina, terfenadina ou sulpiride.
Propiltiouracil – usualmente compatível com amamentação. Outros autores:
amamentção contra-indicado.
Propoxifeno – usualmente compatível com amamentação
Propranolol – usualmente compatível com amamentação
Pseudo-efedrina – usualmente compatível com amamentação. Pode suprimir a
lactação.

Q
Quazepam – efeito desconhecido, requer cuidado
Quinidina – usualmente compatível com amamentação
Quinina – usualmente compatível com amamentação

R
Ranitidina (Antiulceroso) Amamentação: liberado
Reserpina – Use com cuidado / Tentar evitar. Melhor usar: nifedipina, nimodipina,
metildopa, captopril, enalapril, propranolol ou hidralazina
Riboflavina – usualmente compatível com amamentação
Rifampicina – usualmente compatível com amamentação

S
Sais de ouro – usualmente compatível com amamentação
Salbutamol – usualmente compatível com amamentação
Secobarbital – usualmente compatível com amamentação
Senna – usualmente compatível com amamentação
Sertralina – efeito desconhecido, requer cuidado
Sódio radioativo - suspensão temporária da amamentação
Sotalol – usualmente compatível com amamentação
Sulbactam – usualmente compatível com amamentação
Sulfametoxazol/ Trimetoprim – usualmente compatível com amamentação
Sulfapiridina – usualmente compatível com amamentação
Sulfasalazina - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –
cuidado!
Sulfato magnésio – usualmente compatível com amamentação
Sulfisoxazol – usualmente compatível com amamentação
Sulpiride – pode usar durante amamentação (com cuidado?)

Sumatriptan – usualmente compatível com amamentação
Suprofen – usualmente compatível com amamentação

T
Tecnécio 99 (Tc 99) - suspensão temporária da amamentação
Telmisartan – Use com cuidado / Tentar evitar. Melhor usar: nifedipina, nimodipina,
metildopa, captopril, enalapril, propranolol ou hidralazina.
Temazepam – efeito desconhecido, requer cuidado
Teofilina - – usualmente compatível com amamentação
Terbutalina – usualmente compatível com amamentação
Terfenadina – usualmente compatível com amamentação
Testosterona - Amamentação: Contra-indicado
Tetraciclina – usualmente compatível com amamentação
Teofilina – usualmente compatível com amamentação
Testosterona – pode suprimir a lactação
Ticarcilina – usualmente compatível com amamentação
Timolol – usualmente compatível com amamentação
Tinidazol – efeito desconhecido, requer cuidado
Tiopental – usualmente compatível com amamentação
Tiouracil – usualmente compatível com amamentação
Tolbutamida – usualmente compatível com amamentação
Tolmetin – usualmente compatível com amamentação
Trazodone – efeito desconhecido, requer cuidado
Trifluoperazina – efeito desconhecido, requer cuidado
Triprolidina – usualmente compatível com amamentação

V
Valproato – usualmente compatível com amamentação

Vastatinas (hipolipemiante) Amamentação: Contra-indicado
Verapamil – usualmente compatível com amamentação
Vitamina B1 – usualmente compatível com amamentação
Vitamina B6 (piridoxina) – usualmente compatível com amamentação
Vitamina B12 – usualmente compatível com amamentação
Vitamina D – usualmente compatível com amamentação
Vitamina K – usualmente compatível com amamentação

W
Warfarin – usualmente compatível com amamentação

Z
Zidovudina (AZT) (C) - Sperling e assoc,1992, não constataram anomalias em 45
lactentes expostos
Zolpiden – usualmente compatível com amamentação

4. Procedimentos: descrições e manuais
Amniotomia – AMIU - Atestado – Cerclagem - Cesárea – Cone Clássico - Curetagem Curetagem uterina fracionada – Drenagem de abscesso de Bartholini – Drenagem de
abscesso de mama - Esterilizações tubárias - Exame Especular - Exame Ginecológico:
genitalia externa - Exame de mamas – Exerése de cisto clitoriano - Exerése de lesão
condilomatosa - Fórceps - HTA - HTV + CPP – Laparotomia exploratória (LE) –
Laparotomia exploratória para Prenhez ectópica – Laqueadura tubária (LTB) –
Mastectomia radical modificada – Miomectomia (e taquelectomia) - Nodulectomia –
Ooforectomia - Ooforoplastia – Ooforoplastia para ovários multipolicísticos - Parto
normal – Prenhez ectópica (LE) – Salpingectomia (Prenhez ectópica) - USG [Construindo
Manual]

AMIU

Manual: Indicações, Contra-Indicações E Complicações
Indicações:
- Coleta de amostra endometrial
- Monitorizaçõ TRH
- Neoplasia intra-uterina
- Dx de Ca endometrial
- Esvazamento intra-útero: abortamento incompleto /inevitável /infectado (até 12
semanas), retenção de restos ovulares, aborto previsto pela lei, gravidez
anembrionado, mola hidratiforma => até IG de 12 semanas

Contra-indicações:
- cervicite purulenta
- miomatose uterina (intramural e submucosa)
- discrasia sanguinea (fazer curetagem)
- gestação > 12 semanas
- AFU > 12 (ao exame clínico)

Complicação:
- Sinéquias endometriais
- Não retira o AMIU sob vácuo
Desfaz o vácuo para primeiramente

Atestado (Triagem)
Atesto que a paciente [Nome] foi atendida em nosso serviço no dia [data] em nosso
serviço e necessita de [número] dias a afastamento de suas atividades a partir de
[data]

Cerclagem
Também veja: IIC e Cerclagem

1. Paciente em decúbito dorsal sob raquianestesia
2. Assepsia + antisepsia + colocação dos campos cirúrgicos
3. Toque vaginal bimanual
4. Colocação de especulo de Collins
5. Pinçamento do lábio anterior do colo uterino com pinça de Pozzi e ts (????) lábio
porterior
6. Realização da cerclagem de colo uterina a MacDonald
7. Revisão da hemostasia
8. Embrocação vaginal com povidine.
9. Toque vaginal com colo impérvio
10. Retirada do arsenal cirúrgico

Cesárea
Descrição
Manual
Descrição
Anestesia: raqui (=>isso é normal)
Diagnóstico pré-operatório: oligoâmnio (=> por exemplo)
Diagnóstico pós-operatório: o mesmo (=> quando você não teve outro achado)
Operação proposta: Cesárea eletiva
Operação realizada: a mesma
Descrição do ato operatório:
1. Assepsia + anti-sepsia da parede abdominal
2. Aposição dos campos cirúrgicos
3. Incisão de Pfannenstiel.
4. Abertura da cavidade abdominal por planos anatômicos
5. Histerotomia com retiro do feto vivo, masculino em boas condições

(Exemplo duma intercorrência: Durante a incisão seccionamos um vaso
calibroso que levou um sangramento moderado, sendo feito hemostática com
sucesso.)
6. Delivramento manual da placenta
7. Toilet da cavidade uterina
8. Historrafia com Catgut Cromado
9. Fechamento da cavidade abdominal por planos anatômicos
10. Sutura da pele com.... (suturas do tipo Donati falsos OU Nylon 3.0)

Manual
1. Instrumentos
2. Procedimento
3. Indicações

INSTRUMENTOS (BÁSICO CESÁRIO)
01 Cabo de bisturi no 14
06 Pinças Backaus 12 cm
08 Pinças hemostáticas Crile /C 16 cm
01 Pinça Colllin 16 cm
04 Pinças hemostáticas Crile /R 16 cm
01 Pinça Foerster 16 cm
01 Porta agulha Hegar grande 18 cm
01 Porta agulha Hegar médio 16 cm
01 Pinça Kocher reta 18 cm
01 Pinça Kocher curva 18 cm
02 Pinças de dissecção anatômica s/ dente
01 Pinça de disscecção anatômica c/dente
01 Par de afastador Farabeuf

01 cuba redonda pequena
01 Tesoura de Mayo /R 18 cm
01 Tesoura de Metzembaum /C 18 cm
01 Válvula Doyen
01 Válvula supra-púbica (Baufor)

PROCEDIMENTO
1. Paciente em decúbito dorsal após raqui-anestesia
2. Assepsia com PVPI (povidine) no abdômen (2x centro para periferia)
3. Povidine nas pernas e vagina (2x)
4. Colocar compressa acima de vagina
5. Colocar os campos cirúrgicos: primeiramente abaixo, depois acima, depois nos dois
lados. Segurar os campos com pinças de campos (os backaus??)
6. Coloque uma pinça Backau abaixo-médio: isso serve para segurar o tubo de
aspirador (Não necessário em caso de oligoâmnio e cesárea intraparto com bolsa
rota)
7. Coloque compressas aos quatro lados
8. Testar sensibilidade da pele com a pinça com dente
9. Incisão da pele com bisturi (tamanho: 20). Use a incisão inteira. Para saber onde
fazer a incisão empurre a barriga para baixo. A prega acima de sínfise púbica é o
lugar da incisão. Caso que não tiver uma prega visível: faça uma incisão dois dedos
acima da sínfise púbica
10. Criar espaço com os dedos e coloque a aponeurose bem a vista
11. Incisão da aponeurose
12. Coloque dois dedos em abaixo da aponeurose e pular para criar espaço acima/lado
superior
13. Pode usar bisturi ou tesoura de Metzembaum para separar o aponeurose do
músculo na línea média.
14. Dividir manual o M. rectus abdominus. Empurre para cima e para baixo.
15. Pegue o peritônio e faça um buraco (=gat) com o dedo OU: use duas pinças para
segurar o peritônio e corta um buraco com a tesoura Metzembaum

16. Abrir o peritônio com dois dedos para cima.
16. Incisão do útero (segmento inferior): primeiramente uma incisão pequena, leve da
serosa uterina arciforme e depois uma incisão pequena, superficial do miométrio.
17. Abra o miométrio com uma pinça hemostática
18. Coloque dois dedos na abertura e pule para cima. Faça uma abertura arciforme
(para ter bastante espaço para a cabeça do feto e no mesmo temo evitar uma
rotura das aa uterinas.
19. Pegue a cabeça do feto no lado occipital
20. Pular a cabeça para fora + empurrar no fundo do útero e logo caudal da cabeça
21. Cabeça nasce
22. Ombros nascem
23. Clampamento do cordão umbilical e cortar com tesoura de Metzembaum
24. Tração de cordão + massagem do útero
25. Esperar o descolamento da placenta (OU: retirar a placenta com a mão intrauterina)
26. Tirar útero da cavidade abdominal
27. Coloque uma compressa: cubra o lado posterior e dois lados bilaterais para
proteger os ovários e as trompas
28. Toilet da cavidade uterina com compressas
29. Fechar o útero com Catchromo 1.0 com sutura continua cruzada (Rollade-model)
30. Suturas extras nos lugares de sangramento persistente
31. Sangramento do serosa? => clampamento com pinça hemostática e depois um nó
com Catgut simples 0 (em usar argulha)
32. Poderia fazer: suturar a serosa uterina com Catgut simples 0
33. Colocar o útero na cavidade abdominal. Vire o útero 90 graus e evitar
pressão/toque das trompas.
34. Toilet da/retirar coágulos na cavidade abdominal
35. Verificar se tiver sangramento do peritônio. Poderia fazer: fechar o peritônio (as
duas lâminas) com Catgut simples 0. Fica perto das bordas porque o peritônio pode
sangrar muito.
36. Fechar o M. rectus abdominus com Catgut simples 0 sutura continua (não cruzada)

37. Procurar vasos que sangram e ‘feche’ com Catgut simples 0 (2 nozes). Um
sangramento maior pode ser resolvido com uma sutura de tipo X.
38. Fechar a aponeurose com poliprolene 0 sutura continua (não cruzada) (7 nozes)
39. Procurar os sangramentos subcutâneos, pinçar com pinça hemostática e colocar
um nó com Catgut simples 0.
40. Poderia fazer: aproximar o tecido subcutâneo com Catgut simples 0 pontos simples
41. Suturar a pele com Nylon 3.0 com pontos separados de preferência com pontos
simples, mas pode usar Donatis falsos (Lado A: de fora para branco/intra-dermico,
lado B: de subdermíco para branco/intra-dermico, lado A: de branco/intra-dermico
para fora)
42. Limpar a pele primeiramente com SF0,9%
43. Limpar a FO com povidine
44. Limpar a FO com éter
45. Colocar as gazes acima da FO.

Cone Clássico
Descrição
Manual
Descrição
1. Paciente em posição litotomica sob raquianestesia
2. Assepsia + anti-sepsia com povidine
3. Alocação de campos cirúrgicos
4. Embrocação vaginal com povidine
5. Introdução de especulo de Collins e pinçamento de lábios anterior e posterior de
colo com pinça de Pozzi
6. Pinçamento de colo às 12h, 4h, 7 h e 11 h com ligadura dos vasos paracervicais
7. Incisão circular periorificial do colo uterino
8. Incisão cônica do colo uterino com bisturi elétrico e retirada da peça operatória
9. Hemostasia com bisturi elétrico

10. Colocação de tampão vaginal

Manual

Dicas:
- Adrenalina 0,1 ml + AD 10 ml. Aplicar no colo as 6h, 9h, 12h 3h. 3 a 5 ml em cada
lugar.
- Com cromado “1” faça pontos cervicais ?????? de cada lado paracervical e prende
com a hemostática no ????? para ampliar campo operatório

Curetagem (normal)
Descrição
Manual - não pós-parto imediato
Manual - pós-parto imediato

Descrição
1. Assepsia + anti-sepsia da área operatória
2. Aposição dos campos cirúrgicos
3. Realizado toque vaginal bimanual
4. Colocação do especulo de Collins
5. Tração de colo de útero com pinça de Pozzi
6. Introduzimos pinça de Winter na cavidade uterina
7. Realizado curetagem uterina e retiramos uma grande quantidade de restos
placentários

Manual Curetagem (normal - não pós-parto imediato)
Sem DTG/mola presente
DTG/mola presente

Sem DTG/mola presente
1. Antes: SG 5% 500 ml aberto
2. Durante (anestesista faz isso): SG 5% 500ml + 3 (OU 4) amp Ocitocina, EV,
aberto
3. Assepsia + anti-sepsia da pele
4. Assepsia da vulva: entra com gaze com povidine
5. Aposição dos campos cirúrgicos
6. Caso que não esteja pós-parto imediato: Realizado toque vaginal bimanual:
medir dilatação (< ou > 2 cm?) e tentar retirar manualmente os restos
placentários grandes.
7. Colocação do especulo de Collins
8. Tração de colo de útero com pinça de Pozzi
9. Dilatação < 2 cm: dilatar o colo com pinça de Winter.
10. Dilatação ≥ 2cm: Introduzir pinça de Winter na cavidade uterina com a pinça
fechada.
11. Abre a pinça dentro a cavidade e retire por exemplo os restos placentários.
12. Trabalhe sistematicamente num circulo (por exemplo: começa e termine às 6
horas)
13. Entra a cavidade uterina com a pinça de fenda.
14. Empurre para dentro com POUCA força até chegar no fundo de útero.
15. Faça a curetagem num movimento só de cima para baixo.
16. Trabalhe sistematicamente num circulo (por exemplo: começa e termine às 6
horas)
17. Limpar a vulva com gaze com Povidine
18. Pode fazer: SG 5% 1000 ml + 2 (OU 3) amp Ocitocina, EV, 28 gts/min
19. Dipirona 500 mg 1 cp, VO, 6/6 horas, fixo

DTG/Mola presente

Os mesmos passos que qualquer curetagem, mas:
1) com reserva sanguinea
E
2) Evitar uso de misopostol e ocootcina

Manual Curetagem (normal – pós-parto imediato)
Indicação: IG >8 e < 30 sem*
IG < 8 semanas: USG para ver se tiver restos placentários
IG entre 30 e 34 semanas: examinar a placenta: se tiver dúvidas, curetar.
IG menos que 30 semanas: curetar

1. Antes: SG 5% 500 ml aberto
2. Durante (anestesista faz isso): SG 5% 500ml + 3 (OU 4) amp Ocitocina, EV,
aberto
3. Assepsia + anti-sepsia da pele
4. Assepsia da vulva: entra com gaze com povidine
5. Aposição dos campos cirúrgicos
6. Caso que não esteja pós-parto imediato: Realizado toque vaginal bimanual:
medir dilatação (< ou > 2 cm?) e tentar retirar manualmente os restos
placentários grandes.
7. Colocação do especulo de Collins
8. Tração de colo de útero com pinça de Pozzi
9. NÃO USE A PINÇA DE WINTER PARA DILATAR O COLO – PERIGO DE LAÇERAÇÕES
IATROGÊNIAS
10. Entra a cavidade com a curata longa
11. Empurre para dentro com POUCA força até chegar no fundo de útero.
12. Faça a curetagem num movimento só de cima para baixo.
13. Trabalhe sistematicamente num circulo (por exemplo: começa e termine às 6
horas)
14. Limpar a vulva com gaze com Povidine

15. Pode fazer: SG 5% 1000 ml + 2 (OU 3) amp Ocitocina, EV, 28 gts/min
16. Dipirona 500 mg 1 cp, VO, 6/6 horas, fixo

Curetagem Uterina Fracionada
1. Paciente em litotomia dorsal sob efeito anestésico
2. Assepsia + anti-sepsia com PVPI + campos estéreis
3. Toque vaginal bimanual
4. Introdução do especulo de Collins + pinçamento do lábio anterior do colo com pinça
de Pozzi
5. Realizada histerometria do canal cervical medindo 5,5 cm
6. Realizada histerometria da cavidade uterina medindo 9 cm
7. Realizada curetagem de material endocervical, mandando para histopatológico
8. Realizado curetagem de material intracavitário, enviado para histopatológico
separadamente
9. Retirada de arsenal cirúrgico
10. Emborcação vaginal [=gaze com PVPI dentro]
11. Limpeza com SF 0,9%

Drenagem de abscesso de mama
1. Assepsia e anti-sepsia da área operatória
2. Aposição dos campos cirúrgicos
3. Incisão periareolar de 2-3 cm
4. Exploração instrumental da loja com drengam de s grande quantidade de secreção
purulenta
5. Exploração dos compartimentos
6. Lavagem com Povidine mixturado com SF 0,9%
7. Lavagem com SF 0,9%
8. Colocação do dreno laminar

9. Curativo

Drenagem de abscesso de Glândula de Bartholini
1. Assepsia e anti-sepsia
2. Colocação dos campos cirúrgicos
3. Incisão em fascie interna do pequeno lábio direito com saída de pequena
quantidade de líquido purulento
4. Lavagem intensiva com SF 0,9%
5. Introdução de dreno de Penrose.

Esterilizações Tubárias
a) Pomoroy modificado
b) Uchida
c) Parkland
d) Electrocoagulação

a) Pomoroy modificado
1. Aprensão da porção média da tuba com uma pinça atraumátrica.
Formando-se uma alça do segmento da trompa
2. Transfixação do mesossalpinge em uma área avascular logo abaixo da
alça
3. Ligação da trompa com um fio de rápida absorção (IMIP: Catgut cromado
2.0)
4. Segmento redundante da alça é seccionado e disprezado
5. Obs. Recomenda-se um fio de rápida absorção porque os cotos serão
rapidamente afastados um do outro impossibilitando a formação de uma
fístula (que seria o fracasso cirúrgico)
Quanto maior for a alça, maior a partes seccionadas, menores as
chances de reversão cirúrgica atráveis de recanalização tubária.

b) Uchida
1. Injeta-se líquido (SF 0,9%, H2O destilada ou solução com
vasoconstrictor) na serosa da trompa
2. Permite-se a separação da serosa de sua camada muscular
3. Secciona-se a serosa
4. Traciona-se o oviduto
5. Retira-se +/- 2 cm da trompa
6. Cotos restantes são ligados com Catgut Cromado 0 ou 2.0
7. Sepulta-se o coto proximal através da sutura da serosa, por cima do
coto, com um fio absorvível fino.
8. Proporciona melhores chances de recanalização futura

c) Parkland
1. Raramente usada no IMIP
2. Realiza-se uma janela na porção avascular do mesossalpinge, logo
abaixo do segmento médio a ser seccionado com o auxílio de uma
tesoura ou pinça hemostática
3. Transfixa-se um fio pela janela e as 2 extremidades são ligadas
4. Secciona-se o segmento entre os 2 nós
5. Usa-se fio de absorção rápida fino
6. Método fácil, boa eficácia e fácil reversão.

d)

d) Eletrocoagulação
1. Coagula-se as 2 porções da trompa com o bisturi elétrico e em seguida,
secciona-se o segmento entre eles.

OBS: Peri-umbilical: Nas primeiras 48 horas pós-parto. Incisão pequena: semicircular ou
transversa logo abaixo da cicatriz umbilical

Exerése de cisto clitoriano
1. Assepsia e antisepsia

2. Colocação dos campos cirúrgicos
3. Incisão longitudinal infra-clitorial
4. Descolamento do cápsula do cisto
5. Retiramos o cisto
6. Retiramos o excesso de pele
7. Sutura de pele com Catgut simples 2.0

Exerése de lesão condilomatosa em vulva, vagina e colo uterino
1. Assepsia + antisepsia
2. Colocação de espéculo vaginal emborrachada
3. Pinçamento de lábio anterior do colo
4. Cauterização com alça diatérmica em extensa lesão atingindo fundo de saco
posterior e laterais
5. Exerése de fragmento de lábio posterior de colo uterino para estudo
histopatológico
6. Cauterização de labio anterior e posterior do colo
7. Revisão de hemostasia
8. Colocação de tampão vaginal [obs: em geral com muito vaseline]

Fórceps
Descrição
Manual

Descrição
1. Paciente em posição de litotomia
2. Anti-sepsia de região vulvaperineal
3. Avaliado condição de aplicabilidade
4. Apresentação espacial do fórceps

5. Esvaziamento vesical e retal
6. Aplicação do ramo esquerdo
7. Aplicação do ramo direito
8. Articulação do fórceps
9. Verificado provas de boa pega
10. Manobra de Saxthorph-Pajet (????)
11. Extração do pólo cefálico e pólo córmico
12. Desarticulação do fórceps
13. Dequitação
14. Revisão do canal de parto
15. Episiorrafia
16. Toque retal livre

Manual
1.
Verificar se tenha condições para aplicação. Feto < ou = plano 3 de
Hodge. Rotação necessária < ou = 45 graus.
2.

Não precisa fazer episiotomia

3.

Colocar uma sonda de alívio e esvaziar a beixiga, depois retirar a sonda.

4.
mãe!!)

Procurar o pavilhão auricular do feto e colocar esquerdo (a esquerda da

5.

Procurar o pavilhão auricular do feto e colocar direitoo

6.

O médico coloca os próprios pés um ao lado de outro

7.

Pule:
a) Durante a contração
b) Com força continua e descrescente
c) Primeiramente para baixo e depois para cima

8.

Desligue /tirar o fórceps antes o nascimento do queixo.

Histerectomia total abdominal (HTA)
Descrição
Manual
Descrição
1. Paciente en DDH sob raquianestesia
2. Assepsia + antisepsia + aposição dos campos estéreis
3. Incisão da pele à Pfannenstiel
4. Abertura da cavidade abdominal por planos anatômicos
5. Inventario da cavidade:
Exemplo 1: alças intestinais de aspecto normal, útero aumentado de tamanho
às custas de mioma intramural em parede posterior de +/- 6 X 7 cm. Ovários
bem visualizados e de aspecto normal, tubas uterinas com cicatriz de
lagueadura prévia e anatomia deformada devido mioma uterino.
Exemplo 2: útero de aproximadeamente 8 x 5 cm, apresentando finas
aderências. Tubas uterinas enoveladas, edemaciadas, e aderidas aos ovários
bilateralmente. Bexiga e alças intestinais com morfologia preservadas. Fígado
com superfície regular. Omento sem sinais de implantes. Moderada quantidade
de líquido livre em cavidade.
Exemplo 3: alças intestinais macroscopicamente normais. Bexiga
macroscopicamente normal, aderida à parede anterior do útero. Útero
macroscopicamente normal, medindo 12 x 8 cm. Trompas macroscopicamente
normais bilateralmente. Ovário direito macroscópicamente normal medindo 3 x
3 cm. Ovário esquerdo medindo 3 x 3 cm apresentando em sua superfície
pequeno cisto hemático que se rompeu durante o procedimento. Realizado
cauterização do ovário com posteriormente hemostasia.
Exemplo 4: Bexiga aderida à face anterior do útero. Alças intestinais
macroscopicamente normais. Pequena quantidade de aderências pélvicas (02
cesáreas anteriores). Útero aumentado de volume, medindo 13 x 9 cm de
superfície irregular às custas de miomatose uterina de coloração caraterística.
Ovários macroscopicamente normais pela idade. Presença de LTB anterior.
Exemplo 5: útero aumento de tamanho, superfície irregular, presença de
nódulos sugestivos de miomas subserosos em região fúndica e parede anterior;
o primeiro medindo 2 x 2cm, o outro 3x 4 cm. Tubas com área de estenos em
1/3 médio (paciente com história de LTB. Ovários macroscópicamente normais.
[OU OE: presença de formação cística de superfície regular, medindo 7 x5 cm
com superfície pouco vascularizado.

Exemplo 6: Anexo direito aumentado de volume com aspecto cístico (7x6 cm).
Ausência de ovário esquerdo + tuba uterina esquerda. Útero
macroscopicamente normal. Fígado sem alterações, alças intestinais e epiplon
(???) sem alterações. Presença de aderências com ligamentos redondo
esquerdo de sigmóide para parede posterior do útero e epíplon.
Não foi possível distinguir o cisto do parênquima ovariano – tumoração ocupava
tudo o ovário.] Alças intestinais macroscopicamente normais.
6. [Poderia colocar:] Apreensão uterina com pinças fortes na inserção dos anexos e
ligamento redondo.
7. Pinçamento + ligadura de ligamentos redondos bilateralmente

HTA + SB
8. Pinçamento + ligadura de ligamentos útero-ovários bilateralmente [poderia
colocar: e ligamentos tubo-ovarianos bilateralmente.] [OU pinçamento, secção e
ligadura do mesosalpinge bilateralmente.]
9. [Poderia colocar:] Salpingectomia bilateral
OU
PAN-HTA
8. Pinçamento, secção e ligadura do ligamento infundíbulo pélvico bilateralmente.

9. Disssecção de peritôneo útero-vesical e rebaixamento da bexiga [OU Abertura
do peritônio visceral anteriormente com liberação da bexiga no sentido caudal]
10. Pinçamento e ligadura das artérias uterinas bilateralmente

A parte seguinte tem vários descrições
Extra-fascial 1??
11. Pinçamento e ligadura do ligamento útero-sacro
12. Pinçamento e ligadura de ligamentos cardinais bilateralmente [OU ligamentos
paramétrios laterais bilateralmente, OU dissecção da fascia para-cervical]
13. Abertura de cavidade vaginal [OU cúpula vaginal] e retirada de peça operatória
OU

Extra-fascial 2
11. Pinçamento, secção e ligadura dos ligamentos paracervicais e ligamentos
uterossacros
12. Abertura da cúpula vaginal pela tíenica (????) extrafascial
13. Retirada da peça operatória
14. Síntese da cúpula vaginal e fixação dos ligamentos uterossacros

Intra-fascial 1
11. Pinçamento em 4 pontos (às 3h, 6h, 9h e 12h) ao nível da juncção cérvico
vaginal.
12. Dissecção com bisturi elétrico da fáscia pélvica com retirada da peça (útero +
trompas)
OU
Intrafascial 2
11. Pinçamento com allis ao nível da junção cérvico-vaginal às 12-3-6 e 9 horas.
12. Dissecção pela tié (????) intrafascial da peça uterina
13. Retirada da peça cirúrgica.

14. Sutura [ com vicryl] de cúpulo vaginal e fixação em ligamento útero-sacro [OU
síntese da cúpula vaginal – com hemostasia local rigorosa]
15. Revisão da hemosstasia
16. [Poderia colocar:] Salpingectomia bilateral
17. Fechamento de cavidade por planos anatômicos [OU Aproximação dos músculos
reto-abdominais com Catgut simples. + Síntese da aponeurose com vicryl 0]
18. Hemosstasia de TSC
19. Sutura da pele com Nylon 3.0
20. Curativo local
21. [Poderia colocar:] Obs. 1: Ao abrir a cavidade abdominal foi realizado lavado
peritoneal com SF 0,9%
22. [Poderia colocar:] Obs. 2: Nào foi observado infiltrações peritoneais.

DESCRIÇÃO DA PEÇA OPERATÓRIA
Exemplo 1:
- Útero de aproximadamente 8 x 5 cm, superfície regular. Realizada abertura mediana
da peça. Observamos cavidade endometrial com endométrio possivelmente espessado.
Colo de aproximademente 3 cm sem alterações macroscópicas.
- Grande tumoração multilobulada mista em topografia de anexo direito de
aproximademente 25 x 20 cm.
- Tumoração multilobulada mista de aproximademente 10 X 12 cm em topografia de
anexo esquerdo
- Fragmenteo de peritônio pélvico
- Fragmento de omento
- Líquido ascítico
- Líquido de tumoração cística em FSP
Exemplo 2:
- Útero de aproximadamente 8 x 5 cm, superfície apresentando pequena aderências
pélvicas. Realizada abertura mediana da peça. Observamos cavidade endometrial sem
alterações macroscópicas. Presença de tumoração cística de 2 x 1,5 cm dentro do
miométrio em região ístmica (endometrioma?). Colo de aproximademente 3 cm sem
alterações.
Exemplo 3:
-Útero medindo 13 x 9 cm, com nódulo em cavidade endometrial, à abertura da peça,
ocupando parcialmente a cavidade e medindo 4,0 x 2,5 cm.
Exemplo $:
Ao abrir o útero foi evidenciado mioma com aspecto calcificado em topografia intramural.
Ao abrir tumoração anexial esquerda foi evidenciado líquido amarelo espesso com
cabelos em seu interior.

Manual
1. Apreensão uterina com pinças fortes na inserção dos anexos e ligamento
redondo.

2. Pinçamento + ligadura de ligamentos redondos bilateralmente. Use Catgut
cromado 0 ou 2

HTA + SB
3. Pinçamento + ligadura de ligamentos útero-ovários bilateralmente o mais
próximo do corno uterino. Não é necessário preservar a trompa.
PAN-HTA
4. Diseca-se o ligamento largo próximo ai infundíbulo pélvico e procede-se com
pinçamento, secção e ligadura do ligamento infundíbulo pélvico bilateralmente.
Ligadura com Catgut Cromado 0 ou 1. Não é necessário preservar a trompa.

5. Disssecção de peritôneo útero-vesical e rebaixamento a bexiga

6. Clampeamente e secção dos ligamentos largos (margendo o útero até o n’vel
dos liggamentos uterossacros.
7. Pinçamento c/ pinça de Fourier (Fawrey?) com posteriormente secção e ligadura
das artérias uterinas bilateralmente com fio Cromado 0.

A parte seguinte tem vários descrições
Extra-fascial 1??
8. Traciona-se o corpo uterino para cima e para frente de modo a retesão (??) os
ligamentos uterossacros posteriormente e facilitar seu clampeamento e secção
com cromado 1.0, reparando-os com pinça hemostática
9. Palpa-se a cérivce uterina e clampeia-se lateralmente a mesma, incisando a
cúpula e retirando a peça.
10. Sutura transfixante nos ângulos da cúpula e sutura contínua na sua porção
média. Síntese da cúpula vaginal e fixação dos ligamentos uterossacros

Intra-fascial 1
13. Pinçamento em 4 pontos (às 3h, 6h, 9h e 12h) ao nível da juncção cérvico
vaginal.
14. Dissecção com bisturi elétrico da fáscia pélvica com retirada da peça (útero +
trompas)

11. Fixação da cúpula vaginal com os fios do reparo dos ligamentos uterossacros
(diminuindo as chances de prolapso de cúpula no futuro).
12. Revisão da hemosstasia
13. [Poderia colocar:] Salpingectomia bilateral
14. Fechamento de cavidade por planos anatômicos [OU Aproximação dos músculos
reto-abdominais com Catgut simples. + Síntese da aponeurose com vicryl 0]
15. Hemosstasia de TSC
16. Sutura da pele com Nylon 3.0
17. Curativo local
Obs.: - A peritonização da cúpula é questionada. Preconiza-se uma aproximação
mínima dos bordos do peritônio visceral redundante, nos casos em que os ovários
foram preservados, evitando que a peritonização espontânea aconteça por cima dos
mesmos, tornando-os órgãos “retroperitoneais”.
- Na HTA subtotal o corpo uterino é secionado na altura do istmo, logo acima da
ligadura das uterinas e o coto remanescente é suturado, excluindo-se a secção dos
ligamento uterossacros.
- Ooforectomia profilática é inidicado nas mulheres que tem 50 anos ou mais e que irão
submeter-se à histerectomia por patologias benignas.

Histerectomia Total Vaginal (c/ prolapso) + colpoperineoplastia
(HTV+CPP)
1. Paciente em litotomia dorsal sob raquianestesia
2. Assepsia + antisepsia com clorexidina + Aposição dos campos
3. Pinçamento dom Pozzi do lábio anterior e posterior do colo uterino
4. Incisão circular do colo ao nível da prega vésico-uterina e divulção manual com
gaze da mucosa com descolamento cranial da bexiga. [OU passo 4 e 5 junto:
incisão arciforme em lábio anterior com dissecção cranial da bexiga + incisão
arciforme em lábio posterior do colo até abertura do peritônio parietal em fundo
do saco posterior.] [se tiver um cistocele e prolapso de útero importante você
poderia fazer: Incisão semicircular ao nível do istmo uterino + disseção da
mesma. Abertura de parede vaginal anterior em forma de T invertido até
próximo a uretra. Abertura e dissecção da parede posterior da vaginal]

5. Pinçamento dos paramétrios bilateralmente, secção e ligadura com cromado 1.0
[OU trocar passo 5 e 6 e colocar: pinçamento, secção e ligadura dos ligamentos
paracervicais e uterossacros bilateralmente om vicryl.]
6. Pinçamento, secção e ligadura das arterias uterinas bilateralmente [com vicryl]
7. [Poderia fazer:] Realizada secção + taquelectomia [=retirar o colo uterino] Colo
uterino enviado para histopatologia
8. Bascula do útero OU (outra técnica) Realizado hemissecção do corpo uterino
[poderia colocar:] sendo visualizada formação polipóide de +/- 3 x 1 cm em
fundo do útero.
9. Pinçamento, secção e ligadura do infundibulo pélvico [OU pinçamento, secção e
ligadura dos ligamentos redondos, útero-ováricos e trompas uterina
bilateralmente com vicryl + retirada da peça cirúrgica sendo enviada para
histologia.]
10. Aproximação proximal dos pontos do infudibulo pélvico e paramétrios. Os ditais
pontos transfixemos a mucosa da região lateral da direita e esquerda. [ou
Rafiada cúpula vaginal com vicryl.]
11. Passamos então a CPP anterior
12. Pinçamos com pinça Allins na região proximal, perto da uretra
13. Incisão da mucosa vaginal na região medial, divulgande a mucosa com gaze
14. Realizado pontos na fascia bilateral onde fomos corrigir o cistocele [OU juntar
passo 12-14: Correção de cistocele por aproximação da parede anterior com
ponto separadas pela técnica de Kely-Kenedy.
15. Pontos em X de mucosa vaginal anterior

Duas possibilidades de descrever o seguinte:
16. Passamos a CPP posterior
17. Aplicamos 2 pinças de Allins à região laterais de mucosa vaginal
transversalmente
18. Incisão transversal
19. Pinçamento com Allins na região medial divulção com tesoura e posteriormente
com gaze da mucosa
20. Pontos na fascia bilateralmente. Corrigimos a retocele.
21. Pontos com X da mucosa com Catgut 2.0 cromada
22. Pontos com Catgut 1.0 no elevador do anus

23. Fechamento da mucosa e pele com cromado 1.0
24. Curativo compressive

OU
16. Segundo tempo: incisão da borda inferior da vagina (fosse navicular) na junção
cutânea-mucosa
17. Dissecção de mucosa vaginal até 1/3 inferior da vagina
18. Retirada de retalho de mucosa vaginal
19. Aprensão com rafiado de m. elevador do ânus.
20. Síntese de mucosa e pele com Catgut simples
21. Toque retal livre
22. Limpeza + embrocação vaginal com PVPI

Laparotomia exploratório (LE) (com anexectomia bilateral)
1. Paciente en DDH sob raquianestesia
2. Assepsia + antisepsia + aposição dos campos estéreis
3. Incisão longitudinal em pele
4. Abertura da cavidade abdominal por planos anatômicos
5. Inventario da cavidade:
Exemplo 1: alças intestinais de aspecto normal, útero aumentado de tamanho
às custas de mioma intramural em parede posterior de +/- 6 X 7 cm. Ovários
bem visualizados e de aspecto normal, tubas uterinas com cicatriz de
lagueadura prévia e anatomia deformada devido mioma uterino.
Exemplo 2: útero de aproximadeamente 8 x 5 cm, apresentando finas
aderências. Tubas uterinas enoveladas, edemaciadas, e aderidas aos ovários
bilateralmente. Bexiga e alças intestinais com morfologia preservadas. Fígado
com superfície regular. Omento sem sinais de implantes. Moderada quantidade
de líquido livre em cavidade.
6. Coleta de líquido ascítico para citologia
7. Adnexectomia à direita
8. Adnexectomia à esquerda

9. Veja HTA
10. Não observamos aumento de volume de linfonodos em …???
11. Biposia de omento e peritônio pélvico
12. Revisão da hemosstasia
13. Fechamento de cavidade por planos anatômicos [OU Aproximação dos músculos
reto-abdominais com Catgut simples. + Síntese da aponeurose com vicryl 0]
14. Hemosstasia de TSC
15. Sutura da pele com Nylon 3.0
16. Curativo local

Mastectomia Radical Modificada (e Não-modficada)
Descrição
Manual
Descrição
1) Paciente em decúbito dorsal so anestesia geral
2) Assepsia + antisepsia e colocação dos campos operatórios
3) Incisão obliquica com bisturi frio do QIM à QSL da mama esquerda
4) Dissecção de retalho superior e em seguida inferior com ressecção de todo tecido
mamário e fascia anterior do músculo pectoral maior
5) Esvaziamento axilar até o nível 2 com preservação do nervo de Bell [=n. torácico
longo] e do plexo (??) do latissimo dorsal
6) Retirada da peça operatória em block (mama + axila esq.)
7) Hemostasia rigorosa
8) Colocação de dreno de sucção à vácuo
9) Sutura intradérmica com Vycril
10) Sutura da pele
11) Limpeza + enfaixamento das mamas
Manual
Mastectomia Radical (não-modificada)

1) Remoção da glândula mamária
2) Remoção dos músculos pequeno e grande peitoral
3) Esvaziamento axilar radical
Mastectomia radical modificado
1) Remoção da glândula mamária
2) Remoção do pequeno peitoral na técnica de Patey; remoção somente da
aponeurose do músculo grande peitoral na técnica de Madden
3) Esvaziamento axilar radical

Miomectomia (e Taquelectomia)
Descrição miomectomia + taquelectomia
Manual miomectomia

Descrição miomectomia e taquelectomia
Cirurgia em um paciente histerectizada com mioma grande de colo
1) Paciente em litotomia dorsal sob raquianestesia
2) Assepsia + anti-sepsia com clorexidina + aposição dos campos estéreis
3) Incisão de pele à Pfannenstiel + retirada do tecido cicatrizal anterior
4) Abertura da cavidade abdominal por planos anatômicos
5) Inventário da cavidade: Alças intestinais de aspecto normal. Tubas uterinas:
ausentes. Ovário direito de aspecto normal, medindo 3 x 3 cm. Ovário esquerdo
ausente. Massa heterogênea, sólida, medindo 15 x 10 cm em região uterina
sugestivo de mioma gigante com bexiga aderida à parede anterior até a massa
superior da massa. Multiplas aderências presentes; aderências espessas entre a
massa e ovário direito e entre a massa e a parede pélvica esquerda.
6) Abertura do peritônio visceral anterior com rebaixamento de bexiga.
7) Pinçamento, secção e ligadur das aderências espessas
8) Líse das aderências mais finas e pinçamento, secção e ligadura do ligamento
útero-sacro.
9) Retirada da massa/mioma
10)Pinçamento em 4 pontos (às 3h, 6h, 9h e 12h) ao nível da junção cérvicavaginal

11)Dissecção com bisturi eléctrico da fascia pélvica com retirada do colo uterino
12)Sutura de cúpula vaginal e fixação em ligamento útero-sacro
13)Revisão da hemostasia
14)Fechamento da cavidade por planos anatômicos
15)Sutura da pele com Nylon 3.0
16)Curativo local.
Obs. Identificamos os ureteres antes e depois o retiro da peça.

Descrição da peça cirúrgica:
Massa abdominal em região uterina. Sólida, heterogêneo, medindo 15 x 10 cm, de
aspecto sugestivo de mioma. Realizada abertura medianan a peça: massa solida, sem
cavidade. Colo de aproximadamente 3 cm sem alterações macroscópicas visíveis ao
abrir.
Manual Miomectomia
1. Incisão uterina e dissecção dos nódulos miomatosos
2. Colocara a paciente em Trendelburg suava para afastar as alças
intestinais da cavidade pélvica
3. Alguns autores sugerem o uso de um garrote em torno do segmento
inferior do útero, ao nível dos trompas, para diminuir o sangramento
4. O uso análogo de GnRH ainda é controverso no preparo pré-op das
pacientes com miomatose, pois pode dificultar a identificação dos planos
de clivagem gerando maior sangramento
5. Ao iniciarmos uma miomectomia devemos realizar o menor número
possível de incisões, estes devem estar localizados na parede anterior o
mais próximo possível da linha média
6. Nódulo miomatoso deve ser apreendido com pinça de campo ou
Backaus, sendo dissecado cuidadosamente com o dedo, cabo do bisturi
ou mesmo tesoura/lâmina.
7. PREFERENCIALMENTE O MAIOR MIOMA OU EM LOCALIZAÇÃO DIFÍCIL
DEVE SER O PRIMEIRO A SER DISSECADO.
8. Retirados todos os miomas possíveis, inicia-se a sutura por planos
podendo-se usar suturas contínuas ou intermittentes.
9. Usar fios de absorção tardio (Catgut cromado ou Vicryl) número 01 ou
02.

10. O miométrio é o principal plano de hemosstasia, portanto devem-se
evitar os espaços mortos para prevenção dos hematomas.
11. A serosa deve ser suturada com fio de absorção tardia (Catgut cromado
ou Vicryl) número 3.0, 4.0 ou 5.0
12. Ao final da cirurgia pode-se opor ao leito da sutura uma malha absorvível
hemostática tipo Surgicell (para diminuir as aderências).

Miomectomia e taquelectomia

Nodulectomia (suspeito de fibroadenoma de mama)
1. Assepsia + antisepsia
2. Aposição dos campos cirúrgicos
3. Incisão de pele periareolar
4. Disseção de pele
5. Pinçamento de nodulo
6. Retirado de agulho
7. Pinçamento de tumoração de coloração esbranquiceido
8. Hemastasia rigorosa
9. Sutura de pele
10. Curativo oclusivo
11. Enfaixamento de mama

Ooforectomia
Manual
Ressecção total do ovário acometdio
1.
Disseção do mesossalpinge próximo ao infundíbulo, clampeamento
posterior do mesmo com 2 pinças fortes.

2.
Secçã e ligadura com fio de absorção mais tardia (Catgut cromado ou
Vicryl) 0 ou 1
Obs.: Recomenda-se a salpingectomia homolateral visto que o mesmo fica sem
função após retirada do ovário.

Ooforoplastia
Manual
1.
Dissecçao da cápsula da tumoração do parênquima ovariano por meio de
uma incisão elíptica no córtex ovariano.
2.
Sutura do parênquima remanescente. Contínua, tipo chuleio OU pontos
em X. Use fio fino não absorvível, não-reativo, calibre 5.0 Evitar ao máximo
deixar espaço morto.
OBS.: Como o diagnóstico definitivo só vem com o anatomopatológico, a
abordagem cirúrgica deve ser bastante cautelosa. Evitar contaminação da
cavidade pélvica por rupturas acidentais da cápsula.

Ooforplastia para ovários multipolicísticos
Manual
13.
SOP

Hoje em dia é contra-indicada em virtude dos tratamentos clínicos para

14.
Hoje prefer-se a laparoscopia onde se realiza a fulguração do
parênquima ovariano com bisturi monopolar de agulha fina, perfurando-se o
córtex ovariano em seus vários pontos, onde são visíveis os cistos
subcapsulares. Esse procedimento também pode ser feito em mulheres inférteis
que se submetem à laparoscopia diagnóstica.

Parto Normal
Descrição
“Manual”

Descrição

1. Placenta macroscópica normal
2. Lacerações vulvaperineal de mucosa e pele. Suturado com Catgut simples sem
intercorrências.
3. Toque retal sem anormalidades.
Descrição alternativa (não usada no IMIP):
1) Assespsia + anti-sepsia
2) Aposição dos campos cirúrgicos
3) Recepção de FTVT [feto tópico vivo termo?] sexo masculino
4) Delivramento espontâneo da placenta
5) Toalete de canal de parto
6) Rafia de laceração
7) Embrocação vaginal
8) Toque retal livre (se tiver laceração profunda/episiotomia)
“Manual”
- Assistência ao Trabalho de Parto
- Avaliação da vitalidade fetal intraparto
- Cordão circular
- Escore de Bishop (modificado)
- Gestação prolongado
- Indução do parto
- Mechanismo do parto
- Mecônio
- Partograma
- Parto Prolongado
- Placenta Prévia
- prenatal
- Procedimento (em holandês)
- Puerpério (fisiologia e patologia)

- Rutura uterina
- Sexo pós o parto e embolia de ar
- Sofrimento fetal aguda (SFA)
- Vantagens posição vertical

Laparotomia exploratória para Prenhez Ectópica
Descrição Salpingectomia
Manual e indicações: Ordenha, Salpingectomia linear, Exérese da tumoração e
Salpingectomia

Descrição Salpingectomia
1.

Paciente em decúbito dorsal sob raquianestesia

2.

Assepsia + anti-sepsia

3.

Aposição dos campos cirúrgicos

4.

Incisão de pele à Pfannenstiel

5.

Abertura da cavidade abdominal por planos anatômicos

6.

Inventário da cavidade abdominal:

- presença de sangue na cavidade
- trompa esquerda rota com saco gestacional
- útero, ovários e trompa direita sem alterações
7. Pinçamento, secção e ligadura do ligamento tubo-ovárico (????) esquerdo com
retirada da trompa e saco gestacional
8. Lavagem da cavidade abdominal com soro fisiológico seguida de aspiração
9. Encerramento da cavidade abdominal por planos anatômicos
10. Síntese de pele
11. Curativo compressivo
Manual e indicações
Indicação tratamento cirúrgico:

- sinais de alterações cardiovasculares da mãe
- beta-HGT > 10.000
- Saco gesacional: > 4cm
Salpingestomia => Saco gestacional > 5 cm

Manual das opções cirúrgicas:

a) Ordenha
b) Salpingectomia linear
c) Exérese da tumoração
d) Salpingectomia

a) Ordenha
1) LE com excisão da pele à Pfannenstiel
2) Ordenha do saco gestacional
3) Promove-se um “abortamento tubário”

b) Salpingectomia linear
1) Incisão linear sobre a tumoração
2) Permite-se portanto à extrusão (??) de seu conteúdo
3) Dissecção romba cuidadosa
4) Hemostasia rigorosa
5) Síntese cuidadosa das bordas, incluindo serosa + camada muscular da tuba
6) Usar fio não-absorvível. Nylon 6.0 ou 8.0 p/provocar mínima resposta
inflamatória local, diminuindo as chances de formação de granulomas que
obstruíram a luz do oviduto.

c) Exérese da tumoração
1) Exérese da tumoração

2) Reanastomose término-terminal
3) Síntese cuidadosa das bordas, incluindo serosa + camada muscular da tuba
4) Usar fio não-absorvível. Nylon 6.0 ou 8.0 p/provocar mínima resposta
inflamatória local, diminuindo as chances de formação de granulomas que
obstruíram a luz do oviduto.

d) Salpingectomia
1) Indicação: sempre na presença de instabilidade hemodinâmica e/ou grande
sangramento
2) Exerese da trompa acometida
- Eleva-se a trompa acometida.
- Clampeia-se o mesossalpinge o mais próximo da tumoração, estendendo-se
até o corno uterino.
- Secciona-se toda estrutura
- Sutura-se com fio de absorção tardia número 0 ou 1 (Catgut Cromado ou
Vicryl, técnica tipo em 8 ou sutura contínua.
- Limpeza exaustiva da cavidade pélvica e abdominal
* obs: prenhez ectópica intersticial, a abordagem cirúrgica pode ser mais radical
(histerectomia)

11. Procedimentos: manuais e decrições

(cont.)
Parto normal - Parto cesáreo - Amniotomia - Curetagem (normal - não pós-parto
imediato) - Curetagem (normal - pós-parto imediato) – Forcéps - Indução do parto - USG
[Construindo]

Parto Normal

- Assistência ao Trabalho de Parto
- Avaliação da vitalidade fetal intraparto
- Cordão circular
- Escore de Bishop (modificado)
- Gestação prolongado
- Indução do parto
- Mechanismo do parto
- Mecônio
- Partograma
- Parto Prolongado
- Placenta Prévia
- prenatal
- Procedimento (em holandês)
- Puerpério (fisiologia e patologia)
- Rutura uterina
- Sexo pós o parto e embolia de ar
- Sofrimento fetal aguda (SFA)
- Vantagens posição vertical

Cordão Circular
Epidemiologia
Tem na literatura internacional ainda um pouco discussão sobre os cordões umbilicais
circulares tipo B (que tem um nó com o pescoço no centro, veja: Am J Obstet Gynecol
1997;177:94.) e cordões umbilicais com dois ou mais laços, mais em geral os estudos
demonstram o seguinte:

1. Mais ou menos 20% das crianças nascem com um cordão circular.
2. O achado dum cordão circular pela ultrasom não significa que a criança tem um
risco aumentado de problemas durante e logo depois o parto. O grupo com um
cordão circular nos Estados Unidos teve um risco de uma cesárea tão grande
quanto os outros fetos. Os estudos só demonstraram que nos casos dum cordão
circular existe um aumentado pequeno do risco que a criança nasce antes de 37

semanas. (veja por exemplo: Obstetrical & Gynecological Survey. 59(7):499-500,
July 2004.)

3. Dois estudos grandes demonstram que no caso de presença dum laço o risco
para sofrimento fetal agudo não está aumentado. Um demonstrou também
nenhuma diferença no caso duma cordão circular com laços múltiplos. E o outro
demonstrou que no caso de laços múltiplos o risco de sofrimento fetal agudo é
aumentado, mas...... que o escore de Apgar de 5 minutos (que é mais importante
do que o escore do primeiro minuto) é igual. A conclusão dos autores é que em
geral um cordão circular não realmente aumenta o risco para a criança e então não
é uma indicação para uma cesárea. (Veja: Am J Perinatol. 2005 Feb;22(2):83-5,
Midwifery Today E-News (Vol 1 Issue 30, July 23, 1999)

Escore de Bishop modificado

0

1

2

3

Alt.
Apresentaç
ão

-3

-2

-1/0

1-2

Dilatação

0

1-2

3-4

>4

Comprimen
to

>2cm

1-2cm

0,5-1cm

<0,
5

Consistênci
a

Firme

Intermediári
o

Amolecido

-

Posição

Posterio
r

Intermediári
o

Medianizado

-

Escore:
> 8 indução geralmente bem-sucedida
5-7 sucesso de indução: 75%
<5 necessidade de preparo cervical

Mecônio
- Epidemiologia
- Etiologia
- Bibliografia

Epidemiologia
Mecônio no LA: 5-20% dos nascimentos. Deste 5-20% nascimentos um número de 510% evolui com Síndrome de Aspiração de mecônio ou (em outras palavras) em 0,2 a
2% dos nascimentos a criança evolui com Síndrome de Apiração. .

Etiologia
Mecônio pode ser expulso quando a criança chega numa idade à termo ou, mais
freqüente, pós-termo. Mecônio pode ser também um sinal de sofrimento agudo fetal.
O mecanismo de expulso de mecônio numa situação de sofrimento fetal: um baixo
nível de oxigênio no sangue fetal -> estressa -> 1) estimula o início dos movimentos
de intestinos. O mecônio está expulso. 2) estimula contrações dos músculos de
inspiração. O feto inspira com força.
Quando o feto inspira o mecônio, o mecônio pode:
1. Bloquear totalmente as vias áreas.

2. Bloquear parcialmente as vias áreas -> pode funcionar como válvula; o ar pode
entrar mas não sair os pulmões. Conseqüência: hiper-expansão dos pulmões até
ruptura dos pulmões.

3. O mecônio também pode causar uma reação inflamatória. Mecônio é estéril,
não tem bactérias, mas as substancias dentro podemos causas irritação e provocar
uma inflamação grave: Pneumonia química.

Bibliografia (fora dos meus livros em holandês):
Mercks Manual Home Edition (tem no internet)

HT TP :/ / en.allexperts.com/ q/ObGyn-Pregnancy-issues-1007/BABY-INHALING-FIRSTBOWEL .htm
Para mais informação veja: htt p: / / emedicine.com/ped/topic768 .htm

POSTURA VERTICAL - VANTAGENS
Ação da gravidade
- Melhor pressão axial fetal
- Favorece respiração
- Melhora pH
- Maior índice de Apgar

Contração uterina
- Aumento da
intensidade
- Redução da freqüência e do tono

Mobilidade pélvica
- Melhor adaptação cefálica na arcada púbica
- Maior retropulsão do sacro e do cóccix

Duração do parto
- Dilatação e expulsão mais rápidos

Fluxo uteroplacentário
-aumentado

Procedimento (em holandês)
!!!! SEJA BEM VINDO COLOCAR UM TEXTO EM PORTUGUÊS

- handen wasen met borstel, schort voor, bril op
- tegensdruk geven met doek tegen perineum
- Cefálico: Verificar se não tem um cordão circular. Hoofd goed vastpakken ((gehaakt
tussen twee handen), pular para baixo e PARA FORA
- Pélivico: As costas tem que ser no lado anterior da mãe (a cu para a lua), devolve as
braços (haak vinger erachter en breng ze naar buiten). Caso que as costas forem para
cima, aguarde, quando os escapulos nascem, pegue o corpo e pule o corpo para cima.
- wachten op placenta (evt. Massage do utero/fundo de utero)
- placenta om zijn as draaien tijdens nageboortte (NIET trekken)
- colocar tampona (gazen acima de outro com um gaze als wikkel eromheen) na vagina
- troca de luvas??
- inspecção de lacerações (goed spreiden van de lippen)
- drie tipen naalden de catgut simples: driehoek (huid), rond (musculo), ertussenin
(mucosa)
- hecht zo dat de labia minores een continuiteit vormen!!
- let op een holtevorming t.h.v het perineum -> hematoom daar is erg pijnlijk. Wwes
laagdrempelig met nog een hechting daar.
- na hechten: observar sangramento
- tirar tampona -> dois dedos para dentro -> in en uit bewegen en wassen met soro
fisiológico (om stolsels weg te wassen)
- limpar com um dedo dentro e povidina
- toque retal
Depois o parto normal coloque no prontuário:
1. Placenta macroscópica normal
2. Lacerações vulvaperineais de mucosa e pele. Suturado com catgut simples s/
intercorrências
3. Toque retal s/anormalidades.
24 horas pós parto normal:
Marcar uma consulta no ambulatório pós-natal após 7 dias

ROTURA UTERINA

-Epidemiologia e etiologia: Geral – Ruptura primária – Ruptura de uma cicatriz antiga
-Quadro Clínico
-Conduta e prognóstico

Epidemiologia e etiologia
Geral
Risco duma ruptura pós um cesáreo: 0,2% com parto cesáreo, 0,5-0,8% com parto
normal sem remédios para induzir o parto, 2,5% com parto normal com remédios para
induzir o parto. Mas......o risco de morto fetal em geral: com um parto normal pós um
cesáreo anterior: 6 por 10,000 partos, e com um parto cesáreo 3 por 10,000. Então,
são números pequenos.

Ruptura primária
Muito raro, muitas vezes causado pelo uma desproporção entre o feto e a pélvis (a
pélvis é pequena demais, o feto é grande demais ou o posicionamento do feto é
errado), tem uma apresentação aguda e grave. A mãe tem uma dor forte e aguda e
muitas vezes a mãe entra rapidamente num shock grave. As vidas da mãe e da criança
estão em perigo e a sobrevivência é baixa.

Ruptura de uma cicatriz antiga
Mais comum; uma ruptura duma cicatriz antiga dum cesáreo (ou outro procedimento
cirúrgico que corta a parede uterina como algumas cirurgias para tirar miomas) .
O risco é mais aumentado em caso de: parto induzido, peso fetal maior que 4000
gramas, parto pós-termo (>42 semanas), idade alta da mãe (>35 anos), altura baixa
da mãe e muitos partos anteriores.
Os sintomas podem ser bem leves (ás vezes eles somente descobrem a ruptura
durante uma cirurgia mais tarde). Outras vezes vasos uterinos também rompem e os
sintomas são bem mais graves. A ruptura pode acontecer antes o parto, mas mais
comum é uma ruptura durante o parto.

Quadro clínico
Antes a ruptura a mãe tem contrações normais ou mais fortes, uma dor elevada. A dor
fica presente entre as contrações e a parta baixa útero está doendo muito –
principalmente quando o médico toca lá. Com o útero a bexiga também está estendida

e portanto a mãe vai produzir urina com sangue. Às vezes tem sangramento vaginal.
Pós a ruptura de útero o dor diminua, porque o útero para ou diminua de contrair.
(Raramente as contrações continuam). A posição do feto é mais alto que antes durante
o parto (a cabeça volta para acima). No mesmo tempo a freqüência dos batimentos de
coração de feto altera (ou nos casos graves: o coração para). Quando o diagnóstico
demora: o feto pode sair o útero e entrar a cavidade abdominal.

Conduta e prognóstico
Cirurgia de emergência é indicada (dentre 18 minutos é o melhor) : para tirar o feto e
fazer cirurgia do útero. Muitas vezes a mãe precisa duma transfusão de sangue.
As conseqüências:
Necessidade de tirar o útero/ histerectomia (1 de cada 23 rupturas)
Morte do feto (1 de cada 8 rupturas) e/ou da mãe (raro)
A mãe não pode se engravidar de novo, pro causa do risco alto duma nova ruptura.

Sexo pós o parto e embolia de ar
Oppinão geral dos méidco: a mãe tem que esperar 3 a 6 semanas pós o parto. Se ainda
está doendo.... espere um pouco mais.
As mães que mamam: o uso de uma lubrificante é recomendável (nível de estrógeno é
mais baixo durante amamentação).
Um artigo (Postgrad Med J. 1998 Oct;74(876):612-3) que fala de dois casos de embolia
de ar. Duas mulheres que tiveram relações 5 e 8 dias pós um parto vaginal. Porém
existe um “mas”. Embolia de ar existe, mas é raríssima. Na Inglaterra (população de
60 milhões) teve 18 casos em 26 anos! É numa grande parte desses casos os casais
tiveram um jeito de ter relações que é diferente do normal. Eles empurram ar com
esforça dentro o útero!
Risco maior é um parto cesariano. Porque porém é bem mais freqüente que uma
embolia de ar é causada pela cirurgia. Durante cirurgia um pouco de ar facilmente
pode entrar nos vasos do útero.
O que mulheres fazem na realidade. Um mês pós o parto: 13% dos casais já têm
relações, mas na média as mulheres começam ter relações com 7 semanas. Existem
médicos que dizem que nunca mais vai ser tão bom quanto antes o parto.
Com três meses após o parto 71 a 83% das mulheres reclamam de problemas sexuais;
41-48% reclama de dor durante as relações, com 39% a vagina fica muito seca e 44%
das mulheres têm uma falta de vontade (uma libido baixa). As queixas de dor são
aumentadas nos casos de dano de períneo (a parte entre a vaginal e o ânus) ; o mais
dano, o mais risco de ter dor. Com seis meses já é bem melhor, mas ainda não no

nível de pré-parto. Com seis meses 34 a 38% das mulheres têm problemas sexuais,
22% têm um vagina seca e 35% sofrem duma libido baixa. O risco é aumentado nas
mulheres que tiveram um parto com uso de vácuo ou fórceps e infelizmente mulheres
que mamam têm um risco 4 vezes maior de ter dor e uma libido baixa.
Um parto cesariano e parto normal: os estudos não demonstram muitas diferenças em
função sexual. Um estudo demonstrou que pós um parto cesariano os primeiros 3
meses a função sexual é melhor, mas com 6 meses é igual ou mesmo pior. Outro
estudo mais profundo demonstrou que a função sexual é o melhor nas mulheres que
tiveram um parto vaginal com o períneo intacto, pior nas mulheres que tiveram um
parto cesariano e o pior nas mulheres que tiveram um parto vaginal com uma
episiotomia.
Bibliografia: Am J Obstet Gynecol. 2001 Apr;184(5):881-8; discussion 888-90, Zhonghua
Fu Chan Ke Za Zhi. 2003 Apr;38(4):219-22, BJOG. 2000 Feb;107(2):186-9, Arch Sex
Behav. 1999 Apr;28(2):179-91, Birth. 2005 Dec;32(4):306-11, J Obstet Gynaecol Can.
2005 Apr;27(4):332-9, Br J Obstet Gynaecol. 1997 Mar;104(3):330-5, J Fam Pract. 1998
Oct;47(4):305-8.

Parto Cesáreo

Cesárea - indicações
Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia 14 de Agosto de
2002
Conteúdo versão 3.50*
Contuédo Alternativo
1. Geral
2. Obstetrícia
A. Geral
1. Exames Utilizados
2. Prescrições
3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto
4. Fluxogramas
B. Gravidez
1. Fisiologia da gravidez

2. Patiologia na gravidez
3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)
C. Parto Normal
1. Fisiologia
2. Patologia
3. Descrições e manuais dos procedimentos
D. Cesárea
1. Indicações
2. Descrição
3. Manual do procedimento
4. Complicações
E. Puerpério
3. Ginecologia
A. Geral
1. Exames Utilizados
2. Prescrições
3. Rotinas no IMIP
4. Fluxogramas
B. Fisiologia
C. Patologia
D. Descrições e manuais dos procedimentos
Pela ordem
12. Protolos /Rotina nos setores
Rotina no Ambulatório Ginecológico
Anamnese
Rotina no Ambulatório de Mastologia
Anamnese
BIRADS
Rotina no banco de leite humano

Desmame no 6º mês da vida
Leite artificial (criança não mama) e desmame
Relactação
Critérios e observações gerais para doação e estoque de leite
Coletar leite /ordenhar
Conservar leite coletado (validade)
Consumir o leite humano
Rotina no 4o CAM
PE Grave
Rotina na Ginecologia (sexto andar)
Admissão duma paciente nova
Diabetes e cirurgia
Rotina no caso de mola / DTG
Pre-operatório
Preparo para tomografia – paciente alérgico
Profilaxia da endocardite e TVP/TEP
Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório)
Rotina de neonatologia no pré-parto
APGAR
VIG e QH
Formulas
Prescriçãoes
Rotina no Pré-Parto
Rotina no Puérperio
Rotina no SIGO
Rotina na triagem
Estupro (após) / violência sexual
Prescrições
2A. Indicação alfabética

A
B
C
D
E
F
G
H
I
L
M
N
O
P
R
S
T
V
Prescrição no dia antes da cirurgia ginecológica
Prescrição pós-cirurgica ginecológica (imediato)
Prescrição pós-parto normal
Prescrição pós-cesárea (pós-operatório imediato)
Prescrição pós-cesárea (24-48 horas)
Abortamento de repetição (e gravidez nova)
Abscesso Tubo-Ovariano
Abscesso de mama
Acne (e pílula anticoncepcional)
Anticoncepcional hormonal oral (ACHO) / pílula anticoncepcional

Alergia ao remedio (reação alérgica)
Amniorexe
Anemia
Anemia falciforme
Anticoncepção de emergência / morning after pill / pílula dia depois
Anti-depressiva
Vacinação contra Têtano
Asma (crise)
Atrofia mucosa vagina
Bartholinite
Bacturia Assintomática
Candidíase Inguinal
Candíase Mamilar
Candidiase ungueal
Candidíase vaginal
Cefaleía pós-punção lombar
Celulite
Cisto ovariano simples
Climatério: queixas vasomotores
Coagulopatia
Coalescência de nimfas/lábios pequenos
Constipação
Corioamnionite
Corticoide (desmama)
Curetagem
Diabetes
Dilatar o colo (durante TP)
DIPA

Dismenorréia
Doença Trofoblástica Gestacional (DTG)
Dor cólica (na Triagem)
Dor continua (p. Ex. Cefaléia) (na Triagem)
Eclâmpsia
Edema aguda de pulmão
Endocardite (profilaxia)
Endometrite (pós-parto)
Endometriose
Erisipela
Escabiose
Pós-estupro (violência sexual)
Febre reumática + lesão de válvula
Fissura mamilar profunda
Fluxo reduzido
Gardnarella vaginalis
Gonerreia
Granuloma de cúpula vaginal
Gravidez (3 meses antes até IG 16-20 sem)
HELLP-síndrome
Herpes Genital
Herpes Zoster
Hiperêmesis gravídica
Hiperplasia simples do endométrio
Hipertensão pré-parto/ durante gravidez
Hipertensão pós-parto
HIV
Íleo paralítica (pós-cirúrgica)

Imaturidade pulmonar (IG > 24 e < 35 sem)
Inibir produção do leite
Indução do parto
Ingurgitamento (de mama)
Insuficiência Cardíaca Fetal
ITU
HPV
Mastalgia prë-menstrual (MPM)
Mastite
Menorragia / sangramento genital (não gravida)
Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado)
Ocitocina intra-parto
PE grave (pré-parto) e PE Leve (paciente em TP franco)
PE-grave (pós-Cesárea)
PE-grave (pós-parto normal)
PE Leve (sem TP franco)
Pielonefrite
Pirose
Pneumonia
Possibilidade de sensibilização de anticorpos anti-Rh (mãe Rh -, RN Rh+)
Preparo intestinal para USG
Prurido pós morfina
Puderdade precoce
Reposição hormonal
SAAF
Sindrôme de ovários policísticos
Toxoplasmose
TPM / Síndrome Pre-Menstrual

Trabalho de parto + historia de sepse numa gravidez anterior
TPP
Tricomoníase
Trombose (profilaxia e tratamento)
Vermes
2B. Medicamento - Alfabético
A
B
C
D
E
F
G
H
I
K
L
M
N
O
P
R
S
T
V
2C. Drogas na gravidez
Introdução geral
Categorias

Drogas sorteadas por tipo/indicação
Anticoagulantes
Anticonvulsivantes
Antihistamínicos
Antiinflamatórios Não-Hormonais
Antimicrobianos (Também Veja: Antivirais E Tuberculostáticos)
Antivirais
(Drogas) Cardiovasculares
Citostáticos
Drogas Lícitas E Ilícitas
Hormônios
(Drogas Para) Sistema Nervoso Central
Vacinas, Serums E Toxoides
Vitaminas
Outras Drogas E Substâncias
2d. Drogas na lactação
Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação
Alfabético
4. Procedimentos: descrições e manuais
AMIU
Manual: Indicações, Contra-Indicações E Complicações
Atestado (Triagem)
Cerclagem
Cesárea
Descrição
Manual
Instrumentos (básico cesário)
Procedimento

Cone Clássico
Descrição
Manual
Curetagem (normal)
Descrição
Manual Curetagem (normal - não pós-parto imediato)
Manual Curetagem (normal – pós-parto imediato)
Curetagem Uterina Fracionada
Drenagem de abscesso de mama
Drenagem de abscesso de Glândula de Bartholini
Esterilizações Tubárias
Exerése de cisto clitoriano
Exerése de lesão condilomatosa em vulva, vagina e colo uterino
Fórceps
Descrição
Manual
Histerectomia total abdominal (HTA)
Descrição
Manual
Histerectomia Total Vaginal (c/ prolapso) + colpoperineoplastia (HTV+CPP)
Laparotomia exploratório (LE) (com anexectomia bilateral)
Mastectomia Radical Modificada (e Não-modficada)
Descrição
Manual
Miomectomia (e Taquelectomia)
Descrição miomectomia e taquelectomia
Manual Miomectomia
Miomectomia e taquelectomia
Nodulectomia (suspeito de fibroadenoma de mama)

Ooforectomia
Manual
Ooforoplastia
Manual
Ooforplastia para ovários multipolicísticos
Manual
Parto Normal
Descrição
“Manual”
Laparotomia exploratória para Prenhez Ectópica
Descrição Salpingectomia
Manual e indicações
11. Procedimentos: manuais e decrições (cont.)
Parto Normal
Cordão Circular
Escore de Bishop modificado
Mecônio
Postura vertical - vantagens
Procedimento (em holandês)
Rotura Uterina
Sexo pós o parto e embolia de ar
Parto Cesáreo
Cesárea - indicações
1. Epidemiologia
2. Condições fetais e indicação de cesariana
2a. Apresentação pélvica
2b. Gestação gemelar
2c. Prematuridade ou baixo peso
2d. Sofrimento fetal agudo

2e. Macrossomia
2f. Situação transversa
2g. Placenta prévia
2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo
2i. Procidência de cordão
2j. Malformações congênitas
3. Condições maternas e indicação de cesariana
3a. Herpes genital ativo
3b. Infecção pelo HIV
3c. Cesarianas prévias
3d. Outras condições maternas
Amniotomia
Escala 2009
Exames complementares
Cardiotocografia
Cistometria de infusão
Cistos (na mama)
Climatério
Colposcopia
Espermograma
FSH (homens)
Ginecomastia
Hepatite B
Mestastases de câncer de mama (rastreamento)
Quimoterapia (antes da quimoterapia)
Pré-histeroscopia
Pré-op
Rotina de ambulatório de mastologia

Rotina de PE (Leve e Grave) e Eclampsia
Rotina de pré-natal
SU e urocultura
USG na gestação
USG ginecológica
Valores laboratoriais normal
VDRL
8. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico diferencial e tratamento
Diabetes Mellitus
Hipertensão durante gravidez
Lesões de colo uterino
Perda de líquido durante a gravidez
Sangramento vaginal
Dor cólica em BV
2. Abreviações usadas no imip
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M

N
O
P
Q
R
S
T
U
V
W
X
Y
Z
5. Fisiologia e patologia (incl seminários)
A
C
D
E
F
G
H
I
L
M
N
O
P
S

T
U
V
Abortamento
Definição
Epidemiologia
3. Etiologia
Classificação
5. Diagnóstico diferencial
Diagnóstico rápido
7. Ameaça de abortamento
Diagnóstico
Prognóstico
Conduta
8. Abortamento inevitável
8 A. Abortamento incompleto
Diagnóstico
Conduta
8 B. Abortamento completo
Diagnóstico
Conduta
8 C. Aborto infectado
Diagnóstico
Etiologia
Conduta no imip
Conduta alternativa:
9. Aborto retido
Diagnóstico
Conduta

10. Aborto habitual
Definição
Conduta
Aborto provocado
Acretismo placentário
Geral
Classificação
Placenta acreta
Placenta increta
Placenta percreta
Etiologia
Tratamento
Amenorréia
Conceito
Classificação
Anamnese
Na amenorréia primária, valorizar
Na amenorréia secundária, valorizar
Exame físico
Geral
Na amenorréia primária
Na amenorréia secundária
Exames complementares
Diagnóstico
Síndrome hiperprolactinêmica
Etiologia
Tratamento da síndrome hiperprolactinêmica
Insuficiência ovariana prematura
Diagnóstico

Outros distúrbios
Etiologia
Síndrome dos ovários policísticos (SOP)
Epidemiologia
Fisiopatologia da SOP
Diagnóstico da SOP
Tratamento da SOP
Amniorrexe prematura
1. Conceito
2. Epidemiologia
3. Fatores de risco
3.1. Não evitáveis
3.2. Evitáveis
4. Estrutura das membranas ovulares e características de líquido amniótico
5. Etiopatogenia
6. Quadro Clínico
7. Diagnóstico
7.1. Diagnóstico clínico
7.2. Diagnóstico subsidiário
8. Diagnóstico diferencial
9. Conduta
9.1. Descartar a iminência de parto
9.2. Avaliar condições de vitalidade fetal
9.3. Descartar infecção intra-útero
9.4. Conduta obstétrica
9.4.1. Gestação < 24 semanas
9.4.2. Gestação > 24 e < 35 semanas
9.4.3. Gestação > ou = 35 semanas

10. Evidências Corticoterapia, ATB-Terapia, Amnioinfusão, Tocólise e Profilaxia para
Estreptococcus Grupo B
10.1. Evidências Corticoterapia
10.2. Antibioticaterapia
10.3. Amnioinfusão na rotura prematura das membranas antes do termo
10.4. Inibição da contratilidade uterina
10.5. Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B
11. Prognóstico
12. Complicações
12.1. Infecção intra-amniótica
12.2. Prematuridade
12.3. Sofrimento fetal
12.4. Hipoplasia pulmonar
12.5. Outras complicações
Câncer de mama
1. Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
1.3. Freqüência por quadrantes
1.4. Frequência de acometimento linfonodal por tamanho tumoral
2. Etiopatologia
2.1. Geral
2.2. Carcinogenêse
3. Evolução da doença
3.1. Crescimento tumoral
3.2. Angiogênese
3.3. Disseminação
3.4. Via linfática
3.5. Metástase à distância

4. Diagnóstico - Triagem para pacientes assintomáticas
5. Diagnóstico – Anamnese
6. Diagnóstico - Quadro clínico
7. Diagnóstico - Achados laboratoriais
8. Diagnóstico por imagem
8.1. BIRADS
8.2. Tumor primário
8.3. Doença metastática
8.4. Mamografia
8.5. USG mamária
9. Diagnóstico histo-patológico
10. Estadiamento
10.1. Tumor
10.2. Linfonodos
10.3. Metástase à distância
10.4. Grupamento por estádios
11. Prognóstico
12. Quadro clínico pós-operatório (mastectomia radical modificada)
Carcinoma de colo uterino
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
Prognóstico
Patologia
Quadro clínico
Diagnóstico
Geral
Conduta diagnóstico
Estadiamento FIGO

TNM
Tratamento
Estádio o (adenocarcinoma in situ!)
Estádio Ia (microcarcinoma)
Estádio Ia1 (< ou = 3 mm)
Estádio Ia2 (> 3 mm até = ou < 5mm)
Estádio Ib1
Estádio Ib2
Estádio IIa
Estádios IIb, III e IVa
Estádio IVb
Recorrência
Seguimento
Conduta no câncer de colo durante gestação
Geral
Ca in situ e Ia:
Ib
II,III e IV
Cefaleía após raqui
Quadro clínico
Conduta
Complicações pós – operatório geral e ginecológico
O período pós-operatório intermediário
Conceito
Cuidado da ferida
Complicações pos-operatórios
Hipertermia precoce
Hipertermia após 48 horas

Hipertermia após o 3º dia
Complicações pulmonares
Pacientes de alto risco
Atelectasias
Pneumonia
Complicações vasculares
Tromboflebite superficial
Trombose venosa profunda
Embolia pulmonar
Complicações urinárias
Oligúria
Retenção urinária
Choque
Geral
Quadro clínico
Manuseio
Descolamento da placenta normalmente inserida
1. Conceito
Terminologias paralelas
Freqüência
Etiologia
Fisiopatologia
A. Alterações locais (uterinas e placentárias)
B. Alterações sistêmicas (coagulopatia e insuficiência renal e/ou hipofisária)
Formas clínicas
Hemorragia oculta
B. Hemorragia externa
C. Hemoâmnio
D. Apoplexia útero-placentária

E. Prolapso da placenta
F. Descolamento placentário crônico
G. Outra classificação
Diagnóstico clínico
Diagnóstico laboratorial
Tratamento
Diabetes na gestação
Definição
Classificação de Priscilla White (1941)
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
Fisiopatologia Diabetes Gestacional
Prognóstico/repercussões
Diagnóstico
IMIP
Alternativos
Diagnóstico e conduta simplificados
Exames complementares após diagnostico de Diabetes
Avaliação fetal
IMIP
Alternativas
Tratamento da gestante diabética
Objetivo
Corticoides (Betametasona)
Diabético em uso de hipoglicemiantes
Dieta
Insulina durante gestação
Exercício físico

O parto
Via do parto
Inibição de TPP
Prescrição (eIndução)
Puerpério
IMIP
Alternativas
Após alta
IMIP (????):
IMIP (livro):
Caso especial: Hipoglicemia
Caso especial: cetoacidose diabética na gestação
Definição
Epidemiologia
Prognóstico/complicações
Etiopatologia
Tratamento
Eclampsia
Dismenorréia
Conceito e incidência
Classificação
Dismenorreía primária
Conceito e Epidemiologia
Etiopatogenia
Diagnóstico
Tratamento
Dismenorréia secundária
Geral
Causas de dismenorréia secundária

Disturbios emocionais pós-parto
Pós-Parto Blues
Depressão pós-parto (????)
Psicose pos-parto (????)
Doenças trofoblásticas gestacionais (DTG)
Conceito e nomenclatura
Geral
Classificação
Epidemiologia
Incidência
Fatores de risco
Etiopatogenia
Geral
Origem parental da mola hidatiforme completa
Origem parental da mola hidatiforme parcial
Anatomia patológica
Macroscopia
Microscopia
Aspectos clínicos
Quadro clínico clássico
Quadro clínico da mola parcial (MHP)
Quadro clínico da mola invasora e do coriocarcinoma
Diagnóstico laboratorial
Diagnóstico da mola completa
Diagnóstico da mola hidatiforme parcial
Diagnóstico dos tumores trofoblásticos gestacionais
10. Estadiamento FIGO
11. Diagnóstico diferencial
12. Conduta

13. Prognóstico
Gestação prolongada
Conceito
Epidemiologia
Conduta
IG entre 40-41 semanas
IG entre 41-42 semanas
IG > 42 semanas
Hepatite B
Etiologia
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
Diagnóstico e Tratamento
Marcadores
Rastreamento
CDC interpretação dos resultados
IMIP interpretação dos resultados e conduta
Hiperplasia endometrial
Conceito
Fatores de risco
Histeroscopia
Risco para desenvolver CA de endométrio
Tratamento
Hiperplasia Supra-Renal Congênita
Geral
Formas
Clássica não-perdedora de sal
Clássica perdedora de sal

Não-clássica
Hipertensão na gestação
Geral
1. Introdução
2. Classificação da hipertensão arterial na gestação
3. Conceitos
4. Critérios para verificação da pressao arterial na gravidez
5. Diagnóstico diferencial entre PE/HAS Gestacional e HASC
6. Complicações da hipertensão arterial na gravidez
B. Hipertensão arterial crônica
6. Tratamento: MgSO4
A. Vantagens
B. Apresentações differentes no mercado
C. Esquema de Zuspan
D. Esquema de Pritchard
E. Mecanismo de ação
F. Cuidados gerais com MgSO4
G. Níveis séricos de Magnésio Sulfato
H. Manifestações de toxicidade
I. Monitorização
J. Oligúria
Emergência hipertensiva
D. Iminência de eclâmpsia
E. Eclâmpsia
1. Conceito
2. Classificação prognóstica
A. Não complicada
B. Complicada
3. Conduta: cuidados gerais

4. Terapia anticonvulsiva
5. Tratamento do edema cerebral
F. Síndrome HELLP
1. Geral
2. Diagnóstico
A. Quadro inicial
B. Quadro avançado
3. Diagnóstico diferencial
4. Diagnóstico laboratorial
5. Conduta na síndrome HELLP
A. Geral
B. Avaliação materno-fetal
C. Correção da coagulopatia
D. Tratamento da CIVD
E. Terapia anticonvulsivante
F. Terapia anti-hipertensiva
G. Interrupção da gestação
6. Hematoma hepático
Conduta
G. Hipertensão crônica com Pré-Eclâmpsia sobreposta / HAS Agravada
H. Hipertensão gestacional
1. Conceito
2. Tratamento durante pré-natal
A. Geral
B. Propedêutica laboratorial
C. Propedêutica fetal
3. Tratamento gestação a termo
HIV
Durante gravidez

Pré-natal
Prescrição
HIV e parto
Conduta
Prescricção ápos o parto
HPV (transmissão vertical)
Epidemiologia
Bibliografia
Indução do parto
Indicações
Contra-indicações absolutas
Contra-indicações relativas
Complicações maternas
Complicações feto-anexiais
Requisitos
Métodos de preparo cervical
A. Métodos mecânicos
Sonda de Foley com balão
Laminária
Deslocamento das membranas (manobra de Hamilton ou de Coopermann)
Amniotomia
Estímulos naturais
B. Métodos farmacológicos
Misoprostol
Dimeprostone
Hialuronidade
Ocitocina
Situações especiais
Cesárea anterior

Prematuridade
Polidrâmnio
Cesárea eletiva
Quando há inexistência de indicações de cesárea
Incontinência urinária
Definição
Classificação
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
Fisiologia
Etiologia (causas)
Diagnóstico
Tratamento
Manejo conservador
Manejo cirúrgico
Infertilidade
Mioma uterino
Definição
Classificação pela localização
Epidemiologia
Etiopatogenia
Patologia
Prognóstico
Manifestações clínicas
Sangramento anormal
Dor pélvica
Infertilidade
Sintomas compressão

Manifestações clínicas gerais
Diagnóstico diferencial
Diagnóstico
Tratamento
Assintomáticas
Sintomáticas
Tratamento cirúrgico
Medicamentoso
Embolização das artérias uterinas (EAU)
Mioma uterino e gravidez
Leiomioma uterino e emergências
Sangramento
Dor aguda e intensa (abdome agudo)
Modificações gravídicas gerais e locais do organismo materno
Modificações gravídicas sistêmicas
1. Postura e deambulação
Sistema circulatório
Adaptações circulatórios
Adaptações circulatórias uteroplacentárias
Resultado das modificações
3. Compartimento sangüíneo
Pele
Metabolismo
Fase anabólica
Fase catabólica
Ganho de peso materno
Outros aspectos
Sistema urinário
Sistema digestivo

Sistema respiratório
B. Modificações gravídicas locais
Útero
Consistência
Volume
Peso
Coloração
Forma
Posição
2. Colo uterino
Ovários e trompas
4. Vagina
5. Vulva
6. Mamas
Neoplasias Ovarianas
1. Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
2. Fisiopatologia
3. Disseminação do carcinoma ovariano
4. Quadro clínico
5. Diagnóstico
6. Exames complementares
7. Fluxograma
8. Classificação
Tumores benignos
Tumores malignos*
9. Estadiamento do carcinoma de ovário (FIGO e American Joint Committee On Cancer
AJCC)
10. Rotina cirúrgica para estadiamento do carcinoma do ovário

11. Terapia das neoplasia ovarianas epiteliais
Geral
Resistência à quimioterapia
Terapia hormonal
Cirurgia de second look
Cirurgia de citorreduçao secundária
Laporoscópia
12. Neoplasias ovarianas não-epiteliais (terapia)
Neoplasias derivadas de células germinativos
Neoplasias derivadas do estroma gonadal especializado
Neoplasias derivadas do mesênquima não-específico
13. Seguimento
14. Prognóstico
15. Prevenção
16. Screening /rastreamento
17. Developmentos recentes
18. Evidências
Parto prolongado
Introdução
Conceito
Fisiológico
Parto prolongado
Riscos de um parto prolongado
A dilatação cervical demora
A expulsão demora (= a segunda fase)
Etiologia de um parto prolongado
Dilatação cervical prolongada
Período expulsivo prolongado
Fatores que causam que o feto não pode passar pela pélvis

Posição fetal anormal
A. Posição anormal da cabeça
B. Apresentação pélvica
C. O feto tem uma posição transversal
Bibliografia
Poliidramnio
1. Definição
2. Incidência
3. Formas clínicas
3.1 – Aguda
3.2 – Crônica
4. Classificação
5. Etiologia
6. Manifestações clínicas
6.1 Poliidramnia leve
6.2 Poliidramnia moderada ou severa
7. Diagnóstico
7.1. Valores do ILA e a idade gestacional
7.2. Diagnóstico clínico de suspeita
7.3. Diagnóstico de certeza
8. Conduta
8.1. Geral
8.2 Terapêutica específica
9. Via de parto
10. Prognóstico
Problemas (infecções) da ferida operatória
Epidemiologia de infecçcões da FO
Etiologia
Fatores locais

Fatores gerais
Tipos de fios cirúrgicos
1 - Fios absorvíveis
2 - Fios não absorvíveis
Diagnóstico
Geral
Clinico de processo de cicatrização da FO (normal e anormal)
Tratamento
Finalidade de tratamento
As qualidades importantes de um produto eficaz para o tratamento de feridas
Escolha de curativo
Curativos
1. Soro fisiológico (ou srl ou água destilada)
2. Hidrogel com alginato de sódio [DUOREM GEL, HYDROSOR, INTRASITE GEL, NU-GEL]
3. Carvão ativado com prata [ACTISORB PLUS]
4. Sulfadiazina de prata 1% [KINDER, DERMAZINE, PRATAZINE]
5. Filme transparante [BIOCLUSIVE, HIDROFILM, SUPRASORB, TEGADERM]
6. Cobertura de ferimento estéril não-adherente [ADAPTIC, LOMATUELL]
7. Trigilicéridos de cadeia media (TCM) / ácidos graxos essenciais (AGE) [DERMOSAN,
TRIGLICERIL CM –AGE, SOMMACARE, DERSANI, AGE DERM]
8. Alginato de cálcio e sódio [ACQUACELL, ALGODERM, KLATOSTAT, SORBALGON,
SORBALGON T, SORBSAN, RESTORE CALCICARE, TEGAGEN]
9. Hidrocolóide [COMFEEL, DUODERM, HYDROCOLL, REPLICARE, RESTORE, TEGASORB]
10. Hidropolímero [ALLEVYN, ALLEVYN CAVITY, ELASTO GEL, LYOTOAM, POLYMEM,
POLYWIC, TIELLE, TIELLE PLUS]
Sífilis
Etiologia
Epidemiologia
Classificação
Sífilis primária

Sífilis secundária
Sífilis latente
Sífilis terciária
Sífilis na gestação
Diagnóstico
Sorologia
Rastreamento com vdrl (veneral disease research laboratory)*
Exames após a confirmação do sífilis
IMIP: indicações punção lombar
Tratamento
Todos os tipos de sífilis com excepção de neurosífilis
Pacientes alérgicas a penicilina**
Neurossífilis
Seguimento
Controle de cura
Caso especial: Sífilis Congênita
Quadro clínico
Diagnóstico
Tratamento e exame complementares
Síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAAF)
1. Conceito
2. Classificação
3. Epidemiologia
4. Etiopatologia
4. Quadro clínico
Geral
Trombose Arterial
Manifestações Neurológicas
Manifestações Dermatológicas

Manifestações Cardíacas
Manifestações Hematológicas
Manifestações Renais
SAAF Catastrófica
5. Exames subsidiários
6. Critérios Diagnósticos
6.1. Clínicos
6.2. Laboratoriais
7. Tratamento
7.1. Geral
7.2. Tratamento de perda fetal recorrente
8. Bibliografia
Síndrome de Meckel-Gruber
Sofrimento fetal aguda
Conceito
Etiologia
As causas de primeiro grupo (problema do corpo de mãe e/ou placenta)
Problemas de segundo grupo (problemas fetais)
Sindrome da tensão pré-menstrual
Conceito
Incidência
Etiopatogenia
Quadro clínico
Sintomas somáticos
Sintomas psicológicos
Diagnóstico
Diagnóstico diferencial
Tratamento
Medidas gerais

Tratamento farmacêutica
Trabalho de parto prematuro (TPP)
Fatores preditivos do parto prematuro dentro de 1-7 dias
Anamnese
Exame físico
Exames complementares
Efeitos colaterais da nifedipina
Formas clínicas
Diagnóstico rápido
Ameaça de parto prematuro
Quadro clínico
Conduta
Início de trabalho de parto prematuro
Quadro clínico
Conduta
Franco trabalho de parto prematuro
Quadro clínico
Conduta
1. Anamnese e exame físico
Anamnese
A. Anamnese em geral
1. Queixa Principal
2. História médica pregressa
3. História familiar
4. História pessoal e social
5. Revisão de sistemas
Geral
Endócrino
Hematopoiético

Cabeça
Olhos
Orelhas
Nariz e seios da face
Boca/ garganta
Pescoço
Respiratório
Cardíaco
Vascular
Gastrointestinal
Gênito-urinário
Músculo-esquelético
Reumático
Neurológico
Pele
Psiquiátrico
6. Casos especiais
Caracterização da dor
Vômito, diarréia e expectoração
Febre
Edema
Alergia
Desânimo, falta de ar, nervosismo
Desmaio
B. Anamnese ginecológica
1. Anamnese ginecológico em geral
a. História menstrual
b. História obstétrica

c. História ginecológica
d. História sexual
e. História familiar
f. História passada de:
2. Anamnese ginecológico: casos especiais
a. Sangramento ANORMAL
b. Dor
c. Descarga ou corrimento vaginal
d. Sintomas pré-menstruais
e. Queixas/sintomas da menopausa
f. Infertilidade/subfertilidade
g. Sintomas urinários: disúria, queimação (ardor as micções), freqüência, urgência
h. Massas genitais ou pélvicas
3. Rastreamento de violência contra mulher (Abuse Assesment Screen)
Exame físico
Exame físico em geral
Elementos do exame físico
Geral - procedimento
Estado geral
Estado de hidratação
Mucosas
sinais vitais
Medidas antropométricas
Biotipo
Geral – descrição
Estado geral
Estado de hidratação
Mucosas

Sinais vitais
medidas antropométricas
Biotipo
Cabeça
Procedimento
Descrição
Pescoço
Procedimento
Descrição
Aparelho respiratório e tórax geral
Procedimento
Descrição
Coração
Procedimento
Descrição
Vascular
Procedimento
Descrição
Mamas
Abdome
Procedimento
Descrição
Músculo-esquelético
Procedimento
Descrição
Pele e ?? Fâneros
Procedimento
Descrição

Linfonodos
Procedimento
Descrição
Neurológico
Procedimento
Descrição
Genital
Procedimento
Descrição
Retal
Procedimento
Descrição
Exame ginecológico
Mamas
1. Mamas - procedimento
Inspeção estática
Inspecione ambas aréolas e mamilos e compare-os
Inspeção dinâmica
Palpação com a paciente sentada
Palpação com a paciente deitada
2. Mamas - descrição
Inspeção estática
Inspeção dos mamilos
Inspeção dinâmica
Palpação (paciente sentada)
Palpação (paciente deitada)
3. Exame pélvico: genitália externa
Procedimento
Descrição

4. Exame especular
Procedimento
Descrição
Toque bimanual
Procedimento
Descrição
Exame retovaginal
Procedimento
Descrição
Colposcopia
9. Fone
Setores
Pessoas
Fisiologia e doenças (cont.)
Anemia falciforme e gestação
Epidemiologia
Genética
Fisiopatologia
Formas clínicas
Quadro clínico
Diagnóstico
Fatores predisponentes a falcização
Gravidez
Placenta
Riscos
Tratamento geral
Tratamento durante gravidez
Crise dolorosas
Piora da anemia

Anomalias da placenta e cordão umbilical
A. Geral
Anomalias da placenta
Sistematização do exame USG da placenta
Graus da placenta (classificação de Grannum)
USG
Valor preditivo de complicações
Infartos placentários
Lagos venosos
Doença Trofoblástica Gestacional
Neoplasias primárias da placenta
Coriangioma
Teratoma
Placenta accreta
Geral
Categorias
Placenta prévia
Outras anormalidades da placenta
Inserção velamentosa do cordão
Placenta membranácea
Lobo succenturiado
Hematoma retroplacentário
DPPNI
C. Anomalias do cordão umbilical
Introdução
Cordão curto
Cordão longo
Circulares de cordão
Artéria Umbilical única

Hematoma de cordão
Formações císticas
Neoplasias
Anticoncepção hormonal oral e injetável
Anticoncepcionais orais combinados
Geral
Tipo e composição
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Desempenho clínico
Efeitos secundários
Contra-indicações
Uso sob supervisão cuidadosa
Riscos
Benefícios
Anticoncepcionais orais de progestágenos
B1. Progestágeno isolado
Geral
Tipos e composição
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Desempenho clínico
Efeitos secundários
Riscos
Benefícios
B2. Desogestrel 0,075mg (28cp)

Anticoncepção oral de emergência
Geral
Tipos e composição
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Efeitos secundários
Anticoncepcional injetável mensal
Geral
Tipos e composição
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Desempenho clínico
Efeitos secundários
Riscos e benefícios
Anticoncepcional injetável trimestral
Geral
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Desempenho clínico
Efeitos secundários
Riscos
Benefícios
Assistência ao trabalho de parto
Geral
Conceito

Objetivos
Grau de recomendação
Diagnóstico do TP
Anamnese e exame obstétrico
Fases clínicas do TP
Assistência ao 1° período
Local
Dieta
Enema e tricotomia
Estimular a deambulação
Partograma
Monitorar bem-estar fetal
Alívio da dor (não-farmacológicos)
Alívio da dor (farmacológico)
Amniotomia
Ocitocina
Suporte contínuo
Assistência ao segundo período
Conceito
Duração do período expulsivo
Complicações período expulsivo
Monitorização da vitalidade fetal
Posicionamento da parturiente
Puxos
Episiotomia (conceito clássico)
Episiotomia (conceito atual)
Episiotomia seletiva
Redução do trauma perineal

Fórceps x vácuo extrator
Manual rotation
Vácuo extrator
Acolhimento do Récem-Nascido
Ligadura do cordão umbilical
Assistência ao terceiro período
Geral
Do nascimento ao delivramento
Manejo ativo da dequitação
Assistência ao quarto período
Geral
Atonia uterina
Revisão da cavidade uterina
Revisão do trajeto
ATB profilaxia e pós-parto
Profilaxia de acidentes tromboembólicos
Antibioticoprofilaxia
Puerpério
Avaliação da vitalidade fetal intraparto: baseada em evidências
1. Objetivo
2. Introdução
3. História
4. Níveis de evidência
5. Grau de recomendação
6. Conceito sofrimento fetal
7. Auculta fetal intermittente
8. Propedêutica do líquido amniótico
8.1. Aminioscopia
8.2. Aminiotomia

9. Cardiotocografia
9.1. Vantagens e desvantagens
9.2. Condições maternas
9.3. Condições relacionadas a gravidez
9.4. Variações da FCF na ausculta
9.5. Evidências
10. Teste de estimulação sonora
10.1. Geral
10.2. Buzina da marca Kobo
10.3. Evidências
11. Microanálise do sangue fetal
12. Oximetria fetal de pulso
12.1. Geral
12.2. Evidências
13. Espectroscopia de luz próxima ao infra-vermelho
14. Eletrocardiografia fetal
14.1. Geral
14.2. Evidências
Câncer do Corpo Uterino
A1. Introdução
A2. Epidemiologia
A3. Patogênese
a) Câncer de endométrio estrogênio dependente
b) Câncer de endométrio não-estrogênio dependente
A4. Fatores de Risco
a5. Fatores de Proteção
A6. Histologia
A7. Clínica
a8. Diagnóstico

a) Anamnese
b) Exame Físico
c) Citologia Oncótica
d) Biópsia por aspiração endometrial
e) Curetagem Uterina
f) Utra-sonografia Transvaginal
g) Histeroscopia
A9. Formas de Disseminação
A10. Rastreio de Câncer de Endométrio
A11. Estadiamento Clínico
A12. Estadiamento Cirúrgico
A13. Tratamento
a) Geral
b) Ia, Ib, G1 e G2
c) Ic e G3
d) IIa
e) IIb
f) IIIa
g) IIIb
h) IVa e IVb
g) Metástases
h) Recidiva
A14. Seguimento
B. Sarcomas Uterinos
B1. Introdução
B2. Diagnóstico
B3. Classificação
B4. Estadiamento
B5. Tipos histológicos

a) Leiomiossarcoma
b) Tumor Mülleriano Misto Maligno
c) Sarcoma de Estroma Endometrial
B6. Tratamento
Câncer de vulva
Estadiamento
Ciclo menstrual
Historia
Duração
Nomenclatura
Fases
Geral (com imagem)
O Hipófise(GnRH) e o Ciclo Menstrual
Fase folicular
Fase lútea
Transição lúteo- folicular
Ciclo Ovariano
Desenvolvimento e forma dos oócitos
Fase Folicular
Teoria das 2 células x 2 gonadotrofinas
Fase Lútea
Alterações endometriais
Fase proliferativa
Fase secretória
Menstruação
Alterações da cérvix uterina
Alterações mamárias
Referências bibliográficas
Crescimento Intra-Uterino Restrito (CIUR)

1. Conceito
2. Crescimento Fetal
3. Classificação
Tipo I
Tipo II
Tipo III
4. Etiologia
Tipo I
Tipo II
Tipo III
5. Fisiologia
6. Diagnóstico
Risco para CIUR
Suspeita de CIUR
Provável CIUR
7. Acompanhamento
8. Centralização Fetal
9. Diástole Zero
10. Diástole Reversa
11. Via de parto
Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA)
Introdução
Definição
Epidemiologia
Geral
Alta morbidade
Fatores de risco
DIPA e anticoncepção
Fatores de proteção

Etiologia
Natureza polimicrobiana
Aeróbios e anaeróbios
Causas raras
Fisiopatologia
Geral
Salpingite
Abscesso tubo-ovariano
Geral
Classificação de Monif (1990)
Quadro clínico
Amamnese
Exame físico
Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis
Diagnóstico
Objetivo
Clínico
Critérios diagnósticos
Considerações do CDC 2006
Exames complementares
Exames laboratoriais
Exames radiológicos
Videolaparoscopia
Diagnóstico Diferencial
Tratamento
Objetivo
Critérios para tratamento hospitalar
Medidas gerais

Tratamento ambulatorial (CDc 2006)
Regime A
Regime B
Tratamento hospitalar (CDC 2006)
Regime A
Regime B
Regime alternativo
Tratamento ciríurgico
Indicações
Tratamento do parceiro sexual
Complicações da doença
Seqüelas precoces
Seqüelas tardias
Prevenção
Diabetes e cirurgia
Objetivos
Fisiopatologia
Importância do controle glicêmico
Pré-operatório
Pós-operatório
Manuseio pré-operatório
Admissão
DM 2 em uso de hipoglicemiante oral
DM 2 em uso de insulina
DM 1
Manuseio perioperatório
Diabetes Mellitus tipo 2
Diabetes Mellitus tipo 1
Manuseio pós-operatório

DM 2 em uso de hipoglicemiante oral
DM 2 em uso de insulina
DM 1
Diagnóstico de gravidez
1) Diagnóstico clínico
A) Sinais de presunção
B) Sinais de probabilidade
C) Sinais de certeza
2) Diagnóstico laboratorial
* BETA- HCG
3) diagnóstico ultrassonográfico
Idade gestacional
Cálculo da idade gestacional
Data provável do parto
Doença hemolítica perinatal (DHPN)
Conceito
Histórico
O sistema Rh
O sistema ABO
Aloimunização materna
Passagem trans-placentária de sangue fetal
Exames
Resposta imunológica
Primária
Secundária
Quadro clinico e fisiopatologia
Geral
Hemólise
Hidropisia fetal

Propedêutica materna
Não invasiva
Invasiva
Tratamento
Profilaxia
Infecções Sexualmente Transmissíveis
1. Epidemiologia
2. Complicações de DSTs:
3. Histórico
4. Úlceras Genitais (Geral)
4.1. Cancro Mole
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Fatores de risco
e) Quadro Clínico
f) Diagnóstico Diferencial
g) Laboratorial
h) Tratamento
i) Prognóstico
4.2. Herpes Genital
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Modo de Transmissão
e) Quadro Clínico
f) Fatores Desencadantes
g) Gestação
h) Diagnóstico

i) Tratamento
4.3. Linfogranuloma Venéreo
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Tratamento
4.4. Donovanose
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Diagnóstico Diferencial
g) Tratamento
5. Cervicites
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Fatores de risco
d) Quadro Clínico
e) Gestação
f) Diagnóstico
g) Tratamento
6. Uretrites (geral)
6.1. Gonocócicas
a) Geral
b) Agente Etiológica

c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
6.2. Uretrites Não-Gonocócicas
a) Agente Etiológica
b) Perídoo de incubação
c) Quadro Clínico
d) Complicações
e) Diagnóstico
7. HPV
a) Geral
b) Período de incubação
c) Tipos de HPV
d) Formas Clínicas
e) Diagnóstico
f) Diagnóstico Diferencial
g) Tratamento infecção clínica
h) Gestação
i) Infecção Subclínica pelo HPV
j) Rastreio de CA de colo
8. Hepatites Virais (geral)
8.1. Hepatite B
a) Geral
b) Período de incubação
c) Quadro Clínico
d) Diagnóstico
e) Gestação
f) Tratamento

g) Prevenção
8.2. Hepatite C
a) Geral
b) Tempo de incubação
c) População de risco
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Prevenção
9. Outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (Geral)
9.1 Molusco Contagioso
a) Agente Etiológica
b) Transmissão
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Tratamento
9.2. Pediculose Pubiana
a) Agente Etiológica
b) Transmissão
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Tratamento
9.3. Escabiose
a) Agente Etiológica
b) Transmissão
c) Quadro Clínico
d) Patognomônico

e) Diagnóstico
f) Tratamento
10.0 Referências Bibliográficas
Endometriose
Conceito
Historia
Epidemiologia
Etiologia
Geral
Teoria de Implantação e Metastática (Teoria de Sampsom)
Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo das Metástases Linfáticas e Venosas)
Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo de Implantação Operatória)
Metaplasia celômica
Transformação de Restos Embrionários
Etiopatogenia
Fatores genéticos
Fatores hormonais
Fatores ambientais
Fatores imunológicos
Fatores Inflamatórios
Fatores locais
Fatores comportamentais
Fatores psicossociais
Prevenção
Classificação
Acosta (1973)
American Fertility Society Reviewed (1985)
Diagnóstico Geral
Quadro clínico

Geral
Dor
3. Infertilidade
4. Outros sintomas (TGI, TU e pulmões)
Exame Ginecológico
Métodos Laboratoriais (CA 125)
Métodos de Imagem (USG e RNM)
USG Transvaginal
RNM
Laparoscopia (diagnose)
Lesões
Endometriose profunda/infiltrativa (Addicionado pelo Arthur)
Conceito
Tipos
Diagnóstico
Endometriose ovariana (endometrioma)
Conceito
Tipos de endometrioma
Nódulos de endometriose (adenomiose externa)
Endometriose extragenital
Geral
Trato digestivo
Trato urinário
Endometriose na adolescência
Geral
Sintomatologia
Diagnóstico – clínico
Diagnóstico – Complementar
Indicações de laparoscopia em relação à dor

Diagnóstico de possibilidade (80% confirma).
Diagnóstico de probabilidade (90% confirma)
Diagnóstico de alta probabilidade (99% confirma.)
Indicações de laparoscopia em relação à infertilidade
Endometriose no climatério
Geral
Diagnóstico
Tratamento (geral)
Introdução
Opções
Escolha do tratamento
Objetivos do tratamento
Tratamento clínico
Geral
Objetivos
Progestogênios
Anticoncepcionais orais
Gestrinona
Danazol
Análogos do GnRH
Análogo de GnRH + Add Back Therapy
DIU
Inibidores da Aromatase
Alternativos
Tratamento cirúrgico
Laparoscopia
Endometriose ovariana
Lesões peritoneais

Conservador x radical
Histerectomia total + erradicação dos focos endometrióticos
Tratamento combinado
Vantagens e desvantagens
Quando combinar
Evidências
Transformação maligna da endometriose
Prognóstico/recidiva
Esterilidade
Fisiologia da Placenta e Líquido Amniótico
A. Fisiologia da placenta
Placenta
Desenvolvimento da placenta
Circulação placentária
Circulação fetal
Circulação materna
Trocas materno-fetais (mecanismos de transferência)
Mecanismos de regulação das trocas
Endocrinologia da placenta
Hormônios placentários
Hormônios protéicos
Hormônios esteróides
Estrógenos
Progesterona
B. Fisiologia e patologia da líquido amniótico
Embriogênese das cavidades amniótica e coriônica
Gênese e regulação do LA
Geral
Principais fontes de LA

Produção do LA
Reabsorção do LA
Estrutura do âmnio
Funções do líquido amniótico
Relação entre volume do LA e idade gestacional
Ultra-sonográfica do líquido amniótico
Análise do líquido amniótico
Fosfolipídeos
Teste de Clements
Enzimas
Dhl
Patologias do líquido amniótico
Oligoidrâmnio
Poliidrâmnio
Formaçao e malformações do sistema genital
Formação do sistema genital
Geral
Gônadas
Estágios iniciais do desenvolvimento: 5a semana
Início da 4a semana
Cordões sexuais primários: 6a semana
Desenvolvimento dos testículos
Formação dos ovários
Formação dos ductos genitais
Formação da vagina
Outros
Glândulas genitais auxiliares
Cistos do ducto de Gartner
Desenvolvimento da genitália externa

MalFormações Genitais
Introdução
Epidemiologia e patologia
Classificação de Buttram & Gibbons (1979)
*Classe I
*Classe II
*Classe III
*Classe IV
*Classe V
Classe VI
Classificação de Rock & Keenan 1992
Anomalias da Vagina - Síndrome Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (Aplasia Mülleriana)
Epidemiologia e patologia
Diagnóstico
Tratamento
Anomalias da vagina - Septo Vaginal Transverso
Epidemiologia
Sintomas
Exame físico
Tratamento
Septo vaginal longitudinal
Geral
Diagnóstico
Tratamento
Hímen Imperfurado
Patologia
Quadro clínico
Exame físico
Diagnóstico

Tratamento
Anomalias cervicais
Geral
Tratamento
Anomalias uterinas
Geral
*Agenesia e hipoplasia uterina
*Útero unicorno
*Útero didelfo
*Útero bicorno
**Útero arqueado
**Útero septado
Anomalias associadas ao DES
Exames complementares
Histerossalpingografia (HSG)
USG
RNM
Histeroscopia
Laparoscopia
Gestação múltipla
Classificação
Epidemiologia
Importância (riscos)
Tipos biológicos
Monozigóticos
Dizigóticos
Adaptações maternas
Morbidade materna
Diagnóstico

Anamnese
Exame físico e obstétrico
Exames complementares
Aspectos fetais
Crescimento e desenvolvimento
Complicações
Assistência pré-natal
Objetivo
Seguimento
Preocupações
Assistência ao parto
Fatores
Período expulsivo
Gestações com três ou mais conceptos
Incompetência istmo-cervical
A. IIC
Epidemiologia
Etiologia
Anamnese
Sintomas
Patogenia
Geral
Causas
Diagnóstico
Clínico
História
USG
Entre gestações
Durante gestação

Tratamento
B. Cerclagem
Histórico
Cerclagem profilática
Geral
Sucesso e falha
Cerclagem de emergência
Indicação
Contraindicações
Técnicas
MacDonald
Shrodkar
Transabdominal
LASH
Riscos
Eficácia
Controvérsias
Rutura de membranas
Controvérsias
Revisão cochrane
Conclusão
Mecanismo de parto
Considerações gerais
Geral
Canal de parto
Força
Relações útero – fetais
Atitude
Situação

Apresentação
Variedade de apresentação
Variedades (tipos)
Diâmetros ântero-posteriores da cabeça nas várias apresentações
Cefálicas (fletidas e defletidas)
Pélvicas (incompleta, completa e “de pés”)
Córmicas
Posição da cabeça
Conceito
Variações
Incidência de variações
Altura da apresentação (Planos)
DeLee
Hodge
Introdução
Insinuação ou encaixamento
Flexão
Descida
Rotação interna
Desprendimento da cabeça
Rotação externa
Desprendimento do tronco
Fases clínicas do parto
Partograma
Conceito
Importância
Vantagens de uso
Histórico
Fase latente

Fase ativa
Construção
Distócias
Geral
Parto precipitado (taquitócico)
Parada secundária da descida
Periódo pélvico prolongado
Fase ativa prolongada
Parada secundária de dilatação
Conclusões
Placenta prévia
Definição
Classificação
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
USG
Etiologia
Diagnóstico clínico
Diagnóstico por imagem
Ecográfico
Ressonância magnética
Tratamento
Conservador
Ativo
Pólipo Endometrial
Conceito e epidemiologia
Citérios para considerar pólipo lesão maligna primária (precursora)
Tratamento

Pré-natal
História
Objetivos do pré-natal
Quando iniciar?
Primeira consulta pré-natal
Identificação da paciente
Dados sócio-econômicos
Antecedentes pessoais
Antecedentes familiares
Antecedentes ginecológicos
Sexualidade
Antecedentes obstétricos
Higiene e orientações gerais
Queixas mais freqüentes
Exame físico
Geral
Palpação abdominal
Vacinação
Epidemiologia
Geral
Indicadores de risco gestacional (Ministério da saúde, 2000)
Intervalos dos consultas
Consultas subquentes
Geral
Toque vaginal (escore cervical)
Ganho de peso durante gestação
USG
Exames solictados
Lista de exames

HB/Ht
Anemias
Sífilis
Bacteriúria assintomática
Teste anti-HIV
Toxoplasmose
Rubéola
Hepatite B
Diabetes
Infecções genitais
Citologia oncótica
Pseudo-Hermafroditismo Masculino
Etiologia
Cínica
Formas
Puerpério
A. Fisiologia
Conceito
Fenômenos involutivos locais
Útero: alterações macroscópicas
Útero: alterações microscópicas
Vulva e vagina
Ovários
Parede abdominal e períneo
Mamas
Modificações gerais no puerpério
Aparelho cardiovascular
Aparelho digestivo

Sistema hematopoético
Sistema neuropsíquico
Sistema endócrino e metabolismo
B. Patologia
Infecciosas
Conceito
Epidemiologia
Etiopatogenia
Vulvovaginite e cervicite
Endometrite/ endomiometrite
Anexite
Tromboflebite pélvica
Peritonite
Infecção do sítio cirúrgico
Fasciíte necrotizante
Infecção da episiotomia
Ingurgitamento mamário
Fissuras mamárias
Mastite
Hemorrágicas
Conceito
Hemorragias precoces
Hemorragias tardias
Sífilis Congênita
1. Introdução
2. Histórico
3. Classificação Evolutiva
a) Sífilis adquirida

b) Sífilis congênita
4. Transmissão Vertical
5. Epidemiologia
a) Geral
b) Fatores de risco
6. Manifestações Clínicas
a) Sífilis Congênita Precoce
b) Óbito Fetal (Natimorto) por Sífilis
c) Aborto por Sífilis
d) Sífilis congênita tardia
7. Avaliação Complementar
a) Microscopia
b) PCR
c) Testes Sorológicos
d) Estudo do LCR / Líquor
e) Radiografia de Ossos Longos
f) Vigilância Epidemiológica
8. Tratamento
a) Antibiótica
b) Medidas de controle
9. Sífilis x HIV
10. Observações
a) Tratamento Adequado
b) Falha Terapêutica
11. Bibliografia
Toxoplasmose Congênita
1. Introdução
2. Etiopatogenia
3. Epidemiologia da Toxoplasmose

a) Prevalência
b) Transmissão Materno-Fetal
c) Prevalência de soropositividade na gestação
d) Fatores Importantes na Transmissão Materno-Fetal
e) Incidência da Toxoplasmose congênita
f) Susceptibilidade para Toxoplasmose
4. Quadro Clínico Da Toxoplasmose Na Gestante
5. Quadro Clínico: Toxoplasmose Congênita
6. Diagnóstico Sorológico da Toxoplasmose
7. Infecção Materna
8. Infecção Fetal
9. Tratamento de Infecção Materna
10. Tratamento de Infecção Fetal
11. Tratamento na gestante (evidências)
12. Esquemas de Tratamento Preconizados Prevenção da Toxoplasmose
13. Programa de Prevenção
14. Recommendações
Diagnóstico rápido
Conceito
Etiologia
Epidemiologia
Geral
Principais causas de leucorréia no brasil
Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico laboratorial
Vaginose Bacteriana
Patologia
Epidemiologia
Quadro clínico
Diagnóstico

Tratamento (CDC 2006)
Tratamento (Brasil - MS 2006)
Vaginose Bacteriana Recorrente
Geral
Tratamento
Tratamento – evidências dos estudos (CDC)
Candidíase
Patologia
Epidemiologia
Quadro clínico
Diagnóstico
Classificação
Tratamento (CDC 2006)
Tratamento (MS 2006 Brasil)
Tratamento – evidências dos estudos (CDC)
Tricomoníase
Patologia e epidemiologia
Quadro clínico
Diagnóstico
Tratamento (CDC 2006)
Tratamento (MS 2006 - Brasil)
Tratamento – evidências dos estudos (cdc)
3. Anatomia
Texto sobre o trato genital feminino
Geral
1 - estudo do ovário
2 - Estudo das trompas de falópio ou tubas uterinas
3 - Estudo do útero

4 - estudo da vagina
Anatomia de Mama
Imagens
A. Útero, ovário e as ligamentos
B. Músculos do pélvis
Mama
Outros

1. Epidemiologia
Brasil: maiores índices de cesarianas de todo o mundo: cerca de 36% dos
nascimentos são por via alta. Quando tomamos como referência
hospitais particulares, estes índices são ainda maiores, chegando a
80% a 90%1(C).
Cerca de 850.000 cesarianas desnecessárias são realizadas
anualmente na América Latina2(B).
As pacientes submetidas à cesariana apresentam morbidade e
mortalidade maior quando comparadas a pacientes que realizaram
parto normal3(D)4(A).

Uma das principais causas de morbi-mortalidade perinatal é a
síndrome da angústia respiratória do RN. Fetos com
37 a 38 semanas de gestação, quando comparados a fetos de 39 a
40 semanas, possuem 120 vezes mais chances de necessitarem
suporte ventilatório. Assim, o nascimento antes de 39 semanas
deve ser realizado somente por fortes razões médicas6(A).

2. Condições fetais e indicação de cesariana
2a. Apresentação pélvica

2b. Gestação gemelar
2c. Prematuridade ou baixo peso
2d. Sofrimento fetal agudo
2e. Macrossomia
2f. Situação transversa
2g. Placenta prévia
2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo
2i. Procidência de cordão
2j. Malformações congênitas

2a. Apresentação pélvica
Há evidências que fetos em apresentação pélvica beneficiem se da cesariana eletiva
em vez de parto vaginal. Estgudo (randomizado de 2088 mulheres): menor incidência
de mortalidade perinatal e séria morbidade neonatal. Não houve diferença entre os
grupos em relação à mortalidade materna e séria morbidade materna7(A).
Três meses após o nascimento: parto vaginal => maior queixa de incontinência
urinária. Em relação à recuperação da gestação, vida sexual, cuidados com o recémnascido, amamentação, dor, depressão e incontinência fecal, não houve diferença.(A)

2b. Gestação gemelar
Gestação gemelar com ambos os fetos em apresentação cefálica: consenso de que o
parto vaginal é seguro.
Estudos: favorável ao parto vaginal9(B).
Nos casos de gestação gemelar com o primeiro feto em apresentação cefálica e o
segundo feto em apresentação pélvica ou situação transversa após a 35ª semana de
gestação, o resultado neonatal do 2º gêmeo não é influenciado significativamente pela
via de parto10(A).
Neste caso, se não existir outra indicação para cesariana, recomenda-se o parto
vaginal.
Nas gestações gemelares com ambos os fetos em apresentação pélvica ou o primeiro
pélvico e o segundo cefálico, recomenda-se a realização de cesariana em vista de
possível maior morbi-mortalidade fetal11(D).
Nas gestações trigemelares também recomenda-se cesariana12(C).

2c. Prematuridade ou baixo peso
Não há evidência epidemiológica que mostre melhor desfecho neonatal.
Os estudos ainda apresentam maior morbidade materna.
Necessidade de maiores investigações(A).

2d. Sofrimento fetal agudo
Sofrimento fetal agudo real => indicação de cesariana
Recomenda-se a realização da cesariana no menor intervalo de tempo. A literatura tem
demonstrado que um intervalo de 30 minutos parece ser adequado para a maioria dos
casos(D).

2e. Macrossomia
A indicação de cesariana em fetos acima de 4.500g, principalmente em primíparas,
diminui morbidade fetal e materna15(C).
Fetos abaixo deste peso, em pacientes nãodiabéticas, podem ser submetidos ao
trabalho de parto com baixo risco de complicações fetais e maternas (A/B).

2f. Situação transversa
Fetos em situação transversa persistente a termo, em ocasiões em que não há domínio
da técnica de versão externa => cesariana fora do TP.
Altos índices de morbidade fetal são evidenciados quando a gestação de um feto
transverso evolui ao TP (C).

2g. Placenta prévia
Indica-se cesariana em gestações com placenta prévia oclusiva. Gestações com
placenta marginal podem ser submetidas ao trabalho de parto desde que com
monitorização adequada (D).
Vinte e sete porcento das pacientes com diagnóstico de placenta prévia com 32 a 35
semanas não mais apresentarão placenta prévia no termo.
No grupo restante, recomenda-se cesariana antes do trabalho de parto (B)

2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo
Recomenda-se a realização de cesariana na maioria dos casos, com exceção daqueles
em que a via baixa é mais rápida (B).

2i. Procidência de cordão
Na maioria das vezes a cesariana urgente é obrigatória (C).
Em alguns casos, em que a apresentação é baixa, o colo uterino está completamente
dilatado e é possível o nascimento imediato, a via vaginal pode ser escolhida (D).

2j. Malformações congênitas
Fetos com meningomielocele, hidrocefalia e concomitante macrocrania, defeitos de
parede anterior com fígado extra-corpóreo, teratomas sacrococcígenos, hidropsia ou
trombocitopenia aloimune, beneficiam-se do nascimento por
cesariana.
Fetos com hidrocefalia sem macrocrania, defeitos de parede anterior sem
exteriorização hepática ou displasias ósseas, parecem não se beneficiar de cesariana.
Em vários casos, a decisão por cesariana é influenciada pela necessidade de
planejamento do horário e local de nascimento para dispor-se de uma equipe de
cirurgia pediátrica para pronto atendimento do feto D).

3. Condições maternas e indicação de cesariana
3a. Herpes genital ativo
3b. Infecção pelo HIV
3c. Cesarianas prévias
3d. Outras condições maternas

3a. Herpes genital ativo
Quando a lesão herpética decorrer de primoinfecção, o risco de transmissão fetal por
parto normal é de 30% a 50%. Quando a lesão for ocasionada por infecção recorrente,
o risco cai drasticamente para 3%23(C).

Lesão de herpes ativa (seja primoinfecção ou recorrente) => cesariana (D).

3b. Infecção pelo HIV
Pacientes com carga viral abaixo de 1000 cópias/ml ou indetectável: chance de 0% a
5% de transmitir a infecção para o feto.
Assim, recomenda-se atingir a menor carga viral possível durante a gestação (A).
Benefício da cesariana eletiva (fora do trabalho de parto e com membranas íntegras): a
interrupção por cesariana eletiva reduz em 50% a taxa de transmissão do vírus (A).
Estudo sugere que o benefício da via alta possa ser extendido para as pacientes em
que ocorre a ruptura de membranas próxima à realização da cesariana.
Há suposições que pacientes com carga viral abaixo de 1000 cópias/ml não teriam
vantagem na realização da cesariana.
O Ministério da Saúde do Brasil recomenda que pacientes com carga viral abaixo de
1000 cópias/ml ou indetectável possam ser submetidas ao parto vaginal.
Situações em que a carga viral está acima deste valor ou não pode ser avaliada,
devem ser manejadas com cesariana eletiva (D).
As pacientes HIV+: morbidade maior quando submetidas à cesariana; febre, infecção
do trato urinário, endometrite e hematoma (B).

3c. Cesarianas prévias
Uma cesariana prévia no TP: risco cerca de duas vezes maior de ruptura uterina
quando comparadas a pacientes que são submetidas à cesariana eletiva (3,92:1000
versus 1,61:1000).
Morte fetal, morte neonatal e Apgar menor que sete no 5º minuto também foram mais
freqüentes no grupo submetido ao trabalho de parto (A).
Entretanto, a realização de cesariana repetida, está associada a maior morbidade
materna, necessidade de transfusão e histerectomia puerperal.
Pacientes com cesariana seguida por parto vaginal apresentam menor risco de ruptura
uterina (1/5 do risco) quando comparadas àquelas que nunca experimentaram parto
vaginal após a cesariana. Assim, a realização de parto vaginal nestas pacientes é mais
seguro (B).
Pacientes com mais de uma cesariana prévia possuem um risco cinco vezes maior de
ruptura uterina quando comparadas a pacientes com apenas uma cesariana
prévia.Recomendação: cesariana eletiva (B).

Pacientes com ruptura uterina prévia devem ser sempre submetidas à cesariana (C).

3d. Outras condições maternas
Condições maternas relativas: psicopatia, doenças cardiovasculares, doenças
pulmonares, colestase gestacional, púrpura trombocitopênica idiopática e presença de
cistos/tumores anexiais.

Amniotomia
Em holandês
1. Plastic haakje tussen de vingers naar binnen laten glijden;
2. Aanhaken bij de bolsa tijdens het uteruscontractie;
3. Als bolsa rota ->hoofd omhoog duwen om amniovocht goedte laten aflopen
4. Hierna luisteren naar BCF -> lage frequentie: denk aan prolaps van de navenstreng

Escala 2009
Escala dos R1
Escala dos R2

Escala dos R1
Nome

Fe
v.

Mar
.

Abr.

Mai.

Jun.

Jul.

Ago
.

Set.

Out.

Nov
.

Dez.

Jan.

Robert
a

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G

O/P

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F

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O

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Flavio

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Fabiola

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SIG
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Isabell
a

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G

SIG
O

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SP

G

O/P

F

G

O/P

SP

Adrian
a

SP

A

O/P

G

SIG
O

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SP

G

O/P

F

G

O/P

Joaqui
m

O/P

SP

F

O/P

G

SIG
O

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SP

G

O/P

A

G

Maria
Vaness
a

G

O/P

SP

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O/P

G

SIG
O

O/P

SP

G

O/P

A

Ana
Carolin
e

A

G

O/P

SP

F

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G

SIG
O

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SP

G

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Djenan
e

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A

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O/P

G

SIG
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Bárbar
a

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A

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G

SIG
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Thayse

G

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SIG
O

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G

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F

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A

G

O/P

Daniel
a Maria

O/P

G

O/P

SIG
O

SP

F

G

O/P

A

O/P

SP

G

Escala dos R2

Nome

Fev.

Mar.

Abr.

Mai.

Jun.

Jul.

Ago.

Set.

Out.

Nov.

Dez.

Jan.

Pollyana

G

O

SP

G

O

CD

G

O

MD

G

O

F

Eveline

F

G

O

SP

G

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CD

G

O

MD

G

O

Ana

O

F

G

O

SP

G

O

CD

G

O

MD

G

Suelem
Tais

G

O

F

G

O

SP

G

O

CD

G

O

MD

Leonardo

MD

G

O

F

G

O

SP

G

O

CD

G

O

Juliana

O

MD

G

O

F

G

O

SP

G

O

CD

G

Ana
Paula

G

O

MD

G

O

F

G

O

SP

G

O

CD

Débora

CD

G

O

MD

G

O

F

G

O

SP

G

O

Raiane

O

CD

G

O

MD

G

O

F

G

O

SP

G

Giordana

G

O

CD

G

O

MD

G

O

F

G

O

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Suelem
C.

SP

G

O

CD

G

O

MD

G

O

F

G

O

Rafaella

O

SP

G

O

CD

G

O

MD

G

O

F

G

Renata

G

O

CD

G

O

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G

O

F

G

O

MD

Nathalia

MD

G

O

CD

G

O

SP

G

O

F

G

O

Andreza

O

CD

G

O

F

G

O

SP

G

O

MD

G

Bebiana

G

O

MD

G

O

F

G

O

CD

G

O

SP

Arthur

SP

G

O

F

G

O

CD

G

O

MD

G

O

Exames complementares
Beta-HCG (curva) - BIRADS - Cardiotocografia – Cistometria de infusão - Cistos de
mama - Colposcopia - Climatério - CTG - DTG / Mola - Espermograma - FSH (homens) HELLP síndrome - Hepatite B – Incontinência urinária - Mamagrafia - Metastases de
câncer de mama (rastreamento) - Mola / DTG - Pré-histeroscopia - (Exames antes da)
Quimoterapia - Rotina de ambulatório de mastologia - Rotina de pré-natal - Pré-op Rotina de PE – SAAF - SU e urocultura – USG na gestação – USG ginecológica - USG
mamária – Valores laboratoriais normais - VDRL

Cardiotocografia
Também veja: Cardiotocografia

Simplificado:
Frequência cardíaca basal normal: entre 110 e 180 bpm
Variabilidade normal: 10 (ou 6) -25 batimentos
Aceleração: aumento da freqüência cardíaca com 15 ou mais batimentos durante 15 ou
mais segundos (regra de 15/15 => 15 batimentos, 15 segundos)
Deceleração: diminuição da freqüência cardíaca com 15 ou mais batimentos durante
15 ou mais segundos (regra de 15/15 => 15 batimentos, 15 segundos)

Cistometria de infusão
- Mede 1º desejo micional: 150-250 ml
- Forte desejo de urinar: 350-550 ml
Bexiga hipereativa => anticolinérgicos + antidepressos

Cistos (na mama)
USG. Somente biopsia quando: A. o cisto é muito grande, B. duvida se for solido ou
líquido.

Também veja: BIRADS

Climatério
Hemograma, uréia, creatinina, perfil lipídico, glicemia de jejum, TSH + T4, sumário de
Urina, urocultura, mamagrafia, USG endovaginal (??)

Colposcopia
Veja: Colposcopia (descrição) e Lesões de colo uterino

Espermograma
Também veja: FSH (homens)
Valores normais do espermograma segundo os critérios da Organização Mundial da
Saúde

Volume:
ph:

1,5 - 6 ml (IMIP: 2-5 ml)

7 – 8 (outros autores: 7,2-8)

Concentração:

> 20 milhõe/ml

Motilidade:

> 50%(a + b) > 25% (a)

Morfologia:

> 30% normais (outros autores: > 14% normais)

Vitalidade:

> 50%

Leucócitos:

< 1milhão/ml

FSH (homens)
Também veja: Espermograma
Nos homens:
< 5 => provavelmente o paciente tem > 5 miliões de espermatozóides/ml
5 – 10 => fertilidade comprometido
> 15 => chance pequena encontrar espermatozóides

Ginecomastia
Estrogênio, testosterona, beta-HCG, FSH, LH, T4 livre, TSH, Androestrenediona.

Hepatite B
Marcadores – Rastreamento – Interpretação dos resultados (CDC – IMIP)

Mestastases de câncer de mama (rastreamento)
HMG, bilirubinas, TGO, TGP, raio-x de tórax, USG abdômen, USG endovaginal,
scintilografia

Quimoterapia (antes da quimoterapia)
HMG, Contagem de Plaquetas, Bilirubinas, Ureía, Creatinina, TGO, TGP, Fosfatase
Alcalina, Gamma-GT.

Pré-histeroscopia
pré-op (caso que tiver anestesia geral) e VDRL (sempre)

Pré-op
SU, CS (caso ainda não foi feito), HMG, glicose de jejum (até 200 mg% é aceitável para
cirurgia), VDRL, Raio-X de tórax (caso pcte > 60 anos) e ECG/ Parecer ao cardiologista
(caso pcte > 45 anos s/ outras patologias cardiovasculares OU pcte > 40 anos +
morbididade leve como HASC), Os exames: uréia, creatitina (às vezes também: Na+ e
K+) nas pacientes hipertensas, pacientes com idade > 60 anos, diabéticas, algumas
pacientes oncológicas, pacientes com antecedentes de alterações da função renal).

Rotina de ambulatório de mastologia
1. Caso que idade > 40 anos: 1X/ano exame físico de mamas + mamagrafia
2. USG: imagem cístico/sólido (não possível differenciar) + não palpável => 6 meses
mais tarde: nova USG => se imagem estiver persistente: PAAF

3. Paciente tem 25 anos => USG mamária
35 anos => mamografia (basal)
40 anos => mamografia de 1/1 ano
Mama densa => mamografia + USG
4. Todas as mamografia devem ser guardadas e sempre levar as dos últimos 3 horas
na hora de realizar um novo exame.
5. Quem faz TRH às vezes necessita de parar de usá-la por 3 meses

Também veja: BIRADS

Rotina de PE (Leve e Grave) e Eclampsia
HMG + contagem de plaquetas, TGP, TGO, Bilirrubinas, Ácido úrico, uréia, creatina,
DHL. (Ou número: 1, 104, 24, 32, 42, 49, 70, 71, 73)
HELLP:
Hemólise: Bilirubina Total > 1,2 mg, DHL > 600 UI
Enzimas hepáticas elevadas: TGO > 70 UI, DHL > 600 UI
Plaquetopenia: < 100.000
1 valor alterado: HELLP incompleto

Rotina de pré-natal
Citologia quando 1. Nunca, 2. Faz > 1 ano, 3. Alterações no exame físico. Caso que
tiver alterações na citologia: solicitar colposcopia
Colposcopia quando 1. Nunca, 2. Faz > 1 ano, 3. Alterações no exame físico.
Coombs direto: Se mãe estivar Rh- (e pai Rh+) a partir de 28 semanas cada mês (se os
testes de Coombs anteriores estejam negativos)
1º trimestre: Hb, Ht, TL, SU, ELISA de HIV, CS, HBs-Ag [Hbs-Ag tem ser sollicitado no
formulário especial], USG [para Idade Gestacional]
2º trimestre: Hb, Ht, TL, SU, USG [morfológico] e entre 20 e26 sem: GTTS
3º trimestre: Hb, Ht, TL, SU e com 35-36 sem: USG [posição e ILA]

SU e urocultura
Trate uma queixas e não um papel. 1) Pctes sintomáticas: tratar, 2) Pctes
assintomáticas e nitrito positivo: tratar 3) Pctes assintomáticas, nitrito negativo e > 9
piócitos: urocultura. Urocultura: postivo se 100-1000 UFC em sintomáticas, 100.000
UFC em assintomáticas. Mais do que um germe: contaminação.

USG na gestação
Anomalias da placenta e do cordão - Grau placentar - Idade Gestacional – IIC (avaliação
do colo na suspeita de IIC) - Peso estimado pela IG - USG c/ doppler e pre-eclâmpsia USG morfológica e Translucência nucal - Valores do ILA e a IG

Idade Gestacional
Até uma IG de 12 semanas: endovaginal
Trimes
tre

Parâmetro

Margem de
erro

CCN (Comprimento
Cefalonádega)

3-5 dias

DBP (Diâmetro
biparietal)

1-2 semanas

CF (comprimento do
fêmur)

1 semana

DBP (Diâmetro
biparietal)

2-3 semanas

CF (comprimento do
fêmur)

2 semanas

IIC (Avaliação de colon a suspeita de IIC)
Comprimento do colo: < 2 cm em torno de 23 sem

Peso estimado
Usando fórmula de Hadlock et al. (1991), com erro estimado em 10%, expresso em
gramas exatas:
Equação [Log10 (Peso ao nascimento)] = 1,3596 - 0,00386(CA)(F) + 0,0064.(CC) +
0,00061(DBP) (CA) + 0,0424(CA) + 0,174(F)
Simplificado:
28 sem => 1200 gr
30 sem => 1500 gr
Valores dos percentis 10, 50 e 90 do peso fetal estimado de gestantes
normais, segundo a idade gestacional.*
20 =>10 percentil: 316,0; 50 percentil: 368,5; 90 percentil: 424,0
21 =>10 percentil: 367,0; 50 percentil: 425,0; 90 percentil: 489,0
22 =>10 percentil: 432,0; 50 percentil: 505,0; 90 percentil: 570,0
23 =>10 percentil: 510,0; 50 percentil: 578,0; 90 percentil: 658,0
24 =>10 percentil: 595,0; 50 percentil: 684,5; 90 percentil: 747,0
25 =>10 percentil: 672,5; 50 percentil: 774,5; 90 percentil: 864,5
26 =>10 percentil: 783,0; 50 percentil: 917,5; 90 percentil: 1.048,0
27 =>10 percentil: 902,0; 50 percentil: 1.043,5; 90 percentil: 1.189,0
28 =>10 percentil: 1.041,5; 50 percentil: 1.170,0; 90 percentil: 1.376,5
29 =>10 percentil: 1.200,5; 50 percentil: 1.341,5; 90 percentil: 1.550,0
30 =>10 percentil: 1.337,0; 50 percentil: 1.512,5; 90 percentil: 1.733,0
31 =>10 percentil: 1.518,0; 50 percentil: 1.700,0; 90 percentil: 1.975,0
32 =>10 percentil: 1.737,0; 50 percentil: 1.908,5; 90 percentil: 2.154,0
33 =>10 percentil: 1.856,0; 50 percentil: 2.101,5; 90 percentil: 2.343,0
34 =>10 percentil: 2.070,0; 50 percentil: 2.288,5; 90 percentil: 2.535,0
35 =>10 percentil: 2.256,0; 50 percentil: 2.527,0; 90 percentil: 2.829,0
36 =>10 percentil: 2.390,0; 50 percentil: 2.755,5; 90 percentil: 3.006,0
37 =>10 percentil: 2.583,0; 50 percentil: 2.952,5; 90 percentil: 3.307,0
38 =>10 percentil: 2.704,0; 50 percentil: 3.127,5; 90 percentil: 3.491,0
39 =>10 percentil: 2.816,0; 50 percentil: 3.305,0; 90 percentil: 3.772,5
40 =>10 percentil: 2.826,0; 50 percentil: 3.334,0; 90 percentil: 3.870,0
41 =>10 percentil: 2.844,0; 50 percentil: 3.411,0; 90 percentil: 3.823,5
42 =>10 percentil: 2.938,0; 50 percentil: 3.385,5; 90 percentil: 3.865,5
* Fonte: Curva dos valores normais de peso fetal estimado por ultra-sonografia
segundo a idade gestacional Autor(es) Cecatti,José Guilherme et al. 1998, veja: http: / /
www. scielo. BR / scielo.Php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2000000400026

USG com Doppler e pre-eclâmpsia (solicitar a partir de 28 semanas
Normal -> repetir com 15 dias
Aumenta de resistência de art. Umbilical -> repetir com 7 dias
Centralização -> repetir com 3 dias
Diastole zero (com resto normal) -> repetir com 1 dia

USG morfológica e Translucência nucal
Indicações:
- Idade materna avançada
- Alterações do ILA, CIUR,
- Gestação múltipla

IG 20-24 sem: melhor momento
Sensitividade até 85%
Translucência nucal – entre 11 e 13,6 sem
- fazer quando idade materna avançada
- CCN entre 45-84 mm
- > 2,4 mm e alterada

USG ginecológica
Dimensões no menacme:
Útero: 109-130 +/- 35 cm3
Endométrio:
5-10 mm: normal no menacme
1-4 mm: normal na menstruação
4-14 mm: fases proliferativas e secretórias
< 5 mm: menopausa
> 11 mm: biopsia para descartar hiperplasia, CA

Ovários:
3,0-9,0 m3 – menacme
1 -5 cm3 – menopausa

Folículo dominante de Graft

1,4 – 2 mm cresce por dia
20-24 mm diâmetro momento de rotura

Valores laboratoriais normal
Anticorpos
Beta-HCG (curva)
Perfil lipídico

Anticorpos
Antilupico: < 1,15 triagem, < 1,21 confirmatório
Anticardiolipinas: IgG > 30.00, IgM < 10.00 U/ml

Beta-HCG (curva)
Beta-HCG > 25 => positivo
Beta-HCG < 5 => negativo
Beta-HCG entre 5 e 25 => duvidoso
Beta-HCG: 500 – 1000 => Gravidez viável
Beta-HCG > 1000 => já tem saco gestacional
Beta-HCG dulpica cada 48 horas em uma gravidez tópica

Dosagens de beta-HCG:
1ª semana: 10-30 mUI/l
2ª semana: 30-100 mUI/l
3ª semana: 100-1000 mUI/l
4ª semana: 1000-10.000 mUI/l
5ª semana: até 23.000 mUI/l
5-6 semanas: 2.400 - 135.000 mUI/l (média 32.800)
6-7 semanas: 10.500 – 161.000 mUI/l (média 52.000)

7-8 semanas: 18.000 – 209.000 mUI/l (média 74.000)
8-9 semanas: 37.500 – 218.000 mUI/l (média 100.000)
9-10 semanas: 42.500 – 219.000 mUI/l (média 105.000)
10-11 semanas: 33.700 – 218.700 mUI/l (média 218.700)
2º e 3º mês: 30.000-100.000
2º trimestre: 10.000-30.000
3º trimestre: 5.000 – 15.000

Perfil lipídico
Colesterol total: < 200 mg/dl
Colesterol HDL: 32 -72
Colesterol LDL: < 115 mg/dl
Trigliceridos: < 170 mg/dl
VLDL: < 34 mg/dl

VDRL
1/1, 1 /2, 1/ 4 -> solicitar FBA-Abs
1 /8 -> tratar*
Obs: Doenças Lupus Eritematosus pode aumentar o resultado do VDRL (falso postivo)
-> solicitar FBA-Abs

8. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico
diferencial e tratamento
Diabetes Mellitus - Hipertensão durante gravidez – Lesões de colo uterino - Perda de
líquido durante gravidez

- Sangramento vaginal

Diabetes Mellitus

CONSTRUINDO: VOLTE MAIS TARDE

Paciente em TP:
- Em uso de insulina => SG 7,5% e dieta líquidos claros
Se paciente se alimentou pode fazer dose de insulina.
- HGT de 2/2 horas

GTT-S > 130
Sim
Não

Sim:
Valor entre 120 e 200
Valor > 200

Valor entre 120 e 200:
CD: GTT/curva de glicemia
- Valores normais (normal é......??)
- Valoras alterados (veja valor > 200)

Valor > 200
Dieta para diabético
Perfil de glicose (ou glicemia??) após uma (??) semana

Resultado de perfil
Normal
Anormal

Resultado anormal de perfil:
Iniciar insulina ??

Hipertensão durante gravidez

Passo 1
PAD > ou = 90 E/OU PAS > ou = 140 com paciente sentada com braço direito ao nível
do coração?
1. Sim
2. Não

Passo 2
Pressão arterial persiste ser alta após 20 min em DLE (na prática: após 5 min)?
1. Sim

2. Não
3. Dúvida
Passo 3
PAD > ou = 110 E/OU PAS > ou = 160?
1. Sim
2. Não
3. Dúvida (pressores diferentes)

Passo 4
Tratar como PE Grave; faça labstix e iniciar MgSO4 (pré-parto).
Dx PE Grave OU HASC Agravada (HASC Agravada se tivesse uma pressão alta antes
20º semana da gestação)

Tem edema aguda de pulmão OU cianose?
1. Sim
2. Não

Passo 5
Tem Oliguria: 15 ml/hora OU < 400 ml/24 horas?
1. Sim
2. Não
3. Dúvida / não sabe

Passo 6
Tem sinais de iminência de eclâmpsia: as manifestões visuais e cerebrais persistentes,
dor em hipocôndrio direito e/ou epigastralgia, oligúria/cilindrúria, exaltação dos
reflexos tendinosos.
1. Sim

2. Não

Passo 7
Tem achados característicos da síndr HELLP: Hemólise (Esquizocitose, BT > 1,2mg/dl,
DHL > 600 U/l), Aumento das Enzimas Hepáticas (TGO > 70 U/l), Plaquetopenia (<
100.000/mm3)?
1. Sim
2. Não

Passo 4
Labstix:
1. 0 ou traços
2. 1+ ou mais OU proteínuria > ou = 300 mg/24 horas

Passo 5
Tem ou teve uma pressão alta antes a 20ª semana da gravidez?
1. Sim
2. Não

Passo 5
Tem edema aguda de pulmão OU cianose?
3. Sim
4. Não

Passo 6
Tem Oliguria: 15 ml/hora OU < 400 ml/24 horas?
4. Sim
5. Não
6. Dúvida / não sabe

Passo 7
Tem sinais de iminência de eclâmpsia: as manifestões visuais e cerebrais persistentes,
dor em hipocôndrio direito e/ou epigastralgia, oligúria/cilindrúria, exaltação dos
reflexos tendinosos.
3. Sim
4. Não

Passo 8
Tem achados característicos da síndr HELLP: Hemólise (Esquizocitose, BT > 1,2mg/dl,
DHL > 600 U/l), Aumento das Enzimas Hepáticas (TGO > 70 U/l), Plaquetopenia (<
100.000/mm3)?
3. Sim
4. Não

Passo 9
Tem um dos elementes seguintes?
1. Labstix 2g/24 horas OU labstix 3+ ou mais
2. Creatinina sérico > 1,2
3. Fundoscopia: papiledema, exsudatos, hemorragia
4. Manifestões visuais e cerebrais: Cefaleía, obnubilação, torpor e coma, turvação
visual, escotomas, diplopia e amaurose

Resposta:
1. Não, nenhum elemento está presente
2. Sim

Passo 10
Dx PE Leve (OU HASC Agravada se tiver uma pressão alta antes da 20ª semana)
Internamento
Em trabalho de parto franco?
1. Sim => iniciar MgSO4 (pré-parto)
2. Não e IG > 38 semanas
3. Não e IG < 38 semanas

Passo 11
Resultado de USG com Doppler:
Resistência < 1 OU CIUR presente OU oligoâmnio presente?
1. Sim
2. Não

Passo 12
Sem cesárea anterior com colo favorável: iniciar Prostokos SN (OU usar sonda de Foley
SN), vigilância (de BCF) rigorosa e dar 12 horas para parir por via vaginal
Com cesárea anterior: induzir com Sonda de Foley e/ou ocitocina, vigilância (de BCF)
rigorosa e dar 8 (????) horas para para parir por via vaginal
Se ultrapassou o tempo e/ou o colo é desfavorável:
Contagem de plaquetas*
1. > 50.000 => Cesárea com raqui*
2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto*.
OBS: Seguindo Dra Isabella: nem resistência < 1, nem oligoâmnio, nem HELLP são
indicações (absolutas) para Cesárea, mas são indicações para interromper a gravidez

em geral. Porém na prática no IMIP estas indicações ainda estão usadas para justificar
uma cesárea

Passo 12
Observar PA e rotina de PE (de 3/3 dias?) e vitalidade fetal (repetir USG com Doppler
de 3/3 dias)
Mudanças do quadro clínico ou rotina de PE ou vitalidade fetal?
1. Sim
2. Não

Passo 13
PAD > ou 110 E/OU PAS > 160 mmHg?
1. Sim
2. Não

Passo 13
Conduta mantida até 38 semanas. Depois: Indução parto normal e iniciar MgSO4se
entrar em trablaho de parto franco (obs. Um Escore de Bishop (modificado) < 5 pode
justificar uma cesárea)

Passo 11
Pedir USG c/ Doppler
Resistência > 1?
1. Sim => Indução parto normal e iniciar MgSO4se entrar em trablaho de parto franco
(obs. Um Escore de Bishop (modificado) < 5 pode justificar uma cesárea)
2. Não
Passo 12
Sem cesárea anterior com colo favorável: iniciar Prostokos SN (OU usar sonda de Foley
SN), vigilância (de BCF) rigorosa e dar 12 horas para parir por via vaginal
Com cesárea anterior: induzir com Sonda de Foley e/ou ocitocina, vigilância (de BCF)
rigorosa e dar 8 (????) horas para para parir por via vaginal

Se ultrapassou o tempo e/ou o colo é desfavorável:
Contagem de plaquetas*
1. > 50.000 => Cesárea com raqui*
2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.*
Seguindo Dra Isabella: nem resistência < 1, nem oligoâmnio, nem HELLP são
indicações (absolutas) para Cesárea, mas são indicações para interromper a gravidez
em geral. Porém na prática no IMIP estas indicações ainda estão usadas para justificar
uma cesárea

Passo 10
Ingesta duma quantidade normal de líquido nas horas passadas?
1. Sim
2. Não

Passo 11
Dx PE Grave (OU HASC Agravada se tiver pressão alta antes da 20a semana da
gravidez)
Hidratação com SRL 500 ml EV aberto
1. Diurese boa após 30 minutos
2. Oligúria persiste

Passo 12
Repetir SRL 500 ml EV aberto
1. Diurese boa após 30 minutos
2. Olligúria persite

Passo 13

Creatinine e uréia elevados?
1. Não
2. Sim

Passo 14
?????Contagem de plaquetas
1. > 50.000 => Cesárea com raqui
2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.

Passo 10
Dx PE Grave (OU HASC Agravada se tiver pressão alta antes da 20ª semana da
gravidez) + EAP
Estabililzar a paciente com furosemida 40 mg EV + oxigênio terapia. (Tem mais????)
Depois:
Contagem de plaquetas
1. > 50.000 => Cesárea com raqui
2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.

Passo 10
Dx PE Grave (ou HASC agravada se tiver uma pressão alta antas da 20ª semana da
gravidez)
Iniciar MgSO4 (pré-parto)
Em trabalho de parto franco?
1. Sim, com pressão controlada

2. Sim, sem pressão controlada (picos com PAD > ou 110 e/ou PAS > ou = 160 após
tentativa de controlar a pressão com hipotensores)
3. Não
Passo 11
Aguardar evolução espontânea de trabalho de parto
Vigilância

Passo 11
Trabalho de parto avançado (dilatação > ou = 7 cm????)?
1. Sim
2. Não

Passo 12
Aguardar evolução espontânea de trabalho de parto
Vigilância

Passo 12
Contagem de plaquetas
1. > 50.000 => Cesárea com raqui
2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.

Passo 11
USG Doppler; resistência > 1?*
(Em ausência de Doppler e IG > 35 sem e/ou maturidade pulmonar presente: já
começa induzir!!!!!)
1. Sim e IG entre > 24 sem e < 35 sem + maturidade pulmonar AUSENTE

2. Sim e IG < 24 sem OU > 35 sem OU maturidade pulmonar presente => Indução
parto normal (obs. Um Escore de Bishop (modificado) < 5 pode justificar uma
Cesárea)
3. Não

€Passo 12
Sem cesárea anterior com colo favorável: iniciar Prostokos SN (OU usar sonda de Foley
SN), vigilância (de BCF) rigorosa e dar 12 horas para parir por via vaginal
Com cesárea anterior: induzir com Sonda de Foley e/ou ocitocina, vigilância (de BCF)
rigorosa e dar 8 (????) horas para para parir por via vaginal
Se ultrapassou o tempo e/ou o colo é desfavorável:
Contagem de plaquetas*
1. > 50.000 => Cesárea com raqui*
2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.*
Seguindo Dra Isabella: nem resistência < 1, nem oligoâmnio, nem HELLP são
indicações (absolutas) para Cesárea, mas são indicações para interromper a gravidez
em geral. Porém na prática no IMIP estas indicações ainda estão usadas para justificar
uma cesárea

Passo 12
1. Iniciar corticoterapia para imaturidade pulmonar
2. Iniciar MgSO4
3. Vigilância: repetir USG c/Doppler de 3/3 dias (????) e rotina de PE de 3/3 dias (????)
Observar PA e rotina de PE (de 3/3 dias?) e vitalidade fetal (repetir USG com Doppler
de 3/3 dias)
Mudanças do quadro clínico ou rotina de PE ou vitalidade fetal?
1. Sim
2. Não

Passo 13

Conduta mantida até 35 semanas
Depois Indução parto normal (obs. Um Escore de Bishop (modificado) < 5 pode
justificar uma Cesárea)

Passo 11
Dx Iminência de eclâmpsia
?????? Sem cesárea anterior com colo favorável: iniciar Prostokos SN (OU usar sonda
de Foley SN), vigilância (de BCF) rigorosa e dar 12 horas para parir por via vaginal
?????? Com cesárea anterior: induzir com Sonda de Foley e/ou ocitocina, vigilância (de
BCF) rigorosa e dar 8 (????) horas para para parir por via vaginal
Se ultrapassou o tempo e/ou o colo é desfavorável:
Contagem de plaquetas
1. > 50.000 => Cesárea com raqui
2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.

Passo 10
Dx HELLP incompleto / HELLP Completo
Conduta equal para HELLP incompleto e completo????

Todos os elementos estão presentes?
- Esquizocitose
- BT > 1,2mg/dl
- DHL > 600 U/l
- Aumento das Enzimas Hepáticas (TGO > 70 U/l)
- Plaquetopenia (< 100.000/mm3)?

Resposta:
1. Sim, todos os elementos estão presentes
2. Não, algum ou alguns

Passo 11
HELLP Sindróme
???????Trabalho de parto avançado (dilatação > ou = 7 cm????)?
1. Sim
2. Não

Passo 12
Aguardar evolução espontânea de trabalho de parto
Transfusão antes e/ou depois o parto se tiver uma contagem de plaquetas < 20.000

Passo 12
Contagem de plaquetas*
1. > 50.000 => Cesárea com raqui*
2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.*
Seguindo Dra Isabella: nem resistência < 1, nem oligoâmnio, nem HELLP são
indicações (absolutas) para Cesárea, mas são indicações para interromper a gravidez
em geral. Porém na prática no IMIP estas indicações ainda estão usadas para justificar
uma cesárea

Passo 11
Dx HELLP incompleta
Conduta?????????

Passo 6
Dx HASC? /HASC Agravada?
Repetir labstix com 4 horas e solicitar rotina de PE
1. Labstix 0 ou traços OU rotina de PE sem alterações
2. Labstix 1+ ou mais OU rotina de PE com Ácido úrico > 5,0???? OU Hemólise
(Esquizocitose OU BT > 1,2mg/dl OU DHL > 600 U/l) OU Aumento das Enzimas
Hepáticas (TGO > 70 U/l) OU Plaquetopenia (< 100.000/mm3)

Passo 7
Dx HASC
Iniciar ou aumentar dosagem do hipotensor
Termo: internamento => não precisa faxer uma USG com Doppler antes de induzir
com Misprostol ou cateter de Foley (Fonte: Dra Isabela)
Pré-termo: à Maternidade Dia

Passo 7
Dx HASC agravada
Tem edema aguda de pulmão OU cianose?
a. Sim
b. Não

Passo 6
Dx Hipertensão Gestacional? PE leve? PE Grave?
Repetir labstix com 4 horas e solicitar rotina de PE
1. Labstix 0 ou traços OU rotina de PE sem alterações
2. Labstix 1+ ou mais OU rotina de PE com Ácido úrico > 5,0???? OU Hemólise
(Esquizocitose OU BT > 1,2mg/dl OUDHL > 600 U/l) OU Aumento das Enzimas
Hepáticas (TGO > 70 U/l) OU Plaquetopenia (< 100.000/mm3)

Passo 7

Dx Hipertensão Gestacional
Iniciar ou aumentar dosagem do hipotensor
Termo: internamento => Observação: não precisa fazer uma USG com Doppler antes
de induzir com Misoprostol ou cateter de Foley (Fonte: Dra. Isabela)
Pré-termo: à Maternidade Dia
USG com Doppler (de ?/? dias), Rotina PE (de ?/? dias) e monitorar PA.

Passo 2
Pressão normal

Lesões de colo uterino

Obs.
IMIP: colheita anual em todas as mulheres sexualmente ativas e por
toda a vida
Ministério de Saúde: em mulheres de 25-60 anos, inicialmente
anualmente e, após 3 resultados consecutivos negativos, a cada 3 anos.

Passo 1

1. Gestante
2. Não gestante

Passo 2
1. Citologia: normal
2. Citologia: Lesão intraepitelial (LIE) de Baixo Grau (NIC I e HPV)
3. Citologia: Lesão intraepitelial (LIE) Alto Grau (NIC II e III)

4. ASCUS (Atypical Squamous Cells of Undetermined Significance)
Passo 3
Colposcopia
1. Normal => controle anualmente
2. ZTA

Passo 4
Biopsia dirigida ao Colposcópio
Resultado da biopsia
1.

Ausência de LIE

2. Confirma LIE baixo grau
3. LIE de alto grau

Passo 5
Afastar ou tratar processos inflamatórios
Repetir Colposcopia (e biopsia????) com 6 meses
Achados com 6 meses:
1. LIE ausente
2. LIE Baixo Grau OU ASCUS persistente

Passo 6
Controle com colposcopia e citologia com 01 ano (???)

Passo 6
Excisão com Alça Diatérmica

Controle colposcopia e citologia (??) de 3/3 meses no 1º ano, de 6/6 meses no 2º ano e
(se todos os testes foram normais) anualmente a partir do 3º ano.

Passo 5
Biopsia dirigida ao Colposcópio
Resultado da biopsia:
1. LIE ausente OU baixo grau OU alto grau
2. Carcinoma cervical invasivo

Passo 6
Excisão com Alça Diatérmica
Controle colposcopia e citologia (??) de 3/3 meses no 1º ano, de 6/6 meses no 2º ano e
(se todos os testes foram normais) anualmente a partir do 3º ano.

Passo 6
Estadiamento FIGO + Tratamento

Passo 3
Colposcopia:
1. Normal => Investigar o canal cervical (citologi com escova ou curetagem
endocervical)
2. ZTA

Passo 4
Biopsia dirigida ao Colposcópio
Resultado da biopsia

1. Ausência de LIE
2. LIE baixo grau
3. LIE de alto grau

Passo 3
Colposcopia
1. Normal
2. Alterada

Passo 2
Citologia
1. Normal => repetir citologia com 01 ano
2. LIE de baixo grau
3. LIE de alto grau

Passo 3
1. Achados colposcópicos compatíveis com LIE de Baixo Grau (Quais???)
2. Colposcopia sugerindo LIE de Alto Grau (Quais achados??)

Passo 4
Biopsia 60 dias depois do parto
+ Vigilância colpocitológica e colposcópica na gestação – exames trimestral (vigentes
lesões; lesões suspeitas = biopsia)

Passo 4
Biopsia dirigida ao Colposcópio

1. LIE de Baixo Grau
2. LIE de Alto Grau

Passo 5
Seguimento clínico e repetir colposcopia com biopsia depois do parto

Passo 5
Individualizar por trimestre:
1. 1º trimestre => aguardar 2º trimestre
2. 2º trimestre => conização
3. 30 trimestre => aguardar o parto

Passo 3
Colposcopia
1. Normal
2. Colposcopia alterada (quais alterações??)

Passo 4
?????????

Passo 4
Biopsia:
1. LIE de Alto Grau
2. Carcinoma cervical invasivo

Passo 5
Estadiamento FIGO + Conduta no câncer de colo durante gestação

Perda de líquido durante a gravidez
Passo 1
Anamnese
Primeiramente avaliar o risco de perda de líquido amniótico pela anamnese:
A historia clássica tem os elementos seguintes:
- o líquido é claro
- perda de repente
- grande quantidade de líquido escorrendo pelas pernas e/ou molhando o lençol
- o líquido não tem cheiro ou tem cheiro de áqua sanitária.

No caso de outros tipos de perda a paciente refere:
- perda de pequena quantidade de líquido molhando a calcinha
- perdas anteriores
- perda de urina involuntária, disúria e/ou polisacúria (=> suspeita de ITU)
- prurido e/ou ardência vaginal e/ou corrimento esbranquiçado (=> suspeita de
candidíase vaginal)
- perda de catarro e dor em BV (=> suspeita de trabalho de parto)

Se não tiver suspeita nenhuma de perda de líquido amniótico => Conduta no caso de
história bem atípica para perda de LA
Se tiver alguma suspeita de perda de líquido amniótico e a paciente não é termo e em
trabalho de parto franco =>
Realizar Exame Especular -> está vendo líquido saindo do OCE (Valsalva positiva) e/ou
presença de líquido amniótica em FSP?*
1.Sim -> Amniorexe
2.Não ou dúvida -> solicitar USG obstétrica para avaliar ILA

* No caso de gestante termo em trabalho de parto franco você não precisa fazer um
exame especular e pode fazer um toque vaginal.

Passo 2
Amniorexe
Idade Gestacional:
< 24 sem
Entre 24 e 34,6 sem
Entre 35 e 36,6 sem
> ou = 37 sem

Passo 3
IG < 24,0 sem
Não é necessário internamento.
Alertar o casal que o prognóstico materno e perinatal é muito comprometido.
Individualizar caso.
Não faça corticoterapia
Controle ambulatorial semanal (Maternidade-Dia).
Propedêutica laboratorial: leucograma, PCR e urocultura
USG: avaliar ILA (valor prognósico).
Internamento com 24 sem.

Passo 3
IG entre 24,0 e 34,6 sem = Amniorexe prematura prétermo

Conduta: internar
Trabalho de parto presente? Sim – Não
Obs: Conduta durante internamento (no 4º CAM), veja: Tratamento hospitalar
Error: Reference source not found

Passo 4
A) Presença de TP
Algum dos sinais seguintes de corioamnionite está presente?
1. Febre e/ou malestar materna
2. Taquicardia materna
3. Taquicardia fetal
4. Secreção vaginal purulenta e/ou com mal-cheiro
5. Dor intensa à palpação do útero no exame dominal e/ou dor à mobilização no toque
vaginal
6. Leucograma alterado

a. Sim, um ou mais dos sinais está presente
b. Não, nenhum sinal está presente

Passo 5
Presença de sinais de corioamnioníte
Discutir o caso com o staff.
No caso de uma suspeita muita baixa de corioamnionite (por exemplo uma paciente
clinicamente bem com leucograma discretamente alterado) a conduta pode ser
expectativa com solicitação de outros exames como solicitação de um (novo)
leucograma.
No caso de uma suspeita moderada/alta de corioanmionite:
- [Poderia fazer:] Celestone Soluspam (Betametasona) 2 doses
- Iniciar: Clindamicina + Gentamicina
- Interrupção da gravidez => IG entre 24 e 32 semanas: Cesárea (se não já tiver uma
diliatação bem avançada!). IG > 32 semanas: Via obstétrica. No caso de parto normal:
iniciar Penicilina Cristalina se tiver uma dilatação > ou 6 cm

Passo 5
Ausência de sinais de corioamnionite

- Inibir o trabalho de parto (somente para completar corticoterapia!! Depois: não inibe
mais!)
- Celestone Soluspam (Betametasona) 2 doses
- Penicilina Cristalina se tiver uma dilatação > ou 6 cm e o trabalho de parto permatura
(ainda) não está inibido (caso o parto está inibido e/ou dilatação < 6 cm: iniciar
Estearato de eritromicina)
- Solicitar SU + leucograma
Obs: Conduta durante internamento (no 4º CAM), veja: Tratamento hospitalar
Error: Reference source not found

Passo 4
B) Ausência de TP
Algum dos sinais seguintes?
1. Febre e/ou malestar materna
2. Taquicardia materna
3. Taquicardia fetal
4. Secreção vaginal purulenta e/ou com mal-cheiro
5. Dor intensa à palpação do útero no exame dominal e/ou dor à mobilização no toque
vaginal
6. Leucograma alterado

1. Sim, um ou mais dos sinais está presente
2. Não, nenhum sinal está presente

Passo 5
Ausência de sinais de corioamnionite
- Estearato de eritromicina
- Celestone Soluspam (=Betametasona) (2 doses)
- Solicitar SU + leucograma

Obs: Conduta durante internamento (no 4º CAM), veja: Tratamento hospitalar
Error: Reference source not found

Passo 3
IG > 34,6 sem e < 37 sem
Algum dos sinais seguintes de corioamnionite está presente?
1. Febre e/ou malestar materna
2. Taquicardia materna
3. Taquicardia fetal
4. Secreção vaginal purulenta e/ou com mal-cheiro
5. Dor intensa à palpação do útero no exame dominal e/ou dor à mobilização no toque
vaginal
6. Leucograma alterado

a. Sim, um ou mais dos sinais está presente
b. Não, nenhum sinal está presente

Passo 4
Presença de sinais de corioamnionite
Discutir o caso com o staff.
No caso de uma suspeita muita baixa de corioamnionite (por exemplo uma paciente
clinicamente bem com leucograma discretamente alterado) a conduta pode ser
expectativa com solicitação de outros exames como solicitação de um (novo)
leucograma.
No caso de uma suspeita moderada/alta de corioanmionite:
- Iniciar: Clindamicina + Gentamicina
- Interrupção da gravidez => Via obstétrica. No caso de parto normal: iniciar Penicilina
Cristalina se tiver uma dilatação > ou 6 cm

Passo 4

Ausência de sinais de corioamnionite
Idade gestacional entre 34,6 sem e 36,3 sem e a paciente pode participar na pesquisa
de Dra. Ana Porto?
a. Sim
b. Não; IG > 36,3 e/ou não pode incluir a paciente

Passo 5
Inclusão na pesquisa de Dra. Ana Porto
- Inibir se tiver trabalho de parto prematura (somente para completar corticoterapia!!
Depois: não inibe mais!)
- Celestone Soluspam (Betametasona) 2 doses
- Penicilina Cristalina se tiver uma dilatação > ou 6 cm e o trabalho de parto permatura
(ainda) não está inibido (caso o parto está inibido e/ou dilatação < 6 cm: iniciar
Estearato de eritromicina)
- Solicitar SU + leucograma

Passo 5
IG > 36,3 sem e/ou exclusão de pesquisa de Dra. Ana Porto
- Interrupção da gravidez => Via obstétrica. No caso de parto normal: iniciar Penicilina
Cristalina se tiver uma dilatação > ou 6 cm + presença de dinâmica uterina (caso que
a paciente não tem dinâmica uterina e/ou dilatação < 6 cm: iniciar Estearato de
eritromicina)

Passo 3
IG = ou >37 sem

Paciente em trabalho de parto? Sim – Não

Passo 4
A) Presença de TP + IG > 37 sem (=Amniorrexe)
Menos que 6 horas: observar

Mais que 6 horas e menos que 18 horas: Cefalozina
(Mais que 18 horas: Penicilina Cristalina)

B) Ausência de TP + IG > 37 sem (= Amniorrexe prematura precoce)
Menos que 6 horas: observar
Mais que 6 horas e menos que 18 horas: Cefalozina
Mais que 18 horas: Penicilina Cristalina

Passo 2
Duvida de amniorexe
USG: ILA normal – ILA diminuído

Passo 3
ILA normal e/ou historia bem atípica
1) Queixas urinárias? Solicito SU => Se tiver piócitis > ou = 8 e/ou nitrito + => HD:
ITU
2) Corrimento? Veja: diagnóstico rápido de vulvovaginites
SU normal/nega queixas urinárias + Ausência de corrimento patológico => HD:
secreção vaginal fisiológico

Sangramento vaginal

Passo 1
Gravida?
1. Não
2. Sim
3. Desconhecido

Passo 2
Sim (Gravida)

-

DD: Ameaça de abortamento / Abortamento incompleto / Abortamento completo /
Aborto retido / Aborto infectado / Placenta Prévia / Descolamento de placenta / TPP
(com dilatação de colo) / TP/ Lesão de colo / Gravidez ectópica

Gravidez:
a) Idade gestacional < 20 semanas
b) Idade gestacional > 20 semanas

Passo 3
Idade gestacional < 20 semanas
DD: Ameaça de abortamento / Abortamento incomplete / Abortamento completo/
Descolamento de placenta /Lesão de colo
Exame especular:
a) Colo com lesão sangrante
b) Colo sem lesão sangrante, sangue saindo pelo OCE

Passo 4
Colo com lesão sangrante
DD. Carcinoma de colo uterino / Inflamação
Sinais de vulvovaginite?
a) Sim
b) Não

Passo 5
HD: Lesão de colo uterino secundário à inflammação? / Carcinoma de colo?
Veja: diagnóstico rápido de vulvovaginite e iniciar tratamento
Marcar colposcopia e citologia oncótica
Também veja: Lesões de colo uterino

Passo 5
HD: Carcinoma de colo uterino?
Marcar colposcopia e citologia oncótica
Também veja: Lesões de colo uterino

Passo 4
Colo sem lesão sangrante, sangue saindo pelo OCE
DD. Ameaça de abortamento / Abortamento incompleto / Abortamento completo/
Descolamento de placenta / Gravidez ectópica
a) Sangramento grande com coágulos e/ou restos ovulares no canal vaginal
b) Sangramento pequeno ou moderado

Passo 5
Sangramento grande com coágulos e/ou restos ovulares no canal vaginal
DD. Abortamento (in)completo
Idade gestacional
a) Menos que 8 semanas (alguns dizem 10-11 semanas)
b) Mais que 8 semanas
c) Desconhecido

Passo 6
Idade gestacional < 8 semana

2 opções:
1) optar para conduta expectativa com USG com uma semana
2) alguns prefirem realizar USG logo. O USG demonstra:
a) Embrião presente com BCF presente => HD: ameaça de abortamento.
Orientação: ficar de repouso (não pode dar um atestado para o trabalho!), afastar
de relacionamentos sexuais durante 1 semana, buscopan 1 cp VO 6/6h SN.
Prescreva Ácido Fólico VO 5mg 1cp/dia
b) Embrião presente com BCF ausente => HD: Abortamento (in)completo ou aborto
retido => curetagem. Prescreva: 1) Dieta zero, 2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1 g,
01 amp + 01 amp, EV, 6/6h, 3) SSVV + CCGG, 4) Ao pré-parto
c) Embrião ausente => HD: Abortamento (in)completo ou idade gestacional < 5
semanas (embrião não visível na USG) => repetir USG com 1 semana. Orientação:
ficar de repouso (não pode dar um atestado para o trabalho!), afastar de
relacionamentos sexuais durante 1 semana, buscopan 1 cp VO 6/6h SN. Prescreva
Ácido Fólico 5mg 1cp VO ao dia.

Passo 6
Idade gestacional > 8 semanas ou desconhecido
Toque vaginal: Colo pérvio?
1) Sim => Abortamento inevitável / incompleto
2) Não, está fechado => ameaça de abortamento / abortamento (in)completo ou
aborto retido => realizar USG

Passo 7
Colo pérvio > HD: Abortamento incompleto ou inevitável
Febre, estado geral caído ou secreção purulenta e/ou com odor fétido, ou dor intensa à
mobilização do colo? (Atenção com as pacientes que referem provocação do aborto!)
1) Sim => HD: aborto infectado
2) Não => HD: Abortamento incompleto ou aborto inevitável

Passo 8
HD: Abortamento infectado
CD: curategem

1) Dieta zero
2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1g, 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h SN
3) Metoclopramida 10 mg 01 amp IM, 8/8h SN
4) Clindamicina 1200 mg + SG 5% 100 ml, EV, 12/12 h
5) Gentamicina 120 mg + SG 5% 100 ml, EV, 12/12h
6) SSVV + CCGG
7) Ao pré-parto (ou se não tiver vagas no pré-parto: ao SIGO)

Passo 8
HD: Abortamento incompleto ou inevitável
CD: curategem
Prescrição:
1) Dieta zero
2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1g, 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h SN
3) Me\toclopramida 10 mg 01 amp IM, 8/8h SN
4) SSVV + CCGG
5) Ao pré-parto

Passo 7
Realizar USG:
a) Embrião/Feto presente com BCF presente => HD: ameaça de abortamento.
Orientação: ficar de repouso (não pode dar um atestado para o trabalho!), afastar de
relacionamentos sexuais durante 1 semana, buscopan 1 cp VO 6/6h SN. Prescreva
Ácido Fólico 5mg 1cp VO ao dia.
b) Embrião/feto presente com BCF ausente => HD: Abortamento (in)completo ou
aborto retido
c) Embrião/feto ausente => HD: Abortamento (in)completo

Passo 8

Embrião/feto presente com BCF ausente => HD: Abortamento (in)completo ou aborto
retido ou aborto infectado
Febre, estado geral caído ou secreção purulenta e/ou com odor fétido, ou dor intensa à
mobilização do colo? (Atenção com as pacientes que referem provocação do aborto!)
1) Sim => HD: aborto infectado
2) Não => HD: Abortamento (in)completo ou aborto retido

Passo 9
HD: Abortamento infectado
Conduta: curetagem
Prescrição:
1) Dieta zero
2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1g, 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h SN
3) Metoclopramida 10 mg 01 amp IM, 8/8h SN
4) Clindamicina 1200 mg + SG 5% 100 ml, EV, 12/12 h
5) Gentamicina 120 mg + SG 5% 100 ml, EV, 12/12h
6) SSVV + CCGG
7) Ao pré-parto (ou se não tiver vagas no pré-parto: ao SIGO)

Passo 9
HD: Abortamento (in)completo ou aborto retido
Conduta: curetagem
Prescrição:
1) Dieta zero
2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1g, 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h SN
3) Metoclopramida 10 mg 01 amp IM, 8/8h SN
4) SSVV + CCGG
5) Ao pré-parto

Passo 8
Feto ausente => HD: Abortamento (in)completo
Febre, estado geral caído ou secreção purulenta e/ou com odor fétido, ou dor intensa à
mobilização do colo? (Atenção com as pacientes que referem provocação do aborto!)
1) Sim => HD: aborto infectado
2) Não => HD: Abortamento (in)completo

Passo 9
HD: Abortamento infectado
CD: curetagem
1) Dieta zero
2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1g, 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h SN
3) Metoclopramida 10 mg 01 amp IM, 8/8h SN
4) Clindamicina 1200 mg + SG 5% 100 ml, EV, 12/12 h
5) Gentamicina 120 mg + SG 5% 100 ml, EV, 12/12h
6) SSVV + CCGG
7) Ao pré-parto (ou se não tiver vagas no pré-parto: ao SIGO)

Passo 9
HD: Abortamento (in)completo
CD: curategem
Prescrição:
1) Dieta zero
2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1g, 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h SN
3) Metoclopramida 10 mg 01 amp IM, 8/8h SN
4) SSVV + CCGG
5) Ao pré-parto

Passo 6
Idade gestacional desconhecida
Toque vaginal: útero aumentado?
1) Sim
2) Não (também poderia realizar USG)

Passo 5
Sangramento pequeno pelo OCE
DD. Ameaça de abortamento / Abortamento incomplete / Abortamento completo/
Descolamento de placenta / Aborto infectado / Gravidez ectópica
Paciente se apresenta com sinais de abdômen agudo com dor intensa espontânea ou à
palpação (até Blumberg positivo)?
1) Sim, com febre presente ou secreção vaginal purulenta ou odor fétido
2) Sim, com dor intensa mas sem febre ou secreção purulenta. A paciente pode se
apresentar bem pálida.
3) Não, a paciente está sem sinais de abdômen agudo

Passo 6
HD: Aborto infectado
Pode realizar uma USG para confirmar ou, se tiver um colo pérvio: logo realizar uma
curetagem. Veja: conduta

Passo 6
HD: Gravidez ectópica
Se a paciente esteja estável e exista possibilidade de USG => realizar USG para
confirmar o diagnóstico. Se a paciente esteja instável e/ou não exista possibilidade de
realizar uma USG => iniciar logo a terapia (laparotomia exploratório)
Prescrição:
1) Dieta zero

2) SRL 2000 ml, EV, 40 gts/min OU aberto
3) Dipirona 1 g + Hioscina 20 mg 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h
4) Metoclopramida 10 mg 01 amp + 01 amp, EV, 8/8h SN
5) SSVV + CCGG
6) Ao pré-parto
Obs. Solicito 2 unidades de concentrados de hemácias (como reserva ou para
tranfundir logo – dependente o estado da paciente)

Passo 6
Idade gestacional > ou = 14 semanas?
1) Sim e BCF auscultável com sonar
2) Sim e BCF não auscultável => realizar USG
3) Não ou idade gestacional não conhecida

Passo 7
BCF auscultável com sonar
Se a paciente tiver uma história de muita dor e/ou tônus aumentado você poderia
solicitar uma USG para confimar ou afastar um descolamento de placenta.
HD: Ameaçã de abortamento
Conduta:
Orientação: ficar de repouso (não pode dar um atestado para o trabalho!), afastar de
relacionamentos sexuais durante 1 semana, buscopan 1 cp VO 6/6h SN
Se fizesse USG e a USG evidenciou um descolamento de placenta
1) Pequena área de descolamento => conduta expectante, repetir USG com +/- 1
semana
2) Grande área de descolamento => internamento????

Passo 7
Idade Gestacional > 14 semanas e BCF não auscultável

HD: Amaeça de abortamento?? / Aborto (in)completo / Aborto Retido / Gravidez
ectópica
Realizar USG
a) Embrião/Feto presente com BCF presente => HD: ameaça de abortamento.
Orientação: ficar de repouso (não pode dar um atestado para o trabalho!), afastar de
relacionamentos sexuais durante 1 semana, buscopan 1 cp VO 6/6h SN.
b) Feto presente com BCF ausente => HD: Abortamento (in)completo ou aborto retido
c) Feto ausente => HD: Abortamento (in)completo

Passo 7
Opções:
1) Realizar USG
2) Realizar USG com 1 semana
3) HD: ameaça de abortamento. Orientação: ficar de repouso (não pode dar um
atestado para o trabalho!), afastar de relacionamentos sexuais durante 1 semana,
buscopan 1 cp VO 6/6h SN.

Passo 3
Idade gestacional > 20 semanas
Tem USG que evidenciou uma placenta prévia ou placenta de inserção baixa?
1) Sim
2) Não tem USG anterior
3) USG não demonstrou placenta prévia ou placenta de inserção baixa

Passo 4
USG evidenciou uma placenta prévia ou inserção baixa
O sangramento é pequeno ou moderado e o BCF é normal?
1) Sim
2) Não, a sangramento é intensa e/ou o feto está bradicardizando

Passo 5
A USG demonstrou:
1) Uma placenta prévia
2) Uma placenta de inserção baixa

Passo 6
A USG demonstrou uma placenta prévia
1) Internar para observer sangramento
2) Peça 2 unidades de concentrados de hemácias como reserva de sangue

Passo 6
A USG demonstrou uma placenta de inserção baixa
Conduta: à residência

Passo 5
O feto é vivável?
A conduta depende da prematuridade, do uso anterior de betametasona na gravidez e
da intensidade do sangramento/bradicardia.
1) Um feto viável com sangramento intenso e/ou bradicardia fetal => interrupção
da gravidez imediata por cesárea + peça 2 unidades de concentrados de
hemácias
2) Um feto inviável com grande risco da vida materna => interrupção da gravidez
+ peça 2 unidades de concentrados de hemácias
3) Um feto inviável ou risco alto de morrer fora do útero e sem grande risco da
vida materna => pode optar por uma conduta expectante + peça 2 unidades
de concentrados de hemácias

Passo 4
Não tem USG
Dor em BV e/ou dinâmica uterina presente?
1) Sim
2) Não

Passo 5
Dor em BV e/ou dinâmica uterina presente

Toque vaginal (OBS: não faça toque vaginal se paciente refere perda de liquído e não
tem muita dinâmica uterina. Também veja: Perda de líquido durante gravidez)

Passo 5
Não tem dor em BV e/ou dinâmica uterina

Exame especular:
a) Colo com lesão sangrante
b) Colo sem lesão sangrante, sangue saindo pelo OCE

Passo 6
Colo com lesão sangrante
DD. Carcinoma de colo uterino / Inflamação
Sinais de vulvovaginite?
a) Sim
b) Não

Passo 7

Veja: diagnóstico rápido de vulvovaginite e iniciar tratamento
Marcar colposcopia e citologia oncótica
Também veja: Lesões de colo uterino

Passo 7
Marcar colposcopia e citologia oncótica
Também veja: Lesões de colo uterino

Passo 2
Paciente não está grávida.
A paciente está no:
1) Puerpério
2) Pre-menopausa + não puerpério
3) Pós-menopausa

Passo 2
Desconhecido
Solicitar planoteste
Resultado: Positivo – Negativo

Passo 3
Puerpério
DD: Laceração do canal do parto / Atonia uterina / Restos placentários / Placenta acreta
/ Coagulopatia

Passo 3
Pre-menopausa + não puerpério
DD. HUD / Mioma / Pólipo endometrial / Coagulopatia / Carcinoma de colo / (Carcinoma
de endométrio)

Ciclo 21 – 2 caixas (pelo poste de saúde), 2 cp VO durante 7 dias, 1 cp VO durante 14
dias.
Também poderia usar (as não pelo poste de saúde): Tamisa/Level -2 caixas, 3 cp dose
única/dia por 2 dias. Depois: 2 cp dose única/dia por 3 dias e depois: 1 cp/dia por 16
dias.
OBS: Endometrio espessado: não coloque ACHO para parar sangramento mas coloque
progesterona. Ainda não pare => Curetagem

Passo 3
Pós-menopausa
DD. Carcinoma de colo, carcinoma do endométrio, pólipo endometrial

Dor cólica em BV
DD Abortemento, TP(P), Infecção urinário/infecção genital

CONSTRUÏNDO – VOLTE MAIS TARDE

2. Abreviações usadas no imip
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ

A
ABD Abdômen
AC ou ACV
Aparelho cardiovascular

ACP

Aparelho cardiopulmonar

AFU

Altura do fundo uterino

AGU

Aparelho geniturinário

AIG
Adequado para idade gestacional (=peso do Recém Nascido normal para Idade
Gestacional)
AP

Antecedentes patológicos

AR

Aparelho respiratório

AHT

Ambos hemitórax

ASO

Teste de anticorpos contra estreptococos

AU

Altura uterina

B
BCF

Batimentos cardíacos fetais

BCP

Broncopneumonia

BEG

Bom estado geral

BNF s/ sopros: Batimentos cardíacos sem sopros
BV

Baixo ventre

BTF

Bilirrubinas totais e fracionadas

C
CA

Circunferência abdominal

CAM

Centro de attenção à mulher OU complexo auréolo-mamilar

CC

Circunferência cefálica

CCN

Comprimento encéfalo-nádega

CD

Conduta

CE

Corticóides

CF

Comprimento do fêmur

CFR

Crescimento fetal retardo

CH

Concentrado de hemácias

CI
Cuidados iniciais (usada em neonatologia quando o RN nasceu bem, mas não
pode ficar com a mãe)
CIUR

Crescimento intra-uterino retardo

CIVD

Coagulação intravasal disseminada

CIPE

Cirurgia pediátrica

CO

Citologia oncológico

COB

Centro Obstétrico

CSV

Cultura de secreção vaginal

CTG

Cardiotocografia

CUF

Curetagem uterina fracionada

CVT

Comprimento vaginal total

D
DAG

Doença da arranhadura de gato (= kattenkrabziekte)

DBP

Diamêtro biparietal

DE

Dados de enfermagem

DHEG Doença específica da gestação
DHPN Doença hemolítica perinatal
DIH

Dia internado no hospital /dia hospitalar

DIPA

Doença inflamatória pélvica aguda

DLE

Decúbito lateral esquerda

DLM

Duplo lesão mitral

DO

Dados objetivos (exame físico + os outros exames)

DPC

Dor pélvica crônica

DPO

Dia(s) pós-operatório

DPOC Doença pulmonar obstructiva crônica
DPP

Descolamento prematuro de placenta OU data provável de parto

DPPN Dia pós-parto normal
DPPNI Descolamento prematuro da placenta normalmente inserida
DS

Dados subjetivos (anamnese)

dt

Difteria e tétano

DU

Dinâmica uterina

DUM

Data da última menstruação

E
EAB

Epitélio Aceto Branco (à colposcopia)

EAP

Edema aguda de pulmão

EAS

Elementos segmentares anormais (no SU)

EE

Exame especular

EED

Esôfago-estomago-duodeno-grama

EDT

Endometriose

EV

Endovenoso

F
F

Fêmur

FC

Freqüência cardíaca

FCF

Freqüência cardíaca fetal

FCA

Fêmur/Circunferência cefálica

FID

Fossa ilíaca direita

FM

Feto morto OU fluxo menstrual

FO

ferida operatória OU fundo de olho

FTA-Abs Exame para confirmar uma infecção com Lues. Feito pós um resultado positivo
do VDRL (1/1 até 1/ 4)

G
GGT

Gravidez gemelar tópica

GIG
Grande para idade gestacional (recém nascido grande peso para idade
gestacional)
GUT

Gravidez única tópica

+T

termo

+PT

pré-termo

GTG

Grande para idade gestacional

GTT

Teste de tolerância de glicose

GTTS GTT simplificado

H
HAS

Hipertensão arterial sistêmica

HASC Hipertensão arterial sistêmica crônica
HD

Hipótese diagnostico

HTA+SB Histerectomia total abdominal + salpingaectomia bilateral
HTF

Hemotransfusão

HTV

Histerectomia transvaginal

I
IG

Idade gestacional

IGN

Ignorável

IIG

Insuficiência istmo cervical

ILA

índice do líquido amniótico

IMC

índice de massa coporal (=BMI)

ITR

Infecção de trato respiratório

J
JEC

Junção esquama celular (= overgang bij cervical glandula-plaveisel epitheel)

K

L
LMP

Leite materno pasteurizado

LTB

Ligação tubária bilateral

M
MAC

Método anticoncepcional

MC

Método concepcional

ML

Mielograma

MMII

Membros inferiores

MMSS Membros superiores
MPM

Mastalgia pré-menstrual

MSD

membro superior direito

MTD

manter a conduta

MV+ em AHT murmura vesicular em ambos os hemotórax
s/RA

sem ruídos áreas (sem roncos ou crepitações?????)

N
NBZ

Nebulização

NDN

s/ alterações, s/ anormalidades

NIC

neoplasia intra-epitelial

NL

normal

NPCN Negativo para células neoplásicas
NPH

Insulina de ação mais lenta

NPT

Nutrição parenteral total

NTG

Neoplasia trofoblastica gestacional

O
OCE

Orifício de colo externo

OCI

Orifício de colo interno

P
PAAF

Punção aspirativa com argulha fina

PBF

Perfil biofísica fetal

PC

Perímetro cefálico

PCR

Parada cardiorrespiratória

PE

Pré-eclampsia

PFE

Peso do feto

PIE

Possibilidade de infecção específica (usada em neonatologia)

PIG

Pequeno para idade gestacional

PII
Possibilidade de infecção inespecífica (usada em neonatologia se tiver BR > 8h,
ITU ou infecção materna em tto)
PLC
Possibilidade de lues congênita (usada em neonatologia se tiver falta dum VDRL
materna)
PNA

Pielonefrite aguda

POT

Pós-operatório tardio

PPC

Pneumonia Pneumocystitis carinii

PPD

Teste de Mantoux

PVPI

Povidine

Q
QIID

Quadrante inferior interior de mama direita

R
s/RA

s/ ruídos áreas

RCR em 2T Ritmo cardíaco regular em dois tempos
RG

conteúdo da bolsa plástica conectado à SNG

RGE

Refluxo gastro-esofagal

RHA+ Ruídos hidroáereos positivos

S
SAAF Síndr. de anticorpos antifosfolipos
SAR
Síndr. de adaptação respiratória do RN (dispnéia transitória que melhora com 612 horas, comum na prematuridade tardia)
SDR Síndr. de desconforto respiratório (antigamente: doença de membrano hialine;
pico com 72 horas pós-parto)
SF

Soro fisiológico

SFA

Sofrimento feta aguda

SG

Soro de glicose

SGB

Streptococo grupo B

SML

Seio materno livre

SNC

Sistema nervoso central

SNE

Sonda naso-enteral

SNG

Sonda nasogástrica

SOG

Sonda orogastrica

SSVV + CCGGSinais vitais e cuidados gerais
SU

Sumário de urina

SVD

Sonda Vesicular Demora

T
TA

Tensão arterial

TAX

Temperatura axial

TGD

Triplíce gradiente descente

TL

Teste luético (=VDRL)

TOT

Tubo orotraqueal

TOTG-S

Teste oral de tolerância à glicose- simplificado

TPAE

Tempo de protrombina

TPP

Trabalho de parto prematuro

TR

Teste reativo de HIV

TTRN Taquidispnéia transitória do RN (antigamente: Síndr. de pulmão úmido;
taquidispnéia comum pós-cesárea)

U

V
Síndr de VCS Síndr. de Vena Cava Superior
VDRL Teste inicial de Lues. 1/1-1/4 à FTA-Abs, 1/8 e acima à tratar
VMG

Visceromegalia (por ex. hepatoesplenomegalia)

VO

Via Oral

VPM

Veja a prescrição médica

VR

Via retal

VSH

Velocidade da sedimentação das hemácias (=bezinking)

W

X

Y

Z

5. Fisiologia e patologia (incl seminários)
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
A
Abortamento (com diagnóstico rápido) - Acretismo placentário - Amenorréia –
Amniorexe prematura - Anemia falciforme e gestação - Anomalias da placenta e do
cordão - Anticoncepcão hormonal oral e injetável - Assistência ao Trabalho de Parto –
Avaliação da vitalidade fetal intraparto

C
Câncer de mama - Cancro Mole - Candidíase - Carcinoma de colo uterino - Carcinoma
do Corpo Uterino – Carcinoma do Endométrio – Carcinoma de ovário – Carcinoma de
Vulva - Cefaleía após raqui – Cervicites - Ciclo Menstrual - Complicações pós-operatório
– Corciocarcionoma - Corticoterapia (evidências)Error: Reference source not found Crescimento Intra-Uterino Restrito (CIUR)

D
Descolamento da placenta - DHPN – Diabetes e cirurgia - Diabetes na gestação –
Diagnóstico de gravidez - DIPA - Dismenorreía - Disturbios emiocionais pós-parto Doença Hemolítica Perinatal - Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA) - Doenças
sexualmente transmissíveis (DST) - Doenças Trofoblásticas Gestacionais (DTG) Donovanose - DPPNI

E
Eclâmpsia - Endometriose - Escabiose – Esterilidade - (Profilaxia para) Estreptococcus
do Grupo B (evidências) - Estupro (rotina)

F
Fisiologia da placenta e líquido amniótico - Formaçao e malformações do sistema
genital

G
Gestação Múltipla – Gestação Prolongada - Gonocócicas

H
HELLP Síndrome - Hepatite B - Hepatite C - Herpes Genital – Hiperplasia Endometrial –
Hiperplasia Supra-Renal Congênita - Hiperprolactinêmica – Hipertensão crônica na
gravidez - Hipertensão Gestacional - Hipertensão na gravidez - HIV - HPV (geral) - HPV
(transmissão vertical)

I
IIC - Incontinência urinária – Indução do parto - Infertilidade - Inibição da contratilidade
uterina (evidências)................................................Error: Reference source not found

L
Linfogranuloma Venéreo

M
(Câncer de) Mama - Mechanismo do parto - Mioma uterino – Modificações gravídicas
gerais e locais - Mola completa e parcial - Molusco Contagioso

N
Neoplasia de ovário

O
Oligoidrâmnio

P
Partograma - Parto Prolongado - Placenta acreta - Placenta Prévia - Pediculose Pubiana
- Poliidramnio – Pólipo Endometrial - Pré-eclampsia - Prenatal - Problemas (infecções)
da ferida operatória – Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B (evidências)...Error:
Reference source not found
- Pseudo-Hermafroditismo Masculino - Puerpério (fisiologia e patologia)

S

Sarcoma Uterino - Sífilis - Sífilis congênita - Síndrome do Anitcorpo Fosfolípide (SAAF) Síndrome Hiperprolactinêmica - Síndrome De Ovários Policísticos (SOP) - Sofrimento
fetal aguda (SFA) - Síndrome da tensão pré-menstrual

T
TPM - TPP - Tricomoníase - Toxoplasmose Congênita

U
Uretrites Não-Gonocócicas

V
Violência sexual (rotina) - Vulvovaginite bacteriana - Vulvovaginites (com diagnóstico
rápido)

Abortamento
1.

Definição

2.

Epidemiologia

3.

Etiologia

4.

Classificação + formas clínicas

5.

DD

6.

Diagnóstico rápido

7.

Ameaça de abortamento

8.

Abortamento inevitável

8A. Abortamento incompleto
8B. Abortamento completo
8C. Aborto infectado
9. Aborto retido
10. Aborto habitual
11. Aborto provocado

Definição
A expulsão ou a extração do feto pesando menos de 500 grs. ou com idade gestacional
< 20-22 sem.

Epidemiologia
Incidência de abortamentos clínicos: 10-20% das gestações, subclínicos 8%
(possivelmente subestimado)/ perdas nas gestações pré-clinicas são mais
freqüentes- podem ocorrem em 20-60% das mulheres férteis.
80% ocorrem nas primeiras 12 sem
Freqüência aumenta com a idade materna
Ameaça de abortamento ocorre em cerca 20% de todas as gestações (50%
evoluem para interrupção),
Aborto infectado em 1-2% de todos os abortamentos.

3. Etiologia
- Cromossomopatias – 50-60% dos abortos precoces
- Trisomias autossômicas
- Translocações balanceadas
- Inversões cromossômicas balanceadas
- Monossomia X
- Triploides – associação com DTG
- Anomalias estruturais cromossômicas (não causa freqüente de aborto)
- Abortamentos euploídes
- Fatores poligênicos
- Fatores paternos
- fatores maternos:
- Infecções
a) Brucella abortus

b) Campylobacter fetus
c) Herpes simples
d) HIV
e) Sífilis (abortos tardes)
f) S. Haemolyticus grupo B
g) Mycoplasma hominis
h) Ureaplasma urealyticum
- Doenças crônicas debilitantes
- Hipotireoidismo
- DM não-controlado
- Fatores nutricionais
- Usa de drogas
- Fatores imunológicos
a) Abortamento aloimune – ausência dos anticorpos bloqueadores / grau excessivo de
compartilhamento HLA -> papel no aborto desconhecido
b) Abortamento auto-imune: Anticorpos Antifosfolípidios (anticoagulante lúpico,
anticardiolipina), 10% dos abortos recorrentes, risco de perda pós-detecção: 90%,
associado com DHEG, natimortos, CIUR
- Defeitos uterinos:
a) Útero septado
b) Útero bicorno
c) Anomalias devido ao DES
d) Leiomiomatose
e) Sinéquias intra-uterinas
f) Incompetência istmocervical
- Insuficiência lútea: secreção insuf de progesterona pelo corpo lúteo, diagnóstico:
dosagem de progesterona, dopplerfluxometria do corpo lúteo.

Classificação

Abortamento:
1.

Espontâneo

1a < 12 sem: precoce
1b > 12 sem: tardio
2. provocado.

Formas clínicas
As principais formas clínicas são :
- Ameaça de Abortamento
- Abortamento Inevitável:
- Incompleto.
- Completo.
- Infectado.
- Aborto Retido.
- Aborto Habitual

5. Diagnóstico diferencial
- gravidez ectópica,
-neoplasia trofoblástica gestacional,
- sangramento disfuncional,
- leiomiomatose uterina,
- câncer de colo uterino e pólipos.

Diagnóstico rápido

Sangramento

Dor cólica

Colo e útero

BC
F

Ameaça de
abortamen
to

Pequena
intensidade, borra
de café ou
vermelho vivo

pouco
intensa

Impérvio, AFU
corresponde
com IG

+

Aborto
incompleto

Abudante,
intermitente,
expulsão “pedaço
de carne”

moderada
ou forte,
persistente

Entreaberto,
AFU pouco
menor do
normal para IG

-

Aborto
completo

Cede ou dimunui

cessam
geralment
e

colo
entreaberto
logo após a
expulsão, a
seguir fechado

-

Aborto
Infectado*

Discreta, de odor
fétido, mesclada a
fragmentos de ovo

moderada
ou intensa

colo pérvio,
útero
aumentado e
amolecido

-

Aborto
Retido

Inexiste ou escassa

ausentes

Fechado, AFU
menor do que
normal para IG

-

* Aborto infectado: EG caído, febre, TV: vagina de temperatura aumentada, colo
coleções pélivcos (abcessos) nos casos advancados, Toque retal: paramétrios podem
ser empastados, dolorosos, Sinais de defesa abdominal

7. Ameaça de abortamento
Diagnóstico – Prognóstico - Conduta

Diagnóstico
Também veja: diagnóstico rápido)
- um sangramento vaginal de pequena intensidade, sangramento tipo “borra de café”
ou vermelho-vivo

- acompanhado ou não de cólicas (que são normalmente pouco intensa).
EE: sangue saindo pelo OCE
TV: colo impérvio, tamnaho de útero compatiível com a IG
Diagnóstico:
USG: presença do embrião com batimentos cardíacos positivos, saco gestacional
integra
USG Risco de perda fetal aumentado quando: 1. Saco gestacional próximo ao canal
cervical, 2. BCF < 120 bpm, 3. Medida saco gestacional e CCN < 1.5 DP ou diferença <
5mm (= 80% aborto), 4. Áreas de descolamento (hemorragia subcoriônica), 5.
Vescícula vitelina (normal menor que 5,6 cm)
Exames laboratoriais:
- Beta-HCG < 20 ng/ml. Valor preditivo postivo (de perda): 83%
- Progesterona: risco aumentado se < 10, e principalmente quando < 5 ng/ml (90%
perda fetal)
Obs: O abortamento é considerado evitável sempre que a vitalidade embrionária
estiver presente e o saco gestacional encontrar-se em topografia normal na cavidade
uterina (fúndica ou corporal), mesmo na presença de expressivo sangramento.

Prognóstico
Duração do sangramento:
> 3 dias: 24% de perdas,
< 3 dias : 7% de perdas
Sinais de mau prognóstico:
- inadequado crescimento do saco gestacional
- a inatividade relativa do embrião ou do feto.
Risco aumentado (RR 2.5) de hemorragia ápos 20 sem (Placenta prévia, DPPNI)
Risco aumentado de parto prematuro=

Conduta
Terapêutica Sintomática :

Na presença de dor : analgésicos e/ou antiespasmódicos.
Solicitar Hb + Ht S/N
Repouso relativo enquanto dores e/ou sangramento.
Restrição da atividade sexual enquanto dores e/ou sangramento.
Progesterona: use apenas nos casos suspeitos de insuficiência lútea: 100-300
mg/dia, supositórios vaginais ou orais.
Explicar quando a paciente tem < 10 semanas que deve voltar se tiver uma
hemorragia genital ou um aumento de hemorragia e pede retornar com 15 dias para
realizar uma USG.

8. Abortamento inevitável
Sangramento moderado ou de vulto com coágulos
Dores rítmicas, intermitentes, mais intensas
TV: OCI pérvio com presença de material ovular na cavidade uterina. Tamanho do
útero corresponde com a IG.
USG: saco gestacional no segmento inferior, ou até mesmo no canal vaginal, podendo
estar envolto por uma linha sonolucente semilunar, que representa o sangue entre o
tecido trofoblástico e o miométrio, chegando até mesmo ao achado de ecos internos
formado pelo acúmulo de sangue.

8 A. Abortamento incompleto
Diagnóstico – Conduta: IG< 16 sem – IG > 16 sem
Eliminação parcial do produto da concepção ou da placenta.

Diagnóstico
Sangramento abudante, intermitente, anamnese: expulsão de “massa” ou “pedaço de
carne”
Dores moderada ou forte, persistente
TV: colo entreaberto, útero menor do normal para IG (mas ainda maior do que nãogestantes)

USG: conteúdo amorfo ou heterogêneo no interior da cavidade uterina acompanhado
ou não de líquido.

Conduta
- Internamento
- Solicitar CS, VDRL, Hb, Ht
IG< 16 sem – IG > 16 sem

Gestação < 16 semanas
- Dilatação do colo S/N e curetagem (OU aspiração OU pela técnica de Aspiração
Manual Intra-uterina (AMIU) se tiver IG < 12 sem).
Livro: não precisa iniciar ocitocina, se IG < 12 sem
Prática: sempre (???) iniciar Ocitocina 1 amp (????) + 500 ml SG 5%, EV, ???
gts/min
- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.
- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh

Gestação > 16 semanas
- Dilatação < 4cm: Prostokos 200 mcg, 6/6 horas (OU 4/4 horas!)
- Dilatação ≥ 4 cm: iniciar Ocitocina pela regra de Sicco-Branco -> 16-22 sem: 16
ampolas
- Sedação S/N: Meperidina (Dolantyna): 50 mg IM
- Curetagem uterina após expusão do feto
- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.
- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh

8 B. Abortamento completo
Diagnóstico - Conduta
eliminação completa do embrião ou do feto juntamente com a placenta.

-> mais comum < 10 sem

Diagnóstico
Sangramento cede ou dimunui após expulsão do ovo
Dor cólicas cessam geralmente após expulsão
TV: colo entreaberto logo após a expulsão, a seguir fechado
USG: a cavidade uterina apresenta-se com poucos grupos de centrais de pequenos
ecos ou reação decidual representada por uma linha central, não sendo possível a
identificação do produto da concepção ou de restos ovulares.

Conduta
Não há necessidade de terapêutica específica, uma vez que a ecografia transvaginal já
revelou útero vazio sem restos ovulares.
- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.
- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh
Caso que tiver restos ovulares: curetagem

8 C. ABORTO INFECTADO
Diagnóstico - etiologia – conduta no IMIP - conduta alternativa com febre
localizado – conduta alternativa com febre complicado
Associa-se quase sempre a interrupção provocada da gestação, sendo menos comum
em relação ao aborto incompleto. 1-2% dos todos os abortos

Diagnóstico
Dependendo da severidade do processo infeccioso:
- eliminação vaginal de material fétido ou purulento
- febre
- comprometimento do estado geral e quadros abdominais variáveis (Peritonite,
Septicemia (–> em geral por E.Coli), Choque séptico).
- Sangramento discreta, de odor fétido, mesclada a fragmentos de ovo

- Dor moderada ou intensa
- Taquiesfigmia (???)
- TV: vagina de temperatura aumentada, colo pérvio, útero aumentado e amolecido,
coleções pélivcos (abcessos) nos casos advancados
- Toque retal: paramétrios podem ser empastados, dolorosos
- Sinais de defesa abdominal
USG: presença de ar no interior da cavidade uterina ou restos ovulares. Também
demonstrar a propagação extra-uterina: coleções abscedadas na pelve ou em
segmentos altos do abdome.
Outros exames: HMG, Ureía, Creat, Ionograma, SU, urocultura, cultura do canal
cervical, nos casos grave: raio-x de tórax e coagulograma.

Etiologia
- Etiologia polimicrobiana:
a) Escherichia coli – Gram negativos,
b) Streptococcus beta-haemolyticus grupoB,
c) Streptococcus anaeróbios,
d) Bacteriodes,
e) Clostridum perfingens

Conduta no imip
- Iniciar:
Cefalotina 1 g, EV, 6/6 horas, por 4 dias
Metronidazol 500mg, EV, 6/6 horas, por 4 dias
Manter antibiótica terapia por 4 dias e suspender se: 1) paciente afebril > 24 horas, 2)
melhora dos sinais e sintomas, 3) regressão dos parâmetros leucométricos.
- Prostokos 200 mcg, 4/4 horas no caso dum colo fechado
- Ocitócicos
- 2 unidades de CH caso Hb < 6g% (????)

- Curetagem (OU vácuo aspiração) logo quando tem colo aberto e eliminação do
conteúdo uterino (livro de 2005: não precisa aguardar qualquer período de tempo
depois da anitbioticaterapia)
- Heparina 5.000 UI, SC, 12/12 horas (OU Enoxaparina – heparina de baixo peso – 20
mg, SC, ao dia)
- Na presença de abcesso de fundo-de-saco de Douglas: colpotomia e drenagem
tubular
- Na presença de abscessos pélvicos e/ou abdominais: considerar laparotomia
- Nos casos graves de infecção por Clostridium (“gangrena uterina”): HTA

Conduta alternativa:
conduta alternativa com febre localizado – conduta alternativa com febre
complicado

Abortamento inevitável incompleto febril localizado
- Internamento
-Colher material vaginal para bacterioscopia e cultura.
- Iniciar:
Penicilina Cristalina : 4 milhões de Unidades EV a cada 6 hs.
Metronidazol : 500 mg EV a cada 8 hs.
- Administrar ocitócico.
- Esvaziamento uterino, preferência à aspiração mecânica
- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.
- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh

Abortamento inevitável incompleto febril complicado
- Internamento
- Medidas gerais para a melhoria do quadro tóxico-infeccioso.
- Iniciar:
Penicilina Cristalina : 4 a 5 milhões de Unidades EV a cada 6 hs.

Gentamicina : 60 a 80 mg EV, lentamente, a cada 8 hs.
Metronidazol : 500 mg EV a cada 8 hs.
- Drenagem imediata coleções purulentas -> colpotomia ou laparotomia, junto com
o esvaziamento uterino.
- Histerectomia total: reservada aos casos em que existe comprometimento da
vitalidade do tecido uterino
- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.
- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh

9. Aborto retido
Diagnóstico – conduta
Quando o embrião ou o feto (sem atividade cardíaca presente) está na cavidade
uterina > 4 sem.

Diagnóstico
- Regressão dos sinais e sintomas gravídicos, não crescendo ou mesmo diminuindo, o
aumento do abdômen
- Sangramento inexiste ou escassa
- Dores cólicas ausentes
- TV: colo fechado, tamanho do útero menor do que normal para IG
- USG: ausência de batimentos cardíacos
Primeiro trimestre: USG estabelece a idade gestacional,
Segundo e terceiro trimestre: descrição da posição fetal e da placenta, além da
mensuração dos segmentos fetais
Em fases mais avançadas -> USG: acavalgamento dos ossos da calota craniana (sinal
de Spalding- Horner), perda da flexão dos membros (sinal de Bone-salad) e hiperflexão
da coluna vertebral (sinal de Hartley).

Conduta
- Coagulogrma nas retenções prolongados

- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.
- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh

IG < 8 sem
- Conduta expectante – pode aguardar a expulsão espontânea durante 3-4 semanas
- monitorização com USG
- AMIU (???) e/ou vácuo apiração
- Prostokos 200 mcg 4/4 h S/N -> a expulsão geralmente é completo; evitar curetagem

IG 8-16 sem
- Prostokos 200 mcg 4/4 h
- Curetagem:
IG < 12 sem -> após dilatação cervical
IG > 12 sem -> após expulsão fetal
OU dilatação e curetagem quando houver contra-indicação ou falha de misoprostol
- AMIU (???) ou vácuo aspiraçõ

IG ≥ 16 sem
- Prostokos 200 mcg 4/4 h
- Ocitocina pela regra de Sicca-Branco
- Curetagem após expulsão do concepto OU iniciar ocitocina após dilatação
- Vácuo aspiração

10. Aborto habitual
Definição – investigação - tratamento

Definição

≥ 3 abortos scessivas, podendo ser primário ou secundário (quando precedidas as
interrupções por gestação normal). Ocorre em cerca 0,5% de todas as gestações
Incompetência istmo-cervical: uma das principais causas.
A abertura precoce do OCI podem resultar em prolapso das membranas ovulares ou
sinal de dedo de luva , patognomônico desta patologia.

Conduta
investigação - tratamento
Investigação
- Abortamento habitual, o material, sem contaminação, precisa ser colocado em meio
de cultura e encaminhado para avaliação citogenética.
- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.
- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh
- Casal -> submetido a um protocolo de investigação, no intervalo inter-gestacional

Procolo de investigação:
- Exame clínico e ginecológico
- Espermograma
- USG pélvico
- Histerosalpingografia
- Biópsia de endométrio (24-26 dia do ciclo)
- Dosagem seriada de progesterona
- TSH
- Prolactina
- Glicemia
- pesquisa de clamídia e microplasmo (imunofluorescência direta, cultura)
- Cariótipo
- Anticorpos antifolfolipídios

Tratamento
- Consultas pre-natias 15/15 dias
- cirurgia das malformações uterina
- tratamento dos distúrbios hormonais (diabetes, tireóide)
- Tratamento da insuficiência lútea: progesterona natural (supositórios de 25-50 mg),
Via Vaginal, 2-3 vezes ao dia, até IG de 14 sem.
- Tratamento do fator imunológico: transfusão de leucos paternos, apirina,
corticosteróides
- Tratamento cirurgica da incomptência istmocervical; veja incompentência
istmocervical

Aborto provocado
Em caso de estupro:
- menor de 14 anos: consementimento dela e do respresentante legal, por escrito
- Boletim de ocorrência
- Até 20 sem de IG

Em caso de risco da vida:
- Risco da vida diretamente dependente do curso da gravidez e o abortamento faz
cessar este perigo
- No mínimo 2 ostetras atestam que abortamento é a única maneira de salvar a vida
materna

Conduta:
Gestação < 12 sem:
- Postokos 200 mcg 4/4 h (OU misoprostol gel 100 mcg 4/4 h)
- Curetagem após dilatação OU dilatação e curetagem quando houver contra-indicação
ou falha de misoprostol

Gestação 12-16 sem:

- Postokos 200 mcg 4/4 h (OU misoprostol gel 100 mcg 4/4 h)
- curetagem com 14 mm de dilatação cervical (pode usar laminárias para dilatar)
- Ocitocina 4 amp + 500 ml SG 5% durante a curetagem

Gestação > 16 sem
- Postokos 200 mcg 4/4 h (OU misoprostol gel 100 mcg 4/4 h) durante 24 horas
- Infusão de ocitocina pela regra de Sicca-Branco
- curetagem após expulsão do concepto (OU nos casos especificos: microcesárea)

Acretismo placentário
Conteúdo versão 3.50*
Contuédo Alternativo
1. Geral
2. Obstetrícia
A. Geral
1. Exames Utilizados
2. Prescrições
3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto
4. Fluxogramas
B. Gravidez
1. Fisiologia da gravidez
2. Patiologia na gravidez
3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)
C. Parto Normal
1. Fisiologia
2. Patologia
3. Descrições e manuais dos procedimentos
D. Cesárea

1. Indicações
2. Descrição
3. Manual do procedimento
4. Complicações
E. Puerpério
3. Ginecologia
A. Geral
1. Exames Utilizados
2. Prescrições
3. Rotinas no IMIP
4. Fluxogramas
B. Fisiologia
C. Patologia
D. Descrições e manuais dos procedimentos
Pela ordem
12. Protolos /Rotina nos setores
Rotina no Ambulatório Ginecológico
Anamnese
Rotina no Ambulatório de Mastologia
Anamnese
BIRADS
Rotina no banco de leite humano
Desmame no 6º mês da vida
Leite artificial (criança não mama) e desmame
Relactação
Critérios e observações gerais para doação e estoque de leite
Coletar leite /ordenhar
Conservar leite coletado (validade)
Consumir o leite humano

Rotina no 4o CAM
PE Grave
Rotina na Ginecologia (sexto andar)
Admissão duma paciente nova
Diabetes e cirurgia
Rotina no caso de mola / DTG
Pre-operatório
Preparo para tomografia – paciente alérgico
Profilaxia da endocardite e TVP/TEP
Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório)
Rotina de neonatologia no pré-parto
APGAR
VIG e QH
Formulas
Prescriçãoes
Rotina no Pré-Parto
Rotina no Puérperio
Rotina no SIGO
Rotina na triagem
Estupro (após) / violência sexual
Prescrições
2A. Indicação alfabética
A
B
C
D
E
F
G

H
I
L
M
N
O
P
R
S
T
V
Prescrição no dia antes da cirurgia ginecológica
Prescrição pós-cirurgica ginecológica (imediato)
Prescrição pós-parto normal
Prescrição pós-cesárea (pós-operatório imediato)
Prescrição pós-cesárea (24-48 horas)
Abortamento de repetição (e gravidez nova)
Abscesso Tubo-Ovariano
Abscesso de mama
Acne (e pílula anticoncepcional)
Anticoncepcional hormonal oral (ACHO) / pílula anticoncepcional
Alergia ao remedio (reação alérgica)
Amniorexe
Anemia
Anemia falciforme
Anticoncepção de emergência / morning after pill / pílula dia depois
Anti-depressiva
Vacinação contra Têtano

Asma (crise)
Atrofia mucosa vagina
Bartholinite
Bacturia Assintomática
Candidíase Inguinal
Candíase Mamilar
Candidiase ungueal
Candidíase vaginal
Cefaleía pós-punção lombar
Celulite
Cisto ovariano simples
Climatério: queixas vasomotores
Coagulopatia
Coalescência de nimfas/lábios pequenos
Constipação
Corioamnionite
Corticoide (desmama)
Curetagem
Diabetes
Dilatar o colo (durante TP)
DIPA
Dismenorréia
Doença Trofoblástica Gestacional (DTG)
Dor cólica (na Triagem)
Dor continua (p. Ex. Cefaléia) (na Triagem)
Eclâmpsia
Edema aguda de pulmão
Endocardite (profilaxia)

Endometrite (pós-parto)
Endometriose
Erisipela
Escabiose
Pós-estupro (violência sexual)
Febre reumática + lesão de válvula
Fissura mamilar profunda
Fluxo reduzido
Gardnarella vaginalis
Gonerreia
Granuloma de cúpula vaginal
Gravidez (3 meses antes até IG 16-20 sem)
HELLP-síndrome
Herpes Genital
Herpes Zoster
Hiperêmesis gravídica
Hiperplasia simples do endométrio
Hipertensão pré-parto/ durante gravidez
Hipertensão pós-parto
HIV
Íleo paralítica (pós-cirúrgica)
Imaturidade pulmonar (IG > 24 e < 35 sem)
Inibir produção do leite
Indução do parto
Ingurgitamento (de mama)
Insuficiência Cardíaca Fetal
ITU
HPV

Mastalgia prë-menstrual (MPM)
Mastite
Menorragia / sangramento genital (não gravida)
Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado)
Ocitocina intra-parto
PE grave (pré-parto) e PE Leve (paciente em TP franco)
PE-grave (pós-Cesárea)
PE-grave (pós-parto normal)
PE Leve (sem TP franco)
Pielonefrite
Pirose
Pneumonia
Possibilidade de sensibilização de anticorpos anti-Rh (mãe Rh -, RN Rh+)
Preparo intestinal para USG
Prurido pós morfina
Puderdade precoce
Reposição hormonal
SAAF
Sindrôme de ovários policísticos
Toxoplasmose
TPM / Síndrome Pre-Menstrual
Trabalho de parto + historia de sepse numa gravidez anterior
TPP
Tricomoníase
Trombose (profilaxia e tratamento)
Vermes
2B. Medicamento - Alfabético
A

B
C
D
E
F
G
H
I
K
L
M
N
O
P
R
S
T
V
2C. Drogas na gravidez
Introdução geral
Categorias
Drogas sorteadas por tipo/indicação
Anticoagulantes
Anticonvulsivantes
Antihistamínicos
Antiinflamatórios Não-Hormonais
Antimicrobianos (Também Veja: Antivirais E Tuberculostáticos)
Antivirais

(Drogas) Cardiovasculares
Citostáticos
Drogas Lícitas E Ilícitas
Hormônios
(Drogas Para) Sistema Nervoso Central
Vacinas, Serums E Toxoides
Vitaminas
Outras Drogas E Substâncias
2d. Drogas na lactação
Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação
Alfabético
4. Procedimentos: descrições e manuais
AMIU
Manual: Indicações, Contra-Indicações E Complicações
Atestado (Triagem)
Cerclagem
Cesárea
Descrição
Manual
Instrumentos (básico cesário)
Procedimento
Cone Clássico
Descrição
Manual
Curetagem (normal)
Descrição
Manual Curetagem (normal - não pós-parto imediato)
Manual Curetagem (normal – pós-parto imediato)

Curetagem Uterina Fracionada
Drenagem de abscesso de mama
Drenagem de abscesso de Glândula de Bartholini
Esterilizações Tubárias
Exerése de cisto clitoriano
Exerése de lesão condilomatosa em vulva, vagina e colo uterino
Fórceps
Descrição
Manual
Histerectomia total abdominal (HTA)
Descrição
Manual
Histerectomia Total Vaginal (c/ prolapso) + colpoperineoplastia (HTV+CPP)
Laparotomia exploratório (LE) (com anexectomia bilateral)
Mastectomia Radical Modificada (e Não-modficada)
Descrição
Manual
Miomectomia (e Taquelectomia)
Descrição miomectomia e taquelectomia
Manual Miomectomia
Miomectomia e taquelectomia
Nodulectomia (suspeito de fibroadenoma de mama)
Ooforectomia
Manual
Ooforoplastia
Manual
Ooforplastia para ovários multipolicísticos
Manual
Parto Normal

Descrição
“Manual”
Laparotomia exploratória para Prenhez Ectópica
Descrição Salpingectomia
Manual e indicações
11. Procedimentos: manuais e decrições (cont.)
Parto Normal
Cordão Circular
Escore de Bishop modificado
Mecônio
Postura vertical - vantagens
Procedimento (em holandês)
Rotura Uterina
Sexo pós o parto e embolia de ar
Parto Cesáreo
Cesárea - indicações
1. Epidemiologia
2. Condições fetais e indicação de cesariana
2a. Apresentação pélvica
2b. Gestação gemelar
2c. Prematuridade ou baixo peso
2d. Sofrimento fetal agudo
2e. Macrossomia
2f. Situação transversa
2g. Placenta prévia
2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo
2i. Procidência de cordão
2j. Malformações congênitas

3. Condições maternas e indicação de cesariana
3a. Herpes genital ativo
3b. Infecção pelo HIV
3c. Cesarianas prévias
3d. Outras condições maternas
Amniotomia
Escala 2009
Exames complementares
Cardiotocografia
Cistometria de infusão
Cistos (na mama)
Climatério
Colposcopia
Espermograma
FSH (homens)
Ginecomastia
Hepatite B
Mestastases de câncer de mama (rastreamento)
Quimoterapia (antes da quimoterapia)
Pré-histeroscopia
Pré-op
Rotina de ambulatório de mastologia
Rotina de PE (Leve e Grave) e Eclampsia
Rotina de pré-natal
SU e urocultura
USG na gestação
USG ginecológica
Valores laboratoriais normal

VDRL
8. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico diferencial e tratamento
Diabetes Mellitus
Hipertensão durante gravidez
Lesões de colo uterino
Perda de líquido durante a gravidez
Sangramento vaginal
Dor cólica em BV
2. Abreviações usadas no imip
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
Q
R
S

T
U
V
W
X
Y
Z
5. Fisiologia e patologia (incl seminários)
A
C
D
E
F
G
H
I
L
M
N
O
P
S
T
U
V
Abortamento
Definição
Epidemiologia

3. Etiologia
Classificação
5. Diagnóstico diferencial
Diagnóstico rápido
7. Ameaça de abortamento
Diagnóstico
Prognóstico
Conduta
8. Abortamento inevitável
8 A. Abortamento incompleto
Diagnóstico
Conduta
8 B. Abortamento completo
Diagnóstico
Conduta
8 C. Aborto infectado
Diagnóstico
Etiologia
Conduta no imip
Conduta alternativa:
9. Aborto retido
Diagnóstico
Conduta
10. Aborto habitual
Definição
Conduta
Aborto provocado
Acretismo placentário
Geral

Classificação
Placenta acreta
Placenta increta
Placenta percreta
Etiologia
Tratamento
Amenorréia
Conceito
Classificação
Anamnese
Na amenorréia primária, valorizar
Na amenorréia secundária, valorizar
Exame físico
Geral
Na amenorréia primária
Na amenorréia secundária
Exames complementares
Diagnóstico
Síndrome hiperprolactinêmica
Etiologia
Tratamento da síndrome hiperprolactinêmica
Insuficiência ovariana prematura
Diagnóstico
Outros distúrbios
Etiologia
Síndrome dos ovários policísticos (SOP)
Epidemiologia
Fisiopatologia da SOP
Diagnóstico da SOP

Tratamento da SOP
Amniorrexe prematura
1. Conceito
2. Epidemiologia
3. Fatores de risco
3.1. Não evitáveis
3.2. Evitáveis
4. Estrutura das membranas ovulares e características de líquido amniótico
5. Etiopatogenia
6. Quadro Clínico
7. Diagnóstico
7.1. Diagnóstico clínico
7.2. Diagnóstico subsidiário
8. Diagnóstico diferencial
9. Conduta
9.1. Descartar a iminência de parto
9.2. Avaliar condições de vitalidade fetal
9.3. Descartar infecção intra-útero
9.4. Conduta obstétrica
9.4.1. Gestação < 24 semanas
9.4.2. Gestação > 24 e < 35 semanas
9.4.3. Gestação > ou = 35 semanas
10. Evidências Corticoterapia, ATB-Terapia, Amnioinfusão, Tocólise e Profilaxia para
Estreptococcus Grupo B
10.1. Evidências Corticoterapia
10.2. Antibioticaterapia
10.3. Amnioinfusão na rotura prematura das membranas antes do termo
10.4. Inibição da contratilidade uterina
10.5. Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B

11. Prognóstico
12. Complicações
12.1. Infecção intra-amniótica
12.2. Prematuridade
12.3. Sofrimento fetal
12.4. Hipoplasia pulmonar
12.5. Outras complicações
Câncer de mama
1. Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
1.3. Freqüência por quadrantes
1.4. Frequência de acometimento linfonodal por tamanho tumoral
2. Etiopatologia
2.1. Geral
2.2. Carcinogenêse
3. Evolução da doença
3.1. Crescimento tumoral
3.2. Angiogênese
3.3. Disseminação
3.4. Via linfática
3.5. Metástase à distância
4. Diagnóstico - Triagem para pacientes assintomáticas
5. Diagnóstico – Anamnese
6. Diagnóstico - Quadro clínico
7. Diagnóstico - Achados laboratoriais
8. Diagnóstico por imagem
8.1. BIRADS
8.2. Tumor primário

8.3. Doença metastática
8.4. Mamografia
8.5. USG mamária
9. Diagnóstico histo-patológico
10. Estadiamento
10.1. Tumor
10.2. Linfonodos
10.3. Metástase à distância
10.4. Grupamento por estádios
11. Prognóstico
12. Quadro clínico pós-operatório (mastectomia radical modificada)
Carcinoma de colo uterino
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
Prognóstico
Patologia
Quadro clínico
Diagnóstico
Geral
Conduta diagnóstico
Estadiamento FIGO
TNM
Tratamento
Estádio o (adenocarcinoma in situ!)
Estádio Ia (microcarcinoma)
Estádio Ia1 (< ou = 3 mm)
Estádio Ia2 (> 3 mm até = ou < 5mm)
Estádio Ib1

Estádio Ib2
Estádio IIa
Estádios IIb, III e IVa
Estádio IVb
Recorrência
Seguimento
Conduta no câncer de colo durante gestação
Geral
Ca in situ e Ia:
Ib
II,III e IV
Cefaleía após raqui
Quadro clínico
Conduta
Complicações pós – operatório geral e ginecológico
O período pós-operatório intermediário
Conceito
Cuidado da ferida
Complicações pos-operatórios
Hipertermia precoce
Hipertermia após 48 horas
Hipertermia após o 3º dia
Complicações pulmonares
Pacientes de alto risco
Atelectasias
Pneumonia
Complicações vasculares
Tromboflebite superficial

Trombose venosa profunda
Embolia pulmonar
Complicações urinárias
Oligúria
Retenção urinária
Choque
Geral
Quadro clínico
Manuseio
Descolamento da placenta normalmente inserida
1. Conceito
Terminologias paralelas
Freqüência
Etiologia
Fisiopatologia
A. Alterações locais (uterinas e placentárias)
B. Alterações sistêmicas (coagulopatia e insuficiência renal e/ou hipofisária)
Formas clínicas
Hemorragia oculta
B. Hemorragia externa
C. Hemoâmnio
D. Apoplexia útero-placentária
E. Prolapso da placenta
F. Descolamento placentário crônico
G. Outra classificação
Diagnóstico clínico
Diagnóstico laboratorial
Tratamento
Diabetes na gestação

Definição
Classificação de Priscilla White (1941)
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
Fisiopatologia Diabetes Gestacional
Prognóstico/repercussões
Diagnóstico
IMIP
Alternativos
Diagnóstico e conduta simplificados
Exames complementares após diagnostico de Diabetes
Avaliação fetal
IMIP
Alternativas
Tratamento da gestante diabética
Objetivo
Corticoides (Betametasona)
Diabético em uso de hipoglicemiantes
Dieta
Insulina durante gestação
Exercício físico
O parto
Via do parto
Inibição de TPP
Prescrição (eIndução)
Puerpério
IMIP
Alternativas

Após alta
IMIP (????):
IMIP (livro):
Caso especial: Hipoglicemia
Caso especial: cetoacidose diabética na gestação
Definição
Epidemiologia
Prognóstico/complicações
Etiopatologia
Tratamento
Eclampsia
Dismenorréia
Conceito e incidência
Classificação
Dismenorreía primária
Conceito e Epidemiologia
Etiopatogenia
Diagnóstico
Tratamento
Dismenorréia secundária
Geral
Causas de dismenorréia secundária
Disturbios emocionais pós-parto
Pós-Parto Blues
Depressão pós-parto (????)
Psicose pos-parto (????)
Doenças trofoblásticas gestacionais (DTG)
Conceito e nomenclatura
Geral

Classificação
Epidemiologia
Incidência
Fatores de risco
Etiopatogenia
Geral
Origem parental da mola hidatiforme completa
Origem parental da mola hidatiforme parcial
Anatomia patológica
Macroscopia
Microscopia
Aspectos clínicos
Quadro clínico clássico
Quadro clínico da mola parcial (MHP)
Quadro clínico da mola invasora e do coriocarcinoma
Diagnóstico laboratorial
Diagnóstico da mola completa
Diagnóstico da mola hidatiforme parcial
Diagnóstico dos tumores trofoblásticos gestacionais
10. Estadiamento FIGO
11. Diagnóstico diferencial
12. Conduta
13. Prognóstico
Gestação prolongada
Conceito
Epidemiologia
Conduta
IG entre 40-41 semanas
IG entre 41-42 semanas

IG > 42 semanas
Hepatite B
Etiologia
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
Diagnóstico e Tratamento
Marcadores
Rastreamento
CDC interpretação dos resultados
IMIP interpretação dos resultados e conduta
Hiperplasia endometrial
Conceito
Fatores de risco
Histeroscopia
Risco para desenvolver CA de endométrio
Tratamento
Hiperplasia Supra-Renal Congênita
Geral
Formas
Clássica não-perdedora de sal
Clássica perdedora de sal
Não-clássica
Hipertensão na gestação
Geral
1. Introdução
2. Classificação da hipertensão arterial na gestação
3. Conceitos
4. Critérios para verificação da pressao arterial na gravidez

5. Diagnóstico diferencial entre PE/HAS Gestacional e HASC
6. Complicações da hipertensão arterial na gravidez
B. Hipertensão arterial crônica
6. Tratamento: MgSO4
A. Vantagens
B. Apresentações differentes no mercado
C. Esquema de Zuspan
D. Esquema de Pritchard
E. Mecanismo de ação
F. Cuidados gerais com MgSO4
G. Níveis séricos de Magnésio Sulfato
H. Manifestações de toxicidade
I. Monitorização
J. Oligúria
Emergência hipertensiva
D. Iminência de eclâmpsia
E. Eclâmpsia
1. Conceito
2. Classificação prognóstica
A. Não complicada
B. Complicada
3. Conduta: cuidados gerais
4. Terapia anticonvulsiva
5. Tratamento do edema cerebral
F. Síndrome HELLP
1. Geral
2. Diagnóstico
A. Quadro inicial
B. Quadro avançado

3. Diagnóstico diferencial
4. Diagnóstico laboratorial
5. Conduta na síndrome HELLP
A. Geral
B. Avaliação materno-fetal
C. Correção da coagulopatia
D. Tratamento da CIVD
E. Terapia anticonvulsivante
F. Terapia anti-hipertensiva
G. Interrupção da gestação
6. Hematoma hepático
Conduta
G. Hipertensão crônica com Pré-Eclâmpsia sobreposta / HAS Agravada
H. Hipertensão gestacional
1. Conceito
2. Tratamento durante pré-natal
A. Geral
B. Propedêutica laboratorial
C. Propedêutica fetal
3. Tratamento gestação a termo
HIV
Durante gravidez
Pré-natal
Prescrição
HIV e parto
Conduta
Prescricção ápos o parto
HPV (transmissão vertical)
Epidemiologia

Bibliografia
Indução do parto
Indicações
Contra-indicações absolutas
Contra-indicações relativas
Complicações maternas
Complicações feto-anexiais
Requisitos
Métodos de preparo cervical
A. Métodos mecânicos
Sonda de Foley com balão
Laminária
Deslocamento das membranas (manobra de Hamilton ou de Coopermann)
Amniotomia
Estímulos naturais
B. Métodos farmacológicos
Misoprostol
Dimeprostone
Hialuronidade
Ocitocina
Situações especiais
Cesárea anterior
Prematuridade
Polidrâmnio
Cesárea eletiva
Quando há inexistência de indicações de cesárea
Incontinência urinária
Definição
Classificação

Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
Fisiologia
Etiologia (causas)
Diagnóstico
Tratamento
Manejo conservador
Manejo cirúrgico
Infertilidade
Mioma uterino
Definição
Classificação pela localização
Epidemiologia
Etiopatogenia
Patologia
Prognóstico
Manifestações clínicas
Sangramento anormal
Dor pélvica
Infertilidade
Sintomas compressão
Manifestações clínicas gerais
Diagnóstico diferencial
Diagnóstico
Tratamento
Assintomáticas
Sintomáticas
Tratamento cirúrgico

Medicamentoso
Embolização das artérias uterinas (EAU)
Mioma uterino e gravidez
Leiomioma uterino e emergências
Sangramento
Dor aguda e intensa (abdome agudo)
Modificações gravídicas gerais e locais do organismo materno
Modificações gravídicas sistêmicas
1. Postura e deambulação
Sistema circulatório
Adaptações circulatórios
Adaptações circulatórias uteroplacentárias
Resultado das modificações
3. Compartimento sangüíneo
Pele
Metabolismo
Fase anabólica
Fase catabólica
Ganho de peso materno
Outros aspectos
Sistema urinário
Sistema digestivo
Sistema respiratório
B. Modificações gravídicas locais
Útero
Consistência
Volume
Peso
Coloração

Forma
Posição
2. Colo uterino
Ovários e trompas
4. Vagina
5. Vulva
6. Mamas
Neoplasias Ovarianas
1. Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
2. Fisiopatologia
3. Disseminação do carcinoma ovariano
4. Quadro clínico
5. Diagnóstico
6. Exames complementares
7. Fluxograma
8. Classificação
Tumores benignos
Tumores malignos*
9. Estadiamento do carcinoma de ovário (FIGO e American Joint Committee On Cancer
AJCC)
10. Rotina cirúrgica para estadiamento do carcinoma do ovário
11. Terapia das neoplasia ovarianas epiteliais
Geral
Resistência à quimioterapia
Terapia hormonal
Cirurgia de second look
Cirurgia de citorreduçao secundária
Laporoscópia

12. Neoplasias ovarianas não-epiteliais (terapia)
Neoplasias derivadas de células germinativos
Neoplasias derivadas do estroma gonadal especializado
Neoplasias derivadas do mesênquima não-específico
13. Seguimento
14. Prognóstico
15. Prevenção
16. Screening /rastreamento
17. Developmentos recentes
18. Evidências
Parto prolongado
Introdução
Conceito
Fisiológico
Parto prolongado
Riscos de um parto prolongado
A dilatação cervical demora
A expulsão demora (= a segunda fase)
Etiologia de um parto prolongado
Dilatação cervical prolongada
Período expulsivo prolongado
Fatores que causam que o feto não pode passar pela pélvis
Posição fetal anormal
A. Posição anormal da cabeça
B. Apresentação pélvica
C. O feto tem uma posição transversal
Bibliografia
Poliidramnio
1. Definição

2. Incidência
3. Formas clínicas
3.1 – Aguda
3.2 – Crônica
4. Classificação
5. Etiologia
6. Manifestações clínicas
6.1 Poliidramnia leve
6.2 Poliidramnia moderada ou severa
7. Diagnóstico
7.1. Valores do ILA e a idade gestacional
7.2. Diagnóstico clínico de suspeita
7.3. Diagnóstico de certeza
8. Conduta
8.1. Geral
8.2 Terapêutica específica
9. Via de parto
10. Prognóstico
Problemas (infecções) da ferida operatória
Epidemiologia de infecçcões da FO
Etiologia
Fatores locais
Fatores gerais
Tipos de fios cirúrgicos
1 - Fios absorvíveis
2 - Fios não absorvíveis
Diagnóstico
Geral
Clinico de processo de cicatrização da FO (normal e anormal)

Tratamento
Finalidade de tratamento
As qualidades importantes de um produto eficaz para o tratamento de feridas
Escolha de curativo
Curativos
1. Soro fisiológico (ou srl ou água destilada)
2. Hidrogel com alginato de sódio [DUOREM GEL, HYDROSOR, INTRASITE GEL, NU-GEL]
3. Carvão ativado com prata [ACTISORB PLUS]
4. Sulfadiazina de prata 1% [KINDER, DERMAZINE, PRATAZINE]
5. Filme transparante [BIOCLUSIVE, HIDROFILM, SUPRASORB, TEGADERM]
6. Cobertura de ferimento estéril não-adherente [ADAPTIC, LOMATUELL]
7. Trigilicéridos de cadeia media (TCM) / ácidos graxos essenciais (AGE) [DERMOSAN,
TRIGLICERIL CM –AGE, SOMMACARE, DERSANI, AGE DERM]
8. Alginato de cálcio e sódio [ACQUACELL, ALGODERM, KLATOSTAT, SORBALGON,
SORBALGON T, SORBSAN, RESTORE CALCICARE, TEGAGEN]
9. Hidrocolóide [COMFEEL, DUODERM, HYDROCOLL, REPLICARE, RESTORE, TEGASORB]
10. Hidropolímero [ALLEVYN, ALLEVYN CAVITY, ELASTO GEL, LYOTOAM, POLYMEM,
POLYWIC, TIELLE, TIELLE PLUS]
Sífilis
Etiologia
Epidemiologia
Classificação
Sífilis primária
Sífilis secundária
Sífilis latente
Sífilis terciária
Sífilis na gestação
Diagnóstico
Sorologia
Rastreamento com vdrl (veneral disease research laboratory)*

Exames após a confirmação do sífilis
IMIP: indicações punção lombar
Tratamento
Todos os tipos de sífilis com excepção de neurosífilis
Pacientes alérgicas a penicilina**
Neurossífilis
Seguimento
Controle de cura
Caso especial: Sífilis Congênita
Quadro clínico
Diagnóstico
Tratamento e exame complementares
Síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAAF)
1. Conceito
2. Classificação
3. Epidemiologia
4. Etiopatologia
4. Quadro clínico
Geral
Trombose Arterial
Manifestações Neurológicas
Manifestações Dermatológicas
Manifestações Cardíacas
Manifestações Hematológicas
Manifestações Renais
SAAF Catastrófica
5. Exames subsidiários
6. Critérios Diagnósticos
6.1. Clínicos

6.2. Laboratoriais
7. Tratamento
7.1. Geral
7.2. Tratamento de perda fetal recorrente
8. Bibliografia
Síndrome de Meckel-Gruber
Sofrimento fetal aguda
Conceito
Etiologia
As causas de primeiro grupo (problema do corpo de mãe e/ou placenta)
Problemas de segundo grupo (problemas fetais)
Sindrome da tensão pré-menstrual
Conceito
Incidência
Etiopatogenia
Quadro clínico
Sintomas somáticos
Sintomas psicológicos
Diagnóstico
Diagnóstico diferencial
Tratamento
Medidas gerais
Tratamento farmacêutica
Trabalho de parto prematuro (TPP)
Fatores preditivos do parto prematuro dentro de 1-7 dias
Anamnese
Exame físico
Exames complementares
Efeitos colaterais da nifedipina

Formas clínicas
Diagnóstico rápido
Ameaça de parto prematuro
Quadro clínico
Conduta
Início de trabalho de parto prematuro
Quadro clínico
Conduta
Franco trabalho de parto prematuro
Quadro clínico
Conduta
1. Anamnese e exame físico
Anamnese
A. Anamnese em geral
1. Queixa Principal
2. História médica pregressa
3. História familiar
4. História pessoal e social
5. Revisão de sistemas
Geral
Endócrino
Hematopoiético
Cabeça
Olhos
Orelhas
Nariz e seios da face
Boca/ garganta
Pescoço
Respiratório

Cardíaco
Vascular
Gastrointestinal
Gênito-urinário
Músculo-esquelético
Reumático
Neurológico
Pele
Psiquiátrico
6. Casos especiais
Caracterização da dor
Vômito, diarréia e expectoração
Febre
Edema
Alergia
Desânimo, falta de ar, nervosismo
Desmaio
B. Anamnese ginecológica
1. Anamnese ginecológico em geral
a. História menstrual
b. História obstétrica
c. História ginecológica
d. História sexual
e. História familiar
f. História passada de:
2. Anamnese ginecológico: casos especiais
a. Sangramento ANORMAL
b. Dor

c. Descarga ou corrimento vaginal
d. Sintomas pré-menstruais
e. Queixas/sintomas da menopausa
f. Infertilidade/subfertilidade
g. Sintomas urinários: disúria, queimação (ardor as micções), freqüência, urgência
h. Massas genitais ou pélvicas
3. Rastreamento de violência contra mulher (Abuse Assesment Screen)
Exame físico
Exame físico em geral
Elementos do exame físico
Geral - procedimento
Estado geral
Estado de hidratação
Mucosas
sinais vitais
Medidas antropométricas
Biotipo
Geral – descrição
Estado geral
Estado de hidratação
Mucosas
Sinais vitais
medidas antropométricas
Biotipo
Cabeça
Procedimento
Descrição
Pescoço

Procedimento
Descrição
Aparelho respiratório e tórax geral
Procedimento
Descrição
Coração
Procedimento
Descrição
Vascular
Procedimento
Descrição
Mamas
Abdome
Procedimento
Descrição
Músculo-esquelético
Procedimento
Descrição
Pele e ?? Fâneros
Procedimento
Descrição
Linfonodos
Procedimento
Descrição
Neurológico
Procedimento
Descrição
Genital
Procedimento

Descrição
Retal
Procedimento
Descrição
Exame ginecológico
Mamas
1. Mamas - procedimento
Inspeção estática
Inspecione ambas aréolas e mamilos e compare-os
Inspeção dinâmica
Palpação com a paciente sentada
Palpação com a paciente deitada
2. Mamas - descrição
Inspeção estática
Inspeção dos mamilos
Inspeção dinâmica
Palpação (paciente sentada)
Palpação (paciente deitada)
3. Exame pélvico: genitália externa
Procedimento
Descrição
4. Exame especular
Procedimento
Descrição
Toque bimanual
Procedimento
Descrição
Exame retovaginal
Procedimento

Descrição
Colposcopia
9. Fone
Setores
Pessoas
Fisiologia e doenças (cont.)
Anemia falciforme e gestação
Epidemiologia
Genética
Fisiopatologia
Formas clínicas
Quadro clínico
Diagnóstico
Fatores predisponentes a falcização
Gravidez
Placenta
Riscos
Tratamento geral
Tratamento durante gravidez
Crise dolorosas
Piora da anemia
Anomalias da placenta e cordão umbilical
A. Geral
Anomalias da placenta
Sistematização do exame USG da placenta
Graus da placenta (classificação de Grannum)
USG
Valor preditivo de complicações
Infartos placentários

Lagos venosos
Doença Trofoblástica Gestacional
Neoplasias primárias da placenta
Coriangioma
Teratoma
Placenta accreta
Geral
Categorias
Placenta prévia
Outras anormalidades da placenta
Inserção velamentosa do cordão
Placenta membranácea
Lobo succenturiado
Hematoma retroplacentário
DPPNI
C. Anomalias do cordão umbilical
Introdução
Cordão curto
Cordão longo
Circulares de cordão
Artéria Umbilical única
Hematoma de cordão
Formações císticas
Neoplasias
Anticoncepção hormonal oral e injetável
Anticoncepcionais orais combinados
Geral
Tipo e composição
Mecanismo de ação

Eficácia
Modo de uso
Desempenho clínico
Efeitos secundários
Contra-indicações
Uso sob supervisão cuidadosa
Riscos
Benefícios
Anticoncepcionais orais de progestágenos
B1. Progestágeno isolado
Geral
Tipos e composição
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Desempenho clínico
Efeitos secundários
Riscos
Benefícios
B2. Desogestrel 0,075mg (28cp)
Anticoncepção oral de emergência
Geral
Tipos e composição
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Efeitos secundários
Anticoncepcional injetável mensal

Geral
Tipos e composição
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Desempenho clínico
Efeitos secundários
Riscos e benefícios
Anticoncepcional injetável trimestral
Geral
Mecanismo de ação
Eficácia
Modo de uso
Desempenho clínico
Efeitos secundários
Riscos
Benefícios
Assistência ao trabalho de parto
Geral
Conceito
Objetivos
Grau de recomendação
Diagnóstico do TP
Anamnese e exame obstétrico
Fases clínicas do TP
Assistência ao 1° período
Local
Dieta

Enema e tricotomia
Estimular a deambulação
Partograma
Monitorar bem-estar fetal
Alívio da dor (não-farmacológicos)
Alívio da dor (farmacológico)
Amniotomia
Ocitocina
Suporte contínuo
Assistência ao segundo período
Conceito
Duração do período expulsivo
Complicações período expulsivo
Monitorização da vitalidade fetal
Posicionamento da parturiente
Puxos
Episiotomia (conceito clássico)
Episiotomia (conceito atual)
Episiotomia seletiva
Redução do trauma perineal
Fórceps x vácuo extrator
Manual rotation
Vácuo extrator
Acolhimento do Récem-Nascido
Ligadura do cordão umbilical
Assistência ao terceiro período
Geral
Do nascimento ao delivramento

Manejo ativo da dequitação
Assistência ao quarto período
Geral
Atonia uterina
Revisão da cavidade uterina
Revisão do trajeto
ATB profilaxia e pós-parto
Profilaxia de acidentes tromboembólicos
Antibioticoprofilaxia
Puerpério
Avaliação da vitalidade fetal intraparto: baseada em evidências
1. Objetivo
2. Introdução
3. História
4. Níveis de evidência
5. Grau de recomendação
6. Conceito sofrimento fetal
7. Auculta fetal intermittente
8. Propedêutica do líquido amniótico
8.1. Aminioscopia
8.2. Aminiotomia
9. Cardiotocografia
9.1. Vantagens e desvantagens
9.2. Condições maternas
9.3. Condições relacionadas a gravidez
9.4. Variações da FCF na ausculta
9.5. Evidências
10. Teste de estimulação sonora
10.1. Geral

10.2. Buzina da marca Kobo
10.3. Evidências
11. Microanálise do sangue fetal
12. Oximetria fetal de pulso
12.1. Geral
12.2. Evidências
13. Espectroscopia de luz próxima ao infra-vermelho
14. Eletrocardiografia fetal
14.1. Geral
14.2. Evidências
Câncer do Corpo Uterino
A1. Introdução
A2. Epidemiologia
A3. Patogênese
a) Câncer de endométrio estrogênio dependente
b) Câncer de endométrio não-estrogênio dependente
A4. Fatores de Risco
a5. Fatores de Proteção
A6. Histologia
A7. Clínica
a8. Diagnóstico
a) Anamnese
b) Exame Físico
c) Citologia Oncótica
d) Biópsia por aspiração endometrial
e) Curetagem Uterina
f) Utra-sonografia Transvaginal
g) Histeroscopia
A9. Formas de Disseminação

A10. Rastreio de Câncer de Endométrio
A11. Estadiamento Clínico
A12. Estadiamento Cirúrgico
A13. Tratamento
a) Geral
b) Ia, Ib, G1 e G2
c) Ic e G3
d) IIa
e) IIb
f) IIIa
g) IIIb
h) IVa e IVb
g) Metástases
h) Recidiva
A14. Seguimento
B. Sarcomas Uterinos
B1. Introdução
B2. Diagnóstico
B3. Classificação
B4. Estadiamento
B5. Tipos histológicos
a) Leiomiossarcoma
b) Tumor Mülleriano Misto Maligno
c) Sarcoma de Estroma Endometrial
B6. Tratamento
Câncer de vulva
Estadiamento
Ciclo menstrual
Historia

Duração
Nomenclatura
Fases
Geral (com imagem)
O Hipófise(GnRH) e o Ciclo Menstrual
Fase folicular
Fase lútea
Transição lúteo- folicular
Ciclo Ovariano
Desenvolvimento e forma dos oócitos
Fase Folicular
Teoria das 2 células x 2 gonadotrofinas
Fase Lútea
Alterações endometriais
Fase proliferativa
Fase secretória
Menstruação
Alterações da cérvix uterina
Alterações mamárias
Referências bibliográficas
Crescimento Intra-Uterino Restrito (CIUR)
1. Conceito
2. Crescimento Fetal
3. Classificação
Tipo I
Tipo II
Tipo III
4. Etiologia
Tipo I

Tipo II
Tipo III
5. Fisiologia
6. Diagnóstico
Risco para CIUR
Suspeita de CIUR
Provável CIUR
7. Acompanhamento
8. Centralização Fetal
9. Diástole Zero
10. Diástole Reversa
11. Via de parto
Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA)
Introdução
Definição
Epidemiologia
Geral
Alta morbidade
Fatores de risco
DIPA e anticoncepção
Fatores de proteção
Etiologia
Natureza polimicrobiana
Aeróbios e anaeróbios
Causas raras
Fisiopatologia
Geral
Salpingite
Abscesso tubo-ovariano

Geral
Classificação de Monif (1990)
Quadro clínico
Amamnese
Exame físico
Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis
Diagnóstico
Objetivo
Clínico
Critérios diagnósticos
Considerações do CDC 2006
Exames complementares
Exames laboratoriais
Exames radiológicos
Videolaparoscopia
Diagnóstico Diferencial
Tratamento
Objetivo
Critérios para tratamento hospitalar
Medidas gerais
Tratamento ambulatorial (CDc 2006)
Regime A
Regime B
Tratamento hospitalar (CDC 2006)
Regime A
Regime B
Regime alternativo
Tratamento ciríurgico

Indicações
Tratamento do parceiro sexual
Complicações da doença
Seqüelas precoces
Seqüelas tardias
Prevenção
Diabetes e cirurgia
Objetivos
Fisiopatologia
Importância do controle glicêmico
Pré-operatório
Pós-operatório
Manuseio pré-operatório
Admissão
DM 2 em uso de hipoglicemiante oral
DM 2 em uso de insulina
DM 1
Manuseio perioperatório
Diabetes Mellitus tipo 2
Diabetes Mellitus tipo 1
Manuseio pós-operatório
DM 2 em uso de hipoglicemiante oral
DM 2 em uso de insulina
DM 1
Diagnóstico de gravidez
1) Diagnóstico clínico
A) Sinais de presunção
B) Sinais de probabilidade
C) Sinais de certeza

2) Diagnóstico laboratorial
* BETA- HCG
3) diagnóstico ultrassonográfico
Idade gestacional
Cálculo da idade gestacional
Data provável do parto
Doença hemolítica perinatal (DHPN)
Conceito
Histórico
O sistema Rh
O sistema ABO
Aloimunização materna
Passagem trans-placentária de sangue fetal
Exames
Resposta imunológica
Primária
Secundária
Quadro clinico e fisiopatologia
Geral
Hemólise
Hidropisia fetal
Propedêutica materna
Não invasiva
Invasiva
Tratamento
Profilaxia
Infecções Sexualmente Transmissíveis
1. Epidemiologia
2. Complicações de DSTs:

3. Histórico
4. Úlceras Genitais (Geral)
4.1. Cancro Mole
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Fatores de risco
e) Quadro Clínico
f) Diagnóstico Diferencial
g) Laboratorial
h) Tratamento
i) Prognóstico
4.2. Herpes Genital
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Modo de Transmissão
e) Quadro Clínico
f) Fatores Desencadantes
g) Gestação
h) Diagnóstico
i) Tratamento
4.3. Linfogranuloma Venéreo
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico

f) Tratamento
4.4. Donovanose
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Diagnóstico Diferencial
g) Tratamento
5. Cervicites
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Fatores de risco
d) Quadro Clínico
e) Gestação
f) Diagnóstico
g) Tratamento
6. Uretrites (geral)
6.1. Gonocócicas
a) Geral
b) Agente Etiológica
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
6.2. Uretrites Não-Gonocócicas
a) Agente Etiológica
b) Perídoo de incubação
c) Quadro Clínico

d) Complicações
e) Diagnóstico
7. HPV
a) Geral
b) Período de incubação
c) Tipos de HPV
d) Formas Clínicas
e) Diagnóstico
f) Diagnóstico Diferencial
g) Tratamento infecção clínica
h) Gestação
i) Infecção Subclínica pelo HPV
j) Rastreio de CA de colo
8. Hepatites Virais (geral)
8.1. Hepatite B
a) Geral
b) Período de incubação
c) Quadro Clínico
d) Diagnóstico
e) Gestação
f) Tratamento
g) Prevenção
8.2. Hepatite C
a) Geral
b) Tempo de incubação
c) População de risco
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico

f) Prevenção
9. Outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (Geral)
9.1 Molusco Contagioso
a) Agente Etiológica
b) Transmissão
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Tratamento
9.2. Pediculose Pubiana
a) Agente Etiológica
b) Transmissão
c) Período de incubação
d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico
f) Tratamento
9.3. Escabiose
a) Agente Etiológica
b) Transmissão
c) Quadro Clínico
d) Patognomônico
e) Diagnóstico
f) Tratamento
10.0 Referências Bibliográficas
Endometriose
Conceito
Historia
Epidemiologia
Etiologia

Geral
Teoria de Implantação e Metastática (Teoria de Sampsom)
Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo das Metástases Linfáticas e Venosas)
Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo de Implantação Operatória)
Metaplasia celômica
Transformação de Restos Embrionários
Etiopatogenia
Fatores genéticos
Fatores hormonais
Fatores ambientais
Fatores imunológicos
Fatores Inflamatórios
Fatores locais
Fatores comportamentais
Fatores psicossociais
Prevenção
Classificação
Acosta (1973)
American Fertility Society Reviewed (1985)
Diagnóstico Geral
Quadro clínico
Geral
Dor
3. Infertilidade
4. Outros sintomas (TGI, TU e pulmões)
Exame Ginecológico
Métodos Laboratoriais (CA 125)
Métodos de Imagem (USG e RNM)

USG Transvaginal
RNM
Laparoscopia (diagnose)
Lesões
Endometriose profunda/infiltrativa (Addicionado pelo Arthur)
Conceito
Tipos
Diagnóstico
Endometriose ovariana (endometrioma)
Conceito
Tipos de endometrioma
Nódulos de endometriose (adenomiose externa)
Endometriose extragenital
Geral
Trato digestivo
Trato urinário
Endometriose na adolescência
Geral
Sintomatologia
Diagnóstico – clínico
Diagnóstico – Complementar
Indicações de laparoscopia em relação à dor
Diagnóstico de possibilidade (80% confirma).
Diagnóstico de probabilidade (90% confirma)
Diagnóstico de alta probabilidade (99% confirma.)
Indicações de laparoscopia em relação à infertilidade
Endometriose no climatério
Geral
Diagnóstico

Tratamento (geral)
Introdução
Opções
Escolha do tratamento
Objetivos do tratamento
Tratamento clínico
Geral
Objetivos
Progestogênios
Anticoncepcionais orais
Gestrinona
Danazol
Análogos do GnRH
Análogo de GnRH + Add Back Therapy
DIU
Inibidores da Aromatase
Alternativos
Tratamento cirúrgico
Laparoscopia
Endometriose ovariana
Lesões peritoneais
Conservador x radical
Histerectomia total + erradicação dos focos endometrióticos
Tratamento combinado
Vantagens e desvantagens
Quando combinar
Evidências
Transformação maligna da endometriose

Prognóstico/recidiva
Esterilidade
Fisiologia da Placenta e Líquido Amniótico
A. Fisiologia da placenta
Placenta
Desenvolvimento da placenta
Circulação placentária
Circulação fetal
Circulação materna
Trocas materno-fetais (mecanismos de transferência)
Mecanismos de regulação das trocas
Endocrinologia da placenta
Hormônios placentários
Hormônios protéicos
Hormônios esteróides
Estrógenos
Progesterona
B. Fisiologia e patologia da líquido amniótico
Embriogênese das cavidades amniótica e coriônica
Gênese e regulação do LA
Geral
Principais fontes de LA
Produção do LA
Reabsorção do LA
Estrutura do âmnio
Funções do líquido amniótico
Relação entre volume do LA e idade gestacional
Ultra-sonográfica do líquido amniótico
Análise do líquido amniótico

Fosfolipídeos
Teste de Clements
Enzimas
Dhl
Patologias do líquido amniótico
Oligoidrâmnio
Poliidrâmnio
Formaçao e malformações do sistema genital
Formação do sistema genital
Geral
Gônadas
Estágios iniciais do desenvolvimento: 5a semana
Início da 4a semana
Cordões sexuais primários: 6a semana
Desenvolvimento dos testículos
Formação dos ovários
Formação dos ductos genitais
Formação da vagina
Outros
Glândulas genitais auxiliares
Cistos do ducto de Gartner
Desenvolvimento da genitália externa
MalFormações Genitais
Introdução
Epidemiologia e patologia
Classificação de Buttram & Gibbons (1979)
*Classe I
*Classe II
*Classe III

*Classe IV
*Classe V
Classe VI
Classificação de Rock & Keenan 1992
Anomalias da Vagina - Síndrome Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (Aplasia Mülleriana)
Epidemiologia e patologia
Diagnóstico
Tratamento
Anomalias da vagina - Septo Vaginal Transverso
Epidemiologia
Sintomas
Exame físico
Tratamento
Septo vaginal longitudinal
Geral
Diagnóstico
Tratamento
Hímen Imperfurado
Patologia
Quadro clínico
Exame físico
Diagnóstico
Tratamento
Anomalias cervicais
Geral
Tratamento
Anomalias uterinas
Geral

*Agenesia e hipoplasia uterina
*Útero unicorno
*Útero didelfo
*Útero bicorno
**Útero arqueado
**Útero septado
Anomalias associadas ao DES
Exames complementares
Histerossalpingografia (HSG)
USG
RNM
Histeroscopia
Laparoscopia
Gestação múltipla
Classificação
Epidemiologia
Importância (riscos)
Tipos biológicos
Monozigóticos
Dizigóticos
Adaptações maternas
Morbidade materna
Diagnóstico
Anamnese
Exame físico e obstétrico
Exames complementares
Aspectos fetais
Crescimento e desenvolvimento
Complicações

Assistência pré-natal
Objetivo
Seguimento
Preocupações
Assistência ao parto
Fatores
Período expulsivo
Gestações com três ou mais conceptos
Incompetência istmo-cervical
A. IIC
Epidemiologia
Etiologia
Anamnese
Sintomas
Patogenia
Geral
Causas
Diagnóstico
Clínico
História
USG
Entre gestações
Durante gestação
Tratamento
B. Cerclagem
Histórico
Cerclagem profilática
Geral
Sucesso e falha

Cerclagem de emergência
Indicação
Contraindicações
Técnicas
MacDonald
Shrodkar
Transabdominal
LASH
Riscos
Eficácia
Controvérsias
Rutura de membranas
Controvérsias
Revisão cochrane
Conclusão
Mecanismo de parto
Considerações gerais
Geral
Canal de parto
Força
Relações útero – fetais
Atitude
Situação
Apresentação
Variedade de apresentação
Variedades (tipos)
Diâmetros ântero-posteriores da cabeça nas várias apresentações
Cefálicas (fletidas e defletidas)
Pélvicas (incompleta, completa e “de pés”)

Córmicas
Posição da cabeça
Conceito
Variações
Incidência de variações
Altura da apresentação (Planos)
DeLee
Hodge
Introdução
Insinuação ou encaixamento
Flexão
Descida
Rotação interna
Desprendimento da cabeça
Rotação externa
Desprendimento do tronco
Fases clínicas do parto
Partograma
Conceito
Importância
Vantagens de uso
Histórico
Fase latente
Fase ativa
Construção
Distócias
Geral
Parto precipitado (taquitócico)
Parada secundária da descida

Periódo pélvico prolongado
Fase ativa prolongada
Parada secundária de dilatação
Conclusões
Placenta prévia
Definição
Classificação
Epidemiologia
Geral
Fatores de risco
USG
Etiologia
Diagnóstico clínico
Diagnóstico por imagem
Ecográfico
Ressonância magnética
Tratamento
Conservador
Ativo
Pólipo Endometrial
Conceito e epidemiologia
Citérios para considerar pólipo lesão maligna primária (precursora)
Tratamento
Pré-natal
História
Objetivos do pré-natal
Quando iniciar?
Primeira consulta pré-natal
Identificação da paciente

Dados sócio-econômicos
Antecedentes pessoais
Antecedentes familiares
Antecedentes ginecológicos
Sexualidade
Antecedentes obstétricos
Higiene e orientações gerais
Queixas mais freqüentes
Exame físico
Geral
Palpação abdominal
Vacinação
Epidemiologia
Geral
Indicadores de risco gestacional (Ministério da saúde, 2000)
Intervalos dos consultas
Consultas subquentes
Geral
Toque vaginal (escore cervical)
Ganho de peso durante gestação
USG
Exames solictados
Lista de exames
HB/Ht
Anemias
Sífilis
Bacteriúria assintomática
Teste anti-HIV

Toxoplasmose
Rubéola
Hepatite B
Diabetes
Infecções genitais
Citologia oncótica
Pseudo-Hermafroditismo Masculino
Etiologia
Cínica
Formas
Puerpério
A. Fisiologia
Conceito
Fenômenos involutivos locais
Útero: alterações macroscópicas
Útero: alterações microscópicas
Vulva e vagina
Ovários
Parede abdominal e períneo
Mamas
Modificações gerais no puerpério
Aparelho cardiovascular
Aparelho digestivo
Sistema hematopoético
Sistema neuropsíquico
Sistema endócrino e metabolismo
B. Patologia
Infecciosas

Conceito
Epidemiologia
Etiopatogenia
Vulvovaginite e cervicite
Endometrite/ endomiometrite
Anexite
Tromboflebite pélvica
Peritonite
Infecção do sítio cirúrgico
Fasciíte necrotizante
Infecção da episiotomia
Ingurgitamento mamário
Fissuras mamárias
Mastite
Hemorrágicas
Conceito
Hemorragias precoces
Hemorragias tardias
Sífilis Congênita
1. Introdução
2. Histórico
3. Classificação Evolutiva
a) Sífilis adquirida
b) Sífilis congênita
4. Transmissão Vertical
5. Epidemiologia
a) Geral
b) Fatores de risco

6. Manifestações Clínicas
a) Sífilis Congênita Precoce
b) Óbito Fetal (Natimorto) por Sífilis
c) Aborto por Sífilis
d) Sífilis congênita tardia
7. Avaliação Complementar
a) Microscopia
b) PCR
c) Testes Sorológicos
d) Estudo do LCR / Líquor
e) Radiografia de Ossos Longos
f) Vigilância Epidemiológica
8. Tratamento
a) Antibiótica
b) Medidas de controle
9. Sífilis x HIV
10. Observações
a) Tratamento Adequado
b) Falha Terapêutica
11. Bibliografia
Toxoplasmose Congênita
1. Introdução
2. Etiopatogenia
3. Epidemiologia da Toxoplasmose
a) Prevalência
b) Transmissão Materno-Fetal
c) Prevalência de soropositividade na gestação
d) Fatores Importantes na Transmissão Materno-Fetal
e) Incidência da Toxoplasmose congênita

f) Susceptibilidade para Toxoplasmose
4. Quadro Clínico Da Toxoplasmose Na Gestante
5. Quadro Clínico: Toxoplasmose Congênita
6. Diagnóstico Sorológico da Toxoplasmose
7. Infecção Materna
8. Infecção Fetal
9. Tratamento de Infecção Materna
10. Tratamento de Infecção Fetal
11. Tratamento na gestante (evidências)
12. Esquemas de Tratamento Preconizados Prevenção da Toxoplasmose
13. Programa de Prevenção
14. Recommendações
Diagnóstico rápido
Conceito
Etiologia
Epidemiologia
Geral
Principais causas de leucorréia no brasil
Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico laboratorial
Vaginose Bacteriana
Patologia
Epidemiologia
Quadro clínico
Diagnóstico
Tratamento (CDC 2006)
Tratamento (Brasil - MS 2006)
Vaginose Bacteriana Recorrente
Geral
Tratamento

Tratamento – evidências dos estudos (CDC)
Candidíase
Patologia
Epidemiologia
Quadro clínico
Diagnóstico
Classificação
Tratamento (CDC 2006)
Tratamento (MS 2006 Brasil)
Tratamento – evidências dos estudos (CDC)
Tricomoníase
Patologia e epidemiologia
Quadro clínico
Diagnóstico
Tratamento (CDC 2006)
Tratamento (MS 2006 - Brasil)
Tratamento – evidências dos estudos (cdc)
3. Anatomia
Texto sobre o trato genital feminino
Geral
1 - estudo do ovário
2 - Estudo das trompas de falópio ou tubas uterinas
3 - Estudo do útero
4 - estudo da vagina
Anatomia de Mama
Imagens
A. Útero, ovário e as ligamentos
B. Músculos do pélvis

Mama
Outros

Geral
A penetração do trofoblasto além da linha fisiológica de clivagem acarreta o acretismo
da placenta em graus variáveis.
Complicação comum e grave na história natural da placenta prévia.

Classificação
Placenta acreta
Placenta increta
Placenta percreta

Placenta acreta
Aderência anormalmente detectada da placenta à parede uterina normalmente não
devidamente decidualizada. As vilosidades coriônicas estão fixadas ao miométrio ,
superficialmente.

Placenta increta
Condição clínica onde as vilosidades fixam-se e penetram mais profundamente no
miométrio.

Placenta percreta
As vilosidades penetram e atravessam a camada miometrial podendo atingir a serosa e
órgãos contíguos.

Etiologia
Decidualização anormal.
Implantação no segmento inferior sobre uma cicatriz de cesárea anterior

Curetagens repetidas.

Tratamento
Os casos de acretismo placentário, em geral, exigem:
1. 1. tratamento cirúrgico por histerectomia imediata.
2. 2. Nos casos sem sangramento (acretismo total) deixar a placenta “in loco”.
3. 3. considerar o uso de methotrexate .
4. 4. nos casos de acretismo parcial (com sangramento genital) realizar curetagem
uterina com cureta romba.
5. 5. antibioticoterapia
6. 6. correção dos distúrbios hemodinâmicos.

Amenorréia
1) Conceito
2) Classificação
3) Anamnese
4) Exame físico
5) Exames complementares
6) Diagnóstico
7) Síndrome Hiperprolactinêmica: Etiologia -- Tratamento
8) Insuficiência O’varia Prematura (Exames)
9) Síndrome De Ovários Policísticos
9) Outros distúribios:
a) Compartimento I (Distúrbios do tracto excretor)
b) Compartimento II (Distúrbios Gonadais)
c) Compartimento III (Distúrbios hipofisários)
d) Compartimento IV (Distúrbios Hipotalâmicos incl. SOP)

Conceito
Etimologia → Ausência de menstruação
É a ausência da menstruação em uma época da vida em que deveria ocorrer
habitualmente, isto é, no menacme.

Classificação
Primária – Secundária – Físiologica – Patológica – De arcordo com topografia –
Falsa/verdadeira
Há várias formas de se classificar a amenorréia. Suscintamente temos:

Amenorréia primária: a da mulher que nunca menstruou. Habitualmente
sendo caracterizada após os 14 anos de idade associada à ausência de
caracteres sexuais secundários ou após os 16 anos, independentemente da
presença ou não destes caracteres.

Amenorréia secundária: é a ausência de menstruações no período igual
ou superior a três ciclos consecutivos em mulheres que já tiveram
anteriormente, pelo menos um ciclo espontâneo.
Outra classificação:

Amenorréia fisiológica: É a que ocorre no menacme, fisiologicamente,
isto é, na gestação e na amamentação. Desde que a ausência da menstruação
na infância e na pós-menopausa faz parte da fisiologia destas faixa etárias, não
as incluímos neste grupo.

Amenorréia patológica: representa distúrbio da cadeia neuroendócrina
ou do sistema canalicular que origina e exterioriza a menstruação. Também
resulta do comprometimento da economia por doenças sistêmicas, de outras
glândulas (tiróide, supra-renais) ou iatrogênicas.
De acordo com a topografia do eixo gonadal:
- Causas hipotalâmicas, hipofisárias, gonadais, canaliculares.
Amenorréia falsa ou verdadeira:
- Amenorréia falsa ou criptomenorréia é apenas a falta de exteriorização do
sangramento menstrual. O fluxo não se torna evidente por um obstáculo a seu
escoamento. São causas congênitas (agenesia de vagina ou do colo uterino,
septo vaginal transverso,..) ou adquiridas (sinéquias cervicais ou vaginais)

Anamnese

Amenorréia primária – Amenorréia secundária

Na amenorréia primária, valorizar

Queixa de dor progressiva, cíclica, no baixo ventre, após aparecimento
dos caracteres secundários, sem menstruação. Tal dado poderá sugerir
obstrução ao fluxo.

Desenvolvimento das mamas e dos caracteres sexuais secundários:
ausentes (infantilismo sexual) nos indicará ausência de função ovariana,
portanto, hipogonadismo; compatíveis com o sexo ou não (CSS heterossexual).

Massas nas regiões inguinais (que podem corresponder a gônadas
ectópicas. Síndrome de Morris?).

Desenvolvimento pôndero-estatural.


Antecedentes de traumas, cirurgias, radioterapia, quimioterapia.
Condições do nascimento e do crescimento.

Distúrbios nutricionais e alimentares.

Estado psicológico, emocional e vivencial.

História familiar, ocorrência de outros casos e suas evoluções.

Sinais de hiperandrogenismo.

Anomalias dos órgãos genitais externos e presença de massas inguinais.

Retardo ou anormalidade do crescimento corporal.

Na amenorréia secundária, valorizar

História menstrual (menarca, padrão menstrual).


Uso anterior de drogas e/ou medicamentos (hormônios, psicotrópicos,
anabolizantes), radioterapia, quimioterapia.

Exercício físico excessivo, preocupação demasiada com a estética
corporal.

Situação emocional, conjugal, familiar social (separação, abandono,
desemprego, instabilidade financeira).

Abortamento e procedimentos anticonceptivos com manipulação intrauterina.

Hemorragia intraparto, amamentação ou não.


Operações e procedimentos ginecológicos prévios (cauterizações,
curetagens, histeroscopias, miomectomias, complicações).

Descarga papilar láctea ou serosa, uni ou bilateral, espontânea ou à
expressão.

Sinais de hiperandrogenismo (pele oleosa, acne, hirsutismo).


Sinais de falência ovariana (fogachos, distúrbios menstruais, dispareunia,
e sintomas neuropsíquicos).

Fadiga, febre, queda de estado geral, calafrios noturnos, associados a
contato com portadores de doenças orgânicas importantes como tuberculose.

Exame físico
Geral – Amenorréia primária – Amenorréia secundária

Geral

Lembrar de verificar:

- Anomalias dos genitais e presença de nódulos nas regiões ínguino-crurais.
- Observar os caracteres sexuais secundários e a presença ou não de pêlos
axilares e pubianos.
- Avaliar a cronologia do desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários.
- Presença de estigmas nas suspeitas de disgenesias gonadais.
- Critérios de Marshall e Tanner
(caracteres sexuais secundários)

Na amenorréia primária

Peso, estatura, envergadura, medida superior (pubo-vértice) e medida
inferior (pubo-pé) (hipogonadismo)

Estigmas de Turner (disgenesias gonadais).

Massas inguinais (testículos?).


Genitália externa e interna (estados intersexuais, hiperplasia adrenal,
anomalias congênitas).


Discrepância entre idade cronológica e desenvolvimento corporal
(infantilismo).

Na amenorréia secundária

Estado nutricional e ponderal (obesidade, desnutrição, anorexia,
diabetes, disfunção tiroidiana). Avaliação do índice de massa corporea (IMC);

Hirsutismo, acne, estrias, acantose (desfeminização, virilização, tumores
virilizantes de ovários ou supra-renais, alterações supra-renais).

Galactorréia (iatrogenia, hiperprolactinemia funcional ou adenoma
hipofisário).

Genitália externa e interna (anomalias, iatrogenias).


Trofismo da pele, da vulva e volume uterino e ovariano (níveis
estrogênicos).

Exames complementares
Devem ser seletivamente indicados:
-Radiografia de punho (idade óssea, índice de Pyle).
-Colpocitologia (índice de Frost).
-Glicemia (diabetes mellitus, SOP, hipertecose ovariana).
-Ultrassonografia pélvica (útero e ovários).
-Dosagem de FSH e E2 (hipopituirarismo, hipogonadismo)
-Dosagem de FSH/LH e PRL (SOP, hiperprolactinemia funcional, prolactinoma).
-Cromatina sexual e, sobretudo nos casos em que esta se apresente percentualmente
baixa (mosaico?) ou ausente (XO,XY?), cariótipo (disgenesias, anomalias genéticas).
-Radiografia da sela túrcica — CAT ou ressonância magnética (agenesia, degeneração,
tumores).
-Ultra-sonografia de abdômen total (supra-renal) e trans-vaginal.
-Dosagem de T (Total e livre), 17 OH-P, S-DHEA (hiperfunção/tumor de ovário e suprarenal).
-Dosagem de TSH ultra-sensivel e T4 livre (hiper/hipotiroidismo).

Diagnóstico
Diagnóstico da Síndrome Hiperprolactinêmica
Insuficiência Ovária Prematura
Outros: distúribios
a) Compartamento I – II – III – IV
b) Síndr. De Ovários Císticos (compartamento IV)
c)
Síndrome hiperprolactinêmica
Etiologia -- Tratamento

Etiologia
Causas Idiopáticas – Causas Fisiológicas – Causas farmacológicas – Causa patológicas
Causas idiopaticas
Causas fisiológicas
- Gravidez
- Lactação
- Recém-nascido
- Sono
- Coito
- Exercício físico
- Estresse
- Primeiras 2 horas pós-prandiais
- Estímulo dos mamilos
Causas farmacológicas

Antagonistas dopaminérgicos:
- Fenotiazinas (clorpromazina)
- Butirofenonas (haloperidol)

- Benzamidas (metoclopramida, sulpirida, veraliprida)
Drogas depletoras da dopamina:

- Alfa-metildopa
- Reserpina
Drogas que atuam por meio de mecanismos não dopaminérgicos:

- Estrogênios
- Progestagênios
- Antidepressivos tricíclicos (inibidores da MAO)
- Opiáceos
- Cocaína
- TRH
Causas patológicas de hiperprolactinemia

Tumores hipofisários
- Prolactinomas
- Acromegalia
- Síndrome da sela vazia
- Secção da haste hipofisária
- Tumores não secretores
- Angiossarcoma

Lesões hipotalâmicas
- Histiocitose
- Sarcoidose
- Granuloma eosinófilo
- Tumores - crâniofaringeomas, meningeomas, disgerminomas
- Radioterapia

Produção ectópica por tumores
- Carcinoma broncogênico
- Hipernefroma

Doenças endocrinometabólicas
- Hipotiroidismo
- Doença de Addison
- Hiperplasia adrenal
- Insuficiência renal crônica
- Síndrome de Nelson
- Hepatopatia crônica

Doenças e lesões irritativas da parede torácica:
- Herpes zoster
- Mastectomias
- Toracotomias
- Mastoplastias
- Dermatite atópica
- Queimaduras

Tratamento da síndrome hiperprolactinêmica
Clínico – Efeitos Colaterais do Tratamento Clínico – Conservador – Cirúrgico –
Radioterapia
Clínico
Agonistas Dopaminérgicos

Bromocriptina – dose média de 7,5mg/d (durante as refeições), (iniciar
com 1,25mg/d).

Lisurida – 0,1 a 0,2mg/d (após as refeições)

Afinidade pelo receptor da dopamina

Cabergolina – 0,5 a 3,0mg/2x/sem

Efeitos colaterais do tratamento clínico
- Cefaléia
- Hipotensão ortostática

- Náuseas e vômitos
- Alucinação (< 1%)
- Fadiga
- Cólica abdominal
- Congestão nasal
- Depressão
- Tonteira

Conservador
Cirúrgico (ressecção transfenoidal seletiva)

Seqüelas: Diabetes insipidus, fístulas do líquido cérebro-raquidiano, PANHipopituitarismo

Recorrência: 10 – 80%

Radioterapia

Insuficiência ovariana prematura
Diagnóstico
- Cariótipo
- Cálcio
- Fósforo
- Cortisol matinal
- T4 livre
- TSH
- Anticorpos tireoidianos
- Hemograma completo e velocidade de sedimentação
- Proteínas totais, relação albumina/globulina
- Fator reumatóide
- Anticorpo antinúcleo

Outros distúrbios
Etiologia
Compartimento I
Distúrbios do tracto excretor

Compartimento II
Distúrbios Gonadais

Compartimento III
Distúrbios hipofisários

Compartimento IV
Distúrbios Hipotalâmicos

Compartimento I
Anomalias Müllerianas

Agenesia uterina

Cavidade uterina ausente

Agenesia endometrial

Síndrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser

Septo vaginal transverso

Hímem imperfurado

Síndrome de Asherman
Ginatresia adquirida

Cáusticos

Tuberculose

Esquistossomose

Infecções por DIU

DIP

Miomas uterinos
Pólipos endometriais
Câncer de colo uterino
Câncer de endométrio
Seqüela de eletro/criocauterização de colo uterino

Compartimento II
Agenesia gonadal (doenças virais, contaminação ambiental, doenças metabólicas na
gestação)
Síndrome do ovário resistente (Savage)

Doença auto-imune

Laparoscopia com biopsia

Insuficiência ovariana prematura

Afecção genética

Radioterapia ou quimioterapia
DISGENESIAS GONADAIS (DG):

Gonado-somáticas ou síndrome deTurner ou variantes (DGS)

Puras (DGP)

Mistas ou assimétricas (DGM)

PSEUDO - HERMAFRODITISMO FEMININO (PHF):

Hiperandrogenismo fetal
- Hiperplasias congênitas das adrenais (deficiciências enzimáticas de 21hidroxilase, 11-hidroxilase e 3- hidroxiesteróido desidrogenase)
- Neoplasias Virilizantes do Recém-nascido

Hiperandrogenismo materno
- Tumor masculinizante ovariano ou adrenal

- Ingestão de substâncias androgênicas pela mãe (iatrogenia)

Virilização transitória da gravidez (insuficiência de aromatase
placentária)

Idiopático

PSEUDO-HERMAFRODITISMO MASCULINO (PHM):

Defeitos da função testicular:

- Insensibilidade das células de Leydig ao HCG
- Deficiência da síntese de testosterona por deficiência enzimática (ocorrem
também na adrenal, com exceção da 17(ol-D): 20-22 desmolase ou P45Oscc

3-hidroxiesteróido desidrogenase

17-hidroxilase ou P450c17

17-20 desmolase

17-hidroxiesteróide desidrogenase (17(ol-D)


Anormalidades da síntese e/ou ação do fator inibidor dos dutos de Müller
(síndrome da hérnia útero-inguinal no homem).

Defeitos na função dos tecidos-alvo da ação androgênica (feminização
testicular):
- Insensibilidade dos receptores de testosterona: Total (síndrome de
Morris), parcial
- Deficiência da enzima 5 α-redutase, com insuficiente transformação da
testosterona em diidrotestosterona (hipospádia períneo-escrotal
pseudovaginal)
- Síndrome de Swyer – sistema Müller palpável, testosterona com níveis
femininos normais e falta de desenvolvimento sexual

Compartimento III
- Câncer hipofisário
- Tumores neurológicos

Crâniofaringeomas, meningiomas, glicomas, tumores metastáticos e
cordomas
- Acromegalia
- Doença de Cushing

- Adenoma hipofisário
- Gomas, tuberculomas, depósito de gordura
- Aneurisma da artéria carótida interna
- Obstrução do aqueduto de Sylvius
- Síndromes genéticas (Laurence-Moon-Biedl e de Prader – Willi)
- Síndrome de Sheehan
- Síndrome da sela vazia (PRL = á)
(Deficiência congênita do diafragma da sela, permitindo uma extensão do espaço
subaracnóideo para dentro da fossa hipofisária, também: hipertensão liquórica,
cirurgia, RTP, infarto de tumor hipofisário)

Compartimento IV
- Amenorréia hipotalâmica
Estresse psicológico => aumento CRH => aumento Cortisol => diminuição secreção
opiácea endógena => diminuição da freqüência dopaminérgica dos pulsos do GnRH
=> alteração no estímulo de FSH e LH.
- Anorexia e bulimia
Santa Wilgefortis (Ano 1.000 – Princesa de Portugal – Rei da Sicília).

- Perda de Peso

Spas

15 – 30% do peso corporal

Doenças consuptivas

- Exercísios físicos

Perda da gordura corporal

Dispêndio de energia

Estrese

Anabolizantes


diminuição FSH e LH, aumento PRL, aumento ACTH, aumento hormônio
crescimento, aumento testosterona, aumento endorfinas, diminuição T3 e T4,
aumento CRH => aumento GnRH

- Síndrome de Kallman

Hipogonadismo hipogonadotrófico com anosmia


Sulcos olfatórios hipoplásicos ou ausentes no rinencéfalo (RMN) ∴ não
migração dos axônios olfatórios como neurônios GnRH da placa olfatória do
nariz (embriologia)

Defeito de um gene no braço curto do cromossoma X

Anomalias ósseas, renais, lábio leporino, fenda palatina

- Amenorréia pós-pílula
- TRH

Síndrome dos ovários policísticos (SOP)
Epidemiologia – Patologia – Diagnóstico - Tratamento

Epidemiologia

Síndrome de Stein-Leventhal

6 – 10% das mulheres

20 – 30% dos casos de infertilidade feminina


Fisiopatologia da SOP
A-?
B – Adrenarca na puberdade => excesso de androgênios => conversão periférica em
estrona => inibe dopamina => aumento pulsos de GnRH => aumento LH =>
aumento androgênios ovariano => conversão periférica em estrona => diminuição
FSH
C - aumento androgênios compromete crescimento folicular => formação de múltiplos
cistos ovarianos.
D – Há acúmulo de inibina => diminuição FSH => compromete a aromatase folicular
=> aumento androgênios.
E – Há quebra do mecanismo de retrocontrole do eixo hipotálamo – hipófise – ovariano
=> anovulação.

F – Defeito em ereceptores + obesidade => aumento resistência à insulina =>
hiperinsulinemia => aumento efeito do LH sobre a produção de androgênio na teca =>
androgênios + obesidade => diminuição SHBG => aumento fração livre androgênios
=> acne, hirsutismo, oleosidade pele e cabelos, queda de cabelos (testosterona livre
converte-se perifericamente em diidrotestosterona (DHT), através da enzima 5 α
redutase.
G - aumento resistência insulínica => alterações no metabolismo da glicose => piora
do perfil lipídico e aumento do inibidor do ativador plasminogênico (PAI – 1) =>
aumento risco cardiovascular, tendência aumento PA, doença coronariana, diabetes
mellitus e trombose venosa.
H – SOP + obesidade => aumento risco câncer de endométrio e de mama (?) =>
exposição aos estrogênios sem contraposição pela progesterona (ciclos anovulatórios)

Diagnóstico da SOP

Quadro clínico

17 alfa-hidroxiprogesterona (hiperplasia adrenal congênita tardia)

TSH e PRL

USG

FSH : LH (relação)


Testosterona total + livre e sulfato de deidroepiandrosterona (S-DHEA)
=> afastar neoplasias ovarianas ou adrenais

Insulina de jejum > 25µU/ml => resistência à insulina

Glicemia + perfil lipídico


Tratamento da SOP

âpeso (dieta + exercícios físicos)

Desejo da paciente


Acetato de medroxiprogesterona (AMP) 5 – 10 mg/d – 10-12 dias/mês
(não derivados da 19 – nortestosterona)

Hirsutismo: ciproterona (50-100mg/d – 10 dias/mês, iniciando no 5º dia
do ciclo), espironolactona (100-200mg/d), flutamida (efeitos hepatotóxicos),
finasterida (experimental)

Eletrólise ou laser diodo

Anticoncepção: contraceptivos orais (ciproterona ou drospirenona?).


Se S-DHEA aumento: prednisona (2,5 – 5mg/noite) ou dexametasona
(0,25 – 0,5mg/noite)

Infertilidade: citrato de clomifene ou associado com gonadotrofinas (75
U/dia), e/ou associado com análogo agonista do GnRH

Resistência à insulina: metformina. troglitazona, rosiglitazona,
pioglitazona e D – quiroinositol.

Amniorrexe prematura
Modificado no dia 4/3/09 usando a apresentação de Dra. Isabela de dezembro 2008 e
as apresentações de Yanny Karla Correia Freitas e Nathalia Ramalho
Conteúdo versão 3.50*

1

Contuédo Alternativo

1

1. Geral

2

2. Obstetrícia

2

A. Geral

77

1. Exames Utilizados................................................................................................77
2. Prescrições...........................................................................................................77
3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto..........................................................................78
4. Fluxogramas........................................................................................................78
B. Gravidez

78

1. Fisiologia da gravidez..........................................................................................78
2. Patiologia na gravidez..........................................................................................79
3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)..........................................79
C. Parto Normal

79

1. Fisiologia..............................................................................................................79
2. Patologia..............................................................................................................80
3. Descrições e manuais dos procedimentos...........................................................80
D. Cesárea

80

1. Indicações............................................................................................................80

2. Descrição.............................................................................................................80
3. Manual do procedimento.....................................................................................80
4. Complicações.......................................................................................................81
E. Puerpério

81

3. Ginecologia

81

A. Geral

156

1. Exames Utilizados..............................................................................................156
2. Prescrições.........................................................................................................156
3. Rotinas no IMIP..................................................................................................157
4. Fluxogramas......................................................................................................157
B. Fisiologia

157

C. Patologia

157

D. Descrições e manuais dos procedimentos

158

Pela ordem

158

12. Protolos /Rotina nos setores

159

Rotina no Ambulatório Ginecológico

159

Anamnese..............................................................................................................159
Rotina no Ambulatório de Mastologia

160

Anamnese..............................................................................................................160
BIRADS..................................................................................................................160
Rotina no banco de leite humano

162

Desmame no 6º mês da vida.................................................................................163
Leite artificial (criança não mama) e desmame.....................................................163
Relactação.............................................................................................................164
Critérios e observações gerais para doação e estoque de leite.............................164
Coletar leite /ordenhar...........................................................................................164
Conservar leite coletado (validade).......................................................................165
Consumir o leite humano.......................................................................................165
Rotina no 4o CAM

165

PE Grave................................................................................................................165
Rotina na Ginecologia (sexto andar)

166

Admissão duma paciente nova..............................................................................166
Diabetes e cirurgia.................................................................................................167
Rotina no caso de mola / DTG................................................................................169
Pre-operatório........................................................................................................170
Preparo para tomografia – paciente alérgico.........................................................173
Profilaxia da endocardite e TVP/TEP.......................................................................174
Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório)

175

Rotina de neonatologia no pré-parto

175

APGAR....................................................................................................................176
VIG e QH................................................................................................................176
Formulas................................................................................................................177
Prescriçãoes...........................................................................................................177
Rotina no Pré-Parto

179

Rotina no Puérperio

179

Rotina no SIGO

180

Rotina na triagem

180

Estupro (após) / violência sexual...........................................................................180
Prescrições

181

2A. Indicação alfabética

182

A............................................................................................................................182
B............................................................................................................................182
C............................................................................................................................182
D............................................................................................................................182
E............................................................................................................................182
F............................................................................................................................182
G............................................................................................................................183
H............................................................................................................................183

I.............................................................................................................................183
L.............................................................................................................................183
M............................................................................................................................183
N............................................................................................................................183
O............................................................................................................................183
P............................................................................................................................183
R............................................................................................................................183
S............................................................................................................................183
T............................................................................................................................184
V............................................................................................................................184
Prescrição no dia antes da cirurgia ginecológica...................................................184
Prescrição pós-cirurgica ginecológica (imediato)...................................................184
Prescrição pós-parto normal..................................................................................185
Prescrição pós-cesárea (pós-operatório imediato).................................................186
Prescrição pós-cesárea (24-48 horas)....................................................................186
Abortamento de repetição (e gravidez nova).........................................................187
Abscesso Tubo-Ovariano........................................................................................187
Abscesso de mama................................................................................................188
Acne (e pílula anticoncepcional)............................................................................188
Anticoncepcional hormonal oral (ACHO) / pílula anticoncepcional.........................189
Alergia ao remedio (reação alérgica).....................................................................195
Amniorexe.............................................................................................................195
Anemia..................................................................................................................197
Anemia falciforme..................................................................................................197
Anticoncepção de emergência / morning after pill / pílula dia depois....................197
Anti-depressiva......................................................................................................198
Vacinação contra Têtano.......................................................................................198
Asma (crise)...........................................................................................................199

Atrofia mucosa vagina ..........................................................................................199
Bartholinite............................................................................................................199
Bacturia Assintomática..........................................................................................200
Candidíase Inguinal ...............................................................................................200
Candíase Mamilar..................................................................................................201
Candidiase ungueal...............................................................................................201
Candidíase vaginal.................................................................................................201
Cefaleía pós-punção lombar..................................................................................202
Celulite..................................................................................................................204
Cisto ovariano simples...........................................................................................204
Climatério: queixas vasomotores...........................................................................204
Coagulopatia..........................................................................................................205
Coalescência de nimfas/lábios pequenos...............................................................205
Constipação...........................................................................................................205
Corioamnionite......................................................................................................206
Corticoide (desmama)............................................................................................206
Curetagem.............................................................................................................207
Diabetes................................................................................................................207
Dilatar o colo (durante TP).....................................................................................208
DIPA.......................................................................................................................209
Dismenorréia.........................................................................................................209
Doença Trofoblástica Gestacional (DTG)................................................................210
Dor cólica (na Triagem).........................................................................................211
Dor continua (p. Ex. Cefaléia) (na Triagem)...........................................................211
Eclâmpsia .............................................................................................................211
Edema aguda de pulmão.......................................................................................213
Endocardite (profilaxia)..........................................................................................213
Endometrite (pós-parto).........................................................................................214

Endometriose.........................................................................................................215
Erisipela.................................................................................................................216
Escabiose...............................................................................................................216
Pós-estupro (violência sexual)...............................................................................216
Febre reumática + lesão de válvula.......................................................................217
Fissura mamilar profunda......................................................................................217
Fluxo reduzido.......................................................................................................217
Gardnarella vaginalis.............................................................................................218
Gonerreia...............................................................................................................219
Granuloma de cúpula vaginal................................................................................219
Gravidez (3 meses antes até IG 16-20 sem)..........................................................219
HELLP-síndrome.....................................................................................................219
Herpes Genital.......................................................................................................221
Herpes Zoster........................................................................................................221
Hiperêmesis gravídica...........................................................................................221
Hiperplasia simples do endométrio........................................................................221
Hipertensão pré-parto/ durante gravidez...............................................................222
Hipertensão pós-parto...........................................................................................222
HIV.........................................................................................................................224
Íleo paralítica (pós-cirúrgica).................................................................................226
Imaturidade pulmonar (IG > 24 e < 35 sem).........................................................227
Inibir produção do leite..........................................................................................227
Indução do parto....................................................................................................227
Ingurgitamento (de mama)....................................................................................228
Insuficiência Cardíaca Fetal...................................................................................228
ITU ........................................................................................................................228
HPV .......................................................................................................................229
Mastalgia prë-menstrual (MPM).............................................................................230

Mastite...................................................................................................................230
Menorragia / sangramento genital (não gravida)...................................................230
Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado).........................230
Ocitocina intra-parto..............................................................................................231
PE grave (pré-parto) e PE Leve (paciente em TP franco)........................................231
PE-grave (pós-Cesárea).........................................................................................232
PE-grave (pós-parto normal)..................................................................................233
PE Leve (sem TP franco)........................................................................................234
Pielonefrite.............................................................................................................235
Pirose.....................................................................................................................236
Pneumonia.............................................................................................................236
Possibilidade de sensibilização de anticorpos anti-Rh (mãe Rh -, RN Rh+)............236
Preparo intestinal para USG...................................................................................236
Prurido pós morfina...............................................................................................237
Puderdade precoce................................................................................................237
Reposição hormonal..............................................................................................237
SAAF......................................................................................................................237
Sindrôme de ovários policísticos............................................................................238
Toxoplasmose........................................................................................................238
TPM / Síndrome Pre-Menstrual...............................................................................238
Trabalho de parto + historia de sepse numa gravidez anterior.............................239
TPP.........................................................................................................................239
Tricomoníase.........................................................................................................241
Trombose (profilaxia e tratamento).......................................................................241
Vermes..................................................................................................................242
2B. Medicamento - Alfabético

242

A............................................................................................................................242
B............................................................................................................................243

C............................................................................................................................243
D............................................................................................................................244
E............................................................................................................................245
F............................................................................................................................245
G............................................................................................................................246
H............................................................................................................................246
I.............................................................................................................................247
K............................................................................................................................247
L.............................................................................................................................247
M............................................................................................................................247
N............................................................................................................................248
O............................................................................................................................249
P............................................................................................................................249
R............................................................................................................................250
S............................................................................................................................250
T............................................................................................................................251
V............................................................................................................................251
2C. Drogas na gravidez

251

Introdução geral....................................................................................................252
Categorias.............................................................................................................253
Drogas sorteadas por tipo/indicação......................................................................255
Anticoagulantes.....................................................................................................256
Anticonvulsivantes.................................................................................................256
Antihistamínicos....................................................................................................257
Antiinflamatórios Não-Hormonais..........................................................................258
Antimicrobianos (Também Veja: Antivirais E Tuberculostáticos)............................259
Antivirais................................................................................................................265
(Drogas) Cardiovasculares....................................................................................266

Citostáticos............................................................................................................271
Drogas Lícitas E Ilícitas..........................................................................................272
Hormônios ...........................................................................................................272
(Drogas Para) Sistema Nervoso Central................................................................274
Vacinas, Serums E Toxoides..................................................................................279
Vitaminas...............................................................................................................281
Outras Drogas E Substâncias.................................................................................282
2d. Drogas na lactação

290

Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação........................290
Alfabético...............................................................................................................292
4. Procedimentos: descrições e manuais

306

AMIU

306

Manual: Indicações, Contra-Indicações E Complicações........................................307
Atestado (Triagem)

307

Cerclagem

307

Cesárea

308

Descrição...............................................................................................................308
Manual...................................................................................................................309
Instrumentos (básico cesário)................................................................................309
Procedimento.........................................................................................................310
Cone Clássico

312

Descrição...............................................................................................................312
Manual...................................................................................................................313
Curetagem (normal)

313

Descrição...............................................................................................................313
Manual Curetagem (normal - não pós-parto imediato)..........................................313
Manual Curetagem (normal – pós-parto imediato).................................................315
Curetagem Uterina Fracionada

316

Drenagem de abscesso de mama

316

Drenagem de abscesso de Glândula de Bartholini

317

Esterilizações Tubárias

317

Exerése de cisto clitoriano

318

Exerése de lesão condilomatosa em vulva, vagina e colo uterino

319

Fórceps

319

Descrição...............................................................................................................319
Manual...................................................................................................................320
Histerectomia total abdominal (HTA)

321

Descrição...............................................................................................................321
Manual...................................................................................................................324
Histerectomia Total Vaginal (c/ prolapso) + colpoperineoplastia (HTV+CPP)

326

Laparotomia exploratório (LE) (com anexectomia bilateral)

328

Mastectomia Radical Modificada (e Não-modficada)

329

Descrição...............................................................................................................329
Manual...................................................................................................................329
Miomectomia (e Taquelectomia)

330

Descrição miomectomia e taquelectomia..............................................................330
Manual Miomectomia.............................................................................................331
Miomectomia e taquelectomia

332

Nodulectomia (suspeito de fibroadenoma de mama)

332

Ooforectomia

332

Manual...................................................................................................................332
Ooforoplastia

333

Manual...................................................................................................................333
Ooforplastia para ovários multipolicísticos

333

Manual...................................................................................................................333
Parto Normal

333

Descrição...............................................................................................................333
“Manual”................................................................................................................334

Laparotomia exploratória para Prenhez Ectópica

335

Descrição Salpingectomia......................................................................................335
Manual e indicações..............................................................................................335
11. Procedimentos: manuais e decrições (cont.)

337

Parto Normal

337

Cordão Circular......................................................................................................338
Escore de Bishop modificado.................................................................................339
Mecônio.................................................................................................................340
Postura vertical - vantagens..................................................................................341
Procedimento (em holandês).................................................................................341
Rotura Uterina.......................................................................................................342
Sexo pós o parto e embolia de ar..........................................................................344
Parto Cesáreo

345

Cesárea - indicações

345

1. Epidemiologia

420

2. Condições fetais e indicação de cesariana

420

2a. Apresentação pélvica.......................................................................................421
2b. Gestação gemelar............................................................................................421
2c. Prematuridade ou baixo peso...........................................................................422
2d. Sofrimento fetal agudo....................................................................................422
2e. Macrossomia....................................................................................................422
2f. Situação transversa..........................................................................................422
2g. Placenta prévia................................................................................................422
2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo.......................................423
2i. Procidência de cordão.......................................................................................423
2j. Malformações congênitas.................................................................................423
3. Condições maternas e indicação de cesariana

423

3a. Herpes genital ativo.........................................................................................423

3b. Infecção pelo HIV.............................................................................................424
3c. Cesarianas prévias...........................................................................................424
3d. Outras condições maternas.............................................................................425
Amniotomia

425

Escala 2009

425

Exames complementares

428

Cardiotocografia....................................................................................................428
Cistometria de infusão...........................................................................................428
Cistos (na mama)...................................................................................................428
Climatério..............................................................................................................429
Colposcopia...........................................................................................................429
Espermograma......................................................................................................429
FSH (homens)........................................................................................................429
Ginecomastia ........................................................................................................430
Hepatite B..............................................................................................................430
Mestastases de câncer de mama (rastreamento)..................................................430
Quimoterapia (antes da quimoterapia)..................................................................430
Pré-histeroscopia ..................................................................................................430
Pré-op....................................................................................................................430
Rotina de ambulatório de mastologia....................................................................430
Rotina de PE (Leve e Grave) e Eclampsia .............................................................431
Rotina de pré-natal................................................................................................431
SU e urocultura......................................................................................................432
USG na gestação...................................................................................................432
USG ginecológica...................................................................................................434
Valores laboratoriais normal..................................................................................435
VDRL .....................................................................................................................436
8. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico diferencial e tratamento

436

Diabetes Mellitus...................................................................................................437
Hipertensão durante gravidez................................................................................438
Lesões de colo uterino ..........................................................................................451
Perda de líquido durante a gravidez......................................................................456
Sangramento vaginal.............................................................................................462
Dor cólica em BV...................................................................................................475
2. Abreviações usadas no imip

475

A............................................................................................................................475
B............................................................................................................................476
C............................................................................................................................476
D............................................................................................................................477
E............................................................................................................................478
F............................................................................................................................478
G............................................................................................................................479
H............................................................................................................................479
I.............................................................................................................................479
J.............................................................................................................................480
K............................................................................................................................480
L.............................................................................................................................480
M............................................................................................................................480
N............................................................................................................................480
O............................................................................................................................481
P............................................................................................................................481
Q............................................................................................................................482
R............................................................................................................................482
S............................................................................................................................482
T............................................................................................................................483
U............................................................................................................................483

V............................................................................................................................483
W...........................................................................................................................483
X............................................................................................................................484
Y............................................................................................................................484
Z............................................................................................................................484
5. Fisiologia e patologia (incl seminários)

484

A............................................................................................................................484
C............................................................................................................................484
D............................................................................................................................484
E............................................................................................................................484
F............................................................................................................................485
G............................................................................................................................485
H............................................................................................................................485
I.............................................................................................................................485
L.............................................................................................................................485
M............................................................................................................................485
N............................................................................................................................485
O............................................................................................................................485
P............................................................................................................................485
S............................................................................................................................485
T............................................................................................................................486
U............................................................................................................................486
V............................................................................................................................486
Abortamento

486

Definição

487

Epidemiologia

487

3. Etiologia

487

Classificação

488

5. Diagnóstico diferencial

489

Diagnóstico rápido

489

7. Ameaça de abortamento

490

Diagnóstico............................................................................................................490
Prognóstico............................................................................................................491
Conduta.................................................................................................................491
8. Abortamento inevitável

492

8 A. Abortamento incompleto

492

Diagnóstico............................................................................................................492
Conduta.................................................................................................................493
8 B. Abortamento completo

493

Diagnóstico............................................................................................................494
Conduta.................................................................................................................494
8 C. Aborto infectado

494

Diagnóstico............................................................................................................494
Etiologia.................................................................................................................495
Conduta no imip....................................................................................................495
Conduta alternativa:..............................................................................................496
9. Aborto retido

497

Diagnóstico............................................................................................................497
Conduta.................................................................................................................497
10. Aborto habitual

498

Definição................................................................................................................498
Conduta.................................................................................................................499
Aborto provocado

500

Acretismo placentário

501

Geral

576

Classificação

576

Placenta acreta .....................................................................................................576

Placenta increta ....................................................................................................576
Placenta percreta...................................................................................................576
Etiologia

576

Tratamento

577

Amenorréia

577

Conceito

578

Classificação

578

Anamnese

578

Na amenorréia primária, valorizar.........................................................................579
Na amenorréia secundária, valorizar.....................................................................579
Exame físico

580

Geral......................................................................................................................580
Na amenorréia primária.........................................................................................580
Na amenorréia secundária.....................................................................................581
Exames complementares

581

Diagnóstico

582

Síndrome hiperprolactinêmica

582

Etiologia.................................................................................................................582
Tratamento da síndrome hiperprolactinêmica.......................................................584
Insuficiência ovariana prematura

585

Diagnóstico............................................................................................................585
Outros distúrbios

586

Etiologia.................................................................................................................586
Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

590

Epidemiologia........................................................................................................590
Fisiopatologia da SOP............................................................................................590
Diagnóstico da SOP................................................................................................591
Tratamento da SOP................................................................................................591
Amniorrexe prematura

592

1. Conceito

666

2. Epidemiologia

667

3. Fatores de risco

667

3.1. Não evitáveis .................................................................................................667
3.2. Evitáveis ........................................................................................................668
4. Estrutura das membranas ovulares e características de líquido amniótico

669

5. Etiopatogenia

669

6. Quadro Clínico

671

7. Diagnóstico

672

7.1. Diagnóstico clínico .........................................................................................672
7.2. Diagnóstico subsidiário ..................................................................................672
8. Diagnóstico diferencial

676

9. Conduta

676

9.1. Descartar a iminência de parto ......................................................................676
9.2. Avaliar condições de vitalidade fetal ..............................................................677
9.3. Descartar infecção intra-útero .......................................................................677
9.4. Conduta obstétrica.........................................................................................678
9.4.1. Gestação < 24 semanas .............................................................................678
9.4.2. Gestação > 24 e < 35 semanas ..................................................................679
9.4.3. Gestação > ou = 35 semanas .....................................................................682
10. Evidências Corticoterapia, ATB-Terapia, Amnioinfusão, Tocólise e Profilaxia para
Estreptococcus Grupo B
682
10.1. Evidências Corticoterapia.............................................................................682
10.2. Antibioticaterapia..........................................................................................686
10.3. Amnioinfusão na rotura prematura das membranas antes do termo............689
10.4. Inibição da contratilidade uterina.................................................................689
10.5. Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B...................................................691
11. Prognóstico

693

12. Complicações

693

12.1. Infecção intra-amniótica ..............................................................................693
12.2. Prematuridade .............................................................................................693
12.3. Sofrimento fetal ...........................................................................................694
12.4. Hipoplasia pulmonar ....................................................................................694
12.5. Outras complicações ....................................................................................694
Câncer de mama

694

1. Epidemiologia

769

Geral......................................................................................................................769
Fatores de risco.....................................................................................................771
1.3. Freqüência por quadrantes.............................................................................774
1.4. Frequência de acometimento linfonodal por tamanho tumoral ......................774
2. Etiopatologia

774

2.1. Geral...............................................................................................................774
2.2. Carcinogenêse................................................................................................775
3. Evolução da doença

776

3.1. Crescimento tumoral......................................................................................776
3.2. Angiogênese ..................................................................................................777
3.3. Disseminação..................................................................................................777
3.4. Via linfática.....................................................................................................778
3.5. Metástase à distância.....................................................................................778
4. Diagnóstico - Triagem para pacientes assintomáticas

779

5. Diagnóstico – Anamnese

779

6. Diagnóstico - Quadro clínico

780

7. Diagnóstico - Achados laboratoriais

780

8. Diagnóstico por imagem

780

8.1. BIRADS............................................................................................................781
8.2. Tumor primário...............................................................................................781
8.3. Doença metastática........................................................................................781
8.4. Mamografia.....................................................................................................781

8.5. USG mamária..................................................................................................782
9. Diagnóstico histo-patológico

783

10. Estadiamento

783

10.1. Tumor...........................................................................................................784
10.2. Linfonodos....................................................................................................784
10.3. Metástase à distância...................................................................................785
10.4. Grupamento por estádios.............................................................................785
11. Prognóstico

786

12. Quadro clínico pós-operatório (mastectomia radical modificada)

786

Carcinoma de colo uterino

786

Epidemiologia

787

Geral......................................................................................................................787
Fatores de risco.....................................................................................................787
Prognóstico

788

Patologia

788

Quadro clínico

789

Diagnóstico

790

Geral......................................................................................................................790
Conduta diagnóstico..............................................................................................790
Estadiamento FIGO

791

TNM

792

Tratamento

792

Estádio o (adenocarcinoma in situ!).......................................................................792
Estádio Ia (microcarcinoma)..................................................................................792
Estádio Ia1 (< ou = 3 mm)....................................................................................792
Estádio Ia2 (> 3 mm até = ou < 5mm).................................................................793
Estádio Ib1.............................................................................................................793
Estádio Ib2.............................................................................................................793
Estádio IIa..............................................................................................................793

Estádios IIb, III e IVa...............................................................................................794
Estádio IVb.............................................................................................................794
Recorrência............................................................................................................794
Seguimento

795

Conduta no câncer de colo durante gestação

795

Geral......................................................................................................................795
Ca in situ e Ia:........................................................................................................796
Ib ..........................................................................................................................796
II,III e IV..................................................................................................................796
Cefaleía após raqui

796

Quadro clínico........................................................................................................796
Conduta.................................................................................................................797
Complicações pós – operatório geral e ginecológico

797

O período pós-operatório intermediário

872

Conceito.................................................................................................................872
Cuidado da ferida..................................................................................................872
Complicações pos-operatórios

872

Hipertermia precoce..............................................................................................873
Hipertermia após 48 horas ...................................................................................873
Hipertermia após o 3º dia .....................................................................................873
Complicações pulmonares

874

Pacientes de alto risco...........................................................................................875
Atelectasias...........................................................................................................875
Pneumonia.............................................................................................................875
Complicações vasculares

876

Tromboflebite superficial.......................................................................................876
Trombose venosa profunda...................................................................................876
Embolia pulmonar..................................................................................................877

Complicações urinárias

877

Oligúria..................................................................................................................877
Retenção urinária..................................................................................................877
Choque

878

Geral......................................................................................................................878
Quadro clínico........................................................................................................878
Manuseio ..............................................................................................................878
Descolamento da placenta normalmente inserida

878

1. Conceito

953

Terminologias paralelas

953

Freqüência

953

Etiologia

954

Fisiopatologia

954

A. Alterações locais (uterinas e placentárias)........................................................954
B. Alterações sistêmicas (coagulopatia e insuficiência renal e/ou hipofisária).......955
Formas clínicas

955

Hemorragia oculta.................................................................................................955
B. Hemorragia externa...........................................................................................956
C. Hemoâmnio.......................................................................................................956
D. Apoplexia útero-placentária..............................................................................956
E. Prolapso da placenta..........................................................................................956
F. Descolamento placentário crônico.....................................................................956
G. Outra classificação ...........................................................................................956
Diagnóstico clínico

957

Diagnóstico laboratorial

957

Tratamento

958

Diabetes na gestação

958

Definição

959

Classificação de Priscilla White (1941)

959

Epidemiologia

960

Geral......................................................................................................................960
Fatores de risco ....................................................................................................960
Fisiopatologia Diabetes Gestacional......................................................................961
Prognóstico/repercussões......................................................................................962
Diagnóstico

964

IMIP........................................................................................................................964
Alternativos...........................................................................................................965
Diagnóstico e conduta simplificados

966

Exames complementares após diagnostico de Diabetes

967

Avaliação fetal

968

IMIP........................................................................................................................968
Alternativas...........................................................................................................969
Tratamento da gestante diabética

970

Objetivo.................................................................................................................970
Corticoides (Betametasona)...................................................................................970
Diabético em uso de hipoglicemiantes..................................................................970
Dieta......................................................................................................................971
Insulina durante gestação......................................................................................971
Exercício físico.......................................................................................................972
O parto

972

Via do parto...........................................................................................................972
Inibição de TPP.......................................................................................................973
Prescrição (eIndução)............................................................................................973
Puerpério

974

IMIP........................................................................................................................974
Alternativas...........................................................................................................974
Após alta

975

IMIP (????):.............................................................................................................975

IMIP (livro):.............................................................................................................975
Caso especial: Hipoglicemia

975

Caso especial: cetoacidose diabética na gestação

976

Definição................................................................................................................976
Epidemiologia........................................................................................................976
Prognóstico/complicações......................................................................................976
Etiopatologia..........................................................................................................977
Tratamento............................................................................................................977
Eclampsia

977

Dismenorréia

977

Conceito e incidência

978

Classificação

978

Dismenorreía primária

978

Conceito e Epidemiologia.......................................................................................978
Etiopatogenia.........................................................................................................979
Diagnóstico............................................................................................................979
Tratamento ...........................................................................................................979
Dismenorréia secundária

980

Geral......................................................................................................................980
Causas de dismenorréia secundária......................................................................981
Disturbios emocionais pós-parto

981

Pós-Parto Blues

981

Depressão pós-parto (????)

982

Psicose pos-parto (????)

982

Doenças trofoblásticas gestacionais (DTG)

982

Conceito e nomenclatura

1057

Geral....................................................................................................................1057
Classificação........................................................................................................1057
Epidemiologia

1058

Incidência............................................................................................................1058
Fatores de risco...................................................................................................1058
Etiopatogenia

1059

Geral....................................................................................................................1059
Origem parental da mola hidatiforme completa..................................................1060
Origem parental da mola hidatiforme parcial......................................................1060
Anatomia patológica

1061

Macroscopia.........................................................................................................1061
Microscopia..........................................................................................................1061
Aspectos clínicos

1061

Quadro clínico clássico.........................................................................................1062
Quadro clínico da mola parcial (MHP)..................................................................1062
Quadro clínico da mola invasora e do coriocarcinoma.........................................1062
Diagnóstico laboratorial

1063

Diagnóstico da mola completa

1063

Diagnóstico da mola hidatiforme parcial

1064

Diagnóstico dos tumores trofoblásticos gestacionais

1065

10. Estadiamento FIGO

1066

11. Diagnóstico diferencial

1066

12. Conduta

1067

13. Prognóstico

1068

Gestação prolongada

1069

Conceito

1069

Epidemiologia

1069

Conduta

1069

IG entre 40-41 semanas.......................................................................................1069
IG entre 41-42 semanas.......................................................................................1069
IG > 42 semanas.................................................................................................1070
Hepatite B

1070

Etiologia

1070

Epidemiologia

1071

Geral....................................................................................................................1071
Fatores de risco...................................................................................................1071
Diagnóstico e Tratamento

1071

Marcadores..........................................................................................................1072
Rastreamento......................................................................................................1072
CDC interpretação dos resultados.......................................................................1073
IMIP interpretação dos resultados e conduta.......................................................1074
Hiperplasia endometrial

1075

Conceito...............................................................................................................1075
Fatores de risco...................................................................................................1075
Histeroscopia ......................................................................................................1076
Risco para desenvolver CA de endométrio...........................................................1076
Tratamento..........................................................................................................1077
Hiperplasia Supra-Renal Congênita

1078

Geral....................................................................................................................1078
Formas.................................................................................................................1078
Clássica não-perdedora de sal.............................................................................1078
Clássica perdedora de sal....................................................................................1079
Não-clássica.........................................................................................................1080
Hipertensão na gestação

1080

Geral

1155

1. Introdução

1155

2. Classificação da hipertensão arterial na gestação

1155

3. Conceitos

1156

4. Critérios para verificação da pressao arterial na gravidez

1156

5. Diagnóstico diferencial entre PE/HAS Gestacional e HASC

1157

6. Complicações da hipertensão arterial na gravidez

1157

B. Hipertensão arterial crônica

1158

6. Tratamento: MgSO4

1165

A. Vantagens.......................................................................................................1165
B. Apresentações differentes no mercado...........................................................1165
C. Esquema de Zuspan .......................................................................................1166
D. Esquema de Pritchard.....................................................................................1166
E. Mecanismo de ação.........................................................................................1166
F. Cuidados gerais com MgSO4............................................................................1166
G. Níveis séricos de Magnésio Sulfato..................................................................1167
H. Manifestações de toxicidade...........................................................................1167
I. Monitorização....................................................................................................1168
J. Oligúria ............................................................................................................1168
Emergência hipertensiva.....................................................................................1170
D. Iminência de eclâmpsia

1178

E. Eclâmpsia

1179

1. Conceito

1179

2. Classificação prognóstica

1179

A. Não complicada...............................................................................................1179
B. Complicada......................................................................................................1179
3. Conduta: cuidados gerais

1179

4. Terapia anticonvulsiva

1180

5. Tratamento do edema cerebral

1181

F. Síndrome HELLP

1181

1. Geral

1182

2. Diagnóstico

1182

A. Quadro inicial ..................................................................................................1182
B. Quadro avançado............................................................................................1182
3. Diagnóstico diferencial

1182

4. Diagnóstico laboratorial

1182

5. Conduta na síndrome HELLP

1183

A. Geral................................................................................................................1183
B. Avaliação materno-fetal...................................................................................1183
C. Correção da coagulopatia ...............................................................................1184
D. Tratamento da CIVD........................................................................................1184
E. Terapia anticonvulsivante ...............................................................................1184
F. Terapia anti-hipertensiva.................................................................................1185
G. Interrupção da gestação..................................................................................1185
6. Hematoma hepático

1186

Conduta ..............................................................................................................1186
G. Hipertensão crônica com Pré-Eclâmpsia sobreposta / HAS Agravada

1187

H. Hipertensão gestacional

1187

1. Conceito

1188

2. Tratamento durante pré-natal

1188

A. Geral................................................................................................................1188
B. Propedêutica laboratorial.................................................................................1188
C. Propedêutica fetal...........................................................................................1189
3. Tratamento gestação a termo

1189

HIV

1189

Durante gravidez

1189

Pré-natal..............................................................................................................1189
Prescrição............................................................................................................1190
HIV e parto

1191

Conduta...............................................................................................................1191
Prescricção ápos o parto .....................................................................................1192
HPV (transmissão vertical)

1193

Epidemiologia......................................................................................................1193
Bibliografia...........................................................................................................1194
Indução do parto

1194

Indicações

1195

Contra-indicações absolutas

1195

Contra-indicações relativas

1196

Complicações maternas

1196

Complicações feto-anexiais

1196

Requisitos

1197

Métodos de preparo cervical

1197

A. Métodos mecânicos

1197

Sonda de Foley com balão...................................................................................1197
Laminária.............................................................................................................1199
Deslocamento das membranas (manobra de Hamilton ou de Coopermann).......1199
Amniotomia.........................................................................................................1200
Estímulos naturais...............................................................................................1200
B. Métodos farmacológicos

1201

Misoprostol..........................................................................................................1201
Dimeprostone......................................................................................................1202
Hialuronidade .....................................................................................................1202
Ocitocina..............................................................................................................1202
Situações especiais

1203

Cesárea anterior..................................................................................................1203
Prematuridade.....................................................................................................1203
Polidrâmnio..........................................................................................................1204
Cesárea eletiva....................................................................................................1204
Quando há inexistência de indicações de cesárea...............................................1204
Incontinência urinária

1205

Definição

1205

Classificação

1205

Epidemiologia

1206

Geral....................................................................................................................1206

Fatores de risco...................................................................................................1206
Fisiologia

1206

Etiologia (causas)

1207

Diagnóstico

1208

Tratamento

1210

Manejo conservador.............................................................................................1210
Manejo cirúrgico..................................................................................................1211
Infertilidade

1212

Mioma uterino

1213

Definição

1213

Classificação pela localização

1214

Epidemiologia

1214

Etiopatogenia

1214

Patologia

1214

Prognóstico

1215

Manifestações clínicas

1215

Sangramento anormal.........................................................................................1215
Dor pélvica...........................................................................................................1216
Infertilidade.........................................................................................................1216
Sintomas compressão..........................................................................................1216
Manifestações clínicas gerais...............................................................................1216
Diagnóstico diferencial

1217

Diagnóstico

1217

Tratamento

1218

Assintomáticas.....................................................................................................1218
Sintomáticas

1218

Tratamento cirúrgico...........................................................................................1219
Medicamentoso....................................................................................................1219
Embolização das artérias uterinas (EAU).............................................................1220

Mioma uterino e gravidez

1220

Leiomioma uterino e emergências

1221

Sangramento.......................................................................................................1221
Dor aguda e intensa (abdome agudo)..................................................................1221
Modificações gravídicas gerais e locais do organismo materno

1221

Modificações gravídicas sistêmicas

1222

1. Postura e deambulação

1222

Sistema circulatório

1223

Adaptações circulatórios......................................................................................1223
Adaptações circulatórias uteroplacentárias.........................................................1225
Resultado das modificações.................................................................................1225
3. Compartimento sangüíneo

1225

Pele

1226

Metabolismo

1226

Fase anabólica.....................................................................................................1226
Fase catabólica ...................................................................................................1226
Ganho de peso materno......................................................................................1227
Outros aspectos...................................................................................................1227
Sistema urinário

1227

Sistema digestivo

1228

Sistema respiratório

1228

B. Modificações gravídicas locais

1228

Útero

1229

Consistência........................................................................................................1229
Volume................................................................................................................1229
Peso.....................................................................................................................1229
Coloração.............................................................................................................1229
Forma..................................................................................................................1229
Posição................................................................................................................1230

2. Colo uterino

1230

Ovários e trompas

1231

4. Vagina

1231

5. Vulva

1231

6. Mamas

1231

Neoplasias Ovarianas

1232

1. Epidemiologia

1306

Geral....................................................................................................................1306
Fatores de risco...................................................................................................1308
2. Fisiopatologia

1309

3. Disseminação do carcinoma ovariano

1310

4. Quadro clínico

1311

5. Diagnóstico

1311

6. Exames complementares

1313

7. Fluxograma

1313

8. Classificação

1314

Tumores benignos...............................................................................................1314
Tumores malignos*..............................................................................................1314
9. Estadiamento do carcinoma de ovário (FIGO e American Joint Committee On Cancer
AJCC)
1316
10. Rotina cirúrgica para estadiamento do carcinoma do ovário

1318

11. Terapia das neoplasia ovarianas epiteliais

1318

Geral....................................................................................................................1318
Resistência à quimioterapia.................................................................................1321
Terapia hormonal.................................................................................................1322
Cirurgia de second look.......................................................................................1322
Cirurgia de citorreduçao secundária....................................................................1322
Laporoscópia........................................................................................................1322
12. Neoplasias ovarianas não-epiteliais (terapia)

1323

Neoplasias derivadas de células germinativos.....................................................1323

Neoplasias derivadas do estroma gonadal especializado....................................1323
Neoplasias derivadas do mesênquima não-específico.........................................1324
13. Seguimento

1324

14. Prognóstico

1324

15. Prevenção

1325

16. Screening /rastreamento

1326

17. Developmentos recentes

1326

18. Evidências

1327

Parto prolongado

1329

Introdução

1330

Conceito

1330

Fisiológico............................................................................................................1330
Parto prolongado.................................................................................................1330
Riscos de um parto prolongado

1331

A dilatação cervical demora ................................................................................1331
A expulsão demora (= a segunda fase)...............................................................1331
Etiologia de um parto prolongado

1332

Dilatação cervical prolongada..............................................................................1332
Período expulsivo prolongado..............................................................................1332
Fatores que causam que o feto não pode passar pela pélvis

1332

Posição fetal anormal

1333

A. Posição anormal da cabeça ............................................................................1333
B. Apresentação pélvica......................................................................................1333
C. O feto tem uma posição transversal ...............................................................1334
Bibliografia

1334

Poliidramnio

1335

1. Definição

1409

2. Incidência

1410

3. Formas clínicas

1410

3.1 – Aguda ........................................................................................................1410
3.2 – Crônica........................................................................................................1410
4. Classificação

1410

5. Etiologia

1410

6. Manifestações clínicas

1411

6.1 Poliidramnia leve ..........................................................................................1411
6.2 Poliidramnia moderada ou severa..................................................................1411
7. Diagnóstico

1411

7.1. Valores do ILA e a idade gestacional ............................................................1411
7.2. Diagnóstico clínico de suspeita.....................................................................1413
7.3. Diagnóstico de certeza.................................................................................1413
8. Conduta

1413

8.1. Geral.............................................................................................................1413
8.2 Terapêutica específica...................................................................................1413
9. Via de parto

1414

10. Prognóstico

1414

Problemas (infecções) da ferida operatória

1414

Epidemiologia de infecçcões da FO

1415

Etiologia

1415

Fatores locais.......................................................................................................1415
Fatores gerais......................................................................................................1416
Tipos de fios cirúrgicos

1416

1 - Fios absorvíveis..............................................................................................1416
2 - Fios não absorvíveis.......................................................................................1418
Diagnóstico

1420

Geral....................................................................................................................1420
Clinico de processo de cicatrização da FO (normal e anormal)............................1420
Tratamento

1425

Finalidade de tratamento.....................................................................................1425

As qualidades importantes de um produto eficaz para o tratamento de feridas. .1425
Escolha de curativo..............................................................................................1426
Curativos

1426

1. Soro fisiológico (ou srl ou água destilada)........................................................1426
2. Hidrogel com alginato de sódio [DUOREM GEL, HYDROSOR, INTRASITE GEL, NU-GEL]
............................................................................................................................1426
3. Carvão ativado com prata [ACTISORB PLUS]...................................................1427
4. Sulfadiazina de prata 1% [KINDER, DERMAZINE, PRATAZINE].........................1428
5. Filme transparante [BIOCLUSIVE, HIDROFILM, SUPRASORB, TEGADERM]........1428
6. Cobertura de ferimento estéril não-adherente [ADAPTIC, LOMATUELL]...........1429
7. Trigilicéridos de cadeia media (TCM) / ácidos graxos essenciais (AGE) [DERMOSAN,
TRIGLICERIL CM –AGE, SOMMACARE, DERSANI, AGE DERM]................................1429
8. Alginato de cálcio e sódio [ACQUACELL, ALGODERM, KLATOSTAT, SORBALGON,
SORBALGON T, SORBSAN, RESTORE CALCICARE, TEGAGEN]...............................1430
9. Hidrocolóide [COMFEEL, DUODERM, HYDROCOLL, REPLICARE, RESTORE, TEGASORB]
............................................................................................................................1431
10. Hidropolímero [ALLEVYN, ALLEVYN CAVITY, ELASTO GEL, LYOTOAM, POLYMEM,
POLYWIC, TIELLE, TIELLE PLUS]...........................................................................1431
Sífilis

1432

Etiologia

1433

Epidemiologia

1433

Classificação

1433

Sífilis primária

1433

Sífilis secundária

1434

Sífilis latente

1434

Sífilis terciária

1434

Sífilis na gestação

1435

Diagnóstico

1435

Sorologia..............................................................................................................1435
Rastreamento com vdrl (veneral disease research laboratory)*..........................1436
Exames após a confirmação do sífilis...................................................................1437

IMIP: indicações punção lombar...........................................................................1437
Tratamento

1437

Todos os tipos de sífilis com excepção de neurosífilis..........................................1437
Pacientes alérgicas a penicilina**........................................................................1438
Neurossífilis.........................................................................................................1438
Seguimento

1438

Controle de cura..................................................................................................1439
Caso especial: Sífilis Congênita

1439

Quadro clínico......................................................................................................1439
Diagnóstico..........................................................................................................1439
Tratamento e exame complementares................................................................1440
Síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAAF)

1443

1. Conceito

1517

2. Classificação

1518

3. Epidemiologia

1519

4. Etiopatologia

1519

4. Quadro clínico

1520

Geral....................................................................................................................1520
Trombose Arterial................................................................................................1521
Manifestações Neurológicas.................................................................................1521
Manifestações Dermatológicas............................................................................1522
Manifestações Cardíacas.....................................................................................1522
Manifestações Hematológicas..............................................................................1522
Manifestações Renais..........................................................................................1523
SAAF Catastrófica................................................................................................1523
5. Exames subsidiários

1524

6. Critérios Diagnósticos

1524

6.1. Clínicos.........................................................................................................1524
6.2. Laboratoriais.................................................................................................1525

7. Tratamento

1525

7.1. Geral.............................................................................................................1525
7.2. Tratamento de perda fetal recorrente...........................................................1526
8. Bibliografia

1527

Síndrome de Meckel-Gruber

1528

Sofrimento fetal aguda

1528

Conceito

1528

Etiologia

1528

As causas de primeiro grupo (problema do corpo de mãe e/ou placenta)...........1528
Problemas de segundo grupo (problemas fetais).................................................1529
Sindrome da tensão pré-menstrual

1529

Conceito

1530

Incidência

1530

Etiopatogenia

1530

Quadro clínico

1531

Sintomas somáticos.............................................................................................1531
Sintomas psicológicos..........................................................................................1532
Diagnóstico

1532

Diagnóstico diferencial

1533

Tratamento

1533

Medidas gerais.....................................................................................................1533
Tratamento farmacêutica....................................................................................1534
Trabalho de parto prematuro (TPP)

1534

Fatores preditivos do parto prematuro dentro de 1-7 dias

1535

Anamnese............................................................................................................1535
Exame físico........................................................................................................1535
Exames complementares.....................................................................................1535
Efeitos colaterais da nifedipina

1536

Formas clínicas

1536

Diagnóstico rápido

1536

Ameaça de parto prematuro

1537

Quadro clínico......................................................................................................1537
Conduta...............................................................................................................1537
Início de trabalho de parto prematuro

1538

Quadro clínico......................................................................................................1538
Conduta...............................................................................................................1538
Franco trabalho de parto prematuro

1539

Quadro clínico......................................................................................................1539
Conduta...............................................................................................................1539
1. Anamnese e exame físico

1541

Anamnese

1541

A. Anamnese em geral

1541

1. Queixa Principal

1542

2. História médica pregressa

1542

3. História familiar

1542

4. História pessoal e social

1542

5. Revisão de sistemas

1543

Geral ...................................................................................................................1543
Endócrino ............................................................................................................1543
Hematopoiético ...................................................................................................1543
Cabeça.................................................................................................................1543
Olhos...................................................................................................................1543
Orelhas................................................................................................................1543
Nariz e seios da face ...........................................................................................1544
Boca/ garganta ...................................................................................................1544
Pescoço ...............................................................................................................1544
Respiratório.........................................................................................................1544
Cardíaco ..............................................................................................................1544

Vascular ..............................................................................................................1544
Gastrointestinal ..................................................................................................1544
Gênito-urinário ....................................................................................................1545
Músculo-esquelético ...........................................................................................1545
Reumático ...........................................................................................................1545
Neurológico .........................................................................................................1545
Pele......................................................................................................................1545
Psiquiátrico..........................................................................................................1545
6. Casos especiais

1545

Caracterização da dor..........................................................................................1546
Vômito, diarréia e expectoração..........................................................................1546
Febre...................................................................................................................1546
Edema.................................................................................................................1547
Alergia.................................................................................................................1547
Desânimo, falta de ar, nervosismo......................................................................1547
Desmaio...............................................................................................................1547
B. Anamnese ginecológica

1548

1. Anamnese ginecológico em geral

1548

a. História menstrual...........................................................................................1548
b. História obstétrica............................................................................................1549
c. História ginecológica........................................................................................1549
d. História sexual ................................................................................................1550
e. História familiar...............................................................................................1550
f. História passada de: ........................................................................................1551
2. Anamnese ginecológico: casos especiais

1552

a. Sangramento ANORMAL...................................................................................1552
b. Dor...................................................................................................................1552
c. Descarga ou corrimento vaginal......................................................................1553

d. Sintomas pré-menstruais.................................................................................1553
e. Queixas/sintomas da menopausa....................................................................1553
f. Infertilidade/subfertilidade................................................................................1554
g. Sintomas urinários: disúria, queimação (ardor as micções), freqüência, urgência1555
h. Massas genitais ou pélvicas ............................................................................1555
3. Rastreamento de violência contra mulher (Abuse Assesment Screen)

1555

Exame físico

1557

Exame físico em geral

1557

Elementos do exame físico

1558

Geral - procedimento

1558

Estado geral.........................................................................................................1558
Estado de hidratação ..........................................................................................1558
Mucosas ..............................................................................................................1558
sinais vitais..........................................................................................................1559
Medidas antropométricas ...................................................................................1559
Biotipo.................................................................................................................1559
Geral – descrição

1559

Estado geral.........................................................................................................1559
Estado de hidratação ..........................................................................................1560
Mucosas ..............................................................................................................1560
Sinais vitais..........................................................................................................1560
medidas antropométricas ...................................................................................1560
Biotipo.................................................................................................................1560
Cabeça

1560

Procedimento.......................................................................................................1561
Descrição.............................................................................................................1561
Pescoço

1561

Procedimento.......................................................................................................1561

Descrição.............................................................................................................1561
Aparelho respiratório e tórax geral

1561

Procedimento.......................................................................................................1561
Descrição.............................................................................................................1562
Coração...............................................................................................................1562
Procedimento.......................................................................................................1562
Descrição.............................................................................................................1562
Vascular

1564

Procedimento.......................................................................................................1564
Descrição.............................................................................................................1564
Mamas

1566

Abdome

1566

Procedimento.......................................................................................................1566
Descrição.............................................................................................................1566
Músculo-esquelético

1567

Procedimento.......................................................................................................1567
Descrição.............................................................................................................1567
Pele e ?? Fâneros

1567

Procedimento.......................................................................................................1567
Descrição.............................................................................................................1568
Linfonodos

1568

Procedimento.......................................................................................................1568
Descrição.............................................................................................................1568
Neurológico

1568

Procedimento.......................................................................................................1568
Descrição.............................................................................................................1569
Genital

1569

Procedimento.......................................................................................................1569
Descrição.............................................................................................................1569

Retal

1569

Procedimento.......................................................................................................1570
Descrição.............................................................................................................1570
Exame ginecológico

1570

Mamas

1570

1. Mamas - procedimento

1570

Inspeção estática.................................................................................................1571
Inspecione ambas aréolas e mamilos e compare-os............................................1571
Inspeção dinâmica...............................................................................................1571
Palpação com a paciente sentada.......................................................................1572
Palpação com a paciente deitada........................................................................1572
2. Mamas - descrição

1572

Inspeção estática ...............................................................................................1573
Inspeção dos mamilos..........................................................................................1573
Inspeção dinâmica ..............................................................................................1573
Palpação (paciente sentada) ...............................................................................1573
Palpação (paciente deitada)................................................................................1573
3. Exame pélvico: genitália externa

1574

Procedimento.......................................................................................................1574
Descrição.............................................................................................................1576
4. Exame especular

1576

Procedimento.......................................................................................................1576
Descrição.............................................................................................................1577
Toque bimanual

1578

Procedimento.......................................................................................................1578
Descrição.............................................................................................................1580
Exame retovaginal

1580

Procedimento.......................................................................................................1580
Descrição.............................................................................................................1581

Colposcopia

1581

9. Fone

1588

Setores

1588

Pessoas

1589

Fisiologia e doenças (cont.)

1589

Anemia falciforme e gestação

1589

Epidemiologia

1590

Genética

1590

Fisiopatologia

1590

Formas clínicas

1590

Quadro clínico

1591

Diagnóstico

1591

Fatores predisponentes a falcização

1591

Gravidez

1591

Placenta...............................................................................................................1591
Riscos..................................................................................................................1592
Tratamento geral

1592

Tratamento durante gravidez

1592

Crise dolorosas....................................................................................................1592
Piora da anemia...................................................................................................1592
Anomalias da placenta e cordão umbilical

1593

A. Geral

1594

Anomalias da placenta

1594

Sistematização do exame USG da placenta

1595

Graus da placenta (classificação de Grannum)

1595

USG......................................................................................................................1595
Valor preditivo de complicações..........................................................................1596
Infartos placentários

1596

Lagos venosos

1596

Doença Trofoblástica Gestacional

1596

Neoplasias primárias da placenta

1597

Coriangioma .......................................................................................................1597
Teratoma ............................................................................................................1597
Placenta accreta

1597

Geral ...................................................................................................................1597
Categorias...........................................................................................................1597
Placenta prévia

1598

Outras anormalidades da placenta

1598

Inserção velamentosa do cordão ........................................................................1598
Placenta membranácea ......................................................................................1598
Lobo succenturiado .............................................................................................1598
Hematoma retroplacentário ................................................................................1599
DPPNI ..................................................................................................................1599
C. Anomalias do cordão umbilical

1599

Introdução

1599

Cordão curto

1600

Cordão longo

1600

Circulares de cordão

1600

Artéria Umbilical única

1600

Hematoma de cordão

1601

Formações císticas

1601

Neoplasias

1601

Anticoncepção hormonal oral e injetável

1602

Anticoncepcionais orais combinados

1671

Geral....................................................................................................................1672
Tipo e composição...............................................................................................1672
Mecanismo de ação.............................................................................................1672
Eficácia................................................................................................................1672
Modo de uso........................................................................................................1673

Desempenho clínico.............................................................................................1673
Efeitos secundários..............................................................................................1673
Contra-indicações................................................................................................1674
Uso sob supervisão cuidadosa.............................................................................1674
Riscos..................................................................................................................1675
Benefícios............................................................................................................1675
Anticoncepcionais orais de progestágenos

1676

B1. Progestágeno isolado

1676

Geral....................................................................................................................1676
Tipos e composição.............................................................................................1676
Mecanismo de ação.............................................................................................1676
Eficácia................................................................................................................1677
Modo de uso........................................................................................................1677
Desempenho clínico.............................................................................................1677
Efeitos secundários..............................................................................................1677
Riscos..................................................................................................................1678
Benefícios............................................................................................................1678
B2. Desogestrel 0,075mg (28cp)

1678

Anticoncepção oral de emergência

1678

Geral....................................................................................................................1678
Tipos e composição.............................................................................................1679
Mecanismo de ação.............................................................................................1679
Eficácia................................................................................................................1679
Modo de uso........................................................................................................1679
Efeitos secundários..............................................................................................1680
Anticoncepcional injetável mensal

1680

Geral....................................................................................................................1680
Tipos e composição.............................................................................................1681

Mecanismo de ação.............................................................................................1681
Eficácia................................................................................................................1681
Modo de uso........................................................................................................1681
Desempenho clínico.............................................................................................1681
Efeitos secundários..............................................................................................1682
Riscos e benefícios...............................................................................................1682
Anticoncepcional injetável trimestral

1682

Geral....................................................................................................................1682
Mecanismo de ação.............................................................................................1682
Eficácia................................................................................................................1683
Modo de uso........................................................................................................1683
Desempenho clínico.............................................................................................1683
Efeitos secundários..............................................................................................1683
Riscos..................................................................................................................1684
Benefícios............................................................................................................1684
Assistência ao trabalho de parto

1685

Geral

1686

Conceito...............................................................................................................1687
Objetivos..............................................................................................................1687
Grau de recomendação........................................................................................1687
Diagnóstico do TP................................................................................................1687
Anamnese e exame obstétrico.............................................................................1688
Fases clínicas do TP.............................................................................................1688
Assistência ao 1° período

1688

Local....................................................................................................................1689
Dieta ...................................................................................................................1689
Enema e tricotomia..............................................................................................1689
Estimular a deambulação....................................................................................1690

Partograma .........................................................................................................1690
Monitorar bem-estar fetal....................................................................................1690
Alívio da dor (não-farmacológicos).......................................................................1690
Alívio da dor (farmacológico)...............................................................................1691
Amniotomia.........................................................................................................1691
Ocitocina..............................................................................................................1691
Suporte contínuo.................................................................................................1691
Assistência ao segundo período

1691

Conceito...............................................................................................................1692
Duração do período expulsivo .............................................................................1692
Complicações período expulsivo..........................................................................1693
Monitorização da vitalidade fetal.........................................................................1693
Posicionamento da parturiente............................................................................1693
Puxos...................................................................................................................1694
Episiotomia (conceito clássico)............................................................................1695
Episiotomia (conceito atual)................................................................................1695
Episiotomia seletiva.............................................................................................1696
Redução do trauma perineal................................................................................1697
Fórceps x vácuo extrator.....................................................................................1697
Manual rotation ...................................................................................................1697
Vácuo extrator.....................................................................................................1699
Acolhimento do Récem-Nascido...........................................................................1699
Ligadura do cordão umbilical...............................................................................1699
Assistência ao terceiro período

1700

Geral....................................................................................................................1700
Do nascimento ao delivramento..........................................................................1700
Manejo ativo da dequitação.................................................................................1700
Assistência ao quarto período

1701

Geral....................................................................................................................1701
Atonia uterina......................................................................................................1701
Revisão da cavidade uterina................................................................................1702
Revisão do trajeto................................................................................................1702
ATB profilaxia e pós-parto

1702

Profilaxia de acidentes tromboembólicos.............................................................1702
Antibioticoprofilaxia.............................................................................................1703
Puerpério.............................................................................................................1703
Avaliação da vitalidade fetal intraparto: baseada em evidências

1704

1. Objetivo

1773

2. Introdução

1773

3. História

1774

4. Níveis de evidência

1774

5. Grau de recomendação

1775

6. Conceito sofrimento fetal

1775

7. Auculta fetal intermittente

1776

8. Propedêutica do líquido amniótico

1777

8.1. Aminioscopia................................................................................................1777
8.2. Aminiotomia..................................................................................................1777
9. Cardiotocografia

1778

9.1. Vantagens e desvantagens...........................................................................1778
9.2. Condições maternas ....................................................................................1778
9.3. Condições relacionadas a gravidez...............................................................1779
9.4. Variações da FCF na ausculta ......................................................................1779
9.5. Evidências.....................................................................................................1783
10. Teste de estimulação sonora

1785

10.1. Geral...........................................................................................................1785
10.2. Buzina da marca Kobo................................................................................1785
10.3. Evidências...................................................................................................1786

11. Microanálise do sangue fetal

1787

12. Oximetria fetal de pulso

1787

12.1. Geral...........................................................................................................1787
12.2. Evidências...................................................................................................1788
13. Espectroscopia de luz próxima ao infra-vermelho

1788

14. Eletrocardiografia fetal

1789

14.1. Geral...........................................................................................................1789
14.2. Evidências...................................................................................................1789
Câncer do Corpo Uterino

1790

A1. Introdução

1860

A2. Epidemiologia

1860

A3. Patogênese

1860

a) Câncer de endométrio estrogênio dependente................................................1861
b) Câncer de endométrio não-estrogênio dependente.........................................1861
A4. Fatores de Risco

1862

a5. Fatores de Proteção

1863

A6. Histologia

1864

A7. Clínica

1864

a8. Diagnóstico

1865

a) Anamnese........................................................................................................1865
b) Exame Físico....................................................................................................1866
c) Citologia Oncótica............................................................................................1866
d) Biópsia por aspiração endometrial...................................................................1866
e) Curetagem Uterina .........................................................................................1866
f) Utra-sonografia Transvaginal............................................................................1867
g) Histeroscopia .................................................................................................1867
A9. Formas de Disseminação

1867

A10. Rastreio de Câncer de Endométrio

1868

A11. Estadiamento Clínico

1868

A12. Estadiamento Cirúrgico

1869

A13. Tratamento

1870

a) Geral................................................................................................................1870
b) Ia, Ib, G1 e G2..................................................................................................1871
c) Ic e G3.............................................................................................................1871
d) IIa ...................................................................................................................1871
e) IIb ...................................................................................................................1871
f) IIIa ...................................................................................................................1871
g) IIIb ..................................................................................................................1871
h) IVa e IVb .........................................................................................................1872
g) Metástases......................................................................................................1872
h) Recidiva...........................................................................................................1872
A14. Seguimento

1872

B. Sarcomas Uterinos

1872

B1. Introdução

1873

B2. Diagnóstico

1873

B3. Classificação

1873

B4. Estadiamento

1873

B5. Tipos histológicos

1874

a) Leiomiossarcoma ............................................................................................1874
b) Tumor Mülleriano Misto Maligno......................................................................1874
c) Sarcoma de Estroma Endometrial....................................................................1874
B6. Tratamento

1875

Câncer de vulva

1875

Estadiamento.......................................................................................................1875
Ciclo menstrual

1876

Historia

1877

Duração

1877

Nomenclatura

1877

Fases

1877

Geral (com imagem)............................................................................................1878
O Hipófise(GnRH) e o Ciclo Menstrual..................................................................1878
Fase folicular........................................................................................................1880
Fase lútea............................................................................................................1881
Transição lúteo- folicular......................................................................................1881
Ciclo Ovariano

1881

Desenvolvimento e forma dos oócitos.................................................................1881
Fase Folicular.......................................................................................................1883
Teoria das 2 células x 2 gonadotrofinas...............................................................1883
Fase Lútea...........................................................................................................1884
Alterações endometriais

1885

Fase proliferativa.................................................................................................1885
Fase secretória....................................................................................................1886
Menstruação........................................................................................................1886
Alterações da cérvix uterina

1887

Alterações mamárias

1887

Referências bibliográficas

1887

Crescimento Intra-Uterino Restrito (CIUR)

1887

1. Conceito

1957

2. Crescimento Fetal

1957

3. Classificação

1958

Tipo I....................................................................................................................1958
Tipo II...................................................................................................................1958
Tipo III..................................................................................................................1959
4. Etiologia

1959

Tipo I ...................................................................................................................1959
Tipo II...................................................................................................................1959
Tipo III..................................................................................................................1959

5. Fisiologia

1960

6. Diagnóstico

1960

Risco para CIUR ..................................................................................................1960
Suspeita de CIUR.................................................................................................1960
Provável CIUR......................................................................................................1961
7. Acompanhamento

1961

8. Centralização Fetal

1961

9. Diástole Zero

1962

10. Diástole Reversa

1962

11. Via de parto

1962

Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA)

1963

Introdução

1963

Definição

1964

Epidemiologia

1964

Geral....................................................................................................................1964
Alta morbidade....................................................................................................1964
Fatores de risco ..................................................................................................1964
DIPA e anticoncepção..........................................................................................1965
Fatores de proteção ............................................................................................1965
Etiologia

1965

Natureza polimicrobiana .....................................................................................1965
Aeróbios e anaeróbios.........................................................................................1966
Causas raras........................................................................................................1967
Fisiopatologia

1967

Geral....................................................................................................................1967
Salpingite ............................................................................................................1968
Abscesso tubo-ovariano

1968

Geral....................................................................................................................1968
Classificação de Monif (1990)..............................................................................1968

Quadro clínico

1969

Amamnese...........................................................................................................1969
Exame físico........................................................................................................1969
Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis

1970

Diagnóstico

1970

Objetivo...............................................................................................................1970
Clínico..................................................................................................................1970
Critérios diagnósticos..........................................................................................1971
Considerações do CDC 2006................................................................................1971
Exames complementares.....................................................................................1972
Exames laboratoriais...........................................................................................1972
Exames radiológicos............................................................................................1972
Videolaparoscopia................................................................................................1973
Diagnóstico Diferencial

1974

Tratamento

1974

Objetivo...............................................................................................................1975
Critérios para tratamento hospitalar....................................................................1975
Medidas gerais.....................................................................................................1975
Tratamento ambulatorial (CDc 2006)

1976

Regime A.............................................................................................................1976
Regime B.............................................................................................................1976
Tratamento hospitalar (CDC 2006)

1977

Regime A.............................................................................................................1977
Regime B.............................................................................................................1977
Regime alternativo..............................................................................................1978
Tratamento ciríurgico

1978

Indicações............................................................................................................1978
Tratamento do parceiro sexual

1979

Complicações da doença

1979

Seqüelas precoces...............................................................................................1979
Seqüelas tardias..................................................................................................1979
Prevenção

1979

Diabetes e cirurgia

1980

Objetivos

1980

Fisiopatologia

1980

Importância do controle glicêmico

1981

Pré-operatório......................................................................................................1981
Pós-operatório......................................................................................................1981
Manuseio pré-operatório

1981

Admissão.............................................................................................................1981
DM 2 em uso de hipoglicemiante oral .................................................................1982
DM 2 em uso de insulina......................................................................................1982
DM 1....................................................................................................................1982
Manuseio perioperatório

1983

Diabetes Mellitus tipo 2.......................................................................................1983
Diabetes Mellitus tipo 1.......................................................................................1983
Manuseio pós-operatório

1983

DM 2 em uso de hipoglicemiante oral..................................................................1983
DM 2 em uso de insulina......................................................................................1983
DM 1....................................................................................................................1983
Diagnóstico de gravidez

1984

1) Diagnóstico clínico

1984

A) Sinais de presunção........................................................................................1984
B) Sinais de probabilidade...................................................................................1985
C) Sinais de certeza.............................................................................................1986
2) Diagnóstico laboratorial

1986

* BETA- HCG........................................................................................................1986
3) diagnóstico ultrassonográfico

1988

Idade gestacional

1988

Cálculo da idade gestacional

1989

Data provável do parto

1989

Doença hemolítica perinatal (DHPN)

1989

Conceito

1990

Histórico

1990

O sistema Rh

1990

O sistema ABO

1991

Aloimunização materna

1991

Passagem trans-placentária de sangue fetal

1991

Exames

1992

Resposta imunológica

1992

Primária...............................................................................................................1992
Secundária...........................................................................................................1992
Quadro clinico e fisiopatologia

1992

Geral....................................................................................................................1992
Hemólise..............................................................................................................1992
Hidropisia fetal.....................................................................................................1993
Propedêutica materna

1993

Não invasiva........................................................................................................1993
Invasiva

1994

Tratamento

1994

Profilaxia

1994

Infecções Sexualmente Transmissíveis

1994

1. Epidemiologia

2064

2. Complicações de DSTs:

2065

3. Histórico

2065

4. Úlceras Genitais (Geral)

2066

4.1. Cancro Mole

2066

a) Geral................................................................................................................2066

b) Agente Etiológica ............................................................................................2067
c) Período de incubação .....................................................................................2067
d) Fatores de risco...............................................................................................2067
e) Quadro Clínico.................................................................................................2067
f) Diagnóstico Diferencial.....................................................................................2068
g) Laboratorial ....................................................................................................2068
h) Tratamento......................................................................................................2068
i) Prognóstico.......................................................................................................2069
4.2. Herpes Genital

2069

a) Geral................................................................................................................2069
b) Agente Etiológica.............................................................................................2069
c) Período de incubação.......................................................................................2070
d) Modo de Transmissão......................................................................................2070
e) Quadro Clínico.................................................................................................2070
f) Fatores Desencadantes....................................................................................2071
g) Gestação.........................................................................................................2072
h) Diagnóstico......................................................................................................2072
i) Tratamento.......................................................................................................2072
4.3. Linfogranuloma Venéreo

2073

a) Geral................................................................................................................2073
b) Agente Etiológica ...........................................................................................2073
c) Período de incubação ....................................................................................2073
d) Quadro Clínico.................................................................................................2073
e) Diagnóstico......................................................................................................2074
f) Tratamento.......................................................................................................2074
4.4. Donovanose

2075

a) Geral................................................................................................................2075
b) Agente Etiológica.............................................................................................2075

c) Período de incubação .....................................................................................2075
d) Quadro Clínico.................................................................................................2075
e) Diagnóstico......................................................................................................2077
f) Diagnóstico Diferencial.....................................................................................2077
g) Tratamento......................................................................................................2077
5. Cervicites

2078

a) Geral................................................................................................................2078
b) Agente Etiológica.............................................................................................2078
c) Fatores de risco...............................................................................................2078
d) Quadro Clínico.................................................................................................2078
e) Gestação.........................................................................................................2079
f) Diagnóstico.......................................................................................................2079
g) Tratamento......................................................................................................2079
6. Uretrites (geral)

2080

6.1. Gonocócicas

2080

a) Geral ...............................................................................................................2080
b) Agente Etiológica ..........................................................................................2080
c) Período de incubação.......................................................................................2080
d) Quadro Clínico.................................................................................................2080
e) Diagnóstico......................................................................................................2080
6.2. Uretrites Não-Gonocócicas

2081

a) Agente Etiológica ...........................................................................................2081
b) Perídoo de incubação......................................................................................2081
c) Quadro Clínico.................................................................................................2081
d) Complicações .................................................................................................2081
e) Diagnóstico......................................................................................................2081
7. HPV

2081

a) Geral................................................................................................................2082

b) Período de incubação ....................................................................................2082
c) Tipos de HPV....................................................................................................2082
d) Formas Clínicas...............................................................................................2082
e) Diagnóstico......................................................................................................2083
f) Diagnóstico Diferencial.....................................................................................2083
g) Tratamento infecção clínica.............................................................................2083
h) Gestação.........................................................................................................2084
i) Infecção Subclínica pelo HPV............................................................................2084
j) Rastreio de CA de colo......................................................................................2084
8. Hepatites Virais (geral)

2084

8.1. Hepatite B

2084

a) Geral................................................................................................................2085
b) Período de incubação .....................................................................................2085
c) Quadro Clínico.................................................................................................2085
d) Diagnóstico......................................................................................................2085
e) Gestação.........................................................................................................2086
f) Tratamento.......................................................................................................2086
g) Prevenção........................................................................................................2086
8.2. Hepatite C

2087

a) Geral................................................................................................................2087
b) Tempo de incubação.......................................................................................2087
c) População de risco...........................................................................................2087
d) Quadro Clínico.................................................................................................2088
e) Diagnóstico......................................................................................................2088
f) Prevenção.........................................................................................................2088
9. Outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (Geral)

2088

9.1 Molusco Contagioso

2088

a) Agente Etiológica.............................................................................................2089

b) Transmissão ...................................................................................................2089
c) Período de incubação.......................................................................................2089
d) Quadro Clínico ................................................................................................2089
e) Diagnóstico......................................................................................................2089
f) Tratamento.......................................................................................................2089
9.2. Pediculose Pubiana

2090

a) Agente Etiológica.............................................................................................2090
b) Transmissão ...................................................................................................2090
c) Período de incubação.......................................................................................2090
d) Quadro Clínico.................................................................................................2090
e) Diagnóstico......................................................................................................2090
f) Tratamento.......................................................................................................2090
9.3. Escabiose

2091

a) Agente Etiológica.............................................................................................2091
b) Transmissão....................................................................................................2091
c) Quadro Clínico ................................................................................................2091
d) Patognomônico................................................................................................2091
e) Diagnóstico......................................................................................................2091
f) Tratamento.......................................................................................................2091
10.0 Referências Bibliográficas

2091

Endometriose

2092

Conceito

2162

Historia

2162

Epidemiologia

2162

Etiologia

2163

Geral....................................................................................................................2163
Teoria de Implantação e Metastática (Teoria de Sampsom)................................2164
Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo das Metástases Linfáticas e Venosas)
............................................................................................................................2164

Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo de Implantação Operatória)...2164
Metaplasia celômica............................................................................................2164
Transformação de Restos Embrionários...............................................................2165
Etiopatogenia

2165

Fatores genéticos ...............................................................................................2165
Fatores hormonais ..............................................................................................2165
Fatores ambientais .............................................................................................2166
Fatores imunológicos ..........................................................................................2166
Fatores Inflamatórios ..........................................................................................2166
Fatores locais ......................................................................................................2167
Fatores comportamentais....................................................................................2167
Fatores psicossociais ..........................................................................................2167
Prevenção

2168

Classificação

2168

Acosta (1973)......................................................................................................2168
American Fertility Society Reviewed (1985)........................................................2168
Diagnóstico Geral

2169

Quadro clínico

2169

Geral....................................................................................................................2170
Dor.......................................................................................................................2170
3. Infertilidade.....................................................................................................2171
4. Outros sintomas (TGI, TU e pulmões)...............................................................2171
Exame Ginecológico

2172

Métodos Laboratoriais (CA 125)

2172

Métodos de Imagem (USG e RNM)

2172

USG Transvaginal................................................................................................2172
RNM.....................................................................................................................2173
Laparoscopia (diagnose)

2173

Lesões

2173

Endometriose profunda/infiltrativa (Addicionado pelo Arthur)

2174

Conceito...............................................................................................................2174
Tipos....................................................................................................................2174
Diagnóstico..........................................................................................................2174
Endometriose ovariana (endometrioma)

2174

Conceito...............................................................................................................2175
Tipos de endometrioma ......................................................................................2175
Nódulos de endometriose (adenomiose externa)

2175

Endometriose extragenital

2176

Geral....................................................................................................................2176
Trato digestivo ....................................................................................................2176
Trato urinário ......................................................................................................2177
Endometriose na adolescência

2177

Geral....................................................................................................................2177
Sintomatologia ....................................................................................................2178
Diagnóstico – clínico ...........................................................................................2178
Diagnóstico – Complementar...............................................................................2179
Indicações de laparoscopia em relação à dor

2179

Diagnóstico de possibilidade (80% confirma)......................................................2179
Diagnóstico de probabilidade (90% confirma).....................................................2179
Diagnóstico de alta probabilidade (99% confirma.).............................................2179
Indicações de laparoscopia em relação à infertilidade

2179

Endometriose no climatério

2180

Geral....................................................................................................................2180
Diagnóstico..........................................................................................................2180
Tratamento (geral)

2181

Introdução...........................................................................................................2182
Opções.................................................................................................................2182
Escolha do tratamento.........................................................................................2182

Objetivos do tratamento......................................................................................2182
Tratamento clínico

2182

Geral....................................................................................................................2183
Objetivos..............................................................................................................2183
Progestogênios....................................................................................................2184
Anticoncepcionais orais.......................................................................................2185
Gestrinona...........................................................................................................2186
Danazol................................................................................................................2186
Análogos do GnRH ..............................................................................................2187
Análogo de GnRH + Add Back Therapy................................................................2190
DIU.......................................................................................................................2191
Inibidores da Aromatase......................................................................................2191
Alternativos.........................................................................................................2191
Tratamento cirúrgico

2192

Laparoscopia.......................................................................................................2192
Endometriose ovariana........................................................................................2193
Lesões peritoneais...............................................................................................2194
Conservador x radical..........................................................................................2194
Histerectomia total + erradicação dos focos endometrióticos............................2194
Tratamento combinado

2194

Vantagens e desvantagens..................................................................................2195
Quando combinar................................................................................................2195
Evidências............................................................................................................2195
Transformação maligna da endometriose

2195

Prognóstico/recidiva

2196

Esterilidade

2196

Fisiologia da Placenta e Líquido Amniótico

2196

A. Fisiologia da placenta

2266

Placenta

2267

Desenvolvimento da placenta

2267

Circulação placentária

2267

Circulação fetal

2267

Circulação materna

2267

Trocas materno-fetais (mecanismos de transferência)

2267

Mecanismos de regulação das trocas

2268

Endocrinologia da placenta

2268

Hormônios placentários.......................................................................................2268
Hormônios protéicos............................................................................................2268
Hormônios esteróides..........................................................................................2269
Estrógenos...........................................................................................................2269
Progesterona.......................................................................................................2271
B. Fisiologia e patologia da líquido amniótico

2271

Embriogênese das cavidades amniótica e coriônica

2272

Gênese e regulação do LA

2272

Geral....................................................................................................................2272
Principais fontes de LA.........................................................................................2272
Produção do LA

................................................................................................2272

Reabsorção do LA................................................................................................2272
Estrutura do âmnio

2273

Funções do líquido amniótico

2273

Relação entre volume do LA e idade gestacional

2274

Ultra-sonográfica do líquido amniótico

2274

Análise do líquido amniótico

2274

Fosfolipídeos........................................................................................................2274
Teste de Clements...............................................................................................2275
Enzimas...............................................................................................................2275
Dhl.......................................................................................................................2275

Patologias do líquido amniótico

2275

Oligoidrâmnio......................................................................................................2275
Poliidrâmnio.........................................................................................................2276
Formaçao e malformações do sistema genital

2277

Formação do sistema genital

2278

Geral

2278

Gônadas

2278

Estágios iniciais do desenvolvimento: 5a semana...............................................2278
Início da 4a semana.............................................................................................2279
Cordões sexuais primários: 6a semana................................................................2279
Desenvolvimento dos testículos

2279

Formação dos ovários

2279

Formação dos ductos genitais

2280

Formação da vagina

2280

Outros

2280

Glândulas genitais auxiliares...............................................................................2280
Cistos do ducto de Gartner..................................................................................2280
Desenvolvimento da genitália externa................................................................2280
MalFormações Genitais

2281

Introdução

2281

Epidemiologia e patologia

2281

Classificação de Buttram & Gibbons (1979)

2282

*Classe I...............................................................................................................2282
*Classe II..............................................................................................................2282
*Classe III.............................................................................................................2282
*Classe IV.............................................................................................................2282
*Classe V.............................................................................................................2283
Classe VI..............................................................................................................2283
Classificação de Rock & Keenan 1992

2283

Anomalias da Vagina - Síndrome Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (Aplasia Mülleriana)
2283
Epidemiologia e patologia....................................................................................2283
Diagnóstico..........................................................................................................2284
Tratamento..........................................................................................................2284
Anomalias da vagina - Septo Vaginal Transverso

2284

Epidemiologia......................................................................................................2284
Sintomas..............................................................................................................2285
Exame físico........................................................................................................2285
Tratamento..........................................................................................................2285
Septo vaginal longitudinal

2285

Geral....................................................................................................................2285
Diagnóstico..........................................................................................................2285
Tratamento..........................................................................................................2285
Hímen Imperfurado

2286

Patologia..............................................................................................................2286
Quadro clínico......................................................................................................2286
Exame físico........................................................................................................2286
Diagnóstico..........................................................................................................2286
Tratamento..........................................................................................................2286
Anomalias cervicais

2286

Geral....................................................................................................................2286
Tratamento..........................................................................................................2287
Anomalias uterinas

2287

Geral....................................................................................................................2287
*Agenesia e hipoplasia uterina............................................................................2287
*Útero unicorno...................................................................................................2287
*Útero didelfo......................................................................................................2287
*Útero bicorno.....................................................................................................2288

**Útero arqueado.................................................................................................2288
**Útero septado...................................................................................................2288
Anomalias associadas ao DES..............................................................................2288
Exames complementares

2289

Histerossalpingografia (HSG)...............................................................................2289
USG......................................................................................................................2289
RNM.....................................................................................................................2289
Histeroscopia.......................................................................................................2289
Laparoscopia.......................................................................................................2289
Gestação múltipla

2290

Classificação

2290

Epidemiologia

2290

Importância (riscos)

2291

Tipos biológicos

2291

Monozigóticos......................................................................................................2291
Dizigóticos ..........................................................................................................2291
Adaptações maternas

2292

Morbidade materna

2292

Diagnóstico

2293

Anamnese............................................................................................................2293
Exame físico e obstétrico.....................................................................................2293
Exames complementares.....................................................................................2293
Aspectos fetais

2294

Crescimento e desenvolvimento..........................................................................2294
Complicações.......................................................................................................2294
Assistência pré-natal

2294

Objetivo...............................................................................................................2294
Seguimento.........................................................................................................2294
Preocupações......................................................................................................2295

Assistência ao parto

2296

Fatores.................................................................................................................2296
Período expulsivo.................................................................................................2296
Gestações com três ou mais conceptos

2297

Incompetência istmo-cervical

2297

A. IIC

2297

Epidemiologia

2297

Etiologia

2298

Anamnese

2298

Sintomas

2298

Patogenia

2299

Geral....................................................................................................................2299
Causas.................................................................................................................2299
Diagnóstico

2299

Clínico..................................................................................................................2299
História................................................................................................................2299
USG......................................................................................................................2300
Entre gestações...................................................................................................2300
Durante gestação................................................................................................2300
Tratamento

2300

B. Cerclagem

2301

Histórico

2301

Cerclagem profilática

2302

Geral....................................................................................................................2302
Sucesso e falha....................................................................................................2302
Cerclagem de emergência

2302

Indicação

2303

Contraindicações

2303

Técnicas

2303

MacDonald

2303

Shrodkar

2303

Transabdominal

2304

LASH

2304

Riscos

2304

Eficácia

2304

Controvérsias

2305

Rutura de membranas

2305

Controvérsias

2306

Revisão cochrane

2306

Conclusão

2307

Mecanismo de parto

2307

Considerações gerais

2307

Geral....................................................................................................................2308
Canal de parto.....................................................................................................2308
Força....................................................................................................................2308
Relações útero – fetais

2309

Atitude.................................................................................................................2309
Situação...............................................................................................................2310
Apresentação.......................................................................................................2310
Variedade de apresentação

2310

Variedades (tipos)................................................................................................2310
Diâmetros ântero-posteriores da cabeça nas várias apresentações ...................2311
Cefálicas (fletidas e defletidas)............................................................................2311
Pélvicas (incompleta, completa e “de pés”).........................................................2312
Córmicas .............................................................................................................2312
Posição da cabeça

2312

Conceito...............................................................................................................2312
Variações.............................................................................................................2312

Incidência de variações.......................................................................................2314
Altura da apresentação (Planos)

2315

DeLee .................................................................................................................2315
Hodge..................................................................................................................2315
Introdução

2315

Insinuação ou encaixamento

2316

Flexão

2316

Descida

2316

Rotação interna

2317

Desprendimento da cabeça

2318

Rotação externa

2319

Desprendimento do tronco

2319

Fases clínicas do parto

2320

Partograma

2320

Conceito

2320

Importância

2320

Vantagens de uso

2321

Histórico

2321

Fase latente

2322

Fase ativa

2322

Construção

2322

Distócias

2322

Geral....................................................................................................................2322
Parto precipitado (taquitócico).............................................................................2322
Parada secundária da descida.............................................................................2323
Periódo pélvico prolongado..................................................................................2323
Fase ativa prolongada..........................................................................................2323
Parada secundária de dilatação...........................................................................2323
Conclusões

2323

Placenta prévia

2324

Definição

2324

Classificação

2324

Epidemiologia

2325

Geral ...................................................................................................................2325
Fatores de risco...................................................................................................2325
USG .....................................................................................................................2325
Etiologia

2325

Diagnóstico clínico

2326

Diagnóstico por imagem

2326

Ecográfico............................................................................................................2327
Ressonância magnética.......................................................................................2327
Tratamento

2327

Conservador ......................................................................................................2327
Ativo ..................................................................................................................2327
Pólipo Endometrial

2327

Conceito e epidemiologia.....................................................................................2327
Citérios para considerar pólipo lesão maligna primária (precursora)...................2328
Tratamento .........................................................................................................2328
Pré-natal

2328

História

2329

Objetivos do pré-natal

2329

Quando iniciar?

2329

Primeira consulta pré-natal

2330

Identificação da paciente.....................................................................................2330
Dados sócio-econômicos .....................................................................................2330
Antecedentes pessoais........................................................................................2330
Antecedentes familiares......................................................................................2330
Antecedentes ginecológicos ...............................................................................2331

Sexualidade ........................................................................................................2331
Antecedentes obstétricos ...................................................................................2331
Higiene e orientações gerais................................................................................2332
Queixas mais freqüentes

2332

Exame físico

2333

Geral....................................................................................................................2333
Palpação abdominal.............................................................................................2333
Vacinação

2333

Epidemiologia

2334

Geral....................................................................................................................2334
Indicadores de risco gestacional (Ministério da saúde, 2000)..............................2334
Intervalos dos consultas

2335

Consultas subquentes

2335

Geral....................................................................................................................2336
Toque vaginal (escore cervical)...........................................................................2336
Ganho de peso durante gestação........................................................................2336
USG......................................................................................................................2336
Exames solictados

2337

Lista de exames...................................................................................................2337
HB/Ht...................................................................................................................2337
Anemias...............................................................................................................2337
Sífilis....................................................................................................................2338
Bacteriúria assintomática....................................................................................2338
Teste anti-HIV......................................................................................................2339
Toxoplasmose......................................................................................................2339
Rubéola................................................................................................................2339
Hepatite B............................................................................................................2340
Diabetes..............................................................................................................2340

Infecções genitais................................................................................................2340
Citologia oncótica................................................................................................2341
Pseudo-Hermafroditismo Masculino

2341

Etiologia...............................................................................................................2341
Cínica...................................................................................................................2341
Formas.................................................................................................................2341
Puerpério

2343

A. Fisiologia

2343

Conceito

2344

Fenômenos involutivos locais

2344

Útero: alterações macroscópicas.........................................................................2344
Útero: alterações microscópicas..........................................................................2345
Vulva e vagina ....................................................................................................2346
Ovários ...............................................................................................................2347
Parede abdominal e períneo ...............................................................................2347
Mamas.................................................................................................................2347
Modificações gerais no puerpério

2348

Aparelho cardiovascular......................................................................................2348
Aparelho digestivo...............................................................................................2348
Sistema hematopoético ......................................................................................2348
Sistema neuropsíquico.........................................................................................2348
Sistema endócrino e metabolismo.......................................................................2349
B. Patologia

2349

Infecciosas

2350

Conceito...............................................................................................................2350
Epidemiologia......................................................................................................2350
Etiopatogenia ......................................................................................................2351
Vulvovaginite e cervicite .....................................................................................2352

Endometrite/ endomiometrite .............................................................................2352
Anexite................................................................................................................2354
Tromboflebite pélvica..........................................................................................2354
Peritonite.............................................................................................................2355
Infecção do sítio cirúrgico....................................................................................2356
Fasciíte necrotizante............................................................................................2358
Infecção da episiotomia ......................................................................................2358
Ingurgitamento mamário.....................................................................................2359
Fissuras mamárias...............................................................................................2359
Mastite.................................................................................................................2360
Hemorrágicas

2360

Conceito...............................................................................................................2360
Hemorragias precoces.........................................................................................2360
Hemorragias tardias............................................................................................2361
Sífilis Congênita

2362

1. Introdução

2431

2. Histórico

2432

3. Classificação Evolutiva

2432

a) Sífilis adquirida................................................................................................2432
b) Sífilis congênita...............................................................................................2432
4. Transmissão Vertical

2433

5. Epidemiologia

2433

a) Geral................................................................................................................2433
b) Fatores de risco...............................................................................................2434
6. Manifestações Clínicas

2434

a) Sífilis Congênita Precoce..................................................................................2435
b) Óbito Fetal (Natimorto) por Sífilis....................................................................2435
c) Aborto por Sífilis...............................................................................................2435

d) Sífilis congênita tardia.....................................................................................2435
7. Avaliação Complementar

2436

a) Microscopia......................................................................................................2436
b) PCR .................................................................................................................2436
c) Testes Sorológicos...........................................................................................2436
d) Estudo do LCR / Líquor ....................................................................................2438
e) Radiografia de Ossos Longos...........................................................................2439
f) Vigilância Epidemiológica.................................................................................2439
8. Tratamento

2439

a) Antibiótica ......................................................................................................2439
b) Medidas de controle........................................................................................2440
9. Sífilis x HIV

2441

10. Observações

2441

a) Tratamento Adequado.....................................................................................2441
b) Falha Terapêutica............................................................................................2441
11. Bibliografia

2442

Toxoplasmose Congênita

2442

1. Introdução

2512

2. Etiopatogenia

2512

3. Epidemiologia da Toxoplasmose

2513

a) Prevalência......................................................................................................2513
b) Transmissão Materno-Fetal.............................................................................2513
c) Prevalência de soropositividade na gestação..................................................2514
d) Fatores Importantes na Transmissão Materno-Fetal........................................2514
e) Incidência da Toxoplasmose congênita...........................................................2515
f) Susceptibilidade para Toxoplasmose................................................................2515
4. Quadro Clínico Da Toxoplasmose Na Gestante

2516

5. Quadro Clínico: Toxoplasmose Congênita

2516

6. Diagnóstico Sorológico da Toxoplasmose

2517

7. Infecção Materna

2517

8. Infecção Fetal

2517

9. Tratamento de Infecção Materna

2518

10. Tratamento de Infecção Fetal

2518

11. Tratamento na gestante (evidências)

2518

12. Esquemas de Tratamento Preconizados Prevenção da Toxoplasmose

2518

13. Programa de Prevenção

2519

14. Recommendações

2519

Diagnóstico rápido

2521

Conceito

2522

Etiologia

2522

Epidemiologia

2523

Geral....................................................................................................................2523
Principais causas de leucorréia no brasil..............................................................2523
Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico laboratorial..............2523
Vaginose Bacteriana

2523

Patologia..............................................................................................................2524
Epidemiologia......................................................................................................2524
Quadro clínico......................................................................................................2524
Diagnóstico..........................................................................................................2525
Tratamento (CDC 2006).......................................................................................2525
Tratamento (Brasil - MS 2006).............................................................................2526
Vaginose Bacteriana Recorrente

2526

Geral....................................................................................................................2526
Tratamento..........................................................................................................2527
Tratamento – evidências dos estudos (CDC)........................................................2527
Candidíase

2527

Patologia..............................................................................................................2528
Epidemiologia......................................................................................................2528

Quadro clínico......................................................................................................2529
Diagnóstico..........................................................................................................2529
Classificação........................................................................................................2529
Tratamento (CDC 2006).......................................................................................2530
Tratamento (MS 2006 Brasil)...............................................................................2532
Tratamento – evidências dos estudos (CDC)........................................................2533
Tricomoníase

2533

Patologia e epidemiologia....................................................................................2533
Quadro clínico......................................................................................................2534
Diagnóstico..........................................................................................................2534
Tratamento (CDC 2006).......................................................................................2534
Tratamento (MS 2006 - Brasil).............................................................................2535
Tratamento – evidências dos estudos (cdc).........................................................2535
3. Anatomia

2536

Texto sobre o trato genital feminino

2536

Geral....................................................................................................................2536
1 - estudo do ovário ............................................................................................2537
2 - Estudo das trompas de falópio ou tubas uterinas...........................................2538
3 - Estudo do útero .............................................................................................2539
4 - estudo da vagina............................................................................................2540
Anatomia de Mama..............................................................................................2542
Imagens

2543

A. Útero, ovário e as ligamentos..........................................................................2543
B. Músculos do pélvis...........................................................................................2546
Mama...................................................................................................................2547
Outros

1. Conceito

2548

A ruptura das membranas âmnio-coriais antes do início do TP.
Período de latência: o intervalo entre a ruptura das membranas ovulares e o início
espontâneo do TP. Este último, é tanto menor quanto mais avançada for a gestação. A
amniorrexe prematura se responsabiliza por 1/3 dos partos prematuros e por 10% de
todo o obituário perinatal.
Amniorrexe Prematura - A ruptura das membranas âmnio-coriais antes do início do TP.
Em outras palavras: a Rotura Prematura das Membranas Ovulares (RPMO) é a solução
de continuidade da membrana corioamniótica ocorrida antes do início do trabalho de
parto.
É chamada Amniorrexe Prematura Pré-termo quando ocorre antes de 37 semanas de
gestação.

2. Epidemiologia
Incidência:
Varia de 1,7% (Willams) até 10,7% (Current).
94% gestações de termo.
6% gestações pré-termo. Dra Isabela: 20% - antes da 37ª semana (2% das gestações)
7-20% gestações gemelares.
1/3 dos partos prematuros.
1-2% dos óbitos perinatais em países desenvolvidos.
10% dos óbitos perinatais em países subdesenvolvidos.

Custos hospitalares:
IG 25-26 sem Custos mãe: $11.102 Custos RN: $192.892
> 36 sem Custos mãe: $4.310 Custos RN: $2.276

3. Fatores de risco
3.1. Não evitáveis
3.2. Evitáveis
3.1. Não evitáveis

Antecedente de amniorrexe prematura : a taxa de recidiva é de 21%. (OU 16-32%)
Antecedente de parto prematuro: risco duas vezes mais elevado.
Antecedente de cirurgia cérvico-uterina.
Hemorragia vaginal (risco mais aumentado no 1º trimestre gestacional).
Patologias da placenta e/ou cordão umbilical (placenta prévia, DPPNI, inserção
marginal do cordão umbilical). DPP => 10-15%
Síndrome de Enhler-Danlos.
Sexo fetal masculino.
Terapia esteróide crônica
Doenças vasculares do colágeno
Anomalias uterinas (septo uterino)
Descolamento placentar (10-15%)
Dilatação cervical avançada
Conização cervical prévia
Encurtamento cervical < 2,5cm (2º trim)
Sobredistensão uterina
Gestação múltipla (7-10%) / sobredistenção uterina
Infecção intra-amniótica (corio)

3.2. Evitáveis
Cérvico-vaginites.
Cerclagem de urgência nos casos de incompetência istmo-cervical.
Tabagismo.
Trauma abdominal direto
Procedimentos invasivos realizados durante o pré-natal : amniocentese, biópsia de
vilosidade coriônica.
Múltiplos toques vaginais
Uso de drogas ilícitas (cocaína)

Anemia
IMC < 19,8 kg/m2
Deficiência nutricional
Baixo Status sócio-econômico
Ausência de companheiro
Gravidez com DIU
Uso crônico de corticóides$

4. Estrutura das membranas ovulares e características de líquido
amniótico
Composta por 2 membranas, o córion e o âmnio, que entram em íntimo contato a
partir de 15-16 semanas de gestação, obliterando a cavidade amniótica.
Têm função de síntese e secreção de moléculas, recepção de sinais hormonais
materno-fetais, hemostasia, metabolismo do LA, manutenção da temperatura e
proteção contra traumas e infecções.

Líquido amniótico

Anti-bacteriana

Lisozima (superior ao soro materno)

Transferrina

Zinco- protéico

5. Etiopatogenia
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Causas......................................................................Error:

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Fisiopatologia
Zona de morfologia alterada. => Engrossamento das camadas compacta, fibroblástica,
esponjosa e reticular. => Desorganização do colágeno, edema, depósito de material
fibrinóide. => Adelgaçamento da camada trofoblástica e da decídua. => Apoptose do

eptélio amniótico, degradação da fração ribossomal e ativação de metaloproteinases.
=> rotura de membranos

Estudos histológicos (alt. morfol):
Espessamento do Tecido Conectivo
Adelgaçamento citotrofoblasto/decídua
Disrupção das conexões amnio-coriôn
Conseqüência: fragilidade dos membranos => RPM

Estudos citológicos:
Fosfolipases
Aumento Eicosanóides (PgE2)
Aumento Citocinas
Aumento Elastases
Aumento Metaloproteinases
Aumento Outras proteases

Causas
1. Infecciosa => Cultura de LA +. 36-50% dos casos de RPMO. 75% dos casos de
RPMO que iniciam TP. Via ascendente, hematogênica (infecção periodontal) e direta
(acesso à cavidade amniótica). Bactérias => liberação de prostaglandinas =>
Trocas cervicais e dinâmica uterina => Ativação de metaloproteinases do âmnio e
córion => Degradação de colágeno da membrana corioamniótica. No mesmo
tempo: Monócitos, Macrófagos e Granulócitos => 1) liberação de prostoglandinas.
2) liberação de interleucinas (IL) e FNT => apoptose. 3) liberação de interleucinas
=> Quimiotaxe e ativação de leucócitos => Liberação de colagenase e radicas
livres de O => dano ao DNA + ativação de metaloproteinases + Liberação de
elastase. Dra Isabela: Patógenos aumentam =>Peróxido de Hidrogênio +
Fosfolipase A2 + Ácido Araquidônico + Precursores de Prostaglandinas + Hipertonia

Patógenos:
Ureaplasma urealyticum,

Fusobacterium species,
Mycoplasma ominis ,
Strectococus do grupo B,
Streptococus viridians,
Gardenerela vaginalis,
Bacterióides fragilis,
Bacterióides sp.,
E. Coli,
Stafilococus aureus,
Streptococus sp. e
Polimicrobiano.
2. Cirurgia genital prévia
3. Incompetência istmo cervical
4. Inserção baixa da placenta
5. Laceração cervical
6. Poliidrâmnio ou Gestação múltipla => Distenção das membranas => Elevação de
Interleucinas + Ativação de metaloproteinases.
7. Apresentação anômala
8. Trauma => aumento de: Peróxido de Hidrogênio + Fosfolipase A2 + Ácido
Araquidônico + Precursores de Prostaglandinas + Hipertonia
9. Processos inflamatórios => Pólo inferior: Edema + Degeneração hialina + Focos
hemorrágicos e necróticos
10. Tabagismo => Quimiotaxia de leucócitos + Liberação de elastase + Inativação de
inibidores de protease + Geração de radicais livres e consumo de antioxidantes.
11. Metrorragia e DPP => Aumento de trombina com ativação de Metaloproteinases.
Produção de radicais livres de O pelo ferro, da degradação das hemácias,
coriodecidual. Favorecimento de invasão bacteriana e infecção subclínica.
12. Isquemia => Liberação de Prostaglandina + elevação de Interleucinas.

6. Quadro Clínico

Perda de líquido através dos genitais externos. Algumas vezes, a percepção da perda
de líquido amniótico não é bem clara, especialmente se esta for escassa e
intermitente. O líquido amniótico perdido é usualmente claro, podendo algumas vezes
apresentar-se tingido de sangue.
A perda de líquido amniótico poderá muitas vezes acompanhar-se de sinais de infecção
podendo ser considerada como o fator desencadeante da amniorrexe.

7. Diagnóstico
7.1. Diagnóstico clínico...........................................Error: Reference source not found
7.2. Diagnóstico subsidiário....................................Error: Reference source not found
Também veja: Perda de líquido durante a gravidez (fluxograma)
7.1. Diagnóstico clínico
História de perda de grande quantidade de líquido claro pela vagina.
História de perda líquido claro pela vagina de forma intermitente.
Exame Físico: diminuição subjetiva do volume de LA observado à palpação abdominal.
Exame da Genitália Externa : em algumas situações é possível se observar sinais de
perda de líquido amniótico expressa pela sua presença na região gênito-perineal.
Exame Especular :
Observar a possível saída de LA através do OCE, com ou sem a mobilização da
apresentação fetal. O exame especular: Não está relacionado a aumento da infecção
corioamniótica.
Poderia analisar o tipo de fluxo vaginal, recolhendo amostra para realização de cultura.
Evitar toques vaginais desnecessários.

7.2. Diagnóstico subsidiário
Amniosure...............................................................Error:

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Determinação do pH vaginal...................................Error:

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Teste de Ianetta – Aquecimento do Conteúdo Endocervical em Lâmina de VidroError:

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Teste de Kittrich......................................................Error:

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Cristalização do Muco Cervical ou Fern test............Error:

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Ultra-sonografia Obstétrica.....................................Error:

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Injeção de substâncias corantes da cavidade intra-amnióticaError: Reference

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Outros testes...........................................................Error:

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Amniosure

Aprovado pelo FDA.

Detecção de alphamicroglobulina placentária (PAMG-1).