MANUAL DE ESPECIFICAÇÕES DE PINTURA PARA PLANTAS DE AÇÚCAR E ETANOL

1

2

INTRODUÇÃO
Foi-se o tempo em que o empresário do setor encarava a pintura de suas unidades apenas por motivo de estética. Era comum ouvir deles que não havia tempo para tratar deste assunto e, se alguma estrutura ou equipamento apresentasse corrosão, dependendo do seu estado, seria trocado na próxima entressafra. A pintura era entendida como uma forma de embelezar a usina. Há algumas décadas, felizmente, esta mentalidade mudou e hoje a pintura é essencial para a qualidade dos produtos, para a economia e para o lucro da empresa. No caso das Plantas de Açúcar, a qualidade é fundamental no fornecimento do produto para as grandes empresas consumidoras, principalmente as indústrias de alimentos e de bebidas, e para a exportação, quando se refere à quantidade de pontos pretos metálicos magnéticos. Os tais pontos pretos nada mais são do que pedaços minúsculos de ferrugem caídos dos equipamentos no produto final. Quando estes equipamentos são pintados com tintas de alto desempenho, ocorre uma melhoria na qualidade do açúcar tornando-o mais lucrativo e competitivo. No caso das Plantas de Etanol, o processo requer revestimentos mais resistentes para aumentar o tempo entre as manutenções, evitar acidentes causados por corrosão, diminuir os gastos com reparos na pintura e evitar não programadas na produção. Fatores que diminuem sensivelmente os lucros da empresa. A Sherwin-Williams do Brasil - Unidade Sumaré, há mais de 30 anos, vem atuando no setor sucroenergético, sendo a pioneira na introdução de produtos de alto valor protetivo e que fez o empresário mudar de ideia a respeito da pintura. No início, a tecnologia destas novas tintas enfrentou a resistência e a descrença, mas hoje é uma aliada poderosa na obtenção dos mais elevados padrões de qualidade e de produtividade das Plantas de Açúcar e Etanol no mundo. O Brasil exporta tecnologia nestas áreas e exerce forte liderança mundial no setor de Açúcar e Etanol. Os produtos da Sherwin-Williams do Brasil - Unidade Sumaré tem participação significativa nesta conquista, tendo sido referência no mercado sucroenergético ao longo de todos estes anos e, ainda hoje, possui o portfólio de melhor desempenho no setor. Este manual foi elaborado com o objetivo de auxiliar os profissionais de manutenção na escolha dos sistemas de pintura adequados para um eficaz combate aos problemas de corrosão. Ele contém, além dos sistemas de pintura, as recomendações relativas ao processo de aplicação dos produtos e, nos anexos, informações técnicas muito úteis. Classificamos as áreas de abrangência do manual em 2: Agrícola e Industrial. Na área Agrícola, os sistemas se referem a Equipamentos, Máquinas, Estruturas, Tanques e Veículos. A Área Industrial compreende os Ambientes da Destilaria, Fábrica de Açúcar, Fábrica de Levedura e a Co-geração de Energia. Os equipamentos estão ordenados em ordem alfabética para facilitar a sua localização nas tabelas.

3

ÁREA AGRÍCOLA Tabela 1 EQUIPAMENTO Adubadeiras Adubadeiras Balsas Balsas Bombas de vinhaça Caminhões Carroceria de transporte de cana Chassis de adubadeiras Chassis de caminhões de transporte de vinhaça Colheitadeiras Estruturas da fábrica de adubo líquido Implementos agrícolas Plantadora de cana Tratores Tanque de adubo líquido Tanque de adubo líquido Tanque de transporte de vinhaça Tanque de transporte de vinhaça Transbordo/Distribuidor Tubulação da fábrica de adubo líquido Veículo para transporte de rurícolas Veículo para transporte de rurícolas Veículos rodoviários rurais PINTURA Interna Externa Abaixo da linha d’água Acima da linha d’água Interna Cabines Carroceria Chassis Chassis Externa Externa Externa Externa Externa Interna Externa Interna Externa Externa Externa Externa Externa Externa MEIO AMBIENTE Contato com adubo + abrasão Exposição atmosférica Contato com água Exposição atmosférica Contato com vinhaça + abrasão Exposição atmosférica Exposição atmosférica Respingos de vinhaça Respingos de vinhaça Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com adubo líquido Exposição atmosférica Contato com vinhaça Exposição atmosférica Contato com cana picada Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica TIPO DE SUBSTRATO Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Ferro fundido Aço galvanizado Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Alumínio Aço carbono Aço carbono TEMPERATURA MÁXIMA Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente 95ºC Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente 60ºC 60ºC 95ºC 95ºC Ambiente 95ºC Ambiente Ambiente Ambiente SISTEMA DE PINTURA J K J A J L K J J K F ou J K K K J A J A K A L K K 4 .

ÁREA INDUSTRIAL Tabela 2 EQUIPAMENTO Aquecedores Abrandador Balanças Barrados da parede Barrados da parede Biodigestores Biodigestores Caixas de água potável Caixas de água potável Caixa de calagem Caixa de calagem Caixa de caldo Caixa de caldo Caixa de decantação da água de lavagem da cana Caixa de vinho Caixa de vinho Caixa ou tanque de mel Caixa ou tanque de mel Caixa receptora Caixa receptora Caldeiras Caldeiras Calhas Canaletas de vinhaça PINTURA Externa Interna Externa Interna Interna Externa Interna Externa Interna Externa Interna Externa Interna Interna Externa Interna Externa Interna Externa Interna Estruturas Externa Externa Interna MEIO AMBIENTE Exposição atmosférica Contato com água e salmora Exposição atmosférica Lavagem constante Seco Exposição atmosférica Contato com efluentes Exposição atmosférica Contato com água potável Exposição atmosférica Contato com caldo Exposição atmosférica Contato com caldo Contato com água Exposição atmosférica Contato com caldo Exposição atmosférica Contato com mel Exposição atmosférica Contato com caldo Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com vinhaça TIPO DE SUBSTRATO Aço carbono Aço carbono Aço carbono Alvenaria Alvenaria Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Concreto Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço galvanizado Concreto TEMPERATURA MÁXIMA 150ºC 60ºC Ambiente Ambiente Ambiente 60ºC 60ºC Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente 80ºC 80ºC 60ºC 60ºC 60ºC 60ºC 90ºC 400ºC Ambiente de 90ºC a Ambiente SISTEMA DE PINTURA H1 J J M M A J A N A F A F C A F A F A F A H B C 5 .

após o lavador Contato com caldo Contato com melaço da fermentação Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com melaço Contato com melaço Exposição atmosférica Contato com melaço Exposição atmosférica Contato com caldo Contato com caldo + abrasão Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com caldo de cana Contato com caldo Exposição atmosférica TIPO DE SUBSTRATO Aço carbono Aço carbono Ferro fundido Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço galvanizado Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço galvanizado Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono TEMPERATURA MÁXIMA Ambiente Ambiente Ambiente 80ºC 80ºC 400ºC Até 120ºC 60ºC 80ºC 80ºC Ambiente 105ºC 105ºC 80ºC 80ºC Ambiente Ambiente 90ºC 90ºC Ambiente Ambiente Ambiente 80ºC 60ºC 60ºC SISTEMA DE PINTURA A E D F A H J F J A B F F A F A F F A A B A A F A 6 .ÁREA INDUSTRIAL Tabela 3 EQUIPAMENTO Capa das engrenagens intermediárias (Volandeira) Capa das engrenagens intermediárias (Volandeira) Castelos de moenda Centrífugas Centrífugas Chaminés Chaminés (com lavador de gases) Clarificadores ou Tanques de caldo clarificado Coluna de recuperação de gases (CO2) Coluna de recuperação de gases Corrimãos Cozedor (vácuo) Cozedor (contínuo) Cristalizadores Cristalizadores Cubas Cubas Decantadores Decantadores Desaerador Desaerador Desfibrador Difusores Difusores – cochos de caldo Diluidores PINTURA Externa Interna Externa Interna Externa Externa Interna Interna Interna Externa Externa Interna Interna Externa Interna Externa Interna Interna Externa Externa Externa Externa Externa Interna Externa MEIO AMBIENTE Exposição atmosférica Contato com graxa ou óleo Contato com caldo Contato com mel Exposição atmosférica Exposição atmosférica Gases de queima de bagaço.

ÁREA INDUSTRIAL Tabela 4 EQUIPAMENTO Diluidores Dornas Conbat Dornas Conbat Dornas de fermentação Dornas de fermentação Dornas de fermentação contínua Dornas de fermentação contínua Dosadores Duto de saída da caldeira Dutos após lavador Dutos após lavador Eletrodutos Esteira de cana Estrutura da mesa alimentadora Estruturas de enxofreira Estrutura do depósito de bagaço Estruturas metálicas Evaporadores Exaustores (com lavador) Exaustores (com lavador) Exaustores (sem lavador) Filtros rotativos (bacia) Filtros rotativos Filtros rotativos (berço) Flotadores Flotadores Garra hidráulica PINTURA Interna Interna Externa Externa Interna Externa Interna Interna Externa Externa Interna Externa Externa Externa Externa Externa Externa Interna Externa Interna Externa Interna Externa Interna Externa Interna Externa MEIO AMBIENTE Contato com caldo Contato com caldo Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com caldo Exposição atmosférica Contato com caldo Contato com caldo Exposição atmosférica Exposição atmosférica Gases e umidade Exposição atmosférica Contato com caldo de cana Contato com caldo e água Vapores de enxofre Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com caldo Exposição atmosférica Gases e umidade Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com caldo Contato com caldo Exposição atmosférica Contato com caldo Exposição atmosférica TIPO DE SUBSTRATO Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço galvanizado Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono TEMPERATURA MÁXIMA 60ºC 60ºC 60ºC 60ºC 60ºC 60ºC 60ºC 60ºC 500ºC 120ºC 120ºC Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente 120ºC 120ºC 120ºC 400ºC 80ºC 80ºC Ambiente 60ºC 60ºC Ambiente SISTEMA DE PINTURA F F A A D ou E A D ou E F H3 H1 J B A D ou J J J A F H J H2 E A E A F A 7 .

ÁREA INDUSTRIAL Tabela 5 EQUIPAMENTO Lavador de gases Lavador de gases Painéis elétricos Paredes Paredes Paredes da refinaria Paredes do depósito de açúcar Paredes do depósito de ensacamento Peneiras Peneiras Picadores (chaparia) Piso sob a mesa alimentadora Pisos – sinalização horizontal Pisos da refinaria (tráfego leve) Pisos do depósito de açúcar (tráfego leve) Piso lateral da moenda Pisos ou escadas Ponte rolante Pré-ar Pré-evaporadores Pré-evaporadores Pré-fermentadores Reboiler PINTURA Externa Interna Externa Externa Interna Abrigada Abrigada Abrigada Externa Interna Externa Externa Externa Externa Abrigada Abrigada Abrigada Externa Externa Externa Interna Interna Interna MEIO AMBIENTE Exposição atmosférica Gases e umidade Exposição atmosférica Exposição atmosférica Seca Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com caldo Exposição atmosférica Contato com caldo e água Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com caldo Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com caldo Contato com caldo Contato com caldo de cana TIPO DE SUBSTRATO Aço carbono Aço carbono Aço carbono Alvenaria Alvenaria Alvenaria Alvenaria Alvenaria Aço carbono Aço carbono Aço carbono Concreto Concreto ou Asfalto Concreto Concreto Concreto Concreto Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono TEMPERATURA MÁXIMA 80ºC Até 120ºC Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente 400ºC 80ºC 120ºC 120ºC 120ºC SISTEMA DE PINTURA H J A M M M M M A F A C O I I I I A H2 A F F F 8 .

ÁREA INDUSTRIAL Tabela 6 EQUIPAMENTO Redutores Redutores Reservatório de óleo das turbinas Secadores de açúcar Secadores de açúcar Secadores de levedura (spray dryer) Sementeira e agregados Sementeira e agregados Silos de açúcar Silos de açúcar Soprador de fuligem Tanques de ácidos Tanque de água clarificada Tanque de água clarificada Tanque de água condensada (caldeira) Tanque de água desmineralizada Tanque de água desmineralizada Tanque de água industrial Tanque de água industrial Tanque de água potável Tanque de água potável Tanque de álcool de segunda Tanque de álcool etílico anidro Tanque de álcool etílico sem grau alimentício Tanque de antiespumante (dispersante) Tanque de antiespumante (dispersante) PINTURA Interna Externa Interna Externa Interna Interna Externa Interna Externa Interna Externa Externa Externa Interna Interna Externa Interna Externa Interna Externa Interna Externa Interna Interna Externa Interna MEIO AMBIENTE Contato com óleo Exposição atmosférica Contato com óleo Exposição atmosférica Contato com açúcar Contato com levedura Contato com açúcar Contato com açúcar Exposição atmosférica Contato com açúcar Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Água tratada Retorno de caldeira Exposição atmosférica Contato com água desmineralizada Exposição atmosférica Contato com água industrial Exposição atmosférica Contato com água potável Exposição atmosférica Contato com álcool etílico anidro Contato com álcool etílico Exposição atmosférica Contato com óleos minerais emulsionados TIPO DE SUBSTRATO Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Fiber Glass Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono TEMPERATURA MÁXIMA 60ºC 60ºC 60ºC 80ºC 80ºC 200ºC (ar seco) 60ºC 60ºC Ambiente Ambiente 240ºC Ambiente Ambiente Ambiente 90ºC 60ºC 60ºC Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente SISTEMA DE PINTURA E A E A F F A F A F H B A N2 P A N2 A F ou J ou N A N A G G A F 9 .

ÁREA INDUSTRIAL Tabela 7 EQUIPAMENTO Tanque de Etanol Tanque de Etanol Tanque de melaço Tanque de melaço Tanque de óleo fúzel Tanque de polímeros Tanque de polímeros Tanque de soda (até 50%) Tanque de soda (até 50%) Tanque de transporte de vinhaça Tanque de transporte de vinhaça Tanques enterrados Tanque de pulmão de vinhaça Tanque de pulmão de vinhaça Tanque de pulmão de vinhaça Tanque de tratamento de efluentes Tanque de tratamento de efluentes Telhas Telhas Teto do refeitório Tombador Torres de resfriamento Transportador de bagaço Tubulações Tubulações enterradas Tubulações spray Turbina a vapor Vaso de resina PINTURA Externa Interna Externa Interna Externa Externa Interna Interna Externa Externa Interna Externa Externa Interna Interna Interna Interna Externa Externa Externa Externa Interna Externa Externa Externa Externa Externa MEIO AMBIENTE Exposição atmosférica Contato com álcool hidratado Exposição atmosférica Contato com melaço Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com água tratada Contato com soda Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com vinhaça Contato com o solo Exposição atmosférica Contato com vinhaça Contato com vinhaça Contato com efluentes Contato com efluentes Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com água industrial Exposição atmosférica Exposição atmosférica Contato com o solo Contato com vapores de água industrial Exposição atmosférica Contato com água. sal e soda cáustica TIPO DE SUBSTRATO Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Concreto Aço carbono Concreto Aço galvanizado Fibrocimento Concreto ou Alvenaria Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono Aço carbono TEMPERATURA MÁXIMA Ambiente Ambiente 80ºC 80ºC 60ºC Ambiente Ambiente 60ºC Ambiente 95ºC 95ºC Ambiente 95ºC 95ºC 95ºC Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente Ambiente 60ºC 400ºC Ambiente SISTEMA DE PINTURA A G A F A A N2 Q A A J J A F ou J C J C B M M A E ou J A A J J H2 F ou J 10 .

que não sejam sujeitos à abrasão e que estejam localizados em ambientes de baixa agressividade. padrão Sa 2 ½ da norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SUMADUR FC HS (Branco 100 ou Cinza 201) ADMIRAL ESMALTE (Cores) 1 demão de 100 µm 2 demãos de 30 µm cada Total 160 µm Esta é um alternativa para obras novas ou de manutenção com remoção completa do sistema antigo na totalidade ou em áreas.Recomendamos a lavagem da parte externa dos tanques no mínimo a cada 6 meses. com jateamento abrasivo ao grau Sa 2 ½.ESPECIFICAÇÃO DE PINTURA A seguir. . SISTEMA A SISTEMA A 1 PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal quase branco. Sempre que utilizar uma Ficha Técnica. certifique-se junto à Sherwin-Williams do Brasil . apresentamos uma breve descrição dos sistemas de pintura recomendados com base na larga experiência adquirida e comprovada ao longo dos anos pela Sumaré como tradicional fornecedora do segmento de sucroenergético. quando as concentrações e temperaturas de trabalho forem diferentes das apresentadas neste manual.Unidade Sumaré para a correta orientação na seleção do sistema de pintura a ser adotado. estruturas. Informações mais detalhadas sobre cada um dos produtos recomendados podem ser obtidas nas respectivas Fichas Técnicas.A utilização da tinta de acabamento branca mantém a temperatura da superfície do tanque de álcool mais baixa e reduz as perdas por evaporação. deverá ser consultada a Assistência Técnica da Sherwin-Williams do Brasil .Unidade Sumaré de estar utilizando a versão atualizada. na proporção de 6 partes de água para uma parte do produto em volume. 11 . com solução de SUMACLEAN WB. dornas e demais equipamentos de aço carbono que trabalhem com temperatura de até 90ºC. Observações . SISTEMA A 2 PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal quase branco. caixas. padrão Sa 2 ½ da norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO ADMIRAL PRIMER 580 (Vermelho) / 581 (Cinza) ADMIRAL ESMALTE (Cores) 1 demão de 50 µm 2 demãos de 30 µm cada Total 110 µm Sistema composto por tintas alquídicas. Nos casos de pinturas internas. O sistema é econômico devido ao alto rendimento das tintas. recomendado para a pintura externa de tanques. tubulações. O acabamento é brilhante. de excelente aspecto decorativo.

a Assistência Técnica da Sherwin-Williams do Brasil . SISTEMA A 4 PREPARO DE SUPERFÍCIE: limpeza mecânica. padrão St 3 da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SUMASTIC 228 (Cores) ADMIRAL ESMALTE (Cores) 1 demão de 100 µm 2 demãos de 30 µm cada Total 160 µm Sistema alternativo para a pintura de superfícies que não possam ser jateadas.SISTEMA A 3 PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal quase branco. padrão St 3 da norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) PRIMER e ACABAMENTO MACROPOXY 100 (Cores) 1 demão de 125 µm Total 125 µm 12 . SISTEMA A 6 PREPARO DE SUPERFÍCIE: limpeza mecânica. SISTEMA A 6 PREPARO DE SUPERFÍCIE: limpeza mecânica. O poliuretano acrílico alifático é a tinta que tem melhor retenção de cor e brilho. Este sistema oferece maior proteção.Unidade Sumaré. fabricada em diversas cores. aplicadas em uma única demão com 125 µm. padrão St 3 da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) PRIMER e ACABAMENTO SUMASTIC 228 (Cores) 1 demão de 125 µm Total 125 µm Recomendado para a pintura de superfícies de áreas abrigadas que não possam ser jateadas. padrão St 3 da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) PRIMER e ACABAMENTO EURONAVY ES 301 1 demão de 150 µm Total 150 µm Primer para aplicações em condições climáticas adversas com retenção de bordas (edge retention) maior que 75% aceitando os acabamentos convencionais. Este sistema é composto por uma tinta epóxi. que pode ser aplicado em uma única demão com 100 µm. Nota: as tintas de acabamento podem ser oferecidas também no aspecto semibrilhante. composto por tinta de fundo epóxi e acabamento poliuretano acrílico alifático. o SUMASTIC 228. por ser composto por um primer epoximastic “surface tolerant” de alta espessura. Para maiores esclarecimentos consultar. padrão Sa 2 ½ da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SUMADUR FC HS (Branco 100 ou Cinza 201) SUMATANE 355 (Cores) 1 demão de 100 µm 2 demãos de 30 µm cada Total 160 µm Este sistema resiste a severas condições de intemperismo. propiciando maior durabilidade da pintura e facilidade para a limpeza. SISTEMA A 5 PREPARO DE SUPERFÍCIE: limpeza mecânica.

para contato com alimentos aquosos. 13 . alumínio. especialmente desenvolvido para a pintura destas superfícies. recomendado para a proteção de aço galvanizado. não ácidos (Tipo I). leve lixamento (lixa 120) e limpeza com solvente FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SUMADUR SP 530 (Vermelho) SUMATANE 355 (Cores) 1 demão de 25 µm 2 demãos de 30 µm cada Total 85 µm Sistema alternativo para acabamento de maior resistência ao intemperismo.Unidade Sumaré. tanque pulmão (de concreto). SISTEMA B SISTEMA B 1 PREPARO DE SUPERFÍCIE: desengorduramento com solvente. torres de resfriamento e tanques de tratamento de efluentes. que atende a Resolução nº 105 da ANVISA (MS). a Assistência Técnica da Sherwin-Williams do Brasil . aceitando os acabamentos convencionais. leve lixamento (lixa 120) e limpeza com solvente FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SUMADUR SP 530 (Vermelho) ADMIRAL ESMALTE (Cores) 1 demão de 25 µm 2 demãos de 30 µm cada Total 85 µm Sistema de pintura composto por um primer epóxi isocianato e um acabamento alquídico. O SUMADUR SP 530 é um primer de aderência. aço inoxidável. SISTEMA B 2 PREPARO DE SUPERFÍCIE: desengorduramento com solvente. com retenção de bordas (edge retention) maior que 75%. SISTEMA C SISTEMA C 1 PREPARO DE SUPERFÍCIE: ver anexo 1 FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SHER-TILE CLEAR HS BR (Incolor) SUMASTIC TAR FREE (Preto ou Marrom) 1 demão de 50 µm 2 demãos de 200 µm cada Total 450 µm Sistema de pintura recomendado para o interior de canaletas de vinhaça. Primer para aplicações em condições climáticas adversas. O SUMASTIC TAR FREE é uma tinta de alto teor de sólidos por volume e excelente resistência química. Para maiores esclarecimentos consultar. fiber glass ou outras superfícies de metais não ferrosos. O SHER-TILE CLEAR HS BR é um verniz epóxi poliamida que tem a função de selar a superfície e proporcionar a aderência da tinta de acabamento. É um verniz isento de solventes.

Este sistema proporciona bom desempenho nas bases de concreto das moendas.: para equipamentos com superfícies altamente contaminadas. Recomendamos a aplicação das tintas por pulverização. padrão Sa 3 da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO PHENICON PRIMER BR (Vermelho) PHENICON ACABAMENTO BR (Branco 100) 1 demão de 150 µm 1 demão de 150 µm Total 300 µm 14 . SISTEMA E PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal branco. padrão Sa 3 da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) FUNDO (PRIMER) SHER-TILE HS PRIMER BR (Cinza ou Vermelho) SHER-TILE HS ACABAMENTO BR (Branco 100 ou Cinza 201) 1 demão de 125 µm Total 250 µm 1 demão de 125 µm ACABAMENTO Sistema de pintura recomendado para a pintura interna de dornas de fermentação. com pistola convencional ou airless. Obs. Trinchas deverão ser usadas somente nos cordões de solda e trinchas ou rolos só para pequenos retoques. Para serviços de imersão. SISTEMA D PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal branco. O SHER-TAR 200 BR é uma tinta de excelente resistência química e à abrasão. não é recomendada a aplicação das tintas a rolo ou trincha. dos picadores e desfibradores. Recomendamos a aplicação das tintas por pulverização. padrão Sa 3 da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO PHENICON PRIMER BR (Vermelho) PHENICON ACABAMENTO BR (Branco 100) 1 demão de 125 µm 1 demão de 125 µm Total 250 µm Sistema recomendado para a pintura interna de equipamentos que tenham contato com caldo de cana ou água potável. recomendamos um severo desengraxe antes do jateamento abrasivo. Trinchas deverão ser usadas somente nos cordões de solda e trinchas ou rolos só para pequenos retoques.SISTEMA C 2 PREPARO DE SUPERFÍCIE: ver anexo 1 FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SHER-TILE CLEAR HS BR (Incolor) SHER-TAR 200 BR (Preto ou Marrom) 1 demão de 50 µm 2 demãos de 200 µm cada Total 450 µm Sistema alternativo composto por uma tinta de acabamento alcatrão de hulha epóxi. SISTEMA F PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal branco. com pistola convencional ou airless.

à base de resinas especiais. Recomendamos a aplicação das tintas por pulverização com pistola convencional ou airless. Trinchas deverão ser usadas somente nos cordões de solda. monocomponente. à base de resinas especiais. para evitar a sedimentação do pigmento pó de zinco. após a sua cura.5 a 7. Tem sido constatada a migração de líquidos dos poros e consequente corrosão da superfície do aço. Sistema recomendado para a pintura interna de equipamentos que tenham contato com caldo de cana e massa de melado. Resiste a temperaturas de até 200ºC. interior de cozedores.: não aplicável se houver impurezas que levem a um pH diferente de 5. já que sua composição requer uma única demão. cristalizadores e pré-evaporadores. deverá ser usado tanque de pressão com agitador pneumático. SISTEMA H SISTEMA H 1 PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal quase branco. Para a aplicação. que não requer pré-cura. 15 . Porém. após o jateamento da superfície. resistentes a temperaturas de até 240ºC contínuos. padrão Sa 3 da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) PRIMER/ACABAMENTO ZINC CLAD 61 BR (Cinza esverdeado) 1 demão de 75 µm Total 75 µm Sistema de pintura recomendado apenas para o interior de tanques de álcool etílico hidratado ou anidro carburante. a expectativa de vida útil do sistema poderá ser reduzida. O SUMATERM 240 é uma tinta de acabamento. Obs: para equipamentos com temperatura de operação entre 60ºC e 120ºC. SISTEMA G PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal branco. É um primer anticorrosivo de baixo custo e fácil aplicação que não requer pré-cura. Obs. sob recomendação. É um sistema econômico.5. O produto não deve ser aplicado com trincha ou rolo. Resultados satisfatórios são obtidos com no mínimo 2 jateamentos. padrão Sa 2 ½ da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SUMATERM 200 PRIMER (Vermelho) SUMATERM 240 (Alumínio) 1 demão de 40 µm 1 demão de 30 µm Total 70 µm Sistema recomendado para equipamentos de aço carbono que trabalhem com temperaturas de até 200ºC. O ZINC CLAD 61 BR é um etil silicato de zinco altamente inerte a solventes. Cuidado especial deve ser tomado quando se fizer a pintura pela primeira vez em equipamentos que já foram operados. observando-se intervalo de 12 horas entre eles. SUMATERM 200 PRIMER é uma tinta de fundo. já existiram casos em que houve necessidade de mais de 2 jateamentos. monocomponente.

O SUMADUR DECK FINISH é uma tinta epóxi de alto teor de sólidos por volume. 16 . para evitar a sedimentação do pigmento de zinco. O produto não deverá ser aplicado com trincha ou rolo. com resistência ao trânsito de pedestres. SISTEMA I SISTEMA I 1 PREPARO DE SUPERFÍCIE: ver anexo 1 FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SHER-TILE CLEAR HS BR (Incolor) SUMADUR DECK FINISH (Cores) 1 demão de 50 µm 2 demãos de 75 µm cada Total 200 µm Sistema recomendado para pisos ou escadas de concreto. Deverão ser previstas manutenções periódicas por quedas de ferramentas e outros danos mecânicos. Por se tratar de um etil silicato de zinco e alumínio. O SUMATERM 400 é uma tinta de acabamento à base de resina de silicone modificada. por um período de 6 horas. Para a cura final do SUMATERM 400. padrão Sa 2 ½ da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO ZINC CLAD 61 BR SP (Cinza esverdeado) SUMATERM 400 (Alumínio ou Preto) 1 demão de 65 µm 1 demão de 30 µm Total 95 µm Sistema de pintura recomendado para equipamentos de aço carbono que trabalhem com temperaturas de até 400ºC. o aspecto final da tinta é de alumínio mais escuro do que as tintas de alumínio convencionais por causa do zinco. o equipamento deve atingir a temperatura mínima de 180ºC. carrinhos e empilhadeiras com carga leve. SISTEMA H 3 PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal quase branco. Para a aplicação. O SHER-TILE CLEAR HS BR é um verniz epóxi poliamida de boa aderência nas superfícies de concreto que diminui a absorção excessiva e/ou irregular do acabamento. O produto não deve ser aplicado com trincha ou rolo. padrão Sa 2 ½ da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) PRIMER/ACABAMENTO SUMATERM 3951 (Alumínio) 1 demão de 75 µm Total 75 µm Sistema alternativo com uma única demão. resistente a temperaturas de até 500ºC contínuos.SISTEMA H 2 PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal quase branco. nas cores preto ou alumínio-metálico. deverá ser usado tanque de pressão com agitador pneumático para evitar a sedimentação do pigmento pó de zinco. de alta dureza e alto brilho. O SUMATERM 3951 é um etil silicato de zinco e alumínio que não necessita de préaquecimento para atingir sua cura final. Para a aplicação do ZINC CLAD 61 BR deverá ser usado tanque de pressão com agitador pneumático.

As cores preta e marrom são para facilitar o controle da aplicação. SISTEMA J SISTEMA J 1 PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal branco. Trinchas deverão ser usadas somente nos cordões de solda. Recomendamos a aplicação com pistola convencional ou airless. Este sistema também é recomendado para a proteção anticorrosiva de chassi de caminhões de transporte de vinhaça e chassi de adubadeiras. padrão Sa 3 da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SHER-TAR 200 BR (Marrom) SHER-TAR 200 BR (Preto) 1 demão de 200 µm 1 demão de 200 µm Total 400 µm Sistema alternativo composto por uma tinta de acabamento alcatrão de hulha epóxi. colunas de recuperação de gases. padrão Sa 3 da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SUMASTIC TAR FREE (Marrom) SUMASTIC TAR FREE (Preto) 1 demão de 200 µm 1 demão de 200 µm Total 400 µm Sistema composto por tintas de alto desempenho. Dependendo da irregularidade ou de danos no piso. Esta é a única forma da aplicação do SHER-TILE ANTIDERRAPANTE. O efeito antiderrapante é conseguido com a aplicação a rolo de pele de carneiro ou rolo de fibra de vinil para textura. Trinchas ou rolos só para pequenos retoques. adubo líquido ou orgânico.SISTEMA I 2 PREPARO DE SUPERFÍCIE: ver anexo 1 FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SHER-TILE CLEAR HS BR (Incolor) SHER-TILE ANTIDERRAPANTE (Cinza 201 ou Preto 700) 1 demão de 50 µm 1 demão de 500 µm Total 550 µm Sistema de pintura recomendado para pisos ou escadas de concreto em áreas de segurança onde é necessário um acabamento antiderrapante. Os produtos têm excelente resistência à abrasão e a derrames de vinhaça. com a vantagem de não conter alcatrão de hulha. 17 . caldo de cana. Obs. Recomendado para a pintura interna de equipamentos que contenham vinhaça. substituta do alcatrão de hulha epóxi de alta resistência química e à abrasão. SISTEMA J 2 PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal branco. pode ser necessária a correção com SUMAFLOOR PRIMER REPARADOR. pintura externa de tubulações enterradas ou para pisos de escadas e plataformas.: sujeito à avaliação do substrato.

padrão Sa 3 da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO POLANE 080 PRIMER (Cinza) POLANE MIX (Cores) 1 demão de 30 µm 1 demão de 50 µm Total 80 µm Sistema alternativo de maior resistência ao intemperismo. finalizando com repasse cruzado. bicomponente que propicia aderência de pinturas em superfícies de alumínio. devendo ser sempre aplicado.SISTEMA K SISTEMA K 1 PREPARO DE SUPERFÍCIE: desengorduramento com solvente. aço galvanizado ou aço inoxidável. finalizando com repasse cruzado. terminando com repasse cruzado. leve lixamento (lixa 180) e limpeza com solvente PRIMER/ACABAMENTO SUMALUX DF BRILHANTE (Cores) 1 demão de 50 µm Total 50 µm Sistema de pintura recomendado para transbordo de cana. devendo ser sempre aplicado. recomendado para transbordo de cana. devendo ser sempre aplicado. O SUMACLAD 940 é um primer de aderência vinílico modificado. SISTEMA K 2 PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal branco. leve lixamento (lixa 180) e limpeza com solvente FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SUMACLAD 940 (Verde) POLANE MIX (Cores) 1 demão de 10 µm 1 demão de 50 µm Total 60 µm Sistema de pintura recomendado para as superfícies de aço galvanizado ou metais nãoferrosos dos veículos de transportes dos rurícolas. SISTEMA M SISTEMA M 1 PREPARO DE SUPERFÍCIE: ver anexo 1 FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SUMACRIL SELADORA ACRÍLICA PIGMENTADA (Branco) SUMACRIL ANTIMOFO (Cores) 1 demão de 20 µm 2 demãos de 30 µm cada Total 80 µm 18 . SISTEMA L PREPARO DE SUPERFÍCIE: desengorduramento com solvente. O POLANE MIX é resistente ao intemperismo.

Sistema de pintura recomendado para telhas de fibrocimento. há necessidade da aplicação do primer (seladora). Nota: este produto pode ser fornecido nos aspectos fosco ou semibrilhante. utilizar SUMACRIL MASSA NIVELADORA. a primeira demão do SUMADUR 258 WB deverá ser aplicada com diluição de 30% em volume de água sobre a massa niveladora. SUMACRIL SELADORA PIGMENTADA é recomendada para selar. SISTEMA M 4 PREPARO DE SUPERFÍCIE: ver anexo 1 FUNDO (PRIMER) SUMACRIL SELADORA ACRÍLICA PIGMENTADA (Branco) SUMACRIL MASSA NIVELADORA (Branco) SUMADUR 258 WB (Cores) 1 demão de 20 µm 2 camadas com no máximo 1. condicionando-a para a aplicação do SUMACRIL ACRÍLICO.000 µm (1 mm) cada 3 demãos de 50 µm cada Total 2. SISTEMA M 2 PREPARO DE SUPERFÍCIE: ver anexo 1 FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SUMACRIL SELADORA ACRÍLICA PIGMENTADA (Branco) SUMACRIL ACRÍLICO (Cores) 1 demão de 20 µm 2 demãos de 30 µm cada Total 80 µm Sistema de pintura recomendado para concreto e paredes de alvenaria. Para o nivelamento das superfícies. 19 . O SUMACRIL ANTIMOFO é uma tinta à base de resina acrílica. Para o nivelamento das superfícies. Nota: quando da aplicação da segunda camada da massa niveladora. refinarias de açúcar ou de outras áreas abrigadas.170 µm INTERMEDIÁRIO ACABAMENTO Em superfícies sem pintura. SISTEMA M 3 PREPARO DE SUPERFÍCIE: ver anexo 1 FUNDO (PRIMER) ACABAMENTO SUMACRIL SELADORA ACRÍLICA PIGMENTADA (Branco) SUMADUR 258 WB (Cores) 1 demão de 20 µm 3 demãos de 50 µm cada Total 170 µm Sistema recomendado para a pintura de paredes e tetos da parte interna de laboratórios. aditivada com fungicidas. utilizar SUMACRIL MASSA NIVELADORA. Nota: este produto pode ser fornecido nos aspectos fosco ou semibrilhante. algicidas e bactericidas que permanecem no filme após a secagem e impedem a contaminação e o desenvolvimento de cepas de fungo e de limo em ambientes de alta umidade. Neste caso. utilizar SUMACRIL MASSA NIVELADORA. Para o nivelamento das superfícies. paredes e tetos de alvenaria dos laboratórios. diluída em água. impermeabilizar e uniformizar a superfície. refeitórios. prever lixamento e remoção do pó entre as camadas. refeitórios ou de outras áreas onde possa ocorrer formação de fungos e algas.

com pistola convencional ou airless. comprovando que o produto atende às exigências da Resolução nº 105 da ANVISA (MS). Recomendamos a aplicação por pulverização. para o contato com água potável. para o contato com água potável. Recomendamos a aplicação por pulverização.200 µm Sistema recomendado para a pintura de paredes de reboco em substituição ao azulejo. Trinchas deverão ser usadas somente nos cordões de solda. leve lixamento (lixa 180) e limpeza com solvente PRIMER/ACABAMENTO SUMACRIL TRÁFEGO (Cores) 1 demão de 50 µm Total 50 µm 20 . comprovando que o produto atende as exigências da resolução nº 105 da ANVISA (MS). SISTEMA O PREPARO DE SUPERFÍCIE: desengorduramento com solvente.000 µm (1 mm) cada 3 demãos de 50 µm cada Total 2. O SUMASTIC AWWA tem certificado do Instituto Adolpho Lutz. com pistola convencional ou airless. SISTEMA N SISTEMA N 1 PREPARO DE SUPERFÍCIE: ver anexo 1 FUNDO (PRIMER) SUMASTIC AWWA (Branca 100 ou Cinza 201) 2 demãos de 125 µm Total 250 µm Sistema de pintura recomendado para o interior de tanques de água potável. SISTEMA N 2 PREPARO DE SUPERFÍCIE: ver anexo 1 FUNDO (PRIMER) EPOXIDE HS (Branco 100 ou Cinza 201) 2 demãos de 125 µm Total 250 µm Sistema de pintura recomendado para o interior de tanques de água potável. Trinchas deverão ser usadas somente nos cordões de solda. sujeitas às lavagens constantes ou à alta umidade. O EPOXIDE HS tem certificado do Instituto Adolpho Lutz.SISTEMA M 5 PREPARO DE SUPERFÍCIE: ver anexo 1 FUNDO (PRIMER) INTERMEDIÁRIO ACABAMENTO SHER-TILE CLEAR HS BR (Incolor) SUMADUR 1373 MASSA EPÓXI LIXÁVEL (Creme) SUMADUR 258 WB (Cores) 1 demão de 50 µm 2 camadas com no máximo 1.

padrão Sa 3 da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) PRIMER/ACABAMENTO COR-CORTE HT 2 demãos de 150 µm Total 300 µm COR-COTE HT é um Epóxi novolaca amina curado. SUMACRIL TRÁFEGO é uma tinta destinada à marcação de faixas sobre concreto ou asfalto. É primer e acabamento. 21 . cura a temperatura ambiente é de alta espessura e tem retenção de borda em uma única demão. SISTEMA Q PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal branco. SISTEMA P PREPARO DE SUPERFÍCIE: jato ao metal branco. As cores mais comuns são branca e amarela. formulado para uso sob isolamento térmico a temperaturas elevadas e para serviço de imersão em água e hidrocarbonetos como gasolina. permitindo a liberação da área em curto período de tempo. que serve para “apagar” faixas existentes sobre asfalto. tem resistência química. óleo combustível e diesel. continua e até 232ºC intermitente (calor seco). mas pode ser fabricada em diversas cores. inclusive preta. É um produto de fácil aplicação. padrão Sa 3 da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00-67) PRIMER ACABAMENTO PHENICON PLUS PRIMER PHENICON PLUS ACABAMENTO 1 demão de 150 µm 1 demão de 150 µm Total 300 µm PHENICON PLUS PRIMER forma com o PHENICON PLUS ACABAMENTO um sistema de grande espessura. maior resistência química. a temperaturas ambiente ou elevada. alta dureza e poderosa resistência à abrasão. resistência à abrasão e secagem rápida. Resiste à temperaturas de até 218ºC. resistência ao choque térmico. É um sistema de alto desempenho para a proteção anticorrosiva de aço carbono.

ANEXO 1 Preparação de superfície de concreto • Preparação de superfície de concreto Da mesma forma que para as superfícies de aço. pois é fundamental para a durabilidade do sistema de pintura. Observar que a rugosidade produzida seja uniforme. As alternativas são: granalhas de aço. de cimento com água e um agregado constituído de areia e pedra. Tratamento com ácido Muito cuidado ao adotar tratamento com ácido. e que endureça com o tempo. Lembrar que o jato com areia. óxido de alumínio e escória de cobre. de 19 de outubro de 2004. tanto a seco como a úmido. Os métodos recomendados para o tratamento de superfície de concreto novo são: Jato abrasivo Utilizar abrasivo malha 18-40. produzir rugosidade para garantir a perfeita aderência do sistema. está proibido pela Portaria nº 99 do Ministério do Trabalho e Emprego. Eliminar o pó (recomendável aspirar) e aplicar a primeira demão do selador. pois o ataque ácido na ferragem pode comprometer a segurança da estrutura. Mover o bico de jato de modo uniforme sobre a superfície a 60 cm de distância. Ferramenta mecânica Utilizar lixadeira de disco ou máquina de martelos rotativos para regularizar a superfície e eliminar relevos indesejáveis. Concreto novo Concreto é uma mistura em proporções prefixadas. bauxita sintetizada. Evitar o uso de ácido em pavimentos superiores. pois excessos podem infiltrar e atingir a ferragem no interior do concreto. 22 AUTOR: Celso Gnecco (Gerente de Treinamento Técnico da Sherwin-Williams do Brasil -Unidade Sumaré) . Preparação • Não aplicar tintas sem que o concreto esteja seco e curado pelo menos por 28 dias. O ácido só é recomendado em pisos ao nível do solo e em condições que não haja o risco de infiltrações. • Não aplicar revestimento sobre concreto aditivado com acelerador de cura sem que testes representativos indiquem a possibilidade de adesão satisfatória. Esta é uma definição clássica (consta no Aurélio). • O tratamento de superfície tem como objetivo eliminar a nata do cimento e qualquer outro contaminante superficial. de sorte que venha a formar uma massa compacta e de consistência mais ou menos plástica. a preparação de superfície para o concreto deve ser feita com toda a atenção. • Não aplicar tintas se a temperatura do substrato não estiver acima de 10º C. Eliminar o pó (recomendável aspirar) e aplicar a primeira demão do selador. • As superfícies de concreto deverão receber um tratamento adequado para atingir condições que garantam o bom desempenho do sistema de pintura. abrir todos os vãos e falhas superficiais e eliminar partículas e materiais soltos.

Aplicar a solução com 15% de ácido clorídrido (muriático) em água (uma parte de ácido muriático comercial para uma parte de água em volume). • Teste para verificar se o substrato está seco Um teste para verificar se a umidade do concreto é aceitável para receber o selador ou outra tinta. Evitar a formação de poças e deixar a solução atuar sobre o concreto até que a superfície apresente uma rugosidade semelhante ao papel de lixa 80. Normalmente a umidade do substrato de concreto deve ficar abaixo de 5%. um especialista deve ser consultado. O teste consiste em colar com fitas adesivas uma folha de 45cm por 45cm. de contaminação profunda ou no caso de infiltração de água do subsolo por elevação do nível do lençol freático. inspecionar o seu lado inferior e a superfície do concreto sob a mesma. a parede ou o piso estarão liberados para a pintura. a solução pode ser o fresamento ou. Deixar a folha no local por pelo menos 16 horas. Teste para verificação de umidade em concreto e alvenaria segundo ASTM D 4263 23 . Espalhar uniformemente a solução de ácido sobre a superfície. Em alguns casos. a destruição e reconstrução do piso de concreto. visualmente.Para a aplicação do ácido: molhar previamente a superfície e evitar a formação de poças de água. de polietileno transparente com 0. graxas e gorduras impregnados no concreto. O desgaste pode ser de alguns milímetros. O teste pode ser feito também com uma folha de alumínio. consta na norma ASTM D 4263. • Concreto envelhecido Apresentando-se limpo e com rugosidade uniforme: lavar com água e detergente sob pressão ou hidrojato para eliminar partículas soltas e materiais deteriorados da superfície. o fresamento é suficiente para eliminar a área contaminada. a causa da infiltração foi a falta de uma impermeabilização antes da concretagem. remover a folha e. a pressão da água infiltrada pode levantar o revestimento e provocar grandes destacamentos.1mm de espessura sobre a superfície de concreto. Apresentando-se contaminado: o tratamento com ácido não elimina contaminações de óleos. Lavar com água em abundância para eliminar todo o resíduo ácido até alcançar pH próximo do neutro. Aplicar a primeira demão do selador quando o concreto estiver perfeitamente seco. Para calcular a quantidade de solução necessária. em último caso. considerar que 10 litros de solução de ácido muriático cobrem aproximadamente 15 a 18 metros quadrados de área. Se a superfície do plástico. utilizando escova de nylon ou de piaçaba. No caso de pisos. Decorrido este tempo. quanto a presença de umidade. Fresar significa gastar o piso de concreto com uma ferramenta mecânica rotativa com dentes de aço duro “Widea” chamada de fresa. se a infiltração de óleos é profunda. Provavelmente. Em outros mais complicados. Neste último caso. da folha de alumínio ou da superfície estiver seca.

chegando a ponta a atingir o meio da parede. tetos ou pisos se houver problemas de infiltração por falta de impermeabilização por falhas. • Destacamentos por infiltração De nada adianta utilizar as melhores tintas sobre paredes. os sais surgem por trás da película. quando os sais se cristalizam dentro da superfície e com o aumento do volume. • Eflorescência Onde há penetração de umidade em paredes. provoca o levantamento e/ou o estancamento do filme. furos de 15 em 15cm com cerca de 10cm de profundidade inclinados a um ângulo de aproximadamente 45 graus. A remoção total da película afetada deverá ser providenciada e a superfície deverá ser lavada. potássio. A eflorescência. canos furados. de potássio e de magnésio e cloretos de sódio e de potássio. A solução para os problemas acima está na eliminação das fontes de infiltração nas paredes. junto ao rodapé. Os sais de eflorescência mais comuns são: carbonato de cálcio. a menos que seja especificado de outra maneira. um teste para cada 3m de elevação vertical a partir de 30cm do chão. pisos ou lajotas. 24 . paredes e tetos Faça um teste para cada área de 46m² ou parte dela. com uma seringa descartável. furar com uma broca fina de ponta de “widea”. comprometem a sua coesão. que migrou para a superfície. injetar o líquido hidrofugante (silicone hidrorepelente). provocando manchas esbranquiçadas e destacamentos. quando acontece sob tintas ou vernizes. no mínimo. Depois. formando os tais cristais brancos. provocando destacamentos de pedaços do material. sulfatos de cálcio. secada e depois lixada. de sódio. Alguns exemplos de fontes de infiltração de água são: calha entupida ou furada. As eflorescências podem ser destrutivas. São depósitos salinos provenientes de sais de metais alcalinos ou alcalinos terrosos como. a fonte da infiltração deverá ser resolvida. Após a evaporação da água. costuma surgir nas superfícies um pó branco com aparência de cristais. Quando há verniz na superfície. por exemplo. tetos e pisos: no caso da infiltração em paredes junto ao solo. telhas quebradas ou furadas. os sais se cristalizam.• Pisos. de sódio. Nota: se a eflorescência é provocada por infiltração de água. cálcio e magnésio. A eflorescência ocorre pelo mecanismo de transporte dos sais solubilizados em água através de poros e capilares existentes no material. água de chuvas em paredes com nível abaixo do solo e infiltração de águas do subsolo (lençol freático alto e problemas de impermeabilização de baldrames). Recomenda-se.

pois há risco da tinta se soltar. 4. Por ser uma superfície de grande absorção. Deixar secar completamente. deve ser selado com um fundo preparador de paredes ou com verniz à base de água (somente para tintas acrílicas ou epóxi WB). antes de aplicar a Tinta Acrílica Antimofo executar o seguinte procedimento: 1. principalmente em banheiros. Lavar (enxaguar) com água limpa. Em casos drásticos. Não use selador acrílico pigmentado sobre gesso. Manter a superfície com o Hipoclorito. Nestes locais use um selador epóxi sem solvente (clear). 2. Paredes e tetos com mofo e limo Em superfícies com ataque de mofo (fungos) ou limo (algas). Aplicar a Tinta Acrílica Antimofo (duas ou três demãos). esfregando com escovas de naylon ou com esponjas tipo “Scotch-Brite ou Bear-Tex”.• Superfícies de gesso O gesso ou as divisórias de gesso acartonado (drywall) são muito usadas na construção de edifícios comerciais ou industriais. 25 .: usar luvas de borracha. 3. 5. cozinhas ou locais úmidos. Lavar a área afetada com Hipoclorito de Sódio (Cloro) ou com Água Sanitária. usar água sanitária pura ou diminuir a diluição do Hipoclorito. diluídos na proporção de 1 para 1 com água potável. Obs. deixando-o agir por um período de 6 horas (molhar constantemente com a solução).

verificar a direção dos ventos para evitar poeira sobre áreas habitadas. na granulometria certa (usar pares de peneiras. • Carepa de laminação deve ser totalmente removida antes da pintura.ANEXO 2 CONFERINDO ITENS DE PINTURA AUTOR: Celso Gnecco (Gerente de Treinamento Técnico da Sherwin-Williams do Brasil – Unidade Sumaré) Preparação de superfície • “Bacalhaus”. • Verificar se o compressor é capaz de manter pressão de 7kg/cm² (100lb/pol²) junto a cada bico durante o jateamento. • Lembrar que o jato abrasivo não remove completamente óleos.botas de segurança . temperatura e concentração sob controle em todas as etapas de execução do preparo de superfície e de aplicação das tintas). “cachorros” ou respingos de solda.: malhas 18 e 40 passam na peneira 18 e não passam na 40) e livre de contaminantes como: óleos. que deverá sempre ser com jateamento a seco.capacete com ar filtrado . • No caso de impossibilidade de jateamento a seco. lavar as peças com solução de tensoativo biodegradável em água.avental de couro ou de borracha . onde há banhos com tempo. ou sobre equipamentos sensíveis à poeira ou sobre pinturas que estão sendo aplicadas ou que foram recentemente aplicadas. graxas. Por isso.). • Providenciar colocação de filtros na exaustão • Verificar se a iluminação do local de trabalho é suficiente. graxas e compostos solúveis da superfície. por exemplo. • Verificar se o equipamento de segurança do jatista está completo: . bauxita sintetizada. exceto para interiores de tanques. usar granalhas de aço ou outros abrasivos permitidos pela legislação. o jateamento abrasivo é o processo mais apropriado. • Verificar se o manômetro do compressor está funcionando. Neste caso. ex. óxido de alumínio e escória de cobre. pensar em jateamento úmido. As alternativas são: granalhas de aço. traz economia de abrasivo e de ar comprimido. Nota: Os jatos com areia a seco e úmido estão proibidos pela Portaria nº 99 do Ministério do Trabalho e Emprego de 19 de outubro de 2004. • No caso de jateamento com abrasivo ao ar livre. devem ser removidos ou alisados ao final da montagem.tampões (plugs) de ouvido • Verificar se a exaustão da cabine ou ventilação do galpão é satisfatória.luvas de couro (raspa) . • Verificar se a válvula de segurança junto ao bico está funcionando (controle remoto para cortar o jato em caso de acidente ou de necessidade de paradas rápidas). • Usar um manômetro de agulha para medir a pressão do jato na mangueira de abrasivo junto ao bico. antes do preparo da superfície para a pintura. além de segurança. antes de iniciar a preparação de superfície. Esta válvula. como óxido de alumínio. No campo ou em oficina jamais usar limpeza ou tratamento químico (este processo é bom somente para a indústria. 26 . argila etc. • Verificar se o abrasivo está seco. grampos. esfregando com escovas de naylon ou mantas tipo “scochbrite” e enxaguar com água limpa.

• Medir a umidade relativa do ar usando: . • Verificar o diâmetro interno dos bicos. • Medir a temperatura do ar com termômetros de vidro ou digital. Nota: se as modernas tintas “Surface Tolerant” e “Damp Tolerant” por possuírem alta aderência.psicrômetro (termômetros de bulbo seco/bulbo úmido) . isto é. • Verificar se a umidade relativa do ar está entre 20% e 85%. • Verificar se o filtro separador de água e óleo na linha de ar comprimido foi drenado. “olho-depeixe”. Quando o ambiente é ameno. não se enquadram neste conceito que continua sendo válido para as tintas convencionais. deve-se providenciar a troca do bico por um novo. o rendimento cai pela metade).higrógrafo (registra a umidade do ar em papel) • Calcular o ponto de orvalho usando tabela ou carta psicrométrica. • Verificar se o perfil de rugosidade está entre 1/4 e 1/3 da espessura total das camadas de tintas e no caso de pintura do “primer” na oficina para posterior pintura do acabamento após transporte e montagem. Deve ser dada atenção especial aos cordões de solda. porém deve ser entendido como um processo no qual a pintura poderá ter menor desempenho. Quando o diâmetro ultrapassar 50% do original. caracterizado pelo amarelamento da superfície e será necessário dar um repasse no jato antes de aplicar a tinta. • Observar se a temperatura da superfície a ser jateada está pelo menos 3 graus acima do ponto de orvalho. • O lixamento poderá ser uma alternativa no caso do jateamento ser impossível. • Verificar desgaste de bicos (revestimento interno de carbeto de tungstênio é satisfatório. . o perfil não deverá ser maior do que 2/3 da espessura do primer. sem agressividade. alta espessura e maior impermeabilidade. 27 .No caso de discos comparadores. pois se alargados fazem cair a pressão (ex. aproximadamente 4 horas. . A superfície deve ser lavada preferencialmente com tensoativos biodegradáveis. • Medir a temperatura da superfície usando termômetros de contato analógico ou digital. “pin holes” etc.higrômetro analógico ou digital . causando bolhas. ser enxaguada com água limpa e seca antes de iniciar os processos de lixamento ou jateamento. utilizar o correspondente à granalha de aço. porém com carbeto de silício ou de boro são mais resistentes.: com queda de pressão de 100 para 60 lb/pol².Verificar se o medidor de perfil de rugosidade (profile gauge) está calibrado e ajustado. pois dependendo do ambiente. crateras. Água ou óleo misturados à tinta comprometem a qualidade da pintura. grande coesão da camada. • Aplicar a tinta dentro do prazo mais curto possível. para serviços leves (como remoção de ferrugem no grau C da norma). chegando a ter o dobro da durabilidade).• Verificar se o tipo de bico é adequado para o trabalho: venturi para serviços pesados com remoção de carepas (grau A da norma ISO 8501-1) e limpeza de pites (grau D desta norma) e reto. sem pintura. a superfície sofrerá um enferrujamento instantâneo (flash rust). um tempo razoável para a superfície jateada permanece aberta.

de algodão. as pessoas poderão sofrer asfixia.Armazenamento de tintas • Local de alvenaria. panos ou papelões materiais de fácil combustão. • Todos estes são apenas purificadores de ar e não suprem oxigênio. • Sistema elétrico com suítes metálicas e tomadas. preferivelmente com prateleiras metálicas e com piso de cimento ou de cerâmica. • Verificar se o empilhamento de embalagens não ultrapassa a: • Latas de 1 galão (3. para possibilitar a retirada. • Verificar se as mangueiras de ar e tinta estão em bom estado de conservação. • Verificar se a pistola está em bom estado e montada com combinação de capa/bico/agulha correta (ver catálogo do fabricante da pistola).s para maiores informações sobre o uso correto de purificadores ou máscaras. iniciando a estocagem com a tampa para baixo. ou de raspa de couro.I. por isso não devem ser utilizados em ambientes fechados e sem ventilação. caixas de papelão devem ser retiradas.no máximo 5 Aplicação de tintas • Usar luvas de PVC. Contaminações como suor ou gorduras podem provocar bolhas na pintura quando esta é colocada em lugar úmido ou em situação de imersão. tanques.6 litros) . após agitação. ficando estocadas somente as latas. • Local exclusivo para armazenar tintas e diluentes. • Os acessos ao local devem ser fáceis e mantidos livres e desimpedidos. Existem equipamentos apropriados para cada faixa de concentração de gases ou vapores. inclusive no lado de fora do local de armazenamento. tubulações e câmaras onde a concentração de oxigênio for menor que 18%. lâmpadas e interruptores blindados. • Sugestão: Inverter as embalagens de até 1 galão. ou seja. Evitar que no local fiquem penduradas ou amontoadas roupas. • Usar óculos de segurança. virando-as a cada 3 ou 4 meses. • Verificar o equipamento a ser utilizado . das embalagens de lotes antigos. Jamais tocar com as mãos desprotegidas as peças a serem pintadas ou já pintadas ou que estão aguardando nova demão. formando pares – componente base (A) / “catalisador”(B). Se não houver oxigênio suficiente no ambiente. • Usar máscaras ou respiradores com filtros adequados contra poeiras e vapores de solventes. Consulte o Departamento de Segurança da sua empresa ou os fabricantes de E.P.pistola com caneca (sucção) ou com tanque de pressão: 28 . evitando ultrapassar o prazo de validade (observar os prazos impressos nos rótulos das embalagens). • Sugestão para evitar erros e desperdícios: retirar as embalagens das caixas de papelão e amarrar as respectivas latas das partes A e B com fita adesiva ou com arame. logo que cheguem ao almoxarifado. embalagens de lotes mais recentes atrás. • Extintores de incêndio de pó químico seco em número e localização adequados. em primeiro lugar. ventilado.no máximo 10 • Baldes de 18 litros . tais como galerias. • Efetuar rotatividade nas prateleiras. canais. abrigado do sol e da chuva.

usar massa de vedação nas frestas ou massa epóxi lixável para regularizar imperfeições (não aplicar a massa diretamente sobre o substrato. com agitação contínua • Verificar a recomendação na respectiva ficha técnica. as canecas são indicadas para acabamento fino e para pequenas áreas. • Após a aplicação do primer. mas sobre primers ou seladores). . retirando o anel ou fundo da embalagem.a proporção de mistura dos componentes em volume ou em massa (peso) .Se a caneca está em bom estado. a parte B é adicionada sobre a parte A. antes de abrí-las • Usar abridor de latas adequado: . . rebaixos. • Verificar o funcionamento de filtros. parafusos e rebites. • Usar panos limpos que não soltem fiapos para limpeza das peças e dos equipamentos de aplicação das tintas (não usar estopas nos locais de pintura). • Separar as tintas a serem utilizadas e suas respectivas fichas técnicas. reforçando as áreas críticas como cordões de solda. de preferência a pincel. ressaltos. arestas. chaves fixas e chave de parafuso para apertar conexões de mangueiras e peças das pistolas. • Apertar as conexões das mangueiras no tanque e na pistola com moderação para não danificar as roscas. • Usar copo graduado de polipropileno para as diluições na proporção indicada na ficha técnica. no caso de consumo total do seu conteúdo para melhor aproveitamento da tinta • Homogeneizar a tinta cuidadosamente. sem danificar as bordas das latas.o tempo de vida útil da tinta “pot life” (em temperaturas mais altas. 29 . Os tanques são indicados para grandes áreas e para maior produtividade. verificar: . • Verificar se as tintas estão dentro do prazo de validade. • Drenar os filtros ou os separadores de água e óleo da linha de ar pelo menos duas vezes ao dia. porcas. • Iniciar a pintura. assegurando-se de que nenhum aglomerado de pigmentos fique retido no fundo da lata.abridor de tampas.abridor comum. • Ler as instruções contidas nas respectivas fichas técnicas e nos rótulos das embalagens. usar tanque com agitação. se possível com agitador mecânico. evitando introdução de bolhas de ar . válvulas e manômetros dos reguladores de pressão. também cuidar destas áreas em primeiro lugar. • Separar o diluente indicado na ficha técnica. com o furo da tampa desimpedido e com o tubo pescador bem apertado.na maioria dos casos.homogeneizar (bater) cada componente separadamente com espátulas ou réguas limpas ou com agitação mecânica. no caso de consumo parcial da tinta. o tempo é reduzido) • Verificar se há poeira ou água sobre as tampas das latas e limpar ou enxugar. • Verificar se as pressões na pistola e/ou no tanque estão dentro dos limites adequados. No caso de tintas bicomponentes: . Para tintas pesadas. • Contar com ferramentas auxiliares como alicate. • Soprar as áreas a serem pintadas com ar comprimido limpo e seco para remover poeiras. • Esta providência evita a contaminação da tinta com sujeiras que podem causar entupimentos na pistola.. indicadas na respectiva ficha técnica para a segurança e perfeita pulverização. frestas. • No caso de tintas bicomponentes. resultando em economia de tinta. • Na aplicação da demão normal do primer a pistola. quinas. • Separar uma quantidade do primer em uma lata limpa para aplicação a pincel nas áreas críticas. cantos vivos. • Aguardar cerca de 10 a 15 minutos antes de aplicar a tinta (tempo de indução).Se o tanque de pressão está com a válvula de segurança e o manômetro funcionando corretamente.

Em se tratando de superfície curva. terminando a aplicação com repasse cruzado. • Se a configuração do leque estiver torta. verificar se os furos da capa ou do bico estão entupidos. A aplicação deve ser sempre perpendicular a superfície. 30 . o movimento da pistola deve acompanhar a curvatura. do intermediário ou do acabamento. respeitando rigorosamente os intervalos mínimos e máximos indicados nas respectivas fichas técnicas. arestas. pregos ou brocas para desentupir (usar palitos de madeira ou fios de cobre). • A pintura. rebaixos e ressaltos. deve seguir os mesmos procedimentos adotados para o primer. • Se a pistola estiver falhando (tossindo). • Medir a espessura seca após a cura ou secagem de cada camada de tinta aplicada com medidores magnéticos ou eletrônicos. sempre pensando em produzir mais. EPU = Espessura da película úmida. com mais conforto e melhor qualidade. • Os manômetros devem ficar protegidos (caixa de madeira ou sacos plásticos podem ser suficientes). trocar por uma nova juntamente com o bico. • Medir a espessura úmida com o pente (medidor em degraus). verificar se a gaxeta de teflon da agulha foi apertada corretamente e se o bico ou o tubo da caneca estão apertados. • Criar dispositivos para possibilitar a movimentação das peças e facilitar o trabalho dos pintores. • Verificar a condição da agulha. • Organizar estes locais. verificando se a abertura do leque e o funcionamento da pistola é satisfatório (verificar no catálogo do fabricante da pistola o tamanho do leque em função da capa usada). reforçando as áreas críticas como cordões de solda. • Verificar se as luminárias da cabine são blindadas e à prova de explosão e se a iluminação é suficiente. As espessuras úmida ou seca a serem obtidas podem ser calculadas com o uso das seguintes equações: EPU x SV 100 + %Dil EPS x (100 + %Dil) SV EPS = ou EPU = EPS = Espessura da película seca em µm. frestas. de preferência a pincel. de preferência longe ou isolados de áreas onde se executam lixamentos ou jateamentos para evitar contaminação de superfícies e pinturas com poeiras ou partículas do abrasivo. SV = Sólidos por Volume.• Posicionar a pistola a 1 palmo (25 a 30cm) de uma superfície de teste e pulverizar por 1 a 2 segundos. • Evitar manter a pistola em ângulo com a superfície. quinas. • Jamais usar arames. Se estiver torta ou gasta. cantos vivos. prosseguindo com a aplicação das demãos normais a pistola. e %Dil = Quantidade de diluente indicado na ficha técnica e efetivamente usado. • Não deve haver pó ou detritos no interior da cabine ou no local da pintura. • Sobrepor cada passe em 50% para uniformizar a espessura.

uma vez misturados reagem entre si. são apresentadas sugestões esquemáticas e genéricas para uma correta ventilação forçada no interior de tanques. os produtos mais adequados para cada situação devem ser indicados pela assistência técnica que fará uso do seu conhecimento e experiência.ANEXO 3 PINTURA INTERNA DE TANQUES AUTOR: Celso Gnecco (Gerente de Treinamento Técnico da Sherwin-Williams do Brasil – Unidade Sumaré) Recomendações gerais para a pintura interna de tanques Para o revestimento interno de tanques. Logo em seguida. para que a pintura tenha sucesso. consulte nosso Departamento de Assistência Técnica. A correta ventilação no interior dos tanques deve ser feita com um equilíbrio adequado entre o volume do ar que circula e o exaustor ou ventilador selecionado para tal objetivo. desde o início do processo pode causar uma cura rápida na superfície do filme. Aceleração de cura Na aceleração de cura por aquecimento deve produzir-se inicialmente uma ventilação forçada à temperatura ambiente para permitir a livre evaporação dos solventes do filme. solventes. deverá ser aplicado sobre superfície limpa por jateamento abrasivo ao grau mínimo de limpeza Sa 3 – Jato ao metal branco da Norma ISO 8501-1 (SIS 05 59 00 – 67). são usados produtos bicomponentes que. ou epóxi-novolacas para produtos químicos ou situações onde se requer um produto mais resistente. Para informações específicas. Este defeito ocasiona como consequência lógica a deterioração prematura e o eventual desplacamento do revestimento aplicado. Os revestimentos mais utilizados são os epóxi poliamina para tanques de produtos químicos. combustíveis e lubrificantes. resultando num filme resistente a diversos meios. geralmente. Abaixo. proceder lentamente a elevação da temperatura. Quase todas as falhas que se apresentam no revestimento interno de tanques são relacionadas a defeitos apresentados durante a cura do material aplicado. No entanto. epóxi-fenólicos. de baixa impermeabilidade. Devendo obedecer ao esquema abaixo indicado e ser dimensionada às proporções do tanque. Qualquer um destes produtos. Para obter o máximo de resistência e desempenho destes revestimentos. assim como interferência na formação do filme do revestimento. resultando num revestimento com falhas motivadas por solventes retidos e. A ventilação quente. Na pintura do interior de tanques ou de áreas confinadas deve ser prevista uma adequada ventilação forçada. A rápida evaporação do solvente por aquecimento brusco produzirá micro-bolhas no filme. é preciso evitar que a concentração de vapores de solventes no ambiente possa causar grandes acidentes. o filme deve estar perfeitamente curado antes de entrar em serviço para atingir o máximo de impermeabilidade e resistência química. Por razões de segurança. 31 . consequentemente. epóxi poliamida para tanque e tubulações de água e água potável. de modo a obter-se maior eficácia no processo. Ventilação interna A ventilação forçada no interior do tanque deverá ser mantida durante todo o período de cura do revestimento indicado pela respectiva ficha técnica do produto utilizado.

cetonas. o padrão de jateamento deve ser jato ao metal branco Sa 3 de acordo com a Norma ISO 8501-1. • Não deve ser empregado jateamento úmido. éteres ou ésteres. se houver uma faísca ou chama aberta podem incendiar-se. • Deve-se aplicar uma demão adicional em cada demão a pincel para reforçar a pintura dos cordões de solda. O operador nunca deverá limpar a roupa que está usando no corpo com solventes. • As tintas ou revestimentos devem ser aplicados sempre por pulverização. 32 . Em se tratando de aço carbono.Na pintura interna de tanques deve-se sempre observar o seguinte: • A superfície deve sempre ser jateada. diluição e uso do material durante a pintura e secagem. • Sempre que possível. há a possibilidade destes pigmentos se decomporem. latas vazias ou panos usados em contato com estes produtos. alcoóis. Durante a aplicação. São necessárias. com elevação de temperatura e ar forçado. ingestão ou absorção pela pele destes pigmentos durante a pintura. • Devem ser eliminados respingos de solda ou rebarbas. trocando por limpa. Quando aplicados por pulverização deverá usar-se máscaras apropriadas para evitar inalação. glicóis. as tintas contêm solventes derivados da destilação do petróleo. • Deve ser utilizado abrasivo totalmente isento de contaminantes. deverão ser realizados longe de toda fonte de calor excessivo. Não fumar nem fazer serviços de solda perto das áreas de pintura. misturandose ao ar. deve-se acelerar a cura. Medidas de segurança Dependendo das resinas que as compõe. da indústria química e petroquímica como hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos. Alguns pigmentos das tintas tais como o zarcão (óxido de chumbo). Recomendações O manuseio. Não queimar restos de tintas. Não comer nem fumar antes de fazer uma perfeita limpeza das mãos. Evitar contato das tintas com a pele e principalmente com os olhos. liberando vapores altamente tóxicos. secagem e cura das tintas estes solventes se evaporam e. desfazer-se imediatamente dela. faíscas em locais com ventilação adequada. usando luvas e óculos de segurança. Quando expostos a altas temperaturas. chamas. Não comer nem fumar nos locais próximos à pintura. os cromatos e o óxido de cobre são tóxicos. portanto certas medidas de segurança cuja observação evitará a ocorrência de acidentes que acarretariam danos materiais e pessoais. Não efetuar serviços de soldas sobre superfícies pintadas com produtos que contêm estes pigmentos sem antes remover a camada de tinta aplicada na área onde será realizada a solda. Em caso de derrame de tinta na roupa.

J.Esquemas ilustrativos para serviços pesados de revestimentos internos de tanques REDE DE LOJAS PRÓPRIAS NO BRASIL CENTROS REGIONAIS DE DISTRIBUIÇÃO SUMARÉ (CRDS) Araçatuba (18) 2102-2350 Campinas (19) 2103-0200 Cuiabá (65) 4009-4550 Guarulhos (11) 3598-6600 Jundiaí (11) 2152-6950 Mogi das Cruzes (11) 4792-5097 Ponta Grossa (42) 2102-9000 Santo André (11) 3463-7100 Uberaba (34) 2104-9400 Aracaju (79) 2106-3950 Campo Grande (67) 2107-3150 Curitiba (41) 2101-2350 Ipatinga (31) 2136-3300 Londrina (43) 2105-3050 Mogi Mirim (19) 3022-2550 Porto Alegre (51) 3533-6450 São Gonçalo (21) 2712-1730 Uberlândia (34) 2102-6700 Araraquara (16) 2108-4050 Caraguatatuba (12) 3888-1848 Dourados (67) 3428-0120 Itajaí (47) 2104-1500 Macaé (22) 2762-8939 Montes Claros (38) 2103-3800 Recife (81) 4009-9150 S. J. Rio Preto (17) 4009-7650 Belém (91) 3184-1950 Caxias (54) 2991-4900 Feira de Santana (75) 2102-9450 Itapetininga (15) 3272-8123 Manaus (92) 4009-7050 Osasco (11) 3563-4800 Salvador (71) 3176-3400 São Luís (98) 2106-6350 B. dos Campos (12) 3201-6900 Vitória (27) 3185-3250 Bauru (14) 4009-2050 Cascavel (45) 3227-5688 Eunápolis (73) 3281-0468 Itajubá (35) 3622-6148 Maceió (82) 3036-7400 Natal (84) 3645-3734 Ribeirão Preto (16) 3323-2150 S. Horizonte (31) 3029-6050 Chapecó (49) 3311-2300 Fortaleza (85) 3052-1150 Joinville (47) 4009-6150 Marília (14) 3415-6009 Piracicaba (19) 2105-5650 Santos (13) 4009-9300 Sorocaba (15) 4009-4650 Blumenau (47) 2111-6200 Criciúma (48) 2101-8250 Goiânia (62) 4008-9100 Juiz de Fora (32) 2102-4100 Maringá (44) 2103-3750 Poços de Caldas (35) 2107-6500 Santo Amaro (11) 3566-3900 Taubaté (12) 2125-6100 33 .

Anotações 34 .

Anotações 35 .

sherwinwilliams.8 .SP Tel.Fax: (19) 2122 8810 servicos@tintassumare.com. região de Campinas 36 Fábrica Rodovia Anhanguera. km 108.br www.Sumaré .br Revisão de junho 2008 .com.CEP 13181-902 .: (19) 2122 8802 .Divisão Sumaré situada em Sumaré.Vista da Fábrica da Sherwin-Williams .

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful