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ÁFRICA EM QUADRINHOS CONTADA E DESENHADA POR UM BRANCO AMERICANO

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O artigo acadêmico onde o ensaísta cearense analisa uma HQ de Will Eisner. Nesta HQ o quadrinista americano alega ter se inspirado num canto épico do povo malinké, a Lenda do Herói Sundiata.
O artigo acadêmico onde o ensaísta cearense analisa uma HQ de Will Eisner. Nesta HQ o quadrinista americano alega ter se inspirado num canto épico do povo malinké, a Lenda do Herói Sundiata.

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ÁFRICA EM QUADRINHOS CONTADA POR UM BRANCO CHARLES ODEVAN XAVIER1 RESUMO – O artigo trata de analisar um HQ do quadrinista americano Will

Eisner, que alega ter se inspirado num canto épico tradicional do povo malinke, A Lenda do Herói Sundiata. Nele aproveito para tecer considerações sobre as diferenças entre as concepções religiosas e paradigmáticas entre a cultura judaica-cristã e a chamada religião tradicional africana. Palavras-chaves: História em quadrinhos, Will Eisner, povo malinke, Sundiata, cristianismo, ocidentalismo, religião tradicional africana. ABSTRACT- The paper aims to analyze a HQ of American comic artist Will Eisner, who claims to have been inspired by a traditional epic song of the Malinke people, The Legend of Hero Sundiata. In it I take to make considerations about the differences between the religious conceptions and paradigms between the Judeo-Christian culture and traditional African religion called. Keywords: Comics, Will Eisner, Malinke people, Sundiata, Christianity, Occidentalism, African traditional religion.
Saga – S.f. narrativa heróica cheia de peripécias. Herói – [fem.: heroína] sm. 1.homem notável por sua bravura 2.personagem central Minidicionário Houaiss Griot – espécie de menestrel da chamada África negra ou subsaariana. Ou livro ambulante.

Este artigo pretende analisar a obra em quadrinhos “Sundiata, o leão do Mali: uma lenda africana”, baseada num canto épico chamado Sundiata Fasa, em língua malinke e recontado pelo quadrinista americano Will Eisner (1917-2008)2 Sendo assim este estudo é ao mesmo tempo antropológico-etnográfico e crítica de artesplásticas; sem falar no fato de que nele valo-me de meus conhecimentos de teoria da literatura também.
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Graduado em Letras pela UFC e Mestrando em Letras pela UFC

EISNER, Will. Sundiata, o leão do Mali: uma lenda africana/recontada por Will Eisner; ilustrações do autor; tradução Antonio de Macedo Soares – São Paulo: Companhia das Letras, 2004.

Mas há um senão: sou um não-negro e um não-branco, sou um mulato de pele clara. E Will Eisner é um não-negro também. E ambos resolvemos nos meter com a chamada África Subsaariana ou a África de pele escura e cabelo carapinha. Será que na condição de não-negros somos autorizados a falar pela África negra? Será que só um escritor negro pode falar de negritude? Será sempre o olhar de um nãonegro um olhar oblíquo sobre negritude? No caso de Will Eisner ele não pode mais se defender porque já morreu ou se pronunciar sobre o assunto. Restou para mim resolver a questão. Vamos a ela. Outro senão que já é habitual para os leitores dos meus ensaios críticos: nunca fui à África. E presumo que o quadrinista americano Will Eisner também não tenha ido e talvez tenha se baseado na farta iconografia africana dos acervos dos catálogos dos Museus Antropológicos espalhados pelo o mundo ou nas coleções particulares de apreciadores de arte africana. Mas é uma suposição e quem sabe se Eisner não tenha ido lá no Mali, conferir a lenda do herói Sundiata de perto? Nunca poderemos saber, a não ser que tivéssemos acesso à correspondência de Eisner para seus editores e familiares. E isso nós não temos. Partindo desses senões e premissas, iremos falar de como o quadrinista americano, um branco, configurou plasticamente a sua África que pode não ser realmente a África negra, mas a África do colonizador europeu. A HQ de Eisner prende do começo ao fim e foi muito bem desenhada. Eisner tem domínio do tracejado e do ritmo narrativo, já que ele é ao mesmo tempo o desenhista e o roteirista da estória. UM POUCO DO ENREDO DE SUNDIATA No Início do Século XIII, às margens do rio Senegal no oeste africano as pessoas eram subjugadas pelo famoso rei de Sasso. O Rei se chamava Sumanguru. Ele expandiu suas conquistas derrotando Mali, nação que havia sido fundado no Rio Níger ao sul de Koumbi Sahel pelos malinkes, povo mercador de sal e ouro. Depois de anos de opressão cruel surgiu um jovem príncipe malinke, chamado Sundiata que liderou seu povo e derrotou Sumanguru.

Esta é uma delas. Daí surgiu numerosas lendas de Sundiata. .A luta contra o vilão que possuía uma magia extraordinária deu fama à grande batalha que ocorreu em Kirina. contadores de história africana. 2007. História da África: anterior aos descobrimentos – 5ª Ed. – Petrópolis. Os pesquisadores brancos chamam essa África das religiões tradicionais de animista como o historiador gaúcho Giordani3. O conceito de fantástico se define pois com relação ao real e imaginário. Do trabalho de Todorov concluímos que a Lenda de Sundiata está dentro do cânone daquilo que o crítico russo chama de maravilhoso. Isso é verossímel? Lemos Todorov. O resultado foi uma derrota espetacular de Sumanguru pelo povo de Mali. tal é o grau de comprometimento que as religiões não-africanas estão comprometidas com o folclore das chamadas religiões tradicionais. E uma pedra pode falar? Para a cultura judaico-cristã . 3 GIORDANI. 15-16 . Mário Curtis. frente a um acontecimento aparentemente sobrenatural. Na cultura africana presumo que mesmo os cristãos e os muçulmanos que lá moram não duvidariam de uma pedra falante. para o crítico russo: “ O fantástico é a vacilação experimentada por um ser que não conhece mais que as leis naturais. Segundo os historiadores existem trinta versões dessa saga. e estes últimos merecem algo mais que uma simples menção” pp. Como se vê na obra do romancista moçambicano branco Mia Couto. Will Eisner privilegiou uma versão estranha narrada por uma… pedra.geralmente é o animal humano: o homo loquens. pois na estória do herói do povo malinke há a total imersão no sobrenatural. o teórico do fantástico em literatura. que foram narradas oralmente através dos anos pelos griots. sagaz e maligna como a da saga de Sundiata. Isso mesmo: uma pedra narra a saga do ganancioso Rei de Sassu e ela se posiciona da seguinte forma no começo da narração: “Eu sou a grande pedra cinzenta Prestem atenção que eu vou contar como nasceu o grande país do Mali” p.3 O rosto da pedra é hierático e maligno e logo nas páginas seguintes o leitor saberá o motivo. RJ:Vozes.apesar de uma serpente falante e uma mula que dá pitacos . O leitor ocidental deve estar perguntando por que uma saga ser narrada por uma pedra.

” p. 1941. que como os noves buracos do corpo. Sendo assim não haveria Heródotos negros. Mas os humanos LOPES. Joseph Ki-Zerbo cita um norte-africano como o primeiro historiador africano nos moldes ocidentais: Ibn Khaldun (1332‑1406) Outro grande pesquisador negro brasileiro é o historiador Wilson do Nascimento Barbosa7. Neste volume tirei muitas dúvidas quanto às concepções eurocêntricas de que a chamada África subsaariana não tem história.5 Contudo.– 2. caracteriza‑se pelo culto devotado a Deus e às forças dos espíritos intermediários. – Belo Horizonte: Autêntica Editora. a religião tradicional africana. O Caminho do Negro no Brasil .ed. ou ainda melhor.Lugar da história na sociedade africana. vindos de longe.São Paulo. No Capítulo II . A partir deste livro vi que conceitos como fetichismo e animismo eram conceitos eurocêntricos e que o melhor seria chamar as religiões rudimentares de religiões tradicionais. só mito. espírito: de animismo. Os africanos Boubou Hama e J. 1999 . mas apenas rapsodos. – Brasília : UNESCO. no tópico: O tempo africano é um tempo histórico. Ki-Zerbo tecem considerações sobre essa questão do animismo. com a História da África principalmente o primeiro volume que tem a metodologia da coleção inteira e a préhistória da África6. O que narra esta estranha pedra cinzenta? A origem do continente africano onde reinava os animais e depois passou a reinar os homens.gov eu tive acesso aos pdf’s da notória coleção publicada pela UNESCO e SECAD-MEC. Até que topei com o livro do pesquisador negro Nei Lopes4. são nossas ligações com o além. E através do conceito de nove portas é que podemos entender porque há uma figura arrogante e poderosa como o Rei Sumanguru na trama. Wilson do Nascimento. Bantos. Nei. I: Metodologia e pré-história da África / editado por Joseph Ki‑Zerbo.Eu mesmo cometia o erro de chamar essa religião mais rudimentar que concebe os elementos naturais como dotados de alma. 7 BARBOSA. Segundo ele há para se entender a religião tradicional africana há que se entender as nove portas. malês e identidade negra – 1ª reimp. 2008.89 5 6 4 História geral da África. 2010. rev. Hama e Ki-Zerbo assim definem a questão: “ O animismo. que me apresentou o revelador conceito das nove portas da cultura africana. graças ao portal DomínioPúblico.

Até que um africano raivoso com lança. 186 . Particularmente as mãos e a arcada superciliar do feiticeiro possuem poderes magnéticos. se apresenta para pedra cinzenta gritando: “Eu sou Sumangaru. isto é.O homem que domina um ou vários segredos das Nove Portas e é capaz de elaborar fetiches. medo e força!!8 Sou temido por todos!!” p. os maus ficavam à espreita. Rei de da Terra de Sasso !!” p. Isto é possível porque o feiticeiro capta energia do meio ambiente. Não estou satisfeito!” p. pelo efeito desta violação.” p. Assim num plano o leitor vê a pedra cinzenta dizer que é a pedra cinzenta do mal e que está à espera de homens maus. vestido com trajes típicos árabes. Crê-se também que estes violadores podem ser mortos.6 E a pedra cinzenta ri cínica: 8 Wilson Barbosa Nascimento explica que a terceira porta das noves é: “ O Portador do Saber ( o Feiticeiro) . Segundo a pedra cinzenta enquanto os bons espíritos ajudavam a todos.6 E se irrita com a pedra cinzenta: “Pedra insolente…Sou Sumanguru. a transforma e a despeja por determinadas partes do seu corpo. impregna energeticamente pessoas ou objetos com propriedades centrípetas ou centrífugas.6 É quando ele ouve a voz. 5 E se gaba: “Conquistei essa terra com magia. Determinados indivíduos violam as tumbas dos feiticeiros para utilizar partes do seu corpo como feitiços (fetiches). escudo e.5 Mas na psicologia do Rei Sumangaru também há espaço para lamúria: “Arre! Sasso é uma terra pobre e pedregosa.6 E ele se levanta surpreso e diz: “Quem ousa falar assim comigo…? Uma reles pedra cinzenta!” p. é o portador do saber (secreto). vindo da pedra cinzenta: “É claro que não! É porque você é ganancioso” p. é o feiticeiro. para poder com eles governar o mundo natural. O feiticeiro elabora feitiços. Rei de Sasso!” p.descobriram que havia no meio do mato os espíritos e teriam que distinguir os maus dos bons. que ele imaniza. Os homens só passaram a reinar sobre os animais quando descobriram o segredo dos reinos da natureza.

E eram liderados por um sábio patriarcal chamado Nare Famakan. Mas a tese do povo eleito é muito parecida aqui. onisciência e onipresença do Rei Sumanguru tinha limites e só tardiamente ele ficou sabendo da existência de um povo pacífico que vivia numa terra fértil e com bens que podiam ser pilhados9. logo o reconheço!” p. É fácil deduzir que um povo pacífico que não pilhasse seria uma vítima preferencial.“E eu sou a pedra cinzenta do mal…que lhe pode dar grandes poderes! Deixe-me servi-lo. O leitor pode estar confuso: estou falando do Oriente Médio ou da África? Eu estou falando de ambos e ambos se cruzam através das caravanas históricas e do comércio entre estes reinos. . se até o Moisés bíblico fazia pilhagens em outros povos que não se curvassem ao seu arrogante Deus Jeovah e por isso condenava à morte os homossexuais. A psicologia de Nare Famakan se assemelha parcialmente ao de Moisés bíblico: “Somos um povo orgulhoso…e um dia seremos uma grande nação” p. mas não escutou: ele a partir daquele momento pertenceria a ela.6 A pedra cinzenta na página seguinte promete várias coisas ao ambicioso Rei Sumanguru: dar-lhe o poder das trevas. a partir daquele momento com o poder misterioso concedido pela pedra cinzenta o Rei Sumanguru se tornou mais arrogante e passou a perseguir implacavelmente os povos e vilarejos vizinhos. Mas o ambicioso Rei não ouve o principal. Quando vejo um homem mau. Assim. 9 A pilhagem fazia parte da economia do deserto e daqueles povos do oriente médio. Mas a onipotência. a astúcia de uma cobra e poder sobre todas as forças da natureza. que todas aquelas benesses tinha um preço e o Rei ouviu. Assim. E na trama da História em Quadrinhos o povo pacífico tem vestes e hábitos bérberes.9 A diferença entre Nare Famakan e o Moisés é pelo fato de que quando Jeovah se zangava. Utilizando sempre do recurso da feitiçaria. a coragem da águia. no seu parecer efeminados demais para pilhar. Moisés era obrigado a matar crianças e velhos de vilarejos infiéis.

dizendo que o príncipe é um menino aleijado. Um mercador avisa ao povo de Mali que o terrível Rei de Sasso quer guerrear com eles e eles se reúnem para decidir como armar-se e com quais estratégias enfrentar o Rei Sumanguru. para atender os desejos do Rei Sumanguru. . O Rei arrogante mais uma vez não escuta a pedra cinzenta e a chuta. Só que essa fama chegou aos ouvidos do Rei Sumanguru. Mas eles riem dele. Lá conhece o pequeno Sundiata e o poupa por achar que ele não representa ameaça. Enquanto Sundiata chora a perda de seus familiares. E logo O Rei de Sasso vence a guerra com sua fetiçaria e comemora os despojos da guerra indo até a aldeia vencida. O povo de Mali avista o exército de Sumanguru se aproximando e o compara com uma nuvem de gafanhotos e resolvem utilizar da estratégia militar do chifre do búfalo.E o povo malinke do Mali fértil. O Rei convoca a pedra cinzenta para ajudá-lo a conquistar o povo de Mali e a mesma informa que basta que ele use os poderes que ela lho concedeu. mas adverte quanto ao pequeno príncipe Sapo. O pequeno príncipe coxo escuta a conversa e diz que quer lutar com eles. seguidor do sábio patriarca Famakan eram hábeis mercadores e tinham muitos bens e por isso conseguiram notoriedade entre os mercadores de outras regiões. que ganancioso resolveu guerrear e conquistar o Mali. Ou seja. sua mãe o consola dizendo que ele será um grande rei no futuro e que deve se entregar aos cuidados do velho xamã da aldeia. O Rei Sumanguru vai para um descampado fora de seu palácio onde soube a notícia de um mercador que passou por Mali e lá invoca a pedra cinzenta. Sumanguru invoca o poder do vento que atira os guerreiros do povo de Mali para longe. Como os boatos se espalham. Lá está ela. a pedra cinzenta não tem a onipresença de Deus – tenha ele o nome que cada cultura queira lhe dar – mas tem ubiqüidade e assim como em todo lugar há um pedra. que inesperadamente aparece.

certamente. Alguns de seus membros são doados. é o sacerdote-escravo do templo. E o nganga comemora porque Sundiata consegue erguer-se. formadas por feiticeiros especializados. o Tio Mussa lhe iniciará nos segredos das táticas de guerra. o serviço religioso tornou-se muito complexo. O que pude entender da trama da HQ é que enquanto o velho xamã ou nganga iniciou Sundiata nos segredos da floresta. pede que o matem e tragam a pele dele. os lugares de culto. tornar-se veloz como a gazela. sabedoria e sua notoriedade foi transmitida pelos mercadores até o Rei de Sasso. as necessidades continuadas dos sistemas de culto e transe não poderiam ser satisfeitas sem a criação e manutenção da base material necessária. Pertencer a uma sociedade secreta dá acesso ao Oculto. (BARBOSA. etc.O termo que Eisner usa na HQ é xamã. Aqui me valo das preciosas informações do historiador negro Wilson Nascimento Barbosa As culturas negras tem nas sociedades secretas importante fonte de sua institucionalidade. e dele deve cuidar toda sua vida. desgraças. mas se o Mali fosse na África central e tivesse um tronco lingüístico bantu. E avisa que ele deverá se preparar para assumir o trono. São comuns as sociedades de sacerdotes. O velho xamã ou nganga entrega um bastão ao pequeno Sundiata e ordena que ele se ponha em pé. Para nós ocidentais e escolarizados parece estranho. Sundiata alega que não conseguirá agüentar o peso das pernas. Sumanguru cético quanto as qualidades guerreiras do “menino” que conheceu há alguns anos atrás. os templos. Pelos planos narrativos o leitor subtende que após isso houve uma iniciação11 ao pequeno Sundiata que conhece os segredos da floresta. cavalo dos deuses. O hieródulo. mas há relatos de mãe que a quilômetros de distância ou até em outros países pressentem que os filhos estão em apuros. Somente a produção material dos elementos de culto consumia grande parte do tempo livre nas sociedades tradicionais. Sundiata era respeitado pelos malinkes pela sua coragem. O abandono de suas funções acarretaria. enquanto outros são requisitados pelos deuses. dando origem a estados teocráticos. através de indicações decifradas pelos guardadores de segredos (os feiticeiros). 1999) 12 É conhecida a típica mediunidade de mãe. o correto é que esse velho que vai cuidar de Sundiata seria um nganga ou um conhecedor das noves portas10. Grande número delas esteve ou está dedicada à defesa das tradições grupais. 11 10 De fato. . habilidoso caçador trazendo alimento para a aldeia. por promessa de suas famílias ou pais. Enquanto isso o Rei Sumanguru continuava pilhando outros povos sem que ninguém contestasse sua perversa soberania. Wilson Nascimento. Em algumas regiões. A velha mãe de Sundiata intui através de sua mediunidade12 que o Rei de Sumanguru quer arrancar a pele de seu filho e pede para ele fugir para casa de um tio.

Sundiata atira a flecha que atinge o braço de Sumanguru. Há uma luta corpo-a-corpo entre Sundiata e Sumanguru. CONSIDERAÇÕES FINAIS . O Tio Mussa avisa ao sobrinho Sundiata que o Rei Sumanguru tem um calcanhar de Aquiles: o esporão de galo. E quando o Rei de Sasso se prepara para lançar mais uma vez o poder do raio. O Exército de Sundiata resolve ir até o Reino de Sasso enfrentá-lo. Sumanguru convoca o poder do raio que abate o cavalo de Sundiata. E nas páginas seguintes passam-se os anos e o Reino de Mali prospera. você agora está pronto para se juntar a mim?” p.30 E súbito se abre uma fenda na rocha e a pedra cinzenta convida Sumanguru para se enconder nela. Basta o sobrinho flechar Sumanguru com o esporão de galo que a magia deste acabará. Sumanguru foge das tropas de Sundiata escalando as montanhas.No vilarejo onde Tio Mussa mora há intercâmbio com os homens que foram derrotados pelas tropas do Rei Sumanguru. E este perde seu poder mágico. Quando Sundiata chega no vilarejo com suas tropas é entronizado Rei do Mali. E Sundiata no topo das montanhas repete a estratégia do chifre do búfalo. E o herói resolve pegar o esporão de galo e armar a flecha. Sundiata procura pelo paradeiro do vilão e quando desce da montanha avisa ao restante da tropa que Sumanguru fugiu para o outro mundo e que os deixará em paz. O Rei Sumanguru consegue derrotar parte do exército de Sundiata invocando o poder do tremor de terra. E lá Sundiata reinou soberano e amado pelo povo até ficar bem velho. E assim a pedra cinzenta termina sua narração com um sorriso misterioso. E no topo da montanha o Rei de Sasso topa com a pedra cinzenta que diz maliciosa: “Então Sumanguru. Sumanguru entra e a caverna se fecha. E estes homens vêem em Sundiata um líder.

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