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Recursos Minerais

Recursos Minerais

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Apresentação sobre os recursos minerais para o 10.º ano
Apresentação sobre os recursos minerais para o 10.º ano

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Os recursos minerais

Carvão

Granito

Diamante

As áreas de exploração dos recursos minerais


Noções básicas
RECURSO NATURAL – tudo o que se encontra disponível na Terra e que pode ser utilizado em benefício da Humanidade. JAZIDA – local onde a elevada concentração de recursos minerais permite a sua exploração. INDÚSTRIA EXTRACTIVA – exploração de recursos não renováveis sem envolver qualquer grau de transformação.

As áreas de exploração dos recursos minerais

Os recursos minerais podem agruparse em:

Minerais metálicos – que compreendem substancias metálicas, como o ferro, o cobre, o volfrâmio, o estanho, o ouro e a prata; Minerais não metálicos – que compreendem substancias não metálicas, como o sal-gema, o quartzo, o caulino ou o diamante;

As áreas de exploração dos recursos minerais

Os recursos minerais podem agruparse em:

Minerais energéticos ou combustíveis fósseis – que podem ser utilizados como fontes de energia, como o carvão, o petróleo, o gás natural, o urânio; Rochas industriais – que destinam, no geral, transformação industrial; se à

As áreas de exploração dos recursos minerais

Os recursos minerais podem agruparse em:

Rochas ornamentais – como o granito e o mármore, muito utilizadas na ornamentação de ruas, edifícios e no mobiliário; Águas minerais e águas de nascente.

As áreas de exploração dos recursos minerais

A industria extractiva Portugal apresenta um subsolo relativamente rico em recursos minerais, que são canalizados, em grande parte, para a produção industrial, para a construção civil e obras públicas e para a produção de energia.

As áreas de exploração dos recursos minerais

Cabe à indústria extractiva destes recursos.

a

exploração

Apesar da relativa riqueza do subsolo do país, a industria extractiva não é suficiente para satisfazer as necessidades internas, não tendo, por isso, um papel de relevo na economia nacional já apresenta as jazidas interior do nas áreas

Em termos da economia regional, um papel importante, uma vez que localizam-se, de um modo geral, no país, proporcionando emprego

A indústria extractiva tem mantido a tendência evidenciada nos últimos anos, de contínua regressão dos

A indústria extractiva

minerais energéticos e dos minérios metálicos, principalmente os de ferro, em consequência, do encerramento de minas de carvão, urânio e de ferro-manganés e do aumento da concorrência internacional que levou a uma diminuição dos preços destes minerais, sobretudo do urânio e do volfrâmio.

Percentagem de indústria por Nut II em relação ao total nacional, em 1998. Fonte: IGM

A indústria extractiva

Contrariamente, as rochas ornamentai s e as rochas industriais

mantiveram os ritmos de crescimento apresentados nos últimos anos, assim como o subsector das águas minerais e de nascente.

Evolução do valor da produção, 1996-2000
Fonte: IGM

A indústria extractiva

As principais produções continuam a ser as rochas ornamentais (os mármores e outras rochas carbonatadas e os granitos), que contribuíram com as maiores quotas do valor total da produção, respectivamente cerca de 22.3% e 21.3%, seguidos dos calcários e dos minérios de cobre, que representam 16.6% e 14.3%.

Principais substâncias produzidas em 2000.
Fonte: IGM

A indústria extractiva

A evolução do comércio externo neste sector revela que o país não é autosuficiente, uma vez que nos últimos anos continua a registar um decréscimo do saldo dos recursos minerais, resultante do aumento crescente das importações em relação às exportações.

Evolução do comércio externo (103 euros)

A indústria extractiva

Em termos sectoriais, os minérios metálicos, as rochas industriais e as rochas ornamentais apresentam um saldo positivo, mas todos os outros subsectores tiveram um saldo negativo.

Estrutura do valor das exportações por subsectores, 2001.
Fonte: IGM

Os minerais energéticos revelam a maior dependência do país em relação ao exterior, pois representam 93.8% do total das importações.

Estrutura do valor das importações por subsectores, 2001.
Fonte: IGM

Unidades geomorfológicas de Portugal Continental

A diversidade dos recursos minerais existentes em Portugal está directamente relacionada com as características geológicas, que determinam a ocorrência e a natureza das jazidas. Distinguem-se três unidades geomorfológicas em Portugal continental: Maciço Hespérico Antigo; ou Maciço


Unidades geomorfológicas, depósitos e minas de • minérios metálicos e não metálicos

Orlas Mezocenozóicas Ocidental e Meridional; Bacias do Tejo e do Sado.

Unidades geomorfológicas de Portugal Continental Maciço Hespérico ou Maciço Antigo

É a unidade geomorfológica mais antiga e extensa, ocupando 70% do território continental. Apresenta uma grande diversidade geológica, com rochas muito antigas e com grau de dureza elevado, como o granito, o xisto, o gnaisse, o quartzito e o micaxisto. É aqui que, devido à riqueza geológica, se localiza a maioria das jazidas de minerais.

Destacam-se as jazidas de minerais Unidades geomorfológicas, metálicos, minerais metálicos depósitos e minas de e de rochas ornamentais minérios metálicos e não (urânio) metálicos cristalinas.

serras da Estrela, Lousã, Açor Portugal e Gardunha) Unidades geomorfológicas de estabelece a fronteira entre as duas áreas Continental com características topográficas distintas:

A Norte da Cordilheira Central, encontram-se 95% das terras com mais de 400 m, por exemplo, o Gerês (1507m), Montezinho

(1438m), Peneda (1416m), entre outras. Constitui, assim, a região mais elevada e acidentada, com sucessivos e elevados alinhamentos montanhosos, com planaltos retalhados por vales profundos e encaixados ou em V;

Unidades depósitos e minas de minérios metálicos e não passar

A Sul, domina a vasta peneplanície alentejana, que é uma superfície de erosão levemente ondulada e de baixa altitude, geomorfológicas, testemunho de relevos que foram, com o dos anos, sendo desgastados pela

Unidades geomorfológicas de Portugal Continental

Orlas Mezocenozóicas Ocidental e Meridional

Unidades geomorfológicas, depósitos e minas de minérios metálicos e não metálicos

Caracterizam-se pela existência de uma menor diversidade geológica, predominando as rochas sedimentares, como as areias, arenitos, margas, argilas e calcários. As jazidas exploradas são de rochas industriais.

Unidades geomorfológicas de Portugal Continental

• Orlas Mezocenozóicas Era Secundária A Orla Ocidental, formada na Ocidental e e comMeridional máxima de 60 Km, estende-se ao uma largura longo do litoral, de Espinho até à Serra da Arrábida. Separa-se do Maciço Antigo por um acidente complexo, que se designa por falha de Coimbra.

A Norte de Coimbra, caracteriza-se por ser baixa e plana, sendo constituída por planícies sedimentares, mas para o interior e para o sul vai-se tornando mais elevada e acidentada. Até um pouco a sul de Coimbra dominam as areias, os arenitos, as margas, a argila e algum calcário. A Sul, essencialmente calcária, dominam as planícies e os baixos planaltos, onde emerge o Maciço Calcário Estremenho que é formado pelas Serras de Aire, Candeeiros, Montejunto e Sicó. A sul deste maciço, surge o Maciço Eruptivo de Sintra, a Serra de Sintra, essencialmente granítica, e a Serra da Arrábida, de natureza

Unidades geomorfológicas, depósitos e minas de minérios metálicos e não

Unidades geomorfológicas de Portugal Continental • Orlas Mezocenozóicas Ocidental e Meridional

Unidades geomorfológicas, depósitos e minas de minérios metálicos e não

A Orla Meridional, de estrutura enrugada é baixa e plana junto à costa do Algarve, tornando-se progressivamente mais elevada para o interior, onde culmina com a serra Algarvia. É essencialmente constituída por calcário, argila, areias e arenitos.

Unidades geomorfológicas de Portugal Continental

Constituem a unidade geomorfológica • Bacias do Tejo e do Sado mais recente do país, formadas na Era Terciária e Quaternária, pela deposição em áreas deprimidas, antes invadidas pelo mar, de sedimentos marinhos e fluviais que, ao emergirem, deram origem às planícies do Tejo e do Sado. Predominam as areias, o cascalho, a argila e algum calcário (rochas sedimentares). Assim , os recursos minerais explorados são, sobretudo, as rochas industriais utilizadas, por exemplo, na indústria da construção civil, do cimento, do vidro e da cerâmica, entre outras.

Unidades geomorfológicas, depósitos e minas de minérios metálicos e não

Unidades geomorfológicas de Portugal Continental Ideias-chave

Podemos inferir que em Portugal a maior parte dos recursos minerais do subsolo se localiza no Maciço Antigo. É neste que se localizam as explorações de ferro, de cobre, de estanho, de volfrâmio, de urânio, de rochas industriais e ornamentais. As Orlas Ocidental e Meridional caracterizam-se pela pouca abundância destes recursos do subsolo, bem como as bacias do Tejo e do Sado.

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