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NOVA LEGISLAÇÃO DE FERTILIZANTES FÓRUM BRASILEIRO DE FERTILIZANTES ANDA IPT São Paulo – maio de
NOVA LEGISLAÇÃO DE FERTILIZANTES FÓRUM BRASILEIRO DE FERTILIZANTES ANDA IPT São Paulo – maio de
NOVA LEGISLAÇÃO DE FERTILIZANTES FÓRUM BRASILEIRO DE FERTILIZANTES ANDA IPT São Paulo – maio de
NOVA LEGISLAÇÃO DE FERTILIZANTES FÓRUM BRASILEIRO DE FERTILIZANTES ANDA IPT São Paulo – maio de

NOVA LEGISLAÇÃO DE FERTILIZANTES

FÓRUM BRASILEIRO DE FERTILIZANTES

ANDA

IPT

São Paulo – maio de 2006

José Guilherme Tollstadius Leal Engenheiro Agrônomo Fiscal Federal Agropecuário Coordenador da CFIC/DFIA/SDA

OBJETIVO DA LEI “ESTABELECER NORMAS GERAIS DIRIGIDAS INDISTINTAMENTE ÀS PESSOAS QUE ESTEJAM EM IDÊNTICA
OBJETIVO DA LEI “ESTABELECER NORMAS GERAIS DIRIGIDAS INDISTINTAMENTE ÀS PESSOAS QUE ESTEJAM EM IDÊNTICA
OBJETIVO DA LEI “ESTABELECER NORMAS GERAIS DIRIGIDAS INDISTINTAMENTE ÀS PESSOAS QUE ESTEJAM EM IDÊNTICA
OBJETIVO DA LEI “ESTABELECER NORMAS GERAIS DIRIGIDAS INDISTINTAMENTE ÀS PESSOAS QUE ESTEJAM EM IDÊNTICA

OBJETIVO DA LEI

“ESTABELECER NORMAS GERAIS DIRIGIDAS INDISTINTAMENTE ÀS PESSOAS QUE ESTEJAM EM IDÊNTICA SITUAÇÃO”

DECRETOS, RESOLUÇÕES E INSTRUÇÕES NORMATIVAS

“DISCIPLINAM A APLICAÇÃO DA LEI À SITUAÇÕES PRÁTICAS”

PRINCÍPIO SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO “OS INTERESSES PÚBLICOS TÊM SUPREMACIA SOBRE OS INDIVIDUAIS”
PRINCÍPIO SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO “OS INTERESSES PÚBLICOS TÊM SUPREMACIA SOBRE OS INDIVIDUAIS”
PRINCÍPIO SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO “OS INTERESSES PÚBLICOS TÊM SUPREMACIA SOBRE OS INDIVIDUAIS”
PRINCÍPIO SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO “OS INTERESSES PÚBLICOS TÊM SUPREMACIA SOBRE OS INDIVIDUAIS”

PRINCÍPIO

SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO

“OS INTERESSES PÚBLICOS TÊM SUPREMACIA SOBRE OS INDIVIDUAIS”

HIERARQUIA NA LEGISLAÇÃO • CONSTITUIÇÃO FEDERAL ASSEMBLÉIA NACIONAL CONSTITUINTE • LEI COMPLEMENTAR CONGRESSO
HIERARQUIA NA LEGISLAÇÃO • CONSTITUIÇÃO FEDERAL ASSEMBLÉIA NACIONAL CONSTITUINTE • LEI COMPLEMENTAR CONGRESSO
HIERARQUIA NA LEGISLAÇÃO • CONSTITUIÇÃO FEDERAL ASSEMBLÉIA NACIONAL CONSTITUINTE • LEI COMPLEMENTAR CONGRESSO
HIERARQUIA NA LEGISLAÇÃO • CONSTITUIÇÃO FEDERAL ASSEMBLÉIA NACIONAL CONSTITUINTE • LEI COMPLEMENTAR CONGRESSO

HIERARQUIA NA LEGISLAÇÃO

CONSTITUIÇÃO FEDERAL ASSEMBLÉIA NACIONAL CONSTITUINTE

LEI COMPLEMENTAR CONGRESSO NACIONAL

LEI ORDINÁRIA CONGRESSO NACIONAL

DECRETO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

INSTRUÇÕES NORMATIVAS, RESOLUÇÕES MINISTÉRIOS, SECRETARIAS, AGÊNCIAS

PORTARIAS, NORMAS INTERNAS, ATOS MINISTÉRIOS, SECRETARIAS, AGÊNCIAS

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA X LEGISLAÇÃO EUROPÉIA DECRETO 2003/2003 – RELATIVO AOS ADUBOS   BRASIL CEE
LEGISLAÇÃO BRASILEIRA X LEGISLAÇÃO EUROPÉIA DECRETO 2003/2003 – RELATIVO AOS ADUBOS   BRASIL CEE
LEGISLAÇÃO BRASILEIRA X LEGISLAÇÃO EUROPÉIA DECRETO 2003/2003 – RELATIVO AOS ADUBOS   BRASIL CEE
LEGISLAÇÃO BRASILEIRA X LEGISLAÇÃO EUROPÉIA DECRETO 2003/2003 – RELATIVO AOS ADUBOS   BRASIL CEE

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA X LEGISLAÇÃO EUROPÉIA

DECRETO 2003/2003 – RELATIVO AOS ADUBOS

 

BRASIL

CEE

REGISTRO DO ESTABELECIMENTO

   

REGISTRO DO PRODUTO

   

INFORMAÇÕES NA ROTULAGEM

   

RASTREABILIDADE

   

CONTROLE DE QUALIDADE REALIZADO PELAS EMPRESAS

   

PREOCUPAÇÃO COM CONTAMINAÇÃO POR ELEMENTOS INDESEJÁVEIS

   

FISCALIZAÇÃO DO PROCESSO INDUSTRIAL

   

FISCALIZAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PRODUTO

   

INCENTIVO A ADOÇÃO DE SISTEMAS DE QUALIDADE BASEADOS NA APPCC -ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE

   
PRINCIPAIS TEMAS PRESENTES NA LEGISLAÇÃO DE FERTILIZANTES • REGISTRO • GARANTIAS E PARÂMETROS DE QUALIDADE
PRINCIPAIS TEMAS PRESENTES NA LEGISLAÇÃO DE FERTILIZANTES • REGISTRO • GARANTIAS E PARÂMETROS DE QUALIDADE
PRINCIPAIS TEMAS PRESENTES NA LEGISLAÇÃO DE FERTILIZANTES • REGISTRO • GARANTIAS E PARÂMETROS DE QUALIDADE
PRINCIPAIS TEMAS PRESENTES NA LEGISLAÇÃO DE FERTILIZANTES • REGISTRO • GARANTIAS E PARÂMETROS DE QUALIDADE

PRINCIPAIS TEMAS PRESENTES NA LEGISLAÇÃO DE FERTILIZANTES

REGISTRO

GARANTIAS E PARÂMETROS DE QUALIDADE DOS INSUMOS

PRODUÇÃO E COMÉRCIO

EMBALAGEM E ROTULAGEM

FISCALIZAÇÃO

SANÇÕES ADMINISTRATIVAS

BASE LEGAL LEI Nº 6.894/1980 DECRETO 4.954/2004 INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA N° 10/2004 FERTILIZANTE MINERAL –
BASE LEGAL LEI Nº 6.894/1980 DECRETO 4.954/2004 INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA N° 10/2004 FERTILIZANTE MINERAL –
BASE LEGAL LEI Nº 6.894/1980 DECRETO 4.954/2004 INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA N° 10/2004 FERTILIZANTE MINERAL –
BASE LEGAL LEI Nº 6.894/1980 DECRETO 4.954/2004 INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA N° 10/2004 FERTILIZANTE MINERAL –
BASE LEGAL
BASE LEGAL

LEI Nº 6.894/1980

DECRETO 4.954/2004

INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA N° 10/2004

DECRETO 4.954/2004 INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA N° 10/2004 FERTILIZANTE MINERAL – IN SARC Nº 10/2004 INOCULANTES

FERTILIZANTE MINERAL – IN SARC Nº

10/2004

INOCULANTES

IN SARC Nº 05/2004

FORMULÁRIOS

Portaria Nº 497/2004

CORRETIVOS

IN SARC Nº 04/2004

SUBSTRATOS

IN SARC nº 14/2004

FERTILIZANTES ORGÂNICOS - IN SDA nº

23/2005

LIMITES PARA CONTAMINANTES

Portaria SDA nº 49/2005

LEI Nº 6.894/1980 OBRIGATORIEDADE DE REGISTRO: • TODA EMPRESA PARA PRODUZIR E COMERCIALIZAR – PRECISA
LEI Nº 6.894/1980 OBRIGATORIEDADE DE REGISTRO: • TODA EMPRESA PARA PRODUZIR E COMERCIALIZAR – PRECISA
LEI Nº 6.894/1980 OBRIGATORIEDADE DE REGISTRO: • TODA EMPRESA PARA PRODUZIR E COMERCIALIZAR – PRECISA
LEI Nº 6.894/1980 OBRIGATORIEDADE DE REGISTRO: • TODA EMPRESA PARA PRODUZIR E COMERCIALIZAR – PRECISA

LEI Nº 6.894/1980

OBRIGATORIEDADE DE REGISTRO:

TODA EMPRESA PARA PRODUZIR E COMERCIALIZAR – PRECISA SER REGISTRADA NO MINISTÉRIO TODO PRODUTO PARA SER COMERCIALIZADO – PRECISA SER REGISTRADO NO MINISTÉRIO

COMERCIALIZADO – PRECISA SER REGISTRADO NO MINISTÉRIO OBRIGATORIEDADE DE REPONSABILIDADE TÉCNICA SANÇÕES: •
COMERCIALIZADO – PRECISA SER REGISTRADO NO MINISTÉRIO OBRIGATORIEDADE DE REPONSABILIDADE TÉCNICA SANÇÕES: •

OBRIGATORIEDADE DE REPONSABILIDADE TÉCNICA

SANÇÕES:

ADVERTÊNCIA MULTA – VALOR PROPORCIONAL A DEFICIÊNCIA N, P, K - ATÉ R$ 19.000,00 CONDENAÇÃO e INUTILIZAÇÃO DO PRODUTO SUSPENSÃO DE REGISTRO CANCELAMENTO DE REGISTRO INTERDIÇÃO DO ESTABELECIMENTO

REGISTRO DE ESTABELECIMENTO •REGISTRO OBRIGATÓRIO •VALIDADE POR 5 ANOS •CONCEDIDO POR UNIDADE DE ESTABELECIMENTO
REGISTRO DE ESTABELECIMENTO •REGISTRO OBRIGATÓRIO •VALIDADE POR 5 ANOS •CONCEDIDO POR UNIDADE DE ESTABELECIMENTO
REGISTRO DE ESTABELECIMENTO •REGISTRO OBRIGATÓRIO •VALIDADE POR 5 ANOS •CONCEDIDO POR UNIDADE DE ESTABELECIMENTO
REGISTRO DE ESTABELECIMENTO •REGISTRO OBRIGATÓRIO •VALIDADE POR 5 ANOS •CONCEDIDO POR UNIDADE DE ESTABELECIMENTO

REGISTRO DE ESTABELECIMENTO

•REGISTRO OBRIGATÓRIO •VALIDADE POR 5 ANOS •CONCEDIDO POR UNIDADE DE ESTABELECIMENTO

REQUISITOS

•COMPROVAÇÃO DA CAPACIDADE TÉCNICA-OPERACIONAL PARA FABRICAR OS PRODUTOS •LICENCIAMENTO AMBIENTAL •REGISTRO NO CONSELHO DE CLASSE (CREA ou CRQ) •RESPONSABILIDADE TÉCNICA •CONTROLE DE QUALIDADE

DECRETO 4.954/2004 CLASSIFICAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS: PRODUTOR (INDÚSTRIA) COMERCIANTE IMPORTADOR EXPORTADOR
DECRETO 4.954/2004 CLASSIFICAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS: PRODUTOR (INDÚSTRIA) COMERCIANTE IMPORTADOR EXPORTADOR
DECRETO 4.954/2004 CLASSIFICAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS: PRODUTOR (INDÚSTRIA) COMERCIANTE IMPORTADOR EXPORTADOR
DECRETO 4.954/2004 CLASSIFICAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS: PRODUTOR (INDÚSTRIA) COMERCIANTE IMPORTADOR EXPORTADOR

DECRETO 4.954/2004

CLASSIFICAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS:

PRODUTOR (INDÚSTRIA) COMERCIANTE IMPORTADOR EXPORTADOR

DECRETO 4.954/2004 PRODUTOS: • REGISTRO DOS PRODUTOS BINÁRIOS E TERNÁRIOS COM BASE APENAS NAS GARANTIAS
DECRETO 4.954/2004 PRODUTOS: • REGISTRO DOS PRODUTOS BINÁRIOS E TERNÁRIOS COM BASE APENAS NAS GARANTIAS
DECRETO 4.954/2004 PRODUTOS: • REGISTRO DOS PRODUTOS BINÁRIOS E TERNÁRIOS COM BASE APENAS NAS GARANTIAS
DECRETO 4.954/2004 PRODUTOS: • REGISTRO DOS PRODUTOS BINÁRIOS E TERNÁRIOS COM BASE APENAS NAS GARANTIAS

DECRETO 4.954/2004 PRODUTOS:

REGISTRO DOS PRODUTOS BINÁRIOS E TERNÁRIOS COM BASE APENAS NAS GARANTIAS DE N-P-K

INCLUSÃO DO SILÍCIO – NUTRIENTE BENÉFICO

PREVISÃO DA NECESSIDADE DE LIMITES DE CONTAMINANTES

PRODUTO NOVO – REGISTRO MEDIANTE COMPROVAÇÃO DA EFICIÊNCIA AGRONÔMICA

AUTORIZAÇÃO PARA UTILIZAÇÃO DE MATERIAL SECUNDÁRIO – EFICIÊNCIA AGRONÔMICA E MEDIANTE ANUÊNCIA DO ÓRGÃO AMBIENTAL

TOLERÂNCIA • TOLERÂNCIA – OS DESVIOS ADMISSÍVEIS ENTRE O RESULTADO ANALÍTICO ENCONTRADO EM RELAÇÃO ÀS
TOLERÂNCIA • TOLERÂNCIA – OS DESVIOS ADMISSÍVEIS ENTRE O RESULTADO ANALÍTICO ENCONTRADO EM RELAÇÃO ÀS
TOLERÂNCIA • TOLERÂNCIA – OS DESVIOS ADMISSÍVEIS ENTRE O RESULTADO ANALÍTICO ENCONTRADO EM RELAÇÃO ÀS
TOLERÂNCIA • TOLERÂNCIA – OS DESVIOS ADMISSÍVEIS ENTRE O RESULTADO ANALÍTICO ENCONTRADO EM RELAÇÃO ÀS

TOLERÂNCIA

TOLERÂNCIA – OS DESVIOS ADMISSÍVEIS ENTRE

O RESULTADO ANALÍTICO ENCONTRADO EM RELAÇÃO ÀS GARANTIAS REGISTRADAS OU DECLARADAS

TOLERÂNCIA Brasil (Deficiência) IN nº. 10, de 28 de Outubro de 2004 Nutrientes Garantias  
TOLERÂNCIA Brasil (Deficiência) IN nº. 10, de 28 de Outubro de 2004 Nutrientes Garantias  
TOLERÂNCIA Brasil (Deficiência) IN nº. 10, de 28 de Outubro de 2004 Nutrientes Garantias  
TOLERÂNCIA Brasil (Deficiência) IN nº. 10, de 28 de Outubro de 2004 Nutrientes Garantias  

TOLERÂNCIA

Brasil (Deficiência)

IN nº. 10, de 28 de Outubro de 2004

Nutrientes

Garantias

 

Tolerância

N, P 2 O 5 ,K 2 O, Ca, Mg, S

< = 5%

 

<

= -15%

   

<

= -10%, sem exceder a

N, P 2 O 5 ,K 2 O, Ca, Mg, S

5-40%

 

1

unidade

N, P 2 O 5 ,K 2 O, Ca, Mg, S

>40%

 

< = -1,5 unidade

   

< = -5%, sem exceder a 2

Somatória NKP

-

 

unidade

Micronutrientes (misturados)

< = 1%

 

< = -20%

Micronutrientes (misturados)

1-5%

 

< = -15%

Micronutrientes (misturados)

> 5%

 

< = -10%

Micronutrientes (isolados ou minerais simples)

Declarado pelo produtor

<

= -10%, sem exceder a

 

1

unidade

TOLERÂNCIA Comparação com a legislação de outros países Fertilizante   Nitrogênio (N)   Garantia
TOLERÂNCIA Comparação com a legislação de outros países Fertilizante   Nitrogênio (N)   Garantia
TOLERÂNCIA Comparação com a legislação de outros países Fertilizante   Nitrogênio (N)   Garantia
TOLERÂNCIA Comparação com a legislação de outros países Fertilizante   Nitrogênio (N)   Garantia

TOLERÂNCIA Comparação com a legislação de outros países

Fertilizante

 

Nitrogênio (N)

 

Garantia

Brasil

Canadá

EUA

CEE

MAP

10

9

9

9,42

8,9

URÉIA

46

44,5

45

45,12

45,4

SULFATO DE AMÔNIO

20

19

19

19,27

19,7

MINERAL MISTO (4-14-8)

4

3,4

3,48

3,51

2,9

MINERAL MISTO (2-20-20)

2

1,7

1,94

1,51

0,9

MINERAL MISTO (8-28-18)

8

7,2

7

7,45

6,9

TOLERÂNCIA • ART. 27 DECRETO 4.954/2004 O PRODUTOR NÃO PODERÁ TIRAR VANTAGEM DAS TOLERÂNCIAS ADMITIDAS
TOLERÂNCIA • ART. 27 DECRETO 4.954/2004 O PRODUTOR NÃO PODERÁ TIRAR VANTAGEM DAS TOLERÂNCIAS ADMITIDAS
TOLERÂNCIA • ART. 27 DECRETO 4.954/2004 O PRODUTOR NÃO PODERÁ TIRAR VANTAGEM DAS TOLERÂNCIAS ADMITIDAS
TOLERÂNCIA • ART. 27 DECRETO 4.954/2004 O PRODUTOR NÃO PODERÁ TIRAR VANTAGEM DAS TOLERÂNCIAS ADMITIDAS

TOLERÂNCIA

ART. 27 DECRETO 4.954/2004

O PRODUTOR NÃO PODERÁ TIRAR VANTAGEM DAS

TOLERÂNCIAS ADMITIDAS EM RELAÇÃO ÀS GARANTIAS DO PRODUTO, POR OCASIÃO DE SUA FABRICAÇÃO

ART. 13º DO REGULAMENTO (CEE) Nº. 2003/2003

O FABRICANTE NÃO PODE TIRAR SISTEMATICAMENE VANTAGEM

DAS TOLERÂNCIAS ESTABELECIDAS NO ANEXO II

NÃO É ADMITIDA QUALQUER TOLERÂNCIA PARA OS TEORES MÍNIMOS E MÁXIMOS ESPECIFICADOS NO ANEXO I

DECRETO 4.954/2004 EMBALAGEM E ROTULAGEM: PRAZO DE VALIDADE PESO OU VOLUME INFORMAÇÕES SOBRE ARMAZENAMENTO E
DECRETO 4.954/2004 EMBALAGEM E ROTULAGEM: PRAZO DE VALIDADE PESO OU VOLUME INFORMAÇÕES SOBRE ARMAZENAMENTO E
DECRETO 4.954/2004 EMBALAGEM E ROTULAGEM: PRAZO DE VALIDADE PESO OU VOLUME INFORMAÇÕES SOBRE ARMAZENAMENTO E
DECRETO 4.954/2004 EMBALAGEM E ROTULAGEM: PRAZO DE VALIDADE PESO OU VOLUME INFORMAÇÕES SOBRE ARMAZENAMENTO E

DECRETO 4.954/2004

EMBALAGEM E ROTULAGEM:

PRAZO DE VALIDADE

PESO OU VOLUME

INFORMAÇÕES SOBRE ARMAZENAMENTO E INSTRUÇÕES DE USO

OBRIGAÇÃO DA DECLARAÇÃO DA QUANTIDADE DE CARGA (EM %), NO CASO DOS FERTILIZANTES MISTOS

PRAZO DE VALIDADE CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA ESTABELECIMENTO DO PRAZO? 10-15-15 00-01-58 02-23-18 02-28-18 3 MESES
PRAZO DE VALIDADE CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA ESTABELECIMENTO DO PRAZO? 10-15-15 00-01-58 02-23-18 02-28-18 3 MESES
PRAZO DE VALIDADE CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA ESTABELECIMENTO DO PRAZO? 10-15-15 00-01-58 02-23-18 02-28-18 3 MESES
PRAZO DE VALIDADE CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA ESTABELECIMENTO DO PRAZO? 10-15-15 00-01-58 02-23-18 02-28-18 3 MESES

PRAZO DE VALIDADE

CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA ESTABELECIMENTO DO PRAZO?

10-15-15

00-01-58

02-23-18

02-28-18

3 MESES ?!?!?

INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA Nº 10/2004 CLASSIFICAÇÃO DOS FERTILIZANTES • NATUREZA: FERTILIZANTE MINERAL •
INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA Nº 10/2004 CLASSIFICAÇÃO DOS FERTILIZANTES • NATUREZA: FERTILIZANTE MINERAL •
INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA Nº 10/2004 CLASSIFICAÇÃO DOS FERTILIZANTES • NATUREZA: FERTILIZANTE MINERAL •
INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA Nº 10/2004 CLASSIFICAÇÃO DOS FERTILIZANTES • NATUREZA: FERTILIZANTE MINERAL •

INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA Nº 10/2004

CLASSIFICAÇÃO DOS FERTILIZANTES

NATUREZA:

FERTILIZANTE MINERAL

CATEGORIA:

SIMPLES

COMPLEXO

MISTO

MODO DE APLICAÇÃO:

VIA FOLIAR VIA SOLO VIA FERTIRRIGAÇÃO VIA HIDROPONIA VIA SEMENTE

FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES: • NATUREZA FÍSICA •
FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES: • NATUREZA FÍSICA •
FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES: • NATUREZA FÍSICA •
FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES: • NATUREZA FÍSICA •

FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES:

NATUREZA FÍSICA

TOLERÂNCIAS

ESPECIFICAÇÃO POR MODO DE USO

EMBALAGEM E ROTULAGEM

INCLUSÃO DE NOVOS FERTILIZANTES MINERAIS SIMPLES

LIMITAÇÃO DO USO DE CARGA – MÁXIMO 10% NAS MISTURAS

RELAÇÃO DE AGENTES QUELANTES, ADITIVOS E MATERIAL AUTORIZADO PARA USO COMO CARGA

FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 • GRANULADO E MISTURA DE GRÂNULOS 4 mm
FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 • GRANULADO E MISTURA DE GRÂNULOS 4 mm
FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 • GRANULADO E MISTURA DE GRÂNULOS 4 mm
FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 • GRANULADO E MISTURA DE GRÂNULOS 4 mm

FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004

GRANULADO E MISTURA DE GRÂNULOS

FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 • GRANULADO E MISTURA DE GRÂNULOS 4 mm 1

4 mm

FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 • GRANULADO E MISTURA DE GRÂNULOS 4 mm 1

1 mm

FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 • GRANULADO E MISTURA DE GRÂNULOS 4 mm 1

0,5 mm

ESPECIFICAÇÕES GRANULOMÉTRICAS PARA PRODUTOS SÓLIDOS NATUREZA FÍSICA     ESPECIFICAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES GRANULOMÉTRICAS PARA PRODUTOS SÓLIDOS NATUREZA FÍSICA     ESPECIFICAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES GRANULOMÉTRICAS PARA PRODUTOS SÓLIDOS NATUREZA FÍSICA     ESPECIFICAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES GRANULOMÉTRICAS PARA PRODUTOS SÓLIDOS NATUREZA FÍSICA     ESPECIFICAÇÃO

ESPECIFICAÇÕES GRANULOMÉTRICAS PARA PRODUTOS SÓLIDOS

NATUREZA FÍSICA

   

ESPECIFICAÇÃO GRANULOMÉTRICA

 

Peneira

Passante

Retido

GRANULADO

E

MISTURA

4

mm (ABNT nº 5)

95% mínimo 5% máximo

5% máximo 95% mínimo

GRANULADA

1

mm (ABNT nº 18)

MISTURA DE GRÂNULOS

4

mm (ABNT nº 5)

95% mínimo 5% máximo

5% máximo 95% mínimo

1

mm (ABNT nº 18)

MICROGRANULADO

 

2,8 mm (ABNT nº 7)

90% mínimo

10% máximo 90% mínimo

1

mm (ABNT nº 18)

10% máximo

 

2,0 mm (ABNT nº 10) 0,84 mm (ABNT nº 20) 0,3 mm (ABNT nº 50)

100%

0%

70% mínimo 50% mínimo

30% máximo 50% máximo

FARELADO

3,36 mm (ABNT nº 6) 0,5 mm (ABNT nº 35)

95% mínimo 25% máximo

5% máximo 75% mínimo

   

4,8mm (ABNT nº 4) 1,0 mm (ABNT nº 18)

100%

0%

FARELADO GROSSO

20% máximo

80% mínimo

SEM ESPECIFICAÇÃO GRANULOMÉTRICA – PARA FERTILIZANTE MINERAL MISTO

FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 EXPRESSÃO DOS TEORES DE NUTRIENTES: NITROGÊNIO – TEOR
FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 EXPRESSÃO DOS TEORES DE NUTRIENTES: NITROGÊNIO – TEOR
FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 EXPRESSÃO DOS TEORES DE NUTRIENTES: NITROGÊNIO – TEOR
FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 EXPRESSÃO DOS TEORES DE NUTRIENTES: NITROGÊNIO – TEOR

FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004

EXPRESSÃO DOS TEORES DE NUTRIENTES:

NITROGÊNIO – TEOR TOTAL POTÁSSIO – ÓXIDO DE POTÁSSIO (K 2 O) FÓSFORO – PENTÓXIDO DE FÓSFORO (P 2 O 5 ) TOTAL, AC a 2%, CNA + ÁGUA e ÁGUA CÁLCIO, MAGNÉSIO E ENXOFRE – TEOR TOTAL MICRONUTRIENTES – B, Cl, Co, Cu, Fe, Mn, Mo, Si e Zn – TEOR

TOTAL (FACULTADA DECLARAÇÃO DE SOLUBILIDADE EM ÁGUA)

SOLÚVEL EM ÁGUA – FOLIAR, FERTIRRIGAÇÃO E HIDROPONIA

FERTILIZANTES MINERAIS SIMPLES ESPECIFICAÇÕES E GARANTIAS MÍNIMAS
FERTILIZANTES MINERAIS SIMPLES ESPECIFICAÇÕES E GARANTIAS MÍNIMAS
FERTILIZANTES MINERAIS SIMPLES ESPECIFICAÇÕES E GARANTIAS MÍNIMAS
FERTILIZANTES MINERAIS SIMPLES ESPECIFICAÇÕES E GARANTIAS MÍNIMAS

FERTILIZANTES MINERAIS

SIMPLES

ESPECIFICAÇÕES E GARANTIAS MÍNIMAS

GARANTIAS MÍNIMAS FERTILIZANTES MINERAIS SIMPLES ANEXO II – IN SARC Nº10/2004 EXEMPLOS: FERTILIZANTE GARANTIA
GARANTIAS MÍNIMAS FERTILIZANTES MINERAIS SIMPLES ANEXO II – IN SARC Nº10/2004 EXEMPLOS: FERTILIZANTE GARANTIA
GARANTIAS MÍNIMAS FERTILIZANTES MINERAIS SIMPLES ANEXO II – IN SARC Nº10/2004 EXEMPLOS: FERTILIZANTE GARANTIA
GARANTIAS MÍNIMAS FERTILIZANTES MINERAIS SIMPLES ANEXO II – IN SARC Nº10/2004 EXEMPLOS: FERTILIZANTE GARANTIA

GARANTIAS MÍNIMAS FERTILIZANTES MINERAIS SIMPLES ANEXO II – IN SARC Nº10/2004 EXEMPLOS:

FERTILIZANTE

GARANTIA

 

CARACTERÍSTICA

 

OBTENÇÃO

 

OBSERVAÇÃO

MÍNIMA

   

Cloreto de

58% de K 2 O

Potássio na forma de Cloreto

 

A partir de sais brutos de Potássio por dissoluções seletivas, flotação ou outros métodos de

separação.

Mínimo de 45% de Cloro (Cl).

Potássio

determinado como K 2 O solúvel em água

 
   

Fosfato

9% de N 48% de P 2 O 5

Fósforo determina-do em P 2 O 5 solúvel em citrato neutro de amônio mais água e mínimo de 44% solúvel em água. Nitrogênio na forma amoniacal.

Reação

do

Ácido

 

Monoamônico

Fosfórico

com

(MAP)

 

Amônia

Nitrato de Amônio

32% de N

O

Nitrogênio

deverá

estar

50%

na

Neutralização do Ácido Nítrico pela Amônia Anidra

 

forma amoniacal e 50% na forma nítrica.

 

Nitrato de Cálcio

14% de N 16% de Ca

Nitrogênio na forma nítrica, podendo ter até 1,5% na forma amoniacal

Reação de Ácido Nítrico

 

com

Óxido

ou

 

Carbonato

de

 

Cálcio.

FERTILIZANTES MINERAIS MISTOS E COMPLEXOS ESPECIFICAÇÕES E GARANTIAS MÍNIMAS
FERTILIZANTES MINERAIS MISTOS E COMPLEXOS ESPECIFICAÇÕES E GARANTIAS MÍNIMAS
FERTILIZANTES MINERAIS MISTOS E COMPLEXOS ESPECIFICAÇÕES E GARANTIAS MÍNIMAS
FERTILIZANTES MINERAIS MISTOS E COMPLEXOS ESPECIFICAÇÕES E GARANTIAS MÍNIMAS

FERTILIZANTES MINERAIS

MISTOS E COMPLEXOS

ESPECIFICAÇÕES E GARANTIAS MÍNIMAS

FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 FERTILIZANTES MISTOS E COMPLEXOS PARA APLICAÇÃO NO SOLO
FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 FERTILIZANTES MISTOS E COMPLEXOS PARA APLICAÇÃO NO SOLO
FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 FERTILIZANTES MISTOS E COMPLEXOS PARA APLICAÇÃO NO SOLO
FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004 FERTILIZANTES MISTOS E COMPLEXOS PARA APLICAÇÃO NO SOLO

FERTILIZANTES MINERAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº 10/2004

FERTILIZANTES MISTOS E COMPLEXOS PARA APLICAÇÃO NO SOLO – MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS

TIPO DE FERTILIZANTE NPK NP NK PK SOMA DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS (% EM PESO) SÓLIDOS

TIPO DE FERTILIZANTE

NPK

NP

NK

PK

SOMA DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS (% EM PESO)

SOMA DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS (% EM PESO)

SÓLIDOS

21

18

18

18

FLUIDOS

18

15

15

15

FERTILIZANTES PARA FERTIRRIGAÇÃO E HIDROPONIA
FERTILIZANTES PARA FERTIRRIGAÇÃO E HIDROPONIA
FERTILIZANTES PARA FERTIRRIGAÇÃO E HIDROPONIA
FERTILIZANTES PARA FERTIRRIGAÇÃO E HIDROPONIA

FERTILIZANTES PARA

FERTIRRIGAÇÃO E HIDROPONIA

FERTILIZANTES MINERAIS PARA FERTIRRIGAÇÃO NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA •SOLUBILIDADE EM ÁGUA – g/l a 20
FERTILIZANTES MINERAIS PARA FERTIRRIGAÇÃO NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA •SOLUBILIDADE EM ÁGUA – g/l a 20
FERTILIZANTES MINERAIS PARA FERTIRRIGAÇÃO NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA •SOLUBILIDADE EM ÁGUA – g/l a 20
FERTILIZANTES MINERAIS PARA FERTIRRIGAÇÃO NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA •SOLUBILIDADE EM ÁGUA – g/l a 20

FERTILIZANTES MINERAIS PARA FERTIRRIGAÇÃO NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA

•SOLUBILIDADE EM ÁGUA – g/l a 20 ° C •ÍNDICE SALINO •RESÍDUO SÓLIDO MÁXIMO:

1% SOLUÇÕES E SÓLIDOS 5% SUSPENSÕES

FERTILIZANTES MINERAIS PARA CULTIVO HIDROPÔNICO NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA NUTRIENTES •GARANTIAS INFORMADAS PELOS
FERTILIZANTES MINERAIS PARA CULTIVO HIDROPÔNICO NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA NUTRIENTES •GARANTIAS INFORMADAS PELOS
FERTILIZANTES MINERAIS PARA CULTIVO HIDROPÔNICO NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA NUTRIENTES •GARANTIAS INFORMADAS PELOS
FERTILIZANTES MINERAIS PARA CULTIVO HIDROPÔNICO NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA NUTRIENTES •GARANTIAS INFORMADAS PELOS

FERTILIZANTES MINERAIS PARA CULTIVO HIDROPÔNICO NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA

NUTRIENTES •GARANTIAS INFORMADAS PELOS FABRICANTES

•SOLUBILIDADE EM ÁGUA - g/l a 20 ° C •ÍNDICE SALINO •pH •CONDUTIVIDADE ELÉTRICA – mS/cm

FERTILIZANTES PARA APLICAÇÃO FOLIAR E VIA SEMENTE
FERTILIZANTES PARA APLICAÇÃO FOLIAR E VIA SEMENTE
FERTILIZANTES PARA APLICAÇÃO FOLIAR E VIA SEMENTE
FERTILIZANTES PARA APLICAÇÃO FOLIAR E VIA SEMENTE

FERTILIZANTES PARA

APLICAÇÃO FOLIAR

E

VIA SEMENTE

FERTILIZANTES MINERAIS FOLIARES NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA RESÍDUO SÓLIDO MÁXIMO: 1% SOLUÇÕES E SÓLIDOS
FERTILIZANTES MINERAIS FOLIARES NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA RESÍDUO SÓLIDO MÁXIMO: 1% SOLUÇÕES E SÓLIDOS
FERTILIZANTES MINERAIS FOLIARES NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA RESÍDUO SÓLIDO MÁXIMO: 1% SOLUÇÕES E SÓLIDOS
FERTILIZANTES MINERAIS FOLIARES NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA RESÍDUO SÓLIDO MÁXIMO: 1% SOLUÇÕES E SÓLIDOS

FERTILIZANTES MINERAIS FOLIARES NUTRIENTES SOLÚVEIS EM ÁGUA

RESÍDUO SÓLIDO MÁXIMO:

1% SOLUÇÕES E SÓLIDOS

FERTILIZANTES MINERAIS PARA APLICAÇÃO VIA SEMENTE

DEVE CONTER PELO MENOS UM MICRONUTRIENTE

•ÍNDICE SALINO

•CONDUTIVIDADE ELÉTRICA – ms/cm

IMPORTAÇÃO
IMPORTAÇÃO
IMPORTAÇÃO
IMPORTAÇÃO

IMPORTAÇÃO

INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº. 14/2003 A IMPORTAÇÃO DE FERTILIZANTES E DE SUAS MATÉRIAS-PRIMAS ESTÁ SUJEITA
INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº. 14/2003 A IMPORTAÇÃO DE FERTILIZANTES E DE SUAS MATÉRIAS-PRIMAS ESTÁ SUJEITA
INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº. 14/2003 A IMPORTAÇÃO DE FERTILIZANTES E DE SUAS MATÉRIAS-PRIMAS ESTÁ SUJEITA
INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº. 14/2003 A IMPORTAÇÃO DE FERTILIZANTES E DE SUAS MATÉRIAS-PRIMAS ESTÁ SUJEITA

INSTRUÇÃO NORMATIVA SARC Nº. 14/2003 A IMPORTAÇÃO DE FERTILIZANTES E DE SUAS MATÉRIAS-PRIMAS ESTÁ SUJEITA À AUTORIZAÇÃO PRÉVIA AO EMBARQUE E AO DEFEDIMENTO NO PONTO DE INGRESSO DA MERCADORIA NO PAÍS

PROCEDIMENTO

ANTES DO EMBARQUE:

• PREENCHER O LICENCIAMENTO DE IMPORTAÇÃO (LI) NO SISCOMEX

• APRESENTAR REQUERIMENTO DE IMPORTAÇÃO À SFA-UF

• AUTORIZAÇÃO NO SISCOMEX

PARA DESPACHO ADUANEIRO:

• SOLICITAR AO POSTO DO MAPA O DEFERIMENTO DO LI, ACOMPANHADO DO CERTIFICADO DE ANÁLISE E DOCUMENTO DE EMBARQUE (BL)

• DEFERIMENTO NO SISCOMEX

• REGISTRAR DECLARAÇÃO DE IMPORTAÇÃO (DI) NA RECEITA FEDERAL

NORMAS EM REVISÃO
NORMAS EM REVISÃO
NORMAS EM REVISÃO
NORMAS EM REVISÃO

NORMAS EM REVISÃO

• FERTILIZANTES MINERAIS – IN SARC Nº. 10, DE 2004 • MÉTODOS OFICIAIS DE ANÁLISE
• FERTILIZANTES MINERAIS – IN SARC Nº. 10, DE 2004 • MÉTODOS OFICIAIS DE ANÁLISE
• FERTILIZANTES MINERAIS – IN SARC Nº. 10, DE 2004 • MÉTODOS OFICIAIS DE ANÁLISE
• FERTILIZANTES MINERAIS – IN SARC Nº. 10, DE 2004 • MÉTODOS OFICIAIS DE ANÁLISE

FERTILIZANTES MINERAIS – IN SARC Nº. 10, DE 2004

MÉTODOS OFICIAIS DE ANÁLISE – PORTARIA Nº. 31, DE 1982

IMPORTAÇÃO – IN SARC Nº. 14, DE 2003

MODELO DE RELATÓRIO TRIMESTRAL

PROCEDIMENTOS DE REGISTRO E FISCALIZAÇÃO – MANUAL DE SERVIÇO

TEMAS A SEREM REGULAMENTADOS
TEMAS A SEREM REGULAMENTADOS
TEMAS A SEREM REGULAMENTADOS
TEMAS A SEREM REGULAMENTADOS

TEMAS A SEREM REGULAMENTADOS

LIMITES DE CONTAMINANTES FERTILIZANTES MINERAIS METAL PESADO P 2 O 5 – mg/kg por ponto
LIMITES DE CONTAMINANTES FERTILIZANTES MINERAIS METAL PESADO P 2 O 5 – mg/kg por ponto
LIMITES DE CONTAMINANTES FERTILIZANTES MINERAIS METAL PESADO P 2 O 5 – mg/kg por ponto
LIMITES DE CONTAMINANTES FERTILIZANTES MINERAIS METAL PESADO P 2 O 5 – mg/kg por ponto

LIMITES DE CONTAMINANTES

FERTILIZANTES MINERAIS

METAL PESADO

P 2 O 5 – mg/kg por ponto %

SOMA DE MICRONUTRIENTES - mg/kg por ponto %

VALOR MÁXIMO NA MASSA TOTAL (mg/kg)

ARSÊNIO (As)

     

CÁDMIO (Cd)

 

CHUMBO (Pb)

X

Y

 

CROMO (Cr)

 

MERCÚRIO (Hg)

FORNECEDORES DE MICRONUTRIENTES

COM FÓSFORO E SEM MICRONUTRIENTES

COM FÓSFORO E COM MICRONUTRIENTES

COM N e/ou K 2 O, SEM FÓSFORO E COM MICRONUTRIENTES

COM N e/ou K O e/ou MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS, SEM FÓSFORO E SEM MICRONUTRIENTES – VALOR MÁXIMO NA MASSA TOTAL

2

NORMA PARA ADESÃO AO SISTEMA DE ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE –
NORMA PARA ADESÃO AO SISTEMA DE ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE –
NORMA PARA ADESÃO AO SISTEMA DE ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE –
NORMA PARA ADESÃO AO SISTEMA DE ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE –

NORMA PARA ADESÃO AO SISTEMA DE ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE – APPCC E CRIAÇÃO DE MARCA DE CONFORMIDADE

APPCC – É UM SISTEMA QUE PERMITE IDENTIFICAR O PERIGO, DETERMINAR O PONTO CRÍTICO E INDICAR O CONTROLE IMEDIATO

NORMAS

MAPA

ENTIDADE

CERTIFICADORA

O E INDICAR O CONTROLE IMEDIATO NORMAS MAPA ENTIDADE CERTIFICADORA ADESÃO DAS EMPRESAS MARCA DE CONFORMIDADE
O E INDICAR O CONTROLE IMEDIATO NORMAS MAPA ENTIDADE CERTIFICADORA ADESÃO DAS EMPRESAS MARCA DE CONFORMIDADE
O E INDICAR O CONTROLE IMEDIATO NORMAS MAPA ENTIDADE CERTIFICADORA ADESÃO DAS EMPRESAS MARCA DE CONFORMIDADE
O E INDICAR O CONTROLE IMEDIATO NORMAS MAPA ENTIDADE CERTIFICADORA ADESÃO DAS EMPRESAS MARCA DE CONFORMIDADE
O E INDICAR O CONTROLE IMEDIATO NORMAS MAPA ENTIDADE CERTIFICADORA ADESÃO DAS EMPRESAS MARCA DE CONFORMIDADE
ADESÃO DAS EMPRESAS

ADESÃO DAS EMPRESAS

ADESÃO DAS EMPRESAS
ADESÃO DAS EMPRESAS
O E INDICAR O CONTROLE IMEDIATO NORMAS MAPA ENTIDADE CERTIFICADORA ADESÃO DAS EMPRESAS MARCA DE CONFORMIDADE

MARCA DE CONFORMIDADE

• CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES DE PESQUISA • PROTOCOLO DE PESQUISA – AVALIAÇÃO DE EFICIÊNCIA AGRONÔMICA
• CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES DE PESQUISA • PROTOCOLO DE PESQUISA – AVALIAÇÃO DE EFICIÊNCIA AGRONÔMICA
• CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES DE PESQUISA • PROTOCOLO DE PESQUISA – AVALIAÇÃO DE EFICIÊNCIA AGRONÔMICA
• CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES DE PESQUISA • PROTOCOLO DE PESQUISA – AVALIAÇÃO DE EFICIÊNCIA AGRONÔMICA

CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES DE PESQUISA

PROTOCOLO DE PESQUISA – AVALIAÇÃO DE

EFICIÊNCIA AGRONÔMICA PARA PRODUTOS NOVOS

CREDENCIAMENTO NA ORIGEM DE EXPORTADORES DE FERTILIZANTES PARA O MERCADO NACIONAL

DESTINAÇÃO, APROVEITAMENTO OU

REAPROVEITAMENTO DE PRODUTOS – NO CASO DE APREENSÃO

FISCALIZAÇÃO
FISCALIZAÇÃO
FISCALIZAÇÃO
FISCALIZAÇÃO

FISCALIZAÇÃO

FISCALIZAÇÃO “ação direta do poder público de caráter obrigatório, para verificação do cumprimento da lei”
FISCALIZAÇÃO “ação direta do poder público de caráter obrigatório, para verificação do cumprimento da lei”
FISCALIZAÇÃO “ação direta do poder público de caráter obrigatório, para verificação do cumprimento da lei”
FISCALIZAÇÃO “ação direta do poder público de caráter obrigatório, para verificação do cumprimento da lei”

FISCALIZAÇÃO

“ação direta do poder público de caráter obrigatório, para verificação do cumprimento da lei”

EXECUTADA POR 130 FISCAIS FEDERAIS AGROPECUARIOS DAS SUPERINTENDENCIAS DO MAPA

“Verifica-se: as condições de armazenamento das matérias-primas e produtos acabados, funcionamento adequado dos equipamentos de produção, o controle de qualidade adotado pelas empresas, alem da conformidade dos rótulos, embalagens, material de propaganda e divulgação, emissão de documentos fiscais.” “Coleta de amostras para realização de análises fiscais, visando verificação da conformidade da qualidade dos insumos”.

AMOSTRAGEM •AMOSTRAGEM SEGUE PROCEDIMENTOS DEFINIDOS (IN MAPA Nº. 10, DE 2004) •FACULTATIVAMENTE, PODE SER
AMOSTRAGEM •AMOSTRAGEM SEGUE PROCEDIMENTOS DEFINIDOS (IN MAPA Nº. 10, DE 2004) •FACULTATIVAMENTE, PODE SER
AMOSTRAGEM •AMOSTRAGEM SEGUE PROCEDIMENTOS DEFINIDOS (IN MAPA Nº. 10, DE 2004) •FACULTATIVAMENTE, PODE SER
AMOSTRAGEM •AMOSTRAGEM SEGUE PROCEDIMENTOS DEFINIDOS (IN MAPA Nº. 10, DE 2004) •FACULTATIVAMENTE, PODE SER

AMOSTRAGEM

•AMOSTRAGEM SEGUE PROCEDIMENTOS DEFINIDOS (IN MAPA Nº. 10, DE 2004) •FACULTATIVAMENTE, PODE SER UTILIZADO O PROCEDIMENTO ADOTADO PELAS EMPRESAS

ANÁLISE FISCAL DOS PRODUTOS

•EFETUADA EM LABORATÓRIOS OFICIAIS OU CREDENCIADOS •MÉTODOS DEFINIDOS (OFICIAIS)

O INTERESSADO QUE NÃO CONCORDAR COM O RESULTADO DA ANÁLISE FISCAL PODE SOLICITAR A REALIZAÇÃO DA ANÁLISE PERICIAL

Amostra fiscal Análise laboratorial laudo certificação Conformidade arquivamento Inconformidade Análise pericial
Amostra fiscal Análise laboratorial laudo certificação Conformidade arquivamento Inconformidade Análise pericial
Amostra fiscal Análise laboratorial laudo certificação Conformidade arquivamento Inconformidade Análise pericial
Amostra fiscal Análise laboratorial laudo certificação Conformidade arquivamento Inconformidade Análise pericial
Amostra fiscal

Amostra fiscal

Amostra fiscal
Amostra fiscal
Amostra fiscal Análise laboratorial laudo certificação Conformidade arquivamento Inconformidade Análise pericial
Análise laboratorial laudo

Análise laboratorial laudo

Análise laboratorial laudo
Análise laboratorial laudo
Amostra fiscal Análise laboratorial laudo certificação Conformidade arquivamento Inconformidade Análise pericial

certificação

Amostra fiscal Análise laboratorial laudo certificação Conformidade arquivamento Inconformidade Análise pericial
Conformidade

Conformidade

Conformidade
Conformidade
arquivamento
arquivamento
laboratorial laudo certificação Conformidade arquivamento Inconformidade Análise pericial arquivamento Auto de
Inconformidade Análise pericial
Inconformidade
Análise pericial
arquivamento
arquivamento

Auto de infração

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL AUTO DE INFRAÇÃO DEFESA RELATO JULGAMENTO EM 1ª INSTÂNCIA ARQUIVAMENTO
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL AUTO DE INFRAÇÃO DEFESA RELATO JULGAMENTO EM 1ª INSTÂNCIA ARQUIVAMENTO
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL AUTO DE INFRAÇÃO DEFESA RELATO JULGAMENTO EM 1ª INSTÂNCIA ARQUIVAMENTO
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL AUTO DE INFRAÇÃO DEFESA RELATO JULGAMENTO EM 1ª INSTÂNCIA ARQUIVAMENTO

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL

AUTO DE INFRAÇÃO DEFESA RELATO JULGAMENTO EM 1ª INSTÂNCIA ARQUIVAMENTO NOTIFICAÇÃO RECURSO ADMINISTRATIVO
AUTO DE INFRAÇÃO
DEFESA
RELATO
JULGAMENTO EM 1ª INSTÂNCIA
ARQUIVAMENTO
NOTIFICAÇÃO
RECURSO ADMINISTRATIVO
EXECUÇÃO DA SANÇÃO
RELATO
NOTIFICAÇÃO
JULGAMENTO EM 2ª INSTÂNCIA
FISCALIZAÇÃO RESULTADOS EM 2005 Fiscalização em estabelecimentos (EP/EC/EI/EE) 2.184 Fiscalização em
FISCALIZAÇÃO RESULTADOS EM 2005 Fiscalização em estabelecimentos (EP/EC/EI/EE) 2.184 Fiscalização em
FISCALIZAÇÃO RESULTADOS EM 2005 Fiscalização em estabelecimentos (EP/EC/EI/EE) 2.184 Fiscalização em
FISCALIZAÇÃO RESULTADOS EM 2005 Fiscalização em estabelecimentos (EP/EC/EI/EE) 2.184 Fiscalização em

FISCALIZAÇÃO RESULTADOS EM 2005

Fiscalização em estabelecimentos (EP/EC/EI/EE)

2.184

Fiscalização em produtos

4.260

Amostras coletadas fertilizante mineral

3.081

Fertilizante mineral amostrado (ton)

558.740

Amostras analisadas Fertilizante mineral

3.000

Fertilizante mineral analisado (ton)

631.673

Registro de Estabelecimento Concedido

833

Registro de Produto Concedido

20.104

QUALIDADE
QUALIDADE
QUALIDADE
QUALIDADE

QUALIDADE

CONFORMIDADE DOS INSUMOS Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80
CONFORMIDADE DOS INSUMOS Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80
CONFORMIDADE DOS INSUMOS Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80
CONFORMIDADE DOS INSUMOS Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80

CONFORMIDADE DOS INSUMOS

Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%)

100

95

90

85

80

75

70

65

60

Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60

96

91

91

Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
84
84
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60

87

Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60
Taxa de conformidade de fertilizantes minerais (%) 100 95 90 85 80 75 70 65 60

2002

2003

2004

2005

INFORMAÇÕES BASEADAS NOS RESULTADOS DAS ANÁLISES FISCAIS

CONFORMIDADE DOS INSUMOS 98,02 93,41 92,17 89,58 2005 2004 100 95 90 85 80 75
CONFORMIDADE DOS INSUMOS 98,02 93,41 92,17 89,58 2005 2004 100 95 90 85 80 75
CONFORMIDADE DOS INSUMOS 98,02 93,41 92,17 89,58 2005 2004 100 95 90 85 80 75
CONFORMIDADE DOS INSUMOS 98,02 93,41 92,17 89,58 2005 2004 100 95 90 85 80 75

CONFORMIDADE DOS INSUMOS

98,02 93,41 92,17 89,58 2005
98,02
93,41
92,17
89,58
2005

2004

100

95

90

85

80

75

70

65

60

fertilizantes simples e complexosfertilizantes mistos

fertilizantes mistosfertilizantes simples e complexos

INFORMAÇÕES BASEADAS NOS RESULTADOS DAS ANÁLISES FISCAIS

CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 1997 a 2004 K 2 O
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 1997 a 2004 K 2 O
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 1997 a 2004 K 2 O
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 1997 a 2004 K 2 O

CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 1997 a 2004

K 2 O

P 2 O 5

N

5,4% 70 1312 2,4% 31 1284 2,9% 35 1204 0 200 400 600 800 1000
5,4%
70
1312
2,4%
31
1284
2,9%
35
1204
0
200
400
600
800
1000
1200
1400
média anual de determinações
média anual de resultados fora da garantia
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 2005 POTÁSSIO (K2O) FÓSFORO (P2O5)
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 2005 POTÁSSIO (K2O) FÓSFORO (P2O5)
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 2005 POTÁSSIO (K2O) FÓSFORO (P2O5)
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 2005 POTÁSSIO (K2O) FÓSFORO (P2O5)

CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 2005

POTÁSSIO (K2O)

FÓSFORO (P2O5)

NITROGÊNIO (N)

19,1% 200 1042 5,4% 54 999 5,9% 64 1088 0 200 400 600 800 1000
19,1%
200
1042
5,4%
54
999
5,9%
64
1088
0
200
400
600
800
1000
1200
total de determinações
resultado fora da garantia
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 2004 MÉDIA DAS GARANTIAS X MÉDIA
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 2004 MÉDIA DAS GARANTIAS X MÉDIA
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 2004 MÉDIA DAS GARANTIAS X MÉDIA
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 2004 MÉDIA DAS GARANTIAS X MÉDIA

CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES PRIMÁRIOS – LANAGRO/MG 2004

MÉDIA DAS GARANTIAS X MÉDIA DOS RESULTADOS

 

N

P 2 0 5 (CNA)

K

2 0

     

GARANTIDO

?

10,65

19,00

15,70

 
 

10,36

  10,36 20,97 15,25

20,97

15,25

  10,36 20,97 15,25

RESULTADO DAS ANÁLISES FISCAIS

GARANTIDO ? 10,65 19,00 15,70     10,36 20,97 15,25 RESULTADO DAS ANÁLISES FISCAIS
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS - LANAGRO/MG 1997 a 2004 1,1% 4 ENXOFRE
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS - LANAGRO/MG 1997 a 2004 1,1% 4 ENXOFRE
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS - LANAGRO/MG 1997 a 2004 1,1% 4 ENXOFRE
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS - LANAGRO/MG 1997 a 2004 1,1% 4 ENXOFRE

CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS - LANAGRO/MG 1997 a 2004

1,1% 4 ENXOFRE (S) 350 0,9% 2 MAGNÉSIO (Mg) 172 1,0% 3 CÁLCIO (Ca) 314
1,1%
4
ENXOFRE (S)
350
0,9%
2
MAGNÉSIO (Mg)
172
1,0%
3
CÁLCIO (Ca)
314
0
50
100
150
200
250
300
350
400
média anual de determinações
média anual de resultados fora da garantia
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS - LANAGRO/MG 2005 ENXOFRE (S) MAGNÉSIO (Mg)
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS - LANAGRO/MG 2005 ENXOFRE (S) MAGNÉSIO (Mg)
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS - LANAGRO/MG 2005 ENXOFRE (S) MAGNÉSIO (Mg)
CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS - LANAGRO/MG 2005 ENXOFRE (S) MAGNÉSIO (Mg)

CONFORMIDADE QUANTO ÀS GARANTIAS DOS MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS - LANAGRO/MG 2005

ENXOFRE (S)

MAGNÉSIO (Mg)

CÁLCIO (Ca)

1,4% 10 700 2,8% 4 145 1,6% 8 492
1,4%
10
700
2,8%
4
145
1,6%
8
492

0

100

200

300

400

500

600

700

800

total de determinações resultado fora da garantia

total de determinações

total de determinações resultado fora da garantia

resultado fora da garantia

RESULTADO ESPERADO – ATÉ 2007 (PPA) MELHORIA DA QUALIDADE DOS INSUMOS Taxa de conformidade esperada
RESULTADO ESPERADO – ATÉ 2007 (PPA) MELHORIA DA QUALIDADE DOS INSUMOS Taxa de conformidade esperada
RESULTADO ESPERADO – ATÉ 2007 (PPA) MELHORIA DA QUALIDADE DOS INSUMOS Taxa de conformidade esperada
RESULTADO ESPERADO – ATÉ 2007 (PPA) MELHORIA DA QUALIDADE DOS INSUMOS Taxa de conformidade esperada

RESULTADO ESPERADO – ATÉ 2007 (PPA)

MELHORIA DA QUALIDADE DOS INSUMOS

Taxa de conformidade esperada

fertilizantes minerais – 96% corretivos agrícolas – 96% inoculantes – 99%

DESDOBRAMENTOS DA NOVA LEGISLAÇÃO QUALIDADE DOS INSUMOS EVOLUÇÃO DA INDÚSTRIA PESQUISA MELHORIA DA QUALIDADE DOS
DESDOBRAMENTOS DA NOVA LEGISLAÇÃO QUALIDADE DOS INSUMOS EVOLUÇÃO DA INDÚSTRIA PESQUISA MELHORIA DA QUALIDADE DOS
DESDOBRAMENTOS DA NOVA LEGISLAÇÃO QUALIDADE DOS INSUMOS EVOLUÇÃO DA INDÚSTRIA PESQUISA MELHORIA DA QUALIDADE DOS
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DESDOBRAMENTOS DA NOVA LEGISLAÇÃO QUALIDADE DOS INSUMOS

EVOLUÇÃO DA INDÚSTRIA

PESQUISA

MELHORIA DA QUALIDADE DOS INSUMOS

FISCALIZAÇÃO

EXIGÊNCIA DO

CONSUMIDOR

LEGISLAÇÃO

E

NORMAS

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