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Atividade Avaliativa: Ensino Médio. Arte. Professor Leonardo

O ‘Doutores da Alegria’ é um grupo mobilizado, a partir da sociedade civil que integra, para levar humor, arte profissionalizada, acervo de conhecimentos e muita alegria para crianças internadas em hospitais, bem

como aos seus familiares e às equipes de saúde. Esta organização conta também com um centro de estudos e uma eficaz gestão e obtenção de recursos. Esta instituição nasceu da experiência de uma organização similar, a Clown Care Unit™, de Nova Iorque. Este grupo foi fundado por um palhaço dos Estados Unidos, Michael Christensen, em 1986, quando, em um evento num dos hospitais nova-iorquinos, ele decidiu incluir em suas brincadeiras crianças que não podiam se deslocar até o espaço escolhido para a festa. Neste momento ele instaurou, em um local dominado por imagens de doenças, ícones de alegria e festividade. Desta forma surgiu a Clown.

O brasileiro Wellington Nogueira entrou para esta equipe em 1988. Satisfeito

com esta prática, decidiu implantá-la no Brasil. Depois de muito esmero, ele

conseguiu dar início a este trabalho no Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, em São Paulo, atualmente conhecido como Hospital da Criança, no ano de 1991.

O público-alvo é constituído por pacientes com doenças graves, muito delas

consideradas incuráveis. Estes enfermos encontram-se, quase sempre, tristes

e deprimidos, com uma visão negativa da vida e de seu corpo, sobre o qual acreditam não ter mais nenhum domínio. São pessoas profundamente traumatizadas e, muitas vezes, fechadas em si mesmas.

Esta instituição é auxiliada financeiramente por empresas e doadores físicos.

O trabalho realizado por seus integrantes é de tal importância, que por duas

vezes ele foi listado pela Divisão Habitat da ONU entre os melhores exercícios de solidariedade de todo o Planeta. Fonte: http://www.infoescola.com/sociedade/doutores-da-alegria/

POP ART: CULTURA POPULAR E CRÍTICA

Pop é uma expressão que se refere a algo popular, à cultura popular no

sentido de cultura de massa. Por exemplo, você já deve ter visto uma banda

de música classificada como pop. Ou deve conhecer o termo pop rock.

No mundo globalizado em que vivemos poderíamos citar vários exemplos de

manifestações culturais pops: além da música, telenovelas, seriados, boa

parte da produção cinematográfica e até mesmo o futebol fazem parte da

cultura popular brasileira. Inclusive pelo fato de que tudo, nos dias atuais,

passa por um processo de massificação, ou seja, é televisionado,

comercializado e exportado. A pop art

Pop art ou arte pop foi um movimento, surgido principalmente nos Estados

Unidos e na Inglaterra, na década de 1950, que utilizava elementos, figuras e

a própria estética popular em seus trabalhos, de maneira a fazer uma crítica

direta e irônica da sociedade consumista que se formava naquela época,

especialmente com a popularização da televisão.

A crítica atingia as celebridades, e com a facilidade de reproduzir imagens,

essas celebridades acabavam se tornando pops. Um exemplo disso é a

ilustração acima, uma das séries que Andy Warhol fez com a imagem

de Marilyn Monroe, ícone do cinema. Assim como esta, ele reproduziu as

imagens da Monalisa (de Da Vinci), deChe Guevara, de John Lennon, entre

outros, tratando todos como celebridades, não importando se eram ícones da

arte, da política ou da música, se eram reais ou imaginários. O que eles

tinham em comum? Eram imagens largamente divulgadas, massificadas e

consumidas.

A técnica utilizada nessas séries de Warhol é a serigrafia, a mesma utilizada

para estampar camisetas, ou seja, algo muito próximo da vida cotidiana. Com

isso, os artistas pop também demonstravam sua recusa em separar a arte da

vida. Ou seja, por meio dos temas ou da linguagem, incorporaram à arte o

cinema, a televisão, a publicidade e as histórias em quadrinhos (HQs).

Isso acontece, por exemplo, em algumas obras de Roy Lichtenstein, que

incorporou a seu trabalho a estética das artes gráficas:

No Brasil, a pop art influenciou diversos artistas, dentre os quais podemos

citar Cláudio Tozzi, Rubens Gerchman, Marcelo Nitsche, entre outros.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/artes/pop-art-cultura-

popular-e-critica.htm