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Rio de Janeiro, 27 de março de 2013 – Nº 4.589

NEGÓCIOS & FINANÇAS

RelatórioReservado

EDITADO POR INSIGHT ENGENHARIA DE COMUNICAÇÃO

Editores: Claudio Fernandez . Alexandre Falcão Redação: (0xx21) 2509-5399 / Fax (0xx21) 2516-1956 Assinaturas: www.relatorioreservado.com.br / (21) 2549-1173 / atendimento@relatorioreservado.com.br.

Mendonça de Barros carrega nas costas o caminhão da Foton

Tentar, Luis Carlos Men-

o

rona na operação, seguindo

ex-ministro seria mero ca-

Rússia e na Índia. Ou seja,

a

ta

to

ram cabeça a cabeça na

duas semanas – na dispu-

pela fábrica, Espírito San-

e Rio Grande do Sul entra-

Barros terá o apoio de al-

donça de Barros tentou. E muito! Mas ainda não foi des- ta vez que ele conseguiu ar- rancar dinheiro dos chineses da Foton Motor Group, maior fabricante de cami- nhões do mundo. A Foton Aumark – empresa que re- presenta os asiáticos no Bra- sil e é controlada por Men- donça de Barros e seus sóci- os, entre eles o rebento Ri- cardo Mendonça de Barros – vai arcar sozinha com a cons- trução de uma fábrica no país. Palavra de um dos acionis- tas e vice-presidente da com- panhia, Orlando Merluzzi,

apenas como importador e distribuidor dos veículos. Ao menos no que diz respeito à origem dos recursos o pró- prio Mendonça de Barros não acharia nem um pouco ruim pegar essa estrada. Não foi possível. Neste momento, a matriz está às voltas com a instalação de fábricas na

sua aposta nos Brics tem limite. "C" já colocou dinhei- ro no "R" e no "I". O "B" que se vire sozinho. O anúncio oficial do pro- jeto está previsto para daqui

guns bancos, a começar por sua antiga casa, o BNDES. Mas a maior parcela dos recursos sairá do bolso dos sócios da Foton Aumark, que, por sinal, já desembol- saram mais de R$ 30 mi- lhões na homologação de veículos da marca chinesa e na abertura de cinco reven- dedoras em São Paulo. Mais cinco concessionárias se- rão abertas na esteira da nova fábrica. A planta terá cerca de um milhão de metros qua- drados, com capacidade para a produção anual de

que jogou para o acostamen-

17 mil caminhões. Incial-

to a versão propalada pelo

mente, serão fabricados

mercado nas últimas sema-

três modelos, de 3,5, 8,5 e

nas. Nas curvas do setor, dava-se como certo que os chineses bancariam integral- mente o empreendimento e

reta final. No total, o investi- mento deve chegar aos R$ 200 milhões. Mendonça de

dez toneladas. O projeto prevê ainda a montagem de um veículo de 24 tonela- das até 2017.

Multiplan empilha seus novos tijolos

Nem mesmo os primei- ros e turbulentos meses de operação do Village Mall parecem afetar o ape- tite de José Isaac Perez. Mal inaugurou o shopping de luxo, um investimento da ordem de R$ 400 mi- lhões, o incansável dono

da Multiplan já mira seu

próximo alvo. A prioridade

é a compra de um terreno

próximo ao Barra Shop- ping onde ele pretende er-

guer um hotel. Trata-se de uma dobradinha que co- meça a virar moda no se- tor, vide o Nova América,

também no Rio, que terá ao lado um hotel.

Paralelamente, Perez querexpandiropróprioBarra Shopping. O projeto passa pela construção de mais um andar, que aumentaria a área construída em apro- ximadamente 40%.

Votorantim, Camargo Corrêa, Lafarge e congê- neres deverão ganhar um con-

corrente. A indiana Aditya Birla, uma das maiores pro- dutoras de cimento da Ásia,

prepara-se para entrar no Brasil. Deverá começar com uma fábrica no Nordeste.

2012 é o ano do homem chamado “Bigode”

“Bigode”, aquele mesmo que você está pensando, parece que não quer mes- mo passar de ano. Na capa da última edição da revista CEO, quindim do presiden- te da PwC Brasil, Fernando Alves, está lá registrado que 2012 não terminou. E olha que a revista está sendo distribuída neste mês. Mas é o “Bigode” quem manda na revista e o “Bigode” não

erra nunca. Aliás, essa in- sistência do “Bigode” em fincar pé no ano passado talvez se deva à provável transferência do Conselhão para a alçada da ministra Ideli Salvatti. “Bigode” tinha na cabeça, quase como cer- to, que seria indicado à pre- sidência do fórum, mesmo não sendo ministro – até porque ninguém é mais es- petacularmente qualificado

do que ele. Agora, com Ide- li, tudo retorna ao princípio. Caso a ministra recuse, “Bigode” poderá criar seu próprio conselho na PwC. Seria um convescote de um homem só, onde “Bigode” ficaria como um Sócrates da contabilidade, dando voltas peripatéticas em torno de si próprio e tendo as ideias geniais de sempre. Brinca- deirinha, hein, “Bigode”!

Grendene

O empresário Pedro Grendene Bartelle, dono da Vulcabrás, tem pensado com seus cadarços em en- tregar a presidência da em- presa a um executivo profis- sional. Consultada, a Vulca- brás disse "não confirmar a informação".

GDF Suez

A GDF Suez quer fazer

uma aquisição de porte no

Brasil. O seu perfil ideal é um grupo de médio porte com negócios em geração e distribuição. Algo assim

como

uma Energisa.

Marriott em Recife

A norte-americana Mar-

riott vai se hospedar em Pernambuco. O grupo pre- para-se para construir seu primeiro hotel no estado, mais precisamente em Re- cife. O investimento bate na casa dos US$ 40 milhões. Fontes ligadas à Marriott garantem que esta é ape- nas a abertura de uma tem- porada de projetos no Nor- deste. A conferir.

Lanterna

A Eletrobras está ten-

tando empurrar sua partici- pação de 33% na CEEE para o governo gaúcho, controla- dor da distribuidora. Tarso Genro, no entanto, faz que não é com ele.

Caterpillar

A Caterpillar pretende

transformar sua fábrica de locomotivas no Brasil em trampolim para outros mer- cados, notadamente na América do Sul e na África. Para isso, os norte-ameri- canos já estudam ampliar a produção da unidade de Sete Lagoas, pertencente à Pro- gress Rail Services, seu braço no setor ferroviário. A Caterpillar vai bater de frente com a GE, que também ex- porta locomotivas a partir de sua fábrica no Brasil.

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