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Apostila NR 35 Trabalho Em Altura

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CAPACITAÇÃO EM NR-35
Trabalho em Altura

Módulo: BÁSICO

Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98.

2012

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
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SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO DO CURSO ........................................................................................................6 2 NORMAS E REGULAMENTAÇÕES DO MTE .................................................................................7 2.1 Normas Regulamentadoras........................................................................................................7 2.2 Normas Regulamentares envolvidas no Trabalho em Altura. .....................................................8 2.2.1 NR 01 Disposições Gerais .......................................................................................................................8 2.2.2 NR 06 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) .................................................................................8 2.2.3 NR 08 Edificações ...................................................................................................................................8 2.2.4 NR 11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais ......................................9 2.2.5 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção .......................................9 2.3 Apresentação da Norma Regulamentadora Nº 35 ......................................................................9 35.2. Responsabilidades ..................................................................................................................9 35.3. Capacitação e Treinamento ..................................................................................................10 35.4. Planejamento, Organização e Execução ...............................................................................11 35.5. Equipamentos de Proteção Individual, Acessórios e Sistemas de Ancoragem ......................14 35.6. Emergência e Salvamento ....................................................................................................15 Glossário........................................................................................................................................15 3 ANÁLISE DE RISCOS....................................................................................................................17 3.1 Conceitos Básicos....................................................................................................................17 3.1.1 Perigo ....................................................................................................................................................17 3.1.2 Risco......................................................................................................................................................17 3.1.3 Análise de Riscos...................................................................................................................................18 3.1.4 Avaliação de riscos................................................................................................................................18 3.1.5 Gerenciamento de Riscos .....................................................................................................................18 3.1.6 Níveis de risco .......................................................................................................................................18 3.2 Desenvolvimento de estudos de análise de riscos ...................................................................18 3.2.1 Caracterização da empresa ..................................................................................................................19 3.2.2 Identificação de perigos .......................................................................................................................19 3.2.3 Estimativa de consequências e de vulnerabilidade ..............................................................................21 3.2.4 Estimativa de frequências ....................................................................................................................22 3.2.5 Estimativa de riscos ..............................................................................................................................22 3.2.6 Avaliação e gerenciamento de riscos ...................................................................................................22 3.3 Procedimentos para Trabalhos em Altura ................................................................................22 4 CONDIÇÕES IMPEDITIVAS PARA SERVIÇOS ............................................................................25 5 RISCOS POTENCIAIS ...................................................................................................................26 6 MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE ..................................................................................28 6.1 Escadas, Rampas e Passarelas ...............................................................................................28 6.1.1 Escadas. ................................................................................................................................................28 6.1.2 Rampas e passarelas. ............................................................................................................................30 6.2 Medidas de proteção contra quedas de altura ..........................................................................30 6.3Andaimes e Plataformas de Trabalho .......................................................................................35 6.3.1 Andaimes Simplesmente Apoiados ......................................................................................................36 6.3.2 Andaimes Fachadeiros ..........................................................................................................................37 6.3.3 Andaimes Móveis .................................................................................................................................37 6.3.4 Andaimes Em Balanço ..........................................................................................................................38 6.3.5 Andaimes Suspensos ............................................................................................................................38 6.3.6 Andaimes Suspensos Motorizados .......................................................................................................41 6.3.7 Plataforma de Trabalho com Sistema de Movimentação Vertical em Pinhão e Cremalheira e Plataformas....................................................................................................................................................42 6.3.8 Plataformas por Cremalheira ...............................................................................................................43 6.3.9 Cadeira Suspensa ..................................................................................................................................44
Curso NR-35 – Trabalho em Altura
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6.3.10 Ancoragem..........................................................................................................................................45 6.4 Plataformas de Trabalho Aéreo ................................................................................................45 6.4.1 Requisitos Mínimos de Segurança .......................................................................................................45 6.4.2 Operação ..............................................................................................................................................46 6.4.3 Manutenção .........................................................................................................................................48 6.4.4 Capacitação ..........................................................................................................................................49 6.4.5 Disposições Finais .................................................................................................................................49 6.5 Serviços Em Telhados e Coberturas ........................................................................................50 7 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC ...................................................................52 7.1 Exemplos de EPC ....................................................................................................................52 7.1.1 Linha de Vida ........................................................................................................................................53 8 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI ....................................................................54 8.1 Quanto ao EPI cabe ao empregador: .......................................................................................55 8.2 Quanto ao EPI cabe ao empregado: ........................................................................................55 8.3 Exemplos de EPIs ....................................................................................................................56 8.3.1 Proteção dos Olhos e Face ...................................................................................................................56 8.3.2 Proteção da Cabeça ..............................................................................................................................56 8.3.3 Proteção Auditiva .................................................................................................................................57 8.3.6 Vestimentas de Segurança ...................................................................................................................61 8.3.7 Proteção Respiratória ...........................................................................................................................61 9 SELEÇÃO, INSPEÇÃO, CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO DOS EPIs .............................62 9.1 Cinturão de segurança tipo pára-quedista ................................................................................62 9.1.1 Forma de Vestir o Cinturão: .................................................................................................................63 9.1.2 Ajuste e Travamento das Fivelas: .........................................................................................................63 9.1.3 Inspeção do Cinturão ............................................................................................................................63 9.1.4 Manutenção do Cinturão......................................................................................................................64 9.2 Talabartes ................................................................................................................................64 9.2.1 Advertências .........................................................................................................................................69 9.2.2 Manutenção e Armazenamento dos Talabartes ..................................................................................70 9.3 Vara Telescópica .....................................................................................................................71 9.3.1 Ancoragem com Vara Telescópica........................................................................................................71 9.3.2 Aplicações .............................................................................................................................................72 9.4 Dispositivo trava-quedas Guiados ............................................................................................72 9.4.1 Uso Dos Trava-Quedas .........................................................................................................................72 9.4.2 Colocação dos trava-quedas .................................................................................................................73 9.4.3 Inspeção dos Trava-Quedas Guiados ...................................................................................................74 9.4.4 Manutenção dos Trava-Quedas Guiados .............................................................................................74 9.5 Trava-Quedas Retráteis para Área de Carga ...........................................................................74 9.5.1 Trabalho em Área de Carga ..................................................................................................................75 9.5.2 Requisitos Para Instalação Da Linha Horizontal ...................................................................................78 9.5.3 Uso Dos Trava-Quedas .........................................................................................................................79 9.5.4 Trabalho em Terminal Ferroviário de Abastecimento .........................................................................80 9.5.5 Inspeção dos Trava-Quedas..................................................................................................................80 9.6 Trava-Queda para Proteção Localizada ...................................................................................80 9.6.1 Uso do Trava-Queda Retrátil ................................................................................................................81 9.7 Trava-Queda Para Espaço Confinado......................................................................................82 9.7.1 Espaço Confinado com Escada .............................................................................................................82 9.7.2 Trabalho Em Espaço Confinado Sem Escada ........................................................................................87 9.8 Guincho para Pessoas: ............................................................................................................88 9.8.1 Instruções de Uso Dos Guinchos ..........................................................................................................89 9.8.2 Instruções para Inspeção dos Guinchos ...............................................................................................89
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....... 116 13.................117 13....13 Cordas de Segurança ................................2 Providencias a serem tomadas ..... 116 13..................................................99 9...................92 9....................................3 Inspeções Especiais Ou Antecipadas ..............................................................................114 13.....................121 13......12...........PCR............ 107 11 PREVENÇÃO DE ACIDENTES ................................5...96 9..........INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email...............2 Tipos de Inspeções ............................................................................................1 Características do Trava-Queda Y Retrátil ...............................................2......... 125 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 ...............................11.....................12 Cabo de Aço ........................................................ 101 9.....................................................................2 Instrução para Inspeção das Cadeiras ..... 113 13.......................................................................4 Caixa de Primeiros Socorros ...........................104 10 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA .3 Levantamento das Causas dos Acidentes...............106 10..................................................108 12...................................3 Instruções para Manutenção dos Guinchos .......2 Inspeções Periódicas .9..................................3 Manutenção: ......................................119 13......................................................................................1 Uso das Cadeiras Suspensas .......................................................................................... 112 13................123 13...90 9.................................1....................................................118 13...................................... sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda......................................................................br Site: www...........................................................................................1 Inspeções de Rotina (Diárias) .......................................................9 Cadeira Suspensa............................................................11 Trabalho em Telhados ............2 Parada Cardíaca ........... 108 11...................................................................1 Sinais e sintomas .......................................................................10.......................1 Uso do Cabo de Aço......1 Aspectos Legais...................................................................................................................13..............................94 9...................610/98......................1 Planejamento do trabalho em Telhado ..................................8........................................................................................................................................................................................................................................... 108 11...............................................6.......11...........................................................10................... 114 13..........6 Parada Cardiorrespiratória .................7........122 13..........................................1 Procedimentos para choque elétrico ............11.......................................................................................................................................................................................................... 104 9.. ......................3 Linha de Segurança ...............9...........3 Instruções para Manutenção das Cadeiras .............................................................107 10..............................1 Princípios para os Primeiros Socorros: .... 110 13 PRIMEIROS SOCORROS .................................................................................................................................9.........inbraep................................................................................104 9.............................2...........................89 9................................................................92 9.. 106 10........................................................................................ 106 10..... 106 10.....................................102 9...........................................13.......................5 Modo de fazer a massagem cardíaca: ..1 Uso das Cordas de Segurança..7.............95 9.....................6............. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 4 ....................................................................... 116 13................................................ inbraep@inbraep.....................................Proibida a reprodução por qualquer meio...1 Procedimentos Gerais ........114 13..................12....................................................3 Urgências Coletivas .................................6...................4 Reanimação Cardiopulmonar (RCP)...........................................................................................................................br 9.........................1 Conceito e Importância .......com.................103 9........... 123 9.......................................................6.......................................................................................................................................................2.........................................12..............95 9.................................................2 Inspeção:....................3 Procedimentos para Parada Cardiorrespiratória ...................................95 9............com............2..............................2 Inspeção:........................................................1 O efeito dominó e os Acidentes de Trabalho ...............................................................13......... ACIDENTES TÍPICOS EM TRABALHOS EM ALTURA .................................................................1...............................................................................................6.118 13......................................5 Choques Elétricos ..........INBRAEP .....10 Trabalho em Torres e Estruturas ........................................3 Manutenção: ..........101 9.....124 13..... 117 13...............................107 10.........................................2 Legislação Sobre o Ato de Prestar Socorro .....................................................................................91 9..................................3 Formas de Fixação dos Cabos de Aço e Cordas para Cadeira Suspensa ..........................2 Durante o trabalho ...........................................104 9.....................................89 9......1 Parada Respiratória .......................................................................9...... Lei 9.......................................1 O que se pode fazer para evitar que os acidentes ocorram ? ...........................................97 9..........................2 Planejamento do Trabalho ...............................................7 Estado de Choque ...............................................8 Distúrbios causados pela Temperatura ................................................................................................

....................................................131 13............................................. 130 13..................................................................4 Ferimentos no Tórax......................3 Transporte com Três Socorristas ...............................................................................................................................................................10.............. Luxações e Fraturas ...............................................................1 Transporte em Maca ..........................10.................................................................................................5 Ferimentos no Abdome ..............................................................Proibida a reprodução por qualquer meio...............................................9..................130 13.....................142 14..............................................2 Hemorragia Interna .........2 Transporte com Dois Socorristas ...................................com....8......................................1 Queimaduras ...................................1 Contusão ...............................................9......9...................................................................................2......................................com...............................2 Luxações ..........134 13....3 Intermação ....3 Hemorragia Nasal ...............................143 15 TELEFONES ÚTEIS ...................................................br Site: www............135 13...........3 Amputações ........10........................................ sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda..135 13...............128 13........................2......................................................................................................................................................................................................11.....................................................................2.............................126 13...............................................................................4 Transporte com Quatro Socorristas ................................................................................................................................................. 144 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 ............................................................142 14....................................................................................................1 Entorse............................131 13...9.......132 13..................8... 141 14... 135 13.......... 138 14..................2 Escoriações ...........................................11.....1 Hemorragia Externa............................................................................................................................................................br 13............................................................inbraep.................INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email....................... Lei 9.. 138 14..........................................9 Ferimentos ....................................................................INBRAEP ..................................10 Hemorragia ................................................9...............................141 14................ 134 13.....................................2 Transporte Sem Maca .....133 13.....................................................2......129 13....................................3 Fraturas.......................................................1 Transporte com Um Socorrista...........136 13......8..133 13.......................................................134 13....................11 Entorses............................6 Ferimentos nos Olhos ........136 14 TÉCNICAS PARA REMOÇÃO E TRANSPORTE DE ACIDENTADOS ........ inbraep@inbraep..2 Insolação ...............................................11............. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 5 ...............................................................610/98...............................9....................................

bem como estabelecer os procedimentos necessários para a realização deste trabalho. Neste sentido. bem como cumprir exigências legais. etc.º 313.INBRAEP . de 23 de março de 2012. procuramos direcionar nossa metodologia.segurança. buscamos promover a combinação indivíduo – cargo . por estes motivos é fundamental regulamentar os serviços em locais elevados.610/98.br 1 APRESENTAÇÃO DO CURSO O curso de NR-35 do INBRAEP tem como finalidade educar para prática de Segurança do Trabalho em Altura. a implantação de conceitos e medidas de prevenção de acidentes no trabalho em Altura. NR – 35 da Portaria SIT n. alicerçando no treinamento.Proibida a reprodução por qualquer meio. estabelecendo padrões mínimos de segurança. tomando as medidas necessárias para que ocorram com total segurança para o profissional e terceiros. do Ministério do Trabalho. Todos nós sabemos da necessidade de se implantar uma estrutura voltada a prevenção capaz de nortear os riscos de acidentes nas atividades do trabalho em Altura.br Site: www.inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.. em atendimento ao currículo básico para o curso de Trabalho em altura da Norma Regulamentadora. Lei 9. No que diz respeito a segurança. Ao longo dos tempos.com. visando garantir a segurança física do trabalhador. visando garantir a segurança e saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade. os esclarecimentos ao trabalhador quanto as possíveis condições inseguras dos ambientes de trabalho e dos procedimentos seguros que deverá adotar é fundamental para o sucesso de Programa Prevencionista. Com a aplicação do curso de Trabalho em Altura. a experiência tem mostrado que a preparação prévia do indivíduo contribui sensivelmente para a melhoria do seu desempenho. inbraep@inbraep. recursos didáticos. Porém é fundamental que o profissional e o responsável junto com o trabalhador pela atividade façam sempre uma minuciosa análise das condições dos trabalhos que serão realizados. Diogo Ramon Garcia Stupp Eng de Seg do Trabalho CREA-SC 076981-5 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 6 .com. .

23 .16 .03 .Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade NR .17 .10 .18 . públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta.br Site: www. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.09 .21 .19 . inbraep@inbraep.02 .Disposições Gerais NR .Programas de Prevenção de Riscos Ambientais NR .Equipamentos de Proteção Individual .04 .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes NR . Atualmente existem 35 Normas Regulamentadoras que são: NR .07 .Ergonomia NR . Armazenagem e Manuseio de Materiais NR .br 2 NORMAS E REGULAMENTAÇÕES DO MTE 2.Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração NR . As NRs são de observância obrigatória pelas empresas privadas.Líquidos Combustíveis e Inflamáveis NR . que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.20 .Atividades e Operações Perigosas NR .INBRAEP .Fornos NR .Edificações NR .Caldeiras e Vasos de Pressão NR . Movimentação.Transporte.12 .com. incluiu entre eles a proteção de sua saúde e segurança por meio de normas específicas As Normas Regulamentadoras.Máquinas e Equipamentos NR .22 .13 .Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção NR . com o objetivo de estabelecer os requisitos técnicos e legais sobre os aspectos mínimos de Segurança e Saúde Ocupacional (SSO). bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário.Proteção Contra Incêndios Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .01 .214 em 08 de junho de 1978.Embargo ou Interdição NR .Atividades e Operações Insalubres NR . A partir de então. Assim as NRs regulamentam e fornecem orientações sobre procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho no Brasil. empregadores e empregados.Inspeção Prévia NR .11.06 .1 Normas Regulamentadoras Os instrumentos jurídicos de proteção ao trabalhador têm sua origem na Constituição Federal que.14 . ao relacionar os direitos dos trabalhadores.inbraep. A NR-05 (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA) tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.Explosivos NR .EPI NR . Elas são elaboradas e modificadas por uma comissão tripartite composta por representantes do governo. de Segurança e em Medicina do Trabalho NR . de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.15 . uma série de outras portarias foram editadas pelo Ministério do Trabalho com o propósito de modificar ou acrescentar normas regulamentadoras de proteção ao trabalhador.Proibida a reprodução por qualquer meio.08 .com. As NR são elaboradas e modificadas por meio de Portarias expedidas pelo MTE.Serviços Especializados em Eng. Lei 9. também chamadas de “NRs”.610/98. foram publicadas pelo Ministério do Trabalho através da Portaria N.° 3. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 7 .Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional NR .Trabalho a Céu Aberto NR .05 .

ordinária e específica.com. sempre que as condições de trabalho o exigirem. buscando estabelecer um trabalho seguro e com responsabilidade.26 . que dá embasamento jurídico à existência desta NR são os artigos 170 a 174 da CLT. ordinária e específica.com. Pecuária Silvicultura.Resíduos Industriais NR .Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho NR .Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário NR .Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval NR-35 – Trabalho em Altura 2. o que estabelece algumas das principais normas regulamentares do MTE que o trabalhador deve conhecer antes de se aprofundar na NR-35 trabalho em altura. Exploração Florestal e Aquicultura NR .28 . Lei 9.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .Fiscalização e Penalidades NR .25 . que dá embasamento jurídico à existência desta NR são os artigos 166 e 167 da CLT.Sinalização de Segurança NR . ordinária e específica.32 .2.INBRAEP .Proibida a reprodução por qualquer meio.27.2 NR 06 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Estabelece e define os tipos de EPI's a que as empresas estão obrigadas a fornecer a seus empregados.inbraep.610/98. 2. que dá embasamento jurídico à existência desta NR.24 .1 NR 01 Disposições Gerais Estabelece o campo de aplicação de todas as Normas Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho Urbano. dos empregadores e dos trabalhadores no tocante a este tema específico. a fim de resguardar a saúde e a integridade física dos trabalhadores.2. 2.br Site: www. inbraep@inbraep.CLT. A fundamentação legal.31 .34 . Vamos aprender um pouco mais sobre algumas normas que são importantes para o trabalhador que irá desempenhar o trabalho em altura.30 . 2.2. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 8 . A fundamentação legal. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados NR . lembramos que no decorrer do curso iremos nos aprofundar ainda mais nos itens fundamentais. Agora vamos entender de forma resumida.3 NR 08 Edificações Dispõe sobre os requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas edificações para garantir segurança e conforto aos que nelas trabalham.br NR .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.33 .Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde NR . são os artigos 154 a 159 da Consolidação das Leis do Trabalho .29 .Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário NR . bem como os direitos e obrigações do Governo.2 Normas Regulamentares envolvidas no Trabalho em Altura.Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTB NR . A fundamentação legal.

2.inbraep.2.INBRAEP . 2. inbraep@inbraep.3 Esta norma se complementa com as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos Órgãos competentes e. Movimentação. onde haja risco de queda.br Site: www.Proibida a reprodução por qualquer meio. objetivando a prevenção de infortúnios laborais. no que se refere ao transporte. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Responsabilidades 35. A fundamentação legal.br 2.AR e. que dá embasamento jurídico à existência desta NR é o artigo 200 inciso I da CLT. de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.2. ordinária e específica.1.º 313. que objetivem a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos. c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura. à movimentação.com.1. a organização e a execução. nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção civil.O. 2. 35. a emissão da Permissão de Trabalho . de planejamento de organização. 27/03/12 35. Armazenagem e Manuseio de Materiais Estabelece os requisitos de segurança a serem observados nos locais de trabalho.00 m (dois metros) do nível inferior.1 Cabe ao empregador: a) garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma.610/98. na ausência ou omissão dessas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 9 . tanto de forma mecânica quanto manual. quando aplicável. Lei 9.U. que dá embasamento jurídico à existência desta NR são os artigos 182 e 183 da CLT.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura.2.PT.com. b) assegurar a realização da Análise de Risco . com as normas internacionais aplicáveis. envolvendo o planejamento.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2.4 NR 11 Transporte.1 NR-35 TRABALHO EM ALTURA Publicação:Portaria SIT n. 35.5 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Estabelece diretrizes de ordem administrativa.1 Objetivo e Campo de Aplicação 35. ordinária e específica.3 Apresentação da Norma Regulamentadora Nº 35 Por se tratar da Norma Regulamentadora numero 35 a mesma se inicia em 35. à armazenagem e ao manuseio de materiais. A fundamentação legal. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . de 23 de março de 2012 D. 35.

br Site: www. no mínimo. k) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma. teórico e prático. c) interromper suas atividades exercendo o direito de recusa.1 O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em altura. que diligenciará as medidas cabíveis.3. sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas. Lei 9. cujo conteúdo programático deve.com. i) estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura. c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle. 35. h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista. planejamento e implementação das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis. e) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas. f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle. 35. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 10 .2.inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico. inclusive os procedimentos expedidos pelo empregador.br d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura. j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Capacitação e Treinamento 35.INBRAEP . 35. pelo estudo. cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível. d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho. cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade. inbraep@inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com.3. b) Análise de Risco e condições impeditivas.610/98.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento.2 Cabe aos trabalhadores: a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura.Proibida a reprodução por qualquer meio. g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas nesta Norma.3. incluir: a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura. com carga horária mínima de oito horas. b) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma.

br Site: www. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 35. a carga horária e o conteúdo programático devem atender a situação que o motivou.3.3.4 Os treinamentos inicial.1 Todo trabalho em altura deve ser planejado. data. 35.4.3. cujo estado de saúde foi avaliado. Lei 9. c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias. periódico e eventual para trabalho em altura podem ser ministrados em conjunto com outros treinamentos da empresa. 35.br d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção.Proibida a reprodução por qualquer meio.3. Planejamento. local de realização do treinamento.3.inbraep.3.3.com. 35. inspeção.3.3.7 Ao término do treinamento deve ser emitido certificado contendo o nome do trabalhador. conforme conteúdo programático definido pelo empregador. tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa. 35. 35.1 O tempo despendido na capacitação deve ser computado como tempo de trabalho efetivo. 35. d) mudança de empresa. 35. b) evento que indique a necessidade de novo treinamento. carga horária.2 Nos casos previstos nas alíneas “a”.3.INBRAEP . inbraep@inbraep. 35. organizado e executado por trabalhador capacitado e autorizado.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. e) Acidentes típicos em trabalhos em altura.4. 35.1 O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de oito horas. conservação e limitação de uso. 35. 35.8 A capacitação deve ser consignada no registro do empregado.1 Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado. incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.1.7. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . conteúdo programático. condições ou operações de trabalho.4.3.6 O treinamento deve ser ministrado por instrutores com comprovada proficiência no assunto.5 A capacitação deve ser realizada preferencialmente durante o horário normal de trabalho.610/98. sob a responsabilidade de profissional qualificado em segurança no trabalho.1 O certificado deve ser entregue ao trabalhador e uma cópia arquivada na empresa. “c” e “d”.5. Organização e Execução 35. nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável.com. f) Condutas em situações de emergência.3. “b”.3 O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações: a) mudança nos procedimentos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 11 .

inspeção.br 35. b) a avaliação seja efetuada periodicamente.PCMSO.3 A empresa deve manter cadastro atualizado que permita conhecer a abrangência da autorização de cada trabalhador para trabalho em altura. e) a seleção. 35. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. 35.1.4. na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma.2 Cabe ao empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que exercem atividades em altura.4. b) o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho. b) medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores.4. sempre que existir meio alternativo de execução.com.1. 35. considerando também os fatores psicossociais.INBRAEP . 35.com.4. considerar: a) o local em que os serviços serão executados e seu entorno. de acordo com a seguinte hierarquia: a) medidas para evitar o trabalho em altura. c) medidas que minimizem as consequências da queda. f) o risco de queda de materiais e ferramentas.5 Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco.4. c) o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem.2. Lei 9. quando o risco de queda não puder ser eliminado. forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual. 35.610/98. cuja forma será definida pela análise de risco de acordo com as peculiaridades da atividade. às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda. garantindo que: a) os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional . d) as condições meteorológicas adversas. considerando os riscos envolvidos em cada situação. 35. inbraep@inbraep.br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 12 .1 A Análise de Risco deve. atendendo às normas técnicas vigentes.2 No planejamento do trabalho devem ser adotadas.Proibida a reprodução por qualquer meio. c) seja realizado exame médico voltado às patologias que poderão originar mal súbito e queda de altura.4.1.3 Todo trabalho em altura deve ser realizado sob supervisão.4. devendo estar nele consignados. além dos riscos inerentes ao trabalho em altura.5.4 A execução do serviço deve considerar as influências externas que possam alterar as condições do local de trabalho já previstas na análise de risco.1 A aptidão para trabalho em altura deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador.4. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 35.

35.4.4.6 Para atividades rotineiras de trabalho em altura a análise de risco pode estar contemplada no respectivo procedimento operacional. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 13 . k) as situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros. e) as condições impeditivas. Lei 9. h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras.1 Para as atividades não rotineiras as medidas de controle devem ser evidenciadas na Análise de Risco e na Permissão de Trabalho.4. 35. b) as disposições e medidas estabelecidas na Análise de Risco. d) as medidas de controle dos riscos características à rotina. de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte do trabalhador. aprovada pelo responsável pela autorização da permissão.610/98.com.8 A Permissão de Trabalho deve ser emitida.7.br Site: www. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 35. inbraep@inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. disponibilizada no local de execução da atividade e. g) as competências e responsabilidades. c) o detalhamento da tarefa. encerrada e arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade. no mínimo: a) as diretrizes e requisitos da tarefa.INBRAEP . m) a forma de supervisão.1 A Permissão de Trabalho deve conter: a) os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos.1 Os procedimentos operacionais para as atividades rotineiras de trabalho em altura devem conter.4.6.8.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . i) os riscos adicionais.br g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos. 35.4. l) a necessidade de sistema de comunicação. ao final.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.7 As atividades de trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante Permissão de Trabalho. 35. j) as condições impeditivas. f) os sistemas de proteção coletiva e individual necessários.inbraep. b) as orientações administrativas.4. 35.

INBRAEP . 35. em caso de ocorrência.1 Antes do início dos trabalhos deve ser efetuada inspeção rotineira de todos os EPI. deformações ou sofrerem impactos de queda devem ser inutilizados e descartados.5.4.1.EPI.1 Na seleção dos EPI devem ser considerados.3. 35.1 Os Equipamentos de Proteção Individual .5.5.2 O trabalhador deve permanecer conectado ao sistema de ancoragem durante todo o período de exposição ao risco de queda.4 É obrigatório o uso de absorvedor de energia nas seguintes situações: a) fator de queda for maior que 1. minimize as chances do trabalhador colidir com estrutura inferior. 35.2 A Permissão de Trabalho deve ter validade limitada à duração da atividade.br Site: www. os riscos adicionais. acessórios e sistemas de ancoragem forem recusados.3.5.5. 35.3 O talabarte e o dispositivo trava-quedas devem estar fixados acima do nível da cintura do trabalhador. o conforto. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep.3 O cinto de segurança deve ser do tipo paraquedista e dotado de dispositivo para conexão em sistema de ancoragem. Lei 9. 35. acessórios e sistemas de ancoragem devem ser especificados e selecionados considerando-se a sua eficiência. restrita ao turno de trabalho. 35.5. exceto quando sua restauração for prevista em normas técnicas nacionais ou.5. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br c) a relação de todos os envolvidos e suas autorizações.5.2. acessórios e sistemas de ancoragem. além dos riscos a que o trabalhador está exposto.Proibida a reprodução por qualquer meio. 35.3. degradação.5.1 O sistema de ancoragem deve ser estabelecido pela Análise de Risco. normas internacionais. 35. acessórios e sistemas de ancoragem. 35.com. recusando-se os que apresentem defeitos ou deformações. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 14 .3 Os EPI. em caso de eventual queda. na sua ausência.2. 35. 35.2 Deve ser registrado o resultado das inspeções: a) na aquisição. destinados à proteção de queda de altura.8.2 Na aquisição e periodicamente devem ser efetuadas inspeções dos EPI. Equipamentos de Proteção Individual.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Acessórios e Sistemas de Ancoragem 35. b) periódicas e rotineiras quando os EPI.3.5. 35.610/98.2.com.5. inbraep@inbraep. acessórios e sistemas de ancoragem que apresentarem defeitos. podendo ser revalidada pelo responsável pela aprovação nas situações em que não ocorram mudanças nas condições estabelecidas ou na equipe de trabalho. ajustados de modo a restringir a altura de queda e assegurar que.5. a carga aplicada aos mesmos e o respectivo fator de segurança.

prestar primeiros socorros e possuir aptidão física e mental compatível com a atividade a desempenhar. que fazem parte do processo de trabalho da empresa. c) ser inspecionado quanto à integridade antes da sua utilização. acima dos ombros e envolto nas coxas.PT: documento escrito contendo conjunto de medidas de controle visando o desenvolvimento de trabalho seguro. Lei 9.6. Atividades rotineiras: atividades habituais. em função das características das atividades.610/98. b) ter resistência para suportar a carga máxima aplicável.com.br Site: www. Cinto de segurança tipo paraquedista: Equipamento de Proteção Individual utilizado para trabalhos em altura onde haja risco de queda. 35.INBRAEP . inbraep@inbraep.6.4 As pessoas responsáveis pela execução das medidas de salvamento devem estar capacitadas a executar o resgate.1.6. 35.6. Análise de Risco . Fator de queda: razão entre a distância que o trabalhador percorreria na queda e o comprimento do equipamento que irá detê-lo.3 As ações de respostas às emergências que envolvam o trabalho em altura devem constar do plano de emergência da empresa.1 O empregador deve disponibilizar equipe para respostas em caso de emergências para trabalho em altura.5.1 A equipe pode ser própria. Emergência e Salvamento 35. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.6. suas causas.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Condições impeditivas: situações que impedem a realização ou continuidade do serviço que possam colocar em risco a saúde ou a integridade física do trabalhador. Influências Externas: variáveis que devem ser consideradas na definição e seleção das medidas de proteção. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Glossário Absorvedor de energia: dispositivo destinado a reduzir o impacto transmitido ao corpo do trabalhador e sistema de segurança durante a contenção da queda. consequências e medidas de controle.AR: avaliação dos riscos potenciais.inbraep. 35. 35. Permissão de Trabalho . cujo controle não é possível implementar de forma antecipada.Proibida a reprodução por qualquer meio. externa ou composta pelos próprios trabalhadores que executam o trabalho em altura. constituído de sustentação na parte inferior do peitoral. devem ser tomadas as seguintes providências: a) ser selecionado por profissional legalmente habilitado.9m. independente da frequência.br b) comprimento do talabarte for maior que 0. para segurança das pessoas. além de medidas de emergência e resgate.4 Quanto ao ponto de ancoragem.2 O empregador deve assegurar que a equipe possua os recursos necessários para as respostas a emergências. 35.6. 35.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 15 .

dimensionados para suportar impactos de queda. até o momento do socorro. inbraep@inbraep. Sistemas de ancoragem: componentes definitivos ou temporários. Profissional legalmente habilitado: trabalhador previamente qualificado e com registro no competente conselho de classe. tais como cordas.Proibida a reprodução por qualquer meio. além dos existentes no trabalho em altura. Trava-queda: dispositivo de segurança para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal. específicos de cada ambiente ou atividade que.INBRAEP . regulável ou não.com.br Site: www. para sustentar.inbraep. Talabarte: dispositivo de conexão de um sistema de segurança. posicionar e/ou limitar a movimentação do trabalhador. trava-queda e talabartes. quando conectado com cinturão de segurança para proteção contra quedas. cabos de aço.610/98. possam afetar a segurança e a saúde no trabalho. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . de modo a que permaneça conectado em caso de perda de equilíbrio. diretamente ou através de outro dispositivo. aos quais o trabalhador possa conectar seu Equipamento de Proteção Individual. Riscos adicionais: todos os demais grupos ou fatores de risco. direta ou indiretamente. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 16 . Trabalhador qualificado: trabalhador que comprove conclusão de curso específico para sua atividade em instituição reconhecida pelo sistema oficial de ensino.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Ponto de ancoragem: ponto destinado a suportar carga de pessoas para a conexão de dispositivos de segurança. desfalecimento ou queda. Suspensão inerte: situação em que um trabalhador permanece suspenso pelo sistema de segurança. Lei 9. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

projetos.com. 3.  razão entre o perigo e as medidas de segurança.com.br 3 ANÁLISE DE RISCOS Os acidentes são materializações dos riscos associados a atividades. Suas frequências esperadas de ocorrência. inbraep@inbraep.1 Conceitos Básicos 3.1.610/98. sendo função da frequência da ocorrência das hipóteses acidentais e das suas consequências. procedimentos. O risco está sempre ligado à factibilidade da ocorrência de um evento não desejado. resultante da combinação entre a frequência da ocorrência e a magnitude das perdas ou danos (consequências).br Site: www. equipamentos e meio ambiente) e/ou lesões (pessoas). ao meio ambiente e à própria empresa.INBRAEP . Magnitude das possíveis consequências.inbraep. 3.    Que pode acontecer errado? Quais são as causas básicas dos eventos não desejados? Quais são as consequências? A análise de riscos constitui-se em um conjunto de métodos e técnicas que aplicados a uma atividade proposta ou existente identificam e avaliam qualitativa e quantitativamente os riscos que essa atividade representa para a população vizinha. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .2 Risco Medida da perda econômica e/ou de danos para a vida humana. é preciso avaliar e controlar os riscos e responder as seguintes perguntas. O risco também pode ser definido através das seguintes expressões:  combinação de incerteza e de dano. a probabilidade e suas consequências. Deve incluir as medidas de prevenção de acidentes e as medidas para controle das consequências de acidentes para os trabalhadores e para as pessoas que vivem ou trabalham próximo à instalação ou para o meio ambiente. como evidência da preocupação destas. Para reduzir a frequência de acidentes.1. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 17 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.  combinação entre o evento.Proibida a reprodução por qualquer meio. dos governos e de toda a sociedade com respeito aos temas relacionados à segurança o meio ambiente. Os principais resultados de uma análise de riscos são:    Identificação de cenários de acidentes.1 Perigo Perigo é situação de ameaça que pode causar danos (materais. máquinas e equipamentos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. máquinas. Lei 9. As utilizações de técnicas e de métodos específicos para a análise de riscos ocupam cada vez mais o espaço nos programas sobre segurança e gerenciamento ambiental das indústrias.

1.5 Gerenciamento de Riscos É a formulação e a execução de medidas e procedimentos técnicos e administrativos que têm o objetivo de prever. 3.1.br Site: www. Estimativa de consequências e de vulnerabilidade 4.3 Análise de Riscos É a atividade dirigida à elaboração de uma estimativa (qualitativa ou quantitativa) do riscos.4 Avaliação de riscos É o processo que utiliza os resultados da análise de riscos e os compara com os critérios de tolerabilidade previamente estabelecidos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 18 . Caracterização da empresa 2. Estimativa de riscos 6. Avaliação e gerenciamento de riscos Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 3. mas que causam danos importantes. objetivando mantê-la operando dentro dos requerimentos de segurança considerados toleráveis.br A experiência demonstra que geralmente os grandes acidentes são causados por eventos pouco frequentes. Estimativa de frequências 5. Os riscos à segurança e saúde dos trabalhadores dependendo do setor elevados. inbraep@inbraep.com. Lei 9.com. Identificação de perigos 3.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.6 Níveis de risco      Catastrófico Moderado Desprezível Crítico Não Crítico 3.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. 3. controlar ou reduzir os riscos existentes. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.1.2 Desenvolvimento de estudos de análise de riscos Geralmente um estudo de análise de riscos pode ser dividido nas seguintes etapas: 1.INBRAEP .610/98. baseada na engenharia de avaliação e técnicas estruturadas para promover a combinação das frequências e consequências de cenários acidentais. podendo levar a lesões de grande gravidade e são específicos a cada tipo de atividade.1. 3.

normas ou necessidades específicas.com. entre as quais podemos mencionar:      Listas de verificação (Checklists).2 Identificação de perigos Esta etapa tem o objetivo de identificar os possíveis eventos não desejados que possam levar a acidentes.inbraep. as quais devem ser preenchidas conforme a descrição apresentada a seguir. 3. 3. inbraep@inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 19 .610/98. possibilitando definir hipóteses acidentais que poderão produzir consequências significativas.  ajuda para determinar a amplitude do estudo.  caracterização dos aspectos importantes que sustentarão o estudo de análise de riscos.com.  estabelecer uma relação direita entre a empresa e a região da influência.br Site: www. objeto de análise e o local. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS OU PERIGOS (APR/APP) Atividade/Operação: ______________________________ Referência:____________ ETAPA RISCO/PERIGO Data: __/__/___ MODE DE DETECÇÃO EFEITO Revisão:__________ RECOMENDAÇÕES / CONTROLE Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .Proibida a reprodução por qualquer meio. Análise "E se…?" Análise Preliminar de Perigos (APP). técnicas específicas para a identificação dos perigos devem ser empregadas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Portanto. Estudo de Perigos e Operabilidade. Lei 9.2.2.2. mostrada a seguir. por meio da definição de métodos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Espera-se os seguintes resultados práticos:  obtenção de um diagnóstico das interfaces existentes entre a empresa.1 Informações para a realização ou entender uma APR/APP A realização da análise é feita através do preenchimento de uma planilha de APR/APP para cada módulo de análise. Análise de Modos de Falhas e Efeitos (AMFE).2.br 3. contém 5 colunas.  o enfoque operacional e de segurança. A planilha utilizada nesta APP.1 Caracterização da empresa A caracterização da empresa e da região tem as seguintes finalidades:  identificar aspectos comuns que possam interferir na instalação ou no ambiente.INBRAEP .

os riscos/perigos são eventos acidentais que têm potencial para causar danos aos trabalhadores.br Site: www. odor.com. Análise Preliminar de Risco (APR) • • • Trata-se de uma técnica de análise prévia de riscos. e ainda propicia condição para evita-los ou conviver com eles em segurança. de temperatura. ao público ou ao meio ambiente. Análise Preliminar de Risco é uma visão do trabalho a ser executado. 5ª coluna: Recomendações/observações Esta coluna deve conter as recomendações de medidas mitigadoras de risco propostas pela equipe de realização da APR/APP ou quaisquer observações pertinentes ao cenário de acidente em estudo. suscintamente.Proibida a reprodução por qualquer meio. 2ª coluna: Risco/perigo Esta coluna deve conter os riscos/perigos identificados para o módulo de análise em estudo. as diversas etapas da atividade/operação. 4ª coluna: Efeitos Os possíveis efeitos danosos de cada risco/perigo identificado devem ser listados nesta coluna.610/98.).INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Por se tratar de uma técnica aplicável à todas as atividades. que permite a identificação dos riscos envolvidos em cada passo da tarefa. Outro modelo de Planilha de APR. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep. Lei 9. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP . inbraep@inbraep. etc. A detecção da ocorrência do risco/perigo tanto pode ser realizada através da instrumentação (alarmes de pressão. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 20 . a técnica de Análise Preliminar de Risco é o fato de promover e estimular o trabalho em equipe e a responsabilidade solidária.br 1ª coluna: Etapa Esta coluna deve descrever. etc.) como através da percepção humana (visual. 3ª coluna: Modos de detecção Os modos disponíveis na instalação para a detecção do risco/perigo identificado na segunda coluna devem ser relacionados nesta coluna. De uma forma geral.com.

medindo os impactos e danos causados por elas.610/98.inbraep. inbraep@inbraep.INBRAEP .Proibida a reprodução por qualquer meio.com.2. Os resultados desta estimativa deverão servir de base para a análise de vulnerabilidade nos lugares estudados. Em seguida deverão ser estimadas as possíveis consequências dos cenários produzidos pelas hipóteses de acidentes.3 Estimativa de consequências e de vulnerabilidade Tendo por base as hipóteses acidentais formuladas na etapa anterior. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 21 . estuda-se as suas possíveis consequências. Normalmente essa análise é feita considerando danos às pessoas expostas. Lei 9.com.br Site: www. Deverão ser utilizados modelos de cálculos que representem os possíveis efeitos resultantes dos tipos de acidentes.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br 3. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

As seguintes técnicas podem ser utilizadas para o cálculo das frequências dos cenários de acidentes.2.5 Estimativa de riscos A estimação de riscos é feita através da combinação das frequências de ocorrência das hipóteses de acidentes e as suas respectivas consequências.Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Geralmente os riscos são expressos da seguinte maneira:  Índices de risco. ou de modificação dos já existentes.br 3. visando a identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação. através da pesquisa bibliográfica ou nos bancos de dados de acidentes.com.3 Procedimentos para Trabalhos em Altura A antecipação deverá envolver a análise de projetos de novas instalações.com. Qual o número de pessoas necessárias para a execução da atividade? d. 3. 3. Lei 9.2. Um fator que deve ser considerado na análise é o erro humano durante a realização de uma determinada operação. Da mesma maneira. Pode-se expressar o risco de diferentes formas segundo o objetivo do estudo em questão. métodos ou processos de trabalho. Quais os riscos que essa atividade apresenta? e. os fatores externos da empresa podem contribuir para o risco.:  análise histórica dos acidentes. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. principalmente erros de manutenção.4 Estimativa de frequências Para fazer estudos quantitativos de análise de riscos é necessária a estimativa das frequências das hipóteses acidentais decorrentes das falhas nos equipamentos.  Risco social.  análise por árvores de eventos (AAE).  Risco individual. Nesses casos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 22 . devido aos quais acontecem cerca de 60% a 80% dos acidentes maiores em que o erro humano está envolvido. a estimativa de probabilidade de erros do homem deve ser quantificada nesta etapa. Em determinados estudos.INBRAEP . Para a elaboração dos procedimentos devemos analisar da seguinte forma: a. de maneira a definir medidas e procedimentos que serão executados com o objetivo de reduzi-los ou gerenciá-los. Esses dados normalmente são difíceis de serem estimados já que há poucos estudos abordando confiabilidade humana. Onde essa atividade será executada? f.  análise por árvore de falhas (AAF). Qual o tempo necessário para executar a atividade? c. Quais os riscos que esse local oferece? Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .2. inbraep@inbraep.inbraep. também deve ser considerada a probabilidade ou a frequência do acontecimento de eventos não desejáveis causados por terceiros ou por agentes externos.6 Avaliação e gerenciamento de riscos Nesta etapa os riscos estimados deverão ser avaliados. Qual atividade será executada? b.br Site: www. 3. tendo-se por base critérios de aceitabilidade de riscos previamente definidos.

d) as medidas de controle dos riscos características à rotina. c) o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem. além dos riscos inerentes ao trabalho em altura.INBRAEP .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Quais são as Medidas de Segurança para eliminar e/ou controlar os riscos? k. As atividades de trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante Permissão de Trabalho. b) as orientações administrativas.610/98. g) as competências e responsabilidades. ou ainda. aprovada pelo responsável pela autorização da permissão. equipamentos e ferramentas? j. A Permissão de Trabalho deve conter: a) os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos.inbraep. Quais as máquinas e equipamentos que serão utilizados? h.com. encerrada e arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade. é criado o procedimento e a Permissão de Trabalho. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 23 . Lei 9. ao final. c) o detalhamento da tarefa. considerar: a) o local em que os serviços serão executados e seu entorno.Proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. podendo ser revalidada pelo responsável pela aprovação nas situações em que não ocorram mudanças nas condições estabelecidas ou na equipe de trabalho. da ou das atividades. Os procedimentos operacionais para as atividades rotineiras de trabalho em altura devem conter. restrita ao turno de trabalho. b) as disposições e medidas estabelecidas na Análise de Risco.br Site: www. inbraep@inbraep. no mínimo: a) as diretrizes e requisitos da tarefa. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . e) as condições impeditivas.br g. desde que a segurança de uma atividade aumente a segurança de outra. As pessoas estão capacitadas para atividade em altura? m.com. disponibilizada no local de execução da atividade e. Todo trabalhador possui ASO para trabalho em altura? Para as atividades com riscos comuns entre eles é elaborado um único procedimento. f) os sistemas de proteção coletiva e individual necessários. b) o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho. Lembre-se que conforme a NR-35 a Análise de Risco deve. desde que não há alteração. Quais as ferramentas serão utilizadas para a execução das atividades? i. Quais os EPI e/ou os EPC que utilizarão para exercer a atividade? l. A Permissão de Trabalho deve ter validade limitada à duração da atividade. A partir desse levantamento. Para as atividades não rotineiras as medidas de controle devem ser evidenciadas na Análise de Risco e na Permissão de Trabalho. c) a relação de todos os envolvidos e suas autorizações. Quais os riscos existentes na utilização das máquinas. Permissão de Trabalho deve ser emitida.

h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP . j) as condições impeditivas. l) a necessidade de sistema de comunicação. inspeção. k) as situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros. e) a seleção. inbraep@inbraep. de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte do trabalhador. g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos. i) os riscos adicionais.inbraep. Lei 9. m) a forma de supervisão.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br d) as condições meteorológicas adversas. às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda.com.610/98.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. atendendo às normas técnicas vigentes. f) o risco de queda de materiais e ferramentas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 24 .

Direito de Recusa é um instrumento que assegura ao trabalhador a interrupção de uma atividade de trabalho por considerar que ela envolve grave e iminente risco para sua segurança e saúde ou de outras pessoas. As situações ou condições de risco podem ser diretas ou indiretas: Condições diretas: são todas as situações que colocam em risco a saúde ou vida do profissional diretamente. que diligenciará as medidas cabíveis. Iluminação e perigo de desmoronamento. Os trabalhadores devem interromper suas tarefas exercendo o direito de recusa. A NR-35 estabelece que todo trabalho em altura. Os trabalhos em altura. ferramentas e procedimentos inadequados para o serviço. não sendo essas sanadas pelos EPIs ou EPCs. cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade. Exemplo: Condições climáticas.610/98. cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 25 . ou em suas proximidades devem ser suspensos de imediato na iminência de ocorrência que possa colocar os trabalhadores em perigo. Em alguns casos os próprios equipamentos de segurança apresentam irregularidades. previsto no artigo 13 da Convenção 155 da OIT e promulgada pelo Decreto 1.com. sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas. O profissional deve sempre buscar zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho. Condições indiretas: são as situações que colocam em risco a saúde ou vida do profissional indiretamente. surgindo assim uma condição impeditiva para o serviço. Exemplo: Equipamentos. Ressalte-se que esta atitude está associada à obrigação da comunicação imediata conforme estabelece a norma regulamentar. são consideradas condições impeditivas para o serviço. comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico. O responsável pela execução do serviço também deve suspender as atividades quando verificar situação ou condição de risco não prevista. com indicações de que essa providência de recusar-se a expor sua saúde e integridade física deva resultar em medidas corretivas. Trata-se de uma ratificação do direito de recusa.inbraep. indicando a responsabilidade dos níveis hierárquicos superiores para as providências necessárias.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.254 de29 de setembro de 1994. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP . inbraep@inbraep.br 4 CONDIÇÕES IMPEDITIVAS PARA SERVIÇOS Toda a condição que ocasione riscos à saúde e vida dos profissionais. seja realizado sob supervisão.Proibida a reprodução por qualquer meio. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com. Lei 9.

com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. • Serviços de manutenção em telhados. Lei 9. inbraep@inbraep. torções. Os autorizados a trabalhar em altura devem ter atenção em suas ações ou omissões que impliquem em negligência. que também são acidentes que podem levar a graves situações ou impossibilidade do profissional voltar as suas atividades. Ato Inseguro Condições Inseguras – são aquelas que compreendem a segurança do trabalhador estando no ambiente.Proibida a reprodução por qualquer meio. • Serviços diversos em locais com aberturas em pisos e paredes sem proteção. entretanto todas elas podem ser agrupadas em duas categorias. • Trabalhos de manutenção em torres. irregularidades técnicas e carência de dispositivos de segurança que pões em risco a integridade física e/ou a saúde das pessoas e a própria segurança das instalações e equipamentos. podendo ter de responder civil e criminalmente.com. onde ocorre graves acidentes ou até a mesmo a morte do trabalhador. Sendo que em média de todos os acidentes de trabalho ocorridos no ano.inbraep. • Depósitos de materiais. desconhecem ou subestimam os riscos inerentes a estas atividades. • Serviços em linha de transmissão e postes elétricos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 26 . e muitas vezes. O risco de queda existe em vários ramos de atividades. fraturas. • Pontes rolantes. Quando não provocam à morte do trabalhador as quedas podem provocar escoriações. São as falhas. os defeitos. Milhares podem ser as causas de um simples acidente. Condição Insegura B. luxações entre outros. imprudência ou imperícia. • Serviços de manutenção e limpeza em fachadas. tomando medidas preventivas em todos os trabalhos realizados com risco de queda visando à segurança dos trabalhadores e terceiros. zelando tanto pela sua segurança e saúde como pela de outras pessoas que possam ser afetadas. etc. Segundo estudos a principal causa de acidentes de trabalho mortais é a queda em altura.br 5 RISCOS POTENCIAIS Muitos estabelecimentos mantêm trabalhadores envolvidos com trabalhos em altura que não tiveram capacitação formal. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. • Montagem de estruturas diversas.INBRAEP . hematomas.610/98.br Site: www. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . devemos intervir nestas situações de risco regularizando o processo e tornando os trabalhos mais seguros. Acidentes por queda de atura ocorrem principalmente em: • Obras da construção civil. A maioria dos acidentes do trabalho se deve a quedas de alturas elevadas. A. 30% correspondem às quedas. • Serviços em ônibus e caminhões.

pisos escorregadios ou esburacados.br Problemas de iluminação. condutores de eletricidade com revestimento estragado. colares.com. equipamentos de extinção de fogo (se estão desimpedidos. passagens obstruídas. ferramentas defeituosas. São esses os atos responsáveis por muitos dos acidentes de trabalho e que estão presentes na maioria dos casos em que há alguém ferido. Uma "condição insegura" normalmente é o resultado do "ato inseguro" de alguém ao longo do desencadeamento do acidente. a riscos de acidentes. transporte manual de cargas sem ter visão do caminho. consciente ou inconscientemente.610/98. condições sanitárias insatisfatórias. Lei 9. calçados impróprio.inbraep. ruídos e trepidações em excesso. calor excessivo. má distribuição de máquinas e equipamentos. levantamento de cargas com utilização defeituosa dos músculos. operação de máquinas e equipamentos sem habilitação e sem treino. Atos Inseguros – É a maneira como as pessoas se expõem. operação de máquinas em velocidade excessiva. se estão em situação de perfeito funcionamento). sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. recusa de utilização de equipamento individual de proteção.com. anéis. ventilação deficiente ou imprópria.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Site: www. trânsito perigoso de material rodante. escadas entre pavimentos sem proteções. inutilização. Atos imprudentes. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 27 . alterar o uso de ferramentas. desmontagem ou desativação de proteções de máquinas. falta de limpeza e de ordem.INBRAEP . atirar ferramentas ou materiais para os companheiros e muitos outros. permanência debaixo de guindastes e de cargas que podem cair. roupas muito largas. resíduos inflamáveis acumulados. posição defeituosa no trabalho. cabelos soltos em operações com máquinas de engrenagens móveis. substâncias altamente inflamáveis em quantidade excessivas na área de produção. falta de protetores em partes móveis de máquinas e nos pontos de operação. correr por entre máquinas ou em corredores e escadas.Proibida a reprodução por qualquer meio. ferramentas desarrumadas. inbraep@inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . se podem ser facilmente apanhados. brincadeira.

6. A transposição de pisos com diferença de nível superior a 0. Vale salientar que o curso de NR-35 é um curso voltado para vários profissionais que irão trabalhar em diversas áreas deste trabalho. Os patamares intermediários devem ter largura e comprimento.610/98.com. iguais à largura da escada.00m (sete metros) de extensão e o espaçamento entre os degraus deve ser uniforme.1 Escadas. sendo proibido o uso de pintura que encubra imperfeições.1. As escadas de uso coletivo. Lei 9. sem apresentar nós e rachaduras que comprometam sua resistência.30m (trinta centímetros). rampas e passarelas deve ser de boa qualidade.Proibida a reprodução por qualquer meio. c) nas proximidades de aberturas e vãos. As escadas de mão poderão ter até 7. 6. rampas e passarelas para a circulação de pessoas e materiais devem ser de construção sólida e dotadas de corrimão e rodapé. iremos buscar alguns conceitos e obrigações estabelecidas pelo MTE através de outras normas regulamentares que foram e são muito utilizadas como norteadoras no trabalho em altura. estar seca.25m (vinte e cinco centímetros) a 0. É obrigatória a instalação de rampa ou escada provisória de uso coletivo para transposição de níveis como meio de circulação de trabalhadores.com. inbraep@inbraep. por este motivo iremos tratar dos principais trabalhos realizados em altura. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP .inbraep.80 (oitenta centímetros). É proibido colocar escada de mão: a) nas proximidades de portas ou áreas de circulação.90m (dois metros e noventa centímetros) de altura um patamar intermediário. É proibido o uso de escada de mão com montante único. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 28 . variando entre 0. respeitando-se a largura mínima de 0.1 Escadas. b) onde houver risco de queda de objetos ou materiais.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Site: www.br 6 MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE Para entendermos melhor sobre as medidas de prevenção e controle. devendo ter pelo menos a cada 2. As escadas provisórias de uso coletivo devem ser dimensionadas em função do fluxo de trabalhadores. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. A escada de mão deve ter seu uso restrito para acessos provisórios e serviços de pequeno porte. Rampas e Passarelas A madeira a ser usada para construção de escadas.40m (quarenta centímetros) deve ser feita por meio de escadas ou rampas. no mínimo.

inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. quando fechada.com. É proibido o uso de escada de mão junto a redes e equipamentos elétricos desprotegidos. d) ser apoiada em piso resistente. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. quando estendida.00m (um metro). Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . devendo ter comprimento máximo de 6.00m (um metro) o piso superior. A escada extensível deve ser dotada de dispositivo limitador de curso.com.610/98. deve permitir uma sobreposição de no mínimo 1. Caso não haja o limitador de curso. Lei 9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 29 .INBRAEP . estável e provida de dispositivos que a mantenham com abertura constante.inbraep. colocado no quarto vão a contar da catraca.br A escada de mão deve: a) ultrapassar em 1. A escada de abrir deve ser rígida. c) ser dotada de degraus antiderrapantes.Proibida a reprodução por qualquer meio.00m (seis metros). b) ser fixada nos pisos inferior e superior ou ser dotada de dispositivo que impeça o seu escorregamento.br Site: www.

deve ser provida de gaiola protetora a partir de 2.com. no máximo.00m (dois metros) acima da base até 1. As rampas provisórias usadas para trânsito de caminhões devem ter largura mínima de 4.br A escada fixa. com inclinação superior a 18º (dezoito graus). Os apoios das extremidades das passarelas devem ser dimensionados em função do comprimento total das mesmas e das cargas a que estarão submetidas. para apoio dos pés.00 (seis metros) ou mais de altura. protegido por guarda-corpo e rodapé.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Não devem existir ressaltos entre o piso da passarela e o piso do terreno.00m (nove metros). devem ser fixadas peças transversais. inbraep@inbraep.40m (quarenta centímetros). Nas rampas provisórias. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . não ultrapassando 30º (trinta graus) de inclinação em relação ao piso.2 Medidas de proteção contra quedas de altura É obrigatória a instalação de proteção coletiva onde houver risco de queda de trabalhadores ou de projeção e materiais.inbraep. com 6. As rampas provisórias devem ser fixadas no piso inferior e superior. Para cada lance de 9.INBRAEP .2 Rampas e passarelas. Lei 9. 6.1.Proibida a reprodução por qualquer meio. As rampas e passarelas provisórias devem ser construídas e mantidas em perfeitas condições de uso e segurança. As aberturas no piso devem ter fechamento provisório resistente. 6. deve existir um patamar intermediário de descanso.00m (um metro) acima da última superfície de trabalho. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.00m (quatro metros) e ser fixadas em suas extremidades.610/98. espaçadas em 0. tipo marinheiro.br Site: www.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 30 .

inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . constituído de material resistente e seguramente fixado à estrutura. Os vãos de acesso às caixas dos elevadores devem ter fechamento provisório de.INBRAEP . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 31 . b) ter rodapé com altura de 0.610/98.20m (um metro e vinte centímetros) para o travessão superior e 0. em caso de serem utilizadas para o transporte vertical de materiais e equipamentos. 1. devem ser protegidas por guarda-corpo fixo.com.com. até a colocação definitiva das portas. quando constituída de anteparos rígidos. na periferia da edificação.70m (setenta centímetros) para o travessão intermediário. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.20m (vinte centímetros). A proteção contra quedas. no mínimo.20m (um metro e vinte centímetros) de altura. no ponto de entrada e saída de material. a instalação de proteção contra queda de trabalhadores e projeção de materiais a partir do início dos serviços necessários à concretagem da primeira laje. É obrigatória. inbraep@inbraep. e por sistema de fechamento do tipo cancela ou similar.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Site: www.br As aberturas. Lei 9. c) ter vãos entre travessas preenchidos com tela ou outro dispositivo que garanta o fechamento seguro da abertura.Proibida a reprodução por qualquer meio. deve atender aos seguintes requisitos: a) ser construída com altura de 1. em sistema de guardacorpo e rodapé.

somente. inbraep@inbraep. quando o revestimento externo do prédio acima dessa plataforma estiver concluído.br Em todo perímetro da construção de edifícios com mais de 4 (quatro) pavimentos ou altura equivalente. a partir de sua extremidade.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. um pé-direito acima do nível do terreno.610/98. Essas plataformas devem ter. devem ser instaladas.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br Site: www.Proibida a reprodução por qualquer meio. somente.80m (oitenta centímetros) de extensão.inbraep. Cada plataforma deve ser instalada logo após a concretagem da laje a que se refere e retirada. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 32 . é obrigatória a instalação de uma plataforma principal de proteção na altura da primeira laje que esteja. estiver concluída. até a plataforma imediatamente superior. no mínimo. 2. com inclinação de 45º (quarenta e cinco graus). quando a vedação da periferia.80m (oitenta centímetros) de extensão. em balanço.40m (um metro e quarenta centímetros) de balanço e um complemento de 0. A plataforma deve ser instalada logo após a concretagem da laje a que se refere e retirada. no mínimo. Lei 9. 1. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. plataformas secundárias de proteção.INBRAEP . Essa plataforma deve ter. no mínimo. Acima e a partir da plataforma principal de proteção. de 3 (três) em 3 (três) lajes. a partir de sua extremidade. com inclinação de 45º (quarenta e cinco graus).50m (dois metros e cinquenta centímetros) de projeção horizontal da face externa da construção e 1 (um) complemento de 0. também.com.

no mínimo. devem ser instaladas. a partir de sua extremidade. estiver concluída. 2. de 3 (três) em 3 (três) lajes e constituir-se de uma barreira protetora contra projeção de materiais e ferramentas como já mencionado. também. plataformas terciárias de proteção. deve ser considerada a primeira laje do corpo recuado para a instalação de plataforma principal de proteção e istalar as plataformas secundárias de proteção. III. no mínimo.º 157.br Na construção de edifícios com pavimentos no subsolo. com inclinação de 45º (quarenta e cinco graus). Ganchos de ancoragem da rede na parte inferior. quando a vedação da periferia. II.20m (dois metros e vinte centímetros) de projeção horizontal da face externa da construção e um complemento de 0. em balanço. de 10 de abril de 2006) Como medida alternativa ao uso de plataformas secundárias de proteção. Redes de Segurança (Incluído pela Portaria SIT n. estiver concluída. Lei 9.com. As plataformas de proteção devem ser construídas de maneira resistente e mantidas sem sobrecarga que prejudique a estabilidade de sua estrutura.INBRAEP . b) cordas de sustentação ou de amarração e perimétrica da rede.Proibida a reprodução por qualquer meio. não esquecendo que cada plataforma deve ser instalada logo após a concretagem da laje a que se refere e retirada. um pé-direito acima do nível do terreno e instaladas. de 3 (três) em 3 (três) lajes. O Sistema Limitador de Quedas de Altura deve ser composto. pelos seguintes elementos: a) rede de segurança. além da obrigatoriedade da instalação de uma plataforma principal de proteção na altura da primeira laje que esteja. plataformas secundárias de proteção. deve ser fechado com tela a partir da plataforma principal de proteção. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . fixação e ancoragem e acessórios de rede. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 33 . Essas plataformas devem ter. Elemento forca. contadas em direção ao subsolo e a partir da laje referente à instalação da plataforma principal de proteção. A tela deve constituir-se de uma barreira protetora contra projeção de materiais e ferramentas.610/98. A tela deve ser instalada entre as extremidades de 2 (duas) plataformas de proteção consecutivas. até a plataforma imediatamente superior.pode ser instalado Sistema Limitador de Quedas de Altura. c) conjunto de sustentação.br Site: www. inbraep@inbraep.80m (oitenta centímetros) de extensão. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. até a plataforma imediatamente superior. Em construções em que os pavimentos mais altos forem recuados. ainda. Grampos de fixação do elemento forca.inbraep. no mínimo. com a utilização de redes de segurança. O perímetro da construção de edifícios. de 2 (duas) em 2 (duas) lajes. somente. composto de: I. só podendo ser retirada quando a vedação da periferia. em balanço.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.

com distância entre nós de 0. fator de segurança 2 (dois). a rede deve permanecer o mais próximo possível do plano de trabalho. Lei 9.06m (sessenta milímetros) e altura mínima de 10. Quando necessárias emendas na panagem da rede.00m (um metro) acima da superfície de trabalho.br Os elementos de sustentação não podem ser confeccionados em madeira. deslocamento e desmontagem do sistema devem ser supervisionadas pelo responsável técnico pela execução da obra.com. com relação à resistência à tração e à deformação. O projeto deve conter o detalhamento técnico descritivo das fases de montagem. Os ensaios devem ser realizados de modo a atender aos testes previstos nas Normas EN 1263-1 e EN 1263-2. no máximo a cada 0.00m (dez metros). no mínimo. devem ser asseguradas as mesmas características da rede original. A rede deve ser confeccionada em cor que proporcione contraste. As redes devem apresentar malha uniforme em toda a sua extensão.10 m (dez centímetros). A extremidade superior da rede de segurança deve estar situada.PCMAT.04m (quarenta milímetros) a 0. seco e acondicionadas em recipientes adequados. na sua parte inferior.inbraep. em seu cálculo.00 m (seis metros). para verificação das condições de todos os seus elementos e pontos de fixação. A distância máxima entre os elementos de sustentação tipo forca deve ser de 5m (cinco metros). O Sistema de Proteção Limitador de Quedas de Altura deve ser submetido a uma inspeção semanal.com. 1. além da durabilidade. integrado ao Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção . em cordéis 30/45. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. sob supervisão de profissional legalmente habilitado.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. já considerado. As cordas de sustentação e as perimétricas devem ter diâmetro mínimo de 16mm (dezesseis milímetros) e carga de ruptura mínima de 30 KN (trinta quilonewtons). preferencialmente escura. no mínimo. Entre a parte inferior do Sistema Limitador de Quedas de Altura e a superfície de trabalho deve ser observada uma altura máxima de 6. A estrutura de sustentação deve ser projetada de forma a evitar que as peças trabalhem folgadas. As redes do Sistema de Proteção Limitador de Quedas de Altura devem ser armazenadas em local apropriado. sendo proibidas emendas com sobreposições da rede.50 m (dois metros e cinqüenta centímetros) de projeção horizontal a partir da face externa da construção. Na parte inferior do Sistema Limitador de Quedas de Altura. A distância entre os pontos de ancoragem da rede e a face do edifício deve ser no máximo de 0.50m (cinquenta centímetros).610/98.br Site: www. deslocamento do Sistema durante a evolução da obra e desmontagem. Após a inspeção semanal. As fases de montagem. 2. Os elementos de sustentação da rede no Sistema de Proteção Limitador de Quedas em Altura não podem ser utilizados para outro fim. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . O Sistema de Proteção Limitador de Quedas em Altura deve ser utilizado até a conclusão dos serviços de estrutura e vedação periférica. Os empregadores que optarem pelo Sistema de Proteção Limitador de Quedas em Altura devem providenciar projeto que atenda às especificações de dimensionamento previstas nesta Norma Regulamentadora. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 34 .Proibida a reprodução por qualquer meio. As emendas devem ser feitas por profissionais com qualificação especialização em redes.INBRAEP . A estrutura de sustentação deve ser dimensionada por profissional legalmente habilitado. A rede deve ser ancorada à estrutura da edificação. O Sistema Limitador de Quedas de Altura deve ter. Os elementos de sustentação do Sistema de Proteção Limitador de Quedas de Altura e seus acessórios devem ser armazenados em ambientes adequados e protegidos contra deterioração. devem ser efetuadas as correções necessárias. O projeto deve ser assinado por profissional legalmente habilitado. inbraep@inbraep.

com. suspensos e em balanço devem ser precedidas de projeto elaborado por profissional legalmente habilitado. Os projetos de andaimes do tipo fachadeiro. ser antiderrapante. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 35 . As redes de segurança devem ser confeccionadas de modo a atender aos testes previstos nas Normas EN 1263-1 e EN 1263-2. Nas atividades de montagem e desmontagem de andaimes. Os requisitos de segurança para a montagem das redes devem atender às Normas EN 1263-1 e EN 1263-2.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Os fabricantes dos andaimes devem ser identificados e fornecer instruções técnicas por meio de manuais que contenham.INBRAEP . deve-se observar que: a) todos os trabalhadores sejam qualificados e recebam treinamento específico para o tipo de andaime em operação. de forma aparente e indelével. com estrutura metálica e forração do piso em material sintético ou em madeira. pisos e contraventamentos dos andaimes. c) as ferramentas utilizadas devem ser exclusivamente manuais e com amarração que impeça sua queda acidental. 6. referência do tipo.inbraep. Os montantes dos andaimes metálicos devem possuir travamento contra o desencaixe acidental. É vedada a utilização de andaimes sem as gravações.610/98. suspensos e em balanço devem ser acompanhados pela respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica. desmontagem e movimentação de andaimes próximos às redes elétricas. com segurança.3Andaimes e Plataformas de Trabalho O dimensionamento dos andaimes. Devem ser gravados nos painéis. e b) detalhes dos procedimentos sequenciais para as operações de montagem e desmontagem. desde que prevista no projeto do Sistema Limitador de Quedas de Altura.br É facultada a colocação de tecidos sobre a rede. deve ser realizado por profissional legalmente habilitado. podem fabricar andaimes completos ou quaisquer componentes estruturais. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. sua estrutura de sustentação e fixação. dentre outras informações: a) especificação de materiais. O piso de trabalho dos andaimes pode ser totalmente metálico ou misto.com. Lei 9. nivelado e fixado ou travado de modo seguro e resistente. No PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho) devem ser inseridas as precauções que devem ser tomadas na montagem. Somente empresas regularmente inscritas no CREA. O piso de trabalho dos andaimes deve ter forração completa.br Site: www. b) é obrigatório o uso de cinto de segurança tipo paraquedista e com duplo talabarte que possua ganchos de abertura mínima de cinquenta milímetros e dupla trava. tubos. ou totalmente de madeira.Proibida a reprodução por qualquer meio. dimensões e posições de ancoragens e estroncamentos. do qual conste a data de seu último exame médico ocupacional e treinamento. Os andaimes devem ser dimensionados e construídos de modo a suportar. as cargas de trabalho a que estarão sujeitos. lote e ano de fabricação. que impeçam a queda de pequenos objetos. Os pisos dos andaimes devem ser dimensionados por profissional legalmente habilitado. As superfícies de trabalho dos andaimes devem possuir travamento que não permita seu deslocamento ou desencaixe. As montagens de andaimes dos tipos fachadeiros. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . com profissional legalmente habilitado pertencente ao seu quadro de empregados ou societário. a identificação do fabricante. inbraep@inbraep. e d) os trabalhadores devem portar crachá de identificação e qualificação.

INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .610/98. inclusive nas cabeceiras. em todo o perímetro. de modo a não comprometer a estabilidade e segurança do andaime. É proibido trabalho em andaimes apoiados sobre cavaletes que possuam altura superior a 2. ou c) escada para uso coletivo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. É proibida.com. O acesso aos andaimes deve ser feito de maneira segura.1 escadas. montada interna ou externamente ao andaime. sendo proibido o uso de pintura que encubra imperfeições. corrimãos e degraus antiderrapantes. com largura mínima de oitenta centímetros. seca.INBRAEP . sem apresentar nós e rachaduras que comprometam a sua resistência.00m (dois metros) e largura inferior a 0. montada externamente à estrutura do andaime conforme visto anteriormente no item 6. 6. sobre o piso de trabalho de andaimes. O acesso aos andaimes tubulares deve ser feito de maneira segura por escada incorporada à sua estrutura. fixada a estrutura da mesma. com exceção do lado da face de trabalho. incorporada ou acoplada aos painéis com dimensões de quarenta centímetros de largura mínima e a distância entre os degraus uniforme e compreendida entre vinte e cinco e trinta e cinco centímetros. É proibida a utilização de aparas de madeira na confecção de andaimes.Proibida a reprodução por qualquer meio.1 Andaimes Simplesmente Apoiados Os montantes dos andaimes devem ser apoiados em sapatas sobre base sólida e nivelada capazes de resistir aos esforços solicitantes e às cargas transmitidas. É proibido o trabalho em andaimes na periferia da edificação sem que haja proteção tecnicamente adequada. O ponto de instalação de qualquer aparelho de içar materiais deve ser escolhido. inbraep@inbraep. Os andaimes devem dispor de sistema guarda-corpo e rodapé.90m (noventa centímetros). Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 36 .inbraep.com. a utilização de escadas e outros meios para se atingirem lugares mais altos. b) escada do tipo marinheiro.3.br Site: www. Os andaimes cujos pisos de trabalho estejam situados a mais de um metro de altura devem possuir escadas ou rampas.1. que pode ser: a) escada metálica. É proibido retirar qualquer dispositivo de segurança dos andaimes ou anular sua ação.br A madeira para confecção de andaimes deve ser de boa qualidade. O acesso pode ser ainda por meio de portão ou outro sistema de proteção com abertura para o interior do andaime e com dispositivo contra abertura acidental. Lei 9. É proibido o deslocamento das estruturas dos andaimes com trabalhadores sobre os mesmos.

6. Sua carga deve ser distribuída de modo uniforme. O andaime deve ser fixado à estrutura da construção. Os andaimes tubulares móveis podem ser utilizados somente sobre superfície plana.br Site: www. após encaixados nos montantes. edificação ou instalação.INBRAEP . Os andaimes fachadeiros devem ser externamente cobertos por tela de material que apresente resistência mecânica condizente com os trabalhos e que impeça a queda de objetos. Lei 9.3. A movimentação vertical de componentes e acessórios para a montagem e/ou desmontagem de andaime fachadeiro deve ser feita por meio de cordas ou por sistema próprio de içamento. devem ser contrapinados ou travados com parafusos. Os montantes do andaime fachadeiro devem ter seus encaixes travados com parafusos.com. por meio de amarração e estroncamento. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 37 . A tela prevista deve ser completa e ser instalada desde a primeira plataforma de trabalho até dois metros acima da última.2 Andaimes Fachadeiros Os andaimes fachadeiros não devem receber cargas superiores às especificadas pelo fabricante.inbraep. As peças de contraventamento devem ser fixadas nos montantes por meio de parafusos.br Os andaimes de madeira somente podem ser utilizados em obras de até três pavimentos ou altura equivalente e devem ser projetados por profissional legalmente habilitado.3 Andaimes Móveis Os rodízios dos andaimes devem ser providos de travas. que resista a seus esforços e permita a sua segura movimentação através de rodízios. de modo que assegurem a estabilidade e a rigidez necessárias ao andaime. em altura. As torres de andaimes não podem exceder. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . braçadeiras ou por encaixe em pinos.com. Os acessos verticais ao andaime fachadeiro devem ser feitos em escada incorporada a sua própria estrutura ou por meio de torre de acesso. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 6. sem obstruir a circulação de pessoas e ser limitada pela resistência da forração da plataforma de trabalho.3. quando não estaiadas.Proibida a reprodução por qualquer meio. devidamente travados ou contrapinados. contrapinos. de modo a resistir aos esforços a que estará sujeito. quatro vezes a menor dimensão da base de apoio. inbraep@inbraep. braçadeiras ou similar. de modo a evitar deslocamentos acidentais. Os painéis dos andaimes fachadeiros destinados a suportar os pisos e/ou funcionar como travamento.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98. braçadeiras ou similar.

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 38 .3.Proibida a reprodução por qualquer meio.br 6.br Site: www. através de procedimentos operacionais e de dispositivos ou equipamentos específicos para tal fim. A instalação e a manutenção dos andaimes suspensos devem ser feitas por trabalhador qualificado. quando de fábrica.inbraep.com. colocada em local visível. onde conste a carga máxima de trabalho permitida. sob supervisão e responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado obedecendo. ligado ao trava-quedas de segurança este. Lei 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Deve ser garantida a estabilidade dos andaimes suspensos durante todo o período de sua utilização. O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista.5 Andaimes Suspensos Os sistemas de fixação e sustentação e as estruturas de apoio dos andaimes suspensos devem ser precedidos de projeto elaborado e acompanhado por profissional legalmente habilitado.610/98. as especificações técnicas do fabricante. (O profissional habilitado é o engenheiro civil ou tecnólogo em edificações) Os andaimes suspensos devem possuir placa de identificação. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP .3. de tal forma a eliminar quaisquer oscilações. inbraep@inbraep.4 Andaimes Em Balanço Os andaimes em balanço devem ter sistema de fixação à estrutura da edificação capaz de suportar três vezes os esforços solicitantes. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. A estrutura do andaime deve ser convenientemente contraventada e ancorada.com. 6. ligado a cabo–guia fixado em estrutura independente da estrutura de fixação e sustentação do andaime suspenso.

INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. e. c) ser de concreto. Na utilização do sistema contrapeso como forma de fixação da estrutura de sustentação dos andaimes suspensos. A extremidade do dispositivo de sustentação. voltada para o interior da construção.com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. com seu peso conhecido e marcado de forma indelével em cada peça. três vezes o maior esforço solicitante.com.610/98. inbraep@inbraep. constando essa especificação do projeto emitido. deve ser adequadamente fixada. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 39 . no mínimo. este deve atender as seguintes especificações mínimas: a) ser invariável quanto à forma e peso especificados no projeto. Em caso de sustentação de andaimes suspensos em platibanda ou beiral da edificação. pedras ou qualquer outro meio similar. d) ter contraventamentos que impeçam seu deslocamento horizontal.INBRAEP . essa deve ser precedida de estudos de verificação estrutural sob responsabilidade de profissional legalmente habilitado.br A sustentação dos andaimes suspensos deve ser feita por meio de vigas. afastadores ou outras estruturas metálicas de resistência equivalente a. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep. aço ou outro sólido não granulado. A verificação estrutural e as especificações técnicas para a sustentação dos andaimes suspensos em platibanda ou beiral de edificação devem permanecer no local de realização dos serviços. É proibida a fixação de sistemas de sustentação dos andaimes por meio de sacos com areia.br Site: www. b) ser fixado à estrutura de sustentação dos andaimes. A sustentação dos andaimes suspensos somente pode ser apoiada ou fixada em elemento estrutural.

O estrado do andaime deve estar fixado aos estribos de apoio e o guarda-corpo ao seu suporte. É proibido acrescentar trechos em balanço ao estrado de andaimes suspensos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. a partir do térreo. Os andaimes suspensos devem ser convenientemente fixados à edificação na posição de trabalho. possuir segunda trava de segurança para catraca.INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Os quadros dos guinchos de elevação devem ser providos de dispositivos para fixação de sistema guardacorpo e rodapé. devendo o respectivo sulco ser mantido em bom estado de limpeza e conservação. Os guinchos de elevação para acionamento manual devem observar os seguintes requisitos: a) ter dispositivo que impeça o retrocesso do tambor para catraca. Os dispositivos de suspensão devem ser diariamente verificados pelos usuários e pelo responsável pela obra. A largura mínima útil da plataforma de trabalho dos andaimes suspensos deve ser de sessenta e cinco centímetros.inbraep. É proibida a interligação de andaimes suspensos para a circulação de pessoas ou execução de tarefas. inbraep@inbraep. ou altura equivalente. e c) ser dotado da capa de proteção da catraca.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 40 .br Site: www. manivelas ou automaticamente.br É proibido o uso de cabos de fibras naturais ou artificiais para sustentação dos andaimes suspensos. Os cabos de suspensão devem trabalhar na vertical e o estrado na horizontal. Os usuários e o responsável pela verificação devem receber treinamento e manual de procedimentos para a rotina de verificação diária.610/98. Os cabos de aço utilizados nos guinchos tipo catraca dos andaimes suspensos devem: a) ter comprimento tal que para a posição mais baixa do estrado restem pelo menos seis voltas sobre cada tambor. É proibida a utilização de andaimes suspensos para transporte de pessoas ou materiais que não estejam vinculados aos serviços em execução. e b) passar livremente na roldana. É vedada a utilização de guinchos tipo catraca dos andaimes suspenso para prédios acima de oito pavimentos. Lei 9. na subida e na descida do andaime. Sobre os andaimes suspensos somente é permitido depositar material para uso imediato.Proibida a reprodução por qualquer meio. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . antes de iniciados os trabalhos.com. b) ser acionado por meio de alavancas.

Proibida a reprodução por qualquer meio. devendo permanecer nivelados no ponto de trabalho. A largura máxima útil da plataforma de trabalho dos andaimes suspensos.com. Lei 9. inbraep@inbraep.6 Andaimes Suspensos Motorizados Na utilização de andaimes suspensos motorizados deverá ser observada a instalação dos seguintes dispositivos: a) cabos de alimentação de dupla isolação. d) dispositivo Diferencial Residual (DR).inbraep. 6. ligado a dispositivo de bloqueio mecânico automático.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. deve ser de noventa centímetros. quando sua inclinação for superior a 15º (quinze graus). Os andaimes motorizados devem ser dotados de dispositivos que impeçam sua movimentação.br A largura máxima útil da plataforma de trabalho dos andaimes suspensos. O conjunto motor deve ser equipado com dispositivo mecânico de emergência. O equipamento deve ser desligado e protegido quando fora de serviço.INBRAEP . quando utilizado um guincho em cada armação.com. permitir a descida segura até o ponto de apoio inferior.00 (oito metros). c) aterramento elétrico. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .3.br Site: www. quando utilizado um guincho em cada armação. b) plugs/tomadas blindadas. e. Os estrados dos andaimes suspensos mecânicos podem ter comprimento máximo de 8. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 41 . que acionará automaticamente em caso de pane elétrica de forma a manter a plataforma de trabalho parada em altura e.610/98. Quando utilizado apenas um guincho de sustentação por armação é obrigatório o uso de um cabo de segurança adicional de aço. e) fim de curso superior e batente. quando acionado. observando-se a sobrecarga indicada pelo fabricante do equipamento. deve ser de noventa centímetros. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

em língua portuguesa. manutenção.INBRAEP .ABNT ou de entidades internacionais por ela referendadas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia. Todos os trabalhadores devem utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista ligado a um cabo guia fixado em estrutura independente do equipamento.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. especificações técnicas e manuais de montagem. manutenção e inspeção periódica dessas plataformas de trabalho devem ser feitas por trabalhador qualificado. Em caso de pane elétrica o equipamento deve possui dispositivos mecânicos de emergência que mantenham a plataforma parada permitindo o alívio manual por parte do operador para descida segura da mesma até sua base. A plataforma deve possuir no painel de comando botão de parada de emergência. A plataforma deve dispor de sistema de sinalização sonora acionado automaticamente durante sua subida e descida. Os usuários devem receber treinamento para a operação dos equipamentos. desmontagem e às inspeções periódicas.br 6. manutenção. No percurso vertical da plataforma não pode haver interferências que possam obstruir o seu livre deslocamento. bem como a indicação dos pontos que resistam a esses esforços. ou ainda.3. os projetos. sob supervisão e responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado. Os manuais de orientação do fabricante. São proibidas a improvisação na montagem de trechos em balanço e a interligação de plataformas. quando utilizadas. operação.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. devem oferecer a mesma resistência do piso da plataforma. de forma a garantir que os roletes permaneçam em contato com as guias.CONMETRO. O equipamento deve estar afastado das redes elétricas ou estas estarem isoladas conforme as normas específicas da concessionária local. As extensões telescópicas. A capacidade de carga mínima no piso de trabalho deve ser de cento cinquenta quilogramas força por metro quadrado. A área sob a plataforma de trabalho deve ser devidamente sinalizada e delimitada. A instalação.610/98. sendo proibida a circulação de trabalhadores dentro daquele espaço. Lei 9.7 Plataforma de Trabalho com Sistema de Movimentação Vertical em Pinhão e Cremalheira e Plataformas As plataformas de trabalho com sistema de movimentação vertical em pinhão e cremalheira e as plataformas hidráulicas devem observar as especificações técnicas do fabricante quanto à montagem.com.com. É responsabilidade do fabricante ou locador a indicação dos esforços na estrutura e apoios da plataforma. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 42 . salvo situações especiais tecnicamente comprovadas por profissional legalmente habilitado. Todos os trabalhadores usuários de plataformas devem receber orientação quanto ao correto carregamento e posicionamento dos materiais na plataforma. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . O último elemento superior da torre deve ser cego. operação. não podendo exceder a inclinação máxima indicada pelo fabricante. inspeção e desmontagem devem ser revisados e referendados por profissional legalmente habilitado no país. devem ficar à disposição no canteiro de obras ou frentes de trabalho. Normalização e Qualidade Industrial . Em caso de equipamento importado. O responsável pela verificação diária das condições de uso do equipamento deve receber manual de procedimentos para a rotina de verificação diária. inbraep@inbraep.br Site: www. não podendo possuir engrenagens de cremalheira. sob responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado. O equipamento somente deve ser operado por trabalhador qualificado. O equipamento deve ser dotado de dispositivos de segurança que garantam o perfeito nivelamento da plataforma no ponto de trabalho. atendendo ao previsto nas normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas .

g) freio automático de segurança. inbraep@inbraep. patolado ou travado no início de montagem das torres verticais de sustentação da plataforma. este deve ficar devidamente nivelado. É proibida a utilização das plataformas de trabalho para o transporte de pessoas e materiais não vinculados aos serviços em execução. b) plugs/tomadas blindadas. 6. No caso de utilização de plataforma com chassi móvel.inbraep. não sendo permitido o uso de cordas. inclusive nas extensões telescópicas. Os guarda-corpos. O espaçamento entre as ancoragens ou estroncamentos deve obedecer às especificações do fabricante e serem indicadas no projeto. quando fora de serviço. deve ficar no nível da base.3.com. c) aterramento elétrico. e) limites elétricos de percurso superior e inferior. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 43 .Proibida a reprodução por qualquer meio. f) motofreio.610/98. permanecendo dessa forma durante seu uso e desmontagem. A plataforma de trabalho deve ter seus acessos dotados de dispositivos eletro-eletrônicos que impeçam sua movimentação quando abertos.br Os elementos de fixação utilizados no travamento das plataformas devem ser devidamente dimensionados para suportar os esforços indicados em projeto. h) botoeira de comando de operação com atuação por pressão contínua. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br Site: www. Lei 9. correntes ou qualquer outro material flexível.INBRAEP .com. A utilização das plataformas sem ancoragem ou estroncamento deve seguir rigorosamente as condições de cada modelo indicadas pelo fabricante. desligado e protegido contra acionamento não autorizado. É proibido realizar qualquer trabalho sob intempéries ou outras condições desfavoráveis que exponham a risco os trabalhadores.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.8 Plataformas por Cremalheira As plataformas por cremalheira devem dispor dos seguintes dispositivos: a) cabos de alimentação de dupla isolação.d) dispositivo Diferencial Residual (DR). e. cabos. A ancoragem da torre é obrigatória quando a altura desta for superior a nove metros. devem observar as especificações do fabricante. O equipamento. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

A cadeira suspensa deve dispor de: a) sistema dotado com dispositivo de subida e descida com dupla trava de segurança. É proibida a improvisação de cadeira suspensa. ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente.INBRAEP .610/98.com. A sustentação da cadeira suspensa deve ser feita por meio de cabo de aço ou cabo de fibra sintética.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep. quando a sustentação for por meio de cabo de fibra sintética. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 44 . em caracteres indeléveis e bem visíveis.com. O sistema de fixação da cadeira suspensa deve ser independente do cabo-guia do travaquedas. quando a sustentação for através de cabo de aço. A cadeira suspensa deve apresentar na sua estrutura. c) requisitos mínimos de conforto previstos na NR 17 – Ergonomia. a razão social do fabricante e o número de registro respectivo no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ. b) sistema dotado com dispositivo de descida com dupla trava de segurança.3. d) sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto. Lei 9. inbraep@inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio. é permitida a utilização de cadeira suspensa (balancim individual).br Site: www.9 Cadeira Suspensa Em quaisquer atividades em que não seja possível a instalação de andaimes.br 6. O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .

4 Plataformas de Trabalho Aéreo Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA é o equipamento móvel. manutenção e restauração de fachadas. operação. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. O equipamento deve ser dotado de: a) dispositivos de segurança que garantam seu perfeito nivelamento no ponto de trabalho.200 Kgf (mil e duzentos quilogramas-força).3.br Site: www.com.4. como aço inoxidável ou material de características equivalentes. inbraep@inbraep.br 6.3. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 45 . conforme especificação do fabricante.610/98.INBRAEP . autopropelido ou não. c) constar do projeto estrutural da edificação. manutenção e inspeções periódicas. 6. a partir do nível do térreo. Os pontos de ancoragem devem: a) estar dispostos de modo a atender todo o perímetro da edificação. dotado de uma estação de trabalho (cesto ou plataforma) e sustentado em sua base por haste metálica (lança) ou tesoura. Lei 9.10 Ancoragem As edificações com no mínimo quatro pavimentos ou altura de 12m (doze metros). manutenção e restauração de fachadas. b) suportar uma carga pontual de 1.com. a serem utilizados nos serviços de limpeza. devem possuir previsão para a instalação de dispositivos destinados à ancoragem de equipamentos de sustentação de andaimes e de cabos de segurança para o uso de proteção individual. 6.10 mencionados não se aplicam às edificações que possuírem projetos específicos para instalação de equipamentos definitivos para limpeza. d) ser constituídos de material resistente às intempéries.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. b) alça de apoio interno. Os itens 6. Os pontos de ancoragem de equipamentos e dos cabos de segurança devem ser independentes. capaz de erguer-se para atingir ponto ou local de trabalho elevado.1 Requisitos Mínimos de Segurança A PTA deve atender às especificações técnicas do fabricante quanto a aplicação. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. h) Estabilizadores. d) painel de comando com botão de parada de emergência. c) aterramento elétrico. f) sistema sonoro automático de sinalização acionado durante a subida e a descida. depressões. rampas e outros fatores de risco. o operador deve manter: a) visão clara do caminho a ser percorrido. a fim de garantir a operação segura da PTA. eixos expansíveis e estrutura em geral. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .4 Capacitação. correntes ou qualquer outro material flexível em substituição ao guardacorpo. c) distância mínima de obstáculos aéreos. i) Demais itens especificados pelo fabricante. b) distância segura de obstáculos. A inspeção visual deve contemplar a correta fixação de todas as peças.br c) guarda-corpo que atenda às especificações do fabricante ou. quando constituída de anteparos rígidos. b) plugs e tomadas blindadas. ao disposto na proteção contra quedas. por meio de: a) cabos de alimentação de dupla isolação.Proibida a reprodução por qualquer meio.com. incluindo proteção contra quedas. d) Dispositivo Diferencial Residual (DDR). c) Dispositivos de proteção individual. d) Sistemas de ar. Cabe ao operador. 6.INBRAEP .4. É proibido o uso de cordas.br Site: www. e) Painéis. b) Dispositivos de segurança do equipamento. cabos e chicotes elétricos.5. hidráulica ou mecânica. conforme especificado em projeto ou ordem de serviço. Antes do uso diário ou no início de cada turno devem ser realizados inspeção visual e teste funcional na PTA.610/98. inbraep@inbraep.inbraep. f) Pneus e rodas. em sistema de guarda-corpo e rodapé da NR-18. cabos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. previamente capacitado pelo empregador conforme item 6. Lei 9. na falta destas. realizar a inspeção diária do local de trabalho no qual será utilizada a PTA. hidráulico e de combustível.com. e) dispositivo de emergência que possibilite baixar o trabalhador e a plataforma até o solo em caso de pane elétrica. g) Placas. A PTA deve possuir proteção contra choques elétricos. conforme especificado em projeto ou ordem de serviço. Antes e durante a movimentação da PTA. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 46 . verificando-se o perfeito ajuste e funcionamento dos seguintes itens: a) Controles de operação e de emergência. sinais de aviso e de controle.2 Operação Os manuais de operação e manutenção da PTA devem ser redigidos em língua portuguesa e estar à disposição no canteiro de obras ou frentes de trabalho. É responsabilidade do usuário conduzir sua equipe de operação e supervisionar o trabalho. É responsabilidade do usuário fornecer ao operador responsável o manual de procedimentos para a rotina de verificação diária.

A PTA não pode ser deslocada em rampas com inclinações superiores à especificada pelo fabricante. antes de baixar a estação de trabalho. a existência de declives.br Site: www. carros.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. c) as distâncias para aproximação segura das linhas de força energizadas e seus componentes sejam respeitadas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 47 . A área de operação da PTA deve ser delimitada e sinalizada. f) não existam riscos adicionais de acidentes. a visibilidade.22. O equipamento deve estar afastado das redes elétricas de acordo com o manual do fabricante ou estar isolado conforme as normas específicas da concessionária de energia local. observando as condições da superfície. de acordo com o item 18. Antes da utilização da PTA.610/98. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. devendo o fato ser analisado e registrado em documento específico. a menos que tenha sido projetada para este fim. andaimes ou outros veículos. veículos flutuantes.Proibida a reprodução por qualquer meio. O operador deve assegurar-se de que não haja pessoas ou equipamentos nas áreas adjacentes à PTA. de acordo com o projeto. Lei 9. de forma a impedir a circulação de trabalhadores. o operador deve verificar a área de operação do equipamento. Qualquer alteração no funcionamento da PTA deve ser relatada e reparada antes de se prosseguir com seu uso. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . A capacidade nominal de carga definida pelo fabricante não pode ser ultrapassada em nenhuma hipótese.com. devem ser tomadas precauções especiais. ou sobre qualquer extensão da plataforma.br O operador deve limitar a velocidade de deslocamento da PTA. especificadas em projeto ou ordem de serviço. Todas as situações de mau funcionamento e os problemas identificados devem ser corrigidos antes de se colocar o equipamento em funcionamento. estejam em conformidade com a capacidade nominal determinada pelo fabricante para a configuração específica. a fim de certificar-se de que: a) a superfície de operação esteja de acordo com as condições especificadas pelo fabricante e projeto. Durante o uso da PTA.11 da NR-18. trailers. b) a carga e sua distribuição na estação de trabalho. e) estejam presentes no local somente as pessoas autorizadas. o trânsito. obedecendo ao disposto na NR-10. eixos expansíveis ou outros meios de manter a estabilidade estejam sendo utilizados conforme as recomendações do fabricante. vias e equipamentos similares. estradas de ferro.com. a localização da equipe e outros fatores de risco de acidente. A PTA não deve ser operada quando posicionada sobre caminhões.inbraep. Quando houver outros equipamentos móveis ou veículos no local. Todos os trabalhadores na PTA devem utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista ligado ao guarda-corpo do equipamento ou a outro dispositivo específico previsto pelo fabricante. d) inexistam condições climáticas que indiquem a paralisação das atividades.INBRAEP . de acordo com o projeto. c) todas as pessoas que estiverem trabalhando no equipamento utilizem dispositivos de proteção contra quedas e outros riscos. A PTA não deve ser posicionada junto a qualquer outro objeto que tenha por finalidade lhe dar equilíbrio. o operador deve certificar-se de que: a) estabilizadores. b) os obstáculos aéreos tenham sido removidos ou estejam a uma distância adequada. inbraep@inbraep.

inbraep. b2. a data em que foi realizado cada reparo. a2. deficiências encontradas. b3. datas. a3. identificação dos responsáveis pela liberação para uso. placas. identificação dos responsáveis. dispositivos de segurança e emergência. inbraep@inbraep. tais como elementos de fixação e dispositivos de travamento. ação corretiva recomendada. b) ajuste e substituição de peças gastas ou danificadas. Os equipamentos que não forem utilizados por um período superior a três meses devem ser submetidos à manutenção antes do retorno à operação.610/98. por um período de cinco anos. 6. a3. a4. contendo: a1.4. identificação dos responsáveis pelo reparo. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br Site: www. a seguinte documentação: a) registros de manutenção. sinais de aviso e controles. a4. Lei 9. óleo hidráulico. a descrição do trabalho realizado. d) inspeção dos elementos do filtro. O programa deve ser supervisionado por profissional legalmente habilitado. controles inferiores e superiores. rede e mecanismos de cabos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. desligada e protegida contra acionamento não autorizado. onde não haja risco de fogo ou explosão. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 48 . a PTA deve ser removida de serviço imediatamente até que o reparo necessário seja efetuado.Proibida a reprodução por qualquer meio. a PTA deve permanecer recolhida em sua base.br Quando fora de serviço.contemplando. Quando identificadas falhas que coloquem em risco a operação. no mínimo: a) verificação de: a1. b) registros de todos os reparos realizados. c) lubrificação de partes móveis. a5. a2.INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. contendo: b1. descanso e limites de funcionamento. b4.3 Manutenção É responsabilidade do proprietário manter um programa de manutenção preventiva de acordo com as recomendações do fabricante e com o ambiente de uso do equipamento. As baterias devem ser recarregadas em área ventilada. O proprietário da PTA deve conservar.com. A manutenção deve ser efetuada por pessoa com qualificação específica para a marca e modelo do equipamento. e) inspeção visual dos componentes estruturais e de outros componentes críticos. funções e controles de velocidade. óleo do motor e de refrigeração.com.

Os projetos.com. especificações técnicas e manuais de operação e serviço dos equipamentos importados devematender ao previsto nas normas técnicas vigentes no país. Cabe ao usuário: a) capacitar sua equipe para a inspeção e a manutenção da PTA. Os manuais de operação e manutenção são considerados parte integrante do equipamento. Os fornecedores devem manter cópia dos manuais de operação e manutenção. A PTA deve ser inspecionada e revisada segundo as exigências do fabricante antes de cada entrega por venda.4 Capacitação O operador deve ser capacitado de acordo com o item 18. devendo ser fornecidos em qualquer locação. carregamento e posicionamento dos materiais na estação de trabalho da PTA. Lei 9. de acordo com as recomendações do fabricante.br Site: www.4.INBRAEP . É vedado: a) o uso de pranchas. d) a operação de equipamento em situações que contrariem as especificações do fabricante quanto a velocidade do ar. inclinação da plataforma em relação ao solo e proximidade a redes de energia elétrica. Cabe ao usuário determinar a classificação de perigo de qualquer atmosfera ou localização de acordo com a norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas Para operação em locais perigosos. no seu próprio local de trabalho.br 6.1 da NR-18 e ser treinado no modelo de PTA a ser utilizado. seja por venda.5 Disposições Finais Estes conceitos não se aplicam às PTAs para serviços em instalações elétricas energizadas.22. 6. Os avisos contendo informações de segurança devem ser redigidos em língua portuguesa.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. o equipamento deve atender ao disposto na norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas.4. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 49 . arrendamento ou locação. A capacitação deve contemplar o conteúdo programático estabelecido pelo fabricante. c) orientar os trabalhadores quanto ao uso. inspeção e operação. b) a utilização da PTA como guindaste. abordando. no mínimo. A comprovação da capacitação deve ser feita por meio de certificado. os princípios básicos de segurança.inbraep. O usuário deve impedir a operação da PTA por trabalhador não capacitado. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. b) conservar os registros dos operadores treinados em cada modelo de PTA por um período de cinco anos. inbraep@inbraep.610/98. c) a realização de qualquer trabalho sob condições climáticas que exponham trabalhadores a riscos. As instruções de operação do fabricante e a capacitação requerida devem ser fornecidas em cada entrega. arrendamento ou venda e ser mantidos no local de uso do equipamento.Proibida a reprodução por qualquer meio. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . arrendamento ou locação. ou em um similar. de forma compatível com o equipamento a ser utilizado e com o ambiente esperado. escadas e outros dispositivos que visem atingir maior altura ou distância sobre a PTA.

É obrigatória a instalação de cabo guia ou cabo de segurança para fixação de mecanismo de ligação por talabarte acoplado ao cinto de segurança tipo pára-quedista.com. Os serviços de execução. definição dos locais para instalação de cabo-guia de aço para possibilitar uso do cinto de segurança e controle médico e qualificação técnica dos trabalhadores para os serviços. ventos fortes ou superfícies escorregadias. por meio de espera(s) de ancoragem. É proibida a realização de trabalho ou atividades em telhados ou coberturas em caso de ocorrência de chuvas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 50 .com. É proibida a concentração de cargas em um mesmo ponto sobre telhado ou cobertura.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. visto que é o motivo principal de graves acidentes. devendo necessariamente ser verificado: o tipo de telha. seu estado e resistência. o mesmo deve ser desligado previamente à realização de serviços ou atividades em telhados ou coberturas. ampliação e reforma em telhados ou coberturas devem ser precedidos de inspeção e de elaboração de Ordens de Serviço ou Permissões para Trabalho. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . O cabo de segurança deve ter sua(s) extremidade(s) fixada(s) à estrutura definitiva da edificação. sinalização e isolamento da área prevista para içamento e movimentação de telhas ou outros materiais. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP . materiais e equipamentos necessários à realização dos trabalhos.Proibida a reprodução por qualquer meio. suporte ou grampo(s) de fixação de aço inoxidável ou outro material de resistência. É proibida a realização de trabalho ou atividades em telhados ou coberturas sobre fornos ou qualquer equipamento do qual possa haver emanação de gases. 6. ferramentas e ou equipamentos. Nos locais sob as áreas onde se desenvolvam trabalhos em telhados e ou coberturas. Lei 9. contendo os procedimentos a serem adotados.610/98. Havendo equipamento com emanação de gases.br e) o uso da PTA para o transporte de trabalhadores e materiais não relacionados aos serviços em execução. manutenção. provenientes ou não de processos industriais. é obrigatória a existência de sinalização de advertência e de isolamento da área capazes de evitar a ocorrência de acidentes por eventual queda de materiais.br Site: www. qualidade e durabilidade equivalentes.inbraep.5 Serviços Em Telhados e Coberturas Para trabalho em telhados e coberturas devem ser utilizados dispositivos dimensionados por profissional legalmente habilitado e que permitam a movimentação segura dos trabalhadores. Todo o serviço realizado sobre o telhado exige um planejamento prévio. definição de trajeto sobre o telhado visando deslocamento racional. Trabalhadores devem ser orientados que é proibido qualquer tipo de carga concentrada sobre as telhas. inbraep@inbraep.

inbraep. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Site: www.com. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio.com.br Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP .610/98. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 51 .

) e situação dos equipamentos. não perdendo a cor ou descascando com a ação de mal tempo.1 Exemplos de EPC Conjunto de aterramento Equipamento destinado à execução de aterramento temporário. ou meio. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Correntes para sinalização em ABS Utilizada quando da delimitação e isolamento de áreas de trabalho interna e externamente na sinalização. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Placas de sinalização São utilizadas para sinalizar perigo (perigo de vida. Lei 9.br 7 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA . entrada de galerias subterrâneas e situações semelhantes. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 52 . poços de inspeção. São utilizados para proteção de segurança enquanto um grupo de pessoas realiza determinada tarefa ou atividade. como também à proteção de outros funcionários que possam executar atividades paralelas nas redondezas ou até de passantes.inbraep. bandeirola. Tapetes de borracha Acessório utilizado para isolação contra contatos indiretos a eletricidade e contra escorregões em ambientes escorregadios. cujo percurso pode levá-los à exposição ao risco existente. visando à equipotencialização e proteção pessoal contra energização indevida do circuito em intervenção. Fita de Sinalização Utilizada quando da delimitação e isolamento de áreas de trabalho interna e externamente na sinalização. a sinalização tem um papel fundamental para a segurança no trabalho. transportes. destinado a preservar a integridade física e a saúde dos trabalhadores usuários e terceiros.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. balizamento ou demarcação em geral por indústrias. interdição. Essas medidas visam à proteção não só de trabalhadores envolvidos com a atividade principal que será executada e que gerou o risco. 7. interdição.Proibida a reprodução por qualquer meio. fixo ou móvel de abrangência coletiva. órgãos públicos ou empresas que realizam trabalhos externos. podendo ser utilizado em conjunto com a fita zebrada. Excelente para uso externo. inbraep@inbraep. construtoras.com.610/98. Cone de Sinalização Sinalização de áreas de trabalho e obras em vias públicas ou rodovias e orientação de trânsito de veículos e de pedestres. Grade Metálica Dobrável Isolamento e sinalização de áreas de trabalho. etc. balizamento ou demarcação em geral. etc.EPC Equipamento de Proteção Coletiva – EPC é todo dispositivo. sinalizador STROBO.INBRAEP . sistema.br Site: www.

dois ou mais trabalhadores. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 53 . como bloqueadores automáticos. tendo em conta se pretendemos obter um simples Sistema de Travamento de Queda ou um Sistema de Posicionamento de Trabalho. possibilita a sua utilização por um. cabo sintético (novidade) ou calha ou carril de alumínio. existem mais soluções e que passam pela instalação de cabo de aço inox ou galvanizado. podemos identificar as linhas de vida como Sistemas Coletivos contra Quedas em Altura e que. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . inbraep@inbraep. No que diz respeito às linhas de vida horizontais e fixas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.1.1 Linha de Vida Genericamente. inox ou galvanizado.com. Existem linhas de vida do tipo vertical ou horizontal.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98.com. instaladas de forma fixa ou temporária e em relação às quais são ancorados os Equipamentos de Proteção Individual Antiqueda. sendo que aqui deverá existir uma maior preocupação quanto à seleção do sistema mais apropriado. mosquetões.br 7. cintas e cordas.br Site: www.inbraep.INBRAEP . Lei 9. inox ou galvanizado. Nas linhas de vida verticais encontramos soluções técnicas e fixas do tipo cabo de aço galvanizado ou inox (preferencial) ou do tipo de calha ou carril de alumínio (mais comum). Veremos mais sobre este equipamento nas unidades posteriores.Proibida a reprodução por qualquer meio.

gratuitamente. O emprego do Equipamento Individual é uma determinação legal. que visa disciplinar as condições em que o mesmo deve ser empregado na proteção do trabalhador. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.º 6 da Portaria MTb 3214/78.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. contida na Norma Regulamentadora n. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br 8 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL .Proibida a reprodução por qualquer meio. destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.610/98. A empresa é obrigada a fornecer ao empregado. Para atender situações de emergência.INBRAEP . A utilização de cada EPI depende do trabalho a ser realizado. Nos trabalhos quando as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para controlar os riscos.com. Todo EPI deve possuir um Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.br Site: www. EPI adequado ao risco. Lei 9. devem ser adotados EPIs específicos e adequados às atividades desenvolvidas.EPI Conforme a NR-6 Equipamento de Proteção Individual – EPI é todo dispositivo de uso individual utilizado pelo empregado.com.inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 54 . inbraep@inbraep. em perfeito estado de conservação e funcionamento. nas seguintes circunstâncias:    Sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças ocupacionais. Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas.

II. quanto às precauções a serem tomadas no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças profissionais. 8. Observar as normas de segurança e medicina do trabalho. Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho. Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. quando danificado ou extraviado. através de ordens de serviço. Instruir o empregado.br 8.INBRAEP .com. Colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste capítulo (V) Parágrafo único – Constitui ato faltoso do empregado a recusa injustificada: A observância das instruções expedidas pelo empregador. 158 da CLT Cabe aos empregados: I. Exigir o seu uso. guarda e conservação Substituir imediatamente. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. Fornecer ao empregado somente EPI’s aprovados pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica.com. Registrar o seu fornecimento ao trabalhador. Conforme o Art. Ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s fornecidos pela empresa.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. II.inbraep. Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado. podendo ser adotados livros. Comunicar ao MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) qualquer irregularidade observada.1 Quanto ao EPI cabe ao empregador:         Adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade. inclusive as ordens de serviço expedidas pelo empregador. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 55 . fichas ou sistema eletrônico Conforme o Art. inbraep@inbraep. 157 da CLT Cabe às empresas: I. Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso.2 Quanto ao EPI cabe ao empregado:     Utilizar apenas para a finalidade a que se destina.br Site: www. Responsabilizar-se pela guarda e conservação. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .610/98.

3.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.3 Exemplos de EPIs Segue alguns exemplos de EPIs.1 Proteção dos Olhos e Face Óculos de segurança Equipamento destinado à proteção contra elementos que venham a prejudicar a visão. Lei 9. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Proteção dos olhos contra impactos mecânicos.INBRAEP . inbraep@inbraep. A higienização dos óculos é lavar com água e sabão neutro e secar com papel absorvente. queimaduras.2 Proteção da Cabeça Capacetes de proteção Utilizado para proteção da cabeça do trabalhador contra agentes metereológicos (trabalho a céu aberto) e trabalho em local confinado.3. Além de existirem diversos EPIs para diversas atividades.br Site: www. Capacete de proteção tipo aba frontal com viseira Utilizado para proteção da cabeça e face. impactos provenientes de queda ou projeção de objetos. choque elétrico e irradiação solar.com. não listaremos todos. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 56 . (O papel não poderá ser friccionado na lente para não riscá-la.br 8. Listaremos alguns dos mais comuns e utilizados. pois segundo o ministério do Trabalho o curso de NR-35.inbraep. 8. os equipamentos mais utilizados no trabalho em altura veremos na próxima unidade.Proibida a reprodução por qualquer meio. exige somente o conhecimento de Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura.com.610/98. partículas volantes e raios ultravioletas. em trabalho onde haja risco de explosões com projeção de partículas e queimaduras provocadas por abertura de arco voltaico (eletricidade).) 8.

br Site: www. sem que este afete o usuário.  Obs: a limpeza do visor deve ser feita do mesmo modo que os óculos de segurança.com. protetores auditivos descartáveis feitos de espuma. não anula o som.br Higienização dos Capacetes   Limpá-lo mergulhando por 1 minuto num recipiente contendo água e detergente ou sabão neutro.INBRAEP . Isso significa que.3 Proteção Auditiva Equipamento destinado a minimizar as consequências de ruídos prejudiciais à audição. porem possui uma baixa durabilidade. Protetor auditivo tipo concha Utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos excessivos. Para higienização deve-se lavar com água e sabão neutro.Proibida a reprodução por qualquer meio. mas reduz o RUÍDO (que é o som indesejável) a níveis compatíveis com a saúde auditiva. Secar a sombra. Para higienização deve-se lavar com água e sabão neutro. O PROTETOR AURICULAR. evitando assim a retirada da proteção isolante de silicone (brilho). Lei 9.610/98. mesmo usando o protetor auricular. Protetor auditivo tipo inserção (plug) Também é utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos excessivos.3. o que prejudicaria a rigidez dielétrica do mesmo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 8.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. geralmente não utilizados por visitantes ou pessoas que raramente necessita de seu uso. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . exceto as espumas internas das conchas.com. inbraep@inbraep. O casco deve ser limpo com pano ou outro material que não provoque atrito. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 57 .inbraep. Há no mercado. ouve-se o som mais o ruído. exceto as espumas internas das conchas.

As Luvas isolantes de borrachas são classificadas pelo nível de tensão de trabalho e de teste. nas cores correspondentes a cada uma das seis classes existentes.5 kV 17 kV 26.inbraep. com talco industrial. As luvas isolantes apresentam identificação no punho.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Luva de cobertura Utilizada exclusivamente como proteção da luva isolante de borracha.5 KV 5 KV 10 KV 20 KV 30 KV 40 KV TENSÃO DE PERFURAÇÃO 5 KV 6 KV 20 KV 30 KV 40 KV 50 KV Para higienização deve-se. umedecido em água e secar a sombra.INBRAEP . Lei 9. inbraep@inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 58 . enxaguar com água. Para higienização deve-se.Proibida a reprodução por qualquer meio. como a tensão de uso. que contém informações importantes.610/98. As luvas devem ser testadas com inflador de luvas para verificação da existência de furos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. marcada de forma indelével.5 kV 36 kV TENSÃO DE ENSAIO 2.com. secar ao ar livre e a sombra e polvilhar. limpar utilizando pano limpo.br Luva isolante de borracha Utilizada para proteção das mãos e braços do profissional contra choque em trabalhos e atividades com circuitos elétricos energizados. e por injeção de tensão de testes. conforme tabela a seguir: TABELA – CLASSES DE LUVAS ISOLANTES (NBR 10622/89) TIPO DE CLASSE Classe 00 Classe 0 Classe I Classe II Classe III Classe IV COR Bege Vermelha Branca Amarela Verde Laranja TENSÃO DE USO 500V 1000V 7. As luvas de cobertura devem ser utilizadas por cima das luvas isolantes. por exemplo. próximo da borda. lavar com água e detergente neutro.br Site: www. externa e internamente.com.

Luva De Proteção Em Pvc (Hexanol) Utilizada para proteção das mãos e punhos do empregado contra recipientes contendo óleo. inbraep@inbraep.610/98. impar com pano limpo e umedecido em água. escoriações. e polvilhar talco industrial. Lei 9.br Luva de proteção em raspa e vaqueta Utilizada para proteção das mãos e braços do empregado contra agentes abrasivos e escoriantes. Os calçados protegem os pés contra torção. solvente e ascarel. externa e internamente. impacto contra objetos imóveis e contra perfurações. Para higienização deve-se. graxa.br Site: www. Para higienização deve-se. lavar com água e sabão neutro. lavar com água e detergente neutro. Manga de proteção isolante de borracha Utilizada para proteção do braço e antebraço do trabalhador contra choque elétrico durante os trabalhos em circuitos elétricos energizados. Para higienização deve-se.inbraep.INBRAEP . secando a sombra Luva de proteção em borracha nitrilica Utilizada para proteção das mãos e punhos do empregado contra agentes químicos e biológicos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com.com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 59 . lavar com água. derrapagens e umidade.Proibida a reprodução por qualquer meio. secar ao ar livre e a sombra. Para higienização deve-se. Calçado de proteção tipo botina de couro Protege os pés contra impactos de objetos que caem ou são projetados.

Lei 9.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 60 . livre de poeira e umidade. escoriações. engraxar com pasta adequada para a conservação de couros. Para uma melhor conservação e higienização deve-se.br Site: www. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. derrapagens e umidade.com. se molhado secar a sombra e engraxar com pasta adequada para a conservação de couros. inbraep@inbraep. armazenar em local limpo. Calçado de proteção tipo condutivo Utilizada para proteção dos pés quando o empregado realiza trabalhos ao potencial. livre de poeira e umidade. armazenar em local limpo. se molhado secar a sombra e nunca secar ao sol (pode causar efeito de ressecamento).Proibida a reprodução por qualquer meio.br Calçado de proteção tipo bota de couro (cano longo) Além de se utilizado para minimizar as consequências de impactos de objetos que caem ou são projetados.inbraep. o calçado cano longo protege ataque de animais peçonhentos.INBRAEP . Para uma melhor conservação e higienização dos calçados de proteção deve-se. Perneira de segurança Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98. protege dos pés e pernas contra torção.

8. cortantes e ataque de animais peçonhentos. Porém deve ser utilizado para proteção respiratória em atividades e locais que apresentem tal necessidade.  para trabalhos externos as vestimentas deverão possuir elementos refletivos e cores adequadas.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. A roupa pode ser lavada em máquina automática no ciclo roupa delicada de 8 a 10 minutos. com água com detergente neutro. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 61 .3. torcer suavemente e secar a sombra.inbraep. não fazer vincos ou passar a ferro. Para higienização deve-se. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . em atendimento a Instrução Normativa Nº1 de 11/04/1994 – (Programa de Proteção Respiratória . 8. secar a sombra emvaral sem partes oxidáveis. Lei 9.br Utilizada para proteção das pernas contra objetos perfurantes.Recomendações/ Seleção e Uso de Respiradores). inbraep@inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio.com.3. lavar manualmente em água com detergente neutro.610/98.br Site: www.6 Vestimentas de Segurança Vestimenta de proteção tipo condutiva Utilizada para proteção do empregado quando executa trabalhos ao potencial.INBRAEP . Vestimenta de proteção anti chama Utilizada para proteção dos trabalhadores contra queimaduras.7 Proteção Respiratória Destinado à utilização em áreas confinadas e sujeitas a emissão de gases e poeiras.

Proibida a reprodução por qualquer meio. Lei 9.com. vale salientar novamente que é obrigatória sua utilização em trabalhos acima de 2 metros de altura. Equipamento destinado à proteção contra queda de pessoas. com ligação obrigatoriamente frontal ou dorsal. inbraep@inbraep. Para esse tipo de cinturão. INSPEÇÃO.com.3). CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO DOS EPIs 9.23. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 62 .1 Cinturão de segurança tipo pára-quedista Em atividades com risco de queda e altura superior a 2 m. podem ser utilizados trava-quedas instalados em cabos de aço ou flexível fixados em estruturas a serem escaladas.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br 9 SELEÇÃO. deve ser usado cinturão tipo páraquedista (NR 18. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep.INBRAEP .610/98. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .

1. Pegue o cinturão pela argola dorsal (A). 2. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Puxe a ponta da fita até a união das duas peças. Lembramos que o setor de segurança ou um técnico de segurança da sua empresa deve instruí-lo na colocação do tipo do cinto que irás utilizar para o seu trabalho. sem o necessário reajuste dos cinturões com apenas duas fivelas. completando o travamento da fivela. um a um. Há alguns modelos que possui argolas nos ombros para trabalho e/ou resgate em espaço confinado com o Suporte de Ombros. inbraep@inbraep.br Site: www. cada modelo dependerá do fabricante. 5. 7. Oferece total conforto.1.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Ajuste e trave a fivela secundária frontal (G). 4. 9. Pode ser usado com talabarte simples em poliéster (ligação frontal ou dorsal) ou talabarte Y em poliéster. Passe os pés nos porta-coxas (B) já afivelados Coloque os suspensórios (C). o usuário deve certificar-se de que: Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . em seguida pela menor. pelos braços Ajuste e trave a fivela da cintura(D) Ajuste e trave as fivelas dos suspensórios (E).INBRAEP . Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio.1. 6.com.610/98.com.inbraep. com 5 ajustes das fitas primárias e fita secundária para fechamento peitoral. Ajuste e trave as fivelas dos porta-coxas (F). Passe a ponta da fita pela peça maior e.3 Inspeção do Cinturão Antes de cada uso. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 63 . 9. 3.1 Forma de Vestir o Cinturão: 1. Retorne a ponta da fita passando pela peça maior e faça o ajuste necessário. inclusive no agachamento. 2.br Geralmente os cinturões possuem tamanho único. Existem vários modelos de Cinturões de Segurança. 3. 9.2 Ajuste e Travamento das Fivelas: 1.

inbraep@inbraep. amassados ou danificados. abrasivos ou cortantes.br Todas as fitas de nylon estejam perfeitas. Os talabartes com absorvedores de energia integral são desenvolvidos para dissipar a força numa queda. grau de exposição a produtos químicos. sem contato com piso de cimento. Verifique todos os conectores para assegurar-se de que os mesmos estejam fechados e travados antes do uso. Todos os componentes metálicos estejam sem ferrugem. 9. Teoricamente. a vida útil do cinturão não pode ser preestabelecida. ainda.2 Talabartes O talabarte é parte de um sistema de detenção de queda quando usado com um absorvedor de energia aprovado e fixado às conexões de detenção de queda do cinto para-quedista.4 Manutenção do Cinturão O cinturão de segurança deve ser usado por um único trabalhador que é responsável pelos seguintes cuidados: Armazená-lo: em local seco. Deixar secar ao ar livre. Existem vários tipos e modelos de talabarte.INBRAEP .1. sem cortes. Lavá-lo: com sabão neutro. imediatamente após reter uma queda. Em situações bastante severas. rupturas.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. siga os passos conforme as figuras.inbraep. partes queimadas. no máximo. cinto ou cabo e ganchos que se fecham e bloqueiam automaticamente. longe da luz solar. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. OBS: o cinturão deve ser aposentado quando houver constatação de qualquer problema na inspeção. o cinturão é aposentado após um ano de uso ou. desfiamentos.Proibida a reprodução por qualquer meio. produtos químicos. adota-se uma vida útil de. Nunca use detergente. Praticamente. quatro anos após sua fabricação. para os cinturões de poliéster.br Site: www. mesmo que parciais. fontes de calor. sem desfiamentos ou descosturados. O talabarte consiste numa corda. dependendo muito da frequência e cuidados durante o uso. Aposentá-lo: os cinturões são fabricados em poliéster e envelhecem naturalmente em contato com o ar.610/98. mesmo sem serem utilizados. 9. Para colocar e ajustar o talabarte. Todos os pontos de costura estejam perfeitos. à sombra. Não há suspeita de contaminação por produtos químicos. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . água com temperatura até 30° e escova de cerdas macias (plásticas). elementos abrasivos e luz solar. Talabarte simples e Talabarte Y. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 64 . Lei 9. mas de modo geral são divididos em dois. furos.

Lei 9.INBRAEP .com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br Verifique regularmente se os elementos estão presos e/ou ajustados durante o uso.inbraep.com. já incluindo os seus conectores.br Site: www.Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98. O comprimento total de um talabarte de segurança integral com absorvedor de energia deverá ser de no máximo 2 metros. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Veja alguns modelos e tipos de Talabarte: Ajustes do talabarte Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 65 .

br Uso do gancho Uso do mosquetão Fixação do cinto de proteção e ancoragem Fixação da ancoragem na estrutura Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com.inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. Lei 9. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 66 .com.INBRAEP .

br Site: www.com.br Fixação correta ou incorreta Alcance máximo do talabarte Exigência de espaço livre mínimo para detenção Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 67 .com.INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98. Lei 9. inbraep@inbraep.

br DEVE-SE levar em consideração o espaço livre mínimo necessário (espaço livre= D..com.com. calor e corrosão podem danificar o talabarte. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Espaço livre abaixo dos pés do usuário deve ser seguida conforme indicado na etiqueta do produto. Assegurese de que tenha sido treinado adequadamente para o uso desse equipamento e certifique-se que entende totalmente como o produto funciona. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 68 . maquinário móvel e superfícies abrasivas. Não utilize o talabarte em ambientes com temperaturas abaixo de -40°C e acima de 50°C.br Site: www. O usuário deve ter um plano de resgate e os meios necessários para implementá-lo. esse plano deve levar em consideração o equipamento e o treinamento especial necessários para realizar o resgate imediato sob todas as condições previstas conforme as normas vigentes.Proibida a reprodução por qualquer meio. Perigo de colisão ou queda em balanço É responsabilidade do adquirente do Talabarte assegura-se de que os usuários do produto estejam familiarizados com estas instruções de uso e treinados por pessoal competente.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep. inbraep@inbraep. Inspeções mais frequentes são requisitadas nesses ambientes.INBRAEP . veja figura) abaixo do usuário para prevenir colisão com estrutura ou o chão.610/98. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9. Recomendações específicas serão dadas com o subsistema. Tenha cuidado quando trabalhar próximo de riscos elétricos. Perigos químicos.

br Site: www. enquanto o usuário se movimenta de um local para outro. Ajuste o talabarte de posicionamento de trabalho para que o ponto de ancoragem seja mantido na altura da cintura ou acima dela. solto ou arrebentado.com. o talabarte DEVE ser inspecionado uma vez a cada doze meses por pessoal autorizado pela legislação vigente no país de uso. Se o talabarte tiver sido sujeito a detenção de queda ou forças impactantes.inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Examine as fitas do talabarte para detectar desgastes. O talabarte DEVE ser totalmente inspecionado antes de cada uso para verificar que o mesmo esteja em condições de uso. queimaduras. Um sistema de detenção de queda SOMENTE DEVE ser conectado ao ponto dorsal em anel "D” traseiro ou ao anel “D” frontal se tiver a etiqueta anexa “A” de detenção de queda. cortes. o mesmo DEVE ser removido de uso imediatamente e destruído. já incluindo os seus conectores. Verifique a legitimidade da marca do produto. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 69 .6m. 9.com. Utilize APENAS componentes aprovados. É preferível utilizar ancoragens estruturais fornecidas para esse fim ou pontos de ancoragem com uma força mínima de 15kN. Examine a costura para detectar qualquer ponto puxado. O comprimento total de um talabarte de segurança integral com absorvedor de energia deverá ser de no máximo 2 metros.Proibida a reprodução por qualquer meio. para engatar um sistema de proteção contra quedas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Assegure-se de que o talabarte esteja firme e que o movimento esteja restrito a uma distância máxima de 0. Evite qualquer ponto de força duvidosa. Sempre utilize os dois anéis “D” laterais juntos para aplicações de posicionamento de trabalho. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br É recomendado designar o talabarte a um único usuário para possibilitar o rastreamento do seu uso. abrasões ou outros danos.1 Advertências O cinturão para-quedista é o único acessório de proteção contra quedas que pode ser usado em um sistema de retenção de queda. Não use o talabarte se durante a inspeção for revelada alguma condição insegura. escolha um ponto de ancoragem diretamente ACIMA da posição do usuário para minimizar quedas devido a oscilações. bordas desgastadas. inbraep@inbraep.INBRAEP . Estes pontos também podem ser utilizados para conectar um sistema de resgate. As instruções e advertências dos componentes utilizados com o talabarte DEVEM ser seguidas. NÃO modifique ou tente consertar o talabarte. Sempre que possível. Estas instruções e o cartão de registro devem ser emitidos e mantidos com cada talabarte. Os talabartes duplos com absorvedor de energia permitem conexão contínua. O anel “D” das laterais de um cinto SOMENTE DEVE ser usado para conectar um sistema de posicionamento de trabalho e NUNCA para conectar um sistema de proteção contra quedas ou proteção de escalada. Todos os componentes conectados ao talabarte DEVEM ser compatíveis. Além disso. Nunca utilize os anéis “D” laterais para proteção contra quedas ou proteção de escalada. Lei 9.2.610/98.

Antes de utilizar equipamentos que estejam armazenados há muito tempo. Armazene o talabarte em lugar limpo. A não observação desses avisos podem causar ferimentos graves ou morte. 9. O prazo de validade do talabarte deve ser determinado em função do uso. Evite áreas onde o calor. óleo e outros produtos químicos e seus vapores ou outros elementos degradantes possam estar presentes. Equipamentos danificados ou que necessitem de manutenção não devem ser armazenados na mesma área que equipamentos utilizáveis. Limpe o talabarte com uma solução de água e sabão em pó neutro. Para sistemas de proteção contraquedas os talabartes com comprimento maior que 0. Manutenção corretiva (exceto limpeza) e reparos. Ou seja. Proteja o equipamento durante o transporte preferencialmente mantendo-o guardado em sacolas próprias para melhor acondicionamento e durabilidade do mesmo. desgastar o tecido. no idioma do país onde o produto vai ser usado. a pessoa competente e responsável pelas inspeções anuais recomendadas determinará o momento para seu efetivo descarte.610/98. molhados ou contaminados devem ser submetidos à manutenção apropriada (por exemplo. tinta ou outro material estranho pode impedir o funcionamento adequado do talabarte. deve ser realizada uma Inspeção Formal por uma pessoa competente.inbraep. Equipamentos muito sujos. conservação e armazenamento do mesmo. o revendedor forneça instruções e informações adicionais relevantes sobre o uso. Não tente fazer reparos. verificação periódica e reparo. Não acelere a secagem com calor. e em casos mais graves.br Para segurança do usuário é essencial que no caso de produto revendido fora do país de origem. secos e limpos) antes de serem guardados.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Questões referentes a condições e limpeza do talabarte devem ser direcionadas ao fabricante. umidade. devem ser realizados pelo fabricante. manutenção. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com. Lei 9. luz. manutenção. Poliéster e cabo de aço inox ou galvanizado. inbraep@inbraep.com. como substituição de elementos.INBRAEP . seco. O acúmulo excessivo de sujeira. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 70 . Equipamentos danificados ou que necessitem de manutenção devem ser marcados como “SEM CONDIÇÕES DE USO” e retirados de serviço. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.90m deverão possuir absorvedor de energia. Todas as ferragens portadoras de carga são manufaturadas em aço ou duralumínio. arejado e sem exposição direta à luz solar.Proibida a reprodução por qualquer meio. Seque as peças de metal com um pano limpo e pendure o talabarte para secar ao ar livre.2 Manutenção e Armazenamento dos Talabartes A grande maioria dos talabartes são feitos com tecido de Nylon.2.

produtos químicos e seus vapores. usa-se a vara telescópica com o conector. Inclusive na ligação aos mosquetões. Possibilita fácil montagem na vertical e transporte. A vara deve ser de material não condutor de energia elétrica. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.3. inbraep@inbraep. usa-se a vara telescópica com o conector. Conexão do conector à barra de ancoragem.INBRAEP . impedindo que se soltem acidentalmente a vara telescópica fica presa ao mosquetão durante o trabalho. tamanho e fabricante e geralmente possui 5 elementos telescópicos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep. umidade.3 Vara Telescópica Permite acessar pontos de ancoragem situados geralmente de 2 a 10 metros do solo. por meio de pressão e rotação de 90º.Para retirar a vara telescópica basta rotação inversa de 90º. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Lei 9. situados a menos de 10 m do solo.br Site: www. Seu peço varia de 1kg a 6kg dependendo do modelo. Todas as partes da vara telescópica só são desconectadas por simples pressão do botão de segurança. Para instalação temporária de linha de segurança vertical em vigas com dimensões circunscritas em um círculo com diâmetro de até 15 cm. 9. 9. Desconecta dos mosquetões instalados para facilidade de trabalho.Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98.com. temperaturas extremas e raios ultravioletas. Geralmente possui comprimento ajustável.1 Ancoragem com Vara Telescópica Para instalação temporária de linha de segurança vertical a olhal.br Transporte o talabarte num pacote para que o proteja de cortes. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 71 .com.

000 UFIR's ( mais de seis mil reais) por trabalhador ( infração código 206. Os dispositivos trava quedas possuem um fácil funcionamento.4.1 Uso Dos Trava-Quedas Utilizado para proteção do empregado contra queda em serviços onde exista diferença de nível.Proibida a reprodução por qualquer meio. destrava o aparelho e permite perfeita movimentação. manutenção de luminárias. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 3.1c). nível 3). que normalmente são usados em serviços de limpeza.6. O aparelho pode ser colocado ou retirado imediatamente em qualquer ponto do cabo. O trava-queda guiado é indicado para movimentação em linhas verticais de qualquer comprimento. a eficiência da frenagem. A não obediência destas exigências acarreta em multa de até 6. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 72 .4 Dispositivo trava-quedas Guiados Utilizado para proteção do empregado contra queda em serviços onde exista diferença de nível. não necessitando das mãos para funcionar. A alça do aparelho. mantendo o equipamento travado no cabo de segurança. Só deve ser usado trava-queda com cinturão e extensor especificados no CA (NR 6. consequentemente. Resistem ao contato com os produtos corrosivos.inbraep.007-8. exautores e equipamentos industriais. 2.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98. para limpeza.com. 9. aumentando. São normalmente feitos em aço inoxidável e possuem tripla trava de segurança.com.2 Aplicações 1 Segura movimentação em escadas móveis.br 9. Efetuam travamento simultâneo em dois pontos da linha de segurança. Segura movimentação em escadas de marinheiro.3. normalmente fica abaixada. inbraep@inbraep.br Site: www. Todos os equipamentos devem aprovados pelo Ministério do Trabalho possuindo o numero de CA. Nas quedas ou descidas bruscas o equipamento trava-se imediatamente no cabo. Segura movimentação em andaimes tubulares. em conjunto com cinturão de segurança tipo pára-quedista. 9. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. em conjunto com cinturão de segurança tipo pára-quedista. Na subida ou descida. o cinturão de segurança mantém a alça levantada.INBRAEP . forçada por uma mola. Lei 9.

dois mosquetões.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 73 . 9. no máximo. no mínimo. no máximo usar seis elos de corrente.Proibida a reprodução por qualquer meio. D) Verificar se o aparelho ficou colocado na posição correta (seta para cima). Os trava-quedas modelos para cabo de aço e para corda de segurança devem ser usados somente com extensor em aço constituído de. 15 kN. Não se esqueça: o trava-queda deve ser ligado. o cabo se ajustará normalmente. interligados por corrente com.INBRAEP . B) Só use o aparelho após constatar que o mesmo trava-se imediatamente no cabo vertical após o mosquetão deixar de ser puxado para cima. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .610/98. Lei 9.com. Girar o aparelho na horizontal e introduzir o cabo na sua abertura intermediária: Recolocar o aparelho na vertical. até que o aparelho se desloque alguns centímetro para cima. no máximo. seis elos de diâmetro 6.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. um mosquetão e.5 mm. recolocar o mosquetão e apertar a porca de sua segurança. obrigatoriamente. inbraep@inbraep.inbraep. Antes de usar o aparelho faça o teste inicial de funcionamento que segue da seguinte forma: A) Puxe o mosquetão que se liga ao cinturão para cima.br O cabo de aço ou corda de segurança deve estar ancorado superiormente em ponto que resista a.2 Colocação dos trava-quedas A) B) C) Retirar o mosquetão e mover as alavancas para cima.br Site: www. à argola das costas (ligação dorsal) ou às alças do peito (ligação frontal) do cinturão pára-quedista. no mínimo. Nota: nunca aumentar o comprimento da ligação entre o aparelho e o cinturão.4.

br Assim como os outros EPIs utilizados no trabalho em altura. inspecionar:  Os trava-quedas não devem ter rebites frouxos.INBRAEP . Lei 9.3 Inspeção dos Trava-Quedas Guiados Antes de cada uso. Não esqueça de fazer a inspeção no cabo de aço. para voltar a ter perfeita mobilidade. 9.610/98. Os aparelhos podem ficar mergulhados em solventes para limpeza e ter seus eixos lubrificados com óleo tipo "máquina de costura".5 Trava-Quedas Retráteis para Área de Carga As estatísticas de acidentes demonstram que o trabalho de carregamento em caminhões. Nota: continuando a ter má mobilidade.com. é o principal responsável por graves acidentes nesta área. devem apresentar perfeita mobilidade das alavancas. Não se esqueça de ler o manual. elas devem retornar totalmente e rapidamente à sua posição original. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep. Mundialmente.4.4 Manutenção dos Trava-Quedas Guiados Manter os trava-quedas limpos.Proibida a reprodução por qualquer meio.com.  Os trava-quedas. afastados de produtos químicos nocivos ao aço inox e protegidos das intempéries em local seco. sem o mosquetão. Nota: havendo problema de mobilidade. sendo que a empresa ou o fabricante do equipamento deve explicar o correto funcionamento e peculiaridade de cada equipamento utilizado. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 74 . cada tipo de equipamento apresenta sua peculiaridade. isto é.4. tortas ou aparência duvidosa.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. verificar orientação em Manutenção. principalmente durante a operação de enlonamento. sem a devida proteção contra quedas. movendo-se as alavancas para cima. 9. peças gastas. Nota: inutilizar o aparelho que apresentar algum dos problemas acima ou após a retenção de uma queda.br Site: www. corda e cinturão. 9. o sistema de segurança contra quedas mais usado sobre caminhões e vagões ferroviários é constituído por trava-queda retrátil conectado a um trole. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . o aparelho deve ser inutilizado. inbraep@inbraep.

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 75 .5.8 mm de diâmetro. Lei 9. Obs: Os modelos com 20m de cabo de aço com revestimento sintético é o mais usado.INBRAEP .610/98. ou inox para indústrias alimentícias/farmacêuticas e com revestimento sintético para locais com atmosfera potencialmente explosiva.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.com. no Brasil.Proibida a reprodução por qualquer meio. 9.br Site: www.1 Trabalho em Área de Carga TRABALHO EM LOCAL FIXO Quando o local é fixo. possuem de 10 m a 20m de cabo de aço galvanizado. com 4.inbraep. caso específico de abastecimento em caminhão-tanque geralmente adota-se a instalação do trava-queda em ponto fixo.com.br Os modelo de funcionamento retrátil. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Possui mosquetão-destorcedor para durabilidade do cabo com indicador de queda (indica necessidade de revisão). Nos demais locais obedecendo-se os seguintes critérios : Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . pelas distribuidoras de combustível.

inbraep@inbraep.inbraep.br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 76 .610/98. geralmente usa-se o trava-queda conectado ao trole e viga de aço I de 4" x 2 5/8". em um ponto com resistência superior a 1500 kg (NBR 14628). deve-se usar o trava-queda com trole. em relação ao centro do aparelho (L). TRABALHO EM LOCAL MÓVEL Havendo necessidade de trabalho em local móvel como por exemplo sobre toda a carroceria do caminhão.com. b) O deslocamento horizontal do trabalhador (figura). as normas internacionais recomendam usar trava-queda com cabo retrátil de comprimento de. Lei 9.br a) Fixação do trava-queda: deve ser instalado sempre acima da cabeça do trabalhador. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . movimentando-se em linha horizontal. Importante: considerando a necessidade de proteção ao trabalhador no deslocamento desde o solo até o topo da carga (operação de enlonamento). no mínimo. 7 metros. não deve ser superior a um terço da distância entre o ponto de ligação do cinturão e o solo (H). c) Considerando a necessidade de proteção do trabalhador no deslocamento desde o solo até o bocal de abastecimento sobre o tanque. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. a uma distância de.INBRAEP . Em áreas internas.com. 70 cm. as normas internacionais recomendam usar trava-queda retrátil com cabo de comprimento de. no mínimo. no mínimo.Proibida a reprodução por qualquer meio. 7 metros.

em aço inox. Para atenuar esse grave incoveniente durante o trabalho. Trilho Inox Nesse caso usa-se um perfil "U" de 40 x 40 mm. 3/8 " de diâmetro. aumentando o esforço do trabalhador para movimentação contrária. com trole especifico.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. porém. O aço inox é ideal para atmosfera industrial agressiva ou marítima. inbraep@inbraep. A mobilidade dos aparelhos na linha horizontal é excelente. não é uma boa solução. geralmente. Está sendo cada vez menos usada no exterior.inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. tende a deslizar para o centro da catenária.com. tecnicamente. porém. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 77 . com os trava-quedas de 10 ou 20 m.610/98. constituída de uma das alternativas: Viga de Aço "I" De 4" X 2 5/8" Nessa alternativa. pelos seguinte motivo: O trole. Em caso de queda. leve e econômica.INBRAEP . a força de impacto (cerca de 600 kg) é facilmente diluída em toda a estrutura. no mínimo.br Site: www.com. pelo efeito da gravidade. tal solução Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Cabo de Aço Usa-se cabo de aço com. A mobilidade e a força de impacto é igual ao caso anterior. Essa alternativa oferece uma instalação rápida. deve-se utilizar o trole adequado. Lei 9. sendo. mesmo em trechos curvos. com o trole especifico para essa função.br A linha horizontal pode ser rígida ou flexível. costuma-se diminuir a folga do cabo de aço (flexa) na linha catenária.Proibida a reprodução por qualquer meio.

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 78 . uma distância de no mínimo.br acarreta altíssimas cargas instantâneas nos pontos de ancoragem do cabo.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.Proibida a reprodução por qualquer meio. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 3) Altura da instalação: a linha horizontal deve ser instalada a uma altura que garanta. Lei 9. obedecendo o item 2. da ABNT. vagão ou aeronave. não seja superior a um terço da altura (H).5. (conforme figura). sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 4) Resistência da linha horizontal: deve suportar.inbraep. 70 cm da cabeça do trabalhador. deve-se adotar duas linhas paralelas. em qualquer situação de trabalho. 1500 kg (NBR 14628). Caso não haja a distância de 70 cm. 100 kg.2 Requisitos Para Instalação Da Linha Horizontal 1) Posicionamento: deve coincidir com o eixo central longitudinal do caminhão. uma carga de. 5) Peso do trabalhador: deve ser de. conforme. inbraep@inbraep. com certeza não foram projetados para resistirem a cargas instantâneas várias vezes superior a 600 kg.INBRAEP .610/98.br Site: www. 2) Comprimento da linha horizontal: deve ser sufuciente para que. carreta.com. 9. em qualquer ponto. no máximo. em eventuais movimentações do trabalhador além da sua extremidade (L). conforme NBR 11370 e 14628. em caso de queda: os pontos de fixação do cabo de aço nas paredes de alvenaria ou tesouras.com. no mínimo.

Para efetuar o recolhimento do cabo de aço faça a substituição do cinturão por uma fraca corda. nunca deixar o cabo recolher com velocidade (tomar o mesmo cuidado que se exige para as trenas de medição). Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 79 . sem causar danos ao trava-queda e à instalação.br 9.inbraep.5.610/98. Após o uso. Retorno integral do cabo retrátil após deixar de ser puxado.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. A eventual colisão dos trava-quedas com pontos da estrutura amassa sua carcaça e impede a rotação do carretel interno e o bom funcionamento do aparelho.INBRAEP .com. deve-se analisar os eventuais problemas de choque entre os aparelhos em uma mesma linha ou entre linhas paralelas. inbraep@inbraep. a fim de não amassar as carcaças.O cabo retrátil deve ser conectado à argola dorsal (costas) do cinturão pára-quedista e durante o uso é necessário que fique esticado pela ação da mola interna retrátil. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Nos casos de utilização de dois ou mais aparelhos em linha horizontal.com. faça o teste inicial de bom funcionamento: só use o aparelho após constatar: Imediato travamento do cabo após ser puxado com força para fora.3 Uso Dos Trava-Quedas Antes de conectar o trava-queda ao cinturão. Cuidados para uso de trava-quedas em troles a) O trole deve oferecer rápido e fácil deslizamento horizontal com mínimo esforço do cabo retrátil. Cuidados para Linha Horizontal A linha horizontal deve ser projetada para nunca haver contato dos trava-quedas com pontos fixos da estrutura ou cabeça do trabalhador. A corda possibilitará fácil recuperação do cabo de aço no próximo uso e rompe-se facilmente se for puxada acidentalmente por empilhadeira ou caminhão.br Site: www. b) Evitar amassamento da carcaça por choque mecânico com final da linha ou entre aparelhos quando utilizados em uma mesma linha. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. 5.

9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 80 . inbraep@inbraep. conforme figura.6 Trava-Queda para Proteção Localizada Indicado para proteção em trabalho com pouco deslocamento em relação ao ponto de fixação do aparelho e quando se necessita de um travamento instantâneo.5 Inspeção dos Trava-Quedas Os trava-quedas retráteis devem ser obrigatoriamente inspecionados antes de cada uso fazendo-se o teste de bom funcionamento.br Site: www.com.INBRAEP . O cabo de aço retrátil e o cinturão pára-quedista deve ser inspecionado conforma já visto e inutilizados após reter uma queda (NBR 11370). 9.com.5. neste caso deverão ser enviados para revisão.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. rompendo ou danificando o pino de segurança do destorcedor dos aparelhos. Importante: não efetuar teste de queda livre de peso.5. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .4 Trabalho em Terminal Ferroviário de Abastecimento Considerando que. em um terminal de várias linhas. Lei 9.br 9.inbraep.610/98. costuma-se utilizar uma única linha horizontal de trilho (viga "I"). igual aos cintos automotivos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. visto que. Os trava-quedas montados em troles devem ter fácil deslocamento ao longo de toda a linha e em nenhum caso deve haver possibilidade de amassar a carcaça do aparelho por choque mecânico. as operações de abastecimento são localizadas em uma mesma linha transversal aos vagões-tanques.Proibida a reprodução por qualquer meio.

5) A fita retrátil de nylon deve estar perfeita. 3) A carga máxima de trabalho dos trava-quedas retráteis (peso do trabalhador) é de 100 kg (NBR 14628). 4) A fita retrátil deve ser conectada à argola dorsal (costas) ou alças frontais (peito) do cinturão pára-quedista e durante o uso é necessário que fique esticada pela ação da mola interna retrátil. sem desfiamentos ou descosturados. b) Retorno integral da fita retrátil após deixar de ser puxada. 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep.6. Possui fita retrátil com indicador de queda (alerta visual que informa que o aparelho já reteve uma queda e deve ser descartado). sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 81 .8 kg. furos. Importante: a não obediência desta exigência acarreta multa de 6000 UFIR's (mais de 6000 Reais) 2) Este trava-queda deve ser fixado sempre acima da cabeça do usuário.1 Uso do Trava-Queda Retrátil 1) Só deve ser usado com o cinturão de segurança especificado no CA.com. visto que obedece a mesma especificação dos cintos automotivos. inbraep@inbraep. mesmo que parciais.Proibida a reprodução por qualquer meio. em um ponto com resistência igual ou superior a 1500 kg (NBR 14628).610/98. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . faça o teste inicial de bom funcionamento: só use o aparelho após constatar: a) Imediato travamento da fita retrátil após ser puxada com força para fora. devido à sua mola retrátil muito sensível e a fita sujeita a fácil torção durante a movimentação aleatória do usuário. Os pontos de costura devem estar perfeitos. rupturas.br Deve ser usado obrigatoriamente com o cinturão de segurança tipo pára-quedista. desfiamentos.INBRAEP . 8) O trava-queda deve ser inutilizado após retenção de uma queda. parte queimadas.5 m de fita de nylon retrátil e dois mosquetões de aço inox. abertura 20 mm. 6) Este aparelho não deve ser conectado em trole. 7) Antes de conectar o trava-queda ao cinturão.br Site: www. sem cortes.com. Peso: 0. Geralmente possui 2.

que possua meios limitados de entrada e saída.1. Critérios Para Escolher Equipamentos com Cabo de Aço ou Corda Para escolha adequada.2. devem ser considerados os seguintes aspectos: 1. conforto e segurança do trabalhador nas três operações fundamentais: a) Fácil movimentação em escadas que obedeçam as exigências do item 18. b) Proteção contra queda por meio de dispositivo trava-queda conforme exigência do Anexo I da NR 6 do MTE. visto que o equipamento não é projetado para movimentação constante de pessoa ou peso. é normal usar cabo de aço inoxidável.br 9. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.7 Trava-Queda Para Espaço Confinado Especialmente indicado para trabalho em espaço confinado . Possui manivela de resgate que só deve ser usada na emergência. inbraep@inbraep. costuma-se usar corda devido à sua baixa condutividade elétrica. 4. 2. equipamentos adequados que garantam em qualquer situação. da NR 33 do MTE). Lei 9.com.610/98.inbraep. costuma-se usar cabo de aço.12. para serviços em espaços confinados com escadas.Em locais com risco de contato com fiação energizada. máquinas de corte ou produtos ácidos.Em serviços envolvendo solda.5 da NR 18 do MTE. 3. por meio de um guincho. (Subitem 33.br Site: www.Para segurança contra perigo de faísca em espaço confinado com atmosfera potencialmente explosiva é comum usar equipamentos com corda sintética ou cabo de aço com revestimento sintético. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .4 da NR 33 do MTE. c) Rápido e fácil resgate por um só vigia. 9. Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua. Em condições normais de trabalho a manivela de resgate é mantida desativada e o aparelho funciona de forma idêntica a qualquer trava-queda retrátil.Nas indústrias farmacêuticas e alimentícias.Proibida a reprodução por qualquer meio. conforme exigência do item 33. cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio".com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 82 .INBRAEP .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.7.1 Espaço Confinado com Escada O Ministério do Trabalho e Emprego exige.

com.br 5.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Site: www. Devem possuir sapatas antiderrapante. Critérios para Escolher o Suporte de Ancoragem Externo ao Espaço Confinado: Todos os tripés e monopés devem resistir à carga estática de 15 kN conforme exigência das normas NBR 14. carga de ruptura de 3480 kg. inbraep@inbraep. adota-se o robusto cabo de aço com 8 mm de diâmetro.626/627/628/629/751. É usado com os guinchos ou trava-queda resgatador.3 m.1 a 1.inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Possui duas roldanas em nylon para uso de dois aparelhos e olhal para fixação de um terceiro cabo.Em locais com risco de haver movimentação do cabo sobre quinas cortantes de concreto ou aço. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 83 . TRIPÉS Tripé para acesso com até 1.1 m de diâmetro Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . distância entre pernas de 1.INBRAEP . Tripé para acesso com mais de 1. durante uma emergência.com. devendo ser comprovado. Lei 9.1 a 2. interligadas por corrente de segurança.7 m.1 m de diâmetro Geralmente produzido em resistente liga de alumínio.610/98. altura regulável de 1. Pode ser fornecido em sacola de nylon resinado para transporte e armazenagem.Proibida a reprodução por qualquer meio.

MONOPÉS Monopé para bocais com até 1.1 m de diâmetro Indicado para uso em base fixa (a) instalada em beirais (22 kg) ou em base móvel (b) sobre bocais com até 1.inbraep.5 a 3.com.610/98. para facilidade de resgate pelo vigia.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. situada de 1. O outro tipo de monopé é indicado para fixação em olhal ou barra horizontal. inbraep@inbraep. Base de ancoragem: a estabilidade do tripé deve ser garantida por sua base. Este tipo de Monopé é giratório. encaixe telescópico. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . É usado com os guinchos ou trava-queda resgatador. É usado com os guinchos ou trava-quedas resgatador.5 m. com acabamento anti-ferruginoso. Geralmente produzido em dois tubos de resistente liga de alumínio.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Geralmente produzido em tubo de aço com acabamento anti-ferruginoso.br Deve ser usado com guincho e cadeira.2 a 3.5 m do piso. Produzido em tubo de aço. comprimento variável de 2. Possui uma roldana em nylon e olhal para fixação de um segundo cabo.1 m de diâmetro (44 kg).com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 84 . Possui olhal para um segundo cabo. Lei 9.INBRAEP .

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 85 .br CRITÉRIOS PARA ESCOLHER OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS E RESGATE: Em espaço confinado com escada existem basicamente duas alternativas de trabalho: 1) Usar um só aparelho denominado trava-queda resgatador. vantagens e restrições de cada sistema de trabalho: 1.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. Vejamos em detalhes as características. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .610/98. Lei 9. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br Site: www. Caso ocorra algum imprevisto ou o profissional não responda ao chamado do vigia.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.INBRAEP . Manivela de resgate só deve ser usada para efetuar resgate. inbraep@inbraep. 2) Usar um guincho para pessoas em conjunto com um trava-queda guiado.com. em quanto o profissional executa o trabalho na escada ou no espaço confinado.Usar só um aparelho (Trava-queda resgatador) Manivela de resgate normalmente fica desativada.

inbraep@inbraep. o equipamento trava-se imediatamente e evita a queda da pessoa. sem risco de queda. o vigia deve liberar o cabo em quantidade suficiente para que se mantenha sem carga. O cabo retrátil nunca fica frouxo. deve ser usado um guincho.INBRAEP .610/98.Usar um guincho para pessoas em conjunto com um trava-queda guiado A utilização de um guincho para pessoas em conjunto com um trava-queda guiado (modelo que atenda as exigências do MTE): O trabalhador pode movimentar-se com facilidade na escada. mantendo esticado por um pequeno peso. 2.inbraep. ou seja.Proibida a reprodução por qualquer meio. Com esta liberação e recolhimento dos cabos o vigia tem um maior controle da movimentação do trabalhador dentro do espaço confinado. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 86 . sem auxílio do vigia.com. bastará o vigia ativar e movimentar a manivela de resgate. o vigia deve recolher o cabo sem carga. visto que a manivela de resgate do trava-queda só deve ser usada na emergência. Havendo movimento brusco ou desequilíbrio do trabalhador. Havendo necessidade de resgatar o trabalhador durante a sua movimentação na escada ou no piso do espaço confinado. Havendo movimento brusco ou desequilíbrio do trabalhador. sem risco de queda. o aparelho libera ou recolhe o cabo automaticamente. bastará o vigia movimentar a manivela do guincho no sentido de recolhimento dos cabos. devido à ação de uma mola de retorno. Limitações: Para trabalho constante de içar ou descer pessoa ou material. Durante a movimentação normal do trabalhador. quase esticado. Durante a descida e a movimentação horizontal do trabalhador. Na subida do trabalhador. quase esticado.br Site: www. Lei 9. O trava-queda geralmente só tem 20 m de cabo. o equipamento trava-se imediatamente e evita a queda da pessoa. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. na escada ou no piso.br Utilizando o trava-queda resgatador o trabalhador pode movimentar-se com facilidade na escada. Este só tem o trabalho de ativar a manivela de resgate e girá-la quando efetua o resgate.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. não pode ser usado para movimentações superiores a 20 m.com. Havendo necessidade de resgatar o trabalhador durante a sua movimentação na escada ou no piso do espaço confinado. O cabo de aço ou corda do trava-queda é preso no tripé ou monopé. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Utilizando o guincho para pessoas pode-se usar cabo de aço ou cordas de grande comprimento.

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 87 .4 da NR 33 do MTE. Lei 9.br Site: www. devido ao desconforto da posição. inbraep@inbraep. Serve para ligação do cabo do guincho às argolas dos ombros do cinturão pára-quedistapara este fim.2 Trabalho Em Espaço Confinado Sem Escada O Ministério do Trabalho e Emprego exige. Deve resistir à carga de 15 kN. a movimentação vertical. equipamentos adequados que garantam.7. O cabo de aço corda do trava-queda deve ser preso no tripé e mantido esticado por um pequeno peso. é feita por cadeira suspensa e em alguns casos por suporte de ombros.Proibida a reprodução por qualquer meio.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98. Não havendo escada. conforto e segurança ao trabalhador nas três operações fundamentais: a) fácil forma de movimentação vertical. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . b) proteção contra queda por meio de dispositivo trava-queda conforme exigência do Anexo I da NR 6 do MTE c) rápido e fácil resgate por um só vigia.br 9. em qualquer situação. geralmente.inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. para serviços em espaços confinados sem escadas.INBRAEP . Usando-se cadeira suspensa ou suporte de ombros é obrigatório utilizar um trava-queda em linha independente. Havendo movimento brusco do trabalhador ou rompimento do cabo de sua sustentação. por meio de um guincho. o trava-queda bloqueia imediatamente a movimentação e evita o acidente. conforme exigência do item 33.com. Suporte De Ombros O suporte de ombros deve ser utilizado apenas para pouca profundidade e pequenas dimensões.

não ultrapasse 100 kg. Os guinchos são de fácil e seguro funcionamento: com simples rotação da manivela movimenta-se com mínimo esforço. Para descer: gira-se ao contrário. Os guinchos devem ser sempre usados em conjunto com trava-quedas.br Site: www.INBRAEP . Os guinchos para pessoas devem obedecer todos os requisitos da NBR 14.8 Guincho para Pessoas: São equipamentos destinados à movimentação vertical do trabalhador em serviços constantes ou no resgate em espaço confinado. O uso da cadeira suspensa oferece desempenho eficiente. Para parar: basta tirar a mão da manivela. trabalhador mais carga. Basicamente os guinchos são divididos em dois modelos: Cabo de Aço ou Corda. Lei 9.751 da ABNT. pode ser conveniente utilizar cadeira suspensa com comando local (manivelas). Possuem fácil transporte.br Cadeira Suspensa O uso da cadeira suspensa oferece máximo conforto e permite pendurar material.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.751 da ABNT. é necessário um constante ajuste de posicionamento do trabalhador para manuseio de equipamentos / instrumentos instalados nas paredes do espaço confinado. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . com desempenho comprovado por laudo. vale salientar que a capacidade de cada guincho dependerá de milímetros o cabo ou corda tiverem. Para subir: gira-se num sentido. Devem possuir no mínimo duas travas de segurança. Em alguns tipos de serviço.com. Manopla da manivela dobrável para facilitar o transporte. os guinchos podem ser fornecidos em sacolas de nylon destinadas para transporte e armazenagem.15. conforme exigência do Ministério do Trabalho (NR 18. Podem ser fixados.ítem cadeira suspensa) e da norma NBR 14.51).610/98.com. junto com seu cabo ou corda. nos tripés e monopés. sendo que o peso total. A capacidade de cada guincho deve ser verificada com o manual ou com o fabricando do mesmo. inbraep@inbraep. 9. principalmente para trabalho nas paredes ao longo do espaço confinado. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Nestes casos. sem uso de ferramentas. A cadeira suspensa deve ser usada em conjunto com os guinchos e obedecer às exigências do MTE (NR 18 .Proibida a reprodução por qualquer meio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 88 .inbraep.

9. dependendo do fabricante .Para movimentação do trabalhador em serviço constante.Geralmente a carga máxima de trabalho é 120 kg (pessoa mais material de trabalho ou carga).Armazenar os guinchos limpos e abrigados das intempéries.8. 3 . é permitida a utilização de cadeira suspensa (balancim individual). 2. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . com óleo tipo máquina de costura.2 Instruções para Inspeção dos Guinchos Antes de cada uso do guincho.8.610/98.Para resgate numa emergência. 9. o guincho deve ser usado em conjunto com trava-queda e cinturão pára-quedista (NR 18).br Site: www. somente com cadeira suspensa.3 Instruções para Manutenção dos Guinchos 1 .751.Inspecionar o Trava-quedas guiados 3. deve-se inspecionar: 1. 3.Proibida a reprodução por qualquer meio. maca ou cinturão páraquedista.br 9.com. quebradas. e 4.INBRAEP . A sustentação da cadeira suspensa deve ser feita por meio de cabo de aço ou cabo de fibra sintética (corda). Lei 9. inbraep@inbraep.1 Instruções de Uso Dos Guinchos 1. 2.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.Inspecionar todo o Sistema de Proteção Contra Quedas.Manter os eixos lubrificados.Cinturão de segurança.inbraep.com. trincadas ou aparência duvidosa. suporte de ombros.Peças gastas.9 Cadeira Suspensa Em quaisquer atividades em que não seja possível a instalação de andaimes. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 89 . permite-se o içamento do trabalhador sem uso do travaqueda.8. 9. através dos três furos. 2 . em lugar seco. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Os guinchos devem ser revisados anualmente pelo fabricante conforme exigência da norma NBR 14.

c) Passar a corda no gancho de segurança.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 90 . b) sistema dotado com dispositivo de descida com dupla trava de segurança. Como já vimos é proibida a improvisação de cadeira suspensa. c) requisitos mínimos de conforto previstos na NR 17 – Ergonomia. Lei 9. Trava-queda acoplado diretamente à estrutura da cadeira possibilita maior segurança e total facilidade de movimentação vertical. inbraep@inbraep. ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente. A conexão do cabo de aço da cadeira ao ponto de ancoragem deve ser feita com uso de cabo de aço independente. quando a sustentação for por meio de cabo de fibra sintética. As cadeiras devem obedecer às exigências do Ministério do Trabalho e a norma NBR 14751 da ABNT. O sistema de fixação da cadeira suspensa deve ser independente do caboguia do travaquedas. a razão social do fabricante e o número de registro respectivo no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ.com.INBRAEP . em caracteres indeléveis e bem visíveis. eliminando as dificuldades decorrentes do trava-queda ligado às costas.Proibida a reprodução por qualquer meio. isto é.br Site: www.9. 9. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 1500 kg (NR 18 e NBR 14751). A cadeira suspensa deve apresentar na sua estrutura. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . mosquetão ou manilha.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. quando a sustentação for através de cabo de aço. corrente. d) sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto. Sempre é possível escolher o tipo mais adequado para qualquer que seja o trabalho com movimentação vertical. O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista. a) Enfiar a corda na argola passando pelo gancho.br A cadeira suspensa deve dispor de: a) sistema dotado com dispositivo de subida e descida com dupla trava de segurança. no mínimo.610/98. não se deve usar o próprio cabo de aço da cadeira para amarração (NBR 14751).1 Uso das Cadeiras Suspensas O ponto de ancoragem do cabo de sustentação da cadeira deve ser independente do ponto de ancoragem do cabo do trava-queda e resistirem a. b) Apertar a alavanca controladora de velocidade e deixar a corda presa.inbraep.

lavá-las e engraxá-las após o uso de produtos químicos corrosivos ou pastoso "tipo epóxi".610/98. trincadas ou aparência duvidosa.INBRAEP . para evitar engripamento das travas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. É importante desmontar as manoplas.com.a).c). 3A cadeira de descida não devem apresentar excessivo desgaste das partes metálicas pela movimentação da corda de nylon. NOTA: para sair da cadeira deve-se fazer o procedimento inverso. 5As cadeiras devem ter os dentes das engrenagens em perfeito estado. tortas. 9. A alavanca de freio não deve ter folga em seu eixo e o freio deve deixar a cadeira imóvel quando o trabalhador nela estiver sentado com seu material de trabalho. quebradas. inspecionar: 1As cadeiras suspensas não devem ter peças gastas. 2Os componentes como: Trava-quedas guiados e cinturão de segurança devem ser inspecionados conforme já vimos.br Site: www.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . inbraep@inbraep. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Procedimentos de segurança para montagem e acesso à cadeira: a) A cadeira suspensa e seu trava-queda integrado devem ser preparados para funcionamento por um trabalhador habilitado e protegido por cinturão pára-quedista e talabarte de corrente ( máximo 2 m) ligado à sua argola dorsal ou frontal ( Fig.inbraep.b). 4As cadeiras devem ter as manoplas e travas com perfeita mobilidade. b) O trabalhador só deve sentar-se à cadeira com o talabarte de corrente ligado ao seu cinturão ( Fig.9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 91 . c) O trabalhador só deve soltar-se do talabarte de corrente após ligar seu cinturão à cadeira (fig.2 Instrução para Inspeção das Cadeiras Antes de cada uso. A corda da cadeira ou o cabo de aço da cadeira devem ser colocados corretamente conforme figura.

Desmontar. visto que sofrem deformação permanente e ficam com a resistência comprometida. Fixação dos Cabos de Aço ou Cordas Sem Uso de Suportes Nesse caso.br Site: www.3 Formas de Fixação dos Cabos de Aço e Cordas para Cadeira Suspensa As normas NBR 14626. As cordas devem ser protegidas da quina da parede por meio de material flexível. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 2.com. mesmo com proteção. sendo possível a movimentação da cadeira. do solo ao penúltimo andar.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br 9.3 Instruções para Manutenção das Cadeiras 1Armazenar as cadeiras suspensas limpas e abrigadas das intempéries em lugar seco. 3. no mínimo. Para sua correta fixação é necessário usar corrente ou outro cabo de aço (com diâmetro maior) ligados por meio de mosquetão ou manilhas.INBRAEP . lavar e engraxar as manoplas das cadeiras após uso de produtos químicos corrosivos ou pastosos "tipo epóxi". tipo borracha. 14627.inbraep.com. 14628 e 14751 da ABNT exigem que os cabos e as cordas das cadeiras e trava quedas sejam fixados em pontos ou suportes de ancoragem que resistam.500 kg. não há distância entre os cabos e a fachada. 1.610/98.9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 92 .As cadeiras suspensas devem ser revisadas anualmente pelo fabricante conforme exigência da norma NBR 14751. Os cabos de aço das cadeiras e dos trava-quedas não devem ser apoiados nas quinas. Lei 9. com facilidade. inbraep@inbraep.9. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .Proibida a reprodução por qualquer meio. 9. tipo borracha.

Existem vários modelos e fabricantes de suportes para trabalhos em fachadas. mas para fins didáticos apresentaremos o suporte móvel modelo ST1.br Site: www. por um só homem. alojamento para 18 contrapesos de 25 kg.com. é possível movimentar-se com facilidade do solo ao último andar.inbraep. no terraço. sua base de ancoragem (40kg) possui rodas com revestimento de poliuretano.Proibida a reprodução por qualquer meio. Lei 9. Resistem à carga de 15 kN (1500 kg).br Fixação dos Cabos de Aço ou Cordas Com Uso de Suportes Utilizando-se os suportes que deixam os cabos distanciados cerca de 30 cm da fachada. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 93 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. possibilitam movimentação da base de ancoragem. Fácil transporte por elevador ou escada.INBRAEP . Estes tipos de equipamentos geralmente são elaborados para atende todas as exigências de segurança do Ministério do Trabalho e das normas da ABNT.610/98. Cada viga com 2. inbraep@inbraep. conforme altura do beiral do terraço. Montagem e desmontagem em geralmente 10 minutos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. conexão com diversas opções de montagem a uma viga ou duas na posição horizontal.50 m pesa 30 kg. Modernos e práticos os sistemas suportes de trabalho em fachadas.

isto é. movimentação e resgate dos trabalhadores. devido a sua constituição não permitia que fossem adotados novos procedimentos quanto à escalada. inbraep@inbraep.br Site: www.610/98.75m ( norma europeia EN 355 e norma brasileira NBR 14629) ou seja o usuário pode cair até dois andares e sofrer lesões no choque com as estruturas. o trabalhador só teria segurança quando estivesse amarrado à estrutura. Estes travas quedas Y Retráteis são de fácil conexão dorsal. fixo ao longo da torre ou estrutura.com.inbraep. A filosofia de trabalho adotada é de que em nenhum momento.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. a legislação atual exigiu a aplicação de um novo sistema de segurança para trabalhos em estruturas elevadas que possibilitam outros métodos de escalada. Este novo Trava-Queda Y Retrátil reduz a distância de queda em.Proibida a reprodução por qualquer meio. Lei 9. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . usando a ligação dorsal do cinturão pára-quedista. movimentação e resgate. seguro e rápido para descida e subida.10 Trabalho em Torres e Estruturas Os serviços executados em estruturas elevadas eram realizados com o cinturão de segurança abdominal e toda a movimentação era feita sem um ponto de conexão.br 9. com dupla trava de segurança. o deslocamento vertical do usuário pode chegar a 5. Este tipo de equipamento. ao cinturão. Este sistema de trabalho é complementado com o uso do trava-queda guiado em cabo de aço vertical. Porém é também conhecido por sua grande desvantagem: em caso de retenção de uma queda. Com a preocupação constante em relação à segurança dos trabalhadores. o trabalhador não poderá ficar desamarrado da estrutura.INBRAEP . nas movimentações durante a execução das tarefas. estando susceptível a quedas. Como se sabe o talabarte Y com duas fitas de segurança e um absorvedor de energia é bem conhecido por sua vantagem de proteção contínua com fácil movimentação aleatória. está sendo usado um novo sistema de trabalho denominado Trava-Queda Y Retrátil. na América do Norte e na Europa. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 94 . um centímetro. que permite fáceis e seguras movimentações aleatórias no alto de torres e estruturas. sem auxílio de ferramentas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. praticamente . Atualmente. que é o meio mais prático.

libera e retrai automaticamente um total de 2. porém se esquecem da sua própria segurança. proporcionando proteção constante e fácil mobilidade ao usuário. Condições climáticas satisfatórias para liberar trabalho.br Site: www. manipulando telhas sem luvas e por fim caminhando sobre uma superfície estreita com a sua caixa de ferramentas à mão.inbraep.INBRAEP . que podem fragilizar as telhas com o passar do tempo. Possui indicador de queda para cada fita retrátil. Lei 9. Controle médico e qualificação técnica dos trabalhadores para serviço nessa área de alta periculosidade.610/98.10.5 m de fita. inbraep@inbraep. Definição dos equipamentos onde é conveniente usar ligação frontal do cinturão páraquedista. É fácil observar um trabalhador andando sobre um telhado como se estivesse caminhando em uma calçada qualquer. 9. EPI adequado e passarelas para aumentar a resistência das telhas e evitar que o trabalhador sofra acidentes.2 Planejamento do Trabalho Todo serviço realizado em torres e estruturas exige um planejamento dos seguintes itens:   Tipo da torre ou estrutura. Não Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . até porque essa superfície está exposta aos raios solares. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 95 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. estado dos componentes e resistência dos pontos de ancoragem. chuva e até defeitos de fabricação invisíveis aos olhos. correndo o risco de cair de uma altura superior a três metros. conforme os seguintes exemplos:     9. Possui carcaça de nylon super-resistente.10. O trabalho em telhado exige planejamento prévio. Deve ser usado capacete de segurança com jugular e outros EPIs de acordo com a tarefa. visto que é proibido com chuva e vento.br 9. com bordas arredondadas para conforto de uso. sem capacete de segurança.com. Definição da movimentação visando deslocamento racional. que permite verificar que o aparelho reteve uma queda e necessita de revisão. 1500 kg. Nunca saberemos as reais condições de um telhado.Proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.11 Trabalho em Telhados Muitos trabalhadores executam suas tarefas com exigência. no mínimo.1 Características do Trava-Queda Y Retrátil Cada fita retrátil trabalha independentemente.com. distante de rede elétrica e garantindo-se resistência mecânica de todos os pontos de ancoragem de.

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 96 .br importa quanto tempo é necessário para montar e desmontar um aparato de segurança. Lei 9. devendo Tipo de telha.com. vapores e poeiras. escorregamentos em telhados úmidos.11. ofuscamento por reflexo do sol. inadequado içamento de telhas e transporte sobre o telhado. O objetivo deste estudo é apresentar os procedimentos de segurança a serem observados na realização de trabalhos em telhados. locomoção sobre coroamento dos prédios.inbraep. Necessidade de montagem de passarelas. Definição dos materiais. inbraep@inbraep. 9. deixando a superfície sem aderência. clarabóias. vapores. tábuas mal posicionadas. mal súbito do funcionário ou intoxicação decorrentes de gases. Definição de trajeto sobre o telhado visando deslocamento racional. chaminés.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. precariedade nos acessos aos telhados. guarda-corpos ou estruturas sobre o telhado para facilitar manutenção de telhas. distante de rede elétrica ou área sujeita a gases. levando-se em conta as exigências do Ministério do Trabalho e Emprego e normas da ABNT. ferramentas e equipamentos (EPIs) necessários à realização do trabalho. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. ou poeiras no telhado. etc.br Site: www.com. calhas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . para evitar quedas de nível causadas basicamente pelos seguintes motivos:            rompimento de telhas por baixa resistência mecânica. escadas. o importante é evitar que o trabalhador se exponha a riscos desnecessários.Proibida a reprodução por qualquer meio. trabalho com chuva ou vento. escadas de acesso ao telhado sem a devida proteção. calçados inadequados e/ou impregnados de óleo ou graxa. Sinalização e isolamento da área prevista para içamento e movimentação de telhas. lanternis. Normalmente esses locais são revestidos com pedras naturais ou chapas metálicas para dar acabamento. além de o trabalhador correr o risco de sofrer um mal súbito enquanto caminha. seu estado e resistência.1 Planejamento do trabalho em Telhado Todo serviço realizado sobre telhado exige um necessariamente ser verificado os seguintes itens:      rigoroso planejamento.INBRAEP . falta de sinalização e isolamento no piso inferior. pois o risco de queda é alto. O trabalhador não deve sob nenhuma hipótese caminhar sobre superfícies estreitas.610/98. molhados ou com acentuada inclinação. Materiais e equipamentos necessários à realização dos trabalhos.

com.br Site: www.2 Durante o trabalho Proibir carga concentrada As telhas de fibrocimento. Considerando que a maior parte dos acidentes em telhados ocorrem por rompimento mecânico de seus componentes.    9. Todo material usado deve ser imediatamente removido após conclusão do serviço. inbraep@inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 97 . apoiar passarelas metálicas ou tábuas sobre telhas translúcidas flexíveis. Orientar os trabalhadores e proibir qualquer tipo de carga concentrada sobre as telhas.INBRAEP .Proibida a reprodução por qualquer meio.br  Definição dos locais para instalação de cabo-guia ou cabo de segurança para possibilitar uso do cinturão de segurança conforme exigência do Ministério do Trabalho e Emprego.inbraep.com. motivados por concentração excessiva de pessoas ou materiais num mesmo ponto. subir uma pessoa de cada vez. visto que é proibido com chuva ou vento. seu comprimento não pode ser superior a 7 metros Nunca pisar diretamente nas telhas Nunca pisar. Condições climáticas satisfatórias para liberar trabalho em telhado. O beiral do telhado não suporta peso de pessoas ou cargas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. alumínio ou barro não foram projetadas para suportar cargas concentradas. programar desligamento de forno ou outro equipamento do qual haja emanação de gases e estão sob o telhado em obras.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Nunca permitir concentrar mais de uma pessoa num mesmo ponto do telhado ou mesma telha. Seus fabricantes advertem para não pisar ou caminhar diretamente sobre elas. Lei 9. Controle médico e qualificação técnica dos trabalhadores para serviços nessa área de alta periculosidade.610/98. é recomendado:       Ao utilizar escada portátil. Elas não foram projetadas para suportar pesos.11. visto que é o motivo principal de graves acidentes. Equipamentos de Proteção Individual .EPI Todo funcionário que executar serviço em telhado deve usar os seguintes equipamentos:  Sapato de segurança com solado antiderrapante.

Nas escadas é possível fazer instalação permanente de cabo de aço galvanizado ou inox.INBRAEP . Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . conectado a cabo. Luva de raspa.Proibida a reprodução por qualquer meio.com. amarradas como mostra a figura abaixo.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 98 . Capacete de segurança com jugular. Quando houver risco de ofuscamento pelo reflexo do sol em telhas de alumínio ou outras superfícies refletoras.610/98. Lei 9.inbraep. corda ou trilho de aço por meio de dispositivos que possibilitem fácil movimentação sobre toda a área de trabalho. inbraep@inbraep.com. E outros equipamentos de segurança pendendo da tarefa a ser executada. Deve-se sempre utilizar a jugular do capacete para evitar que o mesmo caia. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Escadas de acesso aos telhados Devem ser equipadas com linhas verticais de segurança para uso de trava-quedas. Lembre-se de fazer o nó (circulo vermelho) acima do centro de gravidade da carga que evitará seu tombamento. usar lentes escuras especificas para este fim. Içamento de telhas As telhas devem ser suspensas uma a uma. Cinturão de segurança tipo pára-quedista.br      Óculos de segurança com proteção lateral.

sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Vale salientar que já existem no mercado passarelas especificas para esse fim. proporcionando maior segurança e conforto para os profissionais de irão trabalhar em telhados.com.br Tábuas ou Passarela para Telhado Para se andar sobre as telhas geralmente se usa tábuas para impedir a queda ou até a quebra das telhas. Deve se usar uma tábua com largura suficiente para uma boa distribuição no telhado.INBRAEP . As correntes não devem ser conectadas à linha de segurança para não impedir a movimentação dos trabalhadores em toda a área do telhado.br Site: www. Lei 9. conforme figura abaixo. 9.11.3 Linha de Segurança Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 99 . Dependendo da inclinação do telhado e/ou telhas com superfícies úmidas e escorregadias é recomendável utilizar correntes galvanizadas com elos tipo de 3 mm de diâmetro fixadas na cumeeira e conectadas por mosquetões aos olhais existentes nas passarelas.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. As passarelas possuem a superfície de contato com o telhado lixada para melhor aderência. inbraep@inbraep. Vejamos o modo correto de colocar a Tábua ou Passarela: Em telhados inclinados devem-se fazer degraus ou utilizar passarela especifica para telhados inclinados.

com. destinadas a dar mobilidade com segurança a um ou mais trabalhadores que efetuam movimentação horizontal com risco de queda. com o trava-queda retrátil. nos telhados. é constituída pela corda de nylon trançada de 12 mm de diâmetro com o mosquetão para deslocamento horizontal ao longo da linha primária. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 100 . com resistência em qualquer ponto. Lei 9. Este sistema temporário de segurança pode ser fácil e rapidamente montado a partir de pontos de ancoragem previamente instalados. Para movimentação sobre todo o telhado a linha secundária. Outra forma de trabalho sobre todo o telhado pode ser feita com o Trole movimentandose na linha Primária de cabo de aço de 3/8". a linha permanente de segurança é constituída de cabo de aço galvanizado com diâmetro de 3/8 instalado na cumeeira. inbraep@inbraep. Linha de Segurança Fixa Geralmente.Proibida a reprodução por qualquer meio. seja instalada a linha de segurança para movimentação do trabalhador com cinturão de segurança tipo pára-quedista. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 1500 kg. Quando não houver os pontos de ancoragem previamente instalados devem ser instalados corretamente.com. A subida ou descida no telhado ou rampa deve ser feito com o manuseio do trava-queda. Linha de Segurança Temporária A Linha de Segurança Temporária é também conhecida como Linha de Vida. A linha primária é ligada ao ponto de ancoragem. a linha secundária é ligada na linha primária como exemplo na figura.INBRAEP .610/98. a uma carga de. A linha de segurança pode ser temporária ou permanente. no mínimo.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. para utilização em vários locais.18 que. geralmente. Linha de Segurança Temporária são linhas horizontais constituídas de corda. cabo ou trilho de aço. É de fácil montagem e desmontagem.br Site: www. A Linha de Segurança é constituída de duas linhas de segurança divididas em Linha primária e secundária.br O MTE exige por meio da NR 18.

Com o laço fechado (posição 2).1 Uso do Cabo de Aço Os cabos de aço utilizados nas cadeiras suspensas.12. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 101 . torcidas em torno de uma alma que pode ser de fibra ou aço. enrolado ou desenrolado sem girar o rolo ou o carretel. inbraep@inbraep. são de construção 6x19.12 Cabo de Aço 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. Manuseio do cabo de aço: o cabo de aço deve ser enrolado e desenrolado corretamente. Lei 9. galvanizados ou inoxidáveis. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com.INBRAEP . Se o cabo for manuseado de forma errada. o cabo ficará torcido e formará laço. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98.br 9. o cabo já estará estragado e precisará ser substituído ou cortado no local.com. Medição do diâmetro: o diâmetro do cabo de aço é aquele da sua circunferência máxima. a fim de não ser estragado facilmente por deformações permanentes e formação de nós fechados.br Site: www. guinchos e trava-quedas.inbraep. ou seja.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. São 6 pernas com 19 arames cada.

inbraep.br Importante: mesmo que um nó esteja aparentemente endireitado. A construção deste superlaço é detalhado nas figuras abaixo. inviolável por lacre prensado industrialmente com sapatilha protetora. de máxima segurança. podendo causar graves acidentes. em uma única perna. 2. em um trecho.br Site: www.12. Superlaço: os cabos de aço devem ser fornecidos com olhal tipo superlaço. tiver 6 arames rompidos ou se. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Importante: mesmo sem o lacre e a sapatilha protetora. Formação de nó fechado.com.610/98. o olhal já suporta uma carga superior à carga de trabalho do cabo (posição 5).2 Inspeção: Antes de cada uso. 9. tiver 3 arames rompidos.com.INBRAEP . inbraep@inbraep. O uso de um cabo com este defeito tornase perigoso. o cabo de aço deve ser inteiramente inspecionado quanto aos seguintes problemas: 1. o cabo nunca poderá render serviço máximo.8 mm de diâmetro: deve ser inspecionado em trechos de 3 cm de comprimento e substituído se.Proibida a reprodução por qualquer meio.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Número de arames rompidos:  Cabo de aço com 4. Lei 9. conforme a capacidade garantida. em decorrência de manuseio incorreto. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 102 .

ele pode ser cortado e usado.3 Manutenção: 1) Mantê-lo: afastado de produtos químicos nocivos (ácidos). Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 103 . tiver 6 arames rompidos ou se.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. 3) Olhal com grampos: os cabos de aço poderão ter olhal confeccionado com grampos de aço galvanizados (fig.com.INBRAEP . Atenção: 1) Havendo problemas em todo o cabo.8 mm. Lei 9. para fácil manuseio. para evitar escorregamento dos aparelhos. 2) Armazená-lo: em local seco. Corrosão: quando se verificar a incidência de corrosão na galvanização. abrasivos e cantos afiados. usa-se 3 grampos de 3/16” com espaçamento entre si de 29 mm. Alguns modelos de cabos de aço não podem ser lubrificados. mesmo que o número admissível de arames rompidos não tenha atingido o limite encontrado na tabela. A inspeção visual de um cabo se sobrepõe a qualquer norma ou método de substituição dos mesmos. (da cadeira suspensa) Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .  Para cabo de aço com diâmetro de 8 mm. 2) Ao se observar um cabo de aço. usa-se 3 grampos de 5/16” com espaçamento entre si de 48 mm.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. conforme tabela abaixo:  Para cabo de aço com diâmetro de 4. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. abaixo). tiver 3 arames rompidos.610/98.com. inbraep@inbraep. em uma única perna. Havendo problemas localizados. em um trecho. 3.br  Cabo de aço com 8 mm de diâmetro: deve ser inspecionado em trechos de 5 cm de comprimento e substituído se. o cabo deve ser substituído. ele deve ser aposentado. sem torção estrutural. 9. se for encontrado algum outro defeito considerado grave. Os grampos devem ser montados de maneira correta e reapertados após o uso do cabo de aço. por meio de carretel.inbraep.12. ou até mesmo sem ter nenhum arame rompido.

sem desgastes significativos por abrasão e sem suspeita de contaminação por produto químico nocivo à sua estrutura. emagrecimento da alma (parte interna).2 Inspeção: Antes de cada uso. sem cortes. c) Trançado intermediário e o alerta visual de cor amarela em multifilamento de polipropileno ou poliamida com o mínimo de 50% de identificação.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. não podendo ultrapassar a 10% da densidade linear.br 9. 9.  Inspeção externa: a capa da corda deve estar perfeita. 32 ou 36 fusos.Proibida a reprodução por qualquer meio. f) Construção dos trançados em máquina com 16. 9.3 Manutenção: A corda de segurança deve ser usada por um único trabalhador.610/98. inbraep@inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. a corda deve ser inteiramente inspecionada. j) Carga de ruptura mínima de segurança sem o trançado externo 15 kN.inbraep. Havendo problemas localizados.13 Cordas de Segurança 9.13. fios partidos.6): a) Deve ser constituído de trançado triplo e alma central. 24.com. podendo provocar graves acidentes. d) Trançado interno em multifilamento de poliamida.  Importante: havendo problemas em toda a corda. movimentação ou folga entre capa e alma. partes queimadas. com as cordas devemos tomar os seguintes cuidados: Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP .13. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 104 . ela pode ser cortada e usada. Lei 9. diâmetro constante. i) Carga de ruptura mínima de 20 kN. e) Alma central torcida em multifilamento de poliamida. trava-queda e cinturão de segurança deverão obedecer as seguintes especificações do Ministério do Trabalho e Emprego (NR 18.1 Uso das Cordas de Segurança As cordas utilizadas para sustentação da cadeira suspensa. h) Densidade linear 95 + 5 KTEX ( igual a 95 + 5 g/m).br Site: www. g) Número de referência: 12 ( diâmetro nominal em mm). b) Trançado externo em multifilamento de poliamida.com. inconsistência à dobra. ela deve ser aposentada. Importante: uso de corda diferente da acima especificada é de responsabilidade do usuário. Inspeção interna: palpando-a em todo o comprimento.13.16. a corda não deve apresentar caroço.

com.br 1) Mantê-la: limpa. quatro anos após sua fabricação. Em situações bastante severas de trabalho.com. abrasivos ou cortantes. longe da luz solar. produtos químicos. a vida útil da corda não pode ser preestabelecida. mesmo sem serem usadas. 2) Armazená-la: em local seco. sem contato com o piso de cimento. cantos afiados e piso das obras. dependendo muito da frequência e cuidados durante o uso. elementos abrasivos e luz solar.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . no máximo. Praticamente. sem torção estrutural. afastada de produtos químicos nocivos (ácidos). Jamais pisá-la com sapatos sujos: partículas de areia. Lei 9.INBRAEP .Proibida a reprodução por qualquer meio. adota-se uma vida útil de. terra e pó penetram nas fibras e causam grande desgaste dos fios durante o uso. água com temperatura de até 30° e escova com cerdas macias (plásticas). sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Recomenda-se armazenar a corda em carretel para fácil manuseio. fontes de calor. inbraep@inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 105 . 3) Lavá-la: com sabão neutro. 4) Aposentá-la: as cordas geralmente são fabricadas em poliamida.br Site: www. produto que envelhece naturalmente em contato com o ar. à sombra. Teoricamente.inbraep.610/98. grau de exposição a produtos químicos. costuma-se aposentá-la após um ano de uso. Nunca use detergente. para as cordas de poliamida. Deixar secar ao ar livre.

1 Inspeções de Rotina (Diárias) Visam detectar e eliminar riscos comuns.inbraep. 10. dão aos empregados a certeza de que a direção da empresa e o poder público (no caso das inspeções oficiais ) têm interesse na segurança do trabalho. uma metodologia de inspeção dos locais de trabalho tornada obrigatória a partir da publicação da Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho NR-9 (Programas de Prevenção de Riscos Ambientais). As prioridades são: Eliminação do risco: significa torná-lo definitivamente inexistente. Essa alternativa é utilizada na impossibilidade temporária ou definitiva da eliminação de um risco. mas quando repetidas. correias etc.  Uniformização. servem de exemplo para que os próprios trabalhadores exerçam. identificar riscos que poderão transformar-se em causas de acidentes do trabalho e também com o objetivo prático de tomar ou propor medidas que impeçam a ação desses riscos.2. selecionadas de forma a estabelecer maior eficácia na prática. Neutralização do risco: o risco existe.br 10 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA 10. A inspeção de segurança se antecipa aos possíveis acidentes. exemplo:  Falta de uso de EPI ou inexistência do mesmo.Proibida a reprodução por qualquer meio. emborrachado e antiderrapante. inbraep@inbraep.br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 106 . Quando se fala das atividades prevencionistas. em seus serviços.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. locais onde é proibido fumar devem ser devidamente sinalizados. já conhecidos tanto do ponto de vista do equipamento como pessoal. Por exemplo: máquinas em manutenção devem ser sinalizadas com placas de advertência. proporcionam uma cooperação mais aprofundada entre os Serviços Especializados e CIPA’s e os diversos setores da empresa.com. alcançam outros resultados: favorecem formação e o fortalecimento do espírito prevencionista que os empregados precisam ter.com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . não se pode deixar de destacar as inspeções de segurança Toda inspeção segue um ciclo de procedimentos básicos que contribui para a elaboração do mapeamento de riscos.INBRAEP . Os acidentes são evitados com a aplicação de medidas específicas de segurança.610/98. de 17/8/92. mas está controlado.2 Tipos de Inspeções 10. engrenagens. devem ser neutralizadas com anteparos protetores. com o fim de descobrir. Esse risco poderá ser eliminado com a troca do material do piso por outro.1 Conceito e Importância A inspeção de segurança consiste na observação cuidadosa dos ambientes de trabalho. controles de segurança. Por exemplo: as partes móveis de uma máquina polias. Lei 9. uma vez que essas partes das máquinas não podem ser simplesmente eliminadas. Por exemplo: uma escada com piso escorregadio apresenta um sério risco de acidente. Sinalização do risco: é a medida que deve ser tomada quando não for possível eliminar ou isolar o risco. ou seja.

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 Remoção de proteção de máquina;  Ordem. Arrumação e limpeza;

10.2.2 Inspeções Periódicas Devem ser programadas para serem feitas em intervalos regulares (semanais / mensais / bimestrais / trimestrais). Podem incluir a inspeção de toda a empresa, de um departamento, uma seção, certos tipos de operações, determinados equipamentos e aspectos relativos a higiene, sendo necessária a elaboração de um relatório final. Aspectos “políticos” e participação dos principais envolvidos (produção, supervisão, manutenção, líderes, membros da cipa, convidados imparciais não acostumados e não viciados com o local da inspeção). Método de inspeção do sinal da cruz (em cima, em baixo, direita, esquerda). Equipamentos de segurança, hidrantes, mangueiras, proteções, EPI´s.

10.2.3 Inspeções Especiais Ou Antecipadas Requer conhecimentos técnicos bem como em alguns casos a utilização de aparelhos especializados, exemplos:  Penetração em reservatórios;  Manutenção em equipamentos tais como caldeiras, vasos pressurizados, elevadores.  Manutenção elétrica e civil - seja por firmas empreiteiras ou não.

10.3 Levantamento das Causas dos Acidentes
Alguns atos inseguros podem ocorrer durante uma inspeção de segurança. Os processos educativos, a repetição das inspeções, as campanhas e outros recursos se prestarão a reduzir sensivelmente a ocorrência de tais atos. Quanto às condições inseguras, elas se tornam mais aparentes, mais visíveis, mais notadas porque são situações concretas, materiais mais duráveis que alguns atos inseguros que, às vezes, aconteceu em poucos segundos.

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11 PREVENÇÃO DE ACIDENTES
Acidente zero! Essa é uma meta que todas as empresas devem procurar alcançar. Prevenir um acidente significa vê-lo antecipadamente; chegar antes que o mesmo aconteça; tomar providências cabíveis para que o acidente não tenha possibilidade de ocorrer. Nesta unidade analisaremos as principais medidas preventivas, de alcances individuais e coletivos, que visam à proteção do trabalhador.

11.1 O efeito dominó e os Acidentes de Trabalho
Um dos fatos já comprovados de suas causas dos acidentes é que, quando um acidente acontece, vários fatores entraram em ação antes. Heinrich, em seu livro Industrial AccidentPrevention, sugere que a lesão sofrida por um trabalhador, no exercício de suas atividades profissionais, obedece a uma sequência de cinco fatores:      hereditariedade e ambiente social causa pessoal causa mecânica acidente lesão

A hereditariedade refere-se ao conjunto de características genéticas. Da mesma forma, certas características psicológicas também são transmitidas dos pais para os filhos, influenciando o modo de ser de cada um. Ambiente Social influência nos hábito das pessoas. É fácil de observar com que facilidade uma nova moda se espalha e “pega”. Ora a onda é usar cabelos longos, ora usar a cabeça raspada. Já houve a época da minissaia, das roupas hippies e hoje impera a moda do “cada um na sua”. Esses exemplos servem para ilustrar quanto o ambiente social afeta o comportamento das pessoas. Causa Pessoal está relacionada com a bagagem de conhecimentos e habilidades e com as condições de momento que cada um está atravessando. A probabilidade de envolvimento em acidentes aumenta quando se está triste ou deprimido, ou quando se vai desempenhar uma tarefa para a qual não se tem o preparo adequado. A causa mecânica diz respeito às falhas materiais existentes no ambiente de trabalho. Quando o equipamento não apresenta proteção para o trabalhador, quando a iluminação do ambiente de trabalho é deficiente ou quando não há boa manutenção do maquinário, os riscos de acidente aumentam consideravelmente. Quando um ou mais dos fatores anteriores se manifestam, potencializa a ocorria do acidente que pode provocar ou não lesão no trabalhador. 11.1.1 O que se pode fazer para evitar que os acidentes ocorram ? Como vimos uma maneira de evitar os acidentes é controlar os fatores que o antecedem. Não é possível interferir nas características genéticas de uma pessoa, mas é possível influenciar sua conduta proporcionando um ambiente social rico em exemplos positivos.
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A educação e o treinamento do trabalhador para o exercício de suas funções são recursos importantíssimos para reduzir o risco de acidentes. Um trabalhador que conhece bem o seu trabalho e o desempenha com seriedade, atento às normas de segurança, está muito menos sujeito a um acidente do que um trabalhador desleixado, que não mostra preocupação com a qualidade de seu trabalho. O fator central, mais próximo do acidente, é a causa mecânica! A remoção da causa mecânica é o fator que mais reduz a probabilidade de um acidente ocorrer.

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610/98.br Site: www.INBRAEP . sem a devida proteção contra quedas. inbraep@inbraep. devido à falta de mão de obra especializada e de consciência sobre os procedimentos seguros. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Quando se fala neste tipo de risco geralmente as pessoas leigas no assunto lembram da construção civil.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. treinamentos e até mesmo não instituem os programas exigidos pelas Normas Regulamentadoras (PPRA. não garantindo aos seus colaboradores um ambiente de trabalho com condições seguras. Geralmente as causas dos acidentes no ramo de trabalho em altura ocorrem pela não utilização dos EPIs. os acidentes continuam crescentes.com. apesar das leis e normas técnicas vigentes e a fiscalização. PCMSO ou PCMAT). Os trabalhos em altura são uma das maiores causas de acidentes de trabalho. (Quebra de suporte ou ruptura de cabo de aço).inbraep. também é um dos principais responsável por graves acidentes nesta área. Método impróprio de trabalho Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . até muitas vezes por fatores pessoais que o levam a acreditar que não irá lhe acontecer nada de errado. sem proteção.Proibida a reprodução por qualquer meio. tanto na construção civil como em outros ramos de trabalho. todos são graves como todo e qualquer acidente. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 110 .br 12. Lei 9. Mas até mesmo uma simples troca de lâmpada pode configurar trabalho em altura. (Escorregão. principalmente durante a operação de enlonamento. As estatísticas de acidentes demonstram que o trabalho de carregamento em caminhões. A construção civil é umas das recordistas em acidentes dentro da gama de atividades laborais no nosso país. afastamentos ou óbitos. ACIDENTES TÍPICOS EM TRABALHOS EM ALTURA Boa parte dos acidentes com trabalho em altura poderia ser evitada.com. passo em falso etc. juntamente com: Perda de equilíbrio do trabalhador à beira do espaço. Os colaboradores por sua vez acabam se acidentando. Estes acidentes sejam com lesões. Sejam por falta de informação ou por descumprimento da lei muitas empresas deixam de fornecer os equipamentos de proteção individual (EPIs).) Falta ou Falha de uma instalação ou de um dispositivo de proteção.

Deste modo devemos colocar em prática todo o conhecimento técnico para que haja a prevenção destes acidentes.Proibida a reprodução por qualquer meio.com. treinamentos e medidas preventivas que proporcionem segurança para todos os trabalhadores.br Site: www. Trabalhador não apto ao trabalho em altura (Problemas de Saúde). implantando métodos de trabalho. Devem divulgar obrigações e proibições que os empregados devam cumprir e dar conhecimento aos empregados de que serão passíveis de punição.inbraep. Deve-se cobrar também a obrigação do empregador de mostrar os riscos existentes nas atividades dos funcionários e o treinamento sobre as medidas preventivas que devem aplicar para prevenir acidentes no desempenho do trabalho.INBRAEP . inbraep@inbraep. pelo descumprimento das normas de segurança e saúde expedidas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 111 .br Contato acidental com condutor ou massa sobtensão elétrica. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .610/98.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.

Geralmente presta-se atendimento no próprio local.com. os riscos de acidente fazem parte do nosso cotidiano. para garantir a vida.Proibida a reprodução por qualquer meio. inbraep@inbraep. o objetivo de substituir um curso de primeiros socorros. parentes ou amigos também podem ser vítimas de acidentes ou de um mal súbito. o que requer a presença de pessoas treinadas para atuar de forma rápida. Acionar corretamente um serviço de emergência local. não tendo este modulo (NR-35). Primeiros Socorros são as primeiras providências tomadas no local do acidente. por mais que se aparelhem hospitais e pronto-socorros. proporcionar bem-estar e evitar agravamento das lesões existentes. as únicas pessoas presentes são as que foram envolvidas no acidente e as que estavam ou passaram pelo local. que requer coragem e o conhecimento das técnicas adequado capazes de auxiliar numa emergência. Esta função é importante. Mas. pois somente com um curso completo e especifico de primeiros socorros a pessoa terá o conhecimento profundo das técnicas para diversas situações que podem ocorrer no dia-a-dia. É comum que as pessoas sintam-se incomodadas e até não gostem de socorrer uma pessoa estranha. Lei 9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 112 . muita coisa pode acontecer. tem os primeiros socorros de um modo geral.br 13 PRIMEIROS SOCORROS O curso da NR-35 por se tratar do trabalho em Altura. executadas por qualquer pessoa treinada. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . bem como não ocasionar outras lesões ou agravar as já existentes. A pessoa que presta os primeiros socorros deve agir com bom senso. calma e ter grande capacidade de improvisação. Se você não tiver condições emocionais de prestar socorro direto à vítima. socorrista é a pessoa que esta preparada. tolerância. Nesse tempo. fora do ambiente hospitalar. Cada vez se investe mais na prevenção e no atendimento às vítimas. até a chegada de um socorro profissional. procure por alguém que o auxilie no atendimento e. Os Primeiros Socorros ou socorro básico de urgência são as medidas iniciais e imediatas dedicadas à vítima. voltado para este seguimento. Assim. com a utilização de técnicas simples. ou seja. ou que um desmaio resulte na morte do acidentado. Prestar os primeiros socorros é uma atitude humana. Apesar das medidas de segurança comumente adotadas no ambiente de trabalho e dos cuidados que as pessoas têm com suas próprias vidas. Nesses minutos.610/98. Aliviar as condições que ameacem a vida ou que possam agravar o quadro da vítima.br Site: www. pois pode manter a vítima viva até a chegada do socorro adequado. acione os serviços especializados: médicos.inbraep. É o atendimento inicial e temporário.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. ou se criem os Serviços de Resgate e SAMUs – Serviços de Atendimento Móvel de Urgência – sempre vai haver um tempo até a chegada do atendimento profissional. Salientamos que o curso de primeiro socorros é bem amplo e especifico.com. A pessoa que presta os primeiros socorros em casos de acidentes ou mal súbitos deve ter noções de primeiros socorros. Somente a equipe especializada é composta por socorristas. Mas não se esqueça de que você. O conhecimento e a aplicação dos primeiros socorros têm como objetivo fundamental salvar vidas.INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. nem todos os acidentes podem ser evitados porque nem todas as causas podem ser controladas. As providências a serem tomadas inicialmente são:    Uma rápida avaliação da cena e vítima. O socorro imediato evita que um ferimento se agrave ou que uma simples fratura se complique. treinada e habilitada a fazer os primeiros socorros e transporte de acidentados. em seguida.

inbraep@inbraep.br Site: www. ambulância e bombeiros. analisando a existência de riscos. afogamento. a ação deve ser dirigida para:        Pedido de ajuda qualificada e especializada Avaliação das vias áreas Avaliação da respiração e dos batimentos cardíacos Prevenção do estado de choque Aplicação de tratamento adequado para as lesões menos graves Preparação da vítima para remoção segura Providencias para transporte e tratamento médico (dependendo das condições) Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . tranquilizar os que estão assustados ou em pânico.com. Ao pedir ajuda. colisões.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 113 . SAMU e bombeiros. Sempre que possível.1 Procedimentos Gerais Um atendimento adequado depende antes de tudo de uma rápida avaliação da situação. dar um pouco de si.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lei 9. Não adianta tentar ajudar e. ponto de referencia. que indicará das prioridades. luvas.Proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. vale o improviso com sacos plásticos. atropelamentos. deve-se interagir com a vítima. Significa chamar a equipe especializada (Bombeiros. depois sua equipe e por ultimo a Vítima. A pessoa que esta preparada e treinada. nem deixe de adotar os procedimentos cabíveis.inbraep. sexo da vitima. colocar um curativo num ferimento ou levar uma pessoa ferida para o hospital. até um simples ato de chamar assistência especializada como. avaliar suas condições enquanto conversa com ela. eletrocução. Por isso é importante a utilização de kits de primeiros socorros como. Prestar os primeiros socorros não significa somente fazer respiração artificial.com. Somente depois de assegurar-se da segurança da cena é que a pessoa deve ser aproximar da vítima para prestar assistência. Na ausência desses dispositivos. certificando-se de que o local onde se encontra a vítima está seguro. procurando acalmá-la e. Existem várias maneiras de ajudar em um acidente. tipo de acidente e numero de vitimas. agressões entre outros. é de suma importância para o atendimento adequado. secreções ou por produtos tóxicos. como desabamentos. como endereço do acidente. ao mesmo tempo. Uma vez definida e analisada a situação. deve procurar passar o máximo de informações. em vez disso se tornar mais uma vítima. Não deixe uma pessoa acidentada sem uma palavra de apoio nem um gesto de solidariedade.INBRAEP .br ambulâncias. pegar na mão de alguém que está ferido. deve fazer uma observação detalhada da cena. a pessoa deve se proteger para evitar riscos de contaminação através do contato com sangue. idade aproximada. 13. máscaras entre outros. panos ou outros utensílios que estejam disponíveis. Antes de examinar a vítima. Lembre-se Primeiro você. SAMU). óculos.

se a omissão resulta lesão corporal ou de natureza grave. 181 – Os que trabalham em serviços de eletricidade ou instalações elétricas devem estar familiarizados com os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico. ou multa.610/98. ou pedir. quando possível fazê-lo sem risco pessoal. se resulta a morte. Parágrafo único – A pena é aumentada de metade. Pena – detenção de 1 (um) a 6 (seis) meses. Pena .2 Legislação Sobre o Ato de Prestar Socorro Devido à importância do ato de prestar socorro. desabamento ou incêndio).1 Aspectos Legais Durante uma emergência. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 114 .INBRAEP . 13.Matar alguém.Reclusão de seis a vinte anos. Código penal .br 13. nesses casos. por tanto comentaremos os principais tópicos penais que podem ser de interesse.inbraep. CLT .Art.com. sabendo reconhecer suas limitações Usar criatividade para improvisação Demonstrar tranquilidade. improvisando se necessário. ao desamparo ou em grave e iminente perigo. para proteção contra doenças de transmissão respiratória e por sangue.Art.Proibida a reprodução por qualquer meio. Homicídio simples Art. ou à pessoa inválida ou ferida. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .1.br Site: www. à criança abandonada ou extraviada. Lei 9. as pessoas podem se deparar com questões jurídicas. há artigos específicos na legislação brasileira acerca do assunto.2. 135 – Deixar de prestar assistência. Pena . inbraep@inbraep. todo indivíduo tem o dever de ajudar um acidentado ou chamar o serviço especializado para atendê-lo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. e triplicada. 13. Parágrafo 3º . mas não precipitado Usar bom senso.Se o homicídio é culposo. 121 . o socorro da autoridade pública. dando ao acidentado segurança Se houver condições solicitar ajuda de alguém do mesmo sexo da vítima Manter sua atenção voltada para a vítima quando estiver interrogando-a Falar de modo claro e objetivo Aguardar a resposta da vítima Não atropelar com muitas perguntas Explicar o procedimento antes de executá-lo Responder honestamente as perguntas que a vítima fizer Usar luvas descartáveis e dispositivos boca-máscara. por exemplo. Atender a vítima em local seguro (remove-la do local se houver risco de explosão.1 Princípios para os Primeiros Socorros:               Agir com calma e confiança – evitar o pânico Ser rápido.Detenção de um a três anos. a omissão de socorro constitui crime previsto no Artigo 135. Para o Código Penal Brasileiro.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.

sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. o socorro da autoridade pública. Por outro lado o Art.Detenção de um a três anos.610/98.Proibida a reprodução por qualquer meio. IEm estado de necessidade. a omissão de socorro é crime. 129 . III Em estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito Estado de necessidade Art.Ofender a integridade corporal ou saúde de outrem. Exposição ao perigo Art. Por este motivo a pessoa deve estar muito confiante. que não provocou por sua vontade. II Em legítima defesa.com. Lei 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. cujo sujeito ativo pode ser qualquer pessoa. As questões jurídicas em relação aos Primeiros Socorros são bem complexas.Não há crime quando o agente pratica o fato. Omissão de socorro: Art. 135 deixar de prestar assistência. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP . o Juiz pode reduzir a pena de um a dois terços. não era razoável exigir-se.com. 129 não permite ofender a integridade corporal ou saúde de outrem.inbraep. utilizando de bom senso sempre. 20 . ao desamparo ou em grave e iminente perigo.br Nulidade do crime Art. para avaliar a melhor forma de manter a vítima viva. nem podia de outro modo evitar direito próprio ou alheio. sempre se deve chamar o serviço especializado e prestar uma assistência psicológica para a vítima quando não estamos preparados para iniciarmos manobras complexas. quando possível fazê-lo sem risco pessoal. mesmo que não tenha o deve jurídico de prestar assistência. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 115 . Uma coisa é certa. 132 Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e eminente. nesses casos. visto que deixar de prestar socorro como no item 18. Parágrafo 1º Não pode alegar estado de necessidade quem tinha o dever legal de enfrentar o perigo. preparada e treinada para iniciar os procedimentos de primeiros socorros. Parágrafo 2º Embora reconheça que era razoável exigir-se o sacrifício do direito ameaçado. Lesões corporais Art. Esta assistência vai desde chamar o serviço especializado. cujo sacrifício nas circunstancias.2 código penal art. ou a pessoa inválida ou ferida.Considera-se em estado de necessidade quem pratica o fato para salvar de perigo atual. a criança abandonada ou extraviada. Pena . 19 . até de fato iniciar os Primeiros Socorros. ou não pedir. 135. inbraep@inbraep.br Site: www.

 Providencias o transporte de forma adequada para não complicar as lesões 13. no trabalho e no carro uma caixa de primeiros socorros. a rapidez no atendimento é fundamental.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 116 .5 Choques Elétricos Com o avanço da tecnologia cada vez mais estamos circulados por máquinas. geralmente.INBRAEP . pois em alguns casos também podem levar a morte.  Retirar as vítimas que estejam em local instável  Determinar as prioridades de atendimento. para proteger vítimas e demais pessoas. tirando-o da tomada ou até mesmo desligando a chave geral. aparelhos e equipamentos eletrônicos.Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98. além de poder sofrer arritmias cardíacas se a corrente elétrica passar pelo coração. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. a corrente também irá atingi-la. bombeiros e polícia. Ao se deparar com uma urgência coletiva. Rolos de atadura de crepe ou de gaze (tamanhos diversos) Esparadrapo Tesoura de ponta arredondada Pinça Soro fisiológico ou água bidestilada Luvas de látex Lanterna 13. Em um acidente que envolva eletricidade. Os choques causados por correntes elétricas residenciais. para que no caso de algum inconveniente você esteja preparado. antes de tudo é necessário desligar o aparelho. às vezes levando até a morte.br 13.com. os choques podem ser fortes e provocar queimaduras graves. o atendimento é muito confuso. inbraep@inbraep. isso pode ser fatal.inbraep.  Isolar o local. deve tomar as seguintes medidas:  Providenciar comunicação imediata com os serviços de saúde. Por isso as ocorrências de choques elétricos se tronam mais frequentes. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . defesa cível.  Determinar locais diferentes para a chegada dos recursos e saída das vítimas. A vítima de choque elétrico às vezes apresenta no corpo queimaduras nos lugares percorridos pela corrente elétrica. também merecem atenção e cuidado. Há alguns itens necessários para uma caixa de primeiros socorros como:         Compressas de gaze (preferencialmente esterilizadas). Em algumas vezes. a vítima que leva o choque fica presa no equipamento ou fios elétrico. Se a pessoa que irá prestar os primeiros socorros tocar na vitima. apesar de apresentarem riscos menores. por isso. por serem de baixa voltagem. Em casos de alta voltagem. fazendo uma triagem rápida das vítimas para que as mais graves possam ser removidas primeiro.4 Caixa de Primeiros Socorros É importantíssimo e recomendável ter em casa.br Site: www. Lei 9.3 Urgências Coletivas Acidentes em locais onde há aglomeração de pessoas costuma envolver um grande número de vitimas e nesses casos. dependendo da corrente elétrica.

INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. os bombeiros ou a policia. Deite a vítima e flexione a cabeça dela para trás. aplicando massagem cardíaca. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 117 .  Traumatismos como fraturas e rotura de órgãos internos. quando ocorre algum choque envolvido esses cabos. por exemplo. providencie assistência médica imediata. ou seja. deve-se desligar a corrente elétrica. aja imediatamente.1 Procedimentos para choque elétrico Como visto anteriormente.INBRAEP . A parada cardiorrespiratória leva à morte no período de 3 a 5 minutos. Lei 9. indicando o local exato do acidente. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. respiração e pulsação). Procedendo dessa maneira. Caso esteja respirando normalmente e com batimentos cardíacos. a vítima pode ficar presa ou ser violentamente projetada à distância. borracha grossa. Dependendo das condições da vítima e das características da corrente elétrica o acidentado pode apresentar:  Sensação de formigamento. você certamente poderá evitar novos acidentes.  Contrações musculares fracas que poderão tornar-se fortes e dolorosas.6 Parada Cardiorrespiratória . cuidando delas de acordo com o grau de extensão que tenha atingido.PCR A parada cardiorrespiratória é a parada dos movimentos cardíacos e respiratórios.  Inconsciência.luvas. A ocorrência isolada de uma delas só existe em curto espaço de tempo. cinto de couro. Nesse caso. somente depois de desligada é que você deverá prestar socorro. Lembre-se: não deixe que ninguém se aproxime da vítima. No acidente elétrico.com. nem tente ajudá-la antes de a corrente elétrica ser desligada. sendo a distância mínima recomendada de quatro metros. nos cabos elétricos que vemos nas ruas. de modo a facilitar a respiração.610/98. é a ausência das funções vitais. separar a vítima do contato utilizando qualquer material que não seja condutor de eletricidade como: um pedaço de madeira.  Alteração do ritmo cardíaco ou parada cardíaca. As correntes de alta tensão se localizam.inbraep.  Queimaduras. geralmente. verifique se ocorreu alguma queimadura.  Dificuldade respiratória ou parada respiratória. há morte instantânea. Se constatar parada cardiorrespiratória.com. Depois prestar os primeiros socorros.Proibida a reprodução por qualquer meio. Para atender uma vítima de choque elétrico devemos seguir alguns passos básicos como:     Realizar avaliação primária (grau de consciência.5. entre em contato com a central. inbraep@inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . caso não seja possível.br Site: www. movimentos respiratórios e batimentos cardíacos. antes de tocar a vítima. a parada de uma acarreta a parada da outra. somente pessoas autorizadas ou da central elétrica pode desligá-los.br 13. 13.

As pulsações cardíacas indicam a frequência e a força com que o coração está enviando o sangue para o corpo. a pessoa pára de respirar ou sofre uma asfixia. essa ultima pode ocorrer em ambientes confinados. estas pulsações seguem sempre o mesmo ritmo e força em situações normais. pode estar havendo um problema com a circulação do sangue.INBRAEP . quando ocorre por alguma razão uma parada respiratória. um dos riscos indiretos em trabalhar com eletricidade. pois pode ocorrer uma parada cardíaca simultaneamente.1 Parada Respiratória Como sabemos o ser humano não vive sem o ar (oxigênio). Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 118 .br Site: www. presença de corpo estranhos na garganta.br 13. Lei 9. soterramento. A parada respiratória pode correr por diversas situações como afogamento.6.com.Proibida a reprodução por qualquer meio. choque elétrico entre outros.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. pode parar os batimentos do coração. inbraep@inbraep. pode estar havendo uma parada cardíaca.610/98. Porém quando isso não ocorre. Sinais de Parada Cardíaca    Inconsciência Ausência de pulsação (batimentos cardíacos) Ausência de som de batimentos cardíacos Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .6. Há um modo bem simples para perceber os movimentos respiratórios da vitima. aspiração excessiva de gases venenosos ou vapores químicos. sufocação.com. ou seja. ou seja.inbraep. chegando bem próximo da boca e do nariz da vítima e verificar:  Se o tórax se expande  Se há algum ruído de respiração  Sentir na sua própria face se há saída de ar Sinais de Parada Respiratória    Inconsciência Tórax imóvel Ausência de saída de ar pelas vias aterias (nariz e boca) 13.2 Parada Cardíaca Ocorrendo uma parada respiratória temos que ficar atentos.

Quando ficar com dúvida ou não conseguir verificar as pulsações. panos ou sacos plásticos. as mais utilizadas é a que passam pelo pescoço.INBRAEP . usar os dispositivos de proteção possíveis ou improvisados como. ela deverá ser tratada com a Reanimação cardiopulmonar (RCP). sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. A iniciação deve começar com o ABC da vida. em seguida.br Para verificar as pulsações é necessário senti-las nas artérias principais que passam pelo corpo. Após confirmação do estado de inconsciência a prioridade é pedir auxilio qualificado. Lei 9.com.br Site: www.3 Procedimentos para Parada Cardiorrespiratória Primeiramente deve-se verificar a segurança do local. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 119 .Vias Aérias  B .Proibida a reprodução por qualquer meio. denominadas carótidas.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lembre-se antes de avaliar as condições da vítima. que consiste em avaliar:  A . inbraep@inbraep. 13. luvas.Circulação Caso se confirme uma parada cardiorrespiratória (PCR).com. deve falar com a vítima buscando saber se ela esta consciente ou não. deve-se considerar que a vítima esta sem circulação e iniciar as compressões torácicas.610/98. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep. Quando ocorre uma ausência de pulsação nessas artérias é um dos sinais mais evidentes que ocorreu uma parada cardíaca.6. deve-se observar se a vítima apresenta algum sinal de cirucurlação como:  Respiração  Tosse ou emissão de som  Movimentação Em casos onde esses sinais não são evidentes.Boca ( Respiração) ou Boa respiração  C .

as vias aéreas podem estar obstruídas por várias maneiras como. é necessário proteger a coluna cervical (pescoço). seguido do deslocamento destes para frente. mas a principal causa de obstrução é a “queda da língua”. agressão entre outros fatores. Lei 9. inbraep@inbraep. Na obstrução por presença de sangue ou secreção. para retirar esta secreção deve-se virar a cabeça junto com o corpo (sendo necessários três socorristas ou pessoas treinadas). o relaxamento da musculatura do maxilar faz com que a língua caia para trás. mantendo assim a coluna cervical alinhada. impedindo a passagem do ar.br Site: www. secreções e corpos estranhos. Colocar uma das mãos sobre a testa da vítima e com a outra elevar o queixo. Quando a pessoa esta inconsciente.  Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . ou seja mantendo a cabeça e o pescoço em uma posição neutra abrindo somente a boca da vítima. por queda acidente de transito.INBRAEP .Proibida a reprodução por qualquer meio.3. Em casos de suspeitas de a vítima ter sofrido algum tipo de traumatismo. desobstruindo as vias aéreas.br 13. excesso de secreção. pontes dentárias. A manobra a ser aplicada é a de “elevação modificada da mandíbula”.com.inbraep. O que fazer em casos de obstrução     Remover dentadura.6. Em caso de presença de secreção com suspeita de traumatismo. que consiste simplesmente no posicionamento dos dedos bilateralmente por detrás dos ângulos da mandíbula do paciente. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 120 . deve-se limpar a boca e nariz da vítima com um pano limpo e virar sua cabeça para o lado facilitando a saída do liquido. sangue.1 Obstrução das Vias Aéreas A obstrução das vias aéreas é uma das principais causas de morte em pessoas inconscientes.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. dentes soltos etc. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98. essa manobra reposicionará corretamente a língua.com.

pois dependendo do tempo pode levar a vítima a ter lesão cerebral. Nova regra de ressuscitação dá prioridade à massagem cardíaca. inbraep@inbraep. Pesquisas americanas recentes mostram que a massagem aumenta em três vezes as chances de vida. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 121 . Em parada cardiorrespiratória o tempo é fundamental. alem de possuir os equipamentos de proteção necessários. ouvir e sentir a respiração. que sabem fazê-la com a qualidade e agilidade adequada. ATENDIMENTO Até 4 minutos De 4 a 6 minutos Em mais de 6 minutos LESÃO CEREBRAL Improvável Provável Muito provável 13. ou até mesmo a vitima não apresenta pulsação.INBRAEP . morreram antes de chegar ao hospital. além de contar com a vantagem de se ganhar tempo – essencial no processo. Lei 9.com. Pela nova norma. caso a vitima esteja respirando deverá avaliar a pulsação. não foram suficientes para a vítima retornar a respirar.6.610/98. Segundo a AHA (American Heart Association).inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Se os procedimentos de obstrução das Vias Aéreas. Até então no Brasil 95% dos que sofreram ataque repentino. órgão americano que divulgou as novas normas.br A pessoa que presta os primeiros socorros deve ver. a respiração artificial deve ainda ser padrão para os profissionais de saúde. essa nova regra começou a valer a partir de 2010. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. será necessário a reanimação cardiopulmonar (RCP).4 Reanimação Cardiopulmonar (RCP).br Site: www. A mudança se deu com o intuito de facilitar o processo e impedir que pessoas desistam de fazê-lo pelo receio de encostar sua boca na boca de desconhecidos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. leigos não precisam fazer respiração boca a boca. as chances de sucesso de uma pessoa que faz a massagem cardíaca corretamente são praticamente as mesmas de quem opta pela massagem e respiração artificial.com.

estendendo-os de forma que não toquem no meio do peito da vítima (entre os dois mamilos). 13.     Realizar somente quando tiver certeza de que o coração da vítima parou Colocar a vítima sobre uma superfície rígida Ajoelhar-se ao lado da vítima Entrelaçar os seus dedos. sem qualquer interrupção. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 122 . Os movimentos servem para retomar a circulação do sangue e. de forma rápida e forte.br Se a vítima da parada cardíaca não receber nenhuma ajuda em até oito minutos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Como demanda esforço físico. que devem fazer ao menos cem movimentos de compressão por minuto. inbraep@inbraep. de forma coordenada. se puder Procedimentos. com o movimento das mãos entrelaçadas (uma em cima da outra) sob braços retos.com. que assumirá o trabalho. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . a chance aumenta para quase 50% até a chegada da equipe de socorro. consequentemente de oxigênio.5 Modo de fazer a massagem cardíaca: A massagem cardíaca deve ser realizada no meio do peito (entre os dois mamilos). interrompida quando o coração para. aproximadamente 5 centímetros. Não espere mais de dez segundos para começar a compressão e a faça até o resgate chegar.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.    Posicionar seus ombros diretamente acima de suas mãos sobre o peito da vítima Manter os braços retos e os cotovelos estendidos Pressionar o osso esterno para baixo.com.br Site: www. Já ao receber a massagem.inbraep.INBRAEP . tente revezar com outra pessoa. a chance de ela sobreviver não passa de 15%.610/98.6. Lei 9. para o coração e o cérebro.Proibida a reprodução por qualquer meio.

é praticamente o mesmo. O estado de choque é um complexo grupo de síndromes cardiovasculares agudas que não possui. provocada pela diminuição do volume de sangue ou pela deficiência do sistema cardiovascular. infecção grave e envenenamento por produtos químicos. instalando-se um desequilíbrio no organismo. Didaticamente.com. 9. ATENÇÂO: As manobras de Primeiros Socorros sempre são reformuladas sendo necessário o aluno sempre estar buscando se atualizar. O quadro clínico. uma definição única que compreenda todas as suas diversas causas e origens. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 123 .7 Estado de Choque As principais causas do estado de choque são: hemorragias e queimaduras graves. sem qualquer interrupção Durante as compressões. vasos sanguíneos (artérias ou veias) e o sangue.br Site: www.7. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Faça até o resgate chegar.1 Sinais e sintomas O estado de choque pode se manifestar de diferentes formas. Pulso rápido e fraco. O estado de choque se caracteriza pela falta de circulação e oxigenação dos tecidos do corpo. A vítima pode apresentar diversos sinais de sintomas ou apenas alguns deles.br     Fazer as compressões uniformemente e com ritmo. não importando a causa que desencadeou o estado de choque. orelhas.Proibida a reprodução por qualquer meio. úmida. portanto. inbraep@inbraep. dependendo da intensidade em cada caso.610/98. Fraqueza geral. ataque cardíaco.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. dor intensa de qualquer origem. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP . Cianose (arroxeamento) de extremidades. 13. O correto atendimento exige ação rápida e imediata. sendo assim uma grave emergência médica. pegajosa e fria. O estado de choque põe em risco a vida da vítima. choque elétrico. lábios e pontas dos dedos. o estado de choque se dá quando há mal funcionamento entre o coração. A vítima de estado de choque ou na iminência de entrar em choque apresenta geralmente os seguintes sintomas:     Pele pálida. flexionar o tronco ao invés dos joelhos Evitar que os seus dedos apertem o peito da vítima durante as compressões. Suor intenso na testa e palmas das mãos.inbraep.com. Lei 9.

objetos ou alimento na boca e os retirar.br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 124 . Expressão de ansiedade ou olhar indiferente e profundo. evitando assim. Mas infelizmente não há muitos procedimentos de primeiros socorros a serem tomados para tirar a vítima do choque. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. irregular ou muito difícil. Respiração rápida. peito e cintura. mas sangrando pela boca ou nariz. com as pernas elevadas (30cm) e a cabeça virada para o lado.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. Deitar a Vitima A primeira atitude é tentar acalmar a vítima que esteja consciente. Perda total ou parcial de consciência.7. ou se estiver consciente. que aspire podendo provocar pneumonia. os membros inferiores não devem ser elevados. agitação. para evitar asfixia. Vítima deve ser deitada de costas. curta.Proibida a reprodução por qualquer meio. para facilitar a respiração e a circulação  Verificar se há presença de prótese dentária. Medo (ansiedade). inbraep@inbraep. (caso não houver suspeita de lesão ou fraturas na coluna)  No caso de ferimentos no tórax que dificultem a respiração ou de ferimento na cabeça. caso ela vomite. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Lei 9.br             Sensação de frio.  Afrouxar as roupas da vítima no pescoço. Sede intensa. conforme demonstrado na Figura.com. No caso de a vítima estar inconsciente.inbraep. com pupilas dilatadas. pele fria e calafrios. Taquicardia Queda de pressão arterial Tonturas e calafrios 13. Visão nublada. Náuseas e vômitos.2 Providencias a serem tomadas Algumas providências podem ser tomadas para evitar o estado de choque.   Obs: se a vitima sofreu alguma lesão grave que possa ter causado algum dando na coluna a vitima não deve ser movimentada.INBRAEP . Respostas insatisfatórias a estímulos externos. deitá-la na posição lateral de segurança (PLS).

No choque o pulso da vítima apresenta-se rápido e fraco (taquisfigmia).INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep.610/98.4 e 400C.Proibida a reprodução por qualquer meio. Mecanismos homeostáticos internos atuam para manter a vida com a constância da temperatura corporal dentro de valores ideais para a atividade celular. mantendo-a calma sem demonstrar apreensão quanto ao seu estado. Tranquilizar a Vítima Se o socorro médico estiver demorando. tranquilizar a vítima. a vítima deve ser agasalhada com cobertor ou algo semelhante. caso a vítima pare de respirar. em um determinado momento. Pulso Enquanto as providências já indicadas são executadas. aumentando ou reduzindo a temperatura. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. observar o pulso da vítima. radiação e produtos químicos. Se for preciso. calor ou frio. O contato com chamas e substancias superaquecidas.br Site: www.br Respiração Verificar quase que simultaneamente se a vítima respira. provocam reações no organismo humano que podem se limitar à pele ou afetar funções orgânicas vitais. A temperatura do corpo humano. Lei 9. 13. como uma lona ou casacos. inbraep@inbraep. Conforto Dependendo do estado geral e da existência ou não de fratura. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com. eletricidade. a exposição excessiva ao sol e até mesmo à temperatura ambiente muito elevada. Permanecer em vigilância junto à vítima para dar-lhe segurança e para monitorar alterações em seu estado físico e de consciência. Estes valores oscilam entre 34.8 Distúrbios causados pela Temperatura A temperatura. é o resultado de vários agentes que atuam como fatores internos ou externos. Deve-se estar preparado para iniciar a reanimação cardiopulmonar.INBRAEP . providenciar imediatamente assistência especializada. podem causar lesões diferenciadas no corpo humano. Não se deve dar nada para beber. e os contatos com gases.com. A vítima vai necessitar de tratamento complexo que só pode ser feito por profissionais e recursos especiais para intervir nestes casos. Isso significa observar se ela não está sentindo frio e perdendo calor. Atenção: Em todos os casos de reconhecimento dos sinais e sintomas de estado de choque. a vítima deverá ser deitada da melhor maneira possível. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 125 .

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13.8.1 Queimaduras Queimaduras são lesões provocadas pela temperatura, geralmente calor, que podem atingir graves proporções de perigo para a vida ou para a integridade da pessoa, dependendo de sua localização, extensão e grau de profundidade. A tabela a seguir, se refere à extensão da área lesada, ajudando assim a avaliar a gravidade de uma queimadura. ÁREA ATINGIDA Cabeça Pescoço Tórax e Abdome Costas e Região Lombar Cada Braço Cada Perna Genitália 7% 2% 18% 18% 9% 18% 1% EXTENSÃO

Profundidade ou Grau das Queimaduras Dependendo da profundidade queimada do corpo, as queimaduras são classificadas em graus para melhor compreensão e adoção de medidas terapêuticas adequadas. São consideradas grandes queimaduras aquelas que atingem mais de 15% do corpo, no caso de adultos, e mais de 10% do corpo, no caso de crianças de até 10 anos.

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13.8.1.1 Queimadura de Primeiro Grau É a mais comum, deixa a pele avermelhada, além de provocar ardor e ressecamento, sendo a lesão é superficial. Trata-se de um tipo de queimadura causado quase sempre por exposição prolongada à luz solar ou por contando breve com líquidos ferventes.

Providências As queimaduras de 1º grau podem ser tratadas sem recurso ao hospital, a não ser que atinjam uma área muito grande ou sejam em bebês e idosos. Este tipo de queimadura melhora em 3 dias.

13.8.1.2 Queimadura de Segundo Grau Mais grave do que a de primeiro grau, essa queimadura é aquela que atinge as camadas um pouco mais profundas da pele. Caracteriza-se pelo surgimento de bolhas, desprendimento das camadas superficiais da pele, com formação de feridas avermelhadas e muito dolorosas.

Providências Queimaduras do 1º e 2º grau (de baixa gravidade) podem ser tratadas sem recurso ao hospital. Os casos mais graves a vítima deve ser encaminhada ao hospital. Deve-se:    Aplicação de água fria até alivio da dor, pelo menos 5 minutos; Secagem da zona afetada com compressa esterilizada; Cobrir com um pano limpo
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   

Aplicação de gaze vaselinada (não aderente) sobre a queimadura e um penso absorvente para absorver exsudado (deve ser mudado regularmente): Não deve-se estourar as bolhas. Os cremes/loções calmantes só estão indicados para as queimaduras de 1º grau. Não colocar nenhum produto caseiro.

Nota: Não se deve usar algodão porque aderir à ferida

13.8.1.3 Queimadura de Terceiro Grau Queimaduras de terceiro grau são aquela em que todas as camadas da pele são atingidas, podendo ainda alcançar músculos e ossos. Essas queimaduras apresentam-se secas, esbranquiçadas ou de aspecto carbonizado, fazendo com que a pele se assemelhe ao couro, diferentemente do que acontece nas queimaduras de primeiro e segundo graus. Esse tipo de queimadura não produz dor intensa, já que provoca a destruição dos nervos que transmitem a sensação de dor. Geralmente a queimadura de terceiro grau é causada por contato direto com chamas, líquidos inflamáveis ou eletricidade. É grave e representa sérios riscos para a vítima, sobretudo se atingir grande extensão do corpo. Providências O tratamento de queimaduras de modo geral pode ser feita da seguinte forma, podendo ser de Primeiro, Segundo ou Terceiro grau.    Deve-se resfriar com água o local atingido, pelo menos 5 minutos. Proteger o local com um pano limpo. Providenciar atendimento médico.

Esse atendimento médico pode ser dispensado apenas no caso de queimaduras de primeiro e segundo grau, em que a área lesada não seja muito extensa. Queimaduras elétricas: Requer urgência hospitalar porque podem afetar áreas não visíveis, como órgãos internos. 13.8.2 Insolação A insolação é uma enfermidade provocada pela exposição excessiva aos raios solares, podendo se manifestar subitamente, quando a pessoa cai desacordada, mantendo presentes, porém, a pulsação e a respiração. A insolação acontece quando o organismo fica incapacitado de controlar sua temperatura. Quando a pessoa tem insolação, sua temperatura corporal aumenta rapidamente, o mecanismo de
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610/98. caldeiras etc. A intermação acarreta uma série de alterações no organismo. Lei 9.8. A temperatura corporal de uma pessoa com insolação pode subir até 41 graus.inbraep. Providenciar transporte adequado. geralmente observam-se apenas alguns deles.) com temperaturas muito altas. 13. em 10 a 15 minutos. Sinais e Sintomas:         Tontura Enjôo Dor de cabeça Pele seca e quente Rosto avermelhado Febre alta Pulso rápido Respiração difícil Não é comum esses sinais aparecerem todos ao mesmo tempo. Encaminhar para atendimento hospitalar.br transpiração falha e o corpo fica incapacitado de se resfriar. com graves consequências para a saúde da vítima. padarias. Avaliar nível de consciência. Pele úmida e fria Palidez ou tonalidade azulada no rosto Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . O ideal é deixar que a temperatura vá diminuindo bem lentamente.com.com. Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo. ou mais. inbraep@inbraep.br Site: www.INBRAEP . Mantê-la deitada. Insolação pode causar morte ou incapacitação permanente se o tratamento de emergência não for providenciado. divido quedas bruscas de temperatura.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. para não ocorrer um colapso. Oferecer líquidos em pequenas quantidades e de forma frequente. pulso e respiração. Aplicar compressas frias sobre sua cabeça. Diferentes níveis de consciência. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.3 Intermação Ocorre devido à ação do calor em lugares fechados e não arejados (nas fundições. Sinais e Sintomas:     Temperatura do corpo elevada.Proibida a reprodução por qualquer meio. Providências         Remover a vítima para lugar fresco e arejado. envolvendo-a com toalhas umedecidas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 129 .

aplicando compressas de pano umedecido com água. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com.br     Cansaço Calafrios Respiração superficial Diminuição da pressão arterial Para prevenir a intermação.9 Ferimentos 13.610/98.inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .9. originando um hematoma. Providências      Remover a vítima para lugar fresco e arejado. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 130 . Encaminhar imediatamente para atendimento hospitalar.Proibida a reprodução por qualquer meio. Mantê-la deitada com o tronco ligeiramente elevado. inbraep@inbraep. conta os ossos.INBRAEP .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.1 Contusão A contusão é uma lesão sem o rompimento da pele. é necessário ingerir muito líquido e alimentos que contenham sal. Em alguns casos quando a batida é muito forte. o trabalhador não deve permanecer por longos períodos de tempo em ambientes quentes e fechados. Caso utiliza o gelo. 13. pulso e respiração. tratando-se de uma forte compressão dos tecidos moles. como pele. pode ocorrer rompimento de vasos sanguíneos na região. Lei 9. Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo. Procedimentos    Manter em repouso a parte contundida Aplicar compressas frias ou saco de gelo até que a dor melhore e a inchação se estabilize. proteger a parte afetada com um pano limpo para evitar queimaduras na pele. camada de gordura e músculos.br Site: www.com. Avaliar nível de consciência.

Esse tipo de ferimento acontece geralmente em consequência de quedas. Lavar a ferida com água e sabão para não infeccionar Secar a região machucada com um pano limpo Verificar se existe algum vaso com sangramento. Quanto mais rápido for feito o atendimento.9. quando a pele de certas partes do corpo.com. Podem ser causadas por objetos cortantes. ligar 192 Procedimentos  Chamar ajuda: tempo é crucial nesse tipo de trauma.9. maiores as chances de sucesso no reimplante. Prender o curativo ou pano com cuidado. Proteger o ferimento com uma compressa de gaze ou um curativo pronto.br Site: www.2 Escoriações São lesões simples da camada superficial da pele ou mucosas. As feridas devem ser cobertas para estancar a hemorragia e também evitar contaminação. Lei 9. usar um lenço ou pano limpo.inbraep. Não representam risco à vítima quando isoladas.INBRAEP . sem apertar nem deixar que algum nó fique sobre o ferimento. que são as escoriações mais frequente. comprimir o local até cessar o sangramento. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. As escoriações acontecem quando o objeto atinge apenas as camadas superficiais da pele. inbraep@inbraep.610/98. as chances de reimplante diminuem). sofre arranhões em contato com as asperezas do chão. sem perda ou destruição do mesmo. A primeira providência.Proibida a reprodução por qualquer meio. Procedimentos        Lavar as mãos com água e sabão e protegê-las para não se contaminar. Lembre-se: Em casos graves. Se a cidade dispuser de Samu (Serviço de Atendimento Municipal ao Usuário). 13.com. Manter o curativo limpo e seco. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 131 . Primeiro chamar o socorro e depois cuidar da vítima  Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . ao presenciar esse tipo de acidente. Se houver. com sangramento discreto. mas costumam ser extremamente dolorosas.br 13.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. O reimplante é a primeira opção para pessoas que perderam um membro (se houver esmagamento em qualquer parte do membro. Geralmente são causadas por instrumento cortante ou contundente. depois do curativo feita deve-se encaminhar a vítima para atendimento médico. por esmagamentos ou por forças de tração. apresentando solução de continuidade do tecido. é ligar para 193 (serviço de resgate móvel).3 Amputações As amputações são definidas como lesões em que há a separação de um membro ou de uma estrutura protuberante do corpo. Caso não seja possível.

caso haja tampa. hemorragia interna e estado de choque. Compressas: Envolver a parte amputada em panos limpos. Lei 9. com rompimento de vísceras. Uma pequena contusão pode indicar a presença de lesões internas graves. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 132 . Caso isso não seja possível. pode-se ouvir o ar saindo ou ver o sangue que sai borbulhando por esse mesmo orifício.com. Providenciar compressas (panos limpos) e fazer compressão no local da amputação.610/98.com. mesmo nos casos de ferimentos que pareçam sem importância.INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. isso evita grandes perdas sanguíneas.Proibida a reprodução por qualquer meio. Quando o pulmão é atingindo de forma a ter um orifício de tamanho considerável na parede do tórax.br  Assistência À vítima: Se a vitima estiver consciente fazer o possível para acalmá-la. Nunca colocar a parte amputada diretamente em contato com o gelo.4 Ferimentos no Tórax Os ferimentos no Tórax podem ser muito graves. inbraep@inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . principalmente se os pulmões forem atingidos. O curativo impedirá a entrada de ar na inspiração.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep. 13. a equipe médica poderá dimensionar a perda sanguínea   Recuperar o membro: Colocar o membro dentro de dois sacos plásticos Isopor e Gelo: Colocar o membro embalado dentro de um isopor com gelo e tampar. pois isso pode causar morte celular e não haverá possibilidade de reimplante Encaminhar para hospital: Enviar o seguimento com a vítima na ambulância. pois com a ruptura de vasos a hemorragia é constante.br Site: www. Desse modo.9. ter o cuidado de enviar a parte amputada para o mesmo hospital onde a vítima está sendo atendida   É bom sempre lembrar que a vítima deve ser vista como um todo. Muito Importante: não trocar os panos usados para fazer a compressão. Procedimentos    Utilizar um pedaço de plástico limpo ou gazes Fazer curativo de três pontas (três lados fechados e um lado aberto) Encaminhar a vítima imediatamente para atendimento médico. mas permitirá a saída de ar na expiração.

inbraep. Neste caso.br Site: www. Dependendo do ferimento pode perfurar a parede abdominal. Procedimentos     Chamar atendimento especializado (Samu 192. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. umedecidos com água e mantidos úmidos. quando feridos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 133 . 13. após a saída do ar.6 Ferimentos nos Olhos Os olhos são órgãos muitos sensíveis e. que deixam resíduos difíceis de remover. Nunca cubra os órgãos expostos com material aderentes (papel.5 Ferimentos no Abdome Os ferimentos profundos no abdome costumam ser graves. não tente de forma alguma colocálos no lugar. Atenção: a ferida só deve ser totalmente coberta no momento exato em que terminou uma expiração.INBRAEP . somente um especialista dispõe de recursos para tratá-los.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. deste modo. 13. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. podendo atingir algum órgão abdominal.com. ou seja. partes de algum órgão (ex: intestino) podem vir para o exterior.br Caso não consiga fazer o curativo de três pontas. toalha. Portanto.610/98. tomar muito cuidado para não ferir ainda mais os olhos que estiver sendo tratado. Caso tenha algum objeto encravado não tente retira-lo. papel higiênico. cubra o ferimento todo com uma compressa ou um pano limpo e leve a vítima imediatamente para o hospital.com. inbraep@inbraep. algodão).9.9. Bombeiros 193) Cobrir as partes expostas com panos limpos. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .

Encaminhar para atendimento hospitalar.610/98. 13.inbraep. Procedimentos Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Procedimentos      Comprimir o local usando um pano limpo.br Site: www. Nível de consciência variável decorrente da perda sanguínea. Lei 9.com. Se possível. e.com. As hemorragias podem ser classificadas inicialmente em arteriais e venosas. 13.  Cobrir os olhos com gazes ou pano limpo. Manter a compressão até os cuidados definitivos. para fins de primeiros socorros.  Dor com rigidez abdominal.br Procedimentos  Nunca retirar dos olhos um objeto que esteja entranhado ou encravado.1 Hemorragia Externa Sinais e Sintomas    Sangramento visível.2 Hemorragia Interna Sinais e Sintomas  Sangramento geralmente não visível. A hemorragia abundante e não controlada pode causar a morte em 3 a 5 minutos.Proibida a reprodução por qualquer meio. tórax ou abdome.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. elevar o membro que está sangrando.10 Hemorragia É a perda de sangue através de ferimentos.  Traumatismos ou ferimentos penetrantes no crânio. Essa manobra não deve ser feita quando a vítima precisa do olho sadio para se salvar. inbraep@inbraep. Não utilizar qualquer substância estranha para coibir o sangramento.  Nível de consciência variável dependente da intensidade e local do sangramento.  Prenda o curativo com duas tiras de esparadrapos o que evitará mais irritação Cubra o olho não acidentado para evitar a movimentação do olho atingido.10. pelas cavidades naturais como nariz.  Vômitos ou tosse com sangue. resultante de um traumatismo. 13.  Sangramento pelo ouvido. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. ela pode ser também. interna.  Sangramento pela urina.10. Palidez de pele e mucosa. (quantidade excessiva de pano pode mascarar o sangramento).INBRAEP .  Fratura de fêmur. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 134 . etc. em internas e externas. boca.

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 

Manter a vítima aquecida e deitada, acompanhando os sinais vitais e atuando adequadamente nas intercorrências; Chamar urgente o atendimento hospitalar especializado.

13.10.3 Hemorragia Nasal Sinais e Sintomas  Sangramento nasal visível

Procedimentos   Colocar a vítima sentada, com a cabeça ligeiramente voltada para trás, e apertar-lhe a(s) narina(s) durante cinco minutos; Caso a hemorragia não ceda, comprimir externamente o lado da narina que está sangrando e colocar um pano ou toalha fria sobre o nariz. Se possível, usar um saco com gelo; Encaminhar para atendimento hospitalar.

13.11 Entorses, Luxações e Fraturas
Quedas, pancadas e encontrões podem lesar nosso ossos e articulações e provocar entorses, luxações ou fraturas.

13.11.1 Entorse É a separação momentânea das superfícies ósseas articulares, provocando o estiramento ou rompimento dos ligamentos, quando há um movimento brusco. Caso no local afetado apareça mancha escura 24 ou 48 horas após o acidentem pode ter havido fratura, deve-se procurar atendimento médico de imediato.

Procedimentos:  Aplicar gelo ou compressas frias durante as primeiras 24 horas  Após este tempo aplicar compressas mornas.  Imobilizar o local (por meio de enfaixamento, usando ataduras ou lenços).  A imobilização deverá ser feita na posição que for mais cômoda para o acidentado.
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Dependendo do caso, encaminhar para atendimento médico.

13.11.2 Luxações É a perda de contato permanente entre duas extremidades ósseas numa articulação. Na luxação, as superfícies articulares deixam de se tocar de forma permanente. É comum ocorrer junto com a luxação uma fratura.

Sinais e Sintomas  Dor local intensa;  Dificuldade ou impossibilidade de movimentar a região afetada;  Hematoma;  Deformidade da articulação;  Inchaço; Procedimentos      Manipular o mínimo possível o local afetado; Não colocar o osso no lugar; Imobilizar a área afetada antes de remover a vítima (caso seja muito necessário) Se possível, aplicar bolsa de gelo no local afetado; Encaminhar para atendimento hospitalar.

13.11.3 Fraturas Fratura é o rompimento total ou parcial de qualquer osso. Como nem sempre é fácil identificar uma fratura, o mais recomendável é que as situações de entorse ou luxação sejam atendidas como possíveis fraturas. Existem dois tipos de fratura:  Fechadas: sem exposição óssea.  Expostas: o osso está ou esteve exposto. Procedimentos
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     

Manipular o mínimo possível o local afetado; Não colocar o osso no lugar; Proteger ferimentos com panos limpos e controlar sangramentos nas lesões expostas; Imobilizar a área afetada antes de remover a vítima (caso seja muito necessário) Se possível, aplicar bolsa de gelo no local afetado (fratura fechada); Encaminhar para atendimento hospitalar.

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A melhor forma de transporte de uma vítima é feito por maca.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Samu entre outros). provocando sequelas irreversíveis ao acidentado. Dependendo do local onde o acidente tenha acontecido.com. ou até mesmo enrolando-se um cobertor várias vezes em uma tábua larga.com. na impossibilidade de uso de maca o transporte pode ser feito de outra maneira. A maca improvisada com uma porta ou uma tábua de aproximadamente 50 cm de largura é muito eficiente. 14. porém tomando-se todos cuidados para não agravar o estado da vítima. Porém em alguns casos. muitas vezes será necessário improvisar uma. Se por acaso não houver uma disponível no local. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. ela pode ser improvisada com duas camisas ou um paletó e dois bastões resistentes. com a vítima imobilizada.br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 138 . Fonte: Senac Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP . usada nos casos de suspeita de lesão da coluna vertebral. Lei 9. OBS: É imprescindível a avaliação das condições da vítima para fazer o transporte seguro. onde não é possível contar com equipes especializadas em resgate ou se o local apresenta um grande risco de morte. A remoção ou transporte como indicado abaixo só é possível quando não há suspeita de lesões na coluna vertebral e bacia.br 14 TÉCNICAS PARA REMOÇÃO E TRANSPORTE DE ACIDENTADOS O transporte de acidentados deve ser feito por equipe especializada em resgate (Corpo de Bombeiros.1 Transporte em Maca A maca é a melhor maneira de transportar uma vítima. inbraep@inbraep. O mais importante é saber colocar a vítima sobre a maca.610/98. A vítima somente deverá ser transportada com técnica e meios próprios. O transporte realizado de forma imprópria poderá agravar as lesões. Maca improvisada com porta. nos casos.

Com bastante cuidado. Consiga cobertores. toalhas.  Caso a suspeita da coluna seja na cervical. enfie um cabo em cada lateral do saco. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 139 . varas. O que irá variar é a superfície sobre a qual a vítima será colocada.Proibida a reprodução por qualquer meio. ainda.610/98.com. no caso de paletós ou similares. Usando sacos de estopa.br Site: www. Deve-se suspeitar de lesão na coluna quando a vítima apresentar marcas de trauma no tronco ou ainda das clavículas. cordas ou tiras largas de tecido e amarre-os aos dois cabos. ao mesmo tempo. alguém coloca a maca bem perto da vítima. colchas ou lençóis e enrole o tecido em torno dos cabos ou dobre as laterais do tecido sobre eles. são necessários três socorristas ou pessoas altamente treinadas. Se houver suspeitas de fratura na coluna ou na bacia.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. ou. a vítima deverá. inbraep@inbraep. um dos socorristas ou pessoa treinada deverá cuidar exclusivamente da cabeça da vítima. vão levantando a vitima. se estiver inconsciente. todas as demais têm como base cabos de vassouras ou galhos de árvores. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . passam os braços por sobe o corpo da vítima. é imprescindível que as mesmas sejam resistentes para suportar do peso da vítima Para transportar para a maca uma vítima com indícios de lesão na coluna ou na bacia. de modo que ele fique todo no mesmo nível. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9. Estando a vítima deitada de barriga pra cima. ser transportada em maca plana e rígida ( do tipo porta ou tábua) Vamos ver alguns exemplos de macas improvisadas com cabo(s):     Pegue camisas ou paletós e enfie as mangas para dentro. Peque cintos. necessariamente. sem deixar que ele dobre qualquer parte de seu corpo. e a colocam sobre a maca. Como deve ser feito o transporte para maca:   Em primeiro lugar. de forma a mantê-la estabilizada.com.inbraep. os socorristas se ajoelham ao lado dela e todos.br Exceto a maca improvisada com porta ou tábua. abotoe-os inteiramente e passe os cabos pelas mangas. Para utilizarmos o transporte em maca feita por varas.INBRAEP . guarda-chuvas grandes entre outros. de aniagem ou náilon trançado. em cada lateral.

Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www.br Fonte: Senac Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Lei 9.610/98. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.INBRAEP .inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 140 . inbraep@inbraep.

2 Transporte Sem Maca Na impossibilidade do uso de maca ou padiola e sendo vital a remoção de uma pessoa acidentada. Com seu corpo um pouco inclinado para frente. Transporte nos Braços Esse recurso é adequado quando a vítima está consciente. Lei 9. Se a pessoa tiver condições de se firmar no tronco do socorrista.2. Transporte nas Costas   De costas para a vítima (que deve estar de pé). sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Dessa forma.1 Transporte com Um Socorrista Transporte de Apoio Esses são recursos a ser adotado quando o acidentado está consciente e tem apenas ferimentos leves:   Passar um dos braços da vítima em torno do seu pescoço. inbraep@inbraep. 14.INBRAEP .610/98. Colocar um de seus braços em torno da cintura da vítima e segurá-la pelo punho.com.  Colocar um braço sob os joelhos e o outro em torno da parte superior do tórax da vítima. a vítima pode caminhar apoiada no socorrista. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 141 .br 14. Quanto mais alta for a posição da vítima no colo do socorrista menos ele vai se cansar. porém com ferimentos nos pés ou nas pernas que impedem de caminhar. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . porém tomando-se todos os cuidados para não agravar o estado em que a vitima esta. ele poderá usar os braços para segurá-la pelas pernas.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.Proibida a reprodução por qualquer meio. o transporte terá que ser feito de outra maneira.inbraep.com. e levantá-la. passar os braços dela em torno do seu pescoço. levantar e carregar a vítima. o que proporciona maior firmeza durante o transporte.

sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. os socorristas formam um pequeno assento.  Faça a cadeirinha conforme figura. esse é o tipo de transporte mais adequado para vítimas que apresentam problemas respiratórios. 14. que deverá se manter segura.com.610/98. Transportes pelas extremidades  Um socorrista segura a vítima por debaixo dos braços e o outro pelas pernas.inbraep.2 Transporte com Dois Socorristas Transporte em cadeirinha Com os braços. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br 14.br Site: www. Esse tipo de transporte só deve ser feito se não houver suspeita de fraturas na coluna ou nos membros da vítima.2. Por proporcionar maior estabilidade. inbraep@inbraep. Um socorrista segura a cadeira pelas pernas e o outro pelo encosto. e só é valido caso a vítima não tenha suspeitas de fratura na coluna ou na bacia.3 Transporte com Três Socorristas Transporte no Colo Para esse transporte é exigido a presença de três socorristas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 142 . Passe os braços da vítima o redor do seu pescoço e levante a vítima. Transporte por cadeira   Sentar a vítima em uma cadeira.com. para a vítima.INBRAEP .2.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio.

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 143 . Pegando a vítima por baixo.610/98. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep.br   Estando a vítima deitada de barriga pra cima. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . inbraep@inbraep. outro no meio e o terceiro próximo aos pés. A quarta pessoa imobiliza a cabeça da vítima impedindo qualquer tipo de deslocamento.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. a um tempo só.4 Transporte com Quatro Socorristas Semelhante ao de três pessoas.br Site: www. 14.com.INBRAEP .Proibida a reprodução por qualquer meio. os três a carregam juntos ao tórax.com. Lei 9.2. os três socorristas se ajoelham ao lado dela: um próximo à extremidade superior do corpo.

... 192 POLÍCIA MILITAR................................................INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.....br Site: www.... Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 144 ...INBRAEP ............610/98........inbraep...........................................................................br 15 TELEFONES ÚTEIS CORPO DE BOMBEIROS (RESGATE) . Lei 9......................com...............................Proibida a reprodução por qualquer meio... inbraep@inbraep...................... 190 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .....................com................ 193 AMBULÂNCIA SAMU.................................... sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.....

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