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12/08/2013

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Custos Logísticos na Economia Brasileira

MAURICIO PIMENTA LIMA

Introdução

A carência de informações sobre custos logísticos no Brasil torna freqüente a utilização de dados defasados. O grande problema é que estes dados não necessariamente representam a nossa atual realidade, tornando difícil, entre outras coisas, a comparação com outros países. Além de tudo, a falta de um histórico acaba inviabilizando a análise da evolução do nosso custo logístico. Diante deste cenário, o Centro de Estudos em Logística realizou uma pesquisa sobre Custos Logísticos no Brasil buscando números e metodologias que respondessem as principais questões relacionadas ao tema. Assim, em Janeiro deste ano, iniciamos uma pesquisa e logo nos deparamos com uma imensa dificuldade de obtenção de dados sobre o país. Além de pouco atualizadas, muitas informações são imprecisas e incompletas. Outras não são disponíveis, ou mesmo não existem. Isto ocorre não apenas no que se refere aos dados de custos, mas em logística em geral. Para contornar o problema, a pesquisa utilizou mais de 30 diferentes fontes (ABCR, ANP, ANTT, ANTF, ANTAQ, Banco Mundial, BNDES, CNT, CONAB, CVM – Economática, CSCMP, DAC, DETRAN, FIPE, GEIPOT, IBGE, INFRAERO, IPEA, NTC, SINDICOM, Revistas especializadas, empresas usuárias de transporte aquaviário, empresas de navegação, empresas distribuidoras de combustível, empresas aéreas, empresas de transporte e diversos executivos e especialistas do mercado) trabalhando números, em paralelo, para garantir a acurácia dos resultados. Além da parte macroeconômica, foi conduzida uma pesquisa com grandes empresas atuantes no Brasil, buscando saber não apenas a representatividade dos custos logísticos nestas indústrias, mas também, como está sendo realizada a gestão de custos, quais sistemas são utilizados para suporte e qual a expectativa para evolução destes gastos, dentre outros resultados. No entanto, devido ao grande volume de informações, esta parte microeconômica será apresentada, em breve, em uma próxima oportunidade.

incluindo o custo portuário. o transporte até o porto no Brasil e no caso de importações. Antecedentes Até a realização desta pesquisa. armazenagem. normalmente em torno de 60% do custo logístico. estoque e a sua administração. o custo logístico diminuiu em relação ao PIB durante este período.2% para 8. permitindo a geração de um evolutivo dos gastos com logística no Brasil.a comunidade logística em geral. apesar do aumento do petróleo. pois independente do tipo de dieta utilizada para emagrecer. Independente da qualidade da estimativa dos 17% vale observar as transformações ocorridas desde 1996. Diante da falta de outro número mais preciso. A partir deste número. O escopo deste trabalho é limitado às operações domésticas. referência americana. o valor de 1 embora o Delaney tenha falecido a Wilson continua atualizando o trabalho . Assim. Como a pesquisa americana considera também parte do transporte internacional. a partir do intervalo superior do custo de transporte de 10% do PIB chegou-se ao custo logístico nacional de 17% . data dos dados utilizados nesta pesquisa. a estimativa corrente do nosso custo logístico era de cerca de 17% do PIB. Nos EUA. incluindo as atividades de transporte.O estudo macroeconômico foco deste texto pretende ter seus números atualizados pelo menos a cada dois anos. Costumo comparar a necessidade de medição de indicadores com o papel de uma balança em um regime. Este estudo focado em transportes não chega a mencionar o valor de 17%. é praticamente inconcebível imaginá-la sem a utilização de uma balança para medição do peso e seu acompanhamento. até 2004. incluindo no caso de exportações. Por fim. será apresentado um comparativo entre os valores do Brasil e dos EUA. Este texto irá abordar a parte da pesquisa referente ao cálculo do custo logístico do Brasil. para se obter o resultado final. passando de 10. mas estima o custo de transporte no Brasil como sendo entre 9 e 10% do PIB. data referência do estudo anterior.6%. por exemplo. não o Banco Mundial – com base na parcela de custo de transporte. segundo pesquisa do Delaney 1 e Wilson. com a qual estarão sendo comparados os valores encontrados no Brasil. o transporte a partir do porto nacional. A origem deste número está ligada a um estudo do Banco Mundial realizado em 1996. este acabou virando uma referência. extrapolou-se .

. No Brasil. Principalmente no Brasil. Em um exemplar de 2004 da mesma revista. em segundo plano. Nos EUA. onde o frete praticado é em grande parte das vezes inferior ao custo total. Nestes casos. o diesel já representava 31. no mesmo período ela passou de 5. mas diminuiu um pouco.comparação utilizado do custo americano foi de 8. Enquanto em 1996 a taxa média ficou em 27. durante este período.38%. a margem existente para negociação de preço do autônomo diminui. resultado da elevação do preço do petróleo.8% do custo total de uma carreta.a. A participação do rodoviário continua elevada. Com o aumento dos custos variáveis. ao comparar a taxa básica de juros de 2004 com a de 1996 é possível perceber uma significativa redução. foi de um de 64% para 59% no mesmo período. Dados de uma revista nacional de transporte de 1996 mostram que o diesel na época representava 16. Quanto ao custo financeiro de estoque. As variações do custo logístico americano de 1996 até 2004 mostram que houve uma redução do custo de estoque e. porém não remunera todos os custos fixos. Vale ressaltar que estes itens de custo variável são de grande importância na formação do preço. o qual também causou um aumento nos valores dos pneus. Embora tímida.44% a. pois o custo variável se torna mais significativo. .27% para 1.8% do custo total. a boa novidade está relacionada ao aumento da parcela da ferrovia na movimentação de carga. como o de depreciação e o financeiro.a. principalmente no caso dos autônomos. a qual estava na faixa de 20% em 1996 e foi para 24% em 2004. o preço cobre os custos variáveis.3% do PIB. em 2004.. considerando o mesmo tipo de veículo e operação. É claro que em termos comparativos com outros países a taxa brasileira continua excessivamente alta. principalmente aqueles ligados ao investimento. do custo transporte.15% a. o diesel subiu 292%. ela ficou em 16. depois de excluídos os custos de transporte internacional.

Desta forma. Rodoviário Apesar de este modal ser responsável pela maior parcela da carga movimentada no país e pela maior parcela dos custos. entre os quais se destacavam: a distância da rota. Assim. à pesca.6%. chegou-se a um percentual médio de 33.7 bilhões de litros. se a carga era fechada ou fracionada. os dados relativos a esta atividade são escassos e pouco confiáveis. a utilização de autônomos e a existência de frete retorno. foi feita uma composição sobre qual seria a relação entre o custo de combustível e o valor do frete para cada tipo de perfil de transporte selecionado e a sua respectiva participação dentro do consumo total. chegou-se ao volume destinado ao transporte rodoviário de carga em 2004 de 21. à navegação.Transporte Para se chegar ao custo de transporte foi calculado o custo por modal. o desafio foi obter o percentual médio do custo do diesel no frete no Brasil. ao governo. às indústrias. ao transporte rodoviário de passageiros.1% para produtos perigosos inter-regionais até 41. Ponderando-se as diferentes realidades que variavam de 1.8% para carga geral em longa distância. Com base na parcela de 55% e no consumo total de diesel. ao transporte ferroviário.5% para carga fracionada em curta distância. à mineração e aos carros de passeio. passando por 24. conforme é exposto a seguir. Os custos de pedágio. A partir daí. o qual correspondia a R$ 32. a solução encontrada foi calcular o custo de maneira indireta se baseando no consumo de diesel e na sua participação no valor do frete.6% para carga intra-regional e 28. enquanto os demais 45% foram destinados à agroindústria. o tipo de carga transportada. gerenciamento de riscos e o custo de transporte de carga em veículos sem serem movidos a diesel foram considerados em outras contas e posteriormente adicionados.3 bilhões. Para chegar a esta média foi necessário fazer uma segmentação considerando os fatores que mais influenciavam neste percentual. . O estudo apontou que 55% do total de diesel consumido no Brasil em 2004 foram destinados ao transporte rodoviário de carga.

obtendo-se R$ 2. Fez-se.) e ainda. Então foi calculado o custo com os veículos que não utilizam diesel.2 bilhões.00 foram utilizados para cobrir os demais custos (motorista. Bastou conseguir com a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) a receita de todas as concessionárias ferroviárias do país em 2004. não foi encontrada nenhuma informação sobre o valor arrecadado com o transporte de carga.0 bilhões com base no número de unidades e no custo padrão. Com base neste percentual. conforme pode ser visto no quadro resumo da figura 1. chegou-se ao custo de transporte rodoviário dos veículos a diesel em 2004 de R$ 96. gerar lucro.00 foi referente ao custo do diesel. no caso R$ 7. depreciação etc. a conta de pedágio e de gerenciamento de riscos. Sobre o pedágio. em média R$ 1. portanto. . a conta inversa. eventualmente. Assim. Quanto ao gerenciamento de riscos estimamos seu custo em R$ 3. subtraindo do valor total de pedágio pago no Brasil em 2004.Isto significa dizer que a cada R$ 3.3 bilhões com base na parte microeconômica da pesquisa.2 bilhões em 2004. enquanto os outros R$ 2. obteve-se o custo total do transporte rodoviário no Brasil de R$ 109. dado que este valor equivale ao custo de todos os embarcadores com relação à ferrovia. manutenção. Ferroviário O transporte ferroviário foi o mais simples de ser encontrado. Os custo dos veículos de transporte de carga que utilizam outros combustíveis foram estimados em R$ 7.00 gastos com transporte em 2004.5 bilhões. o valor estimado referente ao transporte de passageiros.3 bilhões. por exemplo.

Com base nos dados de frete por tipo de carga transportado e seus respectivos volumes de movimentação foi calculado o custo do modal aquaviário. além de tratar do hidroviário a parte. o transporte de petróleo cru das plataformas para as refinarias por navio devido a sua relevância no volume total. Aeroviário No aeroviário também foram utilizados valores médios de frete e volume de movimentação. cujas informações eram pouco precisas e não estavam consolidadas. No caso de granel líquido foram consideradas duas realidades distintas a de embarcações fretadas no longo prazo e outra na qual é contratado apenas o serviço de transporte.1 bilhões do modal dutoviário. Estes dados em grande parte dependeram da colaboração de muitos executivos e especialistas ligados a empresas do setor. foram usados valores de frete repassados por alguns embarcadores e dados de movimentação de outros trabalhos. cujo resultado foi de R$ 7. . granel líquido e carga geral. No caso. Vale Destacar na carga nacional. Entre os dados mais difíceis de serem obtidos destacaram-se os do transporte hidroviário. Dutoviário As informações de custos foram baseados nos dados disponíveis da Transpetro. dada a dificuldade de obtê-los. O custo calculado para o modal Aéreo em 2004 foi de R$ 1.Aquaviário O cálculo do transporte aquaviário foi segmentado em um primeiro nível em: granel sólido. A carga geral também teve que ser segmentada entre contêineres e suporte às operações offshore.3 bilhões na carga doméstica e mais R$ 5.2 bilhões referentes ao custo portuário de importações e exportações. Os valores de frete dos Correios foram tratados em uma outra conta dado a sua representatividade e a sua tarifa diferenciada. considerando a movimentação total e obteve-se o custo de R$ 2.9 bilhões. responsável por mais de 80% da carga transportada em dutos no Brasil. Estes dados foram extrapolados.

Em seguida.. A segunda referente aos custos de depreciação.5% do PIB. o que representa 3.9% do nosso PIB. obsolescência e seguro.a. no valor de R$ 221. valor equivalente a 7.a.25% a. conforme pode ser visto no quadro da figura 2. No primeiro momento foi utilizado o valor imobilizado em estoque publicado pelo IBGE relativo a 2003. tendo como fonte dados da Economática.3 bilhões. Neste caso utilizou-se a metodologia e utilizada por Delaney e Alford-Bangs no cálculo do custo logístico americano com a mesma taxa de 15. porém ajustado para 2004. dado que não tínhamos nenhum estudo neste sentido no Brasil e tínhamos o objetivo compará-lo com o número americano. Aplicando estas duas taxas chegamos a um custo de estoque no Brasil de R$ 69. A primeira referente ao custo financeiro.25% a.6 bilhões foram aplicadas duas taxas.8 bilhões. na qual se utilizou a taxa Selic média de 2004 de 16. Sobre o montante imobilizado de R$ 221. está informação foi checada com os dados de cobertura de estoque de empresas de capital aberto.6 bilhões. Estoque O custo de estoque foi calculado através de dois modelos diferentes para validar o resultado. o resultado encontrado para o custo total de transporte no Brasil em 2004 foi de R$ 133. .Custo total de transporte Considerando o custo de cada modal.

9% no Brasil contra 2. o equivalente a 0.1% nos EUA. resultando de um percentual do valor de estoque imobilizado. conforme pode ser visto na figura 3. A outra parte da diferença é relativa ao custo de transporte. Entre os custos das atividades. obteve-se R$ 8. o que corresponde a 0.7% do PIB.5 bilhões. . o de estoque é relativamente o que apresenta a maior diferença na comparação. Desta forma. Administrativo O custo administrativo também utilizou a metodologia de Delaney e Wilson dos dados estrangeiros. Assim obteve-se um custo de R$ 11. Nos Estados Unidos.Armazenagem O cálculo do custo de armazenagem seguiu a proporção observada no modelo metodológico americano. que considera um custo administrativo de 4% do total do custo logístico. Custo Logístico A composição de todos estes custos logísticos do Brasil em 2004 chega a um total de R$ 222 bilhões. o equivalente a 12.7 bilhões. para o Brasil.5% do PIB.1% e 7. 5. 3.6% do PIB. os custos logísticos (domésticos) são equivalentes a 8. A figura 4 apresenta o gráfico com esta comparação.5% respectivamente.26% do PIB.

todos os valores do Brasil sofreriam um aumento de 25%.ton. pode-se destacar a enorme diferença entre os valores de frete rodoviário do Brasil com os EUA.A figura 5 apresenta uma tabela com os dados de movimentação e custo de transporte no Brasil. Esta diferença em parte está associada ao perfil . Na tabela da figura 6. em R$/ 1000. ou seja. Pela grande influência da taxa de câmbio sobre estes resultados. o valor médio de se transportar uma tonelada por um distância de mil quilômetros. A comparação dos números do Brasil e dos EUA apresentada na figura 6 foi feita com base no valor do dólar de 2004. A tabela fornece estes valores para os diversos modais e a respectiva parcela de participação no total de cargas movimentadas.Km. se fosse utilizado o câmbio de 2005.

Além é claro do alto custo do capital no Brasil que dificulta os elevados investimentos neste modal. O primeiro é relativo à grande utilização da hidrovia nos EUA. além do alto volume e grande produtividade. enquanto no Brasil existe um excesso de oferta do setor. Do ponto de vista do mercado. O segundo é relacionado ao grande volume de petróleo transportado por curta distância na costa do Brasil. reduzindo a média americana. nos EUA ocorre uma escassez de motoristas. colaboram para este resultado as longas distâncias e o grande volume transportado por dutos nos EUA. que em conjunto com um custo portuário relativamente alto.de carga e o tamanho médio das rotas. A grande diferença do custo aquaviário entre o Brasil e os EUA pode em grande parte estar relacionada a dois fatores críticos. enquanto no Brasil predomina o transporte de produtos agrícolas em distâncias relativamente longas neste modal. Já o custo do transporte dutoviário no Brasil é o dobro do americano. Em relação à carga e o perfil de rotas. este está voltado ao transporte de produtos de mais alto valor agregado e a complementação dos outros modais através de uma ponta rodoviária de menor distância. a qual utiliza grandes composições a um baixo custo. mas também às situações de mercado bastante dispares. nos EUA. acaba elevando o custo por tonelada quilometro deste modal. promovida principalmente pela baixa regulamentação e pelo grande número de autônomos. não sendo significativa a diferença. O modal ferroviário aparece mais barato no Brasil por causa da operação da Vale do Rio Doce. opera a um . a qual. os quais permitem grande economia de escala. O modal aéreo é um pouco mais barato no Brasil.

que apesar dos baixos valores de frete praticados.1%? A resposta a esta pergunta está na relação entre a movimentação de carga e o tamanho da economia. Mesmo considerando a composição da matriz de transporte dos dois países. destaca-se também a maior participação de serviços na economia 79% contra 56% no Brasil. Enquanto a economia americana é praticamente 20 vezes maior que a nossa.44 para US$ 16. este número aumentaria de US$ 12. nem sempre utilizamos o modal mais adequado ao tipo de carga transportado. acaba obrigado a utilizar o rodoviário. principalmente nas longas distâncias. O grande problema da matriz de transporte do Brasil é que devido à falta de infra-estrutura adequada. Ao retirá-la deste cálculo.93. em diversos mercados o embarcador diante da falta de disponibilidade de outros modais. eles só movimentam 7 vezes mais carga que o Brasil.5% do PIB e nos EUA apenas 5. .preço de custo para a própria mineradora influenciando bastante neste resultado. Na verdade. Assim. o valor agregado da carga movimentada lá é muito mais alto do que a daqui. Mas por que isso ocorre se no Brasil o custo de transporte equivale a 7. o custo de se transportar uma tonelada por mil quilômetros era em 2004 na média é menor no Brasil do que nos EUA. não teria como competir com uma ferrovia ou hidrovia.

• O elevado custo de estoque brasileiro que é quase o dobro do americano devido ao nosso elevadíssimo custo de capital. a pesquisa pode chegar a importantes conclusões com relação ao custo logístico nacional. no entanto. o resultado acaba sendo um frete alto para quem paga. muitas vezes. é apenas uma iniciativa. embora bastante completo em algumas áreas. devido a problemas de capacidade e disponibilidade. provavelmente devido a um aumento da eficiência desta operação. Entre as áreas em que o estudo deve ser aprofundado destaca-se a de armazenagem. vale destacar que os valores de frete rodoviário praticados no Brasil são bastante baixos. apesar da elevação do preço do petróleo. O expressivo aumento da receita do modal ferroviário no ano de 2004. mas baixo para quem recebe. o qual pode dar fôlego a novos investimentos. e o estudo desenvolvido pelo CEL-COPPEAD em 2005 sobre o assunto. a falta de infra-estrutura adequada muitas vezes inviabiliza o transporte de cargas por outros modais.Conclusão A dificuldade de obter informações sobre custos logísticos no Brasil é muito grande. entre as quais cabe destacar: • A redução de custo de transporte de 1996 a 2004 nos EUA e no Brasil em relação ao PIB. dado que esta pesquisa apenas replicou modelos internacionais no cálculo deste custo. mais adequados à distância e ao tipo de produto. • O motivo do custo logístico no Brasil ser maior que o americano em termos proporcionais ao PIB está ligado principalmente a menor participação de serviços na nossa economia e ao menor valor agregado dos nossos produtos. permitindo aumento do volume de cargas deste modal. Para finalizar. Apesar de suas limitações relacionadas principalmente a disponibilidade de dados. Assim. . além do nosso maior custo de capital.

CSCPM: Jun. 2003. The World Bank: Aug. Brazil Multimodal Freight Transport: Selected Regulatory Issues.J. Bowersox.R. Wilson. No.. Estimation of Global Logistics Expenditures Using Neural Networks. 16361-BR. R. Castro. Michigan State University.. 16th Annual State of Logistics Repor. D. 2005.. M. R. Calantone..Bibiografia:    The World Bank.2. J. N. 1997.. A. Rodrigues. Relatório no.  . Oct. Logistic Costs and Brazilian Regional Development. JBL: Vol.24. 2004.

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