Você está na página 1de 3

Para calcularmos o ndice de refrao do acrlico, necessitamos de utilizar a lei de Snell-Descartes para a refrao: n1 * sin(1) = n2 * sin(2) (=) nar

* sin( ) = nac * sin( )

Sendo nar= 1 resulta:

1 * sin(

) = nac * sin( )

(=)sin( ) = nac * sin( ) y = m * x


(Declive)

i() 0 20 62 75 40

r() 0 13 35 41 34

sin( ) 0,00 0,34 0,88 0,97 0,64

sin( ) 0,00 0,22 0,57 0,66 0,56

Valores de Y
1.2 1 0.8 0.6 0.4 0.2 0 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7

y = 1.4923x + 0.0065

Com o auxlio do grfico, obtemos:

y = 1,49x sin( ) m Declive nreal = 1,30 - 1,80 Visto que o nreal = 1,30 - 1,80, este resultados so precisos, pois o resultado est dentro dos limites referidos de n. Contudo se analisar-mos cada um dos resultados, obtemos um declive diferente: n(dado pelo declive de obtido em cada teste) ( ( ( ( ) ) ) ) ( ) Como a lei de Snell-Descartes diz que: n1 * sin(1) = n2 * sin(2) (=) nar * sin( ) = nac * sin( ) Ento seria suposto que ao multiplicarmos, 1,49 por sin( ) obtivessemos o mesmo resultado da multiplicao de 1 por sin( ). () () () () () ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ( ( ( )( ) )( ) )( ) )( ) sin( ) nac = 1,49

( )( )

Os resultados obtidos, comprovam a lei Snell-Descartes, pois os resultados obtidos, neste caso, ( ) praticamente igual a ( ),

contudo, o ngulo de incidencia com o valor de 40, teve de ser descartado, pois o seu declive difere de maneira muito acentuada dos restantes. No caso dos 40, talvez um erro na medio tenha causado tamanha descrepancia, fazendo com que a sua incluso pusesse em causa a lei de Snell-Descartes, pois o n dado pelo declive seria bastante alterado. Isto pois, ao observarmos o declive individual, notamos que o valor dado por este angulo, de 1,15; est completamente afastado dos restantes.