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O avô ofereceu ao Pinóquio

Um lápis mágico por sinal


Desenhou num grande papel
Um autentico festival

Tudo o que ele desenhava


Saltava do papel
Desenhou um duende
Que trazia um farnel

Uma sopa de tomate


Não gostava o glutão
Se era obrigado a comer
Ficava com grande melão

Á procura de comida
Viajou de camioneta
Perdeu o autocarro
Então foi de trotineta

Chegou a um planeta
Sem chuva nem sol
Onde só morava
O Sr. Caracol

Pode-me dizer por favor


Porque não há luz solar
Nem uma nuvem para chover
Ou um relâmpago para iluminar?
Meu amigo estrangeiro
Preciso de ti com urgência
Encontra uma estrela
Para a minha sobrevivência

Pinóquio tinha agora


Mais uma tarefa
Procurar a sua comida
E uma estrela depressa

Pegou na trotineta
E continuou a viajar
Sonhava com um belo frango
No meio da brasa a assar

No planeta da comida
Encontrou o Sr. Cachorro
Precisas de me ajudar
Senão caio ou então morro

Um fantasma já não come


Do que precisas rapazinho?
Uma estrela para ajudar
Um caracol que está sozinho

Foi ajudar o caracol


Que lhe disse obrigado
Onde encontro comida,
Que seja do meu agrado?

O caracol disse ao Pinóquio


És um grande comilão,
Se esse lápis é magico
Desenha um fogão
Uma caixa de fósforos
Desenhou o glutão
Para poder acender
O seu belo fogão

Com o fogão aceso


Foi então cozinhar
Mas o dedo do Pinóquio
Acabou por se queimar

Estava a chorar o Pinóquio


Porque se tinha queimado
Já não queria comer
Porque estava irritado

Apareceu uma menina


Que lhe perguntou
Se achares o meu gancho
Comidinha, eu te dou

Um gancho de plástico
Pôs-se a procurar
Para o cabelo ruivo
Da menina enfeitar

Partiu-se o bico do lápis


E o Pinóquio acordou
Foi tudo apenas um sonho
Só a lembrança restou
Mas ao pé da lareira
Estava um rico manjar
Pensou logo o Pinóquio
Valeu a pena sonhar

É pobre quem não sonha


Rico quem sabe sonhar
Esta é a moral da história
De quem soube acreditar.

O Pinóquio acreditou
Num conto inesperado
Mas no final da história
Acabou recompensado