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04/03/2013

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Limpeza de Aura

Esta é uma forma de limpeza de aura que qualquer pessoa pode fazer, quando sentir que alguma "coisa" está errada, e sentindo que precisa fazer algo. Este alguma "coisa" pode ser: sensação de "corpo pesado" e "peso" sobre os ombros, insônia, angústia e depressão sem justificativa, inquietação, nervosismo exagerado, doenças que não curam ou não identificadas sem uma explicação, falta de atração pessoal, projetos que não se realizam, "caminhos" fechados, relacionamento abalado ou destruído, perdas e prejuízos frequentes... Muito importante É necessário que haja ao menos uma combinação de alguns desses problemas, se for um só desses indícios, de forma isolada, pode não ser problema de aura carregada com energias negativas, mas sim um problema isolado, BEM COMO devem ser situações sem explicações ou justificativas. Por exemplo, se você trair seu(sua) companheiro(a), e for descoberto(a), aí não é carga, é caca, e não há limpeza que de jeito. O que fazer? Tomar uma Banho de Ervas e/ou fazer um Ebó de Odu.

Banho de ervas ou Amaci/Abô Tem uma grande relação de ervas, na seção Ervas dos Orixás, com os nomes científico, yorubano e popular, se ainda assim você não identificar, pois vai precisar de no mínimo 7 tipos, procure usar ervas que tenham um bom cheiro, pois via de regra são ervas positivas. Modo de fazer: Colha uma pequena porção de cada erva (mais ou menos de 50 a 100 grs), lave bem as folhas, pegue uma pequena bacia com água limpa (de 2 a 3 litros), uma vela branca pequena, procure um lugar isolado que ninguém vá lhe incomodar, sente em cima de um pano branco coloque a bacia a sua frente e acenda a vela ao lado da bacia, coloque as folhas dentro da água, e inicie a maceração - esfregar de forma que esmaguem as folhas umas nas outras, alternando gesto dentro e fora d’água, de forma a tirar seu sumo, até que fiquem reduzidas a pequenos pedaços de folhas dentro da bacia com água, que ficará com uma cor esverdeada. Faça de uma forma concentrada com bons pensamentos, a seguir tire os pedaços de folha já macerados, com a mão, de modo a ficar quase só o banho de ervas, que deverá guardar (em geladeira conserva mais) numa vasilha para usar por 7 dias seguidos (se possível). Modo de usar: Após o banho comum, de preferência à noite, coloque uns dois copos deste banho em uma bacia ou jarra, misture com um pouco de água quente do chuveiro (se estiver frio), se não, use só o banho, e jogue do alto da cabeça, de modo a escorrer pelo corpo, a seguir pode se enxugar e ir deitar, não deve sair para alguma atividade, se for o caso, então faça o banho de manhã. Se após estes banhos ainda se sentir "carregado(a)", deverá fazer um ebó de odú. Para fazer este ebó, primeiro identifique seu orixá, para saber qual o tipo de ebó.

Fazendo um "Ebó" Ebó de Odu: A quantidade dos componentes será fornecida se você solicitar em: identifique seu orixá, que, de acordo com seu orixá, irá indicar quantos componentes deverá usar para este tipo de ebó. Componentes: - Bolinho de arroz; arroz branco bem cozido, fazer uma pequena bola (aproximadamente do tamanho de uma bola de sinuca); - Bolinho de farinha de mandioca crua, Oca, - misturar água até formar uma boa liga, e fazer as bolinhas como as de arroz; - Bolinhos de fubá branco e amarelo, acassá; cozinhar levemente o fubá com água, até formar o ponto de polenta, ainda morno, fazer os bolinhos, de cada cor; - Ovos; - Canjica branca cozida, ebô; considerar "punhados"; - Pipoca, doboru; estourar a pipoca em areia peneirada (preferencialmente de praia ou beira de rio ou lago, em último caso de construção bem fina), colocar a areia no fundo da panela, aquecer bem, e colocar o milho da pipoca até estourar, considerar "punhados". Procedimento: Pedir para alguém "passar" em você, o/a qual deverá obrigatoriamente estar usando 2 (dois) contra-egun, espécie de pulseira de Ikó (palha da costa devidamente "preparada/consagrada", isto é, lavada no abô e passada na pemba, o orô (reza), um para cada braço, ficar em cima de um tecido branco, um de frente para o outro, segurar um objeto em cada mão, bolinho ou punhado, e passar, esfregando sem muita força, do alto da cabeça, passando pela nuca, braços, peito, costas e pernas, até o pé, na seguinte sequência: punhado de pipoca, bolinho de fubá amarelo, branco, arroz, farinha mandioca, ovos e punhado de canjica, dizendo: Sarará e bocunan, sarará e brocunan até terminar o procedimento, em seguida tomar um banho comum e após jogar o banho de ervas (abô), que deverá estar já previamente preparado, do alto da cabeça, enxugar e colocar roupa branca, se não tiver, uma roupa clara. Quem passar, também é bom tomar o banho de abô (ervas). Após o banho é a melhor ocasião para fazer uma OFERENDA ao seu Orixá (fazendo oferendas), se não, ir descansar e dormir. Se for fazer a oferenda, escolha um local que possa ficar deitado ou até mesmo ajoelhado de frente para a oferenda; comida de santo; que deverá já estar previamente preparada (ver em fazendo oferendas), colocar no chão na sua frente, acender uma vela branca de 7 dias, ou do seu orixá, colocar sua cabeça de frente, na mesma altura da oferenda de modo que o alto da sua cabeça, sua moleira astral, fique próxima da oferenda, dizendo: a ki corodun, mabosun, maborun a ko fenin, xeras je xeras, ociló, ocidó ekoman, ora (dizer o nome do seu orixá) euê

Quando terminar esta reza, converse normalmente com seu orixá/anjo de guarda, fazendo seus pedidos.

QUE É SACUDIMENTO

Uma profunda e eficaz limpeza espiritual - muito semelhante a um ebó completo

É um descarrego muito forte e ao mesmo tempo uma reorganização energética. Pode ser feito em pessoas ou ambientes. Costumam conter muitos elementos como ervas, frutas, verduras, flores, velas, água de mar, rio, chuva ou cachoeira, sementes, comidas dos orixás ebós diversos, axés de procedência animal, etc. É feito pelo Babalorixá ou Yialorixá, após uma consulta ao oráculo de Ifá para saber se há problemas de Odús e quais as energias de Orixás necessitam ser trabalhadas na pessoa em questão. Pode ser feito no Ilé (terreiro) ou em ambientes da natureza, principalmente matas com cachoeiras. Antes, durante e após o "sacudimento" alguns preceitos devem ser rigorosamente cumpridos.

Quase sempre é feito em pessoas que estão por demais carregadas e desenergizadas, sofrendo com doenças físicas e psíquicas. Exige uma grande mobilização por parte do Babalorixá (Yialorixá) e de seus filhos de santo mais preparados. Normalmente é cobrado pelo feito e pelos materiais usados.O que é muito justo, pois demanda tempo, dedicação e gastos financeiros e energéticos.

Os elementos são passados no corpo da pessoa para que haja uma transferência das energias carregadas do corpo e aura da pessoa para esses elementos.

Outros têm a função de após o descarrego, energizar e reorganizar os padrões vibratórios energéticos da pessoa.

As pessoas que são beneficiados por esse trabalho, quando feito por quem sabe e de modo correto, melhoram significativamente em todos os sentidos: libertação de energias de eguns, feitiços, maldições, pragas, inveja, etc. Mas faça com um Babalorixá ou uma Yialorixá de fato candomblecistas e não aventureiros que não têm conhecimento, moral e competência e apenas querem tomar o seu dinheiro.

Avalie o site, o ylé e procure saber de outras pessoas referencias sobre os mesmos e resultados de seus trabalhos.

ELEMENTOS MAIS USADOS NOS SACUDIMENTOS

milho amarelo e branco /pipoca/ amido de milho farinhas diversas em forma de massas e bolinhos arroz feijão canjica pães

ovos cozidos e crus (galinha, pata, codorna)

aves peixes carnes

[vísceras - O sacudimento com bifes, fígado e outras visceras têm como objetivo principal atrair para esses elementos os miasmas, elementais elementares (normalmente vampiros por natureza) e outras formas de "vida astral" que estejam buscando na aura de alguém os princípios que encontrarão mais facilmente nesses

elementos que lhes são ofertados depois que a ele se agregam. Neste caso, quanto mais "frescos", melhor funcionarão].

Sal grosso carvão vegetal enxofre argila - lama - lodo pantanoso areia de diversas procedencias (mar, rio) terra água de diversas procedencias (mar, rio, cachoeira)

batata cará alho cebola alface

Comidas dos Santos, principalmente as Iansã, Omolú, Nanã e Exú ____________

Sacudimento, o que é? Ebó tem a ver com o “sacudimento”? O que realmente é o termo “sacudimento”?

“Sacudimento” é um termo da língua portuguesa que quer dizer ritual e sendo feito pela grande maioria dos terreiros, e que faz parte da vida do Orixá.

Se nós o analisarmos melhor veremos que “sacudimento” quer dizer “ebo”, pois se trata de um ritual realmente muito semelhante ao “ebo” praticado. A palavra “ebo” tem a interpretação muito ampla dentro do culto tradicional. No afro-brasileiro “ebo” é aquele em que Exu é ofertado e demais acessórios são oferecidos a este ritual, em que a pessoa está envolvida. No tradicional “ebo” é utilizado nas práticas dos sacerdotes do Orixá, e também de Ifá. Ele envolve além dos sacrifícios a Exu, outros rituais relativos as outras divindades em questão, que participam das narrativas dos “Ésè Ifá” narrados, quando da apresentação do “Odu” ao consulente. Mas todo este aspecto está envolvido somente num só “ebo”, que como explicamos se trata do culto tradicional. Por isso “sacudimento” também pode ser chamado de “ebo”, porque também é um ritual semelhante a este último. Para os iorubás o termo de “sacudimento” é desconhecido dentro do seu culto, e o mesmo nós poderemos ver em outros rituais, os quais são aplicados através de outras formas. “Ebo” quer dizer que na língua portuguesa: que vós cultuais, afirmando assim a prática do culto a ser realizado enfatizando a necessidade do ritual.

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