P. 1
Química - Relatório de Prática de Laboratório - 1.docx

Química - Relatório de Prática de Laboratório - 1.docx

|Views: 982|Likes:
Publicado porppavanin

More info:

Published by: ppavanin on Apr 06, 2013
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOCX, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

09/12/2014

pdf

text

original

Relatório de Prática de Laboratório

Separação de Misturas
Faculdade Anhanguera Laboratório de Química - 19/03/2010

RA 1053015210 1061123641 1070143372 1072131850 1091130265

Alunos Nome Wellington Luis Conde William Chiari Pessini Paulo Roberto Ribeiro Pavanin Max Augusto Ribeiro Pereira Wilnei Angelo Muneratto

Separação de Misturas

Página 1

Índice

Resumo ............................................................................................................. 03 Objetivos........................................................................................................... 04 Introdução ........................................................................................................ 05 Parte Experimental ............................................................................................ 06 Resultados e discussão ...................................................................................... 07 Conclusão.......................................................................................................... 10 Referência Bibliográfica ..................................................................................... 11

Separação de Misturas

Página 2

Resumo Através de técnicas de separação de misturas adotadas em nosso experimento, identificaremos quais os resíduos que sobraram nos 2 filtros de papéis utilizados, mostraremos também quais os componentes obtidos em cada etapa e analisaremos se houve perda de massa dos componentes. Mesmo com algumas limitações em nosso ambiente de trabalho (laboratório) para a execução das separações ao longo de nosso experimento pudemos obter sucesso em nosso objetivo: Separação de Misturas.

Separação de Misturas

Página 3

Objetivos       Estudar separação de misturas Utilizar três métodos para separar 4 substâncias (areia, ferro, cloreto de sódio e dicromato de potássio), que formam uma mistura heterogênea (polifásica). Verificar a solubilidade das substâncias (mistura heterogênea). Identificar as fases das substâncias. Verificar as possíveis mudanças de fase durante o processo. Verificar as perdas dos componentes durante a separação.

Separação de Misturas

Página 4

Introdução São vários os processos que visam separar os componentes de uma mistura, no entanto, dentre os vários processos, aqueles que serão utilizados no experimento são filtração, imantação e dissolução fracionada.

Separação de Misturas

Página 5

Parte Experimental Separar uma mistura contendo:     Areia lavada Limalha de ferro Cloreto de sódio (NaCl) Dicromato de potássio (K2Cr2O7)

Outros materiais utilizados:               Tripé Tela de Amianto Bico de bunsen 3 béqueres de 100 mL 1 béquer de 50 mL 1 funil Garras Suporte universal Luvas de Segurança 3 folhas de papel de filtro 1 bastão de vidro (bagueta) Imão gelo 30 mL de água (20 mL + 10 mL)

Separação de Misturas

Página 6

Resultados e discussão 1. Qual o resíduo que sobrou no papel de filtro após a primeira filtração? Areia, limalha de ferro e NaCl que não foi dissolvido na água. 2. Qual o resíduo que sobrou no papel de filtro após a segunda filtração? Dicromato de Potássio (K2Cr2O7) 3. Quais os componentes obtidos em cada etapa? 1ª Etapa: No 1º béquer após a colocação de 20 ml de água obtivemos mistura heterogênea composta por: Areia, limalha de ferro, cloreto de sódio (NaCl), Dicromato de Potássio (K2Cr2O7) e água. 2ª Etapa: 1ª filtragem: Resíduos encontrados no filtro: areia, limalha de ferro e NaCl. Composto no 2º béquer: 100% de Dicromato de Potássio (K2Cr2O7) dissolvido em água juntamente com uma parte do (NaCl). 3ª Etapa: Resfriamento do líquido do 2º béquer. Fazendo assim com que ocorra a precipitação do Dicromato de Potássio (K2Cr2O7). 4ª Etapa: Utilizamos um 2º filtro para filtrar esse líquido resfriado no 2º béquer. 5ª Etapa: Passamos após isso + 10 ml de água a 100oC nesse 2º filtro onde ficou contido o Dicromato de Potássio (K2Cr2O7). 6ª Etapa: Obtivemos então em um 3º béquer com uma leve porcentagem de Dicromato de Potássio (K2Cr2O7) dissolvido em água, juntamente com a porcentagem de NaCl diluído desde o 1º aquecimento da água em seu alcance da temperatura de 100oC. 7ª Etapa: Pesagem do béquer vagio = 34,2700 g Pesagem do béquer com o Dicromato de Potássio (K2Cr2O7) = 37,5455 g Logo obtivemos a massa do Dicromato de Potássio (K2Cr2O7) retido no do 2º filtro que foi de 3,2755 g 8ª Etapa: O 3º béquer foi levado ao fogo novamente, até que toda sua água foi evaporada juntamente com sua porcentagem de Dicromato de Potássio (K2Cr2O7), ficando assim apenas no 3º béquer o NaCl restante.

Separação de Misturas

Página 7

4. Houve perda de massa dos componentes? Discuta. Sim, já no primeiro béquer pudemos identificar a olho nu a presença dos resíduos (areia e limalha de ferro) já as demais substâncias envolvidas no processo como Dicromato de Potássio (K2Cr2O7), NaCl e água também identificamos perda de massa, pois fizemos a pesagem do resíduo de Dicromato de Potássio (K2Cr2O7), cuja massa encontrada foi de 3,2755 g sendo que inicialmente utilizamos 10 g de Dicromato de Potássio (K2Cr2O7), já o NaCl, constatamos que na primeira filtragem ele teve uma perda de massa de 60% pois apenas 40% de sua massa incial foi dissolvida em água, ou seja, apenas 2 g dissolvidos e por último a aguá mL, pois utilizamos 30 mL e não utilizamos nenhum recurso para a recuperação da mesma.

5. Qual a massa de K2Cr2O7 que ficará dissolvida nos 30 mL de solução (a 0oC), juntamente com o NaCl?
Solubilidade do NaCl e do K2Cr2O7 em água a 0 C é de: NaCl 36g/100g H2O e de K2Cr2O7 5g/100g H2O
o

Massa K2Cr2O7 5g = 100 mL x = 30 mL x = 1,5 g de K2Cr2O7 dissolvidos a 0oC

6. As frações obtidas são de substancias completamente puras? Discuta. Pelo que pudemos constatar as 2 únicas frações completamente puras são: a fração resultante da 2ª filtração cujo o resíduo encontrado foi apenas o Dicromato de Potássio (K2Cr2O7) e o término do experimento onde no béquer somente nos restou o NaCl, pois a água foi evaporada juntamente com uma porcentagem de (K2Cr2O7). Se estivéssemos trabalhando com o auxílio da estufa para a retirada da umidade do primeiro resíduo cremos que conseguiríamos também segregar a limalha de ferro da areia com o auxílio do imã em sua totalidade.

Separação de Misturas

Página 8

7. Discuta as vantagens e limitações de cada um dos métodos de separação utilizados. 1º Método: Separação das substâncias por filtragem (areia, limalha de ferro e NaCl não dissolvidos a 100 oC). Sem o auxílio de uma estufa para retirar a umidade desses resíduos fica quase impossível executar a retirada da limalha de ferro com o auxílio de um imã (imantação), já a separação da areia e do NaCl não é possível de fazer manualmente, teríamos que executar um processo de separação de mistura conhecido como peneiração ou flotação. 2º Método: Separação do Dicromato de Potássio (K2Cr2O7) por filtragem após precipitado em contato com o gelo, nesse processo concluímos que obtivemos sucesso é claro que após a pesagem constatamos uma perda de massa de 6,7245g. Essa pesagem foi feita com o Dicromato de Potássio (K2Cr2O7) úmido, pois não possuímos o auxílio de uma estufa para a retirada total da umidade. 3º método: Com a evaporação da água obtivemos somente o NaCl no béquer, quanto a água evaporada não utilizamos nenhum método para a captação dessa evaporação e posteriormente retornar essa água em estado gasoso para estado líquido conhecido como liquefação ou condensação.

Separação de Misturas

Página 9

Conclusão Concluímos que através de técnicas apropriadas para a separação de misturas, é possível atingir com êxito as separações das substancias. Em nosso trabalha fomos limitados por não possuirmos todas as ferramentas e equipamentos necessários para o exercício do nosso experimento, e mesmo com essa limitação conseguimos executar o nosso trabalho com bom entendimento e domínio das técnicas aqui tratadas e dos objetivos que nos foi delegado.

Separação de Misturas

Página 10

Referência Bibliográfica PLT - Práticas de Laboratório para Engenharias “Anexo – Como escrever um relatório” pgs: 179-187 PLT – Práticas de Laboratório para Engenharias pgs: 93-98

RA 1053015210 1061123641 1070143372 1072131850 1091130265

Alunos Nome Wellington Luis Conde William Chiari Pessini Paulo Roberto Ribeiro Pavanin Max Augusto Ribeiro Pereira Wilnei Angelo Muneratto

Separação de Misturas

Página 11

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->