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A PARBOLA DO SERVO IMPIEDOSO (Mt 18:23-35) 1) Pblico ouvinte: Os Discpulos - Mateus 18:1. 2) Sobre a interpretao da parbola.

Todo aquele que no perdoar de corao a seu irmo no ter de Deus o perdo e sofrer por ser impiedoso - Mateus 18:35. 3) Elementos no contexto imediato que ajudam na interpretao da parbola. 4) Objetivo da parbola. (ensino sobre o perdo) 5) particularidades da parbola para atingir esse objetivo. 6) Pontos de referncia na parbola. Mateus 18:1 Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discpulos, perguntando: Quem , porventura, o maior no reino dos cus? 23 Por isso, o reino dos cus semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. 24 E, passando a faz-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. 25 No tendo ele, porm, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possua e que a dvida fosse paga. 26 Ento, o servo, prostrando-se reverente, rogou: S paciente comigo, e tudo te pagarei. 27 E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dvida. 28 Saindo, porm, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denrios; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves. 29 Ento, o seu conservo, caindo-lhe aos ps, lhe implorava: S paciente comigo, e te pagarei. 30 Ele, entretanto, no quis; antes, indo-se, o lanou na priso, at que saldasse a dvida. 31 Vendo os seus companheiros o que se havia passado, entristeceram-se muito e foram relatar ao seu senhor tudo que acontecera. 32 Ento, o seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dvida toda porque me suplicaste; 33 no devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como tambm eu me compadeci de ti? 34 E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, at que lhe pagasse toda a dvida. 35 Assim tambm meu Pai celeste vos far, se do ntimo no perdoardes cada um a seu irmo.
Verso Atualizada