UNIVERSIDADE POTIGUAR CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ESTUDOS TOPOGRÁFICOS E CARTOGRAFIA TURMA: ECI 4VA

RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA

Natal, Dezembro de 2012

RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA

AXXXXX ALVES BXXXXXX ARAÚJO BXXXXX CARVALHO FXXXXXX CUNHA IXXX ROCHA KXXXXXX LUCENA PXXXX AMORIM

Relatório das aulas prática desenvolvida entre os meses de outubro e novembro de 2012 elaborado como parte integrante da avaliação da unidade II na disciplina de topografia, do quarto período do curso de Engenharia Civil, turma ECI 4VA.

PROFESSOR RESPONSÁVEL: ANDRÉIA GURGEL

......2 Trena .................................................................................... Referências Bibliográficas................... Anexos....................3 Mira...14 7..........................................7 2......6 2...............................6 Caderneta de Campo Topográfico..................................................................................................................... Considerações finais................................................................................................8 3......5 2................. Introdução.................................................................................................. Planilha de Campo Topográfico......... Resultados .................................................................5 2..................................................................12 6.......................9 4................................ Materiais ..............................................................1 Teodolito.................................................................................5 Tripé..........................................................................6 2...7 2...............................................4 2..................................................... (CROQUI)..................20 ................................................................................18 8................................................... Métodos Utilizados ....11 5..........................4 Baliza................19 9......SUMÁRIO: 1......................................................

03) Mira---------------------------------------------------------------------------------------6 (Fig.04) Baliza------------------------------------------------------------------------------------7 (Fig.05) Tripé utilizado como suporte para teodolitos-----------------------------7 (Fig.06) Caderneta de campo topográfica----------------------------------------------8 (Tabela 1) ----------------------------------------------------------------------------------------11 (Tabela 2) Continuação do levantamento---------------------------------------------13 (Tabela 3) Resultados -----------------------------------------------------------------------15 (Tabela 4) Cálculo do Rumo---------------------------------------------------------------16 . 02) Trena em fibra de vidro-----------------------------------------------------------6 (Fig.FIGURAS E TABELAS (Fig. 01) Linha americana da marca Leica----------------------------------------------5 (Fig.

Iremos adotar o zero vertical no nadir.1. Por sua vez a atividade prática teve como objetivo específico apreender a realizar medições indiretas de distância e radiamentos como também encontrar os ângulos azimutais. A disciplina tem como objetivos gerais capacitar os estudantes do curso de engenharia civil para a realização e compreensão de estudos. associados às miras verticais ou horizontais. os ângulos horizontais são denominados de azimute. médio e inferior) horizontais e um vertical. no período da tarde durante os meses de outubro e novembro do corrente ano e refeito no dia 23/11/2012. A seguir. projetos e levantamentos topográficos necessários para a execução de obras da construção civil. Os vértices e os lados da poligonal são utilizados para o levantamento dos detalhes (acidentes topográficos) que existem em suas imediações e que sejam de interesse. 4 . constituídos de três fios (superior. No primeiro caso. bem como da elaboração do mapa e cálculo da área de interesse. Os taqueômetros (normais ou estadimétricos) são teodolitos com luneta que possuem retículos estadimétricos. As atividades foram realizadas no Bosque das Mangueiras. O aparelho topográfico deve ter seu ângulo horizontal zerado preferencialmente no norte magnético. pontos do vértice dos terrenos no plano cartesiano. Com os fios de retículo. INTRODUÇÃO Levantamento topográfico por irradiação é um tipo de levantamento em que o aparelho (teodolito ou estação total) fica estacionado em um único ponto e de lá as irradiações (visadas) são feitas nos pontos de interesse (detalhes). O ângulo vertical pode ser zerado tanto no zênite (céu) como no nadir (horizonte). será exposto um exemplo de levantamento topográfico planialtimétrico por irradiação. destacando os passos necessários para a determinação das coordenadas dos detalhes levantados. no intuito de determinar suas coordenadas (X e Y). pode-se obter a distância horizontal e a diferença de nível entre dois pontos. porém nada impede que o zero horizontal tenha alguma outra orientação. data essa que nos rendeu valores precisos para a realização do trabalho.

referência 563851. Podemos classificar os teodolitos em duas categorias básicas: os de projeto americano e os de leituras ópticas. (Fig. pois é muito eficaz para o ensino.2. pode ser reparado com a substituição do tubo e posterior ajuste. Para a execução da atividade prática. 01)Linha americana da marca Leica 5 . assim. com precisão de 10’’. foi necessária a utilização de alguns equipamentos e instrumentos que serão descritos abaixo: • Teodolito. O teodolito utilizado foi o de linha americana (Fig. 01). tal como a rutura do tubo de bolha. qualquer acidente relativamente comum que ocorra. tornando mais acessível. porém pode também obter distâncias horizontais e verticais por taqueometria. Aparelho topográfico que se destina fundamentalmente a medir ângulos horizontais. MATERIAIS E MÉTODO PARTE 01 – MATERIAIS USADOS. aos iniciantes. a aprendizagem de seu manejo. Era da marca Leica modelo T100. Ele possui possibilidades de ajuste de todas as peças vulneráveis.

cm e mm.• Trena. utilizada na determinação de distâncias horizontais e verticais entre pontos. referência y1750cm com 50 m de comprimento e em fibra de vidro. Mira ou Estádia (Fig. alumínio ou PVC. graduada em m. (Fig. A trena de vidro é forte e flexível e não altera o comprimento apreciavelmente com mudanças de temperatura e comprimento. 03): é uma régua de madeira. 02)Trena em fibra de vidro • Mira. A trena utilizada foi da marca Lufkin (figura 02). dm.03) Mira 6 . (Fig.

com 2 m de altura. tornando-o visível de locais muito afastados.• Baliza. (Fig. pintadas. A baliza é um auxiliar indispensável para quaisquer trabalhos topográficos. os alinhamentos de pontos e serve ainda para destacar um ponto sobre o terreno. Acessório utilizado para apoio do Teodolito e regulagem grosseira do mesmo. de seção octogonal. para facilitar sua fixação no terreno.05) Tripé utilizado como suporte para teodolitos. (Fig. em duas cores contrastantes (vermelho e branco) e tendo na extremidade inferior um ponteiro de ferro. O Tripé (figura 05) utilizado na prática era composto de metal e com cores em alumínio e laranja. 04) são peças. Balizas (Fig. pois possibilita a medida de distâncias. 7 .04) Baliza • Tripé. geralmente de madeira. a cada 50 cm.

O modelo utilizado foi idêntico ao da (figura 05). régua.06) Caderneta de campo topográfica 8 .• Caderneta de Campo Topográfica: É um documento onde são registrados todos os elementos levantados no campo (leituras de distâncias.). (Fig. ângulos. etc. croquis dos pontos.

Com o teodolito estacionado e nivelado no ponto de estação “E” e com o ângulo horizontal zerado no ponto “A”. Inicialmente medimos a altura do instrumento e anotamos na Planilha de Campo Topográfica. terminado o ajuste com os pés pressionou as bases do Tripé no solo fixando-as. a trava do movimento da luneta. MÉTODO UTILIZADO Na aula prática. nivelando conforme ia ajustando as pernas do Tripé. O trabalho constatou de levantar todos os pontos possíveis de visualização dentro e nos limites da poligonal (E. travamos o movimento horizontal e zeramos o aparelho. B. A instalação foi feita medindo a base do Tripé com o maxilar inferior. ajustamos com a abertura das pernas do Tripé. Quando posicionado o prumo no ponto. o aperto deve ser pequeno para que o Teodolito possa deslizar sobre a mesa. visualizamos a baliza que foi colocada no ponto “A”. tentando deixar o mais nivelado possível de forma horizontal através de regulagens em suas pernas e visualizando a base do Tripé com o Ponto demarcado. da poligonal (A. direcionamos para a Baliza e observamos através da alça de mira. Foram 9 . para poder encontrar a Baliza e posteriormente utilizar a luneta para visualizar. Após medição. B. Após o Teodolito estar nivelado. Este trabalho foi executado no ponto estação “1”. que é um nivelamento mais fino utilizando os parafusos calantes. Primeiro Processo: Instalação e nivelamento do teodolito. iniciou -se o trabalho de radiamento. Sempre deixando os níveis nos locais indicados. Iniciamos a atividade com a instalação do Tripé no ponto – estação E já demarcado no local. Zerando o ângulo horizontal: Com o teodolito estacionado e nivelado no ponto de estação “E”.3. C). primeiramente fizemos à instalação e nivelamento do Teodolito em seguida o trabalho foi realizado para o Radiamento. o ajuste fino do movimento horizontal e o ajuste fino do movimento da luneta para ajustar o foco dos retículos e da imagem. com intuito de centralizá-lo e poder visualizar o Ponto através da mira. Iniciamos o nivelamento tubular. usando a trava do movimento horizontal. iniciamos o nivelamento observando o nível esférico. C e D) como procedimento inicial para o Radiamento. Na sequencia. A. A etapa posterior foi a instalação do Teodolito na base do Tripé prendendo-o através de parafuso.

no dia 23 de novembro de 2012. Os dados levantados foram anotados na Planilha de Campo Topográfica. a partir do ponto estação “E”: A. A1. B. A3.visualizados os seguintes pontos. A. porém não foram utilizados neste trabalho por erros na anotação na planilha. feitas com os retículos médio. C. B. Nesse momento o equipamento foi novamente zerado no ângulo horizontal e com o retículo médio apontado a um metro da régua se zerou o ângulo vertical. C) . encontramos com a ajuda de uma bússola o Norte Magnético onde foi zerado o ângulo horizontal no equipamento e então movendo a luneta no sentido horário até o encontro da régua no ponto A da poligonal foi anotado o ângulo azimute magnético. Na sequencia do levantamento taqueométrico. A2. A4. optamos refazer todo o levantamento por Irradiação. e das leituras. A1. O trabalho constou da medição dos ângulos horizontais e ângulos verticais. estacionando na estação E da poligonal ( E. B. Foram coletados os pontos A. para a mira. A2 e anotados na Planilha de Campo de Topografia: 10 . C. das 15:30 horas as 16:30 horas. superior e inferior da luneta do teodolito.

55 C ‘ “ ⁰ E 1. Ang.9920 1.0509 5.4239 1. Estação Inst.7023 49.9547 Ponto da poligonal C Árvore 2 proximo a poligonal C Ponto da poligonal E Tabela 1 11 .8 0.55 A1 ‘ E “ 50 “ 10 FI 0.8963 FI 0.55 A ‘ E 59 ‘ 46 FM 1 -0.6 0.745 FS FM FI FS FM FI 1.8463 50.2 1 0.4.8948 39. PLANILHA DE CAMPO DE TOPOGRAFIA – LEVANTAMENTO TAQUEOMÉTRICO Alt.55 E ‘ “ 25 10 177 44 40 175 50 40 0 ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ 31 50 87 25 0 88 4 20 0 FM FI 1 0. P.55 B ‘ “ ⁰ E 1. Ang.01 48 ‘ 37 FM 1 0.4 0.9391 “ 0 “ 40 FI 0.03 1. Horiz.97 ⁰ 131 ⁰ 93 FS 1.75 2.99 ⁰ 173 ⁰ 87 FS 1.255 FM 1 2.55 A2 ‘ “ ⁰ E 1.9071 Observação (Atributo do Ponto) Ponto da poligonal A Árvore 1 Ponto da poligonal B FS 1.25 E 1.2 0 0 1.V. Vert. Mira DN DH (Azimute) (Zenital) (m) 88 ⁰ ⁰ 95 FS 1.

L2. no dia 06 de dezembro de 2012. foi instalado o teodolito numa nova estação que chamamos de E2 localizada sobre o ponto A. K1. as 9:00 horas. K3 e K4. Extrato da Planilha de Campo – Croqui Dando continuidade ao levantamento de dados. Em seguida encontramos.5. Fez-se necessário reinstalar o teodolito na mesma estação “E2” para poder coletar os dados dos pontos L1. K2. o Norte Magnético onde foi zerado o ângulo horizontal no equipamento e então movendo a luneta no sentido horário até o encontro da régua no ponto K-1 da poligonal obtendo o valor do ângulo azimute magnético. com a ajuda de uma bússola. Anotados na Planilha de Campo de Topografia: 12 . O equipamento foi novamente zerado no ângulo horizontal e com o retículo médio apontado a um metro da régua coletamos os ângulos horizontal e vertical nos pontos K0.

0525 59.465 L1 0. (Z) ⁰ 101 ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ 43 40 93 37 50 87 20 0 87 33 0 87 26 40 87 17 40 93 0 0 92 57 40 FS Mira 1. Ponto B A 1.02 1 0.8897 A 1.465 L2 0.04 1 0.03 1 0.49 K4 3.255 1 0.0919 1.99 1.8904 A 1.3 1 0.3 1 0.7 1.49 K2 3.7 1.9786 Tabela 2 .8663 A 1. Ponto C Calçada prox. Ponto A Muro Prox.7 1. Ponto C Calçada Prox.49 K1 2.1626 59.8602 50.9839 A 1.1514 5.49 K3 3. Ponto A Calçada prox. (Aze) 51 30 40 51 30 40 233 32 0 238 32 0 290 2 40 341 33 20 0 0 0 15 36 40 Ang. Ponto E A 1.Continuação do levantamento 13 . V. Vert.9836 A 1.9173 A 1.0522 7.2372 3. ⁰ Ang.01 1 0.Est açã I (m) o P.96 DN DH Observação (Atributo do Ponto) Calçada prox. Ponto B Muro prox.8807 Muro Prox.49 K-1 ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ ⁰ ‘ “ FM FI FS FM FI FS FM FI FS FM FI FS FM FI FS FM FI FS FM FI FS FM FI 0. Hor.49 K0 0.3190 59.3 1 0. Ponto E Muro prox.98 1.745 1.97 1.

d = ÂNGULO DEFLEXÃO À DIREITA .FM . forneceram os seguintes resultados: 14 .FI = LEITURA DO FIO INFERIOR NA MIRA .Z = ÂNGULO ZENITAL .Av = ÂNGULO VERTICAL . = ALTURA DO TEODOLITO .FS = LEITURA DO FIO SUPERIOR NA MIRA .ALT.Xp(m) = DHp * SEN Azp .d (extraído do AutoCAD) .DN = (DH/Tg(Z)) + I . conforme os extraídos da Planilha de Campo realizaram os cálculos aplicando as seguintes fórmulas adaptadas em uma planilha do programa Excel: . = PONTO VISADO .6.V.DH = DISTÂNCIA HORIZONTAL . RESULTADOS Com os dados do levantamento.P.Azep = Def.Yp(m) = DHp* COS Azp Onde: .YP(M) = ABSISSA -Zp (M) = VALOR DA DIFERENÇA DE NÍVEL As aplicações dessas fórmulas no programa Excel.DH = 100*(FS-FI)*SEN²(Z) .XP(M) = COORDENADA DO PONTO .I = ALTURA INSTRUMENTO.Aze = AZIMUTE . INST.dp + Aze(p-1) .Def.FM = LEITURA DO FIO MÉDIO NA MIRA . .Def.DN = DIFERENÇA DE NÍVEL .FS – FM = FM – FI .

pois não usamos o ângulo de deflexão ou ângulo externo.98333 88.8963 1.9797 -5.1514 0.9407 24.5007 3.98333 88. Y e Z de cada detalhe levantado.0444 341.5111 E A A1 B A2 C K-1 K0 K1 K2 K3 K4 L1 L2 Ang.6817 -1. Foi estabelecido que no ponto de instalação do teodolito o valor das coordenadas são X=0.6882 1. Horiz (Aze°) 88.98333 51.5111 51.9840 49. Os ângulos horizontais dos pontos L1 e L2 não tiveram como ser mensurados devido a falhas na leitura dos ângulos no momento do levantamento de campo como se pode ver na tabela.6785 0.6655 -0.1784 -18.0831 -1.0. num levantamento por irradiação.0509 0.5111 51.0). Para o cálculo das coordenadas dos pontos.9786 0 5.5111 51.4194 177.0525 3.9547 50.98333 88. Y=0 e Z=0 (0.0919 0. Como se pode ver.Resultados As coordenadas do levantamento dizem respeito aos valores de X.9340 1.3190 0.5111 51. justificado pelo tipo de levantamento que foi 15 . não existe um erro de fechamento angular do azimute final que difere do azimute inicial.5111 51.4239 2.8444 51.2372 2.98333 88.9071 39.5111 51.5111 51.9835 7.8896 59.5712 -3.7023 2. Os Azimutes são iguais aos Ângulos Horizontais mais o Azimute Magnético encontrado no dia/mês/ano do levantamento. usamos as seguintes expressões: X = DH* sen(Azimute) Y = DH* cos(Azimute) Z = DN.9839 50.9833 88.1183 -40.2544 59.9391 3.5725 3.7444 175.3243 26.8663 5.5555 0 0 DH(m) XP(m) YP(m) ZP(m) 0 5.4039 -17.8138 173.9173 3.8602 3.9382 2.1626 3.5111 51.1053 -1.9255 -51.5111 233.5333 290.9408 0 0 0 0.9678 0 0 0 -0.0522 Tabela 3 . variando as coordenadas dos detalhes em função de sua distância em relação do teodolito.9693 5.98333 88.5333 238.9833 131.8463 1.PONTO Az Magnético 88.8903 1.8948 0.7194 1.

2556 4.5806 2. (NW) RUMO 88.9833 88.4194 177. se dá conforme o quadrante em que se encontra esse ângulo. A distância horizontal diz respeito ao comprimento horizontal.5333 290.5111 53. (NE) R=Az. (SE) R=180º-Az. que já fornece o valor do azimute de cada segmento.4445 Tabela 4 – Cálculo do Rumo 16 . em metros. (NE) R=180º-Az. (NW) R=360º-Az.5111 51. 3º 4º 4º EQUAÇÂO R=Az. os valores para o cálculo do Xp e Yp não condizem com a verdade.9833 48. devido a uma mudança de estação.1862 6.9556 18. entre o teodolito e os detalhes levantados. (NE) R=Az.9833 88. não deixando margem para o erro angular nem linear.7444 175.5333 58.5555 0 0 QUADRANTE 1º 1º 2º 2º 2º 2º 1º 1º 3º.adotado.8138 173.0444 341.5111 51.5333 69.8444 51.5111 233. Seu cálculo se dá pela seguinte expressão: DH = 100*(FS-FI)*SEN²(Z) A determinação do Rumo de cada azimute. conforme a tabela 3 PONTO E A A1 B A2 C K-1 K0 K1 K2 K3 K4 L1 L2 AZIMUTE (°) 88. Entretanto. (SE) R=Az. (SE) R=180º-Az.5333 238.1556 51.9833 131. (SE) R=180º-Az. (NE) R=Az–180º (SW) R=Az–180º (SW) R=360º-Az. por ser um tipo de orientação em que os azimutes são direcionados para o eixo cardeal N-S.

17 . Como determinamos uma área da poligonal e encontramos erros de medições nos pontos fora dela optamos por demonstrar o procedimento de cálculo apenas da poligonal (ABCE). ocorrendo conforme expressão abaixo e anexada no final desse relatório: 2S = ∑(Yi+1 + Yi) * (Xi+1 – Xi) Os desenhos desse levantamento serão realizado no programa DataGeosis e anexado a este por duplas.Mais uma vez é possível verificar a impossibilidade de se calcular os valores para L1 e L2 pela falta de ângulo Azimutal. O cálculo da área levantada se dá com os valores das coordenadas horizontais de cada ponto do perímetro da área de interesse.

alcançamos plenamente o objetivo específico proposto que era de aprender a realizar as medições indiretas de distância e radiamento.7. ou seja. Concluímos que. Contudo com a realização desse trabalho. A observação meticulosa desses aspectos possibilitou um trabalho de campo preciso e confiável para um levantamento topográfico. Outra observação importantíssima se dá na verificação da operação das medidas de ângulos (horizontais). durante a aula prática de campo. evitando assim os erros de leitura como é o caso da falta de verticalização. aprendemos a fazer a instalação do teodolito sobre um ponto topográfico. as medições de forma direta entre dois pontos e a realização de medidas de ângulos pelo método de poligonais. o mais junto do ponto. que foi escolhido pelo grupo e orientado pela professora como melhor opção para recuperar o tempo por não conseguirmos colher os dados do levantamento por caminhamento de poligonal fechada. 18 . tendo que coincidir o eixo vertical com ponto topográfico e a nivelação precisa do aparelho. Como aprendizado dessa prática pode-se verificar que: a coisa mais importante a se fazer é a instalação do aparelho. CONSIDERAÇÕES FINAIS Durante as aulas anteriores. pois a pontaria tem que ser realizada com a maior exatidão possível. pudemos realizar também um levantamento mais rápido como o por Irradiação mas.

br/content/ABAAAAwB4AK/apostila-topografia-i>. Fernanda. 30-48. Distância Horizontal.com. Acesso em: 19 nov. 2012.pdf> Acessado em: 11 dez. MCCORMAC. CARDOSO. 2007. Rio de Janeiro: Ltc. Jack. Jack. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BETTIN. 19 . Prática de Campo e de Cálculo.wikipedia. Disponível em: <http://www. Disponível em: <files.ebah.org/wiki/Topografia>. INSTRUMENTOS de Medição Disponível <http://pt. Levantamento Topográfico Planialtimétrico. 2012. Acesso em: 20 nov. In: em: MCCORMAC.net/gabrielggcardoso/pratica_de_topografia.8. Gabriel G. p. 2012. G. Medição de Distâncias.Topografia.comunidades.

ANEXOS: CÁLCULO DA DIFERENÇA DE NÍVEL: CÁLCULO DA DISTÂNCIA HORIZONTAL: 20 .9.

CÁLCULO DA ÁREA 21 .

TERRENO (POLIGONAL) 22 .

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