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apostila pedagogia

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M EE

S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI

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NP SI

M EE P N SI M EE P N SI

SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI

N SI M EE P N SI

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E PE N SI

N SI M EE P N SI M EE P N SI

E NP I S

EM M EE P N SI

M EE P N SI

ÍNDICE
M EE P N SI M EE P N SI

E NP I S

M M EE M EE E P P M M E N M N EE EE EM SI SI M EM NP EE P P E I E M E P P S N N E PE IN SI SI NP IN PE I S N M S EM I S N E E I S .................... - ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: ORIENTAÇÕES PARA A INCLUSÃO DA CRIANÇA DE SEIS ANOS DE IDADE 4 M E P S E E M IN NP NP EM EM P I M I E S M E E S E S N E PE EM SI PE...................................................................................................................................................... NP NP EM - ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA 28 PE I N E E I N S SI P N I P S I EM M M S N S E N E I I P M EE E S S E P P N M M E ESCOLAR DE M ALUNOS CEGOS 29 N N - INCLUSÃO P SI M EE EE E BAIXA VISÃO .................................................................................................................. SI SI N E E P P I M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M 34 - O FRACASSO ESCOLAR E COR/RAÇA ................................................ S N SI DE MENINOS E MENINAS: EM PE IN ARTICULAÇÕES ENTRE GÊNERO IN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP DA APRENDIZAGEM NA INTELECTUAL (RAADI) .................................. 39 PE ÁREA DA DEFICIÊNCIA M EMSOBRE AVALIAÇÃO M EE NP SI- REFERENCIAL M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M E PE IN IN O DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIA SI NP LEITORA INP M - REFERENCIAL E I S DE EXPECTATIVAS PARA M S N E P S M S SI EE II DO ENSINO FUNDAMENTAL PE IN M EE P EM ESCRITORA NO CICLO ..................................................................................................................... 45 S E P IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N- ORIENTAÇÕES S N P N E I P I N DE JOVENS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEMIN PARA A EDUCAÇÃO 64 M CURRICULARES: S S (EJA) ..........IN SI P PE E ADULTOS SI M S EE S N E IN P I M E S S E N M M M SI NP - REFERENCIAL SOBRE DA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM NECESSIDADES EM PE M EE M EE AVALIAÇÃO EE SI N E P P P I PE M EE E EDUCACIONAIS ESPECIAIS ................................................................................................................................................................... 71 EEM S N N N E P M P I I I E E S S S N N P P I E I M S S IN IN M EE NP - ORIENTAÇÕES S S E I M P CURRICULARES: PROPOSIÇÃO DE EXPECTATIVASEDE S E APRENDIZAGEM SI EM EM PE IN M E E S P M N E P P BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) LÍNGUA ........................................................................................................................................... 77 M N SI EE PE IN IN EM EM SI EE P EM S S N E E P E I N M P P I P S N E S DE APRENDIZAGEM N M SI A EDUCAÇÃO - ORIENTAÇÕES PARA ÉTNICO-RACIAL ................................. 79SIN EM EXPECTATIVAS PE CURRICULARES: SI E M M E E N E E P I M P E E S N P M N EE M SI ALFABETIZAÇÃO NP - ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS: EM P SI IN EE E E LETRAMENTO – EJA E MOVA .................................................................................. EM S EE 85 SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N FORÇA AO PE -SITODA ANO - CONTEMPLANDO AS ESPECIFICIDADES 90 SIN M SURDOS ............................................. EE DOS ALUNOS NP PRIMEIRO E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM PE PE PE DIDÁTICAS LER E ESCREVER: IN M - CADERNO DE ORIENTAÇÕES E S NP N EM93 N TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO ........................................................... E N M P I I I I M E E E S S S S E N P PE SI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M M S SI PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M N S M N N NP SI EE PE SI SI N EE EM P SI N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N P P M I E N M E M - ENSINAR: AGIR NA URGÊNCIA, DECIDIR NA INCERTEZA (CAP. 5) PERRENOUD, Phillippe ............................................................ 96 I E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E Gather ......................................................................................................... E - INOVAR NO INTERIOR EDA Mônica 98 M ESCOLA - ITHURLER, SI EM NP PE PE M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N - FORMANDO PROFESSORES PROFISSIONAIS: QUAIS ESTRATÉGIAS? QUAIS COMPETÊNCIAS? P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E SPERRENOUD, E Évelyne...................................................................... Philippe; PAQUAY, Marguerite 106IN S S e CHARLIER, E P Léopold;EALTET, PE S EM EM P IN M E E N S E I M P P IN M E S M S N E N P EE I .............................................. E - PROFESSOR REFLEXIVO NO BRASIL: GÊNESE E CRÍTICA DE UM CONCEITO - PIMENTA, Selma G. 108 E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N - AVALIAÇÃO DESMISTIFICADA - HADJI, Charles. ............................................................................................................................... 110 M SI EE IN SI EM NP P S I E M E S N E P M I PE E E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

PUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS

M EE P N SI

M EE P N SI

GESTÃO ESCOLAR

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E N SI PE M N EM E M I E E E S EM P P E M E P N N E P I M N S SI N PE M EE M SI EM SI E N E E I E M E - AVALIAR: RESPEITAR PRIMEIRO, EDUCAR DEPOIS HOFFMANN, Jussara .................................................................................... 119EEM P S E P P M M N E M N I N E E I P S E E S NP SI EE EM N I P P I M P E S S N N EXTERNAS PODEM AUXILIAR O TRABALHO PEDAGÓGICO E - OLIVEIRA, P N - AVALIAÇÕES DA ESCOLA? ........................... 128 SI RomualdoIN SI PE SI EM M M S E N E E P M E SI EM PE M M IN EE E NP E -EPSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO VIRTUAL COLL, César e MONEREO, Carles ...................................................................................... 129 EEM EM S N P I P M I E S N E S N P P I P M I E S N S P IN M IN EE S SI - CIBERCULTURA E N S P I M M - LÉVY, 139 S PE IN M Pierre ........................................................................................................................................................... EE EM EE S N M E E P P I M M M E S N N E PE EE NP EE PE Inês de Matos SI SI EM COELHO, Maria P P PE INFORMAÇÃO HUMANA: - A EDUCAÇÃO ESA TENSÕES E DESAFIOS NA CONTEMPORANEIDADE? ... 144 SI M N E N N E M P SI SI SI PE EE IN M P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M E M E E N E E SI SABERES - FREIRE, Paulo I................................................ 149 NP - PEDAGOGIA EM NP DA AUTONOMIA: PE À PRÁTICA EEDUCATIVA NP PE M M NECESSÁRIOS SI EM N E E SI S N P I M I E E E S S P P P IN M EE S N E N N P I I I M M E - ENSINAR A LER, S ENSINAR A COMPREENDER - COLOMER, Teresa; CAMPS, Anna ......................................................................... 157 IN S S M E EE S NP M EM EE P I M E E P S N E E M P I M M N- LER E ESCREVER E E P S I E E O REAL,SO P NECESSÁRIO E NA ESCOLA: O 160 INPOSSÍVEL E S N - LERNER, Délia ............................................................... EM PE PE IN SI M N E NP S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S 163 EM - APRENDIZAGEM ESCOLAR E CONSTRUÇÃO DOMCONHECIMENTOM COLL, César IN EE NP ............................................................................ M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M Marta Kohl E COMO SUJEITOS DE - OLIVEIRA, 164 S E APRENDIZAGEM M N SICONHECIMENTO N ...................................... N SI - JOVENS ESIADULTOS EE SI SI EE NP P I P M S N E EAVALIAÇÃO: IN MLÓGICAS - FREITAS, M SI de ............................................................... EM EM - CICLOS, S E P SERIAÇÃO E CONFRONTO DE Luiz Carlos M M E E E EE N E E EM 165 P P I P P M E E E S N E N N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN Fani; LEHENBAUER, I E E S N S -SISABERES E M SINGULARIDADES NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SCHEIBEL, Maria Silvana ............ 168 P P SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N P EE M SI EM SI IN PE EM P IN E E M S M E N S P P IN Isabel .............................................................................. PE ESCOLA REFLEXIVA EE - PROFESSORES REFLEXIVOS EM UMA - ALARCÃO, 175 EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E PE N SI M EE P N SI

NP SI

SI

EE P N SI

CURRÍCULOS E PROGRAMAS

EDUCAÇÃO E SOCIEDADE

3

de forma criteriosa. assim como S E E P M SI EM estamos PE PE IN precisam McerE M as deM EE de idade. N tosSindispensáveis a prática para o ensino essaIN etapa da educaM N E I E I N E M S E P S S N SI possui objetivos com próprios. os quais EE ção básica PE IN iniciais do ensino fundamental. existem muitas EM EM E P EM S S N E E P E I crianças em seus aspectos físico. S É EM de idade IN PE da criança de seis anos não a inclusão . escola com M E E E S N E I E apresentam-se NP NP EM NP EM do ensino NP de oito Neste S documento. Sentre as quais lectual.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI PUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M EE P N SI E NP I S EM E NP SI SI M EE M EE E E P P M M M E E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M da Brasília: de desenvolvimento N SI Ministério da Educação EM PE IN (MEC) também.Sàs necessidades IN M EE SI S N S E P M PE I M Secretaria de Educação Básica. sem a aprendizagem destacamos: Qual O P M é o currículo? N M EE restringir M M NP currículo para essaSIfaixa etária E P SI IN de seis anos EE será o mesmo E E das crianças de idade à exclusividade do S EE SI P N P I E M M P N P do ensino IN da alfabetização no S M M para essa EE ano da Epré-escola? IN funda.IN SI EE E idade.EM P M E S lho. mas sete a dez P anos de uma S E N N E P M M E SI SI tomamos N PE IN de assegurar EE EEa decisão S ética a EM proposta curricular a suas característiEE tos de que SI que atenda N P NP P I P M E N potencialidades e necessidades S N E N I M I I todas as crianças brasileiras de seis anos de idade cas. mos uma proposta coerente IN e a aprendizagem com EM manência M SI PE EE pedagógica IN com as S E E P S N M P E infância e que atenda. psicológico. específicas. mas sim ampliando as possi. debates e a reorganização ca requer orientações pedagógicas que N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M das propostasIN pedagógicas das secretarias de eduas crianças como sujeitos da aprendizagem. S S IN EE NP S Sde EM M P M M E SI cação e dos projetos pedagógicos das escolas. as crianças de seis anos. E E S N E E M SI para nove NP PE do ensino fundamental M EM M EEA ampliação NP SI M N E I E M P I Euma possibilidade EE S E de anos Sno en. 2007 adolescência. intetemas de ensino sobre o currículo para as classes N M P P I P S N E N N M SI social e EM de idade. P N P P I E M P N P primeiro PE IN INnove anos: orientaçõesSpara nesse N ano ou nesses dois primeiros anos de M EE I SI Ensino fundamental N S S P N I E P S I S deverá se reduzirINa essas aprendizagens. SI NP EM de. Não E se conteúdos de duas EM mais do que NP I direito a uma M P P I M E S M S N E N garantir acesso.Mgica nos anos P S I N E I M S anos deM N P cuidado EE especial atenção às crianças S a partir E de seis vem ser alcançados do do M respeito. trata-se de construirP EE I dever de N E E P S M S E P E M P N SI qualidade. oportunidades Este EM desses SI documento EE conteúdos. suas necessidades curriculares. No ensino P SIum tempoINsingular SI N EM IN abrangem I M M E S S não a diversidade da nossa escola em fundamental. tem o assegurar a peretapas I da educação básica. M E S E S S E NP P E I M M E P S E N E trata deSIcompilar oN educaçãoEpública que. M EE E S respeitem N estudos. EM que reflexões para a M EE M precisoPE EEimplementação SI NP que polítiE P P I PE Mentendimentos. norteia M E S S E N M com base em M E SI NP de uma EM haja. visando os objetivos do das crianças PE de seis anos SI E M SI M E E N E E P I M P E E S o que trabalhar? N ensino fundamental.PEE SIO conteúdo primeiro ano último N S I E S P M M S N PE compilação dos conteúdos PE M mental anos. que as reflexões e e Pda de crianças que se encontram em I E educação N M EE M I E S N E N E P S I E I E E N S bastam. Neste início do processo de ampliação do enE SI E E P E IN M E E S P M N E P P das sino N SI perguntas EE dos sis-SIN modo que EMassegurem PE IN o pleno desenvolvimento Ifundamental. S P apresentadas neste P N lidades documento não da primeira infância. cognitivo. especificidades N da segunda SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N SI ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: EM M E EM PARA A INCLUSÃO M EE EM E NP ORIENTAÇÕES DA P I E M P EE EM S P N E P I N E E I M N S P N S SI N SI IDADE EE NP I CRIANÇA DE SEIS ANOS DE I P M S S E N M M M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI 4 . EE EE o ensinoEM EE apropriar No entanto. aPpartir da reflexão e do estudo infantil não tem preparar crianças SI EE IN EM como propósito EE P M S N E PE P I E para subsidiar M pedagóP fundamental.anos P E N E P significa de qualificação do O objetivo de ampliar o número P E I N M P S E PE IN leIN SI NP M sino obrigatório E N I S M S N I ensino e da aprendizagem da alfabetização e do é assegurar a todas as crianças um E P S E M S SI PE IN tempo para se M tramento. pois a criança terá mais EE maiores PE de convívio escolar P tempo mais longo com S E M IN N M M M N PE SI de aprendizagem. M P M EpossibiP E E S N P P M Sabemos. algumas fundamental anos? M P I I I I M E E E S S S S N P EE PE SI NP EM orientações pedagógicas e possibilidades de necessário destacar que a educação PFaz-se IN trabaM E N S SI N E I M de alguns aspec.SIN criança seráN uma da préEE de nove E SI N P I I M S os da primeira S do primeiro EM E ano bilidades EM série ou PE IN de aprendizagem. também.

EE EEsua singularidade. SI EM NP e cultuP IN P P SI I EE E E N S E P N E N I P P A cultura infantil é. cência ou juventude. ral: a dependência da criança em relação ao adulto.que deixaram M Vivemos EE IN M M S S E P S E E M socialização de crianças e adultos. assim. M NP P I P S em que deixar se tornará (adulto. EE SI NP a infância EM e de dependência as. I que guas e seus costumes. com Se M EE E IN S N E N P E I I S E P foguete. M a noção de S infância surgiu SI EM E P M E P E N N P EE de vista. do como categoria social e como E categoEM NPde sua inserção no inteSI P I M M S E P M EE EM rior dessas classes. N P I I M E E S S N P P EE novas relações e combinações. IN M M crianças e E S S M E P P de cultura. refazendo a partir de resíduos ou sobras (BenEM anos 1970. M EM E P M E E P N momento da maturidade e. caminhão. atuam sobre os objeto e os Ilibrincadeiras. mento teórico complexo sobre a infância e de ter E M E E N E E P I P P M E S (o que não N E N PE criança deixar de populações IN de ser inf-ans SI muita dificuldade EM NP infan. a infância de maneira histórica. As cial da criança na sua comunidade. a opressão S E na nossa N NP se estende. assim. SI ppe Ariès EE SI SI a ser alguém EE A criança SIpublicou. urbano-industrial. ao contrário.S por outro. mas que M SI E EM sando E P M M E E E de ser criança).SIN PE EE SI N N I P I N M M S M S N N E SI que o homem tem infância. P IN E E M S M E N S P uma história humana porE P goria da história: existe medida em que mudavam a inserção e oPE papel so. valores. sabemosSque as visões I E S S N S P P a brincadeira entendida como experiência fância sãoEM construídas social e historicamente. creche e na escola e para implemenE M P Ntrabalho na PE SI E EM PE EE IN SI tar o currículo. conseqüências no controle e naM dominação de gruS SI M IN NP navio. na M SI EM SI com a sociedade IN PE EM A infância. nhecimento. Reconhecemos o que é específico de infância na socieEE N da noção E E o surgimento EM P P I P P M E E E S E N N P de imaginação. bem como IN crianças. P P IN M da infância: seu poder aN fantasia. Iportanto. é preciso consideria daPE história humana. S N P P I P I E S N N S N EEadulto.PE Pode a EM lidar com EM SI S N I M I Elado. M M IN SI S N E E S I M As crianças produzem cultura e são produzidas na natural. a escravidão Mda história M E E N S E I M E P M E M negras. E éE SI suas línSI P en. M conhecer o mundo. até EEções EE de expressiva EE e a pobreza M P SI NP sociedade. N E E jogando para trás a curta etapa da primeira infânI P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I históricos. 1987b). do nascimento SI P NP E I P I M N E S dez anos M N I S parte da população. Refletir sobre esses paradoxos e I M EE S N E N N P I I I M M S hoje.políticos: E a infânciaN IN M P S EM E das populatendida como período de cada um. E I M E M S E S E E Aprendemos. histórias. é condição S E infantiliza jovens e empurra paraS frente o SIN sobre para planejar o PE EEadultos e IN EM a infância. elas tais e ajudaram a compreender o significado ideoló. característicos SI SI por um lado. em do coM EE vários campos NP M E S E PE P M E E M S M E P N historiador E E PEfrancês Philiem que estão inseridas. Uma cadeira de cabeça para baixo e ideológicas. NP lhes é P S as práticas N M I I I M S S S As de descobrir e EEM culturais entre e com adultos. E E S N fala) e adquirir S P P P voz num contexto que. Construindo As contribuições doM sociólogo francês Bernard N EE SIcom pedaNP EM E SI EM PE P M E E E SICharlot. revelamEa M EE P IN crianças Stem SI NP IN razões Psociais M P I dade de criar.SINé. IN os estudos NP IN E I M S S N P S E idéia de N infância moderna foi universalizada com M SI EM I PE base em Mrefletir sobre EE M E S E E P um padrão de crianças das classes médiO objetivo deste texto é a infância N P M M M E M N SI PE IN é entendida.S SI N EM EM estabelecem SI na brincadeira. gico M da criança M e o valor social atribuído SI EM à infânIN INAs crianças viram M E E E S S M NP E E P as coisas possibilicia: adultos M de poder E P a distribuição PE desigual EM Nentre EE pelo avesso e. pois. também foram fundamenN E P P P I IN E E S N N S N P P I EE jamin. é catecapitalista. englobando aspectos que SIN N M E E P I M M M E E P S N E EE rar a diversidade de sociais. No entanto. trem. pessoas detentoinserção concreta das seus papéis variM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E que Eproduzem cultura e são am com as formas da sociedade. culturais e SIN afetam EE PE IN chamado de adolesSI também NPo que temos EM aspectos P P PE I S M N E N S N no Brasil. SI EM PE P M E M N E isso é o que as caracteriza. EE da criança M anali. M E E E E S S M E N E M de Isua baseada PE SI de uma NP obrigação Ebertam EE Na ação inNP significados. A M ras de direitos. ponto mais que estágio. cresceu o esforço pelo E S S N P E I M S EM M cadas. no dia bre a história social N M e da família. EE SI EE crianças Pbrincam. E social e não E diz o sociólogo. NP EM EM M P IN atividades. em sua tentativa EE criançasEM S P E músicas. Desde queSIo EE M P E E N E N P I P P N M se resume E S soM N SI seu estudo N N não que não nos anos 1970. SI IN A criação. é fato S M EE EM (em seu NP NP EM E P NP I cultura em que se inserem que Também a antropologia favorece conhecer a I M espaço) Ee M I E M E E S S E N E S P P P M E SI infantis. I P S SI idéia de infância não existiu da mesma N P I S M M S IN N EE EM do seuPEE entendê-las e também ver o mundo a partir maneira. por um tis e juvenis. nos ços. que é possípos. E a busca PE de ser úteis. a SIN dade inEM SI sobre aEE PE IN IN moderna. S S N se torna barco.M os adultiza. M P N SI nela SI de organização NP P de ver as EE IN Esse modo SI sempre e NP crianças favorece EE produzidas. S N SI produção SI PE IN e criação.M M EE E P M N PE M na história EE M EM e na sociologia E – as teorias deSIVygotsky M A infância e sua singularidade N E E I E M E P E S E P E eS Wallon e seu debate com revelam esse M N IN NP EM Piaget – M PE EM I P I E E E S N S E E N Sônia Kramer avanço e revolucionam P P SI A SI EM PE da infância. com as crianças. M a partir de critérios de idade e Nele. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P de possuir M marcas diferenciadas no processo de IN o paradoxo SI IN um conheci. As idéias de Charlot favorecem compreender E P M M E EM N ideológica PE M NP EE vel mudar Edas EE M o rumo M estabelecido coisas. E M P as nações SI indígenas. o colonialismo e o imperialismo aproximadamente de idade. IN contradições das sociedades pelas conhecimento da criança. Por outro lado. I SI S E cia? Crianças são sujeitos sociais e marAo longo do século XX. Crianças são cidadãs. IN N N PE contemporânea diversidade das populações PE EE SI (de seu SI Ntempo). NPpsicologia E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 5 .

Desvelando o real.Esocial e polítiM caráter afetivo.deturpado: N nas classes médias. o adulto precisasse os valores e princípios éticos que M S N E P S E M S SI N PE M desocupar o seu. IN SI SI NP IN PE I S N M S E I S N E I S mem responsabilidades muito além do que podem. S S cultura em No confronto E E que va. E N S S P N I S I S não o faz. 16). as condiM E S N EE EE SI P M em que NP concretas EM posicionarem. a EM PE E M SI M E E N E E P I M P E E lidar crianças no E diálogo e na autoridade. S EM PE M E SI E EM conhecimento N E P P I M E vem com problemas além do que seu tações no mundo do trabalho ” (2001. p. e exiM SI em são filhotes. SI como se e onde se dão suas práticas e interações. coisas e às relações. O discurso da criança como sujeito às coisas. M EE EE E S S N E P N P P I M rejeito” como para não Pestabelecerem virar as coisas do Ao mesmo E S desculpa SI mundo pelo avesso. ções as crianças estão inseridas P I M E M E N S N P O lugar Edo EM adulto fica EE SI EE PE EM desocupado.Sde um grupo N N E P M P I I E E S S S N N PE M da sociabilidade valores. SI social e M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 6 .EEM IN E P M S N E P P I E tos: sem Irespostas. EM violência EM lado. M E PE S E P M M N E Mde sua Em ambas. Por E outro ótica de crianças. transgressões co exigem a revisão do tem sido desemN S perguntas M papel queIN Eficam EM IN NP E M S E P I S S N E E dúvidas ficam sem educativas. Eao de estabelecidas com a S SI de condições NP As relações E N P I I M M Eou o descaso. embora EE de organização NP não enfrentaram SI E NP I M P P I M S se constituíram S na experiência e a prego crescente. EM P infância expressam aEcrítica de uma I M E E S N EE SI dessa questão NP NP se manifestar EM NP No centro parece reconhecemos. P N P I E M P E N S P as crianças Pe IN intervir IN do grupo e suas brincaN pedem P que para elas M são parte EE o professor I SI isolada. PE conduzem. IN IN EM EM S sequerPE P EM S S N E E intervêm. especialmente SI EEolhar significa EM atendida a qualquer esse huSI agir com M para SI EM NP a própriaPcondição EE P P E I E M E P S N N E PE consumir. TrataM E S E N N E P P M M M E SI SI N N duplo: os adultos permanecem PE não M EE um paradoxo permitem entender. só do seu mundo e I E S M E E S E S N E PE adulto. só PE res). se de EE EE e experiência SI Os adultos SI N P E NP P I P M N vez mais tempo em M como responder sabem ou agir diante deSsituações PE cada IN IN M à mudança EE casa graças SI E S S E N P E M M E e ao desem.que SI N antes adultos. SI PE perversas EE de valores dos adul. simultaneamente. não expressarem seu ponto de vista.EE entre e crianças.tuações SI além de seu nível convia globalização eE as SI de compreensão. as práticas SI os adultos PEsocial. esse reM criança pode M SI discurso SI SI NP E I EE neira de ver a realidade.IN N EM cederemMseu lugar. impondo E S a EM IN ele deiras P expressam esse pertencimento. P S I N E I M S N E to. considerar o contexto.EE SI NP tornou-se tão frágil que N I I M N S S E P interferem não possibilidades as experiências ações E– SI sociais. PrecisaN P P E I N M P S E PE IN IN SI NP ocupar Ium M mos considerar E N I S para a criança lugar. subvertendo a aparente ordem natural das coisas. acentuam-se aP desigual. sobretudo per-EM responder SI nunca ninguém IN perguntas para as quais M SI PE EE IN S E E P S N MAlém disso. N criança tem SI social Sda EE levado EEM nhecimento do papel da sociedade contemporânea. Em contextos em fere aos desafios S das relações SI E EM que M NP EM contemporâneas PE M I E P E E S N não há garantia de direitos. esse NP EM I I P M E S P N EEmarcado por contradições: muitos a abdicarem de assumir processo P é podemos NP EM adultos EM SI seu papel. de fazer S acordos. EE M E S P força a idéia de que a vontade da criança deve ser Atuar com as crianças com E P P M M E N N M N EE custo. fatos e artefatos. Os costumes. não P formam uma EE pareceEM EE EMdo sentido SI comunidade EEda autoridade. M M E M N E N E P M M EE SI SI Olhar o EM PE construção PEmundo a partir de direito e da infância como do ponto da IN de vista P M EE social Pé E EE S N N E N P P I I I E S S revelarMcontradições e uma outra N N S ma. crianças assu-M mana. mas nascem no inEM situações em que poderia EM PE IN M EE M criança EE sujeitosSsociais. distorção proqueremos transmitir E P M IN N M M M N PE SI EE As crianças funda Na escola. de Considerar. I à NP N falam não E as crianças E as crianças P I M são expostas à mídia. nas formas do trabalho M EE porque. vai se expressando.EM EMprofessores. hábitos. NPdiálogo sePE NP cas que interferem na E M SI Io EE E equilíbrio e perdem eEE esses adultos.Mficam sem sanção. às IN da criança SI EE EMe ora controlam. nas classes populares. exige reconheS EE ao SI P N P I M M P P pais ou professoE diversidade IN IN abrirem mão da suaS autoria (de M cultural e Scombater cerPE a a desigualdaEE M IN N S E I E P S M E S têm. têm medo de crianças e jovens. No que E penhadoS nas instituições P IN SI NP esclarecimenEM se re. uma experiência N Além disso. NP EM uma indisponibilidade PE IN uma M E N S SI N E I M P M S das mais mudanças jovens laços E de ético. A terior de uma classe. IN M E M E S SI aprender N E E P P M M Parecem usar como sua crítica. pais – E SI EM vêem as PE em suas IN M E S P M N E P P significados que atribuem regulam. PE I N E I M N S SI P N S SI Sendo humano. relatos ficam sem Eescuta. manência nas P E N instituições. a IN SI com as crianças EM de “infância PE a concepção PE IN a brincadeira. com a história humana. Elas não IN em vez de dividir com M E S S E N P M fazê-lo. de uma etnia. E N E P P P I PE M deveria EEquestão EM E gindoIN demais quando poupá-la. o que revelaSIuma EE PE na ação educativa. enquanto as crianças saem E N PEsão cobrados EE IN EM mais não E P S M SI N E P E M por conta da sua crescente P N de casa.IN EM IN M precisamos EEnão se SIN S N S E P M PE I gras. Reencontrar o sentido de EM não nos NP M P I I I I M E E E S S S S E N P solidariedade e restabelecer PEcom as crianças e os SI em relação às crianças. o panorama lhes deu respostas. a crise educacional M mu. ora e nos às pessoas. Sarmento alerta para os P E adultosEM M IN EM SI N P E N S I E I E E N S Sde três mudanças dade crianças enfrentam siconvergência centrais: P e a injustiça social e as NP P I P M SIefeitos da I“ N S N E N social. E I N M P P I P S N E S singularidade N IN M SI de estabelecer medo regras. tempo. S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M relaçõesSentre adultos cultural na qual elas atribuem significados diversos S I S desN e crianças tomam rumos EE EE SI EM EM P P concertantes. como alternati.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E a sociabilidade E M EEas S fantil. se transforma e assim. o recoSI mas também PE do mundo NP NP e à exploração. O da criança sociais e econômiS e as determinações N M N M com as M SI sua condição.

faz-se SI N neEM E SIetapa de ensino. seriedade e riso. de EM todos que assim o desejarem. SIN EE SI EM P PE P M E M N E o tendo todos. Defendemos M o ponto M SI E S E E aqui Para superarmos desafio da implantação de E P M P E PE EM direitos Ssociais M IN EE um ensino EEanos. o de ver as crianças de cultura e ambiente escolar.M E infantil e no ensino a conjuntura política mais ampla de banalização da N E E I E M E P S E P EE Econfronto. PE Todos SIesses EM EM PE do dos EE freqüentemente IN SI mental são N E E movimentos sociais. no cinema. dois. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I de educação Icriança. EM ças de aprender. dever de Estado e opção da ção artística. P NP I na Nesse processo. aprender. cuidados e atenção. a arte e a EE primeira EM inclui o Sconhecimento NPetapa da educação SI M EM E P I M E E P S N básica. Na educação infantil. e aSLei IN de Diretrizes EE SI bre a creche EMda NP políti. a vagas das para recebermos as crianças de seis anos de N E P P P I IN E E S N N S N P P I M EE em creches e pré-escolas. N E M Educação M infan. S gógico. I S M N S N E Io M história. de 1990). M EM E S M NP E E P a pré-esE o de pensar E as suas características e comoEM grandes desafios: a creche. M quaisEsão essa fase P PE IN E e fora doEM EE P NP como instâncias IN e a escola S N I M P P I de formação cultuda vida tem sido compreendida dentro Scola M N E S E S N N SI EE PE SI SI como sujeitos NP P ral. em NP EMambos. S S preciso garantir crianças sejam atendidas as crianças hoje? Tal pergunta pois EEM IN M EE que as S E P E (a de aprender nas suas necessidades e a de para pensarmos tanto sobre NP M EM EM Mbrin. o risco.encaminha o Edebate P I IN M E E E S S M E que orientam E P de infância IN planejado M concepções as prátiPE Eas EE NP car). movimentos de creches. não há Os M adultos e as instituições vezes M EE é que muitas NP conhecer E S E PE P M E E M S M E P E perspectiva E PE educar crianças e jovens numa opõem educação infantil fundamental. separados. ÉPE eta e abre de discussão é: quem PE são EE a possibilidade SI SI NP N SI N P M I I I M S é fundamental. são SI M criar.EEnhece EE das crianças EE como direito M P SI N no teatro.SINblicas e práticas M SI E EM til e ensino E P M M E E E ças.M M EE E P M N PE M por adultos EE M EM na educação SI funda. IN e ensino M de hu-PEE P E E N S E N I P P N M Epolíticas púS M N SI N manização necessária para de fora o que seria capaz de articuláSI deixandoSIN EE SI SI subsidiar EE NP P I P M S entre crianeducativas solidárias los: a experiênciaEcom a cultura. Anelise Monteiro do E Nascimento SI EM Elas gostam P P M M E P E N N P EE Na educação infantil fundamental. que P P P reconhece a cas. não há fragmentação. N P I I M E E S S N P P M temos cessário discutir sobre EE criança de brincar. agresmental entender P e da guerra e do Mviolência. a primeira I M que nosEinquiM I E M E S S E N E S P P P I M E N N N educação infantil quanto no Sensino fundamental. NosEE IN quem S IN essas crianças.Panças EM em suas EM dimensões SI I M I EeduE E S prática IN EducaçãoSNacional. com cia com científico e comIN a cultura.queNP N SI SIque o trabalho PE IN todos e a M M I SI S N E E S I M das ações infantis e o ampliação do interior de cada escola. A educação. assegurando o direito da S idade nessa Para tanto. movimentos SI S E dos fóruns permanentes ponto de vista da E S S N P E I M S como EM M infantil ISem IN as interações. EM I P I E M S E E S N S E E N perplexidade e lidar com asM P crianças P como e corrupção geram SI SI E crianças S PE e não apenas IN NP são. Porém. do imobilismo. I na legais: a Constituição de 1988. o objetivo é garantir como focoM a busca de Ipossibilidades N EE SI adequaNP EM EM S E PE P M E E E SIacesso. que afirma os direitos das criEssa visão do pedagógico ajuda a pensar soE M E E N E E P I P P M E S e Bases N N e a escola PE e as N protege. com as práticas realizadas. o acolhimento estão presenA infância na escola e na vida: PEEM M M E E M N E E E P IN I M E E E P S S N N E E tes na educação e a brincadeira M uma P relação Efundamental M SI IN SI infantil. a Salegria NP P EE as crianIN NP EE I P S SI também. EMsujeitos sociais. impunidade IN E I M S N P S E como estudantes. INo sentido N IN envolvem conhecimentos I E E S S S P P valores. ver.069. a atenção. que o trabalhoSseja PE IN NP e acompanhado E P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 7 . uma M EE S N E N N P I I I M M E S S científico. documentos são conquistas infantil e E M Educação P ensino fundaNvida cotidiana. EE IN M M S S E P S E E M no 8. N E cação infantil como social. a educação infantil na produ. diálogo institucional e pedapedagógico precisa favorecer a experiênSI IN M EE S M N E P I M EE E E o conhecimento da escola e entreM as escolas. M M SI E IN PE M Freire que EE com Paulo E S E EM ensino M P A inclusão de crianças de seis anos E no Aprendemos educação N P M M M I E N E E S N P I P M E pedagogiaS dizem respeito EE Eentre educação requer infantil e SI cultural – o fundamental N PE diálogo P IN à formação P M I E S N N E S N P M SI SI trabalhoM ePE ensino fundamental. E. E E var em conta a singularidade S debate no M EE cultural Etanto EM pergunta NP à produção NP direito Eà EMbrincadeira. dentro E E P P M M M E E P S N N E EE alternativas entendida tanto na sua dimensão de produção nas EE curriculares PE SI IN SI NP EM claras. coletivas e elos fundamental são indissociáveis: amEE N E com ações E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N capazes de bos e afetos. acreditamos Eos IN de que M fundamental deSvista precisam ser asde nove EM NP P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P segurados e pedagógico precisa são necessárias a participação de S le. de 1996. e SI EM EM de gerar SI saberes SI NP PE pertencer. temos SI hoje importantes documentos relações sociais EE SI SNo PhisE produção IN M P S EM N E que recotoricamente acumulada. na literatura. histórica e cultural que se encontra EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M família. P N NP música. a primeira M presente M E E N S E I M E P M E M S Ena dança. P P PE I S M N E N S cotidianas e comoEM P IN Brasil. N P I S M M N S N SI EE EE aprendem. (Lei IN nos SI o Estatuto da Criança e do Adolescente IN M museus. éticas e estéticas. M SI EM SI IN PE e no ensino EM P IN E E M S M E N S P objetivo contribuir para o I P tem como o objetivo é atuar Scom liberdade a SIN Este N texto PE para assegurar EE EE N I P P I N M M S fundamental M de nove S N E SI do conhecimento apropriação e a construção por debate sobre o ensino EE anos.M SI P NP E I P I N E S M N I S de 0 a 6 anos de idade. SI EM IN O IN M E S S M E P P cuidado. valorização N IN e que saibamos. jovens e adultos. que ela implica.

é comum M crianças chegam a essa etapa S EE a oferecer de do M as famílias N aPmatriculá-las e o Estado E P IN M M M N PE SI EE ouvirEM a frase “Agora acabou!”. E M que precisam. Esse M E PE S E M M N E M pelo ção infantil. só a escola outros S como também N E P M espaços Ide N inte. podem servir de I I M S E S S N P EE diz respeito PE SI EMde um plano EM ponto que sociais. SI EE EM escola. na não EMsocial.Ministério PE da Educação. Como fazer para recebê-la? O idéias ou de que NP EM pré-concebidas I I P M EE E S S E P P N M M I da em função de visões ideológicas N visam a moldá-las PE IN Mescola é um momento Sdelicado que EEentrada na M EE S SI e rígidasIN E E P P M M M E merece toda e S de desenvolvimento E P a atenção. pouco se sabe envolvem essaSIfase da vida. numa P socieda-EM mento dessas N que separam alguns crianças só ocorrerá em todas SI IN M SI PE EE IN S E E P S N M de marcadamente estratificada. espaço I M E E S N P EE favoreçam SIe tempos que NP NP a construção EM NP aos do. o atendimento. em muitas quanto sobre as possibiliN situação S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M zes. S espa. obrigan. E P P I M P E PE IN as IN formal. os jogos e as brinde 6 deIN fevereiro de S2006. pois NP P I P M SIfundamental N S N N EE SI por Piaget e Vygotsky podem contribuir nunca seSIfalou tanto se fala SI EMhoje. pelos S aspecM que existem M SI SI SI NP EM I EE tos sociais. tenha ela freqüentado. atenção. culturais.SI EM Ao nos NP os estudos EE de Ariès P P E I E M E P P S se desconstruir E N IN EE receber a S P mosPa criança de seis ensino fun-M apontam a necessidade de padrões IN SI NP anos no IN I S N M S E I S N E I S damental. N EE contextos vários da M EEinfância eSIda EE as da sociologia SI da sociedade. trabalhar para se dades de mudança que este momento anuncia. N NP EM primeiro contato com que são no presente. Mpropor. S S a vioN sustentar. cujas vidas são Crie não infância. com as outras crianças e adulS P P IN IN IN EE EM S S S N N P PE I E I M interpretar o mundo. sem se PEo seu percurso I N E E I N S SI P N S EM M SI práticas educativas N SI Emomento damental. PE M EM e acesso M EE ao longo NP à escola. assegura o direito N o corpo.274. é aprender sobre Se acreditamos que M EE I SI N S S P N I E P S I S S EMda criança. ou mos S considerá-la: EM PE seja. respeito EM para fala Ncarinho. A brincadeira é responsável por cognitiva. EE NossoEM EE SI EE a brincadeira P N P P I E M P N S N com as criP PE Ie IN o principal papel da escoN convite.EM quanto pela Os estu. fundaE S sobre aIN N SI podemos ver o ensino EM IN M de nove anos E SI S N S E P M PE I aula é um grande desafio para o ensino fundamenmental como mais uma estratégia de M E E S N E E M SI consideNP tal que.PEE SI N S E I E S P M M E S possam expressar IN N PE ciedade inseridas. EE na dimensão EE a brincadeira se torna SI N Ede E P P P I PE M E E nela estão presentes as múltiplas formas ver e EM relações com o meio. Ié o NP N a infância E devemos M E olhar para P I M ter em mente que esse possibilita ver as crianças I E S E E S E S N E P PE EM no ensino funSI PEvaler de estereótipos.SIclubes. M crianças E N I S cadeiras como Infelizmente. NesM E S S E N I M M M NP afetiva. de sua história. a educarelativos Pà concepção burguesa de infância. SIdemocratização M N E I E M P I Eo universoEE EE E P S das rado lúdico. Mdas crianças IN mediação SI N P E N E S I E I E E N S S contexto dos P sobre aprendizagem e desenvolvimento rease faz em um favorável. IN PE INaprendizagem. Crianças que vivem P E dimensões se sua inserção na escola fizer N SI parte de M EE IN SI EMde mais uma NP P S I E algo que vá além da criação sala de M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 8 . tanto pelas EE é uma tarefa PE professores. N Ena dimensão N I I M E N S S E P M M aprendizagens. que sofrem SI M EE EE SI entorno M E EM P P lência doméstica e do social.Emuitas SI truindo E EM SI E PE de trocasM IN por meio M E E S P N E P ser e estar Pmais e menos experientes um modo de . quando à educação M S N I E P S M S SI EE PE IN ensino. festas PE todos Eos M que ali estão. chamando atenção de IN para o fato P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S pouco valorizadas. espaços e escuta. ceiros e de contato com IN car como M SI EE PE no mundo IN IN EM EM S EE necessário P EM S S N E E P Faz-se definir caminhos pedagógio conhecimento historicamente construído pela huE I N M P P I P S N E S N N M SI tempos cos nos e espaços da escola e manidade. outro às suporte para a elaboração de trabaP IN nos inquieta M E E N S E M P IN às desigualdades SI com asEM condições lho crianças de NP de vida das criançasSe PE O desenvolviEE IN seis anos. IN da so. atendendo suas neM EE na qualEestão S SI na dimensão NP N P I I M M E formas dever e de significar S básicas. freqüentando PE dimensão SI da sala de E M SI M E E N E E P I M P E E o encontro da cultura infantil. SI NP crianças. lizados EM Pcomo Mda infância E SI E EM N E P P I M E nesse sentido. PE IN M E N S SI N E I M P M S Esse momento propício para tratar dos EM que assumir o desenvolvimenSI Cabe destacar PE é um M EE IN EM EE P S N E PE P I E M aspectos que envolvem aI escola e do Econhecimento integral da se comprometer com ele não P criança e N S M N E N I I N E M S E S S mas deMtoda a to que nela Iserá N SI só dos NP produzido. SI NP EM da autonomia. assim como as pesquisas nas áreOs reflexos desse olhar podem ser percebidos em M E S E N N E P P M M E M E SI SI N história. S SI EE EM que M NP EM PE M I E P E E S N cerca.aula M que favoreçam M NP ração como praças. S consS P tos com quem convive. 2005). M pois EE essencial. rais. M P I I I I M E E E S S S S E N P seus direitos (Brasil. S N emoçõesPe E E EM suas o muncessidades por exemplo. que são ameAo contribuir para desmistificar um conceito M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE PE drontadas e amedrontam. EE M E S P anças vistas como ameaças na rua enquanto. e desafio. ou não. a E P S I N M E I M N E partir do seu olhar curioso sobreS a realidade comunidade escolar. como se vê no texto O brinconhecimentos com par. nasM se sentido. S infâncias N N N direitos.S S de seis anos NP prioridade. EveS cas escolares vigentes. EM E P S M SI N E P E as M grupos sociais. não tem A Lei no 11.PEsses.EE P P de seis anos no ensino E A entrada Mdo adulto. Crianças destituídas de único de infância.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I Ede pobreza. N P NP P I P M EE N Além das diferentesEE S N N I M P apropriações dos espaços como outros campos do saber. na políticos e econômicos que E P P M M E N N M N EE sobre elas. Ecomo. IN anças por meio de suas la é o desenvolvimento integral devePE INdiferentes linguagens. M EE EE E S S N E P N P P I M de Pensar infância na P escola e na E sala Nesse sentido.EE INas trocas N EE populares. psicológica. valorizando entre S EE SI P P I E M M P N S Pas relações E IN em que crianças possam M recriar ços cinemas e outras instituições cultuM Ereligiosos.

outros SI N E NP S N I N E M P I predominanI SI S E Tal concepção se afasta da visão pos e lugares. jogar bola etc. incorpora a experiência sociSI EM EM SI NP e repre.SI IN I E E S S N S P P o mundo por meio das al e cultural M do brincar por meio das relações SI situações criadas nas IN que senta IN M M EE com os outros S S M E P P atividades de brincadeiras. ao trabalho. além SI de seuIN SI é fruto da N SI N P M I I M S ela fosseS maior do EEM S rio. PE da sério EE vá além IN M P S EM N E Mas a brincadeira também é séria! E no trabacriação de mais uma sala de aula e da disponibiliI M M E E N S E I M E P M e na brincadeira M S Evagas. O desenvolvimento reduzida a proporcionar o relaxamento de seis dessas crianças S função fica N M E E P P I M M M E E P E E trabalho. EMtraz de novo. PEas. criançasMe adultos. NP E N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 9 . PE P P I P M E E E S N N N P P N EE reproduz se por um lado aIN criança de P fato sujeitos que ali vivem. ainda irrelevante ou de pouN EE é considerada SI NP EM EM SI É importante EMe a fantasia. Ulte estruturado a partir N e a sua integração à M significados.entre P M E E E SIco valor do EM a realidade ressalponto de vista da educação formal. este IN EE sim SIN e a reposição de energias paraPo só S ocorrerá em dimensões seS sua inserEE IN NPtodas as S EM P P PE I M N E N S fizer parte de algo que N E M P SI ção na escola SI SIe importante. SI contexto S IN EE SI S EE principalPseria N I P M S sociedade. não geraSIresultados. EE S podem servir Ede horários.117). Mde novos EEM IN M S E E abre lugar para a invenção e a produção ça com o seu poder S E P M PE NP EM PE IN M EE M E N significados. saberes e práticas. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M um dos SI principais representantes dessa IN M EE visão. assumindo contornos cada vez mais da infância e da história. a memória e a imaginação. EE envolveEM EE P NP S N M P P I com os outros e com a cultura. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E mas mediante M Mas essa experiência não re. Esses. M ativi. SI boraçãoM disciplina: não de um plano de trabalho com as crianças SI PE IN pular. E do comportamento NP NP cia no contexto EM E P NP I além habituda formação escolar I M M I E M E E S S E N E S E P P P M SI a brincadeira N N N PE comportamento visão idéia de que é umaPE al de sua PE diáEE idade. PEcria uma Pzona IN sua visão. ou seja. Isso porque a brinimportante. reinventar I P N E P E M S M N SI PE portanto. A Ecriança. ou seja. O brincar proé uma palavra estreitamente associada àPinfância e SIN PE EE EE SI N N I P I N M M S entre o Ejá M S articulação N E N E SI nas sociedades cessos de às E crianças. SI SI PE P M E M N E entre a experiência. como outros camN P M M M I E E N E E S N P I P M E do saber. car as idéias S a zagens. PE Piaget Ie EE avançam asEM séries/anos do Seu podem contribuir S S N N P I N E S N SI à “hora do assim Scomo as pesquisas nas áreas daM sociologia EEMlugar e seu SI NP tempo vão se restringindo EM E I P M E E S E EM defi. em termos pos de suporte SI para a ela. PE A experiência do SI diferentes EM PE brincar cruza IN tem. EE processo I S SI reinterpretação que produzida. PVygotsky IN nesse sentido. PE N NP dade de vezes brincamos EE EE M EElho muitas P SItamN SI P NP E I P I M N E S M N I S bém trabalhamos! De acordo com Vygotsky (1987). pelo IN fato de se M cuja fun-PEE P E S E N I P P N M facilitarINo processoPE S M N SI em um ambienção de socializahistórico e social. EE de valores. S afirma M M Essa ança se comporta EE da criança. S E P que ela é na realidade”(p. é como se M sendo por isso menos EE ao trabalho. vincula ao mundo NP M EM EM M PE não seEE I IN uma vezNque M E E E S S M E P M na de desenPE Ecadeira. Porém.nidos N espaços e PE P IN P M e restritos I E S N N E S N P M SI pode correr. Os estudos soEé SI E E que provoca a diminuição aula e da disponibilidade de N E E M I E M E P S E P P EE M brincar à medida que M N E dos espaços e tempos do bre aprendizagem e desenvolvimento realizados por M N I N E P E I P E M S E S SI IN PE ensino fundamental. e produzir cultura. ao menos ociM E dado ePEo novo. no atividade oposta IN brinquedo. desde M EM E E S S M NP E E P E M cedo. de E uma atividade à parte. Sua M EE S M N E P I M EE E E anos.M P recreio”. S NP M E EE P M E E P S relaçõesM N de construir de P novas formas sociais com E E M P I M N E E S I E N E P E S N sujeitos. A brincadeira M S E SI criar.EEnas relações que os sujeitos estabelecem cotidiano familiar. passados. EE NP produtivo. o SIN IN M M S E P S E E M brincar é umaEM atividade humana criadora. N E P P P I IN E E S N N S N P P I que a brincadeira M na vida EE tar não dado sumindo freqüentemente a significação de oposição S SI N do EM é algo jáEE SI N P I I M E S S N P P EE ser humano.SINção da criança SI E EM dades E P EM M M E E E trapassando essa idéia. complexos PE envolve. E PEsituar emNum ção de códigos e papéis sociais mudança.fantasia e realidade interagem na Eproser estar no mundo M M I I E S N S S M IN E de EE EE SI NPdução de novas S P P P possibilidades de interpretação. I M EE S N E N N P I I I M M E S como IN S S ÂngelaM M E expressão e de ação assim Meyer Borba EE pelas Icrianças.M dução não P se faz passivamente. dentais.por outro lado tal reproestabelece – adultos e crianças. tanto quanto no SI EM M no contexto da escola IN aprende-se IN a brincar. O brincar a significativa produção teóriSI M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P múltiplas aprendizagens. M PE IN NP Nesse Iaspecto. o autor compreende e partilhados pelos N construídos E E e artefatos EM que.M M EE E P M N M essa concepção PE M EE M vagas. na qual O brincar como um modo de E N PE PE EE E SI NP EM N P N I P M imaginação. N é simplesmente SI um SI NP PE EE a crianIN ativo de N SI partir do P NP do mundo. e sim recriada a que P I S S INde imaginar. N SI SI e práticas PE IN M que reduzem o brincar M IN SI S N E E S I M Vygotsky(1987) que na brincadeira “a crimenor importânE paralela. ca já acumulada afirmando a importância da brincaI S M N S E IN que podemos apontar M deira na EMconstituição dos processos M SI E S E E Um primeiro aspecto é de desenvolviE P M M M E PE M IN foi capaz NP EE que o brincar M EE muitas EaprendiEE M não apenas requer mento Snão NP de modifiP IN P P SI e de aprendizagem I EE E M E N S E P N E N I P P mas constitui um espaço de aprendizagem. presentes e futuros sendo E S S N P E I M S EM M te da brincadeira IN atividade restrita à assimilacomo marcada ao mesmo tempoPpela e pela M EE continuidade NP M E S I E PE M E E M S M E P E e culturais.

dessa forma.PE tam e agem E S EE S P N I E M M P N uma nova S P E IN Essas duas perspectivas configuram carPEcomo umaEM outra realidade. N N S do-lhes novos significados. pelo dições EE fluenciados SI físico do SI N P E NP P I P M N Ma partir dos informal das IN recursos naturais e SmateriaisNPE IN a ente. EE e sociais em que sePE SI N EM E P P I PE M Eo E ta. as situações e regras sigI ou seja.PEE SI N S I E S M M E S N PE car ao como produto e prática cul.). em que M EE mesmo tempo SI no contexto NP dos jogos E N P I I M E M S S N EM fruto das E Esão estabelecidas pelos Pcomo patrimônio tural. I E M S N N pelo compromisso com E P M S I E I sobre o mundo. Um repertório EM ras de gude. contudo. PE crianças.SI diferentesMda estruturam EE NP IN si. das rotinas. EE I O brincar é um espaço de apropriação S e consainda que nela As brincadeiras de imaM E P S E E exemplo. que as crianças transponham P N I P I P M S N S IN INtempos e transitem entre M da são M EE os planos SI estáticos. uma vez configura como aprendemos a brincar. masNP a um dis. pelo da realidade da IN vida comum. de EE o modo S PE próprio do IN SI NPcompõe a culE não se Mnas são partilhados P S I N E I M S N refere a um pensamento ilógico. mundo significados estão sendo P I M E M E N S N E P EM conjunto EE SI se constrói EE e se organiza P EM de ações SI o desenvolvimento coordenadas Mas de que maneira N E P P E I N M P E Por umSlado. seja no plano M E N SI SI N E I M P I M E S forma sobre o mundo. novasIN reM e de ação M SI SI S NP EM I EE EE M E S P lações entre os objetos físicos e sociais. bem S I as relações das crianças entre tuem-se por novas regras E P S E M S M E N M PE EE pelos quais EE comunicação como os modos represensão definidos SI habitual.EE tura lúdica infantil. básicos relinha. M ordem.M EE e possibilidades. I N E E I M dos M N S SI P N I P S observaI EconheciM não é o que aparenta S N S E E valores e da sociabilidade. não prias. queimada etc.regras S N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M sujeitos desenvolvem atividades conjuntas. PE IN IN N conhecimentos e artefatos conse participando das brincadeiras M EE I SI observando-os N S S P N I E P S I S E apropriando tanto dos S EM processos IN truídos e acumulados Spelos sujeitos nos contextos vamos P nos básiIN M E S E N P M M SI N inserem. explorando suas M imaginação E S E N N E P P M M E SI SI tanto E N EM contexto N PEambi.Epelos significados S preexistentes e parnhecimentos nos planos da cognição e das N PE EE IN EM intera. É EE um con-EM Einteragindo EM SIcom os outros. INo brin. SI cam os Egrupos EM lado.ações humanas transmitidas de modo intraimaginados nas interações EM nificados NP e criados M P I I I I M E E S S S S E N de ação que cria e P e como forma tre as PE dos jogos/brincadeiSI N transNP EM geracional. a coordeO brincar supõe também o aprendizado de uma E P P M M N N M N PE o mundo M dos parceiros.gens e situações IN M simbólico e Esobre o SIN S N S E P M PE I ciamento da realidade cotidiana. E que esses zendo ser. o conjunto de experiênEM P M I EE (Brou.EM dades no EM SI Pque NPâmbito da NP da cognição.SIN seja de faz-de-conta. Por oue especifiS P e universos simbólicos S N E que caracterizam N I I M E N S S P M dos pilares da constituição sociais EE inserimos. amaS com regras P significados EE IN EM preexistentes (bola EE P M S N E PE P I E cujos esquemas M ou rotide Sbrincadeiras. M E E E S N E E SI NP NP inter e E EM NP en. o pensar verso o espaço interativo em que novos M E E S N EE SIbem como PEpartilhados. ou seja. Represencos constitutivos como dos modos partiEM EM PE M históricos EEdo brincar. SI EEos modosSIN de culturas PE IN IN EM que EEM EM EEe formas S P S N E E P ficações de ação social específicas de comunicar característicos da brincadeira constiI N M P P S IN M e limites. o que SI IN EM tilhados M SI PE EE IN S E E P S N Mambientes escolaresSIorganizaDesse modo. M possibilita EE brincadeiras SI O plano E S S E P E M M E SI N disponíveis.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M das considerações EE S volvimento proximal. ou S M SI EEseja. um acervo comum sobre qual os EM culares de brincadeira. NP Esses limites P P M I N M EE interpretam. É brincando que S E P IN N M I M N EM PE S EE da cultura. cultural. IN EE Epermite NP o qual S S gère. são ine da fantasia. o reconhecimento do brin. E P S M SI N E P grupo de crianças. na aquisição IN de conhecimentos no plano da aprenP E EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 10 .co. o brincar é um SI EM Pnos Etro IN em que M E E S P M N E P compreendidas P outro aspecto a ressaltar como signiUm é que M da infância.EM P E E S N cias que permite às crianças brincar juntas curso organizado com lógica e características próP P M I E N M M E S E PE SI Esses esquemas.Svale a pena criança ultrapassem o desenvolvimento já alcanS I S entre Nrefletir sobre as relações EE EE (desenvolvimento real). EE que se M P N P P I E P N S que junto P de práticas. como também simbóliconstrução de competências e coM EE pelo contexto EE e a ampliação NP SI E NP I M P P I M S ou seja. PE IN IN apropriação se dá S SI de comunicar? NPum fio condutor M esse modo E N I em torno de comum. SI possibilita EM EM P P aquilo que o brincar – tais como aprençado impulsionando-a a M M E M N E N E P M M EE SI SI EMolhar as coisas PE PE der Ea de outras maneiras conquistar novas possibilidades de IN compreensão P M EE atribuinEE S N N E N P P P I I I E S a estabelecer S sobre o mundo. Sua M S N I E P S E M S SI PE IN é um fenômeno M podemos dizer que a brincadeira EE PE no M próprio processo de brincar.um contexto PE para o outro. mas transpostos e transformados de espaços S e S E E P M M SI E PEcontra. IN E2002. consções levam-nos brincadeira reN N E E S SI SI quer o aprendizado NP EM EM PE PE específica M M M E tituindo os sujeitos e a base para muitas aprendizade uma forma de E SI N N E E P I P I M EE E E S S N E P N P P I M em que são necessários oEdistancomunicação que S SI estabelece e controla EM PE IN esse uni. 2004). NesseEE IN M sentido. É importante enfatizar que P N M N E I E N I I N E M S E P I comunicar S S brincar M N pelas crianças. A partir feitas da Idizagem N S E N N permitindo que as ações E P I I P E S NP S S N I P I N M M até aqui. participantes compreendam PElinguagem. formal. M NP EM e o interpretá-lo de novas formas. EE SI EE particular EM nar asMações individuais comEEas a SI forma SI de relação M Ncom EE marcada P P E I E P P S N N E PE argumentar e a negociar. Essas N E I P E S SI EM a perceber que a PE P N M M E I mentos se tecem nas narrativas do dia-a-dia. E M certamente tem conseqüências P N pelo ções sociais. M seus tituição pelas IN NP NP EM criançasMde conhecimentos e habiliEM ginação/fantasia. SI SI distanciamento NP IN M PE I S N M S I S N E referenciada. P I M por exigem que I E S E E S E S N E E o que está PE se fa.

SIN EE SI tal. pelo isolamento. no encontro EE IN a imaginar.sitos básicos que configuram uma atividade M M E E N S E I M E P M E M S E planos e formas N NP borando não de ações conjuntas. EE sa dade. Perceberemos sujeitos e atores fazedores da nosEM também. é preciso aprender com eles tribuem para aproximação cultural com as M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E a ordem. E Mas tais papéis familiares. é o da expara a organização Edos que Eocupa no mundo M importantes P I M M Ninformações E E P S I E N E P E S espaços-tempos N periência da brincadeiraM como cultura. as ar-IN S a SI SI importância IN M M IN S S N E E S I M pela dos tes visuais e as representam formas E E infância vem sendo Pmarcada S artes plásticas E diminuição P M M M E E N espaços E de tem. a imitar. com o objetivo principal de atingirM resulcadeiras ÉE importante demarcar S são usadas N M E P P I M M E E P S N E EE que SIN tados preestabelecidos. Penetrar M EE S N E N N P I I I M M E S espaço IN S S lado. dimensão artístico-cultural na formação de crianças NP M EM EM M P I IN M E E E E S S M E N E P M de adolescentes O brincar é sugerido emNP muitas propostas e Ee caminha PE SI EE não apenas NP PE na direção IN E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 11 . IN M M S E P S E E M de na aprendizagem. abriremos o caminho nos.EEbrincadeira: EE ter hora EE M ser livre. IN NP E I M E M S E S E E Ao situarmos nossas observações no contexÂngela Meyer Borba e Cecília Goulart E P M M M P E N PE M EE EE EE IN contemporaneidade. se compreendem Scomo sujeitos e huma. cri. gógica seja lúdica é importante lidades de interações eSIdiálogos com M a frui-PEE P E E N E N I P P N M E M N SI de suasS lógi. uma vez que piques SI PE IN M M super-heróis tematizam EEe brin. mediante jogos Uma excelente fonte de conhecimentos sobre E M N e situações PE PE EE é lúdicas EE SI conceitos NP o brincar EM N P N I P M que propiciem a reflexão sobre e sobre as crianças e os adolescentes M M I I E S N S S M IN EE e EE EE nos seus SI jogos e INPmatemáticos. As P EE diversas expressões e oEEM PEo IN assume M E P NP IN S N I P I fundamental de garantir em seus espaços o desenvolvimento da Spapel M criança EE S EM IN S NPna escola E N P E I I S E P S S N direito de S M SI M brincar.SIEssas EM EM mais um SI NP PE IN exercício. N E M P didático SInão contém o jogo como agentes organiSI os requiSI como recurso PE E IN M P S EM N E como zando com autonomia suas ações e interações. rios. NP dades P SI a escola N M I I I M S S S N muitas vezes o principal universo de construção debate atual em torno da necessidade de incluir a EEM E I M E S E P E de sociabilidade. sia construir o percurso da significativa. IN mas para que uma atividade brincar. treinar e sistematizar conhecimentos. fazer EEMendidas N M S EM E I P M E E S E EM o seu M P de brincadeira e.ção. possamos titui um direito na vida do E hoNnos reconhecer EE a ser assegurado SI NP EM EM SI EMsociais plenos. P SImarNP SI P NP E I P I Mparticipa-IN cada. por um colhermos EE EM S NP M EM E P I M E E P S e que não N infantil. lado.INassumindo E S N E S N P M S SI domésticas. de homem M como possibiliI M EE públicos S E SI E N E S E P P P M E E SI N N po S para sendo diferenciadas O PE IN o lazer. que EE PE compreender IN vão se constituindo SI no brincar NPas crianças EM É preciso P P PE I S M N E N S de sua experiência Esocial. de um grupo social e.PE P P I P E E E S N E N N P P N nas como des obserSI de pares.SIN PE culturais EE EE N N I P P I N M M S M para que S N E SI Dessa forma. com mais profundiN E P P P I IN E E S N N S N P P I história e M nos cerca. EE SI de dialogar NP com o mundo. espontâneo. para E devemos. muitas vezes. a literatura.IN S M E P M EE E E de perseguição.M a rir. EE a decisão. a música. oPteatro. SI NP EE sonhar Se I P SI com eles.como espaço SI N Eque EM SI do mundo N de encontro das S P I I M E E S S N P P EE crianças e dos M adolescentes com seus SI EM pares e IN IN M EM E E S S M NP E E P E o mundoEM adultos e com que os cerca. M to S da SIveremos que EM NP esse paP IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P E pel cresce em na medida em que A dança. nem N E M N I resultados prévios e determinados.Mde expressão criadas Epelo P pela falta NP IN brincadeira. personagens de novela conhecidos peN P M M M I E E N E E S N P I P M I E criançasS criam brincadeiras EE E caráter muito mais Ia las de Spapéis e cenas N função de PE P IN P M lúdico. a inverter P I N SI NP PE E. do contrário. NP P I P M S crianças e dos cas e formas próprias Nsoluções por parte das M sentir e Efazer EE de pensar. da sujeitos M qual os M SI e EM SI humana IN IN ampliação PEpor meio E EM P E M S E N S P I P de conhecimentos da afirmação sobre o mundo. SI SI as descobertas. Certamente ficará N P I S M S IN EM N EE claro para EM corporando a dimensão humana do brincar. mas é preciso colocá-la no real brincadeiras contribui. N as perque SI uma vez S IN propicia a compreensão EE a escolha. Iperdem N PE SI apenas como o sentido areia S geram brincadeiras de nadar. até mesmo castelos. é preciso deixar vações e o Mque podemos aprender com elas SI que as crianças e os INconIN M M EE a nossa S S M E P P adolescentes brinquem. pular. seráM compreendida de constituição de suas identidaN E E processos EM ape.M M EE E P M N PE com crianças e adolescentes EE EM pedagógicas SI EM práticas dos para a brincadeira. Podemos observá-los brincando. E compostos de mobiliário e N EM E M I E M P S E P P doméstica. M e de SINguntas e as SI E EM seus M P EM M E E E adolescentes.SIN IN M nas brincadeiras. que a escola. como EE nós. P P M E E E SImem. a representar. inúescolares e das SI práticas pedagóEM PE Existem E PE IN SI N NP S N I N E M P I a ludicidade I possam garantir e incentivar o meras possibilidades SI S E de incorporar na gicas de forma que E S S N P E I M S pedaEM M aprendizagem. consEMmembrosM P PE P M E N como E adultos e crianças. e SI S N N P I N I S recursos. IN individuais e culturas I E E S S N S P PEnfim. a crianças e para S compreendermos melhor M a impor.da poe-PE mais o brincar éS uma atividade SI EM nós que E P M M E P E N N P EE e da arte. intância do brincar nas suas vidas. I ela. lama M quando PE cadeiras EE são compreconteúdos. EE M M N E como um pretexto ou instrumento para o ensino de objetos vinculados à vida suscitam brinM N I N E P E I P E M S E S N SI PE atividades Pde IN mares. Isso andoS regras de S convivência social e de EM E I P E S E E S S E N P P P M não significa que não possamos utilizarEa ção SI EMludicida.lingüísticos S P P P ou científicos. ajuda Mde possibiEE na criação NP M Por outro E S I E PE P M E E M S M E P N E que permita E PE as crianças.

a apreciade sistemas simbóliM sem a orientação E I S N S S P N I E P S I S oferece o “excedente E S EM expressões IN ção cos. P IN a ordem. da IN desenho. O E olhar pelo IconheciEM modosMde ler o mundo NP se ampliam M P I I I E E S S S S E N P pela sensibilidade. não podeI N M P P I S E S IN N de suaIN M cas. como área de coE P P M M N N M N PE EE SI EE EM que ambos estão referenciados. procurando SreconstruirPEe são ou pretexto de conteúdos privilegiaM E S E P Equalquer tentativa M IN NP N EM totalidade.SI EE IN S E E P S N M fotografia etc. da dança. N EM crian. considerando os S estética. mas constitui-se M cação” (Ostetto M IN SI entra emSdiáSI NP EM I EE experiência estética EE M E S P logo com ela. NP E M S I S S N E E S engrandecendo-as. pela críti. tros comSoutras obras. PE IN IN NP M E N I S A contemplação é um ato de criação. estética. e atores. Intimidade M e também queIN constrói o olhar jornal). da EE IN poesia. em deEM catura. ra. O olhar crítico que as crianças desenvolI I M E S E S S N P M EE muitas vezes. pela emoção. N S N E N SI O prazer e o domínio da escuta e do tes de ver de SI do olhar. S E P M IN N M M M N PE SI EE autor ao tomar para de reflexão e deEM temente dos animais. 2004). SI NP brinca.PEE E P diferentes linguagens e produções da realidade e maior participação social. da aprender e conhecer.M N S SI N I P S educativa I de estranhamento Esituação M nos diz Kramer (1998) S N S E E ção com a obra – da Como “Para ser a N E I P M E S SI Eser PE P N M M E I habitual. P IN M N S E N M P SI da vida: SI muito nas por meio da do carisurpreende-nos. 2000).SOlhar quePindaga. SIntimidade que permite a apropriação mos prescindir EM com a arte. portanto. ao entrar em conN Bakhtin S E N N ao acesso e à apropriação E I P I I P E S NP S S N I P I N M M tato comSIuma obra de da produção existente. EM dos na P I M apreender sua Nessa relação. M E E E S N E P E SI NP N EM NP leituras e formas de compreensão da vida.SIN gráficos de autores de produções artísticas. Na educação. inverte E no mundo.S quando. IN M como autores Enos S N S E P M PE I nas práticas sociais e culturais vivenciadas es.M NP EM P M I E P E E S N mira e se surpreende. de surpresa. M SI maior compreensão EE M Pgrau de intimidade IN IN EM SI com as EE P S S N EE artísti. a livros bioEE de literatura IN que PEE SI acessoEM S E S P M M E S N PE ultrapassa o cotidiano. pois de normatiI E S M E E S E S N E E PE EM SI didático Pleva NP a experiência NP EM articulação provocada pela zá-la como recurso à sua destruição. da escultura. S N N obra. M E S S E N M M M SI NP – são historicamenque uma trumentos da natureza humana EM PE M vez EE eu vejo. N E P P E I N M I P S E de co-autoria. comunitários entre PE M EM instrumentos. ousa. do SI música. de assombro. SI tem seus IN M com SI EM Relaciona-se EE P P E E M E P P S a arte a E N E que a S IN os signos compõem. tocamos M N E I E M P I E EE S E P E para completar S zendo o seu ponto de vista a obra.IN S obN como ato de criação EE NP SI passiva S EM M P M M não como atitude ou olhar conformado que alargar e aprofundar o conhecimento do E SI jetivos de E SI E E P E IN M E E S P M N E P ligada ao E P está ser humano. E M aquilo P EE EE o outro não vê e que SI N E P P I PE M M E E que me situo fora do objeto estético. – traNP paços escolares. coloca em escola. características e É importante que a SI N E P P M N M M SI N N livros de arte (há coleções PE SI EE duz o reconhecimento do prazer e do significado inclusive em bancas de PEE EM SI EE SI P N I E M M P N S P IN dessa relação. da M suas capacidades PE pintu.ção E P S M SI E P E M P N ças e nos adolescentes. EE reflexão. humana e as nossas possibilidades M EE IN quebraEa EM IN IN de viver e agir ca. As obras de modos instiganP NP P I P SIprofessores. o homem. com seu autor e com o contexto em e humana. como também da organizaS S N arte e contemplá-la. PE de trabalhar SI E M S M E E N E E Pas crianças tenham acesso Mtécnicas próprias e proP E E história. Nossa sensibilidade e nossos I transgredindo-o. seja S como uma ela criança e Leite. desafia a lógica. vivencia EE EE SI movida M EM estética. possibilidades. colocando-o em outro pla. P P E M M Aprendemos IN EM SI N P E N E S I E I E E N S S arte são M vas formas de ver o mundo. EM P P uma relação estética pela busca de comção da escola como espaço de criação M E M N E N E P M EE SI está a “serviço SI EM aprecia EM de seu PE A pessoaEque PE a arte não preensão significado. AS chamada Enatureza humana nãoMexiste de M S N I E P S S SI PE IN a produção do M Aquele que aprecia a obra continua EE diferenPE modo independente da cultura. nhecimento que conteúdos próprios. SI EM ad. de difeS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M A apreciação e rentes maneiras. pela elaboraram – redimensionamos a nossa SI PE pela imaginação. M SIe ler o mundo. N Educar e ensinar no contexto da cultura é um EE contra incoerências Ee S EMdivergências. não sua EE EE é capaz de EM SI organizarIN EE si o processo P P P E M P Nexperiência S N P N E I PE I I N Na experiência compreensão. da eduIN P M E EE S N N E N P P P I I I E S ou adulto. NP SImos. podem ser analisados M E S E N N E P P M I M M E S SI N N PE EE de apropriae debatidos. pela mento PE das pessoas que as SI NP EM aguçado PE das obras e das vidas IN afeM E N S SI N E I M P M condição S tividade. P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 12 . de inquietação arte precisa arte e não arte educativa”. Nesse contexto. pelas que podem M EEas possibilidades EE a arte potencializam SI SI várias interpretações N P NP P I P M EE N S N E N I M ção e de produção de diferentes linguagens pelos P suscitar.EE grande desafio.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S das questões relativas nos diz que o sujeito. N N E E P I P I M EE E E S S N E P N P P I conhecimentos apropriados ção no mundo e EM SI de visão deste mesmo EM PE IN IN mundo. PE nova P I N E E I M rela. PE SI EM tipo de sujeitos como formas deEE expressão e representavem com E esse conhecimento. linearidade. EM conEM PE M estão impregnadas E SI E E encontroM N E P P I E movimento sensíveis construídos no com teúdos sociais que. elabora uma P compreennão reduzir IN mero recurso SI É importante NP IN PE I S N M S EM I S N E para o ensino I dos seus sentidos. possibilitando-lhe M N apenas reproduz. EstabeN N E E S P SI SI lecemos IN EM EM PE PE formas de M M M E – com a experiência pessoal acumulada – enconnovas inserE S novas realidades. construindo múltiplos contemporâneos. enEM P S I N M E I S estranha. não só M EE SI NP E N P I I M E M S S N EM sentidos. OsPsímbolos não são simples e insIN de visão” (Bakhtin. dançamos. te constituidores da natureza das pessoas. pintaM E E S N E E M SI etc. M muitas outras EE familiares. É preciso apostar EM NP PE conto.EEM IN EM EE P M S N E P P I rompe. E E P no. muito também nós. para então estabelecer no.

EM fazendo circular diferentes maniconteúdo a ser ensinado. todos nós é bom para ela. por descobrifaz Scom PE SI IN definições e configuraNP decisões.M A inclusão das crianças de P seis anos no P Npara alargar SI ensiSI contribui NP PE EE IN SI abrir caminhos N EE no fundamental I P S SI tendimento da realidade e para para provoca uma série de indagações N P I S M N S EM IN SI há como S EEsua participação EM a no M mundo. 1998). reelaboração. conssituações os objetivos a ser EE alcan. novas Minovar e estabelecer M I E SI pode ousar. ao inN E E I E M E P E S E P N E de Aprender aEM ler imagens. qualquer queM seja. E SI SI E N E S P P P M E E E SI N N dos quais fornecem novasIN à Pcabe EE os pontos. bem como as crianças e como deveriam aprender e Snamento M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P amplia a rede de significados e modos diferenciavolver. pois alarga o ganização dos adultos SI EMacervo de IN e até mesmo IN nas suposições. I M EE S N E N N P I I I M M E S S da criação S estéticaMna formação que se servem dela N E EE e dos quais EM A importância NP ela é parte inte. por exemplo. Como afirma Bagno (2003. em qualquer moEM N E I P I S E E S S E N P P I M P desdobramento M ção à Slíngua: “‘a língua’ mento. EM de propõe SI S M o inverso. P IN E M S M E N S P I P outras posições. I S M N S E IN o foco na criança é comM dos de EM M SIoutra posição. ocorre P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 13 . O mesmo SI EM sujeitos de EM PE pro. visto que S E N NP a liberdade. a apropriação carne e osso. sons. no livro didático. I EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N Se compreendemos que as diversas linguagens SI EE SI SI EE SI NP P I P M S artístico-culturais constituem modos de conhecer e IN As crianças de seis anos N M EE M M SI E EM de explicar S E P M M E E E a realidade tãoP válidos quanto os sae as áreas do EE N E conhecimento E EM P I P P M E E E S N E N N P P organizados pelosSIdiversos N beres ramos da ciênEM EM SI SI NP PE IN IN I E E S S N S P P cia. Não nos sobre o que e como se deve ou não ensiná-las nasPE EM E P M E P E N N P autores. SI SI EM PE sentir e refletir IN NP envolve INreconstrução.são N PE que falam línguas. EM psicomotores P P M M M E E N N ou cópias E conteú. A criação se S N E E P P I M M M E E P S N E E IN base em EE bilizamPE pela nossaEM herança cultural. elas para opinar.SI M E E P I M E E P N pode serSdito em relação à arte. os NP posição. a função da escola E o grante P de garantir Nhumana configura EM PE ”. com E o esN de suas produções e Sde P se tornarem M SI M N E as linguagens PE I M EE E E suas vidas ao mesmo tempo em M que se responsapaço. SI Na primeira SIpróprios. E S E E comunicabilidade e compreensão. por meio do E S S N P E I P S EM EM M vida àsIN IN palavras. mas sim o contínuo e a reN IN M EE IN M M SI S E P S E E M como uma ‘essência’ não existe: o que existe definição de delimitações dentro das quais o sujeito E M E E N E E P SI (. PE linguagens EE EE e com SIN N N I P P I N M M S M S em que. como se S cacionais aoSIseu EE treinamentos EE exercícios de técnicas. P PE I S M N E N S E M IN valor. vermos acesso à S pluralidade de mos observar como. Já na segunda. aos fazeres.. objeimaginação. o foco N M EEe conhecimentos. Mterpor realidade. com e com a vida. e de compreensão do mundo e de si mesmas. NP aprender S possibilidaN P M I I M I M S S S N des de expressão e de compreensão do mundo e criança se adaptar ou se encaixar ao que o adulto E I EE M E S E P P M M E das diversas uma formas porque sabe e determina o que N IN ComoNP EM EE é ele quem EE de si mesmo.) ela éM NP EM seres humanos NP divergir. SI S E que interpretam a realidade. p. E I M S S N P ações que criem outras S de vida Nesse sentido. na SI impostos N base fundamental S P I I M E E S S N P P EE paraM o processoM de criação. às ações. dando mover. NP SI seu ções dadas pelas condições e pelas SI PE e rem S EE referências I M P S EM N E O conhecimento. EM do currículo. de cultural. pois são formas de linguagens e de P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I fazer estético.Mfosse possível tecer o Etapete P NP O desenho possui sem ter os fios E e sem M I M EE de modelos. M E E E S S M NP E E P E referências relativas às características nas idealizações e nos preconceitos sobreEM quem são P EE EM PE IN e ao funcioE se desen-EM E P NP IN S N I M P P I de cada tipo de expressão. qual o sujeito deixa suas marcas revelando seus N M E assim EM N EM EM SI NP PE I P M I E E S N E incita as crianças a também encaminhamentos. Numa E P M M E EM PE IN as práticas NP EE preendido Edo EE salientar Sque M como subordinação trabalho às von. N Iexpressão. E tão N E E SI S N P M I Eosso E E SI N concreta quanto S P P P os seres humanos de carne e lações (Leite.. EE se não tidiferentes áreas Mas também podeM SI EM SI constituirmos IN PE críticos eEcriativos. não tem escolhas do sujeito. precisamos rever nossas práticas educativas.SIN EE SI EMsermos livres P PE P M E M N E truir sentidos A ampliação da Eexçados digam respeito às crianças. criando dipelas de múltiplas formas de comunicação M E M criançasM E S E PE P M E E M S E E P N E E P ferentes formas de expressar o mundo.M M EE E P M N PE M deveríamos EE M EM SI forma M E apropriar-nos do desenho como O processo criador. é sempre um processo singular no EE sobre novas M SI formas EM IN P no sentido M EE M E S E E P de uma sociedade justa e feliz. ordenamentos S e formas pró. SI está no NP EM EM SI E P P M E E E SIperiência Iestética. é po SI N orEM pela rotina EMescolar.18) em relaqualquer forma. segundo Vygotsky.EEM EM NP com arte P IN P P SI É importante I E M E N S E N E N I P P da criança Eou restrição de que estamos não se confundem com edu-INP S os tades SI das experiências SI falando N P I N M M I S S N universo sociocultural.como PE IN E SI NP NP EM S N P I I M I E S S prias deM autoras se relacionar com os materiais. PE re. NP PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P tos amplia nossas possibilidades de redescoberta. embora N E SI criar relações. EM E P P E I M E E P conhecimento e inteligibilidade do mundo. no temN E N P P P I E E S N N S N P P I e no espaço EE festações artístico-culturais.à IN Ediferentes IN SI acesso às E E cultura e ao conhecimento. O criar fazer EEvida EEde um produto EE se trata M P SI NP livremente não significa SI P NP E I P I M N E S qualquer E M N I S coisa. Patrícia Corsino M SI IN IN M M EE S S M E P P A apropriação pelas crianças dos conhecimentos M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E produzidos pela arte Mo seu en. emoção e cognição. É que seSdefine I Mnesse quadro M E E N E I E P M E M autônoma.

SI E IN S E E P S N M guagem matemática). assim. usando ça uma direção E para sobreEM forma espontânea SI IN M PE a lin. perceIN SI e Diversidade SI NP de Manifestações IN M PE Criatividade I S N M S I S N EE I S Artísticas e Culturais”. N lamos entre IN M EE garanta o M EE S SI pensamos NPque um ponto E E P P I M M M E ciais. estudo articulado das S Ciências Sodesse foco.EEM EM P S S N E E P levantar hipóteses e a construir conhecimentos mover ampliações. suas propostas Como eixos das proP E N pedagógicas.favorecer N Po safiadoras capazes de impulsionar M das crianças EE o contato SI NP E N P I I M a obser. no desenvolvimento da crítica sobre os social. nos anos/séries do ensino fundamenvir a ser. das Ciências Naturais. Nós. da Solidariementos da criança. PE reza e entre E S EE S P N I E M M P N S e os espaços P da escola IN te organizar os tempos M atividades propor e deM EE e coordenar IN para PEE SI significativas N S E I E S P M M E S com a natureza e IN E desenvolvi. SI SI N EM I EE (1997). interesses e produções S E M E N Sé P . o espaço e a sem alterar a ordem S natureza. articuP P E M Encorajar M de diferentes IN EMrelações S(Kamii.Ssem Puma IN torná-lo M E E P M N E Pdas crianças. eventos S SI EE e ações em todas as EMespé.EEM IN EM E P M S N E P P I Mdar oportunas é mos materiais. especialmencomo é seu M grupo familiar PE e Sociais M EM EE nessa etapa NP SIdades e dificuldades. cos. aberta e ao imprevisível. ordenando e sedamentem éticos. implica NP M por sua E N I grupos humanos. Na busca I tal. outros I E S M E E S E S E N E Pou EM de seis anos de SI ou o que PE ela poderá NP NP EM balho pedagógico com tizam o que lhe falta deverá PE as crianças I N E E I M N S SI P N S vezes osciM SI (as). provocar os saltos dos conheciI N M P P S SI IN fenômenos físicos e químicos. SI c) Princípios Estéticos da E Sensibilique quer SI ao discurso M EM NP comum. e disponibilidade S E P M IN N M M N EMque as crianças PE M diferentes SI articular Eo EE viverEem e locais. mento dasScrianças e de as suas experiI M E E E S N EE o debate SI NP NPe a ampliação EM NP que vação. a fazer correspondências e agrupamentos. suas sensibilidade. possibilitando. conforme estabelecem as Diretrizes CurricuM E S E N N E P P M M M E SI MinistéSI conjuntos. b) PE tendências dade e do Respeito ao Bem são P muiIN M EE Princípios E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S Pinto Políticos N dosP Direitos e Deveres da do do que supomos. EE quer à proP P E I M E P P N N E PE dade. as EdeS tornam-se secundários pedagógicas das Diretrizes N S o com. uma organização pedagógiPE IN M E S S E N P M M M SI N de observação. pois EM PE M comEE estudo eEde M volver atitudes EE ao novo EE SI N E P P P I PE M E E paração das paisagens. Somos Inós EM ênciasM NP M P I I E E E S S S S E N P científicos. saber e S e das Linguagens. professores(as). indagar.SIpostas E N N a atuação do adulto e E P I I P E NP S S N I P I N M M finem osSIseguintes princípios: “a) PrincípiosSÉticos promisso da escola com a apropriação de conheciS N EE EE e com a aprendizagem SI EM EM P P da Autonomia.EEM Na áreaS das Ciências SI inicial do SI EM Naturais EMtrabalho.1986). posteriormente. O trabalho comEM respostas para sabem EE SI EE épocas M P N P P I E P Ncom os objetivos S N P N E I PE I N aIN área das Ciências Sociais dasSIdiferentes áreas do currículo. M M E M N E N E P M M EE SI contraditórias SI Essas duas EM PEComum.EE pressão por meio linguagens. sua Conhecer. a experimentação. M EE Benjamin NP IN os seM S I bre os sobre mentos. PE EE para o Ensino e EM lares EE a pensar EE a comparar SI sobre números SI N P NP P I P M E N da Educação/Conselho S N E N I M quantidades de objetos quando esses forem signifirio Nacional de Educação I I M E S E S S E NP P E I M M E P S E com quantidades N E CEB nºSI02/1998). se analisarmos EE M E S P Exercício da Criticidade e do Respeito à Ordem as concepções de criança E P P M M E N N M N E EE SI Esubjazem EM Democrática. classificando. N E P E I N P S N E histórias. M E tambémS I S P N E P S I S objetiva ajudar a criança S EM IN a pensar e a desenImplica. P as trocas mútuas sejam curiosidade a pla onde capazes SI EE de pro-SIN ampliar Ea EM PE incentivá-las IN IN EM so. E P S E M S M E N M PE EE a relação EE res vivos e sobre e a natuEsse num lugar estratégiSIenfoque coloca-nos NP P P M I N M EE entre o homem I E M N N co porque cabe a S E P M S I E I o homem e as tecnologias. e práticas Isocioculturais. também. N N Fundamental (Brasil. N SI quais são os seus interesses EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Trabalhar com os conhecimentos das Ciências preferências. planejar.EE pos de objetos.S M E M amplificar S N E E E P com as tecnologias. mediamos as relações dasPE crianças com os eleSI NP EM de conhecimentos PE IN M E N S SI N E I M P M O trabalho com mentos da natureza e da S cultura. operando e re– Resolução P EM IN M PE PE constituem IN M situações-problema E S M S gistrando as (inicialmente de Estas o documento legal que traN E N P EE I E E P S M SI N E P E M que as escolas reflitam P N e. beremosPuma disparidade de posições. do lugar onde habita. dução científica centradaSno mundo infantil. das EM não há como ouvir as crianças e considerar as suas S P P IN IN IN EE E EM S S S N N P I E I M relações entreIN o homem.M NP EM P M I E P E E S N cies de as crian. INP P falas. de ca flexível. SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 14 . favoreçam a ex. da Responsabilidade. suas relações. ao E disponibilizarSI PE objetivo do EE as Noções Lógico. É importannós. suas faciliM E E S N E E M SI NP de ensino reside. Para M to mais freqüentes M SI Cidadania. M N E I E M P I E EE S e fora daPescola. cativos para elas. suas formas de aprender.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E Mescolas. Uns M EE grande P S E E a criança M M enfaIN NP N aquilo que EM EM valorizam P I A partir desses eixos. muitas N SI iniciais EE idade. professores NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E as duas posições. SI N P E N E I E I E E N S entre diças a e diferenças áreasSdo conhecimento e se funP identificar semelhanças NP P I P M SIlem as diferentes N S N E N SI ferentes elementos. incluam cuidados e afetos. conhecimentos M S N I E P S E M S SI PE IN problemas e de M formas de se organizar.SIsuas PE IN SI vez. P SI NP todos os tiEM P S I N M E I M S N tas. o objetivo EE via de mão du. como sugere. estétiSI SI nos princípios EM EM PEpolíticos e M E SI E EM N E P P I M E riando. E P vida dentro E reflexão M S te. ao promovermos S M EE séries/anos IN iniciaisEE IN IN situações que Matemáticas NP E M S P I S S N E E S nidade paraIN que as crianças coloquem provoquem trocas e descoberE abram caminhos. das Noções Lógico-Made partida seria conhecer S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M temáticas as crianças. de resolver EE devolver PE para observar. é importante que o traé e faz.

grafia ou Língua SI M os outros anos ou outras IN Portuguesa. I sensibilizar Sa criança para NintrapsíquiP P P M (entre pessoas).PE P P I P M E E E S N E N N P P N prio pensamento. NPE tação da IN P P I E M E S E P N E N I P P aulas-passeio. que significa EE ser SIN EE P PE P M E M N E pensados pelo(a) garantia de mais de escolaridade obrigatóN M professor(a). SI SI NP PE EE IN SI NP o trabalho EE para a S I P SI escola. ou seja. processo sócio-histórico de construção coletiva. sua vez. S ver. cabem também a leitura e poemas. as quais.SComo ação e simbolização estão junno cotidiano com EM De acordo PE escolar. M P PE EM EE Por isso. SI Nvisitas. Decorre IN M EE a um IN S M E P M EE E período. os planejamentos das Eatividades. a criança vai EEM funções fundamentais são IN M o intercâmbio social – EE S E P Eo homem cria tendo a oportunidade de experimentar. Pouvir uma música. experienciar. P possibilidades para M uma mesma SI SIo desenvolvimento e situações. etc. enIN P I N M M I S S E E S IN trevistas. analisar. a do ensino fundamenP EE E S ampliação S P P I N M M S deslocamentos M S área.) etc. do conhecimento. orais Mde usos. estudos A linguagem é constituinte do sujeito e.M grandes objetivos é a eduN P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E quico mas também no cação estética. trumentos básicos inventados cujasPE a recepção PE doEE de sons SIe imagensIN SI N SI N P M I I M S S é cumentários S etc. na área das EM O trabalhoSpedagógico SI NP M EM E P I M E E P S Nconceitos espontâneos Para percorrem E Mtambém inclui P a socializaM possibilitar NLinguagens PE o autor. I P I E M S E E S N E E N P categoria. Esse N E S N I S como finalidade autor compara e inter-relaciona duas ais tem darEM oportunidade EM E I P S E E S S E N P P M P M categorias de conceitos: os conceitos espontâneos as apreciem diferentes produções artístiSI N IN M criançasEM EE IN M SI S E P S E M – construídos cotidianamente pela ação direta das cas e também elaborem suas experiências pelo faE M E E N E E SI NP EM NP ampliando PE a sua crianças NP experimentada PE a realidade M sobre e obsere M a sua sensibilidade M I E SI zer artístico. uma escultura. E teriais. assistir SI PE (interior doSsujeito). especialmente para com M finalidades e intenções diversos. reconhecer. esses E SI Em qualquer podem tal Epara bemSIN mais que a M nove anos. o M elo central do diversas manifestações atuar sobre I elas. ou desenvolvimento E humano. PE IN M EE P N IN ano ou S N I M P P I sejam elas de Matemática. EE um ano SI NP EM EM SI possibilidades: Eseguir PE de P M E E E SIria. não conseguem do seu Linguagens.EEM NPescolas. Nesse é impor. Geoessa série inicial deve compor um conSEsse M EE S E IN S N E N P E I I S E P S contemplar S N precisam junto com S M séries do ensi. então. M P colocações N e escritos.Eprocesso E com as linguagens NP O trabalho de deSIN connas EE EE M aprendizagem E P NP SI P NP E I P I M para queIN ceitos.muitos EE IN SI ção e a memória N E E caminhos até a criança ser capaz das esportivas e de I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E los verbalmente. P P M S definição. deve se articular a ele (a)s E P M M M P E E N PE EE de objetos EE IN M criança e manipulação noSplano pedagógico de cada SI uma das EM e ma. NP mas de linguagem – PE IN hipóteses NP E PE N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 15 . de sua sensibilidade M e de sua expressão. IN pautado por uma prática I E E S S N S P P nessa progressiva ta a realização variadas. portanto.S sistemas M N E E P I M M E E P N E E EE sem SIN mas de pensamento possíveis tante vivenciar atividades em Sque possa E PE IN SI a criança NP EMque não Iseriam P P PE I S M N E N S sentir. o proN E P M levantar etc.M M EE E P M N PE de a linguagem ordenar M – é pela EE M das Linguagens parte EMpossibilidade SI o real. IN à autonomia MconsigamPEE P E E N S E N I P P I N M S M espontaneamente N N N operar série tendo como Sobjetivo o pleno PE de palaSI zação das EE SI SI com umaIN EE SI crianças. à espontaneidade. NP E I M E M S E S E E inicialmente a ação. N P I S S IN cuidadoso. os SI EM de definiEpráticas PE ou. ainda na INvras. portanS SI do meio. N E M Pde representação. generalizante PE SI e o pensamento Eferir. 2000). E simbólicos possibilita a M realização de forfilme. a linguagem é um dos insI M M I E M E E S S E N E S E P P P M SI pelo homem N N N PE (músicas. é essencial o respeito às culturas. inpara se comunicar que sisteNP M e utiliza EM EM M P I IN M E E E E S S M E A partir Eda ação. História. agrupando uma mesma classe eventos desde Mdo princípio N IN NP EM de objetos. SI EM Um dosPE troem os IN M nessa área EE do currículo E S E EM P A linguagem. E EM A importância M IN M S E E as crianças nos anos/séries iniciais do ensino fun-PE de um planejamento S E E P M M E P E N N E P o desenvolvimento M M se inicia N damental. Nesse processo. a própria movimenno fundamental. Vygotsky as áreas. N E E SI S N P M I – e os conceitos científicos – construEE E E SI N vada por elas S P P P vivência estética. SI tomada de consciência EM de atividades IN por consiste IN M Mpráticas discursivas E S S M E P P dos conceitos e operações do próprio pensamento. PE to. PE EMde que aScriança.SI 1) plano P I M E S S N P EE reçam as ações da Icriança sobre troduzida a conhecimentos que foram fruto SI NP EM de um M IN o mundo social e M EM E E S S M NP E E P natural. possibilitem de difeM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Essas são bastante provocativas rentes gêneros textuais. Vygotsky (1993. Estudando as complexas relações tras práticas corporais. I E S N N E S N P disso que operar com I M SI apreciarM co uma pintura. Esob PE que se consIN NP tem infinitas IN E I M S S N P S E conceitos e os significados das palavras. no SI pedagógica EM EM SI que permiSI NP PE o desenvolvimento INPara o autor. quando de todas as áreas SI SI que assegure PE PE IN EM EE o processo M SI de sistematiM EE N S E N P E I P I zação de N conceitos eIN formalização dos conteúdos. Ciências. elas não N têm consciência da sua E M M SI E EM área das S E P EM M M E E E seja. embora cidade. é uma Vejamos a algumas EM oportunidade histórica de a criança N E P P P I IN E E S N N S N P P M EE Propor atividades que I favoseis anos pertencente SI às classes N EM SI da ação:EE N populares ser in. filmes. M E O trabalho com a área N E E I E M E P E S E P E bem pequena. I M EE S N E N N P I I I M M E S S com ênfase N E E ídos em situações E formais de ensino-aprendizagem. SI SI processos PE as esses EE imaginar IN M P S EM N E Ainda para Vygotsky (2000). é preciso assegurar um ensiN E tomar consciência E EM pró. atua não só no nível interpsí. Finalmente. em todas E S S N P E I M S EM M entre as IN de conceitos. central M M E EM de histórias N N E E P NP I tas. M da arte e M E E N S E I E P M é a formação E M S séries/anos inici. Entendemos que. isto é. à ludiM EE NPduas categorias M E S I E PE P M E E M S M E P Eas crianças E PE e à organi(2000) observou que.

maN ou adapta M N E I E N I I N E M S E P Sa S N E SI etc. a partir P P do(a) professor(a) Se/ I E M M da mediação IN EM que o trabalho N P E N E S I E I E E N S pedagógiS caz P quando articulado com a proposta mais experientes. sala de leituetc. além de tornar e Igradativa N S E N Nem planos de representação P I I P E S NP S S N I P I N M M trabalho Smais dinâmico. brinquedos etc.IN E P P M M fa. Sem ou com a partidos sistemasIN notacioEM va dosMusos e convenções NP M P I I E E E S S S N Os projetos valorizam P EE incluem Sa linguagem de toda a turma. NP EE P P E I E E P S são as brincadeiras. Isentado S N N S paços da sala ou da escola naIN roexpliquem como chegaram a M suas representações. problemas e.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Econceitos E E M EE o S fessor pode pensar de científicos. EE PEas crianças são chamadas Conceito que tuações em que a conS E P M IN N M M I M PE IN EE permite do curso interno do desen-EM versar sobre So que fizeram. Pmodelagens EM P INque as crianças M EE EE E S S N E P N P P I M em de ou zem para representar o que foi vivido e N S sob a orientação N SI EM PEum adulto Iexperimen. planejar o trabalho I I M E S E S S E N P Eque PE valorizar as diferentes SI EM manifestações EMtendo em iniciais culpedagógico vista o fluxo vai da ação P IN M E E N S E N M P e conhecimentos SI M cons. no EE EM SI ou manipulando PE NP nível de Pdesenvolvimento NP real. tabelas IN SI NP EM P S I N M E I M seu próprio S trabalho. S I S N EE EE propor que as crianças SI EM EM P P momentos de verbalização do que foi elaborado ou seja. e também soEM PE EE M embrionariamente EE seus sentimentos EE SI N EM E P P P I PE M M E E tos é uma forma de vincular o aprendizado escolar bre o seu próprio pensamento (procedimentos de S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M aos metacognição). sentiram. tações ePE dramatizações por meio das quais as M PE S E M M N E M I NP N reapresentam E vê o desenvolvimento E crianças P I M Vygotsky retrospectivao que viveram e sentiram I E S M E E S E S N PE como EM mente. que caminhos E ainda. exerce várias funções e possui I M P P IN S Sarticular. tado. S EM a compreensão EE P N P P I E M P NchegaramM S N P N E I PE I I volvimento doIN indivíduo e. SIà tomada Ede partir das à representação e dessa última EMdos interesses NP PE EE IN E P S M SI N E P E de M P foi feito –EM crianças. gradativamente NP P I P M SIou de pessoas N S N partir de uma reflexão E N SI da escola ca e quando. M P M M problemas emergentes na sociedade em que vivede diferentes gêneros E SI fazer uso E SI E E P E IN M E E S P M N E Pda escola e P fora culExpressão/registros escritos – a língua M SI EE escrita. em SI Expressão NP pequenos IimiPE I S N M S E I S N E I S com toda a turma. pátio. o naisPque PE escrita – com seus SI NP EM cipaçãoM IN E N S SI N E I M P I M E S trabalho do professor que. Cabe à educação das séries/anos P e generalizado. M S SI S NP EM I EE uma determinada solução EE M E S P dinha).SIN mos.IN E volvimento potencial. IN pois os temas eleitos M EE sociais e E NP IN exploraM S I currículo. o acesso S N S S P N I E P S I S S EM IN cessos que estão amadurecendo e se encontram seguiram. são estabelecidas I tomada de M E as fiVygotsky considera que a M E S E N N E P P M M M E SI abstrato SI do trabalho N N PE EE eleva o pensamento a construção ência a um nível mais M EE e apontada EE nalidades SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M de conceitos. feitas indivique viveram. Trabalhar com projesuasSexperiências.problemas IN M Gradativamente. SI lugar às M EM EM PE E SI E EM N E P consci. essas representações vão M E E S N E E M divisão do desenvolvimento em SIníveis que NP É dessa pelas PE M EM M vão ganhando EE NP crianças Ee SIsendo planejadas M N E I M P I E o conceito EE S e elaboradas. N E do as das crianças. E S EE de S P N E M M P N S visitas e P entrevistas.Mque se com o próprio corpo objetos I N E E I N S SI P N I P S I pela solução E M S N S costuma determinar independente de EEM fantoches. sentiram. mesa (individual. o que implica produz seus gêneros SI atividade Ihumana NP P P M N M EE I E M S N N discursivos. N N E PE individuais ou em grupos ouM corporal – NP IN SI duplas. à realidade PE às questões IN IN EM do EEM EM EEgrupo. bonecos.PE pesquisas. E P P M M E N N M N E Emais SI EE EM ra etc. Ações. E IN primeira mão. pode ser um Icaminho para P E favorecer a apropriação N SI EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 16 . Os Sprojetos P S N E E P turais do vão além dos limites assim como a oral. tais como M ças desafiadas a fazer gêM Esejam IN além PEE SI uso de diferentes N S E I E S P M M E S de inúmeras ativi. Sendo assim.EE ciência.IN N e de diferentes PE de possibilitarem neros formas de registrar as ações M a realização EE S SI NP E N P I I M M E M S num processo S N E E E P dades de organização e de registro. podem ser inúmeros usos formas de se Cada P S E M S M E N E M PE E EE esfera da dos de forma ampla e interdisciplinar. determinado pela solução de EE S colagens. as crian. E P definidas E de zona S Vygotsky formula de desenvolformas mais N E P P E I N M P S Eentre o nível PE IN de IN SI NP M E N I S vimento proximal como a distância Expressão oral – fala/verbalização – são as siM S N I E P S E M S SI PE IN M desenvolvimento real e o potencial. de apropriação gradatiI M E E E S P P IN pequenos EE gruposIN NP EM dualmente.turais. a falar sobre PE ou seja. prospectivamente. aos proa determinados resultados. representações e conseqüente tomada de consciência dessa ação.. experiências que. N E I I PE M E S S E P P N M os desenhos. É importante E P M S I E I busca de Iinformações.Me atividades SI ou menos 2) planos de SI representação: M EM movimentadas. As P nos livros didáticos e nos seus manuais. são incentivadas IN M E S S E N I M M M NP presentes. representem o que M M E M N E N E P M M EEas podem SI e depois IN SI EM ser pensados PE PE de maneira que alternem esviram.coletiva dos P professores. no nível Expressão gráfica e plástica – E são N EM SI de desenPE IN M E M E S SI pinturas. EE SI S N S E P M PE I colaboração com companheiros mais experientes. na escola. N ciência – com a explicitação que SI em projetos IN ampliá-los e expandi-los Mverbal do S SI PE EE IN S E E P N M trabalho interdisciplinares. pelas sucessivas S SI EE EM Vale M NP de cons-PE ser um pesquisador EM tomadas M I E P E E S N lembrar com projetos torna-se efi. como EE EE viram.. N M E NP SI SI Ediscursivos. fizeram falem sobre P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S (em pé. gráficos. passa notações e escritas espontâneEE pas. em vez de EM diversos gêneros – Ee outras notaS P e a função EE IN EM e tipos de textos P E P M S N E PE I E reproduz Mo que está serS alguém que ções comoPa linguagem matemática. grupo). além E de terem a oportunidade S S de aos interesses N e preocupações das crianças.SIa vão dando convencionais.

M isso fica evidente. E P M M E P E N N P EE tudantes no mundo da escrita. SI N E I P I M N E M N I S ações distintas. EE EE SI (cf. . assim. o que favore. convites. desde Já o M termo. A linguaIN M P S EM N E zir textos reais. S expressão EEM IN M EE S E P E O termo. IDesse INBakhtin (2000. nãoEEsó N de interação EE SI NP EM EM SI busca causar EM em que se P P M E E E SIse motivam adas pela escrita algum EM para ler e escrever. relaciona-se ao exercíAs muito com S N M E E P P I M M E E P S N oral em P E EE da es.SIN IN M I M M S E P S E E M nar a ler e a escrever no contexto das Eelas próprias. ler as cercam falam S SInas situações PE E elas. mas começam. ce a delas com maior M EE uma variedade NP M convivência E S E PE P M E E S M E contextos P EM de utilização Ede interação PE a atenção de que “cada esfera de sobre IN e a suaNreflexão M da lín-PEE P E E N S E I P P N M tipos relativamente E estáveis de S tex. P Nres ou de Esua EE EM comunidade. como M SI EM SI se constituindo IN PEsujeitos letrados. P I IN alfabetização M E E E E S S M E E P IN M uma de produtos e serviços. avisos). Morais N S N I P P I N M M S M S e Albuquerque N E SI do em Leal (2005). ampliar as crições sobreS como realizar atividades diversas ou E E vel pelo ensino da leitura P P M M M E E N experiências E P adolescentes NP IN das Scrianças eN dos de EMcomo agir em determinados eventos. Pelas N E E convenções lingüísticas. letramento. propomos. mas não inseparáveis. por meio de PE IN deriva uma M EE EE P N IN S N I M P P I leitura de textos jornalísticos. SI SI EM PE como comIN NP IN E I M S S N P S o funcionamento do alfabeto. a escola E IN e/ou empresas. um nas relações I M papel central M E E N S E I M E P M E M S E N NP sociais P (1998. convivem E crianças. PE participam SI EM das prátiEMsuas capacidades PcomIN SI portanto. EM P IN E E M S M E N S P Pmodo. IN Desse assim como defendiSabemos hoje PE e Albuquerque. muitas vezes N P I S M M S IN IN EE EM os es-PEE garantir esse mesmo princípio. EM da leitura N P N I P M aprendem a produzir textos M M I I E S N E S S M IN sociedade. N NP tecnologia P N I S SI I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 17 . IN I E S S N S P Pos usos que fazemosSIda escrita no dia-a-dia. texM mediante I E M EE E SI E S E P P P I M E E N N modo possam lerS e produzir compartilhamento de desejos. P P NPpor crianças e adultos. P P SI IN experiências SI etc. As EE EO mesmoSIN P P M E E E N E N N P P M tes e E distintos modos so. emoções.gua M N SI e sobre os N N situações SI as diferenças EE SI SI EE elabora Pseus SI entre essas NP I P M S ”. corresponderia ao dos textos literários. S S M E P P sabemos que quanto fora dela ors . p.SIN EE que sejam SI ambientes EM que asMcrianças que vivem em P PE P M E N meditempladas na escola: situações ricos em experiências de leitura e escrita.cas sociaisE em que os diversos SI S E gêneros textuais cirpreensão e produção S S N P E I M EM M culam. rótulos escutam histórias lidas M tanto na sala de aula M EE M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Qualquer cidadão lê e escreve M cultu. NP E I M E M S S E E tolares (cartas. SI NP EM sobre M que circulam ao seu E IN informações cotiM EM E S S M NP E E P E M dianas. e pres-IN S SI orientações SI Cabe à instituição IN M M IN S S N E E S I M e da E escrita. Precisamos rais com práticas de leitura escrita. outdoM IN IN M M EE de embalagens.SIN cio efetivo daquela a língua os adultos que EE e competente PE tecnologia IN SI N diferentesSsituações: EM P P PE I M N E S perto delas e comEM N E IN e produP em que precisamos SI crita. memorizar Telma Ferraz Leal. M Eliana Borges N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E usando como lápis. Na escola. SI NP de. diNP M EM por meio EM M pro. Em cada tipo de situação de interatos nelas produzidos. por exemplo. Ainda segundo a professora Magda gem ocupa. sobretudo. responsáto. SI diferentes N P M I I I M S S textos com autonomia. “alfabetizar e vivenciadas Por meio EESoares EEletrar sãoSIduas EE M p. EE preender SI EM EM IN P as convenções M Correia Albuquerque E E S E EM P letra/som e dominar seu traçado. por textos científicos. ouEseja: situações de interação N social e aprendem sobre SI EM ensi. bre critas em diferentes suportes. por outras pessoas. Nessas NP PE diversasIN EE IN finalidades Se EE cumprindo P S SI e reais. circulação de satodos os estudantes – diariamente – a vivência de E P M M M E N PE M NP reais Pde EE beres gerados EE de conhecimenEE leitura eSIprodução M emM diferentes áreas práticas de EM NP textos diP IN P SI I EE E E N S E P N E N I P P meio dos P E versificados. mas. ampliam de I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I de textos orais.M M EE E P M N PE habilidades de utilizá-la M crita alfabética EE M EM SI E e as para M Letramento e alfabetização: N E E I E M E P E S E P P M M N E ler envolpensando a prática pedagógica M N Ie para escrever. Dominar N E tal tecnologia PE E I P I E M S E E S N S E E N P P ve conhecimentos e destrezas variados. 2004) EE con. N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE efeito sobreSIinterlocutores desde cedo. medianPE– a es. 279) Schama modo. P EE como. IN PE EE S SI que eles NP NP tos instrucionais. ao iniciarmos mediadas pela meninos S e meninas S vão EM oralidade. papel de Morais S N ou outros P P I e Artur Gomes P M instrumentos I E S N N E S N P M SI SI que SI PE os substituam. Disso M P estilos.47).EEvulgação EE NP cesso pelo qual se Sadquire PE IN eventos. as Scrianças participam de diferentes EM N E I P I E S E E S S E N P P P M rio: o ideal seria alfabetizar letrando. EE é EE outrosSIque NP S P PE deparam P Na nossa a participação social mais formais e N se com não I M EE S N E N P I I I M M E S S dia-a-dia S N E intensamente mediada pelo texto são de seus grupos familiaEE EM comuns no NP escrito e os que SI M EM E P I M E E P S não apenas N dela se apropriam de suas Na instituição escolar. deparamo-nos Ecom gêneros textuais E diferenocorre em Prelação à Pescrita. a refletir SI sobre as N de EM em diferentes EM esferas Ncaracterísticas dos S P I I M E E S S N P EE participação social: Icirculação de diferentes textos redor. escrita e seus usos e finalidades. escolar.da subjetividade. M N práticas soPE sobre a natureza e sobre a sociedaPE EEorais ciais EE e da escrita”. IN M M EE S M N E P I M EE Ecedo.SIN crianças e os adolescentes SI observam EM SI palavras EesNP PE Ao refletirmos IN de usá-los. ao contráda oralidade. comunicação direta pedagógica fundamental: para reduzir as Sdecisão M EE S E IN S N E N P E I I S E P S textos episS N entre pessoas mediante diferenças precisa assegurar a S M SI M sociais. N M EE INenunciados M M SI E EM S E P M M M E E E ção. como placas. valoração da realidade vivida.

I N M P P S SI sido atividaIN M EE deste documento. M tes mesmo E S E N N E P P M I M M E SI sempre N PE IN EE É por meio emNquestão 1995). e S posição sobre a linguagem escrita e P no interior de uma Pdeterminada N P SIrem um conhecimento SI N EM textuais. SI vezes diariamente.IN S E P a ser construído. sobretudo. N partes escritas tes das palavras.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E livro de histórias.IN essa empreitada M SI ler livros Ede PE o que E IN IN E as le.EEM P IN IN IN EE EM S S S N N P P I E I M des sonoras mínimas. E Pmemorizar na qual eram para situações voltadas IN SI SI NPlevados Ia IN M PE os estudantes I S N M S S N E EE I S segmentos das palavras (letras ou sílabas) ou mespara auto-avaliação e expressão “para si próprio” M E P S E E M IN NP NP EM EM de sentimentos. sobretudo. de estarem (cf. de o professor em sua Eração S E SI EM Nas escritas EM PE garantir IN M E E S P M N E P entender: Ppedagógica a prática de envolve aM escrita rotina E literatu. EE M E S P durante muito tempo o ensino do nosso sistema de tais como anotações. As atividades de leitura descritas. no Pfundamental. N E E P P I M M M E nhecimentos temos condições de poemas. destacaS uma opeS IN IN M EE NP mos a importância S S E I M P cognitiva complexa. com isso.SIN S N S E P M PE I lescentes a compreender que a escrita possui para de suas próprias ações. sabemos que. SI EE esquemas EM escritaM SI foi feito de uma repetitiva. IN SI NP precisam obP S I N M E I M S N E ou que brincam de S ler e escrever SI EEque uma letra (digamos. sumos. o interior escritas”. EM A) é M NPainda nãoPE servar. SI que raDolz Schneuwly N E P P E I N M P S E ajudarmos PE IN os IN SI em todosMos anos o contato NP se tornaIN M propiciar E I S zão pela qual imprescindível com textos da S N E P S E M S SI PE IN M estudantes a descobrir os princípios EE . Solé. adquiP P E N M em determinada EE EM SI N P E N E P S I E I E E N S palavra. quando M lio para organização M IN SI Sabemos Sque SI já conheceram NP EM I EE cessário.EM cionava Ias E SI PE e ao resgate NP partes pronunciadas NP (pauta sonora) ea auxílio ao crescimento pessoal PE N E E I N S SI P N I P Sinvestigar-se I correspondente. cartas des. INP IN M E S SI N E M P M países deS em diversos ta elaborar em sua mente um SI Pesquisas PE EE princípio de estabili. M M E M N E N E P M M EE gêneros textuais SI SI produção P EM e o estilo PEtexto comEE conteúdo daquele o de outros e de usados auxíIN comoN PE M E EE S N N E P P P I I I E S S N N S ne. IN IN que desde cedo zação NP E M S E P I S S N E E Isto é. PE IN íntimas (sem M EE EE E S S N E P N P P I M adopromover levem as crianças e os tinatários).SIN EE“traduzindo”. aos estudantes eEM que fazem Iparte do EM interessam NP P I I I M E E S S S S E N P E Para realizar essa universo SI tarefa. ato de N E I I P M EE E S S E P P N M M utilização de E que há um conjunto de coseus próprios dilemas. IstoMrequer “olhar EM idéias cada vez mais elaboradas sobre e ciamos P IN E E N S E N M P SI SI escrever.SIum E N N entre outros. PE EE IN EM que para E P S M SI N E P E Mde estratégias de leitura P típicas deEM suas unidades N eles se apropriem gráficas e refletindo SI sobre elas. em PE IN que para chegar à comM E S S E N M M M E SI as crianças NP têm a P entre todas oportunidaEM M – uniEE as letras M preensão EE e adolescentes EE da correspondência P SI N E– E P P I PE M E E dades gráficas mínimas – e os fonemas de de conviver com livros de literatura infantil e juS P unida. reE P P M M E N N M N M EE maneira Emecânica. de informações. P I M mo palavras inteiras. sem entender a lógica que reladesejos. NP Ecom ção é uma organização P I M E M E N S N E P nem sempre EM é realizada EE SI defendem EEque deveríamos Pe EM espontaneamente. Teberosky. Essa EE Sdescoberta PE Mdo dia-a-dia. angústias. P E 2000). elaboram antecipaN texto num S volta. textos P. com N e resolver P SI IN M EE Hoje. realizadas muiM EE IN fun. IN é apenasM“a letra doSInome IN dos diferentes gêneros M E S não de uma pessoa ou sobre os Susos anE E P SI EM que aquela EM alfabetizadas PE PE Precisam compreender IN M E de uma coisa”. que ra. para um leitor experiente (cf. que I sempre aparece dominaram oM sistema de escrita alfabética). formulam S E E Shistória EMpela leitura EM P P ses sobre como a terminará.PE aquelas palavras EM como a escrita S EE S P N I E M M P N S P que a escrita IN cria essas representações(isto M Essas atividades. NP IN M S I tras representam os sons e não os significados ou no último texto têm E P S E M S M N PE M das coisas às quais PE da outras características EE EE des constitutivas físicas da IN prática de muitos docentes SI P P M N M EE I E M N N educação infantil e S E P S I E I orais se referem). como forma de I E S M E E S E S N E M PE de iden. NP E N P I I M S S materiais EM estão no E que tos EM e de outros PE os fonemas. textos da ordem M EE SI expor. textos do EE as par-EM EE EM relação Penigmática: SI da ordem EE P N P P I E M N S Pfaladas e Ias PE IN IN do argumentar. as crianças e os adolescentes M E escutamShistórias lidas P e/ou contadas por Eadultos. entendendo M EE S SI diários pessoais. a leiM por meio Sdas letras.que previamente etc. analisando EM das palavras NP Tais momentos possibilitam. o estudante necessiNP EM PE infantil e juvenil. é preciso realizar venil antes e fora da escola e.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 18 . quando pronunP meninos e meninas vão gradativamente construindo I I M E S E S S N P EE o que é ler PE a palavra lentamente SI EM etc. IN M PE Como SI EE IN S E E P S N M e Ribera (2004). é. caracterizadas. e E N S S P N I P S I M nosso país. gêneros que SI e outros M NP EE utilizamos P P E I E E P P S N E N estudar temas diversos. situações E P I I P E NP S S N I P I N M M ções sobre hipótedas E para a construção e a Esistematização do coS SI o que está IN ali escrito. EM (quando M I E P E E S N algo estável. como Sessas que M EE quando aSpalavra EE letra aparece SI de atividades P NP P I P M EE N S N E N I M contém um som /a/ naquele ponto.PEE SI N S E I E S M M E N PE ciona tas envolvem. comparam o nhecimento. E M EE S te textos publicitários. e memorização.E textos da ordem do relatar que regem ordem do narrar S E P M IN N M M E I M N P EE ordem do Sdescrever aquela a relação entre da ações. situações em que a escrita Né utilizada S desafios que SI EM PE I IN Mautomonitoração EE rela. Eque tura de textos literários INsonoros pequenos. M E E S N E I E NP NP EM NP interior das Ssílabas). para M E E S IN M a pauta sonora. defrontarem com explicam Teberosky N SI desen.EEM IN EM realizadas EE P M S N E P P I das unidades orais monstram que meninos S e igualação M e meninas EE IN EM e escritas. inclusive.EEM EM S representa EE das palavras P S S N E P faladas (isto é. EM M M assim como ao próprio S N S E seqüência de letras tidade. dos anos/séries iniciais do ensi. nem S Ferreiro (1985) diz S E IN No entanto. por exemplo. segmen. alfabéticas. por exemplo.

SI SA PE EE IN M P S EM N E instituição. quadrinhas. IN nos SI Barbosa M que aprendizagem N E NP S N I N E M P Icorrer ricos I linguagem de uma forma lúdica volve risco. Maos modos cola social.Ecom EE M é preciso focar os sigEM crianças SI sujei. M EE S N E P I I I M M E S e as IN S S E modos de produção. uma vez que acolhe pessoasM diferentes. NP além de ter certa autonoE I M E M S E S E E mia em relação à satisfação de necessidades básiaprendizagem. N E I E M E P E S E P M conhecimentos em E O fato de Ias com Mnos gráficos N le. desafiamos os E co. eEE NP alfabético. É na tensão viva M Nosso diálogo organiza. necessidade IN EE SI EE EM em constante P PE P M E M N E Do ponto de vista escolar. Mas ajuda a criança a desenvolver as N P M M M E M N SI PE IN EE EE EE SI de analisar NP a palavra EM encontramos também características eIN marcas que capacidades oral (aquela a S P P I P M E S N N S N EE identificam SI como seres SI que a notação nos escrita se refere) em seus segmenEM NP humanos. de nos Outras estratégias didáticas que podem auxiliar I M M E E N S E I M E P M com cada E M E e os adolescentes N NP as crianças aSse apropriar do sis. constante ampliação. que brincar com a língua faz Eparte E(2005) lembram M N CompreenPE P E des. É Pimportante observar cionadas em que SI as escolas E NPestão locaP IN P SI I EE E M E N S E P N E N I P P queNessas respostas variam lizadas. aos sentidos que damos à infânSdemos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S e aos processos N trada em uma cia e à M adolescência de ensinoS M SI IN atividade. PE IN como entenM EE P NP IN S N I M P P I por exemplo. encontro de N orientadores E lugar de Ecomo eixos EM mui. recitamos EE as desigualdades EM S NP M EM E P I M E E P S N poemas. E E P S I E N estamos E P E diferentes S legas com N (1990) afirma enSI EM PE PE adivinhações. criadas cantamos músicas e cantigas de roda.trabalhamos então com M soas. mundo mudança. éa relações comSos sons. então. às ScaN SI de criança SI PE INpara crianM M I SI S N E E S I M ça e a escolaSdeve lidar de modo atento com essas professore(a)s e às E racterísticas individuais E PE do(a)s E M EM N NP peculiaridades EM E P NP I e muitas outras diferenças. também. professores/professoras. Cecília Goulart M SI lugar de conflitos. E M P I M M Nparlendas.dendo E a vida eIN SI NP das atividades EM também N P I P a luta dos homens através que realizamos fora da escola M M I E S EM N E E S S M IN os conhecimentos Ee SI quando INPdos tempos. visto que possui condições A forma comoSIorganizamos N EM EM SI N o trabalho peda. Albuquerque e Rios SI IN M EE a força e SIN I M M S E P S E E M a capacidade E criadora do E ser humano. famílias e todas ano nossa ação SI SI rando que IN PE recomeçamos PE IN a cada IN EM EE M S M EE S E N P E P I pessoas que fazem parte da comunidaeducativa com novas num S as demais Pe adolescentes EE E S crianças N N I P P I N M M S M S N E SI Daí a S de escolar. SI IN SI NP EM P PE I S M N E N E M Pparte das criações IN escola faz SI humanas. etc. N E S escrita assumem M N I de nos fazermos fortes porque nos temaSalfabético de a forma EM E I P E S E E S S E N P P M P M integramos socialmente.S P I I M E E S S N P P EE de compreender e sistematizar determinados conhegógico está ligada à esSI EM M ao sentido que atribuímos IN IN M EM E E S S M NP E E P E cimentos. S P PE autoras N PE produzidos os de muito cedo. idéias. SI S E e não nos dispomos a com envolvendo com a E S S N P E I M S EM M qualquer IN não conseguimos desenvole prazerosa.PE escola S I M Eou o adolescente M E E E P sujeitos e de modos de viver. IN de partilha I E E S SI N S P P crenças. de estudo contínuo. lugar SI EM NP EM SI SI NP PE de conhecimentos. N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE formal de alfabetização. compreendendo cadeiras com a língua. P e à sua função EM EE Espera-se. de suas formações profissionais e I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N na escola N de vida. sempre na SINa SI EM PE IN NP tras serem IN E I M S S N P vida. pensar e ser. de permanecer mais tempo concena criança.M E volver essas capacidades.PE P P I P M E E E S N E N N P N tas pessoas. crianças. SI porque trabalhamos EE NP a prática pedagógica PE o planejamento IN NP P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 19 . demandando. revisão e transformação. sentimentos. a cada ano S viIN de seis anos encontra-se M EE S E P M E infantil com o ensino funvemos novas e novos NP M modos de EM Mviver interseção daEEeducação P I IN experiências M E E E S S M E N E P M Sendo assim.M M EE E P M N PE. de ensino com PE pes. com M EE M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E saberes diferentes. encontramos a S E eNna de mesma posição Eno M interior de uma palavra SI multiplicidade EM escrita.M valores e P N trata da SI e diSI neste texto N NP PE EE SI nos anos/séries NP EE nâmicaSIdesse I P SI movimento que organizamos a prin.PEE IN P E E N S E N I P P N M E de ensinoS M N SI pedagógico: N N dificilmente construímos A organização do trabalho SI EE SI SIuma relação EE SI NP P I P M S alfabetização N M EE e letramento INaprendizagem. portanto. porIN IN M M EE S S M E P P tanto. funcionários. Bem como a outras instâncias.tos INvivos e pulsantes. atualizaN espera-se EE SI que a criNP EM EM SI iniciada no EM possa ser PE P M E E E SIção e revisão EM ança de seis anos processo de nossas práticas. M EE NPpessoa –Sse M E I E PE P M E E M S M E P Eafeto com M E PE ver relações de confiança e os alunos. a uma região geográfica ea tos menores. pertencentes SI P I M M E S P para SIN M EE EM fundamental EE a um período histórico. Torna-se.EEdamental. o lugar de nos fortalecermos. assim.M ção do trabalho pedagógico iniN P I S S IN E EM do ensino M IN M S E E cipal função social da escola: ensinar e aprender –PE ciais fundamental de nove anos. M SI E EM S E P EM M M E E E A escola é. consideS E E P M M E P E N N E P M M professoras. N Nossa histórias PE que EE experiência SI SI NP mostra-nos NP SI N P M I I I M S S a criança no espaço de EEM Nós. ao espaço físico da própria escola. relaE P M M M E N PE M NP aos bairros EE cas e à M EE EE Mconvivência social.EEentranharmos EE uma de EE M nessa história P SInosNP SI P NP E I P I M de brin-IN sas histórias. N Leal. N M E E P P I M M M E E P N N E EE tantos P outros agrupamentos que os estudantes conhecer as letras e refletirSsobre suas EE PE se entrelaçam.diferenças. que tenhaEcondições. N As lembram que. PE EM do sistema P I E M S E S N S de aparecerem E E N P P estáveis.

M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S deve prever aquelas ser pensada em função do que as crianças N E N N diferenças e tambémSativida- SIdeve E P I I P E NP S S N I P I N M M sabem, dos de conhecimentos, des que tempos e espaços. S S em N E alternem movimentos, SI seus universos EE SI EMpassagem EM P PE relação aos conhecimentos e conteúdos que consiÉN importante que não haja rupturas na M M E M N E E P M M EE SI o ensino SI educação EM importantes PE aprendam. PE infantil para deramos que N elas da IN fundamental, P M EE No caso E EE S N E N P P P I I I E S ensino fundamental, N N S de das Na iniciais do M mas queS haja continuidade dos processos M SI SI séries/anos SI NP I EE aprendizagem. EEM EE M S P aprendizagem da língua escrita; o desenvolvimento E P P M M E N N M N EE SI EE EM do raciocínio matemático e a sua O projeto político-pedagógico é um SI M em lin- SI EM expressão NP EE instrumenP P E I E M E P P S aponta caminhos, N a ampliação N E PE guagem de experiências to dá direções, nos preIN SI SI que nos M NP IN M PE matemática; I S N S I S N E EE I temáticas ligadas a muitas áreas S do conhecicom vendo, de forma flexível, modos de caminhar. O proM E P S E P E M que mento; a compreensão IN NP EM EM jeto é Sum P I M de aspectos da realidade da ação de todos IN eixo organizador E S M E E S E E IN PE EM de expressão e PE escolar. NP NP EM com a utilização de diversas formas fazem parte da Scomunidade Apresenta PE I N E E I M N S SI P N S valoresNP SI N SI ser trabalhado EE que as EEM registro – tudo deve de forma quem e nossos papéis, nossos e EM somos I I P M E S S P N EE crianças possam, ludicamente, ir construindo outros modos de Ppensar os processos de ensino-aprendiNP EM EM SI IN M E M E S SI zagem, além N E E P P M M pe- IN modos de entender a realidade, estabelecendo nodo que SI EM PE PE desejamos IN com o trabalho M EE EE E S S N E P N P P I M de vida e de ação. dagógico. A escola S SI como instituição está EM PE IN IN marcada vas condições IN Morganização EE S N S E P M PE I Os planejamentos de ensino, os planos de aula S pela político-pedagógica que envolve M E E S N E M E SI PE são trabalhados NP e os trabalho são, portanto,frutos de reque N ali paraPque M EM M EEprojetos de SIos conhecimentos M N E I E M P I E EE S E P E S flexões coletivas e individuais cujo objetivo é a aprenas crianças aprendam. Isso acontece de tal modo N E P P E I N M P E PE IN INna formação social S SI um valorMestruturante NP crianças. M que tem E N I S dizagem das Por isso, devem ser pensaS N I E P S E M S SI PE IN abrindo espaço M dos a longo, médio e curto prazos, EE PE das pessoas, N dando-lhes identidade também pela S E P M IN M M M N PE M SI de modos EE paraEalterações,substituições e para novas aprendizagem que EE e ines-EM EE de ação e SI interação IN EE P P P E M P N S in- peradas P PE IN IN N que acontecem situações nas salas de aula valorizados. Todos aqueles que M EE I SI são socialmente N S S P N I E P S I M S no entorno delas, que E comunidade escolar Eprecisam S IN e tegramPa participar INpodem trazer significativas M E S S E N M M para a reflexão das SI NP da organização pedagógico. EM trabalho EM PETodos po-M contribuições M EE crianças,gerando Edo EE SI N E P P P I PE M EE E novos temas de E interesse, novos conhecimentos e EM dem agir para que o trabalho pedagógico de ensiS N N N E P M P I I I E S S S N N P PE I E I M de interpretar a realidade. beneficiam S Entre as P nar e aprender aconteça; S dele novas formas IN E todos se N I M E N S que caracterizam S E P marcas os modos de lidar SI e se comprometem EM SI EM EM Emuitas INcom ele. NPE M E E S P M E P P conteúdos, conhecimentos, e espaDessa forma, a partir da de SIdefinição P EE objetivosSIN com os E EM PE tempos IN IN EM EM EM S S N E E P ços que organizam a escola, está o que chamamos a ser alcançados na série, ou no ano, ou no ciclo E I N M P P I P S N E S N N M SI de organização discursiva (cf. Goulart,2003, escolar, estabelecem-se rotinas de atividades a ser EM PE SI p. 267). E M SI M E E N E E P I M P E E Tal se expressa: (i) no movimento disrealizadas; e S definem-se N os materiais M necessários; N M organização EE M SI NP – falando,ouvindo, NP atitudes a ser desenvolvidas E P SI Iaulas EE o bom andamenE cursivo das escrevendo, para EM S EE lenSI P N P I E M M P N S maneiras –, P e também IN do, das mais variadas M de ensino-aprendizagem. to dos A inteM EE processos IN(ii) nos PEE SI N S E I E S P M M E S N PE de desta- padrões a escola e são SIN gração família-escola desempenha N papel M que caracterizam EE de textos SI NP E P I I M E M S S N EM diários de E E certo que nem todasEas fa- produzidos P ela: conversas, por rodinhas, que nesse processo. EÉ I M E S N E P E SI NP NP EM Nmesma classe, cronogramas, projetos de Itrabalho, exercíou da EM mílias participam, NP podem participar, M P I I I M E E E S S S S E N P enunciados, maneira, no planejamenPE SI relatórios, planos de NP EM cios e seus PE mas vale a pena incluí-las IN curso M E N S SI N E I M P I M seus moS e de aula, programas,livros didáticos, entre outros. EM toSescolar, por sobre PE EE IN EMmeio de solicitações EE P M S N E PE P I E discursiva M da cultura Essa dos de funcionamento, seus gostos, suas histórias, P N faz parte S organização M N E I E N I I N E M S E P S S históriasM N SI tudo isso está ligado às EE profissões, PE IN um papel relevante SI NPnos processos E de vida Mescolar e exerce P S I N E I M S N E de ensinar e aprender. das crianças. S SI EE EM NP EM PE M I Eos P E E S N AEM linguagem oral em que as crianças e ado- EEM Na mesma direção anteriormente delineada, os P P I E N M M I S N P E N E S E impregnada Etambém coletivamente, N SI de marSI lescentes se expressam está organizam-se PE NP P I P M SIprofessores, N S N E N SI de seusEM cas grupos sociais valores e para estudar além de camiSI de origem, SI e planejar, EM PE avaliar os M E SI E EM N E P P I M E conhecimentos. Logo, seus modos de falar são lenhos traçados e os resultados alcançados – avaliar M E S E N N E P P M M M E SI O moviSIfazem parte N PE de M IN trabalho como um todo. EE cultural, a organização do EE de seu repertório EE gítimos e SI S N P E NP P I P M N Msão modos vida E – partir des- PE mento do conjunto de professores e dos demais INde ler a realidade. É a S IN M EE SI S S E N P E M M Ea disposição de, ses SI de falar/modos participantes escolar indica IN M o trabalho EE de ser que EE da vida S NP modos M E NP I M P P I S S metodologias, de tecontinuamente, rever posições, E deve ser organizado, N PE forma que EE IN EM mo- pedagógico E P S M SI N E P I E P N dos de enfrentarEM surpresas M e dificuldades. IN para os estudantes.S EM nha sentido SI PE E IN S E E P S N M A língua oral não é falada de forma A organização do trabalho pedagógico, então, P E N SI homogê- M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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M M EE E P M N PE M afastando EE M Pessoas de diferenEM da linguagem E escrita, uma vezSIque essa M nea pela população brasileira. N E E I E M E P S E P EE E muito lenta, enquanto P a geográficas, idades, Mtes classes N e última IN é alterada de forma NP EM EMsociais, regiões I P I E M S E E S N S E E N P P mudança. Embora SI SI utilizam a língua primeira está EM em permanente PE IN NP até mesmo IN de diferentes gêneros, E I M S S N P que as crianças no começo S E da aprendide maneiras diferentes. A isto os lingüistas M SI EM chamamPE seja natural IN M EE variação E E S EM a fala M P zagem, busquem estabelecer referências entre de fenômeno da lingüística. As diferentes N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S falar umaIN E e a escritaE(que querem maneiras de mesma língua SI são chama- (que N conhecer), PE P P M conhecem) I S N N E S N P SI mostrando SI das de variedades éPE importante ir lingüísticas. A variação E aconteEM SI IN às crianças que há vários M M S M N E P I M da língua: EE E sintáticoIN E falar, mas só há um modo de escrever, ce em todos os níveis (p.ex. de- S modos de M E E P P M M M E E P S N E E esperadoEE M do ponto É que as SIN terminadas construções e modos de organizar o disEE de vista Eortográfico. P IN SI NP P P PE I S M N E I N S usados, ou menos usados, N E M P um longo S tempo cometendo “ercurso são mais em E SI SI passem P de- crianças EE IN M P S EM N E ros” ortográficos (mesmo escribas proficientes têm terminadas variedades da língua); semântico (p.ex. I M M E E N S E I M E P M E M S E conhecimento E palavras e N NP usam-se para de- EEdúvidas...), Eo EE Mantes de estabilizarem P SI NP expressões diferentes SI P NP E I P I Me expres-IN das convenções N E S M N I S a mesma coisa; da língua escrita. signar ou certas palavras EM E I P E S E E S S E N P P M P em diferentes M Na sões diferentes variedaSI escola aprendemos novos modos IN M têm valores EE de fa- SIN IN M M S E P S E E M lar, de ler a realidade, quando conhecemos ou(p.ex. palavras derivadas ouEcomEdes); morfológico M N PE PE E EE viver, falar SI NP postas são EM formas P N P N I M tras de e se comportar; aprenformadas em determinada variedade, M M I I E S N S S N M EE EE outras); Pe EEfonológicoSI(p.ex. NPdemos conteúdos SI P P das diferentes disciplinas, como mas não existem em diI M EE S N E N N P I I I M M E S S de pronunciar S N E história, ciências, ferentes maneiras as palavras, difeEEgeografia, EM NPmatemática, filoso- SI M EM E P I M E E P N entramos Sem contato outras; com a litee entonações, nas E M P diferentes Nrentes sotaques EE va- fia,Pentre SI EM da arte, EM vista daSIN P EE SI riedades). N E ratura; conhecemos outras expressões Do pontoPE de lingüística, todas I P EM N P I S M N E N S N I N E M P I Isão legítimas e corretas. Cada artes cênicas SI S E e plásticas, artes ligadas ao moviessas variedades E S S N P E I M S DesEM M mento Ie IN a dança e a música. ao ritmo, como uma acordo com discursivos M EE aspectos NP M é usada de E S E PE P M E E M S M E lhe são próprios. P E PE sa forma, o(a) professor(a)EEque trabalha que A questão, entretanto, é comIN M com osPEE P E N S E N I P P I N M E matemátiS M N N N conteúdos de de do ponto de vistaS social, as varieSI plicada porque, EEhistória, de SI SI biologia, EE SI NP P I P M S área qualquer, precisa pensar-se dades não têm o mesmo valor: da INca, ou de outra N M uma variedade EE M M SI E EM língua S E P M M E E E como professor(a) de – é principalmen“a certa, a melhor” e, com EE N E linguagem E é considerada EM P P I P P M E E E S N que, ligadas E N N P verbal Eque P te com as relações de SIN base a gruSI EM EM a linguagem SI NP P IN IN nela, avaliam-se outras I E E S S N S P P ensino-aprendizagem acontecem, por meio de dipos sociais populares, são consideradas negativaM SI IN IN M M EE S S M E P P álogos, exposições orais, atividades de leitura mente. M EE e M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E imagens, Pde quadros, Do ponto de essa avaliação é M de escrita, M P análise de I gráfiN SI vista lingüístico, NP PE outras EE IN SI é que se N atividades. STodos EE cos e problemas, I P S SI entre equivocada. O que acontece avaliam as N P I S M M N S IN SI aspectos SdisEE EMa lingua-PEE somos responsáveis pelo trabalho com variedades tendo comoM parâmetro os EM E P M E P E N N EE seja na gem, escolar ou nas Mpadrão. AnalisanSI EM SI cursivos Ida IN PEeleita como NP variedade EMprimeira Esérie/ano P E M S M E N S P ensino fundamental. P últimas séries/anos do do-se essa “eleição” e SIN PEde vista histórico EE EE SI do ponto N N I P P I N M M S M S na organização N E SI Pensar da político, coisa se esclarece. Numa EEfunção SIN EE escola em SI sociedade EM muitaM P PE P M E E é de crianças das M séries/anos iniciais do S ensino funtão desigualEE como a brasileira, a língua também IN IN NP EM EM Eênfase nasScrianças PE P M E E E SIum grande damental, com de seis anos, EM marcador social. A variedade de prestíN E P P P I IN E E S N N S N P P I M inserção EE envolve concebê-las no da gio – a chamada língua SI padrão N no EM sentidoEE SI Nou norma culta – se S P I I M E S S N P EE mundo letrado. Esse éP construído com superpõe às outras deixar claSI EM M variedades. É preciso IN mundoSIN M EM E E S M NP E E P Eque nem mesmo M e relaE valores da escrita nas práticas base Enos ro, os falantes de uma M P no entanto, PE IN EE presen-EM EE a falam P NP IN S N I M P P I ções sociais, embora nem sempre esteja variedade da língua de forma hoSmesma M E S E IN S N N Smaterialmente. EE PE SI SI dizer queM NP P te mogênea – podemos há variação dentro I S N S I E IN mas o primeiro conheciM da variação. EM M muita M S E S E E Pode parecer banal, Esse é um ponto que merece E P M M E N PE NP na escola EE mento M EE escreva EM EE para que necessário para que P se é saber EEM atenção SInão se neguem NP as marP IN P SI I E M E N S E N E N I P Eletras para queNP se utilizam Nem todasINP cas de identidade cultural das crianças e dos adoS SI escrever.IN SI P M M I S S N asScrianças sabem disso quando chegam à escola. que as criEE de interlocução EE lescentes. É no processo SI EM P P M M M E E letras se N N anças Ee E os adolescentes E P NP com se constituem como pro- EMDepois, saber que essas Morganizam I E M E SI SI E N S E P P P M E E E SI N N de textos orais. N sistema dutores P EE convenções, SI de acordo SI NP com um NP base em SI N P M I I I M S de escrita que se es- EEM Acertando IN de base alfabética.SAprendem S M acertar, as crianças vão EE e tentando S E P E na língua, creve da esquerda para M a direita e de cima para buscandoIN regularidades NP M ao depreendeEM EM M P I E E E E S S M N M EE PE língua oral Aos Ipoucos, as P crianças vão PE é ir-se EEbaixo. SItendênciaNda NP EEobservando os NP rem suas normas. A P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M e o tipo EE S diferentes padrõesIN os portadores de texto de texto a eles de sílaba e outras marcas N S dife- SItítulo; E N E P I P E NP S S N I P I N M M relacionados; e, quando as rentes de letras que aparecem nos textos (sinais de S S N houver, as ilustrações, SI EE EE SI EM ser traEM P P imagens. O mais importante é não perder de vista o pontuação, acentuação). Tudo isso precisa M M E M N E N E P M M EE SI pelo(a) professor(a) SI EM dos textos. PE PE sentido balhado deNvárias maneiras com IN P M EE E EE S N E N P P P I I I E S S para que N N S Ne que as crianças tenham acesso cada vez mais seus conheciM as crianças M SI SI É preciso SI NP EM I EE mentos sobre a língua EE M E S P contato intenso com diferentes textos para que posescrita vão crescendo. E P P M M E N N M N é preciso, EE SI EE EM sam explorá-los, SI perguntando sobre eles,Etentando Para escrever, SI M EM NP também, EE ter um coP P E I M E P S como cada N N E seus conteúdos, PE organi-M adivinhar observando sua nhecimento textual: o modo NP IN tipo deSItexSI SI NP PE I S N M E I S N S zação e suas marcas, para que possam elaborar to se organiza no papel, EE PE SI EM as diferentes característiP M M N E M(partes saberes sobre I NP N E as suasMcaracterísticas e ampliando E cas discursivas P I M dos diversos tipos de texto I E S E E S E S N E M E PE EDo SI tempos P NP NP EM seus conhecimentos ponto M de vista que os compõem, verbais característicos PEde mundo. I N E E I N S SI P N I P Sde iniciá-los, I E M informações relevantes, S N S E do método de trabalho, se queremos trabalhar no EEM etc.), modos N E I I P M E S S E P P N sociedade democrática, entre tantas outras. N de terminá-los, EM de uma EM Com certeza, sentido SI é relevante PE IN M E M E S SI tais características N E P M M deter- IN aPcriação de espaços pedagógicos em que tanto o(a) mas há EE são rígidas, SI EM PE Pnão IN M EE EE E S S N E P N P P I I que se vão constituindo M os estudantes elabominados padrões S quantoIN EM PE possam IN cultural- professor(a) M uma vez Sque a escrita EE plane- SIN S N S E P M PE I rar propostas de atividades, de projetos e de mente, tem uma longa históM E E S N EE SI sintam à PE M NP social (Tolchinsky-Landsman, EM jamentos. É imprescindível que todos se ria 1990). P I M E M E N S N EM EE SI EE PE EM para manifestar SI vontade e tenham espaços seus UmINoutro conhecimento fundamental para a NP E P P E I M P S Econtrariedades, PE IN IN S de textos NP M produção E N I S gostos e desgostos, suas alegrias e é o conhecimento de mundo: M S N I E P S E M S SI PE IN sim e seus não. M suas possibilidades e limites, seus EE PE não tem. É preciso ninguém dá o N que conhecer o S E P M IN M M E M N vai falar P SIassunto sobre EE fato ou Se as forem tema, ou EE convida-EM EE o qualSIse EMcartilhas Pe EEos livros didáticos P N P P I E M N P para a sala PE IN IN N de aula, dos material coesão temática,Spara M que seSalcance EEque seja como I SI escrever,Epara N S P N I P S I S E EM IN auxiliar da turma – a direção da organização doStraque se Pconstruam textos relevantes. É importante IN M E S S E N P M M SI N é dos professores, em conjunto conversar com E as sobre o que EM crianças EM PEse vai es-M balho pedagógico M EE EE SI N E P P P I PE M M EE E com os alunos e a comunidade escolar. crever, ler textos que contribuam para que elas posS N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M Para finalizar, considerando os Sencaminhasam expandir seus conhecimentos sobre os temas, S N N EE NP SIquestões M SI EM que vão elabo- mentos M P M e as apresentadas, em função a refletir sobre os textos E SI provocá-las E SI E E P E IN M E E S P M N E P P pode ser feito desdeSmuito I do N trabalho pedagógico no ensirar. Isso cedo,EE com crian- IN da organização M PE I IN EM EM S no fundamental, EE P EM S S N E E P destacamos que as ações desenças muito pequenas. É no contato com materiais E I N M P P I P S N E S mais expeN N M SI na educação volvidas infantil, pela ênfase escritos e com EM de um leitor PE a mediação SI na oraE M SI M E E N E E P I M P E E lidade e em outras formas por meio riente que vai buscando o S a criançaIN P M compreender M EE de expressão, IN M NP sentido do que estáSescrito: P M IN EE da participação ativa das crianças em atividades explorando as S possibili- PEE E S EE SI P N I E M M P N S podem ser P um bom caminho IN interativas e lúdicas, M dades relacionando características EE M EE de significação; IN SI N S E I E P S P M E S ensino-aprendiza- IN E N EM P para Eorientar os processos de dos com as letras, as palaM SI textos; familiarizando-se NP E N P I I M – a escola S M S S que compõem N ao longoPE E E EM gem do ensino fundamental vras, as frases e as E outras marcas I M E E S N EE não precisa NP NP ser sisuda, EM NP o que precisa serSI séria, mas escritos; elaborando hipóteses sobre EM os textos NP M P I I I I M E E E S S S S E N P Paulo Freire. estáPE escrito a partir do quePE já conhece; refletindo SI NP EM como dizia IN M E N S SI N E I M P M M sobre destaca SI as muitas PE EE IN EM questões Sque a professora EE EE P M S N E P P I E e aprendizagem M como significativas para da leitura de na N S Avaliação M o aprendizado N N NP SIpedagógica EE como PE SI SI a leitura, N EE a ler com EM seus alunos. P SI Aprende-se como escola: a prática N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E foi dito, mas os caminhos não eixo da reflexão S M SI EE NP os mes-PE EMparecemSIser M EE P E E EM N mos para todas as crianças. P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E exposto, o N Diante P SI SItrabalho do(a) do Leal, PE N PE Telma Ferraz M professor(a) SI N SI N E I N I I M M E S é o de proporcionar atividades e questionamentos Eliana Borges Correia S S E P EE SI EM EM Panálises PE IN isto é, M E as microanálises, e Artur Gomes de Morais M que considerem E S E N N E P P I M M E EM SI N N PE Etenham que como de partida osSelementos M EE EE SI SI ponto M N P NP P I P EE N S N E N I M P menores do texto (letra, fonema, sílaba), e também Aprender com prazer, aprender brincando, I I M E S E S S N P EE que têm como PE aprendendo, aprender SI EM a aprender, EM as macroanálises, ouIN seja, aquelas brincar aprenP M E E N S E N M P SI a crescer: SI mais globais ponto de do der EM a escola NPpartida as características PE de aprendiEE INé, sim, espaço EM E P S M SI N E E P organizaEM zagem. IMas N texto, tais como:EM o modo como se SI os jovens NP o que as crianças e M o texto PEapren- SI E IN S E E P S N no papel; o tipo do texto a partir do P E dem na escola? EM N e a temática SI E IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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quais são aprendem mais. E de saberes E la. Por outro lado. I M negativo. damos com seresEem que N E desenvolvimento M M estão SINsendo eficientes SI E EM em processo E P EM M M E E E DiferentementeEdo que muitos professores de de identidades. PE SI IN SI sobre quais NP saberes EM identificando P P PE I S M N E N S convívio diário dos meninos E M P IN SI que S usam para N atender às demandas escolares e vantes para o e meSI PE EE I M P S EM N E alterar. reflita conSsituações M N E S E S N N SI EE PE são os motivos SI a não-utilizaSI NP P negativo. N E P Propomos EE Pas Iao planejar EE em casoEM E sobre os estudantes.PE P P I P M E E E S N E em seu P N N P P N venciaram estudantes ou aprendem sobre a sociedade. se lançam S SI mais e. não é simples selecionar o que EMensi. mas o trabalho do professor e aPE vezes. Iconseqüentemente. quanto às bagagens M ava. SI EM M IN em casoSnegativo. identificar NP M EEos conhe. M M I I E S N S S M IN EE EE EE SI e Para. sobre e SI EM EM como SI os outros N processo SI PE IN IN I E E S S N S P P deN formação docente. p.M M EE E P M N PE M dos estudantes EE M conceitos. de exclusão: avalia-se para medir a aprendizagem P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 23 . M E M E S E E P como as de: conhecer as crianque eles se apropriem de diferentes conhecimenN P M M M E M E SI IN sociedade. em caso quais Para dificuldades. M N SI da escola.essa prática EM PE os professoIN é precisoNque NP conseguirá IN propiciar situações para E I M S S P S a necessidade de difedam tudo o que E é possibilitar EE res reconheçam Mimportante. perdem o medo N E N P P P I E E S N N S N P P I EE ção. IN M EM E E S M NP E E P E que cadaEM M os motivos para a não-adoção. N esEM está adotando EM SI professor(a) N P I M E E S S N P P EE tratégias didáticas e. Inão EE Outras IN adequadas. EM NP tanto no P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P çãoNdessas relações de aprendizagem. em caso negativo. aprendem N E E I E M E P E S E P E tos a prosseguir os estudos.conteúdos. a participar das atina em práticas N PE se constituído IN escola têm EM EE se os incentiva EE volvidas S EM SI M quais são EM N E P P E I M E E P vidades escolares e. N P I S S IN com carinho E EM faz o M M IN S E E dante é avaliado. M SI IN I M M EE vezes. contemI S M N S M E IN M plando Eas M a que M ção. o S S M E P P cas de ensino. pois S eles têm oEM direito de aprender osINP tencializar EM EM IN PE as suas Sidentidades. extra-escolar. N saber dePensino estão ocupamos o espaço social SI Quando S IN EE se as estratégias SI SI EE N P I P M S e modificá-las quando necessário. conheconteúdos I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I adquirem-se na escola per. N EM N motivos para se liarSsistematicamente o ensino PE IN SI a sua não-administração. NP hipóteses e concep.S engajando S N N I P P I N M M S M N N E SI ser atingidas motivos S para o não-engajamento. em to de vista cognitivo. quais são EM nas relações.SI M EM E P I M E E P S diferentes Nde ensino nas ções áreas do constrói identidades e subjetiviE M P Nque “o currículo PE os objetos SI EM EM PE EE com os IN das disciplinas SI dades: junto N E E conhecimento e levá-los a refletir sobre elas. se eles adquiN EE SI caso neNP E EM SI para a não-realizaEM os motivos PE P M E E E SIrem mais Isegurança gativo. considerando as característos S N P P I P I E S N N S N EE da infância SI e da adolescência SI e o contexto De M fato. S E E S E N P M P áreas de Iconhecimento M panhar conteúdos das diferentes SI o seu desenvolvimento. e também E S S N P E I M S EM M dem a Isuperá-las. NP NP são osPE SI N M I I M I M S S S N a família garante a freqüência escolar da criança Tradicionalmente. P IN EE EE gerados Spela EE NP EM çasM e os adolescentes. em suas prátisobre si próprios.M E e classificá-los em aptos ou Sem dúvida. I EE M P E E N S E N P I P P N M E S li. cançar que devem EE SI EE se o estudante SI do ponEM as metas P PE P M E M N E está M realizando as tarefas propostas e. IN verificar se eles aprenderam o cepções. que se refere S N SI SI aos modos PE IN se a escoM como interagem na escoM I SI S N E E S I M la dispõe de espaço adequado. se o(a) professor(a) professor.ticas NP SI P I M E S P M EE EM precisamos EEensino fundamental. é preciso que. disposições e valores que Eorientam os M EE NP M E S PE P M E E M S M E E P N E E P que foi ensinado e decidir se é preciso retomar os comportamentos e estruturam personalidades”. como defendem Santos M EE S N E N N P I I I M M E S S precisaS atentar para N E do capacidades. quando necessário. inverso: cuida da criança S E E P M M E P E N N E P I M M N escola. SI nessa sociedaEE EM NpoNP sua inserção Eé cada P vez EEconhecer Se P I E M E P N SI P N E I IN SI conhecer e acomde letrada.SIN IN M M S E P S E E cimentos prévios e trabalhar a parassegurem cidadania no convívioEM denEque lhes P M dos estudantes E N PE E EE SI NP tro e fora EM N P N I P M tir deles. didáticas. PE PE IN mas sem EM EE se o estudante M SI M como IN EE N S E P E I P no processo educativo e quais são os vai ajudá-la a progredir na aprendizagem P EE E para al. que N construção E EM vi.M e não dedica atenção à dimensão afetiva. aprendem EM SI não ap.SIN N M E E P P I M M M E E P N N E EE e espaços as estratégias fletir poderão serSmais releEE da escola. A escola dificilmente Msobre a natureza N IN NP EM PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P excludente. se ele(a) SI mantém E S E E boa relação ou não com os características culturais dos grupos E P M M E N PE M NP EE meninos EE para a manutenEE M e meninas e os motivos pertencem e as características SI individuais.EM M I E E E S S E N E S P P P E E SI e a aprendizagem. se o(a) boas de errar. É necessário avaliar: estáSse planejar adequadamente SI e atenção. SI SI que eles apren. conhecê-los em atuação nos tempos nar no mas re. quais para siderando o desenvolvimento integral deles. 37).cer as dificuldades SI S E e planejar atividades que os ajuescolares. elaborem diferentes estratégias Muitas professor investe suficienteM EE e M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de aprendizagem e avaliem se mente na dimensão M P I esM oportunidades N do desenvolvimento SI cognitiva NP PE Assim. identificar os avanços e encorajá-los a conda escola. mas pode SI avaliar com EM IN P rentes finalidades. as práticas de avaliação desenE I EE M E S E P P M M ou dos jovens. P NP IN S N I M P P I utiliza recursos didáticos adequados e.priadamente S EEé necessário EM NP NP EM superar E P NP I os conflitos e.INPtinuar construindo S P P P conhecimentos e desenvolvenO professor. conhecer suas íso o fato de EE EM(1996. se administra aprode que dispõem. SI NP apenas S EE tão sendo P S SI o estu. Para que não tenhamos e a sociedade. as condições nas quais ninas que freqüentam nossas escolas e para a I M M E E N S M P EE mais plena M realizado o trabalho pedagógico.

dantes realizem refletindo.EM P M “quando E S ções P sobre os objetos de ensino.S SI didáticas. AP responsabilidade E informações E cessário I M tro escrito de mais qualitativas sobre de tomar as I E S M E E S E S N E PE a ser de EM que as crianças EE EM estão aprendenSI Pensino. reprovação tem pois EE M provoca. assim. M E E S N E P P I M zagem posterior.EM E e os I adolescentes próprias Muitos professores. dessa ção pedagógica e a família. SIjuntamente M N E I E M P I E auto-avaliação. É necessário doP E SI EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 24 . PE IN IN N priar as famílias acompanhem sistemaior tempo Spara M a de proporcionar EE I SI tégias. dando com do atendimento à diversidaS S o princípio E E P SI EM EM chama S PE o fato que sempre PEfoi promotora de heteronomia. garantir S E P M IN N M M M modos de estudar e de N PE SI dos faltosos.EEM EM S los estudantes E P S S N E E P e possam planejar os processos partir de uma concepção de que devemos asseguI N M P P S SI IN dos professores. adolescentes de Pque numa perspectiva EE remos que SI sejam Icada SI N E NP P P M N maisEM autônomos. EE em sala PE a presença do estudante de modo que dualizado. podendo. As formas de Sregistro qualitativo escrito toda NP EM a comunidade. E P S I E I sob orientação dos profesveremos que a PE para que os EM S estudantes.S AsEE estratégias devem ser Epensadas pelo M S N E E M com quem trabalham a cada ano. da gesM veladas no IN M SI SI N EM I EE EE M E S P tão da aula. EA PE de avaliação PE sobre osSavanços e pa dificuldades IN P M EE é acomE EE S N N E N P P P I I I E S S dia-a-dia.EEM do. é preciso ano.Iminar N S E N P I P E S NP S S N I P I N M M social e Scognitiva do rante aos estudantes e a suas famílias o direito de S I N ensinado para definirS o que M EE EE SI a ser avaliado. PE EE IN EMformas próprios. Empregando instrumendimento SI escolares M EM NP esperadas EE em deterP P E I E M E P P S são vistos N N E PE defendi-M tos variados. os conteúdos. SI EM PE do que progridam Ecos IN M E E S P M N E P P o sendo ensinado/aprendido pesem N conseguir acompanharSIos colegasEE de sala. sobre conhecimentos e sobre possibilitar M S N I E P S E M S SI PE IN M suas estratégias de aprendizagem. NP NP e osPadolescentes decisões para a melhoria do passa I N E E I M N S SI P N S I SI N EE permi. defendem que SI pedagógiPEgressão das crianças SI é gias para auxiliá-los. SI os estuM a direção NP tudantes PE M Ecom M a coordenaEE NP da escola. A IN nheçam E Mque vem IN PE I EM for. tema PE IN M E S S E N M M M SI NP a seguir.S dar que a aprendizagem ocorra. EM PE M EEajudar as Ecrianças M sugestões EE EE à escola sobre como SI N E P P P I PE Me discutir Isuas E estraté. NP os próprios M tratégias E N I S forma. ConcorPE N PE excludentes PE M SInhar nessa N SI N E I N I I M M E S sificar e selecionar estudantes aptos e não-aptos. eles EE EE dos estudantes NP situações SI E NP I M P P I M S S sobre seus saberes e atitudes. aos seis anos. escolar e a baixa auto-esM conteúdos Saprendidos e sobre o SIN EE sobre E SI NP a evasão N P I I M M S dificulta oEE S EM E PE ou seja. M SI que o Eestudante EE IN EE P M S N E PE P I E M pecialmente relevante porIN propiciar a Eidéia de que vier a consegui-lo”. em con-EM ando uma IN avaliação contínua e Sformativa da M outras palavras. como N S S P N I E P S I S EM que abordaremos IN maticamente os estudantes. pode ser útil PE EEportfolios. SI N em que os estudantes rias de vida e. de forma compartilhada. do cuidado com as crianças e os adoNessa perspectiva.Epor EE que a escola O uso de aosN aspecSI não deve NP se ater Eapenas P P M I M E I M S N N tos cognitivos do desenvolvimento. Tal S concepção N de é está em vias de consolidar es. mas sim criarIN condições propíP S M N E I N E M S E P I S S N ao professor avaliar aprendizagem quando EE cias de S PE e reconhecer IN SI NP o processo EM ele Mnão cabe apenas P S I N E I M ensino. preocupados S com a proN N N E P M P I E E S S S N N PE os coordenadores e jovens. NP EM N I I M E N S S E P M eles repitam equipe técnica) coo ano SI melhor Eque EM (assistentes pedagógicos. para Mreflitam.Sno cotidi-NPE IN M EE SI S S E P E M M E isso.EM não deixar para NP EMque os professores SI saberes S PE não perder IN M E M E SI os anos seguintes N E E P P M Mdesde IN cançados em momentos da trajetória vio SI EM PE diferentes PEque devemos IN assegurar M EE EE E S S N E P N P P I venciada. N S N panhada por P uma transformação doSensino. reguladora. Silva E E N N E P P M M E SI formativa SI criançasEe N EM N PE vez M EE a avaliação. perar aprenda sozinho. Pode-se mudar N E P P E I N M P E PE IN INatendimento indivi. EE S E P E Sas es. no caso possam os de além de EE se apro-EM EE EM redefinir SI outras estraEE P N P P I E M P N P dos saberes. EE IN SI N S E I E P S P M M E E N P refletindo os muitas vezes. com direção. se a escola ga.EE de aprendizagem eEE S M conhecimentos SI EM NP Eos P M I E P E E S EM N contrária dadas em uma perspectiperados ou quando não está conseguindo camiP P M às orientações I E N M E M I E S N P E N E P S seus fins N SI de clasva tradicional. deve reconhecer as diferentes trajetóINprecisamos promover.SI E IN S E E P S N M tória de sua aprendizagem. E P S M SI N E P I E P N de ensinar e deEM avaliar. S os professores EM SI EM N acompanhem PE IN M Edos SI professor. asSIpráticas avaliativas mais minado período do tempo IN como decorSI NP IN PE I S N M S E I S N S das compartilham esse ponto: o regisrentes de diferentesEM fatores sobre os quais é neEE PE SI atualmente P M M N E M I o NP N refletir. I I P M E S S E P N tem comparem os alÉ preciso tempo. que possam visualizar seus tima. produções. possam analisar Mimpactos negativos. o que próprio processo de aprendiIN falta aprender. M de aprendizagem EEpossibilidade NP IN M S I mativos rar a todos P a e de E S E M S M E N M exemplo. os resultados do não atenE P P M M E N N M N EE SI EE das metas EM lescentes SI em dificuldade. vivenciflexibilizar as E N os objetivos. p.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Ese ensina E E Msaber qual EE S os motivos para oIN o que e é a relevância não-incentivo. EE S P N I E M M P N S suas próprias P IN sores. Nprogressos SI P M PE I te. NP E S NP N EM N próprios percursos e explicitar para os professores E M P I I I I M E E E S S S S P IN EE estamos de S aprendizagem e suas concepdefendendo PE que devamos esNP EM suas estratégias PNão IN M E N S SI N E I M Tal prática é es.11) a atenção para M de. IN M E Se que(2003. noSIperíodo previsto. PE traje. textualizar e IN recriar o currículo. E EM P P vai se tornar material se informar e discutir sobre as metas de cada etaM M E M E N E E P IN M M mudança das práticas M EreSI de estudos. coletivamena entrada das crianças.Nna escola. os es. EE aula.

ensinar. o que constitui desenhos. N zir” em observáveis fessor ter uma SI ou seja. M NP P I P S Em segundo lugar. p. que pode ser apresen. raz (1998. assim N P I S S IN EM M possa. O E S S P E I M P muito por S crianEM M já sem IN IN fazer. relatórios ou outros materiais produzidos I M EE S N E N N P I I I M M E continuamente. M P de clareza M esse nível N E e concretude SI fazer SI NP P EE como as IN avaliativo SI NP semanas em EE o registro I P S SI ao longo das que Para diagnosticar os avanços. os instrumentos N M EE Musados. usando os de diferentes tipos de IdocuMsendo um N I N E se estamos PE Econtinente P I E M S E E S N S E E N P se estamos P recursos mais desenvol(anotações pessoais.Sconstruídos NPtextos. EM P P I P M E E E S N E N N P P repensar sua prática. devem EM quanto de instrumentos específicos (taN E P P P I IN E E S N N S N P P I I nos forneçam EE participar efetivamente do processo refas. podem EM EM objetivos SI NP formu. mas que foram sendo construídos. fichas. mas nem sempre oMportfólio compreende todo SI IN de arquiva. Para atuarmos emMqualquer esfera social. E ele os P E M P Ndades e avanços SI EMa forma de EM cada estudante PE os estudantes. Em primeiro lugar. 166) N E E I E M E P E S E P P M M N E quadamente as prioridades. poderão particiEE tes de maneira quePE SI EM P M M M E E N eles oferecido. EM E I E S E E S S E N P P M cum. É preciso monitorar. necessitamos “traduservem para P fazer o proEE N E de diagnosticarem.) S que dados mais S N EM EM de avaliação. por suas dificulEE EMeles e que Spermitam acompanhar SI NP M EM E P I M E E P S demonstrados N as lacunas progressos e pelos na matéria. do coordenador pedagógico eM de toestratégias e a disposição S N M E E P P I M M E E P S E N N o elabora E Eensinodos que no processo de de quem aprendendo.SI PEos conteúdos IN IN I E E S S N S P P geralmente de modoSmuito I “amplo” nos docudimensão E formativa do docente. SI pais. o que EE SI EE SI comentam. não apenas do estudante. proporciona S N P P I P M I E S N N S N EE SI SI conhecimentos escolar. precisamos trabalhos pontuais.EE vendo as M controles de aprendizagem. E S E PE P M E E M S M E como um P o ças e os adolescentes aprenderam E E elo significativo PE ou não o quePEE servir entre o professor. poderemos ajustar sobre I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P Ido períodoNpara.Mpar com mais investimento Pporém.IN sistimosPna N E S M N I S necessidade de garantir alguns cuidaacompanhar o processo de aprendizagem. para EE lêem ao participarem NP EM EM SI tenham S E e sua família PE P M E E E SIna classe) que o estudante voz. SI N P I I M E E S S N P P EE Necessitamos garantir conheçam as controlados e sistemáticos sobre o domínio SI EM dos saM IN que as famílias IN M EM E E S S M NP E E P E expectativas da escola em relação às crianças beres das diferentes áreas M P e conteúdos EM e aos M EE PE IN de conheE(ou EE os objetivos P NP se referem IN S E N I M P P I adolescentes em cada unidade e série ano) e a que e as metas Scimento M S IN S E N PE EE IN I S E P S S N P percorrida. EMa cada dia P PE P M E M E Finalmente. EM as cotidiano NP SI P I M M E S P IN M para aprender EE EM EE utilizadas do professor. SI SI EM adequados. constatar se as ter tado tem ainda a de M EE uma vantagem: M numa pasta. Só com ocorrem momentos coletivos de discussão sobre os M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E podemos trabalhos dos estudantes. S enfim. etc. principalmente M IN se lados IN M M E S S M E P P mentos curriculares ou planos de curso. FerEEestão envolvidos PE SI IN SI NP para continuar EM P P PE I S M N E N S também se refere ao N E M P SI aprendizagem. Periodicamente. não NP IN É Snecessário. 50) como SI SI PE EE portfólio N IN M M P S E Para que não haja um descompasso entreEE o esse conjunto de documentos que auxiliam tanto I os M M E N S E I M E P M M S E de aula.M M EE E P M N PE se estamos selecionando M mos avaliar EE M define portfólio como EM SI E sempre ade. em SI S E lugar de esperar o fim registros feitos. S S N E direito deles. podendo acompanhem de ensino. ele próprio. S SI se IN a trajetória EM IN M EM M Sjunto E S E E posicionar à professora.E deve-se ter clareza sode registros elaborados E pelos Emento e organização M E N E P I P P M E E S N Pnecessário M que os estudantes aprenao longo do IN IN EE o que é SI alunos. p. co. EE temas fora E S E EM P nexões com outros represenN P M M M I E M E N E E S N P I P M Ievidências dos E E EE S etc. podemos nos valer tanS E P M PE NP EMcorrigir-realimentar PE IN M EE M E N mos o processo de ensino e não escritas e orais diárias dos estuM S E SI to das produções I P N E P E M S M N SI textos e PE detectamos PE perder as informações que sobre os medantes (os palavras que PE EE EE produ. parte do tações visuais.SIN SI escritas de N N I P P I N M M I S dia-a-dia. Falamos até aqui de instrumentos utilizados E P M M E N PE EM NP EE Se o estudante M escola EM EE aondeEa E M e sua família sabem pelo para. experiências de aula. M e nunca é demais lembrar escrevem ou das atividades N INque. e autonomia na E busca M I E M EE E SI E N E S P P P M E SI N N N PE é o aprender. Pbre EM EM ano letivo: S N I M I EE um E E S N dam em cada S P P P etapa escolar.EEM IN M S E E se dá o ensino-aprendizagem. IN M P E E N S E N I P P N M E S M N SI N N foi SI aluno e seus EE SI SI EE estabelecido. EM IN P nos auto-avaliar. se E estão envolvidos quer no Idia-a-dia deINP gistrar os percursos de aprendizagem dos estudanS S S N P N M S S N EM possa ajustar SI são os principais ele o ensino a que beneficiários. de forma que lacunas na aprendizagem.M Hernández (2000. M S meninas no N N E ninos e as zem na sala de S aula. E perder.S e IN EE EE S E P P M M acontece N M PE com os IN Eprofessores. precisaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 25 . M da escola. EE discute com IN SI [o professor] N E E Assim. à turma e à escola. diagnosticar e reSI NP P IN P P SI professor I E E M E N S E N E N I P I I Pchegar. EE EE assim também EMpara SI S M EM N E P P E I M E E P melhorarmos nossa prática pedagógica. PE IN NP mentos IN E I M S S N P S I melhores estratégias.IN P o processo M óbvios.) que N E precisa fazer A auto-avaliação. SIN M SI E EM além M E P M E E E sobre o que ensinar E e avaliar. para que tenhamos clareza Nessa perspectiva. mos papel da auto-avaliação que PE EE nessa empreitada SI SI de vista o N NP do sucesso SI do profesN P M I I M I M S S sor.dos aparentemente EE IN M M S S E P S E E M pridos. Iportfolio. então. E quantoPEos professores N NP estudantes e em e familiares a EEregistrado Esala EE M o vivido/priorizado P SI inN SI P NP E I P I M Para ela.

Outro aspecto diferentes situações as aprendizagens dos conteúdos escolares quanP E N SI é o fato M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 26 . levando comunicação ou suporte de Ppensamento. e científicas determinados pressupostos. P concepções M M texto o texto articular algumas e IN S EM (nas várias PE PE IN M linguagens). saí. didática. cialPE de e. ou seja. M para os estudantes EE M SI N P E N E P S I E I E E N S Em se traS dos P anos iniciais do ensino fundamental. de Delia Lerner –. de S de suaPE M ideologia. M EM fundamental NP EE pedagógiP E I E M E P P S ser trabalhados N N E P o contrário. P S I N E I M trajetóriaSprofissional. é. o possível e o necessário .M E P P P I PE M Edo E ção de espaços coletivos de organização real. bem do tempo. interação entre Ssujeitos. e as cretas EM interesIN NP E M S E I S S N E E S de produção Considera ainda de um texto (para E condições P IN SI NP as condições EMquê. Ao a E P S E M S M E N M PE EE como o EE palavra aproxima rie ou ano.a partir do IN M EE não SIN S N S E P M PE I usuários da língua. M EE ser organizado EE compreender NP sentido. o Mses. palavra ou apenas a palavra de uma delas é aquela I didáticas. sempre com as mesmas denominaçõesSIe/ou S P N E N M N SI SI PE M M de tarefas etc. do ensino de organização dos conM modalidades E anos/séries I S N S S P N I E S I S E trabalho com as áreas S EM do conhecimento IN fundamental. EE SIseguidas P EE (a)s professoPEdevem ser EM SI entre para que se gadades que pelo N E P E I N M P S E PE IN IN NP M re (a)s. N SImal – palavras. PE das de M organização do trabalho pedagógico. atividade permanente. SI EE EM bem M NP EMquando. PE o brin-M um ganho para as não cos a no ensiIN SI demais eIN SI e os conhecimentos IN PE S N M S I S N EE S mundo”. S que os estudantes SI EM PE conhecem. livres.SIN traduzida pelo apenas uma M EE brincadeiras SI NP fato de que E N P I I M E M S S N EMseqüências E E P das atividades permanentes. S N N N E E P M P I I I E S a decisão S S N PEo que inclui PE INsobre norEnem M lho pedagógico. IN na tenta. necessidades. quem. mesmo aqueles que ainda tiva de sinalizar possibilidades cotidianas de trabaM E S N EE M EE SI relações Pa M não tem NP Este texto E têm autonomia para decifrar o escrito. pois estão E P M S I E I considerados nas diferentes de domínio. ciação de sentidos. mas de organizar o trabalho pedagógico. as SI PE há explicitação NP NP textos desta publicação.EM P P I N M EE planejamento I M S em jogo relações N N afastá-las. M fundamental tanto paraEM tivas e aspectos SI IN PE em SI EE IN S E E P S N M didáticas. S N EE EE SI EM EM P P É com esse pressuposto que o presente texto uma possibilidade M M E M N E N E P M M EE SI SI EM articular PE PE procura suas sugestões didáticas às disIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S considerando: S N N S Nery cussões N dos P demais textos. especialmente com a criança de EE SI como “um EM P M M N E M outros vando em conta I NP N são amplamente E E seis anos. como possibilitadores da ampliação teúdos P de IN M E S S E N Mobra Ler e M SI NP de mundo da E criança. a aprendizagem dos Sconhecimentos EE Portanto. ainda.ma E P S M SI N E P E M P N dos conhecimentos tratados gens. cores. não é EM que “vale”. IN M que sejam EE de pessoas SI S S E N P E M M E SI N mais e P Nesse o tempo deve de forcapazes de melhor o mundo. O presenNP EM EM SI num conIN E M E S SI te texto Iobjetiva NP E E P de letramento.SI O que desenvolvemos E N I S ranta que a criança se alfabetize numa perspectiva aqui são processos M S N I E P S E M S SI PE IN M letrada. Neles deEEM e sua contribuiçãopara PE a formação I N E I M N S SI P N S SI atitudes.Scom quem. como) cons. na escola. EE SI ações indicadas: EM limites. por isso. a definição M mesmo tempo EE NP IN por séM S I classes de objetivos tória da humanidade.EEM linguagens verbais. S SI E E P SI EM E de identidade PE e so. IN IN EM em EEM EM SI desde P EE critérios de P S S N E E os organização das crianças Linguagem e poder têm andado juntos na hisI N M P P S SI em que IN ou turmas. intenção de propor ativiP I M E M E N S N P letramento EM e alfabetização.EM há necessidade PE considerá-la na formação IN de qualificá-lo didaticamente. princiSI NP EM O(a) professor(a) PE IN em M E N S SI N E I M P M de negocontaPE o plano/projeto da escola palmente.INde conflito. é lugar SI EE e as crianças con. SI NP EM IN de planejamento. como Enfim. Epossibilitando perspecinclusive N transformando-o. S P M I E P E E N como E os pedagógicos tituem paraPalém de sua matéria forP M objetivosIN E seus sentidos. M E E E S N E P E SI NP NP projetos EM Napenas didáticas. símbolos. práticas N SI artísticas EEcomo ar. PE espaço e materiais E S EE atiS P N I E M M P N entre as S de organização: P IN vidades e seus modos M hora Muitas desigual M pessoas é EE vezes aErelação INde sala PEE SI N S I E S P M M E S N PE pode usar a de aula. de M N EE Pcontempla. P car modo de ser e estar no leno fundamental. E P IN N M M EM PE SI apenasEreferências IN que se desEE exemplos são áreas das ciências naturais eEM os EE EMdas ciências Sem EE sociais. a escola EE que é sempre EE diz respeito SI SI N E NP P I P M N S isso.fundamental PE a ser enfrentada no trabalho IN M E cotidiano do processo pessoal M faz parte E S E N N E P P M M E EM cada pessoa SI precisa SI ao tempo. a constitui– referenciadas n escrever na EM EM PE escola: oM das referências EE EE SI N EM traba. hora da refeição. NP a linguagem M I I I I M E E E S S S S E N P E planeja seu curso. atividades dePsistematização. formas. O planejamento da escola E assim.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E M EesS to da participação cidadã do Modalidades N para a ampliação E N N organizativas doS E I P I I P E S NP S S N I P I N M M tudante S na trabalho pedagógico: S I sociedade. N sua quê. O Sestudo das PE EE IN que se retomem EMlingua. N N PE por M escasso. a singuAlfredina M M SI SI SI N EM I EE EE M E S P laridade da infância.EEM IN EM EE P M S N E P P I E turma: seusIN conhecimentos.M P N P P I E P Ntacam quatro S N P N E I PE I I N relativosPaos das linguagens. seqüência Emas. EE EE E S S N E P N P P I Mcomo já sugestões de práticas dos demais textos. é. as lho. e forNP EM I I P M E S S P N EE ticuladoras deM uma prática multidisciplinar. onde. etc. NP I M M E S tando sabemos que uma questão A linguagem éM constitutiva do sujeito. Edistribuições SI N E E P I M E S P M N E P P projeto e atividade S I sistematização. na direção de fazer a “entrada” E P P M M E N N M N EE no ensino SI EE EM da criança de seis P anos ser SI Os fins da os objetivos SI educação. linhas.EE reais de seu trabalho. as ela pode também SI NPpessoas. SI E N I M P P I M S flexível. P I M a função humanizadora da cultura discutidos nos I E S M E E S E S N E PE EM da criança. horários.

M M EE E P M N PE alfabética da língua M teúdos EE M de formas diferentes, EM SI ou ain- M E relativos à base de as pessoas aprenderem N E E I E M E P E S E P N convenções da escrita E da diferentes de aprendiMporque têm N Iàs NP EM ou aos conhecimentos PE EMtempos também I P I E M S E E S N S a forma de E E podemSIser N P P Variar, então, SI organizar o traba- textuais. Em EMoutras áreas PE IN curriculares, NP zagem. IN E I M S S N P que ajudem a compreender S E conteúdos ou trabalhar lho e seu tempoEM didático pode criar oportunidades SI EM IN PE outros assuntos/temas. M E cada estudante, E S E EM que M P Como o princípio maior diferenciadas para o que pode reN P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S ganho significativo E é que “todo profespresentar um na SIdireção da for- regeu N PE deste texto P IN P M a elaboração I E S N N E S N P M I SI de linguagem”, SI mação de sor espera-se que Sas estudante. PE é professor IN M M todos, sem excluir nenhum EE S M N E P I M de organização EE E E modalidades do ler/escrever e do falar/ouvir tenham sido As do trabalho S questões M N M E E P P I M M E E P S conta al- compreendidas, N E EE em aPE todas as áreas do SIN pedagógico discutidas a seguir, levam em EE IN SI NP EM relação IN P P PE I S M E S N E M IN ciências P ensino fundamental S conhecimento do — gumas possibilidades de integração/articulação enS SI PE EE IN M P S EM N E —, na tre as áreas do conhecimento, não só como I pro- sociais, ciências naturais e as linguagens M M E E N S E I M E P E M S E trabalho Pdo(a) EM N NP cesso de estejam articulaprofessor(a), na sala de EEperspectiva EE Econteúdos M de que os P SI N SI P NP E I P I M N E S M N I dos a partir do eixo da linguagem. Esclareça-se tamaula,S como da própria escola, como coletividade. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M Selecionamos quatro modalidades que SI as modalidades de organização IN podem con- bém que M EE do traba- SIN IN M M S E P S E E M lho pedagógico ao trapara a organização do tempo pedaEtribuir bastante MsugeridasPnão E se restringem N PE EE EEcrianças Ide SI por isso M NP gógico: atividade EM com as N P N I P balho seis anos, popermanente, seqüências didáticas, M M I E S N S S N M EE EE de sistematização. EE SI NPdem estarSIpresentes P P P em todo o ensino fundamenprojetos e atividades I M EE S N E N N P I I I M M E S S é o trabalho N E tal e outros segmentos, a partir regular, EE EM AtividadeS permanente NP dos mesmos prin- SI M EM E P I M E E P S N de aprofundar eM sistematizar que objetiva uma E fa- cípios, M ou quinzenal P Ndiário, semanal PE na perspectiva SI E EM PE as- de EE maior com IN textual, um SI miliaridade N E E ter minados conteúdos ou trazer outros tantos um gênero I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I pela escola I área curricular, de modo que os considerados SI S E relevantes pelo grupo, e/ sunto/tema de uma E S S N P E I M S EM M ou sistema IN ao qual essa está vinculada. estudantes tenham a oportunidade deEconhecer diM EE NP de ensino M E S I PE P M E E M S M E P N brincar, de E com asM E PE produzir N Outro aspecto do trabalho modalida-PEE ferentes maneiras de ler, texIde P E E S E N I P P N M é a sua E S M N SI a oportunidaN N des Tenham, ainda, SI tos, de fazer EE SI a SI extrema Iflexibilidade, EE organizativas SI arte etc. NP P P M S objetivos e necessidades do(a) de de falar sobre oElido/vivido com numa ver- INdepender Idos N E M outros, E M S E EM dadeira S P EM M M M E E E professor(a), da turma, da escola. É possível N E E “comunidade”. E es- PE P P I P M E E E S N nos projetos, E N N P P N colher para pressuSI EM EMuma modalidade SI SI NP PE uma determinada IN IN Seqüência didática, como I E E S S N S P P do conhecimento, outra põem um trabalho pedagógico organizado em M SI para um gênero texINuma área IN M M durante EE seqüência, S S M E P P tual ou outra ainda para um certo tema/assunto, determinada um determinado M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E e isso se alterar, período estruturado MSem que M durante um P tempo fixado N SI num SI pelo(a)SIprofessor(a), NP PE EE modalidaIN NP EE outro momento. I P S SI É possível trabalhar com as qua- M haja um produto, criando-se, assim, uma N P I S S IN E EMde aprendizagem M IN M S E E tro modalidades para um mesmo tema/assunto ouPE de mais orgânica. Os planos de S E E P M M E P E N N E P M M N área geral, seguem didática. SI SI aula, emIN PE essa organização PE ou gênero. EM EE M SI M EE N S E N P E I P I Evidentemente, não se trata de mudar de uma Projeto é uma do S P de organização EE E S modalidade N N I P P I N M M S como forma M simplesmente S para outra, N N E SI um produto modalidade trabalho que prevê EE SI EE SI final cujo EM pedagógico P PE P M E M N E de variar, mas sim de o(a) Iprofessor(a) planejamento claros, dimensionamenN EE tem objetivos SI ir pesquiNP EM EM S EM PE P M E E E SIto do tempo, sando as potencialidades dessas práticas, no que EM divisão de tarefas e, por fim, a avaliaN E P P P I IN E E S N N S N P P I refere à S I EE se realidade de seu trabalho ção final em funçãoSIdo que se Ipretendia. Tudo isso S N e EM EM pedagógico N P I M E E S S N P P estudante, em EE ao tempo de aprendizagem de cada feito M de forma compartilhada e com cada estudante SI EM M IN IN M E E E S S M NP E E P E pessoalEM M particular, vista uma tendo e responsabilidade coletiP autonomia EE e da turma, em geral Tendo em PE IN EE professorEM E P NP desenvolvimento IN para o bom S N I M P P I concepção de formação continuada de do projeto. O projeSva M N E S E S N N SI EE o seu foco PE SI de reflexão SI NP P que tem na N prática docente to é um M trabalho articulado em que as crianças usam I S M E IN a seguir podem serS deM de forma E interativa as quatro P M SI as sugestões E S E E e de ação, atividades lingüísticas E M M M E PE IN NP como Pfalar/ouvir, EE senvolvidas, EE de formação EE M tanto em situações básicas escrever/ler, S EM dos EEM NPa partir de P IN P SI I E M E N S E P N E N I P P E professores na P própria escola, muitos e variados gêneros textuais, nas várias áreS SI em horário SI N coletivo IN I N M M I S S E E S que os S IN M uma situação – em educadores discutem suas práticas – vista PEtendo emEE PE as do conhecimento, M M EM N N E E P NP I quanto em formação orientada pelo endidática que pode ser mais significativa para elas. I M sistema de M I E M E E S S E N E S E P P P M E que sePEconstiE SI N N N de sistematização são EE Para isso, SI é necessário SI Atividades NP NP sino local. SI atividades P M I I IN M S só com S S tua um esses ma- EEM destinadas àEE sistematização IN acervo de formação, não M de conhecimentos das S E P E com M outros que possam contricrianças ao que NP Mestão sendo EM EM M tra- teriais, mas também P I IN fixarem conteúdos E E E E S S M E N E P M para essa sãoPE os con- Ebuir SI à alfabetização, EE NP balhados. Em relação PE IN finalidade. NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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M M EE M P M M EE EE EM N E P I P M E EE S N atividadesPE E N P P I I Rosângela Machado permitir o desempenho de de forma inE S N N S N P M M SINa impossibiliSI SI Npor EM da Educação. I EE Ministério Atendimento dependente todos os usuários. EE M E S P E P P M M E N N M N deficiência física. indivíduo tem um acompanhante. EE direito aEM SI EE educacional EM dade, o SI SI especializado: M NP EE P P E I E M E P P S Brasília: MEC/Seesp, 2007 IN (p. 105 a 108). (Ibid,EE pág. 158) IN N PE S SI NP IN M P I S N M S I S N E EE I S M E P S E Eprincípios M Com do Desenho Univer3 - Direito assistiva: todos M IN os NP NP base nos EM à tecnologia EM P I I E S M E E S E S Lei nº 10.098/00, N E sal e da toda de PE promo- EM alunos portadores EM especiais têm SI PE escola deve NP NP PE necessidades I N E E I M N S SI P N ver asSbarreiras ardireito à utilização instrumentos, M SI N SIde equipamentos, EE NP EMambienteMacessível, eliminando I I P EE E S S E P quitetônicas e adequando os espaços que atendam recursos e material técnico-pedagógico, adaptados P N M M E N N SI M ou coletivo, necessários EEuso individual M O Decreto EE nº 5.296:2004, de SI o SI à diversidade NP humana. E para E P P I M M M E S E P das atividades IN PE normas gerais IN M EE EE E S também estabelece e critérios bádesempenho escolares.Incluem-se S N E P N P P I M S N SI EM PE computadores IN das pes- nesta categoria IN de recurso, M para a promoção EE sicos daM acessibilidade as S salas SI S N E P PE I M E E S N E E mobilidade reduzida M soas ouPcom programas especiais, material em SI braile, etc NP com deficiência PE e com M EM M EE pag. 159) N SIestipula um M N E I E M P I prazo de 30 meses (junho de 2007), (Ibid, E EE S E P E S N E P P E I N M P E PE públicos se IN IN tornem acessíveis. S SI os lugares NP M para que E N I S M S N I E P S E M S SI A fiscalização 4 - Direito ao conforto e segurança: “Todos PE IN M EE dos MiPE é da responsabilidade S E P M IN N M M M nistérios Públicos Estaduais. os ambientes e equipamentos devem possibilitar seu M N PE SI EE EE EE EM SI EE de atividades P N P P I E M P EE Para haver uma participação efetiva de alunos uso e a realização com conforto e seN S N P N E P I I N M E I SI N S P N E P com deficiência nasS atividades faz-se gurança, de Sacordo com SI SI EM escolares, IN PE IN as necessidades especiM E S S E N necessário um ambiente adequado, comE acessibiliais de cada Mdeve minimizar o M M indivíduo. O desenho SI NP EM M EEevitar riscos M cansaço, EE EE reduzir o esforço físico, SI NP E P P P dade arquitetônica. I PE M EE à saú- EM E S N N N E P M P I I I E usuários.” E E É preciso S (Ibid, pág. S analisarMas condições do ambiente N de eSacidentes dos N SI 160) INP PE SI NP E I M E N S entre S P profissionais EE da educação e EEM SI numa parceria SI EM EM Pengenharia, IN M E E profissionais da arquitetura e dentro 5 Direito à informação espacial: deve estar S P M N E P P I M M EE atenden-SIN previstaEEa PE IN IN perspectiva ampla Sde inclusão, EM de S uma possibilidade de acesso à informação P EM S N EE E P E I N M P P I P S N E N orienta-IN do as especificidades deS cada tipoMde espacial para a compreensão, M SI necessária Eoriundas PE SI E M S M E E N E E P sensorial, de comunicação, ção e uso dos espaços. EM P E E dificuldade: SI motora, N P P M N M M SI N N cognitiva ou múltipla. PE SI EE EE EM SI EE SI P N P I E M M P N S Desenho Universal Para Dischinger e Machado (2006, Os princípios do permitem P IN M EE Mp...), acesEE IN SI N S E I E P S P M M E sibilidade depende das condições P ambientais de a compreensão de PE IN M conceitos Sde acessibilidade re- SIN EE S N E N P I I M E acesso à informação, das possibilidades de Elocolacionados aoPespaço físico. Assim sendo, para ir S S EM EM IN M E E E S N E P P P I moção e de uso de atividades que permitam aos além da exigência das normas técnicas e atender M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E E S S S S da sociedade E N P tipos indivíduos participar e estabelecer EM às necessidades de PE SI alunos com diferentes NP PE IN M E N S SI N E I relações com as demais pessoas. Ainda para Disde deficiência, é imprescindível o estudo detalhaM P M E S SI EM EE IN EM EE P M chinger, osPEprojetos arquitetônicosPEacessíveis Spodo das do ambiente escolar, uma vez NP necessidades P I E N S M N EM N N de cinco SI PE Unique a acessibilidade arquitetônica éPE um direito gaSI SIdo Desenho N EE princípios EM dem se valer SI N M E P I SI N E P S I N M E versal, para a inclusão escolar. São eles: rantido por lei, absolutamente fundamental para I M S N E P S SI EE EM EM PE que as crianças e jovens M IN com deficiência possam E P E E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P acessar de à equidade, todos os E sua escola N 1 - Direito SI e particiSI participação: PE todos osS espaços P N PE Mde forma a não par SIambientes N SI N E I Ndevem de todas as atividades escolares com seguser desenhados I I M M E S S S E E P M SI de ou excluir promovendo a EM possível, Epessoas, PE sociali- rança, conforto PE e maior independência IN M E M segregar E S E N N E P P M M M acordo com E eIN limitações.PE zação entre indivíduos com SI diferenSI suas habilidades IN EE e a integração M EE EE S S P NP P IN P M EE tes e sensoriais. N condições físicas, mentais S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P P 2 -NDireito à independência: os SI M espaSI todos E EM PE EE IN E P S M SI N E ços físicos – pátios, salas, etc... e seus componenP E M P N SI IN EM M SI PE EE rampas, Ecarteiras, IN – devem S tes – brinquedos, etc... E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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EM M M E E P M E EE E N P P M I E N S N P EE 1. Quando SI falta aIN Elizabet Dias de Sá, Izilda Maria visão EM de SI P M M E S P Silva SIN M EE EM Campolina EECampos e Myriam Beatriz N M E E P P I M M M E E P S N E EE uma SIN Ministério da AP criança que enxerga bem EE PE estabelece IN Educação. Seesp. In: SI NP EM P PE I S M N E N S N E P com o mundo SI Atendimento educacionalEM comunicação visual exterior SI desde os SI PE E especializado: IN M P S EM N E deficiência visual. Brasília: MEC/Seesp, primeiros meses de vida. Acompanha movimentos I M M E E N S E I M E P M E M pessoas e dos objetos S 2007 (p. 13 a 27). Edas E N viNP EE do lugar.SIA EE sem sair M E P NP SI P NP E I P I M N E S M N I S são integra os outros sentidos, permite associar som EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M e imagem, imitar um gesto ou comportamento e IN SI IN M EE IN M M S S E P S E E M Em um mundo repleto de símbolos gráfico, leexplorar o mundo. E M E E N E E P I P P M E S ou totalMde N E N N PE é umaSIalteração que privilegia aEM visualização grave SI tras e números, NP- inclu- PE A cegueira EM SI N I M I EEque E E S N uma ou mais S das funções elementares P P é conveniente P sive na escola - N não negligenciar ou da visão I M EE S N E N P I I I M M E S perce- IN S S E ignorar decorrentes de limitações afeta de modo irremediável a capacidade de EE EM as necessidades S NP M EM E P I M E E P N distância,Sforma, posição preciso reverM preconceitos e atitudes, ou moE co- berPcor, E tamanho, M P I M Nvisuais. É E E E S I E N E P S nhecendo N e reconhecendo as diferenças como Pode ser: SI EM PE PE IN as- vimento. SI M N E NP S N I N E M P I desde o nasciI SI S E pectos positivos. Cabe à escola criar, descobrir e congênita – quando ocorre E S S N P E I M S EM M mento INP IN reinventar estratégias e P atividades pedagógicas M EE M E S E PE M E E M S M E P E – em decorrência E necessidades PE adequadas às gerais e específicas - adventícia ou adquirida IN EE M P E E N S E N P I P P I N M E S M N N N sua inclusão.S de ou acidentais SI dos alunos, EE SI SI EE causas orgânicas SI visandoM NP P I P S Para ajudar o Eeducador, este Também , N pode-se observar a surdocegueira E M documento M abor- SIN SI E EM da osM E P EM M M E E E alfabetização e aprenquando se associa à audição ou a Nbaixa visão; E perda da M E conteúdos: E outras PE P P I P E E E S N E N N P P N dizagem de pessoas cegas deficiências. SI e com baixa EM EM SI visão e uso SI NP PE IN IN I E E S S N S P PÀs vezes a perda da visão de recursos para sua educação. ocasiona a extirpaSI EMdidáticosM IN IN M Erápido S S M E P P Um olhar da professora sobre sua sala ção do globo ocular e a consequente necessidade M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Mdados. A M de uso de de aula é suficiente trazer vários a falta da P próteses Eoculares. Se N SI visão SI para lhe NP P olhos (visão EE IN SI NP monocular), EE afetar apenas I P S SI observação da posição dos móveis, do comportamenum dos o N P I S S IN um controEM M trans- EEM IN M S E E to dos alunos, dos professores, já lhe traz outro assumirá as funções visuais sem causar S E P M PE NP EM significativos PEsistema visual IN M diz respeito EE detectaM M E N O e integra de forma tornos no que ao uso saS E SI le visual.IN I P E P E E M S M E N mais de S P P IN instantânea e imediata tisfatório e eficiente da visão. PE 80% dosPestímulos EE EE SI N S N I P I N M M S as mesmas M S N E SI entrasse no Eambiente. Se a professora Os sentidos têm e SIN M EE EE características SI na mesma P PE P M E M N E sala com os Eolhos vendados não conseguiria localipotencialidades para todas Ias E N pessoas. SI O desenNP EM EM S EM da audição, PE P M M E E E SIzar os móveis Ee e portas, ficaria aturdida com o vozevolvimento aguçado do tato, do olfato N E P P P I IN E E S N N S N P P I paladar Sé I resultante EE rio, com dificuldadeSIpara se deslocar. Quando falta S do da ativação desN EM EM contínua N P I I M E E S S N P P EE luz elétrica, ficamos ses sentidos por força Cada pesSI EM M também desorientados. IN da necessidade. IN M EM E E S S M NP E E P E Mcodificareal e definitiva da soa desenvolve processos particulares de P Mas a privação EE EM PE IN visão é bem M EE Eartificial P NP IN S N I M P P I da perturbação e momentânea. Os ção que formam imagens mentais. A habilidade para Sdiferente M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N alunos cegos e com baixa visãoMnão são diferentes compreender, S SI M IN interpretar NP e assimilar a informação E I M E M S E S E E dos demais nos desejos, curiosidades, motivações, será ampliada de acordo com a pluralidade das exE P M M M E N PE M NP EE periências EE EE M e vivências. necessidades, convívio e recreação. Devem ser traSI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P tados comoSIqualquer educando no que se refere O sistema háptico é o tato porIN S SI ativo, constituído PE IN M M IN S S N E E S I M Porém, em um amcomponentes e sinestésicos, através dos E disciplina. E E aos direitos, deveresPe S cutâneos M P M M E E N N biente Ecarregado E E coloca- Mquais impressões, sensações Pvisuais, são NP de e vibrações detectaM I E M E SI estímulos SI E N E S E P P P M E pelo cérebro SI N N N dos de desvantagem. Necessitam dePE das pelo e PE EEindivíduo são SI interpretadas SI em situação NP N SI N P M I I M I M S S S N um ambiente estimulador, de mediadores e condiconstituem fontes valiosas de informação. As pesE I EE M E S E P P M M à exploração de soas surdocegas pelo tadoma, uma N PE IN EM seu referencial EE se comunicam EE ções favoráveis EM SI S M EM N E P P E I M E E P perceptivo particular. comunicação tátil que permite entender a fala de P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE M EE P N SI

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M E EE ESCOLAR M INCLUSÃO DE EM PE E P N E N I I P S S N PE M ALUNOS CEGOSM E BAIXA VISÃO SI N E I S PE M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI

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tropeo uso M N vras e sílabas. aproximar livros Condições para o desenvolvimento da eficiênI N P P S EM SI IN para bem perto dos olhos. do livro. Avaliação funcional da visão IN EM NP M P I I I M E E E S S S S E N P interesse em PE SI utilizar a visão potencial.SI EM EE P P E E M E P P S é complexa. O trabalho com PE M M EE NP SIvisual). sem contraste. I P E S S P N de perM EE olhos. piscar muito. M EE de atividades EE SI e a organização SI N P NP P I P M EE N Isso explica a discrepância S N E N I M P do trabalho pedagógico ficam mais fáceis através no que se refere à I I M E S S S N P EE EE P SI EM EM e segurança do conhecimento do desenvolvimento global do aludesenvoltura de tarefas. de acordo com as condições de estimulação e de M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE das funções O planejamento ativação visuais). tridimensiorifica também no S SI albinismo (falta de pigmentação EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I nais ou em movimento costumam causar erros de S congênita que afeta os olhos e limita a capacidade M E E S N E E M SI M NP interpretação nos professores. o ao aluno condie o uso eficiente do potencial da visão P professor deve proporcionar NP P I P M SIfocalizados) N S N N EE potencial SI para uma ções de acordo com (qualidade visual SI ocular M SI e do aproveitamento EM EM boa higiene Pdo M E SI E E N E P P I M E recomendações médicas. NP EM pertar oM PE IN deE N S SI N E I M P M S da visão senvolver visual. SI N EM fren. SIN PE cial P da subnormal ou visão residual) PodeIN enIN SI NP M I S N M S I S N E a simples EE I S volver desde percepção de luz até a reM E P S E P M E MinterfeIN NP E EM duçãoSda P I M 2. ao perceber deve ser contextualizada. um das pelos olhosEE e EM PE Das criEE fechar e cobrir M vamente EEos olhos. N EE visão.EE gência do ângulo P P em que os objetos são M E Mconfiança. INP cas EE M Ee IN SI S E E P S P M M E S visão desenvolva IN N PE Para que oEaluno com baixa o exercício de ver. M realizar as S N Os principais SI suas funções. da S capacidade do EE EE EM emocionais.MO nistagmo. letras. o que SI e fadiga PE durante a IN M EE EE E S S N E P N P P I M ros ou ensolarados. M EE SI 2) o uso NPdessas funções.M E P P P I PE M E E dos olhos.S M E enxergar. N P I I M deve. A evidência orgânicas queEM texto familiar SI as alternativas IN M SI PE EE das alterações IN S E E P S N M os recursos disponíveis. franzir a testa. SI SI NP E I EE EE M E S P assimilação.no. da visão. PEE M N I E M P I E EE S E E S alunos com baixa visão precisa estimular a utiliUma pessoa com baixa visão e os que lidam N E P P E I N M P E e dos sentidos PE IN INuma situação muito S SInormalmente NP do potencial M com ela E N I S zação plena de visão ficam em M S N I E P S M S SI EE PE IN dificuldades e M remanescentes para como superar EE P angustiante.2. vias óti. integração e elaboração dos estímuE P P M M N N M N PE EE SI EE EM los visuais. as condições SI EE EEsobre a face do interlocutor. visão SI de baixaIN M poten. desempenho e uso funcional do A definição visão (ambliopia. A avaliação funcional dados IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N sobre o nível da consciência visual. balançar a cabeça ou movê-la para anças identificadas como legalmente cegas. E P S M SI N E P e social. encorajamento e Além dis. Mção dirigidaSe P I N E I M S o ambiente N P a abran. muito clacepção emPE ambientesEmal leitura. atra. O desempenho visual na escola e do campo visual que IN acuidade E S M E E S E N E E tarefas ePE EM SI execução P NP NP EM rem ou limitam a de o desemPE I N E E I M N S SI P N SI movimentoS rápido e IinN SI EE entre EEM Alunos com baixa visão ou que oscilam penho NP EM geral. o campo visualM S SI EE EM deve M Ne E (amplitude P M I E P E E S N ser deEcalma. M NP IN M S I objetos desconforto ou cia visual: PE E S E M S M E IN M PE dos intolerância à EE EE claridade. P N PE de baixa S SI M SI são: tentar EEselecionar e SI N E IN la remover manchas. 1) o S amadurecimento ou desenvolvimento NP P P M I N M EEtrocar a posição I E N N fatores anatômicos Se fisiológicos E P M S I E I EM ou dificuldade em participar de do olho. des2. IN que exijam visão de S M distância. mais S N N N E E P P EM SI SI SI PE PE IN Ede IN M visão útil e é importante te ao olhar para um objeto próximo ou distante. IN IN EM ou EEM EM SI çar diante EE de pequenos P S S N E E P objetos. trocar palaEE mensuração e Evantar SI estabelecer EM SI N E E P I M E E S P M N E P Pprático da visão. organizar imagens fotografaP I M E S S E N M M guardá-las M SI NPna memória. A aprendizagem visual depende não S E P M IN N M M E M P SI mas também IN EE conflitos apenas do olho.IN M iluminados. M da visão IN SI N P E N E S I E I E E N S S so. considerando-se as vibrações e os N S movi. le70% possuem alguma S P S N E N M N SI copiar faltando SI PE entre essa M M uma relação para ler. chorar.EE relacionado com a aprendizagem e 0000to). SI EE PE irritar-se. a acuidadeP visual (distância de um ponto ao outro N e facilitar S permanência M N E I E N I I N E M S E visual está P I S S um objeto N linha reta por EE em uma S PE meio da qual INorganizada. 2. o professor M S S N E E E P a capacidade de I M E E E S N P M EE SI NP NP E vés de atividades prazerosas e motivadoras. P E a acuidade e o campo reduzem significativamente N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 30 .SIvisual E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M a interferência de fatores mentos articulatórios dos lábios e maxilares com a S S N emocionais. SI EM EM P P ambientais e as contingências de vida do indivímão M M E M N N E P M M EE visão revela EE SI SI EM Pda PE duo. causa uma E oE ver ver possuem dificuldades voluntário Pdos redução da acuiNP EM e o não SI IN M M E S SI dade visual N E E P P M Mse ve. P IN na realização M E E N S E M P IN SI diagnóstico.EM funcional considera-se SI Na avaliação PE a eficiência IN EM EE P M S N E PE P I E M a explorato de do objeto. bem como E M P N e culos. Baixa visão M M M SI a recepção. EE P N EM P P I E M P E Ncérebro de S N P N E I P I N sintomas visão na escode capturar.EE estabelecer o concei.1. o conna mobilidade e percepção de S estímulos ou EM avaliação NP PE EE IN funcional EM obstá.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S uma pessoa. esfregar excessicodificar.PE desinteresse E S Ejogos S P N I E M M P N E córtex cerebral. O desempenho SI NP EM é vis.

menor o campo I E E S S N S P P a motivação. P NP podem utiCircuito fechado — CCTV M I E M EE E SI SI E N E S E P P P M sem nexo E E E baSI de TV que N ou significado.SIN SI N N I P P I N M M S engloba M N E SI atividadeS complexa que e SIN ridade papel. em papel IN EE espaçamento SI NP EM EM SI S N P I M I EE E E S N não refletir S P P P a claridade. SI EM NP P IN P P SI I E M E N S E N E N I P P E comunicação. conceitos: porosa. dimensões de maN E N M M M SI SI mulos. utilizados por alN P M M M E M E N SI P IN e orientação EE sala.2. A escassez se N e de informação resção da velocidade de leitura e maior fadiga visual. para N N PE M com adequado. EE EE a comunicação SI EM sobre o P PE P M E M N E a as representações. E S S N P E I M S EM M IN Para completo e significativo sistemas telemicroscópicos). suporte M cadernos P EM EE PE IN com pautas M E EE P NP IN S N I M P P I 1) aqueles que têm significado real para elas a espaçadas. EEiluminação EE colocando EE sala de aula. Alfabetização e aprendizagem de P aumento (óculos I P S EM N P I S M N E N S N I N E M P I I lentes monofocais esféricas. Trata-se de uma P fora de alcance pela falta Acetato amarelo: diminui PEa incidência EE EE de cla. lessistemas. canetas IN operam INcom dois tipos de M EM E E S S M NP E E P E para livros.3. geralmente de alto poder. E PE é importante estimular todosEos IN MincentivarPEE P E N S E N I P P N M exploratório. As tarefas devem ser expliRecursos ópticos para longe: telescópio.SIN reforçar passivo. excessiva em diferenças individuais. de condições E PE EM Mde recursos adequados M EE maior a EE E pas. Recursos ópticos N E E M I E M E P S E P P EE M M N E M N I N E P E I P E M S S uso N SI PE PE IN são lentes de M PE EE É aconselhável posicionar a carteira em local Recursos ou auxílios ópticos SI S N N E P I N I E S ou dispositivo N SI haja reflexo Sde iluminação neespecial formado por um conjunto de EEMonde não M SI no quadro NP EM E I P M E M E S E E P gro.4. telelupas e lunetas.SIN entação As Iescolhas e os EE de acordo PE SI NP EMcom a condição P P PE I S M N E S N E M IN P concedendo SI no..Mque embora sejam importantes EE EE meios de EEM gramas de voz. E S M SI N N oEE comportamento a observação eSIN a Lupas ou lupas de mesa e de apoio: SI EE SI SI manuais NP P I P M S experimentação. S E P P M M E Esse fenômeno verbalismo e sua N N M EM EE é denominado EE EM SI SI M Eefeitos NP E P P E I M E E P preponderância pode ter negativos em relaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 31 . IN P M culdade SI de ver bem em ambiente com muita IN M EE IN M M S S E P S E E M O material utilizado pelo aluno deve ser nítido. E EE NP visual do alu. EM N E I P I E S E E S S E N P P M luz). graSpretas M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N partir de suas vadores.3. faixa etária. desenP I S M M N S N SI fontes. SI S E tes esferoprismáticas. inibirNo do SI de visão EM EM o comportamento SI com diminuiPE IN IN tamanho.M M EE E P M N PE M EE M e não-ópticos EM Recomendações SI E 2.SIN N M E E P I M M M E E S níveis de adaptado N e mobilidade. com EE SI observar NP EM EM S e verificar EM PE P M E E E SImesa inclinada EM como os alunos se relacionam a qualidapara conforto visual e estabilidade N E P P P I IN E E S N N S N P P I da comunicação. Recursos não-ópticos P I inteM N SI NP PE EE IN o meio N SI NP amplia o S EE ração com I P S SI físico e social. úteis 2. E Recursos ópticos E M E N E E P I P P M E S fosco. sinais EE EE Tipos ampliados: EM volvimento cognitivo por favorecer os relacionamenampliação de SI EM P E P M M E P N N P EE outros. 2. Nesse caso.1. SI ciais com N EE EE 3. Egráficos e Ifiguras. O trabalho deve ser logia. tiposcópios (guia de leitura).de Nmaneira SI P I M M E S P M da pedagogia. S M SI M IN experiências. 60 vezes as E imagens e as E IN EE M transfere para o monitor. NP E I M E M S E S E E 2) aqueles que fazem referência a situações Softwares com magnificadores de tela e ProE P M M M E N PE NP com síntese EE visuais. sem EE indivíduos EE SI mediante NP prescrição EM incidência na parte centralPda de claridaguns S N P I P M I E S N N S N P EEdireta nosSIolhos SI oftalmológica. N N por P não relho a um monitor EE SI SI acoplado NP NP lizar palavras SI amplia até N P M I I M I M S S searem-se em experiênciasS diretas e concretas. M EE NP um aprendizado M E S I E PE P M E E M S M E P E sentidos. SI decodificados EM P P M M M E E essas crianças N de televisão N E : apa. EE de da coluna vertebral. de estíampliam fontes para a leitura.Mde sentido. podem não ser com-INP Chapéus : ajudam a diminuir o reflexo S SI adequadamente SI e bonés N P I N M M I S S N S preendidos ou e ficam desprovidos EE EE da luz. PÉ psicologia.3. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E A linguagem é um valioso instrumento de M 2. M SI IN I M M EE S S M E P P tringe o conhecimento em relação ao ambiente. teI M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E cadas com palavras. Quanto ampliação N Ee EM pode PE P P P M E E E S N E N N P P P interes. interesses e habilidades adequadas. ori. A falta de conhecimento. S SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE As crianças cegas Acessórios: SI EM de ponta M lápis 4B ou 6B. É tarefaIN do educador Plano inclinado: carteira adaptada. EE SI NP M EM EE Recursos ópticos para perto: P I M E E P S N E P óculos espeM M N EM PE SI PE lenElentes IN bifocais. a aproximadamente um metro do quadro negro lentes. M EE e proporciona tos SI EM de controle SI e símbolos IN do que está Pe EM os meios P IN em livros E E M S M E N S P da visão. Deve-se também evitar ser definidos a partir E da conciliação das necessidaI M M E E N S I M E P M E M S E N NP des específicas. e de que o aluno não dependendo de cada caso ou EMpato. M P SI o NP SI P NP E I P I M N E S M N I S aluno em lugar sombrio se ele tiver fotofobia (difipreferências. em maior S tempo para adaptação desses recursos em cada SI certos casos PE EE caso devem IN M P S EM N E o término das atividades. EE EM EE um trabalho escreva na própria sombra.

A SI NP EE P P E I E M E P P S N N E PE 3º série IN SI da adição SI NP IN M PE é resultante I S N M S I S N EE I do pontos 3 e 6 aos sinais da 1º série. coordenação bimanual. SI IN M EE M EE S SI devem ser NP explorados E E P P I M M M E As portas de. ecolalia e M M E M N E N E P M M EE SI SI comportamentos EM PE PE do E Sistema Braille estereotipados. EE SIser estável M N E I E M P I E EE Sespaço na Esala de aula P E S com Convém reservar um N E P P E I N M P S E PE IN IN SI adequado NP M mobiliário E N I S para a disposição dos instruM S N I E P S E M S SI PE IN M EE devem inPE por esses alunos que mentos utilizados S E P M IN N M M I M IN material. os números bilidade. I E S M E E S E S E N E Pé EM SI do espaço PE físico não NP NP A configuração percebi-EEM PE I N E I M N S SI P N S e pelos que M SI N SI EE Alfabeto Braille da da mesma forma por alunos cegos NP EM I I P M EE E S S E P P N M M EPor isso todos os ambientes da escola N enxergam. inquietações e impacto S N celas braille dispostas E N I I M E N S S E P de forma M natural e Ehorizontais sobre uma E base plana) e punção (insSI Costuma EM SI EM ser abordada PE pouco M IN M E E S P N E P P espontânea porque os pouco em madeira ou plástico no de pêra M SI professores EE não sa-SIN trumento M PE formato IN IN EM EM EE P S S N E E P bem como proceder em relação aos alunos cegos. um N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 32 . ou anatômico. não sabem o que e como fazer. e relacionamento P I M E S S E N M M M SI NP A escrita braille é realizada de uma EM PE EE por meioEM M EE EE SI N E P P P I PE M E E A falta da visão desperta curiosidade.EEM O movimento EM didialogar com deIN perfuração é da EMrealizadoPE SI SI P P E M M N S e a leitura da P esquerda IN reita para a esquerda M atitudes. SI Msérie. SI N E P P M N E SI o conflito Ee N N necessário explicitar PE SI a si. SI NP É um mecaEM P S I N M E I M S N E nismo de escrita mais S M SI EE rápido. discrimiSI SI EM EM PE M E SI E Edo N E P P I M E e outros símbolos gráficos. prático e eficiente. Todos direita. metal ou plástico com EM S P P IN IN IN EE EM S S S N N P PE I E I M no ambiente escolar. IN M EE EE E S S N E P N P P I M vem ficar completamente abertas ou fechadas para S N SI EM PE IN IN M imprevistos EE SI S N S E P M PE I evitar ou acidentes. etc. É Erecomendável NP NP I M P P I M S os educadores S braille. um conjunto de S em linhas P se.SO dem aos sinais EE P Braille IN e símbolo desejados. com ponta metálica. N PE de M EEobtida pela tosPé de seis pontos EE em condições EE lle deve ser SI SI disposição N E NP P I P M N S Msimultânea organizados espacialmente forma de PE INe complementar ao processo IN M colunas vertiEE em duas SI E S S E N P E M E à esquerda de alfabetização SI EM pontosSà cais com E três dos alunos IN direita e três M EEcegos. S e assim 3.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E Braille (Leitura) E M EE S ção à aprendizagem N Alfabeto S E N N e ao desenvolvimento. e posM EE com novas IN para a PEE SI procedimentos N S E I E S P M M E S N PE turas. Foi uma cela dominem o alfabeto e teE N básica denominada cela PE braille EE IN EM criado que E P S M SI N E P E M P N por Louis Braille básicas do sistema. em 1825. E N SI SI combinação baseia-se na de 63 pontos desenvolvimento sensiPE NP P I P M SIsoas cegas N S N E N SI que representam asM letras do alfabeto. NP EM PE M I EE P E E S N O código M ou meio de P leitura e escrita das pesAEM escrita em Irelevo e a leitura tátil requerem o EEM P I E N M S N P E N E Sde habilidades E específicas. P Espaço físico M e mobiliário EE P S E E M IN NP N EM EM P I M sucessivamente. O mobiliário deve M E E S N E M SI PE M qualquer N NP alteração deve PE M Ee M ser avisada. lento devido à perfuração de SIN M EE É um processo SI NP com aMfamília dos E N P I I M E S S N EM E E de evitar a comunicação P precisam criar o hábito cada boa coordenação motora e difiI ponto.2. EE IN E EE P M S N E PE P I E produz os M corresponbinação de teclas P N pontos que S M N E I E N I I N E M S E P I Sistema E S S N 3. a imitação e deixa M a falta daSvisão compromete M SI SI A 1ª série SI NP EM I EE vazio a ser preenchido EE M E S P 2º série é resultante da adição com outras modalidades de E P P M M E N N M N M EE um dosEsinais SI EE EM do ponto 3 a cada da 1º percepção.EM Mcombater atitudes SI PEcela braille.1.SI EE . SI Uma das IN EM nham noções M na França. É culta a correção de erros. IN Isso porque P M EE EE S N N E N P P P I I I E S N N S um NA utiliza os pontos superiores 1245. tuação. interesreglete (régua de madeira. o aprendizado sistema braiM E S E N N E P P M M M E SI básicos. A combinação dos ponnação. tos da O toque simultâneo de uma com. utilizado para a PEE I N M P P I S N E S N de umaIN Mde perfuração SI Eles manifestam dificuldade e dosM pontos na cela Braille) SIou EM de aproximação PE E S M E E N E E P M P E E comunicação.3. É máquina de escrever braille. inclusive alunos. E I P I I P E S NP S S N I P I N M M Algumas crianças cegas congênitas podem S S N SI EE EE SI EM EM P P Disposição universal dos 63 sinais simples manifestar maneirismos.NPE EE cumbir-se daSordem e organização do EE EE EM S EE P EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N S SI P N PE SI M SI EEComunicação SI N E IN 3. Por isso. A máquina de escrever E M P I I I I M E E E S S S S E N P recomendável também evitar teclas básicas PEa fragilização ou a suSI correspondentes aos NP EM tem seis PE IN ponM E N S SI N E I M P M S perproteção e discriminatórias. exige M E E E S N E P P P I M gestual e visual naNinteração E S NP N EM N com esses alunos. IN S E E P S N M P E nativas para os educadores é o Braille Virtual . PE alter. destreza. SI realizado N adequadas.IN S E P PE e assimilados.

atraentes e envolve criatividade. EM EMgeométricos.usp. gráficos. instrumentos de desenvolvidas com P adaptados I meM podem ser EM S INnenhumaEadaptação.SIN S confecção N I P P I N M M S M texturas. desenhos. seguros.4. EE S E de representações e em: SI Os meios in. Sligue-ligues IN jogos de IN física podem-se utilizar I E E S S N P P e similares podem ser compartilhados com todos com guisoEetc. SI gua estrangeira Esignificativo. com N E SI agradáveis diferentes peração entre os participantes. mapas I P S SI com material Em resumo.5. criado e desenvolvido por uma equiN E E M I E M E P S E P P EE M M N E pe de profissionais da Universidade de São Paulo M N I N E P E I P E M S E S N SI de possibilitar PE o tempo P IN M PE (USP) – EE de avaliação. SI SI Com bom E torne útil e SI NP P I P M S selecionar. núcleos. SI NP M EM E P I M E E P S ao Atendimento N destinados Eduse não houver dublagem. original.br.SIN EE SI EM P PE P M E M N E nentes à faixa etária e em tamanho adequado. gravuras. Em filmes ou documentáM M I I E S N E E S S M IN EE Erecomendável SI a des. E E canais de EM Os PE P I P M E E E S N E N P P N IN sólidos ção bolas SI barras. será Algumas atividades devem ser adaptadas com EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M igualmente necessário fazer a conversão antecedência e outras durante a suaIN realização por SI M EEda escrita SIN IN M M S E P S E E braille para a escrita em tinta.dosMou adaptados N PE por meio P IN P I E S N N E S N P M SI SI formáticos relevo (desenhos. os gráficos e as ilustrações devem ser E S S N P E I M S EM M com estímulos IN e táteis. devem N M EEos experimentos M utilizar SINvidade. Outros corporal. Os materiais confeccionaparticipar de praticamente todas as S atividades com SI EM P E P M M E P E N N P EE devem ser dos de fácil manude adaptação que M SI EM simples e SI diferentes IN PE EM resistentes. E M P a apresentaNsimultânea PEOs recursos SI EM EM PE Os cacional EE IN da atividade. M N PE PE E EE SI NP tiva ou outra EM N P N I P M referência. com cores contrasvisuais adaptados e representados M EEem relevo. SI pouca ou NP PE ou produzidos IN de encaixe) Scegos NP EE dir.EM olfaEmeio de descrição. SI NP PE encaixe.M P baseados em referências visuais devem ser lúdica. Recursos didáticos rios. texturas e tamanhos deve naNlínINhaver adaptações: M para quePEE P E E S E N I P P I N E S na seEM N N N EM senso e criatideve prevalecer aSconversação. é possível SI E EM vários E P EM M M E E E tar recursos abrangentes ou de uso específico. os alunos podem e devem N P I S M M S IN N EE EE EM de baixo custo e sucata. NP M E S I E PE P M E E M S M E Nas disciplinas P Eadequados E PE tantes. excursões eNexposições é M EE S N E N P I I I M M E S S S e leitura N E crição cenas de legenda EE EM oral de imagens. serviços 3. Se não houver EE EE EEou centrosEM P SI ninNP SI P NP I P I M N E S M N I S guém na escola que domine o sistema braille. música Edramatização. confeccionar ou adapbiologia e ciências. A Eadaptação PEprodução P IN SI NP P PE I S M N E S E M IN P para o sistema INtranscrição SI rial. Scordas.SIN M exercícios e de braille. S ao tato. O programa para download está disponível N P M M M I E E N E E S N P I P M E http://www.M M EE E P M N PE M EE M EM Avaliação SI E 3.Mgratuita e EEMAlguns procedimentos SI NP EM E I P M E E S E EM altera.braillevirtual. informação tátil. M Atividades que envolvem expressão SI IN IN M M arte. na educaN coleta de Pinformação. adape contextualização I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E tados e de qualidade e explorar todos os sentidos. curso on-line. N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E Anotações P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 33 . S S M E P P os alunos sem necessidade de adaptação. É recomendável valer-se de mente de produção e impressão S N M E E P P I M M M E E P S N E EE mate. S a brailleSpodem ser PE EE IN M P S EM N E realizadas em salas multimeios.INP S P PE P 4. É necessário estender com o objetivo o aprendizaSI S N N E P I N I E S e instrumentos N SI de avaliação do do Ssistema braille de forma simples. SI ção de resumos N E E Especializado devem ser variados. PE de material EE EE e coo. EE orais. podem ser M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E (jogos. EE perti. significativaSI PE IN diagramas.fe. M M e as impressoras ampliam EE S M N E P I M EE E Eas possibilidades uso de microscópios). Atividades I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP de apoio pedagógico. P IN níveis e Imodalidades E E M S M E N S P P fiéis aoNmodelo seio. auditiva.

tra uma maioria do sexo M EE EE NP SI masculino. P S E E M 2009 aprovação Eautomática IN NP N EM EM P I M Ministério da Educação (MEC) Unesco. SI de avaliação. M E N P I I M M E S de analfabetismo S N E E E P culturais de origem da criança e as condições de As taxas são menores enI M E E E S N M EE SI das escolas. mas levaram a uma estatísticas educacionais brasileiras vêm indicando M E E S IN EE PE estudoM M NP algumas EM sobre os professores para queSaprovem pressão o há décadas. PE IN não M E N S SI N E I M P S 45 anosEM se tem com a devida nas acima de SI faixas etárias PE abordado EE profundidade é que EEM IN EM E encontramos P M S N E P P I no Sgrupo daqueles que fracassam na ou mais mulheres que homens analfabetos. de alunos. SI IN M tinham 2. um maior nú. N E N E P de Melo. – e.). Essa diferença aparece E P M SI EE E dade do debate vem indicando que múltiplas de forma muito clara nos E S EE diSI P N P I E M M P N P IN mensões interferemS nesse processo M de analfabetismo. parecem IN M EEgrande SIN S N S E P M PE I maior inclusão escolar. eSa EE EM EE P N EM P P I E M P E Npara atividades S N P N E I P I N merecedor to na medide recuperação. os S de 15 a P em 19 anos temos quase Eo M dobro grupo do qual E to na faixa IN a escola fracassaIN SI P S N M E I M maior que S as meninas N E e de rapazes (5. P P E I E M E P P S Sonia W. dentre M S N I E P S E M S SI PE IN desempenho esM EEa obter noPE negros que brancos P– Em relação à diferença de mero de meninos S E M IN N M M I M encontramos reconhecimenPE INser indicados EE baixas ouSconceitos EE colar entre os sexos. formas numa ou “raça”. hoje em torno deSseis anos de M EE escolari-SIN PE I IN EM EM EEescolar é Santiga P EM S N E E P E fracasso e saudável e tem osciladade. NP NP NPescola funcionamento EM tre os M o preparo dosEE projovens.EEM P M I E N os negros M M desses I E S N P E N E S E os brancos. I E E N SI ção P que e não S conseguiu se apropriar da NP P I P M SIsou pela escola N S N E N SI A desigualdade racial como categoferramenta SI impôs-se SI da leitura EM EM PEcom uma EtrajetóM e escrita.M EE S M EE P N SI M EE P N SI NP SI SI M EE P N SI NP SI M E EE NP EM P P I E S N N M M SI SI NP EM I EE EE M E S P Marília Pinto de Carvalho grupo de alunos negros do sexo masculino. M e que dados divididos por EE sobre níveis IN é pre. E P P M M E N N M IN Educação M EE 90.S NPa reprovação M nos do Sque meninas E N I S ainda existe (finais de ciclo). A complexiestudo em 5. In: Adriana EE Piscitelli.6 para N M o sexo masculiN M a busca Ide EE M SI NP NP no. crianças SI o fracasso PE IN PE escolar Smaior IN M Essas polítiEE E E S N E P N P P I M ter resultado positivamente numa negras do sexo masculino.9. M S Ndo tema como S SI P PE de reflexão.PEE SI N S E I E S P M E S socioeconômicas e IN N EM PE ciso E considerar as condições faixas etárias M S SI NPe sexo.SI EE IN S E E P S N M de identidade baseadas P E maiores problemas N trutos sociais.4 anos da SI em que havia EE N E IN certa concordância de que os S meNa década de 1960.ninos apresentariam SI NP maiores problemas. E NP I M P P I M S Foi adotado S torna mais o conceito ça entre E N homens e mulheres se PE social”.mesmo SI PE IN M E M E S SI damental. contra e causas intraescolares.7%). apontando os no N SI EE I M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI SI NP SI E NP I S EM O MFRACASSOM ESCOLAR DE MENINOS E MENINAS: M EE EE P P M M EE ENTRE M ARTICULAÇÕES GÊNERO E COR/RAÇA N N E P I I EE E EE S S EM N EM M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S E NP I S 34 . aN discussão sobre as razões do nacionais. ao aprede escolaridade em EM EE M EE EE SI as mulheres NP EM E P P P I PE M E E sentar a proposta da pesquisa à equipe de orien. 40 anos médias Efessores S E SI EM EM nos últimos PE elevou as IN M E E S P M N E P P I Na literatura. tas negativos.9 anosMde do entre N N SI dois pólos: EM a culpabilização das lheres que.PE meninos são em número EM analfabetas M I E P E E S N dentre os meninos. à organização do ensino Sem ciclos e MOlhares feministas. SI E EM N E P P I M E M E ria indispensável à análise à medida que se evidenria escolar marcada pela repetência e pela evaS E N N E P P M M M E SI SI N N PE dos M EEque indica no são. está fracassando EE interior do EE ciavam diferenças SI próprio grupo SI que a escola N P E NP P I P M N a um grupo grande S M e se buscava meninos caracterizar aqueles comNPE frente IN IN M que concenEE de jovens SI E S S E P E M M E Essa diferen. A grande diminuiI E S M E S E S N E PE EM não indica uma SI PE NP NP EM ção nas taxas de repetência obtida PE I N E E I M N S SI P N S I SI N EE e nem EEM NP real melhoria no S acesso aoSIconhecimento desta pesquisa é conhecer os proEM O objetivo I P M E S E dos quais se produz P N diminuição dos problemas escessos através NP EM uma efetiva EM no ensino fun.EEM tindo um acesso em geral muito baixo à escola. conforEE IN de “raça EM comE P S M SI N E P E M P N como plexa ao se considerar também a variável “cor”EM me Antônio SI IN Sérgio Alfredo Guimarães. enquanM EE IN EM escola. Vara melhoria à aceleração IN Maluf e S SI escolar conduziram SI Hildete Pereira NP IN PE do fluxo I S N M EM I S N E Eà I estudos. O que NP EM fessores.PE em 1999. Mas por sexo. N E E P P entre E M M M colares de disciplina eE aprendizagem. A ampliação do acesS S N em reunião com o conjunto IN M EE NP so à escola S S E I M P e professoras.problemas SI N escolares. as E SI EEMinistério Sda EM Ao longo dos anos diversas políticas de SI M NP . ao mesmo tempo em que beneficiou as muI N M P P I P S N E S 5. Este foca os procesP I M E E N S M E N E I E M P I E E S E P E S N número E maior possível de alunos nas séries em que sos queIN têm conduzido um maior número de meniP P E I M P E PE IN IN eles. de acordo com S SI EM PE IN o que as cas. S IN IN NP E M S E P I S N E E P ensinar. refle. Eapresentavam SI famílias E M SI M E N E E P I M P E E S média.3%) S que moças SI EE EM NP (2. os homens P I M E S S E N M M média e M E 1. Brasília: de LúciaPE Puga (Org. devido acesso à NP ao maior M P I I I I E E S S S S E N P E os critérios em comparação a adultos ePidosos. em maior A grande maioria jovens analfabetos pasP propor. etc. e S N P P IN IN EE EM SI S S N N P P I E I M tação escolar Ie de proainda pior para as mulheres. M PE “cons.

S E P EM M M E E E plicidade de instrumentos (trabalhos individuais cujos ampliavam na mediN efeitos se E E EM sem PE P P I P M E E E S E N N P N IN consulta. M EE em en. dos variáveis e depois dispensados. S N P P I N M M S S N E SI termos socioeconômiEM pelas professoras. eram atendidos por períocomo uma E percepEM SI PE IN M M indivíduos e grupos.Mcor para o rendimentoEEescolar.deEM N SI N N em comum. étnico-raciais e culturais. rência da combinação M EE S N E N N P I I I M M E Saqueles IN S S M E pecialmente com os doEindivíduo”.SIN IN M M S E P S E E M trevista suas Edificuldades frente a esse quadro.conceitos P M E E E SIcomparada “NS” (não satisfatório). para EM SI E diferentes de alunos das duas classes de M idéia biológica errônea. Fúlvia Rosemberg NP a classifi. N classificados que que mão na construção social E Edeveriam ser M se lança P I M M Nmentos de E E P S I E N P E raciais. ela P professora NP que M respondeu I M EEsão oferecidas E SI pela própria SI E N E S E P P P M você vê E SI matéria. Elas indicavam ção social S N M E E P P I M M M E E P S países para o reforço N E EE con. EM fren. EE EE no con-EM EE conceitos P NP IN SI– “PS” (plenaNP M P P I escola (advertência ou suspensão). bres Icom nais. Alguns permaneciam fato social. quantos PE E IN M M P S N E de Célia. M EE P SI NP de cabelo) e na ascendência SI P NP E I P I M N E S no status M N I S mento do primeiro ciclo. quanto o que chamacola apresenta características condições M sempenho M N próprias e P SI SI NP NP PE do aluno” EE SI EE vam deSI“compromisso IN ou “relação da cri. EE S das relações N Laís afirmasse de SI EM PE critériosEcoP IN SI Embora M a falta N NP S N I N E M P I avaliação I SI S E muns de trabalho pedagógico e de no Ao longo da pesquisa. mas EE muitos pontos SI SI E Célia tinham SI sutis interpenetrações NP P I P M S de uma multios alunos a partir tereotipadas e julgamentos profissionais bem fun.INP A percepção EE N S E P E I P como IN critério de avaliação utilizado os e médios intelectualizados.M P para o reforço.M M EE E P M E N P M grupos EE M eficaz socialmente. conforme M EM E S S M NP E E E elite.SIN tanto com – e em diversos EE PE IN SI No contexto NP brasileiro EMalunos classificados P P PE I S M N E N S N E M P alunos que SI obtinham ceito da América Latina – a classificaçãoEracial se apóia SI “S”. pelo menos seu discurso e oPEE alunas traziam explíIN ou estereótipos M P E E N S E N I P P N M E S es. Ecação racial M E“posIN PE no Brasil é fluida e variável. S NP M EM E P I M E E P S como “S”. E Quando se si-INP Existe um de recuperação paralela S ao te às SI questionada SI sistemaM N P I N M I S S N S tuação socioeconômica seria mais decisiva a que a de “oficinas de reforEE EE longo de todo o ano. particularmenteEEse N EE SI NP EM EM SI E P en. deSIavaliação por Ssistema M N E N PE IN (satisfatório) e “NS”S (não texto SI dessa pesquisa. S P P P ter problemas.M S N E P I M EE E E que categoriza”. A escola M em seus prontuários na secretaria da particulares de a partir M Eo registrado P NP de 1999. M e comentaram pessoa. comPa PE E E Squanto NP sibilidade EM N N I P Embora Laís revelasse mais dúvidas aoEM uso de passagem da ‘linha de cor’ em decorM M I I E S N S S M IN ambas pareciam E esEE fenotípica EE e do status SI social INPdos conceitos. quanto E INde punição IN formal. NP M SI I IN M à rede EE de pertencer S S EM M E P P de casa etc. ToN P I S N S E N M SI e mesclam EE as classes ança com o cotidiano da escola”. essa esM M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E propriamente dito. na expressão M M E N S E I M E P M E M Como professoras E S Epele ou o tipo N NP a cor da EE no encerraE de quarta série. No caso essas oficinas ocorEE M EEdas sériesEiniciais. trabalhos em grupo da e exNP EM EM do tipo SI NP feitos SI PE I“prova”. nas N N N PE brancos se nas séries ou da PE poEE SI também SI primeiras Nalunos NP sim. Célia e Laís atendiam a P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 35 . nem sempre o que as E S S N P E I S EM EM avaliar os M conjunto IN reivindicando maior discussão professoras consideravam M alunos e Eao NPda escola. E duraS M EM N E P P E I M E E P herdeira das análises desenvolvidas nos anos 1950 ção de duas horas e meia. EE riam pelaSImanhã. que E de clas.EE tanto na aparência (características fenotípicas. “porque SI séries fiN P M I I M I M S S S N as mesmas características”. Assim. “S” S M N S E INa seu rendimento propriaM satisfatório) EM – com dois ciclosPE M SI S E E criança refere-se tanto no ensino fundamenE M M M P E PE IN EE mente acadêmico EE EE IN 1ª a 4ª e M quanto a seuPcomportamento tal S(de de 5ª a 8ª S séries).M P SI deMfuncionamento particularmente adequadas. E diziam levar em conta tanto o EdeApesar pública. afirma que a raça como “um EE do com N M pode ser concebidaEM SI que indicavam I P os alunos M EE aos significados E S E EM du. mas SI“NS”.). Assim. EE M S M médi. lições plicitados coletivamente pela equipe escolar. mas N E E I E M E P E S E P P M M N E quarta série.INafirmavam Iavaliar N M EE M S E EM damentados. participação nas aulas. tanto nas S P I I M E E S S N P P EE recebido algum tipo escolas públicas nas SI EM escolas M de periferia. Pabrangendo EE E um gru.algumSIaluno seria reprovado. Tereza E I M S S P eram as professoras S elas. EE PE SI escolarIN S P o desempenho da mente satisfatório). das trinta alunos SI EM contamEcom PE EE P M M E P N N E P M M da importância E N do Icomportamenprovenientes SI SI criançasIN PE de setores EM populares. elas deveriam decidir se ou origem. a cor seria apenas um dos eleEE alunos intermediários. I E S N N E S N P SI SI demarcar dificuldades específicas.Pchamado SI EM P M M M E N N ço”. IN da falta de critérios deS avaliação objetivos I E E S S N S P em classe e em casa. M E S I E PE P M E E M S M E P E E preconceitos PE coletiva sobre o tema.S to disciplinado. quanto socioeconômico da EM N E I P I E S E E S S E N P M P destaca Ique. EM EE com Rosemberg. numa cidade SI como São N EM EM N Paulo. referido atribuídos peN P M M M I E E N E E S N P I P M E pessoasS a atributos EE E que apresentavam las SI servem para rante N PE como outros. E N I N E PE E I P I E M S E S N S E E N Cristina Araújo português ou P P ambas). I como “estavam cambaleando”. as indicadas para EM à homogeneidade que em geral se N E P P P I IN E E S N N S N P P I “oficinasSIde reforço” EE as e também as que haviam contra. S P P M M De acordo essa concepçãoIN é uma comM N PEvez por semana. levou-nos aEconsiderar no po E bastante heterogêneo em M EE grupo SIN SI P PE P M E M N de crianças “comM problemas escolares” aquelas com cos. De acorSI SI EM matemática PE IN (ou em N NP os” e não IN um dado biológico. conforme tivessem dificuldades em manter e reproduzir diferenças e privilégiMconstruir.EEM NP P IN P I E M E N S E N E N I P P regras escolares. Ambas entre opiniões SI citos. P INfísicos e que P M todo o ano.

M localiza crianças que como EE M EE entre as IN SI se classificaram N S E I E P S P M M E S e “não-negros”). N P E M M E P eram crianças percebidas SI E E era constrangedor idéia de que para as professoseis como negras (preP IN M E E N S N M P P mesmo ofensivo. PE IN M E S S E N I variabilidade M M desses M E pesqui.de Laís para “branquearem” alunos fica mais desses alunos.] EM PE PE ao reconhecer leiro a concentração maciIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S parecia ser S N N S da N negro nas camadas mais pobres M ça do alunado M SI menor quanSI Esse constrangimento SI NP EM I EE população. EE PE percebiam EM(“NS”). N S E N N de São Paulo”. que deM IN SI SI problemas NPtinham problemas IN PE sejam aquelas I S N M S E I S N E I S siderando a especificidade do pertencimento racicomportamento. de aprendizaS E P M IN N M I criançasEM M N PE EE Entre asS58 gem. e marca S S N SI EE EE SI dificuldades EM EM P P Crianças com escolares profundamente o pensamento educacional brasiM M E M N E N E P M M EE SI SI que: [. as se disdisciplinares ouMde aprendizagem (13 foram EM de classificação PE discrepâncias SI E S M E E N E E P meninos (13 ) e meninas M P E E tribuem igualmente entre gum momento indicadas para o reforço e sete soSI N E P P M M IN SI dessasEE N N (13 ). pois há indicações na literanas (oito.SIN S N S E P M PE I associadas ao pertencimento à raça negra. quatro P N P P I E M P N P PE IN ou suspenIN 26 divergiram de pelo menosS uma recebido peloIN menos uma M EE advertência SI ficação dirigida. N S S P N I E P S I S relacionadas à agressão S EM IN das professoras. N S N E N M SI meno sofre profesclassificação entre professoras se refere às meniSI SI influencia EM PEambas asEE M do fato de SI E EM N E P P I M E soras serem brancas. EM quatroPEdelas SI SI P N I E M M N P Se considerarIN estão presentes nosS dois grupos). não IN N PE pardas. E M M IN EM com problemas SI N P E N E S I E I E E N S S e 23 negras. Advertências e susM E S E N N E P P I M E M E EM que professoras SI menos a N N P Ede tura negras tenderiam a seis apenas EM EE EE pensões Sforam atribuídas SI meninos Ie SI N P NP P P M N N “embranquecer” seus alunos. NP Tanto Célia S quanto Laís com maior PE que separassem I N E E I N S SI P N I P S Havia algo I disciplinares EM M S N S E do com as categorias “preto” e “pardo”.EM que elas hesitavam em atribuir a las professoras e elas S N E P S M S SI PE IN M identificavam com nitidez problemas EE PE “suas” crianças. N N E PE os enfrentados não conreforço. Mas de menina daSIquarta série em 2000. Já SI EE EM as M NP havia 44PE termos uma grande EM para Célia.EM de avaliação EM Pmanifestaram NP precisos. classificados SIcomo conceitos tido queIN elas tais “Não peNP E P P E I M P S E nos quais PE IN IN NP comoIN“apáticos” M “preto” S E I S e “pardo”. o que parece um indicador muito são física contra colegas. com seu desempenho acadêmico. das profeshouve diferença I M E E E S N E SI quaisquerPE NP NP em compaEM NP evi.IN os to de ambas as ordens. e mais seis dos quais EE haviamEM E que fizeram EM SI a autoclassiEEgarotos. mas S S a medianos emIN N E NP S participaram SI EM a “clarearem” mesmo M P M M dos entrevistadores assim durante todo o ano letiE SI mesmaEtendência E SI E P E IN M E E S P M N E P P os entrevistados tomados em de reforço”.. Além ram indicados para atividades de reforço era M E S N EE EE SI três com Penvolvia M NP EMpor dois tipos diferentes de meninos: disso. EM soras a NP seus E M I I I I M E E S S S S E N P dente nove discrepâncias entre elasIN para o PEcategorias de cor em SI NP EM ração com PE se agruparmos essas M E N S SI N E I M P I M M E S grupos raciais: e “não conjunto S P das classes. P EM S S N EE E P caso. crianças escolares (5 meninas e 11 EE P P e apenas 16 negras. M SI conjunto. EENo nossoSIN vo das “oficinas EM PE IN IN EM Etodo. já que a maior parte das diferenças de P NP P I P M SIe para Laís. e a maior parte PE sendo que EM diferenças S(17 ) se PEE freram punições formais. orientais e indígenas). S dos quais PE EE SI EM SIN a uma EM toda forma. SI em conjunPE IN M E M E S SI fazer a classificação N E E P as crianças P M M signi. EE IN EM “negros” (pretos e Ppardos) EE EE P M S N E P I E M negros” (brancos. evidenciando IN M EE EE E S S N E P N P P I M foficados negativos O conjunto de sexoPE masculino E que S dos alunos SI embutidos nas características EM IN IN M E com..tas SI ras. Enquanto entre das N as classificações S Essa consistência M IN IN NP SI EE ao fato S PE Scomo N EE EM 31 crianças P SI se autoclassificaram nãoEM negras. essa classificação palavras com senposto P I M E M E N S N EMSuficiente” EE SI como pejorativo. A partir das dificuldades indicadas M E PE S E P M M N E M I NP N E professoras E al. num total de nove).Esses últimos NP forte Sda conceitos. Cinco deles M SI PE EE IN S E E P S N M mensal inferior a dez ção possível Ipara frente à aufamílias com renda P E N esse branqueamento SI salários M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 36 . tende Ea EE M S P identificar as dificuldades indo se tratava das crianças com algum tipo de difiE P P M M E N N M N EE SI EE EM culdade terpostas à escolaridade da na escola. P I M pelas próprias em estabelecer critérios I E S M E E S E S E IN E PE incômo. clareza problemas de problemas de EEM N E I I P M E S S E P P N para ambas as passamos a considerar N de constrangedor EM EMprofessoras ao aprendizagem. M I E P E E S N crianças não negras no grupo. classificar EE SI e pardas) M crian. houve inconsistência entre a auto e ente” (“S”) em seus registros e eram considerados S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M a hetero classificação Eem 21 % da amostra. professorasINpode ser correlacionada de E P SI N P S I N M E I M S N E 27 o fizeram como maioria de meninos entre S negras. especialmenE I P I I P E S NP S S N I P I N M M te nos trabalhos de Florestan Fernandes. sejam aquelas SI M para SI EM indicadas NP população EE negra com P P E I E M E P P S pela pobreza.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Edos próprios E M alunos e EE S pela chamada “Escola topercepção alunas. SI EM PE com problemas PE por cor. sendo ao N menos por uma mos os M (“negros” EE grupos raciais SI NP treze percebidas E P I I M de Célia e S M E entre as classificações M A tendência S N E E E P professoraScomo brancas. 37 não negras Esse fenômeninos). ouINaté as (classifiEM e apenas Pbranco EE INum garoto E E P S M S N E P E de Mou pretas aparece como P explica-EM cação das N ças como pardas provinham SI IN professoras).PNa seis alunos tinham “SuficiEM EE conceitos M EE EE SI N EM E P P P I PE M M E E sa Data Folha. considerando as duas professoras e a autoAo 16 crianças apresentavam problemas E I N M P P I P S N E S N em al-IN M SI atribuição.

as idéias pertencimento racial. I SI de uma SI alunos com se excluirmos PE Não se trata INculpa individual. nossas S NP M EM EE Assim. sem SI integralmente EM NP seu caP IN P P SI I E M E N S E N E N I P P que nãoPresponderam E alunos havi-INP ráter arbitrário. referência forte o SI INbastante para M EE e os sím. a racionalidade éM apenas ilusória. N E M P frenta e não Sse soras em 13 dos S mudar os SI o preconceito PE EE Essa situação IN M P S EM N E valores e as predisposições adquiridos no procesparece indicar que oEdesempenho escolar (incluinI M M E E N S I M E P M M de socialização e que S E N NP do aprendizagem PE comportamento presentes considerados EEso EE EE estão também M P SI Ne SI P NP E I P I M N E S referência M N I S na cultura escolar. S N M E E P P I M M E E P S N E EE se en. sobre a vida escolar. NP EM em cada EM M P I IN erupção M E E E E S S M E N E P M do fato classificarem um PE frente EEcorre SI grau de EE NP afetividade” e um certo PE IN de as professoras NPdependência P N I S SI N I M P I S M N M S E I S E IN S M EE EE P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 37 . N EM EM e infância. assim como de negritude pelo menos ao final de no mínimo M M I I E S N S S N M EEhieEE EE SI caso de INPtude” estariam SI P P P presentes.bolos socialmente de masculinidade e à própria identidade racial de Eser incorporada N EM construídos PE PE EE E SI e “branquiNP nos e alunas. mas seu desempenho escolar. um não informou N E E I E M E P E S E P N E situações de seu cotidiano profissionovamente Mrenda familiar Nque. era S SI comportamentos.SI e indefinição PE M (disciplinares EE aprendizagem). M blemas escolares tipo de classificação devitável “uma de de subjetividade. como era o M EE S N E N N P I I I M M E S Se já IN S S E M classes.5% do total das classes tinha rios e referências pessoais.M e excludente P de nossas SI como IN SI NP PE parece EE afirmaIN implantadas S NPestar ampliando EE vêm sendo I P S SI a M rios de avaliação. tanto quanto outras quatro anos de escolarização. SI N P I I M E E S S N P crianças P EE Enquanto 59% IN das umaM tarefa extremamente subjetiva. N E afirmar Mgros. mas Houve igualmente grande entre as N P M esquemas de ação E M M I E N E E S N P I P M E EE E de avaliação. à atribuição de notas e à organização da escrianças seria construída tendo como referência não E S S N P E I M EM M cola em IN hierarquias parecem Stornarséries. NP P I P M S não-repetência. comEuma M forte articulação entre pertencimenSI alterações foram penIN IN M M E S S M E P P sadas exatamente para minimizar o caráter seletivo to à raça negra e dificuldades na escola. asSIdiferentes NP EM PE EM alta. tendo ambos recebido P podemos NP punições e indicação Seguindo Phillippe M I E M EE E SI SI E N E S E P P P I E concluir N é possível EM N N reforço escolar. mas de dois alunos que não ao questionário. IN EE M P E N S N P I P P N M E de ciclos IN SI de raçaSseria deEM N N associadas a classificação SI No âmbito EE Se SI aos sistemas E processo”.Epelo E Eativas e marcantes M P I M M N E P S I E N E P Eâmbito da escola.de apenas 33 SI M IN % quando NP E I M E M S E S E E cação dos alunos (26.SIN uma responsabilidade quando não temos EE PE IN entre aluno e profesSI respostas NP coincidentes EM coletiva. quatro SI do SI estavam também nal.SIN promisso eram considerados EE EE SI ligados às EM P PE P M E M N E fletir M sobre as relações sociais atitudes e comportamentos de forma tão decisiva E N de classe. EE E de critérios que costumam cercar a escolares ou de EE N EM E EM P P I P P M E E E S N E N N P P P adoção como vem SIN siderados como parte constituinte do SI EM EM desse tipo SIstatus da EcriN PE da forma IN de mudança IN I E S S N S P P ocorrendo. mesmo SI EM numa M IN percebidas como M E E E S S M NP E E P M negras escola razoavelmente estruturada eNcom espaços M P PE EE por ambas as professoras apresentavam PE I M EE EE P N IN S N I M P P I algum tipo de problema escolar. à a identidade racial SI Ede PErealização PE IN das escolar SI M ligadosIN N E NP S I N E M P I SI S E testes. a maneira Ao apresentarem em entrevistas seus M crité.M P que dispõe. deIN pensamenhetero e as Sautoclassificações dentro SI do grupo de bém PE P IN P M de percepção. de hierarquias soram tanto a aprendizagem S E PE E P M M E P E N N E P M M presentes N ciais brasileida criança com o coSI SI chamavam PE PE mais amplas IN de “compromisso EM EE na sociedade M SI M EE N S E N P E I P I pensar os processos de avaliação dos tidiano da escola”. N N I P P I N M M S M hoje requer S sistema escolar N E SI elementos alunos no brasileiro re. avaliação. se essas ança. E rarquias ligadas àEestrutura socioeconômica. particularmente pela subjetividade influenciada pela existência ou não de problemas N E N M M M SI EM con. SIda instituição. Avaliar esses porém.S ra.SIN IN M M S E P S E E Malu. Scoletivos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S a autoclassifiS que lançar N considerada as professoras tinham S M mão de repertó. SI gênero e NP E EM SI EM nossas concepções PE PE M E E E SIquanto o IN raça que informam de bom aluEM desempenho mais estritamente acadêN E P P P I E E S N N S N P P I aprendizagem.M M EE E P M N PE M a interesses EE M e apenas um declarou EM SI enfrenta M E e preconceitos. que processo Sque é a relação peda-PE para o E PE que a SI SI no complexo NP N SI N P M I I I M S de negros S S com pro. EE no. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E escolas. EM N P N I P M feminilidade. P P PE I S M N E I procura IN S 14 casos restantes. NP dentreSestas IN E I M S N P esquemas mais ouSImenos conscienS E conjuntoNde nas oficinas de reforço. essa proporção é de discussão como aquela. Destaque-se I P I E M E E S N S E E N P P sete crianças. essas apenas fenotípicas e status M socioeEE NP M características E S I E PE P M E E M S M E P E também PE se ainda mais poderosas nasEE chamadasE“avaliações conômico. O professor mínimos. M EM I PE tes de S M consistência EE E E EM tam. Considerando que os dois EEM conscientes. comoSviM M problemas escolares: EE S M N E P I M responderam EE E E venciadoM por Laís e Célia ao ler os textos. ambas as professoras N P I S S INquanto o que E EM considerar M IN M S E E influência. S menos no M N mais formalizados. Para fazê-lo.SAtravés da avaliação desse P EE E com. SI EM P P M M M E E N Perrenoud. disciplina mico. uma possível explicaçãoEseria P I M E P N são emSsistemas de avaliação que. e controlá-losS inSI ao questionário SI sem escolhê-los N I N M M I S S N S sido classificados am pelas educadoras como neEE EE teiramente. E S N N E S N P M os to”. sendo ineIN diferença na proporção EE S E P E valores. Assim.EEM grande gógica. adequados) é uma na determinação do EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M Nesse repertório de valores. apenas relativamente E P M M M E N PE NP EE problemas EE EE perceber M escolares). Por isso. entre elas EM a avaliação PE “a partir IN dos alunos.

sabemos que S o silêncio. já Sque difundida no Ppaís são os livros de construNPde um processo P M I N M EE exemplo I E M N N ção de identidades S E P M S I E I de cara branca. sores. N E P P E I N M P S N E PE Ipara IN NP questão M to comSIa escola M E N I S A primeira abria a possibilidade como instituição. N N N E P M P I I I E E S S S N N PE criana negação através dos SI PEausência de modelosEe SI cur.M INsua maneira. deram to para escolar EE tipo: “corEM EEatingir o sucesso EM alguns P SI EE P N P P I E M N P raça não E orientais. EMescolares. E na classificação das educadoras. hostil às crianças negras. imagem e não de uma característica fixa PE didáticos). da pele: “branco = a escola estudada P E em relação a uma parte N registrava SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 38 .M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M quando EE S número muito menor meninos em 2001. dolorosa EE Puma EM específica. SI carregada PE EE IN EM de significados EE P M S N E PE P I E M nas págiturma. três das meninas não fono contexto escolar como um E P P M M E N N M N EE falas dasEM SI EE EM ram mencionadas nas professoras. Além preta. S M Edos I SI que as crianças N S S P N I E P S I S uma menina brancos mencionaram S EM IN e sua ascendênEmbora não tenhamos presenciado cenas de PE IN M E S S E N M meninas apreM por parte M SI NP das professoras e três discriminação aberta nesEM PE M EE M cia. seriam também ao mesmo tempo S SI EE EM ele M NP menosPE assinalar todas as opções EM M I E P E E S N escreveu: preto”..IN ser “brasileiro”. P M EE constam E EE S N N E N P P P I I I E S N N nos de puniçõesSescolares S e Consideremos o processo complexo de S atribuiM INnenhum deles M SI registros SI NP EM I EE ção de cor e de raça EE M E S P foi indicado para reforço.sificando-se como NP brancos.Sde uma nação E EE S P N I E M M P N S ser discutida P IN que sem dúvida precisa M frente ou Pessencial.EEM EM S cor branca EE e brasilidade. as crianças orientais cia entre raça negra e problemas escolares M M E M N E N E P M M EE SI SI EM ser um PE invisível: não PEque na autoclassificação parecem grupo quase mais intensa IN dos alunos. EE INde um mundo EM E P M SI N E P E M P N que se equivalem verbal.Como PE IN M E M E S SI cismo e ao N E E P P M M desigualdades caso dos negros. E M SI PE associação IN IN EMcerta. a revolta ples E e contra essas classificações e PE estar deM trajetórias S que IN IN EE SI S E N P E M E Os problemas as Pdesigualdades SI EM N a elas Eligadas. já eram alunos As. E NP I M P P I M S S utopia – nossa – de crescentes física e E utopia S N de indisciplina. SI raça negra NP mas “aquela IN PEindicada como I S N M S E I S N E S pisca não questiona nada. EE entre masculinidade natural e poder. SI tan.EM Ea sentaram-se como quatro deles sa escola em particular. ele confirmou sua opinião afirmando que P N SIculdades Iescolares. quanto com a S N I E P S E M S SI PE IN M uma resposta relativa à raça (“Qual EE PE a sua cor ou aprendizagem propriamente dita.SIN SI da produção cultural EM PE vezes E IN da popu. seriam as crianças com identidades M EE INao fato PEE SI N S E I E S M M E S N PE (coerência de que nossa população se declara preta SIN negras consistentemente estabelecidas EE 45 % deEM SI NP N P I I M E M S S N EM E E ou entre a hetero e a autoatribuição) mais freqüenteI parda. PE IN um menino IN N sei”. dois meninos P SI N E P P I PE M “brasileiros”. tanto de aprendizagem I E S M E E S E S N E M E PE SI podemPestar NP NP EM tro comentário. já constatados S N S E P M PE I supõe que não é fonte de dificuldades. SI NP EM P S I N M E I M na questão S N E fechada. NP EM seu pertencimento EM Frente ao ra. do reforço nas. processo com múltiplas direções: ao mesmo tempo SI M a quar.Idesses N S E N N de crianças como negras. SI NPtudo igual mesmo”. Sua EM IN NP I M M E S respondera assim porque “é Ao não sobre as desigualdades raS S se discutir E E P SI EM se mostrava EM intrínseca PE com resposta inesperada. agressividade PE de iguais.SI NP EE P P E I E M E P P S N N E PE que nãoM ta foi a seria mais facilmente atribuída a crianIN SI boa aluna. quanto às relações inter-raciais SI silêncioPE EM como no M PE marcantes IN IN EE EE E S S N E P N P P I e muitas se e às particularidades S por ser silenciado EMpres. mas também M M N E M I ouNP N E E ses problemas P I M menino foi citado como bom aluno. As respostas lação em nossas escolas por M E E S N E E SI PEcrianças M M NP EM ao questionário indicam no mínimo um desconforto. essas tenderiam a deP I M E E N S N E P merece uma EM discussão EE SI difícil. Em entrevista percebidas como ePcomo portadoras de difiP E EE M negrasIN IN= pardo =EM EM “branco SI N P E P S I E E E N S S posterior. PE IN e assumida M E pois em geral sobre a relação M ciais e E S E N N E P P M I M M E SI N PE sim. N P negro (heteroatribuição pelas professoras culdades uma vez PE que essa identidade SI NP EM menino M PE IN E N S SI N E I M P M As meniS e pesquisadora). formação de gangue furtos. e apresenta sua venham aEE desembocar M N SI em violência. SI parecem EE E SI EM é muito EM P P Na visão das professoras. E P I I P E S NP S S N I P I N M M da 5ª série. do N PE SI EEmais obstáculos raça?”). desenvolvendo em menor proporção comporP N e assíduo S freqüentador M N E I E N I I N E M S E P S N SIabertamente nas do livro Além S de ou transgresEE tamentos PE indisciplinados INde advertências da escola. EE clas. Já que nenhuma EM N I I M N S S E P oriental afirmou materiais didáticos são de Eça SI rículos e EM que se classificou como SI EM preta ou EM PE formas veladas IN M E E S P M N E P P que podem estar tornando fica sugerida uma entre racismo. nada” e o único ças comPE dificuldades esPE SI na aula..ele acaba IN M negra. SI N P E NP P I P M N contribuindo na construção S Mdireta. percebidas como brancas. Além EE EE disso. queEM seres humanos SI para além IN Me pequenos PE da cor SI EE IN S E E P S N Mpardo = preto”. NP M E E E S E P grupo das crianças com E contundente SI NP NP partiu de EM NP difiA mensagem mais um encontradas EM mente M Nno M P I I I I E E E S S S S E escolares. a coincidênS S Napontar nessa direção. sim. EEM tendem a desaparecer da sala do com maior freqüência entre crianças NP EM I I P M E S S E P INgerador de racial não S é e que se autopercebem como negras. aE escola. en. um dos “meninos problema” da EM vem negativos. encontrando muiS E P M IN N M M M respostas duplas. diversos estudos. a escola pode EE expressa Sà EE calado eSindiferente. P S S N E E P que esses alunos quanto instituição. I N M P P S SI a elas M IN reproduziram a partir de M EE NP IN S I mente uma imagem muito Internalizando o pertencimento racial atriE P S E M S M E IN se trata M PE EE (um bom EE buído.que senvolver relação mesmo. se desenvolvenPE I N E I M N S SI P N S percebidas SI N SI nos cotidianos EE de aula. As crianças queEE “não dão trabalho” quanto de disciplina. sem nenhum escolares.

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S N S EE SI EM P M M E P IN M EE EM EE S N M E E P P I M M M E E P S N E EE 2000; SIN VEIRAPe OLIVEIRA EEPOKER, 2004; PE e LEITE, IN SI MATERIAL NPDE PROFESSOR EM P PE I S M N E N S N E M P SI SEBASTIAN, 1999). SI SI PE EEde Educação, IN M P S EM N São Paulo (cidade): Secretaria E Os instrumentos de avaliação devem informar I M M E E N S E I M E P M E M S Diretoria de Orientação Técnica (SME-DOT), NP atual como EE a forma S PE IN EE da criança, M EEo desenvolvimento P NP SI P N E I P I M N E 2008 (p. 10 S a 27) M N I S ela enfrenta determinadas situações de aprendizaEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M gem, os SI recursos e o processo que faz uso IN M EE em de- SIN IN M M S E P S E E INTRODUÇÃO M terminada atividade. Conhecer o que E M Nela é capaz PE PE EE EE que com SI de outros, NP EMfazer, mesmo N P N I P M de a mediação M M I I E S N S S M IN EEpróEE EE SI e a ava- INPpermite a S A prática pedagógica em sala de aula P P P elaboração de estratégias de ensino M EE S N E N N P I I I M M E S S S liação sempre foram temas recorN M da aprendizagem E prias e adequadas a cada aluno EE NP em particular (OLI- SI M EM EE P I M E E P rentes nos M estudos em educação. Contamos com N 2005). S VEIRA E P M M N PE e CAMPOS, SI PE asEE INquestionaNos SI uma vasta N EE alguns qualiteratura P que e EE discute S As características específicas de I P EM P I S M N E N S N I N E M P I I SI pectosS epistemológicos que sustentam a prática E dros de deficiência dificultam a avaliação pedagógiE S S N P E I M S EM pedagógica, inclusive o processo de avaliação, a M ca e o estabelecimento IN de adequações ou adaptaM EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E formação doEE professor, seus suas PE ções necessárias para se garantir a escolaridade IN conhecimentos, EE M P E N S E N P I P P N E tem sido S a desse M aluno. E N SIcomo também o papel da escola, N N EMprocessoSIdiagnóstico O não SI representações, SI EE SI NP P I P M ideologia subjacente os erros S no procedimenIN M educacional. EE ao processo INsuficiente.SHistoricamente M M E EM S E P M M E E E to diagnóstico, a inexistência de avaliação e acomsobre a operacionalização EE N E EA própria discussão EM P P I P P M E E E S N E N N P P panhamentos adequados, vêm uma SIN de um SI confere igualmente EM EM SI NP PE perpetuando IN IN uma educação inclusiva I E E S S N S P P de equívocos quantoSao I processo de ensino e lugar de destaque à avaliação pedagógica e M IN traz série IN M M para a ação EE importantes S S M E P P aprendizagem, essencialmente daqueles com defiimplicações do professor. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Malunos e M ciência intelectual. Mais do que conhecer as patologias dos P I N SI NP PE claros Ios EE IN sempre ficam SI NP “ajustes” aS serem EE P S SI Nem osM limites de seu desenvolvimento, o processo de N P I S M S IN N EE EM teóricos,PEE feitos em termos de materiais, recursos inclusão enfatiza deS aprendizagem SI EM suasEcondições E P M M E P N N P EE currículos ouEM pessoal, necessários para curricular (OLIVEIRA, M SI a EM SI e o seu nível IN garantir PE P IN de competência E E M S M E N S P P e, conseqüentemente, IN aprendizagem os aspectos 2002). PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M educacional. N N E SI a avaliação, a serem S analisados numa avaliação para EE SI EE SI da aprenEMAssim, o referencial P PE P M E M N E Alguns autores enfatizam e a dizagem muda e passa a lidar com E substancialmente N a importância SI NP EM EM SI avaliativo EM PE PE M E E E SIdiferentesIN EM possibilidade de um processo que forneindicadores que não apenas as condições N E P P P I E E S N N S N P P I elementos EE ça planejamento pedagógico individuais dos alunos, e essencial- S SI mas também, N diEM EM SI para um E N P I I M E S S N P P um diagnóstico EE retivo e, não reduzi-lo de mente suas possibilidades de acesso ao SI EM currículo M IN à busca IN M EM E E S S M NP E E P pelos sisEas adequações M deste que justifique a dificuldade de aprendizagem e,Painda mais, M realizadas EE PE IN M EE EE de serem P NP IN S N I M P P I aluno. Essa discussão evidencia a necessidade de de ensino, capazes propiciadoras Stemas M EE S E IN S N E N P E I I S E P S avaliar e IcoS e de seu M N reflexão sobre de de sua aprendizagem desenvolvimento. S S M IN formas Ialternativas NP E M E M S E S E E nhecer o aluno, principalmente quando se refere ao É preciso subsidiar a aprendizagem e assesE P M M M E N PE M NP EE aluno com EE EE M deficiência intelectual. sorar de SI escolarização EM NP dos aluP IN P P SI acompanhamento I EE E M E N S E P N E N I P P É importante nos com deficiência intelectual, nas classes comuns S N SI pessoas SI PE ressaltar que INcom deficiM M IN SI S N E E S I M ência intelectual tantas diferenças entre si recursos necessários para viaE E através da oferta de P S possuem M deve, quanto às pessoas EE A avaliação EM Neducacional. NP bilizar E EM E P NP I comuns. Essas se o seu acesso I M diferenças M I E M E S S E N E S E P P P M E E SI N N N aspectos, desde também, estabelecer o seu potencial de PE indiviEE aos diversos SI SI NP NP relacionam SI aprendizaN P M I I I M S S portanto, EEM duais, gem, inclusive IN até sócio-econômicosS e culturais; M competência curricular EE o nível Ede S P E referência de avaliação comuns a todos desse aluno, NP M à proposta EM EM M cur- estabelecer formas P I IN tendo como M E E E E S S M E N E M grupos Inão E aE tentativa aqui, é PE (OLI- EEos SI onde está NP seria justificável. NP ricular do ano ou ciclo PE NP matriculado P N I S SI N I M P I S M N M S E I S N E E I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

M EE P N SI

M DA REFERENCIAL SOBRE AVALIAÇÃO M EE P M EE N E P I E M NA ÁREA SDA N APRENDIZAGEM M SI EE NP EM E I P M E E S EM P M(RAADI) IN EE E NP DEFICIÊNCIA E INTELECTUAL S N P I P M S E SI PE IN M IN E NP I S

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M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E comunitária E M – avaliação EE S de subsidiar o professor na vida das interae toda equipe escolar na Isujeito N S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M ções sociais e dos Ipapéis vivenciados pelas complexa tarefa de avaliar e Eplanejar ações que poS S pesN SI E EE S EM EM P P soas. tencializem a aprendizagem de TODOS os alunos. M M E M N N P M M EE EE um desafio EE SI SI Este é P EM saúde fíEDimensão IV: Saúde N –Pcondições mais a ser Senfrentado, uma IN P M Ede E EE N E N P P P I I I E S N S na sica N – fatores etiológicos eSde vivenciamos uma situação específica M vez que S IN saúde física M SI e mental SI NP EM I EE área da deficiência EE M E S P e mental. intelectual: a sua escolarização E P P M M N N M N E PE EE SI EM Dimensão V: Contextos – relacionado emPE ambientes comuns do IN ensino regular. SI M ao am- SI EM EE P E E M E P P S N N E P pessoa com PE deficiên-M biente a IN SI no qualIN SI IN PE sócio-cultural S N M S E I S N S funcionacia vive e como se dá o seu CONCEITO DE EE PE SI intelectual EM DEFICIÊNCIA M P M M N E I NP N E contextos. E P I M mento nestes Devem ser considerados: INTELECTUAL: I E S M E E S E S N E PE EMsocial imediato – SI PE NP NP EM · o Smicrossistema NOVAS PERSPECTIVAS PE – ambiente I N E E I M N SI P N S M SI N SI são próximos; EE família e os que lhe NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E – a vizinhança,SIa comunidaA condição de deficiência intelectual não pode N IN M EE · o mesossistema M EE S SI nunca predeterminar NP E E P P I M M M E de e as organizações educacionais desen- IN S E P PE qual será IN o limite de M e de apoio; EE EE E S S N E P N P P I M soci· o macrossistema – o contexto a volvimento do indivíduo. A educação na N S N SI EM PE cultural, Iárea da deIN M intelectual EE SI S N S E P M PE I edade e os grupos populacionais. ficiência deve atender às suas necessiM E E S N E E M E SI NP especiais sem Pdos M EM M se desviar EE NP SIdades educacionais M N E I E M P I E EE E Pbásicos da S E S Há ainda o estabelecimento dos níveis de apoio princípios educação proposta às demais N E P P E I N M P S E PE IN e IN SI Assim sendo, NPpara garantir M pessoas. E N I S necessários o seu desenvolvimento os princípios inclusivistas M S N I E P S E M S SI PE IN M atender as suas necessidades. Desta EE cedo a PE devem freqüentar desde forma, há uma apontam que elas S E P M IN N M M M de foco: do individual N os acertos PE SI deve valorizar, EE expressiva mudança escola, a qual EE para oEM EE sobretudo, EM SI EE P N P P I E M P N S P PE INconsiderado IN sobre suas potencialidades N assim,Po sistema de apoio: é M trabalhando EE individual S I SI da criança, N S P N I E S I S S as EM IN como resultante da interação dos apoios com para vencer as dificuldades (OLIVEIRA, 2008). PE IN M E S S E N I escola precisa M forma de conM apreender M S NP e se apropriar A desEM PE M EE M dimensões EE EE conceituais. Essa Pnova SI N E P P I PE M considerar EE como EM E ceituação deixa Ede a deficiência ta nova visãoIN e suas decorrências para S a organizaN N E P M P I I E S S S N N PE estática ou imutável. e pedagógica. No entanto, SI PEção da prática escolar SI NP EM N I I M E N S as estratégias S E P devem conperder as da EEM Portanto, SI não podemos SI EM de ensino EM PE especificidades IN de vista N M E E S P M E P P esta os diferentes deficiência intelectual para que, M SI justamente, EE possa-SIN siderar E EM multidimensionalidade, M PE IN IN EM P S S N EEda pro- PEE E P contextos e os níveis de apoio. Assim, além mos oferecer respostas educativas adequadas para I N M P P I S N E S escolar. N IN de aula M O posição SI de estratégias participativas naSsala se garantir o EM PEseu plenoEdesenvolvimento E M SI M E N E E P I M P E E comum, também há deEE se considerar e prever os Sistema conceitual de AssociaçãoNAmeriS N 2002, daEM P M M SI considera NP cana de Retardo Mental E P SI IN pedagógico E cinco dimensões E níveis de apoio que E se EMfarão necessáS EE SI P N P I M M P N S P IN rios para oferecer o suporte M de aprendizagem de P análise: M EE IN para PEE SI N S E I E S M E S N N EM PE este E aluno. Intelectuais – conceM SI SI Dimensão NP I: Habilidades E N P I I M M E M S S N E E E geral de planejar, raciocinar, P alternativas pedagógicas através das bida como capacidade SI Busca de EM PE PE PE exercer o pensamento IN com deficiência M solucionar problemas, E S NP N EM N quais os alunos intelectual sejam absE N M P I I I I M E E E S S S S E N P participativos trato, apresentar PE SI e atuantes do processo NP EM membros PE compreender idéiasINcomplexas, IN eduM E S SI N E M aula e sua presen- EM P M por meio S cacional das salasEE de rapidez de aprendizagem e aprendizagem SI PE no interior IN EM E EE P M S N E P I E M para siIN ça S seja considerada. A escola aP da experiência; P N deve tomar M E I E N I N E M S seu processo E de conheP acerca de S S Adaptativo N SI Dimensão II: Comportamento EE PE IN SI NP EM – con- Mresponsabilidade P S I N E I M S N E siderando-se o conjunto deMhabilidades S M SI EE cultural. NP práticas,PE cimento e de inserção E M I EE as ne- EM P E E S N Também é preciso definir e documentar sociais e conceituais, comPo seguinte significado: I P M E N M M S E PE SI IN EE IN Ebase EE NP · conceituais: S S cessidades específicas com no referente currelacionada aos aspectos acadêP N I P I P M S N S N está matriculado, em N Ique M M EE SI do ano ricular ou ciclo em micos, cognitivos e de comunicação; S SI E E P M M SI E PE PE o processo de desenvolvimento IN M E relação a todo des·M sociais: relacionadas à responsabilidade, auM EE S E N N E P P I M M E SI N e objetivos; N PE pro- M EE relacionado toestima, habilidades interpessoais, credulidade e EEaos: conteúdos EE te aluno, S SI SI N P NP P I P M N S de apoio PEE M cedimentos de ensino; avaliação e níveis ingenuidade, observância e leis; IN IN M EE de regras SI E S S E N P E PE SI EM EM exercício pedagógico especializado. · práticas: – atividades P IN da autonomia M E E N S E N M P P SI Não podemos SIsegurançaEM correr nede vidaIN diária, ocupacionais e de pessoal. EM PE negar as EE IN o riscoNde E P S M S E P E de M Participação, Interações, P PapéisEM cessidades N Dimensão III: SI a diferença IN destes alunos e tratar M SI PE EE IN S E E P S N forma genérica. EM P Sociais – que a participação do E Ndeverá considerar SI E IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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M M EE E P M N M para a superação PE M alunoEEe EE M DA TEORIA SI limite, M E de seu próprio AS IMPLICAÇÕES N E I E M E P E S E P E NA ÁREA impostos pela deficiência.EM HISTÓRICO-CULTURAL M N IN NP PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P A superação podeIN ocorrer através DA SI SI EM PE do mecanisNP IN DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E I M S S N P S E mo de compensação, e localizar nas SI sua atenção EM EM IN PE condições M E M E S E E P em que a aprendizagem ocorre. De acorO impacto da Teoria Histórico Cultural na área N P M M E N EM SI PE de en- EEM IN vez mais eviEE Educação SI Especial Itorna-se NP EM do com SmolkaPE e LaplaneE(2005), da cada emIN vez S P P M S N S P INna noção M des- trar IN EE a atenção S SI dente. A partir dos estudos de Vygotksy, se de defeito ou lesão que E N S P I M M S PEnature- SIN M EE EM EEo caratê sócio-histórico prende e cultural Ida impede ou limita o desenvolvimento, coloca o N M E E P P M M M E E P S permite esforço N E EE o am- SIN za humana e do desenvolvimento, o que nos de EEem compreender PEque modo IN SI NP EM P P PE I S M N E N S N E M SI sair de um estagio primitivo para um E biente mediar SI as relaSI social Ie NPcultural pode PE Emais complexo. M M P S N E Smolka e Laplane enfatizam e EE o I que ções entre as pessoas com deficiência M (2005, p.81) M E N S E I M E P E M S E EM tenham N NP “a complexidade das é produto EEmeio, de M modo que Eelas EE acesso P SI aos NP estruturas humanas SI P NP E I P I M e a his-IN objetosPde N E S que a história M N I S processo em de um individual conhecimento e à cultura (P.82). EM E I E S E E S S E N P P M P M tória intimamente SI N INrelacionadas. M social encontram-se EE IN M M SI S E P S E E M O biológico, na sua concepção, não desaparece, Nesse contexto, a questão das estratégias peE M E E N E EE his- dagógicas SI NP EM NP Pna NP de sua aprendizagem PEda avaliação M à incorporado e Mcultura e é M I E SI mas fica N E E SI subjugado S N P M I EE E podemos P E SI N ganham destaque S P P tória humana”. Aqui apontar um importante e importância, pois poderão consI M EE S N E N N P I I I M M E S S Especial, M E postulado paraSa Educação que é, exatatituir-se como processo de mediação em direção à SIN EE EM NP M E E P I M E E P S de conhecimento a uma visão biologizante da deIN novas formas e E de- apropriação M P Nmente, a oposição PE S EM EM PE EE que define IN personalidade, SI ficiência. P M N E E “O o destino da ação (OLIVEIRA, 2008). I S E N P P S N SI senão IN instância, EM (1994) M com Ferreira PEtraINa educação IN não é o defeito em si, SI S E em última De acordo E S S N P E I M P área da Ideficiência S EM N M dicional suas sociais, sóciointelectual perpetua M EE sua realização Nna M conseqüências E S I E PE P M E E M S M E P Etem por base E PE psicológica um trabalho pedagógico que ” E(VYGOTSKY, IN 1997, p.44). M um su-PEE P E N S E N I P P N E ações masS M N SI e aprendizaN N EM jeito com A concepção de desenvolvimento SI Edescontextualizado, SI SI EE abstrato, SI NP P I P M S com uma ingeneralizadas, repetitivas, gem é radicalmente pela de INsificadoras, N M compreensão EE alterada E M SI EM Vygotsky S E P EM M M E E E dividualização excessiva do ensino, permanência e seus (LURIA, 1992; N colaboradores E E EM de PE P P I P M E E E S E N N P aluno, conhecimento P N um status do VYGOTSKY, 1998, 1999)S.IN Para este autor, o aprenEM EM infantil SI NPreduzido SI PE IN IN I E E S S N S P P aoN “saber fazer”, em síntese, dizado e o desenvolvimento estão inter-relacionaM SI uma visão fragmentaIN I M M EE S S M E P P da próprio do conhecimento e das possibilidades dos e combinados. Postula a necessidade de deM EEde M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M terminar pelo menos dois níveis P M aprendizagem. N e desenvolvimenP SI SI NP PEsuperar as EE a crianIN SI real – oPque EE INatividades mecâni- M S SI A escola deverá to:M o nível de desenvolvimento N P I S S IN E N M EE consegue perceptivas e de discriminação. Proporcionança autonomia S –; e o nível SI de cas, EMfazer com PE EE P M M E P E N N E P M M a favor de N do que propotencial – o que SI SI desenvolvimento PE PE argumentos IN EM a criança EE uma educação M SI M é ca- IN EE N S E P E I P das funções cognitivas paz de fazer com Sajuda, no qual P a escola EE E deveria S mova o desenvolvimento N N I P P I N M M S a linguagem, M S N E SI 2007). SIN mais complexas, como o pensamenatuar (OLIVEIRA, EE SI EE EM diretamente P PE P M E M to, a M atenção e a memória. IPossibilitar Outra valiosa contribuição de Vygotsky refereN IN constituiEE EE Sa NP E EM S EM como sujeitos P P M E E E SIse ao processo EM ção destes alunos históricos, capade mediação, em que o outro é conN E P P P I IN E E S N N S N P P I de apreensão EE zes dos Ebens dição para o desenvolvimento. De acordo com Pino S SI N EM simbólicos EM e de desenSI N P I I M E S S N P EE volvimento de seu Ipensamento (2000, p.65), “não SI NP EM um simM se trata de fazer do outro IN e não apenas de M EM E E S S M NP E E P Einstrumental M E suas E habilidades. ples do ouM [...] A mediação E P mediador IN EE deficiên-EM EEprofundo, Sfazendo P NP IN tem umSIsentido NP a M P P I A escola deverá levar os alunos com mais dele Stro M N E E S N N SI intelectual EE cultural, significar PE à inserção SI SI NP P cia suas condição desse desenvolvimento” . I S M N S E INdesenhos, suas produções M EM sentido, para a Teoria M SI fala, seus E S E E atitudes, sua Neste Histórico-CultuE P M M E EM N PE NP EE e sua aprendizagem. Elembrar EE M É justo que ral, escolar assume posição SI EM todas EEM NP de destaP IN P P SIa educação I E M E N S E P N E N I P P ações possuem E nossas sentido histórico, que, e é vista propulsora do desenvolS SI SI como mola N portanIN P I N M M I S S N prontos para exercê-las, percorE E M a possibilida- to,S não nascemos É a educação SI Ecom PE que lida PE vimento. M M E EM N N E E P e afirmação NP caminho de aprendide constante de transformação da es- EMremos um longo e intensivo M I E M E E SI SI E N S E P P P I M E N N N Aprendemos de sência que pode Slevar a criança a umPE zagem.EE PE SI porque Inos SI humana, NP apropriamos N SI N P M I M I M S S S N seu significado social. estágio maisEcomplexo de interação, comportamenE I EE M S E P P M M Cabe à escola aproximá-los dos outros, não intelectual. Cabe N PE IN EM à escola EE EE to e funcionamento EMcriar SI S M não negarEM N E P P E I M E E P afastá-los; levá-los ao conhecimento, condições necessárias para o desenvolvimento do P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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N N E PE intervirM funcionamento intelectual. “ a cultura provoca E I N SI N I P S I EM M M A ESCOLARIZAÇÃO S N S Eda E AVALIAÇÃO N E I uma re-elaboração da conduta natural crian. IN novas relações educativas Mser valorizadas quais no cotidiano das EE M EE precisam I SI N S E I E P S P É um repensar sobre o papel da escola e seus N M M E S N PE I ações pedagógicas. S E N M M M SI escolar. bre novos N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Como mencionado anteriormente. em Salguns casos. SI EE EM tuações SI so P dialógico. mais SI SI diferente: é umEM momenEM NP que o aprendizado escolar PE apenasMuma EE IN E P S SI N E E M P da crian-EM pessoa Ido N to determinante Epara o desenvolvimento SI NP mundo”. na direção de seu desenvolvimento pleP P I E M P E Npectiva inclusiva. M S N I E P gurar um Snovo espaço com deficiênE M S para aqueles SI PE IN M cia intelectual. mas S o seu desenvolvimento S 1999. que ao considerar EE de educaPE apontam o processo mos registros N que S E P suas especificidaM IN M M M N PE M SI EE destes alunos ção em situações comuns. é o momento SI NP EM PEserem contempladasIN IN M E S SI tual o acesso ao conhecimento disponível historicaN E M P M M S de educacionais frenSIassumirmos PE como fator EE IN EM as possibilidades EE EE mente de emancipação humana. não te.SIo E P I I P E NP S S N I P I N M M tros. P SI há do próN M E P I SI N ao outro.sibilidade M P M M é o de possibilitar novas E SI O princípio E SI E E P uma E vez que. 2004) N S P N . na persEE EE Eatua SI EE P N EM des. num procesE P cia intelectual. SI M EE E SI Easpecto EM P P qualitativa.PEE M de sua nos a superar uma da deficiINdeficiência – expandir IN M EE visão biológica SI obriga M E S S E N P diminuir limites. Vivemos. S N P N E I P I N durante todo o período do ensino M S N SI P no.107). colaborativa. P escola possui um papel M EE E EE S N N E N P P P I I I E S daqueles S ao meio escolar N N N Cabe se organizar paraSexploM frente ao desenvolvimento M SI com deficiênSI SI NP EM I EE rar as esferas da atividade EE M E S P simbólica. “e é também força que direciona N uma poderosa SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 42 . S S N IN de S re-organização dos elementos constiEE NP SI EM relações no in. assim somos desafiados a criar siP M M E N N M N EE de aprendizagem. há E S multicultural N N M SI diversidade. P I P S SI N EM Cultural M INe adolescentes N ças I M E S Com Histórico podeS SI base na Teoria E E P SI com deficiência intelectual. M EE educacionais. diretamente nas condições pedagógicas.PEE E P dades mais acolhedoras e que percebam o valor da I N M P P I S N de se pensar num novo projeto pedagógico: nos. Talvez seja este o principal que M M p. NP inclusão EM PE M EE de uma educação M EE EE Parece-nos que a proposta SI N E P P P I PE M M EE E Este novo tempo traz consigo novos elemenS N N N E P M P I I I inclusiva pode caracterizar-se como uma nova pos-PEE E E S S S N N P I E I M tos teóricos e constitutivos da prática pedagógica. N NP P I P M barreiras N S possibi. Significar o P S N M P E ça. E um o da P I M S substancialmente diferente da maioria dos alunos. M SI PE E IN S E E Precisamos trilhar este caminho. determinando o destino de todo E N N e diminuí-los frente Saos ou. cabe a escola EM M I EE valori. para torEtuintes do cotidiano escolar. N PE ser. não compará-los N desenvolvimento.S SI NP M ência inovadora. E P I M I E S M E propiciadoras Como nos lemE S E S N E PE EM SI PE NP NP EM bra DE SCARLO PE p. NP SI sua condição EE PE respeitar própria SI N EE uma nova Spercepção EM tido anteriormente. a escolariM E E Estamos diante da possibilidade de uma escoS N E E M SI NP com deficiência em PE M EM M intelectual EE la P diferente que por ser dinâmica. é capaz de inauP E PE IN IN até então. para do SI possibilitar M EM colaborativas valorizanNP as transformações EE P E I E M E P S para todos. ao E P S I N M de aprendizagem.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S lhes.67): P I N E (2001. SI este possa SI mesmo que EE SI N EM novo tempo: IN fundamental.EM P E E S N ceito de aprendizagem e sobre suas possibilidades P P M I E N M M E S E SI“jeito” de ser zar e o IN de crian-NPE Econsiderar IN EE e aprender NP inserçãoPE S S de cultural.ao Smesmo tempo.EE I P M E S S E P P N M M DA APRENDIZAGEM NA N SI do desença no curso PE IN M EEe um redirecionamento M EE ÁREA DA S SI N E E P P I M M M E DEFICIÊNCIA S volvimento sob e soE novas condições P humano. encontrar saídas para E radicalmente lidades. deNP SIzação dePEalunos M N I E M I E EE S ensino regular E é uma experiE S ambientes comuns do N E P P E I N M terminante para o desenvolvimento. N INconforme discu. IN M E E S P M N P P terior das escolas. EM num país PEprincipalmente SI de envolE M SI M E flexível. as PE E S E SI P N I E M M P (OLIVEIRA. M cia intelectual como E S NP N EM N mais E N M P I I I I M E E E S S S S E N mente favorecer ao aluno com deficiência intelecP des a na PE escola. mas P M S N E P P I E M te a esta população. PE SI EM E ência intelectual e assumir P IN uma postura M E E N S E N M Pdo que ser estar no mundo.SIaludo os SI de mediação SI NP e buscando PE processos I S N M E I S N S nos com Pe EEsem deficiências. Projeto capaz E N E E P I M P E E como o Brasil e numa S N cidade como P M São Paulo. E Não se trata de uma diferença quantitativa. sobre S M SI EE encontrar formas de NP o con-PE contrário. SI NP E N P objetivos Não se trata de negar os S I I M M E M S S N E E E P Embora não possamos simplificar a deficiênSI EM ao contrário. com o objetivo de criar M M SI EE comuni-SIN nar-se inclusiva M e atender as diferenças de seus PE IN IN EM EE P S S N EE alu. E M E N E P IN M M M EE SI EA PE único e insubstituível PE devemos apreender no S convívio com IN estes alunos. EM justamente EM PE sociais PE IN relações M E a determinação das M mos afirmar E S E N N E P P M I M M E SI PADILHA N de “vencer N PE as M EE no P processo de EstaS referência EE (2001. PE SI EM M M N E M I NP N E do desenvolvimento. sem querer igualá-lo E I M S N E prio conceito de deficiência intelectual. p. uma N M vez que. N que E M toda a comunidade EE ver escolar e ousar SI NP convive com diferenças P M na busca SI IN EE EM de regionais profundas. E IN PE INTELECTUAL IN M EE EE S S N E P N P P I M S fundamentos ”. PE conhecimentos é justaPE PE uma das tantas diversidaIN curriculares. aberto e dinâmico.135) EE como diz SI SI desenvolvimento. E N I S uma vez que. então. Trata-se. N mental” (VYGOTSKY. NP IN ou seja.

P M deficiência E S N N E S N P M SI aprendeu. P M E M N E N M Mprocesso de avaliação EE SI utilizados NP Nesta perspectiva. nos com deficiência intelectual e os apoios necesE N S E I M E P E M S E EM garantir a N NP EEsua aprendizaEse O professor Ideverá explorar todos os canais PEEsários para Mque possa P SI NP SI P NP E I M N E S M N I S EM N E I P base nosSobjetivos de conhecimento da criança. texto e permitam o acompanhamento EM N NP recursos EMdidáticos. E N dos alunos e oferecer P E I I S tégias de aprendizagem o desenvolvimento real do E P S S N P I S M N S em E o ensino.SIN IN interação M formas S M S E P E E M Eras particulares M N de aprender. As Diretrizes Nacionais para a situações artificiais de avaliação.PEE S E E P M M E ela. P M I I M apoios a metodologia de do aluno.SI EMdeve ser M EEe com o conhecimento. desenhos. determinantes . EAlguns Eo SI podem ser EM instrumentos que PE da P M E E E SI EM N E N P diários de P P classe. M Eo oPmobiliário. familiar e EM S S S E IN M E S E PE P e. seu deI M S EM N M sempenho M de avaliEE ao processo NP escolar. questionários. E N SI P P IN PE EE EE SI resolução N S N I P P I N ela se aproxima da de suas dificuldaA equipe pedagógica e os professores devem M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE ” (PADILHA. I P I E M S E E S N S E E adequar P P IN todos os alunos de Cabe a escola a preocupação em SI os EM PE IN NP processo IN de desenvolvimento S E I M S S N P S e. fotos e outros trabalhos realizados em P E os indícios. seu M equipe Nobservador. os sinais que relatos N N para. S N I M P P I Ssino M E S E IN S su.177). captar orais. permanentemente.PE P P I P M 2001. 02/ SI sinalizem S EM M EE EE E N EM E EMesco. os com deficiência intelectual. ou seja. a sala de aula.diferenciar N potencial. com E sua experiência S E E S E N P M P M SI adequações. osPE sos obtidos. mesmo I gem. IN M gestões para para agir em desenvolvimento ainda EMpotencialmente úteisPE M SI zonas de S E E E M M M P E N todos os PE M EE construção.SIsem MIsto nos remete E I E PE também que seja necessário criar M P E E M S M E E P E E PE IN M P E E N S ação pedagógica.M M EE E P M N PE M ponsáveis EE M EM pela aprendizagem SI o pro. suas evoluções. além disto.M E espaço educativo e o conhecimento para possibilie não apenas N E E I E M E P E S E P M E efetivamente. IN da sala de cesso para lares. P I I N E P N S S N M SI M SI IN SI NP EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 43 . Qualquer procedimento de avaliação deve enI P P S N SI S PE que facilitem IN do conM escola. NPsuas manei. dições de aprendizagem. devem contemplar a SIos espaços N N N físicos. e tantos ouN P P EE SI EM de enM aluno. Para que isto ocorra. IN Mda pessoa SI EElimitações EM figuras.Enecessidades que são M EM EE P SI uma vez N E NP os atores da escola. O professor P I E E P S N E M Ppedagógica M escolar. NPescolar eIN N avaliação SI ensino etc. 2001. As INque a criança possa se SI NP EMde avaliação P PE I S M N E N S N E M P SI identificar com o conhecimento e expandir sua relapermitir SI dos aluSI avaliar as PE EE IN necessidades específicas M P S EM N E I M M E ção com o mundo. Nvalorizado S N E I M CNE/CP M consubstanciadaPEna Resolução objetivos a serem avaliados pelo profesEM nº. observar S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E organização das condições em que se ensina. Mtar que se N no fessor IN (CARVALHO. O mesmo se dá realiPE PE e as observações Mutilizar melhor EE em so EE o diálogo SI NP E N P N I P M M M I I E deficiência intelectual: conhezadas no cotidiano escolar. EE res. Por isto que se temPE E N I P P I N M E I S M N S N N E P S Educação E SI a busca de indicadores de avaliação. dinâmica I E E S SI N S P P M SI ção das necessidades especiais. valoriza o processo IN IN M EMprofessor E E entre e tros que possibilitem conhecer o potencial de aprenS S M NP E E P E M M P EE dos alunos com deficiência intelectual PE IN EE EEbusca conhecer as estradizagem eEM P NP IN e de aprendizagem. entre eles. relatórios. p. S N são da de significação implícitas no processo de ensino e aprendizaM E E P P I M M M E E P S N N grupo escolar. que se instale possa permitir também a avaliação de P pedagógiM M M é preciso I E uma prática E N E E S N P I P M E dinâmica. EE EE deve envolver INA avaliação M SI EM NP aspectos P IN P P S I EE E M E N S E P N E do processoIN de ensino e aprendizagem. fichas contendo E E SI que são: N SI aprendizagem deverIN ser um processo dinâmico N P P EE SI S N EM EM SI N P I I M E E S S envolve a relação interpessoal que se estabelece indicadores. E EE EE estratégias PE tambémPdeverão SI de cada para gem. entrevistas. M IN indicadores SI S avalia-se o contexto da os volver a análise N E E S I M E E S E projeto curricular. de avaliação Eda IN AsIN Outra estratégia interessante M M educacionais EE S S M E P P M E M E E M N E E E P sim. com educacionais.que com oMmundo.S P I I I M M E S S S N M E EEde informação do um dado M para a coleta NP do contexto edu. EE S interativa e E de modoIN SI As atividades com PEintelectual. Para EE diferentes para que SI EM EM IN instrumentos de avaliação P M E E S E EMalunos M P N isto. P ca a conhecer INcolaborativa. folhas S de exercícios. as apreciações devem envolver M todos devem. 2003) NP EM PE Etornem. SI propostas SI considerar a dimenoPE que o aluno IN a analisar as variáveis M M pelo professor devemM EE S N E P I M do universo EE E E prática social. E P NP I I M dos progresM I E M E E S S E N E S E P P P M os instrumentos E os objetos do conhecimento. na área da deficiência intelectual este procesaprendizagem é a análise da produção escolar dos P IN I M E E E P S S N N E E M P M N as possibilidades SI seus SI “conhecer so deve nos permitir analisar NP PE intelectual: EE IN deficiência SI NP EE alunos Scom I P SI N P I S M M N e com deficiência mental cadernos. S relaçãoSao aluno com N E E S N P M I EE E E SI N S P P P I M mais recomenEE cer sua forma peculiar de se A observação é o instrumento N E N Nrelacionar com o mun. PE SI O professor deve aprimorar PE da cacional EE apoiadoEEpela IN SI N EE suas conI P S EM N P P I escola que deve possibilitar recursos para melhor olhar para o potencial do aluno. PE EE SIdo contexto SI pedagógicos. servir para identificar M M E N M E N E P I I M E S S N EE todos P PE e tomar decisões. des construir seus próprios instrumentos. suas de Ie EE é preci. que SI SI Especial PE IN PE M na Educação Básica. enfatiza a importância da avaliação do prosor no cotidiano das atividades e das tarefas E E E S N E N N P N M SI EM NP de ensino e aprendizagem Ena SI a identificaSI NP PEaula. com EE M SI EM SI nos dá sobre IN PE NP seu processo EM P E E M S M evolutivo e pelo qual sala de aula.

] suas E S metas não devem E N N E P P M M M âmbito pedagógico.Sse necessário. convulsivas. responda se é possível P de estabelecer formas P SI NP E PE IN JusM E N S SI em critérios específicos e nas propostas delineadas N E I avaliação comuns a todos os grupos. E M S S N E E E P I M E E E S 2 . NP E N P as suas expressões e as inúmeras I I M M ficiência intelectual.. S incomum a E No caso PE INem IN SI Nmanifestação M E N I S M S N I E P S No que se E refere à promoção do Ealuno com E M S SI indicam uma PE IN M estudo.Considerando IN EE EM E S E SI P N P I E M M P nhecimentos que foram apropriados. há de se considerar M IN N M M criança com Síndrome oca.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S N O importante I é S com. S proposta E E propostas para ditas P S N M P E N SI EE IN Associação Americana de E Retardo Mental. ocorre comoPparte integrante E P I M não é de todo EE em mais de 50% dosPE casos. M N E I E gumas são variáveis e não é M P I E EE S E P E S N E P P E I N M ter a criança em momentos artificiais de avaliação. E SI SI N PE da M IN conceituação EE do ensino EEcom a nova EE S SI N quelas comum. Ide SI NP herança IN M PE S Tuberosa.Explique a principal mudança no EM ocorrida EM PE daPE IN ser distintas M E M [.IN N com a escrita. EE SI S N S E P M PE I M E E pedagógica. não E avaliativo S único e M IN INTELECTUAL N N SDEFICIÊNCIA EM PEcom o seu SI E M SI M E comparativo grupo.. M a partir da avaliação M E S dos alunos com de. escreva sobre osS aspectos que ser eviP devemIN IN M EE M EE S N S E I E P S P lidar a leitura. N PE SI EE EE EE EM SI EE atraso M P N aquisições seguirão um caminho qualitativamente P P I E P EE sionando um no desenvolvimento N S N P N E P I I N M criança comum. mas. P P de autismo.SIrelacionando-se E estreitamente com sua coN N que a equipe da escola E P I P E NP S S N I P I N M M S partilhe a análise dos E dados avaliativos.] Elas M devem deste M P material. Portanto. é uma dominante. SI EM NP PE EE IN E E P S M SI N E ser educadas com metas semelhantes às 5 De acordo com o proposto neste documenP E M P N SI IN cinco dimensões de análise EM to. E S dos outros alunos. N I M M E S S cer as dificuldades criadas pela deficiência. N M S I S N EE I S M os dados devem ser que cas.” (p. todos P S E se manifesta pela tríade clínica de crises E M busca IN NP N EM EM favorecedores P I M I E S M E da intervenção educativa. P M S tifique de acordo N E P P I P N S M EE EM IN IN M SI E P te material. IN complemenP aprendizagem EE E EE S Consideremos 4 é uma NP caso: Luciano N EM o seguinte N P P P I I I E S S N N S pro. S com base em S N E P M E P IN SI N E P S I N M 3 Que ações são possíveis de serem realizaE I VYGOTSKY. Fundamente sua E PE SI EM respostaMno conteúdo N EM P I E E N S E am as mesmas leis geraisSIN [.. 77-78) EE N E P IN M M EE SI E PE escolar e. portador EM a participação EE fissionais. no conjunto das atividades propostas S N E média AlE M e apenas convulsões e lesões cutâneas.PEE N S M IN ela pode auxiliar no trabalho IN M EE com deficiência SI E S S volvimento de pessoas atuE N P dagógico. ouPEE seja. os registros médicos e clínicos E que suas P S E P deficiência intelectual. PE o desenho.. PorM ePE de O atraso mental está presente SI SI que de forma NP diferenciada EM PE do processo M M de IN M E EE SI N E tanto. cite as M PE pela SI EE as pessoas IN normais. da E S E S N E 5 e adenoma sebáceo. denciados M EE S SI representações. estará baseada M to. EM EM DA NA EEPRENDIZAGEM P EM S S N E P E I N M P P I P S dirigir um olhar específico. também pelo PE IN E E REFERENCIAL AVALIAÇÃO S M N E P P M SI EE deve lheSIN aluno a escola PE ÁREA EDA IN IN com deficiência intelectual. munidade uma efetiva SinserN SI para alcançar E EE SI EM EM P P M M relativizando-os com os fatores que interferem na E M ção M cultural. SI E E P SI 4 .EEM IN EM EE em sua Adequação Curricular Individual.EE M S N P S M SI EE EM positiva P das após o acompanhamento M IN de fordos resultados EE das EM P E E gir seus esforços à criação S N P P M I E N M M S SI avaliações? Fundamente sua IN conteú-NPE EE IN EE resposta Sno EE NP de trabalho mas que levem o sujeito a venS P I P P S SI N EM IN do deste material. E I SI diferenteEda N S S P ou M seja. P N I S So N SI EE E NP EM intelectual I ência alcance conhecimento.criança N M tar as informações com de outros M de I7 SI da Síndrome SI SI NPanos de idade. já que no desenP NP P I P M deficiência e como pe. M SI EM NP P S I M S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 44 .M M de Esclerose Tuberosa. SI NP PE M EM sem que M EE características submeNPse faça necessário SIpelo professor. É fundamental EE M E S P E P ter clareza que a avaliaP M M E de Bourneville. A Síndrome de Bourneville também N N M N E EE SI Eé EM é conhecida SI SI M EM ção um processo contínuo pela NP e compartilhado EE P P E I E M com a denominação de Esclerose E P P S N E N E P IN pedagógiequipe da escola. com ele E N E E P I M P E E S N P M N EEproposto M quais SI possível avançar. E SI de seu Eprocesso NP EM EM M EE M EE laridade de SI apropriação NP do conheE P P P I PE M M EE E S N N N E P M P I I I cimento.M N S SI A descrição clínica aponta que a epilepsia. P o documenEEproposto Ineste SI NP NP EM N a deciEM NP M P I I I M E E E S S S S E N são sobre sua promoção ouE não. sua forma emIN to. porém E S S N E P N P I M S ensino no cotidiano N SI EM PE com inteligência IN da prática raro encontrar relatos IN de pessoas M e de aprendizagem.EEM 1 .Considerando N manifestações de conhecimento. a importância E sobre este EE E S texto IN S sem desconsiderar SQuestões N e P P E I M S S N N necessidade na aprenEE de investimento NP a absoluta SI SI EM M P M M E SI dizagem E SI E SOBRE M E dos conteúdos P curriculares. é freqüente (60% dos casos)PE S E P N M M E I N N E difícil controle. mesmo I P M E S almente generalizada. NP mesmo: o quanto foi o neste documenP SI os co. tendo características SI doença. características de comportamenSI SI E IN PE seu jeito próprio de Eaprender IN M S considerar e a particuS E N to autístico M M e ausência de linguagem. o cálculo. Por quê? M P M S SI PEsua resposta EEcom o conteúdo des. aponta que a escola “deve diri. a escola deve N P S neuropsicomotor. DE SIN CARLO EE(2001) . assim. sim. retardo Emental PE EM SI PE o aluno NP NP EM P I N E de formas alternativas para que com deficiE I M habitu.

SI SI a partir da nova dou neste E EM PE IN NP siderada IN a deficiência intelectual. I NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI REFERENCIAL DE EXPECTATIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA LEITORA E ESCRITORA NO CICLO II DO ENSINO FUNDAMENTAL 45 . INP PE EE de Vygotsky M P S EM N E para compreensão da e desenvolviI Maprendizagem M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M E M E E N E E SI NP EM NP PE NP PE M M M I E SI N E E SI S N P M I EE E E SI N S P P P I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E EE SI NP M EM EE P I M E E P S N E M P M N PE SI EM PE EE IN SI N EE E I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S EM M IN M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N SI EE SI SI EE SI NP P I P M S N EE IN M M SI EM EM S E P M M E E E EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N N SI NP EM NP EM SI SI NP PE Iuma I E E S SI N S bém desenvolva ação de qualidade.PEE 2006. M você leuEneste E com o que M S E E P escreva e explique o mecanismo de com. O referencial. com a finalidade de a estratégiaPE síntese Ee o SI planejar IN N resultados EMdebate dos PE será elaborado PE IN SI S N N S N P M I I I M que ao mesmo tempo dê conta da complexidade S o professor S e plano S ou pro. que tenha MATERIAL DE PROFESSOR P M SI NP IN Icompromisso M M EE S S o de mudar o quadro que enfrentaM E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P mos hoje. escreva o por que S definir e do. Diretorias deEE S diagnóstica. O M N PE NP EE sistematização Para de e planejamento Eda EE necessário M SI o estabelecimento E referen.Levando S M E P Mdo ano ouEE EE E curricular material.pensação. Sugerimos que M EE S E P tamanho da Diretorias Regionais de da turma. S S N N E E M P M N SI SI Orientação NP PE como se” EE IN não é “fazer SI Técnica P NP cada um houvesEE do ensino. SI estudou EM IN PE material.SIDisponívelSIem EE EM E P M M E P E N N P (Philippe Perrenoud) EE M SI EM SI IN PE Nwww.M 7 De acordo docuN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E mento. neste N M E P P I M M M E E S N N E E EE NP matriculado. porque “o importante. OrientaçãoM Técnica das Direção avaliação terá como proSI A primeira E P PE torias de M MEducação M E E N e Diretoria de Orientação Técduto o Mapa com os saberes dos a N E E P NP M alunos. desenvolva o traE NP M EM EM MEdu.EEbalho SI e 14 mil professores EE NP cação.EEM NP P IN P P SI tanto. coordenador P I IN rede – 13 M E E E E S S M E N E P – mais N aprofundado M PE e tam.prefeitura.damente I N era e como PE E sobre como I P I E M S E E S N S E E N P P material.portaleducacao.br EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S diagnóstica M N 1 – SAvaliação do aluno N E SI EE SI EE SI EMPROPOSTA P PE P M E M PARA O PLANO DE TRABALHO N E N M EE SIfundamenNP EO EME IMPLEMENTAÇÃO SI ação será EM PE P M E E DO desenvolvimento desta E SIPARA A IMPLANTAÇÃO EM N E P P P I IN E E S N N S N P P I para traçar PROGRAMA LERSIE ESCREVER NA ESCOLA S tal de a ser desenvolviEE N EM trabalho E EM SI o plano E N P I I M S S N Pitens DIAGNOSTICAR P MUNICIPAL NO QUE CABE AO TRABALHO DO do. currículo traz para a elaboração e a S E E E P M M E EM ação. escreva sobre a principal críreferente ciclo em que o aluno S tudou. Após M I E M E E SI SI E N E S E P P P nica/SME.M 6 . nos o que EE SI EM IN IN M EM II NASEDIFERENTES E EM S S M NP E E CICLO ÁREAS os estudantes sabem e o que precisam aprender e P M M EE PE IN NP EE esferasEM EE P NP S N ORGANIZAR o trabalho com gêneros das I M P P I SI M N S E S N N PE SI EE PE SI O desenvolvimento trabalho como este discursivas privilegiadas nas diferentes áreasIN do SI de um M P S N S E IN M exigirá EM M SI as orientações E de todos a co-responsabilidade sobre ele. escreve Ncon.sp.De neste conceituação daEM mesma. será I E M E N S E P N E N I P I um contratoSentre as diferentes instâncias da rede: cial traz para P as orientações E S SI a aplicação N da avaliaIN P I N M M I S S N E escolas.EEM INde ação.gov.M M EE E P M N PE deficiência intelectual. na democratização São Paulo (cidade): Secretaria de Educação.fessora. I M S S N P acordo com o que você S E 9 . N P P I é necessário P M I E S N N E S N P M E SI SI cumentar em consideração o que você escom base SI IN M M as necessidades específicas EE no INP 10 . 459 escolas PE à luz do referencial. EE EM SI EM mento de alunosINcom Fun.A partir do que E você neste mateEM estudou E E M P E S E P P M M N E sua resposta no E conteúdo que você estupassa ser Mrial. Diretoria de (SME-DOT). I S SI N P I S M M N S permitir a cada umEM N se aprendido.Discorra SI SI ação. tica feita por P repetição exaustiva com intelectual Iestá EE à aprendizagem SI SI deficiência NP EM P P PE I S M N E N S sobre as contribuições N E M SI de uma 8 . mas aprender”.

EEM esteja livre PE I N E I M N S SI P N S SI Na atividade SI ler regula EEinterpre. linhas. o texto escrito acaba admitindo M E S E N N E P P M I M M E SI N N PE EE Em S uma sala de estudanmúltiplas leituras.250 professores. tipos P S I N E I M S N E encadeamento e Sprogressão. estabelece esta mento”. à maiorIN ou menor familiaridade com a linguaSI precisam M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 46 . isto é. EE SI SI pois cada N P NP P I P M EE N S N E N I M P tes com conhecimentos diferentes sobre a leitura e horizonte de expectativas. geralmente. pois o tempo da leitura não é E P P M M E N N N M EM EE SI EE EM simultâneo SI ao da produção do pelo E escritor. PE o professor. ao conhecimento I I M E S E S S N P EE PE SI EM de manterem EM a respeito aN escrita. aos que orientam a ativiPúblico: CP e DOT. discerni. do contexto de produção. EM à idade Ngênero PE EE Iou EM à pro. ao seu maior 2 – Encontros N S E N N bimestrais I P I I P E S NP S S N I P I N M M menor domínio acerca S S seus N do assunto tratado. M gêSI EE contextos sociais. O material para NP EM I I P M E S S E P IN orientam tativa que fornece indícios S que 4 – Formação de Professores NP EM à medida EM PE IN M E M E S SI N E E P P M M quem lê.compartilhadamente. dos Textos são objetos para I M E E E S N E P P P sentidos não repousam. independentemente semede que dispõe que reP IN das convenções M E E S E N M P SI SI quanto Lidar com gulam o em que se enquadra o texto. crenças. E E seus autores. M M S N P E N E S contribuem. É SI EM mediador. ção comunicativa.SIN S N S E P M PE I as ênfases dadas pelo grupo. EM SI E M SI M E E N E E P I M P E E bilizar o que P sabem para com os textos. progres5– Grupos de N E P P E I N P S E o texto PE INe a IN SI NP M E N I S sivamente. os EE der de que IN SI NP EM seu Mneros. objetivos: formar M M E M N E N E P M M EE SI o trabalho SI EMNa comunicação PE o mais freqüente PE implementar dade. A E TAREFA S N A QUEM S DO SI P N SI M SI ENSINO EE SI N E IN DA LEITURA E DA P I M E S S E N I – Projeto M M M S NP ESCRITA NA ESCOLA? 6 EM PE M EE M EE de recuperação EE SI N E P P P I PE M M EE E dos alunos S N N N E P M P I I I E EE E S S SNeste documento. P às proposições apreM textos. pois ORIENTAM M EE INos tex. NP ao ano escolar. São IN POs I S N M S E I S N E I S porosas que dependem do trabalho interpretativo diferentes áreas de conhecimento M E PE S E P M M N E M I NP N Eque não significa. M SI autônomo SI SI NP EM I EE EE M E S P fechado em si mesmo. acompanhando SI tratam P de textos. IN M Público:S3. aderindo ou não.PEE N S E I E S P M M E S N PE tos escritos criam ao debate do SIN Msituações propícias EE SI NP E N P I I M M E M S S N E E E simbólicos que pedem P conteúdo temático. que P E por professores de ores. Mais SI a desvendar PE EE IN EM os sinais gráficos EE P M S N E PE P I E M mento deIN uma diversidade de gêdo que decifrar signos. I M M ser interpretados. Ipor I E N exemplo. os leitores procuram entenP S e compreensão M N E E N I I N E M S E que estão P S S N E textos. IN PE IN M que primeiro EE EE E S S N E P N P P I I escrever nas áreas de M reconhece à tona Curso “Ler e S EM PEvozes. Os E S NP N E N recursos expressivos mobilizados pelo autor.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E usa para E E M EEou S gem que se escrever.lhanças E P S M SI N E P E M P anteri-EM esta diversidade N é uma realidade ficiência leitora acumulada em experiências SI a ser enfrentada IN M SI PE EE IN S E E P S N M diferentes áreas. aos SI EE EE SI objetivos EM equipes EM P P valores. de e proPor apresentar-se da situaSI certos conteúdos S EM EM PE M M descontextualizado E SI E Epara N E P P I M E piciam esquemas de interpretação o leitor. internaliza o diálogo com M S N I E P S E M S SI PE IN M leitura se torna autônoma. E P I M do leitor. O é claro. 3 – Produção de Icadernos SI M Etexto NP Ede P P E M E P P S N N EE textos nunca PE dizem estruturasM didáticas nas IN SI SI orientações NP tudo. EE tro. sereE N M P I I I I M E E E S S S S E sobre as P E IN leitor requer diferentes A formação de Sum namente. que o leitor I E S M E E S E S N E PE EM sentido ao que SI ampliar as PEorientações NP para atribuir NP qualquer Aprofundar e didáticas. suportes textuais. àPespera de leitores apNP EM PE IN inM E N S SI N E I M P M S vestimentos envolvendo a identificação. EE EE de acompanhamento EM SI EE P N EM P P I E M P E Navaliação M S N P N E I P I N CABE P do programa. leitor vai ajustá-lo a seu M EE aula há. S N M N EEaprenderM M SI NP EM Entende-se P SI IN EE E que trabalhar a linguagem escrita CONCEPÇÕES DE LEITURA QUE E S EE SI P N P I E M M P S P IN IN significa trabalhar também M ESTE SREFERENCIAL a oralidade. escrita éo técnicas para IN nas diferenP M EE E EE S N N E N P P P I I I E S um objeto N N ser apreendido S Ne texto como M tes áreasSnas escolas. N SI maneiSI sociais de certa PE específicas: NP P I P M SIsentadas Ipor N S N E N SI para a organização ra.EM tos e a colhê-los.EEM lê. EOs NP suas im-PE presentes em diferentes EM analisando M I E P E E S N nerosEde cumpremPfunções EEM plicações. ração de orientações para o desenvolvimento de E I N M P P I P S N S N EE N M SI em situações que faça sentido aos estudantes moprojetos de P recuperação nas escolas. traz IN conheci. leitor. EE continuaPEde pautas de formação Elaboração S E P M IN N M M M N PEe SI instrumentos EE criação de da. M E E S N EE SI do gruPE M NP EMrelação do texto com o leitor dentro ca na P I M E M E N S N P Num segundo EM momento. EE SI Trabalho EE PE EM cada M SI po. As habilidades Formação de professores das E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P na produção P e devem Pedagógico e professores de M na leitura SI recuperação. N N P P I E I M assume-se que S ler e escreS N N EE NP SI de todas SI EM Salas de Apoio ver M P M M são tarefas as áreas. EE elabo-SIN envolvidas PE de texto IN IN EM EM EE P EM S S N E E P ser ensinadas em contextos reais de aprendizagem.

M NP P siderar os saberes e expectativas dos tir de seus esquemas a compreensão de I S N S E IN M um texto EM vai depender. Considerando da leitura EM E I P E S E E S S E N P P M P M 2SI. depois. experimentações. e efeitos. de lazer. desQUADRO 1 .antes de SI iniciar o trabalho. agrupando os dados ou idéiANTES DA REALIZAR I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I da disciplina: I SI S E as. irão definir a natureza de sua N P I S M M N S N SI EE EM de tra-PEE na cidade. como mediadores PE EE da dantes Emas SI É importanNP leitura. seqüência de SOBRE O SI EM M ASSUNTO IN classificações. procure não ratificar e nem negar o Efas que todos Nque os estuEM PE os professores. de perspectivas distintas de: pensamenleitor o SI da obra.N valores. anotar e organizar mesma. IN M EM E E S S M NP E E P M fenômenos no tempo.M M EE E P M E N Pseus EE EM função de SI EM que. CONHECIMENTOS PRÉVIOS S SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE problemas e soluções. no doS texto IN SI tre leitor.SIN IN M M S E P S E E M de to. E prática da EM P P I P P M E E E S N E N N P P N diferenças. IN lugar – na SI interaçãoPcom EE gorias de S SI fábrica. EE S SI EE – antes. registrar.ao longo da conversa a respeito za entre textos e leitores. em considerar N M EE didaticamente.organize SI EM NP EM PE EE ILEITURA SI N E E falam sobre o assunto.M dispor de sensibilidade Ee instrumentos para diagN EM E I E M P E S E P P M M N E de atileitora e escritora de seus Mnosticar aEproficiência N alu. INséculo. o professor dedi. leitura começa antes mesmo que o EE N E permanências. em objetivos. defini1 . no parque. – nomeando. EEatividades SI NP M EM EE O QUE CABE AO PROFESSOR P I M E E P N o registroS do que os estudantes E M N PE3 . N autor e contexto de produção po durante. investigando S E do o que os colher situaçõesEdidáticas que conciliem M M SI E os conteú-PE assunto IN M aqueles E das áreas Ecom M E S E P alunos já sabem a respeito. N N E SI cação de DO TEXTO EE SI EE SI EMINTEGRAL P PE P M E M E c) no caso M de análisesIN científicas Sé IN possível. S E E E como pro exemplo. SI EM NP Quanto P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P maior o número de elementos de que dispuser S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M será a leitura. naIN EE o texto. mais significativa S M EE para processar EM NP recursos NP vai munir-se EM E P NP I de mais o I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI meio da Ileitura N N lido. ações de sujeitos que ele conhece do assunto.que I um tempo para estimular N E os processos PE E I P I E M S E S N S E E N P P dos SI ao SIaprendizagem. M PE EE PE IN NP Como o EE é con-EM EE as informações P Nleitor S N I M P P I 4 uma outra forma de organizar dados processa a parSI M N E S E S N N SI EE PE SI estudantes SI internos. texto. EE IN EE M S E P P M M Quando de assuntos N PE aproxima IN o leitorNse EM EE EE EM noSI S M EM E P P E I M E E P vos situação muito comum na escola – é preciso P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 47 . EM PEassociados IN conteúdos NP nos e. EE NP EM EM S Eidentificar causas PE P M E E E SI EM de modo geral. naSIdécada. do autor e as expectaM SI históricos. uma EM EM SI vez que SI NP PE IN IN inicie a leitura integral I E E S S N S P P to. durante e depois M M I I E S N S S M INà vontade para EE EE EE SI NPte deixá-los S P P P falar.Sno IN processo de ensino e E I M S N P texto estudado. comparações. aprendendo por N material com-PE PE EE SI SI NP N S N P M I I M I M S S S preensiva. de espaço – doméstico. descrição de componentes. precisam EM N P N I P M falam. M M E EM que aM S E P M E E E mentos – mudanças. pois E E sobre ele.vação na memória. Mque ele M em relação SI ao tema. realizar antes. o uso de do E P M M P E N PE M EE uma tabela: EE EE IN M já S souber a respeito do assunto tratado. segundo as categorias de análise DE UM TEXTO? E S S N P E I M P caso de IN S EM M a) IN no análises históricas é possível M EE M E S E PE P M E E M S M E Compreender P E de categorias E PEdiálogo – N organizar informações a partir o ato de ler como enIN M de tem-PEE P E E S E N I P P N M E M SI N simultaneamente. P SI NP I P M S os acontecide relações entre e da leitura – implica. há tareIN M com a interação EEdo assun. SI EM E P M M E P E N N P EE balho. procure ENTRES O TEXTO E O EEM SI levantar S1 PE IN M P S EM N E suas hipóteses a respeito dos conhecimentos que ESTUDANTE LEITOR? I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP a turma já dispõe a respeito EE do assunto EE M EEsupõe que P SI NP SI P NP E I P I M se reali-IN ou do próprio N E S que a prática M N I S texto. semelhanças. dos específicos que ampliN P M M M I E M E N E E S N P I P M E E a formação EE S também N no campoSIda leitura e da E am N P P I P M I E S N N S N EE COMO DESENVOLVER SI SI escrita. crucialmente. I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E seus saberes para posteriores.HABILIDADES A SEREM M SI EM SI IN PE EM de paisagem P IN E E M S M E N S P IN crevendo N ePrecortando territórios a partir da qualifiEXPLORADAS ANTES PE DA LEITURA EE EE SI N S I P P I N M M S M S paisagens. IN I M M EE S S M E P P b) no caso de análises geográficas é possítivas desencadeadas por uma primeira inspeção do M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E do texto M material a ser lido que M vel agrupar P informações N os parâmetros P a partir de SI cateSI estabelecem NP PE casa. no país. es. confrontar.LEVANTAMENTO DOS N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE ções e exemplos. M EM NP ESTA HABILIDADE SI P I M E S P IN M EE EM EE COM SUA TURMA S N M E E P P I M M M E E P S N N E EE EE PE SI IN A MEDIAÇÃO M SI COMO SE NP REALIZA EM P P PE I S N E N E P IN.

N M Embora E N I S M S N I E em contemplem a DOS TEXTOS DA CAPA. EM SI construir Iuma EE P N EM P P E M P E Nsérie de expectativas S N P N E I P I N M contidas na capa S N As informações S como título. ilustração. rolos IN de papiro. Retome as EM didáticoSIque P E E N P P M I num jornal? Como devemos ler cada um? lise da capa: quais se confirmam? Quais não? E N M EE M I E S N P E N E P S I E I E E N 3. EE ou nãoSIna E EE ta as mudanças terfere no Projeto editorial. M EE a cidade onde I SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 48 . com diferentes suportes. leia. leia Spara ou IN a turma o texto da SI Nquarta-capa EM em M P I N E I M S N E S há no livro umaM jornal? O que SI EEhipóteses levantadasEna EM aná. ainda E M E N S N E P EM EE SI EE P EM EM FUNÇÃO SI N E P P E que não suficiente. SI os livros didáticos. M M PE PE IN E S M S N E N P ginal significa aproximar-se de seu contextoE histórico Compare os créditos S dos com os anEE I livros atuais E P M SI N E P E P N SI de produção (a E época.ção. 3 EXPECTATIVAS I N M P P S N E PE IN Igeral. SIN EM NP P E I M M E P S E N E aulas de História. muitas vezes. estimulando o deconceitos da disciplina podem ser explorados e ainM E E E S N E P P P I M sejo de realizar a leitura E S NP N EM N E N M P I da obra.EM SI N P NP P I P M E N S N muda? O que permanece? gens. em que o texto cuidadosamente.SIN S N S E P M PE I M tes em muros). pergaminhos.EEM IN abordados EM S EE P EM S S N E P E I N com fragmentos de textos extraídos de outras obras M P P I P S S IN N EE N M SCOMO EM P e de outros suportes. S O que sugerem? M EE IN EM IN IN quais os gê.M NP não háPE da orelha. SI PE IN o estilo).PEE SILeve. S E P I S S N E E P E neros deStextos possíveis P de serem encontrados 3. a fim ma. SIN E P S N M P E 5. comE E SI EM NP esta mudança EMPergunte PE PE antigas com as maisErecentes. para a formação de leitores. EEM tigos. quesP2. nas localizar quando possível. o autor. ao extrair os textos de seu QUARTA-CAPA. Verifique se eles integram o acervo P N I E M M P N S P IN M da escola. P S E M S SI PE IN M EE PE S diversidade deNgêneros. monumentos É sempre importante proporcionar aos EM de pedras. pressos em seus suportes liE E originais. E M contrar neles. na concepção EE SI EM SI das capas. as referências DESENVOLVER ESTA HABILIDADE SI E M SI M E E N E E P I M P E E S utilizadosIN dos textos aula ou noIN livro diCOM SUA TURMAEE EM M S em sala de NP NP EM P S I E E EM S EE SI P dático adotado. Localize então. EM M as idéias.Eestabelecendo S E 1. EM P I M vros. SI editado. analise-o M EE sível.EEM NP EM DO SUPORTE I dos por diferentes I P M E S S E P IN NP EM EM porâneas quanto as mais antigas – a Ssaber: meios PE IN M E M E S SI N E E P P M M SI eletrônicos. ORELHA E P M IN M M M N PE SI o leitor é EE EE EE privado de suporte original. antes de discutir qualquer texto com S E I E S P M M E S N o suporte PE circula. NP Por exemplo. edição.O acesso a S N EE SI PE Mrevistas é NP jornais. P o suporte ori4. a pequena apresenM E S S E N I M M M ou de seu autor – que E S NP EM COMO DESENVOLVER obra M consEE geralmente M tação da EE EE SI ESTA HABILIDADE NP E P P P I PE Mou ainda outras EE E S N N N E COM SUA TURMA ta da quarta-capa – informações que EEM P M P I I I E E S S S N N P P I E I M S o leitor vá aparecem na orelha. SIde leitura. Ise M M seu suporte E original. quando promova N es6. SI EM IN 5. os alunos E conato IN prévios e M zidoIN pelo os conteúdos SI entram Eem PE no livro. PE PE IN M placas de arEE EE alunos SIN E S N E P N P P I M gila molhada.EEM PE analise aM EE IN EM EE esperam SenP N E P P I pergunte Registre. capa da publicação: título e ilustra. sempre que possível. contribuem para que S IN IN M EE NP S S E I M P E material reprodu. condição necessária.M P N PE SI SI EE SI N E IN P I autor. editora. M que posEE de leitura IN a tur. os créditos do livro. que elementos internos ao texto são importanI I I M E E E S S S S N P EE ao trabalhar PE SI NP EM tes paraMcompreendê-lo. sempre N da Sala 1. de pontes entre conhecimentos SI EM os seus EM P IN por meio M E E S P M N E P P professor. de ima. para identificar que SIN SI NP originalM E N P I I M E S S N EM E E P I de que os alunos o manuseiem. verifique na Sala de Leitura N também de uma rese há SI SI NP EM IN NP I M M E S S SIde jornal inserida portagem num livro didático e em ções do mesmo livro e. uma com diferentes materiais imS SI EM PE IN Mrica convivência EE grafi. da. IN E N S SI N E I M P M S do que SI seus alunos tione a respeito 2.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE M P E E M IN NP EM EM P I M E S M E E S E N E E PE EM de textos já criaSI P NP os diferentes NP EM tudos sobre PE I N E 2 . inpare edições DiscuS E N N E P P M E M E SI O que SI N no uso P EM N atribuição de sentidos. confronte S outras ediS a diferenças P4.EXPECATIVAS EM FUNÇÃO suportes E I M N S SI P N S SI N – tanto as SI sociedades EE contem. identifique o livro foi N houver oportunidade.

colunas. que gênero de texto M N I N E P E I P E M S E S N SI PE Pchamaram IN M PE tos mais EE acervo.SI M E E P I M E E P S remete a acontecimentos M P do mundo M M Ntícia – queEE EEreal plos PEde vida. EM NP P IN P P SI COM SUA I EE E M E N S E P N E N I P I P 2. P prefácio para apresentar a obra para os 4 EXPECTATIVAS EM FUNÇÃO DA N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E ativa de ir E FORMATAÇÃO EE S N DO GÊNERO E descobrindo Essa é uma forma o que há S N P P I P M I E S N N S N EE ler nas Salas SI SI para de Leitura.M M EE E P M N PE EE EM SI EM recomendam a leitura. S M EE NP que circulam M E S I E PE P M E E S M E E COMO E P EM textos escritos E PHABILIDADE 8. se P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 49 . E N ou jornalística. I E E S S N S P P6 . EE IN NP EE I P S SI COMO TÍTULO. E S S N P E I M EM M ra de textos IN nesse suporte. 7. É o caso da distribuição em EM N E I P I E S E E S S E N P P esfera jor. converse com Orientador da Sala de Leitura das. as editoras também mantêm M páginas na Infolha pode também fornecer indícios a respeito I de M M E E N S E I E P M M E o gêneroPEe o tipo deS assunto que pode Eternet N NP qual seja e muitas EE para downloEE M vezesPdisponibilizam. isto é. parte do conteúdo publicado nas edições em estarS sendo tratado. Assim. a partir de todas E estas realizaN EM observações E M I E M P S E P P esperamEler? Que aspecEE M M N 3. estimule os estudantes a pesquisar se o auSEGMENTAÇÃO DO TEXTO) S N M E E P P I M M M E E P S N E E EE boas SIN tor temPE uma página PE Isso renderá IN SI NP EMna Internet. a formatação fornece indícios para E M E E N E EE SI por artistas. S N SI lerem o epígrafes e M SI EE para os Ialunos NP EM E P M E M E S E Ecolegas. quando estiver livro ou mesmo um E lendo um E E M sócio. o questionamento sobre porPEE DESENVOLVER ESTA IN M P E N S E N I P P N M ativa os E S M N SI N N diferentes autores préviCOM SI EE SI SI conhecimentos EE SI SUA TURMA NP P I P M S mais compree favorece leitura N M EE INos do estudante M M SI E EM S E P M M E E E ensivas. peito dos autores ou SI instituições N EM EM SI N responsáveis pela S P I I M E E S S N P P EE publicação de textos lidos: quais temasEM lhe são faSI M IN IN M EM E E S S M NP E E P E escrevem? M M o que uma miliares? como COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE P EE PE IN determinada M EE EE P NP publicar? IN S N I M P P I costuma COM SUA TURMA Seditora M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE 1. livro didático. E P SI N SI NP E I P I M N E S M N I ad. 7. Registre as Ehipóteses. N P I S M M N S N SI EE EE 5 .circulação M P gênerosIN M e nas mais antigas.EXPECTATIVAS EM EPÍGRAFE. contextualizar I M M I E M E E S S N E S E P P P M E E SI N N N 3. E por M M sua vez. P PE I S M N E N S que um texto impresso N E M PInformática. conhecer diferentes livros didáticos contribui – que P por I P S EM N P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E para uma maior desenvoltura do estudante na leitudos possíveis.ANTECIPAÇÃP quais os indícios que fundamentam suas hipóteses. SI A silhueta SI SI na Sala de PE na aulas EE assume IN M P S EM N E 5. a partir do que sobre o gêneIDÉIA PRINCIPAL A PARTIR DOS M N EM EM EE PE PE IN I M E E E P S S N N E E M ro. P M SI IN SIidentificar Spossíveis NP PE SUBTÍTULO. aumentando a auto-estima EE E com o texto E diferentes SI pactos IN escritores Se P P P o leitor a estabelecer M EE S N E N N P I I I M M E S S não se lê S N E dos alunos que se deEM leitura. EE SI NP EM EM SI EM PresP M E E E SImais os leitores EM mite ao leitor levantar hipóteses a respeito do asvão acumulando referências a N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE sunto abordado. prinP IN RESPONSÁVEL PELA Uma N rápida leitura PE PUBLICAÇÃO EE EE SI N S I P P I N M M S S em gêneros N E SI EM cipalmente. os estudantes a identificarem o gêEE N E E1. faça Registrar o historicamente seu autor. SI NP NP SI da edição N P M I I M I M S S S N que os estudantes conseguem antecipar antes de e a editora. pode contribuir também 2. estimule-os a conteúdos. EE I EE M S E P P M M o texto. M SI DO TEMA OU M IN IN Meles já sabem EE S S E M E P P 2. SIN PmunIN explora SI – e um conto N EE EE ser ficcional. que Ecirculam na EE esfera SIN SI EM P PE P M E M N escolar/divulgação científica perQuantoEmais freqüentam o mundo da escrita. estimule EM P P I P P M E E E S N E N N P P N nero SI solicitando EM EM SIque apontem SI NP PE IN IN do texto que irão ler. Peça e veja quais obras deste autor há no atenção? SI S N N E P I N I E M S título. convide-os S N SI PE a refletir Sse os temas IN sugeridos M M IN SI S N E E S I M pelo título se relacionam com o cotidiano deles e 1. EM NP SI P I M M E S P IN M EE EM EE 4. SUMÁRIO EM FUNÇÃO SI EM P E P M M E P E N N P EE DOINAUTOR OU M SI EM SI IN PE INSTITUIÇÃO EM P E E M S M E N S P do título ou subtítulo. estimule os estudantes a explicitarem os senE P M M M E N PE M NP EE tidos sugeridos EE EE M TURMA SI pelo título. N E P P E I M E E P para potencializar o ensino outras pessoas o que elas sabem sobre o autor. (DIVISÃO EM COLUNAS. estimule os estudantes aE perguntarem N M PE IN EE EE EMpara ler SI S M EM e a aprendizagem. NP EM de dificuldades NP Porienta NP PE M nos experimentadas do gênero que. I E SI a identificação N E SI S N P M I cientistas. ELEMENTOS PARATEXTUAIS. localizar o ano PE EE o mesmo SI com os subtítulos. PREFÁCIO. subtítulo. a leitura de biografias pode aproximar os alunalística. do mesmoM jeito uma noEEidentificarem NP com esses exem. integralmente.com o saber S E EM NP procure P NP texto do EM E NP I escolar. característica dos da SI N M EE IN M M SI S E P S E E M 6.

Outro EM M S N S E frontação com as idéias apresentadas no cessários a um bom procedimento im. S S as imagens. Objetivos diferentes determiE N M P I I I I M E E E S S S S N P EE SUA TURMA diferentes PE SI de ler. possibilita ao I E S E E S E S N E PE a con. convide-os SI SI os títulos e a lerem SUA TURMA PCOM N PE PE Mas legendas que SI N SI N E I N I I M M E S identificam tabelas.M EE se confirmam? to: P quais Quais não?. questione aEE N PE M antes deEE SI DE IMAGENS EE EXAME 1. Por exemplo: textos maEMem que predominam PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E pas. ler OU EE E SI DE P N EM P classe soP I E M P E N S N P N E I P I N bre a respeito dele. os propósitos que M E S E N N E P P M I I M E N EM N PEfocali. COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E N 2. proceda da Imesma maneira com osS demais IN 8 . peça observarem as imagens os S estudantes Etenham clareza das P aos estudantes N das finalidades M N I E N I I N E M S E P S S N SI destacadas Estimule-os a leituras que IN realizam. vos.DEFINIÇÃO IN EE naturais de fenômenos DOS OBJETIVOS EM S EE SI P N P I E M M P N P IN M EE indicar de textos HistóDA LEITURAS M EE que se tratam IN SI de Geografia. tar a ser IN SI e provocar N IN PEescolha doS material a I S N M S E I S N S explícitos. esquemas – E além das saliências gráficas S N N E NP SI SI EM emprego de re. SIto poderáPcontribuir M N EE I E M P I E EE S E E S COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE N E P P E I N M P S E PE IN IN TEMA OU SI ANTECIPAÇÃO NP TURMA M E N I S COM SUA 7 DO M S N I E P S E M S SI PE IN M EE DO PE IDÉIA PRINCIPAL A PARTIR S E P M IN N M M M o texto. M E E S N E E M SI M NP para PE M M EE NP a vida deles. trações. E SI como estilo. explicite. N EE M NP cas ou esquemas S P S podem EEM 9 .EM tudante Itomar EM SI PE NP NP se destes indicadores são fundamentais para consciência dos Eprocedimentos nePE N E I N S SI P N I P S texto. no caso das apresentações e prefácios obM M E M N E N P M M M EE alunos. P I M levantadas a partir da escolares. IN se o texto só trouxer uma unidades temáticas doIN texto. a análise E S S E N P E M M E SI N muitas vezes o conteúdo do texto. a partir esE PE do que os EE E P S M S N E P I E M N um gráfico a partir aP tendênciaEM tudantes análise INquerem saber sobre oStexto e daPE M analisar SI EE dela. S S N SI EE EE SIANÁLISE EM EM P P PARTIR DA DOS 5. no caso dos textos de História. um IN IN M EE SI S N S E P M PE I 7. emIN detalhes irrelevantes. porque deve ler SI Quem Ilê NPsabe o que EM PE PE PE M E S NP N EM N COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE e para que deve ler. IN assim como M EE EE E S S N E P N P P I M e reorganizar suas o que você neste texto? trabaS espera ler N SI informações. para IN S E E P S N M P E do evento. formule SI E NP I M P P I M S M S tabela. IN das saliências gráfico-visuais do próprio Stexto. mapas. Econstrua 5. S osSIestudantes a Eestimule EE orientamSa leitura e SI N E NP P I P M N S M as informações cuidadosa ou tabela. N S E I E P S P M M E S N N PE ria. EE e palavras PE visualmente. cor da fonte.EM EE SI N E P P P I PE M M 3. M EE SI SI Matemática NP ou Ciências.EE S identificação: M SI EE NP EM P M I EE P E E S EM N bém devem ser interpretadas. PE IN IN M EE de um gráfico SI 4. ilus-M porque E EE textos. imagens de outras S P M fórmulas InumériIN épocas. 4.PEE E P críticas relação ao possível tratamento leitor escolher o que ler em função de seus objetiI N M P P I S N E S N N M SI sunto. S SALIÊNCIAS M S N suas hipóteses SIGRÁFICAS P N PE SI M SI 2. E E P M SI E EM PE o texPE IN M E 3. que EE SI são outros SI EÍNDICES PE P serve. gráficos e mapas. E N P I I M M E M S S N E E E deve ler. Geografia e são Tornar estes processos EE PE SI conscientes. SI NP EM P S I N M E I M S N irem além da mera as imagens tam. EM P M M N E M análi. pois mobilizam NP EM nam modos PCOM IN o uso M E N S SI N E I M É importante que EM P M S de diferentes estratégias de leitura.SI EM NP EE controvérP P E I E M P P S N E P lido – nem IN PE sempreM sias discordâncias.EXPLICITAÇÃO DAS E N N E P I P E S NP S S N I P I N M M EXPECTATIVAS DE LEITURA A elementos.EEM N E I I P M E S S E P P N a diferenciar o que ele portante nesta fase é o professor estimular os estuN prática auxilia EM EM SI PE o estudante IN M E M E S SI pensa do N E E P P M M rever IN dantes a verbalizarem suas de leitura: SI que os outros EM expectativas PE PE pensam. retome as hipóteses levantadas para 1. SI PE EE IN EM EE P M S N E PE P I E M 1. questõesEE relacionadas M às grandes EE pode antecipar NP 2. claramente. zarem essências que o texto traz.são M P M M global. para instigar leitura exploratória – Edecisivos para SI contribui M orien. EM PE Enfim. converta EE SI é N E IN as expectativas em perguntas: P I M E S S E N I leitura exploratória M M S NPimagens – se A das EMtem perguntas que lêem EM PEfotos. 6. Esta I leitor. fórmulas IN evite dispersar-se EE EE EM S S S N N P P I E I M favorecendo questões que favoreçam S a compreenmáticas. E SI E E P E IN M E E S P M N E P como o itálico e o negrito. motiva o leitor para a leitura.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S 4. I EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 50 . mateS PE PE IN gráficos. com os que ANTERIORES IN autores P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S Isto significa N N S reN M os fazem. tabelas.em situações I esNP N as hipóteses E didáticasM E Ciências. pergunte aos estudantes se a leitura do texlho como este. estimule-os aPexplicitar suas expectativas cursos M SI é essencial EE para oSIN EM M PE IN IN EM Eem P S S N EE do as. tamanho. M M que o autor está sendo SI SI SI NP I EE comendado por umEE EE M S P estudioso ou especialista e desta Os processos cognitivos e afetivos mobilizaE P P M M E N N M N EE SI EE esta leitura EM dos pela forma.

é ela ·E localização ou ou SI EM NP da idéia SI PE do tema IN IN I E E S S N S P P própria objeto principal.pazes IN de compreender com NP EM a mediação PE EM textosSdiferentes. os Mquestões E N es. AVALIAÇÃO SI S N É necesP P P I N N E S N P M SI que naIN SI sário. M M EE S M N E P I Mque se estabeleçam EE E E necessário ambas as situações. EM PEQUENOS I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I LEITURA (AUTÔNOMA SI S E DURANTE A GRUPOS OU EM SITUAÇÃO DE E S S N P E I M S EM M IN LEITURA COMPARTILHADA M EE NP MOU COMPARTILHADA)? E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M ou retificação E M N SI além deS perN N A leitura. e a se do leitor-virtual a partir das pisSI PE a fazerEEinferências PE hipóteses. M EE M E S E E P é possível antecipar se o texto pode ser M N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E lidoM de modo autônomo ou E compartilhado.SIN Dessa forma. é necessário I M observar: E E N S E I E P M E M S E atitudes N NP quando 1) P que ler? EE lê em voz EE um leitor M EEatividade coletiva. N SI N P M I I M I M S necessário. S E PE E P M M E P E N N E M complementares M informações E N a formação de em SI SI cessos Ienvolvendo PE NP EM de leitores EE M SI M têm INP · busca EE N S E P E I P passado por mudanças. que lê S exemplo de um bom leitor em Internet e SIN IN voz alta por meio EE EE EM P PE P M E M N E a outras para um grupo que acompanha fontes. ou P EE E que o S textos de Iapoio S N N I P P N M M S a enciclopédias. NP E I M E M S E S E E leitor de questionar o texto. P NPrevela. em situação escolar das P antecipações SI EE SI SI EE · confirmação SI N P I P M mitir aprender os E conteúdos das de sentido criadas S antes ou duranN E M diferentes M áreas SINou expectativas M SI E EM do currículo. N E E I E M E P E S E P E de um leipara Neste caso. quais P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 51 .M M EE E P M N PEconsigam ler sozinhos) M (embora EE M proponha as mesmas EM ainda não SI são ca.M N P I S S IN E EM escrever. M E em formação N SI NP EM EM SI E de pistas PE PE cópia E M E E SIpartir de IN EM uma do mesmo texto. rotina escolar. DA SI atividade SI um textoIN PE EE ANTES M P S EM N E pessoal. SI EM numa M se deve ler. pois é função da escola SI IN IN M M assegurem EE S S M E P P criar as condições que tanto a cons· esclarecimento de palavras desconhecidas M EE a M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E trução do sistema inferência ou consulta ao dicionário. sabe-se subordinados ao texto principal. I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI N N N crianças e jovens no mundo da es-PE · identificar referências a outros buscanPE EE SI SI Introduzir NP textos. sintetizanSdaquele M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N da pontuação. tas lingüísticas. silenciosa ou em pequenosMgrupos. P EM o do. os estudanSI PE entretanto. É alguns cri. se IN EE EE a escolaEM S P P M M de avaliação para quais N PE IN EM conhecer EE EE ver instrumentos EM SI S M EM N E P P E I M E E P textos os estudantes já lêem com autonomia. E P M M E E E atualizar-se. entendemos térios avaliar EE PE que a leitura IN o alcance do trabaSI que nos Ipermitam NP EM P P PE S M N E N S N E M P SI tanto como gral de possa ocorrer lho de aproximação do leitor e do texto. N PELO E M P M N PEREALIZADA SI EM SUA TURMA PE EE IN SI N EE E REALIZAR COM INDIVIDUALMENTE. como LEITURAM . EM NPa se envolP IN P SI I E M E N S E P N E N I P P por introduzir E ver com o enredo. nas IN S N I M P P I que os efeitos ender a hierarquização das proposições. M S de consulta E SI . a buscar indícios.EM partir deIN SI IN como também SI de escrita. SIN P I N M M I S N E E S · identificação M a antecipar. E P M M E EM N PE NP EE EE M estabelecer finalidades para · identificação das pistasPE lingüísticas respon. N IN M EE IN M M SI S E P S E E M 3) explicita suas hipóteses a respeito do conE M E E N E E SI A NP EM QUADRO NP PE NP PE 2 – HABILIDADES M M I E SI teúdo do N E SI texto? EEM S N P M I EE A E da leitura? SI N S P P P 4) revela clareza do objetivo DURANTE SEREM EXPLORADAS I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E LEITURA INTEGRAL EE SI NP DO TEXTO M EM EE O QUE CABE AO PROFESSOR P I M E E P S ESTUDANTE. que explicita o costume de um bom do o conteúdo S M SI M IN do texto. usos expressivos daSpalavra. M M EM N N E E P NP I posicionar diante das idéias do autor. M de ensino. M IN M S E E para Ao longo da história escolar. EM Pas IN NP tudantes IN poderão confrontar as E I M S S N P S E de leitura da turma e dependendo a ser autores dos textos M selecionados. sempre que possível. P SI alta NP o leitor apresenta ao SI P N E I P I M N E S ativado seus M N I S para um grupo e pode conversar a respeito dos con2) mostra ter conhecimentos préEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M teúdos vios? SI abordados no texto. IN IN M EM E S S M NP E E P E McompreE leitura compartilhada o professor assume o papel ·Eutilização das pistas lingüísticas para M P PE IN M EE EE entonações. NP PE palavras-chave E Slinguagem NP E I P S SI mínio dos usos sociais da que se usa · identificação de para a deter. SI do objetivo EM IN PE alcançado. que instiga o grupo a · construção do sentido global do texto. entreter-se ou apreciar. EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N P construção P N IN M esteticamente. I P I E M S E S N E N P P EE capacidades Conhecendo SI SI perspectivas dos tor mais experiente. NesseEcaso.EEM SI a leitura. te a leitura.S tes vivenciem N M E E P P I M M M E E P S N E EE inte.M E 3. a levantar sáveis no texto S SI a posição SI Ndo autor. S S crita exige que se empenhe em desenvoldo informações adicionais. Hoje. contribui · identificação lingüísticas responsáN E P P P I E E S N N S N P P I pela continuidade M progressão EE como referência para veis temática ouEE pela SI aqueles N EM SI N que são iniciantes S P I I M E S S N P P EE sobre o modo como temática. os prominação dos conceitos veiculados.

M a consulta EE proficientes. para M que tiverem S N A PARTIR S OU SI feito antes P N PE SI M desejarem. IN M textos desenvolvemS um mesmo EE 4. M E E S N E I E M NP da-se situações didáticas que S auxiliem os PE M EM M EE planejar M NP SI N E I E M P I E identificação.Mdefendendo um ponto E mo doSmodo P I M terminados como o assunto será. se o leitor considerar queEo permiSI do texto. EE NP 2. a partir do contexto. S M PE suporte.LOCALIZAÇÃO OUEM CONSTRUÇÃO SI NP P I N M EE Essas múltiplas I M S N N E P M S I E I E cias permitem ao leitor se aproximar mais do DO TEMA OU DA IDÉIA PRINCIPAL E S EE que S P N P I E M M P N S P IN ela significa.ao E P S M S N E P E M P N frontem com passagens mais deEM compartilhada. ajuda compreender melhor o tema e o traE P P M M E N N M N EE SI EE A exploração EM tamento dado.P há textos E que. o que uma N mente. N S E e não. Se tal I N M P P S SI IN refere ao núcleo temático.IN N De modo PE consultar um dicionário. M P M M longo de 2. a tos um núcleo que podem ser conI M E E E S N E M SI dicionárioPEou NP NP Enão NP suple. M texto é SI EM NP antes daPleitura EE P P E I M E P S série das N E N E Pque uma esco-M te construa uma IN expectativas SI um autor SI que o leitor NP – alguém IN PEprodução de I S N M S E I S N E I S lheu escrever a respeito de algo – focalizando dea respeito do que será tratado no texto. forSI N SI N E I N I I M M E S 1. E deve ocorrer PE EE IN em situações EM se de. são divergentes científica. algu-EEM vista. é importante que há muito Nconhecimento SI estudan. para M SI E NP I M P P I S dicionário S ainda que de leitura 2. P N S domínio M N E I E N I I N E M S E P S S HABILIDADE N SI DESENVOLVER COMO ESTA EE PE IN SI NP EM P S I N M E I M S HABILIDADE N E P COMO DESENVOLVER ESTA COM SUA TURMA S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N COM SUA TURMA P P M I E N M E M I E S N P E N E P S I N 1. SI N P E NP P I P M N bem algumas partes. M avalie a necessidade de PEE M EE IN SI N S E I E S P M M E S assim quando fal. E ao leitura instigue entendê-lo globalE SI E SI E P E IN M E E S P M N E Pé possível deduzir P entre as hipóteses iniciais e o vezes. é E N P I I M consulta a S M E M S de informações S N E E E P tam ao leitor conhecimentos prévios. peça S aos estudantes à mão PALAVRAS EE EE para manterem E SI EE DESCONHECIDAS P N EM P P I E M P E Nas anotações S N P N E I P I N DE INFERÊNCIA da leitura. mas N E I I P M EE E S S E P P N M M I principalmente. mentares.verbetes de enciclopédia pode essenciais informações EM sideradas NP e outro de M I I I I M E E E S S S S E N Casos como este Pexigia compreensão. globalmenEXPECTATIVAS DE SENTIDO M M E M N E N E P M M EE SI OU DURANTE SI CRIADAS EM muito mais PE concentrar-se PE te. ao longo é impossí1 . Assim. antes SI PE N PE PE de iniciar aSleitura integral M do texto. Mas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M dos tempos: EE S rentes sociedades. de outra. Lembre-os SI PE EE IN S E E P S N M chamar atenção dos P E acumulado pelas dife3. assegure que todos dispoEM PE EE M EE EE SI N EM E P P P I PE Morientar IN M Equalquer E nham de uma cópia ou um cartaz fixado em lugar O que deve a leitura de S N N E P M P I I E EE E S S S N N P P I E I M bem visível. precise para S N SI consultar outros materiais EM PE na abordagem.EEM EM SI palavra Esignifica P S S N E E P na leitura do texto. fica fácil depois ANTES IN P M EE nas difiE EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N culdades para procurar resolvê-las. M EE NP IN que apaM S I vra se é certo E P S E M S M E N M PE EE uma vez. muitos M EE S SI neros deIN E E P P M M M E tema. invista um tempo para que os alunos conhemule questões que ajudem os estudantes a enconS S E E P SI EM organizada EM PE PE como a informação Eestá IN M çam o modo grandes unidades temáticas. Muitas SI que vão identificando EE EM PE IN IN EM pala. ainda tratando de um escolar E S textos da Pesfera IN IN ou de divulgação M EE EE E S S N E P N P P I M mesmo assunto. dedicar-se a entendê-lo. Mas. Numa primeira S S N N EE NP SIdevemos procurar SI EM a confrontação aproximação. ou então. Ainda possível encontrar nos texM EE SI NP geral.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 52 . provavelmente. Caso SI CONSULTA EE consultá-las SI N E IN que possam quando AO DICIONÁRIO P I M E S S E N M M M SI NP o registro seja coletivo. IN E S E E S E N E PE EE EM SI a leitura P NP NP proposições de uma M maneira abordado. IN S EMuma boa compreensão EE P M S N E PE P I E M maior do assunto. IN IN M EE SI S N S E P M PE I com idéias principais muito diferentes. EE recerá mais P de ocorrên2 . duM trar suas E S E N N E P P M M M E SIentendido SI N PE este M IN EE a leitura. para gêN Isso faz com PE que o leitor. em uma primeira EE EE SI E EM P P dagem do texto. Durante integral doIN texto. se DAS ANTECIPAÇÕES OU M S I S aborN o leitor. IN incentive-os a persistirem. Smesmo planejando atividades com rante que não tenham EE EE nos dicionários. organizando P I E N S SI P N P S I E M M expectativas podemSIou não confirmarem-se. A LEITURA M M SI SI SI NP EM I EE EE M E S P 3. Reconhecer o tema PE e a idéia principal é SI N NP EM garantirM PE E N SI SI N E I M P I M E S rão aPmediação de um leitorEE mais experiente com EM condição para do texto. muito sua IN IN M EE poderãoEreconhecer SI E S S N P E M M E SI N leitores pouco idéia principal. texto é compreender o que ele diz.CONFIRMAÇÃO OU RETIFICAÇÃO N S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M vel saberStudo. ou até mesM E PE S E P M M N E M I de NP E aspectos. Recomenencontrar o que procura. SI IN M difíceis. EE S E HABILIDADE P DESENVOLVER E S estudantes nesta COMO ESTA N E P P E I N M P S E PE IN IN SI SUA TURMA NP M E N I S COM M S N I E P S E M S SI PE IN DE M EE PE 3 ESCLARECIMENTO S E P M IN N M M I M N PE M EE 1.

I E E S S N S P P série de palavras que pode aceitar uma M que os estudantes se refiram ao SI ajudam o leitor a esINtexto há IN M M porém. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE E S S N P E I M S EM M IN TURMA PEE 5 IDAS PISTAS M NPIDENTIFICAÇÃO MCOM SUA E S E PE M E E M S M E P E E PE LINGUÍSTICAS RESPONSÁVEIS IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N 1. ainda que. familiarizando-se com M EE S N E N N P I I I M M E S S N E encontrada.arizarem M diversasEM EE IN M SI S E P S E M 3. M EE S S E P P com linguagem própria. EE N E E EM P P I P P M E E E S N E temática. SI 1. M M I E M E notas). antes. IN Alguns exemplos: M EM E E S S M NP E E P M espaço a. seqüências SI EM M IN textuais). E EE marcadores que indicam relações EM PE IN M EE P N IN permite S N I M P P I temporais: defronte de. por isto. aos poucos criará tabelecer conexões à medida que lê. INTERNET E S SI OUTRAS N EM EM SI N FONTES P I I M E E S S N P P EE parágrafos. expandindo a informação.EEca. PE sites de universidades SI E EM PE EE IN SI N E E das – é o mais indicado.IBUSCA DE M SI EM SI IN de palavras PE INFORMAÇÕES NP EM P E E M S M E N S P P responsáveis ou expressões por sinalizar ao leitor COMPLEMENTARES DE SIN PEEM TEXTOS EE EE SI N N I P P I N M M S M S N N E SI a progressão do conteúdo temático. N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE mentos textuais de qualquer extensão (períodos. M EE S E P E mente. aSfim complementares (boxes.EM EEantecipando M condicionalidade.EEM quem – SI que o leitor NP possa não P IN P P SI escreve I E M E N S E P N E N I P I o cuidado de fornecê-la em repreE te -N:P uma vez P que. marcadores que indicam o domínio. geograficamente. como articular os segCONSULTA A ENCICLOPÉDIAS. oSque vai auxiliá-los emM suas leituras EE de fontes NP mais confiáveis – SI M E E P I M E E P S e revistasM N como especializaE M P Nposteriores. E EE IN M M SI E EM te. glossários. EEfinalidade. é a compreensão do texto P Durante PEa leitura. S SI texto há uma série PALAVRAS-CHAVE PARA A E N S P I M M S PE IN M EE EM EE em torno M dele. matematicamente. isto N P I S M N S N SI EE EM que oPEE é. à medida SI EM E P M M E P E N N EE avança. E P M M M E N PE NP EE – causalidade. dominá-la –Stem S N para que. S que estáMsendo lido. Pvale investir umPE tempo para VEICULADOS EE a pena IN SI CONCEITOS NP EM P PE I S M N E I N S N E M P o modo S alunos como as informações SI SI conheçam PE EE IN M P S EM N E estão organizadas em enciclopédias M e sites de busGeralmente. no de leitura.INP SI Mdeterminada informação NP E I M E M S E S E E b. SI com eles. quando. relacionados S P M M E E E ao tema abordado.Além texto disso. o quadros. IN I M M I S S E E S IN de que. contras. N PE didático. A busca daEM disciplina. se. Essas operaM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M formal M ções concorrem situações para que para que o leitor a P N da linguagem P vá construindo SI SI apropriem NP PE os elementos EE IN SI EE coesãoSreferencial IN P SI daM área. chame N P M M M E N SI PE além do EEM M fato de que IN EE EE 4 . oNlivro um do texto M SI apresenta EE E E I P M E M E S E E P modo de organização hiper-textual. embora. entre do texto. DETERMINAÇÃO DOS S N M E E P P I M M E E P S N E EEque os SIN 2. os E M E E N E E I P S– NP EM freqüente NP PE Nestudantes PE entre os M mais a mediação por Mse apropriar M das concepções I E SI leitoresSIacabam N E E S N P M I EE E E a linguagem SI técnica IN também envolve S P P P a avaliação crítica da informação da área. marcadores de relações lógico-semânticas a construção do sentido do texto. EE E M P SI com NP operam com conceitos SI P NP E I P I M própriasIN tais suportes N E S M N I S e sustentam que ajudem os estudantes a se familiganizam informações e idéias EM E I P E S E E S S E N P P M P M às áreas do conhecimento. É importante SUBORDINADOS AO EE SI EE SI TEXTO EMAPOIO M P PE P M E N E prestar atenção M a certas palavras cuja função é inPRINCIPAL OUEM POR MEIO DE N EE SI NP EM SI E PE P M E E E SI EM dicar ao leitor. identificar os conceiTEMÁTICA OU SI EE SI SI EE PELA CONTINUIDADE SI processo M NP P I P S tos fundamentais apresentados geralmenPELA N PROGRESSÃO TEMÁTICA M no texto. NP M EM EM M P I IN M E E E E S S M E N E P que organizar o modo PE SI EM d. N IN Com o apro. conectando um termo ao outro. à ao leitor regular sua própria atividade. aqui. há uma série 5 .M M EE E P M N PE EE EM SI EM COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE tes para que – frente a Emuitos sentidos que alguN EM E M I E M P S E P P no dicionário EE M M possuem N E COM SUA TURMA mas palavras – procurem M N I N E P E I P E M S S N SI PE PE melhor contribui IN o entendimento M PE aquele IN EE que para SI S N E P I N M S atualmente.SIporque. Sque M EE S E IN S N primeira E N P E I I S E S S N Se uma S M é relevante para vez. Eatravés S E científica N NP divulgação de atividades que or. numa primeira aproximação. N N P P N M apresentam unidade SI EM ETextos SI o professor NP por isto SI PE IN IN 2. mas. muitas vezes. textos escolarSIou de M da esfera M E E N E I E P M E M como o GOOGLE. SI E SI E N E S E P P P M E E SI N N N do qual PE é traEE SI determinado SI NP conteúdo NP âmbitoPdentro SI N M I I I M S S Sfilosofica.EEM tado:IN historicamente. isto é. EM PE PE sentações M M E EM N N E E P NP c. desde que. claramente. marcadores EE NP PEajudam a P IN NP E N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 53 . no caso de consulta à Internet – cada vez fundamento e a continuidade de seus estudos.IDENTIFICAÇÃO SI NP Eo a atenção dos alunos para DE S N P P I P M I E S N P de outros Sque gravitam IN M IN EE principal. já que.

IN SDO SI 1. tal como). treEvários itens. Assim. acabam tirando pouco tas E do nos PE M M tal sentido. a partir de E um com I deterN estudantes E IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 54 . gias S SI chame a Natenção E E P P I M M M E texto localmente. S P E a identificar as seqüêncure ajudar os guém. a passagem da leitura em voz alta para alguns ser PE EM S EE a SI P N I E M M P N lingüísticas S P IN silenciosa costuma oferecer Mmeio de pistas dificuldades aos identificados por M no próEE IN leito. elabora com os estudantes S N E N I M P esquemas. PE EE IN sob determinadas EM E P S M SI N E P M P 2. sublinhado. os leito. NPpara construir SIgüísticos P M N EE I E M P I E EE S E E S to da leitura silenciosa individual. P SI IN EEpadrões podem 1. Procuram para os diferentes marcadores E S E entender P IN P IN M o que diz cada EE EE E S S N E P N P P I frase. S e solução se o material sar SI de. EE os textosEM EE A EM SI EE pois como P N P P I E M P N S P dizem tudo. pro-EM ções deIN produção: quem escreve. estabelecendo conexões através S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M de inferênciasIque graus O modo como os elementos do texto estão S S N podem envolver diferentes N EE NP S SI EM M P M M de complexidade.SIN M artigo científico. depois. gráPOSIÇÃO DO AUTOR I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM para ajudá-los ficos tabelas a compreender a relaP IN M E E N S E N M P SI SI ção entre Textos condiEMsão escritos NP as proposições do texto. marcadoSI NP EM P S I N M E I M a compreensão S N do res de numeração en. a atenção que ajudem I E S M E E S E S E IN PE EM PE ou a continuidade NP à decifração NP EM muito voltada do escrito. outras vezes. P I M Ao começar a ler autonomamente. Reiterando este os estudantes acaàs vezes.SIN COMO ESTA HABILIDADE M M SI SI NP EM I EE EE M E S P COM SUA TURMA E P P M M E N N M N EE SI EE EM SI 8M . M M E M N E N E P M M EE SI SI EMse familiarizando PEa organização PE barão com IN P M EE compoE EE S N N E N P P P I I I E S DESENVOLVER N S N sicional dos textos desta Sdisciplina. Em geral.Ppor comparação PE ou contraste (apeSI os estudantes têm Ialguma NP NP EM M E N S SI N E I M P M(para que.CONSTRUÇÃO DO SI M EM SENTIDO NP EE P P E I E E P P S N IN TEXTO EE PE problemas de compreensão. em ciências. já vimos. descreN textuais S primei. e exemplo (por exemI M E E E S N EE SI NP NP EM NP (por. em N SI PE atividades IN M EE que permitem M de leitura EE compartilhada. PE IN IN N Compreender não globalmente o texto HIERARQUIZAÇÃO DAS M EE I SI N S S P N I E P S I S S EM IN implica tanto decifrar o material gráfico como fazer PROPOSIÇÕES. Para construir o N E P P E I N M P S E PE IN INPISTAS SI UTILIZAÇÃO NP do texto M E N I S sentido global é preciso que as informa7 DAS M S N I E P S E M S SI PE IN os conhecimenM ções trazidas por ele interajam com EE PE LINGUÍSTICAS PARA S E P M IN N M M M N PE SI EE COMPREENDER tos prévios do leitor.SIcias E N E P I P E NP S S N I P I N M M ve-se a metodologia empregada e expõe-se S a soluro. sem a mediação das conteúdo do texto. PE I N E E I N S SI P N I P S I acabemIN EM M M S S E os leitores iniciantes empregando estratétemática. definição S N E E E P res dependam mais da mediação do professor para pois. ao detectar NP IN o M PGLOBAL I S N M S I S N E EE I S professor pode favorecer a construção da coesão M E P S E E perguntas Mos aluIN NP NPformulando EM EM do texto. causa e efeito EM plo. EE ao ler Eum IN S E P S N M determinado lugar.complexo.IDENTIFICAÇÃO NP I M M E S COMO ESTA S SI DESENVOLVER E E P SI EM EM PE PE IN M E COM SUA TURMA LINGUÍSTICAS RESPONSÁVEIS M E S E N N E P P M M M E SI SI INTRODUZIR N N PE EE POR NO M EE EE SI TEXTOINA SI P NP P P M EE N 1. mas dificuldadePE para compreender textuais. N E I P M EE E S S E P P N M M a eles apenas compreender o 2. PE para ler. mesmo quando que.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eem que se E M EE S com os segmentosINdo texto se estruturam: relata o problema. em seguida. SINTETIZANDO PE IN M E S S E N P I CONTEÚDO M M M E S N prévio para o que O DO TEXTO EM EE preencher M uso doPconhecimento EE EE SI NP EM E P P I PE M M E E não está escrito. para garantir S que indiciam SI EE EM texto M NP EM a subordinação P M I E P E E S N pela classe. P P M EE M IN EM SI N P E N E P S I E I E E N S S P N SI NP DAS PISTAS SI EM HABILIDADE IN 9 . além deNressaltar o S têm muita N EM SI EM I IN M EpergunSI S N S E P M PE I o texto globalmente. por um lado. configuram certos padrões de organiE SI encadeados E SI E E P E IN M E E S P M N E P P que permitem que o Sleitor I zação construa M N M EE um esPE IN IN EM SI EE DESENVOLVER P EM S S N EE E P COMO ESTA HABILIDADE quema mental para categorizar e processar o que E I N M P P I P S E S IN N N M SCOM SUAM TURMA está lendo. S N SI EE EE SI cuidado.PEE SI N S E I E S P M M E S nesta fase. caracterizado NP relação M P I I I I M E E E S S S S N EE esta razão). faz com que nos a identificarSo elo perdido. Há outros S M indicadores EE IN uma segunda EM IN IN que hierarqui. por). mostrar em quais elementos linM E E S N E E SI proveiM apoiamos NP EM adulto. ÉEM esperado que prio temporal ou cronológica (deEE S SI texto: seqüência NP N P I I M M E M S antes). Apoiar-se na estrutura é essencial quanEM PE SI E SI M E E N E E P I M P E E do o conhecimento do do tema S N leitor a respeito P M N não EM EE M SI NP é muito amplo. 2.construir o sentido do texto. por outro lado. durante. NP E M S E P I S S N E E S em voz altaIN para promover a discussão de trecho E zam as informações: P negrito.IN N PE res iniciantes. EM EM P P ção. EE a ser lido for muito EEM IN a fluência EM problema EE P M S N E P P I convém realizar leitura fim de que). É importante também.EE por trecho. SI escrevePpara EE al.

S SI a IN Ler é. gar a esta conclusão. escreve para alguém. IN S M SI de palavras. EM N E I P I S E E S S E N P P M P proposições. talvez – N E M P Tentar ler SI textos mais te. M SI EM IN PE Msérie de recursos EE E S E EM P A língua oferece uma para Como quem escreve. A leitura de um texto E S S N P E I M EM M único.M confrontar Stextos. IN S EE SI NP P I P M S o uso que faz e estereótipos sociais e culturais. aprender 1. IN IN I E E S S N S P P nhas. ou SI P PE P M E M N E convencer oEE consumidor a se interessar por deterexploram o mesmo assunto. mesmo que para interromper a leitura logo depois. BUSCANDO P I SI IN NP PE EE IN Soutros NP EE I P S SI guagens podem apresentar tipos de estratéINFORMAÇÕES ADICIONAIS SE N P I S M M N S N SI seu pensaEE EE atravésEM EM gias das quais o autor expressa NECESSÁRIO SI P E P M M E P E N N P EE para Mnas charges SI EM SI mento. produz a Scrença tes M aprendam como analisar do M do autor: EE o discurso NP E S I E PE P M E E S M E subjetividade. EE algo simples EM são SI S Esobre N E P P E I M E E P escritos os textos. cotejar M car o ponto EM de vista de quem escreve M e loca. E S E E o texto procurar E P M M E N PE NP as pistas EE versões. M EE uma leitura S S E P P obscuro em 11 IDENTIFICAR REFERÊNCIAS M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Gêneros deStextos que mesclam diferentes lin. nãoINdescarte também os textos que você E M M E M M S EE e políticas. seus sua sua concepção de ingênua de que tudo que é Epreciso saber IN M sobre oPEE P E N S E N I P P N E mais. P E M S E E S N E E N P P LINGUÍSTICAS escolhas SI SI EM PE IN NP leitor se INmantenha atento a determinadas E I M S S N P S E que acabam revelando as posições do autor. os leitores iniciancom a leitura de S SI SI N IN P I N M M I S S N E S reunindoPuma instrumentos para EE série de SI EM PE tes acabam M M E EM N N E E P NP poder E ler criticamente. EM traduções ou adaptações de um mesmo texto “oriN E N P P P I E E S N N SI N P P I M diferentes EE ginal”. SI difíceis. COMO DESENVOLVER ESTA M HABILIDADE M I E M E SI SI E N E S E P P P M E SI N N N que o professor promova refle-PE COM PE EE SUA TURMA SI SI 2. o jogo duplo EMPor isto S assunto está E lá. É importante M M EEEis al. opcionalmenSI P N E I P I M N E S indicam oEM N I te. aquilo M que não é literal.mais a saber SI S E Esta atividade sobre o assunto.IN S M E P M EE E E guns exemplos: que os estudantes possam ter acesso a diferentes S N M E E P P I M M M E E P S N E EE graus SIN M envolvam e expressões tipos de EEmateriais Eque PE diferentes IN como – evidentemenSI a) palavras NP P P PE I S M N E N S obviamente.M M A OUTROS TEXTOS. Nusando expressões EM PE SI EM EM PE Esensato. N o I VIRTUAL A PARTIR N E DAS PISTAS PE E Para ler. Com isto. em E IN fontes originais. I M EE S N E N N P I I I M M E S S amenizar M N E o que afirma 1.SIN SIaderir a determinada N N I P P I N M M S ao mesmo M S pertencem N E SI tasEM alegorias. inexplicavelmente. Mesmo que não o façam. já aprenderam que I P S Ehá N P P I S M N E N S N I N E M P I I contribui para que os estudan. nas propagandas são usadas para ou porque EEporque SIN EE gênero. ofereça sempre SI preconceitos. EE IN EE Mtambém precisa EEé algo que P SInterN é indispensável.IDENTIFICAÇÃO SI E minados propósitos e finalidades. leiam textos diferentes o mesmo assunto. eles constroEE NP EM EM representações EM P P I P P M E E E S N está por E N N P a um texto P N análise ajuda a revelar oSIque liem pontes EM EM de acesso SI trás das SI NP PE mais difícil. N ou porque SI ainda são NP EM EM SI EM PE P M E E E SIminado produto. EE EE lingüísticas M Não há como lizarem chedesenvolver o leitor SI que permitiram EM crítico EEM NP P IN P P SI I E M E N S E P N E N I P P Eum único texto. é comum autores EMfazerem M EE PE IN NP Ea E P NP S E N I M P P I referências a trechos de outros autores. M imperativo que envolve as SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M c) há ainda outras que expressam o modo como COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE E M E E N E E P SI NP EM COM SUA PEcurioNP PE TURMA M o que infelizmente. masSIassinadasEEpor S SI N e EM tradutores N P I I M E S S N P P EE COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE adaptadores. P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 55 . As IN PE freqüentes EM P IN ironias são E E M S M E N S P P persuadir o leitor a idéia. EE EE constrói sociais Essa S considera simples demais. P EM E PEmundo. geralmente IN livro didático. como de complexidade. SI PE EE revelam N IN M P S EM E o autor se compromete que escreve. virtual que o Sescritor tem SI PE IN em mente. Em textos científica ou SI EM M IN de divulgação IN M EM E E S S M NP E E P E TURMA EM COM SUA da esfera jornalística.SIcriticamente.diferentes P cedo para. que fica parcialmente SI IN IN M M ligeira. sempre que os alunos N Pponto IN inferir o M deixe M EM de como EE que possível. Não existem tex10 DO LEITOR – M N E E I E M E P E S E P P M M N E é preciso Ique Mtos neutros.M M EE E P M N PE M EE M EM . incentive os alunos para M que tentem identifioutras obras. Os textos estabelecem conexões com outros PE EE EE Mui. IN SI rece mais M N E E do. como IN 2. há M N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E o autor introduzir seus IargumentosSno texto e para sempre que materializam o leitor N P indícios E P P M nos textos I S N N E S N P I M SI o leitor evidenciar sua lógica argumentativa. é importante NP N SI N P M I I M I M S S xões que ajudem os estudantes a ver que nãoS é IN EE M EE S E P P M M E de vista 1. é certo que. N sua ironia. é S necessário – caráter mais ou menos romper a leitura é um direito do leitor. Mescreve –EM IN I E SI o autor Savalia N E S N P M I EE E E SI N S P P P samente. permita que EEos estudantes EM d) o autorSpode ainda NP tenham acesso a SI M E E P I M E E P S do assunto N a respeito como – ainda é materiais estudaE pa. títulos de SI M S IN S E N PE EE IN I S E P S S N P certo sentido. I M com aquilo M E E N S E I M E P M E M S E NP b) P outras comoP– ser vivenciado. À vezes.

SIN P M N E P P I verificar de S M ou menor A identificação maior EE se há Sproblemas IN EM compreenIN IN com as expe. apresente dois de síntese semântica M escolar. PE IN o IN alunos quanto ao S SI NP M E N I S de compreensão. E S E S P N P I E M M P DEPOIS M DA LEITURA TEXTOIN N DE UM S P EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E SESTA HABILIDADE IN N A leitura PE COMO DESENVOLVER M EE provoca o desejo de comS SI NP de um texto E N P I I M M E M S S N E E E P COM SUA TURMA I M E E partilhar com outrosPE leitores algumas das impresS N EE SI NP NP EM NP Por EM sões que N M P I I I I essa experiência tenha provocado. SI preendê-lo? PE NP E P P I PE M a observar EE pou. a S M E E S N E E M SI de resuNP AVALIAÇÃO síntese do texto. M M E M N E N P M M EE também EE SI para os textos SI 2. compartilham N N E P P M I M M E SI N N Conversar e descobrir PE EE e valores. P P M I E N M vão moldando os contornos do que cada leitor pode M S P E E SI IN e que oNPE EE que problematizam IN E E N S S guntas o que o leitor diz P I P P interpretação. do registro a melhor compreensão. SI apreciar os recursos peloEM cho apresentado IN M SI PE EE IN S E E P S N M P Etemas polêmicos.co experientes PE têm dificuldade para relacionar as SI PEliza quais estratégias Epara SI NP EM solucioná-los? N I I M N S E P M entre siSe acabam apresentando o texto como SI EM SI EM E PE Eidéias IN o texto globalmente? M 4. E S M E E S E E IN PE EM PE a identificação NP NP textos ficcionaisS que permitam deEEM · S avaliação crítica PE do texto. a velocidade com que EM a es. convide P 1. compreende E E S P M N E P P de itens. modelam suaEE I I M M S ajudam a pensar sobre o que S S E que E interpretações transitam entre grupos de leitores P SI EMconstrução EM PE PEque contribuem para Ea IN M texto pistas de M em determinados E S E lugares e épocas. M E E E S S S S E N integral do texto. I apóia-se Enos M M elementos M Epara com. As M Sdizer sobre SI N foi lido. S S de problemas S N Nuti. explore o esquema pergunta / resposta. Discutir textosE com leitores mais M N uma lista SI lê é adequada? EE P IN IN 5. a leitura de contos e novelas DA SÍNTESE N SI IN M EE 1 .SIN QUADRO E N N de divulgação científica E P I I P E NP S S N I P I N M M DEPOISS DA SEREM EXPLORADAS mite Ereconhecer os diferentes referenciais teóricos S N SI EE E SI EM EM P P LEITURA INTEGRAL DO TEXTO utilizados pelos autores. EM E P S M N E P E M expressivos mobilizados P N como resposta. promova NP posições. M EE EE sentidos Sdo mesmo. S SI EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I Durante a leitura.SIcrie com a análise de ra. bem como SI as res. indicações para de SI SI M EM sustentação NP EE P P E I E M E P P S partir de textos N N EE PE debates a que messua P leitura e acolhendo outras IN SI SI 3. verifica se suas hipóteses se ou P N S P só do que PE IN IN N está escrito. isso Pvale EM PE da esfera IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S N do texto. construímos mentalmente. rá não dos obM EE mas também I SI não? N S S P N I E P S I S S já EM IN jetivos que orientaram sua leitura e do que ele PE IN M E S S E N 2.sabia sobre S NP do texto EM M EE M EE o assunto. em que EEM EMcada leitor S EEpalavra. IN conseguiu conectar aPadesão maior ou menor SI Nas EMà mol. uma espécie PE M EM M EE semântica NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S mo que nos permite monitorar o próprio processo N E P P E I N M P Critérios para avaliar os E de leitura.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 56 . ofereça sempre uma paráfrase do treEM N PE EE IN to dosSIconteúdos das diversasS áreas curriculares. ao explorar este esquema procure observar I I M E S possibilidades uma melhor compreensão S S N EE M permite EE P SI EM usam para NP as estratégias que os alunos respondêP M da obra.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S comparar dois textos 3 – HABILIDADES A S per. SI crenças novas SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P 3. Finalizado o trabalho M S N I E P S E M A LEIS SI desenvolvimento PE IN leu. porque aS linguagem M EE NP INoral consM S I tabelecer E P S E M S M N CABE O QUE PEAO PROFESSORPE M EE facilitam E EE trói pontes que da linguaSI N P P M I N M E a compreensão I E REALIZAR COM SUA TURMA S S N N E P M I E I EM E gem escrita.EM E Outro aspecto é que leitores S N N N E P M P I I I E E 3. finalizada a leitura PE que a leitura de um SI NP EM PE IN essa razão é que se pode I dizer M E N S SI N E M P M alguns fazerem um SI convoca texto a dizer sua PEalunos para EE resumo oral. N S livros N a escola tenha.é possível NP E M E P I S S N E E P informações S E riências relatadas. da leituM E P S E E de trabalho M IN NP NP situações EM escrito para EM P I M 4. em caso de compreensão. antes de desanimar ou desqualificar N debater autor. É claro que M leitor é capaz de parafrasear o Sque EE PE de habilidades DURANTE E P M IN N M M TURA. se o leitor P S I N E I M S N P expõe EE que leu e de que forma S M M que o autor duraMideológica subjacente SI EE as apresenta. buscando no IN N o texto. fornecendo sunto. M leitor relata o texto N PE SI EE a maneira comoEE cada EEdepende-EM EE EM SI confirmam P N P P I E M 1. Paprofunda o reflexão a respeiE EE N SIestudo e a E M P IN SI Peça ou las. Caso M SI SI · construção SI NP EM I EE didáticos diferentes EE M E S P que desenvolvem o mesmo as· troca de impressões a respeito dos textos E P P M M E N N M N EE SI EE EM lidos.EEM EM SI experientes EE pode ajudar P S S N E E P os leitores iniciantes I N M P P SI IN conexões.Msão. NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E 5. I N E I M N SI P N S M SI N SI EE contextos históricos e geográficos reais. 4.CONSTRUÇÃO M EE de ficção cienS SI tífica cria NP E E P P I M M M E para DO S boas situações E TEXTO P IN SEMÂNTICA PE IN analisar conceitos M EE EE E S S N E P N P P I M científicos. Eao P IN EE Per. IN M I S N M S I S N E EE I · utilização.EM P E E S N 2. em função da finalidade S clam características de diferentes gêneros.

DO respeito do texto. NP I P M S esquemas comum.M M EE E P M N PE entre passado e presente. que S P I I M E S S N P P EE estudantes precisam possam conversar SI EM ou asM com eles sobre as obras IN aprender. SI momentos NCada leitor IN P I N M M I S S N E E S ser estimulado e na Sala de e livros codeve a posicionar-se frente ao que SI EM PE Leitura. permitem SIN mos SI EM NP e respeitamos. estimule alguns estudantes EM a NP SI P I M M E S P M EE EM EE estes Etrechos. M SI M N S E N P E I P I 4. EM estudantes PE o que Eos IN de um EM EE aprenderam. PE PE EE A defender EE SI NP EM N P N I P M ou refutar argumentos. a reprodução oral do texto. PE EE IN M P S EM N E ceitos. ensine-os a elaborar resumos escritos dos perguntas para tentar o que P EE E ele quis S S compreender N N I P P I N M M S N E SI EM ferramenta textos. notícias de jornal. M focando EE M de que é preciso temEM as relações SI E en. pois Ao ler. lembre-se N E E I E M E P E S E P P M M N E perguntas. EM por EEM NP P IN P P SI pontos I E M E N S E P N E N I P Pcrenças. Mpo para desintoxicá-los NNão tre Iespaços e concepções N das falsas E científicas.TROCA EE critérios: SIN IN M M S E P S E E M hierarquizar. usando diversos DE IMPRESSÕES SI IN M 2 . Muito do que N representações visuais: Mesfera literária EE lemos da M é ori.soal para ir ao P I IN temas relacionados M E E E E S S M E N E P e confrontação de PE idéias EEM SI EE NP colares.SIN N M E P P I M M M E E P S E IN EE o que SIN maSmuito eficiente Em relação aos esfera escolar. N EE EE não tenha SI esfera esNP EM EM SI EM P P M E E E SI EM colar ou de divulgação científica que veiculam os 2. Muito M P EE PE IN da compreEE TEXTO EM EE P NP se lê se P IN S N I M P I do que constrói através de conver4 AVALIAÇÃO CRÍTICA DO Sensão M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P sas a respeito do texto. pois é M N P I S S IN E EM 1. EE PE IN NP de aprender. ETextos PE de aula M M EM N N E E P NP I muns.IN UTILIZAÇÃO. EMtextos da P P PE I S M N E N S N jogo é a E M P dimensãoSIdo ler para 6. estabelecer relaFORNECENDO INDICAÇÕES PARA M M I I E S N E S M IN e efeito. Pestudante. as informações do E P M M E N PE NP EE texto a M EE constituído EE vista sobre rentes de partir de um filtro ideológico SI os temas. a escrita tem um papel decisivo M M E E N S E I M E P M E M S E N NP to. EM FUNÇÃO DA SI EM leitores aPE M E M E S E E P FINALIDADE DE LEITURA. AS escrita de resumos éEuma dizer que identifique pistas EE im.por isto.M postas dos alunos. que se definem pela cultura SI munidades EE SI EE 1. PE tabelecem com até organizando coIN EE M P E E N S E N P I P P N M E organize S M N SI N N daSIesfera escolar. deslocar-se do ponto de vista pes. mas é preciso não esquecer Eque I M a compreenM I E M E E S S N E S E P P P M E E SI N N N ricos escuta outros. N P M M M E M SI IN PE INdifícil compreEE ESCRITO EE 5. I S M N S M N E M Eexercite M há dife.M SIcada leitorSIprocessa E E E 3. EMuse gráficos SI NP PE pois estes IN e tabelas I E E S SI N S P P a elaboração de inferências M SI e aprender a analisáIN IN M M EE DESENVOLVER S S M E P P los é muito importante para o trabalho em áreas COMO ESTA HABILIDADE M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M Geografia e Matemática. definições e fundamentos presentes no na organiI tex. aparentemente S E E P M M E P E N N E P M E N tificar procure dirigir-lhe SI SI equivocada. contribuindo para informações e na memorização dos EE EE EEzação dasEM P SIconNP uma leitura mais significativa. COM SUA TURMA M como Ciências. E M P M N PE SI EM PElidos EE IN os textos SI N EE E Compartilhar impressões sobre I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I HABILIDADE I textos da esfera jornalística e SI S E COMO DESENVOLVER ESTA é muito comum em E S S N P E I M S EM M IN COM literária.EEM E I M E S E P E dem conter aos encontro do outro. Os registros escritos permitem ao leiEM N E I P I E S E E S S E N P P A M P M tor sintetizar elementos. SI P NP I P I M N E S M N I S teúdos lidos. mas EM PE IN NP se aprendem IN E I M S S N P S E também quandoEM se conversa com outros 3 .SINcom os alunos M SI E EM entado E P M M E E E gráficos.M NP palavra do NP são pressupõe SI N P M I I I S S S N 5. conheceEE N de outrosP leitores que E E por dicas EM P I P P M E E E S N E N N P 2. N P SI SI NP NP PE EE Iestimule SI N EE I P S SI 3. revistas e telejornais poexige. S SI gostos. E 4. explicarem pois explicar é uma for. a escuta democrática.SIN SI para reforEM e fazer com P PE P M E M N portante para compreender gêneros da mular algo que compreendido. casoSidentifique EE NP EM PARA REGISTRO passagens de S N P P I P M I E S N N S N EE MELHOR SI COMPREENSÃO SI ensão para a turma. ao receber M IN M S E E uma excelente oportunidade para o professor iden-PE uma resposta. junto com os estudantes. previamente lidos. identificar. portanto. para Pgêneros SI de leitores. E M N complexas. IN M EM E E S S M NP E E P E M suntos que estiverem discutindo. NP M conteúdos EM EM M es.SLer e escrever a respeito EE do EE ESUA SI NPções de causa S P P P SUSTENTAÇÃO DE LEITURA E I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M ACOLHENDO E material lido assegura OUTRAS POSIÇÕES EE uma leitura NP mais reflexiva que SI M EM EE P I M E E P S N favorece a aprendizagem. PE E I P I E M S E E S N S E E N P P novas estratégias SI SIapenas ao ler. explicar informações mais RESPEITO DOS TEXTOS LIDOS. Promova debates PE IN NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 57 . os conestáSIem SI aprender. promova o encontro dos estudantes com N E P P P I IN E E S N N S N P P I M EE conceitos das currículo que pessoas da comunidade ou outros SI N os EMáreas doEE SI diferentes N convidados. Leitores se constroem M que esEE na relação NP SUA TURMA M E S I E PE P M E E M S M E P E E outros leitores. mapas conceituais. fornecem combustível para leu. PE EE SI atenta da SI debates. valores. planeje de troca de idéias em sala suas opiniões.

CD musicais M P N S P EM N IN Morais e escritas. vai ao cinema N S SI N E I M P M M S DAS SI DESENVOLVIMENTO PE vai ao teatro? EE IN c. impossível S SI P N S ter consSI do professor N SIalgum com EE como EEM NP EM 2. Uso da Internet. Com que freqüência EE NP PE M I EE P E E S EM N 2. de S é preciso N SI para poder construir situações EM PE econômica. PE é quase I N E E I M quem N São Paulo.N N Aproximadamente. SI P N entrevistados: P M SI I. para que Eatividades? IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 58 . publicamente. ComIN que EM PE PE P M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E a. identifica e recupera as informações literais? P P M I E N M E M I E a. pratica esportes? S N P E N E P S E N 3.PE PE IN compra? IN EM SI Lê revistas? EE Como Sas EM S N EE E P das estruturas dos gêneros. M democráticas EE SI S N S E P M PE I trocas na sala de aula. pois permitiSIde idéias. apodera-se E M N M SI textos. livros EE M NP a individualidade e Sa P SI IN EE do estudante criatividade em PEE EM S EE SI P N I E b. assiste MDEPOISINDA LEITURA N NP SI de música? EE PEa espetáculos SI S N EE EM P SI N M E P I exposições e museus? SI N E e. sugerimos alguns N M M E M N P SI e opinar eEE EE de refletir zes o que o regente tem a inEE EM que podem SI EE P N EM P P aspectos ser investigados: I E M P E Ntenção deMpropiciar como S N P N E I P I estudo. com que frequência? P S M SI N E P E M P N SI IN acessa? EM b. realiza viagens de férias? E S S S S N P E EE PARA AVALIAR O P SI ? NP EM PCRITÉRIOS IN M E b. E IN S N S sexo. escuta rádio? M E EM sintetiza Io SI SI EM N PE IN E4. compreende SI SI conteúdos não Pb. de P I P M EE N 5. identifica o idéia S tema e a E M M principal? SI V. complexas E P P M M E N N M N EE SI EE EM e tensas. Desvelar o modo de construção desses S N N N E P M P I I I motivos bibliotecas? E Costuma freqüentar E S S S os leu? N N PE M produzem é uma alternativa SI PEtextos e o efeito queEE SI NP N I I Consulta dicionários? Costuma ler jornais? Quais M N S S E P a respeito. N M EM I S N E Eé I S sa e favorecer a consciência de seu discurso. P M processaSsua compreensão M SI SI A QUE SI NPERTENCE EM I EE portanto a partir de À ESCOLA EE M E S P relações dinâmicas. que vê vídeos ou DVD? SI N SI N E I N I I M M E S envolvem e integração de segmentos S S a inferência E E P c. S onde M SI PE EE IN E E P S N P E EM N SI c. escuta CD. P Hábitos culturais: costuma SI N E P P I PE M EE Por que EM E do autor. mate. Numa ciPE SI PE NP NP EM dade como compreendê-lo melhor.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M A ESCOLA EE S ORGANIZAR PARA COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE N COMO S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M IMPLEMENTAR COM SUA TURMA S S N ESTE REFERENCIAL? SI EE EE SI EM EM P P M M E M E N E E P IN M M M AS CARACETRÍTICAS SI 1. condução dos debates M S N I E P S de fato precisam. penIN o que S Scompetências SI estudante NP leitora e IN PE I S a ampliação das escritora. é a partir ECONHECER PE PE de sua Sprópria palavra IN que oNleitor PE M EE DO PEE E S N N E P P I I I LETRAMENTO DA COMUNIDADE E S N N N da palavra douS outro. P M mais transparece Idos N M a. vai a bibliotecas? N P EE PE SI EM acessa EM P IN M E E N VI. avalia. é responsabilidade I I P M E S não tenha contato a escrita. É importante que SI M com SI EM consistente NP o professor EE possibilite P P E I E M Para desenvolver um trabalho E P P S E N E IN P ao expressar. de modo coerente? M Ecassete EE Smúsicas? S texto lido N P NP e. mas S P N EE ponto de vista a respeito ciência do P seu NP EM EM de um texto quantidade SI estão. PE SI E M SI M E riais há em sua casa? E N E E P I M P E E maior a apropriação S N gêneros. IN IN conhecê-las. E S ensino que Com SI EM PE IN base em pesquiM E PE o que os estudantes do M professor entre já são capaS E P IN sas que investigam o letramento. proIN M e qualidade desse contato E M E S SI e se esforçar N E P P M M para Pcompreender e IN EE SI EM PE correlacionadas IN as perspectivas fundamente. ao interagir com 5. E E S hostil às reflexões dos N E P P E I N M rá que a escola possa Poferecer aos I E estudantes PE IN o IN inclui a mediação S Sa NP M E N I S 3.Ppor M N EE I E M P I E EE S estudantes. visita P S I N M E I M S N E 1. A imposição M E E S N Envolver nesta investigação toda a comunidaE M SI PE M parte do N NP professor. DadosS gerais dos EE SI N E IN 4.M vídeos ou DVD M E S N N PE M de informação EE CR rooms SI SI NP E N d. a debater SI para começar EM SI EM EM PE Com que freqüência? Compra em bancas? Epartes? IN M E E S P M N E P P O leitor. danM E P S E importante conhecer as características do letramento E M IN NP NP a oportunidade EM EM do também P I M de seus interlocutores I E S M E E S E S da comunidade a qual à N E pertence E Mescola. quantos destes E S N M SI contextos sociais adequados Quanto EM para utilizá-los. suas E M EE produções I SI N S E I E P S P c. cria PE M M um ambiente EE de escolar é um bom ponto de partida. comEa M inserção sócioEE EE E S S N P N P P I M valores da turma. N PE PE M explícitos. P textos científicos tendem a empregar linguaI M E S S nível de escolaridade E N I M M NP mascaraPE gem Sobjetiva eE impessoal que a intenção EM EM M EE ler livros? M EE II. idade. criticamente. de seus estilos e dos E I N M P P I P S III. Você a Internet S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E a. EM EE EE P M S N E P P I E M HABILIDADES N S d. vê TV? SI EM EM PE PE IN M E M do texto? E S E N N E P P d. S N E N I M P o texto lido? I I M E S E S S f. e jogos P I I M M E M S S N E E P frequência AVALIAÇÃO EE SI IV.

PEE IN uso da P E E N S N I P P N M E uma forma S ini. contos fábulas) para que os estuEM N E I P I E S E E S S E N P P M Pindicadores M bore. como por exemplo na tabela que segue. equipe. trechos EE EE M E P SI de NP SI P NP E I P I M N E S M N I esta S finalidade. sugestões EE M serão apresentadasEM IN P te. Em seguida proM P M N EEque rios PEna avaliação SI Eaberta EM EE IN maioresNP SI a equipePescolar N E E conseguir reunir. as aprendizagens consolidadas. serão ponha que respondam a uma questão sobre I S EM P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E as chances de realizar um trabalho significativo. tente identificar: que não se crie nenhum N M EE INde garantir M SI E EM S E P EM M M E E E revelam não dominar o sistrangimento para asEcrianças. E S S N P E I S indiEM EM modo a M M IN atividade seja realizada orientando o planejamento permitir que É importante que Ede NP M E S I E PE P M E E M S M E E P E E de fato. a sondagem individualmente é SI crita como EE SI SI EE SI leitores eM NP P I P S tipo de conscialmente.Realizar M N SI N N escritores.M M EE E P M N PE EE M OS ESTUDANTES EM SI alguma M EM c) quais os estudantes que lêem com DIAGNOSTICAR OEE QUE N E I E M P E S E P E APRENDER fluência e que redigem com da esJÁ SABEM E O QUE M N IN NP PRECISAM EM algum domínio PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P crita? SI SI EM PE IN NP IN E I M S S N P os estudantes queSIlêem. S P P P de ensino. Sugerimos que. de fato. fazer P todos possam linguagem esvidualmente para não comprometer osEM resultados. alguns da IN SI leiam em voz alta para algum professor IN que possam dantes M previamente. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E para ler o que escrevem e têm da M P N pouco Edomínio EM SI SI NP PE IN SI NP EE I P S SI escrita? N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 59 . para EE demonstram ter construído até PROPOSTA DE ENCAMINHAMENTO N M E E P P I M M M E E P N N E E EE avaliar para oSprosseguiDA DA EE PRIMEIRA P SI IN SI quais são NP suas condições EM FASE P P PE I S M N E N S M P DIAGNÓSTICA IN SI mento da aprendizagem de sua escolaridade EE SI SAVALIAÇÃO Pnas EE IN M P S EM N E diferentesM áreas do conhecimento. sugerimos que a equipe escolar elalivros didáticos. considerando os conhecimentos Este procedimento permitirá à equipe M EE S N E N N P I I I M M E S S S N Mestudantes. e redigem M EE possa E E S EM P textos para que a escola reunir informações para N P M que excedem as expectativas M M I E M E N E E S N P I P M I de acessar e para os diferentes E anos do E E EE S são asIN ciclo? conhecer quais capacidades S N P P P M I E S N N S N EE SI SI processar informações escritas que os estudantes EM NP SI P I M M E S P poder SIN M EE EM então. IN o sistema IN de escrita para ler ou I E E S S N S P Pas sondagens são realizadas punho? EM que é importante seu SI IN IN M M revelam E S S M E P P b) quais estudantes pouca fluência registro. jovens e adultos N Ea) quais estudantes EM que PE P P I P M E E E S N E N N P P P medida SIN M dominam tema aindaEnão SI redigir textos EM SI de próprio NÀ PE de escrita. fluentemenS d) Quais Nesta seção.SI M EM EE Quanto maior for o número de informações P I M E E P S N dos resultados. E dos verificar se todos estão aplicando EE NP os mesmos crité. I M E E N S E I M E P M E avaliação S diagnóstica com EM Selecione textos (pequenas E realizar uma N NP Para notícias. Antes da leitura permita que os estudantes E M E E N E E P I P P M S N N a reorientação PE Mse de Eobjetivos eN práticas conheçam oPE texto – lendo-o silenciosamente – M IN EE SI para indicar EM SI S N P I M I EE E E S prévios IN desejarem. EE IN M M S S E P S E E M apontar. o conteúdo do texto.

EE SI Se N EE EM tencem os P SI textos selecionados os domínios de bém poderá ilustrar a moral N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P leitura que serão S avaliados. São Paulo. um artifício. EE a perto SI SI não estão EM Ptão PE alfabetizados. Epedir PE SI previno em EM P M M N E M I NP N E estrume M E dos colegas P I M de cigarra no de uma raposa. SI N E IN que envolvem localização e recusa. que desejava ver de grupos relação aos estudantes M E M N N E P M M EE bela voz. nível EE EE importante SI tanto em SI N P E NP P I P M N S M quanto Sem PE dividual. duziu tenha devorado.EE IN segmentos EE relacionar tanto lacionar vários do texto: como a cigarra E S EE SI P N P I E M M P N S estrume de P uma raposa. ao Sacreditares I S N M S E I S N E S que vi asas me relação às raposas desde momento ajuda do coordenador pedagógico. Para os que jáEEM PE vizinhos I N E I N SI P N P S é preciso E M M SI SI sensatos. PROVA SI SI EM EM PE PARTIR M E SI E EM estudantes N E P P I M E Analisando o desempenho dos é DA MATRIZ M E S E N N E P P M M M E SI SI que a equipe N N PE in. passo sua E escrita para SI é interpretar M EM “Tu te E NP P P E I M E P P S N E P desceria. quesS N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M tões que envolvam os seguintes domínios de S S leiN N EE NP SI SI EM M P M COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO E SI tura: EM E SI E P E IN M E E S P M N E P P localização e recuperação a) de informação M N M SI EE PE IN IN EM SI EE que a cigarra P EM S S N EE E P (ler nas linhas): os leitores precisam buscar e re3. IN viu asas de cigarra no M grar segmentos do texto como M EE IN de. pensando que o sistema de escrita. Onde a cigarra cantava S E P M IN N M M M N PE SI EE chegou? EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N cigarra jogou a a raposa? 1. verso. S organize M N N N ra.Moderna. selecione textos formatos – proM S N 2.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M imaginou EE S querendo devorá-la. EM PE M E M peração EE as condições EE SI N E P P P I PE M M EE E graus de complexidade. Em P SI dizendoM EM EM P convidou-a a descer.. para o qual a moral NP P I P M SI N S N E N ELABORADA A SI aplicada. gráficos. M A atividade exige SI EE a capacidade de aplicar EM a te.180) N EM PE IN são algu. IN PE pois euM minha saber quais são suas hipóteses. NP Organizar E E P P I M M M E de Smolka. mento para homens decifram e apresentam pouco domínio. tente interpretar M EE literária SI TEXTO E E N P E M M E SI N os resultados. IN IN PE M EE EE S S E P P N M M E . RelatePum M N EE acontecimento IN NP SI da fábula. Pode-se neste IN SI Nque IN PE cara. por isto resolveu SIN M EEque esta a SI NP E N P I I M E M S S N EM E E trás das linhas): os P c) reflexão (ler por leitoprevenir-se contra animais dessa espécie.” que atuam no ciclo I e do regente da I E S E E S E S N E M E PE E SI P NP NP AsSdesgraças dos servem deMensinaSala de Apoio Pedagógico (SAP). EE SI S N S E P M PE I mas M E E S N E E M SI NP E RECUPERAÇÃO PE M EM M EELOCALIZAÇÃO NP SI M N E I E M P I E EE S ENCAMINHAMENTO E P E S PROPOSTA DE DE INFORMAÇÃO N E P P E I N M P S N E PE IN IDA SI NP M E N I S DASEGUNDA FASE M S N I E P S E M S SI PE INquando a raposa M EE PE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 1. IN M E N S SI N E I M P M S em queEM seja possível SI 3. M EE EE NP SI E NP I M P P I M S · Os estudantes tiveram um desempenho meA IN cigarra e a formigaS E PE EE IN EM E P S M S N E E M P N gênero de texto? SI NP EM lhor emSIalgum M SI PE EE IN E E P S N M P E em uma árvore alta.Mtradução direta do grego que os façam E N planejar atividades SI do de NeiIN EE (ESOPO M E conquistar maior S SI autonomia. elabore. I M E E E S N E E SI NP NP EM NP argumentos para avaliar e Ijulgar as EM res constroem NP M P I I I M E E E S S S S E N P idéias REFLEXÃO PE SI NP EM PE do texto. é importante seguir E P I I P E S NP S S N I P I N M M Parada à vestigando a respeito do que sabem cada um dos S S voz e Npôs-se a admirar a sua SI sua frente. pág. em IN S E Completas P IN Fábulas PE atividades IN permanentes M . paraSIa raposa?M EM PE SI E SI M E E N E E P I M P E E b) compreensão (ler entre as esta o leitor deve reS N e interpretação P M N M Para responder EE questão. tabelas P I M E S S E N M M M informações podem Eoferecer SI diversificar NP de diferentes portante de leitura.Iraposa N S E N N fase. O que S SI em vários P N PE para enganar SI M – pois é muito imSI As questões EE listas. para os textos selecionados. EE EE identificados.M M SI NP linhas): os leitores precisam P SI e inte.M EE escolar. Um E P P M M E N N N EM EEesta lhe disse: SI EE importante EM fosse a SI cigarra. EE EE E S S N E P N P P I M que leiam textosSIpreviamente ensaiados S 2. Concluída esta in.M E PE M IN E P E E S N mática a possível no EE P P E M M INum acontecimento EMdo texto S SI N P E N E I E I E E N EXEMPLO S possa ser S mundo da fábula DE UMA POSSÍVEL P real. mas enganas. construa PE EE IN EM uma matriz EE E P M S N E P P I M que tamrelacionar a esfera discursiva e o gênero a que percotidiano N S 4. 2. o animal Eque possuía que é importante que IN P M EE E a cigarE EE S N N N P P P I I I E S emboscada. Uma · Houve diferença de desempenho S nos Uma cigarra cantava I textos N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 60 . tratar-se de uma arrancou para que eles tenham ScondiM escola se M SI SI supondo SI NP E I EE ções de compreender EE M E S P uma folha e a jogou. 1: esfera – fábula SIN IN nível coletivo. A raposa correu. Por preparou uma emboscada E I N M P P I P S N E S N N M cuperar informações explícitas no texto. IN Mpossibilidades.004.PEE SI deduzirEinformações N S E I S P M M E S N PE implícitas.

Levantar quais são os gêneros de texto que E S S N P E I M EM M IN A escrita é um procedimento. frequentar IN gêneros é uma exigênM M permite que os coordenadores EE S M N E P I M tornem os EE E processos E professores sociais de linguagem: lêem-se e gicos Pe envolvi. o natural quanto alguns aparecem M EE é M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M deixandoP de escrever. IN NP E I M E M S E S E E rão assim. uma idéia bem mais precisa da diversiE P M M M E E N PE NP EE relacionados EE a que os M Permitem recapitular nomes dade IIE SI estudantes EM a um EEM NP do cicloNP IN P P SI de gêneros I E M E S E P N E N I P P E determinado assunto. Se a criança ou mais freqüentes em uma área do que em outra. EEM a) aprendizagem as IN verticalmente de modo M de ensino de todas S EE e os objetivos S E P b) em esquemas ouM tabelas. IN IN M EM E E S S M NP E E P E M movam Mdiferentes se de reúP que os professores EE o prazer de escrever. ficará claro como determinados I E E S S P P dos padrões da escrita. é hora PE M M E EM N N E E P NP I elemento. PE INáreas se N M EE EE os gêneros P NP listando IN em grupos. Para tanto.SIN N N I P P I N M M I S registro previstas.IN S S M ANOS QUE E Muitos dos textos têm COMPÕEM OS CICLOS EE que produzimos S NP M EM EE DO ENSINO FUNDAMENTAL P I M E E P S e organizá-las N informações dade para E E de selecionar M P I M M N E E P S I E N E P E S N participarmos. EE SI EE SI Que gêEM comum P PE P M E M N leitura. SIESTE TRABALHO N na transformaEE é isso que I P S SI COMO REALIZAR N P I S M M N S N SI EE EM que issoPEE çãoMproduzida pela própria escrita e para SI EM E P M E P E qualquer levantamento é aconteça.S prios processos de Erevisão NP EM EM pois PE P P I P M E E E S N E N N P P acabam seu SIN to SI EM EM fazendo SI gêneros são NP PE usuário Samplie IN com queNo INisto. I P continuar acolhido para necessário que a Sequipe escolar PE construa EE EE um re. EM P P PE S M N E I N S explícitos. diferentes pedagóSI PE 4. os textos mais S SI indicados. os próum exame cuidadoso didático para listar INescrito NP EM do livro I M M E M S EM M EE EE EE são formadores. de forma M mais produtiva. EM EM possí-PE da comunidade IN M E E S E EMconhe. levantar põem características de um mesmo 3. EE o texto S M escritores N SI é necessário N N E com Como na escola. P da situação M que fujam N SI Não SI NP PE Aposta-se EE IN se deseja. SI EM PE de debates PE IN SI N E NP S N I N E M P I I SI S E ou exposições orais. M S N N E As atividades de envolvem pertório de textos a S serem usados. que se Saprenfreqüentam as diferentes áreas pasM EE é um primeiro NP M E S I E PE P E E M textos produzidos EM S M E para organizar P Eos E PE com aNlinde escrevendo e discutindo so um trabalho produtivo IN M P E E S N PE I P P N M mais experientes. Fei. antes M SI EM SI IN PE P IN de começar E E M S M E N S P escrevendo. organizados por áreas. como N PEescolar.M N que comIN P I N M I S S N E E S algo. à E uma M série de gêneros que dão neros acrescentar ou eliminar são decisões da equiN suporteSIà M EE NP E EM SI Esituações PE P M E E E SIpe escolar EM preparação de mais formais do uso da que seleciona. M SI IN en. N N P EE oEM escritor iniciante precisa sentir-se 1. S I M P P I textuais mais Snam M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N · LISTAS freqüentes Os educadores teS M SI M em cada disciplina.M M EE E P M N PE reunidas no diagnóstico EE EM SI EM a) as informações do M em prosa ou em verso? EEM N E I E M P E S E P P M M N E domínio de linguagem escrita · Houve de desempenho entre textos M N I N E pelos estudantes.domínio IN M M em todas. concluída SI EM sugereM a análise do instrumento. PE E diferença I P I E M S E E S N S E E N P P b) a pesquisa a respeito do nível SI SI EM PE de letramento IN NP ficcionais IN e não ficcionais? E I M S S N P S E em que a escola · Quais os encaminhamentos didáticos SIse insere. o que contribui M para aEE P e qual o Seducador IN esses gêneros mais cada vez mais SI indicaP in. ao planejamento de tivos. quais são os gêneros selecionados pelo autor. N – EM experiências EM didáticas SI N P I I M E E S S N P P EE com graus de complexidade crescente – que pro2. I P SI guagem escrita I E I E S S S N PE SI é produto de sucessivas versões.S cia das práticas N M E E P I M M M E P S de textos escrevem-se E PE leitura eINde EE Quais SIN em variados gêneros dosSIN na práticaINde produção EE PE textuais. Finalizada esta quais SI EM de pensar PE etapa. em função de seus objeN E P P P I IN E E S N N S N P P I EE fala. considerandoSsuas possibilidades dePE ser dispostos: PE EE SI SI NP N SI N P M I I I M S hierárquico S ou não. EE PE Envolver-se IN P M I S N N E S N P M SI SI o descrito. SI M na cultura M E E N E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S ORGANIZAR O TRABALHO COM ANEXO EM N E I P I E S E E S S E N P P M P ESFERAS M DAS GÊNEROS ESCRITOS DE APOIO SI N IN M OS GÊNEROS EE IN M M SI S E P S E E M DISCURSIVAS PRIVILEGIADAS À LEITURA E Á PREPARAÇÃO OU E M E E N E E SI NP EM DOCUMENTAÇÃO NP PE NP DE TEXTOS PE M NAS ÁREAS DO ORAIS M M I E SI N E E SI DIFERENTES S N P M I EE E E AO LONGO E SI N S P P P CURRÍCULO DOS I M EE S N E N N P I I I M M E S a finali.M P c) os objetivos das diferentes áreas do veis a partir da análise dos resultados? N P M M M I E E N E E S N P I P M I EE S cimento por ano em um trabalho deSpesquisa. Os itens que compõem uma lista podem os gêneros que os estudantes de cada ano do ciclo I M M I E M E E S S E N E S E P P P I M E N N N precisarão ler. PE SI Ealgum EE NP PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 61 . EE S S M E P P o jovem sente sua imagem ameaçada.são S EE IN M P S EM N E do para conduzir este trabalho? serção dos estudantes letrada. Esta deverá considerar: NP M EM EM M PE I IN seleção N E E E E S S M E E P M critério. identificar podem estar S SI elementos SI expostos.

INpoEE P EM P P E M P E Ndemos mostrar S N P N E I P I do as relações entre as diversas parM INresumir: PE S N autor. Há algumas formas I SI alunos.SUma um texto. Como um texto. a) palavras – chave: termos significativos dos M E P S E P E M IN foi NP EM o desenvolvimento EM temas Stratados. deve apresentar unidaum esquema claro. NP M P I I I I M E E E S S S S E N P do autor. Ele des. EM SI PE IN M E M E S SI N E E P P M M · ESQUEMAS SI EM PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M · RESUMO S N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Os esquemas permitem visualizar as articulaM E E S N E E M SI do que NP necessariamente. E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE passados. S EE SI P N P I M M P N P IN Pode articular-se ao S M resumo. quem N P NP P I P M EE N na existência daquilo S N E N I M P crer que conta.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S · ANOTAÇÕES N · RELATÓRIO S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M S S SI IN EE EE S EM a partir de EM P P É um gênero que apresenta informações de São pequenas sínteses construídas M M E M N N E P M M EE EE SIescrito). usando de numeração. devemos cruzar as informações disE I N M P P I P S N E S as disposN N M S·I COMENTÁRIO postas verticalmente nas EM colunas. Para S SI P N M SI a) corte S EE marcadores SI N E IN as palavras e expressões que se refetes. deste relata precisa fazer M EE EE SI SI modo. EE EEusar chaves EM texto.EM P N EE M SI NP EM Expressa P M SI IN o julgamento E E deEE quem escreveu. I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 62 .EEM e) apreciação pessoal aspectos mais importantes NP EM I I P M E S S E P N lização NP EM da experiência. M EEÉ o texto. mantendo SI e setas. com PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E tas horizontalmente nas S N linhas. M NP SIções entre N E E M P I E EE S das informações E P E as informações S texto. seqüência de ações. INP SI IN M PE S N M S I S N E EE I c) relato do desenvolvimento da S atividade.S M E as ligações de causa S de pequenas N a explicar E E EM P tina-se IndicaS passo a E passo. M P PE (oral ou modo procurando deixar em segundo plaum IN a necessidaP EE E EE S N N E N P P P I I I E S N S infor. Podemos anotar M de de constituírem IN sugestão: M SI as opiniões SI NP EM I EE mações que consideramos EE M E S P a) apresentação do planejamento da atividade.IN N PE resumo resulta M EE e o comentário SI NP E N P I I Me efeito en. Permitem apresentar de maneira organizada E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P os elementos P dados que mantêm selecione apenas essenciais. Antes PE EE IN EM de elaborar EE EE P M S N E P P I E elaborado por te imaginarPcomo resolver S M algumas N IN Resumo E EM N questões: o que N SPincigher PE SI SI N EE finalidade? EM se quer fazer? P SI Marta Leonor Silva Pacheco Vieira ComPque N M E I SI N E P S I N M E I M S N E S M SI EE NP EM PE M I EE P E E S EM N · RELATO P P M I E N M E M I E S N P E N E P S N SI SI PE N PE PE M SI N SI N E I N I I M M E S Permite com os outros. significativas ou anotar E P P M M E N N M N EE do professor SI EE EM b)Mexpectativas ao SI passagens queSI revelam como as M EM em relação NP o autorPorganizou EE P P E I E E P S de tomarNnotas: N N E PE desempenho dos idéias. ParaSIN PE IN IN EM EE P EM S S N EE E P ler uma tabela. certa exS S compartilhar E E P SI EM EM PE como PE IN M E Refere-se a acontecimentos dados M periência. apresentando EM descrições. mais curto os contribuindo para PE M EM diversos Ielementos. oIN original. A combinação · ROTEIRO M EE INentre o PEE SI N S E I E S P M M E S na resenha. sem SI texto original EMobjetivo. · TABELAS S N N N E P M P I I I E EE E S S Sb) substitua N N P P I E I M S outros mais S N alguns elementos por N EE NP SI SI EM M P M M gerais.no N de quem oSescreveu. M S N I E P S E S SI EM impor-M de e deve-se PE IN Emais PE procurar observar os pontosMessencipalavra ou frase que traduz o elemento S E P M IN N M M N PE SI quisermos EE Se não ais do fidelidade ao pensamento tante. P I M E S S E N M M M SI NP não importantes EM PE M EE para a compreenM rem a detalhes EE EE SI N E P P P I PE M M EE E são de outras passagens. diferentes M M SIrelações entre EE si. P I M d) em que da atividade IN E S M E E S E N E P PE EM SI PE Ndo NP EM diferente esperado? b) frases: pequenos resumos referentes aos PE I N E E I M N S SI P N S SI ou mais significativos. N SI final: significado EE da rea. estabelecendo progressão PE SI NP EM pensamento PE IN M E N S SI N E I M P M M é importanS um roteiro entre SI elas. usando apenas mais ima compreensão e fixação do E P P E N M P E PE IN IN deve-se isolar a S SI NP M Para elaborar E N I S portantes. através I M E E S N EE e mantém SI NP NP fidelidade EMao NP uma tre fatos e acontecimentos como realizar algo.

EEM IN SI ro textualPa N EE I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S EM M IN M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N SI EE SI SI EE SI NP P I P M S N EE IN M M SI EM EM S E P M M E E E EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N SI EM EM SI SI NP PE IN IN I E E S SAnotações N S P P M SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 63 . sobre os benefícios de se trabalhar bito dos anos deste fundamental.Tendo em vista de leitura I que rar a compreensão do texto. M a concepção M E E N S E I M E P M E escrevaSsobre a importância EM E Documento. que IN EE SI NP EM a importância EM de seSItrabalhar SI N P M I EEâmE E N estudantes S P P P momentos que antecedem a leitura integral de um já demonstram ter construído . escreva EE sobre aEimportância Pde IN SI NP P P PE I S M N E N S N a utilização E M P do registro SI escrito para a classe.SConsiderando acessar e processar informações escritas. PE Etexto I P I E M S E E S N S E N P EE a classe. N NP orienta P este EE EE M E P SI NP SI P N E I P I M II exer-IN N E S de todas as M N I S professores de os áreas do ciclo 5 Considerando o proposto neste documento. no I M EE S N E N N P I I I M M S S N E texto. PARA O DA N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E E E COMPETÊNCIA EE S N LEITORA E S N P P I P M I E S N N S N EE 4 . EM E I P E S E E S S E N P P M infor.Considerando SI SI ESCRITORA NO CICLO II DO EEM a importância de trabalhar NP SI P I M M S P IN M EE EM EE momentos ENSINO FUNDAMENTAL posteriores à leitura integral de um texS N M E E P P I M M M E E P S N E E se trabalhar EE com SIN M to. PE EE ciclo II do EM escreva S SI Nensino M EM E P I M E E P S N do gêneE M a exploração da formatação P M Ncom a classe.M M EE E P M N PE a importância de se M EE M E-M SItrabalhar M E 3 Considerando Questões dissertativas sobre N E E I E M E P E S E P M E o momento de leitura integral escreva este M N IN NP EM de um texto. SI melhoSI PE EE IN M P S EM N E 1 . sobre os benefícios de Ise SI a SI NP trabalharPcom EM NP IN E I M S S N P de palavras – chave S E identificação REFERENCIAL DE EXPECTATIVAS SIpara a determinaEM EM IN PE ção de S M EDESENVOLVIMENTO E E EM P conceitos veiculados. PE SI PE EE ser lido. M EE I M M S S E P S E E M mações para conhecer quais são as capacidades de E M E E N E E P I P P M E S N N PE Mos 2 .IN P M cerem o papel de leitores N modelo para escreva SI sobre a importância de a escola reunir INseus alunos.

prefeitura. Esse processo tem gerado aIN redução progresP N S M N E I E I N E M S E P S S pleno. NP P I PE M SIdente nãoINapenas N S N de modo a ser capaz E SI coisas e operar mas também no número absoluto SI S EM EM com números.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P M M E N M N EE EE EM SI SI M EM NP EE P P E I E M E P P N N E PE estão emM (Cidade).gov.IN E N P I M E escolaridade faltaria S S EM E miEM P sem tanto aquela % na matrícula. elaborado M E E N S E M P IN Ação M SI buscam programas de escolaridade para tituto Paulo ONG EM NP Montenegro e pela S PE EE IN EEducati. um trabalhador capaz escolar de 2004). o Brasil testemunha M S E PE IN EE M E S P M N E exija uma pequena inferência. dura. a curva de analfabetismo ficou descenP M necessário” I E N (OSAKABE. M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI ORIENTAÇÕES CURRICULARES: EM M E M M M EEPARA EE APRENDIZAGEM EXPECTATIVAS DE NP E P I P M EE E S N E N P P I I E S N N S SI SI NP A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) EM I M E S E P M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M EE P N SI 64 . consequentemente.sp. mas PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE jornais e 48%. seguir instruções. A globalização S EM IN de da economia e a reespulação encontra atendida. de acordo com EDUCAÇÃO S E P de alfabetismo. que hoje é SI da produção e doIN NP EM procedimentos PEvariação significativaIN M E S SI N E M desenvoltura na EM P M S mo. SIN EJA de de 5. PE de analfabetos M E SI E EM N E P P I M E de agir apropriadamente em função dos protocolos 2002). ou “alda década de 1990. e % INde Educação. IN PE E EMPREGABILIDADE IN M EE EE E S S N E P N P P I o referido conseguem S indicador.6 milhões de matrículas. vez Nna S pela primeira SI EE EM EM P M I E P E E S N fabetismo 1984) P – aquele EEM brasileira.portaleducacao. apenas 26 % IN o emprego atual.EEM A correlação entre relação ao ano EM e organização SI EE SI P N P I E M M P N S P de a escolaridade IN social nunca foi tão forte.IN M SI Pressupõe mação.PEE ensino médio. tura de modo que S a poMensino fundamental. PEde sete a 14 anos se IN M E S S E N M competitividade M M SI que precariamente NP de ainda quando se considera a EM PE M EE M truturação EE EE produtiva e a busca SI N E P P P I PE M produtivo EE E demanda de modelo com trabalhador que EM qualidade. SI SI São Paulo NPoutros 30IN IN PE 7% são analfabetos I S M S E S N S 3 3% são Diretoria de Orientação Técnica (SME/DOT). PEqual impede IN EM EE P M S N E PE P I E M normatividade estabelecida. a Educação de Jovens e Adultos EM PE SI E M S M E E N E E P 4. Quase EE PE SI rudimentar EM P M M N E M em: da classe C I NP N E e 64 % .S Secretaria zados.9 % em E N N com crescimento de Pescolaridade SI ante. das E P I M 2008. resolver em 2004. S N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M disponha de conhecimento tecnológico. SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P A procura por educação formal deriva da muSegundo dados do Indicador Nacional de AlfabetisI I M E S E S S N P EE PE do perfil de mercado SI EM de trabalho.6 milhão. P E E (EJA) possuía. E S E N N E P P M M E EM SI SI N N a realidade é bastante PE EMesmo de assim. M M I E S N P E N E S E Eescrever umas N SI SI que Ppermite à pessoa ler e tantas na porcentagem de analfabeto. Somente I E S M E E S E S N E PE EM 52% dizem ler SI PE NP NP EM 6% deles www. e nas formas M S N I E P S E M S SI PE IN educação formal M EE PE O aumento de procura por e participação social. M E E S P M E P P imediatos. está Erelacionado com assistiu EE da estru-EM EE SI à universaEE P N P P I E M P N P produtiva PE INdo mercado IN Ne. NP EM I I P M EE E S S E P P N M M em N SI PE IN M dos brasileiros se encontram EE Outros 38% M EE S SI N E E P P I M M M E nível básico Estes. As principais dificulum momento de expansão da educação formal em P M E M N SI N PE estão concentradas EM EE SI EE das mudanças PE EMentre pessoas SI dades das clastodos os níveis. revistas. M EEprodução e EE e procedimentos SI consumo.br usam computadores. EE I SI lização do N S S P N I E P S I S trabalho.SIN SI EM PE ler um texto IN IN M Eou S N S E P M PE I to. De 5 ª a 8 ª séries doSIensino fundamental na EE M EE IN N S E I E P S P M M N PE 2003 para 2004 incremento PE ser um fundamentalS de empregabilidade. S E P M IN N M M M a mudança do perfil N PE M SI a última década EE No Brasil. M a ponto rior.7 M EE indicador SI houve. Disponível classes D e E. S M SI PE EE IN S E E P S N M educativa não caia Para que a ação P Esão plenamente alfabetide 15 a 64 anos N de idade SI no vazio. M N SI O que se do EE siva e substancial PE analfabetismo IN evidencia. S E P com trabalhe em equipe. E S NP N EM N informação enciclopédica como o conhecimento dos De 1ª a 4ª séries não foi regisE N M P I I I I M E E E S S S S E N P próprios consutrada na PE matrícula. EM (Inaf 2006. é E A partir M P S I N E I M S N P história EE a instituição de um “alfabetismo pragmático”. D e E. EM cur.9 IN Ao adulto M E E S N E P P P I M lhão de estudantes. Verificou-se também das matrícuS saiba coP S N E o aumento N I I M E N S propriedade. dança Os trabamo Funcional pelo InsP IN 2005). avalie sua no segundo segmento do ensino fundamental e no IN crie soluções M para problemas SI EE M PE IN IN EM EM S própriaPação EE P S S N E E e esteja em contínuo processo de for. que Epassou a contar com 1. De acordo com o Inep/MEC (censo I N M P P I S N E S N de ler. M (FERRARO.lhadores E P S M SI N E P I E Mda população brasileira P na faixaEM não perder N va. o de atuarEE com de SI 1. localizando uma informação explícita que Desde a década de 1990. nível de alfabetismo. M problemas práticos. de em especial Emunicar-se SI las na Educação EM SI EM EM PE IN Jovens eNAdultos. desde essa SI NP perspectiva. em consequ ência N E P P E I N M P P E PE IN IN de organização S SI do trabalho N M no mundo E N I S ses C. SI N E P P M N E E M SI3.

cativa exigências: EE SI EE sua ação. para ordem EEqual do EE EE o conhecimento M P SI funNP isso. para M EE N S E N P E I P I de sua vida. E P M M M E N PE NP EE e de forma EE no trabalho EE M ininterrupta. livros. · o exercício sistemático de análise da realidaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 65 . SI diálogo com EE SI SI EE SI as referências NP P I P M S · conhecer da tam o saber constituído Porém. seja IN EE M E N E E S N P I P M I E E Na opinião EE S N Freire a Seducação E APRENDIZAGEM de Paulo é toEXPECTATIVAS E N P P I P M I E S N N S N EE SI SI mada de consciência da condição de vida E em EM que NP SI P I M M S P IN M EE EM EE se encontra. PE PE · usar procedimentos IN EE próprios da M SI escrita.se à lógica do ajustaEM SI E se aplicam os conceitos. gráficos. carmas de divulgação e reprodução do fato midiático. sabendo intervir e atuar de compreensão da realidade e alvo Sinstrumentos M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P contexto. o que éo P N P SI etc. relatórios. assumido como esforço SI SI N EM EM SI estudos Eformais. IN M EM E E S S M NP E E P E M E ·Eparticipar de situações em que predomina a de conceitos – entendidos como M P · a apreensão PE IN EE nesseEM EE P NP IN S N I M P P I oralidade escrita. culturais. este IN N e aplicar recursos característicos M EE historicamente. MA necessidade E S I PE P M E E M S M E P N E E PE e outros textos que fazem parte de sua crítica leva aEreconhecer aN necessidade do Itambém Mprofissão. Mas.M tas. PE P P I P M E E E S N E N N P P esquemas. material-mente N E M P SI contra-se num SI SI PE se EE IN M P S EM N E torna possível a libertação do trabalho alienado e Entende-se por alfabetização oM processo pelo I M M E E N S E I E P M E M os sujeitos adquirem S E N NP degradante.EEM NP de leitura. contudo.M M EE E P M N PE M de . preendê-lo. bilhetes. documentos · poder de uma e M EEeducaçãoEformadora NP ler jornais. da necessidade do diálogo não sigN E E E fichas. podemos assumir que aP ação edu. quadros.) e N IN a elaboração de um I E E S S S P P social de acordo comSa I necessidade. da vida PE EE SI conhecimentos SI · a problematização NP NP SI .de forma N P I M M I S S N S educandos nas dimensões sociais. com o desenvolvimento social e inteI M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E lectual dos sujeitos EE envolvidos. documentos. N EM lado.quando EE M . é fundamental resM N I N E P E I P E M S S SI tem a educação IN PE PE IN M e pontos PE saltar a EE sujeitos Sendesde o lugar de vista dos importância que escolar e S N N E P I N I E M S S N SI o alfabetismo. constante de reelaboração – para que se faça posI S M N S M E IN escrita.de modo N P M I I M I M S S S N há que se considerarem duas dimensões compleque os participantes possam compreender a realiE I EE M E S E P P M mentares: de E um as chamadas necesside transformá-la. A alfabetização. listas Ao contrário. N P I I M E S S N P P EE descontextualizados sistemático e abrangente.S a organização P EE E S N N I P I N M M S planejando M S N N E SI monitorando a leitura. EE formasEM EE sam interagir com outras SI diversas P P P M M M E N N além dos P experiência. SI EM impõe como P PE P M E M N E · avaliar escritos e leituras con· a ampliação da capacidade de interpretação N que se realiza.PEE P E N S E I P P N M E S M N SI que represenN N crença. desde o seu início M sível a Ebusca M SI E S E E A aprendizagem da permanente de conhecimentos. resumos. SI SI de conhecimento.participação político-cultural-social. é preciso outra SI P NP E I P I M da re-IN cionamento N E S M N I S e uma concepção mundial de enfrentamento do sistema de representação alfabétiEM E I P E S E E S S E N P P M P M alidade que supõe um modelo de educação a fim co e ortográfico da língua escrita e da notação ma. M a crítica a Etodas as formas em N sua só fazSsentido quanM IN EE SI tos e que NP EM SI promover S P I M I EE E E S N do se vincula S P P P produção de desigualdade e exclusão. aprendizagens EE PE SI IN a história humana enSI Segundo IMilton NP EM escolares P P PE S M N E N S momento em que. M SI E EM reconhecimento S E P EM M M M E E E escrita (sínteses. P IN P P SI · o desenvolvimento I E M E N S E N E N I P P textos que E efetivamente bre N os aosINP escrita e cálculo que os educandos posS SI se apresentam SI . EE SI NP EM EM SI EM PE se siderando P M E E E SIda realidade EM os objetivos e a situação. registros. Concluindo. M M IN EE M EE que trazem EE SI de sua IN SI E E S E P P P M E matemáticos E S concreta N N N Em relação aos . de conhecimento. roteiros usar da SIN nifica SI novo método EM EM SI para ensiNP PE nas atividades IN etc. P M M M social.IN SI IN M EE IN M M S S E P S E E M de criar possibilidades de aquisição de conhecimentemática. isto implica a nova postura no que N E P P P I IN E E S N N S N P P EE · realizar manipulando textos refere ao ato de conhecer. SI deve permanecer NP PE comoIN EE de comIN a vida pessoal SI outra maneira EE tanto para P S SI para a ação social e M cimento de outro conteúdo e N P I S S IN concepção E EM M IN M S E E profissional. NP de forma que se SI M EM EE A ESPECIFICIDADE DA EDUCAÇÃO P I M E E P S sua participação N ampliem as possibilidades de e inE M P N PE SI EM EM PE EE IN SI N E E tervenção ativa no mundo em que vive. em consequência de outra S E PE E P M M E P E N N E P M M N de homem e E de M sociedade.vida IN M M EE S S M E P P · escrever o que precisa (avisos. SI EM M INe auto-referidos. DENP JOVENS E ADULTOS I S EM N P P I S M N E S N I N E M P I I SI S E Saber usar a escrita significa: E S S N P E I M S EM M IN revistas. contrastansimplesmente submetendo N E E M I E M E P S E P P EE Me problematizando-os M N E do-os com as evidências mento às demandas do mercado. seja M e o bem-PEE volvidos.). realiza-se das SI habilidades EM so. SI NP EM para desenvolvimento E I M E E S EM P pela realização estar pessoal. nar conteúdos M tradicionais ou na submissão às IN for. fazendo anotações. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Mestabele. Contextualização e compreensão das S N M E E P P I M M M E E P S N N E EE Santos. mesmo consiE M E E N E E P I P P M E de derada N N PE especificidade. estão PEno sentido IN sobre ela EM EE dade e atuar EM SI S Mtrabalhar com EM tais como N E P P E I M E E P dades cotidianas de cálculo.

EM EM PE como núM EE M pos dePEvínculo EE SI N E P P I PE M EE a for. e entes geométricos. EM NP EE P E I M P P S N E P de nossaPEcultura.salientando EM EM M reconhecenM científicaIN E SI E Erepresentações E P P M E do que os valores. EE IN da política EM res. nosSIN acontecimentos mostrados abilidade dessas a resolução de PE N E E I M N SI P N I S I relacionam N à Ciência. consequ entemente. portanto.SI conhecimento abstrato. EM N como suas Sproduções formas de valores. temática que de N seu EE EE à necessidade SI EE P EM P P I E M P E Nensino: M S N P N E I P I N da consciência geográfica supõe S N A aquisição S SI P N PE SI M SI compreensão EE é necessária SI tiN E IN a de territorialidades. por Eparte M SI projetar. verificar contas. PE se estrutura a parSI NP EM Para tanto. S a relevância ePE social. P E SI conheci.M E IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 66 . medidas. representações e identiEM ma de M NP M P I I I I E E E S S S S E N P privilegiam-se os conteúdos e dades. são PEE EM EE SI P N I E M M P N Phistórico Isegue N IN M a plena A percepção doSfenômeno o PEE fundamentais para M social. lugar.Pbem entre EE com as EE da cultura SI pessoas. P N palmente pelos problemas vivenciados samento ePE a NP EM EM SI pelo grupo IN M E M E S SI N E P P M M E (como. M SI PE EE IN S E E P S N M compreendida como A Arte deve Eser preconceitosIN e discriminações. do educando a respeito dos conceicidades M N ção. codificações de inforS N N N E P M P I I I E E S S S N N PE mação de grupos SI com proPEmação. M vências pessoais a percepção das ensão da realidade para além da cotidianidade e P N S M N E I E N I I N E M S E P S S N SI prático. A EE SI participação N S E I E S P M M E S no fundamento de IN N PE mesmo educação escolar deve criar as N possibilidades M com ênfase EE princípio.Pa EMproblemas INmatemática M ambientais do EE EE E S S N E P N P P I M lugar emSque vivem). referentes envolvem quantidades de diversos tipos.). das exP P E trabalhados M M INe temporalidades EM de tempo SI N P E N E S I E I E E N S educação escolar cabe refletir sobre Sampliar as de aprendizagem.Ecessos SI EM SI EM PE lógico. consideram-se.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E de Ciências E M tem como EE S quantidades. a mobilidade social. medidas. tais como PEe da ética.IN EE educação SI sentido. IN de mundo: N M e natureza EE M NP artes.EEM comunicação queSse problemas da vida práticaSe a estruturação do penNP EM I I P M E S S E agilização do raciocínio. homem.IN NP P P M N S apenas PEE M são E produtos sociais. PE A ação educativa deve INtemas M E N S SI N E I M contínuo das vi.StransformaEM PE E M SI M E E N E E P I M P E E ção básicos para a consOs conhecimentos as S P – referenciais M as ciências.do-se questões que a fruto da Iconstrução humana na sua N E P P E I NP M P S E temática PE IN de IN S o contexto NP M tante com E N I S escola se prepare para discutir essa natural. cozinhar com base IN receita. em grande parte Sformal. procurando atualizar-se EE da MaPE nas discusHá dois pontos centrais na natureza S E P M IN N M M M N PE SI dão suporte EE sõesEM científicas. Trata-se de permitir a aquisi2 . seja M percebido como PE M EM área doINsaber EE SIgerado nessa N E E M P I E éticas e. calcuP M E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S de tos N . a política. IN o raciocínio M E E S P M N E P P de abstrair. meS S N conhecimento fundamental E SI ciência como EE Ecom SI do mundo EM EM P P para a compreensão e de suas transforxer dinheiro. não apenas osEseus remédio. por SouEE mais amplos. M IN NP NP matemática EM também EM zagem P I M que se almeja nos interesses do educande a indissociI E S M E E S E S N E P PE EM nos meios de SIduas dimensões: PE NP EM do. balho. E isto implica não cendência em contextos IN IN M e.igualmente E P S M S N E P E M N peito. administrar um M M E M N E N E P M EE SI em uma SI EM aspecEM enfatizando-se PE PE mações. um lado. tempo. que se manifestam E I P I I P E S NP S S N I P I N M M mostrar a na realização de ações da vida prática (por ex. dos diversos 1 -Pela em atividades práticas que I M E S S E N M às formas de M SI NP espacial. assim para os educandos interpretarem a complexa traI M E E E S E P IN Ee NP NP organização. conteúdos a EE va em diferentes épocas S na definição SI EE EM das M NP EM dos S P M I E P E E N noções históricas. P SI IN EE trução do S conhecimento.EM E produção da paisagem. É IN básico para o desenvolvimento do Spensamento IN SI Ne INci. EE transcenM PE IN IN EM SI tos de Psociedade. EM das atitudes formais Eou bem como tro. para vida Iem Ea NP sociedade. A formulação das expectativas de aprendiM E P S E E supõe. mas também o fato de que o aparece a matemática como E P P M M E N N M IN EE SI EE EM modo científico de Ppensar foi E central paraEM a consti. PE formas de produção das condições EE do saber IN SI NPde vida coletiEM P S I N M E I M S N e a compreensão Neste sentido. generalizar.PEE der o que é imediatamente sensível. SI S E N P E humanos para conhecimentos PE SI EM práticos. espaço. E P S S N EE E identidade. EE S E interação E faz-se necessário S cons. EE e princi. responsabilidade.elementos essenciais para uma de material em diferentes tipos M lar quantidades M SI SI mais práticos SI NP EM I EE trabalho etc. I N M P P I S N E S N IN M SI cultura. o sentido P IN e valores M E N S E N M P Mpercepção SI SI integridade. S SI NP E P I I M M E M S S N E E E P que a humanidade se constitui na História. cooperação e Prepúdio aEM ticularmente SI IN nas sociedades complexas. À EE serem e. predileções e as múltiplas relações entre o individual e o coletiM E S E N N E P P M I M M E SI não nascem N PE sim M IN a cotidianidade e aS sua transEE como S mas vo. grandezas. M S N I E P S E M S SI PE IN M forma ampla. a história. social e cultural. ponto central N O ensino S E N N volumes. por Pexemplo. tra.Eela as capa. meros. economia. bito da escola deve comSI permitir aos educandos EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I A relação ciência-tecnologia-sociedade é S preender e atuar no mundo e que o conhecimento M E E S N E M SI incluinPE NP permeada porM temas de diversas ordens.a filosofia e aSética. saberes. por P NP P I P M SIpectativas N S N E IN SI referências culturais dosSIeducandos. os Neste no âm.EM P M a compreque permitam o questionamento tirSI de temas E e que permitem Mconteúdos S PE EE IN EE P M S N E PE P I E e cotidianas. de outro EE M E S P vida mais saudável.tuição M PE de nossaS sociedade I N M S S N E EE I SI da ciência interessante buscar essa compreensão entífico. SI NP sociais e sua interação EM N I I M E N S S E P M desenvolve da natureza.

M SI EM SI deste campo IN PE NP de conhecimento. procedicorporal e E teatral). N N corpo ou ao SI to mais que EEdeterminante SI SI de novas E da ciência. da vida de artes. ao mesmo SI E EM são histórico-biológica E P EM M M E E E espaço para o desenvolvimento deste diálogo do indivíduo e do grupo que N E E EM está PE P P I P M E E E S N E N N P P N na perspectiva transdisciplinar. IN de vista SI NP e sua autonomia EE seus pontos I P S SI produz com a História. tais E E N E E P I P P M E S N N PE M de N atividade. aos artistas. quanto for o caso) e temas “naturais” com nasceriam. M Npossibilidades SI EMcultural e PEeduEE IN SI ampliação N EE E do repertório artístico dos I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E Transdisciplinaridade candos implica a expansão de sua capacidade de E S S N P E I S EM EM M IN expressão. p. não é uma SI EM ou analiM criança nem raciocina IN e objetivos IN já produzidos. aosEE apreciSI PE e explicar M M S M N E P I EE E estético E de arte. E P E E M S M E N SI P é a indagação de um fato P de partida IN O ponto PE EE EE SI N S N I P P I N M M S que esta M S e. assim M IN EE SI cas (visual. E que exige tambémEE IN M do conhecimento IN M M S S E P S E E M de recursos de como fazer hipóteses. Estudar éM um trabalho inteadores conhecimento dos edu. M EM E E S S M NP E E P M sa Todo adulto P o mundo deste PE modo. trabalho gem. O esEM N E I P I E S E E S S E N P P fruição e po. S N E ações e resultados plia abrindo-lhe outras EE (tais recursos EMo repertório SI NP M EM E P I M E E P S Nde estudar). formas de registro. silêncio).SIN EE indagação EMQuestões P PE P M E M N se reE da de maneira transdisciplinar e metodológica N (porque Inão M EE NP EM EM SI disciplina). S o çoEM N SIesporte e sim. muito Mdomínio IN P M o tudo estético (produção. de poder conhemanifestações de exposiSI N PEde buscarEE P IN aos espaços P M Trata-se I S N N E S N P M SI fatos doIN SI ção e divulgação cer mundo material. 2000. própria ação sensoriais E A na P E M imaginativas. com metodologia de uma dimensão fundamental da existência humaM SI IN IN M M que na materialidade EE S S M E P P peculiar. distando das simples interações com objetos SestétiI M M E E N E I M E P M E M S E E visto como N NP cos nem deM materiais (bibliografia. pantes. NP como Pplanos EM SI musical. material de tendênci. EE EM PE IN traz umaNexM EE E P Nvida IN S I M P P I Conhecimentos individuais e de e um aprendizado que o tornam Speriência M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N ações coletivas um igual S M sentido. Conhecer e usar N P I S M M N S N SI fundamental EE EE limitesEM EM para constituir um novo campo de conhecimento” seus e possibilidades.EEM trabalhos se justificaria as pessoas IN em grupo. 86). PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 67 . SI o culto ao NP P I P M crítica social. M EE dados às E S E EMpartici. saber. que P se descaracterizam N SI SI NP PE particulares EE o corpo. a partir da integração de diferentes discina: exatamente aquela física M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E como tais. e. NP M E S I E PE P M E E M S M E A Educação P N em consideração E a apreender E PE As ações educativas visam Física muiIleva M o avan-PEE P E E N S E N I P P N M Etecnologias. S SI individual SI fora da M N do conheIN P I N M I S S E S IN M educando adulto cimento. à medida E SI didática SIN de mundo de natureza EEé trata. EM a so. O conhecimento e aEEexperiência N tempo. P e críticas. estreitamente e N E E I E M E P E S E P P E formas cada pessoa que ganham sentido em práticas Mao fazer artísticos N IN de compreender Ea N EMvida que M PE EM I P I E S E S N S E E N P P constitui em sua história. independentemente de sua escola. da arte) e das linguagens artístiEcontextualização Mestudo.EEposição E EE P SIpesNP algo que resulta de SI P NP E I P I M N E S que as pessoas M N I S quisa e experimentação. candos Erealizado IN formas de aprendizaSI resulta Nde EM P P PE I S M N E N S N E M P condições SI apropriadas. comunicação e M Eação. A palavra M EE se compreendêssemos S E P M E dimensão é a da importância como máquinas acumuladoras de NP Minformação Eessa EM Me de lhor expressa P I IN M E E E E S S M E N E P M competitividade. Representa a possibilidade SI EM EM SIde realização NP como “a SI PE entendida IN IN I E E S S N S P P construção de um novo objeto. OEM das pessoas.EEM NP de uma P IN P P SI de recuperação I E M E N S E P N E N I P P E dimensão brevalorização da aprendizagem época. S I M I EE de E E S N mentos de S P P P verificação e acompanhamento a fruição orientada de manifestações artísticas.M P pressupondo compromisso dos funções sociais artes. S Ede PE P M E E E SI solve no interior nenhuma identificamEM N E P P P I IN E E S N N S N P P I problemas EE se as E necessidades O adulto. perdem nos constitui realizar a dimensão humana M que se M plinas.M M EE E P M N PE M EE M ligado à apreciação EMe as capacidades SI e das M E mentos frutos da vivência mento estético. também.S humana. M N E P P I M M E P S N E E PE múltiplas EE Um SIN lectual. amI M EE S N E N N P I I I M M E são aprendidos S S dos educandos.S SI N de EM EM SI e se explicitam N P I I M E S S N P P EE conhecimentos práticos ridade. a eduSI M perante o educador. Apreciar e produzir E I M S S N P sentido. Tal raciocínio sóPE presas afirmarem PE e dos EE SI importância SI ter aprendido NP das equipes N SI N P M I I I M S de ordem S S que me. estudar (e ensinar) S Neste é uma ação saber relacionado e EE M à variação das significações SI EM IN P reflexiva.SINe. é o eixo SI P E P M M E P E N N M EE (KUENZER. individual ouPE coletivamente. Neste IN NP E I M E M S E S E E cação de adultos não pode ser considerada um proE P M M M E N PE NP EE EE EE M Na sociedade capitalista moderna ocorre cesso de um SI tempo perdido. SI tempo. convive. promover a S M objetiva da M dimen. nãoSobstante alguns discursos sobre eduNão faz sentidoPpensar que Eo EE PE M M E EMe de organização N N E E P NP I cação de trabalhadores de emretorna aos bancos escolares para aprender o que I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI N N N a deveria como criança. divorciando os conheciPE SI Eda EE NP programação específica. às N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S estéticas. arte implica o SI SI EM PE IN NP culturais IN diversas. não podendo ser considerado SI que inSI que exige PE EE como o resulIN M P S EM N E cluem ambiente de estudo (espaço.

de currículo escolar. EM ma a que M SI PE EE IN S E E P S N M gem deve consubstanciar-se cotidianamente em P A educação deve ter como um de seus E N escolar P SI EE IN M SI EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 68 . ções que são. em sua M M E M N E N E P M M EE SI independentemente SI EM PE para a informação PEestabelecidas para o estudo. M EE em queEM IN e ca. Deve-se também terP boa definição. ase a vida humana são E P P M M N N M N PE interação EE relacionamento SI EE EM sim como para o bom com produtos histórico-sociais. I N E E I M N S SI P N S as indiviSI N SI a formar EEque pos.EM de atividades e métodos EE a de um articulador de ensino no ambiente masPsim Pdo SI NP IN M E N S SI N E I P M (liderança S e intelectual EM da escola. as E necessidades de NP Eler PE as singularidades. I NP N do processo. SI conteúdos.SIN S N S E P M PE I as áreas de conhecimento e que as práticas opção de uma forma de ensiM E E S N M EE SI PE e de agir M NP de aprender. EM o sujeito PE IN e o conhecimento M E E S P M N E P P passiva de algo que atividadesNculturais. voltada para formação pessoal e moral. a partir P I M E S S E N I educador M E S NP um que decorre Edos O EM conhecimentos EM EM M M de dois EE como liderança Eeixos: SI NP E P P P I PE M EE E que contribuem diretamente nas ações da vida prá. E com sua PE e ex.M NP EM P M I E P E E S N feridoEpelos educandos.EM vo. É preciso IN Eoutras distinguir expectativas de aprende pessoas EM S EE SI P N P I E M M P N S como conhecimentos P IN dizagem. de fore todas e conhecimento N E N P EE I E E P S M SI N E P E M P N A aprendizaSI IN possam atuar na sociedade. SI EM N EE com o ouP P E I E M E P P S N E IN PE da ati-M Neste tro. E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE o EM periência. bem de eleque não significa posição constante e imutável. EM PE IN PE INsempre asEE M EE E S S N E P N P P I I um processo coletivo. Critérios de seleção dasSexpectativas aprendizagem e e E P M IN N M M M N PE M aprendizagem SI EE como técnica de e de sua organização não ou método pedagógico maisNefiEE EE E SI EE P EM P P I E M P E Nciente ou M S N P N E I P I N estimulador.PEE SI N S I E S P M M E S em seu percurso IN N PE ser a de um pacidades que E o não pode M aluno adquire EE S SI A função NP do educador N P I I M M E M S S N E E E P formativo na escola. EE P EM S S N E E P uma informação ou um modelo de conduta. o conhecimento EE M E S P lítica. e outro que da absA relação com o conhecimento que se estabeS P S N representa a possibilidade E N I I M E N S S E P e do pensamento prónão é a de Etração SI lece entre EM SI EM descontextualizado.científicas. IN M E M E S SI cada umIN E E P e necessidades.Iobjetivos N E N E P I P E S NP S S N I P I N M M saber escrita quer dizer ção intelectual que se realizam com base em relaS S e ser N ter condição de atuar SI M EE EE sociais.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S ensinar a escrita. contrariamente SI tem vulgarizado. entendidas mundo vive. S N S SI P N PE SI M SI Defini-se EE SI N E IN expectativas de aprendizagem. para o lazer. Trata-se. determiA leitura P SI EM IN M P PE as áreas IN M E S M S nados pelo contexto imediato das pessoas. não porque troquem saberes. atuam transformando-o. NP NP organização EM NP dido como os mesmo. Em palavras diretas. aSalfabetização I S N M E S N S áreas do covidade escolar. conhecimentos que IN não são SsimSI produzimos NP está no Icerne IN PE sentido. As expectativas Edevem iluminar a or. N P NP P I P M E N S N E N I M papel da educação escolar não se limita a ensinar I I M E S E S S E NP P E I M M E P S N como responsabilidade E e a escrita procedimentos e saberesEEda vida prática. em sociedade.como do currículo PE IN contribuição M E que se elabora em cada qual M formuladas. de avaliar em função da P I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S térias que compõem o cotidiano do educando. EE ao que se EE que.nhecimento. Na SI Mo outro. perpassando todas as plesmente cada EE incorporados PE SI EM individualmente por P M M N E M coleti. entensimples motivador. das IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S sociais. EM ções ou. EE PE I IN EM EM S filosóficas. mas a E I N M P P I P S E S IN N M N SAlgumas considerações são importantes para do processo uma pessoa queEM traz Eentre PEintelectual SI M SI M E E N E E P I M P E E das o que sabe apresenta S e o saber N que se lhe P N como a devida compreensão EE expectativas: EM M SI NP fruto da atividade produtiva P SI e do EEM 1. reconhecer que P P e educando aprendem M E M EE M educador IN SI N P E N E P S I E I E E N S tanto no S outro. Edevem tura informar as atividades de diversas manar. mas P N como servir S M N I E N I I N E M S E P S assumida N SI para a avaliação tanto S do reconhecida e EE sim circunstância PE IN SI NP EM pelos Mmento de referências P S I N E I M S N participantes do processo pedagógico). Ide especialista.políticas e absorção seja IN prios das M SI lhe é indiferente. E E participante P I M permanecendo no I E S M E E S E S N PE EE perspectiva EM das ações eduSI PE NP NP EM Uma mudança P de vo e apenas aí fazendo sentido. de EE processo pedagógico S SI EE como do conhecimento EM au. P M M ses pressupõe a assunção de que mas compreS dos participantes. Há uma gamaIN enorme de situações deSrealiza. culturais e políticas SI E EM P P um ser.IN S dos sujeitos N S N acompanhamento dos fatos tomados individualmente. e historicidade. práxis. o trabalho coletivo na ação educaN E P P E I N M P S E PE IN IN SI ser entendido NP M tiva deve E N I S como princípio fundador da M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE da produção do conhecimento. N SIum com o SI N EM as indagações IN NP I M M E S estabelecimento das expectativas de aprendizagem sim porque S SI buscamMrepostas para E E P SI EM função delas.EEM cativas. de um repassador de informaI M E E E S N EE processos.EM S N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M tica. M capacidades M S para fazerSIpoSI NP EM I EE Isto porque. política SI de uma liderança PE IN EM EE P M S N E PE P I E M ganização do Ecurrículo.NIsso é uma o ensino Sda leitura é Mtodas de responsabilidade de endendo dentro de EM PE I IN M política. NP um consulente M P I I I M E E E S S S S N P E movimento formati. de maneira uma pessoa deve considerar NP EM A ação pedagógica I I P M E S S E P M com autonomia em função de Sseus M IN interessa dualidades. e P2. usando-a para o trabalho. Por isso. éSa definição EE de lei. SI no mundo.

Portanto.EEquadros EE EE M SI das NP SI P NP E I P I M N E S criança e M N I S daquele da etapas previstas para a EJA são complementares e rente do adolescente.03) S N M E (OLIVEIRA.a ação educativa deve ser feita supõe a difícil aprendizagem de organizar-se e atuE P M M M E N PE NP tendo P EE ar com M EE EE vista que sempre em se artiindependência. mento Sua SI em que vive EE e aprendizagem. de estabelecer tarefas SIa ação imediata EM e re. laciona com a participação.EE M SI apontada EM IN P documento M EE M E S E E P como um eixo pedagógico supõe a cons.quando se consi· orientar as servindo de N E P P P I IN E E S N N S N P P I M EE dera cada aluno em Isto por. no. sua forma de organização e M SI alcançados e revistos. S de de troca IN de experiências e de fortalecimento M EE faz por Erazões S P M conjunto. N EM Eserem SI N P I I M E E S S N P P EE que.M E específica. M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N nhecimentos trabalhados · compromisso: que S M SI M IN NP é mais que boa vontade.participante eEE P I M E E E S S M E N conhecimento E P como PE uma EEM · vivência SI EE expressa em NP lada deste ou daquele PE o que Pse IN de valores: NP N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 69 . IN e tos IN M M das aulas. N E M M IN M SI PEconcepções EM M EE do que P EE EE conhe. E a dinâmica S S M E P P exposição. incorporação eE reajuste do N M P EE PE I conhecimento M EE E aluno incorporará P NP que cada IN S N I M P P I de modo os coPara tanto. IN PE EM P IN E E M S M E N S P com o propósito de perceP IN 4. Traz EM N E I P I E S E E S S E N P P I M P longa (eIN M que a Sfinalidade última é todos educandos consigo uma história mais provavelmenM EE alcança. SI IN SI sociais. P I e valoresS das pessoas.S de forma a permitir que junto de critérios e seja tenham N EM os participantes E EM con. EM N E SI níveis intelectual. NP M E E PE P M E E M S M E como alguém P E separá-la E PE no mundo se que interpreta eN atua gógico. Não se devem considerar · ser compartilhada.M a aprendizagem é um intenso processo a cada momento doIN processo pedagógico. constituindo um A avaliação deve: M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E ambiente propício de E conceito e M M · considerar a situação e participação dos P N E SI eduSI à incorporação NP P E IN SI NP EE candos. P tanto do ponto como das prá. propor assumindoA Iavaliação é Sconstitutiva do processo M EE soluções. A apresentação NP NP endidaPnão SI por itens N M I I I M S S de cada EEM descritivos se metodológicas. devendo I M ser compreM I E M E E S S E N E S E P P P I M E E N N N dasSexpectativas mas como possibilidade PE EE como controle. a sedições SI os quaisSpautam EM EMde interferir SI NP PE dos acontecimenIN na dinâmica IN I E E S S N S P P que os objetivos sejam leção dos E conteúdos. conNP tos acumulados EMfundamental. N EE SI NP EM EM SI EM ações pedagógicas. a avaliação supõe: Ssocial. questionar. não há como IN M do movi-PEE P E E N S E I P P N M E finalidadeIN S M de ensino SI N N de transformá-lo.S régua e referências das decisões a tomadas SI sua particularidade. 1999 EE SI NP M EM EE Os conteúdos que a escola desenvolve P I M E E P S SOBREM N devem E M P M N PECONSIDERAÇÕES SI E Eeducandos PE noEE que os IN SI contribuirPpara N E desenvolvam A AVALIAÇÃO I S EM N PE P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E vas e mais complexas formas de compreender a E S S N P E I M S pedaEM M IN realidade. I P E M S E E S N E E N P se conformando individualizados. discutida e acordada entrePE SI EM E P M E P E N N P EEenvolvidos. Por não devem ser SI SI ou graus Ide NP desenvolvimento PE E M P S EM N E isso mesmo. de ter Pdisciplina de SI estudo e trabalho. os M SI EM SI concreta. SI EM de inM IN M E E E S S M NP E E P E M teração. SI N IN I N M M I S S N E E S · frequência a considerar das a frequência se reSI e participação: EM para além PE a formação PE corresponde M M E EM N N E E P NP I finalidades imediatas de uma etapa. N P N I P M no possam. O desenvolvimento cada atividade e nos diferentes espaços escolares. N P I S M N S EM N SI EE EM análise da realidade eM a problematização da vida · ser transparente. NPtinuar seus S P P P estudos. em NP situações Eescolares P P PE I S M N E N S desconsideradas. PE P M E E E SIação pedagógica EM é sempre único.S as decisões N M E E P I M M M E E P S as quais culos e E N N E E E de estabelecer EE M programas ePnão ticas não-escolares. tante P M articulação I E S N N E S N P M SI das expectativas SI Aprendem-se da é a de iluminar muitas coisas importantes e significaSI PE apresentação IN M M EE S M N E P I M de vista pessoal EE E E pedagógicas e de elaboração de currítivas. conhecimenEte mais complexa) Mdenominado N EM PE PE EexterEE para que SIseguida. sobre si mesmo as outras I M EE S N E N N P I I I M M E S S p. I P S SI valores que permitam o exercício sistemático de do grupo e dos educadores. O resultado final da formativo. o S que alizá-las.PE P P I M E E E S N E N P P N IN cimento escolar relevante.M colar não correspondem absolutamente à totalidaN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E A finalidade de dos conhecimentos N P dos conhecimentos. considerar é que as expectativas de aprenSI SI NP EM à lógica PE IN de itens N NP mental Ia E I M S S P S A perspectiva transdisciplinar neste dizagem estabelecidas no âmbito da educação es. é fundamental ter em mente que os O adulto está inserido no mundo do trabalho I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP e das relações distribuídos conforme aP organização interpessoais de um modo dife.EEM NP P IN P SI I E M E N S E P N E N I P P E cula com ações anteriores e ações futuras. não 3. Sé SI EE SI no sentido NP P I P M S A definição do currículo se faz desde um conalimentar permanentemente a crítica e autocrítica.M M EE E P M N PE M competência EE M EM SI do co. Nesta outro M N IN NP EM múltipla e PE EM mesmaSIdireção.SIN IN M M S E P S E E rem o nível aqui de etapa final do enside experiências. N E E I E M E P E S E P E aspecto fundanhecimento se faz de forma variada. PE as expectativas EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E de Eaprendizagem como umSInível máximo ber as dificuldades encontradas M EE SI EEdurante o Ppercurso SI ou míniPE P M E M N E mo de aprendizagem desejada. SI SI 5. Eesperar a manifestação modo queIN não se deve do NP M EM M iso. E I M E M S E S E E Neste sentido . em e reflexões sobre o mundo M M I I E S S S IN M IN EE EE e sobre EE Spessoas.

deu e o sentido Sdessa aprendizagem.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E coletivos E Me individuais EE S atitudes solidárias. entre os quais S N SI EM PE IN se destaIN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP PE M EM M EE NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M P S E Anotações PE IN IN SI NP M E N I S M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE S E P M IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N S SI P N PE SI M SI EE SI N E IN P I M E S S E N M M M E SI NP EM M EE M EE EE SI NP E P P P I PE M M EE E S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M S S N N EE NP SI SI EM M P M M E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S N E S N N M SI EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E S N P M N EE M SI NP EM P SI IN EE E EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM PE PE PE IN M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E E S S S S E N P PE SI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M M S SI PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M N S M N N NP SI EE PE SI SI N EE EM P SI N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E E P SI EM EM PE PE IN M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 70 . exercícios relativos aos lações.SI EM educativo NP EEque as pesP P E I E M E P P S N N ampliem sua capacidade E PE desenvolvidas. registros do trabalho e Icam: N S E N N autonomia de pensamento E P I I P E S NP S S N I P I N M M realizado. P I M do sucesso ou do cumsistemática o que se I E S M E E S E S E P IN PEcondição EM primento EM PE Nde NP uma tarefa.va e não mera IN NP NP EM verificação EM verificar. EM EM P P ções individuais e coletivas. de tarefas e de Sproduação. observação conde conhecimentos. soas de interpretação IN SI SI NP INda paração M PE das atividades I S N M S I S N E EE I Neste sentido. PE PE e aquisição pesquisas (bibliográfica e de a IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S de trabalho. é PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE de desenvolvimento do trabalho. M M E M N E N E P M M EEfi. transparência nas reS SI leitura e Sreleitura IN EE EE colaboração e cooperação. M E P S E E e criticamente M apren. em E P P M M E N N M N EEdo processo SI EE daqueles EM tinuada de situações especial para SI que contribuam M e com.tópicos SI de conhecimento: SI · produção EM desenvolvidos. planos e relatórios do processo pedagógico é o crescimento M nalidade S M SI SI SI NP EM I EE intelectual e a ampliação EE M E S P de variadas formas de expressão. respeito à diversidade. a avaliação é umaSação formatirealidade e de intervenção e participação social. NP EM I I P M EE E S S E P P N M M Resumo elaborado por N SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E Martha Sirlene da Silva Para pode-se IN S realizar e E P PE explicitarSa IN avaliaçãoEE M EE E S N E P N P P I M usar diferentes recursos. N produções N S N campo).

P exercem P rituais e práticas pedagógicas. IN P M SI a garantia da aprendizagemEE IN M IN M M S E P Converte-se então em um instrumento referen. p. a questão da avaliação educacional e outras mais dirigidas M IN ao discutirmos IN M EM E E S S M NP E E P E M M P avaliação No M liação da aprendizagem que EE educacional. da P IN P P de Educação Especial do Ministério da Educação.quentaram IN M M a constatação EE lado. organizar e atuar com nal por inadmissíveis inN S E N I P P I N M E S M N N N SI dicadores truir qualidade de S ensino. devem ser contemplados. EM EM PE EE IN SI N Ecompromisso E I P S EM N P A constatação primordial é que o O tema avaliação tem sido muito explorado no P I S M N E N S N I N E M P I para todos I escolar nas últimas décadas. administrativa S P P e estrutural. 46). todo um conjunto M de produções direciona. com uma E SI S E S S N educação de qualidade tem campo da educação P E I M S EM M desafiado IN M educacioEE a realidade NP os profissionais M de educação a pensar.S S E E M E M E E N E E P I P P M AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA E S N pedacial de natureza N PE às definições M IN EE e de apoio SI NP EMDA INCLUSÃO EM SI S N P I M PERSPECTIVA ESCOLAR I EE se E E S N gógica. também. bem Icomo os aspectos e os indicadores O conceito de avaliação educacional aqui utiliN SI de EM IN M EM M S E S E E E P M avaliação sugeridos em documento da Secretaria M zado Pestá definido como Pum M por SOUSA E instru-EE N PE M N EE EE da aprendizagem M SI EM N aluno. NP que fre.SI P IN I E E SI N S P P M as aulas. que P I M EE S N E N COM NECESSIDADES N P DE ALUNOS I I I M M E S S S N M E concretiza por meio de relações partilhadas EE SI NP M EE EDUCACIONAIS ESPECIAIS EEM P I M E P S N E M P e cooperativas N PE SI (2004. E S Algumas constatações sobre I E PE P M E E M S M E brasileira. IN M Diretoria de Orientação Técnica dir sobre as intervenções e redirecionamentos P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E 2007 (p. por ouS IN EM no âmbito M não a EEM IN M S E E S E P de todos os educandos no espaço tro lado. I S N E N PE E I I S E P S S N P S sões. P NP IN S E N I M P P I Sdeveria M N E Quadro 1 . as dimense S constituir como um dos seus elementos. NP EM PE IN M EE mecanismos M E N M S E SI do à demonstração I P N Para que a avaliação ilumine a compreensão da E dos de manutenP E M S M N SI PE PE IN PE EE EE SIde poder N N escola naINperspectiva da inclusão torna-se necesS ção das estruturas e de contradições enI P P M M S M S N N E SI mais eficientes M modelos considerados EE sário conhecer o conjunto de Prelações e inter-relatre Eos para SI EE SI P PE M E M N E P N ções que ali se Eestabelecem. tem-se S S M E P P M educacional enquanto EE M liar não E E A avaliação procedimenpode se restringir aos Elimites das relações M N E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P N podePEauxiliar significativamente pedagógicas e tampouco àquelas que ocorrem ape. dão susEE que possam SI SI derrubar EE alternativas SI de baixa M NPpráticas avaP I P S N as diferenças individuao interesse conhecimentos EE em produzir INliativas que M SI desconsideram EM EM tentação S E P EM M M E E E N E EM para PE ais dos educandos e que não são utilizadas P queEE forneçam novos formatos para avaliar os proP I P M E E S N N N P N EE período em SI EM identificar aprenderam no NP EM o que S SI cessos de ensino e de aprendizagem. PEE I nas as que predomínio E S N N SI N P I EE SI N EM EM SI muitos aspectos N P Existem queEinfluenciam a diescolas. há.EM to sistemático SI na SI NP EE IN SI NP E I P S SI N P I S compreensão dos fatores que favorecem ou nas da sala de aula.S 28 a 33 e 50 a 56) Eque M se fizerem necessários em face E N NP EE do projeto EE M E P SI NP SI P NP E I P I educativo definido coletivamente e compromeM N E S M N I S EM N E I P I E 28 A 33 E S E S S E PÁGINAS N P P tido com do M aluno. Assim.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M P E EE EM N P P M I E N S N EE SI EM NP SI P I M M E S formação e da cidadania e tem como finalidade P IN M MATERIAL EE EM DE PROFESSOR EE S N M E E P P I M M M E E P S N fornecer pedagógico informaN E EE M EE sobre o processo PE SI IN SI NP(cidade): SSecretaria E P P PE I M N E São Paulo de Educação. SI a serviço mento do I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S N SI SI M M EE P N SI E EM EM E M E REFERENCIAL SOBRE PE AVALIAÇÃO E P P M M N E N N P M SI EE EE SI SI N P P I M EE DA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM S N N E P I I E M S S N M SI EE NP EM E I P M E M E S NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS E P N EE EM SI NP PE IN M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 71 . PE IN EE EEou do desempenho. encontramos referências afeitas à S I I M E S S N P P EE SI EM à avanâmica escolar e que.inclusão PE escolar. SI Por um de que INava. P E o objetivo E ainda marcada PE IN M de cons-PEE P E E planejar. garantir a aprendizagem e os procediM EE SI identificar N EM EMdos alunos SI bem como PE P M M E E E SImentos avaliativos N E N Psuas regras. N çõesIN que permitam escolares deciS E M P aos agentes SI SI S PE EE (SME-DOT). estão arrolados os âmbitos.

neste documento peciais matriculados nas municiSI EM de qualidade. se configurar SI NP que pode E N P I I M M E M S S N E E E P sempenho escolar quando formas. da higieao trabalho docente. contudo.M EE IN SI EM N P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI PE N SI 72 . pois E ao em que forEesportiva IN ainda. seja pela não SI EM os avanços PE dos alunos PE PE garantia de sua aprendizaIN M E S NP N EM N E N M P I I I são atitudinais. bem como expressa informações sobre as M E M I E S N P E N E P S E N SI SI PEssas N PE questões nos remetem a repensar o proe a Enecessidade de PE M SIações em N SI N I Ndesenvolvimento I I M M E S S S E E cesso de avaliação inicial e processual regulações constantes.zagem e agir PE no sentido de criar eEE IN M M E S consolidar prátiQuando a população de referência são E N N E P P M E M E EM SI SI N N necessidades educacionais P E EE garantam EE cas pedagógicas que todos à EM nos que apresentam esSIo direito de SI N P NP P I P M E N S N EE classes comuns educação Por isso.EEM IN EM do aprendizado EE P M S N E P P I E P S social e M mesmo tempo vência ou. quanto aluno. SI SIN EM NP P E I M M E P S E N E P com a garantia foram informações para respondê-las pais de São SIpreocupação EM IN selecionadas M PE PE Paulo. ou seja.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI E NP I S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI EM PE M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P IN M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI P IN M S E M M M E EM M EE M EE EE NP E P P P I PE M M EE E S que envolN N N E P fessores especializados. consideramos Neste texto selecionamos aspectos M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M S recorrentes S N pertinente reproduzir as questões mais educacional. bem como são eleE M SI M E E E E P I M P E E S N P aspectos relevantes o professor deverá dos mecanisEE IN EM M SI na identificação N NP mentos importantes EM • quais P S I E E EM S EE SI P N avaliar no processo de aprendizagem dos alunos mos que favorecem a exclusão dos alunos que apreP I E M M P N S P IN com necessidades educacionais M EE M EE necessidades IN SI N S especiais? sentam educacionais especiais1 em E I E P S P M M E S N N PE de várias M os conceitos EEcomo atribuir • referentes ao de.SI nossas escolas. evoluem EM IN IN N M zado pelo S E P I S S N E E P S E nece subsídios P IN para se alimentar. seca na compreensão de como acontecem os proP P I S E S IN N N M EM PE SI elas:S cessos daNeducação escolar.IN sa reflexão M na SI EE M PEaprendizagem IN IN EM S EE sobre S P S N EE São PEE E P I N M perspectiva da inclusão escolar desse alunado. quando vão constituindo gem ou pela interrupção de sua trajetória escolar. IN EM sobre a M SI PE EEmomentos IN palestras. I M E E E S S S S N P EE avaliação PE SI NP EM repertório PPor comportamental que lhes permiteSinteragir da aprendizagem compreendeIN M E N SI N E I M P M S SIa verificação com os participar das se efetivamente realiPE demais e EE atividades de convi. possibilita a Mà sua autonomia SI Ncuidar EM P S I N E I M S N P S M tomada da qualidade dePEE ne pessoal. Por isso. P M da aprendiSI EM PE os alu. E SI expressas por esses professores para iniciar a nossem. deixar de reconhecer que E E P E IN M E E S P M N E P P M avaliação da os aspectos citados acima mantêm relação intrín. S E E P S N M P E educacional especializado de alunos com bem como nas de proN visitas dePacompanhamento SI necessi. entre outros SI EE aspectos não identificados EM M de decisão e a melhoria IN EE P E E S EM N P P M I E N rotineiramente como acadêmicos? ensino. a IN M E S M S N E N P EE I já apresentadas explicações adicionais de sua vem sendo externada E pelos a partir das E P S M SI aprendizagem N E P E M P N SI o atendimento legislação que normatiza professores nos de formação. a avaliação da aprenN EE NP vem a avaliação SI SI EM M P M M E SI dizagem.

a quantidade M N PE PE EE nas características EE de aprendizagem. enE I EE M E S E P P M M E Contudo. quatrocentos S E P M E E E e trinta e P três) alunos necessidades é um suicídio pedagóEE N E autêntico E EM P P I P M E E E S N apresentando E N N P P N indicados pelas escolas como algum gico”EM (p.387 EM EE delas não M SI participa. 90% apresentavam M SI deve ser considerada INdefiIN M M EE S S M E P P ciência auditiva e freqüentavam uma das cinco escomo resultado que depende única e exclusivamente M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E colas especiais do Pmas deve Eestar sendo P construída EM em julho EM do aluno. quaisSobINaprenda. prioritariamente. P Nna rede regular E E P ciais.S N M E E P P I M M M E E P E IN São Paulo. como SI EM que inM uma entre as variáveis IN material em IN Braille. EE admi. de acesSIrepresentar N Ede EM SI a provisão N sua exclusão sem. M EE S N E N N P I I I M M E S S quando M N E que se Prefere E sendo providas. negando a premissa de ser desenvolvido. o atendimento desses alunos introdutório ou mais concreN E P P P I IN E E S N N S N P P I demandar M meios especiais EE classe comum pode to. destes.S na-se necessária S N N I P P I N M M M N E N E SI escolas ciais comuns das fissional S e da equipe S escolar. EE PE SI SI cada aluno NP P condições próprias de (Hoffman. intérprete M EM E E S S M NP E E P M de coterferem no seu de escolarização.condições N N EM no Brasil. NP Sà N P M I I M I M S S S N incapacidade dos mesmos. EE SI requerer NP EM EM SI EM mais simples PEem material P M E E E SI EM No entanto. N E E o paradigma da avaliação não ficar a qual I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I ou dar Numa I ao “atendimento especializado em dúvida SI S E tre outros. IN compreender P M I E S N N E S N P M SI professor? SI dros do M nejamento do atendimento de alunos com necessidades SI PE IN M EE S M N E P I M EE E Municipal E Como está se realizando seu ensino. SI NP sidades IN EM P N I P M do contexto aEque educacionais especiais matriculados M M I E S N S S M IN E EE EEvem subindo SI ano a INPestá submetido S P P P e quanto suas necessidades estão escolas regulares. ano. NP P EEscola INquando oNprofessor E dia. I P I E M S E E S N S E E N I P P está esperando de referenciais teóricos e da análise SI EM que ele PE seja. devem M tes de EE M no Brasil e no muniEM SI E ele ser rotulado ser M dades educacionais especiais N E E I E M E P E S E P P M M N E pelo menos.ciais.EEM SI especiais Ie NPa avaliação P IN P P SI E M E N S E P N E N I P I sua aprendizagem é fundamental P da educação E processual S de pectiva inclusiva S SI requer que N a avaliaIN P I N M M I S S N E S da aprendizagem sua Pescolarização. não P for e instrutor E P PE processo EE de Libras.Spor exemplo. SI EM SI SI NP PE IN I E E S S N S P PA aprendizagem não tipo de deficiência. E três perguntas: O que se bem como Mcípio de São N da respondidas. SI dia-aIN na ocasião. o direito se “devo reprovar E S S P E I M S EM M ’empurradinha’” IN aosMalunos com necessidades espe. qualquer uma dessas posturas é M EE educacionais NP E S I E PE P M E E M S M E E preferencialmente. torM EE N S E N P E I P I sete) alunos com necessidades a rápida intervenção desse proP educacionais EE E espe. equipamentos especiais EM IN EE adapta-EM Eaprendizagem P N IN S N I M P P I para promover a e partir das municação alternativa. M P que lhe está sendo ensinado e Epara acontecem no cotidiano escolar. “não N parar para atender ao M contávamos EE inclusiva2. I S M N S E IN M EM M com M SI E S E E A avaliação inicial do repertório dos alunos Retomando. pois Eprecisar SI EE ele pode SI municipais EM nas classes P PE P M E M N E de São Paulo. de mais tempo para realizar N a atividade. andiretor. na escola. SI nal – Lei nº. pois IN P S SI deM 2007. de ensicruelmente excludente. M M SI E EM 1. se o os professores.S P I I M E E S S N P P EE pre que a avaliação.Sno Sistema Onidentifica que o aluno M P I S S IN E E da Secretaria M IN o começa a encontrar M S E E Line Municipal de Educação – EOL. o debate de Eaprendizagem aluno e. so ao currículo. 58. dos.mudar EE 9.433M(um mil. quais Pconteúdos estão compondo o plaos meanSI N PE Todavia. trezentos PE IN a 10.IN 77). SI N M E E P I M E E P N (2003) Sfaz o seguinte VASCONCELLOS alerta: Diretrizes eMBases da Educação NacioE M P M Nda a Lei de PE SI Esignifica E PEden. a sua ção tenha como princípios básiEE SI EM por isso PE para assegurar M M E EM N N E E P NP I não realização significaria subestimar as suas poscos e norteadores que: I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N sibilidades de aprender ou quedar-se a) a a INum processo PE IN crença na EEavaliação Sé SI NP compartilhado. PE na EE atuaçãoSIjunto EE M EE P NP SI P N E I P I M N E S M N I S aos alunos com necessidades educacionais espeSegundo dados da Secretaria Municipal de EM N E I P I E S E E S S E N P P I M P M mas a natureza e a extensão das Educação de São Paulo (SME-SP). preferencialmente.. 54. professor especializado e família.volvendo SI M Tem como EM N E P P E I M E E P fessor alega que o aluno não está aprendendo. e intensificado. SI município. pois é preciso descobrir as I EE M P E E N S E N P I P P N E M N SI sobre aScon.M M EE E P M N PE e / ou excluído. o atendimento escolar de alunos E P M M E N PE NP EE com necessidades EE especiaisEM EE M necessidades educacionais educacionais na pers. E No à avaliação. na IN última déca. I N PE E Paulo. ou seja. educacionais especiais na Rede de Ensi. foi promulgaEM Em 1996. N e que materiais E M P nistrados eS equipamentos dos dados sobre comSI estão à SI PE EE IN M P S EM N E parando 1996 à realidade em início I de disposição? M encontrada M E E N S E I M E P M E M É preciso inserir mudanças S N NP 2007. IN humano EM EE EE que todoSser EM pro. coordenador pedagógico.SIN M que metodologia eEquais procedimentos são no S de serão SapresentaEE PE IN NP primeiramente P P PE I S M N E I N S a evolução das matrículas. S M EEvariações SIN IN M M S E P S E E M devem ser decididas a partir da identificação de suas de alunos declarados com necesEda. ou NP sistematização IN E I M S S N P previstos no seu processo S de escolaride situações de aprendizagem e de ensino que EE jetivos estão M SI EM IN P zação?SO M EE E E EM que. pelas U. N P M M M I E N E E S N P I P M E EE S para melhor E portanto.394 (LDBEN/96). foram declarados. jogos pedagógicos Susada M N E S E S N N SI dentre outros. SI SI de cada EE SI NP P I P M S aluno e suas cepção de educação com INdisso. além SI no”.E. obstáculos na realização das S E PE E P M M E P E N N E P M M N e oitenta e atividades ou percebe que SI SI atendimento PE(dez mil. 2005). IN garante. N Paprende. P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 73 .

Pode. S PE M EM é preciso M EE NP que o professor SIdesse alunado. com SI dos alunos PE e das condições NP NP EM lo emprestando des educacionais da a mão PE e não fazendo I N E E I M N S SI P N S SI Nproposta aos SI EE outros. ou P lesões queEEafetam quaisquer desses S da classe N comum Ee M o de apoio N peda.PEE M EE SI N S E I E S P M E S N EM PE pedagógicaNpossa potencidadeEvariáveis. mas a mudança o comE P IN N M M M N PE SI ou seja. A lesão EMpara a Mdefeito ou S P I N E I M S N E rede de ensino.dem N E M S P I S S N E E S as P orientações da SME-SP lesão do cérebro imaturo E to e respeitadas IN SI NP (. de Mudanprometimento da abrangendo. 2006.. IN M E (BOBATH.SI EE IN S E E P S N M P E guns grupos musculares e não em outros. E N M P I I I I M E E E S S S S E que a avaliação N P fímendável inicial A paralisia cerebral PE e a processual esSI é um tipo de deficiência NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M S referencial tejam teórico. SI Pelas intervenções SI NP I EE ções de ensino. físicas e gravi. IN S EM IN ção. PE IN de memIN do aluno e/ou da educaN amputação outras Mque se espera EE ou ausência I SI ça daquilo N S S P N I E P S I S paralisia cerebral. 1).IN O acesso aosPEestudos teóricos sobre desenho seja das outras crianças. eEM dos sistemas ósteo-articular. ser auxiliaM E PE S E M M N E M I NP N identificar E crianças..classe. contribuindo EM PE PE ção para gloIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S inserção de S e para o aprimoramento das instituiN N S N e M bal do aluno M SI adaptações. EEM EE M S P um aluno nas condições descritas neste relato pode E P P M M E N N M N E trabalhos SI EE EM participar b) a avaliação contíde todosPE os em SI SI constitui-se M EMdesenvolvidos NP em processo EE P E I E M E P P S N N E PE nuo de análise das variáveis que para maisM IN SI SI e permanente NPos de natureza INin. SI PEavaliar os alunos com SI N EM N I I M E N S S P na P classe comum tem. M PE em al. M EE A paralisia cerebral é classificada por EE EE SI SI N P NP P I P M N S o mús.br Acesso em 2006).. EM SI EEfunção física.com. M SI M E E N E E P I M P E E professores.. recomendável e provoca debilitaS M SI EE NP pressu-PE cerebral não é progressiva EM o uso Sdos M I EE P E E EM N postos de Vygotsky sobreP a aprendizagem humação variável na coordenação da ação muscular. N E P E I M P N E de um ou PE Imais IN A questão princi. P considera-se. M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE tipos.doenças M M SI sempre que NP gógico especializado. de EE paradigma. com o lápis na mão.PEE M a espástica sendo IN a mais comum. MEC/SEESP. Pou em conjunto. isoladamente podem EM S EE proSI P N P I E M M P N S P de grauIN IN duzir quadros de limitações M envolvido.S S própria prática NP M bre sua E N I S na escola. Nessica definida por muitos autores SI assentadas PE EE como: uma desor. P N P P I E M P N S P condições. N SI o apare. SI EM EM em atendimento IN M E E S P M N E P se mostrado mais significativa A deficiência física M N M SI se praticada NP refere-se EE nos hoM PE ao comprometiIN EM SI mento P EE aparelhoSIlocomotor P S N EE E rários coletivos. de modo preventiE I P I I P E S NP S S N I P I N M M vo e/ou remediativo.E2006) EE SI especiais EM . sobre as variáveis identificadas S S N SI EE EE barreiras para a aprendizagem SI EM EM P P como e a participaPÁGINAS 50 A 56 M M E M N E N E P M M EE SI o desenvolvimento SI social. que E objetivando P I M potencialidades e necessidado por outras foram orientadas a ajudáI E S M E E S E S N E PE EM por ele e. PE necessidades educacionais o desempenho das MEC/SEESP.EEM IN EM em claro EE P M S N E P P I se sentido. p. e da devido a um S do movimento M no âmbito EE IN postura E EM IN IN deste documen. 9). membros com deformidade M E S S E N P I tomada de M M M S Nsobre A como EM PE procederM congênita M EE as deformidades EE decisões EE ou adquirida. com a participação da equipe esdo que compreende os PEE I N M P P I S N E S N IN SI colar. SI EM PE muito diferente IN M EE EE E S S N E P N P P I M ção. acadêmica. P M I E N M E M I E S N P E N E P S E Epróxima parte N SI em manSI deste texto. SI estiver EE IN E o mesmo sistemas. exceto SI N E P P P I PE M EE para EM Ee estéticas para acompanhar o processo de escolarização e as que não produzam dificuldades S N N N E P M P I I I E S S S N N PE funções (BRASIL. PE com destaque I S N M S E I S N E I S terferem P no processo de ensino e de aprendizagem.). comPresultante incapacidade N PE da criança M SIna. ou seja. As EM do coordenador PE do supervisor. Quando IN M EE SI E S S E N P E PE mostra uma resistência SI EMmaior do M EM culo que o esperaP IN E E N S E N M P SI no movimento SI do passivo. por si só. muscular e o S nervoso. executar a mesma tarefa NP EM e da M I I P E S S E P N p. PE bro. SI E PE PE P em classes comuns I M educacionais especiais E S NP N EM N é recoentreamigos. segundo o(s) segmento(s) corporais SIN M SI Para que NP a prática E P I I M M E M S S N E E E alunos com necessidades P tipo de M alizar a permanência E dos afetados e No lesão ocorrida (www. M N E I E M P I E EE S E P reflexões. mesmo representação no grafismo ou no NP EM que sua EM SI PE IN M E M E S SI N E E P P M Mavalia. EE dentreEM EE intencionalidade.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S finalidade conhecer N ************************************************ S E N Npara intervir. não de S N SI é suficiente para a construção EM PE IN IN Mavaliação na EE SI S N S E P M PE I uma perspectiva da inclusão escolar PARA SABER MAIS SOBRE M E E S N E I E M NP edifique DEFICIÊNCIA FÍSICA. É a alteração completa ou parcial M S N I E P S E M S SI PE IN M segmentos do corpo humano. individual E S soanálisesIN e ePcoletivamente. do tônus EM NP PE EE IN existe aumento EM E P S M SI N E P E M P N SIpredomina IN Como a espasticidade EM muscular. Sacarretando EE PE palMnão é a mudança de técnica.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 74 . tema da N SI N E I NP I I M M E S ter posturas e realizar movimentos normais S S E P SI EE EM EM PE P1984. isso. EEM escola família (BRASIL.

M M EE E P M N PEinteração. M N I N E P E I P I E M S N PE e experimentação. seja capaz agir EE EE M EEintencionalidade P SI soNP SI P NP E I P I M N E S quandoEos M quatro membros N I S bre. só que. S M N S E IN M E M SI E S E E realizar a escrita é o mesmo que o de qualquer ouE P M M M E N PE M NP EE tra. NP necessidade N SI N P M I I M I M S S S N adaptações para o uso do lápis. se IN SI N EE deve oferecer I P S SI ao sujeito sentimentos de seguranvo-sensoriais associados (visão e audição) N P I S M M N S N SI EE EE forem detectados EM ça. IN IN M M E S S M E P P grupo e com o conteúdo trabalhado. EM possibilitar SI N ela vividas. o prejuízo motor da EE M P E E N E N P I P P N M E quer parS M N N N deficiência intelectual. brin-PE PE EE crianças SI apresentam SI de conviver.SI gosta de ser SI criança eSIa EE SI SI compreendida. O M sensiti.Strocar. contudo. físiinteligência sensório-motora M e. N IN M igualmente EE IN M M SI S E P S E E M É comum a criança muito dependente mostrarE M E E N E EE relações SI comportaNP EMinsegura Pnas NP PE NP e apresentar M se ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE M M I E SI N E E SI S N P M I EE E SI N mento de S P PE P birra em função das dificuldades normalPESSOASNCOM DEFICIÊNCIA FÍSICA I M EE S N E N P I I I M M E S S S N M E mente apresentadas EE pela família NP e por ela própria SI M EM EE Uma criança muito prejudicada P I M E E P S potencialidades.EMmotoras que esta apresentar. transformar o ambiente e se integrar é que ela • Tetraparesia: esEM N E I P I S E E S S E N P P M P M poderá tão comprometidos. Isso SI Em relação P I I M E E S S N P P EE expressão e o registro pode ser um empecilho para o desenvolvimento da SI EM M IN de acordo IN com suas possibiM EM E E S S M NP E E P E M lidades. S N E E P P I M M M E E P S N N E EE conceitos a troca EE proporcionando PE entre oPorganisSI IN membros superiores SI • Diparesia: NP quando Sos EM P PE I M N E N S E M IN o meio. EE • Hemiparesia: SI NP apenasSum EM A colaboração derá sentir-se parte quando N P P I P M I E S N S P IN sua participação. muitas E I EE M E S E P P M M um prejuízo do uso do Há N PE formas diferentes. A criança quer tanto em relação ao mundo físico como social.mo S EE membros I M P S EM N E potencialidades da criança. contudo. E M S E N NP metimento. que através da sua feriores.NP e Só com oSIfortalecimento das apresentam melhor função do que os SI PE in. PE INda parte doS corpo diferentes de M manipulação PE EE pois Dependendo daSlocalização SI S N N E P I N I E M S S afetada. aprender. Mesmo há soM quando SI EM SI acarretar IN PE EM P INem atraso E E M S M E N S P do aluno com Pfica o registro Como mente o comprometimento motor. EM explorar e controlar o ambiente N E P P P I IN E E S N N S N P P EE ao registro empobrece as experiências por SI N a EM do aluno. M de autonomia e de confiança para agir. EE de representação EE M o padrão ou modelo a inclusão de SI EM NPuma P IN P P SI Como possibilitar I EE E M E N S E P N E N I P P no grafismo ouPEno desenho pelasIN criança física na escola? S SI representados SI com deficiência IN M M IN S S N E E S I M demais crianças dependerá das possibilidades E E S E P P M M M E E N N E P física temEEnecessi. quando eles apresentam menor acoI M M E E N S E I M E P M de descobrir. por EM pes. P EE permitirá que a criança com deficiência PE IN EE de de-EM EE P NP desenvolvimento IN o posterior S N I M P P I ca supere as dificuldades que a impedem do raciocínio opeSpara M N S E S N N PE SI EE desejo desta PEpotencial. fundamental para pois precisa de podendo ser o lado direito ou o lado E N S P I M M S PE IN M EE EM EE um mediador para experimentarM e construir seus esquerdo. O ritmo deSIinteração M das no EE M EM E processo de cimento de deformidades articulares neste grupo de N E E M I E M E P S E P P EE M M N E e de execução de suas ações apresenta formas paralisia cerebral é comum. Sua participação apresentam atrasos ou dificuldades em EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P P irá proporcionar-lhe ao SIN conseqüência do déficit e SI motor que EM EM SI interfere NP PE de pertencimento IN sentimento IN I E E S S N S P P garantindo. EE EM tipos apresentam E I P M E M E S E E P quer participar. como Luiz Cláudio. que precisam ser mediaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 75 . N de suas no P reconhecimento porE E M P M N SI EM PE EE IN SI N E EE tanto. é fundamental que a postura e as atitudes dos fisicamente é P também deficiente I P S EM N P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E professores e pais para com a criança conduzam a intelectual? E S S N P E I M S cresEM M um desenvolvimento IN saudável em que todos M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E Não existe P N E E relaçãoSIentre PE çam juntos. os N SI LuizNP Cláudio é dependente Ele que foi subdivisões: M SImotoramente. não e tratados a tempo. EE A criança NP P I P M S e papéis de desempenha tarefas O que acontece comM paralisia INticipar. NP A Epessoa com M I E M SI deficiência SI E N S E P P P I M E N N N Muitas de dade interagir. Outras apresencar e ser feliz como qualquer outra. pois só por meio da participação potetraparesia. INcaminhosNou M as impede EM EE motor que EE vezes. há prejuízo no SIN PE EE EE SI N N I P P I N M M S nos membros M S N N E SI e na aquisição deficiência física desenvolvimento da cognição de EE SI EE SI EM P PE P M E M N E superiores? mecanismos culturais básicos. Smelhor I grupo. conseqüentemente. N M EE é que crianças M SI E EM cerebral S E P M M E E E acordo com suas possibilidades.tam SI S M com ou sem Eo E P P E I M E E P lápis e conseguem teclar computador soas.PO SI criançaIN SI senvolver seu de rador e M formal. SI demonstrar suas reais possibilidades. Uma M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E forma quePos outros. assim. isto é.M ser tratada parcela destas crianças apresenta déficits P da mesma N SI meio SI NP PE EE que. interação com o prejudica Eas M possíveis experiências da criança. porque a dificuldade N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SIde manipular. poderão SI EM P E P M E P E N N P EE escolar. diparesia e hemiparesia. N P M M M E N SI PE é fator EEM IN lado do corEE do grupo. M IN EE S SI po é acometido.

de organizar pensamentos e idéias. ainda. e EM de pessoas NP M I I I I M E E E S S S S E N P equipamentos que auxiliem no (SÃO PAULO. Todo necessidades uma das crianças. sem dificuldades motoras. ao estabelecer S suas EM especial PE E SI M E E N E E P I M P E E dição.tativas. de Vale a pena reforçar que a colaboração é fator M E P S E P M M N E M I ter NP N para o sucesso E E importante P I M conviver.. S SIo quadro motor E E P SI EMcrianças. brincar e trabalhar em grupo. no “Guia IN IN EM EM EE P EM S S N E E P profissional habilitado prescreva cadeira de rodas Planejamento do Professor Alfabetizador. M EE IN EM EE EE P S N E P P I M adaptações são feitas M observando-se tentamos enquadrar as Ecrianças em N S Quando P N EE N a necessidaNP SI o prejuízo E está na relaSI SI que necessita N EE da pessoa EM de e a potencialidade P SI e padrões preestabelecidos. de de uma criança que deI E S M E E S E S IN PE EE EM os problemas PE qualquer NPe buscar P NP EM iniciativa soluções para pende do outro S para executar atividade. 2006). dade diversos. rá comprometido SI N se distrai. Acreditar com M e com E S E N N E P P M I M M E SI ou não. DOT. diz claramente: “Trata-se de organizar um S N P M de leve a M EE INmode. O professor deverá M M E M N E N E P M M EE SI dentro das SI EM PE PE condições de aprendizagem. M SI a necessidade NP rado é que vai indicar P Mas mesmas IN (. e N N PE EE adaptações Essas o Sacesso ao M EE desenvolver EE deficiência SI registro IqualificaSI vão proporcionar N P NP P P M EE N S N E N I M P currículo. SME. O grau da deficiência física. SI NP IN PE infantis I N M S E I S N E E I S criar. N com o documento SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 76 . O “Programa ler para o M SIé necessário EE que umSIN P ”. tornando esta criança desmotivada N SIfísica. com M SI SI SI NP EM I EE representação da criança EE M E S P de pensar e agir de modo criativo e crítico. respeitando-as valorizar oN produto do aluno IN suas possibiP M EE E EE S N E N P P P I I I E S traçados N N S da como N sujeitos sociaisS e de direitos.PEE planejamento contemple E S EE siSI P N I E M M P N S P IN tuações didáticas. ção exigidos Essas Leitura.º Ano”. E EMsenti. sejam E I S N S P N I E S I S especiais ou não. M idades. As atividades desenvolvidas com as crianças N E P P E I N M I P E todas. Pode acontecer que a tagem de crianças aparentemente não apresentaS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M criança com deficiência física possua alguma do S S de. com deficiência física é modificar. muito distante M lidades. E P PE possa colaborar IN M EE EE E S S N E P N P P I I M de objetivos sejam S atingidos. capazes disformes. SI dos movimentos PE 2006). E favorecendo assim que estes alu.rá condições Ide N corresponder às expectativas N EE NP S SI EM de adaptações professor. perdendo quantidade P de e conseqüentemente umaM porcenEM EE M EE grande EE SI N E E P P P I PE M M E E necessária à concentração. “o currículo às crianças que deficiente possa executar. Io S N processo de inclusão ficaEMos pés sem IN aluno que apoio. ritmos de aprendizagem. produzido da Ilíticas N S E N NOutras. SIem sala de Em relação às atividades de EM Daí é capaz NP PE as intervenEE IN de planejar EM aula E P S M SI N E P E M P N para que novos SI conhecimentos IN EM ções necessárias M SI PE EE IN S E E P S N M P De acordo que orienta as poE sejam por ele apropriados. mas M ções de atividades pelo EE com Igraus de complexiM aluno com EEpara a realização IN SI N S E E P S P M M E S N PE deficiência física. por exemplo. IN SI de se expressar. EM Organizar SI situações as Epossibimas do SI a compreensão M EM NP EE que quer P P E I M E P P S N N E PE lidades comunicar eM representar devem ser levados em S consideração. A pessoa com N deficiência Ptem condições E S N EM IN I M EE SI S N S E P M PE I ampliar suas possibilidades desde que o profesM E E S N E E SI NP Em relação EM ao uso sor Edemonstre atitudes de respeito e solidariedaPE M EM M NP de mobiliários SI M N E I E M P I E EE S E P E S de. necessitarão E P I I P E S NP S S N I P I N M M pela Secretaria Municipal de Educação de ajuda a mão para S S São N E de outra pessoa que “emprestará” SI EE Eo SI deve propiciar EM EM P P Paulo. A prescrição SI NP EM pela pessoa IN NP I M M E S a ver com apresentado e muitas vezes indisciplinada. com M E S S E N P M M M E energia. o espírito de equipe. Projeto E I N M P P I P S E S para sua conIN N IN expecM adaptada e mobiliário escolar todaSForça ao 1M . O PE IN IN na execução de S S NP ser asINmesmas M E I S O posicionamento adequado da sala devem para que M S N E P S E M S SI PE IN Se não houver M muda é a qualidade da resposta.M NP EM os equipamentos PE M I P E E S N que pessoas com deficiência mentoEM de incapacidade é muitas P P E servem para M vezesINreforçado EE M todas as IN SI P E N E P S E I E E N S S do equipamento adaptado tem peloPprofessor. N quais predomine SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E emSque cada um para que os IN DOT.M EM de funcionamento PE PE na potencialidade das IN E sua condição cognitivo. elas PE fica. I com diferentes M E E E S N E E aprofundem SI ampliem P NP NP seus conheEM NP criar consolidem. públicas infantil. Assim. EE à prevenPE traz benefícios quanto qualquer atividade S E P M IN N M M M N PE SI viciosas EE de posturas ção da realicompreensão das peculiares dasEM EE EEe favorecimento EM SI EE características P N P P I E M P Nzação deM S N P N E I PE I Nde cada P atividades SI para qualquer pessoa. SME. S Não são todos O SI EE faz com o saber.) que EE dasS adapta.. é que I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM oN professor passa a compreender aMnecessidade P IN E E S E N M P SI seu aluno.SIN M EE SI NP N P I I M E M S S N EM E E P O conceito de adaptação para o atendimento nos. M P M M ou condição que necessite E SI formidade E SI E E P E IN M E E S P M N E Pe escreverE P específicas para ela. Círculo PE controle e na execuSI NP EM cimentos” PE IN de M E N S SI N E I M P M M S pela atividade. do ficando atento às respostas apresentadas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E para educação E M EE S o teclado adaptado. E P P M M E N N M N EE que ampliem SI EE o conteúdo. N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E ção em que esta criança que vai usá-las. I N E E I M N S SI P N S I apresentam M SI estimular atividades N EE e conflitos que S se nas diferentes sendo deve nas NP EM que o professor I I P M EE E S S E P P N M desde muito cedo” (SÃO PAULO.

P denominadas EE EM PEA IN M EE E P NP IN S N I M P P I diferentes países. O PE EE EEvocabu. Apesar dessa diverE P M M M E N PE NP ambasPseguem EE EE orais. foi S P P P acrescentado por Battison (1974).NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI N P EE NP EM SI P I M IN E S E N S P I M M S PE IN M EE EM EE S N M E E P P I M M M E E P S N E EE mas SIN MATERIAL DE PROFESSOR ças.1 . 2008 EM Investigou a formação E de Orientação N NP Diretoria EE e definiu EE M E P SI três NP SI P NP E I P I M N E S M N I S (p. mas.FORMAÇÃO SDE SINAIS IN EE M linguísticos de uma línEE os critérios S E P P M M PE na sintaxe. I M Secretaria E E N S E I M E P M do sinal E Técnica S (SME-DOT). em cana BRASILEIRA DE SINAIS M SI diferentes países. movimentos como da boca. E N nas é ilimitada haver restrições M S E SI Nesse sentido. que se refere à orientação das das M M I E SI N E E SI S N P M I EE EDE PARTIDA E SI N mãos. apresenta regras que respondem linguística é recebida pelos olhos e proSinformação M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S pela formação duzida no pelo movimento do IN S M M espaço. gramática. SI NP M EM EE O estabelecimento de expectativas P I M E E P S N facial. localização e movimento.1.portaleducacao.ASPECTOS EM estudos SI NP Ameri. sinais pelasEE comunidades surdas em função das IN SI além dela. N E P P P I IN E E S N N S N P P I pelos índios I EE da na floresta amazôniDivergem das Slínguas orais N EM EM SI Urubu-Kaapor N porque utilizam o S P I I M E E S S N P EE ca (Brito. um conjuntoS de SI que se movimentam N IN I N M M I S S N E E M noSespaço em corpo e articulam sinais em convencionais. I P N E P I E M S M N PEde Sinais (Libras) PE Brasileira A Língua é utilizaquanto S às possibilidades de expressão. Observou que sinais não eram imagens.SIN SI N N I P P I N M M S vivem em M N E SI a introdução da pelosS surdos que do lário de acordo com EE Brasil SIN EE cidades P SI de novos EMaumenta M PE P M E N E ondeM existem comunidades surdas. ainda pouco I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E A análise das propriedades formais revelou que maior parte das pessoas ouvintes exige uma apreE S S N P E I S EM EM M elas apresentam IN organização formal nos mesmos sentação que contemple os linguísticos da M Easpectos NP M E S I E PE P M E E M S M E P E faladas. direde aprenE M P N PE expressão SI EM EM PEpela ção EE uma língua IN conhecida SI dizagem de N E E do olhar. IN IN no léxico. bem surda. EM Stokoe.SI PE INsobre a Língua I E E S SI DA LÍNGUA N S P P se seguiram outros. osEM EE M Diferentemente das línguas articula.prefeitura. EM na capacidaEE EE gua genuína. EsIN IN M M EE S S M E P P sas línguas são diferentes umas das outras e indeM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E das utilizadas Como toda S língua natural. INP canal visual-espacial e não oral-auditivo. incluindo E PE níveis encontrados nas línguas umPEE Língua Brasileira de Sinais. em 1960. por NcriIN sua aquisição M P E E S E N I P P I N M E sinal (anáS cri.EEM SI de surdos. utilizaencontradas. IN dos sinais NP e pela organização Sdos E I M E M S E S E E mesmos nas estruturas frasais e no discurso. dores tido de que Stêm um léxico. EE N E E E P P I P P M E E E S N E de Sinais N N P N Aos SILINGUÍSTICOS EM NP 1. pelas mãos. 1985). EE Ee lhanças que as identificam como língua necessidades da comunidade SI EM e desejos P E P M M E P N E como uma P IN M EE por não M linguagem. I S SI No entanto. NP E EM EMuma outraSlíngua PE P M E E E SInecessidades EM existe registro de de sinais. EM S M a partir Sda EM N E P P E I M E E P de de gerar uma quantidade infinita de sentenNa Libras os sinais são formados P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S M M EE P N SI M ORIENTAÇÕES CURRICULARES: PROPOSIÇÃO EE M M E P E M E N PE M EE SI N NP DE EXPECTATIVAS DE E P I I APRENDIZAGEM E M S S N M SI EE NP EM E I P M E E S P M (LIBRAS) EEM IN LÍNGUA DE SINAIS EE BRASILEIRA M NP E S N P I P M I E EE S M EE P N SI N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 77 . P línguas Eorais-auditivas I nesI N as línguas EMde sinais EM pendemIN NP P SIpessoas ePE NP algumasS semeE ses países. Um quarto paE M E E N E E P SI palmas M NP EM NP PE N PE râmetro.sp.br) na formação de um sinal particular: configuração SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M das mãos. corpo e pela expressão facial. SI frente ao M PE e umaEE PE símbolos M M E nesse M N N E E P NP I determinadas localizações espaço. SI EM portanto M IN M EM E E S S M NP E E P E de modalidade M Assim como as línguas de sinais utilizadas nos são gestual-visual.gov. isto é.nível M N N internaPdo N sua importância na Seducação de SI anças surdas. os mesmo princípios SI NP no senP IN P SI I E M E N S E P N E N I P I P primáriosPsão E as mãos. 14 a 17).EEM gência. EE PE IN SI NP EM P P PE I S M N E N S N abstratos E M P complexos.1 . possuem surgiram da interação entre atendem às N P I S M N S N M não ape. Estu1 . SI com uma símbolos SI compleSI PE EE IN M P S EM N E SãoM Paulo (cidade): de Educação. N fonológico) e um nível gramatical EEcomo na cultura INloga ao nível M M SI EM EM S E P M M M E E E fossintático). Disponível em: parâmetros que eram realizados simultaneamente EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M www. EE de estruturação SI SI EE sublexical SI N P I P M S (moranças surdas. xa estrutura interior.PONTO I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N E M E dos posteriores E incluíram traços não-manuais. foi o primeiro pesquisador I M I E E E S S E N E S P P P I M E E N N a perceber que a Língua Sde Sinais IN PE EE SI SI NP NP S Americana N P M I I M I M S S atendia todos 1.

M E E S N E E SI incorporaNP · movimento EM um Eargumento.EM mento Pou SI NP PE deve ser simultâneo IN M E N S SI N E I M e a semelhança EM P M S ção 2 sobre a diferença SI de Simetria. SI digital) ou NP 1979). para N I I M E N S S E M P para a esquerda ou para SI a frente.SIpara PE IN NP da mão. se move EE apenas uma IN SI NP EM serve M P S I N E I M S no mínimo. a P sobre a importância rem.PE Questões dissertativas sobre PEEM EM S S P N I E M M N P IN M figuração na formação dosSIsinais.SIque EM com vários movimentos no espaço de SI mas M EM NP da datilologia EE (alfabeP P E I E M E P P S feitas pela N E N E sinalização (Klima to outras formas IN mão domiSI e Bellugi. A incorporação. Marta Silva Pincigher Pacheco I M P P IN S IN M línguas S EE em outras NP IN M S I Assim como de sinais. mas a Slocalização. EE curvas. alguma parte do S N espaço SI corpo ou estar em Ium EM PE IN IN M EE S N S E P M PE I dando origem a um outro sinal. 1979). nas SI SI NP EM I EE EE M E S P guas de sinais frequentemente a raiz é enriquecida · configuração das mãos – refere-se às forE P P M M E N N M N pode ser EE e contornos SI EEdas mãos. SI N E P P P I PE M EE E se incorporar simultaneamente ao movimento ou EM ção para qual a palma da mão aponta S na produção N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M expressão corporal.para criação IN NP EMde novosM EM mãos. P M M tocar IN dros 2004). de S neutro. para N E baixo. aplica-se 3 . P a configuração N as línguas S as línguas M N E E N I I N E M S E P S S e a outra N SI mão.S para S P do sinal (para cima.Descreva. em que padendo do corpo M M E M N E N E P M M EE SI(Felipe. podendo a mão SI sinal é articulado. numeral ou negação. ora dos pulsos. SI EM complexas PE vezes formadas PE ao corpo lavras são muitas pela paço em frente São consiIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S seguintes N N S N adição de um prefixo ou S sufixo a uma línparâmetros: M derados os M SI raiz. EE IN M E E S P M N E P I envolvemEE ·P traços não-manuais S – expressão IN Resumo por M PE elaborado IN IN EMVieira EEM EM S EE Leonor P S S N E E P facial. 2001). ou pelas duas M E P S E P Eos sinais APRENDER MSÁBA. INP IN M PE I S M S S N E direita para EE I Existem processos bastante comuns S na Libras nante (mão os destros).INora M dedos). S fechar. mes PE IN M E M E S SI em que o N E E P e Karnopp. SPor P I M sinais.EscrevaM EE IN EM EE P S N E PE P I E de sinais Ie M Mas se das mãos for diferente. PE M IN E P E E S N parâmetros na EE P P E Msimultaneamente M IN realizados EM que são SI N P E N E S I E I E E N S S formação de um sinal. E M P I I I I M E E E S S S S E N P E alternado – Condi. NP NP e vice-versa por da mudança DO têm a mesma PE N E E I M N S SI P N I P S I em que M S N S EE dos no.1. siPE a oriendirecionais no N espaço (em linhas retas. SI EM EM PE a direita).M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I ECRIAÇÃO E M DE SINAIS EE S combinação do movimento das mãos comS um de. aPE ativa. sucintamente. o corpo. PE. EM PE PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M A composição de dois sinais que se combinam. P NP P I P M SI N S N E N SI SI SI EM EM PE M E SI E EM de criação N E P P I M E 4 Escolha e explique um processo M E S E N N E P P M M M E SI SIsinais utilizado N N PE EE na Libras. entre orais. ma e Bellugi.2 PE N N E P I I E S NP S S N I P I N M M terminado formato em um determinado lugar. dobrar N de um numeral E P P E I M P S N E passiva. os movimentos M S N E P S E M S SI PE IN M expressar a quantidade. A – envolve os movimentos interPE M EM M NP SI M N E I E M P I E EE E ou estender P E S os ção caracteriza-se pela mudança na nos dasIN mãos (abrir. SeEM um sinal for EE este texto S EE IN N S E I P S P M M E S N N PE se moveproduzido com mãos e ambas M EE SI SI NP as duas E N P I I M M E M S S N E E Emesma configuração. o movimento produzidos em lugares diferentes do corpo. M EE EE de novos SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 78 . elas devem ter a locada aprendizaSI 1 . S N EM IN em alguns verbos. movimento corporal e olhar. PE M E S S E N M Pode também M M S NP das mãos · I orientação EM PE – a dire-M resulta em M EE EE das palmas EE um movimento contrário. O que deriva de noe IN exemplo.S os movimentos E I configuração ativa. S a Condição SI EE EM dois M EM de Dominância. N E P de apoio.IN 1. poS S N SI EE EE este lugar ser uma parte SI das línguas EM ou um esEM P P Diferentemente orais.Escreva EM PE PE PE IN na educação M lização deve ser a Nmesma E S NP N EM N ou simétrica e o movigem da Libras de crianças surdas. E P M IN M M N EM direções PE SI EE tação permanecem osEM nuosas ou circulares em várias EE E EMe os traços SI e posições) EE não-manuais P N P P I E M P Ne o conjunto S N P N E I PE I I N mesmos. no mesmo sinal (KliM de movimentos E I S N S S P N I E P S I S A incorporação daInegação.EEM no tipo de movimento. E S E E S E N E M PE mas são EM mes de Iverbos Emeio SI configuração PE de mãos. a LiE P S E M S M E N M PE posEE EE bras tem regras que estabelecem combinações SI NP P P M I N M EE I E S entre osE parâmetros N N síveis e não possíveis E P S I I de con. N E I I P M E S S E P IN o movimento dosSverbos (Qua· Localização – lugar no corpo NP EMrepete e encurta EM ou no espaço.

Mas unidades SI EM as questões SI IN pigmentoPE direciona N EM P I E E M S M E N S P para outras reflexões por cráticas e pode contribuir cacionais para a proposição de P PE atividades EE EErelevan.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M E EE EM N P P M I E N S N EE SI EM NP SI P I M M E S P São Secretaria de SIN gra. da resistência das pessoas escravizadas não irá a discriminaS S S erradicar M N M O documento E EE SI NP M a construção E a sensibiEE o racismo. SIN EE EE EM de 20 P E P M M E P E N N negra supera A Lei Pnº 10. escolares ensino SI os valores P PE M culturais típicos da EE M nos currículos EM a rede de S EE M N E E E P P IN I M E E E P como modo de conceber o mundo. I P S SI N P I S M M N M Observa-se S que o tratamento da Eidentidade cação Nacional).do o mais M comunidade EE –. PE devem E M M E contemplar essa de forma a inEIXOS CONCEITUAIS EM N N E P NP M M I E M E E SI SI E N E S E P P P M terferir de SI PE PE IN PE IN positivamente na auto-estima IN todos os EE S S N N S N P M I I I M grupos. SI presentes N E NP tras linguagens estão P I I N P N I S S N I M P S M N M S SI EE IN SI M EE EE P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S N SI SI M M EE P N SI M E EE CURRICULARES: EE ORIENTAÇÕES PE EM P P M M N E N N M SI EE EE SI SI NP P P I M EE DE APRENDIZAGEM PARA S N N EXPECTATIVAS E P I I E M S S N M SI EE NP EM E I P M E E S APEEDUCAÇÃO E EM P N ÉTNICO-RACIAL EM SI NP IN PE M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 79 .394 (Lei e Bases EE tre outros. política. SI lização para N EE I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P e que contribuíram para libertação essérie de ações conjugadas certamente contribuiI de pessoas I SI S E E S S N P E I S vídeEM educador pode recorrer a rão para o fortalecimento E de anti-M cravizadas. EE EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E N voltaS Técnica (SME-DOT). cidadania. 26-A S S N N E E M P M N SI SI de Diretrizes NP PE EE da EduIN SI NP da Lei nº 9. reM EM EE PE na identidade PE ne. É sabido parte das culturas negras A requer uma EM S S S E que boa IN aplicação da Lei nº 10.639/03 eduEE é complexo.639/03. mas colonizado e civilizado N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E econômica e religiosamente por diversidade cultural presente na P S S N S M sala de aula e no cultural. 2008 A N escola pode E M P trabalhar SI com questões SI SI PE EE IN o passado das pessoas M das para positivar negras P S EM N E I M M E E N S E I M E P M M S de um processo Eafricanas escravizadas exemplos Este N NP PE é resultado EE PE documento EEno Brasil. Seu conteúdo altera o art.639/03. IN P I N M I S S N E Os conteúdos escolares E sas de matrizes africanas. salientando a importância EE SI EM do conM IN reconheça IN M E e sua diversidade E E S S M NP E sibilita que o Brasil se como um país contexto cultural. EM uma educação IN M NP etc. da ção. enpública ou privada. que estabelece do enSI a obrigatoriedade EM NP EM e reconstruir SI S N PE dos educadores IN I E E S SI de história N S processo de reaprendizagem sosino e cultura afro-brasileiras e africanas P P I M S N N E I M M em toda bre cultura negra. Mas oureflexão sobre alguns conceitos – como racismo. O S M E I E PE P E E M S M os. suas origens e contribuições N E N M M EE cotidiano Ee SI NP Eculturas SI EMhistórias africanas PE P M das e as e afro-brasileihistória. da formação dos quilombos racial em conjunção dialógica com N vários setores M – senM NP I de movimen. filmes e textos para identificar a reprodução ou EEM racista e plural. seja EE cana e afro-brasileira) se fortifica. M M E pela tradição N M E N E M P I I M ações afirmativas. E P E M EM EE PEà quistado IN o respeito M NP Tratar de E EEracial implica P NP identidade S por brancos. enfatizarSa importância tes no tocante aos conhecimentos das diversas poN N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M A Lei nº 10. mas tem como objetivo P I M mediante do sincretismo religioso. posentre africanos e afro-brasileiros. das SIN M escolarSIe M S E P famoso o Quilombo de Palmares da segmentos E E E M N EM PEem especial do movimento social PE Enegro EE SI o reconhecimedidas tomadas na atualidade para NP tos sociais EM N P N I P M M M I I E S N E S M IN EE no EE terras remanescentes de quilombos de São SPaulo.EEraça. Pdando M E SI N SI P N E I P I de resistência vivido pela comunidade M étnicoIN do processo de construção de a temática N E S saberes sobre M N I S EM E I P E S E E S S E N P P I negraSbrasileira.SIN SI N N I P P I N M M S do respeito M à diversidade. e de construção e redimensionamento curricular e S Mmais (in)tenso EE SI N EM rápidoEE SI o contato Emais N P I I M S S N P P Além disso. dasIN negras transEE se tonifica. PE SI NPmento das S P P I M EE S N E N N P I I I M M E Brasil. como a valorização da corporeidade. E E E S S N PE auto-estima. M sentadas foram formuladas E I M S E E S E EM Esse movimento e dialógico de de E acordo com E E a Lei nº NP EM dialético M EM EM des. ao instituir o conhecimento pulações africanas. cotidiano e particularmente E S E E E P M M P E N PE EM –. da arte e M Paulo (cidade): EE EM EE N M E E P P I M M M E E P N N E Educação. M SIessa diversidade EM é vista EEM NP P IN P PE S crianças N I E M E N S E P N E I P e revista dessa mitida no meio ou em comunidades religioP a partir Ee por intermédio S SI SI familiarM N Lei.Nsociedade SI NP EM relaçõesMétnico-raciais Ibrasileira. E E P S N E M P M M N PE SI PEuma formação EE o temaEE IN que com das irmandades ligadas à Igreja Católica étnico-racial. S SI EM PE pluralidade.PE P P I P E E E S N E possível P N N P construir só será após um IN 10. açãoMeducativa. E P E E PE IN M P E E N S E N I P P N E negra na sobre As orientações curriculares e S de não NP SIexpectativas EM I P SI INa participação EM de estereótipos IN E S S E S N P aprendizagem sobre apre.Diretoria de S Orientação da escrita. de dezembro SI de 1996. num movimento E E E SIpara o nosso EM N E P P P I IN E E S N N S N P P I propicia ras. estéticos. SI M das crianças em geral IN NP A identidade negra (afriE I M E M S africanos e afro-brasileiros.639/03 M E S E PE P no Brasil foi transmitida oral.

a difuP I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S revelar uma das características do racismo: a casão e a popularidade dá-se com a retomada no ceN E P P E I N M P S E no final da PE INdéIN SI de negar NP do movimento M pacidade E N I S o direito essencial da pessoa. N S S P N I E P S I S década de 1970 e difundido S EM IN Para cidadã como um esna nos anos de 1980 PE se pensar a escola E IN M S S E N P M M M paçoSIde vivências pela das questões em EM PE possibili-M pelos estudiosos IN EE étnico-raciais EE sociais Snorteado EE N EM E P P P I PE M M E E dade de construção de uma convivência democrátifunção da revisão feita ao conceito de raça na conS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M ca. PE que possam M E SI E EM N E P P I M E debruçar sobre o complexo trinômio da descobermas correlatas que ocorreu em Durban (África do M E S E N N E P P M M M E SI possam SI de 2001. um continente. mais M diversos da P popula. propiciando um S EE é um dos PE Por isso.M NP cientesPE conceito de afrodescendente EM e nos fazem M I E P E E S N e conscientes da vida em P sociedade. O afro-brasileiro M S S N E E E P ços uma teoria-metodológica calcada na práxis do racial. dições. identidade possibilitar-lhes um reconhecimento digno.EE E M IN EM aos interesses SI N P E N E S I E I E E N Portanto. é necessário conhecer essa diversidadeS e os ferência da Unesco. E I P I I P E S NP S S N I P I N M M vo e verdadeiro do papel de um e de outro na oralidade étnico-racial. baseado na E P P M M N N M N PE determinados EE SI EE EM buídos da ética da responsabilidade com exclusão e na supremacia de grupos SI M as ge. EE I S rou-se.PEE SI de diversas N S E I E S P M M S de uma identidade IN N PE PE com esfor. M EE EE Sul) no ano SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P conceber os desafios colocados pelo movimento I I M E S E S S N P EE social e históPE DISCRIMINAÇÃO SI EM EM uma nova negro como P IN experiência M E E N S E N M P SI SI sobretudo. rica importante para o País – mas. S S sociN SI EE EEdar sustentação às novas SI EM na área EM P P edade. nessas S SI EE EM con. O E P S I N M E I M S N E basam o nosso conhecimento serviu. efetiN S E N N étnico-racial. Falar em “raça” pode do o mesmo significado político.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S ligiosidade. EM NP PE EE IN EM para E P S M SI N E P I E Mindependente de sua P N nossas crianças. origem ét-EM O conceito de discriminaçãoSestá vinculado IN M PE aos SI EE IN S E E P S N M nico-racial e IN social. ancestralidade. resistência entre outros –. N entre osEM S M N I N I I N E M S E P S S N SI e mulheres que M em. diferente sinal cultuE P M IN N M M E I N P EM EE graves S mais crimes contra e os diral. M SI Joseph Ki-Zerbo NP Amadou Hampate Bâ. práticas científicas e educacionais. marcada I M E E E S N EE pelo fenótipo. Essa pauta-se pela é filho da globalização e também de EM M SI PE do contexto EE IN EE P M S N E PE P I experiência. negras que N constituíram e conduziram além M EE étnica. pela história silenciada articulações eEE negociações descendenP pela memória. na medida em que possamos P E processos de distinções existentes entre SI os indiví. territorial. S o intento S é de que esta reflexão seja ção P da diáspora africana. O de afro-brasileiro desta Smaneira faz EM PE diversos Ecientistas E SI M E N E E P I M P E E gos – dentre os quais Cheikh Anta na medida em S N citamosEM Pao conceito N Diop. o racismo o de ser humana.brir Ne e novas Racismo é um tipo de ideologia que tem M M SI SI novos cenários SI NP EM I EE do para a manutenção EE M E S P históricas. M E E S N EE SI PE M NP EM notípicas e pigmentocráticas. P proposta teórico-metodológica A do portanM N rio de nascimento M SI EE para a PE IN IN E EM SI to. SI E N P I I M é alguém S M E pela cor. N N PE EE ta-ensino-aprendizagem e que. uma EE P EM S S N E E P mudança da educação paulistana está embasada situação sóciocultural e com viés identitáE I N M P P I P S N E S e pedagoN IN M SI conceito M nas idéias de sociais rio. inclusive na conferência NP P I P M SI N S N E N SI um convite para contra e outras forSI a xenofobia SI aos professores EM se mundial EM o racismo. OSIconceito de afrodescendente PE de conhecimentos viNP EM bém pela PE IN M E N S SI N E I M P M S proposta venciados noEcotidiano. enquanto construtores do País.SIN S N S E P M PE I sociedade. EE DesseEM EE a humanidade EM SI P N P P I E M P N S P o conceito PE IN IN N de afro-brasileiro modo.M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 80 .SI EM N EE P P E I E M E P P S N E IN PE rações e de outros. simbólico eE político para esses termos.cional. M P M M a negaram que na política vinculado à origem e a cultura africana e ao territóE SI fatores E E SI E P E IN M E E S P M N E Pindividuo. ao com base na idéia de M E P S E E M IN NP NP EM E CONCEITOS EM superior P I M e inferior. uma M revisão EE de negro. marcando. S I S N M S I S N Elongo da história. uma pátria. determinante para se legitimar a TERMOS I E S M E E S E S N E PE EM SI humanidade. P M SI Frei. O racismo estrutuIN SI na subalternização NP IN M PE futuras. nário nacional negro M S N I E P S E M S SI PE IN M cada de 1970. No entanto. tendo-se em vista características femeados do século XX. em 1950. IN P M E EE S N N E N P P P I I I E S realidades S N culturais N S servi. M educativas re – nas práticas identidade M entidades EE IN na. E S EE um SI P N P I E M M P N S portanto uma P IN estado.EE INe reivindica E e Paulo que elabora uma nação. mas de maneira difusa. assim.tes de africanos EE de homens PE e por documentos IN nas diversas partes SI NP do mundo. NP M P I I I I M E E S S S S E N P instrumentos de transmissão cultura. SI não somente NP NP EM NP do ver-ouvir-agir e do falar enquanto caracterizado masEtamEM saber-fazer.SIO M EE E N E P N P P I está relacionado na Ambos estãoPEpresentes EM desde S os conceitos SI com as exclusões existentes EM IN IN M E ten. PE NP NP EM hierarquização da PE I N E E I M N S SI P N S M SI NE SI EE não tem nenhuma associação com a AFRO-BRASILEIRO NP EM “Raça” M I I P EE E S S E P P N M M Eos conceitos que buscaram reforço na N biologia ou SI IN M EE AFRODESCENDENTE M EE S SI seleção natural NP E E P P I M M M E das de S N conceito E E “raça” SIN E P PEespécies. foi popularizado M EE I SI reitos humanos. para intervenções M M E M N E N E P M EE SI SI EM descoEM PE prontos E PE os professores devem estar para educacional. Para tanto. O afro-brasileiro está S N N EE NP SI SI EMeducacional. imdo status quo.

INasiático.IN P os indivíduos M de como SI na medida em que a maioria é negra. IN IN M EM E E S S M NP E E P E M EM EE PE IN M NP MULATO E EE P NP S N I M P P I O termo está muito próximo ao de discriminaSI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N P ção. lingüística M ou fenotípica. mas Iisto EE PE SI INdizer que esteja favoreSI NP não quer EM P P PE S M N E N S E M P é uma construção IN termo negro SI cendo ou prejudicando o um em relação sociocultural SI SO PE EE ao outro. portanto. estruturada pela geoN EE SI NP EM EM SI EM e à mentalidade PE P M E E E SIgrafia. isto é. quem fica fora e distante e quem N E P P P I IN E E S N N S N P P EE fica dentro e próximo SI do círculo N EM EM SI N do poder econômi.SIN M SI E EM duo constitua E P M M E E E tos como politicamente e definem a identium sujeitos estigmatizaEE N vínculo. É com Ebase M nessaPEE viés da sensualidade SI como a IN M EE sujeito discrimina M E S E E P para servir os apetites sexuais. PE mesclado.Pno da escravidão escravisE E contexto M P N SI EMempregado EM PE EE IN SI N E E ta. dos centros PE PE e o dócil. IN M P S EM N E presente nos países da diáspora africana. Os E corretos E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N M dade Epositiva desta dos SI marca social EM SI e culturalNP ao con. na relação direseus clichês. M O ne.SI PE No Brasil. entre um ser e outro. M M E EM de informações N N E E P NP I valores sociais. ainda. NP EM física. S cultural. Mais importante: o termo negro foi ESTIGMA I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E para demarcar as conquistas – Frente Negra. definindo EM interesses brancos colonial. Em N SI Leite SI NP NP PE EE SI NP termo negro. na maioria das vezes. mente construída. E O preconceito relação surge idéia da existência do mestiço. SI vas e pejorativas NP EM EM estabelecendo SI N P I M I EE E E S na vida IN Neste sentido. econômica. SI IN M M não tem qualquer vínculo EE O pro. S P P nítido uma P o termo negro está situado fundade modo francoNe competição M EE S N E N P I I I M M E S S N M E mentalmente na relação com P em sociedade.. SI todo o grupo EE (blacks) SI SI ou afroamericanos EE SI de pertencimento NP P I P M (African-Americans). um marcada com o sinal do desequilíbrio soÉ um termo e também um conceito nascido no E P M M M E N PE NP do escravismo. I P I E M S E E S N E E P IN e a beleza da sendo racial. E nasce fora da África. os sociocultural sobre um indivíduo que IN M denomi-PEE P E E N S E N I P P N M E M de negros N SI culturalSe ét. na mediN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E da em que este não participa do seu S grupo próximo mens N P P I P M brancos. suas crenças ofensiEsociais difundem M E E N E P I P P M E S o ameríndio. Portanto.SI P I I M E E S S N P P EE co. de modo a não se render ao modelo e aos ção com a lógica espacial. geralmente dos ho. Sreligiosa. É imporI M M E E N S E I M E P M negro não E M S E N NP ESTEREÓTIPO EE é conhecido EE M que o termo EEtante ressaltar P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S ou usual ao sul do Saara. o SIN de. se consolida M um valor EE uma crença. da PE EM pela diferença.M N P I S S INda vida sociE EM Marginalizar M IN M S E E balhando com a conotação de que o preto era o boné colocar à margem S E PE E P M M E P E N N E P I M segundoEM N zinho decisórios. S EE N um outro não-africa. N N PE M ta com S o sobre os outros. Sdo M EE N S E N P E I P I Portanto. I E S N N E S N P M E SI SI ou.SI M EM EE P I M E E P S e do tráfico N no. social. ambos osS termos são visnico-racial com o Equal aparentemente este N E M M indiví. PE EE infundadas.S NEGRO N M E E P I M M M E E P S N N E EE minação. EE lutaramSIpara I P SI dar positividade ao tra. na periferia do sistema SI al. PEconcebida pelo IN NP social. com EE com o europeu. puro.M M EE E P M N PE M lher mulata EE M EM é concebida SI híbrida M E como uma mulher duos.nados N N social. IN carregam consigo uma I E E S S N S P P o termo preto. ativistas como José Correia MARGINALIZAÇÃO M leiro. em função falsas. político PRECONCEITO SI EM M e cultural. EE cial.INP S M E P M-se estabelece EE E em si uma E identificar cessoPde discri. na África subsaEM N E I P I E S E E S S E N P P e grupos ariana. do misturado. um Ppré-juízo de contexto na que vem da SImedida em EMum em EEM NP P IN P SI I E M E N S E P N E N I P P ao outro. No EE EE Mjogo da balança. identitário. IN M É uma Enoção EE IN M M S S E P S E M gro.S do SI SI Ncomo uma IN P I N M M I S S N E E S relação de contato sociocultural determinado por mas também alguém não SI EM PE do manchado. A discriminação N E E I E M E P E S E P E esta de ordem que mulher preta seja Mse estabelece N INpossui a força “animal”. O mulato na história brasileiI M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI mediante N N N ra surge.M diferença que um o outro.SIétnicoE I M S N P S e sexualidade mulher política. ser negro era ter a conscie das relações cotidianas existentes na P EE Esocieda. Dia E S S N P E I M S EM M Nacional IN Negra etc. nãoMé IN IN M EE S S E M E P P visto com positividade pelo movimento M negro brasiN EM EM EE PE PE IN I M E E E P S S N N E E M 1929. já que é híbrido. IN indígena N EM EE EE ou menina. A muP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 81 . M SI a década de 30. IN população. ou seja.EM Esse conceito também EE EEera não esquecer SI uma relaP PE P M E M N E passado. IN EM E o olhar do M SI escravista. SI NP EM mulher branca. EM é SI S M EM E P P E I M E E P filho da violência sexual contra as mulheres. desde trário. SI SI NP NP de crenças SI o estupro N P M I I M I M S S S cometido por IN EE Mbranco contra uma mulher EEum homem S E P P M M ou o mulato N PE negra. S N N I P P I N M M S M N E SI estabelece ência da Shistória da escravidão.S conquistador. mas no preconceito esta distinção S M SI M IN caso doIN E M E M S E S E E vem. NPda Consciência MÉ quando E S I E PE P M E E M S M E Pa E negros são E PEo relaciona Nos Estados Unidos.

bem como a superação M da educar/ PEE FORMAÇÃO IDENTITÁRIA M EE SI N S E I E S P M M E S das ações realiza.EM vidades IN E SI e políticas PE dos nossos NP que possam com os processos opções arbitrárias PE contribuir N E E I M N S SI P N S políticasNP M SI culturais.639/03 nas instituições SI N EM a pri. E P notadamente PE desdeSIo M EE EE E S N E P N P P I M nos.PE dá-se durante a S infância. PE IN IN N gação pertinente à educação infanpreciso que Sreflita sobre as grandes polítiM EE I SI leiros. visa-se à consolidação de ações signiEntendendo a educação infantil como primeira I M E E S N PE EE de um currículo SI a construção NP NP EM NP ficativas para deEedueducação básica. emEE PE nasEE histórias. ameríndios. previsto ao interiorM sobre países NP IN africanos SI pela Lei SI NP10.M E P P P I PE M E E infância. consolidando seu papel legal como de a Colônia até o hoje. se (mesmo implicitamente) é discriminada.639/03 SI conceitos NP I M P P I M E S S Se uma mente I relacionados à auto-estima. dores. Depois EEM Para a concretização SI inspiração. N M rio. os africanos e os afro-braM M E M N E N E E P M M M E SI das nossas SI PE ou. É E N S P N I P S I S pode ser o meio deIN S EM IN til. os ascendentes africaA escola brasileira.639 possibilita uma prática pedagógica incluS S E E P M SI EM E PEo mun. bem E S E N E P P I M E EM substancialmente SI N EM N PE ou M do. o africano e oEM afro-brasileiro como fonte S P S N N M N SI SI PE não osEE M dessa proposta adaptaM no entanto.EM EE NP A Lei 10. dos de bem como ra dos eSIdos EEsua divul-EM Eafricanos EM seu desenvolvimento EE P N P P I E M P N S P Esse processo. e identitáN E P P E I N M P P S E a partilha PE INcoIN SI de histórico. da dimenda história da humanidade continua sendo tratado E I N M P P I P S E IN lúdico. da auto-estima. por exemplo. em virtude da EE então. fundamental. além E N I S bem como pode exercitar a pesquisa. favoreceu. e lideranças e EM docentes I I P M EE E S S E P P N M M conhecimento e reconhecimento da importância dos N econômicas. na perspecP E família pode assumir EM cação infantil apropriado rio. IN M SI PE EE IN S E E P S N Ma importância dessa Spopulação P Esemelhantes representavência nem percebe seus que apontem para I N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 82 . todavia uma opção que P a SI NP PE IN M E N S SI N E I M P M S tiva de inclusiva.SIN S N S E P M PE I O trabalho com projetos. M SI INFANTIL NP E P M SI IN EE E A E de atenção e afeto. P I M E M E N S N E M Pvariadas linguagens EM EE SI choque Ecultural PE um enorme Eenvolve SI de e sujeitos diversos. E nos brinquedos caso extresileiros na N grade curricular púIN escolas P M EE S N N P P P I I I E S S N S N mo. como armênia e turca. se a criança não se reconhece Onde estão a África. da parceria comunidade/famíEDUCAÇÃO E S EE SI P N P I E M M P N S Pdicotomia IN IN lia. diante constitucional daEcriança na faiM SI de umEdireito PE uma educação EE autônoma e para EEM IN E P M S N E P P I xa etária de zero a cinco S M anos de EE IN EM IN IN idade. da com P relação aos conE lacuna histórica N EE IN EMcriança percepção E P S M S N E P E M P de convi-EM teúdos escolares N não se sente representada em seu meio ligados à cultura SI afro-brasileira.EE à autonomia políticas. pela abrangência tes de sírios. pro. a sistematização dos conhecimentos EE PE o educador desvele originaÉ preciso N que a verdadeiS E P M IN M I M N afro-brasiEM PE EEhistoria daSÁfrica.639/03. EM credor. do brincar no processo de N N M são S do como devedor. M S N I E P S E M S SI PE IN M letiva. veja que educativa. origem étnica. IdescendenEM PE e cultura.) e M E E S N EE PE M os de descendência NP EM e formadora que proporciona é SIarticulador cativa outros. por exemplo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S dos. NP E M S E P I S S N E E S que essa P discussão também seja promoE essencial IN SI NP EM P S I N M E I M S N E vida no âmbito dessa especialização. adequar e viabilizar o concas públicas e as mudanças conjunturais que marPE M E S S E N M M M SI a vida social NP voltadas à caram brasileiras desEM PE EE M teúdo da EE e as instituições EE Lei 10. e perceba que diversas delas S N N N E P P EE EM SI SI SI etapa da P PE IN Etiveram IN e meira educação básica. SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E vários povos.IN S N ensino infantil. IN M asiáticos (libaneses. S PE não como SI construE M SI M E E N E E P I M P E E ção das na distribuição S N P M N M de conhecimento EE crianças. A dePE diversas naturezas culturais EE gem interesses SI SI N E NP I P M N S M PE formação da identidade. IN IN M e construção SI E S S E N P E M M E estão diretaSI N de conhecimentos são que emerge. com ENSINO FUNDAMENTAL S M SI EE NP as ade-PE EM M I EE P E E S EM N quações pertinentes ao caso e especificidades da P P M I E N M E M I E S N P E N E P S sobre o Epluralismo S I E novo olhar I N Cultural -A PUm N P PE idade. M blicas e privadas. torna-se a cidadania. promovendo não cursos superiores das diferentes áreas do saber. M E PE S E P M M N E M sido apenas a discussão I atiNP N E E Esse desconhecimento P I M do assunto.IN N PE cuidar M sistemático EE e o registro S SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P das Assim. deEcaráter não IobrigatóEM etapa da N M P I I I M E S S S S E N ao contexto. EE edu. IN M SI rejeita Isua SI NP EM EE médio e universitário? EE M E S P construindo? E P P M M E N N M N M EE SI EE EM SI ÉM essencial considerar eEE adequar oE conteúdo São imensos SI o desconhecimento M NP EEe o silêncio P P E I P S N N o passado dos diversos E PE de trabalho. na constituição de nosso povo move e impõe para S N SI negros. N SI valorização EE de “ação afirmativa”. S M SIinfância nessa N SI N E I N I I M M E S As bases da construção da identidade da crianLei 10. GRADE CURRICULAR N S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M se não se para falar de sua S S reliSI sente à Svontade IN EE EE EM EM P P gião. japoneses etc. mas propondo e esse silêncio têm I E S M E E S E S N E P M PE educa.siva existindo PE em um contexto plural IN os outrosNe M E como sua relação com de onde emerM ça. é que de ter MrealidadeIN E fundamental N da a cada SI o maiorPcontribuinte EE P IN EM EM SI haja compreensão EE EM S S N E E P da ação do educador. que S identidade está nos níveis infantil. SI N E E P I M E E S P M N E P Ppensado nisso. Inos PE I S N M S E I S N E I S das unidades de educação infantil.

nossos próprios limites e contradições. inclusive a do planeta. interamatizar. da EM Cabe articular. dra. culturas. recontar os S mitos afri. nos glossário ilustrado ler M o livro e asE Mmesma percepção P coloca peranNsocial. os valoresIN da que I todo e toda cidadã S P P P M E S N S P fortalecem INvital. EE SI SI EE SI NP P I P M S N M EE IN M M SI E EM S E P M M E E E DE AÇÕES ARTICULANDO DIVERSAS ÁREAS EE N E EEXPECTATIVAS EM P P I P P M E E E S N E N N P N DE EM NP PEDAGÓGICAS SI EM CONHECIMENTO SI SI NP PE IN I E E S SI N S P P M SI IN IN M M mais do EE S S M E P P É preciso crer que. movimento e flucontestável. EM dialogarmos EM S N P I M I EE E E S diversi. pensar diferença PE SI Epressam EE indiretamenNP história africana significa PE mesmoPque IN NP sobre aIN E I S SI N M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 83 .SIN EE e diálogoPdas SI PE P M E M N rentes disciplinas. N a demarSI SI ge-se uma PEprofessor(a)– PE Destaca-se IN postura de EM pesquisador(a). SI nossa complexidade. montar EM na sua S NP um dicionário ou SI M EM E P I M E E P S N sobre palavras. o lugar que vivemos é síntese diferenças. também.histórias. contar. amafricana. estudar a E S S N P E I M P música e S EM M históriaIN IN compositores afro-brasileiro. atividade. de SI NP EM M IN vez que a memóM EM E E S S M NP E E P E de cada povo resgata a humanidade em influenciar a construção de brasili P EM EE EM uma pedagogia PE . gestos. ria coletiva IN M Eque Ealicerçados P NPe saberes IN conteúdos S N I M P P I sua dimensão mais ampla. da ética. que a apresentaDa mesma forma que a educação expressa M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M ção de conteúdos relativos aoEpatrimônio de cultura e sociedade.EEM e que vislumbremos outras IN as relações culturais construídas M forças capazes de nos EE S E P Ea cultura afro-brasileira Assim. compartilhar as impressões. IN EE energia S SI anseiamMpor reconhecimento.M M EE E P M PE IN M entre Eservidão EE M brasileira. nossa identidade e cultura exmobilizarem. como N P I S S IN E EM M IN M S E E de homem de forma inerdisciplinar. reescrever as E M E E N E E P I P P M S escritores N N PE “ou. Deve-se selecionar livros. NP M EM EM M e a cos e negros E P I IN estudar M E E E S S M E N E P M a matriz africana.trabalhar com música e poesia.EEM IN EE EE Acreditando SI NP cidadão EM de múltiplas determinações. Ciências. SI de pensar M I I M S S S sufocar entre bran.EE do E N SI NP EM EM SI EM no campo P P M E E E SIcoletivo. nesse patrimôSOs M EE S E IN S N E N P E I I S E S relações IenN o cotidiano Ifaz-se no emaranhado de nio da humanidade. N E P P P I IN E E S N N S N P P I como asSIdiferentes culturas EE ca. S em qualquer dimensão africanas na língua EE pátria. História. PE racismo. bingo de palavras I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E rismo. N P M M M E N SI PE religiosi.SIrelacionarmos. exiS E PE E P M M E P E N N E P M M que a contextualização. M E S E PE P M E E M S M E P Ea partir das E machismo. Linguagens etc. uma grande possibilidade. uma escola E dialógica. nossos próprios nosso da M EE preconceitos.IN escritoras. bivalências.EMção de diferentes diálogos M mesma cultura I E M E SI SI E N S E P P P E E SI N EM N criados pelo modo autocentrado N de quemas PE tentar SI SI NP apesar IN NP que sePEconstruiu conjuntamente. respeito humana.EEM ternidade. nosso enfim. oSpatrimônioM africano e afro-braS NP S M NP E I M E M S E S E E tre gentes. PE Me comNos pesquisar sobre IN a vida dos EE SI girmos. SI EM NP P IN P SI I E M E N S E P N E N I P I P temática E“História e SCultura çãoNda Afro-Brasileira” O trabalho deve enfocar: as lutas S SI pedagógico N IN P I M M I S S N contribuir e possibilitar a articulaE E noS currículo deve a processos históricos de SI EM estudadas PE PE de resistência M M E EM de uma N N E E Preproduzindo NP forma E a que não continuemos os es. alteridade. espécies. sileiro ou afrodescendente precisam sair da subalE P M M M E N PE NP EE EE adultos a EE Meducação Na de jovens Pe introdu. a estrutura P M uma concepção N SI SI escolares NP PE E IN também expressa SI diversas P NP visão de mundo EE curricular I S SI uma e M africano e afro-brasileiro nas áreas. o e E N S P I M S PE M EE EM isto torna-se EE à sua integridade respeito ao outro e à vida. EE M SI M EE N S E N P E I P I cação de N espaço e tempo também são categorias Pode-se pensar. da prática pedagógisolidariedade. trabalhar releitura e rescrita IN nosso Nelitismo M imagensPEE P E E N S E I P P N M E S M N SI N N produzidas. para além EM E e escravidão. M N I S A percepção como um A literatura afro-brasileira é de uma riqueza inEM E I P E S E E S S E N P P M P M te criação. S P P P tros”. com as pessoas. Essa PE SI E de origem EM com nosso PE EE de lidarmos IN conservadoSI te o desafio N E E sistir aos filmes. Geografia. um SIN N M E E P P I M M M E E P S N N E EE anseio EE PE SI IN SI da escola. na medida em a vida. E criação do PE E I P I E M S E S N S E E o outroSIem N P P M que nossosEalunos aprendam a valorizar de visões de SI PE IN NP propósito IN maior visa à transformação E I M S S N P estes mitos fazem parte S E ethos mundo e mentalidades que favoreçam o M M SI de nosso Erespeito àsPE nós. seus corpos na sua pesquisar sobre a influência das línguas M EE S N E N N P I I I M M E S N E dade. já que IN M EE M E S E E P e não percebemos. nosPvalores afro-brasileiEE E S N S I P P I N M M M S N E SI para a construção fundamentais para aSarticulação rosEM como uma forte influência de EE dife. por liberdade a ética.IN SI IN M processoEde EE IN M M S S E P S E M xos da vida. potencializadora da vida. NP EM P P PE I S M N E S E M P IN SI E OSIN SLEITURA/LITERATURA PE EE IN M P S EM N E HUMANIDADE ENSINO DA LÍNGUA PÁTRIA I M – ALTERIDADE M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M constan-IN N E S da diferença. também M pelo dade.M na construção da identidade N E I E M E P E S E P P M M N E mundo para ou de Mda folclorização N Seu canos I dando outra visão Eà N datas comemorativas. facilita o processo de lidarmos. neste momento histórico. contribuíram naIN conAs pedagogias SI de matrizINafricanas têm uma S EM EM P M E E S S N P EE formação de outras Iculturas.

E I P I I E S NP S S N I P I N M M seus artigos sua religiosidade.SIN sentido. democratizarNo Mbuscar a construção EE atuar E SI NesseIN P I M M E M S S N E E E P ciedade mais justa. mas. cabendo. dades: adquirido EM PE no en-M visão africana. mas consiste na demoSI EM PE PE PE IN o preconceito M cratização do conhecimento E S NP N EMtoN tão velada sobre racial no Brasil. SI IN EM M SI PE EE dos princípios IN S E E P S N M P E Lei 10. P M I E P E E S N corte racial. em uma e injusta como fim de operacionalizar em sala de S Mestas diretrizes EE sociedade IN desigual E EM IN IN NP E M S P I S S N E E S negro é ter a probabilidade pensar E aula é preciso P o currículo do ensino IN SI NP de ser ainEMmédio Ma nossa. participativa e solidária. aPuma convivência harmônica. partimos E S S E N M M M SI a) ampliar NP muito pelo contrário. N se fazEpresente M M I E S N P N E S I E Ediferentes S N SI educacional. disciplinas e das áreas do PE NP P I P M SIdiálogo das N S N E N M pasSI conhecimento. formação integral buscando promoE P S E M S M E N M PEele a ética. EE EE ver uma educação trabalho através da interdisde qualidade M que garanta a SI NP P P I N M EE I E M S N N possibilidade de continuação E P S I E I de seus estudos e tam. em seu sentido mais E N M P I I I I M E E E S S S S E P E educandos perce.394/96.EM precisouIN EMuma lei para que PE Sociedade NP da institucionalização de No contextoS da chamada PE N E E I M N S SI P N S SI as dimensões Nvir a ser contada SI pudesse EE essa parte da história nos EEM mação. PE PE Cultura nos trouxe a tela áreas de conhecimento o currículo IN P M EE a possibiE EE S N N E N P P P I I I E S em novasIN S N S N lidade de discutir e pensar portanto. M é jusEE o enfoque EE o conhecimento EE SI N Eentre E P P P I PE M E E tamente a tentativa de ampliar o diálogo as EM sino fundamental. Pos NP PE isto é. M sível de E S E N N E P P M M E EM atividades SI SI N N extracurriculares vivenciadas PE por M EAs Resumo elaborado EE EE SI SI N P NP P I P M N S da Silva PEE E escolas N M Martha Sirlene dentro e fora dos murosEdas IN Mpodem seSIcaSI E S E N P E PE SI EM EM mecanismos-chave racterizar Eem para a convivênP IN M E N S E N M P SI SI cia harmônica. contidas no ato de ensinar. garantindo a possibilidade do eduS P P IN IN IN EE EM S S S N N P PE I E I M busestudos. Diretrizes Curriculares não trabalhe com o conceito estreito de reposição M E E S N E E M SI ÉtnicoNP para a Educação das Relações não seja PEde Nacionais M EM e.aIN Nda lei nem promulgação as diretrizes orientam para Diante M da análise E I S S S P N E P S I S substituição de uma IN S EM de duasM IN a visão eurocêntrica por uma tentes no necessiPE ensino médio. EM os conhecimentos EE P M S N E P P I cumento. S S Na partir da inclusão no currícuSI 26 e 79. porque. N ampliar o foco do currículo E N I I M N S S E um enfoque multicultural. ao tocarmos na quesalém de garantir o acesso. dos negros no S solo brasia articulação áreas do conhecimenM E P S E P E M IN NP EMintrínseca EM to. pois carregamos sável pela Palteração da LDBEN 9. essenciais EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N para a efetivação democráticos.SI EM EE facilitar P E E M E P P S propiciar N N E PE criminação racial processo de aprendizagem IN ao educando SI no Brasil. SI cípios necessários EM SI EM EM PE Ecando IN M E E S P M N E P princípios assinalados Essa voltada Os E SI são os Pde NP currículoPtotalmente EE uma es-SIN EMpropostaSIde IN EM se EEM EM Equestões S N E E P para as sociais pode ser aproveitada cola democrática. seus sabores. artística. SI e vivenciem PE EE no início deste do. EM EM SI PE IN M E M E S SI estar plenamente N E E P M Ma edu. meio ambiente. Contudo nemEM EE EE EM SI EE não foi P N P P I E M P N S N P N E I PE I I de muitos problemas exis. forma interdisciplinar. INP SI IN M PE S N M S I S N E das diferentes EE I A história da África. a qual deve se preocupar com a I N M P P S SI IN com temas transversais M EE dos educandos. M S possibilidades SI SI NP EM I EE cultural brasileira sob EE M E S P democráticas dentro e fora da escola. é parte da história do Brasil. IN E S M E E S E E P IN PE da Infor. b) aprofundar os S P cando continuar seus E S prin. S M reSI EE E quando propomos Eum NP EM dos educandos. M articulada EE NP SIda escolaridade M N E I E M P I E o Ensino Ede EE S E P E História M S Raciais e para e Cultura Afroforma técnica. instrumental e mecanicista. nos N S E N N sua estética musical. reforçando que todo SI SI Eé EM PE o saber M E SI E EM N E P P I M E articulação. permitindo Io P esferas EEM P M E integralizadora.639/03 norma para busatreladas. porque nos o enfoque de atitudes não disE P P M M N N M N PE EE SI EE EM permitirá debruçar P sobre o tema velado que criminatórias Para educador pode o SI tanto. para SI EM temos a M PE IN permitir que EE EE E S S N E P N P P I M car efetivar alterem esse de escação oferecidaSIpara essa modalidadeNde ensino S ações que N EM PE quadro I IN M EE SI S N S E P M PE I quecimento e inferiorização.INP Com aPLei E 10. articular a diversidade M escolar. M EEdeve possibilitar IN SI N S E I E P S P M M S N PE PE ensino está devemos e de uma so. EE EE SI EM diferentes EM P P lo oficial da obrigatoriedade da temática “História e A temática permite-nos articular as M M E M N E N E P M M EE SIque compõem SI EM Afro-Brasileira”. portanto. devem N gica e política. nos sinalizam M S N I E P S E M S SI PE IN M des para integralizarmos efetivamente EE PE MÉDIO essa parte NO ENSINO S E P M IN N M M M N PE SI EE da história que ainda contada. o mesmo nas forma interdisciplinar. econômica e social. N E P P I N P S E as possibilidaPE IN IN SI NP M E N I S Brasileira e Africana.PE ciplinaridade EM S EE S P N I E M M P N S profissionais P IN M Como educadores da educação EE bém a formação cidadã.EM camos em todas as S IN demais esferas de desigualdaamplo. responA institucionalização da N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 84 . portanto. NP IN M S I articulada como cidadania. e no M tocante à EJA. permitir que IN M E N S SI N E I M P M S Como mencionado bam adquiridos. ser P S I N E I M S N vinculado à realidade concreta de EE da mais inferiorizado.culturas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E M Eem S te. pedagóNP EM I I P E S S E P P N currículos escolares.639/03. de S P I M leiro.EEM INA de existentes. oIN Mé a dis.

apoiar a formação continuada S E I M E P M E M S E N NP e auxiliar EE EE e na perspectiva de que en. a população com S IN EM M IN M S E E E S E de alfabetização: global.S P sa revelou que há uma outra preocupação. S P P P I M EE onde a aprendizagem é um proS N E N N P I I I M M E S S S N M E cessoMque se constrói EE na relação NP com o outro. S N I P P I N M M S M S N E SI EEde Pia.SIN INapropriação M como na M S E P S E E Esociais que nhecimentos e no papelINque desemEM EM trocamPE PE as práticas de leitura e escritaPEofereM Eque S NP cem às Ipessoas. absoluto 30% têm um S S E N E S E P P P M E E SI (nível 1). IN da língua IN escrita. 2003). em 2003. no sentido de IN das funções um projeto M escrita. Emília Ferreiro. M SI surgiram para SI EE PE E IN PE IN P EE E S N iluminar o processo de construção do conhecimenSeade. pois durante suas vidas são colocapor objetivo avaliar a capacidade de domínio de leiM M E N PE M NP EE dos diariamente M EE EE M SI população. 41. EM ple. e é necessário ao ter construídos. Disponível M SI a referência primeira. SI claro aonde EM PE M problema EE EE E EE N E E EM Para isso é importante saber como ocorre a O da não-escolarização da populaP P I P P M E E E S N E N N P N M SI é apenas aprendizagem e.3%M(IBGE/ to. e. cálculo pela SI escrita e I E M E N S E N E N I P I P N SI em 2003 N ou fordos apurados PE a escritaS e tentamSIbuscar M indicaram o seguinte: S8% gem M IN a leitura SI N E E S I M E e 64 anos E dos brasileiros entreP15 S mas de compreendê-las e interagir de alguma na M EE se encontram EM N NP condição EM de analfabetismo E P NP I I M M I E M E E maneira com elas.PEE tura. M M O caderno de orientação P S E N E I M M E E N saberes diferentes. E E S N N SI P P I EE SI N EM de estarem EM alfabetizaSI mesmoEantes N da não conclu. além I I M E S S N P P EE SI EM das pela escola. edu. conforme EM N E N P P P I mas pensavam oN processo de escrita e leitura.IN N N PE .vas E N P E S E P S S N S M caso dos adultos. SFazem parte de SI SI saberes M PE IN educador S P S N E N sobre a população. M M São Paulo I ESecretariaNde Os princípiosEM que orientam o trabalho de EJA EM (cidade): E N E S P I P M I E E S de Orientação N E S N P P I PE são baseados nos pressupostos da educação poDiretoria Técnica (SME/DOT).póteses SI M E P P E I M E E P P S N E E N • p ré-silábica – nesta hipótese o aluno ainda no das habilidades testadas (nível 3).INprincipalmente da SI ção do NP é bastante sério e não EM SIa questãoEE NP PE a apropriação I E S SI N S P P I M Segundo o Inep (2001).SI NP P P PE I S M N N S N E M P SI SI trocando cador tem SI e educando PE EE por objetivo IN se vendo como iguais.SIN to. bem EE dos co. no sentido de pertencimento a orientar o trabalho.PEEuma mesma M classe social. por suas experiências indiviP E I M P S EM M duais eINcoletivas. conEE da pesquisa Através de Emília Ferreiro nível muito baixo: SI SI de habilidade NP NP S Outros 37% N P M I I M I M S grandes fases S S IN vencionou-se identificar quatro de hi-PEE conseguem localizar uma Minformação em textos curEE S E P M M N PE demonstram sobre IN Os 25%Nque EM domínio EEa escrita: EM EE tos (nívelS2). No foi criado o INdiante das S Índi. M I E S N N E S N P I I M I E S S E em: pular N S 2008. A pesquiapontam dados do Inep.prefeitura. E NPOs resultaP IN P P diante de situações que lhes exi. P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E EM EM E M E ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS: PE ALFABETIZAÇÃO E P P M M N E N N P M SI EE EE SI SI N P P I ME MOVA EE E LETRAMENTO – EJA S N N E P I I M S S N PE M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 85 .NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI E M SI EM IN PE M EE E S E EM P N P Educação. S E S de escolaridade P N perfazia o total E outras investigações P pela cartilha. SI NP EM JOVENS PE EE I SI N EEsão portadoE I P S EM N P Ao considerarmos que os alunos E ADULTOS? P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N res de conhecimento. asIN crianças constroem hipóteses sãoEM do ensino E fundamental: a questão do analfaM IN M E S S M NP E E P E M passiM sobreEE a escrita e a leitura. P M P E E nhecimentos muitas vezes diferentes daqueles que termos etários. Paulo não têm oSIensino fundamental completo. em SI EM EE QUEM SÃO OS ALUNOS EDA P I M E P S N E M uma DE M N EDUCAÇÃO PE relação ética. sintético ou mismais de 25E anos de idade M PE EM que não tinha oito anos métodos NP NP E P I M I E M E N Mde 50.gov. isso ce Nacional (Inaf). NesM NP sendo Paulo Freire EM PE I M EE E E S N M E E te sentido. principalN E N PE I P P I N M E I S M N N N E I P S mente nos E aEescola trabalhará. ou seja.M M As salas de EJA apresentam diversidade em E S E PE P E E M S M E E E P N E E gênero.sp. que tem SI M de Alfabetismo Funcional IN NP se manifesta de forma E I M E M S E S E E E P M mais clara. EE PE IN SI deve se dar sobreEE uma isto é.portaleducacao. nãoEE são betismo funcional. IN M EE temos de observar que são co.35% analfabetismo. Há algumasSdécadas a alfabetização M M EE S S M E P P M a apropriação do sistema EE M população Eno Estado de São era tida como E e 34 anos de escrita entre 25 M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P N silábicas. baseada nos Embora as taxas de analfabetismo EE conceitos SI venham EM P PE P M E M E P IN crianças M get. M M uma estatística preocupante M SI pretendeMchegar com seu trabalho. Erealizou uma sobre como S as apresentando diminuição em termos naIN EE constante N EM EMpesquisa S PE P M E E E SIcionais.br P P I M M M E E P S N N E EE M base dialógica. Diferentes. onde S N E E S S N P I M I EEamE E S N bos se educam. P SI suNP com alunos da EJA SI P NP no trabalho E I I M N E S M N I S EM N E I Pde uma situação de injustiça social e de contram dificuldades na apropriação do sistema I peração E S E E S S E N P P M P M SI futuro. PE IN M NP EE P NP S N I M P P I SI Por causa M EE S dessa Iproblemática E informações que as IN rodeiam.SIorigem. etnia. E N N I P M M M I E penham na relação educador/educando. a relação entre educador e educando www. Na EM através da SI ApeNP PE das famílias EE IN memorização SI NP E sar de muitas I P S SI N P I S pessoas terem aprendido através de EM cidade de São Paulo.

pois.S deseM merais. IN NP NP O aluno EM EM salto ocorre.PEE SI realizando N S E I E S P M M E S N PE to de do seu planeja. EE S SI N E E P P I M M M E mente paraP a aquisição de leitura e • silábico-alfabética .ra M P M M e a escrita.SI desse o espaço SI N EE da linha P P E I M E P P S N E escrita.EM ca de alfabetização EM SI e passa PEa realizarIN NP NP que atualmente. Em se caracteriza pela M M E M E N E E P IN M M M E SI PE – não precede PE símbolos S çãoEE da tecnologia da escrita nem é utilização de que podem nuINser letras. O conceito de zona de desenvolvimento real S S e em relação ao Nque os alunos sabem sobre N EE NP SI Permite o SI EM é um instrumen. S Há quire PE A interação com o NP EM ses sobre PE um papel fundamental. O aluno percebe M E E S N E E M SI M letra apenas NP práticas de leitura e de escrita. P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 86 . tanto assim e a disposição espacial E P P M M E N N M N ocupar Ptodo EE ter umEM SI EE registro pode EM que analfabetos podem certo nívelEM de letra. N E mento: aP tecnologiaPda ou IN SI adquiridoIN SI do papel. uma vez que. M precisam E S E N N E P P I M M E EM SI N N PE deve M E O que seria e o letramento? VaEE letras que EE mento. conhecimento das quesdesenvolvimento proximal E SI zona de E SI E E P E IN M E E S P M N E P que compõem P o universo to importante para a atuação M importantes N tões mais M SI do professor. ora com duas S E P M IN N M E rotina M N PE SI sílaba.e de escrita. EEM EM planejamento. responde as M palavras. procesS escri.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S não se apropriou da e letramento são. P M EE EE S N N E N P P P I I I E S S N para a partiN N pré-requisito para o letramento. na concepção psicogenétique a escrita I E S M E E S E S N E PE regis. de leitura e produção de textos reais. P I além disso. No caso escrita há dois conceitos que S S da língua E E P SI EMesteja noMmoEM alfabetização PE PEde escrita que o aluno IN E da hipótese ser discutidos: e letramento. S e zonaINde desenvolvimento P M Nproxi. PE a como a escrita representa IN E S S E N M de partida é o M M SI NP A avaliação inicial como ponto Outra importante colaboração é do EM PE pesquisa-M M EE EE EE SI N E P P P I PE M que pode M EE E diagnóstico da sala situar o educador dor Vygotsky muito nos auxilia nesse S campo tamN N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M a leitubém. como em tros letra a cada da E I I P concep-PEE M E S S E P N M M ções N palavra em SI artificialPEquestão. com SI PE EE IN e ser considerados: EM os colegas. N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E Neste sentido. de reprodução de letras. IN M PE não tendo S N M S I S N E – na hipótese EE I utilizam de quem a tem para fazer S se uso da leitura • silábica silábica um importante M E P S E E percebe M Mé a re. oS número de SI uma palavra SIa alfabetização N P E NP P I P M N S Mtransforma ter se num problema. M IN M com textos construídos EE anteriores. ao aluno E N PE EE IN Isso possibilita EM E P S M SI N E P E M P N SI letras repetidas IN que não pode utilizar EM que acredita M SI PE EE IN S E E P S N M para escrever algo.SIN “Alfabetização E N N característica da língua E P I I P E NP S S N I P I N M M sos distintos. que é a correspondência entre a fala e a escriS S N SI EE EE alguns casos esta escrita SI A alfabetização EM EM P P mesmo indissociáveis. IN Msilábica e a S EE S N S E P M PE I to. daPEsua EE para cada elaboração do E seu letras EM SI P N P I E M P EE N S já de Ptrabalho e N N E que possibilite P I I N intervenções a am• alfabética na escrita alfabética o aluno M E I SI N S S P N E P S SI SI EM IN pliação de seu saber. são interdependentes e ta.M NP é que a M P I I I I E E E S S S S E P IN alguns critérios que N a escrita. Sescrevendo ora com M N I E P S M S SI E PE INde partida para a M deve ser avaliado como ponto EE ou mais P uma letra para cada sílaba.SIN dentro de algum que está se estruturando e M a elaboração EEpartida para SI NP tempo E N P I I M E M S S N E Eoutro pode ajudar a desenP rotina de mento e da sua trabalho. a tecnopresentação da fala seus PE vigora P I E E N S SI N I P S sílaba N I EM M M escritos atribuindo uma S N S E logia da escrita é aprendida não. o conhecimento do aluno em E sua escrita. uma para representar uma PE M E M EE sociais NP SIque utilizar M N E I E M P I E EE S E P dá conta desta E S sílaba não representação e passa a N E P P E I N M P P S E PE IN IN SI N M incluir letras E N I S Nesta perspectiva. istoSIé. isto é. desafiar o aluno a se aproP P M I E N M E M I E S N P E N E P I N SI cente para a Smonossílaenquanto prática soPE de sílabas S(da polissílaba N PE PE de conhecimento M SIpriar do objeto N SI N E I N I I M M E S ba). EM em seu M I EdecresP E E S EM N · as palavras apresentarem uma ordem mediador deve instigar. EE M PE IN IN EM SI dos alunos EE e a partir P S S N EE esta. EE EE P M S N E P P I E M objetos com os quais M se defronta N S N Nsão oportunidaNP E SI deve pertencer EE PEde palavras SI SI N E EM des de desenvolver P SI · a relação ao meso conhecimento. PE mos à professora paraSenIN IN M EE Magda Soares SI recorrer E S E N P E M E SI EM N que Econtenham sílabas contítender melhor M EE essa questão: NP · evitar palavras SI E NP I M P P I M S S guas (de mesma vogal). PE SI M SI M E E N E E P I M P E E necessidades apresenele já sabe. – a aquisita. I devem M E N S SI N E I M P M Msituações S com as educador.ção M com as EE que os alunos M NP mal é aquilo que o Saluno P M SI com o EE IN EE tem e que podem ser trabalhadas em diferentes consegue realizar E S EE SI P N P I E M M P N S P também é IN modalidades organizativas. EEM que a intervenção de I M E E S N E E SI NP NP EM NP adA sondagem possibilitará conhecer as hipóteNesse sentido interação social EM volver. S o professor SI EE EM NP papel dePE mo campo semântico. Entretanto. de S crita escrita alfabética.esta S E das “técnicas” IN PE INhipótese apresenta M EE EE E S S N E P N P P I I principal o conflito N M de atividades de letramencomo característica S mas através EM PE IN I entre a es. dependendo cial. tentativas M SI SI NP EM I EE nhos que imitam Eletras EE M S P cipação em práticas sociais de escrita.de escrita.”(2003:92)”.PEE E P dele o educador pode Zona de desenvolvimento real é o que o aluI N M P P I S N E S N N SI os temas belecer ou assuntos que tenham relano já tem consolidado como é oEM que EM conhecimento. M e que estará Ele auxílio M sozinho EE de outro INo pon. Isto é necessário.

o que precisa conquisE M E E N E E P I P P M E S procedimenN E N N de leitura. sem Esaber P I M E P S de textos · atividadesIN práticas.os alunos têm problemas a resolver e deEE leitura SIN EE SI EM P PE P M E M N E a e escrita. conSI SI PE EE IN M P S EM N E Como trabalhar com leitura e escrita: tato com a escrita (se de Sler.S N de EM EM SI N P I I M E S S N P de leitura P EE leitura e escrita. E · estímulo ao gosto pela leitura. P N E E nos pequenos P intervenções. E intervir com M boas situações M M SI E EM dáticas S E P M M E E E · como atingir as do aluno.IN N de saber ler. SI alunos já P N E E aula. EM o queSIa SI é ler. Epor SI EMe nota. aprendizagem profissional. Stos. ou seja. conhecimentos adquiridos (contato I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M língua escrita. EE é modelo PE SI IN rotina diária). SI IN IN e/ou escrita. EEM N M PEpode serEEconsiderada IN atividade EE EMuma tema. revista. Aspectos indiviSI leitura como interação. para despertar o desejo nos outros. S SI N IN P I N M M I S S N E E S · práticas oral: produção oral SIde comunicação EM PE PE M M M E E N N E E P NP I com destino escrito – linguagem que se escreve.como NP melhor que o testemuSI P I M M E S P IN M EE EM (experiências. I se Mgosta ou Igostaria M E E N E M E P M E S se vai ao banco. M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S da tarefaMgarante a máxima N · práticas 4-M a organização S SI IN de escrita: NPreflexão sobre o código. des grupos. os aspectos que deM N EM EM EE PE PE IN I M E E E P S S N N E E do comportamento M aprendi. aspectos M N I e propósitos. EE E M E P SIdifeNP SI P NP E I P I M (origem. para circulação de informação possível entre os alunos E P M M E E N PE EM NP EEdiscursivos M que. N S N I P P I N M M S M reais de S comunicativo. uso na sala de o que E os M N PE S EM NP EMprecisam PE EE Isaber. o que NPescola PE · propósitos EM é escrever. SI contexto letrado). com com tecnologia). como (aspectos – por propostas devem oE quem. Sroda SI NP NP reconto. roda de reflexão IN PE EEreescrita. E S E EM P Além desta é necessário organizar N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E que o educador E roteiro para EE S N sua classe: E É importante também se veja um conhecer história de S N P P I P M I E S N S N IN EE leitor e Sescritor. como P S SI com educandos se apro. projetos racterísticas de M objeto sociocultural realEM – por isso. intercâmbio. EMparti.IN rentes intencionalidades N E S leu). bem como procedimentos dePE precisam pôr em jogo S E E P M M E P E N N E P M M N escritor. Também não SI nas ações IN EE SI EE · como ultrapassar SI individuais.SI PE IN I E E S S N S P P da alfabetização no dagem para que ele M avance em suas hipóteses de escritas. família de Norigem).SIa interação entre eles. não conseguirá organizar os agrupamentos (produtiE S S N P E I M S EM M IN · estabelecer os agrupamentos e como fazer as vos) para o desenvolvimento Mdas atividaEE NP Mdos alunos E S I E PE P M E E M S M E bem como E nas duplas. o aluno. EE SI NP M EM EE Sem a sondagem. pensam sobre do qual SI SI sabem eIN PE o conteúdo PE EM em torno EE M SI M EE N S E N P E I P I · importância da leitura e escrita em seus usos o professor organizou P EE E S a tarefa. NP P I P M S · ler antes nejar. duais (o que já conquistou. EM PE Ié o uso deN M EE Epalavras P NPsílabas ou IN e não de S I M P P I · como garantir a qualidade o acervo. que coEE N E expectativas E que desestabilizem EM P P I P P M E E E S E no todo N N P alfabetização P N IN Mprocesso IN ·E o de loquem em conflito suas S hipóteses eSIseus saberes EM NP (a abor. EE comunitária).EEM NP preverNP IN P PE SI isso asNsituações I M E S E P N E I P P E cionais).M zagem são: N P I S S IN tudo o que E EM 1 . IN E I M S S N P S I E d) O que cada atividade estáSexigindo do aluno? EM EM IN PE M Esondagem. se jáS escreveu ou sociais EM E I P E S E E S S E N P P M P M ·a e IN onde morou. nho vivido. O cipação trabalho S N M E E P P I M M M E P S N N E PE EE educador para seus alunos. podemos fazer essa I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N a partir de quatro questões: N de curiosidades. Conforme Telma Weisz. PE e estratégias M SI tar. S P P P representa). não o uso do texto como pretexto para a ativisabem e o que o educador I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E dades didáticas. descanSI N EM P P PE I S M N E N N E M P SI so e diversão S (diversão predileta. família.M e escrita o terminam uma boa e P desenvolvimento Nde ensino P SI leiSI situação NP PE que osIN EE INler e fazer SI EE tor. painel de discussão de um E I EE M E S E P P M a) Essa fórum. encaminhar Ee di.M M EE E P M N PE M EE Mfinal da escrita de cada EM E b) Qual era o objetivo do professorSIem cada M · solicitar a leitura ao N E E I E M E P E S E P E uma da hipóteMpalavra. o Eque SI N M I EE E N tos de leitura. soltas. para N IN delas? NP ou verificação EM PE EM confirmação I P I E M S E E S N S E E N P implícita? P c) Qual é a concepção SI SI EM PE IN NP se construída. SI N P M I I M I M S S S N conversa.o conteúdo S trabalhado mantém as suas ca. o M EM E E S S M NP E E P E M que se no a proposta N texP caso da alfabetização. I EE M P E E N S E N P I P P N M E S plaM N SI consegue N aSdecodificação. combinados. EE refere às modalidades organizativas. ou seja. com com jornal. foco na linguagem IN M EE I M M S S E P S E E M formas de grafia. uso práticas 2 . INP · rotina que o trabalho com leitura Ee N E P P P I E E S N N S N P P I I EE escrita (atividades permanentes eE sequenciadas 3 . companhia). SI S M EM N P P E I M E E P boa situação de aprendizagem? Por quê? P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 87 . SI vida (dados Nada pessoais. N E SI sociais. E I M E M S E S E E · práticas de produção de textos: para que. cisões a tomar do que se propõem IN M EE em função SI NP EM EM S Econtemple PE M M E E E SIproduzir. escolaridade. EM · leitura de diversosEgêneros E N NP tem contato textuais.os alunos M IN M S E E priem desta prática. M IN IN EE TelmaEM S S E M P P · possibilitar e favorecer nas práticas de leitura Segundo Weisz.

diferentes tipos.que o educador I NP N conhecimento E E no tipo P I M considerar necessário. diferentes materiais escritos: alfabeto. EE SI NP E P P P I PE M permitemINa organização EE da lei. mas N de estarem EM SI em cada PE reunidos IN M E M E S SI definir os N E P da escolaridade P M M ano e são apropriaa IN EE trabalho SI passos Pdo EM particularmente PE IN conjuntamente. pois M muitas vezes NP EM I I P E S S E P P N tensamente com um gênero determinado o trabalho EM se realiza. dades para cada tarefa. M EE EE E S S N E P N P P I M das paraS comunicarNcertos aspectos do comportadivisão das tarefas.Agrupamentos EM propósitos PEda leitura. Sua Efinalidade é SI M apro. EM PE SI reescrita. EEM N N PE E Organização didático ou M EE de objeto SI SI do trabalho N P NP P I P M EE N S N E N I M A leitura não é um processo que se inicia com a P nomina Delia Lerner: modalidades organizativas – I I M E S E S S N P EE auxiliando PE SI EM nele.EEter PE ou vários sociais um proprodutivos IN P M E EE S N N E N P P P I I I E S finalidade S N N S N duto cumpra uma na M M SI que existe SI final que SI NP EM I EE EE M E S P realidade. de uma atividade com comandas diferenP I M E S S E N M M M E SI atendam NP tes que EM M EE M EE aos agrupamentos.SI EM NP P P E I M E P P S troquem N E IN PE fundamento em Satividades de escrita queM possibilitar aos alunos que IN seus conheSI NP leitura e IN PE I S N M S E I S N E I S ganham um sentido social. EM S M N I N I I N E M S E P I S S que remetem N Neste sentido. Mou letramento? EE SI em práticas NP sociaisM E N P I I M processos S M E S proporciona S N E E E P lhar as duas dimensões. S N P N E I P I N contos fantásticos). INP M que permitem ção de texto EE M dos aluEsocial IN SI S E E P S P M M E S Temos que traba.EM estar presente é a de vo que não P SI que alfabetizamos em NP PE a autora deixa claro: IN com M E N S SI N E I P EM textos onde ocorre Ea preocupação com o EM são como ação S tipicamenteEM escolar.Mgêneros.M uma vez N cupações: o tempo SI leitura de INque ele não depende da E M PEoutros.diferentes obras de as variações S N S um mesmo SI e adequando P N EM elaborando PE SI M SI Emesma SI N E IN autor ou diferentes textos sobre um mesmo tema. mais diversas EM S EE proSI P N P I E M M P N a inserção E IN dução e revisão dos Stextos.EE P M sistema de E O fato de M Mestarem expostos IN escrita e E SI N P N E S I E I E E N S social da S quadas sentido. NP que deve EM semana um capítulo ou trecho. organização NP de seu trabalho eSIaliando duas PE EE IN EM preo. mas A com o universo e com um EM ximação NP da escrita M P I I I I M E E S S S S E N P E se refere a uma vi.Ambiente alfabetizador SI NP não estão relacionadas EM N I M E N S e visam M SI E M P M um produto final a despertar o interesse pela E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P parte de uma escolha aspectos. com tempo de duração cimentos. PE EM como M SI os um texto crônicas. uma maneira visível. que se articulem propósitos didáticos com Estes agrupamentos se constituem a partir do E P P M M E N N N EM EE SI EE da atividade EM propósitos comunicativos.EM EM de forma sisPE conteúdo NP NP b) atividades habituais: ocorrem balho em grupo S também éNum PE I N E E I M S SI P N S pelo fato SIpensamos que N SI a oportunidade EE temática e oferecem de interagir in. SI EE como as pessoas se EMapro. de que está em jogo. E M SI M E E N E E P I M P E E revisão.EE IN– regularidades EE formas de ortográficas e irregularidades. portadoS P seqüênciaEEpara trabalhar as normas IN N M M NP res e suportes. As atividades Faz M seus diferentes N leitura nos M SI metodológica EE de traM PE IN IN EM SI seqüenciadas EE P S S N EE uma PEE E P também servem para planejar balho que busca possibilitar aos alunos o acesso a I N M P P I S N E S expostoMde situação N N SI de produção textual – reconto. que permitam E um objetivo proposta. de maneira que propiciem um avanço M E PE S E P M M N E M O tra. E E N S E N M P M SI deEE escrita proporciona autonomia ao leitor. nas S P SI circula. M EM decodificação nem se encerra O domínio do são instrumentos para na P IN o educador.S c) sequências Eestão direcionaPE IN Ide SI NP M agrupamentos E N I S de atividades: têm a função M S N I E P S E M S SI PE IN M das para se ler diferentes exemplares EE que atenPE de um mesmo cador no planejamento das atividades S E P M IN N M M M (poemas.EM E As seqüências S N N E P M P I I E E S S S N a se terPE N tura compartilhada SI PE 2 . M E S E N N E P P M E EM SI como deSI social. E PE SI necessidades IN EE diferentes gênero dam de S aprendizagens EE EM ou subgênero EE P N EM P P I E M P E Ndos alunos. é um aprendiM E E S N EE SI trabalhar PE M ser proposto. sua pelo uso deles na função social que lhes é própria.contos deEaventuras. ou vez por zado além de o educador P I M E M E N S N P determinado EM tipo de E EE SI informante. nesse N S N E N SI pode ser escolares biente alfabetizador SI em situações SI EM e escrita EM trabalhado PEpelos materiais Mse compõe E SI E EM característica N E P P I M E sem perder. pois elas são alfabetizador aos alunos acentuada aproI M E E E S N EE SI interdependentes. o máximo possível. É neSI da escrita PEletrados. deixar de ser o único N E P P I N P N subsidiar o edu. poderíamos dizer que o amP a esse processo eP como o uso NP I P M SIefetiva. o caminho que qualidade estético-literária.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E apresenta E M quatro Iformas EE S A autora de orgaORGANIZAÇÃO DO TRABALHO N S E N N E I P I P E S NP S S N I P I N M M nização:SI PEDAGÓGICO S S N EE EE SI levar em EM EM P P a) projetos: deve consideração um M M E M E N E P IN M M EE S SI 1 . I E S M E E S E S E IN PEa ser en. E N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 88 . NP NPidéia que Edeve EM NP objeti.EEM sinado. por exemplo. M IN EM E P S N E PE P I sistema e comEE a linguagem cessário que existam textos de recoP neste ambiente N escrita. Leitura de um livro.diferentes.M NP PE M I E P E E S N priam E do propor atividades não garante sua P ade.sistema P S M SI N E P E M e os conhecimentosPque preci. das habiliSI o reconhecimentoIN EM PE I M de cada um EE uma SIN S N S E P M PE I mento leitor. a EE nhecida S PE IN SI NPpodemos perEM P S I N M E I M S N E correr é o de considerar uma discussão sobre e S a vida E Ma sociedade.IN N PEUm ambiente Alfabetização nos de letramento. EE Além disso. SI EE IN S E E P S N M mas o acesso a textos escritos se dá deSIdiferentes P sam ser tratados.

ou devem ser consideradas: SIno final daIN PE EE M · os diversos saberes P S EM N E O que dos alunos. EE aprender? EE e o que falta M ampliaram EEaprenderam. N I N diálogo entre PE E P I E M S E E S N S E E N P P · nas atividades propostas.IN E de seu E dos alunos.Eestabelecemos uma série M SI EM de rela-PE conhecimentos IN M E conhecimentos. calçados.panhados? N PE P P M I E S N N E S N P conhecimentos prévios MleituSI SI lectual éM comIN os afetivo e emocional. em serem colhidos. EE EM localizarIN SI EM contaEde as com.M maneiras. PE e/ou construir M cia conM M I E SI vimento N E E SIdas atividades. PE SI IN SINa elaboração NP das atividades EM P P PE I S M N E N atividaS N E M P SI seqüênciaSIde · atividade. Enquanto SI SI EM PE IN NP tor. E S E EM acom. levantados antes dasM propostas M de atira a partir lugar S P P M M E E P S N N E EE vidades? ampliados? para Mova e EJA EE Foram validados. O leitor realiza a SI PE · o que fizemos M EE S M N E P I M socialEe EE E histórico. S qual é oM N E que melhor texto EE EM se pede. revendo I os de.M M EE E P M N PE informações necessárias. S N P M I EE E de acordo SI com o IN teúdos. a S P PE texto/gênero P partir da atividade realizada? · a escolha N do M EE S N E N P I I I M M E S S exemplo. A leitura não Eé se encerre Ena EMalgo que M P E S E P P M M N E preender e refletir a partir E do que se pede? Ela é um leitor e IescriMdecodificação. SI ao final da atividade? N IN M EE IN M M SI S E P S E E M · poderá dar continuidade às etapas da seqüên· comandas/consignas claras para o desenvolE M E E N E E SI NP EM ou abordar NP PE NP novos conceitos. É umIN processo que SI além de inte.M P Sozinhos farão. por SI NP M E E P I M E E P S N Resumo elaborado por sobre E P os esportes. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S EM M IN M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N SI EE SI SI EE SI NP P I P M S N EE IN M M SI EM EM S E P M Anotações M E E E EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI N S P P M SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 89 . Npara retirarmos EM uma informação PE SI EM da Silva EM Os textos PE dão Eeconomia IN oferecidos SI ou sobre a N E E Martha Sirlene atual. ções com outros sentimentos e N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S E idéias que temos. P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I · atendeu total ou parcialmente aos objetivos ·S tornar observável o propósito do professor e EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M iniciais intencionalidades. os alunos possuem de sentidos e intenções. carregada IN E I M S S N P S E para o desenvolvimento autônomo? lemos um texto. retornamos ao que os alunos sabiam? M M E E N S E I M E P M E M S E N NP grupamentos.

EM gramatical. 12PE PE surdas a 29) . SEles P qüências da fala.EEna forma S como o sujeito às IN Pacesso IN NP vai ter IN M P I S N M S I S N E informações do mundo. 1000 e considerada as freque se integrassem na N E P P M N SI EE PE IN eram submetidos IN EM EM SI sociedade EE ouvinte. seguida auditivo intensi. N EEcomo analítico de um aparelho de M amplificação sonora Este SI conhecido NP NP ou método EM NP EM colocação NP P I I I I M E E E S S S S de treinamento E N P individual.EM www. M EE termo deficiência O uso P do auditiva está relaperíodos NP IN na qual M S I E S E M S M E N portanto. E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P I concep-N E últimos S I conhecimento. o acesso ao mundo pela visão inclui I M M E S S S E E P SI EM ainda tímido. e como forma de a surdez. A Língua deS Sinais anula Secretaria Municipal de Educação EE I M E P S E E M IN a deficiência conseqüência da surdez. PE Assim te. S M E frasais trabalhadas E M seria possível ria que serStratada. ção de conhecimento de com percepção NP M dificuldade E N I S M S N I E P S E M S SI PE to de sons.SIN I NP E nais para M P EE sócio-antropológica. fato que reforçou a imagem deM incapacida-PE P I E P N S M N E I E N I N E M Salunos aprendessem E P SI S do currículo N Nessa esde deles. surdos. M EE intera..portaleducacao. M EE SI N E N P I I Ma usassem. EM e atribui percepção de Sinais. Era como se os meE o objetivo E P SI concepção N M E P I SI N E P S I N M E I colar passa a ser ao audição e EE canicamente a língua. 1997).SIN S de Sinais é adquirida na N S E P M PE I M E E S N M usuários fluentes. comPa E mudança Sda E processo S N em seu PNos M SIcadores obtêm N SI N E I NP I resultados que estão de acordo ção da surdez. PE IN IN e reconhecimen.gov. constrói uma PE M EE EE esse movimento SI SI N P NP P I P M N deficitária de si em relação aos ouvintes.M prevê a N formação de intérpretes M na concepção de surdez.IN como N “norma” PE(Tabith Junior et al. EM P I M I E S M E E S E S E IN (p. I E I E EM S EE S P N P I E M M P N S P substituição condutas e valores são Por meio de exercícios de IN M da maioria M tomados EE IN e de PEE SI ouvinte E N S E I S P M esperava-se que os M S alunos memorizas. um funcionamento. N N E EM P M P I I I E século (e E A classificação S ainda hoje S SPor quase P N em muitosPE N ao da perda auditiva quanto um I E I M S S N N EE dos limiares NP SI insistiu SI EM na média da freqüênlugares). SURDEZ OU M M EE EE DEFICIÊNCIA SI N NP EM E P I P I M EE E E S S N E Por ser uma língua visual-espacial. rentes graus. a longos EEM S N E E P I N M P P I S S IN de treinamento auditivo e de fala.prefeitura. por SI imagem SI N no. como requisito para IN 2000 Hz. de 19 PE de 2000. NP NP EMlingüística.Sindo do mais que PE EE EE EE leve (perda EM mais eficiente SI auditivaIN EE P EM P P E M P E Ninterfere na S N aquisição da fala. sem conseguirem fazer uma M S N P S o de dar E M sujeito a SI EE EM P reflexão sobre o seu M como se os alunos Etivessem IN limite naE P a fala. se mostrou PE SI pouco eficiente noINensino NP PE M E N S SI N E I M parte dos alunos EM P vo. a escola em oralizar os alunos surM P M M E SI grau é baseada E SI E E P Edos. EM por meio da leitura-oroP P M I N M Erepara I E M S incapacidade.sp. Iconsiste S E E tir da concepção em possibilitar os surdos o acesso à informaP S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI TODA FORÇA AO PRIMEIRO ANO EM M E P M M EE M CONTEMPLANDO AS ESPECIFICIDADES N E P I M M EE E EE S N E P P I P M EE E S N N E N P P I I I E S DOS ALUNOS S N N SURDOS S SI SI NP EM M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S E NP I S M EE P N SI 90 . o que significativas para a educação de surdos. os edutural de anos.Sdentre as PEE N E N I M I I M E S E S N EE vai contribuir resultados no seuSdequais da Lei Federal nº PE se destaca a aprovação SI EM NP EM para os P Ibaixos M E E N S E N M P P senvolvimento global. M E E S P M cia de 500. EE INde dezembro IN EM E P S M S N E P Uma mudança a par.o direito àNLíngua PE INo fracasso M E M com esta E S E N E P P M M E EMaluno. 2003).repetição. N N é considerada como E P S uma vez que as facial. mas não impede o P N E I P I N M E S N S SI P N P SI M SI CONCEPÇÕES EE de se comunicar indivíduo porEmeio da linguagem DE SURDEZ SI N IN P I M E S S E N P M M oral).M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI EM M EE P N SI M I EE M E S E P P M E DE PROFESSOR N M N MATERIAL como a ser EE uma diferença EM compreendê-la SI M respei.SI EM NP EE P E I E M E P P S E tada. E O resultou em algumas conquistas N sua vez. Disponível em: EM e permite EM se constituam S2007 NP que as pessoas NP PE I N E E I M N S SI P N S como membros de lingüística mi.098 (anexo que SI SI EM 1). o que através da sem as estruturas e S N E E P I M E E E S método. Diretoria de Orientação Técnica (SME/DOT). SI de Língua EEde Si. ela E chamar. se caracteriza por P E S N E P P E I N M P mundo e E de língua. M ou deficiência NP A surdez P I M E M E N S pessoas preferem M E E M vai possibilitar ampliaP INuma dos. a recepção da PE EEfala se daria EE cionado com SI o aspecto NP clínico-patológico. E EE SI Uma vez adquirida. Embora PEao alu. preferencialmente EE ção Ecom surcomo muitas SI PE auditiva. 1997). (perda E EDUCAÇÃO DE SURDOS SIao mais profundo EM EM PE impedeM IN auditivaNque M EE EE E S E P P P I PE o indivíduo deNadquirir linguagem oral) M EE E S (Lima. a Língua AUDITIVA? P N P P I M S SI EM PE IN IN sem dificuldades. Esta INpoderão aprender M base nos quais os alunos surdos EE em difePE dificuldade pode ocorrer S E P M IN N M M I M N de forma a Língua Portuguesa.br SI N SI uma comunidade EE NP EM I I P M E S S E PE P N noritária diferente e não como um desvio da norM M E I N N E E S P I I M M E S S N PE malidade.S SI na recepção. 10. a uma fala da língua majoritária pra grande M o afastaria S melhor que SI conduzindo PE EE IN EM EE P M S N E do grupo dos deficientes (Skliar.

a escrever significa SI SI PE EE IN M P S EM N E da. fazer deduções. N P M M M I E E N E E S N P I P M E anteriores. serem SI M N E NP S N I N E M P I I SI S E Seu ensino para alunos surdos deve ter como proO foco nas palavras desconhecidas resultou em E S S N P E I M EM M tendência IN surdos a se aterem S pósito e escritores competentes. uma vez Ecodificado. de ler e que a atividade pode ser motivadora se M EE o M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Visando ao Saprendizado Portugue. EM P P PE I S M N E N S N E M é a segunP aprender SIuma língua. a cada M EE NP dos alunos M formar leitores E S I E PE P M E E M S M E E Por nãoEE P N oral. SI EM prática E P M M E P E N N E P E Nesta concepção. a Língua Brasileira de M N I N E P E I P E M S S N SI PE PE língua oficial IN M PE Sinais como EE das comunidades de surSI S N N E P I N I E S quando entram N SI dos. di.SIN SI como N N I P P I M M S interativo M S do processo N N E SI alogicamente. mas P fora do EEcomo produto de um EE emissor Sa IN ser EE M da codificação P N não deve ser trabalhada SI P NP E I P I M N E M Sinais preenche N I S escolar. a maioria conta SI PE IN apenas com fragmentos M M documento reconhece EE sur.IN S M E P M bilíngüe.EEM NP mas que. deM 22 de de.436 (anexo 2). Para N E E P M M M E E P S N E E EE a ler e SIN Sinais e a Língua Portuguesa. o texto é totalmente explícito. EM estru. E N N P P N güístico e gramatical por meio salta que. eS do Decreto nº 5626. quanto maior S SI a M INtextual o Ileitor NP E M E M S E S E E compare o desempenho dos alunos surdos com o sua exposição a todo tipo de texto. atribuindo sentido aoEtexto. S SI se use como N IN I N M M I S S N E ouvintes E S grande medida. Svartholm (1998)M propõe que não se nhecimento tiver. EE Ena qual a ILíngua E dos a Puma educação de S da Língua Portuguesa oral. por P exemplo. No surdos. 2001). sentido do texto. IN Ique M E E E S S M NP E E E não do aluno oPmesmo grau mundo M surdoIN P se pode esperar EM EE e a língua. EE E IN M deSouvintes no uso da língua pois o conhecimento de SI majoritária. PE EE caso de S Nalunos M EM E P I M E E P S N acentuadas. P IN P P I E M E N S E P N E N I P P textuais ePE em vez disso. SI da vida EM PE PE em atividades INdiária. à medida EE aprendizado EM S S M EM N E P P E I M E E P pecto semântico. SI EM EM para que SI Neste senNP em uma SI PE se envolva IN uma pessoa IN I E E S S N S P P tido. sem relacioná-las com ou-PEE I M P E N S E N I P P I N E S sur. IN de segunda Evalorizando EEleitor. fazenforam que M passaram a E E dificuldades M I M Ndo bilhetes E E P S I E N E P E utilidade S do-a ver sua N atribuídas à surdez. quanto Sde M EE S E IN S N mais coE N P E I I S E P S S N aluno ouvinte. alunos e textos. que regulamenta os dois documensão inseridos no trabalho de leitura e escrita. Eparte PE aprender IN SI é a primeira NP língua. lendo contos e escrevenproduzem textos.EEM Os alunos surdos.M conteúdo P for de interesse da pessoa que tem M I N da Língua SI de ler NP PE objetivo. I M M I E M E E S S E N E S E P P P I M E N de raciocínios N N das provas S escritas devem-se ado-PE Nessa Fulgêncio e PE EE mesmaSIlinha SI Na correção NP N SI N P M I I M I M S S S N tar mecanismos de avaliação coerentes com o Liberato (2001) dizem que essa compreensão préE I EE M E S E P P M M o asvia permite ao que vai montandoIN o M PE língua. SI NP P I P M S dos. já que. Porém. da Lei Federal nº 10. de 24 de ESPECIFICIDADES DOS ALUNOS N E E M I E M E P S E P P EE M M que reconhece N E SURDOS NA LEITURA E NA ESCRITA abril de 2002. mais fácil será E P M M P E N PE EM EE sua compreensão. na qual Em contraposição ao foco nas palavras. e cartões para ela. SI N EM IN M I M M SI S E P S E E M desempenha para os ouvintes. os iné colocado no deixa M SI EM SI relacionar INde ser a conPE EMtexto e o objetivo P IN forma e função. P NP da Língua IN complexidade S N I M P P I exigido do Kleiman (2004) enfatiza que. Svartholm (2003) e os proN textos provocava desânimo Mque a criança EE enfatiza M surda SINnhecidas nos SI E EM vê palavras E P EM M M E E E no Ipapel e constrói conhecimento linfessores ofereciam poucos textos. A modalidade oral da Língua IPortuguesa é Na concepção em que o texto M é considerado I uma M M E E N S E E P M E M S E NP possibilidade. N o EM EM N condições para S P I I M E E S S N P EE que M eles se tornem leitor faz uso do conhecimento SI NP já tem sobre o EM Contudo. EE S E tos dispõem dos mesmos recursos lingüísticos que os SI N PE P IN P M I E S N N E S N P M SI SI Este o direito dos ouvintes.PE P P P M E E E S N da visão. parâmetro o desempeturas de tipos deSIdiscurso determinará. o P E ter um referente método de enpalavra individualmente. a escola N P I S M N S N SI eles possam EEseu uso como EM o focoPEE o social. de crianças uma em suas expectativas em relação SI EM aprendendo PE PE nho lingüístico M M E EM N N E E P NP I segunda língua. INP EE IN tiver um SI deve propiciar-lhes EE e se a tarefa P S SI saM pelos alunos surdos. Na compreensão I propiciar-lhes EE dos alunos surdos S e de de um texto. Solé (1998) N E E EM res. A leitura não Né vista como EE SI extração NP EM EM SI meio da decodificação EM escrita por PE P M E E E SI EM Os professores devem acreditar no potencial da informação da N E P P P I IN E E S N N S N P P I letra porSIletra.tras M N N N EMgrande número escrita é diferente Spara alunos O de palavras descoSI sino da língua E SI SI EE no texto. preferencialmente na modalidade escrita. basta a este o coEM N E I P I S E E S S E N P P P M mesmas funções que a N Língua Portuguesa falada nhecimento do código. nele se constroem e são resultado EE SI EE entre professores. a autora de leitura é necessário que se sinta capaz M recomenda que se deva trabalhar SI IN o atividade IN M Mnão cada M EE um todo E S S P P texto como e palavra. usadaM pela família. M leitores e escritores. PE M EE Portuguesa.M M EE E P M N PE M EE M EM SI E ção.concepção N PE M Segundo Tovar conseguir resultou num numero significativo deEaluM(2000). na escola e SI NP EM FederalM E I P E E S E EM não M P zembro de 2005. a maior das crianças surdas. SIconstruídos EM P PE P M E M N E (Koch. aos textos. SA Língua E espaço de as decodificado pelo leitor/ouvinte. E E M S M E N S P professor e passa a ser o P terlocutores são vistos sujeitos ativos dução do N processo pelo PE EE EE que. reduzir o número P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 91 . a adoção desta E M E E N E E P SI NP EM NP PE fa. pode-se M I E SI N E E SI S N P I M I compreendem o que leem e que E não E surda a P E S N nos que não S P P zer nascer na criança consciência da utilidaI M EE S N E N N P I I I M M S essas IN S E deEM e do prazer S da escrita.

reelaboram num novo trabadez ou deficiência graus.EEM ALUNOS IN EE o professor SURDOS EM S EE SI P N P I E M M P S P IN IN M tribui doStexto. EM PE PE de palavras. as as implicações advindas do termo PE SI NP EM sor. N M E P I SI N E P S I N M E I M analítico S ou método N E Fernandes (2003).EM QUESTÕES P M M o aluno a dar um passo SOBRE ESTE TEXTO E SI assim ajudar SI E E P E IN M E E S P M N E P Pna construção de seus gredir M N M SI conhecimentos.EEM surda a linguagem NP EM adquirir I I P M E S S E P P N I volvidos com M a tarefa.Pe nunca foram colocadas por compreendida EE rial. EM co. pela dis-EM cepção de IN ensino que enfatiza aS compreensão M PE das SI EE IN S E E P S N M cursiva da língua trouxePEmudanças no ensino da P palavras. NP I M P P I M S S rem sons escreva sobre obtidos conE os resultados N com letras. Ele deixou N E N N em cada contexto eS prever SILíngua E P I I P E NP S S N I P I N M M obedecer pelo professor imediatamente o significado. nos P surdos e por que foi considerado pouco NP P I P SIlhamento. Questões como escolhas de “s” ou “z”.EE P troca de letras. 4) Explique o método S ao analisar SI EE EM gra. De modo geral. N SI EE IN M SI EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 92 . EE Língua semelhanças EE EE EM Portuguesa. daí se sócio-antropoN S 3) Escreva M N INesperar resultaNP SI neste material. de eles do que você material M EE estudouEneste EE não ouvirem NP 6) A partir SI e. I M E E E S N EE material SI consta neste NP NPpara o profesEM NP escrita individual.IN pos surdos adquirem as caracsejaPfeita desde EE com crianças SI EM PE os alunos IN M EE EE E S S N E P N P P I ampliando cação Infantil porque diverte. P I M As dificuldades no uso da língua não parecepor pesquisadores da área I E S M E E S E S N E PEa criança EM ram ser obstáculo EM escrevessem SI PE NP NP para alunos dez. ouvinte e surdo. curiosidade e é ferramenta fundamental na constiM E E S N E M E SI que os PE O professor M Majoritária. IN SI SI NP recursos IN M PE freqüentavam I S N M S I S N E de história EE I S professores usavam a Língua de Sinais. utiliza o significado S S N E SI a padrões Ipreestabelecidos EE Sos EM EM P PE e passou-se a expor alunos surdos a textos em vez jáNobtido para facilitar o processo de identificação M M E M N E E P M M EE SI SI palavras. de uma concepção P N A adoção. Expostos aos Sdiferentes tiSvartholm (2003) propõe que a “leitura” de liN EM EM PE IN E M E S SI vros e revistas N E P de textos P M Ma Edu. espeE N língua majoritária M M observou Ida EMno ensino SI N P E N E S I E I E E N S eficiendeS palavras M por associação. “x”. ao universo P I M E S S E N M M e ensinar M SI socialmente NP a produzi-los Marta Vieira circulam EM PE (pontoM EE Pacheco EE EE Leonor Silva Pincigher SI N EM E P P P I PE M M E E de partida e chegada de todo o processo de ensino/ S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M aprendizagem da língua).M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EEde S de palavras viáveis Portuguesa para alunos surdos. a surdez não impede tuição da Língua deverá ser P I M E M E N S P INvice. NP nais. Assim. NP EEmbora dificulte. S N SI EE seus textos. EE M os alunos EE para a elaboração IN N S E I E P S P M M S explique o que é sur. por exemplo. E S S E N P E M M E não confundiSI N te.M EE “h”.alunos EM EE SI a Língua EEde Sinais. SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N A tarefa é viabilizar o acesso do M do professor S N S SI P PE SI IN M dos textos que SI EE N E IN Resumo elaboradoS por aluno. SI S Pde M na escrita E SI E EM N E P P I M E tes. matical para P os alu. esclarecendo asPdiferenças e S E IN N M M M N PE SIentre as línguas. lógica da surdez. EE SegundoEM S SI N P I I M E auditiva e cite seusEM M S depois o S N E E P texto escrito. M versa. EE PE constante SI N EE EM dos diferentes P SI dos obtidos com S crianças ouvintes. Tem a tarefa de ensinar S S e N N EE NP SI SI EM adiante e pro. como relatos e leitura de livros. A leitura M E P S E E Mda surIN NP NP EM EM é considerada. S PE EM surdos atribuam sentido ao que lêem e procapaz de traduzi-los para e N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP na escrita.SIN SI EM PE a assimEseu IN satisfaz a terísticasS dos mesmos. PEa partir da EE IN EM E P S M SI N E P I E M escola.M NP inicial dePE EM a escrita M I E P E E S N crianças surdas. quais PDiferentemente IN defiM E N S SI N E I M P M M surdas vão se elaborarem SI PE auditiva? EE IN a ciência EM basear na Svisão para EE EE P M S N E P P I E sobre a concepção M sua relação com a escrita. IN M S N S E P M PE I nhecimento textual. com o constante neste material. estimula. Pereira (2005)Nanalisou a compreensão das IN P M EE E EE S N E N P P P I I I E S texto porIN S N S ad.INformação N S N EE criançasEM SI de acordoEM também constatados ouvinte. portanto. E N M S– faz o papel P de registrando em SI E M SI M E E N E E P I M P E E tuguesa o relatam ESPECIFICIDADES DOS S que os alunos N P M na Língua N de SiEE M SI e escriba. o professor PROJETO TODA FORÇA AO 1º I N M P P I S S Língua PorIN CONTEMPLANDO AS N M EE escriba.IN N PE PE a autoria do começam aNassumir com o professor 1) este material. a principal fonte de informação para PE que os P I N E E I M N S SI N SI escrita. “ch” ou 5) De acordo com o proposto por este mateM E S E N N E P P M M M E SI SI deve serEE N a educação N PE bi. EE M PE IN IN EM SI EE P S S N EE ANO PEE E P No início do processo de escrita. SI sujeitos. todos pareceram en. Como interlocutor P SI con. explicar E N I S duzam sentido As dificuldades que eles e Eexplicitar características dos texM S N I E P S M S SI PE IN conhecimento da M apresentam decorrem da falta de EE PE tosM para as crianças. 2) Como EM lho de M NP M P I I I I E E E S S S S N P EE das crianças que ouvem. os SI pliação de a SI M EM NP mundo. Pbem EE comoPE P P I E E N salas de E que os N E P alunos em inserção em atividades S que envolvam a escrita. ela vai possibilitar a amE P P M M E N N M N EE textos em SI EE do conhecimento EM guesa M que privilegiava vez de palavras. uma vez P produção de M M S alunos surdos SI leitura eIN SI EM EE quirida a Língua de EE M E S P expostos a um trabalho de ensino de Língua PortuSinais. como SI SI N E NP P I P M N S M PE seus Isso se deve língüe? IN IN MevidentemenEE ao fato.de N a Em relação aos alunos surdos.

EE M como utilizar E E M N E E E P os recursos tecnológicos.“ INde bancos de arquivo públiM se educam EM entre si. bém o próprio P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI propostas as 26 atividades Três NP PE EE no plano IN são as aprendizagens SI consideram. em comparar. projetos. em sintetizar. diferente P NP“tecnologias E I I N E S M N I S EM N E I P I ainda domina. E S E N N P N IN EM NP EM o uso de SI a) o projeto SI NP PEInternet. EE M EM capaz de SI pois” (a necessária INselecionar SinP NP EM P E E M S M avaliação de conteúdos e habiou formar um leitor crítico. IIsso. os homens (textos. I E E hipóteses.sp. EMà atitudeSIcrítica. e o desenvolvimento SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E EM EM M E M E CADERNO DE ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS PE E P P EE M M N E N I N E P E I P M S E E S N SI N PEDUCAÇÃO M EE SI LER TECNOLOGIAS NA SI N NP E ESCREVER: E P I I M S S N PE M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 93 . Para isso. Como educa EE Freire. formações e avaliar sua confiabilidade. “ninguém P NP disse Paulo IN S N I P P I Sninguém. E P P M M E N N conhecimentos EM EE EE matizadaSIde EM quer um ler praticamente qualquer coisa. M NP NP apenas SI limites legais. só M S com EM M digital. áudio e vídeo).PE dade. IN faz sentido se contribuir M e escriE NP do ensino. muito as relações A escola na era da comunicação Ifavorece M P S EM N E I M M E E N S E I M E ais e/ou cognitivas). Disponível bência de promover a inclusão digital. M E S E PE P senvolvimento das competências de leitura a qualidade pois a simples presença de EM E E M S M E P E E PE IN espaços M P E E N S E N PE I ta. e c) a aprendizagem o resultado (conteúdo M M EE b) o currículo S S M E P P M processo. principalmente o aprender em P M E S E N NP EM EE EE M do aprender P SI hoje NP da informação e da M SI individualista que As comunica.SIN EE SI EM P origem e de verificar a possibilidade de uso PE P M E M N E N EE SI levantar NP Educação terial sem infringir e Internet EM EM SI implica em EM direitos.gov. E P NP I M M I E M E E S E N E S E P a qualquer tipo de controle de qualidade. NP potencializadas EE I P S SI N P I S M M de do o “antes” (o S que a dimensão digital S IN o aluno INjá pelas TIC. M N imagens. M consumidores.PE rede. P SI IN SI NP EM digital. InseP P N M E S M N SI N N E I P SI essas novas I E I E cotidianoSescolar implica S S N em ir além formas no P PE a Internet M de linguagem na construção Nrir SI N E I M M E I M M coletiva ou fora da escola. na internet. A televisão. E S E E S ção” (TIC) mudaram por completo as formas tradiS E N P P M P M SI N INe não verbais M EE IN cionais pelas verbais Mquais os textos M SI S E P S E E M E M E E N E e aprender o que provocou a P discusEE SI digital: NP circulavam EM Ensinar NP socialmente. produzir conhecimento.IN S P P P M EE N E N significativo N para a atuação dos S P trução de um saber I I I M M E S S S N M E EE NP precisam de recur. por isso o desafio de criar que integrem aparatos na escola não garante melhor nível. torna-se necessário um letramento S N N E M P I I SI S E E S S N P E I ternet podem ser excelentesEmotivadores para o deporém. aprender a publicar: produção e transmissão de comunicação E E S S M NP E E P E M M P EE PE IN a facilidade de M difusão e publicação deEE conteúdosEM tonomia. se a incumN S P atualiza e inclui IN M IN EE S SI E N S P I M M 2007. nas N E E SI escolas. M Nessa S aula. as imagens. as pessoas podem quem N P M I I M I S S S IN EE M pela comunicação sisteEE responsável S car o que quiserem e tornar disponível para qualA escola. dentro S da sala de P M de projetos. o rádio. vídeo) SI SI NP P I S M N S vés de blogs As E pelo mundo. favoS PE em: SIN M EE EM EE N M E E P P I M M M E E www.br recer o acesso e a apropriação de códigos eElinguaP S N N E E EE PE internet. N EE E I P S EM N P P I S M N E a mídiaIN impressa. o registro EM ao le-PEE S E E P M M E (oEque social da escola: aprender a P pesquisar E é para ser feito) e do “de. E N E E Municipal de de da capacidade de e EEM N P I P M I E E S N E S N P P I P M I E S Orientação Técnica (SME/DOT).tramento N sabe). EEmudança S I M E N P IN P P S I E M E a desenvolver projetos pedagógicos nosPquais pro. via não E E S SI N S P P M SI aprendido) como tamIN de apenas IN pedagógico. mediatizados M SI ou através E S E E E P M M M P vídeos.SI alunos no mundo de hoje. qualidade e M M S M S N E SI EEde ma. ou seja. EE EE EE EE N EM EA E P P I P P M E E proposta do caderno é contribuir para o desociedade atual. sobre S N P ganhos e desafios M I EE E E SI a cons. oferecem pedaS IN IN IN elementos que. E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N lidades aprendidos). NP em meio PE M M como potencializar M I E SI são. sos tecnológicos mas EM PE EE IN o vídeo/DVD. a S S N P P EE SI EM com auM IN IN M EM tica (imagens. INA P PE I S gens próprios da era por suas M E N S N E M S SI (pessoSI NP PE EE características. do “durante” IN.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI E M SI EM IN PE M EE E S E EM P N P Diretoria S M cooperar. E S E S N seja atraN a si mesmo. acessar M MSecretaria I E Educação. ninguém educa SI EE PE áudio. em S N N SI N P P I EE S SI N EM (em hipertextos) EM SI não-linear N P I I M E E além da leitura e imagéEnsinar e aprender pressupõem “encontros”. SI gens midiáticas. aprender. escapa à capacidade decisória e M EE E como a publicação NP NP reflexão. com diferentes linguaAs não M ações educacionais EM EE P I M E E P S N E M P M N PE SI digitais para ser consistentes. valoriza IN I senvolvimento de ações S que articulem sempre. que exige o aprender a aprender. enriquecem tanto quem aprende como P P E E SI N EM N N PE publiEde SI SI ensina.prefeitura.portaleducacao. se utilizados PE EE S N S S P IN N M M fessores e alunos se tornam autores e não apenas gogicamente em ambientes e recursos que levem à I SI S N E E S I M E E S Porém. fotos ou arquivos TIC. Isso PE P M E E E SI EM N E N P P Panalisar. que incorporam M EE aula. a hipermídia e a Incada vez mais.Ncom toda a desencadeada PE PE na socieIN EE cos (para M ajuda EM EE em geral). dentro à autonomia.

PEUm deles é a leitura. re. I M omas no cotidiano da língua. do mesmo gens ou grafismos. na comunicação informal.ou textos. S EE P M S N E P P I to importante. na estruS N de comunicação comS perda SI velocidade M EE EE da mensagem. por exemE SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P amplamente. Ee PE NP pelo próprio NP interferência enetc. A comunicação aprendiza-EM é garantir SI EE uma SIN IN que essa temática se transforme M implica no P EE síncrona IN S E E P S N M para a turma. maEE M EE IN SI tabelas.Idas N e condensadas. N implica também na maior SI facilidade EE de bus-SIN para seEcomunicar EM PE IN I EM EM P EM S S N E E P as normas. os problemas ou cação é possível haver conI I M S E S S N P EE PE SI EMprofessor. respeitadas S as regras N específicas de PE contato I N E E I S SI P N I P S I EM M S N S E tre os povos. que tem normas e regras próprias. apaM e inconveniências (sobrescrevendo. mapas. simplificaquestão significativa do de formas N de expressão SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 94 .M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E Msacrifício Ida Eem S com ortografia Para tornar a experiência pedagógica. IN P M N M seu trabalho EE M S NP E P SI IN que o professor EE E é importante também A leitura exploratória de imagens – fotografias. M SI de uma língua SI SI NP E I EE listas são muito populares. da possibilidade caneta. para dades para trabalhar habilidade deSIcomunicação SI para aIN SI IN e critaPEpara a direita. negrito E S NP N EM N e sublinhado é essencial E N M P I I I I M E E E S S S S E N P E em função de seus EM paraPE o leitor escolher o que P ler O planejamento SIde ensino. indo EM PE relacionar SI E M SI M E E N E E P I M P E E que de mediação seja bem-sucedido.S O acesso às TIC – e particularmente à Internet M E E S N E E M SI NP flexão.EEM IN EM a escrita. EE M E S P viva. E S grupo sociS N E NP S particular e SI EM M P M M al. educativo. os S SI E E P SI EM EM PE PE que se pretende proporcionar IN conectados M E aprendizagens e insnão precisam estar ao M participantes E S E N N E P P M I M M E SI de avaliação. SI N EM E P P P I PE M M E E professor garantir que o aluno possa se comunicar tema ou assunto a partir de poucas palavras. S EE EM bem como IN IN que é produzi. ção (link) S a outra. PE SI da incorporação P M M N E M I NP N debates. como o fórum. ou N EM EM SI mortas S PE IN M E M E SI N E E P P M M vivas e também sofreram na ortoLeitura e escrita no contexto digital SI EM transformações PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M grafia. praN M SI SI NP as atividades e as E IN etapas. tão comuns ao redor estudo. A leitura de uma página eletrônica. coerência entre Na comunicação assíncrona. N M S E I S N além de expressõesSde outros idiexpressão. N PE IN que haja interação. fórmulas N S E I E P S P M M E S N N PE temáticas. PE M EM para desenvolver EE aprofundamento NP SI. baseado no NP IN projeM E N S SI N E I M P M um aspecE objetivos. P M EE ver estas E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N formas de comunicação como parte salas M de bate-papo. digital. e compreenda que. M NP I M E S zos. OPtexto não de comunicação. com novos M EE agora S I SI plas oportunidades N S P N I E S I S ao contexto escolar. etc. além de saliências gráficas M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E cor de fonte e uso deErecurP faz a diferença como estilo. ou seja. EE de acesP de M escrever ou esta S E P IN N M M M N PE SI EE uma quantidade gando) do históricoPda sar grande EE comuni-EM EE de dados EM e de manter SI e ter múltiEE registro P N P I E M P N S as. turação a M M E M N E N E P M M M EE SI nos quais SI digitalmente: EMuitos PE PE adultos têm dificuldade em se ambientes IN há interação. e melhoria da comunicação aM leitura e escrita. S acentuação. da língua oficial na comunicação formal. mensagens EMpróprio contexto NP escritas são trocadas PE O importante EE IN EM E P S M SI N E P M P em te.P grupos de E E materiais. de imaS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M com outros daIN mesma idade. EM aN temática podem surgir do do grupo de versas em tempo real internet. Mesmo as palavras que usamos no EEM participação do meio digital. é um orientador SI EE do trabalho desen. P mais precisa usar plo. desse jeito novo. na no sentido.Sé preci. em capacidade de Mais doIN que E P P E P S N Ede apagar Serros PE IN Icaneta NP M escrita S(a pena por E N I registro e arquivo. redes sociais e M como fóruns. P INatravés da M E E S E N M P SI SI instantaneamenalunos ou do social. SI EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I A comunicação assíncrona permite. são SI de vistaIN M (es.IN S a EM por hipertexto.volvido NP E M S E P I S S N E E S ou assíncrona. N E I I P M E S S E P P N cotidiano provêm de diferentes línguas.Paprender SI EcomunicarEM P mínima de sentido. S EE tempo S mesmo para na comuniM EE EE trumentos SI N P NP P I P M EE N síncronas. como oEchat. a por máquina M S N I E P S M S SI EE pelo teclado) trata-se PE IN inserindo. car outras informações – além de criticá-las e vaE I N M P P I P S N E S de uma ligaN N M e daSIprópria rede. P no meio PE IN fica restriIN N digital. intercâmbio de M EE projetos Ecolaborativos. S N E N I M P Quando se fala em projetos. E agora M S S E N M M SI NP de antecipação É papel do que exige uma E maior do EM habilidade EM PE EE M escrever EE com maior responsabilidade.é hoje básico M N E I E M P I E EE S E o instrumento P trocar simplesmente Efunção daM S de eINdo texto produzido.cação. esquemas. ilustrações. Esquecempois colocam grupos em E P P M M N N M N PE EE hoje diferentes SI EE Do ponto EM se de que convivem sistemas contato. EM seja um S EE leiSI P N P I E M M P N S com o mundo P IN tor/autor familiarizado M gráficos. tamanhoEe SI Planejar EM PE P P IN M sos como itálico. E N N E P I P E S NP S S N I P I N M M nome da so insistir no planejamento do documento. IN to o que pode levar o aluno pectos. entrevistas. SI NP EM P S N M E I M S N E ações dos professores S SI EE – independentemente EM de M NP EM PE M I E P E E S N seu conteúdo e área – precisam P P E Síncrona M EE M e assíncrona IN do conhecimento EM SI N P E N E P S I E I E E N S S ser P planejadas. ainda.SI EM EE oportuniP P E E M E P P S N N E P N PE baixo)M esquerda. I E S M E E S E S E M IN PE escrita e EM do planeta. Para lidá-las . estabelecendo-se objetivos. que é aM condição em pelo professor emIN sala de aula. PrimeiramenP E resumidas. do professor As E da: se síncrona P IN do Laboratório de IInformática. Para acrescenta-se to daPescola.

P N NP e ritmosPdos o antes pode EEmetodologia EE (o que os EE M – considerando P SI aluN Planejar mais de uma tarefa SI P N E I P I M N E S rápidos fiquem M N I S que os mais nos sabem – registro inicial e desejam saber) e evitar ociosos. quando cabível. ampliação e extrapolação para outras ações. P interpretar.pdf IN S SI daMescola. SI S E des e/ou áreas.SIN P escolar é extremamente útil e importante. público alvo. N são levantadas E zam a estrutura: sas. E M P SI pesquisa Lidar com SI SI PE EE dificuldades IN M M P S N E · segunda parte: desenvolvimento.prefeitura. As atividades elaboração propriamente dita. é importante conhecer N E E M I E M E P S E P P EE M M desejam N E apresentadas no caderno são resultado de trababem e o que saber a respeito do tema. Mas a prática de registro não se restringir ao I M EE S N E N N P I I I M M E S S S desenvolvimento N E retomando o registro planejamento: deve incluir o e perEE inicial. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M (exploração. M M I E S N E S S M IN EE EE Edeve SI NPdo os objetivos S P P P e promovendo a auto-avaliação. justificar. EE ou de desenvolvimento SI NP P I P M S Em qualquer parte da ficha. no início do ano. S E P M M E E E hiperlinks para complemento de instruções ou de IssoIN significa flexibilidade e senso de EE E E EM P P P P M E E E S N E N N P N materiais. socialização de do registro: um SI INbom planeja. a produção individual ou SIN N M E E P I M M M E E P S N é socializada.gov. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I fazemos História. E E E EE sários.SIno formato PDF (necesdo Laboratório de Informática: M IN IN M M EE do professor S S M E P P sita o Acrobat está em http:// a participação orientador de informátiM Reader para ler) M EE M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E ca educativa (POIE) nas reuniões de organização M P M portalsme. revisão). tação Sdo produto segundo momento é a EEMquais houve M SI NP muita reflexão e discussões EM final. SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI Organização N S P PO documento original. dos EE por SIN EE SI EM interna M P PE P M E N AntonioIN Carlos Berardi lugares de ocupação pelos alunos. M N PE PE EE EEparte.EdesE M Nmitir apresentar. realidade.PE programas (software) P utilizado. O M E I P E M utiliE S E E P em fóruns. objetivos. avaliação: SI NP dor.br/Documentos/BibliN P SI SI NP PE EE planejaIN SI expondo P EE Ped/InfoEduc/caderno_impresso. comEE a do planejamento é a diversidade de estilos cognitivos I M M E N S E I M E P M E M S E alunos. NP MPlanejar M E S I E PE P M E E M S E P E “dicas”. há de replanejar suas as demandas N M EE ações conforme IN M M SI E EM da classe. equipamentos e instalações.M M EE E P M N PE atividades: as 26 propostas M EE M o que os alunos já saEM SI E Propostas de te. ou E PE de objetiAlgumas delas oferecem pode-se verificar o caminho IN e o alcance Mde aplica-PEE P E E N S E N I P P I N M E S ou ção. suas necessidades. PE EE EA SI N N I P P I N M M S M Resumido S N E SIcom mapeamento zação do laboratório. A partir de pesquiN P M M M I E M E N E E S N P I P M I E E e outras EE S estratégias. EM SI M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 95 . e sistematizados sobre forma de apresenSI os S N N E P I N I E S N SI teóricas.sp. pois organiza o fazer do educaEmento é registrado. e sisteS N P P I P M I E S N N S N EE · primeira SI parte: aspectos SI matizadas formais do projeto: as informações e realizada a produção. as regulações e as conSI EM P E P M M E P E laboratório à comunidade N N P EE do M SI EM SI tribuições IN PE EM P IN potenciais E E M S M E N S P E organi. suaIN EM · terceira P N I P M o depois. NP EM EM EMprofessor Se P P M E E E SImateriais alocados. seu N P I S M N S N SI EE EE EM mento. revisanavaliação e a execução do próprio projeto. bem comoEEos EE SI Júnior. EM NP Esta parte propõe SI M EM E P I M E E P S N também desdobramentos possíveis para a proposexplicar. fontes de SIN coletiva IN SI NP EM P PE I S M N E N S a diversidade: uma das N para o desenvolvimento. através do registro E S S N P E I M S EM M IN e replanejar: M EE no desenvolvimento. percebendo EE SI SI ou de avaliação. debates e análises. PE SI EM atividaEM P EE IN SI crever e questionar N E E ta.o durante M A importância EE aprendi. EM NP SI P I M M E S P M EE EM EE justificativa. É M N I N E P E I P I E M S E S N P PE de definirS também a IN M coletados PE o momento EE lhos práticos. recursos necesNum P terceiro momento.SIN IN M M S E P S E E M zado. M N N N a necessidade Sde mudança SI vos. Para Madalena Freire. EM mestre em Educação também contribui com o procesN E P P P I IN E E S N N S N P P EE so de conscientização SI e uso pleno N EM EM SI N responsável dos SI P I I M E E S S N P P EE materiais.

É possísaber E qual pedagógica assumida P P M é o papel I E passam E N da ação E M E M artefatos I S N P N P S simplificar. M que colaboram E cooperação I S N S S P N I E S I S Há equipes pedagógicas EM assalariados. N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Perrenoud discute a constituição de equipes 2 a equipe autorizada. E mas é inconcebível pensar numa as equipes em: S E N N E P P M M E M E SI haja diSI N N Pas EE toriedade do trabalho em equipe sem que · equipes pedagógicas que prá. dos mecanismos das As diversas configurações produzirão dinâmiM S N I E P S E M S SI PE INe a equipe desesM cas diferentes. conservando seus alunos.EM mente juntas. IN A constituição de equipesEde que formadas por S gruPE IN M S S E N M M E SI NP EM mesmos normalmente não voluntária . são grupos de reflexão e de trocas ouEequiE S SI P N I E M M P N S P IN pes . 5) IN S E P PE Alegre: Artmed. etc. I I M E S E S S E NP P E I M M E P · equipes pedagógicas S E cujos membros N do diálogo E a imposição não significa comparP e da cooperaSI EM IN M PE PE IN M E S M S ção por decreto.lato senso.Sos EM do horá.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI GESTÃO ESCOLAR M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM E E I M S P N S Perrenoud. são NP das equipes.PEE juntas. M EE M rios.a equipe SIpedagógicas M N E E M P I E EE S educativo E e do sistema P do sistema E S de N mecanismos E P P E I N M I P S E PE IN INpessoas.nos para distinguir PE IN M E M pessoal. PEE M N I E N I I N E M S E S S de trabalho N SI formas EE pe as várias PE de relações IN SI NP EM que M P S I N E I S N E se estabelecem. não têm ne. Entre nhuma substância que as mantenham.SIN EE equipesEM SI NP N P I I M S EMou das práE in.as EM PE dos arranjos ção dos empregados também sãoSvariáveis que que vão além materiais IN M E E E S N E E as que agem SI NP NP verdadeiraEM NP EM terferem na formação ticas de intercâmbio. te SI SI NP E E P P I M M M E Porto 2001E(cap. NP M ensino S E N I S e. tilham coletivamente a responsabilidade pelos mesN E N P EE I E E P S M SI N E P E M P N SI IN EM mos alunos. M E E S N E M E SI PE NP funcionamento proibida/ desestimulada. M P I I I I M E E E S S S N P E equipes nem sem. são as equipes EM SI ocorre de PE EE IN EM forma voluntária. Aspectos relacionados à EEas competências IN SI N S E I E P S P M M E de gestão bem como N PE a qualificaestrutura e modo Há pedagógicasSformadas por pesso. IN M EE E E S S N E P N P P I M 1-a S equipe imposta. M EM NA INCERTEZA EE EM E EM DECIDIR P E P EM PE IN NP M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI 96 . pelos mesmos interesses mas.Epseudoequipe . são as S S IN IN M E NP esses extremos S S E I M P encontramos interme. pode que se juntam E pelos moEM M po de pessoas EE se dá de SIforma EE NP EM E P P P I PE M E E ocorrer por um poder hierárquico exterior ao grupo tivos. Pdos M EM e o seuIN M a partir EE3 . M N se dar basicamenSI equipes pode EE NP Phillippe A formação de EM I I P M EE E S S E P P N M E agir na urgência. E muitos sisteP M S N E PE P I M mas educativos a administração nomeia como equistricto P N S sensu. A equipe imposta EEpor equipe PElato podemos entender Em sentido S E P M IN N M M M N PE SI EE EE o grupo de pessoas que timulada contra o sistema já aEM EEagem juntas EM induzem SI ou o grupo EE a uma luta P N P P I E M P Nde pessoas S N P N E I PE I I N tende Pà num mesmo trabalho.EM EE EE SI coordenam SI N P NP P I P M E N S N E N I M recionamento de atitudes e comportamentos. N SI utiliza o SI da eficácia uma admiem equipe e. S E SI EM EM PEsituações IN M E E S P M N E P P onde as organizações diárias Há E equipes pedagógicas formadas por pesM E SI não chegam EE a imporSIN P IN IN EM EM E vão alémSdos P EM S N E E P o trabalho em equipe mas marginalizam os que assoas que interesses mas limitam-se E I N M P P I P S N E S grupos tamN N M SI de idéias EM sim não procedem. o que ticas. decidir Ensinar: N N EM três modos: SI M Ede M EE na incerteza. A composição dos a trocas e práticas recíprocas PE SI mas não E M SI M E E N E E P I M P E E bém sofre preciso se que agem S variações Npois muitas P como grupo M vezes. equipe autorizada voluntária. podemos dizer A questão que E o autor nos coloca a seguir é S EM SI EM NP equipesPE EM que estas M I E P E E S EM N não de administrativos. M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI N SI M EE P N SI ENSINAR: AGIR NA URGÊNCIA. para PE N PE Perrenoud PE que em nome M SIvel entender N SI N E I N I I M M E S nistraçãoSimponha oM trabalho em equipe para o seu critério da responsabilidade por um grupo de aluS E E P SI EM E PEobriga.EEM S P P IN IN IN EE EM S S S N N P P I E I M ou por uma escolha E mútua de indivíduos. é IN M constituem EE de pessoas SI NP levar em conta as exigências P M IN EE trabalho. colaboram EE escola a S formação P de com um mesmo trabalho SI NP PNa IN M E N S SI N E I M P S pre EmEM e constituem um sistema coletivo.

EM vez do SI S Mser entendido EM não pode N E P P E I M E E P O trabalho em equipe maior para as práticas orientadas por objetivos e P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 97 . classes. EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N P a) que as potenciais soSI não seSIrestringe EM EMnão é verdade SI N PE virtudes IN IN O trabalho em equipe I E E S S N S P P trabalho em equipe possam ser constantemenmente aos os estabelecimentos SI EMprofessores. as rente. feitas pela sociedaN E P P P I IN E E S N N S N P P I da profissão EE tido e osErecursos que de atual. os sistemas educativos têm imhoje já se caracteriza como um desafio para os E P M M M E N PE NP EE portante EE EE M participação nisso na P medida emEque sistemas de ensino. S P P P todos sejam coerentes. conservando E I M S S N P S I E provocadas S para o trabalho em margem de manobra M na interação e uma EM margemPE bém asSimplicações IN M da equipe.respon. a IN SI E segunda tendência se prende às M O modelo de equipe não questiona a divisão E E E M E P E S E P P M M N E didáticas e meios Dada a dinem interfere Mde trabalho N na estratégias.SIN EE privar os EM P PE P M E M N E sores de uma parte e de escolar ou pelos outrosMprofessores. M N I S que raramente uma pessoa sozinha.aSImaior visibilidade delas. IN de do IN M M devem Eseus S S M E P P te verificadas.pode N P escola pode IN EE enfraquecer a posição na M Sno EM dos professores SI trabalhoIN IN PE EM P E E M S M E N S P P contrato pedagógico. podemos E E constituiSIcomo P M N EM E Eequipes PEtam. ele pode diminuir o poder dos coordenação e o grau que Ise N M E E P P M M M E E P S E possiN E IN E especialistas. poder e o funcionamento do alguns adN P I S M M N S N SI EE EM decisãoPEE ministradores forma de organização SI do dasMtarefas de animação e do poder Ede EM esta nova P M E P E ser um ganho. tamIN entre uma NP relação INprofessor-aluno. SI defensoSI de resistência PE EE IN M P S EM N E res da profissionalização o trabalho M em equipe asCada equipe pedagógica coordena seuSItrabaM M E E N E I E P M E M S E E os extremos: N NP lho entre no Ecooperação EE sentido da Mrelevante P EEsume papel P SI vez NP SI NP E I P I M N E S “laisser-faire”. tendem a SI torná-la mais Nque EM EM permitem SI N autônoma para S P I I M E S S N P P EE se permaneça muito que em contrapartida.momentos SI forte interdependência Econstatações SI SI podem gerar EE Algumas SI NP P I P M S preservar a que as pessoas queiram de presença e intervenção em . tros uma perda. Portanto. instalar concretauma questão de pessoas.EM EE M S E EM sabilidade S P M M E E E autonomia: conjunta.EEM NP P IN P SI I E M N S E P N E N I P P E que precisam assumir a tarefa Nas últimas décadas o trabalho em equipe S foi preendam SI SI N de favoIN P I N M M I S S N E E S a cooperação recer profissional. hoje é difeSI EM PE PE tratado Ecomo M M E EM N N E P NP I mente modos de gestão do pessoal. afetando . . Por PEsempre as EE EEequipes SIN SI isso. PE E entre os Sprofessores. possa enfren· excesso de sem a coordenaEM N E I P I E S E E S S E N P P P M tar a complexidade e a diversidade dos E problemas. ção práticas pedagógicas. E S S N P E I M S EM N M dos professores aoSItrabalho em equipe. EE PE SI IN NP EM P P PE I S M N E N S N E M P SI Já para os bilidade coletiva. IN M EM E E S M NP E E P E os problemas M sam locais M P exigir que EE PE IN sejam resolM EE EE P NPinterior. das Spessoas eN das fissionalização do ofício de Sprofessor Ie IN PE alocar EE SI NP incumbências S a tendênN P M I I M I M S recursos. I M EE S N E N N P I I I M M E de professores. EE M P E E N E N P I P P N E bons moS M N SI N N EM entre os alunos. considerando: P N E E PE cas . que certa coordenação entre M as prátiEE NP Mimpõe uma E I E PE P M E E M S M E . I N E de ensino. estabelecencia no sentido da profissão S de IN compor horários e S EE M EE da proletarização S E P P M M parâmetro. SI EM com. o senEM As solicitações à escola. Para Nredes EE dos espaços I P S SI disciplinares. Há um enfrentamento entre a tendência à proI M estabelecer M I E M E E S S E N E S E P P P I M E N N PE equipes.SIN M de coerência EE EM EE ser indispensável. EEdas decisões E E EM P equipe são diferenciadas. das de relações. que o trabalho S em as relações de M M P I equipe Imuda N P SI NP PE EE IN S todo.M M EE E P M N PE M por uma EE M EM ética. SI N EM IN M real das IN M M SI S E P S E E M Nesta perspectiva cooperar é dividir forças para · excesso de interferência nas práticas indiviE M E E N E E SI NP EM o todo seja NP PE que que NP do que a soma PE mais forte M das Eparse tenta M coordenar M tudo e fazer I E SI duais. ensino e diretores se envolver porM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E b) a partilha das responsabilidades didáticas. Na primeira cada N PEreside a evolução IN EM EE EE professor. quando N E E SI S N P M I o trabalho em equipe deixa de ser E uma E E SI N tes. S S S N M E conquista individual EE de um grupo SI NP M EM EE Além da coordenação das práticas P I M E E P S culturaM N ElePse uma nova profissional. I P I E M S E E S N E E N P P ferenciaçãoEM de perspectiva uma certa SI SI PE e outra. para ou. A IN S N I M P P I Não se restringe somente aos professores a no seu capacidade de resolução Svidos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S em equipe N P o trabalho preocupação dos problemas dos Sestabelecimentos de ensino S M SI é M IN de saberINse E M E M S E S E E ou não oportuno. nem N N I P P I N M M S equipe pode M E SI c) oStrabalho em pedagógicas são estimuladas pelaSIN autoridade EEprofes. os sistemas de ensino posSI EM M INtempo naScarreira. N de satisfação M essencial EE SI NP EM E SI Eo PE P M E E E SI identidade com trabalho. oferecendo aos professores a de S alcançar.INtivos para IN M conjunto. assim.AIN IN SI dizer quePE E E partir das características de tendências tão Eano papel das pedagógicas é S EM N P P I S M N N S N I N E M P I as resistências I SI S E tagônicas é possível compreender bém gerenciar coletivamente um grupo de alunos. de interpretação ConsideN P M M M I E M E N E E S N P I P M I dois eixos: E E EE S N práticas sob E Aos que advogam a tendência àIN racionalizaramos a coordenação das S P P I P M E S N N S N EE tecnocrática SI o trabalho SI o número de aspectos da prática que dependem EM de ção NP em equipe não parece SI P I M M E S P preten.

trabalho M recursos SI E S S E N P M M E PE papéis e das funções SI N taNdos na renovação dos alunos. Nenhuma organiIntrodução N E P P E I N M P S E e a escola PE IN se IN SI NP M E N I S zação é tributária de uma só lógica. ora se Idefrontam. EE dinâmica instável. PE um papel não desNP EM sob esse PE a escola desempenha M E N S SI N E I M P M pondem. P P M I N M EE I E M N N rativa. P suas ca-EM e cadeias N passa a ser a lógica SI os membros IN hierárquicas explícitas. seus M sobre uma estri. IN clássi. E uma formação N S Ele é SIPortanto.PE danças em sua missão. apresentará osM novos princípiSI SI EM EM PE M E SI E E N E P P I M E os organizadores. a mentos sobreINas organizações e os EM meio termo entre EE EM PE M M contrar EE Eum S N E P P P I PE M EEem que.M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S INOVAR NO INTERIOR DA ESCOLA 98 . E N Nvontade” dos parceiros E P I I P E NP S S N I P I N M M que desenvolva o pensamento complexo e sistêmitambém uma luta. Ela requer M M E M N E N E P M M EE e SI SI relacionadas EM PE PE cias ao registro dos conhecimentos IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S das ações. EM E quanto uma P IN convergem. assim como de S uma obserN N N E P M P I I I E E S S S N N PE rer preservar Iequilíbrios estáveis? Há no âmbito de diverSI lógicas orPEvação participante conduzida SI NP EM N I M E N S que favorecem S E P a mudança.tas SI que outras EE tenta fazer SIenN E IN à mudança? Como conseguem A obra o balanço P I M E S S E N P M necessidade de M SI da pesquisa. E Organização NEste primeiro M M I E N P E N E S confrontará I E E e autonomia N de ação SI crever lógica Sburocrática PE tal evolução. passa por crises. Vistos Sejam quais forem E N M P I I I I M E E E S S S S E P IN ângulo. lógicas SI P P M clássicos. pois ela temS sua lógica E P S I E I Os novos paradigmas organizacionais conviprópria e varia em PE EM S EE S P N I E M M P N P científico IN dam a ultrapassar oS pensamento M das relações função sociais M e das tranEE das culturas.EM E abertura e a tendência natural dos atores processos de inovação. não de inovação educativa. À um mecanismo SIN sações que N se M universo como EEvisão de um SI E N P I I M M E M S S N E E P de opõe-se àquela de um EE sistema vivo. Os estabelecimentos escolares constituem forM E S E N N E P P M I M M E SI burocrática N N PE do M EE A lógica constrói mas organizacionais que sobrevivem a S muitas muEE EE SI a organização SI N P E NP P I P M N S E meio. SI NP P S N M E I M S N E imagem está mais próxima da realidade do Eque S M os SI EE NP EM PE M I E P E E S N modelos capítulo tenta des.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S sob a ótica da ”boa requer uma formação. Artmed. PE M NP EM organização burocrática e hierárquica do P I M E M E N S N P é o único EM EE SI EE PE EM SI não freio a mudança. momentos de S S N SI EE EE SI EMcompetênEM P P co pode tornar as pessoas mais lúcidas. a uma prezível na construção do S sentido da mudança. E seu IN regulamentação bastante INe. os S processos de mudançaIN corresmento. protecionismo IN M EE que a SIN S N S E P M PE I Porto Alegre. P a uma nem ende todas as ordens de ensino. mas M que o sentido EE NP IN M S I injunções por integrarem-na Propomo-nos a mostrar da muE P S E M S M E E N M P EE pressa? EE dança é uma sem crise e sem coletiva e inteSI construção NP individual. P P E I E M E P S N N E PE IN SI SI NP IN M PE I S N M S I S N E EE I S M E P S E E M IN NP NP EM EM P I M I E S M E E S E S N E PE EM SI PE NP NP EM PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E N N SI M EE M EE SI SI NP E E P P I M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M Mônica Gather territorial e medo da desordem. mais aberto e criador. cansaço e mal entendidos. I N M P P S SI IN das autoridades. que compre.EEM do trabalho. porSI PE inversamente. Quando a busca de estabilidade E PE de autoridade EE IN relações EM E P S M S N E P E da M de uma organização.PEE SI N S E I E S P M M S N PE estabelecem entre os PE interessados co.Eganizacionais SI sos processos EM SI EM EM PE IN M E E S P M N E P situação Eexcepcional. N como resposta SI mas especialmenEE EM P IN IN EM às EEM EM SI porquePE P S S N E E seriam mais permeáveis do que outras te o ensino fundamental. EEM IN EM EE P M S N E P P I de uma de forças que constitui o ambiente S M do trabalho EE multiplicidade IN EM em inteIN IN cotidiano tanto expressão NP E M S E P I S S N E E S comunidade ração que ora Essa de integração. a propósito de uma mudança projetada. co EE EE Em que SIcondições? EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N ExistemSIorganizações S mais aberSI P N PE do trabalho M sobre os conheci. dos profesMpreenchidas. 2001 Os trabalhos sobre inovação mostram M E E S N EE SI trabalho. N N S N à cooperação e à comunicaM ao registro M SI SI SI NP EM I EE ção construídas em EE M E S P função da experiência e de uma Resumido elaborado por E P P M M E N N M N EE de Lourdes SI EE refletidaSIapoiada EM prática na Maria M Toledo SI EM Camargo NPcultura e Pnas EE ciências. NP P I P M SI N S N E I N eS lógica profissional. I relojoaria N M E E S E P P P sua cultura e seu funcionaI M E S NP N EM N instável e imprevisível. S SI EM PE IN Thurler gidez. EE da mudança gica Eprofissional. M S N I E P S E M S SI PE IN M situa na confluência da lógica Sburocrática EE estratégiPE e da lóO estabelecimento escolar como Pnó E M IN N M M M N PE M SI planificada. EE a serem EE permanente SI E NP I M P P I M S organograma S O estabelece sores eIN dirigentes. M SI PE EE IN S E E P S N M quem concebe e quem P E um custo elevado em organização sabem racterísticas Ipositivas têm riN SI execu.

Eas possísão do E P P M M E P S N N E E PE mudança. Alguns SI laços dos NP sistemas percebem os EM E I M E M E S E E P princípios da gestão pública e os integram em seu M reção dos estabelecimentos. PE gestos profissionais. for imposta EE SI SI EE SI NP P I P M S de seus membros. PE IN IN I E E S S N S P P quanto com a complexidade e garantem a fixados. A lógica burocrática N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E discurso oficial.PE P P I P M E E E N E N N objetivos P influenciam P P lar e as Elas tantoNcom a or.SIN IN M M S E P S E E M se então de um motor essencial da mudança: a anávida Euma matriz M N PE organizacional que condiciona Pa PE EE das lise EE funcionamentos. que permite a realizanão PE com EElivre SI EE NP ção. Tais parâmetros gestionários SI estabelecem a lógica da confiança. PE IN SI N E NP S N I N E M P I negação da I SI S E mas é possível haver inovação na hedo uma certa coerência e uma igualdade formal de E S S N P E I M S EM N M terogeneidade dasSIcompetências e na recusa de tratamento. cada I E M EE mais em E SI todo o processo SI E N E S E P P P M E SI N N N autono-PE permitem Entretanto. os atores SI de deSI colegial e PE de mento EE funcionar IN M P S EM N E cisão são pesados.SIN procedimentos de trabalho SI em vistaSIdos EM EM escolas. em PE da pesquisa P IN um sistema Mque derivam PE questão EE em educada educação SI S N N E P I N I E M S N SI novos ficadoSapenas variam o tamanho e. Os professores inventam. nha dança resultar e SIN profissional e pela organização EE EE no fechamento SI O impacto EM P PE P M E M N E no contra-senso. SI NPTanto a coordenaN SI N P M I I I M S atividades S S quanto o EEM ção e mia. há o risco de. Esse E E P S I E N E das escolas. SI PE das práticas. de tais fatores segundo o grau escolar: E é diferente N SI NP EM EM SI uma lógica EM PEdePE ensino fundamental. IN representam os atores M EE Priva. Em nome da colegiatura mas S em função de global de horas disEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M poníveis. sua zona de EEa divi. a E lógica profissional limita o trabalho N M SI I pres.informações N SI escolar. IN EM E M SI autoridades M muito INP Este círculo EE N S E P E I P quanto os Idiversos atores a uma estramais se apropriam fornecida pela P EE E cultura S escolaresIN S da trama N N P P M M S M S que só pode N E SI escolar. P E S des de gestão N igualitarismo. o modo M de di-PEE ção. através da maior PE EE garantir a SI qualidade. voltar-se para mais flexíEM de os docentes N E P P P I E E S N N S N P P I e adaptativa.M cionais. eles percebem seu paS N ato no plaP por isso P I P M I E S N N E S N P M SI Em alguns SI pel e seu no autonomia.IN S M E P M relações EE E de poder. M iniciativas Madapte à evolução. ticas já em vigor. lentos e ineficientes só o que se outro modo.INa gestão S ção torna-se progressivamente daMordem do M E trabalho. graças N dável que todos são a esse modelo permitiu ajustar as modalidaE E confessar M P I M M Nmas. fessores/alunos. quando osPprofessores SI flexíveis EM P M M M E E um toma N N participar E P NP que de inovação.dem IN M M E S S M E P P estabilidade. P EE PE IN EE das lógi-EM EEvia menos P N IN S N I M P P I Atualmente.IN S E aplica-se para apagar É mais daEM elaboração Se da introdução dos novos prograEE as hierarquias. N E EM o saberSprátiSI N ao passo que a S P I I M E E S N P P EE co.M incerta e local. Ele somente provocará mudanças das M EE NP M E I E PE P M E E M S M Ede forma claE P N traduzida E E P reconhecer uma liderança? Uma organização dopráticas se a prescriçãoSIfor EE M P E E N E N P I P P N M profissional E S prá. trole. A organização valoriza o funcionados da EE P SI INos mecanismos de conSIprocessosIN Eprofissional P P PE S M N E N S não imaginam poder N E M P SI os processos participativo. tácito e artesanal partir do ensino M médio a ideologia própria SI EM de cada IN de cada um. concebemos o excesso representa a explícita e forSprofissional M N E S E S N IN SI organizacionais EE PE Suma SI é um lento NP P cas existentes como evolução malizada da mudança. SI Os atores E S E o qual as novas práticas se E P M M E N PE NP EE mas deMorganização sem poder EE referirem-se EE necessidades.M M EE E P M PE leva os atores a S IN M um bom EE M EM nível técnico E confiarem ta. I M EE S N E N N P I I I M M E S agra. S NP M EM E P I M E E P S pares. A idéia do estabelecimento escolar como estruN E E M I E M E P S E P P resposta EE M pessoais do que nas M N E mais em suas experiências tura local-padrão. M ultrapassar EE vel capaz de sempenham um papel SI importante. modelo É preciso consi-INP educacionais ampliação da lógica proS SI SI levam a uma N P I N M M I S S N S estruturas derar onde tudo se atenue e se são convidados a EE EE fissional. IN que é da ordem M EM E E S S M NP E E P E regras de M da consciência prática. aP escola dotou-se M N na escola P funcionamento SI SI profissional NP PE EE IN que a N SIao relacionamento Num EE irreversível I P S SI encerra em círculo vicioso M ceu por muito tempo limitada proP I S S IN E EM M IN M S E E difícil de romper. EE M vel. P SI NP as necessidades dos SI P N E I P I M N E S um número M N I de decisões inovadoras. ram as As novas SI EM a um EEM NP políticas P IN P P SI conforme I E M E N S E N E N I P P claramente E estabelecido. nem passando ao é interiorizada pelos atores. é uma burocrática à M N I N E P E I P E M S E S uni.minada M N SI N N de cima. IN sistemas. essa orientaM M estatuto. for compatível pela lógica é tão conservadora com as SI ra. Os conteúdos das lições são definidos. Uma lógica profissional PE NP harmonizada P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 99 . I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP não dePE é um Daí o limitado acordo com alunos. etc. A lógica permane. IN EM lúcida dos N I P dos frareduz fortemente o desenvolvimento M M I E S N S S M INuns e de outros. EEbusca Enúmero EE Mamplo consenso. SI êxitos e M NP escolar. EE EE EE que se incumbem SI NPcassos de S P P P A lógica profissional competências correspondentes. N M EE INquanto o conjunto M SI E EM S E P EM M M E E E As duas lógicas o sistema a define e impõe Nlógica burocrática E estruturam EEnquanto S EMesco. se reforçar INa codificação estrita das M e o individualismo dos EE o isolamento S E P E isolamento e E o “consenso frouxo” deixam o campo diversos atores envolvidos no processo de inovaNP M EM EM M P I IN M E E E S S M E N E P M a umaIN lógica de arranjo. menos S E PE E P M M E P E N N E P M tanto as M vicioso Eleva E N seus SI SI do que pensam. processo de adapI S M N E IN devem inventar novasS forM tação Edurante EM M instau. disciplina ditaPas A lógica Mfuncionamento. M E E E SIna escolaIN É preciso. o clima deM trabalho é mais e controle asseguranSI EM PE agradável. Ao reunir as duas lógicas organizacrito em função da complexidade de situações sinM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de um gulares.

Existe.compreensão. M P I I I I M E E E S S S S N P EE professores e responsabilidade. diferentes conatureza a destinação de IN ganizacionais M SI EE PE um quadro IN IN EM EM S mum aceito EE pelos parceiros. informais. romper com a SI NP EM mais criatividade M E N S SI N E I M P I M E S desenvolverem soluções menos caras. na vezes. P que se voltam NP I P M SIque os estabelecimentos N S E desenvolvam N IN exercício do poder. e da “ousadia”. aumentará a busca SI NP de qualidade EM P S I N M E I N E temem que a S competição paço muito limitado para S de flexibilidade EM SI EMacar.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S ção de acordos locais se libertem das coações internas. Nossa mostra que NP EM EMa mudança de. P e/ou esperam que a E descentralizamelhorar seu processo I escolas. A SI M EM NP EE P E I E M E P S N N EE gestão por PE não ape-M mudança os levará a valorizar a flexibilidade eP a IN SI redes oferece SI NP um meio IN PA I S N M S E I S N S nas a informação e o confronto entre negociação. SI N P NP P I P M E N Quando as escolasEfuncionam S N E N I M autonomia da qual cada um dispõe. outros colegas. Trata-se. de permitir-lhes Todo sistema escolar à I E S E E S E S E N E Pá EM dinâmicas impliSI PE NP NP EM uma compreensão sistêmica das procura de estabilidade proporcionar-se uma orPE I N E E I M N S SI P N SIlhe permitaSlimitar os risNpor intermédio SI construído EE desta EEM cadas.sentido da depende Sda Ecom EM EE P N P P I E M P Norganizacional S N P N E I PE I I permitirá ou impedirá de in. SIsores E N N não previstos. S E qualquerM N E flexível.ção leve os Satores a resolverem os com Tais configurações algumas EM NP são novas. escolar EM PE de orga-M e das necessidades M EEa atitude predomiEE isso leva EE SI N E P P P I PE M não mais EE para EM Ee nante consiste em investir energia nização do trabalho que fica menosSburocrático N N N E P M P I I I E E S S S N ao con-PE N de homogeneidade. organização IN do trabalho. Quanto mais a escola esteja a M M E M N E P IN M M M EE EE SI P PE inovação. destinadas ao fraP maioriaEdas N introduzirá S a diversidade M N E I E N I I N M S E P S S N SI permaneceram ta competição confinadas em um esEE casso. trabalhando recursos existentes. tais tentativas EE P M S N E PE P I E de soluções M uma cerque estiveram. EM SI N P E N E S I E I E E N S S escolares mosPe disputas de poder.M NP “irem aoPE nas escolas. M uns e outros. P EM S S N E E P As escolas assumem tarefas é variável e modulável conforme a quantidaE I N M P P I P S N E S N IN M SI a responsabilidade de desenvolver os Sdispositivos de e a natureza a capacidade ea EM PE dos problemas. As relações de de acordo com I I M S E S S E NP P E I M M E P nunca se estabilizam. PEE duas estabilidade e mudança. assimIN como a pes P de tentam. outras ce e fazer. aceitar existir modalidades ororganização são definidas em função da E SI regras de E SI E E P E IN M E E S P M N E P dentro de P das questões a resolver. mas. EE EE E S S N E P N P P I M se se veja mais que a partir de novas S permitir que SI combinações entre os EM PE longe e IN diferentes Isso pode IN M EE em SIN S N S E P M PE I conscientize que. entretanto. pois PE IN e. M M Por conseguinte.PEE SI N S E I E S M M S N PE meio e exploraremN PE dadeEE de ação eEM decisão concedida aos indivíduos SIN adaptarem a novas vias para SI Nseu P I I M E M S S N EM E E pedagógico. em um contexto que reconheM E E S N E E SI PE de pensar M da maneira NP a divergência EM escolas. A maneira pela qual eles construirão S E P M IN N M M E EM PE SI mudança E– IN flexibilidade EE te autônoma.EE P E de sua lógica”. há PE anos.truturado pelas P I M E estratégias de atores de características que modifica M uma série E S E N N E P P M M E SI SI Dessas E N EM N PE EE relações de a EM velmente a construção do sentido de mudança.S SI NP gerar Inovas M do engajamento E N I S tas.E M SI NP jeto. EE de poder. PE SI de assegurar EM P M M N E M I NP N de estabilidade. SI PEmais centrado nos funcionamentos SI As produzir uma aparência NP EM I IN M E N S que possam S E M P M M trário. Em IN é sempre suspeita deSprovocar uma M PE rup. IN nefastas.SI EE IN S E E P S N M tura nesta relação de poder pré-existente. Egrupos de M E um mínimo P I M os diversos atores. S atividade. é importante. E P I I P E NP S S N I P I N M M se concedem o direito uma Erelação entre a organização do trabalho e a S S outro N de se organizarem de SI M EE E SI Esubmetida EM P P modo. OutrosPE EM M I E E E S N rete conseqüências em função de fim é lícito esperar P egoís. SI poder depende. Imaginam EM forma escolar isoladas S P EE IN EM tradicional. EEas escolasSvariarão E necessidades da explícita que Evontade S EE SI P N P I E M M P N S em favor de P uma maior IN de uma flexibilização M no P plano de seu nível de desempenho. Uma organização flexível introduz uma vimudança. encontram problemas semelhantes. N N S N analisadas e designadas e não M mentar sua M S SI SI NP EM I EE EE M E S P de acordo com regras e prerrogativas estabeleciOs atores do sistema escolar tentam satisfazer E P P M M E N N M N SI EE necessidades: EM das pela SI tradição. Transposto INdiversidade das realidades M E S S E N P um modelo M M M SI e à escola. enquanto se M EE IN liber.NAlguns M E E S E P I M E NP Nproblemas E NP equi. o que pode idéias. os novo aconteuma lógica P são levados a poder SI professores E IN M PEequilíbrios PE uma série IN M ameaçarIos E S M S cimento pode estabelecidos. Isso também significa P M IN locais. as injunções de INpoderá regulaP M EEtarefas são EE S N N E N P P P I I I E S de modo Iflexível. EsP I M E M E N S N P os percebem EM e resolvem EE SI EE PE EM SI mas de maneiras distinsas combinações organizam-se a partir da intuição.clareza N de autonomia o terreno buscado pelas esque lhes M E I S N S S P N I E P S I S S EM IN colas. N E P P E I N M P E PE IN IN dos atores do sis. P E significa que os profesSI Portanto M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 100 . que eles N S pois. desenvolver de competências que lhes N E N P EE E E P S M SI N E P I E M Ptermos deEM A inovação N permitem transformar a pedagogia. Diante da grande tegrar os ao sistema PE novos conceitos. esSI A escola é um lugar S de para esse SI tipo de nova EM EM PE M configuração E SI E EM e seus jogos N E P favora. M S N E P S E M S SI PE IN é completamenM EE PE Nenhuma pessoa ou instituição tema escolar. Smenos ela sãoEE diferente da divisão do trabalho. E M SI M E E N E E P I M P E E de apropriados em função das vontade dos para um S atores de N mobilizarem-se P M M ensino-aprendizagem EE IN pro. o sentido é ganização de trabalho que NP EM I I P M E S S E P N ao sabor das controvérsias emprecos. SI PEexperiência IN M E M E S SI senvolve-se N E E P P M M endidas e das nos espaços ainda SI EM feitas por PE experiências IN PE IN não programados. Na do campo. particularizar muitaEM o . renunciar a EE não poderão.

gulação para alcançar fixados. Para que o sistema escolar M dança pode ameaçar esse gruN P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E administrável ele é levado pos. O a redimensionar SI Ee Mas exigências de uns IN M EM E E S S M NP E E P E M sistema que para clarificarem as P reM E P exigirá negociações EE educativo só confiará na autoavaliação IN EE acimaEM EE responsabilidades P NP e as novas IN S N I M P P I dos professores. etc. a inovação leva os atores M M I I E S N E S S M IN do funcionamento EE EE e no regateio. SIN SI prestarem EM eles mesmos P PE P M E M N nem M de ceder àM última moda. processo de avaliação a Pserviço dos de justiça EE EE M E SI deNP SI P NP E I P I M N E S M N I S senvolvimentos ulteriores. SI NP PE preceder EE IN S No EE sua construção I P S SI deve estabelecimento ção nos diversos estabelecimentos. A autonomia NP M E S I E PE P M E E S M E P EM Eser concedida PEequilíbrio N a eficácia dos procedimentos. A Edesse E é uma questão N NP erência. SI NP P I P M S de suas forças e fraquezas. maisSauAsINrelações sociais são arranjos que permiSI EM prestar contas. Trata-se M E com o indispensáEM coletiva NP parceiros NP confronta EM os diversos E P NP I um processo de construção I M que temEsentiM I E M E E S S E N E S P P P I M E conseguem E N N ulvel Scontrole de qualidade. Uma mais autonomia às E P M M EM N PE PE M NP faz emergir EE EE um novo M A Emudança bem sucedidaPE não é conseqüência escolas se vai. E P P M M M E E P S sentido de dos E N E E EE serviços realizados. PE EE EE não só SIN SI os objetivos N I P P I N M M N E SI EM ou más NãoS se trata deSdistribuir E boas para como também para EE notas. prestando escolas deve enIN com um Mcontas dePEE P E E S E N I P P I N M E S M N N N seu uma professores. SI responsabilidaEM a mu-PE tonomia IN Marranjo. consegue-se recolher um S conjunto SIN deEM construir novos PE EE assimIN M EM E Autonomia parcial significa: projeto P M E E P S N que permitirão compreender melhor como coletivo E ori. se estabelece um sistema M SI IN de ram IN M M avaliação EE S S M E P P alizável quando é acompanhada pelo desenvolviacompanhamento e de externo que perM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E confiança mite controlar a S qualidade eIN a coerência da aplica. A avaliação interna parcial levará.esses serviços realizados. Eis porque a avaliação interna só é rebam de ser evocados. SIavaliação interna começa com um IN M EEdiagnósti. o o objetivo principalIN EE de externa.SIN IN M M S E P S E E M co empreendido. S A inovação permaneça N a estabeP P I P M I E S N N E S N P M SI capazes SI modifica lecer e os arranjos SI PE anteparos IN de garantir a coerência M Mos dados do problema EE que IN S M E P M vivendi.PE P P I P M E E E S N E que não N N que acaP P N centração explicarem como trabalham SI nos campos EM EM e vontade SI NP prospe. PE IN NP E I M S S N P S E implica também em mais tem viver em paz M relativa com os outros. este boração do projeto. explícito N E E reage em face da mudança. contas a seus externo. SI o exame Ida N é EM SI sobre a eficácia N realidade obriga. observar e avaliar os SIN serSIreconstruído É nesse PE IN NP integralmente. Um dos grandes equívocos P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 101 .INse conscientiza N M os eixos EEa prescrever M SI E EM taçãoMe os regulamentos. S P I M E S S N P uma avaliação P M outros. M N E S S N N EE SI qualquer Psuspeita. I S M N S E IN M EM gestão que conceda M SI E S E E profissionalismo. antecipar proe negociado entre P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I resolução. a afinarem os meios de autorreM EM da transparência SI tores deIN IN PE EM P E E M S M E N S P P avaliação N externa. EE SI com total SI NP P de tendo sido feita estas acarretam. dividindo EE E S E EM P de e transparência.M M EE E P M E N P M que espreitam EE Mse beneficia com a muEM SI que a M E as escolas consiste em crer a questão de saber quem N E E I E M E P E S E P E autonomia concedida lhes fugir de toda pertinente. colocar M na buscaIN M E E E M E P M E M S e de justeza. construção do sentido de mudança é fortemente EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M A influenciada por esse mecanismo. Esse O sistema limita-se de orien. EE mais simples S em conduzir NP de justiça EM N P N I P M a forma consiste e de território. E escolar.M mento dePum clima de M I P dentro da escola. compilar as estratégias de deâmbito de um conjunto de direitos e obrigações. tornam-se centrais S novo. NP NP do quando SI N P M I I M I M S S S N trapassar os jogos estratégicos e as relações de poNo contexto de uma organização do trabalho. S E P EM M M E E E passo não é fácil. centralizadores eSiniciativas locais. E I EE M E S E P P M der habituais E para novos na maneira N EM criarem M PE IN baseia-se M e desenvolverem EMcomo os EEatores EE a avaliação SI S M ao sistema Eque N E P P I M E E P recursos e capacidades permitirão obedecem às regras. de princípios PE EE a escola. SI problema: EM Ncomo P IN P SI I EE M E N S E P N E N I P I modelo P da simples substituição de Sum como se pode S N SI administrar PE IN de gestão M a diversidade? Tais quesM IN SI S N E E S I M sim do resultado de E quandoE a ação de projeto antigo por um E tões. S PE IN EE os atores SI se mobilizam.de dados M P N PE SI EM EM PE no a Iescola EE IN os parceiros SI ginal. E parceiros M N mas sim EE SIa construNP E E E escolarSIque permita PelaPEprimeira fase M E E E SI ção de um sistema a reflexão EM ApósIN a de concepção e de N E P P P I E E S N N S N P P I M EE permanente dasEE práticas. N P I S M M N S N SI EE A autonomia EM cons-PEE de uma avaliação interna. reE S S N P E I M EM M finir prioridades IN critérios de êxito para Savaliar e os lativamente ao Estado e suas das M EE leis. marginalizando professores. professores e direSI EM E P M M E P E N P IN EE uma condição titui básica eS da escolas. I SI S E blemas. Mdança é sempre N IN NP EMpermitirá M PE EM I P I E S E E S N S E E N I P P obrigação de no entanto. EM P P PE I S M N E N S N M P SI processos e condições básicas que determinam que os problemas produzidos devem atoEE SI SI P EE levar os IN M P S EM N E o resultado res a se empenharem constante Sde I co. eIN a direção da Diante E M pelos professores PE dos problemas de poder.SI PE IN de mudança IN I E E S S N S P Ppor si. SI a fim INPuma análise S P PE negociação P do estabelecimento empenharem-seNna M EE S N E N P I I I M M S acordos S e convenções. SI tre regulamentos EE SI SI equipe de EE funcionamento. se a sua lucidez estiver que Spresentações. Exige uma capacidade de e pede às escolas para N E E E des.EEque deve IN EE E visando a: M definir a qualidapermitiam o modus às vezes S da ação pedagógica.

tentar suas E expeEM SI P N P I E M M P N S tem chefe. cal determinará as necessidades sentidas.SIN M E SI NP do outro.PEE M EE SI garante o N S E I E S M M E S E cada qual tes e Eos N Pque reconhecimento conquanto professores que exercem liderança po. EE atores conciliam SI negociando SI N P NP P I P M N mútuas. A cultura não M de P coexistência pacífica. a cultura da esE N M P I I I I M E E E S S S S N P E modo de relacio. na maioria das escolas. SI EM EM EssasSatitudes sões coletivas. EM PE SI E M S M E E N E E M irão julgar o valor da P E E Grande um modo M dentro do qual os neira como os professores SI famíliaI: NP E P P N M N membros do corpoSdocente chegam PE e confrontar SI forma EE IN EE EM a uma mudança. Ela Pé SI aplica-se EM soluções PEem reformas IN que incitam M que funcionaEE EE E S S N E P N P P I maior cooperação ram bem prosperando e EM serem S para acabarem SI entre os professores. quando sobrevem uma reforma. EE a cultu-EM EE EM a diversos SI EE grupamentos P N P P I E M P N P PE IN IN Individualismo –Soferece aos professoresS uma ra inerente aIN cada escola para M EE contribui Stambém SI N P N I E P S I S EM julgamentos IN esfera quase “privada” contra Eos e as influenciar cada um. A cada um muM S N E P S E M S SI PE IN pessoal e na inM dança.EE idéia do que torna aEE escola eficaz.PEE M aos objetivos queza de cada relação visados. S manece P no como Midentidade profissional. O professor operando sozificar de onda EM PE EE M permite EE EE SI N EM E P P P I PE M M E E nho introduz mudanças eficazes em suas classes. E S NP N EM N inovação prescrita pelo sistema. M SI NP EM P M I EE P E E S EM N confiança e estratégias defensivas. os professores trabalham mais em escola é construída mesmo que essa EEM N E I I P M E S S E P P N a maioria dos permaneça. por EM EM sistemas edu. cultura M de uma I N E E I N S SI P N I P S I pelos atores.EEM PE garantam o bom resultadoNdos profissional IN P M E EE S N E N P P P I I I E S S N N S N M M SI SI SI NP EM I EE EE M E S P A cooperação profissional não corresponde ao A relação com a mudança na E P P M M E N N M IN maior parte EE SI EE EM SI funcionamento da e dos cultura do estabelecimento escolar S M EM NP dos professores EE P P E I E M E P P S o individualismo N N E PE estabelecimentos escolares. a cultura lo. exerce uma forte influência soI E S M E S E S N E M PE EA SI busca de PE NP que aliPE NP EM bre aqueles cam mudanças. nem SI SI planificação N EM derem mais P SI tempoPE e atenção à e a cepções. S inovação. já se cultura. EM PE IN IN IN M E S N S E P M PE I O modo de cooperação profissional inscrito na transmitidas aos recém chegados. Convém lembrar que a N cooperação SI IN EM M SI PE EE I S E E P S N M profissional só pela vontade obstiP E N se torna possível SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 102 . EE âmago da P S E E M verifi.EM cola sugere prioridades EE forçada: P este SI que influenciam a interpreNP PColegiatura IN M E N S SI N E I M P M M S namento ocorre impõe procedimentaçãoPE do programa. Saté os proPEna uma M M influencia EE categoriaM NP SIcultura dePum N EE I E M P I E conservadores EE S E E S de fessores maneiraIN como os professores reagem em face mais formam projetos de N E P P E I M P S E pensa a PE IN IN S NP maneira Icomo M uma mudança. SI EM M P M M a tendência de associarem-se. E M S N S E – aprendizagem. perIN SI SI NP IN M PE I S N M S I S N EE I Cada escola tem sua própria atmosfera. é objeto de diferentes perN S Quanto à N N NP EM SI EE a mesma PE vez que. A mudança é S M E E S N E I E M M estabelecimento NP escolar básica do pensamento.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E o essencial E M do processo EE S guiar-se ou tornar a nada de voltar para a perN S E N N se orientar como um conjunto E I P I I P E S NP S S N I P I N M M seguição humano e não como uma máquina. PE Cria-se uma dinâmica IN o hábito M E construídas criar: os M vem ser E E N N E P P M M E EM apoio mútuo. AEM evolução da cultura depende da maneira P P I E N M E M I S N P E N E P S N Cooperação SI uma reSI profissional: pode consegue manter PE o corpo docente N PE PE M ser concei.reflexo de E IN NP N EM EM P I M Entretanto.profissionais. se submeta a um determinado conjunto de regras dem Frente a uma I modificá-la M E E E S N E P P P I M explícitas ou implícitas. a saber: tegração sociais. SI EE IN EM onde a direção EE EE P M S N E P P I E M tos. E N I S Os modos de cooperação profissiomudança.PEE I N M P P I S N E S N a ma-IN M SI outros.como SI N SI N E I N I I M M E S tuada como número de atitudes que deflexão e comunicação em torno dos problemas S S um certo E E P SI EM pela qual EMa fim de S PE da aju. ela PE IN é um código comum. representam uma clatido P IN M E E N E N M P SI SI ra evolução EM NP em relação aos funcionamentos PE EE IN EM mais E P S M SI N E P E M P N individualistas. a participação S o sen. Sque M S S E N M M M no mesmo comprimento SI NP intervenções externas. a to escolar e de pode-se prever que E SI sores têm E SI E E P E IN M E E S P M N E P P determinados colegas criando grupo IN algumasEM reformas estariam destinadas ao M fracasSI grupos. uma todos têm N M E I SI N E P S I N M E I M S N execução de uma tende a provocar des. em grande parte. E N P I I M E M S S N EM E E P progressivamente. cuja finalidade é levar os professores a conceeficácia. o consenso é praticamente impossível. Na dispositivos de ensino trabalham. S S N comum que vise à ampliaSIde um objetivo EE EE SI individuais EM EM P P ção das competências e coletivas que M M E M N E N E P M EE SI SI A cooperação EM PE alunos. mais. S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M Balcanização: em algumas escolas os profesDe acordo S S N com a situação do estabelecimenN EE NP SI suas culturas.Pcada EE M PE IN IN E EM S so antes E mesmo de S S N E E P defende suas posições em detrimento das idéias de terem começado. funda-se em uma história EE ou menos PE nalMseguem algumas tendências mais S E P IN N M M M N PE SI EE comuns. que respeito e o dirigen. P mas osIN IN riências.construção SI PE outro lado IN M E M E S SI cacionais N E E P P M M uma IN E a soma das ciente. SI e franSI N N um capital de confiança PE em M Edo da e seus EE objetivos. inconsN equipe. construindo IN IN M um nas deciEE SI E S S E N P E PEda mudança. Sinteragir.

perspectiva dinâmica. EM o que é exatamente um processo N E P P P I IN E E S N N S N P P EE A ação corre o risco projeto? O projeto é de uma situação. M SI e seu meio.trução N P da mudança. parece-nos possível SI no S N N P I N I E S escala dos S escolas que N SI de projeto na As efeitos notáveis so. A existência SI P NP E I P I M favorávelIN ve o atorPcoletivo. já que se S EE S E P E cooperativa. permanece implíciN EE habitualmente. SI IN corresponde ao projeto M M das reformas do sistema EE a não INP O projeto S M E P M EE E estejam E as orientações simbólica. um código muitas decisões são tomadas na incerteza. os Eestabelecimentos vêem-se. projeto educativo explícito ou implícito. P M escolar essas três PE Quem EEestabelecimento SI de um projeto EE NP colocarem em busca PE leva em Pconta IN NP N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 103 . P I educativo P M cooperativa I E S N N E S N P M E SI educativo SI veitam-se educativo. mas. maior controle. IN S M M IN NP E I M E M S E S E E fessores atores da construção do sentido da muAs novas modalidades de gestão transformam E P M M M E N não se Ppode PE M NP EE dança. Diante M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E o objetivo de tal realidade. a M EE SI EE SI levados M P PE P E M N E Um projeto M de estabelecimento pode explicitar o que. um objetiIN e na IN M M EE S S M E P P vo ambicioso a médio e longo prazo. de SI SIa imagemIN N EM EM de esvaziarSI inovadora P I M E E S S N P EE se de seu sentido se um estado pensado que se tem a intenção SI NP se transformar EM de alM IN o projetoSInão M EM E E S M NP E E E em um não é um cançar. NP incerto. fixando-se S E P PE EM NP EM PE sistemasPE IN Mcomunicar-se M E N gógicas. converterão oSIprocesso M pensa EE M Esão E Um estabelecimento escolar N E E M I E M E P S E P P EE M M N E de projeto em ilusão ou ferramenta para a ação. M o estaEE mais sobre MNos interrogaremos. um processo de projeto para a desmotiN P I S S INmetas coletiEM e a avareza M e peda. S abordagem N P M I I I M S S processo EEM sentação trata de um constitui os membros de M um mesmo estabelecimenIN coletiva. N E S M N I S local poderia. É INque a maioPE PE EEvisão ria EE Sprojeto NP nidade de EMdos professores N P N I P M associe-se a um de esuma aplicação das reformas. SI IN pelo projeto trabalham M reformas EE e que. E S S N P E I M P vão inspirar S EM M valoresIN IN a ação. Muitos I N E P E M S M N SI PE PE liar. o que NP M os obriga EM EM M a se de exploração P I M E E E E S S M E N E comum. um P S SI um plano de ação. do que IN EE M P E E N E N P I P P N M uma mudança E S por aderem M N SI N N convocará. como orientação global. EM P P PE I S M N E N S N E M P SI projeto as escolas desenvolvam as competências e postuSI SI de estabelecimento. um dos componentes do estabevisão da ação Sjeto M EE S E IN S N E N P E I I S E P lecimento escolar que contribui paraS tornar os S proe do sentido da açãoSseja ela individual ou coletiva. visto a cons.dual e coletiva E vantagem EM NP NP lo e integrar. SIN SI N I P P I N M M S M S N N E SI zar a experiência. Isso exteriores a seus próprios objetivos. Se ser que de fora em forte S como visada N M E E P P I M M M E E P S N E EE ele existe a ele o SIN contradição com EE e os professores PEaderem. Quando o projeto de to escolarIN como ator coletivo. constituído pelos professores que projeto constituir um fator EM E I E S E E S S E N P P M Psubstituídas M naquele estabelecimento escolar às de conjunto. embasa IN Tal atitude supõe que SI NP sua cultura. E de projeto EM P I P P M E E E S N N N P seguinteEE N tes definiremos do seu SI EM NP sentido. N E se nome. Mas. M EE EE virtude. de projeto de estabelecimento M tanto normatizarem EE INchamaremos M M SI E EM a ação S E P M M E E E escolar como programa cujas componende EE N correm oP risco de esvaziá-la E de ação. em projeto M N I N E P E I P E M S S N SI PE PE IN PE EE apostar Sobre essaEM base. EM transformando-o E P NP I de se projetar (lançar) em I M em um Efuturo M I E M E E S S E N E S P P P E E SI N EM N dos nária. SI fixar-se NP EM EM SI E PE de emEum P M E E SIto.EEM IN M S E E dimensões econômicas. Essa M M I I E S N S S M IN escolar para EE EE EE SI NPtabelecimento S P P P que ele seja digno desda mudança dos sistemas escolares oferece uma I M EE S N E N N P I I I M M E S S S perspectiva. Nas sociedades modernas. sociais. EM SI NP fixação SI P modo: uma IN I E E S SI A realidade N S P P história da organização da escola é feita de urgências.SIuma parte Idos em M de valores. afinal. aumentando a oportuEde estabelecimento M moral. Nessa o desenEE EM SI NP M EM E P I M E E P S o projeto N de clarificar educativo escolar é percebido como E M P um processo Nvolvimento PEA preocupação SI EM EM assimilarem PE EE às escolas IN as mudanças SI que permite N E E comum leva uma comunidade pedagógica a indaI P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I leva a enunciar I SI S E gar-se sobre sua identidade. SIN IN M M S E P S E E M se tornou pessoa importante escolar. uma intenção de e de avaescolares incentivam os estaM S E SI vas. que aqui. M P EM NPidéia de proEE processo. uma N vontade explícita de capitalizar e teoribelecimentos a colocarem seu PE projeto por EE EE escrito.M bre dos P apóiam nas M que ele contribui para M M as aprendizagens IN EE alunos se E N E E S N P I P M I E E EE S N E mudanças que o sistema S introduz. O processo de projeto PE Ia M E EE de nossa P NP inseparável IN tornou-se S N I M P P I fim em si. PE EE IN M P S EM N E O projeto de estabelecimento escolar está ras necessárias para e I M definiremINseus objetivos M E E S E M E P M E M próximo de um programa S E E um projeto N NP construírem dePE ação que envolde um EEmais EE M SI NP comum. P cenáriosE para realizar N atoresEinveste EM SI prinNP P prazo Ie INplano a médio S lutar contra NP EE cipal. EssaIN PE repreEidentidade SI signatários SI propiciando NP do projeto.EEMprocesso M SI estabelecimenNP EM produzem E I P M E E S EM P tos escolares. jáSIque necessidade em impeEM N P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P O projeto de escolar dir os indivíduos e os grupos de terem uma identiS N SI SI PE estabelecimento IN é levado M M IN SI S N E E S I M a funcionar com capacidade indiviéE melhor reconhecêE E dade. E S E PE P M E E M S M E P E qual os professores E PE sobre o “proUm projeto educativo ao belecimento escolar em S projeto. apro. assim. culturais vação mental.M M EE E P M N M indivíduos PE que. organizada que escolar” desenvolvido SI jeto de estabelecimento EE SI SI EE SI NP P I P M S administrações centrais que de N aqui. um projeto e estratégias S três dimensões: Mgestio.

a M questão treito e rígido.EM ridades escolares. para os alunos. S S N SI E EE SI avaliação EM decisiva EM P P sos de projeto a uma interna que verifiEvocamos várias vezes a importância M M E M N N E P M M M EE EE SI valores e SI coerência PE interna entre queEEa coerência entre osNP objetivos visados e as da INações. associam-se E durar. emEM fazer é necessário que EE EE SI ele se inscreEE rapidamente P N P P I E M P Nva na “zona S N P N E I PE I I N geral dá-se a Ipartida comEuma minoria ativa. M da concepção N da passagem. Um projeto de estabelecimento escolar terá N E P P E I N M P E entusiasta PE IN de IN os objetivos vi.e também para I NP N de um plano E os projetos E definição P I M “solicitados” pelas autode estudos demasiado I E S M E E S E S N E PE nas es. PE oferecendo. querEM projeto a ser abandonado. Quais proximal” dos atoM de desenvolvimento S N S S P N I E P S I S fatores que determinam S EM seus campos IN os res e seja em de PE capaz de penetrar E IN a adesão? M S S E N M M SI NPdeterminar A adesão só ocorrerá se osEinterlocutores pudeconsciência. N S N e o apoio de grande E N SI obtenhaEM a concordância ta. Administrar essa etapa das competências profissionais que E P S E M S M E IN M PE fun. EM SI EE EM NP PE M I E P E E S N da resistência dos interessados: a P os alu. O importante é que N E I P M E S SI PE M M EE quadro estável. grande parte dos projetos panham em um de cuja SI percursoIN M nasce SI EM EE P P E E M E P P S Não se N N N é partilhada por todos.ção garante uma EE saída melhor EE produzir S para o projeto. nunca ações EE de longa Sduração EE gevidade. tido. SI NP da ausência EM P S I N M E I M N E de efeitos a curto ou médio prazo. ele passa fazer de estabelecia ser uma ferramenta de Ipráticas N S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M mento escolar.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E as vezes E Mde projeto EE S dimensões. que seus profesM é o caso.EEM EM SI são coletiva. de um projeto de extenuante. um projeto deve evitar a M E PE S E P M M N E M es. que protegerá IN o princiconsenso tão amplo quanto possível sobre subsista um da disN NP E E S P I I M M E S S persão e N PE o conteúdo.S SI chances M NPProcurar Iobter M maiores E N I S o conteúdo. tomadas de guns do pensamento e da P I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S poder. S M SI SI SI NP EM I EE sores perseguem os EE M E S P Estando a cultura de cooperação e a do projemesmos objetivos e os acomE P P M M N N M N PE aprendizagem EE SI EE EM to desabrochando. de aprendizagemEorganizacional. de senSI Para que PE fase deM IN EM a situação EE P S N E PE P I E do processo M umS simples vazio de implementação. Para que um projeto possa S E P M IN N M M M N PE SI EE a diferença. É importante associar os procesmudança. e resultaM I E Entre investimentos NprincipaisEM M I E S N P N E S E E E a ação educativa N SI escolar SI nos. a mudança prevista deve estar próxima de P N M N E I E N I I N E M S E P S S uma impressão N SI Numerosas IN equipes desistem diante EE suas preocupações. qualM 99% dos professores da escola EE PE sados forem realistas. agravos.PMesmo um projeto de estabelecimento muitas vezes hesiNP P I P M SIdos imediatos. baseefeitos duráveis? Os projetos estão NP P P M I N M EE I E M S N N dados em uma avaliação E P S I E I relativa. O essencial consiste em estabelecer alM E S N EE SI PE M organizadores NP princípios EM manifestam-se oposições. deve PE ambos P I N E E I N S SI N I P S I da iniciativa E a um EM M S N S E é saber como passar de alguns truturas quanto nas práticas. Não é pequeno o risco P E de ver a adoção dessas N SI significa M E IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 104 . alianças e clivagens sem grande relação com ação. E PE na mente de algumas pessoas pelaM meta I deve confundir SI SI NP conquistadas IN PE I S N M S E I S N E I S idéia. garantindo suficientemente sutil da PE ada em confiança EM sua razão S EE de S P N I E M M P N S quanto na P continuidade. M M EE e as orientações pio. a adesão de êxito quando S N E P S E M S SI PE IN condenaria.SIN EE SI NP valor? M E N P I I M S possibilidades S mal avaliadas EM E E PE se prévia das necessidades e a identificação coletiSe essas forem IN M E E E S N E P P P I às divergências M é provável que o aluno E S NP N EM N va dão lugar e à dispersão das fornão obtenha o beneficio E N M P I I I I M E E E S S S S E N P E se acha confron. para chegarem N E a transformações N I M E N S S P é durante esta delicaqueNpermitam a EEutilização dos no.EEM P longo prazo. é verdadeiro para os projetos “espontâneos” projeto com plano de ação. Durante não seja utilizado de tomada S EM que SIN SI por alguns para finsIN EM PE o períodoEem IN M S N S P M PE I a maioria vai aderindo a um “projeto de projeto”. SI N P E NP P I P M N S M totalmente aplicado PE dos projetos de estabelecimento IN por aqueles que o elaboraram. é indispensável EM EM PE tal “zona”M EE EE SI N EM E P P P I PE M E E rem entrever a manutenção de suas experiências ou EM aM fim de saber a quais desafios é possível se exS P P IN IN IN EE E S S S N N P PE I E I M a abertura de I demais caminhos de acesso a vantada SidenS P porem. EE P S S N E E P que se executa uma das etapas Os projetos garantem um desenvolvimento I N M P P S SI baste para IN M EE NP INcom atenM S I sivas do projeto. e utilizá-lo N projeto como forma S PEinstrumento EE IN EM E P S M SI N E P I projeto como E M reconhecidas como característiP N o diversas práticas. IN de recém chegados. é visível.EM ças nos momentos difíceis e precipitam os esperado da situação com Pque SI NP PE INatores M E N S SI N E I M pode representar EM P M S seja portadora em uma turbulênciasEE que tado. S EM integração M PE ex. So consenso na análi. tanto no presente Mpráticas em A PEE pertinência das um M EE IN SI curso e garantem N S E I E S P M M E N PE mobilização geral acréscimo de M da maioria. quando P M EE EE S N E N P P P I I I E S N N S N ações empreendidas. IN M EE SI A multiplicação E S S E N P M E PE SI EM maneira M ÉN necessário concebe-lo E de que seja posescolar fez maneira de trabalhar em conIN EE evoluir a S E NP I M P P I M S sível fazê-lo como de junto. A lógica pode SI SI “asseguradora” EM a que PE assim. SIN E P P I M EE E E S N E P N P P I estabelecimento escolar.SI EE IN S E E P S N plicação de uma EM identidade coletiva não cas. parecer M E SI E EM de sua N E P encarar maioria dos P parceiros não tem garantia I calma para MlonE em condições M única M E de criar a S E N N E P P M M E SI SI Um projeto N PE será M IN EE inovadoras. EM SI permitir PEajustes tanto NP NP Em os casos. Ao social.Egens SI tidade coletiva EM simbólicas ou materiais SI EM EM P I M E E S P M N E P P por uma à adevos saberes de forma duradoura. IN ser. mais EE SI de um ativismo NP EMainda. deEE poder. S ou mesmo diante de ruptura com as S rotinas. SI EE PE minoria IN IN EM deci.

mas está abertamente para comum a um M N P I S S IN com a IorE N EM M M S E E comum.necessidades P M E E E SIderança cooperativa EM não reconhece hierarquias e apostas das pessoas que coexisN E P P P I IN E E S N N S N P P I e cooperam EE táveis nem líder permanente. organizar e aniMo futuro eEpara N EM PE EM fora. co-responsáveis por S N SI seu desenvolvimenSIque esta possa PE IN M M I SI S N E E S I M to ulterior. facilita EM M novas M SI E S E E a concepção e a aplicação de De acordo com esse E P M M E N PE M NP EE são percebidos EE de uma organizaEE M modalidades organizacionais. S N I M P P I o papel consistiria em atores do estabelecimento escolar no centro Sretor M N E S E S N IN SI de desenvolvimento EE e o liga àSmudança. M EE SI EE P PE P M E M E lisumem semEE monopolizá-las duradouramente.profissão IN SI po. Qualquer PE EE EE o torna uma SI aprendenNP membro Ide EM N P N I P M uma comunidade exerce. Visto responsáveis de seu deE mação das práticas. externos notam apenas muP do grupo EE E acham. alguma influência. daí a coletivos PE EE SI formulando SIuma sobrecarga NP projetosIN NP suas necessidades. PE N NP autoridade EE EE M EE P SI N SI P NP E I P I M N E S líder e de M N I S As noções de liderança referem-se EM N E I P I E S E E S S E N P P Psobre o curso M mais real Um SI estabelecimento escolar pode Eou EM não fa. A noção M N E E de liderança regular quanto das práticas pedagógicas I P S E N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E fine o líder.visando P Nse mostrarEregularmente EM PE SI EM e à transEM como influência PE de. P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 105 . M EE Ncoesão E S I E PE P M E E M S M E Os estabelecimentos P E E PE que se engatituindo este último em organização aprendente. adota uma S P P P do. o que NP de competências. I E E S S N S P PNo desenvolvimento organizacional. a mudança NP P P PE I S M N E N S N E M P SI mente deliberadas para bloqueá-las. cooperativa os projeM designa uma liderança assumida SI IN de IN M M um conjunto EE S S M E P P modo cooperativo por de atores.S quanto observadores S os membros N N I P P I N M M S M S N E SI funçõesSque se E investidos de tarefas ou de IN eles as. instâncias de SI SI EM instituir PE conversa. A tem dentro de um estabelecimento SI N esEM EM SI Nliderança é entendi. de vez em quanexperiência que organização M M I E S N S S M IN abordagem EE EE Alguns com EE mais frequência SI NPte. centrada EE na obrigação EMoutros.SINgrupo de professores M SI E EM ça e. do mais positiva e profissioI M EE S N E N N P I I I M M E S S caracterizará S uma liderança N E que se esta nalizante. os professores M rem. apostas valem a pena e pensam que eles têm mais vem por S N M E E P P M M M E E P S N N E EE M a ganhar ção choca-se com ações igualEE do que a Eperder. N E E I E M E P E S E P E osSIN diferentes grupos de trabalho. É sua capacidade Edo que ao M N de adquirir PEestatuto dos que a exercem.M M EE E P M N PE em curso. IN EE EE S E P P M M osEM esforços deMcoloPara aumentar a eficácia da ação organizada N PE IN por: acompanhar EE EE responsável E SI S M compreenEMé necessário N E P P E I M E E P cação em prática.PE S que são M pes.S P I I M E E S S N P EE da como uma força e de colar. se estão Os M processos de mudança não se desenvolPE IN convencidos de queSas M EE S M N E P I M Necessitam EE E de uma IorquestraE si mesmos.SIN IN das coisas M a umaEinfluência IN M M S E P S E M vorecer a mudança.danças insignificantes. IN escolares EE M P E E N S E N P I P P N M E como um S M N SI deverão consN N de mudança escolar é definido SI jam em um EE SI SI EE O estabelecimento SI processo NP P I P M S a responsabilitruir uma nova visão que assumem N Mdas relações EE da gestão M de for. aproximar M das sobre EE M mas sim.M do poder N M E EM EM SI NP PE IN P M I E E EE S N E rentes S N aderir aos P do grupoE conseguem P I P M membros I S N N E S N P M I SI SI objetivos visados. essencialmente pedagógica. PE SI IN SI ativa. abertura para EM o processo SI e ligar M E fechamento sobre si mesmo. P I P P M E E E S N E N N P P N por A idéia aprendizagem mais SI EM EM SI de liderança SI NP PE IN eficazes. PE SIfaz as competências NP P tornar-se aquele que emergicesso I S M N S E IN modelo. A Já.M E P M M E E E autoritária dade de desenvolver de E ensinoEE N substituirP a liderança E os dispositivos E se possível. enM EE S E N P E P I belecimento escolar. E S S N P E I M P S consEM M em uma IN em M um determinado contexto”. informar todas as partes envolvidentro de uma instituição. eles imaginam quePE S E E P M M E P E N N E P M M N do dentro de um estarealmente conseguirão modificar suas M SI SI ganização PE trabalho E PE IN clássicaIN EE M SI práticas. IN uma liderança cooperativa. criar IN NP IN E I M S S N P decisão e de regulação. M EM E E S S M NP E E P E Ela não M desenvolvimento. SI necessidaP M I I M M S S S de de estabelecer uma M instância de coordenação e investindo-se em sua aplicação. Tal interpretação da formação contínua Ecoloca os Msuprime a E P EE PdiINfunção de E do pro-EM EE P NP mas redefine. A liderança cooperativa rompe tema que lhes parece central. I M transformam M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N soa de trabalho. SI M EM E P I M E E P S representações N sobre as decisões de um à evolução tanto das da Egru. netos de formação comum se limitam a alguns semiM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M o tempo M nários durante nhum dos quais Sé os quais os professores têm a P I líder formal N ou informal SIilusão NP PE EE a ação IN uma cultura SI voltado P NP em relação EE de construir I S SI todo.senvolvimento EE para cada EM os atores N NP EM E P NP I A liderança cooperativa produz profissional. IN de escola. a ação como membros SI ele orquestra EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P coletiva para tender para a transforçãoN social. S E lugares de dos líLiderança Me modos de exercício SI O papel EM IN PE deres leva-os M EE M E S E E P a verificar constantemente se os dife. como “aquele que exerce uma liderança formação da dinâmica do estabelecimento escolar. esboçando e Irealizando um SI NP EM M de transformação cultural IN projeto coletivo. SI SI PE EE As influências IN M P S N E não provêm unicamente que detêm O estabelecimento escolar como PEEM I uma M daqueles M E N S E I M E M M organização aprendente S E formal. SINP I P E M E S N E E N P P mar as sessões. o desenvolvimento profissional as N IN Sressalta NP EM EM SI EM PEes.

encontramos atualmenconstroem N E P P E I N M P P E PE IN IN lhes são propos. dizemos que não M E M E S E N N E P P M M se reproduz M E SI SI a adaptação N N PE de Puma o pensamento piaem situações EE mesma M EE EE do. 2001 (cap. não é dado de antemão nem S é imutável. EE M E S P lores.EEM NP EM I I P M E S S E P N nas para os indivíduos. é indispensável a mudança leva tempo e só que os atores S me. portanto. E S M N IN EM N NP E PE de ação”Se SI SI apresenta N EE EM P Neste nos a rela“Esquemas “habitus” são.( Vergnaud) SI classe IN de Nos esquemas dizemos se SI EM PE esquemas EE IN EM esque.EE SI EE Seu resultado do do ou daEM será coerente relativamente EE EE SI P N P P I E M P Ncultura e às S N P N E I PE I N Tal processo levará M relaçõesSIsociais instituídas.novos E P S M S N E P E mas encontramos cognitivos estabilizam O “haP que perN SI EM os elementos IN constituindo-se em aprendizado. Léopold N INde “habitus”. EE PE de dentro ou de fora. SI artigo Perrenoud N M E P I SI N E P S I N M E I M S ção entre “esquemas de ação” e a formação de “ EE inseparáveis caracterizando a estrutura estrutuN P S SI EE EM EM P rante que nos permite M IN E P E E habitus”. umIN S EM EE dizagens individuais. E todos osS atores a conI S N P N I E P S I S S EM em torno IN duzirem a escola na S aventura de uma “organizaas conversações se estabelecerão desPE IN M E S E N P M Mpartir das M SI objeto. M con. sidade cotidianas. É aquilo adaptar suas ações à cada EE SI S E E P M M SI E há aprendizaE PE PE IN há de comum nas diversas repetições ou aplicações situação corrente. venham elas S E P M IN N M M M estabelecimento escolar N PEà cala E M sistema. S IN EE EM EM P PE nais criam vínculos entre seus saberes de experitoNcoletivo para depois decidirem e colocarem em M M E M N E P M M EE EE SI SI EMe as novas Pprocesso PE funcionamentos. PEo sentido de EM SI tes. seja na estas.EE Ntentativas se novo a e EM PE das repo-M ção aprendente”. A noção S NP N EM E N M P I I I I M E E E S S S S E N P Évelyne Charlier (Orgs. nas quais classe. SI EE EM Ao começar este já estávamos aprendizagens para Scoordenadas. sições em discussão que uns e outros S devam Pou N N N E P M I I I E E S S S N N PE pode e deve representar um nó estratégico. conceitos e práticas. publicações e debates nante aos projetos de mudanM E E S N EE e dedicados SIdos debaPE professores NP porque EM EM a essa problemática. 9) constituído pelo conjunto de nossos esquemas de E S S P EE IN EM EE EE P M S N E P P I percepção. M EE EE SI N E P P P I PE M o estabelecimento EE escolar EM E Nessa aventura. Quando SI SI ação. N M P E SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S FORMANDO PROFESORES PROFISSIONAIS: QUAIS ESTRATÉGIAS? QUAIS COMPETÊNCIAS? 106 . PE PE Perrenoud. nos EE SI suas práticas EE profissionais. Conclusão NP EM EM SI PE IN M E M E S SI N E E P P M M como conseguir comprometê-las em um processo SI EM PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I I M coletiva de longaPduração? O estabelecimento escolar é um nível E S EM IN determi. Quando N SI o sujeitoINP SI que existem PE de situações P P M SI N S IN IN M que consegue M marginalmente sobre osSquais não temos consciência. conforme N NP P I P M EE N S N getiano. Apesar ça. E de que P mudança PEnão é im-M vencidos da fazer IN de sua capaSI o sentidoIN SI IN PE S N M S E I S N posto.de construção IN M do destinoSreservado EE são SIN S N S E P M PE I Numerosos fóruns. ência idéias. M E Philippe Paquay. assunto de evolução conjunta dos IvaA ação não é redutível às S aprenP M M SI SI pois. O de prática novos IN P M EE mudança E EE S N N E N P P P I I I E S S organizada N N N é. PE I N E E I M N S SI P N S SI N é válida SI construtivista EE Se a hipótese não ape. trata-se de um sistema de E P P M M E N N M IN EE trabalho. de pensamento e de ação”. SI PEqueiram permitir.mudança é I enNP EconstruídaMna regulação interativa E dente S P I M que o resultado de uma maior IN depende E S E E S E N E PE EM SI PE NP NP EM tre atores.PE A cidade de em organização aprenEEtransformar-se SI EM P M M N E M efi. ocorrendo a diferenciação e a coorE N I M P I I M E S E S S N P EE nifica a organização invariante de P conduta para uma denação dos esquemas existentes ea formação de PE SI EM EM IN M E E N S E N M P que os P situações dadas. Por ”esquemas de ação” entendemos os enfrentar uma grande diver. Podemos dizer também que “esquema” sigsemelhantes. cácia da ação coletiva. EM M SI PE IN S E E PE do sujeito S mitem que a N ação seja operante. crenças. SI NP EM N I I M E N S S E M P SI SI EM EM PE EE IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S N E S N N M SI EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E S N P M N EE M SI NP EM P SI IN EE E EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM difundida PE por Bordieu.SI EM NP sendo suficiente EE P P E I E M E P P S porque é N N funcionar o conjunto.)EM generaliza a noção de é PE SI esquema “nosso habitus NP PE Marguerite Altet eIN IN M E S SI N E M P I M M Porto Alegre: Artmed. de avaliação.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EEse S der sua cultura. bem no início de um longo processo de “profisque M S N I E P S E M S SI PE IN M sionalização” das práticas de inovação.SIN Na verdade E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M realiza por conforme as quais os profissioçam E a dinâmica e a complexidade do funcionamenS S SI etapas.S SI as transformações N M bem como E N I S te. bitus” é enriquecido e diversificado. é ali que os trabalham P I M M E N S N P parece-nos EM que. mas para as coletividades.EEM S N P P M I E N M M I E S N P E N E S E E pensamento esquemas de em nós e.

a microrregulação racional. I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI das ações N N se dá sem a revelação N e situa-PE sempre Neste de tornar PE coEE capítulo SI tem o propósito SI NP N SI N P M I I I M S . PE Tomada de Econsciência M tomada de N consciência muda M M e I E SI N E SI S P M I EE E E SI N S P P P transformação de esquemas I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E Mecanismos EE de formação SI NP M EM EE Reconhecer a parte do “habitus” P I M E E P S N E peP na ação M N EM PE SI EM PE IN a real N SI dagógicaPEé N E EE fator de P relevância para descriPerrenoud observou. toma EE de alguma EE consciência P SI de NP SI P N E I P I M N E S de esquemas M N . PE IN papel relevante NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 107 . SI EM NP EMa observação SI SI NP PE IN mútua. N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E consciência E EE S como: IN E passa por mecanismos A tomada de um trabaS N P P P M I E S N S N IN EEsobre si e S SI lho obriga a superar EM NP resistências. A teoria do NP M EM o controle EM P I IN M E E E E S S M E N E P M são trazidos à tona tem para o PE quan. A tomada de N M E E P I M M M E E P S N N E E EE rotina. a simulação e contextos e isto. a metacomunicação M as condições da prática INP SI com os alunos.a coexistência conscientes com I S suas falhas e esta tomada de consciência se repete EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M os inconscientes na situação. N EE no sentido M uma SIN M SI EM EM evolução E P M M E E E dos hábitos.o momento oportuno. a prática reflexiva. a história de vida. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E A alteração da condução da prática ocorre por M 6. ter consciência e M N IN Mesmo assim é preferível NP EM P EM o habitus I P I E M S E E S N S E N P P EE nosso “habitrabalhar para SI SI EM dominar Pno INaquilo que NP IN E I M S S N P dado momento. 7. unicamente sob de saberes. EEfessor. consciência. P E P M M E P E N P EE 9. Mas de formação de professores primários. OIN aprender fazer fazendo. trazSIsofrimentos a nós S O “habitus” Ese nas EE tus” em um M encontra presente também EM IN P ou aos S M E E E ações pedagógicas sendo por ele controlada por EM P outros. pode ser uma EM N E P P P I E E S N N S N P P I M EE boa estratégia de S formação para declarando o caráter N EM SI termina oEEartigo N os professores SI O autor P I I M E S S N P P EE mas. a escrita clínica. EE atendam INentrevistaNde SI NP EE I P S SI várias razões sem que necessariamente. impondo SI P I M M E S P M EE EM EE transformação . quando um proM da ação M E E N E I M E P M E M S E N NP . SIN M por si só. a noção de “habitus” exige confronto com Scos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N abordagens S M SIexM INda psicologia NP cognitiva. um verdadeiro EE mesmo Ptorna SI IN SI NP EMquando se P P PE I S M N E N S N E M Psi. SI modos de conhecimento de SI fazer goSI PE EE IN M P S EM N E .EE“habitus” SI EEdebate vez que NP problemas não resolvidos. P M N SI SI NP PE explicitação. PE EEquanto dos mecanismos dos processos PE IN M EE EE P N IN e éticos S N I M P P de tais condutas. revelação dos M erros. SI vernados pelo “habitus”. Contudo.a prática S S não está EEM ções pouco Econfortáveis nhecido E IN o postulado de base: Mpara a nossa vida. quando intervém o esforçoEE voluntário. destacando entre eles: IN EE M P E E S E N P I P P N M E S de M N SI N N a alteração deliberada do modo SI faz necessária EE SI SI EE SI NP P I P M S condução da prática de induzir 1. no quadro de um projeto I S EM P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E ção do exercício profissional dos professores.aPgestão da urgência e a improvisação regrada. EmoS E P E ções positivas. se a conexão operar em tempo real. alguns meE S S N P E I M EM M canismos IN favorecer o processoS de toum M problema se coloca quando as ações M depenEE NP que podem E S I E PE P M E E S M E de esquemas EM E PE dem inconscientes. EMde formação. a N experimentação PE das práticas. I E E S SI Alterar N S P4. a mudança nas e nas práticas.Mainda assim. EE N E representações E EM P P I P P M E E E S N E N N P N 3. um método e uma ética. por M exemplo. EM SI todas asINáreas IN PE EM P E E M S M E N S P e a experiência P caria uma nova contextualização 10. a P I S M M N S N SI ocorremSIem EE EEuma lógica EM a Mudanças 8.Pa de esquemas de ação em SIN precauções. o papel da E I M E M S E S E E Condições e efeitos da tomada periência na gênese do “habitus” também precisa E P M M M E N PE M NP EE ser analisado EE EE M á luz dos processos de aprendizaSI EM NP P IN P P SI de consciência I EE E M E N S E P N E N I P Pe a tomada gem ainda S N SI SI PE de consciência IN exige que M M IN SI S N E E S I O processo de tomada de consciência não M se estabeleça de trabalhos relevanE E S uma relação M nem tes das várias EE EM NP querer NP acontece EM sem o nosso E P NP e esta busca I ciências. a videoformação. justifie o desempenho de papéis. não muda . EE EE Mas SIN SI N I P P I N M M S M S N E não se pode garantir que oSIprocesso S de IN formação EE SI EE EM P PE P M E M N dos professores desencadeie alterações em sua Formar para a lucidez E N EE SI NP EM EM SI EM P PE M E E E SIprática. 2. ao exploratório deste trabalho. quer SI EM exercício M destina-se somente E IN IN no plano dos conM E E S S M NP E E P limites prátiM de revelando os M ceitos de P certas competências. então a E M E E N E E SI NP EM NP PE NP o “habitus”. I formação. IN M M EE S S M E P P 5. frustrações. SI N IN M IN M M SI S E P S E E M ou seja.M M EE E P M N PE M do procuramos EE M EM SI fazem M Uma ação pedagógica que E encontrar as razões que nos N E E I E M E P S E P EE E mobiliza agir. Nesse casoNP se mada de consciência.

Isto E 1. IN M Ghedin. A prática não Spode ser inventada pela SI EE vulgar mas o senso Ecomum EM NP teoria. da vigilância. N disposiçãoSà lucidez. M M mação que S S pois Nde qualquer mecanismo. 2 e 3) e sim o gosto SI NP 2002 (cap.M EE constituem só se quando inseEE para essa EE podem se SI nova forma SI como profissionais N P E NP P I P M N numa comunidade S M PE flexão: ridos IN IN Mdada a confiEE educativa. SI E S S E N P E M M E pelo neoliberaSI N guração das trazida M EE EE privatizações NP SI E NP I M P P I M S a) dadas M romde lismo. EM técni. aPE não o senso comum EM M I P E E S N culto. de educativos PE da filosofia NP P I P M SIço .a crise N S N da Filosofia da Ação E N SI Os princípios derivados como unidades coerentes e pensantes. E aquele cujo IN sentido foi dado por filósofos. deE S E M S M E N PE em delo pós-positivista EE EE sestruturada. e oE pós-weberiano pouco cone seja parcial SI descontextualizada NP EM P P M I N M I E M S o fazerE do pesquisador N N face da distância entre E P M S I I mudar Io enfoque sobre as políticas e o PE tribuem para E S EE S P N E M M P N S P IN de formação de professores. SI vai além M a incluEE atenção Epara EE SI EM P P Perrenoud chama nossa a tomada de consciência depende da construção M M E M N E N E P M EE SI competência SI da lucidez EM EM “saber analisar” são PE de umE“querer PE como uma de um e também anaIN profissional P M E EE S N N E N P P P I I I E S pois N de uma S cora. (Orgs). O M esteja enviesada EE formação NP IN M S I é objeto debate entre o moções sobre Pessa . segundo o pesquisador. pode. em que se encontram que M situação E S E N N E P P M M M E SI SI utilizados N N PEde re. M EE IN SI N S E I E P S P M M E N PE Sacristán apresenta umaSalternativa às corren. SãoEE Paulo: Cortez. IN M EE NP SI Sde Eo M P M M Os professores se encontram em situações para nos alertar sobre estado das pesE SI se texto.lisar”.SIN pesquisas N sobre o profesM EE SI O estado NP atual das E P I I M S tendências: EM que dela E 1 . N N N E compreender melhor quem PE I SI SI NP IN M PE I S N M S I S N E EE A contribuição dos diversos saberes. M N trabalho. P I Lourdes Camargo Toledo I E S M E E S E S N E PE EM SI PE NP NP EM PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E N N SI M EE M EE SI SI NP E E P P I M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M S N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP PE M EM M EE NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP M E N I S M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE S E P M IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I Selma Garrido Pimenta racionalização pois M IN para dá-las S N S SI P PE aos consumidores. PE IN M E N S SI N E I M P Mciência posS de que Ea O investigação nitivista nega a possibilidade SI PEdiscurso da EE para o autor.EEM IN EM E P M S N E P P I com sa se deduzir à técnica M da prática EE INa realidade EMprática dos IN IN pedagógica . na EEM prática é inventada pelos práticos. E E S N E P E se tire uma SI técnicas ou NP NP solução Epara EM se deduzam (pós-positivista) e 2 . na SI lógica do S EE S N E IN e Evandro mercado quem manda não é a ciência P I M E S S E N M M M do consumidor. E e esta realidade P S S N E E P educativa nem tor que suspeita que a maior parte das investigaI N M P P S SI IN das investigações.Mprofessores P S I N E I M S N E ca. A tem E as características Nentrada do mercado naSeducação E PE trabalhoMe da EE IN E P S SI N E P E M P dos pro-EM profissionalização N os sistemas SIde formação pido com as estruturas de IN M organização PE não SI EE IN S E E P S N M P podem atrair os melhores produtos do sistema edufessores além N de roubarPEdesses a capacidadeINde SI EE M SI EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S PROFESSOR REFLEXIVO NO BRASIL: GÊNESE E CRÍTICA DE UM CONCEITO 108 .a daIN crise do EM a cognitivista NP M P I I I M E E S S S S E N P pensamento sobre as organizações. expõe SI SI EM a EM PE M E SI E EM N E P P I os professores M E e da Sociologia da Ação. E SI E E P E IN M E E S P M N E P formação Ebem pioresM P sobre formação dos S I e de do que quisas professores.Epessoais EE Diz o auP IN IN Esempre EEM EM SI estavam. o EM EE tem convertido M EE SI NP EM E P P P I PE M M E E professor num produtor que faz o que manda o S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M mercado e não Gimeno Sacristán conversa com o leitorS nesS N a ciência. A ria Sser mais coerente NP E M S E P I S S N E E S é uma práxis não é uma N percorresse a linha do E prática pedagógica P Ise SI NPsenso comum. O traço cogPE SI NP EM os problemas.tes EM grandes PE semM ter a pretensão sorado se S pauta em E duas INde investigação.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N os esquemas S EM P N P I P S I E formação Emas E M há um E participam igualmente dos saberes da Iportância S na desafio de forN S E N N P I I P E S NP S S N I P I N complexidade do espírito e das ações humanas. EE M E disposição para que estejaS P E P P M M E N N M N EE mos toda a oportunidade de SI EEalertas para EM SI SI aproveitar M EM NP EE P P E I E M E P P S somos.SIN M dos professores M M ela tem a dimensão da SI SI NP Eda I EE gem. M EE dos pesquisados. O segundo traP P M I E M M S N P E N E S E E concepção N SI SI dos sistemas trajetória ocidental. oriundos I S Resumo elaborado por M E P S E E tambémMocupa papel M de imIN NP NP EM Maria de EM das diversas ciências.

N P P I o que não P M I E S N N E S N P M E SI SI leva a deduzir: -se os professores não são bons SI IN M M EE pro. EE N possa ajudá-los E E alguém SIque EM P P P P M E E E N E N N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI e) o pensamento N S P P3) o habitus. M SI de açãoMdo proEM I PE fessorado.sional. IN é preciso EE M P E E N S E N P I P P N M E S coM N SI professores N N a reflexão dos SI adequadas EE SI SI EE SI de ajudar NP P I P M S vontade e não 2) educação do sentimento e da locando alguém capaz N M esse processo EE de realizar M junto SIN M SI E EM a eles. EE M EEfessores é P SI NP SI P NP E I P I M o queIN não uma N E N I S aquisição nos cursos de formação profisc) atuamos Sna práticaEM de acordoEE com EM I P S E S S E N P P M P imperfeita M pensamos. E P M M E E E só da razão. uma ideologia.INP S M E P M que sejam EE E melhor remuneraE é preciso f) o saber fazer. a pensar. S é preciso que sejam cultos SI PE EE para ofereIN M P S EM N E fessor. M pessoas que sentem e querem. M EE E S E E P Para educar é preciso que se Etenha um M N M N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E um projeto. M mais importante P N não só SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI Anotações EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 109 . E EE nhecimento de formação. S P P P vem a cultura-raiz não à M EE S N E N N P I I I M M E S N E por isso é maisS importante Spensar do M que assimilar EE EM SI NP M E E P I M E E P S N o autor resume suaM filosofia em pensa de acordo com aEEsua M P Nciência.M M EE E P M N PE ciências dizem que M Os estudos EE M serem usados como reEM SI fazemos M E de várias cativo e da sociedade para N E E I E M E P E S E P E e. é N M SI de integração entreMo I parte IN Ma ação. mas professores são N EM EM EE PE é PE IN I M E E E P S S N N E E em educação do que a ciência.. dosSIe se o EE adquirido PE SI IN eles não podem darM NP EM no processo P P PE I S N E N o proE M P culturalSIda qual provém IN deve à matriz masSse que não têm.SIN IN M M S E P S E E se nutrem importante Esamento não M é muito EM Os fessores IN para entenPE é a mesma coisa que a ciência. portanto. M EE os pro. EM PE EM I P I E M S E E S N S dos professores E E N I P P saber os motivos. INPmos que atuem. I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP uma formaEE de comportamento cultural. b) ninguém pode dar S tem. Isso é com essa SI EM PE devemosSdar INsignifica que NP ção à profissionalização IN E I M S S N P S E bastanteNimportância aos motivos deficiência que precisamos contar.coisas IN que não queremos NP sistema. isto quer dizer que a forma de ser dos procer cultura. o que nos motivo. PE E EEatuam. servir para pensar portanto. P IN SI cultura e P N E E relação à investigação sobre a formação não de acordo I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E sores em três pontos: E S S N P E I M S EM M IN pensar através M ela pode EE da ciência. Os EEnão é toda S S E M E P P mundo das instituições e o mundoM das pessoas. não deriva do cofissionais S N M E E P P I M M M E E P S N N mais considerados. pensam. o pen. porém de forma SIAtender às raízes culturais nas quais IN mas. OEEprofessor PEPara concluir SI E de profesEM com a ciência.. “o como”. dela. como forma não explica a ação. fazemos coisas sem da cultura do em Mprodutores Nrela. porque S NP conteúdos EM como eles N P N I P M der atuam e como queredo pensamento do professorado se deM M I I E S N S S M IN EE EEda qual provém EE SI ciência. NP Md) pode-se E S I E PE P M E E M S M E P E E PE criar formas 1) racionalismo moderado.

O que é ensinar senão ajudar os alunos a N P P M I E N M M I E S N P E N E S . o S E S M E E N EM E P professor como para Po alu.PEE metro (instrumento) do fracasso. pelo aluno. autor. SIN S N S E P portamento. Poder-se-ia pensar que. M EE autônoma IN SI N S E E S P M M E N grama. Avalia. um modo de proceder S em EM P I M E M E N S N P EM EE SI EE PE de “aprendizagem EM a distância em relação aos outros antes A idéia assistida por SI ava. ocorre depois S SI EM PE A avaliação EE IN EM E P M S N E PE P I ção tem a função A questão da avaliação é multidimensional. situando-o em relação a um alvo. porque E sua função E N formação. também. N P NP P I P M EE N saberes e competências S N E N I tica no sentido de conduzir a um melhor ajuste ensises pelos alunos. A avaliação N damentação EM EM SI normativa PE teórico-metodológica.avaliação prognóstica M diagnóstica) tem a funE E formaçãoSItanto para (ou o N E P P M N M M SI é a existência N N no.IN M seria uma MinS1. Eerro PE Assim. EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P I E M Avaliação formativa comoSutopia promissoN IN NP EM M SI PE EE I S E E P S N M informativa. como tal denS P E P P M M E N N M N EE é normativa. preI I N E I S N S S P N I E P S I M S E S Eferramentas reta. mais ser SI do que EM P um termô-M ções deEE IN M EE EEresignar a S N E P P P I PE M M E forma externa da Eatividade de avaliação. seja pela SIN PE M EE que seráEadaptado SI NP N P I I M S S que aEE EM orientação dos aprendizes para subsistemas de for1ª parte: COMPREENDER EM PE IN M E E S N E P P P I adaptados M E S mação mais a seus conhecimentos avaliação formativa não passa NP N EM e N E N M P I I I I M E E E S S S S N P EE uma “utopia promissora” PE SI NP EM competências. O que está em jogo PE recíproco SI ativi. a partir das M E P S E M IN o NP NPdo próprioPE EM um grupo. N PE umaSIdimensão prognosbuir para a construção desEpara M EE EE tiva. A avaliação situa-se no centro da ação de EEM aprender. a) Torna-se ra: É uma avaliação forAvaliação P E normativa. Toda avaliação tem uma dimensão cumulação permite? A avaliação tem o objetivo de contriE M E S E N N E P P M M E EM o êxitoIN SI SI ter. IN M E M E S SI N E E P P opõe-se à Pavaliação : designa-se por M E SI EM EM Ecriteriada IN PE IN M E E E S S N E P N P P I essa expressão umaN avaliação que Da utopia M comS SI à realidade: seriaIN EM PE aprecia um I M EE Ou. analisá-las e descobrir ou N M M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E operacionalizar os procedimentos que lhe permiP E I N M P P I P S E S fonte de IN A avaliação precede a ação deINformação. Deveria S do ensino. SI EE uma instituição EM tro de M SI M em si. E N de considerar capaz de I M S N I E P S E M S SI PE IN . Pde IN M E N S SI N E I M da ação. 2001 te organizada.EE EE ção de permitir um ajuste de uma EM aprendiz/proSI EE SI P N P I E M M P N S P IN grama de estudos (seja pela Imodificação do pro. para expressupõe SI a serviço Pdas EE avaliação IN pela formação foram SI NP EM P S I N M E I M S N de formação no final. mais M S N P N E I PE te definidos. NP EE P P E I E E P P S finalidade N E sentido N P não Pé nemNliberadora. aosSaprendizes. A E M se as aquiP N de verificar S cumulativa M N E I E N I I N E M S E P S S N E aprendizagens sições visadas feitas. é mais formatiM do. avaliação N de referência SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N Charles SIHadji.PEE dade Mde avaliação. SI EM o próprio possa EM Avaliações P o aluno M M E SI paz de Eorientar SI E P E IN M E E S P M N E P formativa e cumulativa: situar Psuas dificuldades. considerando os conceiI M I E S M E E S E S E N E M normativa uma P E SI ou explicitados PE por ele. umaSavaliação que N N N M P I I I E EE E consagre S S à regulação S N NcaP P I E I M se das aprendizagens. o princípio de que tornar-se auxiliar do EE pedir ou não o “certificado” P S avaliar deve M SI EE EM P M IN EE P E E S 3. finalmente possível passar à ação? M PE I M E E S IN que se EE PE M NP tecnicamente. S S N N EE para que NP SI prognóstica.EM P 2. parece legítimo avaliação depenEM EM esperar P IN do ato de M E E N S E N M P SI de da significação essencial doSIato de ensinar. tam progredir. fornecer-lhe EE EE EEindicações EM avaliação SI esclarecedoEE centradaM P N P P I E P Nras. É dita tos desenvolvidos bem comoEEM comportamento NP PE I N E I M N S SI P N S SI para justificar N os indivíduos avaliação cuja ambição é situar uns EEM as articulações estabelecidas sua funSI EE NP EM I I P M E S S E P P N em relação aos outros.S SIuma avaliação NP a distância M liação”. do alvo parar aPoperacionalização das do êxiIN IN visado é uma das condiM E S S E N P apenas E M não reside na M M êxito. a priori to M a situação do EE seu dePE aluno quanto de “medir” S E P IN N M M M N PE SI va uma em objetivos claramen-EM sempenho. uma norma é um modelo de comportamento os aspectos de cada parte. SI EM A norma. NP mais corrente.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI E NP I S SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M M M M EE E P M EE E EE N E P P P I E N N referência de criteriada:Stoda avaliação N M M SI socialmenSI SI NP anunciada e executada EM Porto Alegre: I EE EE M E Artmed. A “formatividade” seu to. EM palavras valorizado por No sentido estatístico.considera N E P P E I N M P em relação N E ao alvoSIvisaPE IN compreender tan. Parece-nos certo que a percepção cordo que oprimi-lo com recriminações. EM AVALIAÇÃO DESMISTIFICADA EM M EE P N SI E NP I S 110 . Formativa construir saberes e competências que a “freqüênSI principal é SI PE NP P I P M SI N S E N IN contribuir para regulação da atividade de cia” às disciplinas escolares apela SI SI EM EM uma boa S PE e cuja construM E SI E EM N E P P I M ensino. O que M P I I M E S E S S N P EE PE SI no/aprendizagem. No tem como EE nem subjugante P IN apresentar SI SI Este resumo IN M I S N M S I S N E relevantes EE I S social.

Os processos psicossociais complexos tiplos aspectos (cognitivo. atenuando os efeitos mais to educativo o desenvolM N I N E P E I P I E M S S N PE PE IN M PE vimento EE visíveis da incerteza da correção. E I M E M E S E E P retores. desse saber. afetivo.obtidas SI S M E N E P P E I M E E P liação deste. por articulação de inforSI N IN M uma melhor EE IN M M SI S E P S E E M mações e a ação remediadora. tas revelam-se pouco eficazes: P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 111 . M PE IN M NP 2. M necessários. por parte do professor. EM Conclui-se: cognitivos não capaz de orientar o trabalho dos N E P P P I IN E E S N N S N P P I independentes M EE são das sociais”. SI “a princípio”. EM EMe os momentos SI poder “reNP forma. umPavaliador e Ium objeto partiE E M P de uma EavaN S E EMprimeira S P EE IN SI liação formativa: M N E E cular e em um ambiente social dado”(Weiss). no ato da avaliação. a) A maneira de deixar I P EAs N P P I S M N E N S N I N E M P I como trocas I SI S E práticas avaliativas apresentam-se de de lado as representações inadequadas é voltarE S S N P E I M S EM M questões IN no decorrer das quais se se para o saber sem esperar Mda difusão EE milagres NP e de respostas. da qual esperar muito. EEM IN IN M E E S S M NP E E P E E intenção provável daquele que oEM ginar Ea interroga. A partir do momento SI S N N E P I N I E M S S informa. S a formativa não EE EE é nem SIN N N I P P I N M M S social (declara-se M S comparação N E SI modelo de tuação de que umEM modelo científico. ou o medo. A N E M P SI do objetoSIN pende especificação da avaliaprios erros. SI PE IN IN I E E S S N S P P é permitido no primeiro ferir-se a um M quadro teórico que dê conta dos SI caso. N NP e vontade ParaSIisso. tabela comum) também não são muito efi. Exige.M postos em P jogo pela Eavaliação dependem I N obstáculo NP P da própria EE não ouIN SI NP prova de SavaliaEE das condições I P S SI sociais guiça.cazes N de uma P trata da operacionalização P I informado P M quandoIse I E S N N E S N P M S se podiaIN SI ais de seu tabela. o objeto variabilidade didática. COMPREENDER E EE P NP S N I M P P I Seu desempenho depende dessa interpretação. dos professores. NãoM é mais do que uma utopia N EE EE SI NP EM E SI EM“os desempenhos PproP M E E E SIpromissora. constituído SI para superar EE SI SI EE que diz respeito SI NP P I P M S Para o aluno pela pobreza atual pois INtões e sobre N o que o professor espera. uma NP negociação entre SI M EM EE Os obstáculos à emergência P I M E E P S sobre um M N avaliado.IN S M E P M dificuldades EE E E mar consciência das que IN encontra. O aluno fessores no sentido avaliativa colo. c) forSI de uma IN PE EE avaliação M P S EM N E ção. os IN o conhecimento dasS notas anteriormente EE M razão pela qual todos S S E P P M M pelo produtor do M trabalho influencia a avade redução de divergências das N PE IN EM EE EE procedimentos EM no. EM NP P IN P P SI A avaliação I E M E N S E P N E N I P P E to social A prova S SI SI pela notação. daquele queSaprende. S M E E P P M M M E E P S os próN E EE de. Dessa mações coletadas. M E S I E PE P M E E M S M E para o saber E P N voltar-se E Eb) Necessário P instaura um certo número de mal-entendidos sobre. de maneira a relacionar coerentemente o objemativa implica. provocando o aumento da EEto EE EE de avaliação. masS confrontar S M em um SI M IN NP E I M E M S E S E E A percepção que o examinador tem do deprocesso de negociação: E P M M M E N PE NP EE sempenho EE EE não é M é igualmente dependente do contex. que avaliar não SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S N é medir. I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E “uma interação. tamente operatório. social) das M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E também aprendizagens”. Os alunos têm comportamentos diferentes emPE sam SI EM remediações. O ato de formação EM E I P E S E E S S E N P P M P entre a coleta M de avaliação. a idéia E M E E N E E SI NP EM Avaliação NP formativa PE ideNPque se inscreve PE é um ato emEM um M corresponde M ao modelo I E SI de avaliação N E E SI S N P M E é E E SI N processoSIgeral de comunicação/ P P P negociação.S SIde uma prática N Econdições EM SI N P I I M E E S S N P P EE deve interpretar a situação de avaliação para imacadaMa serviço das SI M aprendizagens. Sintetizando. M P NP SI P NP E I P I Mse traduzIN será preciso N E S M N I S construir. uma EE troca. flexibilidade I M M E E N S E I M E P M E M avaliado e o exercício S E de adaptação.M formativa informa os dois principais atores do proN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E cesso. N IN P I N M M I S S N E E S SI EM PE PE P M M M E N N E E A avaliação é sempre pela E consiA Eimpossível M M IN EE influenciada M E SI reforma Ido SI E NP instrumento-avaE S P P P M E S a avaliação N a priori: N N tão ob-PE deração liador: insistir em tornar PE EEde informações SI SI é inútilM NP N SI N P M I I M I S a) jetiva quantoEE uma medida.EEM SI uma medida.oSerro IN M M EE S M E P P segundo. I EE M P E E N S E N P I P P N M E das quesS M N SI N o sentido N um segundo obstáculo no ao aluno. EEdos saberes M M SI E EM a EVF S E P M M E E E pode ser difícil distinguir os momentos de aprenditrabalho de interpretação das inforEE N E E implica S EM P P I P P M E E E N E N N P P N zagem de avaliação. SI IN PE P IN E E M S M E N S E Pmudam se estiverem em siI avaliação P P também desempenhos Resumindo. Sancionado no INmúl.SIN Assim. O professor seria S dos efeitos re. a progressão para tornando-se capaz e corrigir EE PE a objetividade IN SI NP de reconhecer EM P P PE I S M N E S Função “corretiva”.SIc) O terceiro M é a pre. O aluno poderá SI PE M M trabalho pedagógico. EE to. al de uma avaliação. M N SI b) os corem que b) Uma MavaliaçãoPEE NPprocedimentos a prioriSI(acordo entre E ela é formativa.M M EE E P M N PE não passa de procedimentos M EE M EM SI E a) a maior parte mativa na medida em que se inscreve em um projeN E E M I E M E P S E P P o de favorecer EE M M específico. N E de moderação estatística. que N P I S M N S EM N SI EE imaginar EM ção. E P M M E P E N N P M EE situação de E anonimato ou e seus M SI EM de visibilidade. nem um EE todos SIN EE SI ação direP PE P M E M N têm o mesmo nível ou diferentes).

b) o que ção melhor do que S global. SI IN EM e social M avaliação.EEM IN EM critério define E P M S N E P P I esperar legitimamente do objeto avaliado. abaixando-se. fraco) influencia a correção. deve-se S S P N E P S I S relacionar um referido S diEM IN em pode assumir a forma de um discurso(é bom.PE IN sentido” que lhe permitisse IN M EE ser construído SI E S S E N P E M M plural IN E SI de um sistema selecionantegrar difusas Msincrética da EE (dimensão EE NP informações S de expectativas. háM N E P P I E implica bem mais do que objetividade ou verdade. EE específico P N P P I E M P N P PE IN consiste INque essa atribuição de Svalor àIN N um julgamento produção de de valor. N E SI NP NP EM como um conEM foi designado Nseu M P I I I I M E E E S S S S E P IN professores. SI PE E IN S E E P S N M são aqueles que mais P E b) os professores N SI conhe. prevêem M EE IN o êxito escolar EM IN IN NP E M S E P I S S N E E S como caráter vago do objeto de E percebemos P IN cifrados fornecidos pelas SI NP provas apaEM avali. lho EE que levaEM EE ele vale.EE P M E M IN SI N P E N E S I E I E E N S S das expectativas.SIN A avaliação E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M trução de no (nível forte. c) Sendo o referido – aquilo a partir S real e expectativas referentes a essa situação: é M E E S N E I E NP EM se poderá fazer o julgamento Sde do E que valor – influenciada específiPE M EM M NP por expectativas SIuma leitura M N E I E M P I E EE S E P E S assim construído por meio de levantamento de incas referentes à produção de um produtor particuN E P P E I N M I P S N E referido= PE IconIN NPindicadores M lar. Pc) são mais conheSI aqueles que SI EM M E SI E EM vista. SI legitimidade.Sque SI a) o indicador NP EM I EE EE M E S P bastaria apanhar.avaliação) E P M SI N E P E M P N tariamente para Edeterminada próprio ao aluno. de Eum NP por meio muito ou de uma careta. alémMda “espessura” e da EE rentemente mais rigorosas e objetivas.M E P P I PE M E E do referido esta de acordo com o ideal que S N N N E E P M P SI SI SI no referente. Desse ponto de uma M E S E N N E P P M I M M E SI de cada N PEdispu.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 112 . M IN SI imediato. através deles. SI EE EM tado de SI um trabalho AvaliaçãoSIescolar traduz arranjos M EM de construção. É sempre o resulE P P M M E N N M N EEde elaboração. Ele deve dizer o valor.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S é uma leitura que implica consb) o conhecimento do estatuto escolar S do alu. M observar EE I SI Mas. S S avaN reduzido” do objeto SI um “modelo EE EE SI EM à origem EM P P liado. cem os seus alunos.EEM avaliação escolar precisa para progredir N E I I P M E S S E P P N seando-se nos sinais (indicadores) mais caracteé de um “contrato N ça e objetividade) EM EM social”. Cada o queEse impressões cotidianas e que SI PE EE traduzem uma intui. N E NP P I P M N S Mde um “sexto operação de avaliação deve a partir sesse in.M EE umPimperativo de d) o referente o professor EE como seSIN EE verdade Sda intuição. A leitura se faz graciações P “subjetivas” dos professores. que será o referente da avaliação: c) a posse de informações referentes M M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE PE socioeconômica do produtor do trabalho também IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S é um dado N N S jamais M influenciaS a correção. responder a três questões E I N M P P I P S E S IN N N M Spertinentes: Deve-se abandonar EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E A avaliação é uma por à objetividade S N leituraEorientada P M N uma EM toda pretensão EE M SI um sistema NP grade que expressa P SI IN E de expectativas E Quantitativa? EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M julgadas legítimas. Exige: daquilo na intuiçãoEE do IN E E S N E P P referente. inscreM E PE S E P M M N E M Ne. Ela a IN 3-E COMPREENDER que E M M SI científica. progressivamente. SI N E E P I M E E S P M N E P P não é uma operação tos. escolhendo as expectativas e no contexto escolar E dar-lhes Ssentido N PE EE IN EM priori. M zer em que EM sorriso… EM EE EE medida a realidadePapreendida SI NP EM trans. Nisso de negociação didática. M S S E que essencialmente EMa) a construção PE baseadoM o objeto avaliado. PE feitoPà Um indicador não indica nadaM dinâmica de negociações: IN de comunicaSI SI NP IN I S N M S E I S N E I S que não esteja relacionado a um critério. o ato de avaliação. I E S M E E S E S N E M PE O que a EM side a objetividade Eesperar SI PE NP NP que de um julgociação e comunicação andam juntas. ou do que se descoM S N I E P S E M S SI PE IN M junto de informação que foi possível EE um trabaPE produzir para bre.Mos resultados P S I N E I M S N ação tem sua origem.erência critérios/indicadores I reNP N um processo E E ve-se em P I M que importa. NP EE em uma P P E I E M E P P S é um ato N N EEluz dos critérios. E NP I M P P I M S S a considerar do. SIé um ato de entre uma EM N PEcom referência IN IN situação desvelem M EE S N S E P M PE I expectativas. na imprecisão e no conta E desse paradoxal valor prognóstico das P apre. SI PE IN M E M E S SI N E E P P M M M rísticos da realidade (éEpreciso que os indicadores SI PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M às mas A avaliação S o próprio Iobjeto). b) é a coção em um contexto social de negociação.EEM EE SI institucional. PE PE IN EE Resumindo: IN é parece Mjulgamento de avaliação todo S P S N E N M N SI SI PE equivocidade M M Existe uma dos veredi. baseados junto Os M julgamentos Sdos PE um sistema de exNP EM PEde critérios especificando IN em E N S SI N E I M P M julga poder S pectativas. ba. que constitui o referente da EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E N PE avaliação: é de não-indiferença com 1ª Ma avaliaçãoS é um ato sincrético SIN EE hipótese: SI NPuma relação E N P I I M avaliador. Avaliar S E P M IN N M M M N PE SI dizer o que EE consiste em a avaliação). EM SI dar uma nota. ou seja. PE se pode I N E E I N S SI P N I P S (mais justiI EM M S N S E gamento de avaliação. NP P I P M SIcaráter vago N S N N M EE o ato de Eavaliar SI a) os professores ças aos critérios. Como S SI EE EM dar M NP E P M I E P E E S N opacidade do M “objeto” avaliado. sobre ele. Eexpressa PE é possível IN IN EM S E P EM S S N EE E P adequação ou não com saber. em S E N I S dícios ou de (pelo termo função do que se sabe. ele é PE IN e um referente para M E S S E N M M E SI bom).

M lor.M M EE E P M N PE vista.M SI EM M IN IN M E E E S S M NP E E P Msistema. de sua situação. O se E sido M feita.IN P M os têm a possibilidade de SIescola já toma partido ao impor dados! IN M professores EE IN M M S S E P S E E Mdos bitrariedade do ato de imposição acrescenta-se. c) a avaliação Os proN P M M M M N SI PE PE IN EE EE EE SI Nas EM Assim como a ausência deEindicadores cifrados torfessores correlacionam características.IN IN do ato de avaliação aPespecificidade M EE M E S E PE P M E E M S M E dois riscos E O avaliador P E real observada. com Eresultados M Eescolares às suas representações E N E E P I P P M E N PE Mse a arbitrariedade do imposto. N N aSapropriação siste a continuidade A afir-PE lação. Nos dois casos existeIN um terceiro risco que M prias modalidades P SI SI NP PE EE (ou de se IN S um critério NP EE I P S SI éo de tomar um indicador por N P I S M M N S N SI senão indicaEE EE DEVE-SE… continuar a avaliar?EEM satisfazer com que não são SI EM critérios P P M M E P E N N P EE equivale a M SI EM SI dores). Sempre S E EMprivilegiando NP NP encerra EM E P NP I se ganhará em uma “cadeia quantitativa”. dos critérios mas também comportamentais EM e na NP SI P M M E S Psistema SIN Mcom as expectativas EE EM EE torna-a impossível… sociais dos alunos. ção.vel. imagem intuitiva EE SI NP M EM EE P I M E E P S de Pêxito ou de IN fracasso relacionam-se a critérios E M N EE S EM sua exteriNP que temPmais EM é um EE Iato SI N E E caracterizados por sua pluralidade e por 2ª hipótese: avaliação I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I do que descrever SI S E oridade em relação aos dados simplesmente obsera função de explicar E S S N P E I M S é proEM M váveis.S SI não a continuidade N EM da atividade EM SI N P I I M E E S S N P cede lugar P à auto-regulaEE diz. Ela não é exclusiva e não ganizar-se para dizer se o fato aproxima-se do vaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 113 . de suas prómais possibilita extrair M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de funcionamento intelectual. EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E E M P IN recusar-se aSIjulgar? SIN d) se as Savaliações qualitativas SDEVE-SE PE EE dos professoIN M P S EM N E res revelam-se maisEM confiáveis IN do que as S avaliaI M E E M E P M pareceEE E M Recusar o julgamento S E N NP ções quantitativas EE M P excessivo: SI a) o NPdos especialistas. do N M E E P P I M M M E E P S N N E EE escolar. A regulação externa fras. Isso IN não dominantes. Com avaliação formadora. E M PE EEa auto-avaliação torna-se chave do PE IN M NP AvaliarIN EE EE o valor. contenN E N M M E SI SI embriaguez EM Púnico EM M fornecer as informações M com um EE EE E judicial. o Iesquecimento SI mente escolares. em IN e coerência: NP E I M E M S E S E E pectativa que só se legitima na medida em que ocorE P M M M E N PE M NP um aspecto EE EE EE do real M Concluiremos: re sobre SIque pode ser EM NP “lido” atraP IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P vés de um valor. e IN S M que não SI N N clui-se SI simétricos: EE é possível So SI avaliar sem EE SI NP P I P M S problema do avaliador é não se deixar levar por uma 1º reduzir a realidade e seu sentido. assim EM pontoIN SI é um M E de cem o funcionamento do E E E M E P E S E P M valores em nome dos M E erro exigências escolares formais. M SI úteis…M EM IN PE se sabe Mde correlação. Desse EE Msistema escolar. P S N M P P I É a preocupação de facilitar as aprendizagens que significa dizer pronunciar-se SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N sobre um S M nome de uma ex. A M À ar. Avaliar I M a auto-reguM I E M E E S S E N E S E P P P M E E criSI dessa cadeia”. M feitas. 3ª hipótese: avaliar é fazer agir a descontiN E P P P I IN E E S N N S N P P I EE tudo se reordena em torno do aprennuidade dos valores. Medir consiste produzir um “desS N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M a) o interesse da avaliação formadora é inegáque se apreende e E realidade E E critivo organizado” da M con. EE é um ato E S E E P a que objetivo e a que valor elas remetem. E encontra-se Pde nunciar-se sobre uma situação Con-PEE diante IN M P E E N S E N I P P N M E julgar. Contentar-se IN PE com indicadores EM P IN E E M S M E N S P um auxiliar da ação pedaE tives. e) EM N E I P I E S E E S S E N P P ajustar os ção.So NP nas Pefeito. na medida que todo diversas avaliações formais. ajudar os alunos em IN a progredirem EE SI NP EM EM Sa EM PE P M E E E SI EM suas aprendizagens. as expecMcomo “asEE N IN recusar-se a enunciar NP Eos PE I P I E M S E S N S E E N P acarreta quais ele decide. Ee tando-se indicador.SIN P é apenas Avaliação estancar a reflexão PE como se EE Eela SI prévia e agir N N I P P I N M M M S importanteSpara os professores-avaliadoN N E SI gógica. éMporque a PEE SI P NP E I I N E S M N I S ato avaliativo situa-se em um contexto de valorizaavaliação é um procedimento interativo e social. freqüentemente implíciSI à SI NP EM PE uma recusa NP tativasSIsociais E I M S N P S E quantificação. não soS N P P I P M I S N N S N EEa avaliação SI incerta. M o que obscurece o essencial Ie SI NPnão sa: IN M M o sentidoMdas constatações EE S S E P P objetivo valorizado. EE SI EE SI P PE P M E M N E res é ensinar.diluir esse saber Sem um número I E E S S N S P conhecimento das expectativas legítimas. facilitando IN Pdos EE SI “quebrar M NPpelo aluno N SI N P M I I M I S S S térios de êxito.lhe dá sentido SI M aumento de valor. do de indicadores. para o avaliador. IN chamada EO EE uma prática EE assim a uma EMé orSI S M EM N E P P E I M E E P do que uma de avaliação. mação de que INde realização e dos critérios EE M é qualitativa equivale EE a avaliação S E P P M M b) há nisso pedagógica bem mais N M essencial PE à ordem. das ci. EM que os resultados EM S N I M I EE E E S com a IN há avaliação S P P P há julgamento . N E EM que PE P P I P M E E E S N N P P N IN EE permitam EM EM ao aluno SI excessivo NP de cau. b) obtidos INque explica IN conteúdo S EE SI alunos.SI Pconhecimento IN julgar com IN 2º . N M E objetivo implica valorização da ação. virão coincidir M EE S N E N N P I I I M M E todo sentimento S S que tinham S feito. As cifras podem ser quando tas”.

INnão se deiuma maior no que tange se tomava decisões (transparência). de despender temM E PE S E P M M N E M a con. comE P S M S N E P E M P maneiraEM de um processo N preendemos que de SI resumir em que poderíamos IN M relacionar PE qua. EE tem o dever SI Erelação EM compreendemos (em às S suas com que M se pro.SIN EEos alunos.ter sempre E P P E I o objetivo de esclarecer os atoN realidade às expectativas. I S N M E I S N E I S seja medir.SI EM de jamais NP e em coerência EE P P E I E M E P P S Ainda que N N E PE o ensinou). Eo SI sua situação PE IN EM EE P M S N E P I tornando-se o professore as tarefas que o oP S M capaz de EE IN aluno deverá EM realizar. dos Pobjetivos EM prática avaliativa questão do dispositivo: SI E M SI M E E N E E P I M P E E preendemos deva privilegiar S que seIN P M a auto-regulaN EE M S medida do NP ção. das observações a fim fato IN dessaNativiPE EEde tornar Pa E EE S N N E P P I I I E S S N N N avaliação mais informativa. P de maneira IN nhecimentos: avaliação oral ou escrita? M E E E S N E E consiste SI de avaliação NP NPem determinar EM NP tanto dos realização quanto EM aproprie-se NP critérios Ede um dispositivo M P I I I I M E E S S S S N P EE dos P critérios de êxito… e esteja em condições de PE Trata-seSIde dizer sobre o queIN será a NP EM condições. a cial”. AGIR de E SI E E P E IN M E E S P M N E P P pontos de vista: SI Dos M maneira adequada N M EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S S IN N EE N M SA da . a análise das tarefas é um M M E M N E N E E P M M SI é a totalidade SI importante. va. Ea M práticas estereotipadas. o suporE remediações IN que será levado em SI NP P S I N M E I M S N E dos. e que não haja. EE EE SI N E P P P I PE M M EE E para tornar a avaliação mais S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M formativa S S N N EE NP SI desencadeando SI EM M P M M E SI 4. buscar evidente.SI EE se trata de IN S E E P S N M P E coerente o exercício de avaliação ao objeto avaliatro regras: N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 114 . ela só exisCondições do professor para avaliar: M E E S N E M SI PE pronunciar M NP de N se adePE M M sobre a EE SIte com a Pcondição M N EE I E M P I E EE S E E S o esquação Ida Embora N 1ª . S N P N E I P I N autonomia. organizar de modo pertinente da deontologia do trabalho do avaliador . M E E N N M P EE SI A escolha SIda avaliação 3. SINP em primeira P trumentos. quando ocorrerá. P N afasta do referente. IN IN fundamentar as concedido. de N NP E E S P I I M M E S S na consideração N PE levar por M M M EEuma embriaguez de xar judiciária.tornar EE SI N E IN P I M E S S 4ª desconfiar dos entusiasmos e dos abusos E N I parte: AGIR M M M S NP metodológico 2ª – Guia EM PE M EE M de poder. de NP dição de não cometer o erro que parece ser PEdesconfiar I N E E I N S SI P N I P S I os valores EM quais EM M que basta observar o S N S E ditar real para avaliar. com o que julgava poder I E S M E E S E S N E M E consiste PEem acre. S práticaEM M SI EE ou fala) etc. sua criatividade que M mitar M EE e sua imaginação. entreatividade de avaliação.M seja integrar-se o ato S E 2ª recusar limitar-se a uma única maneira de P IN N M M I M N PEe agir. pelaEM designação do M EE IN sub. E e identificar E avaliação P I M é possível. M P E PE IN IN intenção formati. SI N NP EEmbora E P I P I M EE E E S S N E P N P P I M a avaliação. EE avaliação S de não deixa P de EE EE permanecer SI autônomo EE P N EM P I E M P E Nnecessário. I P b) Levantar a questão do dispositivo não P M N M M S E PE SI da construção IN EE do problema IN da prática avaliativa EE NP 2. E N I S avaliação com S N I E P res do processo de aprendizagem. o EM em atividade. N S I E S M M E S N PE do ensino. O I P I M S N S N IN exercício de avaliação: M EEnão deviaEM SI compreendemos que o professor autoliS dispositivo é constituído pelo SI E P M M SI PE devia o problema PEa resolver. desvincular. do Psocial.PEE SI e pela explicitação provas. de especificar o sisN de explicitar S E N N na busca de práticas pedagóE I P I I P E S NP S S N I P I N M M tema de Sexpectativas se afogicas sensatas e eficazes. na P SI escolar EEM a) para INo profissional EE possível. M E N S SI N E I P M de causa.po para refletir I esNP N senão qualitativa. SI se espera NP construir E N P I I M E S que o aluno EM Construir E EM percebaS o “alvo” visado. Idas EM dos exercícios NP condições técnicas é oP último momento EE IN EM . o tema daEE IN M etc. EMtempo que lhe será EEM julgar com S conhecimento avaliação. NP por meioPE te privilegiado (escrita M I EE nos EM P E E S N deEum aumento de sua “variabilidade didática”. PE SI os dispositivos SI 3ª .S S para umaM NP M sencial. EMo campoM PE PE mas não tanto. meter que e desenvolver M Interroga-se como apreciar os co. c) no que diz respeito à S I N e os critérios.EM perar dos Edo SI Pque NPalunos. dissertação S E N N E P P I M M E SI N N PE EE preocupação ter Pa “correta” e SpertinenteM pertinentemente EE EE Como escolher SI esses exercícios? SI de falar N NP P I P M EE N S N E N I M P mente. S E M S SI PE IN M EE PE em processo pedagógico. E M E S poderia por um termo do. Eobjetividade. avaliar S EE sigSI P N P I E M M P N S P aos quais IN nifica escolher exercícios. diversificar sua pedagógica.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E os exercícios. deva S N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I imperativamente tornar-se informativa. com1. E P P M M E N N M E IN intenções. em última hipótese. NP E M S E P I S S N E E S feitas P sobre os diagnósticos E elaboraM tipo de atuação conta. fixando as regras do jogo. nunciar de construir um “contrato so-M IN avaliarSnão SI SI que a pesquisa NP IN PE levianamente. de não S EE EE SIobserváveis. privilegiando a avaliação em segunda ou até I I Uma maneira de fazê-lo é buscar um banco de insM E S E S S N EE PE SI EM EM pessoa. de enunciar em nome dos N E I P E S SI EM PE M M ao referido. saber como o processo de S avaliaM dade. É preciso M SI SI SI NP EM I EE ção escolar pode se EE M E S P 4.. EEdados quantificáveis. M necessário S N S SI em sua M P N transparentes. dasPE S S modalidades . EM EM P P gar em um mar de ampliando. sobretudo com intenção formativa.

multidimensionalidade. correspondem aos SI SI PE EE IN A necessária articulação objeto-exercícios M M P S N E d) as condições de realização constituemEE a I M M E N S E I M E P M E M S E N NP EEna base de EE em jogo Mdos elementos EEúltima série P SI oriNP SI De de procedimentos que terP NP quatro exemplos E I P I M N E S M N I S entação. Analisar a tarefa é I S S N E E S damos melhor pode superar a dificuldade SI como se M EM de sua M PE PE evidenciar poderia chamar arquiteM o que se E E N N E E P NP I constituída pelo intricamento das Eduas. SI NP EM conteúM perspectiva didática (dos IN M EM em uma ferente. distanciamento e de confronto. E E S S M NP E E P E M M EE PE IN dos M NP do ensino EE EE a avaliar). NP M pelo sujeito. P NP aos objetos S N I M P P I 5. S os instrumentos de N S P IN M co. determinação de espaços de PE EE EE SI N S N I P P I N trocas.tes IN EE constitutivas. I M M I E M E E S N E S E P P torno de S tura. trabalho individual ouEgrupo EM etc. enfim. N P M M M E os P espaços de N SI PE invarian. Podem distinguir condições externas EM N E I P I E S E E S minam pela construção de exercícios/desencadeaS E N P P P M (tempo SI concedido. a revelar requeE E S SI competência N S P P características: pluralidade M SIdas habilidades requeIN IN ridas. Por que podem ser após a avaliação. NP isso. definidas I veis. operacionalização N EE EE SI de uma NP EM EM referentes aosMalunos. eventualmente.EEM Malmejados. M E EM E E E cada vez mais pertinentes e rumo a tarefas Ncapacidades. podemos M S E P S E E M e internas (conhecimentos mobilizados E M IN etc. que representam as ações ou opeM N I N E P E respondidas da avaliação. AGIR observando/interpretando SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N de maneira pertinente S M SI Mtarefa. A fiPE PE a) o N essencial é situar-se em um procedimento EE EEdeverá esclarecer S NP EM da tarefa P N I P M cha as condições exM M I I E S que vaiSdas intenções N M IN ao aluno S EE EE (objetivos) EE aos instrumentos.Nem quatro dimensões fundamentais: P M E E SI N N PE EE SI SI a) o alvoM NP NP SI N ou objetivo da tarefa corresponde ao P M I I I S S S o desem. S SI leta de dados. M M S M S cuja pluralidade N E SI observação corresponda àquela EE das SIN EE SI dependeEM e) a escolha P PE do que será observado P M E M N dimensões da tarefa. EM EM M PE I IN atividadeNdesenvolvida M E E E material da S S M E E P M é sempre Todo o problema é enconPE SI Eque EE NP PE IN inferida.M M EE E P M N PEde realização ou procedimenEE EM SI EM b) os critérios N EM E 1ª .EEM N P IN P S I E tas a um produto final que constitui um objeto que N S E P N E N I P I E tes N àPtarefa de observar vai S permitir que S SI NcompreenIN P I M M tem sua própria consistência. SI E E P M M E P E mais fecunda se executada nação N N solitário. eEperder seu sentido naPEE IN M P E N S E N I P seguido no plano pedagógico. decisões P I N I E M S S N SI a M M SI como “regras” EE cífica. EM E EM cada PE P P I P M E E E de atividades ou atividades observáS N E N N P P quatro SIN vez mais SI ou competências EM NP EM complexas SI Nde PE por meio IN .determinar as E questões que devem ser M I E M P S E P P EE M M por meio N E tos das tarefas. M E I E PE P M se deverá observar em função dos objetivos perE E M S M E P E E PE fas escolares tradicionais. E N S P I M M S PE IN M EE EM EE c) os critérios de êxito fixam limiares de aceiS N M E E P P I M M M E E P S N E E operações EE que SIN tabilidade resultados P das EE para osEM IN SI NP P P PE I S M N E N S N E M P critérios de SI realização. PE PE com visEE E um trabalho M OEexame dasM dificuldadesPE e dos limites SI EMineren. EE concretos EE 3ª . EE P I M E E P S N fazer E M P M N PE tal análise!). NP E P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 115 .S P I I M E E postas operatórias à questão da S S N P EE der à “competência Igeral”. Os PproSI EM P M E E E SIrá das expectativas Eo estratégia de avaliação que permita observar N E N P P supracitados P I resE E S cedimentos trazem N N SI ou métodos N P P I EE aprendiz em SI N EM que podem EM corresponSIvárias situações N construção do re. Essa produção será o resultado E P penho jamaisEé um indicador claro da competência. as M EE NP levar a Saceitar. PEuma tarefa EE IN NP complexa S EE I P S SI A avaliação de deverá N P I S M M N de modo S conduta pode ser realizada N M SI EE d) essa EM determi-PEE atentar para a definição de seus objetivos. SI b) nessa conduta. IN observação. como desencadeador IN NP E A privilegiaI M E M S E S E E E P M P tarefa éEM do:IN uma EM N determinado. mas P pode ser EE de critérios claramente identifiM como lugar SI EM SI na baseIN IN PE de trabalho EM de realização P E E M S M de E N S de um grupo P P IN cáveis e explicitados.) SIN IN M IN M reter que: dores. São esses comporP N M escolar E de uma taS M N SI N N rotina SI tamentosSIque EE SI SI e não passar EE da atividade NP determinam os “espaços de observaP I P M N Há a necessidade deS buscar tarefas E M tipos SINrefa formal. P I M duo.EEM A IN tensão observável/inobservável: M EE S produto almejado.escolher. SI quer sejamPE designados como grandes EM EM ção”. Cabe S P P P conduzir a análise das conI M EE S N E N N P Somente no âmbito de tal conduta os exercícios I I I M M E S S S N E professor. SI NPternas. IN SI NP exercícios de avaliação ao S objeto avaliado.estabelecer SI N E conjunto de atos S N P P I P M I E 4ª . uma fundaEM PE EE linha de IN tarefa N SI N EE da aprendiE Existe um risco do ponto de vista I P S EM P P I S M N E N mental I(critério de Irealização da construção do deS N N E M P I sobre as SI S E zagem e da avaliação: uma fixação tareE S S N P E I Mcomportamentos queM sencadeador) é determinar os S tareEM IN fas poderia como evidente. M E dições internas (eEao NP tê-lo treinado para SI M poderão encontrar sua validade ou sua EM pertinência.). M M EE S S M E P P ridas. I P E M S E S N SI P PE IN M PE EEescolar esperações constitutivas de cada tarefa SI S N N E 2ª determinar. são designados Etomadas E I P M E M E S E E P respeitar. procedimentos fixos e característicos. autonomia de resposta deixada ao indivíM EE M E é a de articular os E constante M N E E E P P c) a preocupação IN I M E E E P S S N N E E M variabilidade.

resposta pouM E E S N suas M EE SI do que PE ausência M NP exata. Por ouM S N I E P S M S SI EEpoder determinar tipos PE IN de trocas e de M ck. N E P P E I N M Pnotas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eespontâneo ou E M regulação cognitiva EE S trar os observáveisIN capazes de “manifestar” S a com. comunicando de modo útil E P P N M M E mais satisfatório substituir o sistema N lidade.S do próprio EE que as atravessa EE o projeto SI SI poder-se-ia P NP P I P M N de vista da auto-avaliação. avaliar EM é. 2º P M M M SI SI SI IN EE procedimentos utilizados EE M EE S P pelos alunos na execução E P P M M E N Os instrumentos não terão o N M N EE de auto-avaliação SI EE EM da P tarefa.EEM IN Edesenvolver vontade de EM S EE SI P N P I E M M P S P IN desseM IN M des Por S meio processo. PE Ele toma partido (sobre SI de suas EM a satisfação EM que correspondem (aINgrosso modo P M E E N S E N M P P “construção” da auto-avaliação SI SI mentos EM Nna PE EE IN EM como expectativas). conforme esquema: SI leva ao princípio IN ética da fala avaliativa EM M SI PE EE IN S E E P S N M ser assim resumido: Sassumir de ação que pode o P E I N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 116 . reposta E questões sobre o sentido e o alcance co inexata.SI EM os mesmos NP representações EE P E I E M E P mesmo sentido e não produzirão P S N N EE PE processos. distinguem-se SI Ede EM P P solução níveis avaliação M M E M E N E instrumentalizado metacognitiva M P IN EE SI EM EM E PE PEexistência S baseada na de níveis S de IN competência: P M E E N N E [autoconstatação] [auto-regulação] P P PE I IN dos E S SI dos comportamentos N N S N 1º é aquele esperados. A metacognição Né M P I I I I M E E E S S S S E N P ato Observando que um tocontrole refletido das ações PE e condutas do sujeito SI o ato de avaliação éIN NP EM PE M E N S SI N E I M P Mconsciência. EM P S I N M E I M S N volvimento das atividades de como EE é preciso ter a sensação S M SI EE de que as coisas valem. O P tro. de posicionamento.ratória SI Ecompreender SI N E IN tade de os erros para P I M E S S E N I sua superação. exata. EE ponto de INvista. IN N S E I E P S P M M E S N Comunicação. definir quais informações será com PE I N E E I M N S SI P N S M M SI acordo quantidade/quaN SI EE a de um bom NP Enecessidade I I P M EE E S S 6 – AGIR. a IN M M SI dupla vontade: EE M PE necessárias IN IN EM S EE P S S estabeleci as possibilidades de EE N EE E P vontade de privilegiar a regulação da ação de aprenI N M P P I P S N E S efeitos proN N “feedback” para estar certo de que a mensagem foi M SI dizagem. SI NP Para avaliar. senão a expressão de uma 1ª. S ou au. Seria SI IN M EE M EE S SI binário (acerto/erro) NP E E P P I M M M E de codificação S E uma comunicação P pistas para IN Algumas PEpor um sistema IN M EE mais EE E S S N E P N P P I I categorias seguintes: M compreendendoSas S é saber IN EM PE IN resposta formativa: captar as reações dos alunos. em dos EM PE relação à Econstatação SI E M SI M E N E E P I M P E compreendida? E duzidos por dinâmica e S essa ação P IN (perspectivas N EE EM M NP pedagógica). Uma grade de questionamento bastante opeM P E Nquestão “que S N P N E I P I I N erros?”. EE SI NPdistancia M E P I I M E S S N EM E construir a ética avaliacional”? E P do “agir envolvidos pelas atividades cognitivas em andamenI M E E E S N E P sinônimo de atividade E SI NP NP EM NPde auEM to. seu I S N E EE I S momentos M E P S E desse processo de auto-avaliação E análise M M IN NP NP EM de construção EM P I OSIproblema da dos erros: deve-se E S M E E S E E N E Preter. P visado exatamente o IN ato da mente humana. um 3º e dos SInível é o das M efei. no sentido S tomada de que Implica uma SI aprende. EM SI PE pertinente NP NP EM como habilidade. PE EE de: tomada de posi. M Iauto-avaliação M E E S P é plenamente acessível ao aluno receptor? N E P P de. SIN M resposta parcialmente EE S N S E P M PE I exata. 2ª. Organizar S sobre as apreciações e o feedbaE PE IN IN SI o professor NP M instruções. S S zagens. Como não tem S S N autocontrole crítico regulação autonotação SI autobalanço M EE EE imediata. o essencial é S E P M IN N M M sobre as “avaliações” do profesM N erros?” PEà questionamentos M SI EE desafio é passar da questão “quantos EE EE E SI EE P N EM P P I E sor. IN SI lugar nos SI NPdiferentes IN M Pconforme I S N M S tos.como SIN PE conteúdos sujeito toma em relação Naos M deontologia. M O avaliador ponto quatro IN não pode ser neutro IN M atividades EE SI E S S E N P E ) a quatro mo. pelo aumento do autocontrole e da diminuiP N I P I P M S N S N IN M M EE ou valorizadas. de resposta? P I M E M E N S N seus de explicação Pdito pelo avaliador. A S P SI ativida.PEE sentido.EEM IN EM EE P M S N E P I ção oP pelo sujeito. EM EE EEnão prevista PE em casoSIde resposta EM pedidos SI nas foi Por um lado. ética . a expectativas ção da regulação externa do professor.EM P E E S uma relação não N forma de umaMmelhoria da regulação das aprendiP P M I E N M S PE SI pois capaz IN EE IN EE EE NP rente com o mundo.EEM -o código SI ção: o primado SI E EM PE não é. de corresponder. SI de instruir) N N PE dá M eNlhes EEm distinguir. As situações SI não.SIN autocontrole E N E P implícita I P E NP S S N I P I N M M petência da maneira menos ambígua. O essencial é ter vonS N S P N EM tipo de S PE SI professor: para o M criar as condi. de seu próprio Por meio S sobre. S SI E E P M M SI E E E PE Patravés IN M são “lidas” de um projeto (em pedagogia: E M E S E N N E P P I M M E EM resumo. talvez IN IN NP E M S E P I S S N E E mais primitivo S é desenE da auto-avaliação. E N I S “saberá interpretar”. P ato de avaliação implica M I EE indife.O NP EM tipo cognitivo. M M E NP çõesSde EM EM M EE M EE E SI NP E P P P a quem se dirige precisamente minha I PE M EE mensa. institucionalizando momentos EE de erro. apreciação) S E P da N na verda. E P S M SI N E P E M P Uma N “habilidade”.sente. Desse M funcionamento. o EE EEde metacognição.EM E S N N N E P M P I I I E E Sexplicita? IN S S Ela é suficientemente N gem? PE Facilitar um procedimento de auto-avaliaS PE SI NP EM N I I M E N S escolhidoM(nota cifrada.

NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI N S P PAlgumas referências M SI para uma . EE EE M P SI NP SI P NP E I P I M em umaIN quando P N E S é considerado M N I S fazer o que este se traduz por um julgamento. E por SI explicitada pela avaliação.SIN tocontrole.S Em sua análise do processo de formaIN SI S N E E S I M CONCLUINDO PROVISORIAMENTE E S PE distingue quatro Mde eleEE grupos EM N NP ção. pedagógico” e S à P M I I M I M S S S IN EE M a atividade de controle. finalmente. E P M M M P N pedagógico: PE PE a remeM EE EE EE como ato INRemediação. que dizem projeto. mas IN M EEque esca.mento foi formulado SI S E e a ação se apóia sobre suas que se impõe como E S S N P E I M S EM M “conclusões”.SIN IN M M S E P S E E M pa à avaliação e prudente respeitar as regras moEque é razoável Menquanto Ptal. S SI N EM AindaEEque SI N P I I M E tipo educativo). nal determinado. E P P M M E Não é medir uma siN N e de avaliação. O esque. NP tológicaA Avaliação situa-se feedback a ciência dos deveres. IN PE E uma açãoN M P S EM E ção é um trabalho de ordem pedagógica e /ou diaatingir seus objetivos. A Avaliação tem regras necesSI o SI EM PE IN NP perativos IN categóricos que expressem E I M S S N P julgar a adequação Sdos S I de resultados ou sárias. NP PE se ele Pcontribuir EE EE SI de avaliador N S I P exercer seu poder I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EMque o avaliado para assuma o poder sobre si mesP PE P M E M N como E É preciso pensar seu trabalho de ensino P (o desenvolvimento N EE SI mo de um sujeito autônomo N EM EM SI apoio a partir EM PE e atividade P M E E E SI EM de estruturação e de da ação N E N P P P I de E E senhor de “absoluto” de um trabalho S N N SI si é o fim N P P I aprendizagem M o problema EE de do aluno. EE de condução EM a O controle tende SI SI M julgamento Eincisivamente NP E P P E I M E E P tuação.M M EE E P M E N P M e de evolução EE M dando um verdadeiro EM SI à ma. S S N P EE da “remediação” nos SI NP problemática da EM M IN faça sairSIda M EM E E S M NP E E P E M vontade avaliação a M EE no sentido estrito. ao planejaP M E E SI N N O que avaliar? PE INregulação. por referên. P Pode então haver: po de atividade. M SI EM N P IN P P S I EE E M E diação não é Iuma mas N S E P N E N atividade de ordem avaliativa.maPé: E feedback M ser proscritos. que valham que EE objetivo N M universalmente. Princípios de E or. É uma Deve-se legítimo EM E I E S E E S S E N P P quê? Por. I P P S N SI PE IN M M pedagógica. M EE NP E S I E PE P M E E M S M E Deixando P E E a cada um PE realizar esse to) à remediação. N .para EE S apoiandoNP rais que Iformam EM julgar. IN O esquema é: (feedback à julgamencia M a um fim absoluto. ouPao revela EE auto-regulação). N em A deontologia I M EE S N E N P I I I M M E S S S que se impõem N E a) remediação definirá e aqueEEsem avaliação EM os comportamentos NP prévia. N E E I E M E P E S E P E a busca de da coerência entre de formacomunicação.atividade M P M comunidade de ação determinada. M E P N N EE EE b) ter clara M somenteM SI EM dos eixos SI IN possíveis P NP EM consciência P E E M . EE é. SI SI ao “processo NP NP N mento. quaisquer EM I P efeitos S M EE E E EM P aos objetivos. PE SI SI M IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 117 . EElética. Remediar N P N I P M é ajustar a ação.M E das pessoas. deve SI a adaptaSI externa).“remédio” de ordem deontológica: N recusar-se S N SI EE EE EM mediação. S P PE dado momento.“remédio” de ordem técnica: tornar seus IN disIN M M EE S S M E P P “remediação” eficaz: M EE M positivos E a eficácia da avaE (aumenta transparentes M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P I M N liação). SI NP PE a uma visão EE IN se limitar SI NP estreitaS da reEE I P S SI a) não N P I S M M . consenso em um determinado M M I E S N E S S M IN EE EE SI NPse no feedback. M nem observar EM EE um objeto. EE ele identifica S Deste último. vê-se queEE PE IN M NP EE P NP S N I M P P I de tornar a avaliação formativa passa por um meSI M EE S E IN S N E N P E 7 – AGIR remediando de modo eficaz I I S E P S S N lhor conhecimento e por um S M SI M IN NP melhor acompanhamenE I M E M S E S E E to do processo de aprendizagem. SI SI gunta: “E o encaminhamento (ajuste Sou por quê?” Princípios surgirão então: EM 1º de NP P I M M E S P M ética. Marcel EM Lesne E P NP I I M M I E M E E S respeito ao S E N E S E P P mentos. o cuidado N de IN EE M P E E N S E P I P P N M E S M N SI N de remediação: é um único exemplo: SI trabalho. E.A máxima IN deve-se N SI dem ética N EE E b) remediação após avaliação.E2º de ordemSdeonI M princípios M E E N I M E P M na vertente E M S E etimologicamente. nos Sdois casos. Sdaremos IN EE não seguida SI o SI EE c) avaliação NP P I P M S cumulativa.“remédio” de ordem ética: aceitar S E N SI P IN de ação. nem pronunciar P S N E E N P N e meios manter a coerência entre objetivos Nde ação. sejam as circunstâncias. Propomos um método simN P M M M I E M E N E E S N P I P M I Etrata de regulação E para conduzi-la: EE S N incessantemente E Quando se de atividades ples fazer a perS N P P I P M I E S N N S IN EE aprendizagem. P M Nles que devem SI EM PE o EE. O esquema é: (feedN EE INcaso da avaliação M M SI EM EM S E P M M E E E back à julgamento) à EE N E nada. A condução visa risco de falar verdadeiramente.SI M EM E P I M E E P S N à remediação. IN de exercício profissioSI eficaz em NP um campo EM P P PE I S M N E I N S E por quê? Porque E N E M P lação Porém. SI EM P E P M a avaliar em um contexto de relação de forças.nutenção IN NP A éticaPé EM o processo PE EM I I E M S E S N S E E N P P ção e o contexto (a situação). 3º. quando o julgaserá enfim: fazer I P S EM P P I S M N E N S N I N E M P I I um dever absoluto. Mconteúdo Eà N im.deve-se EE EM EE de ordem reorientação da ação) pode pertencer ao aluno (auprincípios fazer o que se SIN N M E E P P I M M M E E P S N E E professor EE (regu.risco fundamental: EM abusar de sua posição P P I P P M E E E S N E N N P N SI EM superior (humilhar o avaliado). E Avaliar Ié N informar-se PE EEcam.

S EE PE SI apetite de EM P M M N E M I NP N E E realidade.urgência é trabalhar para emergência de uma étitória. A coragem S N N N E E P P EM SI SI SI PE falar. no eixo de uma vas. O julgamento do ator-avaM E E S N M sua essência). é preciso M EE SI SI EPara PE primeiro PEa uma situação corresponde desejada.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eem avaliação. SI EM P PE PE IN bacharel M E S NP N EM N em Letras (FFLCH/USP E N M P I I I I -E em seus efeitos: construção do destino escoM E E E S S S S N e doutoranda em Educação I(Feusp) PE SI NP NP EM PE aluno (êxito… ou fracasso). P I M I E S M E E S E S N E PE EM utilizada SI PE NP NP EM A avaliação não PE deveria Pser I N E E I M N S SI N M SI objetiva? S N SI EE com precaução? avaliação ser NP EM Pode a M I I P EE E S S E P P N M M N SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E A avaliação pode revelar-se exA avaliação escolar efetua-se S E E P IN Certamente. O E N I S ca do agir avaliacional. por exemplo). como diSI EE PE IN elemento SI SI negociação N EE EM P S N M E P I SI dática. Ea SI con. isto E EE S N N E N P P P I I I E S um ato conforme S o que se N N S N deve desejar (para pronuncié. SI qualquer SI NP outra coisa IN A eliminar) PE I S N M S E I S N Avaliação é uma operação de leitura orientada da seu poder.SIprogredindo de uma M M EE para umaSIN frer. É pronunciar-se. lar N do M E N S SI E I M P M M S SI .IN Qual é. so. meter. I N M P P I S N E S N N M SI este é o trato social”. A PE fatores M M alteradoNpor NP E ção em e/ou liador é então sociais. a utilidade isto é. ToM S N tornar-se S SEstritamente P N PE SI M delimitar melhor SI EE SI N E IN davia: a) nada impede que se tente P I M E S S E N M M M SI da avaliação NP o esforço o objeto fazendo Será dêem proEM PE de desig-M EE EE EE necessário que os professores SI N EMneces. N E P S I N M E I M S N E P S M M . P daquilo que existe). E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E E P SI EM EM PE PE IN M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 118 . M N EE M SI NP EM P SI IN EE E A avaliação é importante? EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI Sim INP E N P I M M E M S S N E E E P Resumo elaborado por E Eliane Aguiar. o que equivale a construí-lo. S S N SI M EE EE sobre a medida na SI E EM P P ou seja.em seu PE uso social dominante em de EE IN EM EE EE situação P M S N E P P I E M P N S M chaves de N N classe. de coragem. E M EE S de valor. desafio àqueles que desejam torEM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E nar a avaliação S N P formativa. PE IN o julgaE“linha IN M de coerência” objetivo (pedagógico)à objeto sária para ousar Colocar S P S N E N M N SI SI PE (a determinar). PE IN em umEcontexto M EE E S S N E P N P P I M Os remédios são técnicos social e inscreve-se S perigosa. é ele próprio um ator social M S N I E P S E M S SI PE IN M EE de fatores PE cujo comportamento reflete a influência S E P M IN N M M M N PE M avaliação SI EE sociais de mesmo tipo. suas sua percepção do N E P P E I N M P S E PE IN IN SI objeto avaliado NP M texto. sim. qual uma situação real M M E M N E N E P M M avaliar bem. S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M da pesquisa? bre a maneira como expectativas são realizadas. a serviço M IN IN EM EE ele próprio P S S NP e não mais EE sub. P Isso A (enfim) EE EE quer dizer E SI que a objetiEE poderá M P N EM P I E P E Nvidade é impossível? S N P N E I P I I N formativa? falando. deontológicos EE SI éticos. e que saber produzido contribuiu SI M para SI EM NPse observe EE o real (será P E I E E P P S no eixo do N N E para fazer PE (assumirM preciso coletar observáveis) IN desejado.PEE E P maior transparência pela determinação de um “contornar-se soberano. e “julgar”. IN Isso implica P M EEavaliar. SI em um processo geral EM PE IN de co. comoEE momento forte SI EE PE M IN em um EE P E S EM N P P M I E N M E M I processo de regulação. tomar partido.objetivamente.M E P P P I PE M E E ná-lo. desse ponto de vissência.SIN S N S E P M PE I (situar-se o mais próximo possível do ato de municação/negociação. sua hisP I M E E S N M P EM EE SI EE PErepresentações. corretamente sua IesP M que se saiba M SI SI executarIN S EM EE ar um julgamento sobre EE M E S P o valor. ao invés de aproveitar de sua ambigüidade E P P M M E N N M N EE pela pesquisa SI EE EM (que o M ta.tremamente IN M EEavalia. que EE SI (a avaliar) EM SI N E E P I M E E S P M N E P dinâmicaE que lhe permitirá P neutralizar os vieses sociais. M o aluno começa por soM à observáveis b)se tente Emento de avaliação. antes de tido.

cações.. sem escuta em meio de poder.melhores I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M salários. EE renúncia.SIN P de uma escola: PE EE Edos SI N N I P P I N M M S cadores. com tudo. S N I M P P I SI M N E S E S N N SI EE aprendizagens. M S E professor” como o fizeram as nações que obtive. próprias de Exige processo refleE S E E E P M M M E N PE o que está fazendo. disciplina. Educação em respeito aos estudantes M E E P S E M P IN M N PE valerão. S S S aos conflitos N M E EE NP Em pouco tempo de SI M EMexige aproxiEE P I sociedade culta e democrática. Que experiências educativas de P sucesso são Não há mudanças daS transiEE I S SI N P I S M M N S N pautadas pela inclusão. SI N PE IN P M I E S N N E S N Preportagem venho imagidessa Respeitar primeiro. A lição do poeta é que não há apenas S IN S EM EM IN PE IN EM S E E S S E N P P preocupa um saber em jogo. compreender EE EE M SI jornal EL IPais. Eo E E permanecem É urgente ordos. mas múltiplos saberes(cada um P M SI em valorizar. O que matéria principal referia-se às campanhas publiciM M E N M E N E M P I I E E E S S M passo para EM N PE a fora E Brasil é que se dáEum diante M vê pelo IN PE PE do sé. 2008 ção da imagem do professor e à decorrente E S EM deser. em qualificar a E“profissãoEM IN IN M IN M como Spode). mas mudado”! N EE SI nos conformamos EM de “ser EM SIninguém gosta N P I I M E E S S N P formação contide algumas coisas na nossa vida ou lutamos para O primeiro dilema P em termos de EE SI EM M loucuras”. E I P M E Mediação. NPseu controle NP der seu SI o jornal. E E EE NP conhecimentos EM EM EM P P I P P M E E E S N E N Dados de pesquisas nacionais e internacionais N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI revelam háM vários anos que os estudantes brasileiVivemos em tempo de mudanças. drid dedicou o Caderno Educacion ao professor. SI lidariedade.. é preciP I I SI S E E S S N P E I M S por EM Ninguém ao cruzar em breve.NP SI SI M EE P N SI M EE M N PE M EE SI N E P I Mrio alarmePEdos paísesSeuropeus frente Jussara Hoffmann. EE ros não aprendem como Que nossos de constatações acerca de modelos e posS S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E fessores não têm o respeito que merecem da societuras de todas as ordens.. papel da escola vêm contribuindo para P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E S vários setores da EM Os professores brasileiros têmEEmuita garra educadores. Procuram-se professores PE significativas SI SI NP P I S M N S E IN M EM M SIcada profissional. crianças e jovens em IN SI S P P P M EE S N E N N P I I I M M E gulho de uma profissão imprescindível a qualquer silêncio.S pensa “a escola” P E E M E M E E N E E P SI Os alunos.. Saté EM PE EE família. E buscar-se P E “Procuram-se E o diálogo PE IN M P E E N S E N I P P I N E fessores desesperadamente!” pessoas às Smais NP EM I P SI uma mesma IN EM IN situação pode levar S E S S E S N P diversas interpretações de suas expeSI EM dependendo NP IN M M riências de vida ou E I M M S E E S E Um passo pra frente. à deterioraN M SI EE N EM Porto Alegre. P S S N N E E M P I M N SI NP PE sem sofrimentos EE IN SI NP dade. sobreram o significado das inovações. SI EE EM muitasPEE EM ética daEM E P M E P N N em lugar Eda competição vezes. IA N P M I I M status de competência. As divergências sobre N e da escassez E o fessores M P SI S cursos de SI PE de pedagogia EE um clima IN M e licenciaturas em universidades do país. que N E N M EE SIgostam de NP EM EM SI Eocorram. PE P M da diversidade “respeitar primeiro. (Mário Quintana) IN aí reside: IN não pode ensinar M EM às nossas E E S S M realizar nuada de professores NP E E P E M M EE PE IN NP EE porqueEM EE P NP ao professor o que ele precisa aprender. M e da seleção. são reconstruções. do respeito. o que significa. o NP outubro EE xivo. “Ou com a falta S mudar. dois pra trás sobreEo assunto. Quem se sociedade. a imagem. as resistências porque todos E E E SItudo a celebração EM N E P P P I IN E E S N N S N P P I educar depois. nada mesmo campanhas governo IN e sociedade SI mação entre N EE . daSIsoção do próprio esforço implicado que exige. sua confiança no próximo passo. O professor precisa abandonar E N N E P NP I M M I E M E E S SI E N E S E P P P M E E práticas E seguras e conhecidas arriscando-se y LaIN disis de vocaciones. A P E S SI SI N IN P I N M M I S S N dilema: mudanças resulrota: alarma em E imagem E manchete da capa: Uma S Daí decorre SI o segundo EM Del profesorado PE de identidad PE EuropaEanti M M la perdida M E tam em sofrimento. antes Em de 1991. quando surgem conflitos. os mais NP EM êxito em PEafeta. so uma conversa franca sobre M IN M importanEE questões NP se surpreenda M E S I E PE P E E M S M algum outdoor com os dizeres: pro. Em geral. Escutas e não disputas!Antes de tudo. EM de se EEM NP de MaP IN P P SI E M E N S E P N E N I P aventurar a fazê-lo. SI N N PE a perE SI SNa ocasião. Eescola. INPergunte aos P NP EM P I E E M S M E N S É urgente a revisão do posicionamento professores vocês acreditam que P E edu. descrédito.ram NP educativas? PEsuas reformas M são sempre M IN I E SI EM N E E S S N P M I recuperar.prêmios de incentivo a esta profissão. aos ePE contrapontos IN pontos N E EE diante do PEdas criticas SI IN tecidos em torno da SHá EM P P PE I S M N E S de candidatos aIN educação/escolarização. de ressignifiN S P P SI IN pro.EEM tes. sobre EM um colega me enviou S S S E IN M E S E PE P a situação. devolver. dos pais e de toda SeEM eles não entendeS precisa mudar? N N brasileira sua prática E SI a sociedade EE SI E será natural SI EM os objetivos P PE P M E M sobre da escola. civil. pais e E NP tensão Pentre IN ou EE M E ousadia em P S NP SI P N E I P I continuar a ser professores. EDUCAR DEPOISPEEM PE E P P M N E M N I N EM E SI NP SI SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 119 . educar depois M SI SI SI PE Desde a leitura IN M M EE S M N E P nando quando surgirão cartazes semelhantes em nosI M EE E E S N M E E P P I M M M E P S E proN E sas cidades. IN M M deveriam. SI EMdedicação.EEse SI do magistério E NP tárias de revalorização P I N P N S S N M SI M SI IN SI NP EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E NP I S S E PE N SI E EM EM E M E AVALIAR: RESPEITAR PRIMEIRO.M P P M M M IN EE E N E E S N P I P M E cursos de ção dos jovens P dos EE S E magistério.

de uma senciais tais como a universalização do ensino. são e trocas de S E P M IN N M M M N PE SI EE Mas. Eluta-se pela escola inclusie políticos providências. exigindo mais professores.Mcomo decorrência. NP P I P SIzar recursos N S N laboratórios ou equiE IN SI natureza. a esse um segundo betizadoras N E P P E I N M P S E atitudes PE INdos IN SI NP questionando M gem permanente” E N I S contra ponto se algumas após vários encontros de discusM S N I E P S M S SI EE PE INorigem a tamanho M educadores não estariam dando EE Pexperiências. entretanto.Isto M SI SI SI NP EM I EE acontecem por decreto EE M E S P ou resolução.Iinclusiva.PE N avaliativos sãoM se tar docente é diretamente decorrente desta EE SI Se os professores EM SI SIN E complexos. instituição e seus EM EM M M não devem EE valores. M N P NP P I P N S deterio. Em 2007 no Rio Grande do Sul N S M INão.a S S onde N escola do anonimato. grupo de professoras alfaPE M Ediz M EE NP SI Bolzan M N E I E M P I E EE S “o espírito E de aprendizaP só alcançou E respeito S Faço. PE (expectativa M professores E SI E EM N E P uma pamentosN P informática etc. N S E N N em termos de questões E P I I P E S NP S S N I P I N M M nos nas escolas. medidas EM NP M P I I I I M E E S S S S E N P E se torne cada vez EM educação?Construíram namentais contribuem para P que SI escolas para “todos”? NP PE IN M E N S SI N E I M P M S Ampliaram-se os recursos mais esta M realidade. I E S N P N E S com escassez E E humanos e N SI SI materiais M colas de recursos de para pensar em PE sucateadas. SIN EE delegar aos pais aPE NP E P P I PE M EE que de EM E Pais e professores devem definir o papel S N N N E P M P I I I E S educação S S N N PE luta por uma PE fato lhes cabeIN na SI de qualiPE Um apagão na educação SI EM N I M E N S S E P crianças e jovens deste país. Pergunto-me a que nível de degradação E I N M P P I P S N S governantes N EE N M SI das escolasPprecisaremos EM chegar para SI E M SI M E E N E E P I M P E E século XX.O resultado M secretária E S E N E P P M M E M E SI SI Neves de N N P EE de faz de escola Sauel que o mal-es.daí?Ampliaram-se verbas em Nada se faz a respeito. melhoria Ssalarial dos SI EM da toda EMsem bibliotecas. NP desvalorização E N P I I M S S EM a partir E EM PE o que M aconteceu públicas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S frente e dois pra trás a realidade mostra o abandono dos alues. M pública provocando felizmente. a qualidadeSIdo ensino Ecom de de promoNP os impedem EM trabalhoSIque NP PE EE E P M SI N E P E M P N medidas. considerável da de e má M oferta de S vagas em escolas SIN EE SI professores. N porque mudanças significativas M jovens. solidariaI E S M E E S E S N E PE EM afirmativa para SI PE NP de qualidade?Resposta NP EM uma escola mente e não solitariamente. N P E M M E P do contexto social dos SI E professores Ede reprovação/evasão os índices na escola pública ração e de suas P IN M E E N S E N M SI M tais condições são preocupantes. assim como professores do a experiência e os valores cultivados por uma P I M E S S E N P M M E SI função pedagógica. por uma todas as crianças e jovens Há muitos anos. etc.EEM novas A explicação: otimiP P M I E turmas N mais e E M Mcom 50 alunos. SI IN EM ver uma M comprometida. IN SI SI NP IN M PE I S N M S I S N E daí o terceiro EE I É dever dos pais “acompanharem”S a escolarizaDecorre ponto: mudanças permaM E P S E P E M IN a NP N EM EM nentes P I M ção dos filhos?As famílias brasileiras têm direitas desenvolvem-se passo a passo.E a perigosa E P P M M E N N M N EE participar SI EE EM SI OsM pais na escola: tendência no Brasil normatizarem o SI é a de Igestores M EM ou decidir? NP EE P P E E E P P S N N E PE “como fazer”.Mas falta de escolas. PE I N E E I M N S SI P N I S etapas viviN transforma SI O que não EE os pais EEM as duas perguntas. etc.EM EE Jesus escreve EE SI SI conta. (2002) Sdescreve as NP EMDóris Bolzan I I P M E S S E P N M em “profissionais da educação” ou lhes das por um professores Ealfabetizadoras: NP EM SI dá a formaPE grupo de M IN M E E S SI N E E P P M M ção/competência necessária para decidir sobre Etapa SI 1 – resistência EM PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M ações pedagógicas.o privilégio ao M M E M N E P IN M M EE EE e caso SI EM P PE com a qualificação e formação do desenvolvimento moral S e intelectual IN de crianças P M EE corpo doE EE S N N E N P P P I I I E S S N N S não cente. es. três fatores presente PEE EM S EE SI P N I E M M P N S P IN brasileiros. SI PE E IN S E E P S N Mmal-estar está na impossibilidaP EnquantoINo discursoPpolítico é de uma escola E A chave do seu SI EE IN M S EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 120 . ouEpior. Mostra EM EM P P “todos” são sempre também o desmelhoria das idéias de alfabetização. S acionarem Nas devidas E P M M Desde o IN M SI NP P INescola para EE se fazem S va. EM M I E P E E S N das sociais. um S aumento na Pescolarização o EE M caos: falta EE IN SI N S E I E P M M E N PE qualificação. SI EE EE SI“todos”. neganM S N ParticiparSIda S SI P N PE M SI os rumos EE SI N E IN cidir da escola. Muito menos Etapa 2 – ruptura da resistência S SI EM PE a sua cobrança IN IN IN M EE S N S E P M PE I encontrará algum eco se o corpo docente não for S Etapa 3 – tomada de consciência M E E S N E E M SI M que um NP qualificado. EM IN IN a determinação necessários NP E M S E P I S S N E E S é o aumento considerável de alude educação no ensino médio E da secretária P IN SI NP EM foi ex. I M E de de mil turmas extintas). lembrar não EE EE que buscar EM ou cobrança” SI o novoIN EE P EM P P E M P E Ndeve significar S N P N E I P I N escolarização dos filhos não é deuma batalha contra o velho. SI EM para milhares de E SI EM EM PE Edade IN M E S P M N E P P I A escola pública vive um Sverdadeiro “apagão da IN E M M E PE IN IN EM S EE P EM S S N EE E P Professor sem estresse educação”. IN E E E S N E E as SI NP NP EM NPgover. estaráEcada vez mais aprendizagem de qualidade dos alunos. SI trágica E PE EEmateriais e humanos EEM IN EE P M S N E P P I E a Edemanda? O que se observa.etc. Alcançou-se. é preciso “controle dos pais. P S I N E I M S N E camatinguir turmas com 30 alunos para S menos de SI EEoriundos de diferentes EM NP formarPE nos por sala de aula.

Não há prontos. EEestudantes M em um SINcomo sinônimo M SI E EM semestre. M inteiraSIpara crianças e jovens. M N E põe histórias conversando EE EM resgatar suas SI NP M E E P I M E E P S N ou Ipermanência? em sala de aula eP fora dela. tro. a ler e a esSI perdidos”.da não aprenderam. M EM E E S M NP E E P Eadmiração M de não que 41% Tempo de reprovação Me não deIN EE concluírem seus estudos? Será PE M NP EE EE P NP S N I M P P I dos estudantes do ensino fundamental apresentam SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N Os caminhos da aprendizagem S M não são trajetos problemas tão SI de M IN sérios de NPaprendizagem a ponto E I M E M S E S E E a nossa escola não dar conta de sua tarefa básica? lineares. E os alunos não I M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI N N N PE sua história de aprendem sem bons professores. a M E No anonimato do coletivo das salas de de de dar conta da tarefa docente com a competênN E E I E M E P E S E P E se o professor. metodologias a ação. um EE SI SI chegam EE Muitas crianças SI educador. IN PE P IN E E M S M E N S P aprendizagens que somenE P cepção deN qualidade das É necessário se tempos e SIN PE espaços. N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E fessora. E P M M E N PE EM NP EE EE professores. o melhor desenvolvimento possível. EM PE IN NP pelo contrário. NP estresse EM PE EM Não haveria I P I E M S E E S N S E E agendas N P e organizar P auxiliar conseguisse fazer SI e SI frente às exigên. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E acesso a umaSIprofisM Condições adversas não significam. alguns EEvá-los!Pouco P apenas ao SI final NP pedem socorro. sem N E N P P P I E E S N N S N P P I EE permanência interrompida? deixar para depois. e a outras perguntas é avaliar. nãoSconN N a por mais que SI vezes. de viver. endê-los M melhor. M SI P N E I P I N E S M N I S do ano podem representar a superação de uma vida EM N E I P I E S E E S S E N P P M P ou pessoas. Para PE pesEE SIa respeitoIN SI NP dido”? PContem-me SI favorecer. dessa forma. mas segue conhecer os N de ingresso. acesso P à universidade.IN E P I S SI N M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 121 . Eestratégias EM tudo isto. M nia. M N SI tente. E M Percebo. com inicio.SI S N EM EM Que dificulSI na escola N P I I M E E S S N P P EE dades apresentam a não SI EM M INponto de S IN permanecerem. Pressupõe SI mas acesso. à escola Mem um mês. por depoimentos de educação significa acompanhar as SI EM que EEM NP P IN P P SIAvaliar em I E M E N S E P N E N I P I I P E em N agosto/setembro vários Salunos já são mudanças. I P S SI obstáculos à aprendizagem e P I S M M N S N M SI EE EE alunos. dinamiza P M I E S N N E S N P SI se aproximar SI Torna-se definidas para energia é E desperEM SI PE IN dos alunos e compreM Mproblema quando muita S M N E P I M EE E E em nada resulta. Significa. quem ensinar o que ainMcia desejada. PEE E (não apenas E SI pressu. IN E I M S S N P invés disto. E P M M E E E terão acesso a uma Eescola de qualidade? em um sensibilizar-se é EE N ano. IN IN M M EEpermanentemente S S M E P P aos bens culturais da sociedade.M M EE E P M E N P M EE M EM SI aula. Ninguém aprende sozinho. de fato. ouSI por um lado.sobre E E M M Ncom educandos PAcesso S EM PE EE IN SI suas vidas N EE E e suas aprendizagens (Hoffmann 2005). Conviver E EM P P I P P M E E E S N E significa N N P P N Qualidade em não compromisso do educador.IN cadores que S P P Formar pessoas instruir) M EE S N E N N P I I I M M E S S S de vida. S S soal/familiar. N IN é necessário dar atenção. N M I I M S história escolar. Por IN horasNP EE M P E E N S E P I P P N M e jovens E ter acesso. por vezes.M bemestar dos seus alunos. estar junto deles PE o significado IN NP 2001. Alcessário conhecê-los NP M conversar EM EM M com ponder a essa P I IN M E E E E S S M E N E P M me perguntam sobre dos estu2005). é neIN M EE S E P Emuito bem. S ”admirando” aluno por aluno em seus S N consideIN P I M M I S S N E E S rados “casos de reprovação”.Ao M SI ficam M EM IN P nadas. enfim. NP P I P M S pública.SIN sem saber ou EE por onde PE se teremos IN das crianças e dos SDar NP escolarização EMcontinuar P P PE I S M N E N S é tarefa de enorme N interromper.”casos EM PE de aprender PE jeitos especiais M M E EM é este M N N E E P NP I Cabe-me perguntar: Quem aluno “caso percrever. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E Há uma grande preocupação dos governantes Não tenho a pretensão de dizer que se conhece E S S N P E I S escoEM EM aluno apenas M em apresentar IN de acesso de alunos à índices verdadeiramente a pessoa conviM Edo NP M E S I E PE P M E E M S M E E P E E por algumas la pública. NP que propiciará EE são. N SI NP PE aprendizagem EE por parte IN acessoNà SI podem gerar.EEM de fato. E M P SI gemSI de jovens brasileiros SI PE EE complexidade IN M P S EM N E É sempre “tempo de admirá-los”. S N M E E P P I M E E P S E IN conta da EE cora.Mnão de reprodiante do M cenário sócio se descortina e I M cultural que E E N S E I E P M mesesEE E M S N NP por istoPE os professores EE M tempo. acesso à cidadamanter-se atento a cada aluno. encontra-se a conM SI EM SI dade espantosa.”SNão M EE E E E P sei por onde começar”!disse uma pro. S abandocias profissionais e alcançasse a aprendizagem e o EE cadernos.PE EE SI pensar em N I P I N M M S binômio diferenciação/acomM S N E SI vínculos S te será alcançada pelo maneiras de se estabelecer significativos IN EE SI EE EM P PE P M E M panhamento individual dos estudantes oIN que ainda com os alunos para que se possa estar N EE EE nas escolas NP EM EM SIestudantesS têm a sua EM P P M E E E SIcuidando Ideles EM não ocorre: por que estes como pessoas todos os dias. EM EM SI e. Eguns EE NP eles. por E NP apenas SI PE IN educação IN I E S S N S P P propiciar-lhes a escolarização. PE SI (Hoffmann. Esta é uma tarefa que seMinicia diçada. permanências! dos de sobrevivência de criativiSI P E P M M E P E N N P EE No cumeEM dessa discussão. via de regra. a grande M magia da tarefa educativa. S N P caminhos P O estresse é energia I que move. aulas: alunos N IN M Volta às EE IN M M SI S E P S E E M Posso dizer que tenho o privilégio de ter visto professor? E M E E N E E SI NP EM acontecer NP PE NP e compromisso PE pela coragem M isto de eduM M I E SI N E E SI S N P M I acreditam nesta possibilidade. falem-me de sua Res. meio e fim. vendo com ele semanais.

N destinam-se a oferecer M letivos.S co: não os alunos para compreM E E S N E E M SI em terNP parar. exclusão social” ( Martins. no dia a dia da sala de aula. N múltiplos. individualistas.Epermite E M SI M E N E E P I M P E E Edder Carvalho (2008.sem SI E E P E I M E E S P M N E P P do escolar e que diversique “ainda” necessitam de maior M fracassoIN SI atenção EE e orienta-SIN questãoEE PE atenda à IN EM EM P EM S S N E E P dade de características do seu alunado”.O que aprendem com isto? A com. com a justificativa de favoP N novas aprendizagens. nas atiNP EM EM SI PE IN M E M E S SI vidades pedagógicas N E E P M M eP inseguros Segun.ensinar de novo S S N SI sobre maneira M EE EElista de conteúdos programáticos.IN SI EM PE fora de seus”feudos” PE e não aprendizagens. EM escola que enfrente. obstáculo.As EE PE dronizados. EE SI N EM uma M E P P P I PE M E E peito a uma escola de qualidade para todos. no uma PE “ainda” E M M adiamentos. ção.limitados trado no ensino. SI EM EM singular 1998 pessoa única.das da escola I de NP N E em relação E conhecimento P I M a atitudes e ritmos percorrida por cada um. Não se levam em conta os alunos como I I M E S E S S N P EE de aprender. o trabalho PE NP P I P M SIrecem persistir N S N E N SI capaz de “baseando-se em questionádos professores e dirigentes e para as faSI parâmetros SI EM EM PE agradar M E SI E EM N E P P I M E veis. M E S E N N E P P M M E EM SI e normas SI medo deste N N PE emPE planejamento. dir sobre aprová-los/reprová-los. segregar quem é diferente ajudá-los. que um aluno “não P 1. Para Edder CarM E S S E N M M p.a grave oN que não SI compreenderam. porque P E S mos de A e B.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 122 .M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E cognitivos E M variados EE S dos de recuperação. É mais E S EE do SI P N P I E M M P N S que ao se P negar as IN IN que urgente perceber M diferen. mediar. diz tinuidade do oferecer-lhes apoio EM PEprocesso. E SI EE EM homogeneização das O tudantes que apresentam dificuldades SI M o sério SI N EE e/ou maior P P E I E M E P P S em alguma N N E PE de cri-M prejuízo e ao Idesenvolvimento necessidade de orientação Sem IN área. não se efetuando um atendimento difeS E P M IN N M M M N PE SI EE valores trazem para renciado e intencional em EE a escolaEM EE termos de EM de vida Pque SIsuas necessiEE os alunos P N P P I E M N S P igualmente PE INpermanente IN (Perrenoud 200). de avaliação M EE fracasso EE sam com SI que representará SI critérios N NP P I P M EE N S N E N I M frustração.divisores. NP com a finalidade SIendê-los e M N E I E M P I E EE S E terceiro. PE ). P escolares.”e não M SI NP E P M SI IN EE E feita de modelos considerados ideais”.desafios S E N N Recuperar é sinônimo E P I I P E S NP S S N I P I N M M favorecem as aprendizagens. P INem seu modo M E E N S E N M P SI “Não aprender” M em SI deve-seElevar está a parâmeNo processo de aprendizagem EM NP PE EE INsempre atrelado E P S M SI N E P E M P N julgamento preestabelecido conta que: SI e a partir IN EM tros de S M PEdestes SI EE IN E E P S N M é que se diz. em váSI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P S alunos deEM Aprender é como respirar. P S I E I M S N E a invenTais práticas queS não encontram nenhuma SI EE e se amplia com E EM NP defesaPE de aprendizagem surge EM M I P E E S N ção da escola na modernidade que passa P a julgar e EEM em conhecimento/desenvolvimento.em são M EE I SI dades e possibilidades N S S P N I E P S I S S EM IN mutação (Justo in La Taille.aprende-se com os Eoutros. O ensino permanece centrado no professor.retomar. porque a avaliação cumpre um papel E SI EM IN IN burocráti. Não é no final dos bimestres ou dos anos letivos PE IN 2006).lo”. porque cenNP EMEm primeiro I I M E S S E P N ção é torná-los competitivos. N M EE . Tais M SI SI SI NP EM I EE tunidades de um atendimento EE M E S P Dois problemas originam-se de uma suposta diferenciado aos esE P P M M N N M N PE M primeiro é EE turmas. SI é o único Erefazer EM P P 3 o professor não detentor de conheuma tareM M E M N E N E P M M EE SI SI às pressas EM em sala PEquem deve PE e coletivamente cimento de aula ou fas ao Sfinal IN de períodos P M EE “transmitiE EE N N E N P P P I I I E S S estudos N N S opor. uma “proposta SI decidemEas NP de recuperação. Cada suspiro ou nova EM rias turma ao lonM trocar os SI escolas. por exemplo. 98).iguais”.PEE Enturmação M EE SI N S E I E S P M M E S N N PE ças é M a exclusão. IN M ou “grupos de EE EE E S S N E P N P P I M contribuiPpara sua cidadania do. N SI apren. S M N E I E N I I N E M S E P I S S integração N afetivas. mas de deciPE M EM M EE classificar. S N N N E P M P EE SI rotule e não SIseriamente SI P PE IN expulse.EEM lugar. Também PE é costume. e significativos de IN 2 . denota compromisso do educador com a conE I N M P P I P S N E S N N M SI “Somos diferentes e queremos serSIassim”.a maior EE recer asS relações N PE IN o espectro do “fracasso” SI NP em termos EM etc. S PE I N E E I M N S SI P N S SI o foco continua N SI que se O segundo perigo corre com P aEE enturma.oS que em nada IN M se “acompanham” EE S N S E P M PE I e sociabilidade. diz resque se mas EM estratégias EM PE EE inclusiva M valho (2008. esta I E S M E E S E S E IN PE EM PE NP NP EM aprendizagem. EE Investigar IN M o que os alunos “ainda” escola que não segregue. EEque se produz SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P A prática de enturmação dos alunos por grau de SI EM PE PE PE em muitas escolas N IN M aprendizagem persiste E S NP N EM A escola quer alunos diferentes? públicas E N M P I I I I M E E E S S S S E N P e particulares do país. jovens e adultos aí ingresmílias. nidade se esvai. Inúmeras crianças. S SI SI NP IN PE à auto estima S N M E I S N S anças e jovens decorrentes de expectativas rígiacompanhamento e Ecompreensão da trajetória de M EE PE SI P M M N E Moportu.Não significa repetir. paM S N I E P S E M S SI PE IN experiências e M bulos em desuso na sociedade. M Por certo.Em N E P P E I N M P S E PE IN IN SI pedagógicas NP que estabilidade M as ações E N I S Há décadas e padrão são vocásão sempre uniformes.p23) uma cópia mal na hora certa sem deixar ninguém S N P M para trás.não não S P S N E N N SI SI EM produziram. na programação curricular. Enão PE EE IN E P M S N E PE P I E M vivência representa sempre go da sua escolaridade. paP M I E teorias de N M M I E S N P E N E S aprender/não E E nas escolas N SI o que é SI para facilitar a classificar “o que aprender.

do que é a que MA melhor Iescola P PE irão fazer.que IN E I M S S N P S onde educadores estão dispoum ano letivo etc. EE PE histórias SI IN SI NP EMcompartilhar P P PE I S M N E N S trabalham no sentidoEde N E M formar pesP SI As escolas SI SI PE E IN M P S EM N E Dentre as diretrizes legais do ensino fundamensoas diferentes?Têm provocá-los a I M por objetivo M E E N S E I M E P M o sistema E M S E soluções diferentes? N NP construir EE de progresEE M anos.M A melhor escola para cada jovem é N P I S S INos torna conE EM onde M M IN S E E plementares acerca dos processos individuais quePE aquela revelam estar felizes. não interagem.EE cia. compartilhando-se histórias significativas de EM se acontece? Quando eles N E P P P I E E S N N S N P P I EE aprendizagem. S E Relatórios de avaliação.M M EE E P M N PE M crianças EE M EM e jovensIdentro SI E das escolas esperando pela M deu” os conteúdos programados. Há muitos dados das escolas. EEA evo. se. que S E E P M M E P E N N E P M M N favoreçam decisões pedagógicas permanentes.IN Há. 2006 ). insere-se EEtal de nove P SI NP SI P NP E I P I M análiseIN são continuada N E S M N I S nos dois primeiros anos e o acomLeituras positivas alicerçam-se em uma EM E I P E S E E S S E N P P M des. N PE Ma de e pais sobre É preciso ter a intenção de Ese M valorizar Iprofessores EE muita resistência SI Nas EM SI S N P I M I EE E E S provocar IN validade dos S P P P relatórios em avaliação.onde são EE EE SI EM P PE P M E M N as faalunos. multidimensional o que o SI IN M EE IN M M S S E P S E E M critivos do acompanhamento escolar.contudo. que favoSI SI fiantes em PE PE IN sua capacidade EM EE M SI M EE N S E N P E I P I De posse destas IN “memórias construídas”. IN P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 123 . NP NP SI “excluídos N P M I I I M Sa tarefa doS professor EEM S ter classificatório/burocrático. P I M quivar exemplares N EM SI NP PE de dados Eou IN um conjunto SI criança NPevolutivos S EE reunir-se I P S SI e com.INP S M E P M não Eacontece EE E Relatórios de avaliação 1: M luçãoPE intelectual sem o S N E P I M M M E E P S N N E EE compreender e tentar.to.que percurso obstaculizado nas escolas porque N M EE M se dei.” E N EE NP EM E SI E P PE sabe se isto M E E E SI ComoIN mílias. controladas.SINria “do professor M SI E EM xou de E P M M E E E tar-lhe ou não uma ação intencional e diferenciada em seus jeitos de viver e de EE N E E conhecê-los EM P P I P P M E E E S N E N N P N M sobreEsuas manifestações singulares de aprendizaaprender. IN M P E N N I P P I N M E da “memóS seu registros M N N de avaliação. de trabalhos que SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E M pensar Relatórios de avaliação 2: do agir ao fizeram. estada competição e do fracasso ( Parolin. M SI IN IN M M EE S S M E P P Para isto é preciso fazer muitas anotações. aE amizade S P EE S a sua socialização.SI2003 P I E N N E S N P M E SI SI contrário.que “não aprendeu” N E E E M E P E S E P P M M N E vida de com as regras Ma se comportar N I “lá fora”. simplesmente querem todo dia e dela S SI ir para escola N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE retornam comentando de amigos. I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI sobre os N de avaliação N N Quando são de Pouco entretanto.permitem conhecer e a P variabilidade E E M Nexpressar. PE EstebanS (in Silva. aoPcontrário doS sistema SIN a diversidade do de M formas de se EE EM N M E E P I M E E P S a todos N de P notas e conceitos. SI EM NP SI SI NP PE IN I E E S SI N S P P gem. Escolas. notasPEe ponto por não N se PE São EEalunos. IN EE S E P E em corrigir tarefas dos pressionadas NP M EM EM Crianças M não pode se resumir:a) P I IN tristes.calcular SI EE NP aprendem.é a de crianças e S jovens tem o SI saber que INconsistência EE SI S EE SI milhares M NP P I P S irá possibilisobre cada aluno. I SI S E corridos pelos estudantes de todas Ao ferenciada. M E E E E S S M E atribuir-lhes N P M PEdesenvolvem. principalmente. portanto. PE M EE EM N sobre excluídos NP EM E P NP I dizagens. renças entre os N estudantes no sentido de M EE S N E N P I I I M M E S agir.fazer/refazer. “ensinam a aprender e aprender a conS N SI SI PEavaliação. para SI valores. no interior” delas. esrece.IN P do aprender: M panhamento dos alunos por meio de relatórios quantitativa.folhar. N acordo P E PE E I I E M S E E S N S E E N P P Boas escolas são espaços sociais “não aprendeu” a SI SIler ou escrever em EM PE de convivênIN NP escolares.EE arMãe. Pais E P M M M E N PE M NP formam EE giários e EEvisão comparativa/ EE hábitos e M professores sugeremPa educam. EM M mesmoIN IN o interior das salas de tempo retratam A avaliação da aprendizagem consubstancia-se M EE M E S E PE P M E E M S M E angustiante E contexto Epróprio P E E PÉ O que esta em jogo.não SI EM IN P níveis para M EE E S E EM e da M P descobrirem o melhor do talento gue um curso linear. como M denuncia Bourdier (1982).refletir EE IN pedagógica SI didática. do pensar. evoluindo IN termos de M M IN SI S N E E S I M uma postura Sinvestigativa e mediadora das aprenE viver socialmente”. MA aprendizagem. NP EE PE M EE EE de aprendizagem P N IN constitui S N I M P P I na formação docente em um espaço com Sse M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S sem estigma N muita liberdade e prazer da obrigação. N P M M M I E E N E E S N P I P M EE N ) caracteriza E boaMíndole de cada o erro ao SI N PE estudante. PE caráEE os registros SI SI se estuda. SI IN M M como um evento da aprendizagem. de aprender. em Etermos dosPEE no da Sdiversidade. E S S N P E I M P S aula. de brincadeira. entretanApresenta avanços? Ealuno aprendeu? M E E E E P P P M S N N PE dife. de trabalhos e tarefas.errar. passa pela minha escola? M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de textos. entre osM próprios professores eSIcom seus amigos”sem perderM o respeito e a autoridade. S M SI M IN NP E I M E M S E S E E Ao elaborar relatórios parciais e/ou gerais. N P P I N M M S efetivo entre M professores S o diálogo N E SI os profissionais tabelece-se e SIN profunda com colegas.perseguindo-se N E E sobre caminhos diferentes e singulares perI P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I as idades. EM NP P IN P SI I EE E M E N S E P N E N I P P classificatória de em além disto.buscando-se SI EM EM uma ação PE di.

M E P S E P Eclassificatórios M que do professor? IN NP EM EM fichas Se P I M impedem IN pareceres E S M E E S E N E P E para marcar PE EM é aquele que SI “vez e P N NP EM Para Piaget (1995) educadores tenham voz” suas PE . interlocução. EM avaliação não é a de EE A finalidade E da reflexão.IN M EE M PE IN IN EM EM S EE Taille (2006) P S S N E P Diz La que é claro quePE a escola PEE vorecem a análise do contexto escolar e o decorI N M P I S E IN a única instituição social responsável N N M não Sé pela rente planejamento de programas deSformação E conEM PE SI M SI M E E N E E P I M P E E educação moral fatinuada. IN É na escola EM que criIN IN à avaliação.confiando E S S E N M M M SI NP trazem o diferentes de sua visões disEM PE M EE apoio pedagógico M sua bagagem. PE Mediação é interpretação. M E E S N E E E SI uma pesNP EM ambos. SI manifestações SI NP dos alunos?Como IN M I S N M S I S N E é que boletins EE Ialunos leem.Ao de S SI ter por compromisso NP E E P P I M M M E (1991 a 1993) o mediador é de relatórios S E P IN Para Vygotsky PE a elaboração IN M EE EE E S S N E P N P P I M aquele que as possibilidades cognitiindividuais.PEE SI N S I E S P M M E S se tratar da forma.cada educador passa S leva em Iconta N SI EM N PE IN Mde observar EE SI S N S E P M PE I vas dos educandos. volveu: que ao se observar os alunos todo M E S E N N E P P M I I M M E N N PE são M EE Mas S crianças. EE SI N E P P P I PE M M EE E adequado. a ter continuamente todos os alunos. M EE dos alunos. M é garantir E NPjustamente.sem EE Iou EM notas assassinados.servindo apenas para resultados pos e responder a um rol preestabelecido de indiS S finais N SI EE EE SI de estudantes.doentes E P S M SI N E E M classificatória) e também P porqueEM futuro.IN N PE cia em M enquanto não EE nosso país S SI NP E N P I I M M E uma prioridade da escola. EMsolicitados EM P P aprovação/reprovação cadores de desempenho que lhe são M M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE diálogo.soa pode aprender ao se sozinho ou cada educador. há diferença entre o que Para se Pque M EM pretende.jovens EE equivoco. SI PE respeito e IN de problemas de inviabilidade.mas pre. P jovens e sua não dia.Tal N N E P M P I I E EE E S S S N N P P I E I M diversidade é extremamente natural e saudável S S e N N EE NP SI SI EM M P M M Educar primeiro para não aprisionar depois perseguida pelas escolas.Nnão EE pais e alunos EM mília tem muito entre na PEE E S E SI P M M P N em educação.pronta a explodir.c)tempo EEobservar. Pb)tempo de S E M IN N M M N PE SI de reconstrução/mediação. pelas escolas/secretarias. professor notas M EMComo o E NP sobre Po EE processo P P E I M E P S N N EE PE lê e Pinterpreta as vivido. E EM tempos.PE vas praticando a avaliação formaIN IN M EE SI finais.Ela é formaa diferença entre Sa avaliação e SI EEimprescindível para a EM N EMformativa P M I E P E E S N ção oral gerações.Isomente N E N N os alunos de tempos S E P I I P E S NP S S N I P I N M M semestres. EE PE avaliativas:a)tempo de observação. M de busca melhor qualidade M EE de uma E INviolên.seja E desenvolver S au.Bebês estãoS sem cre.estar-se-ia E S E N P E M M E observações ches. porque a P de crianças M M SI NP entre todo corpo docente.EE mundo caótico. escutam. IN M tor/construtor E I S com a ajuda que lhe proporcione desafios das práticas educativas/ M S N E P S E M S SI PE IN M adequados (mediador). S Promovendo de N diálogo N a possibilidade E e jovens. por meio do agir N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NPde outro.um sério muitas M EE ruas.ou b) observar no bimestres. as E P P M M E N N M N EE SI EE pouco SIesclarecem EM é essencialmente SI interpretativo.com tarefas parciaisSe não proEE EE SI formaçãoIN SI P E NP P M N M prioridades em S nosso país.EM EE EM SI P N P P I E M P E N Quando S P Pa IN IN professores relatam sobre N o que Po justificar. IN a ir adiante.EEM dora. formas de agir NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E individual N peito ao acompanhamento SI IN M EEproblemas. SI N vivem nas morrem tiva . NP E M S E I S S N E E anças e jovens em um Uma Sdúvida freqüente dos professoresEM é sobre E P IN encontram arrimo. por exemplo.como em avaliação desenSI está emM SI formativa. M é formativa? S mediadora S N E E E P ção moral como Avaliação I M E E E S N EE SI das instituições NP NP EM NP No conjunto modernas tradicioEM NP M P I I I I M E E E S S S S E N declínio ou desprestigiaP E em franco Por avaliação mediadora? EEM nais.oferecendo-lhe EE aprendizagem. EEM IN EM há diferentes EE P M S N E P P I mais a a expressão “mediadora” S até que P M vinculada EEprópria família.segurança SI NP P S I N M E I M S N P a media.reflexão e resolução diferenças. PE poderemos M nos queixar SI IN peso. INP N parciais(avaliação SI M SI PE EE IN S E E P S N Em contrasteEM ao escasso investimento P tarefas parciais E “injustas” e corrigidas N podem ser SI com a M E IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 124 .Porque NP crianças SI E NP I M P P I M S S resultar em de “todos N estão sem E N os dias”podem também PE emprego.interpretam as S mensagens os A questão de notas ou conceitos.conflito. E SI deve ser E SI E E P E IN M E E S P M N E P P relatórios elaboradosSIpelos professores Os fa. algumas P SI NP PE que a denominação IN M N S SI N E I M P M E S entendimentos das aPescola resiste aos ventos sobre SI Percebo que EE dos novos tempos. o mediador I N E E I N S SI P N S que diz resEM M SIe intervir no N SI E promove desequilíbrio. IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S se efetive S N N que o papel S Na Para mediador As notas/conceitos são superficiais não revelam M M SI é essencial SI SI NP EM I EE o que cada professor EE M E S P sua tomada de consciência de que o ato de avaliar conhece de cada aluno. P P M e intelectual I E N das futuras M M I E S N P E N E S novos tempos.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E final dos E M EE S atitudes.mas I SI N S S P N I E S I S desafiá-los todo tempo S em EM IN de um único apontam M aspectos PE aluno. tintas acercaIN de suas atitudes em sala S de aula. E I E E N cisa Padequar-se aos PorSInão acomsurgiram noSBrasil os primeiros estudos NP P I P M SI Quando N S N E N M SI panhar os novos ebulição.continuamente. SI O quePE M N I E M P I E EE S E reflexivo.Escondem e/ou padronizam as IN diferenças.trimestres ou em tem. PE crença se M uma falsa E SI E E N E P P I M E uma bomba. explicar M dois ou mais EE aluno “alcançou”.em primeiro lugar.

as justificativas são de um qualiEum ano de M Nensino mais PEestudo deve produzir um salto na PE EE de eficiente.com progressão ção P do educação.o I M M E E N S E I E P M meio EE E M S E N NP por EE M EEacompanhamento P de relatórios SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S descritivos.aprendizagem esta que deveria ser prioE N IN NP EM EM SI o não? S EMeducar para PE PE M E E E SIritária em IN Dizer não ou EM termos de sua qualificação profissional. Conforme relatório do Programa de Ampliação EM N E I P I E S E E S S E N P P M P ampliação M Muitas escolas na rede privada adotam da (julho 2004)”a SI IN em mais de M SEB/MEC EE a pluri. permanência no aprendizaEM SI NP M EM E P I M E E P S tempo deM Ncurrículo. físicos. Uma alfabetização plena EMinclui para “não subestiEE N preparados EM E P P I P P M E E E S N E N N P N desenhar. alerta o E S S N P E I M S EM M conjunto IN obstáculos à sua alfabetizade pedagógica. EE as crianças SI NP dade da Ieducação:inclusão EM N P N I P M e de se acostumarem desde de todas as crianças M M I E S N E S S M IN professores EE soEE a situações SI de ris. de S in. Ingressando EE ausência desNP recursos de algumas PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 125 .pintar.M M EE E P M N PE ensino fundamental.dançar.A co. escolas e alfabetizadoIN M EE INeducativo S M M E EM res suficientemente S E P M E E E dizagens.”tal como proposta vem “obedecer”.mas cesso continuo de aprendizado.em educação. PE a ficar Sem IN obrigadas NP resolver IN o problema da violência E I M S S N P S E seus momentos de liberdade solução não é construir mais presídios. S N N E SI turo dessa berEM por onde iniciar a alfabetizar crianças. em N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E MEC sugere E EE S N E A proposta do ênfase ao lúdico e escolas. N E P P P I E E S N N S N P P EE A ampliação para SI os nove anos N EM EM SI N não resolve tais SI P I I M E E S S N P P EE O tema é “limites”. não é a depreciaEM NP . NP PE EE teorias IN ensino fundamental. investir em creches. mas não M destes M muitas escolas pedagogia em todo P NOs currículos P SI em SI o país.sem reprovação. M anos E(ou EE M EM menos)INno SI correrão M E educação básica ou universidades.recortar. assiste-se à reE E M E P E S E P o risco em cacarcerária.colar. I E M E N S E P N E I P P E menos sem muito plena fase de de faz de conta.pois IN E EE estaremos M SI atropelando M EE N S E N P E I P I não só isto.menorNvulnerabilidade M EE S N E N P I I I M M E S S na escola. jovens EE SI EE SI P PE P M E M E ou adultos. IN IN M cursos de EE S S EM M E P P Estas possibilidades se fazem presentes Eem dos alfabetizadores em magistério ou de M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de educação infantil. Não há não forem resolvidos. E M debates lidade do nosso Se M as crianças P EE com professores.Professores seus cursos P EE E sem sa. UmEmodismo totalmente infundado.SIN continuada anos de ensino primeiro. interagir.educando.precocemente.consideração do proSI P I M M E S P IN M a suaEEM EE EE povo.materiais IN e aspectos EE M P E E N S E N P I P P N A questão M se irá Iconstruir E S M N SI é justamente N N que debate neste texto como oP novo cenário SI EE SI S EE A forma P SI N I P M influirá significativamenteSem suas aprenesta: estarão os gestores. sempre presente em questões – comprovadamente cursos de baixa quaSI EM M IN questão S IN M EM E E S M NP E E P não estão E ensino. ção.sucesso S N E E frerem depois. IN M descobrir.A ampliE P M Ndo e aumento EM da escolaridade PE SI Ecrianças deEque PE IN SI ação temPE N E E diferentes professores e quem essas implicações não podem ser subestiI S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I relatório. desenhar.é SI profundidade Npreciso EE muitas do I P S SI formar edu. jogar. SI diálogo e SI brincadeiras N confiança. entre “dizer não” e para o não”.currículo.serem”amarradas” NP da redePE EM PE EMe ampliação I E M S E E S N S E E N I P P SI em nosso país. S N P P I P M I E S N N S N EEbrincar nas SI metodologias SI ao O caminho.M cursos não contemplam com N P I S S IN E EM M IN M S E E cadores que entendam de crianças e de alfabetizar e práticas de ensino em alfabetização.reduzindo-se IN M EE É crucial E S E EM P e brincadeiras:uma infância atropelada! maior idade penal. aponta Bagunid.SIN IN M M S E P S E E M docência.Educar S N M E P I M M M E E P S N E E EE fun. PE EE exercerEM E sete anosSIN P NP IN N I M P P I É preciso estabelecer a diferença entre alfabetizadas aos por estes proSsendo M N E S S N EE IN SI EEde limites Se P SI acontecerá NP P a autoridade na formação ser autoritáfessores. o problema de qualificação SI2008). IN P I N M M I S S N E E S Desenvolvem-se morais e éticas pela confísica. perguntar muito e SI condutas EM PE de falar e PE tensa atividade M M E EM modelo N N E E P NP I vivência – muito mais pelo ditade grande necessidade de resposta e afeto para se I Mdo que por M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N desenvolverem. muito menos aos seis anos se I S M N S N E I“educar M tais problemas EM M SI E S E E rio.formam um madas. com EM tarefas.modelar.organização dos M espaços EE NPperigoso S M E I E PE P M E E M S M E P E E didáticos PEfinanceiros.teorias de S E PE E P M M E P E N N E P M M N aos se não e desenvolvimento M SI a SI aprendizagem PE de PE seis anos. SI S E dentre outros aspectos.ouvir mar EM NP tais implicações”? SI EM SI SI NP PE IN I E E S SI É grave.INPcedo a vários S P PE P e horários para não seis anos.S infância eIN S concluem N I P P N M M M S geração. a deiras. sorS E P E vigiados e para não serem purir.uma prática avaliativaM diferenciada. estaremos atropelando o fuinfantil.os dos alunos”. SI encontram N P M I I I M S S S adultos EEM Crianças e jovens que obedecem aos espaço paraEE correr.IN Para Mconstrução IN de. Mgravíssimo. N S P P e contar histórias (Rangel. E P M M E N PE EM NP EE educação EE entre educador M sem respeito mútuo e EEM SI desta idade EM NP estão em P IN P PE crianças SIPor outro Nlado. Se na educação infantil PE EE SI SI NP NP mes verbais. M SI EM anteciparPE silêncio.criar porPmais precários NP M que sejam EM EM M os porque estão Esendo I IN M E E E S S M E N E P E seis Enidos M aprenderão a comportar-se na aos P SI escolas.para não EE nos dois P IN depois! SI NP aprisionar EMprimeiros P P PE I S M N E N S N E M P SI damentalo que exige professores atentos SI a cada SI PE EE IN M Infância atropelada P S EM N E um dos alunos. do fragmentação do aprender.em professores.

M NP de respeito. digo que avaliar é der. P já “de EE em outroEM EM o livro P SI EE não era P N P I E M N S P na frente PE IN IN Nde uma livraria país. Não devemos nos a difiE N M P I I I I M E E E S S S S E N P socialmente e profissionalmente! culdade PE estudo feito com 200 SI NP EM para ascender PE desta jovem. da Filosofia e da Informática sobre avali. É preciso nascer e crescer de todos que se dizem professores. com IN M S N S E P M PE I Algumas cenas ao longo dela e sugeriram o tema S punições mais severas e/ou vigilância permanente. o que se tem S o quePé jovens do ensino fundamental e médio SI EEde fazer nem sempre EEM IN EM EE P M S N E P P I E é convidativo.que devia por E adultos pacientes M S N E P S M S SI PE INde ler quando terM ter entre 13 e 14 anos. Neste caso tamE P P M M E N N M N EEintrodução. se M porqueSIlhe primeiro semestre uma M EE INoportu.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M nunca Ientrou. Há duas maneiras de mãe educadora de proceS I S N M EE EE SI Enão EM P P Por ser leitora. EM PE mais difícil NP NP Educar para S o não é muito PE I N E E I M N S SI P N I S M N SI EE plesmente dizer não. S Alunos que EM são PE ou escrevem M não lêem E SI E EM N E P P I M E cadores é essencial. IN IN EM EM S que foram EE “amados” P EM S S N E E P por um primeiro leitor). M E N S E N M P SI SI ocorrer? Quem disse EM NP que isto não deve mais PE EE IN EM Pois o E P S M SI N E P E Msó irá aprender a ler ePa compre. e ela não se sentiu SI Nas escolas EM PE P PE sentir surpresos com IN cultura.nizarEE o prazer da monografia de de Mleitura. S é interpretar é ler que ele virá acompanhado de muita conE P S E E M IN NP EM EM versa. P livros do Direito. antes de tudo. que var inadequada. SI leitoresIN SI EM EE segunda é “educar EE M E S P o que nos remete à leitura de nós mesmos. sem N conversa sem são IN As regras P M EE EE S N E N P P P I I I E S seus textos S e vigia-se N N S N em de para que sejam cumpridas. era da universidade. SI EEé essencial EM indo sentidos nessa bém SI dizer o não M avaliar SI EMDaí porque NP sempre que EE se obserP P E I E M E P P S N E avaliar N E P difícil. só parou EE do que PE isso é muito mais longo que o tempo para S E P M IN N M M N PE SI outro”. É M problemas E S E N N E P P M M M E SI comentar SI e leitores N de ler. agradável. É a gossabia ler e seus professores não sabiam disto. Adultos por um P livros EE Pprofessor disse que este E Durante oEencontro. SI SI N E P I I M M E M S S N E E E capaz de realizá-lo. Eles S M E INurgente “ensinar EM IN IN NP E M S E P I S S N E E ler para em várias disciplinas E estavamSsendo reprovados P IN para brincar com as palavras. Ler P S I N E I M para sonhar. de M colocadas M SI e contextos. o que no Brasil se pedagógica de um centro uniS P S N E N M N SI “sebo” era SI PE conversar M uma pequena livraria cujo M solicitou-me de EE com professores Edenominaria SI versitário EM SI N E E P I M E E S P M N E P (pré amados. compreendê-lo.SI EE IN S E E P S N Mque aprenderam a ler eSnão fabetos são aqueles P ender vários Itextos.IN nome era M “Pre-loved” SI EE PE ou seja. mas da educaP NP I P M SIproblema Inão N S E N IN avós. pois Ium IN Mas M E N S SI N E M P M 80% não E preciso. SIIsto acontece N E I E M P I E EE S de quem Eeduca. ação no ensino superior. M M INque são apaixonados SI N P E N S I E I E E N S S contagiam as crianças comPa mesma paixão. SI EE EM gos. SI NP EM por Mtar de ler”.PEE N S E I E S P M M S N N PE 30 páginas.uma S N N N E E P M P SI SI SI PE PE IN EE A coordenação IN M cena foi em um pequeno vilarejo.INP E E P P M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I Em 2007 fiz uma longa viagem exterior. EE S ta vigilância? sar biblioteca onde se o proN em uma S E N N E I P I P E S NP S S N I P I N M M fessor o Sorientar. de um E dia para outro.EM a ação educativa.SINP P I M esse texto. Uma das razões para esse E I N M P P I P S N E S em algumas N N M SI que precisaremos O fazer para estas encontro foiPEa dificuldade EM dos alunos SI cenas no E M SI M E E N E E P I M P E E Brasil deixe de Não podemos esperar que tarefas propostas. com um M EE vi um cartaz I SI N S S P N I E P S I S S EM IN surfista sorrindo e equilibrando-se na prancha com Leitura PE e avaliação: nas entrelinhas IN M E S S E N M M mão – divulgando a Eimportância E SI textos E NP na da leidos e contextos EM EM E M um livro EE SI NP EM outra M E P P P I PE M E E tura para os que apreciam os esportes. pois S exige persistência e paciNP EM I I P M EE E S S E P P N M M E qualidades importantes N N ência .ler ler por não saberem ler o S texto. fazê-los M EE para se gostar EE entre livros SI SI P NP P IN P M EE N os livros que solicitamos S N E N I M P e ler em sala de aula.duas SI Mpaís de leitores? EEBrasil: um M EE a pais e eduSI SI cadores. Não se educa S EM SI para o não com novas EM PE para o E IN IN leis. E P se aprende que é preciso ler para res.A P sujeitos.M N Mário jovem de 17 anos SI verdadeiros IN Quintana escreveu: “Os E M PE anal. EEM EE um dia para minou que pequeno. Limites P de caráter E S se sentara uma família de estrangeiros e notei que topela firmeza N E P P E I N M P E PE IN IN e confiantes de S SI NP com um Ilivro M estabelecem E N I S dos estavam e que o jovem. para M E S NP N EM N adquirir maior falar e escrever melhor.M NP EM PE M I E P E E S N tar deEM ler. buscando nas entrelinhas o sentido para E S M E E S E E IN PE que sim. S N E imaginar e imaginar-se. PE N EE acompanhá-los preciso de perto. Uma delas é simplesmente “dizer e ponto M M E M N E N E P M M EE SI explicação. A grande IN diferença SI por isto volto SI uma atitude NP a insistir IN é é bastante M PE I S N M S I S N E sempre M EE I o aluno em seu texto e contexto. SI EM PE nos transformamos PE tão E mágico quanto ler!Ao avaliar final’. M E E S N E E M SI no avião NP Próximo ao meu assento PE e desta M EM por atitudes M de diálogo EE pagina. a pesquiI leem!” N EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 126 . dos pais e eduM SI A paixão E pelos livros S dos ção básica. construpara o não”. Contou-me aM coordenadora S N P ser raras? N que E M EE M NP uma jovem pediu oSIcancelamento P SI INtornem leitoras EE da matricula se pais no PE crianças se EM e educadores S EE SI P N I E M M P N foi solicitado S a sociedade P não lhes IN não forem leitores. PerI I M E S S S E N EE PAprender SI EM NP de aulaPE EM a ler ou a gostar de ler? cebo que E a leitura em Isala não ocorre mais. a partir N PE vários auto.

EM N E I P I E S E E S S E N P P M seja. como M IN M S E E cas avaliativas: avaliar para promover aprendizaeditora.Em PE EEpromoverIN EM a mesmaSpaixão que S SI M EM E P M E E P S N significa seqüência. O aprender. gradação. precisar maior heterogeneidade exiN SI SI PE IN ser comMnas salas de aula. Maprender E N IN de uma educação digna NP EM para todas PE EM I P E M S E S N S os múltiplos E E N P ças e jovens Ler IN éP compreender sentidos das SI SI EMdesse país. SI N P M I I M I M S S S enfim.INconhecimento. N PEconviver. A expressão diz que não podemosSdeixar I M E E N E I M E P M 1991. P E E PE durante o qual ocorrem avanços e/ou retrocessos.EE EE da aprendizagem SI S M EM N E P P I M E E P culo XXI. EE IN M M S S E P S E M para refletir sobre estratégias pedagómágica. MaEE N em uma resenha E E belo livro EM P P I P P M E E E S N como amar E N N e sonhar P P Diz Pennac que assim N Práticas avaliativas e instrumentos çante! SI EM EM SI SI NP PE IN IN I E E S S N S P P avaliação de temos o direito M a ler por prazer! SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Os rumos no século XXI ressaltam M Por uma mudança efetiva P da educação M N da avaliação P SI SI NP PE ético e EE IN o significado SI Nsubjetivo EE fortemente I P S SI das práti. que despertam nos leitores iniciI M EE S N E N N P I I I M M S N E O que significa avaliação continua? antes já sente o ensinante . E continuada E gências de formação S sua multidimensionalidade Mverbas dos e por toda EE EM NP NP na necessidade EM E P NP I a vida. Etem M S E por objetivo E é quasePE N NP de ler.M N P I S N S Iestudiosos E EMHoje. M M SI E EM mar um S E P M M E E E para nota. Aprendizagem. IN EMportanto. 2006) EE S SI EE SI . no. Trata-se de e permanência dos alunos nas Spara M N E S E S N N SI EE o professor PE SI se percebe SI os discursos NP P realidade por meio da qual escolas. é mister Eler é uma tarefa M as melhores E E N E E P I P P M S sua aprenN PE PE no sentido M gicas possíveis apaixonado escolher M leitura.. nas escolas públicas. P a públicas EE o aprender SI a fazer.ou IN a gostar de sentido M Ensinar Ecrianças. E S S N P E I M P S EM M nhar o IN IN processo de aprendizagem. a PO SI EM E PE IN SI “sobre as M N E E cesso. IN que apontam. P para “conversar E E termo continuidade M Nsegundo.. Se S N P P As palavras não possuem I P M principalmente I E S N N E S N P I Diretrizes M e mesmo I SI tivessem.seria a Lei Sde fácil ensinar a ler. EE M SI M EE N S E N P E I P I Avaliar e aprender são dois termos que precitão da exclusão em daPavaliação P EE E S educação-reflexo N S N I P I N M M I M N E sam ser S concebidos S de forma mais para classificatória-. E M M PE EM PE M IN NP EE plementar EE Eíndices M este olhar. sobre as “leituras” que cada I P S Ede N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E procedimentos didáticos cuja finalidade é acompaum fez dos seus textos. E há um espaço interpretada por gestores e escolas no o leitor que se S devidamente N M E E P P I M M M E E P S N N trajeto entre E E EE quesito criaSIno que o escritor penEavaliação. P que utilizo desde Ler função EEmediadora EE M P SI N como respirar.de umaPescola M SI E S E E leitor. SI N N na educação. PE IN NP E I M S S N P não temos rumos claros S No Brasil. N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E zagem. prodar cada leitor. atribuir-lhes SI EM IN P os claros M EE E S E EM P no que se refere à avaliação da aprendi. em EM N P IN P P SIDiminuir os I EE E M E N S E P N E N I P P segundo termo. mais do N E I E M E P E S E P E dades as criana gostar de Iler.M vos significados.embora todos políticos tenham I S M N S E IN de suas certezas e a comM sido nesse EM sentindo.Avaliar M é acompanhar SI o prazer da N N o processo de construção do capital contra IN SI vani. Aprendizagem. SI Na NP aprender. NPE IN M Alberto Manguel M P S EM E gem. significa SIoportuni. Nem um único sentido.para IN IN de promover EE SI ser um S N Epela EM saber S N P I M I EE E E S N dizagem. aluno em seu É possível. processo de avaliação no sentido mais pleno da paP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 127 . IN da análise IN do momento de M EM E E S S M NP E E P M educação e reconsos gestores não se M P O mais grave: PE EE em que outro está para refletir PE IN prepararam EE leitura daEM EE P Nacesso IN o maior S N I M P P I truir as práticas educativas. M o para todos e Epor PEescolas e. Parte atender a demanda SI EM M dos alunos. o pecado NP P I P M S tura: obrigar a ler! ENa costuma-seMtransfor. o escritor PE IN e Bases é conhecidaSou M M EE S M N E P I M de magia EE E absoluta. à aprendizagem Todas essas IN significa garantir o direito EE M têm a ver com melhoria EE questões S E P P M Compromisso do sénas com N EM toda vida. Avaliar envolve um conjunto metáforas.EE M reconstruí-las. IN P e adultos M jovens SI de observar o aluno para mediar. E EM tempo. NP EM SI E lugar.modelo que S perdurou no EE que SIN EE ampla P SI último séEM PE P M E M N E se alcancem as M metas de qualidade em culo. em S M IN SI S N E E S I M preendido em para todos professores.M E de Ler envolve. S P P P os textos certos. Então. conceber PE a PE parte osEE M E E SIsolveram IN Em primeiro e avaliar como inEM em índices de questões têm N E P P P I E E S N N S N P P I I exercício EE terpretar é Sum do olhar ver com melhoria da nas escolas e. Aprender é um fenômeno de amplo investimento de I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E ser.. O número reE de alunos N M aumentou porque se SIeducação. de S reprovação resultou. que conforme Daniel Pennac (GulIN EE M P E E N S E N P I P P N M E S lei. N E escola. nem princípipalavras nos textos. convivo com de S E PE E P M M E P E N N E P M M N gens em seus a quesSI SI várias áreas PE PE significativas. PE SI IN NP a mensagem EM P P PE I S M N E S que foi recebida peloEM N E IN P da avaliação SI Qual hoje? SAprendizasou enviar e a SI o objetivo E leitor.M M EE E P M N M avaliar para PE promover melhores M lavra-EE EE Mque saber ler. ensinar M ler! Desde EEa gostar de M E S E PE P M E E M S M E não se cometa. sim. EM textos. levando-o a duvidar inclusiva. S SI aprendizagem N EM de aprendizado EM N P I I M E E S S N P P EE pelo educador. Em primeiro lugar. é nossa SI P N E I P I M N E S M N I S salientar a importância do papel do professor no essencial.

SIN I SI N S P N I E P S I S medidas processo S EM para o M IN PE em subsídios importantes IN E S S E N P discursoE e prática. M N E I E M P I nem comPas E para a escola EE S que se Ereflita sobre P É necessário E se acomodar S seus gumento N E P E I N M P para escudar-se E PE IN e carências materiais. A avaliação N E Enfim. S M EE faceta retórica da ação M escala. M NP M P de São I S N EE São Paulo: EE P P SI Padre Anchieta. nos últimos dos de testagem aperfeiçoamento e funcioEM M P M SI ga escala.PEE E P I N M P P I S IN N divulgação P e sobre So sentido M das tual S utilização delas como uma dimensão EEesclarecimento N EM SI de uma E M SI M E E N E E P medidas S realizadas. se buscou S EE SI P N P I E M M P N S P com as honrosas mente. E M P N SI IN EM M pergunta PE por SI EEuma primeira IN a ser feita S E E Resumo elaborado Localizado isso. EM PE PE IN M E M (ou Saeb E S E N N E P P M própria instituição? M E EMpartir de Ientão. de M SI NP Ao não compreender o que verificar P SI obvia. Aspecto funda-IN realizar do projeto pedagógico. possível avaliação do projeto. então. P S N EM N PE trabalhada com os aluSI Vieira M NP M Pacheco é: a temática SIfoi efetivamente PE Silva Pincigher SI IN E M Marta Leonor EE EM AVALIAÇÕES EXTERNAS PODEM PEAUXILIAR M N EE SI ESCOLA? EM P M M O TRABALHO PEDAGÓGICO DA E M N P M M EE EE EE SI S N Romualdo Oliveira SI M E In: Educação: fazer E e Maprender na cidade E E Paulo. trabalhados. masSse associa à elaboração SI S N S E M PE I M E E S N E I são arM omissões do sistema de ensino S As não de a medidaPE e a proposição de ações NP valor sobre PE a M EM M EE N SIpartir dela. N E EE I S M E P S E M E medida Com a E compreensão desses aspectos é necesAvaliação e M IN NP NP EM P I M I E S M E E S E S N M PE EE mesmos os reorganizaEsejam SI PE NPpara que P NP EM sário agir I N E E I M N S SI P N I com essas P S I dos. P P M M N N E tema. S NP NP E NP EM NP M P I I I I M E E E S S S S E bom uso N foi a última vez em Pque a Quando Um dasPE testagens SI NP EM não praticamos. pelo menos parcial. um P processo de da S S N EEa even. M S N S EE trabalho EEM N E I I P M E S S E de proficiência em algumas P com que apresentam dificuldade são medidas discipliN de comNP EMos alunos EM SI PE IN M E M E S SI nas.IN M mental para o PEadequado aproveitamento PE das inicia. Esse ser desdoEpode PEtais medidas podem se SI EM EM diagnóstico P IN preliminar M E E N S E N M P P forma que se verifiquem menta a mais nossa brado de ou SI M SI quais tópicos EM para organizar PEação. E SI N E P Enamento da unidade escolar. testagens. esta pode S N E E P S E P IN SI N EM P S I N M E da os objetivos para a escola que explicitamos no ação de modo mais preciso. M EE IN IN E E P S S N E P temáticas apresentaram resultados insatisfatórios. avaliativo.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI SI M EE P N SI NP SI EM N P estão reP EE nos? SIquais aspectos NP Então compreender P M IN I M IN E S S S N I E lacionados se os professores têm EE S a esse trabalho. EMfato. Para a Rede MuniciI M S N E P S M SI EE efetivam na ação cotidiana? EM PE projeto pedagógico Pse M São Paulo. sua utilização. de objetida Prova São Paulo e os I M M E S S S E E P SI EM uma das vos que deveríamos perseguir como racensitário). entre outros. o fato de eles não estarem aprenconsiste em um E P P processo M M mais preensão. Cada um deve decorre de P reN SI EE Dessa distinção EE ser res-EM EE EM a situação SI EE P N P P I E M P Nfletir sobre pelo que lhe para transformar S tais ponsabilizado P PE IN N M as possibilidades EE cabe. S tivas de medida em larga sentante daquela S N E E E P I M E E E S faz parte Idaquelas N M Ele idéias mas EE que verbalizamos. Fundação 2008 N IN IN P EE M P EE M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S E NP I S M EE 128 M EE P IN M EE P N SI N PE EE SI NP P M I N M M I E S N S E EE EE SI P EM P P M E N N N EE SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M E E S S N E P I E EE E S P N P P M N SI M IN IN M EE SI M EE P N SI S .EEM Procuramos IN EE se mediu. nem nestes e as possíveis ações IN a serem desen. se é insatisfatório por PE SI o conteúdo SI NP I M PE alunos. E SI EM condenação P PE a medida IN como uma M ao fracasso. EE EEde suas SIN E S dendo não pode ser uma amplo que pode tomar N E P N P P I I M S N EM PE IN de juízos O aprendizado IN responsabilidade M EE é uma de Ptodos. M EE M EE se inviabiliza IN SI N S E I E P S P M Verificaremos que Sele é um bom repre. se dificuldade no trato Edo SI EE SI M EMnão foi trabalhado P P E M E N N E efetivamente. da SI as razões é possível pensar SI de serEE N N PE EA M EE zões últimas SI S N P NP P I P M Refletir sobre isso talvez nos ajudeS a pensar PEE para das insuficiências obserN tal. IN possibilipal Ede duas EE S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P S medidas em Os resultados das dades de trabalhar com em nível de N SI não nos SI resultados PE N PE larga escala PE Mda Prova Brasil dão SIescola: osIN N SI N E I uma informação. Pnão a devida atenção para a é relacionar tais mediSI P M N E P M N M SI EE M PE escola e IN IN EM SI das com EEo projeto pedagógico necessidade de planejar. PE IN M não assumir a responsabilidade EE S E P M IN N M M a importância E M quanto não muda. M E EE terem dedicado anos. PE IN M E N SpedagóSI N E I M escola discutiu coletivamente seu projeto P I M E S S P dessa discussão EE um plano de ação? EEM IN EM que temos possibilidade EE de utilizar P M S N E gico e derivou À medida P P I P S M EE IN EM IN IN planejar sua Nprópria E M dados da S E P I S O problema adicional. é: em que mediescola. há peloEmenos.S SI NP M significados E N I S M S N I E P S E M S SI que lhe cabem envolvidas a partirPE daí. A desconexão entre Projeto pedagógico EM M SI EM EM IN M M Eé EE Sdessas NP E PE P P sobre o uso que esperado iniciativas. deveI PE M EE E S N N N E EM P M P I I I E E ao fato de S que as iniciativas SOutra possibilidade N resulta-PE Nlarse de testagem em deSutilizaçãoSIdos P E I M S N N EE NP SI para oM SI implementadas no E Brasil. I M P E E N P M N EE o que. também. dimensões. pensar em estratégias de O que temos no Brasil. de I S N M S I S muitos diversas escolas. particularmente N E N I M I I M E S E S S E N P que constituir em uma ferravadas. IN M EE S N N P I I M escolar.exceções.

coordenadas espaciais e temEM N EM M P I I M E E E E S S M E N E oferece e transmissão de informações que P M etc.NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M M EE E P E M N M EE E EENSINAR COM AS NPTECNOLOGIAS SI EM APRENDER E I P M E S EM P P M M M INE DA COMUNICAÇÃO EE INFORMAÇÃO M E N E E S N P DA I P M I E E EE S N E S N P P I P M I E S N N S N EE SI SI EM NP SI P I M M E S P IN M EE EM EE S N M E E P P I M M M E E P S N E César EE disso. PEE IN na sociedade S N I M P I Sas M EE S INpessoas. processamento E NP M locidade. S EDUCAÇÃO P P P I oferecer serviços ou M manter relações EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E sociais EE SI NO NP M significativas”. além PE IN Coll. práticas deEE organização SI formas eEE N P I I M S S N Na verdade. uma abordagem tendenciosa M E E E SIso ponto Ide EM N E camente todos N P P os âmbitos de atividade das pessoE E SI N S questão. M E de pensar. Carles Monereo SI NP EM P P PE I S M N E N S N e complexo E M e colaboradores Artmed. que N M M M SI SI exige mais EM PE M M de PEE EE EE E rapidez e segurança na transmissão N EM E E P P I P M E E E S Tecnologia. diferenças têm. NP PE IN e essas N NP P N I S SI I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S E EM EM E M PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO VIRTUAL E PE E P P M N E N I N SI NP SI SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 129 . NP NP outras Pcaracterísticas SI uma ferraN M I I I a Internet não é apenas M S acessibilidade. assim a I E M E E S S E N E S E P P P M E à transmissão E de viver. aquelas relacionadas com a capacidade N S N I P P I N M M I aprendizagem. para o aprendizado e para a M E E N E I M E P M E M S E N NP EE EE M EEação social. M SI uma determinada informação e EEM EM NP P IN P P S I E M E N S E P N E N Sociedade da Informação (SI). INP N P P míope da I desde as M M EE S S N soas. trata-se de um aspecto muito mais P P EE cial até o modo de compreender SI EM M com o papel dessas IN INo mundo. S S dessa ve. sociedade e educação: N E N N P contínuo E P novos SIN dados. P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E Nesse proI foram configurando-se P contexto. de reN E E àsSsuas possibilidades e limitações para represenSI EM e. por extensão. identificada como EE para representar EE E IN social. EE S ao tras N E N já há algumas décadas P I I S E Estamos assistindo S mesmo prinS N Todas Ias sobre o S M NP TIC repousam SI M de uma nova forma NP E I M E surgimento de organização ecoM S E S E E E cípio: a possibilidade de utilizar sistemas de signos P M M P E N PE EM nômica. S com os conteúdos e tarefasSde com M S N N E de representar e transmitir informação revestem-se EE SI EE SI EM colegas M P PE P M seus ou com seu professor. por seu intermédio. junto com a enorme redução de que EM N P custos E P I S M N N S N I N E M P I por exemplo. M de aprender. distância. SI SI EE SI FINALIDADES NP P I P M S N E Juntamente com a pressão do mercado. M EE S E P menta de comunicação de busca. de orgaM EM relacionado E E S S amplo. EMcomo noMque se refere N N E E P NP I I M tar a informação. EM EE SÉCULO XXI P I M E E P S N E eM trocar inforM P N PEA facilidade SI para se comunicar E E EM PE EE IN SI N E I P S mações.SI1 e 5) M social e. que comporta noI P P E S transmiti-la. 2010 SI global para um novo espaço SI a ação SI NP PE EE I M M P S E N E (Cap. enPE PE obrigadas EE EEtrabalharIN Spara NP EM N P I P M M M I contrar-se ou face a face produzir E S N S S M IN EE EE E APRENDIZAGEM EE SI NPmercadorias. PEalguns EEporais SI EE por sua vez. do nosE N E N porque afetam de uma importância. I M S EM M que alguns IN M passado diretamente de M EE NP países tenham M E S I E PE P E E M S M E E E NOVOS P N E ECENÁRIOS. em PE PE lacionar-se. aplicativos que melhorem S as IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E Tentar entender e valorizar o impacto das tecE E P S S N N E E M P A evolução das TIC e das P modalidades M SI IN comunicação SI NP PE EE IN nologias da informação e Sda (TIC) N EE I P S SI N educacionais associadas P I S M M S IN N considerando influência S sobre as variáEE EE EM SI EM apenas sua P E P M M E P E N N veis psicológicas do E aprendiz que um EE Entre todas criadas M opera com SI EM SI IN pelos seres P NP EM as tecnologias P E E M S M E N computador relaciona.EEM IN informação (quantidade.). o SI EM NP EMaceleram SI Nde Psurgimento IN I E S SI N S uma M encruzilhada de influências PE P I comunicações. suma. SIN EEextraordinários. SI e queSse P I P IN PE EE EE humanos. SI N N N PE EE SI relacionadas SI Com efeito. serviços ela constitui. I SI S E E isso traz consigo. P I uma economia centrada na agricultura para outra M P E E N S E N PE I P P I N M E I S M N S N N E S NOVAS baseada nas E TIC. Diferente profundamente entre SI SI N si quanto IN P I N M M I S S vas maneiras de trabalhar. vem ocasionando. I E S E E S S E N P P M P M 1 SI gressivamente “novas formas sociais por IN M CAPÍTULO EE meio das SIN IN M M S E P S E E M E M não estão quais as pessoas IN a viver. pratiEE SI NP EM especial EM SI EM PE e P vista. seria. de comunicar-se. S S N P E NOVAS FERRAMENTAS. tecnologiM NP E E P E Mpara ouE M nizar E essa compreensão e de transmiti-la P PE IN M EE P NP atual. política e cultural.

embora não exija a presença física dos S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M passar da informação para o conhecimento. situações e processos fazem da internet N E N N de vista educacional.EEM P como complemento da M à padronização I E N M M ainda não I E S N P E N E S E (Adell. mas S E P M IN N M M E M para selecioná-la e N P SI necessidades EE ausência a natureza às do EEconfirmarEM EE humanas EM de critérios SI por meio EE P N P P I E M P N S N P veracidade. A e a faciliA segunda etapa N E P E I N M P E PE IN os IN das espécies. E S NP NP EM N abstração e reflexão. preI N E E I M N S SI P N S I SI N desenvolvem. podem SI NPlevar facilmenEM Os Mmelhor”. Iimpede NP NP EM p. A simulação de todo P E tipo de objetos.. o rádio e a Itelevisão. Hoje. a deS mútuas.lações dosEindivíduos. das mensagens. etc. cacionais.PEE EM a um processo SI EE SI P N I E M M P N S Pmuitos aspectos. de trução. S de pensar PE portante dar destaque aEpotencialidade IN IN M da internet SI E S S E N P M M E PE sentir. EE M foneticaEE capaz não IN SI decodificar N S E I E P S P M M E S N N PEaprender os imprevisível. EE to. mente os grafemas como também M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E significativa para utilizá-los. cação em M M SI EE um ensi-SIN cia da informação PE IN IN EM EE rapidez dos P EM S S N EE E P • A processos e suas Pconseqüno centrado em textos e no nascimento dos livros E I N M P I P S N S corresponN de de-IN EE ensino à M SI Rapidez ências. no qual estas Ssurgem e Sse mas EEM sentes. de consM EE desafiosSIcomo: I SI desenvolvimento N S P N I E S I S manipulação. mais o contexto sito indispensável.181). deIN permitir uma comunicação entre E usuários E PE EE IN das coordenadas E P S M S N E P E M P N da comunicação. I NP Nclara e eficiente E E maneira P I M dos grupos. por EM SI E M S M E E N E E P momento. requer E certa proximidade. por exemM EE EE SI E NP I M P P I M S • A transformação M S espaplo. IN de mudança contínua M apenas de e. contudo. das instituições se constituía em um I E S M E S E S N E PE EM físico imediaSI Precisavam PE estar fisicamente NP Não éPE NP EM e dos países. as barN mais do Eque S M N E I N I N E M S E P S S N SI foram EE reiras espaciais PE rompidas definitivamente. não S SI NP a ela Inão M do ser humano E N I S dade de acesso garante. P de espaços e de Etempo para a conteúdos de maneira SI • A escassez EM PE PE IN M tem sido. Como P S I N E I M S N da atenção. E escrita. para strictu da Informação. S S N N NP SI SI EM M PE M pectos estreitamente relacionados com preeminênNaEM educação. Como assinala Cebrián (1998.EE te à “diminuição e a dispersão S SI EE NP EM P M I E P E E S N ficialidade. que sobre o restante M S N E P S E M S SI PE IN informados. EE M E S P que são relevantes para a educação caracteriza-se pela E P P M M E N N M N EE SI EE EM SI necessidade de a SI adaptação M EM NPdo homem EE primitivoPE P P I E M E P N N P EE A complexidade. NP EM I I P M E S E P P N um contexto muito mais amplo. excesso de informação ruído. a formação de PE submetida SI EE alfabetizada. e até a P M E E dência. provavelmente. nos processos de tomadas didáticos e Pdo distância. Há M indivíduos estejam mais e melhores EEde adaptar PE mais se trata apenas de sobreviver. P de modo na IN E S S E N M M M SI natural. em trada.IN sa e de educacionais SI EM de envolvimentos PE PE IN e de alguns M EE EE E S S N E P N P P I I influências dos de ensino eSaprendizagem – a imitação.Nessas tecnologias de comuniE SI E SI E P E I M E E S P M N E P P encontram seus referenciais na SI. de excesso E vestimenta. P o telefone. o principal objetivo da E N M P I I I I M E E E S S S S E N velocidade educação formal. São asinterlocutores. àEM supernovos meios audiovisuais entraram nos centros edu. INP mação etc. PEE M N I E M P I E abundância EE SrepresentaPa E clara hegemonia E de informação S informação. SI N eN de como imitadora da realidade. P M M méto. SI desenvolver SI Sociedade N P E NP P I P M N E M determinadas pessoas maneiras de agir. SI N SI p. sobretudo o desafio de conseguir escrita.S E I P I I P E S NP S S N I P I N M M uma realidade paralela. estamos EM dos sistemas de comunicação SI Com a chegada PE e dificulta EE IN EM EE P M S N E PE P I E mais rápido. N S N da sociedade dominada pela linguagem M educação. espetáculo. PE SIé contrária à reflexão.5). S clamação e a transmissão e reprodução do inforM E E S N E I E M espetacular da quantidade e S M NP Aumento do fluxo de PE M M EE NP SImado. que é muito parecida com aquela que N ocorre real-EM ciais e temporais SI O ciberespaço. que. É imEE EE está contribuindo.IN EM EM PE IN IN M Ee S N S E P M PE I • Informação. Há um consenso bastante generalizado em S S N SI EE EE SI EM EM P P considerar três etapas-chave no desenvolvimento M M E M N E N E M M contexto da mudança M EE SI SI tecnologias NPseu efeito EO PE . PE IN N Implica P sua em o risco de técnicas alimentares.S no qual o trabalho coletiIN SI SI meio adverso IN P• S N M S E I S N E I S complexidade que presidem as atividades e as revo era crucial e a possibilidade de se comunicar de M E PE S E P M M N E M requi. capaz.algumas PE das da comunicação na Ie P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S A primeira. A cisão forçadas por uma necessidade de responder época SI partir desse N E P P M N M M SI uma mente N N atual. IN informação M Sda SI características SI NP EM I EE natural (fala e gestualidade). a uma realidade que está le. IN M SI PE EE I S E E P S N M qual ocorre a comunicação o espaço virtual no por mente. embora P à infor. fenôN SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 130 . influindo S inEM desseM IN de de informação. “a PE M E N S SI N E I M P M S a dúvida o aprendizado. sujeito Essas estão naEM origem de alguN EM SI a uma denPEmodalidades IN M E M E S SI mas modalidades N E E P rede de inter-relações.” PE como espetáculo P P M SIdocumentação N S N INcultura da imagem e do McomM EE diferentes SI • A preeminência da Graças entre S SI à interligação E E P M M SI E de expressão E PE assim. M a pensar obrigas a pensar analógica. à também. M E digitais e à internet M putadores E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE nas M EE sensu. PEAo primar essas formas IN chegamos. PE aINinterdependência e aM um e hostil. IN conseqüência. NP do nascimento – de seleção da EM PE EE excesso M toxicação EEEstá na origem EE provocada por esse SI N EM E P P P I PE M M E E “infoxicação” – e. 1997.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S implicações do ponto menos.

SI e-learning ao m-learning N IN M vão seEM EE IN M SI S E P S E M • O surgimento de novas classes sociais: os E M E E N E E I NP EM Uma das NP PE na SI NP de futuroS mais verossíPE perspectivas M A M Mparticipação I E SI “inforricos” N E E SI e os “infopobres”. N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E desafio éP que os programas sejam • A homogeneização cultural.. IN M EM E E S S M NP E E P E M de avaas atividades de avaliação.. M desenvolvidos. e vice-versa. Também M P PE S N E N S N E M P com suas SI ações. ou do mesmo o que geralmente as variáveis relativas educacional no SIN PE EE EE SI ao contexto N N I P P I N M M S competição M S em entrar em N E N E SI A terceira se traduz qual aprendizagem. omissões dade e cultura. S NP M EM E P I M E E P S m-learning N os P tipicamente escolares. na verdade é um “não lugar”. EM mais freqüência. SI depen. O ou “escola consumo Pe maior depenE E M ricos. Edemais. mobilidade e coopeE P M M E N PE EM em que NP EE possui. E S I E PE P M E E M S M E E E mesmo Sno PE país ouNP juntamente atuações profissionais que estejam ocor-PEE potencializada. SI EE com os SI amplia ainEMocorre a M P PE P M E N E Frente a essa postura. Adaptabilidade. além dos especificamente orientados N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE experiências è educação. maior será a usabilidade. SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S proprietário N São tarefas Software livre ou S M e poder baixar ou SI M IN nas quais NP somente no caso de cada E I M E M S E S E E membro do grupo contribuir com a informação que operar on-line. E DAPINTERNET: EE N EAS INFLUÊNCIAS EM P I P P M E E E S N E N N P N CENÁRIOS SI EM NP NOVAS FERRAMENTAS. SI uma cidade EE SI SI EE SI (. como atividades Novas ferramentas M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I liação. SI E N S E P P P E suscetíveis SI EM N N deSIN grupos virtuais de heterogeneidade das comunidades e torna-se pa-PE grupos Ebásicos PE SI NP N SI N P M I I M I M S S S N funcionar tanto em contextos laborais quanto de fortente a necessidade de trabalhar conjuntamente E I EE M E S E P P M M E comuns.EEM NP são cada P IN P PE SI Em umNmundo I E M E N S E N E I P P papel que Elhe corresponde.IN meis é a S P P possibilidade de expandir as opções tem um alcance N ePum M EE S N E N P I I I M M E que não S sejam IN S E aprendizado paraEE outros cenários dendo criação e negóEM de cadaScaso: de produção. cresce EE são compartilhados.S Modifica subsN capazes P I P M agora IN I E S N E S N P M I S SI tancialmente de em um alterego para o aluno –Sou o contexto das atividades e das PE se transformar IN M M EE práti. S N P M I EE de E significado E diferentes. Steger. M S E SI A segunda N E P E M S M N SI PE PE nível educacional. SI as distâncias EM a fun. e cultural nos países pobres.abre imensas SI S E possibilidades para mento das diferenças E S S N P E I M S conEM M trabalhos INtrocar reflexões. NP P I P M S N de equipe pessoas geograficamente M EE INum trabalho M M SI E EM S E P M M E E E afastadas entre si. EE os grandes problemas SI ou chega-se EM P P M M M E E (1998) identificaram N N a mobilidade E P NP Mittleman e Briggs sete aumenta a EM M I E M EE E SIdas pessoas. Sintetizamos os sete grupos em quatro granN N problemas E EE EE para resolver EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P des categorias: P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 131 . EE o “tempoS vivido”. os valores e sistemas I M M E E N S E I M M EE EM NP NP culturais PE que estão S dos grupos no poder e contam EEartificiais”. O M comunicada. Afeta facetas S para umaM N M E E P P I M M E P S N E PE expressão IN EE M personalizado em E suas tarefas possibilida S atividade eIN da a EE PEgraças à P SI IN humanas. auxiliando-o de modo cas sociais e econômicas. demonstrar I P S SI a própria significa mossicamente ao estudo do impacto do uso N P I S S IN EM os processos M ao resto EEM IN M S E E trar que se é competente em comparação sobre cognitivos do aprendiz-usuário.)” (Cebrián. SI EM PE PE IN “Au. N ou para N rendo instante 1998. um “espaço N E E M I E M E P S E P P dissociação EE M M N E à adaptabilidade não físico”.M mação. S E P M PE NP EM PEincorporaPdecididamente IN Mturma.nômade”. EE P I E M P S N SI P E I capacidade P IN meios e Sa IN com Sos EM EM difundiIN PE IN EM para serem S E E S S E N P P M P M Do dos. S SI N EM a apresentar EM e organizar SI que tendem N P I I M E E S S N P P EE as atividades de ensino e também SI EM M IN e aprendizagem.IN S M E P M EE E todas as E equipe de trabalho –. ou consegue-se umaINP vez mais reduzidas. Ocorre uma entre o tempo M N I N E P E I P I E M S E S eo N PE Pou IN interlocutores M PE pessoal.M P N SI escoSI NP PE competência EE das TIC IN SI NP EE lar. as fronteiras desaparecem S e çãoN SI SI N P I M M I S S N S solução ótima ao resultado procurado. da Imesma EE M da mesma E N dos aprendizes escola em pesquisas. As expressões. estamos falando dos chamados “agentes globalizada. impondo progressivamente. de IN seio de Num M P E E E I P P N M E integrar em S M neste mesmo N SI 187). de I M M Ncio nos países E E S I E N E P E S dência econômica N segundo o termo por P. encontramos com da mais o foco outros contextos de ativiIN EE e introduz SI cada vez NP EM EM EMem todos Sos PE P M E E E SIdade social. SI M cunhado N E NP S N I N E M P I se empreender I entre os países pobres e pa. como atividades e tarefas de grupo. p. níveis educacionais. EM SI SI NP PE IN I E E S SI E FINALIDADES N S P PDa competição individual à cooperação EDUCACIONAIS M SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Tradicionalmente na educação formal e M A primeira aproximação tem sido orientada ba.M M EE E P M N PE M EE M EMacessibilidade E Da e usabilidade SI redes.M EEcompetente ou executar de maneira ração. entendida em um sentido amplo. analisar íses a sociedade dual está sendo M EE NP de campo. torna-se SI SI de “aprender” PE EE IN M P S EM N E decisões. dos SI S N N E P I N I E M S N SI Quanto e a adaptatempoSdurante o qual se tem acesso à informação M SI EE NP maior for a acessibilidade EM E I P M E E S E EM P bilidade.

grupos NP IN PE informação. S EM IN te. M S N I E P S E M S SI PE IN dos trabalhadoM cente competitividade e mobilidade EE PE trabalho virtual. grupos de trabalho virtual que devem atuar M E E S N EE PE M inesperadas NP situações EMconfiar mais em sua qualificaçãoSIe em suas verão em e nos quais são P I M E M E N S N E P EM EE SI E PE EM SI inde. colaboram e se ajudam demandas previstas e. parece inevitável independentes entre seus membros. E SI de ten. M péis e funções M SI que.PE em SI EM previstas ou conhecidas. finalmente. Junto componentes.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M grupos EE S aparecem de estudantes 1. Não se trata de por a pessoa dentro do mundo EM NP M P I I I I M E E E S S S S E N P Monereo e Pozo fictício PE mas de integrar o SI (2007) assinalam que NP EM PE gerado pelo computador. ElaboE SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P entrada em cena dasSTIC I leva os em prática N planos de vida A M M pes.PE educacionais para além das paredes da escola. grupos de trabalho virtual que atuam N S sobre SIContinuamente. IN essas M E N S SI N E I P M Visitar um S EM competências precisam ser Eaplicadas e utilizadas EM computador ao humano. segundo se afirma. ou M S M SI EE NP E sobre o funcionamenPE M I E P E E S N ção formal e informal quanto a aprendizagem e a EEM to do barco a vapor ao mesmo tempo em que naveP P M I E N M M I E S N P E N E S da vida. mas que N profissionais nos perfis e. PE formas de interação que as S muIN IN M EEas TIC propiciam. base em um ou paIN seja. E I E protótipoSsobre N SI profissioformação ao longo (2) o cenário um um M Mississipi feito à PE NP P I P SIgamos em N S N E N M o cenário SI e laboral. I S N M S E I S N E demandas S seletor e gestor dos recursos disponíveis. A imagem M de três granEE podem ser EE NP Situações SI E NP I M P P I M S tipos: prototípicos S informação. com E freqüência. Cooperar.SIN dade as coordenadasNespaço tempoM de utilizar recursos EE ser capaz SI NP E P I I M os meios M E M S S N E E E P interativa. conseqüentemensão M previamente EE I SI que não E N S S P N I P S I S nos processos de formação. com P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N prazo. (4) símeis.SI E IN S E E P S N M proativos – no sentido tornos alimentares). o professorado de trabalho em rede” E P P M M E N N M N EE SI EE EM abandone SI progressivamente o papel de E transmis(networked teams). M alunos as possibilidades EE M e modaliEE e professores. bairro) e mais afastado (país. M E S E N N E P P M M E EM SI SI pessoal (relacionamentos N N PE fa. baseiam entre PE em relações de interdependência IN M E S S E N M M E NP competências ou comseusSImembros. “equipes EE M E S P dessa oferta de meios e recursos. das Nesse caso.EM e guia na EE projetos Ee SI Pabordar NP NP realizaçãoPde mediador de deperação com a finalidade de essas I N E E I N S SI P N I P S I EM M M e alcançar as metas desejadas. dos E NP E EM P I M P E E de interagir socialmennos ocuparemos mais destacar S N adiante. tutorPEe também.E(3) nal próximo (viescala. M M N E M I NP N membros E esclarecimento E mas cujos P I M consultor no de dúvidas. SI E S E N P E M M E SI N e problemas danças também parecem irreversíveis. através da internet.M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 132 .EM EEprocessosSIN rar e pôr PE e projetos I IN E EM EE P S S N E E P soais levando em consideração o contexto ou mar. I P P IN S N EM S I N M E N I M S co mais amplo. Eauguram M SI enfrentar EE mudanças radicais no também devem EEmercadoEM EE situaçõesSIinesperadas EE P N P P I E M P N S se laboral. ter um bom relacionaos papeis de PEE E S EE SI P N I E M M P N S P IN mento. IN SI N S E I E P S P M M E S N de interação. de um de um Iprofessor transmissor de E N PE (atender EE IN cada cenário EM prota. P guardião do IN currículo começa a entrar em crise.M Deixando de lado as metas quais S E SI EE e conteúdos. diante SI No médio SI NP EM I EE Por exemplo. gruposNde que S E P M IN M M M N PEe res.M EQuanto amorosos. aoSIpapel de professores e alunos e às EE EE o cenário SI N P E NP P I P M N S M miliares). orientador estabelecem relações de cooI E S M E E S E S N M E PE deman. N E P P I M E zinhança. Equeremos P M N M • ser capaz EE em grupos M SI estão sofrendo NP aqui as mudanças que P M SI IN E te heterogêneos. e que estabelecem as relações com M M E M N E E E P M M E SI SI EM PE PEformato colaborativo. as N E I I P M EE E S S E P P N M M E os membros do grupo N funções que SI IN M EE M EE assumem são S SI interdependentes. P PE IN IN conhecidas. EM PE IN IN M EE de. SI M EM NP EE P P E I M E P P N N E PEpapéis deM sor de pelos de trabalhoSvirtual que são centrados. previamenS S N E SI E SI EM EM P PE em suas tarefas escolares com sua espantosa fateNplanejadas. NP E E P P I M M M E NovasP finalidades um IN E que torna S E Po IN imprescindível M EE EE E S S N E P N P P I M apoio mútuo entre S SI eles. S N S E bates e discussões. emergentes E M PE (trans. 4. PE • e instrumen. as pessoas 3. I de maneira E E E S N E E SI NP NP EM NP digitais. M nosso mundo SI PE IN E EE P M S N E PE P I E M(1) cenário nos cenários parque temático e aprender sobreIN a história milenar P N sociais: S quatro grandes M N E I E I N E M S E P S S por uma M N SI enquanto EE da China PEpasseamos INentendido em um sentido SI NP amplo e inE grande Meducacional.competências para encontrar trabalho do que na potencializadas basicamente as relações de N E P P E I N M P P S E com a ScresPE IN IN SI entre seus N M pendência E N I segurança de um emprego fixo. P S I N E I M S N E cluindo tanto as situações e atividades de Eeducamuralha feita de papelão. IN SI substituindo-os SI 2.SIN S N S E P M PE I No futuro. cilidade.des E P S M S N E P E M trocas entre seusP alunos e M cliente no N gonista central Edas SI IN cenário profissional). já absolutamente verosSI comunitário: SIsão possibilidades EM PE M E SI E EM região). EE SI NP EM E P P P I PE M M E E petências-chave que todos os cidadãos deveriam S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M adquirir podem Novos cenários E S N ser agrupadas em trêsS categorias: N E NP SI de atuar SI EM M P M M • ser capaz com autonomia.EEM EM EE básicas M Macrocompetências.Mespecialmente tos ral e o acesso aos recursos. E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M que.

SIN (webmaster em um termos é realizável em todos EE administrador PE IN SI educacionais NP EM P P PE I S M N E N o que. PEanalisar qual PE IN das mudanM EE EE P Nsão IN e se elas S N I M P P I “Web 3. conhecida como “Web “Web em fóruns de discussão. N N buscar PE comEE SI SI NP processar. sobreviveu gem e foi incorpomas dificilmente E M P M na rede.M P imenso repositório de conteúdos ao qual os Como afirma Suarez (2003). seria melhor Spesquisar como EE A rede SI e SI começou IN P P M proveniente Sdas mais diverpodemos utilizar as promover a aquisição N M EE TIC para E INcoordenarSIinformação M M EM e o desenvolvimento S E P M M E E E sas fontes. eminentemente transmissivas.SI M EM E P I M E E P S N contudo. E de implementar N NP dificuldade usos Eem E M E P SI os NP SI P NP E I P I M N E S M N I S todos os níveis alunos no outro).INP IN colaborativa ou procurem e contrastem informações M E M E S E PE P M E E M S M E P E E um determinado PE A expressão Web 2. SI educacionais. EM NP precisam ter na “era EM (free software) SI N PE usuários IN I E E S SI N S P P verdadeiros protagonistas ser os de seu próprio cresM SI IN IN M M EE EMERGENTES S S M E P P cimento e sofisticação. Ncícios autoadministráveis PE do Napster. S mesmasMtarefas que os humanos e M EE Ecomo realmente NP NP EM E P NP I não se limitem apenas. especialmente I P N E P M S N SI EE PE interesse EM repre.0” ou “Web semântica”.0 ou procurar atenção sobre situações inM N I N E P E I P E M S S do N SI PE PE IN M PE justas ou EE pouco satisfatórias (aSregulamentação SI N N E P I N I E M S S TIC no âmbito SI IN Esta como um uso das escolar e familiar). as EE E SI N N P P I N M M S M S de propostas N N E SI volvimento pedagógicas e didáticas sentações. SI características EM NP e qualiP IN P SI Ter um olhar I EE E M E N S E P N E N I P P com a finalidade e isso de que dade das situações educacionais que podem induS N SI eles possam SI PE IN realizar M M IN SI S N E E S I M exatamente as E E zir a essas mudanças. M M I E S N S S M IN EE poEE utilizando EE as TIC para SI com. como daquelas que ocorrem e atividades SI SI em situações N a EM EM SI algumas N P I I M E E S S N P P EE do próprio Bernes-Lee. M é o sentido P E. tes. também. os processos os EE SI EE SI resultados.M M EE E P M E N Pprevisíveis: M EE M EM SI E Ferramentas tar pôr em evidência e resolver problemas latentes N E E M I E M E P S E P P EE M Mchamar a N E da Web 1. EM e se elas têm características diferentes N E P P P I IN E E S N N S N P P EE Contudo. EM P PE P M E M N E baseadas em dinâmicas deIN colaboração etc. SI EM em que E PE EE IN SI farão usoPdestas N E E rada à propostas da nova fase da internet para que os estudantes participem I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I 2. aPE incorporar Em S vez SI IN disso. fazem agoI M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N encontrar. à infância da rede E poderíamos acrescentar que NP SI e PE M M EE nem IN S M E P M EE E E é tecnologicamente “Web 1. dos conteúdos aos M quais os usuáOs estudos realizados até agora evidenciam a I M M E E N S E I E P M E M podem acessar (os Einternautas S educacionais das Erios E um caso. educacionais nas SI EM presenM quais as TIC não estão IN já estão IN anunciando uma M EM E E S S M NP E E P M a da E nova Eetapa no desenvolvimento da internet. a armazenar. IN M utilizadaPEE P E E N S E N I P P I N M S M N N aEE partir de 2001. NP ra. plementar as aulas expositivas com leituras e exerEE A filosofia EM NP que estava na ori. EE alunos e M M E N denomina-se sindicação de A Web 2. S N E M P que é quem SI o professor no outro) determina textos educacionais. tudo que viável e pertinente em S tem sido denominada N M E E P P I M M M E E P S os con. corresponde. é claro. M EE NPforma de conceber a Sinternet EM E I P M E E S E EMusuári. NP e com práticas EM N P I P M geração. S A rede semântica ain. Qualquer usuário pode utiliLINHAS E SEUS DESAFIOS M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de uma página Web em outro M P M zar o conteúdo N SI conSI NP PE EE IN SI sobre a natureza NP EE texto e S I P SI acrescentar aplicações específicas em uma É preciso ter um olhar das N P I S S IN educacioEM M alheio EEM IN M S E E página pessoal.Existe um N E EE caso. trabalhem de maneira E S S P E I S EM EM M social”. SI SI PE EE IN M P S EM N E quando e como. SI N P M I I I M S S binarIN e transferir informação. as práticas. vozes autorizadas.EEM M EE S E P E da é uma idéia experimental que conta com alguns NP M EM EM M P I IN M E E E E S S M E N E P M PE SI Eprotótipos. Uma escola.SIN PE abre perspectivas de Isumo para o desensuas formas de interação (osPdiscursos. e em S E SI nais.uma visão da SI inM IN internet cuja NP proposta é de que a E I M E M S E S E E formação possa ser compreensível para – e não zagem.).0 à Web 3. N programa PE PE EE pro.0 os professores. saber como acontecem essas EE SI e coopeNP EM EM S EM PE P M E E E SImudanças ração. E.0 começou a ser diversas sobre tema. nem tudo que é N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S E acessar e baixar tecnologicamente viável SI em termos os podem N arquivos. TIC em do sistema.0” ou N I SI S E estamos hoje.INPprimeiro sistema S P P P de distribuição de arquivos de vavelmente acabarão M EE S N E N N P I I I M M E S S S N E pularidade massiva. A Web semântica é generalizáveis e transferíveis para Sças M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N outros contextos e situações de S M ensino e aprendi.emblemático Epara todaINuma SI o Napster. EE NP PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 133 . A anexação do conteúdo mudanças que podem ocorrer nos atores S E P M PE NP EM PE IN M conteúdos. E P M M E EM N PE M NP EE apenasM EE sobre as localizável e acessívelPE – os computadores.0” ou fase “pontocom”. O software (open software) e que as pesEE N das competências E “se abre” E EM P P I P P M E E E S N E N N P P se liberta e os passam a SIN soas SIno conhecimento”. PE para procurar P IN é pertinente P M I E S N N E S N M SIpor assim Idizer. uma EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M O equipe docente ou um professor com SI declínio desse período coincide com IN muitos anos M EE o auge SIN IN M M S E P S E E M e posterior EM fechamento de um com sólidas concepções objetivistas Ede experiência.

quem melhor pode Finalidades potenciais: entre P IN M E E N S E N M P SI realizar essa mo e os EMtarefa são NPmovimentos sociais SI PE EE INos professores.S PE I N E E I M N S SI P N S escolares SI Ne à internet SI EEpor seus EEM às vezes. onipresentes. M N P NP P I P EE N S N E N I M e transformadas em conhecimento pelos aprendiP I I M E S E S S N P EEo neoliberalisPE e. PE SI NP EM vas gerações PE de indagação. SIpropostasIN EEpelo SI P E M M P N S motivos: P IN menos. basicamente apoiada em textos escritos.). na apresentaS P EE IN EM etc. EE SI S N S E P M PE I lidade. alguns 2. as escolas tinham como função principal e a resolverem os problemas que E P P M M E N N M N EE estáveis. segunda metade do século educação sem paredes S S XIX. às vezes.). selecionadas e entre os M municação E S E N N E P P M M E EM SI SI N N PE E(fóruns. SI EM EM zes. lhes são apresentados. infraestruturas EE EE SI e equipamenEE P N EM P P I E M P E Ntos de TIC S N P N E I P I N a agressão os pedagógicos e didáticos M e com projetos S N • permitem SI P PE verbal. P M M sino dentre elas: ocorrer onde Eexistam EE SI EM PE IN Pdeverão IN M EE E E S S N E P N P P I M qua• promovem uma comunicação de baixa tecnologias disponíveis e adequadas para S N SI EM PE IN mediar IN M aprendizes. soescolar sentiINpara dar N PE M EE E EE S N N E P P P I I I E S S que rodeia N N e culturais S N ciais relativamente homogêneas. N S E I E P S P M M E N PE • os professores conti.cia ser filtradas. para nos chats M EE que possam EE contextualizadas SI ser assimiladas SI etc. são dirigidas às TIC dos estabelecimentos NP EM As paredes I I P M E S S P N EE efeitos negativos para a educação.nal. P• PE PE M demonstraSIou por especialistas N SI N E I N I I M M E S ções que estão na internet precisam com freqüênções. usos centrados na S EM alguém Schegar a Eser M um SI Epara NP apresen-PE – são fundamentais EM M I E P E E S EM N usuário tação de informação pelo professor P P Mcompetente I E e transmissão N das TIC. E nesse SI M EM NP contexto EE as TIC são P P E I E M E P S N N E PE de umM institucionalizados. EM EM P P assentaram-se. PE e alu. o entendem a P tornar-se difusas e no futuro os procesNP EM colaterais EM SI IN M E M E S SI sos educacionais N E P e o aprendizado. SI EE EM ensinar SI conteúdos perduráveis.Npor M E E E S E P P P I que podem M dade autônoma e autorregulada E S NP N EM N tura e os únicos transmiti-la para as nodos alunos (ativiE N M P I I I I M E E E S S S S E N P em condições de confiabilidade e dades experimentação.SIN M escolas e S EE Porque as SI NP E N P I I M E M S S N EM E E conhecimentos e na P enquanto. criar e transnalidades claramente educacionais. EM PE EE comentando. segundo P E Ao falarmos da educação esN das finalidades EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 134 . uma espéI N M P P S SI IN M EE NP IN do uso M S I ambientes e professores virtuais por meio cie de “megaescola” na qual a ubiqüidade das TIC E P S E M S M E N E PE tecnologias móveisPe E EE e o desenvolvimento generalizado das TIC.EM E M I E S N P N E P I informa-N E e porque. descobrimento.EEM a) com relação SI será possível SI N E P I M E E S P M N E P P para conservar. I NP N E E que exatamente P I M começa e termina a ação de I E S M E E S E S E IN PE EM as críticas que. etc. exploração. favorecem a irresponsabilidade EE vez mais PE aula e escolas cada ea 1. a ler (leituras. usos centrados EE EE P M S N E P P I E M alguns aprendizados adquiridos nas ção. etc. PE IN professor M E ordenadas. Neste os alunos.Scomo já assinalamos.M E P P P I PE M E E modo necessariamente esquemático. EM E P S M SI N E P M P N b) com e SI EE IN relação à falta de compromisso EM M SI Psocial EE IN S E E P S N M se afirma as TIC eSIa internet. ao menos por enquanto.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S colar. não devemos esquecer que os sistemas eduCenários educacionais prováveis: S N E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M cacionais. So insulto e SI IN M SI EE S N E IN diversos “ismos” (racismo. em sobre a idéia M M E M N E N E E P M M SIdeve servir SI A educação EM PE PE de Estados-nação como construções políticas.) que tentarão aproveitar as potencialidades dessas P I M E S S E N P M M M SI N Vamos de tecnologias para a aprendizagem.). Mlegitimada N instituição SI EE PE IN IN EM por EEM EM SI mitir o conhecimento EE P S S N E E P e à proposta de substituí-la 3. direção de M que podem acaPE M EMaponta na EE• restringem NP SIsentido. Expansão das salas de aula e das escolas S N N N E E P P EM SI SI SI PE urgentes: PE IN Epara IN M fios especialmente outros espaços (bibliotecas. sexismo etc. IN M E N S SI N E I M P I M M E S significatividade. N S SI as (apresentações. entre professores e conteúdos. Smelhores EE falta Ede virtualizadas. nuam os depositários da culUsos centrados nos ativiI sendo.). aos seguintes M praticamente qualquer lugar EE M EE IN SI e situação. E N I S • potencializam as relações sociais superficiM S N I E P S E M S SI PE IN M ais e. S E o aprendizado Essas são em PEE EM devido. EEM das SI Ndas P P M I N M I E M S possível N N redes sem fio tornarão P inaceitáveis. EM aprendizagem P SI escolas – como falar. N EE glossários. maN M E P I SI N E P S I N M E I N E pas conceituais. pessoal que. organização e exploração dos S • porque M N IN N conteúdos da NP EEe a escrever PE aprenderSa SI SI esquemas. Os novos cenários educacionais NP IN SI necessários SI NP para o cultivo Ique PE I S N M S E I S N E nossos M S “bom” cidadão em um determinado Estado naciose abrem aos em E PE SI E olhos questionam o ponto P M M N E M esco. M EE o ensino e EE finalizar o capítulo SI N EM desa. para ensiná-los M do ao mundo M SI SI SI NP EM I EE a interagir com ele E EE M S P marco. tudo M N E I E M P I E EE S E P E S complexas e expressivas. Um cenário global e onipresente. N SI a partir da EE EE SItodos os países. na interação e na coS S e usos centrados E E P SI EM EMparticipantes. bar surgindo três cenários claramente N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP M interdependentes. PE NP NP EM É necessário acrescentar ainda la e professores. museus) nos S quais S P N E N M N SI SI PE atividades M M ao Edescrédito da escola como realizar EE e práticas com fi. Neste M E E S N E E M SI NP as comunicações emocionais. Salas N de S E P M IN M M I M N PE M compromisso.

SI NPtransformou S P P P da informação e da prática de enviar mensagens agressivas e I M EE S N E N N P I I I M M S S S ou usurpar N E municação (TIC) de permitam esconder. CAPÍTULO 5 nada P e. M o não construtiPE Eportantes: EE NP dessas tecnologias Sum PE ofertas educacionais IN aumentoNde NP E P N I S SI I M P I S M N M S E I S E IN S M EE EE P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 135 . e satisfatórias. potencializem M M I E S N E S S M IN as tecnologias EE coEE Ehostis.) EEM Perfil.M EE P SI N SI P NP E I P I M N E S M N I S conseguindo. IN M alcançado o acesso das EE uma vez S E P E sos de aprendizagem é afetado por mudanças imTIC. EM P PE P M E M N Ea b) em uma sociedade que rápicom a finalidade possam discriminar entre N muda deSIforma EE de queEM NP EM SI até que ponto EMnos mostra PE P M E E E SIinformação da e constante – é preciEM verídica. Assim. etc. genuína e rigorosa e a inforN E P P P I IN E E S N N S N P P I fomentar EE so mação errônea. EM SI E é o verdadeiro e complexo desafio que M às vezes têm como efeitos N E E I E M E P E S E P P M M N E enfrentamos atualmente. é o M suasiva” – Captology –. o SI papel da escola NP NP SI N P M I I I M S S Se proces. surpreena proliferar na internet medidas E M P Ndes. PE IN NP mentos IN E I M S S N P S capaz de chegar da lizar as TIC e a internet como uma “tecnologia per. um forte compromisEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M Teresa Mauri e Javier so e atingindo seus SI IN objetivos. e interpretar dos esforços importantes orientados a formar PE EE EE os alu. dos goverS M SI M IN culturais NPe a existência de múltiplas E I M E M S E S E E interpretações de qualquer informação sublinham a nos. Por S IN cação formal a das socide um lado a S possibilidade de utiSI EMe escolar. Essas N de seu não E E E bási. todos da população fazer NP M possam EM EM M P I INos setores M E E E E S S M E E P IN uso enriquecedor. PE M EE EE P N IN S N I M P P I c) em uma sociedade complexa. manipular identidaPE seus elementos EE em um IN EM SI M EM E P M E E P S deve nos N portanto. S também que o âmbito do que é que. E. a S N M E P I M M M E E P S o tipo que N N E EE existência de movimentos sociais de todo EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E S boa parte de suas E M IN P IN PROFESSOR SI EM AMBIENTES concentram uma SVIRTUAIS SO PE na EE atividades IN M P S EM N E internet M (campanhas de IN sensibilização. P I I M E E S S N P P EE capacidades de gestão do conhee) com relação SI EMe ao apaM às “brechas digitais” IN do aprendizado. IN M EM E E S S M NP E E P torno das E M cimento recimento dePnovas fraturas M sociaisINem P EE e da informação. N N Neste da Spopulação devem diminuir PE forma IN EE marco. frequentemente.EEM tradicional de organizar as experiências Conseguir que. por outro EE E em princípio. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E e atribuir significado e sentidoSa d) com relação negativas M para organizar P I essa N EM SI às conseqüências NP PE prepará-los E IN É preciso SI NP para enfrentar EE informação. Ecomo EE M S E E P sem discriminações de nenhum tipo. e tudo leva S SI N de vista IN I N M M I S S N E E e. progressivamente. tecnologia suscetível de S usuários com melhor N P para conseguir P I influenciar os P M instrumento I E S N N E S N P M SI SI a finalidade uma causa determiSI PE IN M M de ganhá-los para M EE S N E P I M nobre. simplista ou mal S SI N de EM o desenvolvimento EM SI nos estudantes N intencionada. Já começam PE SI EM EM a fazer PE as der EE destinadas IN com que SI específicas N E E que os docentes as tenham integrado na E sua I P S EM N P P I S M N N S N I N E M P I I SI S E atividade profissional global e. P I E M S E E S N E E P única instituição P peso. por exemplo: de M EE o estabelecimento NP de ensino M E S I E PE P M E E M S M E P E PE fessorado deve aprender aEE dominar eEM a valorizarPEE regras e princípios de atuação porNparte de admiIN P E N S I P P N M E S M N SI N N uma que devem ser respeiSI nistradores EE da aprendizagem.EEM NP P IN P P SI I E M E N S E P N E N I P P E fundamentada oPpróprio julgamento ou ponto las “brechasSIdigitais” é cada vez maior.EEE. NP P I P M S Muito Iesquematicamente. a eduDiante cabe opor doisIN arguM I N E mais uma PE E dessa informação. nos como buscadores “estratégicos” de EE SI EE SIinformação. M dos participantes EE Onrubia SIN IN M M S E P S E E Me a c) com E M IN PE relação aos riscos de que as TIC PE EE a EE Sconhecimento NP internet Ifavoreçam EM A nova Psociedade N P N I M digital e do o isolamento. I M E E S E M E P M E S E N NP convocatórias condiçõesEE e competências paraPcomícios e manifestações. acesso às TIC. no que especificamente ao SI saibam relacionar EM PEse refere E PE a prever M M EM N N E E P NP I universal com o âmbito do que é próximo ou Elocal. I P S SI os derivadas do excesso de informação e aos perigos N P I S S IN EM“infoxicação”. poderíamos caractados por todos os de IN N M sob ameaça EE participantes M S E EM expulsão S E P EM M M M E E E terizar essa nova cultura a partir de três traços em caso cumprimento. das instâncias internacionais e das grandes E P M M M E N PE NP EE necessidade EE EE dos problemas M de aprender a construir de forma corporações diante provocados peSI EM bem. as distâncias entre países e setores I M M I E M E E S S E N E S P P P M E e de sua E SI progressivamente. uma N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E isso. não vertebradores e. da S E P PE EM NP EM PE nessePE IN M e da aquisição M E N por meio do desenvolvimento de caTambém aspecto estão sendo realizaM S E SI I N E P E M S M E N SI PE selecionar pacidadesNP como procurar. M e isso EEM IN M S E E desafios que a sociedade apresentará a eles. vez.PE P P I P M E E E S N E N N P P N cos: EM medidas têm como finalidade uma coSI potencializar EM SI SI NP PE IN IN I E E S S N S P Pa) em uma sociedadeSda I informação – os estumunicação fluida e um tratamento correto e agradáM IN IN M M ocorrem M EE S S E P P dantes precisam obter da educação capacitação vel nas interações que na internet.M M EE E P M N PE M vo e criativo EE M colaterais. SI SI EE nova cultura SI e moderadores.EE edades modernas M SI ao conjunto EM IN P população M ou seja. M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S a sensibilização N de perspectivas Afortunadamente.SIN SI N I P P I N M M S M S para construir N N E SI informação conhecimento. lado. no interações entre usuários resultem mais adequadas E S S N P E I M S o proEM M processo IN e aprendizagem. a diversidade STIC.

Uma N E P P E I N M P S Eensinar o S PE IN IN SI NP M E N I Competências relacionadas a aluno e aprendizagem virtual centrada na M S N I E P S M S SI EE PE IN as seguintes taM a informar-se. O papel do proE P P M M E N N M N EE em tirar SI EE consiste. as condições P M M N E M I NP E E P I M resses e necessidades de informação exclusivamene Sas do professorado IN competências E S M E E S E N E PE EMpostura acrítica. das suas M implicações P e conseqüências na vida P M I E N M E I S N P E N E P I aprendi-N E qualidade Sexplica osPE I N resultados S do assim como Pa PE pessoas. M EE não para o professor virM Esuficientes. então. S EEpara SI P I M M P N em ambientes S P E IN satisfazer suas necessidades. de acesso M diferenças E S E N N E P P M M E M E SI SI N N PpreserEE Responde à lógica tecnologias. TIC e rendimento dos alunos S N N N E P M P I I I E S S S N N PE guindo discriminar SI é importanPE SI NP o que é trivial do que EM N I I M E N S S E P Entende-se que das TIC Ete. uso P no PE SI NP EM IN M E N S SI N E I M P M usar ferS Novos materiais e metodologias baseados EM e capacidade para SI • Conhecimento PE EE IN EM EE P M S N E PE P I M eEE rendimento ramentas tecnológicas diversas em contextos habiP N dos alunos S nas TIC P M N I E N I I N E M S E I S S N prática profissional. M longa duração M SI SI SI N E I EE EE M E S P so á informação facilitado pelas TIC. SI NP E N P I I M E M S S N EM finalidaE E valorizar positivamente P de acordo ção com diferentes • Capacidade para a I organizada M E E E S N E P educação e para ensinar E SI NP NP EM NP seu des e em diferentes contextos. P E N SI seu valor M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 136 . SI N P NP P I P M EE N S N E N I M var e distribuir os conteúdos para que possam ser P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM utilizados no marco de propostas educacionais diP IN M E E N S N M P M EE SI SI ferentes. EE EE SI N E P P P I PE Mselecionar EE conse. Nesse sentido. a fim de que domine EE Ptecnológica dimensão S E P M IN N M M M N PE SI EE refas ou atividades: EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I I N ativamente de N inEstaEM concepçãoSvincula o rendimento dos aluS N • Explorar S P PE as possibilidades SI I M tecnologias. a chave E I N M P P I P S E S domínio M IN Ler diversas linguagens (multimídia N N S• e da ação docente eficaz das EM estaria no PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E hipermídia) para tecnologias S per se. SI que as TIC PE IN M E M E S SI em torno N E P P M M oferecem para: série esquemáticas EE de versões SI de uma P EM PE IN IN M EE EE E S S N E P N P P I M • Procurar e consultar informação nova adapque mostram visões S N SI diferentes do modo EM PE IN de entenIN M EE SI S N S E P M PE I tada às necessidades de aprendizagem dos alunos. S M dos riscos po. der o processo de ensino e aprendizagem virtual. M E E S N E E M SI informaNP armazenar e apresentar PE M EM M EE• Gerenciar. das TIC comuni. SI E S N E IN formação oferecidas pelas TIC para ter acesso à nos diretamente à introdução das P I M E S S E N M M M SI NP EM PE M EE M aprendizagem. IN P informar-se.EM E • Procurar Ee informação.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eà informação E M por meio EE S formais e informais.cuja SIcotidiana das N SI N E I N I I M M E S zado como. SI PE NPescola e adotando NP EM te fora da uma PE I N E E I M N S SI P N P S autores e N SI N com a obtenção SI relacionadas EE Competências de EEM as contribuições dos de EM Revisaremos I I P M E S S E P P N utilizando as possibilidades agrupando N trabalhos selecionados. Por S S N alunos SI EE EEo desenvolvimento de SI EM EM P P isso. por exemplo. o professor • Conhecimento do percurso incógnito das EE S M SI EE é visto fundamentalmente NP EM P M I EE P E E S EM N como Eum designer de propostas de aprendizagem TIC. o uso dos programas de tenciais de e exclusão social devido às S S segregação E E P SI EM EM e ao uso PEdessas Ensino Assistido PE IN desigual M E por Computador. IN IN EM EE conseqüências P EM S S N EE E P inferir suas e tirar conclusões. o ensino e o aprendizado. IN SI N S E I E P S P M M E N PE • e apresentar informa. entende-se PE PE constitui um que os resultados aprendizagem importante P eE de M EE da aprenE EE S N N E N P P P I I I E S ser atribuídos S N N S N dizagem dosPalunos podem ao acespara M o coletivo de professores. ambientes de ensino e M M E M N E N E E P M M SI esforçoIN SI EM Aqui. EM EMsuas propostas informação. ÉEE preciso sublinhar que oPvalor do materiNP EE IN EM P S M SI N E P E M P N ou pedagógiSI IN do contexto metodológico EM al depende M SI PE EE IN S E E P S N M o qual proporciona co em que é usado. entre outros. SI EM SI EM EM PE presença IN a simples M E E S P M N E P o essencial P • Compreender nas instituições educacionais M M SI basta para EE melhorarSIN PE da informação.SIN tuais: M armazenar S EE Gerenciar. o máximo proveito SI A esquematização do de ensinoEEM fessor M SI M EM NPprocesso EE P P I E E P P S N N E PE prevenirM da riqueza desse em mediado pelas IN TIC: SIN SI acesso. M N EE M S NP M SIembora EEM • Usar IN diversasNP EE bases de EE informação Algumas competências P necessárias. M EE de tentar EE SI organizar.IN Acesso E N N o peso dos meios de S E P I I P E S NP S S N I P I N M M e rendimento dos cação de massas e da internet. das TICIN na EM integração M P I I I M E E E S S S S N P EE nível instrumental. NP SI M N E I E M P I E EE S do processo E de ensino Pconcepção E S ção. assim SI e aprendizagem NP comoIN PE I S M E S N S seus inteque procurem a resposta para implicações para EE PE SI os alunos EM o perfil. EE tuais de S PE IN SI NP EM P S I N M E I M S N Aqui.

SI NP P I P M S Aceita-se também que os Uma concepção de ensino N M EE de processo INou de auto-regulação. SI SI PE EE IN M P S EM N E • facilitar para o aluno o acesso. a ex• favorecer a revisão dos conteúdos curricuI M M E E N S E I M E P M E M S E N NP lares a P ea partir das mudanças e avanços na nova so. • integrar os materiais no projeto de um curso EM Napoio SI P I M M E S P IN M implementado EE EM nos ambientes EE • garantir o acesso. o mais objetivamente possível. M N I N E P E I P E M S E S N SI P PE IN M PE EE dizagem e Etarefas que promovam uma atividade Competências: SI S N N P I N I E M S N SI para que • S procurar Eeficazmente materiais e M M recursosPEE construtiva SI NP individual do aluno.NPE E E E E S S M E E P M por PE SI Edizagem EE NP PE IN parte destes. A chave para caracterizar o SI N EM EM SI N papel do professor S P I I M E S S N P P EE Competências: está M na atividade SI EMcomo um M do aluno. EE de exploração IN M estratégica deSconstrução e repreSI EM NP P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P • utilizar de e eficaz as fer-IN sentações ou Seu papel consisteSem SI SI perspectivas. Inclui outras dimensões.M M EE E P M N PE M EE Mseu potencial tecnológico EM SI E Competências: educacional real ao orientar N E E M I E M E P S E P P EE M M N E • elaborar propostas de conteúdos de aprenpara a consecução de objetivos concretos. M ele se aproprie I E M EE E SI um perfil SI E N S E P P P M especialmente E E SI de desenvolvimento N N N ferramentas que xo ou no processo PE faciliEE SI SI muito baixo NP NP do conteúdo. N P M M M I E M E N E E S N P I P M E E • projetar EE S materiais N com TIC. O professor aparece caracterizado como tutor M SI IN IN M EE S S EM M E P P ou orientador. acomdo aluno. E P de intervenção NP assume bai. mantendo P S SI diferentes de envolvimento no M te M a atividade de aprendizagem do aluno N P I S S IN E E M IN M S E E processo. PE maneira adequada IN M M IN S S N E E S I M ramentas tecnológicas dirigidas a orientar.EE Normalmente. de modo que favoreçam a gestão significado de aprendizagem N EE os conteúdos SI e o conNP EM EM EM processoSIde aprendizagem PE P M M E E E SI trole pessoal do eEEa N E P P P I IN E S N N S N P P I EE motivação orientada àEtarefa. confrontando individualmente IN EE M P E E N S E N P I P P N E S M N SI N N EM as afetivas te como e as metacognitivas SI E SI SI EEcognitivas. M SI E EM S E P EM M M E E E aprendizes sejam distintos em seu próprio estilo virtual centradaPna N E Ee aprendizagem EM de PE P P I M E E E S N E N N N aprendizagem e Ique SI NP a instrução EM NP construção dos conhecimentos EM SI SI NP PE seja individualizaI E E S SI N S P P da. e seu papel consiste basicamente Para definir as competências profissionais do M Eem M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de aprendizagem do M docente. o uso. considerado IN IN M E E E S S M NP E E P E M •EE projetar atividades e tarefas de E ensino de agente. SI M NP E I M E M S E S E E • comunicar-se de maneira eficaz para promoacesso ao meio. EE nos transmitir. adequada E I M E M E S E E P ele se aproprie do conteúdo. o professor facilita S M o instrumento de estratégica Ie NPautorregulada. N P P I P M I E S N N S N P EE SI centrados emSIpedidos de por parte do aluno. SI N P M I I I M S S S tem a e aprendizes e EEM da atividade. faz parte a proposta instrucional possui. EE os PE SI E PmesEEusam o mesmo IN SI aprendizes N EE ocorremEM E O aluno como entidade na qual tipo de critério e os I P S N P P I S M N IN E M psicológicos PE IN IN aprender. o envolvimento doM aluno ou currículo a ser S N M E E P P I M M E E P S N N E EE e a continuidade desse no processo tecnológicos que EE PE SI IN educacional da qual SI NP a instituição EM envolvimento P P PE I S M N E N S N E M P SI de aprendizagem. INcomunicação entre professo M a assessoria ocorre por S E P M que facilitem a e oM controle da própria aprensolicitação NP M Egestão EM M I INdo aluno. sozinhos. O que se Spropicia SI S E processo de natureza diversa mos processos para E S S N P E I M S EM M IN fundamentalmente é que os M aprendam EE estudantes NP M E S I E PE P M E E M S M E P E além das estritamenE PE o material. e hipermídia. NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 137 . São incorporados eleA atividade mental construtiva doPE aluno P EE S N S I P I N M M S que caracterizem M S ferramentas N N E SI mentos e a atividade pelas TIC e orientada a EE SI EE SI dotar de M EMmediadaM P PE P E N E do aluno. ciedade EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M •SI facilitar para o aluno a exploração modelos descritos acima IN supõem que M Os três EE de suas SIN IN M M S E P S E E conteúdo de Ea realidade Miniciais do N aprendizaEM é representações PEé objetiva e que a finalidade do ensino PE EtransEE SI NP apresentá-la EM N P N I P M gem. M M I I E S N S S M IN EE EE e modificar EE a conduta SI dos alu. E E pôr a tecnologia a serviço S E É um assessor P P M M M E Ea fim de que N N ou consultor.INP S P P P • promover o uso das ferramentas de consulmitir essa realidade M EE S N E N N P I I I M M E S N E ta e assessoria. e recuperando SI SI INpapel de guia PE PE IN EM EE M So M EE N S E N P E I P I quando o Naluno necessita.M a hipótese de M P que todos M NAceitando.EEploração EE de hipertexto EE de formatos M compreensão P SI NP SI P N E I P I M N E S M N I S e no conhecimento. S E PE E P M M E P E N N E P M M é capaz de assumi-lo. cedendo o controle ao aluno quando este pelas TIC. EM de acordoS com o queS se pretende SI NP M EM E P I M E E P S N além disso. levam em fundamentalmenP o processo I aluM acompanhar N P S SI consideração NP PE grausIN EE mediada IN SI EE no. P NP mediado IN aprendizado S N I M P P I modo que sirvam para instruir uma aprendizagem Neste esqueSpelo M EE S E IN S N E N P E I I S E S S ao aluno N ma. de desenvolvimento do processo E P M M M P E N de múltiplas PE M EE ver a aprendizagem EEe autorregulada.EMpanhar e guiar o aluno. protagonista principal último M e responsável P PE IN M E EE pelas TIC. SI E assessoria • projetar processos de e consulta. diferentes entre o que já existem.

M SI P E IN S E E P S N M zação e gestão. E S S E N P E M E SI N EM de de aprendizagem com bui para Eresolver conflitos). E N N como resultado deSum E I P I I P E S NP S S N I P I N M M rige a gramática). EE proporPE ou a distância é preciso na M educação virtual S E P IN N M M M N PE M valorizam SI EE § formar os Pestudantes cionar os suportes adequados. e Iatravés NP E E P P M M M E consultoresP e guias. refas M E E S N E E M SI e orientaNP A aprendizagem assistência. N S concretos M N E I E N I I N E M S E P S S N SI de promotor atividade específica. PE fora Rejeita Eataques pessoais e contriIN vinculado ao desenvolvimento IN M SI de controle. E SI EE EM com o desenNP EM PE facili. M M SI (personalizado) EE PE IN I EM S EE P EM S S N EE E P as TIC oferecem podem ter um impacto muito releE I N M P P I P S E S IN competências gerais dos professores N M N M SAs vante na interação e na conjunta. vão IN construindo M EE EE E S S N E P N P P I I M per§ aparecem como especialistas em fazer cados compartilhados sobre os conteúdos S N EM PE IN e as taIN M escolares. mais do que como provedor de respostas. a atividade M dos esquemas S N aprendizes SI P N PE da vida e S SI M da atividade do ativos SI EE SI N E IN e construtivos de cuja qualidade depende. e IdifeEE o fato de P N EM P E M P E Nrentemente S N P N E I P I N ao longo como como agentes anteriores. S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M § desenvolvem sua tarefa como S e-moderadoAs possibilidades de manejo do tempo S de IN IN EE NP S Sde EM do espaço (vir. E N I S te. volvimento de cursos virtuais. mensagens. editor (de corA aprendizagem N especialista.EM líder de discussão. em comunidades de prática. agente de M um clima EE NPum ambiente SI E NP I M P P I M S S conseguir emocional e no marketing ampliáE afetivo confortável. aluno N E P P E I N M P S N E PE Ie IN SI Para apoiar NP a progredir M interativo”. N (promove a “lista” para PEqual os alunos EE IN EM E P S M SI N E P E P (faz comEM sintam que N o de Eorganila ou mantê-la).IN S PE quais. filtro SI IN a aprendizagem é possível. NP EM I EE tiva que supõe passar EE M E S P tre participantes (envolvem pelo menos duas pesde uma concepção do coE P P M M E N N M N EE de alguma SI EE EM soas trabalhando juntas nhecimento e da baSI aprendizagem M majo. O papel Eatividade PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E virtuais do professor da S virtual como P M ou facilitador IN mediador N EE M NP aprendizagem do Saluno P SI que EEM IN EE reconhecer supõe EM S EE SI P N P I E M M P N P supõe dispor IN M Uma atuaçãoS competente conectividade tecnológica não M coisa que EE IN dos PEE SI é a mesma N S E I E S P M M E S N PE conhecimentos e das capacidades necessárias para SIN interatividade M EE SI NP pedagógica. NP comoPprocesso EE P P E I E M E P S uma concepção N E IN de contribuições PE forma deM ritariamente por S meio em sicamente individuais para destes IN SI NP IN PE I S N M S E I S N S guiadas por mensagens escritas. PE Em sua proposta. EE S pal). nas trocas mútuas entre professor e aluno. I E S M E E S E S N E PE EM a respeito dos SI aprendizagem PE NP NP Mudanças que esse supõe Os resultados da seINdevem aoEEM PE papel P I E M N S SI N Sdo professor M SI N SI EE professores tradicionais: envolvimento conjunto e colaborativo NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E em atividades de ensino. relacionado com o estabelecimenque os participantes se mantenham no tema princiP E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 138 . O e-moderador formação que o caP P E EE M precisa receber IN EM em consideração SI N P E N E P S I E I E E N S meio de social mediação. M E pedagógico. E SI interação E SI E E P E IN M E E S P M N E P P do ritmo de participação tual) N e que IN profissionais. são projetadas e como processos sociais conEE PE SI EM e situados na atividade P M M N E M I NP N as pessoas E E junta entre P I M um e-moderador. S EE SI S N S E P M PE I guntas. a N e dos alunos SI IN M de oradores ou conferencistas EE § passam M EE por meio das S SI quais.S Envolve o por textos escritos P e comunicacional da N SIpacite a comunicar-se SI NP em quatro grandes EM IN do professor NP I M M E S papel e-mediador na tela do S SI computador. As gerais referem-se criação. Neste EE EE E SI caso. E N P I I M E M S S N EM E E P identificar eN caracterizar contextos relevantes de Salmon (2002) propõe um modelo para E apoiar I M E E S E P P P I competências Ma M os moderadores na E S NP N E N atividade. EM rico contexto EM Eum M EE construtiva E o desenvolvimento de SI N EM E P P P I PE M M E E trabalho. manutenção e desenE N M P I I I I M E E E S S S S E N P já amplos da atuação desses profissionais.EM SI A atividade NP do aluno Pse de aluno.SI EM maneira). mas possuem N características IN P M EE comuns: E EE S N E N P P P I I I E S N N S N são estão baseadas na EsteSesquema surge da mudança de perspecM M SI interaçãoSIenSI motivadoras. e mediador da aprendizaEE Tem o papel PE IN SI NP EM P S I N M E I M N Essas competências são S apresentadas gem mais do que S o de um especialista no conteúdo.âmbitos: o P Iadministrador. M P M M fazendo parte de uma equipe colaborativa (assíncrônico / sincrônico). animando-o na autorregulação na a autêntica aprendizagem M S N I E P S E M S SI PE IN M gestão da própria aprendizagem. o SI NP EM âmbitosM PE IN E N S SI N E I M P M S as competências específicasEE referem-se a âmbitos EM professor éE entendido como um e-moderador da M SI PE IN EE P M S N E PE P I E ou a exigências M de uma mais próprias construçãoP do conhecimento por parte do aluno. Relacionado Papéis do e-moderador: M E S E N N E P P M M M E SI SI de um processo N PE virtu. o social. entre outras. social e cultural M M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE PE maneiras. EE SI EE EM le.M NP EM P M I E P E E S N vando-se aM natureza construtiva. processo construtivo Ede natureza S S N SI E EE SI podem ser EM EM P P As e-atividades usadas de muitas interativa.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M textos. tutorial P é concebida como mediação I M E S S E N M E destaca também. exaltadas ou EE EE volvimento SI (reduz participações N P E NP P I P M N S E M al e eficaz.M IN EE “bombeiro” de Saprendizagem tador.res. suporte. auxílio resulta relação interativa PE M EM M EE§ proporcionam NP de uma SI M N E I E M P I E EE S e conteúdos E – o “triângulo P E S ção para a atividade de aprendizagem do estudanentre professor. E das signifi.

E P M M E P E N N P M EE M SI disse que três haviam explodido ambiente material. de maneira indissolúvel. tos E E S N N SI vemos tantas N P P I inventam. 1999. 8Ee M N PE SI E P EE IN SI N EE E I P S EM As tecnologias têm um impacto? N P P I S M N E N S N I N E M P I I de um relatório encomendaSI S E E O livro é resultado S S N P E I M P S é por EM M IN “impacto”? Tecnologia M EEpara o começo doEM pelo Conselho Europeu. o qual inEM as mudanças SI nossa M E no âmbito das TIC. que in. e tantas outras e pensantes. SI os objeNP Diferente EM EM SI EM que concebem PE P M E E E SIescotilhas. M Ed.M mir que existam três M agitado da comunicação IN IN que exista algo EM no oceano E E S S M NP E E P E (rede) éEM M P Ciberespaço o resultado que seja EE “puro” em cada uma: a técnica PE INda interconeEE (artefatosEM E P NP IN mundial S N I M P P I Sxão M N E o que inclui a cultura (representações) e S dos computadores. IN I M S S N P S E da nova cultura da clui atuações dirigidas a ajudar os alunos M SI aprendizagem. E E N P P M dasIN novas condições em conse.M SI E S E E E P gital. S e vivo? M N SIde informação N SI volvimento IN digitais frio. EE EM SI SI M NP E P P E I M E E P P S e uso em lugar e época determinados. SI SI o técnico. M P cap. to de um projeto instrucional N E E I E M E P E S E P Esejam claros está aberta às modificações que possam os envolvidos Mclui animar N em resposta IN NP para que EM PE EM I P I E M S E E S N S finalmente. Ee PEde pensar NP I I M Mentre atores humanos I E de vaque inventam. entidades. Cibercultura Sé o realidade M IN SI S N E E S I M E (materiais Ee intelectuais). CAPÍTULO 1 EE SI NP M EM EE P I M E E P S N E 10 São Paulo. que P milhares I Noé.S cada uma querendo as e utilizam. que já entrou N S P P globais. SI que se desenvolvem NP de formas NP usam e SIcom o cresN P M I I M I M S S S cimento do ciberespaço. Eassim. música pop. de EEela de umSplaneta SI EE Ou será SI das tecnologias NP P I P M N E de comunicação. 1. sem EM digital. (b) entidades materiais N P SI SI o rádio NP PE EE IN SI N EE naturais I P S SI N que um dia foram disponibilizadas de graça (ou pelo e artificiais e (c) ideias e representações.SIN N E SI mica das telecomunicações. interações entre (a) E E tudo é pago). P de arcas de ou elas do mundo dos humanos. seus N S E IN M E o universo de informações Mela abri.EEPodemos assuP I M E S S N P P EE SI sidade.SIN imagens e símbolos pelos N N I P P I N M M S M S Não é possível E mun. relações de N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI CIBERCULTURA 139 . EM para quePE tante mutação IN M EE E S E EM P se sintam competentes e confortáveis com os reN P M M M I E M E N E E S N P I P M I a proposta E E EE S N configuram E cursos e ferramentas que S N P P I P M I E S N N S N EE SI SI instrucional. mas que As tecnologias são produtos da sociedade e da M E EM N PE M NP EE cultura. Na sociedade N SI EE e relações PE laços. noEEfuturo. trocas SI de força). PE bombas EM P E M S M E N S P quais atribui sentido à vida P PE EE EE SI no século XX: a bomba demográfica. e ao mundo.M M EE E P M N PE M ocorrem EE M adequado. E S não eficazes). humanos? É S preciso cuidado M tudo SINestranho aos SI valoresM EM EM E P EM M E E E já foi “obra maligna”.>. isolar do E EE as ideias SI EM e a bomba P PE P M E M N E N ao olharmos pelas do material (ideias e usam EEda arca original. mas E conjunto de técnicas M EM NP de modos NP práticas.SIN SI EM NPetc. EM N E N P técnicos). Resumo elaborado por Marta Leonor EM NP SI P I M M E S E P M que. a televisão. M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M formas M pessoas vivas P telefone. M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE difelores juntamente interpretam EE SI “as” técnicas. SI material M NP P I S apenas M a infraestrutura da comunicação di(pessoas. cinema. forma de analisar os sistemas so.derivar. ERock. EM mas uma SI NP PE IN I E E S SI Agora éMa vez da cibercultura. As atividades humanas abranSI IN na ciotécnicos IN M M EE S S M E P P M EE M era comercial (quase assim como o gem. estrangeira. bemEE como separar SI anos 50IN IN dos sinais. IN EE M EE S E P P M M E N N As técnicas com sua existência M EM EE revelam. EMde atitudes. rentes. M EE SIpreservar Iuma N EM SI produzem N faceta da diver. numa É impossível separar o que é humano EM Albert Einstein. resumista: O Já as relações entre as forças da EE IN P P SI <Nota do I E M E N S E P N E N I P P N SI ternet mas não não são “a” tecnologia (as SI se limita PE criadas entre IN M a ela. devido EE EM ECabe lembrar à rapidez que SIN Silva Pincigher Pacheco M Vieira N M E E P P I M M E E P S N N E EE EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E N S N E M P SI SI SI PE EE IN M P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M E M E E N E E SI NP EM NP PE NP PE M M M I E SI N E E SI S N P M I EE E E SI N S P P P I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E Pierre Lévy. Cibercultura.PE P P I P M E E S N E N N P na parado. produzem. a bomba atô. de causas) e “a”S cultura (que sofreria os efeitos). A tecnologia não é umEator N E E EM se. 34. sobre P E sociedade E as implicações PE do desenIN M um alvoPEE culo culturais acaso uma bala e a cultura ou P E E N S E N I P P N M E máquinas. P I S M M N S IN SIentrevista Snos EE EM de seuPEE menos quase).M Ediferentes EE SI ciberespaço EM NP inclui a inP ga. do séPorIN que a palavra E S E PE P M E M S M E XXI. PE NP suas contribuições. alienante. inumacom as metáforas.

IN I de estabili. o piloto de avião) real.PE ra atravésSda E EEsimSI P N I E M M P N S o ciberespaço P IN plesmente crescendo M Uma técnica que ela ral P da M boa. PEquando as mudanças SI NP EM sobrecarga. de EEM IN e por N EM EE P M S E P P I exploração e teletrabalho vigiado ou mesmo de boda aplicação da técnica. Enquanto. E EE S N N E N P P P I I I E S se dizer I100% N N S N porém. o que tende a excluir os que tem as possibilidades de uso da técnica. Eentretanto. projetos sociais. a energia S isolamento EMimplica em EM P P como na sensação de e de perda de algo logia. N PE IN N mais é distribuída aSItécnica entre . N dos M EE SI SI (o que depende NP E P I I M M E M S S N E E E tampouco neutra (já Eque é P torna-se veneno: nas Eredes digitais pontos de vista). P PEculturais S IN informática M permite afirEE EE E S N E P N P P I rápida é a multimídia é multiplicada pela ausência N EM SI EM PEalteração Etécnica. Só haverá desenvolvimento da cibercultuturais e sociais. de dominação des). má dos contextos. EE S E S convergente de recursos e projetos. N P NP P I P M EE N S N E N I M Como remédio. dá significado P M SI IN inteligência EE uma evolução coletiva. P I M vo. porém. SI técnicas Mquando SI EM Nagem EE P P E I E M E P P S econômicos. nem SI O remédio EM P PEe fecha diferentes possibilidaIN M condicionante e abre E S NP NP isolamento EM e N interativas surgem novas formas de E N M P I I I I M E E E S S S S E N P de dependência e vício. PE Algo só é determinante IN M E N S SI N E I M P M existência S a partir da senhas e níveis de acesso não senão SI podem acontecer PE EE diferenciados. controlar seu caminho gera estranheza. zer fluir Io desenvolver prograN E P PE E I NPfluxo de dados e ao N M P E com uma PE INdisI <NR. EE EE SI N E P P P I PE M palavra chave. interesses estratégiIN SI em dizer SI NP de quem IN M PE I S N M S I S N E e todos os EE I S deverá ser incriminado ou punido e quando positias de poder “jogos” dos homens em soM E P S E E há um “significado” M IN NP NPPor isso. em especial a PE que a conceberam.E M EE M SI e favorece NP panha. pode atualizaenquanto a M gorosas. Pode-se P E perceber isso nas proN SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 140 . sem E do abre Spossibilidades P IN SI NP entre outros). ajudando-se mututroalimentando-se e com diferentes implicações culEM PE SI E SI M E E N E E P I M P E E amente. nos efeitos socioculturais da tecnoS I S bem N EE E Por exemplo. A Iinteligência é os transformação. emancipador. quanS M mas é condicionante EE IN EM IN IN NP E M S E P I S S N E E (boatos. o Ibancário.sas instalam “groupwares” NP EMas mutações N I I M E N S S E P e à coordenação descomu. e assim por não determinante. EE PE sigla de Knowledge-Based Object Technology ou S E P M IN N M M M N PE SI Objetos com EE principais Quanto Tecnologia de EE mais elaEM EE Base em EM motores SI ConhecimenEE da cibercultura.S dade: muito rápido. SI SI E discu. S M Meletrônica pode ser difundida. em M EE EE nesse ritmo. o que. reE I N M P P I P S N E S N N M SIlugar.EM E Cooperação é a Grandes minada tarefa.mar que Squanto mais IN M tudo muda S N S E P M PE I mais ela parece vir “de fora” e “estranha”. atômica M M E M N E N E P M M EEri. velocidade da mudança. e reagem idéias. SI econômicos EE P IN I EM EM S car tudo EE P EM S S N E E P de qualquer lugar do planeta para qualquer dustriais. N E trabalho N E implicaria Po negativo. ou in. não seria em si a responsável pelo específiI E S M E E S E S E E P IN P EM PE Nmas NP EM sucesso. O surgimento doM ciberespaço S N P N acom. antes isolados. não EM a técnica EM ciedade. IN e normas P M EEmudanças. de mudanças. EE empre.IN centralizada M de trabalhos).de quem SI especialistas SI EM não esteja PE com as PE “antenado” instituições centralizadas.PEE SI não é nem N S E I E S M M E S N N PE usos e dos senvolve. Há uma diferença E I P I P E S NP S S N I P I N M M (como o S tipógrafo. que altera. queEM que nãoIN SI quem consegue M SI PE EE IN S E E P S N M no meio de suas correntes. mas não é ge.>. P N P P I E M P N S que se Pdesenvolve. SI NP I EE é versátil. IN se de. da ou da IN S sociais e E em resumo.EE Como a inteligência coletiva se desenvolve no necessariamente Sligado ao seu si. essa velocidadeSIexplica parcialmenNP EM NP PEveneno para EE EM E P S M SI N E P E M P N participam e remédio para te a sensação de algo que impacta. PEque o digital IN uma vez M E E S P M N E P ondeE todos podem tronica N eP coloca processos físicos. cias. P M M IN EM ela se autoalimenta SI N P E N E S I E I E E N S ter que S digital é condicionante. uma disputa imensa para PEfa. digital. outros já M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE as transformam em aplicações. a inteligência coletiva tem um asP coisas e práticas. N S N E alguns M N SI mais coletiva. Daí a ne. correntes.ou partes delesM a programas EE I SI to e se refere N S P N I E P S I S S de EM de diferentes IN indivíduos e grupos e menores são os efeitos coletam fonPEautomaticamente dados IN M E S S E N M M M E SI mundo virtual/digital NP cumprirPuma tes no para deterEM M EE M exclusão.Edos SI gital após EM de auxílio à colaboração SI EM EM o ano 2000. SI SIem tecnologias. EM estar Mbagens coletivas P S I N E I M S N P mas pe. Daí um distribuída sem grandes exigênE P P M M N N M N E PE Ecom SI EEPor trás das EM impacto da relação a tecnologia que. pode serEE EE M S P do ou em dia com todas as transformações. SI EM descompartimentaliEé pecto nica digital de P IN a velocidade M E E N S E N M SI zante. que implica em a técnica e P NP P I P M SI Dito assim. nem EE civilização.M N EM uso em P M I E P E E S N respaço. I N E E I S SI P N I P S I EM M M S N S E ram e usaram.desenvolver EM a inteligência PE M E SI E EM não entraram N E P P I M E diante. N E I I P M EE E S S E P P N M M E às de analisar concretamente as imN A dificuldade SI IN M entre as pessoas se sobrepõem EEAs relações M EE S SI plicações NP E E P P I M M M E relações técnicas. em um mesmo ciclo. e aumenta P a própria EE lasE consequências desse uso. Como a única constante da técI I M E S E S S N P M exatamente EE acelerada PE participativo. S SI Ninguém. Knowbot é a S S NP M mas inteligentes E N I S com cooperação flexível e transversal ou “knowbots” M S N I E P S E M S SI PE IN Essa é um dos M tribuição coordenada das decisões.cessidade M EM M EE NP de criatividade SI Há uma M N E I E M P I E competências.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E métodos de E M trabalhoIN EE S força entre os seres fissões cujos foram alterados N S E N humanos. S N N N E P M P I I I E E S S S N N PE (dispositivos do mundo SIinformatizaPE É impossível prever SI di. M E E S N E E M SI dinâmica NP da “inteligência coletiva”. SI EE EM cibe. socializante. aqueles executaco e único para S o uso das N técnicas. em M outro qualquer tempo.

N P I S S IN em merguE EMOs sites M M IN S E E cais. ticipação. P P M I S N N E S N P SI urbano eINsuburbano SI figurações estilo de vida internacional. a situação mudou radicalM N I N E P E I P E M S S N SI PE é mundial. havia tantos dialetos quanto sa “ciberarte”. S E E P M M E P E N N E P M N amplamente distribuída.regiões P M necessário principais.Mtancia da recepção: o E P NP sistema musical se canções. mas E como texto.economia N viagens. Um deles é a N coprodutividade. IN SI ção podeSIrevelar EEcorrespondam SI EE que lhes NP P I P M S nas gravavisibilidades. de recepção das obras Ido espírito. nas obras. jáIN que os estilos a substancialidade e a totalização das obras) e sobe EE SI se transNP EM EM S EM PE P M E E E SIum novo Iolhar. músicas PE EE IN M M P S E N E Semelhante ao que aconteceu com os idiomas e Techno a M mundos virtuais. difundida por imitação PE IN que reelaEE há tan-EM E P NP IN a colaboração S N I M P P I lui por reinvenção de temas e gêneros. formam e se renovam constantemente. Até SI E EM imagens E P EM M M E E E ções. sempre conheceram. públicos e privados. inE M E E N E EE SI o dialetoMde NP EM Assim. para distribuir um livro. oPE NP Pintervir NP o italiano. E IN SI de criação N E a construir “a” língua alemã. Assim techno Nconseguir melhor qualidade M EEé com a música M.PE de músicos NP Mlocais. IN M EE S E P original ao locais. ou. impreN em qualquer N vidos lugar S do um novo aspecto. germânicos e ajuE M P de processos N PE misturou SI EM mínimo. A música EM sobem novos critérios de apreciaN E N P P P I E E S N N S N P P I EE techno é o som ção e conservação. tirando-se dução. daqueles que as provam. no M M sentido de I E SI terpretam.alemão N IN NP e concorrendo à mesma EM forma. Sedição N Touraine o SI francês e o inglês falado P P P na corte diretamente na materialização. Somente IN partitura. I IN M E E E E S S M N E P E M EEescrita levou uma A Ptradição SI a música Eassinar EE a música de NP blicos locais. nes. Como. N em choque com o S P I I M E E S S N P P EE Vejamos sua história. a SI N SI P NP E I P I M N E S representam M N I S nização. sugerir não maisSIum algo finalizado masEM um “como M estilos. mas ção (que foi o que garantiu até EE sem SIN SIintegridade. IN IN M EM E E S S M NP E E P E M e evomúsica arte no E jogo M e no ritual. P que se reinventa EE é ouvida direta. há áreas ainda ilhadas. o rádio só tocava peças M ao vivo. I E M E N S E N E I P P a corpo. SI e. de criatividade poética e musical inesgotável ePE remetem uns aos outros. P S SI mas tradições lo. no entre (artistas) I P S N P S N EE SI pro.M dá “vida nova” SI à composição.M M EE E P M N PE um auditório internacional. as obras deixam de ser “estáticas” e podem tornarM SI 1960 e 1970. distribuiçãoEE da música Pcriou instalaçõesPinterativas. realidades I M E E N S E I M E P M E M SHá elementos. planetáinterconexos e Eampliam os limites M SI EMespaço musical SI lhos recíprocos. corpo con-INP É interessante no início do século S SI A interpretação SI notar a evolução: N P I N M M I S S N S atualizando tinua mas a composição se dismostravam que cada reEE EE XX.M fazer algo”. que cenas. SIque entram N EM EM SI da cibercultura. E SI SI E N E S E P P P M E E SI escutar N N N e é ensinado como trumentos. M escrita EE M EM SI E ocidental tinha CAPÍTULO 8 N E E M I E M E P S E P P EE M M N E Hoje. em rede E S S N P E I M S EM M sicas nacionais IN e internacionais. a S partir das con. No século XV. A música popular é hoje ao mesmo tempo E P M E N sem serPúnica. Ao mesIN IN M M EE S S M E P P mo tempo em que há uma “sopa”M homogêneaEEde se “acontecimentos”/eventos. PE PE IN EO M SI M EE N S E N P E I P I diferenças em gêneros. NP PE música S IN surgeNa IN por questões legais Se financeiras). os catálogos musicais SI o som. a música não depende “aberta” em sua atualizaIN em que M e cria ou-PEE P E E N S E N I P P N M E S M SI formato. N E E SI exploram S N P I M EE torE E exibição. era E N EM IN M I M M SI S E P S E E M haver um idioma que fosse o predominante. toscano virou ou lêem. a modelo de críticos SI EM É uma M especialistas e museus. EM P PE P M E M N E totalidade (sem ser único). EE NP na sua tradução da SI M E E Um outro traço é a organização P I M E E P S Nvários dialetos Bíblia.S rio recria Ias S N N I P N M M S S (porque atinge N E SI agora.para o compositor. ouEM desenrolar efetivo aqui S e agora deM uma obra. ou mesmo M M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E e sons. de Iantigas E IN SI NP EE desconectadas. melodias M ocidental I M EE seus cantores. EM E I P M E E S E EM P dança se deu tanto pelas transformações gerais da M Quais são as novas modalidades de produção e N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E e daPsociedadeE (globalização. E S E E Nas culturas escritas. Nas sociedades orais. PE EM NP EE a pautaM EE musical permite uma transmissão não dial.SIN pelas condições econômicas e EE PEtécnicas da INdiversos: de composiSOs NPsão muito EM P P PE I S M N E S E M P audição da IN SI música. tradições P N SI NP PEvivas. um século depois. Não de artistas. que E surgem EM SI PE M M de comunicação e interação S M N E P I M da cibercultura? EE E E tecnossocial movimentos culturais e sociais daM juventude). EM P P M M M E E N N gião tinha E e ins.. PE da cibercultura IN M “popular” PE EE varia e incormente: a música O som SI S N N E P I N I E M S S SI IN Essa muM EE pora novas NP correntes culturais e Ssociais. e/ I M EE S N E N N P I I I M M E S S N E nou-se o inglês comum. a EM universais todo E o planeta).M como no meio S N E E P P I M M E E P S E IN gêneros EE grava. hipermídias. únicos. Lutero. Da mesma são criadas múparticipantes. EE uma padroM E escrita. quando e textos (não fossem limitaN em hipermídia E E EM os PE P P I P E E E S E N N P P IN discos mundial de SIN dos EM EMmelhoraram. P SI NP ta mas intérprete.. SI Com isso. SI EM mais EEM N P IN P PE SI eclética eNmutável. para EM que é pretensamente EM Gravações M pú. I S M N S E IN M EM M mun.Ea E N NP virtuais. Caem e P o autor P EE E a grava. Pcada a letra.Sdistribuição e ções automáticas de partituras ou textos. universal total. ou com SINmundo. M P I I SI S E escrito. SIN ção.Mo EM iniciadores PE e dou EE coletiva. I E E S S P P rock e pop dos anos massa. uma obra-processo. As pessoas queriam PEtal nos EE como universal SI SI NP NP apresenta SI aquilo que N P M I I I M S A ênfaseS agora vai EEM S conservatórios no mundo todo. estilos e sons da obra e de seu contexto. que suas tendências EM N E I P I E S E E S S E N P P ou a par. é a criação P contínua: a obra M virtual é EE NP M Outro M E S I E PE M E E M S E E P E do idioma E construção. engenheiros e meSbora M E S E IN S N IN Simportância EE sim no S PEno autor.NP NP erudita da E P N I S SI I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 141 .

telepresença. arrancados N de SI IN . N formas de acesso à informação (por M são mais EE I SI digitalização N S S P N I E P S I S S EM IN busca. EE e na interconexão PE IN SI NP redes inteEM P S I N M E I M N E da S cibercultura.M EE das ganizado de inteligência coletiva. que permite S EM au. exteriorizam e modificam várias funções musicais produzida em qualquer estúdio digital seja M E E S IN EE Sde PE M NP EM cognitivas humanas: memória (bancos dados). Surge um P padrão (MIDI. ser objeto de novas amostragens.World Wide Web (Teia M SI P EE I S E E P S N M tornar-se. o trabalho-transação de conhecixagens exemplo: M M SI EE o gêne-SIN M PE IN IN EM EE P S S N EE indivi. novos SãoPE cada vez mais comuns músicas por amosIN estilos de raciocínio (que M E S S E N M M M SI (samples NP reordenados. A criou uma S música techno N M outra tradição: N Ma formação. em E P P M M E N N M N EE SI EE EM SI mixagens impossíveis de serem realizadas SI M EM NP EE ao vivo. A cibercultura é fractal: SI EM PE PE PE aparecer uma forma IN abertos. Os dois N reconstruídos. em poucos al. P P E I E M E P P S gravação. mais universal for a sua M E M N E N E E P M SI música.SIN SI que uma sequência de EM PE INinstruções ço dá suporte IN M E S N S E P M PE I mentam. o estúdio M SI SI SI NP EM I EE para performances EE M E S P CAPÍTULO 10 cada vez mais elaboradas. IN Duas M E N S SI N E M P I estão os três M socialIN S do movimento mudanças adicionais são necessárias: 1) a inser. realidade virtual). da dedução lógica. lhante Na música techPE NP EM do de acordo PE à sua configuração Iglobal. EEM PE enrijece a música. concebem-se fim ou referência mundial. Musical Instrument Digital N NP E E S I I M M S S InterfaceIN PE PE M M EE saberes e produzir conhecimento. obtidos no estoque de gravações disS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M potencial de inteligência ponível.PEE E P mentos. ou PE expõe a universalidade.EE são P P durante as festas rave E muitas vezes M produzidos IN EM de pedagogia SI ) novo Eestilo N P E N E S I I E E N S deixa de S acabadaMà comunidade.aumentando oIN N EE NP S SI EM M P M M grupos humanos. É nessa editor. P I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S imaginação (simulações).Na digitalização N N E PE A Assim como a notação e a I SI com o Isaber SI NP IN M PE nova relação S N M S I S N E EE I S cria umaPE nova forma de sonorizar o mundo. (lojas). os I N E N S SI P N I P S sintetizador. com INa popularização E S E E S E N E M PE SI o sequenciador. PE EE EM princípios EE P M S N E PE P I E M no cotidiação abertoIN e à distância) cibercultura: (na padronização MIDI P a interconexão S do EaD (ensino M N E E N I I N E M S hipermídias. totalizante N ela IN final dosNanos PE E EE S N E P P P I I I E S S N N S N de gravação tornou-se a referência M 60. A gravação S E P I I E S NP S S N I P I N M M gravação) estilos escrita e regulou S S mas N não desapareceram. onde o professor uma obra P NP P I P SIe. miE SI bém podem E SI E E P E IN M E E S P M N E P P e transformações. a comunidade virtual (os acontecimentos S SI EE EM num M NP musicaisPE rativas e todas as tecnologias EM M I E P E E S N paraM a aprendizagem per. num circuito instável e auto-orM E S E N N E P P M M M E SI SI 2) reconhecimento N N PE ad. se organizansemeE N M P I I I I M E E E S S S S E P IN com os S objetivos ou os contextos.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE e S oral para outro ciclo de P “fechamento” da música (composição fixou os Imodos N E N N cultural. M transforma mistura. EM todos adquiridos E P S M S N E P E M P seu con-EM N A WWW AmplaEMundios estilos são sampleados. oIN que favorece a globalização musical: E saberes PE EE INacadêmicos. Como O saber-fluxo. No SI A gravação EM menosM PE será. “tocada” em qualquer sintetizador do planeta. nem definido do Pfluxo em circulação. indução tragens EM PE em tre-M não dependem EE nem daEM EE ) ou por sons EE SI N E P P P I PE M M E E a partir da experiência) e novos suportes (mídias). programas). SI anos. Isso P N P P I E M P N S P PE IN navegação.EE que depende IN IN M da compatiSI E S S E N P E M M SI os saberes eEEcompetências bilidade técnica e da IN de PE circulação dos incorporar M pessoais EE NP S facilidadeIN E I M P P M S S aos sons. chos inteiros. entre tudo favorece ca coletivas que da EE novasEM E EM SI os efeitos EE outros. as novas tecnologias da inteligência ro jungle só faz amostragem. (b) há um no trabalho: programas de mixagem e arranjo e o N E I P M E S SI PE Mquer dizer cada vez mais M EE IN transmitir lhar aprender. Uma M P S E E M novas IN NP EM préviaM EM delas S P I M Uma análise nos dará que (a) a velocidaé dos estúdios. E de interpretação da música SI certamente EE Eevolução. Enão M cada subconjunto deixa S NP N EM N agora espaços lineares. ou internet) deve texto original Ie P E reinventados. ao oferecer N S N E N SI um fornecedor de conhecimentos para ser um aumenta-se da SI SI a reserva EM po.EM N S E I P S P M M E S E o principal N Pser De e níveis. é reinjetada EE EE arranja. PE NP NP EM de de surgimento ePE renovaçãoEEdos saberes ficou ferramentas como o Isampler . um M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 142 . Essas músicas feitas por amostragens S coletiva dos S tam. percepção (sensores diOs músicos podem dispor suas obras para o N E P P E I N M I P S E PE IN IN NP M públicoSsem E N I S gitais. de pré-requisitos e linhas SIN em deixou de M EE pirâmides SI circulação. e SI experiências SI N P E NP P I P M N S M nas atividades quiridas sociais e profissionais. SI QuantoM EM EM P P seguem secundários. S E P M IN N M E M N EM P EE de criaçãoSIe audição complexos). I novo sentido EM traba. EE ser aprendido M SI NP mais ser NP coleta de matéria sonora E P M SI Ipode EE E prazo não planejado. INoriginais.ser EM PE qual outros M a partir E SI E EMseus grupo N E P P I M E animador da inteligência coletiva de de dem criar também. (c) o ciberespaEE Digital de S – Interação NInstrumentos EM Musi.SIN E P P I M EE E E S N E P N P P I para tecnologias intelectuais que cais). intérprete. raciocínios precisar dos intermediários tradicionais: M S N I E P S E M S SI PE IN de fenômenos M (inteligência artificial e modelização EE dinâmiPE estúdios. E S EE SI N P I E M M P N S P IN precisamente com antecedência. E P com suas S S N SI no da educação.EM M S N S E imensa. NP A gravação E N P I I M M E M S S N E E E paralelas paraP saberes “superiores”. IN SI e depois. o acid jazz se faz pelo I N M P P I S E S de jazz graIN coletiva mudam profundamente a N M N M dualSe sampling (amostras) de trechos Evelhos PE SI educação E M SI M E E N E E P I M P E E e O que é para em longo vados. virtual entre qualquer ambiente). sonalizada e em rede.EM no da S. A música digital EE EE alunos.

M dos principais eixos de Edesenvolvimento do cibeN EM E I E M P E S E P P M M N E As sociedades para codifide reunir. M quando um P SI NP estruturalmente). tensão daM cibercultura e pelo declínio observável dos trumento S N M E E P P I M M E E P S há hierar. querem nem impediu os Scomo M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N A capacidade de variar encontros S M simpósios. implica naEcorepresentação do todo. se move EM N E I P I S E E S S E N P P M P M o saber eMse transforma permanentemente. as M EM E E S S M NP E E E M tecnologias devem ser pensadas como articulação nação de conhecimento. Na escrita. IN substituir a experiência M EE S E P E ção e exploração eP de informação. E No final S do sécu.EEM pel de interlocutor.IN mina o conhecimento. centrais com M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E das vezes. o cientista: o saesperarPque um pequeE M . S P P P haverá vazante e não M EE S N E N N P I I I M M E tipo de S S Diderot eS d’Alembert M E Com a impressão. M E E E P emoção coletiva. M acreditando que cada um tem SI de execução de certas IN sua oSconflito. www dispõe.ber EE homens dominasse INconjunto dos SI no grupo P N E E é transmitido pela biblioteca. EE SI E SI P PE P M E M N E mento trazidos pela cibercultura. M Não há I“substituição”. Nas sociedades dexação e pesquisa. IN PE EE SI haverá. mas abertura a inúmeros pontos SI “como” SINa nova ecologia PE in. P SI neSI a navegação NP PE EE e ventos IN de estarNpresente! SI correntes Ncomunidade EE cessidade I P S SI A cientí.crita. escala ou cursus (já totalmente traçado) es. não oSé IN hoje. em Mrespaço. conSI M nem o e-mail substituiu IN NP com facilidade os parâE I M E M S E S E E metros de um modelo e observar imediata e visualferências ou reuniões de negócios. EM civilização P P PE I M N E N S N E M P SI não é mais a pergunta quia. A páginaEM web é um dos documentos que a EE ritmo.S cação e de P EE E S N N I P P I N M M S novos Emodos M S central dos N N E SI No lugar de conhecitãoEM substituídas.avaliação NP SI P I M M S P IN M EE EM EE de navegação. S cínio. de criação industrial. S as interativas são S N EM EM no campo SI compartilháveis.mente o ciberespaço SI S E e o mundo virtual substituem beres e propusesse E S S N P E I M EM M a comunidade IN física e a memória carnal. desenvolveram métodos como das ligações SI o SI EM PE IN NP só página. N M o “todo”EM M SI E EM acessado. NP EE A eficiência. IN M projetosPEE P E N S E N I P P N M E ferramenS M N SI N tecnocientíficos das SI te. mas “quem”. suTodos são emissores e receptores desse novo E M E E N E P M EE SI é quem M NP NP PE não postamente P contém tudo… doM Um dilúvio M para o Iqual IN o intérprete EE SI dilúvio de N E E SI informações. quando publicavam EE um terceiro NP M EM E P I M E E P N mento pelo S sábio. E P M M M E N PE M NP EE mente as EEvariação constituiu EE as “horas M consequências dessa SI diante da EM NPtela” horas P IN P P SISerão mesmo I EE E M E N S E P N E N I P I Pverdadeira uma e temIN de isolamento? Dizemos de alguém que lê que S SI PE ampliaçãoS da imaginação IN M M IN S S N E E S I M de pesquisa científiE passa “horas diantePEdo papel”?E Não.SIN presentes na Não PEestruturada IN SITudo é igual NP e tudo é Sdiferente. Diferente do que a míN E N P P P I E E S N N S N P P I se tornam I redes digitais EE dos Tanto dia comum pensa.M participação P e. podia-se Na Encyclopédie PE foi assombrado SI EM provavelEM PE sa.EME porqueIN não está fechada I M E E S M E P M E M S E N NP (nem dinâmica nem Web tam. I N que tem P E sem escrita. NP N SI N P M I I I M S prévia e S S permite a formula. bém Snão está congelada noEM tempo: incha. IN muito conteúdo através E I M S S N S a identificação. determinam N M EM rápidasMde mundos complexos EM Os suportes M P I IN E E E E S S M N E M grande Iquantidade EE hipóteses. único. I E E S S N S P P A impossibilidade serão únicos. S P M M E E E uma coordenação eficaz dos produtores de saber. de Nosso PE modo EEde SI das sociedades. ainda e M EE era quantificável NP M O conhecimento E S I E PE P M E E S M E P EM E PE seguramenOs conceitos abstratos E e os grandes podia ser contado ou medido. EE grande hipertexto NP EM EM SI EM capacidades PE P M E E E SIplicidade Ie Ao externar algumas humanas. conheci.valores E N E E EE na es. no pa-PE aprendizagem. EE de vista. a M SI P NP E I P I N E S N I teca que queima. os daEM suas relações. A simulação mente através da tela.EEpré-escritas. P NP EE PE M EE EE o telefone P NP alguns: P IN S N I M P I e criação de sinergia. N IN EE IN M M SI S E P S E E M O livro. o que. Por trás do fervilham a multiN está aSIsimulação. porque não papel crescente S nas atividades P M M M E E N N há relacionamento E P NP de gerenciamento. SI é transmitido pelo livro. masIN que o Todo está definitivamente EE E E EM P P P P M E E E S N cada Noé E N N P enquanto a adesão e SIN fora SI NPsistemas suscitavam EM EM teorias SI e sua arca NP PE Ie IN de alcance. pela Numa terminado. SI a participação NP EM P corpo eSIa M E agente estruturador. IN M P S EM N E nem “qual o critério”. interpretável indefinidamente.SIN lo EXVIII.M M EE E P M N PE é cultural e é pela cultura EE EM SI EM de conhecer o mundo de. na não o saber hoje são M que en. de mas EprovavelM Mca. do (links). PE E capacidade I I E M S E E S N S E E N P P car seus saberes. uma comunidade viva.Eum EM ins. I E M EE SI com a celulose. além de as tornar únicas. Agora de o I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I aos outros o ideal desse fas.M frentam ondas. a NP a ecologia cognitiva P NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 143 . EE humanos SI SIdependem EE NP P I P M S Essas ferramentas permitem O ciberespaçoEE significa que pode ser INtas do ciberespaço. N P I I M E E S S N P P EE cognitivo como no da fatores poderosos SI EMde encarM de personalização ou IN organização IN do trabalho. S N P M I EE E há retorno. EE é uma biblioEE velho morre. onde cada S elemento é um N P I P M I E S N S N IN EE SI pacote de do S saber são postos em cheque pela exinformações e. na maioria N e o surfe. sem fronteiras e S E PE E P M M E P E N N E P M M N dos por As velhas Emetáforas da pirâM SI SI constante PE PE e disponibilizados IN mudança. redemoinhos. mide. P I S S IN E N EM M Iem M S E E fica trabalha com os dados numéricos armazenacontrários em longa extensão. um um filtro e N P M M M M N SI PE PE IN EE conhecimento EE EE SI N EM Os gêneros Pde e os critérios de seleção organizadora. EE um sistema M SI de comuniM EE N S E N P E I P I interconexão. porém. SI E N E S E P P P M E SI outra pessoa N N emSjogos e diversões. IN M As metáforas EE S EM M E P P atividades. ao mesmo tempo. a narrativa. Nesse dilúvio.

o que SI M novos SI EM N EEgera a senP P E I E M E P P S N inéditosPpara orientar N de desorientação: culpa E PE o saber.EM E Maria Inês de Matos Coelho. em última instância. EE coisa que SI Esse texto SI N P E NP P I P M N S M a questão hu. É EE EE também um NP nos processos SI “devir plural E NP I M P P I M S S nas e prátiquantoIN constituição e a transformação de E PE EE IN suas concepções EM um al. A crise da política. I I P M EE E S S E P P N M M a imaginação N ponibiliza a SI PEmemória. S M EE humanoSIN EM IN IN NP E M E P I S S N E E potencialidades Em S Paulo Freire.M critérios sação da interconexão. SI EM EM PE IN Edith N M E E S P M E P econômico P I a formação A educação S e sociopolítico e 1990. coma interoperabilidade P M de concreta M SI SI mediadorIN SI EM EE planetária. P E ações educativas. E E P SI EM é a “ultima EM PE o ho. que disNP EM o homem.manos sábios. pascomo caminho para um ser-algo. en. SI EM PE o espaço PE EmEalgumas dezenas de anos. não como masEM cas. levar M desenvolver E S E N N E P P M M M E SI humano”. a EE humana:SIN cenário E EM PE dos anos IN IN EM “um EEM EM P S S N E E P tensões e desafios na contemporaneidade. transação. com todos. uma IN da educação e da formação INsi discutir M interior” de EE “viagem ao SI E S S E N P E M M E e criativo”. bifurcação. de luta dos I M E E E N E P P Proubada. S SI N E E P P I M M M E O ciberespaço. “nova ordem mundial”. Qualquer política de educação terá coletiva. E EEmerS P N I E M M P N P à redefinição IN cados econômicos. I contemporânea M de sua humanidade E S NP N EMde N da sociedade enquanto ponto E N M P I I I I M E E E S S S S E N um novo PE SI modelo de relações Isociais. E P S M S N E P E M P N de planos e guém. S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M nômicos. vidade” e “universalidade INA universalidaP M EEvirtual será EE S N N E N P P P I I I E S S é compatível N N S N o entre os homens. pela recuperação P nos levam e Sorganizacionais a compreender a crise de justiça. para SI IN contribuir com a formulação M exterior-interior. Conexão que poEE de todosEM PE SI P M M N E M Ique NP N a inteligência E E tencializa P I M cimentos. EM municação.). NP NP EM partida para PE M E N S SI N E I M P M S de cidadania e formação humana SI INTRODUÇÃO PE EE e que tenha como EEM IN EM EE P M S N E P P I referência o ser em suas necessidades. surgem O flutua. a pertinência temporal e contextual dos S S interNo equipamento coletivo SI bem como EE EE SI pensamento EM de “objetiEM P P nacional de memória. Imobilizou-se SI EM identidade e condição-cidadä. papel e as transformações tecnológicas SIN sua M EEdo Estado SI inconclusão.” (Paulo Freire). por outro lado. Etura. 2009 IN M EE NP INnas polítiM S I Porto Alegre: pensamento alternativo de alternativas” E P S E M S M E N M PE EE EE cas sociais. SI a cultural N N ideal do que é “ser PE visa M EE a um modelo mem EEatual produz”. que EE como processo social S M SI EE formador de todas as EdimenNP EM P M I E P E E S EM N sões do ser humano. IN M E disposições pré-existentes. Sa tendência M inconcluso do PEE homem de M EE como ser IN SI que é. interconexão E S EelaboradoMpelo professor P Resumo IN P IN dos computadores EE EE E S S N E P N P P I M Jr.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S fecundidade heurística. A internacioSI NP P P M I N M EE I E M S N N E P M S I E I a globalização dos “A humanização é uma das possibilidades do PE nalização. EM Inês de N I I M E N S So E P Anna Bellico Costa (Orgs.PE NP EM levar isso ideal então. não é inteligente I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE que mas a inteligência coletiva.mana SI N socioculturais eMescolares na mesmo. N da indeterminação SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S A EDUCAÇÃO E A FORMAÇÃO HUMANA: TENSÕES E DESAFIOS NA CONTEMPORANEIDADE? 144 . Essa SI NP é a educação P S I N M E I M S N processos humanizadores e desumanizadores. e consciente N S E I E S P M M E afirmada no anseio S N PEde liberdade. M IN M EE EE e a experiência. SI EE saber. culPE SI e cação às grandes NP dúvidas: socialização. da criativitencionam a transformação de homens e mulheres P P M I E N M E M I E S N P E N E P S e da participação. N SI SI dade. públicas e educacionais. SI PE EE uma relação IN S E E P S N MDo conceito de formação. O I E S M E E S E S E N E E ou mais P EM SI a máquinaPtão NPem conta. M E P a formação humanaEenvolve IN e cultura vivida. modelos superam os critérios anteriores M M E M N E N E P M M EE SI abstrata”. em IN SI SI N IN PE de avaliação I S N M S E I S N S dos conhenovos atores na produção e tratamento tempo real.Sa mundialização. NP E N P I I M M E M S S N E E Eoprimidos.PE Formação é. assim. enquanto referência para I N M P P S SIArtmed. PE que.contemporaneidade. e gerenciamento ecoa potência de mutação e Itura N de produção. O pensamento contemporâneo vincula ainda S N N N E P M P I I I E E S S S N N PE In: Maria Matos Coelho SI ética. Em formar é. fragmentado. além de dar forma e S S Larrosa. exposta por menos incompletos (noM sentido de “ser PE da imaginação N PE PE SIem seres IN N SI N E I I M M E S Castoriadis tem sua saída na geração de seres humais”). e comunicação. do planeta. EE M E S P Com esse novo suporte de informação e de coE P P M M N N M N PE EEnovos conhecimentos. tende Antônio P Carlos Berardi E S N SI a tornar-se a principal EM INinfraestruIN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP PE M EM M EE NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP M E N I S M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE S E P M IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N S SI P N PE SI M SI EE SI N E IN P I M E S S E N M M M SI NP EM PE M EE M EE EE SI N E P P P I PE M EE a edu.

potente eSideológica. M de Hegel. o que P E N para atinPE EE E como emIN SI NP de de formação. IN EE pela “modelagem”de SI SI EE não passa NP P I P M S consciência que modifique essas relações. para ao final. através P E E do trabalho PE não como pria lação entre educação. é que emancipar significa conscien-PE SI E P M E P E Desafiado pela natureza. EMum fim. M com e o natural. da mesma forma sem indiviSI EM M IN que a educação IN M EM E E S S M NP E E P E aos quais M meios se pretende dualismos prepara para uma vida colaborativa.M E samos para as funções da seres. emancipação e democracia. implifeita por quem é emancipado. sendo dos indivíduos se tornarem NP M EM EM M fon.mia ao E progressivo IN M P S EM N E plesmente serem subservientes a ele. E E N E I M E P M E M os bens materiais Ee S E N NP Para Hegel. EM entre os SI o traba. É poder usumonta aoMhumanismo no séculoSIXVIII. política. E S N N E S N M I SI SI como éP pensá-los sujeitos deSdiDO PE seres omnilaterais IN M MCONCEITO EE S M N E P I M EE E E reitos e deveres. se caracteriza pela ruptura EM N E I P I E S E E S S E N P P M P não sendo. O primeiro problema M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Mque deve M é que a organização ca em liberdade S e atual do mundo é seu S próprio P I I em condições N objetivas P NP PEforma que EE não se IN SI Nninguém EE fim e se I P S SI conhecer. Com I M EE S N E N N P I I I M M E S S pergunta não S é o que N E isso. razão pela qual tem necessidaEza.SIN EE EE a assuma SI EM P PE P M E M N milá-las às suas tionada pelo que N às pessoas M transformar a natureza. E E M S M E N S E P adaptação é parcial.M P o processo M Nmas o que Eé PEDA EDUCAÇÃO SI E Gramsci. O desafio para superar e não simplesmente uma gias EM repetição/reproPE PE criativa EM M E EM a dependência N N E P já conhecidos. PE no IN pergunta-se SI tornar-sePE N EE E humano. E espirituais.ampliem a capacidade P I M E E E E S S M E autonomia N E P M da Eautônomos. E S I E PE M E E M S M E vida. é uma tarefa humana. dade. que S tenha formas transM EM IN PE cendentes M EE E S E EM na filo.EEfruir EE Para isso. imP ignore essa IN homens e mulheres aP dominam. portanto. o EE PE possibilite SI INconceito de formação SI Segundo IN EM que lhes P P PE S M N E I mundo Ie N S N E M P com S este humana enquanto aperfeiçoamento E S não simSI se relacionarem PEre. mas pela N M próprias EE M M SI E EM Este M S E P M E E E e prática produção de uma consciência verdadeira. Pensar PE DELINEANDO IELEMENTOS P M na ciência. O trabalho. ou PE EMprincípios I P I E M S E E S N S E E N P a instauração P como ponto de partidaIN para de uma SI SI EM PE NP mudanças IN possíveis. NP dução E de conteúdos Por EMuma educação que impõe para uma M I E M E SI e contextos SI E N S E P P P M SI N N N e socialPE que gere PE resolvido essa trabalho é processo coletivo ser PEcom a EE autonomia SI só pode IN SI lógica. PE SI e saberes EE exercendoNP te de conhecimentos PE INOu seja. saber e querer utilizar. PE se opõe SI SI o ser social. depois. NP P salto doM ser natural para O capitalismo. pode voltar a ser uma fonte epistemológica berada. mas E SI aprendem suas leis para. educação N que Ptrabalho EE EE SI no e pelo N S I P I N M M S uma que M N e assi. M P SI o NP por conta de sua M SI P NP E I P I N E S M N I trabalho enquanto formação educativa implica em dadeS e racionalidade. NP EM SI Epela P P M E E E SItransformam EM a si próprios. M . EAo SI pensar. nem SI relações Smecânicas. se pode conSI S E que é que o homem E S S N P E I S reEM EM fazer. EE M P E E N S E N P I P P N M E M N SI N mas pela aquisição de Suma que pessoas. Como educar para a autonomia? Para Se M N E S E S N N SI EEà heteronímia. há uma M sua próNP M seu destino. criar M IN trolar se podePE “se” Educação para quê? Para Adorno. EE M foi imposto EE vidas. poSI O ato do IN EM deli. SI NP PE Uma S IN emancipadas. EE N fruto deP sua reflexão E E é um homem EM P I P P M E E E S N E N N P P N sobre o que gera democracia SI outros. P INoutros homens. tizar. mas como até mesmo Mchegar aos N e lho IN Nnorteadores EM meio. Marx EE Castori-EM EE trabalho é P NP IN Lukács afirmam S N I M P P I que o que permite o cial.o homem produz S EE – e no Equal S P E condiçõesIN gerais da existência humana. enquanto busUma educação experiência e reflexão é uma N E P P P I IN E E S N N S N P P I I EE ca da satisfação de S uma necessidade. e mulheres SI PE etc. SI as posições. na arte. E desloca o valor do trabalho Mposição M é ao mesmo SI tempo individual E S E E dessa e social e pela qual se E P M N PE EM homem. mudá-las é ques. PE NP na vida EE articulam EE com a ação Edo M o auto-questionamento central trabalho. cria-se NPe de construção E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 145 . na ética.M M EE E P M N PE M interação EE Meducação. Deve-se entender N E E I E M E P E S E P P E de reformas não como fim. sobre EM EM pessoas SI o que é. a autonomia dado que I S M N S E IN M porém. adis. Com HUMANA PARA A EMANCIPAÇÃO I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I pode “se” tornar. SI IN IN M M de relações Eno agora. soM P e dos fins EE PE IN chegar. colocando o homem IN por nature. oM N SI N P M I I S em instituições S através do qual as própria que EEM IN prática da autonomia. INpela mera transmissão de conhecimentos. SI za e com IN PE EM e. construtores de M sua história. com S N E E P P I M M M E P S E N N E PE Eautonouma consciência crítica Gadamer. omnilateral. espirituali. IN e da técnica. FORMAÇÃO HUMANA: N P M M M I E E N E E S N P I P M EE S N E homensIN sofia.inverter M o imediato EE no centro SIN IN M M S E P S E E M do processo eEM o trabalho enquanto meio deve ser.M P mais elevadas. M O segundo. E S S M P P no aqui e Fruto ativas. EE EM a primeira SI NP M EM E P I M E E P N o que marca E SDA FORMAÇÃO E de Mo homem.EEM P IN P P SI E M E N S E P N E N I P P a possibilidade E rém. E I M S S N P S I E nova sociedade. de coordenar as S SI SI N suas enerIN P I N M M I S S E E S em atos Scom IN reflexão. ou N P I P Mda gir Engels. a reconciliação Esta. o homem. como elevação à universaliM M I E S N S S M IN com a natureza EE EEessencialmente EE SI NPhumanidade S P P P e consigo mesma. é um ato que S educação para e para N EM EM a emancipaSI a imaginação N P I I M E E S S N P P EE pressupõe a consciência e o conhecimento dos ção. Formar impõe de tal a questioN P I S M S IN EM N M EE EM realiza semEtransformar as relaçõesS com a naturena. N N P EE ser racional Uma M SI EM exige adaptação. é formação. IN si mesmo e sobre os I E E S S N P P só pode ser imaginada que pode E vir efetiva por uma sociedade M a ser e os limites dessa auto-criação.

é uma forma de E P P M M E N N M IN EE SI EE EM gena. S EM e construtiva IN da e social. A educação. dos campos cepção de omnilateralidade a que todo indivíduo tem S A arte é um N SI EM PE propícios IN IN M por ser e para EE SI S N S E P M PE I as pessoas se identificarem com suas comunidadireito ser humano. a NP EMe terreiros. mulher. é colocar P E alguém em presença anos 1980-1990 por N SI que ain. de lazer. A cidadania cultural jas famílias e S empresas. segundo P I forma especial de o homem apropriarArroyo. enquanto M mo. do papel regulador SI PE EE do Estado e da am.EM ríodo deIN dominação militar.Mdominam as P S I N E I M S para todos N E tura (interpretação básica S da natureza SI EE EM com M NP de com-PE da qualidade da educação EM num sistema M I E P E E S N preensão e transformação os equidade da P escola EE P das relações entre S I E M M INde uma organização EM social e N P E N E S I E I E E N S longo de S e as expressões vida humana produque P ultrapasse seus limites P – educação ao NP I P M SIaspectos da N S N XX. ensinar. vemSIsendo questionada aPE dida implica tanto IN da ideoloSI em que NP IN M PE I S N partir dos M S I S N E EE I S anos 1980. é capaz de M medida em que se conscientiza EE PE senvolver capacidade para a aprendizagem contíS E P M IN N M M E M no tríplice universo N P SI EE em diferentes impedir nua. EEM modifica. S N E N I M P como Para Forquim. negro.) intervenção no Smundo. Ede PE função conceito. coisa. Não se restringe à forEM PE EE M EE EE SI N EM E P P P I PE M DE REFORMAS M E E mação profissional. dosEE anos EM S SI P N P I E M M P P IN um mundo IN 1970 para cá. face N S S P N I E P S I S cultura.como umaEE IN NP NP EM cola. questionado nos anos 1930 (e com mais I I M E S E S N P EE de alguémSpor ênfase PE nos anos 1950-1960) SI EM por um M EM é sempre toda educação projeto de deP IN educação E E N S E N M P nacional SI SI alguém e supõe. ético. servador. Esse PE porém. Para M SI SI SI NP EM I EE periência especificamente EE M E S P diferenças (homem. IN M E M E S SI balho são N E E P e trabalhar. das a educação.EE EE S conhecimentos E P S humana. PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M para camente. PreS M EE IN EM IN IN se expressa no pliação NP E M S E P I S S N E E às individualidades e à diversidade. A esM E P S E M E não é o M M de for.. a transmissão.toda EE SI a vida. mundo TENSÕES EN INDAGAÇÕES NOM M N SI vista assim. PE IN à IN SI N M e reproduzidos. educado éN aquele que se de si mesIN P M E EE S N E N P P P I I I E S homogeneizador S Paulo Freire. de de comemoração e de traNP Eparticipar EM SI de pertenPE celebração.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 146 .EM EE M S de interrelações NP mano). e. de solidariedade. necessariamente a comunicasenvolvimento o peEM e segurança NP PE durante M EE IN EM E P S SI N E P E M a aquisição de alguma P N ção. Para isso. EE P E E E P P S a reprodução N N E absorvido.EEM IN EM EE P M S N E P P I noção de limites e deveres e que da cobertura dos sistemas educativos. vêm Ssendo formuladas entre e paixões. daí SI também instâncias EM PE de expressar-se. política. na conservação e desse munsocial e cultural de gloI M E E E S N P EE SI NP N EM NPtem na balização econômica.IN sem a qualM não há mundo P N hu. M E do homem e de seu cacionais convivem e se confrontam: M manização E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE em termos tanto M EE ou desenvolvimentismo-conEE desenvolvimentismo SI SI socioeconômicos/intelectuais N P NP P I P M EE N em termos espaço-temporais. até ser SI substituído M PE nos SI EE IN S E E P S N M um projeto neoliberal Educar. P M M a con.IN cer inclusive artistieducadoras. que Ios como uma sistematizaçãoE de conhecimentos e S S N incorpore à sua substância M E EE S EUm EM P P e construa sua identidade intelectual e pessoal em transmissão de conteúdos escolares. da organização NP EM são sobre PE IN M E N S SI N E I M P M outro. único espaço I E S M E S E S N E E PE EM que a produz e SI Pcultura. de aprendizado e de Fábricas. Para isso. que tecnológica e sua repercusEM do e o desenvolvimento NP do sujeito M P I I I I M E E E S S S S E N P E ética e na moral referências P para uma ação coopeos processos SI produtivos. com S rativa. NP ao mesmo NP em mação. SI EE P N P P I E M P E N S P E Pe IN IN N diações existenciais: do E trabalho. que POLÍTICAS EDUCACIONAIS S NA S é N N EE NP SI SI EM M P M M sido considerada a Educação Escolar no CONTEMPORANEIDADE: E SI como tem E SI E E P E IN M E E S P M N E P P moderno. IN N PE co-existe com humanos e com a natuposta das M EEàs transformações: S SI NP outros seres E N P I I M M E relacionadas ao processo Mtransformação S S N E E E P reza. segundo Rodrigues: o reconhecimenCAMPO DAS PRÁTICAS E I N M P P I P S E S mundo simIN N N M SFORMATIVAS to do mundo e de sua transformação em ESCOLARIZADAS EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E bólico (a S linguagem.. é preciso da superar a idéia de N certos elementos S ensino SIde E N E P I P E NP S S N I P I N M M deles seSInutra. Sem como M em que EE emoçõesEM IN res. igre-EEM se da cultura PE tempo I N E I M N S SI P N I S rua e locais N é o direito SI EEde criar. Durante tivas das é um Porientador da o século SI SI comunidades) E EM M E SI E EM do nacionalN E P P I comportamento. E respeito S P INvisões da universalização SI NP e melhoria EM A cul. situações e circunstâncias da EE das me-EM EE EM esse retorno. I I P M E S S E P N M de dos processos culturais. É preciso então entender a educação gia dominante quanto seu desmascaramento. homem M M E M N E N E P M EE SItornou condutor SI EM algo esEM deles. deveM E E S N E E M SI condição M NP des vínculos com a PE M Ecriticamente M e a relevância EEe estabelecerem NPa qualidade SIse analisar M N E I E M P I E Adorno. Ptrabalhador industrial. os projetos eduN M hu.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E M cultura aINfim de que Eele S a.PEE N S I E S P M M E S esferas econômica. aceitação do do trabalho. N padronizável. Ipor na meM a ser SI EM NP isso. Para o contrário da formação sociais e científicas dos produzidos N E P P I N M P P S Esó a escola. jovem. indíhumana. N N S ex. à empregabilidade PRINCÍPIOS E S ou ao desenN N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M volvimento de competências para o trabalho. nas PE e para a inserção crítica IN M E S S E N P M M M SI N dinâmicas da humanidade. a construção P SI IN EE E com equilíbrio As políticas públicas educacionais.colarizável. E N I S cultural é o retorno à barbárie e Formação também pode ser deM S N I E P S E M S SI PE INdisso. da sociedade da base econômica Màs transformações I SI vida. EE envolve PE I IN EM SI EE P EM S S N EE E P três aspectos. M camponês.

P NP em cada IN essenciais N I M P P I rios a um padrão decente de vida e ser Stas M N E S S N N EE SI EE P SI menos nos SI a expressão NP P participar da vida da comunidade.SIN resolver o problema dos excluídos do SI EM EM dar conta SIensino (“EduNP PE IN de processos IN I E E S S N S P P um papel importante bendo cação Básica M para Todos”). Eque benefício E M P I M M Nso universal E E P S I E N E Eabsorção suficiente S garante a N que deveriam de SI “códigos Ida EM NP mo. a escrita. e a taxa medidas por oito anos (ensino fundamental). O pressuposto é Ede ca E(vida em comunidade). EM EM M P I M E E E E S S M N E P M EE hierarquias as PEdesen. o cálcuI S M N S E IN internacionais. a compreensão múN EE SI aumentar NP EM EM SI EM (ou a variedade PE P M E E E SItua entre Ios o poder de escolhas de coisas que EM povos. porém. superamM lo. S N P I P M I S N N S N M edu.EEdamental EE M P SI às NP SI P NP E I P I M N E S a reestruturação M N I S crianças a aquisição de conhecimentos. O papel da IN IN M M EE S S M E P P cultura se revela nos direitos humanos e na particido a Comissão Internacional sobre Educação. dos teSI– os conhecimentos EMA nova EEM NP P IN P P SI do aprendizado I E M E N S E P N E N I P P econômica E demandaSIuma formação óricos e práticos.M M EE E P M N PE M volvidos EE M EM para suaIN SIque vive. Pelo como a M leitura.IN M na qualidade EE centrar-se M S E EM oferta S E P EM M M E E E monstrando que apenas a educação não é aplicadas para N das estratégias E E e na eficácia EMsufici.compensatória. ser necessáinternacional. SCaberia àSIeducação o M EE ca. M redefinindo o espaçoEE e do lazer. mas SI das profisN P M I I I M S S S as desi. So M M EE N S E N P E I P I ampliaçãoNda autonomia humana.qualitativas PE da educaPE SI M ser a essência N E NP S N I N E M P Icapital humano” I SI S E ção. b) a adaptação das S E PE E P M M E P E N N E P M M para e modernização das à SI a SI várias culturas IN objetivo é PE PE o desenvolvimento IN EM mentalidades EE humano. definem-se as ferramenP NP EE instruído. na M osM desafios da educação: a) de todos os N P I S S IN E E M IN M S E E segurança e na sustentabilidade. valores e atitudes. diminuindo a distânE M E E N E E P I P P M E S para prograN N PEao infantil. oral. a viver juntos E (participar 1) dos anos de 1970 – eduN M M N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E e cooperar comPoutros) e aE ser (integrador dos três cação e desenvolvimento. EM passamSIa N e preocupações S P I M E E S N P P EE capacidades básicas vida sobre os quais já comunidade SI EM M exista consenso na E IN ter uma S IN longa e saudáM EM E S M NP E E EPara isso. entre modernidade M EE S N E N N P I I I M M E a relação S custo. SI SI as reformas de passam a ser EM aprender PE(adquirir instruINa conhecer NP a partir IN E I M S S N S E mentos de educação do Brasil M refletem três períodos: SI (poderMde agir NP compreensão). S E P E O foco está gualdades e propicia uma certa subordinação dos tempo de IN aprendizagem. ter acesso aos recursos PE EE capaz deEM E etapa daSIescolarização. de acesEE acaba sendo EM A cidadania S NP M EM E P I M E E P S longe das N de retorno. M E adaptação ao mundo em da predomina sobre o desenvolvimento econômico E E E M E P E S E P E a civilização cognitiva. O educativo. bem SI no SI NP PErecursos humanos. necessários S ao ordem SI N que caIN P I N M M I S S N E E S não apenas pacite para o ingresso no setor formal humano. sários viverem em Esociedade e M EE NP M para osMindivíduos P E S I PE M E E M S E E P E E P revisões conceituais.SIN P PE P M E M N E pacidades humanas é fundamental para desenvolvimento sustentável. com foco central sociedade da informação e c) a P vivência democrátiEE E S N S I P P I N M M I S S N E EM que construir nas pessoas. da M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E crescimento Unesco.EEM dade.IN S é formada S numa escola E de adultos. No século XXI. aproveita-se o potenciI M M I E M E E S S E N E S P P P M E E SI N N para al educativo dos meios de comunicação.outros EE aprendizados). N N às para a América Latina SI são Econômica EE no ajuste SI SI do ensino EE SI NP P I P M S sociais e culturais. segunSI ao Estado. o discurso I M E E N S E I M E P M E M S E a necessidade N NP enfatizava deveriam serEE capazes de proporcionar da preparação de recur.PE P P I P M E E E S N E de mudança. N N P P ente para ca.EM M vel. o fortalecimento das e SI essenciais para funcionar de maneira IN M EE IN M M S S E P S E E M tiva na sociedade. a fazer EM PE sobre oSImeio M EE 1950 até Emeados E E P envolvente). habilidades sos humanos para das economias EM N E I P I E S E E S S E N P P M P bases empresariais M e atitudes efe.IN locais. Numa abordagem países na ciência e tecnologia. cracia. Com a estratégia de uma SI EM PE PE desenvolvimento M M E EMde atividades N N E E P NP I ou para o desempenho mais Erentáeducação ao longo da vida. da cultura INEsse discurso. o comportamento social. EM três são EM pação. Epara PE SI IN SI 3) nos anos NP1990 – educação EM P P PE I S M N E S N E M à igualdaIN P SI de iniciativa e oNgosto pelo risco. legitima sões. SI SI Combinam-se a qualificação 2) de meados de 1970 até final de 1980 E– NP SI P I M M E S E democracia P IN M e EE EM técnica eMprofissional. presente nos P discursos oficiais Mnacional e N IN NP EM PE EM I I E S E E S N S E E N P P 2003. P como no N P econômico. E IN SIo ingresso E desenvolvimento IN P S SI dos na paz. Nos anos 1990. IN atividades PE qualiEE também S SI NP de melhor NP veis. a vivência concreta da demoN E N P P P I E E S N N S N P P I pessoasSfazem I EE as ou são). Os estudos vëm depal). bem como os E P M M E N PE NP EE se as necessidades EE EE básico M do taylorismo/fordismo. A lógica dania. Para a ComisIN M P E E N S E N I P P N M E diferenças M N SI e CaribeS(Ce. a capacidade e equidade social.IN mas de educação S P P P não-formal nem para educação do mercado de trabalho. Retoma-se a “formação de dernidade” – conhecimentos e habilidades necesE S S N P E I M S EM M de 1967 IN Os últimos anos ensejaram de Harbison.EEtrabalhadores SI EE já existentes NP cujos saberes e competências P IN perante NP devem ser P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 147 . Os princípios M fundamentais popular. a caçãoPE e S N M E E P I M M E E P S N N E E EE aptidão o trabalho em equipe. no sentido da inclusão nãoPEE desenvolverem-se produtivamente. a equidade deve da INindividuais. a solução E M conteú. equipara-se da infra-estrutura tecnológica. os oito anos do ensino funde para o M da equidade. NP M no indivíduo.M discursos dos SI organismos E S E E de problemas. Pelo S relatório do Deslocou-se a discussão do direito SI PE EE I M P S EM N E Banco Mundial de 1995. M ao e e as necessidades M INsem espaço EE escolar N SI cia entre NP Eeducacional EM SI o sistema S P I M I EE E E S e cida. coordenada por Jacques Delors. Da mesma de forma. entretanto. levando emSIconta valores N ser EM Com isso.

EM humanaIN EMensejou uma reSI PE final dosIN NP nal nos anos 1960-1970. nes.Sa trabalhador por sua formação e sua competitividaS I diminuição S o auN da jornada de trabalho. em síntese. que N perbalho em uma formação omnilateral. EE SI potencialidades EE PE EM através SI mento eIN expansão das humanas e plexo de duas verNP de relações E P P E I M P S E PE IN IN S NP M da emancipação E N I S individual e coletiva. ou contrapor-se à PEE I N M P P I S N E S N N SI na e pela tista de educação. Vimos também que M E E S N EE SI e comPE M são insuficientes NP do trabalho. normas de trabalho. S SI competências NP intelectuais E E P P I M M M E e técnicas. 1960. P M N EE M SI uma formação NP é de que é necessária P SIsólida e EEM IN EE geral. É preciso futentes estudadas.. centrado num saflexão e enfrentamento de conceitos já P estabeleciNP EM o modelo I I M EE E S S E P P N M M E que no saber-fazer e I pode produzir S uma emanciN ber-ser mais IN M EE cuja continuidade M EE que abrange as dos. a segunda. EE EE mercado de empregos.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E científica E M e tecnológica EpoS no interior das organizações. assim para para SI uma educação PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M o mercado. voltada eEM insbarbárie educação. explorou M indivíduos E I S N S S P N I E P S I S processos globais de EM na esfera IN tanto na públios PE esfera da produção como INformação para além daSsisM E S S E N I M M de conhecimentosEM NP civil. Fixa-se EM às mudanças na produção P e SI NP PE IN M E N S SI N E I M P M M S a competitividade. N Segundo Kuenzer. P E aumento do nível educaN através do SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 148 . N Educação e Formação Humana. apesar de inS SI EM PE IN as sociais res utópicos. eMatualizá-las Npara M P I I I I E E E S S S S E N P E no trabalho. So-EM EE EE EM SI EE P P P I E M P Nmitiriam aos S N P N E I PE I I refletir e atuar criticamente ciedade. SIN MAntonio Carlos EE SI que o IN E P I M E M S S N EM Educação E E agora e também para P professorMe mestre em cações diversas paraEo o deI E E S N E P E SI NP NP EM NP acompanhar e ajustar-se EM pois. Trabalho M S N I E P S E M S SI PE IN central do traM e Formação. A educação. Por outro lado. EM para a informação PE SI M SI M E E N E E P I M P E E trução em O discurso S preparação N para o trabalho. de bases para a Responsabiliza-se o Icional N S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M pulação. EMe a formação formam um jogo intricado do para o desenvolvicação P I M E M E N S N EM e interesses. S o trabalho. No anos na contemporaneidade” PE E E M N S SI P N S M SI N SI EE surge da competência. EE a edu.IN para uma reMhumanização SI EE M P IN I EM EM S forma do EE entendimento P S S N E E P se conceito. Essa ca e Sinstituições de EM PE concep-M tematização M E e transmissão EE da sociedade EE SI N E E P P P I PE M M E E ção de pedagogia das competências é contrária à conteúdos. EM S EE SI P N P I E M M P N S P elaborado IN M (dada pela ampla Resumo M básica. P SI numa P atualização do N M E I SI N E P S I N M E I M S N E ta. S E P IN N M M M N PE SI competências EE acrescentar põe políticas.) EE o suficiente IN por PEE SI educação N S E I E S P M M S N PE PE para indivíduo possa não sóNadquirir qualifiBerardi Júnior. para uma formação para autonomia e para a imagiS S N N EE NP SI com este SI EM e fragmentá..nação M P M M é individualista. A primeira. ou. ao muncompletos e inacabados. E SI dado que E SI E E P E IN M E E S P M N E P mais doEque para uma P ria. EM NP tem como objetivos o PE EE IN EM produE P S M SI N E P E Mmaior qualidade de vida P da popu-EM N tividade para uma SI IN M SI PE EE IN S E E P S N M lação em geral. S S E P EE SI EM E Pmaiores PE IN garantam M E e mecanismos que lhes M espaços E S E N N E P P M M M E SI sociedaSI N N PE EE e autonomia. dotados de esperança. as organizapação humana. SI do trabalhador EM EM P P mento do tempo livre e a garantia de de no Uma elevação nos M M E M N E N E P M M EEse acesso SI necessária SI EM a bens e PE indispensáveis PE mercadorias à digníveis de capacitação é IN tanto para P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S maior mobilidade N N S criar nidade N da vida humana. Superação essa que nos torne seS E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M cionais ou metódicas. deve conduzir S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M perspectiva da qualificação como relação social. Educação. dá M aos trabalhadores poder de resistênP P M I E N M E I E S N P E N E P S I N SI aos Spadrões instituídos e tamPE N PE PE M SIcia e transgressão N SI N E I N I I M M E S bém negociação de M condições. é preciso reconhecer.P para incorporar o Brasil N S M N N no contexto da N SI EE PE SI SI modelo tecnicisN EE EM globalização. IN Mcomportamentais. porém. M SI EE NP socialPE EMcomo atividade M I EE P E E S EM N e coletiva. uma concepção produtivista e pragmahumano. para nós. o conceito de Equalificação CONCLUSÃO: M EM NP P P E I E M E P P S N N EE PE evolui de preparação de mão-de-obra PROSSEGUIR IN para o binôSI SI NP IN M PPARA I S N M S I S N E EE I S mio emprego/educação escolar enquanto prepaM E P S E E de tarefas M IN NP NP o exercício EM “por que EM rador para P I M na vida profissioA questão a educação e a formação I E S M E E S E S N E P PE 1980. mostrou a importância EEDeluiz proPE gir M dessa “instrumentalização” tecnicista. as comunicativas. que usa o trabalho como I I M E S E S N P EE como fimSem PE SI EM EM princípio educativo omnilateral e não P IN M E E N S E N M P SI SIaumento da si mesmo. imediatista na relação mundo. S social como para M conseguir M SI SI SI NP EM I EE essa expectativa nos EE M E S P que hoje estão marginalizaE P P M M E N N EM EE UM ESBOÇO SI EEDos anosSIN EM SI dos. direitos Um novo projeto de M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N feito por uma educação S N E N I M P de.SIN S N S E P M PE I e as Limitadas.

M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M ses saberes. indispensáveis a essa I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I seja caracterizada como crítica SI S E Uma das condições para pensar certo é não prática para que ela E S S N P E I M S certeEM M estarmos IN certos de nossas ou progressista. M E E E SIde objeto. Freire defende IN epistemológica”. S P I I M E E S S N P EE parte do professor Iem Foi no decorrer M dos tempos que os homens SI NP respeitar EM e muIN o senso comum. cial dos alunos. estiEEdo educando. M EM E E S S M NP E E P M M a curiosidade ingênua.NÃO SI EM HÁ DOCÊNCIA PE EE P M M E P E N N E M E M exige pesquisa N SEM SI SI NP DISCÊNCIA PE 2 . devendo esses Mserem conEE saberes NP exageradamente M E S I E PE P M E E M S M E E P E E Pprogramas zas. Paulo Freire Etra. prima pela necessária criatividade do educando e E P M M M P E N PE M EE EE EE IN M doSeducador. S E P E de arriscar-se. N intrínseca E E EM dois PE P P I P M E E E S N E N N P P P momentos: ensino como não transferência de conhecimento e um em ensina e se N aprende o SIN SI EM EM SI PE IN que se N IN I E E S S S P I o outro em que se traensino como conhecimento já existente Se M uma especificidade humana. O profes. estimulando a E capacidalheres.SI M EM E P I M E E P e Stambém ensina a pendos educandos. EM EM Freire IN PE IN re conteúdos. O professor sar de suas diferenças. não se reduzem à condição E N pesquisa SI para coNP EM EM SI EM não conhece PE ao nhecer PE do outro.Ensinar EM EE M SI M EE NP SI E N P E I P I P EE E S N S N I P P I N M M S M S N N E SI A busca e a pesquisa fazem docente-discente. NP EM dos objetos N P N I P M ximar do conhecimento. apeEE SI EE parte da Pnatureza SI EMNa relação PE P M E M N E da prática docente. INP IN M M EE S S M E P P Passemos a sintetizar cada agrupamento desbalha a produção do conhecimento não existente. SI EM NP P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P 3 . à medida que vamos intervindo no mundo. NP E I M E M S E S E E cimento mais elaborado do mundo. perceberam a posP PE EE PE IN M E EE de trabalhar P N IN S N I M P P I de criadora do educando. maisPEE teúdos obrigatórios à organização de de IN M P E E N S E N I P P N M E conheciS M conhecendo N SI N N vamos esseSImundo. M M I I E S N E S S M IN EE EE uma reflexão SI sobre INPquanto professor S P PE P vão se tornando sujeitos da consAo tratar daN importância de M EE S N E N P I I I M M E S S S educativa.EEM cidade crítica IN M a sua curiosidade. N E trução e reconstrução a formação docente e a prática tendo em EE do saber EM NP ensinado. socialmente aprendendo. O ensinar e quem aprende ensina SI Npor EM pensar certo EM implica Nao aprender”(p. e a pesquisa são práticas P M A docência-discência N SI inSI NP PEgnosiológico. agrupando-os em M três gran. EE IN do ciclo SI NP EE dissociáveis I P S SI N P I S M M N M PEDAGOGIA DA AUTONOMIA: M EESABERES E M P E E N PE SI NP PRÁTICA EDUCATIVA I M NECESSÁRIOS À M N S E I E E M S EM E EM M EE P N SI M EE P N SI 149 . mulando sua deixando NP M EM EM M P I IN capacidade M E E E E S S M E N E P E PtransfeSI“bancário” EM EE NP de ser um professor PE IN NPaquele que E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE P IN Paulo conhecimentos. para que ele desenvolva e a necessidade maneiras.Ensinar aos saberes S N SI SI PEexige respeito IN M M IN SI S N E E S I M dos educandos 1 . EE SI EE NP P I P M S Discute os saberes.E2000 rigorosidade metódica comEque eles devem se aproE M N PE P E EE SI Tanto aluno.Ensinar exige metódica E rigorosidade E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E entre os SI deve reforçar N N N a capa-PE É preciso estabelecer relações democrático PE sabeEE SI SI O educador NP N SI N P M I I I M S e a experiência S S res curriculares fundamentais so. Ssibilidade M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N a “curiosidade que leva ao conhemétodos o ensino que S M SI M de ensinar. o nosso SI formaçãoSIdocente.NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI M M EE P N SI CURRÍCULOS E PROGRAMAS M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI EM E NP SI NP SI M EE P N SI EE EM PE PE M EE P N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI EM PE EM E NP SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI S E N M SI EE 1º .sorPEensina os Sconteúdos M P IN Nvista a autonomia EM EM PE EE que considera IN SI ta dos saberes N E E sar certo. S E E S S N P P M M Rio Ele SI se esmera em trabalhar com os IN de Janeiro: M EE alunos a SIN M M S E P E E M Paz e Terra. os sujeitos.INmento é histórico.INum EM o que ainda e comunicar ou “Quem ensina aprende N E P P P I E E S N N S N P P I I EE anunciar a Snovidade.25). N M EE SI E EM des áreas: S E P EM M M E E E O ciclo gnosiológico se caracteriza por a relação docência-discência.

S M E M S S N E E E P mento. ImplicaM também em inacabamento P P rejeitar qualquer prática M I E N M E I E S N P E N E P S N SI SI de classe. o elitismo autoriforma aIN ignorar a formação moral NP E P P E I M P E donos da PE IN IN a tarefa educativa S S é criticável NP M por isso E N I S tário de educadores que se pensam verrestringir-se M S N I E P S E M S SI PE IN M dade e do saber pronto e acabado. O clima favorável 2º NÃO É TRANSFERIR E I N M P P I P S E S uso de uma IN N N M SCONHECIMENTO para se pensar pelo EM PE certo seEcaracteriza SI E M SI M E N E E P I M P E E argumentação segura queNdiscorS N por parte Edaquele E P M M SI às suas idéias. M EE E ficados.Ensinar exige a corporeificação das S S N EE NP SI S EM M P M M ensino e a aprendizagem. P É preci-EM tem a liberdade N damental a reflexão de opção.EM P M S seiras. de raça. PEE M P S E E M IN NP N EM EM P I M ral.ceitual P S M SI N E P E M crítica sobre a prática. que necessariamente devem ser valoriza5 .IN N PE generosidade. A inconclusão do ser é própria da experiência S S radicalmente E E P SI EM diferencia EM PE PE IN M E de vida humana e é consciente. NP da de quem se opõe PE SI neces. N SI N E I N I I M M E S isso nega a democracia. emoções.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E analisá-la. Ao M ensinar não EE saber que SI NP E N P I I Messe difícil.Ensinar Sexige ética e estética PE I N E E I M N S SI P N I P S I M M S N S EE das na prática educativa progressista. PE N PE PE M de gênero. sidade é EE Mpreciso ter EE de ter raiva IN N S E I E P S P M M E S é transferir conheci. capazes de S P E distanciamento da prátiso fazer umaIN operação de Somos seres intervir no I EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 150 .Ensinar exige S o velho SI EE consciência do EEM NP crono-PE EM M I P E E S EM N lógico. em PE não só porque IN SI NP EM mas M P S I N E I M S N E também não recusar só pelo critério 1 . noSseu Pensar que se aprofundem a comP I M E S S E N M ricas de signiM SI NP fatos. somos éticos. É aí que a curiosidade seStorna epistemoIN SI SI NP IN M PE I N M S I S N EE I Fazem parte da questão da identidade S cultulógica. EE risco. o que os M E S E N N E P P I M M E EM. EE EE seres humanos SI SI exige reflexão N P NP P I P M N S seu cres. considerações PE de discriminação SI NP EM valar para Prejeição IN grosM E N S SI N E I M perseguir a rigoro. da genuidade à criticidade.IN S E P P da necessária IN promoção M EE EE E S S N E P N P P I M soção de nós mesmos. S N P N E I P I N socializante sobre o caráter M S N S com todas SI P PE da escola. com um maior EE M E S P 9 Ensinar exige o reconhecimento e a rigor metodológico em relaE P P M M E N N M N E objeto do M EE SI Eao EM SI assunção da Pidentidade ção SI conhecimento. Para isso. EM é fun. E Mpercebê-la EE S ca como é e quais 4 .Ensinar exige N para melhor S E N N criticidade E I P I I P E S NP S S N I P I N M M são suas ser.EEM Ensinar IN é criar asNpossibilidades E não há EM para a própria S EE SI P P I E M M P S P IN IN construção do conhecimento. importante tecnologia só a serviço dosNseErefletirmos EE E SI EE é muito P EM P P I E M P E Nres humanos. que é oSespaço suporte necessário para o IN IN M EE SI a prática E S E N P E PE SI EM eles a linguagem EM cimento. M Ecultural NP a procura EE de maior P E I E M E P P S N N E PE exatidão. humildadeEE ao SI PE preciso ter IN EM EE P M S N E PE P I E M Pensar em disponibilidade para o sidade P certo implica N S metódica. as dimensões individuais e de classe dos eduI E S M E E S E S E P IN PE EM PE N NP EM candos. palavras pelo exemplo E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EEENSINAR P EM S S N EE E P Pensar certo é fazer certo. cuja abordagem S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M podem enriquecer muito o entendimento sobre IN o 6 . PE EM SI chaçar o treinamento pragmático. Isso é que vai permitindo S S SI razões de IN EE EE Sa EM educatiEM P P com que se supere curiosidade ingênua pela curiUma das tarefas inerentes da prática M M E M N E N E P M M EE SI SI progressista EM epistemológica. não havendo entre conP IN M E E N S E M P P IN professor Mprópria do SI Na permanente Sdo queEE é Nformação PE O ser humano EE INser humano. Experiências essas preensão e a interpretação dos EM EM M EE M espaço EE E SI N E P P P I PE M afetividades. PE e tempo. estou pensando certo. M SI SI SI NP EM I EE ticidade.Ensinar SI N Estes estão N PE no M E8 crítica S sobre dos outros animais. IN M SI PE EE IN S E E P S N M éticos. N E I I P M EE E S S E P P N M M e a boniteza E na formação do professor. EE técnico. S por nósIN SI EM PE solidariedade IN M EE uma SIN S N S E P M PE I cial e política que precisamos para construir Na condição de seres humanos. A PE ligados a treinamento emMaspectos só S E P IN N M M M E N PE M SIpode ser pensada EE Nesse sentido. SI IN M SI experiências EE certo exige N E IN as informais que nela ocorrem. M E E S N EE SI que rePE não pode M conteúdos NP ensino dos EM sociedade democrática. M do seu Soponente. a decência N SI IN M EE Pensando-se M EE S SI devem estar NP juntas E E E P P I M M M E podemos esquecer da assunção do sujeito: assunda in. aceitação M P I I I I E E E S S S S N P EE a qualquer forma análises simplistas.PEE M . que falta SI aos animais. PE PE é o desenvolvimento osidade va IN da curiosidaP M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S é a superação N N S a criN da ingenuidade para M de crítica. processo I M E E E S N E P M Econstante SI cuidado NP NP eu não EresNnovo 7-M Ensinar exige do e porque envolve para EM NP risco. não Na prática educativa. pois SIde discriminação. temos O acontecer de P I M E M E N S N EM EE SI EE dos educandos. M N E I E N I I N E M S E P S S N SIaceitar o novo é novo.

está transgredindo a natureza humana. seu fessor um competência de saberes SI EMgosto esM IN geral eSdomínio IN M EM E E S M NP E E P M tético. EE aos educandos SI como processo NP P I P M S nossa capacidade N M e aprender EE de ensinar M se faz SIN M SI E EM presente. ANesperança faz PE parte EE com esperança SI SI N S N P M I I I M S S S das as condições em que da natureza humana. mais crítica é mundo. IN M Nsujeito também PESó posso S EM quanto ao E PE de se EE IN SI N E E apresento humildade e compreensão Nós. EM NP NP EM E P NP I Só é possível respeitar os participa de um movimento constanI M M I E M E E S S E N E S E P P P M SI se foremINconsidera-PE te de busca N N PE dignidade e sua identidade .. ético. recriando M P M pacidade N SIa reaSI NP PE EE IN SI NP na habilidade EE lidade. Nessa P a ver com os diferentes.Ensinar e esperança S Mseu dever de ensiSI M do aluno. moral. PE EE ligados à sua atividade docente. M N I S se faz nas 5 Ensinar exige humildade. política. Pelo S N SI SI PE IN fato do M M IN SI S N E E S I M ser humano ser e consciente da sua inE E S inacabado M sua conclusão. ele EE educandos. está Por ser especificamente N humana. nos inserimos num permaE S S N P E I M EM M que não IN Preciso aprender aS convisei sobre S tudo. Ea PE IN SI 2 . N E E I E M E P E S E P E prática devo ter pelo política. mas EE dos professores. I M M E E N S E I M E P M E N NP PE presença Sdo ser humano no EEM A construção EE EE M P SI Nda SI P NP E I P I M N E S relações Esociais. Por exemplo. P I IN vividas e M E E E S S M E N E P M histórica. Ambos estão transgredindo a ética. fugindo ao IN NP E I M E M S E S E E nar. P E M da história”(p. N N E SI umEM é um imperativo ético.M M EE E P M E N P M EE Mromper. sujeitando-se aos EE E de cada S do. escolher. SEssa I P SI capacidade implica de M 3 Ensinar exige respeito à autonomia N P I S S IN E EM do ser do M IN M S E E educando apreender a substantividade do objeto aprendido. envolve proN EM emoções.M bilidades e não determinismo. SI PE cairíamos IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 151 . suas exEE S E P E conhecimentos periências os com Ela é indispensável à exNP M EM EM M que ral possível e Enecessário. se percebo nosso inacabamento. a desenvolver EM E PE se insere a Eamorosidaos inconclusão é que IN EE M P E E N S N P I P P N M e ao meu E M N SI N N de permanente. S M enquanto prática “. avalio-a do futuro.Ensinar NP exige o reconhecimento EMnosso trabalho P P PE I S M N E N S N E M Pformador. SI blematização alunos. E P M M M E N PE M NP EE EE alegria necessária EE M uma relação Existe entre Pa SI EM NP P IN P SI I EE E M E N S E P N E N I P P 4 . emS que SI educação EE SI SI trabalho. o profesé diretiva. EM EM SI SI NP PE IN IN a liberdade do educando I E E S S N S P PO professor precisa conhecer as diferentes dinome da eficácia de uma memorização mecânica M SI IN IN M EEdos conteúdos.. cultural e historicamente. a EE SI educação NP EM EM SI EM artística e PE P M E E E SIrompendo EM com a decência. M SI comparanM EE N S E N P E I P I O respeito à autonomia ePà dignidade reconstruindo. EM Exige do SI as diferentes N P I I M E E S S N P P EE respeita a curiosidade do educando. S S EM M E P P mensões da prática educativa. EMde quem luta SI NP M EM E P I M E E P S respeitar a curiosidade do educando 60). INP Mlutar.EM N estabelecendo SI SI PE PE IN EM E constatando. usa meios. S N N I P P I N M M S M S novo.IN senta em S P P sua se adapta mas a de M EE S N E N N P I I I M M E S S para nãoS ser apenas N E reitos e da dignidade ção objeto. queSlida com a proN os meus P sobre o P I P I E S N N E S N P M SI constantemente.Pcomo seres inacabados e conscientes I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E papel da ignorância na busca do saber. técN E P P P I IN E E S N N S N P P I I de discriminação. E P M M E E E 6 .Ensinar exige bom senso à atividade educativa e a esperança. intervindo. comparar. apreNP NP presença PEquem PEdocente. construindo. PE M EE E do dever de P N IN professor S N I M P P I que se omite propor limites Sle M EE S E IN S N E N P E I I S E P exige alegria S S N à liberdade 7 . queEo ironia ou aqueM trata comIN especiais.S nicas. EM SI a minha M E Quanto mais rigorosa. é uma forma de ímpeto natu. mais EMrespeito M PE EM I P E S E E S N S pelo mundo E N P EE saber ingênuo pelo P saber produzido A Inossa passagem não é predeSI SI NP EM a ser superado IN NP E I M S S N P exercício da curiosidade S E do epistemológiterminada.minha M no mundo M não é a Ide IN EE A prática SI N E E SI N P M I constituição a luta pela defesa Pde EE diE quem nele E se insere. Quem desviar riscos do EE SI EE SI do padrão P PE P M E M N E ético. fazer N IN de conhecer. decidir. senão PE Eperiência EE num fatalismo NP chegam à escola. vivemos histórico. e com M EE com o mundo NP M movimento E I E PE P M E E S M E outros. investindo-se naEcado ensino M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de aprender.Ensinar exige da realidade Daí se educador P que não toEE N pensar no E apreensão E EM P P I P M E E E S N E N N P P N lha em SI e sua curiosidade. Isso repercute na N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E bre M a minha prática. julgar. S E PE E P M M E P E N N E P M relações. SI PE IN M M EE S M N E P I M EE E E O bom senso implica em coerência entre o disS N M E E P P I M M M E E P S de N E prática do E EE que SIN curso e educativo. Isso envolve uma constante reflexão crítica so. tolerância e luta mundo elaEEcompreenEM N I P I S E S S E N P P M P M em de o que é herdado geneticamente e SI defesa dos direitos dos educadores N IN M a tensãoEentre EE IN M M SI S E P S E M o que é herdado social. E M E E N E E P M SI ética. P sua linguagem.EEM IN M eles existem. meu fazer com prática educativa e formadora. SI é profundamente daí exigir ser condicionado SI que teSI PE EE IN M P S EM N E nhamos seriedade e retidão. nente de busca. EE sor que faz algum S tipo que des. SI EM num mundo EM de possi-PE por meio IN M Ede E S E EM P ca.SÉ a posi.

em Mpara a rigidez. SI EE para a construção E EMauto. o educaS S sobre N que o professor expõe E SI EE Ecairia SI é não ter EM por um EM P P o objeto. despertando a esperança. vai aprendendo prátiseparar S SI o aluno E E P SI EMassim como EM e a sua PE PE IN liberdadeNpossuem M E a sua curiosidade dos da formação ética dos alunos. leP E E o grupo vá a os competência profissional: SI sentindoIN E P P M N M E M S N formação N saberes que não conseguem PE profissional. N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I No processo radical de transformação do munM E E S N E E M SI NP tornar-se É UMA PE M EM enquanto M EE3º . éS importante que EM SI E M S M E E N E E P necessidade de superar Mele tem que estudar.que S SI colhendo. O E I N M P P I P S IN autoridade do professor se assenta N na suaIN EE M SA emprego doPdiálogo é fundamental.SI EM EE P P E I E M E P P S N N EE minha curiosidade” PE dos P de (p. em contínuo exercício. IN M da ação forEE EE E S S N E P N P P I M madora. sem problematizar postura dialógica. E N P I I M de ensi. P S I N E I M S N E conseqüência. EM NP delimitando-o.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E Mcuriosa. se intensifica. SI PE E IN S E E P S N M P E o aluno devem ter uma Tanto professor quanto N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 152 . precisa aprimorar sua leitura S S do N N EE NP SI exige segurança.ENSINAR NPdenúncia Eprecisa SIdo. é M ca que E S E N E P P M M M E SI SI separar N N PE EE emboraSIestejam limites. que E a outraEM M EE IN vai assumindo SI N P E N P S I E I E E N Na existência S S bom clima de um pedagógicoa responsabilidade dos seus próprios atos. não é. SI NPseu conhecimento.PE I I M E S E S S E N P E M M E P ao professor do respeito SI E E do sujeito dade crítica do objeto. SI NP nem para a EM e. SI E explicar os fatos. anunciadora. Há um esforço EM M I P E E S N lencia se nega a si P mesma também” (p. NP intervindo E E P P I M M M E ra educador assumindo a IN S E como sujeitos P e educando PE na realidade. 85). obpeito aos alunos. instigando a dúvida. uma disciplina miEM NP curiosidade M P I I I I M E E E S S S S E P IN contrário. do respeito a eles. EM SI Pode ser PE EE IN EMdada comoS exemploPde EE P M S N E PE I E do professor M resvalar cativa que nega o seu aspecto formador aquela que não pode P N S A autoridade M N E I E N I I N E M S E P I S S educando N dificulta a curiosidade do EE inibe ou S PE IN para o “mandonismo”. 95). M M SI EE PE IN IN EM S EE P EM S S N EE E P ses sejam sempre considerados e respeitados. mais M M SI SI SI NP EM I EE EE M E S P ela vai se tornando metódica. PQuanto PE va frente mais mundo justo. S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M tarefa educativa. SI EM político-peda.Ensinar P M M que nas suas relações competência E SI mundo Epara SI E P E IN M E E S P M N E P P com os grupos populares. Ia N P NP P P M N O exercício da curiosidade S N E N I M implica na capacidade da liberdade. M S N I E P S E M S SI PE INeducativa que se M EE PE a ação político-pedagógica preciso programar para O professor. EM PE M EE M da forma EE EE com que discute as SI N E P P P I PE M M EE E O educador. É S SI que mudar NP M considerar E N I S é difícil. indagadora. Ecomparando. a rebeldia M N E I M P I E EE S E P revolucionária.S M Ee respeitoso nas relações M S S N E E E P clima saudável I M E E E S N EE SI gerando NP NP que não EM NP 9Ensinar exige nar e aprender. aquele NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E I sujeito das ações. numa prática S E P M IN N M M M E N PEa considere SI EE os educadores que auxiliem progressista. SI servando-o. isto 8 Ensinar exige a convicção de que a E P P M M N N M INpossível NPE EE da maior SI EE EM é. aproximando-se PE EE IN EM meto. a ruptura entre S o tenso Temos a História como posM E P S E E Mmundo equilíbrio da IN NP NP e não como EM EM sibilidade P I M autoridade e liberdade gera o autoritadeterminação.EM 1 . aberta. “O I E S M E E S E S N E PE relação EM rismo e a EM por Paulo FreiSI está sendo” PE (p. O mundo Na PE nomeados I E E M N S SI P N S M SI N de comportamento SI EE re como formas indisciplinadas dialética entre o ser humano e o mundo. S pelo PE NP EM nimiza a PE IN semM E N S SI N E I M P M prática edupre. P I M E S S E N M M M NP nadaSImuda.IN profissional e generosidade. o importante uma postura passidor na negação do sonho de lutar M M E M N N E P M M EE EE SI SI EM ao conhecimento. além do domínio específico de sua aceitando rever-se. na PEE var a sérioSIsua EM EE SI P N I E M M P N P IN M sua compreensão EE direção do A generosidadeS é outra qualidade necessária M contexto e EE de ampliar IN SI N S E I E P S P M M E S que se instale um IN N PE generalizar o à ação M que possibilita EE formadora. “mais me aproximo exatidão dos mudança S é M acha. do “A curiosidade da S educador. acreditando que vés de suas ações. nomiaEdo gradativamente P M aluno. IN SI SI NP IN M I S N M S I S N E que considerar EE I Na prática educativa. próprias posições. o res. ao lidar com as Eliberdades EE os grupos EM SI populares EE P N EM P P I E M P E Nperceber as S N P N E I P I N deve expressar submetidos no seu dos segurança atraM injustiças S N seus alunos. S sua não neutralidade.M NP que si-PE omissão. EE S imobilizante.98). o ensiP IN distanciar-se M E E N S E N M P SI do aprender. S SIa que sãoM P N PE SI SI da firmeza EEe não se tornem SI N E IN cotidiano passivos. epistemológica. meso futuro. desafia-a liberdade. SI IN EM M perguntando. N intervém como IN M educação libertadoraSque consideEE negam uma M EE decidindo. es. S N E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M mo em momentos em Sem alegria e esperança no ensinar.EM EEa teoria da EE impossível SI prática. autori. E HUMANA S mais crítica. P N SI SI NP o ensino dos conteúEM pela sua IN É impossível NP I M M E S democrático.nar E P S M SI N E P E M P N dicamente dele. gógicas os saberes des. a ignorância do saber. IN P M EE a curiosiE EE S N N E N P P P I I I E S S N N espontânea S N dade se exercita.IN NP NP licenciosidade. É preciso ESPECIFICIDADE N E P P E I N M P E PE IN IN mas é possível.

NP EM EM SI ou para N P I M I EE E E Scomo re. cultivando aIN Sem os liberdade se resvala para S a queNP SI limites. culdade de como SI EnecessidaM trabalhar para que “a INa compreender IN o objeto do coM EM E E S S M NP E E P E assumida M assim o nhecimento e não recebê-lo passivamente. Ela implica. EM E I P S E E S S E N P P P M Não opção. EE esta não SI dominante. dialética. N N à cussões com os filhos sobre tendoPE o educando INescola e que PE pela EE chega S SI NP se expressa N SI N P M I I I M S linguagem. avaliar. a M IN M I S S N E E S I M humildade no os outros. que EposE M P Nforça de desmascaramento PE tudo. EM I P M EE E S E EM P de decisões expressa aos alunos sua capacidade de analisar. em que N E P P P I IN E E S N N S N P P I aluno é estimulado. enfim ele se mostra como serEE ético. esmercado.118). N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E E EE S E comparar. E E M S M E N S P P IN é aprender a falar escutando. SI SI NP PE IN SI N E ser transmitida I P S SI para os outros. além de SI dá para escondermos nossa E EM IN ensinar conM IN M M S S E P S E E M função de acreditarmos na neutralidade da educateúdos. fazerIN justiça. que vai se aproximando metodicamente de conheum papelIN de assessores NP M A autonomia EM EM M P I M E E E E S S M E N E P M mais através PE expe. que se Pcomo se fosse N baseiam Ena P uma verdade EM ética do EM vamente. mas falar com.M M EE E P M N PE M riências EE M EM que envolvem SI vão to.S P I I M E E S S N P P M EE cidos pelo professor. do proE P M M M E N PE M NP EE aceitando EE EE M e respeitando a diferença.IN S P P P Um educador crítico. Ele EE M aí não cabe a neutralidade. P EE IN Isso expresSI sa atuar livremente. SI EM NP P IN P P SI do Estado. num esforço para reproduzir a ideologia E M E E N E E P I P P M E S N N PE existe. desmascará-la.Ensinar SI NP P I P M S vismo idealista. democrático. EE o com materiais ofereO educador democrático se SI N EM o uso dos EM SI N depara com a difi. o para E E licenciosidade e a autoridade S trato com M E o autoritarismo.Ntem a maneira de falar micos. IN I M M veementemente EEFreire critica S S M E P P com seus alunos: não de cima para baixo. S N I M P P I aluno se torna sujeito da aprendizagem.Mprofessor deve respeitar P participem NP que É Enecessário Mmundo com I E M E SIque os pais SI E N E S E P P P M E SI o seu futuro. ciência: no 1º caso. EE exige saber SI SI EE 6 . M N IN NP EM PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P A presença do professor na SI SI escola é uma preEM PE IN NP IN E I M S S N P S I 5 -N Ensinar exige tomada Sconsciente sença em si política. S E P EM M M E E E O educador que a educação os seres humanos puN como se P E considera E EMcomo PE P I P M E E E S N E N N P ser e não P N formação do treinamendessem atuar livres de condicionamentos econôSI EM EM integral SI SI NP PE como um IN IN I E E S S N S P P que ser coerente Scom I to. N comunicando M EE exige E SI NP EM SI EM Estabelece-se PE P M E E E SI EM dúvidas e criações. estaM pode ter duas direções:Maspira a mudanS N E E P P I M M E E P S a N E EE ças radicais que ou pretende paralisar a SIN EE na sociedade PE IN SI 3 .Ensinar NP exige compreender EM P P PE I S M N E N S é uma forma de intervenção N E M P a ordem social SI educação História vigente. para conseguir irS além dela Sà medida EEM consciência que donos desse futuro. recendo frente à autoridade.Ensinar exige comprometimento N E E I E M E P E S E P E mando. SI Frente a SI e manter PE EE IN M P S EM N E no mundo essas direções temos que fazer opção consciente I M M E E N S E I M E P M E M S E N na NP EE discursoSIe EE no nosso M ser coerentes EEprocurando P NP SI P NP E I P I M é con-IN nossa prática. tenham IN EE não sãoEM S P E dos filhos. pois consideram N P I S M M S IN N EE EE EM cutá-los paciente e criticamente. inevitável essa miserável Spara a maioria SI EM realidade P E P M M E P E N N P M EE O papel Efundamental do educador que M um mundo SI EM SI dos povos IN democrático PE Ele luta por P IN do mundo. a defesa SI materialidade. P P M M E E a leitura de N N E Edas dis. suas 4 .EEcimentos SI EE NP destes vai se constituindo PE IN profundos. seja dos pais. sociais. Ele deve dar sua contribuição sem I P S Eàs N P P I S M N E N S N I N E M P I em prol de I SI S E mudanças com sua prática autêntica um sa uma visão equivocada da História e da consE S S N P E I P S EM EM M mundo IN IN justo. Pode-se opor às ideias do outro. uma M mecaniEcompreensão M E S E PE P M E E M S M E que reduz E E a consciência PE reflexoNP cista a mero da IN EE M P E E S E N P I P P N M E S M N SI de um subjetiN escutar N no 2º caso. em IN traditória. N E M N I S A prática doS educador Enunca é neutra. considerando fessor. SI P M S P IN M EE EM EE ção. que são imobilizadores. de modo a que o edupriorize a sua humanização. coerente deve Epensar que P“se não SIN produtora da ideologia dominante ou então uma EM N M EM E P I M E E P S N coisa fundamental pode a educação da realidade. ou que a liberdade seja Sde” M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N Saber escutar não implica em restringir a liberexercitada mais ela ir amaduS M SI M de modo a cada vez IN NP E I M E M S E S E E dade de discordar. ser coerente ao disS N P P P M I E S N N S N P M EE Considerando-se SI SI cursar eM aIN educação como intervenagir. o diálogo.Ensinar liberdade e autoridade. M culturais. PE EE EE SI N S N I P P I N M M S no movimento M interno S N E SI cando consiga entrar EEdo seu SIN EE SI EM P PE P M E M N E pensamento. Meticamente de P do limite seja EE PE IN pela liberdaM EE EE P NP seja. possibilitar IN (p.M E decisões que eles 2 . competenÉ um erro considerar a educação só M EE S N E N N P I I I M M E a educação S S S E E te. NP das várias P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 153 . para expressar-se. M N E E pode” (p 126). ela é um processo. em é IN N M da consciência EE que o papel M SI E EM supervalorizado. SIN M ção. Nesse sentido. impositiPaulo o discurso M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E dono de a e a política neoliberal. I EE E M E N S E P N E N I P I ninguém éPEsuperior a Sninguém. alguma SI EM EM obstáculos.

dos IN acontecimenSI SI NP trabalho Ide IN PE I S N M S E S N S tos “ (p.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E estar disponível E M EE S para conhecer o con7 . A S P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M cognoscibilidade não exclui a P afetividade. mundo. 8 Ensinar exige disponibilidade para M E E S IN EE PE M NP o diálogo EM do processo de conhecer o S faz parte mundo: “ a P I M E M E N S M E E M P IN E EE SI E P E S alegria não chega apenas ao encontro do achado N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP do processo M E N I S mas faz parte de busca”(p. que um e EM PE M EE M dade da EE atesta. M M E M N E N E P M M EE SI a ver com SI A ideologia EMos da comunicação PE têm influência PE . sem experiência perderia sende M governantes. O professor deve sempre testemunhar aos aluM S N I E P S E M S SI N capaz de estimuPE M EE ao analiPE A experiência pedagógicaSIé nos a sua segurança ao discutir um tema. a S busca consN N N E P M P I I I E E S S S N PE sárias do país.EM E dos educadores sobre sociais de outro o caminho para conhecer.que tem como que IN o ocultamento P M EE forte na E EE S N N E N P P P I I I E S S – tem um N sentido