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Teste Intermédio - Matemática A - 11º Ano - 2012/2013 - 2º Período - Resolução

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Teste Intermédio de Matemática A Versão 1

Teste Intermédio

Matemática A
Versão 1 Duração do Teste: 90 minutos | 06.03.2013 11.º Ano de Escolaridade
Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março

RESOLUÇÃO GRUPO I

1.  Resposta (C) Os vetores

v são perpendiculares se, e só se, OP . u v=0 OP e u OP são ^ x, -4,1h

Designemos por x a abcissa do ponto P Então, as coordenadas do vetor Portanto,

v = 0 + ^ x, − 4,1h . ^2, 3, 6h = 0 + 2 x − 12 + 6 = 0 + x = 3 OP . u

2.  Resposta (D) Designemos por O vetor

r a reta definida por '

x= y z=2

v ^1, 1, 0h é um vetor diretor da reta r r v for perpendicular a esse plano. r x+y = d

Um plano é perpendicular à reta r se, e só se, o vetor

Portanto, a equação do plano tem de ser equivalente a uma equação da forma É o caso do plano definido pela equação

x+y =5

TI de Matemática A – Resolução – Versão 1 • Página 1/ 5

3.  Resposta (D)

No intervalo ; 5 r , 4 r E, o cosseno toma todos os valores do 6 3 intervalo ; - 1, - 1 E . Portanto, as equações apresentadas 2 nas opções A e C têm solução.

y

−1

1 −— 2

O

x

No intervalo ; 5 r ,

4 r , o seno toma todos os valores do 6 3 E intervalo = - 3 , 1 G 2 2 - 3 . - 0,87 2

y
1 — 2

Tem-se

O

x

Portanto, só a equação apresentada na opção D não tem solução.

:3
2

4.  Resposta (B) As assíntotas do gráfico da função

f são as retas de equações x = −1 e y = 0 g obtém-se

Como as assíntotas do gráfico de g são as retas de equações x = −2 e y = 2 , o gráfico de do gráfico de f por meio da translação associada ao vetor de coordenadas ^- 1, 2h Portanto, a =

1= e k 2

5.  Resposta (A) Sabe-se que os gráficos das funções sabe-se que f= ^3 h g ^3 h 0 =

f e g se intersectam no ponto de coordenadas (3, 0), ou seja,

Portanto, 3 é um zero comum às duas funções. A função

f tem outro zero, que vamos designar por a

Dado que as duas funções têm domínio R , tem-se que:

•  ^ f= + f ^ x h 0 0 g^ x h = 0 + × g h^ xh 0= + 0 x 3h 0 x = 3 + ^x a = = +x a 0x 3 = = f + f ^ x h 0 / g^ x h ! 0 + • = c m^ xh 0= g + 0 x 3h / x ! 3 + ^x a = = +x=a
Então,

•  a função f × g tem dois zeros: a e 3 f •  a função g tem um zero: a
TI de Matemática A – Resolução – Versão 1 • Página 2/ 5

GRUPO II
1.1.1.  O contradomínio da função

k = −1

f é R \ "- 1 , , pelo que a equação f ^ xh = k é impossível se, e só se,

1.1.2.  Dado que a reta de equação y = −1 é assíntota horizontal do gráfico da função quando x tende para + 3 é igual a - 1

f , o limite de f ^ xh

1.2.1. f ^ x h #

4−x + 6−x # 4−x + 6−x − 4−x #0+ x−2 x+2 x−2 x+2 x+2

+

2 (6 − x) (x + 2) − (4 − x) (x − 2) − 4x + 8 + x2 − 2x # 0 + # 0 + 6 x +12 − x − 2 x (x − 2) (x + 2) x2 − 4

x + 20 # 0 + − 22 x −4
x
Numerador Denominador Fração n.d. – não definida

-3 + + +

-2
+ 0 n.d. +

2

10 + + + 0 + 0

+3

-

+ 0 n.d.

+

-

Conjunto solução: @− 2, 2 6 , 610, + 3 6 1.2.2.  `f

% gj^ xh = x + f ^ g (x)h = x

3 + f ^ x 3h = x + 63− x = x x −2

y
y=x
−1,63
O 1,53

Na figura, estão representados:
3 •  o gráfico da função f % g , definida pela expressão 63- x x -2 •  a reta de equação y = x

x
f %g

•   os pontos de intersecção das duas linhas, cujas abcissas são as soluções da equação ` f % g j^ x h = x
Portanto, as soluções da equação

` f % g j^ xh = x , arredondadas às centésimas, são -1,63 e 1,53

2.1.1. O vetor

FA é perpendicular ao plano FGH, pelo que uma equação deste plano é da forma 2x + 3y + 6z + d = 0
Como o ponto F tem coordenadas ^1, 3, -4h , tem-se Portanto,

2 × 1 +3 × 3 + 6 × ^ − 4 h + d = 0

d = 13 2 x + 3 y + 6 z + 13 = 0

Assim, uma condição cartesiana que define o plano FGH é

TI de Matemática A – Resolução – Versão 1 • Página 3/ 5

2.1.2.  Uma condição cartesiana que define a reta AF é

x −1 = y − 3 = z + 4 2 3 6 FA

2.1.3.  A superfície esférica de centro no ponto F à qual pertence o ponto G tem raio igual a Tem-se

FA = FA = 2 2 +3 2 +6 2 = 49 = 7

Assim, uma condição cartesiana que define a superfície esférica é ^ x − 1h2 + ^ y − 3h2 + ^ z + 4h2 = 49

2.2.  O ponto E é o ponto de intersecção da reta

EF com o plano HCD 6 x + 2 y − 3 z + 25 = 0 , uma equação

Como a reta EF é perpendicular a este plano, que é definido por vetorial da reta é ^ x, y, zh = ^1, 3, − 4h + k^6, 2, −3h, k ! R Tem-se ^ x,

y, zh = ^1, 3, − 4h + k^6, 2, −3h + x = 1 + 6 k / y = 3 + 2 k / z = −4 − 3 k EF tem coordenadas da forma ^1 + 6 k, 3 + 2 k, − 4 − 3 k h , sendo k 6 x + 2 y − 3 z + 25 = 0

Portanto, qualquer ponto da reta um número real.

O ponto E é o ponto desta reta cujas coordenadas satisfazem a equação Vem, então,

6^1 + 6 k h + 2^3 + 2 k h − 3^− 4 − 3 k h + 25 = 0 + 6 + 36 k + 6 + 4 k + 12 + 9 k + 25 = 0 + + 49 k = − 49 + k = −1
Portanto, o ponto E é o ponto de coordenadas ^- 5, 1, -1h 3.1.  A área do trapézio 6OPQR @ é dada por As coordenadas do ponto P são ^cos a, Como

PQ + OR × QR 2 sen ah

a ! E r , r ; , tem-se cos a < 0 e sen a > 0 2

Portanto,

•  OR = − cos a •  PQ = −2 cos a •  QR = sen a
Logo, a área do trapézio 6OPQR @ é dada por

- 3 sen a cos a 2

− 2cos a + ^− cos ah × sen a , ou seja, é dada por 2

TI de Matemática A – Resolução – Versão 1 • Página 4/ 5

3.2.  Afirmar que a reta OP intersecta a reta de equação afirmar que Como

tg a = − 7 24

x = 1 num ponto de ordenada - 7 é equivalente a 24

1 , tem-se: cos 2 a 7 2 1 + 49 + 1 = 12 + 625 = 12 + cos 2 a = 576 c− m + 1 = 2 24 576 576 cos a 625 cos a cos a tg 2 a + 1 = a ! E r , r; , tem-se cos a = − 24 2 25

Atendendo a que Como

tg a = sen a , tem-se sen a = tg a × cos a = − 7 × c− 24 m = 7 25 25 cos a 24 − 3 sen a cos a = − 3 × 7 × c − 24 m = 252 2 25 25 625 2

Portanto, a área pedida é

4.  Este item pode ser resolvido por, pelo menos, dois processos. 1.º Processo
^ ED . DC = ED × DC × cos ^ ED DC h

Tem-se

AE × AD 6= + AE × AD 12 += AE × 4 12 + AE 3 = = 2
Assim,

Como a área do triângulo 6 ADE @ é igual a 6 e

DC = 4

AD é igual a 4, vem:

AE 2 + AD 2 = ED 2 + 32 +42 = ED 2 + ED = 5 ED = 5

Portanto,

Tem-se ainda:

^ ^ t h = − cos ^ DEA t h = − AE = − 3 cos ^ ED DC h = − cos ^ DE DC h = − cos ^ EDC 5 ED Logo, ED . DC = 5 × 4 × c − 3 m = −12 5

2.º Processo Consideremos um referencial o.n. xOy do plano, em que, como a figura sugere, a origem do referencial coincide com o ponto A e os pontos B e D pertencem aos eixos Ox e Oy, respetivamente.
y D C

AE × AD 6= + AE × AD 12 += AE × 4 12 + AE 3 = = 2
Tem-se, portanto: Assim,

Como a área do triângulo 6 ADE @ é igual a 6 e

AD é igual a 4, vem:
O A E B x

C (4, 4) D (0, 4) E (3,0)

ED = D − E = (0, 4) − (3, 0) = (−3, 4) Daqui vem: DC = C − D = (4, 4) − (0, 4) = (4, 0)
Vem, então:

ED . DC = (−3, 4) . (4, 0) = −12 + 0 = −12

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