Você está na página 1de 1

DIREITO PENAL I PARTE GERAL 2 ANO 3 PERODO Prof. Me.

e. Wendell Luis Rosa RESOLUO DOS EXERCCIOS DE FIXAO MDULO 01 Aluno(a): Cdigo: Sala:

1. O abandono da responsabilidade penal objetiva importa na diminuio da importncia do resultado como elemento caracterizador do crime. Em contrapartida, a adoo da responsabilidade subjetiva implica na anlise de dolo e culpa para a imputao de um crime a algum. 2. O direito de faida nada mais do que o direito de vingana de sangue dos povos germnicos. Esse direito surgia quando o ofendido tinha algum bem jurdico lesionado por outrem (ofensor). A vingana consistia na possibilidade do ofendido ou de algum parente do ofendido punir pessoalmente o agressor, nos moldes do olho por olho, dente por dente. 3. A reforma de 1984 teve ntida influncia da escola finalista, a qual asseverava que a conduta humana um acontecimento final, ou seja, destinada a um fim (a uma finalidade). Desta forma, tal pensamento deslocou a anlise de dolo e culpa para o mbito da conduta, retirandoa da culpabilidade. 4. O Direito Penal objetivo constitui-se do conjunto de preceitos legais que regulam a atividade soberana estatal de definir crimes e cominar penas. Por sua vez, o Direito Penal subjetivo emerge do bojo do prprio Direito Penal objetivo, constituindo-se em verdadeiras prerrogativas (faculdades) dos sujeitos. De um lado, o Estado o titular do ius puniendi (direito de punir), de outro, o acusado o titular do direito de liberdade. 5. Trata-se de um ramo do Direito Pblico Interno. 6. O Direito Penal Especial aquele destinado a determinados grupos de pessoas, por exemplo, aos militares, atravs do Cdigo Penal Militar. A Legislao Penal Especial (ou Extravagante) consiste nos dispositivos legais penais que tratam de determinados assuntos com especificidade e que, geralmente, esto fora do bojo do Cdigo Penal, por exemplo, a Lei de Txicos (Lei n. 11.343/06).