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Escola Secundária da

Cidadela
Disciplina: Biologia e Geologia

Professor/a: Luísa Mimoso

Observação da
epiderme
do caule da
tradescântia

Relatório realizado por:


Raquel Nunes 10ºA n.º19
Cascais, 26 de Fevereiro de 2009
• Objectivo:
Observar estomas presentes na epiderme
do caule da tradescântia.

• Introdução:

Nesta actividade experimental utilizou-


se a epiderme do caule da tradescântia,
uma planta pertencente à família
Commelinaceae.
A sua classificação científica é a
seguinte:
Reino: Plantae;
Divisão: Magnoliophyta;
Classe: Liliopsida;
Ordem: Commelinales;
Família: Commelinaceae;
Género: Tradescantia.

Como já foi referido anteriormente o


nosso objectivo era a observação de
estomas, estruturas celulares que têm a
função de realizar trocas gasosas entre a
planta e o meio ambiente, presentes nas
células da epiderme do caule da
tradescântia. Estas células classificam-se
como sendo células eucarióticas pois
contém um núcleo bem definido
delimitado por um invólucro, neste caso
são células vegetais e não animais. As
células vegetais apresentam algumas
diferenças das animais mas, ambas
possuem três constituintes fundamentais:
membrana, citoplasma e núcleo.

• Procedimento experimental:

• Material:
Caule da planta tradescântia;
M.O.C;
Lâmina e lamela;
Bisturi e agulha de dissecção;
Conta gotas com água destilada.

• Procedimento:
- Destacou-se a epiderme do caule da
tradescântia, com a ajuda do bisturi,
procurando não recolher porções de tecidos
interiores;
- Colocou-se em cima da lâmina uma gota
de água destilada;
- Mergulhou-se a epiderme destacada na
água sem deixar enrolar;
- Cobriu-se a preparação com uma lamela,
com o auxílio da agulha de dissecção,
tentando não deixar bolhas de ar;
- Colocou-se a preparação no microscópio e
começou-se a observar na objectiva de
menor ampliação procedendo à sua
focagem com o parafuso macrométrico;
- Depois de estar totalmente focada
avançou-se para uma objectiva de maior
ampliação e ai a sua focagem foi feita
simplesmente com o parafuso micrométrico;
- Depois de efectuarmos a sua focagem com
o parafuso micrométrico, começou-se a
desenhar pormenorizadamente as nossas
observações;
- Depois de terminado o desenho, retirou-se
a preparação, deitando para o lixo a
epiderme destacada e lavando o material
utilizado na actividade;
- Arrumou-se o microscópio, rodando o
revólver para a objectiva de menor
ampliação, e todo o material utilizado,
deixando a bancada de trabalho limpa e
arrumada.

• Resultados:
Anexo 1

• Interpretação:
Com base nas observações efectuadas
verificou-se que as células vegetais
apresentam um aspecto geométrico, muito
próximas umas das outras, mas cada uma
com a sua parede celular. Que estas possuem
núcleo e estomas e que estes por sua vez
possuem estruturas esverdeadas designadas
por cloroplastos. No interior das células
vegetais existem também umas estruturas
celulares, muito abundantes, contidas no
citoplasma, designadas por vacúolos, que
armazenam produtos de nutrição ou de
excreção.

• Conclusão:
As células vegetais possuem parede celular,
núcleo bem definido e estruturas celulares
designadas por estomas que permitem
efectuar trocas gasosas entre a planta e o
meio ambiente e assim permitir também a
transpiração da planta, e que estes por sua
vez possuem cloroplastos, pigmentos que
estão envolvidos na fotossíntese. As células
vegetais possuem também vacúolos, contidos
no citoplasma, que armazenam produtos de
nutrição ou de excreção, de forma mais ou
menos esférica, gerados pela própria célula.

• Bibliografia:

Internet:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vac%C3%BAolos
http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lulas_euc
ari%C3%B3ticas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estoma
http://biogeotc.wordpress.com/

Livros:
MATIAS, Osório e MARTINS, Pedro, Biologia
10/11-Ano 1, Areal Editores, 2007, pp. 28-35