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Provisões e Depreciação

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  • 5.1. Provisões em Geral
  • 5.2. Provisões do Ativo
  • 5.2.1. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado
  • 5.2.1.1. Instrumentos financeiros, Direitos, Títulos de Crédito e Estoques
  • 5.2.1.1.3. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado - Estoques
  • 5.2.3. Investimentos Permanentes
  • 5.3. “Provisões” do Passivo
  • 5.4. Passivo Contingente
  • 5.5. Ativo Contingente
  • 5.6.1. Depreciação
  • 5.6.1.2. Método da Soma dos Dígitos ou Método de Cole
  • 5.6.1.3. Tipos de Depreciação
  • 5.6.1.4. Alienação de Bens do Ativo Não Circulante Imobilizado
  • 5.6.1.5. Depreciação de Bens Adquiridos Usados
  • 5.6.2. Amortização
  • 5.6.3. Exaustão
  • 5.6.3.1. Exaustão de Recursos Minerais
  • 5.6.3.2. Exaustão de Recursos Florestais
  • 5.7.1. Definições
  • 5.7.2. Políticas Contábeis
  • 5.7.2.1. Mudança nas políticas contábeis
  • 5.7.2.2. Mudança nas estimativas contábeis
  • 5.7.3. Retificação de erro
  • 5.7.3.1. Limitação à reapresentação retrospectiva
  • 5.8. Bizu da Prova
  • 5.9. Memorize para a Prova
  • 5.10. Exercícios de Fixação
  • 5.11. Resolução dos Exercícios de Fixação

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

Moraes Junior

Aula 5
6. Provisões Ativas e Passivas, tratamento das Contingências Ativas e Passivas. 7. Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. 16. Tratamento das depreciação, amortização e exaustão, conceitos, determinação da vida útil, forma de cálculo e registros.

Conteúdo
5.1. Provisões em Geral ............................................................................................................. 5 5.2. Provisões do Ativo ............................................................................................................... 6 5.2.1. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado ............................................................ 7 5.2.1.1. Instrumentos financeiros, Direitos, Títulos de Crédito e Estoques .......... 7 5.2.1.1.1. Instrumentos Financeiros Disponíveis para Venda ou Mantidos para Negociação ....................................................................................................................................... 7 5.2.1.1.2. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado - Demais Instrumentos Financeiros, Direitos e Títulos de Crédito .......................................................................... 11 5.2.1.1.3. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado - Estoques............................ 12 5.2.2. Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ou Provisão para Perdas com Créditos Incobráveis ou Provisão para Devedores Duvidosos ......................... 13 5.2.3. Investimentos Permanentes ...................................................................................... 17 5.3. “Provisões” do Passivo ..................................................................................................... 18 5.4. Passivo Contingente.......................................................................................................... 26 5.5. Ativo Contingente .............................................................................................................. 27 5.6. Critérios de Avaliação e Baixas das contas do Ativo – Imobilizado e Intangível. ...................................................................................................................................... 28 5.6.1. Depreciação ...................................................................................................................... 28 5.6.1.1. Método das Quotas Constantes ou Método Linear ou Método da Linha Reta .................................................................................................................................................. 32 5.6.1.2. Método da Soma dos Dígitos ou Método de Cole .......................................... 35 5.6.1.3. Tipos de Depreciação ............................................................................................... 38 5.6.1.4. Alienação de Bens do Ativo Não Circulante Imobilizado ............................ 41 5.6.1.5. Depreciação de Bens Adquiridos Usados .......................................................... 44 5.6.2. Amortização ..................................................................................................................... 45 5.6.3. Exaustão ............................................................................................................................ 48 5.6.3.1. Exaustão de Recursos Minerais ............................................................................ 48 5.6.3.2. Exaustão de Recursos Florestais.......................................................................... 50 5.7. Práticas Contábeis, Mudanças de estimativas e correção de erros: Mudanças nas práticas contábeis. Mudanças nas estimativas. Correção de erros. ................................................................................................................................................ 52
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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 5.7.1. Definições.......................................................................................................................... 52 5.7.2. Políticas Contábeis ......................................................................................................... 54 5.7.2.1. Mudança nas políticas contábeis .......................................................................... 55 5.7.2.2. Mudança nas estimativas contábeis ................................................................... 55 5.7.3. Retificação de erro......................................................................................................... 56 5.7.3.1. Limitação à reapresentação retrospectiva ....................................................... 57 5.8. Bizu da Prova ....................................................................................................................... 58 5.9. Memorize para a Prova .................................................................................................... 62 5.10. 5.11. Exercícios de Fixação .................................................................................................. 68 Resolução dos Exercícios de Fixação .................................................................... 85

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Primeiramente, vamos resolver uma questão com assuntos de aulas anteriores: (Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) O lançamento contábil apropriado para registrar o pagamento de duplicatas no valor de R$ 2.800,00, com descontos de 15%, é o que segue abaixo: a) Diversos a Caixa Duplicatas a Pagar Descontos Ativos b) Caixa a Diversos a Duplicatas a Pagar a Descontos Ativos c) Diversos a Duplicatas a Pagar Caixa Descontos Passivos d) Duplicatas a Pagar a Diversos a Caixa a Descontos Ativos e) Duplicatas a Pagar a Diversos a Caixa a Descontos Passivos

2.380,00 420,00

2.800,00

2.380,00 420,00

2.800,00

2.380,00 420,00

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2.380,00 420,00

2.800,00

Temos que fazer um lançamento contábil para o seguinte fato: pagamento de duplicatas no valor de R$ 2.800,00, com descontos de 15%. Inicialmente, vamos calcular qual seria o valor do desconto e o valor efetivamente pago: Desconto = 15% x 2.800 = 420 Valor Efetivamente Pago = 2.800 – Desconto = 2.800 – 420 = 2.380 1 – Identificar as contas: Pagamento de duplicatas: conta “Duplicatas a Pagar”. Como houve um pagamento, houve saída de dinheiro da empresa: conta “Caixa” (poderia ser a conta “Bancos Conta Movimento” também).
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380 420 2. temos uma receita: conta “Descontos Ativos” (ou “Descontos Obtidos”).800 Método das Partidas Dobradas: Total de Débitos = Total de Créditos Total de Débitos = 2. pelo princípio da competência) ⇒ crédito Lançamento: Duplicatas a Pagar (Passivo Circulante) a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Descontos Ativos (Receita) 2.com.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.800 Total de Créditos = 2. Portanto. ou seja. Moraes Junior www.br 4 . Atenção para a diferença: Descontos Ativos = Descontos Obtidos = Receita Descontos Passivos = Descontos Concedidos = Despesa 2 – Classificá-las em Ativo. pelo princípio da competência) 4 – Aplicar o mecanismo de débito e crédito (lançamento) e verificar o “Método das Partidas Dobradas”: Duplicatas a Pagar: Passivo Circulante ⇒ Natureza credora ⇒ saldo diminui (pagamento da obrigação) ⇒ débito Caixa: Ativo Circulante ⇒ Natureza devedora ⇒ saldo diminui (saída de dinheiro do caixa para pagar as duplicatas) ⇒ crédito Descontos Ativos: Conta de Resultado (Receita) ⇒ Natureza credora ⇒ saldo aumenta (registro da receita do período. foi pago um valor menor que o valor da obrigação original. pelo princípio da competência. Logo. Passivo.380 + 420 = 2. Logo. houve um desconto no pagamento. Moraes Junior O pagamento foi com um desconto de 15%.pontodosconcursos. tivemos a extinção de um passivo (parte da obrigação a pagar) sem a correspondente extinção de um ativo. Receitas ou Despesas: Duplicatas a Pagar: Passivo Circulante ⇒ Natureza credora Caixa: Ativo Circulante ⇒ Natureza devedora Descontos Ativos: Conta de Resultado (Receita) ⇒ Natureza credora 3 – Verificar se o saldo está aumentando ou diminuindo: Duplicatas a Pagar: Passivo Circulante ⇒ Natureza credora ⇒ saldo diminui (pagamento da obrigação) Caixa: Ativo Circulante ⇒ Natureza devedora ⇒ saldo diminui (saída de dinheiro do caixa para pagar as duplicatas) Descontos Ativos: Conta de Resultado (Receita) ⇒ Natureza credora ⇒ saldo aumenta (registro da receita do período.800 Prof. Patrimônio Líquido.

Provisões.pontodosconcursos. Depreciação. Moraes Junior www. Estimativa confiável: uma estimativa confiável considera (variabilidade de situações prováveis de ocorrer) e incertezas. e . por exigência legal ou por criar alguma relação válida perante terceiros. 5. Evento Passado: é aquele que cria obrigações. que irá incorporar benefícios econômicos.com. cumulativamente. as seguintes condições: .380 420 Duplicatas a Pagar 2.a entidade tem uma obrigação presente (legal ou não formalizada) como consequência de um evento passado. os riscos Prof.br 5 . teríamos (considerei que a conta “Caixa” tem um saldo inicial – “SI” e que só havia estas duplicatas a pagar – saldo inicial igual a R$ 2. Contudo.00): Caixa SI 2. não há certeza quanto aos prazos ou aos valores que serão desembolsados.800 (I) 2. Resumindo.380 (I) Descontos Ativos 420 (I) SI – 2. Amortização e Exaustão 5.pode ser feita estimativa confiável no montante da obrigação.800 0 A alternativa “d” é a correta. Para constituir a provisão. Moraes Junior Em razonetes.é provável a saída de recursos para liquidar a obrigação.1.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.800. São estimativas. Obrigação Presente: indica que é mais provável ocorrer do que não ocorrer a obrigação. . uma provisão deve ser reconhecida quando atender. Provisões em Geral Uma provisão é uma obrigação presente e é provável que ocorra uma saída de recursos para liquidá-la. também é necessário que seja possível fazer uma estimativa confiável de seu valor.

ela deve registrar o valor provável a ser gasto com essa garantia na conta provisão para garantias.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. como a “Provisão para Décimo-Terceiro” e “Provisão para o Imposto de Renda”. tendo em vista que as provisões são sempre de natureza credora. se a perda não for consumada. Para conquistar o mercado. e são constituídas debitando-se uma conta de “Despesa” e creditando-se uma conta patrimonial representante da respectiva provisão. que.pontodosconcursos. respectivamente. São exemplos desse “tipo de provisão” as “provisões” do passivo. ela oferece aos seus clientes uma garantia de um ano para o funcionamento dos componentes que vende. Entretanto. Provisões do Ativo As provisões do ativo figuram. que será classificada no passivo circulante. Prof. o saldo da provisão poderá ser revertido para uma conta de “Receita” (a reversão da provisão poderá ser parcial ou total). não existe grau de incerteza relevante. como contas redutoras do Ativo.com. As provisões são sempre contas de natureza CREDORA.br 6 . Moraes Junior Uma observação importante diz respeito às provisões derivadas de apropriação pelo regime de competência. ela deve registrar o valor provável a ser gasto com essa garantia na conta (A) Reserva para contingências (B) Reserva para garantia (C) Reserva para eventos subsequentes (D) Provisão para contingências (E) Provisão para garantias Portanto. A alternativa “e” é a correta. 5. deve-se debitar a conta da respectiva provisão e creditar a conta com base na qual ela foi constituída. ou seja. que já são consideradas obrigações. Moraes Junior www. Caso a perda seja consumada. se a empresa produz componentes para televisores LCD e oferece aos seus clientes uma garantia de um ano para o funcionamento dos componentes que vende. são “Décimo-Terceiro a Pagar” e “Imposto de Renda a Pagar”. no Balanço Patrimonial. Devido a esse procedimento. na verdade. Já caiu em prova! (Técnico de Contabilidade Junior-Transpetro-2011Cesgranrio) Uma empresa produz componentes para televisores LCD.2.

pontodosconcursos. pois haverá um ajuste diretamente em conta do patrimônio líquido ou em conta de resultado. Títulos de Crédito e Estoques Instrumento financeiro é qualquer contrato que origine um ativo financeiro para uma entidade ou um passivo financeiro ou título patrimonial para outra entidade. . em uma transação em que não há favorecidos.2. Tudo bem.1. 5. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado 5.1.Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa. classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo. professor. as aplicações em instrumentos financeiros. inclusive derivativos. Vejamos! De acordo com o inciso I do artigo 183 da Lei das S. e em direitos e títulos de créditos..br 7 ... 5.2. serão avaliadas: a) pelo seu valor justo. quando se tratar de aplicações destinadas à negociação ou disponíveis para venda.1. ou um passivo liquidado.Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos. Instrumentos Financeiros Mantidos para Negociação Disponíveis para Venda ou Nesse caso. mas o que seria valor justo? Valor justo é o montante pelo qual um ativo poderia ser trocado.Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado. Moraes Junior Constituição da Provisão: Débito: Despesas com Provisão (Despesa) Crédito: Provisão (Ativo – Retificadora) Perda Consumada: Débito: Provisão (Ativo – Retificadora) Crédito: Conta com base na qual ela foi constituída (Ativo) Reversão da Provisão: Débito: Provisão (Ativo – Retificadora) Crédito: Reversão da Provisão (Receita) As provisões do Ativo mais utilizadas são: .1.A.2. Prof.1.com. Direitos. Moraes Junior www. e.1. . não será constituída uma provisão para ajuste ao valor de mercado.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. entre partes independentes com conhecimento do negócio e interesse em realizá-lo. Instrumentos financeiros.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior As regras para as aplicações financeiras destinadas à negociação ou disponíveis para venda seriam: - O ganho ou a perda relativo a ativo financeiro disponível para venda deve ser reconhecido em conta específica no patrimônio líquido (ajustes de avaliação patrimonial) até o ativo ser baixado, exceto no caso de ganhos e perdas decorrentes de variação cambial e de perdas decorrentes de redução ao valor recuperável (impairment). - O ganho ou a perda relativo a ativo financeiro mantido para negociação (negociação imediata) deve ser reconhecido em conta de resultado. - No momento da baixa, o ganho ou a perda acumulado na conta específica do patrimônio líquido deve ser transferido para o resultado do período como ajuste de reclassificação. - Os dividendos de título patrimonial registrado como disponível para venda devem ser reconhecidos no resultado no momento em que é estabelecido o direito da entidade de recebê-los.

Ou seja, resumindo, temos o seguinte: - Instrumentos Financeiros Disponíveis para Venda (a negociação não é imediata): ajustes na conta Ajustes de Avaliação Patrimonial (ganho ou perda). - Instrumentos Financeiros Mantidos para Negociação (a negociação é imediata): ajustes em contas de resultado (receita ou despesa). Eu sei que essa classificação em disponíveis para venda (a negociação não é imediata) e mantidos para negociação (a negociação é imediata) é um pouco subjetiva. Por isso, na hora da prova, a questão deve ser explícita! Exemplo: Em 11/07/2010, a empresa J4M2 S/A adquire 1.000 ações preferenciais da Companhia Vale do Rio Doce (VALE5) na bolsa de valores pelo valor de R$ 43,00. Suponha que o preço das referidas ações em 31/12/2010 é de R$ 42,00 e que a empresa J4M2 S/A vendeu as ações em 31/01/2011 por R$ 44,00. Efetue os lançamentos necessários. Repare que as ações da Vale do Rio Doce, para a empresa J4M2, são instrumentos destinados a negociação ou disponíveis para venda. Vamos considerar que, no momento da compra, as ações ficaram disponíveis para venda (a negociação não será imediata).

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Em 11/07/2010: Investimentos Temporários - Ações VALE5 (Ativo Circulante) a Bancos (Ativo Circulante) (1000 ações x R$ 43,00 = R$ 43.000,00) Em 31/12/2010: o preço da cada ação caiu para R$ 42,00 Ajustes de Avaliação Patrimonial (Patrimônio Líquido) a Investimentos Temporários - Ações VALE5 (Ativo Circulante) (R$ 42.000,00 – R$ 43.000,00)

43.000

1.000 (*)

(*) ATENÇÃO! Neste caso, se o valor de mercado das ações em 31/12/2010 fosse maior que o valor de aquisição, também haveria lançamento a fazer. Suponha que o valor de mercado em 31/12/2010 fosse R$ 45,00. Lançamento: Investimentos Temporários - Ações VALE5 (Ativo Circulante) a Ajustes de Avaliação Patrimonial (PL) Resultado em 2010 = Receitas – Despesas = 0 Em 31/01/2011: venda das ações por R$ 44,00 cada. Receita = 1.000 ações x R$ 44,00 = R$ 44.000,00 Bancos (Ativo Circulante) a Receitas – Renda Variável (Receitas)

2.000

44.000

Despesa – Custo de Aplicação de Renda Variável (Despesa) a Investimentos Temporários - Ações VALE5 (Ativo Circulante) 42.000 Despesa – Ajuste de Reclassificação (Despesa) a Ajustes de Avaliação Patrimonial (Patrimônio Líquido)

1.000

Na venda (no momento da “baixa” das ações do patrimônio da empresa), o valor existente em “Ajustes de Avaliação Patrimonial” é apropriado no resultado do período. Resultado em 2011 = Rec. – Desp. = 44.000 – 1.000 – 42.000 = 1.000 (*) Caso a empresa recebesse dividendos de R$ 2.000,00 em relação a essas ações, o lançamento seria: I – Distribuição dos dividendos pela Vale do Rio Doce: Dividendos a Receber (Ativo Circulante) a Receita de Dividendos (Receita) 2.000
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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior II – Pagamento dos dividendos pela Vale do Rio Doce: Bancos (Ativo Circulante) a Dividendos a Receber (Ativo Circulante) 2.000 Já caiu em prova!(Analista de Controle Externo-Contador-TCE/GO-2009FCC) Suponha a aquisição, em 30/11/X8, de um ativo financeiro no valor de R$ 1.000,00, classificado na data de aquisição em 'disponível para venda'. Este título remunera à taxa de 2% ao mês e o valor de mercado desse título 30 dias após a sua aquisição é de R$ 1.015,00. De acordo com estas informações, em 30/12/X8, a empresa registrará, (A) na Demonstração de Resultados, receita financeira de R$ 15,00. (B) no Patrimônio Líquido, ajuste de avaliação patrimonial de R$ 15,00. (C) na Demonstração de Resultados, receita financeira de R$ 20,00 e no Patrimônio Líquido, ajuste de avaliação patrimonial de R$ 5,00 (saldo devedor). (D) na Demonstração de Resultados, receita financeira de R$ 15,00 e no Patrimônio Líquido, ajuste de avaliação patrimonial de R$ 20,00 (saldo credor). (E) na Demonstração de Resultados, receita financeira de R$ 15,00 e no Patrimônio Líquido, ajuste de avaliação patrimonial de R$ 5,00 (saldo credor). I - De acordo com a questão, em 30/11/X8, houve a aquisição de um ativo financeiro, no valor de R$ 1.000,00, que foi classificado como “disponível para venda”, no ativo circulante. Saldo Inicial do Ativo Financeiro Disponível para Venda = 1.000 Portanto, nesse caso, o ativo financeiro deverá ser avaliado a valor justo e a contrapartida do ajuste a valor justo será a conta “Ajustes de Avaliação Patrimonial”, no Patrimônio Líquido. II - Além disso, há a informação de que o título remunera à taxa de 2% ao mês (receita financeira). Portanto, em 30/12/X8, um mês após a aquisição do ativo, teremos: Receita Financeira = 2% x 1.000 = 20 Lançamento: Débito: Ativo Financeiro Disponível para Venda (Ativo Circulante) Crédito: Receita Financeira (Receita)

20 20

Portanto, o saldo do ativo financeiro, considerando a receita financeira, será: Saldo do Ativo Financeiro = 1.000 + 20 = 1.020 III – Finalmente, o valor de mercado (valor justo) desse título 30 dias após a sua aquisição (em 30/12/X8) é de R$ 1.015,00. Portanto, o ajuste a valor justo será: Cálculo da Diferença = Saldo do Ativo Financeira – Valor de Mercado ⇒ ⇒ Cálculo da Diferença = 1.020 – 1.015 = 5
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com vencimento em 15/07/2010.950 – 1% x 1. Direitos e Títulos de Crédito De acordo com o inciso I do artigo 183 da Lei das S.950.00. o valor a receber em 15/07/2010 será de: Valor a receber = 1. 5.Demais Instrumentos Financeiros. Portanto.950 – 19.com.950 = 1.1. poderá haver uma provisão para ajuste ao valor de mercado. A alternativa “c” é a correta. quando este for inferior.pontodosconcursos.50.. classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo. direitos e títulos de crédito. b) pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão. serão avaliadas: a) . que sofria ajustes de acordo com IGP-M (Índice Geral de Preço do Mercado). no caso das demais aplicações. inclusive derivativos.930. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado . Suponha ainda que o IGP-M de junho foi de -1% (houve uma deflação de 1%). receita financeira de R$ 20.00 (saldo devedor).00 e no Patrimônio Líquido.2.. Calcule a provisão para ajuste ao valor de mercado e faça os lançamentos necessários. atualizado conforme disposições legais ou contratuais. A conta existente era: Títulos a Receber = R$ 1. Moraes Junior Lançamento: Débito: Ajuste de Avaliação Patrimonial (Patrimônio Líquido) 5 Crédito: Ativo Financeiro Disponível para Venda (Ativo Circulante) 5 Portanto.br 11 .950.00 Se o título a receber é ajustado pelo IGP-M e houve deflação de 1%. Exemplo: Suponha que.50 = R$ 1.. ajuste de avaliação patrimonial de R$ 5. as aplicações em instrumentos financeiros. a empresa J4M2 possuía um título a receber no valor de R$ 1. quanto se o valor justo for menor que o valor contábil do ativo financeiro.A. no caso das demais aplicações e os direitos e títulos de crédito. e em direitos e títulos de créditos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.1.2. em 30/06/2010. Moraes Junior www. na Demonstração de Resultados. O ajuste ao valor justo deve ser feito tanto se o valor justo for maior que o valor contábil do ativo financeiro. ajustado ao valor provável de realização. Prof. caso o valor de mercado seja inferior ao custo de aquisição. a empresa registrará.

Caso contrário.pontodosconcursos. em 31/01/2009.00. serão avaliados pelo custo de aquisição ou produção.1. deduzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado.br 12 . para Ajuste a Valor de Mercado (Ativo Circulante – Retif.50 Por ocasião do pagamento do título pelo cliente: Diversos a Títulos a Receber (Ativo Circulante) Bancos (Ativo Circulante) Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado (AC – Retif.000. Moraes Junior Portanto.3.000 Prof.950 5.000 Em 31/12/2009: A provisão deverá ser constituída no valor da diferença entre o custo de aquisição e o valor de mercado. nenhuma provisão deverá ser feita.) 19. por ocasião do encerramento do exercício social da Cia.) 30.00. que será retificadora da conta de Estoques. em 30/06/2010. Na aquisição do investimento: Mercadorias (Ativo Circulante) a Bancos (Ativo Circulante) 200.A.com. se o valor de aquisição seja maior que o valor de mercado. quando este for inferior. mercadorias no valor de R$ 200. assim como matérias-primas. Moraes Junior www. J4M2 Ltda adquiriu. Suponha que. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado .2.000 = 30. faremos o seguinte lançamento: Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado (Ativo Circulante – Retif.000 Despesas com Provisões (Despesas) a Prov.000 – 170.50 1. Provisão para Ajustes ao Valor de Mercado = 200.. Exemplo: A Cia. J4M2 Ltda.930.1. o valor de mercado mercadorias era de R$ 170.) 1. produtos em fabricação e bens em almoxarifado. Ou seja.Estoques De acordo com o inciso II do artigo 183 da Lei das S. ou seja.50 19.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Efetue os lançamentos necessários. caso o valor de aquisição seja menor que o valor de mercado. os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos do comércio da companhia.000. em 31/12/2009. Desconsidere a incidência de tributos na operação de compra. deverá ser feita uma Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado.

Esta provisão é uma conta retificadora das contas “Clientes” ou “Duplicatas a Receber”.) A “Provisão para Créditos de Liquidação constituída no ano anterior.pontodosconcursos.2.br 13 .com.500 Prof.) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) Reversão da Provisão: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif.000 = 1.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000. Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ou Provisão para Perdas com Créditos Incobráveis ou Provisão para Devedores Duvidosos Corresponde ao valor provisionado ao final de cada exercício social para cobrir. perdas decorrentes de não recebimento de direitos da empresa (Ex: Duplicatas a Receber. Clientes). A constituição de provisão para crédito de liquidação duvidosa (PCLD) faz com que as contas a receber sejam avaliadas de acordo com o critério do valor provável de realização. foram consideradas incobráveis Duplicatas a Receber no valor de R$ 1. Ao longo do exercício de 2007. Perda Consumada: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. no exercício seguinte. constituindo uma Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa a uma taxa de 3%.2. apurou o saldo de Duplicatas a Receber no valor de R$ 50. Efetue os lançamentos devidos: 1) Constituição da Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (31/12/2006): PCLD = 3% x 50.00. Moraes Junior 5. pode ter duas destinações: Duvidosa”. tendo em vista que a PCLD é constituída justamente baseando-se em estimativas de possíveis não pagamentos de clientes.000. O valor da provisão é obtido a partir da aplicação de um percentual (baseado em estudos realizados tendo por base as perdas ocorridas nos últimos exercícios) sobre os valores dos direitos existentes na época do Balanço Patrimonial. Moraes Junior www.00.) a Reversão de Provisão (Receita) Exemplo: A empresa Kaprisma Ltda. Lançamentos: Constituição da Provisão: Despesa com Provisões (Despesa) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. no encerramento do exercício social de 2006.

Vejamos.800. a empresa tinha créditos a receber no valor de R$ 180.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata.00. ou seja.600. Já caiu em prova! (AFRFB-2009-Esaf-Adaptada) No balanço patrimonial encerrado em 31/12/2007.200 Baixa de Créditos incobráveis = 7. Não entendeu? Nada melhor que um exercício para entender tal explicação. Durante o ano de 2008 a empresa baixou créditos incobráveis no valor de R$ 7. Em 31/12/2008.00. d) R$ 6. as bancas costumam adotar o método da complementação. apresentava a conta Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo de R$ 13.00.200.com. c) R$ 7. data de encerramento do exercício social.000 13. ocorrida nos últimos três anos. em média de 4%.600. b) R$ 5.800.00.000.200 6.200.00.00 e teve comprovada a experiência de perdas no recebimento de créditos.br 14 .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.00.500 2) Duplicatas a Receber incobráveis ao longo de 2007: Perda consumada Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (AC-Retificadora) a Duplicatas a Receber (AC) 1.pontodosconcursos. Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) = 13. dos quais R$ 20.000 3) No encerramento de 2007: Reversão da provisão Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (AC-Retificadora) a Reversão de Provisões (Receita) 500 Contudo.000 PCLD 7. Moraes Junior Despesas com Provisões (Despesa) a Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (AC-Retificadora) 1.000. Ao contabilizar uma nova provisão no exercício de 2008. o contador deverá constituir para o balanço um saldo de a) R$ 12.Retificadora) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) 7. não fazem a reversão da provisão que não foi utilizada e constituem a provisão para o ano seguinte somente pelo valor da diferença entre o valor da provisão calculada e o saldo atual da provisão.200 Prof.00. conseguindo um acordo judicial à base de 68%. Moraes Junior www.A.000 Lançamento da perda consumada (baixa de créditos incobráveis): Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante . a empresa Previdente S. e) R$ 19.

000 Um ponto importante da questão é: R$ 20.000 = 32% x 20. conseguindo um acordo judicial à base de 68%.00 será recebido devido um acordo judicial.000.pontodosconcursos.400 = 12. vamos calcular a PCLD referente ao acordo judicial.000 Constituição da PCLD por complementação: PCLD = 12.400 Agora. as questões da Esaf sobre PCLD sempre adotaram o método da complementação (sem fazer a reversão). ou seja.com. pois somente o valor referente a 68% de R$ 20. o cliente que foi considerado incobrável pagar a dívida? Como ficaria? Prof. 6.000.000 = 6.200 7. Moraes Junior www.800 Nos últimos anos.00 (diferença em 100% e 68%) ficarão sem previsão de recebimento. teríamos o seguinte saldo da PCLD: PCLD 13.600 Lançamento: Despesas com Provisões (Despesa) a PCLD (Ativo Circulante – Retificadora) A alternativa “d” é a correta. Ou seja.00 do acordo judicial: Cálculo da PCLD (geral) = 4% x (180.800 (calculado) – 6. não havia mais concordata e sim recuperação judicial. da perda ser considerada consumada no exercício anterior e.000 – 20. Moraes Junior Média de Perdas = 4% 31/12/2008 ⇒ Créditos a Receber = 180. vou fazer uma pergunta: E no caso.600 Se você entendeu até aqui. Nesse caso.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata (*). somente entrarão os 32% não cobertos pelo acordo.000.200 (saldo atual da PCLD) = 6. Neste caso. no exercício seguinte.000 = 6.br 15 . (*) Em 2008.000) = 4% x 160. Cálculo da PCLD (concordata) = (1 – 68%) x 20.400 + 6. Vamos primeiramente a calcular a PCLD referente a parte geral.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. 32% de R$ 20.400 PCLD (total) = 6. mas não interfere na resolução da questão.200 6. sem considerar os R$ 20.000.

o cliente que havia sido considerado incobrável pagou R$ 800. no exercício anterior (X8).00 de um cliente que havia sido considerado incobrável no exercício anterior (X8). o dinheiro que entrar no exercício seguinte será receita e não afetará a conta “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa”. pois é um ajuste referente a X8. a conta “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa” de X9. O lançamento seria: Débito: Caixa (Ativo Circulante) Crédito: Recuperação de Crédito (Receita) A alternativa “b” é a correta.com. de maneira alguma. Nesse caso.00. como já havíamos considerado a perda consumada no ano anterior. Não entendeu? Vamos ver um exemplo. 800 800 Prof. Moraes Junior Nessa situação. em X9. (C) debitar Caixa e creditar PDD. Moraes Junior www.pontodosconcursos. havia sido considerado incobrável. (E) debitar PDD e creditar Recuperação de crédito. Nesse caso. O cliente. foi feito o seguinte lançamento em X8 (Perda Consumada da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa): Débito: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) Crédito: Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) De acordo com a questão.000. (B) debitar Caixa e creditar Recuperação de Crédito. Considerando que existia saldo de R$ 2. como a perda foi considerada consumada no exercício anterior. (D) debitar Caixa e creditar Reversão da despesa com PDD.00 entrará como receita e não afeta.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. a empresa deve (A) debitar PDD e creditar Reversão de PDD. no momento do recebimento. Já caiu em prova! (Analista Judiciário-Área AdministrativaEspecialidade Contabilidade-TRE/AM-2009-FCC) Em setembro de X9 a empresa Xandô recebeu R$ 800.br 16 . o valor de R$ 800.00 na conta Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa (PDD).

o valor de mercado das ações caiu para R$ 45. Investida. Linotécnica. no encerramento do exercício social de 2005. os investimentos em participação no capital social de outras sociedades avaliados pelo custo de aquisição serão deduzidos de provisão para perdas prováveis na realização do seu valor.00 e a alienação seria por R$ 45. em outubro de 2005. sem a intenção de venda 5% das ações da Cia.000. Moraes Junior 5.000.000. Afinal. a Cia. conforme abaixo: Na aquisição do investimento: Participações Societárias (Ativo Não Circulante .Investimentos. pois ela ainda não realizou a perda. teria um prejuízo de R$ 5. a perda deve ser comprovada como permanente na investida. ou seja. Linotécnica deverá constituir uma Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos. Essas provisões para perdas prováveis permanentes avaliadas pelo custo de aquisição. Se ela alienasse hoje. Contudo. Prof. adquiriu. em novembro de 2005 houve um incêndio na Cia.3. do Ativo Não Circulante .000. pois a lei fala em provisão para perdas prováveis e depois fala que a perda deve ser comprovada como permanente. por R$ 50.1.pontodosconcursos.000 Na constituição da provisão: Despesas com Provisões (Despesa) a Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos (ANC–InvRetificadora) 5. a perda é provável.000. a perda é provável ou permanente? Calma. Investimentos Permanentes 5. Moraes Junior www. Esta provisão aparece como retificadora da conta “Participações Permanentes”.00.br 17 . Vamos ver um exemplo. pois a investidora ainda não alienou seu investimento. Em 31/12/2005.. quando essa perda estiver comprovada como permanente. Para reconhecer a provisão na investidora. Provisão Investimentos para Perdas Prováveis na Realização de De acordo com o inciso III do artigo 183 da Lei das S. Exemplo: A Cia.2.A. em um investimento que será avaliado pelo custo de aquisição.3. vou explicar. A perda é provável na investidora.000 Repare que a perda é provável. ainda não alienou sua participação na investida.00.00 (comprou por R$ 50.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. como ainda não houve a alienação.2.Investimentos) a Bancos (Ativo Circulante) 50.com. sendo tal perda considerada de difícil recuperação. em participações Repare que aqui pode gerar certa confusão.00). Investida. pois. Deste modo.

em virtude de um empregado da empresa ter entrado com um processo contra a empresa exigindo direitos referentes às horas extras trabalhadas.00). Se há uma grande chance de a empresa perder a causa e o valor da perda pode ser razoavelmente estimado. a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. quando este for inferior.pontodosconcursos. “Provisões” do Passivo No exigível. a perda provável na investidora foi reduzida para R$ 2. fazendo com que o valor das ações suba de R$ 45. Moraes Junior www. Férias. certas e suportadas por documentação que não deixe dúvidas quanto ao valor e data prevista para pagamento. em 2006. de acordo com o inciso IV do artigo 183 da Lei das S.000.Provisão .. Moraes Junior Já na investida.Provisão .A. Como as provisões são sempre contas de natureza CREDORA. Suponha que. Contingências.00 – R$ 48.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. parte da perda seja recuperada. em virtude da apropriação pelo regime de competência. também chamadas de “Provisões para Pagamentos”. as “provisões” do Passivo (ou “provisões passivas”) não são contas retificadoras e sim contas representativas de obrigações.00 (R$ 50. ou para redução do custo de aquisição ao valor de mercado. encargos e riscos conhecidos e calculáveis. No Passivo.Provisão para para para para para para o Imposto de Renda. apesar de não terem data fixada de pagamento ou mesmo não conterem expressão exata de seus valores. a perda é permanente. Finalmente.00 para R$ 48.Provisão .000. e Garantias. pois houve um incêndio. Existem Passivos que também devem ser registrados. Nessa situação. 5. não somente são lançadas obrigações definidas. São exemplos: . Um exemplo de provisão para contingências seria a constituição de uma provisão para contingências trabalhistas.000.Provisão .com. a Cia Linotécnica deverá efetuar o seguinte lançamento: Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos (ANC–InvRetificadora) a Reversão de Provisões (Receita) 3.000. Décimo-Terceiro Salário.br 18 .00. deve ser contabilizada a totalidade das obrigações.000. Prof.Provisão . deve ser constituída a provisão.3. os demais investimentos avaliados pelo custo de aquisição também serão deduzidos de provisão para atender às perdas prováveis na realização do seu valor.000 Ou seja.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Lançamentos: Na constituição da Provisão (Por exemplo: Imposto de Renda): Débito: Despesas com Provisão para Imposto de Renda (Despesa) Crédito: Provisão para Imposto de Renda (Passivo Circulante) No pagamento: Débito: Provisão para Imposto de Renda (Passivo Circulante) Crédito: Bancos (Ativo Circulante) Já caiu em prova! (Analista de Atividades do Meio Ambiente-ContadorIbram-2009-Cespe) Contas R$ provisão para perdas em estoque 5.00 no total. As contas credoras somam R$ 50.000.. Provisão para Perdas em Estoques: Ativo Circulante – Retificadora Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: Ativo Circulante – Retificadora Provisão para Contingências Trabalhistas: Passivo Circulante ou Passivo Não Circulante “Longo Prazo” Provisão para Contingências Ambientais: Passivo Circulante ou Passivo Não Circulante “Longo Prazo” Prof.. julgue os itens a seguir.000 provisão para contingências ambientais 20.000 (credora) 10. Lembra aquilo que eu falei? Todas as contas de provisão são de natureza credora.000.000 (credora) 50.000 Considerando as informações acima. que constam do balancete de verificação de determinada companhia levantado após o encerramento das contas de resultado. 5.000 (credora) 15. provisão para perdas em estoque provisão para crédito de liquidação duvidosa provisão para contingências trabalhistas provisão para contingências ambientais Saldo das contas de natureza credora Portanto.com.000 2.000 provisão para crédito de liquidação duvidosa 10.000 provisão para contingências trabalhistas 15. Portanto.br 19 .00 no total.pontodosconcursos. apareceu “provisão para.. Moraes Junior www.000 (credora) 20. 1.” é de natureza credora. As contas classificadas no passivo somam R$ 50. o item está correto.

compõem o Patrimônio Líquido e podem dos sócios/acionistas ou uma parte dos lucros distribuídos. II – Constituição da provisão para contingências trabalhistas: O lançamento seria: Despesas com Provisões (Despesas) a Provisão para Contingências Trabalhistas (Passivo Circulante ou Passivo Não Circulante “Longo Prazo”) Como há uma despesa na constituição da provisão. Mais um ponto importante que não podemos confundir na hora da prova! A diferença entre reservas e provisões. há uma redução do patrimônio líquido da empresa. sendo. Moraes Junior Portanto. afeta a situação líquida da companhia. no passivo temos: provisão para contingências trabalhistas 15. Ou seja. Além disso. representam expectativas de perdas de ativos ou estimativas de valores a serem desembolsados em um futuro próximo. o item está errado. portanto.com. Prof.Retificadora) Portanto.br 20 .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. As exercício. Vejamos: Reservas: São parcelas que representar os valores recebidos obtidos pela empresa e não aumento do Capital Social. tendo em vista que a conta de provisão é sempre de natureza credora e. é retificadora). um fato modificativo diminutivo (diminui o resultado). e a constituição da provisão para contingências trabalhistas é fato contábil modificativo.000 (credora) Saldo das contas do passivo 35. o item está errado.pontodosconcursos. como afeta o Ativo Circulante (há uma diminuição.000 (credora) provisão para contingências ambientais 20. Vamos analisar o item: I – Aumento da provisão para perdas em estoques O lançamento seria: Despesas com Provisões (Despesas) a Provisão para Perdas em Estoques (Ativo Circulante . pois aumenta o resultado. quando classificada no Ativo Circulante. 3. O aumento na conta provisão para perdas em estoque afeta a situação líquida da companhia. Logo. Moraes Junior www.000 Logo. não representam “Reservas” não transitam pelo resultado do Provisões: Representam valores que ainda são incertos (estimados).

00 despesas antecipadas (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 5. mediante constituição de uma provisão. provisão para redução das mercadorias a valor de mercado 746. em exercício futuro.00 marcas e patentes 2. Observe que todos os saldos se referem a 31/12/2007.500. a diminuição do lucro decorrente de perda julgada provável. Moraes Junior As obrigações com valores líquidos e certos (determinados) não são consideradas provisões.000.00 provisão para contingências trabalhistas (estimativa de pagamento: em dentro dos 12 primeiros meses) 6.404/76): A assembleia-geral poderá.00 amortização acumulada 1. sugere-se organizá-las conforme a estrutura do Balanço Patrimonial para responder às questões de números 104 a 106 que seguem. 195.790.00 provisão para créditos de liquidação duvidosa (referente aos títulos que vencem após os 12 primeiros meses) 1. Exemplo: Aluguel a Pagar. Exemplo: Provisão para Contingências Fiscais e Trabalhistas (classificada no Passivo Circulante ou Passivo Não Circulante “Longo Prazo”).054.800. Já caiu em prova! (Fiscal de Rendas-RJ-2007-FGV-Adaptada) A empresa BARRACÃO S/A. etc.com. Duplicatas a Pagar. Provisões para Contingências: se essa possibilidade existe e deve-se a algum fato gerador contábil já ocorrido e.pontodosconcursos. ainda.00 ações em tesouraria 5.00 Prof. com exceção da conta “lucros acumulados”. destinar parte do lucro líquido à formação de reserva com a finalidade de compensar. com uma contrapartida a débito do resultado.00 provisão para créditos de liquidação duvidosa (referente aos títulos que vencem em dentro de 12 meses) 1. dedicada ao comércio de tecidos.090.500. ICMS a Recolher. Diferença entre Reservas para Contingências e Provisões para Contingências: Reservas para Contingências (art.000.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000. precisa ser contabilizado dentro do regime de competência.00 provisão para contingências trabalhistas (estimativa de pagamento: após os 12 primeiros meses) 8.br 21 .00 despesas antecipadas (prazo: após os 12 primeiros meses) 1. cujo valor possa ser estimado (classificada no Patrimônio Líquido). que se refere a 31/12/2006. Moraes Junior www. se o possível desembolso ou perda pode ser razoavelmente mensurado em reais. Considerando que o estagiário ordenou as contas em ordem crescente dos respectivos saldos. apurou em seu balancete de encerramento (31/12/2007) os saldos das contas patrimoniais e de resultado listados no quadro abaixo. por proposta dos órgãos da administração.00 empréstimos concedidos (prazo: após os 12 primeiros meses) 4. da Lei no 6.

00 outras despesas 500.00 empréstimos concedidos a diretores (transações não-operacionais) 10. Moraes Junior caixa 10.00 fornecedores a pagar (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 64.00 prédios e construções (de uso próprio) 60.00 reserva de capital 89.br 22 .000.400.00 reserva legal 48.000.00 bancos conta corrente 78.00 móveis e utensílios (de uso próprio) 15.500.000.00 duplicatas descont.000.00 empréstimos obtidos (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 45.400.850. Financ.00 duplicatas a receber de clientes (prazo: após os 12 primeiros meses)54.pontodosconcursos.000.00 veículos (de uso próprio) 30.000.00 impostos parcelados (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 32.00 despesas de comercialização 860.00 depósitos judiciais (expectativa de decisão terminativa: após os 12 primeiros meses) 20. Moraes Junior www.500.com.00 outras aplic.000.000.00 salários a pagar (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 42.00 reserva para contingências 12.00 Prof.00 despesas financeiras 50.00 despesas administrativas 980.000.000.000.00 impostos parcelados (prazo: após os 12 primeiros meses) 42.00 receita de equivalência patrimonial 19.00 aplicações financeiras (prazo: após os 12 primeiros meses) 32.800.00 custo das mercadorias vendidas 1.000.500.000.000.000.000.000.400.000.000.000.000.00 depreciação acumulada 525.950.000.00 aplicações financeiras de imediata realização 45.00 impostos sobre vendas 1.000.(prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 39.00 outras receitas 196.00 estoque de mercadorias 87.00 impostos a recolher (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 28.000.00 Participações societárias em controladas e coligadas avaliadas pelo método da equivalência patrimonial 280.00 despesa com imposto de renda e contribuição social sobre o lucro 40.000.500.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 empréstimos obtidos (prazo: após os 12 primeiros meses) 24.500.000.00 vendas canceladas 23.000.00 duplicatas a receber (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 105.000.00 receita bruta 5.000. (títulos que vencem em dentro de 12 meses) 25.00 descontos comerciais e abatimentos 14.589.00 máquinas e equipamentos (de uso próprio) 800.700.000.400.00 capital social 500.00 terrenos (de uso próprio) 20.000.00 lucros acumulados (saldo inicial) 51.

000.000.00 10.480. em 31/12/2007.850.00 Passivo Não Longo Prazo 10.000. Moraes Junior www. não haveria contas de resultado (balancete de verificação final).00. (d) 803. (b) 121.800.600.00 Ativo Não Circulante Intangível Ativo Não Circulante Intangível Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Patrimônio Líquido Retificadora Ativo Circulante 6.00.500.00 4.com.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 5.790.500.390. (c) 802.00 Ativo Circulante Retificadora 1.00 Circulante - 14.000. (e) 680. vamos classificar todas as contas e levantar o balancete de verificação: Como a conta Lucros Acumulados ainda está com saldo inicial. Moraes Junior O saldo do Ativo Não Circulante. para fins didáticos. o resultado do período já tivesse sido apurado e transferido para o patrimônio.00 Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Retificadora Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo 1. Caso contrário.00 5.00.00 Passivo Circulante – – – – – – 2.090.br 23 . Primeiramente.054. é: (a) 804.300.000. no balancete de verificação irão constar contas patrimoniais e de resultado (a apuração do resultado do período ainda não foi efetuada).00 Saldo Devedor Saldo Característica Credor 746.00.00.00 8. Conta Provisão para redução das mercadorias a valor de mercado Provisão para créditos de liquidação duvidosa (vencimento dentro de 12 meses) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (vencimento após 12 meses) Despesas Antecipadas (prazo: meses) Amortização Acumulada Marcas e Patentes Empréstimos Concedidos (prazo: após 12 meses) Ações em Tesouraria Despesas Antecipadas (prazo: dentro dos 12 primeiros meses) Provisão para Contingências Trabalhistas (estimativa de pagto: dentro dos 12 primeiros meses) Provisão para Contingências Trabalhistas (estimativa de pagto: após os 12 primeiros meses) Caixa Empréstimos Concedidos a Diretores (transações não-operacionais) Reserva para Contingências Descontos Comerciais e Abatimentos após 12 1.pontodosconcursos.00 Ativo Circulante Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo 12. ou seja.000.00 Ativo Circulante Retificadora 1.700.000.00 Patrimônio Líquido Redução da Receita Bruta – Prof.

000.500.000.00 32.00 40.00 60.00 87.500.400. Moraes Junior Móveis e Utensílios (de uso próprio) Receita de Equivalência Patrimonial Depósitos Judiciais (expectativa de decisão terminativa: após 12 primeiros meses) Terrenos (de uso próprio) Vendas Canceladas Empréstimos Obtidos (prazo: após os 12 primeiros meses) Duplicatas Descontadas (títulos que vencem em dentro de 12 meses) 15.000.00 Passivo Circulante 42.00 Passivo Circulante Ativo Circulante Despesa 42.00 Despesa Ativo Não Circulante – Imobilizado Receita Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Ativo Não Circulante – Imobilizado Redução da Receita Bruta – Despesa Passivo Não Circulante Longo Prazo Ativo Circulante – Retificadora ou Passivo Circulante (se a banca entender dessa maneira) Passivo Circulante – - Impostos a Recolher (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Veículos (de uso próprio) Aplicações Financeiras (prazo: após os 12 primeiros meses) Impostos Parcelados (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Outras Aplicações Financeiras (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Despesas com imposto de renda e contribuição social sobre o lucro Salários a Pagar (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Impostos Parcelados (prazo: após os 12 primeiros) Aplicações Financeiras de Imediata Realização Empréstimos Obtidos (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Reserva Legal Despesas Financeiras Lucros Acumulados (saldo inicial) Duplicatas a Receber de Clientes (prazo: após os 12 primeiros meses) Prédios e Construções (de uso próprio) Fornecedores a Pagar (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Bancos Conta Corrente Estoque de Mercadorias Reserva de Capital Duplicatas a Receber (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Outras Receitas Participações Societárias em Controladas e Coligadas Avaliadas pelo MEP Capital Social Outras Despesas Depreciação Acumulada 28.950.000.00 23.00 50.00 24.000.400.000.00 20.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 - Prof.000.00 280.00 Passivo Circulante Ativo Circulante Ativo Circulante 89.000.000.000.500.000.00 54.400. Moraes Junior www.00 – 500.00 20.500.00 Passivo Circulante 48.500.000.000.000.000.800.000.00 Patrimônio Líquido Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Ativo Não Circulante Imobilizado 64.00 25.000.00 Patrimônio Líquido Ativo Circulante 196.com.00 Patrimônio Líquido Despesa 525.00 19.00 Patrimônio Líquido Despesa 51.000.00 – 78.000.00 Receita Ativo Não Circulante Investimentos 500.000.br 24 .pontodosconcursos.00 Ativo Não Circulante 39.00 30.00 - 45.00 Passivo Não Circulante Longo Prazo Ativo Circulante 45.00 105.00 Ativo Não Circulante Imobilizado Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo 32.000.

00 Empréstimos Concedidos (prazo: após 12 meses) 4.00 1.500.000. gostaria de chamar a sua atenção para a seguinte conta (para que você não erre na hora da prova): Depósitos Judiciais: direito constituído mediante o depósito. uma conta do Ativo.090.000.00) Ativo Não Circulante 802. antes de resolver a questão.00) Intangível Marcas e Patentes 2.940.00 Investimentos Participações Societárias em Controladas e Coligadas Avaliadas pelo MEP 280.400.800. Moraes Junior Máquinas e Equipamentos (de uso próprio) Despesas de Comercialização Despesas Administrativas Impostos sobre Vendas Custo das Mercadorias Vendidas Receita Bruta Total 800.00 Amortização Acumulada (1.00 Depreciação Acumulada (525.00 A alternativa “c” é a correta.940.000.com.00 Prédios e Construções (de uso próprio) 60.000.500. sendo. Vamos à resolução da questão: Conta Saldo Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Duplicatas a Receber de Clientes (prazo: após os 12 primeiros meses) 54.700.00 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (vencimento após 12 meses) (1.000.400.00 Imobilizado – Retificadora Ativo Não Circulante – Imobilizado Despesa Despesa Redutor da Receita Bruta – Despesa Despesa 5.br 25 .00 20.300.000.000.000.763.00 Receita 6.589. Moraes Junior www.000.00 Móveis e Utensílios (de uso próprio) 15. portanto.00 Depósitos Judiciais (expectativa de decisão terminativa: após 12 primeiros meses) Aplicações Financeiras (prazo: após os 12 primeiros meses) 32.00 860.00 Máquinas e Equipamentos (de uso próprio) 800.000.790.00 Terrenos (de uso próprio) 20.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 1.pontodosconcursos.00 Empréstimos Concedidos a Diretores (transações não-operacionais) 10.000. Prof.00) Despesas Antecipadas (prazo: após 12 meses) 1.000.00 Imobilizado Veículos (de uso próprio) 30. em virtude de uma ação judicial.00 6.000.000.763.000.00 980.00 Agora.

mas que não é reconhecida porque: . os passivos contingentes ou contingências passivas são caracterizados como possíveis para não prováveis saídas de recursos (a probabilidade maior é que não ocorra a saída de recursos). passivos contingentes não são reconhecidos. Moraes Junior www. Prof.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.obrigações possíveis.o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. Passivo Contingente Passivo contingente é: .pontodosconcursos. ou não pode ser feita uma estimativa suficientemente confiável do valor da obrigação).uma obrigação presente que resulta de eventos passados. ou . ou .br 26 .4. ou . Provisões são contabilizadas. passivos contingentes não.uma obrigação possível que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade. Ou seja.com. Portanto. Passivos contingentes não são reconhecidos como passivo porque são: . bastando a sua divulgação em notas explicativas.não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja exigida para liquidar a obrigação.obrigações presentes que não satisfazem os critérios de reconhecimento (porque não é provável que seja necessária uma saída de recursos que incorporem benefícios econômicos para liquidar a obrigação. Moraes Junior 5. visto que ainda há de ser confirmado se a entidade tem ou não uma obrigação presente que possa conduzir a uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos.

Os ativos contingentes são avaliados periodicamente para garantir que os desenvolvimentos sejam apropriadamente refletidos nas demonstrações contábeis.com. em que o desfecho seja incerto. cujo valor não for mensurável.5. quando a realização do ganho é praticamente certa. temos um passivo contingente. O item está errado. O ativo contingente é divulgado quando for provável a entrada de benefícios econômicos. Exemplo: Reivindicação que a entidade esteja reclamando por meio de processos legais. Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações contábeis. que será registrado somente em notas explicativas. Moraes Junior www. No caso do item. 5.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Ativo Contingente Os ativos contingentes surgem normalmente de evento não planejado ou de outros não esperados que dão origem à possibilidade de entrada de benefícios econômicos para a entidade. Porém. O valor do desembolso deve ser mensurável por meio de estimativa confiável para que a provisão do passivo (obrigação) seja reconhecida no balanço patrimonial.br 27 . Moraes Junior Probabilidade de ocorrência do desembolso Obrigação presente Mensurável por meio de provável estimativa confiável Não mensurável por inexistência de estimativa confiável Possível (mais provável que não tenha saída de recursos do que sim) Remota Tratamento contábil Uma provisão é reconhecida e é divulgado em notas explicativas Divulgação em notas explicativas (passivo contingente) Divulgação em notas explicativas (passivo contingente) Não divulga em notas explicativas Já caiu em prova! (Analista de Controle Interno-Cargo 10-Ministério Público da União–2010-Cespe) Na hipótese de ocorrência de um desembolso.pontodosconcursos. a obrigação é classificada como provável e deve ser reconhecida e registrada no balanço patrimonial. Prof. uma vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a ser realizado. então o ativo relacionado não é um ativo contingente e o seu reconhecimento é adequado.

amortização ou exaustão. Nenhum ativo é reconhecido. o ativo e o correspondente ganho são reconhecidos nas demonstrações contábeis do período em que ocorrer a mudança de estimativa. 5. Se a entrada de benefícios econômicos se tornar provável. um ativo é reconhecido.br Imobilizado – 28 . Critérios de Avaliação e Baixas das contas do Ativo – Imobilizado e Intangível.6. e – os direitos classificados no intangível serão avaliados pelo custo incorrido na aquisição deduzido do saldo da respectiva conta de amortização. Probabilidade de Ocorrência de Entrada de Recursos Praticamente certa Provável. Nenhum ativo é reconhecido e não divulga em notas explicativas.pontodosconcursos. deduzido do saldo da respectiva conta de depreciação. mas existe a divulgação em notas explicativas (ativo contingente). Moraes Junior www. Depreciação A depreciação é a alocação sistemática do valor depreciável de um ativo ao longo da sua vida útil. Lançamento: Débito: Despesas ou Encargos de Depreciação (Despesa) Crédito: Depreciação Acumulada (Ativo Não Circulante Retificadora) Prof. a entidade divulga o ativo contingente. a depreciação consiste em considerar. mas não praticamente certa Tratamento Contábil O ativo não é contingente.A. Não é provável 5. Estes bens serão depreciados ao longo de sua vida útil.: .com. De acordo com o inciso V e VI do artigo 183 da Lei das S. de modo que o valor gasto na sua aquisição seja considerado despesa ao longo dos anos de sua utilização. Moraes Junior Se for praticamente certo que ocorrerá uma entrada de benefícios econômicos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.6. uma parte do valor gasto na compra de bens de consumo duráveis utilizados nas atividades da empresa. como despesa ou custo do período.1. Ou seja.os direitos classificados no imobilizado serão avaliados pelo custo de aquisição.

em 2005. a depreciação alcança bens materiais (tangíveis) classificados no “Ativo Não Circulante Imobilizado” e bens de renda classificados no “Ativo Não Circulante Investimentos”. Nesse caso. deve ser considerado integralmente o mês de janeiro para o cálculo da depreciação.com. Não há um critério escrito sobre a data final (pelo menos. Portanto. Ademais. no fechamento do trimestre (lembre que o terceiro trimestre do ano termina em setembro). como no caso de imóvel alugado por uma empresa cuja atividade é o aluguel de imóveis. Moraes Junior São causas da depreciação desgaste pelo uso.pontodosconcursos. como a depreciação era trimestral. Se estendermos a regra para a depreciação mensal (mais comum de aparecer em questões – quando a questão não definir o método de depreciação. Prof. Moraes Junior www. Para o cálculo da depreciação você deve contar o primeiro mês integralmente. e. considerou que a data final de cálculo da depreciação seria 30 de setembro. você deve estar com a seguinte dúvida: Professor. Contudo. a data final de cálculo da depreciação será no dia 31 outubro (a depreciação vai até o mês de outubro). O veículo começou a operar no dia 30/01/2010. Neste momento. a depreciação será calculada até o mês anterior. colocado em serviço ou esteja em condições de produzir. em uma prova do STN (a questão está nos exercícios de fixação). teríamos o seguinte: I – Se a venda ou baixa do bem ocorrer do dia primeiro até o penúltimo dia do mês. O bem poderá ser depreciado a partir da data em que for instalado. Para empresas que não possuem como atividade o aluguel de imóveis.br 29 . ao considerar uma depreciação calculada trimestralmente. ou seja. a data início da depreciação está clara. não encontrei até hoje e ainda estou procurando). no dia 20/01/2010. ação da natureza ou obsolescência. a Esaf. definiu que a venda do bem foi dia 20 de outubro. o imóvel alugado será classificado no imobilizado. Exemplo: A empresa J4M2 adquiriu um veículo para ser utilizado na entrega de mercadorias. deve ser utilizada da depreciação linear calculada mensalmente).Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. mas e a data final? Como determinarei a data final da depreciação? Pois é! Essa você me pegou (rs)!. apesar de o veículo só ter operado efetivamente em dois dias de janeiro (30 e 31). independentemente do dia do mês. Exemplo: Venda do bem no dia 10 de novembro.

com.br 30 . temos mais uma regra: III – Se a banca informar somente que a venda ou baixa do bem ocorreu no mês “X”. Moraes Junior www. Para o cálculo da taxa de depreciação deve ser adotada a seguinte fórmula.pontodosconcursos. a depreciação será calculada até o mês em questão. a data final de cálculo da depreciação será em março. no caso da depreciação linear. a depreciação será calculada até o mês “X”. Nesse caso. Moraes Junior II – Se a venda ou baixa do bem ocorrer no último dia do mês.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. a data final de cálculo da depreciação será no dia 30 novembro. Exemplo: Venda do bem no dia 30 de novembro. Nesse caso. por quotas constantes ou em linha reta: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem As taxas anuais de depreciação normalmente admitidas pela Legislação Fiscal para uso normal de bens em turno de oito horas diárias são: Vida Útil 25 anos 10 anos 10 anos 10 anos 5 anos 5 anos Taxa Anual de Depreciação 4% 10% 10% 10% 20% 20% Edifícios Máquinas e Equipamentos Instalações Móveis e Utensílios Veículos Bens de Informática Exemplos (considerando que os bens são utilizados por um período normal de 8 horas diárias): Veículos: Vida Útil = 5 anos ⇒ Taxa de Depreciação = 1/5 anos = 20% ao ano Imóveis: Vida Útil = 25 anos ⇒ Taxa de Depreciação = 1/25 anos = 4% ao ano Máquinas e Equipamentos = 10 anos ⇒ Taxa de Depreciação = 1/10 anos = 10% ao ano Prof. E se a banca só informar o mês e não informar o dia? Nesse caso. Exemplo: Venda do bem em março.

Moraes Junior www.com. II . Vamos estudar mais alguns conceitos importantes para resolver questões de depreciação: Edificações: o valor das edificações deve estar destacado do valor do custo de aquisição do terreno. III .Bens que aumentam de valor com o tempo. Moraes Junior São vedações à depreciação de acordo com a Legislação do Imposto de Renda: I . deverá ser subtraído do valor do custo de aquisição do bem a ser depreciado. Valor Contábil do Bem: corresponde à diferença entre o custo de aquisição do bem e a depreciação acumulada. e IV . salvo em relação a benfeitorias e construções.pontodosconcursos. como antiguidades e obras de arte. Exemplo: Pomares – a depreciação começa a partir do momento em que os pomares se encontram em condições de produzir (colheita).Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.br 31 . Valor Contábil = Custo de Aquisição – Depreciação Acumulada Projetos florestais destinados à exploração de seus frutos também são passíveis de depreciação. admitindo-se o destaque baseado em laudo pericial.Terrenos. Caso o valor residual seja diferente de ZERO. Prof. Valor Residual: valor provável da realização do bem após ser totalmente depreciado.Bens para os quais sejam registradas cotas de amortização ou exaustão. Este resultado é que servirá de base de cálculo para a taxa de depreciação.Bens móveis ou imóveis que não estejam intrinsecamente relacionados à produção ou comercialização de bens e serviços e bens imóveis não alugados.

em primeiro de abril.00.Divide-se o valor a ser depreciado pelo tempo de vida útil. nessa data.com.pontodosconcursos. ou seja. é uma função linear. de duas formas: . com saldo de R$ 200.000. podemos dizer que no balanço patrimonial a ser encerrado em 31 de dezembro de 2008 o saldo da conta Depreciação Acumulada deverá ser de Prof. . Entretanto. Método das Quotas Constantes ou Método Linear ou Método da Linha Reta Corresponde ao método de depreciação onde a depreciação acumulada é diretamente proporcional ao tempo. Considerando que todo o saldo anterior é referente a bens depreciáveis à taxa anual de 10%.00 em 31/03/2008.000.100. Já caiu em prova! (AFRFB-2009-Esaf) Na Contabilidade da empresa Atualizadíssima S. Pode-se calcular a depreciação.A.00.A despesa com depreciação é uma conta de resultado. de outros bens com vida útil de 5 anos.000. por este método. com uma Depreciação Acumulada. em decorrência da aquisição. no valor de R$ 300. ou seja.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. já contabilizada. os bens depreciáveis eram apresentados com saldo de R$ 800.000. Depreciação Acumulada = Taxa de Depreciação x Período x Base de Cálculo Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem Período = período em que o bem foi utilizado até a data do cálculo da depreciação acumulada Base de Cálculo da Depreciação (ou Valor Depreciável): Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação ou Valor Depreciável Não confunda depreciação acumulada com despesas com depreciação: . demonstra a depreciação de determinado período.br 32 .1. em 31/12/2008. Moraes Junior 5.00. ou .Aplica-se a taxa constante sobre o valor depreciado.6.1. o saldo da conta de bens depreciáveis havia saltado para R$ 1. Moraes Junior www.A depreciação acumulada é uma conta patrimonial que mostra toda a depreciação do bem desde o início de sua vida útil.

000 I. no valor de R$ 300.000 Depreciação Acumulada Total = 260.000 + 45.00. 01/04.000.1 – Bens Depreciáveis 1: Taxa de Depreciação = 10% ao ano Período = de 01/04/2008 a 31/12/2009 = 9 meses = 9 meses/12 meses ⇒ ⇒ Período = 3/4 ano = 0. Prof.000.75 x 300.000 + 60.00 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Bens 2) = Taxa x Período x Base de Cálculo Depreciação Acumulada (Bens 2) = 20% x 0.2 – Bens Depreciáveis 2: Taxa de Depreciação = 20% ao ano Período = de 01/04/2008 a 31/12/2009 = 9 meses = 9 meses/12 meses ⇒ ⇒ Período = 3/4 ano = 0.br ⇒ 33 .000 = 260.00 (aquisição.000.000 = 305.75 ano (até 31/03/2008.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00. a depreciação acumulada já está calculada) Base de Cálculo da Depreciação = 300.000. Bens Depreciáveis 2 = R$ 300. a depreciação acumulada já está calculada) Base de Cálculo da Depreciação = 800. b) R$ 305.000 + 10% x 0.00.00 Taxa de Depreciação = 1/5 ano = 20% ao ano I – Cálculo da Depreciação Acumulada em 31/12/2008: I.000.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 1) = 200.000 A alternativa “b” é a correta.00 em 31/03/2008 Depreciação Acumulada = R$ 200.000.pontodosconcursos.00.00.000.100. 31/03/2008: Bens Depreciáveis I = R$ 800. Moraes Junior a) R$ 340. c) R$ 325. d) R$ 320. Moraes Junior www.75 ano (até 31/03/2008. e) R$ 290.com.000.000. de outros bens com vida útil de 5 anos.75 x 800.000.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 2) = 45.00).000 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Bens 1) = Depreciação Acumulada (até 31/03) + Taxa x Período x Base de Cálculo (de 31/03 a 31/12) ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 1) = 200.00 Taxa de Depreciação = 10% ao ano 31/12/2008: Bens Depreciáveis (Total) = R$ 1.

00 e menos de R$ 561.00. Atenciosa se vale de ajustões – um específico tipo de aparelho . desde o mês em que ativados os ajustões e até (inclusive) o mês em que baixados.00 e menos de R$ 261.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.375% depreciados.pontodosconcursos.375 % depreciados. Em suas atividades.248 Prof. c) mais R$ 561. d) mais R$ 961. Moraes Junior www. Em 31 de dezembro de 2004.00. Atenciosa comprou à vista três novos ajustões (mas iguais entre si).00. 00 e menos R$ 1. situa-se em um país onde não há qualquer tipo de tributação e encerra seus exercícios sociais a cada 31 de dezembro. Sabe-se que o saldo de 30 de abril de 2005 da conta Depreciação Acumulada de Ajustões é de R$ 199.00 o saldo da conta Despesa com Depreciação de Ajustões imediatamente antes dos lançamentos de apuração do resultado do exercício social de 2004. Repare que. estes ajustões estão 9.“Ajustões” de 2004: Depreciação Anual = 12. os “Ajustões” foram 9. Sabe-se que é de R$ 117. Atenciosa que sofrem depreciação sendo. significa que eles foram adquiridos em 2004 e que este valor corresponde às “Despesas com Depreciação” de 2004. indicando que eles foram adquiridos no período e que esse valor corresponde a despesa com depreciação do período.221. A despesa com depreciação é mensalmente registrada.441. Atenciosa em 01 de março de 2005 lhe custaram a) mais R$ 81.00. Os ajustões são os únicos ativos da Cia. I .00 e menos de R$ 1. Além desta compra.5% Despesas com Depreciação = R$ 117. para tal.00. Em 01 de março de 2005. nenhuma outra ocorre durante 2005 e.221.00 (corresponde a 9.e os registra na conta "Ajustões" no Ativo Imobilizado (do Ativo Permanente).5%). qualquer baixa acontece em 2005.com. a Cia. Moraes Junior Já caiu em prova! (Fiscal de Tributos–SC–1998-Vunesp) A Cia. Atenciosa presta serviços. a Cia. utilizada a taxa de 12. e) mais de R$ 1.5% ao ano.375%) é menor que da depreciação anual (12.00 e menos de R$ 961.00.375% = 1. como. Tal valor é o total das despesas com depreciação incorridas em 2004 e decorrentes dos únicos ajustões que ela adquiriu até 31 de dezembro de 2004 e dos quais ainda é proprietária em tal data. em 2004.br 34 . b) mais R$ 261.375% do custo dos Ajustões em 2004). Custo dos Ajustões (2004) = 117/9. Os três novos ajustões adquiridos pela Cia. Por que? Porque o valor da depreciação do período (9. tampouco.

Moraes Junior www.br 35 . para o terceiro ano é “n-2”.440 A alternativa “e” é a correta. sem valor residual (Suponha uma vida útil de 4 anos).Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem. para o segundo ano é “n-1”.5% = 1.2. Exemplo: Depreciação de um veículo adquirido por R$ 30. e o numerador.000.pontodosconcursos.248 x 12.com.5% x 1/6 IV .5% x 2 meses/12 meses Despesas com Depreciação B = CA (2005) x 12.5% x 2/12 = 199 ⇒ CA (2005) x 12.Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem 1).1.00. Moraes Junior II . III . Método da Soma dos Dígitos ou Método de Cole Por este método a depreciação é calculada da seguinte maneira: Método de Cole Decrescente: I . Até 30/04/2005 Depreciação Acumulada até abril de 2005 117 + 52 + CA (2005) x 12. e II .5%x1/6 199 ⇒ 5. para o primeiro ano.5% x 4/12 = 52 B – “Ajustões” de 2005: de 01/março a 30/abril de 2005 = 2 meses Despesas com Depreciação B = Custo dos Ajustões (2005) x 12.6. Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.Cálculo da Depreciação até abril de 2005: A – “Ajustões” de 2004: de 01/janeiro a 30/abril de 2005 = 4 meses Despesas com Depreciação A = Custo dos Ajustões (2004) x 12. é o tempo de vida útil do bem (n). = R$ 199.Depreciação Acumulada até abril de 2005 Depreciação Acumulada (31/12/2004) (+) Total de Despesas com Dep. quando o numerador será igual a 1.“Ajustões” de 2005: Compras = 3 novos “Ajustões” em 01/março/2005.5% x 1/6 = 30 ⇒ ⇒ CA (2005) = (30 x 6)/12. Prof.5% x 4 meses/12 meses Despesas com Depreciação A = 1.00 117 52+CA(2005)x12.5% x 1/6 Total de Despesas com Depreciação até 30/abril/2005 = 52 + CA (2005) x 12.

3 – Questão menciona que é o método de Cole. conforme especificado na questão.000 = 3. Método de Cole Crescente: I .000. e II . é especifica se é crescente ou decrescente: utilizar Método de Cole Crescente/Decrescente.000.000 = 12. mas não especifica se é crescente ou decrescente: utilizar Método de Cole Decrescente.000. sei que é óbvio! Risos). Prof. sem valor residual (Suponha uma vida útil de 4 anos). e Quarto Ano ⇒ Depreciação = (1/10) x 30. Moraes Junior Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Primeiro Ano ⇒ Depreciação = (4/10) x 30. quando o numerador será igual a via útil.000.000.000 = 3. 2 – Questão menciona que o método é linear: utilizar Método Linear (tudo bem. Para a resolução das questões de prova. para o terceiro ano é “3”. e o numerador.000 = 6. Moraes Junior www.00.pontodosconcursos.000. Segundo Ano ⇒ Depreciação = (3/10) x 30.000 = 9. e Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/10) x 30.com. Segundo Ano ⇒ Depreciação = (2/10) x 30. para o primeiro ano é “1”.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.000 = 6. adotaremos o seguinte critério: 1 – Questão não menciona o método de depreciação utilizado: utilizar Método Linear.br 36 . Exemplo: Depreciação de um veículo adquirido por R$ 30. para o segundo ano é “2”. Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil.000 = 9.Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem. Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Primeiro Ano ⇒ Depreciação = (1/10) x 30.000. Terceiro Ano ⇒ Depreciação = (2/10) x 30.000 = 12.Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem 1).000. 4 – Questão menciona que é o método de Cole. Terceiro Ano ⇒ Depreciação = (3/10) x 30.

pontodosconcursos. pelos Métodos da Linha Reta e da Soma dos Dígitos dos Anos. no quarto ano da vida útil. a despesa com depreciação seria igual para os dois métodos (Custo do Bem/7) e. no quarto ano.com. o imposto também seria igual. Prof. pode-se afirmar que. pois. dependendo do valor residual Vida Útil do Bem = 7 anos I – Método da Linha Reta de Depreciação Taxa Anual de Depreciação = 1/ 7 anos No quarto ano de vida útil do bem: Despesas com Depreciação = Custo do Bem x Taxa = Custo do Bem/7 II – Método de Cole de Depreciação Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 = 28 Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/28) x Custo do Bem = Custo do Bem/7 Logo. comparativamente. num ou noutro método. A alternativa “c” é a correta.br 37 . Moraes Junior www. também não faria diferença utilizar o Método de Cole Crescente ou Decrescente. na verdade. no quarto ano de vida útil. durante a vida útil. conseqüentemente. não afetaria o imposto de renda o imposto de renda seria maior. Submetendo-se esse bem à depreciação. o imposto de renda seria o mesmo em ambas as hipóteses a depreciação. Moraes Junior Já caiu em prova! (AFC-STN-2000-ESAF) Um direito sobre bens do ativo permanente tem vida útil de 7 (sete) anos. Nesta questão. a depreciação seria igual para os dois métodos. (a) (b) (c) (d) (e) o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da linha reta o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da soma dos dígitos dos anos coincidentemente.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

000.0 Nessas situações.6.000. dois turnos de 8 horas diárias e três turnos de 8 horas diárias.5% x 8. respectivamente. Industrial Silvestre adquiriu três máquinas nos valores de R$ 3. Tipos de Depreciação A depreciação ainda pode ser normal e acelerada. devendo a taxa normal de depreciação do bem ser multiplicada por um coeficiente. Depreciação Acelerada: empregada quando o bem for utilizado em mais de turno de 8 horas diárias. nos departamentos de corte.000 x 2 = 300 Montagem = 2.5% x 3. Moraes Junior www.0 3.1.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. respectivamente. calcule depreciação contábil total máxima e a depreciação fiscal total máxima: 10% ao ano = (10/12) % ao mês 3 meses (out a dez) = (10/12) % x 3 meses = 10/4 = 2.5 2. a Cia. está sendo utilizada em três turnos de 8 horas diárias.00.0 1.0 x 10% = 20% ao ano Exemplo: Em 14/10/X1.0 Coeficiente (Legislação Fiscal) 1. conforme tabela abaixo: Turnos 1 turno (8 horas) 2 turnos (16 horas) 3 turnos (24 horas) Coeficiente (Legislação Societária) 1.000 x 3 = 600 Depreciação Contábil Máxima = 75 + 300 + 600 = 975 Prof. Logo. pintura e montagem. cuja taxa de depreciação é de 10% ao ano. operando. Sendo a taxa de depreciação anual de 10%.0 x 10% = 30% ao ano Fiscal ⇒ Taxa de Depreciação = 2. sendo o cálculo realizado com base na taxa normal de depreciação.000.5% x 6.pontodosconcursos.br 38 . em um turno de 8 horas diárias. a fórmula de cálculo da depreciação seria: Depreciação = Coeficiente x Taxa x Período x Base de Cálculo Exemplo: Uma máquina.3. Depreciação Normal: é empregada quando o bem for utilizado em apenas um turno de 8 horas diárias. R$ 6.00. Moraes Junior 5.00 e R$ 8.0 2.5% I – Depreciação Contábil Máxima: Corte = 2.com. sua taxa de depreciação passa a ser: Contábil ⇒ Taxa de Depreciação = 3.000 x 1 = 75 Pintura = 2. a serem utilizadas.

• Utilização da máquina: 1o ano .pontodosconcursos.00 I – Ao final do primeiro ano de utilização da máquina: Máquina = 125.00. da seguinte forma: Ativo Não Circulante Imobilizado Máquina R$ 125. • Método de depreciação: quotas constantes.00 (–) Depreciação Acumulada (R$ 50.5% x 8. Moraes Junior www.000 x 1.com.5 = 225 Montagem = 2.000 II – A máquina foi vendida no dia seguinte ao do encerramento do terceiro ano de sua utilização: Valor da Venda = 60. é (A) ganho de 12.000 x 2 = 400 Depreciação Contábil Máxima = 75 + 225 + 400 = 700 Já caiu em prova! (Contador Junior-Petrobras-2011-Cesgranrio) Uma máquina.000. adquirida em segunda mão pela Companhia Lourival S/A.regime de dois turnos e 3o ano .00 (C) ganho de 60.000.00) Informações adicionais apresentadas pela Companhia Lourival: • A máquina foi vendida por R$ 60.000. está evidenciada no Balanço Patrimonial. ao final do primeiro ano de sua utilização.br 39 .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. em reais.5% x 6. o resultado apurado na venda da máquina.00 (E) perda de 65.000 Depreciação Acumulada = 50.000 Utilização da Máquina: como a questão não especificou.00 (D) perda de 52. Nesse contexto.00 (B) ganho de 47. Prof.000 x 1 = 75 Pintura = 2.5% x 3.500. • Valor residual da máquina: 0 (zero).500.regime de turno único. Moraes Junior II – Depreciação Fiscal Máxima: Corte = 2. Considere as informações recebidas e a boa técnica teórico-conceitual aplicável ao caso e desconsidere a incidência de qualquer tipo de imposto.000. vamos utilizar os coeficientes permitidos pelo fisco.000.500. exatamente no dia seguinte ao do encerramento do terceiro ano de sua utilização. 2o ano .regime de três turnos.

700 + 25.000 (12.com. Moraes Junior Primeiro Ano = 3 turnos (Coeficiente pela Legislação Fiscal = 2.br 40 .500 Depreciação (Terceiro Ano) = Coeficiente x Taxa x Período x Valor Depreciável ⇒ Depreciação (Terceiro Ano) = 1 x 0.5 x 0.000 + 35.000 ⇒ ⇒ Depreciação (Primeiro Ano) = 50.20 = 20% ao ano Depreciação (Primeiro Ano) = Coeficiente x Taxa x Período x Valor Depreciável ⇒ Depreciação (Primeiro Ano) = 2 x 0.500) 12.500 Custo de Aquisição do Bem (-) Depreciação Acumulada Valor Contábil da Máquina Valor da Venda (-) Valor Contábil da Máquina Lucro na Venda A alternativa “b” é a correta.500) 47.000 Depreciação Acumulada (ao final do terceiro ano) = 112.000 (confere com a depreciação acumulada ao final do primeiro ano) Depreciação (Segundo Ano) = Coeficiente x Taxa x Período x Valor Depreciável ⇒ Depreciação (Segundo Ano) = 1.500 Prof.0) Segundo Ano = 2 turnos (Coeficiente pela Legislação Fiscal = 1.5) Terceiro Ano = 1 turno (Coeficiente pela Legislação Fiscal = 1.000 ⇒ ⇒ Depreciação (Terceiro Ano) = 25.500 60.000 ⇒ ⇒ Depreciação (Segundo Ano) = 37. Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.0) Método de Depreciação = Quotas constantes Valor Residual = 0 Repare que a questão utilizou a vida útil da máquina como sendo 5 anos (vamos conferir): Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/5 anos = 0.20 x 1 x 125.pontodosconcursos. 125.000 Depreciação Acumulada (ao final do terceiro ano) = 50.20 x 1 x 125.20 x 1 x 125.000 (112.

000 Período = de 30/07/2002 até 28/02/2003 = 8 meses (incluindo o mês de aquisição) Depreciação Acumulada = 20% x 8/12 x 40.000 – 5.333.000.666.pontodosconcursos.br 41 Circulante Imobilizado – ⇒ Ganho de Capital ⇒ Perda de Capital .Valor Contábil Se Valor da Alienação > Valor Contábil Se Valor da Alienação < Valor Contábil Lançamentos: I – Determinação do Custo do Bem (Valor Contábil do Bem): Débito: Depreciação Acumulada (Ativo Não Retificadora) Crédito: Bem (Ativo Não Circulante Imobilizado) II – Alienação do Bem: à vista ou a prazo. o resultado desta alienação pode ser um ganho de capital.33 = 34. quando o valor da alienação é menor que o valor contábil do bem.000. Alienação de Bens do Ativo Não Circulante Imobilizado Quando bens do ativo não circulante imobilizado são alienados.67 Prof.00 Determine se houve ganho ou perda de capital na data da alienação. ou pode ser uma perda de capital.000 = 5.Imobilizado) Exemplo: Considere os dados abaixo: Conta: Veículos Data de Aquisição: 30/07/2002 Valor de Aquisição: R$ 40.6.33 Valor Contábil = 40. Moraes Junior www. quando o valor da alienação é maior que o valor contábil do bem.com.1. I – Cálculo do valor contábil do bem na data da alienação Custo de Aquisição = 40.00 Taxa de Depreciação: 20% ao ano Venda à vista em 28/02/2003: R$ 30.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 5.4. Débito: Caixa ou Títulos a Receber (Ativo Circulante) Crédito: Outras Receitas (Receita) III – Baixa do Bem: Débito: Outras Despesas (Despesa) Crédito: Bem (ANC .333. Resultado = Valor da alienação .

00 25.00 47.750.00 35. tendo entrado no balanço de 2007 com saldo de R$ 25.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.666. quando esses veículos foram vendidos.00.br .00 12.000.666.000.000.500.00 29.500.00 7.00 35. Moraes Junior II – Cálculo do Ganho ou Perda de Capital: Valor da Venda (-) Valor Contábil Perda de Capital 30.67) Já caiu em prova! (AFRFB-2009-Esaf) A empresa Revendedora S. por R$ 29.00 10.000.00 42. a vista. não tendo participado do balanço do referido ano de 2007.500.000.000.00 47.500.500.00 29.00 17.00 46.000.000. Em 30 de setembro de 2008.com.000.750.000.67) (4.00 11.pontodosconcursos.00 42 www.000.00 13.A.000. alienou dois veículos de sua frota de uso.00 35.000.00 6.750. O segundo veículo foi comprado em primeiro de abril de 2008 por R$ 10.750. A empresa atualiza o desgaste de seus bens de uso em períodos mensais.00 35.00 e depreciação acumulada de 55%. Moraes Junior 29.00 42.00 35.00 18.500.500.000 (34.00 29. O primeiro desses carros já era da empresa desde 2005.000.00 46. a empresa registrou seus ganhos ou perdas de capital com o seguinte lançamento de fórmula complexa: a) Diversos a Diversos Caixa Perdas de Capital a Veículo “A” a Veículo “B” b) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital c) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital d) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital Prof.00.500.

000 III – Apuração do ganho ou perda de capital: Valor da Alienação dos dois Veículos (-) Valor Contábil do Veículo 1 (-) Valor Contábil do Veículo 2 Ganho de Capital Prof.00 48.000.000 Período = anterior a 2008 + 9 meses/12 meses ⇒ Período = anterior a 2008 + 3/4 ano = anterior a 2008 + 0.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000) 12.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 1) = 70% x 25. Acumulada ⇒ Valor Contábil (Veículo 1) = 25. Moraes Junior www.5 ano Depreciação Acumulada = 20% x 0.br ⇒ ⇒ ⇒ 29.000.00 13.000 = 9.000 ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 1) = (55% + 15%) x 25. Acumulada ⇒ Valor Contábil (Veículo 2) = 10.000.000.500 43 .75) x 25. Moraes Junior e) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital 29.pontodosconcursos.00 Sabe-se que a vida útil de um veículo é igual a 5 anos Taxa de Depreciação = 1/5 = 20% ao ano I – Cálculo do Valor Contábil do Veículo 1: Veículo 1 (registrado no balanço em 2007) = 25.00 35.500 Valor Contábil (Veículo 1) = Custo de Aquisição – Dep.500) (9.000 Valor Contábil (Veículo 2) = Custo de Aquisição – Dep.000.500 II – Cálculo do Valor Contábil do Veículo 2: Veículo 2 (comprado em 01/04/2008) = 10.75 ano Depreciação Acumulada (Veículo 1 até 31/12/2007) = 55% Depreciação Acumulada = (55% (até 2007) + 20% x 0.000.000.000 – 17.000 (7.000 = 1.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 2) = 10% x 10.com.000 – 1.500 = 7.5 x 10.00 30/09/2008 Alienação de Dois Veículos = 29.00 48.000 = 17.000 Período = de abril a setembro = 6 meses/12 meses = 0.00 19.

br 44 . Depreciação de Bens Adquiridos Usados No caso de bens adquiridos usados a taxa anual de depreciação será determinada considerando-se o maior entre os seguintes prazos: I .1.500 + 1.000) 35.000 Depreciação Acumulada (ANC – Imobilizado – Retificadora) a Veículos (ANC – Imobilizado) 17.000 18.000 47. 29.6.500 Depreciação Acumulada (ANC – Imobilizado – Retificadora) a Veículos (ANC – Imobilizado) 1.500 47.Metade da vida útil do bem adquirido novo.500 (17.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. considerada em relação à primeira instalação para utilização do bem.500 + 1. Prof.000) 12.500 9.000 – 7.500 5.500 + 9.000 18. e II .com.Restante da vida útil.500 12.000 + 7.pontodosconcursos.5.Imobilizado) a Ganho de Capital (Receita) a Veículos (ANC – Imobilizado) A alternativa “b” é a correta.000 Baixa dos Veículos (pelo valor contábil): Outras Despesas (Despesa) a Veículos (ANC – Imobilizado) Outras Despesas (Despesa) a Veículos (ANC – Imobilizado) Lançamento consolidado: Diversos a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Depreciação Acumulada (ANC) a Ganho de Capital (Receita) a Veículos (ANC – Imobilizado) 7.000 29.500 35.000 (17.500 (29. Moraes Junior Venda à vista: Caixa (Ativo Circulante) a Outras Receitas (Receita) 29. Moraes Junior www.000) Diversos a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Depreciação Acumulada (ANC .500 – 9.

b. Qual será a taxa anual de depreciação utilizada pela Cia.A. Utiliza-se o método linear (método de quotas constantes) para cálculo das taxas de amortização. Em 25/11/2006. ou seja.6. então.Intangível – Retificadora) A taxa de amortização é função do número de exercícios sociais em que deverão ser usufruídos os benefícios das despesas diferidas.2. agora usado.. Amortização De acordo com o art. Fundo de Comércio: é o que uma empresa tem de valor acima do seu patrimônio líquido avaliado a preço de mercado. prevalecerá o tempo de 2 anos ⇒ ⇒ Taxa de Depreciação Anual = 1/2 anos = 50% ao ano 5. Representa. Moraes Junior Exemplo: A Cia J4M2 adquiriu um equipamento novo em 10/03/2004.br 45 . a amortização corresponde à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. o "goodwill". § 2o. aquilo que um Patrimônio Líquido consegue ter de valor. se negociada a empresa como um todo.pontodosconcursos. com tempo de vida útil estimado em 4 anos. o Patrimônio Líquido poderá estar expresso em "termos contábeis". da Lei das S. 183. a preços de mercado. Lançamento: Despesas ou Encargos de Amortização (Despesa) a Amortização Acumulada (Ativo Não Circulante . Kaprisma para o referido bem? Metade da Vida Útil do Equipamento = 2 anos O equipamento estaria totalmente depreciado em fevereiro de 2008. Moraes Junior www.com. Contudo.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. para a empresa Kaprisma. Tempo de Vida Útil Restante = 2 meses (11 e 12/2006) + 1 ano (2007) + 2 meses (01 e 02/2008) Tempo de Vida Útil Restante = 1 ano e 4 meses Portanto. o Patrimônio Líquido de uma empresa é a diferença entre seus Ativos e seus Passivos Exigíveis. depender diretamente dos valores contabilizados para cada Ativo e para cada Passivo. Como sabemos. acima do que seria obtido com a negociação de cada Ativo. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado. individualmente. Prof. a Cia J4M2 vendeu este equipamento.

reformas em bens de propriedade de terceiros. caso a J4M2 fosse vendida. licenças.As marcas serão amortizadas por quem adquiriu o direito de uso. seria o “goodwill”. autorizações ou concessões. ao fim do prazo de concessão. - Caso o contrato seja por prazo indeterminado. prorrogação ou modificação de contratos e direitos de qualquer natureza. . arrendamento ou cessão seja celebrado por prazo determinado. . existiriam compradores interessados em pagar cinco bilhões de reais. recebidos pela empresa a título de locação ou empréstimo. inclusive de exploração de fundo de comércio. Bens sujeitos à amortização: . restaurações.Patentes de invenção. As benfeitorias em bens de terceiros somente se sujeitam à amortização caso sejam atendidas as seguintes condições cumulativas: o contrato de locação.br 46 . Ou seja. sem indenização. quando não houver direito ao recebimento de seu valor em restituição. nos termos da lei ou contrato que regule a concessão de serviço público. fórmulas e processos de fabricação. Contudo. serão computados os encargos de depreciação. As benfeitorias em bens de terceiros são construções.com. a diferença entre o valor negociado e o Patrimônio Líquido. ou em bens de terceiros.As patentes serão amortizadas pelo prazo restante de proteção do direito de privilégio . não haja direito de indenização das benfeitorias edificadas por ocasião do término do prazo contratual estabelecido. Prof. . direitos autorais. .pontodosconcursos.Custo de aquisição. de três bilhões de reais. Moraes Junior www.Custo das construções ou benfeitorias em bens locados ou arrendados. Moraes Junior Exemplo: Suponha que o Patrimônio Líquido da J4M2 seja de dois bilhões de reais. devem reverter ao poder concedente.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.Direitos sobre bens que.

br 47 .pontodosconcursos. Tempo utilizado no cálculo da amortização: .00. o início da amortização ocorreu há (A) seis anos e quatro meses.estabelecido em lei que regule os direitos do bem incorpóreo.00 Sabendo que o contrato de locação é de 10 anos. Moraes Junior www.fixado no contrato por intermédio do qual foi adquirido o bem incorpóreo.decorrente da natureza do bem.com.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 = R$ 5. (C) cinco anos e meio. (B) seis anos. (E) quatro anos e meio.00 (R$ 66.000/12.000 = 10% x Período x 120. . ⇒ Prof. elas devem ser registradas no ativo circulante ou no ativo não circulante realizável a longo prazo.000 ⇒ ⇒ Período = 66. Moraes Junior Caso haja direito a restituição do valor gasto com as benfeitorias em imóveis de terceiros. quando sua existência ou duração seja limitada.000.000.000. (D) cinco anos e três meses. Contrato de Locação = 10 anos Taxa de Amortização = 1/10 anos = 10% ao ano Amortização Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ 66. Taxa de Amortização Anual = 1/10 anos = 10% ao ano Amortização Anual = 10% x 50.00 Já caiu em prova! (TRT–18R–Analista Judiciário-Área Contabilidade– 2008–FCC) A Cia. pode-se concluir que.000.00) R$ 54. com duração de 10 anos. Maracanã efetuou uma benfeitoria em imóvel alugado de terceiros. cujo valor será revertido ao proprietário do imóvel no final do contrato de locação. em relação a 31-12-2007.000.5 anos A alternativa “c” é a correta.000 = 5. Exemplo: A empresa J4M2 adquiriu uma patente de invenção em 01/10/2006 por R$ 50. e . O valor contábil da benfeitoria está assim demonstrado em seu balanço patrimonial levantado em 31-12-2007: Custo da benfeitoria (−) Amortização acumulada (=) Valor contábil R$ 120.

000. decorrente de sua exploração. podem ser depreciados.A. Lançamento: Débito: Despesas ou Encargos de Exaustão (Despesa) Crédito: Exaustão Acumulada (Ativo Não Circulante Imobilizado – Retificadora) De acordo com a Lei das S. poderá ser determinada. A exploração de recursos minerais sob a forma de arrendamento ou licenciamento não pode ser objeto de exaustão. ao invés de exauridos.com. os bens aplicados na exploração de recursos minerais e florestais estão sujeitos à exaustão. registrável em cada período de apuração.000 = R$ 10.br 48 ... 183.00 Prazo da concessão = 20 anos Taxa de Exaustão Anual = 1/20 anos = 5% ao ano Despesa de Exaustão (anual) = 5% x 200. . . § 2o. ou florestal.Somente se sujeitam à exaustão as minas que estejam sob regime de concessão.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. c. A Legislação do Imposto de Renda estabeleceu que a quota de depreciação. ou ainda. em função do prazo de concessão ou do contrato de exploração.6.00 Prof. jazidas e florestas. do volume de produção de cada período de apuração e sua relação com a possança conhecida da mina ou dimensão da floresta explorada. ou bens aplicados nessa exploração. Moraes Junior 5. Moraes Junior www.3. 5. a exaustão corresponde à perda de valor. Exaustão de Recursos Minerais Há dois métodos para o cálculo de exaustão de recursos minerais: Método 1: Exaustão em função do prazo de concessão (utilizado para fins fiscais) Exemplo: Custo da concessão = R$ 200.pontodosconcursos.As máquinas e equipamentos de extração mineral opcionalmente.000. dos bens aplicados exclusivamente nas minas. Exaustão De acordo com o art. cujo período de exploração total seja inferior ao tempo de vida útil desses bens. opcionalmente. da Lei das S.3.1. de direitos cujo objeto seja recursos minerais ou florestais.6.A.

00 Possança Conhecida = 100. Moraes Junior www.000. após dois anos de exploração. no caso dos dois exemplos supracitados.000 Valor Contábil da mina (na data do balanço) = 5.000.500. Já caiu em prova! (Agente-Polícia Federal-2009-Cespe) Suponha que uma empresa mineradora tenha adquirido os direitos de exploração de uma mina por R$ 5 milhões.000 = R$ 4.500.000 – 2.00 Se o prazo de concessão for menor que o prazo previsto para esgotamento dos recursos.000 ⇒ Valor Contábil da mina (na data do balanço) = R$ 3.000.000. Ou seja.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.pontodosconcursos.000 Prof.000 m3 Tempo Previsto para Esgotamento da Mina = 100. deveria ser adotado o cálculo do método 1.000 m3/2.000 Taxa anual de exaustão = 30% ÷ 2 anos = 15% ao ano Período = 2 anos Exaustão acumulada = 15% x 2 anos x 5. Método 1: Exaustão em função do prazo de concessão (utilizado para fins fiscais) Custo de aquisição da mina = 5.000 m3 = 50 anos Taxa de Exaustão Anual = 2.000 Taxa anual de depreciação = 100% ÷ 5 anos = 20% ao ano Período = 2 anos Exaustão acumulada = 20% x 2 anos x 5. pois o prazo de concessão (20 anos) é menor que o tempo previsto para esgotamento dos recursos (50 anos).000 = 1. a exaustão deverá ser calculada em função do prazo de concessão.000/100.000.000.000.000. deverá estar avaliado no balanço da empresa por R$ 3 milhões.000 Valor Contábil da mina (na data do balanço) = 5. Nesse caso.br ⇒ 49 .000. o referido ativo.500. classificado no imobilizado. Moraes Junior Método 2: Exaustão em função da relação entre a produção do período e a possança conhecida da mina (utilizado para fins contábeis) Exemplo: Custo da Concessão = R$ 200.com.000 m3 Produção do Ano = 2. por meio de um contrato com cinco anos de vigência. se tiverem sido extraídos 30% da possança da mina.000 ⇒ Método 2: Exaustão em função da relação entre a produção do período e a possança conhecida da mina (utilizado para fins contábeis) Custo de aquisição da mina = 5.000 – 1.000 ou 1/50 anos = 2% ao ano Despesa de Exaustão Anual = 2% x 200.000.000 ⇒ Valor Contábil da mina (na data do balanço) = R$ 3.000.000 = 2.

Moraes Junior Como o prazo de concessão (5 anos) é menor que o prazo previsto para o esgotamento da mina (6. 5. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial. ou bens aplicados nessa exploração. e IV – Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à depreciação. decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. O item está errado. a perda de valor será contabilizada como exaustão. d) provisão para ajuste ao valor de mercado. a perda de valor será contabilizada como amortização. Moraes Junior www. só haverá exaustão de recursos florestais quando o esgotamento dos recursos estiver previsto para terminar antes do término do prazo contratual ou quando o prazo de exploração de recursos for indeterminado. o direito de exploração terá terminado. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. ação da natureza ou obsolescência. Exploração de Recursos Florestais (hipóteses): I – Quando o prazo contratual for inferior ao período previsto para esgotamento dos recursos florestais. e) amortização. a exaustão deveria ser calculada em função do prazo de concessão. quando este for inferior. Prof.3.6. c) exaustão. II – Quando o esgotamento dos recursos estiver previsto para ocorrer antes do fim do prazo contratual. e não como exaustão.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. III – Quando o prazo de exploração dos recursos florestais for indeterminado.67 anos). Exaustão de Recursos Florestais De acordo com o Regulamento do Imposto de Renda. calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da exploração.br 50 . pois antes do esgotamento dos recursos. Já caiu em prova!(AFRFB-2009-Esaf) A diminuição do valor dos elementos do ativo será registrada periodicamente nas contas de: a) provisão para perdas prováveis. b) depreciação.pontodosconcursos. O erro da questão está na classificação na classificação dos “direitos de exploração de uma mina” que pertencem ao ativo não circulante intangível. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização. quando corresponder à perda de valor.2.com. a perda de valor será contabilizada como exaustão. quando este for superior.

183.os demais investimentos. quando corresponder à perda do valor.br 51 . No balanço. deduzido de provisão para perdas prováveis na realização do seu valor. quando essa perda estiver comprovada como permanente. da Lei no 6. Moraes Junior Análise das alternativas: a) provisão para perdas prováveis. pelo custo de aquisição. ressalvado o disposto nos artigos 248 a 250 (investimentos avaliados pela Equivalência Patrimonial). Para as alternativas “b”. quando este for inferior. do art. ⇒ é amortização.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização. IV . decorrente da sua exploração. c) exaustão.404/76: Art. pelo custo de aquisição. A alternativa está CORRETA. deduzido de provisão para atender às perdas prováveis na realização do seu valor. “c” e “e”: De acordo com o § 2o. 183. do art. 183.404/76: § 2o A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e intangível será registrada periodicamente nas contas de: a) depreciação. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado. quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. quando corresponder à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. ou bens aplicados nessa exploração.pontodosconcursos. De acordo com os incisos III e IV. de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. ou para redução do custo de aquisição ao valor de mercado. os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios: III . e que não será modificado em razão do recebimento. Prof. de ações ou quotas bonificadas. da Lei no 6. A alternativa está INCORRETA. sem custo para a companhia.com. Moraes Junior www. quando este for inferior.os investimentos em participação no capital social de outras sociedades. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial. b) amortização. ação da natureza ou obsolescência. b) depreciação.

quando este for inferior. e) amortização. A alternativa está INCORRETA.7. quando este for superior. de modo a adotar as práticas contábeis atuais ou como se nunca tivesse ocorrido o erro. Moraes Junior www. que decorre da avaliação da situação atual e das obrigações e dos benefícios futuros esperados associados aos ativos e passivos. A Deliberação CVM no 592/09 e a Resolução CFC no 1. De acordo com os incisos III e IV. ⇒ é depreciação. As alterações nas estimativas contábeis decorrem de nova informação ou inovações e. Moraes Junior c) exaustão. quando corresponder à perda de valor. Definições Políticas contábeis: são os princípios. A alternativa está INCORRETA. da Lei no 6.7. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. as bases. ou bens aplicados nessa exploração.br 52 .com. as convenções. ação da natureza ou obsolescência. O objetivo deste procedimento.os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos do comércio da companhia. Prof. d) provisão para ajuste ao valor de mercado. As mudanças de práticas contábeis e as retificações de erros obrigam a empresa a refazer as demonstrações contábeis anteriores. decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. 5. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado. Mudanças de estimativas e correção de erros: Mudanças nas práticas contábeis. ou nos montantes relativos ao consumo periódico de ativo. é manter a comparabilidade entre as demonstrações de períodos diferentes. as regras e as práticas específicas aplicados pela entidade na elaboração e na apresentação de demonstrações contábeis. do art. não são retificações de erros. pelo custo de aquisição ou produção. assim como matérias-primas. A alternativa está INCORRETA.1. Correção de erros. a menos que não seja possível.404/76: II . mudança de estimativa e retificação de erro. 183. deduzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado.179/09 aprovaram o Pronunciamento Técnico CPC 23 que dispõe sobre políticas contábeis. A alternativa “a” é a correta.pontodosconcursos. 5. Práticas Contábeis. ⇒ é exaustão. Mudança na estimativa contábil: é um ajuste nos saldos contábeis de ativo ou de passivo.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. portanto. Mudanças nas estimativas. produtos em fabricação e bens em almoxarifado. além da divulgação das demonstrações contábeis alteradas.

a aplicação retrospectiva ou a reapresentação retrospectiva exigir estimativas significativas de valores e se for impossível identificar objetivamente a informação sobre essas estimativas que: Prof. é impraticável aplicar retrospectivamente a mudança em política contábil ou fazer a reapresentação retrospectiva para corrigir um erro se: . como se um erro de períodos anteriores nunca tivesse ocorrido. erros na aplicação de políticas contábeis. Reapresentação retrospectiva: é a correção do reconhecimento. Aplicação retrospectiva: é a aplicação de nova política contábil a transações.pudesse ter sido razoavelmente obtida e levada em consideração na elaboração e na apresentação dessas demonstrações contábeis.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.pontodosconcursos. Erros de períodos anteriores: são omissões e incorreções nas demonstrações contábeis da entidade de um ou mais períodos anteriores decorrentes da falta de uso. Para um período anterior em particular. ou a combinação de ambas.a aplicação retrospectiva ou a reapresentação retrospectiva exigir premissas baseadas no que teria sido a intenção da Administração naquele momento passado. de informação confiável que: . a outros eventos e a condições. .os efeitos da aplicação retrospectiva ou da reapresentação retrospectiva não puderem ser determinados. Tais erros incluem os efeitos de erros matemáticos. A dimensão ou a natureza do item.estava disponível quando da autorização para divulgação das demonstrações contábeis desses períodos. influenciar as decisões econômicas que os usuários das demonstrações contábeis tomam com base nessas demonstrações. individual ou coletivamente. Moraes Junior www. da mensuração e da divulgação de valores de elementos das demonstrações contábeis. e .com. descuidos ou interpretações incorretas de fatos e fraudes. como se essa política tivesse sido sempre aplicada. ou . A materialidade depende da dimensão e da natureza da omissão ou da informação incorreta julgada à luz das circunstâncias às quais está sujeita. ou uso incorreto.br 53 . pode ser o fator determinante. Aplicação impraticável de requisito: ocorre quando a entidade não pode aplicá-lo depois de ter feito todos os esforços razoáveis nesse sentido. Moraes Junior Omissão material ou incorreção material: é a omissão ou a informação incorreta que puder.

. de tal modo que as demonstrações contábeis: .br 54 . 5.sejam prudentes. outros eventos e condições a que se aplicam.estaria disponível quando as demonstrações contábeis desse período anterior tiveram autorização para divulgação.a aplicação da nova política contábil a transações.2. outros eventos e condições. a menos que Pronunciamento. e . . Moraes Junior .pontodosconcursos. a administração exercerá seu julgamento no desenvolvimento e na aplicação de política contábil que resulte em informação que seja: . Interpretações e Orientações estabelecem políticas contábeis que o CPC concluiu resultarem em demonstrações contábeis. isto é. Políticas Contábeis Os Pronunciamentos. mensurados ou divulgados.representem adequadamente a posição patrimonial e financeira. Interpretação ou Orientação especificamente exija ou permita a classificação de itens para os quais possam ser aplicadas diferentes políticas.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. meramente a forma legal. A entidade deve selecionar e aplicar suas políticas contábeis uniformemente para transações semelhantes. e .proporciona evidências das circunstâncias que existiam à data em que esses valores deviam ser reconhecidos. que estejam isentas de viés. Aplicação prospectiva de mudança em política contábil e de reconhecimento do efeito de mudança em estimativa contábil representa. contendo informação relevante e confiável sobre as transações. a outros eventos e a condições que ocorram após a data em que a política é alterada.7. Interpretação ou Orientação que se aplique especificamente a uma transação. outros eventos e condições e.reflitam a essência econômica de transações. respectivamente: . Essas políticas não precisam ser aplicadas quando o efeito da sua aplicação for imaterial.confiável. e . Na ausência de Pronunciamento. o desempenho financeiro e os fluxos de caixa da entidade. não. Moraes Junior www.relevante para a tomada de decisão econômica por parte dos usuários.sejam neutras. e . Prof. . outro evento ou condição.sejam completas em todos os aspectos materiais.o reconhecimento do efeito da mudança na estimativa contábil nos períodos corrente e futuro afetados pela mudança.com.

for exigida por Pronunciamento. Não constituem mudanças nas políticas contábeis: . A estimativa envolve julgamentos baseados na última informação disponível e confiável. 5. Interpretação ou Orientação. A estimativa pode necessitar de revisão se ocorrerem alterações nas circunstâncias em que a estimativa se baseou ou em consequência de novas informações ou de maior experiência.obrigações decorrentes de garantias.resultar em informação confiável e mais relevante nas demonstrações contábeis sobre os efeitos das transações. outros eventos ou condições acerca da posição patrimonial e financeira.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. muitos itens nas demonstrações contábeis não podem ser mensurados com precisão.créditos de liquidação duvidosa. e . Prof. Moraes Junior www. podendo apenas ser estimados. outros eventos ou condições que difiram em essência daqueles que ocorriam anteriormente. .2.com. O uso de estimativas razoáveis é parte essencial da elaboração de demonstrações contábeis e não reduz sua confiabilidade.valor justo de ativos financeiros ou passivos financeiros.2. Moraes Junior 5.br 55 .2. Dada a sua natureza. Mudança nas estimativas contábeis Como consequência das incertezas inerentes às atividades empresariais. a revisão da estimativa não se relaciona com períodos anteriores nem representa correção de erro. . outros eventos ou condições que não ocorriam anteriormente ou eram imateriais. e .1.vida útil de ativos depreciáveis ou o padrão esperado de consumo dos futuros benefícios econômicos incorporados nesses ativos.7.pontodosconcursos.a adoção de nova política contábil para transações.obsolescência de estoque. Por exemplo. ou .7. . podem ser exigidas estimativas de: . Mudança nas políticas contábeis A entidade deve alterar uma política contábil apenas se a mudança: . do desempenho ou dos fluxos de caixa da entidade.a adoção de política contábil para transações.

por vezes.se o erro ocorreu antes do período anterior mais antigo apresentado. da reapresentação dos saldos de abertura dos ativos. ou . se a mudança afetar todos eles. Moraes Junior www. dos passivos e do patrimônio líquido para o período anterior mais antigo apresentado. A entidade deve corrigir os erros materiais de períodos anteriores retrospectivamente no primeiro conjunto de demonstrações contábeis cuja autorização para publicação ocorra após a descoberta de tais erros: . incluindo-o nos resultados do: . ela deve ser reconhecida pelo ajuste no correspondente item do ativo. na mensuração. ou relacionar-se a componente do patrimônio líquido.período da mudança e futuros períodos. Contudo. Retificação de erro Erros podem ocorrer no registro. Quando for difícil distinguir uma mudança na política contábil de uma mudança na estimativa contábil.br 56 . As demonstrações contábeis não estarão em conformidade com os Pronunciamentos. 5. na apresentação ou na divulgação de elementos de demonstrações contábeis. se a mudança afetar apenas esse período.com. O efeito de mudança na estimativa contábil que não seja uma mudança à qual se aplique ao próximo parágrafo deve ser reconhecido prospectivamente.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. os erros materiais.pontodosconcursos. do desempenho ou dos fluxos de caixa da entidade.3. a mudança é tratada como mudança na estimativa contábil. e esses erros de períodos anteriores são corrigidos na informação comparativa apresentada nas demonstrações contábeis desse período subsequente.por reapresentação dos valores comparativos para o período anterior apresentado em que tenha ocorrido o erro. não são descobertos até um período subsequente.período da mudança. Prof. do passivo ou do patrimônio líquido no período da mudança. Os potenciais erros do período corrente descobertos nesse período devem ser corrigidos antes de as demonstrações contábeis serem autorizadas para publicação. Se a mudança na estimativa contábil resultar em mudanças em ativos e passivos. Interpretações e Orientações deste CPC se contiverem erros materiais ou erros imateriais cometidos intencionalmente para alcançar determinada apresentação da posição patrimonial e financeira.7. ou . Moraes Junior A mudança na base de avaliação é uma mudança na política contábil e não uma mudança na estimativa contábil.

Um erro de período anterior deve ser corrigido por reapresentação retrospectiva. que. a entidade deve retificar a informação comparativa para corrigir o erro prospectivamente a partir da data mais antiga praticável.7. são aproximações que podem necessitar de revisão à medida que se conhece informação adicional. Qualquer informação apresentada sobre períodos anteriores. ignorará a parcela da retificação cumulativa de ativos. no início do período corrente. não constitui retificação de erro. de erro em todos os períodos anteriores. a entidade retifica a informação comparativa prospectivamente a partir da data mais antiga praticável. anteriormente. Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.com. Moraes Junior 5. A retificação de erro de período anterior deve ser excluída dos resultados do período em que o erro é descoberto. Dessa forma. passivos e patrimônio líquido relativa a períodos anteriores à data em que a retificação do erro foi praticável.pontodosconcursos. Quando for impraticável determinar o montante do erro (por exemplo. salvo quando for impraticável determinar os efeitos específicos do período ou o efeito cumulativo do erro. não podia ser estimada com precisão. As correções de erro distinguem-se de mudanças nas estimativas contábeis. Quando for impraticável determinar o efeito cumulativo. deve ser retificada para períodos tão antigos quanto for praticável.1. por sua natureza. Prof. Por exemplo. passivos e patrimônio líquido para o período mais antigo para o qual seja praticável a reapresentação retrospectiva (que pode ser o período corrente). Quando for impraticável determinar os efeitos de erro em um período específico na informação comparativa para um ou mais períodos anteriores apresentados. incluindo qualquer resumo histórico de dados financeiros. Limitação à reapresentação retrospectiva Um erro de período anterior deve ser corrigido por reapresentação retrospectiva. a entidade deve retificar os saldos de abertura de ativos.3. erro na aplicação de política contábil) para todos os períodos anteriores.br 57 . As estimativas contábeis. o ganho ou a perda reconhecida no momento do desfecho de contingência. salvo quando for impraticável determinar os efeitos específicos do período ou o efeito cumulativo do erro.

uma obrigação presente que resulta de eventos passados.8. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado. Moraes Junior www. Passivo contingente é: .uma obrigação possível que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade. ação da natureza ou obsolescência.o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. não fazem a reversão da provisão que não foi utilizada e constituem a provisão para o ano seguinte somente pelo valor da diferença entre o valor da provisão calculada e o saldo atual da provisão. mas que não é reconhecida porque: . Valor Residual: valor provável da realização do bem após ser totalmente depreciado. decorrente da sua exploração.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 5. Este resultado é que servirá de base de cálculo para a taxa de depreciação. deverá ser subtraído do valor do custo de aquisição do bem a ser depreciado.pontodosconcursos. as questões da Esaf sobre PCLD (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) sempre adotaram o método da complementação (sem fazer a reversão).não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja exigida para liquidar a obrigação. ou . Caso o valor residual seja diferente de ZERO. Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. utilize o método linear. Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação ou Valor Depreciável Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. Bizu da Prova Questão 114 115 Bizu Descontos Ativos = Descontos Obtidos = Receita Descontos Passivos = Descontos Concedidos = Despesa Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: As bancas costumam adotar o método da complementação. Nos últimos anos.br 116 117 118 119 120 121 122 123 58 . Exaustão: perda do valor. ou . de direitos cujo objeto Prof. Amortização: perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. ou seja.com. Taxa de Depreciação (Método Linear) = 1/Vida Útil do Bem Alienação de Bens do Ativo Não Circulante: Se Valor da Alienação > Valor Contábil ⇒ Ganho de Capital Se Valor da Alienação < Valor Contábil ⇒ Perda de Capital Depreciação: perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. Quando a questão não informar o método de depreciação.

Quando bens do ativo não circulante imobilizado são alienados. Taxa de Depreciação (Método Linear) = 1/Vida Útil do Bem A constituição de provisão para crédito de liquidação duvidosa (PCLD) faz com que as contas a receber sejam avaliadas de acordo com o critério do valor provável de realização. utilize o método linear. ou pode ser uma perda de capital. calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da exploração. Moraes Junior 59 . Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à depreciação.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.pontodosconcursos. Não é admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda.Imobilizado) II – Alienação do Bem: à vista ou a prazo. ou bens aplicados nessa exploração. são referentes a créditos que não faziam parte do saldo final de “Duplicatas a Receber” no exercício anterior. ou seja.) a Reversão de Provisão (Receita) Baixa por perdas de créditos do próprio ano ⇒ se as perdas são do próprio exercício.com. Constituição da Provisão: Despesa com Provisão (Despesa) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. Caixa ou Títulos a Receber (Ativo Circulante) a Outras Receitas (Receita) III – Baixa do Bem: Outras Despesas (Despesa) a Bem (ANC . Aquisição de Bem de Uso: o ICMS nas compras não será recuperável e fará parte do custo das compras. tendo em vista que a PCLD é constituída justamente baseando-se em estimativas de possíveis não pagamentos de clientes. Quando a questão não informar o método de depreciação.br 126 127 128 129 130 131 132 133 Prof. pois não houve provisão para estas perdas. quando o valor da alienação é maior que o valor contábil do bem.) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) Reversão da Provisão: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. Constituição da Provisão: Despesa com Provisão (Despesa) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. ou seja. Moraes Junior 124 125 sejam recursos minerais ou florestais.Imobilizado) Despesas Pagas Antecipadamente: despesas cujo fato gerador ainda não ocorreu pelo princípio da competência.Imobilizado – Retificadora) a Bem (ANC . devem ser consideradas diretamente como despesa (Perdas com Clientes). houve o pagamento mas as despesas ainda não foram incorridas. o resultado desta alienação pode ser um ganho de capital.) I – Determinação do Custo do Bem (Valor Contábil do Bem): Depreciação Acumulada (ANC . Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. www.) Perda Consumada: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. quando o valor da alienação é menor que o valor contábil do bem.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. III – Quando o prazo de exploração dos recursos florestais for indeterminado.Provisão para a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. em virtude da apropriação pelo regime de competência.pontodosconcursos. a perda de valor será contabilizada como exaustão. Quanto a questão não for explícita quando à data de utilização do bem.Provisão para Contingências. e não como exaustão. Moraes Junior 134 I . Percentual de PCLD = PCLD/ Valores a Receber “Provisão para Ajuste a Valor de Mercado”: não é aplicável a bens do ativo não circulante imobilizado. Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: As bancas costumam adotar o método da complementação. pois antes do esgotamento dos recursos. ou seja.Provisão para Férias. também chamadas de “Provisões para Pagamentos”. II – Quando o esgotamento dos recursos estiver previsto para ocorrer antes do fim do prazo contratual. . de natureza credora Exploração de Recursos Florestais (hipóteses): I – Quando o prazo contratual for inferior ao período previsto para esgotamento dos recursos florestais. as “provisões” do Passivo (ou “provisões passivas”) não são contas retificadoras e sim contas representativas de obrigações. São exemplos: . . calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da exploração.Provisão para o Imposto de Renda. o direito de exploração terá terminado.com.Provisão para Décimo-Terceiro Salário. a perda de valor será contabilizada como exaustão. que sofrem depreciação. www. Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Depreciação Acumulada Valor Contábil do Bem Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Valor Depreciável Provisão para Férias: conta do Passivo Circulante.Imobilizado – Conta Retificadora) II . não fazem a reversão da provisão que não foi utilizada e constituem a provisão para o ano seguinte somente pelo valor da diferença entre o valor da provisão calculada e o saldo atual da provisão. a perda de valor será contabilizada como amortização. Moraes Junior 60 . .Provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro: Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão de IR ou Contribuição Social (Passivo Circulante) “Provisões” do Passivo: Como as provisões são sempre contas de natureza CREDORA.br 135 136 137 138 139 140 141 142 143 Prof. Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. e IV – Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à depreciação.Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante ou ANC Realizável a Longo Prazo – Conta Retificadora) III . .Encargos de Depreciação: Despesas com Depreciação (Despesa – Conta de Resultado) a Depreciação Acumulada (ANC .

também fazem parte da base de cálculo da “Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa”.00.000 = 6.000 = 3. quando o numerador será igual a via útil. II . se o valor de aquisição seja maior que o valor de mercado. Ganho de Capital: Valor da Alienação do Bem > Valor Contábil do Bem Método de Cole Decrescente: I . para o segundo ano é “n-1”.pontodosconcursos. Segundo Ano ⇒ Depreciação = (3/10) x 30.000 = 3.000.000.000. que será retificadora da conta de Estoques. Depreciação de Bens Adquiridos Usados No caso de bens adquiridos usados a taxa anual de depreciação será determinada considerando-se o maior entre os seguintes prazos: I . Caso contrário. Segundo Ano ⇒ Depreciação = (2/10) x 30. para o terceiro ano é “3”. considerada em relação à primeira instalação para utilização do bem. Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. Terceiro Ano ⇒ Depreciação = (2/10) x 30. Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil. para o segundo ano é “2”. para o terceiro ano é “n-2”. para o primeiro ano é “1”. Terceiro Ano ⇒ Depreciação = (3/10) x 30. sem valor residual (Suponha uma vida útil de 4 anos). deverá ser feita uma Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado.com.000 = 12.Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem I). Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Primeiro Ano ⇒ Depreciação = (1/10) x 30. Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante.Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem.000.000 = 12.000 = 9. é o tempo de vida útil do bem (n).000.00. e II .000 = 6. II . sem valor residual (Suponha uma vida útil de 4 anos). Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Primeiro Ano ⇒ Depreciação = (4/10) x 30.000. 146 147 148 149 150 Prof. Moraes Junior www. Exemplo: Depreciação de um veículo adquirido por R$ 30. Duplicatas Protestadas: também são duplicatas a receber que não foram pagas no vencimento e foram protestadas pela empresa. Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil. para o primeiro ano.000. Método de Cole Crescente: I . quando o numerador será igual a 1. e o numerador. ou seja.Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem.Metade da vida útil do bem adquirido novo.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000. e Quarto Ano ⇒ Depreciação = (1/10) x 30.br 61 . Exemplo: Depreciação de um veículo adquirido por R$ 30. e Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/10) x 30. Moraes Junior 144 145 considera-se que o bem começou a ser utilizado na data de sua aquisição. nenhuma provisão deverá ser feita. Provisão para Ajuste a Valor de Mercado de Estoques: Caso o valor de aquisição seja menor que o valor de mercado.Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem I).000.000 = 9. Portanto.000. e o numerador.Restante da vida útil.

Provisão: saída de recursos provável. Memorize para a Prova Provisões em Geral: Uma provisão deve ser reconhecida quando atender.pode ser feita estimativa confiável no montante da obrigação. Passivo Contingente: Probabilidade de ocorrência do desembolso Obrigação presente Mensurável por meio de provável estimativa confiável Não mensurável por inexistência de estimativa confiável Possível (mais provável que não tenha saída de recursos do que sim) Remota Tratamento contábil Uma provisão é reconhecida e é divulgado em notas explicativas Divulgação em notas explicativas (passivo contingente) Divulgação em notas explicativas (passivo contingente) Não divulga em notas explicativas Passivo: saída de recursos praticamente certa.a entidade tem uma obrigação presente (legal ou não formalizada) como consequência de um evento passado. Moraes Junior 5. mas não praticamente certa Tratamento Contábil O ativo não é contingente. Obrigação Presente: indica que é mais provável ocorrer do que não ocorrera a obrigação. Importante: Provisões são contabilizadas.pontodosconcursos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior www. mas existe a divulgação em notas explicativas (ativo contingente). Ativo Contingente: Probabilidade de Ocorrência de Entrada de Recursos Praticamente certa Provável.é provável a saída de recursos para liquidar a obrigação. mas não existe estimativa confiável. e . Nenhum ativo é reconhecido e não divulga em notas explicativas. cumulativamente.com. . um ativo é reconhecido.br 62 . Não é provável Prof. Passivo Contingente Divulgado em Notas Explicativas: saída de recursos possível ou saída de recursos provável. Nenhum ativo é reconhecido. Passivo Contingente Não Divulgado: saída de recursos remota.9. as seguintes condições: . passivos contingentes não.

Provisão para a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.Provisão para o Imposto de Renda. cujos montantes podem ser previamente conhecidos e/ou calculados.são sempre contas de natureza CREDORA Provisões do Ativo: contas redutoras do Ativo.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa.Provisão para Contingências. . Prof. Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa . Constituição da Provisão: Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão (Ativo – Retificadora Passivo) Perda Consumada: Provisão (Ativo – Retificadora) a Conta com base na qual ela foi constituída (Ativo) Reversão da Provisão: Provisão (Ativo – Retificadora) a Reversão da Provisão (Receita) Exemplos: Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado.br 63 .pontodosconcursos.Critério das Perdas Prováveis: taxa sobre uma base de cálculo formada por um montante da conta “Duplicatas a Receber”. Exemplos: .Provisão para Décimo-Terceiro Salário. Moraes Junior www. “Provisões” do Passivo: contas representativas de obrigações. .atendem aos Princípios da Competência. Oportunidade e Prudência. . Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos.com.Provisão para Férias. desde que estejam relacionadas às atividades operacionais da empresa. . . . Moraes Junior Provisões em Geral: .valores estimados que cobrem perdas prováveis ou representam a existência de exigibilidades.

Valor Contábil do Bem: corresponde à diferença entre o custo de aquisição do bem e a depreciação acumulada.br 64 . conta-se o primeiro mês integralmente. como no caso de imóvel alugado por uma empresa cuja atividade é o aluguel de imóveis.com. o imóvel alugado será classificado no imobilizado. uma parte do valor gasto na compra de bens de consumo durável utilizados nas atividades da empresa. como despesa ou custo do período. .o bem poderá ser depreciado a partir da data em que for instalado. .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. . II . . independentemente do dia do mês. colocado em serviço ou esteja em condições de produzir. Moraes Junior www.Valor Residual: valor provável da realização do bem após ser totalmente depreciado. salvo em relação a benfeitorias e construções.Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem.alcança bens materiais (tangíveis) classificados no Ativo Não Circulante Imobilizado e bens de renda classificados no subgrupo de Investimentos do Ativo Não Circulante. como antiguidades e obras de arte.Vedações à depreciação de acordo com a Legislação do Imposto de Renda: I . Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação Prof. e IV . III . ou seja.Bens móveis ou imóveis que não estejam intrinsecamente relacionados à produção ou comercialização de bens e serviços. Para empresas que não possuem como atividade o aluguel de imóveis. Moraes Junior Depreciação: .considerar. Lançamento: Despesas de Depreciação ou Encargos de Depreciação (Despesa) a Depreciação Acumulada (Ativo Não Circulante – Imobilizado – Retificadora) .Bens para os quais sejam registradas cotas de amortização ou exaustão. qualquer que seja o dia. .pontodosconcursos.Bens que aumentam de valor com o tempo.Terrenos.

0 Coeficiente (Legislação Fiscal) 1. para o terceiro ano é “n-2”. II .com. Moraes Junior Métodos Mais Utilizados de Depreciação: Método das Quotas Constantes ou Método Linear ou Método da Linha Reta: depreciação acumulada é diretamente proporcional ao tempo.Depreciação Normal: turno de 8 horas diárias. para o primeiro ano. considerada em relação à primeira instalação para utilização do bem. Método da Soma dos Dígitos ou Método de Cole (decrescente): I . Turnos 1 turno (8 horas) 2 turnos (16 horas) 3 turnos (24 horas) Coeficiente (Legislação Societária) 1. e II . é o tempo de vida útil do bem (n).Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem 1).0 3. Lançamento: Despesas de Amortização ou Encargos de Amortização (Despesa) a Amortização Acumulada (Ativo Não Circulante .0 1.Depreciação Acelerada: mais de turno de 8 horas diárias.pontodosconcursos.5 2. Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil. Amortização Perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. .Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem. Tipos de Depreciação: .0 Bens Adquiridos Usados: a taxa anual de depreciação .Intangível – Retificadora) Prof. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado.0 2. Moraes Junior www.Restante da vida útil. Edificações: o valor das edificações deve estar destacado do valor do custo de aquisição do terreno. e o numerador.o maior entre os seguintes prazos: I .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. admitindo-se o destaque baseado em laudo pericial. quando o numerador será igual a 1.Metade da vida útil do bem adquirido novo. para o segundo ano é “n-1”.br 65 .

. prorrogação ou modificação de contratos e direitos de qualquer natureza. licenças. fórmulas e processos de fabricação. Lançamento: Despesas de Exaustão ou Encargos de Exaustão (Despesa) a Exaustão Acumulada (Ativo Não Circulante – Imobilizado – Retificadora) Exploração de recursos florestais: Primeira Hipótese: Prazo Contratual < Período previsto p/ esgotamento dos recursos florestais (amortização) Segunda Hipótese: Prazo Contratual > Período previsto p/ esgotamento dos recursos florestais (exaustão) Terceira Hipótese: Prazo indeterminado de exploração dos recursos (exaustão) Quarta Hipótese: Projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos (depreciação) Exploração de recursos minerais: sempre exaustão. ou bens aplicados nessa exploração. quando não houver direito ao recebimento de seu valor em restituição.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.com.custo de aquisição.br 66 . decorrente de sua exploração. autorizações ou concessões. Exaustão Corresponde à perda de valor. Método 1 (fiscal): Exaustão em função do prazo de concessão Método 2(contábil): Exaustão em função da relação entre a produção do período e a possança conhecida da mina Prof.direitos sobre bens que. de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. direitos autorais. nos termos da lei ou contrato que regule a concessão de serviço público.patentes de invenções.custo das construções ou benfeitorias em bens locados ou arrendados. devem reverter ao poder concedente. ao fim do prazo de concessão. Moraes Junior Bens sujeitos à amortização: .pontodosconcursos. . sem indenização. . inclusive exploração de fundo de comércio. Moraes Junior www. ou em bens de terceiros.

br 67 . as regras e as práticas específicas aplicados pela entidade na elaboração e na apresentação de demonstrações contábeis. influenciar as decisões econômicas que os usuários das demonstrações contábeis tomam com base nessas demonstrações. A materialidade depende da dimensão e da natureza da omissão ou da informação incorreta julgada à luz das circunstâncias às quais está sujeita.pontodosconcursos. Mudança na estimativa contábil: é um ajuste nos saldos contábeis de ativo ou de passivo. não são retificações de erros. individual ou coletivamente. Erros de períodos anteriores: são omissões e incorreções nas demonstrações contábeis da entidade de um ou mais períodos anteriores decorrentes da falta de uso. e . as convenções.estava disponível quando da autorização para divulgação das demonstrações contábeis desses períodos. Interpretação ou Orientação especificamente exija ou permita a classificação de itens para os quais possam ser aplicadas diferentes políticas.com. outros eventos e condições. ou a combinação de ambas. pode ser o fator determinante.pudesse ter sido razoavelmente obtida e levada em consideração na elaboração e na apresentação dessas demonstrações contábeis. a menos que Pronunciamento. ou nos montantes relativos ao consumo periódico de ativo. portanto. que decorre da avaliação da situação atual e das obrigações e dos benefícios futuros esperados associados aos ativos e passivos. A entidade deve selecionar e aplicar suas políticas contábeis uniformemente para transações semelhantes. ou uso incorreto. Prof. Um erro de período anterior deve ser corrigido por reapresentação retrospectiva. de informação confiável que: . Moraes Junior www. Omissão material ou incorreção material: é a omissão ou a informação incorreta que puder. as bases. Moraes Junior Políticas contábeis: são os princípios. salvo quando for impraticável determinar os efeitos específicos do período ou o efeito cumulativo do erro.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. A dimensão ou a natureza do item. As alterações nas estimativas contábeis decorrem de nova informação ou inovações e.

00 420.pontodosconcursos.00 2.800.00 2.380.00 2.00 420.10.00 420.00 2.00 420.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 2.com.00 Prof.00 2. Moraes Junior 5.00 420. é o que segue abaixo: a) Diversos a Caixa Duplicatas a Pagar Descontos Ativos b) Caixa a Diversos a Duplicatas a Pagar a Descontos Ativos c) Diversos a Duplicatas a Pagar Caixa Descontos Passivos d) Duplicatas a Pagar a Diversos a Caixa a Descontos Ativos e) Duplicatas a Pagar a Diversos a Caixa a Descontos Passivos 2.br 68 . Exercícios de Fixação 114.380.800.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) O lançamento contábil apropriado para registrar o pagamento de duplicatas no valor de R$ 2.00 2.800.800.380.00.00 2.00 2. com descontos de 15%.800.380. Moraes Junior www.800.380.

A nova provisão deverá ser contabilizada à razão de 3% dos créditos sob risco. c) R$ 1. a conta Máquinas e Equipamentos apresenta um saldo devedor de R$ 900. d) R$ 240. e) R$ 2.00. Deve.00.(Fiscal de Rendas-Rio de Janeiro-RJ-Esaf-2010) A Cia.00.000. e) R$ 60. em 31 de dezembro.00.00.00. c) R$ 300. sem garantias específicas de recebimento.000. R$ 400.00.00. tem depreciação contabilizada.pontodosconcursos. No balanço referente ao exercício social de 2011. instalada para funcionar em julho do mesmo ano.000. b) R$121.000. portanto. Prof.000. 116. tem créditos normais. em agosto de 2009. Ao encerrar o ano de 2009.00.00.00. neste balanço. b) R$ 360. deverá ser computado como encargo de depreciação. o que. A empresa utiliza contabilização mensal dos encargos de depreciação e uma taxa anual de 12%. Entre os equipamentos. para os cálculos. b) R$ 800. o valor de a) R$ 450.00 foram comprados em abril de 2008.000. e) R$ 180. com expectativa de vida útil estimada em 10 anos. fará a empresa suportar uma despesa no valor de a) R$ 770.000. No seu livro Razão há um saldo remanescente da Provisão para Devedores Duvidosos no valor de R$ 1.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Nesse exercício. 117.000.00. das Máquinas S/A faz seus balanços considerando um exercício coincidente com o ano calendário.00.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) Uma máquina adquirida em abril de 2010 por R$ 3. os encargos de depreciação com esses equipamentos terão o valor de a) R$144.00. R$ 300. d) R$ 85.00. d) R$ 1. na Demonstração do Resultado do Exercício.000.770.00. no montante de R$ 60.br 69 . constituir uma provisão para risco de crédito. em relação a essa máquina.00. considerando-se um valor residual de 20%. Moraes Junior www.800.00.com.00.800. c) R$108.000. Moraes Junior 115.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) A empresa “X”.00 foram comprados em abril de 2009 e o restante.

Moraes Junior 118.000.200. O método de cálculo da depreciação utilizado é o linear.000.800.00.500. e) a entidade não tem um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço. b) espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade. c) está detido essencialmente para a finalidade de ser negociado. a empresa Previdente S. Ao contabilizar uma nova provisão no exercício de 2008. nessa data.A. Moraes Junior www.650. d) deverá ser liquidado num período até doze meses após a data do balanço.00 d) R$ 11.pontodosconcursos. Em 31/12/2008.900. Ao registrar na contabilidade os encargos de depreciação do exercício de 2010.900. em média de 4%.00. um passivo deve ser classificado como Passivo Contingente quando satisfizer o seguinte critério entre outros: a) o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade.00 b) R$ 16. em 31 de dezembro de 2010.00. dispensando-se os centavos.com. R$ 25. o contador deverá constituir para o balanço um saldo de Prof. na forma como segue: em outubro de 2008 em junho de 2009 em abril de 2010 R$ 33. ocorrida nos últimos três anos. data de encerramento do exercício social. A vida útil econômica dos veículos foi estimada em cinco anos e o seu valor residual foi estimado em 5%.00 e teve comprovada a experiência de perdas no recebimento de créditos. apresenta um saldo de R$ 84. Os veículos foram adquiridos e incorporados ao patrimônio. a empresa tinha créditos a receber no valor de R$ 180. dos quais R$ 20. a empresa vai encontrar o valor de a) R$ 26. conseguindo um acordo judicial à base de 68%.00. para uso.000.000.00 c) R$ 14.00 na conta Veículos.(Analista do Mercado de Capitais-CVM-2010-Esaf) A empresa ARPEC S/A.000.00 e) R$ 10.210. 120. Durante o ano de 2008 a empresa baixou créditos incobráveis no valor de R$ 7.(Analista do Mercado de Capitais-CVM-2010-Esaf-Adaptda) De acordo com as Normas Internacionais de Contabilidade. A conta Depreciação Acumulada. apresentava a conta Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo de R$ 13.000. após o arredondamento matemático. já tinha saldo de R$ 20.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.00. R$ 22.(AFRFB-2009-Esaf-Adaptada) No balanço patrimonial encerrado em 31/12/2007. antes de se contabilizar os encargos do exercício.br 70 .00.00 119.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata.

pontodosconcursos. podemos dizer que no balanço patrimonial a ser encerrado em 31 de dezembro de 2008 o saldo da conta Depreciação Acumulada deverá ser de a) R$ 340.000.00. tendo entrado no balanço de 2007 com saldo de R$ 25. o saldo da conta de bens depreciáveis havia saltado para R$ 1.000.000.00. quando esses veículos foram vendidos. e) R$ 19. Moraes Junior 29. não tendo participado do balanço do referido ano de 2007. Considerando que todo o saldo anterior é referente a bens depreciáveis à taxa anual de 10%.00.00.500.000.00 12. com saldo de R$ 200.00.600.00 18.00 b) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital Prof.000.A. nessa data. b) R$ 305.00 Perdas de Capital 6.00.000.800.200. os bens depreciáveis eram apresentados com saldo de R$ 800. alienou dois veículos de sua frota de uso. Entretanto.00 35.000. 122.000. c) R$ 7. já contabilizada. A empresa atualiza o desgaste de seus bens de uso em períodos mensais.00 71 www.(AFRFB-2009-Esaf) Na Contabilidade da empresa Atualizadíssima S. b) R$ 5. c) R$ 325.00 a Veículo “A” 25.00.com.000.000. d) R$ 6. de outros bens com vida útil de 5 anos.00.A.000.500.00 35.000.br . em decorrência da aquisição. e) R$ 290.600.000. 121. com uma Depreciação Acumulada.00 35. em 31/12/2008. O primeiro desses carros já era da empresa desde 2005. a vista.800. por R$ 29.500.000.00 47.00.00.00 a Veículo “B” 10. Moraes Junior a) R$ 12.000.000.00.000.000.00 em 31/03/2008.500.000.(AFRFB-2009-Esaf) A empresa Revendedora S. d) R$ 320.00. a empresa registrou seus ganhos ou perdas de capital com o seguinte lançamento de fórmula complexa: a) Diversos a Diversos Caixa 29.00.00 e depreciação acumulada de 55%.00.100.000.00 47. em primeiro de abril.00. no valor de R$ 300. Em 30 de setembro de 2008. O segundo veículo foi comprado em primeiro de abril de 2008 por R$ 10.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

00 17. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado.00 42. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização.500.000.750.00 29.00 7. quando corresponder à perda de valor. c) exaustão. e) amortização.500.00 42.000. quando este for inferior.500.00 13.(AFRFB-2009-Esaf) A diminuição do valor dos elementos do ativo será registrada periodicamente nas contas de: a) provisão para perdas prováveis.000.00 46.00 48.com.750. b) depreciação.000. Prof. Moraes Junior c) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital d) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital e) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital 29.00 19. ou bens aplicados nessa exploração.000.500.000.00 35.000.000.00 46. d) provisão para ajuste ao valor de mercado.750.00 11.00 123.000. decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais.000.00 13.br 72 . quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial.00 35. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso.00 48.00 35.00 29. quando este for superior. Moraes Junior www.750. ação da natureza ou obsolescência.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.pontodosconcursos.

A.780..(ATRFB-2009-Esaf) A empresa Hélices Elíseas S. Prof.00. o patrimônio da firma Alvorada evidenciará um aumento no ativo no valor de: a) R$ 6. em 31.00. b) R$ 4. Moraes Junior www.000.00. e) R$ 28.000.500. no balanço de 31 de dezembro de 2008. b) R$ 13. com contas a receber no valor de R$ 800.300. igual às perdas efetivas ocorridas no recebimento de créditos nos últimos três exercícios.5%.00.000.00. em primeiro de abril de 2008.00. mandou fazer nova provisão baseada numa estimativa de perdas de 3. pagando uma entrada de 25% em dinheiro e financiando o restante em três parcelas mensais e iguais.com.800. No encerramento do exercício de 2007. c) R$ 11. podemos dizer que.00.000. a empresa levará ao resultado do exercício uma despesa provisionada de: a) R$ 15.720.00. por R$ 10. quando comprou outra.00. já tinha máquinas e equipamentos adquiridos em outubro de 2007.00.00.00. por R$ 8. o seu valor contábil será de a) R$ 22.600.00. 126.000.000.00.400.280. c) R$ 5. b) R$ 22.00.000. e) R$ 20. Ao ser contabilizada a operação acima.00.220. por R$ 6. d) R$ 5.00.000.000. d) R$ 24. Moraes Junior 124. tinha também uma conta de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo remanescente de R$ 13. c) R$ 21.pontodosconcursos. d) R$ 21. Feitos os lançamentos cabíveis. A operação foi tributada com ICMS de 12%.2007. 125.br 73 .000. adquiriu um bem de uso por R$ 6.000.(ATM-Natal/RN-2008-Esaf) A empresa Fastfood Ltda.(AFRFB-2009-Esaf) A firma comercial Alvorada Mineira Ltda.00 e mais outra.12. e) R$ 3.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. em primeiro de outubro de 2008.00.500. Sabendo-se que a vida útil desses equipamentos é de apenas dez anos.00.

00. c) R$ 191. no exercício social de 2008. d) R$ 198.00.com. no curso do período-base.000. referente a créditos de 2007.12..000.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000. houve a baixa de perdas no valor de R$ 3.100. 129. Prof.00.pontodosconcursos.00. e adquiridas em julho de 2008: R$ 60. como custo ou despesa operacional. será determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens depreciáveis.200.00 em 31.000. em 31.12. A composição das máquinas é a seguinte: adquiridas até 2006: R$ 770.00.000. e) R$ 208.(AFC-STN-Áres:Contábil-Financeira-2008-Esaf) opção que contém uma afirmativa falsa.00. Durante o exercício de 2007.100. d) R$ 7. b) R$ 150.000.00.00.00 e deverá ir a balanço em 2007 com saldo equivalente a 3% dos créditos cabíveis. c) R$ 3. Após a contabilização dos ajustes para o balanço de 2007.00. será de: a) R$ 18.000.(AFC-STN-Áres:Contábil-Financeira-2008-Esaf) A empresa Dúbias Cobranças S/A tinha créditos no valor de R$ 160.000.2007. Moraes Junior 127.000. c) A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte.00 na conta Máquinas e Equipamentos.000.A.12. no exercício de 2007.800.900.07.00. A vida útil das máquinas é estimada em 5 anos e a depreciação é contabilizada anualmente. que já tem Depreciação Acumulada no valor de R$ 240.00 em 31. Com base nessas informações.(ATM-Natal/RN-2008-Esaf) A empresa Meireles S.300.00.600. ou dele baixado. perdas com créditos de liquidação duvidosa no valor de a) R$ 2.06 e de R$ 110.00.00. Assinale abaixo a a) A quota de depreciação registrável na escrituração. e de bem acrescido ao ativo. A conta provisão para créditos de liquidação duvidosa foi a balanço em 2006 com saldo de R$ 4. b) R$ 3. tem um saldo de R$ 900.br 74 .00.800.00. pode-se dizer que a despesa de depreciação. na produção de seus rendimentos. pode-se dizer que essa empresa contabilizou. 128.000.00.000. adquiridas em abril de 2007: R$ 130. Moraes Junior www. d) Será admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. e) R$ 7. b) A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período-base com duração inferior a doze meses.500. referente a créditos já existentes em 2006 e de R$ 1. adquiridas em abril de 2008: R$ 80.

000.00.pontodosconcursos. b) R$ 960. uma máquina usada. precisa mandar constituir uma provisão para devedores duvidosos.280. o Contador deverá mandar fazer na conta Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa um registro de a) R$ 1.00. Considerando que. a prazo. R$ 49. 130. tendo créditos a receber no valor de R$ 32. no livro Razão.05. e com experiência de perda efetiva no recebimento de itens dessa espécie. a crédito.12.000.00. e que a empresa quer contabilizar o evento com um único lançamento no livro Diário.00. a crédito.000.00. com saldo anterior de R$ 520.(SUSEP-2006-Esaf) A empresa Comércio Limitado. O lançamento adequado para contabilizar essa operação de venda deverá considerar o seguinte mecanismo de débito e crédito: a) débito de Contas a Receber crédito de Máquinas e Equipamentos débito de Contas a Receber crédito de Máquinas e Equipamentos crédito de Lucro na Alienação débito de Contas a Receber débito de Prejuízo na Alienação crédito de Máquinas e Equipamentos débito de Contas a Receber débito de Depreciação Acumulada crédito de Máquinas e Equipamentos crédito de Lucro na Alienação R$ 38.000.00.00 R$ 42.00.00 R$ 7.000. R$ 38. não utilizado.00. em 31. c) R$ 760. inclusive edifícios e construções e projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos.400.00. a débito.00.00 Prof. antes de elaborar o seu balanço anual.000.000.00 R$ 38.com.000. a débito.00 R$ 11. d) R$ 520. mas já estava depreciado em 30%.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.400. já existe uma conta de provisão com essa finalidade.400.000.600. Moraes Junior www. Referido equipamento fora comprado por R$ 42.400.00. 131.(ENAP-Contador-2006-ESAF) A firma Dadivo S/A vendeu.00.000. Moraes Junior e) Podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal.00 b) c) d) R$ 49.00 R$ 29.00 R$ 42. e) R$ 440.br 75 . a crédito. R$ 38. por R$ 38.00.400. comprovada em 4% nos últimos três exercícios sociais. R$ 38.00 R$ 4.00 R$ 8.

(TRF-2006-Esaf) Uma máquina de uso próprio. locada de Ferragens S/A.00.00. e em observância aos princípios contábeis de Competência e da Entidade. em 31 de dezembro de 2005. utiliza duas máquinas em seu processo produtivo.00 crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 42.00 R$ 50.00.00.00.00. Moraes Junior débito de Contas a Receber R$ 38.000.000. Prof.300.00.00. d) R$ 6. poderá ser vendido por a) R$ 5. adquirida por R$15.200.625. e) R$ 7.00.600.600. por quanto poderá ser vendida no mês de setembro de 2006.00. Moraes Junior www. já havia sido paga a manutenção dos meses de janeiro e fevereiro de 2006.200. b) R$ 6. nas condições acima indicadas e sem considerar implicações de ordem tributária ou fiscal.00.00 cada uma. e outra. d) R$ 3. no valor de R$ 8. sendo que. essa empresa deverá apresentar despesas no valor de a) R$ 5. a R$ 250. b) R$ 5.600.00 por mês. cuja ocorrência verificou-se durante o ano inteiro.br 76 .000. e) R$ 3.000. Em decorrência dos fatos informados.00 débito de Depreciação Acumulada R$ 12. Ambas as máquinas têm vida útil estimada em dez anos.000. c) R$ 6.000.640.00 R$ 50. sendo uma de sua propriedade.pontodosconcursos. 132.00. no valor de R$ 10. depreciável..com.900.400. ao contrário do aluguel que só fora pago até o mês de outubro de 2005.e) Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.400. sem causar ganhos nem perdas contábeis? Referido bem. Em manutenção mensal essas máquinas consomem despesas fixas de R$ 100.900.(IRB-2006-Esaf) A empresa Domesticação Ltda.00 em março de 1999 e instalada no mesmo dia com previsão de vida útil de dez anos e valor residual de 20%.00 crédito de Lucro na Alienação R$ 8. c) R$ 3.00.600. 133.

Moraes Junior www.00. a empresa Javeli S/A promoveu a contabilização do encargo de depreciação do exercício.000.00.000.00.00 e tem vida útil de 8 anos. em 2005.00. também com vida útil de 10 anos. Prof. promoveu sua alienação. a empresa Onetwoelen S/A. no valor de R$ 7. há três anos e meio. pelo método da linha reta. mantinha a conta Máquinas e Equipamentos representando três máquinas em utilização na empresa.662.00.000.00. máquina Alfa.(ENAP-Contador-2006-Esaf) A empresa Sem Mércio S/A. iniciada em abril de 2003. no valor de R$ 17.00. visando a uma possível reintegração. 135.pontodosconcursos.000.600.50. c) R$ 2. foi adquirida por R$ 10. por alienação.00. a prazo. foi adquirida por R$ 6.00.000. e da provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00.br 77 . máquina Beta.(TRF-2006-Esaf) No encerramento do exercício de 2005.000.000. foi adquirida por R$ 4.600.00. encerrado em 31 de dezembro. 136.000.(IRB-2006-Esaf) Possuindo.000. b) R$ 3. a Contabilidade apresentou depreciação acumulada no valor de a) R$ 4.350.162.000.262. c) R$ 12. iniciada em outubro de 2004. da provisão para créditos de liquidação duvidosa.000.00 e tem vida útil de 10 anos. e) R$ 7. A empresa faz a apropriação das despesas com desgaste dos bens em lançamentos anuais. d) R$ 9. Observando as informações acima. A terceira. Sobre a máquina Celta é mantido um valor residual de 15% de seu custo histórico.00. no valor de R$ 12. d) R$ 2.725.com.00.00.000. um lucro no valor de a) R$ 17. c) R$ 24. uma máquina comprada por R$ 120.000.00. pode-se dizer que a empresa obteve. nesta operação de venda. e) R$ 2.00. b) R$ 13.200. Com o registro contábil dos fatos indicados a empresa teve seu ativo patrimonial diminuído em a) R$ 12.50. Ao elaborar as demonstrações relativas ao exercício de 2005.200. Moraes Junior 134.50. A primeira delas. b) R$ 19. d) R$ 29. e) R$ 36. enquanto que a máquina Alfa foi baixada do ativo imobilizado. A segunda. máquina Celta. iniciada em agosto de 2002. logrando obter margem bruta de lucro de 25%.00 e depreciada com base linear em vida útil de 5 anos e valor residual de 20%.

Prof. e) 30% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados do custo dos estoques contra a provisão de férias.00.00. indique qual estorno abaixo representa um ajuste necessário. da folha de férias de outubro de 2005. a) 3% do total dos duodécimos contabilizados em duplicidade.000.00. devem ser estornados do custo das mercadorias vendidas.600. c) R$ 48. Se a empresa utiliza o método da linha reta para depreciar tal equipamento.00. d) 6% dos 20% dos duodécimos da folha de provisão de férias de outubro de 2005.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. 138.A. e) R$ 67.00.(AFRF-2005-Esaf) A empresa Divergências S.com. desde que sobrasse um valor residual de 20% do custo de aquisição. se vende 50%. Considerando que a apropriação da folha de férias é feita em 30% para custo dos estoques e 70% para despesas administrativas e que de tudo que se fabrica no mês. uma vez que o referido lançamento só foi constatado na conciliação feita no mês seguinte. b) R$ 43. em 31 de dezembro de 2005 ele deverá apresentar valor contábil de a) R$ 35.(IRB-2006-Esaf) A empresa Almeiderson S/A adquiriu por R$ 67.br 78 .500.875. b) 70% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados das despesas administrativas.100.pontodosconcursos. contabilizou a folha de provisão para férias do mês de outubro de 2005 com erro. c) 14% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados dos estoques. d) R$ 54. registrados nos estoques devem ser estornados. incorporou a seu ativo imobilizado.500. Moraes Junior 137. estimando sua vida útil em dez anos. Foram provisionados em duplicidade o equivalente a 20% dos duodécimos. contra a provisão de férias. Moraes Junior www. em junho de 2002.00 um equipamento industrial que. contabilizados a maior.

c) A taxa de exaustão será de 12.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. custara R$ 300. Moraes Junior www.00. d) R$ 16. seja reduzido no valor de a) R$ 7. após a aquisição e instalação.00. b) R$ 9. com saldo devedor de R$ 350 mil e R$ 200 mil.290. fará com que o lucro da empresa. oriundo do balanço patrimonial de 2002.pontodosconcursos. tem no livro razão uma conta intitulada “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa” com saldo credor de R$ 9.500.000.00.500.com.br 79 . b) A taxa de exaustão será de 10% do custo total por ano. c) R$ 16.000. a exaustão acumulada será de 50% do custo da mina. assinale abaixo a única assertiva que não é verdadeira. a) A exploração anual será de 50 mil m³ de minério.00. a mina foi alienada por R$ 200. a empresa deverá contabilizar uma provisão. 140. que será elaborado com data de 31. aliado às outras informações constantes do enunciado.000.03. a empresa deverá demonstrar as contas “Duplicatas a Receber” e “Clientes”.00 aos cofres da nossa empresa.12. Prof.(ICMS-RN-2005-Esaf) A firma Linhas de Comércio Ltda.(ICMS-MG-2005-Esaf) A mina Etereal. e) O custo a ser baixado no ato da venda será de R$ 90.00. d) Ao fim do 5º ano. mantendo-se o residual de proteção de 20% da capacidade produtiva.000. Este fato. Analisando essas informações. e) R$ 25. Moraes Junior 139.00. com quitação em vinte duplicatas mensais.00. respectivamente. Ao fim do 5º ano de exploração bem-sucedida.5% ao ano. mas tinha capacidade estimada em 500 mil metros cúbicos de minério e foi instalada com capacidade de exploração em 8 anos. mas que permanece inalterado ao final do exercício de 2003. No balanço patrimonial. referente ao exercício de 2003.500. Considerando-se que está comprovada a expectativa de perda provável de 3% dos créditos a receber.00.000.

000. por não recebimento.com. e) R$ 1.(ICMS-MG-2005-Esaf-Adaptada) A empresa ACD Ltda. nos outros 40%. Com base nessas informações. referente ao exercício de 2005.000. b) R$ 5.00.000.00..000. Ao findar o ano com novos saldos no valor de R$ 42. c) R$ 4.00 R$ 2. a empresa adotou procedimento igual ao anterior.260. d) R$ 3. Moraes Junior 141. mandando provisionar seus créditos para fins de balanço.00. a empresa Milícias S/A mandou contabilizar a baixa por venda de uma máquina de uso. 143.600. trimestralmente.000.00 e mandou fazer provisão para créditos de liquidação duvidosa no valor de R$ 810.000. •valor de mercado na data da compra •valor de mercado em 31/12/2004 •valor de aquisição •valor residual estimado •data de aquisição •vida útil estimada: •data de encerramento de exercício social R$ 25.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. devidamente contabilizada vai-nos mostrar que o preço de venda obtido na alienação foi de Prof. em 31/12/x4 tinha valores a receber com saldo no valor de R$ 27.00.00 b) R$ 1.00 R$ 20. em primeiro de abril de 1998.000.000. por depreciação feita com base em vida útil estimada de 10 anos e saldo residual de 20% do custo.00.746.00 01/07/2003 cinco anos 31 de dezembro No exercício de 2004 o aludido bem de uso vai gerar encargos de depreciação no valor de a) R$ 5.pontodosconcursos. Durante o exercício de x5 a empresa recebeu e deu quitação a 60% desses créditos e mandou dar baixa.00 e) R$ 936.00 d) R$ 1. auferindo um lucro da ordem de 20% sobre o preço obtido na alienação. Referida máquina fora comprada por R$ 150.800. podemos dizer que a contabilização da provisão para créditos de liquidação duvidosa.000.400.(ICMS-RN-2005-Esaf) Considere os seguintes dados e informações sobre determinado bem de uso.00 142. e seu valor tem sido atualizado.br 80 .00.00. Moraes Junior www.(AFC-STN-2005-Esaf) Em 20 de outubro de 2004. provocará na Demonstração do Resultado do Exercício uma redução do lucro final no valor de a) R$ 774. A operação.00 R$ 21.00 c) R$ 450.

encontramos diversas duplicatas a receber. nós consideramos a vida útil de 10 anos e 5 anos. outras já vencidas.000. no valor de R$ 98. Feitas as provisões e contabilizadas corretamente.00 e) R$ 90.000. em abril de 2002. Para fins de apropriar o desgaste físico. Moraes Junior a) R$ 52.800.00 e outras descontadas em Bancos.00 145.00 c) R$ 8.00.00.(AFC-CGU-2004-Esaf) O nosso Ativo Imobilizado consta apenas de Equipamento adquirido por R$ 60. Moraes Junior www. no valor de R$ 111.000.00 b) R$ 9. sabemos que a experiência de perda com esses créditos tem sido de cerca de 4%.(AFRF-2003-Esaf) Ao examinarmos a carteira de cobrança da empresa Gaveteiro S/A. respectivamente. por R$ 45. algumas ainda a vencer. com utilização imediata.200.pontodosconcursos.00 d) R$ 8. já protestadas.00.500. com base em 4% dos devedores duvidosos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.500. é correto dizer que a Demonstração do Resultado do Exercício conterá como despesa dessa natureza o valor de a) R$ 9.00 Prof.com.000.000.600.000. mais algumas em fase de cobrança. no valor de R$ 120.00 d) R$ 86.00 c) R$ 7.000. Pelo conhecimento que temos da empresa e de sua carteira de cobrança.640.00.720. O encargo de depreciação contabilizado no exercício social de aquisição (2002) foi no valor de a) R$ 4.00 144.00 c) R$ 65.00 b) R$ 6. e Veículo comprado em julho do mesmo ano.400.625.br 81 .760. sendo correto um provisionamento deste porte. Também havia uma Provisão para Créditos Incobráveis com saldo credor de R$ 4.280.00 d) R$ 5.000.00.000.400. com valor residual de 20%..00 e) R$ 12.00 e) R$ 5.500.00. no valor de R$ 112.00 b) R$ 63.

referente à máquina BETA. b) R$ 9.00.2-Esaf) Em primeiro de outubro de 2001. mas o proprietário falou e disse: “vou cuidar para que a depreciação dos bens de uso seja feita em 12 anos”.650. e contabilizado com valor residual de R$ 12. referente a ambas as máquinas. d) R$ 16. para pagamento em 60 dias. Segundo o costume usual os móveis brasileiros têm expectativa de vida útil de dez anos.555. com certeza. elaborada em 31. pagando 60% à vista. no comprador.com.850.00 e) O valor contábil do veículo.55 148. 147.000.450. O preço total foi R$ 10. é e R$ 22.000.000. Moraes Junior www. No dia 31 de dezembro os bens foram inventariados com base em pesquisa válida que encontrou preço líquido de mercado de R$ 900. A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (5 anos).(TRF-2002. e) R$ 22.250.(AFRF-2003-Esaf-Adaptada) Em primeiro de novembro a Nossa Firma adquiriu cinco conjuntos de mesas com quatro cadeiras.br 82 .22 e) R$ 10.00 para as cadeiras. há um ano e meio. c) R$ 13. O carro fora comprado novo pelo ora vendedor pela quantia de R$ 27. podemos dizer.12. a Ameriflores Ltda adquiriu um veículo usado por R$ 23.00 para as mesas e de R$ 300.00.(AFRF-2003-Esaf) A máquina ALFA foi comprada por R$ 130.000. O desgaste físico desses bens deverá ter contabilização anual. é de R$ 21.00.88 c) R$ 9.622.00 d) A operação de compra deu ao vendedor uma perda de R$ 500. referente à máquina BETA.00. referente à máquina ALFA.000.888. no comprador. Ambas as máquinas têm durabilidade igual: deverão ser usadas durante dez anos.44 d) R$ 10. A empresinha da questão usa como mobília dois dos conjuntos adquiridos e os outros três foram destinados à revenda. Com base nestes dados e informações.100. pode-se afirmar que: a) A conta Depreciação Acumulada desse veículo terá saldo de R$ 5. em relação ao referido veículo.00 em 01/10/2001 e a máquina BETA foi comprada pelo mesmo preço.000.00.22 b) R$ 9. Em 31 de dezembro do mesmo ano. na Demonstração de Resultado do Exercício de 2002.750.644. em 01/04/2002.022.000.00 b) O valor contábil do veículo.00 por cadeira.pontodosconcursos. que no Balanço Patrimonial os cinco conjuntos em epígrafe contribuirão com um custo de a) R$ 9.00 por mesa e R$ 250.250. referente à máquina ALFA.00.00 Prof.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00. Moraes Junior 146.750. constarão Encargos de Depreciação no valor de a) R$ 3.00 c) A operação de compra deu ao vendedor um lucro de R$ 4.02. Assim sendo.00. adotando-se os critérios legais de avaliação de ativos. sendo R$ 1.00.

00 b) R$ 21. Dele constavam apenas uma mina de carvão e um trator usado.000. Quando da aquisição da mina. Moraes Junior www. 20 toneladas. pode-se afirmar que. na verdade. já passados quatro anos.00 d) R$ 13.00 150. à vista. comparativamente. há exatos quatro anos. Submetendo-se esse bem à depreciação.000.00 e o trator fora comprado por R$ 35. em termos líquidos. a ganhos de capital no valor de: a) R$ 10. A mina teve custo original de R$ 110.br 83 . pelos Métodos da Linha Reta e da Soma dos Dígitos dos Anos.(AFRF-2002. dependendo do valor residual Prof.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. podemos afirmar que a alienação narrada acima deu origem. O trator vendido tem sido depreciado pelo método linear.000.com.00 c) R$ 20.000. Considerando que a contabilização estimada da amortização desses ativos tem sido feita normalmente.00 e) R$ 24. com valor residual de 20%.pontodosconcursos. o imposto de renda seria o mesmo em ambas as hipóteses a depreciação. durante a vida útil. a capacidade total foi estimada em 40 toneladas de minérios com extração prevista para dez anos.00. com vida útil prevista em dez anos.(AFC-STN-2000-Esaf) Um direito sobre bens do ativo permanente tem vida útil de 7 (sete) anos. num ou noutro método.2-Esaf) A empresa Desmontando S/A vendeu o seu ativo imobilizado. no quarto ano da vida útil.00.200.200. por R$ 100.000. Agora. verificamos que forma extraídas. não afetaria o imposto de renda o imposto de renda seria maior. a) b) c) d) e) o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da linha reta o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da soma dos dígitos dos anos coincidentemente. efetivamente. Moraes Junior 149.000.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior GABARITO: 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – D B D D C A D B B A B B A D A D C E C A B E A C A E A A D E C A E C E A C

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 5.11. Resolução dos Exercícios de Fixação 114.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) A empresa “X”, em 31 de dezembro, tem créditos normais, sem garantias específicas de recebimento, no montante de R$ 60.000,00. Deve, portanto, constituir uma provisão para risco de crédito. No seu livro Razão há um saldo remanescente da Provisão para Devedores Duvidosos no valor de R$ 1.000,00. A nova provisão deverá ser contabilizada à razão de 3% dos créditos sob risco, o que, neste balanço, fará a empresa suportar uma despesa no valor de a) R$ 770,00. b) R$ 800,00. c) R$ 1.770,00. d) R$ 1.800,00. e) R$ 2.800,00. Resolução I - A empresa “X”, em 31 de dezembro, tem créditos normais, sem garantias específicas de recebimento, no montante de R$ 60.000,00. Deve, portanto, constituir uma provisão para risco de crédito. Portanto, como há créditos normais, sem garantias de recebimento, será constituída uma provisão para créditos de liquidação duvidosa (ou provisão para devedores duvidosos) considerando a base de cálculo de R$ 60.000,00. II - No seu livro Razão há um saldo remanescente da “Provisão para Devedores Duvidosos” no valor de R$ 1.000,00. A nova provisão deverá ser contabilizada à razão de 3% dos créditos sob risco, o que, neste balanço, fará a empresa suportar uma despesa no valor de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) = 3% x 60.000 = R$ 1.800,00 Saldo Remanescente da “Provisão para Devedores Duvidosos” = R$ 1.000,00 Método da Complementação: Valor a Ser Constituído da PDD = 1.800 – 1.000 = 800 Lançamento: Débito: Despesas com Provisões (Despesa) 800 Crédito: Provisão para Devedores Duvidosos (Ativo Circulante-Retificadora)800 GABARITO: B

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 115.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) Uma máquina adquirida em abril de 2010 por R$ 3.000,00, instalada para funcionar em julho do mesmo ano, com expectativa de vida útil estimada em 10 anos, tem depreciação contabilizada, considerando-se um valor residual de 20%. No balanço referente ao exercício social de 2011, deverá ser computado como encargo de depreciação, em relação a essa máquina, o valor de a) R$ 450,00. b) R$ 360,00. c) R$ 300,00. d) R$ 240,00. e) R$ 180,00. Resolução I - Uma máquina adquirida em abril de 2010 por R$ 3.000,00, instalada para funcionar em julho do mesmo ano, com expectativa de vida útil estimada em 10 anos, tem depreciação contabilizada, considerando-se um valor residual de 20%. Data de Aquisição da Máquina = abril/2010 Valor de Aquisição = R$ 3.000,00 Entrada em Funcionamento da Máquina = julho/2010 Vida Útil Estimada = 10 anos Valor Residual = 20% x Valor de Aquisição = 20% x 3.000 = R$ 600,00 II - No balanço referente ao exercício social de 2011, deverá ser computado como encargo de depreciação, em relação a essa máquina, o valor de... Como a questão não definiu o método, devemos considerar o método linear de depreciação. Vida Útil Estimada = 10 anos Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/10 = 0,10 = 10% ao ano Repare que estamos falando de encargo de depreciação, ou seja, é a despesa de depreciação de 2011. Vamos calcular: Custo de Aquisição do Bem (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação ou Valor Depreciável (x) Período (1 ano = de janeiro a dezembro de 2011) (x) Taxa de Depreciação Despesas com Depreciação = 2.400 x 1 x 10% 3.000 (600) 2.400 1 10% 240

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em agosto de 2009.000. para os cálculos.(Fiscal de Rendas-Rio de Janeiro-RJ-Esaf-2010) A Cia.000 (600) 2. A empresa utiliza contabilização mensal dos encargos de depreciação e uma taxa anual de 12%.000. c) R$108.5 x 10% 3. os encargos de depreciação com esses equipamentos terão o valor de a) R$144.00. mas não é a resposta correta.00 foram comprados em abril de 2009 e o restante.pontodosconcursos.000.5 10% 360 Repare que havia resposta (alternativa “b”). R$ 300.br 87 . das Máquinas S/A faz seus balanços considerando um exercício coincidente com o ano calendário.com.00.00 foram comprados em abril de 2008.400 1. b) R$121. Exercício coincidente com o ano calendário (de 01/01 a 31/12) Prof. d) R$ 85.5 ano Custo de Aquisição do Bem (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação ou Valor Depreciável (x) Período (1.5 ano = de julho de 2010 a dezembro de 2011) (x) Taxa de Depreciação Despesas com Depreciação = 2. R$ 400. Moraes Junior www. Para calcular a depreciação acumulada temos que considerar todo o período de operação da máquina até a data do balanço referente ao exercício social de 2011.000.000.00. GABARITO: D 116.400 x 1.000. Ao encerrar o ano de 2009. Vamos calcular a depreciação acumulada para que você perceba a diferença. a conta Máquinas e Equipamentos apresenta um saldo devedor de R$ 900. Moraes Junior Na questão. não estamos falando de depreciação acumulada.000.00. das Máquinas S/A faz seus balanços considerando um exercício coincidente com o ano calendário.A Cia. Entre os equipamentos. e) R$ 60.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Resolução I . Período = de julho/2010 (entrada em funcionamento da máquina) a dezembro/2011 = 18 meses = 1. na Demonstração do Resultado do Exercício.000. Nesse exercício.00.

00 foram comprados em abril de 2008.000) 200.000.000) (300.00.000 III – Equipamentos comprados em agosto de 2009: Período = de agosto de 2009 a dezembro de 2009 = 5 meses Encargos de Depreciação = Taxa Mensal x Período x Base de Cálculo ⇒ Encargos de Depreciação = 1% x 5 meses x 200.000.000 = 27. para os cálculos.Entre os equipamentos. a conta Máquinas e Equipamentos apresenta um saldo devedor de R$ 900.000.00 Saldo da Conta “Máquinas e Equipamentos” no Exercício (-) Comprados em abril de 2008 (-) Comprados em abril de 2008 (=) Comprados em agosto de 2009 900.com.000 + 27. Vamos aos cálculos: I – Equipamentos comprados em abril de 2008: Período = de janeiro de 2009 a dezembro de 2009 = 1 ano = 12 meses Encargos de Depreciação = Taxa Mensal x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação = 1% x 12 meses x 400.000 ⇒ ⇒ ⇒ Total de Encargos de Depreciação (2009) = 48.pontodosconcursos.00 Contabilização Mensal dos Encargos de Depreciação Taxa Anual de Depreciação = 12% ao ano Taxa Mensal de Depreciação = 12% ao ano/12 meses = 1% ao mês III . em agosto de 2009. Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.00 GABARITO: D Prof.000.000 + 10. R$ 300.br 88 .000. A empresa utiliza contabilização mensal dos encargos de depreciação e uma taxa anual de 12%.000 = 48. R$ 400.000 ⇒ Total de Encargos de Depreciação (2009) = R$ 85.000 (400.000 = 10.000.00 foram comprados em abril de 2009 e o restante. Moraes Junior II .000 II – Equipamentos comprados em abril de 2009: Período = de abril de 2009 a dezembro de 2009 = 9 meses Encargos de Depreciação = Taxa Mensal x Período x Base de Cálculo ⇒ Encargos de Depreciação = 1% x 9 meses x 300. Saldo da Conta “Máquinas e Equipamentos” = R$ 900. Data de compra das máquinas e dos equipamentos: Comprados em abril de 2008 = R$ 400.000 A questão pergunta sobre os encargos de depreciação (conta de despesa) em 2009 e não sobre a depreciação acumulada (conta patrimonial).Nesse exercício.00 Comprados em abril de 2009 = R$ 300.

650.000 (adquirido em outubro de 2008) Veículo 2 = 25.000 = 80.pontodosconcursos. após o arredondamento matemático. a empresa vai encontrar o valor de a) R$ 26.000 (desprezando-se os centavos) Repare que o valor depreciável informados para os veículos: corresponde justamente aos valores Veículo 1 = 33.00 c) R$ 14.br 89 .210. dispensando-se os centavos.000 Ou seja. em 31 de dezembro de 2010. na forma como segue: em outubro de 2008 em junho de 2009 em abril de 2010 R$ 33.00. Os veículos foram adquiridos e incorporados ao patrimônio.210 Valor Residual Estimado = 5% ⇒ ⇒ Valor Residual Estimado = 5% x 84.210.(Analista do Mercado de Capitais-CVM-2010-Esaf) A empresa ARPEC S/A.00.000.800.000 (adquirido em abril de 2010) Soma = 33. Ao registrar na contabilidade os encargos de depreciação do exercício de 2010. O método de cálculo da depreciação utilizado é o linear. Moraes Junior www.00 e) R$ 10. nessa data.00 b) R$ 16.50 ⇒ ⇒ Valor Depreciável dos Veículos = 80.500. o valor informado já é o valor depreciável.000 + 22.500 (encargos contabilizados até 31/12/2009) Período: Veículo 1 (adquirido em outubro de 2008) = 2 anos e 3 meses Veículo 2 (adquirido em junho de 2009) = 1 ano e 7 meses Veículo 3 (adquirido em abril de 2010) = 9 meses Prof.00 na conta Veículos.00 Resolução Veículos = 84. A conta Depreciação Acumulada.000 + 25.210 – 4.50 Valor Depreciável dos Veículos = Custo de Aquisição – Valor Residual ⇒ ⇒ Valor Depreciável dos Veículos = 84.000. R$ 22. R$ 25.00.210 = 4.00 d) R$ 11.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. antes de se contabilizar os encargos do exercício.000. apresenta um saldo de R$ 84.com.000 (adquirido em junho de 2009) Veículo 3 = 22.000. A depreciação acumulada em 31/12/2010 era: Depreciação Acumulada = 20. para uso.00.900.210. Moraes Junior 117. A vida útil econômica dos veículos foi estimada em cinco anos e o seu valor residual foi estimado em 5%. já tinha saldo de R$ 20.900.

300 Encargos de Depreciação (2010) = 6. c) está detido essencialmente para a finalidade de ser negociado. Depreciação = 20% x 1 ano x 33. pois estamos calculando a despesa de depreciação (encargos de depreciação) em 2010. Período = de abril a dezembro = 9 meses = 9 meses/12 meses = 3/4 ano Depreciação = 20% x 3/4 ano x 22.pontodosconcursos.600 II – Veículo adquirido em junho de 2009: Mais uma vez.000 = 6. chamo a sua atenção. a depreciação em 2010 ocorrerá ao longo dos 12 meses (de janeiro a dezembro de 2010). Prof.600 + 5. Portanto. Moraes Junior Cálculo dos encargos de depreciação em 2010 (de acordo com a questão o método de depreciação utilizado é o linear): Vida Útil dos Veículos = 5 anos Taxa de depreciação anual = 1/5 anos = 20% ao ano I – Veículo adquirido em outubro de 2008: Chamo a sua atenção.000 = 3. Depreciação = 20% x 1 ano x 25.000 ⇒ ⇒ Depreciação = 20% x 3/4 x 22.com.000 III – Veículo adquirido em abril de 2010: como o veículo foi comprado em abril de 2010 e a questão não mencionou a data em que entrou em operação.000 = 5.900 GABARITO: C 118. como o veículo foi comprado em 2008. b) espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade. pois estamos calculando a despesa de depreciação (encargos de depreciação) em 2010.(Analista do Mercado de Capitais-CVM-2010-Esaf-Adaptda) De acordo com as Normas Internacionais de Contabilidade.000 ⇒ ⇒ Depreciação = 20% x 25. um passivo deve ser classificado como Passivo Contingente quando satisfizer o seguinte critério entre outros: a) o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade.br 90 .000 ⇒ ⇒ Depreciação = 20% x 33.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. a depreciação em 2010 ocorrerá ao longo dos 12 meses (de janeiro a dezembro de 2010).300 = 14. deve-se considerar que foi no mês da aquisição. d) deverá ser liquidado num período até doze meses após a data do balanço. como o veículo foi comprado em 2009. e) a entidade não tem um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço. Moraes Junior www.000 + 3. Portanto.

ou . Todos os outros passivos devem ser classificados como não circulantes.deverá ser liquidado num período até doze meses após a data do balanço.espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade. A alternativa está errada. Portanto. Um passivo deve ser classificado como circulante quando satisfizer qualquer dos seguintes critérios: I . II .a entidade não tem um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço. os passivos contingentes ou contingências passivas são caracterizados como possíveis para não prováveis saídas de recursos (a probabilidade maior é que não ocorra a saída de recursos). esta característica identifica um passivo contingente. Moraes Junior www.uma obrigação possível que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade. Conforme visto acima. Ou seja. esta alternativa identifica um passivo circulante. A alternativa está correta.o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. b) espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade. III .br 91 .está detido essencialmente para a finalidade de ser negociado. Prof. Vamos analisar as alternativas: a) o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. ou IV .com. Moraes Junior Resolução Passivo contingente é: . ou . mas que não é reconhecida porque: .pontodosconcursos.não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja exigida para liquidar a obrigação.uma obrigação presente que resulta de eventos passados.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

200 6. A alternativa está errada.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata. Esta alternativa identifica um passivo circulante. data de encerramento do exercício social.00.br 92 .200 Baixa de Créditos incobráveis = 7. Moraes Junior www.00. Esta alternativa identifica um passivo circulante.600.600.800. dos quais R$ 20.800.Retificadora) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) 7. Durante o ano de 2008 a empresa baixou créditos incobráveis no valor de R$ 7.(AFRFB-2009-Esaf-Adaptada) No balanço patrimonial encerrado em 31/12/2007. o contador deverá constituir para o balanço um saldo de a) R$ 12.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. em média de 4%.200 Média de Perdas = 4% Prof. A alternativa está errada. e) a entidade não tem um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço.00.00 e teve comprovada a experiência de perdas no recebimento de créditos. d) deverá ser liquidado num período até doze meses após a data do balanço.000. Em 31/12/2008.pontodosconcursos.00.000 PCLD 7.00.000.00.200. d) R$ 6. Moraes Junior c) está detido essencialmente para a finalidade de ser negociado. Resolução Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) = 13.200. b) R$ 5. e) R$ 19. a empresa Previdente S. Esta alternativa identifica um passivo circulante.com.00. Ao contabilizar uma nova provisão no exercício de 2008.000 Lançamento da perda consumada (baixa de créditos incobráveis): Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante . GABARITO: A 119.000 13. ocorrida nos últimos três anos. A alternativa está errada.000. conseguindo um acordo judicial à base de 68%.A. apresentava a conta Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo de R$ 13. c) R$ 7. a empresa tinha créditos a receber no valor de R$ 180.

800 Nos últimos anos.00 do acordo judicial: Cálculo da PCLD (geral) = 4% x (180. mas não interfere na resolução da questão. 32% de R$ 20.800 (calculado) – 6. Ou seja.br 93 .com.000.000 Um ponto importante da questão é: R$ 20.000 = 32% x 20. Cálculo da PCLD (concordata) = (1 – 68%) x 20. vamos calcular a PCLD referente ao acordo judicial.00 será recebido devido um acordo judicial. somente entrarão os 32% não cobertos pelo acordo.pontodosconcursos.000.200 6.400 Agora.00 (diferença em 100% e 68%) ficarão sem previsão de recebimento. pois somente o valor referente a 68% de R$ 20.000) = 4% x 160.000 = 6.400 = 12. as questões da Esaf sobre PCLD sempre adotaram o método da complementação (sem fazer a reversão).000.000 13. sem considerar os R$ 20.600 Prof.000 – 20. Vamos primeiramente a calcular a PCLD referente a parte geral. teríamos o seguinte saldo da PCLD: PCLD 7. Moraes Junior www.400 + 6.200 Constituição da PCLD por complementação: PCLD = 12.400 PCLD (total) = 6. (*) Em 2008. não havia mais concordata e sim recuperação judicial. ou seja.600 Lançamento: Despesas com Provisões (Despesa) a PCLD (Ativo Circulante – Retificadora) GABARITO: D 6.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Neste caso.200 (saldo atual da PCLD) = 6.000.000 = 6. conseguindo um acordo judicial à base de 68%. Moraes Junior 31/12/2008 ⇒ Créditos a Receber = 180. Nesse caso.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata (*).

000. Taxa de Depreciação = 10% ao ano Prof.00 Depreciação Acumulada = R$ 200. de outros bens com vida útil de 5 anos.00.000.00.000. A questão pede a “Depreciação Acumulada”. Resolução 31/03/2008: Bens Depreciáveis I = R$ 800. em 31/12/2008.000. já contabilizada. Bens Depreciáveis 2 = R$ 300.000. em 01/04. no valor de R$ 300. 31/12/2008: Bens Depreciáveis (Total) = R$ 1.000. com uma Depreciação Acumulada.00.00. d) R$ 320. Considerando que todo o saldo anterior é referente a bens depreciáveis à taxa anual de 10%.100.00 Taxa de Depreciação = 10% ao ano Repare que a questão não informou o método de depreciação: portanto. em primeiro de abril.000. temos que calcular até o final do ano. que vai acumulando os saldos das despesas com depreciação de todos os períodos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. de outros bens com vida útil de 5 anos.000.(AFRFB-2009-Esaf) Na Contabilidade da empresa Atualizadíssima S.000.00.1 – Bens Depreciáveis 1: como a depreciação acumulada já foi calculada até 31/03/2008. c) R$ 325. Moraes Junior 120.pontodosconcursos.000.000. em decorrência da aquisição.00 em 31/03/2008.com.00). deve ser adotado o método linear.100.00. Entretanto.00. Moraes Junior www.br 94 .00 Taxa de Depreciação = 1/5 ano = 20% ao ano I – Cálculo da Depreciação Acumulada em 31/12/2008: I.000. b) R$ 305.000.A. e) R$ 290.00 (aquisição. podemos dizer que no balanço patrimonial a ser encerrado em 31 de dezembro de 2008 o saldo da conta Depreciação Acumulada deverá ser de a) R$ 340. conta patrimonial. nessa data.00.000. o saldo da conta de bens depreciáveis havia saltado para R$ 1. os bens depreciáveis eram apresentados com saldo de R$ 800. no valor de R$ 300. com saldo de R$ 200.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 1) = 200.000 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Bens 2) = Taxa x Período x Base de Cálculo Depreciação Acumulada (Bens 2) = 20% x 0. a empresa registrou seus ganhos ou perdas de capital com o seguinte lançamento de fórmula complexa: a) Diversos a Diversos Caixa Perdas de Capital a Veículo “A” a Veículo “B” 29. por R$ 29.(AFRFB-2009-Esaf) A empresa Revendedora S.000 + 60.000 = 305. Taxa de Depreciação = 20% ao ano Período = de 01/04/2008 a 31/12/2009 = 9 meses = 9 meses/12 meses ⇒ Período = 3/4 ano = 0. Moraes Junior www.000.75 x 800.00 e depreciação acumulada de 55%. Em 30 de setembro de 2008.000 + 10% x 0.00 6.2 – Bens Depreciáveis 2: como não foi informada a data de entrada em operação dos bens.00 35.000. Moraes Junior Período = de 01/04/2008 a 31/12/2009 = 9 meses = 9 meses/12 meses ⇒ ⇒ Período = 3/4 ano = 0.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 2) = 45.000 GABARITO: B ⇒ ⇒ 121. O primeiro desses carros já era da empresa desde 2005.000.000 I.75 ano (até 31/03/2008.000.br 95 .com. considera-se que é a data de aquisição (abril/2008).00.75 ano Base de Cálculo da Depreciação = 300.00 Prof.000 + 45. alienou dois veículos de sua frota de uso.000.000 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Bens 1) = Depreciação Acumulada (até 31/03) + Taxa x Período x Base de Cálculo (de 31/03 a 31/12) ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 1) = 200.000 = 260. a depreciação acumulada já está calculada) Base de Cálculo da Depreciação = 800.A.pontodosconcursos.00 35. O segundo veículo foi comprado em primeiro de abril de 2008 por R$ 10. tendo entrado no balanço de 2007 com saldo de R$ 25.000.000. quando esses veículos foram vendidos. a vista. não tendo participado do balanço do referido ano de 2007.00.000.000.000 Depreciação Acumulada Total = 260.00 25.00 10.75 x 300. A empresa atualiza o desgaste de seus bens de uso em períodos mensais.

000.00 29.500.500.00 29.500.500.000.500.00 35.000.750.000. Moraes Junior www.00 7.75 ano Prof.750.00 17.000.000.00 42.00 35.00 29.00 48.000.com.500.750.00 35.00 96 .00 11.00 13.500.00 42.00 46.000.750.pontodosconcursos.00 12. Moraes Junior b) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital c) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital d) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital e) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital Resolução 30/09/2008 Alienação de Dois Veículos = 29.000 Período = anterior a 2008 + 9 meses/12 meses ⇒ Período = anterior a 2008 + 3/4 ano = anterior a 2008 + 0.000.500.br 29.00 19.00 13.000.00 18.00 47.00 35.00 46.00 Sabe-se que a vida útil de um veículo é igual a 5 anos Taxa de Depreciação = 1/5 = 20% ao ano Se nada foi informado: depreciação linear I – Cálculo do Valor Contábil do Veículo 1: Veículo 1 (registrado no balanço em 2007) = 25.000.000.00 48.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 47.000.

500 = 7.000 = 9.5 x 10.5 ano Depreciação Acumulada = 20% x 0.000 III – Apuração do ganho ou perda de capital: Valor da Alienação dos dois Veículos (-) Valor Contábil do Veículo 1 (-) Valor Contábil do Veículo 2 Ganho de Capital IV .br 97 .Vamos fazer os lançamentos: IV.000 Período = de abril a setembro = 6 meses/12 meses = 0. Acumulada ⇒ Valor Contábil (Veículo 2) = 10.000 Prof.1 .000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 2) = 10% x 10. 55% do valor depreciável do veículo 1 já foi depreciado até 31/12/2007.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. ou seja. Moraes Junior Repare que a questão informa a depreciação acumulada em termos percentuais.000 – 1.000) 12.Venda à Vista: Caixa (Ativo Circulante) a Outras Receitas (Receita) 29.000 = 1. Valor Depreciável = 25.000 (7.000 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Veículo 1 até 31/12/2007) = 55% Depreciação Acumulada (em 2008 – Percentual) = Taxa x Período ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (em 2008 – Percentual) = 20% x 0.000 = 17.500 II – Cálculo do Valor Contábil do Veículo 2: Veículo 2 (comprado em 01/04/2008) = 10. Moraes Junior www.500) (9. Acumulada ⇒ Valor Contábil (Veículo 1) = 25.500 Valor Contábil (Veículo 1) = Custo de Aquisição – Dep.com.pontodosconcursos.75 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (em 2008 – Percentual) = 15% Depreciação Acumulada Total (Percentual) = 55% + 15% = 70% ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 1) = 70% x 25.500 ⇒ ⇒ 29.000 – 17.000 Valor Contábil (Veículo 2) = Custo de Aquisição – Dep.

000 1.1) 9.000 (II.000 1.000 IV.500 Depreciação Acumulada 17.2) 1.000 IV.500 (III.com.000 17.000 (III.000 (III.br 98 .2) 16.2) 7.4 – Portanto.500 7.000 (II. teríamos: Veículos 25. teríamos: Caixa Saldo Inicial 29.000 17. Moraes Junior Em razonetes.500) 12.000 (I) 29.500 9.pontodosconcursos.2) 16.500 (II.500 (II.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.1) 10.000 IV.500 1.Baixa dos Veículos (pelo valor contábil): Outras Despesas (Despesa) a Veículos (ANC – Imobilizado) Outras Despesas (Despesa) a Veículos (ANC – Imobilizado) Em razonetes.2) 0 Outras Despesas 7. o ganho de capital será (refazendo com base nos razonetes): Outras Receitas (-) Outras Despesas Ganho de Capital Lançamento consolidado: 29.000 Em razonetes.500 Depreciação Acumulada (ANC – Imobilizado – Retificadora) a Veículos (ANC – Imobilizado) 1.1) 9.1) 10.2 – Apuração do Valor Contábil: Depreciação Acumulada (ANC – Imobilizado – Retificadora) a Veículos (ANC – Imobilizado) 17. Moraes Junior www.000 (II. teríamos: Veículos 25.1) 17.000 (16.500 Prof.000 0 Outras Receitas 29.500 (II.500 (III.3.000 (I) SI + 29.

br 99 . quando corresponder à perda de valor.500 + 9.os investimentos em participação no capital social de outras sociedades.000 (17.000) Diversos a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Depreciação Acumulada (ANC .000 – 7.500 + 1. Resolução Vamos analisar as alternativas: a) provisão para perdas prováveis.500 35. 183. quando essa perda estiver comprovada como permanente. sem custo para a companhia. do art. deduzido de provisão para perdas prováveis na realização do seu valor. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado.000 + 7.500 47.com.500 + 1.000 47.000 18.000) 12.404/76: Art. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização. de ações ou quotas bonificadas.000 18. Prof. Moraes Junior Diversos a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Depreciação Acumulada (ANC) a Ganho de Capital (Receita) a Veículos (ANC – Imobilizado) 29. De acordo com os incisos III e IV. quando este for inferior.pontodosconcursos. No balanço.500 (17. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial.Imobilizado) a Ganho de Capital (Receita) a Veículos (ANC – Imobilizado) GABARITO: B 29.500 12. ressalvado o disposto nos artigos 248 a 250 (investimentos avaliados pela Equivalência Patrimonial). decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. ação da natureza ou obsolescência.500 (29.500 – 9. quando este for inferior.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. ou bens aplicados nessa exploração. 183. b) depreciação.500 122. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso.(AFRFB-2009-Esaf) A diminuição do valor dos elementos do ativo será registrada periodicamente nas contas de: a) provisão para perdas prováveis. c) exaustão. quando este for superior. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização. d) provisão para ajuste ao valor de mercado. e que não será modificado em razão do recebimento. pelo custo de aquisição. os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios: III . Moraes Junior www.000) 35. e) amortização. da Lei no 6.

pelo custo de aquisição ou produção. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado. decorrente da sua exploração. da Lei no 6.pontodosconcursos.br 100 . A alternativa está correta.os demais investimentos. Moraes Junior IV . quando corresponder à perda do valor. Para as alternativas “b”. c) exaustão. De acordo com os incisos III e IV. A alternativa está incorreta. deduzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado.404/76: § 2o A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e intangível será registrada periodicamente nas contas de: a) depreciação. de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. ou para redução do custo de aquisição ao valor de mercado. pelo custo de aquisição. A alternativa está incorreta.404/76: II . quando corresponder à perda de valor. quando corresponder à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. ⇒ é depreciação. quando este for inferior.com. Moraes Junior www. produtos em fabricação e bens em almoxarifado.os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos do comércio da companhia. 183. do art. A alternativa está incorreta. A alternativa está incorreta. ⇒ é amortização.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. ação da natureza ou obsolescência. quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. deduzido de provisão para atender às perdas prováveis na realização do seu valor. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. d) provisão para ajuste ao valor de mercado. do art. 183. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado. quando este for inferior. e) amortização. ação da natureza ou obsolescência. ⇒ é exaustão. GABARITO: A Prof. assim como matérias-primas. b) depreciação. b) amortização. c) exaustão. quando este for superior. ou bens aplicados nessa exploração. da Lei no 6. ou bens aplicados nessa exploração. “c” e “e”: De acordo com o § 2o. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial.

Ao ser contabilizada a operação acima.br 101 .500 (três parcelas mensais e iguais) ICMS = 12% (imposto por dentro ⇒ já está embutido no preço) – como foi adquirido um bem de uso.00.720.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.500.00. o ICMS não será recuperável.000 6. Moraes Junior www. pagando uma entrada de 25% em dinheiro e financiando o restante em três parcelas mensais e iguais. Resolução Bem de uso = 6.280.500) ⇒ crédito na conta “Caixa” 4.00.500 Prof.(AFRFB-2009-Esaf) A firma comercial Alvorada Mineira Ltda. A operação foi tributada com ICMS de 12%. ou seja.000 Entrada = 25% x 6. b) R$ 4. c) R$ 5.000. adquiriu um bem de uso por R$ 6. d) R$ 5.000 = 1. teríamos: Bens de Uso 6.780. Lançamento: Bem de Uso (ANC) a Diversos a Caixa (Ativo Circulante) 1.000 Caixa Saldo Inicial 1.pontodosconcursos.500 a Financiamento a Pagar (Passivo Circulante) 4.00.220.com. o patrimônio da firma Alvorada evidenciará um aumento no ativo no valor de: a) R$ 6.500 Aumento no Ativo Bem de Uso (-) Pagamento à vista Aumento do Ativo GABARITO: B 6.000 (I) 6. e) R$ 3.500 (I) SI Financiamentos a Pagar 4.500 Em razonetes.00. fará parte do custo de aquisição do bem.000 ⇒ débito na conta “Bem de Uso” (1.00. Moraes Junior 123.500 Financiamento = 4.500 (I) 4.

25 x 8.(ATRFB-2009-Esaf) A empresa Hélices Elíseas S.550 Prof. Moraes Junior www. já tinha máquinas e equipamentos adquiridos em outubro de 2007.00. em primeiro de abril de 2008. por R$ 6.25 ano Base de Cálculo = 8.000. c) R$ 21.00.00 e mais outra.500.000 ⇒ Depreciação Acumulada = 10% x 1.pontodosconcursos. no balanço de 31/12/2008: Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo Taxa = 10% ao ano Período = de outubro/2007 a dezembro/2008 = 1 ano e 3 meses Período = 1 ano + 3/12 ano = 1.A. Acumulada Valor Contábil (Máquinas e Eqptos) = 8.000 Valor Contábil (Máquinas e Eqptos) = Custo de Aquisição – Dep. Moraes Junior 124.00.000 (outubro/2008) Vida Útil = 10 anos Taxa de Depreciação = 1/10 = 10% ao ano Nada foi informado: método linear de depreciação I – Cálculo do valor contábil das maquinas adquiridas em outubro de 2007.000 (abril/2008) Compra da Máquina 2 = 10.75 x 6.00.300.000 – 1.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. no balanço de 31/12/2008: Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo Taxa = 10% ao ano Período = de abril/2008 a dezembro/2008 = 9 meses = 9/12 = 3/4 = 0. o seu valor contábil será de a) R$ 22.000 – 450 = 5. por R$ 10. podemos dizer que.75 ano Base de Cálculo = 6. b) R$ 22.000 = 1.400. Sabendo-se que a vida útil desses equipamentos é de apenas dez anos.br 102 .600.000 = 7. em primeiro de outubro de 2008.000 Compra da Máquina 1 = 6.000 = 450 Valor Contábil (Máquina 1) = Custo de Aquisição – Dep. por R$ 8.000.000 Depreciação Acumulada = 10% x 0.800. Acumulada Valor Contábil (Máquina 1) = 6.com. e) R$ 20.00. d) R$ 21.000 II – Cálculo do valor contábil das maquinas adquiridas em abril de 2008. quando comprou outra.00.000. no balanço de 31 de dezembro de 2008. Resolução Máquinas e Equipamentos (adquiridos em outubro de 2007) = 8.00.

com contas a receber no valor de R$ 800. Acumulada Valor Contábil (Máquina 2) = 10. b) R$ 13. no balanço de 31/12/2008: Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo Taxa = 10% ao ano Período = de outubro/2008 a dezembro/2008 = 3 meses = 3/12 = 0.000 GABARITO: A Prof. c) R$ 11.750 22.br 103 .750 IV – Valor contábil total: Valor Contábil (Máquinas e Eqptos) Valor Contábil (Máquina 1) Valor Contábil (Máquina 2) Valor Contábil Total GABARITO: B 7.000 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (31/12/2007) = 13. Resolução A constituição de provisão para crédito de liquidação duvidosa (PCLD) faz com que as contas a receber sejam avaliadas de acordo com o critério do valor provável de realização.000 Provisão para 2008: 3. Moraes Junior III – Cálculo do valor contábil das maquinas adquiridas em outubro de 2008. igual às perdas efetivas ocorridas no recebimento de créditos nos últimos três exercícios.000 Depreciação Acumulada = 10% x 0.5% x 800. tinha também uma conta de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo remanescente de R$ 13.12. mandou fazer nova provisão baseada numa estimativa de perdas de 3..(ATM-Natal/RN-2008-Esaf) A empresa Fastfood Ltda.5%. No encerramento do exercício de 2007.25 x 10.550 9.000.00.25 ano Base de Cálculo = 10.000.000 5.5% Despesas com Provisões = 3.000 – 250 = 9. a empresa levará ao resultado do exercício uma despesa provisionada de: a) R$ 15.000 – 13. em 31.pontodosconcursos.300 125. tendo em vista que a PCLD é constituída justamente baseando-se em estimativas de possíveis não pagamentos de clientes.00.00.com.000. Moraes Junior www.000.000.000. d) R$ 24.2007.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 ⇒ ⇒ Despesas com Provisões = 15. Feitos os lançamentos cabíveis.00.00.00. e) R$ 28.000.000 = 28.000 – 13.000 = 250 Valor Contábil (Máquina 2) = Custo de Aquisição – Dep. Contas a Receber = 800.

1 – Máquinas adquiridas até dezembro/2007 Máquinas adquiridas até dezembro/2007 = 770.00.000 abril de 2008 = 80.500. adquiridas em abril de 2008: R$ 80.000 + 130.000.000 = 900. Resolução Máquinas e Equipamentos = 900.00. b) R$ 150.000 Despesas com Depreciação em 2008 = 180.(ATM-Natal/RN-2008-Esaf) A empresa Meireles S. c) R$ 191.000 = 198.pontodosconcursos.12.000 + 6.000.00.00. que já tem Depreciação Acumulada no valor de R$ 240.000 + 20% x 6/12 meses x 60. pode-se dizer que a despesa de depreciação.000 abril de 2007 = 130. e adquiridas em julho de 2008: R$ 60.br 104 .00.000. A composição das máquinas é a seguinte: adquiridas até 2006: R$ 770.00. d) R$ 198.00. e) R$ 208.000 (seis meses até 31/12/2008) Vida Útil das Máquinas = 5 anos Taxa de Depreciação = 1/5 anos = 20% ao ano Depreciação contabilizada anualmente Nada foi informado: método linear de depreciação I – Cálculo da despesa com depreciação em 31/12/2008: I.000 Depreciação Acumulada = 240. em 31.000. A vida útil das máquinas é estimada em 5 anos e a depreciação é contabilizada anualmente. Com base nessas informações.com.000 Máquinas Máquinas Máquinas Máquinas adquiridas adquiridas adquiridas adquiridas em em em em 2006 = 770.000 Despesas com Depreciação em 2008 (1) = 900.000.A.00. será de: a) R$ 18.00.000.000 I. Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.2007.000 (nove meses até 31/12/2008) julho de 2007 = 60.000 Despesas com Depreciação em 2008 (2) = 12.00 na conta Máquinas e Equipamentos. Moraes Junior 126.000 GABARITO: D Prof.00 + 18. no exercício social de 2008.00. adquiridas em abril de 2007: R$ 130.000.000..000 = 18.000. ter um saldo de R$ 900.000 x 20% = 180.2 – Máquinas adquiridas em 2008: Despesas com Depreciação em 2008 (2) = 20% x 9/12 meses x 80.000.

referente a créditos já existentes em 2006 e de R$ 1. referente a créditos de 2007.700 Constituição de PDD = 3.800 105 . c) R$ 3.(AFC-STN-Áres:Contábil-Financeira-2008-Esaf) A empresa Dúbias Cobranças S/A tinha créditos no valor de R$ 160.100.600 ⇒ Constituição da PDD (31/12/2007) por Complementação = 1. devem ser consideradas diretamente como despesa.800 – 3.200 = 1.100 Duplicatas a Receber = 110.800. Resolução Duplicatas a Receber = 160. Duvidosa GABARITO: A Prof.300.300 – 1. houve a baixa de perdas no valor de R$ 3.00.pontodosconcursos.00.br ⇒ 1.000 = 3. no exercício de 2007.000.100.100 2. Perdas com Clientes a Duplicatas a Receber 1.00. perdas com créditos de liquidação duvidosa no valor de a) R$ 2.00 e deverá ir a balanço em 2007 com saldo equivalente a 3% dos créditos cabíveis. A conta provisão para créditos de liquidação duvidosa foi a balanço em 2006 com saldo de R$ 4.800.07. Moraes Junior www.00. Moraes Junior 127.900.600 Baixa por perdas de créditos de 2007 em 2007 = 1. pode-se dizer que essa empresa contabilizou.00. são referentes a créditos que não faziam parte do saldo final de “Duplicatas a Receber” em 2006.00 em 31. d) R$ 7.700 1. b) R$ 3. Durante o exercício de 2007.12.00.06 e de R$ 110.00.300 Constituição da PDD (31/12/2007) por Complementação = 3.600. Após a contabilização dos ajustes para o balanço de 2007.000 (31/12/2007) PDD (31/12/2007) = 3% x 110. se as perdas são do próprio exercício.100 ⇒ repare que.000 (31/12/2006) PDD (31/12/2006) = 4.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. e) R$ 7.200 Saldo de PDD (31/12/2007) = 4.com.200. pois não houve provisão para estas perdas.600 (+) Perdas com Clientes (2007) Perdas com Créditos de Liq.12.300 – 1.800 (3% dos créditos) Baixa por perdas de créditos de 2006 em 2007 = 3.200 PDD a Duplicatas a Receber 3.00 em 31. ou seja.

que o período é igual a 1 ano e que não há valor residual (não foi informado). como custo ou despesa operacional. será determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens depreciáveis. b) A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período-base com duração inferior a doze meses. nesta alternativa. Resolução Vamos analisar as alternativas: a) A quota de depreciação registrável na escrituração.br 106 .pontodosconcursos. na produção de seus rendimentos. Cálculo da Depreciação Anual: Depreciação = Taxa x Período x Valor Depreciável A banca considerou. como custo ou despesa operacional. ⇒ Prof. será determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens depreciáveis. c) A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte. a a) A quota de depreciação registrável na escrituração. no curso do período-base. e de bem acrescido ao ativo.(AFC-STN-Áres:Contábil-Financeira-2008-Esaf) Assinale abaixo opção que contém uma afirmativa falsa. d) Será admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. Neste caso. e) Podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal.com. Moraes Junior 128. Moraes Junior www. ou dele baixado. teríamos: Valor Depreciável = Custo de Aquisição – Valor Residual ⇒ ⇒ Valor Depreciável = Custo de Aquisição – 0 = Custo de Aquisição Período = 1 ano Depreciação (anual) = Taxa Anual x 1 ano x Custo de Aquisição ⇒ Depreciação (anual) = Taxa Anual x Custo de Aquisição Lançamento: Encargos de Depreciação (Custo ou Despesa Operacional) a Depreciação Acumulada A alternativa está correta.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. inclusive edifícios e construções e projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos.

inclusive edifícios e construções e projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos. e) Podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal. c) A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.pontodosconcursos. GABARITO: D Prof. ou seja. A alternativa está incorreta. e de bem acrescido ao ativo. d) Será admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte. na produção de seus rendimentos. ou dele baixado. na produção de seus rendimentos. A alternativa está correta. A taxa anual de depreciação é fixada em função da vida útil do bem. calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da exploração. no curso do período-base. A alternativa está correta. Moraes Junior www.com.br 107 . Período com duração inferior a doze meses: Depreciação = Taxa Anual x Período x Custo de Aquisição Período = Número de Meses/12 meses Exemplo: Um bem comprado e utilizado a partir de setembro de 2005 terá o seguinte período: Período = 4 meses (de setembro a dezembro)/12 meses = 1/3 do ano A alternativa está correta. Não é admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à depreciação. Moraes Junior b) A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período-base com duração inferior a doze meses.

000 = 1. e que a empresa quer contabilizar o evento com um único lançamento no livro Diário. d) R$ 520. Prof. a crédito.000.00.12. e) R$ 440.000.00 A empresa quer contabilizar o evento com um único lançamento no livro Diário I – Cálculo da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 4% x 32. O lançamento adequado para contabilizar essa operação de venda deverá considerar o seguinte mecanismo de débito e crédito: a) débito de Contas a Receber crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 38. Considerando que. mas já estava depreciado em 30%.00. por R$ 38. houve um crédito na conta de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa de R$ 760.000. Resolução Duplicatas a Receber = R$ 32. com saldo anterior de R$ 520. Moraes Junior 129. no livro Razão. Referido equipamento fora comprado por R$ 42.280 II – Lançamento da diferença entre o saldo anterior = 1.00. antes de elaborar o seu balanço anual. a prazo.pontodosconcursos.05 Experiência de perda efetiva no recebimento de itens dessa espécie = 4% nos últimos três exercícios sociais Provisão para devedores duvidosos (saldo anterior) = R$ 520. b) R$ 960. GABARITO: C 130.com. a débito.(ENAP-Contador-2006-ESAF) A firma Dadivo S/A vendeu. e com experiência de perda efetiva no recebimento de itens dessa espécie.00. precisa mandar constituir uma provisão para devedores duvidosos. comprovada em 4% nos últimos três exercícios sociais.00. em 31.05. a débito. o Contador deverá mandar fazer na conta Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa um registro de a) R$ 1.00. já existe uma conta de provisão com essa finalidade.00 R$ 38. não utilizado.00. a crédito.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.12.00.000. em 31.(SUSEP-2006-Esaf) A empresa Comércio Limitado. a crédito.280. c) R$ 760.000. uma máquina usada.00.00.280 – 520 = 760 (por complementação) Despesas com Provisões a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 760 Logo.00.br 108 . Moraes Junior www. tendo créditos a receber no valor de R$ 32.00.

400.00.00 crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 29.br 109 .000.pontodosconcursos.00 R$ 12. Resolução Empresa: Dadivo S/A Valor da Venda a prazo de Máquina Usada = R$ 38.00 R$ 38.600 12.000.00 R$ 8.000.00 R$ 42.000.600 Máquinas Depreciação Acumulada 42.600 = 29. Moraes Junior www.400.00 Depreciação Acumulada = 30% I – Cálculo da Depreciação Acumulada: Depreciação Acumulada = 30% x 42.600. R$ 38.000.Imobilizado) 12.00.00 e) R$ 50.600.400 Logo.00 R$ 4.000 12.400.b) Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 R$ 42.000.00 R$ 11.00 crédito de Lucro na Alienação R$ 8.Imobilizado – Retificadora) a Máquina (ANC .600 29.000. R$ 49. Moraes Junior débito de Contas a Receber R$ 38.com.00 R$ 42.000 = 12.00.00 R$ 7. débito de Contas a Receber débito de Prejuízo na Alienação crédito de Máquinas e Equipamentos débito de Contas a Receber débito de Depreciação Acumulada crédito de Máquinas e Equipamentos crédito de Lucro na Alienação débito de Contas a Receber débito de Depreciação Acumulada crédito de Máquinas e Equipamentos crédito de Lucro na Alienação R$ 38.400.000.400.600 II – Dados Iniciais: Máquinas 42.00.400 Valor Contábil = 42. Prof.600.000 Depreciação Acumulada 12.400.600 III – Determinação do Valor Contábil do Bem: Depreciação Acumulada (Ativo Não Circulante . o valor contábil do bem é igual a R$ 29.000.00 R$ 50.600 (III) 12.000 – 12.600.600.00 Valor de Aquisição da Máquina = R$ 42.000.00 c) d) R$ 49.00.

600 (III) 29.00 R$ 50.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.400) GABARITO: E R$ 38.00 R$ 50. Receita na Alienação a Lucro/Prejuízo na Alienação (Conta de Resultado) Lucro/Prejuízo na Alienação (Conta de Resultado) a Máquinas (ANC .000 3.Imobilizado – Conta Retificadora) a Máquina (ANC .00 R$ 8.Imobilizado) 12.600.600 + 29.000.00 R$ 12.000 12.com. houve um Ganho de Capital (Valor da Alienação maior que o Valor Contábil do Bem) – Outras Receitas. sem a utilização da conta Receita na Alienação.000 Lucro/Prejuízo na Alienação 29.00.400 Prof.000 29.000 (2) 8. 29.000 2.000 – 29.00 R$ 42. Moraes Junior IV – Lançamento da Operação de Venda: 1.Imobilizado) Receita na Alienação 38.pontodosconcursos.400 Máquinas 42.400 29.000 (1) 38. com um saldo credor de R$ 8.000 (2) 38.600 Conta a Receber (Ativo Circulante) a Lucro na Alienação (Conta de Resultado) Lucro na Alienação (Conta de Resultado) a Máquinas (ANC . Conta a Receber (Ativo Circulante) a Receita na Alienação (Receita – Conta de Resultado) 38. (38.600. haveria os seguintes débitos e créditos: débito de Contas a Receber débito de Depreciação Acumulada crédito de Máquinas (12.600. após a venda da máquina usada.Imobilizado) Ou seja. seria o seguinte: Depreciação Acumulada (ANC .400 (3) 38.400) crédito de Lucro Alien.400 (3) Contas a Receber 38.000.600.600. O Lançamento consolidado de toda a operação.600 Como a conta Lucro/Prejuízo na Alienação ficou.00 38. Moraes Junior www.br 110 .

. essa empresa deverá apresentar despesas no valor de a) R$ 5. utiliza duas máquinas em seu processo produtivo. e) R$ 7. e outra. não devem ser consideradas como despesas do período.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. em 31 de dezembro de 2005.640. Resolução Empresa: Domesticação Ltda . já havia sido paga a manutenção dos meses de janeiro e fevereiro de 2006. locada de Ferragens S/A.000.00.00 por mês.Máquina 2 (aluguel): R$ 250. no valor de R$ 8. sendo uma de sua propriedade.00 por máquina.(IRB-2006-Esaf) A empresa Domesticação Ltda.com. a R$ 250. O fato gerador da despesa de aluguel ocorre ao final de cada mês de aluguel.Despesas fixas mensais de manutenção: R$ 100. passou o mês e a empresa usufruiu do bem alugado. e em observância aos princípios contábeis de Competência e da Entidade. pelo regime de competência.300. Em manutenção mensal essas máquinas consomem despesas fixas de R$ 100. ao contrário do aluguel que só fora pago até o mês de outubro de 2005. ou seja. sendo que.00.400. cuja ocorrência verificou-se durante o ano inteiro. b) R$ 6. ocorre o fato gerador da despesa de aluguel. ainda não ocorreu em 2005. Ambas as máquinas têm vida útil estimada em dez anos. e. Moraes Junior 131.00. Moraes Junior www.000. I.200. no valor de R$ 10. foi considerado o valor contábil do bem e nem a sua depreciação).Paga a manutenção dos meses de janeiro e fevereiro de 2006: Pelo Regime de Competência. Despesas Pagas Antecipadamente = = 2 máquinas x 2 meses (jan e fev) x 100 = 400 Despesas Pagas Antecipadamente (Ativo Circulante) a Bancos (Ativo Circulante) 400 Prof.Máquina 1 (pertencente à empresa): R$ 10.000.200.00 (Vida Útil: 10 anos – Depreciação: 10% ao ano).br 111 . d) R$ 6.00 cada uma. c) R$ 6. pois são despesas pagas antecipadamente – o fato gerador das despesas.00.00..00.pontodosconcursos. esta máquina não é propriedade da empresa.00. Em decorrência dos fatos informados.00 por mês (pelo Princípio da Entidade. . por isso.

poderá ser vendido por a) R$ 5.900. adquirida por R$15.000 3 – Aluguel da máquina II = 12 meses x 250 = 3.00. mas a ocorrência se verificou durante o ano inteiro (Regime de Competência: como o fato gerador ocorreu. sem causar ganhos nem perdas contábeis? Referido bem.400 2 – Depreciação da máquina I = 10% x 10.000. b) R$ 5. Moraes Junior www. Resultado = Valor da alienação . o resultado desta alienação pode ser um ganho de capital. Vida Útil = 10 anos Valor Residual = 20% = 0.900.400 + 1.000 Total de Despesas (jan/05 a dez/05) = 2.400.00.000 + 3. e) R$ 3.000. considera-se a despesa incorrida durante todo o ano de 2005).br 112 . III.625.(TRF-2006-Esaf) Uma máquina de uso próprio. depreciável.400 GABARITO: C 132.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. adquirida por R$15.000 = 1.com. d) R$ 3.pontodosconcursos. depreciável. quando o valor da alienação é menor que o valor contábil do bem.00 em março de 1999 e instalada no mesmo dia.20 Prof. nas condições acima indicadas e sem considerar implicações de ordem tributária ou fiscal. Máquina de uso próprio. Resolução Quando bens do ativo não circulante imobilizado são alienados. ou pode ser uma perda de capital.00. Moraes Junior II. por quanto poderá ser vendida no mês de setembro de 2006.00.Valor Contábil Se Valor da Alienação > Valor Contábil ⇒ Ganho de Capital Se Valor da Alienação < Valor Contábil ⇒ Perda de Capital Se Valor da Alienação = Valor Contábil ⇒ Não ganho e nem perda de capital. quando o valor da alienação é maior que o valor contábil do bem.00.Aluguel da máquina 2: só foi pago até outubro de 2005.Despesas do Período (jan/05 a dez/05) – Princípio da Competência 1 – Manutenção das duas máquinas = 2 máquinas x 12 meses x 100 = 2. c) R$ 3.00 em março de 1999 e instalada no mesmo dia com previsão de vida útil de dez anos e valor residual de 20%.000.000 = 6.

000.100 ⇒ ⇒ Valor Contábil do Bem = 5.000.00. pois a máquina foi adquirida em março e instalada no mesmo dia) janeiro/2000 a dezembro/2000 = 1 ano janeiro/2001 a dezembro/2001 = 1 ano janeiro/2002 a dezembro/2002 = 1 ano janeiro/2003 a dezembro/2003 = 1 ano janeiro/2004 a dezembro/2004 = 1 ano janeiro/2005 a dezembro/2005 = 1 ano janeiro/2006 a setembro/2006 = 9 meses Período = 6 anos e 19 meses = 7 anos e 7 meses = 7 anos + 7/12 anos Período = 91/12 anos Depreciação Acumulada = Base de Cálculo da Deprec.(TRF-2006-Esaf) No encerramento do exercício de 2005.br ⇒ ⇒ 113 .1 = 9.000.000 – 9.900 IV – Venda sem causar ganhos nem perdas: Valor da Venda = Valor Contábil do Bem Valor da Venda = 5. c) R$ 24. no valor de R$ 12.000 = 12.10 ao ano II – Base de Cálculo da Depreciação = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ Valor de Cálculo da Depreciação = 15. b) R$ 19. no valor de R$ 17.00. e da provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro.00.100 III – Valor Contábil do Bem = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil do Bem = 15. e) R$ 36. no valor de R$ 7. Moraes Junior www. Com o registro contábil dos fatos indicados a empresa teve seu ativo patrimonial diminuído em a) R$ 12. da provisão para créditos de liquidação duvidosa. sem causar ganhos nem perdas contábeis? I – Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/10 = 0.000 x 91/12 x 0.com.000.00.00.00.000.2 x 15.000.000.00. a empresa Javeli S/A promoveu a contabilização do encargo de depreciação do exercício.pontodosconcursos.000 II – Cálculo da depreciação acumulada: março/1999 a dezembro/1999 = 10 meses (março também entra.900 GABARITO: A 133.000 – 0. x Período x Taxa de Depreciação ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada = 12. d) R$ 29.000. Moraes Junior Por quanto poderá ser vendida no mês de setembro de 2006. Prof.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

00. Moraes Junior www.Provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro: Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão de IR ou Contribuição Social (Passivo Circulante) Vamos à resolução da questão: Empresa: Javeli S/A (Exercício de 2005) Depreciação do exercício = R$ 12. e Provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro = R$ 17.000 7. Vamos a eles: Lançamentos: I .Imobilizado – Conta Retificadora) II – Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Conta Retificadora) III – Provisão para IR e Contribuição Social sobre o Lucro Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão de IR ou Contribuição Social (Passivo Circulante) 12.00. Provisão para créditos de liquidação duvidosa = R$ 7.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.Encargos de Depreciação: Despesas com Depreciação (Despesa – Conta de Resultado) a Depreciação Acumulada (ANC .Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante ou ANC Realizável a Longo Prazo – Conta Retificadora) III .000.pontodosconcursos.000. Moraes Junior Resolução O importante nesta questão é conhecer os lançamentos que serão efetuados em caso de despesas com depreciação e despesas com provisões.000 17.com. Ativo patrimonial diminuiu em? I – Depreciação do Exercício Despesas com Depreciação (Despesa – Conta de Resultado) a Depreciação Acumulada (ANC .00.Imobilizado – Conta Retificadora) II .000 Prof.000.br 114 .

50. A segunda.000 = 19.662. foi adquirida por R$ 4. máquina Celta. Contingências. e) R$ 2. A empresa faz a apropriação das despesas com desgaste dos bens em lançamentos anuais. Depreciação Acumulada = 12. encerrado em 31 de dezembro. b) R$ 3.262.(ENAP-Contador-2006-Esaf) A empresa Sem Mércio S/A.00. Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.350. Ao elaborar as demonstrações relativas ao exercício de 2005.162.br 115 . iniciada em agosto de 2002.000 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 7.Provisão . pelo método da linha reta. as “provisões” do Passivo (ou “provisões passivas”) não são contas retificadoras e sim contas representativas de obrigações. A primeira delas.000.50. São exemplos: .725. Férias. por alienação. “Provisões” do Passivo Como as provisões são sempre contas de natureza CREDORA. em 2005.000 GABARITO: B 134. Décimo-Terceiro Salário. em virtude da apropriação pelo regime de competência. foi adquirida por R$ 10. mantinha a conta Máquinas e Equipamentos representando três máquinas em utilização na empresa.000.pontodosconcursos. enquanto que a máquina Alfa foi baixada do ativo imobilizado. c) R$ 2.000. iniciada em outubro de 2004.50.Provisão . IV – Valores que diminuíram o Ativo Patrimonial: correspondem aos créditos nas duas contas retificadoras do ativo.00 e tem vida útil de 10 anos. máquina Beta.00.Provisão . Sobre a máquina Celta é mantido um valor residual de 15% de seu custo histórico.Provisão .000 Total da Diminuição do Ativo Patrimonial = 12. a Contabilidade apresentou depreciação acumulada no valor de a) R$ 4. A terceira.00. foi adquirida por R$ 6. assim como as provisões abaixo.00 e tem vida útil de 8 anos. Prof. também chamadas de “Provisões para Pagamentos”. a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. também com vida útil de 10 anos.000 + 7.com. Moraes Junior A provisão para IR ou Contribuição é conta do passivo circulante. visando a uma possível reintegração. d) R$ 2. máquina Alfa. iniciada em abril de 2003.Provisão para para para para para o Imposto de Renda.

25 ano (ii) Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/10 = 0.Imobilizado) 2.br 116 . de acordo com o seguinte lançamento: Depreciação Acumulada – Alfa (ANC . Máquina Celta = R$ 10.00 (vida útil = 10 anos. iniciada em abril de 2003).000 x 1/8 x 3. Máquina Beta = R$ 4.100 III – Máquina Celta: (i) Período de Depreciação: De outubro/2004 a dezembro/2005 = 1 ano e 3 meses ⇒ ⇒ Período de Depreciação = 1 ano + 3/12 ano = 1.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. por alienação. Moraes Junior www.1 = 10% a a Prof.1 x 2. iniciada em agosto de 2002).00 (vida útil = 10 anos.50 (iv) Esta máquina foi baixada do Ativo Não Circulante Imobilizado por alienação. Moraes Junior Resolução Máquinas e Equipamentos: Máquina Alfa = R$ 6. iniciada em outubro de 2004) Depreciação: Método da linha reta.75 = 1.00 (vida útil = 8 anos.000.pontodosconcursos.Imobilizado – Conta Retificadora) a Máquinas e Equipamentos – máquina Alfa (ANC .42 = 2. Máquina Celta: valor residual de 15% Máquina Alfa: baixada do ativo imobilizado (ativo não circulante). Logo.com.42 anos (ii) Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/8 ao ano (iii) Depreciação Acumulada (Alfa) = 6.75 anos (ii) Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/10 = 0.50 II – Máquina Beta: (i) Período de Depreciação: De abril/2003 a dezembro/2005 = 2 anos e 9 meses ⇒ ⇒ Período de Depreciação = 2 anos + 9/12 ano = 2. a conta Depreciação Acumulada foi encerrada para calcular o valor contábil da máquina.000 x 0.562. Depreciação Acumulada em 31/12/2005 = ? I – Máquina Alfa: (i) Período de Depreciação: De agosto/2002 a dezembro/2005 = 3 anos e 5 meses ⇒ ⇒ Período de Depreciação = 3 anos + 5/12 ano = 3.562.1 = 10% a a (iii) Depreciação Acumulada (Beta) = 4.000.000.

000.000.000 = 24.000 – 24.00.5 anos Depreciação Linear Vida Útil = 5 anos Valor Residual = 20% Margem Bruta de Lucro na alienação = 25% (a empresa teve 25% de lucro na alienação.00 Tempo de uso = 3.25 = 1.00.600.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Resolução Máquina = R$ 120. I – Valor Residual = 20% x 120.50 GABARITO: E 135. 25% do preço de venda é lucro). a empresa Onetwoelen S/A. c) R$ 12.062. pode-se dizer que a empresa obteve. promoveu sua alienação.pontodosconcursos.(IRB-2006-Esaf) Possuindo. e) R$ 7.600.5 anos x 20% ao ano x 96.000 = 67. ou seja.062.br 117 .00.00. logrando obter margem bruta de lucro de 25%.100 + 1.500 (v) Depreciação Acumulada (Celta) = 8. Observando as informações acima.500 (iv) Valor utilizado no cálculo da depreciação = 10.000 – 1. há três anos e meio.200 Prof.200.50 = R$ 2. d) R$ 9.500 = 8.200. um lucro no valor de a) R$ 17.000 II – Base de Cálculo da Depreciação = 120. Moraes Junior (iii) Valor Residual = 15% x 10. Moraes Junior www.1 x 1. b) R$ 13.000 = 1.000 = 96.00.com.162. a prazo.00 e depreciada com base linear em vida útil de 5 anos e valor residual de 20%. nesta operação de venda.000. uma máquina comprada por R$ 120.000 III – Depreciação Linear (Vida Útil = 5 anos) ⇒ Taxa de Depreciação = 1/5 = 20% ao ano IV – Depreciação Acumulada = 3.50 IV – Determinação da Depreciação Acumulada Total: Depreciação Acumulada Total = Depreciação Acumulada (Beta + Celta) ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada Total = 1.500 x 0.

000.500 – 13.00.00. e) R$ 67. em 31 de dezembro de 2005 ele deverá apresentar valor contábil de a) R$ 35.500 = 13.600.500.br 118 .00.400 VII – Lucro na Alienação = 70.800/0. b) R$ 43.500 = 54.500.00 (incorporado ao ativo imobilizado em junho de 2002) Vida Útil = 10 anos Valor Residual = 20% do custo de aquisição Depreciação = método da linha reta Valor contábil em 31/12/2005 = ? I – Valor Residual = 20% x 67.875.500.pontodosconcursos. incorporou a seu ativo imobilizado.75 x Preço de Venda = Valor Contábil ⇒ ⇒ Preço de Venda = 52. c) R$ 48. estimando sua vida útil em dez anos.100.800 VI – Margem Bruta de Lucro na Alienação = 25% ⇒ ⇒ Preço de Venda – Valor Contábil = 0.500. III – Depreciação Linear (Vida Útil = 10 anos) ⇒ Taxa de Depreciação = 1/10 = 10% ao ano.75 = 70.(IRB-2006-Esaf) A empresa Almeiderson S/A adquiriu por R$ 67.000. d) R$ 54.00 um equipamento industrial que. Moraes Junior V – Valor Contábil da Máquina Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Depreciação Acumulada Valor Contábil do Bem 120. Moraes Junior www.com. II – Base de Cálculo da Depreciação = 67.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Prof.00. em junho de 2002.800 = 17.200) 52.600 GABARITO: A ⇒ 136. Resolução Equipamento Industrial = R$ 67.400 – 52.00. desde que sobrasse um valor residual de 20% do custo de aquisição.000 0 0 (67. Se a empresa utiliza o método da linha reta para depreciar tal equipamento.25 x Preço de Venda ⇒ 0.

a) 3% do total dos duodécimos contabilizados em duplicidade. uma vez que o referido lançamento só foi constatado na conciliação feita no mês seguinte. contabilizou a folha de provisão para férias do mês de outubro de 2005 com erro. registrados nos estoques devem ser estornados.br 119 . Considerando que a apropriação da folha de férias é feita em 30% para custo dos estoques e 70% para despesas administrativas e que de tudo que se fabrica no mês.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. b) 70% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados das despesas administrativas. Total em Anos = 0. c.A. Moraes Junior www. de Despesa com Provisão de Férias (Despesa) a Provisão para Férias (Passivo Circulante) Prof.500 – 19. De janeiro/2003 a dezembro/2003 = 1 ano. Resolução Provisão natureza credora) Lançamento: para Férias (conta do Passivo Circulante. e) 30% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados do custo dos estoques contra a provisão de férias.58 anos x 10% ao ano x 54.000 = 19. De janeiro/2004 a dezembro/2004 = 1 ano. c) 14% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados dos estoques. devem ser estornados do custo das mercadorias vendidas.583 ano b. da folha de férias de outubro de 2005.(AFRF-2005-Esaf) A empresa Divergências S.350 = 48. Moraes Junior IV – Período de tempo entre a aquisição (junho/2002) e o dia 31/12/2005 a. contabilizados a maior. se vende 50%. Foram provisionados em duplicidade o equivalente a 20% dos duodécimos. e d. contra a provisão de férias. indique qual estorno abaixo representa um ajuste necessário. d) 6% dos 20% dos duodécimos da folha de provisão de férias de outubro de 2005. De janeiro/2005 a dezembro/2005 = 1 ano.com.pontodosconcursos.350 V – Valor Contábil da Máquina = 67.150 (não há resposta correta.58 anos. De junho/2002 a dezembro/2002 = 7 meses = 7/12 ano = 0. A resposta que mais se aproxima é a alternativa “c”) GABARITO: C 137. IV – Depreciação Acumulada = 3.583 + 1 + 1 + 1 = 3.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Empresa: Divergências S.A. Provisão para férias: contabilização do mês de outubro de 2005 com erro (provisionados em duplicidade o equivalente a 20% dos duodécimos) Apropriação da folha de férias = 30% para custo dos estoques e 70% para despesas administrativas. Tudo que se fabrica no mês, se vende 50%, Portanto, de acordo com a questão: Provisão para Férias (Mensal) = = 30% x Custo dos Estoques + 70% x Despesas Administrativas Qual o estorno considerando o referido lançamento só foi constatado na conciliação feita no mês seguinte? I – Provisão para férias: ocorreu um erro na contabilização e foi provisionado a mais (em duplicidade) 20% do valor mensal (duodécimo). Provisão para Férias referente ao Estoque: deve ser estornado somente o valor correspondente à parcela vendida (50%) Estorno em relação ao Estoque = 20% x 30% x 50% = 3% (a) 3% do total dos duodécimos contabilizados em duplicidade, da folha de férias de outubro de 2005, devem ser estornados do custo das mercadorias vendidas, contra a provisão de férias. – A alternativa está correta. (c) 14% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados dos estoques. – A alternativa está incorreta. (d) 6% dos 20% dos duodécimos da folha de provisão de férias de outubro de 2005, contabilizados a maior, registrados nos estoques devem ser estornados. – A alternativa está incorreta. (e) 30% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados do custo dos estoques contra a provisão de férias. – A alternativa está incorreta. Provisão para Férias referente às Despesas Administrativas: deve ser estornada a parcela integral (a despesa administração é lançada integralmente para o cálculo do resultado do exercício, independentemente da quantidade vendida). Estorno em relação às Despesas Administrativas = 20% x 70% = 14% (b) 70% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados das despesas administrativas. – A alternativa está incorreta. GABARITO: A

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 138.(ICMS-MG-2005-Esaf) A mina Etereal, após a aquisição e instalação, custara R$ 300.000,00 aos cofres da nossa empresa, mas tinha capacidade estimada em 500 mil metros cúbicos de minério e foi instalada com capacidade de exploração em 8 anos, mantendo-se o residual de proteção de 20% da capacidade produtiva. Ao fim do 5º ano de exploração bem-sucedida, a mina foi alienada por R$ 200.000,00, com quitação em vinte duplicatas mensais. Analisando essas informações, assinale abaixo a única assertiva que não é verdadeira. a) A exploração anual será de 50 mil m³ de minério. b) A taxa de exaustão será de 10% do custo total por ano. c) A taxa de exaustão será de 12,5% ao ano. d) Ao fim do 5º ano, a exaustão acumulada será de 50% do custo da mina. e) O custo a ser baixado no ato da venda será de R$ 90.000,00. Resolução Mina Etereal Custo de aquisição: R$ 300.000,00 Capacidade estimada (possança) = 500 mil metros cúbicos de minério Capacidade de exploração = 8 anos Residual de proteção = 20% da capacidade produtiva. Fim do 5º ano de exploração bem-sucedida: a mina foi alienada por R$ 200.000,00, com quitação em vinte duplicatas mensais. I – Cálculo da Taxa de Exaustão: Residual de Proteção = 20% x Capacidade Estimada = 20% x 500.000 m3 = Residual de Proteção = 100.000 m3 Exploração Anual = (Capacidade Estimada – Residual de Proteção)/Cap. de Explor. ⇒ ⇒ Exploração Anual = (500.000 – 100.000)/8 = 50.000 m3 de minério Taxa de Exaustão 1 = Exploração Anual/Capacidade 50.000/500.000 = 0,1 ⇒ ⇒ Taxa de Exaustão = 10% do custo total por ano Estimada =

Entretanto, também é possível o cálculo da taxa de exaustão utilizando somente a sua capacidade de exploração (vida útil da mina). Neste caso, a taxa de exaustão seria; Taxa de Exaustão 2 = 1/8 anos = 0,125 = 12,5% ao ano Vamos analisar as alternativas: (a) A exploração anual será de 50 mil m³ de minério. – A alternativa está correta.
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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior (b) A taxa de exaustão será de 10% do custo total por ano. – A alternativa está correta. (c) A taxa de exaustão será de 12,5% ao ano. – A alternativa está correta. II – Cálculo da exaustão acumulada na data da alienação: Período de exploração até a alienação = 5 anos Exaustão Acumulada = Taxa de Exaustão x Período x Custo de Aquisição da Mina ⇒ ⇒ Exaustão Acumulada = 10% x 5 x Custo de Aquisição da Mina ⇒ ⇒ Exaustão Acumulada = 50% x Custo de Aquisição da Mina ⇒ ⇒ Exaustão Acumulada = 50% x 300.000 = 150.000 (d) Ao fim do 5º ano, a exaustão acumulada será de 50% do custo da mina. – A alternativa está correta. III – Cálculo do valor contábil da mina na alienação: Valor Contábil da Mina = Custo de Aquisição – Exaustão Acumulada ⇒ Valor Contábil da Mina = 300.000 – 150.000 = 150.000

(e) O custo a ser baixado no ato da venda será de R$ 90.000,00. – A alternativa está incorreta. GABARITO: E 139.(ICMS-RN-2005-Esaf) A firma Linhas de Comércio Ltda. tem no livro razão uma conta intitulada “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa” com saldo credor de R$ 9.000,00, oriundo do balanço patrimonial de 2002, mas que permanece inalterado ao final do exercício de 2003. No balanço patrimonial, que será elaborado com data de 31.12.03, a empresa deverá demonstrar as contas “Duplicatas a Receber” e “Clientes”, com saldo devedor de R$ 350 mil e R$ 200 mil, respectivamente. Considerando-se que está comprovada a expectativa de perda provável de 3% dos créditos a receber, a empresa deverá contabilizar uma provisão. Este fato, aliado às outras informações constantes do enunciado, fará com que o lucro da empresa, referente ao exercício de 2003, seja reduzido no valor de a) R$ 7.500,00. b) R$ 9.000,00. c) R$ 16.290,00. d) R$ 16.500,00. e) R$ 25.500,00.

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será reduzido no valor de = ? I – Cálculo da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa em 31/12/2003: Base de Cálculo da Provisão = Duplicatas a Receber + Clientes ⇒ ⇒ Base de Cálculo da Provisão = 350.500 III – Apuração do resultado em 31/12/2003 (somente em relação à provisão): (-) Despesas com Provisões (Despesa) Redução do lucro (7.br 123 .000. Balanço Patrimonial (31.12. em virtude da constituição dessa provisão.500 – 9. GABARITO: A Prof.000 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 3% x Base de Cálculo ⇒ Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 3% x 550.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo da Provisão = 550.500 Logo.03) Duplicatas a Receber = R$ 350 mil Clientes = R$ 200 mil Comprovada a expectativa de perda provável de 3% dos créditos a receber Contabilizar uma provisão Lucro da empresa. mas que permanece inalterado ao final do exercício de 2003).000 (saldo da provisão) ⇒ Provisão a ser Constituída no Período = 7.500) 7. no valor de R$ 7.500.500 II – Fazendo a constituição da provisão por complementação: Provisão a ser Constituída no Período = 16.000 ⇒ ⇒ Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 16.000 + 200. Moraes Junior Resolução Empresa: Linhas de Comércio Ltda Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = R$ 9.500 Despesas com Provisões (Despesa) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) ⇒ ⇒ 7. Moraes Junior www.pontodosconcursos.00.com.00 (balanço patrimonial de 2002. referente ao exercício de 2003. haverá uma redução do lucro do exercício.

(ICMS-MG-2005-Esaf-Adaptada) A empresa ACD Ltda.00 e) R$ 936.br 124 .000..000. por não recebimento.00 e mandou fazer provisão para créditos de liquidação duvidosa no valor de R$ 810. provocará na Demonstração do Resultado do Exercício uma redução do lucro final no valor de a) R$ 774.03 = 3% Lançamento: Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante. Moraes Junior www.260. nos outros 40%. Contabilização da provisão para créditos de liquidação duvidosa.000.00 Resolução Empresa: ACD Ltda. mandando provisionar seus créditos para fins de balanço.000 = 0. mandando provisionar seus créditos para fins de balanço.pontodosconcursos.Retificadora) 810 Prof.00 c) R$ 450. referente ao exercício de 2005. a empresa adotou procedimento igual ao anterior.00 A empresa adotou procedimento igual ao anterior. Moraes Junior 140.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. em 31/12/x4 tinha valores a receber com saldo no valor de R$ 27.00.746.000. provocará na Demonstração do Resultado do Exercício uma redução do lucro final no valor de = ? I – Cálculo do percentual adotado pela empresa para a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PDD): Em 31/12/x4: Percentual = PDD/ Valores a Receber = 810/27. Com base nessas informações.00. nos outros 40%.00 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = R$ 810. 31/12/x5: Valores a Receber = R$ 42.com. referente ao exercício de 2005.00 b) R$ 1.00. Exercício de x5: a empresa recebeu e deu quitação a 60% desses créditos e mandou dar baixa.00 d) R$ 1. por não recebimento. Ao findar o ano com novos saldos no valor de R$ 42. 31/12/x4: Valores a Receber = R$ 27. Durante o exercício de x5 a empresa recebeu e deu quitação a 60% desses créditos e mandou dar baixa. podemos dizer que a contabilização da provisão para créditos de liquidação duvidosa.

000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 = 1.00 •valor de mercado em 31/12/2004 R$ 21. b) R$ 5.600.00. Moraes Junior www.00.000 Cálculo da Provisão em x5: Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa = 3% x 42.00. por complementação teríamos: Lançamento por complementação = 1. c) R$ 4.00.00 •valor residual estimado R$ 2.260 – 486 = 774 Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante.260 Como ainda há um saldo da provisão para créditos de liquidação duvidosa de R$ 486. •valor de mercado na data da compra R$ 25. Moraes Junior II – Lançamentos no Exercício de x5: Quitação de 60% da Provisão = 60% x 810 = 486 Perda Consumada de 40% (empresa mandou dar baixa) = 40% x 810 = 324 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) Final de x5: Valores a Receber = 42.000.00 GABARITO: A 141. e) R$ 1.Retificadora) 774 III – Cálculo da redução do Lucro final em x5 pela contabilização da PDD: Redução no Lucro = Despesa com Provisão = R$ 774.800.00.(ICMS-RN-2005-Esaf) Considere os seguintes dados e informações sobre determinado bem de uso.400.00.000. d) R$ 3.000. 324 Prof.000.00 •data de aquisição 01/07/2003 •vida útil estimada: cinco anos •data de encerramento de exercício social 31 de dezembro No exercício de 2004 o aludido bem de uso vai gerar encargos de depreciação no valor de a) R$ 5.com.pontodosconcursos.00 •valor de aquisição R$ 20.br 125 .000.

pontodosconcursos. por depreciação feita com base em vida útil estimada de 10 anos e saldo residual de 20% do custo.000 = 3. Referida máquina fora comprada por R$ 150.625. Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 b) R$ 63.400.00.00 d) R$ 86.000.00). devidamente contabilizada vai-nos mostrar que o preço de venda obtido na alienação foi de a) R$ 52.500.000 – 2.000 = 18. não que se falar em “Provisão para Ajuste a Valor de Mercado”.00 e) R$ 90.000.000. Encargos de Depreciação = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação = 20% x 1 ano x 18.2 = 20% II – Determinação da Base de Cálculo da Depreciação: Valor de Aquisição = 20. A operação. a empresa Milícias S/A mandou contabilizar a baixa por venda de uma máquina de uso. Prof. em primeiro de abril de 1998. auferindo um lucro da ordem de 20% sobre o preço obtido na alienação.00 Resolução Empresa: Milícias S/A Data: 20 de outubro de 2004 Venda de uma máquina de uso.000 Valor Residual = 2.00 c) R$ 65. GABARITO: D 142.000 Base de Cálculo (Valor Depreciável) = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ Base de Cálculo = 20. para fins de depreciação. e seu valor tem sido atualizado. Moraes Junior Resolução I – Cálculo da Taxa de Depreciação: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/5 anos = 0.000.(AFC-STN-2005-Esaf) Em 20 de outubro de 2004.com.000 ⇒ III – Cálculo dos Encargos de Depreciação em 2004: Como o bem foi adquirido em 2003. auferindo um lucro da ordem de 20% sobre o preço obtido na alienação. que não é aplicável a bens do ativo não circulante imobilizado. trimestralmente.br 126 . todo o ano de 2004.600 Apesar de ter sido informado o valor de mercado do bem e 31/12/2004 (R$ 21. que sofrem depreciação. considera-se.

000 Prof.00.000 = 78. considera-se que Máquina começou a ser utilizada na data de sua aquisição: 01/04/1998.000 – 20% x 150.br ⇒ ⇒ 127 . Preço da Venda = ? I – Aquisição da Máquina (supondo que a aquisição foi a vista) Lançamento: Máquina (ANC . como foi informado no enunciado. Essa era a “pegadinha” da banca examinadora.1 Base de Cálculo da Depreciação = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ Base de Cálculo da Depreciação = 150.000.000 II – Cálculo do período de utilização da Máquina até a venda Como nada foi dito.com. pois.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Período Total: 01/04/1998 a 31/12/1998 = 9 meses (começa exatamente no início do segundo trimestre) 1999 a 2003 = 5 anos 01/01/2004 a 20/10/2004 = 9 meses (o período a ser considerado será apenas até 30/09/2004.000 – 78. informou que é trimestral.Imobilizado) a Caixa (Ativo Circulante) 150.1 x 6.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo da Depreciação = 80% x 150. Moraes Junior Máquina: comprada por R$150.000 IV – Cálculo do valor contábil da Máquina em 20/10/2004 Valor Contábil = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil = 150.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo da Depreciação = 120.5 anos x 120.5 anos III – Cálculo da Depreciação Acumulada Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil da Máquina = 1/10 = 0. em 01/04/1998 Depreciação trimestral Vida útil da Máquina (estimada) = 10 anos Saldo residual = 20% do custo. a banca informa que a depreciação é mensal.000 Depreciação Acumulada = Taxa x Período Total x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada = 0. Moraes Junior www.000 ⇒ ⇒ Valor Contábil = 72. nesse caso. Normalmente. Período Total = 5 anos e 18 meses = 6 anos e 6 meses = 6. mas.pontodosconcursos. a depreciação é trimestral).

Moraes Junior V – Cálculo do valor da alienação da Máquina Lucro Obtido na Alienação = 20% x Valor da Alienação ⇒ ⇒ Lucro Obtido na Alienação = 0.2 ao ano Prof.600.500.000.(AFC-CGU-2004-Esaf) O nosso Ativo Imobilizado consta apenas de Equipamento adquirido por R$ 60.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 d) R$ 8.00 e) R$ 12. e Veículo comprado em julho do mesmo ano. nós consideramos a vida útil de 10 anos e 5 anos.00 Resolução Equipamento = R$ 60.2 x Valor da Alienação (a) Lucro obtido na alienação = Valor da Alienação – Valor Contábil ⇒ ⇒ Lucro obtido na alienação = Valor da Alienação – 72.000.000/0.00 c) R$ 7.000.00. respectivamente.500.00 (adquirido em abril de 2002) Vida Útil = 10 anos Veículo = R$ 45.400.00 (adquirido em julho de 2002) Vida Útil = 5 anos Valor residual = 20% Encargos de Depreciação em 2002 = ? I – Cálculo da Taxa de Depreciação: Taxa de Depreciação (Equipamento) = 1/Vida Útil = 1/10 anos = 0. por R$ 45.000 (b) (a) = (b) ⇒ 0.8 ⇒ ⇒ Valor da Alienação = 90.000 ⇒ 0.8 x Valor da Alienação = 72. com utilização imediata. O encargo de depreciação contabilizado no exercício social de aquisição (2002) foi no valor de a) R$ 4.2 x Valor da Alienação = Valor da Alienação – 72. com valor residual de 20%. Para fins de apropriar o desgaste físico.1 ao ano Taxa de Depreciação (Veículo) = 1/Vida Útil = 1/5 anos = 0. Moraes Junior www.00 b) R$ 6. em abril de 2002.br 128 .200.000 ⇒ ⇒ Valor da Alienação = 72.pontodosconcursos.000 GABARITO: E ⇒ 143.com.000.00.

200 GABARITO: C 144. mais algumas em fase de cobrança. algumas ainda a vencer. Moraes Junior www.1 x 0. no valor de R$ 98. é correto dizer que a Demonstração do Resultado do Exercício conterá como despesa dessa natureza o valor de ⇒ Prof. encontramos diversas duplicatas a receber.00.2 x 0.000 = 3.8 x 60. no valor de R$ 112.000 Base de Cálculo (Veículo) = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = Valor de Aquisição – 20% x Valor de Aquisição ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = 80% x Valor de Aquisição ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = 0.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. (Equipamento) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação (Equipamento) = 0.000 = 3.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = 36.000.600 Encargos de Dep.000.8 x 45. já protestadas. Moraes Junior II – Determinação da Base de Cálculo: Base de Cálculo (Equipamento) = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = Valor de Aquisição – 20% x Valor de Aquisição ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = 80% x Valor de Aquisição ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = 0. sendo correto um provisionamento deste porte.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = 48.000 III – Cálculo dos Encargos de Depreciação em 2002: Período Total (Equipamento) = de abril/2002 a dezembro/2002 ⇒ Período Total (Equipamento) = 9 meses = 9/12 ano ⇒ ⇒ Período Total (Equipamento) = 3/4 ano = 0.000.. (Veículo) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação (Veículo) = 0. Pelo conhecimento que temos da empresa e de sua carteira de cobrança. no valor de R$ 120.(AFRF-2003-Esaf) Ao examinarmos a carteira de cobrança da empresa Gaveteiro S/A. sabemos que a experiência de perda com esses créditos tem sido de cerca de 4%.00 e outras descontadas em Bancos.600 = 7.75 ano Período Total (Veículo) = de julho/2002 a dezembro/2002 ⇒ ⇒ Período Total (Veículo) = 6 meses = 6/12 ano = 0.75 x 48.pontodosconcursos.5 ano Encargos de Dep.600 Encargos de Depreciação (2002) = 3.000. no valor de R$ 111.com. outras já vencidas.600 + 3. Feitas as provisões e contabilizadas corretamente. Também havia uma Provisão para Créditos Incobráveis com saldo credor de R$ 4.br 129 .5 x 36.000.00.00.00. com base em 4% dos devedores duvidosos.

00 na conta Provisão p/ Créditos Incobráveis. o valor da despesa com essa Provisão no exercício será de R$ 9.000.760.000.00 e) R$ 5.000.720 Como já havia um saldo credor de R$ 4. também fazem parte da base de cálculo da “Provisão p/ Créditos Incobráveis”.pontodosconcursos.720.000 112.720. Lançamento: Despesa com Provisão p/ Créditos Incobráveis a Provisão p/ Créditos Incobráveis GABARITO: A 9.00 – R$ 4.00) – Método da Complementação.00.000. Perda com esses créditos = estimada em 4% Provisão p/ Créditos Incobráveis = ? I – Determinação da Base de Cálculo da Provisão p/ Créditos Incobráveis: Duplicatas a Receber a Vencer Duplicatas a Receber Vencidas Duplicatas Protestadas Base de Cálculo da Provisão p/ Créditos Incobráveis 120.000. .Duplicatas a Vencer = R$ 120.00 b) R$ 9. Moraes Junior www.00.00.000 Duplicatas Protestadas (Ativo Circulante) também são duplicatas a receber que não foram pagas no vencimento e foram protestadas pela empresa.Duplicatas Descontadas = R$ 98.720.00 (R$ 13.000 343.com.br 130 . . Provisão p/ Créditos Incobráveis = saldo credor de R$ 4.280.000.Duplicatas Vencidas = R$ 112. Provisão p/ Créditos Incobráveis = 4% x 343.000 111. Portanto.Duplicatas Protestadas = R$ 111.00 c) R$ 8.000 = 13. .00 d) R$ 5.000.800.00 Resolução Empresa Gaveteiro S/A Duplicatas a receber: . Moraes Junior a) R$ 9.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.640.00.720 Prof.00.

elaborada em 31.02. Depreciação (2002) = Enc.750 II.00. em 01/04/2002.750 = 22.00 em 01/10/2001. Resolução Máquina ALFA: Valor de Aquisição = R$ 130.(AFRF-2003-Esaf) A máquina ALFA foi comprada por R$ 130. Assim sendo.250.000.3 – Encargos de Depreciação em 2002: Enc.000.00. em 01/04/2002. Máquina BETA: Valor de Aquisição = R$ 130. Moraes Junior 145. b) R$ 9. referente à máquina BETA. O desgaste físico desses bens deverá ter contabilização anual. Depreciação (ALFA) + Enc.00 em 01/10/2001 e a máquina BETA foi comprada pelo mesmo preço. Moraes Junior www. e) R$ 22. referente a ambas as máquinas.750. Depreciação (2002) = 13.pontodosconcursos. referente à máquina ALFA.00. na Demonstração de Resultado do Exercício de 2002.75 ano x 130.000. Vida Útil das Máquinas = 10 anos (desgaste físico desses bens deverá ter contabilização anual) Demonstração de Resultado do Exercício de 2002: Encargos de Depreciação = ? I – Determinação da Taxa de Depreciação: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/10 anos = 0.000 II.000 Encargos de Depreciação (ALFA) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação (ALFA) = 10% x 1 ano x 130.12. referente à máquina BETA.000 = 13. constarão Encargos de Depreciação no valor de a) R$ 3.750. c) R$ 13.250.000 + 9.00.2 – Maquina BETA: adquirida em 01/04/2002 Período = abril/2002 a dez/2002 = 9 meses = 9/12 ano =3/4 ano = 0.com.00. Ambas as máquinas têm durabilidade igual: deverão ser usadas durante dez anos.1 – Máquina ALFA: adquirida em 01/10/2001 Período = jan/2002 a dez/2002 = 1 ano Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 130.000 = 9. Depreciação (BETA) ⇒ ⇒ Enc. d) R$ 16.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. referente à máquina ALFA.750 GABARITO: E Prof.000.1 = 10% ao ano II – Determinação dos Encargos de Depreciação em 2002: II.75 ano Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 130.00.br 131 .000 Encargos de Depreciação (BETA) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação (BETA) = 10% x 0.

00 (R$ 1.00 por mesa e R$ 250.44 d) R$ 10.00.00 para as mesas e de R$ 300. . 31/dezembro: . Moraes Junior www.br 132 .vida útil = 10 anos. I. . A empresinha da questão usa como mobília dois dos conjuntos adquiridos e os outros três foram destinados à revenda.622.00 para as mesas e de R$ 300.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 (mesa) + 4 x 250 (cadeiras) = 2.Outros três: destinados à revenda. que no Balanço Patrimonial os cinco conjuntos em epígrafe contribuirão com um custo de a) R$ 9. .000 Prof.00 para as cadeiras.888. com certeza. . sendo R$ 1. Segundo o costume usual os móveis brasileiros têm expectativa de vida útil de dez anos.00 para as cadeiras.00 por cadeira). adotando-se os critérios legais de avaliação de ativos.644. O preço total foi R$ 10.1 – O pagamento ocorrerá em 01/janeiro.(AFRF-2003-Esaf-Adaptada) Em primeiro de novembro a Nossa Firma adquiriu cinco conjuntos de mesas com quatro cadeiras.Usa como mobília: dois dos conjuntos adquiridos.2 – Valor do Conjunto: Valor do Conjunto = 1.22 b) R$ 9.55 Resolução Nossa Firma 01/novembro: . para pagamento em 60 dias.000.000.com. No dia 31 de dezembro os bens foram inventariados com base em pesquisa válida que encontrou preço líquido de mercado de R$ 900.Costume usual: Móveis brasileiros .pontodosconcursos.555.022.Preço total = R$ 10.Bens foram inventariados: preço de mercado de R$ 900.000.88 c) R$ 9. Moraes Junior 147.00 por mesa e R$ 250. podemos dizer.22 e) R$ 10. Com base nestes dados e informações.Proprietário falou e disse: “a depreciação dos bens de uso será feita em 12 anos”.Adquiriu 5 conjuntos de mesas com 4 cadeiras (pagamento em 60 dias). Balanço Patrimonial: os cinco conjuntos contribuirão com um custo = ? I – Aquisição dos Conjuntos (01/nov): 2 conjuntos para uso e 3 conjuntos para revenda (pagamento em 60 dias) I. . mas o proprietário falou e disse: “vou cuidar para que a depreciação dos bens de uso seja feita em 12 anos”.00 por cadeira.000.

pois o valor de mercado é maior: Prov. os encargos de depreciação por ano serão menores – custo menor gera um maior lucro ou um menor prejuízo. de acordo com o art. pois.000 Móveis e Utensílios (ANC-Imobilizado) – 2 conjuntos 4.404/76.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.56 Lançamento: Encargos de Depreciação (Despesa) a Depreciação Acumulada (ANC-Imobilizado) 55.pontodosconcursos. Moraes Junior www. O valor das cadeiras não sofrerá provisão.1 = 10% ao ano II.com.2 – Proprietário da Empresa: Vida Útil = 12 anos Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/12 ao ano (poderá ser utilizada esta taxa de depreciação. Portanto.000 II – Determinação da Taxa de Depreciação: II.1 – Costume usual: Vida Útil = 10 anos Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/10 = 0. da Lei no 6. III – Cálculo dos Encargos de Depreciação: só os 2 conjuntos de mesas e cadeiras destinados ao uso sofrerão depreciação (os 3 conjuntos destinados à revenda não sofrem depreciação). para Ajuste ao Valor de Mercado = 3 conjuntos x (1. indica maior valor de imposto e maior arrecadação). Moraes Junior I. apesar de não ser o costume usual.000 Encargos de Depreciação = Período x Taxa de Depreciação x Base de Cálculo ⇒ Encargos de Depreciação = 1/6 x 1/12 x 4. deve ser realizada uma provisão para ajuste ao valor de mercado das mesas colocadas para revenda.000 – 900) = 300 Prof. 183. a empresa pode utilizar essa taxa de depreciação.56 IV – Determinação das Provisões: Em 31/dezembro: Valor de Mercado das Mesas = 900 Valor de Mercador das Cadeiras = 300 Logo.000 133 . Período: 01/nov a 31/dez = 2 meses = 2/12 meses = 1/6 ano Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 4.br 10. E maior lucro.000 = 55.3 – Lançamentos: Diversos a Duplicatas a Pagar (Passivo Circulante) Mercadorias (Ativo Circulante) – 3 conjuntos 6.

944. é e R$ 22. Em 31 de dezembro do mesmo ano.000. há um ano e meio.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Lançamento: Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado (Ativo Circulante) V – Custo dos conjuntos no Balanço Patrimonial: V.644.00.000 – 55.Restante da vida útil. é de R$ 21.1 – Conjuntos destinados à revenda: Valor Contábil = Valor de Aquisição – Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado ⇒ Valor Contábil = 6.44 = 9.700 + 3.com.700 V.450.100.00.44 300 ⇒ Valor Contábil Total dos Conjuntos = 5. no comprador. Empresa: Ameriflores Ltda. pagando 60% à vista.650.2 – Conjuntos destinados ao uso: Valor Contábil = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil = 4.44 GABARITO: C 148. Prof. em relação ao referido veículo.00. O carro fora comprado novo pelo ora vendedor pela quantia de R$ 27. e contabilizado com valor residual de R$ 12. Moraes Junior www. e II . pagando 60% a vista.00 c) A operação de compra deu ao vendedor um lucro de R$ 4. 01/outubro/2001: Adquiriu um veículo usado por R$ 23.00 b) O valor contábil do veículo.000.00 Resolução No caso de bens adquiridos usados a taxa anual de depreciação será determinada considerando-se o maior entre os seguintes prazos: I .00 d) A operação de compra deu ao vendedor uma perda de R$ 500.850.00.pontodosconcursos.2-Esaf) Em primeiro de outubro de 2001. a Ameriflores Ltda adquiriu um veículo usado por R$ 23.56 = 3.00 e) O valor contábil do veículo. considerada em relação à primeira instalação para utilização do bem.000.br 134 .000 – 300 = 5.000. A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (5 anos). no comprador.Metade da vida útil do bem adquirido novo.(TRF-2002.944. pode-se afirmar que: a) A conta Depreciação Acumulada desse veículo terá saldo de R$ 5.

com.2 x 1.5 anos Vida Útil Restante do Veículo = 5 anos – 1.5 anos = 2/7 ao ano Entretanto.000.2 = 20% ao ano Valor de Aquisição do Veículo = 27. a taxa de depreciação utilizada será a vida útil restante do veículo.000 = 15.000 = 4.500 Valor Contábil do Veículo = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil do Veículo = 27.5 x 15. visto que a vida útil restante é maior que a metade da vida útil do veículo. de acordo com a questão: A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (cinco anos). há um ano e meio. “Pegadinha” da banca examinadora! Prof.000 – 12.1 – Determinação da Taxa de Depreciação: Metade da Vida Útil do Veiculo Novo = 5 anos/2 = 2.5 anos = 3.5 anos Logo.000 – 22.500 Valor da Alienação do Veículo = 23.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00.00.000 Ganho de Capital = Valor da Alienação – Valor Contábil ⇒ Ganho de Capital = 23. A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (cinco anos).500 ⇒ ⇒ Ganho de Capital = 500 ⇒ ⇒ II – Empresa Ameriflores Ltda (compradora do veículo): II.000 ⇒ Depreciação Acumulada = Taxa de Depreciação x Período Total x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada = 0.000 Período Total = 1. Taxa de Depreciação = 1/3. e contabilizado com valor residual de R$ 12.5 anos Base de Cálculo = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ Base de Cálculo = 27. Moraes Junior O carro fora comprado novo pelo ora vendedor pela quantia de R$ 27.br 135 .000. Em 31 de dezembro do mesmo ano = ? I – Empresa Vendedora do Veículo: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Veículo = 1/5 = 0.000 – 4.500 = 22.pontodosconcursos. Moraes Junior www.

deve ser (a banca examinadora não considerou o fato de o veículo ter sido adquirido já com uma utilização de 1. 20 toneladas.00 b) R$ 21. já passados quatro anos.000. com vida útil prevista em dez anos.00 e o trator fora comprado por R$ 35.150 ⇒ II. por R$ 100.000 = 1.150 = 21.00 c) R$ 20.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00.000 Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ Depreciação Acumulada = 0.2-Esaf) A empresa Desmontando S/A vendeu o seu ativo imobilizado.850 GABARITO: E ⇒ 149. em termos líquidos.00 e) R$ 24. a ganhos de capital no valor de: a) R$ 10. Dele constavam apenas uma mina de carvão e um trator usado.(AFRF-2002. à vista.000. a capacidade total foi estimada em 40 toneladas de minérios com extração prevista para dez anos.3 – Determinação do Valor Contábil do Veículo em 31/12/2001: Valor Contábil do Veículo = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil do Veículo = 23. com valor residual de 20%.000 (como nada foi dito para o comprador.000.00.200.25 anos ⇒ Valor de Aquisição = 23. conforme o enunciado. A mina teve custo original de R$ 110.000 – 1. verificamos que forma extraídas.2 ao ano II.2 – Determinação da Depreciação Acumulada em 31/12/2001: Período Total = de 01/10/2001 a 31/12/2001 = 3 meses ⇒ Período Total = 3/12 anos = 0.br 136 . Moraes Junior www.5 anos): Taxa de Depreciação = 1/5 anos = 0. Quando da aquisição da mina.000. a taxa de depreciação para o veículo comprado usado. não há valor residual) Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 23.000.25 x 23.00 Prof. efetivamente.pontodosconcursos. Considerando que a contabilização estimada da amortização desses ativos tem sido feita normalmente. podemos afirmar que a alienação narrada acima deu origem. Moraes Junior Logo. Agora.200.00 d) R$ 13.2 x 0. há exatos quatro anos.com. O trator vendido tem sido depreciado pelo método linear.

verificamos que foram extraídas.br ⇒ 137 . a informação de que.1 = 10% ao ano Período Total = 4 anos Exaustão Acum.00 (Mina de carvão e um trator usado) Mina (custo original) = R$ 110. Taxa de Exaustão da Mina = 1/Período de Extração = 1/10 anos ⇒ Taxa de Exaustão da Mina = 0.000 – 44. em termos líquidos.000. Moraes Junior Resolução Empresa: Desmontando S/A Venda do Ativo Imobilizado = R$ 100. ou seja. anos. já passados quatro efetivamente. pois.00 (comprados há exatos quatro anos) Aquisição da mina: Capacidade total foi estimada em 40 toneladas de minérios com extração prevista para dez anos.pontodosconcursos. foram extraídas 20 toneladas de minério não deve ser considerada no cálculo da exaustão.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. após quatro anos. Agora.000 II – Cálculo do Valor Contábil do Trator na Data da Alienação: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Trator = 1/10 = 0. com valor residual de 20% A alienação narrada acima deu origem.1 x 4 x 110. da Mina ⇒ ⇒ Exaustão Acumulada do Período = 0.000 Valor Contábil da Mina = Valor de Aquisição – Exaustão Acumulada do Período ⇒ Valor Contábil da Mina = 110. esta informação era desconhecida.000 = 44.000. Moraes Junior www. Trator vendido tem sido depreciado pelo método linear com vida útil prevista em dez anos. 20 toneladas. do Período = Taxa de Exaustão x Per. deve ser observado o fato que a contabilização da exaustão estimada foi realizada durante todo o período.00 Trator = R$ 35. Logo.com. Total x Custo de Aquis.1 = 10% ao ano Período Total = 4 anos Prof. até então. a ganhos de capital = ? I – Cálculo do Valor Contábil da Mina na Data da Alienação: Para o cálculo da taxa de exaustão da mina em questão. a exaustão utilizada desde a aquisição da mina foi a estimada.000.000 = 66.

8 x 35. comparativamente.(AFC-STN-2000-Esaf) Um direito sobre bens do ativo permanente tem vida útil de 7 (sete) anos. Moraes Junior Base de Cálculo = Valor de Aquisição do Trator – Valor Residual ⇒ ⇒ Base de Cálculo = 35.000 = 28. durante a vida útil.000 Depreciação Acumulada do Período = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ Depreciação Acumulada do Período = 0.800 = 10. conseqüentemente. no quarto ano da vida útil. Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. a) b) c) d) e) o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da linha reta o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da soma dos dígitos dos anos coincidentemente.000 – 20% x 35.000 = 0. o imposto de renda seria o mesmo em ambas as hipóteses a depreciação.br 138 . a despesa com depreciação seria igual para os dois métodos (Custo do Bem/7) e. no quarto ano de vida útil. Submetendo-se esse bem à depreciação.000 = 11.pontodosconcursos. Prof.200 GABARITO: A 150. num ou noutro método.000 – 66. não afetaria o imposto de renda o imposto de renda seria maior. na verdade. pelos Métodos da Linha Reta e da Soma dos Dígitos dos Anos.200 = 23. dependendo do valor residual Resolução Vida Útil do Bem = 7 anos I – Método da Linha Reta de Depreciação Taxa Anual de Depreciação = 1/7 anos No quarto ano de vida útil do bem: Despesas com Depreciação = Custo do Bem x Taxa = Custo do Bem/7 II – Método de Cole de Depreciação Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 = 28 Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/28) x Custo do Bem = Custo do Bem/7 Logo.000 – 23.200 ⇒ Valor Contábil do Trator = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada do Período ⇒ ⇒ Valor Contábil do Trator = 35.com.1 x 4 x 28. pode-se afirmar que.000 – 11.800 III – Cálculo do Ganho de Capital na Alienação: Ganho de Capital = Valor da Venda – Valor Contábil da Mina – Valor Contábil do Trator ⇒ ⇒ Ganho de Capital = 100. o imposto também seria igual.

941/09.org. também não faria diferença utilizar o Método de Cole Crescente ou Decrescente. Elsevier Editora. www. GABARITO: C Bons estudos. 2011. Editora Atlas. www.br 139 . Rio de Janeiro.cpc.pontodosconcursos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. pois.org.com. São Paulo. Moraes Junior www. no quarto ano.br Normas do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).br FIPECAFI. José Jayme.cvm. Manual de Contabilidade Societária sociedades).br Bibliografia Lei das Sociedades Anônimas com as alterações trazidas pela Lei n o 11.cfc. www. Normas do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).br Normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 2010.gov. a depreciação seria igual para os dois métodos.638/07 e pela Lei no 11. Prof. (aplicável a todas as MORAES JUNIOR. 3a Edição.com. Moraes Junior Nesta questão. Moraes Junior moraesjunior@pontodosconcursos. Contabilidade Geral.

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