P. 1
Ortopedia e Traumatologia

Ortopedia e Traumatologia

|Views: 2.952|Likes:
Publicado porAlice_Yuuki

More info:

Published by: Alice_Yuuki on Apr 24, 2013
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

10/08/2014

pdf

text

original

Sections

  • SAGITAL
  • IMAGINOLOGIA
  • Métodos que não contêm radiação ionizante:
  • Métodos que contêm radiação ionizante:
  • Doppler
  • 2. Podobarometria computadorizada
  • 3. Eletroneuromiografia
  • 4. Ressonância magnética
  • Efeitos colaterais dos raios-X
  • Fatores que influenciam a magnitude dos efeitos colaterais dos raios-X
  • Efeitos em estruturas e órgãos atingidos pelos raios-X
  • Sensibilidade celular às radiações ionizantes
  • Proteção radiológica
  • Incidências radiográficas
  • Princípios básicos na interpretação radiográfica
  • Interpretação das radiografias
  • 2. Intensificador de Imagem
  • 3. Fluoroscopia
  • 4. Mamografia
  • 5. Angiografia
  • 6. Artrografia
  • 8. Mielografia
  • 7. Escanometria
  • 9. Densitometria
  • 10. Tomografia computadorizada
  • 11. Cintilografia
  • RADIOLOGIA DO ESQUELETO
  • Esqueleto axial do adulto
  • Esqueleto apendicular do adulto
  • Classificação dos ossos de acordo com o formato
  • Características radiológicas gerais de uma articulação Figura 3.8
  • Radiologia do Crânio e da Face
  • Considerações
  • Prevenção
  • Tratamento
  • A - Vias aéreas com controle da coluna cervical
  • B - Capacidade respiratória
  • C - Circulação
  • D - Avaliação do estado neurológico
  • E - Exposição do corpo com proteção do meio ambiente
  • Cuidados gerais recomendados pelo programa ATLS-SAVT
  • hematoma
  • equimose
  • 2. Ferimento
  • 3. Entorse
  • 4. Distensão muscular
  • 5. Ruptura tendinosa parcial ou total
  • 6. Tendinite - Tenossinovite
  • 8. Bursite
  • 9. Fratura
  • 3. Mecanismo de produção da fratura
  • 5. Quanto à localização no sentido longitudinal do osso
  • QUADRO CLÍNICO
  • ESTUDO PELA IMAGEM
  • 10. Luxação
  • 12. Lesão de nervos periféricos
  • 13. Lesão do sistema nervoso central
  • TRATAMENTO CIRÚRGICO DO COTOVELO VARO TRAUMÁTICO: RELATO DE CASO
  • Fratura da clavícula
  • Síndrome do impacto escapuloumeral
  • 2. PATOLOGIAS TRAUMÁTICAS MAIS FREQÜENTES QUE ATINGEM O BRAÇO
  • Fraturas do úmero
  • 4. PATOLOGIAS TRAUMÁTICAS MAIS FREQÜENTES QUE ATINGEM O ANTEBRAÇO
  • 5 . PATOLOGIAS TRAUMÁTICAS MAIS FREQÜENTES QUE ATINGEM O PUNHO
  • Síndrome de Sudek (Distrofia simpático reflexa)
  • Contratura Isquêmica de Volkmann (Síndrome compartimental)
  • Fraturas da pelve
  • Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem a coxa
  • Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem o joelho
  • 1. Ruptura do ligamento cruzado anterior
  • 2. Lesões Meniscais
  • 3. Ruptura do ligamento cruzado posterior
  • 4. Lesão do ligamento colateral interno e externo
  • Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem a perna
  • Classificação
  • Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem o tornozelo
  • Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem o pé
  • FRATURAS DE ESTRESSE OU FADIGA
  • NEUROMA DE MORTON
  • FERIMENTO INCISO NO TORNOZELO ESQUERDO: RELATO DE CASO
  • Tórax ósseo
  • Sistema respiratório
  • Faringe
  • Laringe
  • Orofaringe
  • Pulmões
  • Inervação do sistema respiratório
  • Mediastino
  • Estudo radiológico do tórax
  • 1. Tórax ósseo
  • 2. Sistema respiratório
  • 2 . Sistema respiratório
  • 3. Mediastino
  • PATOLOGIAS MAIS FREQÜENTES DO TÓRAX
  • A - Métodos incruentos
  • III - Dispositivos especiais de imobilização
  • IV. Tração cutânea
  • Métodos cruentos
  • I. Tração esquelética
  • II. Tração bipolar
  • III. Osteossíntese interna
  • IV. Fixadores externos
  • Importância em fisioterapia
  • ENXERTO ÓSSEO RETARDADO DA TÍBIA: RELATO DE CASO
  • ALGIAS DA COLUNA VERTEBRAL
  • Ossos da coluna vertebral
  • Curvaturas da coluna vertebral
  • Cifose
  • Lordose
  • Escoliose
  • Coluna cervical
  • Coluna torácica
  • Coluna lombar
  • ESPONDILOARTROSE
  • Sacro
  • Cóccix
  • Algias da coluna vertebral
  • Irradiação da dor e eventual parestesias na cervicobraquialgia
  • Irradiação da dor e eventual parestesias na lombociatalgia
  • FATORES PREDISPONENTES DAS ALGIAS NA COLUNA VERTEBRAL
  • Etiologia
  • Diagnóstico pela imagem
  • DENSIDADE IDEAL DO COLCHÃO
  • CUIDADOS GERAIS - COLUNA VERTEBRAL
  • ESCOLIOSE
  • 1. Escoliose idiopática
  • 2. Escoliose paralítica
  • Exame clínico das escolioses
  • Sinal de Risser
  • Deformidades do tórax
  • CIFOSE
  • Dorso curvo juvenil
  • Quadro clínico
  • LORDOSE
  • Fatores predisponentes
  • ARTROPLASTIAS
  • NEOPLASIA
  • TALALGIAS
  • METATARSALGIAS

Antonio Francisco Ruaro

Umuarama - Paraná
2004

Ortopedia e Traumatologia

Temas Fundamentais e a Reabilitação

© 2004 Antonio Francisco Ruaro

R894o Ruaro, Antonio Francisco.

Ortopedia e Traumatologia: temas fundamentais e a
reabilitação / Antonio Francisco Ruaro . --
Umuarama : Ed. do Autor, 2004.
586p.

ISBN 8590476715

1.Ortopedia. 2 . Traumatologia. 3. Imaginologia.
4. Fisioterapia. I.Título.

(21 ed.) CDD: 616.7

Direitos reservados. É proibida a reprodução total ou parcial deste livro, sejam quais forem os meios empregados:
eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros, sem permissão por escrito do editor.

Printed in Brazil

Revisão de Texto

Sérgio Avrella

Projeto gráfico, editoração eletrônica, tratamento de imagens

Sérgio Daniel Avrella

Editora Elenco

Fone: (44) 624-7330
editoraelenco@esol.com.br

Fotos, radiografias e ilustrações

Arquivo: Antonio Francisco Ruaro

1ª Edição
Setembro 2004

Médico pela Universidade Federal do Paraná

Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia

Mestre em Medicina - área de concentração Ortopedia e

Traumatologia pela Universidade de São Paulo

Docente do Curso de Fisioterapia da Universidade Paranaense

(UNIPAR)

Antonio Francisco Ruaro

Membro:

• The American Academy of Orthopaedic Surgeons

• American Orthopaedic Foot and Ankle Society

• La Sociedad Latinoamericana de Ortopedia y Traumatologia

• Titular da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé

• Titular da Sociedade Brasileira do Trauma

iv

Ao Senhor meu Deus, afetuoso pai,

porque é:

Dedicatória especial

“...o meu pastor, o meu refúgio e a minha fortaleza... debaixo

das suas asas estarei seguro... mesmo que eu ande pelo vale da

sombra da morte... nenhum mal me sucederá... estarei com Ele

na angústia... serei guardado em todos os meus caminhos... e

habitarei em sua casa por longos dias...”

Salmos 23 e 91

v

vi

Dedicatória

Aos meus avós, imigrantes italianos, por terem escolhido este País, abrigo

seguro, às suas gerações.

Ao meu pai Luiz, minha mãe Irene e irmão Luir, pelos ensinamentos na

retidão de princípios.

À minha esposa Sonia e ao meu filho Antonio Francisco, pela compreen-

são, companheirismo e irrestrito apoio.

Às minhas filhas Ana Carolina e Anelisa, estudantes de medicina, por con-

tribuírem amavelmente. A primeira na revisão preliminar do texto, a segunda,

ainda, com desenhos.

“...faço misericórdia até mil gerações

daqueles que me amam...”

Êxodo 20: 6

vii

viii

À Professora Neiva Pavan Machado Garcia e Dr. Cândido Garcia, pelo

incentivo à carreira acadêmica e acolhimento na Universidade Paranaense.

Aos professores e alunos do curso de fisioterapia da Unipar, pelo estímulo

e preciosa colaboração à busca incessante do aprimoramento e atualização

permanente.

Aos colegas que contribuíram generosamente de alguma forma

para que este escrito pudesse ser realizado.

Aos pacientes que espontaneamente aderiram a este

estudo, agradeço a confiança em mim depositada.

Ao Srs. Sérgio Avrella e Sérgio Daniel Avrella

da Editora ELENCO pelo projeto gráfico, editoração,

estruturação e revisão gramatical.

Aos amigos Rozilene Alves Moreno, Wagner

Alcântara Ferreira e Maria das Dores Aguiar Donha

pela amizade e irrestrita cooperação.

Agradecimento

“Respeitarei quem me ensinou
esta arte como se fossem meus pais...”
Hipócrates 460 a. C.

ix

x

Apresentação

O Dr. Antonio Francisco Ruaro vem se destacando na Medicina desde os tempos

escolares, tive o privilégio de participar da banca de escolha dos novos médicos residentes

no Hospital de Crianças César Perneta, onde foi aprovado com expectativa de um futuro

promissor, chamava a atenção pela sua dedicação e estudo.

Formou-se em Ortopedia e Traumatologia passando no Exame de título de especialista

pela nossa Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. Iniciou suas atividades como

médico especialista no interior de nosso Estado onde poderia ser apenas um excelente

profissional, que sua missão como médico estaria concretizada, mas não, teria e queria algo

mais e fui encontrá-lo, de novo, participando como examinador em outro exame, uma defesa de

tese sobre Hálux Valgo, defendendo-a em uma das mais importantes Universidades do Brasil, a

USP, Universidade de São Paulo. Necessitava fazer com galhardia uma formação de Professor.

O que faltava? Era transmitir conhecimento, que pode ser por via direta como

professor em sala de aula ou escrita, esta última mais duradoura e foi o que fez. Criou um

livro de boas práticas em ortopedia e traumatologia, desafio imenso, e que conseguiu de

fato transmitir conhecimento de uma forma clara e direta sem criar dificuldades, que serve

para estudantes, tanto de Medicina como de Fisioterapia e Terapia Ocupacional sem afastar

os profissionais já formados das duas áreas, como consulta rápida para se situar e entender

melhor o seu paciente. Livro para se ter no estudo e no trabalho, pois aborda praticamente

toda a Ortopedia.

Sinto-me honrado ao fazer esta apresentação, pois de uma forma ou outra

diretamente ou indiretamente em algum momento, participei da vida deste Ortopedista

de Umuarama, Paraná.

Luiz Carlos Sobania

Prof. Titular de Traumatologia e Ortopedia

da Universidade Federal do Paraná

xi

xii

Apresentação

A formação e o aprimoramento são motivos fundamentais que exigem uma

literatura científica baseada na experiência e no sofrimento do dia a dia.

A necessidade de um guia que reproduza a seqüência: diagnóstico, compreensão

da patologia, entendimento da sua história natural e orientação terapêutica é contribuição

indispensável para o estudante nos seus primeiros passos.

A formatação com texto conciso e lúcido agregado à ilustração pertinente e aos

destaques constitui a excelência desta obra.

Fruto de sua vivência como professor, dedicado e integral, este compêndio é

abrangente e didático, chega para ser definitivo, facilitando o aprendizado das miríades de

afecções ortopédicas.

Seguro de sua utilidade e do manuseio assíduo, auguro que este livro cumpra todos

seus desígnios.

Antonio Egydio de Carvalho Júnior

Doutor pela FMUSP. Chefe do Grupo de Pé do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas

da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IOT-FMUSP).

A razão e o momento...

xiii

xiv

Prefácio

Ao receber o honroso convite da Professora Neiva Pavan Machado Garcia, então

Reitora da Universidade Paranaense, para integrar o corpo docente do curso de Fisioterapia,

senti a responsabilidade de corresponder a todas as expectativas, principalmente e sobretu-

do, às dos alunos do curso.

O fato de ser Ortopedista, com intensa atividade em consultório e cirurgia, dependen-

te da Imagem na confirmação e/ou feitura do diagnóstico e da Fisioterapia na reabilitação

do paciente, ajudou, e muito, na organização da ementa, preparo e cronograma das aulas.

Foi fácil entender a forte ligação entre Ortopedia, Traumatologia e demais Especialidades

Médicas com a Imagem e a Fisioterapia.

Esse livro, pela exposição das idéias, tem a pretensão de ser didático e objetivar

aprendizado crescente ao estudante de fisioterapia e medicina, bem como, contribuir

modestamente devido à experiência acumulada ao longo dos anos, aos afeitos com a

especialidade de Ortopedia e Traumatologia.

Antonio Francisco Ruaro

“A verdade perfeitamente exata se vê raras vezes...”

Hipócrates 460 a.C.

“Num primeiro momento, é necessário duvidar

absolutamente de tudo, exceto da própria dúvida...”

Descartes 1644

xv

Capítulo 1

Anatomia - Terminologia ortopédica . . . . . 43

Capítulo 2

Diagnóstico por Imagem . . . . . . . . . . . . . 49

Capítulo 3

Radiologia do esqueleto. . . . . . . . . . . . . . 71

Capítulo 4

Primeiros socorros em ortopedia e
traumatologia. ATLS–SAVT . . . . . . . . . . . . 83

Capítulo 5

Lesões fundamentais em traumatologia . . 103

Capítulo 6

Traumatologia dos membros superiores . . 129

Capítulo 7

Traumatologia dos membros inferiores. . . 155

Capítulo 8

Tórax. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 191

Capítulo 9

Imobilizações em ortopedia
e traumatologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203

Capítulo 10

Algias da coluna vertebral . . . . . . . . . . . 229

Capítulo 11

Escoliose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 249

Capítulo 12

Cifose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267

Capítulo 13

Lordose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 277

Capítulo 14

Atividades físicas – considerações ortopédicas . . 285

Capítulo 15

LER – DORT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293

Capítulo 16

Síndrome do impacto no ombro . . . . . . . 303

Capítulo 17

Síndrome do túnel carpiano . . . . . . . . . . 311

Capítulo 18

Artrose (osteoartrite) . . . . . . . . . . . . . . . 319

Capítulo 19

Artroplastias. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 333

Capítulo 20

Neoplasias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 351

Capítulo 21

Desvios dos membros inferiores
em crianças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 373

Capítulo 22

Joelho da criança e do adolescente . . . . . 393

Capítulo 23

Paralisia cerebral. . . . . . . . . . . . . . . . . . 417

Capítulo 24

Disrafismo espinhal. . . . . . . . . . . . . . . . 427

Capítulo 25

Doenças osteometabólicas. . . . . . . . . . . 439

Capítulo 26

Luxação congênita do quadril. . . . . . . . . 463

Capítulo 27

Paralisia braquial obstétrica . . . . . . . . . . 477

Capítulo 28

Torcicolo muscular congênito . . . . . . . . . 487

Capítulo 29

Síndrome de Down . . . . . . . . . . . . . . . . 495

Capítulo 30

Talalgias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 503

Capítulo 31

Metatarsalgias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 525

Capítulo 32

Hálux valgo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 557

16

Índice

CAPÍTULO 1 - ANATOMIA - TERMINOLOGIA ORTOPÉDICA

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43

Posição anatômica do corpo humano. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
Planos seccionais ou imaginários que passam através do corpo humano:. . . . . . 44

Mediano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
Antímero . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
Sagital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
Coronal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45

Paquímero . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45

Transverso, horizontal, axial ou transaxial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
Termos usados nas descrições anatômicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
Termos anatômicos que descrevem os movimentos do corpo humano . . . . . 46

CAPÍTULO 2 - DIAGNÓSTICO POR IMAGEM

Definição

Ortopedia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
Traumatologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
Imaginologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50
Fisioterapia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50

17

Métodos que não contêm radiação ionizante: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50
1. Ultra-sonografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51

Doppler. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52

2. Podobarometria computadorizada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52
3. Eletroneuromiografia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53
4. Ressonância magnética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54

Métodos que contêm radiação ionizante: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55

1. Raios - X . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55

Efeitos colaterais dos raios-X . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56

Fatores que influenciam a magnitude dos efeitos colaterais dos raios-X . . . . . . . 56
Efeitos em estruturas e órgãos atingidos pelos raios –X. . . . . . . . . . . . . . . . . .56
Sensibilidade celular às radiações ionizantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
Proteção radiológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57
Incidências radiográficas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .58
Princípios básicos na interpretação radiográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .58
Interpretação das radiografias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .59
2. Intensificador de imagem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
3. Fluoroscopia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61
4. Mamografia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61
5. Angiografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62
6. Artrografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62
7. Escanometria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63
8. Mielografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63
9. Densitometria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64
10. Tomografia computadorizada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65
11. Cintilografia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66

Pseudo-aneurisma da artéria maleolar anterior lateral em
entorse do tornozelo. Complicação rara: relato de caso
. . . . . . . . . . . . . . . . . 67

CAPÍTULO 3 - RADIOLOGIA DO ESQUELETO

Osteologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71
Artrologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71
Funções do sistema esquelético . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71
Esqueleto axial do adulto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
Esqueleto apendicular do adulto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
Classificação dos ossos de acordo com o formato: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73

Longo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
Curto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
Chato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
Irregular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74

Classificação das articulações - considerando: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74

A função: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74

18

Sinartrose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .74
Anfiartrose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .74
Diartrose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .74
A estabilidade: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74
Estável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .74
Instável. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .74

Características radiológicas gerais de um osso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74
Regiões anatômicas, no sentido longitudinal, de um osso
longo na criança e adulto:
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75

Epífise. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75
Fise. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75
Metáfise . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75
Diáfise. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75

Desvios de um segmento do esqueleto apendicular: . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76

Varo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76
Valgo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76
Retrocurvato. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76
Anticurvato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76

Classificação de Salter Harris das lesões fisárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77
Características radiológicas gerais de uma articulação. . . . . . . . . . . . . . . . . 79
Radiologia do Crânio e Face . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80

Disfunções da articulação temporomandibular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80
Bruxismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81

CAPÍTULO 4 - PRIMEIROS SOCORROS EM
ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83
Considerações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84
Prevenção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85

ATLS - SAVT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86
A - B - C - D - E. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .87
A - Vias aéreas com controle da coluna cervical. . . . . . . . . . . . . . . . . 88
B - Capacidade respiratória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91
C - Circulação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92
D - Avaliação do estado neurológico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95
E - Exposição do corpo com proteção do meio ambiente . . . . . . . . . . 96

Cuidados gerais recomendados pelo programa ATLS - SAVT. . . . . . . . . . . . . 96
Resgate na cena do acidente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96

Desencarcerador de vítimas - LUKAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97
Resgate rápido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98

Transporte do acidentado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99
Estudo radiológico do acidentado preconizado pelo ATLS - SAVT . . . . . . . . 101

19

CAPÍTULO 5 - LESÕES FUNDAMENTAIS EM
TRAUMATOLOGIA

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103
1.Contusão: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104

Equimose. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104
Hematoma. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104
Descolamento de Morel-Lavallée . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .104
Hematoma subungueal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .104
Contusão de 3º grau . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104
Contusão de 4º grau. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105

2. Ferimento:. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105

Escoriação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105
Ferimento propriamente dito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106

3. Entorse . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106
4. Distensão muscular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107
5. Ruptura tendinosa parcial ou total . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108
6. Tendinite - Tenossinovite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109
7. Entesite - Epicondilite. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109
8. Bursite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110
9. Fratura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111

Classificação - considerando: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111
1. Contato do foco de fratura com o meio exterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .111
2. Gravidade da exposição (fratura exposta) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .112
3. Mecanismo de produção da fratura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .113
4. Presença de fator predisponente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .114
5. Localização no sentido longitudinal do osso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .114
6. Solução de continuidade do osso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .114
7. Tipo de desvio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .114
8. Traço de fratura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .116
Quadro clínico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116
Estudo pela imagem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116
Tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117
Conservador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .117
Cirúrgico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .117

10. Luxação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120
11. Amputação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 122
12. Lesão de nervos periféricos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123

Neuropraxia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123
Axoniotmese . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124
Neurotmese . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124

13. Lesão do sistema nervoso central . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124
Seqüela de contusão de 4º grau no pé: relato de caso. . . . . . . . . . . . . . . . . 125
Tratamento cirúrgico do cotovelo varo traumático: relato de caso. . . . . . . . 127

20

CAPÍTULO 6 - TRAUMATOLOGIA DOS MEMBROS
SUPERIORES

Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem a cintura escapular:. . 130

Fratura da clavícula . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130
Luxação escapuloumeral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132
Fratura luxação do ombro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133
Síndrome do impacto escapuloumeral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 134

Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem o braço: . . . . . . . . . . 135

Fratura do úmero. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135
Fratura do úmero proximal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .136
Fratura da diáfise do úmero . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .137
Fratura da diáfise do úmero associada à lesão do nervo radial
(fratura de Holstein-Lewis) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137
Fratura do úmero distal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .138

Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem o cotovelo: . . . . . . . . 141

Fratura supracondiliana umeral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141
Fratura luxação do cotovelo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142
Fratura do olécrano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142
Fratura da cabeça do rádio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142
Epicondilite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144
Lateral - Cotovelo do tenista. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .144
Medial - Cotovelo do golfista ou arremessador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .144
Posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .144

Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem o antebraço:. . . . . . . 145

Fratura do rádio, ulna ou associadas em terço proximal, médio e distal . . . . . . 145
Tendinites - tenossinovites. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145

Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem o punho: . . . . . . . . . 146

Fratura do escafóide. Pseudo-artrose. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 146
Doença de Kienböck (necrose do semilunar) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 146

Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem a mão e dedos: . . . . . 147

Fratura dos metacarpianos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147
Ferimento com lesão dos tendões flexores ou extensores . . . . . . . . . . . . . . . 148
Ferimento com ou sem lesão nervosa local ou a distância . . . . . . . . . . . . . . 148
Ruptura da inserção do aparelho extensor - “dedo em martelo” . . . . . . . . . . . 149

Síndrome de Sudek (distrofia simpático reflexa) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150

Tala ortopédica tipo “banjo” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150

Contratura isquêmica de Volkmann (síndrome compartimental). . . . . . . . . 151
Ferimento corto-contuso com perda de substância na mão
esquerda: relato de caso.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153

21

CAPÍTULO 7 - TRAUMATOLOGIA DOS MEMBROS
INFERIORES

Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem a cintura pélvica: . . . 156

Fratura da pelve . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 157
Fratura do acetábulo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159
Luxação coxofemoral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159
Fratura do colo do fêmur. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160

Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem a coxa: . . . . . . . . . . . 161

Fratura do fêmur . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161

Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem o joelho:. . . . . . . . . . 162

Fratura da patela . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162
Pseudo-artrose da patela . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .162
Fratura do planalto tibial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162
Sinovite traumática do joelho. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 164
Hemartrose do joelho. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 165
Ruptura do ligamento cruzado anterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .166
Teste de Lachman . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166
da gaveta anterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .166
de “jerk” ou solavanco. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .166
de “pivot shift” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .167
Lesões meniscais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .170
Teste de MacMurray para menisco externo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170
MacMurray para menisco interno. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170
Appley . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171
Ruptura do ligamento cruzado posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .171
Lesão do ligamento colateral interno e externo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .172
Teste do bocejo articular em valgo e varo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 172

Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem a perna: . . . . . . . . . . 173

Fratura diafisária dos ossos da perna . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 174
Classificação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 174
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .175
Conservador. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 176
Gesso tipo Sarmiento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .176
Cirúrgico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 176
Fixador externo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .177
Placa e parafusos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .177
- Placa-ponte. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .178
Haste intramedular. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .179
- Haste bloqueada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .179
- Haste não bloqueada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .179

Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem o tornozelo: . . . . . . . 180

Fratura do tornozelo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180
Fratura luxação do tornozelo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180

Patologias traumáticas mais freqüentes que atingem o pé: . . . . . . . . . . . . 181

22

Fratura dos metatarsais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 182
Lesões de partes moles. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 182
Unha encravada traumática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .183
Fratura de estresse ou fadiga . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 184
Fratura de estresse da diáfise proximal do quinto metatarsal. . . . . . . . . . . . .185
Fratura de estresse do colo do fêmur . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .185
Calosidade plantar sob a cabeça do segundo metatarsal . . . . . . . . . . . . . . . 185
Neuroma de Morton. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 186
Atendimento médico em atletas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 187

Ferimento inciso no tornozelo: relato de caso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188

Protocolo avançado de reabilitação na reconstrução do ligamento
cruzado anterior
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 190

CAPÍTULO 8 - TÓRAX

Tórax ósseo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 191
Sistema respiratório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192

Faringe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192
Laringe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192
Traquéia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 193
Pulmões . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 193
Brônquios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 193
Alvéolos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194
Inervação do sistema respiratório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194
Diafragma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194

Mediastino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195

Coração. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196
Grandes vasos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196
Traquéia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196
Esôfago . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196
Timo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196

Estudo radiológico do tórax. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196

Incidência radiográfica em PA: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 197
Tórax ósseo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .197
Sistema respiratório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .197
Mediastino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .198
Incidência radiográfica em perfil:. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 199
Tórax ósseo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .199
Sistema respiratório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .199
Mediastino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .199

Outros métodos diagnósticos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200
Patologias mais freqüentes do tórax. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200
Importância para a fisioterapia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200

23

CAPÍTULO 9 - IMOBILIZAÇÕES EM ORTOPEDIA E
TRAUMATOLOGIA

Métodos Incruentos: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204

Enfaixamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204
Gesso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205
Tala gessada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .205
Aparelho gessado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .205
Dispositivos especiais de imobilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 208
Coluna vertebral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .208
Membro superior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .209
Membro inferior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .209
Tração cutânea . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210

Métodos cruentos: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 211

Tração esquelética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 211
Tração bipolar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212
Osteossíntese interna . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212
Fixadores externos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216

Importância em fisioterapia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217
Pseudo-artrose do úmero: relato de caso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218
Enxerto ósseo retardado da tíbia: relato de caso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224

CAPÍTULO 10 - ALGIAS DA COLUNA VERTEBRAL

Medula espinhal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230
Cauda eqüina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230
Ossos da coluna vertebral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231
Curvaturas da coluna vertebral: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231

Cifose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231
Lordose. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231
Escoliose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232

Partes de uma vértebra típica: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232

Corpo vertebral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232
Arco posterior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232
Forame ou canal vertebral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233
Forame intervertebral ou de conjugação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233

Coluna cervical . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233
Coluna torácica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234
Coluna lombar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234

Mega-apófise transversa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234
Espinha bífida. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235
Sacralização de L5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235
Lombalização de S1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 236

24

Espondilólise . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 236
Espondilolistese . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 237
Espondiloartrose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 237

Sacro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238
Cóccix . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239
Algias da coluna vertebral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239

Quadro clínico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239

Coluna cervical . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239
Teste de Spurling . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240
Irradiação da dor e eventual parestesia na cervicobraquialgia . . . . . . 240
Coluna lombar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240
Teste de Delitala ou sinal da campainha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240
de Lasègue . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240
de contra Lasègue . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240
de Mennel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240

Triade de Djerine . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241
Irradiação da dor e eventual parestesias na lombociatalgia . . . . . . . . 241

Coluna dorsal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241
Coluna sacroilíaca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241
Cóccix . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .242
Coccigodinia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242
Cisto pilonidal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242
Fatores predisponentes das algias na coluna vertebral . . . . . . . . . . . . . . . . . 242
Etiologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242
Diagnóstico pela imagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244
Tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244
Conservador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .244
Orientação ortopédica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245
Densidade ideal do colchão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246
Cirúrgico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .246
Cuidados gerais com a coluna vertebral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .246
Exercícios de reforço muscular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247

CAPÍTULO 11 - ESCOLIOSE

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 249
Classificação - considerando: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250

Localização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250
Importância da curva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250
Etiologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251

Escoliose idiopática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251

Infantil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251
Juvenil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251
Adolescente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 252
Teste de Allis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .252

Escoliose paralítica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 253

25

congênita. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 253
secundária à neurofibromatose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254
traumática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255
postural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255
antálgica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255

Exame clínico das escolioses . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 256
Triângulo de talhe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .257
Exame radiográfico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 257
Mensuração do grau da escoliose - Método de Cobb . . . . . . . . . . . . . . . . . .259
Tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 260
Sinal de Risser . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .261
Fisioterapia nas escolioses . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .263

Deformidades do tórax . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 263

Classificação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264
Tórax infundibuliforme . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .264
em quilha. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264
com deformidades mistas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264
Tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 265
Órtese . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .265
Fisioterapia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .266

CAPÍTULO 12 - CIFOSE

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267
Curvas fisiológicas da coluna vertebral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267
Etiologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 268
Dorso curvo juvenil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 269

Classificação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 269
Dorso curvo juvenil postural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .269
Dorso curvo juvenil por doença de Scheuermann . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .270
Quadro clínico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 271
Exame radiográfico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 271
Mensuração do grau de cifose - Método de Cobb . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .272
Tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 273
Conservador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .273
Cirúrgico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .274

CAPÍTULO 13 - LORDOSE

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 277
Síndrome de Baastrup ou “Kissing spine” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278
Fatores predisponentes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278

26

Mecânicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278
Patológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278

Quadro clínico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 279
Estudo radiológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 279

Imagem do “cão escocês” ou “cachorro de Lachapelle” . . . . . . . . . . . . . . . . . 280
“cão escocês” com “colar”. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .280
“cão escocês” “decapitado”. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .281
Mensuração da lordose lombar - Método de Ferguson. . . . . . . . . . . . . . . . . 282

Outros métodos de imagem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 283
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 284

CAPÍTULO 14 - ATIVIDADES FÍSICAS -
CONSIDERAÇÕES ORTOPÉDICAS

Estado de saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 285

Fatores que não estão relacionados ao controle do paciente . . . . . . . . . . . . . 286
Fatores que estão relacionados ao controle do paciente. . . . . . . . . . . . . . . . 286

Atividades físicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 286
Condições gerais ideais para a prática de atividades físicas . . . . . . . . . . . . 288
Benefícios das atividades físicas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290
Atividades físicas - Considerações gerais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291
Células-tronco em ortopedia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 292

CAPÍTULO 15 - LER - DORT

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293
Estruturas anatômicas que podem ser acometidas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293
Patologias mais freqüentes nos membros superiores relacionadas
aos movimentos repetitivos
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294

Tenossinovite de Quervain. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 295
Manobra de Finkelstein . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .295
Dedo em gatilho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 296
Síndrome do túnel do carpo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 297
Síndrome do túnel cubital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 298
Síndrome do canal de Guyon . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 298
Manobra ou sinal de Tinel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .298
Cisto sinovial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 299

Patologias mais freqüentes nos membros inferiores, relacionadas
aos movimentos repetitivos
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300
Patologias mais freqüentes na coluna vertebral, relacionadas

27

aos movimentos repetitivos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300
Aspectos médico-legais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 301
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 301

Preventivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 301
Curativo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 301

CAPÍTULO 16 - SÍNDROME DO IMPACTO NO OMBRO

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 303
Limites do espaço subacromial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 303
Componentes anatômicos identificados e que podem ser
comprimidos no espaço subacromial
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 304
Fatores que predispõem o estreitamento do espaço subacromial . . . . . . . . 304

Formato do acrômio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 304
plano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .304
curvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .304
em gancho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .304

Lesões típicas da síndrome do impacto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 305
Anatomopatológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 306
Quadro clínico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 306

Teste do impacto de Neer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 306
da infiltração de anestésico de Neer. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .306
de Hawkins-Kennedy . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .307

Exames de imagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 307
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 308

Conservador. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 309
Cirúrgico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 309

Considerações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 310

CAPÍTULO 17 - SÍNDROME DO TUNEL CARPIANO

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 311
Etiologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 311
Limites do túnel carpiano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 312
Mecanismos que determinam a compressão do nervo mediano
no túnel carpiano
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 312
Quadro clínico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313

Sinal ou manobra de Tinel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313
Sinal ou manobra de Phalen. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 314

Diagnóstico diferencial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 314
Exames de imagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315

28

Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 316

Conservador. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 316
Cirúrgico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 316
Fisioterapia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317

CAPÍTULO 18 - ARTROSE (OSTEOARTRITE)

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319
Classificação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319

Primária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319
Secundária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319
Doença de Legg-Perthes-Calvé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .321
Epifisiólise. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .323

Etiopatogenia da artrose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 326
Fatores predisponentes da artrose primária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 326
Localização preferencial da artrose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 327
Localização preferencial da artrose na coluna vertebral. . . . . . . . . . . . . . . 328
Quadro clínico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 328
Alterações radiográficas típicas da artrose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 329
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330

Conservador. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330
Cirúrgico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 331

Cuidados gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 332

CAPÍTULO 19 - ARTROPLASTIAS

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 333
Artroplastias do joelho ou prótese total do joelho. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334

Indicação da prótese total do joelho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334
Tipos de artrose do joelho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 335
Artrose unicompartimental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .335
bicompartimental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .336
tricompartimental. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .336
Tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 337
Conservador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .337
Cirúrgico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .337
Artrose unicompartimental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 337
bicompartimental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338
tricompartimental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338
da articulação femoropatelar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338
Prótese do joelho. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339

29

Materiais empregados na confecção das próteses . . . . . . . . . . . . . . .339
Modelos de próteses do joelho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339
Prótese unicompartimental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .339
Prótese total . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .340
Contra-indicação das próteses do joelho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 341

Artroplastia do quadril . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 341

Artroplastia parcial do quadril . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 342
Materiais empregados na confecção da prótese parcial e total do quadril . . . .343
Modalidades de próteses parciais do quadril. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .343
Prótese tipo Thompson . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 343
Prótese bi-polar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 343
Artroplastia total do quadril. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344
Artrodese coxofemoral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .345
Modalidades de próteses totais do quadril . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .346
Resultado da artroplastia total do quadril . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .347

Complicações das artroplastias do joelho e quadril . . . . . . . . . . . . . . . . . . 347

Complicações de ordem clínica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 347
Complicações locais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 347

Fisioterapia nas artroplastias do joelho e quadril. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 349

Cuidados gerais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 349
Cuidados locais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 349

CAPÍTULO 20 - NEOPLASIAS

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 351
Sarcomas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 351
Carcinomas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 351
Tecido mesenquimático. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 352

conjuntivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 352
endotelial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 352

Classificação das neoplasias de acordo com o tipo de tecido
mesenquimático acometido
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353
Procedência ou origem das neoplasias ósseas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353
Tumores malignos que mais freqüentemente dão metástases ósseas . . . . . 355
Diagnóstico das neoplasias que atingem o tecido ósseo. . . . . . . . . . . . . . . 355

Clínico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 355
Estudo radiológico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 356
Diferenças radiográficas entre tumor benigno e maligno . . . . . . . . . . . . . . .356
Outros recursos de imagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 358
Exame laboratorial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 358
Anatomopatológico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 358

Tratamento das neoplasias ósseas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 358

Benigna. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 358
Maligna. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 359

30

Medidas de auxílio com efeito curativo no tratamento
das neoplasias malignas
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 360
Importância das neoplasias para a fisioterapia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 360
Evolução e características dos tumores ósseos mais comuns. . . . . . . . . . . . 360

1. Osteossarcoma ou sarcoma osteogênico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 360
2. Condrossarcoma. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 362
3. Tumor de Ewing . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 362
4. Mieloma múltiplo ou plasmocitoma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 363
5. Tumor de células gigantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364
6. Osteocondroma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 365
7. Condroma. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 366
8. Cisto ósseo simples . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 369
9. Cisto ósseo aneurismático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 370
10.Osteoma osteóide . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371

Carcinoma de mama . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 372
Carcinoma de próstata . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 372

CAPÍTULO 21 - DESVIOS DOS MEMBROS INFERIORES
EM CRIANÇAS

Classificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 374
Rotacionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 375

Rotação interna: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 375
Metatarso varo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .375
Torção interna da tíbia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .377
Torção interna do fêmur . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .377
Aparelho de Dennis Brown. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 378
Aparelho elástico para torção interna ou externa do membro inferior . . 378
Rotação externa: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 378
Torção externa da tíbia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .378
Torção externa do fêmur . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .378
Retração da bandeleta iliotibial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .378
Calcâneo valgo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .379

Angulares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 380

Joelho valgo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 380
Joelho varo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 380
Joelho varo fisiológico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .381
Enfermidade Blount . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .381
Métodos para determinação do grau ou amplitude de valgismo e varismo . . .381
Clínico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 381
Com goniômetro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .381
Com fita métrica ou régua . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .381

31

Estudo radiológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 383
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .383
Conservador. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 384
Palmilhas ortopédicas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .384
Aparelhos ortopédicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .384
Cirúrgico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 385
Osteotomia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .385
Bloqueio da fise . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .385
Definitivo ou epifisiodese . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .385
Temporário ou agrafagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .386
Pé plano valgo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 386
Pé plano valgo fisiológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .386
Pé plano valgo por retração do tendão de Aquiles . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .387
Pé plano valgo grave. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .387
Pé plano valgo grave espástico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 387
Pé plano valgo grave por barra óssea . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 387
Pé plano valgo grave por astrágalo (tálus) vertical . . . . . . . . . . . . . . 388
Pé plano valgo fisiológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .389
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389
Conservador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .390
Cirúrgico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .390

Orientação ortopédica generalizada para os desvios
nos membros inferiores em crianças
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 391
Dez pontos para a escolha do sapato adequado para crianças . . . . . . . . . . 392

CAPÍTULO 22 - JOELHO DA CRIANÇA E DO
ADOLESCENTE

Aspectos anatômicos do joelho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393
Classificação

Patologias relacionadas à articulação femoropatelar e ao
mecanismo extensor do joelho: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 396
1. Luxação congênita da patela . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .396
2. Agenesia e hipoplasia congênitas da patela . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .397
3. Patela alta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .398
4. Síndrome da hiperpressão patelar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .400
5. Luxação traumática e recidivante da patela . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .401
Instabilidade femoropatelar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 402
Diagnóstico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .403
Clínico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .403
Teste de Rabot . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .403
de Zohlen. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .403
de Smilie . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .404

32

Imagem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .404
Estudo radiológico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .404
Outros métodos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .404
Tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .404
6 Osteocondrite da patela ou doença de Sinding-Larsen-Johansen. . . . . . . . .406
7. Enfermidade de Osgood-Schlatter . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .407
Patologias relacionadas à articulação femorotibial: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 408
1. Luxação congênita do joelho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .408
2. Menisco discóide congênito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .411
3. Osteocondrite dissecante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .412
4. Cisto de Baker na infância. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .414
5. Joelho varo ou geno varo - Enfermidade de Blount . . . . . . . . . . . . . . . . . .415
6. Joelho valgo ou geno valgo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .415
7. Joelho recurvado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .416

CAPÍTULO 23 - PARALISIA CEREBRAL

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 417
Etiologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 418
Classificação - considerando: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 418

O tônus muscular e a presença de movimentos involuntários: . . . . . . . . . . . . 418
Espástico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .418
Extrapiramidal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .419
A localização anatômica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 419
Monoparética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .419
Hemiparética. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .419
Paraparética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .419
Tetraparética. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .419

Quadro clínico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 419

Atitude viciosa típica: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 420
Membro superior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .420
Membro inferior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .420
Coluna vertebral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .420

Exame radiográfico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 421
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 421

Conservador. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 422
Fisioterápico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 423
Cirúrgico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 424
Talas e órteses. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 426

33

CAPÍTULO 24 - DISRAFISMO ESPINHAL

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 427
Classificação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 427
Espinha bífida oculta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 428
Espinha bífida cística. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 428

Meningocele . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 429
Lipomeningocele. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 429
Mielomeningocele. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 430
Mielocele. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 430

Diastematomielia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 431
Raquisquise . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 431

Mielomeningocele. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 431
Diagnóstico pré-natal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .431
Diagnóstico pós-natal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .432
Anomalias associadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .432
Deambulação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .433
Fatores que interferem na deambulação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 433
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .434
Órtese - Talas ortopédicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 436

CAPÍTULO 25 - DOENÇAS OSTEOMETABÓLICAS

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 439
Doenças osteometabólicas que resultam em diminuição da massa óssea: . . 440

1- Escorbuto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 440
2- Osteoporose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 440
Tipos de osteoporose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .440
Osteoporose primária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 441
Osteoporose secundária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 441
Fatores de risco para a osteoporose. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .441
Quadro clínico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .441
Fraturas mais comuns . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 442
Coluna vertebral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .443
Colo do fêmur . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .444
Fratura do terço distal do antebraço . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .445
Diagnóstico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .448
Estudo radiológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 448
Densitometria óssea. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 449
Tratamento profilático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .449
No infante, adolescente e adulto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 449
Alimentos ricos em cálcio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 449
Tratamento medicamentoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .450
3 - Raquitismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 451
4 - Osteomalácia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 452

34

5 - Mucopolissacaridose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 445
6 - Osteogênese imperfeita . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 454

Doenças osteometabólicas que resultam em aumento da massa óssea:. . . . 456

1. Displasia fibrosa do osso - Síndrome de Jaffe-Lichtenstein - Síndrome
de Albright. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 456
2. Osteopetrose. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 458
3. Doença de Paget . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 459

CAPÍTULO 26 - LUXAÇÃO CONGÊNITA DO QUADRIL

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 463
Etiologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 464
Incidência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 465
Quadro clínico, diagnóstico e tratamento no recém-nascido. . . . . . . . . . . . 465

Quadro clínico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 465
Sinal de Peter-Bade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .465
Manobra de Hart . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .466
de Nelaton. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .466
de Ortolani . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .466
de Barlow . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .467
Diagnóstico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 467
Tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 467
Dispositivos ortopédicos de centralização da cabeça femoral no acetábulo. . .468
Tala de Frejka . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468
Suspensório de Pavlik . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468

Quadro clínico, diagnóstico e tratamento de pacientes
entre 02 e 18 meses
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468

Quadro clínico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468
Diagnóstico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 469
Estudo radiológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .469
Antes do aparecimento do núcleo epifisário femoral superior: . . . . . . 469
- Aumento da obliqüidade do teto acetabular ou índice acetabular . . .469
- Lateralização da margem medial da metáfise proximal do fêmur. . . .470
- Projeção da linha que passa pelo eixo do fêmur para o acetábulo
(incidência radiográfica de Andrén e Von Rosen) . . . . . . . . . . . . . . .470
Após o aparecimento do núcleo epifisário femoral superior: . . . . . . . 471
- Quadrantes de Hilgenreiner e Perkins. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .471
- Arco de Shenton . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .471
- Aumento da obliqüidade do teto acetabular ou índice acetabular . . .471
Tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 472

Quadro clínico, diagnóstico e tratamento de pacientes
entre 18 meses e 06 anos
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 472

Quadro clínico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 472
Sinal de Trendelenburg . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .473
Marcha anserina ou marcha do pato. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .473

35

Diagnóstico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 473
Tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 474

Quadro clínico, diagnóstico e tratamento acima dos 06 anos . . . . . . . . . . . 475

Quadro clínico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 475
Diagnóstico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 475
Tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 475

Importância para a fisioterapia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 476

CAPÍTULO 27 - PARALISIA BRAQUIAL OBSTÉTRICA

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 477
Lesões dos nervos periféricos segundo Seddon e Sunderland: . . . . . . . . . . 478
Neuropraxia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 478
Axoniotmese . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 478
Neurotmese . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 478
Classificação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 478
Paralisia braquial obstétrica:. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 478
Alta, proximal ou tipo Erb-Duchenne. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .478
Baixa, distal ou tipo Klumpke . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .478
Total ou tipo Seeligmüller . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .478

Síndrome de Claude-Bernard-Horner . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 478

Quadro clínico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 479

Sinal do corneteiro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 479

Prognóstico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 479
Diagnóstico diferencial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 480
Exames complementares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 480
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 481

Posição de esgrimista ou da estátua da liberdade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 482
Fisioterapia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 484

CAPÍTULO 28 - TORCICOLO MUSCULAR CONGÊNITO

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 487
Etiologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 488
Incidência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 488
Quadro clínico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 488
Diagnóstico diferencial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 489

Síndrome de Klippel-Feil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 490

Exames complementares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491

Conservador. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491
Cirúrgico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 492

36

CAPÍTULO 29 - SÍNDROME DE DOWN

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 495
Cromossomo 21 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 496
Incidência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 496
Quadro clínico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 496

Instabilidade cervical . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 499
Displasia acetabular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500
Epifisiólise . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500

Exames complementares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 501

Exame para a confirmação da síndrome de Down . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 501
Exames no diagnóstico das patologias associadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 501

Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 501

Fisioterapia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 502

CAPÍTULO 30 - TALALGIAS

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 503
Etiologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 504
Classificação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 504

I - Talalgia Plantar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 504
1. Degeneração do coxim gorduroso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .505
2. Fascite plantar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .555
3. Neurológicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .507
Irradiada de L5-S1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 507
Síndrome do túnel tarsiano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 507
Neurite dos ramos calcaneanos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 507
Síndrome de Baxter . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 507
Nervo tibial posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .507
Quadro clínico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .508
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .510
II- Talalgia medial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 510
Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .510
Etiologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .511
Síndrome do túnel tarsiano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 511
Exostoses resultantes de fraturas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .511
Cistos sinoviais ou tendinosos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .511
Tumores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .511
Barra óssea talocalcaneana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .511
Deformidade em valgo do retropé. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .511
Músculo solear acessório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .511
Rupturas tendinosas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 511
Cisto sinovial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 511
Tumores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 511

37

Quadro clínico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .511
Insuficiência e ruptura do tendão do músculo tibial posterior . . . . . . 511
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .512
III - Talalgia posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 513
Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .513
Etiologia e quadro clínico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .513
Enfermidade de Haglund. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 514
Ângulo de Fowler e Philip . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 515
1. Tendinite Aquileana. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 515
2. Entesite Aquileana. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 516
3. Bursite Aquileana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 516
4. Síndrome do “os trigonum” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 517
5. Processo de Stieda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 518
6. Fratura do processo posterior do tálus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 518
7. Tendinite do flexor longo do hálux . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 519
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .519
IV - Talalgia lateral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 521
Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .521
Etiologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .521
1. Tendinite dos fibulares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 521
2. Tendinite com luxação dos fibulares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 521
3. Impacto lateral e tendinite dos fibulares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 521
Quadro clínico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .521
Ângulo de Böhler. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 523
Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .523

Dez pontos na a escolha do calçado adequado para adultos. . . . . . . . . . . . 524

CAPÍTULO 31 - METATARSALGIAS

Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 525
Etiopatogenia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 525
Fórmula metatarsal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 527
Fórmula digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 527
Classificação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 528

Metatarsalgias relacionadas exclusivamente a fatores biomecânicos: . . . . . . . 529
1. Síndrome da insuficiência do primeiro metatarsal . . . . . . . . . . . . . . . . . .529
2. Síndrome da sobrecarga do primeiro metatarsal . . . . . . . . . . . . . . . . . . .531
Sesamoidite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .532
3. Síndrome da sobrecarga dos metatarsais médios. . . . . . . . . . . . . . . . . . .533
4. Síndrome da insuficiência dos metatarsais médios . . . . . . . . . . . . . . . . . .533
5. Síndrome da sobrecarga do quinto metatarsal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .534
Metatarsalgias relacionadas a doenças localizadas ou gerais que atingem
o antepé, e que se agravam na presença de fatores biomecânicos: . . . . . . . . . 534
1. Doenças localizadas no antepé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .535

38

Deformidades dos dedos do pé. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 535
Hálux varo congênito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .536
Dedo em martelo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .537
Dedo em garra. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .537
Dedo em taco de golfe. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .537
Sotoposição dorsal e plantar dos dedos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .538
Calosidade dos dedos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .539
Patologias osteoarticulares do antepé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 539
Pé cavo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .539
Doença de Freiberg. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .540
Patologias de partes moles do antepé. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 540
Verruga plantar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .541
Patologias que acometem nervos no antepé . . . . . . . . . . . . . . . . . 541
Neuroma de Morton . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .541
2. Doenças gerais com manifestações no antepé. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .542
Pé diabético . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 542
Pé insensível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .543
Classificação de Wagner das úlceras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .543

Quadro clínico das metatarsalgias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 544
Exames de imagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 544

Estudo através do podoscópio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 545
Fotopodograma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 545
Podobarometria computadorizada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 545
Estudo radiológico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 546
Ultra-sonografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 546
Eletroneuromiografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 546
Ressonância magnética. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 546
Tomografia computadorizada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 547
Cintilografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 547

Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 547

Conservador. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 548
Cirúrgico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 549
Síndrome da insuficiência do primeiro metatarsal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .549
Cirurgias objetivando o aumento da sobrecarga
do primeiro metatarsal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 549
Síndrome da sobrecarga do primeiro metatarsal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .550
Cirurgias objetivando a diminuição da sobrecarga
do primeiro metatarsal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 550
Síndrome da sobrecarga dos metatarsais médios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .551
Cirurgias objetivando a diminuição da sobrecarga
dos metatarsais médios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 551
Síndrome da insuficiência dos metatarsais médios . . . . . . . . . . . . . . . . . . .551
Cirurgias objetivando o aumento da sobrecarga
dos metatarsais médios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 551
Síndrome da sobrecarga do quinto metatarsal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .552
Cirurgias objetivando a diminuição da sobrecarga do quinto metatarsal. . 552

39

Cirurgias objetivando a correção de doenças localizadas ou gerais. . . . . . . . .554
Cirurgias objetivando a correção do pé cavo idiopático ou neurológico. . . . . .554
Enfermidade de Freiberg . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 555
Neuroma de Morton. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 555
Sesamoidite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 555

CAPÍTULO 32 - HÁLUX VALGO

Aspectos morfológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 557
Caracterização e graduação do hálux valgo. Leve, moderada e
grave deformidade
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 558
Etiologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 559
Anatomopatológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 560
Quadro clínico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 561
Estudo radiológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 562

Medida do ângulo intermetatarsal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 563
Medida do ângulo de valgismo do hálux. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 564
Medida do ângulo articular metatarsal distal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 564
Medida da posição do sesamóide lateral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 565
Avaliação da congruência articular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 565

Tratamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 566

Exostectomia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 567
Reconstrução distal de partes moles . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 568
Osteotomia do primeiro metatarsal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 569
Osteotomia proximal ou da base . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .569
Osteotomia distal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .570
Ressecção artroplástica ao nível da primeira metatarsofalângica . . . . . . . . . . 571
Artrodese da primeira metatarsofalângica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 571
Artrodese da primeira metatarsocuneiforme . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 571
Osteotomia proximal da falange proximal do hálux - Akin. . . . . . . . . . . . . . . 571

Importância para a fisioterapia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 573

BIBLIOGRAFIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 574

ÍNDICE REMISSIVO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 578

40

41

42

Aristóteles, médico e filósofo grego que viveu entre 384 e 322 antes de
Cristo, foi quem pela primeira vez usou a palavra anatomia em medicina.

O termo “anatoméin” provém do grego e “dissecare” do latim. Ambos
significam “cortar em pedaços, separar, dissecar”.
Todos os conhecimentos anatômicos que temos hoje em medicina foram
obtidos através da dissecação de cadáveres.

Introdução

ANATOMIA -

TERMINOLOGIA
ORTOPÉDICA

CAPÍTULO 1

A anatomia é a parte da biologia que estuda a forma e a estrutura dos seres
vivos. As regiões do corpo humano são descritas, considerando-se a posição
anatômica da pessoa e os planos seccionais ou imaginários que passam através
do corpo humano.

Anatomia - Terminologia ortopédica • 43

Posição anatômica do corpo humano

Uma pessoa se encontra em posição anatômica quando está ereta, em pé
- posição ortostática - ou deitada, com a cabeça reta. Os membros superiores
devem estar pendentes ao longo do corpo, os cotovelos em ex-
tensão e próximos ao flanco e as palmas das mãos voltadas
para frente. Os membros inferiores em adução, ou seja, jun-
tos, os joelhos em extensão e os dedos dos pés também
direcionados para frente. Figura 1.1

Planos seccionais ou imaginários
que passam através do corpo humano

Mediano: divide o corpo humano em duas partes, direita e esquerda. O
corte se processa no sentido ântero-posterior. Cada metade recebe o nome de
Antímero (direito e esquerdo).

Sagital: são planos verticais imaginários que passam através do corpo,
paralelos ao plano mediano (paralelo à sutura sagital - articulação imóvel que
une os ossos parietais). Figura 1.2

Figura 1.1 - Posição anatômica
do corpo humano.

Figura 1.2 - Origem do plano coronal (sutura
coronal) e sagital (sutura sagital).

CORONAL

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->