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ABR 2002

NBR 12712

Projeto de sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13/28ž andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (21) 3974-2300 Fax: (21) 2220-1762/2220-6436 Endereço eletrônico: www.abnt.org.br

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Origem: Projeto de Emenda NBR 12712:2001 ABNT/CB-09 - Comitê Brasileiro de Gases Combustíveis CE-09:302.01 - Comissão de Estudo de Sistema de Transporte e Distribuição de Gás Combustível NBR 12712 - Design of transmission and distribution piping systems for fuelgas - Procedure Descriptors: Fuel gas distribution system. Combustible gas. Fuel gas transmission system Esta Emenda complementa a NBR 12712:1993 Válida a partir de 31.05.2002 Palavras-chave: Distribuição de gás. Gás combustível. Transmissão de gás 2 páginas

Esta Emenda nž 1 de ABR 2002, em conjunto com a NBR 12712:1993, equivale à NBR 12712:2002. Esta emenda nž 1 de ABR 2002 tem por objetivo alterar a NBR 12712:1993 no seguinte: - Incluir a seção 9.8 com a seguinte redação: “No cruzamento com tubulações e outras interferências, deve haver um estudo específico para a fixação da cota do gasoduto, atendendo à orientação de 9.4 e 9.7.” - Incluir na seção 10, alínea d), a seguinte redação no último paragrafo: “No cruzamento de linhas elétricas de transmissão, o duto deve, preferencialmente, passar perpendicular à linha, no centro do vão entre duas torres, sem interferir com o ponto de aterramento.” - O texto de 11.1.1 passa a ter a seguinte redação: “Este capítulo estabelece critérios para projetos de cruzamento e de travessias. Sua aplicação deve ser feita levando-se em consideração os requisitos dos capítulos 8 e 9.” - O texto de 11.1.2 passa a ter a seguinte redação: “Os cruzamentos de que trata este capítulo poderão ser executados a céu aberto ou por métodos não destrutivos, e estes últimos poderão empregar ou não tubo-camisa.” - O texto de 11.1.3 passa a ter a seguinte redação: “Os projetos de cruzamento e travessias requerem estudos e análises específicas, e ainda a prévia autorização (se necessária) dos órgãos competentes.” - Excluir a seção 11.1.4. - As seções 11.1.5 e 11.1.6 passam a ser, respectivamente, 11.1.4 e 11.1.5. - O texto de 11.2.3-a) passa a ter a seguinte redação: “a) o eixo do cruzamento ou travessia deverá ser preferecialmente perpendicular ao eixo da interferência, de modo a obter o menor comprimento possível; “ - O texto de 11.2.3-d) passa a ter a seguinte redação: “d) áreas sujeitas à dragagem, inclusive cota de arrasamento;"

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NBR 12712:2002

- O texto de 11.2.5-a) passa a ter a seguinte redação: “a) quando for prevista a utilização de tubo-camisa, selecionar preferencialmente, um trecho em que a ferrovia ou rodovia esteja em ponto de transição entre corte e aterro, evitando-se movimento de terra e curvas verticais desnecessárias;” - Excluir as alíneas d) e e) da seção 11.2.5. - A alínea f) passa a ser alínea e) - O texto de 11.2.6-c) passa a ter a seguinte redação: “c) verificação da necessidade de execução de batimetria e sondagens;” - O texto de 11.2.6-f) passa a ter a seguinte redação: “f) a travessia é recomendável nos casos de leitos profundos, rochosos, instáveis, e quando os aspectos de segurança ou dificuldades construtivas desaconselharem outro tipo de construção.” - O texto de 11.4.1.2 passa a ter a seguinte redação: “O dimensionamento de tubo-camisa deve ser feito de acordo com o disposto no capítulo 12.” - Excluir a seção 11.4.1.5. - A seção 11.4.1.6 passa a ter a seguinte redação: “A distância mínima entre a superfície da rodovia e o topo do duto, ou tubo-camisa, instalados a céu aberto ou por processo não-destrutivo do tipo furo direcional horizontal, deve ser de no mínimo 1,20 m.” - O texto de 11.4.1.7 passa a ter a seguinte redação: “A distância mínima entre o nível da base dos trilhos da ferrovia e o topo do duto, ou tubo-camisa, instalados a céu aberto ou por processo não-destrutivo do tipo furo direcional horizontal, deve ser de no mínimo 1,40 m.” - O texto de 11.4.1.8 passa a ter a seguinte redação: “Em ambos os tipos de cruzamentos de 11.4.1.6 e 11.4.1.7, quando o duto ou tubo-camisa não for instalado a céu aberto ou por processo não-destrutivo do tipo furo direcional horizontal, a distância entre as superfícies e o topo do duto ou tubo-camisa deve ser 1,80 m.” _________________

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MAR 1993

NBR 12712

Projeto de sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível
ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas
Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210 -3122 Telex: (021) 34333 ABNT - BR EndereçoTelegráfico: NORMATÉCNICA

Procedimento Origem: Projeto 09:302.01-001/1990 CB-09 - Comitê Brasileiro de Combustíveis (exclusive nucleares) CE-09:302.01 - Comissão de Estudo de Sistemas de Transporte e Distribuição de Gás Combustível NBR 12712 - Design of transmission and distribution piping systems for fuel gas Procedure Descriptors: Fuel gas distribution system. Combustible gas. Fuel gas transmission system Válida a partir de 31.05.1993 Palavras-chave: Distribuição de gás. Gás combustível. Transmissão de gás 76 páginas

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SUMÁRIO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Objetivo Documentos complementares Definições Materiais e equipamentos Estudos prévios Classificação de locação Determinação da espessura Profundidade de enterramento Afastamentos Requisitos devidos à proximidade de linhas elétricas Cruzamentos e travessias Proteção de tubulações enterradas quanto a cargas externas Sinalização Controle e limitação das pressões Estações de compressão Reservatórios tubulares e cilíndricos Válvulas intermediárias Caixas subterrâneas Ramais de serviço Componentes de tubulação não-padronizados Análise da flexibilidade Cálculo das tensões Limitação das tensões Suportes Sistemas de GLP gaseificado Requisitos de qualidade superficial de tubulação Mudanças de direção Soldagem Ensaios após a construção Controle da corrosão

31 Estabilização de pista e vala 32 Odorização ANEXO A - Diagrama ilustrativo do campo de aplicação desta Norma ANEXO B - Fatores de conversão ANEXO C - Ensaio de achatamento para tubos ANEXO D - Tensão mínima de escoamento especificada (Sy) de materiais para tubos ANEXO E - Exemplos de aplicação dos dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão ANEXO F - Exemplo de aplicação das regras para o projeto de derivações tubulares soldadas ANEXO G - Constantes físicas ANEXO H - Método de dimensionamento para a pressão interna das curvas em gomos ANEXO I - Combinações para ligação por solda, de juntas de topo de mesma espessura ANEXO J - Preparação de extremidades para solda de topo de juntas de espessuras e/ou tensões de escoamento diferentes ANEXO K - Detalhes de ligações entre tubos e flanges

1 Objetivo
1.1 Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis para projeto, especificação de materiais e equipamentos, fabricação de componentes e ensaios dos sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível por dutos. 1.2 Esta Norma aplica-se somente aos sistemas nos quais os componentes são de aço.

9 Esta Norma adota o Sistema Internacional de Unidades (SI).Recebimento. 1. 1. f) estações de redução e controle.Unified inch screw threads 1. gás de refinaria.Especificação NBR 6118 .Válvulas de aço fundido e aço forjado para indústria de petróleo e petroquímica .Procedimento NBR 5580 .Válvulas de aço fundido e aço forjado para indústria de petróleo e petroquímica .Procedimento NBR 11712 .Válvulasmacho .Especificação ANSI B1.Forças devidas ao vento em edificações .Instalação elétrica em ambientes com líquidos. h) reservatórios tubulares de gás.7 Esta Norma propõe-se apenas a estabelecer requisitos essenciais de projeto e padrões mínimos de segurança.Papelão hidráulico para uso universal e alta pressão . reguladores e válvulas de segurança de pressão.Formatos e dimensões . f) gasodutos submarinos. fica entendido que seu uso deve ser feito apoiado na boa prática da Engenharia.Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos .Projeto e execução de obras de concreto armado .Pipe threads ANSI B16.6 Os tipos de gases cobertos por esta Norma são: gás natural. inclusive no que diz respeito à máxima pressão de operação admissível dessas instalações.Soldagem elétrica . b) gasodutos de distribuição. g) estações de medição. Nota: Um diagrama ilustrativo da abrangência desta Norma é dado no Anexo A.Terminologia NBR 5893 . 1. tais como: tubos.Válvulasgaveta .2 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 1. e) estações de lançamento/recebimento de raspadores.Válvulas de retenção . d) sistemas de transmissão e distribuição de GLP na fase líquida e de gás natural na fase líquida. b) tubulações a jusante do medidor do consumidor.Tubos de aço de seção circular .1 . 1.Drenagem de corrente de interferência entre tubulação e ferrovias em proteção catódica Padronização NBR 9344 .Pipe flanges and flanged fittings . não se destinando a servir como manual de projeto.5 .Material para juntas . biogás e gás liquefeito de petróleo na fase vapor (com ou sem mistura de ar). Por conveniência de uso.3 Esta Norma aplica-se a todo sistema de transmissão e distribuição. consta do Anexo B uma relação dos fatores de conversão de algumas unidades de medida de outros sistemas para SI.Especificação NBR 5874 .SI . 2 Documentos complementares Na aplicação desta Norma é necessário consultar: NBR 5418 . gases ou vapores inflamáveis . e) tubulações com temperaturas acima de 230°C e abaixo de -30°C.Método de ensaio NBR 6326 . armazenagem e manuseio de materiais e equipamentos para proteção catódica . flanges.20 . d) estações de compressão.Válvulas de aço fundido e aço forjado para indústria de petróleo e petroquímica . 1. ANSI B1. no que concerne a: a) gasodutos de transmissão.Válvulasesfera . gás manufaturado.Anodo de liga de zinco para proteção catódica .Equipamentos de drenagem elétrica para proteção catódica . parafusos.Válvulas de aço fundido e aço forjado para indústria de petróleo e petroquímica . conexões.Especificação NBR 11714 .Procedimento NBR 6123 .5 Esta Norma não se aplica a: a) projeto e fabricação de vasos de pressão.4 Esta Norma abrange também as condições de aplicação dos componentes do sistema de transmissão e distribuição.Prescrições para sua aplicação Procedimento NBR 12558 . válvulas.Procedimento NBR 6154 .8 Esta Norma não se aplica retroativamente às instalações existentes.Especificação NBR 11713 .Especificação NBR 12230 .Ensaio de achatamento . c) ramais. c) sistemas de tratamento e processamento de gás.Especificação NBR 9363 .Padronização de rosca para conexões Especificação NBR 9171 .Padronização NBR 10183 . juntas.

Valves. tubing and drill pipe API 5L .21 .Specification for casing. flanged or buttwelding ends API 600 .34 .Ball valves with flanged or buttwelding ends for general service .Factory-made wrought steel buttwelding fittings ANSI B16.Flanged steel safety relief valves API 594 . flanges and unions MSS SP-42 .33 . Seção II (parte C).Large manually operated metallic gas valves in gas distribution systems whose MAOP does not exceed 125 psig ANSI B31.Wafer check valves API 599 .Carbon steel pipe-seamless and welded ASTM A-105 .Manually operated metallic gas valves for use in gas piping systems up to 125 psig ANSI B16.Large-diameter carbon steel flanges API 606 .Steel plug valves. lug-type and wafer-type API 1104 .Nonmetalic flat gaskets for pipe flanges ANSI B16.Arc welded pipe steel plate 16 in and over ASTM A-135 .Steel orifice flanges.Standard for welding pipelines and related facilities ASTM A-36 .Butterfly valves MSS SP-72 .Wrought steel buttwelding short radius elbows and returns ANSI B16.Carbon steel (low temperature service) pipe-seamless and welded ASTM A-372 .Carbon steel pipe-seamless for high temperature service ASTM A-134 .Forged steel fittings.Arc-welded steel pipe 4 in and over ASTM A-211 .Welded steel or iron pipe ASTM A-333 . 900.Standard finishes for contact faces of pipes flanges and connecting-end flanges of valves and fittings MSS SP-25 .Steel pipeline flanges MSS SP-45 .Specification for pipeline valves (steel gate. 600.Class 150.Power piping ANSI B31.Electric-fusion-welded steel pipe for atmospheric and lower temperatures ASTM A-672 .Electric-resistance welded steel pipe ASTM A-139 .25 .Buttwelding ends ANSI B16.3 .Carbon steel for general purposes ASTM A-53 . Seção VIII e Seção IX API 5A .1 .Standard marking systems for valves.Metal-arc-welded steel pipe for highpressure transmission systems ASTM A-671 .Compact carbon steel gate valves API 603 . plug.O . angle and check valves with flanged and buttweld ends MSS SP-44 .Butterfly valves.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 3 ANSI B16.Carbon steel forgings for high temperature service ASTM A-106 .Corrosion-resistant gate.Spiral .10 . socket welding and threaded ANSI B16.Electric-fusion-welded steel pipe for high-pressure service at moderate temperatures AWS A3.Bypass and drain connection standard MSS SP-67 .11 . cast corrosion-resistant flanged end gate valves API 605 .10 .Steel gate valves.28 .Welding terms and definitions Bulletim # 70 NFPA .Carbon and alloy steel forgings for thin walled pressure vessels ASTM A-381 .Metallic gaskets for raised-face pipe flanges and flanged connection (double-jacketed corrugated and spiral wound) API 602 .38 .Compact carbon steel gate valves (extended body) API 609 . and check valves) API 526 . globe.Chemical plant and petroleum refinery piping ANSI B36. flanged and buttwelding end ANSI B16.36 .Boiler and pressure vessel code.Ring-joint gaskets and grooves for steel pipe flanges ANSI B16. fittings. Class 300.Face-to-face and end-to-end dimensions of ferrous valves ANSI B16. ball.Specification for line pipe API 6D . flanged and buttwelding ends API 601 .National Fire Protection Association MSS SP-6 .Welded and seamless wrought steel pipe ANSI/ASME .9 .20 . 1500 and 2500 ANSI B16.

ferrovia ou rede elétrica. acidentes naturais e outras interferências. 3. fora das áreas urbanas. Passagem aérea. 3. rodovia. por meio de dutos.1 Termos gerais 3.13 Rede Conjunto de tubulações que constitui linhas de distribuição e ramais. sendo transmitida (transportada) ou distribuída para o usuário através de dutos. aérea ou subterrânea.1 Gás combustível Qualquer construção. ao nível acabado da pista.1. 3. desde as fontes de produção ou suprimento até os locais em que o produto passa para o sistema de distribuição de gás.Steel valves .Socket-welding reducer inserts MSS SP-83 . de examinar. legalmente destinada à sua instalação e manutenção. ferrovias.Socket welding and threaded ends MSS SP-88 . regiões permanentemente ou eventualmente alagadas.15 Cobertura Empresa pública ou privada responsável pela distribuição de gás combustível. lagos.1.Carbon steel pipe unions. subterrânea ou submersa do duto. grotas e ravinas.7 Diretriz Linha básica do caminhamento do gasoduto. 3. comercial ou industrial.1.1.10 Interferência 3 Definições 3. ao gasoduto na área urbana.5 Companhia operadora Distância medida verticalmente entre a geratriz superior do revestimento do duto e as bordas da vala.1.16 Cruzamento Empresa pública ou privada responsável pela operação de transmissão e/ou distribuição de gás combustível. . aos estabelecimentos consumidores (residenciais. 3. à autoridade competente cabem aprovar e fiscalizar a passagem de gasodutos por vias públicas. Na ausência de legislação específica. Na maioria dos gasodutos.1.1. socketwelding and threaded MSS SP-84 .4 Companhia distribuidora Gasoduto de transmissão ou de distribuição. encarregado. 3.4 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 MSS SP-75 .1.1.Control of external corrosion on underground or submerged metallic pipe systems NACE Std RP-02-75 . por meio de dutos.3 Distribuição de gás Produto tubular fabricado de acordo com uma norma de fabricação. ao longo da diretriz do gasoduto situado fora da área urbana. pela legislação vigente.1.14 Linha Atividade de fornecimento de gás combustível. localizada na passagem do gasoduto.Application of organic coatings to the external surface of steel pipe for underground service Standard da EJMA .1.1.1.2 Transmissão de gás (transporte de gás) Trecho da diretriz de um gasoduto que está próximo e segue numa direção paralela à determinada faixa de domínio de estrada. a autoridade competente é a própria entidade pública ou privada que promove a construção do gasoduto. aprovar.8 Autoridade competente Órgão. industriais. comerciais.9 Pista Parte da faixa de domínio.1. outros) através de rede da companhia distribuidora. coincide com a linha de centro da faixa de domínio.17 Travessia Área de terreno de largura definida. 3.1.12 Duto (tubo) Atividade de transferência de gás combustível. 3. autorizar ou fiscalizar a construção de gasodutos.1. através de rios. açudes. 3. rua. 3. repartição pública ou privada.6 Faixa de domínio ou faixa Passagem subterrânea do duto por rodovias. fora das áreas urbanas.Expansion joit manufactures association 3.Diaphragm type valves NACE Std RP-01-69 . O próprio tubo do gasoduto. bem como tratar de questões relativas à passagem do gasoduto junto a instalações de concessionárias de outros serviços públicos. 3. ou faixa destinada.11 Interferência paralela Toda forma gasosa apropriada para uso como combustível doméstico. 3. pessoa jurídica ou física. 3. 3. pela autoridade competente.1. 3. outros dutos e instalações subterrâneas já existentes.Specifications for high test wrought buttwelding fittings MSS SP-79 . ferrovias. utilizada para os trabalhos de construção de gasodutos.

3.1.7 Ramal externo do consumidor Execução de um furo.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 5 3. 3. usada para reforço estrutural da boca-de-lobo em uma derivação. feito por trepanação. 3. diretamente. constituído de gasoduto. facilitando realização de cruzamento e/ou dando proteção mecânica ao duto.2 Termos do sistema de tubulação 3. sem que ele sofra deformação permanente.1.27 Lançador/recebedor de raspadores (scraper-trap) Conjunto constituído apenas de tubos e componentes de tubulação.25 Tubo-camisa ou tubo-luva (casing) Tubo de aço no interior do qual o gasoduto é montado. válvulas.2.2. feito geralmente de concreto armado. feito em um tubo.1. Os tubos não são considerados componentes de tubulação.1. para a instalação de uma derivação tubular. também denominado colarinho de reforço.34 Goivadura (gouge) Mudança de direção feita no duto durante a fase de construção. 3. derivações tubulares.20 Seção de interligação Depressão na superfície de uma peça.1.2. 3. 3.36 Componentes (de tubulação) Contrapeso. 3. 3.2.2. Qualquer derivação de uma linha considerada principal.2 Tubulação Denominação genérica dos dispositivos que se fazem passar pelo interior dos dutos. para estabilizá-lo quando submerso. sem que haja redução na espessura de parede.1.29 Colar (outlet fitting) Gasoduto destinado à distribuição de gás combustível.24 Tramo Quaisquer elementos mecânicos pertencentes ao sistema de tubulação. também denominado coluna. reservatórios. .31 Anel de reforço Arranjo de tubulação pré-fabricado utilizado em travessias aéreas ou enterradas e em cruzamentos. 3.6 Ramal Peça forjada utilizada como reforço em uma derivação tubular.2.33 Entalhe (notch) Pequeno trecho de gasoduto situado entre duas interligações.21 Curvamento natural Corte longo e estreito na superfície de uma peça com redução na espessura de parede.19 Interligação (tie-in) Peça feita de chapa de aço. tais como: válvulas. conexões padronizadas.5 Gasoduto de distribuição Derivação tubular feita por uma ligação soldada.1.1.35 Ranhura (groove) Envoltório anular de concreto. 3.4 Gasoduto de transmissão Instalação para introdução e retirada de raspadores no gasoduto.23 Bloco de lastro Corte em uma superfície de forma alongada. conexões especiais.1. parafusos e juntas.18 Cavalote 3.22 Jaqueta de concreto Corte em uma superfície com a forma côncava de uma meia-cana. 3. etc.1. 3.28 Boca-de-lobo (derivação) Gasoduto destinado à transmissão de gás combustível. 3.1.1.1. 3.1 Sistema de gás Conjunto de dois ou mais tubos soldados.2. 3. 3. Trecho de tubulação que deriva da linha de distribuição e termina no limite do terreno do consumidor. separadores. compressores.1.3 Gasoduto Tubulação destinada à transmissão e distribuição de gás. em forma de coroa circular.26 Raspador (pig) Sistema físico de transmissão e distribuição de gás combustível.1. com a linha em operação. com a finalidade de conferir peso adicional ao tubo sobre o qual é fixado. 3. 3. 3. 3. com a finalidade de dar-lhe resistência mecânica para a proteção de cargas externas ou conferir-lhe peso adicional para estabilizá-lo quando submerso.1. entre a linha-tronco e o ramal.30 Furação em carga (hot tapping) Gasoduto que deriva da linha de transmissão/distribuição e termina no medidor do consumidor. 3. 3. flanges.32 Mossa (dent) União entre dois trechos de um gasoduto. 3. impulsionados pela pressão de gases ou líquidos.1. 3.1.1. tipo risco ou estria.

9 Ramal de serviço Espessura de parede listada na especificação ou norma dimensional do tubo ou do componente de tubulação.1 Tensão de escoamento Equipamento instalado na linha.2. com as extremidades fechadas por tampões. ou do medidor. bem como qualquer tubulação. 3. fabricado industrialmente. situado entre o limite do terreno do consumidor e o medidor. construção e operação.14 Dispositivo de alívio de pressão Tensão na qual o material apresenta uma deformação permanente quando submetido ao ensaio de tração. 3.2 Espessura requerida Espessura de parede calculada para resistir à pressão interna. 3. conforme 7.5 Termos de projeto. 3.8 Ramal interno do consumidor 3.2.2. 3. 3. 3. 3. com a finalidade de interromper o fluxo de gás no ramal interno do consumidor.3.4.6 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 3. aplicável a um segmento específico de 1600 m de gasoduto .2.4.5.12 Medidor Diâmetro externo especificado do tubo ou do componente de tubulação constante da norma dimensional de fabricação.2.2 Tensão mínima de escoamento especificada (Sy) Equipamento instalado para descarregar o gás de um sistema. que mede a vazão (volumétrica ou mássica) de gás transferido.18 Proteção contra sobrepressão Área que classifica uma locação e se estende por 200 m de cada lado da linha de centro de qualquer trecho contínuo e desenvolvido de 1600 m de gasoduto. 3. 3. A classe de locação serve para propósitos de projeto.2. 3. relacionado com a densidade populacional.15 Válvula de ramal Tensão de escoamento mínima prescrita pela especificação sob a qual o tubo é comprado do fabricante.2. sob condições anormais de operação.5. situada no terreno do consumidor. fabricação e ensaio 3. 3.5. 3.1 Espessura nominal Trecho de tubulação.3. interromper o fluxo de gás de forma a impedir que a pressão ultrapasse valores preestabelecidos. para alguns materiais. e não necessariamente correspondendo aos diâmetros interno ou externo do tubo ou componente de tubulação.2.3 Termos dimensionais 3.3 Diâmetro nominal (DN) Trecho de tubulação que deriva da linha de distribuição e termina no medidor do consumidor. e em função da quantidade de construções para ocupação humana localizadas nesta área. no ensaio de tração. 3. de forma a impedir que a pressão exceda valores preestabelecidos.4 Diâmetro externo Equipamento de controle de pressão.16 Reservatório tubular Tensão obtida pela razão entre a carga máxima aplicada e a área inicial da seção transversal do corpo-de-prova padrão. 3. interligando os reservatórios com as instalações internas para gases combustíveis.2 Unidade de classe de locação Reservatório de forma cilíndrica.1. 3. ou com equipamentos a gás.4.2.2.3 Índice de densidade populacional Proteção proporcionada por um dispositivo ou equipamento instalado com o objetivo de impedir que a pressão em um sistema de gás exceda um valor predeterminado. com a finalidade de armazenar gás.10 Regulador de serviço Equipamento instalado no ramal de serviço para controle da pressão do gás fornecido ao consumidor.3. instalado em série com outro do mesmo tipo. com a finalidade exclusiva de armazenar gás.3 Tensão de ruptura (limite de resistência à tração) Válvula de bloqueio de fácil manuseio localizada a montante do regulador de serviço. 3. com a finalidade de assumir automaticamente o controle da pressão a jusante. Número.13 Dispositivo de bloqueio automático Equipamento instalado com a finalidade de.1 Classe de locação Reservatório fixo. destinada a GLP na fase vapor. composto de tubos e componentes de tubulação. É obtida de ensaios padronizados e representa um valor probabilístico. 3.3.2.11 Regulador monitor (válvula de controle monitora) Número que expressa a dimensão do tubo e dos componentes de um sistema de tubulação. é também. em situações anormais de operação.17 Reservatório cilíndrico Critério para a classificação de uma área geográfica de acordo com sua densidade populacional aproximada.4 Termos de propriedades mecânicas 3. a tensão que no diagrama tensão-deformação corresponde a uma deformação especificada. 3.

3.5. fundido pe- . É uma temperatura fixada a partir das condições de fluxo no sistema de gás.10 Ensaio hidrostático Em qualquer sistema de tubulação.20 Tensão primária Designação genérica para um ensaio que consiste na pressurização de um sistema de tubulação. 3. inclusive nas paradas e partidas do sistema.5. 3. P.5.7 Máxima pressão de operação admissível (MPOA) Maior pressão na qual um sistema de gás pode ser operado de acordo com as provisões desta Norma. 3. 3. 3.5.5 Pressão de projeto Temperatura do solo na profundidade em que o tubo se encontra. Por exemplo: tensão circunferencial. 3. atuando paralelamente ao eixo longitudinal.5.5. 3. em qualquer estágio de evolução das deformações.15 Temperatura de projeto Temperatura de escoamento do gás usada para o dimensionamento mecânico do gasoduto.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 7 e usado para determinar os requisitos de projeto. 3. em função de sua qualificação por ensaio de pressão. tensão normal de flexão e cisalhante de cortante provocadas pelo peso próprio.5. 3. é a tensão gerada por carregamentos que não permitem. todos os valores de pressão apresentados nesta Norma são referidos à pressão atmosférica normal. que demonstra que um tubo ou um sistema de tubulação possui resistência mecânica compatível com suas especificações ou suas condições operacionais. que ao ultrapassar o limite de escoamento sofre um relaxamento espontâneo no decorrer do tempo. construção e operação. Tubo fabricado por processo de soldagem onde a coalescência é produzida pela deposição do metal.5. É uma pressão fixada a partir das condições de fluxo do sistema de gás.14 Temperatura ambiente Produto tubular fabricado sem junta soldada. 3. para demonstrar sua resistência mecânica ou sua estanqueidade.5. atuando perpendicularmente a um plano contendo seu eixo longitudinal.4 Pressão 3.13 Pressão mínima de ensaio Tensão que se caracteriza por seu rápido decréscimo. que demonstra que um sistema de tubulação não apresenta vazamentos. 3.16 Temperatura do solo Relação entre força e área. A menos que expressos em contrário. É uma tensão que está no mesmo nível de significância da tensão secundária.ex.8 Pressão-padrão de serviço Tensão normal na parede do tubo.12 Pressão máxima de ensaio Nos sistemas de tubulação sujeitos à deformação plástica.6 Máxima pressão de operação (MPO) Temperatura máxima (ou mínima) do fluido transportado sob condições normais de operação. em todas as direções. 3. a partir de seu ponto de máximo valor.5.5. de acordo com as prescrições desta Norma. 3.5. 3. o termo “tensão circunferencial” refere-se à tensão circunferencial de membrana provocada pela pressão interna (hoop stress) 3.5.19 Tensão longitudinal Pressão do gás que a companhia operadora se encarrega de manter nos medidores de seus consumidores.5.5. Por exemplo: tensões normais de flexão e cisalhantes de torção provocadas pela dilatação térmica restringida. com um fluido apropriado.5. 3. o seu alívio espontâneo.: tensão normal de flexão na união tubo-flange e na junção cone-cilindro.5.5. 3.17 Temperatura máxima (ou mínima) de operação Pressão usada na determinação da espessura de parede do tubo e dos componentes de tubulação.11 Ensaio de estanqueidade Ensaio geralmente feito em baixos níveis de pressão.24 Tubo SAW (Submerged Arc Welding) Temperatura do ar no meio circundante a uma estrutura ou a um equipamento. em ensaio.21 Tensão secundária Ensaio de pressão com água.5. 3.18 Tensão circunferencial Maior pressão na qual um sistema de gás sob condições normais é operado.22 Tensão localizada Maior pressão a que um sistema de gás é submetido em ensaio.5. a menos que seja expressamente dito em contrário.5. é a tensão gerada por variação de temperatura ou por deslocamento imposto.23 Tubo sem costura (seamless) Menor pressão a que um sistema de gás deve ser submetido. 3.9 Ensaio de pressão Tensão normal na parede do tubo.

os itens de materiais e de equipamentos podem ser divididos em quatro categorias: a) Primeira . podem ser utilizados. um flange retirado de um gasoduto desativado e cuja identificação tenha desaparecido pela ação do tempo ou um tubo novo do qual se perdeu a identificação são.: um flange fabricado de acordo com a ANSI B16. 4. com respeito à qualidade de materiais e de fabricação. aberto entre o eletrodo (sem revestimento) e o tubo. Itens que atendem às normas relacionadas no Capítulo 2 podem ser usados para as aplicações a que se destinam. de um gaso- duto existente e sua reutilização no mesmo sistema. essa redução deve ser levada em consideração no projeto através da adoção de uma suficiente margem de segurança.27 Tubo expandido a frio para a qualificação de cada uma das categorias mencionadas. padrões e requisitos especiais desta Norma.5.2 Qualificação de materiais e equipamentos 4. exceto tubos.2.25 Tubo EFW (Electric Fusion Welding) portanto.2. d) Quarta .: um compressor centrífugo de gás é fabricado de acordo com certa norma.5. para utilização de acordo com esta Norma.1 Geral Todos os materiais e equipamentos que fazem parte permanente de qualquer sistema de tubulação.1 A remoção de itens.2.5 é qualificado na primeira categoria porque a ANSI B16.item fabricado de acordo com uma norma não-relacionada no Capítulo 2. é qualificado na quarta categoria.2.3 Procedimentos de qualificação da terceira categoria 4.5.: um flange fabricado de acordo com a BS 1560 é qualificado na segunda categoria porque. P.itens reutilizados ou itens sem identificação. 4.1 Procedimentos de qualificação da primeira categoria Tubo que sofreu na fábrica uma deformação circunferencial permanente.2. 4. P.2.2. Itens para os quais não existem normas listadas no Capítulo 2 podem ser qualificados. construído de acordo com esta Norma. ou em outro.item que. Se os desvios tendem a reduzir a resistência mecânica do item em questão. fundido pelo calor gerado em um arco elétrico manual ou automático.ex. Itens que não atendem às normas relacionadas no Capítulo 2 devem ser qualificados da seguinte maneira: a) itens cujas normas não divergem substancialmente de uma norma relacionada no Capítulo 2 e que atendem às exigências mínimas desta Norma. é permitida desde que sujeita às restrições a seguir: . e pela aplicação de pressão.1 No que diz respeito aos métodos de qualificação.ex. esta Norma relaciona uma outra norma de flange.ex.2. Todos esses materiais e equipamentos devem ser qualificados em conformidade com especificações.item fabricado de acordo com uma norma relacionada no Capítulo 2.2. 3.5. geralmente por meio de cabeçotes expansores internos.4. b) seu uso não é proibido por esta Norma.8 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 lo calor gerado em um arco elétrico protegido. embora fabricado segundo uma norma. b) Segunda . 3. embora do Capítulo 2 não conste a BS 1560.: um flange. sob condições de pressão mais baixa. ambos. A proteção do arco é feita por material granular fusível. P. também qualificados na quarta categoria. à temperatura ambiente. devem ser adequados e seguros para as condições nas quais são utilizados.2 Procedimentos de qualificação da segunda categoria 4 Materiais e equipamentos 4. 4. no qual o tubo é parte integrante. aberto entre o eletrodo (revestido) e o tubo. Nota: As especificações para os diversos materiais aceitos por esta Norma estão listadas no Capítulo 2. fabricado de acordo com uma norma relacionada no Capítulo 2. pelo fabricante. o item “compressor” é qualificado na terceira categoria. no caso a ANSI B16. entretanto. retirado de um gasoduto desativado para ser reutilizado em outro gasoduto. c) Terceira . P. b) itens cujas normas divergem substancialmente das normas relacionadas no Capítulo 2 devem ser qualificados de acordo com a terceira categoria. 4.2. 3. nesta Norma não está relacionado nenhum padrão ou especificação para compressores de gás.ex.4 Procedimentos de qualificação da quarta categoria 4.26 Tubo ERW (Electric Resistance Welding) Tubo fabricado por processo de soldagem onde a coalescência é produzida pelo calor gerado pela resistência elétrica em um circuito. Esta seção não deve ser interpretada de modo a permitir desvios que tendam a afetar desfavoravelmente a soldabilidade ou ductilidade dos materiais.2. é de um tipo para o qual nenhum padrão ou especificação é relacionado no Capítulo 2.2 As seções a seguir estabelecem os procedimentos Tubo fabricado por processo de soldagem onde a coalescência é produzida pela deposição do metal. do ponto de vista da segurança. desde que a análise técnica do ponto de vista teórico e/ou prático satisfaça simultaneamente ao seguinte: a) o item é compatível e seguro para o serviço proposto e recomendado para o serviço.2.5 está relacionada nesta Norma.

removidos de um gasoduto exis- 4.20. 4.34 API 602 ANSI B16.2.4.21 ANSI B16.1.3 Os componentes de tubulação que constituem itens para os quais nenhum padrão ou especificação são relacionados nesta Norma devem ser qualificados para utilização de acordo com 4.1 ANSI B16.2 Flanges ções abaixo devem ser qualificados para utilização de acordo com 4.3.2 Tubos usados.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 9 a) itens usados que foram fabricados de acordo com padrões listados nesta Norma podem ser reutilizados após a cuidadosa inspeção de cada peça para comprovação de que estão isentos de danos mecânicos.1.3.25 ANSI B16. como o ensaio Charpy “V”.3. para a finalidade a que se destinam.20.2.6 Válvulas de segurança por alívio API 526 4.1-c).36 ASTM A-105 . ambos de especificação desconhecida.5 ANSI B16.20.25 ANSI B16.3.execução de ensaios de propriedades físicas e químicas em amostras aleatórias.25 API 599 ANSI B16.2-a). Notas: a) Não são aceitos materiais com um estado de corrosão que afete a sua integridade.20.1.38 API 603 API 606 API 609 MSS SP-6 MSS SP-42 MSS SP-67 MSS SP-72 MSS SP-84 MSS SP-88 4.1-a).3.4 Os componentes de tubulação reutilizados ou sem NBR 11712 NBR 11713 NBR 11714 NBR 12558 ANSI B16.3 Parafusos e porcas ANSI B1.1-b). A seguir estão relacionados os componentes de tubulação e respectivas normas de projeto e fabricação.3.10 API 594 4.3. b) itens usados que foram fabricados de acordo com padrões diferentes dos listados nesta Norma só podem ser qualificados dentro das exigências de 4.2.2.3.3. para encaixe e para rosca ANSI B1. e tubos novos sem identificação podem ser qualificados dentro dos limites resumidos na Tabela 1.1.3.2.1 Os componentes de tubulação projetados e fabricados de acordo com os padrões ou especificações relacionados nesta Norma são considerados adequados e seguros para operar nos sistemas de gás.4 Juntas NBR 5893 ANSI B1.9 ANSI B16. 4.1 Válvulas dado com dimensões e/ou materiais diferentes dos padronizados pelas normas ANSI e MSS devem ser projetadas por critérios de projeto que proporcionem o mesmo grau de resistência e estanqueidade e sejam capazes de atender aos mesmos requisitos de ensaios das conexões padronizadas.1 API 5 ANSI B16.36 API 601 API 605 MSS SP-6 MSS SP-44 4. Os dispositivos de controle de pressão devem satisfazer aos requisitos desta Norma para válvulas da mesma classe de pressão. não podem ser aplicados onde se requeiram requisitos suplementares de tenacidade ao impacto. 4. sem ter sido removido do local em que se encontra.1 ANSI B16.28 MSS SP-75 MSS SP-79 MSS SP-83 4. b) Este item não cobre o caso em que um gasoduto é reutilizado para um outro serviço sob novas condições operacionais.2.4 Tubos 4. 4.1.4.36 API 605 MSS SP-6 MSS SP-44 NBR 5580 API 5L ASTM A-53 ASTM A-106 API 605 MSS SP-6 MSS SP-44 ASTM A-134 ASTM A-135 ASTM A-139 ASTM A-211 ASTM A-333 ASTM A-381 ASTM A-671 ASTM A-672 ANSI B1.33 API 600 ANSI B16.verificação de que todos os itens devem estar em condições satisfatórias de funcionamento.2.20.1.5 ANSI B16.1 ANSI B1. forjado ou sol- 4.1 Os tubos fabricados de acordo com as especifica- identificação devem ser qualificados para utilização de acordo com 4.1-a): ANSI B16.7 Dispositivos de controle de pressão tente para serem reutilizados no mesmo sistema ou em outro sob condições de pressão mais baixa.3. devendo adicionalmente satisfazer às seguintes exigências: .1 ANSI B16.2 Os componentes de tubulação projetados e fabricados de acordo com padrões ou especificações diferentes dos relacionados nesta Norma devem ser qualificados para utilização de acordo com 4.1 Conexões especiais de aço fundido.3 Componentes de tubulação padronizados 4. 4.1 ANSI B16.1-d).11 ANSI B16.2.25 ANSI B16.20 4. 4. sendo qualificados para utilização de acordo com 4.25 ANSI B16. .2.3.1.2.5 ANSI B16. Nota: Tubos novos ou usados.5 Conexões para solda de topo. ANSI B1.

165 MPa (1683 kgf/cm2). Seção IX. Sy seja tomado como maior do que 360 MPa (3673 kgf/cm2). para determinar o limite de escoamento. a soldabilidade pode ser determinada através de ensaios químicos para carbono e manganês. se necessário. sem que ocorram trincas em qualquer local e sem abrir a solda. (B) (C) (D) (E) (F) (G) (H) (I) Tubos novos de especificação desconhecida e tubos usados cuja resistência tenha sido prejudicada pela corrosão ou outra deterioração devem ser submetidos a ensaio de pressão. e não são feitos ensaios de propriedades mecânicas. Para tubo de especificação desconhecida. Ca-so contrário.10 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 Tabela 1 . com o mínimo de 20 ensaios . tramo por tramo em um ensaio como o realizado em fábrica. A solda deve ser então ensaiada de acordo com as exigências da API 1104. o tubo não pode ser usado. a tensão mínima de escoamento para efeito de projeto deve ser adotada com valor nãosuperior a 165 MPa (1683 kgf/cm2).60 para tubos de DN -4" ou 0. de acordo com a nota (G) da Tabela 1. dimensão e espessura nominal constantes. deve ser feito ensaio de achatamento como prescrito no Anexo C. ranhuras e mossas. A solda a ser qualificada deve ser feita sob as mais severas condições permitidas pelas limitações de campo e usando o mesmo procedimento.85. A partir de tal medida.80 para tubos de DN > 4". quando seu valor não puder ser determinado como segue: determinar a média de todos os valores das tensões de escoamento obtidas para um lote uniforme.11 vez a menor espessura medida para todos os tubos de DN ¯ 20". Todos os tubos devem ser examinados para detectar entalhes. para permitir uma boa inspeção. Se ao ensaiar a solda as exigências da API 1104 não forem atendidas. ou no campo após a instalação. b) o valor mínimo verificado em qualquer ensaio de tensão de escoamento desde que. Para tubos de DN > 2". O número de ensaios químicos deve ser o mesmo que o requerido para os ensaios de solda circunferencial mencionados acima. A pressão de ensaio no campo deve ser estabelecida de acordo com o Capítulo 29 Tabela 2 . Pelo menos uma solda de ensaio deve ser feita para cada 100 tramos de tubo de DN > 4". um comprimento suficiente de tubo deve ser curvado a frio até 90° ao redor de um mandril cilíndrico com um diâmetro doze vezes maior que o diâmetro nominal do tubo. a ser utilizado no campo. Para tubos de DN -2". a espessura nominal da parede deve ser tomada como a próxima espessura comercial da parede abaixo da média de todas as medidas tomadas. O valor de Sy deve então ser tomado como o menor dos seguintes: a) 80% do valor médio dos ensaios de escoamento. O tubo deve atender às exigências deste ensaio. exceto no que diz respeito ao número de ensaios que deve ser como indicado na Tabela 2. Nos tubos de DN -4". e não superior a 1. exceto que o número de ensaios requeridos para a determinação das propriedades de achatamento deve ser o mesmo que o requerido na nota (G) a seguir. de acordo com as disposições da ANSI/ASME. o fator E deve ser tomado como 0. Se a relação entre as tensões de escoamento e de ruptura exceder 0. com o mínimo de dez ensaios Um conjunto de ensaios para cada dez tramos. a qual deve assegurar que estejam circulares. desempenados e isentos de defeitos que possam prejudicar sua resistência ou sua estanqueidade. porém em nenhum caso maior que 1. A soldabilidade deve ser determinada como se segue: um soldador qualificado deve fazer uma solda circunferencial de topo. a tensão mínima de escoamento especificada para efeito de projeto deve ser. Se o lote dos tubos é conhecido por ser de grau. o fator E aplicável pode ser empregado. com os mesmos critérios adotados no caso de tubos novos (ver Capítulo 26). As propriedades de tração podem ser estabelecidas como segue: executar todos os ensaios de tração fixados pela API 5L. em nenhum caso. a resistência à tração ou o alongamento são desconhecidos. a espessura dos outros tramos pode ser verificada aplicando-se um calibre ajustado para a espessura mínima. ela deve ser determinada medindo-se a espessura em pontos defasados de 90° em uma das extremidades de cada tramo de tubo. a medida deve ser feita em pelo menos 10% dos tramos individuais. porém em não menos de dez tramos. para vasos de pressão e caldeiras.Número de ensaios de tração (todos os diâmetros) Tamanho do lote Dez tramos ou menos Onze a 100 tramos Acima de 100 tramos Número de ensaios Um conjunto de ensaios para cada tramo Um conjunto de ensaios para cada cinco tramos. onde todos os corpos-de-prova devem ser selecionados ao acaso.14 vez a menor espessura medida para todos os tubos de DN < 20". Se o tipo de fabricação da junta e o seu processo de soldagem puderem ser identificados. um ensaio é necessário para cada 400 tramos de tubo. O tubo deve ser considerado soldável se as exigências impostas pela API 1104 forem cumpridas.Qualificação de tubo novo ou usado de especificação desconhecida e tubo usado de especificação conhecida Itens de qualificação Inspeção Curvamento/achatamento Espessura Eficiência de junta Soldabilidade Defeitos Tensão de escoamento Valor “Sy” Ensaio de pressão (A) Tubo novo ou usado de especificação desconhecida (A) (B) (C) (D) (E) (F) (G) (H) (I) Tubo usado de especificação conhecida (A) (C) (D) (F) (I) Todos os tubos devem ser limpos por dentro e por fora. Quando a tensão mínima de escoamento especificada. no máximo. A menos que a espessura nominal da parede seja conhecida com certeza.

3 A classe de locação é determinada pelo número de edificações destinadas à ocupação humana. d) seleção da diretriz do duto. 4. amortecedores de vibração. g) alternativas de traçado. tais como: a) caracterização do gás.7 Materiais sujeitos a baixas temperaturas 4. b) levantamento das condições ambientais. o intento é que as cláusulas de segurança da Norma devem prevalecer naquilo em que sejam aplicáveis. cabos elétricos e telefônicos. 5. 6. 5.3 Tubos fabricados de acordo com a NBR 5580 só podem ser utilizados em sistemas de gás com pressão de projeto igual ou inferior a 400 kPa (4. pandidos a frio devem satisfazer às exigências obrigatórias da API 5L. tais como: a) possibilidade de condensação de frações pesadas do gás. tais como válvulas. tubos ex- f) determinação do diâmetro. 4. devem ser previamente realizados diversos estudos fora do escopo desta Norma.7. Todavia.1 A classe de locação é o critério fundamental para o materiais usados nas instalações sujeitas a baixas temperaturas.6 Marcação Todos os itens do sistema de gás. existentes em unidade de classe de locação. Em outros casos. a determinação da pressão de ensaio e a distribuição de válvulas intermediárias.4 A classe de locação é um parâmetro que traduz o grau de atividade humana capaz de expor o gasoduto a danos causados pela instalação de infra-estrutura de serviços. conforme concebido nesta Norma. 5 Estudos prévios 5. motores.4. tais como drenagem pluvial. f) investigação da agressividade química do solo. 6. etc. tráfegos rodoviário e ferroviário entre outros.1.2 Esta classificação se baseia na unidade de classe de locação que é uma área que se estende por 1600 m ao longo do eixo do gasoduto e por 200 m para cada lado da tubulação.1. 4. quanto a provocada pela descompressão do gás. tanto a ambiente e a de solo.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 11 4.5 Equipamentos Esta Norma não inclui as especificações para equipamentos. parafusos e tubos. c) levantamento de dados geomorfológicos e climáticos. em todo caso. pressão. compressores. flanges. h) seleção técnico-econômica dos materiais a serem utilizados. acessórios.2 Independentemente de sua especificação. e. temperatura e máxima pressão de operação devem ser conhecidas.1 Para a execução do projeto de sistemas de transmissão e distribuição de gás. . facilidades elétricas. 6. e) balanço oferta/consumo do gás. Especificações parciais para tais itens são dadas nesta Norma. e) investigações de batimetria e correntes em travessias de rios. principalmente dos que afetam a segurança do sistema de tubulação no qual são instalados.7. devem ser marcados de acordo com as instruções de marcação dos padrões e especificações pelos quais o material é fabricado ou de acordo com as exigências da MSS SP-25. variáveis fundamentais como vazão. canais e baías. g) determinação dos teores de contaminantes.4.2 Deve ser dada especial atenção à tenacidade dos 6 Classificação de locação 6. a partir de sua linha de centro. notadamente gás sulfídrico e gás carbônico. d) suportação adequada ao gasoduto em travessias aéreas. onde esta Norma não dá especificações para um item particular de equipamento.1 Geral 6. h) estudo de impacto ambiental. 4.1.3 Para o início do projeto.1 Alguns dos materiais que atendem às especificações aprovadas para uso sob esta Norma podem não ter propriedades mecânicas adequadas para as faixas mais baixas de temperaturas cobertas por esta Norma. cálculo da espessura de parede do gasoduto. a seguran ç a do equipamento instalado num sistema de tubulação deve ser equivalente à de outras partes do mesmo sistema.1. tais como suportes pendurais. certos detalhes de projeto e fabricação referem-se necessariamente ao equipamento.1 kgf/cm2).2 Outros estudos específicos são por vezes requeridos. 4. as condições do processo de transferência de gás devem estar determinadas. ou seja. esgoto sanitário. c) possibilidade de formação de água livre. b) possibilidade de polimerização do gás.

6.D 2 Sy . campos de futebol.locais em uma pequena e bem definida área externa. mais próxima à divisa. devendo ser igual ou superior à espessura requerida.2 (adimensional) E = fator de eficiência da junta (longitudinal ou helicoidal) determinado em 7.5 Classe 4 A classe de locação 4 ocorre em regiões onde haja. incluindo o térreo. para resistir à pressão interna. Para valores de espessuras padronizadas para tubos.4 Classe 3 A classe de locação 3 ocorre em: a) regiões onde existam. T do gás. deve ser previsto um valor adicional de espessura (sobreespessura para corrosão). 7 Determinação da espessura de parede 7.6. 6.1 Se. escolas. 46 ou mais edificações unifamiliares destinadas à ocupação humana.edificações que sejam ocupadas por 20 ou mais pessoas para uso normal.10 e a API 5L.1. que abriguem 20 ou mais pessoas em uso eventual.3 Regiões onde um aglomerado de edificações destinadas à ocupação humana tenha classificado a região como 2.7 Considerações sobre o desenvolvimento futuro Na classificação de locação.4 (adimensional) 7. esta sobreespessura deve ser somada à espessura requerida calculada conforme 7. etc. dez ou menos edificações unifamiliares destinadas à ocupação humana. for esperada ação corrosiva P. mais de dez e menos de 46 edificações unifamiliares destinadas à ocupação humana. 6. com quatro ou mais andares. deve-se atentar para os pla- .1 O fator de projeto é um coeficiente que traduz.12 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 6. dentro da unidade de classe de locação. deve ser calculada pela fórmula: e= Onde: e = espessura requerida de parede (mm) P = pressão de projeto (kPa) D = diâmetro externo (mm) Sy = tensão mínima de escoamento especificada para o material (kPa).1. 6. As tensões mínimas de escoamento especificadas para os materiais aceitos por esta Norma constam do Anexo D F = fator de projeto determinado em 7.1. dentro da unidade de classe de locação. a fim de compensar a perda de material que se processará durante a vida útil do gasoduto. dentro da unidade de classe de locação. F . para tubos e demais componentes de tubulação.2 A espessura nominal de parede dos tubos e dos componentes de tubulação deve ser selecionada entre as espessuras padronizadas nas respectivas normas de fabricação.6. esta classe termina a 200 m da edificação mais próxima à divisa. destinadas à ocupação humana.1. 7. quadras de esporte.2 Classe 1 A classe de locação 1 ocorre em regiões onde existam. etc. tais como: igrejas. E .2.1 e 7..3 Classe 2 A classe de locação 2 ocorre em regiões onde existam. 7. .3 Na seleção da espessura nominal do tubo. a qual leva em consideração a resistência mecânica do tubo aos esforços produzidos durante a montagem. praças públicas. dentro da unidade de classe de locação. 7. 6. esta classe termina a 200 m da edificação mais próxima à divisa. Evidências de futuras edificações devem ser consideradas na classificação de locação.1 Regiões onde um aglomerado de edificações destinadas à ocupação humana tenha classificado a região como 4.3 (adimensional) T = fator de temperatura determinado em 7.1 Espessura requerida de parede A espessura de parede requerida.2 Regiões onde um aglomerado de edificações destinadas à ocupação humana tenha classificado a região como 3. incluindo o térreo. 6. para cada classe de locação.6. causados pelas mais diversas ações construti- 6. comprovadamente. o grau de segurança estrutural que o gasoduto deve ter para suportar os possíveis danos externos. esta classe termina a 200 m da edificação.2 Fator de projeto (F) 7. a predominância de edificações com quatro ou mais andares. b) regiões onde o gasoduto se encontre a menos de 90 m de: .1.6 Determ ina çã o das divisas entre classes de loca çã o 6. ver a ANSI B36. deve ser atendida a condição de valor mínimo dada em 7. cinemas.1. nejamentos previstos para as áreas. conforme determinada em 7. 6. tais como áreas de recreação.

1 Para tubos trabalhados a frio (objetivando a elevação da tensão de escoamento por efeito de encruamento) que forem posteriormente aquecidos a 480°C ou mais (não considerando aqui a soldagem ou o alívio de tensões). 7.000 0.1. tais como conexões para separadores. d) pontes rodoviárias.1. 53 Processo de soldagem e/ou tipo de fabricação da junta EFW/SAW/longitudinal ou helicoidal EFW/SAW/longitudinal ou helicoidal EFW/SAW/helicoidal se de locação. 23. deve ser utilizado fator de projeto igual ou inferior a 0. para válvulas da linha-tronco.8) Norma de Fabricação ASTM A-134 ASTM A-139 ASTM A-211 ASTM A-671/672. vias públicas e ferrovias. de controle e de medição 7.2. tais como os citados em 6. vias públicas e ferrovias. deve-se obter o fator T por interpolação linear. devem satisfazer a esta exigência até uma distância de cinco diâmetros para cada lado da última conexão.2.6 para tubos utilizados em: a) cruzamentos (sem tubo-camisa) de rodovias públicas sem pavimentação. deve ser Nota: Para valores da temperatura de projeto compreendidos entre os tabelados.Fator de temperatura (T) Temperatura de projeto (oC) Até 120 150 180 200 230 Fator de temperatura (T) 1.5. para derivação de ramais.870 7. deixem uma redução de parede localizada maior que 10% da espessura nominal calculada em 7.1 Acidentes no transporte e na instalação dos tubos não podem causar imperfeições superficiais que.3 Excepcionalmente.60 0. O fator de projeto já considera a segurança necessária para compensar os desvios para menos na espessura de parede. por qualquer período de tempo. nas classes de locação 1 e 2.2. Classes 13.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 13 vas que ocorrem durante a instalação da infra-estrutura de serviços. 7. para a aplicação da fórmula de 7. 7. decorrentes do processo de fabricação dos tubos e dos componentes de tubulação especificados por esta Norma. na classe de locação 2. Tabela 5 .4.5 Excepcionalmente. . 7. devem ser determinados e levados em consideração os efeitos da relação tempo “versus” temperatura sobre as propriedades mecânicas do material do tubo. etc.Classe de locação/Fator de projeto Classe de locação 1 2 3 4 Fator de projeto (F) 0. autoestradas.4 Fator de temperatura (T) 0. após o esmerilhamento para reparo. exceto para os casos de exceção apresentados na Tabela 4.72 EFW/SAW/longitudinal 7.8.3 Fator de eficiência de junta (E) O fator E deve ser considerado unitário para todos os tubos cujas normas de fabricação são aceitas por esta Norma.966 0. na classe de locação 1. ou acima de 315°C por mais de 1 h.5.Fator de eficiência de junta (E = 0.5 em estações de compressores.905 0. a tensão mínima de escoamento especificada como sendo 3/4 do valor Sy constante do Anexo D.2 Se for previsto o aquecimento do tubo durante a fa- utilizado fator de projeto igual ou inferior a 0. conforme a Tabela 3.1.. nos quais deve ser considerado igual a 0. bricação ou a instalação.929 0.50 0. Tabela 3 . auto-estradas. ferroviárias. de pedestres e de tubulação. 33 43.5 em cruzamentos (sem tubo-camisa) de rodovias públicas pavimentadas. 7.40 O fator de temperatura deve ser determinado conforme a Tabela 5.2.2. c) itens fabricados com tubos e componentes de tubulação. para cavalotes em travessias. b) cruzamentos (sem tubo-camisa) ou interferência paralela de rodovias públicas pavimentadas. deve-se considerar.2 O fator de projeto é determinado em função da clas- Tabela 4 .4 Excepcionalmente.5. deve ser utilizado fator de projeto igual ou inferior a 0.5 Limitações de valores de projeto 7. e) lançadores/recebedores de esferas e raspadores. 7.

226 0.9 12.203 0.126 0.188 0.6/1168.4 6.8 1117.250 0.4 Para tubos usados ou tubos novos de especificação verificada conforme 7. 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 3 1/2 4 5 6 8 10 12 14 16 18/22 24/26 28/32 34/38 40/42 44/46 48/50 52/54 56 58/60 62/64 mm 3.6 pol.1 11.068 0.7 9.5 5.6/914.8 63.75 14 16 18/22 24/26 28/32 34/38 40/42 44/46 48/50 52/54 56 58/60 62/64 Externo mm 10.218 0.500 0.35 9.4 1016.1 323.7 6.6/1168.250 0.1 5.8 355.188 0.8 4.500 4.250 0.0 1320.7 15.200 0.3. Neste caso.9 15.0 88.2/1524.4 457.216 0.0 1320.8 609. devem ser consultadas as notas (D) e (H) da Tabela 1. seja inferior ao valor mínimo especificado 7.4 3.8 609.375 0.4 6.500 0.4 1016.9 8.6 1422.3 2.8 5.625 10.2/558.625 8.7 33.18 6.9 101.675 0.2/1270.500 0.2 3.250 0.405 0.188 0.9 5.5.258 0.6 6.154 0.1 50.8 2.7 2.147 0.2/558.500 0.250 0.500 0.8 711.469 0.5 76.8 4.312 0.9 .050 1.145 0.500 0.4 203.2 48.000 4. desconhecida.0 304.0 152.625 mm 2.8/1371. para a determinação do fator E e da tensão Sy.2 254.3 168.156 0.219 0.9 101.4 3.8/1371.Espessuras mínimas Diâmetro Nominal pol.6/914.438 0.7 14.7 3.0 1574. 0.900 2.375 2.312 0.7 12.4 7.6 Tabela de espessuras mínimas de parede A espessura a ser utilizada no gasoduto não deve ser inferior aos valores da Tabela 6.6 5.375 0.2 88.6 6.0/1066.5 10.7 12.4 31.4 1473.4 457.1 25.250 0.4 7.53 12.5 9.250 0.7 17.0 4.4 1219.6 127.8 711. conforme o critério exposto em 7.315 1.4 6.500 5.14 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 7.8 1117.5.2/1524.3 No projeto não se pode utilizar o valor real da tensão mínima de escoamento dos materiais e sim o valor nominal ou especificado da tensão mínima de escoamento (conforme consta do Anexo D).660 1.2 5.6 406.4 6.5 12.6 Espessura dos tubos do gasoduto pol.6 3.156 0.3 Espessura dos tudos da estação de compressores pol.2/762.5 5.5 5.7 3.140 0.3 73.6/812.0 863. a menos que o valor real. 0.6 1422.0 6.8/1625.179 0.191 0.7 12.1 273.563 6.6 114.109 0.154 0.113 0.9 355.344 0.0/1066.75 12.1. determinado de acordo com a nota (H) da Tabela 1.0 1574.840 1.216 0.6/812.119 0.500 0.7 19.3 13.156 0.1.0 4.250 0.33 26.1 7.6 406.188 0.7 12.1 21.9 3.2 2.5 4.3 11.8 4.9 4.7 12.281 0.156 0.4 42.540 0.8/1625.3 60.091 0.375 0.3 219.406 0.4 1473.3 141.0 4.219 0.4 6.088 0.875 3.237 0.0 3.625 0.4 6.0 863.2/1270. 7.8 38.095 0.9 4. a espessura de parede requerida deve ser Tabela 6 .2/762.133 0.0 4.562 mm 1.4 1219. 0.9 9.

4 Em rios e canais sujeitos à dragagem. tais como encamisamento. conforme 6.5 Em locais onde a cobertura mínima preconizada em 8.1 e 8. o projeto deve assumir o compromisso entre a profundidade e a proteção mecânica do gasoduto. comunicações e outros.6 Nas vias em que existam instalações subterrâneas. 1 2 3e4 Sob valas de drenagem em rodovias e ferrovias (A) 750 900 900 900 600 A escavação em rocha caracteriza-se pela utilização de explosivo ou martelete pneumático. . em áreas sujeitas à erosão.2 Os gasodutos a serem implantados em áreas urbanas. Quando tal afastamento não puder ser conseguido. 8. 9. 8.30 m de afastamento entre qualquer gasoduto enterrado e outras instalações subterrâneas não-integrantes do gasoduto. 9 Afastamentos 9. deve levar em consideração a máxima pressão de operação e o diâmetro. 9. devem ser adotados os seguintes procedimentos: a) utilizar conexões nos sistemas de purga que conduzam o gás para longe das linhas elétricas.3 Em se tratando de implantação de gasodutos em áreas urbanas ou em projetos novos de urbanização.2. no sentido de se proteger o gasoduto. deve ser previsto afastamento compatível com as características das linhas de transmissão. devem manter o maior afastamento possível do alinhamento das habitações.verificar a necessidade de instalar aparelhos de drenagem de corrente de fuga. b) estabelecer conexão elétrica entre pontos do gasoduto que possam ser separados. 8. de acordo com as recomendações do Capítulo 12. devem ser tomados cuidados. a cobertura mínima. em relação à cota de dragagem.6 e 8. 9.4.2 Gasodutos de distribuição devem ser enterrados com coberturas iguais ou superiores a 600 mm. deve-se compatibilizar o projeto dos gasodutos com o plano diretor da área.8 Para o cruzamento de rodovias.6 a 11. nas vias de maior largura.os possíveis efeitos adversos decorrentes da ação das correntes induzidas sobre os sistemas de proteção catódica. metade da capacidade da linha de transmissão. 8. 8. e em locais onde possam ocorrer modificações nas cotas do terreno. são necessárias proteções adicionais para o gasoduto.8. tendo em vista o prescrito em 9. o gasoduto deve receber proteção mecânica. c) executar estudo em conjunto com a companhia de energia elétrica. exceto nos casos previstos em 8. no mínimo. se estas forem aéreas. Tabela 7 .a possibilidade de as correntes induzidas perfurarem o revestimento do gasoduto. subterrâneas ou aterramentos de tais linhas. 8.8. túneis de metrô e outros. preferencialmente.4 Devem existir.3 a 8. 9.1 O afastamento de segurança. deve ser de 2000 mm.1. ao longo do caminhamento do gasoduto. 9.1 Gasodutos de transmissão devem ser enterrados em profundidades de acordo com a Tabela 7. e o crescimento previsto para a área.7 Quando da existência de linhas de alta-tensão aéreas. como garagens avançadas. principalmente quando o gasoduto for enterrado em solo úmido ou com o lençol freático em nível alto.Valores de cobertura mínima Cobertura mínima (mm) Classe de locação/ situação Escavação normal Escavação em rocha (A) consolidada 450 450 600 operação. verificando: .8. 10 Requisitos devidos à proximidade de linhas elétricas Quando a diretriz do gasoduto acompanhar a diretriz de uma linha de transmissão elétrica.6 Onde as cargas externas forem elevadas. no mínimo. independentemente das suas características de .3 Todos os gasodutos instalados em leitos de rios e canais navegáveis devem ter uma cobertura mínima de 1200 mm nos solos comuns e 600 mm em rocha consolidada. ruas e ferrovias. o assentamento do gasoduto deve se dar de forma a manter o maior afastamento das instalações.7. .5 O assentamento de um gasoduto deve se dar. 0.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 15 8 Profundidade de enterramento 8. . 8. quando assentados sob as pistas de rolamento das vias públicas.3 a 8.1 e 9.4. para assentamento de gasodutos em vias públicas.a necessidade de proteção do pessoal de construção e operação contra as correntes induzidas no gasoduto.2 não puder ser adotada. exceto nas condições previstas em 8. 9. instalação de material separador ou colocação de suportes.7 Em áreas onde atividades agrícolas possam levar a escavações profundas. cuja capacidade seja de.1. devem ser cumpridas as exigências de cobertura mínima previstas em 11.

3 Os cruzamentos devem preferencialmente ser pro- jetados sem tubo-camisa sempre que haja a possibilidade de manutenção do gasoduto com escavação a céu aberto. b) execução de serviços adicionais de movimentação de terra.6 Em travessias.2 Seleção de locais para cruzamentos e travessias 11. selecionar um trecho em que a ferrovia ou rodovia esteja em ponto de transição entre corte e aterro. atendendo à orientação de 9. 11. 11.1 Este Capítulo estabelece critérios para projetos de cruzamentos e de travessias.5 Além das recomendações anteriores. considerando. b) pesquisar a possibilidade de cruzamento através de galerias ou pontilhões existentes e através do aproveitamento de facilidades existentes (pontes.2. 11. f) executar sondagens geotécnicas de reconhecimento.1.6 Especialmente para as travessias. preferencialmente. 11.2. c) existência de projetos de ampliação. o fator de projeto é determinado em a) as curvas de entrada e saída devem ter raios compatíveis com os raios de curvatura admissíveis para o duto.4 Na aproximação do cruzamento ou travessia.1.16 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 11 Cruzamentos e travessias 11. comparando as seguintes alternativas: a) quando for prevista a utilização de tubo-camisa. na medida das possibilidades locais. inclusive cota de arrasamento. 11. c) passagem de “pig” instrumentado.2.3 Merecem também atenção. no centro do vão entre duas torres. c) procurar um ponto onde o cruzamento possa ser executado a céu aberto. 11. 11. 11. deve ser observado o seguinte: a) desvios e variantes para os trechos mais críticos.1. primordialmente. Este Capítulo destina-se. evitando-se movimento de terra e curvas verticais desnecessárias.2. b) dutos utilizando tubos com reduzida espessura de parede. viadutos e outras obras de arte) para o caso de travessias. Sua aplicação deve ser feita levando-se em consideração os requisitos dos Capítulos 8 e 9. e) necessidade de obras auxiliares. 11.2 Os cruzamentos de que trata este Capítulo podem b) disponibilidade de um trecho reto e nivelado nas margens para a instalação do duto.1. e) no cruzamento com tubulações e outras interferências. sem interferir com o ponto de aterramento. evitando-se trechos excessivamente acidentados e/ou com curvas acentuadas. devem ser realizados estudos econômicos. c) existência de áreas não-sujeitas a alagamento e com espaço suficiente que permita a montagem e eventual armazenamento e revestimento de tubos.7.2 Deve ser procurada uma locação adequada. d) dragagem de áreas sujeitas à navegação. bem como de outras obras necessárias à execução do cruzamento ou travessia.2. montagem e manutenção.1.4 e 9. 11. os seguintes aspectos: a) o eixo do cruzamento ou travessia deve ser perpendicular ao eixo da interferência. aos gasodutos de distribuição. para melhor definição do ponto de cruzamento ou travessia. devem ser considerados os seguintes fatores: ser feitos com ou sem tubo-camisa. g) observância das normas e recomendações do órgão público responsável.1 Geral 11. . o duto deve. devem ser observados os seguintes pontos: função da classe de locação da região atravessada pelo gasoduto. c) utilização de tubos com maior espessura de parede nos trechos mais críticos.5 O projeto de travessias de cursos d’água navegáveis requer estudos específicos e consulta à autoridade competente. de modo a obter o menor comprimento possível.1 A seleção dos locais de cruzamentos e travessias deve levar em conta as limitações impostas pelo curvamento dos tubos. f) possibilidade de danos e indenização a terceiros. d) no cruzamento de linhas elétricas de transmissão. h) observância das normas e disposições do órgão de proteção ambiental. principalmente. passar perpendicular à linha. 11.2. evitando-se pontos de inflexão muito próximos das margens. os seguintes casos: a) dutos de grande diâmetro (24" e maiores).4 O projeto de cruzamentos de rodovias e ferrovias requer estudos específicos e consulta à autoridade competente.1. deve haver um estudo específico para a fixação da cota do gasoduto. na locação dos cruzamentos e travessias. aos gasodutos de transmissão e. b) facilidade de acesso para a construção. Não sendo possível atender a essa recomendação.

1 Dimensionamento e proteção mecânica 11.1.625 0.4.406 0.1. 11.8 Em ambos os tipos de cruzamentos de 11.4.Espessuras mínimas para uso em tubos-camisa em cruzamento rodoviário Diâmetro nominal do tubo-camisa pol. Até 12 De 14 a 24 De 26 a 36 De 38 a 48 De 50 a 64 mm Até 300 De 350 a 600 De 650 a 914 De 965 a 1219 De 1270 a 1626 Espessura mínima pol.1. 0. nesses casos.188 0. os dutos ficam submetidos a esforços que podem determinar o aumento da espessura requerida de parede calculada para a pressão interna. A solução usando placas de concreto instaladas entre o duto e a superfície do solo pode ser adotada para os casos onde a altura de cobertura. Para o cálculo de Sce. levando-se em conta os esforços adicionais necessários à sua execução ou devidos a cargas externas.312 0.5 10.1 11.1.5 A sobrecarga de tráfego transmitida ao duto atra- vés do solo não necessita ser considerada em qualquer instalação com profundidade de enterramento superior a 3. Até 10 12 a 16 18 20 22 24 26 28 a 30 32 34 a 36 38 a 44 46 a 50 52 a 56 60 a 64 mm Até 250 300 a 400 450 500 550 600 650 700 a 762 813 864 a 914 965 a 1118 1168 a 1270 1321 a 1422 1524 a 1626 Espessura mínima pol.1.4 7.Espessuras mínimas para uso em tubos-camisa em cruzamento ferroviário Diâmetro nominal do tubo-camisa pol. Estas espessuras foram calculadas considerando tubos de aço de qualidade comercial e admitindo uma deflexão diametral máxima de 3%.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 17 a) a travessia de rios deve ter margens bem definidas e que requeiram o mínimo de movimentação de terra e de serviços de recomposição. b) natureza. 11.0 4. a proteção mecânica do duto.469 0. navegabilidade.4.375 0. eletricamente.250 0. a distância mínima deve ser de 1.1 O dimensionamento dos dutos.4.3 11.40 m.1 9.1.8 5.7 9.10 Os tubos-camisa devem possuir acessórios que os isolem. inclusive tubos refugados de fábrica por não-conformidade dimensional que não comprometam a sua utilização para este fim.7.1.7 14.500 0. 11.4.11 Os tubos-camisa não podem transferir carga externa para o gasoduto. 11. c) verificação da existência de batimetria e sondagens.4.5 cruzamentos e travessias.188 0.4. Tabela 9 . 11.4. d) informações sobre o regime do rio. conformação e permanência do leito e das margens.4.00 m. for insuficiente para a proteção do duto.156 0. 11. por si só.7 A distância mínima entre o nível da base dos trilhos e o topo do gasoduto ou do tubo-camisa deve ser de 1. quando o gasoduto ou tubo-camisa for instalado pelo método de perfuração.20 m.3 15.6 A distância mínima entre a superfície da rodovia e o topo do gasoduto ou do tubo-camisa deve ser de 1.438 0.8 5. justificando-se apenas no caso de leitos profundos ou quando os aspectos de segurança desaconselharem outro tipo de construção.6. e) escolha de pontos onde o desvio do curso d’água seja possível. em cruzamentos rodoviários e ferroviários. novos ou usados.9 Os tubos-camisa podem ser feitos a partir de tu- bos de aço-carbono.688 mm 4.9 17.1.1. nos trechos de 11.6 6.4 Condições específicas 11. deve obedecer ao disposto no Capítulo 12.219 0.9 8.3 Quando se fizer necessária. ver 22.4.1.3 Sinalização dos cruzamentos e travessias Todos os cruzamentos e travessias devem ser sinalizados de acordo com o Capítulo 13.12 As espessuras mínimas de parede para os tu- bos-camisa.6 e 11. transporte de sedimentos.80 m. dragagem e represamento.6 7.4 Nos cruzamentos e travessias sem tubo-camisa. 11.9 12.562 0.281 0. Sce.4.1. do gasoduto.281 0.1 7.4.1. .4. 11. 11.344 0.375 mm 4.1.219 0. Geralmente. 0. 11. possibilidade de desvios. quanto às cargas externas.5 a carga de terra e a sobrecarga de tráfego devem sempre ser consideradas para o cálculo da tensão de flexão transversal.2 O dimensionamento do tubo-camisa deve ser fei- to de acordo com o disposto no Capítulo 12. durante a construção. 11.4. Tabela 8 . f) a travessia aérea não é recomendável.4. deve ser feita com jaqueta de concreto com espessura mínima de 38 mm e fck > 15 MPa. o qual deve ter sua espessura verificada para atender a esta condição.1. são apresentadas nas Tabelas 8 e 9. 11. atuante na parede do duto condutor.

D . igual a 2240 kg/m3. E = (π . d) razão FS igual ou superior a 1. segundo os critérios do Capítulo 7. é garantida pelo fator FS.3 A massa específica do concreto de lastro deve 12 Proteção de tubulações enterradas quanto a cargas externas 12.4. 11.1 a 12.4. justificando-se apenas onde os aspectos de segurança aconselharem sua aplicação.7 A solução de lastreamento utilizando-se o rea- soluções da Tabela 10. D2 /4) . normalmente a espessura selecionada.Soluções aceitáveis para lastreamento Travessia Áreas de rios e permanencanais temente Tipo de lasinundadas treamento Jaqueta de concreto Bloco de lastro Ancoragem Vala com reaterro X X Local de aplicação Áreas eventualmente Brejos Manguezais inundadas X X X X X X X X X X terro da vala somente deve ser aplicada nos locais onde haja certeza da permanência natural do material de cobertura durante a vida da instalação e onde haja a certeza de que atividades de terceiros não venham a retirar material de cobertura. é suficiente para a proteção contra a carga de terra. apresentando alguma coesão.5. 11.2. 12.2 A estabilidade do duto.(kg/m) H = altura de cobertura . deve ser verificada a concentração de esforços no duto nos pontos de aplicação do bloco. as seguintes recomendações devem ser observadas: a) cobertura mínima de 1 m a partir da geratriz superior do duto. 11.2. para a proteção mecânica do gasoduto.4 A massa específica do meio de imersão deve ser Ao longo do gasoduto. Gsub. a proteção contra a carga de terra deve ser garantida por um adequado dimensionamento da parede do gasoduto. . 11. para possibilitar a escavação a céu aberto.9 Para a solução de vala com reaterro. 12.4.1 Este Capítulo trata da proteção mecânica do gasoduto quanto a cargas externas.(kg/m3) 11. b) massa específica do solo submerso (reaterro) igual ou superior a 900 kg/m3. devem ser seguidas as seguintes orientações: a) para locais onde esteja prevista a manutenção do gasoduto com interrupção (mesmo que parcial) do tráfego. igual a 1030 kg/m3 (água).3 São consideradas cargas externas de impacto as transmitidas às estruturas enterradas pelo impacto direto de ferramentas manuais e lâminas de equipamentos de escavação. a proteção deve ser feita: . deve ser verificada a estabilidade do conjunto em relação à força vertical ascendente provocada pela velocidade de corrente de fundo. tanto de terra e tráfego quanto de impacto de ferramentas de escavação. no mínimo. 12. 11.(kg/m) Pl = massa do lastro .(m) Gsub.(m) D = diâmetro externo do duto (ou da jaqueta) .4.2.1 Sendo: P = Pt + Pl + H . que é definido pela razão entre o peso P do conjunto duto + lastro + reaterro e a força E de empuxo do meio de imersão. 11.(kg/m3) Gm = massa específica do meio de imersão . c) solo de reaterro granular grosso.2.1 São consideradas aceitáveis quaisquer das 11. Gm Onde: Pt = massa do duto .6% e limite de liquidez (LL) inferiores a 30%). de modo a aceitar ligeira compactação.4.2. 12. = massa específica do solo submerso (reaterro) . Tabela 10 .6 O uso de blocos de lastro não é recomendável.4. Nestes casos.4.3.8 O lastreamento por reaterro da vala não deve ser usado onde haja curso d’água ou submersão permanente do solo.4.1 Para carga de terra ser.2. 12.2 Para cargas de terra e tráfego considerada.4. bem graduado.2.4.2.4. (índice de plasticidade .2 Lastreamento 11.2 São consideradas cargas externas de terra e tráfego as transmitidas às estruturas enterradas pelo peso de terra e pelo peso e choque dos veículos rodoviários e ferroviários que trafegam na superfície. no mínimo.preferencialmente pelo dimensionamento da parede do próprio gasoduto.4.5 Para dutos submersos em cursos d’água.4. O fator FS deve satisfazer à seguinte condição: FS = (P/E) > 1. sem ser muito plástico.4.18 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 11.4 A proteção mecânica dos gasodutos deve ser feita dentro dos critérios descritos em 12. Neste caso. quanto à flutuação.2.

2 As faixas e áreas de domínio dos gasodutos devem ser identificadas e sinalizadas com placas e marcos. baixando sua magnitude. devem ser usadas fitas de aviso sobre a geratriz do gasoduto. 13.3 Nas faixas de domínio dos gasodutos. devem ser instalados marcos indicadores de distância. A máxima pressão de operação destes gasodutos define a sua pressão de ensaio.3 Distribuição de gases 14. c) modificação na classe de locação do gasoduto. junto à fonte de alimentação.1 Geral 14.14 kgf/cm2). estas providências visam a assegurar um melhor trabalho mecânico do tubo. 14. a MPO não pode exceder: a) a pressão que possa provocar operação insegura de qualquer equipamento de queima à baixa pressão acoplado ao sistema. baseado na sua história de operação e manutenção. 12. a companhia operadora é levada a limitar a máxima pressão de operação a valores inferiores aos originalmente estabelecidos no projeto. conforme 29. junto aos cruzamentos com estradas e nas travessias de cursos d’água.3.1. Neste caso. além de uma boa escolha deste material. aproveitando toda a sua capacidade de distribuir as pressões laterais do solo envoltório.3. 13. sendo por definição a maior pressão na qual um sistema de gás po- . na eventualidade de um vazamento. 14. b) a máxima pressão a que o sistema pode ser submetido. devem ser instaladas placas de advertência.1. às redes de distribuição de gás canalizado.1 Distribuição em alta pressão 13 Sinalização 13. não pode exceder a pressão de projeto do elemento mais fraco do sistema.2 Em certas situações.5 Para o cálculo das tensões provocadas pelas cargas externas de terra e tráfego. ou b) uma pressão de 14 kPa (0. e dispositivos de proteção contra sobrepressão devem ser instalados. limitação da razão entre tensões de escoamento e ruptura. deve ser equipado com um dispositivo de controle de pressão.6.2-a).1. requisitos especiais de soldagem.1.1 Máxima pressão de operação 14. limitação de dureza.3 Para cargas de impacto de operar.6 Em áreas urbanas.4. a proteção tem de ser feita com a instalação de tubo-camisa ou com a construção de obras de arte. a MPO não pode exceder: a) a pressão de projeto do elemento mais fraco do sistema.1 Gasodutos para transmissão de gases devem ser dimensionados de acordo com o Capítulo 7.1. devem ser exigidas prescrições adicionais de ensaios de tenacidade ao impacto. 12.1. 14. cuja função é reduzir a influência da carga de tráfego.4. devem ser sinalizadas por placas.2. 14. Deve ser verificada a capacidade do conjunto duto-jaqueta de suportar as pressões laterais do solo. b) gasodutos que tenham operado por longo tempo (anos).4 Nas faixas de domínio dos gasodutos. dimensionada para as cargas envolvidas. os marcos delimitadores das faixas devem ser instalados nos limites destas. 12.2 Transmissão de gases 14. 14 Controle e limitação das pressões 14. 14. 13.1 Este Capítulo se refere à sinalização de gasodutos de transmissão.pelo em prego de laje de concreto enterrada pr ó ximo ao topo do duto.1. e. ver 22. alimentado por uma fonte que possa operar em pressão superior à máxima pressão de operação (MPO) do sistema em questão. conseqüentemente. distribuindo-a uniformemente por uma área maior e.2. portanto.6 Um fator a ser considerado.2.1.1. Em sistemas de distribuição de gases em alta pressão.pelo emprego de jaqueta de concreto. não se aplicando.2 Controle de pressão Todo sistema de escoamento de gases. 14. a cada quilômetro.2 Quando for verificada a possibilidade de ocorrên- A proteção recomendada neste caso é a laje de concreto ou a jaqueta de concreto mencionadas em 12. dimensionada para as cargas envolvidas.2 Distribuição em baixa pressão Em sistemas de distribuição de gases em baixa pressão.1 A máxima pressão de operação (MPO).5 Nas faixas de domínio dos gasodutos. o novo valor da MPO deve ser estabelecido. 13. citam-se: a) gasodutos em estado avançado de corrosão ou com outros defeitos que comprometam sua resistência. é a realização de uma boa compactação do solo de reaterro. . fora das condições de projeto. b) para locais onde não haja possibilidade de interrupção de tráfego e conseqüentemente de escavação a céu aberto.7 As instalações aéreas. especificado para ajustar a pressão para as condições de operação nas quais o sistema possa ser operado. 13.1. cia de fratura frágil.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 19 . entre as medidas adotadas para proteção mecânica. espaçados de modo que fiquem intervisíveis. 13. Entre os casos mais comuns para esta situação.1. ao longo dos gasodutos.

1 Proteção contra sobrepressões acidentais 14. Nota: Exemplos de aplicação dos dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão estão apresentados no Anexo E. A Figura 2 fornece a simbologia da Figura 1.3 Dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão 14.3. no caso de rompimento do diafragma. caso a pressão de utilização do gás no consumidor seja controlada por regulador com as seguintes características: a) que seja capaz de reduzir a pressão para os valores recomendados para os equipamentos do consumidor. sem tomada de pressão.1 Exceto nos casos mencionados em 14. cuja máxima pressão de operação seja menor que 14 kPa (0.3.1.3. 14. piloto ou selo líquido.3 Consumidores alimentados por sistemas de dis- A seguir estão relacionados os tipos de dispositivos que podem ser utilizados para impedir a sobrepressão: a) válvula de segurança por alívio. Estas estações caracterizam-se por separar dois sistemas com valores distintos de MPO.04 kgf/cm2). tipo mola. 14. quando uma falha do dispositivo de controle elevar a pressão acima da MPO do sistema. não necessitam ser dotados de dispositivos de segurança adicional. com diâmetro do orifício não-maior que o recomendado pelo fabricante para a máxima pressão de entrada. os sistemas de escoamento de gases devem ser equipados com dispositivos de limitação ou alívio de pressão. a 50% ou menos da pressão regulada quando há fluxo.Dispositivos requeridos nas estações de controle de pressão .excesso de pressão.3.3. à abrasão do gás e ao corte pelo obturador e não apresente deformação permanente quando em uso.20 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 14. c) que o assento da válvula seja feito de material resiliente.3.14 kgf/cm2) e cuja pressão não provoque funcionamento inseguro nos equipamentos.1.14 kgf/cm2) e 200 kPa (2. 14.1. d) que as tubulações que interligam o regulador não sejam maiores que 2". f) que seja integral. d) válvula controladora em série com ativa.2 Consumidores alimentados por sistemas de dis- tribuição. seja levado a fechar. resistente às impurezas. b) que seja de passagem única.3.3. não necessitam de dispositivos de controle e limitação de pressão. tribuição.2 Tipos de dispositivos de proteção 14. 14. c) válvula controladora monitora.3.3.1 Encontram-se esquematizados na Figura 1 os dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão. g) que. Figura 1 .1.3.3 Limitação de pressão 14.1. cuja máxima pressão de operação esteja entre 14 kPa (0.2 e e) que seja capaz de manter a precisão de regulagem em condições normais de operação e de limitar o aumento da pressão em condições de fluxo zero. b) válvula de segurança por bloqueio .

É dimensionada para a condição de falha aberta da controladora Válvula de controle em série .Controla a pressão em dois estágios. na ocorrência de falha Válvula de segurança .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 21 Válvula de controle . A pressão de ajuste da controladora a montante deve ser inferior à MPO a jusante Figura 2 . limitando a pressão a jusante da controladora Válvula de controle monitora .Bloqueia o fluxo de gás.Simbologia .Controla a pressão a jusante Válvula de bloqueio automático .Alivia o gás na ocorrência de falha da controladora.Controla a pressão a jusante da controladora ativa.

1. 15 Estações de compressão 15.4. Onde necessário.1 Localização válvulas.1.4.4. também. passarelas ou plataformas. eventualmente recomenda-se instalar válvula de alívio parcial dimensionada para a condição de vazamento da controladora quando esta estiver fechada. b) limitar a pressão.1. Eles devem ser protegidos contra queda de objetos.1. deve-se considerar as limitações de transferência do gás entre as estações. As portas localizadas em paredes exteriores devem abrir para fora.1. o que for menor.2 Construção outras saídas de dispositivos de alívio devem ser localizadas onde o gás possa ser descartado para a atmosfera. 15.2 O projeto deve impedir falhas na operação de uma estação de controle ou compressão. de forma a sempre manter uma em operação e outra em reserva. lo- calizadas de modo a permitir fácil acesso. deve ser executado de forma a propiciar o bom funcionamento do dispositivo de alívio. 15. 15.3. ou A localização do prédio de compressores deve levar em consideração a existência de construções adjacentes. assim como a tubulação de purga.3 As saídas devem ter portas desobstruídas. objetivando a continuidade operacional dos dispositivos de segurança e proteção. situadas a 3 m ou mais do nível do chão. O projeto e instalação devem considerar que a falha de um tubo de instrumentação não provoque sobrepressão nas instalações a jusante. e devem propiciar passagem para local seguro. Métodos aceitáveis para operação do bloqueio de válvulas de alívio são descritos a seguir: a) travar a válvula de bloqueio na posição aberta.4. medida ao longo da linha de centro de acesso. Uma passarela exclusiva para um equipamento não requer duas saídas.3 Capacidade requerida aos dispositivos de alívio e limitação de pressão 14.3.1.2 Quando um gasoduto for alimentado por mais de forma a evitar condições de pressão perigosas para as instalações conectadas a jusante destas estações.1.1.3. em paralelo. Tais saídas podem ser escadas. 14. Permitir o fechamento da válvula de bloqueio do alívio com a anuência e assistência do pessoal de operação. devem ser construídos com materiais não-combustíveis ou limitadamente combustíveis. com espaço suficiente em torno do prédio para permitir a livre movimentação do equipamento de combate a incêndio.1.2 O dimensionamento de aberturas.1 Geral 14.1 As chaminés de válvulas de alívio. Os trincos das portas devem ser facilmente abertos pelo interior. em local seguro. 14.4 Considerações sobre o projeto de estação de controle e limitação de pressão 14. as chaminés e suspiros devem ser protegidos contra entrada de água de chuva.2 A distância máxima de qualquer ponto de um lo- cal de operação a uma saída não pode exceder 23 m. Esta recomendação se faz necessária quando há modificação na classe de pressão das instalações a montante em relação a jusante. tais como explosão em estações subterrâneas ou choque de veículos. tubos e cone- xões localizados entre o gasoduto a ser protegido e o dispositivo de alívio.3. 14.4 Ventilação dispositivos. mantendo uma distância dessas construções para evitar que um incêndio nestas construções atinja a estação e.1. Tão logo quanto possível.2. 14.2. 15. a valores que não provoquem opera çã o irregular dos equipam entos de queima conectados à rede.3 Saídas 15. deve ter suficiente capacidade para: Os prédios de compressores devem possuir saídas de ar na parte superior (lanternim) para evitar o aprisionamento de gás. b) instalar duas válvulas de bloqueio do alívio.2 Cuidados especiais em instalações de alívio 14. sem chaves.4.1 Projeto 15. 14.1 Cada dispositivo de proteção.3. na ocorrência de acidentes.4. etc. ou combinação de cada patamar de operação.2.4.4.1 As estações devem ser projetadas e instaladas de a) limitar a pressão no valor da máxima pressão de operação admissível (MPOA) acrescida de 10% ou no valor que provocar uma tensão circunferencial de 75% da tensão mínima de escoamento especificada do material do tubo.4. No cálculo desta capacidade.3. 14. escadas-de-mão fixas. retornar a válvula para a posição aberta.3. com intertravamento mecânico entre elas. 14. escavações indevidas ou outras causas de dano.3 Devem ser tomadas precauções objetivando im- Todos os prédios da estação de compressores. O prédio da estação de compressores deve ser executado em conformidade com a NBR 6118.22 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 14.1 No mínimo duas saídas devem ser previstas para pedir o fechamento indevido de válvulas de bloqueio que tornem o sistema de alívio inoperante. suspiros. em sistemas de distribuição de gás em baixa pressão. que abriguem tubulações de DN > 2" ou equipamentos que trabalham com gás (exceto aqueles para fins domésticos). 15.4.2 Adicionalmente aos dispositivos requeridos na Fi- gura 1. A estação deve ter ventilação suficiente para que .4. 14.3 Cuidado especial deve ser dedicado aos tubos de instrumentação. a capacidade do sistema de alívio destas estações deve considerar as capacidades de alívio das demais estações.

5 Equipamentos para desligamento de emergência 15.1.2.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 23 os empregados não corram perigo em condições normais de operação (ou algumas condições anormais. c) ser constru í dos de acordo com o A N S I/A S M E .40. 15. Caso bombas de incêndio façam parte dos equipamentos.1 Projeto quido. dois portões.4. prever dispositivo para drenagem do separador e.1 Devem ser previstos dispositivos de retirada de lí- Qualquer área cercada que possa impedir a fuga de pessoas dos arredores da estação de compressão. .4.1. em toda a faixa das condições de operação. desde que localizados a menos de 60 m de qualquer estação de compressores.1 Geral 15.1.4. 15. até a condição máxima do acionador. tais como nome do equipamento.4 Supervisão de operação A supervisão de cada compressor de uma estação compressora deve ser de acordo com um procedimento que .2 Placa de identificação a) possibilitar bloqueio da entrada e da saída de gás da estação. deve ter. potência e rotação.circuitos elétricos que alimentam as luzes de emergência necessárias à evacuação do pessoal da estação e a vizinhança dos coletores de gás.positivo de parada automática do compressor ou alarme de nível alto de líquido.1 Compressores 15. sem auxílio de chaves).4. numa emergência. no mínimo.1. exceto aqueles construídos de tubos e componentes de tubulação sem soldagem interna. adicionalmente. S eção VIII.). 15. 15. d) possibilitar operação de.1. em quantidade que possa vir a danificar o equipamento.circuitos el é tricos necess á rios à prote çã o de equipamentos. Da placa de identificação. e.3 Isolamento térmico Para proteção pessoal. etc. 15. nome do fabricante. no caso de compressor centrífugo). dis. devido ao acúmulo em concentrações perigosas de vapores ou gases inflamáveis ou tóxicos.5. c) possibilitar o desligamento de todos os equipamentos de compressão de gás e instalações a gás e elétricas nas vizinhanças dos coletores de gás e da estação de compressão.4 Equipamentos da estação de compressão 15.3 Equipamento de combate a incêndio Toda a estação de compressão deve possuir equipamentos adequados ao combate a incêndio. caso em que devem ser projetados com fator de projeto 0. b) quando bolsões (slugs) de líquido puderem ser carreados ao compressor.4. exceto: .4. em serviço contínuo. 15.5 Áreas cercadas inclua a verificação do funcionamento de todos os equipamentos de proteção. b) a tubulação de alívio deve descarregar em local que não gere risco à estação de compressão e adjacências. quando a área interna estiver ocupada. devem constar dados do equipamento.4.2 Equipamentos de remoção de líquido 15.1 Cada estação de compressão deve ter um sistema de desligamento automático que atenda aos seguintes requisitos: Cada compressor. e aliviar o gás bloqueado. número de série e qualquer outra informação necessária a uma correta operação e manutenção. deve ser previsto isolamento térmico das partes quentes do compressor. sua operação não deve ser afetada pelo sistema de desligamento automático de emergência da estação.2 Instalações elétricas Todos os equipamentos elétricos e cabos. no mínimo.2 Os dispositivos para remoção de líquido devem satisfazer às seguintes condições: a) ter dispositivo manual para drenar cada separador. bum dos quais atendendo aos seguintes requisitos: Cada equipamento da unidade compressora deve possuir uma placa de identificação. como uma junta danificada. firmemente fixada em local visível e de fácil acesso. 15. 15. nos casos onde houver possibilidade de acúmulo de líquido na linha de sucção de cada estágio (ou de cada unidade.1. em salas. acessório e sistema auxiliar devem ser projetados para operar de modo seguro e eficiente na faixa das condições de operação. graxa e sujeira. Os portões devem ser localizados de modo a permitir fuga para local seguro. 15.4. Cada compressor deve ser projetado para operar. dois lugares.3 Controle de corrosão Medidas a fim de proteger a tubulação da estação de compressão devem ser tomadas de acordo com o Capítulo 30. poços ou qualquer outro ambiente fechado. Este isolamento deve ser coberto com uma proteção resistente a óleo. 15. devem atender aos requisitos da NBR 5418.5.2. instalados em estações de compressão de gás. 15. devem abrir para fora e permanecer destrancados (ou ser facilmente abertos do interior.4. de material resistente à corrosão.

5.1 Tubulações de gás 15.2 Uma válvula de alívio de pressão deve ser instalada Todas as tubulações de gás em estações de compressão devem ser instaladas segundo as prescrições previstas nesta Norma. for impraticável a execução de ensaios. 15. devem ser de aço e projetadas de acordo com o Capítulo 7.2-b). 15. caso contrário.7.1. ao iniciar-se o desligamento de uma unidade.1. o desligamento possa ser limitado a: a) desligamento de todos os compressores e instalações elétricas e a gás internas à estação.8.6.1 Devem ser instalados dispositivos de alívio de pres- Todas as tubulações de gás da estação de compressão. Cada um dos sistemas deve atuar de modo a iniciar o desligamento de emergência conforme requisitos de 15. 15.1. 15.3 Desligamento individual de emergência 15.ser de fácil acesso e visibilidade. A capacidade de alívio deve ser igual ou superior à capacidade do compressor. de todas as tubulações de gás conectadas aos compressores citados em 15. . o sistema de desligamento de emergência deve ser projetado de forma que não cause nenhuma parada não-programada na distribuição de gás.5.6 Dispositivos de alívio de pressão 15. b) alívio e bloqueio.6. controle e tomada de amostra. 15.1.ser localizado a menos de 150 m dos limites da estação. deve ser equipado de modo que a parada da máquina corte automaticamente o combustível e purgue o gás do coletor de distribuição.ser próximo aos portões de saída da estação. 15. ou próximo à saída de emergência.3 As linhas de alívio devem ser dimensionadas de forma a não prejudicarem o funcionamento das válvulas de alívio e devem conduzir o gás para local seguro. 15. que opere com injeção de gás combustível sob pressão. haja o imediato corte do combustível desta unidade. .3. para uma estação de compressão. Caso as válvulas de Todas as tubulações de gás de uma estação de compressão devem ser ensaiadas após sua instalação.24 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 . devido à explosão ou fogo. neste caso. 15.7. . devido às condições de operação. hidráulico ou pneumático das instalações de desligamento normal devem permanecer em operação.3 As instalações de regulagem do sistema de gás combustível.4 Devem ser tomados cuidados.6. 15. devem possuir dispositivo limitador de pressão regulado de modo a limitar a pressão a um excedente máximo de 25% da pressão de operação ou a um excedente máximo de 10% da máxima pressão de operação.7.7. adequadamente locado. conectadas às tubulações de gás citadas em 15. no entender do operador.2 Cada turbina a gás da estação deve ser equipada de modo que. como descrito em 15. deve ser prevista instalação de dispositivo de alívio na tubulação. caso esta estação não seja cercada.2 Caso a estação de compressão abasteça diretamente um sistema de distribuição sem outra fonte de suprimento. de modo a evitar que gás entre nos cilindros da máquina e atue no sentido de movimentar partes enquanto a máquina estiver em manutenção.8. 15. exceto quando. na linha principal. 15. Os circuitos elétrico.1. que leve.6. exceto as de instrumentação.8 Tubulações na estação de compressão 15.5. com sensibilidade e capacidade para garantir que a pressão na tubulação e nos demais equipamentos não exceda em mais de 10% a máxima pressão de operação admissível. .1.5 Todo gás utilizado para fins domésticos numa estação de compressão deve possuir odor suficiente para servir de alerta em caso de escapamento.5.2 Instalação são.2-a).1 Especificação Cada unidade compressora de uma estação de compressão deve ter um sistema individual de desligamento de emergência.2 e 29. 15.8.2 Sistema de detecção de fogo e gases alívio do compressor não evitem sobrepressão na tubulação. c) desligamento de todas as instalações elétricas e a gás nas vizinhanças dos coletores de gás.5.5.7.ser externo à área de gás da estação. de acordo com 29.7 Controle de gás combustível 15. caso esta estação seja cercada.1 Todo acionador de compressor. o compressor a uma parada total no menor intervalo de tempo possível. deve ser odorizado de acordo com o descrito no Capítulo 32.3 Ensaios de pressão na linha de descarga de cada compressor de deslocamento positivo.5.1.3 O projeto e a construção da estação de compressão devem ser tais que seja minimizado o risco de dano a qualquer equipamento do sistema de desligamento de emergência. os tubos devem ter sido pré-ensaiados. 15. exceto quando forem executadas pequenas alterações na estação e. Toda área de compressores em estações de compressão deve ter sistemas de detecção de fogo e gases. de modo seguro. entre o compressor e a primeira válvula de bloqueio.1.8. 15.

15.3. As instruções do fabricante podem ser utilizadas como guia para determinar esses fatores.8. 15. estradas ou áreas pertencentes (mas não de uso e controle exclusivo) à companhia operadora deve ser projetado.2.3 Uma válvula de retenção deve ser instalada na linha de ar de partida.8.1 Todas as tubulações de ar das estações de compressão devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.1.5 Tubulações de vapor Todas tubulações de vapor.3.2. Os reservatórios devem ser instalados em áreas cercadas para evitar o acesso de pessoas não-autorizadas. de modo a evitar qualquer acúmulo de gás. 15.1. 16.9.2. Deve ser levada em conta a possibilidade de ser necessário dar partida em mais de um compressor num curto intervalo de tempo. montado e ensaiado de acordo com os requisitos desta Norma.8. o volume estocado e tor síncrono ou de indução elétrica. 15.3.2 Toda máquina a gás da estação de compressão deve ter a carcaça equipada com abertura à prova de explosão ou com ventilação adequada. devem ser construídos e equipados de acordo com o ANSI/ASME.2. próximo de cada máquina. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.1 Reservatórios tubulares em áreas de uso e controle não-exclusivo da companhia operadora Um reservatório tubular para instalação em ruas. 15.4 Vasos ou garrafas de estocagem. 15.8. 15.2 Equipamentos adicionais de prote çã o para compressores de gás 15. 15. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.3.3 Todo abafador do sistema de escapamento da as dimensões da tubulação de conexão ao compressor devem ser apropriados a imprimir na máquina o número de rotações necessárias à purga de todo o combustível do cilindro de potência e escapamento da máquina.1 Todo compressor de gás de uma estação de compressão deve possuir sistema de desligamento ou alarme. É recomendado que o equipamento de resfriamento. internas à esta ção de compressão.3.9.4 Tubulações de água 16 Reservatórios tubulares e cilíndricos 16.8.1. numa estação de compressão.8.9.2.1 Locação dos reservatórios Todas tubulações de água. 15.8.2 A pressão do ar de partida.2 Todo compressor de gás de uma estação de com- pressão deve possuir um dispositivo que impeça que a temperatura do gás de descarga exceda a máxima temperatura de projeto do compressor e tubulações conectadas. internas à estação de compressão.4 Identificação de válvulas e tubulações 15. 15.2 Reservatórios cilíndricos Os reservatórios cilíndricos devem ser instalados em terreno próprio ou de uso e controle exclusivos da companhia operadora.9.3 Todo compressor centrífugo de gás numa esta- tações de compressão.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 25 15. internas à estação de compressão. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.3.7 Tubulações de processo Todas tubulações de processo. Seção VIII. Todas tubulações de óleo lubrificante.8. numa falha. que atue caso haja falha de refrigeração ou lubrificação do equipamento. o compressor seja desligado com segurança. de modo a não permitir retorno de ar do motor às tubulações.2. deve ter um dispositivo automático que desligue o equipamento antes que a velocidade do acionador ou do acionado exceda a velocidade máxima estabelecida.3 Reservat ó rios tubulares e cil í ndricos em propriedade de uso e controle exclusivos da companhia operadora 16.1 Todo acionador de compressor. 15.9 Equipamentos de segurança adicionais 15. 15. remoção de líquido e remoção de óleo seja instalado entre o compressor de ar de partida e os vasos.3 Tubulações de óleo lubrificante ção de compressão deve possuir um selo de óleo de emergência que permita que.9. 15. do selo normal.2 Tubulações de ar 15. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.2. pelo fabricante. deve ter furos em cada compartimento. internas à estação de compressão. . internas à estação de compressão. Outra válvula deve ser localizada na linha de ar principal próximo à saída de ar dos vasos.8. diferente de mo- Todas as válvulas de emergência e os controles de emergência devem ser identificados. 16.1 Geral 15.9. nos limites da segurança.8.9. para uso em es- máquina a gás.9.8.1.3.6 Tubulações hidráulicas Todas tubulações hidráulicas. Todas as tubulações importantes de gás devem ser identificadas de acordo com suas funções. 15. aplicáveis a uma tubulação instalada no mesmo local e sujeito à mesma máxima pressão de operação.

bocais e equipamentos auxiliares.4 Devem ser instaladas válvulas de alívio de acordo com os requisitos desta Norma.4 Reservatórios tubulares e cilíndricos devem ser 16.1 Um reservatório tubular ou cilíndrico.F 7 x 103 gás sulfídrico.1.2. não sendo aceitáveis danos no cilindro.1 Devem ser tomadas medidas para proteção dos em propriedade sob uso e controle exclusivos da companhia operadora. a ser instalado b) em nenhum caso a relação entre a tensão mínima de escoamento especificada e a tensão de ruptura pode exceder 0.2.3 O afastamento mínimo entre reservatórios deve reservatórios contra corrosão externa.30 m 1 2 3 4 0.72 0.1.2.72 0. 17. e) cada cilindro e bocais devem ser ensaiados contra vazamentos após a instalação. e de 30 m.60 0.3 Precauções devem ser tomadas para impedir a formação ou acumulação de líquidos nos reservatórios. em mm P = máxima pressão de operação admissível. 17 Válvulas intermediárias 17. 16. 16. enterrados com cobertura mínima de 60 cm. A pressão de ensaio na fábrica não deve ser menor do que a requerida para produzir uma tensão circunferencial igual a 85% da tensão mínima de escoamento especificada do material. com capacidade de alívio adequada para limitar a pressão nas linhas de enchimento e.D.0 kgf/cm2) a 15°C.3 mg/m3 de ser determinado pela fórmula empírica: L= Onde: L = afastamento mínimo entre reservatórios.P. exceto soldas de cabos de cobre para o sistema de proteção catódica. tempo de desgaseificação.60 0. 16. deve ser projetado adotando-se os fatores de projeto selecionados de acordo com a classe de locação correspondente e a distância mínima entre os reservatórios e a cerca. usando-se processo de soldagem termicamente localizado.3. conforme a Tabela 11.5.1 Espaçamento entre válvulas 17.72 0.85.4 kgf/cm2).2 A distância mínima entre os reservatórios e os limites da cerca deve ser de 8 m. ou ambos.3.3. em kPa F = fator de projeto 16. . 3. Cuidadosa inspeção no cilindro deve ser feita quando da instalação.1 Gasodutos de transmissão 17. vários aspectos devem ser considerados. desde que atenda às seguintes limitações: a) reservatórios cilíndricos construídos de aço-liga devem atender aos requisitos de composição química e de resistência dos vários graus de aços segundo ASTM A-372. 16. que possam causar corrosão ou interferir na operação segura dos equipamentos de armazenamento.40 30 m ou mais 0. Tabela 11 .5 kgf/cm2) acima da máxima pressão de operação. a uma pressão absoluta superior a 100 kPa (1. continuidade operacional. não necessitando ser reensaiado hidrostaticamente quando da instalação.1. d) cada cilindro deve ser ensaiado hidrostaticamente na fábrica.1.2 A distância máxima para o espaçamento entre válvulas deve estar de acordo com a Tabela 12.5.40 16. flexibilidade operacional. pode ser armazenado. instalação e ensaio 16.2 Nenhum gás contendo mais do que 2. nos casos em que a pressão de ensaio produza uma tensão circunferencial superior ou igual a 80% da tensão mínima de escoamento especificada (Sy) do tubo. em 110% da pressão de projeto do reservatório. deve ser utilizada água para o ensaio.4 Requisitos especiais aplic á veis somente a reservatórios cilíndricos Um reservatório cilíndrico pode ser construído de um aço não-soldável em condições de campo.1 Na determinação do espaçamento entre válvulas.3. futuros desenvolvimentos urbanos da região e condições naturais adversas que coloquem em risco a segurança e operação da linha. usando-se ar ou gás a uma pressão de 350 kPa (3. desta maneira. 16.26 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 16.1. quando a máxima pressão de operação for inferior a 7000 kPa (71. no reservatório. preservação do gás.2 Projeto.3.5. ou uma pressão que induza uma tensão circunferencial de 75% da tensão mínima de escoamento do material. a que for menor.60 0.5 Requisitos gerais aplicáveis a reservatórios tubulares e cilíndricos 16.3. em mm D = diâmetro externo do reservatório. tais como acesso. 16. para um tubo instalado em um local classificado na mesma classe de locação do reservatório.5.2.Fatores de projeto para reservatórios Fator de projeto (F) Classe de locação da propriedade Distância mínima entre os reservatórios e os limites da cerca 8 m . c) não pode ser feita solda em reservatórios cilíndricos que já tenham sofrido tratamento térmico e alívio de tensões.5 Reservatórios tubulares devem ser ensaiados conforme os requisitos do Capítulo 29.2. quando a máxima pressão de operação for igual ou superior a 7000 kPa.

devem ser feitas considerações sobre a pressão máxima de operação.1. limitação e alívio de pressão. a tubulação ou outro componente.2. 17. tal como um grande vazamento ou fogo na estação.2.5 A locação de válvulas deve atender às exigências da autoridade competente. devem ser espaçadas conforme a seguinte orientação: a) em sistemas de distribuição em alta pressão.2.1. Todas as válvulas devem ser convenientemente suportadas. exceção feita às tubulações de controle e medição. a menos que tais componentes sejam protegidos adequadamente.1. Caso a válvula tenha sido instalada em caixa. de forma a evitar sua danificação em caso de acidente.2. 17. enterradas ou em caixas. b) deve ser previsto espaço interno suficiente.2. são projetadas e construídas de acordo com as seguintes prescrições: a) as caixas são projetadas e construídas de forma a resistirem às cargas a que são submetidas.4 O uso de automatismo nas válvulas de bloqueio intermediárias não é requerido. Onde a tubulação atravessar a estrutura da caixa. a fim de evitar que os mecânicos de manutenção pisem neles quando entrarem ou saírem dela. estações redutoras ou limitadoras de pressão. podem ser dispensadas. as válvulas devem ser instaladas em locais acessíveis a fim de facilitar a operação em casos de emergência.2. bem como movimentos das tubulações. somente o acesso à haste operacional ou ao mecanismo de abertura/fechamento necessita ser instalado.1. e) as aberturas das caixas devem ser localizadas de forma a reduzir os riscos de que ferramentas ou outros objetos caiam sobre o equipamento. de forma que o risco de danificação seja minimizado. A caixa deve ser projetada de forma a não permitir a transmissão de cargas externas à linha de distribuição. O dimensionamento das válvulas e conexões para esta operação deve ser tal que permita a desgaseificação em condições de emergência com rapidez compatível com sua necessidade. as válvulas intermediárias. 17.2 Válvulas em sistemas de distribuição de gás entrada para cada regulador de vazão ou pressão do sistema de distribuição de gás. c) no projeto de caixas para equipamentos de regulagem. as condições físicas locais.2 Locação de válvulas 17. forneça proteção total ao gasoduto. 17.2. devido ao fato de não poder ser comprovado que este.1. O local da instalação de desgaseificação deve propiciar a purga do gás para a atmosfera.2. que podem ser de cobre.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 27 Tabela 12 . a fim de ficarem protegidas contra movimentos e/ou acomodações do terreno.2. 17. 17.2.1 Exigências de projeto estrutural As caixas subterrâneas para válvulas.2. b) em sistemas de distribuição em baixa pressão. Em todas as instalações. sendo apoiados dentro da caixa.2 As válvulas intermediárias podem ser instaladas 18 Caixas subterrâneas 18. operação e manutenção adequadamente executadas.1 Válvulas de bloqueio intermediárias devem ser acessíveis e protegidas contra danos e atos de vandalismo. deve ser montado dispositivo operacional de abertura e fechamento. o comprimento das linhas de distribuição. deve se levar em conta a proteção destes equipamentos. de alívio.Distância máxima para o espaçamento entre válvulas Classe de locação 1 2 3 4 Espaçamento entre válvulas (km) 32 24 16 8 tomatismo deve ser definido pela companhia operadora do gasoduto.1 Válvulas para gasodutos de transmissão 17. as eventuais exigências da autoridade competente. Válvulas em sistemas de distribuição. acima do solo.1. instaladas objetivando uso operacional ou de emergência. etc.3 Facilidades devem ser previstas para a execução de desgaseificação entre duas válvulas intermediárias.2 Válvulas em sistemas de distribuição para uso operacional ou de emergência devem ser localizadas de forma a propiciar acesso imediato e facilitado numa condição de emergência. A tubulação de controle e os componentes ativos do equipamento não devem ser instalados sob a abertura da caixa. assim como o número e tipo de consumidores que seriam afetados por uma interrupção acidental do abastecimento. Na determinação do espaçamento.1 Uma válvula deve ser instalada na tubulação de Nota: O espaçamento recomendado na Tabela 12 só pode ser aumentado por imposição de dificuldades reais de acesso à válvula. 17. O equipamento e a tubulação devem ser adequadamente sustentados por suportes de metal ou alvenaria. O uso do au- . para possibilitar que os equipamentos tenham sua montagem. conforme ora desenvolvido. d) a tubulação de entrada e a do interior de uma caixa subterrânea devem ser de aço. devem ser previstos meios para evitar a passagem de gases ou líquidos através da abertura e evitar esforços na tubulação. facilmente acessível ao pessoal autorizado. A distância entre a válvula e o regulador deve permitir a operação da válvula durante uma emergência. 17.2 Válvulas para gasodutos de distribuição 17. se não forem exigidas pela autoridade competente.

como a de esgoto. 19. projetada para evitar que material estranho entre ou obstrua o duto. em toda a extensão. vapor e outras. se submerso. adequada para dispersar quaisquer misturas ar-gás que possam ser descarregadas. eletricidade.60 m em ruas. b) exposição à inundação: as caixas não devem ser construídas em pontos de elevação mínima. e um mínimo de 0. c) exposição a riscos em instalações adjacentes: as caixas devem ser construídas o mais afastado possível de instalações de água. 19. Os respiros ligados ao equipamento de regulagem ou alívio de pressão não devem ser ligados à ventilação da caixa. Se fechadas hermeticamente. pode ser admitida uma cobertura menor. devido à existência de interferências. devem ser consideradas as condições de acesso.2. contudo. em m3.4. grupo D. não é necessária nenhuma ventilação adicional.3 Onde há evidência de condensação no gás em quantidades suficientes para provocar interrupções no abastecimento do consumidor. em m2. igual à área da seção transversal de um duto de 4" de diâmetro nominal. através do aumento de espessura. materiais de construção. Alguns dos fatores a serem considerados na escolha do local são os seguintes: a) exposição ao tráfego: deve ser evitada a construção de caixas em cruzamentos de rua ou em pontos onde o tráfego é pesado ou denso. o equipamento deve ser sempre projetado para operar com segurança. para a área de ventilação efetiva da tampa ou grade. 19 Ramais de serviço 19. que possam danificar o tubo ou o revestimento protetor. Onde estas exigências de cobertura não puderem ser cumpridas. devem ser vedadas e ventiladas como segue: a) quando o volum e interno excede 6 m 3.1. ou terminais de alívio. alamedas e demais locais não-sujeitos ao tráfego de veículos. deve ser.28 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 f) sempre que uma abertura deva ser localizada acima de um equipamento que possa ser danificado pela queda de uma tampa.1 Prescrições gerais aplicáveis aos ramais 19. É exigido que seja previsto um mínimo de 0.2 Os ramais devem ser adequadamente apoiados em solos firmes ou bem compactados.. todas as aberturas são equipadas com tampas estanques. 18. 18. deve ser previsto meio de ensaiar a atmosfera interna antes da remoção da tampa. o ramal deve ter caimento de forma a drenar o condensado para a rede ou para sifões em pontos baixos do ramal. de modo que o tubo não venha a ser submetido a uma carga externa excessiva devido ao reaterro da vala. As extremidades externas dos dutos devem ser equipadas com uma conexão à prova de tempo apropriada. e deve-se prever meios para facilitar a limpeza periódica dos dutos. etc.1.3 O equipamento elétrico nas caixas deve estar de acordo com as exigências da classe 1.2. suportadas convenientemente. de alívio ou pressão. O material usado para reaterro deve ser isento de pedras.2 Condições de acesso Ao se escolher um local para uma caixa.1 Os ramais devem ser instalados a uma profundidade que os proteja de cargas externas excessivas e de atividades.2 O uso de válvulas de ramal de assento resiliente não é recomendado. deve ser instalada uma tampa circular ou tomadas outras precauções.30 m de cobertura em calçadas. tendo cada um. bacias de captação ou onde a tampa de acesso à caixa esteja no curso das águas pluviais. A área efetiva da abertura nessas conexões. 18. e a relação do volume interno.2. f) caixas com volume interno menor que 2 m3 não têm nenhuma exigência específica.2 Nenhuma caixa contendo tubulação de gás pode ser interligada a outra rede. b) a ventilação obtida deve ser suficiente para minimizar a possível formação de uma atmosfera combustível na caixa. quando o projeto das válvulas é tal que a exposição ao calor excessivo possa afetar sua capacidade de operação.4 Drenagem e estanqueidade à água 18.2 Válvulas de bloqueio 19. estradas e pátios de estacionamento de veículos. . 18. no mínimo. no mínimo. 19. Os trechos horizontais dos dutos devem ser projetados de forma a evitar a acumulação de líquidos na linha. áreas externas de residências e condomínios. neste caso.1 As válvulas utilizadas para ramal devem atender às prescrições de 4. desde que estes ramais sejam encaminhados protegidos por placas de concreto. as caixas devem ser ventiladas com dois dutos.3. for menor que 6 para 1.1 Devem ser previstos meios para minimizar a entrada de água nas caixas. jardins. 18.4. d) as caixas com volume interno entre 2 m3 e 6 m3 podem ser fechadas hermeticamente ou ventiladas. ou através de reforço no próprio tubo. c) os dutos devem estender-se a uma altura acima do solo.4. O número de curvas e desvios deve ser reduzido ao mínimo.3-d) são ventiladas por meio de aberturas nas tampas ou por grades. de acordo com 8. avenidas. e) se as caixas menciondas em 18.1. do boletim número 70 da NFPA.1. tais como jardinagem. 19.3 Selagem e ventilação da caixa Caixas subterrâneas contendo uma estação reguladora ou redutora. a capacidade de ventilação de um tubo de 4" de diâmetro nominal.

devem ser projetadas e construídas de forma a minimizar a possibilidade da retirada de internos da válvula acidentalmente ou deliberadamente.1 Os ramais que operam a pressões menores que 7 kPa (0.2 Exigências do ensaio de estanqueidade devem ser encamisados por um duto estanque. 19. com ferramentas domésticas. ou ambos.2.4 Válvulas de ramais de alta pressão. 19. d) soldagem do ramal diretamente à rede (boca-delobo).7.2 Na instalação de ramal em terreno previamente perfurado. 7 kPa (0.2 Os ramais.3. 19.7 kgf/cm2). de fácil acesso. O ramal ou o tubo-luva. 19. se existir. Tanto a caixa como o tubo devem ser apoiados independentemente do ramal. A conexão do ramal à rede não necessita ser incluída neste ensaio. a montante do regulador.3 Localização de válvulas de ramal 19.7. no mínimo. à MPO do sistema ou a 600 kPa (6.3.5.6 Projeto de ramais 19. segundo esta Norma. durante. 19. instaladas dentro de prédios ou em locais confinados fora de prédios.3 Os tubos. deve ser tomado cuidado para evitar danos ao revestimento.1 Instalação de ramais por meio de perfuração ou cravação 19. 5 min.2 Os ramais que operam a pressões menores que Os ramais podem ser ligados à rede por: a) soldagem de um tê ou de dispositivo similar. para evitar a possível penetração de gás de vazamento.1 kgf/cm2). a fim de minimizar a possibilidade de que pó e umidade sejam levados do tubo para o ramal. c) utilização de conexões de compressão com juntas de borracha ou similar e conexões de solda. 19. O tubo-camisa deve ser purgado em local seguro.6. o espaço entre este e o ramal deve ser selado. 19.1 Ramais enterrados. quando usado para ramais.7.3 Em solo rochoso. 19.2 As válvulas devem ser instaladas a montante do medidor se não existir regulador ou.2. 19. inclusive os renovados. fazendo os seus próprios ensaios ou inspecionando os ensaios feitos pelo fabricante. e todos os ramais que operam a pressões maiores que 7 kPa devem ser ensaiados com gás ou ar.3. deve estar de acordo com as exigências aplicáveis do Capítulo 4. a utilização do tubo revestido sem camisa só é aceita se comprovado que o revestimento é resistente às operações necessárias à execução (furação ou cravação). ta em terreno previamente perfurado. o duto deve prolongar-se até um local utilizado normalmente e de fácil acesso.3 As válvulas subterrâneas devem ser instaladas numa caixa ou tubo extensor que permita pronta operação da válvula. onde o escapamento do gás seja perigoso. para verificar se não apresenta vazamento e se sua integridade estrutural está garantida.1 As válvulas de ramal devem ser instaladas em to- dos os ramais novos. se não for viável assim proceder.7.1 Quando a instalação dos tubos revestidos for fei- 19.1 O tubo. devem ser selados no alicerce para evitar a entrada de água ou gás na construção.7.1.6. 19. 5 min.1 kgf/cm2). a uma pressão não menor que 70 kPa (0. . Onde a pressão for menor que 700 kPa (7. 19.5 A companhia distribuidora deve se certificar de que as válvulas de ramal instaladas nos ramais de alta pressão sejam adequadas para este uso.5.7. 19. passando através dos alicerces externos de uma construção.2.2. devem ser encamisados em tubo-luva ou protegidos de outra forma contra a corrosão.7 Instalação de ramais 19. pelo tempo de.3 Uma válvula incorporada no quadro do medidor que permita que ele seja contornado não a caracteriza como de ramal. Quando um destes ramais abastece o prédio que ele atravessa.5.2. As juntas utilizadas nas redes de gás manufaturado devem ser do tipo que resista a este gás.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 29 19.3 Ligação de ramais à rede 19. 19. 19. 19.1. No ponto onde o duto termina. em área pública. quando enterrados sob construções. A ligação no topo é preferível.7. conexões e acessórios devem ser conectados por processos de soldagem ou rosqueamento.07 kgf/cm2) e que possuem um revestimento anticorrosivo que não possibilite de imediato a identificação do vazamento. a que for maior.2. b) utilização de uma abraçadeira de ramal ou sela.2.07 kgf/cm2) e que não possuem um revestimento anticorrosivo capaz de temporariamente impedir um vazamento devem ser ensaiados com gás ou ar.2 Instalação de ramais no interior ou sob construções 19. no mínimo. o tubo revestido não deve ser in- serido através de um furo livre (sem tubo-camisa). 19. 19.6.4 Ponto de ligação do ramal à rede Os ramais devem ser ligados ao topo ou à lateral do tubo da rede.1 Prescrição geral O ramal deve ser ensaiado após a construção e antes de ser colocado em operação.1. o ramal deve ser projetado para uma pressão de projeto mínima de 700 kPa.2 O cálculo da espessura de parede do ramal deve estar de acordo com as exigências do Capítulo 7.5 Ensaio dos ramais após a construção 19.7.5.

ex. b) área transversal remanescente no tubo-ramal (A2). Seção VIII. a pressão admissível de trabalho é estabelecida de acordo com a ANSI/ASME.4: a) área transversal remanescente no tubo-tronco (A1). 20.4. construídas e ensaiadas sob os requisitos do código ANSI/ ASME. limitações nas condições de uso e recomendações específicas para o projeto de componentes de tubulação não-padronizados. em função de dificuldades construtivas para se usar a conexão padronizada ou em função da falta da conexão padronizada. Por exemplo: Boca-de-lobo. A pressão de ensaio deve ser a mesma do sistema no qual a conexão estiver (ou for ser) ins- .5.1. 20.1 Condições gerais 20. Divisão I.2.1 Conexões de aço fundido. para cálculo de A1 e A2. 20. Seção VIII. 20. ruptura. falha de funcionamento ou deformações permanentes. tampão “cauda de peixe” e tampão plano.5.1 Objetivo O objetivo deste Capítulo é apresentar métodos de cálculo. correspondente à espessura de parede excedente àquela necessária para resistir à pressão interna.4.4. devem preferencialmente ser ensaiadas antes da instalação.4. Nota: No Anexo F é dado um exemplo das regras para o projeto de derivações tubulares soldadas. se isto não for possível. É proibido tampão “cauda de peixe” para DN superior a 3". 20. esta deve ser descontada da espessura nominal de parede dos tubos-ramal e tronco.4 Unidades pré-fabricadas. tais como São conexões não-padronizadas as utilizadas em situações peculiares. derivação com reforço integral tipo sela. 20. 20.2. redução cônica. ruptura ou falha de funcionamento. deve ser feito um estudo específico para determinar o nível de tensões na descontinuidade entre o ramal e o tronco.1 Requisitos gerais As derivações tubulares soldadas devem ser projetadas de acordo com as recom enda çõ es de 20.1.5 Derivações tubulares soldadas 20. = d .2.5. Divisão I. de peso próprio e de vibração forem. 20. et (ver nomenclatura em 20. Por exemplo:P.1.2.4.4.2 Conexões para fechamento terminal. 20.3 Cargas de projeto Os componentes de tubulação devem ser projetados e fabricados para suportarem com segurança.1.1. todas situadas dentro dos limites da zona de reforço definida em 20.2 A área de reforço requerido (Areq.5.14 kgf/cm2). sem vazamento. consideradas significativas.: Curva em gomos.1 O reforço requerido no tubo-tronco deve ser com dimensões ou materiais diferentes dos padronizados. isolada ou simultaneamente.1. Quando estas conexões forem instaladas em sistemas existentes. das conexões padronizadas 20.2). e que sejam capazes de atender aos mesmos requisitos de ensaios.4.4.5 As conexões especiais de que trata esta seção de- ser a soma das seguintes áreas.2 Condições específicas 20.5.1. devem ser projetadas por critérios que proporcionem o mesmo grau de resistência e estanqueidade.2 Toda a soldagem deve ser realizada usando pro- determinado pela “Regra da Equivalência de Área” que exige que a área de reforço disponível seja igual ou superior à área retirada do tubo-tronco para instalação do tubo-ramal. forjado ou soldado. que não sejam as pa- dronizadas para solda de topo. a pressão de projeto atuando durante a vida útil da tubulação e outras cargas eventualmente especificadas. devem ser projetadas.3 Quando a resistência destes componentes não puder ser calculada ou determinada com segurança pelos requisitos desta Norma.4. Tampão plano para DN superior a 3" só é permitido se for projetado de acordo com a ANSI/ASME. Seção VIII.6 O projeto e a fabricação das curvas em gomos devem ser cuidadosamente executados e sua aplicação deve obedecer às recomendações de 27. tampão plano.4. as quais admitem estar a derivação submetida à pressão interna e a esforços moderados de peso próprio.1. vem resistir a um ensaio de pressão sem apresentar vazamentos. 20.1. Quando a parede do tubo incluir uma sobreespessura para corrosão.2 Derivações tubulares São conexões não-padronizadas utilizadas para a derivação de um ramal. 20.13. 20.3 A área de metal para o reforço da derivação deve cedimentos e soldadores qualificados. Quando os esforços de dilatação térmica.1 Reduções concêntricas e conexões para fechamento terminal feitas a partir de tubo não são permitidas em sistemas cuja pressão de projeto produz tensão circunferencial igual ou superior a 1/5 da tensão mínima de escoamento especificada do material.1.5.5.2 Classificação e conceituação 20. 20.1 Conexões especiais talada.) é definida pelo produto Areq. são permitidas para tubos de DN igual ou inferior a 3".1.1. operando a pressões inferiores a 700 kPa (7. construídas de chapa com costuras longitudinais. 20. após instalados no sistema. a critério do projetista.30 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 20 Componentes de tubulação não-padronizados 20. correspondente à espessura de parede excedente àquela necessária para resistir à pressão interna.4 Conexões especiais 20.1 a 20.5. devem passar por um ensaio de vazamento em serviço na pressão de operação do gasoduto.2.5.

e só então computada como área de reforço. b) A nomenclatura utilizada está definida em 20. selas e coxins de reforço devem ser perfei- escoamento inferior à do material do tubo-tronco.8 O ramal deve ser ligado por solda em toda a ex- escoamento inferior à do tubo-tronco. d) área transversal da chapa de reforço (A4).5.1. para materiais do tubo-ramal com tensão de escoamento superior à do tubo-tronco.5.2. em termos de aumento de área de reforço. ou do ar numa eventual operação de tratamento térmico da conexão. deve-se prever um pequeno furo na luva ou na sela para que haja a purga do gás de soldagem. o cordão de solda deve se estender por um comprimento W1.5.2. conforme mostrado na Figura 5.5 vezes a espessura de parede do tubo-ramal a partir da superfície externa da chapa de reforço (se esta existir). a qual já inclui a solda de união entre o tubo-tronco e o tubo-ramal. calculada conforme 20.9 Luvas. 20. Figura 3 . o cordão de solda deve se estender por um comprimento W2 e W3. Neste caso. 20. a área de reforço disponível no tubo-ramal deve ser calculada com uma redução proporcional à razão entre as respectivas tensões de escoamento. desde que sua área de reforço seja calculada com uma redução proporcional à razão entre as respectivas tensões de es- tamente ajustados às partes às quais devem ser soldados. O material da chapa de reforço deve ser compatível com os materiais dos tubos com respeito à soldabilidade.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 31 c) área transversal dos cordões de solda (A3). 20.5. Notas: a) A solda de união entre os tubos-tronco e ramal não foi representada na Figura 3. no cálculo do reforço. Quando não for usado um cordão de solda com a dimensão da perna (W2) igual à espessura M da chapa de reforço. As Figuras 5 e 7 ilustram algumas formas de reforço.5. Esses furos para purga devem ser tamponados posteriormente ao ensaio de pressão da conexão ou do sistema de tubulação para evitar a corrosão entre o duto e a chapa de reforço. A chapa de reforço deve ser ligada por solda aos tubos tronco e ramal em toda a sua extensão.5.4 As áreas dos reforços são apresentadas na Figu- ra 3. 20. corrosão galvânica e expansão térmica.5.5. 20.5 vezes a espessura de parede do tubo-tronco medida a partir da superfície externa deste.Corte transversal da derivação mostrando as dimensões usadas no cálculo .1. onde se mostram também os limites da zona de reforço.7 Quando os coxins ou as selas usadas para o re- forço cobrirem as soldas entre o ramal e o tronco. 20. como tendo a mesma tensão de escoamento do tubo-tronco. a área deve ser calculada como se o material do ramal tivesse a mesma tensão de escoamento do material do tronco.1. Nenhum crédito é dado. e só então computada como área de reforço. pois minimiza a concentração de tensões na junção do ramal com o tronco conforme mostra a Figura 6.1.5 Quando o material do tubo-ramal tiver tensão de coamento. esta última é um retângulo cujo comprimento se estende a uma distância “d” de cada lado da linha de centro do tubo-ramal e cuja dimensão “L” se estende a uma distância igual a 2. mas que em nenhum caso pode se estender além de 2.2.5.6 O material da chapa de reforço pode ter tensão de tensão da parede do ramal ou do tronco. tratamento térmico.1. O material da chapa de reforço com tensão de escoamento superior à do material do tubo-tronco deve ser considerado. O uso de cordão de solda côncavo é preferível. conforme mostrado nas Figuras 4 e 5.1. a extremidade do reforço deve ser chanfrada a 45° para concordar com a extremidade do cordão. O reforço com coxim ou sela deve ser feito conforme Figura 5.

quando usados.Detalhes de solda para derivações sem reforço Figura 5-(a) . c) W3 = M (mínimo).32 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 Notas: a) Usar preferencialmente o encaixe tipo “não-penetrante”. porém nunca inferior a 6. devem ser aplicados na derivação detalhada na Figura 4. porém não-superior a T. Figura 5 .Detalhes de solda para derivações com reforço parcial . b) W2 = M/2 (mínimo). Posteriormente.Coxim ou colar Notas: a) Os reforços parciais sela ou coxim. b) W1 = 3R/8 (mínimo).4 mm.Sela Figura 5-(b) .2 mm (máximo) a menos que haja soldagem pela parte interna ou seja usado mata-junta. o furo deve ser fechado com solda. e) Prever um furo de 6 mm na chapa de reforço para permitir a purga dos gases de soldagem e do ar. usar o encaixe tipo “penetrante”. d) Se M > T.4 mm. a extremidade do reforço deve ser usinada para ficar com a espessura igual à do tubo-tronco. Figura 4 . após o ensaio de pressão. porém nunca inferior a 6. deste. no caso de haver tratamento térmico. d) Todas as soldas devem ter as pernas com a mesma dimensão e uma garganta teórica igual a 70% da dimensão da perna. como segunda opção.6 mm (mínimo). c) G = 1. G + 3.

c) Os detalhes das derivações com reforço integral foram feitos mostrando o encaixe tipo “não-penetrante”.Tipo sela combinada com luva Figura 7-(c) .Tipo luva Figura 7-(b) .Solda de filete convexo Figura 6-(b) .Solda de filete côncavo Nota: A dimensão da solda em ângulo é definida pelo comprimento do lado do maior triângulo isósceles inscrito na seção transversal do filete de solda. b) Esta solda longitudinal para fechamento do reforço integral pode ser localizada em qualquer lugar da circunferência do tubotronco.Garganta teórica da solda Figura 7-(a) . podendo ser apenas uma solda de vedação. Figura 6 .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 33 Figura 6-(a) . Figura 7 .Detalhes de solda para derivações com reforço integral .Tipo sela Notas: a) Esta solda não necessita ter função estrutural.

20.5 A área disponível.3 Requisitos especiais Além dos requisitos gerais (ver 20.1).2. é calculada pela fórmula: Adis.5.1. quando a solda longitudinal não for interceptada pelo ramal.5. = A1 + A2 + A3 + A4 Sendo: eT = espessura nominal da parede do tubo-tronco A1 = (eT .3) SyR = tensão mínima de escoamento especificada do material do tubo-ramal SyT = tensão mínima de escoamento especificada do material do tubo-tronco SyC = tensão mínima de escoamento especificada do material da chapa de reforço 20.6 A condição de resistência é verificada através de: A2 = 2L (eR .2 (eR .5. os requisitos gerais descritos em 20.DR) .11 Para tubo-tronco com costura. .5.c) .5.13 Para o estabelecimento da tensão mínima de escoamento especificada para os materiais dos tubos utilizados nas derivações soldadas.2.3. 20.5 (eR . = área de reforço requerido Adis.c) (para encaixe tipo “não-penetrante”) sen β d = DR/sen β (para encaixe tipo “penetrante”) 20. 7.4 O diâmetro do furo é calculado pelas fórmulas: d= DR .er .et .c) e 2.5. dentro da zona de reforço M = espessura da chapa de reforço 20. tirantes e outros contraventamentos pode reduzir o efeito previsto para o reforço. (SyR/SyT) Onde: L é o menor valor entre 2. a fim de majorar a área requerida para reforço (Areq. A 2.5 (eT .34 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 20. qualquer que seja o ângulo pa- através de fórmulas.1. 7.3 Para 85o . a área de reforço requerida é calculada de acordo com a fórmula: Areq. ¯ Areq. independentemente do processo de soldagem.sen β) 20.5. admite-se que seu fator de eficiência de junta seja unitário.2 A nomenclatura utilizada é a seguinte: ra reforço. a área de reforço requerida deve ser calculada por: Areq.1. Deve ser previsto um reforço adequado para compensar a fraqueza inerente a este tipo de derivação.sen β).2.4 e Anexo D.5. mais fracas à medida que o ângulo diminui.1. A 3. progressivamente. Um projeto deste tipo deve ser cuidadosamente estudado.1) eR = espessura nominal da parede do tubo-ramal er = espessura de parede do tubo-ramal para resistir à pressão interna (calculada conforme 7.β .1.2. et . d et = espessura de parede do tubo-tronco para resistir à pressão interna (calculada conforme 7.5.2.5.1 Esta seção apresenta de modo compreensível. 20. ver 7. = d . (1/sen β) . β = menor ângulo medido entre os eixos dos tubos-tronco e ramal c = sobreespessura para corrosão DR = diâmetro externo do tubo-ramal 20.1.5.5.2.5. O projetista deve atentar para o fato de que a concentração de tensões próxima a pontos terminais de nervuras.90 o.5.5. Areq. 20.). Nota: O uso de nervura para reforço é permitido e pode ser considerado nos cálculos de resistência mecânica. (2 .5. A partir de ângulos menores que 85°.c) + M A3 = área total das seções transversais dos cordões de solda A4 = (Q .5. = área de reforço disponível A 1. A 4 = á reas definidas no texto (ver 20.c) . M .12 Derivações com ramais formando ângulos inferiores a 85° com o tronco tornam-se.1. as derivações devem preencher os requisitos especiais de que trata a Tabela 13.1) d = diâmetro do furo acabado no tubo-tronco Q = comprimento da chapa de reforço. et Nota: Para um ângulo β < 85°.10 O exame e o eventual reparo das soldas entre o ramal e o tronco devem ser feitos antes da montagem dos reforços.5.2. deve ser usado o coeficiente de segurança (2 .2 Regras para o reforço de derivações tubulares soldadas (Figura 3) 20. = d . 20. (SyC/SyT) L = dimensão da zona de reforço Adis.

5.5. suas extremidades devem ser usinadas de forma a terem sua espessura igual à do tubo-tronco.2 mm. pode ser reforçado. esta solda de união entre o reforço e o tubo-tronco deve ser de cordão contínuo. estendendo-se por toda a circunferência do tubo-tronco.2). (H) (I) 20. considerando-se todas as derivações como uma única.Requisitos especiais Relação Sc Sy x 100 Relação DR DT x 100 (%) (%) < 25 ¯ 25 e < 50 ¯ 50 Onde: Sc = tensão circunferencial correspondente à pressão de projeto Sy = tensão mínima de escoamento especificada do material DR = diâmetro externo do ramal DT = diâmetro externo do tronco (A) < 25 (A) ¯ 25 e < 50 (A) ¯ 50 (B) (C) (D) (D) (B) (D) (C) (E) (F) (F) (G) (F) (H) ( I ) Não é obrigatório o uso de reforço na derivação. Em nenhum caso. o reforço da derivação deve ser do tipo “integral”.3 Quando a distância entre centros de quaisquer das duas derivações é inferior a 1. estendendo-se por toda a circunferência do tubo-tronco. sela. Não há necessidade de se prover reforço para derivações (ramais) de DN até 2" inclusive. o reforço da derivação deve ser do tipo “integral”.5.6.6 Derivações múltiplas 20.2 Quando mais de duas derivações estiverem numa vações deve ser. na falta destes. não deve ser considerada a contribuição de nenhuma área do material de reforço entre essas duas derivações. este pode ser requerido em casos especiais de pressões acima de 700 kPa (7. (F) (G) As derivações com ou sem reforço devem ser feitas de acordo com as informações das Figuras 4. (B) (C) (D (E) Usar qualquer reforço que satisfaça aos requisitos gerais (ver 20. Usar preferencialmente tês forjados. Coxins. 20. São permitidos também reforços localizados dos tipos coxim e sela. no mínimo.6. essas derivações devem ser reforçadas de acordo com 20. e a área de reforço entre elas deve ser ao m enos igual a 50% da á rea total requerida para as duas derivações na seção reta considerada.4 Qualquer grupo de derivações densamente concen- situação que requeiram um reforço combinado. 20. Os cantos internos do furo acabado devem ser. na falta destes. 20. Se for necessário reforço localizado e o diâmetro do ramal for tal que o reforço envolva mais de metade da circunferência do tronco. tubos de parede fina e cargas externas severas. uma seção reta (do ramal ou do tronco) pode ser considerada como pertencente a mais de uma derivação ou ser avaliada mais de uma vez. 1. entretanto. coxim. de acordo com 20.6. a distância mínima entre centros de quaisquer duas dessas deri- tradas.1). Nota: As extremidades da chapa de reforço devem ser usinadas para ficarem com a mesma espessura do tubo-tronco. 6 e 7. adoçados com um raio de curvatura de 3.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 35 Tabela 13 .5 vez a média de seus diâmetros externos (conforme visto em 20.14 kgf/cm2). Se o reforço envolvente é mais espesso que o tubo-tronco.1 Quando duas ou mais derivações estão separadas entre si por uma distância entre centros inferior à soma de seus diâmetros internos (de modo que as zonas de reforço se superpõem). preferencialmente.6. Usar qualquer dos reforços dos tipos “integral”. . então deve-se usar reforço “integral” independentemente da tensão circunferencial atuante. com qualquer tipo de arranjo. A área do reforço combinado deve ser pelo menos igual à soma das áreas requeridas por cada uma das derivações consideradas separadamente.5. cujo diâmetro envolva todas as outras derivações do grupo. e é soldado neste. As dimensões das pernas dos cordões de solda que unem ramal e tronco não devem ultrapassar a espessura do tubo-tronco. selas parciais e outros tipos de reforços localizados são proibidos.6. ou então deve-se usar tê forjado. Nota: Deve-se proteger adequadamente as derivações de pequeno diâmetro contra vibrações e forças externas a que normalmente estão sujeitas.5 vez a média de seus diâmetros externos. tanto quanto possível. Usar preferencialmente tês forjados.

b) análise simplificada.3 e comparadas com as tensões admissíveis de 23. . entre outros: configuração tridimensional. O engenheiro deve ainda considerar que casos específicos podem requerer uma análise mais abrangente do que a descrita em 21.1. dentro de critérios preestabelecidos.1.4 Requisitos para a obtenção da flexibilidade 21. se o sistema é suficientemente flexível.4. sendo a mais notória a ausência de elementos curvos. 21.7 Derivações extrusadas As derivações extrusadas são aceitas se atenderem aos seguintes requisitos: a) for comprovado por análise e ensaio (este. pode ser previsto o uso de junta de expansão.2. não sendo isto possível.8.1 Este Capítulo estabelece os critérios aplicáveis à análise dos efeitos de variação da temperatura e de deslocamentos impostos.a análise formal utiliza poucas simplificações em relação ao sistema real e apresenta soluções mais próximas dos resultados experimentais.3 Um sistema de tubulação é julgado suficientemente flexível quando. determina-se.3 e 21. a análise da flexibilidade deve ser feita sempre que houver dúvidas fundamentadas sobre a adequada flexibilidade da tubulação.3.3.2 Métodos de análise 21. 23. nos bocais de equipamentos ou nos suportes sejam inferiores ou iguais a valores máximos admissíveis. mudanças nas características geométricas dos elementos tubulares e gradiente de temperaturas. pode ser previsto o uso da técnica de pré-tensionamento (cold a) análise formal. preferencialmente.3 Critérios para obrigatoriedade ou dispensa da análise 21. por variação de temperatura ou por deslocamentos impostos.3.5 As tensões geradas por variação de temperatura e por deslocamento imposto devem ser calculadas pelas fórmulas de 22.1.1 Como regra geral.3.2.4.36 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 20. ele- . por uma configuração espacial. . 21. de acordo com o proposto em 21. incluindo ainda orientações sobre o cálculo de suportes.4 A análise da flexibilidade pode ser dispensada para tubulações enterradas conduzindo gás à temperatura ambiente e para tubulações aéreas ou enterradas de configuração e condições operacionais semelhantes à outra anteriormente analisada (por método compatível com a severidade operacional do sistema) e julgada suficientemente flexível.3. se necessário) que tais derivações são adequadas e seguras para o serviço a que se destinam.2.2 A análise de flexibilidade deve ser enfocada sob dois aspectos: 21. compreendendo. 21. é capaz de deformar-se. variação nas propriedades físicas dos materiais. consiste na determinação das tensões.4.é de aplicação restrita e seus cálculos são feitos por qualquer dos métodos consagrados na análise dos sistemas estaticamente indeterminados.3. c) as derivações forem recomendadas pelo fabricante. as dilatações térmicas são absorvidas no deslocamento livre da tubulação.3. nos sistemas de tubulação.1. não sendo isto possível.1 A flexibilidade deve ser conseguida. elementos orientados em direções nãoortogonais.1. faz também parte desta análise a determinação das forças e momentos atuantes nos suportes da tubulação. 21. 21. 21. esta deve ser selecionada e especificada de acordo com o Standard da EJMA. 21. 21 Análise da flexibilidade 21. deflexões e reações de restrição nos elementos tubulares. 21. de sorte que as tensões na tubulação e os esforços nas conexões.3 A redução dos esforços nas ancoragens e bocais de equipamentos deve ser conseguida por uma configuração tridimensional.6.1 Geral 21. mentos tubulares retos e curvos (contínuos ou em gomos). no deslocamento restrito da tubulação pelo solo. como adequadas ao serviço proposto. Nas aéreas. flexíveis e rígidos (flanges ou válvulas).7 e 23.2. 21. sob o aspecto de segurança. 21. .1.2.1.1.2 A flexibilidade de um sistema de tubulação é a medida da sua capacidade de absorver dilatações e contrações. A análise de flexibilidade é um cálculo de verificação. a partir de uma configuração proposta.1 A análise da flexibilidade.2 Quando for necessário o emprego de junta de expansão. para efeito de enquadramento nas situações apresentadas em 21.3.3 Em situações menos severas do que as descritas em 21.4 Este Capítulo abrange a análise de flexibilidade das tubulações aéreas e das enterradas. b) as derivações forem projetadas para a máxima pressão de operação admissível do sistema de gás.4. 21.5 Fica inteiramente a critério do engenheiro o julgamento do grau de severidade das condições operacionais do sistema. 21. 21.3. pois. nas enterradas. a verificação da flexibilidade pode ser feita pela análise simplificada.consiste na análise do sistema de tubulação na sua mais geral abrangência. 21.2 A análise formal é obrigatória nos sistemas de tubulação sujeitos a diferencial de temperatura elevado ou nas configurações rígidas sujeitas a diferencial de temperatura ainda que moderado. admitindo muitas simplificações em relação ao sistema real.

6 Todos os cálculos da análise da flexibilidade devem ser feitos nas seguintes bases: a) variação de temperatura. o dimensionamento ou verificação das tensões objetiva resistir à tensão máxima de cisalhamento.1 O cálculo das tensões. c) o módulo de elasticidade do material (Ec) é referido à temperatura ambiente. 21.6.2 A análise da flexibilidade abrange o cálculo das tensões e das deflexões da tubulação provocadas pela variação da temperatura e por deslocamentos impostos.1 Ao se analisar a flexibilidade de um sistema de tubulação.8 Generalidades 21. b) deslocamentos impostos. o qual majora a tensão de flexão nos elementos tubulares não-retilíneos. nos sistemas de tubulação.7. e é sempre maior que a unidade. não é obrigatória a consideração de um redutor para os fatores “i” e “K” por efeito do enrijecimento do elemento curvo quando pressurizado. 21. 21.8. inclusive as que ocorrem nas partidas e paradas do sistema.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 37 spring). para uso na análise da flexibilidade.8. conseguida com o uso da técnica de pré-tensionamento (cold spring).6.8.4 Na falta de valores mais precisos para “i” e “K”.7. 21. 22. 21.3 Para tubulações enterradas. para as juntas flangeadas devem ser usados os apresentados na Tabela 15.3 No dimensionamento mecânico da tubulação e dos suportes. a influência de todos os trechos da tubulação e de todas as restrições deve ser levada em consideração. as temperaturas máxima e mínima. devem ser as temperaturas de operação nas condições normais. Os deslocamentos de pontos de interesse e de bocais de equipamentos também devem ser determinados.7.1 As cargas atuantes no sistema de tubulação.5. o diferencial de temperatura a ser considerado na análise deve ser a variação total entre as temperaturas máxima e mínima de operação.1.2 As demais cargas encontradas nos sistemas de a) as dimensões do tubo e de seus componentes são as nominais. 21. quando estes fatores devem ser reduzidos de acordo com a nota (F) da Tabela 14. 21.8. na análise da flexibilidade. essa capacidade adicional é indicada pelo fator “K” de flexibilidade. exceto no caso de tubos de grande diâmetro e parede fina. 21. inclusive as que ocorrem nas partidas e paradas do sistema. de acordo com 24. ancoragens). deve ser considerado o 21.7 Diferenciais de temperatura 21. . 21. Quando for necessária a análise de tensões em pontos críticos. as temperaturas máxima e mínima. deve-se procurar tratá-lo como um todo.8.6 Cargas atuantes 21. tais como os descritos em 22.3 Na análise da flexibilidade. devem ser consideradas todas as cargas atuantes no sistema de tubulação. ção das tensões térmicas cíclicas. para uso na análise da flexibilidade. 21. devem levar em consideração a influência climática durante um ciclo anual de operação. a serem consideradas na análise da flexibilidade. não são consideradas na análise da flexibilidade. assim sendo. 21. os quais devem ser feitos de acordo com a reconhecida prática da Engenharia.4 A redução do nível das tensões térmicas na tubulação.2 Na análise formal da flexibilidade. é obrigatória nesta análise a determinação dos deslocamentos dos pontos extremos e das tensões máximas na tubulação.4.2 Para tubulações aéreas expostas ao sol.1 Esta Norma estabelece como critério para avalia- 22 Cálculo das tensões 22. não pode ser considerada benéfica para a flexibilidade.5 Na falta de valores mais precisos para “i”.6.1 Na análise da flexibilidade. para as solicitações de cargas mais comuns e significativas. batentes. 21. é apresentado neste segmento. 21. b) o fator de eficiência de qualquer junta soldada (E) é igual a 1. o cálculo das deflexões deve levar em consideração a capacidade de os elementos tubulares curvos variarem a curvatura em maior grau que o previsto pela teoria usual da flexão das barras curvas.5.1. desde que o método seja corretamente especificado e haja garantias de que seja bem executado.5. em condições normais.2 Em situações incomuns podem ser necessários outros cálculos além dos aqui apresentados.3 O cálculo dos suportes inclui a determinação dos esforços sobre todos os pontos de restrição (guias. 21.1 Geral 22.3. tubulação.5 Abrangência da análise 21. fator “i” de intensificação de tensões. o fenômeno do relaxamento espontâneo das tensões no decorrer do tempo.8. têm origem na restrição aos movimentos provocados por: devem ser usados os apresentados na Tabela 14 para os elementos de tubulação mais comuns. tais como a pressão interna e o peso próprio.7. 21. multiplicador da curvatura teórica e sempre maior que a unidade.

cotg θ 2 R= Tê forjado para solda (A)(C) rx ¯ 0.9 h2/3 cotg θ .125 d ec ¯ 1.9 h2/3 1 + cotg θ . e r 2 s .9 h 2/3 r (1 + cotg θ) 2 3 io 4 + 1 4 4.Fatores “i” e “K” para tubos e componentes de tubulação Fator de intensificação(E) de tensão (Fora do plano) i0 0.52 h5/6 0.9 h 2/3 Curva para solda ou tubo curvado(A)(B)(C)(F) 1.9 h2/3 0. r /continua . e .5 e 1 0.38 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 Tabela 14 .9 h2/3 0.52 h5/6 0.45° 1. s 2 r2 R= Curva em gomos longos (A)(B)(C)(D) S ¯ r (1 + tg θ) 1.75 h 2/3 Descrição Fator de flexibilidade K Característica de flexibilidade h Figura (No plano) ii 0.R r2 R ¯ DN Curva em gomos curtos (A)(B)(C) S < r (1 + tg θ) 3° < 2θ .9 h2/3 3 io 4 + 1 4 (e + 0.65 h e.4 e r Tê fabricado com tubo tendo reforço de chapa (tipo sela ou coxim) (A)(C) 1 0.5 er)5/2 e3/2 .

Para curvas (contínuas ou em gomos). os fatores “i” e “K” aplicam-se somente para os segmentos ao longo do arco indicado nas figuras da Tabela 14. espessura nominal de parede do tubo para tês ec = espessura nominal de parede do pescoço da derivação (forjada ou extrusada) er = espessura nominal da chapa de reforço . Para tês. (B) (C) Nomenclatura: e = espessura nominal de parede para joelhos e curvas (contínuas ou em gomos).NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 39 /continuação Descrição Fator de flexibilidade K Fator de intensificação(E) de tensão (Fora do plano) i0 0. C = (h)1/6.9 h 2/3 3 io 4 + 1 4 (1 + rx/r) e r Derivação em tê com sela soldada tipo set in (A)(C) rx ¯ 0.125 d ec ¯ 1.05 d ec < 1. os fatores “i” e “K” devem ser multiplicados pelos seguintes coeficientes de redução.5 e 1 0. Quando existirem flanges em uma ou ambas as extremidades das curvas. os fatores “i” e “K” aplicam-se somente para os pontos de interseção das linhas de centro do tronco e do ramal. com relação ao plano do membro. por linhas grossas.9 h2/3 3 io 4 + 1 4 4. C: a) uma extremidade flangeada. C = (h)1/3.9 h 2/3 Característica de flexibilidade h Figura (No plano) ii 3 io 4 1 4 Tê fabricado com tubo e sem reforço (boca-de-lobo) (A)(C) 1 + e r Tê extrusado para solda (A)(C) rx ¯ 0.4 e r Derivação em tê com boca-de-lobo tipo set-on com reforço integral(A)(C) 1 0.3 e r (A) O fator “K” aplica-se às deflexões produzidas por momentos atuantes em qualquer plano. b) ambas as extremidades flangeadas. Os fatores “i” e “K” não podem ser inferiores à unidade.9 h 2/3 0.9 h 2/3 3.5 e 1 0.

Fatores “i” e “K” para juntas flangeadas Descrição Junta para solda de topo Flange de pescoço. raio de curvatura conforme definido analiticamente na respectiva figura. de a çã o direta das forç as de peso pr ó prio e cargas ocasionais. as seguintes tensões devem ser desprezadas: a) tensão cisalhante de momento torçor nos dutos restringidos. uma pressão interna elevada afeta significativamente sua rigidez à flexão (conforme 21. ( ) ] ( ) ] R r 2/3 1/3 . deve-se operar conforme indicado a seguir: (E) (F) a) dividir “K” por: b) dividir “i” por: [ [ 1+6 P Ec P Ec . c) tens ã o norm al longitudinal. para curvas em gomos rx = raio de curvatura do contorno côncavo do pescoço de um tê. ( ) ( ) r e r e 7/3 . Sce.1.1. 22. Portanto.8. R r . extrusado ou forjado.2 1 1. neste caso.5 Exceto em situações que requeiram cálculos precisos. tais como os dutos aéreos em configuração espacial. representadas pelo peso de terra de cobertura. para curvas contínuas. dados na Tabela 14. b) tensão cisalhante de esforço cortante.3 1 1.1. certos dutos podem perder sua capacidade de deslocamento e ser considerados como restringidos.4 Forças e tensões normais de tração são positivas.3). 22. São considerados “restringidos” os dutos cuja liberdade de flexão e torção é. o critério de restrição comporta a idéia de gradação. Um único fator de intensificação de tensões. igual a 0. conectadas a bocais rígidos. dependendo do tipo de configuração. podem ser utilizados os fatores “i” e “K” da curva em gomos longos. pois. para solda de topo Junta com solda sobreposta dupla Flange sobreposto (ou de encaixe) com solda sobreposta dupla Junta com solda sobreposta simples Flange sobreposto (ou de encaixe) com solda sobreposta simples Junta roscada 1 Flange roscado 2. . provocadas pelas cargas externas. em maior ou menor grau. Tabela 15 . medido no plano que contém os eixos do tubo e da derivação s = comprimento do eixo do gomo d = diâmetro externo do ramal D = diâmetro externo P = pressão de projeto Ec = módulo de elasticidade à temperatura ambiente (D) Para dois tubos ligados.3 1 1. 5/2 .9/h2/3.25 . restringida. forças e tensões normais de compressão são negativas. são geralmente pequenas e na maioria dos casos podem ser desprezadas.40 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 θ = metade do desvio angular nas curvas em gomos r = raio médio. r = (D . pode ser opcionalmente usado para as flexões no plano do membro.3 São considerados “não-restringidos” os dutos com ampla liberdade de flexão e torção. 22. 1 + 3.0 Fator de flexibilidade “K” Fator de intensificação de tensão “i” 22. para corrigir os fatores “i” e “k”. Numa curva de grande diâmetro e parede fina. tais como os dutos enterrados ou mesmo os aéreos em configurações muito rígidas como as tubulações curtas e de grande diâmetro. para solda de topo Redução.6 As tensões de flexão transversal no duto.e)/2 R = raio de curvatura da linha de centro.1. com ângulo entre eixos (2θ) maior que 3° e menor que 45°.

a espessura de parede considerada no cálculo das tensões atuantes é a resultante da diferença entre a nominal e a sobreespessura para corrosão.1.1 É produzida pelo peso de terra de cobertura e pela sobrecarga do tráfego de veículos rodoviários ou ferroviários.6. Para a avaliação da força provocada pela ação do vento. 22. ∆T breespessura para corrosão. um valor igual a 0. deve-se consultar a NBR 6123. válida apenas para conduto forçado (não pode ser usada para dimensionamento de tubo-camisa): Sce = 3 . Kd . decorrentes das solicitações de expansão térmica. 2 2 2 É uma tensão provocada por flexão.10 Quando no projeto do gasoduto for admitida so- Deve-se calcular pela seguinte fórmula: St = Ec .5 Tensão de cargas ocasionais (Sfo) a) para dutos não-restringidos: Sl = P . No peso próprio do duto. P/Ec) 3 É uma tensão equivalente a um estado combinado de . 22.3. α .2.1 Geral Nota: O peso da água do ensaio de pressão para as tubulações aéreas não é considerado carga ocasional quando forem previstos suportes provisórios adicionais para o ensaio.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 41 22. Mfo/Z 22.1. Deve ser calculada pela seguinte fórmula: Sfg = i .6 Tensão de cargas externas (Sce) 22. 22. 22.2 Para dutos não-restringidos (Se) 22.6. 22. a espessura de parede considerada no cálculo das tensões atuantes é a nominal.3.3.3. Considera-se como produzida exclusivamente nos trechos aéreos e é causada pelo peso próprio do duto e do fluido contido. b) para dutos totalmente restringidos: Sl = 0. pode-se usar como fator “i” de intensificação das tensões. Mfg/Z É uma tensão que.9/h2/3 para ambas as direções de atuação dos momentos fletores (no plano ou fora do plano do elemento tubular).9 Quando no projeto do gasoduto não for admitida tensões provocadas por flexão e por torção.q .3. b) deslocamentos ocasionados pelo movimento de bocais de equipamentos.2 Tensão longitudinal (Sl) Deve ser calculada pelas seguintes fórmulas: 22. D/(2e) 22. Mft/ Z .8 Opcionalmente.4 Tensão de peso próprio (Sfg) É uma tensão provocada por flexão.7 O fator “i” de intensificação de tensões deve ser considerado no cálculo das tensões de flexão.3. são considerados: a) variação da temperatura do duto. 22. para efeito desta Norma.3 Para dutos restringidos (St) 22.3. deve ser calculada pela fórmula de Barlow: Sc = P . 22. Sfo = i . de outros tubos interligados ao sistema e de suportes.1 Tensão circunferencial (Sc) Nota: O sinal de St é dado pelo sinal do diferencial de temperatura ∆T.2 Trechos curvos Deve-se calcular pela seguinte fórmula: St = i . Tt = Mat/2Z 22. para qualquer dos elementos de tubulação apresentados na Tabela 14.d ). Deve ser calculada pela seguinte fórmula: Se = Onde: Sft = i .1 Trechos retos sobreespessura para corrosão.2 É uma tensão provocada pela flexão transversal que deve ser calculada pela fórmula abaixo.3 Sc.1.3 Tensão de expansão térmica 22. n n + (3 . peso próprio e cargas ocasionais. Mft/Z + N/A 22. Esta tensão deve ser calculada pela seguinte fórmula: Para a determinação das tensões de expansão térmica. É produzida por forças de ocorrência eventual como a ação de vento e o peso de operários fazendo manutenção. d /(D . devem ser incluídos todos os componentes cujos pesos sejam significativos.2. 22. Kf .1.2 Tensão de pressão interna É originada pela pressão interna.

coeficiente de flexão (ver Tabela 17) e de flexão (Kf) são funções do ângulo inicial de contato do duto com o leito da vala.Coeficientes de deflexão. Tabela 16 . tais como: a) tensões de deformações produzidas pela pressão interna. Kd Ângulo inicial  de contato (graus) 0 30 45 60 90 120 Coeficiente Kd 0.138 Kf Mft . c) tensões de recalques diferenciais de apoios. d) tensões de empuxo (dutos submersos). logo após o seu abaixamento . conforme estabelecido em 22. Kf Kd Ângulo inicial  de contato (graus) 0 30 60 90 120 Coeficiente Kf 0.157 0.pressão no solo ao nível do topo do duto.momento torsor de expansão térmica N .momento fletor de expansão térmica Mfg .diâmetro externo do duto .  = 120°.ângulo central correspondente ao perímetro do duto em contato com o fundo da vala.pressão no solo ao nível do topo do duto.fator de intensificação de tensões (ver Tabelas 14 e 15) .momento fletor de peso próprio Mfo . f) tensões residuais devidas ao curvamento natural.temperatura inicial .coeficiente de expansão térmica linear (ver Anexo G) Nota: Para dutos instalados por perfuração ou cravação. supostamente com distribuição uniforme.momento fletor de cargas ocasionais Mat .105 e 0. Ver Tabelas 16 e 17. provocada pela sobrecarga de tráfego .fator de projeto (ver 7.6.diâmetro interno do duto .2) .294 0.7 Outras tensões Dependendo das circunstâncias.temperatura final .módulo de resistência da seção transversal do duto . provocada pelos pesos de terra e de tráfego (q = q1 + q2) . q1 q2 T1 T2 Z α g) tensões residuais de soldagem. n P q 22.1. e) tensões localizadas (reação de apoio em dutos de parede fina). supostamente com distribuição uniforme. .1 Os coeficientes adimensionais de deflexão (Kd) 22.235 0.110 d 0. Tabela 17 .8 Nomenclatura A nomenclatura utilizada é dada a seguir: A  .relação “espessura/diâmetro externo” (e/D) . provocada pelo peso da terra .089 Ec E F i Nota: Para dutos instalados por perfuração ou cravação. b) tensões de cargas cíclicas (vortex de rajadas de vento). podem ser necessários outros cálculos de tensões além dos anteriormente expostos.Coeficientes de flexão.seção transversal do duto (área de metal) .  = 120°.espessura de parede do duto .108 D 0.2.módulo de elasticidade (ver Anexo G) .força axial uniformemente distribuída na seção transversal do duto .pressão (genérica) .42 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 22.102 0. supostamente com distribuição uniforme.fator de eficiência de junta (ver 7.190 0.coeficiente de deflexão (ver Tabela 16) .096 0.pressão no solo ao nível do topo do duto.2.3) .

segundo esta Nor23. deslocamento imposto.1. 23. As tensões combinadas devem satisfazer simultaneamente às seguintes condições: a) | Sc .1 A tensão combinada decorrente dessas solicitações é limitada pela seguinte condição: b) | St + Sl + Sfg | . 23.1.90 T . pressão interna.0. deve ser considerada a tensão provocada pelo peso próprio.7 Limitação para expansão térmica (dutos nãorestringidos) A tensão de expansão térmica é limitada por: Se .8 Limitação para pressão interna.2 e 7. Sy. Para valores de Sy para tubos de especificação desconhecida (sem identificação).4. 23.tensão de flexão longitudinal de peso próprio Sfo . b) para tubulações enterradas com variação de temperatura.5 As tensões de compressão são negativas e as de a) | Sc . do fator de eficiência de junta E.tensão longitudinal de pressão interna .1.fator de temperatura (ver 7.tensão circunferencial de cargas externas Se Sft . 23. peso próprio e sobrecarga: 0. E . Sy.1 As tensões combinadas decorrentes dessas solicitações são limitadas pelas seguintes condições. T .1 Este Capítulo estabelece condições para a limita- ção das tensões. Sy .diferencial de temperaturas (T1 . e do fator de temperatura T.4. um nível de segurança adequado aos sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível.1. a qual admite ser a tensão de cisalhamento o parâmetro indicador de falha do material.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 43 ∆T Sc .4 As tensões decorrentes do ensaio de pressão não estão limitadas pelas condições prescritas neste Capítulo. ver respectivamente 7.2.6 Limitação para pressão interna e expansão térmica (dutos restringidos) 23. Sy 23.6.T2) .tensão de flexão longitudinal na expansão térmica Sfg . | Se + Sl + Sfg | -T .4. 23.3 e 7.tensão de flexão longitudinal de cargas ocasionais Sl St Sy T Tt . expansão térmica e peso próprio (dutos não-restringidos) ma.0.3 Esta Norma estabelece como critério de falha a teoria da tensão máxima de cisalhamento.9 T .4.(St + Sl + Sfg) | -0.2 Nomenclatura Ver 22.2 A limitação das tensões abrange gasodutos aéreos 23. Sy. para os diversos carregamentos atuantes. de forma a garantir. Sy.5 Limitação para pressão interna (dutos restringidos e não-restringidos) A tensão circunferencial é limitada por: 23 Limitação das tensões Sc .4. pressão interna.9 T .tensão de expansão térmica . ver Anexo D.tensão equivalente de expansão térmica . 23.2 Nos casos em que o duto enterrado possuir um afloramento.5.4) . deslocamento imposto. 7. Sy 23. Sce . 23.0.2 As tensões admissíveis adotadas por esta Norma para a limitação das tensões combinadas são: a) para tubulações aéreas com variação de temperatura e deslocamento imposto (tensões secundárias): 0. 23.3.(St + Sl) | -0. ver nota (H) da Tabela 1. peso próprio e sobrecarga: 1.1 A tensão admissível é baseada.00 T .1.6.72 T . as quais devem ser satisfeitas simultaneamente: (não-restringidos) e enterrados (restringidos). Sy.4 Para a limitação nos valores de Sy para projeto. Sy. na tensão mínima de escoamento especificada do material (Sy). ver 7.4 Tensão admissível 23.9 T .8. Sy.3 Para valores de Sy para materiais de tubulação. b) | St + Sl | .tensão mínima de escoamento especificada .1 Geral 23. 23.8. tração são positivas. 23.3 Fatores Para conceituação e quantificação do fator de projeto F. 23.tensão de cisalhamento (por torção) na expansão térmica 23. constituindo um pequeno trecho aéreo.F . c) para tubulações aéreas com variação de temperatura.72 T .5.tensão circunferencial de pressão interna 23.9 T .

3. filtros e vasos). a limitação acima fica: a) temperatura de montagem e máxima temperatura de operação. 24. 24. 24.4 Os suportes devem ser instalados de forma a não impedirem o livre movimento da tubulação.2 Quando cargas ocasionais. ver ASTM A-36.7 Quando um trecho de tubulação enterrada precisar ser apoiado ou ancorado em um suporte. mesmo que se adote o ensaio de pressão com gás ou ar.5 Os suportes que impedem o movimento da tubulação (ancoragens) ou que limitam esse movimento (batentes) podem vir a sofrer.4.3.1 Os requisitos para o dimensionamento dos elementos metálicos e da solda. 24. a força para comprimir (ou distender) as juntas.1 Os suportes devem ser projetados para reagir seguramente aos esforços oriundos das cargas decorrentes da operação do sistema.9. 24.3 Esforços 24.1 A tensão combinada decorrente dessas solicita- ções é limitada pela seguinte condição: | Sl + Sfg | -0.3.1 a 24. a limitação acima fica: | Sl + Sfg + Sfo | 24 Suportes 24.) devem ser incombustíveis. tais como a carga de vento.6 Nos trechos aéreos onde forem usadas juntas de expansão.4. naturalmente.4 Ligação de elementos estruturais para suportes de restrição 24. das cargas de peso próprio e das cargas eventuais. nos dispositivos para suporte.T .3. e este montado sobre o duto com envolvimento total. entre as quais as juntas são instaladas.8 Os suportes devem ser projetados de forma que a distribuição da carga de apoio (atuante sobre a tubulação) seja a mais baixa e uniforme possível.3. os valores dos esforços de 24. etc. T . ductilidade. deve-se prever a possibilidade de fadiga e concentração de tensões nos pontos de ligação do anel com o duto. a ação da força de pressão interna.2 As tubulações devem ser suportadas de forma a impedirem a ocorrência de vibrações excessivas no sistema e de esforços elevados nos bocais dos equipamentos (válvulas.1 Geral . a fim de não causar no tubo tensões localizadas excessivas. Quando os esforços forem elevados.3. adicionalmente à força de dilatação térmica. além das forças de pressão interna e de variação térmica restringida. Para material de aço (para suportes). a da sobrecarga de tráfego. b) temperatura de montagem e mínima temperatura de operação. as ancoragens. devem ser capazes de equilibrar. dentro de limites preestabelecidos.0. o anel deve ter suas extremidades soldadas ao duto com cordão de solda contínuo. 24. nos casos em que este efeito for desejável (batentes e ancoragens).1.1. 24.1.75 F .4.9. considerando a deflexão de projeto. dependendo da situação particular do arranjo e do tipo de restrição da linha nas proximidades do suporte. em casos especiais. 24.9 Limitação para pressão interna e peso próprio (dutos não-restringidos) 23. a ser considerada neste caso.3 O cálculo dos esforços nos suportes. 24.9 Os suportes devem ter sua estabilidade e resistência calculadas como se as tubulações que sustentam estivessem cheias com água.2 Materiais Todos os suportes devem ser projetados para uma vida útil igual à do sistema de tubulação ao qual devem servir.3. compressores. T . exceto. deve ser baseado no maior diferencial de temperatura entre: (provocada pela MPO) igual ou superior a 50% da tensão mínima de escoamento especificada. tais como a carga de vento.3 As tubulações devem ser suportadas de forma que as tensões e deflexões fiquem dentro dos limites admissíveis. 24.5 Suportes de mola somente devem ser empregados nos casos em que for necessário manter o deslocamento.3. 24. forem significativas.75 F . 24. transmitidas pela tubulação.4 Para os suportes de ancoragem. 24. .2 Os suportes que apenas apóiam a tubulação so- 24.3.3 devem ser considerados como agindo sempre em ambos os sentidos da resultante (das forças e dos momentos).3 Se a tubulação opera com tensão circunferencial frem a ação do peso próprio e da força de atrito.3. devem ser os mesmos da prática estrutural. Sy 23. 24. Os materiais dos suportes. os elementos estruturais devem ser conectados ou soldados a um anel cilíndrico. | Se + Sl + Sfg + Sfo | . 24.1 Este Capítulo estabelece critérios para o projeto do tipo de suporte e sua localização nas tubulações. Sy 24. deve ser baseada na pressão de projeto. deve ser considerada a ação do peso de terra e. Sy 23. além das características peculiares a qualquer material estrutural (resistência. 24.44 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 23. A força de pressão interna.8. decorrentes da variação de temperatura da tubulação. os elementos estruturais para restrição podem ser soldados diretamente no tubo.2 Se a tubulação opera com tensão circunferencial (provocada pela MPO) inferior a 50% da tensão mínima de escoamento especificada do material da tubulação.3.2 Quando cargas ocasionais. ou a reação de apoio.1. forem significativas.1.

tais como mossas. além de causar tensões elevadas no duto. sujeitos ao diferencial térmico e à pressão interna. os pesos da co- 26. de forma a manter a tensão circunferencial abaixo dos 50% da tensão mínima de escoamento e desde que o degrau interno resultante da diferença das espessuras não interfira na passagem do raspador. bertura de terra e de qualquer carga permanente devem ser considerados no cálculo do equilíbrio das curvas. portanto.3 Devem ser tomadas precauções durante a fabricação. 26.2 Quando o tubo estiver sendo revestido. podem rompê-lo.4 No caso de sistemas de alívio descarregando para 24. não produzam defeitos danosos ao tubo.2. 26. sofrem deslocamentos que podem ser elevados.2. sujeitos à variação de temperatura e à pressão interna.7 Os trechos retilíneos de tubulações enterradas.3 Lacerações do revestimento anticorrosivo devem ser cuidadosamente examinadas antes do reparo. nadas por forças axiais compressivas de dilatação térmica.4 A reação passiva do solo deve ser considerada no cálculo do equilíbrio estático das curvas.1 Geral Todas as exigências desta Norma referentes ao projeto de sistemas de gás devem ser aplicadas às instalações de transmissão e distribuição de GLP gaseificado.1 Goivas e ranhuras danosas devem ser eliminadas.1 Este capítulo trata dos requisitos de qualidade superficial para tubos.5. 24.2. Uma inspeção com este propósito deve ser realizada sistematicamente numa fase anterior ao revestimento anticorrosivo e durante o abaixamento da coluna e o reaterro da vala. 26. 25.2 Detecção de goivas e ranhuras 26. 26. 24.5.1 Requisitos gerais deve levar em consideração a característica de resposta do solo às cargas impostas.: blocos de concreto solidários ao tubo que.5. potencialmente danosos. goivas e entalhes na superfície tubular.5.2. é necessário que o solo proporcione um suporte contínuo.1.3. 25.2 A reação de atrito entre o duto e o solo proporciona a atmosfera.2 Exigências de segurança para sistemas de GLP (ventilação) 25. o manuseio e a instalação do gasoduto.1. tornam-se particularmente perigosas na presença de pressões internas elevadas.2. a inspeção deve garantir que as operações de revestimento. 24.2. 24. ela é suficiente para impedir deslocamentos.4 O anel pode ser suprimido substituindo-se a seção do duto.8 Em trechos retos de tubulações altamente tensio- 26. 26. se o trecho aéreo que dá continuidade ao enterrado não tem flexibilidade para absorver aqueles deslocamentos. referidos na seção anterior. 24. portanto. para que sejam evitadas as goivas e as ranhuras na superfície do duto.5 Ancoragem para dutos enterrados 24.2 Goivas e ranhuras podem ser removidas por esmerilhamento até a obtenção de uma superfície de contorno suave.3.5.5. permitindo a saída do gás e evitando que o seu acúmulo atinja níveis de explosividade. e de rigidez suficiente para evitar deslocamentos laterais da linha. geram forças compressivas no solo que. 26. em gasodutos projetados para operar com tensões circunferenciais iguais ou superiores a 20% da tensão mínima de escoamento especificada. em casos extremos. deve-se prever a instalação de uma ancoragem junto ao ponto de afloramento.2 Defeitos. para verificar se houve dano à superfície do tubo.3 Reparo em campo de goivas e ranhuras 26.1 As mudanças de direção (curvas) em dutos enterrados. deve-se prever meios para reduzi-los (p. porém de material de maior tensão de escoamento.1 Como o GLP é mais pesado que o ar e. 24.3 As construções abaixo do nível do solo devem contar com ventilação forçada. 24. os quais acarretam tensões de flexão adicionais. foram identificados como causas comprovadamente importantes de falhas em gasodutos e.5.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 45 24.1. geralmente feitas por máquinas automáticas. onde os elementos estruturais estão localizados.5. sujeito a acumular-se em pontos baixos gerando o risco de explosões.9 As tensões de flexão provocadas pelos desloca- mentos laterais.5 Nas curvas côncavas para baixo. mobilizam grandes forças de reação passiva do solo). restrição ao movimento axial do duto e deve sempre ser considerada no projeto.2 As construções acima do nível do solo devem possuir aberturas ao nível deste. devem ser evitados. próximos aos pontos de afloramento.1 A inspeção no campo deve ser adequada para reduzir a um mínimo aceitável a probabilidade de que tubos com tais defeitos venham a ser instalados no gasoduto.5. todos os defeitos dessa natureza.4. só é permitida se não houver risco de deformação localizada no duto. por uma seção de maior espessura.ex. em locais onde seja possível a acumulação do gás devem ser tomadas precauções adicionais.6 Quando os deslocamentos esperados para a curva são inaceitáveis. ranhuras. a substituição da seção por outra de mesma espessura. 25 Sistemas de GLP gaseificado 25.3 A capacidade de suporte proporcionado pelo solo 26 Requisitos de qualidade superficial de tubulação 26. homogêneo. desde que a espessura de parede no local do . 24. todas as construções devem dispor de um sistema de ventilação adequado. em muitos casos. 25.2. 25. eliminados ou reparados. mesmo com pequenos deslocamentos.

a porção cilíndrica (do tubo) defeituosa deve ser removida e substituída por outra sem defeito. provocado pelo peso da própria coluna de tubos. durante a fase de construção. 26. do duto pré-curvado deve ser controlada de forma que não haja danos à integridade estrutural do tubo ou que possa provocar futuros problemas operacionais no gasoduto.5 A diferença entre o maior e o menor dos diâmetros externos. Não se admitem remendos ou martelamento das mossas. evidencia um remanescente da descontinuidade e a necessidade de um esmerilhamento adicional.1 O curvamento natural é um processo de mudança de direção que só pode ser empregado em gasodutos enterrados. o reparo com solda fica proibido e a porção cilíndrica do tubo contendo o defeito deve ser removida e substituída por uma peça sã.3.5.4 A remoção da mossa deve ser feita retirando-se do d) curva em gomos. de acordo com a situação de cada local e as características do duto: a) curvamento natural.4.3.4.3 Quando as condições prescritas em 26. 27.4 A ovalização da circunferência da seção transversal vida por esmerilhamento.1 Mossa é uma depressão que produz visível modificação na curvatura da parede tubular sem no entanto reduzir-lhe a espessura. 26.3 Tubo pré-curvado 27.3.4 Mossas 26. 26.5 Abertura de arco de soldagem Descontinuidades produzidas por abertura de arco de soldagem elétrica causam intensas concentrações de tensão em tubulações e devem ser evitadas ou eliminadas em todas as linhas projetadas para trabalharem com tensões circunferenciais iguais ou superiores a 40% de Sy.5. não pode exceder 5% do seu diâmetro externo especificado na norma dimensional de fabricação.2 Uma mossa que cumulativamente ainda possua um fator concentrador de tensões. deve ser removida pela extirpação da porção cilíndrica (do tubo) onde ocorre este defeito.46 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 reparo não fique inferior ao mínimo previsto por esta Norma para as condições de uso (ver 7.3.3 Todas as mossas que afetam a curvatura do tubo nos cordões de solda longitudinal ou circunferencial devem ser removidas.3. puderem ser garantidas. 26. uma ranhura ou uma cavidade produzida pela abertura de um arco elétrico de soldagem. pelo ajuste da tubulação ao fundo da vala.1 A descontinuidade causada pela abertura do arco elétrico deve ser removida por esmerilhamento desde que a espessura de parede não fique reduzida além do limite prescrito em 7.4. medidos em qualquer seção do tubo pré-curvado. para gasodutos operados à temperatura ambiente.0. Todas as mossas com profundidade maior que 6 mm em tubos de DN . 27. Um escurecimento localizado. O uso de remendo não é admitido. c) curva forjada. fissuras ou outras evidências de danos mecânicos.4.12" ou com profundidade maior que 2% do diâmetro externo do duto em todos os tubos de DN > 12" não são toleradas em gasodutos que operam com tensão circunferencial igual ou superior a 40% da Sy.3.2.2.3 O raio mínimo de curvatura.3. deve ser calculado pela seguinte fórmula: R= Onde: Ec . 26. .2. esta deve ser inspecionada por um método não-destrutivo após o curvamento.1).2 A descontinuidade deve ser completamente remo- 27. 27.2 O tubo pré-curvado deve estar isento de enrugamentos. 26. 27 Mudanças de direção 27. 26.2 O curvamento natural é produzido no duto dentro da fase elástica do material e só pode ser usado para grandes raios de curvatura. 27. D/2 0. 27. tal como uma goiva.2 Curvamento natural 27. detectado por ataque químico.2 não b) tubo pré-curvado.6.9 Sy .3 Quando no tubo pré-curvado houver uma solda circunferencial.1. 27.7 PD/2e R = raio mínimo de curvatura para curvamento natural (cm) Ec = módulo de elasticidade do material (MPa) (ver Anexo G) Sy = tensão mínima de escoamento especificada (MPa) (ver Anexo D) D = diâmetro externo do duto (cm) e = espessura nominal de parede do duto (cm) P = pressão de projeto do gasoduto (MPa) tubo a porção cilíndrica que a contém. onde a mudança de direção é feita pelo curvamento natural. O curvamento natural é realizado.1 Geral As mudanças de direção nos gasodutos devem ser feitas por um dos seguintes procedimentos.1 O tubo pré-curvado é obtido pelo curvamento a frio ou a quente do duto. 26.6.6 Eliminação de descontinuidades de abertura de arco de soldagem 26. o qual produz uma deformação plástica do material. 27. caso contrário.

7 O desvio angular α. em graus por metro linear. válvulas. c) não são permitidas curvas em gomos em sistemas que operam com tensões circunferenciais de pressão interna iguais ou superiores a 40% de Sy. a tensão mínima de escoamento especificada deve ser calculada de acordo com o prescrito em 7.1.5.5 DN e 3 DN e desvios angulares de 45°.1.5 A soldagem pode ser feita por qualquer processo ou combinação de processos que produzam soldas que curvatura iguais a 1 DN. do eixo longitudinal do duto. flanges e outros componentes. não constitui uma curva em gomos e. 28.2 As curvas forjadas são padronizadas com raios de fabricação de tubos e componentes de tubulação.1 Geral 28. em princípio.1 Permite-se o uso de curvas em gomos dentro das seguintes condições: calculado pela fórmula seguinte: α= Onde: R = raio mínimo de curvatura (m) Tabela 18 .2 ¯ 508.1 A curva forjada só deve ser utilizada em instalações onde a falta de espaço recomende uma mudança de direção com curvatura acentuada. pelo menos.5.5 Curva em gomos 27.75 14 16 18 ¯ 20 9. seja de. ver Anexo H. para efeito de inspeção. entretanto. medido pelo lado côncavo.3.4 Quando as válvulas ou equipamentos forem fornecidos com extremidades preparadas para soldagem diretamente na tubulação.1).1. 27. .3. 28. flanges sobrepostos e conexões para solda de encaixe.3.4 457.4 Curva forjada 27.Curvamento a frio para tubos D Diâmetro externo mm 323. causado por erro de alinhamento entre dois tubos soldados. e abrange juntas de topo e de ângulo em tubos. etc. é a produzida pela MPO do sistema de gás.1. b) em sistemas projetados para operar com tensões circunferencias de pressão interna maiores que 10% de Sy e menores que 40% de Sy. 27. bem como de juntas de ângulo em derivações tubulares. Se for prevista a passagem de raspador pela linha. 27.1 e 7. feito em tubos expandi- 28.4. 27. portanto. aplicados em tubulações ou conectados a aparelhos ou equipamentos.4.2 Um desvio angular de até 3°. não requer considerações particulares de projeto para o dimensionamento para a pressão interna.5.3 A confecção da curva em gomos deve ser executada com os cuidados necessários de alinhamento. O desvio angular entre dois gomos contíguos não pode ser maior que 90°.2.5. obtidos pelo encurtamento de uma curva forjada. 27. nesses casos. 27. medida na geratriz do lado interno da curva. espaçamento e penetração total da solda. 27. composição. deve ser 27.3 Segmentos curvos com menor desvio angular. 90° e 180°. O desvio angular entre dois gomos contíguos não pode ser superior a 12. após o curvamento. 180 π R a) em sistemas projetados para operar com tensões circunferenciais de pressão interna inferiores ou iguais a 10% de Sy.85 355.5 DN e R = 3 DN fica condicionado ao tipo do raspador a ser utilizado.. ensaio e qualificação. não seja inferior à mínima permitida pela norma sob a qual o tubo é fabricado.1. em graus por metro.8 7. não pode ser inferior a um diâmetro externo do tubo.7 5.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 47 27. o projeto. podem ser usados desde que o comprimento do arco. as curvas de R = 1 DN e as curvas de 180° (de qualquer raio) não podem ser utilizadas. reduz o valor da sua tensão mínima de escoamento.8 Raios mínimos de curvatura inferiores aos valores da Tabela 18 são permitidos desde qua as curvas obedeçam a todos os outros requisitos aqui expostos e que a espessura de parede. a coluna “raio mínimo” fornece o raio mínimo de curvatura em função do diâmetro externo do duto. 27.3. 28. A coluna “desvio angular” fornece a variação angular máxima. 27.6 O raio mínimo de curvatura a frio para tubos de D ¯ 12.1 Este Capítulo diz respeito à soldagem de juntas tubulares em materiais de aço fundido ou forjado. o uso das curvas de R = 1.9 O raio mínimo de curvatura a quente não está su- 28 Soldagem jeito à limitação da Tabela 18.75" pode ser determinado conforme a Tabela 18. 1.10 O curvamento a quente. deve ser considerado para efeito de concentração de tensões (ver 22. 25 mm nos dutos de DN ↓ 2".0 pol. para comparação com a tensão mínima de escoamento especificada.4. a menor distância entre gomos.6 406. 28.2 Este Capítulo não se aplica à soldagem da junta de dos a frio ou tratados termicamente. soldagem e procedimentos para alívio de tensões devem ser tais que nenhum dano significativo venha a resultar das operações de soldagem ou de alívio de tensões.5°.3 A tensão circunferencial considerada neste Capítulo. no cálculo da tensão de flexão.9 4.5.3. qualquer desvio angular.4. 12.5.4 Para o cálculo da pressão de projeto das curvas em gomos. 27.6 3.8 18D 21D 24D 27D 30D Desvio angular α (graus/metro) R Raio mínimo de curvatura 1 .

b) soldas em ângulo e em chanfro de não mais de 3/8" de tamanho de chanfro. antes de realizar qualquer soldagem em qualquer tubo.2. a espessura do material ou a geo- .5 Alívio de tensões 28. termopar ou outro método adequado. 28.1. 28.4. conforme utilizadas nesta Norma. 28.5. flanges sobrepostos ou componentes para solda de encaixe. 28.0 e NBR 5874.5 Todas as soldas de conexões e acessórios devem sofrer alívio de tensões quando for requerido que o tubo sofra alívio de tensões de acordo com 28. As dimensões mínimas para soldas em ângulo utilizadas nas derivações são mostradas nas Figuras 4 e 5.1. 28.4. obedecem às definiçõespadrões estabelecidas pelas AWS A3. ou um carbono equivalente inferior. Preaquecimento para aços que tenham um teor de carbono inferior. durante as operações de soldagem. devem ser usados os padrões de aceitação estabelecidos na API 1104.4 Se qualquer um dos materiais.1 Algumas preparações aceitáveis de extremidade são mostradas nas figuras do Anexo I.1.4.1. 28. requerer alívio de tensões. deve ser requerido quando o procedimento de soldagem indicar que a composição química.1 Soldas de topo 28.1 e 28.1.1. Cada soldador ou operador de soldagem deve ser qualificado para o procedimento especificado. Seção VIII.5. 28. operar a 20% ou mais da tensão mínima de escoamento especificada. componente de tubulação ou equipamento cobertos por esta Norma. Esta dimensão é mostrada como e* nas figuras do Anexo J.5.2 Soldas em ângulo acima de 0.1. 28. 28.48 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 atendam aos requisitos de qualificação de procedimentos desta Norma. componente tubular ou equipamento instalado de acordo com esta Norma.5.2.3 O preaquecimento pode ser feito por qualquer método adequado. 28.32% ou um carbono equivalente (C + 1/4 Mn) (análise de panela) acima de 0.5. ou a combinação de ambos os casos.1.4 Preaquecimento 28.5.2 Quando estiverem sendo soldados materiais dissimilares.2.1 Os aços-carbono que tenham um teor de carbono materiais dissimilares.1 Prescrições gerais 28. em soldas entre As soldas de selagem devem ser feitas por soldadores qualificados.2 deve ser: a) a mais espessa das duas partes a serem unidas. 28. devem ser feitas a especificação e qualificação de um procedimento de soldagem.2 Preparação de juntas para soldagem 28. b) a espessura do tubo principal em caso de conexões de derivação. a espessura a ser usada na aplicação de 28. pirômetro de contato. mas não deve ser considerada como contribuição à resistência das juntas.2.1 Os aços-carbono que tenham um teor de carbono 28. O alívio de tensões pode ser também aconselhável para aços que tenham um teor de carbono ou carbono equivalente inferior.4. a junta toda deve receber alívio de tensões.1. a temperatura ambiente.2 As figuras do Anexo J mostram as preparações aceitáveis de extremidades para solda de topo de peças com espessuras desiguais ou com tensões de escoamento desiguais.32% (análise de panela) ou um carbono equivalente (C + 1/4 Mn) acima de 0.8 As definições que dizem respeito à soldagem. medida na junta.7 Para soldas em sistemas de tubulação que devem metria da extremidade a ser soldada são necessárias para produzir soldas satisfatórias. A soldagem de selagem de juntas roscadas é permitida. ou ainda por uma combinação das duas posições.2 As soldas em todos os aços-carbono devem ser submetidas a alívio de tensões quando a espessura da parede exceder 1 1/4". 28.5.5. mas de materiais similares. para assegurar que a temperatura de preaquecimento seja alcançada e mantida durante a operação de soldagem. que fixem membros de suporte ou outros acessórios não-sujeitos à pressão.3 Qualificação de procedimentos e de soldadores A qualificação de procedimentos de soldagem e de soldadores deve ser feita de acordo com a norma de soldagem utilizada no projeto. com as seguintes exceções: a) soldas em ângulo e em chanfro com dimensão (perna) não superior a 1/2" em conexões de diâmetro nominal não-superior a 2". quando existirem condições adversas que provoquem um resfriamento demasiadamente rápido da solda. 28.6 Antes da soldagem de qualquer tubo. a temperatura de preaquecimento mais elevada deve prevalecer para ambas as peças.3 Quando a junta soldada conectar peças de espes- As dimensões mínimas para as soldas em ângulo usadas na fixação de flanges sobrepostos e para soldas em juntas de encaixe são mostradas no Anexo K. conforme estabelecido na ANSI/ASME. As soldas podem ser produzidas por soldagem em posição fixa ou em rolamento.1. acima de 0. 28.65% devem ser submetidos a alívio de tensões. contanto que seja uniforme e que a temperatura não venha a cair abaixo do mínimo estabelecido.5. 28.1.3 Soldas de selagem suras diferentes.65% (análise de panela) devem ser preaquecidos até a temperatura indicada no procedimento de soldagem.1. 28. com diferentes requisitos de preaquecimento.4 A temperatura de preaquecimento deve ser verificada através de lápis térmico.3.2.1.

para ensaio não-destrutivo. A faixa exata de temperatura deve ser estabelecida na especificação do procedimento. 28.3 Métodos e equipamentos para alívio localizado de tensões 28.6. b) 15% das soldas nas localizações de classe 2.6. a qualidade da solda deve ser controlada continuamente por pessoal qualificado.2.5.5.1 Na inspeção de soldas nos sistemas de tubulação operando com tensão circunferencial menor que 20% da tensão mínima de escoamento especificada. em cruzamentos de rodovias e de estradas de ferro.1.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 49 28. soldas em sistemas de tubulação operando com tensão circunferencial de 20% ou mais da tensão mínima de escoamento especificada deve obedecer ao prescrito em 28.5. f) 100% das soldas que não estão sujeitas a ensaio de pressão.5. e devem ser deixadas esfriar lenta e uniformemente. devem ser reparadas e reinspecionadas adequadamente. deve elétrica. a inspeção não-destrutiva consiste em exame radiográfico. em caso contrário.5. a qualidade da soldagem deve ser verificada visualmente em bases aleatórias de acordo com a norma adotada para qualificação do procedimento de soldagem. ou a 650°C ou mais. é proibido.2.6.5 Quando o diâmetro nominal do tubo for menor ficada através do uso de pirômetros de contato e termopar ou outro equipamento para garantir que o ciclo de alívio de tensões tenha se realizado. queimadores em anel.2 A temperatura de alívio de tensões deve ser veri- ser seguido um procedimento que atenda aos requisitos da API 1104. incluindo reservatórios tubulares e reservatórios cilíndricos.2.6. 28. com diferentes requisitos de alívio de tensões. maçaricos ou outros meios adequados de aquecimento. 28.6.6 Além dos requisitos da inspeção não-destrutiva assinalados acima.6. ou então um comprimento equivalente de solda deve ser examinado. d) 75% das soldas na localização de classe 4. em travessias de rios navegáveis. mas em nenhum caso menos de 90%. para aços-carbono.2. ensaio de partícula magnética ou outro método aceitável.5.2 O seguinte número mínimo de soldas de topo no campo deve ser selecionado em bases aleatórias pela companhia operadora. ver 19.2. .6 Ensaios e inspeção de soldagem 28. contanto que a solda esteja de acordo com 28. conforme a norma adotada para a qualificação do procedimento de soldagem.3. após a construção.1 Este Capítulo prescreve os requisitos mínimos de vés de inspeção não-destrutiva.2 Todos os gasodutos devem ser ensaiados in situ após a sua construção. 28. de espessura de parede do tubo. 28.6.3 Todas as soldas que forem inspecionadas devem similares. mas em nenhum caso menos de 1/2 h.6. 28.3 As partes aquecidas devem ser levadas lenta- mente à temperatura requerida e mantidas a essa temperatura durante um período de tempo de pelo menos 1 h/pol. Cada solda selecionada dessa forma deve ser examinada em toda a sua circunferência. 28.6. c) 40% das soldas na localização de classe 3.2.2. O método de trepanação. quando for possível. 29. As seções de interligação devem ser pré-ensaiadas nas mesmas condições de ensaio do gasoduto.6. resistência elétrica. Os resultados da inspeção devem ser usados para controlar a qualidade da soldagem.2.2.6. 28. As mesmas porcentagens mínimas devem ser examinadas nos casos de junção de dois ou mais tubos no canteiro: ensaios de pressão.6. e) 100% das soldas em tubulações de estações de compressão. deve prevalecer a temperatura de alívio de tensões mais alta. tais como as de interligação (tie-ins).4 Quando for utilizado o exame radiográfico.1 O alívio de tensões deve ser feito a uma temperatura de 600°C ou mais. contanto que uma temperatura uniforme seja obtida e mantida durante o alívio de tensões.3 As soldas defeituosas em tubulações operando com tensão circunferencial igual ou superior a 20% da tensão mínima de escoamento especificada devem ser reparadas ou removidas. 28.6.2 Temperatura de alívio de tensões 28.3 Todas as juntas soldadas das interligações (tie-ins) devem ser inspecionadas e ensaiadas de acordo com 28.2 No alívio de tensões de uma junta entre metais dis- a) 10% das soldas nas localizações de classe 1. para exame.1. 28. 29.1 Geral 29. então o disposto em 28.1 O alívio de tensões pode ser efetuado por indução atender aos padrões de aceitabilidade da API 1104.2. 28.1 a 28.6.2 A inspeção e ensaios para controle de qualidade de que 6" ou quando o projeto de construção envolve um número tão limitado de soldas que a inspeção não-destrutiva seria impraticável e o tubo está previsto para operar com tensão circunferencial igual ou inferior a 40% da tensão mínima de escoamento especificada. Para o ensaio de ramais de serviço. para aços-liga ferríticos.1 A qualidade da soldagem deve ser verificada atra- 29 Ensaios após a construção 29.3.6.2.5. as soldas defeituosas devem ser reparadas ou removidas da linha. a cada dia de construção. se a companhia operadora decidir examinar apenas parte da circunferência de cada junta.2 e 28.2.2.3 não é obrigatório.5.1. O reparo deve estar de acordo com a API 1104. 28. 28. para todo o sistema de tubulação de transmissão e distribuição de gás.3 e que seja inspecionada visualmente e aprovada por inspetor de solda qualificado.

29.5 Os trechos de gasodutos que cruzam rodovias e em todos os casos onde a pressão de ensaio no campo exceder a de ensaio de fábrica. e as pressões ficam assim limitadas: a) a pressão mínima de ensaio deve ser igual à MPO. em 1/5 da tensão mínima de escoamento especificada do material do duto. ou com água. .40 x MPO Máxima (B) Máxima pressão de operação admissível (MPOA) (A) 1 1.4 vez a máxima pressão de operação.1. 29. 29.2 As exigências para as pressões mínimas de en- tubulação. a. para efeito de ensaio de pressão. sofrem flexão longitudinal nos trechos aéreos.10 x P 1.1 Ensaio para gasodutos que operam com tensão circunferencial igual ou superior a 30% da tensão mínima de escoamento especificada 29. c) os gasodutos pertencentes às classes de locação 3 e 4 devem ser ensaiados com água. não se aplicam se. Sem limitação específica. durante o ensaio.7 Os requisitos de 29.10 ou P 2 Pe/1. de acordo com a fórmula de 22. de gasodutos nas classes de locação 3 e 4.2. 29. podem ser ensaiados de acordo com os mesmos procedimentos e a mesma pressão de ensaio relativos à classe de locação do trecho.25 x MPO 1. Tabela 19 .3 O ensaio de pressão estabelece a MPOA de acordo com a última coluna da Tabela 19. devido ao peso próprio e ao peso do fluido de ensaio. no mínimo. 1.1.2. a 1.50 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 29.25 ou P 1.25 x MPO 1.1. esta Norma limita a tensão de flexão longitudinal.10 x MPO 1.2-c) para o ensaio com saio são as descritas a seguir e encontram-se resumidas na Tabela 19: a) os gasodutos pertencentes à classe de locação 1 devem ser ensaiados com ar ou gás.1 Os gasodutos devem ser ensaiados por.25 vez a máxima pressão de operação.2. tais como conexões para separadores.25 vez a máxima pressão de operação ou com água.6 Qualquer trecho de um gasoduto que por razões tecnicamente justificáveis não puder ser ensaiado in situ deve ser pré-ensaiado nas mesmas condições de ensaio do gasoduto. para válvulas de linha-tronco.1.1 vez a máxima pressão de operação. no mínimo. 2 h na pressão de ensaio.40 ou P MPO = máxima pressão de operação (kPa) MPOA = máxima pressão de operação admissível (kPa) P = pressão de projeto (kPa) Pe = pressão de ensaio (kPa) (A) (B) Escolher o menor valor.1. a pressão de ensaio refere-se sempre à pressão medida no ponto de maior cota.1. o ensaio de resistência nas classes 3 e 4 pode ser feito com ar. durante o ensaio de neste Capítulo.2. 29. para derivações de ramais.10 x P (B) Pe/1. é a produzida pela MPO do sistema de gás.1. 1.Pressões de ensaio Classe de locação Fluido de ensaio permitido água ar gás água ar água Pressão de ensaio (Pe) Mínima 1.1. 29.2.2 Ensaio de resistência mecânica ferrovias podem ser ensaiados de acordo com os mesmos procedimentos e a mesma pressão de ensaio relativos à sua classe de locação.8 É obrigatório o uso de água como fluido de ensaio pressão. a 1.1.1. 1.5 Para um determinado trecho de um gasoduto a ser ensaiado.10 x MPO 1.2. 29.2.1.2.25 x P (B) 3e4 Onde: Pe/1.2.4 A tensão circunferencial desenvolvida pela pressão de ensaio ou pela MPO deve ser calculada com base no valor nominal da espessura de parede do tubo. após sua construção e antes de sua colocação em operação. 29.1. na ocasião em que o gasoduto estiver pronto para ser ensaiado. 29. a.10 x MPO 1. 29.1. a. 29.2.7 A tensão circunferencial de operação considerada b) os gasodutos pertencentes à classe de locação 2 devem ser ensaiados com ar. Neste caso. no mínimo.1. água. não houver disponibilidade de água de boa qualidade em quantidade suficiente para o enchimento da linha. para cavalotes e outros. no mínimo.4 Considerando que os dutos.6 Os itens fabricados com tubos e componentes de 29.1 vez a máxima pressão de operação. para comparação com a tensão mínima de escoamento especificada.

2 Ensaio para gasodutos que operam com tensão circunferencial menor que 30% da tensão mínima de escoamento especificada. para se comprovar que não vazam. o qual deve conter. 29.1 kgf/cm2) até a pressão necessária para produzir uma tensão circunferencial de 20% da tensão mínima de escoamento especificada. sendo E o fator de eficiência de junta e Sy a tensão mínima de escoamento especificada.1. o ensaio de resistência do cialmente tensionada.a pressão de ensaio não deve exceder 1. .2. admitindo-se a possibilidade de se utilizar gás ou ar como fluido de ensaio. 29.1. 29.2. com pressões que induziram tensões circunferenciais inferiores a 0. 29. 3 e 4. devem ser submetidos a novo ensaio quando a pressão de projeto for superior a 85% da pressão de ensaio de fábrica.1.1 kgf/cm2) ou mais 29.2 O procedimento de ensaio utilizado deve ser ca- de ensaio com água para a verificação da resistência. à máxima pressão disponível no sistema de distribuição por ocasião do ensaio. 29.2 Pode ser utilizado gás como fluido de ensaio.1 Os gasodutos e equipamentos correlatos que operam a menos de 700 kPa (7.3. as seguintes informações: saiada de acordo com 29. A pressão de ensaio pode ser feita nas seguintes condições: a) tramo a tramo. b) quando a pressão de ensaio prescrita produzir no duto tensões circunferenciais maiores que a tensão mínima de escoamento especificada.2 Ensaios de estanqueidade para gasodutos que operam a menos de 700 kPa (7.2. dentro dos limites máximos de tensão circunferencial estabelecidos na Tabela 20.3 Em todos os casos em que a linha for circunferen- por ensaio hidrostático.25 vez a MPO do sistema. b) no campo.4 Registros A companhia operadora é obrigada a manter em seus arquivos um registro de execução de cada ensaio.Tensão circunferencial máxima permitida durante o ensaio Classe de locação Fluido de ensaio % da tensão mínima de escoamento especificada 2 Ar Gás 75 30 3 50 30 4 40 30 29.2 Nas classes de locação 2. 29.3 Para a comprovação de estanqueidade.2. pois a aplicação prolongada de tensões elevadas produz no material o crescimento de defeitos que originalmente não comprometeriam a integridade do gasoduto. com os tramos soldados. a tubulação é en- de duração do ensaio deve ser o estritamente necessário para que o gasoduto possa ser inspecionado e os locais de eventuais vazamentos identificados para reparo. Sy na classe de locação 4.3. 29. o tempo gasoduto deve ser de acordo com 29. a elevação e a manutenção da pressão de ensaio devem ser feitas no menor tempo possível. uma avaliação competente e experiente prevalece sobre a precisão numérica.2.1 kgf/cm2) 29.2.8 Esta Norma não limita o valor da pressão máxima Tabela 20 .4 E .9 Tubos para gasoduto que na fábrica passaram paz de identificar todos os vazamentos e é escolhido após considerarem-se o volume do trecho e a sua localização. 29.3.3. a pressão de ensaio deve ser.1. as pressões de ensaio elevadas obrigam o aumento da quantidade das seções de ensaio.3. a 20% ou mais da tensão mínima de escoamento especificada e o fluido de ensaio for ar ou gás. deve ser feito um ensaio de estanqueidade a uma pressão variando de 700 kPa (7.1 Ensaio de estanqueidade para gasodutos que operam a 700 kPa (7. 29. e um novo ensaio realizado.1 Os gasodutos devem ser ensaiados após sua construção e antes de serem colocados em operação.3. 18% superior à pressão de projeto. no mínimo.2.1.1 Na classe de locação 1.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 51 b) a pressão máxima de ensaio deve ser limitada pelas seguintes condições: .4 Para a comprovação de estanqueidade. nas mesmas condições de fábrica. gerada pela pressão de ensaio. Sy na classe de locação 3 e inferior a 0. mantendo a pressão neste segundo limite. para comprovar que não vazam.1 kgf/cm2) devem ser ensaiados após a construção e antes de serem colocados em operação. É também permitido inspecionar a linha. este deve ser localizado e eliminado. o ensaio com espuma de sabão pode ser usado para localizar vazamentos. 29.3 Ensaio de estanqueidade 29. .1 kgf/cm2) 29. nessas condições.1).3. se todas as juntas estiverem descobertas durante o ensaio.1. Se o ensaio indicar vazamento. o tempo de duração do ensaio deve ser o necessário para que o gasoduto possa ser inspecionado e os locais de eventuais vazamentos identificados para reparo.1.2.85 Sy. constituindo trechos do gasoduto. Neste caso.a tensão circunferencial.3.2. durante o ensaio de resistência. Uma pressão de ensaio superior a 18% da pressão de projeto não permite que o gasoduto admita uma pressão de projeto superior à adotada para o cálculo da espessura de parede requerida (ver 7.3. porém as considerações abaixo devem orientar na prescrição do valor da pressão de ensaio. num ensaio de resistência. no mínimo.1. no que diz respeito ao compromisso entre a economia e a segurança: a) para gasodutos localizados em regiões de relevo acidentado. 29. Neste caso. deve ser inferior a 0.5 E .2.2.3. mas acima de 700 kPa (7.

1 Os revestimentos.1 Os sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível devem ser isolados eletricamente de outros sistemas.2 Na escolha do tipo do revestimento externo. dos sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível. d) nas derivações para ramais.2. f) pressão resultante no ponto de menor cota de cada trecho.2.4 Deve ser prevista a proteção das juntas de iso- lamento elétrico contra tensões induzidas por descargas atmosféricas e aproximação do sistema com linhas de transmissão. d) fluido de ensaio usado.52 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 a) data e hora de realização do ensaio.2 A distribuição dos pontos de ensaio pode ser feita de acordo com a orientação dada a seguir: a) em cada junta de isolamento elétrico ou grupo de juntas de isolamento elétrico. devem ser observados os requisitos da NACE Std RP-02-75. que não ocorre qualquer corrosão significativa a ponto de expor o público.1 pode ser são e distribuição de gás combustível devem ser isolados eletricamente das tubulações de ferro fundido. para desenvolver seu próprio programa de controle da corrosão.3 Os pontos de contato elétrico acidental com ou- tras estruturas metálicas devem ser localizados e removidos.4. e) nos cruzamentos ou proximidades de outras tubulações ou estruturas metálicas enterradas não consideradas no projeto. o meio ambiente ou outras instalações ao risco de danos durante a vida útil prevista para a operação do sistema de transmissão de gás.2. Cada companhia operadora deve estabelecer seus próprios procedimentos específicos. canais. 30. eficiência do revestimento utilizado.2. por meio de ensaios ou de experiência prévia. etc.2. calculada com base na pressão de ensaio.2. b) especificação dos tubos de cada um dos trechos ensaiados. dispensado nos casos em que puder ser provado.2. observados os requisitos da NACE Std RP-01-69.1 Objetivo Este Capítulo fixa as condições mínimas a serem cumpridas para o controle da corrosão interna e externa de tubulações. de- ve-se considerar os requisitos específicos para as tubulações que transportam gases em alta temperatura.2. em função de fatores como a distribuição da corrente de proteção. exceto nos locais onde as estruturas metálicas enterradas sejam interligadas eletricamente entre si e protegidas catodicamente como um todo.2 Critérios de revestimentos 30. Em locais rochosos.2. 30.2. espaçados conforme as necessidades de cada região. compatibilidade com o sistema de proteção catódica e a resistência à degradação térmica. tensões secundárias. b) em cada tubo-camisa ou grupo de tubos-camisa. forjado. devem ser revestidas externamente e/ou protegidas catodicamente.5. novos ou existentes. os fatores ambientais e outros elementos pertinentes. f) nos trechos mais afetados por saída de correntes de interferência..5 Pontos de ensaio 30. etc. podem ser utilizados um revestimento protetor externo e materiais selecionados para reaterro. 30.2 Sempre que possível.3 Critérios de proteção catódica O projeto do sistema de proteção catódica deve ser elaborado explicitando os critérios de proteção adotados. g) ao longo das tubulações.2. dentro dos objetivos constantes desta Norma. c) planta e perfil do gasoduto e a localização das seções de ensaio.4. h) junto aos reservatórios metálicos enterrados.2.4.1 Os pontos de ensaio devem ser distribuídos ao longo do traçado das tubulações em quantidade suficiente para se avaliar a eficiência do sistema de proteção catódica.5. córregos. os sistemas de transmis- 30 Controle da corrosão 30. e a descrição dos reparos realizados. 30. 30.2 O procedimento indicado em 30.2. 30. 30.1 As instalações metálicas enterradas e submersas. conforme Capítulo 10. 30. reservatórios e componentes metálicos pertencentes aos sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível. h) localização de falhas e vazamentos. na execução dos revestimentos. dúctil e outros tipos de material metálico. c) junto às travessias de rios.1.4 Isolamento elétrico 30. devem ser selecionados de acordo com a temperatura de operação.1. 30. e) pressão de ensaio de cada um dos trechos. lagos. para minimizar-se a ocorrência de danos físicos.1.1 Geral 30..2. ou outras medidas adequadas. Esses requisitos incluem a resistência contra danos devido .2.2.2. g) duração dos ensaios de resistência e de estanqueidade. incluindo os de junta de campo e de reparo. correntes de interferência. 30.2. ao solo. 30.2 Controle da corrosão externa para instalações enterradas 30.4.

6. sistema de proteção catódica complementar. .2.2. 30. 30.se estiver previsto o uso de pigs ou de esferas. ou qualquer outro dispositivo efetivo de proteção. transferir e injetar o inibidor de corrosão no fluxo de gás.sempre que necessário. .4. dos pontos de ensaio às tubulações. devem ser previstos em projeto equipamentos que permitam reter.3 As interferências adversas provocadas por estruturas estranhas. .2. e os procedimentos de execução da solda devem atender aos requisitos de segurança da instalação. os fatores indicados a seguir: revestimento e os trechos expostos dos cabos elétricos devem ser protegidos por um material isolante compatível com o tipo de revestimento existente.6 Instalação de conexões elétricas 30.2.provadores de corrosão e outros equipamentos de monitoração devem ser previstos em projeto. como limpeza e reposição do revestimento ou o uso permanente de um inibidor adequado.3 Controle da corrosão atmosférica 30. podem sofrer corrosão intergranular. entre a estrutura interferente e a estrutura interferida. 30. 30.3.2.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 53 30. uso de blindagem elétrica.1 O sistema de proteção catódica deve ser projeta- do de forma a minimizar e corrigir qualquer interferência adversa sobre outras estruturas metálicas existentes ao longo do traçado da rede de dutos. 30. devem ter seu desempenho considerado de acordo com a temperatura de operação das tubulações. por meio de um sistema de revestimento adequado. principalmente quando há a presença de correntes de fuga.7. . deve ser prevista uma inter- a) revestimento interno: . devem ser tomadas medidas capazes de proteger o sistema de tubulações contra a corrosão interna.2 O tipo de revestimento selecionado deve possuir características adequadas à proteção contra a corrosão provocada pelo ambiente. aplicação de revestimentos protetores. 30. contínuo ou de cordão.3 Nos afloramentos das estruturas. a abertura feita no 30. A menos que se prove o contrário.7. 30.3. os tipos de revestimentos devem ser escolhidos de forma a evitar possíveis danos provocados pela passagem desses instrumentos. . 30. As interferências podem ser controladas por métodos como drenagem elétrica. . b) inibidores de corrosão: . devem ser examinadas e analisadas através de levantamento de dados no campo.1 As conexões dos cabos elétricos.2 As conexões dos cabos elétricos às tubulações podem ser feitas diretamente por meio de soldas exotérmicas. devem ser feitas sem que ocorram no tubo.4. A taxa de desgaste e a corrente liberada pela maioria das ligas de anodo tendem a ser maiores com o aumento da temperatura ambiente. contra a corrosão externa provocada pelo meio ambiente. devem ser previstas medidas.2. direta ou por meio de uma resistência elétrica. em conjunto ou em separado. de acordo com as NBR 9171 e NBR 9344.6. algumas ligas podem tornar-se mais nobres que o aço. devidamente calibrada.um sistema eficiente de coleta de condensados e de materiais sólidos nas tubulações por meio de pigs ou esferas deve ser previsto.2. A especificação da carga não deve exceder o cartucho de 15 g.9 Anodos galvânicos Os anodos galvânicos.o inibidor de corrosão selecionado deve ser de um tipo que não cause deterioração dos componentes do sistema de tubulações. Os materiais dos revestimentos devem recobrir completamente as superfícies expostas e devem ser aplicados de acordo com as especificações e recomendações dos fabricantes. especialmente os do tipo bracelete. devem ser considerados no projeto. devem ser previstos os cuidados específicos necessários ao controle da corrosão. Em temperaturas superiores a 60°C.7 Interferência elétrica 30. por ensaios ou experiência prévia.1 Quando for transportado um gás corrosivo.3. para evitar a corrosão das juntas.8 Tubos-camisa Os tubos-camisa devem possuir acessórios que os isolem eletricamente das respectivas tubulações. 30. no ponto de conexão. os gases que nas condições de transporte contenham água livre devem ser considerados corrosivos. para permitir avaliações contínuas do programa de controle da corrosão. Em temperaturas superiores a 50°C.3 Após realizada a conexão. 30.quando os tubos ou outros componentes do sistema de tubulações forem unidos por solda ou outro método que deixe exposto o metal de base.2 Para preservar a integridade e eficiência das tubulações.2.os revestimentos utilizados devem ser inspecionados conforme previsto nas especificações estabelecidas ou na prática corrente.6.1 As instalações metálicas aéreas devem ser protegi- das. 30. .2.7. com alumínio na sua composição química. instalados próximos a uma tubulação aquecida.o revestimento interno deve atender às especificações de qualidade e à espessura mínima da camada protetora estabelecidas.4 Controle da corrosão interna 30. tensões mecânicas localizadas excessivas. os anodos de zinco.2.2 Quando necessário. c) sistemas de pigs: ligação elétrica.

e preservando o meio ambiente. 31. mento de rampas.2 Os métodos de drenagem normalmente utiliza- dos devem ser: a) colchão de areia.provadores de corrosão e carretéis de ensaio devem ser projetados de forma a permitirem a passagem dos pigs ou esferas.4. ou pela configuração e dimensões da tubulação ou conexões.4 Drenagem superficial da pista 31. 31. definindo as soluções a serem empregadas. 31. deve ser feito o cadastramento de ocorrência de surgências.3 Métodos de proteção de vala 31.2 Critérios de projeto 31. devem ser projetados diques no interior desta.1 A estabilização de pista e vala deve assegurar a proteção permanente da tubulação enterrada.2. diques de contenção do reaterro da vala e substituição do material de reaterro.2 Drenagem do fundo da vala 31. 31. líquidos e sólidos corrosivos forem transportados em temperatura elevada. estabilizando a pista.uso de equipamentos de remoção de outros contaminantes.2. devem Em função da inclinação da rampa e do tipo de solo local. dimensionadas e espaçadas conforme inclinação e extenção da rampa.3.2. por material com suficiente coesão e resistência. e) tratamento para redução da corrosividade dos gases: .3. infiltrações e percolações.54 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 d) provadores de corrosão e carretéis de ensaio: . mananciais e sistemas hidrográficos. 31.3.4 Na proteção da vala.1 Fundamentos básicos Os métodos de drenagem superficial da pista devem ser previstos em encostas com inclinação superior a 5° e constituídas de solos de baixa coesão. vala. portanto: a) os materiais selecionados para a tubulação devem ser compatíveis com os produtos transportados.3. b) os efeitos de erosão/corrosão causados por partículas de alta velocidade em prováveis pontos de turbulência e de choque devem ser minimizados pelo uso de materiais resistentes à erosão.4 Os materiais utilizados na tubulação e nos demais 31.3.4. pelo acréscimo de espessura de parede. 31. quando forem instalados em seções percorridas por esses instrumentos.3. 31.4 Reaterro e fechamento da vala 31 Estabilização de pista e vala 31. 30. b) dreno-cego.3.2. definindo as soluções a serem empregadas em cada local.4. 31.2 Para obtenção dos parâmetros de projeto. 31. 30. não causando danos ao revestimento dos tubos ou à própria tubulação.3.1 Para contenção do reaterro da vala. bota-foras e áreas terraplenadas nas vizinhanças.1 Métodos de drenagem do fundo da vala devem ser previstos sempre que houver a possibilidade ou ocorrência de percolação. deve ser feito o cadastra- Os métodos de drenagem superficial constam de: a) calhas transversais de captação e longitudinais de condução de águas pluviais. encostas. deve ser prevista a compactação do reaterro da vala ou substituição parcial ou total do solo. com a finalidade de evitar a formação de processos erosivos na pista e vizinhanças. 31. devem ser utilizados provadores de corrosão e carretéis de ensaio. inclinação da rampa e o material utilizado na construção do dique.2. .3 Na proteção da pista.3 Quando um gás ou mistura de gases. de forma a evitar erosões ou deslizamentos da cobertura. os diques devem ser projetados com o emprego de materiais que absorvam aqueles movimentos.3 Contenção do reaterro da vala equipamentos metálicos expostos aos gases devem ser resistentes à corrosão interna.3. surgências ou interceptação de veios d’água em rampas com inclinações superiores a 5°.1 Geral Este Capítulo estabelece os critérios a serem aplicados no projeto de estabilização de pista e vala. 31. quando for prático.uso de equipamentos de desidratação ou de separação. evitando danos a edificações.2 Devido a acomodações e recalques da tubula- ção enterrada na vala. 31. deve ser dada atenção especial para a identificação e mitigação da possível corrosão interna.3. .1 Fundamentos básicos Os métodos a serem empregados para a proteção do reaterro de vala devem consistir em drenagem do fundo da vala.4.2. .nos locais com maiores possibilidades de ocorrência de corrosão.2 Métodos de drenagem superficial ser realizados estudos geotécnicos e hidrológicos ao longo da região atingida pela construção do gasoduto. ou ainda pela filtragem. com dimensões e espaçamento de conformidade com a seção da vala.

causada pelas águas pluviais. c) seus produtos de combustão não devem ser prejudiciais a pessoas nem causar danos aos materiais com que normalmente possam ter contato. deve ser determinada a sua correção e adubação. 31. devem ser selecionadas as que mais se adaptem ao ambiente local.4 Processos de execução O processo de plantio por hidrossemeadura deve ser previsto em rampas ou taludes com declividade igual ou superior a 15°. num consorciam ento de plantas gram í neas e legum inosas. não deve ser prejudicial a pessoas nem causar danos ao sistema.5. por via líquida. 32. proporcionando melhores condições para resistir à erosão superficial. em uma emulsão contendo. b) sua solubilidade em á gua n ã o deve exceder 2.5% em massa.5 Espécies de sementes a serem empregadas Na especificação das espécies de semente. 32.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 55 b) caixas de passagem e dissipação dimensionadas e espaçadas em função das calhas transversais e longitudinais. Em gasodutos de transmissão. através da execução de proteção vegetal. 31. c) caixas de saída com dissipadores de energia cinética. em caso de vazamento. 31. 31. Os pontos de amostragem devem ser localizados de forma a representar o gás em todos os pontos do sistema. Com base na análise do solo.5.2 Análise do solo 32. sementes de gramíneas e/ou leguminosas fertilizantes e fixador da mistura. a fim de garantir o desenvolvimento e manutenção da proteção vegetal empregada. a odorização fica sujeita a estudos específicos em função das áreas atravessadas.5 Proteção vegetal da pista ser estabelecida pelo projeto. consistindo o processo na projeção. de modo a permitir.1 Geral A proteção vegetal visa à preservação das áreas expostas pela terraplenagem. a sua pronta detecção em limites de concentração a partir de 1/5 de seu limite de explosividade inferior.5.2 O odorante deve atender aos seguintes requisitos: O grau de acidez ou alcalinidade do solo (pH) deve ser determinado utilizando-se amostras representativas colhidas ao longo da faixa do gasoduto.1 Todo gás combustível deve ser odorizado em redes de distribuição e serviço ou para uso doméstico. d) muros defletores e enrocamentos.3 Ensaios de campo devem ser previstos para verificar a eficácia do sistema de odorização. em dosagem a /ANEXOS .5.5. numa proporção balanceada entre gramíneas e leguminosas. 32 Odorização 31.3 Correção do solo a) misturado ao gás na concentração especificada. 31.

56 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 .

NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 57 ANEXO A .Diagrama ilustrativo do campo de aplicação desta Norma /ANEXO B .

745329 x 10-2 C K K K 5.806650 x 10o * 1.894757 x 10-3 1.555556 x 10-1 1.000000 x 102 * /continua N.451600 x 10-4 * 9.831685 x 10-2 m2 m2 6.048000 x 10-1 * 1.000000 x 10° * 5.894757 x 10° 6.806650 x 101 * 9.129848 x 10-1 N N 9.540000 x 10-2 * 3.m N.555556 x 10-1 m3 m3 1.806650 x 10-2 * 6. expresso nas unidades da primeira coluna. m lbf .Fatores de conversão Para converter em Multiplicar o valor. por: Unidades de comprimento in ft mile Unidades de área in2 ft 2 Unidades de volume in3 ft 3 Unidades de diferencial de temperatura °F (Fahrenheit) °C (Celsius) °F (Fahrenheit) °R (Rankine) Unidade de ângulo plano grau (°) Unidades de força kgf lbf Unidades de momento (ou de torque) kgf .290304 x 10-2 * m m m 2.555556 x 10-1 5.609344 x 103 * .638706 x 10-5 2.448222 x 10° radiano (rad) 1.58 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 ANEXO B . in Unidades de pressão (ou de tensão) kgf/cm 2 kgf/cm 2 lb/in2 lb/in2 bar kPa MPa kPa MPa kPa 9.806650 x 10° * 4.m 9.

457000 x 102 7.energia . g .tempo . por: 1. para o Sistema Internacional (SI).186800 x 10° * 1. por um número real de 1 a 10 (exclusive) e pela potência de 10 que lhe é associada.Kelvin (s) (K) (rad) (N) (Pa) (J) (W) .013250 x 102 * Para converter em bária atm Unidades de energia Btu cal lbf .Watt c) Os asteriscos (*) que figuram à direita dos fatores de conversão indicam os fatores que são exatos. cujas principais grandezas. expresso nas unidades da primeira coluna. ou seja.quilograma (kg) .355818 x 10° W W em 7. relativas à mecânica. de vários sistemas de unidades para o SI. fundamentais e derivadas.ângulo plano .massa .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 59 /continuação Multiplicar o valor.000000 x 10-4 * 1.Pascal . kgf .força .Newton . e) Para uma lista completa dos fatores de conversão. expressas em unidades dos sistemas inglês. ft Unidades de potência hp cv Para converter Escalas termométricas °F °C °F °R kPa kPa J J J 1.segundo .comprimento . s). b) O sistema legal de unidades no Brasil é o Sistema Internacional.potência .temperatura (m) .metro . d) Os fatores de conversão são apresentados em notação científica.354990 x 102 Usar a fórmula °C K K K 5 (°F . são: .32)/9 °C + 273.radiano .055056 x 103 4.pressão .Joule . /ANEXO C . com respectivas unidades. deve ser consultada a NBR 12230. s) e técnico (m .15 5 (°R)/9 Notas: a) Esta tabela apresenta fatores de conversão para algumas das mais utilizadas grandezas.15 5 (°F .32)/9 + 273. físico (c .

ou 2/3 do diâmetro externo para solda sobreposta.Ensaio de achatamento para tubos C-1 O ensaio de achatamento para tubos deve ser realizado de acordo com a NBR 6154 e complementado com os parâmetros de execução de ensaio aqui expostos.60 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 ANEXO C . b) solda sobreposta: 33% do diâmetro externo. C-3 P ara tubos feitos com solda por resist ê ncia el é trica. e nenhuma fissura ou ruptura. o corpo-de-prova não deve ter comprimento inferior a 65 mm. N enhum a fissura ou ruptura no m etal ou na solda pode ocorrer at é que a dist â ncia entre as placas seja m enor que 1/3 do di â m etro externo do tubo. N enhum a evid ê ncia de lam ina çã o ou m aterial fundido deve revelar-se durante todo o processo de achatam ento. C-4 Para tubos soldados por fusão. C-5 Para tubos sem costura. /ANEXO D . C-2 Para tubos sem costura. deve ocorrer até que a distância entre as placas seja inferior à indicada a seguir: a) solda de topo: 60% do diâmetro externo. nenhum a trinca na solda deve aparecer at é que a dist â ncia entre as placas seja m enor que 2/3 do di â m etro externo do tubo. e a solda n ã o pode apresentar defeitos. m as em nenhum caso. seja em qualquer parte do metal. ela deve ser m enor que cinco vezes a espessura da parede do tubo. nenhuma fissura ou ruptura no metal deve ocorrer até que a distância entre as placas atinja o valor “H” dado pela fórmula prescrita na NBR 6154. nenhuma trinca na solda deve aparecer até que a distância entre as placas seja menor que 3/4 do diâmetro externo para solda de topo. seja na solda.

6.7 8 9 Classe Y-35 Y-42 Y-46 Y-48 Y-50 Y-52 Y-56 Y-60 Y-65 207 241 290 317 359 386 414 448 483 552 207 241 207 241 276 165 186 207 228 165 186 207 207 241 207 241 290 317 359 207 228 248 276 310 345 379 207 241 517 317 241 290 317 331 345 359 386 414 448 103 psi 30 35 42 46 52 56 60 65 70 80 30 35 30 35 40 24 27 30 33 24 27 30 30 35 30 35 42 46 52 30 33 36 40 45 50 55 30 35 75 46 35 42 46 48 50 52 56 60 65 kg*/cm2 2109 2461 2954 3235 3657 3938 4219 4571 4923 5626 2109 2461 2109 2461 2813 1688 1899 2109 2321 1688 1899 2109 2109 2461 2109 2461 2954 3235 3657 2109 2321 2532 2813 3165 3516 3868 2109 2461 5274 3235 2461 2954 3235 3376 3516 3657 3938 4219 4571 /continua ASTM A-53 ASTM A-106 ASTM A-134 ASTM A-139 ASTM A-211 ASTM A-333 ASTM A-381 .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 61 ANEXO D .Tensão mínima de escoamento especificada (Sy) de materiais para tubos Sy Especificação Grau MPa API 5L A B x 42 x 46 x 52 x 56 x 60 x 65 x 70 x 80 A B A B C ASTM A-283 A B C D ASTM A-285 A B C ASTM A-135 A B A B C D E 30 33 36 40 45 50 55 1 3.4.

12 20. 21. 30. 31. 32 ASTM A-285 C ASTM A-515 55 60 65 70 ASTM A-516 55 60 65 207 207 221 241 262 207 221 248 103 psi 30 30 32 35 38 30 32 36 kg*/cm2 2109 2109 2250 2461 2672 2109 2250 2532 70 262 38 2672 ASTM A-672 ASTM A-285 A B C ASTM A-515 55 60 65 70 ASTM A-516 55 165 186 207 207 221 241 262 207 24 27 30 30 32 35 38 30 1688 1899 2109 2109 2250 2461 2672 2109 Classes 10. 12 20. 22.62 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 /continuação Sy Especificação Grau MPa ASTM A-671 Classes 10. 21. 11. 11. 31. 22 30. 32 /ANEXO E .

1 Exemplo 1 E-1.2 Exemplo 2 E-1.66 E-1. são apresentados três exemplos: E-1. válvula de controle em série e válvula de bloqueio automático Válvula de controle e válvula de controle em série . = 2.2.66 > 1. E-1. = 400 kPa MPOmont. trata-se do caso B. “ MPOjus. = 1500 kPa MPOmont. E-1.2. E-1. válvula de controle monitora e válvula de bloqueio automático ou Válvula de controle e válvula de controle monitora ou Válvula de controle.6. ou seja: 4. “ MPOjus. trata-se do caso A. ou seja: Válvula de controle e válvula de segurança ou Válvula de controle e válvula de segurança ou V á lvula de controle e duas v á lvulas de bloqueio autom á tico ou Válvula de controle e válvula de bloqueio automático ou Válvula de controle. = 5500 kPa MPOmont.MPOjus.1. = 1000 kPa e MPOjus.3 Como 5500 kPa > 1600 kPa e simultaneamente MPOmont.1.2 A solução é a seguinte: MPOmont.4 kgf/cm2) e um ramal de alimentação com MPO de 1500 kPa (15.Exemplos de aplicação dos dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão E-1 Para melhor compreensão da aplicação da Figura 1.1 kgf/cm2). .2 kgf/cm2) e outra rede de distribuição com MPO de 400 kPa (4.2 A solução é a seguinte: Nota: Analisando-se a Figura 1. = 7000 kPa e MPOjus.1 Deseja-se especificar uma estação de controle e limitação de pressão entre um gasoduto de transmissão com MPO de 7000 kPa (71.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 63 ANEXO E .5 E-1.MPOjus.1.3 Como 600 kPa < 1600 kPa. verifica-se que a válvula de alívio é uma proteção para qualquer situação.3 kgf/cm2) para uma rede de distribuição. = 4.2.1 Deseja-se especificar uma estação de controle e limitação de pressão entre uma rede de distribuição de gás com MPO de 1000 kPa (10. = 600 kPa MPOmont. .

3.64 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 E-1.3 Exemplo 3 E-1. Válvula de controle possuindo as características exigidas em 14.3.02 kgf/cm2). /ANEXO F .3.1.1 Deseja-se especificar uma estação de controle e limitação de pressão entre uma rede de distribuição com MPO de 100 kPa (1 kgf/cm2) e uma rede interna de consumidor com MPO de 2 kPa (0.

SyT) et = 10 x 406.1/406.500"). d) espessura do ramal: eR = 12. l) fator de temperatura: T = 1 (gás escoando à temperatura de até 120°C). ver Figura 8. n) tipo de montagem: não-penetrante. f) especificação do material da chapa de reforço: ASTM A-285 Gr. eT Sc = 10 x 406.5). B.2 Rela çã o entre a tens ã o circunferencial e a tens ã o m ínim a de escoam ento especificada (para o tronco) Sc = P . T .7 mm (0. Sc/SyT = 106.1 mm (8.4 DR/DT = 0. m) ângulo da derivação: β = 90°. DR/DT = 219. F-2 Desenvolvimento dos cálculos F-2. c) espessura do tronco: eT = 19.5 x 1 x 1 x 241) = 16. g) pressão de projeto: P = 10 MPa (102 kgf/cm2). DT/2 .4/241 Sc/SyT = 0.9 mm Figura 8 .Exemplo de aplicação das regras para o projeto de derivações tubulares soldadas F-1 Enunciado Projetar uma derivação tubular soldada.44 (44%) F-2.chapa de reforço SyC = 206 MPa (2110 kgf/cm2). k) fator de eficiência de junta: E = 1 (garantido pelo processo de soldagem e pela especificação do material).ramal SyR = 241 MPa (2460 kgf/cm2).54 (54%) F-2.tronco SyT = 241 MPa (2460 kgf/cm2). h) tensão mínima de escoamento especificada: .4 mm (16"). sendo fornecidos os seguintes dados: a) diâmetro externo do tronco: DT = 406. j) classe de locação do gasoduto: 3 (fator de projeto F = 0.1 mm (0.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 65 ANEXO F .1 Relação entre os diâmetros do ramal e do tronco e) especificação do material do tronco e do ramal: API 5L Gr.4/(2 x 0. sen β = 1. DT/(2 F .625").3 Espessura de parede do tronco para resistir à pressão interna et = P . de 16" x 8". .1) = 106. Nota: Para ilustração da derivação.4 MPa . i) sobreespessura para corrosão nos tubos: c = 0.750"). E . b) diâmetro externo do ramal: DR = 219. C.4/(2 x 19.

= d .8 = 344 mm F-2.5 x (12.5 x (19.66 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 F-2.1 No tronco Espessura: M = 19.c) + M = 2.4 .W2) = 2 x (193.16.7. DR/(2 F .9 .7 . há que se aplicar.A3) . d A1 = (19.0) x 193.9 = 3274 mm2 F-2.1/(2 x 0. sobre a área nominal da chapa (A).7 . (= 3343 mm2) > Areq.8 Área mínima necessária à chapa de reforço AN = (Areq. E .5 Diâmetro do furo d = DR .7.et .2 Prevalece o menor valor de L (47.4) + (360/2π)) .DR)/DT) α = 2 (arc sen (219.5 (eR .A2 .2.250) x 241/206 AN = 2254 x 241/206 = 2637 mm2 F-2.1)/406.219.1 .219.9. .9 Dimensões nominais da chapa de reforço er = 10 x 219.1 = 50. ((2d .1/406. A1 = (eT .c) = 2.12 Requisitos especiais (ver 20.1) x 19. o fator redutor SyC/SyT entre as tensões de escoamento da chapa e do tronco.8 mm) F-2. SyR) AN = (3274 .0) + 19. em outra equivalente de material de tensão de escoamento SyT.7 mm F-2.er .426 . esta operação transforma a área nominal da chapa. et Areq.2 No tubo-ramal F-2.7 .2 (eR .1 Admitindo-se usar uma chapa de reforço com espessura M = 19.c) d = 219.1 mm (3/4") L = 2.c) .1 .4) α = 113° Como α < 180°.0) = 193. = 426 + 344 + 250 + 2323 = 3343 mm2 Nota: No cômputo da área da chapa de reforço (A4).7 .7.c) . (SyR/SyT) A2 = 2 (12. SyT/SyC /ANEXO G . F-2.7 x 16.1 .A1 . (= 3274 mm2) F-2.2 (12. Assim.5.5 (eT . T .6 Área de reforço requerida Areq.7.9 mm F-2.1 = = 2718 mm2 F-2.2. os percentuais DR/DT e Sc/SyT sinalizam para as recomendações (B) e (D) da Tabela 13.344 . = A1 + A2 + A3 + A4 Onde: A4 = A .7 .10 Área total Atot. ((2 x 193. L .11 Condição de resistência Atot.7 Área disponível para reforço F-2. o reforço não necessita ser do tipo integral.1 . feita com um material de tensão de escoamento SyC. SyC/SyT = 2718 x 206/241 = 2323 mm2 Atot.DR) . o somatório das áreas A1 + A2 + A3 + A4 é feito como se todos os materiais fossem estruturalmente equivalentes ao material retirado do tronco.5 x 1 x 1 x 241) = 9.1 mm (3/4") Comprimento: Q = 2 (d .3 Nos cordões de solda 2 W1 = 9 mm (dimensão do cordão de solda entre a chapa de reforço e o ramal) W2 = 13 mm (dimensão do cordão de solda entre a chapa de reforço e o tronco) A3 = W12 + W22 = 250 mm2 F-2. M = (361.13 Verificação do envolvimento angular (ver recomendação (B)): α = 2 (arc sen (DR/DT) + (360/2π)) .0) = 47.4 mm Área: A = (Q .7 = 426 mm2 F-2.3) De acordo com os requisitos especiais.7.4 Espessura de parede do ramal para resistir à pressão interna er = P .13) = = 361. A2 = 2 (eR .8 mm ou L = 2. = 193.1 mm F-2.0) x 47.

31 12.44 11. carbono.04 x 106 kgf/cm2) Tabela 21 .86 12. carbono-cromo-molibdênio (até 3% Cr e 1% Mo) são dados na Tabela 21.60 11.40 10.12 12.64 11.Constantes físicas G-1 Coeficientes de dilatação térmica linear para açocarbono.Coeficiente de dilatação térmica Temperatura (0C) .00 x 105 MPa (2. G-2 O módulo de elasticidade longitudinal do aço-carbono à temperatura ambiente de 21°C (70°F) é: Ec = 2.52 /ANEXO H .39 11.30 0 30 60 90 120 150 180 210 240 Coeficiente de dilatação térmica linear.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 67 ANEXO G .71 11.molibdênio. α x 106 (oC-1) 10.

r ) Notas: a) A espessura “e”.25 tg θ ) K2 = ( ( e e + 0. H-1.1 As curvas em gomos devem ser dimensionadas para uma pressão de projeto (Pg) igual ou superior à pressão de projeto (P) do sistema de gás do qual fazem parte. deve ser calculada pela fórmula: Pg = K3 Onde: K3 = fator redutor da pressão e vale: K3 = D 2r 2e F .r 2R1 .3 Para nomenclatura. deve ser calculada pela fórmula: Pg = K1 2e D F . ) Figura 9-(a) . T .2 Para a limitação do desvio angular das curvas em gomos. com três gomos (duas soldas circunferenciais) .5.Método de dimensionamento para a pressão interna das curvas em gomos H-1 Geral H-1. E . o que for menor K1 = D 2r D r 2e D F . com dois gomos (uma única solda circunferencial) H-3. ver 27. ver H-2. Nota: Não é usual projetar curva com três ou mais gomos com desvio angular entre gomos superior a 45°. válida para α . Sy Nota: Para valor de K1. com ângulo α . podendo assumir os valores de K1 ou K2.45°.Curva de γ = 90°.68 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 ANEXO H . T .2 A pressão de projeto da curva com dois gomos. H-2 Curva múltipla. conforme mostrado nas Figuras 9-(a) e 9-(b). com três ou mais gomos (duas ou mais soldas circunferenciais) A pressão de projeto da curva com três ou mais gomos deve ser o menor valor calculado pela seguinte fórmula. Sy H-3.1 A pressão de projeto da curva com dois gomos. H-1.45° Pg = K Onde: K = um fator redutor da pressão pelo efeito enfraquecedor dos gomos. com ângulo α > 45°. Sy D ( e e + 1. E . medida a partir da junta soldada do gomo terminal. b) Todas as dimensões geométricas e propriedades mecânicas referem-se ao tubo do qual são feitos os gomos. H-3 Curva singela. ver H-4. deve se estender por uma distância não-inferior a “N”.643 tg θ R1 . T . usada nas equações de H-2 e H-3. E .

e (mm) . com dois gomos (uma solda circunferencial) H-4 Nomenclatura Pg = pressão de projeto para a curva em gomos Sy = tensão mínima de escoamento especificada para o material do tubo F = fator de projeto (ver 7. maior valor entre: 2. Tabela 22 .5 .7 e 22. medido na linha de centro do tubo = desvio angular: α = γ/(n . .7 Entre 12. definido como a mais curta distância da linha de centro do tubo à intersecção dos planos das juntas adjacentes de um gomo R1 = (S/2) .1.35 Parâmetro A (cm) 2.5 2e 2e/3 + 3.r) H-5 Exemplo de aplicação das regras para o projeto de curvas em gomo H-5.2 H-5. em fun çã o da espessura do tubo do qual é feito o gom o.Curva de γ = 30°.4) P r D e n S α θ γ = pressão de projeto do sistema de gás E = raio médio do tubo. tg θ .12.1 Enunciado Projetar uma curva em gomos sendo fornecidos os seguintes dados de H-5.2) = fator de eficiência de junta (ver 7.1 a H-5.Parâmetro A Espessura do tubo.1. onde o par â m etro A deve ser tirado da T abela 22. soma dos desvios angulares entre todos os gomos Nota: O valor de R 1 n ã o pode ser inferior a: [(A /tg θ) + (D /2)].35 ¯ 22. (R1 . r = (D .1 Dados da rede de gás: a) pressão de projeto: P = 6000 kPa.0 R1 = raio efetivo da curva em gomos.1) = metade do desvio angular: θ = α/2 = ângulo central.1.e)/2 T = diâmetro externo do tubo = espessura nominal de parede do tubo = número de gomos = comprimento do gomo.3) = fator de temperatura (ver 7.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 69 Figura 9-(b) . cotg θ N = comprimento mínimo dos gomos extremos.

72).398 Sendo Sc < 0.0. Sy D Onde: K1 = D 2r D r K2 = ( ( e e + 0.5 ° .70 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 b) máxima pressão de operação: MPO = 4500 kPa.794.783. a uma ou mais das seguintes alterações com respeito ao tubo da curva: .1 Deve ser feita uma primeira tentativa supondo c) sendo Pg (8620 kPa) superior a P (6000 kPa).3. têm-se: Pg = 0.281").3 Cálculo da pressão de projeto da curva H-5.1 Pg = 5094 kPa d) sendo Pg (5094 kPa) inferior a P (6000 kPa).1/(2 x 6.T . t ê m -se: α = γ/(n . d) raio de curvatura. escolhe-se um tubo API 5L Gr.979 b) para o menor valor (K1). X42 com espessura e = 7. deve ser usado o menor número possível de gomos.5. por esta Norma.783 x 2 x 6.2 Desenvolvimento dos cálculos H-5.250").1. T .1 mm (aproximadamente 10. 2e F .2 Para a segunda tentativa.4 x 0. E = 1.r ) ) b) substituindo valores.1 mm (aproximadamente 0.1) = 115400 kP a. e = 7. deve se proceder.1 mm.72 x 1.40 Sy.2. obtêm-se: K1 = 0. g) diâmetro externo: D = 273.5.2 Dados da curva em gomos: a) sendo n = 6 e α < 45°. Deve-se proceder da seguinte forma: a) pretende-se construir a curva com o mesmo tubo utilizado na rede de gás. a tens ã o circunferencial vale S c = P D /2e = 6000 x 273.4 e.2 Cálculo do desvio angular entre gomos a) recalculando com os novos valores de Sy = 290000 kPa.3.2.escolha de um m aterial de m aior resist ê ncia m ec â n ica . h) espessura de parede: e = 6.4) = 96011 kP a H-5. o segundo tubo escolhido satisfaz. obtêm-se: K1 = 0. K2 = 0. B. K2 = 0. portanto. a curva proposta ainda pode ser usada.80 x 1 x x 241000/273. d) para M P O = 6000 kP a. o desvio angular n ã o deve exceder 12.2. portanto. d) material: ASTM A-139 Gr.794 x 2 x 7. i) classe de locação: 1 (fator de projeto F = 0.75"). Deve se proceder da seguinte forma: . j) fator de eficiência de junta: E = 0.8.aumento da espessura de parede.2 Relação entre tensões Sc/Sy = 96011/241000 = 0.1) H-5.1. o uso deste tubo para confeccionar a curva em gomos.1) = 12° < 12. para 0. f) tensão m ínima de escoamento especificada: Sy = 241000 kPa.40 Sy.seleção de um tubo que seja fabricado por um processo que garanta E = 1.1 Verificação da possibilidade de uso de curva em gomos H-5. e) processo de fabricação: com costura longitudinal por SAW.2. Sy ou Pg = K2 .0 x 1 x 290000/273. . H-5.2.10 Sy < Sc/Sy < 0. E . .4 mm (aproximadamente 0. P ara n = 6. pode-se usar curva em gomos (ver 27.2. que a curva é constituída por segmentos retos cortados do próprio tubo do gasoduto. a pressão de projeto da curva deve ser o menor dos dois valores abaixo (ver H-2): Pg = K1 .1 Tensão circunferencial gerada pela MPO S c = (M P O ) .2.1.72 x 0. γ = 60°. E .r 2R1 . R1 = 1500 mm.1/(2 x 7.1 Pg = 8620 kPa De acordo com 27.1. não é permitido. D /2e = 4500 x 273. c) ângulo central. H-5. c) temperatura de projeto: ambiente (fator de temperatura T = 1).976 c) para o menor valor (K1). têm-se: Pg = 0.643 tg θ R1 . b) número de gomos (n): a determinar. a rela çã o S c/S y = 115400/290000 = 0.1) = 60°/(6 .1 x 0. 2e D F .5° θ = 6° H-5. H-5.

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H-5.2.4 Cálculo do comprimento mínimo N, dos gomos da extremidade da curva

H-5.2.6 Cálculo do comprimento S mínimo

N = 2,5 Sendo:

ou N = tg θ (R1 - r)

Para e = 7,1 mm, de acordo com a Tabela 22, obtém-se A = 2,5 cm (25 mm): R1mín. = A tg θ + D 2 = 25 tg 6° + 273,1 2 = 374 mm

r = (D - e)/2 r = (273,1 - 7,1)/2 = 133 mm N = 2,5 = 77 mm

Smín. = 2R1mín. . tg θ = 2 x 374 x tg 6° = 79 mm Como S > Smín., não há impedimento. H-5.3 Conclusão A curva em gomos deve ser construída de acordo com os valores calculados, em aço-carbono API 5L Gr. X42, para uma pressão máxima de operação de 6000 kPa, conforme Figura 10.

N = tg 6° (1500 - 133) = 144 mm O comprimento N deve ter 144 mm, no mínimo.
H-5.2.5 C á lculo do com prim ento S dos gom os interm edi á rios

S = 2R1 . tg θ = 2 x 1500 x tg 6° = 315 mm

Figura 10 - Curva de γ = 60°, com seis gomos

/ANEXO I

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ANEXO I - Combinações para ligação por solda de juntas de topo de mesma espessura (conforme Figuras 11 e 12)

Figura 11-(a) - Preparação opcional

Figura 12-(a)

Figura 11-(b) - Preparação para espessuras iguais ou inferiores a 22 mm

Figura 12-(b)

Figura 11-(c) - Preparação para espessuras superiores a 22 mm Figura 11 - Preparações-padrão

Figura 12-(c)

Figura 12 - Combinações de extremidades

Nota: As ilustrações são típicas e não se destinam a excluir outras combinações não mostradas.

/ANEXO J

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ANEXO J - Preparação de extremidades para solda de topo de juntas de espessuras e/ou de tensões de escoamento diferentes

J-1 Generalidades
J-1.1 As Figuras 13 a 16 ilustram as preparações aceitáveis para unir as extremidades de tubos e componentes de

tubulação através de solda de topo. Esta união pode ser feita em peças com espessuras de parede iguais ou diferentes constituídas de materiais com tensões de escoamento iguais ou diferentes.

Figura 13-(a)

Figura 13-(b)

Figura 13-(c) Figura 13 - Desalinhamento interno

Figura 13-(d)

Figura 14-(a)

Figura 14-(b)

Figura 14 - Desalinhamento externo

o metal de solda depositado deve ter propriedades mecânicas.4 mm (3/32") e não há acesso ao interior do tubo para soldagem.5 e.2 Quando a diferença interna é maior que 2.3 Quando as tensões mínimas de escoamento especificadas das seções a serem unidas são desiguais.1 a J-2.2. contanto que se obtenham na solda penetração e ligação adequadas. conforme ilustrado nas Figuras 13 a 16.1 a J-2.2.4 A transição entre extremidades de espessuras diferentes pode ser obtida por desbaste ou por deposição de material de solda.74 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 Figura 15 .3 Quando a diferença interna é maior que 2.4 mm (3/32") mas não é maior que metade da espessura mais J-2 Diâmetros internos desiguais J-2. não há necessidade de nenhum procedimento especial. J-2.2. J-1. Se o desvio for superior a 3 mm (1/8"). contanto que se obtenham na solda completa penetração e fusão. pelo menos. J-1. não é necessário nenhum procedimento especial para a união das partes.4 são aplicáveis.4 mm (3/32").Combinações de desalinhamentos interno e externo Nota: Não há exigência de limite de ângulo mínimo quando os materiais unidos têm a mesma tensão de escoamento. ou por meio de um anel de transição pré-fabricado. J-2.1 Se as espessuras nominais de parede das extremidades a serem unidas não diferirem mais que 2.2 Para tubulações que operam com tensões circunferenciais maiores que 20% da tensão mínima de escoamento especificada. não havendo.7 A espessura máxima e*. iguais àquelas da seção que possui maior resistência.2. O ângulo do chanfro da transição não deve ser maior que 30° nem menor que 14o.4 são aplicáveis. Ver Figura 13-(b).2. não deve ser maior que 1. se a espessura nominal de parede das extremidades a serem unidas não varia de mais de 3 mm (1/8"). J-2.2. aplicam-se as regras dadas nesta Norma. ângulo-limite mínimo para a superfície desbastada. J-2. para efeito de projeto.2. a transição deve ser feita por um chanfro interno na seção mais espessa. Figura 16 . renciais inferiores ou iguais a 20% da tensão mínima de escoamento especificada.6 Para unir tubos com espessuras de parede diferentes e materiais com tensões mínimas de escoamento iguais. entretanto. J-2. J-2. onde esta une uma superfície inclinada. J-1. Ver Figura 13-(a). J-1.Nomenclatura J-1. J-1.2 As espessuras de parede das seções a serem unidas devem atender aos requisitos desta Norma.5 Ranhuras ou entalhes agudos devem ser evitados na borda da solda.1 Para tubulações que operam com tensões circunfe- .

deve ser dada atenção especial ao alinhamento adequado. e há acesso ao interior do tubo para soldagem. conforme mostrado na Figura 14-(a). a transição pode ser feita por solda.2. conforme mostrado na Figura 13-(b). conforme mostrado na Figura 13-(c).4 Quando a diferença interna é maior que metade da espessura mais fina e há acesso ao interior do tubo para soldagem. ou seja. aquela parte excedente do desalinhamento deve ser desbastada (em cone).NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 75 fina. conforme mostrado na Figura 14-(b). ou através da combinação da solda cônica por uma extensão igual à metade da seção mais delgada e um chanfro obtido por desbaste a partir daquele ponto. o projeto de junta deve ser uma combinação das Figuras 13-(a) a 14-(b). J-3.1 Quando a diferença externa não excede metade da /ANEXO K .2 Quando a diferença externa excede metade da espessura mais delgada. Figura 15. a transição pode ser feita através de uma solda cônica. conforme mostrado na Figura 13-(d). contanto que o ângulo de inclinação da superfície de solda não exceda 30° e que ambas as extremidades dos biséis estejam adequadamente fundidas. espessura mais delgada. a transição pode ser feita através de um chanfro na extremidade interna da seção mais espessa. A face da raiz da seção mais espessa deve ser igual à diferença de espessuras de parede mais a face da raiz da seção mais fina. J-4 Diâmetros internos e externos desiguais Quando há tanto diferença interna quanto externa. J-2. J-3 Diâmetros externos desiguais J-3. Nestas condições.

Detalhes de ligações entre tubos e flanges (conforme Figuras 17 a 20) Figura 17 .76 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 ANEXO K .Flange sobreposto Figura 19 .Flange para encaixe Figura 20 .Solda de encaixe (conexões) .Flange de pescoço Figura 18 .

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