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ABR 2002

NBR 12712

Projeto de sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13/28ž andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (21) 3974-2300 Fax: (21) 2220-1762/2220-6436 Endereço eletrônico: www.abnt.org.br

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Origem: Projeto de Emenda NBR 12712:2001 ABNT/CB-09 - Comitê Brasileiro de Gases Combustíveis CE-09:302.01 - Comissão de Estudo de Sistema de Transporte e Distribuição de Gás Combustível NBR 12712 - Design of transmission and distribution piping systems for fuelgas - Procedure Descriptors: Fuel gas distribution system. Combustible gas. Fuel gas transmission system Esta Emenda complementa a NBR 12712:1993 Válida a partir de 31.05.2002 Palavras-chave: Distribuição de gás. Gás combustível. Transmissão de gás 2 páginas

Esta Emenda nž 1 de ABR 2002, em conjunto com a NBR 12712:1993, equivale à NBR 12712:2002. Esta emenda nž 1 de ABR 2002 tem por objetivo alterar a NBR 12712:1993 no seguinte: - Incluir a seção 9.8 com a seguinte redação: “No cruzamento com tubulações e outras interferências, deve haver um estudo específico para a fixação da cota do gasoduto, atendendo à orientação de 9.4 e 9.7.” - Incluir na seção 10, alínea d), a seguinte redação no último paragrafo: “No cruzamento de linhas elétricas de transmissão, o duto deve, preferencialmente, passar perpendicular à linha, no centro do vão entre duas torres, sem interferir com o ponto de aterramento.” - O texto de 11.1.1 passa a ter a seguinte redação: “Este capítulo estabelece critérios para projetos de cruzamento e de travessias. Sua aplicação deve ser feita levando-se em consideração os requisitos dos capítulos 8 e 9.” - O texto de 11.1.2 passa a ter a seguinte redação: “Os cruzamentos de que trata este capítulo poderão ser executados a céu aberto ou por métodos não destrutivos, e estes últimos poderão empregar ou não tubo-camisa.” - O texto de 11.1.3 passa a ter a seguinte redação: “Os projetos de cruzamento e travessias requerem estudos e análises específicas, e ainda a prévia autorização (se necessária) dos órgãos competentes.” - Excluir a seção 11.1.4. - As seções 11.1.5 e 11.1.6 passam a ser, respectivamente, 11.1.4 e 11.1.5. - O texto de 11.2.3-a) passa a ter a seguinte redação: “a) o eixo do cruzamento ou travessia deverá ser preferecialmente perpendicular ao eixo da interferência, de modo a obter o menor comprimento possível; “ - O texto de 11.2.3-d) passa a ter a seguinte redação: “d) áreas sujeitas à dragagem, inclusive cota de arrasamento;"

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NBR 12712:2002

- O texto de 11.2.5-a) passa a ter a seguinte redação: “a) quando for prevista a utilização de tubo-camisa, selecionar preferencialmente, um trecho em que a ferrovia ou rodovia esteja em ponto de transição entre corte e aterro, evitando-se movimento de terra e curvas verticais desnecessárias;” - Excluir as alíneas d) e e) da seção 11.2.5. - A alínea f) passa a ser alínea e) - O texto de 11.2.6-c) passa a ter a seguinte redação: “c) verificação da necessidade de execução de batimetria e sondagens;” - O texto de 11.2.6-f) passa a ter a seguinte redação: “f) a travessia é recomendável nos casos de leitos profundos, rochosos, instáveis, e quando os aspectos de segurança ou dificuldades construtivas desaconselharem outro tipo de construção.” - O texto de 11.4.1.2 passa a ter a seguinte redação: “O dimensionamento de tubo-camisa deve ser feito de acordo com o disposto no capítulo 12.” - Excluir a seção 11.4.1.5. - A seção 11.4.1.6 passa a ter a seguinte redação: “A distância mínima entre a superfície da rodovia e o topo do duto, ou tubo-camisa, instalados a céu aberto ou por processo não-destrutivo do tipo furo direcional horizontal, deve ser de no mínimo 1,20 m.” - O texto de 11.4.1.7 passa a ter a seguinte redação: “A distância mínima entre o nível da base dos trilhos da ferrovia e o topo do duto, ou tubo-camisa, instalados a céu aberto ou por processo não-destrutivo do tipo furo direcional horizontal, deve ser de no mínimo 1,40 m.” - O texto de 11.4.1.8 passa a ter a seguinte redação: “Em ambos os tipos de cruzamentos de 11.4.1.6 e 11.4.1.7, quando o duto ou tubo-camisa não for instalado a céu aberto ou por processo não-destrutivo do tipo furo direcional horizontal, a distância entre as superfícies e o topo do duto ou tubo-camisa deve ser 1,80 m.” _________________

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MAR 1993

NBR 12712

Projeto de sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível
ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas
Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210 -3122 Telex: (021) 34333 ABNT - BR EndereçoTelegráfico: NORMATÉCNICA

Procedimento Origem: Projeto 09:302.01-001/1990 CB-09 - Comitê Brasileiro de Combustíveis (exclusive nucleares) CE-09:302.01 - Comissão de Estudo de Sistemas de Transporte e Distribuição de Gás Combustível NBR 12712 - Design of transmission and distribution piping systems for fuel gas Procedure Descriptors: Fuel gas distribution system. Combustible gas. Fuel gas transmission system Válida a partir de 31.05.1993 Palavras-chave: Distribuição de gás. Gás combustível. Transmissão de gás 76 páginas

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SUMÁRIO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Objetivo Documentos complementares Definições Materiais e equipamentos Estudos prévios Classificação de locação Determinação da espessura Profundidade de enterramento Afastamentos Requisitos devidos à proximidade de linhas elétricas Cruzamentos e travessias Proteção de tubulações enterradas quanto a cargas externas Sinalização Controle e limitação das pressões Estações de compressão Reservatórios tubulares e cilíndricos Válvulas intermediárias Caixas subterrâneas Ramais de serviço Componentes de tubulação não-padronizados Análise da flexibilidade Cálculo das tensões Limitação das tensões Suportes Sistemas de GLP gaseificado Requisitos de qualidade superficial de tubulação Mudanças de direção Soldagem Ensaios após a construção Controle da corrosão

31 Estabilização de pista e vala 32 Odorização ANEXO A - Diagrama ilustrativo do campo de aplicação desta Norma ANEXO B - Fatores de conversão ANEXO C - Ensaio de achatamento para tubos ANEXO D - Tensão mínima de escoamento especificada (Sy) de materiais para tubos ANEXO E - Exemplos de aplicação dos dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão ANEXO F - Exemplo de aplicação das regras para o projeto de derivações tubulares soldadas ANEXO G - Constantes físicas ANEXO H - Método de dimensionamento para a pressão interna das curvas em gomos ANEXO I - Combinações para ligação por solda, de juntas de topo de mesma espessura ANEXO J - Preparação de extremidades para solda de topo de juntas de espessuras e/ou tensões de escoamento diferentes ANEXO K - Detalhes de ligações entre tubos e flanges

1 Objetivo
1.1 Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis para projeto, especificação de materiais e equipamentos, fabricação de componentes e ensaios dos sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível por dutos. 1.2 Esta Norma aplica-se somente aos sistemas nos quais os componentes são de aço.

ANSI B1. flanges.3 Esta Norma aplica-se a todo sistema de transmissão e distribuição.Válvulas de retenção . d) sistemas de transmissão e distribuição de GLP na fase líquida e de gás natural na fase líquida. Por conveniência de uso.Forças devidas ao vento em edificações .Especificação NBR 6118 . não se destinando a servir como manual de projeto. c) sistemas de tratamento e processamento de gás.20 .Ensaio de achatamento .Padronização NBR 10183 .Projeto e execução de obras de concreto armado .4 Esta Norma abrange também as condições de aplicação dos componentes do sistema de transmissão e distribuição.Especificação NBR 11714 . b) tubulações a jusante do medidor do consumidor. gás de refinaria. b) gasodutos de distribuição. gás manufaturado.Padronização de rosca para conexões Especificação NBR 9171 .Drenagem de corrente de interferência entre tubulação e ferrovias em proteção catódica Padronização NBR 9344 .Especificação ANSI B1. 2 Documentos complementares Na aplicação desta Norma é necessário consultar: NBR 5418 . gases ou vapores inflamáveis .Especificação NBR 11713 .Prescrições para sua aplicação Procedimento NBR 12558 .Válvulasgaveta . c) ramais.6 Os tipos de gases cobertos por esta Norma são: gás natural.Formatos e dimensões .Especificação NBR 12230 .Pipe threads ANSI B16. consta do Anexo B uma relação dos fatores de conversão de algumas unidades de medida de outros sistemas para SI.5 Esta Norma não se aplica a: a) projeto e fabricação de vasos de pressão.8 Esta Norma não se aplica retroativamente às instalações existentes. válvulas. inclusive no que diz respeito à máxima pressão de operação admissível dessas instalações. f) gasodutos submarinos. reguladores e válvulas de segurança de pressão. 1. juntas.Procedimento NBR 6123 .Válvulasesfera . biogás e gás liquefeito de petróleo na fase vapor (com ou sem mistura de ar). tais como: tubos. no que concerne a: a) gasodutos de transmissão. conexões.Válvulasmacho .Especificação NBR 9363 .Tubos de aço de seção circular .Procedimento NBR 6154 . 1.Terminologia NBR 5893 .SI .2 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 1.Válvulas de aço fundido e aço forjado para indústria de petróleo e petroquímica .Válvulas de aço fundido e aço forjado para indústria de petróleo e petroquímica .Recebimento. e) estações de lançamento/recebimento de raspadores.Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos .Método de ensaio NBR 6326 .7 Esta Norma propõe-se apenas a estabelecer requisitos essenciais de projeto e padrões mínimos de segurança. fica entendido que seu uso deve ser feito apoiado na boa prática da Engenharia. e) tubulações com temperaturas acima de 230°C e abaixo de -30°C. d) estações de compressão. 1. 1.1 .Procedimento NBR 11712 .Equipamentos de drenagem elétrica para proteção catódica . 1.Papelão hidráulico para uso universal e alta pressão . g) estações de medição.9 Esta Norma adota o Sistema Internacional de Unidades (SI). Nota: Um diagrama ilustrativo da abrangência desta Norma é dado no Anexo A.Válvulas de aço fundido e aço forjado para indústria de petróleo e petroquímica .Válvulas de aço fundido e aço forjado para indústria de petróleo e petroquímica .Soldagem elétrica .5 .Anodo de liga de zinco para proteção catódica .Unified inch screw threads 1. h) reservatórios tubulares de gás. f) estações de redução e controle.Procedimento NBR 5580 .Especificação NBR 5874 . parafusos.Material para juntas .Pipe flanges and flanged fittings .Instalação elétrica em ambientes com líquidos. armazenagem e manuseio de materiais e equipamentos para proteção catódica .

Chemical plant and petroleum refinery piping ANSI B36.Carbon steel pipe-seamless and welded ASTM A-105 .Nonmetalic flat gaskets for pipe flanges ANSI B16.20 . 900. ball.Standard finishes for contact faces of pipes flanges and connecting-end flanges of valves and fittings MSS SP-25 .Standard for welding pipelines and related facilities ASTM A-36 . Seção II (parte C).Specification for pipeline valves (steel gate. Class 300.10 .Arc-welded steel pipe 4 in and over ASTM A-211 .Large-diameter carbon steel flanges API 606 .Welding terms and definitions Bulletim # 70 NFPA .Buttwelding ends ANSI B16.Specification for line pipe API 6D .36 . flanges and unions MSS SP-42 .Spiral . lug-type and wafer-type API 1104 .Welded and seamless wrought steel pipe ANSI/ASME .Butterfly valves MSS SP-72 .10 .Large manually operated metallic gas valves in gas distribution systems whose MAOP does not exceed 125 psig ANSI B31. fittings.Carbon steel forgings for high temperature service ASTM A-106 .Arc welded pipe steel plate 16 in and over ASTM A-135 .Ball valves with flanged or buttwelding ends for general service .21 .Corrosion-resistant gate.3 . tubing and drill pipe API 5L .Steel gate valves.25 .1 .Power piping ANSI B31.38 .34 . plug. angle and check valves with flanged and buttweld ends MSS SP-44 . and check valves) API 526 .Wafer check valves API 599 .Carbon and alloy steel forgings for thin walled pressure vessels ASTM A-381 . flanged or buttwelding ends API 600 . socket welding and threaded ANSI B16.9 .Flanged steel safety relief valves API 594 .Steel orifice flanges.Metallic gaskets for raised-face pipe flanges and flanged connection (double-jacketed corrugated and spiral wound) API 602 .Steel plug valves.Butterfly valves. flanged and buttwelding end ANSI B16.11 .Carbon steel (low temperature service) pipe-seamless and welded ASTM A-372 .Bypass and drain connection standard MSS SP-67 .Steel pipeline flanges MSS SP-45 .Factory-made wrought steel buttwelding fittings ANSI B16. Seção VIII e Seção IX API 5A .Carbon steel pipe-seamless for high temperature service ASTM A-134 .Compact carbon steel gate valves API 603 .O .Specification for casing.33 .Metal-arc-welded steel pipe for highpressure transmission systems ASTM A-671 .Manually operated metallic gas valves for use in gas piping systems up to 125 psig ANSI B16.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 3 ANSI B16.Class 150. 1500 and 2500 ANSI B16. 600.Ring-joint gaskets and grooves for steel pipe flanges ANSI B16. cast corrosion-resistant flanged end gate valves API 605 .Electric-resistance welded steel pipe ASTM A-139 .Forged steel fittings.Face-to-face and end-to-end dimensions of ferrous valves ANSI B16.Compact carbon steel gate valves (extended body) API 609 .Boiler and pressure vessel code.Electric-fusion-welded steel pipe for high-pressure service at moderate temperatures AWS A3.Welded steel or iron pipe ASTM A-333 .Wrought steel buttwelding short radius elbows and returns ANSI B16.28 .Carbon steel for general purposes ASTM A-53 . globe.Valves. flanged and buttwelding ends API 601 .National Fire Protection Association MSS SP-6 .Electric-fusion-welded steel pipe for atmospheric and lower temperatures ASTM A-672 .Standard marking systems for valves.

17 Travessia Área de terreno de largura definida. 3. açudes. desde as fontes de produção ou suprimento até os locais em que o produto passa para o sistema de distribuição de gás.Steel valves . através de rios.Socket welding and threaded ends MSS SP-88 . 3.6 Faixa de domínio ou faixa Passagem subterrânea do duto por rodovias.7 Diretriz Linha básica do caminhamento do gasoduto. rodovia. ou faixa destinada. pela legislação vigente.11 Interferência paralela Toda forma gasosa apropriada para uso como combustível doméstico. 3.1. 3. lagos.1. localizada na passagem do gasoduto. 3. por meio de dutos. ao nível acabado da pista. pessoa jurídica ou física. 3. 3.15 Cobertura Empresa pública ou privada responsável pela distribuição de gás combustível.1 Termos gerais 3. repartição pública ou privada. 3.4 Companhia distribuidora Gasoduto de transmissão ou de distribuição.9 Pista Parte da faixa de domínio.1. O próprio tubo do gasoduto.12 Duto (tubo) Atividade de transferência de gás combustível.1. encarregado. grotas e ravinas.14 Linha Atividade de fornecimento de gás combustível. à autoridade competente cabem aprovar e fiscalizar a passagem de gasodutos por vias públicas. 3.1.1.Specifications for high test wrought buttwelding fittings MSS SP-79 . 3. aérea ou subterrânea.1. socketwelding and threaded MSS SP-84 .Diaphragm type valves NACE Std RP-01-69 .1. legalmente destinada à sua instalação e manutenção.3 Distribuição de gás Produto tubular fabricado de acordo com uma norma de fabricação.1.Carbon steel pipe unions. bem como tratar de questões relativas à passagem do gasoduto junto a instalações de concessionárias de outros serviços públicos.1.Control of external corrosion on underground or submerged metallic pipe systems NACE Std RP-02-75 . por meio de dutos. rua.8 Autoridade competente Órgão. Passagem aérea. 3. industriais.Expansion joit manufactures association 3.2 Transmissão de gás (transporte de gás) Trecho da diretriz de um gasoduto que está próximo e segue numa direção paralela à determinada faixa de domínio de estrada. a autoridade competente é a própria entidade pública ou privada que promove a construção do gasoduto. ferrovia ou rede elétrica. . ferrovias. aos estabelecimentos consumidores (residenciais.1.13 Rede Conjunto de tubulações que constitui linhas de distribuição e ramais.1. sendo transmitida (transportada) ou distribuída para o usuário através de dutos. outros dutos e instalações subterrâneas já existentes. outros) através de rede da companhia distribuidora. subterrânea ou submersa do duto. utilizada para os trabalhos de construção de gasodutos.16 Cruzamento Empresa pública ou privada responsável pela operação de transmissão e/ou distribuição de gás combustível. comercial ou industrial. autorizar ou fiscalizar a construção de gasodutos. ao gasoduto na área urbana. 3. ferrovias. fora das áreas urbanas. Na ausência de legislação específica.1. fora das áreas urbanas. regiões permanentemente ou eventualmente alagadas. 3.1 Gás combustível Qualquer construção.1. 3. pela autoridade competente.Socket-welding reducer inserts MSS SP-83 . Na maioria dos gasodutos.1.1. ao longo da diretriz do gasoduto situado fora da área urbana. comerciais. de examinar. acidentes naturais e outras interferências. coincide com a linha de centro da faixa de domínio.1.Application of organic coatings to the external surface of steel pipe for underground service Standard da EJMA .4 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 MSS SP-75 . 3. aprovar.10 Interferência 3 Definições 3.5 Companhia operadora Distância medida verticalmente entre a geratriz superior do revestimento do duto e as bordas da vala.

6 Ramal Peça forjada utilizada como reforço em uma derivação tubular. 3. reservatórios.1.27 Lançador/recebedor de raspadores (scraper-trap) Conjunto constituído apenas de tubos e componentes de tubulação.2. tipo risco ou estria. também denominado colarinho de reforço. 3. 3. 3.4 Gasoduto de transmissão Instalação para introdução e retirada de raspadores no gasoduto.1. parafusos e juntas. Os tubos não são considerados componentes de tubulação.26 Raspador (pig) Sistema físico de transmissão e distribuição de gás combustível.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 5 3.1.1. feito por trepanação. entre a linha-tronco e o ramal.1.32 Mossa (dent) União entre dois trechos de um gasoduto.1.2. 3.1 Sistema de gás Conjunto de dois ou mais tubos soldados. 3. 3.1. 3. tais como: válvulas.36 Componentes (de tubulação) Contrapeso. com a linha em operação. 3.25 Tubo-camisa ou tubo-luva (casing) Tubo de aço no interior do qual o gasoduto é montado.20 Seção de interligação Depressão na superfície de uma peça. 3.28 Boca-de-lobo (derivação) Gasoduto destinado à transmissão de gás combustível. 3. 3. feito em um tubo. facilitando realização de cruzamento e/ou dando proteção mecânica ao duto.22 Jaqueta de concreto Corte em uma superfície com a forma côncava de uma meia-cana.29 Colar (outlet fitting) Gasoduto destinado à distribuição de gás combustível. conexões especiais.1. 3.1. Trecho de tubulação que deriva da linha de distribuição e termina no limite do terreno do consumidor. 3.2.35 Ranhura (groove) Envoltório anular de concreto.7 Ramal externo do consumidor Execução de um furo.31 Anel de reforço Arranjo de tubulação pré-fabricado utilizado em travessias aéreas ou enterradas e em cruzamentos. derivações tubulares. 3. usada para reforço estrutural da boca-de-lobo em uma derivação.2. 3.3 Gasoduto Tubulação destinada à transmissão e distribuição de gás.30 Furação em carga (hot tapping) Gasoduto que deriva da linha de transmissão/distribuição e termina no medidor do consumidor. feito geralmente de concreto armado.1.1. válvulas. Qualquer derivação de uma linha considerada principal.1.1.19 Interligação (tie-in) Peça feita de chapa de aço. 3.1. etc.1. . 3. 3.1.2 Tubulação Denominação genérica dos dispositivos que se fazem passar pelo interior dos dutos. flanges. com a finalidade de conferir peso adicional ao tubo sobre o qual é fixado. 3.2. diretamente. em forma de coroa circular. conexões padronizadas. constituído de gasoduto. compressores.24 Tramo Quaisquer elementos mecânicos pertencentes ao sistema de tubulação.33 Entalhe (notch) Pequeno trecho de gasoduto situado entre duas interligações. sem que ele sofra deformação permanente.5 Gasoduto de distribuição Derivação tubular feita por uma ligação soldada.23 Bloco de lastro Corte em uma superfície de forma alongada.18 Cavalote 3.1. também denominado coluna.2. 3.2 Termos do sistema de tubulação 3. sem que haja redução na espessura de parede. 3. 3. com a finalidade de dar-lhe resistência mecânica para a proteção de cargas externas ou conferir-lhe peso adicional para estabilizá-lo quando submerso. separadores. para a instalação de uma derivação tubular.2.1. 3.34 Goivadura (gouge) Mudança de direção feita no duto durante a fase de construção. impulsionados pela pressão de gases ou líquidos. para estabilizá-lo quando submerso.21 Curvamento natural Corte longo e estreito na superfície de uma peça com redução na espessura de parede.1.

2.4.2 Unidade de classe de locação Reservatório de forma cilíndrica.1 Tensão de escoamento Equipamento instalado na linha.3 Índice de densidade populacional Proteção proporcionada por um dispositivo ou equipamento instalado com o objetivo de impedir que a pressão em um sistema de gás exceda um valor predeterminado. interromper o fluxo de gás de forma a impedir que a pressão ultrapasse valores preestabelecidos. para alguns materiais.4.5 Termos de projeto. com a finalidade de assumir automaticamente o controle da pressão a jusante. 3.17 Reservatório cilíndrico Critério para a classificação de uma área geográfica de acordo com sua densidade populacional aproximada.1 Espessura nominal Trecho de tubulação.11 Regulador monitor (válvula de controle monitora) Número que expressa a dimensão do tubo e dos componentes de um sistema de tubulação. 3. interligando os reservatórios com as instalações internas para gases combustíveis. a tensão que no diagrama tensão-deformação corresponde a uma deformação especificada. ou com equipamentos a gás.2. instalado em série com outro do mesmo tipo.2.4. é também. de forma a impedir que a pressão exceda valores preestabelecidos.3.3.2 Tensão mínima de escoamento especificada (Sy) Equipamento instalado para descarregar o gás de um sistema.2 Espessura requerida Espessura de parede calculada para resistir à pressão interna. 3. que mede a vazão (volumétrica ou mássica) de gás transferido. com a finalidade de armazenar gás. 3.9 Ramal de serviço Espessura de parede listada na especificação ou norma dimensional do tubo ou do componente de tubulação. situada no terreno do consumidor. construção e operação.14 Dispositivo de alívio de pressão Tensão na qual o material apresenta uma deformação permanente quando submetido ao ensaio de tração. bem como qualquer tubulação. e em função da quantidade de construções para ocupação humana localizadas nesta área. em situações anormais de operação. com a finalidade exclusiva de armazenar gás. fabricado industrialmente.5. 3. ou do medidor.1.2.18 Proteção contra sobrepressão Área que classifica uma locação e se estende por 200 m de cada lado da linha de centro de qualquer trecho contínuo e desenvolvido de 1600 m de gasoduto.8 Ramal interno do consumidor 3.2.6 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 3. 3. destinada a GLP na fase vapor.3. 3. Número.2. sob condições anormais de operação. A classe de locação serve para propósitos de projeto. 3. conforme 7.3 Termos dimensionais 3. relacionado com a densidade populacional.3 Tensão de ruptura (limite de resistência à tração) Válvula de bloqueio de fácil manuseio localizada a montante do regulador de serviço. 3. 3. composto de tubos e componentes de tubulação. 3.3. no ensaio de tração.12 Medidor Diâmetro externo especificado do tubo ou do componente de tubulação constante da norma dimensional de fabricação. 3.10 Regulador de serviço Equipamento instalado no ramal de serviço para controle da pressão do gás fornecido ao consumidor.2. e não necessariamente correspondendo aos diâmetros interno ou externo do tubo ou componente de tubulação. fabricação e ensaio 3.5. com a finalidade de interromper o fluxo de gás no ramal interno do consumidor.16 Reservatório tubular Tensão obtida pela razão entre a carga máxima aplicada e a área inicial da seção transversal do corpo-de-prova padrão.3 Diâmetro nominal (DN) Trecho de tubulação que deriva da linha de distribuição e termina no medidor do consumidor.2. 3.2. 3.13 Dispositivo de bloqueio automático Equipamento instalado com a finalidade de. 3.2.4 Diâmetro externo Equipamento de controle de pressão. 3. 3. É obtida de ensaios padronizados e representa um valor probabilístico. 3. situado entre o limite do terreno do consumidor e o medidor. 3.5.1 Classe de locação Reservatório fixo. com as extremidades fechadas por tampões.2.4 Termos de propriedades mecânicas 3. aplicável a um segmento específico de 1600 m de gasoduto .15 Válvula de ramal Tensão de escoamento mínima prescrita pela especificação sob a qual o tubo é comprado do fabricante.

É uma temperatura fixada a partir das condições de fluxo no sistema de gás. 3.5. 3.16 Temperatura do solo Relação entre força e área. 3. o termo “tensão circunferencial” refere-se à tensão circunferencial de membrana provocada pela pressão interna (hoop stress) 3. É uma pressão fixada a partir das condições de fluxo do sistema de gás. todos os valores de pressão apresentados nesta Norma são referidos à pressão atmosférica normal. 3. 3. inclusive nas paradas e partidas do sistema. P.5.: tensão normal de flexão na união tubo-flange e na junção cone-cilindro. em qualquer estágio de evolução das deformações. fundido pe- .15 Temperatura de projeto Temperatura de escoamento do gás usada para o dimensionamento mecânico do gasoduto.5.9 Ensaio de pressão Tensão normal na parede do tubo.18 Tensão circunferencial Maior pressão na qual um sistema de gás sob condições normais é operado.4 Pressão 3. 3. atuando paralelamente ao eixo longitudinal. a menos que seja expressamente dito em contrário. 3. 3. 3.13 Pressão mínima de ensaio Tensão que se caracteriza por seu rápido decréscimo. a partir de seu ponto de máximo valor.21 Tensão secundária Ensaio de pressão com água. que demonstra que um sistema de tubulação não apresenta vazamentos.17 Temperatura máxima (ou mínima) de operação Pressão usada na determinação da espessura de parede do tubo e dos componentes de tubulação. tensão normal de flexão e cisalhante de cortante provocadas pelo peso próprio.5. Por exemplo: tensões normais de flexão e cisalhantes de torção provocadas pela dilatação térmica restringida.5.5 Pressão de projeto Temperatura do solo na profundidade em que o tubo se encontra.5. em função de sua qualificação por ensaio de pressão. É uma tensão que está no mesmo nível de significância da tensão secundária.8 Pressão-padrão de serviço Tensão normal na parede do tubo.19 Tensão longitudinal Pressão do gás que a companhia operadora se encarrega de manter nos medidores de seus consumidores. é a tensão gerada por carregamentos que não permitem.20 Tensão primária Designação genérica para um ensaio que consiste na pressurização de um sistema de tubulação.22 Tensão localizada Maior pressão a que um sistema de gás é submetido em ensaio.11 Ensaio de estanqueidade Ensaio geralmente feito em baixos níveis de pressão.5.5.5.5. é a tensão gerada por variação de temperatura ou por deslocamento imposto. o seu alívio espontâneo.5. 3. 3. atuando perpendicularmente a um plano contendo seu eixo longitudinal.5. 3. Por exemplo: tensão circunferencial.ex.5. com um fluido apropriado. para demonstrar sua resistência mecânica ou sua estanqueidade.14 Temperatura ambiente Produto tubular fabricado sem junta soldada.5. de acordo com as prescrições desta Norma.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 7 e usado para determinar os requisitos de projeto.5.5. 3.5. 3.12 Pressão máxima de ensaio Nos sistemas de tubulação sujeitos à deformação plástica.24 Tubo SAW (Submerged Arc Welding) Temperatura do ar no meio circundante a uma estrutura ou a um equipamento. 3. 3. A menos que expressos em contrário. em ensaio. 3. que ao ultrapassar o limite de escoamento sofre um relaxamento espontâneo no decorrer do tempo. 3. construção e operação.5.6 Máxima pressão de operação (MPO) Temperatura máxima (ou mínima) do fluido transportado sob condições normais de operação.5. Tubo fabricado por processo de soldagem onde a coalescência é produzida pela deposição do metal.7 Máxima pressão de operação admissível (MPOA) Maior pressão na qual um sistema de gás pode ser operado de acordo com as provisões desta Norma.23 Tubo sem costura (seamless) Menor pressão a que um sistema de gás deve ser submetido.5. que demonstra que um tubo ou um sistema de tubulação possui resistência mecânica compatível com suas especificações ou suas condições operacionais. em todas as direções. 3.10 Ensaio hidrostático Em qualquer sistema de tubulação.5.

5. de um gaso- duto existente e sua reutilização no mesmo sistema. Itens que atendem às normas relacionadas no Capítulo 2 podem ser usados para as aplicações a que se destinam. para utilização de acordo com esta Norma.1 Procedimentos de qualificação da primeira categoria Tubo que sofreu na fábrica uma deformação circunferencial permanente. Se os desvios tendem a reduzir a resistência mecânica do item em questão.2.2 Qualificação de materiais e equipamentos 4.2. Todos esses materiais e equipamentos devem ser qualificados em conformidade com especificações.2. P.: um flange. 3. b) seu uso não é proibido por esta Norma. Esta seção não deve ser interpretada de modo a permitir desvios que tendam a afetar desfavoravelmente a soldabilidade ou ductilidade dos materiais.: um compressor centrífugo de gás é fabricado de acordo com certa norma.: um flange fabricado de acordo com a BS 1560 é qualificado na segunda categoria porque.1 A remoção de itens.5.ex.5 é qualificado na primeira categoria porque a ANSI B16. essa redução deve ser levada em consideração no projeto através da adoção de uma suficiente margem de segurança.2 As seções a seguir estabelecem os procedimentos Tubo fabricado por processo de soldagem onde a coalescência é produzida pela deposição do metal.: um flange fabricado de acordo com a ANSI B16. é qualificado na quarta categoria. no caso a ANSI B16. 3. podem ser utilizados. P.2.27 Tubo expandido a frio para a qualificação de cada uma das categorias mencionadas. 4. aberto entre o eletrodo (revestido) e o tubo.2. Nota: As especificações para os diversos materiais aceitos por esta Norma estão listadas no Capítulo 2. também qualificados na quarta categoria. nesta Norma não está relacionado nenhum padrão ou especificação para compressores de gás. do ponto de vista da segurança.2. e pela aplicação de pressão. geralmente por meio de cabeçotes expansores internos. padrões e requisitos especiais desta Norma. desde que a análise técnica do ponto de vista teórico e/ou prático satisfaça simultaneamente ao seguinte: a) o item é compatível e seguro para o serviço proposto e recomendado para o serviço.3 Procedimentos de qualificação da terceira categoria 4. fabricado de acordo com uma norma relacionada no Capítulo 2.1 Geral Todos os materiais e equipamentos que fazem parte permanente de qualquer sistema de tubulação. esta Norma relaciona uma outra norma de flange.25 Tubo EFW (Electric Fusion Welding) portanto. embora fabricado segundo uma norma. Itens para os quais não existem normas listadas no Capítulo 2 podem ser qualificados.2. 4. à temperatura ambiente.5 está relacionada nesta Norma.ex. ou em outro.26 Tubo ERW (Electric Resistance Welding) Tubo fabricado por processo de soldagem onde a coalescência é produzida pelo calor gerado pela resistência elétrica em um circuito. ambos. 4. pelo fabricante. Itens que não atendem às normas relacionadas no Capítulo 2 devem ser qualificados da seguinte maneira: a) itens cujas normas não divergem substancialmente de uma norma relacionada no Capítulo 2 e que atendem às exigências mínimas desta Norma.8 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 lo calor gerado em um arco elétrico protegido. é de um tipo para o qual nenhum padrão ou especificação é relacionado no Capítulo 2. construído de acordo com esta Norma.2.ex. retirado de um gasoduto desativado para ser reutilizado em outro gasoduto.2 Procedimentos de qualificação da segunda categoria 4 Materiais e equipamentos 4. devem ser adequados e seguros para as condições nas quais são utilizados. A proteção do arco é feita por material granular fusível.2. sob condições de pressão mais baixa. exceto tubos.item que.1 No que diz respeito aos métodos de qualificação. o item “compressor” é qualificado na terceira categoria. 3. um flange retirado de um gasoduto desativado e cuja identificação tenha desaparecido pela ação do tempo ou um tubo novo do qual se perdeu a identificação são.4.4 Procedimentos de qualificação da quarta categoria 4. entretanto.2. P.5. b) itens cujas normas divergem substancialmente das normas relacionadas no Capítulo 2 devem ser qualificados de acordo com a terceira categoria.ex. embora do Capítulo 2 não conste a BS 1560.2. 4. b) Segunda . 4.itens reutilizados ou itens sem identificação. d) Quarta .5. é permitida desde que sujeita às restrições a seguir: . com respeito à qualidade de materiais e de fabricação.item fabricado de acordo com uma norma relacionada no Capítulo 2. aberto entre o eletrodo (sem revestimento) e o tubo. fundido pelo calor gerado em um arco elétrico manual ou automático. no qual o tubo é parte integrante.2. P.item fabricado de acordo com uma norma não-relacionada no Capítulo 2. c) Terceira . os itens de materiais e de equipamentos podem ser divididos em quatro categorias: a) Primeira .

2.5 ANSI B16.4 Os componentes de tubulação reutilizados ou sem NBR 11712 NBR 11713 NBR 11714 NBR 12558 ANSI B16.3.1-c). para a finalidade a que se destinam. A seguir estão relacionados os componentes de tubulação e respectivas normas de projeto e fabricação. Nota: Tubos novos ou usados.5 Conexões para solda de topo.1.5 ANSI B16.33 API 600 ANSI B16.2.1.25 ANSI B16.36 API 605 MSS SP-6 MSS SP-44 NBR 5580 API 5L ASTM A-53 ASTM A-106 API 605 MSS SP-6 MSS SP-44 ASTM A-134 ASTM A-135 ASTM A-139 ASTM A-211 ASTM A-333 ASTM A-381 ASTM A-671 ASTM A-672 ANSI B1. Os dispositivos de controle de pressão devem satisfazer aos requisitos desta Norma para válvulas da mesma classe de pressão.3 Parafusos e porcas ANSI B1.9 ANSI B16.20.3. Notas: a) Não são aceitos materiais com um estado de corrosão que afete a sua integridade.2.1.1.25 API 599 ANSI B16. 4.25 ANSI B16. para encaixe e para rosca ANSI B1.1 ANSI B1. 4. sem ter sido removido do local em que se encontra.34 API 602 ANSI B16. ANSI B1.3.38 API 603 API 606 API 609 MSS SP-6 MSS SP-42 MSS SP-67 MSS SP-72 MSS SP-84 MSS SP-88 4.3.3. devendo adicionalmente satisfazer às seguintes exigências: .21 ANSI B16. não podem ser aplicados onde se requeiram requisitos suplementares de tenacidade ao impacto.3.3 Os componentes de tubulação que constituem itens para os quais nenhum padrão ou especificação são relacionados nesta Norma devem ser qualificados para utilização de acordo com 4.7 Dispositivos de controle de pressão tente para serem reutilizados no mesmo sistema ou em outro sob condições de pressão mais baixa.2.1 ANSI B16. .1.4 Juntas NBR 5893 ANSI B1.1 ANSI B16.2.2.20.11 ANSI B16.4.2.25 ANSI B16. removidos de um gasoduto exis- 4.1 Conexões especiais de aço fundido. ambos de especificação desconhecida.1 ANSI B16. e tubos novos sem identificação podem ser qualificados dentro dos limites resumidos na Tabela 1.4 Tubos 4.1-b).1 Válvulas dado com dimensões e/ou materiais diferentes dos padronizados pelas normas ANSI e MSS devem ser projetadas por critérios de projeto que proporcionem o mesmo grau de resistência e estanqueidade e sejam capazes de atender aos mesmos requisitos de ensaios das conexões padronizadas.2-a).1-a). como o ensaio Charpy “V”.1 Os componentes de tubulação projetados e fabricados de acordo com os padrões ou especificações relacionados nesta Norma são considerados adequados e seguros para operar nos sistemas de gás.20. 4.execução de ensaios de propriedades físicas e químicas em amostras aleatórias.2. 4. b) Este item não cobre o caso em que um gasoduto é reutilizado para um outro serviço sob novas condições operacionais.1 ANSI B16.6 Válvulas de segurança por alívio API 526 4.2 Os componentes de tubulação projetados e fabricados de acordo com padrões ou especificações diferentes dos relacionados nesta Norma devem ser qualificados para utilização de acordo com 4.36 ASTM A-105 .1 Os tubos fabricados de acordo com as especifica- identificação devem ser qualificados para utilização de acordo com 4.1 API 5 ANSI B16.20. 4.3.2.1.4.3 Componentes de tubulação padronizados 4.25 ANSI B16.verificação de que todos os itens devem estar em condições satisfatórias de funcionamento.2 Flanges ções abaixo devem ser qualificados para utilização de acordo com 4.20 4.3.36 API 601 API 605 MSS SP-6 MSS SP-44 4.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 9 a) itens usados que foram fabricados de acordo com padrões listados nesta Norma podem ser reutilizados após a cuidadosa inspeção de cada peça para comprovação de que estão isentos de danos mecânicos.2 Tubos usados.2.28 MSS SP-75 MSS SP-79 MSS SP-83 4.3.1.1-a): ANSI B16.20.1-d).10 API 594 4. sendo qualificados para utilização de acordo com 4.5 ANSI B16. 4.3. forjado ou sol- 4.3. b) itens usados que foram fabricados de acordo com padrões diferentes dos listados nesta Norma só podem ser qualificados dentro das exigências de 4.3.

Nos tubos de DN -4". a tensão mínima de escoamento para efeito de projeto deve ser adotada com valor nãosuperior a 165 MPa (1683 kgf/cm2). o fator E deve ser tomado como 0. ranhuras e mossas. para permitir uma boa inspeção. de acordo com a nota (G) da Tabela 1.Qualificação de tubo novo ou usado de especificação desconhecida e tubo usado de especificação conhecida Itens de qualificação Inspeção Curvamento/achatamento Espessura Eficiência de junta Soldabilidade Defeitos Tensão de escoamento Valor “Sy” Ensaio de pressão (A) Tubo novo ou usado de especificação desconhecida (A) (B) (C) (D) (E) (F) (G) (H) (I) Tubo usado de especificação conhecida (A) (C) (D) (F) (I) Todos os tubos devem ser limpos por dentro e por fora. A menos que a espessura nominal da parede seja conhecida com certeza. porém em nenhum caso maior que 1. com o mínimo de 20 ensaios . Se ao ensaiar a solda as exigências da API 1104 não forem atendidas. um ensaio é necessário para cada 400 tramos de tubo. Quando a tensão mínima de escoamento especificada. a tensão mínima de escoamento especificada para efeito de projeto deve ser. O tubo deve ser considerado soldável se as exigências impostas pela API 1104 forem cumpridas. porém em não menos de dez tramos. para vasos de pressão e caldeiras. deve ser feito ensaio de achatamento como prescrito no Anexo C. Se o lote dos tubos é conhecido por ser de grau.60 para tubos de DN -4" ou 0.11 vez a menor espessura medida para todos os tubos de DN ¯ 20". o tubo não pode ser usado. Pelo menos uma solda de ensaio deve ser feita para cada 100 tramos de tubo de DN > 4". Sy seja tomado como maior do que 360 MPa (3673 kgf/cm2). sem que ocorram trincas em qualquer local e sem abrir a solda. a espessura dos outros tramos pode ser verificada aplicando-se um calibre ajustado para a espessura mínima. para determinar o limite de escoamento. quando seu valor não puder ser determinado como segue: determinar a média de todos os valores das tensões de escoamento obtidas para um lote uniforme. exceto no que diz respeito ao número de ensaios que deve ser como indicado na Tabela 2. e não são feitos ensaios de propriedades mecânicas.80 para tubos de DN > 4".10 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 Tabela 1 . O valor de Sy deve então ser tomado como o menor dos seguintes: a) 80% do valor médio dos ensaios de escoamento. ou no campo após a instalação. Ca-so contrário. Se o tipo de fabricação da junta e o seu processo de soldagem puderem ser identificados. com os mesmos critérios adotados no caso de tubos novos (ver Capítulo 26). desempenados e isentos de defeitos que possam prejudicar sua resistência ou sua estanqueidade. de acordo com as disposições da ANSI/ASME. a espessura nominal da parede deve ser tomada como a próxima espessura comercial da parede abaixo da média de todas as medidas tomadas. A soldabilidade deve ser determinada como se segue: um soldador qualificado deve fazer uma solda circunferencial de topo. ela deve ser determinada medindo-se a espessura em pontos defasados de 90° em uma das extremidades de cada tramo de tubo. Seção IX. O número de ensaios químicos deve ser o mesmo que o requerido para os ensaios de solda circunferencial mencionados acima. (B) (C) (D) (E) (F) (G) (H) (I) Tubos novos de especificação desconhecida e tubos usados cuja resistência tenha sido prejudicada pela corrosão ou outra deterioração devem ser submetidos a ensaio de pressão. Para tubos de DN > 2". Para tubos de DN -2". A solda deve ser então ensaiada de acordo com as exigências da API 1104. a soldabilidade pode ser determinada através de ensaios químicos para carbono e manganês. em nenhum caso. A partir de tal medida. onde todos os corpos-de-prova devem ser selecionados ao acaso. e não superior a 1.85. com o mínimo de dez ensaios Um conjunto de ensaios para cada dez tramos. o fator E aplicável pode ser empregado. um comprimento suficiente de tubo deve ser curvado a frio até 90° ao redor de um mandril cilíndrico com um diâmetro doze vezes maior que o diâmetro nominal do tubo. a medida deve ser feita em pelo menos 10% dos tramos individuais. a qual deve assegurar que estejam circulares. O tubo deve atender às exigências deste ensaio. As propriedades de tração podem ser estabelecidas como segue: executar todos os ensaios de tração fixados pela API 5L. tramo por tramo em um ensaio como o realizado em fábrica. 165 MPa (1683 kgf/cm2). Todos os tubos devem ser examinados para detectar entalhes. A pressão de ensaio no campo deve ser estabelecida de acordo com o Capítulo 29 Tabela 2 . no máximo.14 vez a menor espessura medida para todos os tubos de DN < 20". A solda a ser qualificada deve ser feita sob as mais severas condições permitidas pelas limitações de campo e usando o mesmo procedimento. Se a relação entre as tensões de escoamento e de ruptura exceder 0. Para tubo de especificação desconhecida.Número de ensaios de tração (todos os diâmetros) Tamanho do lote Dez tramos ou menos Onze a 100 tramos Acima de 100 tramos Número de ensaios Um conjunto de ensaios para cada tramo Um conjunto de ensaios para cada cinco tramos. se necessário. a resistência à tração ou o alongamento são desconhecidos. a ser utilizado no campo. dimensão e espessura nominal constantes. b) o valor mínimo verificado em qualquer ensaio de tensão de escoamento desde que. exceto que o número de ensaios requeridos para a determinação das propriedades de achatamento deve ser o mesmo que o requerido na nota (G) a seguir.

1 kgf/cm2).2 Esta classificação se baseia na unidade de classe de locação que é uma área que se estende por 1600 m ao longo do eixo do gasoduto e por 200 m para cada lado da tubulação. existentes em unidade de classe de locação. e. amortecedores de vibração.4.2 Independentemente de sua especificação. onde esta Norma não dá especificações para um item particular de equipamento. 6. o intento é que as cláusulas de segurança da Norma devem prevalecer naquilo em que sejam aplicáveis. tais como: a) caracterização do gás. certos detalhes de projeto e fabricação referem-se necessariamente ao equipamento. h) estudo de impacto ambiental. devem ser previamente realizados diversos estudos fora do escopo desta Norma. tais como válvulas. canais e baías. g) determinação dos teores de contaminantes. 4. principalmente dos que afetam a segurança do sistema de tubulação no qual são instalados. devem ser marcados de acordo com as instruções de marcação dos padrões e especificações pelos quais o material é fabricado ou de acordo com as exigências da MSS SP-25.3 A classe de locação é determinada pelo número de edificações destinadas à ocupação humana. cabos elétricos e telefônicos. 6. as condições do processo de transferência de gás devem estar determinadas. 6. em todo caso. flanges. acessórios.7 Materiais sujeitos a baixas temperaturas 4. parafusos e tubos. ou seja. Especificações parciais para tais itens são dadas nesta Norma. a partir de sua linha de centro. cálculo da espessura de parede do gasoduto. d) suportação adequada ao gasoduto em travessias aéreas. variáveis fundamentais como vazão. quanto a provocada pela descompressão do gás. tubos ex- f) determinação do diâmetro. 4. temperatura e máxima pressão de operação devem ser conhecidas. esgoto sanitário. 4. c) possibilidade de formação de água livre.1 A classe de locação é o critério fundamental para o materiais usados nas instalações sujeitas a baixas temperaturas.1. g) alternativas de traçado.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 11 4. facilidades elétricas.1.2 Outros estudos específicos são por vezes requeridos. 5 Estudos prévios 5.1. Todavia. tais como drenagem pluvial.5 Equipamentos Esta Norma não inclui as especificações para equipamentos. e) balanço oferta/consumo do gás. 5. Em outros casos.1. a determinação da pressão de ensaio e a distribuição de válvulas intermediárias. d) seleção da diretriz do duto. tanto a ambiente e a de solo. e) investigações de batimetria e correntes em travessias de rios. tráfegos rodoviário e ferroviário entre outros. tais como suportes pendurais. c) levantamento de dados geomorfológicos e climáticos. b) levantamento das condições ambientais. tais como: a) possibilidade de condensação de frações pesadas do gás. compressores. notadamente gás sulfídrico e gás carbônico. motores. 5. pandidos a frio devem satisfazer às exigências obrigatórias da API 5L.7.6 Marcação Todos os itens do sistema de gás.4. etc.4 A classe de locação é um parâmetro que traduz o grau de atividade humana capaz de expor o gasoduto a danos causados pela instalação de infra-estrutura de serviços. a seguran ç a do equipamento instalado num sistema de tubulação deve ser equivalente à de outras partes do mesmo sistema. pressão. 4. h) seleção técnico-econômica dos materiais a serem utilizados. conforme concebido nesta Norma.3 Para o início do projeto.1 Geral 6. .1 Para a execução do projeto de sistemas de transmissão e distribuição de gás.7.2 Deve ser dada especial atenção à tenacidade dos 6 Classificação de locação 6. 4. b) possibilidade de polimerização do gás. f) investigação da agressividade química do solo.1 Alguns dos materiais que atendem às especificações aprovadas para uso sob esta Norma podem não ter propriedades mecânicas adequadas para as faixas mais baixas de temperaturas cobertas por esta Norma.3 Tubos fabricados de acordo com a NBR 5580 só podem ser utilizados em sistemas de gás com pressão de projeto igual ou inferior a 400 kPa (4.

tais como: igrejas. quadras de esporte. deve-se atentar para os pla- . b) regiões onde o gasoduto se encontre a menos de 90 m de: . campos de futebol.4 (adimensional) 7.6. dentro da unidade de classe de locação. deve ser calculada pela fórmula: e= Onde: e = espessura requerida de parede (mm) P = pressão de projeto (kPa) D = diâmetro externo (mm) Sy = tensão mínima de escoamento especificada para o material (kPa). dentro da unidade de classe de locação. As tensões mínimas de escoamento especificadas para os materiais aceitos por esta Norma constam do Anexo D F = fator de projeto determinado em 7.1.1. E .6. F . 6. T do gás. a fim de compensar a perda de material que se processará durante a vida útil do gasoduto.12 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 6. 6. para resistir à pressão interna. for esperada ação corrosiva P.2. cinemas. o grau de segurança estrutural que o gasoduto deve ter para suportar os possíveis danos externos. incluindo o térreo.1.1 Regiões onde um aglomerado de edificações destinadas à ocupação humana tenha classificado a região como 4.locais em uma pequena e bem definida área externa. etc.3 Regiões onde um aglomerado de edificações destinadas à ocupação humana tenha classificado a região como 2.2 Fator de projeto (F) 7.1 Se.2 (adimensional) E = fator de eficiência da junta (longitudinal ou helicoidal) determinado em 7. etc. deve ser atendida a condição de valor mínimo dada em 7. dentro da unidade de classe de locação. esta sobreespessura deve ser somada à espessura requerida calculada conforme 7.7 Considerações sobre o desenvolvimento futuro Na classificação de locação. mais de dez e menos de 46 edificações unifamiliares destinadas à ocupação humana. conforme determinada em 7.edificações que sejam ocupadas por 20 ou mais pessoas para uso normal. para tubos e demais componentes de tubulação.2 Regiões onde um aglomerado de edificações destinadas à ocupação humana tenha classificado a região como 3. 7. 46 ou mais edificações unifamiliares destinadas à ocupação humana.1.. 7. deve ser previsto um valor adicional de espessura (sobreespessura para corrosão). a predominância de edificações com quatro ou mais andares.2 A espessura nominal de parede dos tubos e dos componentes de tubulação deve ser selecionada entre as espessuras padronizadas nas respectivas normas de fabricação. . para cada classe de locação. esta classe termina a 200 m da edificação. devendo ser igual ou superior à espessura requerida. destinadas à ocupação humana. 6. mais próxima à divisa. Para valores de espessuras padronizadas para tubos. esta classe termina a 200 m da edificação mais próxima à divisa.2 Classe 1 A classe de locação 1 ocorre em regiões onde existam. 6.5 Classe 4 A classe de locação 4 ocorre em regiões onde haja. incluindo o térreo. dentro da unidade de classe de locação. com quatro ou mais andares. esta classe termina a 200 m da edificação mais próxima à divisa. praças públicas. nejamentos previstos para as áreas. comprovadamente.1 e 7. causados pelas mais diversas ações construti- 6.3 (adimensional) T = fator de temperatura determinado em 7. Evidências de futuras edificações devem ser consideradas na classificação de locação. tais como áreas de recreação.10 e a API 5L.1 Espessura requerida de parede A espessura de parede requerida. a qual leva em consideração a resistência mecânica do tubo aos esforços produzidos durante a montagem. que abriguem 20 ou mais pessoas em uso eventual. 7 Determinação da espessura de parede 7. ver a ANSI B36.1.D 2 Sy . 7.6. escolas.1 O fator de projeto é um coeficiente que traduz. dez ou menos edificações unifamiliares destinadas à ocupação humana. 6.4 Classe 3 A classe de locação 3 ocorre em: a) regiões onde existam.3 Na seleção da espessura nominal do tubo.6.6 Determ ina çã o das divisas entre classes de loca çã o 6. 6.3 Classe 2 A classe de locação 2 ocorre em regiões onde existam.1.

2. na classe de locação 1.2.8) Norma de Fabricação ASTM A-134 ASTM A-139 ASTM A-211 ASTM A-671/672.Fator de eficiência de junta (E = 0.5 Limitações de valores de projeto 7.2. 23. b) cruzamentos (sem tubo-camisa) ou interferência paralela de rodovias públicas pavimentadas.8. deve ser utilizado fator de projeto igual ou inferior a 0.5.1.870 7.Classe de locação/Fator de projeto Classe de locação 1 2 3 4 Fator de projeto (F) 0. por qualquer período de tempo. 7.2. .1.6 para tubos utilizados em: a) cruzamentos (sem tubo-camisa) de rodovias públicas sem pavimentação. conforme a Tabela 3. para válvulas da linha-tronco.. bricação ou a instalação.2. tais como conexões para separadores.5 Excepcionalmente. d) pontes rodoviárias. nas classes de locação 1 e 2.5. ou acima de 315°C por mais de 1 h.929 0. na classe de locação 2. 33 43.1 Acidentes no transporte e na instalação dos tubos não podem causar imperfeições superficiais que.60 0. etc. deve-se obter o fator T por interpolação linear. deve-se considerar. tais como os citados em 6. para cavalotes em travessias. ferroviárias.1 Para tubos trabalhados a frio (objetivando a elevação da tensão de escoamento por efeito de encruamento) que forem posteriormente aquecidos a 480°C ou mais (não considerando aqui a soldagem ou o alívio de tensões). autoestradas.Fator de temperatura (T) Temperatura de projeto (oC) Até 120 150 180 200 230 Fator de temperatura (T) 1. O fator de projeto já considera a segurança necessária para compensar os desvios para menos na espessura de parede. de controle e de medição 7.5 em estações de compressores.2 O fator de projeto é determinado em função da clas- Tabela 4 .5. 7. vias públicas e ferrovias.3 Excepcionalmente. após o esmerilhamento para reparo. e) lançadores/recebedores de esferas e raspadores.72 EFW/SAW/longitudinal 7.5 em cruzamentos (sem tubo-camisa) de rodovias públicas pavimentadas. 7. devem satisfazer a esta exigência até uma distância de cinco diâmetros para cada lado da última conexão. c) itens fabricados com tubos e componentes de tubulação.4 Fator de temperatura (T) 0.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 13 vas que ocorrem durante a instalação da infra-estrutura de serviços. nos quais deve ser considerado igual a 0. deve ser utilizado fator de projeto igual ou inferior a 0. a tensão mínima de escoamento especificada como sendo 3/4 do valor Sy constante do Anexo D.966 0. Tabela 3 . decorrentes do processo de fabricação dos tubos e dos componentes de tubulação especificados por esta Norma. deve ser Nota: Para valores da temperatura de projeto compreendidos entre os tabelados.2 Se for previsto o aquecimento do tubo durante a fa- utilizado fator de projeto igual ou inferior a 0. 53 Processo de soldagem e/ou tipo de fabricação da junta EFW/SAW/longitudinal ou helicoidal EFW/SAW/longitudinal ou helicoidal EFW/SAW/helicoidal se de locação. auto-estradas. de pedestres e de tubulação. exceto para os casos de exceção apresentados na Tabela 4. para derivação de ramais.4.000 0. vias públicas e ferrovias.3 Fator de eficiência de junta (E) O fator E deve ser considerado unitário para todos os tubos cujas normas de fabricação são aceitas por esta Norma. 7. Tabela 5 .4 Excepcionalmente. Classes 13. devem ser determinados e levados em consideração os efeitos da relação tempo “versus” temperatura sobre as propriedades mecânicas do material do tubo.905 0. 7. deixem uma redução de parede localizada maior que 10% da espessura nominal calculada em 7.40 O fator de temperatura deve ser determinado conforme a Tabela 5. para a aplicação da fórmula de 7.50 0. 7.1.

6/812.000 4.3 219.216 0.0/1066.4 31.1 25.6/812.113 0.2 88.8/1625.625 10.9 355.33 26.109 0.3.0 1574.8 63.0 4.14 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 7.8/1371.6 Tabela de espessuras mínimas de parede A espessura a ser utilizada no gasoduto não deve ser inferior aos valores da Tabela 6.5.625 mm 2. seja inferior ao valor mínimo especificado 7.0 88.4 1016.75 12.4 203.281 0.6/1168. desconhecida.147 0.4 7.6 6.1 323.3 13.1.6 3.6 406.2 2.4 7.5 5.9 12. conforme o critério exposto em 7.6 127.258 0.5 76.3 168.4 42. para a determinação do fator E e da tensão Sy.7 12.068 0. 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 3 1/2 4 5 6 8 10 12 14 16 18/22 24/26 28/32 34/38 40/42 44/46 48/50 52/54 56 58/60 62/64 mm 3.6 406.219 0.4 1473.8 609.8/1625.9 101.8 711.500 0.3 No projeto não se pode utilizar o valor real da tensão mínima de escoamento dos materiais e sim o valor nominal ou especificado da tensão mínima de escoamento (conforme consta do Anexo D).250 0.154 0.2 3.7 17.1 5.8 1117.5 5.219 0.7 3.53 12.4 6.095 0.2/1524.250 0.1 50.156 0.250 0.500 0.9 4. 0.154 0.156 0.1 273.75 14 16 18/22 24/26 28/32 34/38 40/42 44/46 48/50 52/54 56 58/60 62/64 Externo mm 10.1 21.0 863.6 pol.6/1168.2/558.0 863.7 15.18 6.7 9.140 0.5.469 0.2/762.9 .5 4.6/914.9 4.2/762.250 0.8 711.9 101.4 1219.438 0.563 6.7 14.188 0.500 0.675 0.4 6.500 5.8 1117.0 1320. 0.8 609.237 0.156 0.8 355.9 9.2/1524.8 4.8/1371.875 3.315 1.0 152.250 0.4 1219.0 3.0 4.7 19.Espessuras mínimas Diâmetro Nominal pol.6/914.7 12.8 38.0 6.088 0.3 Espessura dos tudos da estação de compressores pol.500 4.375 0.119 0.188 0.200 0.3 11. 7.9 8.1 11.500 0.091 0.625 0.126 0.625 8.0/1066.500 0.4 6.4 6.050 1.35 9.4 457.3 60.7 3.218 0.0 4.203 0. devem ser consultadas as notas (D) e (H) da Tabela 1.4 3.250 0.7 33.3 2.0 304.2 254.4 1016.5 5.7 12.188 0. Neste caso.2/1270.6 6.375 0.0 4.0 1574.250 0.6 1422.9 15.540 0.500 0.5 9.2 48.8 4.6 5.145 0.216 0. a menos que o valor real. 0.191 0.375 0.405 0.4 6.4 3.840 1.344 0.406 0.156 0.1 7.2/558.2/1270.6 Espessura dos tubos do gasoduto pol.7 12.562 mm 1.312 0.6 114.5 10.9 5.8 5. determinado de acordo com a nota (H) da Tabela 1.3 73.660 1.226 0.2 5.0 1320.179 0.6 1422. a espessura de parede requerida deve ser Tabela 6 .900 2.133 0.7 2.7 6.3 141.4 Para tubos usados ou tubos novos de especificação verificada conforme 7.500 0.4 457.312 0.375 2.1.188 0.4 1473.4 6.5 12.7 12.8 2.250 0.8 4.9 3.

subterrâneas ou aterramentos de tais linhas. de acordo com as recomendações do Capítulo 12. verificando: . no mínimo.5 Em locais onde a cobertura mínima preconizada em 8. b) estabelecer conexão elétrica entre pontos do gasoduto que possam ser separados. no sentido de se proteger o gasoduto.30 m de afastamento entre qualquer gasoduto enterrado e outras instalações subterrâneas não-integrantes do gasoduto. devem ser tomados cuidados.Valores de cobertura mínima Cobertura mínima (mm) Classe de locação/ situação Escavação normal Escavação em rocha (A) consolidada 450 450 600 operação.2 não puder ser adotada.7 Em áreas onde atividades agrícolas possam levar a escavações profundas. 8.8 Para o cruzamento de rodovias. 9. 8.5 O assentamento de um gasoduto deve se dar.6 Nas vias em que existam instalações subterrâneas. 0. e em locais onde possam ocorrer modificações nas cotas do terreno. como garagens avançadas. cuja capacidade seja de. 8. em relação à cota de dragagem. em áreas sujeitas à erosão.3 Todos os gasodutos instalados em leitos de rios e canais navegáveis devem ter uma cobertura mínima de 1200 mm nos solos comuns e 600 mm em rocha consolidada.8.3 a 8. no mínimo. instalação de material separador ou colocação de suportes. túneis de metrô e outros.1 O afastamento de segurança. para assentamento de gasodutos em vias públicas.1. são necessárias proteções adicionais para o gasoduto. 9. 10 Requisitos devidos à proximidade de linhas elétricas Quando a diretriz do gasoduto acompanhar a diretriz de uma linha de transmissão elétrica. a cobertura mínima. 9 Afastamentos 9. conforme 6. . nas vias de maior largura. c) executar estudo em conjunto com a companhia de energia elétrica.6 e 8.2.verificar a necessidade de instalar aparelhos de drenagem de corrente de fuga. devem ser cumpridas as exigências de cobertura mínima previstas em 11. tais como encamisamento. 1 2 3e4 Sob valas de drenagem em rodovias e ferrovias (A) 750 900 900 900 600 A escavação em rocha caracteriza-se pela utilização de explosivo ou martelete pneumático. devem manter o maior afastamento possível do alinhamento das habitações. 9.6 a 11. exceto nos casos previstos em 8. independentemente das suas características de .4 Em rios e canais sujeitos à dragagem. quando assentados sob as pistas de rolamento das vias públicas.1 e 8. 8. 8.4. deve-se compatibilizar o projeto dos gasodutos com o plano diretor da área.2 Gasodutos de distribuição devem ser enterrados com coberturas iguais ou superiores a 600 mm. comunicações e outros. 9. deve levar em consideração a máxima pressão de operação e o diâmetro.3 Em se tratando de implantação de gasodutos em áreas urbanas ou em projetos novos de urbanização. o gasoduto deve receber proteção mecânica. ruas e ferrovias. se estas forem aéreas. 9. deve ser previsto afastamento compatível com as características das linhas de transmissão. o projeto deve assumir o compromisso entre a profundidade e a proteção mecânica do gasoduto.os possíveis efeitos adversos decorrentes da ação das correntes induzidas sobre os sistemas de proteção catódica. o assentamento do gasoduto deve se dar de forma a manter o maior afastamento das instalações.1 e 9. 8.a possibilidade de as correntes induzidas perfurarem o revestimento do gasoduto. 8. tendo em vista o prescrito em 9. devem ser adotados os seguintes procedimentos: a) utilizar conexões nos sistemas de purga que conduzam o gás para longe das linhas elétricas. e o crescimento previsto para a área. preferencialmente.3 a 8. ao longo do caminhamento do gasoduto.6 Onde as cargas externas forem elevadas. Tabela 7 . . .4 Devem existir.7 Quando da existência de linhas de alta-tensão aéreas.2 Os gasodutos a serem implantados em áreas urbanas. Quando tal afastamento não puder ser conseguido.8.1. deve ser de 2000 mm.4.8. exceto nas condições previstas em 8. principalmente quando o gasoduto for enterrado em solo úmido ou com o lençol freático em nível alto.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 15 8 Profundidade de enterramento 8. metade da capacidade da linha de transmissão.7.a necessidade de proteção do pessoal de construção e operação contra as correntes induzidas no gasoduto.1 Gasodutos de transmissão devem ser enterrados em profundidades de acordo com a Tabela 7. 9.

os seguintes casos: a) dutos de grande diâmetro (24" e maiores).1. c) utilização de tubos com maior espessura de parede nos trechos mais críticos. bem como de outras obras necessárias à execução do cruzamento ou travessia. h) observância das normas e disposições do órgão de proteção ambiental. primordialmente. para melhor definição do ponto de cruzamento ou travessia. evitando-se pontos de inflexão muito próximos das margens. selecionar um trecho em que a ferrovia ou rodovia esteja em ponto de transição entre corte e aterro. 11.5 Além das recomendações anteriores. montagem e manutenção. Sua aplicação deve ser feita levando-se em consideração os requisitos dos Capítulos 8 e 9. na medida das possibilidades locais.3 Merecem também atenção. de modo a obter o menor comprimento possível. Este Capítulo destina-se.1.2.6 Especialmente para as travessias. preferencialmente. c) procurar um ponto onde o cruzamento possa ser executado a céu aberto. 11. devem ser observados os seguintes pontos: função da classe de locação da região atravessada pelo gasoduto.2. devem ser realizados estudos econômicos. viadutos e outras obras de arte) para o caso de travessias. Não sendo possível atender a essa recomendação.5 O projeto de travessias de cursos d’água navegáveis requer estudos específicos e consulta à autoridade competente. os seguintes aspectos: a) o eixo do cruzamento ou travessia deve ser perpendicular ao eixo da interferência. sem interferir com o ponto de aterramento.1 Geral 11. 11. evitando-se movimento de terra e curvas verticais desnecessárias. .2. o fator de projeto é determinado em a) as curvas de entrada e saída devem ter raios compatíveis com os raios de curvatura admissíveis para o duto. o duto deve.4 e 9. c) existência de projetos de ampliação. no centro do vão entre duas torres.2. c) existência de áreas não-sujeitas a alagamento e com espaço suficiente que permita a montagem e eventual armazenamento e revestimento de tubos.2 Seleção de locais para cruzamentos e travessias 11. e) no cruzamento com tubulações e outras interferências.1. c) passagem de “pig” instrumentado.2 Deve ser procurada uma locação adequada. b) facilidade de acesso para a construção. g) observância das normas e recomendações do órgão público responsável.6 Em travessias.2.7. considerando. passar perpendicular à linha. d) dragagem de áreas sujeitas à navegação. 11. 11.1. b) dutos utilizando tubos com reduzida espessura de parede. devem ser considerados os seguintes fatores: ser feitos com ou sem tubo-camisa. d) no cruzamento de linhas elétricas de transmissão. deve ser observado o seguinte: a) desvios e variantes para os trechos mais críticos. aos gasodutos de transmissão e.2 Os cruzamentos de que trata este Capítulo podem b) disponibilidade de um trecho reto e nivelado nas margens para a instalação do duto. 11. evitando-se trechos excessivamente acidentados e/ou com curvas acentuadas. e) necessidade de obras auxiliares. b) execução de serviços adicionais de movimentação de terra. b) pesquisar a possibilidade de cruzamento através de galerias ou pontilhões existentes e através do aproveitamento de facilidades existentes (pontes.1 Este Capítulo estabelece critérios para projetos de cruzamentos e de travessias. deve haver um estudo específico para a fixação da cota do gasoduto. 11. f) executar sondagens geotécnicas de reconhecimento. inclusive cota de arrasamento.16 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 11 Cruzamentos e travessias 11.1 A seleção dos locais de cruzamentos e travessias deve levar em conta as limitações impostas pelo curvamento dos tubos. atendendo à orientação de 9. 11. 11.4 O projeto de cruzamentos de rodovias e ferrovias requer estudos específicos e consulta à autoridade competente. comparando as seguintes alternativas: a) quando for prevista a utilização de tubo-camisa. na locação dos cruzamentos e travessias.4 Na aproximação do cruzamento ou travessia. 11.2.1. f) possibilidade de danos e indenização a terceiros. 11. principalmente. aos gasodutos de distribuição.1.3 Os cruzamentos devem preferencialmente ser pro- jetados sem tubo-camisa sempre que haja a possibilidade de manutenção do gasoduto com escavação a céu aberto.

4. 11.Espessuras mínimas para uso em tubos-camisa em cruzamento ferroviário Diâmetro nominal do tubo-camisa pol. quando o gasoduto ou tubo-camisa for instalado pelo método de perfuração.5 cruzamentos e travessias. 0.10 Os tubos-camisa devem possuir acessórios que os isolem.219 0.7 14. em cruzamentos rodoviários e ferroviários.4.1.9 12. navegabilidade.6. durante a construção.4. 11.8 Em ambos os tipos de cruzamentos de 11.7 9.9 17.11 Os tubos-camisa não podem transferir carga externa para o gasoduto.4.4. 11. Para o cálculo de Sce.1 9.6 e 11. . por si só.3 Quando se fizer necessária.4. Geralmente. 11.1 O dimensionamento dos dutos.8 5. Sce.250 0. d) informações sobre o regime do rio. nos trechos de 11.7 A distância mínima entre o nível da base dos trilhos e o topo do gasoduto ou do tubo-camisa deve ser de 1. do gasoduto.1. Até 12 De 14 a 24 De 26 a 36 De 38 a 48 De 50 a 64 mm Até 300 De 350 a 600 De 650 a 914 De 965 a 1219 De 1270 a 1626 Espessura mínima pol. a distância mínima deve ser de 1. nesses casos.1.4. Tabela 8 .312 0.5 10. eletricamente.469 0.6 A distância mínima entre a superfície da rodovia e o topo do gasoduto ou do tubo-camisa deve ser de 1.3 11. f) a travessia aérea não é recomendável.281 0.Espessuras mínimas para uso em tubos-camisa em cruzamento rodoviário Diâmetro nominal do tubo-camisa pol.1.20 m.4.4 Nos cruzamentos e travessias sem tubo-camisa.4.1 Dimensionamento e proteção mecânica 11. são apresentadas nas Tabelas 8 e 9.00 m. 11.3 15. conformação e permanência do leito e das margens. atuante na parede do duto condutor.1 11.406 0. dragagem e represamento. levando-se em conta os esforços adicionais necessários à sua execução ou devidos a cargas externas. 11.4. Tabela 9 .6 6.8 5.9 Os tubos-camisa podem ser feitos a partir de tu- bos de aço-carbono.375 0.1.4. 11.80 m.188 0.1. os dutos ficam submetidos a esforços que podem determinar o aumento da espessura requerida de parede calculada para a pressão interna.40 m. quanto às cargas externas.6 7. 11.4 Condições específicas 11.344 0. c) verificação da existência de batimetria e sondagens.5 a carga de terra e a sobrecarga de tráfego devem sempre ser consideradas para o cálculo da tensão de flexão transversal.1.4 7. A solução usando placas de concreto instaladas entre o duto e a superfície do solo pode ser adotada para os casos onde a altura de cobertura.0 4. deve obedecer ao disposto no Capítulo 12.1. o qual deve ter sua espessura verificada para atender a esta condição. ver 22.219 0.688 mm 4. Estas espessuras foram calculadas considerando tubos de aço de qualidade comercial e admitindo uma deflexão diametral máxima de 3%.4.375 mm 4.4.5 A sobrecarga de tráfego transmitida ao duto atra- vés do solo não necessita ser considerada em qualquer instalação com profundidade de enterramento superior a 3. justificando-se apenas no caso de leitos profundos ou quando os aspectos de segurança desaconselharem outro tipo de construção. possibilidade de desvios.1. a proteção mecânica do duto.4.1.9 8.438 0. e) escolha de pontos onde o desvio do curso d’água seja possível. 0. 11. Até 10 12 a 16 18 20 22 24 26 28 a 30 32 34 a 36 38 a 44 46 a 50 52 a 56 60 a 64 mm Até 250 300 a 400 450 500 550 600 650 700 a 762 813 864 a 914 965 a 1118 1168 a 1270 1321 a 1422 1524 a 1626 Espessura mínima pol.500 0.625 0.1 7. inclusive tubos refugados de fábrica por não-conformidade dimensional que não comprometam a sua utilização para este fim.156 0. 11. for insuficiente para a proteção do duto.2 O dimensionamento do tubo-camisa deve ser fei- to de acordo com o disposto no Capítulo 12.1.1. 11. 11.562 0.1.7. deve ser feita com jaqueta de concreto com espessura mínima de 38 mm e fck > 15 MPa.281 0. transporte de sedimentos.188 0. novos ou usados.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 17 a) a travessia de rios deve ter margens bem definidas e que requeiram o mínimo de movimentação de terra e de serviços de recomposição. b) natureza.1.12 As espessuras mínimas de parede para os tu- bos-camisa.4.3 Sinalização dos cruzamentos e travessias Todos os cruzamentos e travessias devem ser sinalizados de acordo com o Capítulo 13.

11.1 São consideradas aceitáveis quaisquer das 11. (índice de plasticidade . segundo os critérios do Capítulo 7. d) razão FS igual ou superior a 1. D . bem graduado.1 Para carga de terra ser.3 São consideradas cargas externas de impacto as transmitidas às estruturas enterradas pelo impacto direto de ferramentas manuais e lâminas de equipamentos de escavação.2.4.4.(kg/m3) 11.4.2.9 Para a solução de vala com reaterro.4 A proteção mecânica dos gasodutos deve ser feita dentro dos critérios descritos em 12.(kg/m) Pl = massa do lastro . 12.4.2 Lastreamento 11. justificando-se apenas onde os aspectos de segurança aconselharem sua aplicação. a proteção contra a carga de terra deve ser garantida por um adequado dimensionamento da parede do gasoduto. deve ser verificada a concentração de esforços no duto nos pontos de aplicação do bloco. Tabela 10 .3 A massa específica do concreto de lastro deve 12 Proteção de tubulações enterradas quanto a cargas externas 12. apresentando alguma coesão. O fator FS deve satisfazer à seguinte condição: FS = (P/E) > 1.1 Sendo: P = Pt + Pl + H .2. para a proteção mecânica do gasoduto. as seguintes recomendações devem ser observadas: a) cobertura mínima de 1 m a partir da geratriz superior do duto.5 Para dutos submersos em cursos d’água.2. 11.4.2 Para cargas de terra e tráfego considerada.18 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 11. = massa específica do solo submerso (reaterro) .2.preferencialmente pelo dimensionamento da parede do próprio gasoduto.7 A solução de lastreamento utilizando-se o rea- soluções da Tabela 10.4. .1 Este Capítulo trata da proteção mecânica do gasoduto quanto a cargas externas.4 A massa específica do meio de imersão deve ser Ao longo do gasoduto.2 São consideradas cargas externas de terra e tráfego as transmitidas às estruturas enterradas pelo peso de terra e pelo peso e choque dos veículos rodoviários e ferroviários que trafegam na superfície.2. Gm Onde: Pt = massa do duto .6% e limite de liquidez (LL) inferiores a 30%).1 a 12. a proteção deve ser feita: . tanto de terra e tráfego quanto de impacto de ferramentas de escavação. no mínimo.4.4.2 A estabilidade do duto. 11.2. E = (π .4. 11. Nestes casos. Gsub.6 O uso de blocos de lastro não é recomendável. D2 /4) .5. Neste caso. 11.(m) D = diâmetro externo do duto (ou da jaqueta) .Soluções aceitáveis para lastreamento Travessia Áreas de rios e permanencanais temente Tipo de lasinundadas treamento Jaqueta de concreto Bloco de lastro Ancoragem Vala com reaterro X X Local de aplicação Áreas eventualmente Brejos Manguezais inundadas X X X X X X X X X X terro da vala somente deve ser aplicada nos locais onde haja certeza da permanência natural do material de cobertura durante a vida da instalação e onde haja a certeza de que atividades de terceiros não venham a retirar material de cobertura. normalmente a espessura selecionada. igual a 1030 kg/m3 (água).4. b) massa específica do solo submerso (reaterro) igual ou superior a 900 kg/m3.(m) Gsub. que é definido pela razão entre o peso P do conjunto duto + lastro + reaterro e a força E de empuxo do meio de imersão. c) solo de reaterro granular grosso.(kg/m3) Gm = massa específica do meio de imersão .4.(kg/m) H = altura de cobertura .4.2.2. devem ser seguidas as seguintes orientações: a) para locais onde esteja prevista a manutenção do gasoduto com interrupção (mesmo que parcial) do tráfego. 12. 12. 11. é suficiente para a proteção contra a carga de terra. 12.4. quanto à flutuação. 12. deve ser verificada a estabilidade do conjunto em relação à força vertical ascendente provocada pela velocidade de corrente de fundo.4. sem ser muito plástico. no mínimo. para possibilitar a escavação a céu aberto.3. de modo a aceitar ligeira compactação. é garantida pelo fator FS. igual a 2240 kg/m3.8 O lastreamento por reaterro da vala não deve ser usado onde haja curso d’água ou submersão permanente do solo.

14 Controle e limitação das pressões 14. a companhia operadora é levada a limitar a máxima pressão de operação a valores inferiores aos originalmente estabelecidos no projeto. a MPO não pode exceder: a) a pressão que possa provocar operação insegura de qualquer equipamento de queima à baixa pressão acoplado ao sistema. A máxima pressão de operação destes gasodutos define a sua pressão de ensaio. junto à fonte de alimentação. 14.6 Um fator a ser considerado.3. c) modificação na classe de locação do gasoduto. não pode exceder a pressão de projeto do elemento mais fraco do sistema.3 Para cargas de impacto de operar.1 A máxima pressão de operação (MPO). ou b) uma pressão de 14 kPa (0. Entre os casos mais comuns para esta situação. a proteção tem de ser feita com a instalação de tubo-camisa ou com a construção de obras de arte.2.2 Em certas situações. Deve ser verificada a capacidade do conjunto duto-jaqueta de suportar as pressões laterais do solo.6 Em áreas urbanas.2 Transmissão de gases 14.1 Máxima pressão de operação 14. 12. citam-se: a) gasodutos em estado avançado de corrosão ou com outros defeitos que comprometam sua resistência. 12.pelo em prego de laje de concreto enterrada pr ó ximo ao topo do duto. portanto.1. requisitos especiais de soldagem.6. .5 Nas faixas de domínio dos gasodutos.2.3. 14.1. além de uma boa escolha deste material.3 Nas faixas de domínio dos gasodutos.1.1.14 kgf/cm2).2 Distribuição em baixa pressão Em sistemas de distribuição de gases em baixa pressão. 13.1 Geral 14. b) a máxima pressão a que o sistema pode ser submetido. fora das condições de projeto. 14.4. 14.2. baseado na sua história de operação e manutenção. limitação da razão entre tensões de escoamento e ruptura. sendo por definição a maior pressão na qual um sistema de gás po- . devem ser instaladas placas de advertência. devem ser sinalizadas por placas.1 Este Capítulo se refere à sinalização de gasodutos de transmissão. baixando sua magnitude. espaçados de modo que fiquem intervisíveis.2 Quando for verificada a possibilidade de ocorrên- A proteção recomendada neste caso é a laje de concreto ou a jaqueta de concreto mencionadas em 12. b) gasodutos que tenham operado por longo tempo (anos). deve ser equipado com um dispositivo de controle de pressão. e.1.1 Distribuição em alta pressão 13 Sinalização 13. cia de fratura frágil. conseqüentemente.1 Gasodutos para transmissão de gases devem ser dimensionados de acordo com o Capítulo 7. alimentado por uma fonte que possa operar em pressão superior à máxima pressão de operação (MPO) do sistema em questão. e dispositivos de proteção contra sobrepressão devem ser instalados. 13.7 As instalações aéreas. é a realização de uma boa compactação do solo de reaterro. às redes de distribuição de gás canalizado.pelo emprego de jaqueta de concreto. ao longo dos gasodutos. 14. o novo valor da MPO deve ser estabelecido. ver 22. 13. os marcos delimitadores das faixas devem ser instalados nos limites destas. Neste caso.1.2-a). 14.3 Distribuição de gases 14. Em sistemas de distribuição de gases em alta pressão. aproveitando toda a sua capacidade de distribuir as pressões laterais do solo envoltório.1. estas providências visam a assegurar um melhor trabalho mecânico do tubo. na eventualidade de um vazamento. devem ser instalados marcos indicadores de distância. distribuindo-a uniformemente por uma área maior e.1. dimensionada para as cargas envolvidas. devem ser exigidas prescrições adicionais de ensaios de tenacidade ao impacto.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 19 . cuja função é reduzir a influência da carga de tráfego. 13. especificado para ajustar a pressão para as condições de operação nas quais o sistema possa ser operado. a cada quilômetro. 12. não se aplicando. a MPO não pode exceder: a) a pressão de projeto do elemento mais fraco do sistema. limitação de dureza.1. 13. conforme 29.5 Para o cálculo das tensões provocadas pelas cargas externas de terra e tráfego. devem ser usadas fitas de aviso sobre a geratriz do gasoduto.4. dimensionada para as cargas envolvidas. b) para locais onde não haja possibilidade de interrupção de tráfego e conseqüentemente de escavação a céu aberto. 13.1. entre as medidas adotadas para proteção mecânica. junto aos cruzamentos com estradas e nas travessias de cursos d’água.2 Controle de pressão Todo sistema de escoamento de gases.2 As faixas e áreas de domínio dos gasodutos devem ser identificadas e sinalizadas com placas e marcos.1.4 Nas faixas de domínio dos gasodutos.

d) válvula controladora em série com ativa.3.1. resistente às impurezas.1. a 50% ou menos da pressão regulada quando há fluxo. cuja máxima pressão de operação seja menor que 14 kPa (0. não necessitam ser dotados de dispositivos de segurança adicional.2 Consumidores alimentados por sistemas de dis- tribuição. 14.3. quando uma falha do dispositivo de controle elevar a pressão acima da MPO do sistema.3 Dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão 14.3. tipo mola.3.3.3. A Figura 2 fornece a simbologia da Figura 1. os sistemas de escoamento de gases devem ser equipados com dispositivos de limitação ou alívio de pressão. Estas estações caracterizam-se por separar dois sistemas com valores distintos de MPO.1.excesso de pressão.2 Tipos de dispositivos de proteção 14. 14. c) que o assento da válvula seja feito de material resiliente. c) válvula controladora monitora. no caso de rompimento do diafragma.3.Dispositivos requeridos nas estações de controle de pressão .3. b) válvula de segurança por bloqueio .3 Limitação de pressão 14. 14.1 Encontram-se esquematizados na Figura 1 os dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão. com diâmetro do orifício não-maior que o recomendado pelo fabricante para a máxima pressão de entrada. não necessitam de dispositivos de controle e limitação de pressão.20 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 14. cuja máxima pressão de operação esteja entre 14 kPa (0.14 kgf/cm2) e 200 kPa (2.1 Exceto nos casos mencionados em 14. d) que as tubulações que interligam o regulador não sejam maiores que 2".3 Consumidores alimentados por sistemas de dis- A seguir estão relacionados os tipos de dispositivos que podem ser utilizados para impedir a sobrepressão: a) válvula de segurança por alívio. à abrasão do gás e ao corte pelo obturador e não apresente deformação permanente quando em uso. 14. piloto ou selo líquido. f) que seja integral.1. sem tomada de pressão.1. Figura 1 .14 kgf/cm2) e cuja pressão não provoque funcionamento inseguro nos equipamentos.3. g) que.04 kgf/cm2).1 Proteção contra sobrepressões acidentais 14.2 e e) que seja capaz de manter a precisão de regulagem em condições normais de operação e de limitar o aumento da pressão em condições de fluxo zero. Nota: Exemplos de aplicação dos dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão estão apresentados no Anexo E. seja levado a fechar.3.3. b) que seja de passagem única. tribuição. caso a pressão de utilização do gás no consumidor seja controlada por regulador com as seguintes características: a) que seja capaz de reduzir a pressão para os valores recomendados para os equipamentos do consumidor.

A pressão de ajuste da controladora a montante deve ser inferior à MPO a jusante Figura 2 . É dimensionada para a condição de falha aberta da controladora Válvula de controle em série .Controla a pressão em dois estágios.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 21 Válvula de controle .Alivia o gás na ocorrência de falha da controladora. limitando a pressão a jusante da controladora Válvula de controle monitora .Controla a pressão a jusante Válvula de bloqueio automático .Bloqueia o fluxo de gás.Simbologia . na ocorrência de falha Válvula de segurança .Controla a pressão a jusante da controladora ativa.

2.2.3 Capacidade requerida aos dispositivos de alívio e limitação de pressão 14. O projeto e instalação devem considerar que a falha de um tubo de instrumentação não provoque sobrepressão nas instalações a jusante. situadas a 3 m ou mais do nível do chão.3. 15 Estações de compressão 15.4.1. retornar a válvula para a posição aberta.4. deve ter suficiente capacidade para: Os prédios de compressores devem possuir saídas de ar na parte superior (lanternim) para evitar o aprisionamento de gás. 15.2 Cuidados especiais em instalações de alívio 14. Métodos aceitáveis para operação do bloqueio de válvulas de alívio são descritos a seguir: a) travar a válvula de bloqueio na posição aberta. Os trincos das portas devem ser facilmente abertos pelo interior. 14.1 Cada dispositivo de proteção. Uma passarela exclusiva para um equipamento não requer duas saídas. em local seguro. a valores que não provoquem opera çã o irregular dos equipam entos de queima conectados à rede.1 As chaminés de válvulas de alívio. deve-se considerar as limitações de transferência do gás entre as estações. O prédio da estação de compressores deve ser executado em conformidade com a NBR 6118. b) limitar a pressão.3 Saídas 15. escadas-de-mão fixas. A estação deve ter ventilação suficiente para que . lo- calizadas de modo a permitir fácil acesso. tubos e cone- xões localizados entre o gasoduto a ser protegido e o dispositivo de alívio. Eles devem ser protegidos contra queda de objetos. 15.2 Construção outras saídas de dispositivos de alívio devem ser localizadas onde o gás possa ser descartado para a atmosfera. b) instalar duas válvulas de bloqueio do alívio.1.3 As saídas devem ter portas desobstruídas.4. em sistemas de distribuição de gás em baixa pressão. 14. sem chaves.3 Devem ser tomadas precauções objetivando im- Todos os prédios da estação de compressores.2.3.3. as chaminés e suspiros devem ser protegidos contra entrada de água de chuva. a capacidade do sistema de alívio destas estações deve considerar as capacidades de alívio das demais estações. com espaço suficiente em torno do prédio para permitir a livre movimentação do equipamento de combate a incêndio.4 Considerações sobre o projeto de estação de controle e limitação de pressão 14.2 Quando um gasoduto for alimentado por mais de forma a evitar condições de pressão perigosas para as instalações conectadas a jusante destas estações. 14.4. devem ser construídos com materiais não-combustíveis ou limitadamente combustíveis.3.1.3.1 Geral 14.2 A distância máxima de qualquer ponto de um lo- cal de operação a uma saída não pode exceder 23 m. Permitir o fechamento da válvula de bloqueio do alívio com a anuência e assistência do pessoal de operação. 14. 15. assim como a tubulação de purga. que abriguem tubulações de DN > 2" ou equipamentos que trabalham com gás (exceto aqueles para fins domésticos). 14. deve ser executado de forma a propiciar o bom funcionamento do dispositivo de alívio. As portas localizadas em paredes exteriores devem abrir para fora.4. medida ao longo da linha de centro de acesso.1. ou A localização do prédio de compressores deve levar em consideração a existência de construções adjacentes.1. escavações indevidas ou outras causas de dano. na ocorrência de acidentes. Tais saídas podem ser escadas. No cálculo desta capacidade. suspiros. tais como explosão em estações subterrâneas ou choque de veículos. etc.4.1.1 No mínimo duas saídas devem ser previstas para pedir o fechamento indevido de válvulas de bloqueio que tornem o sistema de alívio inoperante. passarelas ou plataformas. e devem propiciar passagem para local seguro.2 O dimensionamento de aberturas.1.1 Localização válvulas.1 Projeto 15. também.4. mantendo uma distância dessas construções para evitar que um incêndio nestas construções atinja a estação e. 14. objetivando a continuidade operacional dos dispositivos de segurança e proteção.1 As estações devem ser projetadas e instaladas de a) limitar a pressão no valor da máxima pressão de operação admissível (MPOA) acrescida de 10% ou no valor que provocar uma tensão circunferencial de 75% da tensão mínima de escoamento especificada do material do tubo. Esta recomendação se faz necessária quando há modificação na classe de pressão das instalações a montante em relação a jusante.1. com intertravamento mecânico entre elas. o que for menor. Tão logo quanto possível.2 O projeto deve impedir falhas na operação de uma estação de controle ou compressão. 14. 15.3.4.1.3 Cuidado especial deve ser dedicado aos tubos de instrumentação. ou combinação de cada patamar de operação. Onde necessário.22 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 14.2 Adicionalmente aos dispositivos requeridos na Fi- gura 1.4 Ventilação dispositivos.4.3. eventualmente recomenda-se instalar válvula de alívio parcial dimensionada para a condição de vazamento da controladora quando esta estiver fechada.1.4. 15. de forma a sempre manter uma em operação e outra em reserva.4. 14. em paralelo.

1. numa emergência.1 Devem ser previstos dispositivos de retirada de lí- Qualquer área cercada que possa impedir a fuga de pessoas dos arredores da estação de compressão.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 23 os empregados não corram perigo em condições normais de operação (ou algumas condições anormais.5.40. deve ter. como uma junta danificada. Os portões devem ser localizados de modo a permitir fuga para local seguro. instalados em estações de compressão de gás. nos casos onde houver possibilidade de acúmulo de líquido na linha de sucção de cada estágio (ou de cada unidade.2. b) quando bolsões (slugs) de líquido puderem ser carreados ao compressor. devem constar dados do equipamento.1.2 Os dispositivos para remoção de líquido devem satisfazer às seguintes condições: a) ter dispositivo manual para drenar cada separador.4. 15.4. tais como nome do equipamento. .1. graxa e sujeira.4.1.1 Projeto quido. 15. e. no mínimo. sem auxílio de chaves). e aliviar o gás bloqueado.4. adicionalmente. prever dispositivo para drenagem do separador e. 15. 15. exceto: .4.2 Instalações elétricas Todos os equipamentos elétricos e cabos.1.1.1 Geral 15. caso em que devem ser projetados com fator de projeto 0.4. bum dos quais atendendo aos seguintes requisitos: Cada equipamento da unidade compressora deve possuir uma placa de identificação. c) possibilitar o desligamento de todos os equipamentos de compressão de gás e instalações a gás e elétricas nas vizinhanças dos coletores de gás e da estação de compressão. 15. dois lugares. em salas. Cada compressor deve ser projetado para operar.4.circuitos el é tricos necess á rios à prote çã o de equipamentos.5 Áreas cercadas inclua a verificação do funcionamento de todos os equipamentos de proteção.4. desde que localizados a menos de 60 m de qualquer estação de compressores. b) a tubulação de alívio deve descarregar em local que não gere risco à estação de compressão e adjacências. exceto aqueles construídos de tubos e componentes de tubulação sem soldagem interna.4 Equipamentos da estação de compressão 15. c) ser constru í dos de acordo com o A N S I/A S M E .4. Da placa de identificação. em serviço contínuo. S eção VIII. no mínimo. dois portões. dis.5 Equipamentos para desligamento de emergência 15. 15. 15. Caso bombas de incêndio façam parte dos equipamentos.2 Equipamentos de remoção de líquido 15.). deve ser previsto isolamento térmico das partes quentes do compressor. etc.2. sua operação não deve ser afetada pelo sistema de desligamento automático de emergência da estação. devem atender aos requisitos da NBR 5418.3 Controle de corrosão Medidas a fim de proteger a tubulação da estação de compressão devem ser tomadas de acordo com o Capítulo 30. devido ao acúmulo em concentrações perigosas de vapores ou gases inflamáveis ou tóxicos. 15. acessório e sistema auxiliar devem ser projetados para operar de modo seguro e eficiente na faixa das condições de operação. de material resistente à corrosão. até a condição máxima do acionador.positivo de parada automática do compressor ou alarme de nível alto de líquido. em toda a faixa das condições de operação.1 Cada estação de compressão deve ter um sistema de desligamento automático que atenda aos seguintes requisitos: Cada compressor.2 Placa de identificação a) possibilitar bloqueio da entrada e da saída de gás da estação.4 Supervisão de operação A supervisão de cada compressor de uma estação compressora deve ser de acordo com um procedimento que . nome do fabricante. em quantidade que possa vir a danificar o equipamento. firmemente fixada em local visível e de fácil acesso.5. no caso de compressor centrífugo). 15. quando a área interna estiver ocupada. 15.3 Equipamento de combate a incêndio Toda a estação de compressão deve possuir equipamentos adequados ao combate a incêndio.3 Isolamento térmico Para proteção pessoal. devem abrir para fora e permanecer destrancados (ou ser facilmente abertos do interior. poços ou qualquer outro ambiente fechado.circuitos elétricos que alimentam as luzes de emergência necessárias à evacuação do pessoal da estação e a vizinhança dos coletores de gás. potência e rotação.1 Compressores 15. d) possibilitar operação de. 15. número de série e qualquer outra informação necessária a uma correta operação e manutenção. Este isolamento deve ser coberto com uma proteção resistente a óleo.

15. 15.2-a).2 e 29.6.8 Tubulações na estação de compressão 15. 15.ser localizado a menos de 150 m dos limites da estação.6. neste caso. de modo seguro.4 Devem ser tomados cuidados.5.8.6. 15.8. ou próximo à saída de emergência.3 Ensaios de pressão na linha de descarga de cada compressor de deslocamento positivo.2 Uma válvula de alívio de pressão deve ser instalada Todas as tubulações de gás em estações de compressão devem ser instaladas segundo as prescrições previstas nesta Norma. b) alívio e bloqueio. exceto quando. entre o compressor e a primeira válvula de bloqueio.1. com sensibilidade e capacidade para garantir que a pressão na tubulação e nos demais equipamentos não exceda em mais de 10% a máxima pressão de operação admissível. 15.1. conectadas às tubulações de gás citadas em 15. Cada um dos sistemas deve atuar de modo a iniciar o desligamento de emergência conforme requisitos de 15. de acordo com 29. caso esta estação seja cercada. na linha principal.3 As instalações de regulagem do sistema de gás combustível.1 Especificação Cada unidade compressora de uma estação de compressão deve ter um sistema individual de desligamento de emergência. 15. para uma estação de compressão.6 Dispositivos de alívio de pressão 15.3. o compressor a uma parada total no menor intervalo de tempo possível. que opere com injeção de gás combustível sob pressão.7.1. devido às condições de operação. deve ser odorizado de acordo com o descrito no Capítulo 32.7. adequadamente locado.8.1 Devem ser instalados dispositivos de alívio de pres- Todas as tubulações de gás da estação de compressão. hidráulico ou pneumático das instalações de desligamento normal devem permanecer em operação. for impraticável a execução de ensaios.24 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 .1. devem ser de aço e projetadas de acordo com o Capítulo 7. ao iniciar-se o desligamento de uma unidade. A capacidade de alívio deve ser igual ou superior à capacidade do compressor. controle e tomada de amostra. caso contrário. caso esta estação não seja cercada. o sistema de desligamento de emergência deve ser projetado de forma que não cause nenhuma parada não-programada na distribuição de gás. 15. Os circuitos elétrico.5.1 Todo acionador de compressor. que leve. de modo a evitar que gás entre nos cilindros da máquina e atue no sentido de movimentar partes enquanto a máquina estiver em manutenção. 15. devido à explosão ou fogo.5 Todo gás utilizado para fins domésticos numa estação de compressão deve possuir odor suficiente para servir de alerta em caso de escapamento. o desligamento possa ser limitado a: a) desligamento de todos os compressores e instalações elétricas e a gás internas à estação.5.8.5. Toda área de compressores em estações de compressão deve ter sistemas de detecção de fogo e gases.ser de fácil acesso e visibilidade. c) desligamento de todas as instalações elétricas e a gás nas vizinhanças dos coletores de gás. .3 O projeto e a construção da estação de compressão devem ser tais que seja minimizado o risco de dano a qualquer equipamento do sistema de desligamento de emergência.1 Tubulações de gás 15.3 Desligamento individual de emergência 15.2-b). 15. os tubos devem ter sido pré-ensaiados.6.1. 15. . deve ser equipado de modo que a parada da máquina corte automaticamente o combustível e purgue o gás do coletor de distribuição. 15. . exceto as de instrumentação.2 Cada turbina a gás da estação deve ser equipada de modo que.5. deve ser prevista instalação de dispositivo de alívio na tubulação.7. 15.1.7.5.2 Caso a estação de compressão abasteça diretamente um sistema de distribuição sem outra fonte de suprimento. devem possuir dispositivo limitador de pressão regulado de modo a limitar a pressão a um excedente máximo de 25% da pressão de operação ou a um excedente máximo de 10% da máxima pressão de operação.2 Sistema de detecção de fogo e gases alívio do compressor não evitem sobrepressão na tubulação. exceto quando forem executadas pequenas alterações na estação e. como descrito em 15.ser próximo aos portões de saída da estação.1. 15. de todas as tubulações de gás conectadas aos compressores citados em 15.2 Instalação são.7.7 Controle de gás combustível 15.5. no entender do operador. haja o imediato corte do combustível desta unidade. 15.1. Caso as válvulas de Todas as tubulações de gás de uma estação de compressão devem ser ensaiadas após sua instalação. .3 As linhas de alívio devem ser dimensionadas de forma a não prejudicarem o funcionamento das válvulas de alívio e devem conduzir o gás para local seguro.ser externo à área de gás da estação.

2 A pressão do ar de partida. 15.2 Tubulações de ar 15.8.4 Tubulações de água 16 Reservatórios tubulares e cilíndricos 16.2 Toda máquina a gás da estação de compressão deve ter a carcaça equipada com abertura à prova de explosão ou com ventilação adequada. 15.2 Reservatórios cilíndricos Os reservatórios cilíndricos devem ser instalados em terreno próprio ou de uso e controle exclusivos da companhia operadora.9 Equipamentos de segurança adicionais 15. devem ser construídos e equipados de acordo com o ANSI/ASME.3.8. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.1 Locação dos reservatórios Todas tubulações de água.7 Tubulações de processo Todas tubulações de processo.8.9. 15.9.2.1 Todo compressor de gás de uma estação de compressão deve possuir sistema de desligamento ou alarme. que atue caso haja falha de refrigeração ou lubrificação do equipamento.3.8.3 Uma válvula de retenção deve ser instalada na linha de ar de partida. pelo fabricante. deve ter furos em cada compartimento.8.9. numa falha. 15.2.2. internas à estação de compressão. o volume estocado e tor síncrono ou de indução elétrica. 15. deve ter um dispositivo automático que desligue o equipamento antes que a velocidade do acionador ou do acionado exceda a velocidade máxima estabelecida.8.8. 15. Todas as tubulações importantes de gás devem ser identificadas de acordo com suas funções. Os reservatórios devem ser instalados em áreas cercadas para evitar o acesso de pessoas não-autorizadas. As instruções do fabricante podem ser utilizadas como guia para determinar esses fatores. internas à estação de compressão. internas à estação de compressão. Todas tubulações de óleo lubrificante.3. .1 Todas as tubulações de ar das estações de compressão devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.1 Reservatórios tubulares em áreas de uso e controle não-exclusivo da companhia operadora Um reservatório tubular para instalação em ruas. de modo a não permitir retorno de ar do motor às tubulações. o compressor seja desligado com segurança. numa estação de compressão. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.3 Todo compressor centrífugo de gás numa esta- tações de compressão.9. 15.5 Tubulações de vapor Todas tubulações de vapor.1.3.2 Todo compressor de gás de uma estação de com- pressão deve possuir um dispositivo que impeça que a temperatura do gás de descarga exceda a máxima temperatura de projeto do compressor e tubulações conectadas.3 Tubulações de óleo lubrificante ção de compressão deve possuir um selo de óleo de emergência que permita que.3 Reservat ó rios tubulares e cil í ndricos em propriedade de uso e controle exclusivos da companhia operadora 16.1 Geral 15. nos limites da segurança. Seção VIII. 15. 15.9.3. montado e ensaiado de acordo com os requisitos desta Norma. internas à esta ção de compressão. 15.3. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.1 Todo acionador de compressor.2 Equipamentos adicionais de prote çã o para compressores de gás 15.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 25 15.2.8. estradas ou áreas pertencentes (mas não de uso e controle exclusivo) à companhia operadora deve ser projetado.2.8. 16. Deve ser levada em conta a possibilidade de ser necessário dar partida em mais de um compressor num curto intervalo de tempo. 15.2. 15.1.9. do selo normal. É recomendado que o equipamento de resfriamento. 15.8. próximo de cada máquina. 15.4 Identificação de válvulas e tubulações 15. diferente de mo- Todas as válvulas de emergência e os controles de emergência devem ser identificados.2.6 Tubulações hidráulicas Todas tubulações hidráulicas.4 Vasos ou garrafas de estocagem. internas à estação de compressão.3. aplicáveis a uma tubulação instalada no mesmo local e sujeito à mesma máxima pressão de operação. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31. 16.1.1. Outra válvula deve ser localizada na linha de ar principal próximo à saída de ar dos vasos. remoção de líquido e remoção de óleo seja instalado entre o compressor de ar de partida e os vasos.3 Todo abafador do sistema de escapamento da as dimensões da tubulação de conexão ao compressor devem ser apropriados a imprimir na máquina o número de rotações necessárias à purga de todo o combustível do cilindro de potência e escapamento da máquina.9. para uso em es- máquina a gás.8. de modo a evitar qualquer acúmulo de gás.9. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.

para um tubo instalado em um local classificado na mesma classe de locação do reservatório.2. 17. continuidade operacional. c) não pode ser feita solda em reservatórios cilíndricos que já tenham sofrido tratamento térmico e alívio de tensões. vários aspectos devem ser considerados. a que for menor.60 0.40 30 m ou mais 0. em mm P = máxima pressão de operação admissível.3. 3.1 Um reservatório tubular ou cilíndrico.1. desde que atenda às seguintes limitações: a) reservatórios cilíndricos construídos de aço-liga devem atender aos requisitos de composição química e de resistência dos vários graus de aços segundo ASTM A-372. em mm D = diâmetro externo do reservatório. deve ser projetado adotando-se os fatores de projeto selecionados de acordo com a classe de locação correspondente e a distância mínima entre os reservatórios e a cerca.2 A distância mínima entre os reservatórios e os limites da cerca deve ser de 8 m.72 0.2 Projeto. 16.D. nos casos em que a pressão de ensaio produza uma tensão circunferencial superior ou igual a 80% da tensão mínima de escoamento especificada (Sy) do tubo. 16. com capacidade de alívio adequada para limitar a pressão nas linhas de enchimento e.5.2 Nenhum gás contendo mais do que 2. ou ambos.1 Espaçamento entre válvulas 17.1.40 16.1.1.2 A distância máxima para o espaçamento entre válvulas deve estar de acordo com a Tabela 12.4 Reservatórios tubulares e cilíndricos devem ser 16.F 7 x 103 gás sulfídrico. Cuidadosa inspeção no cilindro deve ser feita quando da instalação. d) cada cilindro deve ser ensaiado hidrostaticamente na fábrica.3. instalação e ensaio 16. quando a máxima pressão de operação for inferior a 7000 kPa (71.3. usando-se processo de soldagem termicamente localizado.3 O afastamento mínimo entre reservatórios deve reservatórios contra corrosão externa.5 kgf/cm2) acima da máxima pressão de operação.72 0.1 Gasodutos de transmissão 17. não necessitando ser reensaiado hidrostaticamente quando da instalação. 16.3 Precauções devem ser tomadas para impedir a formação ou acumulação de líquidos nos reservatórios.3.2. 16.3. preservação do gás.26 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 16.60 0.5 Reservatórios tubulares devem ser ensaiados conforme os requisitos do Capítulo 29. Tabela 11 .2. enterrados com cobertura mínima de 60 cm.4 kgf/cm2).5 Requisitos gerais aplicáveis a reservatórios tubulares e cilíndricos 16.2. tempo de desgaseificação. a ser instalado b) em nenhum caso a relação entre a tensão mínima de escoamento especificada e a tensão de ruptura pode exceder 0.85. a uma pressão absoluta superior a 100 kPa (1. A pressão de ensaio na fábrica não deve ser menor do que a requerida para produzir uma tensão circunferencial igual a 85% da tensão mínima de escoamento especificada do material.4 Requisitos especiais aplic á veis somente a reservatórios cilíndricos Um reservatório cilíndrico pode ser construído de um aço não-soldável em condições de campo. ou uma pressão que induza uma tensão circunferencial de 75% da tensão mínima de escoamento do material. bocais e equipamentos auxiliares.1 Devem ser tomadas medidas para proteção dos em propriedade sob uso e controle exclusivos da companhia operadora.1 Na determinação do espaçamento entre válvulas.2. 16.1. futuros desenvolvimentos urbanos da região e condições naturais adversas que coloquem em risco a segurança e operação da linha. em kPa F = fator de projeto 16.5.60 0. tais como acesso. flexibilidade operacional. usando-se ar ou gás a uma pressão de 350 kPa (3. pode ser armazenado. no reservatório. e de 30 m.72 0. quando a máxima pressão de operação for igual ou superior a 7000 kPa. 17 Válvulas intermediárias 17.P. conforme a Tabela 11.30 m 1 2 3 4 0. em 110% da pressão de projeto do reservatório. que possam causar corrosão ou interferir na operação segura dos equipamentos de armazenamento.5. exceto soldas de cabos de cobre para o sistema de proteção catódica.3.3 mg/m3 de ser determinado pela fórmula empírica: L= Onde: L = afastamento mínimo entre reservatórios.Fatores de projeto para reservatórios Fator de projeto (F) Classe de locação da propriedade Distância mínima entre os reservatórios e os limites da cerca 8 m . .4 Devem ser instaladas válvulas de alívio de acordo com os requisitos desta Norma. e) cada cilindro e bocais devem ser ensaiados contra vazamentos após a instalação.5. 16.0 kgf/cm2) a 15°C. não sendo aceitáveis danos no cilindro. desta maneira. deve ser utilizada água para o ensaio.

O equipamento e a tubulação devem ser adequadamente sustentados por suportes de metal ou alvenaria. b) em sistemas de distribuição em baixa pressão. são projetadas e construídas de acordo com as seguintes prescrições: a) as caixas são projetadas e construídas de forma a resistirem às cargas a que são submetidas. as eventuais exigências da autoridade competente. a fim de ficarem protegidas contra movimentos e/ou acomodações do terreno. b) deve ser previsto espaço interno suficiente. c) no projeto de caixas para equipamentos de regulagem.2. para possibilitar que os equipamentos tenham sua montagem.2. acima do solo. as válvulas intermediárias.1 Válvulas para gasodutos de transmissão 17.2.2. Onde a tubulação atravessar a estrutura da caixa. a tubulação ou outro componente. enterradas ou em caixas. bem como movimentos das tubulações. Na determinação do espaçamento. limitação e alívio de pressão. se não forem exigidas pela autoridade competente. etc.1. a menos que tais componentes sejam protegidos adequadamente. 17. assim como o número e tipo de consumidores que seriam afetados por uma interrupção acidental do abastecimento.1.2 Válvulas em sistemas de distribuição para uso operacional ou de emergência devem ser localizadas de forma a propiciar acesso imediato e facilitado numa condição de emergência.1.Distância máxima para o espaçamento entre válvulas Classe de locação 1 2 3 4 Espaçamento entre válvulas (km) 32 24 16 8 tomatismo deve ser definido pela companhia operadora do gasoduto.3 Facilidades devem ser previstas para a execução de desgaseificação entre duas válvulas intermediárias. Todas as válvulas devem ser convenientemente suportadas. devem ser feitas considerações sobre a pressão máxima de operação.2.2. O local da instalação de desgaseificação deve propiciar a purga do gás para a atmosfera.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 27 Tabela 12 .1 Exigências de projeto estrutural As caixas subterrâneas para válvulas. estações redutoras ou limitadoras de pressão. Caso a válvula tenha sido instalada em caixa.2 Válvulas em sistemas de distribuição de gás entrada para cada regulador de vazão ou pressão do sistema de distribuição de gás. podem ser dispensadas. devido ao fato de não poder ser comprovado que este.1. O uso do au- .2.1 Uma válvula deve ser instalada na tubulação de Nota: O espaçamento recomendado na Tabela 12 só pode ser aumentado por imposição de dificuldades reais de acesso à válvula. 17. que podem ser de cobre. 17. de forma que o risco de danificação seja minimizado. A caixa deve ser projetada de forma a não permitir a transmissão de cargas externas à linha de distribuição.2 Locação de válvulas 17. 17. a fim de evitar que os mecânicos de manutenção pisem neles quando entrarem ou saírem dela. deve se levar em conta a proteção destes equipamentos. O dimensionamento das válvulas e conexões para esta operação deve ser tal que permita a desgaseificação em condições de emergência com rapidez compatível com sua necessidade. deve ser montado dispositivo operacional de abertura e fechamento. exceção feita às tubulações de controle e medição. sendo apoiados dentro da caixa.2.2. e) as aberturas das caixas devem ser localizadas de forma a reduzir os riscos de que ferramentas ou outros objetos caiam sobre o equipamento. forneça proteção total ao gasoduto.1. as válvulas devem ser instaladas em locais acessíveis a fim de facilitar a operação em casos de emergência.1 Válvulas de bloqueio intermediárias devem ser acessíveis e protegidas contra danos e atos de vandalismo.2 Válvulas para gasodutos de distribuição 17.5 A locação de válvulas deve atender às exigências da autoridade competente. devem ser espaçadas conforme a seguinte orientação: a) em sistemas de distribuição em alta pressão. 17.2. 17. facilmente acessível ao pessoal autorizado.1. operação e manutenção adequadamente executadas. o comprimento das linhas de distribuição. 17.2.2 As válvulas intermediárias podem ser instaladas 18 Caixas subterrâneas 18. conforme ora desenvolvido.4 O uso de automatismo nas válvulas de bloqueio intermediárias não é requerido. A tubulação de controle e os componentes ativos do equipamento não devem ser instalados sob a abertura da caixa. somente o acesso à haste operacional ou ao mecanismo de abertura/fechamento necessita ser instalado. Válvulas em sistemas de distribuição. instaladas objetivando uso operacional ou de emergência. 17. de alívio. Em todas as instalações. A distância entre a válvula e o regulador deve permitir a operação da válvula durante uma emergência. de forma a evitar sua danificação em caso de acidente. d) a tubulação de entrada e a do interior de uma caixa subterrânea devem ser de aço. devem ser previstos meios para evitar a passagem de gases ou líquidos através da abertura e evitar esforços na tubulação. tal como um grande vazamento ou fogo na estação. as condições físicas locais.

as caixas devem ser ventiladas com dois dutos.1 As válvulas utilizadas para ramal devem atender às prescrições de 4. pode ser admitida uma cobertura menor. 18. de acordo com 8. c) os dutos devem estender-se a uma altura acima do solo.3.1.60 m em ruas.2. em m3. devem ser vedadas e ventiladas como segue: a) quando o volum e interno excede 6 m 3. 18.3 Onde há evidência de condensação no gás em quantidades suficientes para provocar interrupções no abastecimento do consumidor. 18. para a área de ventilação efetiva da tampa ou grade. no mínimo. c) exposição a riscos em instalações adjacentes: as caixas devem ser construídas o mais afastado possível de instalações de água. neste caso. bacias de captação ou onde a tampa de acesso à caixa esteja no curso das águas pluviais. Alguns dos fatores a serem considerados na escolha do local são os seguintes: a) exposição ao tráfego: deve ser evitada a construção de caixas em cruzamentos de rua ou em pontos onde o tráfego é pesado ou denso.3 Selagem e ventilação da caixa Caixas subterrâneas contendo uma estação reguladora ou redutora.2 Condições de acesso Ao se escolher um local para uma caixa. alamedas e demais locais não-sujeitos ao tráfego de veículos. se submerso. desde que estes ramais sejam encaminhados protegidos por placas de concreto. do boletim número 70 da NFPA.2 Válvulas de bloqueio 19. que possam danificar o tubo ou o revestimento protetor.3-d) são ventiladas por meio de aberturas nas tampas ou por grades. O número de curvas e desvios deve ser reduzido ao mínimo. b) exposição à inundação: as caixas não devem ser construídas em pontos de elevação mínima. 19 Ramais de serviço 19. através do aumento de espessura. todas as aberturas são equipadas com tampas estanques. suportadas convenientemente. igual à área da seção transversal de um duto de 4" de diâmetro nominal.. . vapor e outras. devem ser consideradas as condições de acesso. materiais de construção. de modo que o tubo não venha a ser submetido a uma carga externa excessiva devido ao reaterro da vala.2 Nenhuma caixa contendo tubulação de gás pode ser interligada a outra rede. 19. o equipamento deve ser sempre projetado para operar com segurança.3 O equipamento elétrico nas caixas deve estar de acordo com as exigências da classe 1. avenidas.4. ou terminais de alívio. a capacidade de ventilação de um tubo de 4" de diâmetro nominal. adequada para dispersar quaisquer misturas ar-gás que possam ser descarregadas. em toda a extensão. e deve-se prever meios para facilitar a limpeza periódica dos dutos. Se fechadas hermeticamente.4 Drenagem e estanqueidade à água 18.1 Prescrições gerais aplicáveis aos ramais 19.1 Devem ser previstos meios para minimizar a entrada de água nas caixas.4. grupo D.2 Os ramais devem ser adequadamente apoiados em solos firmes ou bem compactados.28 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 f) sempre que uma abertura deva ser localizada acima de um equipamento que possa ser danificado pela queda de uma tampa. quando o projeto das válvulas é tal que a exposição ao calor excessivo possa afetar sua capacidade de operação. O material usado para reaterro deve ser isento de pedras. Os trechos horizontais dos dutos devem ser projetados de forma a evitar a acumulação de líquidos na linha. 19. e) se as caixas menciondas em 18. tais como jardinagem. áreas externas de residências e condomínios. ou através de reforço no próprio tubo. É exigido que seja previsto um mínimo de 0. de alívio ou pressão. e a relação do volume interno.2.1. f) caixas com volume interno menor que 2 m3 não têm nenhuma exigência específica. 18. projetada para evitar que material estranho entre ou obstrua o duto.30 m de cobertura em calçadas. deve ser. contudo. etc. como a de esgoto. e um mínimo de 0.2 O uso de válvulas de ramal de assento resiliente não é recomendado. o ramal deve ter caimento de forma a drenar o condensado para a rede ou para sifões em pontos baixos do ramal. eletricidade. tendo cada um. jardins. no mínimo. devido à existência de interferências. estradas e pátios de estacionamento de veículos. deve ser instalada uma tampa circular ou tomadas outras precauções. não é necessária nenhuma ventilação adicional.2. Os respiros ligados ao equipamento de regulagem ou alívio de pressão não devem ser ligados à ventilação da caixa.1. 18. for menor que 6 para 1.1. 19. Onde estas exigências de cobertura não puderem ser cumpridas. deve ser previsto meio de ensaiar a atmosfera interna antes da remoção da tampa. em m2. A área efetiva da abertura nessas conexões. As extremidades externas dos dutos devem ser equipadas com uma conexão à prova de tempo apropriada. d) as caixas com volume interno entre 2 m3 e 6 m3 podem ser fechadas hermeticamente ou ventiladas. 19.1 Os ramais devem ser instalados a uma profundidade que os proteja de cargas externas excessivas e de atividades. b) a ventilação obtida deve ser suficiente para minimizar a possível formação de uma atmosfera combustível na caixa.4.

se existir.2 Instalação de ramais no interior ou sob construções 19. instaladas dentro de prédios ou em locais confinados fora de prédios.5. onde o escapamento do gás seja perigoso.2 O cálculo da espessura de parede do ramal deve estar de acordo com as exigências do Capítulo 7.7.7 Instalação de ramais 19. 19. O ramal ou o tubo-luva.7.1 Instalação de ramais por meio de perfuração ou cravação 19.6.1 O tubo. à MPO do sistema ou a 600 kPa (6. inclusive os renovados. 19.4 Válvulas de ramais de alta pressão. A ligação no topo é preferível. para evitar a possível penetração de gás de vazamento. 19. a uma pressão não menor que 70 kPa (0. 19. conexões e acessórios devem ser conectados por processos de soldagem ou rosqueamento. No ponto onde o duto termina.5 A companhia distribuidora deve se certificar de que as válvulas de ramal instaladas nos ramais de alta pressão sejam adequadas para este uso. A conexão do ramal à rede não necessita ser incluída neste ensaio.07 kgf/cm2) e que possuem um revestimento anticorrosivo que não possibilite de imediato a identificação do vazamento. quando enterrados sob construções. se não for viável assim proceder. durante. 19.7. 19. 19. . ta em terreno previamente perfurado. com ferramentas domésticas. devem ser projetadas e construídas de forma a minimizar a possibilidade da retirada de internos da válvula acidentalmente ou deliberadamente. devem ser selados no alicerce para evitar a entrada de água ou gás na construção.2 Exigências do ensaio de estanqueidade devem ser encamisados por um duto estanque.5.1. pelo tempo de. 19.2. c) utilização de conexões de compressão com juntas de borracha ou similar e conexões de solda. 5 min. de fácil acesso.2.1 Os ramais que operam a pressões menores que 7 kPa (0.1 Quando a instalação dos tubos revestidos for fei- 19. Onde a pressão for menor que 700 kPa (7.3. b) utilização de uma abraçadeira de ramal ou sela.2 Os ramais que operam a pressões menores que Os ramais podem ser ligados à rede por: a) soldagem de um tê ou de dispositivo similar.7. a utilização do tubo revestido sem camisa só é aceita se comprovado que o revestimento é resistente às operações necessárias à execução (furação ou cravação).5. devem ser encamisados em tubo-luva ou protegidos de outra forma contra a corrosão.2.5 Ensaio dos ramais após a construção 19. 19. d) soldagem do ramal diretamente à rede (boca-delobo). em área pública.2 Os ramais. 19.1 Ramais enterrados. As juntas utilizadas nas redes de gás manufaturado devem ser do tipo que resista a este gás.1. 19. Quando um destes ramais abastece o prédio que ele atravessa.3 Os tubos. deve estar de acordo com as exigências aplicáveis do Capítulo 4.5. a montante do regulador. O tubo-camisa deve ser purgado em local seguro.7.3 Ligação de ramais à rede 19.7. 19. segundo esta Norma.2 As válvulas devem ser instaladas a montante do medidor se não existir regulador ou. quando usado para ramais. no mínimo. e todos os ramais que operam a pressões maiores que 7 kPa devem ser ensaiados com gás ou ar. 19.3.2 Na instalação de ramal em terreno previamente perfurado. 19.3 Uma válvula incorporada no quadro do medidor que permita que ele seja contornado não a caracteriza como de ramal.3 Localização de válvulas de ramal 19. para verificar se não apresenta vazamento e se sua integridade estrutural está garantida. o duto deve prolongar-se até um local utilizado normalmente e de fácil acesso.1 Prescrição geral O ramal deve ser ensaiado após a construção e antes de ser colocado em operação.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 29 19. 19. 7 kPa (0.1 As válvulas de ramal devem ser instaladas em to- dos os ramais novos. 19. a que for maior.2.4 Ponto de ligação do ramal à rede Os ramais devem ser ligados ao topo ou à lateral do tubo da rede. Tanto a caixa como o tubo devem ser apoiados independentemente do ramal.1 kgf/cm2). o tubo revestido não deve ser in- serido através de um furo livre (sem tubo-camisa).1 kgf/cm2).07 kgf/cm2) e que não possuem um revestimento anticorrosivo capaz de temporariamente impedir um vazamento devem ser ensaiados com gás ou ar.3 Em solo rochoso. ou ambos.3 As válvulas subterrâneas devem ser instaladas numa caixa ou tubo extensor que permita pronta operação da válvula.2.7 kgf/cm2).3.6.2. o espaço entre este e o ramal deve ser selado. 5 min. 19. o ramal deve ser projetado para uma pressão de projeto mínima de 700 kPa. no mínimo. fazendo os seus próprios ensaios ou inspecionando os ensaios feitos pelo fabricante.7.6 Projeto de ramais 19. passando através dos alicerces externos de uma construção.2. a fim de minimizar a possibilidade de que pó e umidade sejam levados do tubo para o ramal.1.6.7. deve ser tomado cuidado para evitar danos ao revestimento.

devem ser projetadas por critérios que proporcionem o mesmo grau de resistência e estanqueidade. tampão plano. Nota: No Anexo F é dado um exemplo das regras para o projeto de derivações tubulares soldadas.1.1 O reforço requerido no tubo-tronco deve ser com dimensões ou materiais diferentes dos padronizados.5. são permitidas para tubos de DN igual ou inferior a 3". devem passar por um ensaio de vazamento em serviço na pressão de operação do gasoduto. limitações nas condições de uso e recomendações específicas para o projeto de componentes de tubulação não-padronizados. sem vazamento. esta deve ser descontada da espessura nominal de parede dos tubos-ramal e tronco.2 Toda a soldagem deve ser realizada usando pro- determinado pela “Regra da Equivalência de Área” que exige que a área de reforço disponível seja igual ou superior à área retirada do tubo-tronco para instalação do tubo-ramal.1.2.2).1 Conexões de aço fundido.4.2.2 Conexões para fechamento terminal.13. tampão “cauda de peixe” e tampão plano.2 A área de reforço requerido (Areq.5. É proibido tampão “cauda de peixe” para DN superior a 3".14 kgf/cm2). b) área transversal remanescente no tubo-ramal (A2). 20. das conexões padronizadas 20.1. Seção VIII.1 Reduções concêntricas e conexões para fechamento terminal feitas a partir de tubo não são permitidas em sistemas cuja pressão de projeto produz tensão circunferencial igual ou superior a 1/5 da tensão mínima de escoamento especificada do material.4. a pressão de projeto atuando durante a vida útil da tubulação e outras cargas eventualmente especificadas. tais como São conexões não-padronizadas as utilizadas em situações peculiares. 20.3 Quando a resistência destes componentes não puder ser calculada ou determinada com segurança pelos requisitos desta Norma. em função de dificuldades construtivas para se usar a conexão padronizada ou em função da falta da conexão padronizada. construídas de chapa com costuras longitudinais.1 Condições gerais 20. que não sejam as pa- dronizadas para solda de topo. para cálculo de A1 e A2. devem ser projetadas.5 Derivações tubulares soldadas 20. derivação com reforço integral tipo sela.2 Classificação e conceituação 20. após instalados no sistema. 20.) é definida pelo produto Areq. se isto não for possível. redução cônica.1 a 20.5. correspondente à espessura de parede excedente àquela necessária para resistir à pressão interna. devem preferencialmente ser ensaiadas antes da instalação.1. 20.5.2.4.2. construídas e ensaiadas sob os requisitos do código ANSI/ ASME. 20.1.4. consideradas significativas.5.4. 20. a critério do projetista.2 Condições específicas 20.ex. 20. 20. 20.3 A área de metal para o reforço da derivação deve cedimentos e soldadores qualificados.2 Derivações tubulares São conexões não-padronizadas utilizadas para a derivação de um ramal.3 Cargas de projeto Os componentes de tubulação devem ser projetados e fabricados para suportarem com segurança. Seção VIII. e que sejam capazes de atender aos mesmos requisitos de ensaios. Divisão I.1. vem resistir a um ensaio de pressão sem apresentar vazamentos.5. Seção VIII.1.1.1. operando a pressões inferiores a 700 kPa (7. todas situadas dentro dos limites da zona de reforço definida em 20. 20.30 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 20 Componentes de tubulação não-padronizados 20.4 Conexões especiais 20. Por exemplo: Boca-de-lobo.4.4.2.1 Objetivo O objetivo deste Capítulo é apresentar métodos de cálculo. 20.4 Unidades pré-fabricadas. ruptura ou falha de funcionamento.4. Tampão plano para DN superior a 3" só é permitido se for projetado de acordo com a ANSI/ASME. a pressão admissível de trabalho é estabelecida de acordo com a ANSI/ASME. A pressão de ensaio deve ser a mesma do sistema no qual a conexão estiver (ou for ser) ins- . Divisão I.1. falha de funcionamento ou deformações permanentes. et (ver nomenclatura em 20. Quando os esforços de dilatação térmica.1 Conexões especiais talada.5. isolada ou simultaneamente.4. = d .1. de peso próprio e de vibração forem.1.5. Quando a parede do tubo incluir uma sobreespessura para corrosão. correspondente à espessura de parede excedente àquela necessária para resistir à pressão interna.1 Requisitos gerais As derivações tubulares soldadas devem ser projetadas de acordo com as recom enda çõ es de 20.6 O projeto e a fabricação das curvas em gomos devem ser cuidadosamente executados e sua aplicação deve obedecer às recomendações de 27. 20. deve ser feito um estudo específico para determinar o nível de tensões na descontinuidade entre o ramal e o tronco.5 As conexões especiais de que trata esta seção de- ser a soma das seguintes áreas. as quais admitem estar a derivação submetida à pressão interna e a esforços moderados de peso próprio.4.: Curva em gomos. Por exemplo:P.5.4: a) área transversal remanescente no tubo-tronco (A1). 20. 20. ruptura. Quando estas conexões forem instaladas em sistemas existentes. forjado ou soldado.

desde que sua área de reforço seja calculada com uma redução proporcional à razão entre as respectivas tensões de es- tamente ajustados às partes às quais devem ser soldados.5 vezes a espessura de parede do tubo-ramal a partir da superfície externa da chapa de reforço (se esta existir).5. onde se mostram também os limites da zona de reforço. deve-se prever um pequeno furo na luva ou na sela para que haja a purga do gás de soldagem. 20. para materiais do tubo-ramal com tensão de escoamento superior à do tubo-tronco.5.1. Quando não for usado um cordão de solda com a dimensão da perna (W2) igual à espessura M da chapa de reforço. 20.1. Nenhum crédito é dado.5.5.1. como tendo a mesma tensão de escoamento do tubo-tronco.5.5.4 As áreas dos reforços são apresentadas na Figu- ra 3.1. As Figuras 5 e 7 ilustram algumas formas de reforço.5. Esses furos para purga devem ser tamponados posteriormente ao ensaio de pressão da conexão ou do sistema de tubulação para evitar a corrosão entre o duto e a chapa de reforço. Neste caso.8 O ramal deve ser ligado por solda em toda a ex- escoamento inferior à do tubo-tronco. e só então computada como área de reforço.5 vezes a espessura de parede do tubo-tronco medida a partir da superfície externa deste. a área deve ser calculada como se o material do ramal tivesse a mesma tensão de escoamento do material do tronco.1. o cordão de solda deve se estender por um comprimento W1.1.2. b) A nomenclatura utilizada está definida em 20. O uso de cordão de solda côncavo é preferível. corrosão galvânica e expansão térmica. O material da chapa de reforço com tensão de escoamento superior à do material do tubo-tronco deve ser considerado. conforme mostrado nas Figuras 4 e 5.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 31 c) área transversal dos cordões de solda (A3). O reforço com coxim ou sela deve ser feito conforme Figura 5. no cálculo do reforço. d) área transversal da chapa de reforço (A4). Figura 3 . conforme mostrado na Figura 5.5.2. ou do ar numa eventual operação de tratamento térmico da conexão.7 Quando os coxins ou as selas usadas para o re- forço cobrirem as soldas entre o ramal e o tronco. 20.5. tratamento térmico. e só então computada como área de reforço. 20. a qual já inclui a solda de união entre o tubo-tronco e o tubo-ramal. Notas: a) A solda de união entre os tubos-tronco e ramal não foi representada na Figura 3. pois minimiza a concentração de tensões na junção do ramal com o tronco conforme mostra a Figura 6. O material da chapa de reforço deve ser compatível com os materiais dos tubos com respeito à soldabilidade. calculada conforme 20. o cordão de solda deve se estender por um comprimento W2 e W3. esta última é um retângulo cujo comprimento se estende a uma distância “d” de cada lado da linha de centro do tubo-ramal e cuja dimensão “L” se estende a uma distância igual a 2. A chapa de reforço deve ser ligada por solda aos tubos tronco e ramal em toda a sua extensão. 20.5 Quando o material do tubo-ramal tiver tensão de coamento.9 Luvas. a área de reforço disponível no tubo-ramal deve ser calculada com uma redução proporcional à razão entre as respectivas tensões de escoamento. 20. em termos de aumento de área de reforço.Corte transversal da derivação mostrando as dimensões usadas no cálculo .6 O material da chapa de reforço pode ter tensão de tensão da parede do ramal ou do tronco. mas que em nenhum caso pode se estender além de 2. selas e coxins de reforço devem ser perfei- escoamento inferior à do material do tubo-tronco. a extremidade do reforço deve ser chanfrada a 45° para concordar com a extremidade do cordão.2.

no caso de haver tratamento térmico. a extremidade do reforço deve ser usinada para ficar com a espessura igual à do tubo-tronco. quando usados.4 mm.2 mm (máximo) a menos que haja soldagem pela parte interna ou seja usado mata-junta. d) Se M > T. o furo deve ser fechado com solda. Posteriormente.4 mm. porém nunca inferior a 6. Figura 4 . como segunda opção. G + 3. b) W2 = M/2 (mínimo).Detalhes de solda para derivações sem reforço Figura 5-(a) .32 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 Notas: a) Usar preferencialmente o encaixe tipo “não-penetrante”.Detalhes de solda para derivações com reforço parcial .Coxim ou colar Notas: a) Os reforços parciais sela ou coxim. b) W1 = 3R/8 (mínimo). devem ser aplicados na derivação detalhada na Figura 4. d) Todas as soldas devem ter as pernas com a mesma dimensão e uma garganta teórica igual a 70% da dimensão da perna. após o ensaio de pressão. deste.6 mm (mínimo). porém não-superior a T. porém nunca inferior a 6. c) W3 = M (mínimo). Figura 5 .Sela Figura 5-(b) . e) Prever um furo de 6 mm na chapa de reforço para permitir a purga dos gases de soldagem e do ar. usar o encaixe tipo “penetrante”. c) G = 1.

Tipo sela Notas: a) Esta solda não necessita ter função estrutural.Detalhes de solda para derivações com reforço integral .Solda de filete convexo Figura 6-(b) . Figura 6 . Figura 7 . podendo ser apenas uma solda de vedação. b) Esta solda longitudinal para fechamento do reforço integral pode ser localizada em qualquer lugar da circunferência do tubotronco.Tipo sela combinada com luva Figura 7-(c) .Tipo luva Figura 7-(b) .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 33 Figura 6-(a) .Garganta teórica da solda Figura 7-(a) . c) Os detalhes das derivações com reforço integral foram feitos mostrando o encaixe tipo “não-penetrante”.Solda de filete côncavo Nota: A dimensão da solda em ângulo é definida pelo comprimento do lado do maior triângulo isósceles inscrito na seção transversal do filete de solda.

c) (para encaixe tipo “não-penetrante”) sen β d = DR/sen β (para encaixe tipo “penetrante”) 20.2. . (2 . qualquer que seja o ângulo pa- através de fórmulas. M . = A1 + A2 + A3 + A4 Sendo: eT = espessura nominal da parede do tubo-tronco A1 = (eT .5.5.).c) + M A3 = área total das seções transversais dos cordões de solda A4 = (Q .5.10 O exame e o eventual reparo das soldas entre o ramal e o tronco devem ser feitos antes da montagem dos reforços.5. Um projeto deste tipo deve ser cuidadosamente estudado.4 e Anexo D.1) eR = espessura nominal da parede do tubo-ramal er = espessura de parede do tubo-ramal para resistir à pressão interna (calculada conforme 7. A 2.90 o.34 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 20.5. d et = espessura de parede do tubo-tronco para resistir à pressão interna (calculada conforme 7.5 A área disponível.c) e 2.5.1 Esta seção apresenta de modo compreensível.2. ver 7.1). et .1. (1/sen β) . A partir de ângulos menores que 85°. deve ser usado o coeficiente de segurança (2 . 20. é calculada pela fórmula: Adis.β . Deve ser previsto um reforço adequado para compensar a fraqueza inerente a este tipo de derivação.1.2 (eR .2.2. dentro da zona de reforço M = espessura da chapa de reforço 20.1.1.11 Para tubo-tronco com costura. A 4 = á reas definidas no texto (ver 20.2.3.sen β).c) .5.DR) .5.1) d = diâmetro do furo acabado no tubo-tronco Q = comprimento da chapa de reforço.sen β) 20. independentemente do processo de soldagem.5. 20. a área de reforço requerida deve ser calculada por: Areq.4 O diâmetro do furo é calculado pelas fórmulas: d= DR . (SyR/SyT) Onde: L é o menor valor entre 2.1. 7. tirantes e outros contraventamentos pode reduzir o efeito previsto para o reforço.2 A nomenclatura utilizada é a seguinte: ra reforço. a área de reforço requerida é calculada de acordo com a fórmula: Areq. = d .5 (eR . et Nota: Para um ângulo β < 85°. admite-se que seu fator de eficiência de junta seja unitário. quando a solda longitudinal não for interceptada pelo ramal.et . O projetista deve atentar para o fato de que a concentração de tensões próxima a pontos terminais de nervuras. 20. = área de reforço requerido Adis.5. 7. os requisitos gerais descritos em 20. A 3.1.1. 20.5.2.13 Para o estabelecimento da tensão mínima de escoamento especificada para os materiais dos tubos utilizados nas derivações soldadas. a fim de majorar a área requerida para reforço (Areq.3 Para 85o .2.5.5.5. mais fracas à medida que o ângulo diminui. = d .er .5.5. ¯ Areq.5 (eT .5.6 A condição de resistência é verificada através de: A2 = 2L (eR .2 Regras para o reforço de derivações tubulares soldadas (Figura 3) 20. Areq. = área de reforço disponível A 1. (SyC/SyT) L = dimensão da zona de reforço Adis. 20. as derivações devem preencher os requisitos especiais de que trata a Tabela 13.3 Requisitos especiais Além dos requisitos gerais (ver 20.c) . β = menor ângulo medido entre os eixos dos tubos-tronco e ramal c = sobreespessura para corrosão DR = diâmetro externo do tubo-ramal 20.3) SyR = tensão mínima de escoamento especificada do material do tubo-ramal SyT = tensão mínima de escoamento especificada do material do tubo-tronco SyC = tensão mínima de escoamento especificada do material da chapa de reforço 20. Nota: O uso de nervura para reforço é permitido e pode ser considerado nos cálculos de resistência mecânica.5. progressivamente.12 Derivações com ramais formando ângulos inferiores a 85° com o tronco tornam-se.

5 vez a média de seus diâmetros externos. 20. o reforço da derivação deve ser do tipo “integral”. na falta destes. a distância mínima entre centros de quaisquer duas dessas deri- tradas.6.14 kgf/cm2). estendendo-se por toda a circunferência do tubo-tronco.5. (H) (I) 20.6. de acordo com 20. 6 e 7.2 Quando mais de duas derivações estiverem numa vações deve ser. coxim. Os cantos internos do furo acabado devem ser. estendendo-se por toda a circunferência do tubo-tronco. com qualquer tipo de arranjo. uma seção reta (do ramal ou do tronco) pode ser considerada como pertencente a mais de uma derivação ou ser avaliada mais de uma vez. tubos de parede fina e cargas externas severas. ou então deve-se usar tê forjado. esta solda de união entre o reforço e o tubo-tronco deve ser de cordão contínuo. 20. o reforço da derivação deve ser do tipo “integral”. São permitidos também reforços localizados dos tipos coxim e sela. A área do reforço combinado deve ser pelo menos igual à soma das áreas requeridas por cada uma das derivações consideradas separadamente.6. Usar preferencialmente tês forjados. na falta destes. (F) (G) As derivações com ou sem reforço devem ser feitas de acordo com as informações das Figuras 4.2 mm. Em nenhum caso. Usar qualquer dos reforços dos tipos “integral”. pode ser reforçado. (B) (C) (D (E) Usar qualquer reforço que satisfaça aos requisitos gerais (ver 20. As dimensões das pernas dos cordões de solda que unem ramal e tronco não devem ultrapassar a espessura do tubo-tronco. selas parciais e outros tipos de reforços localizados são proibidos. entretanto. adoçados com um raio de curvatura de 3. Usar preferencialmente tês forjados. e a área de reforço entre elas deve ser ao m enos igual a 50% da á rea total requerida para as duas derivações na seção reta considerada.3 Quando a distância entre centros de quaisquer das duas derivações é inferior a 1.5. cujo diâmetro envolva todas as outras derivações do grupo. essas derivações devem ser reforçadas de acordo com 20. Coxins.4 Qualquer grupo de derivações densamente concen- situação que requeiram um reforço combinado. não deve ser considerada a contribuição de nenhuma área do material de reforço entre essas duas derivações.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 35 Tabela 13 . suas extremidades devem ser usinadas de forma a terem sua espessura igual à do tubo-tronco.2).6. Nota: Deve-se proteger adequadamente as derivações de pequeno diâmetro contra vibrações e forças externas a que normalmente estão sujeitas. Se for necessário reforço localizado e o diâmetro do ramal for tal que o reforço envolva mais de metade da circunferência do tronco.5 vez a média de seus diâmetros externos (conforme visto em 20. preferencialmente. Nota: As extremidades da chapa de reforço devem ser usinadas para ficarem com a mesma espessura do tubo-tronco. sela. Não há necessidade de se prover reforço para derivações (ramais) de DN até 2" inclusive. no mínimo.5.1 Quando duas ou mais derivações estão separadas entre si por uma distância entre centros inferior à soma de seus diâmetros internos (de modo que as zonas de reforço se superpõem). 20.6 Derivações múltiplas 20. Se o reforço envolvente é mais espesso que o tubo-tronco. e é soldado neste. 1. .1).Requisitos especiais Relação Sc Sy x 100 Relação DR DT x 100 (%) (%) < 25 ¯ 25 e < 50 ¯ 50 Onde: Sc = tensão circunferencial correspondente à pressão de projeto Sy = tensão mínima de escoamento especificada do material DR = diâmetro externo do ramal DT = diâmetro externo do tronco (A) < 25 (A) ¯ 25 e < 50 (A) ¯ 50 (B) (C) (D) (D) (B) (D) (C) (E) (F) (F) (G) (F) (H) ( I ) Não é obrigatório o uso de reforço na derivação. considerando-se todas as derivações como uma única.6. então deve-se usar reforço “integral” independentemente da tensão circunferencial atuante. 5. este pode ser requerido em casos especiais de pressões acima de 700 kPa (7. tanto quanto possível.

4.2.1 A flexibilidade deve ser conseguida. é capaz de deformar-se.3.6.2. esta deve ser selecionada e especificada de acordo com o Standard da EJMA. c) as derivações forem recomendadas pelo fabricante. b) análise simplificada.consiste na análise do sistema de tubulação na sua mais geral abrangência.3 A redução dos esforços nas ancoragens e bocais de equipamentos deve ser conseguida por uma configuração tridimensional. incluindo ainda orientações sobre o cálculo de suportes.3. pode ser previsto o uso de junta de expansão. 21. 21. as dilatações térmicas são absorvidas no deslocamento livre da tubulação. a análise da flexibilidade deve ser feita sempre que houver dúvidas fundamentadas sobre a adequada flexibilidade da tubulação.2. flexíveis e rígidos (flanges ou válvulas).5 Fica inteiramente a critério do engenheiro o julgamento do grau de severidade das condições operacionais do sistema.4 Requisitos para a obtenção da flexibilidade 21.7 Derivações extrusadas As derivações extrusadas são aceitas se atenderem aos seguintes requisitos: a) for comprovado por análise e ensaio (este.é de aplicação restrita e seus cálculos são feitos por qualquer dos métodos consagrados na análise dos sistemas estaticamente indeterminados. .4 A análise da flexibilidade pode ser dispensada para tubulações enterradas conduzindo gás à temperatura ambiente e para tubulações aéreas ou enterradas de configuração e condições operacionais semelhantes à outra anteriormente analisada (por método compatível com a severidade operacional do sistema) e julgada suficientemente flexível.1 A análise da flexibilidade. . 23. 21.3.2 A flexibilidade de um sistema de tubulação é a medida da sua capacidade de absorver dilatações e contrações.8.3.3.3 e comparadas com as tensões admissíveis de 23. 21 Análise da flexibilidade 21. nos sistemas de tubulação. b) as derivações forem projetadas para a máxima pressão de operação admissível do sistema de gás. faz também parte desta análise a determinação das forças e momentos atuantes nos suportes da tubulação. admitindo muitas simplificações em relação ao sistema real. ele- .1.36 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 20. 21.2. para efeito de enquadramento nas situações apresentadas em 21. pode ser previsto o uso da técnica de pré-tensionamento (cold a) análise formal. 21. 21.3 Em situações menos severas do que as descritas em 21.1. dentro de critérios preestabelecidos. 21.1. .1.1 Este Capítulo estabelece os critérios aplicáveis à análise dos efeitos de variação da temperatura e de deslocamentos impostos. mudanças nas características geométricas dos elementos tubulares e gradiente de temperaturas. pois. nos bocais de equipamentos ou nos suportes sejam inferiores ou iguais a valores máximos admissíveis. nas enterradas.3 e 21. sob o aspecto de segurança.1 Como regra geral.3. 21. não sendo isto possível. 21. se necessário) que tais derivações são adequadas e seguras para o serviço a que se destinam. 21. 21.4.4 Este Capítulo abrange a análise de flexibilidade das tubulações aéreas e das enterradas.3. de acordo com o proposto em 21. preferencialmente.2. por uma configuração espacial.a análise formal utiliza poucas simplificações em relação ao sistema real e apresenta soluções mais próximas dos resultados experimentais.1.3 Um sistema de tubulação é julgado suficientemente flexível quando. variação nas propriedades físicas dos materiais. A análise de flexibilidade é um cálculo de verificação.1. compreendendo. O engenheiro deve ainda considerar que casos específicos podem requerer uma análise mais abrangente do que a descrita em 21. não sendo isto possível. elementos orientados em direções nãoortogonais. no deslocamento restrito da tubulação pelo solo. por variação de temperatura ou por deslocamentos impostos. 21.1.1. se o sistema é suficientemente flexível. sendo a mais notória a ausência de elementos curvos.2 A análise formal é obrigatória nos sistemas de tubulação sujeitos a diferencial de temperatura elevado ou nas configurações rígidas sujeitas a diferencial de temperatura ainda que moderado. a partir de uma configuração proposta.4. deflexões e reações de restrição nos elementos tubulares. consiste na determinação das tensões. 21.2 Quando for necessário o emprego de junta de expansão.7 e 23.5 As tensões geradas por variação de temperatura e por deslocamento imposto devem ser calculadas pelas fórmulas de 22. a verificação da flexibilidade pode ser feita pela análise simplificada.1 Geral 21.3 Critérios para obrigatoriedade ou dispensa da análise 21.2 A análise de flexibilidade deve ser enfocada sob dois aspectos: 21.3. de sorte que as tensões na tubulação e os esforços nas conexões. Nas aéreas. entre outros: configuração tridimensional.2 Métodos de análise 21.3.4. determina-se. como adequadas ao serviço proposto. 21. mentos tubulares retos e curvos (contínuos ou em gomos).

e é sempre maior que a unidade. fator “i” de intensificação de tensões. 21.7. 21.1 As cargas atuantes no sistema de tubulação. os quais devem ser feitos de acordo com a reconhecida prática da Engenharia. têm origem na restrição aos movimentos provocados por: devem ser usados os apresentados na Tabela 14 para os elementos de tubulação mais comuns.4 A redução do nível das tensões térmicas na tubulação.7. devem ser as temperaturas de operação nas condições normais. o qual majora a tensão de flexão nos elementos tubulares não-retilíneos.1 Esta Norma estabelece como critério para avalia- 22 Cálculo das tensões 22. tais como os descritos em 22.8 Generalidades 21.4 Na falta de valores mais precisos para “i” e “K”. batentes.3 Na análise da flexibilidade. tais como a pressão interna e o peso próprio.8.5. ancoragens).8. para as solicitações de cargas mais comuns e significativas. o dimensionamento ou verificação das tensões objetiva resistir à tensão máxima de cisalhamento.6. desde que o método seja corretamente especificado e haja garantias de que seja bem executado. para as juntas flangeadas devem ser usados os apresentados na Tabela 15. a serem consideradas na análise da flexibilidade.6 Cargas atuantes 21. exceto no caso de tubos de grande diâmetro e parede fina.8. 21. .8. 21. não são consideradas na análise da flexibilidade.3 Para tubulações enterradas.2 As demais cargas encontradas nos sistemas de a) as dimensões do tubo e de seus componentes são as nominais. as temperaturas máxima e mínima. quando estes fatores devem ser reduzidos de acordo com a nota (F) da Tabela 14. o cálculo das deflexões deve levar em consideração a capacidade de os elementos tubulares curvos variarem a curvatura em maior grau que o previsto pela teoria usual da flexão das barras curvas.1 Ao se analisar a flexibilidade de um sistema de tubulação. as temperaturas máxima e mínima. 21. ção das tensões térmicas cíclicas.1.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 37 spring). de acordo com 24.2 Em situações incomuns podem ser necessários outros cálculos além dos aqui apresentados. inclusive as que ocorrem nas partidas e paradas do sistema.1.2 Para tubulações aéreas expostas ao sol.6. essa capacidade adicional é indicada pelo fator “K” de flexibilidade. Os deslocamentos de pontos de interesse e de bocais de equipamentos também devem ser determinados.3 O cálculo dos suportes inclui a determinação dos esforços sobre todos os pontos de restrição (guias.2 Na análise formal da flexibilidade.6. c) o módulo de elasticidade do material (Ec) é referido à temperatura ambiente.7 Diferenciais de temperatura 21.3 No dimensionamento mecânico da tubulação e dos suportes.4. b) deslocamentos impostos. 21. 21.5. não é obrigatória a consideração de um redutor para os fatores “i” e “K” por efeito do enrijecimento do elemento curvo quando pressurizado. devem levar em consideração a influência climática durante um ciclo anual de operação. é obrigatória nesta análise a determinação dos deslocamentos dos pontos extremos e das tensões máximas na tubulação. não pode ser considerada benéfica para a flexibilidade. é apresentado neste segmento. 21. 21. inclusive as que ocorrem nas partidas e paradas do sistema. assim sendo.3. a influência de todos os trechos da tubulação e de todas as restrições deve ser levada em consideração. 22. nos sistemas de tubulação. na análise da flexibilidade. tubulação.7. em condições normais.8. deve ser considerado o 21.1 O cálculo das tensões. 21. o fenômeno do relaxamento espontâneo das tensões no decorrer do tempo. conseguida com o uso da técnica de pré-tensionamento (cold spring).2 A análise da flexibilidade abrange o cálculo das tensões e das deflexões da tubulação provocadas pela variação da temperatura e por deslocamentos impostos. Quando for necessária a análise de tensões em pontos críticos. o diferencial de temperatura a ser considerado na análise deve ser a variação total entre as temperaturas máxima e mínima de operação. 21.8.1 Na análise da flexibilidade. multiplicador da curvatura teórica e sempre maior que a unidade. b) o fator de eficiência de qualquer junta soldada (E) é igual a 1. 21.5 Abrangência da análise 21. para uso na análise da flexibilidade. deve-se procurar tratá-lo como um todo. 21.6 Todos os cálculos da análise da flexibilidade devem ser feitos nas seguintes bases: a) variação de temperatura. 21. devem ser consideradas todas as cargas atuantes no sistema de tubulação.7.5.1 Geral 22.5 Na falta de valores mais precisos para “i”. 21. para uso na análise da flexibilidade.

5 e 1 0.9 h 2/3 Curva para solda ou tubo curvado(A)(B)(C)(F) 1.9 h2/3 cotg θ .5 er)5/2 e3/2 .9 h2/3 0.R r2 R ¯ DN Curva em gomos curtos (A)(B)(C) S < r (1 + tg θ) 3° < 2θ .45° 1.4 e r Tê fabricado com tubo tendo reforço de chapa (tipo sela ou coxim) (A)(C) 1 0.9 h2/3 1 + cotg θ . cotg θ 2 R= Tê forjado para solda (A)(C) rx ¯ 0. e r 2 s .9 h2/3 3 io 4 + 1 4 (e + 0.Fatores “i” e “K” para tubos e componentes de tubulação Fator de intensificação(E) de tensão (Fora do plano) i0 0.52 h5/6 0. e .125 d ec ¯ 1. s 2 r2 R= Curva em gomos longos (A)(B)(C)(D) S ¯ r (1 + tg θ) 1.75 h 2/3 Descrição Fator de flexibilidade K Característica de flexibilidade h Figura (No plano) ii 0.52 h5/6 0.9 h 2/3 r (1 + cotg θ) 2 3 io 4 + 1 4 4. r /continua .65 h e.38 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 Tabela 14 .9 h2/3 0.

9 h 2/3 Característica de flexibilidade h Figura (No plano) ii 3 io 4 1 4 Tê fabricado com tubo e sem reforço (boca-de-lobo) (A)(C) 1 + e r Tê extrusado para solda (A)(C) rx ¯ 0. espessura nominal de parede do tubo para tês ec = espessura nominal de parede do pescoço da derivação (forjada ou extrusada) er = espessura nominal da chapa de reforço . b) ambas as extremidades flangeadas. com relação ao plano do membro. Para tês.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 39 /continuação Descrição Fator de flexibilidade K Fator de intensificação(E) de tensão (Fora do plano) i0 0. os fatores “i” e “K” aplicam-se somente para os pontos de interseção das linhas de centro do tronco e do ramal.3 e r (A) O fator “K” aplica-se às deflexões produzidas por momentos atuantes em qualquer plano.125 d ec ¯ 1.5 e 1 0. Os fatores “i” e “K” não podem ser inferiores à unidade. Para curvas (contínuas ou em gomos). os fatores “i” e “K” devem ser multiplicados pelos seguintes coeficientes de redução.05 d ec < 1. (B) (C) Nomenclatura: e = espessura nominal de parede para joelhos e curvas (contínuas ou em gomos).5 e 1 0. C: a) uma extremidade flangeada.9 h 2/3 3 io 4 + 1 4 (1 + rx/r) e r Derivação em tê com sela soldada tipo set in (A)(C) rx ¯ 0. os fatores “i” e “K” aplicam-se somente para os segmentos ao longo do arco indicado nas figuras da Tabela 14. Quando existirem flanges em uma ou ambas as extremidades das curvas.9 h2/3 3 io 4 + 1 4 4. C = (h)1/6.4 e r Derivação em tê com boca-de-lobo tipo set-on com reforço integral(A)(C) 1 0. C = (h)1/3.9 h 2/3 0. por linhas grossas.9 h 2/3 3.

2 1 1.1. 22. para curvas em gomos rx = raio de curvatura do contorno côncavo do pescoço de um tê.4 Forças e tensões normais de tração são positivas. tais como os dutos aéreos em configuração espacial. Sce. dependendo do tipo de configuração. as seguintes tensões devem ser desprezadas: a) tensão cisalhante de momento torçor nos dutos restringidos. neste caso. r = (D . tais como os dutos enterrados ou mesmo os aéreos em configurações muito rígidas como as tubulações curtas e de grande diâmetro.3 1 1. São considerados “restringidos” os dutos cuja liberdade de flexão e torção é.40 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 θ = metade do desvio angular nas curvas em gomos r = raio médio.1. ( ) ( ) r e r e 7/3 . medido no plano que contém os eixos do tubo e da derivação s = comprimento do eixo do gomo d = diâmetro externo do ramal D = diâmetro externo P = pressão de projeto Ec = módulo de elasticidade à temperatura ambiente (D) Para dois tubos ligados.3 1 1. forças e tensões normais de compressão são negativas. c) tens ã o norm al longitudinal. pois. para solda de topo Redução. representadas pelo peso de terra de cobertura.0 Fator de flexibilidade “K” Fator de intensificação de tensão “i” 22. para solda de topo Junta com solda sobreposta dupla Flange sobreposto (ou de encaixe) com solda sobreposta dupla Junta com solda sobreposta simples Flange sobreposto (ou de encaixe) com solda sobreposta simples Junta roscada 1 Flange roscado 2.8. restringida. provocadas pelas cargas externas. . 5/2 . uma pressão interna elevada afeta significativamente sua rigidez à flexão (conforme 21. para curvas contínuas. Tabela 15 . b) tensão cisalhante de esforço cortante. 22.9/h2/3. 1 + 3. para corrigir os fatores “i” e “k”. Numa curva de grande diâmetro e parede fina. deve-se operar conforme indicado a seguir: (E) (F) a) dividir “K” por: b) dividir “i” por: [ [ 1+6 P Ec P Ec . são geralmente pequenas e na maioria dos casos podem ser desprezadas. igual a 0.5 Exceto em situações que requeiram cálculos precisos. 22. o critério de restrição comporta a idéia de gradação. dados na Tabela 14. em maior ou menor grau. Portanto.e)/2 R = raio de curvatura da linha de centro. pode ser opcionalmente usado para as flexões no plano do membro.3 São considerados “não-restringidos” os dutos com ampla liberdade de flexão e torção. podem ser utilizados os fatores “i” e “K” da curva em gomos longos. Um único fator de intensificação de tensões. R r . ( ) ] ( ) ] R r 2/3 1/3 . certos dutos podem perder sua capacidade de deslocamento e ser considerados como restringidos.Fatores “i” e “K” para juntas flangeadas Descrição Junta para solda de topo Flange de pescoço. raio de curvatura conforme definido analiticamente na respectiva figura.3).1. de a çã o direta das forç as de peso pr ó prio e cargas ocasionais. extrusado ou forjado.1. com ângulo entre eixos (2θ) maior que 3° e menor que 45°.6 As tensões de flexão transversal no duto. conectadas a bocais rígidos.25 .

para efeito desta Norma.3 Sc.1.1 Trechos retos sobreespessura para corrosão. ∆T breespessura para corrosão. 22.1 Geral Nota: O peso da água do ensaio de pressão para as tubulações aéreas não é considerado carga ocasional quando forem previstos suportes provisórios adicionais para o ensaio. n n + (3 . devem ser incluídos todos os componentes cujos pesos sejam significativos. D/(2e) 22. a espessura de parede considerada no cálculo das tensões atuantes é a resultante da diferença entre a nominal e a sobreespessura para corrosão. decorrentes das solicitações de expansão térmica. um valor igual a 0. peso próprio e cargas ocasionais. Mft/ Z .2 Trechos curvos Deve-se calcular pela seguinte fórmula: St = i .1. d /(D .3. Deve ser calculada pela seguinte fórmula: Sfg = i .1. deve ser calculada pela fórmula de Barlow: Sc = P .4 Tensão de peso próprio (Sfg) É uma tensão provocada por flexão. são considerados: a) variação da temperatura do duto. Deve ser calculada pela seguinte fórmula: Se = Onde: Sft = i . 22.3. válida apenas para conduto forçado (não pode ser usada para dimensionamento de tubo-camisa): Sce = 3 .2 Tensão longitudinal (Sl) Deve ser calculada pelas seguintes fórmulas: 22. Tt = Mat/2Z 22.q . Considera-se como produzida exclusivamente nos trechos aéreos e é causada pelo peso próprio do duto e do fluido contido. para qualquer dos elementos de tubulação apresentados na Tabela 14.7 O fator “i” de intensificação de tensões deve ser considerado no cálculo das tensões de flexão. P/Ec) 3 É uma tensão equivalente a um estado combinado de . 22. α . Mfo/Z 22.1 Tensão circunferencial (Sc) Nota: O sinal de St é dado pelo sinal do diferencial de temperatura ∆T.9 Quando no projeto do gasoduto não for admitida tensões provocadas por flexão e por torção. 22. 2 2 2 É uma tensão provocada por flexão.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 41 22. a espessura de parede considerada no cálculo das tensões atuantes é a nominal.3. É produzida por forças de ocorrência eventual como a ação de vento e o peso de operários fazendo manutenção.2.3. 22.5 Tensão de cargas ocasionais (Sfo) a) para dutos não-restringidos: Sl = P . Kf .3. Kd . Para a avaliação da força provocada pela ação do vento. b) para dutos totalmente restringidos: Sl = 0. No peso próprio do duto.2 Para dutos não-restringidos (Se) 22. de outros tubos interligados ao sistema e de suportes.1 É produzida pelo peso de terra de cobertura e pela sobrecarga do tráfego de veículos rodoviários ou ferroviários.3. Mfg/Z É uma tensão que. 22. deve-se consultar a NBR 6123.6.6 Tensão de cargas externas (Sce) 22. Sfo = i .3 Tensão de expansão térmica 22. 22.9/h2/3 para ambas as direções de atuação dos momentos fletores (no plano ou fora do plano do elemento tubular).d ). b) deslocamentos ocasionados pelo movimento de bocais de equipamentos.3.1. Mft/Z + N/A 22.10 Quando no projeto do gasoduto for admitida so- Deve-se calcular pela seguinte fórmula: St = Ec . 22. Esta tensão deve ser calculada pela seguinte fórmula: Para a determinação das tensões de expansão térmica.2 É uma tensão provocada pela flexão transversal que deve ser calculada pela fórmula abaixo.6. pode-se usar como fator “i” de intensificação das tensões.8 Opcionalmente.2 Tensão de pressão interna É originada pela pressão interna.2.3 Para dutos restringidos (St) 22.

pressão no solo ao nível do topo do duto.8 Nomenclatura A nomenclatura utilizada é dada a seguir: A  .089 Ec E F i Nota: Para dutos instalados por perfuração ou cravação.espessura de parede do duto .138 Kf Mft .294 0.coeficiente de flexão (ver Tabela 17) e de flexão (Kf) são funções do ângulo inicial de contato do duto com o leito da vala. provocada pela sobrecarga de tráfego .108 D 0.força axial uniformemente distribuída na seção transversal do duto . podem ser necessários outros cálculos de tensões além dos anteriormente expostos. n P q 22.módulo de elasticidade (ver Anexo G) .pressão (genérica) .momento torsor de expansão térmica N . Tabela 16 .seção transversal do duto (área de metal) .157 0.110 d 0. provocada pelos pesos de terra e de tráfego (q = q1 + q2) . supostamente com distribuição uniforme. e) tensões localizadas (reação de apoio em dutos de parede fina). f) tensões residuais devidas ao curvamento natural. Kd Ângulo inicial  de contato (graus) 0 30 45 60 90 120 Coeficiente Kd 0. c) tensões de recalques diferenciais de apoios.momento fletor de expansão térmica Mfg . q1 q2 T1 T2 Z α g) tensões residuais de soldagem. supostamente com distribuição uniforme.temperatura final .coeficiente de deflexão (ver Tabela 16) . Ver Tabelas 16 e 17. conforme estabelecido em 22. Tabela 17 .diâmetro interno do duto . Kf Kd Ângulo inicial  de contato (graus) 0 30 60 90 120 Coeficiente Kf 0.pressão no solo ao nível do topo do duto. b) tensões de cargas cíclicas (vortex de rajadas de vento).momento fletor de peso próprio Mfo .2. tais como: a) tensões de deformações produzidas pela pressão interna.2) .1 Os coeficientes adimensionais de deflexão (Kd) 22.Coeficientes de deflexão.pressão no solo ao nível do topo do duto. .módulo de resistência da seção transversal do duto .relação “espessura/diâmetro externo” (e/D) .fator de projeto (ver 7. d) tensões de empuxo (dutos submersos). supostamente com distribuição uniforme. logo após o seu abaixamento . provocada pelo peso da terra .102 0.3) .Coeficientes de flexão.diâmetro externo do duto .190 0.coeficiente de expansão térmica linear (ver Anexo G) Nota: Para dutos instalados por perfuração ou cravação.1.7 Outras tensões Dependendo das circunstâncias.  = 120°.momento fletor de cargas ocasionais Mat .2.  = 120°.fator de intensificação de tensões (ver Tabelas 14 e 15) .fator de eficiência de junta (ver 7.42 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 22.096 0.235 0.temperatura inicial .6.ângulo central correspondente ao perímetro do duto em contato com o fundo da vala.105 e 0.

1. 23. deve ser considerada a tensão provocada pelo peso próprio.7 Limitação para expansão térmica (dutos nãorestringidos) A tensão de expansão térmica é limitada por: Se . a qual admite ser a tensão de cisalhamento o parâmetro indicador de falha do material.00 T . Sy . ver nota (H) da Tabela 1.9 T .2 e 7.2 A limitação das tensões abrange gasodutos aéreos 23. 7.1.1 Geral 23.diferencial de temperaturas (T1 .6 Limitação para pressão interna e expansão térmica (dutos restringidos) 23.1.8.1 A tensão combinada decorrente dessas solicitações é limitada pela seguinte condição: b) | St + Sl + Sfg | .9 T .0.tensão longitudinal de pressão interna .4. do fator de eficiência de junta E. ver respectivamente 7.6.5.T2) . T .5 Limitação para pressão interna (dutos restringidos e não-restringidos) A tensão circunferencial é limitada por: 23 Limitação das tensões Sc .1 A tensão admissível é baseada. c) para tubulações aéreas com variação de temperatura. Sy 23.tensão de flexão longitudinal na expansão térmica Sfg .F .4 Para a limitação nos valores de Sy para projeto. ver 7.3 Fatores Para conceituação e quantificação do fator de projeto F. para os diversos carregamentos atuantes.tensão de cisalhamento (por torção) na expansão térmica 23.tensão de flexão longitudinal de peso próprio Sfo . na tensão mínima de escoamento especificada do material (Sy). Sy.5 As tensões de compressão são negativas e as de a) | Sc .9 T . constituindo um pequeno trecho aéreo. 23.(St + Sl) | -0. deslocamento imposto. 23. Sy. | Se + Sl + Sfg | -T .3 Esta Norma estabelece como critério de falha a teoria da tensão máxima de cisalhamento. 23.72 T . as quais devem ser satisfeitas simultaneamente: (não-restringidos) e enterrados (restringidos).tensão circunferencial de pressão interna 23. Para valores de Sy para tubos de especificação desconhecida (sem identificação).1 As tensões combinadas decorrentes dessas solicitações são limitadas pelas seguintes condições. 23.3 Para valores de Sy para materiais de tubulação. 23. pressão interna. pressão interna. 23.fator de temperatura (ver 7.tensão de flexão longitudinal de cargas ocasionais Sl St Sy T Tt .tensão circunferencial de cargas externas Se Sft .90 T .1.9 T . 23. 23.4 Tensão admissível 23. Sce . expansão térmica e peso próprio (dutos não-restringidos) ma. Sy. b) | St + Sl | . Sy 23. peso próprio e sobrecarga: 1.2 As tensões admissíveis adotadas por esta Norma para a limitação das tensões combinadas são: a) para tubulações aéreas com variação de temperatura e deslocamento imposto (tensões secundárias): 0.4) .3.4 As tensões decorrentes do ensaio de pressão não estão limitadas pelas condições prescritas neste Capítulo.5.0. ver Anexo D.2. e do fator de temperatura T.2 Nos casos em que o duto enterrado possuir um afloramento.4. de forma a garantir.tensão mínima de escoamento especificada . peso próprio e sobrecarga: 0.4.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 43 ∆T Sc . Sy.72 T . segundo esta Nor23.0. E .(St + Sl + Sfg) | -0. Sy. 23. Sy.1 Este Capítulo estabelece condições para a limita- ção das tensões. 23.tensão equivalente de expansão térmica . deslocamento imposto. tração são positivas. um nível de segurança adequado aos sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível.1.8.4.2 Nomenclatura Ver 22. As tensões combinadas devem satisfazer simultaneamente às seguintes condições: a) | Sc . Sy.8 Limitação para pressão interna. b) para tubulações enterradas com variação de temperatura.4.tensão de expansão térmica .3 e 7.6.

24.3 Se a tubulação opera com tensão circunferencial frem a ação do peso próprio e da força de atrito. a força para comprimir (ou distender) as juntas.9 Limitação para pressão interna e peso próprio (dutos não-restringidos) 23.8.1 Este Capítulo estabelece critérios para o projeto do tipo de suporte e sua localização nas tubulações.9. 24. etc. 24. nos dispositivos para suporte. naturalmente.3 devem ser considerados como agindo sempre em ambos os sentidos da resultante (das forças e dos momentos). . a limitação acima fica: a) temperatura de montagem e máxima temperatura de operação. forem significativas. 24. além das forças de pressão interna e de variação térmica restringida.3.3.3. tais como a carga de vento.9.5 Os suportes que impedem o movimento da tubulação (ancoragens) ou que limitam esse movimento (batentes) podem vir a sofrer. ver ASTM A-36. nos casos em que este efeito for desejável (batentes e ancoragens).3. 24.2 Se a tubulação opera com tensão circunferencial (provocada pela MPO) inferior a 50% da tensão mínima de escoamento especificada do material da tubulação.1. a limitação acima fica: | Sl + Sfg + Sfo | 24 Suportes 24. tais como a carga de vento. 24. os valores dos esforços de 24. 24. dentro de limites preestabelecidos. Os materiais dos suportes. 24. deve ser baseado no maior diferencial de temperatura entre: (provocada pela MPO) igual ou superior a 50% da tensão mínima de escoamento especificada.3. a fim de não causar no tubo tensões localizadas excessivas. dependendo da situação particular do arranjo e do tipo de restrição da linha nas proximidades do suporte. 24. o anel deve ter suas extremidades soldadas ao duto com cordão de solda contínuo. mesmo que se adote o ensaio de pressão com gás ou ar. T . os elementos estruturais para restrição podem ser soldados diretamente no tubo. Quando os esforços forem elevados. Sy 24.4. a ação da força de pressão interna. 24.2 As tubulações devem ser suportadas de forma a impedirem a ocorrência de vibrações excessivas no sistema e de esforços elevados nos bocais dos equipamentos (válvulas. deve ser considerada a ação do peso de terra e.4 Os suportes devem ser instalados de forma a não impedirem o livre movimento da tubulação.1 Os requisitos para o dimensionamento dos elementos metálicos e da solda. Sy 23. e este montado sobre o duto com envolvimento total.1 a 24. Sy 23. ou a reação de apoio. T . das cargas de peso próprio e das cargas eventuais. ductilidade. as ancoragens. 24. 24. forem significativas. devem ser capazes de equilibrar.1.1 Geral . em casos especiais.3. 24.3. deve-se prever a possibilidade de fadiga e concentração de tensões nos pontos de ligação do anel com o duto. exceto. 24.1 Os suportes devem ser projetados para reagir seguramente aos esforços oriundos das cargas decorrentes da operação do sistema. compressores.3 As tubulações devem ser suportadas de forma que as tensões e deflexões fiquem dentro dos limites admissíveis. além das características peculiares a qualquer material estrutural (resistência.2 Materiais Todos os suportes devem ser projetados para uma vida útil igual à do sistema de tubulação ao qual devem servir.1.2 Os suportes que apenas apóiam a tubulação so- 24.2 Quando cargas ocasionais. considerando a deflexão de projeto. | Se + Sl + Sfg + Sfo | .4 Ligação de elementos estruturais para suportes de restrição 24. filtros e vasos).6 Nos trechos aéreos onde forem usadas juntas de expansão. 24.4.3.3 Esforços 24.1.75 F .5 Suportes de mola somente devem ser empregados nos casos em que for necessário manter o deslocamento. A força de pressão interna. os elementos estruturais devem ser conectados ou soldados a um anel cilíndrico. adicionalmente à força de dilatação térmica.1 A tensão combinada decorrente dessas solicita- ções é limitada pela seguinte condição: | Sl + Sfg | -0.7 Quando um trecho de tubulação enterrada precisar ser apoiado ou ancorado em um suporte.4. a ser considerada neste caso.) devem ser incombustíveis.9 Os suportes devem ter sua estabilidade e resistência calculadas como se as tubulações que sustentam estivessem cheias com água. entre as quais as juntas são instaladas.T .75 F .2 Quando cargas ocasionais. Para material de aço (para suportes). devem ser os mesmos da prática estrutural. decorrentes da variação de temperatura da tubulação.3.8 Os suportes devem ser projetados de forma que a distribuição da carga de apoio (atuante sobre a tubulação) seja a mais baixa e uniforme possível.0.3.3.1. b) temperatura de montagem e mínima temperatura de operação. 24. a da sobrecarga de tráfego.44 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 23.3 O cálculo dos esforços nos suportes. transmitidas pela tubulação.4 Para os suportes de ancoragem. deve ser baseada na pressão de projeto.

3 Reparo em campo de goivas e ranhuras 26. para verificar se houve dano à superfície do tubo.2 Detecção de goivas e ranhuras 26. para que sejam evitadas as goivas e as ranhuras na superfície do duto. se o trecho aéreo que dá continuidade ao enterrado não tem flexibilidade para absorver aqueles deslocamentos. geram forças compressivas no solo que. 26. os quais acarretam tensões de flexão adicionais.5 Ancoragem para dutos enterrados 24.3 A capacidade de suporte proporcionado pelo solo 26 Requisitos de qualidade superficial de tubulação 26.1.9 As tensões de flexão provocadas pelos desloca- mentos laterais. Uma inspeção com este propósito deve ser realizada sistematicamente numa fase anterior ao revestimento anticorrosivo e durante o abaixamento da coluna e o reaterro da vala. 25. 26. por uma seção de maior espessura. 24.: blocos de concreto solidários ao tubo que.5 Nas curvas côncavas para baixo. e de rigidez suficiente para evitar deslocamentos laterais da linha. o manuseio e a instalação do gasoduto. onde os elementos estruturais estão localizados.5. todas as construções devem dispor de um sistema de ventilação adequado. a substituição da seção por outra de mesma espessura.2.5. sujeitos à variação de temperatura e à pressão interna. em muitos casos.4 O anel pode ser suprimido substituindo-se a seção do duto. goivas e entalhes na superfície tubular.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 45 24.2 A reação de atrito entre o duto e o solo proporciona a atmosfera. 24. além de causar tensões elevadas no duto. todos os defeitos dessa natureza. portanto. 24. sujeitos ao diferencial térmico e à pressão interna. 26. porém de material de maior tensão de escoamento.5.ex. de forma a manter a tensão circunferencial abaixo dos 50% da tensão mínima de escoamento e desde que o degrau interno resultante da diferença das espessuras não interfira na passagem do raspador.2 Goivas e ranhuras podem ser removidas por esmerilhamento até a obtenção de uma superfície de contorno suave. em casos extremos. deve-se prever meios para reduzi-los (p. 25. em gasodutos projetados para operar com tensões circunferenciais iguais ou superiores a 20% da tensão mínima de escoamento especificada.3 Lacerações do revestimento anticorrosivo devem ser cuidadosamente examinadas antes do reparo.1 Requisitos gerais deve levar em consideração a característica de resposta do solo às cargas impostas. mobilizam grandes forças de reação passiva do solo).2 Defeitos. ranhuras.3.5.4. 25.1 Este capítulo trata dos requisitos de qualidade superficial para tubos. foram identificados como causas comprovadamente importantes de falhas em gasodutos e. referidos na seção anterior.2.4 No caso de sistemas de alívio descarregando para 24.1 As mudanças de direção (curvas) em dutos enterrados.3 As construções abaixo do nível do solo devem contar com ventilação forçada.2. os pesos da co- 26. potencialmente danosos.5. devem ser evitados. bertura de terra e de qualquer carga permanente devem ser considerados no cálculo do equilíbrio das curvas. geralmente feitas por máquinas automáticas. ela é suficiente para impedir deslocamentos. sofrem deslocamentos que podem ser elevados. permitindo a saída do gás e evitando que o seu acúmulo atinja níveis de explosividade.7 Os trechos retilíneos de tubulações enterradas.2. restrição ao movimento axial do duto e deve sempre ser considerada no projeto. 24.5. podem rompê-lo. tais como mossas. em locais onde seja possível a acumulação do gás devem ser tomadas precauções adicionais. desde que a espessura de parede no local do . não produzam defeitos danosos ao tubo. 24. 26.2.1. deve-se prever a instalação de uma ancoragem junto ao ponto de afloramento.8 Em trechos retos de tubulações altamente tensio- 26.1 Goivas e ranhuras danosas devem ser eliminadas.1.2 As construções acima do nível do solo devem possuir aberturas ao nível deste.6 Quando os deslocamentos esperados para a curva são inaceitáveis. próximos aos pontos de afloramento.5. sujeito a acumular-se em pontos baixos gerando o risco de explosões.1 Geral Todas as exigências desta Norma referentes ao projeto de sistemas de gás devem ser aplicadas às instalações de transmissão e distribuição de GLP gaseificado.3. 26. 25 Sistemas de GLP gaseificado 25. só é permitida se não houver risco de deformação localizada no duto. 26.2. tornam-se particularmente perigosas na presença de pressões internas elevadas. é necessário que o solo proporcione um suporte contínuo.3 Devem ser tomadas precauções durante a fabricação.2 Quando o tubo estiver sendo revestido.5.4 A reação passiva do solo deve ser considerada no cálculo do equilíbrio estático das curvas.5. homogêneo. nadas por forças axiais compressivas de dilatação térmica. 24.1 A inspeção no campo deve ser adequada para reduzir a um mínimo aceitável a probabilidade de que tubos com tais defeitos venham a ser instalados no gasoduto.2 Exigências de segurança para sistemas de GLP (ventilação) 25.1 Como o GLP é mais pesado que o ar e. 24. 24. mesmo com pequenos deslocamentos.2. a inspeção deve garantir que as operações de revestimento. 25. eliminados ou reparados. portanto.

.3 Todas as mossas que afetam a curvatura do tubo nos cordões de solda longitudinal ou circunferencial devem ser removidas. 26. c) curva forjada. 27.0.4 A ovalização da circunferência da seção transversal vida por esmerilhamento.9 Sy . 26.2.4 A remoção da mossa deve ser feita retirando-se do d) curva em gomos.3. evidencia um remanescente da descontinuidade e a necessidade de um esmerilhamento adicional. puderem ser garantidas.1 Mossa é uma depressão que produz visível modificação na curvatura da parede tubular sem no entanto reduzir-lhe a espessura. do duto pré-curvado deve ser controlada de forma que não haja danos à integridade estrutural do tubo ou que possa provocar futuros problemas operacionais no gasoduto. uma ranhura ou uma cavidade produzida pela abertura de um arco elétrico de soldagem. 26. Todas as mossas com profundidade maior que 6 mm em tubos de DN . D/2 0.3.1 O curvamento natural é um processo de mudança de direção que só pode ser empregado em gasodutos enterrados. 27.3 Tubo pré-curvado 27. pelo ajuste da tubulação ao fundo da vala.46 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 reparo não fique inferior ao mínimo previsto por esta Norma para as condições de uso (ver 7.1 A descontinuidade causada pela abertura do arco elétrico deve ser removida por esmerilhamento desde que a espessura de parede não fique reduzida além do limite prescrito em 7.2.2 O tubo pré-curvado deve estar isento de enrugamentos.2 não b) tubo pré-curvado.2.1.4. detectado por ataque químico.3. 27 Mudanças de direção 27. 27. fissuras ou outras evidências de danos mecânicos.5 A diferença entre o maior e o menor dos diâmetros externos. durante a fase de construção. Não se admitem remendos ou martelamento das mossas. para gasodutos operados à temperatura ambiente.2 Uma mossa que cumulativamente ainda possua um fator concentrador de tensões. Um escurecimento localizado.2 O curvamento natural é produzido no duto dentro da fase elástica do material e só pode ser usado para grandes raios de curvatura.5. medidos em qualquer seção do tubo pré-curvado. provocado pelo peso da própria coluna de tubos. 26.1). onde a mudança de direção é feita pelo curvamento natural. caso contrário.2 A descontinuidade deve ser completamente remo- 27. 27. 27.2 Curvamento natural 27.3.12" ou com profundidade maior que 2% do diâmetro externo do duto em todos os tubos de DN > 12" não são toleradas em gasodutos que operam com tensão circunferencial igual ou superior a 40% da Sy.6 Eliminação de descontinuidades de abertura de arco de soldagem 26. O curvamento natural é realizado.4. deve ser removida pela extirpação da porção cilíndrica (do tubo) onde ocorre este defeito. de acordo com a situação de cada local e as características do duto: a) curvamento natural. a porção cilíndrica (do tubo) defeituosa deve ser removida e substituída por outra sem defeito. 26. esta deve ser inspecionada por um método não-destrutivo após o curvamento.7 PD/2e R = raio mínimo de curvatura para curvamento natural (cm) Ec = módulo de elasticidade do material (MPa) (ver Anexo G) Sy = tensão mínima de escoamento especificada (MPa) (ver Anexo D) D = diâmetro externo do duto (cm) e = espessura nominal de parede do duto (cm) P = pressão de projeto do gasoduto (MPa) tubo a porção cilíndrica que a contém. 27. tal como uma goiva.3 O raio mínimo de curvatura. O uso de remendo não é admitido.5 Abertura de arco de soldagem Descontinuidades produzidas por abertura de arco de soldagem elétrica causam intensas concentrações de tensão em tubulações e devem ser evitadas ou eliminadas em todas as linhas projetadas para trabalharem com tensões circunferenciais iguais ou superiores a 40% de Sy. 26.4 Mossas 26.4. 26. o qual produz uma deformação plástica do material.3 Quando no tubo pré-curvado houver uma solda circunferencial.6. 27.1 Geral As mudanças de direção nos gasodutos devem ser feitas por um dos seguintes procedimentos.3.1 O tubo pré-curvado é obtido pelo curvamento a frio ou a quente do duto.3. o reparo com solda fica proibido e a porção cilíndrica do tubo contendo o defeito deve ser removida e substituída por uma peça sã.6.4.3 Quando as condições prescritas em 26.3. 26. deve ser calculado pela seguinte fórmula: R= Onde: Ec . não pode exceder 5% do seu diâmetro externo especificado na norma dimensional de fabricação.5.

4. 90° e 180°. O desvio angular entre dois gomos contíguos não pode ser superior a 12. a coluna “raio mínimo” fornece o raio mínimo de curvatura em função do diâmetro externo do duto. 27.7 5.5. pelo menos. 12. para efeito de inspeção.8 7. ver Anexo H. Se for prevista a passagem de raspador pela linha.1 Permite-se o uso de curvas em gomos dentro das seguintes condições: calculado pela fórmula seguinte: α= Onde: R = raio mínimo de curvatura (m) Tabela 18 .75 14 16 18 ¯ 20 9. do eixo longitudinal do duto.4. 28. aplicados em tubulações ou conectados a aparelhos ou equipamentos.1).10 O curvamento a quente. 27.5 DN e R = 3 DN fica condicionado ao tipo do raspador a ser utilizado.5.75" pode ser determinado conforme a Tabela 18. 1.1.6 406.2 Este Capítulo não se aplica à soldagem da junta de dos a frio ou tratados termicamente. obtidos pelo encurtamento de uma curva forjada.7 O desvio angular α.85 355.3 Segmentos curvos com menor desvio angular.4. não pode ser inferior a um diâmetro externo do tubo. ensaio e qualificação.5 DN e 3 DN e desvios angulares de 45°. 27. composição.3 A confecção da curva em gomos deve ser executada com os cuidados necessários de alinhamento. 25 mm nos dutos de DN ↓ 2". c) não são permitidas curvas em gomos em sistemas que operam com tensões circunferenciais de pressão interna iguais ou superiores a 40% de Sy. 27.2 ¯ 508. 28. portanto. e abrange juntas de topo e de ângulo em tubos. causado por erro de alinhamento entre dois tubos soldados.9 O raio mínimo de curvatura a quente não está su- 28 Soldagem jeito à limitação da Tabela 18.4 457.4 Curva forjada 27.3. 27.1 Este Capítulo diz respeito à soldagem de juntas tubulares em materiais de aço fundido ou forjado. as curvas de R = 1 DN e as curvas de 180° (de qualquer raio) não podem ser utilizadas. 27. em graus por metro. etc. A coluna “desvio angular” fornece a variação angular máxima.3.5 Curva em gomos 27. deve ser 27.5. válvulas. O desvio angular entre dois gomos contíguos não pode ser maior que 90°.4 Quando as válvulas ou equipamentos forem fornecidos com extremidades preparadas para soldagem diretamente na tubulação. não constitui uma curva em gomos e.6 O raio mínimo de curvatura a frio para tubos de D ¯ 12.9 4.5. . 28. o uso das curvas de R = 1. medida na geratriz do lado interno da curva. qualquer desvio angular. 27.6 3.3. soldagem e procedimentos para alívio de tensões devem ser tais que nenhum dano significativo venha a resultar das operações de soldagem ou de alívio de tensões.1 e 7. não seja inferior à mínima permitida pela norma sob a qual o tubo é fabricado. o projeto. a menor distância entre gomos. reduz o valor da sua tensão mínima de escoamento. no cálculo da tensão de flexão. flanges e outros componentes. entretanto.1. 28.5. seja de.. bem como de juntas de ângulo em derivações tubulares.3. a tensão mínima de escoamento especificada deve ser calculada de acordo com o prescrito em 7. é a produzida pela MPO do sistema de gás.2 As curvas forjadas são padronizadas com raios de fabricação de tubos e componentes de tubulação. 27. b) em sistemas projetados para operar com tensões circunferencias de pressão interna maiores que 10% de Sy e menores que 40% de Sy. 27. em princípio. podem ser usados desde que o comprimento do arco.8 Raios mínimos de curvatura inferiores aos valores da Tabela 18 são permitidos desde qua as curvas obedeçam a todos os outros requisitos aqui expostos e que a espessura de parede. nesses casos. 180 π R a) em sistemas projetados para operar com tensões circunferenciais de pressão interna inferiores ou iguais a 10% de Sy.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 47 27. não requer considerações particulares de projeto para o dimensionamento para a pressão interna. para comparação com a tensão mínima de escoamento especificada.0 pol.4.2.1 Geral 28.5°. em graus por metro linear. deve ser considerado para efeito de concentração de tensões (ver 22.1. flanges sobrepostos e conexões para solda de encaixe. 27.5 A soldagem pode ser feita por qualquer processo ou combinação de processos que produzam soldas que curvatura iguais a 1 DN.8 18D 21D 24D 27D 30D Desvio angular α (graus/metro) R Raio mínimo de curvatura 1 .Curvamento a frio para tubos D Diâmetro externo mm 323. espaçamento e penetração total da solda.3.1 A curva forjada só deve ser utilizada em instalações onde a falta de espaço recomende uma mudança de direção com curvatura acentuada.3 A tensão circunferencial considerada neste Capítulo. feito em tubos expandi- 28. após o curvamento.2 Um desvio angular de até 3°.4 Para o cálculo da pressão de projeto das curvas em gomos.1. medido pelo lado côncavo.1.5.

obedecem às definiçõespadrões estabelecidas pelas AWS A3. durante as operações de soldagem. que fixem membros de suporte ou outros acessórios não-sujeitos à pressão. 28. medida na junta. 28.5.1 Prescrições gerais 28. ou um carbono equivalente inferior. 28.2 deve ser: a) a mais espessa das duas partes a serem unidas. requerer alívio de tensões. componente de tubulação ou equipamento cobertos por esta Norma.1 Soldas de topo 28.1 Os aços-carbono que tenham um teor de carbono materiais dissimilares.8 As definições que dizem respeito à soldagem. Seção VIII.3 O preaquecimento pode ser feito por qualquer método adequado.2 Soldas em ângulo acima de 0. ou ainda por uma combinação das duas posições. 28.3 Qualificação de procedimentos e de soldadores A qualificação de procedimentos de soldagem e de soldadores deve ser feita de acordo com a norma de soldagem utilizada no projeto. As soldas podem ser produzidas por soldagem em posição fixa ou em rolamento.6 Antes da soldagem de qualquer tubo. com as seguintes exceções: a) soldas em ângulo e em chanfro com dimensão (perna) não superior a 1/2" em conexões de diâmetro nominal não-superior a 2". 28. 28.2.2 Quando estiverem sendo soldados materiais dissimilares. 28. mas de materiais similares.4 Se qualquer um dos materiais. b) soldas em ângulo e em chanfro de não mais de 3/8" de tamanho de chanfro. em soldas entre As soldas de selagem devem ser feitas por soldadores qualificados.1.65% devem ser submetidos a alívio de tensões.4.1.1. 28.7 Para soldas em sistemas de tubulação que devem metria da extremidade a ser soldada são necessárias para produzir soldas satisfatórias. 28. a junta toda deve receber alívio de tensões.5.3 Quando a junta soldada conectar peças de espes- As dimensões mínimas para as soldas em ângulo usadas na fixação de flanges sobrepostos e para soldas em juntas de encaixe são mostradas no Anexo K. operar a 20% ou mais da tensão mínima de escoamento especificada. 28.5.65% (análise de panela) devem ser preaquecidos até a temperatura indicada no procedimento de soldagem.3.1.4 A temperatura de preaquecimento deve ser verificada através de lápis térmico. para assegurar que a temperatura de preaquecimento seja alcançada e mantida durante a operação de soldagem. As dimensões mínimas para soldas em ângulo utilizadas nas derivações são mostradas nas Figuras 4 e 5. mas não deve ser considerada como contribuição à resistência das juntas.2 As soldas em todos os aços-carbono devem ser submetidas a alívio de tensões quando a espessura da parede exceder 1 1/4".2. devem ser feitas a especificação e qualificação de um procedimento de soldagem. Esta dimensão é mostrada como e* nas figuras do Anexo J.1.1.32% ou um carbono equivalente (C + 1/4 Mn) (análise de panela) acima de 0.1. b) a espessura do tubo principal em caso de conexões de derivação.48 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 atendam aos requisitos de qualificação de procedimentos desta Norma.1.4 Preaquecimento 28. deve ser requerido quando o procedimento de soldagem indicar que a composição química.5 Todas as soldas de conexões e acessórios devem sofrer alívio de tensões quando for requerido que o tubo sofra alívio de tensões de acordo com 28.5.1. A soldagem de selagem de juntas roscadas é permitida.5.1.5. 28. O alívio de tensões pode ser também aconselhável para aços que tenham um teor de carbono ou carbono equivalente inferior. com diferentes requisitos de preaquecimento.32% (análise de panela) ou um carbono equivalente (C + 1/4 Mn) acima de 0. conforme estabelecido na ANSI/ASME.2. conforme utilizadas nesta Norma.5. termopar ou outro método adequado.2 Preparação de juntas para soldagem 28. a temperatura ambiente. 28.2.1 Algumas preparações aceitáveis de extremidade são mostradas nas figuras do Anexo I.4. componente tubular ou equipamento instalado de acordo com esta Norma.4. contanto que seja uniforme e que a temperatura não venha a cair abaixo do mínimo estabelecido.0 e NBR 5874.4. antes de realizar qualquer soldagem em qualquer tubo.1 e 28. 28.3 Soldas de selagem suras diferentes. 28. pirômetro de contato.1.5. Preaquecimento para aços que tenham um teor de carbono inferior. 28.1.5. 28.1.2. acima de 0.2 As figuras do Anexo J mostram as preparações aceitáveis de extremidades para solda de topo de peças com espessuras desiguais ou com tensões de escoamento desiguais. Cada soldador ou operador de soldagem deve ser qualificado para o procedimento especificado. a espessura a ser usada na aplicação de 28. quando existirem condições adversas que provoquem um resfriamento demasiadamente rápido da solda. flanges sobrepostos ou componentes para solda de encaixe.5 Alívio de tensões 28. devem ser usados os padrões de aceitação estabelecidos na API 1104. a temperatura de preaquecimento mais elevada deve prevalecer para ambas as peças. ou a combinação de ambos os casos.1 Os aços-carbono que tenham um teor de carbono 28. a espessura do material ou a geo- .

5.3 Todas as juntas soldadas das interligações (tie-ins) devem ser inspecionadas e ensaiadas de acordo com 28.2. a inspeção não-destrutiva consiste em exame radiográfico. contanto que a solda esteja de acordo com 28. 28. 28. maçaricos ou outros meios adequados de aquecimento. d) 75% das soldas na localização de classe 4. 28.2. 28. 29. deve prevalecer a temperatura de alívio de tensões mais alta.2. a cada dia de construção.5. para todo o sistema de tubulação de transmissão e distribuição de gás. 28. Os resultados da inspeção devem ser usados para controlar a qualidade da soldagem.6. a qualidade da solda deve ser controlada continuamente por pessoal qualificado.2 No alívio de tensões de uma junta entre metais dis- a) 10% das soldas nas localizações de classe 1.5.6. para ensaio não-destrutivo.3 As partes aquecidas devem ser levadas lenta- mente à temperatura requerida e mantidas a essa temperatura durante um período de tempo de pelo menos 1 h/pol.4 Quando for utilizado o exame radiográfico.2. 28. a qualidade da soldagem deve ser verificada visualmente em bases aleatórias de acordo com a norma adotada para qualificação do procedimento de soldagem. Para o ensaio de ramais de serviço.2 O seguinte número mínimo de soldas de topo no campo deve ser selecionado em bases aleatórias pela companhia operadora. se a companhia operadora decidir examinar apenas parte da circunferência de cada junta.2.2 A inspeção e ensaios para controle de qualidade de que 6" ou quando o projeto de construção envolve um número tão limitado de soldas que a inspeção não-destrutiva seria impraticável e o tubo está previsto para operar com tensão circunferencial igual ou inferior a 40% da tensão mínima de escoamento especificada. e devem ser deixadas esfriar lenta e uniformemente.3 e que seja inspecionada visualmente e aprovada por inspetor de solda qualificado.1.5. incluindo reservatórios tubulares e reservatórios cilíndricos.1 O alívio de tensões deve ser feito a uma temperatura de 600°C ou mais.2 A temperatura de alívio de tensões deve ser veri- ser seguido um procedimento que atenda aos requisitos da API 1104.6. 28. então o disposto em 28. As mesmas porcentagens mínimas devem ser examinadas nos casos de junção de dois ou mais tubos no canteiro: ensaios de pressão.5.2.6 Ensaios e inspeção de soldagem 28.3. em caso contrário. 28. ensaio de partícula magnética ou outro método aceitável.6.2. as soldas defeituosas devem ser reparadas ou removidas da linha.1 a 28.1. em travessias de rios navegáveis.3. em cruzamentos de rodovias e de estradas de ferro.2.1 O alívio de tensões pode ser efetuado por indução atender aos padrões de aceitabilidade da API 1104. mas em nenhum caso menos de 1/2 h.1 Geral 29.6. deve elétrica.3 As soldas defeituosas em tubulações operando com tensão circunferencial igual ou superior a 20% da tensão mínima de escoamento especificada devem ser reparadas ou removidas. ou então um comprimento equivalente de solda deve ser examinado. para exame.6. queimadores em anel. 28.5.6.6.5.6.2.6 Além dos requisitos da inspeção não-destrutiva assinalados acima. quando for possível.2. Cada solda selecionada dessa forma deve ser examinada em toda a sua circunferência.3 Métodos e equipamentos para alívio localizado de tensões 28.6. ou a 650°C ou mais. e) 100% das soldas em tubulações de estações de compressão. é proibido. após a construção.2 Todos os gasodutos devem ser ensaiados in situ após a sua construção.6.2 e 28. 28. para aços-liga ferríticos.2. A faixa exata de temperatura deve ser estabelecida na especificação do procedimento. ver 19. O método de trepanação.1. 28. 28. de espessura de parede do tubo. soldas em sistemas de tubulação operando com tensão circunferencial de 20% ou mais da tensão mínima de escoamento especificada deve obedecer ao prescrito em 28.1 Este Capítulo prescreve os requisitos mínimos de vés de inspeção não-destrutiva. com diferentes requisitos de alívio de tensões.2.6.5. c) 40% das soldas na localização de classe 3.2 Temperatura de alívio de tensões 28.1 A qualidade da soldagem deve ser verificada atra- 29 Ensaios após a construção 29.5 Quando o diâmetro nominal do tubo for menor ficada através do uso de pirômetros de contato e termopar ou outro equipamento para garantir que o ciclo de alívio de tensões tenha se realizado. 29. para aços-carbono.3 Todas as soldas que forem inspecionadas devem similares. devem ser reparadas e reinspecionadas adequadamente.6. As seções de interligação devem ser pré-ensaiadas nas mesmas condições de ensaio do gasoduto. O reparo deve estar de acordo com a API 1104. .6.3 não é obrigatório.1 Na inspeção de soldas nos sistemas de tubulação operando com tensão circunferencial menor que 20% da tensão mínima de escoamento especificada. mas em nenhum caso menos de 90%. conforme a norma adotada para a qualificação do procedimento de soldagem.2. resistência elétrica. 28. contanto que uma temperatura uniforme seja obtida e mantida durante o alívio de tensões. tais como as de interligação (tie-ins). b) 15% das soldas nas localizações de classe 2.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 49 28. f) 100% das soldas que não estão sujeitas a ensaio de pressão.6.

29.50 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 29. de acordo com a fórmula de 22. não se aplicam se.2 As exigências para as pressões mínimas de en- tubulação.2.1.10 x MPO 1. no mínimo.2-c) para o ensaio com saio são as descritas a seguir e encontram-se resumidas na Tabela 19: a) os gasodutos pertencentes à classe de locação 1 devem ser ensaiados com ar ou gás.1 Os gasodutos devem ser ensaiados por. para cavalotes e outros. 29.25 vez a máxima pressão de operação ou com água. Tabela 19 . para comparação com a tensão mínima de escoamento especificada.1.40 ou P MPO = máxima pressão de operação (kPa) MPOA = máxima pressão de operação admissível (kPa) P = pressão de projeto (kPa) Pe = pressão de ensaio (kPa) (A) (B) Escolher o menor valor.10 x P (B) Pe/1. para efeito de ensaio de pressão. 29.10 x MPO 1.25 x P (B) 3e4 Onde: Pe/1.2.2.1 vez a máxima pressão de operação.1. água.1. 29.1. após sua construção e antes de sua colocação em operação. 29.2 Ensaio de resistência mecânica ferrovias podem ser ensaiados de acordo com os mesmos procedimentos e a mesma pressão de ensaio relativos à sua classe de locação.2.2. na ocasião em que o gasoduto estiver pronto para ser ensaiado. Neste caso. e as pressões ficam assim limitadas: a) a pressão mínima de ensaio deve ser igual à MPO. 1. sofrem flexão longitudinal nos trechos aéreos.2. a.7 A tensão circunferencial de operação considerada b) os gasodutos pertencentes à classe de locação 2 devem ser ensaiados com ar.1 vez a máxima pressão de operação.1.1.40 x MPO Máxima (B) Máxima pressão de operação admissível (MPOA) (A) 1 1. tais como conexões para separadores. devido ao peso próprio e ao peso do fluido de ensaio. em 1/5 da tensão mínima de escoamento especificada do material do duto. 1.25 ou P 1.2. 2 h na pressão de ensaio.6 Os itens fabricados com tubos e componentes de 29. o ensaio de resistência nas classes 3 e 4 pode ser feito com ar.1. no mínimo. ou com água.10 x MPO 1.3 O ensaio de pressão estabelece a MPOA de acordo com a última coluna da Tabela 19. durante o ensaio de neste Capítulo. podem ser ensaiados de acordo com os mesmos procedimentos e a mesma pressão de ensaio relativos à classe de locação do trecho. 29.1. no mínimo.4 vez a máxima pressão de operação. 29.25 vez a máxima pressão de operação. não houver disponibilidade de água de boa qualidade em quantidade suficiente para o enchimento da linha.10 ou P 2 Pe/1. .4 Considerando que os dutos. Sem limitação específica.25 x MPO 1. esta Norma limita a tensão de flexão longitudinal.5 Os trechos de gasodutos que cruzam rodovias e em todos os casos onde a pressão de ensaio no campo exceder a de ensaio de fábrica. a 1.Pressões de ensaio Classe de locação Fluido de ensaio permitido água ar gás água ar água Pressão de ensaio (Pe) Mínima 1.2.1 Ensaio para gasodutos que operam com tensão circunferencial igual ou superior a 30% da tensão mínima de escoamento especificada 29. 29.2.10 x P 1. a pressão de ensaio refere-se sempre à pressão medida no ponto de maior cota.1. a.1. durante o ensaio. no mínimo.4 A tensão circunferencial desenvolvida pela pressão de ensaio ou pela MPO deve ser calculada com base no valor nominal da espessura de parede do tubo. 29.1. 29.25 x MPO 1.1.1. 29. a. c) os gasodutos pertencentes às classes de locação 3 e 4 devem ser ensaiados com água. 1. para válvulas de linha-tronco. de gasodutos nas classes de locação 3 e 4.2.6 Qualquer trecho de um gasoduto que por razões tecnicamente justificáveis não puder ser ensaiado in situ deve ser pré-ensaiado nas mesmas condições de ensaio do gasoduto.5 Para um determinado trecho de um gasoduto a ser ensaiado. para derivações de ramais. é a produzida pela MPO do sistema de gás.8 É obrigatório o uso de água como fluido de ensaio pressão.7 Os requisitos de 29. a 1.

Se o ensaio indicar vazamento.1. mantendo a pressão neste segundo limite. se todas as juntas estiverem descobertas durante o ensaio. 29.2.1. no que diz respeito ao compromisso entre a economia e a segurança: a) para gasodutos localizados em regiões de relevo acidentado. e um novo ensaio realizado. a pressão de ensaio deve ser.a pressão de ensaio não deve exceder 1. as seguintes informações: saiada de acordo com 29.2 Nas classes de locação 2.4 E .3.3.2 Ensaios de estanqueidade para gasodutos que operam a menos de 700 kPa (7.1. sendo E o fator de eficiência de junta e Sy a tensão mínima de escoamento especificada. porém as considerações abaixo devem orientar na prescrição do valor da pressão de ensaio.2. este deve ser localizado e eliminado.2 Pode ser utilizado gás como fluido de ensaio. devem ser submetidos a novo ensaio quando a pressão de projeto for superior a 85% da pressão de ensaio de fábrica. nessas condições.1. pois a aplicação prolongada de tensões elevadas produz no material o crescimento de defeitos que originalmente não comprometeriam a integridade do gasoduto.2 O procedimento de ensaio utilizado deve ser ca- de ensaio com água para a verificação da resistência. uma avaliação competente e experiente prevalece sobre a precisão numérica.2. a elevação e a manutenção da pressão de ensaio devem ser feitas no menor tempo possível.3 Para a comprovação de estanqueidade.2. nas mesmas condições de fábrica. Uma pressão de ensaio superior a 18% da pressão de projeto não permite que o gasoduto admita uma pressão de projeto superior à adotada para o cálculo da espessura de parede requerida (ver 7. deve ser inferior a 0.4 Registros A companhia operadora é obrigada a manter em seus arquivos um registro de execução de cada ensaio.1 kgf/cm2) 29.2. para se comprovar que não vazam.2. o ensaio de resistência do cialmente tensionada. Sy na classe de locação 3 e inferior a 0.9 Tubos para gasoduto que na fábrica passaram paz de identificar todos os vazamentos e é escolhido após considerarem-se o volume do trecho e a sua localização.1 Ensaio de estanqueidade para gasodutos que operam a 700 kPa (7. o qual deve conter.3. com os tramos soldados.a tensão circunferencial. b) no campo. constituindo trechos do gasoduto. 3 e 4.3. deve ser feito um ensaio de estanqueidade a uma pressão variando de 700 kPa (7.3. num ensaio de resistência.5 E . b) quando a pressão de ensaio prescrita produzir no duto tensões circunferenciais maiores que a tensão mínima de escoamento especificada.1. . 29.1 Os gasodutos e equipamentos correlatos que operam a menos de 700 kPa (7.2. a 20% ou mais da tensão mínima de escoamento especificada e o fluido de ensaio for ar ou gás. 18% superior à pressão de projeto. 29.2. com pressões que induziram tensões circunferenciais inferiores a 0. 29.3.2. 29.1 kgf/cm2) 29.4 Para a comprovação de estanqueidade.3.1.2.85 Sy.1.1 kgf/cm2) devem ser ensaiados após a construção e antes de serem colocados em operação.1 Os gasodutos devem ser ensaiados após sua construção e antes de serem colocados em operação.Tensão circunferencial máxima permitida durante o ensaio Classe de locação Fluido de ensaio % da tensão mínima de escoamento especificada 2 Ar Gás 75 30 3 50 30 4 40 30 29. admitindo-se a possibilidade de se utilizar gás ou ar como fluido de ensaio.3.1). gerada pela pressão de ensaio. 29. o ensaio com espuma de sabão pode ser usado para localizar vazamentos. 29.3 Em todos os casos em que a linha for circunferen- por ensaio hidrostático.2 Ensaio para gasodutos que operam com tensão circunferencial menor que 30% da tensão mínima de escoamento especificada. à máxima pressão disponível no sistema de distribuição por ocasião do ensaio.2.8 Esta Norma não limita o valor da pressão máxima Tabela 20 . o tempo de duração do ensaio deve ser o necessário para que o gasoduto possa ser inspecionado e os locais de eventuais vazamentos identificados para reparo. Neste caso. 29. mas acima de 700 kPa (7. 29. É também permitido inspecionar a linha.3. Neste caso.1 kgf/cm2) ou mais 29. as pressões de ensaio elevadas obrigam o aumento da quantidade das seções de ensaio. A pressão de ensaio pode ser feita nas seguintes condições: a) tramo a tramo. no mínimo. 29. a tubulação é en- de duração do ensaio deve ser o estritamente necessário para que o gasoduto possa ser inspecionado e os locais de eventuais vazamentos identificados para reparo.3 Ensaio de estanqueidade 29.3. Sy na classe de locação 4.1 kgf/cm2) até a pressão necessária para produzir uma tensão circunferencial de 20% da tensão mínima de escoamento especificada.1.1 Na classe de locação 1. dentro dos limites máximos de tensão circunferencial estabelecidos na Tabela 20. . no mínimo. 29. para comprovar que não vazam.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 51 b) a pressão máxima de ensaio deve ser limitada pelas seguintes condições: .25 vez a MPO do sistema. o tempo gasoduto deve ser de acordo com 29. durante o ensaio de resistência.

1 Os revestimentos.4.2 Critérios de revestimentos 30. g) ao longo das tubulações.2. b) em cada tubo-camisa ou grupo de tubos-camisa.4.1.4 Deve ser prevista a proteção das juntas de iso- lamento elétrico contra tensões induzidas por descargas atmosféricas e aproximação do sistema com linhas de transmissão.2. 30.1 Os sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível devem ser isolados eletricamente de outros sistemas.2 Sempre que possível. 30.2. 30.2. de- ve-se considerar os requisitos específicos para as tubulações que transportam gases em alta temperatura. g) duração dos ensaios de resistência e de estanqueidade. lagos.1 Objetivo Este Capítulo fixa as condições mínimas a serem cumpridas para o controle da corrosão interna e externa de tubulações. conforme Capítulo 10. Cada companhia operadora deve estabelecer seus próprios procedimentos específicos.2.2.1 Os pontos de ensaio devem ser distribuídos ao longo do traçado das tubulações em quantidade suficiente para se avaliar a eficiência do sistema de proteção catódica. canais. dentro dos objetivos constantes desta Norma. eficiência do revestimento utilizado. d) fluido de ensaio usado. por meio de ensaios ou de experiência prévia. dispensado nos casos em que puder ser provado.1. espaçados conforme as necessidades de cada região.2. h) localização de falhas e vazamentos. e a descrição dos reparos realizados. 30. correntes de interferência.2.2. etc.4. para minimizar-se a ocorrência de danos físicos.52 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 a) data e hora de realização do ensaio.1 pode ser são e distribuição de gás combustível devem ser isolados eletricamente das tubulações de ferro fundido. 30. compatibilidade com o sistema de proteção catódica e a resistência à degradação térmica.2. em função de fatores como a distribuição da corrente de proteção. exceto nos locais onde as estruturas metálicas enterradas sejam interligadas eletricamente entre si e protegidas catodicamente como um todo. ou outras medidas adequadas. o meio ambiente ou outras instalações ao risco de danos durante a vida útil prevista para a operação do sistema de transmissão de gás. etc. incluindo os de junta de campo e de reparo. devem ser revestidas externamente e/ou protegidas catodicamente. 30. novos ou existentes. tensões secundárias.2 O procedimento indicado em 30.2.3 Os pontos de contato elétrico acidental com ou- tras estruturas metálicas devem ser localizados e removidos. d) nas derivações para ramais. 30.2 Controle da corrosão externa para instalações enterradas 30.4. c) planta e perfil do gasoduto e a localização das seções de ensaio. forjado. c) junto às travessias de rios.2. e) nos cruzamentos ou proximidades de outras tubulações ou estruturas metálicas enterradas não consideradas no projeto. e) pressão de ensaio de cada um dos trechos. reservatórios e componentes metálicos pertencentes aos sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível. 30. podem ser utilizados um revestimento protetor externo e materiais selecionados para reaterro. que não ocorre qualquer corrosão significativa a ponto de expor o público. córregos. 30. para desenvolver seu próprio programa de controle da corrosão. 30.2.5.3 Critérios de proteção catódica O projeto do sistema de proteção catódica deve ser elaborado explicitando os critérios de proteção adotados. f) pressão resultante no ponto de menor cota de cada trecho.4 Isolamento elétrico 30. devem ser observados os requisitos da NACE Std RP-02-75..2.1 As instalações metálicas enterradas e submersas. na execução dos revestimentos. dúctil e outros tipos de material metálico. b) especificação dos tubos de cada um dos trechos ensaiados. observados os requisitos da NACE Std RP-01-69.2 A distribuição dos pontos de ensaio pode ser feita de acordo com a orientação dada a seguir: a) em cada junta de isolamento elétrico ou grupo de juntas de isolamento elétrico.2. os fatores ambientais e outros elementos pertinentes. dos sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível.5.2. f) nos trechos mais afetados por saída de correntes de interferência. calculada com base na pressão de ensaio. h) junto aos reservatórios metálicos enterrados. os sistemas de transmis- 30 Controle da corrosão 30..1.2 Na escolha do tipo do revestimento externo.5 Pontos de ensaio 30. devem ser selecionados de acordo com a temperatura de operação. Em locais rochosos.2. 30. ao solo.2. Esses requisitos incluem a resistência contra danos devido .1 Geral 30.

para permitir avaliações contínuas do programa de controle da corrosão. b) inibidores de corrosão: .4 Controle da corrosão interna 30. .2.6.2 As conexões dos cabos elétricos às tubulações podem ser feitas diretamente por meio de soldas exotérmicas. As interferências podem ser controladas por métodos como drenagem elétrica. os fatores indicados a seguir: revestimento e os trechos expostos dos cabos elétricos devem ser protegidos por um material isolante compatível com o tipo de revestimento existente. 30. devem ter seu desempenho considerado de acordo com a temperatura de operação das tubulações.9 Anodos galvânicos Os anodos galvânicos.1 As conexões dos cabos elétricos.3. uso de blindagem elétrica. c) sistemas de pigs: ligação elétrica. tensões mecânicas localizadas excessivas. contínuo ou de cordão.provadores de corrosão e outros equipamentos de monitoração devem ser previstos em projeto. em conjunto ou em separado. aplicação de revestimentos protetores.o inibidor de corrosão selecionado deve ser de um tipo que não cause deterioração dos componentes do sistema de tubulações. 30. os tipos de revestimentos devem ser escolhidos de forma a evitar possíveis danos provocados pela passagem desses instrumentos. os gases que nas condições de transporte contenham água livre devem ser considerados corrosivos.um sistema eficiente de coleta de condensados e de materiais sólidos nas tubulações por meio de pigs ou esferas deve ser previsto.4. 30. Em temperaturas superiores a 50°C. especialmente os do tipo bracelete. 30.7.7.o revestimento interno deve atender às especificações de qualidade e à espessura mínima da camada protetora estabelecidas. A especificação da carga não deve exceder o cartucho de 15 g.6. e os procedimentos de execução da solda devem atender aos requisitos de segurança da instalação. . . algumas ligas podem tornar-se mais nobres que o aço. dos pontos de ensaio às tubulações.2.2.sempre que necessário. devem ser previstas medidas.6 Instalação de conexões elétricas 30.2.2 Quando necessário. devem ser examinadas e analisadas através de levantamento de dados no campo. entre a estrutura interferente e a estrutura interferida. podem sofrer corrosão intergranular. de acordo com as NBR 9171 e NBR 9344.os revestimentos utilizados devem ser inspecionados conforme previsto nas especificações estabelecidas ou na prática corrente. no ponto de conexão. . principalmente quando há a presença de correntes de fuga. 30. os anodos de zinco. A menos que se prove o contrário. como limpeza e reposição do revestimento ou o uso permanente de um inibidor adequado. a abertura feita no 30. A taxa de desgaste e a corrente liberada pela maioria das ligas de anodo tendem a ser maiores com o aumento da temperatura ambiente. devem ser previstos em projeto equipamentos que permitam reter. transferir e injetar o inibidor de corrosão no fluxo de gás. devem ser previstos os cuidados específicos necessários ao controle da corrosão.quando os tubos ou outros componentes do sistema de tubulações forem unidos por solda ou outro método que deixe exposto o metal de base.2.3 Nos afloramentos das estruturas.3 Após realizada a conexão.2. direta ou por meio de uma resistência elétrica. 30.2.6.2.se estiver previsto o uso de pigs ou de esferas. devem ser tomadas medidas capazes de proteger o sistema de tubulações contra a corrosão interna. 30. para evitar a corrosão das juntas. . 30. ou qualquer outro dispositivo efetivo de proteção.1 O sistema de proteção catódica deve ser projeta- do de forma a minimizar e corrigir qualquer interferência adversa sobre outras estruturas metálicas existentes ao longo do traçado da rede de dutos.3 As interferências adversas provocadas por estruturas estranhas.2. por ensaios ou experiência prévia.2 O tipo de revestimento selecionado deve possuir características adequadas à proteção contra a corrosão provocada pelo ambiente. com alumínio na sua composição química. por meio de um sistema de revestimento adequado.3.4.2 Para preservar a integridade e eficiência das tubulações. sistema de proteção catódica complementar. devidamente calibrada.3. Os materiais dos revestimentos devem recobrir completamente as superfícies expostas e devem ser aplicados de acordo com as especificações e recomendações dos fabricantes.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 53 30. 30.3 Controle da corrosão atmosférica 30.7. devem ser feitas sem que ocorram no tubo.7 Interferência elétrica 30. 30. contra a corrosão externa provocada pelo meio ambiente. . Em temperaturas superiores a 60°C. 30. devem ser considerados no projeto.2.1 As instalações metálicas aéreas devem ser protegi- das. deve ser prevista uma inter- a) revestimento interno: .1 Quando for transportado um gás corrosivo. instalados próximos a uma tubulação aquecida. .8 Tubos-camisa Os tubos-camisa devem possuir acessórios que os isolem eletricamente das respectivas tubulações.

2 Para obtenção dos parâmetros de projeto. diques de contenção do reaterro da vala e substituição do material de reaterro. b) dreno-cego.uso de equipamentos de desidratação ou de separação. 31.3. os diques devem ser projetados com o emprego de materiais que absorvam aqueles movimentos.1 Geral Este Capítulo estabelece os critérios a serem aplicados no projeto de estabilização de pista e vala.4 Os materiais utilizados na tubulação e nos demais 31. 31. quando for prático.3. . de forma a evitar erosões ou deslizamentos da cobertura.1 Fundamentos básicos Os métodos de drenagem superficial da pista devem ser previstos em encostas com inclinação superior a 5° e constituídas de solos de baixa coesão. deve ser feito o cadastra- Os métodos de drenagem superficial constam de: a) calhas transversais de captação e longitudinais de condução de águas pluviais.3.54 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 d) provadores de corrosão e carretéis de ensaio: . dimensionadas e espaçadas conforme inclinação e extenção da rampa. . evitando danos a edificações.3.2. definindo as soluções a serem empregadas em cada local.4. vala.3. 31.2 Devido a acomodações e recalques da tubula- ção enterrada na vala.4 Drenagem superficial da pista 31. ou pela configuração e dimensões da tubulação ou conexões.3 Quando um gás ou mistura de gases.uso de equipamentos de remoção de outros contaminantes. pelo acréscimo de espessura de parede.4.3 Métodos de proteção de vala 31.1 Fundamentos básicos Os métodos a serem empregados para a proteção do reaterro de vala devem consistir em drenagem do fundo da vala. com dimensões e espaçamento de conformidade com a seção da vala.nos locais com maiores possibilidades de ocorrência de corrosão. infiltrações e percolações. 31. surgências ou interceptação de veios d’água em rampas com inclinações superiores a 5°.4 Reaterro e fechamento da vala 31 Estabilização de pista e vala 31.3.3 Contenção do reaterro da vala equipamentos metálicos expostos aos gases devem ser resistentes à corrosão interna.2. deve ser prevista a compactação do reaterro da vala ou substituição parcial ou total do solo.2.3 Na proteção da pista. devem ser projetados diques no interior desta.2. e) tratamento para redução da corrosividade dos gases: .provadores de corrosão e carretéis de ensaio devem ser projetados de forma a permitirem a passagem dos pigs ou esferas.2. 30. 31.1 Para contenção do reaterro da vala. 31. 31. b) os efeitos de erosão/corrosão causados por partículas de alta velocidade em prováveis pontos de turbulência e de choque devem ser minimizados pelo uso de materiais resistentes à erosão. portanto: a) os materiais selecionados para a tubulação devem ser compatíveis com os produtos transportados.3. e preservando o meio ambiente.3. 31. 31. . bota-foras e áreas terraplenadas nas vizinhanças. deve ser feito o cadastramento de ocorrência de surgências.1 A estabilização de pista e vala deve assegurar a proteção permanente da tubulação enterrada.2. inclinação da rampa e o material utilizado na construção do dique.4. não causando danos ao revestimento dos tubos ou à própria tubulação. devem ser utilizados provadores de corrosão e carretéis de ensaio. definindo as soluções a serem empregadas. estabilizando a pista.2 Os métodos de drenagem normalmente utiliza- dos devem ser: a) colchão de areia. 31. 31.2 Critérios de projeto 31. mento de rampas.4 Na proteção da vala. encostas.2 Drenagem do fundo da vala 31.3. 30.2 Métodos de drenagem superficial ser realizados estudos geotécnicos e hidrológicos ao longo da região atingida pela construção do gasoduto. por material com suficiente coesão e resistência. 31. ou ainda pela filtragem. deve ser dada atenção especial para a identificação e mitigação da possível corrosão interna.3. mananciais e sistemas hidrográficos.1 Métodos de drenagem do fundo da vala devem ser previstos sempre que houver a possibilidade ou ocorrência de percolação.4. com a finalidade de evitar a formação de processos erosivos na pista e vizinhanças. devem Em função da inclinação da rampa e do tipo de solo local. quando forem instalados em seções percorridas por esses instrumentos. líquidos e sólidos corrosivos forem transportados em temperatura elevada.

5. causada pelas águas pluviais.4 Processos de execução O processo de plantio por hidrossemeadura deve ser previsto em rampas ou taludes com declividade igual ou superior a 15°. c) seus produtos de combustão não devem ser prejudiciais a pessoas nem causar danos aos materiais com que normalmente possam ter contato.3 Correção do solo a) misturado ao gás na concentração especificada.3 Ensaios de campo devem ser previstos para verificar a eficácia do sistema de odorização.5% em massa. a odorização fica sujeita a estudos específicos em função das áreas atravessadas. Com base na análise do solo. c) caixas de saída com dissipadores de energia cinética. proporcionando melhores condições para resistir à erosão superficial. através da execução de proteção vegetal.1 Todo gás combustível deve ser odorizado em redes de distribuição e serviço ou para uso doméstico. a fim de garantir o desenvolvimento e manutenção da proteção vegetal empregada.5 Proteção vegetal da pista ser estabelecida pelo projeto. sementes de gramíneas e/ou leguminosas fertilizantes e fixador da mistura. 32 Odorização 31. a sua pronta detecção em limites de concentração a partir de 1/5 de seu limite de explosividade inferior. d) muros defletores e enrocamentos. 31. 31.5. deve ser determinada a sua correção e adubação. Os pontos de amostragem devem ser localizados de forma a representar o gás em todos os pontos do sistema. não deve ser prejudicial a pessoas nem causar danos ao sistema. devem ser selecionadas as que mais se adaptem ao ambiente local. 31.2 O odorante deve atender aos seguintes requisitos: O grau de acidez ou alcalinidade do solo (pH) deve ser determinado utilizando-se amostras representativas colhidas ao longo da faixa do gasoduto. 31. num consorciam ento de plantas gram í neas e legum inosas. Em gasodutos de transmissão. de modo a permitir. por via líquida.2 Análise do solo 32.5. em caso de vazamento.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 55 b) caixas de passagem e dissipação dimensionadas e espaçadas em função das calhas transversais e longitudinais. numa proporção balanceada entre gramíneas e leguminosas. b) sua solubilidade em á gua n ã o deve exceder 2. 32. consistindo o processo na projeção. 32. 31.1 Geral A proteção vegetal visa à preservação das áreas expostas pela terraplenagem. em dosagem a /ANEXOS . em uma emulsão contendo.5 Espécies de sementes a serem empregadas Na especificação das espécies de semente.5.5.

56 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 .

Diagrama ilustrativo do campo de aplicação desta Norma /ANEXO B .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 57 ANEXO A .

448222 x 10° radiano (rad) 1.555556 x 10-1 5.m N. expresso nas unidades da primeira coluna.745329 x 10-2 C K K K 5.555556 x 10-1 m3 m3 1.129848 x 10-1 N N 9.451600 x 10-4 * 9. por: Unidades de comprimento in ft mile Unidades de área in2 ft 2 Unidades de volume in3 ft 3 Unidades de diferencial de temperatura °F (Fahrenheit) °C (Celsius) °F (Fahrenheit) °R (Rankine) Unidade de ângulo plano grau (°) Unidades de força kgf lbf Unidades de momento (ou de torque) kgf .540000 x 10-2 * 3.58 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 ANEXO B .290304 x 10-2 * m m m 2. in Unidades de pressão (ou de tensão) kgf/cm 2 kgf/cm 2 lb/in2 lb/in2 bar kPa MPa kPa MPa kPa 9.638706 x 10-5 2.894757 x 10° 6.806650 x 10-2 * 6.555556 x 10-1 1. m lbf .894757 x 10-3 1.m 9.Fatores de conversão Para converter em Multiplicar o valor.831685 x 10-2 m2 m2 6.048000 x 10-1 * 1.000000 x 102 * /continua N.000000 x 10° * 5.806650 x 10° * 4.806650 x 101 * 9.806650 x 10o * 1.609344 x 103 * .

por: 1.quilograma (kg) .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 59 /continuação Multiplicar o valor. ou seja.354990 x 102 Usar a fórmula °C K K K 5 (°F .ângulo plano . kgf . s). com respectivas unidades. cujas principais grandezas. físico (c .013250 x 102 * Para converter em bária atm Unidades de energia Btu cal lbf .segundo .15 5 (°F . expresso nas unidades da primeira coluna.tempo . e) Para uma lista completa dos fatores de conversão. para o Sistema Internacional (SI).Newton . são: .355818 x 10° W W em 7. d) Os fatores de conversão são apresentados em notação científica. relativas à mecânica.457000 x 102 7.15 5 (°R)/9 Notas: a) Esta tabela apresenta fatores de conversão para algumas das mais utilizadas grandezas. /ANEXO C .32)/9 + 273. deve ser consultada a NBR 12230.radiano .pressão . por um número real de 1 a 10 (exclusive) e pela potência de 10 que lhe é associada. b) O sistema legal de unidades no Brasil é o Sistema Internacional. s) e técnico (m .energia .Joule . fundamentais e derivadas.32)/9 °C + 273.força .055056 x 103 4.000000 x 10-4 * 1.Kelvin (s) (K) (rad) (N) (Pa) (J) (W) . g .potência . de vários sistemas de unidades para o SI.Watt c) Os asteriscos (*) que figuram à direita dos fatores de conversão indicam os fatores que são exatos.186800 x 10° * 1.temperatura (m) .Pascal . ft Unidades de potência hp cv Para converter Escalas termométricas °F °C °F °R kPa kPa J J J 1. expressas em unidades dos sistemas inglês.comprimento .metro .massa .

60 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 ANEXO C . b) solda sobreposta: 33% do diâmetro externo. o corpo-de-prova não deve ter comprimento inferior a 65 mm.Ensaio de achatamento para tubos C-1 O ensaio de achatamento para tubos deve ser realizado de acordo com a NBR 6154 e complementado com os parâmetros de execução de ensaio aqui expostos. nenhum a trinca na solda deve aparecer at é que a dist â ncia entre as placas seja m enor que 2/3 do di â m etro externo do tubo. seja na solda. e nenhuma fissura ou ruptura. /ANEXO D . seja em qualquer parte do metal. ou 2/3 do diâmetro externo para solda sobreposta. e a solda n ã o pode apresentar defeitos. m as em nenhum caso. nenhuma trinca na solda deve aparecer até que a distância entre as placas seja menor que 3/4 do diâmetro externo para solda de topo. C-3 P ara tubos feitos com solda por resist ê ncia el é trica. ela deve ser m enor que cinco vezes a espessura da parede do tubo. C-4 Para tubos soldados por fusão. nenhuma fissura ou ruptura no metal deve ocorrer até que a distância entre as placas atinja o valor “H” dado pela fórmula prescrita na NBR 6154. N enhum a evid ê ncia de lam ina çã o ou m aterial fundido deve revelar-se durante todo o processo de achatam ento. N enhum a fissura ou ruptura no m etal ou na solda pode ocorrer at é que a dist â ncia entre as placas seja m enor que 1/3 do di â m etro externo do tubo. C-5 Para tubos sem costura. deve ocorrer até que a distância entre as placas seja inferior à indicada a seguir: a) solda de topo: 60% do diâmetro externo. C-2 Para tubos sem costura.

4.Tensão mínima de escoamento especificada (Sy) de materiais para tubos Sy Especificação Grau MPa API 5L A B x 42 x 46 x 52 x 56 x 60 x 65 x 70 x 80 A B A B C ASTM A-283 A B C D ASTM A-285 A B C ASTM A-135 A B A B C D E 30 33 36 40 45 50 55 1 3.7 8 9 Classe Y-35 Y-42 Y-46 Y-48 Y-50 Y-52 Y-56 Y-60 Y-65 207 241 290 317 359 386 414 448 483 552 207 241 207 241 276 165 186 207 228 165 186 207 207 241 207 241 290 317 359 207 228 248 276 310 345 379 207 241 517 317 241 290 317 331 345 359 386 414 448 103 psi 30 35 42 46 52 56 60 65 70 80 30 35 30 35 40 24 27 30 33 24 27 30 30 35 30 35 42 46 52 30 33 36 40 45 50 55 30 35 75 46 35 42 46 48 50 52 56 60 65 kg*/cm2 2109 2461 2954 3235 3657 3938 4219 4571 4923 5626 2109 2461 2109 2461 2813 1688 1899 2109 2321 1688 1899 2109 2109 2461 2109 2461 2954 3235 3657 2109 2321 2532 2813 3165 3516 3868 2109 2461 5274 3235 2461 2954 3235 3376 3516 3657 3938 4219 4571 /continua ASTM A-53 ASTM A-106 ASTM A-134 ASTM A-139 ASTM A-211 ASTM A-333 ASTM A-381 .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 61 ANEXO D .6.

62 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 /continuação Sy Especificação Grau MPa ASTM A-671 Classes 10. 32 ASTM A-285 C ASTM A-515 55 60 65 70 ASTM A-516 55 60 65 207 207 221 241 262 207 221 248 103 psi 30 30 32 35 38 30 32 36 kg*/cm2 2109 2109 2250 2461 2672 2109 2250 2532 70 262 38 2672 ASTM A-672 ASTM A-285 A B C ASTM A-515 55 60 65 70 ASTM A-516 55 165 186 207 207 221 241 262 207 24 27 30 30 32 35 38 30 1688 1899 2109 2109 2250 2461 2672 2109 Classes 10. 12 20. 22. 30. 12 20. 11. 31. 11. 21. 32 /ANEXO E . 22 30. 31. 21.

trata-se do caso A.3 kgf/cm2) para uma rede de distribuição. .5 E-1. = 1500 kPa MPOmont.1 Exemplo 1 E-1.2. = 1000 kPa e MPOjus.2 A solução é a seguinte: Nota: Analisando-se a Figura 1. = 4. E-1. verifica-se que a válvula de alívio é uma proteção para qualquer situação.Exemplos de aplicação dos dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão E-1 Para melhor compreensão da aplicação da Figura 1.66 > 1.1 Deseja-se especificar uma estação de controle e limitação de pressão entre uma rede de distribuição de gás com MPO de 1000 kPa (10. = 400 kPa MPOmont. E-1. válvula de controle monitora e válvula de bloqueio automático ou Válvula de controle e válvula de controle monitora ou Válvula de controle. “ MPOjus.1.2 kgf/cm2) e outra rede de distribuição com MPO de 400 kPa (4.MPOjus.MPOjus.2 Exemplo 2 E-1. = 600 kPa MPOmont.3 Como 5500 kPa > 1600 kPa e simultaneamente MPOmont. = 2.3 Como 600 kPa < 1600 kPa.4 kgf/cm2) e um ramal de alimentação com MPO de 1500 kPa (15. válvula de controle em série e válvula de bloqueio automático Válvula de controle e válvula de controle em série . são apresentados três exemplos: E-1.1.2. ou seja: 4. E-1.2 A solução é a seguinte: MPOmont.66 E-1. = 7000 kPa e MPOjus. trata-se do caso B.1 Deseja-se especificar uma estação de controle e limitação de pressão entre um gasoduto de transmissão com MPO de 7000 kPa (71.1 kgf/cm2).2. . = 5500 kPa MPOmont. ou seja: Válvula de controle e válvula de segurança ou Válvula de controle e válvula de segurança ou V á lvula de controle e duas v á lvulas de bloqueio autom á tico ou Válvula de controle e válvula de bloqueio automático ou Válvula de controle.1.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 63 ANEXO E .6. “ MPOjus.

1.3.02 kgf/cm2).3.64 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 E-1. /ANEXO F .1 Deseja-se especificar uma estação de controle e limitação de pressão entre uma rede de distribuição com MPO de 100 kPa (1 kgf/cm2) e uma rede interna de consumidor com MPO de 2 kPa (0. Válvula de controle possuindo as características exigidas em 14.3.3 Exemplo 3 E-1.

9 mm Figura 8 .5 x 1 x 1 x 241) = 16. DT/2 .1) = 106.4 MPa . h) tensão mínima de escoamento especificada: .3 Espessura de parede do tronco para resistir à pressão interna et = P .54 (54%) F-2.ramal SyR = 241 MPa (2460 kgf/cm2). E . sendo fornecidos os seguintes dados: a) diâmetro externo do tronco: DT = 406. k) fator de eficiência de junta: E = 1 (garantido pelo processo de soldagem e pela especificação do material). n) tipo de montagem: não-penetrante. Sc/SyT = 106.4/(2 x 19. B.44 (44%) F-2. d) espessura do ramal: eR = 12. SyT) et = 10 x 406.1 mm (0.7 mm (0. Nota: Para ilustração da derivação. m) ângulo da derivação: β = 90°. . i) sobreespessura para corrosão nos tubos: c = 0. F-2 Desenvolvimento dos cálculos F-2. l) fator de temperatura: T = 1 (gás escoando à temperatura de até 120°C). b) diâmetro externo do ramal: DR = 219.4/(2 x 0.4/241 Sc/SyT = 0. g) pressão de projeto: P = 10 MPa (102 kgf/cm2).5).NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 65 ANEXO F .tronco SyT = 241 MPa (2460 kgf/cm2).Exemplo de aplicação das regras para o projeto de derivações tubulares soldadas F-1 Enunciado Projetar uma derivação tubular soldada. sen β = 1. f) especificação do material da chapa de reforço: ASTM A-285 Gr.4 mm (16"). ver Figura 8. eT Sc = 10 x 406.1 Relação entre os diâmetros do ramal e do tronco e) especificação do material do tronco e do ramal: API 5L Gr. DT/(2 F .2 Rela çã o entre a tens ã o circunferencial e a tens ã o m ínim a de escoam ento especificada (para o tronco) Sc = P . j) classe de locação do gasoduto: 3 (fator de projeto F = 0. C. T .4 DR/DT = 0.500").1/406.625"). DR/DT = 219.chapa de reforço SyC = 206 MPa (2110 kgf/cm2).750"). c) espessura do tronco: eT = 19. de 16" x 8".1 mm (8.

= 426 + 344 + 250 + 2323 = 3343 mm2 Nota: No cômputo da área da chapa de reforço (A4).9 Dimensões nominais da chapa de reforço er = 10 x 219.5 x (12.5 x (19. Assim. SyR) AN = (3274 .7 mm F-2. em outra equivalente de material de tensão de escoamento SyT. L . = 193.0) x 193.5 Diâmetro do furo d = DR .2 (eR .5 (eR .1 .7 Área disponível para reforço F-2.9 mm F-2.2 No tubo-ramal F-2.426 .7 = 426 mm2 F-2.7.4) + (360/2π)) .c) + M = 2.1 .8 Área mínima necessária à chapa de reforço AN = (Areq.1) x 19.1/406.10 Área total Atot.7.4) α = 113° Como α < 180°.5.0) = 193.er .13) = = 361.7. = A1 + A2 + A3 + A4 Onde: A4 = A .A1 .0) = 47. T . A1 = (eT .2 (12.1 = = 2718 mm2 F-2.0) x 47.5 (eT .13 Verificação do envolvimento angular (ver recomendação (B)): α = 2 (arc sen (DR/DT) + (360/2π)) .8 = 344 mm F-2. F-2. esta operação transforma a área nominal da chapa. o fator redutor SyC/SyT entre as tensões de escoamento da chapa e do tronco.1 mm (3/4") Comprimento: Q = 2 (d .A3) .1 . = d .c) = 2. E .11 Condição de resistência Atot.DR) .7 .1/(2 x 0.6 Área de reforço requerida Areq. o reforço não necessita ser do tipo integral.4 Espessura de parede do ramal para resistir à pressão interna er = P .9.2.7 . SyT/SyC /ANEXO G . SyC/SyT = 2718 x 206/241 = 2323 mm2 Atot.8 mm ou L = 2.2.66 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 F-2.16.et .3) De acordo com os requisitos especiais.5 x 1 x 1 x 241) = 9.7 .c) .1 .344 .1 Admitindo-se usar uma chapa de reforço com espessura M = 19. d A1 = (19. M = (361. o somatório das áreas A1 + A2 + A3 + A4 é feito como se todos os materiais fossem estruturalmente equivalentes ao material retirado do tronco. (= 3343 mm2) > Areq. A2 = 2 (eR . sobre a área nominal da chapa (A).7 x 16. há que se aplicar.9 .A2 .1 mm (3/4") L = 2.c) d = 219.1 mm F-2.4 mm Área: A = (Q .3 Nos cordões de solda 2 W1 = 9 mm (dimensão do cordão de solda entre a chapa de reforço e o ramal) W2 = 13 mm (dimensão do cordão de solda entre a chapa de reforço e o tronco) A3 = W12 + W22 = 250 mm2 F-2. ((2 x 193.8 mm) F-2.219. feita com um material de tensão de escoamento SyC.7. DR/(2 F .1 No tronco Espessura: M = 19.W2) = 2 x (193.1)/406. (SyR/SyT) A2 = 2 (12.7 .9 = 3274 mm2 F-2.2 Prevalece o menor valor de L (47.12 Requisitos especiais (ver 20. os percentuais DR/DT e Sc/SyT sinalizam para as recomendações (B) e (D) da Tabela 13. (= 3274 mm2) F-2.c) . ((2d .219.7 .4 . et Areq.7.1 = 50.250) x 241/206 AN = 2254 x 241/206 = 2637 mm2 F-2.DR)/DT) α = 2 (arc sen (219. .0) + 19.

molibdênio.60 11.86 12.31 12.39 11.71 11.64 11. α x 106 (oC-1) 10. G-2 O módulo de elasticidade longitudinal do aço-carbono à temperatura ambiente de 21°C (70°F) é: Ec = 2.04 x 106 kgf/cm2) Tabela 21 . carbono-cromo-molibdênio (até 3% Cr e 1% Mo) são dados na Tabela 21.30 0 30 60 90 120 150 180 210 240 Coeficiente de dilatação térmica linear.40 10.44 11.52 /ANEXO H . carbono.00 x 105 MPa (2.Coeficiente de dilatação térmica Temperatura (0C) .Constantes físicas G-1 Coeficientes de dilatação térmica linear para açocarbono.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 67 ANEXO G .12 12.

2 Para a limitação do desvio angular das curvas em gomos. medida a partir da junta soldada do gomo terminal. E . T . E . válida para α . ver H-4.643 tg θ R1 . Sy D ( e e + 1. H-1.1 As curvas em gomos devem ser dimensionadas para uma pressão de projeto (Pg) igual ou superior à pressão de projeto (P) do sistema de gás do qual fazem parte. deve se estender por uma distância não-inferior a “N”.2 A pressão de projeto da curva com dois gomos. com ângulo α . ver 27. com dois gomos (uma única solda circunferencial) H-3.Método de dimensionamento para a pressão interna das curvas em gomos H-1 Geral H-1. conforme mostrado nas Figuras 9-(a) e 9-(b). com três ou mais gomos (duas ou mais soldas circunferenciais) A pressão de projeto da curva com três ou mais gomos deve ser o menor valor calculado pela seguinte fórmula. deve ser calculada pela fórmula: Pg = K3 Onde: K3 = fator redutor da pressão e vale: K3 = D 2r 2e F . podendo assumir os valores de K1 ou K2. T . deve ser calculada pela fórmula: Pg = K1 2e D F .45° Pg = K Onde: K = um fator redutor da pressão pelo efeito enfraquecedor dos gomos.1 A pressão de projeto da curva com dois gomos. H-3 Curva singela. ver H-2. usada nas equações de H-2 e H-3. H-2 Curva múltipla. Nota: Não é usual projetar curva com três ou mais gomos com desvio angular entre gomos superior a 45°. H-1. ) Figura 9-(a) .3 Para nomenclatura.68 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 ANEXO H . o que for menor K1 = D 2r D r 2e D F . com três gomos (duas soldas circunferenciais) .r 2R1 .5. Sy H-3. E .r ) Notas: a) A espessura “e”. T .45°. b) Todas as dimensões geométricas e propriedades mecânicas referem-se ao tubo do qual são feitos os gomos. com ângulo α > 45°.Curva de γ = 90°. Sy Nota: Para valor de K1.25 tg θ ) K2 = ( ( e e + 0.

tg θ .Parâmetro A Espessura do tubo. onde o par â m etro A deve ser tirado da T abela 22. soma dos desvios angulares entre todos os gomos Nota: O valor de R 1 n ã o pode ser inferior a: [(A /tg θ) + (D /2)].NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 69 Figura 9-(b) . definido como a mais curta distância da linha de centro do tubo à intersecção dos planos das juntas adjacentes de um gomo R1 = (S/2) . em fun çã o da espessura do tubo do qual é feito o gom o.7 e 22. r = (D . (R1 .r) H-5 Exemplo de aplicação das regras para o projeto de curvas em gomo H-5.2) = fator de eficiência de junta (ver 7.1 Enunciado Projetar uma curva em gomos sendo fornecidos os seguintes dados de H-5.5 2e 2e/3 + 3. maior valor entre: 2. .4) P r D e n S α θ γ = pressão de projeto do sistema de gás E = raio médio do tubo.1.1 a H-5.12.35 ¯ 22.5 . medido na linha de centro do tubo = desvio angular: α = γ/(n .Curva de γ = 30°.1) = metade do desvio angular: θ = α/2 = ângulo central.1. com dois gomos (uma solda circunferencial) H-4 Nomenclatura Pg = pressão de projeto para a curva em gomos Sy = tensão mínima de escoamento especificada para o material do tubo F = fator de projeto (ver 7. e (mm) .e)/2 T = diâmetro externo do tubo = espessura nominal de parede do tubo = número de gomos = comprimento do gomo.1.0 R1 = raio efetivo da curva em gomos.2 H-5.7 Entre 12.3) = fator de temperatura (ver 7.35 Parâmetro A (cm) 2. cotg θ N = comprimento mínimo dos gomos extremos. Tabela 22 .1 Dados da rede de gás: a) pressão de projeto: P = 6000 kPa.

979 b) para o menor valor (K1). R1 = 1500 mm. o segundo tubo escolhido satisfaz. e = 7.72).976 c) para o menor valor (K1). E . Deve-se proceder da seguinte forma: a) pretende-se construir a curva com o mesmo tubo utilizado na rede de gás.398 Sendo Sc < 0. portanto.4) = 96011 kP a H-5.seleção de um tubo que seja fabricado por um processo que garanta E = 1.T . e) processo de fabricação: com costura longitudinal por SAW. c) ângulo central.escolha de um m aterial de m aior resist ê ncia m ec â n ica .80 x 1 x x 241000/273. d) raio de curvatura.0.783. não é permitido.5. a pressão de projeto da curva deve ser o menor dos dois valores abaixo (ver H-2): Pg = K1 .2.1) = 12° < 12.5 ° . K2 = 0. o desvio angular n ã o deve exceder 12. T .1 Tensão circunferencial gerada pela MPO S c = (M P O ) .281"). K2 = 0.75").1 Pg = 8620 kPa De acordo com 27. d) para M P O = 6000 kP a. B. Sy D Onde: K1 = D 2r D r K2 = ( ( e e + 0.2.70 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 b) máxima pressão de operação: MPO = 4500 kPa. . a uma ou mais das seguintes alterações com respeito ao tubo da curva: .1/(2 x 6.1.10 Sy < Sc/Sy < 0.3. .1. Sy ou Pg = K2 . c) temperatura de projeto: ambiente (fator de temperatura T = 1).643 tg θ R1 . por esta Norma.794.1/(2 x 7.2.2.72 x 1. que a curva é constituída por segmentos retos cortados do próprio tubo do gasoduto. pode-se usar curva em gomos (ver 27.1 Verificação da possibilidade de uso de curva em gomos H-5.4 x 0.3. E . X42 com espessura e = 7. deve ser usado o menor número possível de gomos.1. H-5. γ = 60°. b) número de gomos (n): a determinar. D /2e = 4500 x 273.1 mm. Deve se proceder da seguinte forma: . obtêm-se: K1 = 0. f) tensão m ínima de escoamento especificada: Sy = 241000 kPa.250").1.r ) ) b) substituindo valores. h) espessura de parede: e = 6.794 x 2 x 7.1) H-5.1) = 115400 kP a.1 mm (aproximadamente 0.4 e.2 Para a segunda tentativa.r 2R1 .40 Sy.1 x 0.5. têm-se: Pg = 0. H-5. têm-se: Pg = 0. deve se proceder. portanto. g) diâmetro externo: D = 273.1) = 60°/(6 .2 Relação entre tensões Sc/Sy = 96011/241000 = 0.4 mm (aproximadamente 0.aumento da espessura de parede. para 0. P ara n = 6.8.783 x 2 x 6.1 Deve ser feita uma primeira tentativa supondo c) sendo Pg (8620 kPa) superior a P (6000 kPa).1 Pg = 5094 kPa d) sendo Pg (5094 kPa) inferior a P (6000 kPa). o uso deste tubo para confeccionar a curva em gomos. i) classe de locação: 1 (fator de projeto F = 0. t ê m -se: α = γ/(n .40 Sy.0 x 1 x 290000/273.2 Desenvolvimento dos cálculos H-5. H-5. d) material: ASTM A-139 Gr. a rela çã o S c/S y = 115400/290000 = 0.1 mm (aproximadamente 10. 2e D F .2. escolhe-se um tubo API 5L Gr.3 Cálculo da pressão de projeto da curva H-5. a tens ã o circunferencial vale S c = P D /2e = 6000 x 273. E = 1.5° θ = 6° H-5.72 x 0.2.2 Cálculo do desvio angular entre gomos a) recalculando com os novos valores de Sy = 290000 kPa. 2e F . obtêm-se: K1 = 0.2.2 Dados da curva em gomos: a) sendo n = 6 e α < 45°. a curva proposta ainda pode ser usada. j) fator de eficiência de junta: E = 0.

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H-5.2.4 Cálculo do comprimento mínimo N, dos gomos da extremidade da curva

H-5.2.6 Cálculo do comprimento S mínimo

N = 2,5 Sendo:

ou N = tg θ (R1 - r)

Para e = 7,1 mm, de acordo com a Tabela 22, obtém-se A = 2,5 cm (25 mm): R1mín. = A tg θ + D 2 = 25 tg 6° + 273,1 2 = 374 mm

r = (D - e)/2 r = (273,1 - 7,1)/2 = 133 mm N = 2,5 = 77 mm

Smín. = 2R1mín. . tg θ = 2 x 374 x tg 6° = 79 mm Como S > Smín., não há impedimento. H-5.3 Conclusão A curva em gomos deve ser construída de acordo com os valores calculados, em aço-carbono API 5L Gr. X42, para uma pressão máxima de operação de 6000 kPa, conforme Figura 10.

N = tg 6° (1500 - 133) = 144 mm O comprimento N deve ter 144 mm, no mínimo.
H-5.2.5 C á lculo do com prim ento S dos gom os interm edi á rios

S = 2R1 . tg θ = 2 x 1500 x tg 6° = 315 mm

Figura 10 - Curva de γ = 60°, com seis gomos

/ANEXO I

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ANEXO I - Combinações para ligação por solda de juntas de topo de mesma espessura (conforme Figuras 11 e 12)

Figura 11-(a) - Preparação opcional

Figura 12-(a)

Figura 11-(b) - Preparação para espessuras iguais ou inferiores a 22 mm

Figura 12-(b)

Figura 11-(c) - Preparação para espessuras superiores a 22 mm Figura 11 - Preparações-padrão

Figura 12-(c)

Figura 12 - Combinações de extremidades

Nota: As ilustrações são típicas e não se destinam a excluir outras combinações não mostradas.

/ANEXO J

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ANEXO J - Preparação de extremidades para solda de topo de juntas de espessuras e/ou de tensões de escoamento diferentes

J-1 Generalidades
J-1.1 As Figuras 13 a 16 ilustram as preparações aceitáveis para unir as extremidades de tubos e componentes de

tubulação através de solda de topo. Esta união pode ser feita em peças com espessuras de parede iguais ou diferentes constituídas de materiais com tensões de escoamento iguais ou diferentes.

Figura 13-(a)

Figura 13-(b)

Figura 13-(c) Figura 13 - Desalinhamento interno

Figura 13-(d)

Figura 14-(a)

Figura 14-(b)

Figura 14 - Desalinhamento externo

2 Quando a diferença interna é maior que 2.5 e. para efeito de projeto.4 mm (3/32") mas não é maior que metade da espessura mais J-2 Diâmetros internos desiguais J-2.4 mm (3/32"). Se o desvio for superior a 3 mm (1/8"). o metal de solda depositado deve ter propriedades mecânicas. J-2.6 Para unir tubos com espessuras de parede diferentes e materiais com tensões mínimas de escoamento iguais. não deve ser maior que 1. Figura 16 . conforme ilustrado nas Figuras 13 a 16. J-2. Ver Figura 13-(a). contanto que se obtenham na solda penetração e ligação adequadas.2. J-1. renciais inferiores ou iguais a 20% da tensão mínima de escoamento especificada. J-1. J-1. ou por meio de um anel de transição pré-fabricado. O ângulo do chanfro da transição não deve ser maior que 30° nem menor que 14o.1 Se as espessuras nominais de parede das extremidades a serem unidas não diferirem mais que 2. J-2. não há necessidade de nenhum procedimento especial. pelo menos.3 Quando as tensões mínimas de escoamento especificadas das seções a serem unidas são desiguais.4 A transição entre extremidades de espessuras diferentes pode ser obtida por desbaste ou por deposição de material de solda. J-2. J-1. J-1.2 As espessuras de parede das seções a serem unidas devem atender aos requisitos desta Norma.4 são aplicáveis.1 a J-2.Nomenclatura J-1.4 são aplicáveis. contanto que se obtenham na solda completa penetração e fusão.5 Ranhuras ou entalhes agudos devem ser evitados na borda da solda.Combinações de desalinhamentos interno e externo Nota: Não há exigência de limite de ângulo mínimo quando os materiais unidos têm a mesma tensão de escoamento. iguais àquelas da seção que possui maior resistência. a transição deve ser feita por um chanfro interno na seção mais espessa. J-2.2.2. J-2.7 A espessura máxima e*. onde esta une uma superfície inclinada.74 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 Figura 15 . aplicam-se as regras dadas nesta Norma.2. entretanto.2 Para tubulações que operam com tensões circunferenciais maiores que 20% da tensão mínima de escoamento especificada. se a espessura nominal de parede das extremidades a serem unidas não varia de mais de 3 mm (1/8"). não havendo.4 mm (3/32") e não há acesso ao interior do tubo para soldagem.3 Quando a diferença interna é maior que 2.1 Para tubulações que operam com tensões circunfe- .2.2. Ver Figura 13-(b).1 a J-2.2. ângulo-limite mínimo para a superfície desbastada. não é necessário nenhum procedimento especial para a união das partes.

a transição pode ser feita através de uma solda cônica.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 75 fina. a transição pode ser feita por solda. J-3 Diâmetros externos desiguais J-3. aquela parte excedente do desalinhamento deve ser desbastada (em cone). contanto que o ângulo de inclinação da superfície de solda não exceda 30° e que ambas as extremidades dos biséis estejam adequadamente fundidas. conforme mostrado na Figura 14-(b). ou através da combinação da solda cônica por uma extensão igual à metade da seção mais delgada e um chanfro obtido por desbaste a partir daquele ponto.2 Quando a diferença externa excede metade da espessura mais delgada. A face da raiz da seção mais espessa deve ser igual à diferença de espessuras de parede mais a face da raiz da seção mais fina. conforme mostrado na Figura 13-(c).4 Quando a diferença interna é maior que metade da espessura mais fina e há acesso ao interior do tubo para soldagem. a transição pode ser feita através de um chanfro na extremidade interna da seção mais espessa. Figura 15. Nestas condições. ou seja. J-3. espessura mais delgada. J-4 Diâmetros internos e externos desiguais Quando há tanto diferença interna quanto externa. deve ser dada atenção especial ao alinhamento adequado. J-2. conforme mostrado na Figura 13-(d). conforme mostrado na Figura 14-(a). e há acesso ao interior do tubo para soldagem. o projeto de junta deve ser uma combinação das Figuras 13-(a) a 14-(b).1 Quando a diferença externa não excede metade da /ANEXO K .2. conforme mostrado na Figura 13-(b).

Flange de pescoço Figura 18 .Solda de encaixe (conexões) .Flange sobreposto Figura 19 .Flange para encaixe Figura 20 .Detalhes de ligações entre tubos e flanges (conforme Figuras 17 a 20) Figura 17 .76 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 ANEXO K .

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