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ABR 2002

NBR 12712

Projeto de sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13/28ž andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (21) 3974-2300 Fax: (21) 2220-1762/2220-6436 Endereço eletrônico: www.abnt.org.br

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Origem: Projeto de Emenda NBR 12712:2001 ABNT/CB-09 - Comitê Brasileiro de Gases Combustíveis CE-09:302.01 - Comissão de Estudo de Sistema de Transporte e Distribuição de Gás Combustível NBR 12712 - Design of transmission and distribution piping systems for fuelgas - Procedure Descriptors: Fuel gas distribution system. Combustible gas. Fuel gas transmission system Esta Emenda complementa a NBR 12712:1993 Válida a partir de 31.05.2002 Palavras-chave: Distribuição de gás. Gás combustível. Transmissão de gás 2 páginas

Esta Emenda nž 1 de ABR 2002, em conjunto com a NBR 12712:1993, equivale à NBR 12712:2002. Esta emenda nž 1 de ABR 2002 tem por objetivo alterar a NBR 12712:1993 no seguinte: - Incluir a seção 9.8 com a seguinte redação: “No cruzamento com tubulações e outras interferências, deve haver um estudo específico para a fixação da cota do gasoduto, atendendo à orientação de 9.4 e 9.7.” - Incluir na seção 10, alínea d), a seguinte redação no último paragrafo: “No cruzamento de linhas elétricas de transmissão, o duto deve, preferencialmente, passar perpendicular à linha, no centro do vão entre duas torres, sem interferir com o ponto de aterramento.” - O texto de 11.1.1 passa a ter a seguinte redação: “Este capítulo estabelece critérios para projetos de cruzamento e de travessias. Sua aplicação deve ser feita levando-se em consideração os requisitos dos capítulos 8 e 9.” - O texto de 11.1.2 passa a ter a seguinte redação: “Os cruzamentos de que trata este capítulo poderão ser executados a céu aberto ou por métodos não destrutivos, e estes últimos poderão empregar ou não tubo-camisa.” - O texto de 11.1.3 passa a ter a seguinte redação: “Os projetos de cruzamento e travessias requerem estudos e análises específicas, e ainda a prévia autorização (se necessária) dos órgãos competentes.” - Excluir a seção 11.1.4. - As seções 11.1.5 e 11.1.6 passam a ser, respectivamente, 11.1.4 e 11.1.5. - O texto de 11.2.3-a) passa a ter a seguinte redação: “a) o eixo do cruzamento ou travessia deverá ser preferecialmente perpendicular ao eixo da interferência, de modo a obter o menor comprimento possível; “ - O texto de 11.2.3-d) passa a ter a seguinte redação: “d) áreas sujeitas à dragagem, inclusive cota de arrasamento;"

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NBR 12712:2002

- O texto de 11.2.5-a) passa a ter a seguinte redação: “a) quando for prevista a utilização de tubo-camisa, selecionar preferencialmente, um trecho em que a ferrovia ou rodovia esteja em ponto de transição entre corte e aterro, evitando-se movimento de terra e curvas verticais desnecessárias;” - Excluir as alíneas d) e e) da seção 11.2.5. - A alínea f) passa a ser alínea e) - O texto de 11.2.6-c) passa a ter a seguinte redação: “c) verificação da necessidade de execução de batimetria e sondagens;” - O texto de 11.2.6-f) passa a ter a seguinte redação: “f) a travessia é recomendável nos casos de leitos profundos, rochosos, instáveis, e quando os aspectos de segurança ou dificuldades construtivas desaconselharem outro tipo de construção.” - O texto de 11.4.1.2 passa a ter a seguinte redação: “O dimensionamento de tubo-camisa deve ser feito de acordo com o disposto no capítulo 12.” - Excluir a seção 11.4.1.5. - A seção 11.4.1.6 passa a ter a seguinte redação: “A distância mínima entre a superfície da rodovia e o topo do duto, ou tubo-camisa, instalados a céu aberto ou por processo não-destrutivo do tipo furo direcional horizontal, deve ser de no mínimo 1,20 m.” - O texto de 11.4.1.7 passa a ter a seguinte redação: “A distância mínima entre o nível da base dos trilhos da ferrovia e o topo do duto, ou tubo-camisa, instalados a céu aberto ou por processo não-destrutivo do tipo furo direcional horizontal, deve ser de no mínimo 1,40 m.” - O texto de 11.4.1.8 passa a ter a seguinte redação: “Em ambos os tipos de cruzamentos de 11.4.1.6 e 11.4.1.7, quando o duto ou tubo-camisa não for instalado a céu aberto ou por processo não-destrutivo do tipo furo direcional horizontal, a distância entre as superfícies e o topo do duto ou tubo-camisa deve ser 1,80 m.” _________________

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MAR 1993

NBR 12712

Projeto de sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível
ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas
Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210 -3122 Telex: (021) 34333 ABNT - BR EndereçoTelegráfico: NORMATÉCNICA

Procedimento Origem: Projeto 09:302.01-001/1990 CB-09 - Comitê Brasileiro de Combustíveis (exclusive nucleares) CE-09:302.01 - Comissão de Estudo de Sistemas de Transporte e Distribuição de Gás Combustível NBR 12712 - Design of transmission and distribution piping systems for fuel gas Procedure Descriptors: Fuel gas distribution system. Combustible gas. Fuel gas transmission system Válida a partir de 31.05.1993 Palavras-chave: Distribuição de gás. Gás combustível. Transmissão de gás 76 páginas

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SUMÁRIO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Objetivo Documentos complementares Definições Materiais e equipamentos Estudos prévios Classificação de locação Determinação da espessura Profundidade de enterramento Afastamentos Requisitos devidos à proximidade de linhas elétricas Cruzamentos e travessias Proteção de tubulações enterradas quanto a cargas externas Sinalização Controle e limitação das pressões Estações de compressão Reservatórios tubulares e cilíndricos Válvulas intermediárias Caixas subterrâneas Ramais de serviço Componentes de tubulação não-padronizados Análise da flexibilidade Cálculo das tensões Limitação das tensões Suportes Sistemas de GLP gaseificado Requisitos de qualidade superficial de tubulação Mudanças de direção Soldagem Ensaios após a construção Controle da corrosão

31 Estabilização de pista e vala 32 Odorização ANEXO A - Diagrama ilustrativo do campo de aplicação desta Norma ANEXO B - Fatores de conversão ANEXO C - Ensaio de achatamento para tubos ANEXO D - Tensão mínima de escoamento especificada (Sy) de materiais para tubos ANEXO E - Exemplos de aplicação dos dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão ANEXO F - Exemplo de aplicação das regras para o projeto de derivações tubulares soldadas ANEXO G - Constantes físicas ANEXO H - Método de dimensionamento para a pressão interna das curvas em gomos ANEXO I - Combinações para ligação por solda, de juntas de topo de mesma espessura ANEXO J - Preparação de extremidades para solda de topo de juntas de espessuras e/ou tensões de escoamento diferentes ANEXO K - Detalhes de ligações entre tubos e flanges

1 Objetivo
1.1 Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis para projeto, especificação de materiais e equipamentos, fabricação de componentes e ensaios dos sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível por dutos. 1.2 Esta Norma aplica-se somente aos sistemas nos quais os componentes são de aço.

armazenagem e manuseio de materiais e equipamentos para proteção catódica .Pipe threads ANSI B16.Válvulas de retenção . c) ramais.Válvulasgaveta .SI . juntas.Válvulasesfera . c) sistemas de tratamento e processamento de gás.Papelão hidráulico para uso universal e alta pressão .Forças devidas ao vento em edificações .Procedimento NBR 6123 .Válvulasmacho .Terminologia NBR 5893 .Especificação NBR 6118 .7 Esta Norma propõe-se apenas a estabelecer requisitos essenciais de projeto e padrões mínimos de segurança.Procedimento NBR 6154 . 1. 1. g) estações de medição.Soldagem elétrica .Equipamentos de drenagem elétrica para proteção catódica .Unified inch screw threads 1.5 Esta Norma não se aplica a: a) projeto e fabricação de vasos de pressão. gás de refinaria. 1. gases ou vapores inflamáveis .Prescrições para sua aplicação Procedimento NBR 12558 .Projeto e execução de obras de concreto armado . h) reservatórios tubulares de gás.Especificação NBR 11714 . no que concerne a: a) gasodutos de transmissão. b) tubulações a jusante do medidor do consumidor.Método de ensaio NBR 6326 .Anodo de liga de zinco para proteção catódica .Drenagem de corrente de interferência entre tubulação e ferrovias em proteção catódica Padronização NBR 9344 .Especificação ANSI B1.4 Esta Norma abrange também as condições de aplicação dos componentes do sistema de transmissão e distribuição. 2 Documentos complementares Na aplicação desta Norma é necessário consultar: NBR 5418 . não se destinando a servir como manual de projeto.8 Esta Norma não se aplica retroativamente às instalações existentes. parafusos.Especificação NBR 11713 . d) estações de compressão.Especificação NBR 5874 .Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos . d) sistemas de transmissão e distribuição de GLP na fase líquida e de gás natural na fase líquida. f) estações de redução e controle.Válvulas de aço fundido e aço forjado para indústria de petróleo e petroquímica .Ensaio de achatamento .6 Os tipos de gases cobertos por esta Norma são: gás natural. biogás e gás liquefeito de petróleo na fase vapor (com ou sem mistura de ar). flanges. 1.Procedimento NBR 5580 .3 Esta Norma aplica-se a todo sistema de transmissão e distribuição. f) gasodutos submarinos.Válvulas de aço fundido e aço forjado para indústria de petróleo e petroquímica . e) tubulações com temperaturas acima de 230°C e abaixo de -30°C.9 Esta Norma adota o Sistema Internacional de Unidades (SI).Pipe flanges and flanged fittings . 1.Especificação NBR 12230 .1 . consta do Anexo B uma relação dos fatores de conversão de algumas unidades de medida de outros sistemas para SI. reguladores e válvulas de segurança de pressão. fica entendido que seu uso deve ser feito apoiado na boa prática da Engenharia.Instalação elétrica em ambientes com líquidos. conexões. Por conveniência de uso.Padronização de rosca para conexões Especificação NBR 9171 . b) gasodutos de distribuição.20 . e) estações de lançamento/recebimento de raspadores. válvulas.Tubos de aço de seção circular .Válvulas de aço fundido e aço forjado para indústria de petróleo e petroquímica .Padronização NBR 10183 . inclusive no que diz respeito à máxima pressão de operação admissível dessas instalações.Especificação NBR 9363 .Formatos e dimensões .5 .Material para juntas . ANSI B1.2 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 1. gás manufaturado.Recebimento. tais como: tubos.Válvulas de aço fundido e aço forjado para indústria de petróleo e petroquímica . Nota: Um diagrama ilustrativo da abrangência desta Norma é dado no Anexo A.Procedimento NBR 11712 .

Arc-welded steel pipe 4 in and over ASTM A-211 . and check valves) API 526 .Large manually operated metallic gas valves in gas distribution systems whose MAOP does not exceed 125 psig ANSI B31. fittings.National Fire Protection Association MSS SP-6 .Factory-made wrought steel buttwelding fittings ANSI B16.Welding terms and definitions Bulletim # 70 NFPA .Metal-arc-welded steel pipe for highpressure transmission systems ASTM A-671 .Class 150.Specification for line pipe API 6D .Flanged steel safety relief valves API 594 .38 .Forged steel fittings.Buttwelding ends ANSI B16.Corrosion-resistant gate.34 .10 . flanged and buttwelding ends API 601 .Face-to-face and end-to-end dimensions of ferrous valves ANSI B16. Seção II (parte C).Spiral .1 .Standard marking systems for valves.Carbon steel forgings for high temperature service ASTM A-106 .11 .Boiler and pressure vessel code. 900.Electric-fusion-welded steel pipe for high-pressure service at moderate temperatures AWS A3. angle and check valves with flanged and buttweld ends MSS SP-44 . lug-type and wafer-type API 1104 .Bypass and drain connection standard MSS SP-67 .Steel pipeline flanges MSS SP-45 .Standard for welding pipelines and related facilities ASTM A-36 .Ring-joint gaskets and grooves for steel pipe flanges ANSI B16.Welded steel or iron pipe ASTM A-333 . 600.9 .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 3 ANSI B16.Welded and seamless wrought steel pipe ANSI/ASME .3 .Metallic gaskets for raised-face pipe flanges and flanged connection (double-jacketed corrugated and spiral wound) API 602 .Specification for casing.Nonmetalic flat gaskets for pipe flanges ANSI B16.Carbon steel pipe-seamless for high temperature service ASTM A-134 .Carbon steel for general purposes ASTM A-53 .Electric-resistance welded steel pipe ASTM A-139 .Chemical plant and petroleum refinery piping ANSI B36. socket welding and threaded ANSI B16.Valves. flanged or buttwelding ends API 600 . globe.Steel orifice flanges.21 .36 . flanged and buttwelding end ANSI B16.Steel plug valves. tubing and drill pipe API 5L .Standard finishes for contact faces of pipes flanges and connecting-end flanges of valves and fittings MSS SP-25 .Arc welded pipe steel plate 16 in and over ASTM A-135 .Carbon steel (low temperature service) pipe-seamless and welded ASTM A-372 .Ball valves with flanged or buttwelding ends for general service .Butterfly valves MSS SP-72 .25 . Seção VIII e Seção IX API 5A .Carbon and alloy steel forgings for thin walled pressure vessels ASTM A-381 .Manually operated metallic gas valves for use in gas piping systems up to 125 psig ANSI B16.Carbon steel pipe-seamless and welded ASTM A-105 .Wafer check valves API 599 .Wrought steel buttwelding short radius elbows and returns ANSI B16. flanges and unions MSS SP-42 .Power piping ANSI B31.20 . plug.Butterfly valves. Class 300.Compact carbon steel gate valves (extended body) API 609 .28 .O .Large-diameter carbon steel flanges API 606 . 1500 and 2500 ANSI B16.10 . ball.Specification for pipeline valves (steel gate.Steel gate valves.33 . cast corrosion-resistant flanged end gate valves API 605 .Compact carbon steel gate valves API 603 .Electric-fusion-welded steel pipe for atmospheric and lower temperatures ASTM A-672 .

rua. localizada na passagem do gasoduto. 3. comercial ou industrial.12 Duto (tubo) Atividade de transferência de gás combustível. ferrovias. repartição pública ou privada.4 Companhia distribuidora Gasoduto de transmissão ou de distribuição. aprovar. fora das áreas urbanas.1. 3.10 Interferência 3 Definições 3.1. legalmente destinada à sua instalação e manutenção. 3. 3.2 Transmissão de gás (transporte de gás) Trecho da diretriz de um gasoduto que está próximo e segue numa direção paralela à determinada faixa de domínio de estrada. 3.1. pela autoridade competente. pela legislação vigente.1 Termos gerais 3.Socket-welding reducer inserts MSS SP-83 . sendo transmitida (transportada) ou distribuída para o usuário através de dutos. utilizada para os trabalhos de construção de gasodutos.Carbon steel pipe unions.1. pessoa jurídica ou física. acidentes naturais e outras interferências.1. através de rios. ou faixa destinada. por meio de dutos.1. Na maioria dos gasodutos.Control of external corrosion on underground or submerged metallic pipe systems NACE Std RP-02-75 . ferrovias.1. outros dutos e instalações subterrâneas já existentes. 3. socketwelding and threaded MSS SP-84 . industriais. açudes.5 Companhia operadora Distância medida verticalmente entre a geratriz superior do revestimento do duto e as bordas da vala.1. aérea ou subterrânea. aos estabelecimentos consumidores (residenciais. 3. Passagem aérea. rodovia. grotas e ravinas. encarregado.1. Na ausência de legislação específica. outros) através de rede da companhia distribuidora.9 Pista Parte da faixa de domínio. ferrovia ou rede elétrica.1.15 Cobertura Empresa pública ou privada responsável pela distribuição de gás combustível.16 Cruzamento Empresa pública ou privada responsável pela operação de transmissão e/ou distribuição de gás combustível. ao gasoduto na área urbana. O próprio tubo do gasoduto. regiões permanentemente ou eventualmente alagadas. 3.3 Distribuição de gás Produto tubular fabricado de acordo com uma norma de fabricação.17 Travessia Área de terreno de largura definida.14 Linha Atividade de fornecimento de gás combustível.1.Application of organic coatings to the external surface of steel pipe for underground service Standard da EJMA .1.8 Autoridade competente Órgão.6 Faixa de domínio ou faixa Passagem subterrânea do duto por rodovias.1.1 Gás combustível Qualquer construção.13 Rede Conjunto de tubulações que constitui linhas de distribuição e ramais. lagos. . 3. autorizar ou fiscalizar a construção de gasodutos. comerciais. por meio de dutos. fora das áreas urbanas.Specifications for high test wrought buttwelding fittings MSS SP-79 . 3. desde as fontes de produção ou suprimento até os locais em que o produto passa para o sistema de distribuição de gás.Expansion joit manufactures association 3. de examinar.4 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 MSS SP-75 .Steel valves . bem como tratar de questões relativas à passagem do gasoduto junto a instalações de concessionárias de outros serviços públicos. 3.Socket welding and threaded ends MSS SP-88 .1. 3. 3. ao longo da diretriz do gasoduto situado fora da área urbana.1. subterrânea ou submersa do duto. à autoridade competente cabem aprovar e fiscalizar a passagem de gasodutos por vias públicas. a autoridade competente é a própria entidade pública ou privada que promove a construção do gasoduto. 3. ao nível acabado da pista.1.11 Interferência paralela Toda forma gasosa apropriada para uso como combustível doméstico. 3. coincide com a linha de centro da faixa de domínio.7 Diretriz Linha básica do caminhamento do gasoduto.Diaphragm type valves NACE Std RP-01-69 .1.

.2. 3. 3.18 Cavalote 3.19 Interligação (tie-in) Peça feita de chapa de aço. em forma de coroa circular. também denominado colarinho de reforço. 3.26 Raspador (pig) Sistema físico de transmissão e distribuição de gás combustível. 3. 3.1.35 Ranhura (groove) Envoltório anular de concreto.34 Goivadura (gouge) Mudança de direção feita no duto durante a fase de construção.33 Entalhe (notch) Pequeno trecho de gasoduto situado entre duas interligações. 3. Trecho de tubulação que deriva da linha de distribuição e termina no limite do terreno do consumidor. 3. usada para reforço estrutural da boca-de-lobo em uma derivação. derivações tubulares.6 Ramal Peça forjada utilizada como reforço em uma derivação tubular. 3. feito em um tubo. sem que ele sofra deformação permanente.1. flanges.24 Tramo Quaisquer elementos mecânicos pertencentes ao sistema de tubulação.29 Colar (outlet fitting) Gasoduto destinado à distribuição de gás combustível.1.2 Termos do sistema de tubulação 3.1. conexões padronizadas. 3. com a finalidade de dar-lhe resistência mecânica para a proteção de cargas externas ou conferir-lhe peso adicional para estabilizá-lo quando submerso. válvulas. 3. constituído de gasoduto.1.1.2.36 Componentes (de tubulação) Contrapeso.1. 3.2. 3.32 Mossa (dent) União entre dois trechos de um gasoduto. entre a linha-tronco e o ramal. 3. etc. 3.1.1.25 Tubo-camisa ou tubo-luva (casing) Tubo de aço no interior do qual o gasoduto é montado. 3. 3.22 Jaqueta de concreto Corte em uma superfície com a forma côncava de uma meia-cana.2. com a finalidade de conferir peso adicional ao tubo sobre o qual é fixado. reservatórios.27 Lançador/recebedor de raspadores (scraper-trap) Conjunto constituído apenas de tubos e componentes de tubulação.30 Furação em carga (hot tapping) Gasoduto que deriva da linha de transmissão/distribuição e termina no medidor do consumidor. 3. feito geralmente de concreto armado. 3. 3. feito por trepanação. tipo risco ou estria. para a instalação de uma derivação tubular. para estabilizá-lo quando submerso.1.1. facilitando realização de cruzamento e/ou dando proteção mecânica ao duto.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 5 3. 3. Qualquer derivação de uma linha considerada principal. com a linha em operação. impulsionados pela pressão de gases ou líquidos.5 Gasoduto de distribuição Derivação tubular feita por uma ligação soldada. também denominado coluna.4 Gasoduto de transmissão Instalação para introdução e retirada de raspadores no gasoduto. 3. Os tubos não são considerados componentes de tubulação. 3. compressores. sem que haja redução na espessura de parede.31 Anel de reforço Arranjo de tubulação pré-fabricado utilizado em travessias aéreas ou enterradas e em cruzamentos.1.3 Gasoduto Tubulação destinada à transmissão e distribuição de gás. tais como: válvulas.2.1.1.1. 3. parafusos e juntas.23 Bloco de lastro Corte em uma superfície de forma alongada.1.1 Sistema de gás Conjunto de dois ou mais tubos soldados.1. separadores.20 Seção de interligação Depressão na superfície de uma peça.28 Boca-de-lobo (derivação) Gasoduto destinado à transmissão de gás combustível.2 Tubulação Denominação genérica dos dispositivos que se fazem passar pelo interior dos dutos. diretamente.2.7 Ramal externo do consumidor Execução de um furo.2.1.1. conexões especiais.21 Curvamento natural Corte longo e estreito na superfície de uma peça com redução na espessura de parede. 3.

em situações anormais de operação.5.3. conforme 7.18 Proteção contra sobrepressão Área que classifica uma locação e se estende por 200 m de cada lado da linha de centro de qualquer trecho contínuo e desenvolvido de 1600 m de gasoduto. fabricação e ensaio 3.4 Diâmetro externo Equipamento de controle de pressão. 3. 3. de forma a impedir que a pressão exceda valores preestabelecidos.2. para alguns materiais.1 Espessura nominal Trecho de tubulação. Número. interligando os reservatórios com as instalações internas para gases combustíveis. no ensaio de tração.4.3.10 Regulador de serviço Equipamento instalado no ramal de serviço para controle da pressão do gás fornecido ao consumidor.5 Termos de projeto. e em função da quantidade de construções para ocupação humana localizadas nesta área.2 Unidade de classe de locação Reservatório de forma cilíndrica.2. a tensão que no diagrama tensão-deformação corresponde a uma deformação especificada. 3.4.1 Tensão de escoamento Equipamento instalado na linha. aplicável a um segmento específico de 1600 m de gasoduto .14 Dispositivo de alívio de pressão Tensão na qual o material apresenta uma deformação permanente quando submetido ao ensaio de tração. sob condições anormais de operação. com a finalidade de interromper o fluxo de gás no ramal interno do consumidor. 3.2. e não necessariamente correspondendo aos diâmetros interno ou externo do tubo ou componente de tubulação. A classe de locação serve para propósitos de projeto. composto de tubos e componentes de tubulação. 3. interromper o fluxo de gás de forma a impedir que a pressão ultrapasse valores preestabelecidos. 3. 3. 3. 3.2.3 Diâmetro nominal (DN) Trecho de tubulação que deriva da linha de distribuição e termina no medidor do consumidor. relacionado com a densidade populacional. com a finalidade de armazenar gás.3 Termos dimensionais 3.12 Medidor Diâmetro externo especificado do tubo ou do componente de tubulação constante da norma dimensional de fabricação. é também.2.2. fabricado industrialmente. situada no terreno do consumidor.2.13 Dispositivo de bloqueio automático Equipamento instalado com a finalidade de. 3. É obtida de ensaios padronizados e representa um valor probabilístico. 3.3. 3.5.3 Tensão de ruptura (limite de resistência à tração) Válvula de bloqueio de fácil manuseio localizada a montante do regulador de serviço.4 Termos de propriedades mecânicas 3.8 Ramal interno do consumidor 3. construção e operação. 3. com as extremidades fechadas por tampões. 3.3 Índice de densidade populacional Proteção proporcionada por um dispositivo ou equipamento instalado com o objetivo de impedir que a pressão em um sistema de gás exceda um valor predeterminado. com a finalidade exclusiva de armazenar gás.2 Tensão mínima de escoamento especificada (Sy) Equipamento instalado para descarregar o gás de um sistema. 3.3.5.16 Reservatório tubular Tensão obtida pela razão entre a carga máxima aplicada e a área inicial da seção transversal do corpo-de-prova padrão.2. ou com equipamentos a gás.2. com a finalidade de assumir automaticamente o controle da pressão a jusante. destinada a GLP na fase vapor. instalado em série com outro do mesmo tipo.1 Classe de locação Reservatório fixo. 3. 3. 3. situado entre o limite do terreno do consumidor e o medidor.1.15 Válvula de ramal Tensão de escoamento mínima prescrita pela especificação sob a qual o tubo é comprado do fabricante.17 Reservatório cilíndrico Critério para a classificação de uma área geográfica de acordo com sua densidade populacional aproximada.9 Ramal de serviço Espessura de parede listada na especificação ou norma dimensional do tubo ou do componente de tubulação. ou do medidor.6 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 3.11 Regulador monitor (válvula de controle monitora) Número que expressa a dimensão do tubo e dos componentes de um sistema de tubulação.2. 3. bem como qualquer tubulação.2.4.2 Espessura requerida Espessura de parede calculada para resistir à pressão interna. que mede a vazão (volumétrica ou mássica) de gás transferido.

3. 3. 3. 3. todos os valores de pressão apresentados nesta Norma são referidos à pressão atmosférica normal. 3. o termo “tensão circunferencial” refere-se à tensão circunferencial de membrana provocada pela pressão interna (hoop stress) 3. Por exemplo: tensões normais de flexão e cisalhantes de torção provocadas pela dilatação térmica restringida.5. de acordo com as prescrições desta Norma. que demonstra que um sistema de tubulação não apresenta vazamentos. 3. 3.5. o seu alívio espontâneo.7 Máxima pressão de operação admissível (MPOA) Maior pressão na qual um sistema de gás pode ser operado de acordo com as provisões desta Norma.5.5. é a tensão gerada por carregamentos que não permitem.5. em função de sua qualificação por ensaio de pressão. 3.12 Pressão máxima de ensaio Nos sistemas de tubulação sujeitos à deformação plástica. a partir de seu ponto de máximo valor.24 Tubo SAW (Submerged Arc Welding) Temperatura do ar no meio circundante a uma estrutura ou a um equipamento.5.5.16 Temperatura do solo Relação entre força e área. que ao ultrapassar o limite de escoamento sofre um relaxamento espontâneo no decorrer do tempo.5 Pressão de projeto Temperatura do solo na profundidade em que o tubo se encontra.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 7 e usado para determinar os requisitos de projeto. atuando paralelamente ao eixo longitudinal.5.14 Temperatura ambiente Produto tubular fabricado sem junta soldada. construção e operação. com um fluido apropriado.5.9 Ensaio de pressão Tensão normal na parede do tubo. A menos que expressos em contrário.21 Tensão secundária Ensaio de pressão com água. é a tensão gerada por variação de temperatura ou por deslocamento imposto.5.15 Temperatura de projeto Temperatura de escoamento do gás usada para o dimensionamento mecânico do gasoduto.5.5. 3.10 Ensaio hidrostático Em qualquer sistema de tubulação. Tubo fabricado por processo de soldagem onde a coalescência é produzida pela deposição do metal. tensão normal de flexão e cisalhante de cortante provocadas pelo peso próprio. em ensaio.22 Tensão localizada Maior pressão a que um sistema de gás é submetido em ensaio. 3.5.5.17 Temperatura máxima (ou mínima) de operação Pressão usada na determinação da espessura de parede do tubo e dos componentes de tubulação.23 Tubo sem costura (seamless) Menor pressão a que um sistema de gás deve ser submetido.5. 3. em todas as direções. que demonstra que um tubo ou um sistema de tubulação possui resistência mecânica compatível com suas especificações ou suas condições operacionais. fundido pe- . em qualquer estágio de evolução das deformações.6 Máxima pressão de operação (MPO) Temperatura máxima (ou mínima) do fluido transportado sob condições normais de operação.5.5.19 Tensão longitudinal Pressão do gás que a companhia operadora se encarrega de manter nos medidores de seus consumidores. inclusive nas paradas e partidas do sistema. a menos que seja expressamente dito em contrário. para demonstrar sua resistência mecânica ou sua estanqueidade. É uma temperatura fixada a partir das condições de fluxo no sistema de gás. Por exemplo: tensão circunferencial.18 Tensão circunferencial Maior pressão na qual um sistema de gás sob condições normais é operado. 3. P.ex.4 Pressão 3.20 Tensão primária Designação genérica para um ensaio que consiste na pressurização de um sistema de tubulação.11 Ensaio de estanqueidade Ensaio geralmente feito em baixos níveis de pressão. 3. 3.13 Pressão mínima de ensaio Tensão que se caracteriza por seu rápido decréscimo. 3. 3.5. atuando perpendicularmente a um plano contendo seu eixo longitudinal.: tensão normal de flexão na união tubo-flange e na junção cone-cilindro. 3. 3. É uma pressão fixada a partir das condições de fluxo do sistema de gás.8 Pressão-padrão de serviço Tensão normal na parede do tubo.5. É uma tensão que está no mesmo nível de significância da tensão secundária.5. 3.5.

padrões e requisitos especiais desta Norma.2 Qualificação de materiais e equipamentos 4.item que. devem ser adequados e seguros para as condições nas quais são utilizados. Se os desvios tendem a reduzir a resistência mecânica do item em questão. P.2. nesta Norma não está relacionado nenhum padrão ou especificação para compressores de gás.8 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 lo calor gerado em um arco elétrico protegido.1 Geral Todos os materiais e equipamentos que fazem parte permanente de qualquer sistema de tubulação. 4.ex. fabricado de acordo com uma norma relacionada no Capítulo 2. ambos. d) Quarta . 4.2.5. Nota: As especificações para os diversos materiais aceitos por esta Norma estão listadas no Capítulo 2. desde que a análise técnica do ponto de vista teórico e/ou prático satisfaça simultaneamente ao seguinte: a) o item é compatível e seguro para o serviço proposto e recomendado para o serviço. o item “compressor” é qualificado na terceira categoria.2. Itens que atendem às normas relacionadas no Capítulo 2 podem ser usados para as aplicações a que se destinam.5. pelo fabricante. 4. podem ser utilizados. é de um tipo para o qual nenhum padrão ou especificação é relacionado no Capítulo 2.ex.1 Procedimentos de qualificação da primeira categoria Tubo que sofreu na fábrica uma deformação circunferencial permanente.2.25 Tubo EFW (Electric Fusion Welding) portanto. aberto entre o eletrodo (revestido) e o tubo. é qualificado na quarta categoria. ou em outro.ex.item fabricado de acordo com uma norma relacionada no Capítulo 2.ex. b) Segunda .2. c) Terceira . à temperatura ambiente. também qualificados na quarta categoria.5 está relacionada nesta Norma.2. para utilização de acordo com esta Norma. é permitida desde que sujeita às restrições a seguir: . P. embora fabricado segundo uma norma. construído de acordo com esta Norma.5. b) itens cujas normas divergem substancialmente das normas relacionadas no Capítulo 2 devem ser qualificados de acordo com a terceira categoria.4. no qual o tubo é parte integrante.1 A remoção de itens.2 As seções a seguir estabelecem os procedimentos Tubo fabricado por processo de soldagem onde a coalescência é produzida pela deposição do metal. Esta seção não deve ser interpretada de modo a permitir desvios que tendam a afetar desfavoravelmente a soldabilidade ou ductilidade dos materiais. exceto tubos.2. 4.1 No que diz respeito aos métodos de qualificação. um flange retirado de um gasoduto desativado e cuja identificação tenha desaparecido pela ação do tempo ou um tubo novo do qual se perdeu a identificação são. geralmente por meio de cabeçotes expansores internos. b) seu uso não é proibido por esta Norma.5.2. Itens que não atendem às normas relacionadas no Capítulo 2 devem ser qualificados da seguinte maneira: a) itens cujas normas não divergem substancialmente de uma norma relacionada no Capítulo 2 e que atendem às exigências mínimas desta Norma.: um flange.2.: um flange fabricado de acordo com a BS 1560 é qualificado na segunda categoria porque. Todos esses materiais e equipamentos devem ser qualificados em conformidade com especificações. e pela aplicação de pressão.2 Procedimentos de qualificação da segunda categoria 4 Materiais e equipamentos 4.2. fundido pelo calor gerado em um arco elétrico manual ou automático. os itens de materiais e de equipamentos podem ser divididos em quatro categorias: a) Primeira . 4. sob condições de pressão mais baixa. embora do Capítulo 2 não conste a BS 1560.27 Tubo expandido a frio para a qualificação de cada uma das categorias mencionadas.4 Procedimentos de qualificação da quarta categoria 4. no caso a ANSI B16. P. do ponto de vista da segurança. 3. esta Norma relaciona uma outra norma de flange. entretanto.item fabricado de acordo com uma norma não-relacionada no Capítulo 2.3 Procedimentos de qualificação da terceira categoria 4. 3.5 é qualificado na primeira categoria porque a ANSI B16.: um compressor centrífugo de gás é fabricado de acordo com certa norma. 3.itens reutilizados ou itens sem identificação. Itens para os quais não existem normas listadas no Capítulo 2 podem ser qualificados.2. essa redução deve ser levada em consideração no projeto através da adoção de uma suficiente margem de segurança. A proteção do arco é feita por material granular fusível. aberto entre o eletrodo (sem revestimento) e o tubo. com respeito à qualidade de materiais e de fabricação. de um gaso- duto existente e sua reutilização no mesmo sistema.26 Tubo ERW (Electric Resistance Welding) Tubo fabricado por processo de soldagem onde a coalescência é produzida pelo calor gerado pela resistência elétrica em um circuito.: um flange fabricado de acordo com a ANSI B16. P.2. retirado de um gasoduto desativado para ser reutilizado em outro gasoduto.

ambos de especificação desconhecida.25 ANSI B16.1 ANSI B1.2.11 ANSI B16.9 ANSI B16.1.2. 4.execução de ensaios de propriedades físicas e químicas em amostras aleatórias.2 Tubos usados. .3.1 API 5 ANSI B16.3.1.20.20 4.25 ANSI B16. 4.36 ASTM A-105 .1-b).3 Parafusos e porcas ANSI B1.3. Os dispositivos de controle de pressão devem satisfazer aos requisitos desta Norma para válvulas da mesma classe de pressão.4 Tubos 4.2-a).1 ANSI B16.2.2.3.4. 4.verificação de que todos os itens devem estar em condições satisfatórias de funcionamento. para encaixe e para rosca ANSI B1. A seguir estão relacionados os componentes de tubulação e respectivas normas de projeto e fabricação.4 Os componentes de tubulação reutilizados ou sem NBR 11712 NBR 11713 NBR 11714 NBR 12558 ANSI B16.3. removidos de um gasoduto exis- 4. b) itens usados que foram fabricados de acordo com padrões diferentes dos listados nesta Norma só podem ser qualificados dentro das exigências de 4.1-c).20.5 ANSI B16.1-a): ANSI B16. Notas: a) Não são aceitos materiais com um estado de corrosão que afete a sua integridade.36 API 605 MSS SP-6 MSS SP-44 NBR 5580 API 5L ASTM A-53 ASTM A-106 API 605 MSS SP-6 MSS SP-44 ASTM A-134 ASTM A-135 ASTM A-139 ASTM A-211 ASTM A-333 ASTM A-381 ASTM A-671 ASTM A-672 ANSI B1.2.3.5 ANSI B16.2.36 API 601 API 605 MSS SP-6 MSS SP-44 4.7 Dispositivos de controle de pressão tente para serem reutilizados no mesmo sistema ou em outro sob condições de pressão mais baixa.3.1 Os componentes de tubulação projetados e fabricados de acordo com os padrões ou especificações relacionados nesta Norma são considerados adequados e seguros para operar nos sistemas de gás.2.3 Componentes de tubulação padronizados 4.34 API 602 ANSI B16.1-d).1. devendo adicionalmente satisfazer às seguintes exigências: .28 MSS SP-75 MSS SP-79 MSS SP-83 4. Nota: Tubos novos ou usados.20.5 Conexões para solda de topo.1 Conexões especiais de aço fundido.1 ANSI B16.2.1.4 Juntas NBR 5893 ANSI B1.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 9 a) itens usados que foram fabricados de acordo com padrões listados nesta Norma podem ser reutilizados após a cuidadosa inspeção de cada peça para comprovação de que estão isentos de danos mecânicos. forjado ou sol- 4. para a finalidade a que se destinam.20.38 API 603 API 606 API 609 MSS SP-6 MSS SP-42 MSS SP-67 MSS SP-72 MSS SP-84 MSS SP-88 4.1.1.33 API 600 ANSI B16.3 Os componentes de tubulação que constituem itens para os quais nenhum padrão ou especificação são relacionados nesta Norma devem ser qualificados para utilização de acordo com 4.1-a).4. não podem ser aplicados onde se requeiram requisitos suplementares de tenacidade ao impacto.1.5 ANSI B16.3.1 ANSI B16.3.1 Válvulas dado com dimensões e/ou materiais diferentes dos padronizados pelas normas ANSI e MSS devem ser projetadas por critérios de projeto que proporcionem o mesmo grau de resistência e estanqueidade e sejam capazes de atender aos mesmos requisitos de ensaios das conexões padronizadas. 4. sendo qualificados para utilização de acordo com 4. sem ter sido removido do local em que se encontra.21 ANSI B16. ANSI B1.1 Os tubos fabricados de acordo com as especifica- identificação devem ser qualificados para utilização de acordo com 4.3.6 Válvulas de segurança por alívio API 526 4.1 ANSI B16. 4. 4.10 API 594 4.20. e tubos novos sem identificação podem ser qualificados dentro dos limites resumidos na Tabela 1.25 ANSI B16.25 ANSI B16.3.2 Flanges ções abaixo devem ser qualificados para utilização de acordo com 4. b) Este item não cobre o caso em que um gasoduto é reutilizado para um outro serviço sob novas condições operacionais.2.25 API 599 ANSI B16.3.2.2 Os componentes de tubulação projetados e fabricados de acordo com padrões ou especificações diferentes dos relacionados nesta Norma devem ser qualificados para utilização de acordo com 4. como o ensaio Charpy “V”.

10 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 Tabela 1 .Número de ensaios de tração (todos os diâmetros) Tamanho do lote Dez tramos ou menos Onze a 100 tramos Acima de 100 tramos Número de ensaios Um conjunto de ensaios para cada tramo Um conjunto de ensaios para cada cinco tramos. O tubo deve ser considerado soldável se as exigências impostas pela API 1104 forem cumpridas.85. quando seu valor não puder ser determinado como segue: determinar a média de todos os valores das tensões de escoamento obtidas para um lote uniforme. O tubo deve atender às exigências deste ensaio. Se a relação entre as tensões de escoamento e de ruptura exceder 0. a espessura nominal da parede deve ser tomada como a próxima espessura comercial da parede abaixo da média de todas as medidas tomadas. porém em nenhum caso maior que 1. e não superior a 1. com o mínimo de 20 ensaios . em nenhum caso. a qual deve assegurar que estejam circulares. e não são feitos ensaios de propriedades mecânicas. A partir de tal medida. A soldabilidade deve ser determinada como se segue: um soldador qualificado deve fazer uma solda circunferencial de topo. 165 MPa (1683 kgf/cm2).60 para tubos de DN -4" ou 0.14 vez a menor espessura medida para todos os tubos de DN < 20". a tensão mínima de escoamento especificada para efeito de projeto deve ser. deve ser feito ensaio de achatamento como prescrito no Anexo C.Qualificação de tubo novo ou usado de especificação desconhecida e tubo usado de especificação conhecida Itens de qualificação Inspeção Curvamento/achatamento Espessura Eficiência de junta Soldabilidade Defeitos Tensão de escoamento Valor “Sy” Ensaio de pressão (A) Tubo novo ou usado de especificação desconhecida (A) (B) (C) (D) (E) (F) (G) (H) (I) Tubo usado de especificação conhecida (A) (C) (D) (F) (I) Todos os tubos devem ser limpos por dentro e por fora. ou no campo após a instalação. com o mínimo de dez ensaios Um conjunto de ensaios para cada dez tramos. exceto no que diz respeito ao número de ensaios que deve ser como indicado na Tabela 2. Nos tubos de DN -4". ranhuras e mossas. a medida deve ser feita em pelo menos 10% dos tramos individuais. (B) (C) (D) (E) (F) (G) (H) (I) Tubos novos de especificação desconhecida e tubos usados cuja resistência tenha sido prejudicada pela corrosão ou outra deterioração devem ser submetidos a ensaio de pressão. As propriedades de tração podem ser estabelecidas como segue: executar todos os ensaios de tração fixados pela API 5L. A solda deve ser então ensaiada de acordo com as exigências da API 1104. Para tubos de DN -2". tramo por tramo em um ensaio como o realizado em fábrica.11 vez a menor espessura medida para todos os tubos de DN ¯ 20". O valor de Sy deve então ser tomado como o menor dos seguintes: a) 80% do valor médio dos ensaios de escoamento. Sy seja tomado como maior do que 360 MPa (3673 kgf/cm2). para permitir uma boa inspeção. de acordo com a nota (G) da Tabela 1. para determinar o limite de escoamento. sem que ocorram trincas em qualquer local e sem abrir a solda. Para tubo de especificação desconhecida. o fator E aplicável pode ser empregado. exceto que o número de ensaios requeridos para a determinação das propriedades de achatamento deve ser o mesmo que o requerido na nota (G) a seguir. para vasos de pressão e caldeiras. Ca-so contrário. A solda a ser qualificada deve ser feita sob as mais severas condições permitidas pelas limitações de campo e usando o mesmo procedimento. a soldabilidade pode ser determinada através de ensaios químicos para carbono e manganês. Todos os tubos devem ser examinados para detectar entalhes. a tensão mínima de escoamento para efeito de projeto deve ser adotada com valor nãosuperior a 165 MPa (1683 kgf/cm2). desempenados e isentos de defeitos que possam prejudicar sua resistência ou sua estanqueidade. onde todos os corpos-de-prova devem ser selecionados ao acaso. A pressão de ensaio no campo deve ser estabelecida de acordo com o Capítulo 29 Tabela 2 . de acordo com as disposições da ANSI/ASME. no máximo. um comprimento suficiente de tubo deve ser curvado a frio até 90° ao redor de um mandril cilíndrico com um diâmetro doze vezes maior que o diâmetro nominal do tubo. dimensão e espessura nominal constantes. A menos que a espessura nominal da parede seja conhecida com certeza. Seção IX. a resistência à tração ou o alongamento são desconhecidos. com os mesmos critérios adotados no caso de tubos novos (ver Capítulo 26). o tubo não pode ser usado. um ensaio é necessário para cada 400 tramos de tubo. porém em não menos de dez tramos. Se o lote dos tubos é conhecido por ser de grau. se necessário. a espessura dos outros tramos pode ser verificada aplicando-se um calibre ajustado para a espessura mínima.80 para tubos de DN > 4". Para tubos de DN > 2". a ser utilizado no campo. Se ao ensaiar a solda as exigências da API 1104 não forem atendidas. o fator E deve ser tomado como 0. O número de ensaios químicos deve ser o mesmo que o requerido para os ensaios de solda circunferencial mencionados acima. Se o tipo de fabricação da junta e o seu processo de soldagem puderem ser identificados. ela deve ser determinada medindo-se a espessura em pontos defasados de 90° em uma das extremidades de cada tramo de tubo. Pelo menos uma solda de ensaio deve ser feita para cada 100 tramos de tubo de DN > 4". Quando a tensão mínima de escoamento especificada. b) o valor mínimo verificado em qualquer ensaio de tensão de escoamento desde que.

5.2 Deve ser dada especial atenção à tenacidade dos 6 Classificação de locação 6. a determinação da pressão de ensaio e a distribuição de válvulas intermediárias. tubos ex- f) determinação do diâmetro. tais como: a) possibilidade de condensação de frações pesadas do gás. principalmente dos que afetam a segurança do sistema de tubulação no qual são instalados. o intento é que as cláusulas de segurança da Norma devem prevalecer naquilo em que sejam aplicáveis.2 Independentemente de sua especificação. devem ser marcados de acordo com as instruções de marcação dos padrões e especificações pelos quais o material é fabricado ou de acordo com as exigências da MSS SP-25. 5 Estudos prévios 5. esgoto sanitário. Todavia.1 A classe de locação é o critério fundamental para o materiais usados nas instalações sujeitas a baixas temperaturas.7.4. onde esta Norma não dá especificações para um item particular de equipamento. c) levantamento de dados geomorfológicos e climáticos. e) investigações de batimetria e correntes em travessias de rios. devem ser previamente realizados diversos estudos fora do escopo desta Norma. Especificações parciais para tais itens são dadas nesta Norma. as condições do processo de transferência de gás devem estar determinadas. quanto a provocada pela descompressão do gás. cálculo da espessura de parede do gasoduto. 4.1. em todo caso. pressão. etc.1 kgf/cm2). 6.3 Para o início do projeto. amortecedores de vibração. tais como drenagem pluvial. parafusos e tubos. b) possibilidade de polimerização do gás. 4. temperatura e máxima pressão de operação devem ser conhecidas. a seguran ç a do equipamento instalado num sistema de tubulação deve ser equivalente à de outras partes do mesmo sistema. cabos elétricos e telefônicos. existentes em unidade de classe de locação. 6.1 Alguns dos materiais que atendem às especificações aprovadas para uso sob esta Norma podem não ter propriedades mecânicas adequadas para as faixas mais baixas de temperaturas cobertas por esta Norma.3 A classe de locação é determinada pelo número de edificações destinadas à ocupação humana. e) balanço oferta/consumo do gás.4 A classe de locação é um parâmetro que traduz o grau de atividade humana capaz de expor o gasoduto a danos causados pela instalação de infra-estrutura de serviços.6 Marcação Todos os itens do sistema de gás. d) seleção da diretriz do duto.7. a partir de sua linha de centro.3 Tubos fabricados de acordo com a NBR 5580 só podem ser utilizados em sistemas de gás com pressão de projeto igual ou inferior a 400 kPa (4.2 Esta classificação se baseia na unidade de classe de locação que é uma área que se estende por 1600 m ao longo do eixo do gasoduto e por 200 m para cada lado da tubulação.4.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 11 4. tais como: a) caracterização do gás. e. h) estudo de impacto ambiental. h) seleção técnico-econômica dos materiais a serem utilizados. pandidos a frio devem satisfazer às exigências obrigatórias da API 5L. 4.2 Outros estudos específicos são por vezes requeridos. b) levantamento das condições ambientais. conforme concebido nesta Norma. motores. notadamente gás sulfídrico e gás carbônico. d) suportação adequada ao gasoduto em travessias aéreas.1. facilidades elétricas. acessórios. Em outros casos. tais como válvulas.1 Geral 6. flanges. f) investigação da agressividade química do solo. 4.1. . certos detalhes de projeto e fabricação referem-se necessariamente ao equipamento. 6. 5. g) determinação dos teores de contaminantes.5 Equipamentos Esta Norma não inclui as especificações para equipamentos. c) possibilidade de formação de água livre.7 Materiais sujeitos a baixas temperaturas 4. 4. variáveis fundamentais como vazão. tráfegos rodoviário e ferroviário entre outros. ou seja. compressores. canais e baías.1.1 Para a execução do projeto de sistemas de transmissão e distribuição de gás. tanto a ambiente e a de solo. tais como suportes pendurais. g) alternativas de traçado.

1. que abriguem 20 ou mais pessoas em uso eventual.1. para cada classe de locação.locais em uma pequena e bem definida área externa.3 Regiões onde um aglomerado de edificações destinadas à ocupação humana tenha classificado a região como 2. nejamentos previstos para as áreas. para tubos e demais componentes de tubulação.7 Considerações sobre o desenvolvimento futuro Na classificação de locação. dentro da unidade de classe de locação. mais próxima à divisa. campos de futebol. esta classe termina a 200 m da edificação mais próxima à divisa. esta sobreespessura deve ser somada à espessura requerida calculada conforme 7. 6.3 (adimensional) T = fator de temperatura determinado em 7. deve ser previsto um valor adicional de espessura (sobreespessura para corrosão). 46 ou mais edificações unifamiliares destinadas à ocupação humana.2 (adimensional) E = fator de eficiência da junta (longitudinal ou helicoidal) determinado em 7.10 e a API 5L.6 Determ ina çã o das divisas entre classes de loca çã o 6. .2 Classe 1 A classe de locação 1 ocorre em regiões onde existam.5 Classe 4 A classe de locação 4 ocorre em regiões onde haja. a predominância de edificações com quatro ou mais andares. quadras de esporte.6.1 Se. 6. 7. cinemas. 7. F . tais como: igrejas. esta classe termina a 200 m da edificação. 7. T do gás.1 Espessura requerida de parede A espessura de parede requerida.1. 7 Determinação da espessura de parede 7. Evidências de futuras edificações devem ser consideradas na classificação de locação. para resistir à pressão interna. mais de dez e menos de 46 edificações unifamiliares destinadas à ocupação humana.1. Para valores de espessuras padronizadas para tubos. etc. causados pelas mais diversas ações construti- 6.12 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 6.1.1 e 7. o grau de segurança estrutural que o gasoduto deve ter para suportar os possíveis danos externos. deve ser calculada pela fórmula: e= Onde: e = espessura requerida de parede (mm) P = pressão de projeto (kPa) D = diâmetro externo (mm) Sy = tensão mínima de escoamento especificada para o material (kPa).2 Regiões onde um aglomerado de edificações destinadas à ocupação humana tenha classificado a região como 3.1.2 A espessura nominal de parede dos tubos e dos componentes de tubulação deve ser selecionada entre as espessuras padronizadas nas respectivas normas de fabricação. destinadas à ocupação humana. deve ser atendida a condição de valor mínimo dada em 7.3 Classe 2 A classe de locação 2 ocorre em regiões onde existam. deve-se atentar para os pla- . a fim de compensar a perda de material que se processará durante a vida útil do gasoduto. for esperada ação corrosiva P. comprovadamente.2 Fator de projeto (F) 7.6. As tensões mínimas de escoamento especificadas para os materiais aceitos por esta Norma constam do Anexo D F = fator de projeto determinado em 7. b) regiões onde o gasoduto se encontre a menos de 90 m de: .1 O fator de projeto é um coeficiente que traduz. E . incluindo o térreo. praças públicas.1 Regiões onde um aglomerado de edificações destinadas à ocupação humana tenha classificado a região como 4. tais como áreas de recreação.4 (adimensional) 7.D 2 Sy . com quatro ou mais andares. 6. dentro da unidade de classe de locação..4 Classe 3 A classe de locação 3 ocorre em: a) regiões onde existam. ver a ANSI B36. devendo ser igual ou superior à espessura requerida.edificações que sejam ocupadas por 20 ou mais pessoas para uso normal. etc. dentro da unidade de classe de locação. incluindo o térreo. 6. a qual leva em consideração a resistência mecânica do tubo aos esforços produzidos durante a montagem.2. escolas.6. dentro da unidade de classe de locação. 6. esta classe termina a 200 m da edificação mais próxima à divisa.3 Na seleção da espessura nominal do tubo. conforme determinada em 7.6. 6. dez ou menos edificações unifamiliares destinadas à ocupação humana.

de pedestres e de tubulação. 7. de controle e de medição 7. decorrentes do processo de fabricação dos tubos e dos componentes de tubulação especificados por esta Norma.8.40 O fator de temperatura deve ser determinado conforme a Tabela 5.Fator de eficiência de junta (E = 0.966 0. 23. auto-estradas.2. por qualquer período de tempo. deixem uma redução de parede localizada maior que 10% da espessura nominal calculada em 7. b) cruzamentos (sem tubo-camisa) ou interferência paralela de rodovias públicas pavimentadas. Tabela 5 . deve-se obter o fator T por interpolação linear.929 0. 33 43.Fator de temperatura (T) Temperatura de projeto (oC) Até 120 150 180 200 230 Fator de temperatura (T) 1.2 Se for previsto o aquecimento do tubo durante a fa- utilizado fator de projeto igual ou inferior a 0.1 Acidentes no transporte e na instalação dos tubos não podem causar imperfeições superficiais que. . 7.72 EFW/SAW/longitudinal 7.2. a tensão mínima de escoamento especificada como sendo 3/4 do valor Sy constante do Anexo D. deve-se considerar. Tabela 3 .4 Fator de temperatura (T) 0.5.3 Excepcionalmente. etc.5.8) Norma de Fabricação ASTM A-134 ASTM A-139 ASTM A-211 ASTM A-671/672.1. 7.1.5 em estações de compressores.Classe de locação/Fator de projeto Classe de locação 1 2 3 4 Fator de projeto (F) 0.870 7.2.5 Limitações de valores de projeto 7.1 Para tubos trabalhados a frio (objetivando a elevação da tensão de escoamento por efeito de encruamento) que forem posteriormente aquecidos a 480°C ou mais (não considerando aqui a soldagem ou o alívio de tensões). nas classes de locação 1 e 2.4 Excepcionalmente. 7.4. para derivação de ramais. ou acima de 315°C por mais de 1 h. após o esmerilhamento para reparo. c) itens fabricados com tubos e componentes de tubulação. 53 Processo de soldagem e/ou tipo de fabricação da junta EFW/SAW/longitudinal ou helicoidal EFW/SAW/longitudinal ou helicoidal EFW/SAW/helicoidal se de locação. 7. tais como conexões para separadores.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 13 vas que ocorrem durante a instalação da infra-estrutura de serviços. e) lançadores/recebedores de esferas e raspadores. deve ser utilizado fator de projeto igual ou inferior a 0.3 Fator de eficiência de junta (E) O fator E deve ser considerado unitário para todos os tubos cujas normas de fabricação são aceitas por esta Norma.6 para tubos utilizados em: a) cruzamentos (sem tubo-camisa) de rodovias públicas sem pavimentação.2.5 Excepcionalmente. ferroviárias. deve ser utilizado fator de projeto igual ou inferior a 0. vias públicas e ferrovias.1. nos quais deve ser considerado igual a 0. para a aplicação da fórmula de 7.905 0. para válvulas da linha-tronco.2. deve ser Nota: Para valores da temperatura de projeto compreendidos entre os tabelados. O fator de projeto já considera a segurança necessária para compensar os desvios para menos na espessura de parede. conforme a Tabela 3. para cavalotes em travessias. devem satisfazer a esta exigência até uma distância de cinco diâmetros para cada lado da última conexão.5.000 0.60 0. tais como os citados em 6.5 em cruzamentos (sem tubo-camisa) de rodovias públicas pavimentadas. na classe de locação 1.2 O fator de projeto é determinado em função da clas- Tabela 4 .50 0.. bricação ou a instalação. 7. exceto para os casos de exceção apresentados na Tabela 4. Classes 13. autoestradas. na classe de locação 2. vias públicas e ferrovias. devem ser determinados e levados em consideração os efeitos da relação tempo “versus” temperatura sobre as propriedades mecânicas do material do tubo. d) pontes rodoviárias.

4 6. determinado de acordo com a nota (H) da Tabela 1.500 0.3 168.9 4.7 6.7 12.088 0.0 1574.1.1 7.344 0.219 0.8 4. para a determinação do fator E e da tensão Sy.7 12.6 1422.3.1 21.5 12.7 9.250 0.8 355.4 6.375 0.4 203.1 5.2 3.156 0.500 0.140 0.216 0.5.4 42.35 9.6 114.2 254.33 26.3 Espessura dos tudos da estação de compressores pol.2/762. seja inferior ao valor mínimo especificado 7.4 457.119 0.4 6.219 0.8 38.5 76.500 4.6 pol.6/1168.237 0.8 5.4 3.091 0.8/1625.109 0.5 5.2/1524.4 1219.875 3.8/1371.1 50.8/1371.226 0. 0.4 1473.562 mm 1.6/812.4 3.154 0. 0.3 11.6 127.4 31.133 0.0 4. devem ser consultadas as notas (D) e (H) da Tabela 1.050 1.438 0.7 17.9 101.156 0.500 0.2/558.6 5.8 63.7 3.4 7.9 .18 6. desconhecida.9 355.7 3.6 Espessura dos tubos do gasoduto pol.7 12.2/558.3 13.6/914.500 0.7 2.7 15.145 0.7 14.0 1320.250 0.200 0.4 1016.2/762.625 mm 2.7 12.625 8.000 4.4 6.405 0.5 5.0 3.0 863.113 0.4 6.1.7 33.375 0.250 0.6 6.4 Para tubos usados ou tubos novos de especificação verificada conforme 7.0/1066.2 5.250 0.3 No projeto não se pode utilizar o valor real da tensão mínima de escoamento dos materiais e sim o valor nominal ou especificado da tensão mínima de escoamento (conforme consta do Anexo D).6 3.625 0.250 0.0 152. a espessura de parede requerida deve ser Tabela 6 .0 6.312 0.9 3.6/812.53 12.500 0.75 12.3 141.0 4.5.0 1320. 7.3 73.3 60.8 1117.0 88.188 0.9 101.250 0.0 1574.0 4.281 0.5 4.500 0.2 88.0 304.218 0.188 0.8 711.8 2.315 1.250 0.203 0.840 1.7 19.563 6.375 2.8 609.75 14 16 18/22 24/26 28/32 34/38 40/42 44/46 48/50 52/54 56 58/60 62/64 Externo mm 10.8 711.2/1270.2 48.8/1625.312 0.9 9.250 0.6 Tabela de espessuras mínimas de parede A espessura a ser utilizada no gasoduto não deve ser inferior aos valores da Tabela 6.8 609.095 0.156 0.6/914.8 4.6 1422.6 6.4 7.3 2. 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 3 1/2 4 5 6 8 10 12 14 16 18/22 24/26 28/32 34/38 40/42 44/46 48/50 52/54 56 58/60 62/64 mm 3. Neste caso.8 4.3 219.469 0.625 10.1 11.0/1066.188 0.675 0.156 0.375 0.9 15. 0.068 0.660 1.540 0.500 5.5 9.6 406.188 0.4 1473.2/1524.Espessuras mínimas Diâmetro Nominal pol.4 1016.6 406.1 323.406 0.7 12.6/1168. a menos que o valor real.9 12.8 1117.5 10.147 0.14 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 7.0 863.9 8.154 0.5 5.126 0.4 457.179 0.900 2.0 4.9 5.1 25.258 0.2 2.4 6.2/1270.500 0.216 0.9 4.191 0. conforme o critério exposto em 7.1 273.4 1219.

5 O assentamento de um gasoduto deve se dar.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 15 8 Profundidade de enterramento 8. independentemente das suas características de . 9. 8. devem ser cumpridas as exigências de cobertura mínima previstas em 11. deve-se compatibilizar o projeto dos gasodutos com o plano diretor da área. 9. 9. preferencialmente. para assentamento de gasodutos em vias públicas. metade da capacidade da linha de transmissão.3 a 8. se estas forem aéreas.5 Em locais onde a cobertura mínima preconizada em 8.Valores de cobertura mínima Cobertura mínima (mm) Classe de locação/ situação Escavação normal Escavação em rocha (A) consolidada 450 450 600 operação. nas vias de maior largura. exceto nos casos previstos em 8. instalação de material separador ou colocação de suportes. 0. ao longo do caminhamento do gasoduto.os possíveis efeitos adversos decorrentes da ação das correntes induzidas sobre os sistemas de proteção catódica. devem manter o maior afastamento possível do alinhamento das habitações.a necessidade de proteção do pessoal de construção e operação contra as correntes induzidas no gasoduto. Quando tal afastamento não puder ser conseguido.4.6 a 11. .3 a 8. a cobertura mínima.7 Quando da existência de linhas de alta-tensão aéreas.8. tais como encamisamento. principalmente quando o gasoduto for enterrado em solo úmido ou com o lençol freático em nível alto. de acordo com as recomendações do Capítulo 12.2 não puder ser adotada.2 Os gasodutos a serem implantados em áreas urbanas. em relação à cota de dragagem. no sentido de se proteger o gasoduto. 10 Requisitos devidos à proximidade de linhas elétricas Quando a diretriz do gasoduto acompanhar a diretriz de uma linha de transmissão elétrica.6 Nas vias em que existam instalações subterrâneas. quando assentados sob as pistas de rolamento das vias públicas. 9 Afastamentos 9.6 Onde as cargas externas forem elevadas. c) executar estudo em conjunto com a companhia de energia elétrica. 1 2 3e4 Sob valas de drenagem em rodovias e ferrovias (A) 750 900 900 900 600 A escavação em rocha caracteriza-se pela utilização de explosivo ou martelete pneumático.7 Em áreas onde atividades agrícolas possam levar a escavações profundas. comunicações e outros.3 Em se tratando de implantação de gasodutos em áreas urbanas ou em projetos novos de urbanização. deve levar em consideração a máxima pressão de operação e o diâmetro.8.1. o assentamento do gasoduto deve se dar de forma a manter o maior afastamento das instalações. deve ser previsto afastamento compatível com as características das linhas de transmissão.2. deve ser de 2000 mm. devem ser tomados cuidados.7. no mínimo.8. túneis de metrô e outros.1 e 9. 8. ruas e ferrovias. . o projeto deve assumir o compromisso entre a profundidade e a proteção mecânica do gasoduto. tendo em vista o prescrito em 9. conforme 6. verificando: . 8. o gasoduto deve receber proteção mecânica. . 9. em áreas sujeitas à erosão. devem ser adotados os seguintes procedimentos: a) utilizar conexões nos sistemas de purga que conduzam o gás para longe das linhas elétricas.1.4.1 Gasodutos de transmissão devem ser enterrados em profundidades de acordo com a Tabela 7.verificar a necessidade de instalar aparelhos de drenagem de corrente de fuga. 9. cuja capacidade seja de. exceto nas condições previstas em 8.30 m de afastamento entre qualquer gasoduto enterrado e outras instalações subterrâneas não-integrantes do gasoduto.a possibilidade de as correntes induzidas perfurarem o revestimento do gasoduto. 9.6 e 8.3 Todos os gasodutos instalados em leitos de rios e canais navegáveis devem ter uma cobertura mínima de 1200 mm nos solos comuns e 600 mm em rocha consolidada.4 Devem existir. 8.1 O afastamento de segurança. como garagens avançadas. b) estabelecer conexão elétrica entre pontos do gasoduto que possam ser separados. e o crescimento previsto para a área. 8. 8.4 Em rios e canais sujeitos à dragagem. no mínimo.8 Para o cruzamento de rodovias. são necessárias proteções adicionais para o gasoduto. Tabela 7 . e em locais onde possam ocorrer modificações nas cotas do terreno.2 Gasodutos de distribuição devem ser enterrados com coberturas iguais ou superiores a 600 mm. subterrâneas ou aterramentos de tais linhas. 8.1 e 8.

montagem e manutenção. b) facilidade de acesso para a construção. 11. 11. c) existência de áreas não-sujeitas a alagamento e com espaço suficiente que permita a montagem e eventual armazenamento e revestimento de tubos. na medida das possibilidades locais. deve haver um estudo específico para a fixação da cota do gasoduto. comparando as seguintes alternativas: a) quando for prevista a utilização de tubo-camisa. aos gasodutos de distribuição. devem ser realizados estudos econômicos.1. 11. evitando-se movimento de terra e curvas verticais desnecessárias. 11. Sua aplicação deve ser feita levando-se em consideração os requisitos dos Capítulos 8 e 9. b) execução de serviços adicionais de movimentação de terra. atendendo à orientação de 9. no centro do vão entre duas torres. considerando. 11. c) existência de projetos de ampliação. evitando-se trechos excessivamente acidentados e/ou com curvas acentuadas. o duto deve. f) possibilidade de danos e indenização a terceiros. aos gasodutos de transmissão e. f) executar sondagens geotécnicas de reconhecimento.2. 11. c) passagem de “pig” instrumentado.1 Este Capítulo estabelece critérios para projetos de cruzamentos e de travessias.16 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 11 Cruzamentos e travessias 11. e) necessidade de obras auxiliares.1. c) procurar um ponto onde o cruzamento possa ser executado a céu aberto. 11.3 Os cruzamentos devem preferencialmente ser pro- jetados sem tubo-camisa sempre que haja a possibilidade de manutenção do gasoduto com escavação a céu aberto.2 Os cruzamentos de que trata este Capítulo podem b) disponibilidade de um trecho reto e nivelado nas margens para a instalação do duto. Este Capítulo destina-se.1.3 Merecem também atenção. e) no cruzamento com tubulações e outras interferências. na locação dos cruzamentos e travessias.2.2.1.2. para melhor definição do ponto de cruzamento ou travessia. passar perpendicular à linha. preferencialmente. Não sendo possível atender a essa recomendação. g) observância das normas e recomendações do órgão público responsável. os seguintes aspectos: a) o eixo do cruzamento ou travessia deve ser perpendicular ao eixo da interferência. 11. os seguintes casos: a) dutos de grande diâmetro (24" e maiores).7.4 e 9. h) observância das normas e disposições do órgão de proteção ambiental. deve ser observado o seguinte: a) desvios e variantes para os trechos mais críticos. primordialmente.1. viadutos e outras obras de arte) para o caso de travessias. evitando-se pontos de inflexão muito próximos das margens. d) no cruzamento de linhas elétricas de transmissão.1 A seleção dos locais de cruzamentos e travessias deve levar em conta as limitações impostas pelo curvamento dos tubos.2. sem interferir com o ponto de aterramento.5 O projeto de travessias de cursos d’água navegáveis requer estudos específicos e consulta à autoridade competente.2 Deve ser procurada uma locação adequada. bem como de outras obras necessárias à execução do cruzamento ou travessia. devem ser considerados os seguintes fatores: ser feitos com ou sem tubo-camisa.6 Em travessias. principalmente. 11. b) dutos utilizando tubos com reduzida espessura de parede.2 Seleção de locais para cruzamentos e travessias 11.4 O projeto de cruzamentos de rodovias e ferrovias requer estudos específicos e consulta à autoridade competente. inclusive cota de arrasamento.2. selecionar um trecho em que a ferrovia ou rodovia esteja em ponto de transição entre corte e aterro.1. de modo a obter o menor comprimento possível. .5 Além das recomendações anteriores. devem ser observados os seguintes pontos: função da classe de locação da região atravessada pelo gasoduto. b) pesquisar a possibilidade de cruzamento através de galerias ou pontilhões existentes e através do aproveitamento de facilidades existentes (pontes. 11. o fator de projeto é determinado em a) as curvas de entrada e saída devem ter raios compatíveis com os raios de curvatura admissíveis para o duto. 11.4 Na aproximação do cruzamento ou travessia.6 Especialmente para as travessias.1 Geral 11. d) dragagem de áreas sujeitas à navegação. c) utilização de tubos com maior espessura de parede nos trechos mais críticos.

7 9.6.4 7. nesses casos.9 12. a proteção mecânica do duto.9 Os tubos-camisa podem ser feitos a partir de tu- bos de aço-carbono. 11.1. transporte de sedimentos.188 0.625 0.250 0.4.375 0.1 11. Tabela 9 .4. c) verificação da existência de batimetria e sondagens.8 Em ambos os tipos de cruzamentos de 11. 11.1.1 9.9 17.4.4. dragagem e represamento. 11.40 m.219 0.4 Condições específicas 11. Tabela 8 .4.7. 11.1.0 4. conformação e permanência do leito e das margens.281 0.4. 11.4. 11.1 Dimensionamento e proteção mecânica 11.3 15.Espessuras mínimas para uso em tubos-camisa em cruzamento rodoviário Diâmetro nominal do tubo-camisa pol. são apresentadas nas Tabelas 8 e 9.4. Para o cálculo de Sce. deve ser feita com jaqueta de concreto com espessura mínima de 38 mm e fck > 15 MPa.1. Estas espessuras foram calculadas considerando tubos de aço de qualidade comercial e admitindo uma deflexão diametral máxima de 3%. a distância mínima deve ser de 1.1.7 A distância mínima entre o nível da base dos trilhos e o topo do gasoduto ou do tubo-camisa deve ser de 1.Espessuras mínimas para uso em tubos-camisa em cruzamento ferroviário Diâmetro nominal do tubo-camisa pol. Até 12 De 14 a 24 De 26 a 36 De 38 a 48 De 50 a 64 mm Até 300 De 350 a 600 De 650 a 914 De 965 a 1219 De 1270 a 1626 Espessura mínima pol.3 Sinalização dos cruzamentos e travessias Todos os cruzamentos e travessias devem ser sinalizados de acordo com o Capítulo 13. A solução usando placas de concreto instaladas entre o duto e a superfície do solo pode ser adotada para os casos onde a altura de cobertura. 0. em cruzamentos rodoviários e ferroviários. quanto às cargas externas.1. ver 22. nos trechos de 11.7 14.4.4. 11.438 0.1.8 5.6 7. for insuficiente para a proteção do duto.4. Geralmente.6 6.375 mm 4.4 Nos cruzamentos e travessias sem tubo-camisa. b) natureza.4. durante a construção.4.406 0. 11.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 17 a) a travessia de rios deve ter margens bem definidas e que requeiram o mínimo de movimentação de terra e de serviços de recomposição. justificando-se apenas no caso de leitos profundos ou quando os aspectos de segurança desaconselharem outro tipo de construção.3 Quando se fizer necessária.5 10.219 0.312 0.4. d) informações sobre o regime do rio. f) a travessia aérea não é recomendável.11 Os tubos-camisa não podem transferir carga externa para o gasoduto.5 A sobrecarga de tráfego transmitida ao duto atra- vés do solo não necessita ser considerada em qualquer instalação com profundidade de enterramento superior a 3.2 O dimensionamento do tubo-camisa deve ser fei- to de acordo com o disposto no Capítulo 12.344 0.688 mm 4.80 m.00 m.188 0.562 0. atuante na parede do duto condutor. 0.1.1. possibilidade de desvios. . 11. os dutos ficam submetidos a esforços que podem determinar o aumento da espessura requerida de parede calculada para a pressão interna. novos ou usados.5 a carga de terra e a sobrecarga de tráfego devem sempre ser consideradas para o cálculo da tensão de flexão transversal.469 0. quando o gasoduto ou tubo-camisa for instalado pelo método de perfuração. 11. o qual deve ter sua espessura verificada para atender a esta condição. inclusive tubos refugados de fábrica por não-conformidade dimensional que não comprometam a sua utilização para este fim.5 cruzamentos e travessias.10 Os tubos-camisa devem possuir acessórios que os isolem. deve obedecer ao disposto no Capítulo 12. 11. navegabilidade. 11.500 0.20 m. Até 10 12 a 16 18 20 22 24 26 28 a 30 32 34 a 36 38 a 44 46 a 50 52 a 56 60 a 64 mm Até 250 300 a 400 450 500 550 600 650 700 a 762 813 864 a 914 965 a 1118 1168 a 1270 1321 a 1422 1524 a 1626 Espessura mínima pol.281 0.8 5.3 11.156 0.12 As espessuras mínimas de parede para os tu- bos-camisa. e) escolha de pontos onde o desvio do curso d’água seja possível. por si só.6 A distância mínima entre a superfície da rodovia e o topo do gasoduto ou do tubo-camisa deve ser de 1. do gasoduto.1 7.1.1 O dimensionamento dos dutos.1.6 e 11.4.1.1. Sce. levando-se em conta os esforços adicionais necessários à sua execução ou devidos a cargas externas. eletricamente.9 8.1.

3. é garantida pelo fator FS.4.1 Este Capítulo trata da proteção mecânica do gasoduto quanto a cargas externas. a proteção contra a carga de terra deve ser garantida por um adequado dimensionamento da parede do gasoduto.2.1 São consideradas aceitáveis quaisquer das 11.2.(kg/m3) 11.4. (índice de plasticidade .2 Para cargas de terra e tráfego considerada.2 São consideradas cargas externas de terra e tráfego as transmitidas às estruturas enterradas pelo peso de terra e pelo peso e choque dos veículos rodoviários e ferroviários que trafegam na superfície. a proteção deve ser feita: . Gm Onde: Pt = massa do duto . Tabela 10 . no mínimo. normalmente a espessura selecionada. as seguintes recomendações devem ser observadas: a) cobertura mínima de 1 m a partir da geratriz superior do duto.4.2. D2 /4) .(kg/m) Pl = massa do lastro .1 Sendo: P = Pt + Pl + H .4.2 Lastreamento 11.6 O uso de blocos de lastro não é recomendável.4.3 São consideradas cargas externas de impacto as transmitidas às estruturas enterradas pelo impacto direto de ferramentas manuais e lâminas de equipamentos de escavação. Gsub. quanto à flutuação.3 A massa específica do concreto de lastro deve 12 Proteção de tubulações enterradas quanto a cargas externas 12. 11. b) massa específica do solo submerso (reaterro) igual ou superior a 900 kg/m3.4.2. 12. 11.5 Para dutos submersos em cursos d’água.4. E = (π . deve ser verificada a estabilidade do conjunto em relação à força vertical ascendente provocada pela velocidade de corrente de fundo.(kg/m3) Gm = massa específica do meio de imersão . Nestes casos.4. Neste caso. sem ser muito plástico.(m) Gsub. justificando-se apenas onde os aspectos de segurança aconselharem sua aplicação. que é definido pela razão entre o peso P do conjunto duto + lastro + reaterro e a força E de empuxo do meio de imersão. devem ser seguidas as seguintes orientações: a) para locais onde esteja prevista a manutenção do gasoduto com interrupção (mesmo que parcial) do tráfego.preferencialmente pelo dimensionamento da parede do próprio gasoduto. 12.4 A proteção mecânica dos gasodutos deve ser feita dentro dos critérios descritos em 12.8 O lastreamento por reaterro da vala não deve ser usado onde haja curso d’água ou submersão permanente do solo.18 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 11. deve ser verificada a concentração de esforços no duto nos pontos de aplicação do bloco. igual a 2240 kg/m3. apresentando alguma coesão. 12.4. D . igual a 1030 kg/m3 (água).4.Soluções aceitáveis para lastreamento Travessia Áreas de rios e permanencanais temente Tipo de lasinundadas treamento Jaqueta de concreto Bloco de lastro Ancoragem Vala com reaterro X X Local de aplicação Áreas eventualmente Brejos Manguezais inundadas X X X X X X X X X X terro da vala somente deve ser aplicada nos locais onde haja certeza da permanência natural do material de cobertura durante a vida da instalação e onde haja a certeza de que atividades de terceiros não venham a retirar material de cobertura.4.7 A solução de lastreamento utilizando-se o rea- soluções da Tabela 10. para possibilitar a escavação a céu aberto. 11. c) solo de reaterro granular grosso. 12.4.2.4.2 A estabilidade do duto.6% e limite de liquidez (LL) inferiores a 30%). O fator FS deve satisfazer à seguinte condição: FS = (P/E) > 1.4. tanto de terra e tráfego quanto de impacto de ferramentas de escavação. 11. 12. no mínimo. d) razão FS igual ou superior a 1. 11.2.2. de modo a aceitar ligeira compactação. 11.(m) D = diâmetro externo do duto (ou da jaqueta) . .2.2. para a proteção mecânica do gasoduto. é suficiente para a proteção contra a carga de terra.9 Para a solução de vala com reaterro. bem graduado.1 Para carga de terra ser.1 a 12.5. segundo os critérios do Capítulo 7.4 A massa específica do meio de imersão deve ser Ao longo do gasoduto. = massa específica do solo submerso (reaterro) .(kg/m) H = altura de cobertura .

c) modificação na classe de locação do gasoduto. 14. a cada quilômetro. fora das condições de projeto.1 Este Capítulo se refere à sinalização de gasodutos de transmissão. Neste caso.2 As faixas e áreas de domínio dos gasodutos devem ser identificadas e sinalizadas com placas e marcos. 12. baixando sua magnitude. 14. 13.pelo emprego de jaqueta de concreto. a proteção tem de ser feita com a instalação de tubo-camisa ou com a construção de obras de arte. os marcos delimitadores das faixas devem ser instalados nos limites destas. A máxima pressão de operação destes gasodutos define a sua pressão de ensaio.1.1.14 kgf/cm2). 14 Controle e limitação das pressões 14. ao longo dos gasodutos. alimentado por uma fonte que possa operar em pressão superior à máxima pressão de operação (MPO) do sistema em questão. ver 22.1 Distribuição em alta pressão 13 Sinalização 13. 14.5 Para o cálculo das tensões provocadas pelas cargas externas de terra e tráfego. limitação de dureza.1 Máxima pressão de operação 14.1 Geral 14. deve ser equipado com um dispositivo de controle de pressão.4.1 A máxima pressão de operação (MPO). Deve ser verificada a capacidade do conjunto duto-jaqueta de suportar as pressões laterais do solo. 12. requisitos especiais de soldagem. entre as medidas adotadas para proteção mecânica.3 Distribuição de gases 14. sendo por definição a maior pressão na qual um sistema de gás po- . conseqüentemente. limitação da razão entre tensões de escoamento e ruptura. devem ser exigidas prescrições adicionais de ensaios de tenacidade ao impacto. conforme 29. devem ser sinalizadas por placas.2 Distribuição em baixa pressão Em sistemas de distribuição de gases em baixa pressão.3 Para cargas de impacto de operar. 13.2 Quando for verificada a possibilidade de ocorrên- A proteção recomendada neste caso é a laje de concreto ou a jaqueta de concreto mencionadas em 12. cuja função é reduzir a influência da carga de tráfego. junto à fonte de alimentação. . baseado na sua história de operação e manutenção. dimensionada para as cargas envolvidas.2-a). devem ser usadas fitas de aviso sobre a geratriz do gasoduto. e.6 Um fator a ser considerado. 13.2.1. o novo valor da MPO deve ser estabelecido.7 As instalações aéreas. aproveitando toda a sua capacidade de distribuir as pressões laterais do solo envoltório. especificado para ajustar a pressão para as condições de operação nas quais o sistema possa ser operado. b) a máxima pressão a que o sistema pode ser submetido. a MPO não pode exceder: a) a pressão de projeto do elemento mais fraco do sistema.1. 13. dimensionada para as cargas envolvidas.1.1. 14. às redes de distribuição de gás canalizado. e dispositivos de proteção contra sobrepressão devem ser instalados.1. a MPO não pode exceder: a) a pressão que possa provocar operação insegura de qualquer equipamento de queima à baixa pressão acoplado ao sistema.6. estas providências visam a assegurar um melhor trabalho mecânico do tubo. não se aplicando.5 Nas faixas de domínio dos gasodutos. 14. 13.3 Nas faixas de domínio dos gasodutos. distribuindo-a uniformemente por uma área maior e. Em sistemas de distribuição de gases em alta pressão. a companhia operadora é levada a limitar a máxima pressão de operação a valores inferiores aos originalmente estabelecidos no projeto. 13.2 Em certas situações.2 Transmissão de gases 14. ou b) uma pressão de 14 kPa (0. não pode exceder a pressão de projeto do elemento mais fraco do sistema. junto aos cruzamentos com estradas e nas travessias de cursos d’água.3. devem ser instaladas placas de advertência.4.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 19 .3. b) gasodutos que tenham operado por longo tempo (anos). portanto.1 Gasodutos para transmissão de gases devem ser dimensionados de acordo com o Capítulo 7.1.4 Nas faixas de domínio dos gasodutos.2. Entre os casos mais comuns para esta situação. cia de fratura frágil. 12. 14.1. b) para locais onde não haja possibilidade de interrupção de tráfego e conseqüentemente de escavação a céu aberto. citam-se: a) gasodutos em estado avançado de corrosão ou com outros defeitos que comprometam sua resistência. é a realização de uma boa compactação do solo de reaterro.pelo em prego de laje de concreto enterrada pr ó ximo ao topo do duto. além de uma boa escolha deste material.6 Em áreas urbanas.1. devem ser instalados marcos indicadores de distância.2 Controle de pressão Todo sistema de escoamento de gases. espaçados de modo que fiquem intervisíveis. na eventualidade de um vazamento.1.2.

3 Limitação de pressão 14. piloto ou selo líquido. f) que seja integral. 14. à abrasão do gás e ao corte pelo obturador e não apresente deformação permanente quando em uso.3 Consumidores alimentados por sistemas de dis- A seguir estão relacionados os tipos de dispositivos que podem ser utilizados para impedir a sobrepressão: a) válvula de segurança por alívio. seja levado a fechar.2 Tipos de dispositivos de proteção 14.3.3. 14. cuja máxima pressão de operação seja menor que 14 kPa (0.14 kgf/cm2) e 200 kPa (2.3.3. A Figura 2 fornece a simbologia da Figura 1.04 kgf/cm2). os sistemas de escoamento de gases devem ser equipados com dispositivos de limitação ou alívio de pressão. com diâmetro do orifício não-maior que o recomendado pelo fabricante para a máxima pressão de entrada. d) que as tubulações que interligam o regulador não sejam maiores que 2".3. Figura 1 .1. no caso de rompimento do diafragma.3 Dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão 14. b) válvula de segurança por bloqueio .excesso de pressão. resistente às impurezas. c) válvula controladora monitora. quando uma falha do dispositivo de controle elevar a pressão acima da MPO do sistema. Estas estações caracterizam-se por separar dois sistemas com valores distintos de MPO. b) que seja de passagem única.3. 14.1.20 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 14. Nota: Exemplos de aplicação dos dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão estão apresentados no Anexo E.1. g) que. não necessitam de dispositivos de controle e limitação de pressão. a 50% ou menos da pressão regulada quando há fluxo.14 kgf/cm2) e cuja pressão não provoque funcionamento inseguro nos equipamentos. tipo mola.3.3. d) válvula controladora em série com ativa.1. cuja máxima pressão de operação esteja entre 14 kPa (0. tribuição. c) que o assento da válvula seja feito de material resiliente.1 Proteção contra sobrepressões acidentais 14.1 Encontram-se esquematizados na Figura 1 os dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão.Dispositivos requeridos nas estações de controle de pressão .3. 14.3.2 e e) que seja capaz de manter a precisão de regulagem em condições normais de operação e de limitar o aumento da pressão em condições de fluxo zero.3.2 Consumidores alimentados por sistemas de dis- tribuição. caso a pressão de utilização do gás no consumidor seja controlada por regulador com as seguintes características: a) que seja capaz de reduzir a pressão para os valores recomendados para os equipamentos do consumidor.1 Exceto nos casos mencionados em 14.1. não necessitam ser dotados de dispositivos de segurança adicional. sem tomada de pressão.

É dimensionada para a condição de falha aberta da controladora Válvula de controle em série .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 21 Válvula de controle .Controla a pressão em dois estágios.Controla a pressão a jusante Válvula de bloqueio automático .Controla a pressão a jusante da controladora ativa.Alivia o gás na ocorrência de falha da controladora.Simbologia . limitando a pressão a jusante da controladora Válvula de controle monitora .Bloqueia o fluxo de gás. na ocorrência de falha Válvula de segurança . A pressão de ajuste da controladora a montante deve ser inferior à MPO a jusante Figura 2 .

situadas a 3 m ou mais do nível do chão. Métodos aceitáveis para operação do bloqueio de válvulas de alívio são descritos a seguir: a) travar a válvula de bloqueio na posição aberta. b) instalar duas válvulas de bloqueio do alívio. Esta recomendação se faz necessária quando há modificação na classe de pressão das instalações a montante em relação a jusante. a valores que não provoquem opera çã o irregular dos equipam entos de queima conectados à rede.4. 14. ou combinação de cada patamar de operação.3. sem chaves.2 Adicionalmente aos dispositivos requeridos na Fi- gura 1. na ocorrência de acidentes.4.2 A distância máxima de qualquer ponto de um lo- cal de operação a uma saída não pode exceder 23 m.2. b) limitar a pressão.1. tais como explosão em estações subterrâneas ou choque de veículos. 14. devem ser construídos com materiais não-combustíveis ou limitadamente combustíveis. de forma a sempre manter uma em operação e outra em reserva.4 Ventilação dispositivos.4. com intertravamento mecânico entre elas. escavações indevidas ou outras causas de dano.3.1. a capacidade do sistema de alívio destas estações deve considerar as capacidades de alívio das demais estações. em sistemas de distribuição de gás em baixa pressão. Os trincos das portas devem ser facilmente abertos pelo interior. 14. Eles devem ser protegidos contra queda de objetos. As portas localizadas em paredes exteriores devem abrir para fora. 14.1 As estações devem ser projetadas e instaladas de a) limitar a pressão no valor da máxima pressão de operação admissível (MPOA) acrescida de 10% ou no valor que provocar uma tensão circunferencial de 75% da tensão mínima de escoamento especificada do material do tubo. retornar a válvula para a posição aberta.1. escadas-de-mão fixas.2 Cuidados especiais em instalações de alívio 14. O projeto e instalação devem considerar que a falha de um tubo de instrumentação não provoque sobrepressão nas instalações a jusante. lo- calizadas de modo a permitir fácil acesso. Uma passarela exclusiva para um equipamento não requer duas saídas. mantendo uma distância dessas construções para evitar que um incêndio nestas construções atinja a estação e.3 Devem ser tomadas precauções objetivando im- Todos os prédios da estação de compressores.3 Capacidade requerida aos dispositivos de alívio e limitação de pressão 14.3. 15 Estações de compressão 15. medida ao longo da linha de centro de acesso. deve ter suficiente capacidade para: Os prédios de compressores devem possuir saídas de ar na parte superior (lanternim) para evitar o aprisionamento de gás.4. Permitir o fechamento da válvula de bloqueio do alívio com a anuência e assistência do pessoal de operação. objetivando a continuidade operacional dos dispositivos de segurança e proteção.1 Geral 14.1.1 Projeto 15. deve ser executado de forma a propiciar o bom funcionamento do dispositivo de alívio.4. A estação deve ter ventilação suficiente para que . 15.1. em paralelo.1.1 Cada dispositivo de proteção.3. 15.1.1. ou A localização do prédio de compressores deve levar em consideração a existência de construções adjacentes. 14.3.1 Localização válvulas. etc. 14.2.2 O projeto deve impedir falhas na operação de uma estação de controle ou compressão.3 Cuidado especial deve ser dedicado aos tubos de instrumentação. 15. Tais saídas podem ser escadas. Onde necessário.3.4.2 Quando um gasoduto for alimentado por mais de forma a evitar condições de pressão perigosas para as instalações conectadas a jusante destas estações.4.3 As saídas devem ter portas desobstruídas. 14. suspiros. tubos e cone- xões localizados entre o gasoduto a ser protegido e o dispositivo de alívio. O prédio da estação de compressores deve ser executado em conformidade com a NBR 6118.3.1 As chaminés de válvulas de alívio.4 Considerações sobre o projeto de estação de controle e limitação de pressão 14.3 Saídas 15.4.1 No mínimo duas saídas devem ser previstas para pedir o fechamento indevido de válvulas de bloqueio que tornem o sistema de alívio inoperante. que abriguem tubulações de DN > 2" ou equipamentos que trabalham com gás (exceto aqueles para fins domésticos).4.2. também. 15. o que for menor. assim como a tubulação de purga. e devem propiciar passagem para local seguro. passarelas ou plataformas.4.1. deve-se considerar as limitações de transferência do gás entre as estações. 15. No cálculo desta capacidade. com espaço suficiente em torno do prédio para permitir a livre movimentação do equipamento de combate a incêndio.4. em local seguro.1.22 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 14. Tão logo quanto possível. as chaminés e suspiros devem ser protegidos contra entrada de água de chuva.2 O dimensionamento de aberturas.2 Construção outras saídas de dispositivos de alívio devem ser localizadas onde o gás possa ser descartado para a atmosfera. 14. eventualmente recomenda-se instalar válvula de alívio parcial dimensionada para a condição de vazamento da controladora quando esta estiver fechada.

como uma junta danificada. tais como nome do equipamento. 15. deve ter. Cada compressor deve ser projetado para operar. b) quando bolsões (slugs) de líquido puderem ser carreados ao compressor. dois portões. 15. até a condição máxima do acionador. quando a área interna estiver ocupada. Da placa de identificação.1. desde que localizados a menos de 60 m de qualquer estação de compressores. número de série e qualquer outra informação necessária a uma correta operação e manutenção.4. devem abrir para fora e permanecer destrancados (ou ser facilmente abertos do interior. sem auxílio de chaves). de material resistente à corrosão. c) possibilitar o desligamento de todos os equipamentos de compressão de gás e instalações a gás e elétricas nas vizinhanças dos coletores de gás e da estação de compressão.1. S eção VIII. Este isolamento deve ser coberto com uma proteção resistente a óleo. bum dos quais atendendo aos seguintes requisitos: Cada equipamento da unidade compressora deve possuir uma placa de identificação. em quantidade que possa vir a danificar o equipamento. etc. devem atender aos requisitos da NBR 5418.4 Supervisão de operação A supervisão de cada compressor de uma estação compressora deve ser de acordo com um procedimento que . devido ao acúmulo em concentrações perigosas de vapores ou gases inflamáveis ou tóxicos. nos casos onde houver possibilidade de acúmulo de líquido na linha de sucção de cada estágio (ou de cada unidade.40. acessório e sistema auxiliar devem ser projetados para operar de modo seguro e eficiente na faixa das condições de operação. d) possibilitar operação de.positivo de parada automática do compressor ou alarme de nível alto de líquido.1. 15.4.1.1 Compressores 15. e aliviar o gás bloqueado. firmemente fixada em local visível e de fácil acesso.4. c) ser constru í dos de acordo com o A N S I/A S M E . exceto: .1. . nome do fabricante.2.3 Controle de corrosão Medidas a fim de proteger a tubulação da estação de compressão devem ser tomadas de acordo com o Capítulo 30.2 Placa de identificação a) possibilitar bloqueio da entrada e da saída de gás da estação. poços ou qualquer outro ambiente fechado. 15. Os portões devem ser localizados de modo a permitir fuga para local seguro.4. sua operação não deve ser afetada pelo sistema de desligamento automático de emergência da estação. e.5.4. prever dispositivo para drenagem do separador e.2.5 Áreas cercadas inclua a verificação do funcionamento de todos os equipamentos de proteção. Caso bombas de incêndio façam parte dos equipamentos. no mínimo. graxa e sujeira.2 Instalações elétricas Todos os equipamentos elétricos e cabos.1 Geral 15.1. instalados em estações de compressão de gás. 15. numa emergência.). 15. 15. em salas. 15. dis.4.4. b) a tubulação de alívio deve descarregar em local que não gere risco à estação de compressão e adjacências.5 Equipamentos para desligamento de emergência 15. em toda a faixa das condições de operação. caso em que devem ser projetados com fator de projeto 0.4.circuitos elétricos que alimentam as luzes de emergência necessárias à evacuação do pessoal da estação e a vizinhança dos coletores de gás.1 Cada estação de compressão deve ter um sistema de desligamento automático que atenda aos seguintes requisitos: Cada compressor.1 Devem ser previstos dispositivos de retirada de lí- Qualquer área cercada que possa impedir a fuga de pessoas dos arredores da estação de compressão. devem constar dados do equipamento.1 Projeto quido. 15.circuitos el é tricos necess á rios à prote çã o de equipamentos. potência e rotação. dois lugares.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 23 os empregados não corram perigo em condições normais de operação (ou algumas condições anormais. deve ser previsto isolamento térmico das partes quentes do compressor. no mínimo. 15. em serviço contínuo.4.2 Os dispositivos para remoção de líquido devem satisfazer às seguintes condições: a) ter dispositivo manual para drenar cada separador. 15.4 Equipamentos da estação de compressão 15.2 Equipamentos de remoção de líquido 15.3 Isolamento térmico Para proteção pessoal. no caso de compressor centrífugo). adicionalmente.5. exceto aqueles construídos de tubos e componentes de tubulação sem soldagem interna.3 Equipamento de combate a incêndio Toda a estação de compressão deve possuir equipamentos adequados ao combate a incêndio.

5.2-a).ser de fácil acesso e visibilidade.3.2-b). c) desligamento de todas as instalações elétricas e a gás nas vizinhanças dos coletores de gás.7.1.2 Cada turbina a gás da estação deve ser equipada de modo que. na linha principal.ser próximo aos portões de saída da estação.5. que opere com injeção de gás combustível sob pressão. de modo a evitar que gás entre nos cilindros da máquina e atue no sentido de movimentar partes enquanto a máquina estiver em manutenção.ser externo à área de gás da estação.8. haja o imediato corte do combustível desta unidade. 15. 15.1.2 e 29.5 Todo gás utilizado para fins domésticos numa estação de compressão deve possuir odor suficiente para servir de alerta em caso de escapamento.4 Devem ser tomados cuidados.ser localizado a menos de 150 m dos limites da estação. 15. 15. de todas as tubulações de gás conectadas aos compressores citados em 15.6.2 Sistema de detecção de fogo e gases alívio do compressor não evitem sobrepressão na tubulação. Cada um dos sistemas deve atuar de modo a iniciar o desligamento de emergência conforme requisitos de 15. 15. deve ser odorizado de acordo com o descrito no Capítulo 32. Os circuitos elétrico. .1.8. de acordo com 29.6. como descrito em 15.1 Devem ser instalados dispositivos de alívio de pres- Todas as tubulações de gás da estação de compressão. neste caso.1. devem possuir dispositivo limitador de pressão regulado de modo a limitar a pressão a um excedente máximo de 25% da pressão de operação ou a um excedente máximo de 10% da máxima pressão de operação. caso contrário. deve ser equipado de modo que a parada da máquina corte automaticamente o combustível e purgue o gás do coletor de distribuição. hidráulico ou pneumático das instalações de desligamento normal devem permanecer em operação. .8 Tubulações na estação de compressão 15. 15.7.7.2 Uma válvula de alívio de pressão deve ser instalada Todas as tubulações de gás em estações de compressão devem ser instaladas segundo as prescrições previstas nesta Norma. exceto quando.3 Ensaios de pressão na linha de descarga de cada compressor de deslocamento positivo. de modo seguro. devido à explosão ou fogo. devido às condições de operação.6. entre o compressor e a primeira válvula de bloqueio. 15. devem ser de aço e projetadas de acordo com o Capítulo 7. ao iniciar-se o desligamento de uma unidade. 15.6.1. adequadamente locado.3 As linhas de alívio devem ser dimensionadas de forma a não prejudicarem o funcionamento das válvulas de alívio e devem conduzir o gás para local seguro. 15.7.24 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 .1. o compressor a uma parada total no menor intervalo de tempo possível.1.5. com sensibilidade e capacidade para garantir que a pressão na tubulação e nos demais equipamentos não exceda em mais de 10% a máxima pressão de operação admissível. 15. 15.5. 15. . 15. for impraticável a execução de ensaios. caso esta estação não seja cercada.8.8.7. exceto quando forem executadas pequenas alterações na estação e. que leve.6 Dispositivos de alívio de pressão 15. o desligamento possa ser limitado a: a) desligamento de todos os compressores e instalações elétricas e a gás internas à estação.2 Caso a estação de compressão abasteça diretamente um sistema de distribuição sem outra fonte de suprimento. deve ser prevista instalação de dispositivo de alívio na tubulação. 15.5.3 O projeto e a construção da estação de compressão devem ser tais que seja minimizado o risco de dano a qualquer equipamento do sistema de desligamento de emergência. no entender do operador. exceto as de instrumentação. controle e tomada de amostra. o sistema de desligamento de emergência deve ser projetado de forma que não cause nenhuma parada não-programada na distribuição de gás.1 Todo acionador de compressor.1 Especificação Cada unidade compressora de uma estação de compressão deve ter um sistema individual de desligamento de emergência. ou próximo à saída de emergência.1 Tubulações de gás 15.5.3 Desligamento individual de emergência 15.7 Controle de gás combustível 15. b) alívio e bloqueio.2 Instalação são. Toda área de compressores em estações de compressão deve ter sistemas de detecção de fogo e gases. caso esta estação seja cercada. os tubos devem ter sido pré-ensaiados. conectadas às tubulações de gás citadas em 15. Caso as válvulas de Todas as tubulações de gás de uma estação de compressão devem ser ensaiadas após sua instalação. A capacidade de alívio deve ser igual ou superior à capacidade do compressor.3 As instalações de regulagem do sistema de gás combustível.5. . para uma estação de compressão.1.

4 Vasos ou garrafas de estocagem. 15. 15.3 Reservat ó rios tubulares e cil í ndricos em propriedade de uso e controle exclusivos da companhia operadora 16.3.3 Todo abafador do sistema de escapamento da as dimensões da tubulação de conexão ao compressor devem ser apropriados a imprimir na máquina o número de rotações necessárias à purga de todo o combustível do cilindro de potência e escapamento da máquina. 15.9.9. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31. Outra válvula deve ser localizada na linha de ar principal próximo à saída de ar dos vasos. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.3.9. 16. montado e ensaiado de acordo com os requisitos desta Norma.2. do selo normal.8.2. Os reservatórios devem ser instalados em áreas cercadas para evitar o acesso de pessoas não-autorizadas.6 Tubulações hidráulicas Todas tubulações hidráulicas.9. o compressor seja desligado com segurança.3.3 Tubulações de óleo lubrificante ção de compressão deve possuir um selo de óleo de emergência que permita que. Seção VIII. Todas as tubulações importantes de gás devem ser identificadas de acordo com suas funções.8.1 Locação dos reservatórios Todas tubulações de água. 15. As instruções do fabricante podem ser utilizadas como guia para determinar esses fatores.8.2 Equipamentos adicionais de prote çã o para compressores de gás 15. 15.2 Tubulações de ar 15. internas à esta ção de compressão. devem ser construídos e equipados de acordo com o ANSI/ASME.1. numa estação de compressão. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.3. que atue caso haja falha de refrigeração ou lubrificação do equipamento. diferente de mo- Todas as válvulas de emergência e os controles de emergência devem ser identificados.2.9 Equipamentos de segurança adicionais 15.3. nos limites da segurança. Deve ser levada em conta a possibilidade de ser necessário dar partida em mais de um compressor num curto intervalo de tempo.1 Geral 15. 15.3 Todo compressor centrífugo de gás numa esta- tações de compressão.1 Todo acionador de compressor.2.2 A pressão do ar de partida. remoção de líquido e remoção de óleo seja instalado entre o compressor de ar de partida e os vasos.8. 15. deve ter furos em cada compartimento.1. internas à estação de compressão.2.3 Uma válvula de retenção deve ser instalada na linha de ar de partida. 15.9. 15.3. deve ter um dispositivo automático que desligue o equipamento antes que a velocidade do acionador ou do acionado exceda a velocidade máxima estabelecida. internas à estação de compressão. numa falha.2 Todo compressor de gás de uma estação de com- pressão deve possuir um dispositivo que impeça que a temperatura do gás de descarga exceda a máxima temperatura de projeto do compressor e tubulações conectadas. Todas tubulações de óleo lubrificante. o volume estocado e tor síncrono ou de indução elétrica. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31. estradas ou áreas pertencentes (mas não de uso e controle exclusivo) à companhia operadora deve ser projetado. É recomendado que o equipamento de resfriamento. 15.2.8. de modo a evitar qualquer acúmulo de gás.4 Tubulações de água 16 Reservatórios tubulares e cilíndricos 16.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 25 15. .2 Toda máquina a gás da estação de compressão deve ter a carcaça equipada com abertura à prova de explosão ou com ventilação adequada. 15. internas à estação de compressão.1. aplicáveis a uma tubulação instalada no mesmo local e sujeito à mesma máxima pressão de operação. 15.8. pelo fabricante. 16.9. próximo de cada máquina.5 Tubulações de vapor Todas tubulações de vapor.3.8.2 Reservatórios cilíndricos Os reservatórios cilíndricos devem ser instalados em terreno próprio ou de uso e controle exclusivos da companhia operadora.1.9. internas à estação de compressão. devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.8.2.1 Todas as tubulações de ar das estações de compressão devem ser construídas de acordo com a ANSI B31.4 Identificação de válvulas e tubulações 15. 15.8. 15.1 Reservatórios tubulares em áreas de uso e controle não-exclusivo da companhia operadora Um reservatório tubular para instalação em ruas. de modo a não permitir retorno de ar do motor às tubulações.1 Todo compressor de gás de uma estação de compressão deve possuir sistema de desligamento ou alarme.9.8.8. para uso em es- máquina a gás.7 Tubulações de processo Todas tubulações de processo.

5. 16. conforme a Tabela 11. continuidade operacional.4 Devem ser instaladas válvulas de alívio de acordo com os requisitos desta Norma. tempo de desgaseificação.1. a que for menor. vários aspectos devem ser considerados.1. quando a máxima pressão de operação for inferior a 7000 kPa (71.5 Reservatórios tubulares devem ser ensaiados conforme os requisitos do Capítulo 29.40 16. 3. em 110% da pressão de projeto do reservatório. d) cada cilindro deve ser ensaiado hidrostaticamente na fábrica. A pressão de ensaio na fábrica não deve ser menor do que a requerida para produzir uma tensão circunferencial igual a 85% da tensão mínima de escoamento especificada do material.60 0. pode ser armazenado.1. futuros desenvolvimentos urbanos da região e condições naturais adversas que coloquem em risco a segurança e operação da linha. 16.85.2.1.3.2.2. usando-se processo de soldagem termicamente localizado.3. ou uma pressão que induza uma tensão circunferencial de 75% da tensão mínima de escoamento do material. usando-se ar ou gás a uma pressão de 350 kPa (3.4 kgf/cm2).3 O afastamento mínimo entre reservatórios deve reservatórios contra corrosão externa.P. para um tubo instalado em um local classificado na mesma classe de locação do reservatório.2 A distância máxima para o espaçamento entre válvulas deve estar de acordo com a Tabela 12.2. 17 Válvulas intermediárias 17.5. Tabela 11 .1 Devem ser tomadas medidas para proteção dos em propriedade sob uso e controle exclusivos da companhia operadora.4 Reservatórios tubulares e cilíndricos devem ser 16. 16.40 30 m ou mais 0. com capacidade de alívio adequada para limitar a pressão nas linhas de enchimento e.2. 17.72 0. a uma pressão absoluta superior a 100 kPa (1.3. .5. no reservatório. instalação e ensaio 16. tais como acesso. exceto soldas de cabos de cobre para o sistema de proteção catódica. deve ser utilizada água para o ensaio. e de 30 m.30 m 1 2 3 4 0.1 Espaçamento entre válvulas 17. bocais e equipamentos auxiliares.3 mg/m3 de ser determinado pela fórmula empírica: L= Onde: L = afastamento mínimo entre reservatórios.F 7 x 103 gás sulfídrico. c) não pode ser feita solda em reservatórios cilíndricos que já tenham sofrido tratamento térmico e alívio de tensões. Cuidadosa inspeção no cilindro deve ser feita quando da instalação.72 0. 16. em kPa F = fator de projeto 16. 16. não necessitando ser reensaiado hidrostaticamente quando da instalação.2 Nenhum gás contendo mais do que 2.26 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 16. flexibilidade operacional.1.72 0.3.3. deve ser projetado adotando-se os fatores de projeto selecionados de acordo com a classe de locação correspondente e a distância mínima entre os reservatórios e a cerca.1 Gasodutos de transmissão 17. desta maneira.1 Na determinação do espaçamento entre válvulas. a ser instalado b) em nenhum caso a relação entre a tensão mínima de escoamento especificada e a tensão de ruptura pode exceder 0.60 0.60 0. preservação do gás.2 Projeto. e) cada cilindro e bocais devem ser ensaiados contra vazamentos após a instalação. em mm D = diâmetro externo do reservatório.Fatores de projeto para reservatórios Fator de projeto (F) Classe de locação da propriedade Distância mínima entre os reservatórios e os limites da cerca 8 m .0 kgf/cm2) a 15°C.1 Um reservatório tubular ou cilíndrico.5. nos casos em que a pressão de ensaio produza uma tensão circunferencial superior ou igual a 80% da tensão mínima de escoamento especificada (Sy) do tubo.D.2 A distância mínima entre os reservatórios e os limites da cerca deve ser de 8 m.3.5 kgf/cm2) acima da máxima pressão de operação. 16.4 Requisitos especiais aplic á veis somente a reservatórios cilíndricos Um reservatório cilíndrico pode ser construído de um aço não-soldável em condições de campo. não sendo aceitáveis danos no cilindro. desde que atenda às seguintes limitações: a) reservatórios cilíndricos construídos de aço-liga devem atender aos requisitos de composição química e de resistência dos vários graus de aços segundo ASTM A-372. ou ambos.3 Precauções devem ser tomadas para impedir a formação ou acumulação de líquidos nos reservatórios. que possam causar corrosão ou interferir na operação segura dos equipamentos de armazenamento. enterrados com cobertura mínima de 60 cm. em mm P = máxima pressão de operação admissível. quando a máxima pressão de operação for igual ou superior a 7000 kPa.5 Requisitos gerais aplicáveis a reservatórios tubulares e cilíndricos 16.

de alívio. devem ser previstos meios para evitar a passagem de gases ou líquidos através da abertura e evitar esforços na tubulação. Válvulas em sistemas de distribuição. O equipamento e a tubulação devem ser adequadamente sustentados por suportes de metal ou alvenaria. forneça proteção total ao gasoduto.2. as condições físicas locais.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 27 Tabela 12 . O uso do au- .2.2 Locação de válvulas 17. as eventuais exigências da autoridade competente. O dimensionamento das válvulas e conexões para esta operação deve ser tal que permita a desgaseificação em condições de emergência com rapidez compatível com sua necessidade. d) a tubulação de entrada e a do interior de uma caixa subterrânea devem ser de aço.1.1. A tubulação de controle e os componentes ativos do equipamento não devem ser instalados sob a abertura da caixa. deve se levar em conta a proteção destes equipamentos. se não forem exigidas pela autoridade competente.2. 17. A caixa deve ser projetada de forma a não permitir a transmissão de cargas externas à linha de distribuição. que podem ser de cobre. são projetadas e construídas de acordo com as seguintes prescrições: a) as caixas são projetadas e construídas de forma a resistirem às cargas a que são submetidas. 17. A distância entre a válvula e o regulador deve permitir a operação da válvula durante uma emergência. 17. de forma que o risco de danificação seja minimizado. estações redutoras ou limitadoras de pressão.1. c) no projeto de caixas para equipamentos de regulagem. b) em sistemas de distribuição em baixa pressão.1. Todas as válvulas devem ser convenientemente suportadas.4 O uso de automatismo nas válvulas de bloqueio intermediárias não é requerido. etc. limitação e alívio de pressão. b) deve ser previsto espaço interno suficiente. 17.2 Válvulas em sistemas de distribuição para uso operacional ou de emergência devem ser localizadas de forma a propiciar acesso imediato e facilitado numa condição de emergência. para possibilitar que os equipamentos tenham sua montagem. sendo apoiados dentro da caixa.2.2. podem ser dispensadas. a tubulação ou outro componente. devem ser espaçadas conforme a seguinte orientação: a) em sistemas de distribuição em alta pressão. devido ao fato de não poder ser comprovado que este. a menos que tais componentes sejam protegidos adequadamente. deve ser montado dispositivo operacional de abertura e fechamento. somente o acesso à haste operacional ou ao mecanismo de abertura/fechamento necessita ser instalado.2 Válvulas em sistemas de distribuição de gás entrada para cada regulador de vazão ou pressão do sistema de distribuição de gás. 17. instaladas objetivando uso operacional ou de emergência. O local da instalação de desgaseificação deve propiciar a purga do gás para a atmosfera. Onde a tubulação atravessar a estrutura da caixa. operação e manutenção adequadamente executadas. Na determinação do espaçamento. facilmente acessível ao pessoal autorizado. e) as aberturas das caixas devem ser localizadas de forma a reduzir os riscos de que ferramentas ou outros objetos caiam sobre o equipamento.2 Válvulas para gasodutos de distribuição 17. o comprimento das linhas de distribuição. tal como um grande vazamento ou fogo na estação. Caso a válvula tenha sido instalada em caixa.1 Exigências de projeto estrutural As caixas subterrâneas para válvulas.3 Facilidades devem ser previstas para a execução de desgaseificação entre duas válvulas intermediárias.1 Uma válvula deve ser instalada na tubulação de Nota: O espaçamento recomendado na Tabela 12 só pode ser aumentado por imposição de dificuldades reais de acesso à válvula. conforme ora desenvolvido. 17. assim como o número e tipo de consumidores que seriam afetados por uma interrupção acidental do abastecimento.2.2 As válvulas intermediárias podem ser instaladas 18 Caixas subterrâneas 18.2.1 Válvulas de bloqueio intermediárias devem ser acessíveis e protegidas contra danos e atos de vandalismo.5 A locação de válvulas deve atender às exigências da autoridade competente.2.1 Válvulas para gasodutos de transmissão 17.1. bem como movimentos das tubulações. as válvulas intermediárias. acima do solo.2. a fim de evitar que os mecânicos de manutenção pisem neles quando entrarem ou saírem dela.1. exceção feita às tubulações de controle e medição. enterradas ou em caixas.2. de forma a evitar sua danificação em caso de acidente. Em todas as instalações.2. 17.Distância máxima para o espaçamento entre válvulas Classe de locação 1 2 3 4 Espaçamento entre válvulas (km) 32 24 16 8 tomatismo deve ser definido pela companhia operadora do gasoduto. a fim de ficarem protegidas contra movimentos e/ou acomodações do terreno. 17. devem ser feitas considerações sobre a pressão máxima de operação. as válvulas devem ser instaladas em locais acessíveis a fim de facilitar a operação em casos de emergência.

se submerso. o equipamento deve ser sempre projetado para operar com segurança. 19.2 O uso de válvulas de ramal de assento resiliente não é recomendado. as caixas devem ser ventiladas com dois dutos. e um mínimo de 0. de modo que o tubo não venha a ser submetido a uma carga externa excessiva devido ao reaterro da vala. projetada para evitar que material estranho entre ou obstrua o duto. quando o projeto das válvulas é tal que a exposição ao calor excessivo possa afetar sua capacidade de operação. 19.2.2 Nenhuma caixa contendo tubulação de gás pode ser interligada a outra rede. etc. for menor que 6 para 1. O número de curvas e desvios deve ser reduzido ao mínimo. no mínimo.4.3. de alívio ou pressão. do boletim número 70 da NFPA.1. Se fechadas hermeticamente. Os respiros ligados ao equipamento de regulagem ou alívio de pressão não devem ser ligados à ventilação da caixa. 19. avenidas. neste caso. As extremidades externas dos dutos devem ser equipadas com uma conexão à prova de tempo apropriada. em m2. e) se as caixas menciondas em 18.1 Os ramais devem ser instalados a uma profundidade que os proteja de cargas externas excessivas e de atividades. bacias de captação ou onde a tampa de acesso à caixa esteja no curso das águas pluviais.. alamedas e demais locais não-sujeitos ao tráfego de veículos. devido à existência de interferências. desde que estes ramais sejam encaminhados protegidos por placas de concreto. vapor e outras.3 O equipamento elétrico nas caixas deve estar de acordo com as exigências da classe 1. pode ser admitida uma cobertura menor. 18. deve ser. 19. suportadas convenientemente. em toda a extensão. contudo. 18. c) exposição a riscos em instalações adjacentes: as caixas devem ser construídas o mais afastado possível de instalações de água. a capacidade de ventilação de um tubo de 4" de diâmetro nominal.1 Devem ser previstos meios para minimizar a entrada de água nas caixas. não é necessária nenhuma ventilação adicional. todas as aberturas são equipadas com tampas estanques. 18. igual à área da seção transversal de um duto de 4" de diâmetro nominal. deve ser previsto meio de ensaiar a atmosfera interna antes da remoção da tampa. materiais de construção. jardins.1. f) caixas com volume interno menor que 2 m3 não têm nenhuma exigência específica. áreas externas de residências e condomínios.4.3 Onde há evidência de condensação no gás em quantidades suficientes para provocar interrupções no abastecimento do consumidor. .3 Selagem e ventilação da caixa Caixas subterrâneas contendo uma estação reguladora ou redutora. devem ser vedadas e ventiladas como segue: a) quando o volum e interno excede 6 m 3.2.28 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 f) sempre que uma abertura deva ser localizada acima de um equipamento que possa ser danificado pela queda de uma tampa. Alguns dos fatores a serem considerados na escolha do local são os seguintes: a) exposição ao tráfego: deve ser evitada a construção de caixas em cruzamentos de rua ou em pontos onde o tráfego é pesado ou denso. e a relação do volume interno. adequada para dispersar quaisquer misturas ar-gás que possam ser descarregadas.2 Válvulas de bloqueio 19. para a área de ventilação efetiva da tampa ou grade. de acordo com 8.1 As válvulas utilizadas para ramal devem atender às prescrições de 4.2. Onde estas exigências de cobertura não puderem ser cumpridas. tendo cada um.4.60 m em ruas.1 Prescrições gerais aplicáveis aos ramais 19. É exigido que seja previsto um mínimo de 0. 19 Ramais de serviço 19. como a de esgoto.2 Os ramais devem ser adequadamente apoiados em solos firmes ou bem compactados. eletricidade. o ramal deve ter caimento de forma a drenar o condensado para a rede ou para sifões em pontos baixos do ramal. no mínimo. grupo D.30 m de cobertura em calçadas.1. A área efetiva da abertura nessas conexões. ou terminais de alívio. deve ser instalada uma tampa circular ou tomadas outras precauções. d) as caixas com volume interno entre 2 m3 e 6 m3 podem ser fechadas hermeticamente ou ventiladas. devem ser consideradas as condições de acesso. b) exposição à inundação: as caixas não devem ser construídas em pontos de elevação mínima. 18. ou através de reforço no próprio tubo. Os trechos horizontais dos dutos devem ser projetados de forma a evitar a acumulação de líquidos na linha. b) a ventilação obtida deve ser suficiente para minimizar a possível formação de uma atmosfera combustível na caixa. c) os dutos devem estender-se a uma altura acima do solo.4 Drenagem e estanqueidade à água 18. tais como jardinagem. através do aumento de espessura.3-d) são ventiladas por meio de aberturas nas tampas ou por grades. estradas e pátios de estacionamento de veículos. 18. O material usado para reaterro deve ser isento de pedras.1. que possam danificar o tubo ou o revestimento protetor. em m3. e deve-se prever meios para facilitar a limpeza periódica dos dutos.2 Condições de acesso Ao se escolher um local para uma caixa.

19. b) utilização de uma abraçadeira de ramal ou sela.2 Instalação de ramais no interior ou sob construções 19. segundo esta Norma.5 A companhia distribuidora deve se certificar de que as válvulas de ramal instaladas nos ramais de alta pressão sejam adequadas para este uso. o ramal deve ser projetado para uma pressão de projeto mínima de 700 kPa. .3.7.2. 19. se não for viável assim proceder. e todos os ramais que operam a pressões maiores que 7 kPa devem ser ensaiados com gás ou ar.5. 19.2 Os ramais. Quando um destes ramais abastece o prédio que ele atravessa.5 Ensaio dos ramais após a construção 19. 19.7. no mínimo.3 Os tubos.2. 19.1 kgf/cm2).3 Ligação de ramais à rede 19.4 Válvulas de ramais de alta pressão. 19.2. o duto deve prolongar-se até um local utilizado normalmente e de fácil acesso. para evitar a possível penetração de gás de vazamento. 19. ta em terreno previamente perfurado. a uma pressão não menor que 70 kPa (0.7.7.7 kgf/cm2). 7 kPa (0. 19. fazendo os seus próprios ensaios ou inspecionando os ensaios feitos pelo fabricante.3 Uma válvula incorporada no quadro do medidor que permita que ele seja contornado não a caracteriza como de ramal.2.7.07 kgf/cm2) e que possuem um revestimento anticorrosivo que não possibilite de imediato a identificação do vazamento.2 Exigências do ensaio de estanqueidade devem ser encamisados por um duto estanque. a utilização do tubo revestido sem camisa só é aceita se comprovado que o revestimento é resistente às operações necessárias à execução (furação ou cravação). 19. devem ser projetadas e construídas de forma a minimizar a possibilidade da retirada de internos da válvula acidentalmente ou deliberadamente. 19.7.1 As válvulas de ramal devem ser instaladas em to- dos os ramais novos.2 As válvulas devem ser instaladas a montante do medidor se não existir regulador ou.1 Os ramais que operam a pressões menores que 7 kPa (0. o tubo revestido não deve ser in- serido através de um furo livre (sem tubo-camisa). O tubo-camisa deve ser purgado em local seguro. para verificar se não apresenta vazamento e se sua integridade estrutural está garantida.5. 19. 5 min. pelo tempo de. A conexão do ramal à rede não necessita ser incluída neste ensaio. inclusive os renovados. quando usado para ramais.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 29 19.7.07 kgf/cm2) e que não possuem um revestimento anticorrosivo capaz de temporariamente impedir um vazamento devem ser ensaiados com gás ou ar.2. c) utilização de conexões de compressão com juntas de borracha ou similar e conexões de solda.3 As válvulas subterrâneas devem ser instaladas numa caixa ou tubo extensor que permita pronta operação da válvula.3. com ferramentas domésticas. 5 min. 19. o espaço entre este e o ramal deve ser selado. A ligação no topo é preferível.3.1 Ramais enterrados. d) soldagem do ramal diretamente à rede (boca-delobo).1. 19. 19.4 Ponto de ligação do ramal à rede Os ramais devem ser ligados ao topo ou à lateral do tubo da rede. deve ser tomado cuidado para evitar danos ao revestimento. a que for maior.5. em área pública. Onde a pressão for menor que 700 kPa (7.6. durante.6.2 Na instalação de ramal em terreno previamente perfurado. conexões e acessórios devem ser conectados por processos de soldagem ou rosqueamento.1 Instalação de ramais por meio de perfuração ou cravação 19. Tanto a caixa como o tubo devem ser apoiados independentemente do ramal. no mínimo. deve estar de acordo com as exigências aplicáveis do Capítulo 4.6 Projeto de ramais 19. quando enterrados sob construções. devem ser selados no alicerce para evitar a entrada de água ou gás na construção.1. a montante do regulador. de fácil acesso. instaladas dentro de prédios ou em locais confinados fora de prédios. No ponto onde o duto termina. se existir. 19.6. O ramal ou o tubo-luva. passando através dos alicerces externos de uma construção.2 Os ramais que operam a pressões menores que Os ramais podem ser ligados à rede por: a) soldagem de um tê ou de dispositivo similar. a fim de minimizar a possibilidade de que pó e umidade sejam levados do tubo para o ramal.1 Prescrição geral O ramal deve ser ensaiado após a construção e antes de ser colocado em operação.7. à MPO do sistema ou a 600 kPa (6.1 Quando a instalação dos tubos revestidos for fei- 19.2 O cálculo da espessura de parede do ramal deve estar de acordo com as exigências do Capítulo 7.5.7 Instalação de ramais 19.2.2. 19. devem ser encamisados em tubo-luva ou protegidos de outra forma contra a corrosão.3 Localização de válvulas de ramal 19. onde o escapamento do gás seja perigoso. As juntas utilizadas nas redes de gás manufaturado devem ser do tipo que resista a este gás.1 kgf/cm2).1.3 Em solo rochoso. ou ambos.1 O tubo. 19.

1.5. Divisão I.5. que não sejam as pa- dronizadas para solda de topo. Quando a parede do tubo incluir uma sobreespessura para corrosão.1 O reforço requerido no tubo-tronco deve ser com dimensões ou materiais diferentes dos padronizados.2 A área de reforço requerido (Areq. Por exemplo:P. redução cônica.14 kgf/cm2).2 Conexões para fechamento terminal.3 Quando a resistência destes componentes não puder ser calculada ou determinada com segurança pelos requisitos desta Norma. em função de dificuldades construtivas para se usar a conexão padronizada ou em função da falta da conexão padronizada.4. Por exemplo: Boca-de-lobo.4 Unidades pré-fabricadas.1. 20.) é definida pelo produto Areq. 20. 20. deve ser feito um estudo específico para determinar o nível de tensões na descontinuidade entre o ramal e o tronco.2). devem passar por um ensaio de vazamento em serviço na pressão de operação do gasoduto. Seção VIII.6 O projeto e a fabricação das curvas em gomos devem ser cuidadosamente executados e sua aplicação deve obedecer às recomendações de 27. Quando os esforços de dilatação térmica.1 Conexões de aço fundido.1. as quais admitem estar a derivação submetida à pressão interna e a esforços moderados de peso próprio. = d . É proibido tampão “cauda de peixe” para DN superior a 3".4.5.5. limitações nas condições de uso e recomendações específicas para o projeto de componentes de tubulação não-padronizados. sem vazamento.: Curva em gomos. correspondente à espessura de parede excedente àquela necessária para resistir à pressão interna.1.4. construídas de chapa com costuras longitudinais.1 Conexões especiais talada.1. devem preferencialmente ser ensaiadas antes da instalação. 20.2. Nota: No Anexo F é dado um exemplo das regras para o projeto de derivações tubulares soldadas. devem ser projetadas por critérios que proporcionem o mesmo grau de resistência e estanqueidade.4: a) área transversal remanescente no tubo-tronco (A1). a pressão admissível de trabalho é estabelecida de acordo com a ANSI/ASME.5 Derivações tubulares soldadas 20. forjado ou soldado. 20. Seção VIII. todas situadas dentro dos limites da zona de reforço definida em 20. tampão “cauda de peixe” e tampão plano.4. ruptura ou falha de funcionamento. 20.5 As conexões especiais de que trata esta seção de- ser a soma das seguintes áreas. 20. devem ser projetadas.4.4. Quando estas conexões forem instaladas em sistemas existentes.1.1. isolada ou simultaneamente. 20.5.1.5.5.1. tais como São conexões não-padronizadas as utilizadas em situações peculiares. tampão plano.5.1 Condições gerais 20. são permitidas para tubos de DN igual ou inferior a 3".1 a 20. para cálculo de A1 e A2. de peso próprio e de vibração forem. a critério do projetista. 20. A pressão de ensaio deve ser a mesma do sistema no qual a conexão estiver (ou for ser) ins- . b) área transversal remanescente no tubo-ramal (A2). derivação com reforço integral tipo sela.1.4. construídas e ensaiadas sob os requisitos do código ANSI/ ASME. vem resistir a um ensaio de pressão sem apresentar vazamentos.4.3 Cargas de projeto Os componentes de tubulação devem ser projetados e fabricados para suportarem com segurança. 20. 20.1 Requisitos gerais As derivações tubulares soldadas devem ser projetadas de acordo com as recom enda çõ es de 20.2.4. Divisão I.2 Toda a soldagem deve ser realizada usando pro- determinado pela “Regra da Equivalência de Área” que exige que a área de reforço disponível seja igual ou superior à área retirada do tubo-tronco para instalação do tubo-ramal.2.4 Conexões especiais 20.1 Objetivo O objetivo deste Capítulo é apresentar métodos de cálculo. consideradas significativas. falha de funcionamento ou deformações permanentes. correspondente à espessura de parede excedente àquela necessária para resistir à pressão interna.3 A área de metal para o reforço da derivação deve cedimentos e soldadores qualificados. 20. após instalados no sistema. se isto não for possível.5.ex.2 Condições específicas 20. esta deve ser descontada da espessura nominal de parede dos tubos-ramal e tronco. ruptura.1.2 Classificação e conceituação 20. 20.2 Derivações tubulares São conexões não-padronizadas utilizadas para a derivação de um ramal. das conexões padronizadas 20.13.2. et (ver nomenclatura em 20. operando a pressões inferiores a 700 kPa (7. Seção VIII. Tampão plano para DN superior a 3" só é permitido se for projetado de acordo com a ANSI/ASME.1.1 Reduções concêntricas e conexões para fechamento terminal feitas a partir de tubo não são permitidas em sistemas cuja pressão de projeto produz tensão circunferencial igual ou superior a 1/5 da tensão mínima de escoamento especificada do material.30 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 20 Componentes de tubulação não-padronizados 20.4.2. e que sejam capazes de atender aos mesmos requisitos de ensaios. 20. a pressão de projeto atuando durante a vida útil da tubulação e outras cargas eventualmente especificadas.

para materiais do tubo-ramal com tensão de escoamento superior à do tubo-tronco. Quando não for usado um cordão de solda com a dimensão da perna (W2) igual à espessura M da chapa de reforço.7 Quando os coxins ou as selas usadas para o re- forço cobrirem as soldas entre o ramal e o tronco. O material da chapa de reforço deve ser compatível com os materiais dos tubos com respeito à soldabilidade.5. Figura 3 . Nenhum crédito é dado. d) área transversal da chapa de reforço (A4). o cordão de solda deve se estender por um comprimento W2 e W3. calculada conforme 20. Neste caso.5 vezes a espessura de parede do tubo-tronco medida a partir da superfície externa deste.1. a extremidade do reforço deve ser chanfrada a 45° para concordar com a extremidade do cordão.5. 20.5 vezes a espessura de parede do tubo-ramal a partir da superfície externa da chapa de reforço (se esta existir).6 O material da chapa de reforço pode ter tensão de tensão da parede do ramal ou do tronco.5. conforme mostrado na Figura 5. onde se mostram também os limites da zona de reforço. deve-se prever um pequeno furo na luva ou na sela para que haja a purga do gás de soldagem. desde que sua área de reforço seja calculada com uma redução proporcional à razão entre as respectivas tensões de es- tamente ajustados às partes às quais devem ser soldados. no cálculo do reforço.5.1. Notas: a) A solda de união entre os tubos-tronco e ramal não foi representada na Figura 3. A chapa de reforço deve ser ligada por solda aos tubos tronco e ramal em toda a sua extensão.2. As Figuras 5 e 7 ilustram algumas formas de reforço.4 As áreas dos reforços são apresentadas na Figu- ra 3.Corte transversal da derivação mostrando as dimensões usadas no cálculo .2. Esses furos para purga devem ser tamponados posteriormente ao ensaio de pressão da conexão ou do sistema de tubulação para evitar a corrosão entre o duto e a chapa de reforço. selas e coxins de reforço devem ser perfei- escoamento inferior à do material do tubo-tronco. ou do ar numa eventual operação de tratamento térmico da conexão. 20. pois minimiza a concentração de tensões na junção do ramal com o tronco conforme mostra a Figura 6.5 Quando o material do tubo-ramal tiver tensão de coamento.5.8 O ramal deve ser ligado por solda em toda a ex- escoamento inferior à do tubo-tronco.9 Luvas. b) A nomenclatura utilizada está definida em 20.1. O material da chapa de reforço com tensão de escoamento superior à do material do tubo-tronco deve ser considerado. 20. mas que em nenhum caso pode se estender além de 2. e só então computada como área de reforço. em termos de aumento de área de reforço. tratamento térmico. a qual já inclui a solda de união entre o tubo-tronco e o tubo-ramal. 20.1.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 31 c) área transversal dos cordões de solda (A3).5. 20. O uso de cordão de solda côncavo é preferível. como tendo a mesma tensão de escoamento do tubo-tronco. a área de reforço disponível no tubo-ramal deve ser calculada com uma redução proporcional à razão entre as respectivas tensões de escoamento.5. conforme mostrado nas Figuras 4 e 5. corrosão galvânica e expansão térmica. o cordão de solda deve se estender por um comprimento W1. a área deve ser calculada como se o material do ramal tivesse a mesma tensão de escoamento do material do tronco. O reforço com coxim ou sela deve ser feito conforme Figura 5.2.1.5.5.1. e só então computada como área de reforço. esta última é um retângulo cujo comprimento se estende a uma distância “d” de cada lado da linha de centro do tubo-ramal e cuja dimensão “L” se estende a uma distância igual a 2. 20.

d) Todas as soldas devem ter as pernas com a mesma dimensão e uma garganta teórica igual a 70% da dimensão da perna. o furo deve ser fechado com solda. b) W2 = M/2 (mínimo). a extremidade do reforço deve ser usinada para ficar com a espessura igual à do tubo-tronco. usar o encaixe tipo “penetrante”. Figura 4 . Posteriormente. quando usados. no caso de haver tratamento térmico.4 mm.Coxim ou colar Notas: a) Os reforços parciais sela ou coxim.Detalhes de solda para derivações sem reforço Figura 5-(a) . c) G = 1. Figura 5 . e) Prever um furo de 6 mm na chapa de reforço para permitir a purga dos gases de soldagem e do ar. porém nunca inferior a 6.Sela Figura 5-(b) . porém não-superior a T. após o ensaio de pressão.2 mm (máximo) a menos que haja soldagem pela parte interna ou seja usado mata-junta.6 mm (mínimo). como segunda opção. deste.Detalhes de solda para derivações com reforço parcial . c) W3 = M (mínimo). devem ser aplicados na derivação detalhada na Figura 4. d) Se M > T. G + 3.4 mm.32 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 Notas: a) Usar preferencialmente o encaixe tipo “não-penetrante”. porém nunca inferior a 6. b) W1 = 3R/8 (mínimo).

Tipo sela Notas: a) Esta solda não necessita ter função estrutural.Solda de filete côncavo Nota: A dimensão da solda em ângulo é definida pelo comprimento do lado do maior triângulo isósceles inscrito na seção transversal do filete de solda.Solda de filete convexo Figura 6-(b) .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 33 Figura 6-(a) . c) Os detalhes das derivações com reforço integral foram feitos mostrando o encaixe tipo “não-penetrante”.Tipo sela combinada com luva Figura 7-(c) . podendo ser apenas uma solda de vedação. Figura 7 .Garganta teórica da solda Figura 7-(a) . b) Esta solda longitudinal para fechamento do reforço integral pode ser localizada em qualquer lugar da circunferência do tubotronco.Detalhes de solda para derivações com reforço integral . Figura 6 .Tipo luva Figura 7-(b) .

as derivações devem preencher os requisitos especiais de que trata a Tabela 13.5. = d .5.5.5. admite-se que seu fator de eficiência de junta seja unitário. 20.10 O exame e o eventual reparo das soldas entre o ramal e o tronco devem ser feitos antes da montagem dos reforços.1.2. A 3.90 o. ver 7.5.sen β) 20. et Nota: Para um ângulo β < 85°. tirantes e outros contraventamentos pode reduzir o efeito previsto para o reforço.2 (eR .2. mais fracas à medida que o ângulo diminui.2.). d et = espessura de parede do tubo-tronco para resistir à pressão interna (calculada conforme 7.2.5. M .4 e Anexo D.5.1. = área de reforço requerido Adis. (SyC/SyT) L = dimensão da zona de reforço Adis. A 2.1. é calculada pela fórmula: Adis.34 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 20. Um projeto deste tipo deve ser cuidadosamente estudado. O projetista deve atentar para o fato de que a concentração de tensões próxima a pontos terminais de nervuras.et .6 A condição de resistência é verificada através de: A2 = 2L (eR . A 4 = á reas definidas no texto (ver 20. dentro da zona de reforço M = espessura da chapa de reforço 20. Areq. (SyR/SyT) Onde: L é o menor valor entre 2. 7.1). 20.DR) . ¯ Areq.5 (eR .1) d = diâmetro do furo acabado no tubo-tronco Q = comprimento da chapa de reforço.4 O diâmetro do furo é calculado pelas fórmulas: d= DR .1.c) + M A3 = área total das seções transversais dos cordões de solda A4 = (Q . a fim de majorar a área requerida para reforço (Areq. A partir de ângulos menores que 85°. 20.c) .5. 20. = A1 + A2 + A3 + A4 Sendo: eT = espessura nominal da parede do tubo-tronco A1 = (eT . os requisitos gerais descritos em 20.5. a área de reforço requerida é calculada de acordo com a fórmula: Areq. progressivamente. β = menor ângulo medido entre os eixos dos tubos-tronco e ramal c = sobreespessura para corrosão DR = diâmetro externo do tubo-ramal 20.5.sen β).5.2 Regras para o reforço de derivações tubulares soldadas (Figura 3) 20. quando a solda longitudinal não for interceptada pelo ramal.3 Requisitos especiais Além dos requisitos gerais (ver 20.er .1.11 Para tubo-tronco com costura. (1/sen β) . et . .3 Para 85o .2.5. (2 .5.5 (eT .2 A nomenclatura utilizada é a seguinte: ra reforço. 20.β .1 Esta seção apresenta de modo compreensível.12 Derivações com ramais formando ângulos inferiores a 85° com o tronco tornam-se. Nota: O uso de nervura para reforço é permitido e pode ser considerado nos cálculos de resistência mecânica.3.5 A área disponível.5. 7.5.5. = área de reforço disponível A 1. Deve ser previsto um reforço adequado para compensar a fraqueza inerente a este tipo de derivação.c) e 2.2.1.3) SyR = tensão mínima de escoamento especificada do material do tubo-ramal SyT = tensão mínima de escoamento especificada do material do tubo-tronco SyC = tensão mínima de escoamento especificada do material da chapa de reforço 20.2.5.1.13 Para o estabelecimento da tensão mínima de escoamento especificada para os materiais dos tubos utilizados nas derivações soldadas.c) .c) (para encaixe tipo “não-penetrante”) sen β d = DR/sen β (para encaixe tipo “penetrante”) 20.5. a área de reforço requerida deve ser calculada por: Areq. independentemente do processo de soldagem. qualquer que seja o ângulo pa- através de fórmulas. deve ser usado o coeficiente de segurança (2 .1) eR = espessura nominal da parede do tubo-ramal er = espessura de parede do tubo-ramal para resistir à pressão interna (calculada conforme 7. = d .

cujo diâmetro envolva todas as outras derivações do grupo. Se for necessário reforço localizado e o diâmetro do ramal for tal que o reforço envolva mais de metade da circunferência do tronco. o reforço da derivação deve ser do tipo “integral”.1).6.14 kgf/cm2). com qualquer tipo de arranjo. (B) (C) (D (E) Usar qualquer reforço que satisfaça aos requisitos gerais (ver 20.4 Qualquer grupo de derivações densamente concen- situação que requeiram um reforço combinado. Usar preferencialmente tês forjados.3 Quando a distância entre centros de quaisquer das duas derivações é inferior a 1. esta solda de união entre o reforço e o tubo-tronco deve ser de cordão contínuo. estendendo-se por toda a circunferência do tubo-tronco. São permitidos também reforços localizados dos tipos coxim e sela. (F) (G) As derivações com ou sem reforço devem ser feitas de acordo com as informações das Figuras 4. selas parciais e outros tipos de reforços localizados são proibidos. 20. sela. preferencialmente. Se o reforço envolvente é mais espesso que o tubo-tronco.5 vez a média de seus diâmetros externos. 6 e 7.1 Quando duas ou mais derivações estão separadas entre si por uma distância entre centros inferior à soma de seus diâmetros internos (de modo que as zonas de reforço se superpõem). Os cantos internos do furo acabado devem ser. então deve-se usar reforço “integral” independentemente da tensão circunferencial atuante.Requisitos especiais Relação Sc Sy x 100 Relação DR DT x 100 (%) (%) < 25 ¯ 25 e < 50 ¯ 50 Onde: Sc = tensão circunferencial correspondente à pressão de projeto Sy = tensão mínima de escoamento especificada do material DR = diâmetro externo do ramal DT = diâmetro externo do tronco (A) < 25 (A) ¯ 25 e < 50 (A) ¯ 50 (B) (C) (D) (D) (B) (D) (C) (E) (F) (F) (G) (F) (H) ( I ) Não é obrigatório o uso de reforço na derivação.2). Em nenhum caso. estendendo-se por toda a circunferência do tubo-tronco. e a área de reforço entre elas deve ser ao m enos igual a 50% da á rea total requerida para as duas derivações na seção reta considerada. no mínimo. uma seção reta (do ramal ou do tronco) pode ser considerada como pertencente a mais de uma derivação ou ser avaliada mais de uma vez. entretanto. ou então deve-se usar tê forjado. na falta destes.5.6. Usar qualquer dos reforços dos tipos “integral”.6. Nota: Deve-se proteger adequadamente as derivações de pequeno diâmetro contra vibrações e forças externas a que normalmente estão sujeitas. Nota: As extremidades da chapa de reforço devem ser usinadas para ficarem com a mesma espessura do tubo-tronco. considerando-se todas as derivações como uma única. o reforço da derivação deve ser do tipo “integral”. 1.5. 20.2 Quando mais de duas derivações estiverem numa vações deve ser. A área do reforço combinado deve ser pelo menos igual à soma das áreas requeridas por cada uma das derivações consideradas separadamente. este pode ser requerido em casos especiais de pressões acima de 700 kPa (7. Usar preferencialmente tês forjados.2 mm. e é soldado neste. Coxins. 20. coxim. a distância mínima entre centros de quaisquer duas dessas deri- tradas. essas derivações devem ser reforçadas de acordo com 20.6.6. 5. pode ser reforçado. adoçados com um raio de curvatura de 3.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 35 Tabela 13 .5 vez a média de seus diâmetros externos (conforme visto em 20. tanto quanto possível.6 Derivações múltiplas 20.5. tubos de parede fina e cargas externas severas. (H) (I) 20. não deve ser considerada a contribuição de nenhuma área do material de reforço entre essas duas derivações. Não há necessidade de se prover reforço para derivações (ramais) de DN até 2" inclusive. As dimensões das pernas dos cordões de solda que unem ramal e tronco não devem ultrapassar a espessura do tubo-tronco. . suas extremidades devem ser usinadas de forma a terem sua espessura igual à do tubo-tronco. de acordo com 20. na falta destes.

4. 21.consiste na análise do sistema de tubulação na sua mais geral abrangência. se o sistema é suficientemente flexível. mentos tubulares retos e curvos (contínuos ou em gomos).2. elementos orientados em direções nãoortogonais. nos sistemas de tubulação.1. pois. variação nas propriedades físicas dos materiais. consiste na determinação das tensões.2.4 A análise da flexibilidade pode ser dispensada para tubulações enterradas conduzindo gás à temperatura ambiente e para tubulações aéreas ou enterradas de configuração e condições operacionais semelhantes à outra anteriormente analisada (por método compatível com a severidade operacional do sistema) e julgada suficientemente flexível.4 Este Capítulo abrange a análise de flexibilidade das tubulações aéreas e das enterradas.2 Métodos de análise 21.3 Critérios para obrigatoriedade ou dispensa da análise 21. 21.1 A análise da flexibilidade. se necessário) que tais derivações são adequadas e seguras para o serviço a que se destinam.3.1.2. mudanças nas características geométricas dos elementos tubulares e gradiente de temperaturas.5 As tensões geradas por variação de temperatura e por deslocamento imposto devem ser calculadas pelas fórmulas de 22. entre outros: configuração tridimensional. sendo a mais notória a ausência de elementos curvos. deflexões e reações de restrição nos elementos tubulares. .3.4. faz também parte desta análise a determinação das forças e momentos atuantes nos suportes da tubulação. O engenheiro deve ainda considerar que casos específicos podem requerer uma análise mais abrangente do que a descrita em 21.1.2 A flexibilidade de um sistema de tubulação é a medida da sua capacidade de absorver dilatações e contrações. 21. preferencialmente. como adequadas ao serviço proposto. para efeito de enquadramento nas situações apresentadas em 21. c) as derivações forem recomendadas pelo fabricante. .7 e 23. de acordo com o proposto em 21.3.3.6. 21. 21. esta deve ser selecionada e especificada de acordo com o Standard da EJMA.1 Como regra geral.5 Fica inteiramente a critério do engenheiro o julgamento do grau de severidade das condições operacionais do sistema.1 Geral 21. por uma configuração espacial. 21.4 Requisitos para a obtenção da flexibilidade 21.2.8.a análise formal utiliza poucas simplificações em relação ao sistema real e apresenta soluções mais próximas dos resultados experimentais. a análise da flexibilidade deve ser feita sempre que houver dúvidas fundamentadas sobre a adequada flexibilidade da tubulação.3.4. incluindo ainda orientações sobre o cálculo de suportes.3. . 21.2. não sendo isto possível. 21.é de aplicação restrita e seus cálculos são feitos por qualquer dos métodos consagrados na análise dos sistemas estaticamente indeterminados.4. dentro de critérios preestabelecidos.2 A análise formal é obrigatória nos sistemas de tubulação sujeitos a diferencial de temperatura elevado ou nas configurações rígidas sujeitas a diferencial de temperatura ainda que moderado. flexíveis e rígidos (flanges ou válvulas).1 Este Capítulo estabelece os critérios aplicáveis à análise dos efeitos de variação da temperatura e de deslocamentos impostos. nos bocais de equipamentos ou nos suportes sejam inferiores ou iguais a valores máximos admissíveis.1. 21.2 Quando for necessário o emprego de junta de expansão.1 A flexibilidade deve ser conseguida.2 A análise de flexibilidade deve ser enfocada sob dois aspectos: 21.1.3 A redução dos esforços nas ancoragens e bocais de equipamentos deve ser conseguida por uma configuração tridimensional. b) análise simplificada. de sorte que as tensões na tubulação e os esforços nas conexões. 21.36 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 20.3 e comparadas com as tensões admissíveis de 23. 21.1. por variação de temperatura ou por deslocamentos impostos. determina-se. não sendo isto possível. Nas aéreas. 21. ele- . compreendendo. no deslocamento restrito da tubulação pelo solo. 23. 21. 21 Análise da flexibilidade 21.3 e 21. A análise de flexibilidade é um cálculo de verificação.7 Derivações extrusadas As derivações extrusadas são aceitas se atenderem aos seguintes requisitos: a) for comprovado por análise e ensaio (este.3. a partir de uma configuração proposta. admitindo muitas simplificações em relação ao sistema real. b) as derivações forem projetadas para a máxima pressão de operação admissível do sistema de gás. nas enterradas. as dilatações térmicas são absorvidas no deslocamento livre da tubulação. 21. é capaz de deformar-se. a verificação da flexibilidade pode ser feita pela análise simplificada. pode ser previsto o uso de junta de expansão. sob o aspecto de segurança. pode ser previsto o uso da técnica de pré-tensionamento (cold a) análise formal.3 Em situações menos severas do que as descritas em 21.3.3.3 Um sistema de tubulação é julgado suficientemente flexível quando.1.1.

deve-se procurar tratá-lo como um todo. a serem consideradas na análise da flexibilidade. b) o fator de eficiência de qualquer junta soldada (E) é igual a 1.3 Na análise da flexibilidade.3. 21.1 O cálculo das tensões.2 Para tubulações aéreas expostas ao sol. Os deslocamentos de pontos de interesse e de bocais de equipamentos também devem ser determinados. as temperaturas máxima e mínima. e é sempre maior que a unidade. exceto no caso de tubos de grande diâmetro e parede fina. o diferencial de temperatura a ser considerado na análise deve ser a variação total entre as temperaturas máxima e mínima de operação.8. 21. para as juntas flangeadas devem ser usados os apresentados na Tabela 15.3 O cálculo dos suportes inclui a determinação dos esforços sobre todos os pontos de restrição (guias. 22.7. na análise da flexibilidade. tais como os descritos em 22. 21. . para uso na análise da flexibilidade.5. 21.6 Todos os cálculos da análise da flexibilidade devem ser feitos nas seguintes bases: a) variação de temperatura.5 Na falta de valores mais precisos para “i”.2 As demais cargas encontradas nos sistemas de a) as dimensões do tubo e de seus componentes são as nominais. quando estes fatores devem ser reduzidos de acordo com a nota (F) da Tabela 14.1. o cálculo das deflexões deve levar em consideração a capacidade de os elementos tubulares curvos variarem a curvatura em maior grau que o previsto pela teoria usual da flexão das barras curvas.8.3 No dimensionamento mecânico da tubulação e dos suportes.6 Cargas atuantes 21. os quais devem ser feitos de acordo com a reconhecida prática da Engenharia.8. essa capacidade adicional é indicada pelo fator “K” de flexibilidade. conseguida com o uso da técnica de pré-tensionamento (cold spring). devem ser consideradas todas as cargas atuantes no sistema de tubulação.8 Generalidades 21.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 37 spring). desde que o método seja corretamente especificado e haja garantias de que seja bem executado. deve ser considerado o 21. tubulação.1 Ao se analisar a flexibilidade de um sistema de tubulação.6. 21. 21.4.1 As cargas atuantes no sistema de tubulação.6. têm origem na restrição aos movimentos provocados por: devem ser usados os apresentados na Tabela 14 para os elementos de tubulação mais comuns.1 Geral 22.2 A análise da flexibilidade abrange o cálculo das tensões e das deflexões da tubulação provocadas pela variação da temperatura e por deslocamentos impostos. devem levar em consideração a influência climática durante um ciclo anual de operação.3 Para tubulações enterradas.8.7. batentes. 21.4 Na falta de valores mais precisos para “i” e “K”. devem ser as temperaturas de operação nas condições normais. 21. ção das tensões térmicas cíclicas.2 Na análise formal da flexibilidade.1. de acordo com 24. não pode ser considerada benéfica para a flexibilidade. 21.1 Esta Norma estabelece como critério para avalia- 22 Cálculo das tensões 22. b) deslocamentos impostos. para as solicitações de cargas mais comuns e significativas. nos sistemas de tubulação. a influência de todos os trechos da tubulação e de todas as restrições deve ser levada em consideração. inclusive as que ocorrem nas partidas e paradas do sistema. 21. é obrigatória nesta análise a determinação dos deslocamentos dos pontos extremos e das tensões máximas na tubulação. é apresentado neste segmento.7.6.1 Na análise da flexibilidade.5. não são consideradas na análise da flexibilidade. as temperaturas máxima e mínima.7 Diferenciais de temperatura 21.2 Em situações incomuns podem ser necessários outros cálculos além dos aqui apresentados. para uso na análise da flexibilidade. 21. assim sendo. em condições normais. c) o módulo de elasticidade do material (Ec) é referido à temperatura ambiente. 21. 21. 21.4 A redução do nível das tensões térmicas na tubulação. ancoragens). não é obrigatória a consideração de um redutor para os fatores “i” e “K” por efeito do enrijecimento do elemento curvo quando pressurizado. multiplicador da curvatura teórica e sempre maior que a unidade. o qual majora a tensão de flexão nos elementos tubulares não-retilíneos. 21. o dimensionamento ou verificação das tensões objetiva resistir à tensão máxima de cisalhamento.5.8. o fenômeno do relaxamento espontâneo das tensões no decorrer do tempo.5 Abrangência da análise 21. inclusive as que ocorrem nas partidas e paradas do sistema. fator “i” de intensificação de tensões. tais como a pressão interna e o peso próprio.8. Quando for necessária a análise de tensões em pontos críticos.7.

125 d ec ¯ 1.9 h2/3 0.9 h 2/3 Curva para solda ou tubo curvado(A)(B)(C)(F) 1.45° 1.9 h2/3 cotg θ .9 h 2/3 r (1 + cotg θ) 2 3 io 4 + 1 4 4. e r 2 s .9 h2/3 1 + cotg θ .4 e r Tê fabricado com tubo tendo reforço de chapa (tipo sela ou coxim) (A)(C) 1 0.Fatores “i” e “K” para tubos e componentes de tubulação Fator de intensificação(E) de tensão (Fora do plano) i0 0.9 h2/3 0.9 h2/3 3 io 4 + 1 4 (e + 0. s 2 r2 R= Curva em gomos longos (A)(B)(C)(D) S ¯ r (1 + tg θ) 1.65 h e.5 e 1 0.5 er)5/2 e3/2 .75 h 2/3 Descrição Fator de flexibilidade K Característica de flexibilidade h Figura (No plano) ii 0.52 h5/6 0.38 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 Tabela 14 . r /continua .R r2 R ¯ DN Curva em gomos curtos (A)(B)(C) S < r (1 + tg θ) 3° < 2θ .52 h5/6 0. e . cotg θ 2 R= Tê forjado para solda (A)(C) rx ¯ 0.

C: a) uma extremidade flangeada. os fatores “i” e “K” devem ser multiplicados pelos seguintes coeficientes de redução.125 d ec ¯ 1. Para curvas (contínuas ou em gomos). C = (h)1/6.5 e 1 0. b) ambas as extremidades flangeadas. C = (h)1/3. (B) (C) Nomenclatura: e = espessura nominal de parede para joelhos e curvas (contínuas ou em gomos).3 e r (A) O fator “K” aplica-se às deflexões produzidas por momentos atuantes em qualquer plano. Os fatores “i” e “K” não podem ser inferiores à unidade. Para tês.9 h 2/3 3. os fatores “i” e “K” aplicam-se somente para os segmentos ao longo do arco indicado nas figuras da Tabela 14. os fatores “i” e “K” aplicam-se somente para os pontos de interseção das linhas de centro do tronco e do ramal.5 e 1 0.9 h 2/3 0.05 d ec < 1. por linhas grossas.4 e r Derivação em tê com boca-de-lobo tipo set-on com reforço integral(A)(C) 1 0. Quando existirem flanges em uma ou ambas as extremidades das curvas.9 h2/3 3 io 4 + 1 4 4. com relação ao plano do membro. espessura nominal de parede do tubo para tês ec = espessura nominal de parede do pescoço da derivação (forjada ou extrusada) er = espessura nominal da chapa de reforço .9 h 2/3 Característica de flexibilidade h Figura (No plano) ii 3 io 4 1 4 Tê fabricado com tubo e sem reforço (boca-de-lobo) (A)(C) 1 + e r Tê extrusado para solda (A)(C) rx ¯ 0.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 39 /continuação Descrição Fator de flexibilidade K Fator de intensificação(E) de tensão (Fora do plano) i0 0.9 h 2/3 3 io 4 + 1 4 (1 + rx/r) e r Derivação em tê com sela soldada tipo set in (A)(C) rx ¯ 0.

neste caso. dados na Tabela 14. raio de curvatura conforme definido analiticamente na respectiva figura. igual a 0. R r . Portanto.8. para solda de topo Junta com solda sobreposta dupla Flange sobreposto (ou de encaixe) com solda sobreposta dupla Junta com solda sobreposta simples Flange sobreposto (ou de encaixe) com solda sobreposta simples Junta roscada 1 Flange roscado 2.2 1 1. extrusado ou forjado. podem ser utilizados os fatores “i” e “K” da curva em gomos longos.1. Numa curva de grande diâmetro e parede fina.5 Exceto em situações que requeiram cálculos precisos. em maior ou menor grau.1.Fatores “i” e “K” para juntas flangeadas Descrição Junta para solda de topo Flange de pescoço. tais como os dutos enterrados ou mesmo os aéreos em configurações muito rígidas como as tubulações curtas e de grande diâmetro. r = (D . para corrigir os fatores “i” e “k”.0 Fator de flexibilidade “K” Fator de intensificação de tensão “i” 22. Um único fator de intensificação de tensões. c) tens ã o norm al longitudinal. representadas pelo peso de terra de cobertura.3 São considerados “não-restringidos” os dutos com ampla liberdade de flexão e torção.3 1 1. as seguintes tensões devem ser desprezadas: a) tensão cisalhante de momento torçor nos dutos restringidos.1. tais como os dutos aéreos em configuração espacial. São considerados “restringidos” os dutos cuja liberdade de flexão e torção é. são geralmente pequenas e na maioria dos casos podem ser desprezadas.40 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 θ = metade do desvio angular nas curvas em gomos r = raio médio.3). 22. 22. certos dutos podem perder sua capacidade de deslocamento e ser considerados como restringidos. pode ser opcionalmente usado para as flexões no plano do membro. medido no plano que contém os eixos do tubo e da derivação s = comprimento do eixo do gomo d = diâmetro externo do ramal D = diâmetro externo P = pressão de projeto Ec = módulo de elasticidade à temperatura ambiente (D) Para dois tubos ligados. uma pressão interna elevada afeta significativamente sua rigidez à flexão (conforme 21. ( ) ] ( ) ] R r 2/3 1/3 . de a çã o direta das forç as de peso pr ó prio e cargas ocasionais. dependendo do tipo de configuração. restringida. para curvas em gomos rx = raio de curvatura do contorno côncavo do pescoço de um tê. ( ) ( ) r e r e 7/3 . Sce.4 Forças e tensões normais de tração são positivas.e)/2 R = raio de curvatura da linha de centro. b) tensão cisalhante de esforço cortante. provocadas pelas cargas externas. .1. 22. pois. Tabela 15 . para solda de topo Redução.6 As tensões de flexão transversal no duto.25 . deve-se operar conforme indicado a seguir: (E) (F) a) dividir “K” por: b) dividir “i” por: [ [ 1+6 P Ec P Ec . com ângulo entre eixos (2θ) maior que 3° e menor que 45°.9/h2/3. o critério de restrição comporta a idéia de gradação. 1 + 3. conectadas a bocais rígidos. para curvas contínuas. forças e tensões normais de compressão são negativas. 5/2 .3 1 1.

22. É produzida por forças de ocorrência eventual como a ação de vento e o peso de operários fazendo manutenção.3.1.4 Tensão de peso próprio (Sfg) É uma tensão provocada por flexão. decorrentes das solicitações de expansão térmica. Para a avaliação da força provocada pela ação do vento.9 Quando no projeto do gasoduto não for admitida tensões provocadas por flexão e por torção.2 Tensão de pressão interna É originada pela pressão interna.3. ∆T breespessura para corrosão. devem ser incluídos todos os componentes cujos pesos sejam significativos.3.3.1 Tensão circunferencial (Sc) Nota: O sinal de St é dado pelo sinal do diferencial de temperatura ∆T.1. 22. 22.2.9/h2/3 para ambas as direções de atuação dos momentos fletores (no plano ou fora do plano do elemento tubular). para efeito desta Norma.3 Tensão de expansão térmica 22.2 É uma tensão provocada pela flexão transversal que deve ser calculada pela fórmula abaixo.2 Tensão longitudinal (Sl) Deve ser calculada pelas seguintes fórmulas: 22. a espessura de parede considerada no cálculo das tensões atuantes é a resultante da diferença entre a nominal e a sobreespessura para corrosão.2.5 Tensão de cargas ocasionais (Sfo) a) para dutos não-restringidos: Sl = P . Kf . n n + (3 .3.3 Sc. deve ser calculada pela fórmula de Barlow: Sc = P . de outros tubos interligados ao sistema e de suportes. Mfg/Z É uma tensão que. Mft/ Z .6.10 Quando no projeto do gasoduto for admitida so- Deve-se calcular pela seguinte fórmula: St = Ec . Deve ser calculada pela seguinte fórmula: Sfg = i .1 Trechos retos sobreespessura para corrosão. 22.2 Trechos curvos Deve-se calcular pela seguinte fórmula: St = i .8 Opcionalmente.2 Para dutos não-restringidos (Se) 22.1 É produzida pelo peso de terra de cobertura e pela sobrecarga do tráfego de veículos rodoviários ou ferroviários. d /(D .3 Para dutos restringidos (St) 22.6 Tensão de cargas externas (Sce) 22. Tt = Mat/2Z 22.q . pode-se usar como fator “i” de intensificação das tensões. 22. D/(2e) 22. α . a espessura de parede considerada no cálculo das tensões atuantes é a nominal. 2 2 2 É uma tensão provocada por flexão.3. b) deslocamentos ocasionados pelo movimento de bocais de equipamentos. Esta tensão deve ser calculada pela seguinte fórmula: Para a determinação das tensões de expansão térmica.6. deve-se consultar a NBR 6123.d ). 22. peso próprio e cargas ocasionais.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 41 22. Mfo/Z 22. No peso próprio do duto. para qualquer dos elementos de tubulação apresentados na Tabela 14. Deve ser calculada pela seguinte fórmula: Se = Onde: Sft = i .1 Geral Nota: O peso da água do ensaio de pressão para as tubulações aéreas não é considerado carga ocasional quando forem previstos suportes provisórios adicionais para o ensaio. P/Ec) 3 É uma tensão equivalente a um estado combinado de . b) para dutos totalmente restringidos: Sl = 0. Considera-se como produzida exclusivamente nos trechos aéreos e é causada pelo peso próprio do duto e do fluido contido.1. válida apenas para conduto forçado (não pode ser usada para dimensionamento de tubo-camisa): Sce = 3 . 22.1. 22. Sfo = i .3. Mft/Z + N/A 22. Kd . um valor igual a 0. são considerados: a) variação da temperatura do duto.7 O fator “i” de intensificação de tensões deve ser considerado no cálculo das tensões de flexão.

Kf Kd Ângulo inicial  de contato (graus) 0 30 60 90 120 Coeficiente Kf 0.2.coeficiente de flexão (ver Tabela 17) e de flexão (Kf) são funções do ângulo inicial de contato do duto com o leito da vala. supostamente com distribuição uniforme. provocada pela sobrecarga de tráfego .110 d 0.2.módulo de elasticidade (ver Anexo G) .coeficiente de deflexão (ver Tabela 16) . Kd Ângulo inicial  de contato (graus) 0 30 45 60 90 120 Coeficiente Kd 0.momento fletor de expansão térmica Mfg . c) tensões de recalques diferenciais de apoios.8 Nomenclatura A nomenclatura utilizada é dada a seguir: A  . conforme estabelecido em 22.089 Ec E F i Nota: Para dutos instalados por perfuração ou cravação.294 0. d) tensões de empuxo (dutos submersos).módulo de resistência da seção transversal do duto . supostamente com distribuição uniforme.235 0. .  = 120°. e) tensões localizadas (reação de apoio em dutos de parede fina). provocada pelos pesos de terra e de tráfego (q = q1 + q2) . Ver Tabelas 16 e 17.42 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 22.espessura de parede do duto .6.momento fletor de peso próprio Mfo . Tabela 16 .105 e 0.1.1 Os coeficientes adimensionais de deflexão (Kd) 22. f) tensões residuais devidas ao curvamento natural. b) tensões de cargas cíclicas (vortex de rajadas de vento).102 0.fator de intensificação de tensões (ver Tabelas 14 e 15) .fator de eficiência de junta (ver 7.2) .ângulo central correspondente ao perímetro do duto em contato com o fundo da vala. supostamente com distribuição uniforme.Coeficientes de flexão.096 0. Tabela 17 .pressão (genérica) .pressão no solo ao nível do topo do duto.138 Kf Mft .190 0.3) .7 Outras tensões Dependendo das circunstâncias.pressão no solo ao nível do topo do duto.diâmetro interno do duto .  = 120°.157 0.pressão no solo ao nível do topo do duto. tais como: a) tensões de deformações produzidas pela pressão interna.temperatura final .seção transversal do duto (área de metal) .momento torsor de expansão térmica N .108 D 0. q1 q2 T1 T2 Z α g) tensões residuais de soldagem. n P q 22.diâmetro externo do duto .temperatura inicial . logo após o seu abaixamento .coeficiente de expansão térmica linear (ver Anexo G) Nota: Para dutos instalados por perfuração ou cravação.relação “espessura/diâmetro externo” (e/D) .Coeficientes de deflexão. podem ser necessários outros cálculos de tensões além dos anteriormente expostos.força axial uniformemente distribuída na seção transversal do duto .momento fletor de cargas ocasionais Mat .fator de projeto (ver 7. provocada pelo peso da terra .

2 Nomenclatura Ver 22. E . 23.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 43 ∆T Sc . deve ser considerada a tensão provocada pelo peso próprio.7 Limitação para expansão térmica (dutos nãorestringidos) A tensão de expansão térmica é limitada por: Se .3 Esta Norma estabelece como critério de falha a teoria da tensão máxima de cisalhamento. segundo esta Nor23.4.1.5.9 T . 23. 23. ver respectivamente 7. As tensões combinadas devem satisfazer simultaneamente às seguintes condições: a) | Sc . 23.F .1 A tensão combinada decorrente dessas solicitações é limitada pela seguinte condição: b) | St + Sl + Sfg | .3 Fatores Para conceituação e quantificação do fator de projeto F.1.8.6 Limitação para pressão interna e expansão térmica (dutos restringidos) 23. c) para tubulações aéreas com variação de temperatura. do fator de eficiência de junta E.4.00 T .90 T .2 e 7.2.6. deslocamento imposto. 23.1. peso próprio e sobrecarga: 0. ver 7.3.fator de temperatura (ver 7.T2) .1 Geral 23.4.diferencial de temperaturas (T1 . para os diversos carregamentos atuantes.tensão de flexão longitudinal de peso próprio Sfo . b) para tubulações enterradas com variação de temperatura. 23. Sy 23.0.5 Limitação para pressão interna (dutos restringidos e não-restringidos) A tensão circunferencial é limitada por: 23 Limitação das tensões Sc .0. deslocamento imposto. Sy.2 Nos casos em que o duto enterrado possuir um afloramento.tensão de flexão longitudinal na expansão térmica Sfg .0.tensão equivalente de expansão térmica . a qual admite ser a tensão de cisalhamento o parâmetro indicador de falha do material.4. T .3 e 7. 23.3 Para valores de Sy para materiais de tubulação. pressão interna.5.1.tensão de cisalhamento (por torção) na expansão térmica 23. peso próprio e sobrecarga: 1.1 As tensões combinadas decorrentes dessas solicitações são limitadas pelas seguintes condições. Sy. | Se + Sl + Sfg | -T .4 As tensões decorrentes do ensaio de pressão não estão limitadas pelas condições prescritas neste Capítulo. pressão interna.9 T .72 T . Para valores de Sy para tubos de especificação desconhecida (sem identificação). Sy.8.6.4.tensão de expansão térmica . expansão térmica e peso próprio (dutos não-restringidos) ma. um nível de segurança adequado aos sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível.1 Este Capítulo estabelece condições para a limita- ção das tensões.72 T . b) | St + Sl | . 23.1.1 A tensão admissível é baseada.9 T .2 As tensões admissíveis adotadas por esta Norma para a limitação das tensões combinadas são: a) para tubulações aéreas com variação de temperatura e deslocamento imposto (tensões secundárias): 0.tensão longitudinal de pressão interna . de forma a garantir. 23.8 Limitação para pressão interna. Sy. as quais devem ser satisfeitas simultaneamente: (não-restringidos) e enterrados (restringidos). constituindo um pequeno trecho aéreo. Sy.tensão mínima de escoamento especificada .(St + Sl) | -0. Sy. e do fator de temperatura T. Sce . Sy 23.tensão circunferencial de cargas externas Se Sft .4 Tensão admissível 23. tração são positivas. ver nota (H) da Tabela 1.4 Para a limitação nos valores de Sy para projeto.tensão de flexão longitudinal de cargas ocasionais Sl St Sy T Tt .tensão circunferencial de pressão interna 23. Sy .9 T . na tensão mínima de escoamento especificada do material (Sy). 23. 23.(St + Sl + Sfg) | -0.2 A limitação das tensões abrange gasodutos aéreos 23.5 As tensões de compressão são negativas e as de a) | Sc .4) . Sy. ver Anexo D. 7.

deve-se prever a possibilidade de fadiga e concentração de tensões nos pontos de ligação do anel com o duto. nos casos em que este efeito for desejável (batentes e ancoragens). Sy 24. Sy 23.1.3 Esforços 24. entre as quais as juntas são instaladas. 24.6 Nos trechos aéreos onde forem usadas juntas de expansão. o anel deve ter suas extremidades soldadas ao duto com cordão de solda contínuo. dentro de limites preestabelecidos.7 Quando um trecho de tubulação enterrada precisar ser apoiado ou ancorado em um suporte.3.4 Ligação de elementos estruturais para suportes de restrição 24.4 Os suportes devem ser instalados de forma a não impedirem o livre movimento da tubulação.2 Se a tubulação opera com tensão circunferencial (provocada pela MPO) inferior a 50% da tensão mínima de escoamento especificada do material da tubulação.1 Geral . nos dispositivos para suporte.1 A tensão combinada decorrente dessas solicita- ções é limitada pela seguinte condição: | Sl + Sfg | -0. a ser considerada neste caso. filtros e vasos). adicionalmente à força de dilatação térmica. a ação da força de pressão interna. deve ser baseado no maior diferencial de temperatura entre: (provocada pela MPO) igual ou superior a 50% da tensão mínima de escoamento especificada. 24. transmitidas pela tubulação. 24. a da sobrecarga de tráfego.44 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 23.8 Os suportes devem ser projetados de forma que a distribuição da carga de apoio (atuante sobre a tubulação) seja a mais baixa e uniforme possível.3. forem significativas. ductilidade.2 Materiais Todos os suportes devem ser projetados para uma vida útil igual à do sistema de tubulação ao qual devem servir.3 As tubulações devem ser suportadas de forma que as tensões e deflexões fiquem dentro dos limites admissíveis.3.1 Este Capítulo estabelece critérios para o projeto do tipo de suporte e sua localização nas tubulações.1.3. os elementos estruturais devem ser conectados ou soldados a um anel cilíndrico.3. A força de pressão interna. .2 Quando cargas ocasionais. Sy 23. 24. 24. ver ASTM A-36. 24. 24.9 Limitação para pressão interna e peso próprio (dutos não-restringidos) 23. dependendo da situação particular do arranjo e do tipo de restrição da linha nas proximidades do suporte.3 devem ser considerados como agindo sempre em ambos os sentidos da resultante (das forças e dos momentos).) devem ser incombustíveis.3.4. T .1 Os suportes devem ser projetados para reagir seguramente aos esforços oriundos das cargas decorrentes da operação do sistema.5 Suportes de mola somente devem ser empregados nos casos em que for necessário manter o deslocamento.3 Se a tubulação opera com tensão circunferencial frem a ação do peso próprio e da força de atrito.8.2 As tubulações devem ser suportadas de forma a impedirem a ocorrência de vibrações excessivas no sistema e de esforços elevados nos bocais dos equipamentos (válvulas. além das características peculiares a qualquer material estrutural (resistência.0. os valores dos esforços de 24. decorrentes da variação de temperatura da tubulação. mesmo que se adote o ensaio de pressão com gás ou ar. 24. deve ser considerada a ação do peso de terra e.75 F .4 Para os suportes de ancoragem. a limitação acima fica: a) temperatura de montagem e máxima temperatura de operação. a força para comprimir (ou distender) as juntas. forem significativas.3 O cálculo dos esforços nos suportes.4. das cargas de peso próprio e das cargas eventuais. compressores. deve ser baseada na pressão de projeto. exceto.4.1 Os requisitos para o dimensionamento dos elementos metálicos e da solda.3.2 Quando cargas ocasionais.9 Os suportes devem ter sua estabilidade e resistência calculadas como se as tubulações que sustentam estivessem cheias com água. 24.5 Os suportes que impedem o movimento da tubulação (ancoragens) ou que limitam esse movimento (batentes) podem vir a sofrer.75 F . em casos especiais. 24.1. as ancoragens. devem ser capazes de equilibrar. 24. Para material de aço (para suportes). a fim de não causar no tubo tensões localizadas excessivas.9. além das forças de pressão interna e de variação térmica restringida. 24. naturalmente. Os materiais dos suportes. b) temperatura de montagem e mínima temperatura de operação.9. 24.1. tais como a carga de vento. tais como a carga de vento. 24. os elementos estruturais para restrição podem ser soldados diretamente no tubo.T .1. devem ser os mesmos da prática estrutural.1 a 24.3. ou a reação de apoio. 24. T . e este montado sobre o duto com envolvimento total. 24.3. etc.2 Os suportes que apenas apóiam a tubulação so- 24.3. a limitação acima fica: | Sl + Sfg + Sfo | 24 Suportes 24.3. | Se + Sl + Sfg + Sfo | . considerando a deflexão de projeto. Quando os esforços forem elevados.

potencialmente danosos. ela é suficiente para impedir deslocamentos. 26. só é permitida se não houver risco de deformação localizada no duto.5. os pesos da co- 26.1 Requisitos gerais deve levar em consideração a característica de resposta do solo às cargas impostas. tais como mossas.4. eliminados ou reparados. sujeito a acumular-se em pontos baixos gerando o risco de explosões.3.5. 24. desde que a espessura de parede no local do .6 Quando os deslocamentos esperados para a curva são inaceitáveis. bertura de terra e de qualquer carga permanente devem ser considerados no cálculo do equilíbrio das curvas.2 As construções acima do nível do solo devem possuir aberturas ao nível deste. deve-se prever meios para reduzi-los (p. 25.2. em muitos casos. permitindo a saída do gás e evitando que o seu acúmulo atinja níveis de explosividade. e de rigidez suficiente para evitar deslocamentos laterais da linha. portanto. mesmo com pequenos deslocamentos. 25. os quais acarretam tensões de flexão adicionais.9 As tensões de flexão provocadas pelos desloca- mentos laterais. não produzam defeitos danosos ao tubo. 24.3.2.1. 24.2 Quando o tubo estiver sendo revestido.2.2. 25. geram forças compressivas no solo que.5. próximos aos pontos de afloramento. Uma inspeção com este propósito deve ser realizada sistematicamente numa fase anterior ao revestimento anticorrosivo e durante o abaixamento da coluna e o reaterro da vala. portanto.2. deve-se prever a instalação de uma ancoragem junto ao ponto de afloramento. em locais onde seja possível a acumulação do gás devem ser tomadas precauções adicionais.1 As mudanças de direção (curvas) em dutos enterrados. de forma a manter a tensão circunferencial abaixo dos 50% da tensão mínima de escoamento e desde que o degrau interno resultante da diferença das espessuras não interfira na passagem do raspador. é necessário que o solo proporcione um suporte contínuo. mobilizam grandes forças de reação passiva do solo).4 O anel pode ser suprimido substituindo-se a seção do duto. 25.3 As construções abaixo do nível do solo devem contar com ventilação forçada.ex. goivas e entalhes na superfície tubular. porém de material de maior tensão de escoamento. tornam-se particularmente perigosas na presença de pressões internas elevadas.4 A reação passiva do solo deve ser considerada no cálculo do equilíbrio estático das curvas. sujeitos ao diferencial térmico e à pressão interna.2 Exigências de segurança para sistemas de GLP (ventilação) 25.1 Como o GLP é mais pesado que o ar e.5.1 Este capítulo trata dos requisitos de qualidade superficial para tubos.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 45 24.5 Nas curvas côncavas para baixo.2 Goivas e ranhuras podem ser removidas por esmerilhamento até a obtenção de uma superfície de contorno suave.1 Goivas e ranhuras danosas devem ser eliminadas. para que sejam evitadas as goivas e as ranhuras na superfície do duto.5 Ancoragem para dutos enterrados 24. geralmente feitas por máquinas automáticas. homogêneo.3 A capacidade de suporte proporcionado pelo solo 26 Requisitos de qualidade superficial de tubulação 26. onde os elementos estruturais estão localizados.5. 24.: blocos de concreto solidários ao tubo que.5. 24.7 Os trechos retilíneos de tubulações enterradas.1. 24. 24. 26. 26.2 Defeitos.2.3 Lacerações do revestimento anticorrosivo devem ser cuidadosamente examinadas antes do reparo. em casos extremos.2 Detecção de goivas e ranhuras 26. em gasodutos projetados para operar com tensões circunferenciais iguais ou superiores a 20% da tensão mínima de escoamento especificada. a inspeção deve garantir que as operações de revestimento. devem ser evitados. ranhuras.1 Geral Todas as exigências desta Norma referentes ao projeto de sistemas de gás devem ser aplicadas às instalações de transmissão e distribuição de GLP gaseificado. 26. todas as construções devem dispor de um sistema de ventilação adequado. foram identificados como causas comprovadamente importantes de falhas em gasodutos e.3 Devem ser tomadas precauções durante a fabricação.5. sujeitos à variação de temperatura e à pressão interna.1 A inspeção no campo deve ser adequada para reduzir a um mínimo aceitável a probabilidade de que tubos com tais defeitos venham a ser instalados no gasoduto.2. podem rompê-lo. por uma seção de maior espessura. a substituição da seção por outra de mesma espessura.1. 25 Sistemas de GLP gaseificado 25. 26.3 Reparo em campo de goivas e ranhuras 26.8 Em trechos retos de tubulações altamente tensio- 26.2 A reação de atrito entre o duto e o solo proporciona a atmosfera.5. sofrem deslocamentos que podem ser elevados. 26.5. nadas por forças axiais compressivas de dilatação térmica. restrição ao movimento axial do duto e deve sempre ser considerada no projeto.4 No caso de sistemas de alívio descarregando para 24. todos os defeitos dessa natureza. referidos na seção anterior. o manuseio e a instalação do gasoduto. 24. se o trecho aéreo que dá continuidade ao enterrado não tem flexibilidade para absorver aqueles deslocamentos. além de causar tensões elevadas no duto. para verificar se houve dano à superfície do tubo.

3. onde a mudança de direção é feita pelo curvamento natural. puderem ser garantidas. pelo ajuste da tubulação ao fundo da vala. . caso contrário.5.5 Abertura de arco de soldagem Descontinuidades produzidas por abertura de arco de soldagem elétrica causam intensas concentrações de tensão em tubulações e devem ser evitadas ou eliminadas em todas as linhas projetadas para trabalharem com tensões circunferenciais iguais ou superiores a 40% de Sy. c) curva forjada.4 A ovalização da circunferência da seção transversal vida por esmerilhamento.3.3 Todas as mossas que afetam a curvatura do tubo nos cordões de solda longitudinal ou circunferencial devem ser removidas.46 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 reparo não fique inferior ao mínimo previsto por esta Norma para as condições de uso (ver 7. do duto pré-curvado deve ser controlada de forma que não haja danos à integridade estrutural do tubo ou que possa provocar futuros problemas operacionais no gasoduto. 27. de acordo com a situação de cada local e as características do duto: a) curvamento natural.2 A descontinuidade deve ser completamente remo- 27. 26. deve ser removida pela extirpação da porção cilíndrica (do tubo) onde ocorre este defeito. Um escurecimento localizado. 26.3 Quando no tubo pré-curvado houver uma solda circunferencial. para gasodutos operados à temperatura ambiente.0.4.4.2 Uma mossa que cumulativamente ainda possua um fator concentrador de tensões.1 Geral As mudanças de direção nos gasodutos devem ser feitas por um dos seguintes procedimentos. Não se admitem remendos ou martelamento das mossas.3.6 Eliminação de descontinuidades de abertura de arco de soldagem 26.4.2.3.6. durante a fase de construção.5.1). fissuras ou outras evidências de danos mecânicos.3.3.3 Quando as condições prescritas em 26. 27.5 A diferença entre o maior e o menor dos diâmetros externos.3 Tubo pré-curvado 27. 26.1. tal como uma goiva. deve ser calculado pela seguinte fórmula: R= Onde: Ec . evidencia um remanescente da descontinuidade e a necessidade de um esmerilhamento adicional. o reparo com solda fica proibido e a porção cilíndrica do tubo contendo o defeito deve ser removida e substituída por uma peça sã.12" ou com profundidade maior que 2% do diâmetro externo do duto em todos os tubos de DN > 12" não são toleradas em gasodutos que operam com tensão circunferencial igual ou superior a 40% da Sy. 26. 27 Mudanças de direção 27.1 O curvamento natural é um processo de mudança de direção que só pode ser empregado em gasodutos enterrados. Todas as mossas com profundidade maior que 6 mm em tubos de DN .4.3 O raio mínimo de curvatura.4 A remoção da mossa deve ser feita retirando-se do d) curva em gomos. O uso de remendo não é admitido. esta deve ser inspecionada por um método não-destrutivo após o curvamento.3.2 O curvamento natural é produzido no duto dentro da fase elástica do material e só pode ser usado para grandes raios de curvatura.2.4 Mossas 26. D/2 0. uma ranhura ou uma cavidade produzida pela abertura de um arco elétrico de soldagem. detectado por ataque químico. o qual produz uma deformação plástica do material.2.1 Mossa é uma depressão que produz visível modificação na curvatura da parede tubular sem no entanto reduzir-lhe a espessura. 26. medidos em qualquer seção do tubo pré-curvado. 27.2 Curvamento natural 27. 26.1 O tubo pré-curvado é obtido pelo curvamento a frio ou a quente do duto.9 Sy . não pode exceder 5% do seu diâmetro externo especificado na norma dimensional de fabricação. 26. 27. a porção cilíndrica (do tubo) defeituosa deve ser removida e substituída por outra sem defeito.2 O tubo pré-curvado deve estar isento de enrugamentos.6.1 A descontinuidade causada pela abertura do arco elétrico deve ser removida por esmerilhamento desde que a espessura de parede não fique reduzida além do limite prescrito em 7. provocado pelo peso da própria coluna de tubos.2 não b) tubo pré-curvado. 27. 26. 27. O curvamento natural é realizado. 27.7 PD/2e R = raio mínimo de curvatura para curvamento natural (cm) Ec = módulo de elasticidade do material (MPa) (ver Anexo G) Sy = tensão mínima de escoamento especificada (MPa) (ver Anexo D) D = diâmetro externo do duto (cm) e = espessura nominal de parede do duto (cm) P = pressão de projeto do gasoduto (MPa) tubo a porção cilíndrica que a contém.

27. 28. etc. 27. 1. 25 mm nos dutos de DN ↓ 2". portanto. qualquer desvio angular.4. A coluna “desvio angular” fornece a variação angular máxima.5.9 O raio mínimo de curvatura a quente não está su- 28 Soldagem jeito à limitação da Tabela 18. espaçamento e penetração total da solda.. Se for prevista a passagem de raspador pela linha. não pode ser inferior a um diâmetro externo do tubo. pelo menos.5 Curva em gomos 27. 27. causado por erro de alinhamento entre dois tubos soldados.5. flanges e outros componentes.7 O desvio angular α.6 406.5°.3 A tensão circunferencial considerada neste Capítulo.5. 27. válvulas. o uso das curvas de R = 1.10 O curvamento a quente. feito em tubos expandi- 28. no cálculo da tensão de flexão.8 18D 21D 24D 27D 30D Desvio angular α (graus/metro) R Raio mínimo de curvatura 1 . o projeto.2 Um desvio angular de até 3°. deve ser considerado para efeito de concentração de tensões (ver 22. b) em sistemas projetados para operar com tensões circunferencias de pressão interna maiores que 10% de Sy e menores que 40% de Sy. composição.4 457.75 14 16 18 ¯ 20 9.3 Segmentos curvos com menor desvio angular. 180 π R a) em sistemas projetados para operar com tensões circunferenciais de pressão interna inferiores ou iguais a 10% de Sy. nesses casos. e abrange juntas de topo e de ângulo em tubos. para efeito de inspeção.5.2 ¯ 508.3.4.3. O desvio angular entre dois gomos contíguos não pode ser maior que 90°.1. aplicados em tubulações ou conectados a aparelhos ou equipamentos. c) não são permitidas curvas em gomos em sistemas que operam com tensões circunferenciais de pressão interna iguais ou superiores a 40% de Sy. a menor distância entre gomos.5 DN e 3 DN e desvios angulares de 45°. 27.1 Este Capítulo diz respeito à soldagem de juntas tubulares em materiais de aço fundido ou forjado.6 O raio mínimo de curvatura a frio para tubos de D ¯ 12. 27.8 7. bem como de juntas de ângulo em derivações tubulares.5. a tensão mínima de escoamento especificada deve ser calculada de acordo com o prescrito em 7.5 DN e R = 3 DN fica condicionado ao tipo do raspador a ser utilizado.0 pol.1 Geral 28. . entretanto.1 A curva forjada só deve ser utilizada em instalações onde a falta de espaço recomende uma mudança de direção com curvatura acentuada.1 e 7.1.2 Este Capítulo não se aplica à soldagem da junta de dos a frio ou tratados termicamente. 28.2 As curvas forjadas são padronizadas com raios de fabricação de tubos e componentes de tubulação.4. seja de. reduz o valor da sua tensão mínima de escoamento. soldagem e procedimentos para alívio de tensões devem ser tais que nenhum dano significativo venha a resultar das operações de soldagem ou de alívio de tensões.3. do eixo longitudinal do duto. 27. é a produzida pela MPO do sistema de gás.Curvamento a frio para tubos D Diâmetro externo mm 323. em graus por metro linear.7 5.9 4. 27.75" pode ser determinado conforme a Tabela 18.85 355.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 47 27.1 Permite-se o uso de curvas em gomos dentro das seguintes condições: calculado pela fórmula seguinte: α= Onde: R = raio mínimo de curvatura (m) Tabela 18 .3.3.1.3 A confecção da curva em gomos deve ser executada com os cuidados necessários de alinhamento. flanges sobrepostos e conexões para solda de encaixe. 27. ensaio e qualificação. 28. não constitui uma curva em gomos e. O desvio angular entre dois gomos contíguos não pode ser superior a 12. 28.4 Quando as válvulas ou equipamentos forem fornecidos com extremidades preparadas para soldagem diretamente na tubulação.1. após o curvamento.1).2. obtidos pelo encurtamento de uma curva forjada. medida na geratriz do lado interno da curva.5. medido pelo lado côncavo.4. não seja inferior à mínima permitida pela norma sob a qual o tubo é fabricado. 90° e 180°. podem ser usados desde que o comprimento do arco.4 Curva forjada 27. em princípio. deve ser 27. não requer considerações particulares de projeto para o dimensionamento para a pressão interna.6 3. as curvas de R = 1 DN e as curvas de 180° (de qualquer raio) não podem ser utilizadas. para comparação com a tensão mínima de escoamento especificada. 27. ver Anexo H.8 Raios mínimos de curvatura inferiores aos valores da Tabela 18 são permitidos desde qua as curvas obedeçam a todos os outros requisitos aqui expostos e que a espessura de parede.4 Para o cálculo da pressão de projeto das curvas em gomos. 12. a coluna “raio mínimo” fornece o raio mínimo de curvatura em função do diâmetro externo do duto. em graus por metro.1.5 A soldagem pode ser feita por qualquer processo ou combinação de processos que produzam soldas que curvatura iguais a 1 DN.

para assegurar que a temperatura de preaquecimento seja alcançada e mantida durante a operação de soldagem. Cada soldador ou operador de soldagem deve ser qualificado para o procedimento especificado.4.65% devem ser submetidos a alívio de tensões. flanges sobrepostos ou componentes para solda de encaixe. contanto que seja uniforme e que a temperatura não venha a cair abaixo do mínimo estabelecido. ou um carbono equivalente inferior. componente de tubulação ou equipamento cobertos por esta Norma.3 Quando a junta soldada conectar peças de espes- As dimensões mínimas para as soldas em ângulo usadas na fixação de flanges sobrepostos e para soldas em juntas de encaixe são mostradas no Anexo K. obedecem às definiçõespadrões estabelecidas pelas AWS A3.1.2.32% ou um carbono equivalente (C + 1/4 Mn) (análise de panela) acima de 0. 28. 28. a espessura do material ou a geo- . com as seguintes exceções: a) soldas em ângulo e em chanfro com dimensão (perna) não superior a 1/2" em conexões de diâmetro nominal não-superior a 2".2.1 Prescrições gerais 28.5.5.1. a temperatura de preaquecimento mais elevada deve prevalecer para ambas as peças.1 Soldas de topo 28.4 A temperatura de preaquecimento deve ser verificada através de lápis térmico. a junta toda deve receber alívio de tensões. 28. acima de 0. 28.3.2. As soldas podem ser produzidas por soldagem em posição fixa ou em rolamento.2 As figuras do Anexo J mostram as preparações aceitáveis de extremidades para solda de topo de peças com espessuras desiguais ou com tensões de escoamento desiguais.1.48 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 atendam aos requisitos de qualificação de procedimentos desta Norma.1.4. Preaquecimento para aços que tenham um teor de carbono inferior. pirômetro de contato.3 Soldas de selagem suras diferentes.4 Preaquecimento 28.1.1 Os aços-carbono que tenham um teor de carbono 28. antes de realizar qualquer soldagem em qualquer tubo.2. quando existirem condições adversas que provoquem um resfriamento demasiadamente rápido da solda.3 O preaquecimento pode ser feito por qualquer método adequado.1 e 28. termopar ou outro método adequado. com diferentes requisitos de preaquecimento.6 Antes da soldagem de qualquer tubo. O alívio de tensões pode ser também aconselhável para aços que tenham um teor de carbono ou carbono equivalente inferior. 28. 28.1.2 Preparação de juntas para soldagem 28. ou ainda por uma combinação das duas posições. 28. devem ser feitas a especificação e qualificação de um procedimento de soldagem.32% (análise de panela) ou um carbono equivalente (C + 1/4 Mn) acima de 0. operar a 20% ou mais da tensão mínima de escoamento especificada.1. 28. mas de materiais similares.1. deve ser requerido quando o procedimento de soldagem indicar que a composição química.5. 28.5.2 Quando estiverem sendo soldados materiais dissimilares.1. A soldagem de selagem de juntas roscadas é permitida. 28. medida na junta. ou a combinação de ambos os casos.2 deve ser: a) a mais espessa das duas partes a serem unidas.7 Para soldas em sistemas de tubulação que devem metria da extremidade a ser soldada são necessárias para produzir soldas satisfatórias. devem ser usados os padrões de aceitação estabelecidos na API 1104. a espessura a ser usada na aplicação de 28. conforme utilizadas nesta Norma. mas não deve ser considerada como contribuição à resistência das juntas.5.1 Algumas preparações aceitáveis de extremidade são mostradas nas figuras do Anexo I.1. b) soldas em ângulo e em chanfro de não mais de 3/8" de tamanho de chanfro. componente tubular ou equipamento instalado de acordo com esta Norma.5 Todas as soldas de conexões e acessórios devem sofrer alívio de tensões quando for requerido que o tubo sofra alívio de tensões de acordo com 28.5.3 Qualificação de procedimentos e de soldadores A qualificação de procedimentos de soldagem e de soldadores deve ser feita de acordo com a norma de soldagem utilizada no projeto.1.4. 28. conforme estabelecido na ANSI/ASME. 28.1.5.1 Os aços-carbono que tenham um teor de carbono materiais dissimilares.65% (análise de panela) devem ser preaquecidos até a temperatura indicada no procedimento de soldagem.2 Soldas em ângulo acima de 0.0 e NBR 5874.2. As dimensões mínimas para soldas em ângulo utilizadas nas derivações são mostradas nas Figuras 4 e 5. em soldas entre As soldas de selagem devem ser feitas por soldadores qualificados.5. a temperatura ambiente. que fixem membros de suporte ou outros acessórios não-sujeitos à pressão. 28.4 Se qualquer um dos materiais. 28. 28.8 As definições que dizem respeito à soldagem. Esta dimensão é mostrada como e* nas figuras do Anexo J. b) a espessura do tubo principal em caso de conexões de derivação. Seção VIII. requerer alívio de tensões.5.5 Alívio de tensões 28. durante as operações de soldagem.1.4.2 As soldas em todos os aços-carbono devem ser submetidas a alívio de tensões quando a espessura da parede exceder 1 1/4". 28.

deve prevalecer a temperatura de alívio de tensões mais alta. 28.5 Quando o diâmetro nominal do tubo for menor ficada através do uso de pirômetros de contato e termopar ou outro equipamento para garantir que o ciclo de alívio de tensões tenha se realizado.1.3. O reparo deve estar de acordo com a API 1104.1 Na inspeção de soldas nos sistemas de tubulação operando com tensão circunferencial menor que 20% da tensão mínima de escoamento especificada. para exame. ver 19.6.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 49 28.6 Ensaios e inspeção de soldagem 28.2 Temperatura de alívio de tensões 28.2.1.2.2.4 Quando for utilizado o exame radiográfico.6. As seções de interligação devem ser pré-ensaiadas nas mesmas condições de ensaio do gasoduto.1 A qualidade da soldagem deve ser verificada atra- 29 Ensaios após a construção 29. 29. c) 40% das soldas na localização de classe 3.6 Além dos requisitos da inspeção não-destrutiva assinalados acima.6.2. . O método de trepanação. quando for possível.2 Todos os gasodutos devem ser ensaiados in situ após a sua construção.2. As mesmas porcentagens mínimas devem ser examinadas nos casos de junção de dois ou mais tubos no canteiro: ensaios de pressão. conforme a norma adotada para a qualificação do procedimento de soldagem. ensaio de partícula magnética ou outro método aceitável. em caso contrário.2 O seguinte número mínimo de soldas de topo no campo deve ser selecionado em bases aleatórias pela companhia operadora.2 A inspeção e ensaios para controle de qualidade de que 6" ou quando o projeto de construção envolve um número tão limitado de soldas que a inspeção não-destrutiva seria impraticável e o tubo está previsto para operar com tensão circunferencial igual ou inferior a 40% da tensão mínima de escoamento especificada. mas em nenhum caso menos de 90%. d) 75% das soldas na localização de classe 4. queimadores em anel. 28. para ensaio não-destrutivo. então o disposto em 28. e) 100% das soldas em tubulações de estações de compressão.2.2. tais como as de interligação (tie-ins). 28. 29.3 Todas as juntas soldadas das interligações (tie-ins) devem ser inspecionadas e ensaiadas de acordo com 28. 28. em cruzamentos de rodovias e de estradas de ferro. deve elétrica.1 O alívio de tensões deve ser feito a uma temperatura de 600°C ou mais. Para o ensaio de ramais de serviço. com diferentes requisitos de alívio de tensões.2. mas em nenhum caso menos de 1/2 h.6. A faixa exata de temperatura deve ser estabelecida na especificação do procedimento. 28.6. após a construção.6. em travessias de rios navegáveis. resistência elétrica.6.6. 28.2.3 Métodos e equipamentos para alívio localizado de tensões 28.2.6.6.5. a qualidade da soldagem deve ser verificada visualmente em bases aleatórias de acordo com a norma adotada para qualificação do procedimento de soldagem. incluindo reservatórios tubulares e reservatórios cilíndricos.2. se a companhia operadora decidir examinar apenas parte da circunferência de cada junta.1 Este Capítulo prescreve os requisitos mínimos de vés de inspeção não-destrutiva.6.1.5. Os resultados da inspeção devem ser usados para controlar a qualidade da soldagem. 28. contanto que a solda esteja de acordo com 28.3 e que seja inspecionada visualmente e aprovada por inspetor de solda qualificado. para aços-carbono. f) 100% das soldas que não estão sujeitas a ensaio de pressão.2 e 28. as soldas defeituosas devem ser reparadas ou removidas da linha.3 Todas as soldas que forem inspecionadas devem similares.3 não é obrigatório. ou então um comprimento equivalente de solda deve ser examinado. é proibido.5.2.2.3 As soldas defeituosas em tubulações operando com tensão circunferencial igual ou superior a 20% da tensão mínima de escoamento especificada devem ser reparadas ou removidas. para aços-liga ferríticos.5.5.6. 28. contanto que uma temperatura uniforme seja obtida e mantida durante o alívio de tensões. e devem ser deixadas esfriar lenta e uniformemente. 28. Cada solda selecionada dessa forma deve ser examinada em toda a sua circunferência.5.2 No alívio de tensões de uma junta entre metais dis- a) 10% das soldas nas localizações de classe 1. maçaricos ou outros meios adequados de aquecimento.2 A temperatura de alívio de tensões deve ser veri- ser seguido um procedimento que atenda aos requisitos da API 1104.6. 28. para todo o sistema de tubulação de transmissão e distribuição de gás. 28.1 a 28. soldas em sistemas de tubulação operando com tensão circunferencial de 20% ou mais da tensão mínima de escoamento especificada deve obedecer ao prescrito em 28.5. de espessura de parede do tubo. a qualidade da solda deve ser controlada continuamente por pessoal qualificado.3 As partes aquecidas devem ser levadas lenta- mente à temperatura requerida e mantidas a essa temperatura durante um período de tempo de pelo menos 1 h/pol.1 Geral 29. a cada dia de construção. devem ser reparadas e reinspecionadas adequadamente. ou a 650°C ou mais. 28. b) 15% das soldas nas localizações de classe 2. a inspeção não-destrutiva consiste em exame radiográfico.3. 28.6.1 O alívio de tensões pode ser efetuado por indução atender aos padrões de aceitabilidade da API 1104.5.6.

após sua construção e antes de sua colocação em operação. água. 29.2-c) para o ensaio com saio são as descritas a seguir e encontram-se resumidas na Tabela 19: a) os gasodutos pertencentes à classe de locação 1 devem ser ensaiados com ar ou gás. para cavalotes e outros.10 x MPO 1.4 Considerando que os dutos. . Sem limitação específica.1 vez a máxima pressão de operação.10 x MPO 1.1 vez a máxima pressão de operação. 29.1.1.5 Os trechos de gasodutos que cruzam rodovias e em todos os casos onde a pressão de ensaio no campo exceder a de ensaio de fábrica.2. podem ser ensaiados de acordo com os mesmos procedimentos e a mesma pressão de ensaio relativos à classe de locação do trecho.1 Ensaio para gasodutos que operam com tensão circunferencial igual ou superior a 30% da tensão mínima de escoamento especificada 29. e as pressões ficam assim limitadas: a) a pressão mínima de ensaio deve ser igual à MPO.1 Os gasodutos devem ser ensaiados por.1. Neste caso. para válvulas de linha-tronco.Pressões de ensaio Classe de locação Fluido de ensaio permitido água ar gás água ar água Pressão de ensaio (Pe) Mínima 1. sofrem flexão longitudinal nos trechos aéreos. 29.25 x MPO 1. é a produzida pela MPO do sistema de gás. o ensaio de resistência nas classes 3 e 4 pode ser feito com ar.7 Os requisitos de 29. na ocasião em que o gasoduto estiver pronto para ser ensaiado. para derivações de ramais. não se aplicam se.2.40 x MPO Máxima (B) Máxima pressão de operação admissível (MPOA) (A) 1 1.2. 29.2. 29.5 Para um determinado trecho de um gasoduto a ser ensaiado.2.2.2.1. 29.1. a 1.1. 2 h na pressão de ensaio. no mínimo.25 vez a máxima pressão de operação.1.10 x P 1. ou com água. a 1. 29. no mínimo.7 A tensão circunferencial de operação considerada b) os gasodutos pertencentes à classe de locação 2 devem ser ensaiados com ar. devido ao peso próprio e ao peso do fluido de ensaio.1. 1. Tabela 19 .6 Qualquer trecho de um gasoduto que por razões tecnicamente justificáveis não puder ser ensaiado in situ deve ser pré-ensaiado nas mesmas condições de ensaio do gasoduto.1. a. a.40 ou P MPO = máxima pressão de operação (kPa) MPOA = máxima pressão de operação admissível (kPa) P = pressão de projeto (kPa) Pe = pressão de ensaio (kPa) (A) (B) Escolher o menor valor. tais como conexões para separadores.1.25 x P (B) 3e4 Onde: Pe/1. c) os gasodutos pertencentes às classes de locação 3 e 4 devem ser ensaiados com água. no mínimo. 1.1.2.1.4 A tensão circunferencial desenvolvida pela pressão de ensaio ou pela MPO deve ser calculada com base no valor nominal da espessura de parede do tubo. 29.6 Os itens fabricados com tubos e componentes de 29.10 x MPO 1.3 O ensaio de pressão estabelece a MPOA de acordo com a última coluna da Tabela 19. no mínimo.2. 1.2.25 x MPO 1. 29.25 ou P 1. 29. 29. não houver disponibilidade de água de boa qualidade em quantidade suficiente para o enchimento da linha.2 Ensaio de resistência mecânica ferrovias podem ser ensaiados de acordo com os mesmos procedimentos e a mesma pressão de ensaio relativos à sua classe de locação. para efeito de ensaio de pressão. para comparação com a tensão mínima de escoamento especificada.10 ou P 2 Pe/1. durante o ensaio. de acordo com a fórmula de 22.8 É obrigatório o uso de água como fluido de ensaio pressão.25 vez a máxima pressão de operação ou com água. a. de gasodutos nas classes de locação 3 e 4. durante o ensaio de neste Capítulo.50 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 29. esta Norma limita a tensão de flexão longitudinal.2 As exigências para as pressões mínimas de en- tubulação.1. em 1/5 da tensão mínima de escoamento especificada do material do duto. a pressão de ensaio refere-se sempre à pressão medida no ponto de maior cota.10 x P (B) Pe/1.1.4 vez a máxima pressão de operação.

num ensaio de resistência. pois a aplicação prolongada de tensões elevadas produz no material o crescimento de defeitos que originalmente não comprometeriam a integridade do gasoduto.8 Esta Norma não limita o valor da pressão máxima Tabela 20 .3.9 Tubos para gasoduto que na fábrica passaram paz de identificar todos os vazamentos e é escolhido após considerarem-se o volume do trecho e a sua localização. com os tramos soldados.1 kgf/cm2) devem ser ensaiados após a construção e antes de serem colocados em operação.Tensão circunferencial máxima permitida durante o ensaio Classe de locação Fluido de ensaio % da tensão mínima de escoamento especificada 2 Ar Gás 75 30 3 50 30 4 40 30 29.2. a tubulação é en- de duração do ensaio deve ser o estritamente necessário para que o gasoduto possa ser inspecionado e os locais de eventuais vazamentos identificados para reparo. A pressão de ensaio pode ser feita nas seguintes condições: a) tramo a tramo. 29.3.1.4 Para a comprovação de estanqueidade.1 Na classe de locação 1.3. 29.3. Sy na classe de locação 4. o ensaio com espuma de sabão pode ser usado para localizar vazamentos. a pressão de ensaio deve ser. e um novo ensaio realizado.2. Neste caso.1 kgf/cm2) até a pressão necessária para produzir uma tensão circunferencial de 20% da tensão mínima de escoamento especificada. no mínimo. gerada pela pressão de ensaio. 29. 29.2. durante o ensaio de resistência.1.2.1 Os gasodutos e equipamentos correlatos que operam a menos de 700 kPa (7.1).1.1 kgf/cm2) 29.1 Ensaio de estanqueidade para gasodutos que operam a 700 kPa (7.1 kgf/cm2) ou mais 29.5 E . com pressões que induziram tensões circunferenciais inferiores a 0. 29. as pressões de ensaio elevadas obrigam o aumento da quantidade das seções de ensaio. b) quando a pressão de ensaio prescrita produzir no duto tensões circunferenciais maiores que a tensão mínima de escoamento especificada.2.25 vez a MPO do sistema.1. sendo E o fator de eficiência de junta e Sy a tensão mínima de escoamento especificada.1.a pressão de ensaio não deve exceder 1. deve ser inferior a 0. . 29. devem ser submetidos a novo ensaio quando a pressão de projeto for superior a 85% da pressão de ensaio de fábrica. as seguintes informações: saiada de acordo com 29.2 Ensaio para gasodutos que operam com tensão circunferencial menor que 30% da tensão mínima de escoamento especificada. Sy na classe de locação 3 e inferior a 0. mas acima de 700 kPa (7.4 E . o ensaio de resistência do cialmente tensionada. mantendo a pressão neste segundo limite.3.2. 29.2 O procedimento de ensaio utilizado deve ser ca- de ensaio com água para a verificação da resistência.1.85 Sy.2.3. para comprovar que não vazam.3. 29. se todas as juntas estiverem descobertas durante o ensaio.2 Nas classes de locação 2.1 Os gasodutos devem ser ensaiados após sua construção e antes de serem colocados em operação.1. no que diz respeito ao compromisso entre a economia e a segurança: a) para gasodutos localizados em regiões de relevo acidentado. 3 e 4.2.3 Para a comprovação de estanqueidade. constituindo trechos do gasoduto. dentro dos limites máximos de tensão circunferencial estabelecidos na Tabela 20. . 29. 29. Neste caso. a 20% ou mais da tensão mínima de escoamento especificada e o fluido de ensaio for ar ou gás.2.3. b) no campo. este deve ser localizado e eliminado.2 Pode ser utilizado gás como fluido de ensaio.3 Em todos os casos em que a linha for circunferen- por ensaio hidrostático. Se o ensaio indicar vazamento. porém as considerações abaixo devem orientar na prescrição do valor da pressão de ensaio. admitindo-se a possibilidade de se utilizar gás ou ar como fluido de ensaio. no mínimo. nas mesmas condições de fábrica.a tensão circunferencial. deve ser feito um ensaio de estanqueidade a uma pressão variando de 700 kPa (7.2.2. É também permitido inspecionar a linha.2 Ensaios de estanqueidade para gasodutos que operam a menos de 700 kPa (7.3. 29.3 Ensaio de estanqueidade 29. o tempo gasoduto deve ser de acordo com 29. Uma pressão de ensaio superior a 18% da pressão de projeto não permite que o gasoduto admita uma pressão de projeto superior à adotada para o cálculo da espessura de parede requerida (ver 7.3. o qual deve conter. para se comprovar que não vazam. nessas condições. a elevação e a manutenção da pressão de ensaio devem ser feitas no menor tempo possível. à máxima pressão disponível no sistema de distribuição por ocasião do ensaio.1.4 Registros A companhia operadora é obrigada a manter em seus arquivos um registro de execução de cada ensaio. 18% superior à pressão de projeto.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 51 b) a pressão máxima de ensaio deve ser limitada pelas seguintes condições: . uma avaliação competente e experiente prevalece sobre a precisão numérica.1 kgf/cm2) 29. o tempo de duração do ensaio deve ser o necessário para que o gasoduto possa ser inspecionado e os locais de eventuais vazamentos identificados para reparo.

para minimizar-se a ocorrência de danos físicos. incluindo os de junta de campo e de reparo. 30.2. h) junto aos reservatórios metálicos enterrados. 30.1 Os sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível devem ser isolados eletricamente de outros sistemas. etc.1. observados os requisitos da NACE Std RP-01-69.2. f) nos trechos mais afetados por saída de correntes de interferência.2.2.2. o meio ambiente ou outras instalações ao risco de danos durante a vida útil prevista para a operação do sistema de transmissão de gás. conforme Capítulo 10. etc. f) pressão resultante no ponto de menor cota de cada trecho. 30.1 Os revestimentos. g) duração dos ensaios de resistência e de estanqueidade. por meio de ensaios ou de experiência prévia.1. 30. e a descrição dos reparos realizados. podem ser utilizados um revestimento protetor externo e materiais selecionados para reaterro. Em locais rochosos.2.52 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 a) data e hora de realização do ensaio. correntes de interferência.5. e) nos cruzamentos ou proximidades de outras tubulações ou estruturas metálicas enterradas não consideradas no projeto.2.2. de- ve-se considerar os requisitos específicos para as tubulações que transportam gases em alta temperatura. g) ao longo das tubulações. b) especificação dos tubos de cada um dos trechos ensaiados. e) pressão de ensaio de cada um dos trechos.2. eficiência do revestimento utilizado.2. novos ou existentes.2.1 Os pontos de ensaio devem ser distribuídos ao longo do traçado das tubulações em quantidade suficiente para se avaliar a eficiência do sistema de proteção catódica. 30. d) fluido de ensaio usado.1. c) junto às travessias de rios.2 A distribuição dos pontos de ensaio pode ser feita de acordo com a orientação dada a seguir: a) em cada junta de isolamento elétrico ou grupo de juntas de isolamento elétrico.2.1 pode ser são e distribuição de gás combustível devem ser isolados eletricamente das tubulações de ferro fundido. d) nas derivações para ramais. canais. devem ser selecionados de acordo com a temperatura de operação..2 O procedimento indicado em 30. h) localização de falhas e vazamentos. exceto nos locais onde as estruturas metálicas enterradas sejam interligadas eletricamente entre si e protegidas catodicamente como um todo. tensões secundárias.4. os sistemas de transmis- 30 Controle da corrosão 30.2.3 Critérios de proteção catódica O projeto do sistema de proteção catódica deve ser elaborado explicitando os critérios de proteção adotados. para desenvolver seu próprio programa de controle da corrosão. dos sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível.2 Sempre que possível. córregos. os fatores ambientais e outros elementos pertinentes. dispensado nos casos em que puder ser provado. 30. dentro dos objetivos constantes desta Norma. que não ocorre qualquer corrosão significativa a ponto de expor o público. 30. 30. reservatórios e componentes metálicos pertencentes aos sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível. calculada com base na pressão de ensaio. 30.2. Cada companhia operadora deve estabelecer seus próprios procedimentos específicos. 30. na execução dos revestimentos.1 As instalações metálicas enterradas e submersas.2.2.4..2.5. dúctil e outros tipos de material metálico. compatibilidade com o sistema de proteção catódica e a resistência à degradação térmica.1 Objetivo Este Capítulo fixa as condições mínimas a serem cumpridas para o controle da corrosão interna e externa de tubulações. em função de fatores como a distribuição da corrente de proteção.2 Na escolha do tipo do revestimento externo. c) planta e perfil do gasoduto e a localização das seções de ensaio. devem ser observados os requisitos da NACE Std RP-02-75. ao solo.4.2 Critérios de revestimentos 30. lagos.5 Pontos de ensaio 30. 30.4 Deve ser prevista a proteção das juntas de iso- lamento elétrico contra tensões induzidas por descargas atmosféricas e aproximação do sistema com linhas de transmissão. devem ser revestidas externamente e/ou protegidas catodicamente.4. espaçados conforme as necessidades de cada região.3 Os pontos de contato elétrico acidental com ou- tras estruturas metálicas devem ser localizados e removidos.2 Controle da corrosão externa para instalações enterradas 30. Esses requisitos incluem a resistência contra danos devido . ou outras medidas adequadas. b) em cada tubo-camisa ou grupo de tubos-camisa.2. forjado.1 Geral 30.4 Isolamento elétrico 30.

sempre que necessário.2. dos pontos de ensaio às tubulações.1 As instalações metálicas aéreas devem ser protegi- das. 30. devidamente calibrada. devem ser considerados no projeto. Em temperaturas superiores a 60°C. A especificação da carga não deve exceder o cartucho de 15 g.4 Controle da corrosão interna 30.6. no ponto de conexão. 30. especialmente os do tipo bracelete. Os materiais dos revestimentos devem recobrir completamente as superfícies expostas e devem ser aplicados de acordo com as especificações e recomendações dos fabricantes. 30. principalmente quando há a presença de correntes de fuga. algumas ligas podem tornar-se mais nobres que o aço. 30.3.2.um sistema eficiente de coleta de condensados e de materiais sólidos nas tubulações por meio de pigs ou esferas deve ser previsto. 30.2. sistema de proteção catódica complementar. para permitir avaliações contínuas do programa de controle da corrosão.se estiver previsto o uso de pigs ou de esferas. e os procedimentos de execução da solda devem atender aos requisitos de segurança da instalação. os tipos de revestimentos devem ser escolhidos de forma a evitar possíveis danos provocados pela passagem desses instrumentos. . os gases que nas condições de transporte contenham água livre devem ser considerados corrosivos.9 Anodos galvânicos Os anodos galvânicos. . . tensões mecânicas localizadas excessivas. devem ser previstos os cuidados específicos necessários ao controle da corrosão.quando os tubos ou outros componentes do sistema de tubulações forem unidos por solda ou outro método que deixe exposto o metal de base.2.2. c) sistemas de pigs: ligação elétrica.2.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 53 30. As interferências podem ser controladas por métodos como drenagem elétrica. podem sofrer corrosão intergranular. para evitar a corrosão das juntas.7. devem ser feitas sem que ocorram no tubo. direta ou por meio de uma resistência elétrica.2. transferir e injetar o inibidor de corrosão no fluxo de gás.2. devem ser previstas medidas.1 As conexões dos cabos elétricos.3.o inibidor de corrosão selecionado deve ser de um tipo que não cause deterioração dos componentes do sistema de tubulações. . 30.3 Nos afloramentos das estruturas. aplicação de revestimentos protetores. com alumínio na sua composição química.4. A menos que se prove o contrário. . devem ser previstos em projeto equipamentos que permitam reter.7.3 Após realizada a conexão.provadores de corrosão e outros equipamentos de monitoração devem ser previstos em projeto. 30. 30. por meio de um sistema de revestimento adequado.6. ou qualquer outro dispositivo efetivo de proteção. em conjunto ou em separado. contínuo ou de cordão. a abertura feita no 30. . 30. .2 Para preservar a integridade e eficiência das tubulações. por ensaios ou experiência prévia.1 O sistema de proteção catódica deve ser projeta- do de forma a minimizar e corrigir qualquer interferência adversa sobre outras estruturas metálicas existentes ao longo do traçado da rede de dutos.4. deve ser prevista uma inter- a) revestimento interno: . b) inibidores de corrosão: . os anodos de zinco.1 Quando for transportado um gás corrosivo. devem ter seu desempenho considerado de acordo com a temperatura de operação das tubulações.3 As interferências adversas provocadas por estruturas estranhas. instalados próximos a uma tubulação aquecida. Em temperaturas superiores a 50°C. contra a corrosão externa provocada pelo meio ambiente.2 O tipo de revestimento selecionado deve possuir características adequadas à proteção contra a corrosão provocada pelo ambiente.3.2 As conexões dos cabos elétricos às tubulações podem ser feitas diretamente por meio de soldas exotérmicas. de acordo com as NBR 9171 e NBR 9344.8 Tubos-camisa Os tubos-camisa devem possuir acessórios que os isolem eletricamente das respectivas tubulações.2.3 Controle da corrosão atmosférica 30.2 Quando necessário.7 Interferência elétrica 30. 30.7.os revestimentos utilizados devem ser inspecionados conforme previsto nas especificações estabelecidas ou na prática corrente. uso de blindagem elétrica.2. 30.6 Instalação de conexões elétricas 30. devem ser tomadas medidas capazes de proteger o sistema de tubulações contra a corrosão interna. A taxa de desgaste e a corrente liberada pela maioria das ligas de anodo tendem a ser maiores com o aumento da temperatura ambiente. como limpeza e reposição do revestimento ou o uso permanente de um inibidor adequado. devem ser examinadas e analisadas através de levantamento de dados no campo.o revestimento interno deve atender às especificações de qualidade e à espessura mínima da camada protetora estabelecidas. entre a estrutura interferente e a estrutura interferida. os fatores indicados a seguir: revestimento e os trechos expostos dos cabos elétricos devem ser protegidos por um material isolante compatível com o tipo de revestimento existente.6.

4. definindo as soluções a serem empregadas.2 Critérios de projeto 31.1 Para contenção do reaterro da vala.2 Drenagem do fundo da vala 31. 31.3. 30. 30. 31. estabilizando a pista. 31. deve ser prevista a compactação do reaterro da vala ou substituição parcial ou total do solo.2 Os métodos de drenagem normalmente utiliza- dos devem ser: a) colchão de areia.2. inclinação da rampa e o material utilizado na construção do dique. não causando danos ao revestimento dos tubos ou à própria tubulação.3 Quando um gás ou mistura de gases. mento de rampas.nos locais com maiores possibilidades de ocorrência de corrosão. 31.3. devem ser utilizados provadores de corrosão e carretéis de ensaio.3.3. deve ser feito o cadastramento de ocorrência de surgências.4 Os materiais utilizados na tubulação e nos demais 31.2 Devido a acomodações e recalques da tubula- ção enterrada na vala.4 Drenagem superficial da pista 31. com dimensões e espaçamento de conformidade com a seção da vala. .4. encostas.1 Fundamentos básicos Os métodos a serem empregados para a proteção do reaterro de vala devem consistir em drenagem do fundo da vala. 31. devem Em função da inclinação da rampa e do tipo de solo local. vala. quando for prático.2.1 Geral Este Capítulo estabelece os critérios a serem aplicados no projeto de estabilização de pista e vala.1 Fundamentos básicos Os métodos de drenagem superficial da pista devem ser previstos em encostas com inclinação superior a 5° e constituídas de solos de baixa coesão. 31. os diques devem ser projetados com o emprego de materiais que absorvam aqueles movimentos. 31.3.uso de equipamentos de desidratação ou de separação.4. evitando danos a edificações.3.3.uso de equipamentos de remoção de outros contaminantes. com a finalidade de evitar a formação de processos erosivos na pista e vizinhanças. mananciais e sistemas hidrográficos.3 Na proteção da pista.54 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 d) provadores de corrosão e carretéis de ensaio: . definindo as soluções a serem empregadas em cada local. líquidos e sólidos corrosivos forem transportados em temperatura elevada.2. portanto: a) os materiais selecionados para a tubulação devem ser compatíveis com os produtos transportados. ou ainda pela filtragem. e) tratamento para redução da corrosividade dos gases: . . e preservando o meio ambiente.3. deve ser feito o cadastra- Os métodos de drenagem superficial constam de: a) calhas transversais de captação e longitudinais de condução de águas pluviais.3. bota-foras e áreas terraplenadas nas vizinhanças. .1 Métodos de drenagem do fundo da vala devem ser previstos sempre que houver a possibilidade ou ocorrência de percolação.3. infiltrações e percolações. b) os efeitos de erosão/corrosão causados por partículas de alta velocidade em prováveis pontos de turbulência e de choque devem ser minimizados pelo uso de materiais resistentes à erosão.2.1 A estabilização de pista e vala deve assegurar a proteção permanente da tubulação enterrada. deve ser dada atenção especial para a identificação e mitigação da possível corrosão interna. pelo acréscimo de espessura de parede. surgências ou interceptação de veios d’água em rampas com inclinações superiores a 5°. diques de contenção do reaterro da vala e substituição do material de reaterro.3 Contenção do reaterro da vala equipamentos metálicos expostos aos gases devem ser resistentes à corrosão interna. por material com suficiente coesão e resistência. 31.4.4 Reaterro e fechamento da vala 31 Estabilização de pista e vala 31. b) dreno-cego. dimensionadas e espaçadas conforme inclinação e extenção da rampa. 31. 31. devem ser projetados diques no interior desta. 31. quando forem instalados em seções percorridas por esses instrumentos.2 Métodos de drenagem superficial ser realizados estudos geotécnicos e hidrológicos ao longo da região atingida pela construção do gasoduto.2 Para obtenção dos parâmetros de projeto.2.3 Métodos de proteção de vala 31.4 Na proteção da vala. 31.2.provadores de corrosão e carretéis de ensaio devem ser projetados de forma a permitirem a passagem dos pigs ou esferas. de forma a evitar erosões ou deslizamentos da cobertura. ou pela configuração e dimensões da tubulação ou conexões.

Em gasodutos de transmissão. 31. a fim de garantir o desenvolvimento e manutenção da proteção vegetal empregada.4 Processos de execução O processo de plantio por hidrossemeadura deve ser previsto em rampas ou taludes com declividade igual ou superior a 15°.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 55 b) caixas de passagem e dissipação dimensionadas e espaçadas em função das calhas transversais e longitudinais. c) caixas de saída com dissipadores de energia cinética.3 Ensaios de campo devem ser previstos para verificar a eficácia do sistema de odorização. proporcionando melhores condições para resistir à erosão superficial. não deve ser prejudicial a pessoas nem causar danos ao sistema.5. c) seus produtos de combustão não devem ser prejudiciais a pessoas nem causar danos aos materiais com que normalmente possam ter contato. devem ser selecionadas as que mais se adaptem ao ambiente local. através da execução de proteção vegetal. 31. Os pontos de amostragem devem ser localizados de forma a representar o gás em todos os pontos do sistema. 32. d) muros defletores e enrocamentos. em uma emulsão contendo. por via líquida.5.1 Todo gás combustível deve ser odorizado em redes de distribuição e serviço ou para uso doméstico.5.5. em caso de vazamento. Com base na análise do solo. consistindo o processo na projeção.2 Análise do solo 32. 32 Odorização 31.5 Proteção vegetal da pista ser estabelecida pelo projeto. num consorciam ento de plantas gram í neas e legum inosas.1 Geral A proteção vegetal visa à preservação das áreas expostas pela terraplenagem. causada pelas águas pluviais. a odorização fica sujeita a estudos específicos em função das áreas atravessadas.5% em massa.5 Espécies de sementes a serem empregadas Na especificação das espécies de semente.2 O odorante deve atender aos seguintes requisitos: O grau de acidez ou alcalinidade do solo (pH) deve ser determinado utilizando-se amostras representativas colhidas ao longo da faixa do gasoduto.5. em dosagem a /ANEXOS . 31. 31. de modo a permitir. sementes de gramíneas e/ou leguminosas fertilizantes e fixador da mistura. a sua pronta detecção em limites de concentração a partir de 1/5 de seu limite de explosividade inferior. 31. 32. numa proporção balanceada entre gramíneas e leguminosas. deve ser determinada a sua correção e adubação.3 Correção do solo a) misturado ao gás na concentração especificada. b) sua solubilidade em á gua n ã o deve exceder 2.

56 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 .

Diagrama ilustrativo do campo de aplicação desta Norma /ANEXO B .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 57 ANEXO A .

expresso nas unidades da primeira coluna.555556 x 10-1 5.555556 x 10-1 m3 m3 1.m 9.048000 x 10-1 * 1.806650 x 10-2 * 6.m N.129848 x 10-1 N N 9.831685 x 10-2 m2 m2 6.894757 x 10-3 1.806650 x 10° * 4.Fatores de conversão Para converter em Multiplicar o valor.448222 x 10° radiano (rad) 1. m lbf .806650 x 101 * 9. por: Unidades de comprimento in ft mile Unidades de área in2 ft 2 Unidades de volume in3 ft 3 Unidades de diferencial de temperatura °F (Fahrenheit) °C (Celsius) °F (Fahrenheit) °R (Rankine) Unidade de ângulo plano grau (°) Unidades de força kgf lbf Unidades de momento (ou de torque) kgf .806650 x 10o * 1.451600 x 10-4 * 9.290304 x 10-2 * m m m 2.745329 x 10-2 C K K K 5.58 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 ANEXO B .540000 x 10-2 * 3.000000 x 10° * 5.894757 x 10° 6.609344 x 103 * . in Unidades de pressão (ou de tensão) kgf/cm 2 kgf/cm 2 lb/in2 lb/in2 bar kPa MPa kPa MPa kPa 9.000000 x 102 * /continua N.638706 x 10-5 2.555556 x 10-1 1.

Newton . kgf .Pascal .355818 x 10° W W em 7.energia .tempo .15 5 (°R)/9 Notas: a) Esta tabela apresenta fatores de conversão para algumas das mais utilizadas grandezas.força . e) Para uma lista completa dos fatores de conversão.pressão . para o Sistema Internacional (SI).potência . d) Os fatores de conversão são apresentados em notação científica.457000 x 102 7. expressas em unidades dos sistemas inglês.massa .354990 x 102 Usar a fórmula °C K K K 5 (°F . g . relativas à mecânica. /ANEXO C .quilograma (kg) . fundamentais e derivadas.comprimento . de vários sistemas de unidades para o SI. ft Unidades de potência hp cv Para converter Escalas termométricas °F °C °F °R kPa kPa J J J 1. deve ser consultada a NBR 12230. com respectivas unidades.Kelvin (s) (K) (rad) (N) (Pa) (J) (W) .000000 x 10-4 * 1.32)/9 °C + 273.186800 x 10° * 1.radiano .32)/9 + 273. por: 1.ângulo plano .Joule .Watt c) Os asteriscos (*) que figuram à direita dos fatores de conversão indicam os fatores que são exatos. s) e técnico (m . por um número real de 1 a 10 (exclusive) e pela potência de 10 que lhe é associada. expresso nas unidades da primeira coluna.013250 x 102 * Para converter em bária atm Unidades de energia Btu cal lbf .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 59 /continuação Multiplicar o valor. ou seja. cujas principais grandezas.metro . são: .temperatura (m) . s).segundo .055056 x 103 4. b) O sistema legal de unidades no Brasil é o Sistema Internacional. físico (c .15 5 (°F .

e a solda n ã o pode apresentar defeitos. C-2 Para tubos sem costura. o corpo-de-prova não deve ter comprimento inferior a 65 mm. N enhum a evid ê ncia de lam ina çã o ou m aterial fundido deve revelar-se durante todo o processo de achatam ento. nenhum a trinca na solda deve aparecer at é que a dist â ncia entre as placas seja m enor que 2/3 do di â m etro externo do tubo. nenhuma fissura ou ruptura no metal deve ocorrer até que a distância entre as placas atinja o valor “H” dado pela fórmula prescrita na NBR 6154. C-5 Para tubos sem costura. ou 2/3 do diâmetro externo para solda sobreposta. N enhum a fissura ou ruptura no m etal ou na solda pode ocorrer at é que a dist â ncia entre as placas seja m enor que 1/3 do di â m etro externo do tubo. nenhuma trinca na solda deve aparecer até que a distância entre as placas seja menor que 3/4 do diâmetro externo para solda de topo.Ensaio de achatamento para tubos C-1 O ensaio de achatamento para tubos deve ser realizado de acordo com a NBR 6154 e complementado com os parâmetros de execução de ensaio aqui expostos. /ANEXO D . m as em nenhum caso. e nenhuma fissura ou ruptura. seja na solda. C-3 P ara tubos feitos com solda por resist ê ncia el é trica.60 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 ANEXO C . deve ocorrer até que a distância entre as placas seja inferior à indicada a seguir: a) solda de topo: 60% do diâmetro externo. seja em qualquer parte do metal. ela deve ser m enor que cinco vezes a espessura da parede do tubo. C-4 Para tubos soldados por fusão. b) solda sobreposta: 33% do diâmetro externo.

4.6.Tensão mínima de escoamento especificada (Sy) de materiais para tubos Sy Especificação Grau MPa API 5L A B x 42 x 46 x 52 x 56 x 60 x 65 x 70 x 80 A B A B C ASTM A-283 A B C D ASTM A-285 A B C ASTM A-135 A B A B C D E 30 33 36 40 45 50 55 1 3.7 8 9 Classe Y-35 Y-42 Y-46 Y-48 Y-50 Y-52 Y-56 Y-60 Y-65 207 241 290 317 359 386 414 448 483 552 207 241 207 241 276 165 186 207 228 165 186 207 207 241 207 241 290 317 359 207 228 248 276 310 345 379 207 241 517 317 241 290 317 331 345 359 386 414 448 103 psi 30 35 42 46 52 56 60 65 70 80 30 35 30 35 40 24 27 30 33 24 27 30 30 35 30 35 42 46 52 30 33 36 40 45 50 55 30 35 75 46 35 42 46 48 50 52 56 60 65 kg*/cm2 2109 2461 2954 3235 3657 3938 4219 4571 4923 5626 2109 2461 2109 2461 2813 1688 1899 2109 2321 1688 1899 2109 2109 2461 2109 2461 2954 3235 3657 2109 2321 2532 2813 3165 3516 3868 2109 2461 5274 3235 2461 2954 3235 3376 3516 3657 3938 4219 4571 /continua ASTM A-53 ASTM A-106 ASTM A-134 ASTM A-139 ASTM A-211 ASTM A-333 ASTM A-381 .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 61 ANEXO D .

31. 11. 21. 22.62 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 /continuação Sy Especificação Grau MPa ASTM A-671 Classes 10. 12 20. 12 20. 21. 31. 22 30. 11. 32 ASTM A-285 C ASTM A-515 55 60 65 70 ASTM A-516 55 60 65 207 207 221 241 262 207 221 248 103 psi 30 30 32 35 38 30 32 36 kg*/cm2 2109 2109 2250 2461 2672 2109 2250 2532 70 262 38 2672 ASTM A-672 ASTM A-285 A B C ASTM A-515 55 60 65 70 ASTM A-516 55 165 186 207 207 221 241 262 207 24 27 30 30 32 35 38 30 1688 1899 2109 2109 2250 2461 2672 2109 Classes 10. 30. 32 /ANEXO E .

2. verifica-se que a válvula de alívio é uma proteção para qualquer situação. trata-se do caso B. = 1500 kPa MPOmont.66 E-1.6.1 kgf/cm2). ou seja: 4.1. ou seja: Válvula de controle e válvula de segurança ou Válvula de controle e válvula de segurança ou V á lvula de controle e duas v á lvulas de bloqueio autom á tico ou Válvula de controle e válvula de bloqueio automático ou Válvula de controle.66 > 1. são apresentados três exemplos: E-1.4 kgf/cm2) e um ramal de alimentação com MPO de 1500 kPa (15.MPOjus.1 Deseja-se especificar uma estação de controle e limitação de pressão entre uma rede de distribuição de gás com MPO de 1000 kPa (10. .1 Deseja-se especificar uma estação de controle e limitação de pressão entre um gasoduto de transmissão com MPO de 7000 kPa (71.3 kgf/cm2) para uma rede de distribuição. “ MPOjus.2 kgf/cm2) e outra rede de distribuição com MPO de 400 kPa (4. E-1.Exemplos de aplicação dos dispositivos de controle e proteção requeridos em estações de controle de pressão E-1 Para melhor compreensão da aplicação da Figura 1.2.3 Como 600 kPa < 1600 kPa.2 A solução é a seguinte: MPOmont. = 1000 kPa e MPOjus.2 Exemplo 2 E-1.2.5 E-1.1 Exemplo 1 E-1.2 A solução é a seguinte: Nota: Analisando-se a Figura 1. trata-se do caso A. válvula de controle em série e válvula de bloqueio automático Válvula de controle e válvula de controle em série . = 600 kPa MPOmont. válvula de controle monitora e válvula de bloqueio automático ou Válvula de controle e válvula de controle monitora ou Válvula de controle. E-1. .NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 63 ANEXO E . = 4.MPOjus. E-1.1. = 400 kPa MPOmont.1. “ MPOjus. = 5500 kPa MPOmont.3 Como 5500 kPa > 1600 kPa e simultaneamente MPOmont. = 7000 kPa e MPOjus. = 2.

1.64 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 E-1.02 kgf/cm2).3.3.1 Deseja-se especificar uma estação de controle e limitação de pressão entre uma rede de distribuição com MPO de 100 kPa (1 kgf/cm2) e uma rede interna de consumidor com MPO de 2 kPa (0.3 Exemplo 3 E-1. /ANEXO F .3. Válvula de controle possuindo as características exigidas em 14.

4/(2 x 19.44 (44%) F-2. d) espessura do ramal: eR = 12. Sc/SyT = 106. b) diâmetro externo do ramal: DR = 219. C.625").1 Relação entre os diâmetros do ramal e do tronco e) especificação do material do tronco e do ramal: API 5L Gr. h) tensão mínima de escoamento especificada: .tronco SyT = 241 MPa (2460 kgf/cm2). DT/(2 F . m) ângulo da derivação: β = 90°.2 Rela çã o entre a tens ã o circunferencial e a tens ã o m ínim a de escoam ento especificada (para o tronco) Sc = P .7 mm (0. . sendo fornecidos os seguintes dados: a) diâmetro externo do tronco: DT = 406.4 mm (16"). l) fator de temperatura: T = 1 (gás escoando à temperatura de até 120°C).750"). Nota: Para ilustração da derivação. T .4 DR/DT = 0. f) especificação do material da chapa de reforço: ASTM A-285 Gr.1) = 106. j) classe de locação do gasoduto: 3 (fator de projeto F = 0. E .4/241 Sc/SyT = 0. DT/2 .4/(2 x 0. de 16" x 8". F-2 Desenvolvimento dos cálculos F-2. n) tipo de montagem: não-penetrante. SyT) et = 10 x 406. g) pressão de projeto: P = 10 MPa (102 kgf/cm2). c) espessura do tronco: eT = 19.chapa de reforço SyC = 206 MPa (2110 kgf/cm2).Exemplo de aplicação das regras para o projeto de derivações tubulares soldadas F-1 Enunciado Projetar uma derivação tubular soldada.1 mm (0. k) fator de eficiência de junta: E = 1 (garantido pelo processo de soldagem e pela especificação do material).5).ramal SyR = 241 MPa (2460 kgf/cm2). DR/DT = 219.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 65 ANEXO F . sen β = 1.500").54 (54%) F-2. eT Sc = 10 x 406.1 mm (8.1/406.3 Espessura de parede do tronco para resistir à pressão interna et = P .5 x 1 x 1 x 241) = 16. i) sobreespessura para corrosão nos tubos: c = 0.4 MPa .9 mm Figura 8 . B. ver Figura 8.

8 mm) F-2.10 Área total Atot. ((2 x 193.344 .0) + 19. sobre a área nominal da chapa (A).4) + (360/2π)) .A3) .7 = 426 mm2 F-2.1 = = 2718 mm2 F-2.c) + M = 2.1) x 19. SyC/SyT = 2718 x 206/241 = 2323 mm2 Atot. E .5 (eR .1 = 50.2 No tubo-ramal F-2.c) .4 Espessura de parede do ramal para resistir à pressão interna er = P .7 .c) .et .5.A1 . o reforço não necessita ser do tipo integral.1 mm F-2.0) = 193.1 mm (3/4") L = 2. T .7 mm F-2.1/(2 x 0.W2) = 2 x (193.4) α = 113° Como α < 180°.1 .5 Diâmetro do furo d = DR .1 . (= 3274 mm2) F-2. (= 3343 mm2) > Areq.219. = 193. = A1 + A2 + A3 + A4 Onde: A4 = A .8 Área mínima necessária à chapa de reforço AN = (Areq. = 426 + 344 + 250 + 2323 = 3343 mm2 Nota: No cômputo da área da chapa de reforço (A4).1 Admitindo-se usar uma chapa de reforço com espessura M = 19.1/406.219.7 x 16.2 (eR . SyT/SyC /ANEXO G .66 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 F-2.0) x 47.7.5 x 1 x 1 x 241) = 9.2.7 .9 = 3274 mm2 F-2.9 Dimensões nominais da chapa de reforço er = 10 x 219.8 = 344 mm F-2. o somatório das áreas A1 + A2 + A3 + A4 é feito como se todos os materiais fossem estruturalmente equivalentes ao material retirado do tronco. o fator redutor SyC/SyT entre as tensões de escoamento da chapa e do tronco. (SyR/SyT) A2 = 2 (12.8 mm ou L = 2.c) = 2. d A1 = (19. esta operação transforma a área nominal da chapa.3) De acordo com os requisitos especiais.1 .7 .7 . L .9 mm F-2.11 Condição de resistência Atot.0) = 47. F-2.2. em outra equivalente de material de tensão de escoamento SyT.1 .16.5 x (19.7 Área disponível para reforço F-2.3 Nos cordões de solda 2 W1 = 9 mm (dimensão do cordão de solda entre a chapa de reforço e o ramal) W2 = 13 mm (dimensão do cordão de solda entre a chapa de reforço e o tronco) A3 = W12 + W22 = 250 mm2 F-2. = d .9 . A1 = (eT .1 mm (3/4") Comprimento: Q = 2 (d . Assim. M = (361.250) x 241/206 AN = 2254 x 241/206 = 2637 mm2 F-2. et Areq. ((2d . SyR) AN = (3274 .7.4 mm Área: A = (Q .c) d = 219.426 . .13) = = 361. DR/(2 F .7.2 Prevalece o menor valor de L (47.13 Verificação do envolvimento angular (ver recomendação (B)): α = 2 (arc sen (DR/DT) + (360/2π)) .1)/406. feita com um material de tensão de escoamento SyC.A2 .12 Requisitos especiais (ver 20.7.1 No tronco Espessura: M = 19. os percentuais DR/DT e Sc/SyT sinalizam para as recomendações (B) e (D) da Tabela 13. há que se aplicar.5 (eT .4 . A2 = 2 (eR .6 Área de reforço requerida Areq.7.DR) .7 .9.0) x 193.2 (12.5 x (12.DR)/DT) α = 2 (arc sen (219.er .

carbono-cromo-molibdênio (até 3% Cr e 1% Mo) são dados na Tabela 21.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 67 ANEXO G .molibdênio.31 12.12 12.Constantes físicas G-1 Coeficientes de dilatação térmica linear para açocarbono.52 /ANEXO H .30 0 30 60 90 120 150 180 210 240 Coeficiente de dilatação térmica linear.71 11.86 12.44 11.Coeficiente de dilatação térmica Temperatura (0C) .39 11. α x 106 (oC-1) 10.64 11. carbono. G-2 O módulo de elasticidade longitudinal do aço-carbono à temperatura ambiente de 21°C (70°F) é: Ec = 2.60 11.00 x 105 MPa (2.04 x 106 kgf/cm2) Tabela 21 .40 10.

E .r ) Notas: a) A espessura “e”. medida a partir da junta soldada do gomo terminal.45° Pg = K Onde: K = um fator redutor da pressão pelo efeito enfraquecedor dos gomos. com ângulo α . H-3 Curva singela.3 Para nomenclatura.1 As curvas em gomos devem ser dimensionadas para uma pressão de projeto (Pg) igual ou superior à pressão de projeto (P) do sistema de gás do qual fazem parte. Sy Nota: Para valor de K1. H-1. ver H-2. com três gomos (duas soldas circunferenciais) . Nota: Não é usual projetar curva com três ou mais gomos com desvio angular entre gomos superior a 45°. podendo assumir os valores de K1 ou K2. deve ser calculada pela fórmula: Pg = K3 Onde: K3 = fator redutor da pressão e vale: K3 = D 2r 2e F .2 Para a limitação do desvio angular das curvas em gomos. E . usada nas equações de H-2 e H-3. com três ou mais gomos (duas ou mais soldas circunferenciais) A pressão de projeto da curva com três ou mais gomos deve ser o menor valor calculado pela seguinte fórmula.5. deve ser calculada pela fórmula: Pg = K1 2e D F . H-1. com ângulo α > 45°. E . T . ver 27.Curva de γ = 90°.643 tg θ R1 .45°. com dois gomos (uma única solda circunferencial) H-3.2 A pressão de projeto da curva com dois gomos. H-2 Curva múltipla. deve se estender por uma distância não-inferior a “N”. conforme mostrado nas Figuras 9-(a) e 9-(b).68 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 ANEXO H . Sy H-3. o que for menor K1 = D 2r D r 2e D F . T .1 A pressão de projeto da curva com dois gomos. T . Sy D ( e e + 1. válida para α .r 2R1 . ) Figura 9-(a) . b) Todas as dimensões geométricas e propriedades mecânicas referem-se ao tubo do qual são feitos os gomos. ver H-4.Método de dimensionamento para a pressão interna das curvas em gomos H-1 Geral H-1.25 tg θ ) K2 = ( ( e e + 0.

3) = fator de temperatura (ver 7.35 ¯ 22. definido como a mais curta distância da linha de centro do tubo à intersecção dos planos das juntas adjacentes de um gomo R1 = (S/2) . cotg θ N = comprimento mínimo dos gomos extremos. em fun çã o da espessura do tubo do qual é feito o gom o. soma dos desvios angulares entre todos os gomos Nota: O valor de R 1 n ã o pode ser inferior a: [(A /tg θ) + (D /2)].5 2e 2e/3 + 3. medido na linha de centro do tubo = desvio angular: α = γ/(n . Tabela 22 . maior valor entre: 2. com dois gomos (uma solda circunferencial) H-4 Nomenclatura Pg = pressão de projeto para a curva em gomos Sy = tensão mínima de escoamento especificada para o material do tubo F = fator de projeto (ver 7.e)/2 T = diâmetro externo do tubo = espessura nominal de parede do tubo = número de gomos = comprimento do gomo.1 Dados da rede de gás: a) pressão de projeto: P = 6000 kPa.7 e 22.35 Parâmetro A (cm) 2.7 Entre 12. r = (D .5 .4) P r D e n S α θ γ = pressão de projeto do sistema de gás E = raio médio do tubo.1 a H-5.2 H-5.r) H-5 Exemplo de aplicação das regras para o projeto de curvas em gomo H-5. tg θ .1.2) = fator de eficiência de junta (ver 7.1.Curva de γ = 30°.1) = metade do desvio angular: θ = α/2 = ângulo central. . (R1 .1 Enunciado Projetar uma curva em gomos sendo fornecidos os seguintes dados de H-5.1.12. e (mm) .0 R1 = raio efetivo da curva em gomos.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 69 Figura 9-(b) . onde o par â m etro A deve ser tirado da T abela 22.Parâmetro A Espessura do tubo.

4) = 96011 kP a H-5. para 0. escolhe-se um tubo API 5L Gr. j) fator de eficiência de junta: E = 0. E .2 Relação entre tensões Sc/Sy = 96011/241000 = 0.1 Deve ser feita uma primeira tentativa supondo c) sendo Pg (8620 kPa) superior a P (6000 kPa). d) para M P O = 6000 kP a.1) = 115400 kP a.1 Pg = 5094 kPa d) sendo Pg (5094 kPa) inferior a P (6000 kPa).1 Pg = 8620 kPa De acordo com 27.2 Cálculo do desvio angular entre gomos a) recalculando com os novos valores de Sy = 290000 kPa.r 2R1 . pode-se usar curva em gomos (ver 27. E .783.979 b) para o menor valor (K1). Sy D Onde: K1 = D 2r D r K2 = ( ( e e + 0.4 mm (aproximadamente 0. a rela çã o S c/S y = 115400/290000 = 0.1/(2 x 7.1 Verificação da possibilidade de uso de curva em gomos H-5.40 Sy. Sy ou Pg = K2 .2 Dados da curva em gomos: a) sendo n = 6 e α < 45°.1 mm (aproximadamente 10. .72 x 1. o uso deste tubo para confeccionar a curva em gomos. i) classe de locação: 1 (fator de projeto F = 0. d) material: ASTM A-139 Gr.643 tg θ R1 .1. e = 7.0 x 1 x 290000/273.5. K2 = 0. a tens ã o circunferencial vale S c = P D /2e = 6000 x 273. 2e D F .2.1 Tensão circunferencial gerada pela MPO S c = (M P O ) . deve ser usado o menor número possível de gomos. R1 = 1500 mm.72 x 0.5° θ = 6° H-5.aumento da espessura de parede.8. o segundo tubo escolhido satisfaz.1 x 0. g) diâmetro externo: D = 273.2 Desenvolvimento dos cálculos H-5. f) tensão m ínima de escoamento especificada: Sy = 241000 kPa. D /2e = 4500 x 273.976 c) para o menor valor (K1). H-5.2 Para a segunda tentativa.1) = 12° < 12. portanto. obtêm-se: K1 = 0.4 e.794 x 2 x 7.4 x 0. a curva proposta ainda pode ser usada.1 mm. Deve se proceder da seguinte forma: . portanto.75"). X42 com espessura e = 7. b) número de gomos (n): a determinar. têm-se: Pg = 0.2.40 Sy.r ) ) b) substituindo valores.T .5 ° .250"). . H-5. o desvio angular n ã o deve exceder 12. c) temperatura de projeto: ambiente (fator de temperatura T = 1). deve se proceder. t ê m -se: α = γ/(n .1) H-5.2.0.escolha de um m aterial de m aior resist ê ncia m ec â n ica .1/(2 x 6. h) espessura de parede: e = 6.2.seleção de um tubo que seja fabricado por um processo que garanta E = 1. obtêm-se: K1 = 0. e) processo de fabricação: com costura longitudinal por SAW. a uma ou mais das seguintes alterações com respeito ao tubo da curva: . T .72).1) = 60°/(6 . γ = 60°.2.1. têm-se: Pg = 0. d) raio de curvatura.10 Sy < Sc/Sy < 0. H-5. P ara n = 6.783 x 2 x 6.2.2.3 Cálculo da pressão de projeto da curva H-5.1.3. não é permitido. E = 1.1.794.398 Sendo Sc < 0. a pressão de projeto da curva deve ser o menor dos dois valores abaixo (ver H-2): Pg = K1 . B. por esta Norma.5.3.80 x 1 x x 241000/273. Deve-se proceder da seguinte forma: a) pretende-se construir a curva com o mesmo tubo utilizado na rede de gás. c) ângulo central.70 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 b) máxima pressão de operação: MPO = 4500 kPa. K2 = 0.281"). 2e F . que a curva é constituída por segmentos retos cortados do próprio tubo do gasoduto.1 mm (aproximadamente 0.

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H-5.2.4 Cálculo do comprimento mínimo N, dos gomos da extremidade da curva

H-5.2.6 Cálculo do comprimento S mínimo

N = 2,5 Sendo:

ou N = tg θ (R1 - r)

Para e = 7,1 mm, de acordo com a Tabela 22, obtém-se A = 2,5 cm (25 mm): R1mín. = A tg θ + D 2 = 25 tg 6° + 273,1 2 = 374 mm

r = (D - e)/2 r = (273,1 - 7,1)/2 = 133 mm N = 2,5 = 77 mm

Smín. = 2R1mín. . tg θ = 2 x 374 x tg 6° = 79 mm Como S > Smín., não há impedimento. H-5.3 Conclusão A curva em gomos deve ser construída de acordo com os valores calculados, em aço-carbono API 5L Gr. X42, para uma pressão máxima de operação de 6000 kPa, conforme Figura 10.

N = tg 6° (1500 - 133) = 144 mm O comprimento N deve ter 144 mm, no mínimo.
H-5.2.5 C á lculo do com prim ento S dos gom os interm edi á rios

S = 2R1 . tg θ = 2 x 1500 x tg 6° = 315 mm

Figura 10 - Curva de γ = 60°, com seis gomos

/ANEXO I

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ANEXO I - Combinações para ligação por solda de juntas de topo de mesma espessura (conforme Figuras 11 e 12)

Figura 11-(a) - Preparação opcional

Figura 12-(a)

Figura 11-(b) - Preparação para espessuras iguais ou inferiores a 22 mm

Figura 12-(b)

Figura 11-(c) - Preparação para espessuras superiores a 22 mm Figura 11 - Preparações-padrão

Figura 12-(c)

Figura 12 - Combinações de extremidades

Nota: As ilustrações são típicas e não se destinam a excluir outras combinações não mostradas.

/ANEXO J

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ANEXO J - Preparação de extremidades para solda de topo de juntas de espessuras e/ou de tensões de escoamento diferentes

J-1 Generalidades
J-1.1 As Figuras 13 a 16 ilustram as preparações aceitáveis para unir as extremidades de tubos e componentes de

tubulação através de solda de topo. Esta união pode ser feita em peças com espessuras de parede iguais ou diferentes constituídas de materiais com tensões de escoamento iguais ou diferentes.

Figura 13-(a)

Figura 13-(b)

Figura 13-(c) Figura 13 - Desalinhamento interno

Figura 13-(d)

Figura 14-(a)

Figura 14-(b)

Figura 14 - Desalinhamento externo

2 Quando a diferença interna é maior que 2.Combinações de desalinhamentos interno e externo Nota: Não há exigência de limite de ângulo mínimo quando os materiais unidos têm a mesma tensão de escoamento.2. para efeito de projeto.1 Para tubulações que operam com tensões circunfe- . iguais àquelas da seção que possui maior resistência. ou por meio de um anel de transição pré-fabricado.2. Figura 16 .1 a J-2. O ângulo do chanfro da transição não deve ser maior que 30° nem menor que 14o.4 mm (3/32") e não há acesso ao interior do tubo para soldagem.3 Quando as tensões mínimas de escoamento especificadas das seções a serem unidas são desiguais.2.74 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 Figura 15 .4 são aplicáveis. o metal de solda depositado deve ter propriedades mecânicas.5 e.2 Para tubulações que operam com tensões circunferenciais maiores que 20% da tensão mínima de escoamento especificada. J-2. se a espessura nominal de parede das extremidades a serem unidas não varia de mais de 3 mm (1/8"). J-2.7 A espessura máxima e*.2. J-1. não havendo.1 Se as espessuras nominais de parede das extremidades a serem unidas não diferirem mais que 2.1 a J-2. J-2. entretanto.4 mm (3/32").5 Ranhuras ou entalhes agudos devem ser evitados na borda da solda. Ver Figura 13-(b). renciais inferiores ou iguais a 20% da tensão mínima de escoamento especificada. Ver Figura 13-(a). J-2.2. J-1. não deve ser maior que 1. J-2.2. ângulo-limite mínimo para a superfície desbastada. J-2. não é necessário nenhum procedimento especial para a união das partes.2 As espessuras de parede das seções a serem unidas devem atender aos requisitos desta Norma. aplicam-se as regras dadas nesta Norma. contanto que se obtenham na solda penetração e ligação adequadas.4 são aplicáveis. a transição deve ser feita por um chanfro interno na seção mais espessa. não há necessidade de nenhum procedimento especial.4 mm (3/32") mas não é maior que metade da espessura mais J-2 Diâmetros internos desiguais J-2. contanto que se obtenham na solda completa penetração e fusão. pelo menos. J-1. J-1.3 Quando a diferença interna é maior que 2. onde esta une uma superfície inclinada.2.Nomenclatura J-1. conforme ilustrado nas Figuras 13 a 16. Se o desvio for superior a 3 mm (1/8"). J-1.6 Para unir tubos com espessuras de parede diferentes e materiais com tensões mínimas de escoamento iguais.4 A transição entre extremidades de espessuras diferentes pode ser obtida por desbaste ou por deposição de material de solda.

conforme mostrado na Figura 13-(c). J-3 Diâmetros externos desiguais J-3. J-3. contanto que o ângulo de inclinação da superfície de solda não exceda 30° e que ambas as extremidades dos biséis estejam adequadamente fundidas. a transição pode ser feita através de um chanfro na extremidade interna da seção mais espessa. A face da raiz da seção mais espessa deve ser igual à diferença de espessuras de parede mais a face da raiz da seção mais fina. Nestas condições. ou através da combinação da solda cônica por uma extensão igual à metade da seção mais delgada e um chanfro obtido por desbaste a partir daquele ponto. ou seja.NBR 12712/1993 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 75 fina. e há acesso ao interior do tubo para soldagem.2 Quando a diferença externa excede metade da espessura mais delgada. Figura 15. deve ser dada atenção especial ao alinhamento adequado. J-2. a transição pode ser feita através de uma solda cônica. a transição pode ser feita por solda.4 Quando a diferença interna é maior que metade da espessura mais fina e há acesso ao interior do tubo para soldagem.2. o projeto de junta deve ser uma combinação das Figuras 13-(a) a 14-(b). aquela parte excedente do desalinhamento deve ser desbastada (em cone). conforme mostrado na Figura 13-(d). conforme mostrado na Figura 13-(b). conforme mostrado na Figura 14-(a). espessura mais delgada.1 Quando a diferença externa não excede metade da /ANEXO K . J-4 Diâmetros internos e externos desiguais Quando há tanto diferença interna quanto externa. conforme mostrado na Figura 14-(b).

Solda de encaixe (conexões) .Detalhes de ligações entre tubos e flanges (conforme Figuras 17 a 20) Figura 17 .Flange para encaixe Figura 20 .Flange sobreposto Figura 19 .76 Licença de uso exclusivo para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 25/04/2002 NBR 12712/1993 ANEXO K .Flange de pescoço Figura 18 .