P. 1
LEGISLAÇÃO APLICADA

LEGISLAÇÃO APLICADA

|Views: 27|Likes:
Publicado porRonaldo Marinho

More info:

Published by: Ronaldo Marinho on May 01, 2013
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

01/20/2014

pdf

text

original

LEGISLAÇÃO APLICADA `A REGULAÇÃO EM SAÚDE

Seção II DA SAÚDE Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Art. 197. São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado. Art. 198. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes: I - descentralização, com direção única em cada esfera de governo; II - atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais; III - participação da comunidade. § 1º. O sistema único de saúde será financiado, nos termos do art. 195, com recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes. (Parágrafo único renumerado para § 1º pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) § 2º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios aplicarão, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde recursos mínimos derivados da aplicação de percentuais calculados sobre: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) I – no caso da União, na forma definida nos termos da lei complementar prevista no § 3º; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) II – no caso dos Estados e do Distrito Federal, o produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 155 e dos recursos de que tratam os arts. 157 e 159, inciso I, alínea a, e inciso II, deduzidas as parcelas que forem transferidas aos respectivos Municípios; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) III – no caso dos Municípios e do Distrito Federal, o produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 156 e dos recursos de que tratam os arts. 158 e 159, inciso I, alínea b e § 3º.(Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) § 3º Lei complementar, que será reavaliada pelo menos a cada cinco anos, estabelecerá: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) I – os percentuais de que trata o § 2º; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) II – os critérios de rateio dos recursos da União vinculados à saúde destinados aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, e dos Estados destinados a seus respectivos

1

Municípios, objetivando a progressiva redução das disparidades regionais; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) III – as normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde nas esferas federal, estadual, distrital e municipal; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) IV – as normas de cálculo do montante a ser aplicado pela União. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) § 4º Os gestores locais do sistema único de saúde poderão admitir agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias por meio de processo seletivo público, de acordo com a natureza e complexidade de suas atribuições e requisitos específicos para sua atuação. .(Incluído pela Emenda Constitucional nº 51, de 2006) § 5º Lei federal disporá sobre o regime jurídico, o piso salarial profissional nacional, as diretrizes para os Planos de Carreira e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias, competindo à União, nos termos da lei, prestar assistência financeira complementar aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, para o cumprimento do referido piso salarial. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 63, de 2010) Regulamento § 6º Além das hipóteses previstas no § 1º do art. 41 e no § 4º do art. 169 da Constituição Federal, o servidor que exerça funções equivalentes às de agente comunitário de saúde ou de agente de combate às endemias poderá perder o cargo em caso de descumprimento dos requisitos específicos, fixados em lei, para o seu exercício. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 51, de 2006) Art. 199. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. § 1º - As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. § 2º - É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. § 3º - É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em lei. § 4º - A lei disporá sobre as condições e os requisitos que facilitem a remoção de órgãos, tecidos e substâncias humanas para fins de transplante, pesquisa e tratamento, bem como a coleta, processamento e transfusão de sangue e seus derivados, sendo vedado todo tipo de comercialização. Art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei: I - controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos, hemoderivados e outros insumos; II - executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador; III - ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde; IV - participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico; V - incrementar em sua área de atuação o desenvolvimento científico e tecnológico; VI - fiscalizar e inspecionar alimentos, compreendido o controle de seu teor nutricional, bem como bebidas e águas para consumo humano;

2

VII - participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos; VIII - colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho.

****************

Lei nº 8.080
de 19 de Setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. O Presidente da República, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: Disposição Preliminar Art. 1º - Esta Lei regula, em todo o território nacional, as ações e serviços de saúde, executados, isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado. TÍTULO I Das Disposições Gerais Art. 2º - A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. § 1º - O dever do Estado de garantir a saúde consiste na reformulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a sua promoção, proteção e recuperação. § 2º - O dever do Estado não exclui o das pessoas, da família, das empresas e da sociedade. Art. 3º - A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País. Parágrafo Único. Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto no artigo anterior, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social.

3

da administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público. III .Dos objetivos do Sistema Único de Saúde-SUS : I .a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção. constitui o Sistema Único de Saúde-SUS. II .a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde.a ordenação da formação de recursos humanos na área de saúde. prestados por orgãos e instituições públicas federais.a formulação de política de saúde destinada a promover. a observância do disposto no §1º do artigo 2º desta Lei. 4 . e d) de assistência terapêutica integral.Estão incluídas no disposto neste artigo as instituições públicas federais. estaduais e municipais. com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.O conjunto de ações e serviços de saúde. § 2º . II . nos campos econômico e social. III . em caráter complementar. Art.TÍTULO II Do Sistema Único de Saúde Disposição Preliminar Art. 4º . 6º Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde-SUS: I . pesquisa e produção de insumos. inclusive farmacêutica.A iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de SaúdeSUS.a participação na formulação da política e na execução de ações de saneamento básico. proteção e recuperação da saúde. estaduais e municipais de controle de qualidade. medicamentos inclusive de sangue e hemoderivados. b) de vigilância epidemiológica. c) de saúde do trabalhador. e de equipamentos para a saúde. § 1º . CAPÍTULO I Dos Objetivos e Atribuições Art.a execução de ações: a) de vigilância sanitária. 5º .

no âmbito de competência do Sistema Único de Saúde SUS. se relacionem com a saúde. V .participação no controle e na fiscalização da produção. abrangendo: I .a colaboração na proteção do meio ambiente.participação.a formulação e execução da política de sangue e seus derivados. para fins desta lei. a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva. compreendidas todas as etapas e processos. VI . transporte. direta ou indiretamente. da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde.participação. XI . 5 . água e bebidas. no âmbito de competência do Sistema Único de SaúdeSUS. imunobiológicos e outros insumos de interesse para a saúde e a participação na sua produção. pesquisas. VII .IV . X . fiscalização e controle das condições de produção. avaliação e controle dos riscos e agravos potenciais à saúde existentes no processo de trabalho.assistência ao trabalhador vítima de acidente de trabalho ou portador de doença profissional e do trabalho. produtos e substâncias de interesse para a saúde. para consumo humano.Entende-se por vigilância epidemiológica um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento.Entende-se por vigilância sanitária um conjunto de ações capaz de eliminar. extração. em estudos. abrangendo: I .o controle de bens de consumo que. diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente. da normatização. § 1º . tóxicos e radioativos.a fiscalização e a inspeção de alimentos. do desenvolvimento científico e tecnológico. guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos. IX . com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos.a vigilância nutricional e orientação alimentar. III . § 2º . § 3º . um conjunto de atividades que se destina. em sua área de atuação. VIII . à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores.Entende-se por saúde do trabalhador. assim como visa a recuperação e a reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho.o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde.o incremento.a formulação da política de medicamentos. através das ações de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária. equipamentos. e II . nele compreendido o do trabalho. II .o controle e a fiscalização de serviços. da produção ao consumo.

informação ao trabalhador e à sua respectiva entidade sindical e a empresas sobre os riscos de acidente de trabalho. II . individuais e coletivos. doença profissional e do trabalho. a colaboração das entidades sindicais. entendida como um conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos. periódicos e de demissão. VI . 6 . distribuição e manuseio de substâncias. de setor de serviço ou de todo o ambiente de trabalho.direito à informação.preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral. avaliações ambientais e exames de saúde. IV . 7º As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde SUS são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no artigo 198 da Constituição Federal. VII . exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.armazenamento. obedecendo ainda aos seguintes princípios: I . bem como os resultados de fiscalizações. V . III .igualdade da assistência à saúde. tendo na sua elaboração.revisão periódica da listagem oficial de doenças originadas no processo de trabalho. sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie. a alocação de recursos e a orientação programática. de máquinas e de equipamentos que apresentem riscos à saúde do trabalhador.utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades.integralidade de assistência. quando houver exposição a risco iminente para a vida ou saúde dos trabalhadores.divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário. fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições e empresas públicas e privadas.universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência. de produtos. CAPÍTULO II Dos Princípios e Diretrizes Art. e VIII .avaliação do impacto que as tecnologias provocam á saúde. respeitados os preceitos da ética profissional. sobre sua saúde. de admissão. V . transporte. IV . VI .participação na normatização. às pessoas assistidas. VII .a garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão competente a interdição de máquina.

9º . pelo Ministério da Saúde. II .No nível municipal.conjugação dos recursos financeiros. sendo exercida em cada esfera de governo pelos seguintes orgãos: I . materiais e humanos da União. IX . e XIII . na prestação de serviços de assistência à saúde da população. em conjunto.Aplica-se aos consórcios administrativos intermunicipais o princípio da direção única e os respectivos atos constitutivos disporão sobre sua observância. b) regionalização e hierarquização da rede de serviços de saúde. de acordo com o inciso I do artigo 198 da Constituição Federal. Art. técnicas e práticas voltadas para a cobertura total das ações de saúde. serão organizados de forma regionalizada e hierarquizada em níveis de complexidade crescente. tecnológicos.no âmbito dos Municípios.organização dos serviços públicos de modo a evitar duplicidade de meios para fins idênticos. CAPÍTULO III Da Organização.no âmbito dos Estados e do Distrito Federal. pela respectiva secretaria de saúde ou órgão equivalente. dos Estados. da Direção e da Gestão Art. XII .A direção do Sistema Único de Saúde-SUS é única.integração. 10º . das ações de saúde.Os Municípios poderão constituir consórcios para desenvolver.VIII . as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam. seja diretamente ou mediante participação complementar da iniciativa privada. executados pelo Sistema Único de Saúde-SUS. com direção única em cada esfera de governo: a) ênfase na descentralização dos serviços para os municípios. e III . o Sistema Único de Saúde-SUS poderá organizar-se em distritos de forma a integrar e articular recursos. XI . Art. do Distrito Federal e dos Municípios.participação da comunidade. § 1º . pela respectiva secretaria de saúde ou órgão equivalente. meio ambiente e saneamento básico. em nível executivo.As ações e serviços de saúde. 7 . X . 8º .descentralização político-administrativa. § 2º .capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência.no âmbito da União.

a cargo das comissões intersetoriais. subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde. assim como em relação à pesquisa e à cooperação técnica entre essas instituições. Art. II . o Distrito Federal e os municípios exercerão. cuja execução envolva áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS.saúde do trabalhador. V . 13º .acompanhamento. abrangerá. os estados. em especial. Deverão ser criadas comissões permanentes de integração entre os serviços de saúde e as instituições de ensino profissional e superior. na esfera correspondente.recursos humanos. CAPÍTULO IV Da Competência e das Atribuições SEÇÃO I das Atribuições Comuns Art.Cada uma dessas comissões terá por finalidade propor prioridades.As comissões intersetoriais terão a finalidade de articular políticas e programas de interesse para a saúde. III . II . métodos e estratégias para a formação e educação continuada dos recursos humanos do Sistema Único de Saúde-SUS.A articulação das políticas e programas. integradas pelos ministérios e órgãos competentes e por entidades representativas da sociedade civil.administração dos recursos orçamentários e financeiros destinados. 15º A União. à saúde. 8 .definição das instâncias e mecanismos de controle.Serão criadas comissões intersetoriais de âmbito nacional. em seu âmbito administrativo. avaliação e divulgação do nível de saúde da população e das condições ambientais. 11º (VETADO) Art.Art. em cada ano. e VI . Parágrafo único . 14. III . IV .Vigilância Sanitária e farmacoepidemiologia. as seguintes atividades: I .saneamento e meio ambiente. as seguintes atribuições: I . 12º . avaliação e fiscalização das ações e serviços de saúde. Parágrafo único .ciência e tecnologia. Art.alimentação e nutrição.

participação na formulação e na execução da política de formação e desenvolvimento de recursos humanos para a saúde.promover articulação com os órgãos de fiscalização do exercício profissional.elaborar normas técnico-científicas de promoção. de calamidade pública ou de irrupção de epidemias.elaboração de normas para regular as atividades de serviços privados de saúde. 9 .implementar o Sistema Nacional de Sangue. VII . XII .propor a celebração de convênios. decorrentes de situações de perigo iminente.elaboração de normas técnicas e estabelecimento de padrões de qualidade e parâmetros de custos que caracterizam a assistência à saúde. acordos e protocolos internacionais relativos a saúde. urgentes e transitórias. tendo em vista a sua relevância pública.elaboração e atualização periódica do plano de saúde.organização e coordenação do sistema de informação em saúde. XIII . proteção e recuperação da saúde. XVII . Componentes e Derivados. XI .realizar pesquisas e estudos na área de saúde.para atendimento de necessidades coletivas. VIII . tanto de pessoas naturais como jurídicas. ações e serviços de saúde. XVIII .promover a articulação da política e dos planos de saúde.elaboração da proposta orçamentária do Sistema Único de SaúdeSUS. autorizadas pelo Senado Federal. IX . e outras entidades representativas da sociedade civil. sendo-lhes assegurada justa indenização.elaboração de normas técnicas e estabelecimento de padrões de qualidade para promoção da saúde do trabalhador. saneamento e o meio ambiente. para a definição e controle dos padões éticos para a pesquisa.definir as instâncias e mecanismos de controle e fiscalização inerentes ao poder da política sanitária. XV .IV . XVI . X . de conformidade com o plano de saúde. a autoridade competente da esfera administrativa correspondente poderá requisitar bens e serviços. XX . XIV . XIX . V .participação de formulação da política e da execução das ações de saneamento básico e colaboração na proteção e recuperação do meio ambiente. VI .realização de operações externas de natureza financeira de interesse da saúde.

XXI . avaliar e apoiar políticas de alimentação e nutrição. VI . c) de vigilância epidemiológica. substâncias e serviços de consumo e uso humano. VIII . ou deles decorrentes.promover a articulação com os órgãos educacionais e de fiscalização do exercício profissional. b) de rede de laboratórios de saúde pública. 10 .estabelecer normas e executar a vigilância sanitária de portos. aeroportos e fronteiras. parâmetros e métodos para o controle da qualidade sanitária de produtos. SEÇÃO II Da Competência Art. 16. V . de agravos sobre o meio ambiente. em articulação com os demais órgãos governamentais. critérios e padrões para controle das condições e dos ambientes de trabalho e coordenar a política de saúde do trabalhador. que tenham repercussão na saúde humana. VII . b) de saneamento básico.coordenar e participar na execução das ações de vigilância epidemiológica. II . IV .formular. coordenar e executar programas e projetos estratégicos e de atendimento emergencial. com órgãos afins. avaliar. X .formular. bem como com entidades representativas de formação de recursos humanos na área de saúde. podendo a execução ser complementada pelos Estados.participar na formulação e na implementação das políticas: a) de controle das agressões ao meio ambiente. III . e c) relativas às condições e aos ambientes de trabalho. À direção nacional do Sistema Único de Saúde-SUS compete: I .participar da definição de normas.definir e coordenar os sistemas: a) de redes integradas de assistência de alta complexidade.estabelecer critérios.participar da definição de normas e mecanismos de controle. IX .fomentar. elaborar normas e participar na execução da política nacional e produção de insumos e equipamentos para a saúde. Distrito Federal e Municípios. e d) de vigilância sanitária.

como na ocorrência de agravos inusitados à saúde.promover a descentralização. Municípios e Distrito Federal.coordenar e. A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstâncias especiais. V . IV . c) de alimentação e nutrição.prestar cooperação técnica e financeira aos Estados. Parágrafo único. XVI . de abrangência estadual e municipal. em cooperação técnica com os Estados. controlar e avaliar as ações e os serviços de saúde.normatizar e coordenar nacionalmente o Sistema Nacional de Sangue. produtos e substâncias de interesse para a saúde. XIX . que possam escapar do controle da direção estadual do Sistema Único de Saúde-SUS ou que representam risco de disseminação nacional. do controle dos agravos do meio ambiente que tenham repercussão na saúde humana. controlar e avaliar as redes hierarquizadas do Sistema Único de Saúde. XV . .identificar os serviços estaduais e municipais de referência nacional para o estabelecimento de padrões técnicos de assistência à saúde. XVIII . Componentes e Derivados. XII . Municípios e Distrito Federal. junto com órgãos afins.À direção estadual do Sistema Único de Saúde-SUS compete: I .controlar e fiscalizar procedimentos.elaborar normas para regular as relações entre o Sistema Único de Saúde-SUS e os serviços privados contratados de assistência à saúde.acompanhar.participar. ao Distrito Federal e aos Municípios para o aperfeiçoamento da sua atuação institucional.promover a descentralização.elaborar o planejamento estratégico nacional no âmbito do SUS em cooperação técnica com os Estados. respeitadas as competências Estaduais e Municipais.estabelecer o Sistema Nacional de Auditoria e coordenar a avaliação técnica e financeira do SUS.SUS. XVII . III . em todo o território nacional. executar ações e serviços: a) de vigilância epidemiológica. para os Municípios. dos serviços e ações de saúde. para as Unidades Federadas e para os Municípios. XIII . em caráter complementar. XIV . Art. dos serviços e das ações de saúde.XI . respectivamente.prestar apoio técnico e financeiro aos Municípios e executar supletivamente ações e serviços de saúde. 17. 11 . b) de vigilância sanitária.acompanhar. e d) de saúde do trabalhador. II .

participar das ações de controle e avaliação das condições e dos ambientes de trabalho. para o controle e a avaliação das ações e serviços de saúde. em caráter suplementar. organizar. aeroportos e fronteiras. acompanhar e avaliar a política de insumos e equipamentos para a saúde. em articulação com sua direção estadual. XIV .estabelecer normas. À direção municipal do Sistema Único de Saúde-SUS. compete: I . VII . IX . programação e organização da rede regionalizada e hierarquizada do Sistema Único de Saúde-SUS. XII .VI . de referência estadual e regional. II .participar da execução. c) de alimentação e nutrição. Art.planejar.colaborar com a União na execução da vigilância sanitária de portos. em caráter suplementar. executar. XIII . 18.identificar estabelecimentos hospitalares de referência e gerir sistemas públicos de alta complexidade. e 12 .executar serviços: a) de vigilância epidemiológica. XI . III . b) de vigilância sanitária.em caráter suplementar formular.formular normas estabelecer padrões. de procedimentos de controle de qualidade para produtos e substâncias de consumo humano. d) de saneamento básico.acompanhar.participar da formulação da política e da execução de ações de saneamento básico. avaliar e divulgar os indicadores de morbidade e mortalidade no âmbito da unidade federada.participar do planejamento. IV .coordenar a rede estadual de laboratórios de saúde pública e hemocentros e gerir as unidades que permaneçam em sua organização administrativa. controlar e avaliar as ações e os serviços de saúde e gerir e executar os serviços públicos de saúde. controle e avaliação das ações referentes às condições e aos ambientes de trabalho. VIII . X .

e atuar. 13 . Art. VII .controlar e fiscalizar os procedimentos dos serviços privados de saúde: XII . celebrar contratos e convênios com entidades prestadoras de serviços privados de saúde. de profissionais liberais. IX . X . bem como controlar e avaliar sua execução. estaduais e federais competentes. TÍTULO III Dos Serviços Privados de Assistência à Saúde CAPÍTULO I Do Funcionamento Art. 20. Os serviços privados de assistência à saúde caracterizam-se pela atuação. que tenham repercussão sobre a saúde humana.19. VI .e) de saúde do trabalhador. Ao Distrito Federal competem as atribuições reservadas aos Estados e aos Municípios. V . para controlá-las. junto aos órgãos municipais. e de pessoas jurídicas e de direito privado na promoção.formar consórcios administrativos intermunicipais. no âmbito municipal.colaborar com a União e com os Estados na execução da vigilância sanitária de portos.gerir laboratórios públicos de saúde e hemocentros. legalmente habilitados. por iniciativa própria. XI .dar execução.normatizar complementarmente as ações e serviços públicos de saúde no seu âmbito de atuação. aeroportos e fronteiras. proteção e recuperação da saúde.colaborar na fiscalização das agressões ao meio ambiente.observado o disposto no artigo 26 desta lei. à política de insumos e equipamentos para a saúde. VIII .

§ 1º Na fixação dos critérios. sem qualquer ônus para a Seguridade Social. a respeito. mantido o equilíbrio econômico e financeiro do contrato. sem finalidade lucrativa. aprovados no Conselho Nacional de Saúde. Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área. submetendo-se a seu controle as atividades que forem desenvolvidas e os instrumentos que forem firmados. o Sistema Único de Saúde-SUS poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada. 24. 23. Art. de entidades de cooperação técnica e de financiamento e empréstimos. Na hipótese do artigo anterior. 21. serão observados os princípios éticos e as normas expedidas pelo órgão de direção do Sistema Único de Saúde-SUS quanto às condições para seu funcionamento. 14 . Parágrafo único. salvo através de doações de organismos internacionais vinculados à Organização das Nações Unidas. Os critérios e valores para a remuneração de serviços e os parâmetros de cobertura assistencial serão estabelecida pela direção nacional do Sistema Único de Saúde-SUS. § 2º Excetuam-se do disposto neste artigo os serviços de saúde mantidos. § 1º Em qualquer caso é obrigatória a autorização do órgão de direção nacional do Sistema Único de Saúde-SUS. 25. CAPÍTULO II Da Participação Complementar Art. as normas de direito público. Art. aludida neste artigo. observadas. 26. por empresas. § 2º Os serviços contratados submeter-se-ão às normas técnicas e administrativas e aos princípios e diretrizes do Sistema Único de SaúdeSUS. Na prestação de serviços privados de assistência à saúde. É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou de capitais estrangeiros na assistência à saúde. valores. a direção nacional do Sistema Único de Saúde-SUS. 22. A participação complementar dos serviços privados será formalizada mediante contrato ou convênio. Art. para atendimento de seus empregados e dependentes. formas de reajuste e de pagamento da remuneração. as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos terão preferência para participar do Sistema Único de Saúde-SUS.Art. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. deverá fundamentar seu ato em demonstrativo econômico-financeiro que garanta a efetiva qualidade dos serviços contratados. Art.

elaboradas conjuntamente com o sistema educacional. direção e assessoramento.valorização da dedicação exclusiva aos serviços do Sistema Único de Saúde-SUS. administradores e dirigentes de entidades ou serviços contratados é vedado exercer cargo de chefia ou função de confiança no Sistema Único de Saúde-SUS. articuladamente. direção ou assessoramento. Art. 30. Art. só poderão ser exercidos em regime de tempo integral. inclusive de pós-graduação.organização de um sistema de formação de recursos humanos em todos os níveis de ensino. em cumprimento dos seguintes objetivos: I . 28. § 1º Os servidores que legalmente acumulam dois cargos ou empregos poderão exercer suas atividades em mais de um estabelecimento do Sistema Único de Saúde-SUS. com exceção dos ocupantes de cargos ou função de chefia. além da elaboração de programas de permanente aperfeiçoamento de pessoal. garantida a participação das entidades profissionais correspondentes. 29. 27. § 2º O disposto no parágrafo anterior aplica-se também aos servidores em regime de tempo integral. TÍTULO IV Dos Recursos Humanos Art. mediante normas específicas. II . Parágrafo único.§ 3º (VETADO) § 4º Aos proprietários. As especializações na forma de treinamento em serviço sob supervisão ser o regulamentadas por comissão nacional. instituída de acordo com o artigo 12 desta lei. (VETADO) Art. pelas diferentes esferas de governo. Os serviços públicos que integram o Sistema Único de Saúde-SUS constituem campo de prática para ensino e pesquisa. 15 .(VETADO) IV . A política de recursos humanos na área de saúde será formalizada e executada. Os cargos e funções de chefia.(VETADO) III . no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS.

Municípios e. 31. emolumentos e preços públicos arrecadados no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS.serviços que possam ser prestados sem prejuízo da assistência à saúde. tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. § 4º (VETADO) § 5º As atividades de pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico em saúde serão co-financiadas pelo Sistema Único de SaúdeSUS.alienações patrimoniais e rendimentos de capital. de acordo com a receita estimada. apurada mensalmente.ajuda. e VI . serão financiadas por recursos tarifários específicos e outros da União. Distrito Federal. III . V . § 3º As ações de saneamento. IV . § 1º Ao sistema Único de Saúde-SUS caberá metade da receita de que trata o inciso I deste artigo. em particular. com a participação dos órgãos de previdência social e da assistência social. São considerados de outras fontes os recursos provenientes de: I . do Sistema Financeiro da Habitação-SFH. § 2º As receitas geradas no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS serão creditadas diretamente em contas especiais. Art. contribuições.rendas eventuais.taxas. a qual será destinada à recuperação de viciados. na esfera de poder onde forem arrecadadas. 32. os recursos necessários à realização de suas finalidades. O orçamento da Seguridade Social destinará ao Sistema Único de Saúde-SUS. movimentadas pela sua direção. previstos em propostas elaborada pela sua direção nacional. doações e donativos. multas. inclusive comerciais e industriais.(VETADO) II . pelas universidades e pelo 16 . que venham a ser executadas supletivamente pelo Sistema Único de Saúde-SUS. Estados.TÍTULO V Do Financiamento CAPÍTULO I Dos Recursos Art.

além de recursos de instituições de fomento e financiamento ou de origem externa e receita próprias das instituições executoras. As autoridades responsáveis pela distribuição da receita efetivamente arrecadada transferirão automaticamente ao Fundo Nacional de Saúde-FNS. do orçamento da Seguridade social.perfil epidemiológico da população a ser coberta. os recursos financeiros. em cada esfera de sua atuação. será utilizada a combinação dos seguintes critérios. através do Fundo Nacional de Saúde. observado o critério do parágrafo único deste artigo. Distrito Federal e Municípios. os recursos financeiros correspondentes às dotações consignadas no orçamento da Seguridade Social. constatada a malversação. originários do orçamento da Seguridade Social. Na distribuição dos recursos financeiros da Seguridade Social será observada a mesma proporção da despesa prevista de cada área. Art. Parágrafo único.perfil demográfico da região. 17 . § 1º Na esfera federal. II . 33. Os recursos financeiros do Sistema Único de Saúde-SUS serão depositados em conta especial. Para o estabelecimento de valores a serem transferidos a Estados. 34. desvio ou não aplicação dos recursos. segundo análise técnica de programas e projetos: I . caberá ao Ministério da Saúde aplicar as medidas previstas em lei. Art.O Ministério da Saúde acompanhará através de seu sistema de auditoria a conformidade à programação aprovada da aplicação dos recursos repassados a Estados e Municípios.orçamento fiscal. de outros orçamentos da União. e movimentados sob fiscalização dos respectivos conselhos de saúde. 35. além de outras fontes. serão administrados pelo Ministério da Saúde. a projetos e atividades a serem executados no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS. § 2º (VETADO) § 3º (VETADO) § 4º . § 6º (VETADO) CAPÍTULO II Da Gestão Financeira Art.

V . do Distrito Federal e da União. VI . na área de saúde. 18 . § 2º É vedada a transferência de recursos para o financiamento de ações não previstas nos planos de saúde .ressarcimento do atendimento a serviços prestados para outras esferas de governo. compatibilizando-se as necessidades da política de saúde com a disponibilidade de recursos em planos de saúde dos Municípios. CAPÍTULO III Do Planejamento e do Orçamento Art. exceto em situações emergenciais ou de calamidade pública. em especial o número de eleitores registrados. § 3º VETADO) § 4º VETADO) § 5º VETADO) § 6º O disposto no parágrafo anterior não prejudica a atuação dos órgãos de controle interno e externo e nem a aplicação de penalidades previstas em lei em caso de irregularidades verificadas na gestão dos recursos transferidos. do nível local até o federal. dos Estados. ouvidos seus órgãos deliberativos.características quantitativas e qualitativas da rede de saúde na área.desempenho técnico.III .níveis de participação do setor saúde nos orçamentos estaduais e municipais. 36. os critérios demográficos mencionados nesta lei serão ponderados por outros indicadores de crescimento populacional. §1º Metade dos recurso destinados a Estados e Municípios será distribuída segundo o quociente de sua divisão pelo número de habitantes. § 1º Os planos de saúde serão a base das atividades e programações de cada nível de direção do Sistema Único de Saúde-SUS e seu financiamento será previsto na respectiva proposta orçamentária.previsão do plano qüinqüenal de investimentos da rede. O processo de planejamento e orçamento do Sistema Único de Saúde-SUS será ascendente. VII . IV . independentemente de qualquer procedimento prévio. econômico e financeiro no período anterior. § 2º Nos casos de Estados e Municípios sujeitos a notório processo de migração.

38. ou eventualmente. 41. mantidos pelo Ministério da Saúde e pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social. (VETADO) Art. 19 . de forma a permitir a gerência informatizada das contas e a disseminação de estatísticas sanitárias e epidemiológicas médico-hospitalares. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art.Art. O Conselho Nacional de Saúde estabelecerá as diretrizes a serem observadas na elaboração dos planos de saúde. As ações desenvolvidas pela Fundação das Pioneiras Sociais e pelo Instituto Nacional do Câncer. Art. 40. equipamentos e outros bens imóveis e ficarão disponíveis para utilização pelo órgão de direção municipal do Sistema Único de Saúde-SUS. em função das características epidemiológicas e da organização dos serviços em cada jurisdição administrativa. em cuja circunscrição administrativa se encontrem. permanecerão como referencial de prestação de serviços. § 7º (VETADO) § 8º O acesso aos serviços de informática e base de dados. Art. será assegurado às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde ou órgãos congêneres. 39. supervisionadas pela direção nacional do Sistema Único de Saúde-SUS. como suporte ao processo de gestão. Não será permitida a destinação de subvenções e auxílios a instituições prestadoras de serviços de saúde com finalidade lucrativa. (VETADO) §1º (VETADO) §2º (VETADO) §3º (VETADO) §4º (VETADO) § 5º A cessão de uso dos imóveis de propriedade do INAMPS para órgãos integrantes do Sistema Único de Saúde-SUS será feita de modo a preservá-los como patrimônio da Seguridade Social. pelo estadual. mediante simples termo de recebimento. § 6º Os imóveis de que trata o parágrafo anterior serão inventariados com todos os acessórios. formação de recursos humanos e para transferência de tecnologia. 37.

Sem prejuízo de outras sanções cabíveis. integrado em todo o território nacional. um sistema nacional de informações em saúde. for firmado. 47. 48. (VETADO) Art. 52. Distrito Federal e Municípios. em articulação com os níveis estaduais e municipais do Sistema Único de Saúde-SUS organizará. Art. preservada a sua autonomia administrativa. Art. (VETADO) Art. 49. 51. mediante convênio. os serviços de saúde das Forças Armadas poderão integrar-se ao Sistema Único de Saúde-SUS. (VETADO) Art. 53. Art. 44. dos limites conferidos pelas instituições a que estejam vinculados. no prazo de 2(dois) anos. Os serviços de saúde dos hospitais universitários e de ensino integram-se ao Sistema Único de Saúde-SUS. em relação ao patrimônio. O Ministério da Saúde. 46. 50. 45. pesquisa e extensão. O Sistema Único de Saúde-SUS estabelecerá mecanismos de incentivo à participação do setor privado no investimento em ciência e tecnologia e estimulará a transferência de tecnologia das Universidades e institutos de pesquisa aos serviços de saúde nos Estados. ensino. e às empresas nacionais. e seus parágrafos (VETADOS) Art. artigo 315) a utilização de recursos financeiros do Sistema Único de Saúde-SUS em finalidades diversas das previstas nesta lei. §1º Os serviços de saúde de sistemas estaduais e municipais de previdência social deverão integrar-se à direção correspondente do Sistema Único de Saúde-SUS. ressalvando-se as cláusulas dos contratos ou convênios estabelecidos com as entidades privadas. (VETADO) 20 . constitui crime de emprego irregular de verbas ou rendas públicas (Código Penal. Os convênios entre a União. conforme se dispuser em convênio que. celebrados para a implantação dos sistemas unificados e descentralizados de saúde. bem como quaisquer outros órgãos e serviços de saúde. A gratuidade das ações e serviços de saúde fica preservada nos serviços públicos e privados contratados . §2º Em tempo de paz e havendo interesse recíproco. aos recursos humanos e financeiros. ficarão rescindidos à proporção que seu objeto for sendo absorvido pelo Sistema Único de Saúde-SUS. Art. abrangendo questões epidemiológicas e de prestação de serviços. os Estados e os Municípios.Art. 43. para esse fim. 42. conforme seu âmbito de atuação. Art. (VETADO) Art. Art.

Art. Art. § 4º . seus órgãos e entidades. convocada pelo Poder Executivo ou. 1º . São revogadas a Lei nº 2.A Conferência de Saúde reunir-se-á cada 4 anos com a representação dos vários segmentos sociais. 19 de setembro de 1990 ******************* Lei Nº 8. em cada esfera de governo.080. Brasília. extraordinariamente.SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. em caráter permanente e deliberativo. cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo. a Lei nº 6.SUS de que trata a Lei nº 8. órgão colegiado composto por representantes do governo. por este ou pelo Conselho de Saúde. § 3º.a Conferência de Saúde. 21 . e II . de 19 de setembro de 1990.O Conselho de Saúde. 55. prestadores de serviço.o Conselho de Saúde. e demais disposições em contrário.A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências de Saúde será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos .O Sistema Único de Saúde . contará.142 de 28 de Dezembro de 1990. atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente. da administração direta e indireta.229. 54. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.FNS serão alocados como: I . § 2º .CONASS e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde CONASEMS terão representação no Conselho Nacional de Saúde. 2º. de 3 de setembro de 1954. inclusive nos aspectos econômicos e financeiros.Os recursos do Fundo Nacional de Saúde . para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes. profissionais de saúde e usuários. Art. com as seguintes instâncias colegiadas: I . § 5º .despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde.312. sem prejuízo das funções do Poder Legislativo.O Conselho Nacional de Secretários de Saúde . § 1º . de 17 de julho de 1975. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde .Art.As Conferências de Saúde e os Conselhos de Saúde terrão sua organização e normas de funcionamento definidas em regimento próprio aprovados pelo respectivo Conselho.

III . implicará em que os recursos concernentes sejam administrados. Parágrafo único . Art. aos Municípios.relatórios de gestão que permitam o controle de que trata o § 4º do art.cobertura da ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios. os Estados e o Distrito Federal deverão contar com: I . IV . afetando-se o restante aos Estados.Os recursos referidos neste artigo serão destinados. § 2º .Para receberem os recursos. de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo Congresso Nacional.plano de saúde. pelos Estados ou pela União. Art. Parágrafo único.O não atendimento pelos Municípios. 35 da Lei nº 8. 2º desta Lei. 3º.080. exclusivamente o critério estabelecido no § 1º do mesmo artigo.Enquanto não for regulamentada a aplicação dos critérios previstos no art. para o repasse de recursos. de que trata o art.II . entre si.Os recursos referidos no inciso IV do art. IV .Os municípios poderão estabelecer consórcio para execução de ações e serviços de saúde. Cargos e Salários (PCCS). § 3º . parcelas de recursos previstos no inciso IV do artigo 2º desta Lei.Fundo de Saúde. de 19 de setembro de 1990.438. Estados e Distrito Federal. 33 da Lei nº 8. II . de 19 de setembro de 1990: V .investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde. III . à cobertura assistencial ambulatorial e hospitalar e às demais ações de saúde. previsto o prazo de (dois) anos para a sua implantação. 35 da Lei nº 8. com composição paritária de acordo com o Decreto nº 99. respectivamente. ou pelo Distrito Federal dos requisitos estabelecidos neste artigo. os Municípios.Conselho de Saúde. serão repassados de forma regular e automática para os Municípios. 3º desta lei.contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento.080. 22 . de 7 de agosto de 1990. remanejando.Comissão de elaboração do Plano de Carreira.080. 4º . será utilizado. pelo menos setenta por cento. ou pelos Estados.investimentos previstos em Lei orçamentária. § 1º . Os recursos referidos no inciso IV deste artigo destinarse-ão a investimentos na rede de serviços. Estados e Distrito Federal de acordo com os critérios previstos no art. de 19 de setembro de 1990. VI .

que opere produto. para fins de aplicação das normas aqui estabelecidas.177-44. visando a assistência médica. de 2001) a) custeio de despesas. de 2001) b) oferecimento de rede credenciada ou referenciada. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. serviço e contrato que apresente. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.656.177-44. 6º . tais como: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.Art.ANS qualquer modalidade de produto.177-44. as seguintes definições: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. com todos os direitos e obrigações nele contidos. de 2001) § 1o Está subordinada às normas e à fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar . hospitalar e odontológica. 5º . outras características que o diferencie de atividade exclusivamente financeira. a assistência à saúde. pela faculdade de acesso e atendimento por profissionais ou serviços de saúde. a ser paga integral ou parcialmente às expensas da operadora contratada. com a finalidade de garantir.177-44.177-44.É o Ministério da Saúde. por prazo indeterminado.177-44. de 2001) II . 1o Submetem-se às disposições desta Lei as pessoas jurídicas de direito privado que operam planos de assistência à saúde. cooperativa. de 2001) I . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. mediante reembolso ou pagamento direto ao prestador. hospitalar e odontológica. serviço ou contrato de que trata o inciso I deste artigo.Plano Privado de Assistência à Saúde: prestação continuada de serviços ou cobertura de custos assistenciais a preço pré ou pós estabelecido. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. mediante Portaria do Ministro de Estado. Art. Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. adotando-se. Art.Carteira: o conjunto de contratos de cobertura de custos assistenciais ou de serviços de assistência à saúde em qualquer das modalidades de que tratam o inciso I e o § 1o deste artigo. integrantes ou não de rede credenciada. ou entidade de autogestão.177-44.Operadora de Plano de Assistência à Saúde: pessoa jurídica constituída sob a modalidade de sociedade civil ou comercial. por conta e ordem do consumidor. além da garantia de cobertura financeira de riscos de assistência médica. sem limite financeiro.Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 7º .177-44. de 2001) III . sem prejuízo do cumprimento da legislação específica que rege a sua atividade. ******************* Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 9. autorizado a estabelecer condições para a aplicação desta Lei. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art.Revogam-se as disposições em contrário. de 2001) c) reembolso de despesas. contratada ou referenciada. livremente escolhidos. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) 23 . DE 3 DE JUNHO DE 1998.

registro nos Conselhos Regionais de Medicina e Odontologia. de pessoas jurídicas de direito privado constituídas sob as leis brasileiras para operar planos privados de assistência à saúde. V . 24 . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. ou do aumento do capital. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 4o É vedada às pessoas físicas a operação dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1 deste artigo.descrição de suas instalações e equipamentos destinados a prestação de serviços. Art. em cumprimento ao disposto no art. 8o Para obter a autorização de funcionamento. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.839.177-44. II . de 2001) Art. VII .177-44. de 2001) I .especificação da área geográfica coberta pelo plano privado de assistência à saúde. VI . de 2001) § 3o As pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior podem constituir ou participar do capital. 7o A Câmara de Saúde Suplementar é composta dos seguintes membros: (Revogado pela Medida Provisória nº 2.demonstração da capacidade de atendimento em razão dos serviços a serem prestados.177-44. bem assim as entidades ou empresas que mantêm sistemas de assistência à saúde. 6o (Revogado pela Medida Provisória nº 2.177-44.177-44.177-44. de 2001) Art. de 2001) f) vinculação de cobertura financeira à aplicação de conceitos ou critérios médicoassistenciais.177-44. independentemente de outros que venham a ser determinados pela ANS: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 1° da Lei no 6. III . 2o (Revogado pela Medida Provisória nº 2. de 2001) o § 5o É vedada às pessoas físicas a operação de plano ou seguro privado de assistência à saúde.descrição pormenorizada dos serviços de saúde próprios oferecidos e daqueles a serem prestados por terceiros. conforme o caso.177-44.especificação dos recursos humanos qualificados e habilitados. de 2001) e) qualquer restrição contratual.177-44.177-44. de 2001) Art. respeitadas as peculiaridades operacionais de cada uma das respectivas operadoras. e (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. 3o (Revogado pela Medida Provisória nº 2. de 30 de outubro de 1980.177-44. de 2001) § 2o Incluem-se na abrangência desta Lei as cooperativas que operem os produtos de que tratam o inciso I e o § 1o deste artigo. de 2001) Art. de 2001) Art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. IV . as operadoras de planos privados de assistência à saúde devem satisfazer os seguintes requisitos. 4o (Revogado pela Medida Provisória nº 2. com responsabilidade técnica de acordo com as leis que regem a matéria. técnica ou operacional para a cobertura de procedimentos solicitados por prestador escolhido pelo consumidor. 5o Revogado pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. pela modalidade de autogestão ou de administração. de 2001) Art.d) mecanismos de regulação.demonstração da viabilidade econômico-financeira dos planos privados de assistência à saúde oferecidos.

§ 1o São dispensadas do cumprimento das condições estabelecidas nos incisos VI e VII deste artigo as entidades ou empresas que mantêm sistemas de assistência privada à saúde na modalidade de autogestão. 1o.177-44. de 2001) § 2o A ANS poderá solicitar informações. realizados 25 . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) d) informação prévia à ANS. de 2001) I . 9o Após decorridos cento e vinte dias de vigência desta Lei. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Art.177-44. as pessoas jurídicas que operam os produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. credenciados ou referenciados. só poderão comercializar estes produtos se: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 10. além de configurar infração. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. constitui agravante na aplicação de penalidades por infração das demais normas previstas nesta Lei. e duzentos e quarenta dias.177-44. de 2001) a) comprovação da transferência da carteira sem prejuízo para o consumidor.177-44. com cobertura assistencial médico-ambulatorial e hospitalar. 19. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei. compreendendo partos e tratamentos.177-44. no prazo máximo de cento e oitenta dias a contar do seu registro na ANS. de 2001) II . econômico-financeira ou assistencial. independentemente de outros que venham a ser determinados pela ANS: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. de 2001) Art. para as operadoras. de 2001) § 3o As operadoras privadas de assistência à saúde poderão voluntariamente requerer autorização para encerramento de suas atividades. É instituído o plano-referência de assistência à saúde.177-44. no prazo máximo de cento e oitenta dias a contar do seu registro na ANS. e até que sejam definidas pela ANS. 1o desta Lei. e (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) c) comprovação da quitação de suas obrigações com os prestadores de serviço no âmbito da operação de planos privados de assistência à saúde. e observado o que dispõe o art. ou a inexistência de beneficiários sob sua responsabilidade.177-44.177-44.as operadoras e administradoras estiverem provisoriamente cadastradas na ANS.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 1o O descumprimento das formalidades previstas neste artigo. para as administradoras de planos de assistência à saúde. as normas gerais de registro. de 2001) § 3o A autorização de comercialização será cancelada caso a operadora não comercialize os planos ou os produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 4o A ANS poderá determinar a suspensão temporária da comercialização de plano ou produto caso identifique qualquer irregularidade contratual.177-44. de 2001) b) garantia da continuidade da prestação de serviços dos beneficiários internados ou em tratamento. na forma e nos prazos a serem definidos pela ANS. observando os seguintes requisitos. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. citadas no § 2o do art.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei.177-44.os produtos a serem comercializados estiverem registrados na ANS. de 2001) § 2o A autorização de funcionamento será cancelada caso a operadora não comercialize os produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.177-44. aos beneficiários e aos prestadores de serviço contratados. determinar alterações e promover a suspensão do todo ou de parte das condições dos planos apresentados.

respeitadas as exigências mínimas estabelecidas no art. da Organização Mundial de Saúde.tratamento de rejuvenescimento ou de emagrecimento com finalidade estética.(Revogado pela Medida Provisória nº 2.177-44.223.procedimentos clínicos ou cirúrgicos para fins estéticos. de 2001) § 3o Excluem-se da obrigatoriedade a que se refere o § 2o deste artigo as pessoas jurídicas que mantêm sistemas de assistência à saúde pela modalidade de autogestão e as pessoas jurídicas que operem exclusivamente planos odontológicos. III . ambulatorial ou domiciliar. órteses e seus acessórios não ligados ao ato cirúrgico. contratada ou referenciada. VI . sonda vesical de demora e coletor de urina com conector. guerras e comoções internas. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 1o.tratamentos ilícitos ou antiéticos. o planoreferência de que trata este artigo a todos os seus atuais e futuros consumidores. X . ou similar. (Incluído pela Lei nº 10. 12 desta Lei. exceto: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. bem como órteses e próteses para o mesmo fim. valor máximo e quantidade.177-44. para uso hospitalar. por meio de sua rede de unidades conveniadas. de 2012) Art.177-44.tratamento clínico ou cirúrgico experimental. VII . de 2001) II . utilizando-se de todos os meios e técnicas necessárias. assim definidos sob o aspecto médico. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. vedada a limitação de prazo. de 2001) § 4o A amplitude das coberturas. ileostomia e urostomia. de 2001) IX . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. obrigatoriamente. credenciada. 10-B. 1o desta Lei após vinte e quatro meses de vigência do aludido instrumento contratual.fornecimento de medicamentos importados não nacionalizados.177-44. Cabe às operadoras definidas nos incisos I e II do § 1o do art. inclusive de transplantes e de procedimentos de alta complexidade. quando necessária a internação hospitalar. de 2001) Art. É vedada a exclusão de cobertura às doenças e lesões preexistentes à data de contratação dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.fornecimento de próteses.177-44. para o tratamento de mutilação decorrente de utilização de técnica de tratamento de câncer. (Incluído pela Lei nº 12. § 1o As exceções constantes dos incisos deste artigo serão objeto de regulamentação pela ANS. ou mediante reembolso.177-44. quando declarados pela autoridade competente. por meio de rede própria.177-44.738. cabendo à respectiva operadora o 26 . Cabe às operadoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. fornecer bolsas de colostomia. será definida por normas editadas pela ANS.inseminação artificial. 11.exclusivamente no Brasil. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. prestar serviço de cirurgia plástica reconstrutiva de mama. centro de terapia intensiva. de 2001) I . com padrão de enfermaria. de 2001) Art. de 2001) VIII .fornecimento de medicamentos para tratamento domiciliar. a partir de 3 de dezembro de 1999.casos de cataclismos. 1o desta Lei oferecerão. das doenças listadas na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde. V . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 2o As pessoas jurídicas que comercializam produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. ou não reconhecidos pelas autoridades competentes. IV . 1o desta Lei. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 10-A.

incluindo materiais utilizados. durante os primeiros trinta dias após o parto. vedada a limitação de prazo. nas segmentações previstas nos incisos I a IV deste artigo. dentro dos limites de abrangência geográfica previstos no contrato. reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. filho natural ou adotivo do consumidor. filho natural ou adotivo do consumidor. de 2001) IV . de 2001) Art. até a prova de que trata o caput. assim como da remoção do paciente. solicitados pelo médico assistente. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Parágrafo único. fornecimento de medicamentos. d) cobertura de exames complementares indispensáveis para o controle da evolução da doença e elucidação diagnóstica. de 2001) b) cobertura de internações hospitalares em centro de terapia intensiva. gases medicinais. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. conforme prescrição do médico assistente. serviços gerais de enfermagem e alimentação. valor máximo e quantidade. isento do cumprimento dos períodos de carência. de 2001) c) cobertura de despesas referentes a honorários médicos. em território brasileiro. em clínicas básicas e especializadas.177-44. b) inscrição assegurada ao recém-nascido. segundo as seguintes exigências mínimas: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.quando incluir atendimento ambulatorial: a) cobertura de consultas médicas. 12. titular ou dependente. anestésicos.ônus da prova e da demonstração do conhecimento prévio do consumidor ou beneficiário.177-44. no caso de pacientes menores de dezoito anos. de 2001) e) cobertura de toda e qualquer taxa. vedada a limitação de prazo. de 2001) I . transfusões e sessões de quimioterapia e radioterapia. ou de seu dependente.177-44. a critério do médico assistente. É vedada a suspensão da assistência à saúde do consumidor ou beneficiário.quando incluir atendimento obstétrico: a) cobertura assistencial ao recém-nascido.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) f) cobertura de despesas de acompanhante.177-44. e (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. ou similar. para outro estabelecimento hospitalar. respeitadas as respectivas amplitudes de cobertura definidas no plano-referência de que trata o art. admitindo-se a exclusão dos procedimentos obstétricos. 1o desta Lei. 10. a contratação e a vigência dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. de 2001) II . em número ilimitado.177-44. III .177-44.177-44. realizados ou ministrados durante o período de internação hospitalar. em clínicas básicas e especializadas. como dependente. na forma da regulamentação a ser editada pela ANS. tratamentos e demais procedimentos ambulatoriais. reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina. valor máximo e quantidade. b) cobertura de serviços de apoio diagnóstico.177-44. São facultadas a oferta. comprovadamente necessária.quando incluir internação hospitalar: a) cobertura de internações hospitalares. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. desde que a inscrição ocorra no prazo máximo de trinta dias do nascimento ou da adoção.quando incluir atendimento odontológico: 27 .

(Incluído pela Medida Provisória nº 2.a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato.quando fixar períodos de carência: a) prazo máximo de trezentos dias para partos a termo. 1o desta Lei fora das segmentações de que trata este artigo. contratados. assim consideradas as realizadas em ambiente ambulatorial e sem anestesia geral. fica proibido o oferecimento de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei. de 2001) 28 . observadas suas respectivas condições de abrangência e contratação. 1o desta Lei têm renovação automática a partir do vencimento do prazo inicial de vigência. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. quando não for possível a utilização dos serviços próprios. nas segmentações de que trata este artigo. aproveitando os períodos de carência já cumpridos pelo consumidor adotante.177-44. de 2001) III . § 1o Após cento e vinte dias da vigência desta Lei. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. não cabendo a cobrança de taxas ou qualquer outro valor no ato da renovação.177-44. de dentística e endodontia. solicitados pelo odontólogo assistente.177-44. salvo por fraude ou não-pagamento da mensalidade por período superior a sessenta dias.177-44. de 2001) I . desde que o consumidor seja comprovadamente notificado até o qüinquagésimo dia de inadimplência. em qualquer hipótese.a recontagem de carências. durante a ocorrência de internação do titular. c) cobertura de cirurgias orais menores. de 2001) § 3o (Revogado pela Medida Provisória nº 2. de acordo com a relação de preços de serviços médicos e hospitalares praticados pelo respectivo produto. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. b) prazo máximo de cento e oitenta dias para os demais casos. menor de doze anos de idade. credenciados ou referenciados pelas operadoras. de 2001) VII . de 2001) II . sendo vedadas: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.17744.a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato. e de que este lhe foi oferecido.a) cobertura de consultas e exames auxiliares ou complementares. 13. c) prazo máximo de vinte e quatro horas para a cobertura dos casos de urgência e emergência. nos limites das obrigações contratuais.reembolso. contratados individualmente. em casos de urgência ou emergência. e (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. deverá constar declaração em separado do consumidor. das despesas efetuadas pelo beneficiário com assistência à saúde. de 2001) § 2o A partir de 3 de dezembro de 1999. em todos os tipos de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. de 2001) Parágrafo único. nos últimos doze meses de vigência do contrato.177-44.177-44. de 2001) VI . pagáveis no prazo máximo de trinta dias após a entrega da documentação adequada. Os produtos de que trata o caput.177-44. da documentação relativa à contratação de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. b) cobertura de procedimentos preventivos. 1o desta Lei. V .177-44.inscrição de filho adotivo. de que tem conhecimento da existência e disponibilidade do plano referência. Os contratos de produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. consecutivos ou não. terão vigência mínima de um ano.

177-44. II .as condições de admissão. há mais de dez anos. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.os bônus.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Art. de 2001) b) coletivo empresarial.número de registro na ANS.177-44. cópia do contrato. VII . 15. V . regulamentos ou condições gerais dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. todas as suas características. de 2001) Parágrafo único. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. III . de 2012) Art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei devem constar dispositivos que indiquem com clareza: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. A variação das contraprestações pecuniárias estabelecidas nos contratos de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 16.as condições de perda da qualidade de beneficiário. ou tipo de contratação: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. somente poderá ocorrer caso estejam previstas no contrato inicial as faixas etárias e os percentuais de reajustes incidentes em cada uma delas.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) VI .177-44. 15. ou da condição de pessoa portadora de deficiência. Em razão da idade do consumidor. ou (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. hospitalar e odontológica. os limites financeiros ou o percentual de co-participação do consumidor ou beneficiário. Dos contratos. procedimentos e exames.as faixas etárias e os percentuais a que alude o caput do art. além de material explicativo que descreva.os critérios de reajuste e revisão das contraprestações pecuniárias. X . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) I . de 2001) c) coletivo por adesão. de 2001) IX . de 2001) (Vide Lei nº 12. de 2001) VIII . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) a) individual ou familiar. É vedada a variação a que alude o caput para consumidores com mais de sessenta anos de idade. XII .Art. ninguém pode ser impedido de participar de planos privados de assistência à saúde. em linguagem simples e precisa.177-44. em razão da idade do consumidor. A todo consumidor titular de plano individual ou familiar será obrigatoriamente entregue. de 2001) Parágrafo único.177-44. 1o. quando de sua inscrição. direitos e obrigações. 1o desta Lei. IV .a área geográfica de abrangência.os eventos cobertos e excluídos. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. conforme normas expedidas pela ANS. ressalvado o disposto no art. 14.177-44.764. de 2001) 29 .177-44. ou sucessores. 35-E.os períodos de carência para consultas. do regulamento ou das condições gerais dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. de 2001) XI . os descontos ou os agravamentos da contraprestação pecuniária.o regime.17744.o início da vigência.a franquia. que participarem dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art.177-44. contratualmente previstos nas despesas com assistência médica. 1o. internações.

de 2001) Art. lactentes e crianças até cinco anos. ressalvados desse prazo mínimo os casos decorrentes de rescisão por fraude ou infração das normas sanitárias e fiscais em vigor. impor contratos de exclusividade ou de restrição à atividade profissional. A aceitação. a critério médico. em nenhuma hipótese e sob nenhum pretexto ou alegação. credenciamento ou referenciamento com 30 . privilegiando os casos de emergência ou urgência. e (Incluído pela Medida Provisória nº 2. sendo expressamente vedado às operadoras. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. a partir de parâmetros definidos pela ANS. na forma do contrato. assim como as pessoas com mais de sessenta e cinco anos de idade. por parte de qualquer prestador de serviço ou profissional de saúde.impacto sobre a massa assistida. pode ser discriminado ou atendido de forma distinta daquela dispensada aos clientes vinculados a outra operadora ou plano. de 2001) Parágrafo único.177-44.a manutenção de relacionamento de contratação. implica compromisso para com os consumidores quanto à sua manutenção ao longo da vigência dos contratos. sem ônus adicional para o consumidor.a marcação de consultas. o estabelecimento obriga-se a manter a internação e a operadora. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. lactantes.o consumidor de determinada operadora. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. os prestadores de serviço ou profissionais de saúde não poderão manter contrato. de 2001) § 2o Na hipótese de a substituição do estabelecimento hospitalar a que se refere o § 1 o ocorrer por vontade da operadora durante período de internação do consumidor. da condição de contratado. durante período de internação. de 2001) § 3o Excetuam-se do previsto no § 2o os casos de substituição do estabelecimento hospitalar por infração às normas sanitárias em vigor. referenciados ou credenciados dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. de 2001) I . A inclusão como contratados. 18. implicará as seguintes obrigações e direitos: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. a que se refere o caput deste artigo.177-44. quando a operadora arcará com a responsabilidade pela transferência imediata para outro estabelecimento equivalente.177-44. A partir de 3 de dezembro de 1999. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. credenciamento ou referenciamento com número ilimitado de operadoras. as empresas deverão solicitar à ANS autorização expressa para tanto.177-44. de 2001) I . correlacionando a necessidade de leitos e a capacidade operacional restante. de 2001) III .nome da entidade a ser excluída. independente de sua natureza jurídica constitutiva. de 2001) § 1o É facultada a substituição de entidade hospitalar.177-44.177-44. II . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) IV . observando a obrigatoriedade de manter cobertura com padrões de qualidade equivalente e sem ônus adicional para o consumidor.177-44. de 2001) II . as gestantes. exames e quaisquer outros procedimentos deve ser feita de forma a atender às necessidades dos consumidores. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 4o Em caso de redimensionamento da rede hospitalar por redução. desde que por outro equivalente e mediante comunicação aos consumidores e à ANS com trinta dias de antecedência. de qualquer entidade hospitalar. III .177-44. 1o desta Lei. credenciado ou cooperado de uma operadora de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.justificativa para a decisão. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44.Art.177-44.capacidade operacional a ser reduzida com a exclusão.177-44. a pagar as despesas até a alta hospitalar. informando: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 17. 1o desta Lei. garantindo a continuação da assistência.

177-44. de 2001) VII . de 2001) IV . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. odontológica e referência). (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Art. de 2001) V . de 2001) III .177-44. hospitalar com obstetrícia. de 2001) III . fax e e-mail. de 2001) VIII . de 2001) I .177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.endereço. de 2001) II . (Incluído pela Medida Provisória nº 2.registro do instrumento de constituição da pessoa jurídica. de 2001) § 2o Para o registro provisório.177-44. de 2001) § 3o Para registro provisório dos produtos a serem comercializados.telefone.177-44.CNPJ da operadora ou da administradora. 1o desta Lei. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) IX .nome fantasia.177-44.177-44.177-44.177-44.nome do produto. e (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) II . as pessoas jurídicas que já atuavam como operadoras ou administradoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. terão prazo de cento e oitenta dias. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.rede hospitalar contratada ou referenciada por Município (para segmentações hospitalar e referência).operadoras que não tiverem registros para funcionamento e comercialização conforme previsto nesta Lei.177-44. 19. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.17744.principais dirigentes da pessoa jurídica e nome dos cargos que ocupam.177-44. de 2001) 31 . Para requerer a autorização definitiva de funcionamento. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. deverão ser apresentados à ANS os seguintes dados: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. coletivo empresarial e coletivo por adesão). a partir de 2 de janeiro de 1999. as operadoras ou administradoras dos produtos a que alude o caput deverão apresentar à ANS as informações requeridas e os seguintes documentos.177-44.CNPJ. a partir da publicação da regulamentação específica pela ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.segmentação da assistência (ambulatorial. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. de 2001) IV .177-44. independentemente de outros que venham a ser exigidos: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.razão social da operadora ou da administradora. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. de 2001) VI .faixas etárias e respectivos preços. de 2001) § 1o Até que sejam expedidas as normas de registro. de 2001) I . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. com a finalidade de autorizar a comercialização ou operação dos produtos a que alude o caput. serão mantidos registros provisórios das pessoas jurídicas e dos produtos na ANS. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.âmbito geográfico de cobertura. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. de 2001) VI . hospitalar sem obtetrícia. de 2001) V . sob pena de responsabilidade por atividade irregular. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.rede hospitalar própria por Município (para segmentações hospitalar e referência).tipo de contratação (individual/familiar.

de 2001) § 4o Os procedimentos administrativos para registro provisório dos produtos serão tratados em norma específica da ANS.00 (dez mil reais) aplicada às operadoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. a imposição de qualquer dificuldade à consecução dos objetivos da fiscalização. a partir de 8 de dezembro de 1998. ficam garantidos. à ANS todas as informações e estatísticas relativas as suas atividades. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. especialmente aquelas que permitam a identificação dos consumidores e de seus dependentes. desde que estas sejam. têm livre acesso às operadoras. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. fiscais ou assemelhados. (Renumerado pela Medida Provisória nº 2. podendo requisitar e apreender processos. consultivos. 1o.177-44. de 2001) Art. 32. o parecer respectivo. 1o desta Lei.177-44. das formalidades do registro provisório.com empresa de que participem as pessoas a que se refere o inciso I. em conjunto ou isoladamente.404.177-44.X .CVM. 21. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. elaborados segundo diretrizes gerais definidas pelo CONSU. de 2001) 32 . especialmente designados pela ANS. de 2001) Art. por parte da operadora. manuais de rotina operacional e demais documentos. ou da conformidade dos textos das condições gerais ou dos instrumentos contratuais. inclusive. inscrições no Cadastro de Pessoas Físicas dos titulares e Municípios onde residem.com seus diretores e membros dos conselhos administrativos. contratados a partir de 2 de janeiro de 1999. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.177-44. As operadoras de planos privados de assistência à saúde submeterão suas contas a auditores independentes. II . de 15 de dezembro de 1976. de 2001) Art. 22. para cada segmentação definida no art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 20. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. todos os benefícios de acesso e cobertura previstos nesta Lei e em seus regulamentos.177-44. para o exercício das atividades de fiscalização e nos limites por ela estabelecidos. 12. (Renumerado pela Medida Provisória nº 2. publicando. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. As operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.177-44. estão sujeitas aos registros de que trata o § 1o deste artigo. registrados no respectivo Conselho Regional de Contabilidade e na Comissão de Valores Mobiliários . § 1o A auditoria independente também poderá ser exigida quanto aos cálculos atuariais.outros documentos e informações que venham a ser solicitados pela ANS. 1o desta Lei são obrigadas a fornecer. de 2001) § 1o Os agentes. bem como com os respectivos cônjuges e parentes até o segundo grau.000.177-44. a todos os usuários de produtos a que alude o caput. de 2001) § 7o As pessoas jurídicas que forem iniciar operação de comercialização de planos privados de assistência à saúde. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. consideradas como controladoras da empresa. juntamente com as demonstrações financeiras determinadas pela Lei no 6. de 2001) § 2o Caracteriza-se como embaraço à fiscalização.177-44. de que trata o § 1o deste artigo.177-44. para fins do disposto no art. incluindo seus nomes. anualmente. contratos. sujeito às penas previstas na lei. de 2001) § 5o Independentemente do cumprimento. É vedado às operadoras de planos privados de assistência à saúde realizar quaisquer operações financeiras: I . de 2001) § 6o O não-cumprimento do disposto neste artigo implica o pagamento de multa diária no valor de R$ 10. periodicamente. incluídas as de natureza cadastral. relativos aos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.

177-44. de 2001) I . ou (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) IV .o ativo realizável da massa liquidanda não for suficiente. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. anormalidades econômico-financeiras ou administrativas graves que coloquem em risco a continuidade ou a qualidade do atendimento à 33 . a ANS poderá autorizá-lo a requerer a falência ou insolvência civil da operadora. salvo os relativos à guarda e à proteção dos bens e imóveis da massa.§ 2o As operadoras com número de beneficiários inferior a vinte mil usuários ficam dispensadas da publicação do parecer do auditor e das demonstrações financeiras. de 2001) Art. Sempre que detectadas nas operadoras sujeitas à disciplina desta Lei insuficiência das garantias do equilíbrio financeiro.177-44.661.177-44. de 2001) § 2o Para efeito desta Lei. poderá. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. no caso previsto no inciso II do § 1o deste artigo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) III .a manutenção da indisponibilidade dos bens dos administradores.nas hipóteses de fundados indícios de condutas previstas nos arts. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) II .a suspensão dos procedimentos administrativos de liquidação extrajudicial. gerentes.177-44. devendo. mas tão-somente ao regime de liquidação extrajudicial. de 2001) I .o ativo da massa liquidanda não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos créditos quirografários. até posterior determinação judicial.177-44. conselheiros e assemelhados. a ANS.a manutenção da suspensão dos prazos judiciais em relação à massa liquidanda. de 2001) III . dar-lhes publicidade. II ou III do § 1o deste artigo. sequer. para o pagamento das despesas administrativas e operacionais inerentes ao regular processamento da liquidação extrajudicial. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. As operadoras de planos privados de assistência à saúde não podem requerer concordata e não estão sujeitas a falência ou insolvência civil. 23. 186 a 189 do Decreto-Lei no 7.177-44.177-44.177-44. forem verificadas uma das seguintes hipóteses: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. e (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 24. de 2001) § 5o A ANS. de 2001) Art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 6o O liquidante enviará ao juízo prevento o rol das ações judiciais em curso cujo andamento ficará suspenso até que o juiz competente nomeie o síndico da massa falida ou o liquidante da massa insolvente.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.prevenção do juízo que emitir o primeiro despacho em relação ao pedido de conversão do regime. de 2001) II .177-44. de 2001) § 3o À vista do relatório do liquidante extrajudicial. apoiar a proteção dos bens móveis e imóveis da massa liquidanda. de 2001) § 4o A distribuição do requerimento produzirá imediatamente os seguintes efeitos: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. no curso da liquidação extrajudicial. no período compreendido entre a distribuição do requerimento e a decretação da falência ou insolvência civil. e em se verificando qualquer uma das hipóteses previstas nos incisos I. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 1o As operadoras sujeitar-se-ão ao regime de falência ou insolvência civil quando.177-44.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 21 de junho de 1945.17744. define-se ativo realizável como sendo todo ativo que possa ser convertido em moeda corrente em prazo compatível para o pagamento das despesas administrativas e operacionais da massa liquidanda.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.17744.

direta ou indireta.177-44. independentemente da natureza jurídica da operadora. de 2001) § 4o O diretor-fiscal ou técnico poderá propor a transformação do regime de direção em liquidação extrajudicial. poderá estender a indisponibilidade prevista neste artigo: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. bem assim da qualidade do atendimento aos consumidores. de 2001) § 3o No prazo que lhe for designado. conforme a gravidade do caso. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. por dirigentes. ou a liquidação extrajudicial. conselheiros e aos de todos aqueles que tenham concorrido. sem que isto implique efeito suspensivo da decisão administrativa que determinou o afastamento. de 2001) 34 . de 2001) I . de 2001) § 2o Na hipótese de regime de direção fiscal.177-44. poderá. das pessoas referidas no inciso I. por deliberação expressa da Diretoria Colegiada da ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) II .177-44. o diretor-fiscal ou técnico procederá à análise da organização administrativa e da situação econômico-financeira da operadora. conselheiros ou empregados da operadora de planos privados de assistência à saúde acarretará o imediato afastamento do infrator. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. no prazo máximo de noventa dias. de 2001) § 1o A indisponibilidade prevista neste artigo decorre do ato que decretar a direção fiscal ou a liquidação extrajudicial e atinge a todos aqueles que tenham estado no exercício das funções nos doze meses anteriores ao mesmo ato. para a decretação da direção fiscal ou da liquidação extrajudicial.17744. e proporá à ANS as medidas cabíveis. aliená-los ou onerá-los. ex officio ou por recomendação do diretor técnico ou fiscal ou do liquidante.aos bens de gerentes. em ato administrativo devidamente motivado.177-44. por qualquer forma. de 2001) § 3o A ANS.177-44. a indisponibilidade de bens a que se refere o caput deste artigo poderá não alcançar os bens dos administradores. o regime de direção fiscal ou técnica.aos bens adquiridos. de 2001) Art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. determinar o afastamento dos diretores. desde que configurada fraude na transferência. Os administradores das operadoras de planos privados de assistência à saúde em regime de direção fiscal ou liquidação extrajudicial.saúde. por decisão da ANS. de 2001) § 5o A ANS promoverá. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. administradores.177-44.177-44. até apuração e liquidação final de suas responsabilidades.177-44. assegurado o direito ao contraditório. administradores. sem prejuízo das sanções penais cabíveis. de 2001) § 4o Não se incluem nas disposições deste artigo os bens considerados inalienáveis ou impenhoráveis pela legislação em vigor. de 2001) § 1o O descumprimento das determinações do diretor-fiscal ou técnico. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. a qualquer título. de 2001) § 2o A ANS. não podendo.177-44. e do liquidante. gerentes e membros do conselho fiscal da operadora sob regime de direção ou em liquidação. por terceiros. no período previsto no § 1o. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. a ANS poderá determinar a alienação da carteira. ficarão com todos os seus bens indisponíveis. ex officio ou por recomendação do diretor fiscal ou do liquidante. por prazo não superior a trezentos e sessenta e cinco dias.177-44. a alienação da carteira das operadoras de planos privados de assistência à saúde.177-44. 24-A. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. no caso de não surtirem efeito as medidas por ela determinadas para sanar as irregularidades ou nas situações que impliquem risco para os consumidores participantes da carteira. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. no período previsto no § 1 o.

multa pecuniária. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. A multa de que trata o art. VI . de 2001) Art. 24-C. sociedades seguradoras.cancelamento da autorização de funcionamento e alienação da carteira da operadora. conforme o caso. 26.177-44. desde que os respectivos instrumentos tenham sido levados ao competente registro público. pela falta de constituição e cobertura das garantias obrigatórias. 27.177-44. entre operadoras e usuários de planos privados de assistência à saúde. de 21 de novembro de 1966. de promessa de compra e venda. 1o desta Lei. consultivos. no que couber com os preceitos desta Lei. deliberativos. a qualquer tempo. no Decreto-Lei no 41. de 2001) Art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.661. cotistas.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. conforme o que dispuser a ANS.177-44.000. deliberativos.177-44. o disposto na Lei no 6. de 2001) Art. IV . 25 será fixada e aplicada pela ANS no âmbito de suas atribuições. de 2001) Art. diretor fiscal e do responsável pela alienação de carteira. de 18 de novembro de 1966. de 2001) § 6o Os administradores das operadoras de planos privados de assistência à saúde respondem solidariamente pelas obrigações por eles assumidas durante sua gestão até o montante dos prejuízos causados.024. de 2001) (Vigência) I . independentemente do nexo de causalidade. cooperados e consumidores de planos privados de assistência à saúde. de 2001) Art. 24-A e 35-I. Aplica-se à liquidação extrajudicial das operadoras de planos privados de assistência à saúde e ao disposto nos arts. anteriormente à data da decretação da direção fiscal ou da liquidação extrajudicial.inabilitação permanente para exercício de cargos de direção ou em conselhos das operadoras a que se refere esta Lei.00 (cinco mil reais) e não superior a R$ 1. 24-D. consultivos. Os créditos decorrentes da prestação de serviços de assistência privada à saúde preferem a todos os demais. com valor não inferior a R$ 5.advertência.00 (um milhão de reais) de acordo com o porte econômico da operadora ou 35 . de 2001) V . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 25. corretoras de seguros e instituições financeiras. normas e instruções referentes às operações previstas na legislação e. As infrações dos dispositivos desta Lei e de seus regulamentos.17744. de 21 de junho de 1945. no Decreto-Lei n o 7. de cessão ou promessa de cessão de direitos. podendo ampliá-las. seus administradores. A Diretoria Colegiada definirá as atribuições e competências do diretor técnico. de 2001) Art. inclusive aos acionistas. exceto os de natureza trabalhista e tributários. 24-B. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. Os administradores e membros dos conselhos administrativos.suspensão do exercício do cargo.inabilitação temporária para exercício de cargos em operadoras de planos de assistência à saúde. bem como em entidades de previdência privada. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. II .§ 5o A indisponibilidade também não alcança os bens objeto de contrato de alienação. fiscais e assemelhados das operadoras de que trata esta Lei respondem solidariamente pelos prejuízos causados a terceiros. membros de conselhos administrativos. e no Decreto-Lei n o 73. sem prejuízo de outras estabelecidas na legislação vigente: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. em conseqüência do descumprimento de leis.000. bem como aos dispositivos dos contratos firmados. se necessário.177-44.000. sujeitam a operadora dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. III . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 13 de março de 1974. fiscais e assemelhados às seguintes penalidades. em especial. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.

de 2001) § 1o O processo administrativo. de 2001) 36 . será extinto o processo. (Revogado pela Medida Provisória nº 2. as seguintes cláusulas: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 3o A assinatura do termo de compromisso de ajuste de conduta não importa confissão do compromissário quanto à matéria de fato. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 29.177-44. que terá eficácia de título executivo extrajudicial. pela ANS.prestadora de serviço e a gravidade da infração. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. antes de aplicada a penalidade. de 2001) II . nem reconhecimento de ilicitude da conduta em apuração.177-44. inclusive indenizando os prejuízos delas decorrentes. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. com vistas a assegurar a manutenção da qualidade dos serviços de assistência à saúde. de 2001) Art. de 2001) I .177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44.177-44. sem prejuízo da aplicação da multa a que se refere o inciso II do § 2 o. acarreta a revogação da suspensão do processo. de 2001) II .177-44. de 2001) § 9o A ANS regulamentará a aplicação do disposto nos §§ 1o a 7o deste artigo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. A ANS poderá celebrar com as operadoras termo de compromisso. de 2001) § 8o O termo de compromisso de ajuste de conduta deverá ser publicado no Diário Oficial da União. de 2001) § 6o Suspende-se a prescrição durante a vigência do termo de compromisso de ajuste de conduta. 28. a representação ou a denúncia positiva dos fatos irregulares.177-44. poderá.177-44.177-44.valor da multa a ser imposta no caso de descumprimento. de 2001) Art.00 (um milhão de reais) de acordo com o porte econômico da operadora ou da prestadora de serviço. necessariamente. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. de 2001) I . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. não inferior a R$ 5.000.177-44. perante a diretoria colegiada. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. se a operadora ou prestadora de serviço assinar termo de compromisso de ajuste de conduta. de 2001) § 4o O descumprimento do termo de compromisso de ajuste de conduta. instâncias e prazos. quando houver interesse na implementação de práticas que consistam em vantagens para os consumidores.000. e (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Art. de 2001) § 5o Cumpridas as obrigações assumidas no termo de compromisso de ajuste de conduta. 29-A. ser suspenso. de 2001) § 7o Não poderá ser firmado termo de compromisso de ajuste de conduta quando tiver havido descumprimento de outro termo de compromisso de ajuste de conduta nos termos desta Lei. de 2001) § 2o O termo de compromisso de ajuste de conduta conterá.obrigações do compromissário de fazer cessar a prática objeto da apuração. de 2001) § 1o O termo de compromisso referido no caput não poderá implicar restrição de direitos do usuário. no prazo estabelecido.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. a título excepcional. dentro do prazo de dois anos. cabendo à ANS dispor sobre normas para instauração.00 (cinco mil reais) e não superior a R$ 1.177-44.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.cessar a prática de atividades ou atos objetos da apuração. 19.177-44.177-44. obrigando-se a: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. As infrações serão apuradas mediante processo administrativo que tenha por base o auto de infração. recursos e seus efeitos. ressalvado o disposto no § 6 o do art.corrigir as irregularidades.000. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.

de 2001) 37 .SUS. na utilização dos serviços de assistência médica ou hospitalar. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. conveniadas ou contratadas. § 3o Em caso de morte do titular. 29 desta Lei. o direito de permanência é assegurado aos dependentes cobertos pelo plano ou seguro privado coletivo de assistência à saúde. 1o desta Lei. nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho. observar-se-ão as mesmas condições estabelecidas nos §§ 2o e 4o do art. 1o desta Lei. à razão de um ano para cada ano de contribuição. com um mínimo assegurado de seis meses e um máximo de vinte e quatro meses. de 2001) Art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho. Ao aposentado que contribuir para produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.177-44. § 4o O direito assegurado neste artigo não exclui vantagens obtidas pelos empregados decorrentes de negociações coletivas de trabalho. § 5o A condição prevista no caput deste artigo deixará de existir quando da admissão do consumidor titular em novo emprego. integrantes do Sistema Único de Saúde . obrigatoriamente. 5o e 6o do art. de acordo com normas a serem definidas pela ANS. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. como fator de moderação.177-44. em instituições públicas ou privadas. 1o.177-44. observar-se-ão as mesmas condições estabelecidas nos §§ 2o. ou sucessores. os serviços de atendimento à saúde previstos nos respectivos contratos. Ao consumidor que contribuir para produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. § 2o. de 2001) § 3o O descumprimento injustificado do termo de compromisso poderá importar na aplicação da penalidade de multa a que se refere o inciso II. a todo o grupo familiar inscrito quando da vigência do contrato de trabalho. pelo prazo mínimo de dez anos.177-44. desde que assuma o seu pagamento integral. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. Art. de 2001) § 1o Ao aposentado que contribuir para planos coletivos de assistência à saúde por período inferior ao estabelecido no caput é assegurado o direito de manutenção como beneficiário. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. Serão ressarcidos pelas operadoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. de 2001) Art.177-44. 30. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. em procedimentos. desde que assuma o pagamento integral do mesmo. desde que assuma o seu pagamento integral. 30. de 2001) § 3o Para gozo do direito assegurado neste artigo. do art.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 2o Para gozo do direito assegurado neste artigo. 30. 32. única e exclusivamente.177-44. de 2001) § 2o A manutenção de que trata este artigo é extensiva.177-44. nos termos do disposto neste artigo. é assegurado o direito de manutenção como beneficiário. 31. é assegurado o direito de manter sua condição de beneficiário.177-44. não é considerada contribuição a co-participação do consumidor. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 4o. em decorrência de vínculo empregatício.§ 2o Na definição do termo de que trata este artigo serão considerados os critérios de aferição e controle da qualidade dos serviços a serem oferecidos pelas operadoras. prestados a seus consumidores e respectivos dependentes. em decorrência de vínculo empregatício. 3o. de 2001) § 1o O período de manutenção da condição de beneficiário a que se refere o caput será de um terço do tempo de permanência nos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. de 2001) § 6o Nos planos coletivos custeados integralmente pela empresa. no caso de rescisão ou exoneração do contrato de trabalho sem justa causa. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei.

de 2011) § 2o Para a efetivação do ressarcimento. a adaptação dos contratos de que trata este artigo deverá ser formalizada em termo próprio. de 2011) § 4o O ressarcimento não efetuado no prazo previsto no § 3o será cobrado com os seguintes acréscimos: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. As pessoas jurídicas que executam outras atividades além das abrangidas por esta Lei deverão. 35-E. Aplicam-se as disposições desta Lei a todos os contratos celebrados a partir de sua vigência. especificamente para operar planos privados de assistência à saúde. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. com ou sem fins lucrativos. é garantido ao consumidor o acesso à acomodação.469. a qual compete a cobrança judicial dos respectivos créditos.177-44. de 2011) § 8o Os valores a serem ressarcidos não serão inferiores aos praticados pelo SUS e nem superiores aos praticados pelas operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art.177-44. 33. de 2001) I . Art. (Redação dada pela Lei nº 12. de acordo com as normas a serem definidas pela ANS.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) 38 . Havendo indisponibilidade de leito hospitalar nos estabelecimentos próprios ou credenciados pelo plano.multa de mora de dez por cento. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) II . de 2001) Art.§ 1o O ressarcimento será efetuado pelas operadoras ao SUS com base em regra de valoração aprovada e divulgada pela ANS. 34. sem ônus adicional. 35. de 2001) § 6o O produto da arrecadação dos juros e da multa de mora serão revertidos ao Fundo Nacional de Saúde.177-44. (Redação dada pela Lei nº 12.469. de 2001) § 5o Os valores não recolhidos no prazo previsto no § 3o serão inscritos em dívida ativa da ANS.juros de mora contados do mês seguinte ao do vencimento. a ANS disponibilizará às operadoras a discriminação dos procedimentos realizados para cada consumidor.177-44. cabendo-lhe. à razão de um por cento ao mês ou fração. 1o desta Lei. de 2001) § 1o Sem prejuízo do disposto no art. mediante crédito ao Fundo Nacional de Saúde FNS. de 2001) § 7o A ANS disciplinará o processo de glosa ou impugnação dos procedimentos encaminhados. assinado pelos contratantes. em nível superior. na forma e no prazo definidos pela ANS.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 9o Os valores a que se referem os §§ 3o e 6o deste artigo não serão computados para fins de aplicação dos recursos mínimos nas ações e serviços públicos de saúde nos termos da Constituição Federal. estabelecer procedimentos para cobrança dos valores a serem ressarcidos.177-44.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Lei nº 12. inclusive. conforme previsto no § 2o deste artigo.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. constituir pessoas jurídicas independentes. assegurada aos consumidores com contratos anteriores.469. bem como àqueles com contratos celebrados entre 2 de setembro de 1998 e 1 o de janeiro de 1999. a possibilidade de optar pela adaptação ao sistema previsto nesta Lei. (Redação dada pela Lei nº 12. de 2001) § 3o A operadora efetuará o ressarcimento até o 15 o (décimo quinto) dia da data de recebimento da notificação de cobrança feita pela ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.469. na forma da legislação em vigor e em especial desta Lei e de seus regulamentos. de 2011) Art.

§ 2o Quando a adaptação dos contratos incluir aumento de contraprestação pecuniária, a composição da base de cálculo deverá ficar restrita aos itens correspondentes ao aumento de cobertura, e ficará disponível para verificação pela ANS, que poderá determinar sua alteração quando o novo valor não estiver devidamente justificado. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 3o A adaptação dos contratos não implica nova contagem dos períodos de carência e dos prazos de aquisição dos benefícios previstos nos arts. 30 e 31 desta Lei, observados, quanto aos últimos, os limites de cobertura previstos no contrato original. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 4o Nenhum contrato poderá ser adaptado por decisão unilateral da empresa operadora. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 5o A manutenção dos contratos originais pelos consumidores não-optantes tem caráter personalíssimo, devendo ser garantida somente ao titular e a seus dependentes já inscritos, permitida inclusão apenas de novo cônjuge e filhos, e vedada a transferência da sua titularidade, sob qualquer pretexto, a terceiros. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 6o Os produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, contratados até 1o de janeiro de 1999, deverão permanecer em operação, por tempo indeterminado, apenas para os consumidores que não optarem pela adaptação às novas regras, sendo considerados extintos para fim de comercialização. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 7o Às pessoas jurídicas contratantes de planos coletivos, não-optantes pela adaptação prevista neste artigo, fica assegurada a manutenção dos contratos originais, nas coberturas assistenciais neles pactuadas. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 8o A ANS definirá em norma própria os procedimentos formais que deverão ser adotados pelas empresas para a adatação dos contratos de que trata este artigo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) Art. 35-A. Fica criado o Conselho de Saúde Suplementar - CONSU, órgão colegiado integrante da estrutura regimental do Ministério da Saúde, com competência para: (Vigência) (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) I - estabelecer e supervisionar a execução de políticas e diretrizes gerais do setor de saúde suplementar; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) II - aprovar o contrato de gestão da ANS; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) III - supervisionar e acompanhar as ações e o funcionamento da ANS; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) IV - fixar diretrizes gerais para implementação no setor de saúde suplementar sobre: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) a) aspectos econômico-financeiros; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) b) normas de contabilidade, atuariais e estatísticas; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) c) parâmetros quanto ao capital e ao patrimônio líquido mínimos, bem assim quanto às formas de sua subscrição e realização quando se tratar de sociedade anônima; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) d) critérios de constituição de garantias de manutenção do equilíbrio econômicofinanceiro, consistentes em bens, móveis ou imóveis, ou fundos especiais ou seguros garantidores; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001)

39

e) criação de fundo, contratação de seguro garantidor ou outros instrumentos que julgar adequados, com o objetivo de proteger o consumidor de planos privados de assistência à saúde em caso de insolvência de empresas operadoras; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) V - deliberar sobre a criação de câmaras técnicas, de caráter consultivo, de forma a subsidiar suas decisões. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) Parágrafo único. A ANS fixará as normas sobre as matérias previstas no inciso IV deste artigo, devendo adequá-las, se necessário, quando houver diretrizes gerais estabelecidas pelo CONSU. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) Art. 35-B. O CONSU será integrado pelos seguintes Ministros de Estado: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) (Vigência) (composiçaõ: vide Dec.4.044, de 6.12.2001) I - Chefe da Casa Civil da Presidência da República, na qualidade de Presidente; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) II - da Saúde; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) III - da Fazenda; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) IV - da Justiça; e (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) V - do Planejamento, Orçamento e Gestão. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 1o O Conselho deliberará mediante resoluções, por maioria de votos, cabendo ao Presidente a prerrogativa de deliberar nos casos de urgência e relevante interesse, ad referendum dos demais membros. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 2o Quando deliberar ad referendum do Conselho, o Presidente submeterá a decisão ao Colegiado na primeira reunião que se seguir àquela deliberação. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 3o O Presidente do Conselho poderá convidar Ministros de Estado, bem assim outros representantes de órgãos públicos, para participar das reuniões, não lhes sendo permitido o direito de voto. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 4o O Conselho reunir-se-á sempre que for convocado por seu Presidente. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 5o O regimento interno do CONSU será aprovado por decreto do Presidente da República. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 6o As atividades de apoio administrativo ao CONSU serão prestadas pela ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 7o O Presidente da ANS participará, na qualidade de Secretário, das reuniões do CONSU. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) Art. 35-C. É obrigatória a cobertura do atendimento nos casos: (Redação dada pela Lei nº 11.935, de 2009) I - de emergência, como tal definidos os que implicarem risco imediato de vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração do médico assistente; (Redação dada pela Lei nº 11.935, de 2009) II - de urgência, assim entendidos os resultantes de acidentes pessoais ou de complicações no processo gestacional; (Redação dada pela Lei nº 11.935, de 2009) III - de planejamento familiar. (Incluído pela Lei nº 11.935, de 2009)

40

Parágrafo único. A ANS fará publicar normas regulamentares para o disposto neste artigo, observados os termos de adaptação previstos no art. 35. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) Art. 35-D. As multas a serem aplicadas pela ANS em decorrência da competência fiscalizadora e normativa estabelecida nesta Lei e em seus regulamentos serão recolhidas à conta daquela Agência, até o limite de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) por infração, ressalvado o disposto no § 6o do art. 19 desta Lei. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) (Vigência) Art. 35-E. A partir de 5 de junho de 1998, fica estabelecido para os contratos celebrados anteriormente à data de vigência desta Lei que: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) (Vigência) I - qualquer variação na contraprestação pecuniária para consumidores com mais de sessenta anos de idade estará sujeita à autorização prévia da ANS; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) II - a alegação de doença ou lesão preexistente estará sujeita à prévia regulamentação da matéria pela ANS; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) III - é vedada a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato individual ou familiar de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei por parte da operadora, salvo o disposto no inciso II do parágrafo único do art. 13 desta Lei; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) IV - é vedada a interrupção de internação hospitalar em leito clínico, cirúrgico ou em centro de terapia intensiva ou similar, salvo a critério do médico assistente. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 1o Os contratos anteriores à vigência desta Lei, que estabeleçam reajuste por mudança de faixa etária com idade inicial em sessenta anos ou mais, deverão ser adaptados, até 31 de outubro de 1999, para repactuação da cláusula de reajuste, observadas as seguintes disposições: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) I - a repactuação será garantida aos consumidores de que trata o parágrafo único do art. 15, para as mudanças de faixa etária ocorridas após a vigência desta Lei, e limitar-se-á à diluição da aplicação do reajuste anteriormente previsto, em reajustes parciais anuais, com adoção de percentual fixo que, aplicado a cada ano, permita atingir o reajuste integral no início do último ano da faixa etária considerada; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) II - para aplicação da fórmula de diluição, consideram-se de dez anos as faixas etárias que tenham sido estipuladas sem limite superior; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) III - a nova cláusula, contendo a fórmula de aplicação do reajuste, deverá ser encaminhada aos consumidores, juntamente com o boleto ou título de cobrança, com a demonstração do valor originalmente contratado, do valor repactuado e do percentual de reajuste anual fixo, esclarecendo, ainda, que o seu pagamento formalizará esta repactuação; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) IV - a cláusula original de reajuste deverá ter sido previamente submetida à ANS; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) V - na falta de aprovação prévia, a operadora, para que possa aplicar reajuste por faixa etária a consumidores com sessenta anos ou mais de idade e dez anos ou mais de contrato, deverá submeter à ANS as condições contratuais acompanhadas de nota técnica, para, uma vez aprovada a cláusula e o percentual de reajuste, adotar a diluição prevista neste parágrafo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001)

41

35-F. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei compreende todas as ações necessárias à prevenção da doença e à recuperação. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Art. de 20 de dezembro de 1999. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. fundos e provisões deverão ser registrados na ANS e não poderão ser alienados.177-44. Quando a garantia recair em bem imóvel. Responderão subsidiariamente pelos direitos contratuais e legais dos consumidores. 3 de junho de 1998. os bens pessoais dos diretores. 35-H. a aplicação de cláusula de reajuste das contraprestações pecuniárias dependerá de prévia aprovação da ANS. 1o desta Lei. além dos débitos fiscais e trabalhistas. prometidos a alienar ou. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 35-G. deverão estar acompanhados de parecer conclusivo daquela Autarquia.U. e regulamentações posteriores.O. de 4. conforme estabelecido na Lei no 9. de pleno direito. 35-I. observados os termos desta Lei e do contrato firmado entre as partes.177-44. 36.177-44. Os expedientes que até esta data foram protocolizados na SUSEP pelas operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. sem prejuízo das responsabilidades civis e penais. de 2001) Art. 35-M.177-44.1998 ******************* 42 . de 2001) Art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Art. sob pena de incorrer em improbidade administrativa. de 2001) Art. de 2001) Art. de 2001) Parágrafo único. A assistência a que alude o art.177-44. de 1990.177-44. O diretor técnico ou fiscal ou o liquidante são obrigados a manter sigilo relativo às informações da operadora às quais tiverem acesso em razão do exercício do encargo.6.177-44. de 2001) Art. As operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. de 2001) Art. será obrigatoriamente inscrita no competente Cartório do Registro Geral de Imóveis. 1o desta Lei as disposições da Lei no 8. 35 desta Lei aplica-se sem prejuízo do estabelecido neste artigo.932. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Renan Calheiros Pedro Malan Waldeck Ornélas José Serra Este texto não substitui o publicado no D. independentemente da sua natureza jurídica. gerentes e membros de conselhos da operadora de plano privado de assistência à saúde. prestadores de serviço e fornecedores. Esta Lei entra em vigor noventa dias após a data de sua publicação. administradores. Os bens garantidores das provisões técnicas.078. sendo nulas. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de qualquer forma.177-44. 1o desta Lei poderão celebrar contratos de resseguro junto às empresas devidamente autorizadas a operar em tal atividade.§ 2o Nos contratos individuais de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. independentemente da data de sua celebração. as alienações realizadas ou os gravames constituídos com violação deste artigo. mediante requerimento firmado pela operadora de plano de assistência à saúde e pela ANS. 35-J. Aplicam-se subsidiariamente aos contratos entre usuários e operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. manutenção e reabilitação da saúde. 177o da Independência e 110o da República. Brasília. gravados sem prévia e expressa autorização. 35-L. de 2001) § 3o O disposto no art. 1o desta Lei e que forem encaminhados à ANS em conseqüência desta Lei.177-44.177-44.

que constituirão referência básica para os fins do disposto na Lei no 9. como órgão de regulação. ficará a autarquia. de 30. com a publicação de seu regimento interno. investida no exercício de suas atribuições. de 2000 ANS e dá outras providências.99 Cria a Agência Nacional de Saúde Suplementar – Conversão da MPv nº 2.Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI No 9. V . regulando as operadoras setoriais. fixar-lhe a estrutura organizacional básica. pela diretoria colegiada. Art. IV . autonomia nas suas decisões técnicas e mandato fixo de seus dirigentes.12. financeira.961 DE 28 DE JANEIRO DE 2000. autarquia sob o regime especial. devendo o seu regulamento. Regulamento da MP 2.656. 43 . contribuindo para o desenvolvimento das ações de saúde no País. normatização.estabelecer parâmetros e indicadores de qualidade e de cobertura em assistência à saúde para os serviços próprios e de terceiros oferecidos pelas operadoras. A natureza de autarquia especial conferida à ANS é caracterizada por autonomia administrativa. 1o É criada a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS.elaborar o rol de procedimentos e eventos em saúde. II . patrimonial e de gestão de recursos humanos.propor políticas e diretrizes gerais ao Conselho Nacional de Saúde Suplementar Consu para a regulação do setor de saúde suplementar.estabelecer as características gerais dos instrumentos contratuais utilizados na atividade das operadoras. 4o Compete à ANS: I . com sede e foro na cidade do Rio de Janeiro . O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA CRIAÇÃO E DA COMPETÊNCIA Art. 2o Caberá ao Poder Executivo instalar a ANS. Constituída a ANS. vinculada ao Ministério da Saúde.RJ. e suas excepcionalidades. inclusive quanto às suas relações com prestadores e consumidores. aprovado por decreto do Presidente da República. Art. prazo de duração indeterminado e atuação em todo o território nacional. Art.fixar critérios para os procedimentos de credenciamento e descredenciamento de prestadores de serviço às operadoras. Parágrafo único. de 3 de junho de 1998. controle e fiscalização das atividades que garantam a assistência suplementar à saúde. Parágrafo único. automaticamente. III .012-2.012-2. 3o A ANS terá por finalidade institucional promover a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde.

de 1998.656. XIX .estabelecer normas relativas à adoção e utilização. XXII .autorizar o registro dos planos privados de assistência à saúde. pelas operadoras de planos de assistência à saúde. a segmentação das operadoras e administradoras de planos privados de assistência à saúde. de forma a subsidiar suas decisões. XIV . XVII . de 1998. responsabilidades. XXI .estabelecer critérios. de 11 de junho de 1994. ouvido o Ministério da Fazenda.SUS. com vistas à homologação de reajustes e revisões.884.estabelecer normas para ressarcimento ao Sistema Único de Saúde . incorporação.autorizar o registro e o funcionamento das operadoras de planos privados de assistência à saúde. de acordo com parâmetros e diretrizes gerais fixados conjuntamente pelos Ministérios da Fazenda e da Saúde. bem assim sua cisão. fusão.177-44. e respectivos componentes e insumos.definir.expedir normas e padrões para o envio de informações de natureza econômicofinanceira pelas operadoras. de 2001) 44 . 1 da Lei no 9.VI . manutenção e cancelamento de registro dos produtos das operadoras de planos privados de assistência à saúde. IX . 12 da Lei no 9. alteração ou transferência do controle societário. para fins de aplicação da Lei no 9. de 1998. XI . XII . fusão. seus prestadores de serviços.656.656. incorporação.estabelecer critérios gerais para o exercício de cargos diretivos das operadoras de planos privados de assistência à saúde.656. bem assim. 30 e 31 da Lei no 9.estabelecer critérios de aferição e controle da qualidade dos serviços oferecidos pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde. sem prejuízo do disposto na Lei no 8. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. sejam eles próprios. alteração ou transferência do controle societário.autorizar reajustes e revisões das contraprestações pecuniárias dos planos privados de assistência à saúde. VII .autorizar o registro e o funcionamento das operadoras de planos privados de assistência à saúde.normatizar os conceitos de doença e lesão preexistentes. sua cisão. XVI .estabelecer normas. de caráter consultivo. referenciados. observando as suas peculiaridades. de mecanismos de regulação do uso dos serviços de saúde. contratados ou conveniados.estabelecer normas para registro dos produtos definidos no inciso I e no § 1 o do art. XV . XVII .monitorar a evolução dos preços de planos de assistência à saúde. obrigações e normas de procedimento para garantia dos direitos assegurados nos arts. o XIII .decidir sobre o estabelecimento de sub-segmentações aos tipos de planos definidos nos incisos I a IV do art. rotinas e procedimentos para concessão. XXII . X . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 1998.proceder à integração de informações com os bancos de dados do Sistema Único de Saúde. VIII . XX . de 2001) XVIII . ouvidos previamente os órgãos do sistema de defesa da concorrência.177-44.autorizar reajustes e revisões das contraprestações pecuniárias dos planos privados de assistência à saúde.deliberar sobre a criação de câmaras técnicas.

XXXII . diretor fiscal. XXXIV . nas condições que estabelecer. termo de compromisso de ajuste de conduta e termo de compromisso e fiscalizar os seus cumprimentos.determinar ou promover a alienação da carteira de planos privados de assistência à saúde das operadoras. direta ou indiretamente.avaliar a capacidade técnico-operacional das operadoras de planos privados de assistência à saúde para garantir a compatibilidade da cobertura oferecida com os recursos disponíveis na área geográfica de abrangência. do liquidante e do responsável pela alienação de carteira. bem como da rede prestadora de serviços a elas credenciadas. manutenção e qualidade dos serviços prestados.proceder à liquidação das operadoras que tiverem cassada a autorização de funcionamento.aplicar as penalidades pelo descumprimento da Lei no 9. XXVII .fiscalizar aspectos concernentes às coberturas e o cumprimento da legislação referente aos aspectos sanitários e epidemiológicos. de 11 de setembro de 1990. pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde.XXIII .656.177-44.requisitar o fornecimento de informações às operadoras de planos privados de assistência à saúde. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44.zelar pela qualidade dos serviços de assistência à saúde no âmbito da assistência à saúde suplementar. de 2001) XXXVI .656. XXXIX .078. de 2001) 45 . XXIV . de 2001) XXXV .proceder à liquidação extrajudicial e autorizar o liquidante a requerer a falência ou insolvência civil das operadores de planos privados de assistência à saúde.articular-se com os órgãos de defesa do consumidor visando a eficácia da proteção e defesa do consumidor de serviços privados de assistência à saúde. relativos à prestação de serviços médicos e hospitalares no âmbito da saúde suplementar. XXVI .instituir o regime de direção fiscal ou técnica nas operadoras.adotar as medidas necessárias para estimular a competição no setor de planos privados de assistência à saúde.celebrar. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.definir as atribuições e competências do diretor técnico. XXIX .avaliar os mecanismos de regulação utilizados pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde. XXV . XXXV . XXXIII . de 2001) XL . XXVIII . (Incluído pela Medida Provisória nº 2.fiscalizar as atividades das operadoras de planos privados de assistência à saúde e zelar pelo cumprimento das normas atinentes ao seu funcionamento.promover a alienação da carteira de planos privados de assistência à saúde das operadoras.177-44. de 1998. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. observado o disposto na Lei no 8. XXXIV . XXXVII . XXXVIII .administrar e arrecadar as taxas instituídas por esta Lei.fiscalizar a atuação das operadoras e prestadores de serviços de saúde com relação à abrangência das coberturas de patologias e procedimentos.fiscalizar o cumprimento das disposições da Lei no 9. XXXI . de 1998. e de sua regulamentação.exercer o controle e a avaliação dos aspectos concernentes à garantia de acesso. XXX .177-44. e de sua regulamentação.

00 (cinco mil reais). de 2001) CAPÍTULO II DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Art.177-44. Parágrafo único.000. podendo ser aumentada em até vinte vezes se necessário para garantir a sua eficácia em razão da situação econômica da operadora ou prestadora de serviços. de 2001) a) conteúdos e modelos assistenciais. sejam autorizados em ato conjunto dos Ministros de Estado da Fazenda e da Saúde. a omissão. a falsidade ou o retardamento injustificado de informações ou documentos solicitados pela ANS constitui infração punível com multa diária de cinco mil Ufir. de acordo com o regimento interno. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. indicados e nomeados pelo Presidente da República após aprovação prévia pelo Senado Federal. Parágrafo único.177-44. de 2001) c) direção fiscal ou técnica. de 2001) g) garantias assistenciais.177-44. "f". a falsidade ou o retardamento injustificado de informações ou documentos solicitados pela ANS constitui infração punível com multa diária de R$ 5. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.estipular índices e demais condições técnicas sobre investimentos e outras relações patrimoniais a serem observadas pelas operadoras de planos de assistência à saúde. de 2001) d) liquidação extrajudicial. incluindo: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) b) adequação e utilização de tecnologias em saúde. de 2001) § 2o As normas previstas neste artigo obedecerão às características específicas da operadora. de 2001) e) procedimentos de recuperação financeira das operadoras.177-44. com um Procurador. a omissão.177-44. 1o da Lei no 9. além de unidades especializadas incumbidas de diferentes funções. 6o A gestão da ANS será exercida pela Diretoria Colegiada.656. se necessário. ainda. § 1o A recusa. funcionamento e fiscalização das operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. de 2001) § 1o A recusa. de 2001) f) normas de aplicação de penalidades.177-44. III. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. A ANS contará. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. também. podendo ser aumentada em até vinte vezes. Os Diretores serão brasileiros.177-44. com a Câmara de Saúde Suplementar. organização. de 3 de junho de 1998. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. nos termos do art. de 2001) XLII . especialmente no que concerne à natureza jurídica de seus atos constitutivos. de que trata o inciso XVII. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. da 46 .177-44.fixar as normas para constituição. composta por até cinco Diretores. (Revogado pela Medida Provisória nº 2. sendo um deles o seu Diretor-Presidente. 52. devendo contar.177-44. de caráter permanente e consultivo. Art. 5o A ANS será dirigida por uma Diretoria Colegiada.XLI . para garantir a sua eficácia em razão da situação econômica da operadora ou prestadora de serviços. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. § 3o O Presidente da República poderá determinar que os reajustes e as revisões das contraprestações pecuniárias dos planos privados de assistência à saúde. para cobertura dos planos ou produtos comercializados ou disponibilizados. um Corregedor e um Ouvidor.

de 2001) 47 . Art. admitida uma única recondução por três anos. no interesse da Administração.acumulação ilegal de cargos. dentre eles o Diretor-Presidente ou seu substituto legal.elaborar e divulgar relatórios periódicos sobre suas atividades.177-44.descumprimento injustificado de objetivos e metas acordados no contrato de gestão de que trata o Capítulo III desta Lei. VI .encaminhar os demonstrativos contábeis da ANS aos órgãos competentes. excetuando-se os interesses próprios relacionados a contrato particular de assistência à saúde suplementar. § 2o O afastamento de que trata o § 1o não implica prorrogação ou permanência no cargo além da data inicialmente prevista para o término do mandato.aprovar o regimento interno da ANS e definir a área de atuação de cada Diretor.cumprir e fazer cumprir as normas relativas à saúde suplementar.representar qualquer pessoa ou interesse perante a Agência. dentre os membros da Diretoria Colegiada.Constituição Federal.julgar. mediante provocação dos interessados. poderá o Presidente da República. § 2o Dos atos praticados pelos Diretores da Agência caberá recurso à Diretoria Colegiada. na condição de contratante ou consumidor. pelo menos. exercer cargo ou função em organização sujeita à regulação da ANS. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. e investido na função por três anos.editar normas sobre matérias de competência da ANS. três diretores. 7o O Diretor-Presidente da ANS será designado pelo Presidente da República. 8o Após os primeiros quatro meses de exercício. em grau de recurso. por solicitação do Ministro de Estado da Saúde. três diretores. II . VII . no mínimo. § 1o Instaurado processo administrativo para apuração de irregularidades. II . assegurados o contraditório e a ampla defesa.condenação em processo administrativo. três votos coincidentes. de 2001) § 2o Dos atos praticados pelos Diretores caberá recurso à Diretoria Colegiada como última instância administrativa. a ser instaurado pelo Ministro de Estado da Saúde. e deliberará com. as decisões dos Diretores. e IV . IV . é vedado a ex-dirigente da ANS: I . pelo menos. 10. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. II .condenação penal transitada em julgado. III . os dirigentes da ANS somente perderão o mandato em virtude de: I . empregos ou funções públicas. 9o Até doze meses após deixar o cargo. até a conclusão.deter participação. dentre eles o Diretor-Presidente ou seu substituto legal. Art. Art. ou pelo prazo restante de seu mandato. § 1o A Diretoria reunir-se-á com a presença de. § 1o A Diretoria reunir-se-á com a presença de. determinar o afastamento provisório do dirigente. V . admitida uma única recondução. Compete à Diretoria Colegiada: I . para cumprimento de mandato de três anos.exercer a administração da ANS. Art.177-44. III .

e exercer o poder disciplinar. preferencialmente. de 11 de dezembro de 1990.2000) § 1o Os cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores .§ 3o O recurso a que se refere o § 2o terá efeito suspensivo. § 6o A designação para CCSS é inacumulável com a designação ou nomeação para qualquer outra forma de comissionamento. A Câmara de Saúde Suplementar será integrada: I .nomear ou exonerar servidores. com as alterações da Lei no 9. na qualidade de Presidente. § 2o Do total de CCSS. nos termos da legislação em vigor.presidir as reuniões da Diretoria Colegiada. cessando o seu pagamento durante as situações de afastamento do servidor. IV . provendo os cargos efetivos. § 3o Enquanto não estiverem completamente preenchidas as vagas do quadro de pessoal efetivo da ANS. de 10 de dezembro de 1997. II . nas deliberações da Diretoria Colegiada. VII .7. 13. de 18. os cargos de que trata o caput poderão ser ocupados por pessoal requisitado de outros órgãos e entidades da administração pública.por um representante de cada Ministério a seguir indicado: a) da Fazenda. 12. os valores de retribuição correspondentes e o respectivo custo global estabelecidos no Anexo I. (Revogado pela Lei nº 9. devendo essa ocupação ser reduzida no prazo máximo de cinco anos. Art. 102 da Lei no 8.DAS e os Cargos Comissionados de Saúde Suplementar CCSS. VIII .986. inclusive aquelas consideradas de efetivo exercício. cabendo à Diretoria Colegiada dispor sobre o provimento dos dez por cento restantes.pelo Diretor-Presidente da ANS. acrescidos do valor do cargo comissionado para o qual tiver sido designado. por integrantes do quadro de pessoal da autarquia. III . § 5o Cabe à Diretoria Colegiada dispor sobre a realocação dos quantitativos e distribuição dos CCSS dentro de sua estrutura organizacional. ressalvados os períodos a que se referem os incisos I. salvo quando a matéria que lhe constituir o objeto envolver risco à saúde dos consumidores. com a finalidade de integrar a estrutura da ANS.decidir nas questões de urgência ad referendum da Diretoria Colegiada. III . VI e VIII do art. VI . em caso de empate. no mínimo noventa por cento são de ocupação exclusiva de empregados do quadro efetivo. em comissão e funções de confiança. V . 48 . Art.assinar contratos e convênios.cumprir e fazer cumprir as decisões da Diretoria Colegiada. ou seu substituto.encaminhar ao Ministério da Saúde e ao Consu os relatórios periódicos elaborados pela Diretoria Colegiada. relacionados no Anexo I desta Lei.representar legalmente a ANS. II . § 4o O servidor ou empregado investido em CCSS perceberá os vencimentos do cargo efetivo.DAS serão exercidos. São criados os cargos em comissão de Natureza Especial.112.decidir. IV.527. na qualidade de Secretário. ordenar despesas e praticar os atos de gestão necessários ao alcance dos objetivos da ANS. observados os níveis hierárquicos. Compete ao Diretor-Presidente: I . do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores .por um diretor da ANS. Art. 11.

b) de associações de consumidores de planos privados de assistência à saúde. Estabelecimentos e Serviços. de 2001) 49 . l) Confederação Nacional do Comércio. Hospitais e Entidades Filantrópicas.por um representante de cada órgão e entidade a seguir indicados: a) Conselho Nacional de Saúde. Hospitais. n) Força Sindical. f) Conselho Federal de Enfermagem.177-44. c) do segmento de auto-gestão de assistência à saúde.177-44. i) Confederação das Santas Casas de Misericórdia. a) do segmento de autogestão de assistência à saúde. IV .por um representante de cada entidade a seguir indicada: a) de defesa do consumidor. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) b) das empresas de medicina de grupo. e) Conselho Federal de Odontologia. de 2001) c) das cooperativas de serviços médicos que atuem na saúde suplementar. d) das empresas de medicina de grupo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. j) Confederação Nacional da Indústria. d) Conselho Federal de Medicina. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. p) Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização. c) do Trabalho e Emprego. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. o) Social Democracia Sindical. m) Central Única dos Trabalhadores.177-44. b) Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde. e) da Saúde. h) Confederação Nacional de Saúde.17744.177-44. d) da Justiça. de 2001) V . de 2001) q) Associação Médica Brasileira. g) Federação Brasileira de Hospitais.b) da Previdência e Assistência Social. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. e) das cooperativas de serviços médicos que atuem na saúde suplementar. de 2001) d) das empresas de odontologia de grupo.177-44. c) Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.

177-44. § 2o As entidades de que trata as alíneas do inciso V escolherão entre si dentro de cada categoria o seu representante e respectivo suplente na Câmara de Saúde Suplementar. 50 . no prazo máximo de cento e vinte dias seguintes à designação do DiretorPresidente da autarquia.o produto da arrecadação das multas resultantes das suas ações fiscalizadoras. mediante solicitação do Ministro de Estado da Saúde. dentro de cada categoria.a retribuição por serviços de quaisquer natureza prestados a terceiros. 17. § 2o As entidades de que tratam as alíneas dos incisos V e VI escolherão entre si. Constituem patrimônio da ANS os bens e direitos de sua propriedade. h) das entidades de portadores de deficiência e de patologias especiais. os seus representantes e respectivos suplentes na Câmara de Saúde Suplementar. DAS RECEITAS E DA GESTÃO FINANCEIRA Art. pelo Presidente da República. II . g) das cooperativas de serviços odontológicos que atuem na área de saúde suplementar. III . negociado entre seu Diretor-Presidente e o Ministro de Estado da Saúde e aprovado pelo Conselho de Saúde Suplementar.177-44. a sua atuação administrativa e o seu desempenho. 14.177-44.177-44. 15.por dois representantes de entidades a seguir indicadas: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) CAPÍTULO III DO CONTRATO DE GESTÃO Art. Art. objetivamente. A administração da ANS será regida por um contrato de gestão. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 18. de 2001) b) de associações de consumidores de planos privados de assistência à saúde. Constituem receitas da ANS: I . 16. O contrato de gestão estabelecerá os parâmetros para a administração interna da ANS. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.o produto resultante da arrecadação da Taxa de Saúde Suplementar de que trata o art. bem assim os indicadores que permitam avaliar. Art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. os que lhe forem conferidos ou os que venha a adquirir ou incorporar. de 2001) a) de defesa do consumidor.e) das cooperativas de serviços odontológicos que atuem na área de saúde suplementar.177-44. de 2001) f) das empresas de odontologia de grupo. VI . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. CAPÍTULO IV DO PATRIMÔNIO. Parágrafo único. de 2001) § 1o Os membros da Câmara de Saúde Suplementar serão designados pelo DiretorPresidente da ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. O descumprimento injustificado do contrato de gestão implicará a dispensa do Diretor-Presidente. de 2001) c) das entidades de portadores de deficiência e de patologias especiais.177-44.

§ 4o Para fins do inciso II deste artigo.IV . 18. Parágrafo único. XI . acordos ou contratos celebrados com entidades ou organismos nacionais e internacionais. Art. Art.os valores apurados em aplicações no mercado financeiro das receitas previstas neste artigo. IX . créditos adicionais. Art. X .as doações. pedido de reajuste de contraprestação pecuniária. § 3o Para fins do inciso II deste artigo. os valores estabelecidos no Anexo III desta Lei sofrerão um desconto de 50% (cinqüenta por cento). V .por registro de produto.o produto da execução da sua dívida ativa. subvenções e outros recursos que lhe forem destinados. VI . VIII . créditos especiais.00 (dois reais) pelo número médio de usuários de cada plano privado de assistência à saúde. serviço ou contrato com a finalidade de garantir a assistência à saúde visando a assistência médica.o produto da venda de publicações. A Taxa de Saúde Suplementar será devida: I .os recursos provenientes de convênios. deduzido o percentual total de descontos apurado em cada plano. não serão incluídos os maiores de sessenta anos. É instituída a Taxa de Saúde Suplementar. conforme disposto em resolução da Diretoria Colegiada da ANS. os casos de alteração de dados referentes ao produto ou à operadora que não produzam conseqüências para o consumidor ou o mercado de saúde suplementar. a Taxa de Saúde Suplementar será devida quando da protocolização do requerimento e de acordo com o regulamento da ANS. conforme os valores constantes da Tabela que constitui o Anexo III desta Lei. previsto no inciso I deste artigo. na forma definida pelo Poder Executivo. setembro e dezembro e de acordo com o disposto no regulamento da ANS. II . 51 . na forma definida pelo Poder Executivo. alteração de dados referente à operadora. a Taxa de Saúde Suplementar será devida anualmente e recolhida até o último dia útil do primeiro decêndio dos meses de março. e seu valor será o produto da multiplicação de R$ 2. junho. Os recursos previstos nos incisos I a IV e VI a XI deste artigo serão creditados diretamente à ANS. 19. legados. cujo fato gerador é o exercício pela ANS do poder de polícia que lhe é legalmente atribuído. dados e informações. § 5o Até 31 de dezembro de 2000. poderão fazer jus a isenção ou redução da respectiva Taxa de Saúde Suplementar. de acordo com as Tabelas I e II do Anexo II desta Lei. cooperativa ou entidade de autogestão. hospitalar ou odontológica. alteração de dados referente ao produto. transferências e repasses que lhe forem conferidos. que operem produto.quaisquer outras receitas não especificadas nos incisos I a X deste artigo. § 2o Para fins do inciso I deste artigo. São sujeitos passivos da Taxa de Saúde Suplementar as pessoas jurídicas. § 1o Para fins do cálculo do número médio de usuários de cada plano privado de assistência à saúde.as dotações consignadas no Orçamento-Geral da União. VII . 20. registro de operadora.por plano de assistência à saúde. material técnico.os valores apurados na venda ou aluguel de bens móveis e imóveis de sua propriedade. condomínios ou consórcios constituídos sob a modalidade de sociedade civil ou comercial.

Os débitos relativos à Taxa de Saúde Suplementar poderão ser parcelados.177-44. de 2001) § 2o Além dos acréscimos previstos nos incisos I e II deste artigo. 23. fazendo jus a um desconto de cinco por cento sobre o montante calculado na forma do inciso I deste artigo. a juízo da ANS. de 2001) § 9o Os valores constantes do Anexo III desta Lei ficam reduzidos em cinqüenta por cento. Art. na via administrativa ou judicial. conforme dispuser a ANS.juros de mora. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.656.17744. A Taxa de Saúde Suplementar não recolhida nos prazos fixados será cobrada com os seguintes acréscimos: I . os casos de alteração de dados referentes a produtos ou a operadoras. de 2001) Art.SUS.177-44. em sua rede própria. de 2001) § 8o As operadoras com número de usuários inferior a vinte mil poderão optar pelo recolhimento em parcela única no mês de março. A Taxa de Saúde Suplementar será recolhida em conta vinculada à ANS. até edição da norma correspondente aos seus registros definitivos. Os valores cuja cobrança seja atribuída por lei à ANS e apurados administrativamente. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de acordo com os critérios fixados na legislação tributária. § 1o Os débitos relativos à Taxa de Saúde Suplementar poderão ser parcelados. conforme dispuser a ANS.177-44. no caso das empresas com número de usuários inferior a vinte mil. o não recolhimento da Taxa de Saúde Suplementar implicará a perda dos descontos previstos nesta Lei. as operadoras de planos privados de assistência à saúde adquirentes ficam isentas de pagamento da respectiva Taxa de Saúde Suplementar. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. farão jus a um desconto de trinta por cento sobre o montante calculado na forma do inciso I deste artigo. 22. II . (um por cento ao mês) ou fração de mês. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. contados do mês seguinte ao do vencimento. relativa aos beneficiários integrantes daquela carteira. de 2001) § 7o As operadoras de planos privados de assistência à saúde que comercializam exclusivamente planos odontológicos farão jus a um desconto de cinqüenta por cento sobre o montante calculado na forma do inciso I deste artigo.§ 6o As operadoras de planos privados de assistência à saúde que se enquadram nos segmentos de autogestão por departamento de recursos humanos. de 1998.m. nos casos de alienação compulsória de carteira.multa de mora de 10% (dez por cento). conforme dispuser a ANS. a juízo da ANS. 24. Para fins do disposto no inciso I deste artigo. Parágrafo único. de 2001) § 11. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 21.177-44. não recolhidos no prazo estipulado. serão inscritos em dívida ativa da própria ANS e servirão de título executivo para cobrança judicial na forma da lei. ficam isentos da respectiva Taxa de Saúde Suplementar. Art.177-44. A Taxa de Saúde Suplementar será devida a partir de 1o de janeiro de 2000. pelo prazo de cinco anos. à razão de 1% a. (Renumerado pela Medida Provisória nº 2. mais de sessenta por cento do custo assistencial relativo aos gastos em serviços hospitalares referentes a seus Planos Privados de Assistência à Saúde e que prestam ao menos trinta por cento de sua atividade ao Sistema Único de Saúde . de acordo com os critérios fixados na legislação tributária. ou que despendem. conforme o disposto na Lei no 9. de 2001) § 10. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 52 .177-44.177-44. Para fins do disposto no inciso II deste artigo. além dos descontos previstos nos §§ 6o e 7o. ou que tenham número de usuários inferior a vinte mil. de 2001) Art. ou de filantropia.

de 18.requisitar servidores e empregados de órgãos e entidades públicos. A ANS poderá requisitar. contado da data de instalação da ANS. 30. a ANS poderá: I . é a ANS autorizada a efetuar contratação temporária por prazo não excedente a trinta e seis meses. de 2004) Art. até o limite da remuneração do cargo efetivo ou emprego ocupado no órgão ou na entidade de origem. 31. as nomeações observarão os seguintes critérios: 53 . por projetos ou prazos limitados. ao acompanhamento e à avaliação de atividades. 11. visando implementar a transição para o sistema de mandatos não coincidentes. podendo ser prorrogadas desde que sua duração não ultrapasse o termo final da autorização de que trata o caput. servidor ou empregado requisitado ou pertencente ao Quadro da Agência ou do Ministério da Saúde. bem assim os respectivos responsáveis. duração determinada e não integrantes da sua estrutura organizacional. 5 o e 6o. servidores e empregados de órgãos e entidades integrantes da Administração Pública Federal. 9o.986. § 2o A contratação de pessoal temporário poderá ser efetivada à vista de notória capacidade técnica ou científica do profissional. A execução fiscal da dívida ativa será promovida pela Procuradoria da ANS. projetos e programas de caráter finalístico na área de regulação da saúde suplementar. Na primeira gestão da ANS. Art.Sipec. observada a legislação em vigor. 37 da Constituição Federal. (Vide Medida Provisória nº 155. com ônus e para ocupação de cargos comissionados. nos arts. no parágrafo único do art. Art. Parágrafo único. independentemente da função ou atividade a ser exercida. são consideradas necessidades temporárias de excepcional interesse público as atividades relativas à implementação. Excetuam-se da vedação prevista neste artigo os empregados de empresas públicas e sociedades de economia mista que mantenham sistema de assistência à saúde na modalidade de autogestão. Art. 29. 25. quando a requisição implicar redução dessa remuneração. (Revogado pela Lei 10. 12 e 16 da Lei no 8. de 9 de dezembro de 1993. econômica e jurídica. 26.Art. § 5o Aplica-se ao pessoal contratado temporariamente pela ANS o disposto nos arts.complementar a remuneração do servidor ou empregado requisitado. Art. 28. Nos termos do inciso IX do art. a contar de sua instalação. ressalvada a participação em comissões de trabalho criadas com fim específico. II . mediante designação da Diretoria Colegiada. científica.2000) Parágrafo único. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. É vedado à ANS requisitar pessoal com vínculo empregatício ou contratual junto a entidades sujeitas à sua ação reguladora. 7o. administrativa. conforme dispuser o regulamento. o exercício da fiscalização das operadoras de planos privados de assistência à saúde poderá ser realizado por contratado.871. 27. Durante o prazo máximo de cinco anos. 8o. § 4o A remuneração do pessoal contratado temporariamente terá como referência valores definidos em ato conjunto da ANS e do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal . Durante os primeiros trinta e seis meses subseqüentes à sua instalação. (Revogado pela Lei nº 9.2003) § 1o Para os fins do disposto no caput deste artigo.745. A ANS poderá contratar especialistas para a execução de trabalhos nas áreas técnica.12. de 23. 10.7. § 3o As contratações temporárias serão feitas por tempo determinado e observado o prazo máximo de doze meses. mediante análise do curriculum vitae. suporte administrativo e jurídico imprescindíveis à implantação da ANS.

(Incluído dada pela Medida Provisória nº 2. Até que se conclua a instalação da ANS.177-44. 6 o desta Lei. 36. para mandato de três anos.I . por indicação do Ministro de Estado da Saúde. diretor técnico ou liquidante de operadora de plano de assistência à saúde com remuneração equivalente à do cargo em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores . parágrafo único. símbolo CGE-III. da Lei no 8. instalação e funcionamento da ANS. em valor equivalente à do cargo em comissão de Gerência Executiva. de nível 5. dois serão nomeados para mandato de quatro anos e um. 35. alterado pela Lei no 9. 32. (Incluído dada pela Medida Provisória nº 2. são o Ministério da Saúde e a Fundação Nacional de Saúde incumbidos de assegurar o suporte administrativo e financeiro necessário ao funcionamento da Agência. reconhecida idoneidade moral e registro em conselho de fiscalização de profissões regulamentadas. ressarcindo-se dos valores despendidos com juros e correção monetária junto à operadora ou à massa. transferir ou utilizar os saldos orçamentários do Ministério da Saúde e do Fundo Nacional de Saúde para atender as despesas de estruturação e manutenção da ANS.remanejar. as prerrogativas e flexibilidades de gestão previstas em lei. A ANS designará pessoa física de comprovada capacidade e experiência. do diretor fiscal ou do liquidante deverá ser suportada pela operadora ou pela massa. subatividades e grupos de despesas previstos na Lei Orçamentária em vigor.177-44.sub-rogar contratos ou parcelas destes relativos à manutenção. utilizando como recursos as dotações orçamentárias destinadas às atividades finalísticas e administrativas. Art.dois diretores serão nomeados na forma do parágrafo único do art. A ANS poderá designar servidor ou empregado da Administração Pública Federal.666.177-44. de 2001) § 2o Se a operadora ou a massa não dispuserem de recursos para custear a remuneração de que trata este artigo.três diretores serão nomeados pelo Presidente da República. para exercer o encargo de diretor fiscal. após a assinatura e enquanto estiver vigendo o contrato de gestão. para exercer o encargo de diretor fiscal. Art. os direitos e as receitas do Ministério da Saúde e de seus órgãos. 54 . 24. nível III. Art. 54 a 58 da Lei no 9. a ANS poderá. de 2001) § 1o A remuneração do diretor técnico. II .472. 33. conforme o caso. observados os mesmos subprojetos. necessários ao desempenho de suas funções. 34. Art. São estendidas à ANS. Parágrafo único. de 27 de maio de 1998. regulamentos e atos normativos para as Agências Executivas. direta ou indireta.648. para mandato de três anos. Aplica-se à ANS o disposto no art. promover este pagamento. excepcionalmente. § 1o Dos três diretores referidos no inciso I deste artigo. É o Poder Executivo autorizado a: I .DAS. de 21 de junho de 1993. um será nomeado para mandato de quatro anos e o outro. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. § 2o Dos dois diretores referidos no inciso II deste artigo. as obrigações. III . de diretor técnico ou de liquidante de operadora de planos privados de assistência à saúde. 33. II . Aplica-se à ANS o disposto nos arts. de 2001) Art. Art.transferir para a ANS o acervo técnico e patrimonial. de 16 de julho de 1997.

no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias. O Poder Executivo. envolvendo matéria cuja competência tenha sido transferida à ANS. 37.Art. será requerida mediante petição subscrita pela Advocacia-Geral da União. a critério da Diretoria Colegiada. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. no prazo de cento e oitenta dias. a Advocacia-Geral da União permanecerá no feito. praticando todos os atos processuais necessários.2000 (Ed. 39. dirigida ao Juízo ou Tribunal competente. inclusive da estrutura física e do funcionamento da ANS. a qual substituirá a União nos respectivos processos. A Advocacia-Geral da União e o Ministério da Saúde. a Taxa de Saúde Suplementar instituída por esta Lei poderá ser recolhida ao Fundo Nacional de Saúde. O disposto nesta Lei aplica-se. 40.U. bem assim às suas operadoras. naqueles processos judiciais.O. requerendo a intimação da Procuradoria da ANS para assumir o feito. Art. promoverão. 38. Brasília. Art.1. § 2o Enquanto não operada a substituição na forma do § 1 o. enviará projeto de lei tratando da matéria objeto da presente Lei. Art. por intermédio de sua Consultoria Jurídica. levantamento dos processos judiciais em curso.656. mediante comissão conjunta. § 1o A substituição a que se refere o caput. de 29. 41. de 1998. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO José Serra Este texto não substitui o publicado no D. no que couber. Art. 179o da Independência e 112o da República. Até a efetiva implementação da ANS. 1o da Lei no 9. 28 de janeiro de 2000. aos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. Extra) ANEXO II TABELA I DESCONTOS POR ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA DO PLANO Abrangência Geográfica Nacional Grupo de Estados Estadual Grupo de Municípios Municipal Desconto (%) 5 10 15 20 25 TABELA II DESCONTOS POR COBERTURA MÉDICO-HOSPITALAR-ODONTOLÓGICA OFERECIDA Cobertura Ambulatorial (A) A+Hospitalar (H) A+H +Odontológico (O) A+H+Obstetrícia (OB) Desconto (%) 20 6 4 4 55 .

179o da Independência e 112o da República.A+H+OB+O A+O H H+O H+OB H+OB+O O 2 14 16 14 14 12 32 ANEXO III ATOS DE SAÚDE SUPLEMENTAR Atos de Saúde Suplementar Registro de Produto Registro de Operadora Alteração de Dados – Produto Alteração de Dados – Operadora Pedido de Reajuste de Mensalidade Valor (R$) 1.000. da Constituição. o Regulamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar . de 30 de dezembro de 1999. 5 de janeiro de 2000. DE 5 DE JANEIRO DE 2000.000. 56 . 84.012-2. de 28. Art.00 2. 1o Ficam aprovados. no uso da atribuição que lhe confere o art. 2o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA.ANS e o correspondente Quadro Demonstrativo dos Cargos de Natureza Especial. em Comissão e Comissionados.00 1.1.961. e dá outras providências. Brasília.00 ********************* Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO No 3.00 1.000.000. incisos IV e VI.327. Vide Lei 9.ANS. DECRETA: Art.00 Aprova o Regulamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar . e tendo em vista o disposto na Medida Provisória n o 2. na forma dos Anexos I e II a este Decreto.00 500.

bem como.012-2. normatização. e suas excepcionalidades. VI . sendo-lhe assegurado. de 3 de junho de 1998. financeira. 3o Compete à ANS: I .012-2. § 2o A ANS atuará como entidade administrativa independente.estabelecer parâmetros e indicadores de qualidade e de cobertura em assistência à saúde para os serviços próprios e de terceiros oferecidos pelas operadoras.656. com prazo de duração indeterminado e atuação em todo território nacional.ANS. § 4o A ANS é o órgão de regulação. é uma autarquia sob regime especial. 1o A Agência Nacional de Saúde Suplementar . 57 .estabelecer as características gerais dos instrumentos contratuais utilizados na atividade das operadoras. 35-A da Lei n o 9. V . técnica. de 1998.DF.CONSU para a regulação do setor de saúde suplementar. que constituirão referência básica para os fins do disposto na Lei no 9. políticas e diretrizes gerais ao Conselho Nacional de Saúde Suplementar . com personalidade jurídica de direito público. com mandato fixo de seus dirigentes. II . CAPÍTULO II DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Seção I Das Competências Art.elaborar o rol de procedimentos e eventos em saúde. 2o A ANS terá por finalidade institucional promover a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde. 1o da Medida Provisória no 2. Art.fixar critérios para os procedimentos de credenciamento e descredenciamento de prestadores de serviço às operadoras.FERNANDO HENRIQUE CARDOSO José Serra Martus Tavares ANEXO I REGULAMENTO DA AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art.estabelecer normas para ressarcimento ao Sistema Único de Saúde. de 30 de dezembro de 1999.656. IV . vinculada ao Ministério da Saúde. § 1o A natureza de autarquia especial conferida à ANS é caracterizada por autonomia administrativa. patrimonial e de gestão de recursos humanos. criada pelo art. III . inclusive quanto à suas relações com prestadores e consumidores. controle e fiscalização de atividades que garantam a assistência suplementar à saúde.propor normas relativas às matérias tratadas no inciso IV do art. regulando as operadoras setoriais. de 1999. contribuindo para o desenvolvimento das ações de saúde no País. § 3o A ANS tem sede e foro na cidade de Brasília . podendo manter unidade administrativa em outras localidades. nos termos da Medida Provisória no 2. as prerrogativas necessárias ao exercício adequado de suas atribuições.

regulamentar outras questões relativas à saúde suplementar. com vistas à homologação de reajustes e revisões.656. direta ou indiretamente. XIII . 30 e 31 da Lei n o 9.estabelecer critérios.estabelecer normas para registro dos produtos definidos no inciso I e § 1o do art. de caráter consultivo. XV . XXII .estabelecer normas relativas à adoção e utilização. 12 da Lei no 9.definir. XVIII . XIV . ouvidos previamente os órgãos do sistema de defesa da concorrência. X . alteração ou transferência do controle societário. XXI . a segmentação das operadoras e administradoras de planos privados de assistência à saúde. contratados ou conveniados. 58 . incorporação.656. sua cisão. XXV . pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde. pelas operadoras de planos de assistência à saúde.deliberar sobre a criação de câmaras técnicas. de 1998. obrigações e normas de procedimento para garantia dos direitos assegurados nos arts. manutenção e cancelamento de registro dos produtos das operadoras de planos privados de assistência à saúde.656.proceder à integração de informações com os bancos de dados do Sistema Único de Saúde. seus prestadores de serviços. manutenção e qualidade dos serviços prestados.estabelecer critérios gerais para o exercício de cargos diretivos das operadoras de planos privados de assistência à saúde.expedir normas e padrões para o envio de informações de natureza econômicofinanceira pelas operadoras.normatizar os conceitos de doença e lesão preexistentes.decidir sobre o estabelecimento de sub-segmentações aos tipos de planos definidos nos incisos I a IV do art.avaliar a capacidade técnico-operacional das operadoras de planos privados de assistência à saúde para garantir a compatibilidade da cobertura oferecida com os recursos disponíveis na área geográfica de abrangência. de mecanismos de regulação do uso dos serviços de saúde.autorizar o registro dos planos privados de assistência à saúde. de 1998. de 1998. XI . 1o da Lei no 9. para fins de aplicação da Lei no 9. XII .656. rotinas e procedimentos para concessão.monitorar a evolução dos preços de planos de assistência à saúde. VIII . XXIV .estabelecer critérios de aferição e controle da qualidade dos serviços oferecidos pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde. de forma a subsidiar suas decisões. XVII .autorizar reajustes e revisões das contraprestações pecuniárias dos planos privados de assistência à saúde. sejam eles próprios. XXVI . observando as suas peculiaridades.estabelecer normas. XVI . IX . de 1998. referenciados.exercer o controle e a avaliação dos aspectos concernentes à garantia de acesso. bem assim.fiscalizar as atividades das operadoras de planos privados de assistência à saúde e zelar pelo cumprimento das normas atinentes ao seu funcionamento.VII . de acordo com parâmetros e diretrizes gerais fixados conjuntamente pelos Ministérios da Fazenda e da Saúde. XIX . fusão. e respectivos componentes e insumos. responsabilidades.autorizar o registro e o funcionamento das operadoras de planos privados de assistência à saúde. XXIII . XX .

de 11 de setembro de 1990. observado o disposto na Lei no 8.656. de 1998. XXXVII . § 3o Submetem-se à atuação da ANS as operadoras de plano de assistência à saúde definidas no inciso II do art.requisitar o fornecimento de quaisquer informações das operadoras de planos privados de assistência à saúde. especialmente no que concerne à natureza jurídica de seus atos constitutivos.adotar as medidas necessárias para estimular a competição no setor de planos privados de assistência à saúde. bem como da rede prestadora de serviços a elas credenciadas. XXXVIII . 4o A ANS terá a seguinte estrutura básica: 59 .aplicar as penalidades pelo descumprimento da Lei no 9. no que couber. e XXXIX . Seção II Da Estrutura Básica Art.zelar pela qualidade dos serviços de assistência à saúde no âmbito da assistência à saúde suplementar.656. 1o da mesma Lei.078. de 1998. XXXI .XXVII . XXXIII . e de sua regulamentação.fiscalizar a atuação das operadoras e prestadores de serviços de saúde com relação à abrangência das coberturas de patologias e procedimentos. deverá comunicá-la ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE.promover a alienação da carteira de planos privados de assistência à saúde das operadoras. conforme dispuser resolução da Diretoria Colegiada. relativos à prestação de serviços médicos e hospitalares no âmbito da saúde suplementar. que operem os produtos referidos no inciso I e no §1 o do art. § 1o A recusa.656. à Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça e à Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda.avaliar os mecanismos de regulação utilizados pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde.proceder à liquidação das operadoras que tiverem cassada a autorização de funcionamento. de 1999. XXX . a falsidade. § 4o A ANS.instituir o regime de direção fiscal ou técnica nas operadoras. a omissão. de 1998. podendo ser aumentada em até vinte vezes se necessário. bem como as pessoas jurídicas.administrar e arrecadar as taxas instituídas pela Medida Provisória no 2. ou o retardamento injustificado de informações ou documentos solicitados pela ANS constitui infração punível com multa diária de cinco mil UFIR.fiscalizar o cumprimento das disposições da Lei no 9. XXIX . para garantir a sua eficácia em razão da situação econômica da operadora ou prestadora de serviços. ao tomar conhecimento de fato que configure ou possa configurar infração à ordem econômica. 1o da Lei no 9. e de sua regulamentação. § 2o As normas previstas neste artigo obedecerão às características específicas da operadora. XXXV . XXXII . XXVIII .fiscalizar aspectos concernentes às coberturas e aos aspectos sanitários e epidemiológicos.012-2. XXXVI .articular-se com os órgãos de defesa do consumidor visando a eficácia da proteção e defesa do consumidor de serviços privados de assistência à saúde. XXXIV . conforme o caso.

determinar o afastamento provisório do dirigente.representar qualquer pessoa ou interesse perante a ANS. garantidos os direitos de contraditório e de ampla defesa. de 1999. Art.descumprimento injustificado de objetivos e metas acordados no contrato de gestão de que trata o capítulo III deste Regulamento.Diretoria Colegiada. observado o disposto nos arts. pelo Presidente da República. sendo um dos quais o seu Diretor-Presidente. o novo Diretor será nomeado para cumprir período remanescente do respectivo mandato. nomeados pelo Presidente da República. II . de acordo com os procedimentos previstos no § 1o deste artigo. pelo prazo de três anos. 6o O Diretor-Presidente da ANS será designado pelo Presidente da República. até a conclusão. II . IV . no interesse da administração. 5o A ANS será dirigida por uma Diretoria Colegiada. Art. empregos ou funções públicas.I . e II . por solicitação do Ministro de Estado da Saúde. e IV . admitida uma única recondução por três anos. § 2o Os Diretores poderão ser reconduzidos.deter participação. observado o disposto neste Regulamento. para cumprir mandatos de três anos. e investido na função por três anos. dentre os membros da Diretoria Colegiada. após aprovação da indicação pelo Senado Federal. exercer cargo ou função em organização sujeita à regulação da ANS. ou pelo prazo que restar de seu mandato. na condição de contratante ou consumidor.Corregedoria. O regimento interno disporá sobre a estruturação. composta por cinco Diretores. a ser instaurado pelo Ministro de Estado da Saúde. poderá o Presidente da República. III . § 1o Os Diretores serão brasileiros. § 3o Na hipótese de vacância de cargo diretivo da Diretoria. Parágrafo único. por indicação do Ministro de Estado da Saúde. em virtude de: I . uma única vez. Corregedoria e das demais unidades organizacionais. 60 .acumulação ilegal de cargos. Ouvidoria. 6o e 31 da Medida Provisória no 2. 8o Até doze meses após deixar o cargo. § 1o Instaurado processo administrativo para apuração de irregularidades. § 2o O afastamento de que trata o parágrafo anterior não implica prorrogação ou permanência no cargo além da data inicialmente prevista para o término do mandato. Seção III Da Diretoria Colegiada Art. os dirigentes da ANS somente perderão o mandato.Procuradoria. 7o Após os primeiros quatro meses de exercício. excetuando-se os interesses próprios relacionados a contrato particular de assistência à saúde suplementar.012-2. não coincidentes.Câmara de Saúde Suplementar. é vedado a ex-dirigente da ANS: I . atribuições e vinculação da Procuradoria.Ouvidoria.condenação em processo administrativo.condenação penal transitada em julgado. III . Art. e V .

as decisões dos Diretores. salvo quando a matéria que lhe constituir o objeto envolver risco à saúde dos consumidores.desenvolver o planejamento estratégico e operacional da ANS. e XII . São atribuições comuns aos Diretores: I . bem como as atribuições de seus dirigentes. promoção e afastamento de servidores para participação em eventos de capacitação lato sensu e stricto sensu. discutir e decidir. 9o Compete à Diretoria Colegiada. VII . Art. VI .Art. na forma da legislação em vigor.delegar aos Diretores atribuições específicas relativas aos atos de gestão da ANS.editar normas sobre matérias de competência da ANS.elaborar e divulgar relatórios periódicos sobre suas atividades. sobre matérias de competência da autarquia. III .praticar e expedir os atos de gestão administrativa no âmbito de suas atribuições. § 3o O recurso de que se refere o parágrafo anterior terá efeito suspensivo. Art. II . da Ouvidoria e demais unidades organizacionais. em última instância administrativa.cumprir e fazer cumprir as normas relativas à saúde suplementar. 11. requisição. II . V . em grau de recurso.aprovar o regimento interno e definir a área de atuação. dentre eles o Diretor-Presidente ou seu substituto legal. da Procuradoria. § 4o Os atos decisórios da Diretoria Colegiada serão publicados no Diário Oficial.aprovar a cessão.contribuir com subsídios para propostas de ajustes e modificações na legislação. quando for o caso. 10.coordenar as atividades das unidades organizacionais sob sua responsabilidade.exercer a administração da ANS. § 2o Dos atos praticados pelos Diretores da ANS caberá recurso à Diretoria Colegiada. IV . V . autorizar o afastamento de funcionários do País para desempenho de atividades técnicas e de desenvolvimento profissional. diretrizes gerais e normas. VIII .cumprir e fazer cumprir as decisões tomadas pela Diretoria Colegiada. § 1o A Diretoria reunir-se-á com a presença de pelo menos. Ao Diretor-Presidente incumbe: 61 . a competência e a estrutura de cada Diretoria. a responsabilidade de analisar. XI . três Diretores.zelar pelo desenvolvimento e credibilidade interna e externa da ANS e pela legitimidade de suas ações.cumprir e fazer cumprir as disposições regulamentares no âmbito das atribuições da ANS.encaminhar os demonstrativos contábeis da ANS aos órgãos competentes. IX .zelar pelo cumprimento dos planos e programas da ANS. necessários à modernização do ambiente institucional de atuação da ANS. e VII . VI . III .elaborar e propor ao CONSU e ao Ministro de Estado da Saúde as políticas. mediante provocação dos interessados. IV .por delegação.julgar. do setor de saúde suplementar destinadas a permitir à ANS o cumprimento de seus objetivos. bem como: I . X . da Corregedoria. a organização.

e V . cujas competências serão estabelecidas no regimento interno.supervisionar o funcionamento geral da ANS.947. em caso de empate.delegar competências previstas nos incisos VI a VIII. A ANS contará com um órgão de participação institucionalizada da sociedade denominado Câmara de Saúde Suplementar. 13. convênios. I . II .cumprir e fazer cumprir as decisões da Diretoria Colegiada. § 1o O Ministro de Estado da Saúde indicará um Diretor para substituir o Diretor-Presidente em seus impedimentos.representar legalmente a ANS. de caráter permanente e consultivo. Art. VI . provendo os cargos em comissão. nomear ou exonerar servidores e empregados públicos.decidir nas questões de urgência ad referendum da Diretoria Colegiada. A Câmara de Saúde Suplementar será integrada: I . II . nos termos do Decreto n o 2.praticar os atos de gestão de recursos humanos. na qualidade de Presidente.encaminhar ao Ministério da Saúde e ao CONSU os relatórios periódicos elaborados pela Diretoria Colegiada.de Desenvolvimento Setorial. V . IX . A Diretoria Colegiada é composta pelas seguintes Diretorias. VIII .secretariar o Conselho de Saúde Suplementar e presidir a Câmara de Saúde Suplementar.de Normas e Habilitação dos Produtos. XI . de 26 de janeiro de 1999.de Gestão. acordos. III . IV . 14. § 2o A indicação para provimento do cargo de Procurador-Geral da ANS deverá ser submetida ao Advogado-Geral da União.assinar contratos. III .presidir as reuniões da Diretoria Colegiada. 12. 62 . Seção V Da Câmara de Saúde Suplementar Art. VII .I . IV . comissionados e efetivos e contratar pessoal temporário e exercer o poder disciplinar. ou seu substituto. nos termos da legislação em vigor. X . Seção IV Da Diretoria Art. ajustes e outros instrumentos legais necessários ao alcance dos objetivos da ANS. e XII .decidir. nas deliberações da Diretoria Colegiada.de Fiscalização.de Normas e Habilitação das Operadoras.ordenar despesas e praticar atos de gestão de recursos orçamentários e financeiros e de administração. aprovar edital e homologar resultados de concursos públicos e processos seletivos.pelo Diretor-Presidente da ANS.

por um representante das entidades a seguir indicadas: a) de defesa do consumidor. h) Confederação das Misericórdias do Brasil. c) do segmento de auto-gestão de assistência à saúde. 63 . g) Confederação Nacional de Saúde. b) Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde. d) Conselho Federal de Medicina.II . m) Força Sindical. g) das cooperativas de serviços odontológicos que atuem na área de saúde suplementar. c) Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde. IV . § 1o Os membros da Câmara de Saúde Suplementar serão indicados pelas entidades e designados pelo Diretor-Presidente da ANS. de ofício. III . na qualidade de Secretário. i) Confederação Nacional da Indústria. b) de associações de consumidores de planos privados de assistência à saúde. V . e) das cooperativas de serviços médicos que atuem na saúde suplementar. h) das entidades de portadores de deficiência e de patologias especiais.por um representante de cada Ministério a seguir indicado: a) da Fazenda. j) Confederação Nacional do Comércio. Hospitais. pelo Diretor-Presidente da ANS. l) Central Única dos Trabalhadores. c) do Trabalho e Emprego. § 2o As entidades de que trata as alíneas do inciso V escolherão entre si dentro de cada categoria o seu representante na Câmara de Saúde Suplementar. d) da Justiça. Estabelecimentos e Serviços. f) das empresas de odontologia de grupo.por um diretor da ANS. f) Federação Brasileira de Hospitais. b) da Previdência e Assistência Social. d) das empresas de medicina de grupo. § 3o A não-indicação do representante por parte dos órgãos e entidades ensejará a nomeação. e) Conselho Federal de Odontologia.por um representante de cada órgão e entidade a seguir indicados: a) Conselho Nacional de Saúde.

de qualquer natureza. Art. em especial à Diretoria Colegiada. e II . 18. II . intimação e notificações judiciais. São atribuições do Procurador-Geral: I . e VII . inclusive examinando previamente os textos de atos normativos. bem assim com a Corregedoria e a Procuradoria. para fins de cobrança extrajudicial ou judicial. Art.apurar a liquidez e certeza dos créditos. em quaisquer empresas ou pessoas sujeitas à área de atuação da ANS. mediante autorização nos termos da Lei no 9. nos casos em que couber. não tendo vinculação hierárquica com a Diretoria Colegiada.coordenar as atividades de assessoramento jurídico da ANS. à Procuradoria e à Corregedoria da ANS. e IV . § 2o É vedado ao Ouvidor ter interesse. A Ouvidoria atuará com independência. VI . 15. Art.469. Seção VII Da Ouvidoria Art. e ao Ministério Público.representar judicialmente a ANS. e será indicado pelo Ministro de Estado da Saúde e nomeado pelo Presidente da República.desistir. com prerrogativas processuais de Fazenda Pública e com poderes para receber citação. os editais de licitação.no âmbito da sua competência. inscrevendo-os em dívida ativa. inerentes a suas atividades. transigir.representar ao Ministério Público para início de ação pública de interesse da ANS. receber queixas ou denúncias que lhe forem destinadas e orientar os procedimentos necessários. de 10 de julho de 1997.executar os trabalhos de contencioso administrativo em decorrência da aplicação da legislação. V . IV . III . A Procuradoria da ANS vincula-se à Advocacia-Geral da União. firmar compromisso e confessar nas ações de interesse da ANS. contratos e outros atos dela decorrentes. À Ouvidoria compete: I . o Câmara de Saúde Suplementar.assistir às autoridades da ANS no controle interno da legalidade administrativa dos atos a serem praticados. ou quaisquer de seus integrantes. inclusive o seu encaminhamento às autoridades competentes para providências. 64 .Seção VI Da Procuradoria Art.dar ciência das infringências de normas de assistência suplementar à saúde ao DiretorPresidente da ANS. direto ou indireto.aprovar os pareceres jurídicos dos procuradores da Autarquia.emitir pareceres jurídicos. para fins de orientação normativa e supervisão técnica. 19. admitida uma recondução. 16. bem assim os atos de dispensa e inexigibilidade de licitação. Compete à Procuradoria: I . § 1o O Ouvidor terá mandato de dois anos.formular e encaminhar as denúncias e queixas aos órgãos competentes. III . 17. II .executar as atividades de consultoria e assessoramento jurídico.

sugerindo as medidas necessárias à racionalização e eficiência dos serviços. II . e IV . Art. no prazo máximo de cento e vinte dias seguintes à designação do DiretorPresidente da ANS. Ao Ouvidor incumbe: I . CAPÍTULO IV 65 .instaurar de ofício ou por determinação superior. mediante solicitação do Ministro de Estado da Saúde. a atuação administrativa e o seu desempenho.fiscalizar a legalidade das atividades funcionais dos servidores. ao CONSU e ao Ministério da Saúde. O descumprimento injustificado do contrato de gestão implicará na dispensa do Diretor-Presidente.produzir. encaminhando-as à Diretoria Colegiada. O Diretor-Presidente da ANS providenciará os meios adequados ao exercício das atividades da Ouvidoria. semestralmente. 23. dos órgãos e das unidades da ANS. III . 20. Parágrafo único.promover as ações necessárias à apuração da veracidade das reclamações e denúncia e. 21. sendo o caso. O Corregedor será nomeado pelo Ministro de Estado da Saúde por indicação da Diretoria Colegiada da ANS. À Corregedoria compete: I . A administração da ANS será regida por um contrato de gestão. submetendo-os à decisão do Diretor-Presidente da ANS. negociado entre seu Diretor-Presidente e o Ministro de Estado da Saúde e aprovado pelo Conselho de Saúde Suplementar. objetivamente. vinculados direta ou indiretamente às atividades da ANS.Art. sindicâncias e processo administrativos disciplinares. bem como os indicadores que permitam avaliar. Parágrafo único. O contrato de gestão estabelecerá os parâmetros para a administração interna da ANS.receber denúncias de quaisquer violações de direitos individuais ou coletivos de ato legais relacionados à assistência suplementar à saúde. CAPÍTULO III DO CONTRATO DE GESTÃO Art. relativas a infringências de normas da assistência suplementar à saúde. 22. III . 24. A Ouvidoria manterá o sigilo da fonte e a proteção do denunciante quando for o caso. pelo Presidente da República. e IV . apreciações críticas sobre a atuação da ANS.realizar correição nos órgãos e unidades. Seção VIII Da Corregedoria Art. tomar as providências necessárias ao saneamento das irregularidades e ilegalidades constatadas.apreciar as representações sobre a atuação dos servidores e emitir parecer sobre o desempenho dos mesmos e opinar fundamentadamente quanto a sua confirmação no cargo ou sua exoneração. Parágrafo único. Art. praticados por agentes ou servidores públicos de qualquer natureza. bem como qualquer ato de improbidade administrativa. ou quando oportuno. II .ouvir as reclamações de qualquer cidadão.

os recursos provenientes de convênios.quaisquer outras receitas não especificadas nos incisos anteriores. Art. dados e informações. VIII . Constituem receitas da ANS: I . 25.os valores apurados na venda ou aluguel de bens móveis e imóveis de sua propriedade. econômico-financeiras e contábeis que solicitar às pessoas jurídicas que produzam ou comercializem produtos ou prestem serviços compreendidos nas atividades relativas à assistência suplementar à saúde. de 1999. transferências e repasses que lhe forem conferidos.012-2. 28. VII . DAS RECEITAS E DA GESTÃO FINANCEIRA Art.a retribuição por serviços de qualquer natureza prestados a terceiros.o produto da arrecadação das multas resultantes das ações fiscalizadoras. A execução fiscal da dívida ativa será promovida pela Procuradoria da ANS.o produto da venda de publicações. § 2o A Diretoria Colegiada estipulará a forma para recolhimento da Taxa de Saúde Suplementar. 26. § 1o Os recursos previstos nos incisos I a IV e VI a XI deste artigo serão recolhidos diretamente à ANS. Art. 31. os que lhe forem conferidos ou os que venha a adquirir ou incorporar.DO PATRIMÔNIO. prestador de serviço e a livre concorrência e a competição no setor. Constituem o patrimônio da ANS os bens e direitos de sua propriedade. Art.o produto resultante da arrecadação da Taxa de Saúde Suplementar de que trata o art. CAPÍTULO V DA ATIVIDADE E DO CONTROLE Art. celeridade e economia processual. IV .os valores apurados em aplicações no mercado financeiro das receitas previstas neste artigo. imparcialidade. As sessões deliberativas. créditos adicionais. Os valores cuja cobrança seja atribuída por lei à ANS e apurados administrativamente. A atividade da ANS será juridicamente condicionada pelos princípios da legalidade. 27. operacionais. subvenções e outros recursos que lhe forem destinados.as dotações consignadas no Orçamento Geral da União. II . Art. publicidade. Art. 30. material técnico.o produto da execução da sua dívida ativa. 18 da Medida Provisória no 2. VI . que se destinem a resolver pendências entre agentes econômicos e entre estes e consumidores compreendidos na área de atuação da ANS serão públicas. e XI . em conta própria e vinculada. V . créditos especiais. acordos ou contratos celebrados com entidades ou organismos nacionais e internacionais. finalidade. A ANS dará tratamento confidencial às informações técnicas. 29. não recolhidos no prazo estipulado. razoabilidade. 66 . IX . legados.as doações. na forma definida pelo poder executivo. desde que sua divulgação não seja diretamente necessária para impedir a discriminação do consumidor. serão inscritos em dívida ativa própria da ANS e servirão de título executivo para cobrança judicial na forma da legislação em vigor. III . impessoalidade. X . moralidade.

os saldos orçamentários do Ministério da Saúde e do Fundo Nacional de Saúde para atender as despesas de estruturação e manutenção da Agência. 34. Art. nos termos do regimento interno. só produzindo efeitos após publicação no Diário Oficial. sendo obrigatória. a critério da Diretoria Colegiada. 37. utilizando como recursos as dotações orçamentárias destinadas às atividades finalísticas e administrativas. opiniões e sugestões.identificar. O processo de edição de normas. remanejar. conforme as características e a relevância dos mesmos. todos os aspectos relevantes à matéria objeto de audiência pública. observados os mesmos subprojetos. Parágrafo único. a audiência pública ocorrerá após a prévia consulta à Casa Civil da Presidência da República. A audiência pública será realizada com os objetivos de: I . e ficará investida no exercício de suas atribuições. III . CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. Fica o Ministério da Saúde autorizado a transferir. sub-rogar ou utilizar. o Ministério da Saúde praticará os atos de competência da ANS. As minutas de atos normativos poderão ser submetidas à consulta pública. A ANS definirá os procedimentos para assegurar aos interessados o contraditório e a ampla defesa.Parágrafo único. 33. 36. 38. 67 . II . Art. e IV . conforme o caso: I . Art. Art.o acervo técnico e patrimonial. e III . Art. da forma mais ampla possível. as obrigações. no caso de elaboração de anteprojeto de lei no âmbito da ANS. até a sua revisão. Ficam mantidos. com a publicação de Resolução de Regimento Interno pela Diretoria Colegiada. No caso de anteprojeto de lei. II . 35. os direitos e as receitas necessários ao desempenho das funções da Agência. Art. 32. devendo as críticas e sugestões merecer exame e permanecer à disposição do público. Até a edição da Resolução de que trata o caput deste artigo. Os atos normativos de competência da ANS serão editados pela Diretoria Colegiada. Parágrafo único. A Agência Nacional de Saúde Suplementar será constituída.propiciar aos agentes e consumidores a possibilidade de encaminhamento de seus pleitos. decisório e os procedimentos de registros de operadoras e produtos poderão ser precedidos de audiência pública. formalizada por publicação no Diário Oficial. instalação e funcionamento da Agência. os atos normativos e operacionais em vigor para o exercício das atividades de assistência suplementar à saúde quando da implementação da ANS. subatividades e grupos de despesas previstos na Lei Orçamentária em vigor.recolher subsídios e informações para o processo decisório da ANS.os contratos ou parcelas destes relativos à manutenção.dar publicidade à ação da ANS. Parágrafo único. Os atos de alcance particular só produzirão efeitos após a correspondente notificação. entrará em efetivo funcionamento.

Art. de 1999. A contratação de obras e serviços de engenharia civil pela ANS sujeita-se aos procedimentos das licitações. dos empregos públicos específicos dos órgãos reguladores. 39. especialmente que: I . A ANS poderá contratar especialistas para a execução de trabalhos nas áreas técnica.Art. satisfatório e seguro para a ANS. durante o prazo máximo de cinco anos. IV . Parágrafo único.SIPEC. administrativa e jurídica. especialmente designados.o instrumento convocatório identifique o objeto do certame. sem especificações que. econômica. Parágrafo único. os servidores e empregados a ela cedidos. os do Ministério da Saúde. superior ou médio. 41.o objeto seja determinado de forma precisa. A regulamentação dos procedimentos relativos à consulta e ao pregão de que trata o artigo anterior observará. Art.012-2. 40. conforme definido em ato específico da Diretoria Colegiada. 43. por projetos ou prazos limitados. prevista no caput deste artigo será de duzentos e setenta servidores. A designação de que trata o caput deste artigo será específica. de 1999. e. limitem a competição. ainda. de que trata o parágrafo anterior. contado da data de instalação da ANS. definidos em ato conjunto da ANS com o órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal . estabelecendo critérios para a aceitação e julgamento das propostas. circunscrevendo o universo de proponentes. podendo ser renovada. com dispensa de licitação nos casos previstos na legislação aplicável. A ANS executará suas atividades diretamente. poderão. a remuneração do pessoal contratado temporariamente terá como referência valores. Fica a ANS autorizada a efetuar a contratação temporária. a ANS aplicará os procedimentos estabelecidos em regulamento próprio. II . por seus servidores próprios requisitados ou contratados temporariamente. III . Parágrafo único. indicando as sanções aplicáveis e fixando as cláusulas do contrato. científica. Art. Para os casos não previstos no caput deste artigo. suficiente e clara. O Departamento de Saúde Suplementar da Secretaria de Assistência à Saúde. atuar na fiscalização de operadora e produtos de assistência suplementar à saúde. O Ministério da Saúde e a Fundação Nacional de Saúde prestarão o apoio necessário à implementação e manutenção das atividades da ANS. 44. executará suas atividades de acordo com as orientações da ANS. nos termos da Medida Provisória no 2. 42. até a sua completa organização. § 1o O quantitativo máximo das contratações temporárias. Art. ou indiretamente por intermédio de convênio ou contrato com pessoa jurídica. durante o período de transição a ser determinado pela Diretoria Colegiada. Orçamento e Gestão. Art.a qualificação exigida indistintamente dos proponentes seja compatível e proporcional ao objeto. conforme previsto no art. 34 da Medida Provisória n o 2. nas modalidades de consulta e pregão. podendo ser ampliado em ato conjunto dos Ministros de Estado da Saúde e do Planejamento. § 3o Enquanto não forem criados os empregos públicos específicos para os órgãos reguladores. Art. irrelevantes ou desnecessárias.012-2. por excessivas. 45. por prazo não excedente a trinta e seis meses. regulando os procedimentos. por meio de disputa justa entre os interessados. previstos em lei geral para a Administração Pública. visando à garantia do cumprimento das futuras obrigações. bem como os seus contratados. 68 .a finalidade do procedimento seja a obtenção de um contrato econômico. § 2o A remuneração do pessoal contratado temporariamente não poderá ser superior ao valor da remuneração fixada para o final de carreira do respectivo nível. Os integrantes do quadro de pessoal da ANS. pelo prazo máximo de um ano.

bem como a transparência e fiscalização. restrita aos previamente cadastrados. A ANS promoverá. IX . a partir de sua posse. e X . poderá ser realizada em licitação na modalidade pregão. de 21 de junho de 1993. fornecendo seus códigos de inscrição.quando a instância de deliberação superior da ANS assim o decidir. a defesa judicial de seus agentes. sejam chamados os demais participantes.648. e os comissionados de saúde suplementar. Aplica-se à ANS o disposto no parágrafo único do art. verificando-se a um só tempo. Nos casos em que o empregado ou servidor da ANS ou por ela requisitado esteja enquadrado nos cargos previstos no caput deste artigo e ocupando imóvel funcional administrado pelo Ministério do Planejamento. a qualificação subjetiva e a aceitabilidade da proposta: I . o pregão será aberto a quaisquer interessados. de nível V e IV. na forma que dispuser o regulamento próprio aprovado pela Diretoria Colegiada. Orçamento e Gestão. comparação objetiva e justo preço. podendo a habilitação. VII . de 27 de maio de 1998. que terão validade por dois anos. após a etapa competitiva. na ordem de classificação. de nível 5 e 4. em virtude de nomeação para Cargos em Comissão de Natureza Especial e do Grupo Direção e Assessoramento Superiores. prazos razoáveis para o preparo das propostas e os direitos ao contraditório e ao recurso. considerando a qualificação do proponente.somente sejam aceitos certificados de registro cadastral expedidos pela ANS. de 12 de abril de 1990. Fica a ANS autorizada a custear as despesas com locomoção e estadia para os profissionais que. Parágrafo único. independentemente de cadastramento. a comissão de licitação examinará a melhor oferta. Parágrafo único. 51. forma e valor. o interessado declare estar em situação regular perante as Fazendas Públicas e a Seguridade Social.quando o vencedor não celebrar o contrato.a habilitação e o julgamento das propostas possam ser decididos em uma única fase. 46. conforme disposto em regulamento próprio da ANS. II .para a contratação de bens e serviços comuns de alto valor. em função de atos praticados no exercício de suas competências. III . que serão chamados a formular lances em sessão pública. 69 . no caso de pregão. com as alterações da Lei no 9. 47.as regras procedimentais assegurem adequada divulgação do instrumento convocatório. Nas seguintes hipóteses. Art. na forma da legislação federal específica. devendo o cadastro estar sempre aberto à inscrição dos interessados. nos termos da Lei n o 8. Art.quanto o número de cadastrados na classe for inferior a cinco. Parágrafo único. A licitação na modalidade consulta tem por objeto o fornecimento de bens e serviços não compreendidos nos artigos 46 e 47 deste Regulamento. e IV . Encerrada a etapa competitiva.V .como condição de aceitação da proposta. sendo o empate resolvido por sorteio. VI . 24 da Lei n o 8. quanto ao objeto. 48.para o registro de preços. Art. como condição indispensável à assinatura do contrato.o julgamento observe os princípios de vinculação ao instrumento convocatório. A decisão ponderará o custo e o benefício de cada proposta. que terá validade por até dois anos.025. Art. 49. poderá optar pela permanência no referido imóvel.666. vierem a ter exercício em cidade diferente da de seu domicílio. ser verificada apenas em relação ao licitante vencedor. 50. Art. VIII . sendo exigida a comprovação. A disputa pelo fornecimento de bens e serviços comuns. Art.

4 34 70 12 16 38 CCSS-V CCSS-IV CCSS-III CCSS-II CCSS-I b) QUADRO RESUMO DE CUSTOS DE CARGOS EM COMISSÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR CÓDIGO DAS QUANTIDADE VALOR TOTAL 70 .4 101. perante o Juízo ou Tribunal onde se encontrar o processo. envolvendo matéria cuja competência tenha sido transferida à ANS.5 101.5 102.5 101.5 102.4 101. praticando todos os atos processuais necessários. § 2o Enquanto não operada a substituição na forma do parágrafo anterior. ANEXO II a) QUADRO DEMONSTRATIVO DE CARGOS DE NATUREZA ESPECIAL. a qual sucederá a União nesses processos.Art. no prazo de cento e oitenta dias. 52.4 Diretoria Colegiada 5 5 6 5 Diretor Diretor-Adjunto Assessor Especial Assessor Chefe Procurador-Geral Ouvidor Corregedor Gabinete Procuradoria Ouvidoria Corregedoria 1 1 1 1 6 29 Gerente-Geral Gerente 101. § 1o As transferências dos processos judiciais serão realizadas por petição da ProcuradoriaGeral da União. a ProcuradoriaGeral da União permanecerá no feito.4 101. levantamento das ações judiciais em curso. EM COMISSÃO E COMISSIONADOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR UNIDADE CARGOS No DENOMINAÇÃO NE/ DAS/ CCSS NE 101. promoverão. A Advocacia-Geral da União e o Ministério da Saúde. requerendo intimação da Procuradoria da ANS para assumir o feito. por intermédio de sua Consultoria Jurídica mediante comissão conjunta.

ao Conselho de Saúde Complementar . mediante cisão ou outro ato societário pertinente. exclusivamente. as penalidades previstas na Lei 9.961.ANS. conjuntamente com outros ramos de seguro.08 6 5 29. de 1998.28 98. bem como quanto à autorização de funcionamento e à operação das sociedades seguradoras especializadas.122-2.SUSEP.56 DAS-102. de 1998.CONSU.656. ficam subordinadas às normas e à fiscalização da Agência Nacional de Saúde . Presidente. de 2000.40 TOTAL 55 202. Conversão da MPv nº 2. a ser processada junto à Superintendência de Seguros Privados .656. nos termos da Lei 9. e eu. de 2001. da Lei 9. 1 o. Antonio Carlos Magalhães. de 1998. §2oAs sociedades seguradoras especializadas. promulgo a seguinte Lei: Art. Faço saber que o PRESIDENTE DA REPÚBLICA adotou a Medida Provisória 2. deverão providenciar a sua especialização até 1 o de julho de 2001.122-2.656. para os efeitos do disposto no parágrafo único do art. devendo seu estatuto social vedar a atuação em quaisquer outros ramos ou modalidades. e na Lei 9. DE 12 DE FEVEREIRO DE 2001. nos termos deste artigo. §3oCaberá.656.94 3. 71 . de 28 de janeiro de 2000.5 DAS-102. de 2001 Dispõe sobre a especialização das sociedades seguradoras em planos privados de assistência à saúde e dá outras providências. que o Congresso Nacional aprovou. inciso I e § 1o.UNITÁRIO DAS-101. §1oAs sociedades seguradoras que já operam o seguro de que trata o caput deste artigo.88 Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos Casa Civil LEI No 10.4 4.4 4. de 3 de junho de 1998. e à ANS. disciplinar o seguro de que trata este artigo quanto às matérias previstas nos incisos I e IV do art. em caso de infringência à legislação que regula os planos privados de assistência à saúde. desde que estejam constituídas como seguradoras especializadas nesse seguro.5 DAS-101. 1oAs sociedades seguradoras poderão operar o seguro enquadrado no art.64 15.961.08 12 32 59.94 3. nos termos da Lei 9. 35-A da referida Lei 9.185. que poderá aplicar-lhes. 62 da Constituição Federal.

disciplinar o seguro de que trata este artigo quanto às matérias previstas nos incisos I e IV do art. de 2001) §4oEnquanto as sociedades seguradoras não promoverem a sua especialização em saúde. DE 20 DE MAIO DE 2004.961. de 2000. nos termos da Lei . de 27 de dezembro de 2000. enquadra-se o seguro saúde como plano privado de assistência à saúde e a sociedade seguradora especializada em saúde como operadora de plano de assistência à saúde. §5oAs sociedades seguradoras especializadas em seguro saúde. 3oA sociedade seguradora que não se adaptar ao disposto nesta Lei fica obrigada a transferir sua carteira de saúde para sociedade seguradora especializada já estabelecida ou para operadora de planos privados de assistência à saúde. e à ANS. 180 o da Independência e 113o da República Senador ANTONIO CARLOS MAGALHÃES Presidente Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI No 10. e no art. Conversão da MPv nº 155. nos termos deste artigo.177-44.871. exclusivamente. nos termos da Lei 9. 35-A da referida Lei 9. de 1998. 4oFicam convalidados os atos praticados com base na Medida Provisória 2. 2oPara efeito da Lei 9. 5oEsta Lei entra em vigor na data de sua publicação.961. de 1998.Deverá ser observado o prazo limite de 1 o de julho de 2001 para a transferência da carteira de saúde de que trata o caput deste artigo. (Redação dada pela Medida Provisória 2.CMN. Art.656.656.§3oCaberá. Parágrafoúnico. bem como quanto à autorização de funcionamento e à operação das sociedades seguradoras especializadas.961. de 2000. de 2003 Regulamento Regulamento Dispõe sobre a criação de carreiras e organização de cargos efetivos das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras. ficarão sujeitas à fiscalização da SUSEP e da ANS.656. e da Lei 9. Congresso Nacional. que venha a apresentar o plano de sucessão segundo as normas fixadas pela ANS. nos termos deste artigo. em 12 de fevereiro de 2001. Art. de 2000. 4o da Lei 9. 9. Art.122-1.CONSU. Art. de 1998. ao Conselho de Saúde Suplementar . continuarão subordinadas às normas sobre as aplicações dos ativos garantidores das provisões técnicas expedidas pelo Conselho Monetário Nacional . e dá outras providências. no âmbito de suas respectivas competências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 72 .

Regulação e Fiscalização de Serviços de Transportes Aquaviários. composta de cargos de nível superior de Especialista em Geologia e Geofísica do Petróleo e Gás Natural. com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. pesquisas. V . fiscalização e controle da prestação de serviços públicos e de exploração de mercados nas áreas de telecomunicações. inspeção. Álcool Combustível e Gás Natural.Regulação e Fiscalização da Atividade Cinematográfica e Audiovisual. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos de transportes aquaviários e portuários.Art. com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. com atribuições voltadas a atividades de nível superior inerentes à identificação e prospecção de jazidas de petróleo e gás natural.Regulação e Fiscalização de Recursos Energéticos. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários. fiscalização e controle da prospecção petrolífera. estudos. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades.Regulação e Fiscalização de Saúde Suplementar.Regulação e Fiscalização de Petróleo e Derivados. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos de transportes terrestres. 1o Ficam criados. fiscalização e controle da assistência suplementar à Saúde. da exploração. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos e de exploração da energia elétrica. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia. fiscalização e controle da legislação relativa à indústria cinematográfica e videofonográfica.Regulação e Fiscalização de Serviços de Transportes Terrestres. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. inspeção. álcool combustível e gás natural. inspeção. e da prestação de serviços públicos e produção de combustíveis e de derivados do petróleo. II . composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Saúde Suplementar. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. VIII . inspeção. com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. inspeção. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres. III . VII . fiscalização e assistência técnica às atividades geológicas de superfície e subsuperfície e outros correlatos. os cargos que compõem as carreiras de: Regulamento I . visando à exploração de jazidas de petróleo e gás natural. e observados os respectivos quantitativos. VI . composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Petróleo e Derivados. inspeção. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual. mapeamentos e interpretações geológicas. referidas no Anexo I desta Lei. inspeção. da comercialização e do uso de petróleo e derivados. para exercício exclusivo nas autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras. coordenação. com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação.Regulação e Fiscalização de Serviços Públicos de Telecomunicações. inclusive infra-estrutura. IV . bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. inclusive infra-estrutura. acompanhamento geológico de poços. regulação. e à elaboração de estudos de impacto ambiental e de segurança em projetos de obras e operações de exploração de petróleo e gás natural.Especialista em Geologia e Geofísica do Petróleo e Gás Natural. 73 . com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. Álcool Combustível e Gás Natural. envolvendo planejamento. com atribuições voltadas às atividades especializadas de fomento. álcool combustível e gás natural. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações.

inspeção. composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades.Suporte à Regulação e Fiscalização de Serviços de Transportes Aquaviários. com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação de Saúde Suplementar. composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados. XVI . composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação. IX . composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual.bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. fiscalização e controle da prospecção petrolífera. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos de transportes terrestres. composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação. da exploração. inspeção. X .Suporte à Regulação e Fiscalização de Petróleo e Derivados. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação.Suporte à Regulação e Fiscalização da Atividade Cinematográfica e Audiovisual. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos e de exploração de mercados nas áreas de telecomunicações. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades.Suporte à Regulação e Fiscalização de Serviços Públicos de Telecomunicações. fiscalização e controle da legislação relativa à indústria cinematográfica e videofonográfica. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária. fiscalização e controle das instalações físicas. álcool combustível e gás natural. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos de transportes aquaviários e portuários. fiscalização e controle da assistência suplementar à Saúde. 74 . bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação. da produção e da comercialização de alimentos. medicamentos e insumos sanitários. XIII .Suporte à Regulação e Fiscalização de Locais. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. Álcool Combustível e Gás Natural. inspeção. medicamentos e insumos sanitários. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação.Suporte à Regulação e Fiscalização de Saúde Suplementar. inclusive infra-estrutura. Álcool Combustível e Gás Natural. fiscalização e controle das instalações físicas da produção e da comercialização de alimentos. inclusive infra-estrutura. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. inspeção. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. XIV . composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações. XI . e da prestação de serviços públicos e produção de combustíveis e de derivados do petróleo e gás natural.Suporte à Regulação e Fiscalização de Serviços de Transportes Terrestres. inspeção. inspeção. XV . inspeção. Produtos e Serviços sob Vigilância Sanitária. inspeção. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação. XII . da comercialização e do uso de petróleo e derivados.Regulação e Fiscalização de Locais. Produtos e Serviços sob Vigilância Sanitária. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades.

Analista Administrativo. dos serviços auxiliares. com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação.Suporte à Regulação e Fiscalização de Aviação Civil.gerenciamento. fazendo uso de todos os equipamentos e recursos disponíveis para a consecução dessas atividades.elaboração de normas para regulação do mercado. 1o desta Lei as prerrogativas de promover a interdição de estabelecimentos.292. com atribuições voltadas para o exercício de atividades administrativas e logísticas relativas ao exercício das competências constitucionais e legais a cargo das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei. assim como a apreensão de bens ou produtos. instalações ou equipamentos. 2o São atribuições específicas dos cargos de nível superior referidos nos incisos I a IX e XIX do art.292. dos serviços aéreos.gestão de informações de mercado de caráter sigiloso. fiscalização e controle da aviação civil. de 2006) Art. de 2006) I . XIX e XX do art. IV .planejamento e coordenação de ações de fiscalização de alta complexidade. com atribuições voltadas para o exercício de atividades administrativas e logísticas de nível intermediário relativas ao exercício das competências constitucionais e legais a cargo das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei. XIX e XX do art.execução de outras atividades finalísticas inerentes ao exercício da competência das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras de que trata esta Lei. fazendo uso de todos os equipamentos e recursos disponíveis para a consecução dessas atividades. e VI . da infra-estrutura aeroportuária civil e dos demais sistemas que compõem a infra-estrutura aeronáutica. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação.Regulação e Fiscalização de Aviação Civil.fiscalização do cumprimento das regras pelos agentes do mercado regulado. dos serviços aéreos. V . de 2006) XX . dos serviços auxiliares. Art. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. e de requisitar. de 2006) I .execução de outras atividades finalísticas inerentes ao exercício da competência das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras de que trata esta Lei. são asseguradas aos ocupantes dos cargos referidos nos incisos I a XVI. programas e projetos relativos às atividades de regulação.Técnico Administrativo. composta de cargos de nível superior de Analista Administrativo. No exercício das atribuições de natureza fiscal ou decorrentes do poder de polícia. quando 75 . fiscalização e controle da aviação civil. inspeção. composta de cargos de nível intermediário de Técnico Administrativo. da infra-estrutura aeroportuária civil e dos demais sistemas que compõem a infra-estrutura aeronáutica.orientação aos agentes do mercado regulado e ao público em geral. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades.XVII . coordenação e orientação de equipes de pesquisa e de planejamento de cenários estratégicos. inspeção. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Aviação Civil. 1o desta Lei: (Redação dada pela Lei nº 11. XIX . e III . 1o desta Lei: (Redação dada pela Lei nº 11. e (Incluído pela Lei nº 11.292. Parágrafo único.formulação e avaliação de planos. II .(Incluído pela Lei nº 11. composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação de Aviação Civil. III .292. II . 3o São atribuições comuns dos cargos referidos nos incisos I a XVI. XVIII .

Art. destinados ao exercício das atribuições estabelecidas no art. 37 da Medida Provisória n o 2. 4o São atribuições comuns dos cargos referidos no art. Art.necessário.Classe. programas e projetos relativos às atividades de regulação. a transferência ou a mudança de exercício a pedido. a passagem do servidor do último padrão de uma classe para o primeiro padrão da classe imediatamente superior. a divisão básica da carreira integrada por cargos de idêntica denominação. § 1o É vedada a remoção. progressão é a passagem do servidor para o padrão de vencimento imediatamente superior dentro de uma mesma classe.229-43. 76 . O desenvolvimento do servidor nos cargos das Carreiras referidas no art. na Carreira de Procurador Federal de que trata o art. consideram-se: I . e promoção.subsídio e apoio técnico às atividades de normatização e regulação. e III . 1o desta Lei estão organizados em classes e padrões. regidos pelas leis e normas próprias aplicáveis a ela. nível de responsabilidade. escalonadas segundo a responsabilidade e complexidade inerentes a suas atribuições. a posição do servidor na escala de vencimentos da carreira. 8o Os cargos a que se refere o art.112. 5o O Procurador-Geral Federal definirá a distribuição de cargos de Procurador Federal nas Procuradorias das Agências Reguladoras. É vedada a aplicação do instituto da redistribuição a servidores ocupantes de cargos e carreiras referidos no caput deste artigo das Agências Reguladoras e para as Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei. de Procurador Federal designado para ter exercício nas entidades referidas no Anexo I desta Lei. 6o O regime jurídico dos cargos e carreiras referidos no art. de 6 de setembro de 2001. 7o Para os efeitos desta Lei. natureza do trabalho ou atividade. de 6 de setembro de 2001. com ou sem mudança de sede. em caso de desacato ou embaraço ao exercício de suas funções. 64 (sessenta e quatro) cargos efetivos de Procurador Federal. e III . 1 o desta Lei: I . na forma do Anexo III desta Lei.Padrão. Para fins desta Lei. observados os quantitativos estabelecidos no Anexo II desta Lei. o conjunto de classes de cargos de mesma profissão.implementação e execução de planos.subsídio à formulação de planos. 1 o desta Lei obedecerá aos princípios: I . grau de complexidade. de 11 de dezembro de 1990. 1 o desta Lei ocorrerá mediante progressão funcional e promoção. Art. 9o O desenvolvimento do servidor nos cargos de que trata o art. (Redação dada pela Lei nº 11. requisitos de capacitação e experiência para o desempenho das atribuições. II . Art. Parágrafo único. 1o desta Lei é o instituído na Lei no 8. 36 da Medida Provisória no 2. Parágrafo único.da anualidade. de 2006) Art. programas e projetos relativos às atividades inerentes às autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras. II . § 2o Ficam criados.229-43.292. Art. no âmbito das respectivas unidades de exercício. Art. nos primeiros 36 (trinta e seis) meses a contar da data da investidura no cargo. atribuições. 10. o auxílio de força policial federal ou estadual.Carreira. observadas as disposições desta Lei.

. 9o da Lei no 10.. A investidura nos cargos efetivos de que trata o art. 12......... § 3o Mediante resultado de avaliação de desempenho ou da participação em programas de capacitação.768... 1o desta Lei antes de completado o interstício de 1 (um) ano de efetivo exercício em cada padrão.. referidos nesta Lei.... 77 ...da existência de vaga.. Parágrafo único..editar e dar publicidade aos regulamentos e instruções necessários à aplicação desta Lei.. as atribuições pertinentes a cada cargo de seu quadro de pessoal.. observada a disponibilidade orçamentária e de vagas.. no âmbito de suas competências: I .. Cabe às Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei..... passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. em ato próprio.... treinamento e desenvolvimento destinado a assegurar a profissionalização dos ocupantes dos cargos de seu quadro de pessoal ou que nela tenham exercício. e III .. 1 o desta Lei... e IV ...." (NR) Art.... no âmbito de cada entidade referida no Anexo I desta Lei. Art.... a que se refere o § 2o deste artigo... exigindo-se curso de graduação em nível superior ou certificado de conclusão de ensino médio.... 9o . § 3o Mediante resultado de avaliação de desempenho ou da participação em programas de capacitação......... conforme disposto em regulamento específico de cada autarquia especial denominada Agência Reguladora.. O art. bem como os cargos comissionados e funções de confiança integrantes da respectiva estrutura organizacional....II .... § 2o Ressalvado o disposto no § 3o deste artigo. É de 40 (quarenta) horas semanais a jornada de trabalho dos integrantes dos cargos a que se refere esta Lei..... de 19 de novembro de 2003..... bem como dos cargos efetivos do Quadro de Pessoal da Agência Nacional de Águas ..ANA.......definir o quantitativo máximo de vagas por classe e especificar. 14... conforme disciplinado em regulamento específico de cada entidade referida no Anexo I desta Lei.. III .. 13.. o princípio da anualidade aplicável à progressão poderá sofrer redução de até 50% (cinqüenta por cento).. conforme o nível do cargo.. 1 o desta Lei dar-se-á por meio de concurso público de provas ou de provas e títulos....... Art.. é vedada a progressão do ocupante de cargo efetivo das Carreiras referidas no art.. 11...... no prazo de até 1 (um) ano. O programa permanente de capacitação será implementado.. a contar da data da conclusão do primeiro concurso de ingresso regido pelo disposto nesta Lei.... § 1o A promoção e a progressão funcional obedecerão à sistemática da avaliação de desempenho.administrar os cargos efetivos de seu quadro de pessoal. e observado o disposto em regulamento próprio de cada entidade referida no Anexo I desta Lei e a legislação aplicável... respeitadas a estruturação e a classificação dos cargos efetivos definidas no Anexo III desta Lei..... II .. serão propostos pela instância de deliberação máxima da entidade e autorizados pelo Ministério do Planejamento.implementar programa permanente de capacitação....... § 1o Os concursos públicos para provimento dos cargos a que se refere o art. poderá sofrer redução de até 50% (cinqüenta por cento) conforme disciplinado em regulamento específico da ANA.da competência e qualificação profissional. capacitação e qualificação funcionais..... Orçamento e Gestão.... o interstício mínimo. .. Art......

292. de 2006) II . curso de formação específica.292. de 2009) a) até 20 (vinte) pontos serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho individual.VPI. curso de formação. de 2006) I . (Redação dada pela Lei nº 11. de que trata a Lei no 10. (Redação dada pela Lei nº 11.907.907. (Incluído pela Lei nº 11. (Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11. 1 o desta Lei.vencimento básico e Gratificação de Desempenho de Atividade de Regulação .GDATR para os cargos de que tratam os incisos XVII e XVIII do caput do art. 1 o desta Lei são os constantes dos Anexos IV e V desta Lei. de 2006) Art.907. e (Redação dada pela Lei nº 11. observada a legislação pertinente. XIX e XX do art. de 2009) 78 . 1o desta Lei. quando em exercício de atividades inerentes às atribuições do respectivo cargo nas Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei. § 5o O edital definirá as características de cada etapa do concurso público.907. se for o caso. para os cargos referidos nos incisos I a IX e XIX do art. 1 o desta Lei. XVII e XIX do art. correspondendo cada ponto ao valor estabelecido no Anexo VI desta Lei. 1o desta Lei. devida aos ocupantes dos cargos a que se referem os incisos I a XVI. critérios eliminatórios e classificatórios. XIX e XX do art. (Redação dada pela Lei nº 11. 1o desta Lei constituem-se de: I . incluir provas orais e avaliação de títulos. devendo ser constituído de prova escrita e podendo. de 2009) Art. de 2009) b) até 80 (oitenta) pontos serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho institucional.907.292. de 2009) § 3o Os servidores integrantes dos cargos de que trata o art. organizado em uma ou mais fases. (Redação dada pela Lei nº 11.§ 2o O concurso público será realizado para provimento efetivo de pessoal no padrão inicial da classe inicial de cada carreira. Fica instituída a Gratificação de Desempenho de Atividade de Regulação .768. 1 o desta Lei.GDAR para os cargos a que se referem os incisos I a XVI. de 19 de novembro de 2003.a pontuação referente à GDAR está assim distribuída: (Redação dada pela Lei nº 11. bem como eventuais restrições e condicionantes.GDAR. conforme dispuser o edital de abertura do certame. 1o desta Lei não fazem jus à percepção da Vantagem Pecuniária Individual . (Redação dada pela Lei nº 11. § 3o O concurso público observará o disposto em edital de cada entidade.698. observando-se a seguinte composição e limites: (Redação dada pela Lei nº 11.Vencimento Básico e Gratificação de Desempenho de Atividade TécnicoAdministrativa em Regulação . Os vencimentos dos cargos de que trata o art. 16. de 2009) II .907. 15.907. de 2009) § 2o Os padrões de vencimento básico dos cargos de que trata o art. de 2009) § 1o A Gratificação de Qualificação . com efeito eliminatório e classificatório. 1o da Lei no 10. § 6o Fará parte obrigatória do concurso.a GDAR será paga observado o limite máximo de 100 (cem) pontos e o mínimo de 30 (trinta) pontos por servidor. 22 desta Lei integra os vencimentos dos cargos referidos nos incisos I a IX. aplicando-se os valores estabelecidos no Anexo IV desta Lei aos cargos de que trata o art. formação especializada e experiência profissional.907. de 2 de julho de 2003. § 4o O concurso referido no caput deste artigo poderá ser realizado por áreas de especialização. (Redação dada pela Lei nº 11. ainda.GQ de que trata o art. os requisitos de escolaridade. incluindo.

16-A. CA I e II e CD I e II.292. perceberão a GDAR calculada com base no valor máximo da parcela individual. III.§ 1o Ato do Poder Executivo disporá sobre os critérios gerais a serem observados para a realização das avaliações de desempenho individual e institucional da GDAR. O titular de cargo efetivo referido nos incisos I a XVI. quando investido em cargo em comissão ou função de confiança fará jus à GDAR. (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) Art.907. O servidor ativo beneficiário da GDAR que obtiver na avaliação de desempenho individual pontuação inferior a 50% (cinqüenta por cento) da pontuação máxima estabelecida para essa parcela será imediatamente submetido a processo de capacitação ou de análise da adequação funcional. o seguinte: (Redação dada pela Lei nº 11. somado ao resultado da avaliação institucional do período. 16-B. nas seguintes condições: (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. perceberão a GDAR calculada conforme disposto no § 6 o do art. II. IV e V. no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias a partir da data de publicação desta Lei. de 2009) Parágrafo único. observada a legislação vigente. com foco na sua contribuição individual para o alcance das metas institucionais. (Incluído pela Lei nº 11. de 2006) I .907. § 2o Os critérios e procedimentos específicos de avaliação de desempenho individual e institucional e de atribuição da GDAR serão estabelecidos em ato específico da Diretoria Colegiada de cada entidade referida no Anexo I desta Lei. A GDAR não poderá ser paga cumulativamente com qualquer outra gratificação de desempenho de atividade ou de produtividade. (Incluído pela Lei nº 11.907. a classe e o padrão em que se encontra posicionado o servidor. (Redação dada pela Lei nº 11. 18. XIX e XX do art. O titular de cargo efetivo referido nos incisos I a XVI. na forma de regulamento específico.907. 1 o desta Lei. A análise de adequação funcional visa a identificar as causas dos resultados obtidos na avaliação do desempenho e a servir de subsídio para a adoção de medidas que possam propiciar a melhoria do desempenho do servidor.292.907. em exercício na Agência Reguladora em que esteja lotado. podendo considerar projetos e atividades prioritárias e condições especiais de trabalho. 1 o desta Lei que não se encontre em exercício na entidade de lotação. de 2009) § 6o Os valores a serem pagos a título de GDAR serão calculados multiplicando-se o somatório dos pontos auferidos nas avaliações de desempenho individual e institucional pelo valor do ponto constante do Anexo VI desta Lei.os ocupantes de cargos comissionados CCT I. ou cargos equivalentes. XIX e XX do art. CAS I e II e CA III. (Incluído pela Lei nº 11. 17. e (Redação dada pela Lei nº 11.907. observados o nível. além de outras características específicas de cada entidade. de 2009) II . § 3o A avaliação de desempenho individual visa a aferir o desempenho do servidor. sob responsabilidade da respectiva Agência Reguladora de lotação. 16 desta Lei. de 2009) Parágrafo único. § 4o A avaliação de desempenho institucional visa a aferir o desempenho no alcance das metas institucionais. no exercício das atribuições do cargo ou função. independentemente da sua denominação ou base de cálculo. excepcionalmente. § 5o Caberá ao Conselho Diretor ou à Diretoria de cada entidade referida no Anexo I desta Lei definir. conforme o caso. fará jus à GDAR nas seguintes situações: (Redação dada pela Lei nº 11.os ocupantes de cargos comissionados CGE I a IV. de 2009) Art. A avaliação institucional referida no inciso II do caput deste artigo será a da Agência Reguladora de lotação do servidor. de 2009) Art.907. de 2009) Art. de 2006) 79 .907. ou cargos equivalentes.

907. se percebidas há pelo menos 5 (cinco) anos. de 2009) II . 18-A.907. (Redação dada pela Lei nº 11.serão calculadas pela média aritmética dos percentuais de gratificação percebidos nos últimos 60 (sessenta) meses anteriores à aposentadoria ou à instituição da pensão.907.907. devendo ser compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou a menor. de 2009) § 1o O resultado da primeira avaliação gera efeitos financeiros a partir da data de publicação do ato a que se refere o caput deste artigo. conforme disposto no § 6 o do art. 16 desta Lei. e perceberá a GDAR calculada com base no resultado da avaliação institucional do período. de 2009) § 2o Até que seja processada a primeira avaliação de desempenho individual que venha a surtir efeito financeiro. e (Redação dada pela Lei nº 11.requisitado pela Presidência ou Vice-Presidência da República ou nas hipóteses de requisição previstas em lei. 16 desta Lei. DAS-4 ou equivalentes. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2009) II . de 2009) § 1o O disposto no caput deste artigo não se aplica aos casos de cessão. (Incluído pela Lei nº 11. 19. conforme disposto nesta Lei. situação na qual perceberá a GDAR com base nas regras aplicáveis como se estivesse em efetivo exercício no seu órgão de lotação. até que seja processada a sua primeira avaliação após o retorno. de 2009) § 2o O disposto no § 1o deste artigo aplica-se aos ocupantes de cargos comissionados que fazem jus à GDAR. 16 desta Lei e processados os resultados da primeira avaliação individual e institucional. sem prejuízo da remuneração e com direito à percepção de gratificação de desempenho. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2009) 80 . 19-A. (Incluído pela Lei nº 11.907. Em caso de afastamentos e licenças considerados como de efetivo exercício. o servidor continuará percebendo a GDAR em valor correspondente ao da última pontuação obtida. consecutivos ou não. de 2009) Art.907. na condição de ocupante de cargo em comissão.907. de 2009) I . e (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. o servidor recém nomeado para cargo efetivo e aquele que tenha retornado de licença sem vencimento ou cessão ou outros afastamentos sem direito à percepção da GDAR no decurso do ciclo de avaliação receberão a gratificação no valor correspondente a 80 (oitenta) pontos. de 2009) Art. todos os servidores que fizerem jus à GDAR deverão percebê-la em valor correspondente ao último percentual recebido a título de GDAR. de 2009) Art.907. DAS-5. A avaliação institucional referida no inciso II do caput deste artigo será a da Agência Reguladora de lotação do servidor. a GDAR e a GDATR: (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. o servidor que faça jus à GDAR continuará a percebê-la em valor correspondente ao da última pontuação que lhe foi atribuída. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. Para fins de incorporação aos proventos da aposentadoria ou às pensões.I .907. de provimento em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores. de 2009) Art.907.cedido para órgãos ou entidades da União distintos dos indicados no inciso I do caput deste artigo e investido em cargos de Natureza Especial.907. Até que seja publicado o ato a que se referem os §§ 2 o e 5o do art. de 2009) Parágrafo único. Ocorrendo exoneração do cargo em comissão com manutenção do cargo efetivo.907. 20.somente serão devidas. convertido em pontos que serão multiplicados pelo valor constante do Anexo VI desta Lei. DAS-6. até que seja processada a sua primeira avaliação após a exoneração.907. considerando a distribuição dos pontos constante das alíneas a e b do inciso II do caput do art.

(Incluído pela Lei nº 11. de 2009) a) a partir de 1o de julho de 2008. de 2009) b) a partir de 1o de julho de 2009.907. de 2006) § 1o Ato do Poder Executivo disporá sobre os critérios gerais a serem observados para a realização das avaliações de desempenho individual e institucional da GDATR. com foco na sua contribuição individual para o alcance das metas institucionais.907. de 20 de maio de 2004. no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias a partir da data de publicação desta Lei. definir. quando em exercício de atividades inerentes às atribuições do respectivo cargo nas Agências Reguladoras referidas no Anexo I da Lei n o 10.292. de 19 de dezembro de 2003. no exercício das atribuições do cargo ou função. § 4o A avaliação de desempenho institucional visa a aferir o desempenho no alcance das metas institucionais. e II . (Incluído pela Lei nº 11.para as aposentadorias concedidas e pensões instituídas após 19 de fevereiro de 2004: (Incluído pela Lei nº 11. além de outras características específicas de cada entidade. os mecanismos de avaliação e os controles necessários à implementação da gratificação de que trata o caput deste artigo. de 2006) Art. sua quantificação e revisão a cada ano civil. de 2009) Art. § 3o A avaliação de desempenho individual visa a aferir o desempenho do servidor. observados o nível. Fica instituída a Gratificação de Desempenho de Atividade TécnicoAdministrativa em Regulação . § 5o Caberá ao Conselho Diretor ou à Diretoria de cada entidade referida no Anexo I da Lei n 10. de 18 de junho de 2004. em valor correspondente a 50 (cinqüenta) pontos. de 2009) I . de 20 de maio de 2004. de 20 de maio de 2004. 81 .871. e 10.768. de 19 de novembro de 2003. 20A desta Lei. (Incluído pela Lei nº 11.907.292. podendo considerar projetos e atividades prioritárias e condições especiais de trabalho.871. o disposto na Lei no 10. 3o e 6o da Emenda Constitucional no 41.871. e no art.para as aposentadorias concedidas e pensões instituídas até 19 de fevereiro de 2004: (Incluído pela Lei nº 11. 20-A.907.Parágrafo único. o seguinte: o I . a classe e o padrão do servidor.907. observada a legislação vigente. Quando percebidas por período inferior a 60 (sessenta) meses.907. (Incluído pela Lei nº 11.as metas. observados o nível. A GDATR será atribuída em função do desempenho individual do servidor e do desempenho institucional de cada Agência. 20-B. em valor correspondente a 40 (quarenta) pontos. de 2009) II .871.GDATR. de 5 de julho de 2005. os critérios específicos. de 2009) b) aos demais aplicar-se-á. na forma de regulamento específico.907. para fins de cálculo das aposentadorias e pensões. e (Incluído pela Lei nº 11. para os respectivos servidores referidos no art.887. aplicar-se-ão os percentuais constantes das alíneas a e b do inciso I do parágrafo único deste artigo.as normas. 3 o da Emenda Constitucional no 47. a GDAR e a GDATR serão incorporadas observando-se as seguintes situações: (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) a) quando ao servidor que deu origem à aposentadoria ou à pensão se aplicar o disposto nos arts. § 2o Os critérios e procedimentos específicos de avaliação de desempenho individual e institucional e de atribuição da GDATR serão estabelecidos em ato específico da Diretoria Colegiada de cada entidade referida no Anexo I da Lei no 10. de 20 de maio de 2004. a classe e o padrão do servidor. os procedimentos. devida aos ocupantes dos cargos de Analista Administrativo e Técnico Administrativo de que tratam as Leis n os 10. e (Incluído pela Lei nº 11. no prazo de até 120 (cento e vinte) dias a partir da definição dos critérios a que se refere o § 1 o deste artigo.

a partir de 1o de janeiro de 2006. de 2009) § 8o Os valores a serem pagos a título de GDATR serão calculados multiplicando-se o somatório dos pontos auferidos nas avaliações de desempenho individual e institucional pelo valor do ponto constante do Anexo VII desta Lei. devendo ser compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou a menor. e (Incluído pela Lei nº 11. 20-D. e até 7% (sete por cento) incidentes sobre o maior vencimento básico do cargo. em decorrência dos resultados da avaliação institucional. (Incluído pela Lei nº 11. considerando a distribuição dos pontos constante das alíneas a e b do inciso II do § 6o do art. A partir de 1o de dezembro de 2005 e até que sejam editados os atos referidos nos §§ 1o e 2o do art.292. 20-C. de 2009) a) até 20 (vinte) pontos serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho individual. até 20% (vinte por cento) incidentes sobre o vencimento básico do servidor em decorrência dos resultados da avaliação de desempenho individual. a classe e o padrão em que se encontra posicionado o servidor. de acordo com os seguintes percentuais e prazos de vigência: (Incluído pela Lei nº 11. 16-B. de 2006) § 1o O resultado da primeira avaliação gera efeitos financeiros a partir do início do primeiro período de avaliação. de 2009) Art.até 31 de dezembro de 2005. (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) II . de 2006) I . em decorrência dos resultados da avaliação de desempenho individual." Art. até 9% (nove por cento) incidentes sobre o vencimento básico do servidor. e até 15% (quinze por cento) incidentes sobre o maior vencimento básico do cargo. a GDATR será paga nos valores correspondentes a 10 (dez) pontos percentuais. observados o nível.§ 6o A GDATR será paga com observância dos seguintes limites: I . 18 e 18-A desta Lei. correspondendo cada ponto ao valor estabelecido no Anexo VII desta Lei (Redação dada pela Lei nº 11. 17. § 2o A data de publicação no Diário Oficial da União do ato de fixação das metas de desempenho institucional constitui o marco temporal para o início do período de avaliação.292. 20-B desta Lei. A GDATR será implantada gradativamente. 20-B desta Lei. Até que seja publicado o ato a que se referem os §§ 2o e 5o do art. (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) b) até 80 (oitenta) pontos serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho institucional. conforme disposto nesta Lei. 20-B desta Lei e processados os resultados da primeira avaliação individual e institucional. de 2009) § 7o Aplica-se à GDATR e aos servidores que a ela fazem jus o disposto nos arts. em decorrência dos resultados da avaliação institucional.907. II .907.a pontuação referente à GDATR está assim distribuída: (Redação dada pela Lei nº 11." Art. § 3o O disposto neste artigo aplica-se aos ocupantes de cargos comissionados que fazem jus à GDATR.a GDATR será paga observado o limite máximo de 100 (cem) pontos e o mínimo de 30 (trinta) pontos por servidor.907. 16-A. convertido em pontos que serão multiplicados pelo valor constante do Anexo VII desta Lei. todos os servidores que fizerem jus à GDATR deverão percebê-la em valor correspondente ao último percentual recebido a título de GDATR. (Incluído pela Lei nº 11.907. conforme disposto no § 8o do art. 20-B desta Lei e processados os resultados do primeiro período de avaliação de desempenho. observados a classe e o padrão de vencimento do servidor.907. 20-E. de 2009) 82 . (Incluído pela Lei nº 11.907.907.

de 27 de agosto de 1992. bem como aos ocupantes dos cargos de Especialista em Geoprocessamento.§ 1o O resultado da primeira avaliação gera efeitos financeiros a partir da data de publicação do ato a que se refere o caput deste artigo. 20-F. na forma estabelecida em regulamento. (Incluído pela Lei nº 11. É instituída a Gratificação de Qualificação . e III . de 2009) Art. de 2009) § 1o O disposto no caput deste artigo não se aplica aos casos de cessão. em percentual de 10% (dez por cento) ou 20% (vinte por cento) do maior vencimento básico do cargo.GAE de que trata a Lei Delegada n o 13. o servidor continuará percebendo a GDATR em valor correspondente ao da última pontuação obtida. a ser instituído no âmbito de cada Agência Reguladora mediante ato de sua Diretoria Colegiada.ao conhecimento dos serviços que lhe são afetos. com carga horária mínima de 360 (trezentas e sessenta) horas-aula.à formação acadêmica. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2009) § 2o O disposto no § 1o deste artigo aplica-se aos ocupantes de cargos comissionados que fazem jus à GDATR. em retribuição ao cumprimento de requisitos técnicofuncionais. ou c) pós-graduação em sentido amplo. Os servidores alcançados por esta Lei não fazem jus à percepção da Gratificação de Atividade . (Incluído pela Lei nº 11. com aproveitamento. 22. 1 o desta Lei.292. de 2009) Art.907. XVII e XIX do art.907. de 2006) § 1o Os requisitos técnico-funcionais.907.ao conhecimento das políticas. mediante avaliação do Comitê a que se refere o § 2 o deste artigo. até que seja processada a sua primeira avaliação após o retorno. o servidor recém nomeado para cargo efetivo e aquele que tenha retornado de licença sem vencimento ou cessão ou outros afastamentos sem direito à percepção da GDATR no decurso do ciclo de avaliação receberão a gratificação no valor correspondente a 80 (oitenta) pontos. b) mestrado. quando em efetivo exercício do cargo. de 2009) § 2o Até que seja processada a primeira avaliação de desempenho individual que venha a surtir efeito financeiro. em área de interesse das entidades.907. 83 . obtida mediante participação.devida aos ocupantes dos cargos referidos nos incisos I a IX. Art. poderão ser equiparados a cursos de pósgraduação em sentido amplo. acadêmicos e organizacionais necessários ao desempenho das atividades de supervisão. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. devendo ser compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou a menor. § 3o Os cursos de especialização com carga horária mínima de 360 (trezentas e sessenta) horas-aula. Em caso de afastamentos e licenças considerados como de efetivo exercício.907. § 2o A adequação da formação acadêmica às atividades desempenhadas pelo servidor nas entidades referidas no Anexo I desta Lei em que esteja lotado será objeto de avaliação de Comitê Especial para Concessão de GQ.GQ . (Incluído pela Lei nº 11. gestão ou assessoramento. sem prejuízo da remuneração e com direito à percepção de gratificação de desempenho. na sua operacionalização e na sua gestão. II . Especialista em Recursos Hídricos e Analistas Administrativos da ANA. diretrizes e estratégias setoriais e globais da organização. nas seguintes modalidades de cursos: a) doutorado. acadêmicos e organizacionais necessários à percepção da GQ abrangem o nível de capacitação que o servidor possua em relação: I . 21.

986. § 5o A fixação das vagas colocadas em concorrência. ou haja atuado como representante de qualquer das partes. salvo os casos de designação específica. ou direção político-partidária.as seguintes proibições: a) prestar serviços. homologação. 130 e seu § 2o. e os incisos I e II do art. inclusive processual. exceto o disposto na alínea d do inciso II deste artigo.233. de acordo com a gravidade. de 11 de dezembro de 1990. de suspensão. com a oferta mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das vagas existentes. de 11 de dezembro de 1990. conforme o disposto nos arts. em que seja parte ou interessado. e os critérios de distribuição. 132 e 134 da Lei no 8. parecer normativo ou orientação técnica. de demissão ou de cassação de aposentadoria. c) exercer outra atividade profissional. semestralmente.112. 24. 23. até o 2 o (segundo grau). aplicam-se aos servidores em efetivo exercício nas Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei: I . serão estabelecidos em regulamento específico. § 1o A não observância ao dever previsto no inciso I do caput deste artigo é considerada falta grave.GQ de 10% (dez por cento) do maior vencimento básico do cargo. Art. observados os seguintes parâmetros e limites: I . excetuados os casos admitidos em lei. Além dos deveres e das proibições previstos na Lei no 8. bem como cônjuge ou companheiro. até o limite de 15% (quinze por cento) dos cargos de nível superior providos. 132 e 134 da Lei no 8. 84 .GQ de 20% (vinte por cento) do maior vencimento básico do cargo. em linha reta ou colateral. de que tratam os arts.o dever de manter sigilo sobre as operações ativas e passivas e serviços prestados pelas instituições reguladas de que tiverem conhecimento em razão do cargo ou da função. considerado o total de cargos efetivos providos em 31 de dezembro e 30 de junho.§ 4o Ao servidor com o nível de qualificação funcional previsto no § 1 o deste artigo será concedida Gratificação de Qualificação .112. § 3o Aplicam-se aos Procuradores Federais em exercício nas entidades referidas no Anexo I desta Lei as disposições deste artigo. sujeitando o infrator à pena de demissão ou de cassação de aposentadoria ou disponibilidade.GQ. b) firmar ou manter contrato com instituição regulada. adotados pela Diretoria Colegiada da respectiva entidade de lotação. a empresa cuja atividade seja controlada ou fiscalizada pela entidade. Ficam extintos os empregos públicos de nível superior de Regulador e de Analista de Suporte à Regulação e de nível intermediário de Técnico em Regulação e de Técnico de Suporte à Regulação de que tratam o art. II . II . ou no qual seja interessado parente consangüíneo ou afim. § 6o Os quantitativos previstos no § 4o deste artigo serão fixados. inclusive gestão operacional de empresa. bem como nas hipóteses da legislação. 129. ainda que eventuais.112. e e) exercer suas atribuições em processo administrativo. conforme regulamentação de cada Agência Reguladora. bem como com instituições autorizadas a funcionar pela entidade. na forma estabelecida em regulamento. § 2o As infrações das proibições estabelecidas no inciso II do caput deste artigo são punidas com a pena de advertência. d) contrariar súmula. de 11 de dezembro de 1990. até o limite de 30% (trinta por cento) dos cargos de nível superior providos. Art. 2o da Lei no 9. em condições mais vantajosas que as usualmente ofertadas aos demais clientes. de 5 de junho de 2001. de 18 de julho de 2000. 70 da Lei no 10. classificação e concessão da GQ.

para obtenção de progressão ou promoção por merecimento. totalizando no mínimo 240 (duzentas e quarenta) horas. Ficam excluídos do Quadro de Pessoal Efetivo do Anexo I desta Lei Quadros de Pessoal Efetivo e de Cargos Comissionados das Agências . ou c) ser detentor de título de doutor e experiência mínima de 10 (dez) anos. sendo considerado insuficiente. § 2o Os critérios de avaliação serão aplicados e ponderados em conformidade com as características das funções exercidas. § 1o Para os efeitos deste artigo.cumprimento das normas de procedimentos e de conduta no desempenho das atribuições do cargo. de 2006) § 1o As Agências Reguladoras implementarão instrumento específico de avaliação de desempenho.produtividade no trabalho. não se considera o tempo de afastamento do servidor para capacitação como experiência.292. ou b) ser detentor de título de mestre e experiência mínima de 12 (doze) anos. de 5 de junho de 2001. ambas no campo específico de atuação de cada carreira. São pré-requisitos mínimos para promoção às classes dos cargos de nível superior referidos no Anexo I desta Lei os seguintes: I . os empregos públicos de nível superior de Regulador e Analista de Suporte à Regulação e de nível intermediário de Técnico em Regulação e Técnico de Suporte à Regulação e os cargos efetivos de nível superior de Procurador. obedecendo ao disposto nesta Lei. na forma do regulamento. estabelecendo critérios padronizados para mensuração do desempenho de seus empregados.Quadro de Pessoal Efetivo da Agência Nacional de Transportes Terrestres . ambos no campo específico de atuação de cada carreira. observados os seguintes critérios mínimos: I .disciplina. III .986. e IV .Parágrafo único.233. § 2o O disposto neste artigo aplica-se aos cargos efetivos de nível superior do Quadro de Pessoal da ANA. com base em padrões previamente estabelecidos de qualidade e economicidade. ou b) possuir certificação em eventos de capacitação. e das tabelas I e III . Art.ANTAQ. os ocupantes dos cargos referidos no art. de 18 de julho de 2000.Classe Especial: a) ser detentor de certificado de conclusão de curso de especialização de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas e experiência mínima de 14 (quatorze) anos. Art. ambos no campo específico de atuação de cada carreira. e experiência mínima de 8 (oito) anos.Classe B: a) possuir certificação em eventos de capacitação. II . ambos no campo específico de atuação de cada carreira. 25. do Anexo I da Lei no 10.da Lei no 9.ANTT e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários . totalizando no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas. e experiência mínima de 5 (cinco) anos. o desempenho apurado em avaliação que 85 .capacidade de iniciativa. II . 26. respectivamente. ambas no campo específico de atuação de cada carreira. Para fins de progressão e promoção na carreira. (Redação dada pela Lei nº 11. 1o serão submetidos anualmente à avaliação de desempenho funcional.

745. Art. e observado o disposto na Lei no 8. de forma habitual. das normas e dos padrões a serem utilizados para a avaliação de seu desempenho. § 3o Será dado conhecimento prévio aos servidores dos critérios.745. compreendendo. 8o. de 9 de dezembro de 1993. 27. a 31 de dezembro de 2005. 30. § 5o Aplica-se ao pessoal contratado por tempo determinado pela Agência o disposto no § 1 do art. a partir da publicação desta Lei.comprove o desatendimento. 7o e nos arts. do pessoal técnico imprescindível ao exercício de suas competências institucionais. inclusive no exercício de funções comissionadas e cargos comissionados técnicos. § 1o A contratação de pessoal de que trata o caput deste artigo dar-se-á mediante processo seletivo simplificado. ou por motivo de rescisão ou extinção do contrato de trabalho. desde que sua duração total não ultrapasse o prazo de 24 (vinte e quatro) meses. IX. ficando limitada sua vigência. o quantitativo de contratos por tempo determinado firmado com base nas leis de criação das respectivas Agências Reguladoras e no disposto neste artigo será reduzido anualmente. facultativamente. inclusive no exercício de funções comissionadas e cargos comissionados técnicos. no mínimo em número equivalente ao de ingresso de servidores nos cargos previstos nesta Lei. § 1o Os servidores cedidos às entidades referidas no Anexo I desta Lei na data da publicação desta Lei poderão permanecer à disposição delas. mediante dotações orçamentárias próprias e contribuição mensal dos participantes. O (Revogado pela Lei nº 11. 86 . contratação por tempo determinado. o § 6o A partir de 1o de janeiro de 2005. em qualquer caso. inativos e pensionistas. poderão efetuar. obrigatoriamente. pelo prazo de 12 (doze) meses.314 de 2006). pelo menos 50% (cinqüenta por cento) do total de cargos criados por esta Lei. 28. Art.SIPEC. venham a ser exigidas. análise de curriculum vitae sem prejuízo de outras modalidades que. salvo devolução do empregado à entidade de origem. 12 e 16 da Lei no 8. § 4o A remuneração do pessoal contratado nos termos referidos no caput deste artigo terá como referência os valores definidos em ato conjunto da Agência e do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal . § 2o Os empregados das entidades integrantes da Administração Pública que na data da publicação da Lei estejam requisitados pelas Agências Reguladoras permanecerão nesta condição. no âmbito da entidade respectiva. 29. § 2o Às contratações referidas no caput deste artigo aplica-se o disposto nos arts.745. 33 desta Lei. § 4o É assegurado ao servidor o direito de acompanhar todos os atos de instrução do procedimento que tenha por objeto a avaliação de seu desempenho. As Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei. As entidades referidas no Anexo I desta Lei somente poderão requisitar servidores e empregados de órgãos e entidades integrantes da Administração Pública para o exercício de cargos comissionados. 11. § 3o As contratações referidas no caput deste artigo poderão ser prorrogadas. de 9 de dezembro de 1993. 37. a critério da entidade contratante. 5o e 6o da Lei no 8. de forma compatível com as necessidades da entidade. observado o disposto no art. 10. prova escrita e. As entidades referidas no Anexo I desta Lei poderão manter sistema de assistência à saúde dos seus servidores ativos. da Constituição. 9o. Art. Art. nos termos do art. até que estejam providos. de qualquer dos requisitos previstos no § 1 o deste artigo. de 9 de dezembro de 1993.

.. passa a vigorar com a seguinte redação: "Art.986. distribuidores e comerciantes inseridos no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária poderá ser realizado por servidor pertencente ao Quadro Específico da ANVISA ou por servidor requisitado mediante designação da Diretoria.. Parágrafo único. 70... observadas as diretrizes e quantitativos estabelecidos pelo Órgão Supervisor da Carreira. prorrogar os contratos por tempo determinado em vigor na data de publicação desta Lei.. A designação de servidor requisitado para os fins do caput deste artigo somente poderá ocorrer enquanto estiverem vagos até 50% (cinqüenta por cento) dos cargos efetivos do Quadro de Pessoal da ANVISA.. servidores ocupantes de cargos efetivos ou de empregos permanentes da administração federal direta e indireta cedidos à Agência Reguladora. além dos servidores referidos no caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11. 2o da Lei no 9....233.. § 3o É vedado aos ocupantes de cargos efetivos.....CGE....CCT. Parágrafo único. para exercício nos órgãos da Administração Direta responsáveis pela supervisão das entidades referidas no Anexo I desta Lei.... 32.. não ultrapasse 31 de dezembro de 2005.... de 6 de outubro de 1989...... Art.. O art. 70 e o art...CA e de Assistência . constantes do Anexo I desta Lei........ de 5 de junho de 2001... passam a vigorar com as seguintes alterações: "Art. produtores.292..907...... na forma do art. serviços.. de 18 de julho de 2000. 600 (seiscentos) cargos de Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental....986... conforme regulamento.. (Vide Lei nº 11. aos ocupantes de cargos comissionados e aos dirigentes das Agências o exercício regular de outra atividade 87 .. Art. .. para o exercício das atribuições referidas no art.... de 2009) Art.. § 1o Os quantitativos dos diferentes níveis de cargos comissionados da ANTT e da ANTAQ encontram-se estabelecidos nas Tabelas II e IV do Anexo I desta Lei. a partir do vencimento de cada contrato.907. Os Cargos Comissionados Técnicos são de ocupação privativa de servidores ocupantes de cargos efetivos do Quadro de Pessoal Efetivo.CAS.. 1o da Lei no 7...... integrantes da Carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental. de 2009) § 2o Poderão ser designados para Cargos Comissionados Técnicos níveis CCT-IV e V. do Quadro de Pessoal em Extinção e dos membros da Carreira de Procurador Federal.§ 7o As Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei poderão.......... Fica vedada a movimentação ou mudança de exercício dos ocupantes dos cargos de Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental nos órgãos referidos no caput deste artigo antes de decorridos 36 (trinta e seis) meses de efetivo exercício... (Incluído pela Lei nº 11. de 11 de dezembro de 1990. 35... os cargos Comissionados de Direção .. 31. de Gerência Executiva . Os §§ 1o e 3o do art. O exercício da fiscalização de produtos." (NR) Art. incluída a prorrogação. em caráter excepcional... 93 da Lei no 8.... de 2009) § 1o Ao ocupante de Cargo Comissionado Técnico será pago um valor acrescido ao salário ou vencimento. conforme Tabela constante do Anexo II da Lei n o 9. desde que a sua duração.. 33.. de 18 de julho de 2000. para exercício exclusivo nas Agências Reguladoras.... (Redação dada pela Lei nº 11..CD. 34.. .. Ficam criados..... 2o Ficam criados... de 2006) Art... de servidores do Quadro de Pessoal Específico. 96 da Lei no 10...... e os Cargos Comissionados Técnicos ......112.. aos requisitados......... pelo prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses.834..... de Assessoria . observada a disponibilidade orçamentária...907..

36..... 13 da Medida Provisória no 2. 36 da Lei no 9.. 30. 37. compreendendo..... o art... 9o....986.. e observado o disposto na Lei no 8.. 34 da Lei no 9. os arts..... a 31 de dezembro de 2005.... É vedado aos ocupantes de cargos efetivos.. de 9 de dezembro de 1993. 7o... 74. 76 da Lei no 9. em qualquer caso.. facultativamente.. de 26 de janeiro de 1999. 16 da Lei no 9.. 69. 71." (NR) "Art." (NR) Art. de 9 de dezembro de 1993. 37.....745.. e o art. 11.233........ de 18 de julho de 2000.... pelo prazo de 12 (doze) meses.... o parágrafo único do art.... (Incluído pela Lei nº 11. de 17 de julho de 2000.. da Constituição Federal. aos requisitados.478.. Ficam revogados o art... de 28 de janeiro de 2000..... 76 e 93.. § 5o A remuneração do pessoal contratado nos termos referidos no caput deste artigo terá como referência os valores definidos em ato conjunto da Agência e do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal .. § 3o Às contratações referidas no caput deste artigo aplica-se o disposto nos arts.. 14......427. desde que sua duração total não ultrapasse o prazo de 24 (vinte e quatro) meses.782.233." (NR) Art..961. o § 2o do art. 12 e 13. de 5 de junho de 2001. Os Cargos Comissionados Técnicos a que se refere o inciso V do art. 70 desta Lei são de ocupação privativa de ocupantes de cargos efetivos do Quadro de Pessoal Efetivo e dos Quadros de Pessoal Específico e em Extinção de que tratam os arts...314 de 2006) Art.. de 9 de dezembro de 1993. 5 o e 6o da Lei no 8.. .. 1 o da Medida Provisória no 2. nos termos do art. do pessoal técnico imprescindível ao exercício de suas competências institucionais. 8o.. 74 da Lei no 10.. Art. inclusive gestão operacional de empresa ou direção político-partidária. nos arts. análise de curriculum vitae sem prejuízo de outras modalidades que. 10. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação... 27. os §§ 1o e 2o do art.profissional.228-1.. a critério da entidade.. passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. obrigatoriamente.. § 4o As contratações referidas no caput deste artigo poderão ser prorrogadas. excetuados os casos admitidos em lei. o caput e §§ 1o e 2o do art... 28 da Lei no 9. Brasília.. 24. 21. 20. de 5 de junho de 2001.217-3... venham a ser exigidas. 94.. os arts... inclusive gestão operacional de empresa ou direção político-partidária.... excetuados os casos admitidos em lei.. de 26 de dezembro de 1996. 113 e 114-A desta Lei e de requisitados de outros órgãos e entidades da Administração Pública. 33 e 34 da Lei no 9. .. 96.. o parágrafo único do art. § 6o Aplica-se ao pessoal contratado por tempo determinado pelo DNIT o disposto no § 1 o do art. prova escrita e...... o art. os arts. 20 de maio de 2004.745. de 4 de setembro de 2001. 1o... de 6 de agosto de 1997. incisos I e II e § 2o... 121 e as Tabelas I e III do Anexo II da Lei no 10. 70.. IX... ficando limitada sua vigência.. 15. o art..... LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Guido Mantega José Dirceu de Oliveira e Silva 88 .SIPEC.... o art..745. 36-A..984... contratação por tempo determinado. 38... 12 e 16 da Lei no 8... aos ocupantes de cargos comissionados e aos dirigentes das Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei o exercício regular de outra atividade profissional.. 183o da Independência e 116o da República. O art. § 1o A contratação de pessoal de que trata o caput deste artigo dar-se-á mediante processo seletivo simplificado.... O DNIT poderá efetuar... de 6 de setembro de 2001.. com a redação dada pelo art.

5. de 2006) AUTARQUIA ESPECIAL CARGO Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações ANATEL Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações Analista Administrativo Técnico Administrativo ANCINE Redação dada pela Lei nº 12. de 2010 Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual Técnico em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual Analista Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual ANCINE Técnico em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual Analista Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia ANEEL Analista Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural Especialista em Geologia e Geofísica do Petróleo e Gás Natural ANP Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural Analista Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação de Saúde Suplementar ANSS Técnico em Regulação de Saúde Suplementar Analista Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários ANTAQ Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários Analista Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres ANTT Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres Analista Administrativo Técnico Administrativo ANVISA Redação dada pela Lei nº 12.292.O.U.094.323. de 21.Este texto não substitui o publicado no D. de 2006) CARGOS DE PROCURADOR FEDERAL A SEREM DISTRIBUÍDOS ÀS AGÊNCIAS REGULADORAS AUTARQUIA ESPECIAL ANA ANATEL QUANTIDADE 20 70 89 . de 2009 ANA Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária Analista Administrativo Técnico Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação de Aviação Civil ANAC Técnico em Regulação de Aviação Civil Analista Administrativo Técnico Administrativo QUANT.2004 ANEXO I (Redação dada pela Lei nº 11.292. 720 485 250 235 150 64 70 76 150 20 70 20 365 200 200 435 50 50 165 80 340 50 100 70 220 130 70 50 590 860 105 150 810 100 175 150 45 922 394 307 132 ANEXO II (Redação dada pela Lei nº 11.

Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária 14. Técnico Administrativo A IV III II I 90 .292. Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários V 17. Especialista em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural 7. Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações 2. Analista Administrativo 20. Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural 13. Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária 4. Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual 10. Especialista em Regulação de Aviação Civil 11. Especialista em Geologia e Geofísica do Petróleo e Gás Natural 6. Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários 9. Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres 8. Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres B V IV III II I I ESPECIAL II 16. Técnico em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual 18. Técnico em Regulação de Saúde Suplementar 15. Especialista em Regulação de Saúde Suplementar 5. Técnico em Regulação de Aviação Civil 19.ANCINE ANEEL ANP ANS ANTAQ ANTT ANVISA ANAC ANEXO III (Redação dada pela Lei nº 11. Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia CLASSE 15 35 40 40 20 55 40 50 PADRÃO III 3. de 2006) ESTRUTURAÇÃO DOS CARGOS CARGOS 1. Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações 12.

67 5.700.206.00 6.272.00 6.993.387.67 6.25 Especialista em Geologia e Geofísica do Petróleo e Gás Natural II 5.00 Especialista em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural B III 5.00 7.666.50 6.973.551.662.220.400.50 7. de 2009) TABELA DE VENCIMENTO BÁSICO VENCIMENTO BÁSICO CARGO CLASSE PADRÃO EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 1o JUL 2008 1o JUL 2009 1o JUL 2010 III Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações ESPECIAL II 6.ANEXO IV (Redação dada pela Lei nº 11.67 6.33 6.50 Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária V 5.453.75 Especialista em Regulação de Serviços de Transportes V 4.50 7.33 7.907.830.00 7.612.00 6.925.50 5.33 5.726.00 7.137.713.466.187.75 Especialista em Regulação de Saúde Suplementar IV 5.715.00 91 .108.25 Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia I 6.350.50 Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres I 4.00 6.875.945.00 5.960.450.00 5.

740.00 5.50 4.436.25 III 4.83 3.878.00 4.75 I 3.39 3.291.00 5.09 Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária IV 2.195.20 I Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural V 3.510.740.56 3.85 92 .19 3.52 3.33 4.50 5.248.612.960.986. de 2009) TABELA DE VENCIMENTO BÁSICO Em R$ VENCIMENTO BÁSICO CARGO CLASSE PADRÃO EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 1o JUL 2008 1o JUL 2009 1o JUL 2010 III 3.480.907.233.50 II Analista Administrativo 3.Aquaviários Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual A Especialista em Regulação de Aviação Civil IV 4.506.55 3.600.720.98 3.967.157.00 2.05 3.67 4.346.153.087.00 ANEXO V (Redação dada pela Lei nº 11.852.825.407.00 4.01 3.300.873.562.76 Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações ESPECIAL II 3.93 3.

629.36 3.308.102.327.78 ANEXO VI (Incluído pela Lei nº 11.601.745.45 2.88 2.469.679.118.07 2.Técnico em Regulação de Saúde Suplementar B III 2.03 2.83 I 2.439.96 2.GDAR a) Valor do ponto da GDAR para os cargos de Nível Superior: Em R$ VALOR DO PONTO DA GDAR CARGO CLASSE PADRÃO EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 93 .22 II 2.924.928.69 2.22 Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários I 2.397.512.32 IV Técnico em Regulação de Aviação Civil A Técnico Administrativo III 2.708.907.59 Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres II 2.760.665.25 2.89 2.86 3.86 2.90 2. de 2009) VALORES DO PONTO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE DE REGULAÇÃO .212.790.843.259.13 3.194.66 Técnico em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual V 2.09 3.45 3.52 2.67 2.012.588.

1o JUL 2008

1o JUL 2009

1o JUL 2010

III Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações ESPECIAL II

67,00

74,50

79,45

66,26

73,58

78,47

Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia I 65,52 72,66 77,50

Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária V 64,78 71,74 76,52

Especialista em Regulação de Saúde Suplementar IV 64,04 70,83 75,55

Especialista em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural B III 63,30 69,91 74,57

Especialista em Geologia e Geofísica do Petróleo e Gás Natural

II

62,56

68,99

73,60

I Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres V Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários IV

61,82

68,07

72,62

61,08

67,15

71,65

60,34

66,23

70,67

94

Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual A III 59,60 65,31 69,69

Especialista em Regulação de Aviação Civil

II

58,86

64,39

68,72

I

58,12

63,48

67,74

b) Valor do ponto da GDAR para os cargos de Nível Intermediário: Em R$ VALOR DO PONTO DA GDAR CARGO CLASSE PADRÃO EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 1o JUL 2008 1o JUL 2009 1o JUL 2010

III

33,26

37,21

39,68

ESPECIAL

II

32,77

36,44

38,86

Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações I 32,10 35,69 38,06

Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural

V

30,87

34,32

36,60

IV Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária B Técnico em Regulação de Saúde III

30,24

33,61

35,85

29,62

32,92

35,11

95

Suplementar II Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres I Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários V 27,32 30,37 32,68 28,41 31,58 33,68 29,01 32,24 34,39

Técnico em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual IV 26,76 29,75 31,71

Técnico em Regulação de Aviação Civil

A

III

26,21

29,14

31,06

II

25,67

28,54

30,42

I

25,14

27,95

29,79

ANEXO VII (Incluído pela Lei nº 11.907, de 2009) VALORES DO PONTO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE DE REGULAÇÃO - GDATR a) Valor do ponto da GDATR para os cargos de Nível Superior: Em R$ VALOR DO PONTO DA GDATR CARGO CLASSE PADRÃO EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 1o JUL 2008 III ESPECIAL II I 67,00 66,26 65,52 1o JUL 2009 67,80 66,99 66,19 1o JUL 2010 68,33 67,49 66,65

96

93 28.19 65.96 25.78 64.19 61.56 61.02 31.70 30.29 Em R$ VALOR DA GDATR CARGO CLASSE PADRÃO EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 1o JUL 2008 III ESPECIAL II I V IV Técnico Administrativo B III II I V IV A III II I 33.79 58.60 26.59 63.54 28.39 64.98 97 .45 24.81 28.12 65.88 28.98 64.80 59.51 28.82 64.15 63.99 58.V IV Analista Administrativo B III II I V IV A III II I b) Valor do ponto da GDATR para os cargos de Nível Intermediário: 64.08 60.82 34.81 33.23 27.82 61.14 35.39 60.60 34.59 59.36 1o JUL 2010 36.04 63.96 28.64 60.18 27.53 32.99 62.23 30.01 26.34 59.95 1o JUL 2009 35.36 27.60 58.86 58.33 33.95 26.05 32.74 32.56 26.48 25.30 62.63 29.87 29.97 59.13 58.58 30.97 36.31 62.79 62.31 31.32 30.87 32.47 61.10 29.05 32.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->