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Secretaria de Estado de Educação Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação Básica Superintendência de Desenvolvimento da Educação Infantil e Fundamental Superintendência Regional de Ensino - Caxambu

e Fundamental Superintendência Regional de Ensino - Caxambu PIP CBC Anos Finais Avaliação Diagnóstica para 6º

PIP CBC Anos Finais

Avaliação Diagnóstica para 6º ano – Anos Finais

Nome:

Escola:

Data:

/

/

1- De acordo com as imagens abaixo, que retratam a mão-de-obra utilizada pelos portugueses durante a colonização do Brasil,

Johann Baptist Von Spix, 1825. Benedito Calixto. Os escravos expostos nas pinturas são de origem
Johann Baptist Von Spix, 1825.
Benedito Calixto.
Os escravos expostos nas pinturas são de origem
a) indígena.
b) africana.
c) europeia.
d) asiática.

“[

indígena. b) africana. c) europeia. d) asiática. “[ ] O continente africano abrigava inúmeras aldeias e

]

O continente africano abrigava inúmeras aldeias e também [reinos] organizados, com

]

reis, exércitos, impostos, legislação etc [

Embora em pequena escala, a escravidão já estava presente antes da chegada dos europeus à África. Os escravos eram capturados nas guerras e levados à aldeia vitoriosa, onde passavam a fazer parte das famílias, com a diferença que trabalhavam mais que os outros membros da casa. Em algumas sociedades, os escravos trabalhavam na produção agrícola das

propriedades do rei e dos ricos e, na quarta geração, seus descendentes nasciam livres.”

César Coll e Ana Teberosky. Aprendendo História Geografia: Conteúdos essenciais para o Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série.São Paulo: Ática, 2000.

2 - Levando em consideração a explicação sobre escravidão do texto acima, ela já existia na África e os escravos eram obtidos

a) por causa da organização dos reinos africanos, que tinham reis, exércitos, impostos e legislação.

b) porque trabalhavam mais que os membros das famílias dos que os capturavam.

c) através da guerra e eram levados às aldeias vitoriosas.

d) para trabalhar na produção agrícola das propriedades do rei e dos ricos.

André Pereira Rocha Analista Educacional PIP CBC – História andrerochabae@yahoo.com.br

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e Fundamental Superintendência Regional de Ensino - Caxambu PIP CBC Anos Finais “ Sem dúvida, a

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Sem dúvida, a existência anterior de escravos, e de sua comercialização, facilitou a implantação e o sucesso desse novo negócio. Porém, foram as ações de mercadores e capitais europeus (mais tarde americanos) que provocaram o aumento dos conflitos [na África] com o objetivo de obter mais cativos.”

Op. cit. Marina de Mello e Souza, Revista Nossa História, ano I, nº 8, junho de 2004. p. 81.

3 - A citação de Marina de Mello e Souza nos mostra que já existia escravidão dos povos africanos antes mesmo do contato dos europeus. A escravidão na África e a estabelecida pelos europeus na América tinham bases e objetivos diferentes. Dessa forma,

a)

os conflitos entre os povos africanos modificaram a forma com a qual eles mantinham seus

negócios com os europeus. b) a intensificação dos conflitos entre os africanos trazia mais prisioneiros de guerra para trabalharem em propriedades no continente.

c) d) comércio escravista seguisse novamente seu curso normal. 4 – Observe o mapa abaixo.
c)
d)
comércio escravista seguisse novamente seu curso normal.
4 – Observe o mapa abaixo.

a base escravista africana pautava-se na captura de prisioneiros de guerra e a intensificação

dos conflitos aumentava o número de escravos disponíveis para comércio com os europeus.

os europeus buscavam soluções para a resolução dos problemas entre os africanos para que o

As setas que aparecem no presente mapa especificam

a) a rota de chegada dos europeus na época dos descobrimentos no século XV.

b) a rota por onde chegavam os escravos no Brasil.

c) via por onde os povos da América faziam contatos com outras civilizações.

d) as teorias das migrações, que povoaram o continente americano a milhares de anos.

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e Fundamental Superintendência Regional de Ensino - Caxambu PIP CBC Anos Finais 5 - As duas

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5 - As duas imagens abaixo mostram a visão e a reação dos europeus frente à diversidade cultural dos indígenas.

dos europeus frente à diversidade cultural dos indígenas. Conquista dos Povos Americanos, século XVI Hans Stadem
Conquista dos Povos Americanos, século XVI
Conquista dos Povos Americanos, século XVI

Hans Stadem entre os canibais, século XVI.

Essa visão trouxe inúmeras crises entre os dois povos, entre elas

a)

entre os indígenas, como o canibalismo.

a não aceitação e a tentativa de extinção, pelos europeus, de práticas que eram corriqueiras

b) as guerras entre europeus e indígenas para o domínio territorial do litoral brasileiro.

c) o distanciamento entre europeus e indígenas, fazendo com que não mantivessem contato,

separando os dois povos.

d)

que não mantivessem contato, separando os dois povos. d) problemas para a manutenção da permanência dos

problemas para a manutenção da permanência dos europeus em território americano.

6 – Leia o texto abaixo.

“Essa crioula tem o olho azul Essa lourinha tem cabelo bombril Aquela índia tem sotaque do Sul Essa mulata é da cor do Brasil

A cozinheira tá falando alemão

A princesinha tá falando no pé

A italiana cozinhando o feijão

A americana se encantou com Pelé

Häagen-dazs de mangaba Chateau canela-preta Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta”

A letra de Lourinha Bombril, dos Paralamas do Sucesso, enfatiza uma característica muito peculiar sobre a formação da cultura brasileira. Sendo assim,

a) o Brasil teve como base, para a construção de sua identidade, inúmeras características das

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e Fundamental Superintendência Regional de Ensino - Caxambu PIP CBC Anos Finais mais diferentes culturas com

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mais diferentes culturas com as quais sua população teve contato.

b) Os processos migratórios e o contato com outros povos trouxeram algumas poucas mudanças

numa cultura que já havia sido estabelecida no Brasil.

c) A identidade brasileira baseia-se na eliminação de influências externas para sua manutenção.

d) O hibridismo da cultura brasileira envolveu poucas características vindas das culturas com as

quais se relacionou.

7 – Levando em consideração as representações da imagem abaixo,

os homens acima fazem parte a) da Teoria da Evolução Humana. b) da representação da
os homens acima fazem parte
a) da Teoria da Evolução Humana.
b) da representação da História das Ferramentas.
c) da Teoria da migração pelo Estreito de Bering
d) do Trabalho na Pré-História.
8 – Seguindo os exemplos abaixo,

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o período em que se estuda o conteúdo acima é

a) a Antiguidade.

b) o Período Clássico.

c) o Período Antigo.

d) A Pré-História.

9 – Analise a seguinte imagem.

d) A Pré-História. 9 – Analise a seguinte imagem. PIP CBC Anos Finais De acordo com

PIP CBC Anos Finais

De acordo com o quadro acima, podemos concluir que a) existiam espécies distintas e que
De acordo com o quadro acima, podemos concluir que
a) existiam espécies distintas e que o homem foi uma delas.
b) as espécies evoluíram isoladamente uma das outras.
c) houve uma evolução com o passar dos anos, até chegar no homem atual.
d) mesmo com o passar de milhões de anos poucas foram as mudanças nas espécies.
10 – Levando em consideração o quadro do pintor francês Debret chamado “Diferentes Nações
Negras”,

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Pode-se concluir que

Regional de Ensino - Caxambu Pode-se concluir que PIP CBC Anos Finais a) existia uma grande

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a) existia uma grande variedade cultural e étnica entre os povos africanos.

b) as diferenças não eram relevantes para o pintor.

c) apesar das diferenças, elas não eram visíveis facilmente.

d) pouca era a diversidade cultural africana, tendo todos basicamente a mesma cultura.

11 – Leia os dois textos a seguir.

“Uma gente parda, bem-disposta, com cabelos compridos; andavam todos nus sem vergonha alguma. Os homens têm os seus cabelos grandes e a barba pelada; as pálpebras e sobrancelhas são pintadas de branco negro, azul ou vermelho; as mulheres andam igualmente nuas, são bem feitas de corpo e trazem os cabelos compridos.”

são bem feitas de corpo e trazem os cabelos compridos.” OLIVERI, Antônio Carlos e VILLA, Marco

OLIVERI, Antônio Carlos e VILLA, Marco Antônio (org.). Cronistas do descobrimento. São Paulo: Ática, 2002. (Adaptado)

Eu estava na areia da praia quando chegaram cabaças gigantes, cortadas ao meio, flutuando no mar, arrastadas por enormes asas. Das cabaças gigantes saíram outras menores, sem asas, que vieram até à praia. Dentro delas havia homens peludos que fediam muito. Ajudamos os homens peludos, catando lenha, frutas, papagaios e enchendo barricas de água. Deviam ser inimigos da água, pois nunca entravam nela. Tinham várias camadas de pele, que iam tirando à medida que o Sol esquentava, e colocando de novo quando a Lua aparecia. Os pés eram de couro duro. Alguns traziam o peito e as costas cobertos por uma carapaça. Outros a traziam cobrindo a cabeça e as orelhas. À medida que iam tirando as peles ou as carapaças, mais fediam.”

JAF, Ivan ET alli. Jovens brasileiros: uma aventura literária em 10 momentos da nossa história. São Paulo: Ática, 2002. (adaptado)

Os dois relatos, que têm pontos de vista diferentes, retratam

a) o encontro de culturas que já se conheciam e já tinham uma relação estabelecida.

b) como os portugueses e os povos das terras descobertas se descreveram quando se viram pela

primeira vez. c) como os portugueses dominaram os povos indígenas quando de sua chegada no Novo

Continente.

d)

encontro.

a forma como os portugueses e indígenas estabeleceram suas relações a partir do primeiro

Queijo de Minas é patrimônio cultural Mercado Municipal vende o produto a turistas de várias regiões brasileiras

Dolores Mendes

O modo artesanal da fabricação do queijo Minas Gerais foi registrado ontem como patrimônio cultural imaterial brasileiro pelo Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O veredicto foi dado em reunião do conselho realizada no Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte. Luiz Fernando de Almeida, presidente do IPHAN e do conselho, ressaltou que a técnica de fabricação artesanal do queijo está “inserida na cultura do que é ser mineiro”.

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e Fundamental Superintendência Regional de Ensino - Caxambu PIP CBC Anos Finais Quem produz e quem

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Quem produz e quem vende o queijo mineiro se sente valorizado com o reconhecimento do IPHAN. “Agora virou patrimônio, porque cultural já é há três séculos”, defende a vendedora Eliana Matos, que há 30 anos atende os turistas no mercado municipal de Uberlândia. Segunda ela, o queijo de Minas é conhecido no mundo inteiro. A fabricação de queijo é uma tradição diária nas regiões produtoras. Apenas na sexta- feira da Semana Santa, ele não é feito, quando o leite é distribuído na vizinhança e destinado ao doce de leite e às quitandas. O IPHAN inventariou as regiões da cidade histórica do Serro, a Serra da Canastra e Serra do Salitre, onde predominam fazendas que mantêm a tradição do artesanal queijo mineiro.

JORNAL CORREIO DE UBERLÂNDIA, 16/maio/2008

12

cultural já é a três séculos”, o Queijo Minas faz parte da cultura

– De acordo com a vendedora Eliana Matos, que disse “Agora virou patrimônio, porque

da cidade histórica do Serro. do que é ser mineiro. do reconhecimento da prática na
da cidade histórica do Serro.
do que é ser mineiro.
do reconhecimento da prática na Semana Santa.
do mercado municipal de Uberlândia.

– No último parágrafo da reportagem, o IPHAN acabou por inventariar as regiões da cidade

a)

b)

c)

d)

13

histórica do Serro, a Serra da Canastra e a Serra do Salitre porque

a) é onde está a cultura do que é ser mineiro.

b) o patrimônio de lá já é patrimônio a três séculos.

c) foi onde aconteceu o encontro do Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e

Artístico Nacional. d) é onde existem a maior parte das fazendas que ainda produzem o queijo minas de forma

artesanal.

14 – De acordo com a notícia acima, o Queijo Minas se tornou patrimônio imaterial brasileiro

a) por representar características e estar inserida na cultura do ser mineiro.

b) por predominar em fazendas que mantêm a tradição do queijo mineiro artesanal.

c) para valorizar quem produz e quem vende o queijo mineiro.

d) por ser conhecido no mundo inteiro, segundo a vendedora do mercado municipal.

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e Fundamental Superintendência Regional de Ensino - Caxambu PIP CBC Anos Finais 15 – Abaixo, seguem

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15 – Abaixo, seguem as linhas cronológicas de três calendários distintos.

a) 1367 b) 5766 c) 3760 d) 1948
a) 1367
b) 5766
c) 3760
d) 1948

16

a)

b)

c)

d)

17

a)

b)

c)

d)

– O ano I do Calendário Muçulmano representa no Calendário Cristão o ano de

753 1 622 1948 3760 3235
753
1
622
1948
3760
3235

– O ano I do Calendário Judaico representa no Calendário Muçulmano o ano de

3009

1

Quando da criação do Estado de Israel em 5708, segundo o Calendário Judaico, no Calendário Cristão o ano era de

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e Fundamental Superintendência Regional de Ensino - Caxambu PIP CBC Anos Finais GABARITO QUESTÃO TÓPICO/HABILIDADE

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GABARITO QUESTÃO TÓPICO/HABILIDADE GABARITO 1 4. Os povos africanos B 4.2. Conceituar escravidão 2 4.
GABARITO
QUESTÃO
TÓPICO/HABILIDADE
GABARITO
1
4.
Os povos africanos
B
4.2. Conceituar escravidão
2
4.
Os povos africanos
C
4.3.
Problematizar a existência da escravidão na África antes da
expansão marítima européia.
3
4.
Os povos africanos
C
4.4. Estabelecer diferenças entre o tipo de escravidão existente na
África e o tipo implantado na América Portuguesa.
4
2.
Primeiros povoadores: os ameríndios e suas origens
2.1.
Caracterizar e diferenciar os povoadores de origem asiática
D
(mongolóides) e de origem africana (negróides) e confrontar
interpretações distintas sobre sua identidade.
5
5. Os povos indígenas: diversidade e migrações
5.1.
Analisar e compreender as especificidades e complexidades
A
dos povos indígenas brasileiros à época de sua “descoberta” pelos
europeus: origens, movimentos migratórios e diversidade
lingüístico-cultural.
6
1. População mineira e brasileira: várias origens, várias histórias
A
1.3. Conceituar cultura, mestiçagem e hibridismo.
7
2.
Primeiros povoadores: os ameríndios e suas origens
A
2.3.
Caracterizar e analisar a origem, evolução e diversidade da
espécie humana.
8
2.
Primeiros povoadores: os ameríndios e suas origens
D
2.2. Problematizar a distinção entre história e pré-história.
9
2.
Primeiros povoadores: os ameríndios e suas origens
C
2.3.
Caracterizar e analisar a origem, evolução e diversidade da
espécie humana.
10
4.
Os povos africanos
A
4.1. Identificar a diversidade étnica, espacial e cultural dos povos
africanos.
11
5. Os povos indígenas: diversidade e migrações
B
5.1.
Analisar e compreender as especificidades e complexidades

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e Fundamental Superintendência Regional de Ensino - Caxambu PIP CBC Anos Finais dos povos indígenas brasileiros

PIP CBC Anos Finais

dos povos indígenas brasileiros à época de sua “descoberta” pelos europeus: origens, movimentos migratórios e
dos povos indígenas brasileiros à época de sua “descoberta” pelos
europeus: origens, movimentos migratórios e diversidade
lingüístico-cultural.
12
1. População mineira e brasileira: várias origens, várias histórias
1.4. Analisar as festas étnico-culturais como manifestação de
B
hibridismo: Congado, Carnaval, Maracatu, Bumba-meuboi,
Reisado, Capoeira, festa de Iemanjá, Folia de Reis, entre outras.
13
1. População mineira e brasileira: várias origens, várias histórias
1.4.
Analisar as festas étnico-culturais como manifestação de
D
hibridismo: Congado, Carnaval, Maracatu, Bumba-meuboi,
Reisado, Capoeira, festa de Iemanjá, Folia de Reis, entre outras.
14
1.
População mineira e brasileira: várias origens, várias histórias
1.4.
Analisar as festas étnico-culturais como manifestação de
A
hibridismo: Congado, Carnaval, Maracatu, Bumba-meuboi,
Reisado, Capoeira, festa de Iemanjá, Folia de Reis, entre outras.
15
Habilidade não especificada no CBC.
D
16
Habilidade não especificada no CBC.
C
17
Habilidade não especificada no CBC.
B

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