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Trabalho completo da áfrica

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Rompendo mitos: a África antes e depois dos europeus No Brasil colonial, escravizadores e seus apoiadores intelectuais criaram vários

mitos defendendo a escravidão, dentre eles o de que o tráfico negreiro restataria os africanos de um mundo cruel, pagão, injusto e sem civilização. O que incrível é que esse mito ainda é repetido por muita gente nos dias atuais. Em 1778, quando o Brasil ainda era uma colônia, o padre Manuel Ribeiro Rocha publicou ?Etíope resgatado, empenhado, sustentado, corrigido, instruído e libertado?, um dos primeiros registros em livro dois dos maiores mitos sobre a escravidão: 1) O ?mito da escravidão benevolente?, que dizia ser o Brasil um lugar de escravidão ?light?, onde cativos seriam relativamente bem tratados e 2) o ?mito da escravidão redentora?, que, complementando o mito anterior, alegava ser o tráfico negreiro um ?resgate? dos africanos de seu ?bárbaro continente? e sua ?escravidão do diabo?, para serem educados em uma nova terra civilizada, com Justiça e religião cristã. O impressionante é que muito desses discursos apologéticos pró-escravistas vem sendo ainda repetidos por algumas pessoas e inclusive historiadores dos dias atuais. O imenso continente africano possui uma vasta e complexa história. Com base nos conhecimentos científicos atuais, sabemos que a África é o berço da raça humana, onde foram encontrados os fósseis humanos mais antigos. Grupos multiétnicos conviveram naquele continente há milênios. O fato de sua população ser majoritariamente de cor negra quando da chegada dos portugueses na região não a homogeneíza em relação à cultura, linguagem, costumes, organização social, etc. A África deve ser entendida como um continente repleto de diferentes etnias e nações e não com apenas uma. Em sua diversidade, havia ali os mais variados povos, desde aqueles que viviam da coleta, caça, pesca, pastoreio, nomadismo, do artesanato, etc., aos mais ostentosos reinos agrários, como o do Kongo, ao sul do rio Zaire. No século 16, o império de Songaí estendia-se do litoral do atual Senegal aos territórios do Níger, controlando um rico comércio internacional. No Sudão, Tombuctu se destacava como uma de suas principais cidades, possuindo bibliotecas e escolas nas quais viajantes vinham de várias partes do continente ou mesmo do exterior para estudar ou lecionar o Alcorão. Conheciam a metalurgia há mais de dois mil anos, trabalhavam o cobre, o couro, a madeira, o marfim, a argila, o sal, o vinho, etc. Algumas de suas atividades artesanais eram orientadas para fins comerciais, pois os excedentes não consumidos localmente permitiam praticas mercantis regionais e internacionais. O Kongo se tornou um dos mais fortes desses reinos. Seu poder e influência estendiam-se sobre as demais províncias. Sua moeda era o nzimbo, um caramujo encontrado apenas nas águas de Luanda, uma unidade de valor tão forte e difundida que os portugueses só a conseguiriam substituir no séc. 18. A liderança política central nomeava as lideranças distritais, tornando-os seus conselheiros e representantes locais. Mas o rei, denominado manikongo, não transmitia hereditariamente seu poder. Todos os vários descendentes masculinos do fundador de uma dinastia tinham direito a tal posto. Os pretendentes eram escolhidos por um colégio de eleitores, mas, obviamente, o poder era assumido por quem

dispusesse melhor da força das armas, como em muitos outros lugares do mundo. Havia uma hierarquia social, exploradores e explorados, e até formas de escravidão na África antes da chegada do europeu. E escravidão é escravidão, a forma mais brutal de exploração que a humanidade já conheceu, não importando onde e como se deu (e em alguns lugares ainda se dá). Porém, a escravidão na África não pode ser confundida com aquela que os afro-brasileiros conheceram nas Américas ou no Brasil. Na África, o cativeiro era situação restrita a poucos indivíduos, uma atividade marginal e de pouca importância social ou econômica. Cativos africanos não eram vistos como coisa ou tratados como os únicos destinados ao trabalho em suas aldeias. Trabalhavam lado a lado com os demais membros das famílias que os incorporavam. Não representavam a base de uma pirâmide social rígida. A escravidão africana não era uma atividade institucionalizada sob um modo de produção divisor de classes sociais distintas. Cativo africano possuía status social subalternizado, porém mutável. Não podia ser vendido, a não ser em casos extraordinários. Participava efetivamente de seu grupo familiar. O excedente por ele produzido era delimitado consuetudinariamente. Sua condição não era transmitida hereditariamente ad eternum. Em duas ou três gerações, seus descendentes evoluíam à cidadania plena, em igualdade aos demais descendentes de seu escravizador. Uma ou mais famílias extensas constituíam uma comunidade aldeã de agricultores e artesãos. Diversas aldeias podiam formar uma pequena chefia, e esta o embrião de um Estado de pequeno, médio ou grande porte, onde até mesmo um outrora filho ou neto de cativo podia se tornar uma liderança política respeitada. Um novo capítulo se abriu para a história da África quando em 1482 o manikongo Nzinga Kavu foi informado de que estranhas naves se aproximavam do porto do Zaire. Eram as embarcações de Diogo Cão, procurando estabelecer entrepostos marítimos para o rico comércio das Índias. Eram os primeiros europeus a trazer as mais exóticas mercadorias e as oferecer em troca dos produtos locais. Também passaram a exigir homens e mulheres para levar em seus navios cada vez mais constantes e abarrotados. É certo que antes da chegada dos portugueses já existia também um (raquítico) tráfico de africanos escravizados aos reinos árabes e ao Mediterrâneo. Mas o comércio de carne humana em proporções jamais conhecidas na África foi introduzido por nações mercantilistas européias como Holanda, França, Inglaterra e sobretudo Portugal, sendo responsável por interferência e transformação radicais no mais que milenar processo histórico pelo qual vinham passando aqueles povos. Não se sabe ao certo quantos cativos teriam sido trazidos para as Américas. Se aceita hoje algo entre 13 e 14 milhões. Em números redondos, estima-se ter chegado à América espanhola cerca de 2,5 milhões. Na Anglo-América, 500 mil. No Caribe britânico, 2 milhões. No francês, 1,6 milhão. No holandês, 500 mil. No minúsculo Caribe dinamarquês, 28 mil. Na Europa, incluindo Portugal, Açores, Ilhas Canárias, etc., 200 mil. No Brasil, a maior colônia escravista do mundo moderno, 5 ou 6 milhões. Tamanha foi a brutalidade do tráfico, o desespero e resistência do africano diante dele que, em todo seu processo de captura, submissão, deslocamento do interior ao litoral, adestramento violento e travessia nos horríveis navios negreiros, que estima-se terem morrido no mínimo três africanos para cada um que na América desembarcou.

E eles não vieram às colônias escravistas para serem educados, civilizados e conhecer a ? verdadeira? religião, mas sim para trabalhar do nascer ao pôr-do-sol, transformados de belos e fortes homens e mulheres africanos em trapos humanos. Conclusão Shay Lima Prezado, apresentando-se como MESTRE EM HISTÓRIA, para ser correto com os fatos e justo com as consequências, você NÃO TEM O DIREITO DE DESCONHECER e nem "esquecer" de que FORAM OS PRÓPRIOS AFRICANOS DO LITORAL, que preavam aos seus vizinhos através de guerras, e os traziam escravizados, para venderem aos escravagistas europeus. Os europeus NÃO ENTRAVAM no território; apenas APORTAVAM e recebiam "a mercadoria" que pagavam. No Kênia ATUAL, estamos vendo nos dias de hoje, as guerras de carnificina entre TRIBOS. A mesma coisa já acontecia naqueles recuados séculos XVI e XVII. A África era tribal e, INFELIZMENTE CONTINUA TRIBAL, e o europeu nada tem com esse acontecimento queniano ATUAL. Outra coisa que não pode ser esquecida e nem distorcida, é que a África NÃO É O BERÇO DA HUMANIDADE, como você diz. Todas as pesquisas antigas e atuais, apontam para Indo-China, ou seja, a Ásia. A migração dessa gente, é que chegou até onde hoje é a África e depois para o que hoje é o Continente Americano. Você cita "apoiadores" da escravidão, no Brasil colonial. Quem eram? Sabe ou não sabe? Era a então poderosa IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, que afirmava que os negros NÃO TINHAM ALMA, o que "JUSTICARIA" a escravidão NO MUNDO. Já não lembro onde li, mas alguns clérigos mais afoitos, também afirmaram que o cabelo "pixaim" era sinal de parte com o DEMO (aquele chifrudinho de tridente na mão)porque o tal cabelo enroladinho seria resultado do grande calor do fogo do INFERNO, que "engruvinha" todas as coisas. Ignorância da SANTA MADRE, é claro! O fato de serem os africanos mesmos, os principais escravagistas, NÃO ISENTA os europeus do crime cometido. Entretanto, NÃO PODEM SER ESQUECIDOS E NEM ISENTADOS OS AFRICANOS CRIMINOSOS, predadores de seus vizinhos, o que é MUITO MAIS CRIMINOSO, do que se os europeus é que tivessem feito guerra de preagem conta os africanos.

NÃO É VÁLIDO jogar a culpa só sobre os europeus. Os africanos tem OBRIGAÇÃO de reconhecerem os seus próprios CRIMES ANTIGOS E OS ATUAIS Realmente, não havendo na África grandes plantações destinadas à exportação, não havia um uso intensivo da mão-de-obra escrava. Mas é fato que os escravos se tornaram o principal produto africano de exportação com o consentimento dos próprios africanos, assim como o café se tornou, na época, o principal produto brasileiro de exportação sob os auspícios dos brasileiros. Nós importávamos escravos e exportávamos café, eles exportavam escravos e importavam sedas, máquinas, armas. Não se trata de referir-se à "culpa" que cada um teria, pois na época a escravidão era um negócio como outro qualquer, visto com toda naturalidade, tanto aqui quanto na África. Zumbi, o líder do Quilombo dos Palmares, era um senhor de escravos.

Colonização da ÁFRICA Processo de ocupação territorial, exploração econômica e domínio político do continente africano por potências européias. Tem início no século XV e estende-se até a metade do século XX. Ligada à expansão marítima européia, a primeira fase do colonialismo africano surge da necessidade de encontrar rotas alternativas para o Oriente e novos mercados produtores e consumidores. Portugueses – Iniciam o processo na primeira metade do século XV, estabelecendo feitorias, portos e enclaves no litoral oeste africano. Não existe nenhuma organização política nas colônias portuguesas, exceto em algumas áreas portuárias onde há tratados destinados a assegurar os direitos dos traficantes de escravos. A obtenção de pedras, metais preciosos e especiarias é feita pelos sistemas de captura, de pilhagem e de escambo. O método predador provoca o abandono da agricultura e o atraso no desenvolvimento manufatureiro dos países africanos. A captura e o tráfico de escravos dividem tribos e etnias e causam desorganização na vida econômica e social dos africanos. Milhões de pessoas são mandadas à força para as Américas, e grande parte morre durante as viagens. A partir de meados do século XVI, os ingleses, os franceses e os holandeses expulsam os portugueses das melhores zonas costeiras para o comércio de escravos. Ingleses – No final do século XVIII e meados do século XIX, os ingleses, com enorme poder naval e econômico, assumem a liderança da colonização africana. Combatem a escravidão, já menos lucrativa, direcionando o comércio africano para a exportação de ouro, marfim e animais. Para isso estabelecem novas colônias na costa e passam a implantar um sistema administrativo fortemente centralizado na mão de colonos brancos ou representantes da Coroa inglesa. Holandeses – Estabelecem-se na litorânea Cidade do Cabo, na África do Sul, a partir de 1.652. Desenvolvem na região uma nova cultura e formam uma comunidade conhecida como africâner ou bôer. Mais tarde, os bôeres perdem o domínio da região para o Reino Unido na Guerra dos Bôeres.

PARTILHA DA ÁFRICA – No fim do século XIX e início do século XX, com a expansão do capitalismo industrial, começa o neocolonialismo no continente africano. Entre outras características, é marcado pelo aparecimento de novas potências concorrentes, como a Alemanha, a Bélgica e a Itália. A partir de 1880, a competição entre as metrópoles pelo domínio dos territórios africanos intensifica-se. A partilha da África tem início, de fato, com a Conferência de Berlim (1884), que institui normas para a ocupação. No início da I Guerra Mundial, 90% das terras já estão sob domínio da Europa. A partilha é feita de maneira arbitrária, não respeitando as características étnicas e culturais de cada povo, o que contribui para muitos dos conflitos atuais no continente africano. Os franceses instalam-se no noroeste, na região central e na ilha de Madagáscar. Os ingleses estabelecem territórios coloniais em alguns países da África Ocidental, no nordeste e no sul do continente. A Alemanha conquista as regiões correspondentes aos atuais Togo, Camarões, Tanzânia, Ruanda, Burundi e Namíbia. Portugal e Espanha conservam antigas colônias. Os portugueses continuam com Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Angola e Moçambique, enquanto os espanhóis mantêm as posses coloniais de parte do Marrocos e da Guiné Equatorial. A Bélgica fica com o Congo (exZaire) e a Itália conquista a Líbia, a Eritréia e parte da Somália. Após a partilha ocorrem movimentos de resistência. Muitas manifestações são reprimidas com violência pelos colonizadores. Também são exploradas as rivalidades entre os próprios grupos africanos para facilitar a dominação. A colonização, à medida que representa a ocidentalização do mundo africano, suprime as estruturas tradicionais locais e deixa um vazio cultural de difícil reversão. O processo de independência das colônias européias do continente africano tem início a partir da II Guerra Mundial.

O INICÍO DA COLONIZAÇÃO

"Os problemas sociais dos países africanos é resultado da forma de colonização que ocorreu no continente. " O continente africano e o asiático foram os últimos a serem colonizados pelos europeus. Nas Américas, o processo de colonização teve início ainda no século XVI. Três séculos

mais tarde o continente americano já havia sido descolonizado e a Primeira Revolução Industrial se encontrava em plena expansão. Diante disso, os europeus buscaram novas fontes de recursos para abastecer as suas indústrias. No século XIX, as nações europeias, como Inglaterra, França, Bélgica, Holanda e Alemanha, começaram a explorar de maneira efetiva o continente africano e o asiático. A Revolução Industrial motivou esses países a explorar matérias-primas, especialmente minérios, dentre os quais podemos destacar o ferro, cobre, chumbo, além de produtos de origem agrícola, como algodão e borracha; todos fundamentais para a produção industrial. As nações americanas que foram descolonizadas se tornaram um mercado promissor para os produtos industrializados europeus, tendo em vista que a procura na Europa por tais mercadorias estava em queda. As potências europeias, para garantir matéria-prima, ocuparam os territórios contidos no continente africano. Logo depois, promoveram a partilha do continente entre os principais países europeus da época, dando direito de explorar a parte que coube a cada nação. A divisão do continente africano foi consolidada através de um acordo realizado em 1885. Esse evento contou com a participação da Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Itália, Portugal e Espanha. Esse acordo foi executado na Conferência de Berlim. Porém, o processo de exploração da África aconteceu antes mesmo de haver a partilha do território, isso porque diversos países enviaram delegações de cientistas para o continente. Segundo eles, os cientistas tinham o propósito de realizar pesquisas de caráter científico, mas na verdade esses coletavam dados acerca do potencial mineral, ou seja, as riquezas do subsolo. Anos depois, grande parte do território africano estava colonizada. Os europeus introduziram culturas que não faziam parte da dieta do povo nativo. Os colonizadores rapidamente promoveram as plantations, com destaque para a produção de café, chá, cana-de-açúcar e cacau. Outra atividade desenvolvida foi o extrativismo mineral, com destaque para a extração de ouro, ferro, chumbo, diamante, entre outros. Assim, os europeus conseguiram garantir por um bom tempo o fornecimento de matéria-prima para abastecer as indústrias existentes nos países europeus industrializados. Mundo Educação » Geografia » Geografia humana » Continentes » O início da colonização na África

Os problemas sociais dos países africanos é resultado da forma de colonização que ocorreu no continente. O continente africano e o asiático foram os últimos a serem colonizados pelos europeus. Nas Américas, o processo de colonização teve início ainda no século XVI. Três séculos mais tarde o continente americano já havia sido descolonizado e a Primeira Revolução Industrial se encontrava em plena expansão. Diante disso, os europeus buscaram novas fontes de recursos para abastecer as suas indústrias. No século XIX, as nações europeias, como Inglaterra, França, Bélgica, Holanda e Alemanha, começaram a explorar de maneira efetiva o continente africano e o asiático. A Revolução Industrial motivou esses países a explorar matérias-primas, especialmente minérios, dentre os quais podemos destacar o ferro, cobre, chumbo, além de produtos de origem agrícola, como algodão e borracha; todos fundamentais para a produção industrial. As nações americanas que foram descolonizadas se tornaram um mercado promissor para os produtos industrializados europeus, tendo em vista que a procura na Europa por tais mercadorias estava em queda. As potências europeias, para garantir matéria-prima, ocuparam os territórios contidos no continente africano. Logo depois, promoveram a partilha do continente entre os principais países europeus da época, dando direito de explorar a parte que coube a cada nação. A divisão do continente africano foi consolidada através de um acordo realizado em 1885. Esse evento contou com a participação da Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Itália, Portugal e Espanha. Esse acordo foi executado na Conferência de Berlim. Porém, o processo de exploração da África aconteceu antes mesmo de haver a partilha do território, isso porque diversos países enviaram delegações de cientistas para o continente. Segundo eles, os cientistas tinham o propósito de realizar pesquisas de caráter científico, mas na verdade esses coletavam dados acerca do potencial mineral, ou seja, as riquezas do subsolo. Anos depois, grande parte do território africano estava colonizada. Os europeus introduziram culturas que não faziam parte da dieta do povo nativo. Os colonizadores rapidamente promoveram as plantations, com destaque para a produção de café, chá, cana-de-açúcar e cacau. Outra atividade desenvolvida foi o extrativismo mineral, com destaque para a extração de ouro, ferro, chumbo, diamante, entre outros. Assim, os europeus conseguiram garantir por um bom tempo o fornecimento de matéria-prima para abastecer as indústrias existentes nos países europeus industrializados.

Mundo Educação » Geografia » Geografia humana » Continentes » O início da colonização na África Os problemas sociais dos países africanos é resultado da forma de colonização que ocorreu no continente. O continente africano e o asiático foram os últimos a serem colonizados pelos europeus. Nas Américas, o processo de colonização teve início ainda no século XVI. Três séculos mais tarde o continente americano já havia sido descolonizado e a Primeira Revolução Industrial se encontrava em plena expansão. Diante disso, os europeus buscaram novas fontes de recursos para abastecer as suas indústrias. No século XIX, as nações europeias, como Inglaterra, França, Bélgica, Holanda e Alemanha, começaram a explorar de maneira efetiva o continente africano e o asiático. A Revolução Industrial motivou esses países a explorar matérias-primas, especialmente minérios, dentre os quais podemos destacar o ferro, cobre, chumbo, além de produtos de origem agrícola, como algodão e borracha; todos fundamentais para a produção industrial. As nações americanas que foram descolonizadas se tornaram um mercado promissor para os produtos industrializados europeus, tendo em vista que a procura na Europa por tais mercadorias estava em queda. As potências europeias, para garantir matéria-prima, ocuparam os territórios contidos no continente africano. Logo depois, promoveram a partilha do continente entre os principais países europeus da época, dando direito de explorar a parte que coube a cada nação. A divisão do continente africano foi consolidada através de um acordo realizado em 1885. Esse evento contou com a participação da Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Itália, Portugal e Espanha. Esse acordo foi executado na Conferência de Berlim. Porém, o processo de exploração da África aconteceu antes mesmo de haver a partilha do território, isso porque diversos países enviaram delegações de cientistas para o continente. Segundo eles, os cientistas tinham o propósito de realizar pesquisas de caráter científico, mas na verdade esses coletavam dados acerca do potencial mineral, ou seja, as riquezas do subsolo. Anos depois, grande parte do território africano estava colonizada. Os europeus introduziram culturas que não faziam parte da dieta do povo nativo. Os colonizadores rapidamente promoveram as plantations, com destaque para a produção de café, chá, cana-de-açúcar e cacau. Outra atividade desenvolvida foi o extrativismo mineral, com destaque para a extração de ouro, ferro, chumbo, diamante, entre outros. Assim, os europeus conseguiram garantir por um bom tempo o fornecimento de matéria-prima para abastecer as indústrias existentes nos países europeus industrializados.

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Mundo Educação » Geografia » Geografia humana » Continentes » O início da colonização na África

Os problemas sociais dos países africanos é resultado da forma de colonização que ocorreu no continente. O continente africano e o asiático foram os últimos a serem colonizados pelos europeus. Nas Américas, o processo de colonização teve início ainda no século XVI. Três séculos mais tarde o continente americano já havia sido descolonizado e a Primeira Revolução Industrial se encontrava em plena expansão. Diante disso, os europeus buscaram novas fontes de recursos para abastecer as suas indústrias. No século XIX, as nações europeias, como Inglaterra, França, Bélgica, Holanda e Alemanha, começaram a explorar de maneira efetiva o continente africano e o asiático. A Revolução Industrial motivou esses países a explorar matérias-primas, especialmente minérios, dentre os quais podemos destacar o ferro, cobre, chumbo, além de produtos de origem agrícola, como algodão e borracha; todos fundamentais para a produção industrial. As nações americanas que foram descolonizadas se tornaram um mercado promissor para os produtos industrializados europeus, tendo em vista que a procura na Europa por tais mercadorias estava em queda. As potências europeias, para garantir matéria-prima, ocuparam os territórios contidos no continente africano. Logo depois, promoveram a partilha do continente entre os principais países europeus da época, dando direito de explorar a parte que coube a cada nação. A divisão do continente africano foi consolidada através de um acordo realizado em 1885. Esse evento contou com a participação da Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Itália, Portugal e Espanha. Esse acordo foi executado na Conferência de Berlim. Porém, o processo de exploração da África aconteceu antes mesmo de haver a partilha do território, isso porque diversos países enviaram delegações de cientistas para o continente. Segundo eles, os cientistas tinham o propósito de realizar pesquisas de caráter científico, mas na verdade esses coletavam dados acerca do potencial mineral, ou seja, as riquezas do subsolo. Anos depois, grande parte do território africano estava colonizada. Os europeus introduziram culturas que não faziam parte da dieta do povo nativo. Os colonizadores rapidamente promoveram as plantations, com destaque para a produção de café, chá, cana-de-açúcar e cacau. Outra atividade desenvolvida foi o extrativismo mineral, com destaque para a extração de

ouro, ferro, chumbo, diamante, entre outros. Assim, os europeus conseguiram garantir por um bom tempo o fornecimento de matéria-prima para abastecer as indústrias existentes nos países europeus industrializados. Mundo Educação » Geografia » Geografia humana » Continentes » O início da colonização na África Os problemas sociais dos países africanos é resultado da forma de colonização que ocorreu no continente. O continente africano e o asiático foram os últimos a serem colonizados pelos europeus. Nas Américas, o processo de colonização teve início ainda no século XVI. Três séculos mais tarde o continente americano já havia sido descolonizado e a Primeira Revolução Industrial se encontrava em plena expansão. Diante disso, os europeus buscaram novas fontes de recursos para abastecer as suas indústrias. No século XIX, as nações europeias, como Inglaterra, França, Bélgica, Holanda e Alemanha, começaram a explorar de maneira efetiva o continente africano e o asiático. A Revolução Industrial motivou esses países a explorar matérias-primas, especialmente minérios, dentre os quais podemos destacar o ferro, cobre, chumbo, além de produtos de origem agrícola, como algodão e borracha; todos fundamentais para a produção industrial. As nações americanas que foram descolonizadas se tornaram um mercado promissor para os produtos industrializados europeus, tendo em vista que a procura na Europa por tais mercadorias estava em queda. As potências europeias, para garantir matéria-prima, ocuparam os territórios contidos no continente africano. Logo depois, promoveram a partilha do continente entre os principais países europeus da época, dando direito de explorar a parte que coube a cada nação. A divisão do continente africano foi consolidada através de um acordo realizado em 1885. Esse evento contou com a participação da Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Itália, Portugal e Espanha. Esse acordo foi executado na Conferência de Berlim. Porém, o processo de exploração da África aconteceu antes mesmo de haver a partilha do território, isso porque diversos países enviaram delegações de cientistas para o continente. Segundo eles, os cientistas tinham o propósito de realizar pesquisas de caráter científico, mas na verdade esses coletavam dados acerca do potencial mineral, ou seja, as riquezas do subsolo. Anos depois, grande parte do território africano estava colonizada. Os europeus introduziram culturas que não faziam parte da dieta do povo nativo. Os colonizadores rapidamente promoveram as plantations, com destaque para a produção de café, chá, cana-de-açúcar e cacau.

Outra atividade desenvolvida foi o extrativismo mineral, com destaque para a extração de ouro, ferro, chumbo, diamante, entre outros. Assim, os europeus conseguiram garantir por um bom tempo o fornecimento de matéria-prima para abastecer as indústrias existentes nos países europeus industrializados. Mundo Educação » Geografia » Geografia humana » Continentes » O início da colonização na África

Localização da áfrica

Escravos Áfricanos

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