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METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO

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METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO

Estrutura de Um Trabalho Acadêmico
Capa ( * ) Folha de Rosto Folha de Aprovação( * ) Dedicatória ( * ) Agradecimentos ( * ) Sumário Texto: Introdução Texto: Desenvolvimento Texto: Conclusão Texto: Anexos ou Apêndices ( * ) Referências Bibliográficas Glossário ( * ) Contra - Capa( * ) ( * ) Itens Não Obrigatórios

ABNT (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS) MONOGRAFIA METODOLOGIA DE ARTIGO CIENTÍFICO NORMAS GERAIS PARA REDAÇÃO NORMAS GERAIS DE REVISÃO NORMAS PARA REDAÇÃO DE MONOGRAFIAS NORMAS PARA REDAÇÃO DE DISSERTAÇÕES NORMAS PARA REDAÇÃO DE TESES NORMAS DA ABNT REGRAS DA ABNT TRABALHO ESCOLAR TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

CAPA
DEVE CONTER
Nome do autor (margem superior, fonte 14) Título do trabalho (fonte 16, maiúsculo, negrito, centralizado) Instituição onde o trabalho foi executado (fonte 14, só as primeiras letras maiúsculas, negrito, centralizada) Cidade e ano de conclusão do trabalho (fonte 14, negrito, maiúsculo e minúsculo, centralizado)

Modelo de uma Capa OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida

FOLHA DE ROSTO
DEVE CONTER
As mesmas informações contidas na Capa: Nome do autor (margem superior, fonte 14)

Título do trabalho (fonte 16, maiúsculo, negrito, centralizado) As informações essenciais da origem do trabalho: -Instituição onde o trabalho foi executado (fonte 14, só as primeiras letras maiúsculas, negrito, centralizada) Cidade e ano de conclusão do trabalho (fonte 14, negrito, maiúsculo e minúsculo, centralizado)

Modelo de uma Folha de Rosto

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.

FOLHA DE APROVAÇÃO
DEVE CONTER
Nome do Autor TÍTULO Objetivo Nome do autor NOME DA INSTITUIÇÃO Curso Área de Concentração Data de aprovação: __ de _____ de 20__ Título (e subtítulo, se houver) do trabalho Natureza Objetivos Nome da instituição Área de concentração Data da aprovação Nome do Professor _______________________ Titulação Nome, titulação, assinatura dos componentes da banca e as instituições a que fazem parte.

Nome do Professor _______________________ Titulação

Nome do Professor _______________________ Titulação Modelo de uma Folha de Aprovação

DEDICATÓRIA
Tem a finalidade de se dedicar o trabalho a alguém, como uma homenagem de gratidão especial.

DEVE CONTER

(tamanho12 – negrito – podendo ser itálico alinhado a 3 tab (3,75 cm) da margem esquerda e 1 cm da margem direita – espaçamento simples digitado acima da margem inferior – sem aspas

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.

AGRADECIMENTOS
Os AGRADECIMENTOS não obedecem às normas nem têm caráter científico. Mas devem obedecer ao bom senso. Procure redigir de forma explícita o agradecimento a todas as pessoas que ajudaram você em seu trabalho. Inicie agradecendo a seu orientador, não se esquecendo de referir-se a quem emprestou material para a pesquisa, assim como àqueles que participaram da coleta de dados. O estilo deve ser objetivo, uma vez que se trata de um trabalho acadêmico, não devendo misturar os agradecimentos profissionais com as questões pessoais

DEVE CONTER

Agradeço...
(tamanho12 – negrito – podendo ser itálico alinhado a 3 tab (3,75 cm) da margem esquerda e 1 cm da margem direita – espaçamento simples digitado acima da margem inferior – sem aspas

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.

Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. O tamanho das letras. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. conforme especificações indicadas na Figura. OBS. folha de epígrafe. Seus elementos deverão ser devidamente alinhados entre si. a coluna de numeração deverá ser sempre alinhada obedecendo à margem direita.SUMÁRIO O SUMÁRIO oferece ao leitor uma visão global do estudo realizado. Os números deverão ser ligados à última palavra dos respectivos títulos por uma linha de pontos. dedicatórias ou agradecimentos. sempre obedecendo à margem esquerda. . Não constam no sumário: folha de rosto. que recebem numeração própria.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Digitado em negrito. pontilhados e números receberão tamanhos de letras distintos. Inclui todos os títulos principais e suas subdivisões.

definirem o procedimento metodológico a ser desenvolvido no trabalho e que o mesmo tenha resultados. justificando sua imperiosa necessidade de se realizar tal empreendimento. deve descrever a relevância do tema e o porquê de sua escolha. (NBR 14724-01 p. abrindo o trabalho propriamente dito. p. que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Para Salomon (2001). Com base nestes itens. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. Devem ser apresentados os objetivos do trabalho. TEXTO: CONCLUSÃO A CONCLUSÃO é a parte final do texto.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. OBS.4) OBS. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. a exposição de interesses envolvidos: os teóricos. Recapitulam-se sinteticamente os resultados do trabalho elaborado.TEXTO: INTRODUÇÃO A INTRODUÇÃO é a parte inicial do texto. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. É a parte principal do texto. Não apresenta indicação numérica por se tratar de texto introdutório ao trabalho. (NBR6024-89.2 e NBR 14724-01 p. apresenta as suas contribuições e traz sua marca pessoal. Deve ser bem explicada toda a metodologia adotada para se chegar às conclusões. As principais características de uma conclusão são: essencialidade. A revisão de literatura deve resumir as obras já trabalhadas sobre o mesmo assunto.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. é a defesa de projeto. TEXTO: DESENVOLVIMENTO O item DESENVOLVIMENTO agrega: Referencial Teórico e Procedimentos Metodológicos (em casos de pesquisa de campo. justificativa. argumentando e dando encaminhamento para a conclusão do trabalho. considerar . abordando as contribuições acadêmicas e aplicadas. problema de pesquisa. Desenvolvimento do Texto O corpo do trabalho é onde o tema é discutido pelo autor As hipóteses a serem testadas devem ser claras e objetivas. A justificativa. . Deve-se mencionar a importância do trabalho. os pessoais e os da equipe de pesquisadores. por sua vez.4). faz crítica. Contribui com um novo conhecimento ou reformula conhecimentos existentes. aprender a analisar os resultados. brevidade e personalidade. Deve constar o tema tratado.Resultados e Análise de Dados). mas de um levantamento bibliográfico. OBS. Estes resultados muitas vezes não advêm de pesquisa de campo. na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos do trabalho. Independente do assunto abordado nos trabalhos acadêmicos é importante que os alunos sejam orientados para buscarem um referencial teórico. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. Cada um destes itens deve iniciar uma página. É o fecho do trabalho.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. objetivos e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. Este é o momento em que o autor do trabalho se posiciona.

Cyro..1. Revista Mackenzie de Engenharia e Computação. 1. Maria Thereza P.TEXTO: ANEXOS E APÊNDICES ANEXOS OU APÊNDICES é todo material suplementar de sustentação ao texto (itens do questionário aplicado. Ricardo T. MARCONDES. HEWLETT-PACKARD. 1999. 2000. Luís Tadeu. Hotel Royal. Mackenzie. São Paulo : Saraiva . 2002. Seminários. MOORI. 1999.152. ano 3. Universidade Presbiteriana Mackenzie. ed. HANASHIRO. jul. p. Maria Helena. . Um modelo de procedimento para a avaliação da produtividade na administração dos materiais. 2001. Dissertação (Mestrado em Administração de Empresas).. ISSN 1518-6776 Artigos de revista Científica NASSIF./dez. Padrão JPEG de compactação de imagens. v. HU. 2001. São Paulo: Saraiva. Tese (Doutorado em Engenharia). n. Capital intelectual. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Trata-se da relação das obras consultadas e mencionadas no trabalho. Englewood: Hewlett-Packard Press. 2000. São Paulo: Atlas. Teoria Geral da administração. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. 198 p.. Periódicos Revista Científica considerada no todo (coleção) REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO MACKENZIE. Test & measurement catalog 1998. Darcy. 1998.São Paulo.São Paulo. São Paulo. 1. 139. Catálogos UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE. Modelo de Referências Bibliográficas Livros ANTUNES. Anais dos Resumos dos trabalhos. Os papéis desempenhados pelos profissionais de recursos humanos contribuem para a vantagem competitiva sustentável? In: ENANPAD 2001. 2000. 312 p. 3. TEIXEIRA.Graduação em Administração de Empresas. p. São Paulo. Programa de Pós. Dicionário jurídico. OBS. M. M. T. Revista de Administração Mackenzie. Roberto G.. Deve seguir a NBR 6023/agosto/2000. Maria Luisa Mendes . n. J. São Paulo. A competitividade das universidade particulares à luz de uma visão baseada em recursos. Campinas. 2001 -. Semestral. Congressos. Reynaldo C. 1993.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. uma lei discutida no corpo do texto etc). Osvaldo R. Catálogo de dissertações e teses: resumos. Encontros HANASHIRO. Dissertações e Teses ÁVILA. roteiro de entrevista ou observação.97-114. São Paulo: Ed. Dicionários DINIZ. 2001. 152p.M. A pressão pela redução de preços nos novos produtos das autopeças e a inovação em automações industriais.M. São Paulo. BERNARDES. 668 p. RAUNHEITTE. Vânia M. 218 p. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.Darcy M.

Código civil. v. Apresenta informações acadêmicas dos cursos da universidade.704.Artigo de Jornal FONSECA. n.). Microficha. Microficha. 64 x 84 cm. Veterum scriptorum et monumentorum historicorum. [1729?]. 98p. Home Page Institucional DIRETÓRIO Acadêmico Eugênio Gudin (DAEG). 9 maio 2001. v. Ltda. 18 Artigo de reportagem e resenhas LEAL.1966. História dos jovens 2. LEX – Coletânea de Legislação e Jurisprudência: Legislação Federal e Marginalia. Acesso em 03 abr.n. (Org. In: LEVI. Giovanni.. G. Roberto. São Paulo: Emplasa. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. 2001. Desenvolvido pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas.12. Três. Altera a Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM) e as alíquotas do imposto de importação dos produtos que menciona. Cidade. São Paulo. São Paulo. 2001. Conjuntura Econômica. Jurisprudência BRASIL. Meios Eletrônicos Banco de Dados PROQUEST: banco de dados.º3. 38. Lista de Discussão BIBLIOTECAS Universitárias. Jornal do Brasil. P. 1994. Imagens da juventude na era moderna. Caderno A. 1999. Código BRASIL. Edmond. 1995.2001. Ed. . 1984. Edição especial.59.]. 2000.3. 6. Decreto BRASIL. Súmulas. In: ______. Disponível em: BIBUNIVERSITARIAS@E-GROUPS. . [1992-1996?]. p. Projeção transversa de Mercator. 28 jun. Meridiano Central 45º Microficha MARTENE. Emenda constitucional nº 9. 1996. p. God’s last word to man: studies in hebrews. 6. Disponível em : . v. Escala 1:2000.COM. MP fiscaliza com autonomia total. 25 abr. Acesso em: 03 abr. Lista mantida pela FEBAB. out. Coordenação de Maurício Antonio Ribeiro Lopes. e dá outras providências. Brasil. L. Legislação BRASIL. N. Artigo e matéria de Revistas e Boletins AS 500 maiores empresas do Brasil. Parte de livros e artigos ROMANO. J. Supremo Tribunal Federal./dez. Lex: legislação federal e marginalia. London.7-16. n. Gabinete “paga” campanha de vereador. São Paulo: Companhia das Letras. set. Acesso em: 03 abr. Morsan & Scott. 2001. p. de 27 de dezembro de 2000. [1972?]. Sâo Paulo: Editora Revista dos Tribunais. [S. 148. 1 mapa. Jornal da Tarde. v. São Paulo: Ed. George Campell. Rio de Janeiro. Contábeis e Administrativas da Universidade Presbiteriana Mackenzie. MORSAN. de 9 de novembro de 1995. Disponível em: . SCHIMIDT.9.Decreto n. Mapa Sistema cartográfico metropolitano da Grande São Paulo: levantamento aerofotogramétrico: Consolação.l: s. Constituição (1988). Súmula nº14. P.16. 2001. 65. Parte de Revistas e Boletins DINHEIRO: revista semanal de negócios. Rio de Janeiro. São Paulo.

In: ________. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. 10. International Tax Review.O Estado de São Paulo. Tratados e organizações ambientais em matéria de meio ambiente. 1. Escala indeterminável. Rio de Janeiro.org. 5CD-ROM.htm . Informe Técnico. 16:30:30 Revista e Boletim SILVA. Brazil reforms cut planning opportunities.providafaília.br em 08 mar. Windows 98. color.htm. Disponível em: Acesso em : 9 maio 2001.htm. inverno 1994. R. São Paulo: Delta: Estadão.com. Artigo e matéria de jornal SILVA. Ives Gandra da. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. M. London. Livros/Monografias no todo KOOGAN. Acesso em: 10 jan. Acesso em:8 mar.1999..1998.fceca@mackenzie. 31/2. Navio Negreiro.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/navionegreiro. Partes de Livros/Monografias SÃO PAULO (Estado). M. André. Disponível em: http://www. Rio de Janeiro. .htm. M. Base de dados FIS. 1 mapa. 1998. Rio de Janeiro. n. Enciclopédio e dicionário digital 98. Disponível em: http:///www.Net. 2000.. 1999.1999.. 1920.1998.br/contexts/brasilrevistas. Consultas Online ALVES. Artigo de Revista em Meio Eletrônico NELIO. ago. 19 set. Disponível em: http://www.terra. São Paulo. Pena de morte para o nascituro. L.2001. Secão Ponto de Vista.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha.1 disquete. Crimes da era digital. V.2002. Disponível em: http://www.2. 1998. 1998. Fortaleza.). HOUAISS. E-mail ASCOLI. Mensagem recebida por biblio.. Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico GUNCHO. Neo Interativa. OBS. Entendendo o meio ambiente.I.]: Virtual Books.org/pena_morte_nascituro. Secretaria do Meio Ambiente. Antonio (Ed. Castro.Fortaleza: Tec Treina. 1998.1998. Documento cartográfico PERCENTAGEM de imigrantes em São Paulo. Direção geral de André Koogan Breikman. São Paulo.br/sma/entendendo/atual.bdt. Anais. Raymond. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. Acesso em: 28 nov. Acesso em: 19 set.brazilnet. A educação à distância e a biblioteca universitária. 1 CD-ROM. Nov. nov. 1 CD-ROM. 1999.Arquivo em Disquete PETROBRÁS.com. [S.

É o conhecimento especulativo sobre fenômenos. 1979: 24-30). ultrapassando os limites formais da ciência. É explicativo. Pode fazer predições. Nele deve constar o material que contribui para melhor esclarecer o texto do relatório de pesquisa. Bibliografia: É a lista de obras utilizadas ou sugeridas pelo autor do trabalho de pesquisa. após inúmeras tentativas. Depende de investigação metódica. o título do trabalho e a instituição onde a pesquisa foi realizada. Atém-se aos fatos. Podemos então dizer que o Conhecimento Científico: "É racional e objetivo. É analítico. Corpo do Texto: É o desenvolvimento do tema pesquisado.GLOSSÁRIO Palavras Utilizadas em Pesquisas Agradecimento: É a manifestação de gratidão do autor da pesquisa às pessoas que colaboraram no seu trabalho. Sem ela não há relatório de pesquisa. Conhecimento Empírico (ou conhecimento vulgar): É o conhecimento obtido ao acaso. Requer exatidão e clareza. dividido em partes. por sua origem. Busca dar sentido aos fenômenos gerais do universo. propondo soluções e aplicações práticas. Anexo: É uma parte opcional de um relatório de pesquisa. ou seja. Entrevista: É um instrumento de pesquisa utilizado na fase de coleta de dados. Capa: Serve para proteger o trabalho e dela deve constar o nome do autor. Conhecimento Científico: É o conhecimento racional. capítulos ou itens. Busca e aplica leis. avaliando os resultados obtidos. Experimento: Situação provocada com o objetivo de observar a reação de determinado fenômeno. Ciência: É um conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado objeto conquistados através de métodos próprios de coleta de informação. Conhecimento Teológico: Conhecimento revelado pela fé divina ou crença religiosa. Apêndice: O mesmo que Anexo. excluindo-se a Introdução e a Conclusão. o conhecimento adquirido através de ações não planejadas. Entre eles o texto da pesquisa. É verificável. grupos de pessoas ou outras instâncias. Conclusão: É a parte final do trabalho onde o autor se coloca com liberdade científica. Amostra: É uma parcela significativa do universo pesquisado ou de coleta de dados. Transcende aos fatos. Capítulo: É uma das partes da divisão do relatório de pesquisa. gerando conceitos subjetivos. ser confirmado ou negado. Lembrando que o primeiro capítulo será a Introdução e o último as Conclusões do autor. É útil" (Galliano. Conhecimento Filosófico: É fruto do raciocínio e da reflexão humana. Fichamento: São as anotações de coletas de dados registradas em fichas para posterior consulta. sistemático. exato e verificável da realidade. Dedicatória: Parte opcional que abre o trabalho homenageando afetivamente algum indivíduo. Depende da formação moral e das crenças de cada indivíduo. Deve ter a característica de ser curto e objetivo. Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados na metodologia científica. . É comunicável. Citação: É quando se transcreve ou se refere o que um outro autor escreveu. Não pode. Análise: É o trabalho de avaliação dos dados recolhidos. Coleta de Dados: É a fase da pesquisa em que se reúnem dados através de técnicas específicas. É aberto.

Ex. com a indicação da(s) página(s) no texto onde aparecem. Maria Cecília Rubinger de Ottoni e Rosana Velloso Montanari escreve-se: SCHIRM. Introdução: É o primeiro capítulo de um relatório de pesquisa.Folha de Rosto: É a folha seguinte a capa e deve conter as mesmas informações contidas na Capa e as informações essenciais da origem do trabalho. mesmo que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente escrita com erros de linguagem. ipsis verbis: Significa "pelas mesmas palavras". onde o pesquisador irá apresentar. PALAVRAS OU EXPRESSÕES LATINAS UTILIZADAS EM PESQUISA apud: Significa "citado por". Hipótese: É a suposição de uma resposta para o problema formulado em relação ao tema. de um artigo. em linhas gerais. de uma apostila ou qualquer outro documento. no nosso caso. investigação. Utiliza-se para expressar que o texto foi transcrito com fidelidade. apesar do nome Introdução.: Numa obra escrita por Helena Schirm. Glossário: São as palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo virtual leitor. ibid ou ibdem: Significa "na mesma obra".cit. Gráfico: É a representação gráfica das escalas quantitativas recolhidas durante o trabalho de pesquisa. É a dúvida inicial que lança o pesquisador ao seu trabalho de pesquisa.: (Napoleão apud Loi) ou seja. Índice (ou Índice Remissivo): É uma lista que pode ser de assuntos. Resenha: É uma descrição minuciosa de um livro. Ex.: Significa "obra citada" . acompanhadas de definição. de um tema bem determinado e limitado. Napoleão "citado por" Loi et al. de um capítulo de um livro ou de parte deste livro. Helena et al. A Hipótese pode ser confirmada ou negada. "textualmente". é a ordenação de um conjunto de etapas a serem cumprias no estudo de uma ciência. na busca de uma verdade ou para se chegar a um determinado fim. Método: A palavra método deriva do grego e quer dizer caminho. com tratamento escrito individual. definido como critério global da pesquisa. opus citatum ou op. "literalmente". Método então. o que o leitor encontrará no corpo do texto. Alguns autores referem-se a Índice como o mesmo que Sumário e Índice como Índice Remissivo. de nomes de pessoas citadas. Nas citações é utilizada para informar que o que foi transcrito de uma obra de um determinado autor na verdade pertence a um outro. é a última parte a ser escrita pelo autor. É o estudo dos caminhos a serem seguidos para se fazer ciência. Instrumento de Pesquisa: Material utilizado pelo pesquisador para colher dados para a pesquisa. Problema: É o marco referencial inicial de uma pesquisa. Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou sic. que venha contribuir com relevância à. "logia" significa estudo. Teoria: "É um conjunto de princípios e definições que servem para dar organização lógica a aspectos selecionados da realidade empírica. ciência. (et alli): Significa "e outros". Pesquisa: É a ação metódica para se buscar uma resposta. 1998: 106-107) Tópico: É a subdivisão do assunto ou do tema. Metodologia: "Methodo" significa caminho. ipsis litteris: Significa "pelas mesmas letras". Técnica: É a forma mais segura e ágil para se cumprir algum tipo de atividade. busca. Utilizado quando a obra foi executada por muitos autores. As proposições de uma teoria são consideradas leis se já foram suficientemente comprovadas e hipóteses se constituem ainda problema de investigação" (Goldenberg. in: Significa "em". Universo: É o conjunto de fenômenos a serem trabalhados. Por isso. utilizando-se de um instrumental apropriado. idem ou id: Significa "igual a anterior". Monografia: É um estudo científico.

CAPA Serve para proteger a última folha do trabalho.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou ipsis verbis. É utilizada quando a citação se repete em mais de um trecho da obra. é opcional e permanece em branco. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. referindo-se a nota imediatamente anterior. sic: Significa "assim".passim: Significa "aqui e ali". OBS. CONTRA .: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. supra: Significa "acima". OBS. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. . Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição.

através de documento digitado em espaço dum e meio (1. não devem ser usados barras. Impressão do Documento A impressão deve ser feita exclusivamente em papel branco formato A4. suas páginas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento a do texto principal. Caso sejam numeradas. ii. em algarismos arábicos. asteriscos e outros sinais gráficos na margem lateral direita do texto.0 cm Margem inferior : 2. pontos ou parênteses. tamanho 12.0 cm Margem superior : 3. desenvolvimento e conclusão) Para trabalhos de peso acadêmico (dissertações de mestrado e teses de doutorado) ou para alguns tipos de projetos: introdução. que não deve apresentar saliências e reentrâncias. iniciando-se a numeração na página seguinte (página ii).0 cm Numeração das Páginas do Documento As páginas devem ser numeradas sequencialmente a partir da Introdução. travessões. discussão dos resultados e conclusão) . Margem esquerda: 3. no canto superior direito. não deve ser numerada. Havendo anexos. etc. Tipos itálicos são usados para nomes científicos e expressões estrangeiras. que devem ter espaço um (1). a página de rosto (página i). Em se fazendo tal opção. tabelas e quadros) Lista de Símbolos e Abreviaturas Resumo em Português (de acordo com a Norma ABNT/NBR-6028) Texto (introdução. resultados.NORMAS ABNT Digitação do Documento Os trabalhos devem ser apresentados de modo legível. ESTRUTURA A estrutura do trabalho científico deve apresentar as seguintes etapas: Capa Errata Página de Rosto Ficha Catalográfica (verso da página de rosto) Epígrafe (opcional) Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Sumário Listas de Ilustrações (figuras. que permita a impressão e leitura. material e método.5) (exceto as referências bibliográficas. revisão de literatura. iv. Alinhamento do Documento Para efeito de alinhamento. ocupando apenas o anverso da página. iii. sem traços. A numeração das páginas preliminares (a partir da página de rosto até a última folha antes do texto) é opcional. Margens do Documento As margens devem permitir encadernação e reprodução corretas.0 cm Margem direita : 2. hífens. Recomenda-se a utilização da fonte arial ou times new roman.). utilizar algarismos romanos representados por letras minúsculas (i. de boa qualidade.

teses de doutorado ou livre docência. etc. indicação da disciplina ou área de concentração (dissertações de mestrado. título do trabalho. acrescido ao volume depois de impresso. título do trabalho e subtítulo quando houver.). ou seja: nome completo do autor. separado do título por dois pontos (quando for explicativo) ou ponto e vírgula (quando se tratar de subtítulo complementar).Abstract (resumo em inglês) opcional para alguns tipos de trabalho Anexos e Apêndices Glossário (opcional) Referências bibliográficas (de acordo com a Norma ABNT/NBR-6023) No caso de haver algum documento a ser referenciado.Errata Página de Rosto Elementos necessários para identificação do documento. que a Norma não contemple. local e data. A inclusão de outros elementos é opcional. Impressa quase sempre em retalho de papel avulso ou encartado. nome do orientador (monografias. local e data. Logotipo da universidade Autor Título Trabalho referente a disciplina . dissertações e teses). ERRATA Onde se lê Leia-se Página Parágrafo Linha Material de referência conclusão 132 1 3 Pretextuais pré-textuais 156 2 1 FIGURA 2 .Capa Errata Lista de erros de natureza tipográfica ou não com as devidas correções. serão necessárias adaptações que o profissional bibliotecário de sua Unidade ou da Biblioteca Central poderá vir a orientar. Autor Título Local Data FIGURA 1 . Bibliografia (opcional) Índice (opcional) Capa Deve constar autoria. nome da instituição e departamento. dispostos a critério do autor. indicando-se as páginas e/ou linhas em que aparecem.

objetivando a padronização das entradas de autor.. FICHA CATAL0GRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA DA ÁREA DE ENGENHARIA .UNICAMP Velásquez Alegre. Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação. Formaram parte da Banca: . nome completo e local para assinatura dos membros da banca examinadora. II. Interfaces gráficas de usuário (Sistema de computador). Título. Deverá ser elaborada pelo profissional bibliotecário de sua Unidade ou da Biblioteca Central. 1997.Página de rosto Ficha Catalográfica Localizada no verso da página de rosto e na parte inferior da mesma.-Campinas. FIGURA 4 .Ficha catalográfica Folha de Aprovação Deve conter data de aprovação.de___________ do_____ período do Curso de___________da "sua universidade" Orientado professor(a)______________ Realizado pelo(s) aluno(s)___________ Local Data FIGURA 3 . III. Interação homem-máquina. Universidade Estadual de Campinas. Outros dados como notas. Universidade de Engenharia Elétrica e de Computação. 1.BAE . 2. I.]. / Delia Perla Patricia Velásquez Alegre. Orientadora: Wu Shin-Ting Dissertação (mestrado) . SP: [s. orientador e definição dos cabeçalhos de assunto à partir de índices de assuntos reconhecidos internacionalmente. podem der incluídos nesta página a critério da instituição. Wu Shin-Ting.n. pareceres. etc.Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba. Delia Perla Patricia V541t Técnicas básicas para interações 3D através do mouse.

Durante a revisão os erros se escondem. no início de cada capítulo ou partes principais. tendo uma citação de um pensamento que.Folha de aprovação Epígrafe (opcional) Esta página é opcional. "A luta contra o erro tipográfico tem algo de homérico.UNICAMP FIGURA 5 . . embasou ou inspirou o trabalho. fazem-se positivamente invisíveis. tornam-se visibilíssimos.USP • • Léo Pini Magalhães Universidade Estadual de Campinas . geralmente curto." (Monteiro Lobato) FIGURA 6 .Epígrafe Dedicatória (opcional) Página opcional.Instituto de Ciências Matemáticas de São Carlos ... Mas assim que o livro sai. Pode ocorrer. tendo um texto.UNICAMP Wu Shin-Ting Universidade Estadual de Campinas .• Maria Cristina Ferreira de Oliveira ICMSC . também. de certa forma. no qual o autor presta alguma homenagem ou dedica o seu trabalho a alguém.

.............. nem letra................................. Havendo subdivisão nos capítulos................................ 9 4.. a partir da Introdução até as Referências Bibliográficas............................. FIGURA 7 ............................................................ Não deve ser usado algarismo romano......... Vera Lúcia e Albertina que colaboraram com a realização deste... iv 1 INTRODUÇÃO ................................................................. incentivando-me........... na ordem em que aparecem no texto...............................1 Material ............................................... deve ser adotada a numeração progressiva..1 Psicológicos ... 5 2 REVISÃO DE LITERATURA. 8 4 RESULTADOS ..... podendo ser incluídas aqui referências a Instituições ou pessoas que subvencionaram o trabalho..... 10 4....... de acordo com a Norma ABNT/NBR-6024...............A todos os médicos veterinários que trabalham no meio rural.................2 Pedagógicos ... 12 ...........Agradecimentos Sumário Consiste na enumeração dos capítulos do trabalho............ 12 6 CONCLUSÕES ..... Os capítulos devem ser numerados em algarismos arábicos....... Rachel.. sempre em número arábico................. Deve ser elaborado de acordo com a Norma ABNT/NBR-6027........................ FIGURA 8 ... 7 3 MATERIAL E MÉTODO.... Este trabalho é para Susana............... 11 5 DISCUSSÃO .Dedicatória Agradecimentos (opcional) Página opcional... com a página inicial de cada capítulo... 8 3............................ SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS ............. ii RESUMO ................ desenvolvendo a pecuária e aumentando sobremaneira a produção de alimentos...................

. Dependendo das características do documento podem ser incluídas as seguintes listas: lista de ilustrações ..... Redigido pelo próprio autor do trabalho......na mesma obra Idem ou Id.......7 ANEXOS E APÊNDICES ........ lista de abreviaturas e siglas ... Deve ressaltar o objetivo.... cit ....... escritas por extenso..... gravuras... utilizados no texto..... O resumo redigido na língua original do trabalho precede o texto. com indicação da página onde estão localizadas.........aqui e ali........... ... em vários trechos ou passagens Cf..... figuras (desenhos.. . porém a tradução para o inglês "Abstract" deve ser inserido logo após o texto.......... concisa e direta...no lugar citado Et seq...do mesmo autor Op........ 6 3 Correspondência entre movimentos ........... antes da lista de referências bibliográficas.... 11 8 Manipulação direta .... cit ....seguinte ou que se segue Passim ........... fotografias)... na mesma ordem em que são citadas no texto... ... gráficos...... ......... 13 8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .... assim como o método e a técnica empregada em sua elaboração.................................... ...... o resultado e as conclusões do trabalho.......relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto..... 10 7 Controladores virtuais ...... 15 FIGURA 9 .... lista de notações ... seguidos dos respectivos significados.............. em linguagem clara..relação de sinais convencionados. seguidas das palavras a que correspondem.. 5 2 Vistas ortogonais .........confira Resumo em Português Deve ser precedido de referência bibliográfica do autor e elaborado de acordo com a Norma ABNT/NBR-6028... fórmulas.....Sumário Listas Rol de elementos ilustrativos ou explicativos............ lâminas.................na obra citada Loc........relação de tabelas............... 12 Item b: Ibidem ou Ibid...................... mapas........ 7 5 O cursor tridimensional ......... Item a: LISTA DE FIGURAS 1 Curvatura do movimento ........ 7 4 Representações gráficas ................................ 8 6 O cursor skitter e os jacks ....... o resumo deve ser a síntese dos pontos relevantes do texto..

relacionamento do trabalho com outros da mesma área. sem interpretações pessoais. São Paulo. em ordem lógica. 1996. TEXTO DO RESUMO FIGURA 10 . Revisão de Literatura É a apresentação do histórico e evolução científica do aspecto do trabalho. delimitação precisa das fronteiras da pesquisa em relação ao campo e períodos abrangidos. esclarecimentos sobre o ponto de vista sob o qual o assunto será tratado. Todos os autores citados na revisão de literatura ou em qualquer das partes do trabalho deverão constar da listagem final das Referências Bibliográficas.Departamento de Cirurgia. a proposição poderá ser apresentada em capítulo à parte. L. A especificação e origem do material utilizado poderá ser feita no próprio texto ou em nota de rodapé. Material e Método É a descrição precisa dos métodos. materiais e equipamentos utilizados. Universidade de São Paulo. Tese (Doutorado em Medicina Veterinária) . Desenvolvimento e Conclusão. será suficiente a citação de seu autor.ALMEIDA. através da citação e de comentários sobre a literatura considerada relevante e que serviu de base à investigação. mapas e figuras. objetivos e finalidades da pesquisa. Introdução. se os métodos empregados já forem conhecidos. Utiliza-se comumente a seguinte estrutura : Introdução Nesta primeira parte do texto o autor deve incluir: apresentação geral do assunto do trabalho. Podem ser acompanhados por gráficos. de modo a permitir a repetição dos ensaios por outros pesquisadores. Técnicas e equipamentos novos devem ser descritos com detalhes. a organização do texto deve obedecer a uma sequência. justificativa sobre a escolha do tema e métodos empregados. entretanto. com especificação dos aspectos que serão ou não abordados. ou seja. [Cervical esophagus reconstruction in dogs]. Discussão . dos resultados obtidos. E. 71 p. Os testes estatísticos empregados e o nível de significância adotado também devem ser referidos neste capítulo. dividindo-se em capítulos conforme a natureza do assunto. Reconstrução do esôfago cervical de cães. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. definição sucinta e objetivo do tema abordado. tabelas.Resumo em português Texto Como todos os trabalhos científicos. Resultados É a apresentação.

o título em português. Para a elaboração das referências bibliográficas utilizar a norma ABNT/NBR 6023. RESENHA . A discussão deve fornecer elementos para as conclusões. entre colchetes. ou seja.Apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto.Pessoa a quem cabe a responsabilidade principal pela criação do conteúdo intelectual ou artístico de uma obra.Anotações colocadas ao pé da página. com a finalidade de transmitir informações que não foram incluídas no texto. Quando existe a necessidade. os resultados da pesquisa são analisados e comparados com os já existentes sobre o assunto na literatura citada.(ANEXO 3) ou (APÊNDICE 3) Glossário (opcional) Lista de palavras pouco conhecidas. de sentido obscuro ou de uso muito restrito. Alto da página . A tradução do resumo para o inglês "Abstract" deve ser inserido logo após o texto e precedido de referência bibliográfica do autor. São discutidas suas possíveis implicações. de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de materiais. Apêndices constituem suportes elucidativos e ilustrativos.Glossário. Como exemplo ver item 2. Refere-se à introdução. etc. posteriormente. no trabalho. As referências bibliográficas são apresentadas em forma de listagem de acordo com um sistema de chamada adotado (ver item 3. tendo como ressalva na referência bibliográfica a inversão do título. Constituem suportes elucidativos e ilustrativos para a compreensão do texto. mas destacados deste para evitar descontinuidade na sequência lógica das idéias. RESUMO . fechando-se sobre o início do trabalho. significados e razões para concordância ou discordância com outros autores. em número igual ou superior aos objetivos propostos. Referências Bibliográficas São o conjunto de elementos que permitem a identificação. CITAÇÃO .2). Índice (opcional) . NOTAS DE RODAPÉ . Conclusões Devem ser fundamentadas nos resultados e na discussão.Neste capítulo.ANEXO 3 ou APÊNDICE 3 No texto . Anexos e Apêndices Anexos são partes integrantes do texto. literária.11. No texto devem ser citados entre parênteses.Menção de uma informação obtida em outra fonte. porém não essenciais à compreensão do texto. FIGURA 11 . GLOSSÁRIO AUTOR . acompanhadas de definição. Em geral é realizada por um especialista que domina o assunto. contendo deduções lógicas e correspondentes. cada um deles deve ter no alto da página a indicação em letras maiúsculas .Síntese ou comentário sobre uma obra científica. no todo ou em parte. Pode limitar-se a uma exposição objetiva do texto resenhado ou tecer comentários úteis e interpretativos. Abstract (Resumo em inglês) Opcional para alguns tipos de trabalho. seguido do número correspondente em algarismo arábico. citar primeiramente o título em inglês e. de vários anexos ou apêndices.

Stella Maris. fórmulas científicas. até três linhas deve ser incorporada ao parágrafo. palavras ou trechos de outro autor).Lista de entradas ordenadas. 553 CARIBÉ. decretos. "O BCG induz à formação de lesão granulomatosa.Índice sistemático. Marina dos Santos. em bloco recuado das margens laterais. 65 BLANK.quando as entradas são ordenadas cronologicamente. c. 65 ALMEIDA. 149 BANDEIRA. quer na presença da hipersensibilidade específica detectada pelo PPD" b. Iêda Muniz de. O arranjo do índice pode ser classificado em: a. Veleida Ana. Rachel Joffily.quando as entradas são ordenadas alfabeticamente. cronológico . entre aspas duplas. segundo determinado critério. ÍNDICE DE AUTORES ABATH. 596-598 MORAIS. SINHORINI (1983) constata que ". De acordo com as conclusões de SINHORINI (1983). 31 NEOLOGISMO uso do.o granuloma tuberculoso é constituído por dois sistemas independentes: o macrofágico que controlaria tanto o escape .. Anna Maria Rezende. 27 ALVES. Valendo-se de várias hipóteses. O índice deve ser elaborado de acordo com a norma ABNT/NBR 6034. 399 BORGES.. 73-74 NORMALIZAÇÃO Abreviaturas. 167 CABRAL. Citação Direta É a cópia exata ou transcrição literal de outro texto (leis. quer na ausência. regulamentos. alfabético . b. ORIENTAÇÕES TÉCNICAS Apresentação de informação no texto Citação É a menção no texto de uma informação colhida de outra fonte. indireta e citação de citação. sistemático .quando as entradas são ordenadas de acordo com um sistema de classificação de assunto. Pode ser direta. 357 ALMEIDA. FIGURA 13 . O tamanho de uma citação determina sua localização no texto da seguinte forma: a. citação mais longa deve figurar abaixo do texto. Rubens Borba de. Eliane e Rita ÍNDICE SISTEMÁTICO MONTAGEM Ver Arte-final MONTAGEM DO LIVRO processo de.Índice de autores. 94 FIGURA 12 . Marília Amaral Mendes. 27. que localiza e remete para as informações contidas no texto. Suelena Pinto.

Após esse primeiro isolamento.. representado pela hipersensibilidade e expresso morfologicamente pelo halo de células jovens. 1981). NOBREGA. No texto deve ser indicado o sobrenome do(s) autor(es) do documento não consultado. Citação Indireta É a expressão da idéia contida na fonte citada.". NOBREGA (1956) chegou às mesmas conclusões. sem transcrição.. Esse procedimento pressupõe que a listagem bibliográfica já possua numeração definitiva. Observação: A indicação da fonte entre parênteses pode suceder a citação. Esse tipo de citação só deve ser utilizado nos casos em que realmente o documento original não pode ser recuperado (documento muito antigo. que as creches comunitárias expressam uma relação diferente dos orfanatos. etc. Pode-se simplificar a citação.. mencionando-se apenas o número recebido pelo documento na listagem bibliográfica. JONES. MUELLER (1858) apud REIS. ou . para evitar interrupção na sequência do texto. (MUELLER. quanto o crescimento bacteriano na mesma. e o imunocompetente. dispensando o uso de aspas duplas. dados insuficientes para a localização do material. Citação de Citação É a mensão de um documento ao qual não se teve acesso.WHO (1985) O documento original não consultado também pode ser citado em nota de rodapé. World Health Organization . na Inglaterra. vários casos têm sido descritos em países como Canadá. 1956) As entidades coletivas podem ser citadas pelas respectivas siglas. sendo obrigatória a indicação da página de onde foi extraída a informação.5° C (RIECK & LEE. CAMPOS (15) destacou.). . 1973. desde que na primeira vez em que forem mencionadas apareçam por extenso. Dinamarca e Finlândia (GLAZEBROOK et al.do antígeno da lesão.. em estudo sobre o atendimento aos menores em São Paulo. 1858 apud REIS. Noruega. . seguido da data e da expressão apud e do sobrenome do(s) autor(es) da referência fonte.. uma vez que inserções posteriores exigem mudança em toda a numeração. Pode ser citado na lista final de referências bibliográficas ou em nota de rodapé.. Holanda. A hipertermia em bovinos Jersey foi constatada quando a temperatura ambiente alcançava 29. 1948).

palestras. anotações de aulas. eventos não impressos (conferências.K. Belo Horizonte : Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais. Documentos Considerados no Todo. (1972). simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação.. Citação de Informações Quando obtidas através de canais informais. Petrópolis : Vozes. devem-se incluir duas entradas na listagem bibliográfica: uma relacionando o documento não consultado seguido da expressão "apud" e os dados do documento efetivamente consultado.. R.. na forma em que se apresentam na lista de referências bibliográficas. Se o título for muito longo. que. SILVA (1983) afirma que o calor se constitui. devem ser usadas reticências. Entidades . ou tiver subtítulo. apud MARCONI & LAKATOS (1982). FUKUSHIMA. HAGIWARA. 1979). Na listagem bibliográfica deve-se incluir os dados completos do documento efetivamente consultado. sendo bem delimitado. como comunicações pessoais. M. __________________________ 1MARINHO.No SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS.. eventos considerados no todo. OU (ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO BRASIL. . Pedro. Observação: Quando não se usa a nota de rodapé.Conforme os dados do ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO BRASIL (1973). apresenta a formulação do problema como uma fase de pesquisa. Título . etc..S. seminários. HAGIWARA (1979) realizaram o estudo do proteinograma. FUKUSHIMA. simpósios. (1990). 1973) c) Evento .. outra entrada será feita relacionando apenas os dados da fonte consultada. A pesquisa em ciências humanas. H. (Apresentado à Conferência Anual da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária.) devem ser mencionadas em nota de rodapé.. São Paulo. etc.De acordo com a ENCICLOPÉDIA de Tecnologia. o número de brasileiros cursando o segundo grau não alcançou os índices esperados. Documentos Anônimos.) a citação deve ser feita com as primeiras palavras deste título. ____________________________ SILVA.. 1983. 34.. Comunicação pessoal.M. congressos. Eletroforese em acetato de celulose das proteínas séricas de cães com ascite.MARINHO1 . ou de Autoria Coletiva Documentos cuja entrada no texto é pelo título (obras anônimas. 1980.

b. Trabalhos comprovadamente em fase de impressão devem ser mencionados na lista final de referências bibliográficas. b. THOMAS. seguido da data. Apresentação de Autores no Texto Deve obedecer os seguintes critérios: a. LIRONS. 1955.. Três ou mais autores Indicação do primeiro autor. São Paulo : Faculdade de Educação . mencionam-se todos os autores. 1967. em toda a matéria. 1948) c. A citação de vários autores poderá obedecer a ordem alfabética ou cronológica. 1977. Na citação de vários trabalhos de diferentes autores. 1973) . KING (1965). Um autor Indicação do SOBRENOME do autor em maiúsculas. número e ano. População regional. 1965) d. THOMAS (1973) Ou (ATANASIU. A opção por qualquer dos critérios deverá ser seguida uniformemente. acrescido da data. KING. RIECK & LEE (1948) ou (RIECK & LEE.. 1965. JARDIM et al. quando citados em bloco no texto. Dois autores Indicação dos dois autores unidos por "&". _________________________________ *FIGUEIRA. ORDEM ALFABÉTICA ATANASIU (1967). OU Em pesquisa anterior (HAFEZ.. acrescidos da data.Trabalhos não Publicados Trabalhos não publicados e em fase de elaboração devem ser mencionados apenas em nota de rodapé. (1965) ou (JARDIM et al. seguido da expressão et al. volume. 1973) aconselha a medicação D. separados pelas notações do sistema de chamada adotado (ver item 3. Marcelo Lima. HAFEZ (1973) aconselha a medicação D.Unicamp. com a informação (No prelo) precedendo o título do periódico. LIRONS (1955).2). FIGUEIRA (1977)* estudando a ação dos universitários.

em alguns casos. 1955. KING. A lista final de referências bibliográficas deve ter arranjo alfabético.ORDEM CRONOLÓGICA LIRONS (1955). seguindo a ordem em que as citações aparecem no texto. 1973a) CARRARO (1973b) ou (CARRARO. 1973b)b) VOLKMAN & GOWANS (1965a) ou (VOLKMAN & GOWANS... ATANASIU (1967). 1973) Sistema de Chamada para Apresentação de Citações no Texto O método escolhido para a identificação das citações deve ser observado ao longo de todo o trabalho.. É citada apenas a idéia ou pensamento. R.. 1967. 1958) b) BARBOSA. LUCCI et al (1976) constata que a ingestão de alimentos. a) BARBOSA. N. As chamadas no texto recebem o número respectivo dessa ordem pré-estabelecida. (1958) ou (BARBOSA. acrescentar as iniciais de seus prenomes. 1965b) Quando houver coincidências de autores com o mesmo sobrenome e data. não ser mencionado. e sem espacejamento. seguido da data de publicação do trabalho. (1958) ou (BARBOSA. O nome do autor pode. R. THOMAS. a) CARRARO (1973a) ou (CARRARO. 1965. seguido da indicação numérica da citação. THOMAS (1973) Ou (LIRONS.7 A lista final de referências bibliográficas deve ter arranjo numérico. as referências bibliográficas são alfabetadas e numeradas previamente. publicados em um mesmo ano. Os sistemas podem ser: Sistema alfabético (autor-data) As citações devem ser indicadas pelo SOBRENOME do autor. são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas do alfabeto após a data. 1965a) VOLKMAN & GOWANS (1965b) ou (VOLKMAN & GOWANS. . As citações de diversos documentos de um mesmo autor. Sistema alfanumérico Neste sistema. 1958) Sistema numérico As citações dos documentos devem ser indicadas por chamadas numéricas colocadas meia entrelinha acima do texto. KING (1965). ATANASIU. De acordo com CERVO & BERVIAN "documento é toda base de conhecimento fixado materialmente". N.

fotomicrografias. uma vez que dificultam a leitura. com numeração consecutiva para cada capítulo ou parte.GOMES³ .. pode-se adotar uma sequência numérica única para todo o texto. encontramos em fontes não oficiais conceitos que podem auxiliar na elaboração destes elementos e que julgamos úteis. ampliando nossa busca bibliográfica. É muito comum o uso de termos. Explicativas Quando se referem a comentários e/ou observações pessoais do autor. usam-se algarismos arábicos. Quando as notas forem em número reduzido. Quadros Denomina-se quadro a apresentação de dados de forma organizada. A identificação se fará com o nome do elemento QUADRO. embora as mesmas devam ser evitadas. Entretanto. tabelas e gráficos) A apresentação de quadros e tabelas está regida pelas "Normas de Apresentação Tabular" (IBGE. a trabalhos não publicados e a originais não consultados. Notas Bibliográficas As notas de indicação bibliográfica devem conter o sobrenome do autor. 1958). expressões e abreviaturas latinas. concordando com AZEVEDO¹ e BARBOSA² . São também usadas para indicar dados relativos a comunicação pessoal. acompanhada do número de ordem. Notas de Rodapé As notas de rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos ou tecer considerações que não devam ser incluídas no texto para não interromper a sequência lógica da leitura. fotografias.. com os respectivos títulos precedidos da palavra FIGURA e do número de ordem em algarismo arábico. Há dois tipos de notas de rodapé: Bibliográficas São em geral utilizadas para indicar fontes bibliográficas permitindo comprovação ou ampliação de conhecimento do leitor. para indicar textos relacionados com as afirmações contidas no trabalho. quadros. remeter o leitor a outras partes do mesmo trabalho ou outros trabalhos para comparação de resultados e para incluir a tradução de citações feitas em língua estrangeira ou indicar a língua original de citações traduzidas. Para se fazer a chamada das notas de rodapé. concessão de bolsas e auxílios financeiros para realização de pesquisa. Apresentação de Ilustrações (figuras. Figuras São desenhos. Em alguns casos é preferível repetir tantas vezes quantas forem necessárias as indicações bibliográficas. Essas expressões só podem ser usadas quando fizerem referência às notas de uma mesma página ou em páginas confrontantes. gráficos. para cuja compreensão não seria necessária qualquer elaboração matemático-estatística. títulos do autor e outros.. nomes de instituições. . No texto devem ser indicados pela abreviatura Fig. Essa orientação aplica-se também a artigos de publicações periódicas. etc. evitando-se recomeçar a numeração a cada página. mas citadas pelo autor. seguido do número de ordem em algarismo romano. Apresentação As notas de rodapé se localizam na margem inferior da mesma página onde ocorre a chamada numérica recebida no texto.. data da publicação e outros dados para localização da parte citada. entre si. 1979) e Normas de Apresentação Tabular (Conselho Nacional de Estatística. Usa-se espaço duplo para separar as notas. não sendo aconselhável reuní-las todas no fim de capítulos ou da publicação. São separadas do texto por um traço contínuo de 4cm e datilografadas em espaço simples e com caracteres menores do que o usado para o texto. na entrelinha superior sem parênteses. Essas notas devem ser reduzidas ao mínimo e situar-se em local tão próximo quanto possível do texto. Por exemplo. endereços.

tornando claros os fatos que poderiam passar despercebidos em dados apenas tabulados. que fornece informações sobre sua natureza. dispensando consultas ao texto. Expressam as variações qualitativas e quantitativas de um fenômeno. Lendo a introdução. legível e interessante. que segue rigorosamente os padrões estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). é a parte inicial do texto. não devem ser apresentadas tabelas nas quais a maior parte dos casos indiquem inexistência do fenômeno. sua importância e sobre como foi elaborado: objetivo. a tabela deve ser colocada em posição vertical. das palavras representativas do conteúdo do trabalho. constituído de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos. Neste caso o final não será delimitado por traço horizontal na parte inferior e o cabeçalho será repetido na página seguinte.1 Elementos pré-textuais São chamados pré-textuais todos os elementos que contém informações e ajudam na identificação e na utilização da monografia.com. conforme a NBR 6028. São considerados elementos pré-textuais de uma monografia: . objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. Fonte: www. Como forma de esclarecer nossos clientes a respeito do trabalho desenvolvido por nossa equipe. deve ser continuado na página seguinte. 1.br REGRAS DA ABNT RESUMO Elemento obrigatório. c) elementos pós-textuais. para facilitar a leitura dos dados. logo abaixo. a seguir apresentar-se-á comentários sobre a metodologia utilizada. o leitor deve sentir-se esclarecido a respeito do tema do trabalho como do raciocínio a ser desenvolvido. onde devem constar a delimitação do assunto tratado. seguido. Serve para representar qualquer tabela de maneira simples. Na apresentação de uma tabela devem ser levados em consideração os seguintes critérios: toda tabela deve ter significado próprio. Gráficos Depois de sintetizados em tabelas. INTRODUÇÃO A introdução é a apresentação sucinta e objetiva do trabalho. palavraschave e/ou descritores. b) elementos textuais. associados a um fenômeno. 1 DA ESTRUTURA DA MONOGRAFIA A estrutura de uma monografia compreende as seguintes partes: a) elementos pré-textuais. os dados podem ser apresentados em gráficos.Tabelas São conjuntos de dados estatísticos. A finalidade básica da tabela é resumir ou sintetizar dados de maneira a fornecer o máximo de informação num mínimo de espaço. No caso em que isso seja impossível. com o título voltado para a margem esquerda da folha. Em outras palavras. dispostos numa determinada ordem de classificação. deve ser colocada em posição horizontal. Se a tabela ou quadro não couber em uma página. bem como para explicar como é feita a divisão do texto em capítulos. com a finalidade de proporcionar ao interessado uma visão rápida do comportamento do fenômeno.admbrasil. não ultrapassando 500 palavras. métodos e procedimentos seguidos. seções e subseções. isto é.

métodos e procedimentos seguidos. destacam-se: 1) Referências (obrigatório): conjunto padronizado de elementos descritivos. fornecendo informações sobre sua natureza. 3) Conclusão: é a síntese dos resultados do trabalho e tem por finalidade recapitular sinteticamente os resultados da pesquisa elaborada.2 Elementos textuais Parte do trabalho em que é exposto o conteúdo da monografia. que fixa a ordem dos elementos das referências e estabelece convenções para transcrição e apresentação da informação originada do documento e/ou outras fontes de informação. comprovação e ilustração para a monografia. Dentre os elementos pós-textuais. pode-se colocar uma lei de importância fundamental para o entendimento do texto. 3) Folhe de Aprovação (obrigatória). o projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho. .1) Capa (obrigatório). o anexo. 2) Anexo(s) (opcional): é um texto não elaborado pelo autor. para torná-lo menos denso e não prejudicá-lo. 7) Resumo em Língua Vernácula (obrigatório). São considerados fundamentais os seguintes elementos: 1) Introdução: é a apresentação sucinta e objetiva do trabalho. o apêndice. por exemplo. De acordo com a NBR 14724. 2. Dentre os elementos pós-textuais temos as referências. As referências bibliográficas das monografias devem seguir o padrão NBR 6023. de forma e permitir sua identificação individual. costumam vir apresentados após a parte textual. descrevendo com detalhes a pesquisa e como foi desenvolvida. Sua organização é determinada pela natureza do trabalho. retirados de documentos. que serve de fundamentação. as monografias desenvolvidas por nossa equipe são elaboradas conforme os elementos apresentados supra. o glossário. o índice. 5) Agradecimentos (opcional). Em monografias jurídicas.3 Elementos pós-textuais São os elementos que tem relação com o texto. 2 DA APRESENTAÇÃO GRÁFICA A seguir está descrito o padrão recomendado pela ABNT (NBR 14724).1 Formato e margens Os trabalhos devem ser digitados em papel branco A4 (210 mm x 297 mm). digitados em uma só face da folha. mas que. No que se refere aos elementos pré-textuais. 4) Dedicatória (opcional). que foi elaborado para facilitar a apresentação formal dos trabalhos acadêmicos. 6) Epígrafe (opcional). 2) Contra-capa (obrigatório). sua importância e sobre como foi elaborado: objetivo. 1. 8) Resumo em Língua Estrangeira (obrigatório). 2) Desenvolvimento: parte principal do texto. 1. 9) Sumário (obrigatório).

notas de rodapé. para digitação. podendo reproduzi-lo literalmente (citação direta). recomenda-se. devem iniciar em folha distinta. paginação. .Recomenda-se. paginação e legendas das ilustrações e tabelas. a utilização de fonte tamanho 12 para o texto e tamanho menor para citações de mais de três linhas. e de 2 cm à direita e na parte inferior. não ultrapassando a subdivisão quinária. para digitação.4. 3 DAS CITAÇÕES Esta seção aborda o assunto das citações. nas referências no final do trabalho e na ficha catalográfica. utilizando-se os recursos de negrito. de uma informação extraída de outra fonte. ou extrair uma informação de uma fonte intermediária. notas de rodapé.3 Notas de rodapé As notas devem ser digitadas dentro das margens. alinhado à esquerda. resumo. como agradecimentos. referências e outras. e outro. nas notas de rodapé. exceto nas citações diretas separadas do texto (quando com mais de três linhas).1 Seção quinária – (Título 5) Na numeração das seções de um trabalho devem ser utilizados algarismos arábicos.1. abstract. As referências. interpretá-lo. a partir da margem esquerda.1 Seção terciária – (Título 3) 1.4 Indicativos de seção O indicativo numérico de uma seção precede seu título. 2.1. a folha deve apresentar margem de 3 cm à esquerda e na parte superior. também.2 Espacejamento Todo o texto deve ser digitado com espaço duplo. que os títulos das seções primárias – por serem as principais seções de um texto.1. Destacam-se gradativamente os títulos das seções.1. 2. conforme a NBR 6024. ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 cm. no sumário e de forma idêntica. Com relação às margens.1 Seção Secundária – (TÍTULO 2) 1. devem ser separadas entre si por espaço duplo.1. no texto. caixa alta ou versal. Os títulos das seções primárias. a utilização de fonte tamanho 12 para o texto e tamanho menor para citações de mais de três linhas. Importante ressaltar. devem iniciar em folha distinta. resumi-lo ou traduzi-lo (citação indireta). separado por um espaço de caractere. 2. Exemplo: 1 Seção Primária – (TÍTULO 1) 1. por serem as principais divisões de um texto. que trata-se da menção. Os títulos sem indicativo numérico. deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços duplos. O autor utiliza-se de um texto original para extrair a citação.1 Numeração Progressiva Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho. entre outros elementos. devem ser centralizados. De acordo com a NBR 14724 (AGO 2002). itálico ou grifo e redondo.1. ao final do trabalho. dedicatória. 2.1 Seção quartenária – (Título 4) 1. sem subdividir demasiadamente as seções. no texto.

3. devem estar contidas entre aspas duplas. bastante para fazer as regras de conduta. Norberto. São Paulo: Ícone. cuja noção se pressupõe conhecida de quantos iniciam o estudo do Direito Tributário. Na lista de referências: BOBBIO. a partir da segunda linha da mesma nota. devendo ser feita conforme os termos estabelecidos na Constituição Federal brasileira. nas citações indiretas. 19. não é necessário colocar o número da página onde o texto foi escrito.2 Citações indiretas Citações indiretas (ou livres) são a reprodução de algumas idéias. sem que haja transcrição literal das palavras do autor consultado. de até três linhas. No entanto. ed. a instituição do tributo é sempre feita mediante lei. Não necessita de aspas. abaixo da primeira letra da primeira palavra. 31).O item 5. Exemplos: _____________________ 1 Veja-se como exemplo desse tipo de abordagem o estudo de Netzer (1976). p. Por outro lado. instituindo tributos. 1995. ou seja. deverá constar a referência completa da seguinte forma: MACHADO. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação. exige que os indivíduos lhe forneçam os recursos de que necessita. que podem ser diretas ou indiretas. no exercício de sua soberania. As citações diretas. para construir o Direito. 3. se encontram na NBR 10520 (AGO 2002). Hugo de Brito. que os “juristas medievais justificaram formalmente a vaidade do direito romano ponderando que este era o direito do Império Romano que tinha sido reconstituído por Carlos Magno com o nome de Sacro Império Romano”. Portanto. em grande parte do estudo de Rahner (1962). no final da monografia. Apesar de ser livre.5) e devem ser alinhadas. A seguir. no texto.1 Citações diretas Para citações diretas com mais de três linhas. o Estado. Importante observar que nas citações indiretas deve-se colocar o sobrenome do autor (em letra maiúscula).3 Notas de rodapé No que se refere a notas de rodapé. p. 2 Encontramos esse tipo de perspectiva na 2ª parte do verbete referido na nota anterior. 2001. 30) com muita propriedade nos lembra. O positivismo jurídico: lições de Filosofia do Direito. na lista de referências bibliográficas. deve ser fiel ao sentido do texto original. o ano da publicação da obra e o número da página onde foi retirado o texto. deve-se observar apenas o recuo de 4 cm da margem esquerda. temos o exemplo deste tipo de citação: Bobbio (1995. as regras referentes à citações. A citação ficaria da seguinte forma: Para viver em sociedade. São Paulo: Malheiros. na qual se encontram os princípios jurídicos fundamentais da tributação. necessitou o homem de uma entidade com força superior. de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas e com fonte menor. ao comentar esta situação. (MACHADO. 3. de acordo com a NBR 10520. As notas de rodapé podem ser conforme as notas de referência (ver tópico 3. alguns exemplos de citações indiretas: De acordo com Machado (2001). Curso de direito tributário. . 2001. Dessa necessidade nasceu o Estado. A seguir.6 da NBR 14724 orienta que “as citações devem ser apresentadas conforme a NBR 10520”. diferentemente da citações diretas. deve-se utilizar o sistema autor-data para as citações do texto e o numérico para notas explicativas. Conforme visto supra.

– na mesma obra.). 1. obrigatoriamente. sucintas e claras. As expressões com abreviaturas são as seguintes: a) apud – citado por. cit. que deverá ser feita por algarismos arábicos. cit. Direitos humanos. opere citato ou op. Sua numeração é feita em algarismos arábicos. esclarecimentos ou considerações complementares que não possam ser incluídas no texto. g) loco citato ou loc. 4. Não se inicia a numeração a cada página.4 Notas de referência Ao fazer as citações. ed. conforme o tipo. 1994. devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. a primeira citação de uma obra. b) idem ou Id. o autor do texto pode fazer a opção de colocar notas de referência.5 Notas explicativas Notas explicativas são as usadas para a apresentação de comentários. – seguinte ou que se segue. h) passim – aqui e ali. 4 DAS REFERÊNCIAS Elemento obrigatório e imprescindível da monografia. Os elementos essenciais são estritamente vinculados ao suporte documental e variam. e) opus citatum. – o mesmo autor. d) sequentia ou et. – na obra citada. José Eduardo (Org. Exemplo: No rodapé da página: _____________________ 8 FARIA. seq. Entende-se por referências o conjunto padronizado de elementos descritivos. de forma a permitir sua identificação individual. São Paulo: Malheiros. . Exemplo: STORINO. – confira. Conforme visto supra. Odontologia preventiva especializada. f) cf. Sérgio Pimentel. c) ibidem ou Ibid. direitos sociais e justiça. Rio de Janeiro: Cultura Médica.1 Elementos essenciais São as informações indispensáveis à identificação do documento.3. únicos e consecutivos e não se inicia a numeração a cada página. devendo ser breves. em nota de rodapé. deve ter sua referência completa. deve ter sua referência completa. portanto. 3. – no lugar citado. em diversas passagens. retirados de documentos. As citações subseqüentes da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada. confronte. As referências podem ser identificadas por duas categorias de componentes: elementos essenciais e elementos complementares. 1994. elaborado de acordo com a NBR 6023. A primeira citação de uma obra. podendo ser adotadas expressões para evitar repetição desnecessária de títulos e autores em nota de rodapé.

RT Legislação. aos objetivos e à hipótese apresentada. 52. Aspectos do comércio eletrônico aplicados ao Direito Brasileiro. 15-21. p. em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo. Exemplo: CRUZ. 2003. indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes. 4. Publicações periódicas científicas impressas: NBR 6021 e 6022.asp?id=2467>. 2001. 4. com exclusão de artigos (definidos e indefinidos) e palavras monossilábicas. desde que sua utilização contribua para a identificação do documento.com. Alguns elementos indicados como complementares podem tornar-se essenciais. A seguir. a. 6. MENDES. 2.1 Livro CURTY.3. 3. Renata Ribeiro. n. sugerindo novas abordagens a serem consideradas em trabalhos semelhantes. Isto não se aplica às obras sem indicação de autoria. Anamaria da Costa. 8. síntese. nov. BIBLIOGRAFIA . São Paulo: Revista dos Tribunais.3 Regras Gerais Os elementos essenciais e complementares da referência devem ser apresentados em seqüência padronizada. utilizamse outras fontes de informação. encaminhamento e outros. Apresentação de trabalhos acadêmicos. CRUZ. repercussão. Jus Navigandi. Reforma do Estado e segurança pública. Maringá: Dental Press. Tem por finalidade recapitular sinteticamente os resultados da pesquisa elaborada.3. ou de responsabilidade.3 Artigo e/ou matéria de revista. v. 4. Marlene Gonçalvez. boletim etc. Maringá: Dental Press. a conclusão é a síntese dos resultados da monografia. NOTA – É opcional apresentar os desdobramentos relativos à importância. C. CONCLUSÃO Parte final do texto. MENDES.4. Rio de Janeiro. o autor deve apresentar os resultados mais importantes e sua contribuição ao tema. dissertações e teses: (NBR 14724/2002). Em outras palavras. 2003. permitem melhor caracterizar os documentos. 4. Na conclusão. Constituição da República Federativa do Brasil. na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos e hipóteses.2 Artigo de revista GURGEL. Política e Administração. alguns exemplos de referências usadas mais comumente em nossas monografias.2 Elementos complementares São as informações que. set. O autor poderá manifestar seu ponto de vista sobre os resultados obtidos. Maria Tereza Reis.3. n. Quando isso não for possível. Marlene Gonçalves. 2002.4 Documento jurídico em meio eletrônico BRASIL. projeção. grifo ou itálico) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento. Maria Tereza Reis. ed. CURTY. cujo elemento de entrada é o próprio título. Disponível em: <http://www1. em meio eletrônico MARQUES. Teresina. 1997. Os modelos de referências estão exemplificados na NBR 6023. bem como sobre o seu alcance. O recurso tipográfico (negrito. 4. NOTA – Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio documento. 2002. já destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra. As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto e de forma a se identificar individualmente cada documento. Anamaria da Costa.jus. Acesso em: 20 set. acrescentadas aos elementos essenciais.3.br/doutrina/texto.

O que é Normalização Atividade que estabelece. .monografia. Apresentação de trabalhos acadêmicos. melhoria da qualidade e redução de preços e custos. reconhecida como Fórum Nacional de Normalização – ÚNICO – através da Resolução n. Com as normas. sem fins lucrativos. Antônio Joaquim. processo ou serviço que está em conformidade com os requisitos especificados. Rio de janeiro. Fonte: www. que determinado produto. As Normas são fatores vitais para que a evolução tecnológica nacional acompanhe com sucesso o processo de globalização mundial. 2002.1992. ABNT como Organismo de Certificação A ABNT é um Organismo Nacional que oferece credibilidade internacional. é possivel trabalhar com um padrão tecnológico. rev. 2002. pois elas permitem que haja consenso entre produtores. Rio de Janeiro. Isso facilita o intercâmbio comercial e aumenta a produtividade e as vendas não só no mercado interno como também no mercado externo. estrangeiros ou internacionais. 21. o que resulta em crescimento do mercado.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. pois ficam eliminadas as barreiras técnicas criadas pela existência de regulamentos conflitantes sobre produtos e serviços em diferentes países. fatores que alimentam o ciclo motor do desenvolvimento social. Maringá: Dental Press. CURTY. 2000. ______. SEVERINO. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez. NBR 14724: informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. governo e consumidores. É membro fundador da ISO (International Organization for Standardization). Todo nosso processo de certificação está estruturado em padrões internacionais. ampl. matéria-prima e mão-de-obra. 2002. permitindo uma perfeita ordenação e a globalização dessas atividades ou produtos.º 07 do CONMETRO.. Anamaria da Costa. Maria Tereza Reis. ______. A ABNT conta ainda com um quadro de técnicos capacitados e treinados para realizar avaliações uniformes.08. ed. prescrições destinadas à utilização comum e repetitiva com vistas à obtenção do grau ótimo de ordem em um dado contexto. Rio de Janeiro. NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração. da COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas) e da AMN (Associação Mercosul de Normalização). Estes requisitos podem ser: Nacionais. Marlene Gonçalves. É uma entidade privada. a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – é o Órgão responsável pela normalização técnica no país. e as auditorias são realizadas atendendo às normas ISO 10011 e 14011. garantindo maior rapidez e confiança nos certificados. por escrito. Certificação É um conjunto de atividades desenvolvidas por um organismo independente da relação comercial com o objetivo de atestar publicamente. MENDES. de acordo com ISO/IEC Guia 62/1997. CRUZ. dissertações e teses: (NBR 14724/2002). As Normas Técnicas propiciam o correto suprimento das necessidades práticas dos produtores e consumidores e são fundamentais para a eliminação de desperdícios de tempo. fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. NBR 10520: informação e documentação – citações em documentos – apresentação. garantindo um processo reconhecido e seguro. serviço ou processo deve cumprir. O Que são Normas Técnicas Norma é o documento técnico que estabelece as regras e características mínimas que determinado produto. em relação a problemas existentes ou potenciais.net ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) Fundada em 1940. 2000. de 24.

banca examinadora. se precisar pode também solicitar proposta orçamentária que após autorizada pelo mesmo. pesquisas. para quem for escrever um trabalho acadêmico.05. normalmente padronizada pelos curso. a síntese de alguns conceitos sobre a estrutura obrigatoria. Apresentamos. fax ou internet. 1. 1. Usar uma nova página para cada lista (NB – 14:08. Utilize o que for conveniente para o seu trabalho.2 FOLHA DE ROSTO: é a folha que apresenta os elementos essenciais à identificação do trabalho (anexo A e B) 1. Fonte: www.creapa. Em seguida mediante comprovante de pagamento. principalmente. e no prazo máximo em 5 (cinco) dias úteis é entregue ao interessado ou se preferir receber com mais urgência.com. dissertações.3 VERSO DA FOLHA DE ROSTO: ficha catalográfica. 1. por estudantes do ensino fundamental e médio que queiram familiarizar-se com esses conceitos ao preparar suas pesquisas. Claro.5 DEDICATÓRIA: a critério do autor. Este resumo é indicado. seguidas de seus significados.br ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) As normas da ABNT A ABNT é um Organismo Nacional que oferece credibilidade internacional. como para atender às exigências do Comitê Técnico OMC – Organização Mundial do Comércio. Seria uma forma de. Estrutura do trabalho Estrutura do trabalho científico e acadêmico. também. 1. o título e a página onde se encontram (Anexo C). O trabalho apresentado a seguir é apenas uma visão do básico contido nas normas técnicas da ABNT. com um *acréscimo já estipulado. Como adquiri-las? A solicitação pode ser feita através de nossos telefone. na ordem em que aparecem no texto.. antecipar a sua preparação para um futuro academico mais promissor.9 LISTA DE SIGLAS. fica muito difícil formatar um texto acadêmico sem um conhecimento básico do conteúdo da norma. quadros e gráficos. 1. ABREVIATURAS E SÍMBOLOS: devem ser ordenadas alfabeticamente. nome do orientador. de acordo com ISO/IEC Guia 62/1997.001).No Brasil.7 SUMÁRIO: relação das principais divisões do trabalho na ordem em que aparecem no texto. 1. mas. e as auditorias são realizadas atendendo às normas ISO 10011 e 14011. então. . Se houver poucas ilustrações de cada tipo. é expedido um boleto bancário a ser pago nas agências dos CORREIOS. aprovado em . . 1. 1. pode ser utilizadas não somente para trabalhos acadêmicos. as atividades de Normalização precisam ser intensificadas em rítmo acelerado. O interessado.. todas podem ser colocadas em uma página só. é feito o pedido à ABNT.6 AGRADECIMENTO: é interessante que sejam feitos agradecimentos a pessoas e instituições 1. garantindo um processo reconhecido e seguro. Todo nosso processo de certificação está estruturado em padrões internacionais. não só pelo crescente desenvolvimento do mercado. teses de mestrado e doutorado.Relaciona figuras. ou por depósito bancário nas agências do Banco do Brasil S/A. temos serviço de SEDEX. em página própria.1 CAPA: é a proteção externa do trabalho. monografia. Afinal. título.8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES: localiza-se após o sumário. indicando o número.4 FOLHA DE APROVAÇÃO: autor. tabelas.

1.11 ABSTRACT: é a tradução para uma língua estrangeira do resumo. Folha de rosto (Anverso) [NBR 14724.Número de volumes (se houver mais de um.Título.Ano do depósito (entrega). . não excedendo 500 palavras.Nome do autor: responsável intelectual do trabalho.Número de volumes (se houver mais de um.2] Os elementos devem figurar na seguinte ordem: . Capa (obrigatório) Folha de rosto (obrigatório) Errata (opcional) Folha de aprovação (obrigatório) Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Epígrafe (opcional) Resumo em língua vernácula (obrigatório) Resumo em língua estrangeira (obrigatório) Sumário (obrigatório) Lista de ilustrações (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Textuais Introdução Desenvolvimento Conclusão Pós-textuais Referências (obrigatório) Apêndice (opcional) Anexo (opcional) Glossário (opcional) A.1] Obrigatório.1. . se houver. para proteção externa e sobre o qual se imprimem informações que ajudam na identificação e utilização do trabalho. . identificando o seu conteúdo e possibilitando a indexação e recuperação da informação. deve ser evidenciada sua subordinação ao título principal. . . o método. 4.1 .Nome do autor. os resultados e as conclusões do trabalho. deve constar em cada folha de rosto a especificação do respectivo volume). O resumo deve ressaltar o objetivo. deve constar em cada capa a especificação do respectivo volume).Subtítulo. 4.Título principal do trabalho: deve ser claro e preciso.10 RESUMO: é a apresentação resumida.Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado.1.Elementos pré-textuais Capa [NBR 14724. destacando-se os aspectos de maior interesse e importância. clara e concisa do texto.Subtítulo: se houver. . Deve ser redigida de forma impessoal. .1. 1. precedido de dois pontos (:). na seguinte ordem: . . .

4. Folha de rosto (Verso) [NBR 14724. das palavras representativas do conteúdo do trabalho. Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto.. com o devido significado. nome.2] Deve constar da ficha catalográfica. que contem autor.13] Elemento opcional.1. logo abaixo.9] Elemento obrigatório. do co-orientador. 4. não ultrapassando 500 palavras. . Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho. Resumo na língua vernácula [NBR 14724. Sumário [NBR 14724. título por extenso e subtítulo. na mesma ordem e grafia em que a matéria nele sucede. Folha de aprovação [NBR 14724. que consiste na apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto. 4. constitui-se em uma seqüência de frases concisas e objetivas. dissertação e outros) e objetivo (aprovação em disciplina. na língua. conforme [NBR 6028]. isto é.Natureza (tese. Os agradecimentos são dirigidos apenas àqueles que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho. grau pretendido e outros). 4. elaborados de acordo com a ordem apresentada no texto.10] Obrigatório.11] Opcionais. acompanhado do respectivo número da página. . seções e outras partes do trabalho. 4.1.4] Elemento obrigatório.6] Opcionais.1.1. seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso.8] Elemento obrigatório. que consiste na enumeração das principais divisões.1.12] Opcional. Lista de símbolos [NBR 14724.Ano de depósito (entrega). que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto.1. se houver. 4. isto é. área de concentração.1. em francês Résumé. local e data de aprovação.1. Lista de abreviaturas e siglas [NBR 14724. Lista de figuras e de tabelas [NBR 14724. .1.CCAA2. e não de uma simples enumeração de tópicos.Nome do orientador e. que consiste em uma versão do resumo em idioma de divulgação internacional (em inglês Abstract. assinatura e instituição dos membros componentes da banca examinadora. 4. nome da instituição a que é submetido.5 e 4. com cada item acompanhado do respectivo número da página. . por exemplo). palavras-chave e/ou descritores. se houver. 4. Dedicatória e Agradecimentos [NBR 14724. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano . 4.1. seguido. palavras-chave e/ou descritores. em castelhano Resumen. Resumo em língua estrangeira [NBR 14724.Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado.

A.1.2 - Elementos textuais
Parte do trabalho em que é exposta a matéria. Deve conter três partes fundamentais: introdução, desenvolvimento e conclusão.

A.1.3 - Elementos pós-textuais

Apêndice
[NBR 14724, 4.3.2] Elemento opcional, que consiste em um texto ou documento elaborado pelo autor, a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Exemplo: Obs.: O exemplo não é corretamente formatado na versão HTML. Favor olhar na versão DVI ou PS. APÊNDICE A - Avaliação numérica de células inflamatórias totais aos quatro dias de evolução. APÊNDICE B - Avaliação de células musculares presentes nas caudas em regeneração.

Anexo
[NBR 14724, 4.3.3] Elemento opcional, que consistem em um texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Exemplo: ANEXO A - Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração - Grupo de controle I ANEXO B - Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração - Grupo de controle II.

Glossário
[NBR 14724, 4.3.4] Opcional, que consiste em uma lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições.

Índice remissivo
Nada consta sobre o índice remissivo nesta norma, nem ao menos em que posição do texto este deve ser posto, quando presente. Sua confecção está determinada na norma [NBR 6034], da qual infelizmente não temos acesso até o presente momento.

A.1.4 - Formas de apresentação

Formato
[NBR 14724, 5.1] O texto deve estar impresso em papel branco, formato A4 (21,0 cm x 29,7 cm), no anverso da folha, excetuando-se a folha de rosto.

Projeto gráfico
[NBR 14724, 5.1] O projeto gráfico é de responsabilidade do autor.

Fonte
[NBR 14724, 5.1] Recomenda-se, para digitação, a utilização de fonte de tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para citações longas e notas de rodapé.

Margens
[NBR 14724, 5.2] As folhas devem apresentar margem esquerda e superior a 3 cm; direita e inferior de 2 cm.

Espacejamento
[NBR 14724, 5.3] Todo o texto deve ser digitado com 1,5 de entrelinhas; as citações longas, as notas, as referências e os resumos em vernáculo e em língua estrangeira devem ser digitados ou datilografados em espaço simples.

Numeração das seções
[NBR 14724, 5.3.2] O indicativo numérico de uma seção precede seu título, alinhado à esquerda, separado por um espaço de caractere. Nos títulos sem indicativo numérico, como lista de ilustrações, sumário, resumo, referências e outros, devem ser centralizados, conforme[NBR 6024]. [NBR 14724, 5.5] Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. Os títulos das seções primárias (capítulos), por serem as principais divisões do texto, devem iniciar em folha distinta. Destacam-se gradativamente os títulos das seções, utilizando-se os recursos de negrito, itálico ou grifo e redondo, caixa alta ou versal, ou outro, conforme [NBR 6024].

Paginação
[NBR 14724, 5.4] Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas seqüencialmente, mas não numeradas. A numeração é colocada, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume, deve-se manter uma única seqüência de numeração das folhas, do primeiro ao último volume. Havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.

Equações e fórmulas
[NBR 14724, 5.8] Aparecem destacadas no texto, de modo a facilitar sua leitura. Na seqüência normal do texto, é permitido usar uma entrelinha maior para comportar seus elementos (expoentes, índices e outros). Quando destacadas do parágrafo são centralizadas e, se necessário, deve-se numerá-las. Quando fragmentadas em mais de uma linha, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração multiplicação e divisão.

Figuras
[NBR 14724, 5.9.1] Qualquer que seja seu tipo (gráfico, fotografia, quadro, esquema e outros), sua identificação (caption) aparece na parte inferior precedida da palavra `Figura', seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto em algarismos arábicos, do respectivo título e/ou legenda explicativa da fonte, se necessário. As legendas devem ser breves e claras, dispensando consulta ao texto. Devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.

Tabelas
[NBR 14724, 5.9.2] Têm numeração independente e consecutiva; o título (caption) é colocado na parte superior, precedido da palavra `Tabela' e de seu número de ordem em algarismos arábicos; nas tabelas, utilizam-se fios horizontais e verticais para separar os títulos das colunas no cabeçalho e fechá-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar colinas e fios horizontais para separar linhas; as fontes citadas, na construção de tabelas, e notas eventuais aparecem no rodapé (da tabela) após o fio de fechamento; caso sejam usadas tabelas reproduzidas de outros documentos, a prévia autorização do autor se faz necessária, não sendo mencionada na mesma; devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem; se a tabela não couber em uma folha, deve ser continuada na folha seguinte e, nesse caso, não é delimitado por traço horizontal na parte inferior, sendo o título e o cabeçalho repetidos na folha seguinte.

A.2 - Outras normas
Seções
[NBR 6024, 2.2] As seções primárias são as principais divisões do texto, denominadas "capítulos"; As seções primárias podem ser divididas em seções secundárias; as secundárias em terciárias, e assim por diante.

[NBR 6024, 2.3] São empregados algarismos arábicos na numeração; o indicativo de uma seção precede o título ou a primeira palavra do texto, se não houver título, separado por um espaço; o indicativo da seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária que a precede seguido do número que lhe foi atribuído na seqüência do assunto e separado por ponto. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções; na leitura, não se lê os pontos (exemplo: 2.1.1 lê-se `"dois um um") [NBR 6024, 4] Os indicatios devem ser citados no texto de acordo com os seguintes exemplos: ... na seção 4... ou ... no capítulo 2...... ver 9.2 ... em 1.1.2.2 parág. 3º ou ... 3º parágrafo de 1.1.2.2 [NBR 6024, 5] Os títulos das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os recursos de negrito, itálico ou grifo, e redondo, caixa alta ou versal, etc.; Quando a seção tem título, este é colocado na mesma linha do respectivo indicativo, e a matéria da seção pode começar na linha seguinte da própria seção ou em uma seção subseqüente.

Sumário
[NBR 6027, 4.1.d] A paginação deve vir sobre uma das seguintes formas: número da primeira página (p.ex.: p.27); número das páginas em que se distribui o texto; número das páginas extremas (p.ex.: p.71-143).

Referências bibliográficas
A norma [NBR 6023] é tão complicada e tão extensa (19 páginas) que a melhor forma de garantir que suas referências sejam formatadas corretamente é aprendendo a usar o bibTeX e aplicar um dos estilos bibTeX feitos pelo abnTeX: para citação numérica por ordem de citação ou citação por ordem alfabética.

Citações
Se você vai fazer uso freqüente de citações, é melhor dar uma olhada na norma [NBR 10520], que é um pouco complexa. Você pode encontrá-la em bibliotecas de algumas universidades.

METODOLOGIA DE ARTIGO CIENTÍFICO
1. Tipo de fonte ARIAL. 2. Papel formato A4: 210mm X 297mm. 3. Margens: 3.1 Superior 3cm; 3.2 Inferior 2cm; 3.3 Esquerda 3cm; 3.4 Direita 2cm. 4. Espacejamento: entre linhas e entre parágrafos é 1,5; 5. Parágrafos: justificados; 6. Numeração de páginas: no canto superior direito iniciando na introdução do trabalho; 7. Estruturas de parágrafos: iniciar sempre o parágrafo com uma tabulação para indicar o início (apor um recuo no começo do parágrafo). 8. Tamanho da fonte:

8.1 No título do artigo (em letras maiúsculas) = 12; 8.2 No nome do(s) autor(es) = 10; 8.3 Na titulação (nota de rodapé) 10; 8.4 No resumo = 10; 8.5 Nas palavras-chave = 12; 8.6 Na redação do texto (introdução, desenvolvimento e conclusão) = 12; 8.7 Nas citações longas = 10 8.8 Nas referências = 12. 9. Citação: 9.1 Destacar a fonte em negrito itálico, quando citação breve de até três linhas no mesmo parágrafo; 9.2 Utilizar um recuo maior do parágrafo, quando citação longa, com tamanho da fonte 10, aplicar espaço simples no parágrafo (não é necessário negrito nem itálico) no parágrafo; 9.3 Atentar para NBR 10520/2002; 9.4 Apor o sobrenome do autor, ano da publicação da obra e número da página. Título do Artigo (Modelo de estrutura) (APOR O NOME DO TEMA ABORDADO; CENTRALIZADO EM LETRAS MAIÚSCULAS; TAMANHO DA FONTE 12) Apor dois espaços 1,5 Resumo: elaborar um resumo para convidar o leitor para a leitura do artigo, um parágrafo estruturado de cinco a dez linhas, sobre o tema indicando os objetivos do estudo desenvolvido com espaço entre linha simples; tamanho da fonte 10; com parágrafo justificado. Apor dois espaços 1,5 Palavras-chave: escolher entre três e cinco palavras importantes sobre o tema que foi desenvolvido, e apor como palavras-chave do artigo (fonte 12; espaço entre linhas 1,5; parágrafo justificado). Apor dois espaços 1,5 Iniciar a redação sobre o tema com estruturação de parágrafos, introdução, desenvolvimento e conclusão de forma clara e ortograficamente correta. (tamanho da fonte 12; espaço entre linhas 1,5; parágrafos justificado). Apor dois espaços 1,5 Iniciar em ordem alfabética as Referências, conforme modelo e adaptação da NBR 6023/2002. O artigo é uma pequena parcela de um saber maior, cuja finalidade, de um modo geral, é tornar pública parte de um trabalho de pesquisa que se está realizando. São pequenos estudos, porém completos, que tratam de uma questão verdadeiramente científica, mas que não se constituem em matéria para um livro.

Estrutura do Artigo 1. PRELIMINARES
- Cabeçalho – Título (subtítulo) do trabalho - Autor(es) - Crédito dos autores (formação, outras publicações)

4a. Eva Maria. quando apresentam abordagens ou assuntos inéditos. metodologia . CORPO DO ARTIGO . 4a. São Paulo: Atlas.Referências bibliográficas . Servir de medida nas decisões referentes a contratação. Marina de Andrade. 1. PARTE REFERENCIAL . avaliação dos resultados . ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS . ARTIGOS DE PERIÓDICO Artigos de periódico são trabalhos técnico-científicos. Fundamentos de metodologia científica. Servir de medida da produtividade (qualitativa e quantitativa) individual dos autores e das intituições a qual servem. Deve ser redigido em fonte arial 12. Os artigos podem ser de dois tipos: a) originais. Metodologia científica: a construção do conhecimento.. transmitir algumas observações originais. Referências: D’ONOFRIO. idéias e debates de uma maneira clara. analisam ou resumem informações já publicadas. O Artigo Científico requisitado pelo curso de Psicanálise à Distância do CAEEP deve conter entre 3 a 4 páginas. promoção e estabilidade no emprego.Corpo do Artigo – texto. Serve de meio de comunicação e de intercâmbio de idéias entre cientistas da sua área de atuação. provar uma teoria (tese. É um bom veículo para clarificar e depurar suas idéias.Introdução – apresentação do assunto.ed. Formam a seção principal em periódicos especializados e devem seguir as normas editoriais do periódico a que se destinam. LAKATOS. São Paulo: Atlas. no máximo. trabalho científico).2.Apêndices ou anexos Obs. Um artigo reflete a análise de um dado assunto. PALAVRAS-CHAVE 4. Metodologia do trabalho intelectual. b) de revisão. ed. explicação e demonstração do material. ed.Conclusões e comentários – dedução lógica 5. Salvatore. Servir para rever o estado de um dado campo de pesquisa. Rio de Janeiro: DP&A. Antônio Raimundo dos. MARCONI. 2001 Finalidade de um Artigo Científico Comunicar os resultados de pesquisas. 2001 SANTOS. Registrar. com a finalidade de divulgar a síntese analítica de estudos e resultados de pesquisas. escritos por um ou mais autores. RESUMO DO TEXTO 3. objetivos. 2a. ESTRUTURA A estrutura de um artigo de periódico é composta de elementos pré-textuais. Levar os resultados do teste de uma hipótese. concisa e fidedigna. quando abordam. num certo período de tempo. exposição. elementos textuais e elementos pós-textuais. 2000.

Na elaboração do resumo.1 Cabeçalho O cabeçalho é composto de: a) título do artigo. no caso de artigos em língua estrangeira publicados em periódicos brasileiros.1. a critério do editor. i) ressaltar os objetivos. que deve ser centralizado e em negrito. résumé. MODELO DE PRIMEIRA PÁGINA DE ARTIGO (EXEMPLO) QUALIDADE NA SEGURANÇA DO ACERVO NA BIBLIOTECA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – ESTUDO DE CASO Angela Pereira de Farias Mengatto1 Eliane Maria Stroparo1 Eutália Cristina do Nascimento Moreto1 Luzia Glinski2 Sílvia Dambroski Marcon2 .3 Resumo Resumo é a apresentação concisa do texto. em italiano e Zusammenfassung em alemão. os resultados e as conclusões do trabalho. com alinhamento à direita. destacando seus aspectos de maior relevância. em entrelinhamento menor. e) empregar termos geralmente aceitos e não apenas os de uso particular. em inglês.2 Agradecimentos Agradecimentos são menções que o autor faz a pessoas ou instituições das quais eventualmente recebeu apoio e que concorreram de maneira relevante para o desenvolvimento do trabalho. em espanhol. d) redigir com frases completas e não com seqüência de títulos. situando-o no tempo e no espaço. riassunto. 1. Não deve ser confundido com o sumário. deve-se: a) apresentar o resumo precedendo o texto. l) elaborar o resumo com. b) incluir obrigatoriamente um resumo em potuguês. f) expressar na primeira frase do resumo o assunto tratado. em francês. 1. sem recuo de parágrafo. c) redigir em um único parágrafo. que pode aparecer no cabeçalho ou em nota de rodapé. resumen. h) evitar o uso de citações bibliográficas. O resumo é denominado abstract. e escrito na mesma língua deste. no máximo. b) nome do(s) autor(es). c) breve currículo do(s) autor(es). 250 palavras. g) dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular. caso o título do artigo não seja suficientemente explícito. Os agradecimentos aparecem em nota de rodapé na primeira página do artigo ou no final deste. os métodos.

É.12-27.paratexto.4 Palavras-chave Descritores (ou palavras-chave) são termos ou frases representativas dos assuntos tratados no artigo. entre outros recursos.1 Introdução A introdução expõe o tema do artigo.636 títulos de periódicos e multimeios. integrante do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Paraná (UFPR). em essência. 1 Bibliotecária do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Paraná – UFPR. a biblioteca atende atualmente a treze cursos de graduação e onze de pós-graduação. Palavras-chave: Livros – Furto. p. Curitiba.Tania de Barros Bággio1 RESUMO Demonstra a experiência de implantação do Sistema de Segurança “3M Tatte-Tape” na Biblioteca de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do Paraná. existe a necessidade de se subdividir o desenvolvimento nas etapas que seguem. n. . precedidos da expressão Palavras-chave. ELEMENTOS TEXTUAIS São os elementos que compõem o texto do artigo. 2. 2000.2. e que aparecem obrigatoriamente depois do resumo. desenvolvimento e conclusão. 2 Bibliotecária Autônoma.216 volumes de livros e 3. relaciona-o com a literatura consultada. para que se possa estabelecer um nível satisfatório no item “Qualidade na Segurança do Acervo”. Através da metodologia aplicada constatou-se que houve redução significativa da perda de livros e nos custos. Bibliotecas – Medidas de segurança. 2./jun. Instalada em 1965. v. apresenta os objetivos e a finalidade do trabalho. a fundamentação lógica do trabalho. jan.1 Metodologia Metodologia é a descrição precisa dos métodos.2 Resultados Resultados são a apresentação dos dados encontrados na parte experimental. Trata-se do elemento explicativo do autor para o leitor. Inf.1. Recomenda-se a consulta a tesaur de áreas específicas. Deve permitir a repetição do experimento ou estudo com a mesma exatidão por outros pesquisadores.2 Desenvolvimento ou Corpo O desenvolvimento ou corpo. a adoção de outras medidas. Bibliotecas – Furto de livros. visa a expor as principais idéias. sendo necessário. técnicas e equipamentos utilizados. materiais. tabelas. possuindo um acervo de 49. Podem ser ilustrados com quadros. 2. fotografias.com.br 1. 1999 fonte: http://www. 2.1.2. porém. como parte principal e mais extensa do artigo. apresentados em uma relação de até sete palavras. Dividem-se em introdução. Dependendo do assunto tratado. 2. 1 INTRODUÇÃO Este trabalho propõe-se a relatar a experiência de implantação de um sistema de segurança na Biblioteca de Ciência e Tecnologia (BCT).

rotineiros ou de domínio público. A utilização de normas textuais.br METODOLOGIA DE ARTIGO CIENTÍFICO Resumo O objetivo deste trabalho é orientar acadêmicos e bolsistas de iniciação científica sobre a elaboração de artigos científicos. Palavras-chave: Artigo científico. metodologia e trabalho acadêmico 01. As fontes de que foram extraídas as citações são indicadas no texto pelo sistema da ABNT. . 3. redacionais e gráficas. havendo uma melhor compreensão do leitor. exigindo do cientista dedicação e atualização permanente. podendo incluir recomendações ou sugestões para outras pesquisas na área. refutações entre conceitos e teorias. O texto ou parte principal do trabalho inclui introdução. debates. etc. periódicos.2. conferências. As citações são diretas (transcrição literal de um texto ou parte dele) ou indiretas (redigidas pelo autor do trabalho com base em idéias de outros autores) e podem ser obtidas de documentos ou de canais informacionais (palestras.1 Citações Citação é a menção no texto de informação extraída de outra fonte para esclarecer. textuais e pós. o resumo.com. iniciação científica. Fonte: paginas. experimenta e produz constantemente conhecimentos na sua área de estudo e outras áreas correlatas. observações ou aditamentos ao texto feitos pelo autor. tradutor ou editor. Com uma organização e normatização própria. que reproduzem de forma resumida os documentos originais. sendo redigido com regras específicas. Deve ser breve. a academia utiliza principalmente o artigo científico. 3. impressos ou eletrônicos no mundo todo. bem como aqueles provenientes de publicações de natureza didática. entrevistas. muito utilizados para divulgação de idéias. Atualmente esse formato de publicação científica é maciçamente utilizado pela maioria dos pesquisadores e grupos de pesquisa no mundo. e principalmente mundial. o artigo é uma publicação pequena. que possui elementos pré. o paper.2 Notas de Rodapé Notas de rodapé são indicações bibliográficas. mas também disciplinam e direcionam o pensamento do autor coerentemente a um objetivo determinado. ou mesmo para o debate acerca de uma teoria ou idéia científica. tais como apostilas e anotações de aula. entre outros). não só padronizam o artigo científico. anais. 2. a comunicação científica.. precisão. desenvolvimento e considerações finais. o review. estudos avançados e resultados de pesquisa. Entre os procedimentos mais eficazes e rápidos para a divulgação dos resultados de uma pesquisa. ELEMENTOS DE APOIO AO TEXTO 3. para divulgação de novos conhecimentos e como meio para adquirir notoriedade e respeito dentro da comunidade científica.2. Esse processo dinâmico de produção científica pode dar-se a nível regional. ilustrar ou sustentar o assunto apresentado. com componentes e características específicas. O conteúdo do artigo é organizado de acordo com a ordem natural do tema e a organização/hierarquização das idéias mais importantes. São veiculados em publicações especializadas como revistas e jornais científicos. comparações. nacional.3 Conclusão A conclusão destaca os resultados obtidos na pesquisa ou estudo. INTRODUÇÃO O cientista. investiga. o grupo de pesquisa ou o estudioso. seguidas de outras secundárias. O estilo e as propriedades da redação técnico-científica envolvem clareza. colaborando com o avanço da ciência. comunicabilidade e consistência. Devem ser evitadas citações referentes a assuntos amplamente divulgados.3 Discussão Restringe-se aos resultados do trabalho e ao confronto com dados encontrados na literatura. proporcionando relações.terra.

não é aprender a aprender. uma série de revoluções desracionalizantes. que constituem os principais trabalhos acadêmicos. natureza da pesquisa. tipo de publicação. A maneira mais simples de aprender. atingindo simultaneamente todo o meio científico. No início da criatividade há treinamento. inserção de citações durante a elaboração do texto. os artigos científicos objetivam publicar e divulgar os resultados de estudos: “a) originais. diferenciando-se em vários aspectos das monografias. A definição dependerá dos objetivos que se pretende alcançar. que. tanto na estrutura básica quanto na uniformização gráfica.. colocação das idéias. As dificuldades para elaboração de um artigo científico podem ser minimizadas se o autor organizar-se e estiver convencido que o trabalho deve possuir rigor científico. No início.18) “esses artigos são publicados. entre outros. observa-se um grau acentuado de dificuldade. 1991. pode-se também dizer que a maneira mais simples de aprender a aprender.No entanto. a estrutura e os mecanismos básicos utilizados na elaboração de artigos. (2002. é imitar. exposição metódica de informações científicas. para o progresso da ciência. o artigo científico não é extenso. Em geral. Se o texto em questão (com determinadas características para ser científico) for o relatório final de uma pesquisa de campo ou laboratório. que pretende colaborar na aprendizagem dos cientistas que iniciam e possuem diversas dúvidas sobre a elaboração e organização desse tipo de publicação. p. quando apresentam abordagens ou assuntos inéditos. 1997. e porque varia muito de acordo com as normas específicas da instituição ou do orgão que realiza a publicação. Portanto é muito mais um texto didático. Nesse contexto o presente artigo tem por objetivo orientar os interessados na elaboração de artigos científicos. que depois se há de jogar fora. . Inicialmente são discutidos. estudantes de pós-graduação e bolsistas de iniciação científica. bem como suas principais características. Executar uma pesquisa com rigor científico pressupõe que você escolha um tema e defina um problema para ser investigado. ordenação temática. totalizando normalmente entre 5 e 10 páginas. como também na redação e organização do conteúdo. também começa do começo. Portanto. Como afirma Demo: A elaboração própria implica processo complexo e evolutivo de desenvolvimento da competência. (2003. bem como a síntese de novos saberes.15). sendo depois analisadas as características e organização do texto. facilitando o acesso e expondo alguns conceitos e orientações. que transforma paradigmas científicos. Como diz Tafner et al. após deverá explicitar se os objetivos foram alcançados. principalmente em relação a estrutura e organização do texto. os saberes e conhecimentos de outros autores.. na apresentação e discussão dos resultados. Por isso. como tabelas e gráficos. subdivisão dos assuntos. recomenda-se uma determinada normatização para essas publicações. Por esse motivo. o conceito. em diversos contextos. procurando ordena-lo conforme sua linha de raciocínio e acrescentando algumas considerações pessoais. mesmo sendo assuntos bem específicos. dependendo de vários fatores (área do conhecimento. sendo facilmente publicáveis em periódicos ou similares. Conforme afirma Ramos et al. escritos por um ou mais autores. etc. Consistem em publicações mais sintéticas. “artigos de periódicos são trabalhos técnico-científicos. a produção científica tende a aproveitar em grande medida.1. apesar da relativa profundidade na sua análise. podendo alcançar. Com o exercício contínuo da pesquisa e da investigação científica. com uma abordagem mais “enxuta” do tema em questão. 2002). dissertações e teses. como diz Kuhn (Apud MORIN. Possuem mais versatilidade que os livros. por parte do pesquisador iniciante.). com a exposição dos procedimentos metodológicos e discussão dos resultados nas pesquisas de campo. Este começo é normalmente a cópia. racional e intuitiva ao mesmo tempo. Todavia. como sempre. utilização de certos termos. sua redação. consolida-se a autoria. seus componentes e o estilo redacional recomendado. garantindo-se em todos os casos. principalmente acadêmicos de graduação. que é antes de tudo uma postura crítica. é não imitar. bem como enriquecendo aspectos sobre as finalidades do artigo. organização conceitual. e por sua vez. O ARTIGO CIENTÍFICO Elaborar um artigo científico é. em revistas jornais ou outro periódico especializado que possua agilidade na divulgação (grifo meu)”. na organização e redação dos primeiros artigos técnico-científicos.]. as diferentes classificações e os fins pelos quais são elaborados artigos científicos. é apropriar-se de um elemento revolucionário. utilizando inúmeros recursos estatísticos disponíveis. dispersos na literatura acerca da elaboração do artigo científico. contribuir para o avanço do conhecimento.2). Mas. Nesta etapa você elabora um plano de trabalho e. MEDEIROS. num sentido genérico. por exemplo. muitos artigos acadêmicos são teóricos. cada uma. terá uma estrutura mais centrada na metodologia. nova racionalização. 2. até 20 páginas. que provoca a seu termo. ficando o texto final com um percentual elevado de idéias extraídas de várias fontes (que devem ser obrigatoriamente citadas). conhecer a natureza. (1999. É importante apresentar a contribuição da pesquisa para o meio científico. Conceito e finalidade De acordo com a UFPR (2000b). SANTOS. 2000).29) É necessário darmos os primeiros passos nesse processo de construção da atitude científica. Além disso. com a finalidade de divulgar a síntese analítica de estudos e resultados de pesquisas” (p. p. normas do periódico. este aprender que apenas imita. a criatividade e a originalidade da produção de conhecimentos. 02. A uniformização gráfica não está contemplada em função dos objetivos aqui propostos. e o(s) autor(es) preocupa-se mais com a sua fundamentação referencial. em geral. p. que a abordagem temática seja o mais completa possível. [. caso seja necessário a repetição da mesma por outros pesquisadores (LAKATOS e MARCONI.

uniformização redacional. podendo no início haver um certo embaraço na atenção e na ordenação das idéias. que pode ser apresentada da seguinte forma: . por exemplo. p. 2.b) de revisão. e o review. comunitária.) pessoal e/ou grupal com fundamentação bibliográfica. Mas como sempre acontece com o potencial humano. considerando um demasiado apego à forma externa. Uma dos recursos amplamente utilizados atualmente em artigos de periódicos. são amplamente flexíveis.1. são acrescidas em função das regras e normas recomendadas pela academia. o artigo científico é utilizado para os mais diversos fins. onde há maior liberdade na apresentação e exposição do tema. seja na análise de resultados de pesquisa e sua discussão. tais como resultados de pesquisa. etc. pelo contrário. idéias. De certa maneira deve-se concordar que as dificuldades para o iniciante em trabalhos técnico-científicos. principalmente nas ciências humanas e sociais é. Nesse ponto. . Observa-se muitas vezes a utilização de ambas as situações na elaboração dos artigos. durante a elaboração do texto científico. podendo ser facilmente encontrada. É a ordenação coerente dos itens e dos conteúdos ao longo da sua redação geral. abordagens e teorias. Neste trabalho. Organização e normatização Assim como em todo trabalho acadêmico. 2. explícitas/implícitas. em detrimento do fundo (conteúdo e informações). Observa-se. é necessário que esses textos possuam certas normas. a economia e a objetividade são fundamentais na exposição das informações. que pode ser mais superficial ou bem aprofundada. . O relato de experiência é a descrição. Os estudos e publicações científicas. que é essencial na produção científica. procurando manter a profundidade do tema. Em função do tamanho reduzido recomendado para o artigo científico.2. É importante considerar que essas abordagens não se excluem. podendo na elaboração do artigo científico. . onde incluem-se informações inéditas.2). quando abordam. em função do alto nível de aprofundamento do tema e compleitude na sua abordagem. mais vida e significado para leitura do que se fosse apenas um texto analítico. inclusive. principalmente artigos e monografias.procedimentos e resultados de uma pesquisa científica (de campo).relato de caso ou experiência (profissional. também conhecida como review. sem dúvida. são normalmente redigidos e apresentados com vários aspectos da organização gráfica e redacional semelhantes. desde que resguardadas as preocupações relativas a cientificidade dos resultados. juntamente com uma fundamentação teórica baseada em conhecimentos publicados anteriormente por outros ou pelo mesmo autor. que gradualmente incorporam-se na atitude científica do pesquisador. a elaboração de artigos técnico-científicos é mais complexa que outros trabalhos acadêmicos. podendo ser reconhecidos em todo o mundo científico. o “relato de experiência”. analisam ou resumem informações já publicadas” (UFPR. assim como a própria ciência.44). possui ampla abordagem na literatura relacionada a metodologia científica. Na maioria dos casos. normalmente é assinado por cientistas conhecidos tradicionalmente na área ou linha de pesquisa em questão. enriquecendo a fundamentação teórica do texto com a própria vivência profissional ou pessoal do autor. sejam artigos ou outros trabalhos.2.estrutura básica. Independente do tipo ou objetivo Medeiros (1997) afirma que a elaboração de “um artigo científico exige o apoio das próprias idéias em fontes reconhecidamente aceitas” (p. que posteriormente é transformada em ato criativo. 2000a. muitas vezes. serem utilizadas de forma conjugada. seja na abordagem de teorias ou idéias. o artigo científico possui uma organização e normatização própria. da primeira a última página. serão apresentados apenas os assuntos referentes a estrutura básica e uniformização redacional do artigo científico. sendo comum outras abordagens não mencionadas anteriormente. cujas normas variam conforme a instituição que publica. de maneira mais informal. e sem o rigor exigido na apresentação de resultados de pesquisa. .revisão bibliográfica de um tema. em função dos objetivos propostos inicialmente. Já nas Ciências Humanas e Sociais. educacional. dependendo da área do conhecimento e da natureza do estudo. encontram-se artigos priorizando a divulgação de: . acerca dos mais diferentes temas que caracterizam o pensamento científico. sem a formalidade de enquadrar o conteúdo numa metodologia de estudo de caso. o exercício e a prática continuada de determinada ação proporciona a destreza. É a maneira como estruturam-se as partes objetivas/subjetivas. .uniformização gráfica. que nas Ciências Naturais o artigo científico é quase que exclusivamente utilizado para apresentação e análise de resultados de pesquisas experimentais. que se incorpora no texto e dá. . Apesar da “flexibilidade” ser pertinente na elaboração e organização de artigos científicos. independentes do tamanho. Estrutura básica A estrutura básica do artigo científico é a forma como o autor organiza os componentes do texto. que tornaria o trabalho bem mais oneroso. Muitos acadêmicos que iniciam na elaboração de trabalhos de pesquisa reclamam do excesso de normas e dos detalhes minuciosos com que devem ser redigidos. A uniformização gráfica.abordagem bibliográfica e pessoal sobre um tema.

Apesar da especificidade que deve ter. necessárias. elementos textuais e elementos póstextuais. O título do artigo científico deve ser redigido com exatidão. QUADRO 1 – Distribuição dos itens que compõe o artigo científico em relação aos elementos da estrutura básica Elementos Pré-textuais ou parte preliminar Componentes Título Sub-título (quando for o caso) Autor (es) Crédito(s) do(s) autor(es) Resumo Palavras-chave ou descritores Abstract (quando for o caso) Key-words (quando for o caso) Textuais ou corpo do artigo Introdução Desenvolvimento Conclusão Pós-textuais ou referencial Referências Cada um desses elementos. elaborado após o autor já ter avançado em boa parte da redação final. A Norma Brasileira Registrada (NBR) 6028. Quando é mais de um autor. normalmente o primeiro nome é o autor principal. e seus respectivos componentes. revelando objetivamente o que o restante do texto está trazendo. No levantamento bibliográfico feito através de softwares especializados ou pela internet. sucinta e objetivamente.1. são relacionadas de 3 a 6 palavras-chave que expressem as idéias centrais do texto.No artigo científico. o conhecimento e o domínio pelo autor da estrutura básica padrão. A preocupação do autor na escolha dos termos mais apropriados. com seus componentes subdivididos de acordo com o Quadro 1. ficando isto a critério do autor ou da instituição que publica. constituindo-se do nome da instituição onde leciona ou trabalha e da sua titulação. o nome do autor vai imediatamente seguido dos créditos. 2. somente quando for para melhorar a compreensão do tema. resumo. Deve ser uma composição de originalidade e coerência.2. ou 1° autor. Título e sub-título são portas de entrada do artigo científico. O sub-título é opcional e deve complementar o título com informações relevantes. também chamados de parte preliminar ou ante-texto. sendo o mesmo composto de vários itens. numa ordem em que a abordagem temática principal seja facilmente captada. utilizando-se tanto quanto possível de termos simples. Elementos pré – textuais Os elementos pré-textuais. da Associação Brasileira de Normas Técnicas (1987). Após. Por isso deve ser estratégico. utilizam-se em grande escala esses dois elementos pré-textuais. algumas informações importantes para os interessados numa análise mais detalhada do tema (título. ou expressões características. palavras-chave). metodologia e análise de resultados (nas pesquisas de campo) ou idéias principais. é imprescindível na composição do artigo. apresentando informações e dados fundamentais para a compreensão do trabalho como um todo. não deve ser longo a ponto de tornar-se confuso. assim como o interesse pelo texto. descrevendo também. Também podem ser citados outros dados relevantes. Em seguida. sendo muito importante não omiti-los. encerrando com breves considerações finais do pesquisador. deve-se ao fato dos leitores identificarem prontamente o tema principal do artigo lendo o resumo e palavras-chave. compõe-se das informações iniciais necessárias para uma melhor caracterização e reconhecimento da origem e autoria do trabalho. O resumo indica brevemente os principais assuntos abordados no artigo científico. estando com bastante segurança sobre a abordagem e o direcionamento que deu ao tema. iniciando com os objetivos do trabalho. é muito importante para a elaboração do trabalho. é por onde a leitura começa. e distribuídos em elementos pré-textuais. Deve-se evitar qualquer tipo de citação bibliográfica. que certamente provocará o interesse pela leitura. sendo sempre citado ou referenciado afrente dos demais. . podendo ser termos simples e compostos. possui uma normatização completa para a elaboração de resumos.1.

técnica para coleta de dados. nem os freqüentes exageros na linguagem determinística. sendo escolhido um título geral que englobe todo o tema abordado na seção. caracterizado pelo aprofundamento e análise pormenorizada dos aspectos conceituais mais importantes do assunto. conforme o tipo e objetivo da pesquisa. sendo a etapa onde “o assunto é apresentado e desenvolvido” (UFPR. tabelas e figuras. A introdução deve criar uma expectativa positiva e o interesse do leitor para a continuação da análise de todo artigo. tanto mais estruturado e completo (dir-se-á “amadurecido”) será o texto.46).. (2000) organização do conteúdo deve possuir uma ordem seqüencial progressiva. em função da lógica inerente a qualquer assunto.º 01 02 03 Introdução Desenvolvimento Elemento textual Proporção 2 a 3/ 10 6 a 7/ 10 ½ a 1/ 10 10/ 10 Conclusão ou Considerações finais Total . e subdividido conforme a necessidade. O desenvolvimento ou parte principal do artigo. “Trata-se do elemento explicativo do autor para o leitor” (UFPR. inclusive a recentes pesquisas. esse item deve limitar-se a explicar brevemente as idéias que predominaram no texto como um todo. podendo ser enriquecido com gráficos. pois quanto maior for o conhecimento a respeito. 2000a. apresentando os objetivos e os argumentos principais que justificam o trabalho. p. que uma vez detectada.. TABELA 1 – Proporcionalidade de cada elemento textual em relação ao tamanho total do corpo ou parte principal do artigo científico n.. O autor pode nessa parte. [. que são o resumo e as palavras-chave traduzido para o idioma inglês. É nessa parte que o autor indica a finalidade do tema. tratamento estatístico. instrumentação. desenvolvimento e conclusão ou considerações finais. Na introdução o tema é apresentado de maneira genérica.28). p. Elementos textuais Considerada a parte principal do artigo científico. análise dos resultados. quando for utilizado. O título dessa seção. conforme explicitado na Tabela 1.28). p. etc. e deve guardar proporções de tamanho e conteúdo conforme a magnitude do trabalho apresentado. incluindo. sem muitas polêmicas ou controvérsias. determina a ordem a ser adotada.] deve limitar-se a um resumo sintetizado da argumentação desenvolvida no corpo do trabalho.. o final da introdução também é utilizado pelo autor para explicar a seqüência dos assuntos que serão abordados no corpo do trabalho. sendo abordadas com maior profundidade nas etapas seguintes do artigo. A conclusão é parcial e a última parte dos elementos textuais de um artigo.. É [.] devem estar todas fundamentadas nos resultados obtidos na pesquisa” (p.2. O elemento textual chamado desenvolvimento é a parte principal do artigo científico.1. em revistas ou periódicos especializados de grande penetração nos centros científicos. nas pesquisas de campo. p. Muitas vezes pode ser utilizada a subdivisão do tema em seções e subseções. 2000a. etc. população e amostragem. sugerir decisões urgentes ou práticas mais coerentes de pessoas ou grupos. incluir no texto algumas recomendações gerais acerca de novos estudos. as principais considerações decorrentes da análise dos resultados. [. os elementos textuais subdividem-se em introdução. Como em qualquer outro trabalho acadêmico. destacando a relevância e a natureza do problema. (1999) a conclusão “deve explicitar as contribuições que o trabalho alcançou. é onde são detalhados itens como: tipo de pesquisa. Em alguns textos. visa expor as principais idéias. entre outros. Conforme a UFPR (2000b.27) e por esse motivo é chamado corpo do trabalho. De acordo com Bastos et al. sem os “delírios conclusivos” comuns dos iniciantes. sensibilizar os leitores sobre fatos importantes. como parte principal e mais extensa do artigo. apresentados os procedimentos metodológicos e análise dos resultados em pesquisas de campo.] a fundamentação lógica do trabalho”. 2.2. O autor deve ter amplo domínio sobre o tema abordado. não deve estampar a palavra “desenvolvimento” nem “corpo do trabalho”. inclui-se na parte preliminar o abstract e key-words.. compõe-se do texto propriamente dito. “como um todo. no caso das pesquisas de campo. Sugere-se que cada componente dos elementos textuais em um artigo científico tenham um tamanho proporcional em relação ao todo. numa abordagem que posicione bem o assunto em relação aos conhecimentos atuais. sem detalhes” (UFPR. 2000a. Como lembram Tafner et al. que promovem maior clareza e melhor apresentação das informações contidas no texto. em função da maior flexibilidade do próprio termo.Quando o artigo científico é publicado. sendo redigidos de acordo com algumas regras gerais. relatos de casos. Comumente chamado de “Considerações finais”.27) “o desenvolvimento ou corpo. É onde são amplamente debatidas as idéias e teorias que sustentam o tema (fundamentação teórica).

Com maior freqüência é utilizada a lista de referências por ordem alfabética (sistema alfabético) no final do artigo. que consiste no “conjunto padronizado de elementos que permitem a identificação de um documento no todo ou em parte” (UFPR.] método do sumário tende a preservar tanto a possibilidade da livre associação quanto da ordenação. as listas de assuntos. principalmente textos de metodologia científica.2. em função do espaço pequeno para o desenvolvimento das idéias. a grande maioria dos pesquisadores e estudiosos que elaboram textos científicos. A organização coerente desse plano de conteúdos deve respeitar os objetivos do trabalho e a ordenação natural do tema.2. 2. Elementos pós – textuais Na elaboração de qualquer trabalho acadêmico. repetições. comunicabilidade e consistência” (p.1. e periodicamente atualizadas. 2000a. coerente.3. Medeiros (2000) sugere que a apresentação do texto deve ser clara.” (SANTOS. possui um certo grau de dificuldade. simples.15).1. Bibliografia de apoio ou recomendada. disciplinadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. a linguagem correta. desde o início..175) Qualquer conteúdo que se queira divulgar por intermédio de um artigo científico. principalmente eletrônicos. [... p. não utiliza linguagem rebuscada. Anexos. e. segue-se a organização dos blocos de idéias.2. evita falta de ordem na apresentação das idéias. seja o resultado de uma pesquisa. que utiliza predominantemente as notas de rodapé na própria página onde o documento foi citado. na redação do texto científico.2. evitando-se adjetivos inúteis.. como o fichamento. também pode-se optar pela notação numérica. etc. mas sim utilizado o sumário nos processadores de textos no computador (Microsoft Word.91) Sugerindo a utilização de outros recursos. “A redação inicia-se pela ‘limpeza’ (seleção) dos dados. como a literária. o espaço para o caos fica preservado. etc. uma teoria.2. por exemplo). evitando o caos na fase inicial da redação. para escrever textos técnicos. (MÁTTAR NETO. p. rodeios.(2000) Característica Clareza Precisão - Descrição não deixa margem a interpretações diversas. conforme afirma Medeiros (1997) não se repetem idéias e nem deixa-se nada importante de lado. universais. “diferindo do utilizado em outros tipos de composição. os elementos pós-textuais. Menos comum. compreendem aqueles componentes que completam e enriquecem o trabalho. Redação técnico-científica O estilo da redação utilizada em artigos científicos é chamado técnico-científico. variando de acordo com a necessidade. p. observações e reflexões. cada palavra traduz exatamente o que o autor transmite. 2000c. através de técnicas apropriadas. utilizam-se previamente de um planejamento ou esquema (esqueleto) montado a partir de leituras. sendo alguns opcionais. p. segue-se basicamente o mesmo raciocínio utilizado para sua leitura.. No artigo científico utiliza-se obrigatoriamente a Referência. Uniformização redacional 2. explicações desnecessárias. como no brainstorming. as principais informações e princípios básicos sobre o estilo da redação técnico-científico. Bastos et al. Agora as informações estão prontas para serem redigidas. Índice remissivo. que colaboram para o desempenho eficiente da redação científica. (2000) estruturam os princípios básicos da uniformização redacional em quatro itens indispensáveis: “clareza. faz-se a hierarquização das idéias importantes. Do nosso ponto de vista. onde são apresentados todos os documentos citados pelo autor. a jornalística. 2000. QUADRO 2 – Descrição dos princípios básicos da redação técnico-científica segundo Bastos et al. Glossário. uma revisão. precisão.37).1). 2. até o final do processo [. Existem normas para utilização de ambas.2.” (SANTOS. vale lembrar que. Com fins didáticos. concisa. Organização do texto científico “Considerada por muitos uma etapa extremamente difícil. o estilo da redação científica possui certos princípios básicos. 2000. Entre eles destacam-se: Referências. objetiva. apresentados em diversas obras.2.2. Máttar Neto (2002) sugere que não seja realizada a etapa inicial de livre associação de idéias.]. termos desnecessários ou ambíguos. do começo ao final da redação do texto. Com características e normas específicas. baseando-se em três referências bibliográficas que tratam do tema. 2002. Por isso. pois dessa forma.2. será apresentado em forma de quadro explicativo. o caos deve estar pré-ordenado. p. o brainstorming. . Apêndices.89) Da mesma forma como se faz o fichamento e o esquema na leitura técnica. a publicitária” (UFPR. com o sumário. precisa.

pessoa gramatical. coerência e progressão na apresentação do tema conforme objetivo proposto. de seqüência . Conjugação Santos (2000) estabelece o estilo e as propriedades da redação científica. não opinativo. siglas. números. enumerando várias características importantes para cada tipo. não faz prevalecer seu ponto de vista. QUADRO 3 – Descrição dos princípios básicos da redação técnico-científica segundo UFPR(2000c) Característica Objetividade e coerência Clareza e precisão Imparcialidade Uniformidade Descrição abordagem simples e direta do tema. sendo os principais apresentados no Quadro 4.. QUADRO 4 – Descrição dos princípios básicos da redação técnico-científica segundo Santos(2000) Tipo Característica Consistência Impessoalidade - Descrição afirmativas compactas e claras. abreviaturas. lógica e continuidade no desenvolvimento das idéias. evita idéias pré-concebidas. . por ex. uso preferencial da forma impessoal dos verbos. nomenclatura aceita no meio científico. conteúdo apoiado em dados e provas. o 1° é substantivo. Estilo da redação Brevidade Concretude usa linguagem precisa (correspondência entre a linguagem e o fato comunicado). o 2º uma frase e o 3º um período completo. evita comentários irrelevantes e redundantes. de expressão gramatical . seqüência lógica e ordenada de idéias. uniformidade ao longo de todo texto (tratamento.Comunicabilidade Consistência abordagem direta e simples dos assuntos. títulos de seções). sem envolvimento pessoal. A UFPR (2000c) descreve as características da redação técnico-científica em diversos princípios básicos.é violada quando. uso correto do pronome relativo "que". usa termos correntes e aceitos.ordem na apresentação de capítulos.equilíbrio existente nas seções de um capítulo ou subseções de uma seção. sendo os principais apresentados no Quadro 3. de categoria . vocabulário preciso (evita linguagem rebuscada e prolixa). seções e subseções do trabalho. numa enumeração de 3 itens. visão objetiva dos fatos. uso criterioso da pontuação. evita substantivos abstratos e sentenças vagas.

que resulte de pesquisa: dissertações científicas. os informes científicos ou técnicos e obviamente a própria monografia no sentido acadêmico. abordam temas teóricos de pesquisa. pesquisas de campo. estabelecendo parâmetros individuais seguros na abordagem e análise de temas e problemas científicos. revisões bibliográficas. possibilitando a compreensão exata e objetiva por parte do leitor e a economia de espaço. comunicabilidade e consistência. uma uniformização redacional e uma gráfica. imparcialidade na redação. MONOGRAFIA COMO ELABORAR UMA MONOGRAFIA A primeira monografia foi publicada em 1855 (embora já viesse empregando o método desde 1830).Precisão texto sem complicações e explicações longas. O autor descreve com minúncias o gênero de vida dos operários e o orçamento de uma família-padrão daquela classe. memórias científicas. prioriza conteúdos importantes. indica o caminho que vai seguir (unidade de pensamento). A origem histórica da palavra MONOGRAFIA vem da especificação. A elaboração de qualquer artigo deve respeitar uma organização própria. Seu sentido etimológico significa: mónos (um só) e graphein (escrever): dissertação a respeito de um assunto único. por Le Play (1806-1882). as partes do texto são interligadas. as antigas exercitações e tesinas. CONSIDERAÇÕES FINAIS O artigo científico. que identifica com todo trabalho científico de primeira mão. que se identifica com a tese: tratamento escrito de um tema específico que resulte de pesquisa científica com o escopo de apresentar uma contribuição relevante ou original e pessoal à ciência. subdivididos em vários componentes e contendo informações imprescindíveis para o entendimento do tema. . A estrutura básica do artigo científico é composta dos elementos pré-textuais. a um só problema. textuais e pós-textuais. e a compreensão acerca da necessidade de uma linguagem simples e concisa devido ao tamanho pequeno recomendado para o artigo. e tem a finalidade de comunicar ao mundo científico os conhecimentos elaborados a partir dos critérios da ciência. A elaboração e o desenvolvimento do texto no artigo científico requer a definição e o entendimento exato do tema e sua ordenação natural. onde a reflexão é a tônica (está entre o ensaio e a tese e nem sempre se origina de outro tipo de pesquisa que não seja a bibliografia e a de documentação). de mestrado. precisão. A redação técnico-científica desenvolvida no texto do artigo possui características de estilo e propriedade próprias. A utilização de normas e diretrizes para elaboração e apresentação de artigos científicos. assim como outros tipos de trabalhos acadêmicos. como clareza. de maneira descritiva e analítica. além de padronizar o formato geral e a organização do texto. Les Ouvriers eurpéens. Ela tem dois sentidos: O estrito. 03. sem perder a qualidade na comunicação das idéias. são fundamentais para construção gradativa do pensamento científico do autor. E o Lato. os college papers das universidades americanas. compreendida na 1ª leitura. que somadas formam o conjunto de normas recomendadas para este tipo de publicação. Simplicidade Propriedades do Clareza texto Coerência Direção Objetividade Seletividade redação clara. ou seja o tratamento escrito aprofundado de um só assunto. a organização e a hierarquização interna das idéias principais e secundárias. constituída de uma estrutura básica. ou seja a redução da abordagem a um só assunto. da sua fundamentação e da autoria do trabalho.

considerado em si mesmo e em função do trabalho que está sendo elaborado. consiste em coligir o material que nos vai fornecer a solução do problema estudado. a maquete. bibliográfica e críticas pessoais). e para tal deve ter em mente um "assunto" que deseja dissertar assim como um acompanhante. o aluno deve desenvolver um "projeto de monografia". etc. pós-graduação. De qualquer maneira. redação. Externa é a que se faz sobre o significado. revistas. concisa. no mínimo. trabalhos científicos. A escolha do "assunto" é o ponto de partida da investigação e consequentemente da própria monografia. Existem. construção. Pode ser externa e interna. Projeto de Monografia: Folha de rosto com dados gerais de identificação. 3)Cuidado em se evitar períodos extensos. É preciso escolhê-lo com acerto. o Desenvolvimento e a Conclusão de sua monografia. É um início de uma realização profissional. condizente com a redação científica. A monografia é um trabalho escrito. a Introdução. evitando o colóquio excessivamente familiar e vulgar. o trabalho monográfico vem sendo redigido. junto ao seu orientador buscar a bibliografia que possa ser consultada (livros.. o pesquisador terá diante de si. O aluno deverá. A escolha do assunto segue naturalmente. Tempo de Compromisso do orientador. um professor/orientador. 6)Precisão e rigor com o vocabulário técnico. devido a ansiedade. objetiva. É uma das operações mais delicadas e difíceis para o pesquisador por ter que atentar para normas de documentação. b) Redação Definitiva: Consta das 3 partes da construção da monografia. de lógica e até de estilo. dentro do processo de elaboração da monografia. Ele irá construir a partir desses dados. objetivos claramente definidos. delimitação do estudo e definição de termos. A documentação é a parte mais importante da dissertação. a da autenticidade (autor.. além de uma revisão preliminar da literatura. é o objeto de pesquisa. requisitos de comunicação. tríplice fichário de documentação (fontes.Introdução. por exemplo). A crítica é um juízo de valor sobre determinado material científico. O auto Décio V. Após o longo trabalho de documentação e crítica. a importância e o valor histórico de um documento. Abrange a crítica do texto (saber se o texto não sofreu alterações com o tempo. talvez por medo de que seu trabalho não seja compreendido ou aceito pelo público.) para a elaboração de seu projeto de Monografia e consequentemente a Monografia. Unir toda a bibliografia encontrada e elaborar a informação ao trabalho da pesquisa (poderá ser feito através de fichas). Desenvolvimento e Conclusão. Salomão sugere recursos pra facilitar a tarefa de redigir: a) Redacão Provisória: fazer primeiramente um esboço. e circunstâncias de composição de um escrito) e a da proveniência do documento (origem da obra). Desde a fase de sua construção. etc. c) Estrutura Material da Monografia: a monografia deve agradar ao público e também o serviço de documentação (obedecer as normas técnicas elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas) * ver abaixo d) Linguagem Científica: existe a tendência em se descuidar da linguagem quando se redige um trabalho científico. só se pode esperar êxito quando o assunto é escolhido ou marcado de acordo com as tendências e aptidões do aluno.Antes da elaboração da monografia de conclusão do curso de graduação. Capítulo introdutório com a caracterização clara do problema a ser investigado. 4)Preocupação em se redigir com simplicidade. documentação. que aceitará as responsabilidades e atribuições descritas nas normas para elaboração de monografias da Escola. uma resistência do pesquisador em redigir. O Aluno na busca da elaboração de sua monografia passará por algumas fases: escolha do assunto. crítica. data. pesquisa bibliográfica. rascunho. a ironia causticante. os recursos retóricos. .. artigos. 5)Linguagem direta. 2)Exposição clara. sem cair no hermetismo. Deve ser um tema selecionado dentro das matérias que mais lhe interessam durante o curso e que atendam às suas inclinações e possibilidades. a fase de pesquisa bibliográfica. planejamento. São necessários: 1)Correção gramatical..

F.CDOF. e vem abaixo um pequeno rol que deverá se preenchido pelo professor ao final (resultado.cdof. webmaster como o autor do site.. Ou Referência do autor do artigo. Belo Horizonte. 20) Glossário. embaixo a cidade e data.Detalhamento da metodologia a ser utilizada. 11) Revisão de Literatura: todo o conteúdo apresentado de bibliografia sobre o assunto. embaixo vem a cidade e ano (o ideal é que seja sóbria sem desenhos). Disponível em: <http://www. Lista de referências Estrutura Material da Monografia: 1) Capa: na parte superior o nome da instituição (Universidade e Escola). exemplo da capoeira: MATARUNA DOS SANTOS.htm>. Minas Gerais.. / Licenciatura). D. 5) Índice Completo (de todos os capítulos e suas seções) ou Sumário (enumeração das partes principais) com a indicação das páginas iniciais dos capítulos ou partes destacadas (anexos). caso se julgue importante. caso haja. 14) Metodologia: discussão e análise dos resultados.br/capoeira. F. 21) Uma ou duas páginas em branco antes da contra-capa.data. data). 19) Índice de assuntos em ordem alfabética.htm>. 8) Introdução: Justificativa e Definição do problema. etc. Acessado em: 10 de Agosto de 2002. o curso e modalidade (ex: E. Brasil. 16) Apêndices ou anexos. Histórico da Capoeira. 4) Página de Dedicatória: se houver. 6) Agradecimentos. Exemplo: PRIMO. como fosse o autor de livro. Brasil.deve ser colocado no canto direito e no meio do papel. Título da obra. Minas Gerais. frase.J.com. 18) Índice de autores citados em ordem alfabética. .com. Leonardo Maturana): coloca-se o nome do editor. em seguida vem o nome do Coordenador do Colegiado. Normatização geral para sites dentro do número 17 (contribuição do Prof. seguido do nome da escola.) . 15) Conclusão e Sugestões. Cronograma. 3) Capa 2: na parte superior o nome da escola.cdof.abaixo vem a assinatura do orientador. conceito.CDOF. o nome do autor. 2) Dorso: o mesmo de cima embora no lugar do nome do autor vem uma orientação ex: monografia apresentada ao curso X da Universidade Y como requisito parcial a obtenção do título Z (ex: Licenciado em E.. Acessado em: 10 de Agosto de 2002. ou página destinada a um pensamento. produtor ou até mesmo. In: Cooperativa do Fitness . Orientador. 17) Referências Bibligráficas em ordem alfabética. ordenados de acordo com o desenvolvimento e ditados pela conveniência e clareza da exposição do corpo do trabalho. como o aluno vai provar o problema e também o procedimento. nota. número de inscrição. 2000. Belo Horizonte.br/capoeira. se o autor achar conveniente. e no final um pequeno dizer: À tal departamento para registro e arquivo . no meio vem o título em letra maiúscula. nome do aluno. tabelas e gráficos (podem ser colocadas em meio aos assuntos). 7) Prefácio. Disponível em: <http://www. Jun. que irá receber a monografia e a assinatura dele. L. 10) Objetivo. e logo abaixo vem o orientador. Cooperativa do Fitness .

Ficha catalográfica (obrigatória).Desenvolvimento .Agradecimentos (opcional) . O objetivo da monografia é reunir vários trabalhos e analisá-los comparativamente. com o fim de se promover a atualização de um dado tema.1 Elementos pré-textuais: .Folha de avaliação (obrigatória) . a data em que elas foram ao ar.Capa (obrigatório) . possam ser compreendidos os dados referentes ao ano de veiculação daquele assunto. Largamente utilizada como trabalho de conclusão de cursos. que será a autoridade acadêmica a validar ou não os argumentos utilizados e a mostrar caminhos bibliográficos para o andamento da pesquisa. no verso da folha de rosto . NORMAS PARA REDAÇÃO DE MONOGRAFIAS Monografias Documento investigativo e minucioso que apresenta o resultado de trabalho de atualização de conhecimentos sobre um tema específico e geralmente restrito. a monografia é constituída sob a supervisão de um especialista no assunto (professor ou pesquisador). como trabalho final ou de conclusão de cursos de graduação.Folha de rosto (obrigatório) . é exigida na pós-graduação em nível lato-sensu.Dedicatória (opcional) . o mês de disponibilização.Apêndice(s) (opcional) .Referências (obrigatório) .Lista de ilustrações (se existirem gráficos ou tabelas) (i) . Disposição dos elementos: Pré-textuais . para que na referência dos artigos.Glossário (se necessário) 1. torna-se importante.Conclusão Pós-textuais .Resumo na língua vernácula (obrigatório) .Obs: Não esquecer dos termos "disponível em:" (para localização do endereço do link) e "Acessado em:" (para a data de acesso). Via de regra.Lista de abreviaturas.Sumário (obrigatório) .Anexo(s) (opcional) . ao menos. colocar na página dos artigos ou matérias. 1 ESTRUTURA DA MONOGRAFIA A estrutura da monografia estabelece a seqüência em que devem ser dispostos os elementos que a compõem. siglas ou símbolos (opcional) (ii) Textuais .Introdução . Mesmo assim.Citação ou epígrafe (opcional) . mediante revisão de publicações de outros autores e também próprias. ou.

a 6cm da margem inferior. O nome do orientador do trabalho será digitado em letras maiúsculas Arial 12. as quais não devem constar no título e subtítulo. São necessárias três palavras-chave.Capa Capa é a proteção externa do trabalho. as unidades acadêmicas dispõem de um serviço de biblioteca que é encarregado de orientar os usuários em procedimentos técnicos exigidos na produção do trabalho acadêmico. entre o título e a identificação da unidade acadêmica. Prof. logo abaixo. ocuparão a região central da folha em fonte Arial 16. Deverá vir alinhada à margem direita. Concluído o resumo. A margem superior deve ser de 4cm. inferior e direita. Dr. seguindo as normas vigentes da ABNT e normalmente. ou apenas: Orientador: nome. em negrito. A folha deverá ser digitada em fonte Arial 12. Deve ser escrito em um único parágrafo. (Professor). em página distinta. em negrito e centralizado. A palavra Orientador e as demais que permitem identificar sua qualificação acadêmica têm somente as primeiras em maiúsculas. Agradecimento(s) Elemento opcional. o autor. Deverá vir alinhado à margem direita. (Confeccionada pela biblioteca). parte inferior. (Anexo B).(Anexo D) . apresentando de forma concisa. com o verbo na voz ativa. com letras minúsculas. em no máximo de cinco palavras. Ao rodapé deverá constar o comitê de orientação. O título da monografia e subtítulo. um espaço duplo. pontos relevantes e as conclusões do trabalho. a exigência que motivou sua produção em fonte Arial 12. as quais não deverão constar no título da monografia. contendo no máximo 500 palavras. à direita da página. a 6cm da margem inferior.: CD (Cirurgião Dentista). Caso a tenha. em negrito e apenas a primeira letra em maiúscula (Palavras-chave). Na porção inferior da página grafam-se o nome da unidade acadêmica em fonte Arial 16 e. Resumo na língua vernácula Trata-se de uma resenha do trabalho escrito. Folha de rosto Deve permitir maior número de informações sobre a monografia. dados para serem avaliados. Dedicatória(s) É opcional. Todos os elementos da folha de rosto deverão estar centralizados com exceção da descrição do trabalho. na parte superior da folha. devendo conter os elementos essenciais para que se possa identificar o trabalho. Além dos elementos constantes da capa. etc. o local da sede da mesma. se houver.5cm. deverá haver dois espaços duplos e as palavras-chave. (Anexo A). Citação ou epígrafe Elemento opcional. (Doutor). excetuando-se a inicial dos nomes próprios. Deverá vir alinhada à margem direita. p. todo em letras maiúsculas. logo abaixo. digitado em fonte Arial 14. colocada após a folha de aprovação e deve estar em página própria. colocado após a dedicatória. compondo-se de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de enumeração de tópicos Não deve incluir citações bibliográficas. acrescenta-se. precedido da respectiva referência bibliográfica da monografia de acordo com a ABNT NBR 6023. Folha de avaliação da monografia Deverá conter a identificação e a exigência que motivou o trabalho. a 6cm da margem inferior. Abaixo do título RESUMO. seguido do ano da conclusão do trabalho. Virá no verso da folha de rosto. Centralizam-se todos os parágrafos e as letras da capa serão maiúsculas e negritadas. o autor deverá identificar sua mais alta qualificação acadêmica. (Anexo C). a entidade em que foi produzida e a data de sua conclusão. O título AVALIAÇÃO DA MONOGRAFIA deve ser digitado em Arial 14. em folha própria. fonte Arial 14. Ficha catalográfica Deverá ser confeccionada. 3cm e a esquerda 3. Deve ser redigido na terceira pessoa do singular. colocado após a dedicatória. que deverá ser colocada à altura dos dois terços. de agosto de 2002. conforme cada exigência. ex. O nome do autor deve aparecer no auto da folha.

objetivos. Está dividido em três ou quatro capítulos (média de 10 a 15 laudas/capítulo). Lista própria para cada tipo. em letras maiúsculas. Conclusão Apresentação dos alcances que os resultados da pesquisa permitiram obter. atendendo aos objetivos propostos na introdução. problemáticas. ou seja. constar das Referências Bibliográficas. Os itens listados no sumário poderão ter subdivisões. a critério do autor. (Anexo F). siglas ou símbolos utilizados no texto. Trata-se de um texto explicativo. devem ser digitados nas mesmas regras da monografia. ANEXO A. Apêndice e/ou anexo Suportes elucidativos úteis à compreensão do texto. (Anexo H). 1. justificativa e suas aplicações práticas. As páginas do sumário não devem ser numeradas e os itens deverão estar na mesma margem. 1. É um elemento em que são incluídas matérias suplementares. O desenvolvimento da monografia deverá ter no mínimo quarenta laudas. siglas ou símbolos É opcional. Os nomes dos autores de todas as contribuições citadas deverão. por extenso. APÊNDICE A. devendo conter número. recebendo paginação em algarismos romanos e iniciando com a numeração “i”. sem indentação. de acordo com a ABNT –NBR 6023 de agosto de 2002 (modelos em Anexo H). legenda e página. Os apêndices e/ou anexos Identificados por letras maiúsculas consecutivas. onde o autor define o assunto. A introdução pode referir-se aos tópicos principais fornecendo a ordem de apresentação dos mesmos.3 Pós-textuais Referências bibliográficas Relação das referências bibliográficas das publicações citadas no texto. na NBR 10520 de agosto 2002. Todo documento analisado deve constar na listagem bibliográfica e ser referenciado conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)..ex. transmite a idéia clara do tema. propriamente dito. Os itens devem ser digitados em Arial 12. normas. ou seja. Relação alfabética das abreviaturas. Desenvolvimento Trata-se da apresentação do trabalho. obrigatoriamente. deve ser centralizado no alto da página e digitado em Arial 14. Lista de abreviaturas. estatísticas. seguidos das palavras. cópias de documentos e outros que acrescentam conteúdo ao trabalho. p. O título SUMÁRIO. metodologia utilizada. Glossário . Coloca-se logo após o sumário. (Anexo E) Lista de ilustrações Relação de gráficos ou tabelas apresentadas no texto. Deve-se listar obrigatoriamente todos os itens que vierem após o sumário e nenhum item que estiver antes do mesmo pode nele constar. como parte do trabalho. expressões correspondentes ou significados. Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto.2 Elementos textuais Introdução É a apresentação do trabalho como um todo.Sumário Refere-se à indicação e enumeração das páginas que contêm as divisões do trabalho. jurisprudências. tais como leis. ou de forma resumida na NBR 6023 de agosto 2002. Vêm imediatamente após as referências bibliográficas e não podem ser de arquivos colados.

siglas ou símbolos (se houver).. usar algarismos romanos minúsculos (i. as referências devem ser ordenadas no final do artigo em uma única ordem alfabética. de boa qualidade.. espaço simples entre linhas. em negrito e centralizados. cit.. a palavra CAPÍTULO deverá estar a cinco centímetros da margem superior (3cm da margem + 5cm de espaço). utilizam-se as expressões abaixo. deve ter sua referência completa. 2.). As notas de rodapé devem ser separadas do texto por um traço contínuo.). tabelas longas. 2. b) Ibidem – na mesma obra – Ibid. notas de fim de texto. digitada em cor preta apenas no anverso das folhas. Todo parágrafo deve iniciar com tabulação equivalente a 1. c) Opus citatum. . A introdução corresponderá à página 1. abreviadas quando for o caso: a) Idem – mesmo autor – Id. direita: 2. Se a opção for pelo alfabético. 2. São enumerados com algarismos romanos (CAPÍTULO I). Para iniciar um novo capítulo. devendo ser única e consecutiva.. cujas inclusões no texto interromperiam a seqüência lógica da leitura. inferior: 2. tamanho 12 para o texto. 3. Arial 12.5cm.5 cm. embora contada. A numeração das notas se faz por algarismos arábicos. Arial 10. seguindo a numeração correspondente e alinhados à margem esquerda. ou seja. Iniciar o texto após dois espaços. Mas caso a opção tenha sido pelo sistema numérico. iii. em página nova. Para as subseqüentes citações da mesma obra. Entre um título ou subtítulo e o texto deverá haver um espaço antes e um depois. não recebe numeração. títulos com mais de uma linha e nas referências bibliográficas.2 Digitação Utilizar caracteres tipo Arial. utilizando o sistema de numeração progressiva.7cm). esquerda: 3. opere citado – obra citada – op. adotar um dos sistemas previstos pela ABNT (alfabético ou numérico) para fazer citações de obras consultadas..4.Opcional e elaborado em ordem alfabética. em negrito. Da introdução em diante. Os algarismos que numerarem os títulos e subtítulos não virão acompanhados de ponto ou traço. formato A4 (21cm x 29. em negrito..5cm. as referências finais aparecem na mesma ordem numérica crescente.. mas o número é omitido. localizada de modo que a base superior do número esteja a 12mm da borda inferior do texto (última linha). estilo normal. devendo o texto ser justificado.3 Paginação A numeração deve ser colocada no centro inferior da página. Os itens e subitens devem aparecer gradativamente.1 Notas de referência A primeira citação de uma obra. em nota de rodapé. . A primeira página de toda a divisão principal. Os subtítulos em CA. conservando o espaçamento um e meio entre linhas. a fonte no tipo Arial. São de dois tipos: bibliográficas ou de referências (informam ao leitor a fonte da citação feita) e explicativas (fazem um comentário marginal ao texto). Alinhamento justificado para notas explicativas.4 Notas de rodapé Têm a finalidade de prestar esclarecimentos ou inserir no trabalho considerações complementares. o título do capítulo. de cerca de um terço da linha. . (Anexo G). tamanho 9 em caso de notas de rodapé. 2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA E FORMALIDADES 2. alinhados à margem esquerda. centralizada. 2. ii. Espaço simples deve ser usado apenas em resumo. confronte – Cf. em letras maiúsculas. 2. Utilizar espaço um e meio entre linhas. d) Confira. Quanto às notas bibliográficas. As margens devem ser: superior: 3cm. Arial 14. Maiores detalhes consultar a NBR 10 520 de agosto de 2002.25cm da margem esquerda. Após o título e subtítulo não colocar ponto final. separados por um espaço de caractere. notas de rodapé.. Apenas para os elementos preliminares: lista de ilustrações. Após um espaço duplo. Os títulos dos capítulos deverão ser em caixa alta (CA). usar algarismos arábicos (1. de abreviaturas. tamanho nove. tendo apenas a primeira letra da primeira palavra em maiúscula (exceto se for nome próprio).1 Formato A monografia deve ser impressa em papel branco.

Porém. logo após a menção do artigo. . Obs. palavras e frases em língua estrangeira. são em bloco destacado do texto. Fundamentos de metodologia científica. em diversas passagens – passim.25cm) e espaçamento simples. títulos de capítulos ou de poemas vêm entre aspas. b) Aspas: vão entre aspas duplas as citações de até três linhas. As citações diretas que ultrapassarem três linhas devem vir em um parágrafo especial. trinta mil. sem aspas.centenas redondas: duzentos. usar aspas simples. cit. sem ponto final ou desinência de gênero ou número. .5 Citações As citações podem ser transcrições literais (citação direta) ou uma síntese do trecho que se quer citar (citação indireta). ao final da redação. frases simples e curtas (média de trinta palavras).. b). emprega-se itálico. como p. Para citação de citação. No caso de ocorrer várias fórmulas e equações. Ex.de zero a nove: cinco.. Nas páginas seguintes. fonte do tipo Arial. sete mil. parágrafos médios (oito a 15 linhas). indicar a alteração. utiliza-se o termo em latim apud. 2. para dar destaque a um termo. concisa e de consistência gramatical e seqüencial. Tanto num caso como no outro. As citações longas. quarenta milhões. títulos de obras (livros e periódicos). . . As citações devem ser apresentadas conforme a NBR 10520 ou de forma reduzida na NBR 6023. mas por extenso nos seguintes casos: . Se tratar de citação de citação direta. sem aspas. devem ser indicadas: a) supressões: [.. A citação de citação vem entre aspas simples. . e) Fórmulas e equações: devem aparecer bem destacadas do texto.. m (metro)..: O (oxigênio). seiscentos milhões. entre parênteses. d) Símbolos: são as reduções de termos científicos de forma gráfica invariável. (Anexo G). cm (centímetro).. Conforme a seguir. p. com uma das seguintes formas: .: Código de Processo Penal (CPP). de mais de três linhas. Para dar ênfase a um trecho de citação. Ex.Seqüência: autor (sobrenome em maiúsculas). se o destaque já constar no original.. precedidas da sua forma por extenso. separadas do parágrafo anterior e posterior por uma linha a mais. estilo normal.e) Passim – aqui e ali. dois milhões. data da publicação e página. não se admitindo transcrições sem a devida referência. colocados entre parênteses na extrema direita da linha. p. g) Sequentia – seguinte ou que se segue – et seq. devem aparecer entre parênteses.] b) interpolações. . . c) e d) só podem ser usadas na mesma página da citação a que se referem.: LAKATOS.dezenas redondas: vinte. elas são identificadas por números consecutivos. E. acréscimos ou comentário: [ ] c) ênfase ou destaque: negrito. em linguagem clara. Ex. pois já se menciona a Lei ou Código pertinente. pode-se fazer a referência reduzida a seus elementos essenciais. 136.. Nas citações de artigos de lei não se insere a fonte na nota de rodapé. tamanho 11 e com recuo da margem esquerda igual ao dos parágrafos (1. 136. ao final menciona-se: grifo do autor. f) Loco citado – no lugar citado – loc.Seqüência: autor (sobrenome em maiúsculas e nome abreviado).6 Normatização textual a) Redação: a monografia deve ser escrita na terceira pessoa. dispensando-se as aspas.: LAKATOS. as fontes devem estar indicadas. cujo significado é junto a ou em ou a expressão citado por. capítulos médios (de dez a 15 laudas). M. Na primeira vez em que forem mencionadas no texto... ex.: as expressões constantes nas alíneas a). quatrocentos mil. min (minuto). usar negrito. f) Numerais: em algarismos arábicos. utilizando a expressão: grifou-se. 1991. c) Abreviaturas e siglas: devem ser utilizadas na forma recomendada por organismos de padronização nacional ou internacional ou órgãos científicos de competências de cada área. 2. Deve ser evitada e só usar quando for indispensável e não tiver possibilidade de acesso ao original. data da publicação e página. para as subseqüentes citações da mesma obra. a) Destaque e diferenciação de palavras: nomes científicos. incorporadas ao texto.

. desenhos e outros.. dinastias reais. organogramas.. ano de publicação e a página). Ex. gravuras. As figuras devem ser designadas e mencionadas no texto pela palavra Fig.7. em todos os casos só se usam palavras quando não houver nada nas ordens ou classes inferiores: 13 mil. fotografias.5. mapas.. porém mencionadas no texto pela palavra Tab. . gráficos. reis. Pode usar espaçamento e fontes de letras com tamanhos menores que os do texto. abreviados por meio das três primeiras letras. acompanhada do respectivo símbolo (R$ 15. 12 ABR 1972.. 15º). a indicação dos milênios deve ser feita ordinalmente e a dos séculos. no caso de séculos. século vinte = século XX. segundo a causa atribuída Causa atribuída Alcoolismo Dificuldade financeira Doença mental 263 198 700 Freqüência 13. Exemplo: Tabela 1 . As tabelas são auto-explicativas e pode-se fazer uso de notas e chamadas colocadas no seu rodapé. Os meses são indicados por extenso ou em algarismos arábicos ou. que é escrito por extenso. dia.desdobramento dos dois termos numéricos. l) Algarismos romanos: usados normalmente nos seguintes casos: séculos. entretanto. sucedidos do símbolo próprio (5%. seguida do número de ordem ou localizar-se entre parênteses no final da frase.7 Ilustrações As ilustrações aparecem no trabalho para explicar ou complementar o texto. cardinalmente.. 16. O ano deve ser indicado numericamente por todos os algarismos e não apenas pela dezena final.06.98 35. porém os demais na forma numérica (quinto. O título da tabela ou quadro deve ser colocado acima da mesma (Tabela 1 .. no caso dos milênios. e.. fornecendo o máximo de informação num mínimo de espaço.35). quando a matéria nelas contidas exigir esclarecimentos. j) Quantias: de um a dez se escrevem por extenso (cinco reais). quando ocorrem frações. m) Horas: a norma manda: 3h20min e não a forma usual: 3:20 (em horários).. Devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem...ex. 2. p... Acima do milhar.as classes separam-se por espaços. esquemas.Suicídios ocorridos no Brasil em 1986. da seguinte forma: 2ª-feira. p.: 1972. mês. acontecimentos. As datas. 6ª-feira. quando indicadas numericamente. excetuando-se o mês de maio.05.). 3ª-feira. 5/12). usam-se algarismos romanos antepostos.: 12 de abril de 1972..6 milhões. 25%). e pospostos. quando maiúsculas. Para títulos longos de tabelas ou figuras deve-se empregar espaçamento simples. 2. São as tabelas. sendo indicadas no texto ou final do período.: 23. fluxogramas. com numeração própria e progressiva (Figura 1 . seguidas de ponto quando minúsculas. i) Ordinais: escritos por extenso de primeiro a décimo.aproximação do número fracionário. mas 13 700 e não 13 mil e 11 setecentos. todavia. As ilustrações são numeradas em algarismos arábicos e em seqüência própria. e sem ponto.C. repetidos periodicamente. reuniões. ainda. Na indicação numérica. Se retiradas de material consultado. 4ª-feira. 12 abr. de mesmo nome.. exceto quando ambos os elementos se situam de um a dez (um terço. Ex. Com exceção de tabelas e quadros. indicar a fonte (sobrenome do autor. 5ª-feira.26 9..30 Percentagem . sáb. entre parênteses. 247 320 e não 247 mil e trezentos e vinte.). A indicação dos dias da semana pode ser feita abreviadamente. seguem o uso internacional: ano.ex. registra-se a quantia exclusivamente de forma numérica.. papas. n) Datas: Quando por extenso. . abaixo da mesma. dom. as frações decimais são escritas com algarismos (0.1 Tabelas e Figuras Têm a finalidade de resumir ou sintetizar dados.25).. 1972. as ilustrações são nomeadas como figuras. é possível recorrer a dois procedimentos: . imperadores. enquanto que o da figura. O mesmo ocorre com as tabelas. quadros. grandes divisões das forças armadas.: Segundo milênio antes da era cristã = II milênio a .. Devem ser construídas de acordo com as diretivas da NBR 14 724 de agosto de 2002. Ex. h) Porcentagens: sempre indicadas por algarismos.: 3 milhões e 535 mil g) Frações: indicadas por algarismos.

MEDEIROS. ed. HENRIQUES.n. 220 p. juntamente com seu orientando. Rio de Janeiro: ABNT. a gente só se refere à administração de fulano. OLIVEIRA. 29 e 30. Orides. trabalhos acadêmicos. Ana Cristina. 2002. estabelecer. Rio de Janeiro: ABNT.10 Encadernação Após a apresentação da monografia e efetuadas as eventuais correções. 2002. 329 p. NUNES. 2003.br NORMAS GERAIS PARA REDAÇÃO ADMINISTRAÇÃO Esta palavra nunca é nome próprio. São Paulo: Saraiva. MONTEIRO. colocando o termo em letras minúsculas. João Augusto. 2002. uma dissertação. rev. ago.com. 4. 2. aum. São Paulo: Thomson. longitudinalmente o título da monografia. nos seus art. Antonio. São Paulo: FEUSP. Metodologia científica aplicada ao direito.9 Orientador De acordo com o Regulamento para a elaboração da monografia do Instituto Machadense de Ensino Superior (IMES). faça uma revisão de português. . MEZZAROBA. em sua versão final. ed.fumesc. rev. deverá ser entregue um exemplar encadernado em capa dura.Outro tipo de doença Desilusão amorosa Outros Fonte: IBGE (1988) 189 416 217 9. 2001./jun. ed. 2003. 2003.53 20. 2. o plano de trabalho e cronograma de execução das atividades registrando-as na ficha de controle de orientações. Na lombada deverão ser impressos na parte superior. Antonio Joaquim. OLIVEIRA. Monografia no curso de direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. sicrano ou beltrano. Claúdia Servilha. o semestre e ano da apresentação. 261 p. 2. 2002. jan. 282 p. Os passos da pesquisa científica. apresentação. com letras em dourado (conforme padrão). João Bosco. ago. cuja capa será exatamente igual à falsa folha de rosto. SEVERINO. Metodologia científica na era da informática.98 10. MÁTTAR NETO. Belo Horizonte: [s. Luiz Antonio. FRANÇA. de cor vermelha para a Faculdade de Direito e em azul para a Faculdade de Administração. Apostila de introdução aos estudos da educação. São Paulo: Atlas. depois de concluída a monografia. iniciais do nome). ______. NBR 10520: Informação e documentação. Apostila. 1999. Sílvio Luiz de. VASCONCELLOS. Fonte: www. ______. 2004. NBR 6023: Referências bibliográficas.Rizzatto. apresentação de citações em documentos. São Paulo: Saraiva.]. compete ao professor orientador cumprir todas as etapas de avaliação e critérios previstos no regulamento e.8 Revisão de português Sugere-se ao aluno que. Rio de Janeiro: ABNT. Portanto. da escolha do assunto à apresentação gráfica. uma tese. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Manual de metodologia da pesquisa no direito. 2004. BIBLIOGRAFIA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Manual de monografía jurídica: como se faz uma monografía. Belo Horizonte: UFMG. ago. 7. ed. Júnia Lessa. e na parte inferior o nome do autor (SOBRENOME. São Paulo: Saraiva. Técnicas de comunicação científica.94 2. NBR 14724: Informação e documentação. 3. Luiz Cláudio Vieira de.

"A ordem do ministro que vai de Brasília. secretário. teve aqui. etc. 5 . 3 ." ASPAS Estes sinais. diretor. Isso é um defeito grave. têm alguns empregos específicos. pois às vezes as regras da língua portuguesa consagram algumas formas como nomes próprios. "Ele pensava no antigo amor e julgava que a sua agressividade teria contribuído para o término do romance" (ambigüidade ocasionada pelo emprego de um pronome que é válido tanto para 'ele' como para 'ela'.. o Diário de Vitória ou nossos impressos destinados à imprensa. Ou então o manual de normas de redação da Folha de S. Ambíguo quer dizer. intervenções da Prefeitura." (ambigüidade do pronome relativo 'que'). etc. discursos. Em caso de dúvida. Paulo. Verinha.. que provoca queimaduras graves se ingerido).supressão de letra em versos por exigência de métrica: co'este. "Eu noivaria com você. letras. e trata muito bem da questão. palavras. "Vendem-se cobertores para casal de lã (ambigüidade provocada por troca da ordem das palavras). eu ou você?). 2 . Alguns exemplos: "Gols de bandeja" (o jornal queria se referir a um torneio de futebol disputado por garçons). para ajudar o leitor que lê o Vitória On Line. DATAS E ENDEREÇOS Usamos sempre os dois recursos em nossos textos. Somos prestadores de serviços. "que se pode tomar em mais de um sentido". Ambigüidades ocorrem quando: há ausência de vírgulas. olho-d'água. formas aglutinadas e antes de maiúsculas. quando se abusa da preposição 'de'. No caso do dólar é mais fácil. há sucessão inadequada de termos. 1 . Quem subia a serra?). Neste último caso.realçam os nomes das obras de arte ou de publicações... consulte sempre o dicionário. finalmente. etc.pronúncias populares: tá. títulos honoríficos. pau-d'arco. "Comeu a mãe e foi parar no hospital" (um menino colocou na boca um animal de nome 'mãe d'água'. DECLARAÇÃO TEXTUAL Há um velho princípio jornalístico que diz o seguinte: quanto menos se usa esse tipo de recurso. "Subindo a serra. "Estamos liquidando pijamas para homens brancos" (má disposição das palavras na frase). mais valor ele tem. etc. Basta escrever. No caso de jornais. "Hoje é proibido ficar doente" (a notícia falava de greve em hospitais). mãe-d'água e poucas mais. DINHEIRO Sempre que a gente fala de moeda estrangeira. neologismos ou quaisquer palavras que soem estranhas ao contexto: O ideal é substituir o "petit pois" pelo brasileiríssimo ervilha. revistas ou outras. combinações das preposições. vereador.apócope da vogal e. o adjunto adverbial foi colocado no lugar errado. mas os sites de jornais e bancos nos informam com precisão. 3 caracterizam nomes. professor. avistei vários animais" (ambigüidade provocada pelo gerúndio. usamos o itálico: A notícia do escândalo foi publicada por "O Globo". "Cachorro faz mal à moça" (a personagem teve indigestão ao comer um cachorro quente com salsicha estragada). CARGOS Escreva sempre em letras minúsculas: presidente. etc. apelidos e outros: Eles passaram as férias no navio de turismo "Princesa Isabel". esp'rança." DIVISÃO SILÁBICA . vocábulos.. Não se usa apóstrofo em combinações pronominais. exemplificadas no contexto de uma frase: Encerrou as despedidas com um "até breve" cheio de esperanças. têm que ser citados obrigatoriamente. 4 marcam as expressões. também chamados de vírgulas-dobradas. dele ou dela?) APÓSTROFO Sinal que indica supressão de letras e seu uso é restrito a poucos casos. é preciso converter o valor para o Real pela cotação do dia. o princípio não se aplica.assinalam as transcrições textuais: Caxias disse: "Sigam-me os que forem brasileiros!" 2 . prefeito. ministro. Nos casos das demais moedas é mais difícil. sejam elas livros. do Rio de Janeiro. etc. por exemplo: "A venda foi feita por US$ 200 mil (R$ 397 mil). Tanto datas (terça-feira (15)) quanto endereços corretos e completos de locais de solenidades. declarações textuais devem ser usadas quando o que a pessoa diz tem muito impacto. o 'que' foi colocado em outra posição que não logo depois do nome que substitui e. para não prejudicar títulos: "O jornalista dA Gazeta é Pedro.AMBIGÜIDADE Tente ao máximo não usar textos ou formas ambíguas. literalmente. em palavras compostas ligadas de preposição: estrela-d'alva. em casos de transcrição de documentos. Mas tome cuidado com isso. pois induz o leitor ao erro.separam os chamados estrangeirismos. se tivesse um pouco de dinheiro" (ambigüidade ocasionada por omissão de termos. Evidentemente. 1 . Portanto.

As exceções são bl. 4) consoantes iniciais e isoladas. porque se assim fosse não estaria no jornal. Já o ambientalismo é um movimento. Esse está ao largo da pessoa. "O gastroenterologista Fulano de Tal vai dirigir o programa da Semus." (esta é de Luís Fernando Veríssimo. com a diferença de que só deve ser usado quando houver alguma dúvida relacionada a algo. etecétera. formam sílaba com a vogal seguinte: ba-se.Igualmente. Ecologia estuda a relação homem-ambiente. Em todas as outras quatro hipóteses. para este. Os que normalmente antecedem as vírgulas são estes: DIZ . separam-se as letras pelas síladas e nunca partindo o que se pronuncia no mesmo impulso da voz.. a língua portuguesa registra as seguintes: 1) nunca se partem ditongos nem tritongos: flui-do. ESCLARECE .Só quando a pessoa estiver dizendo uma coisa que ninguém ainda sabia. de enumeração. Antes de conclusão: "O lugar é lindo e as praias. recomenda-se utilização quando a afirmação for enfática: '"Não sou corrupto".Deve ser evitado ao máximo. FALA DO ENTREVISTADO Para abrir aspas e deixar o entrevistado falar. mas apenas contra o ambiente. Pode ser usado em quaisquer circunstâncias. aqui vai um recado: ninguém comete crime contra a ecologia. O mesmo que "conta". AFIRMA . encontros consonantais iniciais e perfeitos terminados em i ou r. Exemplos: Antes de citação: "E o homem disse: . ih. apontando o final da sala.Significa o mesmo que "relata". não será preciso repetir aquele que sai no início da linha seguinte. o que a segue é letra minúscula. paradisíacas: vamos de qualquer maneira. você diria.". Por princípio geral. e vai por aí. br. ESTE." Antes de explicação: "Fiquei feliz quando a vi: sabia que ela ia se recuperar. qu. e não por elementos morfológicos. etc. Como orientações finais. Deve ser usado homeopaticamente e jamais em títulos. licor. Aquele está longe: "Aquele lápis é de alguém aqui?". gu. qualquer um de nós perguntaria. cerveja e até refrigerante. CONFIDENCIA . sa-guôes.Pode ser usado em quaisquer circunstâncias. INFORMA . segurando seu próprio lápis. CONTA . herói-co. ETC Este termo. REVELA . não perto mas não muito longe. era preciso ter jogado fora os computadores da prefeitura. 2) encontros de duas consoantes que não sejam iniciais ou isoladas: as-sar. con-vic-ção.. ch." DOUTOR Desnecessário dizer que jornalisticamente usa-se sempre a profissão da pessoa. 3) encontros de mais de duas consoantes são partidos antes da última ou antes de encontro consonantal perfeito: ist-mo.Acima. a natureza. "nesse" e "naquele". ESSE. Esta mesma regra serve para "neste". "Esse lápis é seu?".Fica nas proximidades do "informa". Pode-se fazer citação deste termo apenas quando for necessário dizer que uma determinada pessoa fez doutorado.". DOIS PONTOS Usam-se dois pontos em cinco hipóteses: antes de citação. quer dizer "e mais outros". por favor!" Antes de enumeração: "Comprou diversas bebidas no supermercado: Uísque. "Este lápis é meu".Deve ser usado quando a pessoa estiver tornando pública uma informação ainda não conhecida e referente a um fato de interesse público. de explicação.Não atire. afirmou o prefeito Celso Pitta'. nunca parta o vocábulo de tal forma que no final ou no início da linha apareça uma palavra obscena ou ridícula e. deve ser feita pelas sílabas pronunciadas. RELATA . a-guar-dar. principalmente quando se trata de relato de algum fato que a fonte esteja fazendo ao jornalista. cin-qüen-ta.Para escansão silábica ou no fim da linha.Só quando o entrevistado estiver explicando dados relacionados com alguma coisa. caso coincida um hífen com a repartição da palavra. ao nosso lado. AQUELE Este é algo que está próximo. nh. . Só que. Antes de citação a pontuação vem seguida de letra maiúscula." Antes de complementação: "O fígado só tem uma ideologia: cuidado com as imitações. cir-cuns-cre-ver. O mesmo princípio aplica-se a "mestre" e "mestrado". EXPLICA . Pode-se usar apenas da seguinte forma: "Segundo Paulo Maluf confidenciou a Celso Pitta. dl. é preciso tomar cuidado com o verbo ou outro termo a ser usado. ter-ra. Como normas particulares. de complementação e de conclusão. com-prar. ECOLOGIA Como usamos muito este termo. você perguntaria à pessoa da mesa ao lado.

De dois para cima.Melhor usar quando o entrevistado estiver falando de fato ocorrido há muito tempo. e assim por diante. FOLCLORE A gente jamais usa com sentido de ridículo. a gente usa 12h45 ou então 15h24. E quem faz mais gols em um campeonato deve ser chamado de 'artilheiro'. IDADE Quando for necessário informar. O melhor é desprezar o 'informa'. SEGUNDO INFORMA FULANO . folclore é tudo o que faz parte da cultura popular de nossa cidade." Portanto. ponto ou detalhe do todo.. como os de uma corrente. Ele se liga a um outro. das 18 horas às 24 horas. mesmo que às vezes um deles não esteja expresso.. Uma idéia pronta e acabada.O mesmo que o anterior: LEMBRA . pode ser chamada de oração: 'Deus é luz. esteve ontem.ENFATIZA . A madrugada vai de 0 hora às 6 horas. GORDO Evite. GOLEADOR Esta é para quem escreve sobre esporte: não se deve usar este termo para quem marca apenas um gol numa partida. a noite. ou use o peso exato da pessoa ou o termo 'obeso'. do Brasil. Um texto completo é uma série de elos. Pessoas idosas. diga "às 21 horas de Paris (16 horas de Brasília)". AVALIA . GÍRIA Evite-a ao máximo. Ela banaliza e pode até confundir o texto. sobretudo mulheres. Pode ser desde uma simples palavra ('Obrigado!') ao mais complexo período proustiano. a manhã." Quando isso constranger a pessoa.Também de uso livre. usa-se corretamente quando o entrevistado estiver fazendo algum julgamento. quando apresenta estrutura sintática. a tarde. "Maria do Socorro. GOVERNO Escreva sempre com minúsculas: governo federal. de14 anos. RESSALTA . Mesmo assim.Usa-se quando alguém destaca um ou mais pontos ligados a uma informação. DE ACORDO COM . Ou que tenha relação com o conceito.' Em textos noticiosos. escreva. e daí por diante. etc. destacando-os. DESTACA .O mesmo que o anterior. ou seja.' Toda oração tem verbo ou locução verbal. SEGUNDO FULANO . das 12 horas às 18 horas. sobretudo juízo de valor. às vezes não gostam de revelar suas idades. evite. É o melhor manual para explicar o item: "Frase designa qualquer enunciado capaz de comunicar alguma coisa a alguém. Tempos marcados são indicados assim: 2h10min36s356.Recurso que torna o uso livre. IDENTIFICAÇÃO . do Espírito Santo. Finalmente. De parágrafos que se ligam. pois há restrições a seu uso". quando houver diferença de fuso horário. O dia começa à 0 hora e termina às 24 horas. Ela mostra de forma clara como se dá o encadeamento das palavras que acabam formando o que a gente escreve. das 6 horas às 12 horas (também podemos dizer meio-dia). HORÁRIO Vamos uniformizar nosso texto. governo estadual. Período é o nome que se dá a frases constituídas de uma ou mais orações. tudo bem. Conferências e congêneres duram sempre "quatro horas e 35 minutos".Este. Já o parágrafo deve conter pensamento completo.No caso deste verbo. FRASE/ORAÇÃO/PERÍODO/PARÁGRAFO Como a gente erra muito nas construções de textos. usam-se gírias somente em transcrições de declarações de terceiros. basta seguir a receita que dá tudo certo. Em horas quebradas. é sempre bom usar o bom senso. é melhor usar este verbo quando o entrevistado estiver destacando algum fato. No nosso caso. Quando for absolutamente necessário dar esta informação. com outra idéia ou pensamento. Normalmente. Quando a frase afirma ou nega alguma coisa. vamos transcrever o que o manual da Folha fala sobre isso. evite períodos muito longos. É simples (uma única oração) ou composto (com mais de uma oração): 'Padre Teófilo disse que Deus é luz.

MÍDIA Designa os meios de comunicação. A Gazeta. Exemplo: "O prefeito de Vitória. . IRONIA Evite sempre. luz no fim do túnel. citar o cargo da pessoa é indispensável. Quando se tratar de servidor municipal.L. Nós fazemos notícia. METÁFORA Figura de linguagem na qual o significado imediato de uma palavra é substituído por outro. quando for o caso.. Portanto. MENOR Evite o termo para se referir a criança ou adolescente. INTERTÍTULOS Devemos usar um por lauda. TV Tribuna. secretarias ou outros organismos. Pode ajudar a tornar o texto didático. Atualmente. O ideal é que o primeiro venha logo após o segundo parágrafo. para tornar mais leve o texto. Daí para a frente. etc. Como na Prefeitura de Vitória nós lidamos quase sempre com informações de natureza fatual. E sempre que possível esse cargo deve anteceder o nome. esteve ontem. um ramo da biologia. uma síntese da notícia. devemos dizer "meios de comunicação". um a cada 25/30 linhas.). Use as iniciais como explicado em "INICIAIS". que. "liderar". Notícia Agora. responder a essas questões na abertura da notícia é o melhor caminho para produzir um bom texto. Valente soldado do fogo. Nunca mais do que isso. E o intertítulo deve ter uma única palavra. primeiramente pelo cargo. Nem "imprensa falada" porque é errado.J. onde e por quê?" na redação das aberturas de matérias jornalísticas. há muita gente que contesta o princípio do uso do "o quê. MEIO AMBIENTE Não usemos como sinônimo de ecologia. é imperioso usar o recurso para introduzir o leitor no texto e prender sua atenção. sempre que possível. em situações extremas. página virada e outras.. sete. JORNAIS E OUTROS Sempre que a gente tiver que escrever nomes de jornais. revista e outros impressos. usa-se para designar jornal. Mídia eletrônica identifica os meios de comunicação eletrônicos como o Diário de Vitória. condição ou profissão. Não existe "imprensa escrita" porque é pleonasmo. Mídia impressa são os meios de comunicação impressos. A legislação brasileira vigente proíbe a publicação de nome de criança ou adolescente a que se atribuam infrações. Também é preciso que seja escrito em ordem direta (sujeito. Quando não houver alternativa. usemos o recurso do itálico. quando. esta palavra quer dizer "conduzir". não fazemos editoriais.Pessoas devem ser identificadas pelo cargo. Aliás. que é uma disciplina. LEAD Em inglês. verbo e predicado). O primeiro parágrafo deve ser. Ainda assim. função. noticiosas. sendo palavra que o português tirou do inglês. silêncio sepulcral. é o fim da picada. Quando a designação abranger a todos. não coloque espaço entre as iniciais: (B. como. por exemplo." IMPRENSA Imprensa é meio de comunicação escrita. Deve dar ao leitor informações suficientes para que ele se sinta informado. Mas pode ter seis e. até porque as pessoas costumam ser notícia em função de suas atividades. Luiz Paulo Vellozo Lucas. sempre respeitadas as normais que obrigam a citação do nome da Prefeitura. Mas evitemos as já desgastadas pelo excesso de uso: aurora da vida. INICIAIS O ideal é evitar abreviar nomes próprios. O ideal é que tenha cinco linhas.

Evidentemente. ideológicas ou de qualquer outro tipo devem ser tratadas sem preconceitos. escrevemos os algarismos. Deve-se usar tal princípio para citar todas as autoridades da Prefeitura: secretários. Depois do dez. passamento. religiosas. o ideal é transliterar de acordo com a pronúncia aproximada. azul. Minorias étnicas. Em casos de nomes próprios provenientes de línguas com outros alfabetos.MINORIA Este conceito não é usado apenas por critério quantitativo. Pessoas. sexuais. idade. é uma cor. É sinal de prolixidade incompatível com o jornalismo. . não devemos usar apelidos. por seu nome completo: "Luiz Paulo Vellozo Lucas". confronto de dados. Ninguém gosta de ver o nome escrito errado. trespasse ou outro tipo de eufemismo. Da seguinte forma: Homo sapiens (espécie humana). informações e opiniões alheias podem ser muito mais contundentes do que a opinião de um jornalista. OPINIÃO Jornalistas devem se abster de opinar ou emitir juízo de valor ao redigir uma notícia. MORTE Não use falecimento. mas também político. com o nome pelo qual é chamado normalmente: "Luiz Paulo". políticas. quando possível. Informe profissão. ela deve ser consultada sobre como gosta de ser chamada. NOMES ESTRANGEIROS Respeite a grafia original. quando não for obrigatório. NOMES CIENTÍFICOS Escreva em itálico. As pessoas desta raça jamais devem ser chamadas de pretas ou de qualquer outra designação preconceituosa. cargo e. bichos e plantas morrem mesmo. Em caso de dúvida. além de cem e mil. Nomes próprios não seguem regras ortográficas. vermelho. sejam cardinais ou ordinais. a não ser que sejam consagrados no lugar do nome. identifique-a pelo sobrenome ou então pela designação com a qual ela é mais conhecida. Assim como amarelo. NARIZ-DE-CERA Parágrafo introdutório que retarda a entrada no assunto específico do texto. Na segunda menção à pessoa em um mesmo texto. Nas seqüências das matérias. etc. use-o em lugar da grafia original (Nova York em lugar de New York). sempre que uma autoridade nova ingressar no serviço municipal. Jornalismo crítico não depende da opinião de quem escreve. NUMERAIS A maioria dos jornais escreve por extenso números inteiros de zero a dez. Preto. peça à pessoa para soletrar seu nome. MULHERES Trate mulheres que são personagens de notícia da mesma forma que os homens. E para não haver erros ou reclamações. Quando o nome tiver um correspondente consagrado em língua portuguesa. raciais. com o gênero em maiúscula e a espécie em minúscula. Evite. O PREFEITO O prefeito deve ser sempre citado. etc. NEGRO Significa raça. o uso de algarismos romanos. mas ignore toda a espécie de sinais que não tenham correspondentes em português. NOMES PRÓPRIOS Escreva de acordo com o registro original ou com a forma usada profissionalmente pela pessoa. nas aberturas de texto. por sinal. um registro. prefeitinhos.

Aqui no Brasil. o "P" tem que vir maiúsculo pois está substituindo o cargo: "o titular da Pasta (ministro da Fazenda) viajou ontem para Brasília". destino implacável.. é mais comum que "porta-seios"." Ou então: "A Secretaria da Saúde (Semus) da Prefeitura de Vitória anuncia hoje. Palácio Anchieta. Nestes casos. mas há uma tendência da língua de reservar o termo para assembléias de países com regime parlamentarista. PALAVRAS ESTRANGEIRAS Só use se não houver correspondente em português. Por isso. Há. mesmo assim. devemos unir os dois na citação da procedência. citamos os órgãos que são subordinados à Prefeitura. Emoção... Mesmo quando o vulgar é usado pelo entrevistado. é resultado de fatos narrados e não de estilo. forma verbal + substantivo: porta-estandarte. etc. em hierarquização decrescente. Trata-se de uma palavra que foi aportuguesada. PALÁCIO Este sempre vem em letras maiúsculas. O termo Paço Municipal também deve ser grafado com maiúsculas. e que se referia a uma garota que cometera suicídio: "Tinha 17 anos. portanto. embora pareça. anuncia hoje. A propósito. PALAVRÃO Nem pensar. Congresso é a palavra mais comum para designar a reunião de duas câmaras em regimes presidencialistas. ainda. por intermédio da Secretaria da Saúde (Semus).. Nós somos um país que tem regime bicameral e. advérbio + advérbio: menos-mal. só os professores de francês. forma verbal + forma verbal: corre-corre. Ervilha todo mundo sabe o que é. adjetivo + substantivo: belas-artes. ele deve ser escrito só com a primeira letra seguida de três pontinhos. A menos que a notícia só exista em unção disso. PASTA Quando este termo significar o cargo que a pessoa exerce. E. advérbio + particípio: bem-feito. principalmente quando se referir ao Brasil. Petit pois. PALAVRAS COMPOSTAS As palavras compostas podem ser estruturadas destas maneiras: substantivo + substantivo: navio-fantasma. pois designa sede de poder.. e foi embora o poeta de redação com seus lamentos infindáveis. O uso de expressões chulas vulgariza o trabalho jornalístico. em seguida. deve ser suprimido. em jornalismo. vale a pena lembrar um texto publicado por um grande jornal de São Paulo... Exemplo: "A Prefeitura de Vitória. O nível do jornalismo deve ser sempre preservado." PAÍS Com maiúscula. chove-não-molha.. substantivo + de + substantivo: água-de-colônia. que às vezes precisavam cortar as matérias pelo "pé". Isso servia aos interesses dos jornais. Oh!. Palácio do Governo.". na década de 30. PIRÂMIDE INVERTIDA Técnica de redação jornalística que remete as informações mais importantes para o início do texto e as demais. que a gente escreve como sutiã. Secretarias. outras combinações bem mais complexas: deus-nosacuda. dependendo do palavrão. virgem e bela. na flor da mocidade. Não temos este problema no . era costume dizer que pé de matéria e pé de galinha tinham sido feitos para cortar. Congresso. adjetivo + adjetivo: amarelo-escuro. Palácio da Alvorada. PARLAMENTO/CONGRESSO Não são sinônimos. administrações regionais. advérbio + adjetivo: meio-morto. Palácio Domingos Martins. PIEGUICE A função do jornalismo é informar e não comover.ÓRGÃOS SUBORDINADOS Em muitos textos. soutien. etc. Parlamento é conceito mais geral. Morreu como morrem as flores nas campinas. substantivo + adjetivo: amor-perfeito. Há exceções.

escreva com maiúscula quando fizer parte de nome completo: Prefeitura de Vitória. os bem-te-vis. "O marido de Joana entrou para dentro do quarto". os dois últimos invariáveis. o primeiro variável .os leva-e-traz. PLANALTO Nome do palácio que serve como sede do governo brasileiro. via de regra é b. Caras e baratas são as mercadorias: "Eu ia comprar aquela camisa. Há menos que estejamos falando de forma genérica: "Há prefeitura que não acaba mais no Brasil!" PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA . casos especiais .político-sociais. Portanto. Também se usa o porque (junto) nas interrogativas em que a resposta já é sugerida: Você não veio porque estava viajando? Há. pois ajuda o leitor. Deve ser sempre escrito em maiúscula. Não temos problemas étnicos.". Sempre que for ser feita uma segunda menção. Outros casos: adjetivos. no máximo no sub-lead. determinado repórter tinha o hábito de usá-lo. POR OUTRO LADO E VIA DE REGRA Evite ao máximo esse cacoete de linguagem. No geral. mal-educados.pés-de-moleque. Quando a primeira palavra é um adjetivo e a segunda um substantivo. Pegou o jornal. canetas-tinteiro. os bota-fora. não perderá nada de muito importante. devemos fazê-lo também em caixa alta. As exceções são três: surdos-mudos. temos que citá-la logo no lead. Não sei por quê. PLURAL DE PALAVRAS COMPOSTAS A regra prática é esta: flexione os elementos variáveis (substantivos e adjetivos) e não flexione os que não forem (verbos. Preços só podem ser altos ou baixos. finalmente. PREÇO É praxe dizer que o preço está caro ou barato. Ele tem o principal logo no início da leitura e. Este último teve um destino trágico. Mas é errado. marcada por vírgula: Ela não chegou ainda por quê?. azulmarinho e azul-celeste. então. destacou em vermelho o cacoete e escreveu ao lado: "Meu filho." .semprevivas.Diário de Vitória. o segundo variável . nenhum varia . Não é preciso dizer "Prefeitura Municipal de Vitória". salas cor-de-rosa. os diz-que-diz. E nunca devemos dizer "PMV". só o segundo vai para o plural . mas ela está muito cara. Por que ela não chegou? Também se usa separado em frases afirmativas quando significam a razão pela qual: Ele não disse por que não veio.. nem pensar. curtas-metragens. ou de atos dos quais ela participe direta ou indiretamente.os louva-a-deus. como vício. o adjetivo composto não tem forma especial de plural: vestidos verde-musgo. Quando há dois adjetivos.. é intolerável: "O alpinista João da Cruz subiu para cima da montanha". em todos os textos em que falamos de realizações dela.cirurgiões-dentistas. Em texto jornalístico. em Brasília. formas por quê e porquê. mas a técnica é a ideal. Usa-se por quê (acentuado) em final de frase ou quando se quer enfatizar ainda mais uma pausa forte.. Usa-se porque (junto) quando se dá explicação ou causa: Ele não veio porque não quis. mas acho. E citá-la como "Prefeitura de Vitória"." PREFEITURA Nós trabalhamos para a Prefeitura de Vitória. Quando usarmos apenas Prefeitura. se quiser parar antes do final. use minúscula: os servidores da prefeitura estão fazendo vários cursos de aperfeiçoamento. advérbios e prefixos). PLEONASMO É a redundância de termos. O ideal é usar população ou sociedade. os bem-me-queres e os malmequeres. Exemplos: dois termos variáveis . Um dia. Conta-se que em um jornal do Rio de Janeiro. Já o porquê (junto) é substantivo: "Não entendo o porquê de sua indiferença". POVO Deve-se evitar o termo em sociedades nacionais organizadas em estruturas complexas como a nossa. O diretor de redação já havia implorado ao moço para parar de escrever assim. castanho-claros. Se for impossível. "Via de regra". ele não suportou mais. mas sem sucesso. POR QUE/PORQUE Usa-se por que (separado) em frases interrogativas.

embora alguns puristas façam isso: Ambos concordaram (em) que essas idéias não tinham senso comum (Machado de Assis). Norte do Estado. Exemplos: "O Presidente da República viajou ontem. Se for necessário o uso de muito "que". escritor. Vale do Canaã. como a Áustria. Não escreva: Gostei e recitei o poema. quando referentes a partes de um território: Região Sul do Espírito Santo. Este mesmo princípio se aplica a regiões geográficas. O termo refere-se a Estado..não ligue duas ou mais palavras com regimes diferentes a um mesmo complemento. sanitarista. "Português Instrumental". PROPAGANDA Definição de mestre Aurélio Buarque de Holanda: "atividade que visa a influenciar o homem com objetivo religioso. B) . prefeito e aos nomes das unidades da federação (estados). PROFISSÕES Escreva sempre com minúsculas: jornalista. Vamos dar só três regras básicas: a) ." Isso se aplica a governador. Neste caso.. Não há uma norma absoluta para tal procedimento. O "quê" acentuado existe da mesma forma que o "por quê" com acento: "Ela tem um quê de Sônia Braga". se forem oficiais: Triângulo Mineiro. O certo é: Já é hora de o ministro se demitir. E que provoca muitos erros. país entrou com "P" maiúsculo porque substitui o nome "Brasil". REGIÕES GEOGRÁFICAS Com maiúsculas." PRESIDENTE Usar sempre como substantivo comum-de-dois: o presidente. QUE Evite o excesso.... Não escreva: Já é hora do ministro se demitir. para tornar o texto mais leve. o correto é: Gostei do poema e o recitei. OBS: note que. dúvidas têm que ser tiradas caso a caso. Em minúsculas quando não acontece isso. mas só é usado em alguns países da Europa.Sempre em maiúsculas. (veja bibliografia) tem bom capítulo sobre o assunto. mas é assim que acontece na maioria dos casos e é recomendado por professores da língua portuguesa. a presidente. C) . utilize ponto e divida o período em dois ou três. médico. PROVÍNCIA Jamais usar com conotação preconceituosa. ele se transforma em substantivo. PRIMEIRO MUNDO Escrever com maiúsculas. Sul do País. político ou cívico". . com o uso do dicionário ou livros à disposição. Jornal da Manchete.não omita preposições necessárias. Tendo finalidade comercial. A palavra "município" segue a mesma regra.evite construções com infinitivo precedido das contrações do e da. Mesmo quando o termo vier simplificado: "o candidato à Presidência. REGÊNCIA Eis um dos mais extensos e difíceis capítulos da sintaxe.. no penúltimo exemplo. Região Norte. Fantástico. deve-se usar publicidade. PRESIDENTE E OUTROS Deve-se usar o cargo em letras maiúsculas quanto ele substitui o nome. Como a maioria das gramáticas aborda só em parte o tema. PROGRAMA DE TV Escreva sempre os nomes dos programas sem aspas e com maiúsculas no início de cada palavra: Jornal Nacional. Assim como Terceiro e Quarto Mundo." Ou então: "O presidente Fernando Henrique Cardoso esteve ontem.

Mas exige emissão de opinião. autor. REVISTA Escreva os nomes por extenso. salto ornamental. O emprego de vocabulário amplo enriquece o texto jornalístico. os verbos têm que concordar com eles: alugam-se casas. REPETIÇÃO DE PALAVRAS É sumamente necessário evitar sempre. Nos dois casos. Por se falar nisso. é errado dizer: aluga-se casas. como reitor. Cuidado. Não podemos ficar chamando o advogado de jurista. Tomem cuidado também com construções onde o se é perfeitamente dispensável e até absurdo: É possível se dizer que a língua é difícil. Isto É. Caras. é melhor repetir o termo. as críticas jamais devem ser agressivas. etc. finalmente. problema nenhum. Pode levar as pessoas a não entenderem o que se está querendo dizer. por exemplo. etc. os sujeitos são casas e aumentos. cessão quer dizer o ato de ceder: fazer cessão de seus direitos. santo. Mas cuidado com uma armadilha: o uso de muitos sinônimos pode levar à imprecisão. Ou então quando introduzir oração como conjunção integrante: Perguntou se não era tarde demais. Até porque "jabá". não. A menos que o texto seja sobre isso. sessão significa tempo de duração de alguma coisa: sessão de cinema. .índice de indeterminação do sujeito (sujeito indeterminado): aqui passeia-se muito. não se podia evitar os aumentos". SE É preciso ter cuidado aqui. SE NÃO/SENÃO Se não deve ser usado quando a expressão puder ser substituída por caso não ou quando não. Então. para os nomes começados com consoante. A confusão tornou difícil se perceber quem estava por perto. SÃO/SANTO Informação aos agnósticos e protestantes de maneira geral: são. Nestes casos. REIS E DEMAIS SOBERANOS Sempre com minúscula: O rei da Espanha. O mesmo acontece com salva: salva de palmas. pois alguns têm hífen e outros. evite chamar. Deve ser bem informativa. Como os nossos textos são todos assinados. salva-vidas. para os começados com vogal: "são Tomás de Aquino". por exemplo. doutor ou causídico. senão a polícia te pega. Neste caso. Portanto. SALTO Salto com vara. um camelô de marreteiro. De qualquer forma. b) . Época. Senão deve ser usado nos demais casos: Corre.REGIONALISMO O mesmo que bairrismo. Ele pode ter nove funções diferentes. RESENHA A gente faz muito. sem aspas: Manchete. divisão: seção de pessoal. em jornalismo. para que o leitor tenha idéia do conteúdo da obra. é pecado mortal.partícula apassivadora (voz passiva): alugam-se casas (casas são alugadas). salto-mortal. SEÇÃO/SESSÃO/CESSÃO Eis nova fonte de erros: seção quer dizer parte. Catarina foi imperatriz da Rússia. sobretudo em artes e espetáculos. Ou abóbora com carne seca de jerimum com jabá. não se podiam evitar os aumentos. O termo também costuma causar problemas em mais dois tipos de construção. a) . O mesmo se aplica a outras classificações. "santo André". Veja. basta tirar a partícula e os textos ficam corretos. mas jamais será sujeito.

É que a sigla foi assim registrada pela organização. Tudo abrindo com letras maiúsculas. TRATAMENTO DE PESSOA Depois de identificado pela primeira vez na matéria. VIAS E LOGRADOUROS Escreva sempre com minúsculas: avenida Beira Mar. TEMPOS VERBAIS É preciso tomar cuidado com o uso correto dos tempos verbais. Com ele. o personagem da notícia deve ser citado apenas pelo sobrenome ou nome pelo qual é mais conhecido. O vereador foi tachado de corrupto. o partido e o Estado. quando se tratar de termos não pronunciáveis como palavras. Sem o artigo significa todos. E consultar livros sobre o assunto sempre que houver dúvidas a esse respeito. TRANSCRIÇÃO Transcrições literais de trechos de obras devem ser feitas sempre entre aspas. é preciso não esquecer que os tempos verbais obedecem a regras de correlação. Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos. E idosas são pessoas com mais de 60 anos. Além disso. Da mesma forma. não vamos usar para designar pessoa. Coisa parecida acontece com todo mundo e todo o mundo. No segundo. pode-se usar idoso. alto e baixo. O ideal é dizer a idade. Não devemos escrever "Leiam. Portanto. é necessário dizer o cargo. Praça do Índio. por não ter este cuidado. o mundo inteiro. o tratamento deve ser igual ao das demais pessoas. TRATAMENTO DO LEITOR Sempre no singular: Leia matéria no site da Secretaria de Cultura.SIGLA Geralmente elas criam dificuldades para o leitor. todas as letras devem vir em caixa alta. O termo também significa mancha. "Luiz Paulo". Com o artigo. rua General Osório. VELHO Como isso geralmente significa deteriorado pelo tempo. Praia da Costa. E usadas homeopaticamente. Não sendo possível. TODO DIA/TODO O DIA Sem artigo significa diariamente. praticamente duvidando da informação. por exemplo). Note o exemplo: O desfalque foi grande." VÁLIDO Vamos usar apenas no sentido de ter validade ou vigência. O Inspetor Geral. Região da Grande São Pedro cabe na explicação que fala das regiões geográficas. Quando se tratar de político. somente se for consagrada. No primeiro caso a gente está fazendo uma afirmação.. Mas isso não é regra geral. Sigla em título. nódoa. TÍTULOS DE OBRAS Escrevam os nomes das obras e espetáculos sem aspas e com maiúsculas no início de cada palavra: E o Vento Levou. Da segunda menção em diante. e nunca "Vellozo Lucas". Praia de Camburi e outras formam um nome composto. como já foi dito. Portanto. . defeito. Se formar uma palavra. Esta regra tem uma única exceção: ONU. O desfalque teria sido grande. TACHAR/TAXAR Tacha é um tipo de prego. Já taxa é uma e espécie de imposto. a gente deve colocá-la logo adiante do nome completo: Secretaria Municipal de Esportes (Semesp).. Bairro da Penha. a não ser que seja uma sigla consagrada (PMDB. Muitas vezes a gente tenta escrever uma coisa e escreve outra. durante o dia inteiro.

O2. Siglas oficiais – Usa-se a grafia convencionada. Abreviaturas com redução do vocábulo – Dr.° AGRADECIMENTOS – Preferencialmente. Sempre visou a ter muito dinheiro. Exemplo: "Com o projeto. Abreviaturas com corpo elevado ou rebaixado – 1. quando significar ter por fim ou objetivo. a não ser que sejam de uso corrente na área de conhecimento em questão. sim. Abreviaturas de locuções técnicas e comerciais – Usam-se apenas as iniciais. sem tradução. Deveremos usar as formas analíticas a ele. minúsculas. Profa. DNOCS). verbo sem preposição alguma." O certo/errado é feito da seguinte maneira: Em projeto de deputada está no senado e visa combater a evasão escolar. ALMEJAR.. cm³ . apontar arma de fogo contra alguém ou pôr o sinal de visto em algo. mesmo que o elemento que surgir à frente do verbo seja outro verbo no infinitivo. com quatro letras ou mais – Escreve-se apenas a primeira letra. n. UnB. A frase apresentada deve. Prof. Petrobras. ou seja. maiúsculas e sem pontos (ONU. aspiro a ele. quando significar dirigir a vista ou o olhar a algo. silabáveis ou não – Escrevem-se as iniciais.o . então. Dra. Siglas silabáveis. acentos e pontos (MAer. Siglas não-silabáveis – Escrevem-se as iniciais. 02) Verbo transitivo indireto. Escreve-se o nome por extenso e depois a sigla entre parênteses. Veja alguns exemplos: Ele visa a uma vaga em Medicina. RFFSA. VOZ PASSIVA Evite. O texto não está correto.. devem ser traduzidas. a eles. não admitirá o uso do pronome lhe como objeto indireto. 1. CNPq. . CEE).. ASPIRAR Há normas específicas para as transições direta e indireta de verbo. maiúsculas e sem pontos (INPS. a elas. Sra. exceto nos casos de uso consagrado. Celg. Exmo.. Ilmo. Sr. maiúscula (Ipea. É que o verbo visar pode ter as seguintes predicações verbais: 01) Verbo transitivo direto. Unicef). Abreviaturas ou siglas estrangeiras – Usa-se a forma original. almejar. FMI.. maiúsculas e sem pontos.. DOI-Codi). no caso de "visar". Prefira sempre a voz ativa NORMAS GERAIS PARA REVISÃO ABREVIATURAS OU SIGLAS Na primeira citação no texto.a . deve vir dentro do texto de apresentação ou do prefácio. O atirador visou o alvo demoradamente. Por exemplo: Ao cargo de diretor.. Quando o verbo aspirar for transitivo indireto. ser assim escrita: Projeto de deputada está no Senado e visa a combater a evasão escolar. A professora visou todos os trabalhos dos alunos. a ela. a Prefeitura de Vitória visa a devolver a Vitória a paisagem urbana que a caracteriza como uma das mais antigas cidades do Brasil. transcrevendo-se maiúsculas. e não em página própria. Siglas de até três letras. Tira a ênfase do noticiário jornalístico.VISAR. Veja alguns exemplos: A professora visou o garoto mais peralta da turma com um olhar de censura. com a preposição a.

Reedição . em página própria.ª edição. A leitura fica melhor em corpo com serifas. Lista de ilustrações. Colofão. impressos a partir de uma mesma matriz. usar small. Quando as reticências estão no meio da citação. COORDENADOR – Trabalha junto com os autores. APRESENTAÇÃO – O próprio autor ou outra pessoa apresenta o livro ou fatos relativos a ele. CORPO DO TEXTO – Atualmente não é menor que 11 (11/12 ou 11/13). figuras. CRIVO – Verificação final da obra. Na citação. a edição mencionada deve corresponder à da obra traduzida e não à do original. Cada reedição recebe um número de ordem: 2. gráficos e quadros.Primeira publicação de um original. lombada. escrevem-se os nomes. DÉCADAS – Década de 1940 (preferencialmente) ou anos 40. Nas citações dentro do texto. grafias das palavras. Define os temas. seja por mudança de editor. evitar o uso de negrito. Tiragem . CITAÇÕES – Marcadas com aspas. Folha de rosto. usam-se corpos 10/10 ou 10/11. seguidos de dados pessoais. itálico e aspas.). Elementos de apoio ( notas. no corpo do texto: 2 de março de 1986 (preferencialmente) ou 2/3/1986.Conjunto de exemplares de um livro. fecham depois do ponto final. 3. sumário. Glossário.Nova impressão de um livro. folha de rosto. uso de negrito. títulos e intertítulos de capítulos. após as aspas. DESTAQUE – Para destaques nos textos. quando dentro do texto. DATAS – Quando completas. com ISBN próprio. exceto as correções de erros de composição ou impressão. Referências. não no final da frase. ampliada. realces e citações com menos de três linhas. Para identificar os autores. Quando indicadas numericamente em publicações internacionais: 1986. corpos e fontes. Em notas e nas referências. Quando se indicam apenas mês e ano: março de 1986. 1986. no rodapé da página inicial. arejar ou ampliar a página ou aumentar o número de páginas. Nos textos com maiúsculas. EDITORAÇÃO Edição . tabelas. Epígrafe. conferindo e padronizando todos os seus componentes: capa.ALINHAMENTO – O normal é não haver um espaço maior entre os parágrafos. em obras de autoria coletiva. usam-se as formas abreviadas do mês: mar. Reimpressão . Lista de quadros e tabelas. Sumário. notas de rodapé. Não pode repetir o texto da orelha. ou com margem recuada e corpo um ponto menor. epígrafe. Não se abre parágrafo nas citações recuadas. verso da falsa folha.ª edição etc. fecham antes do ponto final ou vírgula. citações. Preferir aspas ou itálico (que deve ser empregado com moderação). Índices. Lista de reduções. a não ser como recurso proposital para dar mais destaque a cada parágrafo. Primeira edição . prefácio. coordena a edição e também escreve. ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS – Falsa folha de rosto. Texto vazado não deve ter serifas. notas de final de capítulo e sua marcação no texto. orelha. verso da folha de rosto. Dedicatória. atualizada etc. tudo que não é do autor vem entre colchetes. a critério da editora. DEDICATÓRIA – Opcional. Utilizar o CheckList da Editora. Nos destaques com maiúsculas. fórmulas. tabelas e quadros. sem modificações no conteúdo ou na forma de apresentação. agradecimentos. ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS – Posfácio. Dupla – Usadas em empréstimos.02. quando completam texto do autor. ilustrações). no final da citação (evitar remeter para nota de rodapé ou notas de final de capítulo). quando tiverem mais de três linhas. quando esta não tem margem recuada. apresentação.Edição diferente da anterior.03. quando encerram texto citado de terceiro. Apêndices e anexos. Agradecimentos. contracapa. Suplemento ou adendo. ímpar. ASTERISCOS – Devem ser evitados. em decorrência de contrato. entre parênteses. referências. mesmo depois de dois pontos. COPYRIGHT © – Deve constar na parte superior do verso da folha de rosto. participando da obra como autor. seja por modificações feitas no conteúdo ou na forma de apresentação do livro (edição revista. não após os parênteses. ainda que iniciado por minúscula. ficam entre colchetes. para resguardar o direito autoral. falsa folha de rosto. Nas citações com margem recuada. ASPAS Simples – Usam-se para citação dentro da citação. redondo. o ponto final vem após os parênteses. Prefácio. CONTRACAPA – Texto opcional rápido e objetivo. . destaques. o ponto vem no final da frase.Quantidade de exemplares de cada edição. Em caso de tradução. ELEMENTOS TEXTUAIS – Texto. São identificadas pelo nome do autor em maiúsculas e minúsculas. ano de publicação e página citada.

eventualmente. com maiúsculas e minúsculas e com algarismos arábicos: Figura 1. em maiúsculas e minúsculas. Destaque de palavra ou frase. trabalhos monográficos. LOMBADA – O título deve vir de cima para baixo. sem ponto final. Tabela é uma relação de dados.: Para realce de palavras ou expressões. introduz o leitor ao texto. Nas tabelas e quadros. situada antes da folha de rosto. para destacar instruções do autor (rubricas). logotipo da Editora da UFG.) Radlk – pitomba). que o interlocutor acentua com certa ênfase. Pode constar das páginas capitulares. de animais e plantas da classificação sistemática. com indicação de autoria. em que se supõe a familiaridade do leitor com os termos estrangeiros usados normalmente na forma original como expressões correntes da nomenclatura específica do assunto tratado. com intenção estética. versos (uso clássico) e citações textuais (transcrições de períodos em sua íntegra). Palavras ou frases em língua estrangeira (em relação à utilizada no texto). programas de rádio e tv. discos. Jargão profissional e redação pessoal não são o mesmo que estilo. FALSA FOLHA (VERSO) – Numinata (expediente da UFG e da Editora). como revistas técnicas. o título vem em cima. Obs. jornais. Traz o título da obra e. Escreve-se a legenda com corpo claro e redondo. usam-se também aspas duplas. Em textos teatrais. tabelas e quadros são abertos nas laterais. peças musicais e teatrais. Nas figuras. ISBN – Sigla de International Standard Book Number. Os nomes da família e do autor vêm em corpo normal. para prender o miolo às capas duras. Também chamadas guardas. sorbilis (Mart. endereço da Editora e ano de publicação. local e data. não serão grifados os termos estrangeiros considerados peculiares à terminologia técnica da especialidade a que se dedica a publicação em questão. Deve intervir no texto apenas no que está objetivamente errado. Indicativo numérico utilizado internacionalmente para identificação de livros. ETC. Destaque para o fato de que uma determinada palavra está grafada propositadamente de modo não-convencional. Em biologia. etc. óperas. título e subtítulo diferenciados tipograficamente). O revisor deve ter isenção. Talisia esculenta (St. Indicativo numérico utilizado internacionalmente para identificação de publicações seriadas. exceto em comentários com mais de um período. FOLHAS DE GUARDA – Folhas dobradas ao meio e coladas no começo e no fim do livro. revistas. de economia. a espécie e a subespécie. Tabela 9 etc. porém. Quadro apresenta dados comparativos. o título vem em baixo. nem o “e”. var. Não tem ponto final. A tendência atual é não usar vírgula antes do termo. ITÁLICO – Recurso usado para destaque nos seguintes casos: Títulos de livros. de artes. pinturas e esculturas. ESTILO – Desvio da norma. períodos. nomes de embarcações. – Forma abreviada de et coetera (“e outras coisas mais”). Os nomes próprios podem ser classificados em: Acepção especial – Usam-se sempre maiúsculas nos seguintes casos: . CDs. de medicina. n. De preferência. filmes. em uma fala.EMPATIA – Evitar postura de simpatia ou antipatia em relação ao texto que está sendo revisado. Hil. QUADRO e GRÁFICO – No texto. FOLHA DE ROSTO – Traz elementos da capa (autor. escrever por extenso. caso existente. como revistas e jornais. LEGENDA – Frase explicativa de foto ou ilustração.. o subtítulo (diferenciado tipograficamente).) Ducke – guaraná. tradutor. (Paullinia cupana H. ficha catalográfica (sem título) com o ISBN. de antropologia. coleção. capa e ilustração da capa. vocábulos a que o autor deseja dar destaque especial ou palavras iniciais de parágrafos. ao longo do texto. Deve ser recorrente em toda a obra. . para escrever o gênero. ISSN – Sigla de International Standard Serial Number. TABELA. DVDs.: Em publicações especializadas. FALSA FOLHA DE ROSTO –Opcional. Destaque e atenção especial para um termo ou expressão a que se atribui particular importância no contexto. INTRODUÇÃO – Feita pelo autor. FIGURA. que já está implícito na abreviatura. MAIÚSCULAS – Usam-se para nomes próprios. junto com a legenda. a ponto de identificar o autor. os termos que não façam parte dessa terminologia específica devem ser grifados. INTERTÍTULOS – Preferir a hierarquização gráfica dos títulos das partes componentes do capítulo. reserva de direitos. coordenador ou organizador da obra. Obs. B. K. FOLHA DE ROSTO (VERSO) – Traz copyright.º da edição e ano. EPÍGRAFE – Citação. relacionada com a matéria tratada no corpo do livro. evitar envolvimento emocional. Deve-se citar a fonte e evitar excesso de traços.

constelações e galáxias. Assim. Quando usados como simples formas retóricas. Pintura. Nomes de instituições religiosas (Igreja. quando designa o conjunto de poderes políticos de uma nação (golpe de Estado. com maiúsculas. Em textos científicos. Consolidação das Leis do Trabalho etc. . Nomes de nações indígenas são grafados com maiúsculas e sempre no singular (os Xavante. Quando não se trata da personagem em si. Virgem e Mártir. de circo. anjos bons e maus (Gabriel. os antonomásticos devem ser escritos com minúsculas (As águias de Haia não sobrevoam o cerrado). Hermes. Em nomes que designam dinastias em formas adjetivas. cardeais e bispos (Vossa Santidade. o Navegador. associação dos estados federativos (estados da União). econômico ou político (Oriente Próximo. os Apache. Miguel. venerável. Regiões – Escrevem-se com maiúsculas as regiões em que o país e as unidades federativas estão divididos (Região Sul. Entidades míticas – Escrevem-se sempre com maiúsculas as expressões que designam a divindade (Deus. industriais. culturais. Cristo. Congresso. o Oeste. Dia do Trabalho. de zoológico e domésticos de estimação. Carnaval. Revolução Cubana. animais de raça. Sudoeste Goiano). planetas. Em livros de antropologia e etnologia há regras específicas para a grafia de nomes. Disciplinas de currículo acadêmico (Música. devem-se usar minúsculas (Valente como um dom quixote). Intitulativos – Escrevem-se com maiúsculas os nomes de empresas e estabelecimentos comerciais. São Paulo. Usam-se maiúsculas nas expressões antonomásticas referentes aos santos (Santa Catarina. diâmetro da Terra e viagem por terra. Santa Mãe de Deus). porém. que devem ser usadas com critério em textos que não pertençam a essas áreas. o Pleistoceno). em botânica e zoologia.Nomes de eras. Negrinho do Pastoreio. Idade Média. profeta etc. Dom Quixote). Sua Alteza). Buda. Designação de reinos. Sua Excelência Reverendíssima). Nomes de instituições públicas (Executivo. Região Nordeste. Fundação Nacional do Índio). João do Rio). Reverência – Usam-se maiúsculas para tratamento de reverência nos seguintes casos: Tratamento direto ou indireto a soberanos (Vossa Majestade. também nos EUA. ninfas. Edu Lobo). mas do seu significado simbólico. cometas. quando substitui Brasil (presidente da República). bumba-meu-boi. Personagens literários fictícios (Pierrô. Leste Europeu. Vossa Eminência Reverendíssima. Usam-se minúsculas com as marcas comerciais já tornadas substantivos comuns (dose de martini. eras e fatos históricos notáveis (7 de Setembro. Quaresma. classes. beato. esportivas e religiosas. a mesma regra vale para regiões importantes do ponto de vista histórico. sempre que designam entidades siderais. Santa Sé. São Paulo. tratamento com terramicina). nomes de obras literárias ou artísticas. Era Vitoriana. Lei Afonso Arinos. Antonomásticos (Patriarca da Independência. congada). República. sereias). Xangô). os nomes da classificação sistemática costumam vir em latim. Oriente Médio. Jeová. São João Evangelista). subclasses. Abolição da Escravatura). são grafadas com minúsculas (bacanais. bancários. Queda da Bastilha. Pseudônimos (Tristão de Athayde. Nomes dinásticos (os Braganças. período Pré-Cambriano. Entidades astronômicas – Escrevem-se com maiúsculas os nomes de estrelas. publicações periódicas. os nomes de entidades mitológicas coletivas (faunos. aula de História).) vêm grafados com maiúsculas quando precedem imediatamente o nome que qualificam (Santa Maria. Lei do Uso do Solo). Escrevem-se com maiúsculas também Estado. em todas as expressões que designam a mãe de Jesus. Profeta Elias). Nossa Senhora. o TodoPoderoso). escreve-se o Leste. Leis e decretos escrevem-se com minúsculas. bem como nos apelidos de alguns deles (São João Batista. Nomes de documentos e atos do poder público. crateras da Lua e fases da lua. roupa de tergal. com minúsculas. períodos e épocas geológicas (era Cenozóica. Dia das Mães. o Apóstolo dos Gentios). associações de classes e repartições públicas. Sinagoga). Festividades – Escrevem-se com maiúsculas os nomes das festas e comemorações civis. trabalhos avulsos e partes de um trabalho. Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Vossa Alteza. Festas populares e pagãs. Química. Oriente e Ocidente). os Cardosos). o mesmo vale para todas as expressões similares (Maria Santíssima. Fatos históricos – Escrevem-se com maiúsculas as datas. famílias e gêneros. médicos e educacionais. Sete-Dedos). Águia de Haia). nomes de cavalos de corrida. Êxodo. Alcunhas e apelidos (Zezé. Santo e outras expressões hagiológicas (são. Tonho. Estado de direito). Antropônimos – Nomes e sobrenomes (Jorge Benjor. União. o Pai. grafam-se diferentemente: eclipse do Sol e banho de sol. sociais. Semana Santa). Ricardo Coração de Leão). divisões. entidades políticas. Lúcifer). Ministério da Saúde. em textos oficiais (Estatuto da Microempresa. religiosas e tradicionais (Natal. no sentido de poder central. curso de Direito. usam-se minúsculas ( A dinastia dos carolíngios). Extremo Oriente. Belzebu. e entidades míticas (Zeus. Escrevem-se. Escreve-se a palavra Virgem.260. marcas comerciais patenteadas e nomes atribuídos a veículos. satélites. entretanto. Cognomes (Henrique. os Zulu). ordens.). Tratamento ao papa. a não ser que tenham um nome ou número (Lei 4.

sem espaçamento entre os números. quando expressos por uma só palavra. Depois de pontos de interrogação e exclamação. Fórmulas respeitosas informais (senhor. quando têm a função de vírgula ou travessão (Deus! ó Deus! onde estás que não respondes?. lorde. Escrevem-se os algarismos de 1. sem nenhum espaço de separação. monsenhor. colocar algarismos. altamente formais (convites e participações relativos a acontecimentos sociais). Praça da República). quando houver números expressos por uma palavra e por mais de uma. professor) são grafadas com maiúsculas apenas nas formas abreviadas (Dr.00 . Meritíssimo Juiz. Andes equatorianos. República Popular da China ou China Comunista. escreve-se o distrito naval. No rodapé da página.Tratamento ao presidente da República. os cardinais e os ordinais devem ser escritos por extenso. solenes. Sr. utilizá-lo como recurso estilístico. nomes oficiais de clubes ou associações. o bloco comunista. ministros. Normalmente. para facilitar a leitura. os títulos são grafados com minúsculas. impressionismo). jurisdição política ou outra característica. Não são numeradas a folha de rosto e a falsa folha (anverso e verso). em determinados casos e sem exagero. secretários estaduais. deputados. porcentagens e valores semelhantes. de artes plásticas ou de episódios históricos. governadores. o presidente Itamar). Não se inicia frase com algarismo. correntes e escolas filosóficas. Nas horas quebradas. 2001. para não carregar demasiadamente o texto. de preferência. parágrafos e alíneas. elemento controverso nos meios editoriais. dom. Vossa Senhoria). Quando expressam dados de problemas estatísticos e matemáticos. MINÚSCULAS – Usam-se iniciais com letras minúsculas nos seguintes casos: Doutrinas. se houver essa página. portanto. Deve-se. min) ou as palavras "horas" e "minutos" ? (14:30). mas escrevem-se. Reino do Afeganistão. Na designação das profissões e dos ocupantes de cargos (O professor Hélio. Substantivos próprios tornados comuns. salvo em publicações de caráter científico. assim como os ordinais. devem ser grafados por extenso. religiões. Escrevem-se. deve-se usar h. medições específicas e de caráter preciso expressas em unidades de padrão internacional. a princesa Anne. NUMERAIS – A escrita dos numerais. A abreviatura min só é necessária quando houver especificação dos segundos. Depois de dois pontos que não precedem citação direta (Digo e repito: não sou candidato). usam-se minúsculas (alto Nilo. não utilizá-lo ou lançar mão de aspas ou itálico. NOTAS – Usar corpo menor que o do texto. Duque de Caxias. por exemplo. ou quando se trata de títulos assim grafados pelos que os cunharam (Revolução de 9 de Julho.) são grafados com maiúsculas somente quando o título acompanhar o nome pelo qual a pessoa é conhecida (Visconde de Taunay. divisões territoriais. uma odisséia no espaço. Em caso de leis e seus artigos. pelo autor. bem como as páginas da epígrafe e da dedicatória e as capitulares. príncipe. a Europa ocidental. Sexto Distrito Naval). senadores. técnico ou didático. Excelentíssimo Senhor. Números fracionários. canções. deverão ser grafados em algarismos arábicos quando estiverem acompanhados do respectivo símbolo de medida. a região militar do Rio etc. Títulos nobiliários. castanha-do-pará. separando horas de minutos por dois pontos. grafa-se a expressão toda com maiúsculas (Segunda Região Militar. Nomes dos pontos cardeais. Hélio. deve seguir as normas adotadas até o limite do bom senso. títulos de obras literárias. usam-se somente algarismos. altas patentes militares e demais cargos da hierarquia civil e militar (Vossa Excelência. porém. Normalmente. 1984). poesia. sultão etc. eclesiásticos e honoríficos (senhor. Em textos hieráticos. Algarismos romanos são usados apenas para designar reis e papas. literatura requintada. . sobretudo em textos de cunho literário. Mata Atlântica. Ao autor é permitido. No caso de expressões adjetivas acrescentadas aos nomes de acidentes geográficos. ? Entendeste-me? disse ela). No mesmo parágrafo. Moura). quando não indicam regiões (De norte a sul). Prof. doutor. Os cardinais. juízes . respeitar a utilização estética do algarismo. NUMERAÇÃO – A contagem das páginas começa pela falsa folha de rosto. conde. mas sim com o número por extenso. reitores. Topônimos – Locais da geografia política. Quarta Zona Aérea. cubismo. locais históricos e sítios arqueológicos. inclusive os nomes compostos ligados por hífen (Uma eva sedutora. US$ 5 milhões Os sinais que expressam porcentagens ou unidades de medida de temperatura serão grafados sempre juntos com os algarismos que os antecedem. Excetuam-se os casos em que o número representa data ou qualquer outra expressão normalmente escrita em algarismos. NEGRITO – Deve ser usado com moderação.000 em diante com pontos de três em três casas decimais. os antigos exércitos brasileiros e os atuais comandos aéreos regionais (Comar). dona. Na dúvida. além do uso opcional em denominação de capítulos de livros ou de séculos. sir. dogmáticos. Essa regra não vale para a indicação de anos do calendário ou páginas de publicações. evitando-se interferências ao eficaz entendimento do texto. catolicismo. min e s. Magnífico Reitor. Cabo Frio. Alpes franceses). Acidentes geográficos ou topográficos e vias ou logradouros públicos escrevem-se com maiúsculas (Lagoa Santa. são escritos sempre com maiúsculas. Antonio. Dom Sebastião). ou de sua forma escrita. administrativas e urbanas. para indicar localização. segundo sua natureza e a situação em que estão sendo empregados. sem abreviações (h. integrando textos de caráter científico. por outro lado. artísticas e literárias (marxismo. No caso de divisões das Forças Armadas. a zona aérea. grafam-se os numerais com algarismos. volumes ou tomos de livros. as repúblicas socialistas. comendador. palma-de-santa-rita). os reinos europeus. Para indicar horas. são grafados por extenso. Valores monetários são grafados com algarismos arábicos acompanhados dos respectivos símbolos das moedas – R$ 20. cardeal.

da Comissão Orientadora e da Banca Examinadora. de artigos. bem como o título de quaisquer trabalhos intelectuais ou artísticos ("O homem". desde que solicitada pela instituição conveniada. No caso da existência de convênios financiadores da dissertação (bolsas de estudo. seriados e informais (Apolo XII. UFG. tabelas etc. só em livros didáticos. 1.4. (Obs. atualizar. . notas de críticas. uma cópia para o arquivo da Pro-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação. PADRONIZAÇÃO – Uniformidade no projeto gráfico. reportagens.1. uma cópia para o acervo de consulta da Biblioteca Central. TÍTULOS DE OBRAS Usar o itálico para caracterizar títulos de livros. SUMÁRIO – Delimita a parte pré-textual do livro da parte textual. por serem nomes técnicos. o Candidato apresentará à Secretaria do Programa de PósGraduação em Ciências Biológicas (PPGCB) quatro cópias impressas. As dissertações constituem o produto final de pesquisas desenvolvidas em cursos de Mestrado. ORGANIZADOR – Coordena a preparação da obra de autoria coletiva mas não participa como autor. de capítulos de livros. árias ou trechos de óperas. é preferível recorrer a recursos gráficos. Normas gerais 1. Apresenta a relação dos capítulos. Esqueceram de mim). em Os sertões.2. A orelha deve valorizar a obra e atrair o leitor. Nos títulos de periódicos.br NORMAS PARA REDAÇÃO DE DISSERTAÇÕES 1. corpo e fonte dos títulos. reportagem de O Popular). jornais.ORELHA – Texto rápido e objetivo. Deve-se usar as aspas para destacar o título de artigos de jornais e revistas. de partes de obras literárias e musicais e. a quem competirá determinar alterações na forma. Alinhado pela esquerda. 1. As referências não devem ser numeradas. escrever o nome do autor entre parênteses. que é uma relação de obras a ser consultadas pelo leitor. 1. Em caso contrário. Evitar redundâncias nos títulos. e uma cópia para arquivo na Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas. Exigem investigações próprias à área de especialização e métodos específicos. filmes.5. escrito por uma pessoa convidada pelo autor. "As tartarugas do Araguaia". para Ed. não por este. revistas. tratar como edição do autor . na linguagem e no conteúdo. Fonte: www. Capítulos numerados. figuras. Discovery). PREFÁCIO – Texto de apresentação da obra. Dados pessoais do autor ficam melhor dentro do livro. podendo incluir a relação de quadros e tabelas no final. siglas. usar maiúsculas e minúsculas. obras de artes plásticas e nomes de navios e embarcações. Os nomes de foguetes espaciais não costumam ser grifados. os pontos têm corpo menor que o do texto. No caso de obras editadas pelo Cegraf da UFG.3. usar maiúsculas nas iniciais de todas as palavras. evitando usar números. Não confundir com Bibliografia. shows. 1. "Crepúsculo". conferências. O PPGCB encarregar-se-á de encaminhar cópias da versão eletrônica para o Professor Orientador e para os órgãos conveniados com a UNIMONTES. O Candidato também apresentará ao PPGCB a versão final de sua dissertação em meio eletrônico (Arquivo em formato PDF ou PS).editora. com informação direta.ufg. REFERÊNCIAS – Relação das obras consultadas e citadas pelo autor. em Elegia poética.: Maiúsculas só em caso de nomes próprios. caso tenha interesse em aprofundar-se no assunto em questão. quando tratar-se de obras publicadas pela Imprensa Universitária da UFG. peças musicais que constituem obras completas. peças teatrais. Evitar usar números para hierarquizar títulos e subtítulos de capítulos. a critério da Comissão Orientadora. A dissertação é de responsabilidade do Candidato. só a inicial da primeira palavra é grafada com maiúsculas – Sargento Getúlio. grafia das palavras. idêntica à versão impressa. Nos títulos de livros. Inglês ou Espanhol. nas referências. em geral. versando sobre a obra e o autor. No texto. porque já estão relacionadas em ordem alfabética. que serão assim distribuídas: uma cópia para o Professor Orientador. cópia adicional impressa deverá ser apresentada. custeio de trabalhos de campo e de laboratório e outros). notícias. A dissertação poderá ser redigida em Português. Após a aprovação da dissertação pela Banca Examinadora.

Em caso de redação da dissertação na forma de artigo único. (v) Discussão.2. aceitos. a Universidade e o grau pretendido (Mestrado). 2. §1o. desde que a legibilidade não fique comprometida.3.5. As dissertações deverão ser impressas em forma permanente e legível. local e ano da aprovação da dissertação. e suficientemente opaco para leitura normal. e os nomes e as assinaturas dos participantes da Banca Examinadora. §3o. O corpo da dissertação conterá todo o trabalho impresso. O anexo (páginas pós-textuais) conterá material pertinente e suplementar à dissertação. Admitir-se-ão artigos redigidos em idiomas diferentes na mesma dissertação. serão dispensadas a Introdução Geral e as Conclusões Gerais.4. de acordo com as normas internacionais. Opcionalmente. Recomenda-se utilizar papel A4 (210 × 297 mm) branco. avaliado e aprovado pela Banca Examinadora. Editoração 3. (iv) anexo (páginas póstextuais). 2. 2. Os itens iv e v poderão ser fundidos numa única seção.1. (ii) Capítulos e (iii) Conclusões Gerais. e (iv) local e ano de aprovação da dissertação. (iii) nota explicativa de que se trata de um trabalho de dissertação. 2.4. (iii) Material e Métodos. (iii) biografia do autor e (iv) lista de símbolos. . 3. Admitir-se-á a composição da dissertação na forma mista de capítulos e artigos científicos. quadros e tabelas. 2. seguido de seus demais nomes. 2.2. Folha(s) de conteúdo (“índice”).2. nome da instituição que conferiu o título (Universidade Estadal de Montes Claros). Recomenda-se que a margem referente ao bordo de encadernação não seja inferior a 40 mm e as outras margens. ou como bibliografia única ao final da dissertação. figuras. (ii) páginas prétextuais. 2. o(s) mesmo(s) poderá(ão) ser reproduzido(s) do(s) originais. O corpo da dissertação em “capítulos” será composto das seções: (i) Introdução Geral. Admitir-se-ão artigos com formatações diferentes na mesma dissertação. para o cumprimento do item 1. a ficha catalográfica. e os nomes completos do Professor Orientador e dos Coorientadores. A Introdução Geral e as Conclusões Gerais poderão conter suas respectivas bibliografias. Primeira folha interna (página de rosto). abreviatura do título acadêmico obtido. título da dissertação (exatamente como aparece na página de rosto).3. (ii) capítulos. A capa deverá conter a autoria. Artigos científicos. Admitirse. §2o. Os títulos das referidas seções serão definidos pelo Professor Orientador.3. ou (iii) artigos científicos pertinentes ao trabalho da dissertação.4.1. Papel. por extenso.1.3. contendo: (i) autoria.4. Os artigos terão formatação livre. (ii) agradecimento( s). A dissertação deverá ser composta de: (i) capa. No caso da inclusão de artigo(s) previamente publicado( s) no corpo da dissertação.1. (iv) Resultados.3. §4o.3. (ii) Revisão Bibliográfica (opcional). Estrutura 2. acrescidas da identificação do respectivo volume. Notação científica e medidas. mês e ano da aprovação da dissertação. Composição tipográfica. O corpo da dissertação poderá ser organizado de três formas alternativas: (i) texto corrido. poderão ser incluídas páginas adicionais contendo: (i) dedicatória.5.3. 2. título da dissertação. Margens. A nomenclatura científica deverá ser diferenciada contextualmente. Texto corrido.3. com caracteres de alta definição e de cor preta. dando visibilidade ao nível (Mestrado) e à UNIMONTES. As unidades métricas deverão seguir o padrão do Sistema Internacional de Unidades. 3.á a apresentação de cópias xerográficas.2. no verso desta folha. O corpo da dissertação em “texto corrido” será composto das seções: (i) Introdução. Ambos os textos serão precedidos por um cabeçalho contendo: sobrenome do Candidato.1.4.4. mencionando o Programa de Pós-Graduação. a data de aprovação da dissertação.2.4. 2. Segunda folha interna.3. 2. não inferiores a 20 mm. (iii) corpo da dissertação propriamente dito e. Capítulos. 2. (ii) Artigo(s) Científico(s) e (iii) Conclusões Gerais. publicados. desde que seja adotada uma consistência interna. A organização interna de cada capítulo poderá obedecer o disposto no item 2.4. 3. (vi) Conclusões (opcional) e (vii) Bibliografia. Ambas as faces do papel poderão ser utilizadas. Folha(s) em que conste(m) o resumo em Português e o abstract em Inglês. As páginas pré-textuais serão compostas de: 2. ou submetidos para publicação. As capas das dissertações encadernadas em mais de um volume deverão conter as mesmas informações. contendo as três primeiras partes do item anterior. O corpo da dissertação em “artigos científicos” será composto: de (i) Introdução Geral. desde que respeitado o disposto em 3. Constará. opcionalmente. A Bibliografia poderá aparecer ao final de cada seção ou capítulo. 3. (ii) título da dissertação.

desde que solicitada pela instituição conveniada.2. Exigem investigações próprias à área de especialização e métodos específicos. 3.3. 2. a quem competirá determinar alterações na forma.3. contendo: (i) autoria. Após a aprovação da dissertação pela Banca Examinadora. A dissertação é de responsabilidade do Candidato.1. dando visibilidade ao nível (Mestrado) e à UNIMONTES. Inglês ou Espanhol. (iii) nota explicativa de que se trata de um trabalho de dissertação. e uma cópia para arquivo na Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas. 2.4. Normas gerais 1.3.2. 1. (iii) corpo da dissertação propriamente dito e. cópia adicional impressa deverá ser apresentada. acrescidas da identificação do respectivo volume.3.6. a critério da Comissão Orientadora.5. A dissertação deverá ser composta de: (i) capa. desde a página da Introdução (texto corrido).3. Folha(s) em que conste(m) o resumo em Português e o abstract em Inglês. custeio de trabalhos de campo e de laboratório e outros). (ii) páginas prétextuais. Fotografias e outras ilustrações deverão ser montadas de forma definitiva e incluídas no corpo da dissertação. Cada cópia da dissertação referida no item 1. seqüencialmente. 2. A seqüência deverá incluir tudo que estiver no(s) volume(s). A capa deverá conter a autoria. a data de aprovação da dissertação. Ambos os textos serão precedidos por um cabeçalho contendo: sobrenome do Candidato. Em nenhuma circunstância dever-se-á empregar fita adesiva ou material similar para afixação de ilustrações no corpo da dissertação.1. diagramas. Constará. poderão ser incluídas páginas adicionais contendo: (i) dedicatória. Serão dobradas. Opcionalmente.4 deverá conter um conjunto completo dos materiais complementares anexados. idêntica à versão impressa.3. Segunda folha interna. 3. por extenso. e (iv) local e ano de aprovação da dissertação. título da dissertação. No caso da existência de convênios financiadores da dissertação (bolsas de estudo.5.. O Candidato também apresentará ao PPGCB a versão final de sua dissertação em meio eletrônico (Arquivo em formato PDF ou PS). quadros e tabelas. É admitido o uso de cores nas figuras e ilustrações. que serão assim distribuídas: uma cópia para o Professor Orientador. ou da Introdução Geral (capítulos ou artigos) do primeiro volume até a última página do último volume.2. na linguagem e no conteúdo.e. Paginação. com algarismos romanos minúsculos. 2.1. i. uma cópia para o acervo de consulta da Biblioteca Central. a ficha catalográfica.1. em algarismos arábicos. As dissertações constituem o produto final de pesquisas desenvolvidas em cursos de Mestrado. uma cópia para o arquivo da Pro-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação. O PPGCB encarregar-se-á de encaminhar cópias da versão eletrônica para o Professor Orientador e para os órgãos conveniados com a UNIMONTES. de forma a resultar em dimensões inferiores ao tamanho do papel adotado.6. e os nomes e as assinaturas dos participantes da Banca Examinadora. (iii) biografia do autor e (iv) lista de símbolos.3. Estrutura 2. no verso desta folha. da Comissão Orientadora e da Banca Examinadora. As capas das dissertações encadernadas em mais de um volume deverão conter as mesmas informações. 2. mencionando o Programa de Pós-Graduação.3. 2. NORMAS PARA REDAÇÃO DE DISSERTAÇÕES 1. Ilustrações.4. As páginas pré-textuais serão compostas de: 2. contendo as três primeiras partes do item anterior. A dissertação poderá ser redigida em Português. opcionalmente. Primeira folha interna (página de rosto). 1. páginas em branco e outros. local e ano da aprovação da dissertação. (iv) anexo (páginas póstextuais). Contribuições complementares ou outros materiais isolados poderão ser anexados à dissertação. Todas as páginas textuais e póstextuais deverão ser numeradas em seqüência contínua. a Universidade e o grau pretendido (Mestrado). (ii) agradecimento( s). como mapas. 1. abreviatura do título acadêmico . As páginas pré-textuais poderão ser numeradas. (ii) título da dissertação. o Candidato apresentará à Secretaria do Programa de PósGraduação em Ciências Biológicas (PPGCB) quatro cópias impressas. Folhas de tamanho superior ao formato adotado na dissertação serão aceitáveis. seguido de seus demais nomes. 1. figuras.

com algarismos romanos minúsculos. O corpo da dissertação em “capítulos” será composto das seções: (i) Introdução Geral.4. (ii) Artigo(s) Científico(s) e (iii) Conclusões Gerais. Todas as páginas textuais e póstextuais deverão ser numeradas em seqüência contínua.6. com caracteres de alta definição e de cor preta. A organização interna de cada capítulo poderá obedecer o disposto no item 2. As páginas pré-textuais poderão ser numeradas. 3. e suficientemente opaco para leitura normal. (iv) Resultados. . e os nomes completos do Professor Orientador e dos Coorientadores. 3.5.2. O processo de elaboração de um trabalho escolar é uma vivência que precisa ser criativa possibilitando uma interação rica com pessoas. 3. 2. 2. de acordo com as normas internacionais.4. 3.4. Ilustrações.4. As dissertações deverão ser impressas em forma permanente e legível. O corpo da dissertação poderá ser organizado de três formas alternativas: (i) texto corrido.2. 2. desde a página da Introdução (texto corrido). diagramas. Ambas as faces do papel poderão ser utilizadas. Cada cópia da dissertação referida no item 1. ou da Introdução Geral (capítulos ou artigos) do primeiro volume até a última página do último volume. O anexo (páginas pós-textuais) conterá material pertinente e suplementar à dissertação.6. Serão dobradas. O corpo da dissertação conterá todo o trabalho impresso.4. desde que a legibilidade não fique comprometida. Paginação. páginas em branco e outros. desde que seja adotada uma consistência interna. É admitido o uso de cores nas figuras e ilustrações.3. 2. (iii) Material e Métodos. desde que respeitado o disposto em 3. As unidades métricas deverão seguir o padrão do Sistema Internacional de Unidades. Papel. Artigos científicos. em algarismos arábicos. ou submetidos para publicação. título da dissertação (exatamente como aparece na página de rosto). mês e ano da aprovação da dissertação. aceitos. fontes e recursos diversos.1. Os artigos terão formatação livre. §2o. Composição tipográfica. ou (iii) artigos científicos pertinentes ao trabalho da dissertação.4 deverá conter um conjunto completo dos materiais complementares anexados. necessariamente deverá ter a coordenação de um orientador.á a apresentação de cópias xerográficas. para o cumprimento do item 1.e. (ii) Capítulos e (iii) Conclusões Gerais. A nomenclatura científica deverá ser diferenciada contextualmente. a fim de atingir maior autonomia com relação à forma de aprender e construir conhecimentos. TRABALHO ESCOLAR O trabalho escolar é um documento que representa o resultado de um estudo/pesquisa sobre um assunto.3.1. avaliado e aprovado pela Banca Examinadora. Contribuições complementares ou outros materiais isolados poderão ser anexados à dissertação. Em nenhuma circunstância dever-se-á empregar fita adesiva ou material similar para afixação de ilustrações no corpo da dissertação. Sua produção pode envolver um ou mais alunos e. No caso da inclusão de artigo(s) previamente publicado( s) no corpo da dissertação.1. Margens. Texto corrido. o(s) mesmo(s) poderá(ão) ser reproduzido(s) do(s) originais. Recomenda-se utilizar papel A4 (210 × 297 mm) branco. 3. Folhas de tamanho superior ao formato adotado na dissertação serão aceitáveis. Capítulos. publicados. O corpo da dissertação em “texto corrido” será composto das seções: (i) Introdução. Admitir-se-ão artigos com formatações diferentes na mesma dissertação. (ii) Revisão Bibliográfica (opcional).5.1. Notação científica e medidas. como mapas. (vi) Conclusões (opcional) e (vii) Bibliografia. seqüencialmente. §4o. 2. Admitir-se-ão artigos redigidos em idiomas diferentes na mesma dissertação.obtido. não inferiores a 20 mm.4. serão dispensadas a Introdução Geral e as Conclusões Gerais. ou como bibliografia única ao final da dissertação. Fotografias e outras ilustrações deverão ser montadas de forma definitiva e incluídas no corpo da dissertação. Em caso de redação da dissertação na forma de artigo único. A Introdução Geral e as Conclusões Gerais poderão conter suas respectivas bibliografias. A Bibliografia poderá aparecer ao final de cada seção ou capítulo. O corpo da dissertação em “artigos científicos” será composto: de (i) Introdução Geral. Admitir-se-á a composição da dissertação na forma mista de capítulos e artigos científicos. desenvolvendo uma visão mais crítica e ampliada.3. 2. 3. §1o. de forma a resultar em dimensões inferiores ao tamanho do papel adotado. Admitirse. Os títulos das referidas seções serão definidos pelo Professor Orientador. Os itens iv e v poderão ser fundidos numa única seção. §3o. i.4. Editoração 3. (ii) capítulos. nome da instituição que conferiu o título (Universidade Estadal de Montes Claros). Recomenda-se que a margem referente ao bordo de encadernação não seja inferior a 40 mm e as outras margens.. (v) Discussão. 3.5. A seqüência deverá incluir tudo que estiver no(s) volume(s). Folha(s) de conteúdo (“índice”).

b) escrita – digitado com tinta preta e somente um lado da folha. caixa alta) (texto) 2. margeado à direita.deve localizar-se no início de página.deve localizar-se no início de página.1. resumo e relatório) deve ser realizada conforme indicações abaixo: a) tipo de papel – deve ser utilizado o papel branco. digitado em negrito.1.1 Seção secundária 1. h) numeração Progressiva – para melhor organização e apresentação do trabalho.1.1.1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO A apresentação escrita de um trabalho (trabalho escolar. margeado à esquerda. e) espaçamento – todo texto deve ser digitado com espaçamento 1. .1.superior e esquerda = 3 cm inferior e direita = 2 cm. d) margem .1. com indicativo numérico alinhado à esquerda e separado por um espaço.fonte tamanho 12. devem iniciar em folha distinta. A numeração é colocada a partir da introdução. versal) (texto) . caixa alta) (texto) 2 CULTURA DA MAÇÃ (título considerado como seção primária ou capítulo . Destacam-se gradativamente os títulos das seções. . Exemplo de numeração progressiva de um trabalho escolar 1 SEÇÃO PRIMÁRIA 1.1 Seção quinária 1 INTRODUÇÃO (título considerado como seção primária ou capítulo .1 Seção terciária 1. deve-se adotar a numeração progressiva das seções do texto.fonte tamanho 12. por serem as principais divisões de um texto. negrito.. negrito ou.deve estar margeado à esquerda.1 Produção de mudas (subtítulo considerado como seção secundária . margeado à esquerda. itálico. fonte tamanho 12. mas não numeradas. utilizando-se os recursos de caixa alta ou versal. O número localiza-se a 2 cm da borda superior do papel. c) paginação – as folhas do trabalho devem ser contadas seqüencialmente desde o sumário. preferencialmente nas dimensões 297x210 mm (A4). g) parágrafo – 2cm da margem esquerda.1 Seção quaternária 1. Os títulos das seções primárias (capítulos).5 de entrelinhas. f) letra – tipo de letra Times New Roman ou Arial tamanho 12 e para citação direta usar fonte tamanho 10. digitado em negrito.

centralizado. espaçamento entre linhas simples. 2.não são numerados e devem aparecer na página de forma centralizada.2. capítulos.2 Sumário Iniciar em folha distinta. c) Nome do aluno/série: abaixo do título 5 cm.Sumário. e as páginas em que se encontram. anexo). Deve ser centralizado à margem superior. 2003) . tamanho 12. mês e ano: centralizado. (ABNT.1 Capa Deve ser de papel consistente ou simples. tamanho 12.deve estar margeado à esquerda. tamanho 16. versal) (texto) 3 CONCLUSÃO [título considerado como seção primária (capítulo) . 2 ESTRUTURA BÁSICA DE UM TRABALHO ESCOLAR A estrutura básica de um trabalho escolar deverá compreender: elementos pré-textuais (capa. com letras maiúsculas.1. centralizado a 3 cm da borda superior com o texto iniciando 2 cm abaixo. textuais (introdução.início de página . centralizado. composta de: a) Cabeçalho: nome da Instituição responsável. tamanho12. sem ilustração ou " embelezamento". desenvolvimento. sumário). letras maiúsculas. negrito] (texto) Os títulos . fonte tamanho 12. itens e subitens.fonte tamanho 12. caixa alta. NBR 6027. b) Título do trabalho: no centro da folha. itálico. Referências. 2. d) Local. conclusão) e pós-textuais (referência. a 3cm da borda inferior e as primeiras letras maiúsculas.1 Enxertia (subtítulo considerado como seção terciária . com subordinação até o nível do professor. título sem indicativo numérico. Anexos . Indica as partes do trabalho.

2.1. deve apresentar o detalhamento da pesquisa realizada e comunicar seus resultados. isto é.1 Variedades 2. pesquisa de laboratório. dentro de uma estrutura lógica com que o tema foi desenvolvido.3 Introdução Iniciar em folha distinta apresentando o indicativo numérico (1). Exemplo: 2 ALGODÃO 2. Na seqüência é necessário delimitá-lo. a 3cm de borda superior e o texto deve iniciar 2cm abaixo. adotando uma numeração progressiva até o final do trabalho. O conteúdo pode ser subdividido em capítulos. mostrar a sua importância e apontar a metodologia empregada (pesquisa bibliográfica.2 Técnicas de produção 2. . situá-lo no tempo e espaço.4 Desenvolvimento Também chamado corpo do trabalho. A parte introdutória abre o trabalho propriamente dito.2. alinhado à esquerda.5 Conclusão Iniciar em folha distinta apresentando um indicativo numérico. em itens e subitens. etc). indicar o ponto de vista sob o qual será tratado. Esta divisão servirá de base para a realização do sumário.1 A Semente do Algodão 2. Deve-se iniciar pelos títulos mais importantes do plano e subdividir cada um segundo o material disponível. alinhado à margem esquerda. anunciando o assunto a ser abordado.

6 Referências Apresenta-se em folha distinta. A conclusão não é uma idéia nova ou um resumo marcante dos argumentos principais. plantas etc. produzida pela ABNT. A fábrica automática e a organização do trabalho. FORMATO DE APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS ABNT. 1 videocassete (65min): VHS/NTSC. título. José Dermeval Saraiva. 2002) Todas as fontes de informação (livro. Disquete 3 1/2. Acesso em: 19 maio 1998.bu. Poderão fazer parte do item "Anexos". 2. título centralizado. 132 p. é síntese interpretativa dos elementos dispersos pelo trabalho. 1987. fita de vídeo. 2. textos ou documentos não elaborados pelo autor. Antonio. isto é. editora. 1990. 2. local e ano de publicação) sobre o documento. Ministério corta pagamento de 46. São exemplos de anexos: leis. Centro de Produções Técnicas (MG).com. travessão e pelos respectivos títulos. 3 p DINA. 1 arquivo (605 bytes).IBICT. [1998]. que venham contribuir para ilustrar. ( ABNT.br/>. "Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Ligia Leindorf Bartz. O Globo. LOPES. 13 maio 1995.7 Anexo(s) Sugere-se apresentação em folha distinta. Fonte: www. Petrópolis: Vozes. TAVES. Bases de dados em Ciência e Tecnologia. 2002. elemento opcional. Essa descrição deve ser elaborada seguindo a normalização nacional descrita na NBR 6023:2002. título centralizado. son. Rio de Janeiro. Não é apropriado iniciar afirmando que vai concluir. Word for windows 6.ufsc. CD-ROM. CD-ROM.br TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO . color. que permita identifica-lo de forma única. Ressalta-se que no corpo do trabalho deve-se fazer citação referente ao material colocado anexo. digitadas em espaço simples. margeadas à esquerda e separadas entre si por espaço duplo. 1996. mapas. esclarecer ou fundamentar melhor o trabalho. NBR 14724. Apostila. Fazer a referência de uma obra significa reunir um conjunto de dados (tais como autoria. NBR 6028: resumos.Associação Brasileira de Normas Técnicas. deve apresentar a resposta ao tema anunciado na introdução. 5) Exemplo: ANEXO A – Tabela de classificação de sementes. KRAEMER. INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA . etc) utilizadas na elaboração do trabalho devem ser arroladas alfabeticamente em uma lista. n.oglobo.Constitui o ponto de chegada. 1.5 mil professores." (ABNT.doc. Construções com bambu: opção de baixo custo. Rogério Leite dos.. revista. p.0. baseadas no desenvolvimento. sem indicação numérica.TCC O que é o TCC? . NBR 14724. Curitiba. elemento obrigatório. Rio de Janeiro. Rodrigo França. ponto de chegada das deduções lógicas. ed. SANTOS. fotografias. home-page. 19 maio 1998. Disponível em:<http://www. Brasília. Viçosa: CPT.

C.Docência. O aluno deverá fazer o fichamento bibliográfico sob a forma de resumo. dando ênfase à relevância do tema proposto. extraindo do texto apenas as idéias principais e relacionadas ao tema.. abrangência e profundidade. 3) Delimitação do problema: definição clara do problema a ser pesquisado.Associação Brasileira de Normas Técnicas. o problema de pesquisa e o seu objeto. . devem ser expostas as justificativas e razões para elaboração do trabalho. Em face dos dados levantados. aberta a alunos. A segunda razão é que o TCC não é apenas uma atividade acadêmica dos seus autores. Evidenciar os .indispensáveis à execução do trabalho. seus critérios de avaliação de qualidade devem ser conhecidos e apreciados pelo corpo discente e docente. científica e social. É importante também descrever a abordagem de análise dos dados .O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é o resultado do esforço de síntese.7) Documentação Bibliográfica: identificação das obras de referência e as de caráter específico. Estrutura de Apresentação do TCC Introdução: a introdução não deve parafrasear ou repetir o resumo. assim como as técnicas e instrumentos a serem utilizados.6) Bibliografia Básica: elaboração de uma lista bibliográfica que contenha obras referentes aos pressupostos teóricos do tema (livros. porque o momento de apresentação dos TCC significa a culminância do trabalho desenvolvido por todo o corpo docente .e não de uma única disciplina . Por que a apresentação do TCC é uma atividade acadêmica pública ? De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso. No 6° semestre: desenvolvimento da pesquisa . A primeira. bem como sua finalidade em termos de contribuição técnica.prática docente e processo ensino-aprendizagem: relativa à área de Formação para . ou seja.C. 2) Justificativa: tendo em vista sua relevância científica. Análise dos resultados: Ressaltar as evidências que esclareçam cada questão levantada através de análise quantitativa e/ou qualitativa das informações e dados obtidos. mostrando as últimas informações disponíveis a seu respeito.A. etc. detalham-se os objetivos do trabalho e as hipóteses iniciais.e redação final do trabalho (como exigência da disciplina "Seminários de Pesquisa II). bem como os recursos – materiais e humanos .gestão educacional e do trabalho pedagógico: ligada à área de gestão do trabalho pedagógico. estabelecendo relações nítidas entre o objeto do trabalho e o referencial teórico utilizado para análise dos dados. testar as hipóteses formuladas. periódicos. 4) Objetivos da pesquisa: explicitação dos aspectos a serem investigados/analisados na pesquisa. cuja participação é computada como A. Após caracterizar o objeto e sujeitos de pesquisa.). . as técnicas qualitativas. por diferentes razões. Quando o aluno começa a realizar o TCC? O TCC é realizado no último ano do curso. Referencial teórico e metodológico: neste item são mostradas e comentadas as referências bibliográficas que oferecem a sustentação conceitual/operacional do tema. em duas etapas: No 5° semestre: elaboração do projeto de pesquisa (como exigência da disciplina "Seminários de Pesquisa I). O TCC pode ser feito individualmente ou em grupo. a saber:. professores e demais interessados. Obs: O TCC é um dos resultados acadêmicos desenvolvidos no eixo curricular de "prática e pesquisa em educação". Não se trata de um rol de citações. mas de todos os demais alunos da Pedagogia. Em seguida. fazendo a ligação entre a bibliografia pesquisada e o problema que está sendo estudado. as técnicas estatísticas. a apresentação do TCC ocorre em sessão pública. O trabalho deverá apresentar alguma contribuição para o esclarecimento ou enriquecimento de informações sobre o assunto tratado. também deverá ser descrito o plano para o desenvolvimento da pesquisa.aspectos teóricos do trabalho pedagógico: relativa à área de Fundamentos da Educação. Informações úteis para a realização do TCC Passos para o Desenvolvimento do Projeto de Pesquisa 1) Escolha do tema: o tema escolhido deverá ser pertinente a uma das três linhas de pesquisa abaixo relacionadas. O autor (aluno) deve construir uma moldura conceitual do tema. seu objeto. As fontes bibliográficas devem permitir o posicionamento claro do objeto de pesquisa a partir do ponto de vista dos autores consultados. Caracteriza-se. de todas as obras apresentadas como referências bibliográficas. sob orientação de um professor responsável.5) Metodologia: descrição e fundamentação dos métodos e técnicas que serão utilizados a fim de atingir os objetivos propostos. revistas científicas.ao longo do processo de formação dos concluintes do curso de Pedagogia. isto é. Desenvolvimento: apresentação e apreciação dos dados da pesquisa propriamente dita. No caso de pesquisa quantitativa. realizado pelo aluno. relativas aos eixos curriculares do curso de Pedagogia.. Esta bibliografia deve ser apresentada de acordo com as normas técnicas da ABNT . deve-se descrever e justificar a abordagem metodológica da pesquisa. no caso de pesquisa qualitativa. educacional e social. Finalmente. porque deve obedecer ao princípio de transparência.bibliográfica ou de campo . cujos fundamentos iniciais são trabalhados na disciplina de Metodologia Científica. para articular os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso com o processo de investigação e reflexão acerca de um tema de seu interesse.

em três vias encadernadas em espiral e uma cópia em disquete. juntamente com o professor orientador. Não devem ser referenciadas fontes bibliográficas que não foram citadas no texto. fará a avaliação do trabalho. O aluno que não entregar o TCC em tempo hábil. Caso haja conveniência de referenciar material bibliográfico sem alusão no texto. Obs. Respeito ao tempo de apresentação. Critérios de Avaliação do TCC O TCC deverá ser entregue na 15ª semana do 6º semestre letivo. terá nota final zero. dar significado aos resultados obtidos. isto deve ser feito em sequência à bibliografia. Será considerado aprovado o aluno que obtiver a média final 7 (sete). Fonte: www. A banca examinadora. sob o título "Bibliografia Recomendada". nas exposições previamente marcadas para as 17ª e 18ª semanas do 6º semestre letivo.br . A nota final do TCC resultará na média composta pelas notas de apresentação oral e escrita. As referências bibliográficas devem seguir as normas da ABNT . Bibliografia: trata-se de parte essencial do trabalho. sinteticamente. práticas para implementação (intervenção) a partir dos resultados conseguidos. Com apoio do referencial teórico consultado. Recomendar. Isto o impedirá de colar grau no curso. As notas atribuídas são individuais e terão valor de zero a dez . Na avaliação do TCC serão levados em consideração os seguintes aspectos: O caráter científico do trabalho. somadas e divididas pelo número de julgadores. A clareza da exposição e coerência argumentativa do aluno. Serão eliminados os alunos que faltarem à apresentação sem justificativa legal por escrito. o problema e os aspectos analisados no desenvolvimento do trabalho. se autorizados pelo autor (aluno) e pelo professor orientador.: Os trabalhos honrados com mérito poderão ser publicados pela Instituição. sempre que possível. Considerações Finais: após retomar. ressaltar as possíveis conclusões/considerações possibilitadas pelo processo de investigação. A apresentação sistematizada do trabalho final de acordo com as normas indicadas. sendo reprovado. Caso conveniente. sugerir pesquisas adicionais. composta por dois professores. A consistência dos dados e da fundamentação teórica e do trabalho.resultados em atenção aos objetivos propostos.smarcos.

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