P. 1
MANUAL+DE+OPERAÇÃO+NARDINI+-TORNO

MANUAL+DE+OPERAÇÃO+NARDINI+-TORNO

|Views: 678|Likes:
Publicado pordeisonlrf

More info:

Published by: deisonlrf on May 10, 2013
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

02/10/2015

pdf

text

original

Fanuc Série oi - TC

MANUAL DE OPERAÇÃO

B---64114PO/01

MEDIDAS DE SEGURANÇA

Esta seção descreve as medidas de segurança relativas à utilização de unidades CNC. É essencial que estas medidas de precaução sejam observadas pelo usuário, para garantir uma operação segura das máquinas equipadas com uma unidade CNC (todas as descrições incluídas nesta seção assumem esta configuração). Ter em atenção que algumas das precauções se referem apenas a funções específicas, podendo não ser aplicáveis a certas unidades CNC. Os usuários devem também observar as medidas de segurança relativas à máquina, descritas no manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Antes de tentar operar a máquina ou criar um programa para controlar a operação da mesma, o operador terá de familiarizar-se por completo com o conteúdo do presente manual e do manual fornecido pelo respectivo fabricante da máquina-ferramenta.

Conteúdo
1. DEFINIÇÃO DE AVISO, CUIDADO E NOTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . m--2 2. AVISOS E CUIDADOS GERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . m--3 3. AVISOS E CUIDADOS RELATIVOS À PROGRAMAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . m--5 4. AVISOS E CUIDADOS RELATIVOS AO MANUSEAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . m--7 5. AVISOS RELATIVOS À MANUTENÇÃO DIÁRIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . m--9

m- 1

MEDIDAS DE SEGURANÇA

B-64114PO/01

1

DEFINIÇÃO DE AVISO, CUIDADO E NOTA

O presente manual inclui medidas de segurança destinadas a proteger o usuário e a evitar danos na máquina. As medidas de precaução são classificadas como Aviso e Cuidado em função do seu grau de segurança. Como Nota são classificadas as informações suplementares. Leia atentamente os Avisos, Cuidados e Notas, antes de tentar colocar a máquina em funcionamento.

AVISO
Aplica-se quando há perigo de ferimentos para o usuário e/ou de danificação do equipamento, caso o procedimento prescrito não seja observado.

CUIDADO
Aplica-se quando há perigo de danificação do equipamento, caso o procedimento prescrito não seja observado.

NOTA
A Nota serve para indicar informações suplementares, não se tratando, porém, de Avisos nem de Cuidados.

` Ler atentamente o presente manual e guardá-lo em um lugar seguro.

m- 2

B-64114PO/01

MEDIDAS DE SEGURANÇA

2

AVISOS E CUIDADOS GERAIS

AVISO
1. Nunca proceder à usinagem de uma peça, sem verificar primeiro o funcionamento da máquina. Antes de iniciar um ciclo de produção, verificar se a máquina está trabalhando corretamente, executando um teste de funcionamento, por exemplo, com a função de bloco único, override da velocidade de avanço ou bloqueio da máquina, ou operando a máquina sem qualquer ferramenta ou peça montada. Não se controlando o funcionamento correto da máquina, a mesma poderá comportar-se de forma imprevista, podendo eventualmente causar uma danificação da peça e/ou da própria máquina, ou ferimentos ao usuário. 2. Antes de colocar a máquina em funcionamento, verificar cuidadosamente os dados introduzidos. Se a máquina for operada com dados especificados incorretamente, a mesma poderá comportar-se de forma imprevista, podendo eventualmente causar uma danificação da peça e/ou da própria máquina, ou ferimentos ao usuário. 3. Verificar se a velocidade de avanço especificada é adequada à operação pretendida. Geralmente, cada máquina possui uma velocidade de avanço máxima permitida. A velocidade de avanço apropriada varia em função da operação desejada. A velocidade de avanço máxima permitida é indicada no manual fornecido com a máquina. Se a máquina não for operada com a velocidade correta, a mesma poderá comportar-se de forma imprevista, podendo eventualmente causar uma danificação da peça e/ou da própria máquina, ou ferimentos ao usuário. 4. Ao usar uma função de compensação da ferramenta, verificar cuidadosamente a direção e a quantia da compensação. Se a máquina for operada com dados especificados incorretamente, a mesma poderá comportar-se de forma imprevista, podendo eventualmente causar uma danificação da peça e/ou da própria máquina, ou ferimentos ao usuário. 5. Os parâmetros do CNC e do PMC são definidos pelo fabricante, não sendo, normalmente, necessário alterá-los. Sendo, contudo, inevitável alterar algum dos parâmetros, é imprescindível compreender inteiramente a sua função antes de se proceder a qualquer alteração. Se algum dos parâmetros for definido incorretamente, a máquina poderá comportar-se de forma imprevista, podendo eventualmente causar uma danificação da peça e/ou da própria máquina, ou ferimentos ao usuário. 6. Imediatamente após a ligação da máquina, não acionar nenhuma das teclas do painel MDI, antes que a indicação da posição ou a tela de alarme apareça na unidade CNC. Algumas das teclas do painel MDI destinam-se à manutenção ou a outras operações especiais. Pressionando-se alguma dessas teclas, a unidade CNC poderá ser colocada fora de seu estado normal. Se a máquina for operada nesse estado, a mesma poderá comportar-se de forma imprevista. 7. Os manuais de operação e de programação fornecidos com a unidade CNC incluem uma descrição geral das funções da máquina, bem como de algumas funções opcionais. Ter em atenção que as funções opcionais variam em função do modelo da máquina, de forma que algumas das funções descritas nos manuais poderão não estar disponíveis em determinados modelos. Em caso de dúvida, consultar a descrição da máquina.
m- 3

MEDIDAS DE SEGURANÇA

B-64114PO/01

AVISO
8. Algumas das funções podem ter sido implementadas a pedido do fabricante da máquina-ferramenta. Ao usar estas funções, consultar o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta a fim de obter informações mais detalhadas sobre a sua utilização e as eventuais medidas de precaução.

NOTA
Os programas, parâmetros e variáveis das macros são armazenados na memória não volátil da unidade CNC, ficando guardados mesmo quando a máquina é desligada. Contudo, esses dados poderão ser apagados inadvertidamente, ou poderá ser necessário apagar todos os dados da memória não volátil para proceder à recuperação de um erro. Como medida de precaução e para assegurar uma rápida recuperação dos dados apagados, é recomendável fazer uma cópia de segurança de todos os dados vitais, guardando-a em lugar seguro.

m- 4

B-64114PO/01

MEDIDAS DE SEGURANÇA

3

AVISOS E CUIDADOS RELATIVOS À PROGRAMAÇÃO

Esta seção descreve as principais medidas de segurança relacionadas com a programação. Antes de proceder à programação, ler atentamente o manual de operação e o manual de programação fornecidos, de forma a ficar inteiramente familiarizado com seus conteúdos.

AVISO
1. Definição de um sistema de coordenadas Se um sistema de coordenadas for definido incorretamente, a máquina poderá comportar-se de forma imprevista, visto que o programa edita um comando que, de outro modo, seria válido. Essa operação inesperada poderá danificar a ferramenta, a própria máquina ou a peça, ou causar ferimentos ao usuário. 2. Posicionamento por interpolação não linear Ao executar um posicionamento por meio da interpolação não linear (posicionamento através de um movimento não linear entre os pontos inicial e final), é necessário verificar cuidadosamente o caminho da ferramenta, antes de se proceder à programação. O posicionamento implica um deslocamento rápido. Uma colisão da ferramenta com a peça poderá danificar a ferramenta, a própria máquina ou a peça, ou causar ferimentos ao usuário. 3. Funções com um eixo de rotação Ao programar uma interpolação de coordenada polar ou um controle de direção normal (perpendicular), prestar especial atenção à velocidade do eixo de rotação. Uma programação incorreta pode fazer com que a velocidade do eixo de rotação se torne excessivamente elevada. Se a peça não estiver bem segura, a placa de fixação poderá soltá-la devido à força centrífuga resultante do excesso de velocidade. Um acidente deste tipo poderá danificar a ferramenta, a própria máquina ou a peça, ou causar ferimentos ao usuário. 4. Conversão polegadas/unidades métricas A alternância entre entradas em polegadas e em unidades métricas não converte as unidades de medição dos dados, tais como a correção da origem da peça, os parâmetros e a posição atual. Por isso, antes de ligar a máquina, verificar as unidades de medição que estão sendo usadas. Se a máquina for ligada com dados incorretamente especificados, isso poderá danificar a ferramenta, a própria máquina ou a peça, ou causar ferimentos ao usuário. 5. Controle da velocidade de corte constante Quando um eixo sujeito a um controle de velocidade de corte constante se aproxima do ponto de origem do sistema de coordenadas da peça, a velocidade do fuso pode tornar-se excessivamente elevada. Por isso, é necessário especificar a velocidade máxima permitida. Uma especificação incorreta da velocidade máxima permitida poderá causar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao usuário.
m- 5

MEDIDAS DE SEGURANÇA

B-64114PO/01

AVISO
6. Controle de curso Após a ligação da máquina, executar um retorno manual ao ponto de referência, em caso de necessidade. Não é possível proceder ao controle de curso, antes de ser executado o retorno manual ao ponto de referência. Ter em atenção que quando o controle de curso se encontra desativado, não é acionado nenhum alarme mesmo que o limite de curso seja excedido, podendo isso provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao usuário. 7. Modo absoluto/incremental Se um programa criado com valores absolutos for processado no modo incremental ou vice-versa, a máquina poderá comportar-se de forma inesperada. 8. Seleção de plano Se for especificado um plano incorreto para a interpolação circular, interpolação helicoidal ou ciclo fixo, a máquina poderá comportar-se de forma inesperada. Para obter informações mais detalhadas, consultar as descrições das respectivas funções. 9. Salto do limite de torque Quando se pretende executar um salto do limite de torque, é necessário especificar primeiro um valor para o limite de torque. Especificando-se um salto do limite de torque sem que o limite de torque tenha sido primeiro definido, o respectivo comando de movimento será executado sem salto. 10. Função de compensação Se um comando baseado no sistema de coordenadas da máquina ou um comando de retorno ao ponto de referência for executado no modo de compensação, a função de compensação é temporariamente cancelada, provocando um comportamento imprevisto da máquina. Por isso, cancelar sempre o modo de compensação antes de executar qualquer dos comandos acima mencionados.

m- 6

B-64114PO/01

MEDIDAS DE SEGURANÇA

4

AVISOS E CUIDADOS RELATIVOS AO MANUSEAMENTO

Esta seção descreve as medidas de segurança referentes ao manuseamento de máquinas-ferramentas. Antes de colocar a máquina em funcionamento, ler atentamente o manual de operação e o manual de programação fornecidos, de forma a ficar inteiramente familiarizado com seus conteúdos.

AVISO
1. Operação manual Ao operar a máquina manualmente, controlar a posição atual da ferramenta e da peça, e verificar se o eixo de deslocamento, a direção e a velocidade de avanço foram especificados corretamente. Uma operação incorreta da máquina poderá provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao usuário. 2. Retorno manual ao ponto de referência Após a ligação da máquina, executar um retorno manual ao ponto de referência, em caso de necessidade. Se a máquina for operada sem que seja primeiro executado o retorno manual ao ponto de referência, a máquina poderá comportar-se de forma imprevista. Não é possível proceder ao controle de curso, antes de ser executado o retorno manual ao ponto de referência. Uma operação imprevista da máquina poderá provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao usuário. 3. Avanço por manivela No processo de avanço por manivela, ter em atenção que a ferramenta e a mesa se movimentam rapidamente quando a manivela é girada com um grande fator de escala, como p. ex. 100, Um manuseamento descuidado da manivela poderá provocar uma danificação da ferramenta e/ou da máquina, ou causar ferimentos ao usuário. 4. Override desativado Se o override for desativado (de acordo com a especificação de uma variável de macro) durante a abertura de rosca, o rosqueamento rígido com macho ou outro tipo de rosqueamento com macho, a velocidade passa a ser imprevista, podendo provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao operador. 5. Pré-seleção do ponto de origem Por princípio, nunca executar uma pré-seleção do ponto de origem sempre que a máquina esteja sendo operada sob o controle de um programa. Caso contrário, a máquina poderá comportar-se de forma imprevista, podendo provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao usuário.
m- 7

MEDIDAS DE SEGURANÇA

B-64114PO/01

AVISO
6. Deslocamento do sistema de coordenadas da peça Qualquer intervenção manual, bloqueio da máquina ou espelhamento, pode provocar um deslocamento do sistema de coordenadas da peça. Antes de pôr a máquina a trabalhar sob o controle de um programa, verificar cuidadosamente o sistema de coordenadas. Se a máquina for operada sob o controle de um programa, sem que sejam definidas tolerâncias para um eventual deslocamento do sistema de coordenadas da peça, a máquina poderá comportar-se de forma imprevista, podendo provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao operador. 7. Painel de operação por software e chaves de menu Usando-se o painel de operação por software e as chaves de menu em combinação com o painel MDI, é possível definir operações não suportadas pelo painel de operação da máquina, tais como mudança de modo, alteração dos valores de override e comandos de avanço em modo jog. Ter, contudo, em atenção que se as teclas do painel MDI forem acionadas inadvertidamente, a máquina poderá comportar-se de forma imprevista, podendo provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao usuário. 8. Intervenção manual Procedendo-se a uma intervenção manual durante a operação programada da máquina, o caminho da ferramenta poderá alterar-se quando se reiniciar a máquina. Por isso, antes de reiniciar a máquina, após uma intervenção manual, controlar sempre a configuração das chaves absoluto manual, dos parâmetros e do modo de comando absoluto/incremental. 9. Bloqueio de avanço, override e bloco único O bloqueio de avanço, override da velocidade de avanço e funções bloco a bloco podem ser desativados usando a variável do sistema de macros de usuário #3004. Tenha cuidado ao trabalhar com a máquina neste caso. 10. Funcionamento em vazio Normalmente, o funcionamento em vazio serve para controlar o funcionamento da máquina. Durante o funcionamento em vazio, a máquina funciona à velocidade de funcionamento em vazio, a qual difere da velocidade de avanço programada correspondente. Ter em atenção que a velocidade de funcionamento em vazio poderá ser, ocasionalmente, superior à velocidade de avanço programada. 11. Compensação do raio da ponta da ferramenta no modo MDI Prestar especial atenção aos caminhos das ferramentas especificados por meio de um comando no modo MDI, uma vez que a compensação do raio da ponta da ferramenta não é aqui aplicada. Depois de introduzir no MDI um comando para a interrupção da operação automática no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta, prestar particular atenção ao caminho da ferramenta ao ser retomada, subseqüentemente, a operação automática. Para obter informações mais detalhadas, consultar as descrições das respectivas funções. 12. Edição de programas Se a máquina for parada para a edição do programa de usinagem (modificação, introdução ou exclusão), a máquina poderá comportar-se de forma imprevista se a usinagem for retomada sob o controle desse programa. Por princípio, nunca modificar, introduzir ou apagar comandos do programa de usinagem durante a sua execução.
m- 8

B-64114PO/01

MEDIDAS DE SEGURANÇA

5

AVISOS RELATIVOS À MANUTENÇÃO DIÁRIA

AVISO
1. Substituição das baterias de manutenção da memória Para proceder à substituição das baterias de manutenção da memória, deixar a máquina (CNC) ligada e ativar uma parada de emergência da máquina. Visto que este trabalho é executado com a máquina ligada e o armário de distribuição aberto, o mesmo só poderá ser executado por pessoal especializado que possa comprovar ter freqüentado um curso sobre segurança e manutenção. Ao substituir as baterias, ter cuidado para não tocar nos circuitos de alta tensão (marcados com e protegidos com um revestimento isolante). Tocando em circuitos de alta tensão desprotegidos, corre-se o risco de apanhar um choque elétrico extremamente perigoso.

NOTA
O CNC está equipado com baterias a fim de preservar o conteúdo de sua memória, uma vez que tem de guardar dados, tais como programas, correções e parâmetros, mesmo que a tensão de rede esteja desligada. Quando se verifica uma queda da carga das baterias, é visualizado um alarme correspondente no painel de operação da máquina ou na tela. Quando surgir esse alarme, substituir as baterias no prazo de uma semana. Não o fazendo, o conteúdo da memória do CNC ficará perdido. Para obter informações mais detalhadas sobre o processo de substituição das baterias, consultar a seção de manutenção deste manual.

m- 9

MEDIDAS DE SEGURANÇA

B-64114PO/01

AVISO
2. Substituição das baterias dos codificadores de pulsos absolutos Para proceder à substituição das baterias de manutenção da memória, deixar a máquina (CNC) ligada e ativar uma parada de emergência da máquina. Visto que este trabalho é executado com a máquina ligada e o armário de distribuição aberto, o mesmo só poderá ser executado por pessoal especializado que possa comprovar ter freqüentado um curso sobre segurança e manutenção. Ao substituir as baterias, ter cuidado para não tocar nos circuitos de alta tensão (marcados com e protegidos com um revestimento isolante). Tocando em circuitos de alta tensão desprotegidos, corre-se o risco de apanhar um choque elétrico extremamente perigoso.

NOTA
Os codificadores de pulsos absolutos estão equipados com baterias a fim de preservarem a sua posição absoluta. Quando se verifica uma queda da carga das baterias, é visualizado um alarme correspondente no painel de operação da máquina ou na tela. Quando surgir esse alarme, substituir as baterias no prazo de uma semana. Não o fazendo, os dados relativos à posição absoluta, guardados pelo codificador, ficarão perdidos. Para obter informações mais detalhadas sobre o processo de substituição das baterias, consultar o manual de manutenção do MOTOR SERVO FANUC da série αi.

m- 10

B-64114PO/01

MEDIDAS DE SEGURANÇA

AVISO
3. Substituição de fusíveis Em determinadas unidades, o processo de substituição dos fusíveis é descrito no manual de operação e no manual de programação, no capítulo ”Manutenção Diária”. No entanto, antes de se proceder à substituição de um fusível queimado, é necessário localizar e eliminar a respectiva causa. Por esse motivo, este trabalho só poderá ser executado por pessoal especializado que possa comprovar ter freqüentado um treinamento sobre segurança e manutenção. Ao substituir os fusíveis com o armário de distribuição aberto, ter cuidado para não tocar nos circuitos de alta tensão (marcados com e protegidos com um revestimento isolante). Tocando em circuitos de alta tensão desprotegidos, corre-se o risco de apanhar um choque elétrico extremamente perigoso.

m- 11

B-64114PO/01

Índice

MEDIDAS DE SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . m-1

I. ASPECTOS GERAIS
1. ASPECTOS GERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
1.1 1.2 1.3 PROCESSO GERAL DE OPERAÇÃO DA MÁQUINA- FERRAMENTA CNC . . . . . . . . . . . . . . NOTAS SOBRE A LEITURA DESTE MANUAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . NOTAS SOBRE VÁRIOS TIPOS DE DADOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

3
6 8 8

II. PROGRAMAÇÃO
1. ASPECTOS GERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
1.1 1.2 1.3 MOVIMENTO DA FERRAMENTA AO LONGO DOS CON- TORNOS DA PEÇA - INTERPOLAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . AVANÇO - FUNÇÃO DE AVANÇO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . DESENHO DA PEÇA E MOVIMENTO DA FERRAMENTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
1.3.1 1.3.2 1.3.3 Ponto de Referência (Posição Específica da Máquina) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Sistema de Coordenadas do Desenho da Peça e Sistema de Coordenadas Especificado pelo CNC . . . . Como Indicar Dimensões de Comando para Movimentar a Ferramenta - Comandos Absolutos/Incrementais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11
12 14 15
15 16 19

1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9

VELOCIDADE DE CORTE - FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SELEÇÃO DA FERRAMENTA PARA AS DIVERSAS FASES DE USINAGEM - FUNÇÃO DA FERRAMENTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . COMANDO PARA OPERAÇÕES DE MÁQUINA - FUNÇÃO MISCELÂNEA . . . . . . . . . . . . . . CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FAIXA DE MOVIMENTO DA FERRAMENTA - CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

21 22 22 23 26 27

2. EIXOS CONTROLÁVEIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
2.1 2.2 2.3 2.4 EIXOS CONTROLÁVEIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . NOMES DOS EIXOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SISTEMA INCREMENTAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CURSO MÁXIMO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

28
29 29 30 31

3. FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8 4.9 POSICIONAMENTO (G00) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERPOLAÇÃO LINEAR (G01) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERPOLAÇÃO CIRCULAR (G02, G03) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERPOLAÇÃO HELICOIDAL (G02, G03) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERPOLAÇÃO DE COORDENADAS POLARES (G12.1, G13.1) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERPOLAÇÃO CILÍNDRICA (G07.1) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ROSCA DE PASSO CONSTANTE (G32) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ABERTURA DE ROSCA DE PASSO VARIÁVEL (G34) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ABERTURA DE ROSCA CONTÍNUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

32 37
38 40 41 45 46 50 54 58 59

i- 1

Índice

B-64114PO/01

4.10 4.11 4.12 4.13

ABERTURA DE ROSCA MÚLTIPLA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FUNÇÃO DE SALTO (G31) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SALTO MULTI- ETAPAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SALTO DO LIMITE DE TORQUE (G31 P99) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

60 62 64 65

5. FUNÇÕES DE AVANÇO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
5.1 5.2 5.3 5.4 ASPECTOS GERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . DESLOCAMENTO RÁPIDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . AVANÇO DE CORTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PAUSA (G04) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

67
68 69 70 72

6. PONTO DE REFERÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
6.1 RETORNO AO PONTO DE REFERÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

73
74

7. SISTEMA DE COORDENADAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
7.1 7.2 SISTEMA DE COORDENADAS DA MÁQUINA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SISTEMA DE COORDENADAS DA PEÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
7.2.1 7.2.2 7.2.3 7.2.4 7.2.5 Definição do Sistema de Coordenadas da Peça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Seleção de um Sistema de Coordenadas da Peça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Alteração do Sistema de Coordenadas da Peça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Predefinição do Sistema de Coordenadas da Peça (G92.1) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Deslocamento do Sistema de Coordenadas da Peça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

77
78 79
79 81 82 84 86

7.3 7.4

SISTEMA DE COORDENADAS LOCAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SELEÇÃO DE PLANO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

87 89

8. DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
8.1 8.2 8.3 8.4 PROGRAMAÇÃO ABSOLUTA E INCREMENTAL (G90, G91) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CONVERSÃO POLEGADAS/MILÍMETROS (G20, G21) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PROGRAMAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PROGRAMAÇÃO DO DIÂMETRO E DO RAIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

90
91 92 93 94

9. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
9.1 9.2 9.3 9.4 9.5 ESPECIFICAÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO COM UM CÓDIGO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ESPECIFICAÇÃO DIRETA DO VALOR DA VELOCIDADE DO FUSO (COMANDO S DE 5 DÍGITOS) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CONTROLE DA VELOCIDADE DE CORTE CONSTANTE (G96, G97) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FUNÇÃO DE SUPERVISÃO DA OSCILAÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO (G25, G26) . . . . FUNÇÃO DE POSICIONAMENTO DO FUSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
9.5.1 9.5.2 9.5.3 Orientação do Fuso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Posicionamento do Fuso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Cancelamento do Posicionamento do Fuso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

95
96 96 97 101 104
104 104 106

10.FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107
10.1 10.2 SELEÇÃO DA FERRAMENTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . GESTÃO DA VIDA ÚTIL DAS FERRAMENTAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
10.2.1 10.2.2 Programa dos Dados de Vida Útil da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Contagem da Vida Útil da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

108 109
109 112

i- 2

. . . . . .2 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 11. . . . . . . . . . .5 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 FUNÇÃO AUXILIAR (FUNÇÃO M) . . . . . . . . .1 CORREÇÃO DA FERRAMENTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .FUNÇÃO AUXILIAR . . . . . . . 132 13. . . G94) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 Ciclo de Rosqueamento Rígido Frontal com Macho (G84) / Ciclo de Rosqueamento Rígido Lateral com Macho (G88) . . . . . .3 Especificação do Grupo da Ferramenta no Programa de Usinagem . . . . . . . CONFIGURAÇÃO DA SEÇÃO DE PROGRAMA . . . . . . . 188 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . Ciclo Direto de Retificação Transversal e Dimensões Fixas (G72) .1 13. . . . . . . . . . .7 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . .1 14. . . .6 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Como Usar Ciclos Fixos (G90. . . . . . . . . . . .4. . . . . .1. . . . . . 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SUBPROGRAMA (M98. .G76) . . Ciclo de Perfuração Frontal (G83) / Ciclo de Perfuração Lateral (G87) . . . . . . . . . . . 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 13. . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 12. . . Código T para a Correção da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 189 189 190 190 i. . FUNÇÕES AUXILIARES SECUNDÁRIAS (CÓDIGOS B) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . VÁRIOS COMANDOS M NO MESMO BLOCO . . . . . . . . . . . Ciclo de Perfuração do Diâmetro Exterior/Interior (G75) . . . . . . G92. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8 CHANFRAGEM E CANTO R . . . . . . . . . . . . . Ciclo de Rosqueamento Frontal (G84) / Ciclo de Rosqueamento Lateral (G88) . . . .2. . . Remoção de Material por Torneamento (G71) . . . . . . . . . . . . . . . .2 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ciclo de Acabamento (G70) . . . Seleção da Ferramenta . . . Cancelamento do rosqueamento rígido com macho (G80) . . . . . .4 CICLO FIXO DE RETIFICAÇÃO (PARA A RETIFICADORA) . . . . . . .FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO . . . . . . . . . Cancelamento do Ciclo Fixo de Perfuração (G80) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Repetição de Padrões (G73) . . . . . . . . . . . 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 Ciclo de Corte do Diâmetro Exterior/Interior (G90) . . . . . . . . . . . . . . . . .3 13. . . .1. . . . . . . . . . . . . .5 13. . . . . . .4 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .G89) .1 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1.4 171 171 172 173 174 13. . Ciclo de Perfuração Profunda da Superfície Final (G74) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . .1 13. . . . . . . . . . . . . .3 CICLO FIXO DE PERFURAÇÃO (G80. . . . Remoção de Material por Faceamento (G72) . . . . . . . . . .2 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 REPETIÇÃO DE CICLO (G70. . . . . . . . . . 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 159 163 166 168 169 170 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 13. . . . . . . . . . . . . . . Ciclo de Abertura de Rosca (G92) . . . . .3 13.2. . . . . . . . . . . .3 13. 13. . . . . . . . . . 118 12. . .1 CICLO FIXO (G90. . . . . . . . . . . . . . ROSQUEAMENTO RÍGIDO COM MACHO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . G69) .1 13. . . . . .2 12. . . . . . . Medidas de Precaução . . . . . .1. . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 13. . . . PROGRAMAÇÃO DIRETA DAS DIMENSÕES DO DESENHO .CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA . . . . . . . . . . . . . . . . . Ciclo de Mandrilagem Frontal (G85) / Ciclo de Mandrilagem Lateral (G89) . . .2 14. . . . . .2. . .8 143 143 147 148 149 152 153 154 158 13. .3. . . . . . . . . . .1 13. . . . . . . . . . . . . . . 175 178 179 184 185 187 14. . . . . . . . . .3 Correção da Geometria da Ferramenta e Correção do Desgaste da Ferramenta . . . . . . . . . .1. . . . . . . . M99) . . . . . . . Ciclo de Torneamento da Superfície Final (G94) . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . .REVÓLVER (G68. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ciclo Direto de Retificação por Oscilação e Dimensões Fixas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. .3 . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . 113 11. . .3 OUTRAS COMPONENTES DO PROGRAMA ALÉM DAS SEÇÕES DE PROGRAMA .2. . . .B-64114PO/01 Índice 10.3. . . . . . . Ciclo de Retificação Transversal (G71) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. ESPELHAMENTO PARA CABEÇOTE DUPLO DE TORNO. . . . . . . . . . . . G92. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 133 135 138 141 13. . . . . . . Ciclo de Abertura de Rosca Múltipla (G76) . . . . . . . . . . . . G94) . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . 13. . . . . .7 13. Notas Sobre a Repetição de Ciclo (G70-G76) . . . . . . . . . . . . . . . . Ciclo de Retificação por Oscilação (G73) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120 123 129 13. . . . . . .FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO . .8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 115 116 117 12. . .4. . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . .

.3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254 15. . . . . . . . . . . . . . . . Sentido da Ponta Imaginária da Ferramenta . . . . . . . . . . . .1 14.3. . . . Repetição (Instrução WHILE) . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . G37) . . . . . . . 251 15. . . . . . DESVIO E REPETIÇÃO . . . . . . . . . . . . . .4 15. . . . . . . . . . .6 14. . . . . . . . . . . . Chamada Simples (G65) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 PORMENORES DA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA PONTA DA FERRAMENTA . . . . . . . .7 277 278 282 284 285 286 287 288 15. G28 e G30 no Modo de Compensação do Raio da Ponta da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 14. . . Corte Excessivo Devido à Compensação do Raio da Ponta da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Movimento da Ferramenta Aquando da Partida . . . . . . . . . . . .2 14. . . . . . . . . . . . .7 15.9 PROCESSAMENTO DE MACROINSTRUÇÕES . . . Comandos G53. . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Chamada de Subprogramas Através de um Código T . . .1 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . LIMITAÇÕES . . . . . . .7 14. . . . . . .2 15. . . . . . . . . .11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . .3. . . . . . . . . . . .11 MACRO DE USUÁRIO DO TIPO INTERRUPÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 249 249 250 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 Desvio Incondicional (Instrução GOTO) . . . . . . . . . . . . . . . . . . Notas Sobre a Compensação do Raio da Ponta da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . Chamada de Subprogramas Através de um Código M . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 197 197 199 200 202 207 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 Método de Especificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 190 191 194 14. . . . . . . . . . . . . . Posição de Trabalho e Comando de Movimento . .2. . . . . . Correção na Chanfragem e Arcos de Canto . . . . . . . . . . . . . . . . .2 14. . . . . . . . . . . . .3 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 15. . . . . 255 259 266 271 272 272 273 274 15. . .10 COMANDOS DE SAÍDA EXTERNOS . . . .6. . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 15. . . . . . . . . . . . . . . Aspectos gerais .1. . . . . . . . . Chamada de Macro Através de um Código G . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 15. . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . . Precauções Gerais Para as Operações de Correção . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Número de Correção e Valor de Correção .1 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10 210 210 212 214 227 230 235 236 238 239 240 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 15. . .5 VARIÁVEIS . . . 15. . . . . . . . . 290 292 293 294 298 299 300 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Alteração do Valor de Correção da Ferramenta . . . . . . . . . . . . .5 14. . 14. . . . . . . . Movimento da Ferramenta no Modo de Correção . . . . . . . . 16. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . .3. . . . . . . . . . . . . . .6 CHAMADA DE MACRO . . . .3. . . . . . . . . . . .3 15. . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Comandos G53. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Índice B-64114PO/01 14. . . . . .9 14. . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . .6 Número de Correção . . . . .8 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Chamada Modal (G66) . . . . . . . . . . . . . 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15. Pormenores das Funções . . .1. Comando de Entrada Através do Painel MDI . . . . . . . . . .1 15. . . . . . . .4 14. . .2 VISÃO GERAL DA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA PONTA DA FERRAMENTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 15. . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Movimento da Ferramenta Aquando do Cancelamento do Modo de Correção .6. . . . . . . . . .4 VALORES DE COMPENSAÇÃO DA FERRAMENTA. .1 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 . . . . . . . . . .6. . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . .11. . . . .5 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Verificação de Interferências . . . .6 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15. . . . . . . . . . . Chamada de Macro Através de um Código M . . . . . . . . . . . . .MACROS DE USUÁRIO . . Correção . . NÚMERO DE VALORES DE COMPENSAÇÃO E INTRODUÇÃO DE VALORES A PARTIR DO PROGRAMA (G10) . Programa Exemplificativo . . . . . . . . . . . . MACROINSTRUÇÕES E INSTRUÇÕES NC . .4 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 307 i. . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14. . . . . . . . . . . .ENTRADA DE PARÂMETROS PROGRAMÁVEIS (G10) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OPERAÇÃO ARITMÉTICA E LÓGICA . . . .1 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. VARIÁVEIS DO SISTEMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . REGISTRO DE PROGRAMAS DE MACROS DE USUÁRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 CORREÇÃO AUTOMÁTICA DA FERRAMENTA (G36. . . . . . . . . . . . . . . . . . G28 e G30 Quando é Aplicada a Correção da Posição da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ponta Imaginária da Ferramenta . . . Desvio Condicional (Instrução IF) . .8 15. . . . . . . . . . .2 Compensação da Ferramenta e Número de Compensação da Ferramenta . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . .4 1. . . . . . .3 19. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .B-64114PO/01 Índice 17. . . . . . . . . . . . OPERAÇÃO 1. . . . . . . . . . . 354 356 357 359 359 360 1. . . . . . . . CONTROLE SIMPLES DE SINCRONIZAÇÃO . . 340 344 348 III. . . . . . . . . . . . . . . . . . 361 362 365 365 366 366 367 367 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Indicação do Tempo de Execução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . DISPOSITIVOS OPERACIONAIS . . . . . . . . .6 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 TORNEAMENTO POLIGONAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 328 333 334 336 337 20. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 310 17. . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 311 312 313 314 315 317 18. . . . . . . . . . . . . . . .7 EDIÇÃO DE UM PROGRAMA DE PEÇAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 19. . . . . . . . . CONTROLE EM TANDEM . . . . . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Indicação da Posição Atual . . . . . . . . . . . . . . . . .7.1 UNIDADES DE ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO . . . . . . . . .3 17. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . VISUALIZAÇÃO . . . . . . . . . .1 CONTROLE AVANÇADO POR ANTECIPAÇÃO (G08) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7. . . .OVER DO EIXO DE ROTAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . MOVIMENTO DA FERRAMENTAPOR PROGRAMAÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11 . . . . . . . . . . . . . . .4 OPERAÇÃO MANUAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ASPECTOS GERAIS . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Como Visualizar a Mudança da Indicação da Posição sem Colocar a Máquina em Funcionamento . . . . . . . . .3 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8 SAÍDA DE DADOS . . . . . . .6 ENDEREÇOS E FAIXA DE VALORES ESPECIFICÁVEL PARA O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11 . 353 1. . ROLL. . . . . . . VISUALIZAÇÃO DOS DADOS PADRÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . . . . . . .2 17. . . . . Visualização de Gráficos (Ver Seção III-12) . . . . . . . . . . . . . CONTROLE DE UM EIXO ANGULAR / CONTROLE DE UM EIXO ANGULAR ARBITRÁRIO . . . . . . . . . . . . . . . 369 2. . . . . . . . Tela de Alarmes . . . . . . . . . . . . . . .1 17. . . . . FORMATOS PARA OS CICLOS FIXOS DE PERFURAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 1. . . . . . . . . . . . Indicação da Contagem de Peças. . . . . . . . . . . . . . CARACTERES E CÓDIGOS PARA A FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO . . . . . . . . . .FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CICLO FIXO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 20. CHAMADA DO SUBPROGRAMA . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 20. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 322 19. . . . . . . . . ABERTURA DE ROSCAS DE PASSO CONSTANTE . .2 Teste durante o Funcionamento da Máquina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 17. . . . . . . .5 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 VISUALIZAÇÃO DO MENU PADRÃO . . . . . . . . . . .4 17. . REPETIÇÃO DO CICLO FIXO DE TORNEAMENTO . 327 19. . . . . . . . . . . . .5 370 . . . . . . . . . . .2 1. . . . . . . . . . . . . i. . . . . . . . 321 18. . . . VISUALIZAÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE DADOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339 20. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 1. . . . . . . . . . . .4 19. . . . . . . 368 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE .OPERAÇÃO AUTOMÁTICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 1. . TESTAR UM PROGRAMA . . . . . . . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 19. .5 Visualização do Programa . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . .2 2. . . . . . . . . . . . . . . . OVERRIDE DA VELOCIDADE DE AVANÇO .4 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Parâmetro . . . . . . . . . . . . . .2 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . REINÍCIO DO PROGRAMA . . . . . . . . . . .2 Especificação . . . . . . . . . . . . .7 4. . . .1 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERVENÇÃO MANUAL E RETORNO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10 OPERAÇÃO DE MEMÓRIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 2. . . . . . . . . FUNÇÃO DE CHAMADA DE SUBPROGRAMA (M198) . . .2 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Entrada por Teclas e Buffer de Entrada . . . . . . . .3. . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371 372 373 374 2. AVANÇO EM MODO JOG . . . . . . . . . . .5 Operações Gerais de Tela . . . . . . . . OPERAÇÃO MDI . . . . . . .1 5.5. . . . . . .4 2. . . . . . . .3 397 399 LIGAR/DESLIGAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERRUPÇÃO POR MANIVELA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 404 406 408 409 412 4. . . . . . .1. . . . . . . 400 400 401 402 3. . . . . . . . .4 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 Operação DNC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ESPELHAMENTO . . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Arquivo Handy FANUC . . . . .1 2. . . . . . . . . 403 3. . . . . . . Procedimento para Fixar o Cartão de Memória . . . . OPERAÇÃO MANUAL . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 4. . .8 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 DISPOSITIVOS EXTERNOS DE E/S . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ABSOLUTO MANUAL ON E OFF . . . . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . OPERAÇÃO DNC COM CARTÃO DE MEMÓRIA . . . 375 377 377 378 379 395 396 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . a cores (tipo horizontal) . . . . . . . . . . . .1 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Limitação e Notas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4”. . . . . . . . . OVERRIDE DO DESLOCAMENTO RÁPIDO .1 2. 453 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 . . . . . . .3 EXPLICAÇÃO DOTECLADO . . AVANÇO INCREMENTAL . . . . . .1. . . . . . Ligar o Equipamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . .5 4. . . . . . . . .6 4. . . . . . . . . . . Soft Keys . . . .5 RETORNO MANUAL AO PONTO DE REFERÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TECLAS DE FUNÇÃO E SOFT KEYS . . . . . . . . . . . . . . . . .2”. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Mensagens de Aviso . . . . .3 2. . . . . . . . . . . . . . . Operações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 3. . . . . . . . Desenergização . . . . .Índice B-64114PO/01 2. . . . . . . . . . . . . 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Localização das teclas no MDI (unidade LCD/MDI de tipo horizontal) . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Teclas de Função . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . . 2. . . . .9 4. . . . . monocromática/8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 BLOQUEIO DA MÁQUINA E BLOQUEIO DA FUNÇÃO AUXILIAR . . . . . . . FUNÇÃO DE PLANEJAMENTO . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OPERAÇÃO DE TESTE . . . . . . . . . . . . . . . . . a cores (tipo vertical) . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . .2 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. .4. . . . . .2 2. . . . . . . . . . .2 4. . . . .1 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2”. . . . . . . . . . . . . . 454 456 457 i. .4”. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 2. . . . . . . . . . Localização das teclas no MDI (unidade LCD/MDI do tipo vertical) . . . . . . . . . Unidade LCD/MDI de 7. . . . . . . . . . . . . . . . . .3 4. . . . AVANÇO POR MANIVELA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . .4 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . .4 2. . . . Tela Visualizada ao Energizar . . . OPERAÇÃO DNC . . . .4 Unidade LCD/MDI de 7. . . . . . . . . monocromática/8. . . . . . . . . . 418 421 424 426 434 439 441 444 446 448 448 449 449 450 451 451 451 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 Chamada de Subprograma (M198) . . . . . . . . . . . . . . . . . 417 4. . .

4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 8. . . . . . . . . . . . . . . . . .6 ENTRADA E SAÍDA DE PARÂMETROS E DE DADOS DE COMPENSAÇÃO DE ERRO DO PASSO . . . . . . . . . . .3 TELA DE ALARMES . VISUALIZAÇÃO DO HISTÓRICO DE ALARMES . . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 PARADA DE EMERGÊNCIA . . . .7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Saída de um Programa . . . . . .DIAGNÓSTICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8. . . . . . . 8. . . . . . . . . . . . .8.9 8. Saída de variáveis comuns de macros de usuário . . 8. . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . .2 Entrada de um Programa . . . . . . . . . . . . . . . . . . 479 7. . . . . . . .2 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 530 i. . . . . . . . . . . . .4 6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 Entrada de Parâmetros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 7. . . . . . . . .10 TRANSMISSÃO DE UMA LISTA DE PROGRAMAS PARA UM DETERMINADO GRUPO . . . . . . . . . . . . . Saída dos Dados de Compensação de Erro de Passo . . . . .1 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 487 489 491 492 492 495 8. . 480 482 483 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 8. . . .5. . . . . . . . . .2 497 497 498 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7 . . . . Entrada de Dados de Correção . . . . . .5 FUNCIONAMENTO EM VAZIO . . . . . . . . . . .1 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Entrada de Variáveis Comuns de Macro de Usuário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Apagar Arquivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Entrada e saída de parâmetros . . . . . . . . . . . .6 Definição de parâmetros de entrada/saída . . . . . . . . . . . . .1 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Saída de Programas . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . . . . . . . . . . Leitura de Arquivos . . . . . . . . . .1 6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ENTRADA/SAÍDA DE PROGRAMAS . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . PESQUISA DE ARQUIVOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 8. . . . . . .5 ENTRADA E SAÍDA DOS DADOS DE CORREÇÃO . . . . . . . . . . . . .1 8. . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . Saída de Parâmetros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 8. . . . . . . . . . . . . . . .8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . BARREIRAS DA PLACA DE FIXAÇÃO E DO BARREIRA DO CABEÇOTE MÓVEL . 463 464 465 469 476 7. . . . . CONTROLE DE FIM DE CURSO ANTES DE EXECUTAR UM MOVIMENTO . . . . . . . . . . . . .11 ENTRADA/SAÍDA DE DADOS ATRAVÉS DE UM CARTÃO DE MEMÓRIA . . . . . . . . . . . .6. . 499 499 500 501 502 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 ARQUIVOS . . . . . . . . . . . . . . . . Entrada e saída de arquivos em disquetes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8. . . . . . . . . CONTROLE DO CURSO ARMAZENADO . . . . . . . . . . . .2 8. . . . 513 514 515 516 520 522 524 525 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Saída de Variáveis Comuns de Macro de Usuário . . . . .4 505 506 509 510 511 8. . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . .2 8. . . . . . . . . . . . . . . Entrada de Dados de Compensação de Erro de Passo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7 ENTRADA/SAÍDA DE VARIÁVEIS COMUNS DE MACRO DE USUÁRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 458 459 6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FUNÇÕES DE SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 5. . . . . Entrada e saída de programas . . . . . . . . . . . . Visualização do Diretório . . . . . . . 8. . . . . . . . . . .1 8. . . . . . . VERIFICAÇÃO ATRAVÉS DA TELA DE AUTO. . . . .4 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 8. .3 8. . . . . . . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS NA TELA TUDO E/S . . . . . . . . . . . . . . . . . . FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO . . 486 8. Saída de Dados de Correção . . . . .2 503 503 504 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8. . . . . . . . . . . . . . .B-64114PO/01 Índice 5. . . . . . . . . . . . . . . 462 6. . . . ULTRAPASSAGEM DE CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. APAGAMENTO DE ARQUIVOS . . . . . . . . .8 VISUALIZAÇÃO DO DIRETÓRIO DO DISQUETE . . BLOCO ÚNICO . . .3 6.10. . . . . . . Entrada e Saída de Dados de Correção . . . . . .5 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8. . .

. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .1 11. . . . . . .2 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tela da Posição no Sistema de Coordenadas Relativas . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 PESQUISA DO NÚMERO DO PROGRAMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Apagar Palavras . . . . . . . . EDIÇÃO SIMULTÂNEA . . . . . . . . . . . . .6 11. . . . .. . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . .8 . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . .9 EDIÇÃO DE MACROS DE USUÁRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Copiar um Programa Inteiro . . . . . . . . . . . . . . Apagar Todos os Programas . . . . . . . . . . . . . . . Tela de Verificação do Programa . . . . . . . . . . . . .5 Tela do Conteúdo do Programa . . . . . . . . Explicações Suplementares para as Operações de Copiar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . CRIAÇÃO DE PROGRAMAS NO MODO APRENDER (REPRODUÇÃO) . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . Inserção de Palavras . . . . . . 9. . . . . . . . . . . . . . .ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS . . . .3 Apagar Um Programa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . EDIÇÃO DE PROGRAMAS . .. . . . . PROGRAMAÇÃO VERBAL COM FUNÇÃO GRÁFICA . . . . . . . .6 557 558 559 560 561 562 564 9. . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . .7 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Copiar Parte de um Programa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . .4 CRIAÇÃO DE PROGRAMAS USANDO O PAINEL MDI . . . . . . . . .. . . .1 INSERIR. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . Apagar Vários Blocos . . . . . . . . . . . .2 11. . . . . . . . . . . . Tela da Velocidade de Avanço Real . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . 570 10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..1 10. . .4 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 9. . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . .Índice B-64114PO/01 9. . . . . . . . . . . . . . . . .3 9. . .2 APAGAR BLOCOS . . . . . . . . . . . . . .CRIAÇÃO DE PROGRAMAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FUNÇÃO DE SENHA . .5 Pesquisa de Palavras .. . . . . . . . . . . . . . . 566 567 568 10. . .1. . . . . . . . . . . . . . . . 552 553 555 555 555 556 9. . . . . . . . . . PESQUISA DO NÚMERO DE SEQÜÊNCIA . . . . . . . .. . . . . . . . . . . Mover e Intercalar . . . .2 TELAS VISUALIZADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO (NO MODO MEMÓRIA OU MODO MDI) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 TELAS MOSTRADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO 11. Tela do Bloco Atual . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . Substituição de Palavras e de Endereços . . .3 9. . . .3 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Indicação da Posição Global . . . . .2 9. . . .1. . . . . . . .3 10. .5. . . . . . .. . Visualização do Monitor de Operação . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . .8 9. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . Mover Parte de um Programa . . . . .2 10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Apagar Mais de Um Programa Especificando uma Faixa . . . . . . . . Predefinição do Sistema de Coordenadas da Peça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .4 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 590 590 591 593 594 595 597 598 Indicação da Posição no Sistema de Coordenadas da Peça . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . .1. .6. . . . . . .3 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . INSERÇÃO AUTOMÁTICA DE NÚMEROS DE SEQÜÊNCIA . . . . . Tela do Bloco Seguinte . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . .. . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 11. . . 600 600 601 602 603 604 i. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . APAGAR PROGRAMAS . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 9. . . . . . . . . . .2 550 550 551 9. . ALTERAR E APAGAR UMA PALAVRA . . . . .. . .7 . . . Salto para o Início do Programa . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . 543 544 546 547 548 549 9.1 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Apagar um Bloco . . . . . .6 FUNÇÃO AMPLIADA DE EDIÇÃO DE UM PROGRAMA DE PEÇAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Alteração de Palavras . . . .. . . . . . . . .5. .1. . . . . . . . . . . . . . .1 9. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11. . . . . . . . . . . . . . . . ..3 9. . . .4 11. . . . . . . . Intercalar um Programa . .2. . . Visualização do Tempo de Trabalho e da Contagem das Peças . . . . . . 571 572 574 577 11. . . . . . . . . . . 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 542 9. . . . .1. . . . Tela do Programa para a Operação MDI . . . . .1 11. . . . . . 11. . . . 581 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . Correção do Eixo Y . . . . . .4.5 TELAS MOSTRADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO 11. . .4 TELAS MOSTRADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO 11. . . . 667 IV. . Visualização do Estado e Avisos para a Especificação de Dados ou a Operação de Entrada/Saída . . . . . . Visualização e Definição de Variáveis Comuns de Macro de Usuário . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . 11. . . .8.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . APAGAR A TELA . . . . . . . . . . .8 TELAS MOSTRADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO 11. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . .. . . 662 14. . . . . . .1 11. . . .. . . . . . . . . . 673 1. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .2 . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .1 11. . . . .1 11. . . . . . . . . . . ... . . . .1 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . 653 653 654 12. . . . . . . . Entrada do Valor de Correção em o Contador . . .. . . . . . . . GRÁFICO DINÂMICO . . . . i. . . . . . .15 . . . . . . . . . . . . . . . . 648 648 649 11. Ativação Automática do Protetor de Tela . . . . . . . MANUAL GUIDE 0i 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. .. OPERAÇÕES DE CRIAÇÃO DE UM PROGRAMAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . INTRODUÇÃO .. . . . . . .. . . . . . . . . .4. . .4. . . . . . . . . .. . . . . . . . . .8. . .7 11.. . Desativar a Visualização da Tela CRT . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . Visualização dos Dados Padrão e do Menu Padrão . . . . . . . . . 642 643 645 Visualizar e Especificar Parâmetros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . .8 11. .. . . . . . . . . . . .HARDCOPY DA TELA . . . . . . . . . . . . . . . . . .7 11.2 Tela da Memória Usada e Lista de Programas . . . .. . . . . . . . . . . . ... . .3 TELAS VISUALIZADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO (NO MODO EDIÇÃO) . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. .B-64114PO/01 Índice 11. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .9 11. . . . . . . Definição da Quantidade de Deslocação do Sistema de Coordenadas da Peça . . . . ..9 674 675 676 . . . . . . . . . . . . . . .3 APRESENTAÇÃO GERAL . . .. . .11 11. . . . . . . . . .. . . . . .6 11. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 VISUALIZAÇÃO DE GRÁFICOS . . . .10 11.4. . . . . . . .1 11.. . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . .FUNÇÃO GRÁFICA . . . Comparação e Parada do Número de Seqüência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Contagem de Peças e Duração . Visualização e Definição dos Dados de Gestão da Vida Útil das Ferramentas . . . . . . . 11. 611 612 615 617 619 620 622 625 627 629 631 632 634 635 637 639 Especificação e Visualização do Valor de Correção da Ferramenta . . . . . . Visualização e Entrada de Dados de Definição . . . .. . . . . . . . . Entrada Direta da Correção da Ferramenta em B . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . 655 12. . . .. . . . . . . Entrada Direta do Valor de Correção da Ferramenta . . . .. . . . . . . . . . . .6. . . . . . .4.2 1. . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 .5 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 11. . . .. . . .4.. . . . . . . . . . Visualização e Definição dos Dados de Compensação de Erro do Passo . . . . . . . .2 11. . . . . . . . . .. 605 605 608 11. .4. . . . . . . .1 12. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . Visualização e Definição do Painel de Operação por Software . . . .. . . . . . . . . .3 11. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 651 651 Tela do Histórico de Mensagens Externas do Operador .. .FUNÇÃO DE AJUDA . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . .13 11.. . . . . . Entrada Direta dos Valores Medidos de Correção do Ponto de Origem da Peça . . . . . . . .3. . . Visualização e Definição do Valor de Correção do Ponto de Origem da Peça . . .. .4. . . . .. . . . . 11. .6 VISUALIZAÇÃO DO NÚMERO DO PROGRAMA. . . . . . . . .6. . .2 Visualização do Número do Programa e do Número de Seqüência .. . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . .4 11. . .12 11. . . . . . . . . . Visualização e Definição do Tempo de Trabalho. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 656 661 13. . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .14 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . MANUAL GUIDE 0i . . . . . . . . . . . . . . .1 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Visualização de uma Lista de Programas para um Determinado Grupo . . .. .. . . DO NÚMERO DE SEQÜÊNCIA E DO ESTADO E MENSAGENS DE AVISO PARA OPERAÇÃO DE ESPECIFICAÇÃO DOS DADOS OU ENTRADA/SAÍDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Prestar atenção às notas no executor de macros . . .5. . . . . . . . . .3. . . . .4. . Dados para Cada Ciclo Fixo . . . . . . .4 Selecione Ponto de Cruzamento da Figura . . .4. . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 Arco em Contato com 2 arcos Não em Cruzamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . Bloco do tipo de usinagem de abertura de rosca . . . .1 1. . .4 USINAGEM DE CICLO FIXO . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . .4 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Bloco de figura de ranhurar no torneamento . . Entrada no Programa de Perfis . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 1.5. . . . . .3. . . . . . . . . . . . . ALARMES . . . . . . . . . . 1. . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 1. . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Assistência no processo . . . . . . . . . .5. . . . . . . .2 1. Bloco do tipo de usinagem de acabamento de ranhuras no torneamento . . . 1. . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . .5 Arco . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . 1. .1 Bloco do tipo de usinagem de perfuração com torno mecânico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . .10 . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 1. . . .5. . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Bloco de figura de remoção de material por torneamento e acabamento .2 1.3 1. . . . . . . . . . .4 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5.2 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 1. .5. .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Operação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. .3 Canto R . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . .3 1.5. . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Bloco do tipo de usinagem de desbaste de ranhura no torneamento . . . . . . Verificação das Figuras de Perfis . . . .2. . . . .1 Arco . . . . . . . . . . . . . . .5. . 732 739 i. . . . . . . . . . Partida .5. . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 Operações da Programação de Perfis . . . . . . . .3. .1 Linha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Arco em Contato com Linhas e Arcos em Cruzamento . . . . . . . . . . . . . . . . . .9 Bloco do tipo de usinagem de remoção de material por torneamento . . . . . Arco em Contato com Linhas e Arcos Não em Cruzamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. Detalhes dos Dados da Figura de Perfil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 1. . . Linha . . . . . . . . . Linha tangencial a dois arcos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 697 698 698 699 700 704 705 707 707 707 708 708 709 709 712 716 717 718 719 720 720 721 726 728 730 730 731 731 1. . . . . . . . . . . . . . .4 1. .3 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . .2 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . Bloco do tipo de usinagem de acabamento por torneamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . Assistência código M . . . .1 Chamada da Tela de Programação de Perfis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Assistência código G . . . . . . . . . . . Detalhes do Cálculo Auxiliar . . . . . . . . . .7 PARÂMETRO . Bloco de figura de abertura de rosca . . . . . . . . . . .4. . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . .1 Cálculo de dados de entrada . . . . . . . . . . . . . . . .2 1. . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 1.5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . Outros . .1 Aspectos gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 Partida . . . . .5.2. . . .2. . . . . Chanfragem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 Arco . . . . . . .3.1. . . . . . . . .5 PROGRAMAÇÃO DE PERFIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. .5. .7 1. . . . . . . . . . . . . 1. . . . .2 1. . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 Conversão para Programa NC . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 Prestar atenção às notas no programa de perfis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 676 677 678 680 682 685 1. . . . . . . . .4 1. . . . . . 1. .2 1. . . . . . . . . . . . . . Criação de um Novo Programa de Peças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Detalhes do Cálculo de contorno . . . . . . . . . . . . . . . . . .1.5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Índice B-64114PO/01 1. . .2. . . . . . . . . . . . . . . . .2.1. . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . .1 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 1. . . . . . . . . . . . . . . . 1. . 1. .4. . . . . . . . . . . . . . . . . .8 1. . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . .2 Seleção do Método de Edição do Programa de Perfis . . . . . . . 1. . . .3 Ponto inicial . . . . . . . 1. . . . . . . . . . .2 687 688 690 690 691 691 692 693 693 694 695 696 1. 1. .

. . . . . . . . . . . .1 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 COMPRIMENTO DE PASSO INCORRETO . . . . . . . . . . . . BATERIA PARA CODIFICADORES DE PULSOS ABSOLUTOS INDEPENDENTES (6 VDC) . . . . . . . . . . . LISTA DE FUNÇÕES E FORMATO DE FITA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ERRO DE DIREÇÃO DO RAIO NO CORTE CIRCULAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 775 G. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TABELA DE CORRESPONDÊNCIA CARACTERE. . . . . . . . . . . . . . . .1 D. . . 756 C. . . . 773 F. . . . . . . . CAMINHO DA FERRAMENTA NOS CANTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 D. . . 765 767 769 772 E. . . . . . . . . . . FAIXAS DO VALOR DE COMANDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 744 748 749 ANEXOS A. . . .3 D. . . . . . . . . LISTA DE ALARMES . . . .3 BATERIA PARA BACKUP DA MEMÓRIA (3 VDC) . . . . . . A ANULAÇÃO E O RESET . . . . . . . . . . . . . . . . NOMOGRAMAS . . . 776 i. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ESTADO DURANTE A ENERGIZAÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . 764 D. 743 1. . . .B-64114PO/01 Índice V.2 1. . . . . . . . . 761 D. . . . . . . . . . MÉTODO DE SUBSTITUIÇÃO DA BATERIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . LISTA DOS CÓDIGOS DA FITA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .CÓDIGO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . MANUTENÇÃO 1. . . . . . . . . . . . . . 753 B. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CÁLCULO SIMPLES DO COMPRIMENTO DE PASSO INCORRETO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . BATERIA PARA CODIFICADORES DE PULSOS ABSOLUTOS INTEGRADOS NO MOTOR (6 VDC) .11 . .

.

ASPECTOS GERAIS .I.

.

B-64114PO/01 ASPECTOS GERAIS 1. bem como notas para a leitura deste manual. ANEXO Apresenta uma lista de códigos de fitas perfuradas. ASPECTOS GERAIS 1 ASPECTOS GERAIS Acerca deste manual Este manual engloba os seguintes capítulos: I. consultar o manual DESCRIÇÕES (B-64112EN). procedimentos para a entrada e saída de dados. mencionando os modelos aplicáveis. MANUAL GUIDE 0i Descreve o MANUAL GUIDE 0i. bem como para a edição de programas. II. III. Para obter informações mais detalhadas. As opções integradas em seu sistema podem ser consultadas no manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. consultar o manual de parametrização (B-64120EN). O presente manual descreve todas as funções opcionais. MANUTENÇÃO Descreve os procedimentos para a substituição de baterias. caraterísticas e restrições. os manuais com eles relacionados. IV. Para informações mais detalhadas sobre os parâmetros mencionados no presente manual. Os modelos abrangidos por este manual e as respectivas abreviaturas são: Nome do produto FANUC Série 0i--TC 0i--TC Abreviaturas Série 0i 3 . de faixas de dados válidas e de códigos de erro. ASPECTOS GERAIS Descreve a organização dos capítulos. Os parâmetros não são descritos detalhadamente neste manual. Algumas das funções descritas neste manual poderão não ser aplicáveis a certos produtos. PROGRAMAÇÃO Descreve todas as funções: o formato utilizado para a programação de funções na linguagem NC. V. OPERAÇÃO Descreve a operação manual e automática da máquina.

Nome do manual DESCRIPTIONS CONNECTION MANUAL (HARDWARE) CONNECTION MANUAL (FUNCTION) MANUAL DE OPERAÇÃO da série 0i--TC Series 0i--MC OPERATOR’S MANUAL Series 0i Mate--TC OPERATOR’S MANUAL Series 0i Mate--MC OPERATOR’S MANUAL MAINTENANCE MANUAL PARAMETER MANUAL MANUAL DE PROGRAMAÇÃO Macro Compiler/Macro Executor PROGRAMMING MANUAL FANUC MACRO COMPILER (For Personal Computer) PROGRAMMING MANUAL PMC PMC Ladder Language PROGRAMMING MANUAL PMC C Language PROGRAMMING MANUAL Rede Profibus--DP Board OPERATOR’S MANUAL Ethernet Board/DATA SERVER Board OPERATOR’S MANUAL FAST Ethernet Board/FAST DATA SERVER OPERATOR’S MANUAL DeviceNet Board OPERATOR’S MANUAL CNC ABERTO FANUC OPEN CNC OPERATOR’S MANUAL (Basic Operation Package (For Windows 95/NT)) FANUC OPEN CNC OPERATOR’S MANUAL (Operation Management Package) B--62994EN B--63214EN B--62924EN B--63354EN B--63644EN B--63404EN B--61863E B--61863E--1 B--61803E--1 B--66102E Número de especificação B--64112EN B--64113EN B--64113EN--1 B--64114PO B--64124EN B--64134EN B--64144EN B--64115EN B--64120EN * Manuais afins da série 0i -C/0i Mate-C 4 . ao código ISO LF ou ao código EIA CR. A tabela seguinte apresenta uma lista dos manuais relacionados com a série 0i-C e 0i Mate-C. ASPECTOS GERAIS ASPECTOS GERAIS B-64114PO/01 Símbolos especiais D IP_ D . Corresponde. Este manual é indicado por um asterisco (*). tal como X__ Y__ Z (usada na PROGRAMAÇÃO).1. Este manual utiliza os seguintes símbolos: Indica uma combinação de eixos. de fato. Indica o fim de um bloco.

ASPECTOS GERAIS Manuais afins de motores servo da série αis/αi/βis A tabela seguinte apresenta uma lista dos manuais relacionados com os motores servo da série αis/αi/βis. Nome do manual FANUC AC SERVO MOTOR αis/αi series DESCRIPTIONS FANUC AC SERVO MOTOR βis series DESCRIPTIONS FANUC AC SERVO MOTOR αis/αi/βis series PARAMETER MANUAL Número de especificação B--65262EN B--65302EN B--65270EN FANUC AC SPINDLE MOTOR αi series DESCRIPTIONS B--65272EN FANUC AC SPINDLE MOTOR βi series DESCRIPTIONS FANUC AC SPINDLE MOTOR αi/βi series PARAMETER MANUAL FANUC SERVO AMPLIFIER αi series DESCRIPTIONS FANUC SERVO AMPLIFIER βi series DESCRIPTIONS FANUC AC SERVO MOTOR αis/αi series FANUC AC SPINDLE MOTOR αi series FANUC SERVO AMPLIFIER αi series MAINTENANCE MANUAL FANUC AC SERVO MOTOR βi series FANUC AC SPINDLE MOTOR βi series FANUC SERVO AMPLIFIER βi series MAINTENANCE MANUAL B--65312EN B--65280EN B--65282EN B--65322EN B--65285EN B--65325EN 5 .B-64114PO/01 ASPECTOS GERAIS 1.

em seguida. A forma de operar o sistema CNC é descrita no capítulo III. Por fim.1. PROGRAMAÇÃO. fazer o plano de usinagem para trabalhar a peça. 2) Em seguida. ASPECTOS GERAIS ASPECTOS GERAIS B-64114PO/01 1. Método de montagem das peças na máquina-ferramenta 3. Depois. PROGRAMAÇÃO CAPÍTULO III. F Fase d de corte Processo de corte 1. Plano de usinagem 1. a máquina por meio do programa. executar a usinagem propriamente dita. 1) Primeiro. Ferramentas de corte 3. o programa para operar a máquina-ferramenta CNC é preparado a partir do desenho da peça a trabalhar.1 PROCESSO GERAL DE OPERAÇÃO DA MÁQUINAFERRAMENTA CNC Para usinar uma peça com uma máquina-ferramenta CNC. Determinação da faixa de usinagem de peças 2. Condições de corte : Velocidade de avanço Profundidade de corte 4. o programa terá de ser lido para o sistema CNC. Caminho da ferramenta 1 Corte da superfície final 2 Corte do diâmetro externo 3 Ranhurar 6 . OPERAÇÃO Antes de proceder à programação propriamente dita. montar as peças e ferramentas na máquina e operar as ferramentas de acordo com o programa. preparar primeiro o programa e operar. Desenho da peça Programação da peça CNC CNC CAPÍTULO II. A forma de preparar o programa é descrita no capítulo II. Método de corte : Grosseiro Semi Acabamento 2. Seqüência de usinagem em cada fase de corte 4. Ferramentas de corte e condições de corte Decida o método de corte em cada fase de corte. OPERAÇÃO.

B-64114PO/01 ASPECTOS GERAIS 1. de acordo com o contorno da peça. o programa do caminho da ferramenta e das condições de corte. ASPECTOS GERAIS Ranhurar Corte do diâmetro externo Corte da superfície final Peça Preparar. 7 . para cada fase de corte.

3 NOTAS SOBRE VÁRIOS TIPOS DE DADOS CUIDADO Os programas de usinagem. 3 O presente manual descreve o maior número possível de variações para a aplicação do equipamento. o leitor poderá economizar tempo procurando--a através destes tópicos. A fim de possibilitar uma rápida recuperação de dados nestes casos. ASPECTOS GERAIS ASPECTOS GERAIS B-64114PO/01 1. Contudo. do ponto de vista do sistema CNC. é preferível não efetuar combinações de operações que não se encontrem aqui descritas. mas da combinação da máquina--ferramenta com seu armário de distribuição magnético. poderá ser necessário apagar dados importantes. 8 . 2 Os tópicos de leitura situam--se na margem esquerda para facilitar ao leitor um acesso rápido às informações necessárias. o conteúdo desta memória não se perde ao ligar ou desligar a tensão da máquina. o CNC. descrever todas as funções. parâmetros. etc. o sistema servo. o qual deveria ter prioridade em relação a este manual. Assim. devido a uma operação incorreta ou no decurso de uma eliminação de erros. Normalmente. a programação e a operação referentes a todas as combinações possíveis. 1. É impossível. para obter informações mais detalhadas sobre uma determinada máquina--ferramenta CNC. o painel de operação. em geral. etc. Em caso de dúvida.. porém.2 NOTAS SOBRE A LEITURA DESTE MANUAL CUIDADO 1 O funcionamento de uma máquina--ferramenta com controle CNC depende não só do próprio sistema CNC. variáveis. consultar o manual fornecido pelo fabricante da máquina--ferramenta. Este manual descreve--as. Seria demasiado complexo descrever aqui o funcionamento.1. opções e comandos que não deveriam ser combinados. encontram--se armazenados na memória interna não volátil da unidade CNC. Para localizar a informação necessária. é recomendável fazer previamente uma cópia de segurança destes dados. armazenados na memória não volátil.

PROGRAMAÇÃO .II.

.

ASPECTOS GERAIS 1 ASPECTOS GERAIS 11 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1.

1 (a) Movimento da ferramenta ao longo de uma linha reta paralela ao eixo Z X Ferramenta Programa G01 X ..... ou G03X . .. Z .1 (c) Movimento da ferramenta ao longo de um arco 12 .1. X Ferramenta Programa G01 Z..1 MOVIMENTO DA FERRAMENTA AO LONGO DOS CONTORNOS DA PEÇA INTERPOLAÇÃO Explicações D Movimento da ferramenta ao longo de uma linha reta A ferramenta movimenta-se ao longo de linhas retas e de arcos correspondentes aos contornos da peça (ver II-4). 1. 1. Peça Z D Movimento da ferramenta ao longo de um arco Fig.1 (b) Movimento da ferramenta ao longo de uma linha cônica X Ferramenta Programa G02X .... .. Z . Peça Z Fig.. Peça Z Fig... R .... R . 1.. .. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 1.. Z.

G02. 1.. Unidade de controle Eixo X Interpolação Eixo Y a) Movimento ao longo de uma linha reta b) Movimento ao longo de um arco Movimento da ferramenta (b) Movimento ao longo de um arco G03X----Z----.1 (d) Função de interpolação NOTA Algumas máquinas movimentam as peças (fuso) em vez das ferramentas. Os símbolos dos comandos programados G01. .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. Fig. através da qual a ferramenta se move ao longo de uma linha reta ou de um arco. em um programa. a função de abertura de rosca através de G32. 1.1 (e) Abertura de rosca reta 13 . ASPECTOS GERAIS O termo ’interpolação’ refere-se à operação. Peça Z F Fig. X Ferramenta Programa G32Z----F----. X----Z--------. D Abertura de rosca As roscas podem ser cortadas movendo-se a ferramenta em sincronização com a rotação do fuso. Especifique. chamam-se função preparatória e especificam o tipo de interpolação executada na unidade de controle. pela forma acima descrita. (a) Movimento ao longo de uma linha reta G01 Z__.. mas neste manual parte--se do princípio de que as ferramentas são movimentadas em direção às peças.

1 (f) Abertura de rosca cônica 1.1. 14 . 1.2 AVANÇO - O movimento da ferramenta a uma velocidade definida para cortar a peça. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 X Ferramenta Programa G32X----Z----F----. o seguinte comando pode ser usado para fazer a ferramenta avançar 2 mm.0 À função de especificar a velocidade de avanço.2 Função de avanço As velocidades de avanço podem ser especificadas por meio de valores numéricos correspondentes. é designado como avanço. 1. enquanto a peça dá uma volta: F2. Peça Z F Fig. dá-se o nome de função de avanço (ver II-5). Placa de fixação Ferramenta FUNÇÃO DE AVANÇO Peça Fig. Por exemplo.

1 Ponto de Referência (Posição Específica da Máquina) A máquina-ferramenta CNC possui uma posição fixa. a fim de proceder a uma substituição posterior da ferramenta.3 DESENHO DA PEÇA E MOVIMENTO DA FERRAMENTA 1. ASPECTOS GERAIS 1. logo após a energização. 15 .3. utiliza-se a função de retorno automático ao ponto de referência. 2. 1. Esta posição é designada como ponto de referência. Retorno manual ao ponto de referência (ver III-3. primeiro. Unidade porta--ferramenta Placa de fixação Ponto de referência Fig. Retorno automático ao ponto de referência (ver II-6) Geralmente. são executadas nesta posição.1 Ponto de referência Explicações A ferramenta pode ser deslocada para o ponto de referência de duas formas: 1. se executa.3.1) O retorno ao ponto de referência é executado manualmente. por meio de um botão. o retorno manual ao ponto de referência. posteriormente descritas. Normalmente. Quando se pretende deslocar a ferramenta para o ponto de referência.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. a substituição da ferramenta e a programação do ponto zero absoluto.

1. X 230 2. Sistema de coordenadas especificado pelo CNC O sistema de coordenadas é preparado na máquina-ferramenta que está sendo usada.2 (b) Sistema de coordenadas especificado pelo CNC 16 . Sistema de coordenadas do desenho da peça O sistema de coordenadas é escrito no desenho da peça. Posição atual da ferramenta 300 Ponto zero do programa Distância até o ponto zero do sistema de coordenadas a ser definido Z Fig.2 Sistema de Coordenadas do Desenho da Peça e Sistema de Coordenadas Especificado pelo CNC X Programa X Z Z Sistema de coordenadas Desenho da peça Comando CNC X Peça Z Máquina-ferramenta Fig. são utilizados os valores de coordenadas deste sistema. Como dados do programa.2 (a) Sistema de coordenadas Explicações D Sistema de coordenadas Os dois sistemas de coordenadas seguintes são especificados em locais diferentes: (Ver II-7) 1.3. Para tal.3. 1. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 1.3. é programada a distância entre a posição atual da ferramenta e o ponto zero do sistema de coordenadas a ser definido.1.

de acordo com o programa de comando elaborado com base no sistema de coordenadas do desenho da peça.2 (d) Sistema de coordenadas do torno mecânico.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. 1.3. os dois sistemas de coordenadas têm de ser definidos na mesma posição. 1. D Métodos para definir os dois sistemas de coordenadas na mesma posição Para definir dois sistemas de coordenadas na mesma posição. Se o ponto zero da coordenada for definido na parte frontal da placa de fixação X Peça 60 40 Z 40 150 Fig. Portanto. e corta a peça com o contorno especificado no desenho.2 (c) Coordenadas e dimensões do desenho da peça X Peça Z Fig. ASPECTOS GERAIS A ferramenta movimenta-se dentro do sistema de coordenadas especificado pelo CNC. para que o contorno da peça definido no desenho possa ser corretamente cortado. normalmente. usa-se. especificadopelo CNC (de forma a coincidir com o sistema de coordenadas do desenho da peça) 17 . o seguinte método: 1.3.

3. 1. 1.2 (f) Sistema de coordenadas do torno mecânico. Se o ponto zero da coordenada for definido na face final da peça.3.2 (e) Coordenadas e dimensões do desenho da peça X Peça Z Fig. X 60 Peça 30 30 Z 80 100 Fig. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 2.1. especificado pelo CNC (de forma a coincidir com o sistema de coordenadas do desenho da peça) 18 .

0.3.0Z70.3. para a posição correspondente aos valores das coordenadas.3 (a) Comando absoluto 19 . A ferramenta desloca-se para um ponto situado à “distância programada em relação ao ponto zero do sistema de coordenadas”. 1. Ferramenta A X Peça φ30 B Z 70 110 Comando para o deslocamento do ponto A para o ponto B G90X30. ASPECTOS GERAIS 1. isto é. Coordenadas do ponto B Fig.3 Como Indicar Dimensões de Comando para Movimentar a Ferramenta Comandos Absolutos/ Incrementais Explicações D Comando absoluto Os métodos de comando para o deslocamento da ferramenta podem ser indicados através de uma especificação absoluta ou incremental (ver II-8.1).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1.

0W-40. use o valor do diâmetro indicado no desenho. 80.3.3.3 (c) Programação do diâmetro 20 .3 (b) Comando incremental D Programação do diâmetro / Programação do raio As dimensões do eixo X podem ser definidas por meio do diâmetro ou do raio. B (40. Ferramenta A X φ60 B Z φ30 40 Comando para o deslocamento do ponto A para o ponto B U-30.0. 1.0 Distância e direção para o movimento ao longo de cada eixo Fig. A programação do diâmetro e a programação do raio são aplicadas independentemente em cada máquina.0.0) Fig. 60. Programação do diâmetro Para a programação do diâmetro.0). ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Comando incremental Especificação da distância entre a posição anterior da ferramenta e a próxima posição da ferramenta. X B Peça φ40 φ30 A Z 60 80 Valores das coordenadas dos pontos A e B A (30. 1. 1. para especificar o valor do eixo X.1.

0) Fig. aproximadamente. 478 rpm e obtém-se a partir de N=1000v/πD.3. X B 20 A 15 Peça Z 60 80 Valores das coordenadas dos pontos A e B A (15. é necessário o seguinte comando: S478 . A esta função dá-se o nome de função de controle da velocidade de corte constante (ver II-9.0). 80. para especificar o valor do eixo X. em rpm. ASPECTOS GERAIS 2.3). 1. 21 .0. use a distância em relação ao centro da peça. 1. 60.FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO A velocidade da ferramenta em relação à peça que está sendo cortada.4 Velocidade de corte Exemplos <Quando se pretende usinar uma peça de 200 mm de diâmetro.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. chama-se velocidade de corte. a uma velocidade de corte de 300 m/min.0. o valor do raio. Mesmo que o diâmetro da peça se altere. B (20. Programação do raio Para a programação do raio. Nas máquinas com controle CNC. isto é. Os comandos relacionados com a velocidade do fuso são designados como função da velocidade do fuso (ver II-9). > A velocidade do fuso é de. Ferramenta V: Velocidade de corte v m/min N rpm Peça φD Fig. Sendo assim.3 (d) Programação do raio 1. a velocidade de corte pode ser especificada através da velocidade do fuso. o CNC adapta a velocidade do fuso de forma que a velocidade de corte permaneça constante. A velocidade de corte v (m/min) também pode ser especificada diretamente por meio do valor da velocidade.4 VELOCIDADE DE CORTE .

é necessário girar o fuso e introduzir líquido refrigerante. a mesma poderá ser selecionada especificando T0101. o fuso roda no sentido dos ponteiros do relógio. abrir roscas.6 Comando para operações de máquina A função destinada às operações de ativação/desativação de diversos componentes da máquina.FUNÇÃO MISCELÂNEA Quando se inicia o processo de usinagem. Por exemplo.6 COMANDO PARA OPERAÇÕES DE MÁQUINA . à velocidade previamente definida. 1. há que controlar as operações de ativação/desativação do motor do fuso e da válvula do líquido refrigerante (ver II-11). 1. Para tal. 1. fresar ou executar outras operações afins. esta função é especificada por meio de um código M. Geralmente. chama-se função miscelânea. 22 .1. se for especificado o código M03. mandrilar. é necessário selecionar uma ferramenta adequada. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 1. Número da ferramenta 01 02 03 04 06 05 Unidade porta--ferramenta Fig. A este processo dá-se o nome de função da ferramenta (ver II-10). Abrir/fechar placa de fixação Líquido refrigerante ON/OFF Peça Rotação do fuso em sentido horário Fig.5 SELEÇÃO DA FERRAMENTA PARA AS DIVERSAS FASES DE USINAGEM FUNÇÃO DA FERRAMENTA Para perfurar.5 Ferramentas usadas nas diversas fases de usinagem Exemplos <Quando o nº 01 é atribuído a uma ferramenta de desbastar> Quando a ferramenta é armazenada na posição 01 da unidade porta-ferramenta. A seleção da respectiva ferramenta efetua-se atribuindo um número a cada ferramenta e indicando no programa o número desejado.

Os comandos são introduzidos no programa na seqüência dos movimentos efetivos da ferramenta. O deslocamento da ferramenta ao longo de uma linha reta ou de um arco. ou a ativação/desativação do motor do fuso.7 CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA A um grupo de comandos introduzidos no CNC para a operação da máquina dá-se o nome de programa.7 (a) Configuração do programa A um grupo de comandos introduzidos para cada um dos passos da seqüência dá-se o nome de bloco. 1. O programa consiste.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. portanto. Bloco Bloco Bloco Programa Bloco ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ Seqüência de movimentos da ferramenta Bloco Fig. 23 . são executados por meio dos comandos especificados. Ao número atribuído a cada bloco chama-se número da seqüência e ao número atribuído a cada programa chama-se número do programa (ver II-12). ASPECTOS GERAIS 1. em um grupo de blocos para uma série de ciclos de usinagem.

Este manual indica o código de fim de bloco por . 1. Offff.7 (c) Configuração do programa Normalmente. a seção da palavra de dimensão poderá ser representada por IP_.1. Fig. 1.7 (b) Configuração do bloco Cada bloco começa com um número de seqüência que o identifica e termina com um código de fim de bloco. D Programa .). e o código de fim do programa (M02 ou M30) é especificado no final do programa. O conteúdo da palavra de dimensão depende da função preparatória. o número do programa é especificado após o código de fim de bloco (. Número do programa Bloco Bloco Bloco ⋅ ⋅ ⋅ Fim do programa ⋅ ⋅ ⋅ M30 . ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Bloco O bloco e o programa possuem a seguinte configuração: 1 bloco N fffff G ff Xff. Neste manual. 24 . no início do programa.f Zfff. (LF no código ISO e CR no código EIA). Número Função preda paratória seqüência Palavra de dimensão Função Função Funçã misdo fuso o da celânea ferramenta Fim do bloco Fig.f M ff S ff T ff .

é criado um programa para esse padrão. Os comandos do subprograma são executados sempre que surge um comando de execução do subprograma. durante a execução do programa principal. Depois de terminada a execução do subprograma. ASPECTOS GERAIS D Programa principal e subprograma Quando surge o mesmo padrão de usinagem em várias partes de um programa. Por outro lado. Programa principal ⋅ ⋅ M98P1001 ⋅ ⋅ ⋅ M98P1002 ⋅ ⋅ ⋅ M98P1001 ⋅ ⋅ ⋅ M99 M99 Subprograma #1 O1001 Programa para o furo #1 Subprograma #2 O1002 Programa para o furo #2 25 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. a seqüência regressa ao programa principal. ao qual se dá o nome de subprograma. ao programa inicial dá-se o nome de programa principal.

Estabelecendo-se a diferença entre o comprimento da ferramenta padrão e o comprimento de cada ferramenta no CNC (exibição de dados e definição : ver III-11).8 FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO Explicações D Usinagem com o fim da ferramenta de corte Função de compensação do comprimento da ferramenta Normalmente.1. são necessárias várias ferramentas para a usinagem de uma peça.menta menta para corte padrão grosseiro FerraFerramenta menta de acaba. deve medir-se previamente o comprimento de cada uma das ferramentas necessárias. Por isso. FerraFerra. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 1. seria muito trabalhoso alterar o programa de acordo com cada uma delas. 1. a usinagem pode ser realizada sem alterar o programa. Uma vez que essas ferramentas possuem comprimentos diferentes.8 Correção da ferramenta 26 . A esta função dá-se o nome de compensação do comprimento da ferramenta.para ranmento hurar Ferramenta para abertura de Peça Fig. mesmo quando a ferramenta é trocada.

servindo-se de um programa ou de uma memorização de dados. é possível usar também os dados em memória para definir uma área para a qual as ferramentas não possam ser deslocadas.9 FAIXA DE MOVIMENTO DA FERRAMENTA CURSO As extremidades de cada eixo da máquina estão equipadas com chaves de fim de curso a fim de se evitar que as ferramentas se desloquem para lá das extremidades. Motor Chave fim de curso Mesa Ponto zero da máquina Distâncias a especificar As ferramentas não podem entrar nesta área. (Ver III-6. Além dos cursos definidos com as chaves fim de curso.3) 27 . ASPECTOS GERAIS 1. Esta área é definida por meio de uma memorização de dados ou de um programa.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. A esta função dá-se o nome de controle de curso. Além dos limitadores de curso. A faixa dentro da qual se movimentam as ferramentas tem o nome de curso. o operador também pode definir uma área em que as ferramentas não podem entrar.

2. EIXOS CONTROLÁVEIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 2 EIXOS CONTROLÁVEIS 28 .

Quando é usado um nome de eixo por omissão (1 a 4).º 1020. 2. as letras U. deveria usadar--se “. Os nomes de eixos adicionais podem ser opcionalmente selecionados abaixo usando o parâmetro n. B e C D Sistema de códigos G B/C: Y. Portanto. Da mesma forma. W. EIXOS CONTROLÁVEIS 2. D Sistema A de códigos G: Y. U. portanto. permitido aplicar os comandos incrementais. o sistema não consegue operar no modo MEM ou MDI. (incluídos no Cs) Número de eixos básicos 2 eixos simultaneamente controláveis Ampliação dos eixos simultaneamente 4 eixos. no máx. Se o parâmetro especificar 0 ou qualquer outra coisa além das nove letras. Y e Z. é necessário usar o sistema B ou C de códigos G. no máx. 2 Em G76 (abertura de rosca múltipla). o nome do eixo assume um valor por omissão igual a um número entre 1 e 4. B e C Cada nome do eixo é determinado de acordo com o parâmetro n. A. V e W não podem ser usadas como nomes de eixos (havendo. portanto.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 2.º 1020. NOTA 1 Quando se usa o sistema A de códigos G. controláveis (total) NOTA O número de eixos simultaneamente controláveis para a operação manual (avanço em modo jog. a letra H é usada como comando incremental para C.1 EIXOS CONTROLÁVEIS Item Número de eixos básicos controlados 0i -TC 2 eixos Ampliação de eixos controláveis (total) 4 eixos. um número máximo de seis eixos controláveis). V e W como nomes de eixos. o endereço A de um bloco especifica o ângulo da ponta da ferramenta e não um comando para o eixo A.A” de acordo com o bit 4 (CCR) do parâmetro nº 3405. se a letra A ou B for usada como nome de um eixo. Usando--se C ou A como nome de um eixo.C” e “. V. essas letras não poderão ser usadas como comando do ângulo de uma linha reta para a chanfragem ou a programação direta da dimensão do desenho. Se o parâmetro especificar um nome de eixo várias vezes. porque estas letras são usadas como comandos incrementais para X. Limitações D Nome de eixo por omissão D Atribuição dupla de um nome de eixo 29 .2 NOMES DOS EIXOS Os nomes dos dois eixos básicos são sempre X e Z. A. só fica operacional o primeiro eixo ao qual esse nome é atribuído. não sendo. avanço incremental ou avanço por manivela) é de 1 ou 3 eixos (1 quando o bit 0 (JAX) do parâmetro 1002 possui o valor 0 e 3 quando possui o valor 1). Para poder usar as letras U.

0001 pol.0001 pol. Por exemplo.0001 pol.001 graus 0.3(a) e 2. O menor incremento de comando é o incremento mais pequeno para o deslocamento da ferramenta na máquina.º 1004 para selecionar qual o sistema incremental deve ser usado.0001 pol. (raio) 0. quando é selecionado IS-C.0001 mm (raio) 0. 0. 0. (diâmetro) 0.00005 mm 0. (raio) 0. o sistema incremental para todos os eixos é IS-C.001 graus 0.3(b)). 0.00001 pol.3 SISTEMA INCREMENTAL O sistema incremental é constituído pelo menor incremento de entrada (para a entrada) e pelo menor incremento de comando (para a saída). O menor incremento de entrada é o incremento mais pequeno para a programação da distância percorrida.001 mm (raio) 0. 0. Ambos os incrementos são representados em mm.00001 pol.00005 mm 0.0001 graus 30 .001 graus Tabela 2. 0.0001 mm 0.0001 graus 0.001 graus 0.00005 pol.0005 mm 0. EIXOS CONTROLÁVEIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 2.001 mm (raio) 0.001 mm 0.0001 pol.2.º 1004 é aplicada a todos os eixos. (diâmetro) 0.000005 pol. (raio) 0.00001 poleg. Tabela 2.0001 graus 0.00005 pol. 0. polegadas ou graus. 0. Defina o bit 1 (ISC) do parâmetro n.0005 mm 0.001 mm (diâmetro) 0.0001 mm 0.001 graus 0.00001 poleg.0001 graus 0.3 (a): Sistema incremental IS-B Menor incremento de Menor incremento de comentrada ando Máquina Entrada com sissis em mm tema métrico entrada em polegadas Máquina Entrada com sissis em mm tema inglês entrada em polegadas 0. (raio) 0. (diâmetro) 0.0001 mm (diâmetro) 0.0001 graus 0. A definição do bit 1 (ISC) do parâmetro n.000005 pol.0001 graus 0. 0.00001 pol.0001 mm (diâmetro) 0.001 graus 0.0001 graus 0.001 mm (diâmetro) 0.0001 mm (raio) 0. (diâmetro) 0.0001 pol. No sistema incremental faz-se a distinção entre IS-B e IS-C (tabelas 2.001 graus 0.001 graus 0.001 mm 0.3 (b): Sistema incremental IS-C Menor incremento de Menor incremento de comentrada ando Máquina Entrada com sissis em mm tema métrico entrada em polegadas Máquina Entrada com sissis em mm tema inglês entrada em polegadas 0.0001 graus 0.00001 pol.

de acordo com a especificação do parâmetro INM (nº 1001#0).9999 graus IS -B ISB IS -C ISC NOTA 1 As unidades da tabela representam um valor do diâmetro para a programação do diâmetro e um valor do raio para a programação do raio. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina. Para obter informações sobre a unidade a ser selecionada. 2.9999 graus 999.999 graus 9999. tais como a interpolação circular e a compensação do raio da ponta da ferramenta. depende da máquina.9999 mm 9999.999 graus 9999.9999 polegadas 99999. EIXOS CONTROLÁVEIS Se o menor incremento de comando é medido em milímetros ou em polegadas. certas características.99999 polegadas 9999.999 mm 99999. É possível usar um código G (G20 ou G21) ou especificar um parâmetro para comutar entre a entrada em milímetros e a entrada em polegadas do menor incremento de comando. 3 O curso efetivo depende da máquina--ferramenta. não podem ser usadas para ambos os eixos em unidades diferentes.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 2. Um eixo do sistema métrico não pode ser usado juntamente com um do sistema inglês ou vice-versa.4: Cursos máximos Sistema incremental Máquina com sistema métrico Máquina com sistema inglês Máquina com sistema métrico Máquina com sistema inglês Cursos máximos 99999.4 CURSO MÁXIMO O curso máximo controlado por esse CNC é mostrado na tabela abaixo: Curso máximo = Menor incremento de comando99999999 Tabela 2. 2 Não é possível especificar um comando que exceda o curso máximo. Além disso. 31 . O incremento deve ser selecionado previamente.

se descreve o uso do sistema B ou C de códigos G. Os códigos G podem subdividir-se em dois tipos.B e C (tabela 3). X_ . Em esses casos. Código G modal O código G é eficaz até que seja especificado outro código G do mesmo grupo. Selecione um sistema de códigos G usando os bits 6 (GSB) e 7 (GSC) do parâmetro 3401. Tipo Significado Código G de ação O código G só é eficaz no bloco em que foi especifisimples cado. este manual descreve o uso do sistema A de códigos G. 32 . De um modo geral. excepto quando o item descrito só pode usar o sistema B ou C de códigos G. FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 3 FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) O número que se segue ao endereço G especifica o significado do comando para o respectivo bloco.3. Z_ . G00Z_. (Exemplo) G01 e G00 são códigos G modais. G01 é eficaz dentro desta faixa Existem três sistemas de códigos G: A. G01X_.

Se forem especificados no mesmo bloco vários códigos G pertencentes ao mesmo grupo. 3. 2. Y/V) (ver II-8. no ponto de retorno só está disponível o nível inicial. 33 . tal como acontece quando se especifica um comando G80. Quando se usa o sistema A de códigos G para um ciclo de perfuração. 4. a programação absoluta ou incremental não é especificada com um código G (G90/G91).1). os códigos G modais alteram-se da seguinte forma: na Tabela 3. (3) Através do bit 7 do parâmetro nº 3402. só é válido o último código G especificado. Se o CNC entrar no estado de anulação (ver bit 6 (CLR) do parâmetro 3402) quando a máquina é ligada ou for reinicializado. 7. Os códigos G do grupo 00. mas com uma palavra de endereço (X/U. 5. Z/W.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 3. Se for especificado um código G não incluído na lista de códigos G ou sem opção correspondente. Os códigos G são apresentados de acordo com o número do grupo.permanece eficaz. são códigos G de ação simples. É possível especificar no mesmo bloco vários códigos G. é ativado um alarme P/S (nº 010).conforme o especificado . determina-se se é ativado o código G00 ou G01. após a energização. excepto G10 e G11. o ciclo fixo será cancelado. G20 ou G21 . FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) Explicações 1. é possível determinar através do bit 3 (G91) do parâmetro 3402 se será ativado o código G90 ou G91. (4) Através do bit 0 (G01) do parâmetro 3402. Quando se usa o sistema A de códigos G. 6. pode especificar-se se deverá ser selecionado G22 ou G23. Se um código G do grupo 01 for especificado em um ciclo fixo. desde que pertençam a grupos diferentes. (1) Os códigos G assinalados com (2) Se o sistema for anulado devido à energização ou a um reset. A reposição do CNC no estado de anulação não afeta a seleção de G22 ou G23. C/H. Os códigos G do grupo 01 não são afetados pelos códigos G especificados para um ciclo fixo. (5) Quando se usa o sistema B ou C de códigos G. são ativados.

1 (G112) G13.1 (G112) G13.Z Cancelamento da compensação do raio da ponta da ferramenta Compensação do raio da ponta da ferramenta.2 (G251) 20 Rotação poligonal 00 07 01 00 00 06 09 08 16 21 00 01 Grupo Função Posicionamento (deslocamento rápido) Interpolação linear (avanço de corte) Interpolação circular em SH ou interpolação helicoidal em SH Interpolação circular em SAH ou interpolação helicoidal em SAH Pausa Interpolação cilíndrica Controle avançado por antecipação Entrada de dados programável Cancelamento da entrada de dados programáveis Modo de interpolação de coordenadas polares Modo de cancelamento da interpolação de coordenadas polares Seleção de plano XpYp Seleção de plano ZpXp Seleção de plano YpZp Entrada em polegadas Entrada em mm Função de controle do curso armazenado ON Função de controle do curso armazenado OFF Supervisão da oscilação da velocidade do fuso OFF Supervisão da oscilação da velocidade do fuso ON Controle do retorno ao ponto de referência Retorno ao ponto de referência Retorno ao 2º.2 (G250) G51.2 (G251) C G00 G01 G02 G03 G04 G07. à direita Definição do sistema de coordenadas ou especificação da velocidade máx. FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Tabela 3: Lista de códigos G (1/3) Código G A G00 G01 G02 G03 G04 G07.1 (G113) G17 G18 G19 G20 G21 G22 G23 G25 G26 G27 G28 G30 G31 G33 G34 G36 G37 G40 G41 G42 G92 G92.X Compensação automática da ferramenta -. 3º e 4º ponto de referência Função de salto Abertura de rosca Abertura de rosca com passo variável Compensação automática da ferramenta -. à esquerda Compensação do raio da ponta da ferramenta. do fuso Predefinição do sistema de coordenadas da peça Cancelamento da rotação poligonal 34 .1 (G113) G17 G18 G19 G70 G71 G22 G23 G25 G26 G27 G28 G30 G31 G33 G34 G36 G37 G40 G41 G42 G92 G92.1 (G107) G08 G10 G11 G12.1 (G112) G13.2 (G250) G51.3 G50.3.1 G50.1 (G107) G08 G10 G11 G12.2 (G251) B G00 G01 G02 G03 G04 G07.1 (G107) G08 G10 G11 G12.2 (G250) G51.1 G50.1 (G113) G17 G18 G19 G20 G21 G22 G23 G25 G26 G27 G28 G30 G31 G32 G34 G36 G37 G40 G41 G42 G50 G50.

FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) Tabela 3: Lista de códigos G (2/3) Código G A G52 G53 G54 G55 G56 G57 G58 G59 G65 G66 G67 G68 G69 G70 G71 G72 G73 G74 G75 G76 G71 G72 G73 G74 G80 G83 G84 G86 G87 G88 G89 G90 G92 G94 G96 G97 B G52 G53 G54 G55 G56 G57 G58 G59 G65 G66 G67 G68 G69 G70 G71 G72 G73 G74 G75 G76 G71 G72 G73 G74 G80 G83 G84 G86 G87 G88 G89 G77 G78 G79 G96 G97 C G52 G53 G54 G55 G56 G57 G58 G59 G65 G66 G67 G68 G69 G72 G73 G74 G75 G76 G77 G78 G72 G73 G74 G75 G80 G83 G84 G86 G87 G88 G89 G20 G21 G24 G96 G97 02 01 10 01 00 00 12 04 14 Grupo 00 Função Especificação do sistema de coordenadas locais Definição do sistema de coordenadas da máquina Seleção do sistema de coordenadas 1 da peça Seleção do sistema de coordenadas 2 da peça Seleção do sistema de coordenadas 3 da peça Seleção do sistema de coordenadas 4 da peça Seleção do sistema de coordenadas 5 da peça Seleção do sistema de coordenadas 6 da peça Chamada de macro Chamada modal de macros Cancelamento da chamada modal de macros Espelhamento para cabeçotes duplos de torno--revólver ON Espelhamento para cabeçotes duplos de torno--revólver OFF Ciclo de acabamento Remoção de material por rotação Remoção de material por faceamento Repetição de padrões Perfuração profunda da superfície final Perfuração do diâmetro exterior/interior Ciclo para rosca múltipla Ciclo de retificação transversal (para a retificadora) Ciclo direto de retificação transversal e dimensão constante (para a retificadora) Ciclo de retificação por oscilação (para a retificadora) Ciclo direto de retificação por oscilação e dimensão constante (para a retificadora) Ciclo fixo para cancelar perfuração Ciclo para perfuração de superfície plana Ciclo para rosqueamento de superfície plana Ciclo para mandrilagem de superfície plana Ciclo para perfuração lateral Ciclo de rosqueamento rígido lateral Ciclo para mandrilagem lateral Ciclo de corte do diâmetro exterior/interior Ciclo de abertura de rosca Ciclo de rotação da superfície final Controle da velocidade de corte constante Cancelamento do controle da velocidade de corte constante 35 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 3.

3. FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Tabela 3: Lista de códigos G (3/3) Código G A G98 G99 − − − − B G94 G95 G90 G91 G98 G99 C G94 G95 G90 G91 G98 G99 Grupo 05 03 11 Avanço por minuto Avanço por rotação Programação absoluta Programação incremental Retorno ao nível inicial Retorno ao nível do ponto R Função 36 .

FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO 4 FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO 37 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4.

A ferramenta é posicionada no mais curto período de tempo possível. Explicações Cada um dos seguintes caminhos da ferramenta pode ser selecionado de acordo com o bit 1 (LRP) do parâmetro nº 1401. No comando absoluto. Esta faixa é determinada pelo fabricante da máquina-ferramenta através da especificação do parâmetro nº 1826. e é desacelerada no fim do bloco. é programada a distância a ser percorrida pela ferramenta. à velocidade de deslocamento rápido de cada eixo. O bloco seguinte é executado. especificada por meio de um comando absoluto ou incremental. é programado o valor das coordenadas do ponto final. as coordenadas da posição final. depois de confirmada a posição correta. para um comando incremental. a ferramenta é acelerada para uma velocidade predefinida. O caminho da ferramenta é normalmente retilíneo. No comando incremental.4. contudo. Formato G00IP_. o mesmo da interpolação linear (G01). pelo fabricante da máquina-ferramenta. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. O caminho da ferramenta não é. 38 . Posição inicial Posicionamento por interpolação linear Posição final Posicionamento por interpolação não linear A velocidade de deslocamento rápido programada através do comando G00 é definida individualmente para cada eixo no parâmetro nº 1420. “Posição correta” significa que o motor de avanço se encontra dentro da faixa especificada. No modo de posicionamento ativado pelo comando G00. D Posicionamento por interpolação não linear A ferramenta é posicionada individualmente. a distância a ser percorrida pela ferramenta. no início de um bloco. D Posicionamento por interpolação linear O caminho da ferramenta é igual ao da interpolação linear (G01). IP_: Para um comando absoluto.1 POSICIONAMENTO (G00) O comando G00 movimenta uma ferramenta a uma velocidade de deslocamento rápido para a posição do sistema de coordenadas da peça. a uma velocidade correspondente à velocidade de deslocamento rápido de cada eixo.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4.0 .0 φ40. Mesmo que o posicionamento por interpolação linear se encontre especificado.0Z56. D G28 especifica um posicionamento entre a posição de referência e a posição intermediária. (comando absoluto) G00U--60.0W--30.0 30. Por isso.5 30. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO Exemplos X 56. D G53 39 .0 Z < Programação do raio > ou G00X40.5. preste atenção para que a ferramenta não colida com a peça. o posicionamento por interpolação não linear é executado nos casos seguidamente indicados.(comando incremental) Restrições A velocidade de deslocamento rápido não pode ser especificada no endereço F.

0Z20. a velocidade de avanço para o movimento ao longo de cada eixo é calculada da seguinte forma: G01ααββ Ff .0 Z Ponto inicial 40 .0 Ponto final φ40. β ×f L α Velocidade de avanço da direção α do eixo : Fα = L × f Velocidade de avanço da direção β do eixo : L = α 2 + β2 Fβ = Exemplos D Interpolação linear < Programação do diâmetro > G01X40.1 46. à velocidade de avanço definida em F. Não é necessário especificá-la individualmente para cada bloco. parte-se do princípio que a velocidade de avanço é igual a zero. (comando incremental) X 20. Velocidade de avanço da ferramenta (velocidade de avanço) F_: Explicações As ferramentas deslocam-se ao longo de uma linha para a posição especificada. A velocidade de avanço definida em F é eficaz até que seja especificado um novo valor.0 φ20. A velocidade de avanço programada por meio do código F é medida ao longo do caminho da ferramenta. as coordenadas do ponto final. Se o código F não for programado. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4.4.1F20 . IP_: Para um comando absoluto. INTERPOLAÇÃO LINEAR (G01) Formato G01 IP_F_.9F20 . No modo de avanço por minuto com controle simultâneo de 2 eixos. para um comando incremental. (comando absoluto) ou G01U20. a distância a ser percorrida pela ferramenta.0W--25.2 As ferramentas podem ser deslocadas ao longo de uma linha.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. G03) Formato Arco no plano XpYp G17 G02 G03 Xp_Yp_ I_ J_ R_ F_ Arco no plano ZpXp G18 G02 G03 Xp_Zp_ I_K_ R_ F_ Arco no plano YpZp G19 G02 G03 Yp_ Zp_ J_ K_ R_ F_ Tabela 4. valor do raio Distância do eixo Zp entre o ponto inicial e o centro de um arco com sinal. valor do raio Distância do eixo Yp entre o ponto inicial e o centro de um arco com sinal.3: Descrição do formato do comando Comando G17 G18 G19 G02 G03 Xp_ Yp_ Zp_ I_ J_ k_ R_ F_ Descrição Especificação de um arco no plano XpYp Especificação de um arco no plano ZpXp Especificação de um arco no plano YpZp Interpolação circular no sentido horário (SH) Interpolação circular no sentido anti--horário (SAH) Valores de comando do eixo X ou de seu eixo paralelo (especificado através do parâmetro nº 1022) Valores de comando do eixo Y ou de seu eixo paralelo (especificado através do parâmetro nº 1022) Valores de comando do eixo Z ou de seu eixo paralelo (especificado através do parâmetro nº 1022) Distância do eixo Xp entre o ponto inicial e o centro de um arco com sinal.3 O comando abaixo movimenta a ferramenta ao longo de um arco circular. INTERPOLAÇÃO CIRCULAR (G02. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO 4. valor do raio Raio do arco sem sinal (sempre com o valor do raio) Velocidade de avanço ao longo do arco 41 .

J e K têm de ser dotados de um sinal de acordo com a direção. respectivamente). de acordo com G90 ou G91. Ponto final (x. D Programação de um círculo inteiro Se Xp. é ativado um alarme P/S (nº 020). é especificada a distância entre o ponto inicial do arco e o ponto final. J ou K é.x) Z y j Ponto inicial k D Distância do ponto inicial ao centro do arco Ponto final (y. Para o valor incremental. respectivamente. e é expresso como valor absoluto ou incremental.y) y x i Ponto inicial j Centro Centro x Z k Ponto inicial i Centro Ponto final (z. J e K para os eixos Xp. Yp ou Zp. 42 . Ver figura abaixo. uma componente vetorial. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 NOTA Os eixos U. J e K. como se mostra abaixo. na qual o centro do arco é visto em relação ao ponto inicial. V e W (paralelos ao eixo básico) podem ser usados com os códigos G do tipo B e C. Yp e Zp forem omitidos (o ponto final é igual ao ponto inicial) e o centro for especificado com I. no sistema de coordenadas cartesianas.4. Yp G03 G02 G17 Xp G02 G18 Xp G03 G02 G19 Zp G03 Yp Zp D Distância percorrida em um arco O ponto final de um arco é especificado por meio do endereço Xp. contudo. O valor numérico que se segue a I. Yp e Zp. Se a diferença entre o raio do ponto inicial e o do ponto final exceder o valor do parâmetro (nº 3410). I. será especificado um arco de 360° (círculo). independentemente de G90 e G91. J0 e K0 podem ser omitidos. sendo sempre especificado como valor incremental.z) I0. Explicações D Direção da interpolação circular O “sentido horário”(G02) e o “sentido anti-horário”(G03) no plano XpYp (plano ZpXp ou YpZp) são definidos quando o plano XpYp é visto da direção positiva para a negativa do eixo Zp (eixo Yp ou eixo Xp. O centro do arco é especificado pelos endereços I.

a especificação do eixo X ou do eixo U (paralelo ao eixo X) ativa o alarme P/S nº 028. A diferença entre a velocidade de avanço nominal e a velocidade de avanço real da ferramenta é de ±2% ou inferior. (2) r = 50mm Ponto final (1) Ponto inicial r = 50mm X Z D Velocidade de avanço Na interpolação circular. Não é possível especificar um arco com um ângulo de setor igual ou superior a 180°. Para o arco (2) (maior do que 180°) Um arco com um ângulo de setor de 180°ou maior não pode ser especificado dentro de um bloco único. programa-se um arco de 0° G02R . K e R forem especificados simultaneamente.) Para o arco (1) (menor do que 180°) G02 W60. Por exemplo. a velocidade de avanço é igual à velocidade especificada por meio do código F e a velocidade de avanço ao longo do arco (a velocidade de avanço tangencial do arco) é controlada de forma a corresponder à velocidade de avanço especificada.0 R50. Neste caso. se considera que um arco é inferior a 180° e que o outro é superior a 180°. colocando-se o ponto final na mesma posição do ponto inicial e selecionando-se R. Restrições D Especificação simultânea de R.0 U10. Yp e Zp forem omitidos. é emitido um alarme.0 .0 F300. Se Xp. Porém. depois de ter alcançado o ponto final. o arco definido por meio do endereço R tem prioridade e os outros são ignorados. Se um eixo for programado fora do plano especificado. Se a diferença do raio entre os pontos inicial e final do arco exceder o valor especificado no parâmetro nº 3410. em vez de I. I. J e K D Especificação de um eixo fora do plano especificado Se os endereços I. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO D Raio do arco A distância entre um arco e o centro do círculo que contém esse arco pode ser especificada. depois de aplicada a compensação do raio da ponta da ferramenta. esta velocidade de avanço é medida ao longo do arco. 43 D Diferença do raio entre o os pontos inicial e final . J e K. se o plano ZX for especificado no código G do tipo B ou C. utilizando-se o raio R do círculo. é ativado o alarme P/S nº 020.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. J. (a ferramenta de corte não se desloca. Se o ponto final não ficar situado no arco. a ferramenta desloca-se em linha reta ao longo de um dos eixos.

G02U20.0Z30.0F0.0 50.3.0F0. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Especificação de um semicírculo com R Se um arco com um ângulo central de aproximadamente 180 graus for especificado com R.0W--20.0R25. especifique o centro do arco com I.3.0 W--020. Ponto final Eixo X G03X_Z_I_K_F_.0R25. Exemplos D Comando para a interpolação circular X.3ou G02X50. Nesse caso. G02X_Z_R_F_.F0.0 10. o cálculo das coordenadas centrais poderá produzir um erro. Ponto final Eixo X (Programação do diâmetro) Ponto inicial R Centro do arco Centro do arco (Programação do diâmetro) Ponto inicial K Ponto final Eixo X (Programação do diâmetro) Ponto inicial Eixo Z X Z X X Z Eixo Z Z Eixo Z K (Programação absoluta) (Programação absoluta) (Programação absoluta) X 15. Z G02X_Z_I_K_F_.0I25. 44 .0 φ50.4.0 Z R25.0 (Programação do diâmetro) G02X50.0 30. J e K.0Z30.3 ou G02U20.0I25.0F0.

Sendo assim. G03) Formato A interpolação helicoidal para um movimento executado em espiral é ativada através da especificação de. Yp_ Zp_ G03 R_ Qualquer eixo em que não se encontre aplicada a inter polação circular. por meio de comandos circulares. a velocidade de avanço do eixo linear é a seguinte: F× Comprimento do eixo linear Comprimento do arco circular Determine a velocidade de avanço de forma que a velocidade de avanço do eixo linear não exceda nenhum dos valores limite. no máximo.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO 4. Em sincronia com o arco do plano YpZp G19 α. D A correção da ferramenta e a compensação do comprimento da ferramenta não podem ser usadas nos blocos em que se encontre programada uma interpolação helicoidal. Em sincronia com o arco do plano ZpXp G18 G02 G03 Xp_Zp_ I_ K_ R_ α_(β_)F_. Para tal. A velocidade de avanço ao longo de um arco circular é especificada por meio de um comando F. Podem ser especificados.4 INTERPOLAÇÃO HELICOIDAL (G02. poderá utilizar o bit 0 (HFC) do parâmetro nº 1404. G02 Explicações Este método de comando permite acrescentar simplesmente ou posteriormente um eixo do comando de movimento não pertencente aos eixos de interpolação circular. mais dois eixos que se movimentam em sincronia com a interpolação circular. β: J_ K_ α_(β_)F_. mais dois eixos. Em sincronia com o arco do plano XpYp G17 G02 G03 Xp_Yp_ I_ J_ R_ α_(β_)F_. 45 . Limitações D A compensação do raio da ponta da ferramenta só é aplicada a um arco circular. no máximo. Z Caminho da ferramenta X Y A velocidade de avanço ao longo da circunferência de dois eixos interpolados circularmente corresponde à velocidade de avanço especificada.

1. G13. no movimento de um eixo linear (movimento de uma ferramenta) e no movimento de um eixo de rotação (rotação de uma peça).1 e G13. para a interpolação de coordenadas polares.1 (cancelamento da interpolação de coordenadas polares) for especificado.1 em blocos separados. G18 ou G19.1 (plano selecionado por meio de G17. Este método é apropriado para o corte de superfícies frontais e para a retificação de árvores de cames num torno mecânico. Cancela o modo de interpolação de coordenadas polares (para que a interpolação de coordenadas polares não seja executada) Pode usar--se G112 e G113 em vez de G12. CUIDADO O plano utilizado antes de se especificar G12. A interpolação de coordenadas polares é uma função que executa o controle de contornos por meio da conversão de um comando programado no sistema de coordenadas cartesianas.1 .1 inicia o modo de interpolação de coordenadas polares e seleciona um plano para a execução da interpolação de coordenadas polares (fig.1. 4. a interpolação de coordenadas polares é cancelada (G13. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. respectivamente. Quando se liga a máquina ou se reinicializa o sistema. têm de ser previamente definidos por meio dos parâmetros (nº 5460 e 5461). Quando é feito o reset do sistema.5). servindo--se das coordenadas de um sistema de coordenadas cartesianas composto de um eixo linear e de um eixo de rotação (eixo virtual).1) Formato D Especifique G12. G13. Inicia o modo de interpolação de coordenadas polares (ativa a interpolação de coordenadas polares) Especifique uma interpolação linear ou circular.1 . Eixo de rotação (eixo virtual) (unidade:mm ou polegadas) Eixo linear (unidade: mm ou polegadas) Ponto de origem do sistema de coordenadas da peça Fig 4.4. a interpolação de coordenadas polares é cancelada e passa a ser utilizado o plano especificado por meio de G17.5 INTERPOLAÇÃO DE COORDENADAS POLARES (G12. G12.5 Plano de interpolação de coordenadas polares. Explicações D Plano de interpolação de coordenadas polares G12. G18 ou G19) é cancelado e só volta a ser retomado quando G13.1 e G13.1). 46 . Os eixos linear e de rotação. A interpolação de coordenadas polares é executada neste plano.

O endereço do eixo de rotação é usado como endereço para o segundo eixo (eixo virtual) do plano. especifique a velocidade de avanço como uma velocidade (velocidade relativa entre a peça e a ferramenta) tangencial em relação ao plano de interpolação de coordenadas polares (sistema de coordenadas cartesianas). São apresentadas as coordenadas atuais. . os comandos do programa são especificados com coordenadas cartesianas no plano de interpolação de coordenadas polares. G01 . G66. Se deverá ser especificado um diâmetro ou um raio para o primeiro eixo do plano. NOTA Os eixos U.) G65. A interpolação polar é iniciada. se o eixo linear for o eixo X ou um eixo paralelo ao eixo X. . G02. 47 . . . . depende exclusivamente do eixo de rotação. G41. . . . . O raio de um arco também pode ser especificado com um comando R. . . . . D Interpolação circular no plano de coordenadas polares D Movimento ao longo de eixos que não estão no plano de interpolação de coordenadas polares D Indicação da posição atual no modo de interpolação de coordenadas polares A ferramenta movimenta-se normalmente ao longo desses eixos. dependem do primeiro eixo do plano (eixo linear).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. . D Códigos G que podem ser especificados no modo de interpolação de coordenadas polares Interpolação linear Interpolação circular Pausa Compensação do raio da ponta da ferramenta (A interpolação de coordenadas polares é aplicada ao caminho da ferramenta após a compensação da ferramenta de corte. . Comando de macro de usuário G98. . O eixo virtual encontra-se na coordenada 0. G67 . .1 se encontrar especificado. Servindo-se de F. . . . porém. . . avanço por rotação Os endereços para a especificação do raio de um arco para a interpolação circular (G02 ou G03) no plano de interpolação de coordenadas polares. D I e J no plano Xp-Yp. . .1. . . . . . se o eixo linear for o eixo Z ou um eixo paralelo ao eixo Z. G04 . . . imediatamente após a especificação de G12. V e W (paralelos ao eixo básico) podem ser usados com os códigos G do tipo B e C. G03 . D J e K no plano Yp-Zp. . A restante distância a percorrer em um bloco é. . . D K e I no plano Zp-Xp. . G42 . assumindo um ângulo de 0 para a posição da ferramenta se G12. . . independentemente da interpolação de coordenadas polares. Avanço por minuto. se o eixo linear for o eixo Y ou um eixo paralelo ao eixo Y. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO D Distância percorrida e velocidade de avanço para a interpolação de coordenadas polares A unidade para as coordenadas do eixo hipotético é igual à unidade do eixo linear (mm/polegadas) A unidade para a velocidade de avanço é mm/min ou polegadas/min No modo de interpolação de coordenadas polares. . . G99 . . . . G40. . . . apresentada com base nas coordenadas do plano de interpolação de coordenadas polares (coordenadas cartesianas). .

pode ser calculada por meio da fórmula abaixo. 48 . G12. No modo G12. reduza a velocidade de avanço especificada através do endereço F ou crie um programa que impeça que a ferramenta (centro da ferramenta. é necessário definir um sistema de coordenadas da peça. no movimento que a ferramenta deverá executar no eixo de rotação (eixo C) e no eixo linear (eixo X). devido a um eventual erro de cálculo.1 ou G13. quando se encontra aplicada a compensação do raio da ponta da ferramenta) se aproxime do centro da peça. G54 através de G59. Nesse caso. na interpolação de coordenadas polares. etc.1. dado que o movimento da ferramenta no sistema de coordenadas cartesianas foi convertido no movimento da ferramenta para o eixo C e o eixo X. o ângulo em que a ferramenta se desloca por unidade de tempo -. D Reinício do programa D Velocidade de avanço de corte para o eixo de rotação AVISO ∆X θ1 θ2 θ3 L 1 L 2 L 3 L : Distância (em mm) entre o centro da ferramenta e o centro da peça. A interpolação de coordenadas polares converte o movimento da ferramenta. a uma velocidade de avanço definida com o endereço F no sistema de coordenadas cartesianas.1) no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta (G41 ou G42). À medida que a ferramenta se desloca de L1 para L2 e para L3. reposição das coordenadas relativas. O modo de interpolação de coordenadas polares não pode ser ativado nem desativado (G12.aumenta de θ1 paraθ 2 para θ3. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Restrições D Sistema de coordenadas para a interpolação de coordenadas polares D Comando de compensação do raio da ponta da ferramenta Antes da especificação de G12. A componente C da velocidade de avanço poderá exceder a velocidade máxima de avanço de corte definida para o eixo C. ∆X é a distância percorrida pela ferramenta por unidade de tempo. F < L× R × π 18 0 (mm/min) D Programação do diâmetro e do raio A programação do raio é aplicada ao eixo de rotação (eixo C). G52. Por outras palavras. Considere as linhas L1. quando o centro da ferramenta se encontra tão próximo quanto possível do centro da peça R :Velocidade máxima de avanço de corte (graus/min) do eixo C Assim. podendo exceder a velocidade máxima de avanço de corte definida para o eixo C (no parâmetro (nº 1422)).1 ou G13.1. G53. Especifique a velocidade permitida com base na fórmula. O programa não pode ser reinicializado nos blocos que se encontrem no modo G12. no qual o sistema de coordenadas tenha origem no centro do eixo de rotação. definido para uma figura programada em um sistema de coordenadas cartesianas. À medida que a ferramenta se aproxima do centro da peça. A fórmula fornece um valor teórico. na prática poderá ser necessário utilizar um valor ligeiramente inferior ao valor teórico.1. Para evitar que a componente do eixo C exceda a velocidade máxima de avanço de corte definida para esse eixo.1 têm de ser especificados no modo de cancelamento da compensação do raio da ponta da ferramenta (G40). a componente da velocidade de avanço do eixo C aumenta. o sistema de coordenadas não pode ser alterado (G92. L2 e L3. a velocidade a ser especificada com o endereço F.). mesmo que a programação do diâmetro seja utilizada no eixo linear (eixo X). a componente da velocidade de avanço do eixo C aumenta à medida que a ferramenta se aproxima do centro da peça.correspondente a ∆X no sistema de coordenadas cartesianas -.4. é ativado um alarme (ver figura abaixo).

0 C20.0 .0 J0 . Início da interpolação de coordenadas polares N0201 G42 G01 X40. N0209 G40 X120.1 . N0208 C0 . Posicionamento na posição inicial N0200 G12.0 . N0900M30 . plano X--C’) N0207 G01 X40.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. N0204 G01 X--40. N010 T0101 N0100 G00 X120.0 I10. baseado no eixo X (eixo linear) e no eixo C (eixo de rotação) C’ (eixo hipotético) Eixo C Caminho da ferramenta após a compensação do raio da ponta da ferramenta Caminho programado N204 N205 N203 N202 N208 N201 N200 Ferra-menta Eixo X N206 N207 Eixo Z Eixo X com programação do diâmetro.0 . eixo C com programação do raio.0 R10.0 . FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO Exemplos Exemplo de um programa para a interpolação de coordenadas polares.0 F _ . N0203 G03 X20.1.0 .0 C0 Z _ . N0202 C10. (programa baseado nas coordenadas N0206 G03 X--20.0 C--20. Programa geométrico N0205 C--10. N0210 G13. O0001. N0400 X __C __ . 49 .0 . Cancelamento da interpolação de coordenadas plares N0300 Z __ .

1 IP r .1 IP 0. à usinagem cilíndrica de cames. Só é possível definir um eixo de rotação para a interpolação cilíndrica. : : : G07. O modo de interpolação cilíndrica é cancelado. e G07. facilitando.6 INTERPOLAÇÃO CILÍNDRICA (G07. G19) Utilize o parâmetro nº 1002 para especificar se o eixo de rotação é o eixo X. D Velocidade de avanço A velocidade de avanço especificada no modo de interpolação cilíndrica corresponde à velocidade válida na superfície cilíndrica desenvolvida. em blocos separados. IP : Endereço para o eixo de rotação r : Raio do cilindro Formato Especifique G07. por exemplo. em uma distância de um eixo linear ao longo da superfície externa. Inicia o modo de interpolação cilíndrica (ativa a interpolação cilíndrica). se o eixo de rotação for um eixo paralelo ao eixo X. V e W (paralelos ao eixo básico) podem ser usados com os códigos G do tipo B e C. essa distância é reconvertida na distância percorrida no eixo de rotação. programada por meio de um ângulo. Explicações D Seleção de plano (G17. Especifique o código G para selecionar um plano para o qual o eixo de rotação corresponda ao eixo linear definido. G18. assim. A função de interpolação cilíndrica permite desenvolver o lado de um cilindro na programação. É possível utilizar G107 em vez de G07. G17 terá de especificar um plano Xp-Yp que é um plano definido pelo eixo de rotação e pelo eixo Y ou por um eixo paralelo ao eixo Y.4. Y ou Z.1 IP r .1. de maneira a que a interpolação linear ou circular possa ser executada com outro eixo.1) A distância percorrida em um eixo de rotação. uma só vez. ou um eixo paralelo a um desses eixos. NOTA Os eixos U. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. Após ter sido executada a interpolação.1 IP 0 . Por exemplo. G07. é convertida internamente. a criação de programas destinados. 50 .

se um cilindro possuir um raio pequeno.4. a distância percorrida em um eixo de rotação. a distância real percorrida pode divergir da distância especificada. Para a conversão. Em seguida. Conseqüentemente. o raio do arco não pode ser especificado com o endereço de palavra I. poderá ocorrer um erro pela razão acima descrita. O raio R é utilizado nos comandos da mesma forma descrita na seção 4. Para o eixo C do parâmetro nº 1022 também pode introduzir-se 6 (eixo paralelo ao eixo Y). < Exemplo: Interpolação circular entre o eixo Z e o eixo C > Para o eixo C do parâmetro nº 1022. antes de iniciar o modo de interpolação cilíndrica. Para executar a compensação do raio da ponta da ferramenta no modo de interpolação cilíndrica. uma só vez. deve especificar-se 5 (eixo paralelo ao eixo X). 51 . porém. G02 (G03) Z__C__R__. G02 (G03) Z__C__R__. O raio não é expresso em graus mas em milímetros (para a entrada em mm) ou em polegadas (para a entrada em polegadas). G03) No modo de interpolação cilíndrica. em uma distância de um eixo linear na superfície externa. a interpolação circular pode ser executada com o eixo de rotação e com um outro eixo linear. Este erro não é. programada por meio de um ângulo. Neste caso. a interpolação circular não é executada corretamente no modo de interpolação cilíndrica. acumulativo. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO D Interpolação circular (G02. a distância percorrida é arredondada para o menor incremento de entrada. o comando para a interpolação circular é: G18 Z__C__. de maneira a que a interpolação linear ou circular possa ser executada com outro eixo. 2×2πR Distância real = MOVIMENTO/ROT × Valor es. J ou K. Neste caso. Se no modo de interpolação cilíndrica for executada uma operação manual com ”absoluto manual” ativado. contudo. Após a interpolação. cancele qualquer compensação do raio da ponta da ferramenta que se encontre em curso.× pecificado percorrida MOVIMENTO/ROT 2×2πR MOVIMENTO : ROT R Distância percorrida por cada rotação do eixo de rotação (valor especificado no parâmetro nº 1260) D Compensação do raio da ponta da ferramenta D Precisão da interpolação cilíndrica : Raio da peça : Arredondado para o menor incremento de entrada Restrições D Especificação do raio do arco no modo de interpolação cilíndrica D Interpolação circular e compensação do raio da ponta da ferramenta No modo de interpolação cilíndrica. inicie e cancele a compensação do raio da ponta da ferramenta dentro do modo de interpolação cilíndrica. essa distância é reconvertida em um ângulo. é convertida internamente. o comando para a interpolação circular é: G19 C__Z__. Se o modo de interpolação cilíndrica for iniciado quando já se encontra aplicada a compensação do raio da ponta da ferramenta. No modo de interpolação cilíndrica.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4.

Os ciclos fixos de perfuração. É necessário cancelar primeiro o modo de interpolação cilíndrica. A interpolação cilíndrica (G07. G81 a G89. não é possível especificar um sistema de coordenadas G50 da peça.1) não pode ser executada no modo de posicionamento (G00). No modo de interpolação cilíndrica. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Posicionamento No modo de interpolação cilíndrica. antes de se proceder ao seu reset. D Definição de um sistema de coordenadas D Especificação do modo de interpolação cilíndrica D Ciclo fixo para perfurar durante o modo de interpolação cilíndrica D Espelhamento para cabeçote duplo de torno-revólver 52 . não é possível especificar operações de posicionamento (incluindo as operações que produzem os ciclos de deslocamento rápido. G80 através de G89). Antes de se poder especificar o posicionamento. O espelhamento para cabeçote duplo de torno-revólver (G68 e G69) não pode ser especificado durante o modo de interpolação cilíndrica. não podem ser especificados durante o modo de interpolação cilíndrica. não é possível fazer o reset do modo de interpolação cilíndrica. é necessário cancelar o modo de interpolação cilíndrica. tais como G28.4. No modo de interpolação cilíndrica.

0 .0 .0 .0 C60.1 C0 .0 C70.0 D01 F250 .0 .0 . N01 G00 Z100. N04 G01 G42 Z120.0 .0 R75. N13 G01 C360. N06 G03 Z90. Z mm 120 110 90 70 60 N0 5 N06 N11 N07 N08 N09 N10 N12 N13 C Z R 0 30 60 70 150 190 230 270 360 C Graus 53 . N03 G07. N07 G01 Z70.1 H57299 . FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO Exemplos Exemplo de um Programa de Interpolação Cilíndrica O0001 (INTERPOLAÇÃO CILÍNDRICA ).0 C230.0 R10. N10 G02 Z70.0 C190. N11 G01 Z110.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4.0 . N12 G03 Z120. N15 G07. N02 G01 G18 W0 H0 .0 . N16 M30 .0 C270.0 C0 . N14 G40 Z100. N09 G01 C150.0 .0 R75. N05 C30.0 R30.0 . N08 G02 Z60.

é possível cortar roscas cônicas e em espiral. o passo da rosca é incorreto. A velocidade do fuso é lida pelo codificador de posição do fuso em tempo real e convertida na velocidade de avanço de corte (no modo de avanço por minuto). 4. 4. o processo de abertura de rosca é iniciado em um ponto fixo e o caminho da ferramenta na peça não é alterado durante as repetidas aberturas de rosca. movimentada. desde o corte grosseiro até o corte de acabamento de um parafuso.4. à qual a ferramenta será. IP_: Ponto final F_: Passo do eixo longo (sempre em programação do raio) Eixo X Ponto final X δ2 Z α δ1 Ponto inicial 0 L Eixo Z Fig. bem como roscas de passo reto.7 (c) Rosca em espiral Formato G32IP_F_. a abertura da rosca é repetida ao longo do mesmo caminho da ferramenta.7 (b) Rosca cônica Fig. 54 . Ter em atenção que a velocidade do fuso tem de permanecer constante desde o corte grosseiro até o corte de acabamento.7 (d) Exemplo da abertura de rosca Explicações Em geral. 4.7 ROSCA DE PASSO CONSTANTE (G32) Utilizando-se o comando G32.7 (a) Rosca reta Fig. L L L Fig. então. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. Uma vez que a abertura de rosca é iniciada quando o codificador de posição instalado no fuso transmite um sinal para 1 volta. 4. Não sendo assim.

o comprimento da abertura de rosca deveria ser especificado com um valor um pouco maior do que o necessário. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO X Rosca cônica LX α Z LZ passo α≦45° é LZ passo α≧45° é LX Fig.0001 a 500.. etc.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4.999999 polegadas p g 55 . provoca passos de rosca ligeiramente incorretos nos pontos inicial e final de uma abertura de rosca.7: Faixas de dimensões permitidas para os passos de rosca Menor incremento de comando Entrada em mm Entrada em polegadas de 0. o atraso do sistema servo. A Tabela 4. Tabela 4.7 apresenta as faixas permitidas para a especificação do passo de rosca. 4.0000 mm de 0.7 (e) LZ e LX de uma rosca cônica Geralmente. Para compensar esta situação.000001 a 9.

cortar mais 1 mm) G32 W--74.4. são usados os valores seguintes : Passo de rosca :4mm δ1=3mm δ2=1. Z 72. G00 X 50.0 .0 . W74.0 . G32 W--74. cortar mais 1 mm) G32 X 39.5 F4.0 . G32 X 41. X 10.5mm na direção do eixo Z δ1=2mm δ2=1mm Profundidade de corte na direção do eixo X é 1mm (corte duplo) (Entrada em milímetros. (No segundo corte.0 . U--64.5 .0 Z72.0 Z29.5 .0 F3.5mm Profundidade de corte :1mm (corte duplo) (Entrada em milímetros.0 . G00 X 50. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações 1. são usados os valores seguintes : Passo de rosca : 3. G00 U62.5 .0 . G00 U64. Eixo X 30 mm δ2 δ1 Eixo Z 70 2.0 .0 . Z 72. W74. Abertura de rosca cônica Na programação. (No segundo corte.5 .0 Z29.0 . Abertura de rosca reta Na programação.0 . Eixo X φ50 φ43 δ2 30 40 56 . programação do diâmetro) G00 U--62. programação do diâmetro) δ1 0 φ14 Eixo Z G00 X 12.0 .

11 A função de retração do ciclo de abertura de rosca não é eficaz para G32. A lâmpada de bloqueio de avanço (lâmpada SPL) acende. Z _. a função de bloqueio de avanço não é eficaz durante a abertura de rosca.) Z_ F_ . imediatamente após o bloco de abertura de rosca. Portanto. 8 O bloco de deslocamento precedente ao bloco de abertura de rosca não pode incluir comandos de chanfragem nem de canto R. 9 Um bloco de abertura de rosca não pode incluir comandos de chanfragem nem de canto R. 6 Se o bloco anterior for um bloco de abertura de rosca. porém. a lâmpada se apaga (estado de parada de bloco único). G32Z _ F_ . mesmo que o bloco atual seja um bloco de abertura de rosca.(O sinal de 1 rotação também não é detetado. a ferramenta pára no primeiro bloco não especificando a abertura de rosca como quando o botão de bloqueio de avanço é carregado conforme mencionado na nota 3. não use o controle da velocidade de corte constante durante a abertura de rosca. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO AVISO 1 A correção da velocidade de avanço encontra--se ativa (fixada a 100%) durante a abertura de rosca. a ferramenta pára no bloco que não inclui a abertura de rosca. Assim que a ferramenta pára. (Considerado como um bloco de abertura de rosca. a ferramenta pára após a execução do primeiro bloco que não inclua a abertura de rosca. sem esperar pela deteção do sinal de 1 rotação.) G32 . 10 A função de override da velocidade do fuso está desativada durante a abertura de rosca. No entanto. 2 É muito perigoso parar o avanço da ferramenta de abertura de rosca sem parar primeiro o fuso. quando o modo é alterado de um modo de operação automática para outro. a ferramenta pára após a execução de um bloco em que não se encontre especificada a abertura de rosca. se o botão de BLOQUEIO DE AVANÇO for acionado no painel de comando da máquina. o corte será imediatamente iniciado. e a velocidade do fuso for alterada.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. o passo de rosca poderá não ser cortado corretamente. Por isso. 57 . G97. Se o botão de bloqueio de avanço for pressionado durante a abertura de rosca. em vez disso. 4 Se a abertura de rosca for executada no estado de bloco único. tal como se tivesse sido premido o botão BLOCO ÚNICO. 3 Se o botão de BLOQUEIO DE AVANÇO continuar premido ou for novamente premido no primeiro bloco que não inclui a abertura de rosca. a ferramenta pára depois da execução do bloco não especificando a abertura de rosca como para o modo de bloco único da nota 4. (O sinal de 1 rotação não é detetado antes deste bloco. pois isso iria aumentar subitamente a profundidade do corte. 5 Quando o modo é alterado de operação automática para operação manual durante a abertura de rosca.) 7 Se o controle da velocidade de corte constante estiver ativo durante a abertura de rosca em espiral ou de rosca cônica. A velocidade do fuso está fixada para 100%. Use.

8 apresenta a faixa de valores que podem ser especificados como K. Fig.999999 pol/rot.3 mm/rotação G34 Z-72. IP : Ponto final F : Passo de rosca no sentido do eixo longitudinal. AVISO A “Retração do Ciclo de Abertura de Rosca” não é eficaz para G34. A Tabela 4. 58 . por exemplo.4. quando K tem um valor que excede o que é apresentado na Tabela 4. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. no ponto inicial K : Incremento e decremento do passo por rotação do fuso Explicações Todos os endereços.8 Hélice de passo variável Formato G34 IP_F_K_.8: Faixa de valores permitidos para K Entrada em mm Entrada em polegadas De 0. De 0.0 mm Aumento do passo de rosca: 0.000001 a  9. Exemplos Passo de rosca no ponto inicial: 8.8.0 K0. Tabela 4.0000 mm/rot. exceto K. O alarme P/S (nº 14) é acionado.0 F8. são iguais aos da abertura de rosca reta/cônica com G32. 4.3 . o valor máximo do passo é ultrapassado como resultado do aumento ou diminuição por K ou o passo possui um valor negativo. permite a execução da abertura de rosca com passo variável.0001 a 500.8 ABERTURA DE ROSCA DE PASSO VARIÁVEL (G34) A especificação de um aumento ou diminuição do passo de rosca por cada rotação da hélice.

59 . Dado que o sistema é controlado de forma a impedir. nas quais o passo de rosca e o contorno se alteram a meio caminho. sobrepõem-se com o próximo movimento para o processamento e saída de pulsos (sobreposição de blocos). NOTA 1 A sobreposição de blocos também é eficaz para o comando G01. as seções de usinagem descontínuas. produzindo uma superfície com um acabamento excelente.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. os pulsos fracionários emitidos para a transição entre blocos de movimento. 4. enquanto a profundidade de corte é alterada. que o sincronismo com o fuso seja perturbado durante a transição entre blocos. devido à interrupção do movimento durante os blocos de usinagem contínua.9 ABERTURA DE ROSCA CONTÍNUA Na função de rosqueamento contínuo. permitindo um comando contínuo do bloco que contém as instruções para a abertura de rosca. se torna possível executar operações especiais de abertura de rosca. Assim. são eliminadas. 2 A sobreposição de blocos não é eficaz em blocos extremamente pequenos. este sistema permite uma usinagem correta sem prejudicar a rosca. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO 4.9 Abertura de rosca contínua Mesmo que seja repetida a mesma seção para a abertura de rosca. Explicações G32 G32 G32 Fig. tanto quanto possível.

Torna-se. que não é possível especificar um ponto decimal. Formato (Rosca de passo constante) G32 IP_ F_ Q_ . o mesmo será arredondado para 360000 (360 graus). assim. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. especifique Q180000.001 graus). Não é possível especificar Q180.000. Use sempre o formato de fita FS15 para o comando de abertura de rosca múltipla G76. portanto. 60 D Incremento do ângulo inicial D Faixa permitida para o ângulo inicial D Abertura de rosca múltipla (G76) . visto que este valor contém um ponto decimal.001 graus. O ângulo inicial (Q) pode ser especificado entre 0 e 360000 (em unidades de 0. possível produzir facilmente hélices de rosca múltipla. tendo. Se não for especificado nenhum valor.4. IP_: Ponto final F_: Passo na direção longitudinal Q_ : Ângulo inicial da abertura de rosca Explicações D Comandos permitidos para a abertura de rosca G32: G34: G76: G92: Abertura de rosca de passo constante Abertura de rosca de passo variável Ciclo de abertura de rosca múltipla Ciclo de abertura de rosca Limitações D Ângulo inicial O ângulo inicial não é um valor de ação contínua (modal). de ser especificado sempre que é usado. O incremento do ângulo inicial (Q) é de 0.10 ABERTURA DE ROSCA MÚLTIPLA Através do endereço Q é possível especificar um ângulo entre o sinal de 1 rotação do fuso e o início da abertura de rosca. o programa assume o valor 0. Ter em atenção. Se for especificado um valor superior a 360000 (360 graus). e deslocar o ângulo de início da abertura de rosca. Exemplo: Para um ângulo de deslocamento de 180 graus. G32 IP_ Q_ . Hélices de rosca múltipla.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4.0 .0 F4. G00 X72. G32 W. G32 W. G00 X72.0 .0 .0 .0 . X40.38. W38.0 Q0 .38.0 F4.0 .0 Q180000 . W38. 61 . FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO Exemplos Programa para hélices de rosca dupla (com ângulos iniciais de 0 e 180 graus) G00 X40.

A função de salto é usada quando o fim da usinagem não está programado. 2 No salto rápido.11 FUNÇÃO DE SALTO (G31) A interpolação linear pode ser programada através da especificação de um movimento axial a seguir ao comando G31. consulte o manual publicado pelo fabricante da máquina-ferramenta. NOTA 1 Se o comando G31 for emitido enquanto a compensação do raio da ponta da ferramenta estiver ativa. 62 . Cancele a compensação da ferramenta com o comando G40. tal como G01.º 6200 para 1. Se a velocidade de avanço for especificada como um valor de avanço por rotação. G31: Código G de ação simples (eficaz apenas no bloco em que foi especificado) Explicações Quando o sinal de salto está ativo. funcionamento em vazio e aceleração/desaceleração automática são ativadas para a função de salto. mas é especificado por meio de um sinal da máquina. Se for introduzido um sinal de salto externo durante a execução deste comando. é ativado o alarme P/S nº 035. antes de especificar o comando G31. Para ativar estas funções. durante a retificação. override da velocidade de avanço. o funcionamento em vazio e a aceleração/desaceleração automática são desativados para a função de salto se a velocidade de avanço for especificada como um valor de avanço por minuto. a execução do comando é interrompida e o bloco seguinte executado. defina o bit 7 (SKF) do parâmetro n. da seguinte forma: #5061 Valor da coordenada do eixo X #5062 Valor da coordenada do eixo Z #5063 Valor da coordenada do 3º eixo #5064 Valor da coordenada do 4º eixo AVISO Para aumentar a precisão da posição da ferramenta quando é introduzido o sinal de salto. Formato G31 IP_ . dado que se encontram memorizados nas variáveis #5061 a #5068 do sistema de macros de usuário.4. o override da velocidade de avanço. Esta função também pode ser usada para medir as dimensões de uma peça. independentemente da definição do bit SKF. Para mais informações sobre a utilização desta função. por exemplo. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. os valores das coordenadas podem ser utilizados em uma macro de usuário. se G31 for executado no modo de avanço por rotação. é ativado um alarme P/S (nº 211).

X O sinal de salto é introduzido aqui 10 0 (300.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. 4.11 (b) O bloco seguinte é um comando absoluto para 1 eixo D O bloco a seguir a G31 é um comando absoluto para 2 eixos G31 G90X200.11 (a) O bloco seguinte é um comando incremental D O bloco a seguir a G31 é um comando absoluto para 1 eixo G31 Z200. U50.0 F100.0. U50.0. 4. X100.00 F100.0 F100. X300.0 Movimento efetivo Movimento sem sinal de salto Fig.0 O sinal de salto é introduzido aqui 50.0 X W100 100.0.0 Z100.100) Movimento efetivo Movimento sem sinal de salto 100 200 300 Z Fig 4. X100.11 (c) O bloco seguinte é um comando absoluto para 2 eixos 63 .0 O sinal de salto é introduzido aqui X200.0 Z Movimento efetivo Movimento sem sinal de salto Fig. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO Exemplos D O bloco a seguir a G31 é um comando incremental G31 W100.

Q2. Os parâmetros nº 6202 a 6205 podem ser utilizados para definir se será aplicado um sinal de salto de 4 ou de 8 pontos (se for utilizado um sinal de salto rápido). aplicando-se um sinal de salto sempre que as operações de usinagem grosseira. usinagem semi-fina. Especificando-se Q1. Os bits 0 (DS1) a 7 (DS8) do parâmetro nº 6206 também podem ser utilizados para especificar uma pausa. IP_ : Ponto final F_ : Velocidade de avanço P_ : P1-P4 Pausa G04 X (U. tal como um instrumento de medição de dimensões fixas. tal como acontece quando se especifica G31. desde a usinagem grosseira até à retificação fina. P)__ (Q__) . FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. usinagem fina ou de retificação fina sejam terminadas. Pode ocorrer um salto.2. a função de salto multi-etapas armazena coordenadas em uma variável de macro de usuário quando um sinal de salto (4 pontos ou 8 pontos. por exemplo. 3. P3 ou P4 em um bloco G31. é possível ignorar a pausa. P)_ : Tempo de pausa Q_ : Q1 . Podem utilizar-se os parâmetros nº 6202 a nº 6205 para selecionar um sinal de salto de 4 ou de 8 pontos (se for utilizado um sinal de salto rápido). É possível especificar que um sinal de salto corresponda a dois ou mais Pn ou Qn (n=1.4). A especificação não está limitada à correspondência de um a um. é possível executar automaticamente uma série de operações.3. D Correspondência dos sinais de salto 64 . Q3 ou Q4) é explicada no manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.12 SALTO MULTI-ETAPAS Num bloco especificando P1 a P4 após G31.4. Q3 ou Q4 em G04 (comando de pausa). 2. P2. Q2. bem como para corresponder a um Pn ou Qn na base de um para um. CUIDADO A pausa não é ignorada se não for especificado Qn e definidos os parâmetros DS1--DS8 (nº 6206#0--#7). para saltar os programas que estão sendo executados.Q4 Explicações O salto multi-etapas é programado através da especificação de P1. P3 ou P4) é explicada no manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. A seleção (de P1. 4). É possível servir-se de um sinal de salto emitido pelo equipamento. A seleção (de Q1. X(U. P2. Um sinal de salto pode ser definido de forma a corresponder a vários Pn ou Qn (n=1. Na retificação de perfis. mesmo que Q não seja especificado. Formato Comando de movimento G31 IP __ F __ P __ . 8 pontos quando um sinal de salto rápido é usado) é ligado.

consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. o alarme P/S nº 015 é gerado. Se dois ou mais eixos forem especificados para serem controlados em esses blocos ou se não ocorrer um comando de eixo. as variáveis do sistema de macros de usuário contêm as coordenadas baseadas no sistema de coordenadas da máquina. é ativado o alarme P/S nº 244.13 SALTO DO LIMITE DE TORQUE (G31 P99) Com o torque do motor limitado (por exemplo. O salto é efetuado quando é emitido um sinal que indica que o limite do torque foi alcançado (devido à pressão aplicada ou por qualquer outro motivo). Se não for especificado um limite de torque antes da execução de G31 P99/98. Se o limite de torque do motor for alcançado durante a execução de G31 P98. o comando de movimento continua. O sinal de SALTO <X0004#7/Unidade porta-ferramenta 2 X0013#7> não exerce qualquer influência sobre G31 P98. Quando G31 P99/98 é especificado. é possível produzir o mesmo tipo de avanço de corte como com G01 (interpolação linear). mas não um salto rápido. Se o sinal que indica o alcance do limite de torque for introduzido durante a execução de G31 P99/98 e a quantidade de erros do servo for superior a 32767. por um comando de limite de torque emitido através da janela do PMC). A introdução de um sinal de SALTO durante a execução de G31 P98 não provoca um salto. G31 P98 IP_ F_ . através de um comando de movimento a seguir a G31 P99 (ou G31 P98). Apenas um eixo pode ser controlada em cada bloco com G31 P98/99. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO 4. um sinal de SALTO pode originar um salto. o comando de movimento atual é cancelado e o bloco seguinte executado. (Ver seção 4. D G31 P98 D Comando de limite de torque D Variável do sistema de macros de usuário Limitações D Comando de eixos D Erro do servo D Salto rápido 65 .9. Com G31 P99. as variáveis de macros de usuário contêm as coordenadas existentes no final do salto. não ocorre um salto mesmo se for atingido um limite de torque. Para mais informações sobre a utilização desta função. o comando de movimento atual é cancelado e o bloco seguinte executado. mas não as coordenadas existentes no momento em que o sinal de SALTO foi introduzido.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. G31 P99 IP_ F_ . G31: Código G de ação simples (eficaz apenas no bloco em que foi especificado) Formato Explicações D G31 P99 Se o limite de torque do motor for alcançado ou for recebido um sinal de SALTO durante a execução de G31 P99. depois de finalizado.) Se um sinal de SALTO der origem a um salto com G31 P99.

: : G31 P99 X200. Exemplos O0001. D Comandos consecutivos AVISO Especifique sempre o limite de torque antes do comando G31 P99/98. nos comandos de salto G31. É necessário definir o bit 7 (SKF) do parâmetro nº 6200 para desativar as funções de funcionamento em vazio. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Sincronização simplificada e controle de eixo angular D Controle da velocidade G31 P99/98 não pode ser aplicado aos eixos submetidos a uma sincronização simplificada. nem aos eixos X ou Z. : G01 X100. : : M30 . : : Mjj . antes de ativar G31. : : MDD . NOTA Se G31 for ativado durante a compensação do raio da ponta da ferramenta. : % O limite de torque é especificado através da janela do PMC. é ativado o alarme P/S nº 035. G31 P99/98 não pode ser usado em blocos consecutivos. execute G40 para cancelar a compensação do raio da ponta da ferramenta. Comando de salto do limite de torque Comando de movimento ao qual é aplicado o limite de torque Limite de torque cancelado pelo PMC 66 . se os mesmos se encontrarem sob um controle de eixo angular. F100 . sem originar um salto. Portanto. caso contrário G31 P99/98 permitirá a execução de comandos de movimento. F500 . override e aceleração ou desaceleração automática.4.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 5. FUNÇÕES DE AVANÇO 5 FUNÇÕES DE AVANÇO 67 .

2.1 (a) Aceleração/desaceleração automática (exemplo) 68 . Deslocamento rápido Quando se especifica o comando de posicionamento (G00). 5. 5. Velocidade de deslocamento rápido FR FR : Velocidade de des- T R: Constante de locamento rápido 0 tempo de aceleração/desaceleração para a velocidade de deslocamento rápido Tempo TR Velocidade de avanço TR FC FC : Velocidade de avanço T C : Constante de tempo de aceleração/ desaceleração para a velocidade de avanço de corte Tempo 0 TC TC Fig. a ferramenta se move à velocidade de deslocamento rápido programada no CNC (parâmetro nº 1420). D Override O override pode ser aplicado à velocidade de deslocamento rápido ou à velocidade de avanço de corte.1 ASPECTOS GERAIS D Funções de avanço As funções de avanço controlam a velocidade de avanço da ferramenta.1 (a)). Estão disponíveis as duas funções de avanço seguintes: 1. D Aceleração/ Desaceleração automática Para evitar um choque mecânico.5. pressionando-se o respectivo botão no painel de operação da máquina. FUNÇÕES DE AVANÇO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 5. Avanço de corte A ferramenta se move à velocidade de avanço de corte programada. a aceleração/desaceleração é aplicada automaticamente no momento em que a ferramenta inicia e termina o seu movimento (Fig.

1 (c). No deslocamento rápido. não sendo. dependem da velocidade de avanço. necessário programar uma velocidade de avanço rápido. X ∆r:Erro Caminho programado Caminho real da ferramenta r 0 Z Fig. X Caminho programado Caminho real da ferramenta 0 Z Fig. Para informações mais detalhadas. durante o avanço de corte. 5. é necessário controlar a velocidade de avanço para que a ferramenta se movimente da forma programada. pressionando-se o respectivo botão no painel de operação da máquina: F0. A velocidade de deslocamento rápido é definida para cada eixo por meio do parâmetro nº 1420. consulte o manual aplicável do fabricante da máquina-ferramenta.1 (c) Exemplo do desvio radial na interpolação circular O caminho de canto arredondado ilustrado na Fig. 5. 69 .1 (b)).1 (b) e o desvio radial ilustrado na Fig. o bloco seguinte é executado depois da velocidade de avanço especificada passar para 0 e do motor servo alcançar uma determinada faixa definida pelo fabricante da máquina-ferramenta (controle da posição). poderá obter-se um caminho de canto arredondado (Fig. Os seguintes overrides podem ser aplicados à velocidade de deslocamento rápido.1 (b) Exemplo do caminho da ferramenta entre dois blocos Na interpolação circular ocorre um desvio radial (Fig. 5. 50. Portanto. assim. FUNÇÕES DE AVANÇO D Caminho da ferramenta em avanço de corte Se a direção do movimento for alterada entre os blocos programados. 5. 100% F0: Permite que uma velocidade de avanço fixa seja definida para cada eixo pelo parâmetro nº 1421. 25. 5.2 DESLOCAMENTO RÁPIDO Formato G00 IP_ .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 5. 5. 5. Palavra de dimensão para o ponto final Explicações O comando de posicionamento (G00) posiciona a ferramenta por meio do deslocamento rápido.1 (c)). G00: Código G (grupo 01) para o posicionamento (deslocamento rápido) IP_.

F_ . F_ . Estão disponíveis dois modos de especificação: 1. Quando se liga a máquina. se especifica o valor de avanço da ferramenta por rotação do fuso. Avanço por minuto (G98) Após F.. etc. Código G (grupo 05) para o avanço por minuto Comando da velocidade de avanço (mm/min ou polegadas/min) Código G (grupo 05) para o avanço por rotação Comando da velocidade de avanço (mm/rotação ou polegadas/rotação) Avanço por rotação Explicações D Controle da constante da velocidade tangencial O avanço de corte é controlado de forma que a velocidade de avanço tangencial corresponda sempre à velocidade de avanço especificada. G03). o bloco seguinte é executado de forma a minimizar a alteração da velocidade de avanço em relação ao bloco precedente. G98 é um código modal. o valor de avanço da ferramenta por minuto deve ser definido diretamente. X X Ponto inicial F Centro Z Interpolação linear Interpolação circular Ponto final Z Ponto final F Ponto inicial Fig. interpolação circular (G02. por meio do respectivo botão do painel de operação da máquina. Para informações mais detalhadas. é programada com números após o código F.3 AVANÇO DE CORTE A velocidade de avanço da interpolação linear (G01).3 (a) Velocidade de avanço tangencial (F) D Avanço por minuto (G98) Após a especificação de G98 (no modo de avanço por minuto). Formato Avanço por minuto G98 . fica ativo o modo de avanço por rotação. É possível aplicar ao avanço por minuto uma correção de 0% a 254% (em passos de 1%). FUNÇÕES DE AVANÇO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 5. No avanço de corte. Depois de selecionado. G99 .5. 2. G98 é válido até que seja especificado G99 (avanço por rotação). 5. 70 . consulte o manual correspondente fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. se especifica o valor de avanço da ferramenta por minuto. especificando um número depois de F. Avanço por rotação (G99) Após F.

ex. ex. ela é fixada para o limite superior. especificando um número depois de F. 2 Não é possível aplicar um override a alguns dos comandos. D Avanço por rotação (G99) Após a especificação de G99 (no modo de avanço por rotação). como p. G99 é um código modal. D Fixação da velocidade de avanço de corte Pode definir-se um limite superior comum na velocidade de avanço de corte ao longo de cada eixo com o parâmetro nº 1422. como p. mesmo que não seja usado um codificador de posição. G99 é válido até que seja especificado G98 (avanço por minuto). 71 .) F Quantidade de avanço por rotação do fuso (mm/rot ou pol/rot) Fig. consulte o manual correspondente fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Quanto menor for o número de rotações do fuso. Depois de selecionado. é possível especificar os comandos de avanço por rotação.3 (c) Avanço por rotação CUIDADO 1 Se o fuso trabalhar a uma velocidade baixa. 5. Se o bit 0 (NPC) do parâmetro nº 1402 for definido com 1. tanto mais freqüentemente ocorrerão flutuações na velocidade de avanço. por meio do respectivo botão do painel de operação da máquina. 5. Para informações mais detalhadas. à abertura de rosca. (O CNC converte os comandos de avanço por rotação em comandos de avanço por minuto. poderão verificar--se flutuações na velocidade de avanço.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 5. É possível aplicar ao avanço por rotação uma correção de 0% a 254% (em passos de 1%). o valor de avanço da ferramenta por rotação do fuso deve ser definido diretamente. Se uma velocidade real de avanço de corte (com um override aplicado) exceder um limite superior especificado. FUNÇÕES DE AVANÇO F Quantidade de avanço por minuto (mm/min ou pol/min) Fig. à abertura de rosca.3 (b) Avanço por minuto AVISO Não é possível aplicar um override a alguns dos comandos.

0.5. 5. durante o estado estável: D Referência A faixa de velocidades de avanço especificáveis pode ser consultada no Anexo C. X_ : Especifique o tempo (são permitidos números decimais) U_ : Especifique o tempo (são permitidos números decimais) P_ : Especifique o tempo (são permitidos números decimais) Explicações Quando se especifica uma pausa. FUNÇÕES DE AVANÇO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 NOTA O limite superior é especificado em mm/min ou em polegadas/min.4 (a): Faixa de valores de comando do tempo de pausa (comando X ou U) Sistema incremental IS--B IS--C Faixa de valores de comUnidade do ando tempo de pausa de 0. para a aceleração/desaceleração.999 de 0. 72 . esse erro é provocado pela medição do tempo de que a ferramenta necessita para se deslocar 500 mm ou mais. ou G04 U_ . Mais precisamente.001 s ou rot. O bit 1 (DWL) do parâmetro nº 3405 pode definir uma pausa para cada rotação no modo de avanço por rotação (G99). a execução do bloco seguinte é adiada pelo tempo especificado. contudo.0001 a 9999. Tabela 5.9999 s ou rot. Esse erro não é válido.001 a 99999. rot Tabela 5. ou G04 P_ .4 PAUSA (G04) Formato Pausa G04 X_ .0001 s ou rot. O cálculo do CNC poderá implicar um erro da velocidade de avanço de +2% em relação ao valor especificado.4 (b): Faixa de valores de comando do tempo de pausa (comando P) Sistema incremental IS--B IS--C Faixa de valores de comUnidade do ando tempo de pausa de 1 a 99999999 de 1 a 99999999 0.

como se descreve mais tarde.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 6. a ferramenta é substituída ou o sistema de coordenadas definido. normalmente. Essa posição é designada como ponto de referência. PONTO DE REFERÊNCIA 6 PONTO DE REFERÊNCIA Qualquer máquina-ferramenta CNC possui uma posição especial na qual. 73 .

por exemplo. É possível especificar um total de quatro pontos de referência. através dos parâmetros (nº 1240 a 1243). definindo-se coordenadas no sistema de coordenadas da máquina. Y 2º ponto de referência 3º ponto de referência Ponto de referência 4º ponto de referência X Ponto zero da máquina Fig. como uma posição na qual as ferramentas são substituídas automaticamente. para a qual a ferramenta pode ser facilmente deslocada por meio da função de retorno ao ponto de referência.6.1 (a) Ponto zero da máquina e pontos de referência 74 . O ponto de referência é utilizado. 6.1 RETORNO AO PONTO DE REFERÊNCIA D Ponto de referência O ponto de referência é uma posição fixa na máquina-ferramenta. PONTO DE REFERÊNCIA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 6.

Retorno ao 3º ponto de referência G30 P4 IP _ . acende-se a lâmpada que indica que o retorno foi concluído. Retorno ao 4º ponto de referência IP_: Comando que especifica a posição intermediária (comando absoluto/incremental) D Controle do retorno ao ponto de referência G27 IP _ . IP_: Comando que especifica o ponto de referência (comando absoluto/incremental) 75 . PONTO DE REFERÊNCIA D Retorno ao ponto de referência As ferramentas são deslocadas automaticamente para o ponto de referência passando por uma posição intermediária ao longo de um eixo especificado Quando o retorno ao ponto de referência está concluído. Se a ferramenta tiver regressado corretamente ao ponto de referência ao longo do eixo especificado. Retorno ao ponto de referência (P2 pode ser omitido. Retorno ao 2º ponto de referência G30 P3 IP _ . X Posição intermediária Ponto de referência Z Fig. 6.) G30 P2 IP _ .1 (b) Retorno ao ponto de referência D Controle do retorno ao ponto de referência A função de controle do retorno ao ponto de referência (G27) verifica se a ferramenta regressou corretamente ao ponto de referência. como especificado no programa. Formato D Retorno ao ponto de referência G28 IP _ . acende-se a lâmpada do respectivo eixo.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 6.

o comando G30 só é utilizado se a posição do dispositivo automático de substituição da ferramenta (ATC) diferir do ponto de referência. No modo de correção. terceiro e quarto ponto de referência depois de se efetuar o retorno ao ponto de referência (G28) ou o retorno manual ao ponto de referência (ver III-3. Se o comando G28 for especificado sem que o retorno manual ao ponto de referência tenha sido executado após a energização. mesmo que a ferramenta tenha regressado automaticamente ao ponto de referência. Ver III-3. A lâmpada que indica a conclusão do retorno não se acende se o bloqueio da máquina estiver ligado. Por isso. a lâmpada não se acende mas é ativado um alarme. o movimento a partir do ponto intermediário é igual ao do retorno manual ao ponto de referência. a posição a ser alcançada pela ferramenta com o comando G27 é obtida adicionando o valor de correção à posição especificada. Normalmente. a lâmpada de retorno ao ponto de referência poderá acender-se mesmo que a posição programada tenha sido deslocada do ponto de referência pelo menor incremento de entrada.6. a lâmpada de retorno ao ponto de referência acende-se. Neste caso. as correções têm de ser canceladas antes de se ativar o comando G27. portanto. Em sistemas sem um detetor de posição absoluta. Se o sistema da máquina-ferramenta for um sistema inglês em que foram feitas entradas em milímetros. Quando a ferramenta alcança o ponto de referência. Neste caso. 3º e 4º ponto de referência (G30) D Controle do retorno ao ponto de referência (G27) Restrições D Bloqueio da máquina ligado D Primeiro retorno ao ponto de referência após a energização (sem um detetor de posição absoluta) D Controle do retorno ao ponto de referência no modo de correção D Lâmpada acesa quando a posição programada não corresponde ao ponto de referência Referência D Retorno manual ao ponto de referência 76 . a compensação do raio da ponta da ferramenta e a correção da ferramenta deveriam ser canceladas antes da execução deste comando. se a posição alcançada pela ferramenta não corresponder ao ponto de referência. A posição intermediária tem. é ativado um alarme (nº 092).1). No entanto. D Retorno ao 2º. se a posição definida através da adição do valor de correção não corresponder ao ponto de referência. PONTO DE REFERÊNCIA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Retorno ao ponto de referência (G28) O deslocamento para a posição intermediária ou para os pontos de referência é executado à velocidade de deslocamento rápido de cada eixo. Assim. de ser especificada de forma a possibilitar o retorno ao ponto de referência. a ferramenta desloca-se na direção especificada no parâmetro ZMIx (bit 5 do parâmetro nº 1006) para o retorno ao ponto de referência.1. Isso deve-se ao fato do menor incremento de entrada da máquina ser inferior ao seu menor incremento de comando. por motivos de segurança. O comando G27 posiciona a ferramenta à velocidade de deslocamento rápido. mesmo que seja especificado um comando G27. não é efetuado o controle de retorno da ferramenta ao ponto de referência. só é possível utilizar as funções de retorno ao segundo. Normalmente.

isto é. X β α Z Ponto zero Fig. as palavras de dimensão são representadas. as coordenadas são especificadas da seguinte forma: X_Z_ A este comando dá-se o nome de palavra de dimensão. 77 . As coordenadas são especificadas por meio dos eixos do programa.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7. 7 Posição da ferramenta especificada por XαZβ As coordenadas são especificadas em um dos três sistemas de coordenadas seguintes: (1) Sistema de coordenadas da máquina (2) Sistema de coordenadas da peça (3) Sistema de coordenadas locais O número de eixos do sistema de coordenadas varia de máquina para máquina. introduzindo essa posição no CNC. Por isso. Se forem utilizados os dois eixos do programa. por IP_. os eixos X e Z. Essa posição da ferramenta é representada em um sistema de coordenadas. neste manual. SISTEMA DE COORDENADAS 7 SISTEMA DE COORDENADAS A ferramenta pode ser deslocada para a posição pretendida.

G53. Palavra de dimensão absoluta Formato Explicações D Seleção do sistema de coordenadas da máquina (G53) Quando uma posição é especificada como um conjunto de coordenadas da máquina. a posição de substituição da ferramenta. Sendo especificados valores incrementais. pelo menos. O sistema de coordenadas da máquina é determinado quando se executa o retorno manual ao ponto de referência. Quando se executa um retorno manual ao ponto de referência após a energização. cujo ponto de origem coincide com o ponto zero da máquina. após a energização (ver III-3.1 SISTEMA DE COORDENADAS DA MÁQUINA O ponto específico de uma máquina. O ponto zero de cada máquina é programado pelo respectivo fabricante da máquina-ferramenta. caso se encontre instalado um detetor de posição absoluta. é necessário executar.1). programe o movimento no sistema de coordenadas da máquina ativado com G53.7. que funciona como referência da mesma. a ferramenta desloca-se para essa posição por meio do deslocamento rápido. Uma vez determinado. A um sistema de coordenadas. como p. SISTEMA DE COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 7. um retorno manual ou automático ao ponto de referência através do comando G28. especificados por meio do parâmetro nº 1240. imediatamente após a energização. O comando G53 tem de ser especificado através de valores absolutos. usado para selecionar o sistema de coordenadas da máquina. G53 IP _ . ex. Uma vez que o sistema de coordenadas da máquina tem de ser definido antes de se especificar o comando G53. dá-se o nome de sistema de coordenadas da máquina. cancele a compensação do raio da ponta da ferramenta e a correção da ferramenta. o sistema de coordenadas da máquina não é alterado até que a máquina seja desligada. Todos os comandos baseados no sistema de coordenadas da máquina selecionado só são. Restrições D Cancelamento da função de compensação D Especificação de G53 imediatamente após a energização Referência Sistema de coordenadas da máquina Ponto zero β α Ponto de referência 78 . Não será necessário fazê-lo. eficazes no bloco que contém G53. IP _ . Sempre que especificar o comando G53. é um código G de ação simples. é designado como ponto zero da máquina. Se pretender deslocar a ferramenta para uma posição específica da máquina. por isso. β). o comando G53 é ignorado. o sistema de coordenadas da máquina é definido de forma que o ponto de referência corresponda aos valores de coordenadas (α.

durante a correção. O sistema de coordenadas da peça tem de ser previamente definido através do NC (definição de um sistema de coordenadas da peça). (3) Introdução através do painel MDI Realize definições para definir previamente seis sistemas de coordenadas da peça através do painel MDI (ver Parte III-11. no programa. É possível alterar um sistema de coordenadas da peça já definido. (2) Definição automática Se o bit 0 do parâmetro nº 1201 for previamente ativado.2. Depois. 7. especificando um valor após G50. a ponta da ferramenta. O sistema de coordenadas da peça é definido pelo programa de usinagem utilizado (seleção de um sistema de coordenadas da peça). no qual a posição anterior à correção corresponda à posição especificada em G50. deslocando o seu ponto de origem (alteração do sistema de coordenadas da peça). SISTEMA DE COORDENADAS 7. o sistema de coordenadas de trabalho será definido de forma que a posição atual da ferramenta corresponda ao resultado da adição do valor incremental especificado às coordenadas da posição anterior da ferramenta. 79 .2 SISTEMA DE COORDENADAS DA PEÇA O sistema de coordenadas utilizado para a usinagem de uma peça é designado como sistema de coordenadas da peça. use comandos do programa G54 a G59 para selecionar qual o sistema de coordenadas da peça que deve ser usado.1 Definição do Sistema de Coordenadas da Peça Formato D Definição do sistema de coordenadas da peça com G50 G50 IP_ Explicações O sistema de coordenadas da peça é definido de forma que um determinado ponto da ferramenta.10).4. ex. o sistema de coordenadas da peça é definido automaticamente quando o retorno manual ao ponto de referência é executado (ver Parte III-3. fique situado nas coordenadas especificadas. será definido um sistema de coordenadas. Sendo utilizado um comando absoluto.1). Se o sistema de coordenadas for definido por meio de G50. Se IP for um valor de comando incremental. O sistema de coordenadas da peça pode ser definido por meio de três métodos: (1) Com G50 O sistema de coordenadas da peça é definido. o sistema de coordenadas da peça terá de ser especificado de uma das formas acima descritas.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7. como p.

7 Ponto zero 80 .0. comando (designação do diâmetro) X Exemplo 2 Ponto básico Definição do sistema de coordenadas através de G50X1200. SISTEMA DE COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Exemplos Exemplo 1 Definição do sistema de coordenadas através de G50X128.1 φ128.7Z375.0 Z Z 375.1.7.0 Ponto inicial (ponto padrão) Ponto inicial φ1200.0Z700. comando (designação do diâmetro) X 700.

G54 Sistema 1 de coordenadas da peça G55 Sistema 2 de coordenadas da peça G56 Sistema 3 de coordenadas da peça G57 Sistema 4 de coordenadas da peça G58 Sistema 5 de coordenadas da peça G59 Sistema 6 de coordenadas da peça Os sistemas 1 a 6 de coordenadas da peça são definidos depois do retorno ao ponto de referência.0 Neste exemplo. os comandos absolutos trabalham com o sistema de coordenadas da peça.) (1) G50 ou definição automática do sistema de coordenadas da peça Uma vez selecionado um sistema de coordenadas da peça. SISTEMA DE COORDENADAS 7.0 . após a energização.2.2.0) do sistema 2 de coordenadas da peça.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7.1. X Sistema 2 de coordenadas da peça (G55) 100.0. Exemplos G55 G00 X100. ver subseção II-7. 7. é possível selecionar um dos sistemas 1 a 6 de coordenadas da peça. a execução do comando G50 faz com que seja ativado o alarme P/S nº 10.2 Seleção de um Sistema de Coordenadas da Peça Estão à disposição os sistemas de coordenadas da peça abaixo descritos. (2) Seleção de um dos seis sistemas de coordenadas da peça definidos com o painel MDI Especificando um código G de G54 a G59. (Para informações detalhadas sobre os métodos de definição.2 81 . 40. Quando se procede à energização. o posicionamento refere-se às posições (X=100. é selecionado o sistema de coordenadas G54. Isto destina-se a evitar que o usuário confunda sistemas de coordenadas. Z=40.2.0 Z Fig.0 Z40. Se o bit 2 (G50) do parâmetro nº 1202 for definido com 1.

Para um comando incremental (G91). Sistema 1 de coordenadas da peça (G54) Sistema 2 de coordenadas da peça (G55) ZOFS2 Sistema 3 de coordenadas da peça (G56) Sistema 4 de coordenadas da peça (G57) ZOFS1 ZOFS3 ZOFS4 ZOFS5 Sistema 5 de coordenadas da peça (G58) Sistema 6 de coordenadas da peça (G59) EXOFS Ponto zero EXOFS : Valor externo de correção do ponto zero da peça ZOFS1 a ZOFS6 : Valor de correção do ponto zero da peça ZOFS6 Fig. p=0 : Valor externo de correção do ponto zero da peça p=1 a 6 : O valor de correção do ponto zero da peça corresponde aos sistemas 1 a 6 de coordenadas da peça IP : Para um comando absoluto (G90).3 Alteração do valor externo de correção do ponto zero da peça ou do valor regularde correção do ponto zero da peça Formato D Alteração por meio de G10 G10 L2 Pp IP _. 82 . alterando-se um valor externo de correção do ponto zero da peça ou o valor de correção do ponto zero da peça. consulte o manual correspondente publicado pelo fabricante da máquina-ferramenta. a correção do ponto zero da peça em cada eixo. 7.2. Para mais informações. Existem três métodos para alterar o valor externo de correção do ponto zero da peça ou o valor de correção do ponto zero da peça.7. D Alteração por meio de G50 G50 IP _.10) (2) Programação por meio de G10 ou G50 (3) Através da função de entrada de dados externos O valor externo de correção do ponto de origem da peça pode ser alterado enviando um sinal ao CNC.2. o valor a ser adicionado à correção do ponto zero da peça em cada eixo (a soma corresponde à nova correção). SISTEMA DE COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 7. (1) Introdução por meio do painel MDI (ver III-11.4.3 Alteração do Sistema de Coordenadas da Peça É possível alterar os seis sistemas de coordenadas da peça especificados com G54 a G59.

Exemplos X 160 100 X′ Sistema de coordenadas da peça G54 Se G50X100Z100. definir. SISTEMA DE COORDENADAS Explicações D Alteração por meio de G10 D Alteração por meio de G50 Com o comando G10.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7.0. Se IP for um valor de comando incremental.Z’) deslocado em função do vetor A.0 A G50X600. o valor de deslocamento do sistema de coordenadas é adicionado a todos os valores de correção do ponto zero da peça. o sistema de coordenadas da peça (selecionado com um código de G54 a G59) é deslocado para um novo sistema de coordenadas da peça de forma que a posição atual da ferramenta corresponda às coordenadas especificadas (IP_). Suponha X também que os paletes são Z Z’ carregados em duas posições 1200. tratando os C sistemas de coordenadas como sistema de coordenadas da peça G54 e sistema de coordenadas da peça X’ -. Posição da ferramenta 160). (Deslocamento do sistema de coordenadas) Em seguida. Especificando-se G50IP_. tiver sido corretamente definida. 83 . o sistema de coordenadas de trabalho será definido de forma que a posição atual da ferramenta corresponda ao resultado da adição do valor incremental especificado às coordenadas da posição anterior da ferramenta. desde que a relação X relativa entre os sistemas de coordenadas da peça G54 e G55 Z’ 600. Isso significa que as peças dos dois paletes podem ser usinadas com o mesmo programa. for programado quando a ferramenta se encontra posicionada em (200. nas duas posições. Se a relação relativa entre B os sistemas de coordenadas dos A Z paletes. no modo G54.Z’ Novo sistema de coordenadas da peça G55. 12000.. um <G55 sistema de coordenadas da sistema de coordenadas da peça G55 peça > com o círculo preto da ferramenta X’ 600.0 (figura à esquerda) em (600. com A : Valor de correção criado por G50 G50. Será possível. é possível alterar individualmente cada um dos sistemas de coordenadas da peça. por X’ meio do seguinte comando. Z’ Z Novo sistema de coordenadas da peça 60 A 100 100 200 Sistema original de coordenadas da peça <G54 sistema de coordenadas da peça > Suponha que foi especificado um sistema de coordenadas da peça G54. o deslocamento do sistema de X -.0 tenha sido corretamente definida: 1200. especifi-cando apenas G54 ou G55.0. então.0 diferentes. provoca o mesmo deslocamento B : Valor de correção do ponto zero da peça em G54 do sistema de coordenadas no outro C : Valor de correção do ponto zero da peça em G55 palete. será criado o sistema 1 de coordenadas da peça (X’ -. Isso significa que todos os sistemas de coordenadas da peça são submetidos a um deslocamento igual.Z Sistema original de coordenadas da peça coordenadas em um dos paletes.0).0Z1200.

para o sistema A de códigos G) IP 0 .1. Os eixos que não forem especificados não se encontram sujeitos à operação de predefinição. A função de predefinição do sistema de coordenadas da peça pode ser utilizada de duas maneiras. SISTEMA DE COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 7.4 Predefinição do Sistema de Coordenadas da Peça (G92. é definida subtraindo da posição da máquina o valor de correção do ponto zero da peça em G54. visualização da posição global (III G92. Neste caso.2. Formato Explicações Quando se executa um retorno manual ao ponto de referência no estado de reset. (G50. tendo seu ponto zero deslocado do ponto zero da máquina pelo valor de correção do ponto zero da peça G54. é lida pelo detetor de posição absoluta e a posição atual. O último sistema é deslocado do ponto zero da máquina por um valor de correção do ponto zero da peça.1 IP 0 .3 P0 . (a) Intervenção manual executada com o sinal absoluto manual desligado (b) Comando de deslocamento executado no estado de bloqueio da máquina (c) Movimento com interrupção por manivela (d) Operação com a função de espelhamento (e) Definição do sistema de coordenadas locais com G52 ou deslocamento do sistema de coordenadas da peça com G92 84 . O outro se serve das operações MDI nas telas de visualização da posição absoluta. O sistema de coordenadas da peça definido por meio destas operações é deslocado do sistema de coordenadas da máquina através dos comandos e operações apresentados na página seguinte. Sistema de coordenadas da peça G54 Valor G54 de correção do ponto zero da peça Ponto de referência Ponto de referência Retorno manual ao ponto de referência Se estiver instalado um detetor de posição absoluta. a distância do ponto zero do sistema de coordenadas da peça ao ponto de referência representa a posição atual no sistema de coordenadas da peça.11. Um dos métodos serve-se de um comando programado (G92. o sistema de coordenadas da peça é deslocado do ponto zero do sistema de coordenadas da máquina em função do valor de correção do ponto zero da peça. Suponha que o retorno manual ao ponto de referência é executado quando o sistema de coordenadas da peça é selecionado com G54.7. A posição da máquina. um sistema de coordenadas da peça é automaticamente definido.1). Especifica os endereços dos eixos sujeitos à operação de predefinição do sistema de coordenadas da peça. de visualização da posição relativa e de . no sistema de coordenadas da peça.1) A função de predefinição do sistema de coordenadas da peça serve para definir previamente um sistema de coordenadas da peça deslocado por intervenção manual para o sistema de coordenadas da peça previamente deslocado.4). no momento da energização. o ponto zero do sistema de coordenadas da peça definido automaticamente após a energização encontra-se deslocado do ponto zero da máquina em função do valor de correção do ponto zero da peça em G54.

O bit 3 (PPD) do parâmetro nº 3104 especifica se deverão ser predefinidas coordenadas relativas (RELATIVA). correção da ferramenta D Reinício do programa Para usar a função de predefinição do sistema de coordenadas da peça. 85 . cancele os modos de compensação: Compensação do raio da ponta da ferramenta. Obtém-se o mesmo resultado quando o retorno manual ao ponto de referência é executado em um sistema de coordenadas da peça que já foi deslocado. antes da intervenção manual Valor de correção do ponto zero da peça WZo Po Distância percorrida durante a intervenção manual Pn Ponto zero da máquina WZn Sistema de coordenadas da peça G54. servindo a distância entre WZo e Pn para representar a posição atual no sistema de coordenadas da peça. Sistema de coordenadas da peça G54. A função de predefinição do sistema de coordenadas da peça não é executada durante o reinicio do programa. compensação do comprimento da ferramenta. como um sistema de coordenadas da peça deslocado do ponto zero da máquina em função do valor de correção do ponto zero da peça. pode ser predefinido através de um código G ou da operação MDI. os vetores de compensação são cancelados temporariamente. o sistema de coordenadas da peça é deslocado em função da distância percorrida durante a intervenção manual. compensação do comprimento da ferramenta e correção da ferramenta Se a função for executada sem cancelar primeiro estes modos. SISTEMA DE COORDENADAS No caso (a). a especificação de um código G ou a operação MDI faz com que o ponto zero WZn do sistema de coordenadas da peça retorne ao ponto zero original WZo. assim como coordenadas absolutas.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7. Neste exemplo. um sistema de coordenadas da peça já deslocado. após a intervenção manual Na operação acima. Restrições D Compensação do raio da ponta da ferramenta.

4. Explicações x X X--Z: Sistema de coordenadas usado no programa x--z : Sistema de coordenadas atualmente definido. Introduza a quantidade de deslocamento desejada na memória de deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho. Fig. 7.7.5 Deslocamento do sistema de coordenadas da peça Ver seção 11. o sistema de coordenadas definido poderá ser deslocado (ver III-3. 86 . com um valor de deslocamento igual a 0 (sistema de coordenadas a ser deslocado) O’ Deslocamento Z O Z Introduza na memória de deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho a quantidade de deslocamento de O’ para O.5 Deslocamento do Sistema de Coordenadas da Peça Se o sistema de coordenadas atualmente definido através do comando G50 ou da definição automática do sistema divergir do sistema de trabalho programado.1).5 da Parte III para obter informações sobre como especificar a distância de deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho.2. SISTEMA DE COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 7.2.

as suas coordenadas são usadas em um comando de deslocamento do eixo. O sistema de coordenadas locais pode ser alterado. G52 IP 0 . 7.. Para cancelar o sistema de coordenadas local e especificar o valor de coordenadas no sistema de coordenadas da peça.. Definição do sistema de coordenadas locais . SISTEMA DE COORDENADAS 7. Cancelamento do sistema de coordenadas locais IP_ : Ponto de origem do sistema de coordenadas locais Explicações Especificando-se G52IP_. G52 IP_ .. A esse sistema de coordenadas derivado dá-se o nome de sistema de coordenadas locais. é necessário fazer coincidir o ponto zero do sistema de coordenadas local com o do sistema de coordenadas da peça. IP_ (Sistema de coordenadas locais) (G54 : Coordenada da peça nadas da peça) G55 G56 G57 G58 IP_ (Sistema de coordenadas locais) (G59 : Sistema de coordenadas da peça 6) (Sistema de coordenadas da máquina) Origem do sistema de coordenadas da máquina Ponto de referência Fig..B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7.3 Definição do sistema de coordenadas local 87 . pode definir-se um sistema derivado de coordenadas da peça para facilitar a programação. Uma vez definido o sistema de coordenadas local. O ponto de origem de cada um dos sistemas de coordenadas locais é definido na posição especificada por IP_ no sistema de coordenadas da peça. especificando-se o comando G52 com o ponto zero de um novo sistema de coordenadas locais no sistema de coordenadas da peça... é possível definir um sistema de coordenadas locais em todos os sistemas de coordenadas da peça (G54 a G59).3 SISTEMA DE COORDENADAS LOCAIS Formato Quando se cria um programa em um sistema de coordenadas da peça.

6 Se o retorno manual ao ponto de referência cancela ou não. 5 O cancelamento do sistema de coordenadas locais em caso de reset depende dos parâmetros especificados. 4 Os comandos de deslocamento ativados imediatamente após o bloco G52 têm de ser comandos absolutos. 88 . 3 G52 cancela temporariamente a correção para a compensação do raio da ponta da ferramenta. Se as coordenadas forem especificadas para qualquer um dos eixos do sistema de coordenadas local. o mesmo será cancelado. 2 Quando se utiliza G50 para definir um sistema de coordenadas de trabalho. o sistema de coordenadas locais não será alterado se as coordenadas não forem especificadas para todos os eixos do sistema de coordenadas locais. se o bit 6 (CLR) do parâmetro nº 3402 ou o bit 3 (RLC) do parâmetro nº 1202 possuir o valor 1. isso depende da definição de ZCL (bit 2 do parâmetro nº 1201). o sistema de coordenadas locais. SISTEMA DE COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 AVISO 1 A definição do sistema de coordenadas locais não altera os sistemas de coordenadas da peça nem da máquina. O sistema de coordenadas locais é cancelado em caso de reset.7.

Plano ZX G17 U_ .4: Códigos G e planos correspondentes Plano selecionado Plano Xp Yp Plano Zp Xp Plano Yp Zp Eixo X ou um Ei eixo paralelo Eixo Y ou um Ei eixo paralelo Eixo Z ou um Ei eixo paralelo Xp Yp Zp Xp. SISTEMA DE COORDENADAS 7. será ativado o alarme P/S nº 212. Plano UY G18Y_ . 2 As funções de programação direta da dimensão do desenho.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7. O plano não é alterado nos blocos em que não se encontre programado G17. V e W (paralelos a um eixo básico) podem ser usados com os códigos G do tipo B e C. Plano ZX. G18 ou G19 for omitido o endereço de um eixo. Se no bloco G17. repetição de ciclo fixo e ciclo fixo simples só são ativadas no plano ZX. Explicações Código G G17 G18 G19 Tabela 7.4 SELEÇÃO DE PLANO A seleção dos planos para a interpolação circular. G18 ou G19. Plano ZX X_Y_. Yp. G17X_Y_. Se estas funções forem especificadas para outros planos. chanfragem. A instrução de movimento é irrelevante para a seleção de planos. é selecionado G18 (plano ZX). Plano XY G17U_Y_. parte-se do princípio de que são omitidos os endereços dos três eixos básicos. O plano não foi alterado (plano ZX) G17 . Plano XY G18 . O parâmetro nº 1022 serve para especificar se os diversos eixos são eixos básicos (eixo X. NOTA 1 Os eixos U. o eixoY se movimenta independentemente do plano. eixo Y ou eixo Z) ou eixos paralelos aos eixos básicos. G18 ou G19. compensação do raio da ponta da ferramenta. Exemplos Seleção de plano quando o eixo X é paralelo ao eixo U. Zp são determinados pelo endereço do eixo existente no bloco em que se encontra programado G17. A tabela seguinte apresenta uma lista de códigos G e dos planos correspondentes. rotação do sistema de coordenadas e perfuração é feita por meio do código G. canto R. Quando se procede à energização. 89 . Plano UY G18X_Z_.

8.4 PROGRAMAÇÃO ABSOLUTA E INCREMENTAL (G90.1 8.2 8. DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 8 DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS Este capítulo contém os seguintes tópicos: 8. G91) CONVERSÃO POLEGADAS/UNIDADES MÉTRICAS (G20.3 8. G21) PROGRAMAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS PROGRAMAÇÃO DO DIÂMETRO E DO RAIO 90 .

A programação absoluta ou incremental são utilizadas em função do comando usado. No comando incremental.0 . No exemplo acima. 91 . o comando absoluto e o comando incremental. os comandos incrementais não podem ser usados se os nomes dos eixos forem A e B. G91) Existem duas formas de comandar o deslocamento da ferramenta. Ver as tabelas seguintes. DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS 8. 2 Se X e U ou W e Z forem usados no mesmo bloco.0 W--400.0 . Q (400. é programado o valor das coordenadas da posição final. 3 Quando se encontra selecionado o sistema A do código G. G91 IP_ . Os comandos absoluto e incremental são programados.0 .0 W--400. respectivamente. U200. por meio de G90 e G91.0 . é programada a distância a percorrer da posição propriamente dita. G91 X200.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 8. G91 Comando incremental U W V H Formato D Sistema A do código G D Sistema B ou C do código G Comando absoluto Comando incremental Exemplos D Movimento da ferramenta do ponto P para o ponto Q (programação do diâmetro para o eixo X) Comando absoluto Comando incremental X Sistema A do código G X400.0 Z50. Sistema do código G Método de comando A Palavra de endereço Comando absoluto Comando de movimento do eixo X Comando de movimento do eixo Z Comando de movimento do eixo Y Comando de movimento do eixo C X Z Y C G90 IP_ .0 . No comando absoluto.1 PROGRAMAÇÃO ABSOLUTA E INCREMENTAL (G90. 50) P (200. Sistema B ou C do código G G90 X400.0 Z--400. só é eficaz o que for especificado por último. B ou C G90. pode especificar--se o seguinte comando: X400. 450) φ400 Φ200 Z 50 450 NOTA 1 Os comandos absolutos e incrementais podem ser usados simultaneamente no mesmo bloco.0 Z50.

Este erro não é acumulativo.8.7). como especificado através do bit 5 (ZMI) do parâmetro nº 1006. No entanto. A direção em que a ferramenta se move a partir do ponto intermediário é igual à do retorno ao ponto de referência. CUIDADO O movimento a partir do ponto intermediário é o mesmo do retorno manual ao ponto de referência. G20 . se o bit 0 (OIM) do parâmetro 5006 possuir o valor 1. a unidade da entrada de dados é comutada para o menor incremento de entrada em milímetros ou de entrada em polegadas do sistema incremental IS-B ou IS-C (seção II-2. 92 . G21) Formato Com o código G correspondente.4. os valores de compensação da ferramenta são convertidos automaticamente. AVISO 1 G20 e G21 não podem ser comutados durante a execução do programa.2 CONVERSÃO POLEGADAS/MILÍMETROS (G20. não sendo necessário proceder a um reset.3). Os sistemas unitários dos seguintes valores são alterados após a conversão polegadas/milímetros: Velocidade de avanço comandada por um código F Comando de posicionamento Valor de correção do ponto zero de trabalho Valor de compensação da ferramenta Unidade de escalonamento para o gerador de pulsos manual Curso em avanço incremental Alguns parâmetros Quando a tensão de serviço é ligada. antes da definição do sistema de coordenadas no início do programa. DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 8. G21 . A unidade de entrada de dados para os graus não é alterada. 2 A comutação entre a entrada em polegadas e a entrada em milímetros também pode ser efetuada por meio da especificação de dados (III--11. Depois de especificado o respectivo código G para a conversão polegadas/ milímetros. o erro máximo corresponde a metade do menor incremento de comando. é necessário proceder a um reset do valor de compensação da ferramenta de acordo com o menor incremento de entrada. pode selecionar-se uma entrada em polegadas ou em milímetros. o código G é igual ao que havia antes de a desligar. Entrada em polegadas Entrada em mm Este código G tem de ser especificado em um bloco separado. 2 Quando se comuta da entrada em polegadas (G20) para a entrada em milímetros (G21) e vice--versa. NOTA 1 Se o sistema do menor incremento de entrada não for igual ao do menor incremento de comando.

93 .7. J. G04 X1. R e F. parte-se do princípio que esses valores são especificados em menores incrementos de entrada. A ferramenta faz uma pausa de um segundo. Z.23456. Este comando é equivalente a G04 X10000. O alarme P/S 003 é acionado por terem sido especificados mais de oito dígitos. Selecione a notação tipo calculadora ou a notação decimal padrão através do bit DPI (bit 0 do parâmetro 3401). Exemplos: X1. X1. Se o menor incremento de entrada for 0.001 mm) 1000mm Unidade : mm AVISO O código G tem de ser especificado no mesmo bloco. Exemplos: X1. As casas decimais podem ser utilizadas para introduzir uma distância. Entrada em polegadas X1. parte-se do princípio que os valores sem casas decimais são especificados em milímetros. o valor é convertido para o número inteiro 123456700. antes de introduzir um valor. um tempo ou uma velocidade. após a conversão para um valor inteiro.0 é considerado como sendo uma distância e processado como X10000.0 1000mm Valor de comando com Unidade : mm casas decimais 1mm Unidade : menor incremento de entrada (0.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 8. DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS 8.0 G04. o número de dígitos é também verificado em função do menor incremento de entrada. Y. Exemplos: G20. A. Dentro de um programa. Quando se introduz um valor com casas decimais. NOTA 1 As frações inferiores ao menor incremento de entrada são truncadas.23456789. Quando se utiliza a notação decimal tipo calculadora.001 mm. V. se o menor incremento de entrada for de 0. Processado como X1. é acionado um alarme. I. Comando do programa Programação de casas decimais tipo calculadora de bolso Programação de casas decimais tipo padrão Exemplos X1000 1000mm Valor de comando sem Unidade : mm casas decimais X1000. Há dois tipos de notação decimal: A notação tipo calculadora e a notação padrão. W. U. Arredondado para X1. Equivalente a G04 X1000. X123456.0001 polegadas. os valores podem ser especificados com e sem ponto decimal. podendo ser especificadas com os seguintes endereços: X. C.2345. K. 2 Se forem especificados mais de oito dígitos. B.0.3 PROGRAMAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Explicações Os valores numéricos podem ser introduzidos com casas decimais.234 se o menor incremento de entrada for de 0. Devido ao facto de o número inteiro ter mais de oito dígitos. A ferramenta faz uma pausa de 10 segundos. A posição do ponto decimal poderá depender do comando. Sendo utilizada a notação decimal padrão. é acionado um alarme P/S 003.001 mm.

etc.) Velocidade de avanço ao longo do Especifica alteração do raio/rev.4: Notas sobre a especificação do valor do diâmetro Item Comando do eixo X Comando incremental Notas Especificado com o valor do diâmetro Especificado com o valor do diâmetro Na figura acima.Especifica o valor do raio lação circular (R. a profundidade de corte ao longo do eixo X. como p. Especifica o valor do raio ex. quando é especificado o raio. especifica D2 menos D1 para o caminho da ferramenta de B para A. Para a programação do diâmetro. tenha em atenção as condições apresentadas na Tabela 8. a seção transversal da peça é normalmente circular. chama-se programação do diâmetro. Indicação da posição do eixo Indicada como valor do diâmetro 94 . I. chama-se programação do raio.4. R2 : Programação do raio Eixo Z Explicações D Notas sobre a programação do diâmetro/programação do raio para os diferentes comandos A programação do raio ou do diâmetro pode ser especificada através do parâmetro DIA (nº 1006#3). DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 8. (R) Designação do raio na interpo.4 PROGRAMAÇÃO DO DIÂMETRO E DO RAIO Dado que. A B D1 D2 R1 R2 Eixo X D1. as suas dimensões podem ser especificadas de duas maneiras: Diâmetro e raio Quando é especificado o diâmetro. K.Especifica um valor de coordenada com nadas (G50) um valor de diâmetro Componente do valor de correção O valor do diâmetro ou do raio é determida ferramenta nado por um parâmetro (nº 5004#1) Parâmetros do ciclo fixo.8. Definição do sistema de coorde. ou altereixo ação do raio/min. Tabela 8. D2 : Programação do diâmetro R1. na programação do controle de um torno mecânico CNC.

1 ESPECIFICAÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO COM UM CÓDIGO 9. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO 9 FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO A velocidade do fuso pode ser controlada especificando um valor após o endereço S. Além disso. 9.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 9. Este capítulo contém os seguintes tópicos.5 FUNÇÃO DE POSICIONAMENTO DO FUSO 95 . G26) 9.2 ESPECIFICAÇÃO DIRETA DO VALOR DA VELOCIDADE DO FUSO (COMANDO S DE 5 DÍGITOS) 9. G97) 9.3 CONTROLE DA VELOCIDADE DE CORTE CONSTANTE (G96.4 FUNÇÃO DE SUPERVISÃO DA OSCILAÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO (G25. o fuso pode ser girado em função de um ângulo especificado.

2 ESPECIFICAÇÃO DIRETA DO VALOR DA VELOCIDADE DO FUSO (COMANDO S DE 5 DÍGITOS) A velocidade do fuso pode ser especificada diretamente através do endereço S seguido de um valor de cinco dígitos (rpm). são enviados para a máquina sinais de código e de strobe. consulte o manual correspondente fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Para informações mais detalhadas. tal como o número de dígitos de um código S ou a ordem de execução quando se encontram no mesmo bloco um comando de movimento e um comando com código S. 9.1 ESPECIFICAÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO COM UM CÓDIGO Quando se especifica um valor a seguir ao endereço S. Consulte o manual correspondente fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. A unidade para a especificação da velocidade do fuso pode variar em função do fabricante da máquina-ferramenta. os sinais são utilizados para controlar a velocidade do fuso.9. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 9. Na máquina. 96 . Um bloco só pode incluir um código S. para obter informações mais detalhadas.

A velocidade do fuso é controlada de forma que a velocidade de corte permaneça constante. G97) Formato D Comando de controle da velocidade de corte constante A velocidade de corte (velocidade relativa entre a ferramenta e a peça) é especificada a seguir a S. independentemente da posição da ferramenta. D Comando de cancelamento do controle da velocidade de corte constante G97 Sfffff .3 CONTROLE DA VELOCIDADE DE CORTE CONSTANTE (G96. G96 Sfffff . D Fixação da velocidade máxima do fuso G50 S_ . A velocidade máxima do fuso (rpm) é indicada a seguir a S.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 9. 97 . FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO 9. ↑ Velocidade de corte (m/min ou pés/min) Nota : A unidade da velocidade de corte pode variar de acordo com a especificação do fabricante da máquina--ferramenta. ↑ Velocidade do fuso (rpm) Nota : A unidade da velocidade de corte pode variar de acordo com a especificação do fabricante da máquina--ferramenta.

9. os comandos S (velocidade de corte) são adotados como S = 0 (a velocidade de corte é igual 0) até que surja no programa M03 (rotação do fuso na direção positiva) ou M04 (rotação do fuso na direção negativa). No modo G96. Um comando G97 cancela o modo G96. 9. O comando G96 tem de especificar o eixo ao longo do qual é aplicado o controle da velocidade de corte constante. X Z 0 Fig. a velocidade do fuso e a velocidade de corte D Definição do sistema de coordenadas da peça para o controle da velocidade de corte constante Para que o controle da velocidade de corte constante possa ser executado.3 (a) Relação entre o raio da peça. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Comando de controle da velocidade de corte constante (G96) G96 (comando de controle da velocidade de corte constante) é um código G modal. Quando é aplicado um controle da velocidade de corte constante. o programa entra no modo de controle da velocidade de corte constante (modo G96) e os valores S especificados são adotados como velocidade de corte. No momento da energização. Velocidade do fuso (rpm) A velocidade do fuso (rpm) é quase igual à velocidade de corte (m/min) a aprox. uma velocidade do fuso superior ao valor especificado em G50S_. Depois de especificado um comando G96. a velocidade máxima do fuso não se encontra ainda especificada e a velocidade não é limitada. Fig. (velocidade máxima do fuso) é fixada na velocidade máxima do fuso. 9.3 (b) Exemplo de um sistema de coordenadas da peça para o controle da velocidade de corte constante 98 . é necessário definir o sistema de coordenadas de trabalho de forma que o eixo Z (eixo a que será aplicado o controle da velocidade de corte constante) obtenha o valor zero. 160 mm (raio).

antes de se iniciar a abertura de rosca em espiral e a abertura de rosca cônica. Restrições D Controle da velocidade de corte constante para abertura de rosca O controle da velocidade de corte constante também é eficaz durante a abertura de rosca. 99 . FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO D Velocidade de corte especificada no modo G96 Modo G96 Especificação da velocidade de corte em m/min (ou pés/min) Comando G97 Modo G97 Memorização da velocidade de corte em m/min (ou pés/min) Especificado Comando para a velocidade do fuso A velocidade do fuso especificada (rpm) é aplicada Não especificado A velocidade de corte (m/min ou pés/min) é convertida na velocidade do fuso (rpm) Outros comandos que não G96 Comando G96 Especificado A velocidade de corte especificada é aplicada Comando para a velocidade de corte Não especificado A velocidade de corte memorizada (m/min ou pés/min) é aplicada.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 9. Por isso. visto que qualquer atraso na resposta do sistema servo resultante da alteração da velocidade do fuso poderá não ser considerado. é recomendável desativar o controle da velocidade de corte constante com o comando G97. Se não tiver sido memorizada uma velocidade de corte. é adotado o valor 0.

N12 G50S3000 . mas calculando-se a velocidade de corte com base na posição da ferramenta no ponto final do bloco de deslocamento rápido.9.0Z1400. o controle da velocidade de corte constante não é efetuado calculando-se a velocidade de corte para uma alteração transitória da posição da ferramenta. O CNC calcula a velocidade do fuso que é proporcional à velocidade de corte especificada na posição do valor de coordenada programado no eixo X. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Controle da velocidade de corte constante para o deslocamento rápido (G00) Em um bloco de deslocamento rápido especificado através de G00.0 Z1050. Esse valor não corresponde ao valor calculado de acordo com a coordenada do eixo X após a correção. o CNC usa o valor absoluto. N15 X600. (velocidade de corte 200m/min) N14 G01 Z 700.0 Z400. No ponto final N15 do exemplo acima.0F1000 .0 . sob a condição de não ser executada qualquer usinagem durante o deslocamento rápido. Se o valor da coordenada do eixo X for negativo. N11 X400. (designação da velocidade máxima do fuso) N13 G96S200 . (que não corresponde ao centro do cabeçote de torno revólver. Valor do raio Caminho programado X Caminho da ferramenta após a correção 2 1 4 N16 N16 N11 N15 N14 N15 N14 N11 3 700 675 600 500 400 375 300 200 100 φ600 Z 300 400 500 600 700 800 900 1000 1050 1100 1200 1300 1400 1500 1475 Exemplo N8 G00 X1000.0 . N9 T33 . N16 Z … . mas sim à ponta da ferramenta) é de 200 m/min. a velocidade a 600 dia. 100 .0 . quando a correção é válida.

Em seguida. Quando se atinge uma velocidade especificada dentro do período de tempo P. para evitar o emperramento da bucha de guia. p. r : Oscilação da velocidade do fuso (%) à qual a velocidade real do fuso é tão elevada que poderá dar origem a um sobreaquecimento. G25 . FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO 9. se considera que foi alcançado o valor nominal. por exemplo. G26 Pp Qq Rr . Mesmo que G25 tenha sido especificado. G26 ativa a supervisão da oscilação da velocidade do fuso. é controlada a velocidade efetiva do fuso. G25 desativa a supervisão da oscilação da velocidade do fuso. q e r não são anulados.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 9. Supervisão da oscilação do fuso ON Supervisão da oscilação do fuso OFF p : Tempo (em ms) entre a emissão de um novo comando de rotação do fuso (comando S) e o início da supervisão da velocidade do fuso para verificar se é tão elevada que possa dar origem a um sobreaquecimento. a velocidade do fuso é verificada nessa altura. q : Tolerância (%) da velocidade nominal do fuso q= 1 − velocidade do fuso efetiva × 100 velocidade do fuso especificada Se a velocidade do fuso especificada se encontrar dentro desta faixa. 101 . Esta função é útil. G26) Formato Com esta função é acionado um alarme de sobreaquecimento (nº 704) sempre que a velocidade do fuso divirja da velocidade especificada devido às condições de usinagem. r= 1 − velocidade que pode causar × 100 sobreaquecimento velocidade do fuso especificada A função de supervisão da oscilação da velocidade do fuso é ativada por G26 e desativada por G25.4 FUNÇÃO DE SUPERVISÃO DA OSCILAÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO (G25.

Quando é ativado um alarme antes de alcançada a velocidade do fuso especificada Velocidade do fuso r q q d d r Velocidade especificada p Supervisão Sem controle Super visão Velocidade efetiva Especificação de Início do controle ALARME outra velocidade Velocidade especificada: Tempo (Velocidade especificada através do endereço S e de um valor de cinco dígitos)× (Correção do fuso) Velocidade real : Velocidade detetada com um codificador de posição p : Tempo decorrido entre a alteração da velocidade especificada e o início do controle. Quando é ativado um alarme depois de alcançada a velocidade do fuso especificada Velocidade do fuso q q d d r Velocidade especificada r Supervisão Sem controle Velocidade efetiva Supervisão Início do controle Tempo Especificação de outra velocidade ALARME 2. 102 . FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações A oscilação da velocidade do fuso é detetada da seguinte forma: 1.9. q : (Tolerância porcentual para iniciar a supervisão)×(Velocidade nominal) r : (Oscilação porcentual detetada como condição de alarme)× (Velocidade especificada) d : Oscilação detetada como alarme (especificada no parâmetro 4913) O alarme é acionado se a diferença entre a velocidade especificada e a velocidade efetiva for superior a r e d.

3 A supervisão não é efetuada durante o estado de parada do fuso (*SSTP = 0). 103 . de forma a suprimir o acionamento de um alarme. ocorre uma parada de bloco a bloco.1% como as unidades dos valores q e r especificados. 5 Os valores de p. é chamado o valor definido no parâmetro correspondente. No entanto. O alarme de sobreaquecimento do fuso é indicado na tela CRT e é emitido o sinal de alarme “SPAL” (com o valor 1 em caso de presença de um alarme). q ou r for omitida. 2 Mesmo que se execute um reset após o acionamento do alarme.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 9. Se a especificação de p. é possível definir uma faixa de oscilação permitida da velocidade. será acionado um alarme um segundo mais tarde. q e r especificados no bloco G26 são definidos nos seguintes parâmetros. Este sinal é anulado durante o reset. 4 Através do parâmetro (nº 4913). p : Parâmetro nº 4914 q : Parâmetro nº 4911 r : Parâmetro nº 4912 6 O bit 0 (FLR) do parâmetro nº 4900 pode ser usado para especificar 0. o alarme voltará a ser acionado se a causa não tiver sido eliminada. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO NOTA 1 Quando é acionado um alarme durante a operação automática. se a velocidade real detetada for igual a 0 rpm.

FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 9.)β=30° 30° 60° 90° 120° 150° 180° Especifique o comando com valores incrementais. No caso do fuso serial.5. por sua vez. 9. é necessário proceder à orientação do fuso. O valor β tem de ser previamente especificado no parâmetro nº 4963.5 FUNÇÃO DE POSICIONAMENTO DO FUSO Durante a rotação. O valor α tem de ser previamente especificado no parâmetro nº 4962. A função de orientação permite parar o fuso em uma posição pré-determinada. O sentido de rotação é especificado no parâmetro IDM (bit 1 do parâmetro 4950). Para um fuso analógico. é definido em RETRN (bit 5 do parâmetro 4005). A função de posicionamento do fuso involve as três operações que se seguem: 1. O valor especificável pode ser um de seis valores entre Mα e M(α+5). o fuso conetado ao motor do fuso é girado a uma determinada velocidade para girar.5. o sentido da orientação é especificado em ZMIx (bit 5 do parâmetro 1006). A direção da orientação pode ser definida com um parâmetro.2 Posicionamento do Fuso D Posicionamento com um ângulo semi-fixo especificado através de um código M O fuso pode ser posicionado com um ângulo arbitrário ou com um ângulo semi-fixo. Posicionamento do fuso no modo de posicionamento do fuso 3. Código M Mα M(α+1) M(α+2) M(α+3) M(α+4) M(α+5) Ângulo de posicionamento β 2β 3β 4β 5β 6β (Ex.9.1 Orientação do Fuso Quando o posicionamento do fuso é executado pela primeira vez depois do motor do fuso ter sido usado para uma operação normal do fuso ou após uma interrupção do posicionamento do fuso. O fuso é posicionado no eixo C. a fim de posicionar a peça montada no fuso em um determinado ângulo. Cancelamento do modo de posicionamento do fuso e ativação do modo de rotação do fuso 9. Cancelamento do modo de rotação do fuso e ativação do modo de posicionamento do fuso (orientação do fuso) 2. O endereço M é seguido de um número de 2 dígitos. A função de posicionamento do fuso gira o fuso conetado ao respectivo motor para um determinado ângulo. Os ângulos de posicionamento correspondentes aos valores entre Mα e M(α+5) são apresentados na lista abaixo. 104 . A orientação é direcionada pelo código M definido no parâmetro nº 4960. a peça montada no fuso.

Os valores numéricos podem ser introduzidos com casas decimais.C G90C180.0 .C G90C90. Os endereços C e H têm de ser especificados no modo G00. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO D Posicionamento com um ângulo especificado através do endereço C ou H Especifique a posição através do endereço C ou H seguido de um valor numérico (ou de valores numéricos) assinalado(s). O valor tem de ser especificado em graus. Comando incremental H90. através do endereço C. (Exemplo) C-1000 H4500 O ponto final tem de ser especificado com uma distância em relação ao ponto de referência do programa (no modo absoluto). C180. o ponto final também pode ser especificado com uma distância entre o ponto inicial e o ponto final (no modo incremental).0.0 . G91.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 9. (Exemplo) C35.0 . através do endereço H. Como alternativa. D Velocidade de avanço para o posicionamento Ponto de referência do programa 90° A 180° B Código G do tipo A Formato do comando Endereç o usado Código G do tipo B e C Endereç Comando Comando o usado A--B na A--B na e código figura acima figura acima G Comando absoluto Especifique o ponto final com uma distância do C ponto de referência do programa. 105 . Especifique uma distância do H ponto inicial ao ponto final. O ponto de referência do programa pode ser alterado por meio da definição de um sistema de coordenadas (G50) ou da definição automática de um sistema de coordenadas. G90.0=C35 graus D Ponto de referência do programa A posição para a qual o fuso é orientado é adotada como ponto de referência do programa.

AVISO 1 As funções de bloqueio de avanço. bloqueio da máquina e bloqueio da função auxiliar não podem ser executadas durante o posicionamento do fuso. o posicionamento do fuso é interrompido. 4 O eixo para o posicionamento do fuso é indicado em pulsos. À velocidade especificada pode ser aplicada uma correção de 100%. 2 O parâmetro nº 4962 tem de ser definido. D Velocidade durante a orientação 9. até que seja alcançada uma velocidade suficiente para a orientação. A aceleração/desaceleração linear é executada. 106 . Para retomar o posicionamento. 2 Se durante o posicionamento do fuso for acionada uma parada de emergência. no sistema de coordenadas da máquina. os códigos M entre M00 e M05 não funcionam corretamente.3 Cancelamento do Posicionamento do Fuso Para se comutar do modo de posicionamento do fuso para a rotação normal do fuso. comece com o passo de orientação. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Velocidade de avanço durante o posicionamento A velocidade de avanço durante p posicionamento é igual à velocidade de deslocamento rápido especificada no parâmetro nº 1420. 3 A função de controle do contorno para o eixo Cs do fuso serial e a função de posicionamento do fuso não podem ser usadas simultaneamente.9. mesmo que não seja executado um posicionamento com um ângulo semi--fixo especificado em um código M. funcionamento em vazio. é necessário especificar o código M definido no parâmetro nº 4961. NOTA 1 Especifique o posicionamento do fuso em um bloco separado. a orientação é executada à velocidade especificada no parâmetro nº 1425. Estando ativadas ambas as funções. 50%. a função de posicionamento do fuso tem prioridade. Não é possível especificar no mesmo bloco comandos de movimento para o eixo X ou Z. A ferramenta desloca-se à velocidade de deslocamento rápido especificada no parâmetro nº 1420.5. Depois de alcançada esta velocidade. 25% e F0 (parâmetro nº 1421). Se o parâmetro não for definido.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 10. 107 . FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) 10 FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) Estão disponíveis duas funções da ferramenta. Uma é a função de seleção da ferramenta e a outra é a função de gestão da vida útil das ferramentas.

Consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta para obter informações mais detalhadas sobre o número de dígitos programáveis com o endereço T e sobre a correspondência entre os códigos T e as operações da máquina. Execução dos comandos da função T imediatamente após terminada a execução do comando de movimento. 108 . para selecionar ferramentas na máquina. Algumas máquinas utilizam valores de 1 dígito para especificar a seleção da ferramenta. O último dígito do código T designa o número de correção. são transmitidos para a máquina-ferramenta um sinal de código e um sinal de strobe. Quando um comando de movimento e um código T se encontram especificados no mesmo bloco. Exemplo(T2+2) N1G00X1000Z1400 N2T0313. consulte o manual de instruções fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. os comandos são executados de uma destas formas: 1. Os dois últimos dígitos do código T designam o número de correção. 2. indicando a quantidade de compensação para a correção da ferramenta.10. Estes sinais são usados. a ferramenta e a quantidade de dígitos para especificar a seleção da ferramenta. T fffffff f Número de correção da ferramenta Seleção da ferramenta 2. Para informações mais detalhadas. FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 10. Uma parte dos valores também é usada como número de correção. A seleção de uma ou de outra seqüência depende das especificações do fabricante da máquina-ferramenta. Execução simultânea do comando de movimento e dos comandos da função T. Só pode ser programado um código T por cada bloco. Consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta para obter informações sobre a correspondência entre o código T. 3 e valor de correção nº13) N3X400Z1050. principalmente. T ffffff ff Número de correção da ferramenta Seleção da ferramenta Explicações O valor a seguir ao código T indica a ferramenta desejada. (Seleção da ferramenta nº.1 SELEÇÃO DA FERRAMENTA Especificando-se um valor numérico de 2 dígitos/4 dígitos a seguir ao endereço T. 1.

Sempre que uma ferramenta é usada. G10L3. G11. os dados de gestão da vida útil das ferramentas também são definidos individualmente para cada unidade porta-ferramenta. FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) 10. o tempo de utilização da ferramenta é acumulado. previamente determinada no mesmo grupo. A esta função dá-se o nome de função de gestão da vida útil das ferramentas. Quando a vida útil da ferramenta é esgotada.2. a gestão da vida útil das ferramentas é efetuada separadamente para cada unidade porta-ferramenta.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 10.1 (a).4.2. Dados para o próximo grupo P_ _ _ L_ _ _ _ . é utilizada a ferramenta seguinte. P_ _ _ L_ _ _ _ . T_ _ _ _ . T_ _ _ _ T_ _ _ _ . 10.. 109 . No controle de 2 caminhos. Do mesmo modo.14..2 GESTÃO DA VIDA ÚTIL DAS FERRAMENTAS As ferramentas são classificadas em diversos grupos.1 Programa dos Dados de Vida Útil da Ferramenta Formato As ferramentas usadas seqüencialmente em cada grupo e suas vidas úteis são registradas no CNC com o formato de programa apresentado na Tabela 10. . T_ _ _ _ . Tabela 10. M02(M30).1 (a): Formato do programa de gestão da vida útil Formato de fita O_ _ _ _ .2. A vida útil da ferramenta (tempo ou freqüência de uso) é especificada para cada um dos grupos. consulte a subseção III-11. Significado Número do programa Início da especificação dos dados de vida útil da ferramenta P___ : Número do grupo (de 1 a 128) L___ : Vida útil da ferramenta (de 1 a 9999) (1) T:____ Número da ferramenta (2) As ferramentas são selecionadas de (n) (1) a (2) a . a (n). Fim da especificação dos dados de vida útil da ferramenta Fim do programa Para obter informações sobre o método de registro dos dados de vida útil da ferramenta no CNC.

de a opção para 128 grupos de controle da vida útil da ferramenta ser ou não usada. o código poderá possuir. o programa de definição de grupos terá de ser novamente executado. O número de grupos a serem registrados e o número de ferramentas registradas em cada grupo podem ser combinados de três formas. T ff ff Número de correção da ferramenta Seleção da ferramenta Se usar a função de controle da vida útil da ferramenta.1 (b): Número máximo de grupos e de ferramentas registrável GS2 ( ) (nº 6800#1) GS1 ( ) (nº 6800#0) Número máximo de grupos e de ferramentas sem função opcional para 128 pares de ferramentas Número do grupo 0 0 1 1 0 1 0 1 16 32 64 16 Número da ferramenta 16 8 4 16 Em todos os casos acima mencionados. isto é. no máximo. Para alterar a combinação. Uma das três combinações é definida através do parâmetro nº 6800#0. D Registro de ferramentas com o código T O mesmo número de ferramenta pode surgir no programa de dados de vida útil da ferramenta em qualquer posição e um número de vezes qualquer. porém.10. dependendo. LD1 e LGN (bits 0 e 1 do parâmetro nº 5002). com até 8 ferramentas em cada grupo. Para até 32 grupos. de seguida. o número máximo de ferramentas registráveis é de 512 ou 256. não use os parâmetros de correção da posição da ferramenta. Sempre que o parâmetro for alterado. Tabela 10. Se a opção não for usada. com até 16 ferramentas em cada grupo. podem ser especificados. defina os parâmetros da seguinte forma: Para até 16 grupos.2. alterar o parâmetro e. Sendo usada a opção para 128 grupos de controle da vida útil da ferramenta. definir GS1 = 0 e GS2 = 1. 110 . respectivamente. um número máximo de seis dígitos.#1(GS1 e GS2). de um número máximo de quatro dígitos. dependendo da especificação do parâmetro nº 6800#2 (LTM). Para a vida útil da ferramenta. o programa de definição é executado com a combinação do grupo da ferramenta antiga definido no NC. definir GS1 = 0 e GS2 = 0. normalmente. O código T para o registro de ferramentas é composto. 4300 minutos como tempo de uso e 9999 vezes como freqüência de uso. FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Especificação em função do tempo ou da freqüência de uso da ferramenta D Número máximo de grupos e de ferramentas A vida útil da ferramenta é especificada ou em função do tempo de uso (em minutos) ou em função da freqüência de uso.

T0309. T0011 . T0405. proceda da seguinte forma: Formato de fita Significado P004L0500. T0061. (1) Cada ferramenta é usada 500 vezes (ou 500 minutos). T0304. FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) Exemplo O0001 . P003L0700 . M02 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 10. G11. T0241 . T0134. As ferramentas do grupo 4 são usadas de (1) a (2) a (3). Se este grupo for especificado três vezes em um processo. T0203. no mesmo processo. T0068 . T0012. T0202 . Dados do grupo 1 Dados do grupo 2 Dados do grupo 3 Explicações Os números de grupo especificados em P não têm de ser necessariamente consecutivos. T0105. P005L1200. G10L3. Para usar dois ou mais números de correção para a mesma ferramenta. T0074. P002L1400 . não tendo também de ser atribuídos a todos os grupos. T0206. T0101 . T0202 . T0108. os números (2) de correção são selecionados pela seguinte ordem: Tools (1): 01→05→08 (3) Tools (2): 06→03→02→09 Tools (3): 04→09 111 . P001L0150 . T0209. T0132 .

D Especificação da vida útil da ferramenta em função da freqüência de uso 112 . aplique um sinal de reset externo (ERS) ao CNC quando for executado o comando M02 ou M30. o contador só avança 1 unidade. É possível especificar um total de 4300 minutos para a vida útil de uma ferramenta. pausa e espera FIN é ignorado. Se a vida útil for especificada segundo a freqüência de uso. A contagem da vida útil da ferramenta é efetuada individualmente para cada grupo.10. A contagem é iniciada em cada um dos processos acionados pelo início do ciclo de um programa de usinagem e terminada quando o reset do NC é ativado pelo comando M02 ou M03.2 Contagem da Vida Útil da Ferramenta Explicação D Especificação da vida útil da ferramenta segundo o tempo de uso (em minutos) Entre T∆∆99 (∆∆ = número do grupo da ferramenta ) e T∆∆88. bloqueio de avanço. em um programa de usinagem. O tempo decorrido durante a parada de bloco único. deslocamento rápido. É possível especificar um total de 9999 vezes para a vida útil de uma ferramenta. Os contadores dos grupos de ferramentas usados em um processo avançam 1 unidade. o tempo durante o qual a ferramenta é usada no modo de corte é contado em intervalos de 4 segundos. FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 10.2. O conteúdo dos contadores da vida útil não é apagado quando o CNC é desligado. Mesmo que o mesmo grupo seja especificado mais de uma vez em um processo.

Termina a utilização da ferramenta do grupo 01. Significado Finaliza o uso da ferramenta atual e começa a usar a o grupo ∆∆. T0199. Cancela a correção da ferramenta do grupo em causa ”88” serve para distinguir esta especificação das especificações normais. T0188.2. Se for especificado mais do que um número de correção para a ferramenta. será selecionado o segundo número de correção. Finaliza o uso da ferramenta número 05 e começa a usar a ferramenta do grupo 02. FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) 10. Explicações Formato de fita T0199. Finaliza o uso da ferramenta do grupo 02 e começa a usar a ferramenta do grupo 01. Finaliza o programa de usinagem.3 Especificação do Grupo da Ferramenta no Programa de Usinagem Nos programas de usinagem. M02(M300). T0500. Caso contrário. Tnn88. Cancela a correção da ferramenta número 05. os códigos T são usados para especificar os grupos das ferramentas da seguinte forma: Formato de fita Tnn99. T0508. Cancela a correção da ferramenta do grupo 01. T0299.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 10. Sele ciona o nº de ferramenta 05 e o nº de correção 08. 113 . ”99” serve para distinguir esta especificação das especificações normais. será usado o número de correção anterior. Significado Finaliza o uso da ferramenta anterior e começa a usar a ferramenta do grupo 01.

consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.. Quando um comando de movimento e a função miscelânea se encontram especificados no mesmo bloco. FUNÇÃO AUXILIAR PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 11 FUNÇÃO AUXILIAR Há dois tipos de funções auxiliares. A seleção de uma ou de outra seqüência depende das especificações do fabricante da máquina-ferramenta. os comandos são executados de uma destas formas: i) Execução simultânea do comando de movimento e dos comandos de função miscelânea. fim do programa. e a função auxiliar secundária (código B). a função miscelânea (código M) para a especificação do início de funcionamento do fuso. parada do fuso. Para mais informações. etc. 114 . ii) Execução dos comandos de função miscelânea após terminada a execução do comando de movimento.11.

O bit 5 do parâmetro nº 3404 (M02) ou o bit 4 do parâmetro nº 3404 (M03) pode ser utilizado para impedir que M02 ou M03 ative o regresso da unidade de controle ao início do programa. Para informações mais detalhadas. M02 ou M03 não é memorizado no buffer intermediário. A operação automática é interrompida e é executado um reset no CNC.1 FUNÇÃO AUXILIAR (FUNÇÃO M) Explicações D M02. contudo. M198. só é válido ucódigos M M por cada bloco. exceto os códigos M98. consulte o manual de instruções fornecido pelo fabricante da máquina--ferramenta. Isso varia conforme o fabricante da máquina-ferramenta. Através da execução de M99. Após a execução de um bloco que especifica o fim do programa. Consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. são transmitidos para a máquina um sinal de código e um sinal de strobe. Para informações mais detalhadas sobre estes códigos M. NOTA O bloco imediatamente a seguir a um bloco que contenha M00. Os códigos M apresentados em seguida têm significados especiais. 115 .M03 (Fim do programa) D M00 (Parada do programa) Quando o endereço M é especificado seguido de um número. A correspondência entre os códigos M e as funções depende do fabricante da máquina-ferramenta. a unidade de controle volta ao início do programa. A operação automática pode ser reiniciada. Para informações mais detalhadas. é possível especificar.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 11. M01. Os sinais de código e de strobe não são transmitidos. consulte a seção II-13. consulte a seção II-13. Este código serve para chamar um subprograma de um arquivo. os códigos M para a chamada de um subprograma (parâmetros nº 6071 a 6079) e os códigos M que se destinam à chamada de macros de usuário (parâmetros nº 6080 a 6089). Este código só produz efeito se tiver sido pressionado o botão de parada opcional no painel de operação da máquina. A operação automática é interrompida após a execução de um bloco que inclua M00. na função de entrada/saída externa. Quando o programa é interrompido. Este código serve para chamar um subprograma. Para informações mais detalhadas.3. ”Subprograma”. FUNÇÃO AUXILIAR 11. Através dos parâmetros (nº 3411 a 3420). mais dez códigos M que impedem que o bloco subseqüente seja lido 3411 a 3421). Em geral. todas as informações modais permanecem inalteradas. D M01 (Parada opcional) D M98 (Chamada de subprograma) D M99 (Fim do subprograma) D M198 (Chamada de um subprograma) Este código indica o fim de um subprograma. Todos os códigos M são processados na máquina. ativando a operação cíclica. a operação automática é interrompida após a execução de um bloco que inclua M01. sendo. Indica o fim do programa principal. M99. do mesmo modo. Isso varia conforme o fabricante da máquina-ferramenta. consulte a descrição da função de chamada de subprograma (III-4. Este sinais são usados para ligar e desligar a máquina. Tal como acontece com M00. Os sinais de código e de strobe não são transmitidos. a unidade de controle regressa ao programa principal.3. possível especificar um total de três códigos M no mesmo bloco (embora não seja possível fazê-lo em algumas máquinas).5). ”Subprograma”.

M02. M01.11. M30. M01. M60 . G28G91X0Z0 . M99 e M198 não podem ser especificados junto com outros códigos M.º 3404 for definido para 1. Estes códigos M incluem os que levam o CNC a executar operações internas. G28G91X0Z0 . além de transmitir os próprios códigos M para a máquina. devido a restrições de ordem mecânica. em comparação com o método convencional de um único comando M por cada bloco. consulte o manual fornecido pelo respectivo fabricante da máquina-ferramenta. só podem ser especificados simultaneamente no mesmo bloco os códigos M que levem o CNC unicamente a transmitir os próprios códigos M para a máquina (sem executar operações internas). O CNC permite programar um total de três códigos M no mesmo bloco. Explicações Exemplos Um comando M por cada bloco M40 . Isso significa que. M98. Contudo. trata-se de códigos M para chamar os números de programa 9001 a 9009 e de códigos M para desativar a leitura prévia (memorização temporária) dos blocos subseqüentes. Mais precisamente. : : : Vários comandos M no mesmo bloco M40M50M60 . há alguns códigos M que não podem ser especificados simultaneamente. M99 ou M198 não podem ser especificados juntamente com outro código M. M30. : : : : : 116 . Podem ser especificados até três códigos M em um único bloco único quando o bit 7 (M3B) do parâmetro n. M02. Alguns códigos M que não M00. se pode obter uma usinagem com um tempo de ciclo mais curto.2 VÁRIOS COMANDOS M NO MESMO BLOCO Até agora só têm sido referidos blocos que contêm apenas ucódigos M M. Portanto. Até três códigos M especificados em um bloco são simultaneamente enviados para a máquina. M98. M50 . cada um desses códigos M tem de ser especificado em um bloco único. Para informações mais detalhadas sobre as restrições de ordem mecânica inerentes à especificação simultânea de vários códigos M no mesmo bloco. M00. FUNÇÃO AUXILIAR PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 11.

Através do parâmetro AUX (nº 3405#0). Comando Valor de saída DPI igual a 1: B1 1000 DPI igual a 0: B1 1 3. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. 117 . sendo DPI=1. Para mais informações. Explicações D Faixa de valores de comando D Método de comando 1. 10000 B10 10 2.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 11. Comando Valor de saída AUX igual a 1:B1 10000 AUX igual a 0:B1 1000 De 0 a 99999999 Restrições Quando são utilizadas estas funções. FUNÇÃO AUXILIAR 11. Comando Valor de saída B10. A relação entre os códigos B e a indexação correspondente varia conforme o fabricante da máquina-ferramenta. É possível utilizar números decimais para a entrada. se o ponto decimal for omitido. Através do parâmetro DPI (nº 3401#0).3 FUNÇÕES AUXILIARES SECUNDÁRIAS (CÓDIGOS B) A indexação da mesa é executada através do endereço B e de um número subseqüente de 8 dígitos. é possível alterar o fator de escalonamento de B (1000 ou 1). é desativado o endereço B que especifica o movimento do eixo. é possível alterar o fator de escalonamento de B (1000 ou 10000) se o ponto decimal for omitido no sistema de entrada em polegadas.

o controle passa para o subprograma. consulte as o capítulo III-9 e III-10. se o programa principal incluir um comando de chamada de um subprograma.12. Programa principal Instrução 1 Instrução 2 Subprograma Instrução 1′ Instrução 2′ Seguir as instruções do subprograma Instrução n Instrução n+1 Regresso ao programa principal Fig. pode selecionar-se um para operar a máquina. o CNC trabalha de acordo com o programa principal. Contudo. 12 (a) Programa principal e subprograma A memória CNC pode armazenar um total de 200 programas principais e subprogramas. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 12 Aspectos gerais CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA D Programa principal e subprograma Há dois tipos de programa: o programa principal e o subprograma. Para obter informações sobre os métodos de registro e seleção de programas. Quando aparece no subprograma um comando que especifica o regresso ao programa principal. 118 . o controle passa novamente para o programa principal. Normalmente. Dos programas principais memorizados.

N2 G43 Z--32. N1 G91 G00 X120. Início do programa Seção de programa (COMENTÁRIO) Seção de comentários M30 . % Fim da fita Fig. é possível desativar a execução de alguns blocos (ver “Salto opcional de bloco” na seção II-12.0 H01 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA D Componentes do programa Um programa é constituído pelas seguintes componentes: Tabela 12: Componentes de um programa Componentes Início da fita Seção inicial Início do programa Seção de programa Seção de comentários Fim da fita Descrições Símbolo que indica o início de um arquivo do programa Utilizada para o título de um arquivo do programa. Símbolo que indica o início de um programa Comandos para a usinagem Comentários ou instruções para o operador Símbolo que indica o fim de um arquivo do programa Seção inicial Início da fita % TÍTULO . no início de um bloco. Especificando-se um valor após uma barra (/). O0001 . tais como comandos de movimento ou comandos de ativação/desativação do líquido refrigerante. começando com o número do programa e terminando com um código de fim do programa. etc.0 Y80. Um bloco contém informações necessárias para a usinagem. M30 . 119 . : Nn Z0 . 12 (b) Configuração do programa D Configuração da seção de programa Uma seção de programa é composta de vários blocos. Seção de programa seção de programa Número do programa Bloco 1 Bloco 2 : Bloco n Fim do programa Configuração da O0001 .0 .2).

encontra-se. consulte a seção II-12. Tabela 12. se os programas forem lidos através do SISTEMA P ou de PCs normais. Quando um arquivo é lido para a unidade CNC por meio de um dispositivo de E/S. a seção inicial pode conter qualquer código exceto o código EOB. Este código indica o início de um programa e é sempre necessário para desativar a função de ignorar rótulo identificattivo.1 Configuração do programa Explicações D Início da fita A expressão ’início da fita’ indica o início de um arquivo que contém programas CNC. ativo o estado de ignorar rótulo identificativo que é ativado através da ligação da máquina ou do reset do sistema. Início do programa O0001 . Tabela 12. este código pode ser introduzido pressionando a tecla de return. 120 . No entanto. se o arquivo for editado. No SISTEMA P ou em PCs normais. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 12. são ignoradas todas as informações até que seja lido o código de fim de bloco. Seção de programa (COMENTÁRIO) Seção de comentários M30 .1 (b): Código de início do programa Nome Início do programa Códig Códig o ISO o EIA LF CR Notação neste manual . A indicação não aparece na tela do programa. a função de ignorar rótulo identificativo permite que as seções iniciais sejam ignoradas. Sendo assim. Esta indicação torna-se desnecessária. isto é. No estado de ignorar rótulo identificativo. a indicação é automaticamente editada no início do arquivo. p.2. O código de início do programa tem de ser introduzido imediatamente após a seção inicial. imediatamente antes da seção de programa.1 (a): Código de início da fita Nome Início da fita Códig Códig o ISO o EIA % ER Notação neste manual % D Seção inicial D Início do programa A seção inicial é constituída pelos dados introduzidos no arquivo antes dos programas.. ex. o controle de paridade não é realizado. Para informações sobre as seções de programa. normalmente. % Fim da fita Fig. Quando a seção inicial é ignorada.12. os cabeçalhos dos arquivos.1 OUTRAS COMPONENTES DO PROGRAMA ALÉM DAS SEÇÕES DE PROGRAMA Aqui são descritas as outras componentes do programa que não as seções de programa. Quando a usinagem é iniciada. 12. Geralmente. as informações contidas nas seções iniciais são. Seção inicial Início da fita % TÍTULO.

em atenção que os códigos que não se encontram incluídos na tabela de códigos do anexo F são ignorados. D Seção de comentários Todas as informações contidas entre os códigos de controle-out e de controle-in são consideradas como sendo comentários e ignoradas pelo CNC. Durante as operações de memória ou as operações DNC. CUIDADO Se no meio de uma seção de programa aparecer uma longa seção de comentários. definindo-se o parâmetro CTV (bit 1 do parâmetro nº 0100) de forma correspondente. se o programa precedente terminar com %.1 (c): Códigos de controle-in e de controle-out Nome Controle-out Controle--in Códi go ISO ( ) Códig o EIA 2--4--5 2--4--7 Notação neste manual ( ) Significado Início da seção de comentários Fim da seção de comentários Quando um programa é lido para operações de memória. suas seções de comentários são também apresentadas. Os códigos que tiverem sido ignorados durante a leitura para a memória não são. porém. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA NOTA Se um arquivo contiver vários programas. as seções de comentários devem ser sempre introduzidas em pontos que permitam a ocorrência de uma suspensão do movimento ou que não impliquem movimentos. 121 . A função de controle TV pode ser utilizada para seções de comentários. editados nem apresentados.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12. contudo. o primeiro é ignorado. são ignoradas todas as seções de comentários. a expressão ”início do programa” é necessária no início do programa. o movimento ao longo de um eixo poderá ser suspendido por um período de tempo mais prolongado. devido a essa seção de comentários. todos os comentários são igualmente editados. Se o programa for apresentado na tela. NOTA 1 Se for lido um código de controle--in sem um código de controle--out correspondente. etc. mas lidas também para a memória. comentários. No entanto. Conseqüentemente. não sendo. Tenha. lidos para a memória. Se o programa que se encontra nesta memória for editado em um dispositivo de entrada/saída externo (ver seção III-8). A seção de comentários não possui um comprimento limitado. 2 O código EOB não pode ser utilizado em comentários. Tabela 12. as eventuais seções de comentários não são ignoradas. O usuário pode introduzir aqui cabeçalhos. portanto. o código EOB para a operação de ignorar o rótulo identificativo não pode surgir antes do segundo número do programa ou do número do programa subseqüente. instruções para o operador.

Quando se tenta executar % sem que M02 ou M03 se encontrem dispostos no final do programa. A indicação não aparece na tela de exibição CRT.1 (d): Código de fim da fita Nome Fim da fita Código Código ISO EIA % ER Notação neste manual % 122 . No entanto. Tabela 12. Se os programas forem introduzidos por meio do sistema de programação automática. a indicação é automaticamente editada no fim do arquivo. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Fim da fita O código de fim da fita tem de ser introduzido no final do arquivo de programas NC. é acionado um alarme P/S (nº 5010). se o arquivo for editado.12. não é necessário introduzir esta indicação.

para o identificar.12. % TÍTULO . podem ser usados os dois pontos ( : ) em vez de O.. NOTA Os números de programa entre 8000 e 9999 poderão ser reservados pelo fabricante da máquina--ferramenta. contudo. os quatro dígitos mais baixos são registrados como número do programa. 12.2 CONFIGURAÇÃO DA SEÇÃO DE PROGRAMA Aqui são descritos os elementos de uma seção de programa.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12.. N1 … . % Fig. Para informações sobre as outras componentes do programa. No entanto. não podendo.2 (a) Configuração do programa D Número do programa A cada programa registrado inicialmente na memória é atribuído um número de programa constituído pelo endereço O seguido de um número de quatro dígitos.) que se encontra no início do mesmo é adotado como número do programa. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA 12. especifique oito dígitos para o número do programa (ver seção II. Caso não haja nenhum número de programa nem de seqüência no início do programa. no momento em que o programa é arquivado na memória (ver seção 8.1. Seção de programa (COMENTÁRIO) Número do programa Número de seqüência Fim do programa M30 .). No código ISO.. ser utilizados pelo usuário. Tenha.1 na Parte III.4). 123 . Se forem utilizados números de seqüência de quatro dígitos.4 ou 10. se for utilizada a opção para números de programa de 8 dígitos. em atenção que N0 não pode ser utilizado em números de programa. O0001 . o número do programa terá de ser especificado através do painel MDI. consulte a seção II-12. Se não for especificado nenhum número de programa no início do programa. portanto. é registrado como número do programa o número de programa imediatamente anterior acrescentado de 1. o número de seqüência (N. Se os quatro dígitos mais baixos forem todos 0.

sendo possível saltar quaisquer números. Através do bit 1 (CTV) do parâmetro nº 0100. No entanto. N300 X200.0 Z300. Um bloco é separado de outro por meio de um código EOB (código de fim do bloco). ser incluído em um número de seqüência que deva ser registrado como número de programa. geralmente é conveniente atribuir os números de seqüência por ordem crescente. No cabeçalho de um bloco pode introduzir-se um número de seqüência constituído por um endereço N seguido de um número de.4. A função de controle TV pode ser ativada e desativada através da unidade MDI (ver subseção 11. O número de seqüência está sublinhado. portanto. Se algum dos blocos possuir um número ímpar de caracteres (começando no código imediatamente a seguir ao EOB e terminando no EOB seguinte). escritos entre “(” e “)”.).0 . 12. Só não são submetidas ao controle TV as áreas que são ignoradas devido à função de ignorar rótulo identificativo. Fig. D Controle TV (controle da paridade vertical ao longo da fita) Os blocos de uma fita de entrada são submetidos a um controle de paridade vertical.2 (b) Número de seqüência e bloco (exemplo) NOTA Não é possível utilizar N0 por motivos de compatibilidade do arquivo com outros sistemas CNC. cinco dígitos (de 1 a 99999). no máximo. 0 não pode ser utilizado como número de programa. em sintonia com os passos de usinagem (por exemplo. é acionado um alarme P/S (nº 002).7 na Parte III. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Número de seqüência e bloco Um programa é composto de vários comandos. Tabela 12. não podendo. Os números de seqüência podem ser atribuídos a todos os blocos do programa ou apenas aos blocos desejados. deverão ou não ser contados ao obter o número de caracteres para o controle TV.12. 124 . quando é necessário substituir uma ferramenta por outra e a usinagem passa para uma nova superfície com indexação da mesa). pode especificar-se se os caracteres constituintes dos comentários. Os números de seqüência podem ser especificados pela ordem desejada.2 (a): Código EOB Nome Fim do bloco (EOB) Código Código ISO EIA LF CR Notação neste manual . A uma unidade de comando dá-se o nome de bloco.

C coordenadas I. podem também ser usados os dois pontos ( : ) como o endereço de um número do programa. Q Número de repetições do subprograma Parâmetros do ciclo fixo NOTA No código ISO.2 (b): Funções e endereços principais Função Número do programa Número da seqüência Função preparatória Palavra de dimensão Endereço O (1) N G Significado Número do programa Número da seqüência Especifica um modo de deslocamento (linear. arco. N_ G_ X_ Z_ F_ S_ T_ M_ . J. dependendo da especificação da função preparatória. 12. Tempo de pausa Número do subprograma Função de avanço Função da velocidade do fuso Função da ferramenta Função auxiliar F S T M B Pausa Designação do número de um programa Número de repetições Parâmetro P. O mesmo endereço poderá ter significados diferentes. Função da Função Função Número da Função Palavra de Função seqüência prepa. V. etc. Comando de movimento do eixo de W. B. U. Y. Tabela 12.) X. etc.misratória menta celânea do fuso Fig. A.2 (b) apresenta os endereços mais freqüentes e seus significados.2 (c) 1 Bloco (exemplo) 125 . Velocidade de avanço por rotação Velocidade do fuso Número da ferramenta Controle ON/OFF da máquina--ferramenta Indexação da mesa. A Tabela 12. U P P P. Uma palavra consiste em um endereço seguido de um número de vários dígitos. (Um número pode ser precedido de um sinal de mais (+) ou de menos (-). Z.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12. X. K R Coordenada do centro do arco Raio do arco Velocidade de avanço por minuto. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA D Configuração do bloco (palavra e endereço) Um bloco consiste em uma ou mais palavras.) Palavra = Endereço + Número (exemplo : X-1000) Para um endereço.dimensão de avanço velocidade da ferra. é usada uma das letras (A a Z). um endereço define o significado de um número que se segue a um endereço.

O CNC permite. que a ferramenta se desloque.00 mm/rot.01 a 4000. U Endereço O (1) N G Entrada em mm 1--9999 1--99999 0--99 Entrada em polegadas 1--9999 1--99999 0--99 De --9999. Do mesmo modo.999 a U.999 s De 0 a 9999.9999 a +9999. +99999. os quais são completamente diferentes dos valores limites no lado da máquina-ferramenta. V. Tabela 12. C. o CNC poderá permitir uma velocidade máxima de avanço de corte de 240 m/min. Para desenvolver um programa. J. Y.01 a 9600.99999 de 0. Z. De 0 a 20000 De 0 a 99999999 De 0 a 99999999 De 0 a 99999999 De 0 a 99999. o curso real ao longo do eixo X poderá ser limitado a 2 m em certas máquinas-ferramentas. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Endereços principais e faixas dos valores de comando Os endereços principais e as faixas dos valores especificados para os endereços são apresentados abaixo. R R. De --99999.9999 s De 0 a 9999.2 (c): Endereços principais e faixas dos valores de comando Função Número do programa Número da seqüência Função preparatória Palavra Sistema de di.999 s De 0 a 99999. por exemplo.00 pol/min De 0. B. o usuário deveria ler atentamente tanto os manuais da máquina-ferramenta como o presente manual. enquanto que a máquina-ferramenta não permite mais de 3 m/min.99999 a +999.9999 F de 1 a 240000 mm/min de 1 a 100000 mm/min de 0.0001 a 9. 100 m (entrada em milímetros) ao longo do eixo X. De --9999.12. Tenha em atenção que estes números representam valores limites no lado CNC. Contudo. X. K K. I J I. ao todo.9999 s De 1 a 9999 De 1 a 999 De 1 a 9999 De 1 a 999 126 . para tomar conhecimento das restrições concernentes à programação.9999 De --999.9999 a +9999.01 a 500. W.9999 pol/rot.incremental mensão IS--B Sistema incremental IS--C Avanço por minuto Sistema incremental IS--B Sistema incremental IS--C Avanço por rotação Função da velocidade do fuso Função da ferramenta Função auxiliar Pausa Sistema incremental IS--B Sistema incremental IS--C Designação do número do programa Número de repetições P P F S T M B P.00 polegadas/min de 0. De 0 a 20000 De 0 a 99999999 De 0 a 99999999 De 0 a 99999999 X.999 A.

estiver na posição OFF. Se a barra for introduzida em outra posição. 127 . os blocos já lidos não são ignorados. Consulte o manual do fabricante da máquina-ferramenta para informações mais detalhadas a este respeito. os dois pontos (:) também podem ser utilizados como endereço de um número de programa. independentemente da posição das chaves de salto opcional de bloco. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA NOTA No código ISO. D Salto opcional de bloco Se no cabeçalho de um bloco for especificada uma barra seguida de um número (/n (n=1 a 9)) e a chave n (para o salto opcional de bloco) estiver na posição ON. Os programas arquivados na memória podem ser editados. a informação contida no bloco em que foi especificado /n é válida. Exemplo) (Errado) (Certo) //3 G00X10. 2 Desativação de uma chave de salto opcional de bloco A operação de salto opcional de bloco é executada no momento em que os blocos são lidos da memória ou da fita para o buffer. independentemente da posição da chave de salto opcional de bloco.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12. as seções ignoradas são submetidas aos controles TH e TV. tal como acontece quando a chave se encontra na posição OFF. a informação contida no bloco em que foi especificado /n .é ignorada nas operações de fita ou de memória. Isso significa que o operador poderá decidir se o bloco em que /n foi especificado deverá ou não ser ignorado. para o salto opcional de blocos. NOTA Controle TV e TH Quando uma chave de salto opcional de bloco se encontra na posição ON. no painel de operação da máquina. Se a chave n. poderá não ser possível utilizar todas as chaves (de 1 a 9) de salto opcional de blocos. Após a leitura dos blocos para o buffer.correspondente à chave número n .0. Esta função é ignorada quando os programas são carregados na memória. /1/3 G00X10. É possível omitir o número 1 para /1. A função de salto opcional de bloco também é eficaz durante a operação de procura de números de seqüência. mesmo que alguma das chaves se encontre na posição ON. Os blocos com /n também são arquivados na memória. Dependendo da máquina-ferramenta.0. a informação contida entre a barra e o código EOB é ignorada. a não ser que sejam utilizadas no mesmo bloco duas ou mais chaves de salto opcional de bloco. AVISO 1 Posição da barra A barra (/) tem de ser introduzida no início do bloco.

transmitindo um dos seguintes códigos no final do programa: Tabela 12. tal como /M02 . se a chave de salto opcional de bloco no painel de operação da máquina estiver definida para ativada. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Fim do programa O fim de um programa é indicado. (Ver item “Salto opcional de blocos”. Se for lido o código de fim do subprograma. . o CNC termina a execução do programa e passa para o estado de reset. não é tido em consideração no fim de um programa. ou /M99 . AVISO Um bloco contendo um código de salto opcional de bloco. o controle regressa ao programa em que foi chamado o subprograma.12. /M30 .) 128 . .2 (d): Código de fim do programa Código M02 M30 M99 Para o subprograma Significado Para o programa principal Se um dos códigos de fim do programa for lido durante a execução do programa.

Subprograma O2000 . M99 . O subprograma chamado também pode. M98 P fff ffff . chamar outros subprogramas. Subprograma O4000 . Os subprogramas podem ser incluídos. em quatro níveis. O subprograma pode ser chamado a partir do programa principal. no máximo. Programa principal O0001 . na Parte III. ao todo.0 Y100.0 M99 . como seguidamente ilustrado. Item de referência Consulte o capítulo 10. Subprograma O3000 . para obter informações mais detalhadas sobre os métodos de registro de subprogramas. M30 . Explicações Quando o programa principal chama um subprograma. em vez de um número de subprograma a seguir a O (ou :). M99) Formato D Configuração de um subprograma Se um programa contiver uma seqüência fixa ou padrões freqüentemente repetidos. Como abaixo indicado. no caso do código ISO) Fim do programa M99 . Exemplo) X100. pode utilizar-se Nxxxx. opcionalmente. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA 12. M99 . Por uma questão de compatibilidade com os sistemas de programação automática. essa seqüência ou padrão pode ser arquivado na memória como subprograma. M99 . através de um único comando de chamada. 129 . M98P2000 . M98P3000 .3 SUBPROGRAMA (M98. M98P1000 . Subprograma O1000 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12. para simplificar o programa. M99 . o subprograma é chamado apenas uma vez. D Chamada do subprograma (M98) ↑ ↑ Número do Número de vezes que o subprograma subprograma deverá ser chamado repetidamente Se não for indicado o número de repetições. M98P4000 . esta operação é considerada como chamada de subprogramas do nível um. M99 não tem de formar um bloco separado. no primeiro bloco. Um subprograma O jjjj . O número de seqüência após N é registrado como número do subprograma. por sua vez. (Inclusão de nível quatro) (Inclusão de nível um) (Inclusão de nível dois) (Inclusão de nível três) Um subprograma pode ser chamado repetidamente 9999 vezes. Número do subprograma (ou dois pontos (:).

Tenha. N0040 . N0020 … . N0060 . contudo. Este método é muito mais demorado do que o método de regresso normal ao programa principal.0 M98 P1200 . sempre que o programa principal não esteja operando no modo de operação de memória. a unidade de controle não regressa ao bloco a seguir ao bloco de chamada. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 NOTA 1 Os sinais M98 e M99 não são transmitidos para a máquina--ferramenta. Este comando especifica “Chamar o subprograma (número 1002) cinco vezes seguidas. L Seqüência de execução de subprogramas chamados por um programa principal Subprograma Programa principal 1 2 3 N0010 . Subprograma O0010 … . 130 . o subprograma (número 1200) é chamado após um movimento do eixo X. Neste exemplo. N1020 . N0030 M98 P1010 .12. N0060 … . N1030 . N1020 … . mas ao bloco com o número de seqüência especificado em P. Um subprograma pode chamar outro subprograma. N1040 . N1060 M99 . N1060 M99 P0060 . L X1000. N1030 … . N1040 … . da mesma forma que um programa principal chama um subprograma. N0050 … . em atenção que P é ignorado. 2 Não sendo possível encontrar o número do subprograma especificado pelo endereço P.” Um comando de chamada de subprograma (M98P_) pode ser especificado no mesmo bloco que um comando de movimento. Utilização especial D Especificação do número de seqüência para o destino de retorno ao programa principal Se P for utilizado para especificar um número de seqüência no final de um subprograma. N0020 . N1050 … . Programa principal N0010 … . N0050 M98 P1010 . Exemplos L M98 P51002 . O1010 . N0030 M98 P21010 . N1050 . N0040 … . é acionado um alarme (nº 078).

3 na Parte III. para uma execução repetida. N1040 M02 . N1010 … . N0080 M02 . for especificado. o controle regressa ao início do programa principal. N1020 … . a unidade de controle passa ao bloco seguinte para continuar a execução. tendo de se definir a chave de bloco opcional para desativada . Salto opcional de bloco ON 131 . é ignorado . / N1050 M99 P1020 . N1030 … .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12. N0020 … . M99 pode ser executado colocando /M99 . N0050 … . ou /M30 . Se /M99Pn . Se for executado um bloco que contenha M99Pn. o controle regressa ao início do subprograma para uma execução repetida. / N0060 M99 P0030 . se for executado um bloco que contenha M99. localizando-se o seu início através do MDI. Se a função do salto opcional de bloco estiver definida para ativada. Após a execução de M99. Por exemplo. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA D Usando M99 no programa principal Se M99 for executado no programa principal. Pra cancelar este programa. Neste caso. Salto opcional de bloco OFF Salto opcional de bloco ON D Usando apenas um subprograma Um subprograma pode ser executado tal como um programa principal.) Neste caso. a unidade de controle não regressa ao início do programa principal. o bloco /M99 . o regresso ao número de seqüência n dura mais tempo. A execução é repetida enquanto a função de salto opcional de blocos estiver desativada. N0040 … . N0010 … . em um local adequado. tem de se colocar um bloco contendo /M02 . N0070 … . consulte a seção 9. (Para mais informações sobre as operações de localização. N0030 … . mas ao número de seqüência n. num local adequado do programa principal e definindo a função do salto opcional de bloco para desativada ao executar o programa principal. o controle regressa ao bloco do subprograma com o número de seqüência n. o controle regressa ao início do programa principal e a execução é repetida desde o início do programa. a chave tem primeiro de ser definida para ativada.

1 13. U/2 é substituído por U e X/2 por X.8 CICLO FIXO (G90.6 13. Na programação do raio. G69) PROGRAMAÇÃO DIRETA DAS DIMENSÕES DO DESENHO ROSQUEAMENTO RÍGIDO COM MACHO NOTA Os diagramas explanatórios incluídos neste capítulo utilizam a programação do diâmetro no eixo X.G76) CICLO FIXO DE PERFURAÇÃO (G80 .13.3 13.G89) CICLO FIXO DE RETIFICAÇÃO (PARA A RETIFICADORA) CHANFRAGEM E CANTO R ESPELHAMENTO PARA CABEÇOTE DUPLO DE TORNO-REVÓLVER (G68. G94) REPETIÇÃO DE CICLO (G70 . 132 .5 13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13 Aspectos gerais FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO Este capítulo aborda os seguintes temas: 13.2 13.7 13.4 13. G92.

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

13.1

CICLO FIXO (G90, G92, G94) 13.1.1
Ciclo de Corte do Diâmetro Exterior/Interior (G90)
D Ciclo de corte reto

Estão à disposição três ciclos fixos: o ciclo fixo para corte do diâmetro exterior/interior (G90), o ciclo fixo de abertura de rosca (G92) e o ciclo fixo de torneamento da superfície final (G94).

G90X (U)__Z (W)__F__ ;
Eixo X Z 3(F) W 4(R) 2(F) 1(R)

R……Deslocamento rápidose F……Especificado com um código F

U/2 X/2 Eixo Z

Fig. 13.1.1 (a) Ciclo de corte reto

Na programação incremental, o sinal dos números que se seguem aos endereços U e W depende da direção dos caminhos 1 e 2. No ciclo da Fig. 13.1.1(a), os sinais de U e W são negativos. No modo de bloco único, as operações 1, 2, 3 e 4 são executadas presssionando-se uma vez o botão de início de ciclo.

133

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

D Ciclo de corte cônico
G90X(U)__ Z(W)__ R__ F__ ;
Eixo X 4(R) U/2 3(F) 1(R) 2(F) X/2 Z Eixo Z W R R…Deslocamento rápido F…Especificado com um código F

Fig. 13.1.1 (b) Ciclo de corte cônico

D Sinais dos números especificados no ciclo de corte cônico
1. U < 0, W < 0, R < 0 X Z 4(R) U/2 3(F)

Na programação incremental, existe a seguinte relação entre os sinais dos números a seguir ao endereço U, W e R e os caminhos da ferramenta:
2. U > 0, W < 0, R > 0 X Z W 2(F) 1(R) 4(R) 4. U > 0, W < 0, R<0 em | R | ≦ |U | 2 X R

1(R) R W U/2 3(F)

2(F)

3. U < 0, W < 0, R > 0 em | R | ≦ | U | 2 X Z 4(R) U/2 3(F) 2(F) W 1(R) R

Z

W R 1(R) 4(R)

U/2

3(F)

2(F)

134

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

13.1.2
Ciclo de Abertura de Rosca (G92)
G92X(U)__ Z(W)__ F__ ; Passo (L) é especificado.
Eixo X Z W 4(R) 1(R) 2(F) X/2 Eixo Z R…… Deslocamento rápido F…… Especificado com um código F L (Na figura à esquerda, o ângulo chanfrado é de 45 graus ou menor, devido ao atraso do sistema servo.)

3(R)

Aprox. 45° r

Pormenor da rosca chanfrada

Fig. 13.1.2 (a) Abertura de rosca reta

Na programação incremental, o sinal dos números que se seguem aos endereços U e W depende da direção dos caminhos 1 e 2. Isto é, se a direção do caminho 1 for a negativa ao longo do eixo X, o valor de U é negativo. As faixas admissíveis para os passos de rosca, limite da velocidade do fuso, etc., são as mesmas de G32 (abertura de rosca). Neste ciclo de abertura de rosca, é possível executar a chanfragem de rosca, que é iniciada através de um sinal da máquina-ferramenta. O percurso de chanfragem é especificado dentro de uma faixa de 0.1L a 12.7L, em incrementos de 0.1L, através de um parâmetro (nº 5130). (Na expressão acima, L representa o passo de rosca.) No modo de bloco único, as operações 1, 2, 3 e 4 são executadas presssionando-se uma vez o botão de início de ciclo.
135

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

AVISO As notas referentes à abertura de rosca em G32 são válidas também para este tipo de abertura de rosca. No entanto, uma parada pelo bloqueio de avanço é como se segue; parada após o término do caminho 3 do ciclo de abertura de rosca.

CUIDADO A ferramenta é retraída durante a chanfragem e retorna ao ponto inicial do eixo X e, em seguida, do eixo Z, assim que o status do bloqueio de avanço seja ativado durante a abertura de rosca (movimento 2).
Ciclo normal Movimento durante o bloqueio de avanço Ponto de parada

Deslocamento rápido

O bloqueio de avanço é ativado aqui.

Durante a retração, não é possível executar outro bloqueio de avanço. A distância chanfrada é igual à existente no ponto final.

136

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

D Ciclo de abertura de rosca cônica
G92X(U)__ Z(W)__ R__ F__ ; Passo (L) é especificado.
Eixo X Z W 4(R) U/2 3(R) 2(F) R X/2 Eixo Z (R) 0Deslocamento rápido 1(R) (F) 0Especificado com um código F

L

(Na figura à esquerda, o ângulo chanfrado é de 45 graus ou menor, devido ao atraso do sistema servo.) Aprox. 45°

r

Detalhe da rosca chanfrada Fig. 13.1.2 (b) Ciclo de abertura de rosca cônica

137

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

13.1.3
Ciclo de Torneamento da Superfície Final (G94)
D Ciclo de corte frontal
G94X(U)__ Z(W)__ F__ ;
Eixo X
(R)……Deslocamento rápido (F)……Especificado com um código F

1(R)

U/2

2(F) 3(F)

4(R)

0

X/2 X/2 Z

W

Eixo Z

Fig. 13.1.3 (a) Ciclo de corte frontal

Na programação incremental, o sinal dos números que se seguem aos endereços U e W depende da direção dos caminhos 1 e 2. Isto é, se a direção do caminho for a direção negativa do eixo Z, o valor de W é negativo. No modo de bloco único, as operações 1, 2, 3 e 4 são executadas presssionando-se uma vez o botão de início de ciclo.

138

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

D Ciclo de corte cônico frontal
Eixo X 1(R) (R) Deslocamento rápido (F) Especificado através do código F 4(R) 3(F) X/2 Z R W Eixo Z

U/2

2(F)

Fig. 13.1.3 (b)

D Sinais dos números especificados no ciclo de corte cônico
1. U < 0, W < 0, R < 0 X Z U/2 1(R)

Na programação incremental, existe a seguinte relação entre os sinais dos números a seguir ao endereço U, W e R e os caminhos da ferramenta:

2. U > 0, W < 0, R < 0 X Z

R

W

2(F) 3(F) R W

4(R) U/2 2(F)

3(F) 4(R) 1(R)

3. U < 0, W < 0, R > 0 em  R  ≦  W  X Z 1(R) U/2 2(F) 3(F) W 4(R) X Z

4. U > 0, W < 0, R<0 em  R  ≦  W 

R

W 3(F) U/2 2(F) 1(R) R 4(R)

139

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

NOTA

1 Uma vez que os dados de X (U), Z (W) e R são modais durante o ciclo fixo, os valores previamente especificados para X (U), Z (W) ou R permanecem válidos, desde que não sejam novamente programados. Assim, se a distância a percorrer no eixo Z não for alterada, tal como no exemplo abaixo, o ciclo fixo pode ser repetido, especificando apenas os comandos de movimento para o eixo X. Estes dados são, porém, apagados se for programado um código G de ação simples, exceto G04 (pausa), ou um código G do grupo 01, exceto G90, G92 e G94. (Exemplo) Eixo X
66

4 8 12

16

Peça Eixo Z O ciclo ilustrado na figura acima é executado pelo seguinte programa: N030 G90 U--8.0 W--66.0 F0.4 ; N031 U--16.0 ; N032 U--24.0 ; N033 U--32.0 ;
0 2

Podem ser executadas as seguintes aplicações: (1) Quando se especifica um comando EOB ou comandos sem movimento no bloco que se segue ao que contém a especificação de um ciclo fixo, se obtém a repetição do mesmo ciclo fixo. (2) Quando se especifica a função M, S ou T durante o modo de ciclo fixo, o ciclo fixo e a função M, S ou T podem ser executados simultaneamente. Se isso for inconveniente, cancele o ciclo fixo (especificando G00 ou G01) uma vez, como nos programas exemplificativos apresentados abaixo, e execute o comando M, S ou T. Após concluída a execução de M, S ou T, comande novamente o ciclo fixo. (Exemplo) N003 T0101 ; : : N010 G90 X20.0 Z10.0 F0.2 ; N011 G00 T0202 ; N012 G90 X20.5 Z10.0 ;

140

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

13.1.4
Como Usar Ciclos Fixos (G90, G92, G94)
D Ciclo de corte reto (G90)

O ciclo fixo apropriado é selecionado de acordo com o contorno do material e do produto.

Contorno do material

Contorno do produto

D Ciclo de corte cônico (G90)

Contorno do material

Contorno do produto

141

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

D Ciclo de corte frontal (G94)

Contorno do material

Contorno do produto

D Ciclo de corte cônico frontal (G94)

Contorno do material

Contorno do produto

142

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

13.2

REPETIÇÃO DE CICLO (G70-G76)

Existem vários tipos de ciclos fixos predefinidos que facilitam a programação. Os dados para o contorno da peça acabada descrevem, por exemplo, o caminho da ferramenta para a usinagem grosseira. Além disso, estão à disposição ciclos fixos para a abertura de rosca.

13.2.1
Remoção de Material por Torneamento (G71)
D Tipo I

Há dois tipos de remoção de material por torneamento : tipo I e II.

Se um programa especificar um contorno de acabamento de A para A’ para B, como na figura abaixo, a área especificada é removida em função de ∆d (profundidade de corte), deixando uma tolerância de acabamento ∆u/2 e ∆w.
C B (F) 45, (R) (R) e (F) A ∆d

Comando do programa (F) : Avanço de corte (R) : Deslocamento rápido A’ ∆w ∆u/2

G71 U (∆d) R (e) ; G71 P (ns) Q (nf) U (∆u) W (∆w) F (f ) S (s ) T (t)
N (ns)⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅ ⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅ F____ S____ T____ N (nf)⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅; O comando de movimento entre A e B é especificado nos blocos situados entre os números de seqüência ns e nf.

∆d : Profundidade de corte (designação do raio) Designação sem sinal. A direção de corte depende da direção AA’. Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. Este valor também pode ser especificado através de um parâmetro (nº 5132) que, por sua vez, pode ser alterado por meio de um comando do programa. e : Quantidade de escape Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. Este valor também pode ser especificado através de um parâmetro (nº 5133) que, por sua vez, pode ser alterado por meio de um comando do programa. ns : Número de seqüência do primeiro bloco para o programa do contorno de acabamento. nf : Número de seqüência do último bloco para o programa do contorno de acabamento. ∆u : Distância e direção da tolerância de acabamento na direção X (designação do diâmetro / raio). ∆w : Distância e direção da tolerância de acabamento na direção Z. f,s,t : Qualquer função F, S ou T contida nos blocos ns a nf do ciclo é ignorada, sendo eficaz a função F, S ou T deste bloco G71.

Fig. 13.2.1 (a) Caminho de corte na remoção de material por torneamento (tipo I)

143

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

NOTA 1 Apesar de ∆d e ∆u serem especificados através do endereço U, seu significado é determinado pela presença dos endereços P e Q. 2 O ciclo de usinagem é executado através do comando G71 com a especificação de P e Q. As funções F, S e T especificadas no comando de movimento entre os pontos A e B são ineficazes, sendo apenas eficazes as funções especificadas no bloco G71 ou no bloco precedente. Se a opção de controle da velocidade de corte constante for selecionada, o comando G96 ou G97 especificado no comando de movimento entre os pontos A e B é ineficaz, sendo eficaz o comando especificado no bloco G71 ou no bloco precedente. Seguidamente são ilustrados quatro padrões de corte. Todos estes ciclos de corte são executados paralelamente ao eixo Z e os sinais de ∆u e ∆w são os seguintes:
+X

+Z B U(+)…W(+) A A U(+)…W(--)

A’ A’ A’ A’

É possível executar tanto a interpolação linear como a circular
U(--)…W(--)

U(--)…W(+) A A

O caminho da ferramenta entre A e A’ é especificado no bloco com o número de seqüência “ns” e que inclui G00 ou G01. Neste bloco, não é possível especificar nenhum comando de movimento no eixo Z. No caminho da ferramenta entre A’ e B, o padrão tem de aumentar ou diminur continuamente no eixo X e no eixo Z. Se o caminho da ferramenta entre A e A’ for programado com G00/G01, o corte ao longo de AA’ é executado no modo G00 ou G01, respectivamente. 3 Não é possível chamar um subprograma a partir do bloco situado entre os números de seqüência “ns” e “nf”.

144

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

D Tipo II

O tipo II difere do tipo I nos seguintes pontos: o perfil não tem de apresentar um aumento ou diminuição uniforme ao longo do eixo X e pode ter, ao todo, 10 concavidades (bolsas). Se forem especificadas 11 ou mais concavidade é ativado um alarme P/S (nº 068).

10

......

3

2

1

Fig. 13.2.1 (b)

Número de bolsas na remoção de material por torneamento (tipo II)

Tenha em atenção que o perfil terá de apresentar, porém, um aumento ou diminuição uniforme ao longo do eixo Z. O seguinte perfil não pode ser usinado:

A alternância uniforme não é observada ao longo do eixo Z

Fig. 13.2.1 (c)

Contorno que não pode ser usinado na remoção de material por torneamento (tipo II)

A primeira seção cortada não precisa ser vertical; é premitido qualquer perfil se uma alternância uniforme for mostrada ao longo do eixo Z.

Fig. 13.2.1 (d)

Contorno que pode ser usinado (alternância uniforme) na remoção de material por torneamento (tipo II)

Após o torneamento, surge uma distância originada pelo corte ao longo do perfil da peça.
145

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

e (definido através de um parâmetro)

Fig. 13.2.1 (e) Chanfragem na remoção de material torneamento (tipo II)

A distância e (especificada em R) a ser originada após o corte, também pode ser especificada através do parâmetro nº 5133. Abaixo é mostrado um caminho de corte exemplificativo:
30 5 2 25 6 7 28 27 26 1

4 3 13 12 23 11 19 17 16 22 21 20 15 29 14 10 9 8 24

18

Fig. 13.2.1 (f) Caminho de corte na remoção de material por faceamento

A correção do raio da ponta da ferramenta não é adicionado às tolerâncias de acabamento ∆u e ∆w. Na remoção de material por torneamento, a correção do raio da ponta da ferramenta é igual a zero. W=0 tem de ser especificado ; de contrário, a ponta da ferramenta pode cortar em um lado da parede. No primeiro bloco de uma seção repetitiva, é necessário especificar dois eixos: X (U) e Z (W). W0 também é especificado quando não é executado qualquer movimento no eixo Z. D Distinção entre o tipo I e o tipo II Quando é especificado apenas um eixo no primeiro bloco de uma seção repetitiva Tipo I Quando são especificados dois eixos no primeiro bloco de uma seção repetitiva Tipo II Quando o primeiro bloco não inclui qualquer movimento no eixo Z e se pretende usar o tipo II, é necessário especificar W0. (Exemplo) TIPO I TIPO II
G71 V10.0 R5.0 ; G71 V10.0 R5.0 ; G71 P100 Q200....; G71 P100 Q200........; N100X (U)___; N100X (U)___ Z(W)___;

: :
N200..............;

: :
N200.........................;

146

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

13.2.2
Remoção de Material por Faceamento (G72)

Tal como ilustrado na figura abaixo, este ciclo é semelhante a G71, excetuando que o corte é feito paralelamente ao eixo X.
∆d A’ A Caminho da ferramenta (F) e (R) (R) 45° C

(F) Comando do programa B ∆w ∆u/2

G72 W(∆d) R(e) ; G72 P(ns) Q(nf) U(∆u) W(∆w) F(f) S(s) T(t) ;

Os significados de ∆d, e, ns, nf, ∆u,∆w, f, s e t são como em G71.

Fig. 13.2.2 (a) Caminho de corte na remoção de material por faceamento

D Sinais dos números especificados

Seguidamente são ilustrados quatro padrões de corte. Todos estes ciclos de corte são executados paralelamente ao eixo Z e os sinais de ∆u e ∆w são os seguintes:
+X B B U(--)…W(+)… A’ A’ U(+)…W(+)… B B Fig. 13.2.2 (b) Sinais dos números especificados com u e w na remoção de material por faceamento A A A A U(--)…W(--)… A’ A’ É possível efetuar tanto a interpolação linear como a circular

+Z

U(+)…W(--)…

O caminho da ferramenta entre A e A’ é especificado no bloco com o número de seqüência “ns” que inclui G00 ou G01. Neste bloco, não é possível especificar nenhum comando de movimento no eixo X. No caminho da ferramenta entre A’ e B, o padrão tem de aumentar ou diminur continuamente no eixo X e no eixo Z. Se o corte ao longo de AA’ deverá ser executado no modo G00 ou G01, depende do comando programado entre A e A’, como descrito no ponto 13.2.1.
147

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

13.2.3
Repetição de Padrões (G73)

Esta função permite repetir um padrão de corte fixo, sendo o padrão deslocado ponto por ponto. Neste ciclo de corte é possível usinar eficientemente peças já usinadas grosseiramente, forjadas, fundidas, etc.
∆k+∆w ∆w C

D
∆u/2 ∆i+∆u/2

A
(R) B ∆u/2 A’ ∆w

Padrão programado:
A→A’→B G73 U (ni) W (nk) R (d) ;

G73 P (ns) Q (nf) U (nu) W (nw) F (f ) S (s ) T (t) ;
N (ns)⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅ ⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅ F____ S____ T____ N (nf)⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅;
∆i

O comando de movimento entre A e B é especificado nos blocos situados entre os números de seqüência ns e nf.

∆k

d

ns nf nu nw f,s,t

: Distância e direção da descarga na direção do eixo X (designação do raio). Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5135 que, por sua vez, pode ser alterado por meio de um comando do programa. : Distância e direção da descarga na direção do eixo Z. Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5136 que, por sua vez, pode ser alterado por meio de um comando do programa. : Divisor Este valor é o mesmo da contagem repetitiva para o corte grosseiro. Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5137 que, por sua vez, pode ser alterado por meio de um comando do programa. : Número de seqüência do primeiro bloco para o programa do contorno de acabamento. : Número de seqüência do último bloco para o programa do contorno de acabamento. : Distância e direção da tolerância de acabamento na direção X (designação do diâmetro/raio). : Distância e direção da tolerância de acabamento na direção Z. : Qualquer função F, S ou T contida nos blocos situados entre os números de seqüência “ns” e “nf” é ignorada, sendo eficaz a função F, S ou T deste bloco G73.

Fig. 13.2.3 Caminho de corte na repetição de padrões

148

respectivamente. G72 ou G73. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO NOTA 1 Apesar dos valores ∆i e ∆k ou ∆u e ∆w serem especificados através do endereço U e W. 13. o acabamento é executado com o seguinte comando: G70P (ns) Q (nf) .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. 2 O ciclo de usinagem é executado através do comando G73 com a especificação de P e Q. respectivamente. ∆k e ∆i. Preste atenção aos sinais de ∆u. NOTA 1 As funções F. 149 . Depois de concluído o ciclo de usinagem. 3 Não é possível chamar nenhum subprograma a partir dos blocos situados entre “ns” e “nf”. Seguidamente são ilustrados quatro padrões de corte. G72. Se P e Q não forem especificados no mesmo bloco. S e T especificadas no bloco G71. a ferramenta regressa ao ponto A. (nf) : Número de seqüência do último bloco para o pro grama do contorno de acabamento. Se P e Q forem especificados no mesmo bloco. seu significado é determinado pela presença dos endereçso P e Q no bloco G73.2.4 Ciclo de Acabamento (G70) Formato Depois do corte grosseiro com G71. os endereços U e W indicam ∆i e ∆k. os endereços U e W indicam ∆u e ∆w. (ns) : Número de seqüência do primeiro bloco para o programa do contorno de acabamento. respectivamente. 2 Quando o ciclo de usinagem é terminado com G70. sendo eficazes apenas as que foram especificadas em G70 entre os números de seqüência “ns” e “nf”. a ferramenta regressa ao ponto inicial e o bloco seguinte é lido. G73 não são eficazes. de G70 a G73. ∆w.

N012 G72 W7.0 Z190. N018 W20.0 . N015 G01 X120.0 W2.0 .0 .0 S700 .0 W22. N016 W10.0 Z132. N019 X36.15 . 150 .0 W10.0 F0.0 . N013 G72 P014 Q019 U4.0 W12. N014 G00 Z58.0 .3 S550 . N020 G70 P014 Q019 . N011 G00 X176. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Exemplos Remoção de material por faceamento (G72) Eixo X 7 Ponto inicial 88 110 φ160 φ120 φ80 Eixo Z φ40 40 10 10 10 20 190 20 2 (Programação do diâmetro.0 R1.0 F0.13. N017 X80. entrada em milímetros) N010 G50 X220.0 .0 .

0 .0 W14. N017 W--20.3 S0180 . N015 G01 W--20. 151 .0 F0.0 R3 .0 .0 W2.0 W--40.0 W--10.0 Z160. N011 G00 X220.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. N020 G70 P014 Q019 . N018 G02 X160. N019 G01 X180. N013 G73 P014 Q019 U4.0 W--20.0 S0400 .0 Z220.0 S0280 .0 . N014 G00 X80.0 .0 R20. entrada em milímetros) N010 G50 X260. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO Repetição de padrões (G73) 16 B Eixo X 16 110 2 14 130 0 φ180 φ160 φ120 φ80 Eixo Z 2 14 20 220 (Programação do diâmetro.0 F0.15 S0600 . N012 G73 U14.

Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5139 que. e : Quantidade de retorno Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor.5 é gerado pelo programa seguinte. 13.2. 2 O ciclo de usinagem é executado através do comando G74 com a especificação de X (U). usado para a perfuração.5 Ciclo de Perfuração Profunda da Superfície Final (G74) O caminho de corte ilustrado na Fig. Se X (U) e P forem omitidos. O sinal de ∆d é sempre positivo (+). Neste ciclo é possível executar a quebra de aparas. se o endereço X (U) e ∆i forem omitidos. 152 .2. pode ser alterado por meio de um comando do programa. seu significado é determinado pela presença do endereço X (U). FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. X : Componente X do ponto B U : Quantidade aumentada de A para B Z : Componente Z do ponto C W : Quantidade aumentada de A para C ∆i : Quantidade de movimento na direção X (sem sinal) ∆k : Profundidade de corte na direção Z (sem sinal) ∆d : Quantidade de descarga da ferramenta na base de corte. a direção de descarga pode ser especificada com o sinal desejado.13. ∆k’ Dd ∆k ∆k ∆k ∆k A ∆i [0<∆k’≦∆k] C (R) (F) (R) (F) (R) (F) (R) (R) (F) (F) (R) U/2 ∆i ∆i’ X [0<∆i’≦∆i] B W Z e G74R (e) . Contudo. as operações só poderão ser executadas no eixo Z. por sua vez. como se mostra abaixo. f : Velocidade de avanço Fig. G74X(U)_ Z(W)_ P(ni) Q(nk) R(nd) F (f ) .5 Caminho de corte no ciclo de perfuração profunda da superfície final NOTA 1 Apesar de e end serem especificados através do endereço R.2. é utilizado nd. Sendo especificado X(U). 13.

Ele é equivalente a G74.6 Caminho de corte no ciclo de perfuração do diâmetro exterior/interior G74 e G75 são usados para ranhurar e perfurar.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. Estão previstos quatro padrões simétricos.6 Ciclo de Perfuração do Diâmetro Exterior/Interior (G75) O caminho de corte ilustrado na Fig. ranhurar no eixo X e perfuração profunda no eixo X (neste caso. 13. Z. à exceção de X que é substituído por Z.6 é gerado pelo programa seguinte.2. W e Q são omitidos). permitindo uma descarga automática da ferramenta. G75X(U)_ Z(W)_ P(∆i) Q(∆k) R(∆d) F(f) . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. 153 . Fig. respectivamente. Este ciclo permite a execução de quebra de aparas. (R) (F) (R) (F) (R) (F) (R) (F) (R) (F) ∆d e A ∆i U/2 ∆k Z W X G75R (e) .2. 13.2.

2.2.7 (a) Caminho de corte no ciclo de corte para múltiplas roscas 154 .7 (a). 13.13.7 Ciclo de Abertura de Rosca Múltipla (G76) O ciclo de abertura de rosca é programado através do comando G76. E (R) A U/2 (F) (R) B ∆d k r C i X D Z W Fig. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. como ilustrado na Fig.2.13.

: Quantidade de chanfragem Quando o passo de rosca é expresso por L. especificando--o com um número de 2 dígitos. pode ser alterado por meio de um comando do programa. a=605. Contagem repetitiva na fase de acabamento (de 1 a 99) Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. 55°. d : Tolerância de acabamento Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. pode ser alterado por meio de um comando do programa.0L a 9. Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. G76X (u) _ Z(W) _ R(i) P(k) Q(∆d) F(L) .2L. pode ser alterado por meio de um comando do programa. por sua vez. em incrementos de 0. Fig. o valor de L pode ser especificado de 0. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5141 que. : Ângulo da ponta da ferramenta É possível selecionar um de seis tipos de ângulos (80°. por sua vez. i : Diferença do raio da rosca. a especificação é feita da seguinte forma (L é o passo de rosca): P 02 12 60 m r a ∆dmin : Profundidade mínima de corte (especificada pelo valor do raio) Se a profundidade de corte de uma operação cíclica (d -. por sua vez. 29° e 05). Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5130 que. m . 30°. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5140 que.2. r e a são especificados simultaneamente por meio do endereço P. é possível executar uma abertura normal de rosca reta. 13.7 (b) Detalhe do corte 155 .∆d --1) for inferior a este valor limite. por sua vez. pode ser alterado por meio de um comando do programa.9L. k : Altura da rosca Este valor é especificado pelo valor do raio.1L (número de 2 dígitos. 60°. a profundidade de corte é fixada com este valor. r=1. Se i = 0. Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5143 que. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5142 que. de 00 a 90). FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO Ponta da ferramenta B a 1º 2º 3º Enésimo ∆d ∆ pn k d G76P (m) (r) (a) Q (∆d min) R(d). (Exemplo) Se m=2. por sua vez. r a m. pode ser alterado por meio de um comando do programa. nd : Profundidade de corte no 1º corte (valor do raio) L : Passo de rosca (igual a G32).

Estão previstos quatro padrões simétricos correspondentes ao sinal do respectivo endereço. É possível executar a abertura de rosca interna. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Retração do ciclo de abertura de rosca Se o bloqueio de avanço for aplicado durante a abertura de rosca no ciclo de abertura de rosca múltipla (G76). (ndn : profundidade de corte no enésimo corte) Ciclo normal ndn Ciclo de retração topo da rosca ndn fundo da rosca k 1. o ponto inicial do ciclo de abertura de rosca tem de estar afastado pelo menos o valor k (altura da rosca) do topo da rosca. a ferramenta pode interferir com a peça durante o ciclo de retração por que se passa ao longo do percurso do ciclo de retração descrito na nota 5.) P: Mais (sempre) Q: Mais (sempre) 3 As notas referentes à abertura de rosca com G32 e G92 também se aplicam aqui. Quando o início do ciclo é acionado. a ferramenta é retraída rapidamente. no outro caminho ela corresponde à velocidade de deslocamento rápido. Ver notas do ponto 13.13. o ciclo de abertura de rosca múltipla é reiniciado. W : Menos (determinado pela direção do caminho AC e CD da ferramenta. Com este ciclo é executado o corte de uma extremidade e a carga da ponta da ferramenta é reduzida. 5 A ferramenta retorna ao ponto de início de ciclo (profundidade de corte ndn) assim que o statuts de bloqueio de avanço for ativado durante a abertura de rosca. 4 O comando de chanfragem também é eficaz no ciclo de abertura de rosca G92.1. a velocidade de avanço entre C e D é especificada através do endereço F. Se o primeiro caminho possuir uma profundidade de corte nd e o enésimo caminho ndn. NOTA 1 O significado dos dados especificados através do endereço P.) R: Menos (determinado pela direção do caminho AC da ferramenta. tal como sucede na chanfragem executada no final do ciclo de abertura de rosca. A ferramenta regressa ao ponto inicial do ciclo.º ciclo enésimo ciclo ponto inicial do ciclo de abertura de rosca ponto inicial do enésimo ciclo 6 Se o ponto inicial do ciclo de abertura de rosca estiver perto de uma peça. 2 O ciclo de usinagem é executado através do comando G76 com a especificação de X (U) e Z (W). na figura acima. Na figura acima. Q R é determinado pela presença de X (U) e X (W). 156 .2. é o seguinte: U. Por isso. a quantidade de corte por ciclo é mantida constante. O sinal das dimensões incrementais.º ciclo 3.º ciclo 2.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. Se não for especificado um comando P que defina o método de corte ou se for especificado um comando diferente de P2.0 A60 P2. com um valor constante.8 3. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO Exemplos Repetição de ciclo (G76) Eixo X 0 ϕ68 1. Exemplo: G76 X60640 Z25000 K3680 D1800 F6.8 ϕ60.0 . será executado um corte com uma ferramenta.5). D Abertura irregular de rosca Especificando P2.68 6 25 105 G76 P011060 Q100 R200 . a abertura irregular de rosca pode ser executada com uma profundidade de corte constante. use sempre o formato de fita FS15 (ver Seção 17. ela será fixada em ∆dmin. G76 X60640 Z25000 P3680 Q1800 F6.64 Eixo Z 1. Ponta da ferramenta (2⋅4) D/2 Hn ( 4⋅ 6) D/2 a 2⋅D 2 H1 2⋅D 4⋅D H2 H3 H4 H5 H6 H8 H9 H7 6⋅D K α (tolerância de acabamento) Abertura irregular de rosca com profundidade de corte constante 157 . Para a abertura irregular de rosca. Se a profundidade de corte for inferior a dmin (especificado através do parâmetro nº 5140) em um dos ciclos.

A repetição de ciclo não pode ser executada durante a operação DNC. No bloco especificado por meio do endereço P de G71. G75 e G76 também não suportam a entrada de casas decimais para P e Q. Nos blocos situados entre os números de seqüência especificados por meio de P e Q. 2. o movimento da operação manual é somado ao valor absoluto e o caminho da ferramenta é deslocado no correspondente à quantidade de movimento da operação manual. não podem ser programados através das funções de “programação direta das dimensões do desenho” ou de “chanfragem e canto R”. G76 ou G78. os endereços P. é necessário programar o grupo G00 ou G01. antes de se reiniciar a operação cíclica. o número de seqüência especificado por meio do endereço P e Q não pode ser especificado mais de uma vez no mesmo programa. P#1 é eqüivalente a P2500. 12. No modo MDI. G75. Nos blocos que contenham G70. G72 ou G73 são programados. Durante a execução da repetição de ciclo (G70AG76). W e R têm de ser especificados corretamente para cada bloco. G71. G72 ou G73 e entre os números de seqüência especificados por meio de P e Q. não é possível programar G70. G74. é ativado o alarme P/S nº 65. 4. Q. G74.13. G01. G74. U. 7. Na repetição de ciclo. não é possível programar M98 (chamada do subprograma) nem M99 (fim do subprograma). é ativado o alarme P/S nº 67. 10. não é possível especificar os seguintes comandos: ⋅Código G de ação simples. X. 158 . exceto G00. 13.A compensação do raio da ponta da ferramenta não pode ser aplicada a G71. Quando G70. 3. Não o fazendo. Z. os blocos entre os números de seqüência especificados por P e Q. 14. 9.2. a ferramenta deveria ser recolocada na posição em que a operação cíclica foi interrompida. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. 11. G73. 5. G02 e G03 ⋅Código G do grupo 06 ⋅M98 / M99 6. G72 ou G73.A repetição de ciclo não pode ser executada durante o modo de controle avançado por antecipação.8 Notas Sobre a Repetição de Ciclo (G70-G76) 1. 8.A macro de usuário do tipo interrupção não pode ser executada durante a repetição de ciclo.Quando #1 = 2500 é executado usando uma macro de usuário.000 é atribuído a #1. Se algum deles for programado. G72 nem G73. G71. G71. Nesse caso. Contudo. Os menores incrementos de entrada são as unidades usadas para especificar a distância a percorrer e a profundidade de corte. Nos blocos com comandos para a repetição de ciclo. exceto G04 (pausa) ⋅Código G do grupo 01. 2500. G72. Se a operação cíclica for reiniciada sem que a ferramenta seja recolocada na posição da interrupção. é possível parar o ciclo e executar uma operação manual. G75 e G76 podem ser programados no modo MDI.

3 (a): Ciclos fixos Operação na posição da base do furo _____ _____ Pausa Pausa→Fuso SAH _____ ___ Deslocamento rápido Avanço de corte Avanço de corte Cancelamento Ciclo de perfuração frontal Ciclo de rosqueamento frontal Ciclo de mandrilagem frontal Ciclo de perfuração lateral Ciclo de rosqueamento rígido lateral Ciclo de mandrilagem lateral Eixo de perfuração ____ Eixo Z Eixo Z Eixo Z Operação de usinagem de furos (sentido -) Operação de retração (sentido +) Aplicações Avanço de corte / intermitente Avanço de corte Avanço de corte G87 G88 G89 Eixo X Eixo X Eixo X Avanço de corte / intermitente Avanço de corte Avanço de corte Pausa Pausa→Fuso SAH Pausa Deslocamento rápido Avanço de corte Avanço de corte Em geral. dado que reúne em um só bloco com código G uma operação de usinagem programada em vários blocos. o programa. 13.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13.3 Seqüência de operações de um ciclo de perfuração 159 .3 CICLO FIXO DE PERFURAÇÃO (G80-G89) Código G G80 G83 G84 G85 O ciclo fixo de perfuração simplifica. o ciclo de perfuração é composto das seis seqüências de operações seguintes: Operação 1 Operação 2 Operação 3 Operação 4 Operação 5 Operação 6 Posicionamento do eixo X (Z) e do eixo C Deslocamento rápido até o nível do ponto R Usinagem de furos Operação na base de um furo Retração até o nível do ponto R Deslocamento rápido até o ponto inicial Operação 1 Nível inicial Operação 6 Operação 2 Nível do ponto R Operação 5 Operação 3 Operação 4 Deslocamento rápido Avanço Fig. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. normalmente. Tabela de ciclos fixos: Tabela 13.

G89 Plano de posicionamento Eixo X. Para os blocos que requeiram um código Q. eixo C Eixo de perfuração Eixo Z Eixo X G83 e G87. D Modo de perfuração G83 a G85 / G87 a 89 são códigos G modais e permanecem ativos até que sejam cancelados. Como eixos de posicionamento são utilizados os eixos C e X ou Z. Os dados de perfuração especificados no modo de perfuração. é usado como eixo de perfuração. O eixo (X ou Z) que não for utilizado como eixo de posicionamento. G88. Uma velocidade de avanço de corte com um código F é mantida mesmo depois de o ciclo de perfuração ser cancelado. como ilustrado abaixo. os códigos M de fixação e anulação da fixação do eixo C funcionam em modo modal e são cancelados por G80. Enquanto estiverem ativos. Apesar de os ciclos fixos incluirem tanto ciclos de rosqueamento como de mandrilagem e de perfuração. 160 . a mesma função. o estado atual é o modo de perfuração. tem de se especificar um código Q para cada um dos blocos.13. quando os ciclos fixos estão sendo executados. respectivamente. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Eixo de posicionamento e eixo de perfuração Um código G de perfuração especifica os eixos de posicionamento e um eixo de perfuração. deverá somente especificar modificações dos dados. exceto nos eixos especificados como eixos de posicionamento e eixo de perfuração. G84. são guardados até que sejam alterados ou cancelados. Tabela 13. G84 e G88 e G85 e G89 possuem. neste capítulo será utilizado apenas o termo ”perfuração” para designar as operações executadas nos ciclos fixos. eixo C Eixo Z. Uma vez especificados.3 (b): Eixo de posicionamento e eixo de perfuração Código G G83. G85 G87. Especifique todos os dados de perfuração necessários no início dos ciclos fixos.

a ferramenta regressa da base de um furo ao nível inicial. o CNC emite o código M para fixar o eixo C depois de a ferramenta ter sido posicionada e antes de ser movimentada em deslocamento rápido para o nível do ponto R. utilize G80 ou um código G do grupo 01. A figura seguinte ilustra o movimento da ferramenta especificado através de G98 ou G99. O CNC também emite o código M para soltar o eixo C (código M para fixar o eixo C +1) depois de a ferramenta ser retraída para o nível do ponto R. especifique o número de repetições em K_. mas a perfuração não é executada. G98 (Retorno ao nível inicial ) G99 (Retorno ao nível do ponto R Nível inicial Nível do ponto R D Número de repetições Se pretender repetir a perfuração para executar furos situados a intervalos regulares. a perfuração é repetida na mesma posição. Códigos G do grupo 01 G00 : Posicionamento (deslocamento rápido) G01 : Interpolação linear G02 : Interpolação circular (SH) G03 : Interpolação circular (SAH) 161 D Cancelar . Sendo especificada no modo absoluto. a ferramenta regressa da base de um furo ao nível inicial quando se especifica G98 e regressa da base de um furo ao nível do ponto R quando se especifica G99. Número de repetições K Valor máximo de comando = 9999 Se K0 for especificado com o parâmetro K0E (parâmetro nº 5102 #4) colocado em 0. G99 é utilizado para a primeira operação de perfuração e G98 para a última operação de perfuração. K só é eficaz no bloco em que for especificado. A ferramenta faz uma pausa durante o tempo especificado no parâmetro nº 5111. Para cancelar um ciclo fixo. Geralmente. D Código M para fixar/soltar o eixo C Quando se programa um código M especificado no parâmetro nº 5110 para fixar/soltar o eixo C. Especifique a posição do primeiro furo no modo incremental. os dados de perfuração são armazenados. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO D Nível do ponto de retorno G98/G99 No sistema A de códigos G. mesmo que a perfuração seja executada no modo G99. No sistema B ou C de códigos G.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. a perfuração é executada uma vez. O nível inicial não é alterado. Se K0 for especificado com o parâmetro K0E (parâmetro nº 5102 #4) colocado em 1.

porém. Z_ ou X_ (distância entre o ponto R e a base do furo) são. da distância entre o ponto R e a base do furo (Z ou X) e da distância entre o nível inicial e o nível do ponto R (R). 162 . C ou Z. As figuras inseridas nestas explicações incluem os seguintes símbolos: Posicionamento (deslocamento rápido G00) Avanço de corte (interpolação linear G01) Avanço manual P1 P1 Pausa especificada no programa Pausa especificada no parâmetro nº 5111 Emissão do código M para fixar o eixo C (O valor de a é especificado com o parâmetro nº 5110.) Mα M (α+1) Emissão do código M para soltar o eixo C CUIDADO 1 Nos ciclos fixos. G90 e G91 podem ser usados para selecionar um comando incremental ou absoluto para a especificação dos dados de posição do furo (X. dependendo da especificação. 2 No sistema B ou C de códigos G. R_ (distância entre o nível inicial e o ponto R) é sempre tratado como um raio.13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Símbolos usados nas figuras Nas seções seguintes são descritos os diversos ciclos fixos. tratados ou como um diâmetro ou como um raio. C).

G83 X(U)_ C(H)_ Z(W)_ R_ Q_ P_ F_ K_ M_ . X_ C_ ou Z_ C_ : Dados de posição do furo Z_ ou X_ : Distância entre o ponto R e a base do furo R_ : Distância entre o nível inicial e o nível do ponto R Q_ : Profundidade de corte por cada avanço de corte P_ : Tempo de pausa na base do furo F_ : Velocidade de avanço de corte K_ : Número de repetições (se necessário) M_ : Código M para fixar o eixo C (se necessário) G83 ou G87 (modo G98) G83 ou G87 (modo G99) Mα Nível inicial Mα Ponto R q d M (α+1) P2 Ponto R q d M (α+1). G87) (parâmetro RTR (nº 5101#2) =0) Formato É usado o ciclo de perfuração profunda ou ciclo rápido de perfuração profunda dependendo da definição em RTR. ou G87 Z(W)_ C(H)_ X(U)_ R_ Q_ P_ F_ K_ M_ .º 5101. Este ciclo executa uma perfuração profunda a alta velocidade.3. bit 2 do parâmetro n. é usado o ciclo de perfuração normal. à velocidade de avanço de corte e com uma retração correspondente à distância de retração especificada. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13.1 Ciclo de Perfuração Frontal (G83) / Ciclo de Perfuração Lateral (G87) D Ciclo rápido de perfuração profunda (G83. a broca remove as aparas do furo.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. P2 Ponto R q d q d q q P1 Mα M (α+1) P1 P2 d : : : : : Ponto Z P1 Ponto Z Código M para fixar o eixo C Código M para soltar o eixo C Pausa especificada no programa Pausa especificada no parâmetro nº 5111 Distância de retração especificada no parâmetro nº 5114 163 . Se não for especificada a profundidade de corte para cada perfuração. A broca repete o ciclo de perfuração intermitentemente até a base do furo. Durante a retração.

Posicionamento da broca ao longo dos eixos X e C G83 Z-40. P2 Ponto R q d q Ponto Z P1 Ponto Z P1 Mα M (α+1) P1 P2 d : : : : : Código M para fixar o eixo C Código M para soltar o eixo C Pausa especificada no programa Pausa especificada no parâmetro nº 5111 Distância de retração especificada no parâmetro nº 5114 Exemplos M51 . Cancelamento do ciclo de perfuração e parada da rotação da broca M50 . Furo 3 C270. Furo 4 G80 M05 . Furo 2 C180.0 R-5. Modo de indexação do eixo C ON M3 S2000 .0 M31 .0 M31 . Rotação da broca G00 X50. (Ver a descrição do ciclo de perfuração. Furo 1 C90.0 M31 . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Ciclo de perfuração profunda (G83.0 M31 . será executada a perfuração normal.) 164 .0 . ou G87 Z(W)_ C(H)_ X(U)_ R_ Q_ P_ F_ K_ M_ . Modo de indexação do eixo C OFF NOTA Se não for programada a profundidade de corte por cada avanço de corte (Q).0 Q5000 F5. P2 d Mα Ponto R q d q d q M (α+1). G87) (parâmetro nº 5101#2 =1) Formato G83 X(U)_ C(H)_ Z(W)_ R_ Q_ P_ F_ K_ M_ .13.0 C0. X_ C_ ou Z_ C_ : Dados de posição do furo Z_ ou X_ : Distância entre o ponto R e a base do furo R_ : Distância entre o nível inicial e o nível do ponto R Q_ : Profundidade de corte por cada avanço de corte P_ : Tempo de pausa na base do furo F_ : Velocidade de avanço de corte K_ : Número de repetições (se necessário) M_ : Código M para fixar o eixo C (se necessário) G83 ou G87 (modo G98) G83 ou G87 (modo G99) Mα Ponto R q Nível inicial M (α+1).

Furo 1 C90. retraída da base do furo em deslocamento rápido. Rotação da broca G00 X50.0 P500 F5.0 M31 . Formato G83 X(U)_ C(H)_ Z(W)_ R_ P_ F_ K_ M_ . X_ C_ ou Z_ C_ : Dados de posição do furo Z_ ou X_ : Distância entre o ponto R e a base do furo R_ : Distância entre o nível inicial e o nível do ponto R P_ : Tempo de pausa na base do furo F_ : Velocidade de avanço de corte K_ : Número de repetições (se necessário) M_ : Código M para fixar o eixo C (se necessário) G83 ou G87 (modo G98) G83 ou G87 (modo G99) Mα Nível inicial Nível do ponto R M (α+1).0 M31 . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO D Ciclo de perfuração (G83 ou G87) Se não for especificada a profundidade de corte para cada perfuração. Furo 4 G80 M05 . Modo de indexação do eixo C ON M3 S2000 . Furo 3 C270. Modo de indexação do eixo C OFF 165 .0 M31 .0 R-5.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. Cancelamento do ciclo de perfuração e parada da rotação da broca M50 . Posicionamento da broca ao longo dos eixos X e C G83 Z-40.0 M31 . Furo 2 C180. A ferramenta é.0 C0. ou G87 Z(W)_ C(H)_ X(U)_ R_ P_ F_ K_ M_ . depois. P2 Mα Nível do ponto R M (α+1).0 . será usado o ciclo de perfuração normal. P2 P1 Ponto Z P1 Ponto Z Mα M (α+1) P1 P2 : : : : Código M para fixar o eixo C Código M para soltar o eixo C Pausa especificada no programa Pausa especificada no parâmetro nº 5111 Exemplos M51 .

ou G88 Z(W)_ C(H)_ X(U)_ R_ P_ F_ K_ M_ . Esta operação produz roscas. P2 Nível do ponto R Ponto R Fuso SH M (α+1). G84 X(U)_ C(H)_ Z(W)_ R_ P_ F_ K_ M_ . Mesmo que o botão de bloqueio de avanço seja acionado. P2 Ponto R Ponto Z P1 Fuso SAH P1 Ponto Z Fuso SAH Explicações O rosqueamento é executado através da rotação do fuso em sentido horário. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. X_ C_ ou Z_ C_ : Dados de posição do furo Z_ ou X_ : Distância entre o ponto R e a base do furo R_ : Distância entre o nível inicial e o nível do ponto R P_ : Tempo de pausa na base do furo F_ : Velocidade de avanço de corte K_ : Número de repetições (se necessário) M_ : Código M para fixar o eixo C (se necessário) G84 ou G88 (modo G98) G84 ou G88 (modo G99) Mα Nível inicial Mα Fuso SH M (α+1).13. Quando a base do furo é alcançada. o fuso é girado em sentido inverso quando a base do furo é alcançada. o fuso é girado no sentido inverso para a retração. 166 . a máquina não pára antes que a operação de retorno tenha sido concluída. Neste ciclo de rosqueamento.2 Ciclo de Rosqueamento Frontal (G84) / Ciclo de Rosqueamento Lateral (G88) Formato Este ciclo serve para executar o rosqueamento. As correções da velocidade de avanço são ignoradas durante o rosqueamento.3.

0 . pode especificar--se se o comando de parada do fuso (M05) deverá ser emitido antes do sentido de rotação do fuso ser especificado com M03 ou M04.0 R-5. Posicionamento da broca ao longo dos eixos X e C G83 Z-40. Furo 4 G80 M05 .0 P500 F5. Cancelamento do ciclo de perfuração e parada da rotação da broca M50 . consulte o manual de operação fornecido pelo fabricante da máquina--ferramenta. Rotação da broca G00 X50. Furo 3 C270.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. Furo 2 C180.0 M31 . Para mais informações.0 M31 .0 C0. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO NOTA Através do bit 6 (M5T) do parâmetro nº 5101.0 M31 . Exemplos M51 .0 M31 . Modo de indexação do eixo C OFF 167 . Furo 1 C90. Modo de indexação do eixo C ON M3 S2000 .

A perfuração é executada do ponto R para o ponto Z. Posicionamento da broca ao longo dos eixos X e C G83 Z-40. Cancelamento do ciclo de perfuração e parada da rotação da broca M50 .0 M31 . Furo 2 C180. Depois de alcançar o ponto Z.0 . G85 X(U)_ C(H)_ Z(W)_ R_ P_ F_ K_ M_ . Rotação da broca G00 X50.13. ou G89 Z(W)_ C(H)_ X(U)_ R_ P_ F_ K_ M_ . Modo de indexação do eixo C OFF Exemplos 168 .0 M31 .0 P500 F5. M51 . X_ C_ ou Z_ C_ : Dados de posição do furo Z_ ou X_ : Distância entre o ponto R e a base do furo R_ : Distância entre o nível inicial e o nível do ponto R P_ : Tempo de pausa na base do furo F_ : Velocidade de avanço de corte K_ : Número de repetições (se necessário) M_ : Código M para fixar o eixo C (se necessário) G85 ou G89 (modo G98) G85 ou G89 (modo G99) Mα Nível inicial Mα Ponto R Mβ. Furo 1 C90. é executado um deslocamento rápido para o ponto R. Furo 3 C270. Furo 4 G80 M05 . Modo de indexação do eixo C ON M3 S2000 . a ferramenta regressa ao ponto R a uma velocidade de avanço correspondente ao dobro da velocidade de avanço de corte.3 Ciclo de Mandrilagem Frontal (G85) / Ciclo de Mandrilagem Lateral (G89) Formato Este ciclo serve para mandrilar um furo.0 R-5. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13.0 M31 .3. P2 Ponto R Nível do ponto R Mβ.0 M31 .0 C0. P2 Ponto Z P1 P1 Ponto Z Explicações Após o posicionamento.

0 . Furo 4 G80 M05 . Posicionamento da broca ao longo dos eixos X e C G83 Z-40.0 C0.0 M31 . Furo 3 C270.0 M31 . Furo 1 C90. Furo 2 C180.4 Cancelamento do Ciclo Fixo de Perfuração (G80) Formato G80 cancela o ciclo fixo.0 M31 .0 P500 F5.0 M31 . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. O ponto R e o ponto Z são anulados.0 R-5.3. Todos os outros dados de perfuração são também cancelados (anulados). G80 . Explicações O ciclo fixo de perfuração é cancelado para se executar uma operação normal. Rotação da broca G00 X50. Modo de indexação do eixo C OFF Exemplos 169 . Cancelamento do ciclo de perfuração e parada da rotação da broca M50 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. M51 . Modo de indexação do eixo C ON M3 S2000 .

na Fig. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. 13. esta operação é iniciada 3 vezes para perfurar um furo.13. 2.3 (a). Conseqüentemente. Se o ciclo de perfuração for executado com bloco único. a operação pára no ponto final das operações 1. 2. mesmo que o controlador seja parado devido a um reset ou a uma parada de emergência no decurso do ciclo de perfuração. em outros casos.5 Medidas de Precaução D Reset e parada de emergência O modo de perfuração e os dados de perfuração são salvos. Se o “Bloqueio de Avanço” for aplicado entre as operações 3 e 5 através de G84/G88. se a repetição for conservada. por isso. 6. o override da velocidade de avanço é de 100%. Durante a operação com G84 e G88. com a lâmpada de bloqueio de avanço ON. reinicie a operação. a operação pára sob condições de parada. A operação pára no ponto final das operações 1. a lâmpada de bloqueio de avanço acende-se imediatamente se o bloqueio de avanço for novamente aplicado à operação 6. A operação pára sob condições de bloqueio de avanço no ponto final da operação 6.3. tendo isto em mente. D Bloco único D Bloqueio de avanço D Override 170 .

001 a 240000 mm/min de 0. o ciclo de retificação por oscilação e o ciclo direto de retificação por oscilação e dimensões fixas. B e W têm de ser especificados no modo incremental. No caso de bloco único.00001 a 500 mm/rotação de 0. 2.4 CICLO FIXO DE RETIFICAÇÃO (PARA A RETIFICADORA) Estão à disposição quatro ciclos fixos de retificação: o ciclo de retificação transversal (G71).1 Ciclo de Retificação Transversal (G71) Formato G71 A_ B_ W_ U_ I_ K_ H_ .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. não é possível utilizar a repetição de ciclo fixo de torneamento. o ciclo direto de retificação transversal e dimensões fixas. 5 e 6 são executadas com uma só operação de início de ciclo.0001 polegadas) Avanço por rotação: de 0. 4.00001 a 9 polegadas/rotação A. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. as operações 1. Nas máquinas-ferramentas que permitam a execução de ciclos fixos de retificação. 171 . 13.999 segundos I : Velocidade de avanço de A e B K : Velocidade de avanço de W H : Valor para o número de repetições: De 1 a 9999 Explicações Faixas de especificação e unidades para o ciclo fixo de retificação: Comando de movimento. 3. Faixa : ±8 dígitos Unidades : 1 µm/0. A=B=0 dá origem a uma retificação fina.0001 polegadas Velocidade de avanço Faixa Avanço por minuto: de 0.4. X W (1) (I) A B (2) U (pausa) (3) (K) (4) (I) (6) (K) (5) (Pausa) Z A : Primeira profundidade de corte B : Segunda profundidade de corte W : Faixa de retificação U : Tempo máximo de pausa: 99999.0001 a 9600 polegadas/min (para 1 µm/0.

a ferramenta interrompe o corte imediatamente e regressa à coordenada Z em que o ciclo foi iniciado. As notas referidas para G71 são válidas também aqui. exceto no que respeita à especificação do número do calibre. D Operação no momento de entrada do sinal de salto (Término) (Sinal de salto) (Término) (Sinal de salto) 2. Se o sinal de salto for introduzido quando a ferramenta está cortando uma peça ao longo do eixo X.à coordenada Z em que o ciclo foi iniciado. P : Número do calibre (de 1 a 4) A : Primeira profundidade de corte B : Segunda profundidade de corte W : Faixa de retificação U : Tempo máximo de pausa: 99999. não sendo afetado pelos parâmetros DS1 a DS8 (nº 6206#0 a #7). a ferramenta regressa . A pausa é imediatamente interrompida e a ferramenta regressa à coordenada do eixo Z em que o ciclo foi iniciado. (Término) (Sinal de salto) (Sinal de salto) (Término) 3. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. Se a operação de salto multi-etapas não for utilizada. é válido o sinal de salto convencional.4.999 segundos I : Velocidade de avanço de A e B K : Velocidade de avanço de W H : Valor para o número de repetições: de 1 a 9999 Explicações Quando se utiliza a operação de salto multi-etapas. 172 .depois de alcançar o fim da área de retificação especificada . pode especificar-se o número do calibre. Se o sinal de salto for introduzido quando a ferramenta se desloca ao longo do eixo Z para retificar uma peça. O método de especificação do número do calibre é idêntico ao método utilizado para a função de salto multi-etapas. 1.13. O sinal de salto é válido durante a pausa.2 Ciclo Direto de Retificação Transversal e Dimensões Fixas (G72) Formato G72 P_ A_ B_ W_ U_ I_ K_ H_ .

B e W têm de ser especificados no modo incremental.4. as operações 1.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. Aqui. 2. 3 e 4 são executadas com uma só operação de início de ciclo. B não está relacionado com B do ciclo G71 ou G72.3 Ciclo de Retificação por Oscilação (G73) Formato G73 A_ (B_) W_ U_ K_ H_ . 173 . B só é válido no bloco para que for especificado. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. Z W (1) A (B) U (pausa) (2) (K) U (pausa) (3) (4) (K) X A : Profundidade de corte B : Profundidade de corte W : Faixa de retificação U : Tempo de pausa K : Velocidade de avanço H : Valor para o número de repetições: 1A9999 Explicações A. No caso de bloco único.

I e K são apagados se for especificado qualquer código G de ação simples que não G04.à coordenada Z em que o ciclo foi iniciado. a ferramenta regressa .depois de alcançar o fim da área de retificação especificada . I e K são valores modais para G71 a G74. não sendo afetado pelos parâmetros DS1 a DS8 (nº 6206#0 a #7). 2 No modo de ciclo fixo não é possível especificar nenhum código B.13. Sinal de salto Sinal de salto (Término) D Operação no momento de entrada do sinal de salto (Término) 2. é válido o sinal de salto convencional. U. W. As notas referidas para G73 são válidas também para os outros itens. O sinal de salto é válido durante a pausa. B. O método de especificação do número do calibre é idêntico ao método utilizado para a função de salto multi-etapas. W.4 Ciclo Direto de Retificação por Oscilação e Dimensões Fixas Formato G74 P_ A_ (B_) W_ U_ K_ H_ . P : Número do calibre (de 1 a 4) A : Profundidade de corte B : Profundidade de corte W : Faixa de retificação U : Tempo de pausa K : Velocidade de avanço de W H : Valor para o número de repetições: De 1 a 9999 Explicações Quando se utiliza a operação de salto multi-etapas. B. Se o sinal de salto for introduzido quando a ferramenta se desloca ao longo do eixo Z para retificar uma peça. NOTA 1 Em um ciclo fixo. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. os dados A. 1. Os dados A. ou um código G do grupo 01 que não G71 a G74.4. A pausa é imediatamente interrompida e a ferramenta regressa à coordenada do eixo Z em que o ciclo foi iniciado. pode especificar-se o número do calibre. Se a operação de salto multi-etapas não for utilizada. 174 .

5 CHANFRAGEM E CANTO R D Chanfragem Z→X É possível inserir uma chanfragem ou um canto entre dois blocos que se intersetem em um ângulo reto: Formato Movimento da ferramenta +x G01 Z(W) _ I (C) ±i .5 (a) Chanfragem (Z→X) D Chanfragem X → Z Formato Movimento da ferramenta Ponto inicial a G01 X(U) _ K (C) ±k . a→d→c Move-se como -x (para o movimento -X. 45° a Ponto inicial 45° d i b -i c c a→d→c Move-se como -x (para o movimento -X. Especifica o movimento para o ponto b com um comando absoluto ou incremental (na figura à direita). Especifica o movimento para o ponto b com um comando absoluto ou incremental (na figura à direita).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. -r) Fig. 13.5 (b) Chanfragem (X→Z) D Canto R Z→X Formato Movimento da ferramenta +x r c a Ponto inicial -r d b c G01 Z(W) _ R ±r . 13. a→d→c Move-se como 45° -z d 45° +z c b -k k (-k para o movimento -Z) c Fig. 13. -i) Fig.5 (c) Canto R (Z→X) 175 . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. Especifica o movimento para o ponto b com um comando absoluto ou incremental (na figura à direita).

Na programação incremental. O bloco seguinte tem de ser um movimento único ao longo do eixo X ou Z. Tenha em atenção que o ponto inicial. no modo G01. N3Z0.5 (d) Canto R (X→Z) Explicações O movimento para a chanfragem ou para o canto R tem de ser um movimento único ao longo do eixo X ou Z. Especifica o movimento para o ponto b com um comando absoluto ou incremental (na figura à direita). especifique a distância em relação ao ponto b. N2X860.13. N2 R6 N1 Z φ860 φ268 176 .0K--3.0 270. não é o ponto c mas o ponto b. 13.5 (a) a (d).0. I ou K e R especificam sempre um valor do raio.0 N3 C3 N1Z270. para um comando especificado no bloco a seguir ao bloco de chanfragem ou de canto R. como ilustrado nas figuras 13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Canto R X→Z Formato Movimento da ferramenta Ponto inicial a Move-se como G01 X(U) _ R ±r . (-r para o movimento -x) a→d→c -r -z d b c r +z c Fig.0R6. Exemplos X 530. perpendicular ao bloco precedente.0.

2) Se a distância percorrida em X ou Z for inferior ao valor da chanfragem e do canto R.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. 1) Se I. 3) Se o bloco a seguir ao bloco em que foi especificada a chanfragem e o canto R não incluir o comando G01. 2 Um bloco único pára no ponto c. em sistemas que não utilizem C como nome de um eixo. 177 . Para utilizar C como endereço para a chanfragem. e não no ponto d. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO NOTA 1 Os comandos seguintes provocam um alarme. 052) 4) Se forem especificados vários I. (Alarme P/S nº 051. K ou R for programado quando os eixos X e Z são especificados através de G01. 4 C pode ser usado. K e R em G01. 5 Se C e R forem especificados em conjunto em um bloco com G01. defina o parâmetro CCR nº 3405#4 com 1. nas Fig. (Alarme P/S nº 055).4 (a) e (d). é ativado o alarme P/S nº 053. como endereço para a chanfragem. é válido o último endereço especificado. 3 A chanfragem e o canto R não podem ser aplicados a um bloco de abertura de rosca. (Alarme P/S nº 054). em vez de I ou K. 6 Nem a chanfragem nem a usinagem do canto R podem ser especificados na programação direta das dimensões do desenho. 13. no bloco em que foi especificada a chanfragem e o canto R.

0 T0101 . Para usar esta função. o sistema de coordenadas é deslocado para o lado oposto da torre e o sinal do eixo X do comando programado é invertido para a execução de um corte simétrico. X80.0 Z180.0 Z60. Deslocar o sistema de coordenadas em função da distância de B a A e cancelar o espelhamento.0 T0202 . Deslocar o sistema de coordenadas em função da distância de A a B (120mm) e ativar o espelhamento. X120. Exemplos D Programação para cabeçote duplo de torno-revólver X Valor de correção da unidade porta-ferramenta A Unidade porta--ferramenta A (3) 60 180 (2) 120 120 80φ 40φ (1) Z 120φ Valor de correção da unidade porta-ferramenta B Unidade porta-ferramenta B X40.13.0 T0101 . Se G68 for especificado. Posicionar o cabeçote de torno--revólver A em (3) 178 .0 Z120. Posicionar o cabeçote de torno--revólver A em (1) G68 . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. defina a distância entre os dois cabeçotes de torno-revólver no parâmetro (nº 1290). Posicionar o cabeçote de torno--revólver B em (2) G69 . G69) Formato G68 : Espelhamento para cabeçote duplo de torno-revólver em G69 : Cancelamento do espelhamento Explicações O espelhamento pode ser aplicado ao eixo X com um código G.6 ESPELHAMENTO PARA CABEÇOTE DUPLO DE TORNO-REVÓLVER (G68.

Z1) Z 179 . C1_ . Z3) A2 (X2 . Z3) A2 C1 (X2 . a chanfragem e o arredondamento de cantos podem ser inseridos entre linhas retas com um ângulo opcional. Esta programação só é válida no modo de operação de memória. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. X3_ Z3_. Z2) A1 (X1 . X3_ Z3_ . R1_ . valores para o arredondamento de cantos e outros valores dimensionais dos desenhos de usinagem podem ser programados diretamente. X (X3 . ou . X3_ Z3_. ou . 2 X (X3 . A2_ . R1_ . Z1) Z X (X2 . A_ . Z2) Movimento da ferramenta . Z3) A2 (X2 .7 Tabela de comandos Comandos X2_ (Z2_). valores de chanfragem.7 PROGRAMAÇÃO DIRETA DAS DIMENSÕES DO DESENHO Formato Os ângulos de linhas retas. 1 A (X1 .A1_ . Z1) Z 3 X2_ Z2_.A1_. X3_ Z3_. X (X3 . A2_ .A1_. X3_ Z3_ . A2_ . C1_ . Tabela 13. Z2) A1 (X1 . Z1) 4 X2_ Z2_. Z2) R 1 A1 Z (X1 . Além disso.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13.

X4_ Z4_ . Z2) A1 (X1 . Z4) (X3 . X4_ Z4_ . R2_ . Z3) A2 R 1 7 (X2 . Z4) (X3 .A1_. X3_ Z 3_ . R1_ . C2 (X4 . ou . Z3) A2 (X2 . C2_ . A2_. ou . R2_ . C2_ . C1_ . R1_ . X3_ Z 3_ . X3_ Z3_.A1_. X4_ Z4_ . ou . X3_ Z3_. Z2) A1 (X1 .13. Z4) R2 5 X2_ Z 2_ . A2_. X3_ Z 3_ . R2_ . X3_ Z3_. C1_ . Z1) Z X X2_ Z 2_ . A2_. X4_ Z4_ . R2_ . Z2) A1 (X1 . Z3) A2 R (X2 . (X3 . Z3) A2 C1 (X2 . C1_ . C2_ . A2_. X C2 (X4 . X3_ Z3_. Z1) Z 8 R2 C1 180 . C2_ . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Comandos X Movimento da ferramenta (X4 . ou . C1_ . X4_ Z4_ . Z2) 1 A1 Z (X1 . X3_ Z 3_ . R1_ . X4_ Z4_ . Z1) 6 X2_ Z 2_ .A1_. Z1) Z X X2_ Z 2_ . Z4) (X3 . (X4 .A1_. X4_ Z4_ . R1_ . X4_ Z4_ .

especifique um ou dois dos valores de X. R (r2) . no bloco seguinte. X (x3) Z (z3) . z3) a2 (x2. a linha reta terá de ser definida primeiro por um comando. Especificando apenas um dos valores. A_ . z2) c1 +Z a1 (x1. 3405#4 com 1. z4) o . r2 a3 (x3. A (a2) . R_ Definindo o parâmetro CCR nº.): . (x4. R (r2) .7 Desenho de usinagem (exemplo) Para programar uma linha reta. X (x3) Z (z3) .): A_ C_ R_ 181 . C (c1) .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. X (x4) Z (z4) .Au (a1) . introduza uma vírgula (. C_ . os graus de uma linha reta ou o valor para a chanfragem ou o canto R podem ser programados sem vírgula (. C (c1) .7: +X X (x2) Z (z2) . Para programar o ângulo de uma linha reta ou o valor para a chanfragem ou o canto R. no sistema em que A e C não são utilizados como nomes de eixos. X (x4) Z (z4) . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO Explicações Programa de usinagem ao longo da curva ilustrada na Fig. 13. Z e A. z1) Ponto inicial Fig. 13.

G92 e G94 do grupo 01. nem entre blocos de programação direta das dimensões do desenho. tem de se especificar a instrução de ângulo no bloco nº 3. que definam contornos seqüenciais. (Dado que a distância a percorrer que deverá ser calculada é demasiado grande.) 1) X_ . N3 X_ Z_. A_ . se o ângulo formado pelas 2 linhas for de +15. A_ . A_ . (Além do comando dimensional. para a instrução de ângulo.13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 NOTA 1 Os seguintes códigos G não podem ser aplicados a um bloco que já inclua uma programação direta das dimensões do desenho. a parada de bloco único não é executada. 2) G02. mas o bloqueio de avanço é executado no ponto final do bloco precedente. G03.) 6 Será ativado um alarme. 1) Códigos G (exceto G04) do grupo 00. 3 A chanfragem e o canto R com entrada direta das dimensões do desenho não podem ser usados simultaneamente com a chanfragem e o canto R. se o ângulo formado pelas 2 linhas for de +15. A_. para a instrução de ângulo. 7 A chanfragem ou o canto R são ignorados. 2 O arredondamento de cantos não pode ser inserido em blocos de abertura de rosca. (Se. é ativado o alarme P/S nº 057. for especificado um valor dentro da faixa de 0°±1°ou 180°±1°.) 182 . no programa abaixo. 8 No bloco a seguir ao bloco que inclui apenas uma instrução de ângulo. G90. for especificado um valor dentro da faixa de 90°±1°ou 270°±1° é ativado o alarme P/S nº 057. (Exemplo) N1 X_.) 2) Z_ . R_ . (Se. 5 A tolerância de ângulo para o cálculo do ponto de interseção. é de +15. N2. é necessário especificar tanto um comando dimensional (programação absoluta) como uma instrução de ângulo. A_ . ao calcular o ponto de interseção. 4 Se o ponto final do bloco precedente for determinado no bloco seguinte de acordo com os comandos seqüenciais da entrada direta das dimensões do desenho.

entrada em mm) N001 N002 N003 N004 N005 N006 N007 : : G50 X0.0 .0. R6.0.A170.0 Z--180. A90. A180.0. X300.0 F80 . R15.0.0. A112. .0 Z0.0 .0. A90. G01 X60. Z--30.0 .0 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13.0 . R20. X100.0.0. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO Exemplos X R20 R15 R6 φ 300 φ 100 φ 60 10° 30 180 22° 1×45° Z (Especificação do diâmetro.0 . C1. A180. 183 . Z--230.0.

No modo de rosqueamento rígido. 184 . o fuso é girado ou parado em sincronia com o movimento ao longo do eixo de rosqueamento. através da aplicação da compensação ao movimento ao longo do eixo de rosqueamento e ao movimento do fuso. cada rotação do fuso corresponde a uma certa quantidade de avanço (passo) ao longo do eixo do fuso. de acordo com as funções miscelânea M03 (rotação do fuso em sentido horário). um rosqueamento de alta velocidade e de alta precisão. Isso significa que o rosqueamento rígido com macho não exige a utilização de machos deslizantes. como acontece no modo convencional. No rosqueamento rígido com macho.13. M04 (rotação do fuso em sentido anti-horário) e M05 (parada do fuso). FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. No modo convencional. Se a função opcional de controle de fusos múltiplos estiver ativada. o motor do fuso é controlado de forma semelhante à de um motor de controle. possibilitando. O mesmo se aplica à aceleração/desaceleração.8 ROSQUEAMENTO RÍGIDO COM MACHO Os ciclos de rosqueamento frontal (G84) e os ciclos de rosqueamento lateral (G88) tanto podem ser executados no modo convencional como no modo de rosqueamento rígido. é possível utilizar o segundo fuso para o rosqueamento rígido com macho. assim.

ou G88 Z(W)_ C(H)_ X(U)_ R_ P_ F_ K_ M_ . o fuso pára e cumpre um tempo de pausa. Para a retração (operação 5). O modo de rosqueamento rígido pode ser especificado através de um dos seguintes métodos: D Especificando M29S***** antes de um bloco de rosqueamento D Especificando M29S***** em um bloco de rosqueamento D Tratando G84 ou G88 como um código G para rosqueamento rígido com macho (definindo o bit 0 (G84) do parâmetro nº 5200 com 1. Depois.1 Ciclo de Rosqueamento Rígido Frontal com Macho (G84) / Ciclo de Rosqueamento Rígido Lateral com Macho (G88) Formato O controle do motor do fuso de forma semelhante à de um motor servo. o fuso é movimentado para o ponto R à velocidade de deslocamento rápido. 5200. no modo de rosqueamento rígido. aplicar um override fixo de até 2000%. pára de girar e se desloca para o nível inicial em deslocamento rápido.) 185 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. Em seguida. definindo o parâmetro nº. é retraído para o ponto R. G84 X(U)_ C(H)_ Z(W)_ R_ P_ F_ K_ M_ . o fuso inicia a rotação no sentido oposto. possibilita um rosqueamento de alta velocidade. O rosqueamento é executado do ponto R para o ponto Z. é adotada um override da velocidade de avanço e um override do fuso de 100%. 5211 (RGOVR). Durante o rosqueamento. X_ C_ ou Z_ C_ : Dados de posição do furo Z_ ou X_ : Distância entre o ponto R e a base do furo R_ : Distância entre o nível inicial e o nível do ponto R P_ : Tempo de pausa na base do furo F_ : Velocidade de avanço de corte K_ : Número de repetições (se necessário) M_ : Código M para fixar o eixo C (se necessário) G84 ou G88 (modo G98) G84 ou G88 (modo G99) Parada do fuso Nível inicial Operação 1 Operação 2 Fuso SH Ponto R Operação 3 P Parada do fuso Operação 6 P Parada do fuso Fuso SH Ponto R Parada do fuso P Nível do ponto R Operação 5 Ponto Z P Ponto Z Parada do fuso Fuso SAH Operação 4 Parada do fuso Fuso SAH Explicações D Modo de rosqueamento rígido Depois de concluído o posicionamento no eixo X (G84) ou no eixo Z (G88). é possível.8. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. o bit 3 (OVU) do parâmetro nº 5201 e o bit 4 (DOV) do parâmetro nº. porém.

não poderá ser arquivado como dado modal. se um comando for especificado de forma a serem gerados mais de 32767 pulsos durante 8 ms (unidade de deteção). O desvio de posição máximo durante o movimento ao longo do eixo de rosqueamento em um modo de rosqueamento rígido com macho é normalmente definido no parâmetro nº 5310. D Comandos F D M29 Se. O código M usado para especificar o modo de rosqueamento rígido com macho é normalmente definido no parâmetro nº 5210. para definir um valor superior a 32767. G84 ou G88 será cancelado. para o avanço de corte. para a engrenagem que está sendo usada. o passo de rosca é igual à velocidade de avanço dividida pela velocidade do fuso. equipado com um detetor com uma resolução de 4095 pulsos por rotação. é ativado o alarme P/S nº 202. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Passo de rosca No modo de avanço por minuto. é ativado o alarme P/S nº 200. Se M29 for especificado durante o ciclo de rosqueamento. será ativado o alarme P/S nº 204. o passo de rosca é igual à velocidade de avanço. por exemplo. No caso de um fuso serial. No caso de um fuso analógico. Limitações D Comandos S Se for especificado um valor superior à velocidade máxima de rotação. No modo de ciclo fixo é ignorada qualquer correção da posição da ferramenta. se um comando for especificado de forma a serem gerados mais de 4095 pulsos durante 8 ms (unidade de deteção). será ativado um alarme P/S nº 203. conforme a resolução do detetor sendo usado. use o parâmetro nº 5314. é ativado o alarme P/S nº 202. Se forem especificados. O valor R tem de ser especificado em um bloco destinado à execução da perfuração. D Código M para o rosqueamento rígido com macho D Desvio máximo de posição durante o movimento ao longo do eixo de rosqueamento D R D Cancelamento D Correção da posição da ferramenta 186 . a velocidade máxima do fuso durante o rosqueamento rígido com macho é a seguinte: Para um fuso analógico (4095×1000÷8×60)÷4095 = 7500 (rpm) Para um fuso serial (32767×1000÷8×60)÷4095 = 60012 (rpm) [Nota: Valor ideal] O comando S. especificado no rosqueamento rígido com macho.13. será ativado o alarme P/S nº 201. G00 a G03 (códigos G do grupo 01) não podem ser especificados em blocos que incluam G84 ou G88. Se for especificado um comando S ou um movimento do eixo entre M29 e M84. No modo de avanço por rotação. é apagado com o comando cancelar rosqueamento rígido com macho e a condição é a mesma que se S0 fosse programado. pois se for especificado em blocos que não executem a perfuração. No entanto. No entanto. <Example> No caso de um motor integrado. for especificado um valor que exceda o limite superior. para definir um valor superior a 255 use o parâmetro nº 5212.

01 mm/rotação Entrada em polegadas Comentário 0. Por favor. Posicionamento M29 S1000 .0 . (É o mesmo que se o S0 fosse programado.01 polegadas/ Ponto decimal permitido min 0. Para mais informações sobre o cancelamento deste ciclo. Rosqueamento rígido com macho 13.0 F1000 .0 mm <Programação para o avanço por minuto> G98 . se necessário.0 R-20.3. o comando S usado para o rosqueamento rígido com macho também é apagado.2 Cancelamento do rosqueamento rígido com macho (G80) O ciclo de rosqueamento rígido com macho é cancelado.4 NOTA Quando o cancelamento do rosqueamento rígido com macho é programado.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO D Unidades para F Entrada em mm G98 G99 1 mm/min 0. Comando do modo de rosqueamento rígido G84 Z-100. 187 . não pode ser usado em blocos depois do cancelamento do rosqueamento rígido com macho. Comando do modo de rosqueamento rígido G84 Z-100.8. Posicionamento M29 S1000 .0 .0001 polegaPonto decimal permitido das/rotação Exemplos Velocidade de avanço do eixo de rosqueamento: 1000 mm/min Velocidade do fuso: 1000 rpm Passo de rosca: 1. volte a especificar o comando S depois do cancelamento do rosqueamento rígido com macho. especificado para rosqueamento rígido com macho.) Por isso. Comando de avanço por rotação G00 X100.0 .0 R-20.0 F1. o comando S. Comando de avanço por minuto G00 X100. consulte II-13. Rosqueamento rígido com macho <Programação para o avanço por rotação> G99 .

14.1 CORREÇÃO DA FERRAMENTA 14. G37) 188 .4 VALORES DE COMPENSAÇÃO DA FERRAMENTA.2 VISÃO GERAL DA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA PONTA DA FERRAMENTA 14. NÚMERO DE VALORES DE COMPENSAÇÃO E INTRODUÇÃO DE VALORES A PARTIR DO PROGRAMA (G10) 14.5 CORREÇÃO AUTOMÁTICA DA FERRAMENTA (G36.3 PORMENORES DA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA PONTA DA FERRAMENTA 14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14 FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO Este capítulo descreve as seguintes funções de compensação: 14.

A correção da ferramenta é especificada pelo código T.1. para compensar o desgaste da ponta da ferramenta. Ponto no programa Ferramenta imaginária Valor de correção da geometria no eixo X Valor de correção do desgaste do eixo X Valor de correção do desgaste do eixo Z Ferramenta real Valor de correção da geometria no eixo Z Fig. 14.1 Correção da geometria da ferramenta e correção do desgaste da ferramenta 189 . utilizada na programação (geralmente.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. a ferramenta padrão). Ferramenta padrão Ferramenta real Quantidade de correção no eixo X Quantidade de correção no eixo Z Fig.1. 14.1 Correção da ferramenta Nesta unidade não existe um código G para especificar a correção da ferramenta.1 CORREÇÃO DA FERRAMENTA A correção da ferramenta serve para compensar quaisquer diferenças entre a ferramenta efetivamente usada e a ferramenta imaginária.1 Correção da Geometria da Ferramenta e Correção do Desgaste da Ferramenta A correção da ferramenta compreende dois tipos de correção: A correção da geometria da ferramenta. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14. e a correção do desgaste da ferramenta. 14. para compensar a forma ou a posição de montagem da ferramenta.

é colocado 5002.2 (a) Tipo de código T Comando de 2 dígitos Definição de parâmetros para especificar o nº de correção Quando LD1.2 (b).correção do des.correção da geogaste da ferra. em 0. Comando de 4 dígitos 14.14. o número de correção do des. dos para uma dede Comando T ff ff Quando LD1.1. o bit Quando LGN. o bit Quando LGN.1.metria da ferratria da ferramenta menta é especifi. o número de em 0.correção da geogaste da ferra. o bit 0 do parâmetro nº 1 do parâmetro nº 5002.menta e o número cado com o último de correção do dígito de um desgaste da ferramenta especificacódigo T.1.1. é colocado ticos. Especifica a distância de correção correspondente ao número selecionado para dar início à função de correção.menta e o número Seleção da ferracado com o último de correção do menta dígito de um desgaste da ferramenta especificacódigo T. o número de em 0. é colocado Desgaste da ferramenta e número de em 1.1.2 (b) Tipo de código T Comando de 2 dígitos Significado do código T Tff Número de correção do da ferramenta Seleção da ferramenta e número de correção da geometria da ferramenta T ff ff Número de correção do da ferramenta Seleção da ferramenta e número de correção da geometria da ferramenta Definição de parâmetros para especificar o nº de correção Quando LD1.4 Número de Correção . é colocado em 1. tal como mostram as Tabelas 14.3 Seleção da Ferramenta A seleção da ferramenta é feita através da especificação do código T correspondente ao número da ferramenta.1. dos para uma dede Quando LD1. Um número de correção da ferramenta igual a 0 ou 00 indica que o valor de correção é 0 e a correção é cancelada. 190 14. Tabela 14. Significado do código T D O menor dígito do código T especifica o número de correção do desgaste e o número com o maior dígito especifica o número de seleção da ferramenta e o número de correção da geometria Tabela 14.correção do desgaste da ferratria da ferramenta menta é especifiSeleção da fercado com os dois ramenta últimos dígitos de um código T. o bit terminada ferra0 do parâmetro nº menta são idên5002. é colocado 5002.1.2 Código T para a Correção da Ferramenta Formato D O menor dígito do código T especifica a geometria e o número de correção do desgaste Existem dois métodos para especificar um código T. o número de correção da geome. o bit terminada ferrade 4 dígi0 do parâmetro nº menta são idêntos 5002. o número de correção do desgaste da ferramenta é especificado com os dois últimos dígitos de um código T. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14. é colocado ticos. o bit Tff 0 do parâmetro nº 1 do parâmetro nº 5002. o número de correção da geome. O número de correção tem dois significados. A relação entre o número de seleção da ferramenta e a própria ferramenta é explicada no manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Desgaste da ferramenta e número de em 0.metria da ferramenta é especifi.2 (a) e 14.

1. 14.0 T0200 . N1 X50. 2) Se for pressionada a tecla de reset na unidade MDI. N3 X100.0 Z250. 14. O parâmetro LVC (nº 5003#6) pode ser definido de forma que a correção não seja cancelada quando se pressiona a tecla de reset ou quando é emitido um sinal de reset.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. Y e Z.1. 14. 191 .0 . O caminho da ferramenta é corrigido pelos valores de correção do desgaste X.5 (b) Movimento de correção (2) Quando o parâmetro LVC (nº 5003#6) está colocado em 1.1. a correção é cancelada: 1) Durante o tempo inicial após a energização. A correção é cancelada quando 0 ou 00 são selecionados como número de correção do código T.0 Z100.5(a). Cria o vetor de correção correspondente ao número de correção 02 N2 X200. Caminho da ferramenta após a correção Este bloco contém o comando de correção com o código T Caminho programado Compensação pelo corretor X.5 Correção Explicações D Correção do desgaste da ferramenta Existem dois tipos de correção: A correção do desgaste da ferramenta e a correção da geometria da ferramenta. em relação ao caminho programado. Y e Z chama-se vetor de correção.1. A especificação do número de correção 00 apaga o vetor de correção. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14. A distância de correção correspondente ao número especificado pelo código T é somada ou subtraída à posição final de cada bloco programado.5 (a) Movimento de correção (1) D Vetor de correção D Cancelamento da correção Na Fig. o vetor com os corretores X. Caminho da ferramenta após a correção N2 Caminho programado N1 Fig. O vetor de correção passa a ser 0 no final do bloco cancelado. 3) Se for enviado um sinal de reset da máquina para o CNC.0 T0202 . Z (vetor de correção) Fig. A compensação é igual ao vetor de correção.

a quantidade de correção correspondente ao número designado com o código é adicionada ou subtraída da posição atual. A posição da ferramenta é obtida através da subtração do valor de do desgaste correspondente ao número de correção especificado no código T. a correção da geometria da ferramenta não será cancelada por um código T especificado que possua o número de correção 2. 00 ou 0000 cancela a correção. Se o parâmetro TGC (nº 5003#7) estiver colocado em 1. Quando um código T com o número de correção 0 ou 00 é especificado por si só. É definido o sistema de coordenadas em que o valor da coordenada relativa à posição da ferramenta é (X. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Apenas o código T Quando é especificado apenas um código T em um bloco. Z (vetor de correção) Comando absoluto Caminho da ferramenta após a correção Caminho programado antes do deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho Fig. é executado um movimento para cancelar a correção.Z). O movimento é executado com uma velocidade de deslocamento rápido no modo G00. Por outras palavras. o número de correção 0 também poderá ser usado para cancelar a correção da geometria da ferramenta.14. 192 . D Cancelamento da correção A especificação do número de correção 0. 14.1. a correção da geometria da ferramenta também poderá ser cancelada por um reset. se o parâmetro nº 5002#5 (LGC) estiver ativado. a ferramenta é deslocada pelo valor de correção do desgaste sem um comando de movimento. D Correção da geometria da ferramenta Com a correção da geometria da ferramenta. Em outros modos é executar com a velocidade de avanço. No entanto. AVISO Quando G50 X_Z_T_ . Y e Z. a fim de adicionar ou subtrair o ponto final programado de cada bloco. é especificado a ferramenta não se desloca. Caminho programado após o deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho Quantidade de correção através da correção da geometria da ferramenta no eixo X.5 (c) Movimento de correção da geometria da ferramenta NOTA A ferramenta pode ser compensada tanto pela correção do desgaste como pela especificação do parâmetro LGT (nº 5002#4). o sistema de coordenadas de trabalho é deslocado pelos valores de correção da geometria X. NOTA Quando o número de correção da geometria da ferramenta é especificado com um valor igual ao do número de correção do desgaste da ferramenta (parâmetro nº 5002#1 (LGN) colocado em 0).

o bit 1 do parâmetro nº 5002. está colocado em 1). o bit 1 do parâmetro nº 5002.0 Z100. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO Exemplos 1. N1 X50.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.0 Z250.0 .0 .0 T0202 .0 T0200 . N3 X100. Especificação do número de correção da geometria da ferramenta e do número de correção do desgaste da ferramenta com os dois últimos dígitos de um código T (quando LGN. está colocado em 0): N1 X50. Suponha que a correção da geometria não é cancelada com o nº de correção 0 (quando LGN. Cancela a correção Comando absoluto Cancelamento N3 Caminho proda correção gramado após N2 o deslocaN1 mento do sistema de coorCaminho da ferramenta após a correção denadas de trabalho Correção 2. Número de seleção da ferramenta (número de correção da geometria da ferramenta 02 especificado) N2 Z200. Cancela a correção Caminho programado após o deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho Correção N3 N2 N1 Caminho da ferramenta após a correção Cancelamento da correção 193 .0 T0202 .0 Z250. N3 X100.0 Z100.0 T0000 . Especifica o número de correção 02 N2 Z200.

são mostradas na tela da posição absoluta). quando é aplicada a correção da posição da ferramenta. Contudo. As coordenadas são mostradas como se a correção tivesse sido temporariamente cancelada. G28 e G30. retorno manual ao ponto de referência e cancelamento da correção da posição da ferramenta com um comando T00.) Compensação da geometria da ferramenta Tela das coordenadas de posição absoluta Bloco para o retorno ao O vetor não é considerado.1. São ponto de referência ou o mostradas as coordenadas deslocacomando G53 das de acordo com a compensação da geometria da ferramenta. G28 e G30 Quando é Aplicada a Correção da Posição da Ferramenta Esta seção descreve as operações seguintes em que a correção da posição da ferramenta é aplicada: comandos G53. Bloco seguinte O vetor é considerado. As coordenadas são mostradas como se a correção tivesse sido temporariamente cancelada. Bloco seguinte Compensação do desgaste da ferramenta O vetor não é considerado. 194 . Compensação do desgaste da ferramenta O vetor não é considerado. a indicação da posição absoluta é a seguinte. LGT = 0 (A compensação da geometria da ferramenta baseia-se no deslocamento do sistema de coordenadas. LGT = 1 (A compensação da geometria da ferramenta baseia-se no movimento da ferramenta. São mostradas as coordenadas O vetor é considerado. deslocadas de acordo com a compensação da geometria da ferramenta. às quais é aplicada a correção da posição da ferramenta.) Compensação da geometria da ferramenta Tela das coordenadas de posição absoluta Bloco para o retorno ao O deslocamento é considerado. NOTA O bit 6 (DAL) do parâmetro nº 3104 é colocado em 0 (as posições reais. O vetor é considerado. Explicações D Retorno ao ponto de referência (G28) e comando G53 quando é aplicada a correção da posição da ferramenta A execução do retorno ao ponto de referência (G28) ou de um comando G53.6 Comandos G53. As coorponto de referência ou o denadas são mostradas como se a comando G53 correção tivesse sido temporariamente cancelada. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14. não cancela o vetor de correção da posição da ferramenta.14. de acordo com a definição do bit 4 (LGT) do parâmetro nº 5002.

a indicação da posição absoluta é a seguinte: LGT = 0 (A compensação da geometria da ferramenta baseia-se no deslocamento do sistema de coordenadas. Compensação do desgaste da ferramenta O vetor não é considerado.ponto de referência mostradas as coordenadas deslocasição absoluta das de acordo com a compensação da geometria da ferramenta.) Compensação da geometria da ferramenta Tela das coor. 195 . às quais é aplicada a correção da posição da ferramenta. Contudo.Após o retorno manual ao O vetor não é considerado. LGT = 1 (A compensação da geometria da ferramenta baseia-se no movimento da ferramenta. dependendo da definição do bit 4 (LGT) do parâmetro nº 5002.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. São denadas de po. As coordenadas são mostradas como se a correção tivesse sido temporariamente cancelada. Bloco seguinte O vetor é considerado. são mostradas na tela da posição absoluta). São mostradas as coordenadas O vetor é considerado. As coordenadas são mostradas como se a correção tivesse sido temporariamente cancelada. deslocadas de acordo com a compensação da geometria da ferramenta. As coordenadas de po.ponto de referência denadas são mostradas como se a sição absoluta correção tivesse sido temporariamente cancelada. Bloco seguinte Compensação do desgaste da ferramenta O vetor não é considerado. NOTA O bit 6 (DAL) do parâmetro nº 3104 é colocado em 0 (as posições reais.Após o retorno manual ao O deslocamento é considerado.) Compensação da geometria da ferramenta Tela das coor. O vetor é considerado. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Retorno manual ao ponto de referência quando é aplicada a correção da ferramenta Quando é aplicada a correção da ferramenta. a execução do retorno manual ao ponto de referência não cancela o vetor de correção da posição da ferramenta.

LWM não tem referência. enquanto é aplicada a correção da posição da ferramenta. mesmo que LGN = 0. cancela ou não a correção. LWM (nº 5002#6) A correção da posição ferramenta é aplicada: 0 : Através do código T 1: Através do movimento ao longo do eixo LGT=1 LWM=0 LWM=1 da Cancelado Cancelada Não cancelada NOTA 1 Quando LGT=0. LGC não tem referência. depende das definições dos seguintes parâmetros: LGN = 0 LGT (nº 5002#4) LGC (nº 5002#5) Resultado A compensação da geometria é A correção da geometria: aplicada: 0 : Não é cancelada com T00 0 : Com base no deslocamento 1: É cancelada com T00 do sistema de coordenadas 1: Com base no movimento da ferramenta LGT=0 LGC=0 LGC=1 LWM (nº 5002#6) A correção da posição ferramenta é aplicada: 0 : Através do código T 1: Através do movimento ao longo do eixo LGT=1 LWM=0 LWM=1 da Não cancelada Cancelada Cancelada Não cancelada NOTA 1 Quando LGT=0. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Cancelamento da correção da posição da ferramenta com T00 LGN (nº 5002#1) O número de correção da geometria é: 0 : Igual ao número de correção do desgaste 1: Igual ao número de seleção da ferramenta LGT=0 Se a especificação apenas de T00.14. 196 . 2 Quando LGT=1. LGC não tem referência. LGN = 1 LGN (nº 5002#1) LGT (nº 5002#4) LGC (nº 5002#5) Resultado O número de correção da A compensação da geometria é A correção da geometria: geometria é: aplicada: 0 : Não é cancelada com T00 0 : Igual ao número de correção 0 : Com base no deslocamento 1: É cancelada com T00 do sistema de coordenadas do desgaste 1: Com base no movimento 1: Igual ao número de seleção da ferramenta da ferramenta LGT=0 LGT=0 LGC não tem referência. 2 Quando LGT=1. LWM não tem referência.

14. Além disso.1 Ponta Imaginária da Ferramenta A ponta da ferramenta na posição A da figura seguinte não existe. na realidade.1 (a) Centro do raio da ponta da ferramenta e ponta imaginária da ferramenta 197 .2 Caminho da ferramenta na compensação do raio da ponta da ferramenta 14. A relação entre as posições.2. A função de compensação do raio da ponta da ferramenta compensa automaticamente os erros atrás mencionados. é mostrada na figura seguinte. em virtude da curvatura da ponta da ferramenta no corte cônico ou no corte circular. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14. Peça Caminho da ferramenta sem compensação Caminho da ferramenta com compensação Ponta da ferramenta Profundidade de corte insuficiente R Contorno processado sem compensação do raio da ponta da ferramenta Fig. A Posição inicial Quando programada em função do centro da ponta da ferramenta Posição inicial Quando programada em função da ponta imaginária da ferramenta Fig. o raio da ponta da ferramenta não precisa ser considerado para efeitos de programação quando é utilizada a ponta imaginária da ferramenta. quando a ferramenta é definida para a posição inicial.2. 14.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.2 VISÃO GERAL DA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA PONTA DA FERRAMENTA É difícil efetuar a compensação necessária para fabricar peças exatas quando se utiliza apenas a função de correção da ferramenta. A ponta imaginária da ferramenta é necessária. porque é geralmente mais difícil definir o centro do raio da ponta da ferramenta real na posição inicial do que a ponta imaginária da ferramenta (Nota).

14. é geralmente mais fácil medir a distância entre a posição padrão e a ponta imaginária da ferramenta.2. o caminho da ponta da ferramenta imaginária é igual ao caminho programado.1 (c) Caminho da ferramenta ao programar com base no centro da ponta da ferramenta Sem a compensação do raio da ponta da ferramenta.2. Caminho do centro da ponta da ferramenta Se for utilizada a compensação do raio da ponta da ferramenta. Para definir o valor de correção. Partida Caminho do centro da ponta da ferramenta Partida Caminho programado Caminho programado Fig. ex. a menos que seja executada a compensação do raio da ponta da ferramenta. A distância entre esta posição padrão e o centro do raio da ponta ou a ponta imaginária da ferramenta é definida como o valor de correção da ferramenta.14. enquanto que a definição da distância entre a posição padrão e a ponta imaginária da ferramenta equivale a colocar a ponta imaginária da ferramenta sobre a posição padrão. é possível colocar uma posição padrão. 14. A definição da distância entre a posição padrão e o centro do raio da ponta da ferramenta como valor de correção equivale a colocar o centro do raio da ponta da ferramenta sobre a posição inicial. é executado um corte preciso.1 (b) Valor de correção da ferramenta quando o centro do cabeçote de torno revólver é colocado sobre a posição inicial O caminho do centro da ponta da ferramenta é o mesmo do caminho programado. o centro do cabeçote de torno--revólver. como p.2. do que entre a posição padrão e o centro do raio da ponta da ferramenta. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 CUIDADO Em uma máquina com pontos de referência.1 (d) Caminho da ferramenta ao programar com base na ponta imaginária da ferramenta 198 . Caminho da ponta imaginária da ferramenta Com a compensação do raio da ponta da ferramenta. sobre a posição inicial. Caminho da ponta imaginária da ferramenta Partida Partida Caminho programado Caminho programado Fig. OFX (Correção da ferramenta no eixo X) OFZ (Correção da ferramenta no eixo Z) Definição da distância entre a posição padrão e o centro da ponta da ferramenta como valor de correção da ferramenta OFX (Correção da ferramenta no eixo X) OFZ (Correção da ferramenta no eixo Z) Definição da distância entre a posição padrão e o centro da ponta imaginária da ferramenta como valor de correção da ferramenta A posição inicial é colocada sobre o centro da ponta A posição inicial é colocada sobre a ponta imaginária da ferramenta da ferramenta Fig. 14. é executado um corte preciso.

14.2 Sentido da ponta imaginária da ferramenta 199 .2. X Z Ponta imaginária da ferramenta número 1 Ponta imaginária da ferramenta número 2 Ponta imaginária da ferramenta número 3 Ponta imaginária da ferramenta número 4 Ponta imaginária da ferramenta número 5 Ponta imaginária da ferramenta número 6 Ponta imaginária da ferramenta número 7 Ponta imaginária da ferramenta número 8 Fig. 14.2.2.2 ilustra a relação entre a ferramenta e a posição inicial. pelo que deve ser definido antecipadamente.2. A Fig 14. tal como os valores de correção. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14.2 Sentido da Ponta Imaginária da Ferramenta O sentido da ponta imaginária da ferramenta. visto a partir do centro da ponta da ferramenta.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.2. é determinado pelo sentido da ferramenta durante o corte. As especificações seguintes aplicam-se em caso de seleção da opção de correção da geometria da ferramenta e de correção do desgaste da ferramenta. juntamente com os respectivos códigos. O sentido da ponta imaginária da ferramenta pode ser selecionado entre as oito especificações mostradas abaixo. na Fig.

Para a ponta virtual da ferramenta 0 ou 9.020 30.da geometria tria no eixo X) G01 G02 G03 G04 G05 : 10.030 0 : : : OFGR (Valor de correção da geometria do raio da ponta da ferramenta) 0 0 0.2. Ponta imaginária da ferramenta número 0 a 9 Limitações D Seleção de plano Os sentidos 1 a 8 da ponta virtual da ferramenta só podem ser usados no plano G18 (Z-X). FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 As pontas das ferramentas imaginárias com os números 0 a 9 são utilizadas quando o centro da ponta da ferramenta coincide com a posição inicial.2. deverá ser determinado pelo número de correção da geometria da ferramenta ou pelo número de correção do desgaste da ferramenta.040 20.3 Número de Correção e Valor de Correção Explicações D Número de correção e valor de correção Valor de compensação do raio da ponta da ferramenta (valor do raio da ponta da ferramenta) Tabela 14.20 : : : OFT (Sentido da ponta imaginária da ferramenta) OFGY (Quantidade de correção da geometria no eixo Y) 70. O bit 7 (WNP) do parâmetro nº 5002 é usado para determinar se o sentido da ponta virtual da ferramenta para a compensação do raio da ponta da ferramenta.020 90.14.3 (a) Correção da geometria da ferramenta Número OFGX de (Quanticorreçã dade de o da correção geome. Defina o número da ponta imaginária da ferramenta no endereço OFT para cada número de correção.030 0 : : : 1 2 6 : : : 200 .060 0 : : : OFGZ (Quantidade de correção da geometria no eixo Z) 50. a compensação é aplicada nos dois planos G17 e G19. 14.

OFR=OFGR+OFWR D Sentido da ponta imaginária da ferramenta D Comando do valor de correção O sentido da ponta imaginária da ferramenta pode ser definido tanto para a correção da geometria como para a correção do desgaste. Nenhum valor de correção pode ser definido para o número de correção 0. e é designado um código T. II-14. Para mais pormenores. NOTA Quando o número de correção da geometria é especificado igual ao da seleção da ferramenta.020 0. O número de correção é especificado com um código T igual ao que é usado para a correção da ferramenta.060 0 : : : 0.9999 mm Sistema inglês de 0 a 99.2. 201 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. só é válido o sentido indicado por último. especificado pelo número de correção da geometria.9999 polegadas de 0 a 99.020 0 : : : D Compensação do raio da ponta da ferramenta O valor de compensação do raio da ponta da ferramenta durante a execução é a soma da correção da geometria e da correção do desgaste. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO Tabela 14. No entanto. Exemplo) T0102 OFR=RFGR01+OFWR02 OFT=OFT01 No entanto.030 0 : : : 1 2 6 : : : 0.999 mm de 0 a 999.20 : : : OFT (Sentido da ponta imaginária da ferramenta) OFGY (Quantidade de correção do desgaste no eixo Y) W01 W02 W03 W04 W05 : 0. a direção especificada pelo número de correção do desgaste é ativado dependendo da definição do parâmetro WNP (Nº 5002#7).3 (b) Correção do desgaste da ferramenta Número de correçã o do desgaste OFGX (Quantidade de correção do desgaste no eixo X) OFGZ (Quantidade de correção do desgaste no eixo Z) OFGR (Valor de correção do desgaste do raio da ponta da ferramenta) 0 0 0. D Faixa de definição do valor de correção A faixa do valor de correção é a seguinte: Sistema incremental IS--B IS--C Sistema métrico de 0 a 999. através da definição do parâmetro LGT (nº 5002#1).040 0.1. ver subseç. cujos números de correção da geometria e de correção do desgaste são diferentes. é válido o sentido da ponta imaginária da ferramenta.010 0.99999 polegadas O valor de correção correspondente ao número de correção 0 é sempre 0.2.

2. é necessário especificar a posição da peça em relação à ferramenta.14. G42 Eixo X Eixo Z Peça G41 A ponta imaginária da ferramenta está no caminho programado. G40 G40 Ponta imaginária da ferramenta número 1 a 8 Ponta imaginária da ferramenta número 0 202 . Código G G40 G41 G42 Posição da peça (Cancelar) Lado direito Lado esquerdo Caminho da ferramenta Movimento ao longo do caminho programado Movimento à esquerda do caminho programado Movimento à direita do caminho programado A ferramenta é corrigida para o lado oposto ao da peça.4 Posição de Trabalho e Comando de Movimento Na compensação do raio da ponta da ferramenta. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14.

Eixo Z G41 (a peça está no lado esquerdo) Eixo X Peça Nota Se o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta for negativo. Não especifique G41 enquanto estiver no modo G41. a ponta da ferramenta mantém contato com a peça. são representados por (G41) ou (G42). a compensação não funcionará devidamente. em que não são especificados G41 ou G42. não especifique G42 durante o modo G42. G42 (a peça está no lado direito) G40. Pela mesma razão. (G42) (G42) (G42) (G42) (G42) (G42) Diagrama ampliado 203 . respectivamente. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO A posição da peça pode ser alterada através da definição do sistema de coordenadas. como mostrado abaixo. Caso contrário. D Movimento da ferramenta quando a peça não muda de posição Quando a ferramenta se desloca. a posição da peça altera--se.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. Os blocos dos modos G41 ou G42. G41 e G42 são modais.

FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Movimento da ferramenta quando a peça muda de posição A posição da peça em relação à ferramenta muda no canto do caminho programado. G40 (G42) G42 (Partida) 204 . o centro da ponta da ferramenta é colocado perpendicularmente ao caminho programado para esse bloco na posição inicial. (Bloco de partida) No bloco de partida. G40 _ . C A Posição da peça G41 G42 Posição da peça A G41 B G42 C B Embora a peça não exista no lado direito do caminho programado no caso acima. pressupõe-se a existência da peça no movimento de A para B.14. G41 _ . No bloco a seguir ao bloco de partida. D Partida O bloco em que o modo muda de G40 para G41 ou G42 é chamado bloco de partida. como mostra a figura a seguir. o caminho da ferramenta não seria igual ao que é mostrado. No exemplo acima. a ferramenta executa movimentos de transição para a correção. se o bloco que especifica o movimento de A para B fosse o bloco de partida. A posição da peça não pode ser alterada no bloco subseqüente ao bloco de partida.

Posição final G40 (G42) D Especificação de G41/G42 no modo G41/G42 Quando é especificado de novo no modo G41/G42. 205 . W Sentido de deslocação da ferramenta G40 G42 G40 U_ W_ I_ K_ . O posicionamento do centro da ponta da ferramenta não é executado no bloco que primeiro especifica G41/G42. I. de forma a cancelar a compensação do raio da ponta da ferramenta no final da usinagem do primeiro bloco representado na figura abaixo. K U. o centro da ponta da ferramenta é colocado perpendicularmente ao caminho programado do bloco anterior. (Bloco de cancelamento da correção) O centro da ponta da ferramenta se movimenta para uma posição perpendicular ao caminho programado no bloco anterior ao bloco de cancelamento. (G42) (G42) (G42) G42 W--500. G40 _ . na posição final do mesmo. No bloco de cancelamento da correção (G40).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. especifique o seguinte: G40 X(U) _ Z(W) _ I _ K _ .0 U--500. a ferramenta é colocada na posição final. G41 _ . tendo se ser especificados no modo incremental. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Cancelamento da correção O bloco em que o modo muda de G41 ou G42 para G40 é chamado bloco de cancelamento da correção. como mostrado abaixo.0 . D Movimento da ferramenta quando o sentido de deslocação da ferramenta no bloco que inclui um comando G40 é diferente do sentido de deslocação da peça Se desejar retrair a ferramenta no sentido especificado por X(U) e Z(W). sendo I e K a direção da figura vazia do bloco seguinte.

G40 G02 X_ Z_ I_ K_ .0 I40.0 . 2.14. G40 X_ Z_ I_ K_ .0 .0 K-30. Os valores numéricos a seguir a I e K devem ser sempre especificados como valores de um raio.0 W-150.) Exemplos X (3) (1) (2) φ300 200 120 0 φ60 Z 30 150 (Modo G40) 1.0 W150.G01 X120. Compensação do raio da ponta da ferramenta Interpolação circular Se I e/ou K for especificado com G40 no modo de cancelamento. I e/ou K será ignorado. 3. G40 G01 X_ Z_ I_ K_ .0 F10 . Modo de cancelamento da correção (I e k são ineficazes. G40 G01 X_ Z_ .G40 G00 X300. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 A posição da peça especificada através dos endereços I e K é a mesma do bloco precedente. 206 .G42 G00 X60.

Emissão do código M Emissão do código S Pausa Distância de avanço igual a zero Somente código G Alteração da correção Se dois ou mais blocos. 5 6 2 1. o movimento da ferramenta acima é obtido somente com um bloco. Movimento de acordo com os números da ponta imaginária da ferramenta Em todos os caminhos do ciclo. no final do mesmo.G98 .G01 U0 .5 Q2 . 2 207 . forem especificados consecutivamente. 3. G90 4. 2 Em todos os casos 1. 6 Caminho programado 3.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.2. 0.0 W1000.G04 X1000 .0 R0. o centro da ponta da ferramenta passa para uma posição perpendicular ao caminho programado do bloco anterior. 5 Em todo o caso Caminho programado 8. 3 0 8 3 5. 3 Caminho do centro da ponta da ferramenta 5.G10 P01 X10. U9 U--1000. o caminho do centro da ponta da ferramenta é. se o comando de movimento for o do ponto 4. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14. 4. Caminho do centro da ponta da ferramenta D Compensação do raio da ponta da ferramenta com G90 ou G94 A compensação do raio da ponta da ferramenta com G90 (ciclo de corte do diâmetro exterior/interior) ou G94 (ciclo de torneamento da superfície final) é a seguinte: 1. 7 4 5 7 1 1.0 . N7 S21 . 7 8 0 3 7 G94 4 5 Caminho do centro da ponta da ferramenta 4. geralmente. Caminho programado N6 N7 N8 N9 (Modo G42) N6 W1000. 6 3. paralelo ao caminho programado.S210 . 8.0 Z20. No entanto. 5. 8. 6. 2 1 6 2 8. 4. 6. 7. 6. 0.M05 . N8 M04 . dos acima indicados. 7. 0.0 . 2 1. 4. 2.5 Notas Sobre a Compensação do Raio da Ponta da Ferramenta Explicações D Movimento da ferramenta quando dois ou mais blocos sem um comando de movimento não devem ser programados consecutivamente 1. 0.

G90 G94 D Compensação do raio da ponta da ferramenta com G71 a G76 ou G78 Quando é especificado um dos ciclos seguintes. Durante o ciclo. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 2. o ciclo é desviado por um vetor de compensação do raio da ponta da ferramenta. G71 (Remoção de material por torneamento ou ciclo de retificação transversal) G72 (Remoção de material por faceamento ou ciclo direto de retificação transversal e dimensão constante) G73 (Repetição de padrões ou ciclo de retificação por oscilação) G74 (Perfuração profunda da superfície final) G75 (Perfuração do diâmetro exterior/interior) G76 (Ciclo de rosca múltipla) G78 (Ciclo de abertura de rosca) O movimento executado após a compensação é mostrado abaixo. D Compensação do raio da ponta da ferramenta ao executar a chanfragem (G42) Caminho programado (G41) D Compensação do raio da ponta da ferramenta ao inserir um arco do canto O movimento executado após a compensação é mostrado abaixo.14. não é executado qualquer cálculo de interseção. (G42) Caminho programado (G41) 208 . Sentido da correção O sentido de correção indicado na figura abaixo é independente do modo G41/G42.

não é executada a compensação do raio da ponta da ferramenta. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Compensação do raio da ponta da ferramenta quando o bloco é especificado a partir do painel MDI Neste caso.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. 209 .

3 14.2.14. como for necessário para uma correção adequada e para calcular um caminho da ferramenta com uma correção exata (através do raio da ponta da ferramenta) a partir do caminho programado. G42 D Modo de cancelamento G41 e G42 especificam um modo de correção. ao longo do comprimento do vetor.3. dependendo da máquina-ferramenta. igual ao valor de correção especificado no código T.10Comandos G53. Este vetor é apagado pelo reset. simplesmente.3. Esta seção é composta pelas seguintes subseções: 14.9 Precauções gerais para as operações de correção 14. G28 e G30 no raio da ponta da ferramenta Modo de compensação 14.3. e é calculado no CNC. quando é pressionado o botão de RESET no MDI ou quando um programa é intencionalmente finalizado através da execução de M02 ou M30.3. G01. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14. é essencial para obter uma programação precisa. Se terminar no modo de correção.1 14.6 Corte excessivo devido à compensação do raio da ponta da ferramenta 14. Código G G40 G41 G42 Função Cancelamento da compensação do raio da ponta da ferramenta Correção esquerda ao longo do caminho da ferramenta Correção direita ao longo do caminho da ferramenta Posição da peça Nenhuma Direita Esquerda D G40. o vetor é colocado em zero e o caminho do centro da ponta da ferramenta coincide com o caminho programado. 210 . Leia a descrição apresentada a seguir sobre como criar devidamente os vetores. G03 ou G33 para especificar um modo de movimento da ferramenta (correção). O sistema aciona o modo de cancelamento imediatamente após a energização. G02.3.5 Verificação de interferências 14. descrita na seção 14.2 14. O vetor acompanha sempre a ferramenta à medida que esta avança. enquanto G40 especifica o cancelamento da correção.4 Aspectos gerais Movimento da ferramenta aquando da partida Movimento da ferramenta no modo de correção Movimento da ferramenta aquando do cancelamento do modo de correção 14.3.3. O programa deve terminar no modo de cancelamento.3.3. Este vetor de correção (seguidamente denominado. de vetor) é criado internamente pela unidade de controle.1 Aspectos gerais D Vetor de correção do centro do raio da ponta da ferramenta O vetor de correção do centro do raio da ponta da ferramenta é um vetor bidimensional.) No modo de cancelamento. Estes códigos são usados em conjunto com G00. G40.3.3 PORMENORES DA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA PONTA DA FERRAMENTA Esta seção explica de forma pormenorizada o movimento da ferramenta para a compensação do raio da ponta da ferramenta.8 Comando de entrada através do painel MDI 14.3. a ferramenta não pode ser colocada no ponto final e pára em uma posição afastada do ponto final. G41 ou G42 é usado para apagar ou gerar vetores. Um conhecimento adequado sobre as funções do vetor.7 Correção na chanfragem e arcos de canto 14. (O sistema pode não acionar o modo de cancelamento. Sua dimensão se altera bloco a bloco. G41. de acordo com o movimento da ferramenta.

O controle durante esta operação é denominado partida. Na partida. o sistema aciona o modo de correção. D Lado interno e lado externo Quando um ângulo de interseção criado por caminhos da ferramenta especificados com comandos de movimento para dois blocos exceder 180°. .” Lado interno Lado externo Caminho programado Peça Caminho programado 180°≦α 0°≦α<180° α Peça α D Significado dos símbolos Os símbolos seguintes são usados nas figuras subseqüentes: . . Nas operações subseqüentes. .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. seguindo-se a parada da máquina. são lidos dois blocos e o primeiro deles é executado. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Partida Quando um bloco que satisfaz todas as condições seguintes é executado no modo de cancelamento. O primeiro bloco é executado e o segundo bloco é inserido no buffer da compensação do raio da ponta da ferramenta.SSS indica uma posição na qual um bloco único é executado três vezes. D O número de correção para a compensação do raio da ponta da ferramenta não é 00. Se este for especificado. D G41 ou G42 está incluído no bloco ou foi especificado para que o sistema acione o modo de correção. é denominado “lado interno. D O movimento de X ou Z é especificado no bloco e a distância a percorrer não é igual a zero. .L indica que a ferramenta se move ao longo de uma linha reta.C indica que a ferramenta se move ao longo de um arco. pelo que o CNC tem o bloco atualmente em execução e os dois blocos seguintes. . O controle durante esta operação é denominado partida. não é permitido um comando circular (G02 ou G03).S indica uma posição na qual um bloco único é executado uma só vez.” Quando um ângulo estiver entre 0° e 180°. é denominado “lado externo. No modo de bloco único. 211 . é feita a leitura antecipada de dois blocos. .indica indica o centro do raio da ponta da ferramenta. depois de terem sido deslocados de acordo com o valor r. .SS indica uma posição na qual um bloco único é executado duas vezes. é acionado o alarme P/S (PS34).r indica o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta.Uma interseção é uma posição na qual os caminhos programados de dois blocos se intersetam. Durante a partida são lidos dois blocos.

2 Movimento da Ferramenta Aquando da Partida Explicações D Movimento da ferramenta em torno de um canto interno (180°≦α) Quando se muda do modo de cancelamento da correção para o modo de correção.3.14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14. a ferramenta se move como ilustrado abaixo (partida): Linear→Linear α Peça Caminho programado G42 L Posição inicial Linear→Circular α r S L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta G42 r S Peça C L Posição inicial Caminho do centro do Caminho programado raio da ponta da ferramenta D Movimento da ferramenta em torno do exterior de canto de um ângulo obtuso (90°≦α<180°) Linear→Linear Posição inicial G42 L r S Interseção L L r Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta α Peça Caminho programado Linear→Circular Posição inicial G42 α L r S r Peça C L Interseção L Caminho do centro do Caminho programado raio da ponta da ferramenta 212 .

o vetor de correção não será criado.0 . N7 SS N6 N8 r Caminho do centro do S raio da ponta da ferramenta N9 Caminho programado NOTA Sobre a definição de blocos que não movimentam a ferramenta.0 W100. N7 G41 U0 .0 W100. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Movimento da ferramenta em torno do exterior de um ângulo agudo (α<90°) Linear→Linear S L r L G42 α r L L Posição inicial Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L Linear→Circular S L r L G42 α r Posição inicial L L C Peça Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado D Movimento da ferramenta em torno do exterior de um ângulo agudo inferior a 1 grau. N8 U--100.0 . G91 G40 … .3.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. : N6 U100. ver a subseção II--14. linear→linear (α<1°) S r L G41 L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado Posição inicial G41 Inferior a 1 grau D Bloco sem comando de movimento da ferramenta aquando da partida Se o comando for especificado aquando da partida. 213 . N9 U--100.0 .3.

a ferramenta se move como abaixo ilustrado: Linear→Linear α Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta S Interseção L L Linear→Circular α Peça Interseção L S C Caminho do centro Caminho programado do raio da ponta da ferramenta Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Circular→Linear α S C Interseção L Circular→Circular α Interseção C S C Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta 214 . FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14.14.3 Movimento da Ferramenta no Modo de Correção Explicações D Movimento da ferramenta em torno do interior de um canto (180°≦α) No modo de correção.3.

linear → linear Interseção r Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado r S Interseção r O leitor pode também adotar o mesmo procedimento no caso de arco para linha reta. linha reta para arco e arco para arco. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Movimento da ferramenta em torno do lado interno (α<1°) com um vetor extremamente longo. 215 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.

14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Movimento da ferramenta em torno do canto externo de um ângulo obtuso (90°≦α<180°) Linear→Linear α L Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L S Interseção Linear→Circular α L S L Interseção r C Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Circular→Linear α Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L r C S Interseção L Circular→Circular α Caminho programado r C SL Caminho do centro do raio da ponta da ferraL Interseção menta r Peça C 216 .

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Movimento da ferramenta em torno do canto externo de um ângulo agudo (α<90°) Linear→Linear L Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L L S L r r L α Linear→Circular L L S L r r α Peça L C Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Circular→Linear Caminho programado C S L r r L L Circular→Circular α Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L C S L r r L L C Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta α Peça Caminho programado 217 .

por engano. o sistema assume que a compensação do raio da ponta da ferramenta foi executada com base em um círculo imaginário que tem o mesmo centro que o arco e ultrapassa a posição final especificada. O caminho do centro do raio da ponta da ferramenta resultante é diferente daquele criado pela aplicação da compensação do raio da ponta da ferramenta no caminho programado em que a linha conducente ao arco é considerada como uma linha reta. Com base nessa suposição. como mostra a figura abaixo. 218 . Linha conducente ao arco Círculo imaginário Fim do arco Peça Caminho programado r r S C Centro do arco L L L r Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta A mesma descrição se aplica ao movimento da ferramenta entre dois caminhos circulares. o sistema cria um vetor e executa a compensação. como o fim desse arco.14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Exceções S A posição final do arco não está sobre o arco Se o fim de uma linha conducente a um arco for programado.

Esta interseção não ocorre. O alarme (nº 033) é ativado e a ferramenta pára Quando o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta é elevado Quando o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta é baixo Centro do arco B r Caminho programado Arco A P Centro do arco A r Arco B S O centro do arco é idêntico à posição inicial ou à posição final Se o centro do arco for idêntico à posição inicial ou ao ponto final. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO S Não existe interseção interna Se o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta for suficientemente pequeno.0 .0 I--100. o alarme P/S (nº 038) é visualizado e a ferramenta pára na posição final do bloco anterior. um alarme P/S (nº 33) é ativado no final do bloco anterior e a ferramenta pára. O alarme (nº 038) é ativado e a ferramenta pára Caminho do centro do raio da r ponta da ferramenta N5 Caminho programado (G41) N5 G01 W100. os dois caminhos circulares do centro do raio da ponta da ferramenta feitos após a compensação cruzam-se em uma posição (P). N6 G02 W100. se for especificado um valor excessivamente grande.0 . os caminhos do centro do raio da ponta da ferramenta ao longo dos arcos A e B cruzam-se em P quando é especificado um valor suficientemente pequeno para a compensação do raio da ponta da ferramenta. N7 G03 U--100. Quando esta situação é prevista. A interseção P pode não ocorrer se for especificado um valor excessivamente grande para a compensação do raio da ponta da ferramenta.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. N6 N7 219 .0 I0 J0 . No exemplo mostrado abaixo.

é gerado um vetor na interseção do caminho do centro do raio da ponta da ferramenta desse bloco e no caminho do centro do raio da ponta da ferramenta de um bloco anterior. contudo. 220 . da seguinte forma: Sinal do valor de correção Código G G41 G42 + Correção do lado esquerdo Correção do lado direito -Correção do lado direito Correção do lado esquerdo O sentido da correção pode ser alterado no modo de correção. realizar a alteração no bloco de partida e no bloco que se lhe segue. Se o sentido da correção for alterado em um bloco. Não é possível.14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Alteração do sentido de correção no modo de correção O sentido de correção é determinado pelos códigos G (G41 e G42) para o raio da ponta da ferramenta e para o sinal do valor de compensação do raio da ponta da ferramenta.

FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO S Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta com uma interseção Linear→Linear Peça G42 Caminho programado r L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta S L r G41 Peça Linear→Circular C Peça G42 Caminho programado r Peça L S Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Circular→Linear Peça Caminho programado G42 r G41 r Caminho do centro do C raio da ponta da ferramenta S r G41 Peça Circular→Circular Peça G42 Caminho programado r C Caminho do centro do S raio da ponta da ferramenta Peça r G41 C L 221 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.

se não for necessária uma interseção com o caminho da correção.14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 S Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta sem uma interseção Ao alterar o sentido de correção do bloco A para o bloco B com os comandos G41 e G42. o vetor normal do bloco B é criado no ponto inicial do bloco B. Linear→Linear S Peça G42 Caminho programado r L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado G42 G41 Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L Linear→Circular S L L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado A G41 r S Circular→Circular C S Um arco cuja posição final não está no arco C Caminho programado G42 r C r L SL Centro Centro (G42) r G41 G42 B S (G42) L A Peça r G41 B L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta 222 .

sendo depois automaticamente restaurado.2 e -14. independentemente de se usinar o lado interno ou externo. G42). O modo de correção pode ser cancelado e iniciado como descrito nas subseções II-14.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.3.3.3. Linear→Linear Modo G42 r Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Circular→Linear L Um bloco especificado por G42 L S Interseção Um bloco especificado por G42 Modo G42 C r S Interseção L Caminho programado 223 .4. consultar ”Alteração do sentido de correção no modo de correção” na subseç. G42) no modo de correção. 14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Cancelar temporariamente a compensação do raio da ponta da ferramenta S Especificação de G28 (retorno automático ao ponto de referência) no modo de correção Se o comando subseqüente for especificado no modo de correção. Caso se pretenda que o sentido de correção seja alterado pela programação do código G de compensação do raio da ponta da ferramenta (G41. através da programação separada do código G de compensação do raio da ponta da ferramenta de corte (G41. Se o código for especificado em um comando circular. relativamente a cada eixo ao longo do qual foi executado o retorno ao ponto de referência. não se obterá o movimento circular correto. G28 r S Posição intermediária S G00 r S S Ponto de referência (G42 G00) S Código G de compensação do raio da ponta da ferramenta no modo de correção O vetor de correção pode ser definido de modo a formar um ângulo reto no sentido de deslocação do bloco anterior.3. as componentes do vetor são repostas a zero. o modo de correção é temporariamente cancelado. Se G28 for especificado no modo de correção. Se o vetor ainda existir depois do retorno da ferramenta ao ponto de referência. o modo de correção é cancelado em uma posição intermediária.

N6 W--80. N9 r N8 S S r S N7 N6 (G42) N5 Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado (G42) N5 G01 U50. N9 W50.0 .1 (G90. N7 G50 X200. sem o movimento de cancelamento de correção.14.0 Z100.0 R--30. D Definição do sistema de coordenadas da peça (G50) Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L S L N6 S N7 Bloco G92 L N8 S L N5 Caminho programado (G41) N5 G91 G01 U700. G94) e repetição de ciclos (G71 a G76) Ver as seções II-14. 224 . o vetor de correção é cancelado temporariamente.2 (G70 a G76) sobre a compensação do raio da ponta da ferramenta e respectivos ciclos fixos.0 . G92.0 Z400. Quando o modo de correção é restaurado.0 .0 . N7 G90 U--60.0 . N8 G01 X800.0 . D Ciclos fixos (G90.0 W--80.0 .0 W--60.0 W--300.0 W50. o modo de correção é retomado automaticamente.0 .0 W300. N6 U600. a ferramenta move-se diretamente do ponto de interseção para o ponto programado. onde o vetor de correção é cancelado.0 . a ferramenta se move também diretamente para o ponto de interseção. G92. G94) e II-14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Comando para cancelar temporariamente o vetor de correção Se se programar G50 durante o modo de correção. depois disso. N8 G01 U120. Neste caso.

Esta situação será descrita mais adiante. N6 SS L O bloco N7 é executado aqui. S21.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. N7 G04 Z100. N8 G04 X10. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Bloco sem movimento da ferramenta Os blocos seguintes não produzem qualquer movimento da ferramenta. M05 . A distância a percorrer é zero. S Bloco sem especificação do movimento da ferramenta no modo de correção Quando um bloco único sem movimento da ferramenta é especificado no modo de correção.0 . 225 . Pausa 4.0 .0 . G04 X10. N7 S21 . Os comandos 1 a 6 não são de movimento. o movimento da ferramenta torna--se o mesmo de quando é feita a programação de mais de um bloco sem movimento da ferramenta. Somente código G 7. G98 .0 .0 W100.0 . Comando de movimento não incluído no plano de correção 6. No entanto. Neles. definição do valor de compensação do raio da ponta da ferramenta 5. .0 . X0 . 1.0 W100. a ferramenta não se moverá mesmo quando acionada a compensação do raio da ponta da ferramenta. G10 P01 X10 Z20 R10. (G17) Z200. N6 G91 U100.0 . quando a distância a percorrer é zero mesmo que o bloco seja programado isoladamente. N9 W100. N8 U100. Emissão do código S 3. Este bloco é executado no ponto de parada de bloco único. Emissão do código M 2. N6 U100. N6 N7 N8 Caminho programado N7 N8 Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L SSS L L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Os blocos N7 e N8 são executados aqui.0 . o vetor e o caminho do centro do raio da ponta da ferramenta são iguais aos existentes quando o bloco não é programado.0 .

226 . a ferramenta é movida no modo G00. Este movimento pertence ao bloco N7 e. Se o bloco N7 estiver no modo G00.5. o último vetor é ignorado. portanto. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Movimento de canto Quando são gerados dois ou mais vetores no fim de um bloco. a velocidade de avanço é igual à do bloco N7. Este movimento pertence ao último bloco. S N6 N7 D Interrupção da operação manual Para a operação manual durante a compensação do raio da ponta da ferramenta. a ferramenta é movida no modo G01. A este movimento dá-se o nome de movimento de canto. se estiver no modo G01. a ferramenta se move linearmente de um vetor para outro. é gerado um movimento em torno do canto. Caso esses vetores não coincidam. consulte a seção III-3. “Absoluto manual ON e OFF”. o movimento de canto não é executado e o último vetor é ignorado. Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta r r nVx nVY Este vetor é ignorado. se ∆Vx≦limite ∆V e ∆VY≦limite ∆V Caminho programado Se ∆Vx≦ limi<e ∆V e ∆Vy≦ limi<e ∆. O limite ∆V é especificado previamente no parâmetro (nº 5010). G02 ou G03.14. Se esses vetores forem quase coincidentes entre si.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14.3.4 Movimento da Ferramenta Aquando do Cancelamento do Modo de Correção Explicações D Movimento da ferramenta em torno de um canto interno (180°≦α) Linear→Linear Peça Caminho programado r L S Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta G40 L α Circular→Linear α r Peça S G40 Caminho programado L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta C D Movimento da ferramenta em torno do exterior de um ângulo obtuso (90°≦α<180°) Linear→Linear Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L S Interseção Circular→Linear G40 α L r Peça C S r α G40 L r Caminho programado L Interseção L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta 227 .

0 .0 W100. N7 G40 . Caminho programado N6 SS L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta N7 N8 L 228 .14.0 . N8 U0 W100. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Movimento da ferramenta em torno do exterior de um ângulo agudo (α<90°) Linear→Linear L Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta r L Circular→Linear L α r L r Peça C Caminho programado S L L L S G40 α r S L L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta D Movimento da ferramenta em torno do exterior de um ângulo agudo inferior a 1 grau. é gerado um vetor cujo comprimento é igual ao valor de correção. linear→linear (α<1°) S r L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L G42 G40 Caminho programado 1°ou menor D Bloco sem movimento da ferramenta especificado juntamente com o cancelamento da correção Quando um bloco sem movimento da ferramenta é programado juntamente com um cancelamento da correção. O vetor é cancelado no comando de deslocação seguinte. na direção normal relativamente ao movimento da ferramenta do bloco anterior. N6 G91 U100.

N1 (modo G42) . J) Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Quando não se pode obter uma interseção. independentemente de a usinagem especificada ser interna ou externa. o centro do raio da ponta da ferramenta se movimenta para P. (I. o sistema presume que o caminho foi programado como decorrendo entre a posição final.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. J_. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Bloco com G40 e I_J_K_ S O bloco anterior contém G41 ou G42 Se um bloco com G41 ou G42 preceder um bloco em que são especificados G40 e I_.K). J) N2 r P S r (G40) Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta N1 (G42) Peça Caminho programado Neste caso. J) G40 Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta 229 .K) ou (J. o centro do raio da ponta da ferramenta se movimenta E. E X S r (G42) r Caminho programado (I. E (a.J). tenha em atenção que o CNC consegue uma interseção do caminho da ferramenta. no final do bloco anterior. b) (I. e um vetor determinado por (I. No bloco N1. E G40 X S r Caminho programado r (G42) (I. K_. a ferramenta vai para a posição normal. N2 G40 Xa Yb I_ J_ . determinada pelo bloco anterior. O sentido da compensação é igual ao do bloco anterior. No bloco N2.

14.3.5 Verificação de Interferências O corte excessivo executado pela ferramenta é chamado de interferência. Todavia. Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado As direções destes dois caminhos são diferentes (180°). 230 . nem todas as interferências podem ser verficadas por esta função. Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado As direções destes dois caminhos são diferentes (180°). A verificação de interferências é executada mesmo que não seja executado um corte excessivo. A função de verificação de interferências verifica com antecedência a possibilidade de execução de um corte excessivo. Explicações D Critérios para a deteção de interferências (1) O sentido do caminho do raio da ponta da ferramenta é diferente daquele do caminho programado (de 90 a 270 graus entre esses caminhos). FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14.

N6 G02 U-160.0 I-800.0) (Valor de compensação da ferramenta correspondente a T2 : r2 = 600. Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta r2 r1 N5 Caminho programado N6 N7 Centro (G41) N5 G01 U200.0) No exemplo acima. o arco do bloco N6 fica situado em um quadrante.0 W320.0 W800. o ângulo entre o ponto inicial e o ponto final no caminho do centro do raio da ponta da ferramenta difere bastante daquele entre o ponto inicial e o ponto final no caminho programado na usinagem circular (mais de 180 graus). 231 .0 K-200. o arco é colocado nos quatro quadrantes. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO (2) Além da condição (1).0 W200.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.0 T2 . N7 G01 U-500.0 .0 T1 . Mas após a compensação do raio da ponta da ferramenta. (Valor de compensação da ferramenta correspondente a T1 : r1 = 200.

V2. os vetores mais próximos são verificados primeiro. V3 e V4 entre os blocos A a B. os vetores subseqüentes não são verificados. e os vetores V5. (Exemplo 1) A ferramenta move-se linearmente de V1 para V8 Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta V1 r V6 V V S 7 2 V8 S V3 r C C Caminho programado A V5 R V4 C V4. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Correção antecipada de interferências (1) Remoção do vetor que causa a interferência Quando a compensação do raio da ponta da ferramenta é executada no blocos A. V7 e V8 entre os blocos B e C. for detetado um vetor sem interferência. V8 : Sem interferência O1 O2 232 . Se ocorrer alguma interferência. Mas se os vetores a ignorar devido à interferência forem os últimos vetores do canto. durante a verificação. V7 : Interferência V1. V5 : Interferência V3. será gerado um movimento linear em caso de interferências nos vetores. V6. são ignorados. B e C e são criados os vetores V1. Verificação entre os vetores V4 e V5 Interferência: V4 e V5 são ignorados Verificação entre V3 e V6 Interferência: V3 e V6 são ignorados Verificação entre V2 e V7 Interferência: V2 e V7 são ignorados Verificação entre V1 e V8 Interferência: V1 e V8 não podem ser ignorados Se. Se o bloco B for um movimento circular. V6 : Interferência V2. não será possível ignorá-los.14.

FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO (Exemplo 2) A ferramenta move-se linearmente de V1. 233 . Se a interferência ocorrer após a correção (1) ou se existir apenas um par de vetores desde o início da verificação e os vetores interferirem.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Ferramentada parada Caminho programado C A V1 V6 V5 V2 B Após ignorar os vetores V2 e V5 devido a uma interferência. V6 : Interferência V2. também ocorre uma interferência entre os vetores V1 e V6. V5 : Interferência V3. O alarme é visualizado e a ferramenta pára. V7 : Sem interferência (2) Se a interferência ocorrer após a correção (1). V2. o alarme P/S (nº 41) é mostrado e a ferramenta pára imediatamente após a execução do bloco anterior. Se o bloco for executado por meio da operação bloco a bloco. a ferramenta pára no fim do bloco. V7 para V8 Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta V1 r V6 V2 S V7 S V3 V8 C r C A Caminho programado V5 V4 R C O1 O2 V4. a ferramenta é parada com um alarme.

embora esta não ocorra (1) Depressão menor do que o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Ferramentada parada A B C Não há qualquer interferência real. mas uma vez que o sentido programado no bloco B é oposto ao do caminho após a compensação do raio da ponta da ferramenta. 234 . (2) Ranhura mais pequena do que o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Ferramentada parada A B C Tal como (1) . o sentido é inverso no bloco B.14. a ferramenta pára e é mostrado um alarme P/S (nº 041). FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Quando se presume a existência de interferência.

porque a correção interna da ferramenta de corte levaria à execução de um corte excessivo. é executado um corte excessivo D Usinagem de uma ranhura inferior ao raio da ponta da ferramenta Será executado um corte excessivo. Na operação bloco a bloco.3. uma vez que a compensação do raio da ponta da ferramenta força o caminho do centro da ferramenta a se mover no sentido inverso ao programado.6 Corte Excessivo Devido à Compensação do Raio da Ponta da Ferramenta Explicações D Usinagem de um canto interno com um raio inferior ao da ponta da ferramenta Quando o raio de um canto é menor do que o raio da ferramenta. Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado Peça É ativado um alarme e a operação é interrompida Corte excessivo se a operação não fosse interrompida 235 . é ativado um alarme e o CNC pára no início do bloco. Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado Peça É acionado um alarme e a operação é interrompida É acionado um alarme e a operação é interrompida aqui. na operação bloco a bloco Se o CNC não parar.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14. o corte excessivo é gerado devido à parada da ferramenta após a execução do bloco. é ativado um alarme e o CNC pára no início do bloco. Neste caso.

se o valor da chanfragem ou o valor do arco do canto for inferior ao valor do raio da ponta da ferramenta. pois seria executado um corte excessivo.14. Contudo. No modo de cancelamento da correção. não será acionado nenhum alarme e o corte será feito corretamente. 14. será executado um corte excessivo. é mostrado um alarme P/S (nº 39) e a ferramenta pára. o primeiro vetor é ignorado e a ferramenta se move linearmente à posição do segundo vetor. 236 . a operação do ciclo continua. permanecerá um resto por cortar. Na chanfragem interna ou arco de canto interno.3. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Usinagem de um passo inferior ao raio da ponta da ferramenta Quando a usinagem do passo é programada por meio de usinagem circular no caso de um programa contendo um passo menor do que o raio da ponta da ferramenta. Movimento linear O primeiro vetor é ignorado Posição de parada após a execução de um único bloco Caminho do centro do raio da S ponta da ferramenta Caminho programado Centro da usinagem circular Peça Se o primeiro vetor não for ignorado. a ferramenta move--se linearmente. No entanto. de modo que não seja acionado o alarme P/S (nº 52. A operação bloco a bloco é interrompida neste ponto. a compensação não pode ser executada no bloco de partida ou quando se muda o sentido de correção. 54) gerado pelo erro de cálculo da compensação do raio da ponta da ferramenta. Neste caso. Se o passo for linear. Parou aqui Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado Parou aqui Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado O ângulo de inclinação válido do caminho programado nos blocos antes e após o canto é igual ou inferior a 1 grau.7 Correção na Chanfragem e Arcos de Canto Na chanfragem ou arco do canto. a ferramenta é detida com um alarme P/S (nº 39). o caminho do centro da ferramenta com a correção normal torna-se inverso ao sentido programado. a compensação do raio da ponta da ferramenta só pode ser executada se existir uma interseção normal no canto. Se a usinagem não estiver no modo de bloco único. O alarme não é acionado se o ângulo for igual ou inferior a 1 grau. nesse caso.

se a seção do caminho programado que não faz parte da chanfragem (ℓ1 ou ℓ2 na figura acima) se encontrar na faixa seguinte. será executado um corte insuficiente. O alarme P/S nº 52 ou 55 é ativado nos seguintes casos: Limite do caminho programado com chanfragem O alarme é ativado neste caminho P1 Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho do centro da ponta da ferramenta com chanfragem Ponto inicial Ponto final P2 Caminho do centro da ponta da ferramenta sem chanfragem 237 . r 22. na figura acima. com chanfragem Faixa de usinagem restante ℓ1 Na chanfragem interna. 22.5° (r : raio da ponta da ferramenta) Vista ampliada da restante faixa de usinagem 1 2 3 ℓ2 Embora devesse estar posicionada em 2. a faixa 3 não é usinada. Assim.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.5_ ℓ2 Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta r Caminho program. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Quando a faixa de usinagem se mantém ou é acionado um alarme O exemplo seguinte mostra uma faixa de usinagem que não pode ser suficientemente cortada. a ferramenta se encontra em 1 (a ponta da ferramenta é tangente à linha L). 0≦ℓ1 ou ℓ2<r⋅tang.

os vetores na posição inicial do bloco seguinte são convertidos e os outros vetores são gerados pelos dois blocos seguintes. o ponto final do caminho do centro da ferramenta com chanfragem coincide com o ponto de interseção (P2) do bloco seguinte sem chanfragem.8 Comando de Entrada Através do Painel MDI A compensação do raio da ponta da ferramenta não é executada para os comandos introduzidos através do MDI. é imposto um limite ao caminho programado. Se o valor da chanfragem for superior ao valor limite especificado. sendo a operação automática iniciada em seguida. Os vetores VB1 e VB2 são convertidos para VB1’ e VB2’ e os vetores de correção são recalculados para VC1 e VC2. PB e PC são programadas em um comando absoluto.14. a operação MDI é executada. Assim. a compensação do raio da ponta da ferramenta é executada com precisão a partir do bloco depois do seguinte. VC1’ VB2 VB1 PB Comando para o MDI VB2’ VB1’ PA PB’ PD VC1 VC2 PC Quando as posições PA. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Na chanfragem exterior com correção. O caminho da ferramenta é o seguinte: Neste caso. quando a operação automática realizada com comandos absolutos é interrompida temporariamente pela função bloco a bloco. Todavia. a ferramenta é parada pela função bloco a bloco. O caminho durante a chanfragem coincide com os pontos de interseção P1 ou P2 sem chanfragem. e é deslocada pela operação MDI. entre o bloco PB-PC e PC-PD. Todavia. o alarme P/S nº 52 ou 55 será ativado. após executar o bloco de PA a PB. pelo que a chanfragem exterior é limitada.3. 14. Na figura acima. 238 . a compensação é executada com precisão a partir da posição PC. como o vetor VB2 não é calculado novamente.

Se o valor de correção for alterado no modo de correção. o vetor de correção da ponta da ferramenta é invertido. o programa é executado para a figura criada através da substituição de G41 por G42 ou G42 por G41 na folha do processo. a ferramenta se deslocarà como mostrado em 2.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. Quando é especificado um valor de correção negativo. A seguir é mostrado um exemplo. 1 Caminho programado 2 AVISO Se o sinal do valor de correção for invertido. 239 . se o sinal do valor de correção for invertido. Uma ferramenta que usine um perfil interno usinará um perfil externo e uma ferramenta que usine um perfil externo usinará um perfil interno. o valor de correção é modificado no modo de cancelamento ou durante a troca das ferramentas.9 Precauções Gerais Para as Operações de Correção D Alteração do valor de correção Em geral. Em geral. Calculado a partir do valor de correção no bloco N6 Calculado a partir do valor de correção no bloco N7 N7 N6 N8 Caminho programado D Polaridade da quantidade de correção e caminho do centro da ponta da ferramenta Quando alguns vetores são criados entre os blocos N6 e N7. o sinal do valor de correção não deve ser invertido quando se inicia a usinagem com a ponta imaginária da ferramenta no ponto inicial. o vetor no ponto final dos blocos atuais é calculado através do valor de correção do bloco N6.3. a usinagem do CNC é programada assumindo um valor de correção positivo. mas o sentido da ponta imaginária da ferramenta não se altera. A ferramenta em 2 se deslocarà como mostrado em 1. Por este motivo. se for especificada uma correção negativa. o vetor no ponto final do bloco é calculado para o novo valor de correção. Quando um programa especifica um caminho da ferramenta como mostrado em 1. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14.

sendo retomado automaticamente através de um comando de movimento subseqüente. O formato para retomar o vetor de compensação do raio da ponta da ferramenta é do tipo partida quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0. A temporização e o formato para cancelar e retomar o vetor de compensação do raio da ponta da ferramenta são do tipo FS15 quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1. G28 e G30 no Modo de Compensação do Raio da Ponta da Ferramenta D Quando um comando G53 é executado no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta.14. no final do bloco precedente. . ou do tipo vetor de interseção (tipo FS15) quando esse mesmo bit é colocado em 1. : s G53 s G00 r s G00 Explicações D Comando G53 no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta S Comando G53 no modo de correção . G41 G00_ . D Quando um comando G28 ou G30 é executado no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta. : G53 X_ Z_ . O vetor de correção é restaurado automaticamente quando a ferramenta se desloca de acordo com o comando seguinte. sendo automaticamente restaurado por um comando de movimento subseqüente. o vetor de compensação do raio da ponta da ferramenta é cancelado automaticamente antes do retorno automático ao ponto de referência. O formato para recuperar o vetor de compensação do raio da ponta da ferramenta é do tipo FS16 quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0.10 Comandos G53. é criado um vetor com um comprimento igual ao da correção. ou do tipo FS15 quando esse mesmo bit é colocado em 1.Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] r (G41 G00) s G53 s G00 s G00 240 . FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14.Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 Partida r (G41 G00) O×××× . Quando um comando G53 é executado no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta.3. O vetor de correção é cancelado quando a ferramenta se desloca para uma posição especificada de acordo com o comando G53. o vetor de compensação do raio da ponta da ferramenta é cancelado automaticamente antes do posicionamento. perpendicularmente ao sentido em que a ferramenta se desloca. ou do tipo FS16 quando esse mesmo bit é colocado em 0.

Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] r (G41 G00) s G53 G00 s G00 241 . G41 G00_ .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 Partida r r (G41 G00) O×××× . . Y20.Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] r (G41 G00) s G53 G00 s G00 S Comando G53 não especificando qualquer movimento no modo de correção . FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO S Comando G53 incremental no modo de correção .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 Partida r r (G41 G00) O×××× . : s G53 G00 s G00 . : s G53 G00 s G00 . G53 X20. G90 G41_ .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. : G53 U_ W_ . : G00 X20. Y20. .

Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 ou é acionado o bloqueio de cada eixo. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 AVISO 1 Quando um comando G53 é executado no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta durante um bloqueio de todos os eixos. o vetor de correção é cancelado. o posicionamento não é executado para os eixos bloqueados e o vetor de correção não é cancelado.14. Exemplo 1) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem valor 0 e é aplicado o bloqueio de todos os eixos r (G41 G00) s G53 G00 s G00 Exemplo 2) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem valor 1 e é aplicado o bloqueio de todos os eixos [Tipo FS15] r (G41 G00) s G53 G00 s G00 Exemplo 3) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem valor 1 e é aplicado o bloqueio de cada eixo [Tipo FS15] r (G41 G00) s G53 G00 s G00 242 .

º 5003 é definido para 1. Tenha em atenção que o cancelamento do tipo FS15 é diferente da especificação de FS15 neste ponto.) Exemplo) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem sinal 0 [Tipo FS15] s (G41 X_ Z_) s r G53 Z_ s G00 G00 243 . (O FS15 cancela apenas o vetor para o eixo especificado. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO AVISO 2 Quando um eixo de compensação é especificado em um comando G53 no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. Isto também se aplica quando o bit 2 (CCN) do parâmetro n. os vetores para os outros eixos de compensação também são cancelados.

quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1. a fase de usinagem especificada no comando é executada de acordo com o formato FS15 se o bit 2 (CCN) do parâmetro n. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 NOTA 1 Quando um eixo não incluído no plano de compensação do raio da ponta da ferramenta é especificado em um comando G53. Exemplo) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem sinal 0 G00 s G41 G53 s G00 Partida r s G00 D Comando G28. 244 . Exemplo) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem sinal 0 G53 Y_ r (G41 G00 X_Z_) s G00 s r G00 s G00 Partida 2 Quando um comando G53 é especificado como bloco de partida. G30 no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta Quando um comando G28 ou G30 é executado no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta.14. O vetor de correção é cancelado quando a ferramenta se desloca da posição intermediária para o ponto de referência. é criado um vetor perpendicular ao sentido de deslocação da ferramenta no final do bloco precedente e a ferramenta não se move. o modo de correção é retomado automaticamente (do mesmo modo em que são executados consecutivamente dois ou mais blocos sem qualquer comando de movimento). o bloco seguinte passa a ser. No bloco seguinte. O vetor de correção é restaurado como vetor de interseção pelo bloco seguinte. o bloco seguinte cria um vetor de interseção. É criado um vetor de interseção no final do bloco precedente e um vetor perpendicular na posição intermediária. o bloco de partida.º 5003 for definido para 1. Contudo. de fato.

Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] s Posição intermediária G28/30 s G00 s r G01 (G42 G01) s Ponto de referência S Comando G28 ou G30 no modo de correção (sem realização do movimento para uma posição intermediária) .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] r (G41 G01) Posição intermediária G28/30 s G00 G01 s s Ponto de referência 245 . s G91 G41_ . : Posição intermediária s G28/30 s G00 s r G01 (G42 G01) s Ponto de referência . : .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 Partida r r G01 s s (G41 G01) G00 Posição intermediária G28/30 O×××× . Ponto de referência : G28 X0 Y0 . G91 G41_ .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. Z0 .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 O×××× . : G28 X40. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO S Comando G28 ou G30 no modo de correção (com movimento para uma posição intermediária e uma posição de referência) .

Y--40. : G28 X40.Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 Partida r (G41 G01) O×××× . : G00 Partida r s G01 Ponto de referência=posição intermediária .14. . Y--40. . G91 G41_ .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] (G41 G01) s r s G00 G01 G28/30 s Ponto de referência=posição intermediária S Comando G28 ou G30 no modo de correção (sem movimento) . : s r s G00 G01 G28/30 s Ponto de referência=posição intermediária .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 G28/30 (G41 G01) r s O×××× . G91 G41_ . : G28 X40. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 S Comando G28 ou G30 no modo de correção (sem realização do movimento para um ponto de referência) .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] G28/30 (G41 G01) r s G00 s G01 Ponto de referência=posição intermediária 246 .

º 5003 é definido para 1. Exemplo 1) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem sinal 1 [Tipo FS15] (G42 G01) s G28 s G01 s s Posição intermediária r Ponto de referência= posição intermediária G01 Exemplo 2) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem valor 0 e é aplicado o bloqueio de todos os eixos [Tipo FS15] (G42 G01) s G28 s G01 s s Posição intermediária r Ponto de referência= posição intermediária G01 2 Quando um eixo de compensação é especificado em um comando G20 ou G30 no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta. a ferramenta não se desloca para o ponto de referência e o vetor de correção não é cancelado.) s [Tipo FS15] s (G41 G00 X_Z_) G28 Z_ r s G00 G00 Posição intermediária Ponto de referência= posição intermediária 247 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. os vetores para os outros eixos de compensação também são cancelados. Neste caso. Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 ou é acionado o bloqueio de cada eixo. é criado um vetor perpendicular à direção de deslocação da ferramenta na posição intermediária. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO AVISO 1 Quando um comando G28 ou G30 é executado durante um bloqueio de todos os eixos. (O FS15 cancela apenas o vetor para o eixo especificado. o vetor de correção é cancelado. Isto também se aplica quando o bit 2 (CCN) do parâmetro n. Tenha em atenção que o cancelamento do tipo FS15 é diferente da especificação de FS15 neste ponto.

O vetor é cancelado no ponto de referência. Exemplo) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem sinal 1 [Tipo FS15] G28(30)Y_ r (G41 G01 X_ Z_) s G01 s G01 s G01 2 Quando um comando G28 ou G30 é especificado como bloco de partida. é criado um vetor perpendicular à direção de deslocação da ferramenta no final do bloco precedente e a ferramenta não se move. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 NOTA 1 Quando um eixo não incluído no plano de compensação do raio da ponta da ferramenta é especificado em um comando G28 ou G30. o modo de correção é retomado automaticamente (do mesmo modo em que são executados consecutivamente dois ou mais blocos sem qualquer comando de movimento). No bloco seguinte.14. Exemplo 1) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem sinal 1 [Tipo FS15] G01 s s G42 G28 r s s Ponto de referência= posição intermediária G01 G01 Posição intermediária 248 . O bloco seguinte cria um vetor de interseção. é criado um vetor perpendicular à direção de deslocação da ferramenta na posição intermediária.

2 para mais pormenores.4 VALORES DE COMPENSAÇÃO DA FERRAMENTA.9999 pol.4 Correção da geometria da ferramenta e correção do desgaste da ferramenta Os valores de compensação da ferramenta podem ser introduzidos na memória do CNC a partir do painel MDI ou a partir de um programa. D Número da compensação da ferramenta A memória pode salvar 64 valores de compensação da ferramenta. Ponto no programa Ferramenta imaginária Valor de correção da geometria no eixo X Valor de correção do desgaste do eixo X Ferramenta real Valor de correção da geometria no eixo Z Valor de correção do desgaste do eixo Z Fig.4. 249 .99999 a +99.4.4.9999 a +999.1 mostra a faixa permitida para a entrada dos valores de compensação da ferramenta.9999 a +99. 14. NÚMERO DE VALORES DE COMPENSAÇÃO E INTRODUÇÃO DE VALORES A PARTIR DO PROGRAMA (G10) Os valores de compensação da ferramenta incluem valores de compensação da geometria da ferramenta e de compensação do desgaste da ferramenta (Fig. Um valor de compensação da ferramenta é selecionado da memória do CNC.1: Faixa permitida dos valores de compensação da ferramenta Sistema inin cremental IS--B IS--C Valor de compensação da ferramenta Entrada em mm Entrada em polegadas de --999.999 a +999. II-14.1 Compensação da Ferramenta e Número de Compensação da Ferramenta D Faixa permitida dos valores de compensação da ferramenta A Tabela 14.9999 mm de --99. O valor é usado para a correção da ferramenta ou para a compensação do raio da ponta da ferramenta.4). FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14. 14.999 mm de --99.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.99999 pol. O valor máximo de compensação do desgaste da ferramenta pode ser alterado através da definição do parâmetro nº 5013. Tabela 14. de --999. Ver subseç. 14.1. quando o código correspondente é especificado em um programa após o endereço T.

em vez de os introduzir individualmente a partir da unidade MDI. P : Número de correção 0 : Comando valor de deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho 1--64 : Comando do valor de correção do desgaste da ferramenta O valor do comando é igual ao número de correção 10000+(1--64) : Comando do valor de correção da geometria da fer ramenta (1--64) : Número de correção X : Valor de correção no eixo X (absoluto) Y : Valor de correção no eixo Y (absoluto) Z : Valor de correção no eixo Z (absoluto) U : Valor de correção no eixo X (incremental) V : Valor de correção no eixo Y (incremental) W: Valor de correção no eixo Z (incremental) R : Valor de correção do raio da ponta da ferramenta (absoluto) R : Valor de correção do raio da ponta da ferramenta (incremental) Q : Número da ponta imaginária da ferramenta Em um comando absoluto. a ferramenta poderá ser movimentada pouco a pouco. Este comando também pode ser usado para introduzir os valores de correção individualmente. NOTA 1 Os endereços X. Y. V.4. Y. a partir de um programa. ou G10 P_ U_ V_ W_ C_ Q_ . FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14. W e C é somado ao valor de correção atual. 250 . Z e R são definidos como o valor de correção correspondente ao número de correção especificado pelo endereço P.2 Alteração do Valor de Correção da Ferramenta Formato Os valores de correção podem ser introduzidos por um programa através do seguinte comando: G10 P_ X_ Y_ Z_ R_ Q_ . 2 Usando--se este comando em um programa. Z. Em um comando incremental. V e W podem ser especificados no mesmo bloco.14. os valores especificados nos endereços X. o valor especificado nos endereços U. correspondente ao número de correção. U.

Se a ferramenta já tiver sido corrigida. Valor de correção x = valor de correção atual x+(α-xa) Valor de correção z = valor de correção atual z+(β-za) xa : Ponto de medição programado para o eixo X za : Ponto de medição programado para o eixo Z Estes valores de correção também podem ser alterados via o painel de operação MDI. em seguida. G37) Quando uma ferramenta é movimentada para a posição de medição através da execução de um comando introduzido no CNC. ou G37 Zza . a posição de medição deverá ser xa ou za (comando absoluto). Neste caso. Para informações mais detalhadas. reduz a velocidade de avanço a meio do percurso e.) O movimento para a posição de medição é executado através da especificação seguinte no MDI ou no modo MEM : G36 Xxa . A execução deste comando efetua o deslocamento rápido dessa ferramenta para a posição de medição. o instrumento de medição envia um sinal de alcance da posição de medição ao CNC. consulte o manual de instruções fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. (O sistema de coordenadas de trabalho para a programação é comum. continua a movimentá-la até o dispositivo de medição emitir o sinal final. este mede automaticamente a diferença entre o valor atual da coordenada e o valor da coordenada da posição de medição do comando e usa-o como valor de correção para a ferramenta. a mesma é deslocada para a posição de medição com esse valor de correção.5 CORREÇÃO AUTOMÁTICA DA FERRAMENTA (G36. Quando a ponta da ferramenta atinge a posição de medição. que pára a ferramenta. Explicações D Sistema de coordenadas O sistema de coordenadas deve ser definido antecipadamente para movimentar a ferramenta para a posição de medição. O valor atual de correção da ferramenta continua sendo corrigido através da diferença entre o valor da coordenada (α ou β) quando a ferramenta atinge a posição de medição e o valor de xa ou za especificado em G36Xxa ou G37Zza.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. D Movimento para a posição de medição D Correção 251 . FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14. Se o CNC considerar que é neccessário proceder a uma nova correção depois de calcular a diferença entre os valores das coordenadas da posição de medição e os valores das coordenadas programadas. o valor de correção atual é novamente corrigido.

2 são usados como códigos G para a compensação automática da ferramenta nos eixos X e Z. Programação do ponto zero absoluto (Definição do sistema de coordenadas) S01 M03 T0101 . Se o sinal final de aproximação for ativado durante o movimento através da faixa B.1 e G37. a ferramenta é deslocada à velocidade de deslocamento rápido através da faixa A. G37.γx ou za.0 G50 X760. Especifica a ferramenta T1.γz) e desloca-se. za) FR : Velocidade de deslocamento rápido FP : Velocidade de avanço de medição (definida pelo parâmetro(nº 6241)) Fig. a ferramenta pára . Posição de medição prevista FR X.0 . C e D. à velocidade de avanço de no ponto T (xamedição definida pelo parâmetro (nº 6241) através das faixas B.14. o número de correção 1 e a rotação do fuso 252 .0 Z0 Valor de correção (Após a medição) 98. Em seguida. é acionado o alarme P/S (nº 080). zs) T B C ε γ D ε Posição inicial |xa --xs|.0 4. respectivamente. é acionado um alarme. Exemplos Número de ferramenta T1 300 Ponto zero programado Posição de medição no eixo Z 100 800 Posição de medição no eixo X 380 50 Valor de correção (Antes da medição) X 100.0 Z1100. 14. Se o sinal final de aproximação não for ativado antes do ponto V e a ferramenta parar no ponto V. Z FP U V A S(xs.5 Velocidade de avanço e alarme D Código G Se o bit 3 (G36) do parâmetro nº 3405 tiver sido colocado em 1. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Velocidade de avanço e alarme Ao movimentar-se da posição inicial para a posição de medição prevista através de xa ou za em G36 ou G37. |za --zs| U (xa.

0 . Correções subseqüentes através da diferença. é acionado o alarme P/S nº 81. AVISO 1 Velocidade de medição(Fp). mas o valor de correção da ferramenta é determinado pressupondo que a ferramenta se move para o ponto C em função do valor do raio da ponta da ferramenta. γ : nº 6251. Move-se para a posição de medição se a ferramenta tiver atingido a posição de medição em X198.0=-2. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO G36 X200. para que γ>ε.0mm. ε : nº 6254) pelo fabricante da máquina--ferramenta. como a posição de medição correta é 200 mm.0=4.0-800. o valor de correção é alterado em 198.0 . 4 O valor de correção da ferramenta é determinado tem em conta o valor da ponta da ferramenta R.0. Desloca-se para a posição de medição do eixo Z. o valor de correção é alterado através de 804. O novo valor de correção torna-se válido quando o código T é especificado de novo. NOTA 1 Quando não existe qualquer comando de código T antes de G36 ou G37.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.0mm.0-200. 2 Cancela a compensação do raio da ponta da ferramenta antes de G36. Se a ferramenta já tiver atingido a posição de medição em X804. reponha a ferramenta na posição de reinício antes de inserir o movimento manual. 3 Quando um movimento manual é inserido à velocidade de avanço de medição.0 . Refrata-se um pouco ao longo do eixo X. 2 Quando um código T é especificado no mesmo bloco que G36 ou G37. 253 . ε têm de ser números positivos. A Movimento real Movimento considerando o valor do raio da ponta da ferramenta B Valor do raio da ponta da ferramenta C Posição de medição Na verdade. T0101 . γ e ε são definidas como parâmetros (Fp : nº 6241. G00 X204. G37 Z800. Certifique--se de que o valor do raio da ponta da ferramenta está corretamente programado. Exemplo) Quando o centro da ponta da ferramenta coincide com o ponto inicial. é acionado o alarme P/S nº 82. a ferramenta se desloca do ponto A para o ponto B.0 . G37.

15. #1=#18/2 . operações aritméticas e lógicas e desvios condicionais para um desenvolvimento simples de programas gerais. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15 MACROS DE USUÁRIO Apesar de os subprogramas serem úteis na repetição da mesma operação. G02 X#1 Z--#1 R#1 . exatamente como um subprograma. 254 . G01 X#1 Z#1 F0. : : : G65 P9010 R50. Macro de usuário O9010 . : : : M99 . Um programa de usinagem pode chamar uma macro de usuário com um simples comando. como fresagem de bolsas e ciclos fixos definidos pelo usuário. : : M30 . Programa de usinagem O0001 .3 . a função de macro de usuário também permite o uso de variáveis.0 L2 .

as variáveis locais são inicializadas com o valor zero. MACROS DE USUÁRIO 15. Explicação D Representação de variáveis Para especificar uma variável.1 VARIÁVEIS Um programa de usinagem comum especifica diretamente um código G e a distância percorrida através de um valor numérico.29 a +1047 Se o resultado do cálculo for inválido. G100 e X100.3 . tema tais como a posição atual e os valores de compensação da ferramenta.#999 Variáveis comuns #1000 - Variáveis As variáveis do sistema são usadas para ler e do sis. #1 -. a expressão deve ser especificada entre colchetes. introduza uma cerquilha (#) seguida por um número de variável. mesmo quando o equipamento é desligado. #1=#2+100 . D Faixa de valores das variáveis As variáveis locais e comuns podem ter valor 0 ou um valor incluído nas seguintes faixas: -10. mas esta possibilidade não está disponível para as macros de usuário. Quando o equipamento é desligado.#33 #100 -.29 de -1047 a 0 de +10. são atribuídos argumentos às variáveis locais. G01 X#1 F0. As linguagens genéricas de programação permitem que seja atribuído um nome a uma variável. 255 .#199 #500 -. Não se pode atribuir nenhum outro valor a esta variável. Exemplo: #1 Pode-se usar uma expressão para especificar um número de variável. por exemplo. As variáveis comuns podem ser compartilhadas pelos diferentes macroprogramas. Neste caso.0. o valor da variável pode ser alterado por um programa ou através do painel de operação MDI.gravar uma variedade de itens de dados NC. Quando o equipamento é desligado. As macros de usuário permitem a especificação de valores numéricos de forma direta ou através de um número de variável.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. Os dados armazenados nas variáveis #500 a #999 são conservados. de acordo com os números de variável.1: Tipos de variáveis Número da variável #0 Tipo de variável Sempre zero Variáveis locais Função Esta variável tem sempre o valor zero. Exemplo: #[#1+#2-12] D Tipos de variáveis As variáveis são classificadas em quatro tipos. Quando é usado um número de variável. é acionado um alarme P/S nº 111. as variáveis #100 a #199 são inicializadas com zero. Quando uma macro é chamada. Tabela 15. As variáveis locais apenas podem ser usadas dentro do escopo de uma macro de armazenamento de dados. tais como os resultados das operações.

mas pode ser lida. Quando #1 = < vazio > G90 X100 Y#1 # G90 X100 Quando #1 = 0 G90 X100 Y#1 # G90 X100 Y0 256 .346.. a execução de G00X#1Z#2. A variável #0 é sempre uma variável nula. Exemplo: Quando o valor da variável #1 é 0 e o valor da variável #2 é nulo. coloque-a entre colchetes. Quando é chamada uma variável não definida. Exemplo: Quando G00X#1.000. Quando uma expressão é usada para especificar uma variável. especifique um endereço de palavra seguido pelo número da variável. essa variável é denominada de variável ”nula”. (a) Citação Quando é citada uma variável não definida.3456 atribuído à variável #1. é executado em um 1/1000-mm CNC com 12. resulta em G00X0. o próprio endereço também é ignorado. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Omissão do ponto decimal Ao definir uma variável em um programa. o valor real da variável #1 é 123. D Chamada de variáveis Para chamar o valor de uma variável em um programa. D Variável não definida Quando o valor de uma variável não é definido. Para inverter o sinal do valor de uma variável chamada. o comando efetivo é interpretado como G00X12. introduza o sinal menos (-) antes de #. Não se lhe pode atribuir nenhum valor. Exemplo: G00X-#1. Um valor de variável chamado é automaticamente arredondado de acordo com o menor incremento de entrada do endereço. a variável é ignorada até a próxima palavra de endereço.15. Exemplo: G01X[#1+#2]F#3. podem omitir-se as casas decimais. Exemplo: Quando se define #1=123.

Quando #1 = < vazio > #1 EQ #0 # Especificado #1 NE 0 # Especificado #1 GE #0 # Especificado #1 GT 0 # Não especificado Quando #1 = 0 #1 EQ #0 # Não especificado #1 NE 0 # Não especificado #1 GE #0 # Especificado #1 GT 0 # Não especificado 257 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. exceto quando é substituído por < vazio> Quando #1 = < vazio > #2 = #1 # #2 = < vazio > #2 = #1*5 # #2 = 0 #2 = #1+#1 # #2 = 0 Quando #1 = 0 #2 = #1 # #2 = 0 #2 = #1*5 # #2 = 0 #2 = #1 + #1 # #2 = 0 (c) Expressões condicionais < vazio > só é diferente de 0 para EQ e NE. MACROS DE USUÁRIO (b)Operação < vazio > é o mesmo que 0.

0.000 ******** Nº.000 MEM **** *** *** [ MACRO ] [ MENU ] [ 0. N#3Z200. /#2G00X100.456 0.000 0. 108 109 110 111 112 113 114 115 Y B 18:42:15 OPR ] [ O1234 N12345 DADOS POSICAO REAL (RELATIVA) X 0. a variável é nula. Limitações Os números de programas. 258 .15.000 ] [ (OPRC) ] D Quando o valor de uma variável não é definido. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Visualização dos valores das variáveis VARIÁVEL Nº.0.0000001). Exemplo: As variáveis não podem ser usadas das seguintes maneiras: O#1. números de seqüências e números de saltos de bloco não podem ser chamados por meio de variáveis. D A marca ******** indica um estouro positivo (quando o valor absoluto de uma variável é maior que 99999999) ou um estouro negativo (quando o valor absoluto de uma variável é menor que 0.000 Z 0. 100 101 102 103 104 105 106 107 DADOS 123.

Um sinal de 16 bits pode ser enviado por uma macro de usuário ao PMC. Tenha em atenção que os valores de --99999999 a +99999999 podem ser usados para de #1032 a #1035. As variáveis de #1032 a #1035 são usadas para a saída de todos os 32 bits de um sinal. Um sinal de 32 bits pode ser enviado por uma macro de usuário ao PMC. em uma dada altura.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. 259 . As variáveis #1100 a #1131 são usadas para gravar um sinal bit a bit. MACROS DE USUÁRIO 15. de #1100 a #1131 de #1032 a #1035 de #1132 a #1135 Para mais informações. As variáveis #1000 a #1015 são usadas para ler um sinal bit a bit. em uma dada altura. As variáveis de #1132 a #1135 são usadas para escrever todos os 32 bits de um sinal. todavia. A variável #1032 é usada para ler simultaneamente todos os 16 bits de um sinal. tais como os valores de compensação da ferramenta e os dados da posição atual. de #1100 a #1115 #1132 #1133 (Quando o parâmetro MIF (bit 0 do nº 6001) é definido para 1. As variáveis #1000 a #1031 são usadas para ler um sinal bit a bit. A variável #1133 é usada para escrever simultaneamente todos os 32 bits de um sinal enviado por uma macro de usuário ao PMC. Tenha em atenção que os valores de --99999999 a +99999999 podem ser usados para de #1132 a #1135.) Número da variável de #1000 a #1031 Função Um sinal de 32 bits pode ser enviado pelo PMC a uma macro de usuário.2 (a): Variáveis do sistema para sinais de interface (Quando o parâmetro MIF (bit 0 do nº 6001) é definido para 0. Tenha. As variáveis #1100 a #1115 são usadas para gravar um sinal bit a bit.) Número da variável de #1000 a #1015 #1032 Função Um sinal de 16 bits pode ser enviado pelo PMC a uma macro de usuário. em atenção que algumas variáveis do sistema podem ser apenas lidas.2 VARIÁVEIS DO SISTEMA As variáveis do sistema podem ser usadas para ler e gravar dados NC internos. do PMC para uma macro de usuário. Tenha em atenção que os valores de --99999999 a +99999999 podem ser usados para #1133. consulte o manual de conexão (B-64113EN-1). A variável #1132 é usada para gravar simultaneamente todos os 16 bits de um sinal. As variáveis do sistema são fundamentais para a automatização e desenvolvimento de programas de uso geral. Explicações D Sinais de interface Os sinais podem ser trocados entre o controlador programável (PMC) e as macros de usuário. Tabela 15. de uma macro de usuário para o PMC.

Valor de compensação do raio da ponta da ferramenta Desgaste #2201 : : : #2264 Tabela 15. A quantidade de deslocamento também pode ser alterada através da introdução de um valor.15.2 (c): Variáveis do sistema para 99 valores de compensação da ferramenta Valor de compensação do eixo X Desgaste 1 : : 64 #10001 : : #10064 Número de compensação Valor de compensação do eixo Z Desgaste #11001 : : #11064 Valor de compensação do raio da ponta da ferramenta Desgaste #12001 : : #12064 Geometria #15001 : : #15064 Geometria #12001 : : #12064 Posição T da ponta imaginária da ferraGeomementa tria #17001 : : #17064 #13001 : : #13064 Valor de compensação do eixo Y Desgaste #14001 : : #14064 Geometria #19001 : : #19064 D Quantidade de deslocamento do sistema de coordenadas da peça Pose ser lida a quantidade de deslocamento do sistema de coordenadas da peça. acrescentando 3000 ao valor da variável #3000 e visualizando uma mensagem de alarme. Exemplo: #3000=1(FERRAMENTA NÃO ENCONTRADA). A tela do CRT mostra os números de alarme. →A tela de alarme mostra ”3001 FERRAMENTA NÃO ENCONTRADA” 260 . Eixo controlado Eixo X Eixo Z Quantidade de deslocamento do sistema de coordenadas da peça #2501 #2601 D Alarmes de macro Tabela 15.2 (d): Variável do sistema para alarmes de macro Número da variável #3000 Função Quando um valor entre 0 e 200 é atribuído à variável #3000. o CNC pára com a ativação de um alarme. Após uma expressão.2 (b): Variáveis do sistema para a memória C de compensação da ferramenta Valor de compensação do eixo X Desgaste 1 : 49 : 64 #2001 : : : #2064 Número de compensação Valor de compensação do eixo Z Desgaste #2101 : : : #2164 Geometria #2701 : #2749 Geometria #2801 : #2849 Posição T da ponta imaginária da ferraGeomementa tria #2901 : : : #2964 #2301 : : : #2364 Valor de compensação do eixo Y Desgaste #2401 : #2449 Geometria #2451 : #2499 Tabela 15. é possível descrever uma mensagem de alarme de até 26 caracteres. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Valores de compensação da ferramenta Podem ser usadas as variáveis de #2000 a #2999 e as variáveis de #10000 a #19999.

Por exemplo. D Quando a parada de bloco único é desativada. Tabela 15. 261 . o valor desse temporizador é recolocado a 0. o valor da variável é 0. O sinal DEN de término da distribuição também não é emitido. Esta variável funciona como um temporizador que conta em incrementos de 1 hora quando a lâmpada de início do ciclo está acesa. D Quando não se especifica uma espera para o término de funções auxiliares (funções M. MACROS DE USUÁRIO D Informações sobre o tempo É possível ler e gravar informação sobre tempo. Por exemplo: 15 horas. Quando tiverem decorrido 2147483648 milisegundos. 34 minutos e 56 segundos.2 (e): Variáveis do sistema para informações sobre o tempo Número da variável #3001 Função Esta variável funciona como um temporizador que conta em incrementos de 1 milésimo de segundo. 28 de Março de 1993 é representado como 19930328. Esta variável pode ser usada para ler a data atual (ano/mês/dia). é representado como 153456.2 (f): Variável do sistema (#3003) para o controle de operação automática #3003 0 1 2 3 Bloco único Ativado Desativado Ativado Desativado Término de uma função auxiliar Previsto Previsto Não previsto Não previsto D Quando a máquina é ligada. A informação de ano/mês/dia é convertida em um número decimal fitício. a execução do programa prossegue com o bloco seguinte antes da conclusão das funções auxiliares. Quando a corrente está ligada. Quando atinge 9544. Esta variável pode ser usada para a leitura da hora atual (horas/ minutos/segundos).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. a operação de parada de bloco único não é executada mesmo que a chave de bloco único esteja colocada na posição ON. Este temporizador conserva seu valor. A informação de horas/minutos/segundos é convertida em um número decimal fitício.371767 horas. mesmo quando o equipamento é desligado. #3002 #3011 #3012 D Controle de operação automática O estado de controle de operação automática pode ser alterado. S e T). o valor desta variável é reposta para 0. o valor deste temporizador retorn a 0. Tabela 15.

(2) Quando o botão de bloqueio de avanço é carregado e solto. #3005 Definição Definição #9 (FCV) #5 (SEQ) #2 (INI) #1 (ISO) #0 (TVC) : : : : : #15 #7 #14 #6 #13 #5 SEQ #12 #4 #11 #3 #10 #2 INI #9 FCV #1 ISO #8 #0 TVC Para usar a capacidade de conversão do formato de fita FS15 Para inserir automaticamente os números de seqüência Entrada em milímetros ou entrada em polegadas Para usar o código de saída EIA ou ISO Opção de verificação TV 262 . não é feita nenhuma verificação de parada exata (controle da posição) nos blocos. o programa continua sendo executado e a máquina pára no primeiro bloco em que o bloqueio de avanço esteja ativo. o valor da variável é 0. D Quando o override da velocidade de avanço é desativado. a lâmpada do bloqueio de avanço se acende. a máquina pára no modo de parada de bloco único. D Quando o bloqueio de avanço é desativado: (1) Quando o botão de bloqueio de avanço é pressionado. No entanto. mas a máquina não pára. Os valores binários são convertidos em decimais. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Tabela 15. D Especificações As especificações podem ser lidas e gravadas. a operação de parada de bloco único não é realizada quando o modo de bloco único é desativado através da variável #3003. D Quando a verificação de parada exata é desativada.2 (g): Variável do sistema (#3004) para o controle de operação automática #3004 0 1 2 3 4 5 6 7 Bloqueio de avanço Ativado Desativado Ativado Desativado Ativado Desativado Ativado Desativado Override da velocidade de avanço Ativado Ativado Desativado Desativado Ativado Ativado Desativado Desativado Parada exata Ativado Ativado Ativado Ativado Desativado Desativado Desativado Desativado D Quando a máquina é ligada. independentemente do estado do botão de override da velocidade de avanço no painel de operação da máquina.15. incluindo aqueles onde não é efetuada qualquer operação de corte. é sempre aplicado um override de 100%.

é acionado o alarme P/S 116 “VARIAVEL PROTEGIDA CONTRA ESCRITA”. O número (número nominal) das peças necessárias e o número (número real) de peças usinadas pode ser lido e gravado. 263 . o programa executa os blocos até o bloco imediatamente anterior e.”. Número da variável #3006 Função Quando se programa na macro o comando “#3006=1 (MENSAGEM). no máximo.2 (h): Variáveis do sistema para o número de peças necessárias e para o número de peças usinadas Número da variável #3901 #3902 Função Número de peças usinadas (número real) Número de peças necessárias (número nominal) D Número de peças usinadas NOTA Não substitua um valor negativo. #3007 #7 Definição #6 #5 #4 #3 4º eixo #2 3º eixo #1 2º eixo #0 1º eixo É indicado 0 (função de espelhamento desativada) ou 1 (função de espelhamento ativada) para cada bit. pára.) O valor obtido em formato binário é convertido para notação decimal. é visualizada uma mensagem. Se houver tentativa de atribuição de dados à variável. cercada por um caractere de controle--in (“(”) e por um caractere de controle--out (“)”). 26 caracteres. Exemplo: Se #3007 for 3. Tabela 15.7 em III. a mensagem é visualizada na tela de mensagens externa do operador. D Espelhamento O estado do espelhamento para cada eixo definido através de uma chave externa ou operação de especificação pode ser lido através do sinal de saída (sinal de verificação do espelhamento). assim. é feita a combinação lógica do valor do sinal e do valor de especificação através da função E. É possível verificar. e depois são emitidos. eles continuam a ser lidos pela variável do sistema #3007. depois. Quando se programa no mesmo bloco uma mensagem de. em seguida. (Ver seção 4. D Quando os sinais de espelhamento destinados para eixos que não os eixos controlados são ativados. a função de espelhamento é ativada para o primeiro e o segundo eixos. D A variável do sistema #3007 é uma variável protegida contra gravação. D Quando a função de espelhamento é definida para um certo eixo pelo sinal e pela especificação do espelhamento. o estado atual do espelhamento.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. MACROS DE USUÁRIO D Parada com mensagem A execução do programa pode ser parada e.

G97 G68. até o bloco imediatamente anterior. 3 ou 33. Se for especificada uma variável do sistema para a leitura da informação modal correspondente a um grupo de código G que não pode ser usado. G21 G40. G33. G03. G23 G80 -. G02. G69 G98. G01. G42 G25. G67 G54--G59 G17 -.15.G89 G66. #5084 #5101--#5104 Posição atual Sistema de coordena coordenaPosição do sinal de das da peça salto Valor de correção da ferramenta Posição de servo desviada Ativado Desativado 264 . G41. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Informação modal É possível ler a informação modal especificada nos blocos.2 (i): Variáveis do sistema para informação modal Número da variável #4001 #4002 #4003 #4004 #4005 #4006 #4007 #4008 #4009 #4010 #4011 #4012 #4014 #4015 #4016 : #4022 #4109 #4113 #4114 #4115 #4119 #4120 Função G00.G19 : Código F Código M Número de seqüência Número do programa Código S Código T (Grupo 01) (Grupo 02) (Grupo 03) (Grupo 04) (Grupo 05) (Grupo 06) (Grupo 07) (Grupo 08) (Grupo 09) (Grupo 10) (Grupo 11) (Grupo 12) (Grupo 14) (Grupo 15) (Grupo 16) : :(Grupo 22) D Posição atual Exemplo: Quando #1=#4001. Tabela 15. G26 G22. G99 G20. é acionado um alarme P/S. Tabela 15. o valor resultante em #1 é 0. G34.2 (j): Variáveis do sistema para informação sobre a posição Número da variável Informação sobre posição Sistema de coordenadas Valor de compensação da ferramenta Operação de leitura durante o movimento Ativado #5001--#5004 Posição de fim de Sistema de Não bloco coordenaincluído das da peça Posição atual Sistema de coordenadas da máquina Incluído #5021--#5024 Desativado #5041--#5044 #5061--#5064 #5081. G71--G74 G96. 1. A informação sobre posição não pode ser escrita mas pode ser lida. 2. é executado.

D Quando a leitura é ”desativada” durante o movimento. D Valores de compensação do sistema de coordenadas da peça (valores de correção do ponto zero da peça) Os valores de correção do ponto zero da peça podem ser lidos e gravados. Tabela 15. D Nas variáveis #5081 a 5082 está contido o valor de correção da ferramenta atualmente utilizado na execução e não o valor de correção da ferramenta imediatamente anterior. Quando o sinal de salto não é ativado em um bloco G31.2 (k): Variáveis do sistema para os valores de correção do ponto zero da peça Número da variável #5201 : #5204 #5221 : #5224 #5241 : #5244 #5261 : #5264 #5281 : #5284 #5301 : #5304 #5321 : #5324 Função Valor externo de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo : Valor externo de correção do ponto zero da peça no quarto eixo Valor G54 de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo : Valor G54 de correção do ponto zero da peça no quarto eixo Valor de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo G55 : Valor G55 de correção do ponto zero da peça no quarto eixo Valor G56 de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo : Valor G56 de correção do ponto zero da peça no quarto eixo Valor G57 de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo : Valor G57 de correção do ponto zero da peça no quarto eixo Valor de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo G58 : Valor G58 de correção do ponto zero da peça no quarto eixo Valor de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo G59 : Valor G59 de correção do ponto zero da peça no quarto eixo 265 . o ponto final do bloco especificado é mantido em estas variáveis. MACROS DE USUÁRIO D O primeiro dígito (de 1 a 4) representa um número do eixo. D A posição da ferramenta onde o sinal de salto é ativado em um bloco G31 (função de salto) é mantidas em as variáveis de #5061 a #5064. isto significa que os valores previstos não podem ser lidos devido à função de armazenamento no buffer (leitura prévia).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15.

Por exemplo. #i=SIN[#j]. #i=ROUND[#j]. #i=#j XOU #k. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. Conversão de BIN para BCD #i=BCD[#j]. #i=TAN[#j]. bit a bit.3 OPERAÇÃO ARITMÉTICA E LÓGICA As operações listadas na Tabela 15. TAN. ASEN. #i=#j E #k. #i=ASIN[#j]. #i=SQRT[#j]. A expressão à direita do operador pode conter constantes e/ou variáveis combinadas por uma função ou operador.3 (a): Operação aritmética e lógica Função Definição Soma Diferença Produto Quociente Seno Arco seno Co--seno Arco co--seno Tangente Arco tangente Raiz quadrada Valor absoluto Arredondar Arredondar para baixo Arredondar para cima Logaritmo natural Função exponencial OU XOU E Formato #i=#j #i=#j+#k. 266 D ARCSEN #i = ASEN[#j].5 graus. Explicações D Unidades dos ângulos As unidades dos ângulos usadas com as funções SEN.3 (a) podem ser executadas com variáveis. #i=ATAN[#j]/[#k]. 90 graus e 30 minutos é representado como 90. #i=ACOS[#j]. #i=FUP[#j]. Utilizada na troca de sinais com o PMC As operações lógicas são realizadas nos números binários. 90 graus e 30 minutos é representado como 90.5 graus. As variáveis #j e #K de uma expressão podem ser substituídas por uma constante. S As faixas de soluções são indicadas abaixo: Quando o bit NAT (bit 0 do parâmetro 6004) é definido como 0: de 270° a 90° Quando o bit NAT (bit 0 do parâmetro 6004) é definido com 1: de -90° a 90° S Quando #j se encontra fora da faixa de -1 a 1. ACOS e ATAN são graus. Os ângulos são especificados em graus.15. #i=#j/#k. #i=#j OU #k. #i=#j*#k. #i=COS[#j]. . o alarme P/S nº 111 é acionado. #i=LN[#j] #i=EXP[#j]. Tabela 15. #i=FIX[#j]. S Pode-se usar uma constante em vez da variável #j. As variáveis à esquerda também podem ser substituídas por uma expressão. #i=#j--#k. Observações Conversão de BCD para BIN #i=BIN[#j]. COS. #i=ABS[#j].

executa um movimento de 1.3456. S Pode-se usar uma constante em vez da variável #j. Como 1. G00 G91 X-#1. à posição original Supondo que o sistema incremental é de 1/1000 mm. não sendo suficiente para retornar a ferramenta à posição original.8 ou maior. Esta diferença resulta do fato de a adição ser realizada antes ou depois do arredondamento. S Quando o resultado da operação excede 3. D Logaritmo natural #i = LN[#j]. D Função ROUND (ARREDONDAR) .0 Quando o bit NAT (bit 0 do parâmetro 6004) é definido para 1: de -180° a 180° Exemplo: Quando #1 = ATAN[-1]/[-1]. S Quando #j se encontra fora da faixa de -1 a 1. a distância a percorrer é de 3. Exemplo: Quando #1=ROUND[#2]. S Pode-se usar uma constante em vez da variável #j.580. separados por uma barra diagonal (/). ou em uma instrução IF (SE) ou WHILE (ENQUANTO).3456 = 3.2345 + 2. G01 X-#2 F300. S Tenha em atenção que o erro relativo pode vir a ser 10. ocorre um estouro e o alarme P/S nº 111 é acionado.65 × 1047 (j é cerca de 110).346 mm.2345 e a variável #2 o valor 2.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. D ARCTAN #i = ATAN[#j]/[#k]. S Tenha em atenção que o erro relativo pode vir a ser 10. o valor da variável #1 é 1. É necessário especificar G00X-[ROUND[#1]+ROUND[#2]] para que a ferramenta regresse à posição original. a função ROUND arredonda o resultado na primeira casa decimal.2345. MACROS DE USUÁRIO D ARCCOS #i = ACOS[#j].5801. depois.0.0. é especificado. o alarme P/S nº 111 é acionado. S As faixas de soluções são indicadas abaixo: Quando o bit NAT (bit 0 do parâmetro 6004) é definido como 0: de 0° a 360° Exemplo: Quando #1 = ATAN[-1]/[-1]. S Especifica os comprimentos de dois lados. #1 é 225.8 ou maior. S Quando a função ROUND é usada nos endereços da instrução NC. é executado em que #2 contém 1. G00 X[#1+#2]. o alarme P/S nº 111 é acionado. Exemplo: Criação de um programa de perfuração que trabalhe de acordo com os valores das variáveis #1 e #2 e que retorne. é especificado. executa um movimento de 2. então. a função ROUND arredonda o valor especificado de acordo com o menor incremento de entrada do endereço. que a variável #1 possui o valor 1.235 mm. 267 D Função exponencial #i = EXP[#j]. #1 é -135. S Pode-se usar uma constante em vez da variável #j. S Quando o antilogarítmo (#j) é zero ou menor que zero. S Quando a função ROUND (ARREDONDAR) é incluída em um comando de operação aritmética ou lógica. S Pode-se usar uma constante em vez da variável #j. S A faixa de soluções fica entre 180° e 0°.

/. Limitações D Colchetes Os colchetes ([. Exemplo) #1=SEN [ [ [#2+#3] *#4 +#5] *#6] . (2) e (3) indicam a ordem das operações. incluindo os que são usados para delimitar uma função. 268 . Os colchetes podem ser usados.2 e #2=-1. MOD) (3) Operações. 2. Quando #3=FUP[#2] é executado.0 é atribuído a #3. tais como adição e subtração (+. -. D Abreviaturas dos comandos de operações aritméticas e lógicas Quando uma função é especificada em um programa. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Arredondar para cima e para baixo No CNC. resultante de uma operação efetuada em um número. -1. o alarme nº 118 é acionado. (1) (2) (3) (1). Tenha em atenção que os parênteses são usados para comentários. resultante de uma operação efetuada em um número.0 é atribuído a #3. Quando #3=FIX[#1] é executado. (1) (2) (3) (4) (5) (1) a (5) indicam a ordem das operações. AND (E). ]) são usados para delimitar uma expressão. é maior que o valor absoluto do número original.2. Exemplo: Suponha que #1=1. Seja especialmente cuidadoso ao manusear números negativos. os dois primeiros caracteres do nome da função podem ser usados para especificar a função. quando o valor absoluto do número inteiro. em até cinco níveis. é menor que o valor absoluto do número original.0 é atribuído a #3. tal operação é denominada de arredondamento para o valor inteiro superior (arredondar para cima).15. tais como multiplicação e divisão (*. no máximo. XOR (XOU)) Exemplo) #1=#2+#3*SEN[#4].7) Exemplo: ROUND → RO FIX → FI D Prioridade das operações (1) Funções (2) Operações. tal operação é denominada de arredondamento para o valor inteiro inferior (arredondar para baixo). Inversamente. OR (OU).0 é atribuído a #3. 1. Quando #3=FUP[#1] é executado. D Inclusão de colchetes Os colchetes são usados para modificar a ordem das operações. quando o valor absoluto do número inteiro. (Ver III-9. Quando #3=FIX[#2] é executado. -2. Se o limite de cinco níveis for excedido.

COS ou TAN for menor do que 1. S A precisão dos valores das variáveis é de cerca de 8 dígitos decimais.3 (b): Erros próprios das operações Operação a = b*c a=b/c a = b a=b+c a=b-c a = SEN [ b ] a = COS [ b ] a = ATAN [ b ] / [ c ] (*4) 1. Tabela 15.000 Neste caso.456 #2=9876543277777.6×10--6 5.73×10--9 5. 2 É utilizado o menor dos dois tipos de erros. 4 A função TAN executa SEN/COS. independentemente do resultado da operação. pois trata-se de um cálculo binário. MACROS DE USUÁRIO D Erros das operações Podem ocorrer erros durante a execução das operações.8×10--6 3.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15.66×10--10 1.66×10--10 1.32×10--10 Tipo de erro Erro relativo (*1) ε b Min ε b ε c (*2) Erro absoluto (*3) ε Graus NOTA 1 O erro relativo depende do resultado da operação.) 269 . Exemplo: Quando se tenta atribuir os valores abaixo às variáveis #1 e #2: #1=9876543210123.0×10 --18 ou quando 0 não puder ser obtido devido às restrições de precisão.000 #2=9876543300000. 5 Se se definir o parâmetro nº 6004#1 para 1 o resultado da operação é normalizado para 0 quando o resultado da operação da função SIN. podem não ser obtidos os resultados esperados. (O resultado real deste cálculo é ligeiramente diferente.88×10--9 3.0×10--9 1. 3 O erro absoluto é constante.0×10--8 Erro médio 1.33×10--10 Erro máximo 4.55×10--10 4.000.24×10--9 2. Quando são utilizados números muito grandes em adições ou subtrações. o resultado é #3=100000.777 os valores das variáveis passam a ser: #1=9876543200000. quando se calcula #3=#2-#1.

o valor resultante da variável #2 não é exatamente 2 mas 1. 270 .15.0.. parta do princípio que os valores das duas variáveis são iguais quando a diferença não excede um limite permitido (0. Aqui.001 neste caso). em que #1=0. NE. Neste caso. Exemplo: Quando se calcula #2=#1*1000. o alarme nº 112 é acionado.002. . o valor resultante da variável #1 não é 2. GT. S Seja também cuidadoso ao arredondar um valor para baixo. arredonde o valor para baixo após corrigir o erro. levando possivelmente a uma decisão incorreta. Em seguida.99999997. ou arredonde-o da seguinta forma: #3=FIX[#2+0. de modo que o resultado seja maior do que o número esperado.001] #3=ROUND[#2] D Divisor Quando um divisor de zero é especificado em uma divisão ou TAN[90]. LE e LT.001]. GE. opte por achar a diferença entre as duas variáveis com IF[ABS[#1-#2]LT0. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 S Tenha também em atenção os erros que podem resultar das expressões condicionais que utilizam EQ. Exemplo: IF[#1 EQ #2] é afetado por erros existentes em #1 e #2. quando se especifica #3=FIX[#2].0 mas 1. Desse modo.

S Se um bloco contém M99 e não contém qualquer endereço de comando diferente de O. D Instruções NC com as mesmas caraterísticas das macroinstruções Se NPS (bit 4 do parâmetro n. contudo. 271 . esse bloco equivale a uma macroinstrução. MACROS DE USUÁRIO 15. a máquina não pára. uma chamada de subprograma com um código M. END) S Os blocos que contêm um comando de chamada de macro (tais como. Tenha. MACROINSTRUÇÕES E INSTRUÇÕES NC Explicações D Diferenças em relação às instruções NC S Mesmo quando o modo de bloco único está ativado. P ou L.º 3450) for 1. esse bloco equivale a uma macroinstrução. DO. P ou L. quaisquer instruções NC em um bloco que satisfaçam as seguintes condições assumem as mesmas caraterísticas das macroinstruções. as chamadas de macro através de G65.4 Aos blocos seguintes dá-se o nome de macroinstruções: S Blocos contendo uma operação aritmética ou lógica (=) S Blocos contendo uma instrução de controle (tais como GOTO. ou uma chamada de subprograma com um código T) e não contiver qualquer endereço de comando diferente de O. ou através dos códigos M) Qualquer bloco que não seja uma macroinstrução é denominado de instrução NC. N. G66. G67 ou outros códigos G. S Se um bloco contiver um comando de chamada de subprograma (M98. N. em atenção que a máquina pára no modo de bloco único quando o bit 5 (SBM) do parâmetro 6000 é 1.7).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. S Os blocos de macros não são considerados como blocos que não envolvem movimento no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta (ver seção II-15.

o alarme P/S nº 128 é acionado.5 DESVIO E REPETIÇÃO Em um programa. Quando é especificado um número de seqüência fora da faixa de 1 a 99999..) 15.. GOTO n . n: Número de seqüência (1 a 99999) Exemplo: GOTO1. o fluxo de controle pode ser alterado através da instrução GOTO e da instrução IF.15.. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. então. GOTO#10. Pode-se também usar uma expressão para especificar um número de seqüência...) Instrução WHILE (repetição.5.. São usados três tipos de operações de desvio e repetição: Desvio e repetição Instrução GOTO (desvio incondicional) Instrução IF (desvio condicional: se .1 Desvio Incondicional (Instrução GOTO) Ocorre um desvio para o número de seqüência n.. 272 . enquanto .

Cada operador é composto por duas letras e é usado na comparação de dois valores para determinar se são iguais ou se um valor é menor ou maior do que o outro. Se o valor da variável #1 for maior do que 10.2 Desvio Condicional (Instrução IF) Especifique uma expressão condicional após o IF. MACROS DE USUÁRIO 15. Processamento N2 G00 G91 X10.Valor inicial da variável que contém a soma #2=1. Se os valores de #1 e #2 forem idênticos. e deve estar contido entre colchetes ([. IF [#1 EQ #2] THEN#3=0 . Pode-se usar uma expressão em vez de uma variável. ocorre um desvio para o número de seqüência N2. ocorre um desvio para um número de seqüência n. : Se a condição for satisfeita IF[< expressão condicional >]THEN Se a expressão condicional especificada for satisfeita. é executado o bloco seguinte. O9500 .2: Operadores Operador EQ NE GT GE LT LE D Operadores Significado Igual a (=) Diferente de(≠) Maior do que (>) Maior ou igual a(≧) Menor do que (<) Menor ou igual a(≦) Programa exemplificativo O programa exemplificativo abaixo calcula a soma dos números 1 a 10. Desvio para N2 quando o adendo é maior do que 10 #1=#1+#2. #1=0. Tabela 15. ]). IF [< expressão condicional >] GOTO n Se a expressão condicional for satisfeita.5.0 . Tenha em atenção que não se pode usar o sinal de desigualdade.Valor inicial da variável como um adendo N1 IF[#2 GT 10] GOTO 2. Próximo adendo GOTO 1.5.Fim do programa 273 . Cálculo para achar a soma #2=#2+1. . Explicações D Expressão condicional Uma expressão condicional deve incluir um operador inserido entre duas variáveis ou entre uma variável e uma constante. Se a condição não for satisfeita IF [#1 GT 10] GOTO 2 . é executada uma macroinstrução pré-determinada. Desvio para N1 N2 M30. atribui--se 0 a #3. Se a condição especificada não for satisfeita.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. É executada apenas uma macroinstrução.

(m=1.15. 2 e 3.3) Se a condição não for satisfeita Se a condição for satisfeita Processamento END m . Aplica-se aqui o mesmo formato das instruções IF. 2 e 3. a execução do programa continua no bloco depois de END. Pode-se utilizar os números 1. Se a condição especificada não for satisfeita. a execução do programa continua no bloco depois de END. o alarme P/S nº 126 é acionado. WHILE [expressão condicional] DO m . 274 . é executado o programa de DO a END.2.5. Os números existentes após DO e END são números de identificação que especificam a faixa de execução. : Explicações Enquanto a condição especificada for satisfeita. é executado o programa de DO a END. Enquanto a condição especificada for satisfeita.3 Repetição (Instrução WHILE) Especifique uma expressão condicional após WHILE. Quando se usa um número diferente de 1. Se a condição especificada não for satisfeita. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15.

O uso da instrução WHILE para fins de repetição reduz o tempo de processamento. : END 1 . o processamento na direção inversa é mais lento do que o processamento para a frente. END 1 . 1. 3. Limitações D Loops infinitos D Tempo de processamento Quando se especifica DO m sem se especificar a instrução WHILE. : WHILE [ … ] DO 2 . Processamento WHILE [ … ] DO 2 . Os números de identificação (1 a 3) podem ser usados tantas vezes quanto necessário. : WHILE [ … ] DO 3 . END 1 . 4. : WHILE [ … ] DO 1 . WHILE [ … ] DO 1 . 275 D Variável não definida . Processamento END 1 . 2. : WHILE [ … ] DO 1 . Em outros tipos de expressões condicionais. em atenção que o alarme P/S nº 124 é acionado quando um programa inclui loops de repetição cruzados (faixas DO sobrepostas). é feita a pesquisa do número de seqüência. Processamento END 2 . um valor nulo é considerado como zero. : END 1 . Nn … . WHILE [ … ] DO 1 . contudo. Em uma expressão condicional que utiliza EQ ou NE. Tenha. O controle pode ser transferido para fora de um loop. IF [ … ] GOTO n . Processamento END 1 . Nn 5. Processamento END 3 . Por este motivo. Os loops DO podem ser aninhados até uma profundidade máxima de três níveis. gera-se um loop infinito entre DO e END. Quando ocorre um desvio para o número de seqüência especificado em uma instrução GOTO.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. As faixas DO não podem se sobrepor. MACROS DE USUÁRIO D Aninhamento Os números de identificação (1 a 3) em um loop DO-END podem ser usados tantas vezes quantas necessárias. Não é possível fazer desvios para o interior de um loop. IF [ … ] GOTO n . um valor nulo e zero produzem resultados diferentes. WHILE [ … ] DO 1 . WHILE [ … ] DO 1 . : END 2 .

276 . O0001 . #1=0. M30. END 1 . #1=#1+#2.15. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Programa exemplificativo O programa exemplificativo abaixo calcula a soma dos números 1 a 10. WHILE[#2 LE 10]DO 1. #2=1. #2 =#2+1 .

277 . D Quando um bloco M98 contém um outro comando NC (por exemplo. M98 não tem esta capacidade. G67) Chamada de macro com um código G Chamada de macro com um código M Chamada de subprograma com um código M Chamada de subprograma com um código T CHAMADA DE MACRO Restrições D Diferenças entre as chamadas de macro e as chamadas de subprograma A chamada de macro (G65) difere da chamada de subprograma (M98) como descrito abaixo. Por outro lado. G01 X100. D Pode-se especificar um argumento (dados transferidos para uma macro) com G65. D Quando um bloco M98 contém um outro comando NC (por exemplo. G01 X100.0 M98Pp). a máquina pára no modo de bloco único. M98 não altera o nível das variáveis locais. G65 não pára a máquina.6 Um macroprograma pode ser chamado através dos seguintes métodos: Chamada de macros Chamada simples (G65) Chamada modal (G66.0 M98Pp). G65 chama sempre uma macro. D O nível das variáveis locais é alterado com G65. Por outro lado. o subprograma é chamado após a execução do comando.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. MACROS DE USUÁRIO 15.

J e K têm de ser. N e P. uma vez cada. especifique um número de 1 a 9999 após o endereço L. O. A especificação de argumentos I usa letras diferentes de G. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15.0 B2. D Os endereços que não necessitam ser especificados podem ser omitidos. L. G65 P_ L_ <especificação de um argumento> . N9 M99 . especificados alfabeticamente. Explicações D Chamada D Após G65. Eles são conformes ao formato dos endereços de palavra. #3=#1+#2. por meio da especificação de argumentos. porém. D Os endereços não têm de ser especificados alfabeticamente. D Os valores são atribuídos às variáveis locais correspondentes. O e P não podem ser usados em argumentos. L. D Quando é necessário um número de repetições. N.1 Chamada Simples (G65) Quando se especifica G65. O tipo de especificação de argumentos é determinado automaticamente de acordo com as letras usadas. Os dados (argumentos) podem ser transferidos para o programa de macros de usuário. e também usa I. B e C. uma vez cada. : M30 .15. é adotado o valor 1.0 . As variáveis locais correspondentes a um endereço omitido são definidas com valores nulos. O9010 . é chamada a macro de usuário especificada no endereço P.6. A especificação de argumentos II usa A. I. Se L for omitido. Exemplo B_A_D_ … J_K_ Correto B_A_D_ … J_I_ Incorreto 278 . J e K um máximo de dez vezes. Especificação de argumentos I Endereço N ú m e r o da variável #1 A #2 B #3 C #7 D #8 E #9 F #11 H Endereço N ú m e r o da variável #4 I #5 J #6 K #13 M #17 Q #18 R #19 S Endereço N ú m e r o da variável #20 T #21 U #22 V #23 W #24 X #25 Y #26 Z D Os endereços G. G00 X#3 . P_ : Número do programa a ser chamado L_ : Contagem da freqüência de repetição (1 predefinido) Argumento : Dados transferidos para a macro O0001 . D Especificação de argumentos Existem dois tipos de especificação de argumentos. especifique no endereço P o número do programa da macro de usuário a chamar. IF [#3 GT 360] GOTO 9 . : G65 P9010 L2 A1.

o que não inclui chamadas de subprogramas (M98). ou seja. 279 D Aninhamento de chamadas .0 e D5.0 P1000. <Variables> #1:1.0 Quando os argumentos I4. incluindo chamadas simples (G65) e chamadas modais (G66). B e C. MACROS DE USUÁRIO Especificação de argumentos II A especificação de argumentos II usa A.0 são ambos programados para a variável #7. J e K um máximo de dez vezes.0. J e K indicando a ordem da especificação de argumentos não são escritos no programa.0 #3: #4:--3.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. D Colocação do ponto decimal As unidades usadas nos dados de argumentos transferidos sem um ponto decimal correspondem ao menor incremento de entrada de cada endereço. O valor de um argumento transferido sem um ponto decimal pode variar de acordo com a configuração do sistema da máquina. Exemplo G65 A1. D5.0 I--3. tais como coordenadas tridimensionais. Restrições D Formato D Combinação das especificações de argumentos I e II G65 tem de ser especificado antes de qualquer argumento. Recomenda-se o uso de pontos decimais em argumentos de chamada de macros a fim de manter a compatibilidade com o programa.0 D5.0 #5: #6: #7: 5. O CNC identifica internamente a especificação de argumentos I e a especificação de argumentos II.0 B2. As chamadas podem ser aninhadas até uma profundidade de quatro níveis. Endereço Número da variável A #1 B #2 C #3 I1 #4 #5 J1 #6 K1 #7 I2 #8 J2 #9 K2 #10 I3 #11 J3 Endereço Número da variável K3 #12 #13 I4 #14 J4 #15 K4 #16 I5 #17 J5 #18 K5 #19 I6 #20 J6 #21 K6 #22 I7 Endereço Número da variável J7 #23 #24 K7 #25 I8 #26 J8 #27 K8 #28 I9 #29 J9 #30 K9 #31 I10 #32 J10 #33 K10 D Os subíndices de I.0 #2:2.0 I4. o tipo de especificação de argumentos por último especificado tem precedência. como neste exemplo. Se for especificada uma combinação da especificação de argumentos I e II. e usa I. é válido o último. A especificação de argumentos II é usada para transferir valores. sob a forma de argumentos. uma vez cada.

O0002. Z W K Corte Deslocamento rápido 280 . K para a profundidade de corte e F para a velocidade de avanço de corte para perfurar o furo. : : M99 . O0003 . Nessa altura. : : M99 . o nível da variável local é diminuído em um. D Quando M99 é executado em um macroprograma. D Cada vez que uma macro é chamada (com G65 ou G66). : : M99 . D O nível do programa principal é 0. O0005 . Especifique Z ou W para a profundidade do furo. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Níveis das variáveis locais D As variáveis locais do nível 0 a 4 estão disponíveis para aninhamento. : : G65 P3 A3 . Variáveis locais (nível 1) (nível 0) #1 : #33 1 : #1 : #33 2 : (nível 2) #1 : #33 3 : (nível 3) #1 : #33 4 : (nível 4) #1 : #33 5 : Variáveis comuns #100--. Macro Programa principal (nível 0) Macro (nível 1) Macro (nível 2) Macro (nível 3) (nível 4) O0001 . G65 P2 A2 . o controle retorna ao programa que originou a chamada. : : G65 P5 A5 . O0004 .15. o nível da variável local sofre um incremento de um. #500-Variáveis que podem ser lidas e escritas através de macros em diferentes níveis Programa exemplificativo (Ciclo de perfuração) Movimente previamente a ferramenta ao longo dos eixos X e Z para a posição em que se dá início ao ciclo de perfuração. : #1=1 . Os valores das variáveis locais no nível anterior são salvas no CNC. : : M30 . : : : : : M99 . os valores das variáveis locais salvas quando a macro foi chamada são repostos. : : G65 P4 A4 .

.0 Z200. . . . . . N9 M99 . . . . . . . G01 W. Se a programação for incremental. . IF [#26 EQ #0] GOTO 8 . . . . . . . . . . . . . . . . . . GOTO 1 . . . . Determina se o furo a ser aberto é demasiado profundo. . . Move a ferramenta para a profundidade do furo precedente. . . . Abre o furo. . . . . #23=#5002. #2=#1. .0 Z200. . . . . .0 K20. . . . . . . . . .3 . . . . . . Calcula a profundidade de um furo. . . . . . . . . . .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. . . .0 F0. . . D Macroprograma (programa chamado) .#26 .0 S1000 M03 . . . . . . .0 M05 . . . . . .#2 . . . . . Move a ferramenta para o ponto inicial de perfuração. G00 X100. . N8 #3000=1 (NÃO COMANDO U OU Z) 281 . G00 W#1 . . . . . . . O9100. . . Se nem Z nem W forem especificados.0 . . .[#1. . #2=0 . . . . . . . . . . #1=0. . . . à velocidade de avanço de corte. . . N1 #1=#1+#6 . especifica o salto para N1. . . . . G00 X0 Z102. Anular os dados sobre a profundidade do furo atual. . . . . . . G65 P9100 Z50. . Armazena a profundidade do furo atual. . . . Ww Z: U: K: F: D Programa que chama um macroprograma Profundidade do furo (especificação absoluta) Profundidade do furo (especificação incremental) Quantidade de corte por ciclo Velocidade de avanço de corte O0002. . Verifica se a perfuração foi terminada. . . . . . Anular os dados sobre a profundidade do furo precedente. Fixa o valor na profundidade do furo atual. . Calcula a profundidade do furo atual. N2 G00 W. . ocorre um erro. . . IF [#23 NE #0] GOTO 1 . M30 . .#2] F#9 . MACROS DE USUÁRIO D Formato de chamada G65 P9100 Zz Kk Ff . . G50 X100. . . IF [#1 GE #23] GOTO 9 . . IF [#1 LE #23] GOTO 2 . . . . . .? #1=#23. . . .

0 B2. G01 Z--#2 F0. uma macro é chamada após um bloco.3 . o que não inclui chamadas de subprogramas (M98). G67 . P : Número do programa a ser chamado ℓ : Contagem da freqüência de repetição (1 predefinido) Argumento : Dados transferidos para a macro O0001 . : G66 P9100 L2 A1. para cancelar uma chamada modal.0 . D Quando é necessário um número de repetições. incluindo chamadas simples (G65) e chamadas modais (G66). : : : : M99 . D G66 precisa ser especificado antes de quaisquer argumentos. especifique no endereço P um número de programa sujeito a uma chamada modal. D Cancelamento D Aninhamento de chamadas D Aninhamento de chamadas modais Quando um código G67 é especificado. as chamadas de macro modais não são mais executadas nos blocos seguintes.0 . O9100. : M30 .0 . MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. especificando um movimento ao longo dos eixos. As chamadas modais podem ser aninhadas pela especificação de um outro código G66 durante uma chamada modal. D Nenhuma macro pode ser chamada em um bloco G66. os dados transferidos para um macroprograma são especificados em argumentos. Explicações D Chamada D Depois de G66.6. : G00 Z--#1 . X150.0 . Tenha em atenção que as variáveis locais não são definidas sempre que é executada uma chamada modal. 282 Restrições .15. D As variáveis locais (argumentos) podem apenas ser definidas em blocos G66. G00 G90 X100. pode ser especificado um número de 1 a 9999 no endereço L.2 Chamada Modal (G66) Quando G66 é acionado para especificar uma chamada modal. G66 P p L ℓ <especificação de um argumento> . X125. D Nenhuma macro pode ser chamada em um bloco que contenha um código tal como uma função miscelânea que não envolva movimento ao longo de um eixo. As chamadas podem ser aninhadas até uma profundidade de quatro níveis. D Tal como acontece com uma chamada simples (G65). Esta ação continua até que G67 ocorra.

G00 U#21 . . . . . . .0 Z80. . .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. U: Profundidade da ranhura (especificação incremental) F : Avanço de corte para ranhurar D Programa que chama um macroprograma O0003 . . G00 X00. . . . . . . M99 .0 . . G66 P9110 U5. Z50. . .0 .5 . . . .0 . S1000 M03 . .0 M05 . .0 F0. . M30. . G01 U. . . . . . . . . Efetua a retração da ferramenta.0 Z200. . U D Formato de chamada G66 P9110 Uu Ff . . . . . D Macroprograma (programa chamado) 283 . .0 . . . . G67 .#21 F#9 . . . G00 X60. . . . MACROS DE USUÁRIO Programa exemplificativo Este programa efetua uma ranhura em uma posição especificada. O9110. Z30. . . Corta a peça. . G50 X100. .0 Z200. .

Por exemplo. um código G é tratado como um código G comum. : M30 . Explicações Ao definir um número de código G de 1 a 9999. o macroprograma pode ser chamado da mesma forma que com G65. um código G é tratado como um código G comum. O0001 . quando um parâmetro é definido de modo que o programa de macros O9010 possa ser chamado com G81. através de uma macro de usuário. Parâmetro nº 6050 = 81 O9010 . 284 .0 Z--10. existem dois tipos de especificação de argumentos: Especificação de argumentos I e especificação de argumentos II. Número do programa O9010 O9011 O9012 O9013 O9014 O9015 O9016 O9017 O9018 O9019 Número parâmetro 6050 6051 6052 6053 6054 6055 6056 6057 6058 6059 do D Correspondência entre números de parâmetros e números de programas D Repetição D Especificação de argumentos Tal como acontece em uma chamada simples.6. Restrições D Aninhamento de chamadas através de códigos G Nenhuma macro pode ser chamada com um código G em um programa chamado com um código G.3 Chamada de Macro Através de um Código G A definição de um número de código G para chamada de um macroprograma. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. Tal como acontece com uma chamada simples. usado para chamar um programa de macros de usuário (9010 a 9019) no parâmetro correspondente (nº 6050 a 6059). sem modificar o programa de usinagem. em um parâmetro.15. Nesse tipo de programa.0 . é possível chamar um ciclo específico do usuário. permite chamar o macroprograma do mesmo modo que uma chamada simples (G65). O tipo de especificação de argumentos é determinado automaticamente de acordo com os endereços utilizados. Nesse tipo de programa. é possível especificar um número de repetições entre 1 e 9999 no endereço L. : : : N9 M99 . Não é possível chamar macros com um código G em um programa chamado como subprograma com um código M ou T. : G81 X10.

O código M usado para chamar um macroprograma tem de ser especificado no início de um bloco. Número do programa O9020 O9021 O9022 O9023 O9024 O9025 O9026 O9027 O9028 O9029 Número parâmetro 6080 6081 6082 6083 6084 6085 6086 6087 6088 6089 do D Correspondência entre números de parâmetros e números de programas D Repetição D Especificação de argumentos Tal como acontece em uma chamada simples.0 B2. usado para chamar um programa de macros de usuário (O9020 a O9029) no parâmetro correspondente (nº 6080 a 6089). MACROS DE USUÁRIO 15. Parâmetro 6080 = 50 O9020 . O0001 . Restrições . Tal como acontece com uma chamada simples. 285 . o código M é tratado como um código M comum. O tipo de especificação de argumentos é determinado automaticamente de acordo com os endereços utilizados. : M50 A1.4 Chamada de Macro Através de um Código M A definição de um número de código M para chamada de um macroprograma.0 . : : : M99 . não pode ser chamada qualquer macro com um código M. permite chamar o macroprograma do mesmo modo que uma chamada simples (G65). Explicações Ao definir um número do código M de 1 a 99999999. o macroprograma pode ser chamado da mesma forma que com G65. existem dois tipos de especificação de argumentos: Especificação de argumentos I e especificação de argumentos II. . Nesse tipo de programa.Em uma macro chamada com um código G ou em um programa chamado como um subprograma com um código M ou T. é possível especificar um número de repetições entre 1 e 9999 no endereço L.6.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. : M30 . em um parâmetro.

: : : M99 . é possível especificar um número de repetições entre 1 e 9999 no endereço L. Número do programa O9001 O9002 O9003 O9004 O9005 O9006 O9007 O9008 O9009 Número do parâmetro 6071 6072 6073 6074 6075 6076 6077 6078 6079 D Correspondência entre números de parâmetros e números de programas D Repetição D Especificação de argumentos D Código M Tal como acontece em uma chamada simples. : M03 . Em uma macro chamada com um código G ou em um programa chamado com um código M ou T. A especificação de argumentos não é permitida.5 Chamada de Subprogramas Através de um Código M A definição de um número de código M para chamada de um subprograma (macroprograma).15. O0001 . permite chamar o macroprograma do mesmo modo que uma chamada simples (M98). Um código M em um macroprograma que foi chamado é tratado como um código M comum. não é possível chamar qualquer subprograma através de um código M. Nesse tipo de programa. : M30 . em um parâmetro. Parâmetro 6071 = 03 O9001 .6. o código M é tratado como um código M comum. Explicações A definição de um número de código M entre 1 e 99999999. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. Limitações 286 . usado para chamar um subprograma em um parâmetro (nº 6071a 6076) permite chamar o programa de macros de usuário correspondente (O9001 a O9006) do mesmo modo que com M98.

Limitações 287 . permite chamar um macroprograma cada vez que o código T é especificado no programa de usinagem. MACROS DE USUÁRIO 15.6 Chamada de Subprogramas Através de um Código T A chamada de suprogramas (programas de macro) com um código T em um parâmetro. : T0203 . Nesse tipo de programa. um código T é tratado como um código T comum. : : : M99 . : M30 .6. Em uma macro chamada com um código G ou em um programa chamado com um código M ou T. O9000 . O0001 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. Bit 5 (TCS) do parâmetro nº 6001 = 1 Explicações D Chamada A definição do bit 5 (TCS) do parâmetro nº 6001 com 1 permite chamar o macroprograma O9000 quando um código T é especificado no programa de usinagem. Um código T especificado em um programa de usinagem é atribuído à variável comum #149. não é possível chamar qualquer subprograma através de um código M.

. .6. . O tempo durante o qual o funcionamento da máquina é interrompido pelo bloqueio de avanço e pela operação de parada de bloco único não é contado. . . . . . . . . . . No entanto. . M30. . . . . M03 . . . Altera #502. o tempo gasto na troca de ferramentas e paletes é incluído. . . .15. . . . . . . . . . . . . Altera #504. . . . . . . . . . . . . . . . M03 . . M03 . . . . . . . . . . . . Defina 0 nas variáveis #501 a #505. . . . . . . . . . . M03 . . . . . 288 Altera #501. M03 . . . . : M05. . . . . . . . . . . . . : M05. . O tempo não é medido para as ferramentas cujo número é igual ou superior a 6. . . . . . . . . . . . . . . . . T0500 M06. . O0001. : M05. . . . .7 Programa Exemplificativo Condições Ao usar a função de chamada de subprograma que utiliza códigos M. T0100 M06. . . Altera #505. . . T0200 M06. . . Verificação da operação D Especificação de parâmetros D Especificação do valor das variáveis D Programa que chama um macroprograma Defina 3 no parâmetro nº 6071 e 05 no parâmetro nº 6072. . . . . . . : M05. . . T0400 M06. . . . . é medido o tempo de uso acumulativo de cada ferramenta. . : M05. . . . . . A variável do sistema #3002 é usada para medir o tempo durante o qual o indicador luminoso de início de ciclo permanece aceso. D As variáveis seguintes são usadas para armazenar os números das ferramentas e os tempos medidos: #501 #502 #503 #504 #505 Tempo de uso acumulativo da ferramenta número 1 Tempo de uso acumulativo da ferramenta número 2 Tempo de uso acumulativo da ferramenta número 3 Tempo de uso acumulativo da ferramenta número 4 Tempo de uso acumulativo da ferramenta número 5 D O tempo de uso começa a ser contado quando o comando M03 é especificado e pára com a especificação de M05. . MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. D O tempo de uso acumulativo de cada uma das ferramentas é medido com os números 1 a 5. . . . Altera #503. T0300 M06.

. . . . . . . . . Macro para iniciar a contagem M01. . . . . . . Número da ferramenta da fora da faixa permitida #3002=0. . Número da ferramenta da fora da faixa permitida #[500+FIX[#4120/100]]=#3002+#[500+FIX[#4120/100]]. . . . . . . . MACROS DE USUÁRIO Macroprograma (programa chamado) O9001(M03). . . . . . M99. . Calcula o tempo cumulativo. . . . . Nenhuma ferramenta especificad IF[FIX[#4120/100] GT 5]GOTO 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . M99. . . . IF[FIX[#4120/100] EQ 0]GOTO 9. . . . . . . . .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. . . . . . . Macro para terminar a contagem M01. . . . . . . . . . Nenhuma ferramenta especificada IF[FIX[#4120/100] GT 5]GOTO 9. . . . . . . N9 M03. . . . . . . Gira o fuso no sentido de avanço. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O9002(M05). . . . . . . Pára o fuso. . . . . . . . . . IF[FIX[#4120/100] EQ 0]GOTO 9. . 289 . . . . N9 M05. . . . . . . . . . Limpa o temporizador. . . . . .

G42) (procedendo. etc. os blocos que contêm os códigos M.7 PROCESSAMENTO DE MACROINSTRUÇÕES Para uma usinagem sem problemas. N2 #1=100 . Essa operação é denominada armazenamento no buffer. e os blocos que contêm G31. N2 #100=1 : Execução de instrução NC N1 > :Bloco em execução Execução de macroinstrução Buffer N2 D Armazenamento do bloco seguinte no buffer em um modo diferente do da compensação do raio da ponta da ferramenta (G41. N4 Z100.0 . o CNC faz a leitura prévia da instrução NC a ser executada em seguida. a fim de encontrar interseções.) > N1 G31 X100. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. As macroinstruções (N2. 290 . o CNC faz a leitura prévia de instruções NC dois ou três blocos adiante. G31. a instrução NC seguinte (N4) é lida para o buffer.0 . G42).15. M02 ou M30. N3) entre N1 e N4 são processadas durante a execução de N1. Não sofrem leitura prévia os blocos que contêm M00. normalmente. cuja leitura para o buffer é suprimida pela especificação dos parâmetros (nº 3411 a 3420). Explicações D Quando o bloco seguinte não é armazenado no buffer (códigos M que não são armazenados no buffer. são processadas imediatamente após sua leitura para o buffer. : Execução de instrução NC Execução de macroinstrução Buffer N2 N1 N4 N3 N4 > : Bloco em execução V : Leitura do bloco para o buffer Quando N1 está sendo executado.0 . M01. à leitura prévia de um bloco) > N1 X100. As macroinstruções destinadas a operações aritméticas e desvios condicionais. No modo de compensação do raio da ponta da ferramenta (G41. N3 #2=200 .

no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta (G41. Como N5 é um bloco que não envolve movimento.0 F100 T0101 . MACROS DE USUÁRIO D Armazenamento do bloco seguinte no buffer.0 . N4) entre N1 e N5 são processadas durante a execução de N1. as instruções NC nos dois blocos seguintes (até N5) são lidas para o buffer. G42) > N1 G01 G41 X100. Neste caso. N3 Z50.0 . D Quando o bloco seguinte não inclui qualquer movimento.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. não se pode calcular uma interseção. #2=200 . N4 N5 Z50. G42) > N1 G01 G41 G91 Z100. As macroinstruções (N2. #2=200 . são lidas as instruções NC nos três blocos seguintes (até N7). no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta (G41. : > : Bloco em execução V : Leitura do bloco para o buffer Execução de instrução NC Execução de macroinstrução Buffer N2 N1 N3 N4 N6 N3 N5 N7 Quando o bloco NC1 está sendo executado. N3 X100. 291 . N2 #1=100 .0 . as instruções NC nos dois blocos seguintes (até N5) são lidas para o buffer. : Execução de instrução NC Execução de macroinstrução Buffer N2 > : Bloco em execução V : Leitura do bloco para o buffer N1 N3 N4 N3 N5 Quando N1 está sendo executado.0 F100 T0101 . N4 N5 M08 . N4 e N6) entre N1 e N7 são processadas durante a execução de N1.0 . N6 #3=300 . As macroinstruções (N2. N7 X200. N2 #1=100 .

8 REGISTRO DE PROGRAMAS DE MACROS DE USUÁRIO Os programas de macros de usuário são semelhantes aos subprogramas. Podem ser registrados e editados do mesmo modo que os subprogramas.15. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. 292 . A capacidade de armazenamento é determinada pelo comprimento total da fita usada para armazenar as macros de usuário e subprogramas.

293 D Salto opcional de bloco D Operação no modo EDICAO D Reset D Indicação na tela de REINÍCIO DO PROGRAMA D Bloqueio de avanço D Valores constantes que podem ser usados em <expressão> . Quando todo o conteúdo da memória é apagado (pressionando simultaneamente as teclas e para ligar o equipamento).0000001 Os dígitos significativos são 8 (decimal). o bloco é considerado como especificando um movimento com uma distância a percorrer igual a 0. Tal como acontece com M98. Quando é ativado um bloqueio de avanço durante a execução de uma macroinstrução. As variáveis do sistema #1000 a #1133 não são apagadas. Os programas de macros de usuário e subprograma registrados devem ser protegidos contra destruição inadvertida. G66 ou G67) não é interrompido mesmo quando o modo bloco a bloco está ativado. Em um programa de macros de usuário não é possível pesquisar números de seqüência. é possível parar os blocos no modo de bloco único (exceto no caso dos blocos contendo comandos de chamada de macro. Durante a operação automática. é acionado o alarme P/S nº 003. a máquina pára após a execução da macroinstrução. Um bloco contendo um comando de chamada de macro (G65. comandos de operações aritméticas e comandos de controle). é apagado. Note que quando ocorre uma parada de bloco a bloco em uma macro instrução no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta. Com uma operação de reset. MACROS DE USUÁRIO 15. não é visto como um especificador de um código de salto opcional de bloco. os valores das variáveis locais e comuns #100 a #199 são colocados a zero. Mesmo durante a execução de um macroprograma. não é possível fazer a comutação do modo MDI para uma chamada de macroprograma. +0. contudo.) Um / aparecendo no meio de uma <expressão> (entre colchetes [ ] do lado direito de uma expressão aritmética) é visto como um operador de divisão. Ao definir NE8 (bit 0 do parâmetro 3202) e NE9 (bit 4 do parâmetro 3202) com 1. Os blocos contendo comandos de operação aritméticos e comandos de controle podem ser parados no modo de bloco único definindo SBM (bit 5 do parâmetro 6000) para 1. Se esta faixa não for respeitada. o conteúdo da memória. tais como os programas de macros de usuário. A máquina também pára em caso de reset ou de ativação de um alarme. as funções de exclusão e edição são desativadas para os programas de macros de usuário e subprogramas com os números de programa de 8000 a 8999 e de 9000 a 9999. não se pode fazer uma compensação adequada. em alguns casos. (Mais precisamente. assume-se que a instrução é um bloco que não envolve movimento e. Uma operação de reset apaga qualquer estado dos programas de macros de usuário e subprogramas.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15.9 LIMITAÇÕES D Operação MDI D Pesquisa de números de seqüência D Bloco único O comando de chamada de macro também pode ser especificado no modo MDI. bem como todos os estados DO. não são mostrados os códigos M e T usados nas chamadas de subprogramas. e devolve o controle ao programa principal. A operação de parada de bloco único é usado para testar programas de macros de usuário. definindo CLV e CCV (bit 7 e 6 do parâmetro 6001). É possível evitá-lo.0000001 a +99999999 -99999999 a -0.

+. de acordo com a especificação de dados (ISO) produzida na altura. incluindo os dígitos decimais. especifique este comando para estabelecer a conexão com um dispositivo externo de entrada/saída. Estes comandos são denominados de comandos de saída externos. /. (ii) Todas as variáveis são armazenadas com um ponto decimal. Comando de saída de dados: BPRNT ou DPRNT Comando de encerramento: PCLOS Depois de concluídos todos os comandos de saída de dados. BPRNT [ a #b [ c ] … ] Número de casas decimais significativas Variável caractere D Comando de saída de dados BPRNT O comando BPRNT executa a saída de caracteres e valores de variáveis em formato binário. É enviado como dado em formato binário. Deve ser especificado antes de uma seqüência de comandos de saída de dados. Um valor de variável é tratado como um dado de 2 palavras (32 bits).Números . Explicações Especifique esses comandos na seguinte ordem: Comando de abertura: POPEN Antes de especificar uma seqüência de comandos de saída de dados.10 COMANDOS DE SAÍDA EXTERNOS Além dos comandos padrão das macros de usuário. (iii)Depois da saída dos dados especificados.Letras (A a Z) .caracteres especiais (*. (iv) As variáveis nulas têm o valor 0.15. Especifique os dados que devem sair. estão ainda disponíveis os seguintes macrocomandos. Os caracteres especificáveis são os seguintes: . é criado um código EOB de acordo com as especificações do código ISO.) Um asterisco (*) é editado por um código de espaço. (i) Os caracteres especificados são convertidos para códigos ISO correspondentes. especifique PCLOS para terminar a conexão com o dispositivo externo de entrada/saída. Especifique uma variável seguida pelo número de casas decimais significativas entre colchetes. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. -. 294 . etc. começando pelo byte mais alto. D Comando de abertura POPEN POPEN POPEN estabelece a conexão com um dispositivo externo de entrada/saída. BPRNT DPRNT POPEN PCLOS Estes comandos permitem encaminhar a saída de valores das variáveis e de caracteres para a interface de leitura/envio. O CNC transmite um código de controle DC2.

É gerado um código para cada um dos números de dígitos especificados. os dígitos decimais são sempre impressos. estes zeros não são editados se PRT (bit1 do parâmetro 6001) for 1.4 #10=12. Se o número de casas decimais for zero. 295 . (ii) Ao transmitir uma variável. consulte os itens (i). Quando os dígitos de ordem superior forem zeros. se PRT(bit 1 do parâmetro 6001) for 1. Quando PRT (bit 1 do parâmetro 6001) for 0. (i) Para mais informações sobre o comando DPRNT. (iii) e (iv) para o comando BPRNT.40596 #101=-1638. especifique # seguido pelo número da variável.34 LF 12 (0000000C) M --1638400(FFE70000) Z 406(00000196) X Espaço C D Comando de saída de dados DPRNT DPRNT [ a #b [cd] …] Número de casas decimais significativas Número de dígitos significativos na parte inteira Variável caractere O comando DPRNT envia caracteres e cada um dos dígitos contidos no valor de uma variável. é editado um código de espaço sempre que for encontrado um zero. Cada variável tem de ser um valor numérico com um máximo de oito dígitos. é editado um código de espaço para indicar um número positivo em vez de +. Se PRT(bit 1 do parâmetro 6001) for 0. não é enviado nenhum ponto decimal. especificando a seguir o número de dígitos da parte inteira e o número de casas decimais entre colchetes. de acordo com o código definido nas especificações (ISO). Para cada dígito é enviado um código correspondente às especificações (ISO). Quando o número de casas decimais não é zero. não é editado qualquer código. iniciando com o dígito mais alto.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. MACROS DE USUÁRIO Exemplo) BPRINT [ C** X#100 [3] Z#101 [3] M#10 [0] ] Valor das variáveis #100=0. O ponto decimal também é enviado através de um código definido nas especificações (ISO).

102 e 103 Canal de E/S 1 : Parâmetros 111.) Ao especificar um comando DPRNT para a saída de dados. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Exemplo) DPRNT [ X#2 [53] Z#5 [53] T#30 [20] ] Valor das variáveis #2=128. especifique se os zeros à esquerda deverão ou não ser enviados como espaços (especificando PRT (bit 1 do parâmetro 6001) com 1 ou 0). Canal de E/S 0 : Parâmetros 101. 122 e 123 D Especificação necessária Nunca especificar a saída para disquetes ou cassete FANUC. O código de controle DC4 é enviado pelo CNC.47398 #5=-91. do bit 3 do parâmetro 0103 é 0) ou um LF e CR (NCR é 1).200 X128.456 (1) Parâmetro PRT(nº 6001#1)=0 sp LF T --Z X (2) Parâmetro PRT (nº 6001#1)=1 sp 23 sp sp sp 91. Para indicar o fim de uma linha de dados no código ISO. defina os itens de dados (tal como a taxa de bauds) para a interface de leitura/envio. especifique se pretende utilizar apenas um LF (NCR.474 D Comando de encerramento PCLOS PCLOS . Especifique este comando quando todos os comandos de saída de dados tiverem sido concluídos. Especifique o uso de canal para o parâmetro 020.200 sp sp sp 128.15. O comando PCLOS libera uma conexão para um dispositivo externo de entrada/saída. 296 .474 LF T23 Z--91. 112 e 113 Canal de E/S 2 : Parâmetros 121. De acordo com a especificação desse parâmetro.2 #30=123.

Especifique o comando de encerramento no final do programa. MACROS DE USUÁRIO NOTA 1 Não é necessário especificar sempre o comando de aber-tura (POPEN). Todavia. não precisa ser especificado novamente após um comando de encerramento. DPRNT) e o comando de encerramento (PCLOS) em simultâneo. tanto a segunda abreviação como as subseqüentes são convertidas e introduzidas. 297 . 5 O pode ser especificado entre colchetes [ ]. de modo que não seja executado nenhum processamento semelhante ao de M30 até que todos os dados tenham sido enviados. não especifique um comando de encerramento se não tiver sido especificado qualquer comando de abertura. em atenção que quando os caracteres entre colchetes são divididos e introduzidos várias vezes. quando uma operação de reset é executada por um código. no final de um programa que executa a saída de dados. tal como M30. 3 Quando uma operação de reset é realizada enquanto os comandos estão sendo enviados por um comando de saída de dados. o comando de saída de dados (BPRNT. 2 Certifique--se de que especifica comandos de abertura e de encerramento aos pares.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. Tenha em atenção que quando os caracteres entre colchetes [ ] são divididos e introduzidos várias vezes. Tenha. 4 As palavras de macros abreviadas entre colchetes [ ] permanecem inalteradas. o O é omitido na segunda entrada e entradas subseqüentes. Por isso. contudo. a saída é interrompida e os dados subsqüentes apagados. especifique um comando de encerramento no final do programa. Assim que um comando de abertura tiver sido especificado no início de um programa.

Nffff.15.11 MACRO DE USUÁRIO DO TIPO INTERRUPÇÃO Formato Quando um programa está sendo executado. M97 .11 Função de macro de usuário do tipo interrupção Quando M96Pxxxx é especificado em um programa. Essa função é denominada como função de macro de usuário do tipo interrupção. a operação do programa seguinte pode ser interrompida por um sinal de interrupção (UINT). Dessa forma. Sinal de interrupção (UINT)* Fig. Acima são dados alguns exemplos. (1) Quando é detetada uma avaria de ferramenta. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. 298 . Ativa uma macro de usuário do tipo interrupção Desativa uma macro de usuário do tipo interrupção Explicações O uso da função de macro de usuário do tipo interrupção permite ao usuário chamar um programa durante a execução de um bloco arbitrário de um outro programa. Programe um comando de interrupção no seguinte formato: M96 Pffff . 15. é possível operar os programas de acordo com as diversas situações. pode ser chamado outro programa pela introdução de um sinal de interrupção (UINT) através da máquina. (3) As informações sobre as operações em curso são lidas a intervalos regulares. M97 . Sinal de interrupção (UINT) O xxxx. o processo de tratamento da avaria é iniciado por um sinal externo. introduzido para executar o programa especificado por Pxxxx. (2) Uma seqüência de operações de usinagem é interrompida por outra operação de usinagem sem cancelamento da operação atual. M96 Pxxxx. Sinal de interrupção (UINT)* M99 (Pffff). como as aplicações de controle adaptativo da função de macro de usuário do tipo interrupção.

nenhuma interrupção de macro de usuário é iniciada.Quando não está sendo processada uma macro de usuário do tipo interrupção D Especificação Geralmente. MACROS DE USUÁRIO CUIDADO O sinal de interrupção (UINT.1 Método de Especificação Explicações D Condições de interrupção Uma macro de usuário do tipo interrupção está disponível apenas durante a execução do programa.Quando STL (lâmpada de início) está acesa . é iniciada uma macro de usuário do tipo interrupção assim que M96 for especificado (apenas quando for usado o esquema de controle de estado). A partir da especificação de M96. a função de macro de usuário do tipo interrupção é usada através da especificação de M96 para ativar o sinal de interrupção (UINT) e de M97 para desativá-lo. mesmo quando o sinal de interrupção é introduzido (UINT).11) é ignorado.11. o sinal de interrupção não pode ser introduzido durante a execução do programa de interrupção. a macro de usuário do tipo interrupção não é iniciada mesmo quando M96 for especificado. 15.Quando está selecionada a de memória ou a operação MDI . consulte o item “Sinal de interrupção de macro de usuário (UINT)” na subseç. Quando o esquema de controle de flanco for usado. pode ser iniciada uma interrupção de macro de usuário através da introdução do sinal de interrupção (UINT) até M97 ser especificado ou o NC ser reinicializado. M96 M97 M96 1 0 Sinal de interrupção (UINT) Sinal de entrada de interrupção acionado Quando UINT permanece ativo O sinal de interrupção (UINT) torna-se válido depois de M96 ter sido especificado.2. Depois da especificação de M97 ou do reset do NC. Quando a entrada de sinal no modo M97 é mantida até M96 ser especificado. NOTA Sobre os esquemas de controle de estado e de flanco. Além disso. sendo ativada sob as seguintes condições: .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. O sinal de interrupção (UINT) é ignorado até que outro comando M96 seja especificado. quando é introduzido após M97. 15.11. O sinal é ignorado mesmo quando é introduzido no modo M97. marcado com um * na Fig. 15. 299 .

Esta interrupção não é incluída no nível de aninhamento das chamadas de subprogramas. O tipo de interrupção usada é selecionado por MSB (bit 5 do parâmetro 6003). MPR (bit 4 do parâmetro 6003) é fornecido para definir códigos M para controle de macros de usuário do tipo interrupção. D Códigos M para o controle de macros de usuário do tipo interrupção Em geral. Ao especificar este parâmetro para usar os códigos M de controle de macro de usuário do tipo interrupção. as macros de usuário do tipo interrupção são controladas por M96 e M97.2 Pormenores das Funções Explicações D Interrupções tipo subprogramas e interrupções tipo macro Há dois tipos de interrupção de macros de usuário: Interrupções tipo subprogramas e interrupções tipo macro. Quando se especificar que os códigos M definidos no parâmetro não devem ser usados. (a) Interrupção tipo subprograma O programa de interrupção é chamado como um subprograma. Ao executar uma macro de usuário do tipo interrupção. mesmo que a macro de usuário do tipo interrupção seja uma interrupção do tipo macro. Os argumentos não podem ser transferidos do programa atual. em termos de compatibilidade de programa.m Os códigos M usados para controle de macros de usuário do tipo interrupção são processados internamente (não são enviados para as unidades externas). esta chamada é incluída no nível de aninhamento das chamadas de subprogramas ou das chamadas de macro de usuário. Isto significa que os níveis das variáveis locais permanecem inalterados antes e depois da interrupção. MIN (bit 2 do parâmetro 6003) é usado para escolher quando realizar interrupções: no meio ou no final de um bloco. (b) Interrupção tipo macro O programa de interrupção é chamado como uma macro de usuário. A interrupção não é incluída no nível de aninhamento das chamadas de macros de usuário. independentemente das definições dos parâmetros 6033 e 6034. 300 D Macros de usuário do tipo interrupção e instruções NC .15.11. não é desejável usar códigos M além de M96 e M97 para controlar interrupções de macros de usuário. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. Todavia. Por esse motivo. defina os parâmetros 6033 e 6034 da seguinte forma: Defina o código M para ativar a macro de usuário do tipo interrupção no parâmetro 6033 e defina o código M para desativar as macros de usuário do tipo interrupção no parâmetro 6034. Quando uma chamada de subprograma ou uma chamada de uma macro de usuário é executada dentro do programa de interrupção. M96 e M97 são usados como códigos M de controle de macro de usuário. esses códigos M podem já estar sendo utilizados para outros propósitos (como uma função M ou um código M de chamada de macro) por alguns fabricantes de máquinas-ferramentas. No entanto. Isto significa que os níveis das variáveis locais alteram-se antes e depois da interrupção. o usuário pode querer interromper a instrução NC em execução ou pode não desejar efetuar a interrupção até que a execução do bloco atual esteja concluída.

a menos que seja encontrada uma instrução NC. o controle é devolvido ao programa interrompido através de M99. a menos que uma instrução NC seja encontrada no programa de interrupção. qualquer movimento ou pausa é interrompido imediatamente e o programa de interrupção é executado. quando não existirem instruções NC no programa de interrupção Macro de usuário do tipo interrupção S Tipo II (quando uma interrupção é executada no fim do bloco) (i) Se o bloco em execução não for um bloco composto de várias operações de ciclo. (ii) Se o bloco em execução for composto por diversas operações de ciclo. As instruções NC são executadas após a conclusão de todas as operações de ciclo. (iii)Se o programa de interrupção não contiver qualquer instrução NC. Quando o controle é devolvido ao programa interrompido. as macro instruções do programa de interrupção são executadas imediatamente. Execução em progresso Programa normal Entrada de sinal de interrupção (UINT) Execução em progresso Macro de usuário do tipo interrupção Instrução NC no programa de interrupção 301 . como ciclo fixo de perfuração e retorno automático ao ponto de referência (G28). a interrupção é realizada da seguinte maneira: Quando um sinal de interrupção (UINT) é introduzido. perde-se o comando no bloco interrompido e a instrução NC do programa de interrupção é executada. MACROS DE USUÁRIO S Tipo I (quando uma interrupção é executada no meio de um bloco) (i) Quando o sinal de interrupção (UINT) é introduzido. (ii) Se o programa de interrupção contiver instruções NC. As instruções NC não são executadas até que o bloco atual esteja concluído. a interrupção é executada da seguinte maneira: Quando o último movimento nas operações de ciclo é iniciado. sendo o programa então reiniciado a partir do comando no bloco interrompido.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. o programa é reiniciado a partir do bloco seguinte ao bloco interrompido. Interrompido por interrupção de macro Execução em progresso Programa normal Entrada de sinal de interrupção (UINT) Execução em progresso Reinício de comando CNC. as macro instruções do programa de interrupção são executadas.

As macroinstruções do programa de interrupção são executadas quando é iniciado o último movimento da operação de ciclo. se o programa de interrupção é composto apenas por macroinstruções. o sinal de interrupção torna-se válido quando a execução do bloco interrompido é iniciada após o retorno do controle do programa de interrupção. No tipo I. O sinal de interrupção torna-se inválido durante a execução de um programa de interrupção. as operações restantes no ciclo interrompido são descartadas e o bloco seguinte é executado. As instruções NC são executadas após a conclusão da operação de ciclo.15. Caso haja instruções NC. S Para o tipo II 302 . O sinal torna-se válido quando é iniciada a execução do bloco imediatamente após o bloco interrompido no programa principal. a menos que seja encontrada uma instrução NC. para ativar as interrupções de macros de usuário. O sinal torna-se inválido quando se inicia a execução de um bloco que contém M97. a operação de ciclo é reiniciada depois do controle ter sido devolvido ao programa interrompido. Se o programa de interrupção não contiver instruções NC. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Condições para ativar e desativar o sinal de interrupção de macro de usuário O sinal de interrupção torna-se válido após o início da execução de um bloco que contém M96. assim que o controle retorna do programa de interrupção. D Interrupção de macro de usuário durante a execução de um bloco que envolve uma operação cíclica S Para o tipo I O movimento é interrompido e o programa de interrupção é executado mesmo durante o decurso de uma operação de ciclo.

Quando o esquema de controle de flanco é usado. é executada uma interrupção quatro vezes quando o esquema acionado pelo status for usado. o programa de interrupção é executado apenas temporariamente (nos casos em que o programa é composto apenas por macroinstruções) O esquema de controle de flanco é útil quando o esquema de controle de estado é inadequado ou quando uma macro de usuário do tipo interrupção está para ser executada apenas uma vez para todo o programa (neste caso. Assim.da inter-. O uso de qualquer dos esquemas resulta nos mesmos efeitos. exceto nas aplicações mencionadas acima. o sinal torna-se válido no flanco crescente. 303 . o sinal de interrupção pode permanecer ativo). 1 0 Sinal de interrupção (UINT) Execução Execução Execução Execução da inter-da inter-. a interrupção só é executada uma vez.da inter-rupção rupção rupção rupção Esquema de controle de estado Execução da interrupção Esquema de controle de flanco No exemplo acima.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. Um dos dois esquemas é selecionado com TSE (bit 3 do parâmetro 6003). quando for usado o esquema acionado pelo gume. é gerada uma macro de usuário do tipo interrupção se o sinal de interrupção (UINT) estiver ativo no momento em que o sinal se torna válido. Quando o esquema de controle de estado é selecionado através deste parâmetro. ao passar do estado de desativado para o de ativado. o sinal de interrupção (UINT) torna-se válido apenas em seu flanco de elevação. o sinal é válido quando é ativado. o programa de interrupção pode ser executado repetidamente. Se o sinal de interrupção (UINT) se mantiver ativo. Quando o esquema de controle de flanco é selecionado. MACROS DE USUÁRIO D Sinal de interrupção de macro de usuário (UINT) Há dois esquemas para a entrada do sinal de interrupção de macro de usuário (UINT): O esquema de controle de estado e o esquema de controle de flanco. Quando é usado o esquema de controle de estado. O tempo decorrido entre a entrada do sinal e a execução da macro de usuário do tipo interrupção não varia entre os dois esquemas.

começando pelo início. Interrupção NOTA Quando um bloco M99 é composto apenas pelo endereço O. Interrupção Interrupção O1234 GxxXxxx. Gff Xfff M99 . Com o endereço P é possível especificar também um número de seqüência no programa interrompido. uma interrupção é ativada para o bloco Gxx de O1234. 304 . O1234 é executado novamente.15. P. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Retorno de uma interrupção de macro de usuário Especifique M99 para retirar o controle de uma interrupção de macro de usuário e devolvê-lo ao programa interrompido. M96. antes de M99 ser reconhecido. L ou M. este bloco é considerado como pertencente ao bloco anterior do programa. M97 M99. M96P1234. Se for inconveniente. Execute M99 para ativar uma outra interrupção. uma parada de bloco não é possível para esse bloco. M96P5678 Interrupção O5678 M97 × GxxXxxx. Assim. as interrupções de macros de usuário devem ser controladas através da especificação de M96 e M97 no programa. não são geradas outras macros de usuário do tipo interrupção. M99. Quando M99 é especificado sozinho. O controle é devolvido ao primeiro número de seqüência encontrado. O1000. Assim. uma macro de usuário do tipo interrupção é ativada para o último comando do programa de interrupção. (A diferença reside no fato de Gff ser executado. Neste caso.) (1) (2) Gff Xfff . N. Quando uma macro de usuário do tipo interrupção está sendo executada. Sendo especificado. interrupções adicionais são automaticamente inibidas. No exemplo seguinte. O5678 é controlado por M96 e M97. o número de seqüência é procurado no programa. A execução de M99 possibilita a ocorrência de uma outra interrupção de macro de usuário. Em termos de prog-ramação. o (1) e (2) seguintes são basicamente iguais. quando é gerada uma interrupção. Não são geradas interrupções quando um programa de interrupção de macros de usuário está em execução. M99 especificado sozinho em um bloco é executado antes que o bloco anterior seja concluído. Quando o sinal é introduzido. é executado antes da conclusão dos comandos anteriores. M99. uma interrupção não é ativada para O5678 (ativada depois do controle ter sido devolvido a O1000).

É iniciada por um sinal de interrupção (UINT) durante a execução do programa. (2) Depois do retorno do controle ao programa interrompido. Nova informação modal modificada pelo programa de interrupção. (Com especificação de P) Nffff. a nova informação contínua. aplicam-se as seguintes medidas: (1) O programa de interrupção fornece informação modal a ser usada após o controle ter sido devolvido para o programa interrompido. Por essa razão. Quando o controle é devolvido do programa de interrupção para o programa interrompido através de M99 Pxxxx. Em geral. S Informação modal quando o controle é devolvido por M99 A informação modal existente antes da interrupção torna-se válida. consoante a informação modal existente antes da interrupção. Isto deve-se ao fato de alguns programas poderem operar de modo diferente após o controle ser devolvido. O∆∆∆∆ M96Pxxx Sinal de interrupção (UINT) Oxxx. a informação modal é especificada novamente. (Sem a especificação de P) Altere a informação modal A informação modal permanece M99(Pffff). qualquer alteração de informação modal feita pelo programa de interrupção não deve afetar o programa interrompido. 305 . Neste caso. MACROS DE USUÁRIO D Macro de usuário do tipo interrupção e informação modal Uma macro de usuário do tipo interrupção é diferente de uma chamada normal de programa. modificada pelo programa de interrupção. A nova informação modal modificada pelo programa de interrupção torna-se inválida. a informação modal antes da interrupção é restaurada quando o controle é devolvido por M99 ao programa interrompido. é transferida para o programa interrompido. inalterada antes e após a interrupção. conforme o necessário. A restauração da informação modal existente antes da interrupção não é desejável.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. mesmo quando uma informação modal é modificada pelo programa de interrupção. a informação modal pode ser novamente controlada pelo programa. Neste caso.

D As coordenadas da máquina e as coordenadas da peça do ponto B’ podem ser lidas usando as variáveis do sistema #5021 e superior e #5041 e superior. pode ser lida usando variáveis do sistema de macros de usuário de #4001 a #4120. após a operação de pesquisa para o início do programa. a chamada modal do programa de interrupção permanece válida. a chamada modal de macro de usuário torna-se válida. até que a primeira instrução NC seja encontrada. Todavia. Quando o sinal de interrupção (UINT) é introduzido durante a execução de uma operação de retorno no modo de funcionamento em vazio. A informação modal antiga. a chamada modal é restaurada para o estado anterior à interrupção. a chamada modal de macro de usuário é cancelada (G67). Quando o controle é devolvido pelo programa de interrupção. mesmo após a devolução do controle. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 S Informação modal quando o controle é devolvido por M99 Pffff A nova informação modal modificada pelo programa de interrupção permanece válida. Caminho do centro da ponta da ferramenta Interrupção gerada B’ A A’ Vetor de correção Caminho programado da ferramenta B D Variáveis do sistema (valores de informação sobre posição) para o programa de interrupção D Macro de usuário do tipo interrupção e chamada modal de macro de usuário Quando o sinal de interrupção (UINT) é introduzido e um programa de interrupção é chamado. o programa de interrupção é chamado depois da conclusão da operação de reinício para todos os eixos. nem durante a execução de um programa com um dispositivo externo de entrada/saída. D As coordenadas do ponto A podem ser lidas usando as variáveis do sistema #5001 e seguintes. Isto significa que a interrupção do tipo II é usada independentemente da especificação dos parâmetros. Quando o controle é devolvido através de M99Pxxxx. D Macro de usuário do tipo interrupção e reinício do programa D Operação DNC e macro de usuário do tipo interrupção 306 .. quando G66 é especificado no programa de interrupção. válida no bloco interrompido. Tenha em atneção que quando a informação modal é modificada pelo programa de interrupção. as variáveis do sistema de #4001 a #4120 não são alteradas.15. D As coordenadas do ponto A’ podem ser lidas após uma instrução NC sem especificações de movimento. A “macro de usuário do tipo interrupção” não pode ser executada durante a operação DNC. através de M99.

307 . quando são trocados agregados ou quando a velocidade máxima de avanço de corte ou as constantes de tempo de corte são alteradas para atender às diferentes condições de usinagem.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 16. Esta função é usada na definição dos dados de compensação de erros de passo. ENTRADA DE PARÂMETROS PROGRAMÁVEIS (G10) 16 Aspectos gerais ENTRADA DE PARÂMETROS PROGRAMÁVEIS (G10) Os valores dos parâmetros podem ser introduzidos em um programa.

Para os parâmetros dos eixos G11 . Os eixos de controle são numerados pela ordem em que são mostrados na tela do CNC. Sem o cancelamento. Para parâmetros.000 (5 dígitos) Valor de especificação de parâmetro (os zeros à esquerda podem ser omitidos. Especifique o número do eixo (P_) de 1 a 8 (até oito eixos) para um parâmetro dos eixos. AVISO 1 Não se esqueça de executar manualmente o retorno ao ponto de referência após a alteração dos dados de com-pensação de erro do passo ou dos dados de compensação da folga.º do parâmetro (4 dígitos) ou n. NOTA Não é possível especificar outras instruções NC no modo de entrada de parâmetros. O ponto decimal também não pode ser usado em variáveis de macro de usuário para R_. 2 O modo de ciclo fixo tem de ser cancelado antes da intro-dução dos parâmetros.) Nº de eixo de 1 a 8 (usado para introduzir parâmetros dos eixos) R_: P_: Explicações D Valor de especificação do parâmetro (R_) D Nº do eixo (P_) Não use um ponto decimal em um valor definido em um parâmetro (R_). especifique P2 para o eixo de controle exibido em segundo lugar. será ativado um movimento de perfuração. exceto os dos eixos N_P_R_. ENTRADA DE PARÂMETROS PROGRAMÁVEIS (G10) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Formato Formato G10L50.16. Sem isso. Por exemplo. 308 . Cancelamento do modo de entrada de parâmetros Significado do comando N_: N.º de posição de compensação (0 a 1023) para compensação de erros de passo +10. Especificação do modo de entrada de parâmetros N_R_. a máquina pode desviar--se da posição correta.

N3404 R 00000100 . G11 . Modo de entrada de parâmetros Especificação de SBP Cancelamento do modo de entrada de parâmetros 2.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 16. G10L50 . ENTRADA DE PARÂMETROS PROGRAMÁVEIS (G10) Exemplos 1. N1322P4R12000 . N1322P3R4500 . em cada eixo). Defina o bit 2 (SPB) do parâmetro de tipo bit nº 3404 G10L50 . Altere os valores do eixo Z (2º eixo) e do eixo C (4º eixo) no parâmetro dos eixos nº 1322 (coordenadas do limite de curso armazenado 2 na direção positiva. Modo de entrada de parâmetros Modificação do eixo Z Modificação do eixo C Cancelamento do modo de entrada de parâmetros 309 . G11 .

O registro na memória e a operação de memória são possíveis para as funções que usam o mesmo formato de fita que para a série 10/11. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11 B-64114PO/01 17 OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11 Programas com formato de fita da série 10/11 podem ser registrados na memória para operação de memória. definindo-se o bit 1 do parâmetro n. bem como para as funções seguintes que usam um formato de fita diferente: • Abertura de roscas de passo constante • Chamada do subprograma • Ciclo fixo • Repetição de ciclo fixo • Ciclo fixo de perfuração NOTA O registro em memória e a operação de memória só são possíveis para as funções disponíveis neste CNC. 310 .º 0001.17.

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

17.1

ENDEREÇOS E FAIXA DE VALORES ESPECIFICÁVEL PARA O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

Alguns dos endereços que não podem ser usados para este CNC podem ser usados no formato de fita da série 10/11. A faixa de valores permitidos para o formato de fita FS10/11 é basicamente idêntica à deste CNC. As seções II-17.2 a II-17.6 descrevem os endereços com uma faixa diferente de valores permitidos. Se for especificado algum valor fora da faixa de valores permitidos, é acionado um alarme.

311

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

B-64114PO/01

17.2

ABERTURA DE ROSCAS DE PASSO CONSTANTE
Formato
G32IP_F_Q_; ou G32IP_E_Q_;
IP : Combinação de endereços dos eixos F : Passo de rosca ao longo do eixo longitudinal E : Passo de rosca ao longo do eixo longitudinal Q : Posição do ângulo inicial da abertura de rosca

Explicações
D Endereço Embora o formato FS10/11 permita que o operador especifique o número de roscas por polegada com o endereço E, o formato de fita FS10/11 não o permite. Os endereços E e F são usados da mesma forma para especificar o passo de rosca ao longo do eixo longitudinal. O passo de rosca especificado com o endereço E também é, por isso, adotado como um valor de ação contínua para o endereço F.

D Faixa de valores permitidos para o passo de rosca

Endereço para o passo de Entrada em mm rosca E Comando com um ponto decimal Comando sem um ponto decimal

Entrada em polegadas

de 0.0001 a 500.0000 mm de 0.000001 a 9.999999 pol. de 0.0001 a 500.0000 mm de 0.000001 a 9.999999 pol. de 0.01 a 500.00 mm de 0.0001 a 9.9999 pol.

F

D Faixa de valores permitidos para a velocidade de avanço

Endereço para a velocidade de Entrada em mm avanço Avanço por minuto i t Sistema de 1 a 240000 incremental (IS--B) mm/min Sistema ) incremental (IS--C de 1 a 100000 mm/min de 0.01 a 500.00 mm/rot.

Entrada em polegadas de 0.01 a 9600.00 pol/min de 0.01 a 4800.00 pol/min de 0.0001 a 9.9999 pol/rot.

F

Avanço por rotação

AVISO Especifique novamente a velocidade de avanço, quando alternar entre o avanço por minuto e o avanço por rotação.

312

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

17.3

CHAMADA DO SUBPROGRAMA
Formato
M98PffffLffff;
P: Número do subprograma L: Contagem da freqüência de repetição

Explicação
D Endereço D Número do subprograma O endereço L não pode ser usado no formato de fita deste CNC, mas pode ser usado no formato de fita FS10/11. A faixa de valores permitidos é igual à deste CNC (de 1 a 9999). Se for especificado um valor com mais de quatro dígitos, os quatro últimos dígitos são considerados como o número do subprograma. A contagem da freqüência de repetição L pode ser especificada na faixa de 1 a 9999. Se não for especificada uma contagem da freqüência de repetição, 1 é adotado.

D Contagem da freqüência de repetição

313

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

B-64114PO/01

17.4

CICLO FIXO
Formato
Ciclo de torneamento da superfície exterior/interior (ciclo de corte reto)

G90X_Z_F_;
Ciclo de torneamento da exterior/interior (ciclo de corte cônico)

G90X_Z_I_F_;
I: Comprimento da seção do cone ao longo do eixo X (raio) Ciclo de abertura de rosca (ciclo de abertura de rosca reta)

G92X_Z_F_Q_;
F:Passo de rosca Q:Deslocamento do ângulo inicial da abertura de rosca Ciclo de abertura de rosca (ciclo de abertura de rosca cônica)

G92X_Z_I_F_;
I: Comprimento da seção do cone ao longo do eixo X (raio) Ciclo de torneamento da superfície final (ciclo de corte cônico frontal)

G94X_Z_F_;
Ciclo de torneamento da superfície final (ciclo de corte cônico frontal)

G94X_Z_K_F_;
K: Comprimento da seção do cone ao longo do eixo Z

D Endereço D Faixa de valores permitidos para a velocidade de avanço

Os endereços I e K não podem ser usados para ciclos fixos no formato de fita deste CNC, mas podem ser usados no formato de comando FS10/11. Igual à da abertura de roscas de passo constante na seção II-17.2. Ver seção II-17.2.

314

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

17.5

REPETIÇÃO DO CICLO FIXO DE TORNEAMENTO
Formato
Ciclo de torneamento da superfície exterior/interior G71P_Q_U_W_I_K_D_F_S_T_;
I : Comprimento e sentido da tolerância de corte para acabar o ciclo de usinagem grosseira ao longo do eixo X (ignorado, se especificado) K : Comprimento e sentido da tolerância de corte para acabar o ciclo de usinagem grosseira ao longo do eixo Z (ignorado, se especificado) D : Profundidade de corte

Ciclo de usinagem grosseira da superfície final G72P_Q_U_W_I_K_D_F_S_T_;
I : Comprimento e sentido da tolerância de corte para acabar o ciclo de usinagem grosseira ao longo do eixo X (ignorado, se especificado) K : Comprimento e sentido da tolerância de corte para acabar o ciclo de usinagem grosseira ao longo do eixo Z (ignorado, se especificado) D : Profundidade de corte

Ciclo de torneamento de loop fechado G73P_Q_U_W_I_K_D_F_S_T_;
I : Comprimento e sentido da distância ao longo do eixo X (raio) K : Comprimento e sentido da distância ao longo do eixo Z D : Número de divisões

Ciclo de corte da superfície final G74X_Z_I_K_F_D_; ou G74U_W_I_K_F_D_;
I : Distância a percorrer ao longo do eixo X K : Profundidade de corte ao longo do eixo Z D : Distância da ferramenta no final do caminho de corte

Ciclo de corte da superfície exterior/interior G75X_Z_I_K_F_D_; ou G75U_W_I_K_F_D_;
I : Distância a percorrer ao longo do eixo X K : Profundidade de corte ao longo do eixo Z D : Distância da ferramenta no final do caminho de corte

Repetição do ciclo de abertura de rosca G76X_Z_I_K_D_F_A_P_Q_;
I : K: D: A: P: Diferença dos raios das roscas Altura da crista da rosca (raio) Profundidade do primeiro corte (raio) Ângulo da ponta da ferramenta (ângulo de crista) Método de corte

315

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

B-64114PO/01

D Endereços e faixa de valores permitidos

Se os seguintes endereços forem especificados no formato de fita FS10/11, serão ignorados. D I e K para o ciclo de usinagem grosseira da superfície exterior/interior (G71) D I e K para o ciclo de usinagem grosseira da superfície final (G72) Para a repetição do ciclo de abertura de rosca (G76), especifique P1 (corte de profundidade constante com um só gume) ou P2 (abertura de rosca em ziguezague de profundidade constante, com os dois gumes) como método de corte (P). Pode ser especificado um valor entre 0 e 120 graus para o ângulo A da ponta da ferramenta. Se forem especificados outros valores, será acionado o alarme P/S 062. O endereço D (profundidade de corte e distância de retração) pode ser especificado com um valor entre -99999999 e 99999999, no menor incremento de entrada, mesmo que a entrada de ponto decimal tipo calculadora seja especificada (quando o bit 0 (DPI) do parâmetro nº 3401 é colocado em 1). Se o endereço D incluir um ponto decimal, é acionado o alarme P/S nº 007. A faixa de valores permitidos para a velocidade de avanço é a mesma da abertura de roscas de passo constante. Ver seção II-17.2.

316

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

17.6

FORMATOS PARA OS CICLOS FIXOS DE PERFURAÇÃO
Formato
Ciclo de perfuração R: P: F: L :

G81X_C_Z_F_L_ ; ou G82X_C_Z_R_F_L_ ;
Distância entre o nível inicial e a posição R Tempo de pausa na base do furo Velocidade de avanço de corte Número de repetições

G83X_C_Z_R_Q_P_F_L_ ;
R: Q: P: F: L :

Ciclo de perfuração profunda Distância entre o nível inicial e a posição R Profundidade de corte em cada ciclo Tempo de pausa na base do furo Velocidade de avanço de corte Número de repetições

G83.1X_C_Z_R_Q_P_F_L_ ;
R: Q: P: F: L :

Ciclo rápido de perfuração profunda Distância entre o nível inicial e a posição R Profundidade de corte em cada ciclo Tempo de pausa na base do furo Velocidade de avanço de corte Número de repetições

G84X_C_Z_R_P_F_L_ ;
R: P: F: L : Distância entre o nível inicial e a posição R Tempo de pausa na base do furo Velocidade de avanço de corte Número de repetições

Rosqueamento

G84.2X_C_Z_R_P_F_L_S_ ;
R: P: F: L : S:

Rosqueamento rígido com macho Distância entre o nível inicial e a posição R Tempo de pausa na base do furo Velocidade de avanço de corte Número de repetições Velocidade do fuso

G85X_C_Z_R_F_L_ ; ou G89X_C_Z_R_P_F_L_ ;
R: P: F: L : Distância entre o nível inicial e a posição R Tempo de pausa na base do furo Velocidade de avanço de corte Número de repetições

Ciclo de mandrilagem

Cancelamento G80 ;

Explicações
D Endereço Para este formato de fita do CNC, o endereço usado para especificar o número de repetições é K. Para o formato de fita FS10/11, é L.
317

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

B-64114PO/01

D Código G

Alguns códigos G são válidos apenas para o formato de fita do CNC ou para o formato de fita FS10/11. A especificação de um código G inválido, provoca o acionamento do alarme P/S nº 10.
Códigos G válidos apenas para o formato de fita da G81, G82, G83.1, G84.2 série 10/11 Códigos G válidos apenas para o formato de fita da G87, G88 série 0i

D Plano de posicionamento e eixo de perfuração

Para este formato de fita CNC, o plano de posicionamento e o eixo de perfuração são determinados de acordo com o código G para o ciclo fixo usado. Para o formato de fita FS10/11, o plano de posicionamento e o eixo de perfuração são determinados de acordo com G17/G19. O eixo de perfuração é o eixo básico (eixo Z ou eixo X) que não fica situado no plano de posicionamento.
Código G G17 G19 Plano de posicionamento Plano XY Plano YZ Eixo de perfuração Eixo Z Eixo X

Através do bit 0 (FXY) do parâmetro nº 5101 pode definir-se o eixo Z como eixo de perfuração. D Pormenores de dados que especificam a usinagem Os dados para o ciclo fixo são especificados da seguinte forma:
Gjj X C Z R Q P F L ;
Dados de Modo de perfuração Dados sobre a perfuração posição do furo Definição Endereço Número de repetições

Explicação Código G do ciclo fixo de perfuração

Modo de Gjj perfuração Dados sobre a posição do furo X/U C/H

(Z/W) Valor incremental ou absoluto usado para especificar a posição do furo Valor incremental ou absoluto usado para especificar a distância entre a posição R e a base do furo Valor incremental usado para especificar a distância entre o nível inicial e a posição R ou valor absoluto usado para especificar a posição R. O uso de qualquer deles depende do bit 6 do parâmetro nº 5102 e do sistema de códigos G em uso. Valor incremental usado para especificar a profundidade de corte em cada ciclo G83 ou G83.1 com programação do raio. Tempo de pausa na base do furo. A relação entre o tempo de pausa e o valor especificado é igual à de G04. Velocidade de avanço de corte Número de repetições para uma seqüência de operações de corte. Se L não for especificado, é adotado o valor 1.

Z/W (X/U)

R Modo de perfuração

Q

P F Número de repetições L

318

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

D Especificação da posição R

A posição R é especificada como um valor incremental para a distância entre o nível inicial e a posição R. Para o formato de fita FS10/11, o parâmetro e o sistema de códigos G usados determinam se a distância entre o nível inicial e a posição R deverá ser especificada com um valor incremental ou absoluto. Se o bit 6 (RAB) do parâmetro nº 5102 for 0, é sempre usado um valor incremental. Se for 1, o tipo de valor usado depende do sistema de códigos G usado. Quando é usado o sistema A de códigos G, utiliza-se um valor absoluto. Quando é usado o sistema B ou C de códigos G, utiliza-se um valor absoluto no modo G90 e um valor incremental no modo G91.
Formato de fita da série 10/11 Bit 6 do parâmetro nº 5102 = 1 Sistema de códigos G A Absoluto B, C G90 Absoluto G91 Incremental Incremental Bit 6 do parâmetro nº 5102 = 0 I Incremental t l Formato de fita da Série 16/18/160/180

D Pormenores do ciclo fixo

D Distância d para G83 e G83.1 D Pausa com G83 e G83.1

Abaixo é listada a correspondência entre os códigos G e este formato de fita do CNC ou o formato de fita FS10/11. Esta lista inclui igualmente notas sobre a pausa durante um ciclo fixo. N.º Gjj (Use) Formato de comando deste CNC 1. G81 (Ciclo de perfuração) G83 (G87) P0 <Q não é especificado> Sem pausa 2. G82 (Ciclo de perfuração) G83 (G87) P <Q não é especificado> A ferramenta faz sempre uma pausa na base do furo. 3. G83 (Ciclo de perfuração profunda)G83 (G87) <Tipo B> Se o bloco contiver um comando P, a ferramenta faz uma pausa na base do furo. 4. G83.1 (Ciclo de perfuração profunda)G83 (G87) <Tipo A> Se o bloco contiver um comando P, a ferramenta faz uma pausa na base do furo. Nota) Tanto o tipo A como o B são selecionados de acordo com o bit 2 (RTR) do parâmetro nº 5101. 5. G84 (Rosqueamento) G84 (G88)I Se o bloco contiver um comando P, a ferramenta faz uma pausa depois de chegar à base do furo e depois de ser retraída para a posição R. 6. G84.2 (Rosqueamento rígido com macho) M29 S_ G84 (G88) Se o bloco contiver um comando P, a ferramenta faz uma pausa antes do fuso iniciar a rotação em sentido inverso na base do furo e antes de iniciar a rotação em sentido normal na posição R. 7. G85 (Ciclo de mandrilagem) G85 (G89) P0 Sem pausa 8. G89 (Ciclo de mandrilagem) G85 (G89) P_ A ferramenta faz sempre uma pausa na base do furo. O parâmetro nº 5114 determina a distância d para G83 e G83.1. Na série 0i, G83 ou G83.1 não leva a ferramenta a fazer uma pausa. No formato de fita FS10/11, a ferramenta só faz uma pausa na base do furo se o bloco contiver um endereço P.
319

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

B-64114PO/01

D Pausa com G84 e G84.2

Na série 0i, G84/G84.2 leva a ferramenta a fazer uma pausa antes do fuso começar a girar na direção normal ou na direção inversa, de acordo com a especificação de parâmetros correspondente. No formato de fita FS10/11, quando o bloco contém um endereço P, a ferramenta faz uma pausa na base do furo e na posição R, antes do fuso começar a girar no sentido normal ou no sentido inverso. No formato de fita FS10/11, o rosqueamento rígido com macho pode ser especificado através dos métodos listados abaixo:
Formato G84.2 X_ Z_ R_ ...S**** ; S**** ; G84.2 X_ Z_ R_ .... ; M29 S**** ; G84 X_ Z_ R_ .... ; M29 S**** G84 X_ Z_ R_ .... ; G84 X_ Z_ R_ .... S**** ; S**** ; G84 X_ Z_ R_ .... ; G84 é um código G para o rosqueamento rígido com macho. macho Bit 0 (G84) do parâmetro n.º 5200 = 1 * Comum ao formato da série 0i Definição (F10/F11) = 1 Condição (parâmetro), comentário

D Rosqueamento rígido com macho

* Comum ao formato da série 0i

D Programação do diâmetro ou do raio

Definindo com 1 o bit 7 (RDI) do parâmetro nº 5102, o modo de programação do diâmetro ou do raio para o comando R do ciclo fixo no formato de fita FS10/11 corresponde ao modo de programação do diâmetro ou do raio para o eixo de perfuração. Especificando o bit 3 (F16) do parâmetro nº 5102, o formato de fita FS10/11 é desativado. Tal aplica-se apenas ao ciclo fixo de perfuração. No entanto, o número de repetições deve ser especificado através do endereço L. CUIDADO A colocação em 1 do bit 3 (F16) do parâmetro n.º 5102 corrige os bits 6 (RAB) e 7 (RDI) do parâmetro n.º 5102; ambos passam a ser considerados como sendo 0.

D Desativação do formato da série 10/11

Limitações
D Eixo C como eixo de perfuração D Fixação do eixo C É impossível usar o eixo C (o terceiro eixo) como eixo de perfuração. Portanto, a especificação de G18 (plano ZX) aciona o alarme P/S nº 28 (erro do comando de seleção de plano). No formato de fita FS10/11, não é possível especificar um código M para fixar o eixo C.

320

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

18. FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

18

FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

321

18. FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

18.1
CONTROLE AVANÇADO POR ANTECIPAÇÃO (G08)

Esta função foi criada para uma usinagem precisa de alta velocidade. Com esta função, podem ser eliminados os atrasos devido a aceleração/desaceleração e o atraso no sistema servo, que aumentam à medida que a velocidade de avanço se torna maior. A ferramenta pode, então, seguir com precisão os valores especificados e os erros no perfil de usinagem podem ser reduzidos. Esta função é acionada quando o modo de controle avançado por antecipação é selecionado. Para mais informações, consulte o manual correspondente publicado pelo fabricante da máquina-ferramenta.

Formato
G08 P_
P1 : Ativação do modo de controle avançado por antecipação. P0 : Desativação do modo de controle avançado por antecipação.

Explicações
D Funções disponíveis No modo de controle avançado por antecipação, estão disponíveis as seguintes funções:
(1) Aceleração/desaceleração linear antes da interpolação (2) Função de desaceleração automática de canto (3) Função de fixação da velocidade de avanço em função do raio do

arco

Para a função mencionada no ponto (1), está disponível um parâmetro especial para o modo de controle avançado por antecipação. D Reset O modo de controle avançado por antecipação é cancelado através de um reset.

322

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

18. FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

Notas
NOTA 1 Se, no modo de controle avançado por antecipação, for detetado um bloco sem um comando de movimento, a ferramenta desacelera e pára no bloco precedente. 2 Se, no modo de controle avançado por antecipação, houver um bloco de movimento que contenha um código M, S ou T, a ferramenta desacelera e pára nesse mesmo bloco. 3 Se, no modo de controle avançado por antecipação, for especificado um código G de ação simples, como p. ex. G04, a ferramenta desacelera e pára no bloco precedente. 4 Se, no modo de controle avançado por antecipação, for ativado ou desativado um sinal de bloqueio da máquina (de MLK1 a MLK8), a aceleração/desaceleração não é executada no eixo em que foi ativado o bloqueio da máquina. 5 No modo de controle avançado por antecipação, o override automático de cantos só pode alterar a velocidade interna de corte do arco. 6 Se for ativado um alarme de ultrapassagem de curso no modo de controle avançado por antecipação, a ferramenta desacelera e pára após a ativação do alarme, isto é, a ferramenta executa um overrun correspondente à distância de desaceleração. 7 Se o comando de avanço por rotação for especificado no modo de controle avançado por antecipação, a velocidade do fuso pode ser alterada até 30000 rpm. 8 Se, no modo de controle avançado por antecipação, houver um bloco de avanço por rotação imediatamente antes ou depois de um bloco de avanço por minuto, a ferramenta desacelera e pára no bloco precedente.

Limitações

D Comando G08 D Abertura de rosca

D Funções que não podem ser aplicadas no modo de controle avançado por antecipação

Especifique o código G08 apenas em um bloco. Visto que esta função implica um controle automático da velocidade, a ferramenta desacelera nos cantos, alterando, assim, automaticamente a profundidade de corte, mesmo no modo de avanço por minuto. Por este motivo, esta função não ser usada para a abertura de rosca. A desaceleração automática também é executada no modo de avanço por rotação. Algumas funções não podem ser especificadas no modo de controle avançado por antecipação. Para especificar qualquer uma dessas funções, é necessário cancelar primeiro o modo de controle avançado por antecipação. Depois de especificar a respectiva função, o modo de controle avançado por antecipação pode ser novamente selecionado. A tabela abaixo indica a aplicabilidade das funções.
Nome da função Ciclo fixo de retificação Aceleração/desac. em forma de, em desloc. rápido Função de deteção de sobrecarga Barreira da placa de fixação/do cabeçote móvel Especificação do de referência com tope mecânico Controle em tandem Aplicabilidade Y f f Y f f

323

18. FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

Nome da função Software personalizado para a CPU principal Controle de fim de curso antes do movimento Controle dos eixos pelo PMC Sistema incremental 1/10 Aceleração/desaceleração linear após a interpolação em avanço de corte Remoção de eixos Interpolação de coordenadas polares Interpolação cilíndrica Torneamento poligonal Interpolação helicoidal Retração no ciclo de abertura de rosca Abertura de rosca contínua Abertura de rosca de passo variável Rosqueamento rígido com macho Retorno ao terceiro/quarto ponto de referência Controle com uma manivela Controle com duas manivelas Interrupção por manivela Reinício do programa Controle do curso armazenado 2, 3 Compensação de erros de passo armazenados Desaceleração externa Controle simples de sincronização Comparação do número de seqüência e parada Botão de posição Função de salto rápido Função de salto multi--etapas Saída serial S Posicionamento do fuso Controle de contornos Cs Primeira orientação do fuso Seleção da primeira saída do fuso Controle da velocidade de corte constante Edição da velocidade real do fuso Supervisão da oscilação da velocidade do fuso Controle de sincronização do fuso Controle de fusos múltiplos Saída analógica S Segunda orientação do fuso Seleção da segunda saída do fuso

Aplicabilidade f Y Y (*1) f f f Y Y Y f Y Y Y Y f f f Y Y Y f f Y f Y Y Y f Y Y (*2) f f f f f f f f f f

324

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

18. FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

Nome da função Programação direta das dimensões do desenho Sistema de códigos G B/C Entrada de dados programável Macro de usuário -- B Macro de usuário do tipo interrupção Chanfragem, arredondamento de cantos Seleção polegadas/unidades métricas Repetição de ciclo fixo Ciclo fixo de perfuração Play back (reprodução) Espelhamento para cabeçote duplo de torno--revólver Formato de fita F10/11 Conversação gráfica Entrada de dados padrão Variável comum adicional de macro de usuário Executor de macros Repetição de ciclo fixo 2 Sistema de coordenadas da peça Controle de leitura/envio 1 Controle de leitura/envio 2 Controle externo de dispositivos de E/S Controle DNC2 Compensação externa da ferramenta Mensagem externa Deslocamento externo do ponto zero da máquina Entrada externa de dados Controle de um eixo angular Predefinição do sistema de coordenadas da peça Função auxiliar secundária Controle de um eixo arbitrário/angular Compensação do raio da ponta da ferramenta Compensação da geometria e do desgaste da ferramenta Compensação automática da ferramenta Entrada direta dos valores de correção medidos B Correção do eixo Y Gestão da vida útil das ferramentas Salto opcional de bloco, adicional Edição simultânea Edição expandida em fita perfurada Painel de operação por software

Aplicabilidade f f f f Y f f f f f f f f f f f f f f f f f f f f f Y f f Y f f Y f f f f f f f

325

18. FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

Nome da função Botões gerais do painel de operação por software Indicação do tempo de trabalho e da quantidade de peças Visualização de gráficos Visualização do diretório da unidade de disquete Avanço por rotação Função de salto (G31) Retorno ao ponto de referência em marcha lenta (G28) Salto do limite de torque Abertura de rosca

Aplicabilidade f f f f f Y Y Y Y

<Aplicabilidade> f
Y

: A função pode ser usada no modo de controle por antecipação. : A função não pode ser usada no modo de controle por antecipação. Para usar a função, cancele primeiro o modo de controle por antecipação.

NOTA 1 O controle de eixos PMC só pode ser ativado para a função avançada de controle do avanço. 2 O controle de contornos Cs pode ser executado no modo de controle por antecipação, se o bit G8S (bit 5 do parâmetro 1602) estiver definido de forma correspondente.

326

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 19. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS 19 FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS 327 .

19. Peça Peça Ferramenta Fig.19. o contorno da peça não é exatamente um polígono. Quando Q é um valor negativo. como a relação de rotação da peça e da ferramenta e o número de ferramentas de corte. 328 .1 (b) Parafuso sextavado Formato G51. Fig.1 (a) Torneamento poligonal Ao alterar certas condições. através da rotação da peça e da ferramenta em uma determinada relação. 19. altera-se também o contorno da peça para um quadrado ou um hexágono. O torneamento poligonal é usado geralmente para as cabeças de parafusos quadrados e/ou hexagonais ou de porcas hexagonais.1 TORNEAMENTO POLIGONAL Torneamento poligonal significa usinagem de um contorno poligonal. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 19. No entanto. P.2 (G251) P_Q_. O tempo de usinagem pode ser reduzido em relação à usinagem de contornos poligonais com os eixos C e X da coordenada polar. o eixo Y faz uma rotação negativa.Q: Relação de rotação do fuso e do eixo Y Especificar faixa:Intefer 1 a 9 para PeQ Quando Q é um valor positivo. o eixo Y faz uma rotação positiva.

é detetado o sinal de 1 rotação enviado pelos códigos de posição definidos no fuso. Este eixo de rotação da ferramenta é chamado eixo Y na seguinte descrição. Avanço do eixo X G04X2.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 19.1) G01X80.0 . Quando o início simultâneo é especificado através de G51.0 . O eixo Y é controlado através do comando G51. 329 .0 S1000. a rotação do eixo Y é controlada de modo que o fuso e o eixo Y mantenham uma relação de P:Q. Início da rotação da ferramenta (velocidade de rotação da ferramenta 2000min.2 sempre em um bloco único. A sincronização do fuso e do eixo Y é cancelada pelo seguinte comando: G50. Parada do fuso Especificar G50. de modo que as velocidades de rotação da peça montada no fuso (previamente especificada através do comando S) e da ferramenta atinjam a relação especificada. sinal de reset & rebobinamento RRW e tecla de RESET no painel MDI) v) Ativação dos alarmes P/S nº 217 a 221 Exemplo G00X100. Escape do eixo X G50.2P1 Q2 .2 e G51. Esta relação será mantida até que o comando de cancelamento do torneamento poligonal seja executado (G50. Quando G50. Esta sincronização é cancelada igualmente nos seguintes casos: i) Desenergização ii) Parada de emergência iii) Alarme servo iv) Reset (sinal de reset externo ERS. . Parada da rotação da ferramenta M05 . FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS Explicações A rotação da ferramenta para o torneamento poligonal é controlada através do eixo controlado do CNC.2 é especificado.2 .2 ou operação de reset). Após esta deteção a rotação do eixo Y é controlada de acordo com a relação de rotação (P:Q) ao mesmo tempo que é sincronizada com a velocidade do fuso.0M03 . 0Z20.2(G250). O sentido de rotação do eixo Y é determinado pelo código Q e não é afetado pelo sentido de rotação dos codificadores de posição. G51. G00X100.Velocidade de rotação da peça 1000min. a sincronização do fuso e do eixo Y é cancelada e o eixo Y pára.2.1 G51. (Exemplo) A relação de rotação entre a peça (fuso) e o eixo Y é de 1:2 e o eixo Y faz uma rotação positiva.0 F10. Por outras palavras.2P1Q2.2.

FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Princípio do Torneamento Poligonal O princípio do torneamento poligonal é explicado a seguir. 330 . Y A . suponha que o centro da ferramenta se encontra na posição Po (A.Yt) após o tempo t é expressa pela equação 1: Pt (Xt. e que a ponta da ferramenta começa a movimentar-se a partir da posição Pto (A-B. a equação 1 altera-se da seguinte forma Xt=Acos αt-Bcos αt=(A-B)cos αt (Equation 2) Xt=Asin αt+Bsin αt=(A+B)sin αt A equação 2 indica que o caminho da ponta da ferramenta descreve uma elipse. Na figura abaixo. cujo diâmetro maior é A+B e cujo diâmetro menor é A-B. 0).19. 0). Simplificando. Velocidade angular da peça β . O ponto de origem das coordenadas cartesianas XY é adotado como centro da peça. Velocidade angular da ferramenta X Velocidade angular α A B Pto Ferramenta (0.α)t Supondo que a relação de rotação entre a peça e a ferramenta é de 1:2. Raio da ferramenta α . na periferia da peça. Raio da peça B . 0) Neste caso. 0) Peça Po Velocidade angular β Po (A.α)t (equação 1) Yt=Asin αt+Bsin(β. os raios da ferramenta e da peça são A e B e as velocidades angulares da ferramenta e da peça são a e b. a posição da ponta da ferramenta Pt (Xt. 0) P o Ponto inicial Xt=Acos αt-Bcos(β. isto é. 0) Pto (A--0. β=2α. Yt) B βt A αt (0.

Se forem colocadas três ferramentas a cada 120°. 331 . FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS Em seguida. Com estas ferramentas.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 19. como ilustrado abaixo. AVISO Para obter informações sobre a velocidade rotacional máxima da ferramenta. nem uma relação entre a velocidade da ferramenta e a velocidade do fuso que possa exceder a velocidade máxima da ferramenta. o contorno da peça será um hexágono. como ilustrado abaixo. pode ser usinado um quadrado. suponha que uma de duas ferramentas é colocada em uma posição com uma simetria de 180°. Não especifique uma velocidade do fuso que exceda a velocidade máxima permitida para a ferramenta. consultar o manual fornecido pelo fabricante da máquina.

esse eixo deverá ser denominado eixo C. (nº 7610). Para usinar uma peça com os mesmos contornos da peça anterior. 5 O avanço manual contínuo ou o avanço por manivela é inválido quando o eixo Y está em operação síncrona. 3 Na indicação da posição do eixo Y.). para o eixo Y é igual ao comando de orientação para o fuso. A ferramenta dá início à rotação quando o sinal de 1 rotação do codificador de posição existente no fuso é detetado. G28 efetua geralmente o retorno ao ponto de referência sem detetar o limite de desaceleração. . a ferramenta e o fuso devem estar na posição em que se encontravam anteriormente. visto que a rotação do eixo Y pára em uma posição instável quando G50. porque. o 3º eixo também pode ser usado se forem especificados os devidos parâmetros. um comando de movimento do eixo é desnecessário para o eixo Y. Nos restantes eixos. quando a ferramenta começa a rodar. o valor de coordenada da máquina (MÁQUINA) mudará de uma faixa de 0 para a definição do parâmetro (a distância a percorrer por rotação) à medida que o eixo Y se desloca. Os valores das coordenadas absolutas ou relativas não são renovados. pelo sinal de rotação no bloco G51. quando o mesmo contorno é usinado com uma ferramenta de acabamento depois de ter sido usinado com uma ferramenta de desbastar. 2 O eixo Y usado para controlar a rotação da ferramenta para o torneamento poligonal. Cancele a sincronização executando G50. Sinais válidos em relação ao eixo Y: Bloqueio da máquina Servo OFF Sinais inválidos em relação ao eixo Y: Bloqueio de avanço Interbloqueio Override Funcionamento em vazio (Durante o funcionamento em vazio. não pode ser especificado um comando de movimento como Y----. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 AVISO 1 O ponto inicial do processo de abertura de rosca torna--se inconsistente quando executado durante a operação síncrona. No entanto. 6 O eixo Y em operação síncrona não faz parte do número de eixos controlados simultaneamente. por exemplo. Se a posição de início de rotação da ferramenta for instável.2 (modo de torneamento poligonal) é especificado. porém. o retorno ao ponto de referência é executado através da deteção do limite de desaceleração. Neste caso.) NOTA 1 O eixo Y.2 quando efetuar a abertura de rosca. No entanto. tal como no retorno manual ao ponto de referência. não pode ser instalado um detetor da posição absoluta. ao contrário dos outros eixos controlados. só pode ser especificado o comando de retorno ao ponto de referência (G28V0. Especificação de G28V0.19. Contudo. 4 No eixo Y. 2 Os sinais seguintes tornam--se válidos ou inválidos em relação ao eixo Y. com G28V0.2 (comando de cancelamento do modo de rotação poligonal) é especificado. poderá surgir um problema. Isto é. e ao contrário do retorno manual ao ponto de referência. só é necessário controlar o eixo Y de forma que a ferramenta gire a uma determinada velocidade em relação à velocidade de rotação do fuso. não se espera. para o eixo Y.2. quando G51. 332 . na operação síncrona. usa o 4º eixo.

C0 . N4 H380. as coordenadas após a movimentação da ferramenta correspondem aos valores definidos no parâmetro nº 1260.2 ROLL-OVER DO EIXO DE ROTAÇÃO Explicações A função roll-over impede um estouro das coordenadas do eixo de rotação. Para um comando absoluto. o eixo se move como ilustrado abaixo. N5 H--840. Quando o programa seguinte é executado usando a função roll-over do eixo de rotação. Os valores exibidos para as coordenadas relativas são também arredondados em o ângulo correspondente a uma rotação quando o bit 2 (ROAx) do parâmetro n. N1 C--150. N2 C540.absolutas após o término vimento do movimento --150 --30 --80 +380 --840 --360° --0° --0° --0° 210°(Absoluto) 180° 100° 120° Exemplos 210 180 100 120 0 360° --0° 333 . Para um comando incremental.0 .000 (parâmetro nº 1260 = 360000). a ferramenta se desloca ao longo do ângulo especificado no comando.0 . A ferramenta move-se para a direção na qual as coordenadas finais estão mais perto quando o bit 1 (ROAx) do parâmetro n.0 .0 .º 1008 está definido para 1 Suponha que o eixo C é o eixo de rotação e que a distância a percorrer por rotação é de 360. A função roll-over é ativada colocando em 1 o bit 0 do parâmetro 1008. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS 19.0 .º 1008 está definido para 0. N3 C--620. Valor das coordenadas relativas --720° Valor das coordenadas absolutas --0° N1 N2 N3 N4 N5 Número de seqüência N1 N2 N3 N4 N5 Valor Valor das coordenadas real do mo.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 19. arredondados pelo ângulo correspondente a uma rotação.

3 Configuração exemplificativa dos eixos de uma máquina. X Z Y Fig. nem é feito qualquer ajustamento do motor servo do eixo secundário para minimizar qualquer erro. Esta seção descreve as operações de uma máquina com duas unidades porta-ferramenta. 1 De acordo com o comando Xxxxx programado para o eixo principal.3 CONTROLE SIMPLES DE SINCRONIZAÇÃO A função de controle simples de sincronização permite operações síncronas e normais em dois eixos especificados para serem comutados de acordo com um sinal de entrada da máquina. na qual é executada a função de controle simples de sincronização Explicações D Operação síncrona D Operação normal A operação síncrona é possível em máquinas com duas unidades porta-ferramenta. a operação síncrona no eixo X (eixo principal) e no eixo Y (eixo secundário) é executada de acordo com os comandos Xxxxx introduzidos para o eixo principal. Se o eixo principal for X e o eixo secundário for Y. Para uma máquina com duas unidades porta-ferramenta que podem ser controladas independentemente com diferentes eixos controlados. o outro eixo é denominado eixo secundário. os comandos de movimento para os eixos principal e secundário são especificados com os endereços desses eixos (X e Y). o mesmo não acontecendo com as operações manuais.19. 19. Dado que se mantém a sincronização referida com o eixo principal. Se a sua máquina usar outros eixos para o mesmo fim. Por outras palavras. as quais podem ser operadas independentemente ao longo do eixo X e do eixo Y. No modo de operação síncrona. qualquer erro de posicionamento entre os dois motores servo não é monitorado. A operação normal é executada quando peças diferentes são usinadas em mesas diferentes. o movimento é executado ao longo do eixo X. O comando de movimento pode ser especificado para um dos dois eixos. 334 . Neste modo. não é executada a compensação de erro de sincronização. As operações automáticas podem ser sincronizadas. No modo de operação síncrona. Não é ativado qualquer alarme de erro de sincronização. Tal como sucede com um controle normal do CNC. o movimento executado em um eixo pode ser sincronizado com o movimento especificado para outro eixo. que é indicado como o eixo principal. um comando de movimento especificado para o eixo principal resulta em uma operação simultânea dos motores servo dos eixos principal e secundário. substitua os respectivos nomes dos eixos por X e Y. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 19. tal como no modo normal. esta função ativa as operações descritas abaixo. Os comandos de movimento para os dois eixos podem ser especificados no mesmo bloco.

No entanto. Se um comando de movimento for especificado para o eixo secundário no modo de operação síncrona. ou de retorno ao segundo. acendem-se as lâmpadas indicando que terminou o retorno ao ponto de referência para o eixo X e para o eixo Y. consulte o manual publicado pelo fabricante da máquina-ferramenta. Caso contrário. Se o movimento deste eixo Y concordar com um retorno ao ponto de referência no eixo Y. sendo executado um movimento idêntico para o eixo Y. No entanto. A compensação do erro de passo e a compensação de folga são executadas separadamente para os eixos principal e secundário. D Mudança entre as operações síncrona e normal D Retorno automático ao ponto de referência Para mais informações sobre como alternar entre os modos de operação síncrona e de operação normal. é acionado o alarme P/S 213. Se for inserido um comando para verificação do retorno automático ao ponto de referência (G27) no modo de operação síncrona. será acionado um alarme. acende-se também uma lâmpada indicando que terminou o retorno ao ponto de referência para o eixo Y. recomenda-se que G28 e G30 sejam especificados no modo de operação normal. No modo de operação síncrona. interbloqueio e bloqueio da máquina externos D Compensação de erro de passo D Chave absoluto manual D Operação manual . a chave absoluto manual tem de ser colocada em ON (o ABS tem de ser colocado em 1). 3 De acordo com o comando Xxxxx Yyyyy. O sinal do eixo secundário correspondente é ignorado. tal como no modo normal. Se a chave estiver em OFF. o movimento é executado ao longo do eixo Y. é acionado o alarme P/S 214. O eixo secundário é especificado por um sinal externo. recomenda-se que G27 seja especificado no modo de operação normal. As operações manuais não podem ser sincronizadas. como sucede no controle CNC normal. tal como no modo normal. Se o movimento destes eixos X e Y corresponder ao retorno ao ponto de referência nos eixos X e Y. Se a definição do sistema de coordenadas ou se a compensação da ferramenta que provoca um deslocamento no sistema de coordenadas for executada no modo de operação síncrona. O eixo principal é definido no parâmetro 8311. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS 2 De acordo com o comando Yyyyy programado para o eixo secundário. As operações manual e automática podem ser controladas. Se for inserido um comando para retorno automático ao ponto de referência (G28). é executado um retorno ao ponto de referência para o eixo X. são executados movimentos idênticos para os eixos X e Y. os movimentos simultâneos são executados ao longo tanto do eixo X como do eixo Y. terceiro ou quarto ponto de referência (G30). 335 D Verificação do retorno automático ao ponto de referência D Comando do eixo secundário D Eixos principal e secundário Limitações D Definição do sistema de coordenadas e compensação da ferramenta D Desaceleração. no modo de operação síncrona. poderá ser impossível efetuar o movimento correto do eixo secundário. no eixo principal. interbloqueio ou bloqueio da máquina.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 19. só é válido o sinal externo de desaceleração. No modo de operação síncrona.

Para mais informações. No entanto. 19.4 CONTROLE EM TANDEM Se um só motor não produzir torque suficiente para acionar um mesa grande.4 Exemplo de operação Em geral. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 19. A função de controle em tandem permite duplicar o torque produzido. O posicionamento é realizado apenas pelo motor principal. o NC considera o controle em tandem como sendo executado em um só eixo. para o gerenciamento dos parâmetros do servo e a monitoração do alarme servo. O motor auxiliar é usado apenas para produzir o torque. 336 .19. podem usar-se dois motores para o movimento ao longo de um só eixo. Mesa Motor principal Fuso de rótula Motor auxiliar Fig. consulte o manual correspondente publicado pelo fabricante da máquina-ferramenta. o controle em tandem é considerado como sendo executado em dois eixos.

mas apenas ao longo do eixo angular. a função de controle do eixo angular é ativada somente para o eixo angular.5 CONTROLE DE UM EIXO ANGULAR / CONTROLE DE UM EIXO ANGULAR ARBITRÁRIO Se o eixo angular formar um ângulo diferente de 905 com o eixo perpendicular. parte-se do princípio de que os eixos angular e perpendicular formam um ângulo reto. a função de controle do eixo angular controla a distância a percorrer ao longo de cada eixo. o eixo X é sempre usado como eixo angular e o eixo Z é sempre usado como eixo perpendicular. Fp:Distância e velocidade programadas D Modo de utilização Os eixos angular e perpendicular para aplicação do controle do eixo angular devem ser especificados antecipadamente com os parâmetros (nº 8211 e 8212). a distância real percorrida é controlada de acordo com um ângulo de inclinação. a distância a percorrer ao longo de cada eixo é controlada de acordo com um ângulo de inclinação (nº 8210). A distância a percorrer ao longo do eixo X é determinada pela seguinte fórmula: Xa = A distância a percorrer ao longo do eixo Z é corrigida pela inclinação do eixo X. Za. +X Sistema de coordenadas do programa +X Sistema de coordenadas em uso (eixo angular) +Z (eixo perpendicular) θ θ : Ângulo de inclinação Explicações Quando o eixo angular é o eixo X e o eixo perpendicular é o eixo Z. Fa:Distância e velocidade real Xp. Para o controle do eixo angular B. O parâmetro AZR (nº 8200#2) ativa o retorno manual ao ponto de referência do eixo angular.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 19. Zp. sendo determinada pela seguinte fórmula: Na velocidade de avanço. através da especificação dos parâmetros correspondentes. O eixo perpendicular não é afetado pelo comando de movimento para o eixo angular. Quando se cria um programa. a distância a percorrer ao longo de cada eixo é controlada de acordo com as fórmulas mostradas abaixo. Todavia. de acordo com o ângulo de inclinação. 337 .º 8200#0) ativa ou desativa a função do controle do eixo inclinado. O parâmetro AAC (n. Neste caso. a componente de velocidade ao longo do eixo X é determinada pela seguinte fórmula: Fa = Za = Zp– 1 Xp tan θ 2 Fp cos θ Xp cos θ Xa. qualquer eixo pode ser especificado como eixo angular e perpendicular. no entanto. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS 19. Se a função for ativada. Se o sinal NOZAGC de desativação do controle de eixo perpendicular/angular tiver sido colocado em 1. o comando de movimento para o eixo angular é convertido em coordenadas angulares. Para a função normal de controle do eixo angular.

No entanto. onde está sendo realizado um movimento de acordo com um ângulo de inclinação. os eixos angular e perpendicular são os seguintes: Eixo angular: Primeiro eixo Eixo perpendicular: Segundo eixo 338 . NOTA 1 Se for definido um ângulo de inclinação próximo de 0° ou de 90°. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Indicação da posição absoluta e relativa D Indicação da posição da máquina São indicadas uma posição absoluta e uma posição relativa no sistema de coordenadas cartesianas programado. ou se um valor fora da faixa de dados admissível tiver sido especificado para qualquer dos dois parâmetros. Indicação da posição da máquina É fornecida uma indicação da posição da máquina no sistema de coordenadas da máquina. 2 A operação de retorno ao ponto de referência no eixo angular deve estar terminada antes de se poder fazer um controle do retorno ao ponto de referência no eixo perpendicular (G37). assim que o retorno manual ao ponto de referência tiver sido executado ao longo do eixo angular. se o mesmo número de eixo tiver sido especificado em ambos os parâmetros nº 8211 e 8212. 3 O retorno manual ao ponto de referência tem de ser executado assim que a ferramenta tenha sido deslocada ao longo do eixo angular e o sinal NOZAGC de desativação do controle do eixo perpendicular/angular tenha sido colocado em 1. 3 Para o controle de um eixo angular.19. Deve--se utilizar uma faixa entre 20° e 60°. quando é realizada a conversão de polegadas em milímetros. AVISO 1 Após a especificação de parâmetros de controle do eixo angular. poderá ocorrer um erro. 4 Antes de tentar mover manual e simultaneamente a ferramenta ao longo dos eixos angular e perpendicular. execute também o retorno manual ao ponto de referência ao longo do eixo perpendicular. certifique--se de que executa a operação de retorno manual ao ponto de referência. coloque em 1 o sinal NOZAGC de desativação do controle de eixo perpendicular/angular. é indicada uma posição que integra a conversão de polegadas em milímetros aplicada aos resultados da operação do ângulo de inclinação. 2 Se o bit 2 (AZR) do parâmetro nº 8200 for definido com 0. de modo que o retorno manual ao ponto de referência ao longo do eixo angular também gere movimento ao longo do eixo perpendicular.

como BOR1. 339 . O operador pode selecionar um padrão a partir do menu de nomes padrão mostrado na tela. O operador atribui valores (dados padrão) a esses nomes. podendo armazená-lo na memória do programa. Atribuem-se a esse ciclo nomes padrão. MATERIAL ou outros nomes padronizados de dados. RETORNO. O operador pode identificar essas variáveis através de nomes como PROFUNDIDADE. TAP3 e DRL2. ALÍVIO. Com o auxílio dessa função. o fabricante da máquina-ferramenta pode preparar o programa de um ciclo de usinagem de furos (como um ciclo de mandrilagem ou um ciclo de rosqueamento) através da função de macro de usuário. através de variáveis em um ciclo de perfuração.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 20. Isso elimina a necessidade de programação através de uma linguagem NC disponível. Os dados (dados padrão) a serem especificados pelo operador devem ser criados com antecedência. AVANÇO. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO 20 FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO Esta função possibilita aos usuários fazer a programação de modo simples através da extração de dados numéricos (dados padrão) de um desenho e da especificação de valores numéricos a partir do painel MDI.

10. e o [MENU] aparece na tela seguinte do MENU : PADRÃO DE FURO 1. 8.20. FURO : Este é o nome padrão. FURO GRADE ANGULO DA LINHA ROSQUEAMENTO PERFURACAO MANDRILAGEM BOLSA PROFUNDA PADRAO DE TESTE INVERSA O0000 N00000 > _ MDI **** *** *** [ MACRO ] [ MENU ] [ 16:05:59 OPR ] [ ] [(OPRT)] PADRÃO DE FURO : Este é o título do menu. e carregá-las na memória do programa como um subprograma cujo nº é 9500. 2. usando a macro de usuário. 9. 340 . Permite especificar uma seqüência de caracteres qualquer com um máximo de 12 caracteres. 6.1 VISUALIZAÇÃO DO MENU PADRÃO Ao pressionar a tecla menu padrão. 7. 4. Permite especificar uma seqüência de caracteres qualquer com um máximo de 10 caracteres. 3. incluindo katakana. 5. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 20. O fabricante da máquina-ferramenta deve especificar as seqüências de caracteres para o título do menu e para o nome padrão.

então Pfff fff Código a2 do caractere C2 Código a1 do caractere C1 q : Assume a3 e a4 como sendo os códigos dos caracteres C3 e C4.C12 : caracteres no título do menu (12 caracteres) Macroinstrução G65 H90 Pp Qq Rr Ii Jj Kk : H90:Especifica o título de menu p : Assume a1 e a2 como sendo os códigos dos caracteres C1 e C2.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 20. k=a11 103+a12 Exemplo) Se o título do menu for “HOLE PATTERN”. então r=a5 103+a6 i : Assume a7 e a8 como sendo os códigos dos caracteres C7 e C8. a macroinstrução é a seguinte: G65 H90 P072079 Q076069 R032080 PA DR P I065084 J084069 K082078. então i=a7 103+a8 j : Assume a9 e a10 como sendo os códigos dos caracteres C9 e C10. consultar a Tabela 20. Então.C2. então q=a3 103+a4 r : Assume a5 e a6 como sendo os códigos dos caracteres C5 e C6. 341 . então j=a9 103+a10 k : Assume a11 e a12 como sendo os códigos dos caracteres C11 e C12.3 (a) na seção II-20.3. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO D Macrocomandos que especificam o título do menu Título do menu : C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 C10 C11 C12 C1. DE FU RN Para os códigos correspondentes a estes caracteres. .

C10 : caracteres do nome padrão (10 caracteres) Macroinstrução G65 H91 Pn Qq Rr Ii Jj Kk . J e K não for especificado na macroinstrução. r=a3 103+a4 i : Assume a5 e a6 como sendo os códigos dos caracteres C5 e C6. 342 . introduza o nº correspondente. 1 O nº padrão selecionado é atribuído à variável do sistema #5900. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Macroinstrução que descreve o nome padrão Nome padrão: C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 C10 C1. D Seleção do nº do padrão Para selecionar um padrão a partir da tela do menu padrão. I. H91: Especifica o título de menu n : Especifica o nº do menu do nome padrão n=de 1 a 10 q : Assume a1 e a2 como sendo os códigos dos caracteres C1 e C2. consultar a Tabela 20. . q=a1 103+a2 r : Assume a3 e a4 como sendo os códigos dos caracteres C3 e C4. k=a9 103+a10 × × × × × então então então então então Exemplo) Se o nome padrão do menu nº 1 for “BOLT HOLE”. R.3 (a) na seção II-20. Segue-se um exemplo. BO U H OL E Para os códigos correspondentes a estes caracteres.3.20. são atribuídos dois espaços a cada caractere omitido. NOTA Se cada caractere de P. a macroinstrução é a seguinte: G65 H91 P1 Q066079 R076084 I032072 J079076 K069032 . C2. A macro de usuário do padrão selecionado pode ser iniciada ativando um programa fixo (pesquisa externa do número do programa) com um sinal externo e chamando. a variável do sistema #5900 no programa. i=a5 103+a6 j : Assume a7 e a8 como sendo os códigos dos caracteres C7 e C8. j=a7 103+a8 k : Assume a9 e a10 como sendo os códigos dos caracteres C9 e C10. Q. em seguida.

PERFURAÇÃO 6. 1.PADRAO DE TESTE 10. 4. 2.INVERSA 343 . PADRÃO DE FURO N2G65 H91 P1 Q066 079 R076 084 I 032 072 J 079 076 K069 032 . N9G65 H91 P8 Q080069 R067075 . N3G65 H91 P2 Q071 082 R073 068 . N6G65 H91 P5 Q068 082 R073 076 I 076 073 J 078 071 . N8G65 H91 P7 Q080 079 R067 075 I 069 084 . 9. 6. MENU : PADRÃO DE FURO 1. N5G65 H91 P4 Q084 065 R080 080 I 073 078 J 071 032 . ] [(OPRC)] N1G65 H90 P072 079 Q076 069 R032 080 I 065 084 J 084 069 K082 078 . 5. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO Exemplo Macros de usuário do título de menu e dos nomes dos padrões dos furos.PROFUNDA 9. 3.BOLSA 8.MANDRILAGEM 7.GRADE 3.FURO 2. N12M99 . 10. N10G65 H91 P9 Q084 069 R083 084 I032 080 J065 084 K082 078 .ROSQUEAMENTO 5.ÂNGULO DA LINHA 4. FURO GRADE ANGULO DA LINHA ROSQUEAMENTO PERFURACAO MANDRILAGEM BOLSA PROFUNDA PADRAO DE TESTE INVERSA O0000 N00000 > _ MDI **** *** *** 16:05:59 [ MACRO ] [ MENU ] [ OPR ] [ O9500 . 8. N11G65 H91 P10 Q066 065 R067 0750 . N7G65 H91 P6 Q066079 R082073 I 078 071 . N4G65 H91 P3 Q076 073 R078 069 I 032 065 J 078071 K076069 . 7.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 20.

000 0.000 > _ MDI **** *** *** 16:05:59 [ MACRO ] [ MENU ] [ OPR ] [ ] [(OPRC)] : É o título dos dados padrão. *CIRCULO DE FUROS* : É uma instrução de comentário.000 Z 0.000 0. com 12 caracteres por linha. : FURO NO. Permite especificar uma seqüência de caractere com um máximo de 8 linhas.000 Y 0. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 20. NO. 500 501 502 503 504 505 506 507 NOME FERRAMENTA PADRAO X PADRAO Y RAIO S. os dados padrão necessários são exibidos.500-505. Permite especificar uma seqüência de caracteres qualquer com um máximo de 10 caracteres. FURO (É permitido usar katakana em uma seqüência de caracteres ou em uma linha.) O fabricante da máquina-ferramenta deve programar as cadeias de caracteres do título dos dados padrão.2 VISUALIZAÇÃO DOS DADOS PADRÃO Quando é selecionado um menu padrão.000 0. ANGL NO FUROS DADOS 0.000 0. nome padrão e nome de variável usando a macro de usuário e carregá-las na memória do programa como um subprograma cujo nº é 9500 mais o nº do padrão (O9501 a O9510).000 0. FERRAMENTA : É o nome da variável.20. Permite especificar uma seqüência de caracteres qualquer com um máximo de 12 caracteres.000 O0001 N00000 COMENTÁRIO *FURO CIRCULO* DEFINIR PADRAO DADOS PARA VAR. 344 .000 0.000 0. VAR. POSICAO REAL (RELATIVA) X 0.

. . então q=a3 103+a4 r : Assume a5 e a6 como sendo os códigos dos caracteres C5 e C6.C2. A macroinstrução é dada como se segue: G65 H93 P503 Q082065 R068073 I085083 . C12 : Caracteres no título do menu (12 caracteres) Macroinstrução G65 H90 Pp Qq Rr Ii Jj Kk : H92 : Especifica o nome padrão p : Assume a1 e a2 como sendo os códigos dos caracteres C1 e C2.3. RA I US Para os códigos correspondentes a estes caracteres. consultar a Tabela 20. então k=a9 103a+a10 … × × … × × × × × Exemplo) Assume que o nome da variável do nº variável 503 é “RADIUS” (RAIO).3. então p=a1 103+a2 q : Assume a3 e a4 como sendo os códigos dos caracteres C3 e C4. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO D Macroinstrução que especifica o título dos dados padrão (o título do menu) D Macroinstrução que especifica o nome da variável Título de menu : C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9C10C11C12 C1 . H93 : Especifica o nome da variável n : Especifica o nº do menu do nome da variável n= de 1 a 10 q : Assume a1 e a2 como sendo os códigos dos caracteres C1 e C2. consultar a Tabela 20. Nome da variável :C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9C10 C1.3 (a) na seção II-20.3 (a) na seção II-20.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 20. então i=a5 103+a6 j : Assume a7 e a8 como sendo os códigos dos caracteres C7 e C8. BO U H O E Para os códigos correspondentes a estes caracteres. C2. então k=a11 103+a12 Exemplo) Supondo que nome dos dados padrão é “BOLT HOLE” (FURO). C10 : Caracteres no nome da variável (10 caracteres) Macroinstrução G65 H93 Pn Qq Rr Ii Jj Kk . então r=a3 103+a4 i : Assume a5 e a6 como sendo os códigos dos caracteres C5 e C6. 345 . A macroinstrução é dada como se segue: G65 H92 P066079 Q076084 R032072 I079076 J069032. então r=a5 103+a6 i : Assume a7 e a8 como sendo os códigos dos caracteres C7 e C8. então q=a1 103+a2 r : Assume a3 e a4 como sendo os códigos dos caracteres C3 e C4. então i=a7 103+a8 j : Assume a9 e a10 como sendo os códigos dos caracteres C9 e C10. então j=a7 103+a8 k : Assume a9 e a10 como sendo os códigos dos caracteres C9 e C10. então j=a9 103+a10 k : Assume a11 e a12 como sendo os códigos dos caracteres C11 e C12.

então j=a9 103+a10 k : Assume a11 e a12 como sendo os códigos dos caracteres C11 e C12. Exemplo) Supondo que o comentário é “BOLT HOLE” (”FURO”). A macroinstrução é dada como se segue: G65 H94 P042066 Q079076 R084032 I072079 J076069. *B O R PA LE Para os códigos correspondentes a estes caracteres. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Macroinstrução para descrever um comentário Uma linha de comentário: C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 C10 C11 C12 C1. H94 : Especifica o comentário p : Assume a1 e a2 como sendo os códigos dos caracteres C1 e C2. então p=a1 103+a2 q : Assume a3 e a4 como sendo os códigos dos caracteres C3 e C4.3. × × × × × × 346 . então r=a5 103+a6 i : Assume a7 e a8 como sendo os códigos dos caracteres C7 e C8. C12 : Seqüência de caracteres em uma linha de comentário (12 caracteres) Macroinstrução G65 H94 Pn Qq Rr Ii Jj Kk . então i=a7 103+a8 j : Assume a9 e a10 como sendo os códigos dos caracteres C9 e C10.20. consultar a Tabela 20. então k=a11 103+a12 O comentário pode ser visualizado em um máximo de oito linhas. O comentário é composto pela primeira à oitava linha da seqüência programada de G65 H94 para cada linha. C2.3 (a) na seção II-20. então q=a3 103+a4 r : Assume a5 e a6 como sendo os códigos dos caracteres C5 e C6.….

000 > _ MDI **** *** *** 16:05:59 [ MACRO ] [ MENU ] [ OPR ] [ O9501 .000 0. N4G65 H93 P502 Q075 073 R074 085 I 078 032 J089 032 . o nome da variável e um comentário VAR. N9G65 H94 P042 066 Q079 076 R084 032 I072 079 J076 069 . N3G65 H93 P501 Q075 073 R074 085 I078 032 J088 032 . NO. N2G65 H93 P500 Q084 079 R079076 . N1G65 H92 P066 079 Q076 084 R032 072 I 079 076 J069 032 . 500 501 502 503 504 505 506 507 NOME FERRAMENTA PADRAO X PADRAO Y RAIO S.000 Z 0. N6G65 H93 P504 Q083 046 R032 065 I 078 071 J 076 032 . N8G65 H94 .000 O0001 N00000 COMENTÁRIO *FURO CIRCULO* DEFINIR PADRAO DADOS PARA VAR. POSICAO REAL (RELATIVA) X 0. N11G65 H94 P083 069 Q084 032 080 065 I084 084 J069 082 K078 032 . DE FUROS* DEF PADRAO DADOS PARA VAR.000 0. : FURO NO.000 Y 0.500-505.ANGL #505 NO FUROS Comentário *CIRCULO N7G65 H93 P505 Q072 079 R076 069 I 083 032 J078 079 K046 032 . Nº 500-505 347 . N12G65 H94 P068 065 Q084 065 R032 084 I079 032 J086 065 K082046. ] [(OPRC)] VAR : FURO #500 FERRAMENTA #501 KIJUN X #502 KIJUN Y #503 RAIO #504 S. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO Exemplos Macroinstrução para descrever um título de parâmetro.000 0. N13G65 H94 P078 079 Q046 053 R048 048 I045 053 J048 053 K046 032. N5G65 H93 P503 Q082 065 R068 073 I 085 083 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 20. N10G65 H94 R032 067 I073 082 J067 076 K069 042 .000 0. ANGL NO FUROS DADOS 0.000 0.000 0. N14M99 .000 0.

-. / : . FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 20.3 (a): Caracteres e códigos para a função de entrada de dados padrão CaCaComCódigo Código Comentário racracentário tere tere A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z 0 1 2 3 4 5 065 066 067 068 069 070 071 072 073 074 075 076 077 078 079 080 081 082 083 084 085 086 087 088 089 090 048 049 050 051 052 053 6 7 8 9 ! ” # $ % & ’ ( ) * + .20.3 CARACTERES E CÓDIGOS PARA A FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO Tabela 20. 348 . < = > ? @ [ ^ ¥ ] _ 054 055 056 057 032 033 034 035 036 037 038 039 040 041 042 043 044 045 046 047 058 059 060 061 062 063 064 091 092 093 094 095 Espaço Ponto de exclamação Aspas Cerquilha Sinal de dólar Porcentagem E comercial Apóstrofo Parêntese esquerdo Parêntese direito Asterisco Sinal de mais Vírgula Sinal de menos Ponto final Barra Dois pontos Ponto e vírgula Sinal de menor Sinal de igual Sinal de maior Ponto de interrogação Sinal de arroba Colchete esquerdo Sinal de Yen Colchete direito Sublinha NOTA Não se podem usar os parênteses esquerdo e direito.

3 (b): Números de subprogramas utilizados na função de entrada de dados padrão Nº do subprograma O9500 O9501 O9502 O9503 O9504 O9505 O9506 O9507 O9508 O9509 O9510 Função Especifica as seqüências de caracteres exibidas no menu de dados padrão. 349 .3 (d): Variáveis do sistema utilizadas na função de entrada de dados padrão Variável do sistema #5900 Função Nº padrão selecionado pelo usuário.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 20. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO Tabela 20.3 (c): Macroinstruções utilizadas na função de entrada de dados padrão Código G G65 G65 G65 G65 G65 Código H H90 H91 H92 G93 H94 Função Especifica o título de menu Especifica o nome padrão Especifica o título dos dados padrão Especifica o nome da variável Especifica o comentário Tabela 20. Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 1 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 2 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 3 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 4 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 5 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 6 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 7 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 8 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 9 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 10 Tabela 20.

.

OPERAÇÃO .III.

.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1. ASPECTOS GERAIS 1 ASPECTOS GERAIS 353 .

1 (a) Retorno manual ao ponto de referência A ferramenta também pode ser movida até ao ponto de referência através de comandos do programa. Normalmente.1) serve para deslocar a ferramenta para o ponto de referência usando-se chaves e botões localizados no painel do operador. onde a ferramenta é substituída ou as coordenadas são definidas. Ponto de referência Ferramenta Painel de operação da máquina Fig. após a energização. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 1. O retorno manual ao ponto de referência (ver III-3. 354 . Esta posição chama-se ponto de referência.1. a ferramenta move-se até ao ponto de referência. Esta operação chama-se retorno automático ao ponto de referência (Ver Seção II-6).1.1 OPERAÇÃO MANUAL Explicações D Retorno manual ao ponto de referência A máquina-ferramenta CNC possui uma posição utilizada para determinar a posição da máquina.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1.3) A ferramenta percorre a distância pré-determinada sempre que um botão é pressionado. a ferramenta se move percorrendo a distância correspondente ao grau de rotação da manivela. ASPECTOS GERAIS D Movimento da ferramenta através de operação manual A ferramenta pode ser movimentada ao longo de cada eixo utilizando-se as chaves. 1. (iii) Avanço por manivela (Ver Seção III-3. Painel de operação da máquina Gerador de pulsos manual Ferramenta Peça Fig.2) A ferramenta se move continuamente enquanto um botão estiver sendo pressionado. botões de pressão ou a manivela eletrônica do painel de operação da máquina.4) Ao girar a manivela eletrônica. 355 .1 (b) Movimento da ferramenta através de operação manual A ferramenta pode ser deslocada das seguintes maneiras: (i) Avanço em modo jog (Ver Seção III-3. (ii) Avanço incremental (Ver Seção III-3.

1. Isto chama-se operação DNC. Ela inclui operações de memória. G92_X_ .. . através do painel de operação MDI..1. sem que seja necessário registrar o programa na memória do CNC. M_S_T . (Ver Seção III-4). ..2 MOVIMENTO DA FERRAMENTAPOR PROGRAMAÇÃOOPERAÇÃO AUTOMÁTICA A operação automática serve para operar a máquina de acordo com o programa criado.. Esta operação é chamada de operação de memória. Esta operação é chamada de operação MDI. G00. CNC Memória Fig.. Programa 01000 . 1.. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 1.. . Ferramenta Fig. G01.2 (b) Operação de memória D Operação MDI Após a entrada de um programa por um grupo de comandos. 1. a máquina pode ser operada de acordo com tal programa. . MDI e DNC. . . Teclado MDI do CNC Máquina Entrada manual de programa Fig.2 (c) Operação MDI D Operação DNC A máquina pode ser comandada através da leitura direta de um programa a partir de um dispositivo de entrada/saída externo.2 (a) Movimento da ferramenta por programação Explicações D Operação de memória A máquina pode ser operada de acordo com as instruções de um programa que tenha sido registrado uma vez na memória CNC. 356 .

Normalmente. a operação automática pára.-.-. a operação automática efetua uma pausa ou pára. Se dois ou mais programas estiverem na memória.-.-.-. é preparado um programa para cada peça. 1. selecione o programa a ser usado.-- Número do programa Programa Trabalho--3 M30 Fig.-. ASPECTOS GERAIS 1.3 OPERAÇÃO AUTOMÁTICA Explicações D Seleção de programas Selecione o programa usado para a peça.-- Número do programa Programa Trabalho--2 Pesquisa do número do programa Operação automática M30 O1003 G92 -.-. Quando o processo de usinagem acaba. 1.-.-. procurando o respectivo número (Seção III-9. Ao especificar o comando de parada de programa ou término de programa.-Número do programa Programa Trabalho--1 M30 O1002 G92 -.3 (b) Início e parada para operação automática 357 .-.3). a operação pára durante a operação automática. Ao pressionar os botões de bloqueio de avanço ou de reset.3 (a) Seleção de um Programa para Operação Automática D Início e parada (Ver Seção III-4) Ao pressionar o botão de início de ciclo a operação automática se inicia.-. Início Parada Início de ciclo Reset do bloqueio do avanço Operação automática Parada de programa Fim de programa Parada causada pelo programa Fig.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1.-. Na memória ou em uma fita O1001 G92 -.

6) Durante a execução da operação automática.1.3 (c) Interrupção manual para operação automática 358 . Rebolo (ferramenta) Peça Profundidade de corte por avanço manual Profundidade de corte especificada através de um programa Fig. 1. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Interrupção manual (Ver Seção III-4. o movimento da ferramenta pode ignorar a mesma se a manivela eletrônica for rotacionada.

Peça Ferramenta Fig.4.1 Teste durante o Funcionamento da Máquina Explicações D Funcionamento em vazio Remova a peça e verifique somente o movimento da ferramenta.1 (b) Override da velocidade de avanço 359 . Este teste serve para verificar se o programa criado pode operar a máquina conforme desejado. ASPECTOS GERAIS 1. Velocidade de avanço especificada pelo programa : 100 mm/min. 1. Ferramenta Fig. 1.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1.4.4).4. O teste pode ser feito acionando realmente a máquina ou verificando a mudança da indicação da posição (sem acionar a máquina) (Ver Seção III-5).4 TESTAR UM PROGRAMA Antes do início da usinagem. Selecione a velocidade de deslocação da ferramenta utilizando o botão rotativo no painel de operação (Ver Seção III-5.2). 1.1 (a) Funcionamento em Vazio D Override da velocidade de avanço Verifique o programa alterando a velocidade especificada no programa (Ver Seção III-5. pode ser executada uma verificação automática do programa. Velocidade de avanço após da velocidade de avanço : 20 mm/min.

2 Como Visualizar a Mudança da Indicação da Posição sem Colocar a Máquina em Funcionamento Explicações D Bloqueio da máquina CRT/MDI X Z Ferramenta Peça A ferramenta permanece parada e só se modificam as indicações da posição dos eixos.2 Bloqueio da máquina D Bloqueio da função auxiliar Quando a operação automática é colocada no modo de bloqueio da função auxiliar durante o modo de bloqueio da máquina. 1. a ferramenta executa a próxima operação e depois pára.1 (c) Bloco único 1. etc.1).4. substituição da ferramenta.) são desativadas (Ver Seção III-5. todas as funções auxiliares (rotação do fuso. Início de ciclo Início de ciclo Início de ciclo Início de ciclo Ferramenta Peça Fig.5). líquido refrigerante on/off. 1. 360 . Fig.4.1.4. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Bloco único Quando o botão de início de ciclo é pressionado. O programa é verificado desta forma (Ver Seção III-5. a ferramenta executa uma operação e depois pára. Ao pressionar novamente o início de ciclo.

1.5 EDIÇÃO DE UM PROGRAMA DE PEÇAS Depois de um programa criado ter sido registrado na memória. ASPECTOS GERAIS 1.5 Edição do programa de peças 361 . Registro de programa Correção ou modificação do programa Painel de operação MDI Leitor de fita de papel Fita perfurada CNC (programa) CNC Fig.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1. ele pode ser corrigido ou modificado através do painel de operação MDI (Ver Seção III-9). Esta operação pode ser executada usando a função de armazenamento/edição de um programa de peças.

1. 1. Os dados sobre as dimensões da ferramenta são chamados de valores de correção (Ver Seção III-11.6 VISUALIZAÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE DADOS O operador pode visualizar ou modificar um valor armazenado na memória interna CNC. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 1.0 ⋅⋅⋅ ⋅⋅⋅ 25. são gerados automaticamente caminhos para as ferramentas que permitem a qualquer uma delas cortar a peça especificada pelo programa.3 20. 362 . Quando uma peça é usinada.0 ⋅⋅⋅ ⋅⋅⋅ Memória do CNC Fig.6 (b) Visualização e especificação dos valores de correção A ferramenta possui as dimensões: Comprimento. Especificação dos dados Visualização dos dados Teclas da tela MDI Memória CNC Fig. através da operação de teclas na tela MDI (Ver III-11).1). Ao especificar com antecedência os dados das dimensões da ferramenta na memória CNC. o valor do movimento da ferramenta depende das dimensões da mesma.0 40.1. diâmetro.4.6 (a) Visualização e especificação de dados Explicações D Valor de correção Definição Teclas da tela MDI Tela Número de compen-sação da ferramenta: 1 Número de compen-sação da ferramenta: 2 Número de compen-sação da ferramenta: 3 ⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅ Compensação Compensação de da geometria desgaste 12.

existem outros dados também especificados pelo operador. podem ser especificados os seguintes dados: ⋅Mudança polegadas/unidades métricas ⋅Seleção de dispositivos E/S ⋅Corte por espelhamento on/off Os dados atrás indicados são os chamados dados de definição (Ver Seção III-11. 1. Por exemplo.6 (d) Visualização e especificação dos dados de especificação do operador 363 .6 (c) Valor de correção D Visualizar e especificar dados de especificação do operador Além dos parâmetros. Estes dados fazem com que as características da máquina se modifiquem. ASPECTOS GERAIS Valor de correção da ferramenta Valor de correção da ferramenta Ferramenta Peça Fig.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1. Definição Dados de definição ⋅Mudança polegadas/unidades métricas ⋅Seleção de dispositivo de E/S ⋅Definição de espelhamento ON/OFF Teclas da tela Visualizar ⋅ ⋅ ⋅ Memória do CNC Características operacionais Movimento da máquina Programa Operação automática Fig. 1.4.7).

valores de correção. Definição dos Dados Teclas da tela MDI Inibição do registro / alteração Programa Valor de correção Parâmetros Dados de definição Memória do CNC Fig. 1. modificados ou apagados por engano (Ver Seção III-11).1. Por exemplo.1.1).6 (f) Chave para proteção dos dados Chave de Proteção Painel de operação da máquina Sinal 364 . Ela é usada para evitar que os programas de peças. ⋅Como definir a multiplicação de comandos/multiplicação da deteção (CMR/DMR). Parâmetro Velocidade de deslocamento rápido Controle de posição Retorno ao ponto de referência Dados de compensação da folga Dados de compensação de erro do Visualização passo ⋅ ⋅ ⋅ Definição Tela Teclas MDI Programa Operação automática Movimento da máquina Fig.5. Os dados utilizados na especificação acima são denominados parâmetros (Ver Seção III-11. Os parâmetros diferem em função da máquina-ferramenta. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Visualizar e especificar parâmetros As funções CNC são suficientemente versáteis para se adaptarem às características das diferentes máquinas. parâmetros e dados de especificação sejam registrados.6 (e) Visualização e especificação de parâmetros D Chave para proteção dos dados É possível definir uma chave para proteção dos dados. o CNC pode especificar o seguinte: ⋅Velocidade de deslocamento rápido de cada eixo ⋅Se o sistema incremental se baseia em o sistema métrico ou sistema inglês.

OFFSET) O0050 O0100 (CONVERT POL/MM VERIF NO. N5 G02 X900.0 R650. N4 G03 X500.0 R-250.1) Número do programa ativo PROGRAMA N1 G90 G17 G00 G41 X250. N6 G03 X950.0 Z550.0 . ASPECTOS GERAIS 1. N7 G01 X1150.F10-MACRO) O0040 (TEST-PROGRAM.0 .0 Z550.SUB1) O0010 (TEST-PROGRAM.0 . >_ MEM STOP * * * PRGRM Número da seqüência ativa O1100 N00005 Conteúdo do programa *** ATUAL 13 : 18 : 14 PROX (OPRC) VERIF Programa em execução O cursor indica a localização em execução DIRETORIO DE PROGRAMAS PROGRAMA(NUM.0 R650. N10 X250.0 .7 VISUALIZAÇÃO 1.MAIN) O0002 (MACRO-GCODE.1) 16:52:13 ][ ][ (OPRT) ] 365 .ARTHMETIC NO.2. N9 X700.0 .0 .7.0 .320 126. N11 G00 G40 X0 Z0 .1) O0020 (TEST-PROGRAM.) 4. N3 X450. N2 G01 Z900.0 . são mostrados os programas seguintes e a lista de programas. Além disso.1 Visualização do Programa É mostrado o conteúdo do programa ativo.) USADO: 17 LIVRE: 183 O0001 N00010 MEMORIA(CAR.0 .840 > _ EDIT **** *** *** [ PRGRM ][ DIR+ ][ O0001 (MACRO-GCODE.0 Z650.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1. (Ver Seção III-11. N8 Z550.0 Z900.0 F150 .0 Z1150.

1).7.000 100.3 Tela de Alarmes Se surgir um problema durante a operação.1 a 11.2 Indicação da Posição Atual A posição atual da ferramenta é visualizada com os valores de coordenadas.000 90. A distância da posição atual à posição alvo também pode ser visualizada.1. PECAS 30 TEMPO CICLO 0H 0M22S MEM *** *** *** 19:47:45 [ ABS ] [ REL ] [ TUDO ] [ ] [(OPRC)] 1.000 0H41M CONT.1. MENSAGEM DE ALARME 010 CODIGO G INVALIDO O1000 N00003 >_ MEM STOP * * * * ALARME MSG *** ALM 19 : 55 : 22 HISTOR 366 . (Ver Seção III-11.3) X Z x Z Sistema de coordenadas da peça POSIÇÃO ATUAL (ABSOLUTA) O0003 N00003 X Z C TEMPO TRAB 150. o número do alarme e respectiva mensagem são visualizados na tela CRT (Ver Seção III-7. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 1.7. Consultar a lista de alarmes e seus significados no ANEXO G.

deste modo.000 0H16M CONT.000 Z 200.5 Visualização de Gráficos (Ver Seção III-12) A função gráfica pode ser usada para desenhar o caminho da ferramenta para a operação automática e para a operação manual.7.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1.000 Z MEM INIC * * * * PRM.000 100.4.4 Indicação da Contagem de Peças. Indicação do Tempo de Execução Na tela são mostrados os dois tipos de tempo de trabalho e o número de peças. PECAS 18 TEMPO CICLO 0H 1M0S MEM INIC *** FIN 20:22:23 [ ABS ] [ REL ] [ TUDO ] [ ] [(OPRC)] 1. a evolução do corte e a posição da ferramenta.7. (Ver Seção III-12). X O0001 N00021 X 200.(Ver Seção lll-11. indicando.000 90.G FIN GRAF 08 : 00 : 53 ZOOM (OPRC) Controle de 1 caminho 367 . ASPECTOS GERAIS 1.9) POSIÇÃO ATUAL (ABSOLUTA) O0003 N00003 X Z C TEMPO TRAB 150.

Fita Interface de leitura/envio Adaptador de cassete FANUC Adaptador de cassete FANUC Disco flexível SISTEMA P CNC Sistema de programação automática Cartão de memória Adaptador para cartão de memória (CNC incorporado) Fig. parâmetros.1. Leitor de fita portátil PPR FANUC Memória Programa Correção Parâmetros . .8 Saída de Dados 368 . introduzidos na memória CNC podem ter saída para fita.8 SAÍDA DE DADOS Os programas. etc. valores de correção. os dados podem ser introduzidos na memória CNC.1. cassete ou disco flexível. . ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 1. Depois da saída para um meio. para efeitos de armazenamento.

como um arquivo handy. 369 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2 DISPOSITIVOS OPERACIONAIS Os dispositivos operacionais disponíveis incluem a unidade de especificação e visualização acoplada ao CNC. o painel de operação da máquina e os dispositivos externos de entrada/saída.

. . . . .4 da Parte III. .4″ a cores (tipo horizontal) . . .1. . . . . . . . . . . .1 a 2. . . . . . . . .4″ a cores (tipo vertical) .1 III-2. . . . . . .3 III-2. . . . . . . .1. . . .2. . . . III-2. . . . . . . .1 UNIDADES DE ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO As unidades de especificação e visualização são mostradas nas Subseções 2. . Unidade LCD/MDI de 7. .1. . . .1. .1. . .4 370 . . . . . .1. . DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 2. . . . . . . .2″ monocromática / 8. . . . . . . . . .2″ monocromática / 8. . . . . . . Posição das teclas de MDI (unidade LCD/MDI tipo horizontal) . . . . .2 III-2. . . . . Posição das teclas de MDI (unidade LCD/MDI tipo vertical) . . Unidade LCD/MDI de 7.

1 Unidade LCD/MDI de 7. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2.2″ monocromática/ 8.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.4″ a cores (tipo horizontal) 371 .1.

4″ a cores (tipo vertical) 372 .2″ monocromática/ 8.2 Unidade LCD/MDI de 7.1. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 2.2.

DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2.1.3 Localização das teclas no MDI (unidade LCD/MDI de tipo horizontal) Teclas de endereço/numéricas Teclas de função Tecla shift Tecla de cancelamento (CAN) Tecla de entrada de dados Teclas de edição Tecla de ajuda Tecla de reset Teclas de mudança de página Teclas do cursor 373 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.

1.4 Localização das teclas no MDI (unidade LCD/MDI do tipo vertical) Tecla de reset Tecla de cancelaTeclas de edição mento (CAN) Tecla de ajuda Teclas de função Tecla shift Teclas de endereço/numéricas Teclas do cursor Tecla de entrada de dados Teclas de mudança de página 374 .2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 2.

Quando o buffer de entrada do teclado apresenta >N001X100Z_ e a tecla de cancelamento >N001X100_ é visualizado. As soft keys possuem várias funções. Ao pressionar a tecla <SHIFT> é feita a comutação entre os caracteres. grama ALTER : Alteração : Inserção : Exclusão ALTER INSERT DELETE INSERT DELETE 9 Teclas de função … POS PROG Pressione estas teclas para trocar de tela para cada função. pressione a tecla <INPUT>. e ambas têm a mesma função quando pressionadas.2 Explicação do Painel de Operação MDI Número 1 Nome Tecla de reset RESET Explicação Pressione esta tecla para reinicializar o CNC. 6 Tecla de entrada de dados Quando uma tecla de endereço ou numérica é pressionada.Pressione estas teclas quando editar o programa. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2. O caractere especial ∧ é visualizado na tela quando o caractere indicado no canto inferior direito da face da tecla pode ser introduzido.. numéricos e outros. para cancelar um alarme. é pressionada. ou os pormenores de um alarme do CNC (função de ajuda). 3 4 Soft keys Teclas de endereço e nu. Tecla de cancelamento Pressione esta tecla para apagar o último caractere ou símbolo inseridos no buffer de entrada do teclado. As funções das soft keys são visualizadas na parte inferior da tela. etc. Ver sec. 2 Tecla de ajuda HELP Pressione esta tecla para visualizar o modo de operação da máquina--ferramenta. 375 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.2 EXPLICAÇÃO DOTECLADO Tabela 2. Esta tecla é equivaINPUT lente à tecla [ENTRADA] das soft keys. tal como a operação das teclas MDI. de acordo com as Aplicações.Pressione estas teclas para introduzir caracteres alfabéticos. etc. os dados são inseridos no buffer e mostrados na tela. III--2. Z é cancelado e 7 CAN CAN 8 Teclas de edição do pro. méricas NQ 5 Tecla shift SHIFT 4[ … Algumas teclas possuem dois caracteres em sua face. Para copiar dados do buffer de entrada do teclado para o registro de correção.3 para detalhes sobre as teclas de função.

: Esta tecla é usada para mover o cursor para a direita ou para a frente. na direção inversa. O cursor move--se em curtos incrementos. PAGE PAGE : Esta tecla é usada para retroceder uma página na tela. PAGE PAGE frente. : Esta tecla é usada para mover o cursor para baixo ou para frente. : Esta tecla é usada para mover o cursor para a esquerda ou na direção frente. 11 Teclas de mudança de Há dois tipos de teclas de mudança de página. em grandes incrementos.2. 376 . O cursor move--se para a frente em curtos incrementos. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Tabela 2. : Esta tecla é usada para mover o cursor para cima ou na direção inversa. O cursor move--se para a frente. página : Esta tecla é usada para avançar uma página na tela.2 Explicação do Painel de Operação MDI Número 10 Nome Teclas do cursor Explicação Há quatro teclas de cursor diferentes. frente. O cursor move--se em grandes incrementos na direção inversa.

Em alguns casos. As soft keys para seleção de capítulo que pertencem à função selecionada aparecem. POS PROG OFS/SET 1 Pressione uma tecla de função no painel de operação MDI.1 Operações Gerais de Tela As teclas de função são usadas para selecionar o tipo de tela (função) a ser visualizada. pressione a tecla de retorno ao menu anterior. pressione a tecla de mudança para o menu seguinte. 2 Pressione uma das soft keys para seleção de capítulo. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2.3 TECLAS DE FUNÇÃO E SOFT KEYS 2. O procedimento geral para visualização da tela é explicado acima. SYSTEM MESSAGE CSTM/GR Teclas de função (OPRC) Soft keys para seleção de capítulo Tecla de seleção da operação Tecla de retorno ao menu anterior Tecla de mudança para o menu seguinte 377 . Se a soft key para o capítulo desejado não for visualizada. Para detalhes. 3 Assim que a tela do capítulo desejado for visualizada. a tela (seção) que corresponde à função selecionada pode ser ativada. A tela para o capítulo selecionado aparece. o procedimento real de visualização varia de uma tela para a outra. Contudo. ver a descrição de operações individuais. 4 Para visualizar novamente as soft keys para seleção de capítulo.3. pressione a tecla de seleção da operação para visualizar os dados a serem manipulados. podem ser selecionados capítulos adicionais dentro de um capítulo.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. Quando uma soft key (soft key de seleção de seção) é pressionada imediatamente após uma tecla de função.

2 Teclas de Função As teclas de função são fornecidas para selecionar o tipo de tela a visualizar. POS Pressione esta tecla para visualizar a tela de programas.3. Pressione esta tecla para visualizar a tela de mensagens. MESSAGE CSTM/GR Pressione esta tecla para visualizar a tela de usuário (tela de macro conversacional) ou tela de gráficos. As seguintes teclas de função são fornecidas no painel de operação MDI: Pressione esta tecla para visualizar a tela de posição. 378 . SYSTEM Pressione esta tecla para visualizar a tela do sistema. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 2.2. PROG OFS/SET Pressione esta tecla para visualizar a tela de correção/ especificação.

3 Soft Keys Para visualizar uma tela mais detalhada. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2. se o mesmo for selecionado nas opções da configuração.3. : Indica uma entrada do painel de operação MDI. *2 Algumas soft keys não são mostradas. 379 . pressione uma tecla de função seguida de uma soft key. : Indica uma soft key com uma letra preta. *1 Pressione as teclas de função para alternar entre telas que são usadas freqüentemente. As soft keys são também usadas para operações reais. Os símbolos apresentados possuem os significados abaixo : : Indica telas : Indica uma tela que pode ser visualizada pressionando uma tecla de função (*1) [ ( [ ] ) ] : Indica uma soft key com uma letra verde. : Indica a tecla de mudança para o menu seguinte (soft key mais à direita). A seguinte ilustração mostra como trocar a indicação das soft keys ao pressionar cada tecla de função.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.

2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 TELA DE POSIÇÃO Mudança de soft key acionada pela tecla de função POS POS Tela das coordenadas absolutas [ABS] [(OPRC)] [PECAS 0] [TRAB 0] [WRK--CD] [EXEC] [EXEC] [TDOEXE] (Nome do eixo) [EXEC] Indicação das coordenadas relativas [REL] [ (OPRC) ] (Eixo ou numeral) [ORIGEM] [PREDEF] [TDOEXE] [EXEC] (Nome do eixo) [EXEC] [PECAS 0] [TRAB 0] Indicação da posição atual [TUDO] [(OPRC)] (Eixo ou numeral) [ORIGEM] [PECAS 0] [TRAB 0] Interrupção por manivela [MANIV] [(OPRC)] [PECAS 0] [TRAB 0] [EXEC] [EXEC] [EXEC] [PREDEF] [TDOEXE] (Nome do eixo) [EXEC] [EXEC] [EXEC] Tela de monitoração [MONI] [(OPRC)] [PECAS 0] [TRAB 0] [EXEC] [EXEC] 380 .

DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DE PROGRAMAS Mudança de soft key acionada pela tecla de função no modo MEM PROG 1/2 PROG Tela do programa [PRGRM] (1) [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) (número N) [REBOB] [TIPO P] [TIPO Q] [PESQ D] [CAN] (número N) Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ O] [PESQ N] [EXEC] Tela de verificação do programa [VERIF] [ABS] [REL] [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) (número N) [REBOB] [TIPO P] [TIPO Q] [PESQ D] [CAN] (número N) ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ O] [PESQ N] [EXEC] Tela do bloco atual [ATUAL] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela do bloco seguinte [PROX] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela de reinício do programa [REINIC] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” (2) (Continua na página seguinte) 381 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.

2.AQ] [PRGRM] Retorno a (1) (tela do programa) Tela do diretório do arquivo [DIR] [(OPRC)] [ SELEC ] (Nº do arquivo) [EXEC] Tela da operação de planejamento [PLANEJ] [(OPRC)] [LIMPAR] [CAN] [EXEC] [ENTRADA] [DEF A] (Dados de planejamento) 382 . DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 (2) Tela do diretório de programas [DIR] [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ O] Retorno ao programa 2/2 [PLJ.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DE PROGRAMAS Mudança de soft key acionada pela tecla de fun ção no modo EDICAO PROG 1/2 PROG Tela do programa [PRGRM] [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) (Endereço) (Endereço) [REBOB] [PESQ D] [LER] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ O] [PESQ↓] [PESQ↑] [ENVIAR] [APAGAR] [EX--EDC] [CAN] [EXEC] (número N) [CADEIA] (O cursor move--se até ao fim do programa.) [STOP] [CAN] [EXEC] (número O) [STOP] [CAN] [EXEC] (número O) [CAN] [EXEC] (número N) [COPIAR] [CRSR∼] (número O) [EXEC] [∼CRSR] [∼FIM] [TUDO] [MOVER] [CRSR∼] (número O) [EXEC] [∼CRSR] [∼FIM] [TUDO] [UNIR] [∼CRSR] (número O) [EXEC] [∼FIM] [TROCAR] (Endereço) [ANTES] (Endereço) [APOS] [SALTAR] [1--EXEC] [EXEC] (1) (Continua na página seguinte) 383 .

] Retorno ao programa [PRGRM] [G.R] [ENTRADA] Visualização do diretório do disco [DISCO] Retorno ao programa [PRGRM] [DIR] [(OPRC)] [PESQ D] [LER] [ENVIAR] [APAGAR] (Numeral) [CAN] [EXEC] (Numeral) (Numeral) [STOP] [CAN] [EXEC] (Numeral) (Numeral) [STOP] [CAN] [EXEC] (Numeral) [CAN] [EXEC] [DEF A] [DEF A] [DEF O] [DEF A] [DEF O] [DEF A] 384 .A. a tela padrão aparece. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 (1) 2/2 Visualização do diretório de programas [DIR] [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) [LER] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ O] Retorno ao programa [CADEIA] [STOP] [CAN] (número O) [STOP] [CAN] (número O) [EXEC] [ENVIAR] [EXEC] Programação Verbal Gráfica [C.P.2.MENU] [BLOCO] (Dados) (número G) Quando um número G é omitido. [(OPRC)] [LINHA] [CHANF] [CNR.

DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DE PROGRAMAS Mudança de soft key acionada pela tecla de função no modo MDI PROG PROG Tela do programa [PRGRM] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela do programa [MDI] [(OPRC)] [EDC--ST] (Endereço) (Endereço) [REBOB] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ↓] [PESQ↑] Tela do bloco atual [ATUAL] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela do bloco seguinte [PROX] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela de reinício do programa [REINIC] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela de exibição do diretório de programas [DIR] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” 385 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.

DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 TELA DE PROGRAMAS Mudança de soft key acionada pela tecla de função no modo MANIV. JOG ou REF PROG PROG Tela do programa [PRGRM] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela do bloco atual [ATUAL] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela do bloco seguinte [PROX] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela de reinício do programa [REINIC] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela de exibição do diretório de programas [DIR] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” TELA DE PROGRAMAS Mudança de soft key acionada pela tecla de função no modo TJOG ou TMANIV PROG PROG Tela do programa [PRGRM] [(OPRC)] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [EDC--ST] Retorno ao programa [PESQ O] (número O) (Endereço) [PESQ↓] (Endereço) [PESQ↑] [REBOB] Visualização do diretório de programas [DIR] [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ O] Retorno ao programa 386 .2.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DE PROGRAMAS Mudança de soft key acionada pela tecla de função PROG (Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada em todos os modos) 1/2 PROG Tela do programa [PRGRM] [(OPRC)] [FIM--ST] (número O) (Endereço) (Endereço) [REBOB] [PESQ D] [LER] [PESQ O] [PESQ↓] [PESQ↑] [ENVIAR] [APAGAR] [EX--EDC] [CAN] [EXEC] (número N) [CADEIA] (O cursor move--se até ao fim do programa.) [STOP] [CAN] [EXEC] (número O) [STOP] [CAN] [EXEC] (número O) [CAN] [EXEC] (número N) [COPIAR] [CRSR∼] (número O) [EXEC] [∼CRSR] [∼FIM] [TUDO] [MOVER] [CRSR∼] (número O) [EXEC] [∼CRSR] [∼FIM] [TUDO] [UNIR] [∼CRSR] (número O) [EXEC] [∼FIM] [TROCAR] (Endereço) [ANTES] (Endereço) [APOS] [SALTAR] [1--EXEC] [EXEC] (1) (Continua na página seguinte) 387 .

[(OPRC)] [LINHA] [CHANF] [CNR.R] [ENTRADA] Visualização do diretório do disco [DISCO] Retorno ao programa [PRGRM] [DIR] [(OPRC)] [PESQ D] (Numeral) [CAN] [EXEC] (Numeral) (Numeral) [STOP] [CAN] [EXEC] (Numeral) (Numeral) [STOP] [CAN] [EXEC] (Numeral) [CAN] [EXEC] [DEF A] [LER] [DEF A] [DEF O] [ENVIAR] [DEF A] [DEF O] [APAGAR] [DEF A] 388 . a tela padrão aparece. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 (1) Visualização do diretório de programas [DIR] [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) [LER] [PESQ O] [CADEIA] [STOP] [CAN] (número O) [STOP] [CAN] (número O) Retorno ao programa 2/2 [EXEC] [ENVIAR] [EXEC] Programação Verbal Gráfica [C.P.A.] Retorno ao programa [PRGRM] [G.MENU] [BLOCO] (Dados) (número G) Quando um número G é omitido.2.

] [ENTRADA] (Numeral) [ENVIAR] [CAN] [EXEC] (1) (Continua na página seguinte) 389 .] (Numeral) [+ENTRADA] (Numeral) [ENTRADA] [LIMPAR] [TUDO] [DESG] [GEOM] [CAN] [EXEC] [CAN] [EXEC] [LER] [ENVIAR] Tela de especificação [DEFINIR] [(OPRC)] (Número) [ON:1] [OFF:0] (Numeral) (Numeral) [PESQ NO] [+ENTRADA] [ENTRADA] Tela de especificação do sistema de coordenadas de trabalho [TRAB] [(OPRC)] (Número) [PESQ NO] (Nome do eixo e valor numérico) [MEDIDA] (Numeral) [+ENTRADA] (Numeral) [ENTRADA] Tela de variáveis de macro [MACRO] [(OPRC)] [PESQ NO] (Número) (Nome do eixo) [ENT. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DE CORREÇÃO/ ESPECIFICAÇÃO Mudança de soft key acionada pela tecla de função OFS/SET 1/2 OFS/SET Tela de correção da ferramenta [CORREC] [DESG] [GEOM] [(OPRC)] (Número) [PESQ NO] (Nome do eixo e valor numérico) [MEDIDA] (Nome do eixo) [ENT.C.C.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.

2] [DESG] [GEOM] [(OPRC)] (Número) [PESQ NO] (Nome do eixo e valor numérico) [MEDIDA] (Nome do eixo) [ENT. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 (1) Tela de entrada de dados padrão [MENU] [(OPRC)] (Número) [SELEC] 2/2 Tela do painel de operação por software [OPR] Tela de especificação da gestão da vida útil das ferramentas [VDFERR] [(OPRC)] (Número) [LIMPAR] (Numeral) [PESQ NO] [CAN] [EXEC] [ENTRADA] Tela de correção da ferramenta no eixo Y [CORREC.C.] (Numeral) [+ENTRADA] (Numeral) [ENTRADA] [LIMPAR] [TUDO] [DESG] [GEOM] [CAN] [EXEC] [CAN] [EXEC] [LER] [ENVIAR] Tela de deslocamento da peça [WK.SHFT] [(OPRC)] (Numeral) (Numeral) [+ENTRADA] [ENTRADA] Tela de especificação das barreiras da placa de fixação e do cabeçote móvel [BARREIRA] [(OPRC)] (Numeral) (Numeral) [DEF] [ENTRADA] [+ENTRADA] 390 .2.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DO SISTEMA Mudança de soft key acionada pela tecla de função SYSTEM 1/2 SYSTEM Tela dos parâmetros [PARAM] [(OPRC)] (Número) [ON:1] [OFF:0] (Numeral) (Numeral) [PESQ NO] [+ENTRADA] [ENTRADA] [LER] [ENVIAR] [CAN] [EXEC] [TUDO] [NON--0] [CAN] [EXEC] [CAN] [EXEC] Tela de diagnóstico [DGNOS] [(OPRC)] (Número) [PESQ NO] Tela PMC [PMC] Tela de configuração do sistema [SISTEMA] (1) (Continua na página seguinte) 391 .

FS] [MON.SV] [MON.SV] [DEF.O] [INICIO] [TEMPO→] [←TEMPO] [H--DUPL] [H--METD] [INICIO] [CN--1↑] [CN--1↓] [V--DUPL] [V--METD] [INICIO] [CN--2↑] [CN--2↓] [V--DUPL] [V--METD] 392 .2.FS] [DEF.O] [GRAF.SV] [TRC.FS] [MON. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 (1) Tela de compensação de erro de passo [PASSO] [(OPRC)] (Nº) [PESQ NO] [ON:1] [OFF:0] [+ENTRADA] (Numeral) (Numeral) [ENTRADA] 2/2 [LER] [ENVIAR] [CAN] [EXEC] [CAN] [EXEC] Tela de parâmetros servo [PRM.SV] [(OPRC)] [ON:1] [OFF:0] (Numeral) [TRACAR] [TRNSF] [ENTRADA] [(OPRC)] Tela de parâmetros do fuso [PRM.FS] [(OPRC)] [ON:1] [OFF:0] [ENTRADA] Tela de diagnóstico de forma de onda [OSCLSCP] [PRM.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DE MENSAGENS Mudança de soft key acionada pela tecla de função MESSAGE MESSAGE Tela de alarmes [ALARME] Tela de mensagens [MSG] Tela de histórico de alarmes [HISTOR] [(OPRC)] [LIMPAR] TELA DE AJUDA Mudança de soft key acionada pela tecla de função HELP HELP Tela de detalhes de alarme [ALARME] [(OPRC)] [ SELEC ] Tela de método de operações [OPR] [(OPRC)] [ SELEC ] Tela da tabela de parâmetros [PARA] 393 .

carregue na tecla de função desejada. Para informações mais detalhadas da tela. Para mudar da tela de USUÁRIO para outra tela.G] [GRAF] [ZOOM] [(OPRC)] [(OPRC)] [(OPRC)] [NORMAL] [APAGAR] [ATU] [HI/LO] TELA DE USUÁRIO Tela de USUÁRIO CSTM/GR Mudança de soft key acionada pela tecla de função CSTM/GR Tela de USUÁRIO Tela de USUÁRIO O layout da tela de USUÁRIO é personalizado pelo fabricante da máquina--ferramenta. 394 .2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 TELA DE GRÁFICOS Gráficos do caminho da ferramenta Modo 0 CSTM/GR Mudança de soft key acionada pela tecla de função CSTM/GR Gráficos do caminho da ferramenta [PRM. consulte o manual correspondente fornecido pelo fabricante da máquina--ferramenta.

395 . Um “_” é visualizado no final dos dados de entrada por teclado para indicar a posição de entrada do caractere seguinte. o caractere que corresponde a esta tecla é inserido uma vez no buffer de entrada do teclado. Para indicar que são dados de entrada de tecla. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2. Indicação do buffer de entrada do teclado [ > N001X100Z_ EDICAO ] [ ] [ ALM 12:35:45 ] [ ] [ ] Fig. um símbolo “>” é visualizado imediatamente à sua frente. É possível inserir até 32 caracteres de uma vez no buffer de entrada do teclado.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. este é cancelado. 2. este é igualmente cancelado. se a tecla SHIFT for pressionada no estado shift. (Exemplo) Quando o buffer de entrada do teclado apresenta >N001X100Z_ e a tecla CAN é pressionada. Os caracteres minúsculos podem então ser inseridos (com shift).4 Entrada por Teclas e Buffer de Entrada Quando uma tecla de endereço ou numérica é pressionada. Pressione a tecla CAN para cancelar um caractere ou símbolo inserido no buffer de entrada do teclado. Quando se insere um caractere no estado shift. o “_” indicando a posição seguinte de entrada de caractere muda para “∧”. O conteúdo do buffer de entrada do teclado é visualizado na parte inferior da tela.3. pressione primeiro a tecla SHIFT seguida da tecla em questão.3. Quando a tecla SHIFT é pressionada. Z é cancelado e >N001X100_ é visualizado.4 Visualização do buffer de entrada do teclado Para inserir o caractere inferior das teclas que possuem dois caracteres impressos. Além disso.

será visualizada uma mensagem de aviso intermitente na linha de estado. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 2. EDICAO REJEITADA 396 . A entrada de parâmetros não é possível em qualquer modo que não o modo MDI.5 Mensagens de Aviso Após a entrada de um caractere ou número através do painel de operação MDI. EXCESSO DE DIGITOS MODO ERRADO O valor de entrada excede o número permitido de dígitos. A entrada da tecla é inválida devido à tecla de proteção de dados ou o parâmetro não está habilitado para gravação. Não é possível editar no estado atual do CNC. Visualização da entrada de dados Visualização da mensagem de aviso Indicação do estado Visualização de soft key [ >_ EDICAO ] [ MODO ERRADO ] [ ] [ ] [ ] Fig.3. é executada uma verificação de dados se a tecla ENTRADA ou uma soft key for pressionada.3.2. DADOS FORA DO LIMITE O valor de entrada excede o limite permitido.5 Visualização de mensagem de aviso Tabela 2.5 Mensagens de Aviso Mensagem de aviso ERRO DE FORMATO PROTEÇÃO CONTRA GRAVAÇÃO Conteúdo O formato está incorreto. Em caso de entrada de dados incorreta ou operação errada.3. 2.

B--61834E Os seguintes dados podem entrar/sair para/de dispositivos externos de entrada/saída: 1. Programas 2. 397 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.4 Dispositivos externos de E/S Nome do dispositivo Uso Capacidade máx. consulte o manual correspondente conforme listado abaixo. ver Capítulo III-8. Dados de compensação do erro de passo Para uma explicação da entrada/saída de dados e como usar um cartão de memória para a entrada e saída de dados. Parâmetros 4. Dados sobre correção 3. É projetado para equipamento FA e utiliza disquetes. de armazenamento Manual de referência Arquivo handy FANUC Dispositivo de entrada/ 3600m saída de fácil utilização e múltiplas funções. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2.4 DISPOSITIVOS EXTERNOS DE E/S Está disponível o arquivo handy do dispositivo externo de entrada/saída. Tabela 2. Variáveis comuns de macro de usuário 5. Para detalhes sobre o arquivo handy.

CANAL DE E/S =0 : Canal 1 =1 : Canal 1 = 2 : Canal 2 = 4 : Interface do cartão de memória 0020 Número do parâmetro 0101 CANAL DE E/S=0 (canal 1) 0102 0103 0111 CANAL DE E/S=1 (canal 1) 0112 0113 0121 CANAL DE E/S=2 (canal 2) Interface do cartão de memória=4 0122 0123 Bit de parada e outros dados Nº definido para o disp. O dispositivo de entrada/saída a ser usado é estabelecido especificando-se o canal (interface) conectado àquele dispositivo no parâmetro de especificação CANAL DE E/S. Os dados especificados. Especifique um canal para um dispositivo de entrada/ saída. A seguir. de entrada/saída Taxa baud 398 .2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Parâmetro Antes que um dispositivo externo de entrada/saída possa ser usado. de entrada/saída Taxa baud Bit de parada e outros dados Nº definido para o disp. O CNC também possui uma interface para o cartão de memória. Nº do canal de entrada/saída (parâmetro 0020) CANAL DE COMUN. tais como a taxa baud e o número de bits de parada de um dispositivo de entrada/saída conectado a um canal específico devem ser previamente estabelecidos nos parâmetros para aquele canal. os parâmetros devem ser ajustados como segue: CNC PLATINA PRINCIPAL DA CPU Canal 1 JD36A RS-232-C Canal 2 JD36B RS-232-C Leitor/furador CANAL DE E/S=0 ou CANAL DE E/S=1 Leitor/furador CANAL DE E/S=2 O CNC possui dois canais de interfaces de leitura/envio. é mostrada a inter-relação entre os parâmetros da interface de leitura/envio dos canais. (Não é preciso definir dados para a interface do cartão de memória. de entrada/saída Taxa baud Bit de parada e outros dados Nº definido para o disp.) Para o canal 1. são fornecidas duas combinações de parâmetros para especificar os dados do dispositivo de entrada/saída.

.e.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. fácil de usar e com múltiplas funções. projetado para equipamento FA.1 Arquivo Handy FANUC O Arquivo Handy é um dispositivo de entrada/saída através de disquete.) 399 . etc. e ocupação de muito espaço). O Arquivo Handy utiliza disquetes de 3. ruído durante a entrada/saída. Os programas podem ser transferidos e editados operando o Arquivo Handy quer diretamente. que não apresentam os problemas da fita de papel (i.44M bytes.5 polegadas. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2.4. quer remotamente. fácil rompimento. que equivale à capacidade da memória de uma fita de 3600-m). Interface RS--422 Interface RS--232--C FANUC Arquivo handy Interface RS--232--C ou RS--422 (painel de transmissão. Em uma disquete podem ser armazenados um ou mais programas (até 1. a partir de uma unidade conectada ao Arquivo Handy.

isso significa que poderá ter ocorrido uma falha no sistema. 3 Após o equipamento ter sido ligado.1 Ligar o Equipamento Procedimento para ligar o equipamento 1 Verifique se a aparência da máquina-ferramenta CNC é normal.2 for visualizada. verifique se a tela de posição pode ser visualizada. verifique se as portas frontal e traseira estão fechadas. não toque no respectivo teclado. Se a tela mostrada na Seção III-2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 2. (Por exemplo.233 S CONT. AVISO Até que a tela posicional ou do alarme seja visualizada. Uma tela de alarme é visualizada se ocorrer um alarme após a energização. POSIÇÃO ATUAL (ABSOLUTA) O1000 N00010 X Z 217.) 2 Ligue de acordo com o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.5.5.PECAS 5 TEMPO CICLO 0H 0M38S 0 T0000 TEMPO TRAB 0H15M F.ATU 3000 MM/M MEM INIC MVT *** 09:06:35 [ ABS ] [ REL ] [ TUDO ] [ MANIV ] [ OPRC ] Tela de posição (7 soft keys) 4 Verifique se o motor do ventilador está girando.2. Algumas teclas são usadas para a manutenção ou operação especial.5 LIGAR/DESLIGAR 2. pelo que podem causar uma operação inesperada se forem pressionadas nesta altura.940 363. 400 .

o sistema apresenta um dos seguintes tipos de telas e pára.5. INDICAÇÃO DA CONFIGURAÇÃO DOS SLOTS 0: 003E4000 1: 30464202 2: 00504303 3: 4: 5: 0: 1: 2: 3: 4: 5: Número físico do slot (primário) Número físico do slot (secundário) Informações tais como a identificação do módulo de uma placa de circuito impresso instalada Número de slot atribuído internamente Tipos de placas de circuito impresso Função de módulo Para mais informações sobre os tipos de placas de circuito impresso e as funções dos módulos. Esta informação e os estados de LED são úteis para a localização de falhas. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2.2 Tela Visualizada ao Energizar Indicação do estado dos slots Se ocorrer um erro de hardware ou de instalação. São indicadas informações tais como o tipo de placa de circuito impresso instalada em cada slot. 401 . consulte o manual de manutenção (B-63835EN).B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.

2.2. 5 Consulte o manual do fabricante da máquina-ferramenta para desligar a máquina. 4 Continue pressionando o botão POWER OFF durante cerca de 5 segundos.3 Desenergização Procedimento para a desenergização 1 Verifique se o LED indicador do início de ciclo está desligado no painel do operador. como o Arquivo Handy. estiver conectado ao CNC.01 SLOT 01 (3046) : FIM SLOT 02 (3050) : FIM: Especificação completada Vazio: Especificação não completada Identificação do módulo Número do slot Visualização da configuração do software D6B1 -. 3 Se um dispositivo externo de entrada/saída. desligue-o. Consulte o MANUAL DE MANUTENÇÃO (B-64115EN) para obter informações sobre a tela de configuração do sistema.5. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Tela de indicação do estado de especificação do módulo D6B1 -.01 OMM : yyyy--yy PMC : zzzz--zz Software de controle do CNC Macro especifica do cliente/ compilador de macros PMC A configuração do software pode ser visualizada também na tela de configuração do sistema. 2 Verifique se todas as partes móveis da máquina-ferramenta CNC estão parando. 402 .

4 Avanço por manivela 3.5 Absoluto manual on e off 403 .2 Avanço em modo jog 3.3 Avanço incremental 3. OPERAÇÃO MANUAL 3 OPERAÇÃO MANUAL Há seis tipos de OPERAÇÃO MANUAL: 3.1 Retorno manual ao ponto de referência 3.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3.

se o mesmo for especificado no parâmetro JAX (bit 0 do nº 1002). pressione uma tecla de override do deslocamento rápido.1 RETORNO MANUAL AO PONTO DE REFERÊNCIA O retorno da ferramenta ao ponto de referência é feito da seguinte maneira: A ferramenta é deslocada. o LED de término do retorno ao ponto de referência acende. Depois da ferramenta ter regressado ao ponto de referência. A ferramenta desloca-se geralmente ao longo de um único eixo. está ativo o override do deslocamento rápido de quatro fases. se o mesmo for devidamente especificado em um parâmetro. através da tecla de retorno ao ponto de referência do painel de operação da máquina. 2 Para diminuir a velocidade de avanço. deslocando-se. Durante o deslocamento rápido. PONTO ZERO X y Z C DE PROG M30 PARADA M02/ MANU ABS MIR X OVERRIDE DO DESLOCAMENTO RÁPIDO (%) F0 25 50 100 DIREÇÃO DO EIXO +C +X +Y --Z rápido +Z --y --X --C NÚMERO DA FERRAMENTA 1 2 3 4 5 6 7 8 NC? MC? 404 . Depois da ferramenta ter regressado ao ponto de referência. deslocando-se. A ferramenta pode ser deslocada simultaneamente ao longo de três eixos. podendo deslocar-se simultaneamente ao longo de três eixos. Continue pressionando a tecla até que a ferramenta retorne ao ponto de referência. em seguida. correspondente ao eixo e ao sentido do retorno ao ponto de referência. siga as mesmas operações para outros eixos. Para mais informações sobre cada uma das operações. 4 Se necessário. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 3. 1421 e 1425). A ferramenta move-se para o ponto de desaceleração à velocidade de deslocamento rápido. uma das teclas de seleção de modo. para o ponto de referência à velocidade FL. para o ponto de referência à velocidade FL definida em um parâmetro. no sentido especificado no parâmetro ZMI (bit 5 do nº 1006). para cada eixo. A ferramenta desloca-se para o ponto de desaceleração à velocidade de deslocamento rápido. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. o LED de término do retorno ao ponto de referência acende. A velocidade de deslocamento rápido e a velocidade FL são especificadas nos parâmetros (nº 1420. Ponto de desaceleração Movimento de deslocamento rápido Velocidade de deslocamento rápido (o override do deslocamento rápido está ativa) Ponto de referência Movimento desacelerado à velocidade FL Procedimento para o Retorno Manual ao Ponto de Referência MODE EDIT MEMORY REMOTO MDI HANDLE JOG RETORNO A ZERO APREND 1 Pressione a tecla de retorno ao ponto de referência.3. 3 Pressione a tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. em seguida. O caso acima é um exemplo.

o sistema de coordenadas da peça é determinado. OPERAÇÃO MANUAL Explicação D Definição automática do sistema de coordenadas O sistema de coordenadas é determinado automaticamente aquando do retorno manual ao ponto de referência. O LED TÉRMINO DO RETORNO AO PONTO DE REFERÊNCIA apaga-se de uma das seguintes formas: . D LED de término do retorno ao ponto de referência D Distância para o retorno ao ponto de referência 405 . a ferramenta não se desloca enquanto a tecla RETORNO AO PONTO DE REFERÊNCIA estiver ativa. O efeito é o mesmo quando se especifica o seguinte comando para o retorno ao ponto de referência: G50XαZγ.Afastamento do ponto de referência.Z=γ quando o retorno ao ponto de referência for executado. Restrições D Novo deslocamento da ferramenta Assim que o LED TÉRMINO DO RETORNO AO PONTO DE REFERÊNCIA acende depois de terminar este movimento. de modo a que o ponto de referência no porta-ferramentas ou a posição da ponta da ferramenta de referência seja X=α.Ativação do estado de parada de emergência. . consulte o manual editado pelo fabricante da máquina-ferramenta.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3. Para mais informações sobre a distância (exceto durante a desaceleração) do retorno da ferramenta ao ponto de referência. Quando α e γ estão definidos para correção do ponto zero da peça.

2 Pressione a tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. Se a tecla de deslocamento rápido for pressionada. correspondente ao eixo e ao sentido em que a ferramenta deve ser deslocada. 3 A velocidade de avanço manual contínuo pode ser regulada através do botão rotativo de override da velocidade de avanço manual contínuo. a ferramenta desloca-se à velocidade de avanço rápido (nº 1424). no sentido selecionado. Procedimento para o avanço em modo jog DIREÇÃO DO EIXO +C +X +Y --Z rápido +Z --y --X --C 1 Pressione a tecla de avanço manual contínuo. a ferramenta desloca-se à velocidade de deslocamento rápido. A ferramenta pára quando a tecla é liberada. 4 Se pressionar simultaneamente a tecla de deslocamento rápido e uma tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. Para mais informações sobre cada uma das operações. A operação manual é permitida para um eixo de cada vez. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.3.2 AVANÇO EM MODO JOG MODE EDIT MEMORY REMOTO MDI HANDLE JOG RETORNO A ZERO APREND Se a tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. 0 2000 OVERRIDE DA VELOCIDADE DE AVANÇO EM MODO JOG OVERRIDE DO DESLOCAMENTO F0 RÁPIDO (%) 25 50 100 406 . A velocidade de avanço manual contínuo é especificada em um parâmetro (n. existente no painel de operação da máquina. a ferramenta desloca--se no sentido especificado por essa tecla. a ferramenta desloca-se continuamente ao longo do eixo selecionado. a ferramenta desloca-se à velocidade de avanço especificada no parâmetro (nº 1423). independentemente da posição do botão de override da velocidade de avanço em modo JOG.º 1423) A velocidade de avanço manual contínuo pode ser regulada através do botão rotativo de correção da velocidade de avanço manual contínuo. uma das teclas de seleção de modo. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 3. A seleção simultânea de 3 eixos pode ser feita através do parâmetro JAX (nº 1002#0). O caso acima é um exemplo. X Ferramenta v m/min Peça N rpm φD Z Y Enquanto uma tecla estiver sendo pressionada. for pressionada no modo JOG. A esta função dá-se o nome de deslocamento rápido manual. O override do deslocamento rápido pode ser efetuado pelas teclas de override do deslocamento rápido durante o deslocamento rápido. Enquanto a tecla estiver sendo pressionada.

a constante de tempo e o método de aceleração/desaceleração automática para o deslocamento rápido manual são idênticos às funções do comando programado G00. Esta função pode ser desativada através da definição do parâmetro RPD (nº 1401#01). avanço em modo jog muda para avanço manual por rotação. uma tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. Restrições D Aceleração/ desaceleração para deslocamento rápido D Alteração dos modos A velocidade de avanço. D Deslocamento rápido antes do retorno manual ao ponto de referência 407 . Durante o avanço manual por rotação. Para ativar o avanço em modo JOG. o avanço em modo jog é executado à velocidade de avanço igual à quantidade de avanço por rotação (a qual é determinada pela multiplicação da quantidade de avanço por rotação especificada pra o parâmetro n. em seguida. OPERAÇÃO MANUAL Explicações D Avanço manual por rotação Dependendo da definição de JRV (bit 4 do parâmetro n. o deslocamento rápido não é ativado através da tecla DESLOCAMENTO RÁPIDO. A mudança para o modo JOG enquanto é pressionada uma tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço não ativa o avanço em modo JOG.º 1402). introduza primeiro o modo JOG e pressione. Se o retorno ao ponto de referência não for executado após a energização. No avanço manual por rotação.º 1423 pelo override da velocidade de avanço em modo jog) multiplicada pela velocidade do fuso.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3. a ferramenta é controlada por jog à seguinte velocidade de avanço: Distância de avanço por rotação do fuso (mm/rotação) (especificada com o parâmetro nº 1423) x correção da velocidade de avanço em modo JOG x velocidade efetiva do fuso (rotações/min). mantendo-se a velocidade de avanço manual contínuo.

correspondente ao eixo e ao sentido em que a ferramenta deve ser deslocada. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 3. X Ferramenta Sempre que uma tecla é pressionada. a ferramenta desloca--se um passo no sentido especificado através da tecla. a ferramenta desloca-se um passo ao longo do eixo selecionado. O override do deslocamento rápido pode ser efetuado pelas teclas de override do deslocamento rápido durante o deslocamento rápido. 4 Se pressionar simultaneamente a tecla de deslocamento rápido e uma tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. A velocidade de avanço é igual à velocidade de avanço em modo jog. Este modo está ativo apenas se o gerador de pulsos manual não estiver conectado. DIREÇÃO DO EIXO +C +X +Y --Z rápido +Z --y --X --C Explicação D Distância percorrida especificada com um diâmetro A distância que a ferramenta percorre ao longo do eixo X pode ser especificada através de um diâmetro.3.3 AVANÇO INCREMENTAL Se a tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço do painel de operação da máquina for pressionada no modo incremental (INC). consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Para mais informações sobre cada uma das operações. Sempre que uma tecla é pressionada. X10 X100 X1 X1000 3 Pressione a tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. a ferramenta desloca-se um passo. a ferramenta desloca-se à velocidade de deslocamento rápido. 100 ou 1000 vezes o menor incremento de entrada. Cada passo pode corresponder a 10. Peça Z Procedimento para o Avanço Incremental 1 Pressione a tecla INC. no sentido selecionado. O caso acima é um exemplo. uma das teclas de seleção de modo. À distância mínima percorrida pela ferramenta dá-se o nome de menor incremento de entrada. 2 Selecione a distância a pecorrer em cada passo com o botão rotativo. 408 .

é usado o parâmetro nº 7114. Quando o parâmetro nº 12350 não tiver valor. é usado o parâmetro nº 7113. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. pressionando uma tecla para aumento do avanço por manivela. 12351 para definir fatores de escalonamento arbitrários independentemente para eixos individuais. 409 Gerador de pulsos manual . Se a manivela for rodada 360 graus. quando o parâmetro nº 12351 não tiver valor. através da rotação da manivela. MDI MODE EDIT MEMORY REMOTO HANDLE JOG RETORNO A ZERO APREND 2 Selecione o eixo ao longo do qual deve ser deslocada a ferramenta. a ferramenta percorre uma distância equivalente a 100 pontos da escala. Selecione o eixo ao longo do qual deve ser deslocada a ferramenta com as teclas de seleção do eixo para o avanço por manivela. rodando o gerador de pulsos manual do painel de operação da máquina. X Z Y Gerador de pulsos manual Procedimento para o Avanço por Manivela 1 Pressione a tecla MANIVELA. 3 Selecione o aumento da distância que a ferramenta deve percorrer. a ferramenta pode ser deslocada minuciosamente.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3. Para mais informações sobre cada uma das operações. A distância mínima percorrida pela ferramenta quando a rotação do gerador de pulsos manual corresponde a um ponto da escala é igual ao menor incremento de entrada. 4 Mova a ferramenta ao longo do eixo selecionado. OPERAÇÃO MANUAL 3. 10 ou de acordo com um dos dois fatores de multiplicação (de um total de quatro) especificados através dos parâmetros (nº 7113 e 7114). O caso acima é um exemplo. pressionando uma tecla de seleção do eixo para o avanço por manivela. uma das teclas de seleção de modo.4 AVANÇO POR MANIVELA No modo de manivela eletrônica. A distância percorrida pela ferramenta quando a rotação do gerador de pulsos manual corresponde a um ponto da escala pode ser multiplicada por 1. o usuário pode usar os parâmetros nº 12350 e nº. Distância que a ferramenta percorre quando o gerador de pulsos manual gira um só ponto da escala: Menor incremento de entrada multiplicado pelo fator de escalonamento. Além de usar os parâmetro nº 7113 e nº 7114 para definir fatores de escalonamento arbitrários comuns a todos os eixos. Estes parâmetros também são válidos para interrupção por manivela.

(A ferramenta não pára de imediato se se deixar de rodar a manivela.) Valor diferente de 0 :A velocidade de avanço é fixada à velocidade de deslocamento rápido e os pulsos gerados que ultrapassarem a velocidade de deslocamento rápido não são ignorados. este corresponde ao sentido de rotação da manivela do gerador de pulsos manual. Antes de parar. EM JOG (THD) D Um comando para o GPM que ultrapassa a velocidade de deslocamento rápido (HPF) O parâmetro JHD (bit 1 do nº 7100) ativa ou desativa o gerador de pulsos manual no modo APREND.) D Parâmetro HPF (nº 7177) (está disponível se o parâmetro HPF tiver sinal 0. D Disponibilidade do gerador de pulsos manual no modo APREND. O parâmetro HPF (bit 4 do nº 7100) ou (nº 7117) especifica o seguinte: D Parâmetro HPF (bit 4 do nº 7100) Colocar em 0 : A velocidade de avanço é fixada à velocidade de deslocamento rápido e os pulsos gerados que ultrapassarem a velocidade de deslocamento rápido são ignorados. (A ferramenta não pára de imediato se se deixar de rodar a manivela. Antes de parar. (A distância que a ferramenta percorre poderá não corresponder aos pontos da escala do gerador de pulsos manual. a ferramenta continua a mover-se de acordo com os pulsos acumulados no CNC.) Colocar em 0 : A velocidade de avanço é fixada à velocidade de deslocamento rápido e os pulsos gerados que ultrapassarem a velocidade de deslocamento rápido são ignorados.3. Se o parâmetro JHD (bit 0 do nº 7100) for colocado em 1. 410 .) Colocar em 1 : A velocidade de avanço é fixada à velocidade de deslocamento rápido e os pulsos gerados que ultrapassarem a velocidade de deslocamento rápido não são ignorados.) D Sentido de movimento de um eixo para a rotação do GPM (HNGx) O parâmetro HNGx (bit 0 do nº 7102) muda o sentido do GPM em que a ferramenta se desloca ao longo de um eixo. mas sim acumulados no CNC até atingir o limite especificado no parâmetro nº 7117. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicação D Disponibilidade do gerador de pulsos manual no modo jog (JHD) O parâmetro JHD (bit 0 do nº 7100) ativa ou desativa o gerador de pulsos manual no modo JOG. mas sim acumulados no CNC. EM JOG. são ativados o avanço manual por manivela e o avanço incremental. a ferramenta continua a mover-se de acordo com os pulsos acumulados no CNC. (A distância que a ferramenta percorre poderá não corresponder aos pontos da escala do gerador de pulsos manual.

a ferramenta pode não parar imediatamente após a imobilização da manivela ou a distância percorrida pela ferramenta pode não corresponder aos pontos da escala do gerador de pulsos manual.: x100) provoca um deslocamento demasiado rápido da ferramenta. OPERAÇÃO MANUAL Restrições D Número de GPMs Podem ser definidos geradores de pulsos manuais para um máximo de dois eixos. Os dois eixos podem ser mover simultaneamente.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3.ex. AVISO Uma rotação rápida da manivela. NOTA Rode o gerador de pulsos manual a uma velocidade de até cinco rotações por segundo. com um grande fator de multiplicação (p. 411 . Se o gerador de pulsos manual girar a uma velocidade superior. A velocidade de avanço é fixada à velocidade de avanço rápido.

Se a chave estiver na posição OFF.5 (a) Coordenadas com a chave em ON X2 X1 P2 O2 P1 Z2 Z1 As coordenadas não mudam. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 3. a distância percorrida pela ferramenta através de operação manual não é adicionada às coordenadas. Fig. Eixo X P2 Operação manual O P1 Eixo Z Os valores das coordenadas mudam de acordo com a operação manual. Se a chave estiver na posição ON.5 (b) Coordenadas com a chave em OFF 412 . a distância percorrida pela ferramenta através de operação manual é adicionada às coordenadas. O1 Fig. ou não.3.5 ABSOLUTO MANUAL ON E OFF Através da rotação da chave absoluto manual do painel de operação da máquina adiciona-se. a distância percorrida pela ferramenta através de operação manual às coordenadas. 3. 3.

0) Chave ON Chave OFF Z D Operação manual após bloqueio de avanço Coordenadas quando o botão de bloqueio de avanço é pressionado ao executar o bloco (2).0Z200.0Z100. D Operação manual após o fim do bloco Coordenadas quando o bloco (2) é executado após o término da operação manual (eixo X +20.0 .0 .0) 413 . OPERAÇÃO MANUAL Explicação Segue-se a descrição. Assim.0). durante a operação manual (eixo Y + 75.0 .0). 300. no final do movimento do bloco (1). 200.0. por meio de um programa exemplificativo. X (225.0 . .0Z150.0) Operação manual (100.0 . X200.0 .0) Operação manual (125. e ao pressionar e liberar o botão de início de ciclo.0) (200.0F010 . Movimento da ferramenta quando a chave está em OFF. 300.0 . a distância percorrida pela ferramenta através de operação manual deve ser subtraída. 100. da relação entre a operação manual e as coordenadas. 150. X (200. As coordenadas após a operação manual incluem a distância percorrida pela ferramenta através de operação manual. se a chave estiver em OFF.0) (150. quando a chave absoluto manual está em ON ou OFF. 200.0 .0) (250. eixo Y +100. 150.0) Z Chave ON Chave OFF (200.0 .0) (150. 200.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3.0 .0 . 220. 120. G01G90 X100. (1) (2) (3) Nas figuras subseqüentes é utilizada a seguinte notação: Movimento da ferramenta quando a chave está em ON.0 X300.0) (275.

0 . N2Z200.0) (225.0) (200. a ferramenta se move em paralelo com o movimento que seria executado se a deslocação manual não tivesse sido executada. Caminho da ferramenta após operação manual Operação manual Caminho do raio da ponta da ferramenta Caminho programado 414 . 200.0) Chave ON Chave OFF (100. o retorno é feito apenas no eixo programado.0) N3 (100.0 . 300.3. a operação é a mesma de quando a chave está OFF.0 .0) Operação manual (200. ao realizar a operação manual (eixo Y +75. 300.0 .0). 100.0) (125. N3X150. N1G01X100.0) Z D Quando o comando de movimento do bloco seguinte contém apenas um eixo Quando existe apenas um eixo no comando seguinte. Quando a chave está na posição OFF Depois de executar a operação manual com a chave na posição OFF durante a compensação do raio da ponta da ferramenta.0. X (150.0F500. 200.0 . em seguida.0) Operação manual Chave ON Chave OFF N1 N2 (100.0 .0 .0) Z D Quando o bloco de movimento seguinte é incremental D Operação manual durante a compensação do raio da ponta da ferramenta Quando os comandos seguintes são comandos incrementais. a operação automática é reiniciada. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Reset após uma operação manual a seguir a um bloqueio de avanço Coordenadas quando o botão de bloqueio de avanço é pressionado ao executar o bloco (2).0.0 . ao efetuar um reset com o botão RESET e ao ler novamente o bloco (2).0) (200.0 . 100. 150.0 . 200. X (275. O valor da distância entre caminhos é igual ao valor do percurso executado manualmente.0Z100. 150. 150.

uma vez que VB2’ não é um vetor calculado de novo. neste exemplo) a partir da relação entre PB’ .PD. e os vetores VB1 e VB2 em PB deslocam-se também para VB1’ e VB2’. PB e PC. Operação manual executada em qualquer modo excepto o arredondamento de cantos Suponha que o bloqueio de avanço foi aplicado no ponto PH durante o movimento de PA para PB do caminho programado PA. O vetor criado através do resto do bloco atual e do início do bloco seguinte é deslocado em paralelo. Contudo. A correção é executada corretamente após PC.PD são ignorados e são criados novos vetores VC1’ e VC2’ (VC2’ = VC2.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3. O ponto PB de fim de bloco desloca-se para o ponto PB’ em função da totalidade de movimento manual. OPERAÇÃO MANUAL Quando a chave está na posição ON durante a compensação do raio da ponta da ferramenta Segue-se a descrição do funcionamento da máquina após o retorno à operação automática. no bloco a seguir ao bloco seguinte e na totalidade de movimento manual. e que a ferramenta foi deslocada manualmente para PH’. É criado um novo vetor com base no bloco seguinte.PC e PC . Esta situação também se aplica quando a operação manual é executada durante o arredondamento de cantos.PC. na sequência da intervenção manual com a chave na posição ON durante a execução com um programa de comandos absolutos no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta.PC e PC . VB2 VB1 VB2’ VB1’ Caminho do raio da ponta da ferramenta após operação manual P’B PB VC1’ PC PD PA Caminho programado (comando absoluto) Caminho do raio da ponta da ferramenta antes da operação manual Operação manual VC1 VC2 PH PH’ 415 . Os vetores VC1 e VC2 entre os dois blocos seguintes PB . a correção adequada não é executada no bloco PB’ .

3. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 Operação manual durante o arredondamento de cantos Trata-se de um exemplo de operação manual durante o arredondamento de cantos. Os vetores VB1 e VB2 são deslocados em função da totalidade de operação manual. É possível intervir numa operação MDI da mesma forma que para a operação manual. Em seguida. Caminho do raio da ponta da ferramenta após operação manual VB2 VB1 Operação manual VB2’ VB1’ Caminho programado (comando absoluto) PB VC1’ VC1 PC VC2 PB’ PA Caminho do raio da ponta da ferramenta antes da operação manual 416 . VB1’ e VB2’ são vetores deslocados paralelamente a VA2. VA2’. em função da totalidade de movimento manual. Os novos vetores são calculados a partir de VC1 e VC2. VB1 e VB2. é executada uma compensação do raio da ponta da ferramenta correta para os blocos após Pc. O movimento é o mesmo do da operação manual. O processamento subseqüente é idêntico ao do caso acima descrito. VB2 VB1 VB2’ VB1’ Caminho do raio da ponta da ferramenta após operação manual PA’ Caminho programado (comando absoluto) Caminho do raio da ponta da ferramenta antes da operação manual Operação manual PB VC1’ VC1 PC VC2 PA VA2 PH VA1 VA2’ PH’ VA1’ Operação manual após a parada de bloco único A operação manual foi efetuada após o término da execução de um bloco em virtude da parada de bloco único.

417 . S FUNÇÃO DE PLANEJAMENTO Operação planejada através da execução de programas (arquivos) registrados em um dispositivo de entrada/saída externo (arquivo Handy. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA 4 OPERAÇÃO AUTOMÁTICA A operação programada de uma máquina-ferramenta CNC é denominada como operação automática.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. Neste capítulo são descritos os seguintes tipos de operação automática: S OPERAÇÃO DE MEMÓRIA Operação através da execução de um programa registrado na memória CNC. S ESPELHAMENTO Função para ativar um movimento de espelhamento ao longo de um eixo durante a operação automática. disquete ou cartão FA). disquete ou cartão FA) durante a operação de memória. S INTERVENÇÃO MANUAL E RETORNO Função para reiniciar a operação automática através do retorno da ferramenta à posição em que a intervenção manual foi iniciada durante a operação automática. S FUNÇÃO DE CHAMADA DE SUBPROGRAMA Função para chamada e execução de subprogramas (arquivos) registrados em um dispositivo externo de entrada/saída (arquivo Handy. S OPERAÇÃO MDI Operação através da execução de um programa introduzido a partir do painel de operação MDI. S Operação DNC Operação executada durante a leitura de um programa de um dispositivo externo de entrada/saída S REINÍCIO DO PROGRAMA Reinício de um programa para operação automática a partir de um ponto intermediário. S OPERAÇÃO DNC BASEADA NO CARTÃO DE MEMÓRIA Operação automática de um programa gravado em um cartão de memória. S INTERRUPÇÃO POR MANIVELA Função para executar o avanço manual durante um movimento resultante da operação automática.

Para tal. a. A operação automática começa e o LED de início de ciclo acende. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. 2-3 Introduza um número de programa através das teclas numéricas. esta é interrompida. a operação pára após o término de M. siga os passos indicados abaixo. A máquina reage da seguinte maneira: (i) Se a máquina estava funcionando. (ii) Se estava sendo executada uma pausa. Parar a operação de memória Pressione o botão de bloqueio do avanço no painel de operação da máquina. 2 Selecione um dos programas registrados na memória. (iii) Se M. Para mais informações sobre as operações propriamente ditas. a operação de avanço desacelera e pára. Se for selecionado um destes programas e pressionada a chave de início de ciclo no painel de operação da máquina. Se a chave de início de ciclo no painel de operação da máquina for pressionada enquanto o LED de bloqueio de avanço está aceso. O procedimento seguinte serve de exemplo.4. 4 Para interromper ou cancelar a operação de memória. . é iniciada a operação automática e o LED de início de ciclo acende. 2-4 Pressione a soft key [PESQ O]. S ou T. Terminar a operação de memória b. siga os passos abaixo.1 OPERAÇÃO DE MEMÓRIA Os programas são previamente registrados em memória. Procedimento para a Operação de Memória 1 Pressione a tecla de seleção do modo MEMORIA. Quando a operação automática termina. a operação automática termina e o estado de reset é ativado. 2-2 Pressione a tecla de endereço O . a operação automática é reiniciada. Se a chave de início de ciclo voltar a ser pressionada. o LED de início de ciclo apaga-se. O LED de bloqueio de avanço acende e o LED de início de ciclo apaga-se. a operação da máquina é reiniciada. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4. 3 Pressione a chave de início de ciclo no painel de operação da máquina. Se for pressionada a chave de bloqueio de avanço no painel de operação da máquina durante a operação automática. Quando a tecla no painel de operação MDI é pressionada. S ou T estava sendo executado. 2-1 Pressione para visualizar a tela de programas. esta é interrompida temporariamente. Pressione a tecla 418 no painel de operação MDI.

M30) D Bloqueio de avanço D Reset . . este desacelera e pára. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Em algumas máquinas. o movimento é abrandado até parar. devido à operação de registro no buffer. No entanto. (3) A execução do comando é iniciada. A operação de memória pode ser reiniciada pressionando o botão de início de ciclo. Explicação Operação de memória Depois do início da operação de memória é executado o seguinte: (1) Um comando de um bloco é lido a partir do programa especificado. toda a informação modal disponível permanece inalterada como na operação bloco a bloco. (5) O bloco é armazenado no buffer. 419 Parada e término da operação de memória D Parada de programa (M00) D Parada opcional (M01) D Fim do programa (M02.Os comandos de parada incluem M00 (parada de programa). a operação de memória termina e o estado de reset é ativado. Consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. este código só é eficaz se a chave de parada opcional no painel de operação da máquina estiver colocada em ON. A operação automática pode ser interrompida e o sistema pode voltar ao estado de reset através da tecla no painel de operação MDI ou de um sinal de reset externo. Para mais informações. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA A operação automática termina e o estado de reset é ativado. A operação de memória é interrompida depois de ter sido executado um bloco contendo M00. a operação de memória é interrompida depois de ter sido executado um bloco contendo M01. M30 retorna o controle ao início do programa. (7) A operação de memória pode ser executada em seguida. A operação pode variar em função do fabricante da máquina-ferramenta. Quando o programa é interrompido. . Se a operação de reset for ativada durante o estado de movimento da ferramenta. (6) A execução de um bloco pode começar imediatamente após a execução do bloco precedente. A operação pode variar em função do fabricante da máquina-ferramenta. (4) O comando do bloco seguinte é lido. Tal como com M00. através da repetição dos passos (4) a (6). Se for feita a leitura de M02 ou M30 (especificado no fim do programa principal). a ferramenta desacelera até parar de vez. Por outras palavras. A operação de memória pode ser interrompida de duas formas: Especifique um comando de parada ou pressione uma tecla no painel de operação da máquina. o comando é descodificado para poder ser executado de imediato. Se o botão de bloqueio de avanço no painel do operador for pressionado durante a operação de memória.Existem duas teclas para interromper a operação de memória: A tecla de bloqueio de avanço e a tecla de reset. (2) O comando do bloco é descodificado.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. M01 (parada opcional) e M02 e M30 (fim de programa). Consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Se o reset for aplicado durante um movimento.

podem ser chamados e executados. Durante a operação de memória. Chamada de um subprograma armazenado em um dispositivo externo de entrada/saída 420 .4. os blocos contendo uma barra (/) são ignorados. um disquete. os arquivos (subprogramas) armazenados em um dispositivo externo de entrada/saída.5. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Salto opcional de bloco Se a chave de salto de bloco no painel de operação da máquina for ligada. ver a Seção III-4. como p. ex. Para mais detalhes.

0010 00002 G00 G90 G94 G40 G80 G50 G54 G69 G17 G22 G21 G49 G98 G67 G64 G15 B HM T D F S >_ MDI **** *** MDI *** ATUAL 20: 40: 05 PROX (OPRC) PRGRM O número do programa O0000 é introduzido automaticamente. ver o capítulo III-9. coloque o cursor no início do programa. (Também é possível começar a partir de um ponto intermediário. 3 Prepare o programa a executar da mesma forma que a edição normal de programas. O procedimento seguinte serve de exemplo. pesquisa de endereços e pesquisa de programas.2 OPERAÇÃO MDI No modo MDI. a tecla no painel de operação MDI. em seguida. no máximo. b. coloque antecipadamente em 1 o bit 7 do parâmetro 3203. A operação MDI é usada para operações de teste simples. Para mais informações sobre as operações propriamente ditas. Introduza o endereço O e pressione. o programa preparado será apagado automaticamente e a operação terminará. 5 Para executar um programa. Sobre a edição de programas. Quando o fim do programa (M02.) Pressione a chave de início de ciclo no painel de operação. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA 4. Aparece a tela seguinte: PROGRAMA ( MDI ) O0000. Para a criação de programas no modo MDI estão disponíveis as funções de inserção. Neste caso. o controle pode retornar ao início do programa após o fim da operação. pesquisa de palavras. no mesmo formato dos programas normais e executado a partir do painel de operação MDI. modificação e eliminação de palavras. Com o comando M99 especificado no último bloco. 421 . pressione a tecla .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. Como alternativa. 4 Para apagar totalmente um programa criado no modo MDI. O programa preparado será iniciado desta forma. Procedimento para a Operação MDI 1 Pressione a tecla de seleção de modo MDI. M30) ou ER(%) é executado. 2 Pressione a tecla no painel de operação MDI. siga um dos seguintes métodos: a. para selecionar a tela do programa. é possível criar um programa constituído por 10 linhas.

Parar a operação MDI Pressione o botão de bloqueio de avanço no painel de operação da máquina. D Se for executada uma edição simultânea. . Se o reset for aplicado durante um movimento. siga os passos abaixo.4. O LED de bloqueio de avanço acende e o LED de início de ciclo apaga-se. (ii) Se estava sendo executada uma pausa. G00 Z0. S ou T estava sendo executado.) D No modo MEMÓRIA. a operação pára após o término de M. embora neste caso o M30 não devolva o controle ao início do programa (M99 executa esta função). a. Explicação A explicação anterior sobre como executar e interromper a operação de memória também se aplica à operação MDI.0 . esta é interrompida. M03 . D No modo EDIÇÃO. o programa é apagado quando a execução do último bloco do programa termina através da operação bloco a bloco. PROGRAMA ( MDI )O0000 G00 X100. G01 Z120. se M02.0 Z200. A máquina reage da seguinte maneira: (i) Se a máquina estava funcionando. este desacelera e pára. A máquina recomeça a funcionar se for pressionada a chave de início de ciclo do painel de operação da máquina. se a operação de memória for executada. Terminar a operação MDI b. Pressione a tecla no painel de operação MDI. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 O controle retorna ao início do programa preparado através do comando M99. M93 P9010 . se for executada qualquer edição. (iii) Se M. 422 D Apagar o programa . Os programas preparados no modo MDI serão apagados nos seguintes casos: D Na operação MDI.0 F500 . A operação automática termina e o estado de reset é ativado. (Contudo. M30 ou ER(%) for executado. % O0001 N00003 G00 G90 G94 G40 G80 G50 G54 G69 G17 G22 G21 G49 G98 G67 G64 G15 B HM T D F S >_ MDI **** *** *** MDI ATUAL 12: 42: 39 PROX (OPRC) PRGRM 6 Para interromper ou terminar a meio a operação MDI. se o bit 6 (MER) do parâmetro nº 3203 tiver sinal 1. a operação de avanço desacelera e pára. S ou T.

pode ser criado um programa com um total de 10 linhas. chamados e executados no modo MDI. Limitação D Registro de programa D Número de linhas em um programa Os programas criados no modo MDI não podem ser registrados. 4. Um programa pode ter tantas linhas quanto as que couberem em uma página da tela. M98P2000 . Subprograma O3000 . M99 . Subprograma O4000 . D Aninhamento de subprogramas Programa principal O0001 . se o bit 7 (MCL) do parâmetro nº 3203 for colocado em 1 D Reinício D Edição de um programa durante a operação MDI Depois da operação de edição efetuada durante a interrupção da operação MDI. Se o programa criado ultrapassar o número de linhas especificado.2 Nível de aninhamento de subprogramas chamados pelo programa MDI D Chamada de macros Os macroprograma também podem ser criados. M98P1000 . 423 D Espaço de memória . Se o parâmetro MDL (nº 3107 #7) tiver sinal 0 para especificar um modo que suprima a visualização de informação contínua. % (ER) é apagado (evita a inserção e modificação). não poderão ser criados quaisquer programas no modo MDI. os comandos de chamada de macro não podem ser executados se o modo passar para MDI após a interrupção da operação de memória durante a execução de um subprograma. Subprograma O2000 . M99 . Além do programa principal executado através da operação automática. a operação é iniciada a partir da posição atual do cursor. Os programas podem ser editados durante a operação MDI. são permitidos até quatro níveis de aninhamento (ou inclusão) de subprogramas (são permitidos quatro níveis quando a opção de macro de usuário estiver disponível). a edição de um programa está desativada até ao reset do CNC. M99 . Isto significa que um programa registrado em memória pode ser chamado e executado durante a operação MDI. Se um programa for criado no modo MDI. M98P4000 . (Inclusão de nível quatro) (Inclusão de nível dois) (Inclusão de nível três) Fig. M30 . (Inclusão de nível um) M99 . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA D Quando a tecla O e são pressionadas. é utilizada uma área vazia da memória. Se a memória do programa estiver cheia. se o bit 5 (MIE) do parâmetro nº 3203 for devidamente definido. Podem ser criados programas com um total de seis linhas. Subprograma O1000 . Contudo. M98P3000 . As chamadas de subprogramas (M98) podem ser especificadas em um programa criado no modo MDI. D Em caso de reset.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. Contudo.

0 .0 .0 . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4. N030 X200. é necessário definir antecipadamente os parâmetros relacionados com a interface de leitura/envio.0 z400. O0001 N00020 RMT INIC MVT *** *** [ PRGRM ][ VERIF ][ ][ 21:20:05 ][ (OPRC) ] 424 .0 (DNC-PROG) .0 .3 OPERAÇÃO DNC A ativação da operação automática durante o modo de operação DNC (RMT) permite executar a usinagem (operação DNC) enquanto é feita a leitura de um programa via interface de leitura/envio. O arquivo selecionado será executado.0 z800.000 G98 G50 G67 A 0.0 Z200.0 .000 H M HD. X800.000 Y 0. X400.0 Z400. Para mais detalhes sobre a utilização da tecla REMOTO. x900.000 C 0. X700.0 .0 Z200.0 Z100.000 A 0.000 B C 0.4. X300.0 Z100. 2 Pressione a tecla REMOTO no painel de operação da máquina para ativar o modo RMT e pressione a chave de início de ciclo.0 Z400.0 . DE PROGRAMA N020 X100. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.000 X 0.0 Z400.) G00 G17 G90 X 100.ATU FATU REPETIR RMT INIC MVT *** *** 21:20:05 [ ABS ][ REL ][ ][ ][ (OPRC) ] O0001 N00020 D Tela de verificação de programas D Tela do programa PROGRAMA N020 N030 N040 N050 N060 N070 N080 N090 N100 N110 N120 X100. N050 X400. x1000. X200.000 Z 0.0 . Para usar a função de operação DNC.0 . X500. É possível selecionar arquivos (programas) salvos no disquete de uma unidade externa de entrada/saída (arquivo Handy.0 Z400. OPERAÇÃO DNC Procedimento 1 Procure o programa (arquivo) a executar.000 G41 G49 G80 Z 0. disquetes ou cartão FA) e especificar (planejar) a seqüência e freqüência de execução para a operação automática.0 .0 (DNC-PROG) . X600.0 Z300.T D M F S M V.0 z1000.0 Z600.T NX. x800. (RELATIVA) (DIST A PER.0 Z500.0 .0 .000 G22 G94 G21 Y 100. VERIF.

será ativado o alarme P/S nº 210. Limitações D Limite do número de caracteres D M198 (comando para chamar um programa de uma unidade externa de entrada/saída) D Macro de usuário Na tela de um programa não podem ser mostrados mais de 256 caracteres. É igualmente mostrado qualquer comentário inserido entre os sinais de control-out (() e control-in ()) de um bloco. usadas com as macros de usuário na operação DNC. WHILE. M198/M199 Modifique o programa. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA Durante a operação DNC. O fornecimento de energia à unidade de E/S foi cortado ou o cabo não está conectado ou uma placa de circuitos impressos tem uma anomalia. COS e NE). deixa de ser possível usar um comando de retorno (M99P****) para o qual se encontra especificado um número de seqüência. O número de blocos do programa mostrado depende do programa em execução. IF[#100NE0]GOTO5 . o programa em execução é mostrado na tela de verificação de programas e na tela de programas. → #102 = S I N[#100] . M198 não pode ser executado na operação DNC. Se o controle passar de um subprograma ou programa de macros para o programa de chamada durante a operação DNC. Durante a operação DNC. 210 425 . Explicações D Durante a operação DNC podem ser chamados programas de macros armazenados em memória. mas não podem ser programadas instruções de repetição e instruções de desvio. caso contrário. IMPOS. o programa principal não pode especificar repetições de ciclo fixo (G70 a G78). é inserido um espaço entre caracteres adjacentes. Se estas instruções forem executadas. forem exibidas durante o display do programa. podem ser especificadas macros de usuário. Se as palavras reservadas (tais como: IF. pelo que a exibição dos caracteres pode ser truncada a meio de um bloco. Modifique o programa. o alarme P/S nº 123 será ativado. → I F[#100NE0] G O T O 5 . Exemplo [Durante a operação DNC] #102=SIN[#100] .USAR MACRO.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. EXECUTAR ou M198 é executado na operação DNC. Na operação DNC. 123 IMPOS.O comando de controle de macro é usado COMANDO EM DNC durante a operação DNC. D M99 D Repetições de ciclo fixo Alarme Número 086 Mensagem SINAL DR OFF Conteúdo O sinal de pronto (DR) do leitor/furador foi desligado ao introduzir dados na memória através da interface de leitura/ envio.

ou após um dia de folga. Também pode ser usada como função de verificação rápida de programas.4.4 REINÍCIO DO PROGRAMA Esta função especifica um número de seqüência ou de bloco relativo ao bloco a reiniciar quando uma ferramenta se parte. a máquina deve ser deslocada para o ponto inicial programado (ponto inicial de usinagem) Operação de retorno Ponto inicial do programa (ponto inicial de usinagem) Posição de reinício 426 . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4. Ponto inicial do programa (ponto inicial de usinagem) TIPO P Operação de retorno Posição de reinício TIPO Q Antes de poder reiniciar uma operação. Este método de reinício é utilizado quando a operação é interrompida devido à quebra de uma ferramenta. e reinicia a operação de usinagem a partir desse bloco. Existem dois métodos de reinício: O método tipo P e o método tipo Q. A operação pode ser reiniciada em qualquer ponto.

execute todas as operações necessárias. Freqüência Se o mesmo número de seqüência surgir mais de uma vez. 4 Introduza o número de seqüência do bloco a reiniciar e pressione. altere o corretor. em seguida. (Continue no passo 2.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. 3 Se necessário. Procedimento 2 [COMUM AO TIPO P / TIPO Q] 1 Coloque a chave de reinício do programa no painel de operação da máquina na posição ON.) 1 Quando o sistema estiver ligado ou quando for liberada uma parada de emergência. 427 . é necessário especificar o bloco alvo. modifique o corretor. [TIPO Q] N fffff ou [TIPO P] Número da seqüência [TIPO Q] N fff fffff ou [TIPO P] Número da seqüência 3 Localize o cabeçalho do programa. a soft key [TIPO P] ou [TIPO Q]. Se necessário. incluindo o retorno ao ponto de referência. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA Procedimento para o Reinício do Programa através da Especificação de um Número de Seqüência Procedimento 1 [ TIPO P ] [ TIPO Q ] 1 Retraia a ferramenta e substitua-a por uma nova. 2 Desloque manualmente a máquina para o ponto inicial do programa (ponto inicial de usinagem) e mantenha os dados modais e o sistema de coordenadas nas mesmas condições do início da usinagem. Especifique a freqüência e o número de seqüência. 2 Pressione a tecla de função para mostrar o programa desejado.

(A tela de reinício do programa só mostra os dados dos eixos controlados pelo CNC. Todos os códigos podem ser apagados através de um comando de reinício do programa ou do início de um ciclo no estado de reset. O número à esquerda do nome do eixo DIST. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 5 O número de seqüência é procurado e a tela de reinício do programa é exibida. 6 Desligue a chave de reinício do programa. REINICIO DO PROGRAMA DESTINO X 57. em seguida. desloque manualmente a ferramenta para um ponto a partir do qual a ferramenta possa deslocar-se até ao ponto de reinício da usinagem sem encontrar obstáculos. 096 Z 56. 943 O0002 N00100 M1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 ******** * * * * * * * ** * * * * * * * R * * * * * * * ** * * * * * * * S * * * * * S MEM * * * * REINIC DIST. então. Verifique também se existe a possibilidade da ferramenta bater numa peça ou em outros objetos ao deslocar-se para o ponto de reinício da usinagem. reiniciada. 459 2 Z 7. as funções M. A ferramenta desloca-se seqüencialmente ao longo dos eixos.A PERCORRER mostra a distância entre a posição atual da ferramenta e o ponto em que a usinagem deve ser reiniciada. 8 Verifique se a distância indicada em DIST.) M: Últimos catorze códigos M especificados T: Últimos dois códigos T especificados S: Último código S especificado Os códigos são mostrados pela ordem em que são especificados. Podem ser mostradas as coordenadas e a distância percorrida para o reinício do programa de até quatro eixos. A usinagem é. 7 Verifique na tela os códigos M.A PERCORRER 1 X 1.A PERCORRER pisca. 320 0 T0000 (OPRC) *** *** DIR 10: 10: 40 DESTINO mostra o ponto em que a usinagem deve ser reiniciada. para o ponto de reinício da usinagem. Após a execução. à velocidade de funcionamento em vazio e de acordo com a ordem especificada na definição do parâmetro (nº 7310). S e T a executar.4. S e T. Estes códigos não são mostrados na tela de reinício do programa. 428 . DIST. volte ao modo anterior. Se eles estiverem presentes. Se for este o caso.A PERCORRER está correta. 9 Pressione a chave de início de ciclo. mude para o modo MDI e execute. Um número à esquerda do nome de cada eixo indica a ordem dos eixos (determinada através da definição de parâmetros) ao longo dos quais a ferramenta se desloca até ao ponto de reinício.

O número do bloco não pode ultrapassar oito dígitos.A PERCORRER X 1. 5 O número do bloco é procurado e a tela de reinício do programa surge na tela CRT. 320 0 T0000 (OPRC) *** *** DIR 10: 10: 40 DESTINO mostra o ponto em que a usinagem deve ser reiniciada. [TIPO Q] B ffffffff ou [TIPO P] 3 Localize o cabeçalho do programa. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA Procedimento para o Reinício do Programa através da Especificação de um Número de Bloco Procedimento 1 [ TIPO P ] [ TIPO Q ] 1 Retraia a ferramenta e substitua-a por uma nova. .A PERCORRER mostra a distância entre a posição atual da ferramenta e o ponto em que a usinagem deve ser reiniciada. 3 Se necessário. (Continue no passo 2. Procedimento 2 [COMUM AO TIPO P / TIPO Q] 1 Coloque a chave de reinício do programa no painel de operação da máquina na posição ON. Se necessário. 429 .) 1 Quando o sistema estiver ligado ou quando for liberada uma parada de emergência.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. 2 Pressione a tecla de função para mostrar o programa desejado. a soft key [TIPO P] ou [TIPO Q]. 096 Z 56. Um número à esquerda do nome de cada eixo indica a ordem dos eixos (determinada através da definição de parâmetros) ao longo dos quais a ferramenta se desloca até ao ponto de reinício. DIST. 459 Z 7. 2 Desloque manualmente a máquina para o ponto inicial do programa (ponto inicial de usinagem) e mantenha os dados modais e o sistema de coordenadas nas mesmas condições do início da usinagem. REINICIO DO PROGRAMA DESTINO X 57. em seguida. 943 O0002 N01000 M1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 ******** * * * * * * * ** * * * * * * * R * * * * * * * ** * * * * * * * S * * * * * S MEM * * * * REINIC DIST. execute todas as operações necessárias. incluindo o retorno ao ponto de referência. modifique o corretor. altere o corretor. Pressione a tecla de função Número do bloco 4 Introduza o número do bloco a reiniciar e pressione.

especifique o número mostrado mais um.A PERCORRER pisca. F100 . desloque manualmente a ferramenta para um ponto a partir do qual a ferramenta possa deslocar-se até ao ponto de reinício da usinagem sem encontrar obstáculos. mude para o modo MDI e execute. S. Se for este o caso. T e B. volte ao modo anterior. Estes códigos não são mostrados na tela de reinício do programa. 6 Desligue a chave de reinício do programa.A PERCORRER está correta. (A tela de reinício do programa só mostra os dados dos eixos controlados pelo CNC. reiniciada.) M: Últimos catorze códigos M especificados T: Últimos dois códigos T especificados S: Último código S especificado B: Último código B especificado Os códigos são mostrados pela ordem em que são especificados. 8 Verifique se a distância indicada em DIST. A usinagem é. O operador pode especificar o número do bloco a partir do qual o programa deve ser reiniciado. Se eles estiverem presentes. Explicações D Número do bloco Quando o CNC é interrompido. 9 Pressione a chave de início de ciclo. Por exemplo. F50 . M30. O número à esquerda do nome do eixo DIST. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Podem ser mostradas as coordenadas e a distância percorrida para o reinício do programa de até quatro eixos. G03 X01 -50. O número mostrado indica o número do último bloco executado. então. A ferramenta desloca-se seqüencialmente ao longo dos eixos. O número de blocos é contado desde o início da usinagem. em seguida. o número dos blocos executados é mostrado na tela do programa ou na tela de reinício do programa.4. 7 Verifique na tela os códigos M. < Exemplo 1 > Programa CNC O 0001 . partindo do pressuposto de que uma linha NC de um programa CNC corresponde a um bloco. para reiniciar o programa a partir do bloco onde a execução foi interrompida. Verifique também se existe a possibilidade da ferramenta bater numa peça ou em outros objetos ao deslocar-se para o ponto de reinício da usinagem. G01X100. T e B a executar. à velocidade de funcionamento em vazio e de acordo com a ordem especificada na definição do parâmetro (nº 7310). G90 G92 X0 Y0 Z0 . para o ponto de reinício da usinagem. através do número mostrado. Número de blocos 1 2 3 4 5 430 . Após a execução. Todos os códigos podem ser apagados através de um comando de reinício do programa ou do início de um ciclo no estado de reset. as funções M. S.

O número pode ser anulado através do início de um ciclo no estado de reset. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA < Exemplo 2 > Programa CNC O 0001 . #1 = #1 + 1 . . G90 G92 X0 Y0 Z0 . Se o reinício de tipo P for efetuado. D Intervenção MDI D Número de bloco com mais de oito dígitos Limitação D Reinício de tipo P O reinício de tipo P não pode ser executado em qualquer das circunstâncias seguintes: D Não foi efetuada qualquer operação automática desde a energização D Não foi efetuada qualquer operação automática desde a liberação de uma parada de emergência D Não foi efetuada qualquer operação automática desde que o sistema de coordenadas foi alterado ou deslocado (alteração de um corretor externo a partir do ponto de referência da peça) D Bloco de reinício O bloco a ser reiniciado tem de ser o bloco que foi interrompido.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. se o reset do CNC for efetuado durante a execução do bloco 10. a tela do programa mostra o número do último programa executado. Quando a execução de um bloco termina. é feito o reset do CNC ou o programa é executado no modo de parada de bloco único. M30 . Se um programa CNC for parado ou cancelado através do bloqueio de avanço. os comandos CNC usados para a intervenção não são contados como um bloco. #2 = #2 + 1 . . G81 X100. G90 G00 Z100. 431 . #3 = #3 + 1 . Y0. G00 X0 Z0 . o número do bloco é colocado em 0 e a contagem prossegue. Z-120. Número de blocos 1 2 3 4 4 4 4 5 6 As instruções de macros não são consideradas como blocos. Se a intervenção MDI for executada enquanto o programa é interrompido através da parada de bloco único. são mostrados os seguintes números de bloco: Bloqueio de avanço : Bloco em execução Reset : Último bloco executado Parada de bloco único: Último bloco executado Por exemplo. D Armazenamento / Anulação do número de bloco D Número do bloco quando um programa é parado ou cancelado O número do bloco é guardado em memória enquanto o sistema está desligado. o número do bloco mostrado muda de 10 para 9. A tela do programa mostra geralmente o número do bloco atualmente em execução. a operação pode ser reiniciada em qualquer bloco. o bloco de reinício deve usar o mesmo sistema de coordenadas do existente aquando da interrupção da operação. do reset ou da parada de bloco único. Se o número do bloco mostrado na tela do programa ultrapassar oito dígitos. F50. R-80.

Após a interrupção. Se não estiver disponível qualquer detector da posição absoluta (codificador de pulsos absolutos). A operação de retorno não pode ser efetuada em eixos nos quais o retorno já foi completado. sendo especificado em seguida o reinício de tipo P. foi alterado o sistema de coordenadas. 096 097 098 099 5020 432 .4. Um comando de movimento foi especificado através do painel de operação MDI durante uma operação de reinício. Após a interrupção. a operação pára sempre que a ferramenta completa o movimento ao longo de um eixo. sendo especificado em seguida o reinício de tipo P. Caso contrário. será especificado o reinício de tipo P. foi executada uma operação de reinício sem retorno ao ponto de referência. independentemente de a usinagem já ter ou não começado. Foi especificado um parâmetro incorreto para reiniciar o programa. foi definido um sistema de coordenadas. Após a interrupção. a parada de emergência tiver sido liberada ou o alarme P/S (nº 094 a 097) tiver sido desativado. o reinício deve ser novamente executado desde o primeiro passo. Se a operação for interrompida no modo de bloco único. um comando G28 foi encontrado no programa. se essa mesma operação ainda não tiver sido efetuada. Se não tiver sido executada qualquer operação automática desde a energização. D Intervenção manual D Reset D Absoluto manual D Retorno ao ponto de referência Alarme N. certifique-se de que o retorno ao ponto de referência é executado após a energização e antes do reinício. porém. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Bloco único Se a operação bloco a bloco estiver ativa durante o movimento para a posição de reinício. Após a energização. a intervenção MDI não pode ser efetuada. Durante o movimento para a posição de reinício pode recorrer-se à intervenção manual para executar uma operação de retorno para um eixo.º do alarme 071 094 095 Conteúdo O número do bloco especificado para reiniciar o programa não foi encontrado. A operação manual deve ser executada quando o absoluto manual está ativo. sendo especificado em seguida o reinício de tipo P. foi alterado o deslocamento do sistema de coordenadas. O reset nunca deve ser executado entre o início de uma pesquisa no reinício e o reinício da usinagem.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. S Quando o reinício do programa é programado para um bloco situado entre o bloco de ignorar corte e o bloco de comando absoluto subseqüente. 433 . S Operação manual executada quando a máquina está travada. Deverá ter um cuidado especial nos seguintes casos. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA AVISO Em regra. S Quando o reinício do programa é especificado para um bloco intermediário e para a repetição de ciclo fixo. S Quando a operação manual é executada durante o movimento axial para a operação de retorno. a ferramenta não pode retornar para uma posição nas situações seguintes. uma vez que nenhum deles ativa um alarme: S Operação manual executada quando o modo absoluto manual está OFF. S Quando é utilizado o espelhamento.

seguida da soft key [PLJ. disquete ou cartão FA) e especificar a ordem de execução e o número de repetições (planejamento) da operação automática. AQ].5 FUNÇÃO DE PLANEJAMENTO A função de planejamento permite que o operador selecione arquivos (programas) registrados em um disquete num dispositivo externo de entrada/saída (arquivo handy. 434 . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4. NOME DO ARQUIVO 0001 0002 0003 0004 O0010 O0020 O0030 O0040 Lista de arquivos em um dispositivo externo de entrada/saída Defina o número do arquivo e o número de repetições.DO ARQUIVO NO. a tecla de função no painel de operação MDI. em seguida. não mostrados em esta tela. 2 Pressione a soft key (tecla de mudança para o menu seguinte) mais à direita. ORDEM NO ARQUIVOREPETIÇÃO 01 02 03 04 0002 0003 0004 0001 2 1 3 2 Tela de planejamento Execução da operação automática Procedimento para a Função de Planejamento Procedimento para a execução de um arquivo 1 Pressione a tecla MEMÓRIA no painel de operação da máquina e. Na tela nº 1 é mostrada uma lista de arquivos registrados no disquete. pressione a tecla de página no painel de operação MDI. Para a visualização de mais arquivos. É igualmente possível selecionar apenas um arquivo do grupo de arquivos existentes no dispositivo externo de entrada/saída e executá-lo durante a operação automática. DIRET. Os arquivos guardados no disquete também podem ser mostrados em seqüência.4.ARQU.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. em seguida. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.9 19: 17: 10 EXEC Tela nº 2 4 Pressione a tecla REMOTO no painel de operação da máquina para ativar o modo RMT e pressione. O número de arquivo selecionado é indicado no canto superior direito da tela como número F (ao invés de um número O).9 *** *** DIR 19: 14: 47 PLANEJ (OPRC) Tela nº 1 3 Pressione as soft keys [(OPRC)] e [SELEC] para mostrar “SELECIONAR ARQU.0 1.9 1. O arquivo selecionado será executado.DO ARQUIVO SELECAO ATUAL:O0040 NO. NO.NO.9 1. 435 . a chave de início de ciclo.5 11.=7 >_ MEM DEF A **** *** *** O0001 N00000 (METRO) VOL 58. NOME DO ARQUIVO 0000 PLANEJAMENTO 0001 PARAMETRO 0002 TODOS--OS PROGRAMAS 0003 O0001 0004 O0002 0005 O0010 0006 O0020 0007 O0040 0008 O0050 SELECIONAR ARQU.” (na tela nº 2).9 1.5 11.9 1. DIRET.9 1.9 1.9 1. Introduza o número do arquivo e pressione. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA DIRET. NOME DO ARQUIVO 0000 PLANEJAMENTO 0001 PARAMETRO 0002 TODOS--OS PROGRAMAS 0003 O0001 0004 O0002 0005 O0010 0006 O0020 0007 O0040 0008 O0050 MEM * * * * PRGRM O0001 N00000 (METRO) VOL 58.9 1. O arquivo cujo número foi inserido é selecionado e o nome do arquivo é indicado após “SELECAO ATUAL:”.0 1.DO ARQUIVO SELECAO ATUAL: PLANEJAMENTO NO. as soft keys [DEF.A] e [EXEC].9 1.9 1. Para mais detalhes sobre a tecla REMOTO. em seguida.

” 3 Introduza o número de arquivo 0 e pressione. seguida da soft key [PLANEJ]. 4 Pressione a soft key (tecla de retorno ao menu anterior) mais à direita. em seguida. o cursor está colocado no número desse mesmo arquivo.4. Surgirá a tela nº 4 DIRET. “PLANEJAMENTO” é indicado após “SELECAO ATUAL :”. 436 . Durante a execução de um arquivo. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 DIRET. Nesta altura. pressione as soft keys [(OPRC)] e [SELEC] para mostrar “SELECIONAR ARQU. em seguida.DO ARQUIVO ORDEM 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 NO. O número atual de repetições REP ATUAL aumenta se M02 ou M30 for executado no programa em curso.A] e [EXEC].ARQU. a chave de início. 5 Pressione a tecla REMOTO no painel de operação da máquina para ativar o modo RMT e pressione. Os arquivos são executados pela ordem especificada. o número atual de repetições “REP ATUAL” é 0. F0000 N02000 REP SOLIC REP ATUAL >_ MEM * * * * PRGRM *** *** DIR 22: 07: 00 PLANEJ (OPRC) Tela nº 4 Mova o cursor e introduza os números de arquivo e o número de repetições pela ordem em que os arquivos devem ser executados.DO ARQUIVO SELECAO ATUAL:O0040 F0007 N00000 RMT **** *** *** DIR 13: 27: 54 PLANEJ (OPRC) PRGRM Tela nº 3 D Procedimento para executar a função de planejamento 1 Visualize a lista de arquivos guardados no disquete.NO. O procedimento de visualização é idêntico aos passos 1 e 2 da execução de um arquivo. as soft keys [DEF. 2 Na tela nº 2.

DO ARQUIVO ORDEM 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 RMT NO. todos os dados serão apagados. a tela de programas é mostrada. estas teclas não funcionam durante a execução de um arquivo. Se a soft key [PRGRM] for pressionada na tela nº 1. Para prosseguir com a operação automática após a sua suspensão para executar a operação de planejamento. <>LOOP é mostrado e o arquivo é repetido indefinidamente. 0007 0003 0004 0005 REP SOLIC 5 23 9999 LOOP O0000 N02000 REP. 437 . 3. Para deixar o campo do número de arquivo vazio. Se um valor negativo for definido como número de repetições. Pode registrar até 20 arquivos pressionando a tecla de mudança de página na tela nº 4. Se um arquivo for definido como 0.ARQU. 4 ou 5.ATU 5 23 156 0 **** *** *** DIR 10: 10: 40 PLANEJ (OPRC) PRGRM Tela nº 5 Explicações D Não especificação de um número de arquivo Se não for especificado qualquer número de arquivo na tela nº 4 (o campo do número de arquivo é deixado em branco). 2. Contudo. pressione a tecla de reset. o número atual de repetições não aumenta. [LIMPAR] e [EXEC] forem pressionadas na tela nº 4. pressione a tecla numérica 0 D Repetição infinita D Anulação seguida de . D Retorno à tela de programas Limitação D Número de repetições D Número de arquivos registrados D Código M D Visualização do diretório do disquete durante a execução de um arquivo D Reinício da operação automática Pode especificar até 9999 como número de repetições. Se forem executados quaisquer códigos M diferentes de M02 e M30. Durante a execução de um arquivo não pode ser ativada a visualização do diretório do disquete para edição simultânea.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. Se as soft keys [(OPRC)]. a execução do programa é interrompida nesse ponto. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA DIRET. o arquivo torna-se inválido e não é executado.

438 .4. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Alarme N.º do alarme 086 210 Descrição Foi feita uma tentativa de execução de um arquivo não guardado no disquete. M198 e M99 foram executados durante a operação de planejamento ou M198 foi executado durante a operação DNC.

N5 . Se o número de arquivo for especificado no endereço P. O número do arquivo é especificado no endereço P.. Podem ser usados o formato 1 ou 2. DISQUETE. Se for executado o bloco seguinte de um programa armazenado na memória CNC.. Programas no modo de execução de memória Programa no dispositivo externo de entrada/saída N1 . Formato de fita diferente de FS15 M198 Pffff ∆∆∆∆ . Número de um arquivo no dispositivo de E/S Número de repetições Instrução de chamada de dispositivos de E/S Explicação A função de chamada de subprograma é ativada se o parâmetro nº 0102 do dispositivo de entrada/saída for colocado em 3. é chamado um arquivo de subprograma do dispositivo externo de entrada/saída: Para usar esta função é necessário instalar a opção de visualização do diretório do disquete. N4 . cartão FA) durante a operação de memória. Formato de fita FS15 M198 Pffff L∆∆∆∆ . Se o bit SBP (bit 2) do parâmetro nº 3404 estiver colocado em 1. 0123 . Pode usar-se um código M diferente para uma chamada de subprograma. pode ser especificado um número do programa. Neste caso.6 FUNÇÃO DE CHAMADA DE SUBPROGRAMA (M198) A função de chamada de subprograma permite chamar e executar arquivos de subprogramas armazenados em um dispositivo externo de entrada/saída (arquivo Handy. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA 4.. dependendo da definição do parâmetro nº 6030. Número de repetições Número de um arquivo no dispositivo de E/S Instrução de chamada de dispositivos de E/S 2. Fxxxx é indicado em vez de Oxxxx. M198 é executado como um código M normal. Formato 1. N3 M198 P0003 0123 . 4.6 Seqüência do Programa Quando M198 é Especificado 439 . Nº do arquivo : Primeira(o) chamada/retorno : Segunda(o) chamada/retorno : Terceira(o) chamada/retorno Fig. N2 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4.

4. M198 é alterado para um código M normal. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Restrições NOTA 1 Se M198 for executado no programa do arquivo guardado em um disquete. a qual prossegue com o reinício do modo MEMÓRIA. é acionado o alarme P/S (nº 210). Se um programa da memória CNC for chamado e se M198 for executado durante a execução de um programa do arquivo guardado em um disquete. após a programação de M198 no modo MEMÓRIA. Se a operação de reset for efetuada no modo MDI. 440 . M198 é alterado para um código M normal. não influencia a operação de memória. 2 Se for efetuada uma intervenção manual e se M198 for executado depois de ter sido programado no modo de memória.

xN). x10. 441 .7 INTERRUPÇÃO POR MANIVELA O movimento através de operação manual pela manivela eletrônica pode ser executado com sobreposição do movimento através de operação automática no modo de operação automática. A distância percorrida a um fator de multiplicação de x1 é 0. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA 4.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. Dado que este movimento não é acelerado ou desacelerado. a interrupção manual está ativa para um eixo se o sinal de seleção de eixo para a interrupção por manivela estiver ativo para esse mesmo eixo. 4. (saída em polegadas). consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.001 mm (saída em milímetros) ou 0. é muito perigoso usar um fator de multiplicação elevado para a interrupção por manivela. Durante a operação automática. AVISO A distância percorrida através da interrupção por manivela é determinada de acordo com a rotação do gerador de pulsos manual e com o aumento do avanço por manivela (x1. A interrupção manual é executada rodando a manivela do gerador de pulsos manual. xM. X Profundidade de corte programada Profundidade de corte por interrupção por manivela Posição da ferramenta durante a operação automática Posição da ferramenta após interrupção por manivela Z Peça Fig.7 Interrupção por manivela D Sinais de seleção de eixo para interrupção por manivela Para mais detalhes sobre os sinais de seleção de eixo para interrupção por manivela. NOTA A interrupção por manivela está desativada se a máquina for bloqueada durante a operação automática.0001 pol.

A ferramenta não se desloca mesmo que este sinal esteja ativo. Valor das coordenadas A interrupção manual não altera as coordenadas relarelativas tivas. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Relação com outras funções A tabela a seguir indica a relação entre outras funções e o movimento executado por interrupção por manivela. O travamento está ativo. É mostrada a distância percorrida através da interrupção por manivela. Espelhamento D Indicação da posição A tabela a seguir indica a relação entre várias indicações de posição e o movimento executado por interrupção por manivela. especificada pela interrupção por manivela.000 O0000 N00200 (UNID. O espelhamento não está ativo. mesmo que este sinal seja ativado. A ferramenta não se desloca mesmo que este sinal esteja ativo.A PERCORRER) X 0. especificada por interrupção manual. Tela Valor da coordenada absoluta Relação A interrupção manual não altera as coordenadas absolutas. Valor das coordenadas As coordenadas da máquina são alteradas através da da máquina distância especificada por interrupção manual. Os 4 tipos de dados que se seguem são mostrados simultaneamente. 442 b) UNID. D Indicação da distância percorrida Pressione a tecla de função seguida da soft key para seleção de capítulo [MANIV]. de acordo com o menor incremento de entrada.594 Z --61.ENTRADA) X 69.000 CONT. INTERRUPCAO MANUAL (UNID. SAIDA) X 69.594 Z --61. de acordo com o menor incremento de comando. expressa no sistema de unidades de saída Indica a distância percorrida.ENTRADA: Distância percorrida na interrupção por manivela no sistema de unidade de entrada Indica a distância percorrida.439 (RELATIVA) U 0. SAIDA: .439 (DIST.000 W0.PECAS 1H 12M TEMPO CICLO *** *** REL TUDO 10: 29: 51 MANIV TEMPO TRAB MDI ABS **** 287 0H 0M 0S (OPRC) (a) UNID.4. Tela Bloqueio da máquina Travamento Relação A máquina está bloqueada. Distância percorrida na interrupção por manivela.000 Z 0. As funções de interrupção no sentido positivo funcionam através de um comando de sentido positivo.

sem ser afectada pela operação automática ou qualquer outro modo. é aplicado o tipo de aceleração/desaceleração definido com o bit 4 (JGLx) do parâmetro n. D Aceleração/ desaceleração independente Definindo-se o bit 2 (IHD) do parâmetro n. a aceleração/desaceleração para a interrupção por manivela pode ser sempre do tipo de aceleração/desaceleração para avanço manual.A PERCORRER : A restante distância percorrida no bloco atual não influencia a distância percorrida especificada através da interrupção manual. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA (c) RELATIVA : Posição no sistema de coordenadas relativas Estes valores não influenciam a distância percorrida. 443 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. especificada por interrupção manual. Defin uma constante de tempo com o parâmetro nº 1624 e uma velocidade de avanço FL com o parâmetro nº 1625.º 1610 e o bit 0 (CTLx) do parâmetro n.º 1610.º 7103 para 1. Mais especificamente. A distância percorrida através da interrupção por manivela é anulada se o retorno manual ao ponto de referência para cada eixo terminar.º 7100 e o bit 5 (HIE) do parâmetro n. (d) DIST.

1 Pressione a chave de bloco único para interromper a operação automática. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Caminho programado da ferramenta Ferramenta Caminho da ferramenta após utilização da função de espelhamento Z Fig.4.8 Espelhamento Procedimento O procedimento seguinte serve de exemplo. acione a chave de espelhamento no painel de operação da máquina ou a definição de espelhamento no painel de operação MDI. a função de espelhamento pode ser usada para o movimento ao longo de um eixo.8 ESPELHAMENTO Durante a operação automática. Para usar esta função. X O espelhamento do eixo X está ativo. 2-2 Pressione a tecla . 444 . Como alternativa. 4. 2 Pressione a chave de espelhamento para o eixo alvo no painel de operação da máquina. 2-3 Pressione a soft key de seleção do capítulo [DEFINIR] para mostrar a tela de especificação. DEFINIR (ESPELHAMENTO) O0020 N00001 ESPELHAMENTO ESPELHAMENTO X = 1 (0 : OFF 1: ON) Z = 0 (0 : OFF 1: ON) >_ MEM * * * * CORRECAO *** *** TRAB 14:47 :57 (OPRC) DEFINIR 2-4 Mova o cursor para a posição de definição do espelhamento e defina o eixo alvo com 1. Este passo é omitido se a função de espelhamento for usada desde o início da operação. Para mais informações sobre as operações propriamente ditas. ative a especificação de espelhamento seguindo os passos abaixo: 2-1 Ative o modo MDI. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4.

D Para mais informações sobre as chaves de espelhamento. Restrições O sentido de deslocação durante a operação manual e o sentido de deslocação de um ponto intermediário para o ponto de referência durante o retorno automático ao ponto de referência (G28). consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. o botão de início de ciclo para iniciar a operação automática. em seguida. Explicações D A função de espelhamento também pode ser ligada e desligada colocando em 1 ou 0 o bit 0 (MIRx) do parâmetro (nº 0012). 445 . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA 3 Ative o modo de operação automática (modo de memória ou modo MDI) e pressione.

a ferramenta pára na posição de parada e reinicia seu movimento quando a chave de início de ciclo é pressionada. mesmo que seja executada uma parada de bloqueio de avanço com o sinal de manutenção da operação automática *SP (bit 5 de G008). por exemplo. o movimento da ferramenta não pode ser reiniciado através da alteração dos corretores a meio do bloco interrompido. espelhamento ou escalonamento. mas funciona de acordo com a função de absoluto manual ON/OFF. Explicações D Absoluto manual ON/OFF D Override No modo absoluto manual OFF. Se a ferramenta for substituída manualmente devido. Se a restante distância percorrida for nula.9 INTERVENÇÃO MANUAL E RETORNO Em determinados casos. Esta função não necessita de tais operações. esta função é cancelada. D Correção D Bloqueio da máquina. nunca utilize as funções de bloqueio da máquina. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4. a um dano. espelhamento e escalonamento 446 . é necessário usar as chaves do painel de operação em combinação com as teclas MDI. A operação de retorno é executada de acordo com o posicionamento com base na interpolação não linear. Se ocorrer um reset ou for ativado um alarme durante a intervenção manual ou a operação de retorno. Se a chave de parada de bloco único estiver ativa durante a operação de retorno.4. a ferramenta não retorna à posição de parada. como aqueles em que o movimento da ferramenta ao longo de um eixo é interrompido pelo bloqueio de avanço durante a operação automática. é utilizada a velocidade de funcionamento em vazio e é ativada a função de override da velocidade de avanço em modo jog. de forma que seja possível intervir manualmente para substituir a ferramenta. Esta função também pode ser usada no modo MDI. esta função não tem qualquer efeito. D Operação de retorno D Bloco único D Cancelamento D Modo MDI Restrições D Ativar e desativar a intervenção manual e o retorno Esta função está ativa apenas se o LED de manutenção da operação automática estiver aceso. esta função retorna a ferramenta à posição em que foi iniciada a intervenção durante o reinício da operação automática. Durante a intervenção manual. Para a operação de retorno. Para usar a função normal de reinício do programa e a função de recolha e retorno da ferramenta.

447 . Ponto B Intervenção manual N2 N1 Ponto A 4. A ferramenta é parada pressionando a chave de bloqueio de avanço a meio do bloco N1 (ponto A). OPERAÇÃO AUTOMÁTICA Exemplo 1. à velocidade de funcionamento em vazio. Ponto B N2 N1 Ponto A AVISO Durante a execução da intervenção manual. O bloco N1 corta uma peça Ferramenta N2 Ponto inicial do bloco N1 2. O comando de movimento restante do bloco N1 é executado após o retorno automático para o ponto A.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. preste particular atenção à usinagem e ao formato da peça. N2 N1 Ponto A 3. O movimento da ferramenta é reiniciado. depois dela ter sido retraída manualmente até ao ponto B. de forma a evitar danos na máquina e na ferramenta.

4.10 OPERAÇÃO DNC COM CARTÃO DE MEMÓRIA 4. como um disquete. que está conectado à interface do cartão de memória localizada à esquerda da tela.10. (a) Se iniciar a operação automática (início do ciclo) durante o modo de operação DNC (RMT).1 (a)) (b) É possível ler subprogramas gravados no cartão de memória e executá-los através do comando de chamada de subprograma (M198). 4. em vez da operação de memória normal do CNC.1 (b)) Memória do CNC (Programa) Cartão de Memória (Programa) A operação DNC pode ser efetuada com o cartão de memória.1 (a) Memória do CNC (Programa) Cartão de Memória (Subprograma) O subprograma armazenado no cartão de memória pode ser executado durante a operação de memória.1 Especificação “Operação DNC com Cartão de Memória” é uma função que permite efetuar a usinagem através de um programa armazenado no cartão de memória.1 (b) 448 . a usinagem pode ser efetuada (operação DNC) durante a leitura de um programa armazenado no cartão de memória. Operação normal de memória no CNC Operação DNC com o cartão de memória Execução de programas Fig. através de uma unidade de entrada/saída externa.10.10.4. 4. (Fig. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4. Esta função pode ser usada das duas formas a seguir descritas.10.10. Operação normal de memória no CNC Chamada do subprograma (M198) Execução de programas Fig. 4. (Fig.

surge a tela que se segue. o programa selecionado é executado. 449 . (3) Pressione a soft key [ > ] (menu de continuação). (7) Quando o início de ciclo é ativado.10. Em seguida. (5) A tela pode ser percorrida através da tecla de página.10. o nome do arquivo arbitrário é exibido no topo da tela da operação DNC (cartão de memória). é necessário definir como 4 o parâmetro Nº 20 através da tela de especificação. (6) Quando o número do arquivo que é executado é introduzido e a soft key [DF-DNC] é pressionada. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA NOTA Para usar esta função.1 Operação DNC Procedimento Coloque antecipadamente o sinal 4 no bit do parâmetro Nº 0020 na tela de especificação.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. 20 [CANAL E/S: definição para selecionar uma unidade de entrada/saída] o valor de especificação é 4. (1) Mude para o modo RMT. (2) Pressione a tecla de função [PROG]. É introduzido um número de arquivo arbitrário e a soft key [PESQ A] é pressionada. Nº.2. 4.: Tal significa usar a interface do cartão de memória.2 Operações 4. o nome do arquivo selecionado é definido como ARQUIVO DNC. (4) Quando a soft key [CD-DNC] é pressionada.

2. pode ser especificado o número do programa.4. Fxxxx é indicado em vez de Oxxxx. Formato normal M198 Pffff ∆∆∆∆ . Número do ficheiro de repetição Número de um arquivo no cartão de memória Instrução de chamada do cartão de memória Explicação Podem ser usados os formatos 1 e 2.10. Pode ser usado um código M diferente para a chamada do subprograma. dependendo da definição do parâmetro n. M198 é executado como um código M normal.2 Chamada de Subprograma (M198) Formato Se for executado o bloco seguinte de um programa armazenado na memória CNC. Se o número de arquivo for especificado no endereço P. Neste caso. Número de um arquivo no cartão de memória Número de repetições Instrução de chamada do cartão de memória 2. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4. NOTA Coloque antecipadamente o sinal 4 no bit do parâmetro Nº 0020 na tela de especificação. 450 . Formato de fita FS15 M198 Pffff L∆∆∆∆ . O número do arquivo é especificado no endereço P. é chamado um arquivo de subprograma do cartão de memória. 1. Se o bit SBP (bit 2) do parâmetro nº 3404 estiver colocado em 1.º 6030.

OPERAÇÃO AUTOMÁTICA 4.Inserção do cartão de memória na patilha de fixação Fixe o cartão neste ponto. (2) A seleção do arquivo da operação DNC que é definida na tela de OPERAÇÃO DNC é apagada ao ligar e desligar a fonte de alimentação de energia. fixe o cartão de memória.10.5 Procedimento para Fixar o Cartão de Memória Siga o procedimento abaixo para fixar o cartão de memória. (5) Quando a função é usada.4 Parâmetro 0138 #7 DNM #6 #5 #4 #3 #2 #1 #0 [Tipo de dados] Bit #7 (DNM) A função de operação DNC com cartão de memória é 0 : desativar. 4. 1 : ativar. Insira o cartão de memória na patilha de fixação na direção indicada pela seta. seguindo o procedimento descrito mais à frente. entre outros.3 Limitação e Notas (1) O cartão de memória não pode ser acedido através da visualização da lista do cartão de memória.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. O arquivo da operação DNC pode voltar a ser selecionado após nova energização. (4) Não é possível chamar um programa do cartão de memória a partir do programa da operação DNC. 451 . 1. durante a operação DNC com o cartão de memória.10. Fixe o cartão de memória na patilha de fixação. 4.10. para evitar que o cartão de desconete ou fique conetado de modo deficiente devido às vibrações durante a operação ou qualquer outra razão. (3) Não remova e insira o cartão de memória durante a operação DNC com cartão de memória.

Fixe o cartão.4. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 2. Aperte o parafuso da patilha para fixar o cartão de memória. Empurre a patilha para a direita. Alinhe a garra com a ranhura.Inserção do cartão na porta PCMCIA. Alinhe a garra da patilha de fixação com a ranhura da porta PCMCIA e empurre a patilha na direção indicada pela seta. 452 . Desaperte o parafuso da patilha de fixação e insira o cartão de memória na porta PCMCIA com a garra da patilha de fixação elevada. apertando o parafuso.

se esta é executada de acordo com o especificado no programa criado. 1. Bloqueio da Máquina e Bloqueio da Função Auxiliar 2.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 5. Funcionamento em Vazio 5. Override do Deslocamento Rápido 4. OPERAÇÃO DE TESTE 5 OPERAÇÃO DE TESTE As funções indicadas a seguir são utilizadas para verificar. Bloco Único 453 . Override da Velocidade de Avanço 3. antes do início da usinagem.

AVISO A relação da posição entre as coordenadas da peça e as coordenadas da máquina pode ser diferente antes e após a operação automática com bloqueio da máquina. mas a posição ao longo de cada eixo muda na tela. mas a posição ao longo de cada eixo muda na tela. que desativa os comandos M. como se a ferramenta se deslocasse. Os códigos M. S e T e B (2ª função auxiliar) para controlar um programa juntamente com o bloqueio da máquina. Algumas máquinas possuem um botão de bloqueio da máquina para cada eixo. que interrompe o movimento apenas ao longo dos eixos especificados. S e T são desativados e não podem ser executados.1 Bloqueio da máquina Procedimento para o Bloqueio da Máquina e Bloqueio da Função Auxiliar D Bloqueio da Máquina Pressione o botão de bloqueio da máquina. pressione os botões de bloqueio da máquina para os eixos ao longo dos quais deve ser ativada a parada da ferramenta. Para mais informações sobre o bloqueio da função auxiliar. Neste caso. MDI X Z Ferramenta Peça A ferramenta não se desloca. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Para mais informações sobre o bloqueio da máquina. existente no painel do operador. 5. especifique o sistema de coordenadas da peça através de um comando de especificação de coordenadas ou do retorno manual ao ponto de referência. A ferramenta não se desloca. que interrompe o movimento ao longo de todos os eixos.5. Fig. Encontra-se também disponível o bloqueio da função auxiliar. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. existente no painel do operador.1 BLOQUEIO DA MÁQUINA E BLOQUEIO DA FUNÇÃO AUXILIAR Utilize o bloqueio da máquina para mostrar a alteração da posição sem deslocar a ferramenta. D Bloqueio da Função Auxiliar Pressione o botão de bloqueio da função auxiliar. Há dois tipos de bloqueio da máquina: O bloqueio de todos os eixos. e o bloqueio nos eixos especificados. OPERAÇÃO DE TESTE OPERAÇÃO B-64114PO/01 5. Em tais máquinas. 454 .

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 5. M30. Quando um comando G27. T somente no bloqueio da máquina D Retorno ao ponto de referência sob bloqueio da máquina D Códigos M não bloqueados através do bloqueio da função auxiliar Os comandos M. mas a ferramenta não se desloca para o ponto de referência e o LED de retorno ao ponto de referência não acende. 455 . 6071 a 6079) e os códigos M que se destinam à chamada de macros de usuário (parâmetros nº 6080 a 6089) também podem ser executados. OPERAÇÃO DE TESTE Restrições D Comando M. M98. Os códigos M de chamada de subprograma (parâmetros nº. S e T são executados apenas no estado de bloqueio da máquina. M01. S. M99 e M198 (chamada de subprograma) são executados mesmo que a máquina se encontre no estado de bloqueio da função auxiliar. G28 ou G30 é emitido no estado de bloqueio da máquina. Os comandos M00. M02. o comando é aceito.

mesmo que esteja indicada no programa uma velocidade de avanço de 100 mm/min. Velocidade de avanço 100 mm/min (programada) Velocidade de avanço: 50 mm/min após o override da velocidade de avanço Peça Ferramenta Controle a usinagem através da alteração do valor da velocidade de avanço especificado no programa. Nas máquinas individuais. Durante a abertura de rosca.5. Fig. o override é ignorado e a velocidade de avanço mantém-se como especificado através do programa. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. D Override durante a abertura de rosca 456 . é usado o mesmo botão para a correção da velocidade de avanço e para a velocidade de avanço manual contínuo. a operação automática. Por exemplo. OPERAÇÃO DE TESTE OPERAÇÃO B-64114PO/01 5. a ferramenta desloca-se a 50 mm/min se o botão de correção for colocado em 50%. a faixa depende das especificações do fabricante da máquina-ferramenta. Em algumas máquinas.2 Override da velocidade de avanço Procedimento para Override da Velocidade de Avanço Coloque o botão rotativo para override da velocidade de avanço.2 OVERRIDE DA VELOCIDADE DE AVANÇO A velocidade de avanço programada pode ser diminuída ou aumentada através de uma porcentagem (%) selecionada com o botão rotativo de override. existente no painel de operação da máquina. 0 200 OVERRIDE DA VELOCIDADEDE AVANÇO EM MODO JOG Restrições D Faixa de Override O override que pode ser especificado vai de 0 a 254%. Esta função é usada para controlar um programa. 5. Para mais informações sobre o override da velocidade de avanço. ou durante. na porcentagem (%) desejada antes.

G28 e G30. 2) Deslocamento rápido durante um ciclo fixo. O override do deslocamento rápido pode ser aplicado a cada um deles. durante o deslocamento rápido. 4) Deslocamento rápido manual. Para mais informações sobre override do deslocamento rápido.3 OVERRIDE DO DESLOCAMENTO RÁPIDO Na velocidade de deslocamento rápido pode ser aplicado um override de quatro passos (F0. 5) Deslocamento rápido do retorno manual ao ponto de referência. 457 .3 Override do deslocamento rápido Procedimento para Override do Deslocamento Rápido Selecione uma das quatro velocidades de avanço com a chave de override do deslocamento rápido. 1) Deslocamento rápido através de G00. 5. F0 é definido por um parâmetro (nº 1421). 50% e 100%). LOW 25 50 100 Override do deslocamento rápido Explicação Encontram-se disponíveis os seguintes tipos de deslocamento rápido. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Velocidade de deslocamento rápido: 10m/min Override 50% 5m/min Fig. 3) Deslocamento rápido em G27. 25%. OPERAÇÃO DE TESTE 5.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 5.

1401) estiver colocado em 1. a velocidade do funcionamento em vazio muda de acordo com a chave de deslocamento rápido e os parâmetros.5. . . Ferramenta Placa de fixação Fig.4 Funcionamento em vazio Procedimento para o Funcionamento em Vazio Pressione a chave do funcionamento em vazio no painel de operação da máquina. . . durante a operação automática. . consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. definição através do parâmetro nº.Comando do programa locamento Deslocamento rápido rápido ON Velocidade de deslocamento rápido OFF Velocidade do funcionamento em vazio×JV ou velocidade de deslocamento rápido *1) Avanço Velocidade de avanço no funcionamento vazio×JVmax *2) Velocidade do funcionamento em vazio×JV Explicação D Velocidade de funcionamento em vazio BLOCO ÚNICO TESTE DE FUNCIONAMENTO EM VAZIO OPT STOP BLOQUEIO MST SALTO DE BLOCO TRAB LIGHT BLOQUEIO MC Velocidade máxima de avanço de corte . .4 FUNCIONAMENTO EM VAZIO A ferramenta é deslocada à velocidade de avanço especificada através de um parâmetro. . A ferramenta desloca-se à velocidade de avanço especificada em um parâmetro. . definição através do parâmetro nº. . . Para mais informações sobre o funcionamento em vazio. . . se o parâmetro RDR (bit 6 do nº. independentemente da velocidade de avanço especificada no programa. definição através do parâmetro nº. 1410 JV: Override da velocidade de avanço em modo jog *1) Velocidade de funcionamento em vazio x JV. . . . Tal como mostrado na tabela abaixo. . . Esta função é utilizada para controlar o movimento da ferramenta no estado em que a peça é retirada da mesa. . . . . 1420 Velocidade de funcionamento em vazio . OPERAÇÃO DE TESTE OPERAÇÃO B-64114PO/01 5. 5. . . . 1422 Velocidade de de slocamento rápido . . . *2) Fixada à velocidade máxima de avanço de corte JVmax: Valor máximo do override da velocidade de avanço em 458 . . . Velocidade de deslocamento rápido se o parâmetro RDR for 0. A chave de deslocamento rápido também pode ser usada para alterar a velocidade de avanço. . . Chave do des. . .

5 BLOCO ÚNICO Pressione a chave de bloco único para iniciar o modo bloco a bloco. OPERAÇÃO DE TESTE 5.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 5. a ferramenta pára após a execução de um único bloco no programa. A execução do programa é interrompida após a execução do bloco atual. Se o botão de início de ciclo for pressionado no modo bloco a bloco. Início de ciclo Ferra menta Parada Parada Início de ciclo Início de ciclo Início de ciclo Parada Parada Peça Bloco único Procedimento para o Bloco Único 1 Pressione a chave de bloco único no painel de operação da máquina. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Controle o programa no modo bloco a bloco através da execução individual de cada bloco. 2 Pressione o botão de início de ciclo para executar o bloco seguinte. Para mais informações sobre a execução de um único bloco. A ferramenta pára após a execução do bloco. 459 .

Fig. S : Bloco único Deslocamento rápido Avanço de corte lG90 (Ciclo de torneamento externo/interno) lG92 (Ciclo de abertura de rosca) Explicação O caminho da Ciclo de corte direito Ciclo de corte cónico ferramenta 1 S S aerado 4 é 4 4 consid como 1 1 3 3 um ciclo. 13 a 16 e 17 a 20 é considerado como um ciclo. 9 a 12. Após o término de 4 é execut-ada uma parada. 5 a 8. a função de bloco único é eficaz no ponto intermediário. Após o término de 7 é executada uma parada. Num ciclo fixo. Após o término de cada ciclo é executada uma parada. Cada caminho da ferramenta 1 a 4. Caminho da ferramenta Ciclo de corte da superfície final reta 1 2 3 4 S Ciclo de corte da superfície final cónica S 1 2 4 3 lG94 (Ciclo de torneamento da superfície final) O caminho da ferramenta 1 a 4 é considerado como um ciclo. O caminho da ferramenta 1 a 7 é considerado como um ciclo. 5. Ciclo de abertura de rosca Ciclo de abertura de rosca reta cónica O caminho da S S ferramenta 1 a 4 4 4 é considerado 1 1 como um ciclo. os pontos de parada de bloco único são os seguintes.5 Bloco único durante o ciclo fixo (1/2) 460 . lG70 (Ciclo de acabamento) 7 6 5 4 3 2 1 S lG71 (Ciclo de usinagem grosseira da superfície exterior) G72 (Ciclo de usinagem grosseira da superfície final) 4 3 7 11 19 15 20 8 12 16 2 6 5 10 14 18 S 1 9 13 17 Esta figura mostra o caso de G71. Após 2 2 o término de 4 é executada uma parada. 3 3 2 2 Após o término de 4 é execut-ada uma parada.5. OPERAÇÃO DE TESTE OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicação D Retorno ao ponto de referência e bloco único D Bloco único durante um ciclo fixo Se forem indicados os códigos G28 a G30. G72 é idêntico.

Após o término de 10 é executada uma parada. se esse bloco incluir um endereço diferente de O. Após o término de 4 é executada uma parada. Contudo. ou G65.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 5.5 Bloco único durante o ciclo fixo (2/2) D Chamada do subprograma e bloco único A parada de bloco único não é executada em um bloco contendo M98P_. 461 .. M99. OPERAÇÃO DE TESTE Deslocamento rápido Avanço de corte S : Parada de bloco único Caminho da ferramenta lG73 (Ciclo de corte de loop fechado) 6 5 4 3 2 1 S Explicação O caminho da ferramenta 1 a 6 é considerado como um ciclo. lG76 (Repetição do ciclo de abertura de rosca) 3 2 S 1 4 Fig. Após o término de 10 é executada uma parada. O caminho da ferramenta 1 a 10 é considerado como um ciclo. N ou P. lG74 (Ciclo de corte da superfície final) G75 (Ciclo de corte da superfície exterior/interior) 9 8 7 10 5 6 4 3 2 1 S Esta figura mostra o caso de G74. 5. O caminho da ferramenta 1 a 4 é considerado como um ciclo. G75 é idêntico. a parada de bloco único é executada em um bloco com um comando M98P_ ou M99.

o controle de ultrapassagem e o controle de curso. pressione o botão Parada de emergência. Para evitar que a ferramenta ultrapasse o fim de curso. estão disponíveis as funções de Controle de ultrapassagem e Controle de curso. Este capítulo descreve a parada de emergência. 462 . FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 6 FUNÇÕES DE SEGURANÇA Para parar imediatamente a máquina por questões de segurança.6.

As causas do problema devem ser eliminadas antes de liberar o botão. Explicação A PARADA DE EMERGÊNCIA interrompe a passagem de corrente para o motor.1 Parada de emergência Este botão bloqueia quando pressionado. o botão pode ser geralmente destravado através de rotação.1 PARADA DE EMERGÊNCIA Se o botão Parada de emergência do painel de operação da máquina for pressionado. a máquina pára imediatamente. Vermelho PARADA DE EMERGÊNCIA Fig. Embora varie em função do fabricante da máquina-ferramenta. FUNÇÕES DE SEGURANÇA 6. 6. 463 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6.

a ferramenta é desacelerada e parada apenas ao longo do eixo no qual atingiu uma chave de fim de curso. 6. provoca a desaceleração e parada da ferramenta e é gerada uma mensagem de ULTRAPASSAGEM DE CURSO. consulte o manual de operação fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.2 Ultrapassagem de curso Explicação D Ultrapassagem de curso durante a operação automática D Ultrapassagem de curso durante a operação manual D Liberar a ultrapassagem de curso Se a ferramenta atingir uma chave de fim de curso ao longo de um eixo. Na operação manual. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 6. Desaceleração e parada Y X Fim de curso Chave fim de curso Fig. 464 . a ferramenta é desacelerada e parada ao longo de todos os eixos e é mostrado um alarme de ultrapassagem de curso.2 ULTRAPASSAGEM DE CURSO Quando a ferramenta tenta deslocar-se para além do fim de curso definido através da chave de fim de curso da máquina. esta é ativada. Pressione a tecla de reset para efetuar um reset do alarme depois de colocar manualmente a ferramenta no sentido seguro. D ALARME Nº 506 507 Mensagem Ultrapassagem: +n Ultrapassagem: --n Descrição A ferramenta ultrapassou o limite de curso ao longo do eixo n positivo (n: 1 a 4). A ferramenta ultrapassou o limite de curso ao longo do eixo n negativo (n: 1 a 4). durante a operação automática. Para mais informações sobre a operação.6. A ferramenta continua a mover-se ao longo dos outros eixos.

6. 1323) ou através de comandos. é mostrada uma mensagem de alarme e a ferramenta é desacelerada e parada.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6. Se a ferramenta entrar em uma área interdita e for acionado um alarme.3 (a) Controle de curso Se a ferramenta ultrapassar um limite de curso armazenado. O comando a seguir cria ou altera a área interdita: D Controle de curso armazenado 2 (G22. Os limites são definidos através dos parâmetros (nº 1322. A área situada fora dos limites definidos é uma área interdita. 1327). G23) 465 . ela pode ser deslocada no sentido inverso àquele em que se movia. o comando G22 impede que a ferramenta entre na área interdita e o comando G23 permite que a ferramenta entre na área interdita. 2 e 3 podem ser especificadas três áreas em que a ferramenta não pode entrar. e G23. O fabricante da máquina-ferramenta define geralmente esta área como o curso máximo. através do parâmetro OUT (nº 1300#0). deve ser programado independentemente de outros comandos em um bloco. 1321 ou nº 1326. Limite de curso armazenado 3 Limite de curso armazenado 2 Limite de curso armazenado 1 : Área interdita à ferramenta Fig.3 CONTROLE DO CURSO ARMAZENADO Com as chaves de controle de curso armazenado 1. Explicação D Controle do curso armazenado 1 Os limites são definidos através dos parâmetros (nº 1320. No caso de um programa. Cada um de G22. A área situada dentro ou fora do limite pode ser definida como área interdita. FUNÇÕES DE SEGURANÇA 6.

A (X. Corresponde a 2000 incrementos menores de comando quando a velocidade de avanço é 15 m/min. Fig. A(X1. com os dois pontos como vértices. a área é definida como um retângulo. X2 e Z2 é definida através dos parâmetros (nº 1322. 6.Z1) B(X2. Z1>Z2 X1 --X2> ζ Z1 --Z2> ζ ζ é a distância que a ferramenta percorre em 8 ms.) Os dados programados serão então convertidos em valores numéricos no menor incremento de comando.Z2) X1>X 2 . Quando a área interdita X1. 466 . Z) B (I. A área dentro do limite torna-se a área interdita.Z>K X--I>ζ Z--K>ζ ζ é a distância que a ferramenta percorre em 8 ms.3 (c) Criação ou alteração da área interdita através de parâmetros No controle de curso armazenado 2. mesmo que se troque a ordem dos valores das coordenadas dos dois pontos.3 (b) Criação ou alteração da área interdita através de um programa Se a área for definida através de parâmetros. D Controle de curso armazenado 3 Defina o limite com os parâmetros nº 1324 e 1325. K) X>I. no menor incremento de comando (Incremento de saída) Se a área interdita XZIK for definida através do comando G22. os dados devem ser especificados em função da distância do ponto de referência. especificar os dados através da distância até o ponto de referência no menor incremento de entrada (Incremento de entrada. terão de ser igualmente definidos os pontos A e B na figura abaixo.6. 6. Z1. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 G 22X_Z_I_K_. e os valores são definidos como parâmetros. 1323). Corresponde a 2000 incrementos menores de comando quando a velocidade de avanço é 15 m/min. Fig.

deve ser definida a distância “d”. como mostra a fig. (Só no modo G22 para o limite de curso armazenado 2). de seguida. Z. Se o ponto C (o topo da ferramenta) for controlado. a distância “c” deverá ser definida como os dados para a função de limite de curso armazenado. 6. D Tempo efetivo para uma área interdita Os limites são ativados depois da energização e da execução do retorno manual ao ponto de referência ou do retorno automático ao ponto de referência através de G28.3 (d) Definição da área interdita D Sobreposição da área interdita As áreas interditas podem ser sobrepostas. FUNÇÕES DE SEGURANÇA D Ponto de controle da área interdita A definição de parâmetros ou o valor programado (X. Se após a energização o ponto de referência se encontrar na área interdita de cada limite. Fig. será acionado imediatamente um alarme. d D c C Limite da área Posição da ferramenta após retorno ao ponto de referência Fig. Confirme a posição de controle (o topo da ferramenta ou a placa de fixação da ferramenta) antes de programar a área interdita.3 (e) Definição da sobreposição de áreas interditas Os limites desnecessários devem ser definidos para além do curso da máquina.3 (d). corrija-a e realize novamente o retorno ao ponto de referência. 6.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6. pressione o botão de parada de emergência para liberar a condição interdita e mover a ferramenta para fora da área interdita no modo G23. se a definição estiver errada. Se for controlado o ponto D (a placa de fixação da ferramenta). 467 D Liberação de alarmes . 6. Quando a ferramenta tiver ficado imobilizada na área interdita. I e K) dependem da parte da ferramenta ou do suporte da ferramenta verificada para introdução na área interdita.

o valor máximo de overrun. 468 . em sentido +. L (mm). FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Mudança de G23 para G22 em uma área interdita Quando G23 é mudado para G22 na área interdita. Nesse caso. (2)Se a área interdita for o controle de curso armazenado 2 ou o controle de curso armazenado 3. A ferramenta ultrapassou o limite de curso armazenado 3 no eixo n (1--4). (2) Se a área interdita for externa. D Valor de overrun do limite de curso armazenado Se a velocidade máxima de deslocamento rápido for F (mm/min). a ferramenta não entrará na área interdita. sucede o seguinte: (1) Se a área interdita for interna. NOTA Se os dois pontos a definir durante a especificação da área interdita forem idênticos. em sentido +. sucede o seguinte: (1)Se a área interdita for o controle de curso armazenado 1. Ultrapassou o limite de curso armazenado 1 no enésimo eixo (1--4) −. Ultrapassou o limite de curso armazenado 2 no enésimo eixo (1--4) −.6. O bit 7 (BFA) do parâmetro nº 1300 pode ser usado para parar a ferramenta quando esta atinge um ponto L mm antes da área especificada. Ultrapassou o limite de curso armazenado 3 no enésimo eixo (1--4) −. todas as áreas são interditas. D Determinação do tempo para mostrar um alarme ALARME Número 500 501 502 503 504 505 Mensagem ULTRAPASSAGEM: +n ULTRAPASSAGEM: --n ULTRAPASSAGEM: +n ULTRAPASSAGEM: --n ULTRAPASSAGEM: +n ULTRAPASSAGEM: --n Conteúdo A ferramenta ultrapassou o limite de curso armazenado 1 no eixo n (1--4). o alarme é acionado no movimento seguinte. A ferramenta ultrapassou o limite de curso armazenado 2 no eixo n (1--4). todas as áreas são movíveis. O parâmetro BFA (bit 7 do nº 1300) determina se um alarme é mostrado imediatamente antes da ferramenta entrar na área interdita ou imediatamente após a entrada nessa mesma área. o alarme é acionado imediatamente. do limite de curso armazenado é obtido através da seguinte expressão: L (mm) = F/7500 A ferramenta entra na área interdita especificada em função de L (mm). em sentido +.

W ][ ][ BARREIRA ][ (OPRC) ] 469 . 2 Pressione a tecla . de acordo com os formatos da placa de fixação e do cabeçote móvel.000 -100. Tela de especificação da barreira da placa de fixação BARREIRA (PLACA DE FIXAÇÃO) * W1 W L CZ L1 CX O0000 N00000 TY=0(0:IN. Em seguida.000 CX= CZ= 200.000 POSICAO ATUAL (ABSOLUTA) X 200.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6. FUNÇÕES DE SEGURANÇA 6.000 L1= 25.000 Z 50. pressione a soft key para seleção de capítulo [BARREIRA].1:OUT) L = 50. Se a ponta da ferramenta entrar na área definida durante uma operação de usinagem. Especifique uma área interdita à ferramenta (área de entrada bloqueada). A ferramenta pode ser retirada da área somente através da respectiva retração no sentido oposto àquele em que entrou na referida área.000 >_ MDI **** *** *** 14:46:09 [ ][ FUSO.000 W = 60.000 W1= 30. Especificação das barreiras da placa de fixação e do cabeçote móvel D Especificação dos formatos da placa de fixação e do cabeçote móvel 1 Pressione a tecla . Poderá utilizar para o efeito a tela especial de definição. esta função provoca a paragem da ferramenta e transmite uma mensagem de alarme.4 BARREIRAS DA PLACA DE FIXAÇÃO E DO BARREIRA DO CABEÇOTE MÓVEL A função da barreira do cabeçote móvel e da placa de fixação evita quaisquer danos na máquina ao verificar se a ponta da ferramenta colide com a placa de fixação ou o cabeçote móvel. 3 A tecla de mudança de página permite alternar entre a tela de especificação da barreira da placa de fixação e a tela de especificação da barreira do cabeçote móvel.

O valor está especificado. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Tela de especificação da barreira do cabeçote móvel BARREIRA (CABEÇOTE MÓVEL) X L1 /D3 / / TZ * /D3 L2 D2 Z D1 D L O0000 N00000 L = D = L1= D1= L2= D2= D3= TZ= Z 100.000 100.000 50. a ferramenta deixará. em seguida.000 100. baseada na velocidade de deslocamento rápido. a soft key [ENTRADA]. valor acrescentado é adicionado ao valor atual. é calculada de acordo com a seguinte equação.6.000 200.000 50. esta função provoca a parada do movimento da ferramenta e a transmissão de uma mensagem de alarme.000 POSICAO ATUAL (ABSOLUTA) X 200. introduza o valor correspondente e pressione. Os formatos da placa de fixação e do cabeçote móvel podem ser definidos através dos parâmetros nº 1330 a 1345. A distância entre os limites destas duas áreas. e o elemento TZ da tela de especificação do cabeçote móvel podem ser especificados de outra forma. a área definida deverá ser um pouco maior do que a área determinada. Se a soft key [+ENTRADA] for pressionada depois de ter sido introduzido um determinado valor. e por questões de segurança. Assim. L. na verdade. L = (velocidade de deslocamento rapido) × 1 7500 470 . Os elementos CX e CZ. se a velocidade de deslocamento rápido for de 15 m/min.000 50. ambos da tela de especificação da barreira da placa de fixação.000 50.000 30. Se uma ferramenta com um corretor diferente de 0 for deslocada manualmente para a posição desejada sem aplicação de compensação.000 >_ MDI **** *** *** 14:46:09 [ ENTRADA ][ +ENTRADA ][ DEF ][ ][ ] 4 Coloque o cursor sobre cada elemento que define o formato da placa de fixação ou do cabeçote móvel. pelo que a nova especificação corresponderá à soma dos dois valores. Por exemplo. de se deslocar em um ponto dentro dos limites especificados. esta deverá ser definida no sistema de coordenadas especificado. Exemplo) Se a ponta da ferramenta entrar na área de entrada bloqueada durante a usinagem. Os elementos diferentes de CX. CZ e TZ não podem ser definidos através da soft key [DEF]. Visto que o sistema da máquina pode provocar uma parada somente com um pequeno atraso em relação à parada do CNC. Desloque manualmente a ferramenta para a posição desejada e pressione em seguida a soft key [DEF] para especificar a(s) coordenada(s) da ferramenta no sistema de coordenadas da peça. a área definida deverá ter o limite de 2 mm para além da área determinada. CUIDADO Defina o modo G23 antes de tentar especificar os formatos da placa de fixação e do cabeçote móvel.

FUNÇÕES DE SEGURANÇA D Retorno ao ponto de referência 1 Retorne a ferramenta ao ponto de referência ao longo dos eixos X e Z. A função da barreira do cabeçote móvel da placa de fixação é ativada somente após o término do retorno ao ponto de referência na seqüência da energização. Explicações D Definição do formato da barreira da placa de fixação D Placa de fixação prendendo a superfície externa de uma ferramenta X L A L1 W W1 CX W L1 Z CZ Origem do sistema de coordenadas da peça D Placa de fixação prendendo a superfície interna de uma ferramenta X L A W1 CX CZ Z Origem do sistema de coordenadas da peça Nota) As áreas tracejadas representam áreas de entrada bloqueada. O retorno ao ponto de referência nem sempre necessita ser executado se estiver disponível um detector da posição absoluta. G23 poderá ser utilizado se o mesmo for definido no bit 7 do parâmetro nº 3402. Contudo. A especificação de G23 (limite de curso armazenado OFF) desativa essa mesma função. é necessário determinar a relação entre a posição da máquina e a do detector da posição absoluta. a área de entrada bloqueada do cabeçote móvel pode ser desativada através de um sinal de barreira do cabeçote móvel. Mesmo que G22 seja especificado. Código Sinal de barreira do G cabeçote móvel G22 G23 0 1 Sem relação D G22. os sinais PMC são usados para ativar ou desativar a área de especificação do cabeçote móvel. Se o cabeçote móvel for deslocado de novo em direção à peça ou afastado dela através das funções miscelânea. as áreas de entrada bloqueada para a placa de fixação e o cabeçote móvel são ativadas. 1 Se G22 (limite de curso armazenado ON) for especificado após o retorno ao ponto de referência. G23 Barreira da placa de fixação Ativo Ativo Desativado Barreira do cabeçote móvel Ativo Desativado Desativado G22 é geralmente selecionado quando se procede à energização. No entanto. 471 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6.

esta deve ser igualmente utilizada para a introdução de dados relativos ao eixo. AVISO O sistema de programação é determinado pela programação do diâmetro ou pela programação do raio usada para o eixo. ponto A. W.0001 mm 0. IS ---C 0. Faixa de dados ad admissível -99999999 a +99999999 -99999999 a +99999999 Entrada em mm 0. no sistema de coordenadas da peça. A Tabela 2 apresenta as unidades usadas para especificar os dados. polegadas L. A especificação de 1 permite selecionar uma placa de fixação que prende a superfície externa de uma ferramenta.6.0001 pol. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Símbolo TY CX CZ L W L1 W1 Descrição Seleção do formato da placa de fixação (0: Prendendo a superfície interna de uma ferramenta.001 mm 0. 1: Prendendo a superfície externa de uma ferramenta) Posição da placa de fixação (ao longo do eixo X) Posição da placa de fixação (ao longo do eixo Z) Comprimento dos mordentes Profundidade dos mordentes (raio) Amplitude de fixação dos mordentes Profundidade de fixação dos mordentes (raio) TY : Seleciona um tipo de placa de fixação baseado no formato. W1: Definem o formato de uma placa de fixação. A especificação de 0 permite selecionar uma placa de fixação que prende a superfície interna de uma ferramenta.001 mm Entrada em 0. CZ: Especificam as coordenadas da posição de uma placa de fixação. CX. Faixa de dados ad admissível -99999999 a +99999999 -99999999 a +99999999 472 . Se for utilizada a programação do raio para o eixo Z. Tabela 2 Unidades Sistema incremental Entrada em mm Entrada em polegadas Unidade de dados IS ---B 0. L1. Considera-se que uma placa de fixação é simétrica ao respectivo eixo Z.0001 mm 0. Tabela 1 Unidades Sistema incremental Unidade de dados IS ---B IS ---C 0.0001 pol. especifique L e L1 no raio. A Tabela 1 apresenta as unidades usadas para especificar os dados. Quando é utilizada a programação do diâmetro para o eixo. AVISO Especifique sempre W e W1 para o raio.00001 pol. Estas coordenadas não são as mesmas do sistema de coordenadas da máquina.00001 pol.

Considera-se que um cabeçote móvel é simétrico ao respectivo eixo Z. D2 e D3 na programação do diâmetro.00001 pol. Se for utilizada a programação do raio para o eixo Z.001 mm Entrada em 0. ponto B. no sistema de coordenadas da peça. D1.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6. L1.0001 mm 0. AVISO Especifique sempre D. L1 e L2 no raio. D3: Definem o formato de um cabeçote móvel. D2. Tabela 3 Unidades Sistema incremental Unidade de dados IS ---B IS ---C 0. A Tabela 4 apresenta as unidades usadas para especificar os dados. Estas coordenadas não são as mesmas do sistema de coordenadas da máquina. A Tabela 3 apresenta as unidades usadas para especificar os dados.0001 pol. FUNÇÕES DE SEGURANÇA D Definição do formato da barreira do cabeçote móvel TZ L2 Peça B D3 Origem do sistema de coordenadas da peça D2 D1 L1 L D Z Símbolo TZ L D L1 D1 L2 D2 D3 Descrição Posição do cabeçote móvel (ao longo do eixo Z) Comprimento do cabeçote móvel Diâmetro do cabeçote móvel Comprimento do cabeçote móvel (1) Diâmetro do cabeçote móvel (1) Comprimento do cabeçote móvel (2) Diâmetro do cabeçote móvel (2) Diâmetro do cabeçote móvel (3) TZ : Especifica a coordenada Z da posição da placa de fixação. especifique L. Faixa de dados admissível -99999999 a +99999999 -99999999 a +99999999 Entrada em mm 0. AVISO O sistema de programação é determinado pela programação do diâmetro ou pela programação do raio usada para o eixo Z. D. D1. polegadas L. 473 . L2.

a ferramenta pode ser deslocada somente no sentido oposto àquele em que entrou na área. Evite introduzir as seguintes definições: D L < L1 ou W < W1 nas definições do formato da placa de fixação. faça o reset do sistema para liberar o alarme e retraia a ferramenta.0001 mm Faixa de dados ad admissível -99999999 a +99999999 -99999999 a +99999999 Entrada em mm 0. em seguida. polegadas 0. D Definição da área de entrada bloqueada para a ponta do cabeçote móvel A ponta do cabeçote móvel tem um ângulo de 60 graus. volte a instalar as definições originais. poderá não ser possível ativá-la. D Sobreposição das definições para a placa de fixação e para o cabeçote móvel. A ferramenta não pode ser deslocada no mesmo sentido (para dentro da área) em que se movia quando entrou na área. 90° 60° Limitações D Definição correta de uma área de entrada bloqueada Se uma área de entrada bloqueada for incorretamente definida. mude para o modo manual. D Retração da área de entrada bloqueada 474 . Por fim. altere a definição das áreas de entrada bloqueada de modo que a ferramenta passe a estar posicionada fora dessas áreas.0001 pol. A área de entrada bloqueada é definida em relação à ponta.001 mm Entrada em 0. efetuando em seguida o reset do sistema para liberar o alarme. assumindo um ângulo de 90 graus.00001 pol. No modo manual. será ativado um alarme assim que a ferramenta se deslocar. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Tabela 4 Unidades Sistema incremental Unidade de dados IS ---B IS ---C 0.6. D D2 < D3 nas definições do formato do cabeçote móvel. Se as áreas de entrada bloqueada para a placa de fixação e o cabeçote móvel estiverem ativadas e a ferramenta já se encontrar dentro dessas areas. Se a ferramenta entrar na área de entrada bloqueada e for ativado um alarme. retraia manualmente a ferramenta. Se não for possível retrair a ferramenta. como mostrado abaixo.

Comandos: G54 a G59. A ferramenta entrou na área de entrada bloqueada durante o movimento em sentido positivo. Número 502 Mensagem ULTRAPASSAGEM: +X ULTRAPASSAGEM: +Z 503 ULTRAPASSAGEM: --X ULTRAPASSAGEM: --Z Conteúdo A ferramenta entrou na área de entrada bloqueada durante o movimento em sentido positivo. a área de entrada bloqueada é igualmente deslocada em função do mesmo valor. D Limite de curso armazenado 2. Note o seguinte: 1 Quando o sistema de coordenadas da peça é deslocado através de um comando ou operação. ao longo do eixo Z. G52. Isto resulta num estado em que a ferramenta não pode ser retraída da área de entrada bloqueada. a barreira tem precedência sobre o limite de curso. 3 como a função da barreira do cabeçote móvel da placa de fixação estiverem disponíveis. Alarmes 475 . em seguida. ao longo do eixo Z. 3 é ignorado. 3 Se tanto o limite de curso armazenado 2. a distância que a ferramenta percorre na operação manual não é considerada para as coordenadas da ferramenta no sistema de coordenadas da peça.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6. FUNÇÕES DE SEGURANÇA D Sistema de coordenadas A área de entrada bloqueada é definida através do sistema de coordenadas da peça. G50 (G92 no sistema do código G do tipo B ou C) Operações: Interrupção por manivela. ao longo do eixo X. A ferramenta entrou na área de entrada bloqueada durante o movimento em sentido negativo. Área de entrada bloqueada Sistema anterior de coordenadas da peça Área de entrada bloqueada Novo sistema de coordenadas da peça Sistema de coordenadas da máquina A utilização dos comandos e operações apresentados em seguida alterará o sistema de coordenadas da peça. O limite de curso armazenado 2. ao longo do eixo X. Se este sinal for 1. retire manualmente a ferramenta da área. operação manual com sinal absoluto manual desligado 2 Se a ferramenta entrar numa área de entrada bloqueada durante a operação automática. operação com bloqueio da máquina. alteração da correção da ferramenta (compensação da geometria da ferramenta). A ferramenta entrou na área de entrada bloqueada durante o movimento em sentido negativo. alteração da correção relativa ao ponto de referência da peça. coloque em 0 (ligado) o sinal absoluto manual. *ABSM.

definida pelo limite de curso armazenado 1. Contudo. do movimento especificado por um determinado bloco. na operação automática. alcançado como resultado do deslocamento ao longo da distância especificada em cada bloco.5 CONTROLE DE FIM DE CURSO ANTES DE EXECUTAR UM MOVIMENTO Antes da execução. Se a ferramenta tiver entrado na área interdita. é acionado um alarme. 2 ou 3. definida por um limite de curso armazenado. é controlada através da comparação da posição do ponto final com a posição atual da máquina e um percurso determinado. AVISO É verificado se as coordenadas do ponto final. 476 . FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 6.6. definida pelo limite de curso armazenado 1 ou 2 Ponto final A ferramenta pára imediatamente após o início do movimento a partir do ponto inicial. não é verificado o caminho.) Exemplo 1) Área interdita. definida pelo limite de curso armazenado 1 ou 2 a Ponto inicial Ponto final A ferramenta é parada no ponto a. Área interdita. 2 ou 3. para permitir a execução de um controle de fim de curso antes desse movimento. uma possível entrada da ferramenta na área interdita. se a ferramenta entrar na área interdita definida pelo limite de curso armazenado 1. estão dentro de uma área interdita. Neste caso. pára imediatamente após o início do movimento para o respectivo bloco e é mostrada uma mensagem de alarme. (Ver os exemplos a seguir. de acordo com o limite de curso armazenado 1 ou 2.

Se for executado um bloco constituído por várias operações (tais como: ciclo fixo e interpolação exponencial). 477 D Reinício do programa D Intervenção manual após bloqueio de avanço D Um bloco constituído por múltiplas operações . Área interdita. definida pelo limite de curso armazenado 2 ou 3 Ponto final A ferramenta pára imediatamente após o início do movimento a partir do ponto inicial. Quando a execução de um bloco é reiniciada após intervenção manual. Quando um programa é reiniciado. para permitir a execução de um controle de fim de curso antes desse movimento. não é acionado qualquer alarme mesmo que o ponto final após uma intervenção manual esteja dentro de uma área interdita. FUNÇÕES DE SEGURANÇA Exemplo 2) Ponto final Área interdita. na seqüência de um bloqueio de avanço. de acordo com o limite de curso armazenado 1 ou 2.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6. Explicações Se for efetuado um controle de fim de curso antes do movimento. é ativado um alarme no ponto inicial de qualquer operação cujo ponto final se encontre dentro de uma área interdita. não é executado qualquer controle de fim de curso antes do movimento. Se o limite de curso armazenado 2 estiver desativado (modo G23). definida pelo limite de curso armazenado 2 ou 3 a Ponto inicial A ferramenta é parada no ponto a. Limitações D Bloqueio da máquina D G23 Se for aplicado um bloqueio da máquina no início do movimento. não é feito qualquer controle para determinar se a ferramenta entra na área interdita. pode utilizar-se NPC (bit 2 do parâmetro nº 1301) para determinar se deve ser feito um controle do movimento através do bloco G31 (salto) ou do bloco G37 (medição automática do comprimento da ferramenta). definida pelo limite de curso armazenado 2. é ativado um alarme se o ponto de reinício estiver dentro da área interdita.

507 ULTRAPASSAGEM: --n 478 . não é efetuado qualquer controle. os eixos secundários não são verificados. Se a opção de controle do eixo angular for selecionada.6. Não é efetuado qualquer controle da área da barreira da placa de fixação/do cabeçote móvel (sistema de torno mecânico). O controle de fim de curso efetuado antes do movimento revela que a posição de fim de bloco entra na área interdita para o limite de curso negativo ao longo do eixo n. Corrija o programa. apenas o eixo principal é verificado. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Modo de interpolação cilíndrica D Modo de interpolação de coordenadas polares D Controle do eixo angular D Controle simples de sincronização D Desenho D Controle do eixo pelo PMC D Barreira da placa de fixação/do cabeçote móvel No modo de interpolação cilíndrica não é efetuado qualquer controle. No modo de interpolação de coordenadas polares não é efetuado qualquer controle. Durante a execução de um desenho (sem usinagem) não é efetuado qualquer controle. ALARME Número 506 Mensagem ULTRAPASSAGEM: +n Conteúdo O controle de fim de curso efetuado antes do movimento revela que a posição de fim de bloco entra na área interdita para o limite de curso positivo ao longo do eixo n. No controle simples de sincronização. Não é executado qualquer controle de um movimento baseado em um eixo controlado pelo PMC. Corrija o programa.

Por vezes.O estado do sistema pode ser verificado através da função de autodiagnóstico. apesar de não ser indicado qualquer alarme. 479 . aparece no monitor a tela de alarme correspondente para indicar a causa do mesmo.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 7. é possível que o sistema esteja executando processamentos internos. FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO 7 FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO Quando é acionado um alarme. É possível memorizar e indicar na tela um total de 50 alarmes anteriormente acionados (tela do histórico de alarmes). pode parecer que o sistema está parado. As causas dos alarmes são classificadas por números de alarme. Neste caso.

MENSAGEM DE ALARME 100 510 417 417 0000 00000 ATIVADA ESCRITA DE PARAMETROS FIM DE CURSO :+X ALARME SERVO : PARAM DGTL EIXO X ALARME SERVO : PARAM DGTL EIXO Z MDI **** *** *** MSG ALM HISTOR 18 : 52 : 05 ALARME D Outro método para visualização de alarmes Por vezes.7. Em vez disso. 480 . FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO OPERAÇÃO B-64114PO/01 7. a tela de alarme não é apresentada. é apresentado um ALM na parte inferior da tela. PARÂMETRO (EIXO/UNID) 1001 1002 1003 1004 0 NFD 0 0 IPR 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 XIK 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 O1000 N00010 INM 0 0 DLZ JAX 0 0 0 ISC 0 0 0 >_ MEM * * * * * * * * * * PESQ NO ON:1 ALM OFF:0 S 08 : 41 : 27 +ENTRADA 0 T0000 ENTRADA Neste caso. aparece a tela de alarme. a tela de alarme pode ser apresentada da seguinte forma: 1 Pressione a tecla de função .1 TELA DE ALARMES Explicações D Tela de alarmes Quando é acionado um alarme. 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [ALARME].

300 a 349 : Alarmes do codificador de pulsos absoluto (CPA) Nº. Para restabelecer o estado normal.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 7. 000 a 255 : Alarme P/S (erros de programação) (*) Nº. 740 a 748 : Alarmes do rosqueamento rígido com macho Nº. 600 a 699 : Alarmes servo (2/2) Nº. 900 a 999 : Alarmes do sistema Nº. 700 a 739 : Alarmes de sobreaquecimento Nº. 500 a 599 : Alarmes de ultrapassagem de curso Nº. D Números dos alarmes 481 . Apenas um alarme BP/S é fornecido para o nº 140. 350 a 399: : Alarmes do codificador de pulsos serial (SPC) Nº. Os códigos de erro estão classificados da seguinte forma: Nº. é visualizada a indicação “Alarme xxxBP/S” (sendo xxx um número de alarme). 749 a 799 : Alarmes do fuso Nº. 400 a 499 : Alarmes servo (1/2) Nº. Ver a lista de alarmes no anexo G para maiores informações sobre os alarmes. FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO D Reset do alarme Os números e as mensagens de alarme indicam as causas de alarme. elimine a causa do alarme e pressiona a tecla de reset. 5000 a posteriores : Alarmes P/S (erros de programação) * Para os alarmes (nº 000 a 255) acionados em combinação com uma operação executada em segundo plano.

utilize a tecla de mudança de página . O histórico de alarmes é apresentado na tela. São apresentadas as seguintes informações: (1) A data em que o alarme foi acionado (2)Alarme nº (3)Mensagem de alarme (alguns não contêm mensagem) (4)Número da página 3 Para mudar de página.13 8:22:21 506 FIM DE CURSO : +X 97.14 16:43:48 PAG.12 20:15:43 417 ALARME SERVO : :PARAM DGTL EIXO X ou MEM * * * * * * * * * * ALARME 19: 47 : 45 (OPRC) MSG HISTOR 482 . 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [HISTOR].01.=1 (4) (2)010 (3)CODIGO G INVALIDO 97. em seguida a tecla [APAGAR].01. FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO OPERAÇÃO B-64114PO/01 7. HISTORICO DE O0100 N00001 ALARMES (1)97.2 VISUALIZAÇÃO DO HISTÓRICO DE ALARMES É possível memorizar e indicar na tela os últimos 50 alarmes do CNC.01.7. pressione a soft key [(OPRC)] e. O histórico de alarmes pode ser chamado da seguinte forma: Procedimento para Visualização do Histórico de Alarmes 1 Pressione a tecla de função . 4 Para apagar as informações memorizadas.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 7. O estado do sistema pode ser verificado através da tela de autodiagnóstico. . apesar de não ter sido acionado nenhum alarme. FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO 7. Procedimento para Diagnóstico 1 Pressione a tecla de função .3 VERIFICAÇÃO ATRAVÉS DA TELA DE AUTODIAGNÓSTICO Por vezes.Pressione [PESQ N]. através do teclado. Selecione a tela da seguinte forma: (1) Para mudar de página. (2) Seleção através de soft key . pode parecer que o sistema está parado. Neste caso. é possível que o sistema esteja executando processamentos internos. 2 Pressione a tecla de seleção de capítulo [DGNOS].Introduza o número dos dados de diagnóstico a serem visualizados. utilize a tecla de mudança de página ou . 3 A tela de diagnóstico possui mais de 1 página. DIAGNOSTICO (GERAL) O0020 N00001 000 ESPERANDO SINAL FIN:0 001 MOVIMENTO :0 002 PAUSA :0 003 CONTROLE DA POSIÇÃO :0 004 OVERRIDE DA VELOCIDADE DE AVANÇO 0% :0 005 BLOQUEIO/PARTIDA BLOQUEADA :0 006 VERIFICAÇÃO DE VELOCIDADE DO FUSO 0 : >_ EDICAO **** *** *** PARAM DGNOS PMC 14: 51 : 55 SISTEMA (OPRC) 483 .

(3)Parada de emergência ativada. para os quais é indicado o valor 1 no lado direito de cada linha da tela. OFF PROCURA EXTERNA DE UM NÚMERO DE PROGRAMA Os números de diagnóstico de 020 a 025 indicam os estados de parada ou pausa da operação automática. (6)Comutado para o modo manual (JOG/MANIV/INC). (2)Reset & rebobinagem ativados.DA VELOCIDADE SOLICITADA ENVIANDO LENDO ESPERANDO PARA FIXAR OU LIBERAR Tela ESPERANDO SINAL FIN Estado interno quando o valor 1 é indicado na tela M. (5)Tecla de reset do painel MDI acionada. (Existem alarmes que não são apresentados.3 (a) Visualização de alarmes para comandos que parecem não estar sendo executados Nº 000 001 002 003 004 005 006 010 011 012 MOVIMENTO PAUSA VERIFICACAO DA POSICAO BLOQUEIO/PARTIDA BLOQUEADA VERIF. (7)Ocorrência de outro alarme. ON PARADA DE EMERGENCIA ON RESET ON Estado interno quando o valor 1 é indicado na tela Aparece quando é ativada uma parada de emergência ou um alarme servo Aparece quando a tecla de reset é acionada Reset e rebobinagem ativados Aparece quando é ativada uma parada de emergência Aparece quando é ativado um reset externo. uma parada de emergência. Tabela 7.DE CORTE ACIMA/ABAIXO BOTAO RESET ON RESET E REBOB. Nº 020 021 022 023 024 Tela VELOC. OU PAUSA 484 . Função T sendo executada O comando de movimento está sendo executado em operação automática A pausa está sendo executada O controle da posição está sendo executado Travamento ON Esperando que o sinal da velocidade do fuso solicitada seja ativado Os dados estão sendo enviados através de uma interface de leitura/envio Os dados estão sendo recebidos através de uma interface de leitura/envio Esperando pela fixação/liberação da mesa de indexação antes do início da indexação da mesa no eixo B/depois de concluída a indexação da mesa no eixo B Parada de emergência. AVANCO MODO JOG 0% Override no modo jog 0% ESPERANDO RESET EMERG. Tabela 7. nos quais foi especificado um comando que aparentemente não está sendo executado. (4)Bloqueio de avanço ativado. RRW. FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicações Os números de diagnóstico 000 a 015 indicam os estados. um reset ou quando é acionada a tecla de reset & rebobinagem Flag que interrompe a distribuição de pulsos.7. reset externo. reset & rebobinagem ou tecla de reset ativada no painel MDI Procura externa do número do programa OVERRIDE DA VELOCIDADE DE AVANÇO 0% Override do avanço de corte 0% 013 014 015 OVERRIDE DA VEL. Aparece nos seguintes casos: (1)Reset externo ativado.3 (b): Telas de alarme em caso de parada ou pausa da operação automática. A tabela seguinte apresenta uma lista dos estados internos. S.) 025 PARADA DE MOV.

FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO A tabela abaixo mostra os sinais e indica quais estão ativos quanda cada item dos dados de diagnóstico é 1. 020 VELOC. Nº 030 Tela Significado dos dados NO. ON 023 024 PARADA DE EMERGENCIA ON RESET ON 1 0 0 1 1 0 0 0 0 1 1 0 1 0 0 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 025 PARADA DE MOV. OU PAUSA 1 Entrada de sinal de parada de emergência Entrada de sinal de reset externo Botão reset MDI ligado Entrada de reinicialização & rebobinagem Geração de alarme servo Alterado para outro modo ou bloqueio de avanço Parada de bloco único Os números de diagnóstico 030 e 031 indicam estados de alarme TH. Cada combinação dos valores dos dados de diagnóstico indica um estado único.DE CARACT. DOS A posição do caractere que provocou o DADOS TH alarme TH é indicada pelo número de caracteres a partir do início do bloco no alarme TH DADOS TH Código de leitura do caractere que provocou o alarme TH 031 485 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 7.DE CORTE ACIMA/ABAIXO 021 BOTAO RESET ON 022 RESET E REBOB.

ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8 ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Os dados NC são transferidos entre o NC e os dispositivos externos de entrada/saída como. A interface do cartão de memória localizada à esquerda da tela pode ser usada para ler informação de um cartão de memória no CNC ou gravá-la no cartão.Programa 2. é necessário definir os parâmetros relacionados com a entrada/saída.Parâmetros 4..Dados de compensação de erro do passo 5. ver III-2 “ DISPOSITIVOS OPERACIONAIS”. Interface RS ---422 Cartão de memória Interface RS--..Variável comum de macro de usuário Antes de poder usar um dispositivo de entrada/saída. ex.C FANUC Arquivo handy Interface do cartão de memória Interface RS--232--C ou RS--422 (painel de transmissão. Para informações mais detalhadas sobre a definição dos parâmetros.) (dispositivo externo de E/S) 486 .Dados sobre correção 3.. p.232--. etc. o arquivo Handy. Podem ser recebidos e transmitidos os seguintes tipos de dados: 1.8.

ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. por exemplo. um suporte de entrada/saída é geralmente designado como disquete. É também possível proceder à entrada/saída de dados arquivados em vários disquetes. os LEDs do adaptador piscam alternadamente quando terminar a entrada/saída de dados entre o primeiro disquete e o CNC. Ao contrário de uma fita NC. sendo o primeiro arquivo o número 1. o reset do CNC não é executado imediatamente. retire o primeiro disquete do adaptador e introduza o segundo disquete. durante a pesquisa de arquivos. Neste caso. independentemente da sua quantidade. Neste manual. Ao receber programas CNC de um disquete ou ao transmiti-los para um disquete. o disquete permite ao usuário escolher livremente. assinalando. os programas guardados na memória CNC são tratados como um arquivo. Em seguida. Quando se procede a uma operação de reset no CNC durante o pedido de troca de disquete. Aos arquivos são atribuídos automaticamente os números de arquivo 1.1 ARQUIVOS O Arquivo Handy FANUC é um dispositivo de entrada/saída externo que usa disquetes como meio de entrada/saída. 487 . a necessidade de trocar o disquete. entre os vários tipos de dados arquivados em um suporte. a entrada/saída de dados será prosseguida automaticamente. 3. a entrada/saída de dados entre o CNC e o disquete ou o apagamento de arquivos.. chama-se HfileI. A troca de disquete é solicitada sempre que seja necessário introduzir o segundo disquete ou o disquete subseqüente. 4. mas após a troca do disquete. não é necessário proceder a nenhuma operação especial. O CNC interrompe a operação de entrada/saída de dados até que o disquete seguinte seja introduzido no adaptador. Explicações D O que é um Arquivo A unidade de dados que é transferida entre o disquete e o CNC em uma operação de entrada/saída (pressionando o botão VREADW ou VPUNCHW). 2. Disquete 1 Arquivo (k--1) Arquivo 1 Arquivo 2 Arquivo 3 Arquivo k Disquete 2 Continuação do arquivo k Arquivo (k+1) Arquivo n Vazio Uma vez que a troca de disquete é processada pelo dispositivo de entrada/saída. Arquivo 1 Arquivo 2 Arquivo 3 Arquivo n Vazio D Pedido de troca do disquete Se um arquivo estiver gravado em dois disquetes. etc. assim.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. arquivo a arquivo.

os dados podem ser lidos subseqüentemente através da correspondência entre o seu conteúdo e os números dos arquivos.8).8. n Programa NC O0600 488 . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Chave de proteção Os disquetes estão equipados com um botão de proteção contra gravação. Coloque o botão na posição de não proteção contra gravação e inicie. (2) Não protegido contra gravação (é possível ler. Botão de proteção contra gravação de um disquete (1) Protegido contra gravação (só é possível ler). situada na parte de trás do disquete. gravar e apagar). em seguida. Para poder localizar os conteúdos mais facilmente. (Exemplo de entrada no MEMO) Arquivo 1 Parâmetros NC Arquivo 2 Dados sobre correção Arquivo 3 Programa NC O0100 ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ Arquivo (n-1) Programa NC O0500 Arq. 8. é recomendável escrever os números dos arquivos e os respectivos conteúdos na coluna ’Memo’.1 Chave de proteção D Memo de escrita Depois de gravados em um disquete ou em um cartão. Fig. Esta correspondência só poderá ser verificada se o conteúdo dos dados e os números dos arquivos forem transmitidos para o CNC e exibidos. O conteúdo dos dados pode ser exibido com a função de visualização de diretórios de disquete (ver seção III-8. a operação de transmissão de dados.

Pressione a tecla de função Pressione a soft key [(OPRC)] (tecla do . proceda da seguinte forma: Arquivo 1 Arquivo 2 Arquivo 3 Arquivo n Vazio Procura do arquivo n Procedimento para a Busca do Início do Arquivo 1 2 3 Pressione a tecla EDICAO ou MEMORIA no painel de operação da máquina. 4 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte). 489 .ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. em seguida. 5 Introduza o endereço N. Explicações D Pesquisa de arquivos por meio de N-9999 Obtém-se o mesmo resultado quer se faça uma procura seqüencial dos arquivos através da especificação dos números N1 a N9999. quer procurando primeiro um arquivo de N1 a N9999 e utilizando.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. 6 Introduza o número do arquivo a ser procurado. o arquivo a ser transferido tem de ser primeiro localizado. O tempo de procura é mais curto no último caso. 7 Pressione as soft keys [PSQA] e [EXEC] É efetuada a pesquisa do arquivo especificado. Esta condição é reposta pela designação de N0. é apresentada a tela do conteúdo do programa ou a tela de verificação do programa.2 PESQUISA DE ARQUIVOS Quando o programa é transferido de um disquete. ⋅N-9999 É efetuada a busca do arquivo seguinte ao que acabou de ser acedido. ⋅ N0 É efetuada a busca do início do cassette ou cartão. N-9999 é inserido automaticamente aquando da entrada ou saída de um arquivo. o método de procura N-9999. ⋅Um de N1 a N9999 É efetuada a busca do arquivo indicado com um número de 1 a 9999. depois. Para tal. ⋅N-9998 Quando N-9998 é designado.N1 a 9999 ou N−9999 ou reset.

8. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Alarme Nº Descrição O sinal de pronto (DR) do dispositivo de entrada/saída está desligado. Este alarme também é acionado quando N1 é especificado para a gravação de dados em um disquete vazio.). especifique N0) 86 490 . (Neste caso. O alarme é acionado logo que a operação de entrada/saída seja executada em seguida. O CNC não indica imediatamente o alarme. etc. mesmo que este seja acionado durante a busca do início do arquivo (quando o arquivo não é localizado.

. 2 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. . . . . . . . é diminuída uma unidade aos números dos arquivos subseqüentes. 1 a (k-1) k . . . . . . Depois de apagar 1 a (k-1) . . . conforme necessário. os arquivos são renumerados da seguinte forma: Antes de apagar . Suponhamos que foi apagado um arquivo com o número k. . coloque o botão de proteção contra gravação na posição de não proteção contra gravação. . 4 Pressione a soft key [(OPRC)] 5 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte). em seguida é apresentada a tela do Explicações D Número do arquivo depois do arquivo ter sido apagado Quando um arquivo é apagado. . . Procedimento para Apagamento de Arquivos 1 Introduza o disquete no dispositivo de entrada/saída. (tecla do . 8 Pressione a soft key [APAGAR] e. . O arquivo especificado no passo 7 é apagado. . k a (n-1) Para apagar os arquivos pretendidos. em seguida.3 APAGAMENTO DE ARQUIVOS Os arquivos guardados em um disquete podem ser apagados um a um. 3 Pressione a tecla de função conteúdo do programa. Apagado (k+1) a n . a soft key [EXEC]. . de forma a poder ser gravado. . .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. . . 6 Introduza o endereço N.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. Neste caso. 7 Introduza o número (de 1 a 9999) do arquivo a ser apagado. . . D Chave de proteção 491 . .

3 Se utilizar um disquete.8. a comparação não é efetuada. procure o arquivo desejado de acordo com o método descrito na seção III-8. o programa carregado para a memória é comparado com o conteúdo do disquete ou da fita NC. mas os programas são registrados na memória. Procedimento para Entrada de um Programa 1 Certifique-se de que o dispositivo de entrada está preparado para a leitura. é apresentada a tela do conteúdo do programa ou a tela do diretório do programa. a fita é lida até ER (ou %). em seguida.4. será atribuído ao programa o número utilizado no disquete ou na fita NC. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. Se esta operação for executada com a chave para proteção de dados na posição OFF.2. O1111 M02. Se não especificar aqui nenhum número. Quando existem vários programas em uma fita perfurada. ER(%) D Introdução de vários programas de uma fita NC 492 .1 Entrada de um Programa Esta seção descreve como carregar um programa para o CNC a partir de um disquete ou de uma fita NC. 4 Pressione a tecla de função 5 Pressione a soft key [(OPRC)] 6 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte). a comparação é terminada com um alarme P/S (nº 79). especifique um número a ser atribuído ao programa. (tecla do . Se durante a comparação for detectada qualquer diferença. 2 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina.4 ENTRADA/SAÍDA DE PROGRAMAS 8. O3333 M02. 8 Pressione as soft keys [LER] e [EXEC] O programa é recebido e o número especificado no passo 7 é atribuído ao programa. O2222 M30. Explicações D Comparação Se for recebido um programa com a chave para proteção de dados do painel de operação da máquina na posição ON. 7 Depois de introduzir o endereço O.

acrescentando-os no fim do programa registrado. fffffff . todas as linhas do programa O5678 são acrescentadas no fim do programa O1234. S Quando se introduzem programas inteiros. é somada uma unidade ao número do programa anteriormente registrado e o resultado obtido é atribuído ao programa. % Programa introduzido f5678 . Neste caso. ao primeiro programa adicional é atribuído o número do programa. S Se o programa não possuir um número O mas possuir um número de seqüência de cinco dígitos no início do programa. Os números dos programas seguintes são calculados somando uma unidade ao número do último programa. 493 . os quatro últimos dígitos do número de seqüência são utilizados como número do programa. jjjj . jjjjjjj . Ao introduzir um programa para que o mesmo seja apenso a um programa registrado. é adicionada uma unidade ao número do programa precedente e o resultado obtido é atribuído ao programa. ffff . S Para cancelar a entrada de programas adicionais. fffff . Tal como acontece com a edição. as operações descritas abaixo são necessárias no final para registrar um programa na memória de programas de primeiro plano. o número de programa O5678 não é registrado. . ffff . jjj . jjj .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. O método de registro é idêntico ao método utilizado para as operações efetuadas em primeiro plano. pressione a soft key [LER] sem especificar o número do programa no passo 8. % f5678 . pressione as soft keys [CADEIA] e [EXEC]. todas as linhas do programa são acrescentadas. jjjjjjj . Contudo. fffff .Quando um programa é introduzido através do respectivo número O número O da fita NC é ignorado e o número especificado é atribuído ao programa. fff . fff . [(OPRC)] [FIM-ST] D Entrada de programas adicionais É possível introduzir outros programas. De seguida. jjjjj . fffffff . é-lhe atribuído o número N do primeiro bloco.Quando o programa é introduzido sem especificar um número de programa S É atribuído ao programa o número O da fita NC. % Programa após a entrada f1234 . Programa registrado f1234 . Se o programa for seguido de outros programas adicionais. exceto o número O. jjjj . Se os quatro últimos dígitos forem zeros. % No exemplo acima.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS D Números de programa em uma fita NC D Registro de programas em simultâneo . jjjjj . pressione a tecla de reset ou a soft key [CAN] ou [STOP]. Se o programa não possuir um número O. S Se o programa não possuir nem um número O nem um número N. esta operação registra um programa na área de edição simultânea.

o cursor é posicionado no início do novo programa. o cursor é posicionado no final do programa registrado. D Atribuição do mesmo número de programa a dois programas diferentes Quando se tenta registrar um programa com um número igual ao de um programa anteriormente registrado. Alarme Nº 70 73 79 Descrição Não há espaço de memória suficiente para registrar os programas introduzidos.8. é acionado o alarme P/S 073 e o programa não pode ser registrado. Tentou se registrar um programa com um número de programa já existente. se já tiver sido registrado um programa. Após a introdução do programa. 494 . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 S Pressionando a soft key [CADEIA]. A operação de comparação detectou diferenças entre o programa carregado para a memória e o conteúdo do programa existente no disquete ou na fita NC. S Só é possível proceder à entrada de programas adicionais.

2 Saída de um Programa Um programa arquivado na memória da unidade CNC é transmitido para um disquete ou para uma fita NC. Se for introduzido o número -9999. utilizando a memóra de modo eficaz. Quando um arquivo transmitido do CNC para o disquete é novamente introduzido na memória do CNC ou comparado com o conteúdo da memória do CNC. Se o bit 4 (SOR) do parâmetro nº 3107 possuir o valor 1.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. 2 Para transmitir o programa para uma fita NC. 3 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. Neste caso. utilize a operação de transmissão acima descrita. imediatamente após a sua transmissão do CNC para o disquete. Este parâmetro faz com que não haja saída do avanço. 495 . em seguida. é apresentada a tela do conteúdo do programa ou a tela do diretório do programa. depois da busca do início de arquivo N0. os números dos programas são apresentados na tela do diretório de programas por ordem crescente. tornando inválidos os ficheiros antigos. 8 Introduza um número de programa. é necessário proceder a uma busca do início do arquivo de acordo com o nº do arquivo.4. Explicações (saída para um disquete) D Localização de saída do arquivo D Alarme durante a saída de um programa D Emissão de um programa após a busca do início do arquivo D Uso eficaz da memória D Registro no memo Quando a transmissão é feita para um disquete. só serão restaurados os arquivos 1 a n-1.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. (tecla do 6 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte). Para transmitir vários programas de uma só vez. O(s) programa(s) especificado(s) é/são transmitido(s). o disquete é reposto no estado em que se encontrava antes da transmissão. Para usar a memória da cassete ou cartão de forma eficaz. faça a saída do programa definindo o parâmetro NFD (nº 0101#7. Procedimento para a Saída de um Programa 1 Certifique-se de que o dispositivo de saída está preparado para a transmissão. o programa é registrado como arquivo novo. 7 Introduza o endereço O. Para gravar ficheiros novos. Quando a transmissão do programa é efetuada após a busca do início do arquivo entre N1 e N9999. Para tal. 4 Pressione a tecla de função . Se for acionado um alarme durante a saída. mas os arquivos após o antigo arquivo n são apagados. é recomendável registrar o nº do arquivo na coluna MEMO do disquete.nº 0111#7 ou 0121#7) para 1. especifique uma faixa da seguinte forma: O∆∆∆∆. os arquivos 1 a n-1 são conservados. Se for acionado um alarme P/S (nº 086) durante a saída do programa. são transmitidos todos os programas arquivados na memória. 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. especifique o sistema do código de transmissão (ISO ou EIA) através de um parâmetro. 9 Pressione as soft keys [ENVIAR] e [EXEC].OVVVV É feita a saída dos programas nº ∆∆∆∆ a nº VVVV. a seguir aos arquivos já existentes no disquete. o novo arquivo é transmitido com a posição n especificada.

para cancelar a transmissão de avanço subseqüente. Explicações (saída para uma fita NC) D Formato Os programas são transmitidos para uma fita de papel no seguinte formato: ER (%) Avanço de 3 pés Programa ER (%) Avanço de 3 pés Se o avanço de três pés for demasiado longo. então. Todos os programas são transmitidos para uma fita de papel no seguinte formato: ER (%) Programa Programa Programa ER (%) Avanço de 1 pé Avanço de 3 pés A seqüência dos programas transmitidos não é definida. 496 . os LFs sem CRs. são transmitidos dois códigos CR após o código LF. Só através desta função é possível transmitir um programa selecionado para operações em primeiro plano. as CRs podem ser omitidas. D Interrupção do envio D Envio de todos os programas Pressione a tecla para interromper a operação de transmissão.8. D Verificação TV D Código ISO É transmitido automaticamente um código de espaço para a verificação TV. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Envio de programas em segundo plano O envio de programas em segundo plano pode ser efetuado de forma idêntica ao do primeiro plano. LF CR CR Ativando-se o parâmetro NCR (bit 3 do parâmetro nº 0100). Se um programa for transmitido em código ISO. pressione a tecla durante a transmissão de avanço. <O> (Nº do programa) [ENVIAR] [EXEC]: Transmite um programa especificado. aparecendo. <O> H-9999I [ENVIAR] [EXEC]: Transmite todos os programas.

3 Se utilizar um disquete.5 ENTRADA E SAÍDA DOS DADOS DE CORREÇÃO 8.1 Entrada de Dados de Correção Os dados de correção são carregados para a memória do CNC a partir de um disquete ou de uma fita NC. 7 Pressione as soft keys [LER] e [EXEC] . 8 Os dados de correção introduzidos são apresentados na tela. 2 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina.5.5. (tecla de mudança para visualizar a tela de correção da 497 .2. procure o arquivo desejado de acordo com o método descrito na seção III-8. 4 Pressione a tecla de função ferramenta. O formato de entrada é igual ao da saída dos valores de correção.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. depois de completada a operação de entrada. Quando é carregado um valor de correção com um número de correção igual a outro já registrado na memória. Ver seção III-8. Procedimento para a Entrada de Dados de Correção 1 Certifique-se de que o dispositivo de entrada está preparado para a leitura.2. 5 Pressione as soft keys [(OPRC)] e será mostrada a tela de compensação da ferramenta. 6 Pressione a soft key com seta para a direita para o menu seguinte). os dados já existentes são substituídos pelos dados de correção carregados.

4 Pressione a tecla de função ferramenta. Explicações D Formato de saída O formato de saída é o seguinte: Formato G10P_X_Y_Z_R_Q_.2 Saída de Dados de Correção Todos os dados de correção são transmitidos da memória do CNC para um disquete ou uma fita NC em um formato de saída. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. 3 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. . . P: Número de correção . Os dados de correção são transmitidos no formato de saída abaixo descrito. o nome do arquivo transmitido é CORRECÃO. 2 Especifique o sistema do código de transmissão (ISO ou EIA) através de um parâmetro.5. 6 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte) (tecla de para visualizar a tela de correção da 7 Pressione as soft keys [ENVIAR] e [EXEC]. . Procedimento para a Saída de Dados de Correção 1 Certifique-se de que o dispositivo de saída está preparado para a transmissão. Para quantidade de correção da geometria : p=10000+número de correção da geometria X:Valor de correção no eixo X Y:Valor de correção no eixo Y Z:Valor de correção no eixo Z Q:Número da ponta imaginária da ferramenta R:Valor de correção do raio da ponta da ferramenta D Nome do arquivo de saída Se for utilizada a função de visualização de diretórios de disquete. . 498 . . .8. 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. . Folha de trabalho : P=0 . . Para quantidade de correção do desgaste : P=Número de correção do desgaste . .

o indicador de “ENTRADA”. 499 . III. Aparece o alarme P/S nº 100 (indicando que os parâmetros podem ser registrados). procure o arquivo desejado de acordo com o método descrito na seçãoIII . 5 Pressione a soft key [DEFINIR] para a seleção de capítulo. em seguida. 2 Se utilizar um disquete.6. aparece a tela de especificação.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. 14 Introduza 0 como resposta ao prompt para “ESCRITA DE PARAMETROS (PWE)” na especificação de dados. 10 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte). (tecla de 11 Pressione as soft keys [LER] e [EXEC] .8. desaparece.1 Entrada de Parâmetros Os parâmetros e os dados de compensação de erro de passo são recebidos e transmitidos a partir de telas diferentes. Depois de terminada a entrada. Quando é carregado um parâmetro com um número de dados igual ao de outro parâmetro já registrado na memória. 12 Pressione a tecla de função .6. Este capítulo descreve a forma de os introduzir. 7 Pressione a tecla de função . Procedimento para a Entrada de Parâmetros 1 Certifique-se de que o dispositivo de entrada está preparado para a leitura. 4 Pressione a tecla de função .8. 6 Introduza 1 como resposta ao prompt para “ESCRITA DE PARAMETROS (PWE)” na especificação de dados. situado no canto inferior direito da tela.6 ENTRADA E SAÍDA DE PARÂMETROS E DE DADOS DE COMPENSAÇÃO DE ERRO DO PASSO 8. 9 Pressione a soft key [(OPRC)]. 3 Pressione o botão de PARADA DE EMERGÊNCIA no painel de operação da máquina.2. 13 Pressione a soft key [DEFINIR] para a seleção de capítulo. 8 Pressione a soft key para seleção de capítulo [PARAM]. Os parâmetros são lidos para a memória. Os parâmetros são carregados para a memória da unidade CNC a partir de um disquete ou de uma fita NC.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. Ver Subseç.2. em seguida. O formato de entrada é igual ao formato de saída. o parâmetro existente é substituído pelo parâmetro carregado. aparece a tela de parâmetros.

A2P . 16 Desative o botão de PARADA DE EMERGÊNCIA no painel de operação da máquina. Parâmetros cujo valor é 0. 10 Pressione a soft key [EXEC]. . 6 Pressione a soft key [(OPRC)]. 3 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. 7 Pressione a soft key com seta para a direita para o menu seguinte).8. AnP . . N:Parâmetro nº A:N. . . 5 Pressione a soft key para seleção de capítulo [PARAM] para mostrar a tela de parâmetros. Outros parâmetros que não de um eixo Tipo bit Tipo de eixo Parâmetros cujos bits se Parâmetros de um eixo cuencontram todos definidos jos bits se encontram todos com 0 definidos com 0. 8 Pressione a soft key [ENVIAR]. . a soft key [NAO-0]. . pressione a soft key [ENVIAR] e. pressione a soft key [TUDO]. (tecla de mudança Explicações D Formato de saída O formato de saída é o seguinte: N. Procedimento para a Saída de Parâmetros 1 Certifique-se de que o dispositivo de saída está preparado para a transmissão. ... N . . 8. . D Supressão da saída de parâmetros definidos com 0 Para suprimir a transmissão dos seguintes parâmetros. 9 Para transmitir todos os parâmetros. 4 Pressione a tecla de função . Para transmitir apenas os parâmetros definidos com um valor diferente de 0. em seguida. no formato de saída definido. Parâmetros de um eixo cujo valor é 0. N. Todos os parâmetros são transmitidos no formato definido. A1P ..º eixo(n é o número do eixo de controle) P:Valor especificado no parâmetro . P . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 15 Ligue novamente o NC.6. P . Tipo valor 500 . 2 Especifique o sistema do código de transmissão (ISO ou EIA) através de um parâmetro. pressione a soft key [NAO-0].2 Saída de Parâmetros Todos os parâmetros são transmitidos da memória do CNC para um disquete ou uma fita NC..

Depois de transmitidos apenas os parâmetros definidos com um valor diferente de 0. o arquivo transmitido tem o nome de TODOS-OS. Os dados de compensação de erro do passo são lidos para a memória. o dado existente é substituído pelo dado carregado. desaparece. PARAMETROS. 6 Introduza 1 como resposta ao prompt para “ESCRITA DE PARAMETROS (PWE)” na especificação de dados. 10 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte). situado no canto inferior direito da tela. procure o arquivo desejado de acordo com o método descrito na seção III. 15 Ligue novamente o NC. Aparece o alarme P/S nº 100 (indicando que os parâmetros podem ser registrados). (tecla de 11 Pressione as soft keys [LER] e [EXEC] .ENTRADA/SAÍDA DE DADOS D Nome do arquivo de saída Se for utilizada a função de visualização de diretórios de disquete. 8 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla de mudança para o menu seguinte) e pressione a soft key para seleção de capítulo [PASSO] . O formato de entrada é igual ao formato de saída.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.6. o arquivo transmitido tem o nome de NAO-0. 5 Pressione a soft key [DEFINIR] para a seleção de capítulo. 14 Introduza 0 como resposta ao prompt para “ESCRITA DE PARAMETROS (PWE)” na especificação de dados. o indicador de “ENTRADA”.2. Os dados de compensação de erro de passo são carregados para a memória do CNC a partir de um disquete ou de uma fita NC. 9 Pressione a soft key [(OPRC)]. 3 Pressione o botão de PARADA DE EMERGÊNCIA no painel de operação da máquina. 13 Pressione a soft key [DEFINIR] para a seleção de capítulo.PARAMET. Depois de terminada a entrada.6. o nome do arquivo transmitido é PARAMETRO. 7 Pressione a tecla de função . Depois de transmitidos todos os parâmetros. 8. 501 .8. 12 Pressione a tecla de função . Ver Seção 8. Se for carregado um dado de compensação de erro de passo com um número de dados igual ao de um outro dado de compensação de erro de passo já registrado na memória. 2 Se utilizar um disquete.3 Entrada de Dados de Compensação de Erro de Passo Procedimento para a Entrada dos Dados de Compensação de Erro do Passo 1 Certifique-se de que o dispositivo de entrada está preparado para a leitura. 4 Pressione a tecla de função .4.

. o nome do arquivo transmitido é “ERRO DE PASSO”..4 Saída dos Dados de Compensação de Erro de Passo Procedimento para a Saída dos Dados de Compensação de Erro do Passo 1 Certifique-se de que o dispositivo de saída está preparado para a transmissão. Todos os dados de compensação de erro do passo são emitidos no formato definido. N11023 P. N23000 P.... .. N24023 P.. .5. 4 Pressione a tecla de função .. Explicações D Compensação de erro de passo Os parâmetros 3620 a 3624 e os dados de compensação de erro do passo devem ser definidos corretamente para que a compensação de erros de passo seja corretamente aplicada . . . 6 Pressione a soft key [(OPRC)]. 3 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina.8...6. 8. 2 Especifique o sistema do código de transmissão (ISO ou EIA) através de um parâmetro. 7 Pressione a soft key com seta para a direita para o menu seguinte). (tecla de mudança 8 Pressione as soft keys [ENVIAR] e [EXEC]. (tecla de 5 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte) e pressione a soft key para seleção de capítulo [PASSO]. no formato definido.11.. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 16 Desative o botão de PARADA DE EMERGÊNCIA no painel de operação da máquina... N : Ponto de compensação do erro de passo + 10000 P : Dados de compensação do erro de passo Quando for usada a compensação de erros de passo bidirecional.2) (Ver Subseç.. N21023 P. o formato de saída é o seguinte: N20000 P.. . IIITodos os dados de compensação de erro de passo são transmitidos da memória do CNC para um disquete ou para uma fita NC.. N : Ponto de compensação do erro de passo + 20000 P : Dados de compensação de erro do passo Se for utilizada a função de visualização de diretórios de disquete.. 502 D Nome do arquivo de saída . Explicações D Formato de saída O formato de saída é o seguinte: N10000 P.. .

os dados de entrada têm de ser processados.7. pressionando o botão de início de ciclo após a entrada dos dados.NO].2.7. Procedimento para a Entrada de Variáveis Comuns de Macro de Usuário 1 Registre na memória o programa que foi transmitido (como descrito na Seção III-8. Ver Subseç. ⋅ Pressione a soft key da direita (tecla de mudança para o menu seguinte).B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. 503 . 2 Pressione a tecla MEMORIA no painel de operação da máquina. o valor da mesma variável comum já existente (se for o caso) na memória é substituído por esse valor. 3 Pressione o botão de início de ciclo para executar o programa carregado. ⋅ Selecione uma variável com as teclas de página ou com as teclas numéricas e a soft key [PESQ. 4 Chame a tela de variáveis de macro para verificar se os valores das variáveis comuns foram definidos corretamente.2). 8. O mesmo formato utilizado para a saída das variáveis comuns de macro de usuário é utilizado também para a entrada.7 ENTRADA/ SAÍDA DE VARIÁVEIS COMUNS DE MACRO DE USUÁRIO 8. após o término da entrada.7. Visualização da tela de variáveis de macro ⋅ Pressione a tecla de função . Para que uma variável comum de macro de usuário possa ser válida.1. Os valores entre #100 e #199 podem ser introduzidos e transmitidos se o bit 3 (PU5) do parâmetro nº 6001 possuir o valor 1.1 Entrada de Variáveis Comuns de Macro de Usuário O valor de uma variável comum de macro de usuário (de #500 a #999) é carregado para a memória do CNC a partir de um disquete ou de uma fita NC. Quando o valor de uma variável comum é carregado para a memória. de acordo com o processo de entrada de programas descrito na Seção III-8. ⋅ Pressione a soft key [MACRO]. Explicações D Variáveis comuns As variáveis comuns (de #500 a #999) podem ser introduzidas e transmitidas.4.

.... . . . . . . ... . .. ..8. ... Os valores entre #100 e #199 podem ser introduzidos e transmitidos se o bit 3 (PU5) do parâmetro nº 6001 possuir o valor 1... . 2 Especifique o sistema do código de transmissão (ISO ou EIA) através de um parâmetro.. . . ... .. . . . . . . M02 . #502=0. . . . . . . o nome do arquivo transmitido é “VARIAV. . ... % (1) (2) (3) . . .. . . . . .. . .. . ..... .. no formato de saída definido. . . . . . 5 Pressione a soft key com seta para a direita (tecla de mudança para o menu seguinte) e. . . .. Procedimento para a Saída de Variáveis Comuns de Macro de Usuário 1 Certifique-se de que o dispositivo de saída está preparado para a transmissão. . .... .. . . . .... . .. .... . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. .. .. . . As variáveis comuns (de #500 a #999) podem ser introduzidas e transmitidas. ... .. . . .. . . . .. . . .. . (1) A precisão da variável é assegurada. . 7 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte). 6 Pressione a soft key [(OPRC)]. . . #531= .... . . . .. . . ..... #500=[25283:65536+65536]/134217728 .. .. (2) Variável não definida (3) Quando o valor da variável é 0 D Nome do arquivo de saída D Variável comum Se for utilizada a função de visualização de diretórios de disquete. 3 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. em seguida.. . . .. . . ... . a soft key [MACRO] . . . . .. #503= . . .. . . . 4 Pressione a tecla de função . . . . . As variáveis comuns são transmitidas no formato definido. .. . .... transmitindo-se o valor da variável como <expressão>.. 504 . . . .7. ... . . .. . . . 8 Pressione as soft keys [ENVIAR] e [EXEC]. ... . . ... (tecla de Explicações D Formato de saída O formato de saída é o seguinte: % .... ... .. . . DA MACRO”. . .. . . . . . . . . ... . . . .. . . . . .. . . . . . . #501=#0.2 Saída de Variáveis Comuns de Macro de Usuário As variáveis comuns de macro de usuário (de #500 a #999) arquivadas na memória do CNC podem ser transmitidas para um disquete ou para uma fita NC. . ... .... . ..

9 1.9 1. NOME DO ARQUIVO 0001 PARAMETRO 0002 O0001 0003 O0002 0004 O0010 0005 O0040 0006 O0050 0007 O0100 0008 O1000 0009 O9500 O0001 N00000 (METRO) VOL 58. assimo como a respectiva exclusão.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.3 1.9 2.3 1.9 1.5 1. DIRETORIO (DISCO) NO.8 VISUALIZAÇÃO DO DIRETÓRIO DO DISQUETE Na tela de exibição do diretório do disquete. pode fazer-se a entrada e saída dos arquivos.6 EDICAO * * * * PRGRM *** *** DIR 11: 27: 14 (OPRC) 505 .ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8.9 1. em um diretório dos arquivos armazenados em um dispositivo externo de entrada/saída (tal como arquivo handy FANUC) no formato de disquete.

5 Pressione a tecla de página 6 Aparece a seguinte tela: DIRETORIO (DISCO) NO.5 1. proceda da seguinte forma: 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina.8. 506 . 2 Pressione a tecla de função .9 2.3 1.9 1.9 1.6 EDICAO * * * * PESQ D *** *** LER ENVIAR 11: 30: 24 APAGAR Fig.1 Visualização do Diretório Visualização do Diretório dos Arquivos do Disquete Procedimento 1 Para exibir um diretório de todos os arquivos gravados em um disquete.8. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8.8. (tecla de mudança 3 Pressione a soft key com seta para a direita para o menu seguinte). O0001 N00000 (METRO) VOL 58.9 1. 4 Pressione a soft key [DISCO].9 1.3 1. 8. NOME DO ARQUIVO 0001 0002 0003 0004 0005 0006 0007 0008 0009 PARAMETRO O0001 O0002 O0010 O0040 O0050 O0100 O1000 O9500 ou .1 (a) 7 Pressione novamente uma tecla de página para exibir outra página do diretório.

9 Pressione uma tecla de página para exibir outra página do diretório. 4 Pressione a soft key [DISCO].3 1. = >_ EDICAO * * * * * * * * * * DEF A Fig.9 1.1 (a).NO. 7 Introduza o número de um arquivo. 2 Pressione a tecla de função . 8.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.9 1. DIRETORIO (DISCO) NO. 10 Pressione a soft key [CAN] para regressar à visualização de soft keys apresentada na tela da Fig 8. proceda da seguinte forma: 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina.8.3 1. começando pelo número de arquivo especificado.6 PESQUISAR ARQU.9 2.1 (b) 15: 27: 34 CAN EXEC 507 . NOME DO ARQUIVO 0004 0005 0006 0007 0008 0009 O0010 O0040 O0050 O0100 O1000 O9500 O0001 N00000 (METRO) VOL 1.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Procedimento 2 Para exibir um diretório de arquivos. 8 Pressione as soft keys [DEF A] e [EXEC]. 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. 6 Pressione a soft key [PESQ A].8. (tecla de 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte).

:Se for um arquivo multi-volume. :Converte e imprime a capacidade do arquivo ao longo da fita de papel. o respectivo estado atualmente.) Disquete ou cartão A Disquete ou cartão B Disquete ou cartão C C01 C02 L03 C(número) significa CONTINUA L(número) significa ÚLTIMO número número de disquetes ou cartões 508 . VOL.8. (Ex. É também possível imprimir H (PÉS)I através da definição da UNIDADE DE ENTRADA como POLEGADA nos dados especificados. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Campos da tela e seus significados NO NOME DO ARQUIVO (METRO) :Mostra o número do arquivo :Nome do arquivo.

5 1.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8.3 1.NO. (tecla de 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte).2 Leitura de Arquivos O conteúdo do arquivo especificado é lido para a memória do NC.8. NOME DO ARQUIVO 0001 0002 0003 0004 0005 0006 0007 0008 0009 PARAMETRO O0001 O0002 O0010 O0040 O0050 O0100 O1000 O9500 O0001 N00000 (METRO) VOL 58.PROGRAMA= 11: 55: 04 STOP CAN EXEC LER ARQU. 4 Pressione a soft key [DISCO].9 1. DIRETORIO (DISCO) NO.9 1.9 1. Procedimento para a Leitura de Arquivos 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. 2 Pressione a tecla de função .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.= >_ EDICAO * * * * * * * * * * DEF A DEF O 7 Introduza o número de um arquivo. O número de arquivo indicado no canto inferior esquerdo da tela é automaticamente acrescido de uma unidade. introduza o número do programa e pressione.A]. 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. 8 Pressionar a soft key [DEF.1 (a).3 1. a soft key [DEF. 6 Pressione a soft key [LER].9 1. 509 . 10 Pressione a soft key [EXEC]. em seguida.O]. 9 Para alterar o número do programa.9 2. 11 Pressione a soft key [CAN] para regressar à visualização de soft keys apresentada na tela da Fig.8.6 NO.8.

9 1. (tecla de 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte). = >_ EDICAO * * * * * * * * * * DEF A DEF O STOP O0002 N01000 (METRO) VOL 58.8. 8 Pressione a soft key [DEF.9 1. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8.PROGRAMA= 11: 55: 26 CAN EXEC 7 Introduza um número de programa.8. é/são gravados no disquete a seguir ao último arquivo. introduza o número do arquivo e pressione a soft key [DEF.O]. 6 Pressione a soft key [ENVIAR].9 1. Para escrever todos os programas em um só arquivo. 510 .OS. DIRETORIO (DISCO) NO. o arquivo é registrado com o nome “TODOS.1 (a).8.9 2. Neste caso. depois de ter apagado arquivos a partir de um número de arquivo existente.3 1. 2 Pressione a tecla de função .PROGRAM”. 5 Pressione a soft key [(OPRC)].9 1. NOME DO ARQUIVO 0001 PARAMETRO 0002 O0001 0003 O0002 0004 O0010 0005 O0040 0006 O0050 0007 O0100 0008 O1000 0009 O9500 ENVIAR ARQUIVO NO. 10 Pressione a soft key [CAN] para regressar à visualização de soft keys apresentada na tela da Fig.6 NO. 4 Pressione a soft key [DISCO].3 1.A] e.5 1. a soft key [EXEC]. O(s) programa(s) especificado(s) no passo 7. em seguida. introduza -9999 no campo destinado ao número do programa. 9 Pressione a soft key [EXEC].3 Saída de Programas Qualquer programa guardado na memória da unidade CNC pode ser transmitido como arquivo para um disquete. Procedimento para a Saída de Programas 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. Para transmitir o programa.8.

DIRETORIO (DISCO) NO.9 1.9 1.6 11: 55: 51 CAN EXEC 7 Especifique o arquivo a ser apagado.9 1.1 (a).B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. Quando um arquivo é apagado.9 2. O arquivo especificado no campo destinado ao número do arquivo é apagado.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8.8. (tecla de 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte).3 1. introduza o nome e pressione a soft key [NOME A]. 8 Pressione a soft key [EXEC]. 9 Pressione a soft key [CAN] para regressar à visualização de soft keys apresentada na tela da Fig. Procedimento para Apagar Arquivos 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. 4 Pressione a soft key [DISCO]. Se especificar o arquivo através de um número do arquivo.9 1.= >_ EDICAO * * * * * * * * * * DEF A NOME A O0001 N00000 (METRO) VOL 58.5 1. 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. 6 Pressione a soft key [APAGAR]. é diminuída uma unidade aos números dos arquivos subseqüentes.NO. Se a especificação for feita através do nome do arquivo. digite o número e pressione a soft key [DEF A] . 511 . 2 Pressione a tecla de função . NOME DO ARQUIVO 0001 PARAMETRO 0002 O0001 0003 O0002 0004 O0010 0005 O0040 0006 O0050 0007 O0100 0008 O1000 0009 O9500 APAGAR NOME= ARQU.8.8.3 1.4 Apagar Arquivos É apagado o arquivo com o número especificado.

Em vez disso. especifique-o no parâmetro nº 0122.A] ou [DEF. e NO.) 86 512 . defina um número de dispositivo no parâmetro 102. Se a chave para proteção de dados do painel de operação da máquina se encontrar na posição ON. O sinal de pronto (DR) do dispositivo de entrada/saída está desligado. D Dígitos significativos D Comparação ALARME Nº 71 79 Conteúdo Foi introduzido um número de arquivo ou de programa inválido. os programas são comparados com o conteúdo da memória do CNC.8. Defina o número do dispositivo de E/S para o parâmetro nº 0112 quando o canal 1 for usado. Para usar o canal 0. Para a introdução numérica nos campos de entrada com NO. não são lidos quaisquer programas do disquete. Para o canal 2. número de programa ou nome de arquivo inválido. é exibido 1.ARQU. (Foi acionado um erro de arquivo não encontrado ou de arquivo duplo no dispositivo de entrada/saída. Quando se introduz 0 como número do arquivo ou do programa. (O número de programa especificado não foi encontrado. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Limitações D Inserção de números de arquivos e de programas através de teclas D Dispositivos de E/S Quando se pressiona [DEF. o campo do número do arquivo ou do programa fica em branco. devido à introdução de um número de arquivo.) A operação de comparação detectou diferenças entre o programa carregado para a memória e o conteúdo do programa existente no disquete.O] sem ter introduzido o número do arquivo e do programa.PROGRAMA. são válidos apenas os 4 últimos dígitos.

3. 5 Pressione a soft key de operação [TD--PRG]. Se estes programas forem transmitidos para um disquete.) 3321 127839 ) >_ EDICAO * * * * PRGRM *** *** DIR *** 16: 52: 13 (OPRC) 2 Pressione a soft key [(OPRC)].3. permitindo.2. os mesmos são gravados em um arquivo com o nome GRUPO DE PROGRAM. EDC--ST PESQ--O GRUPO 3 Pressione a soft key com seta para a direita para o menu seguinte).9 TRANSMISSÃO DE UMA LISTA DE PROGRAMAS PARA UM DETERMINADO GRUPO Os programas CNC arquivados na memória podem ser agrupados de acordo com seus nomes.3 explica como exibir uma lista de programas para um grupo especificado.(GRUPO) PROGRAMA(NUM. DIRETORIO DE PROG. de acordo com a descrição da seção III-11. A Seção III-11.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. O0020 (ENGR--1000 PRINCIPAL O0040 (ENGR--1000 SUB--1 ) O0200 (ENGR--1000 SUB--2 ) O2000 (ENGR--1000 SUB--3 ) O0001 N00010 MEMORIA(CARAC.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. a transmissão de programas CNC por grupos. assim. 513 .) USADO: 60 LIVRE: 140 ON COMENT. 4 Pressione a soft key de operação [ENVIAR]. Procedimento para Saída de uma Lista de Programas para um Determinado Grupo Procedimento 1 Chame a tela da lista de programas para um grupo de programas. (tecla de mudança LER ENVIAR TD--PRG STOP CAN EXEC Os programas CNC do grupo para o qual foi feita a pesquisa são transmitidos.

os programas. LER/ENVIAR (PROGRAMA) CANAL DE E/S NO.ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO NO SAIDA EOB (ISO) (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** PARAM *** CORRECAO 12:34:56 MACRO (OPRC) PRGRM Fig. Contudo. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. a tela correspondente. dados de correção e variáveis de macros podem ser recebidos ou enviados através de uma só tela comum: A tela TUDO E/S.8. é selecionada. parâmetros.DO MODULO TAXA DE COM BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) CR VERIF TV(NOTAS) ON 1 0 4800 2 O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG. geralmente.ENVIO ISO COD. Por exemplo. 8. enquanto que a tela do programa é utilizada para receber e enviar programas.10 ENTRADA/SAÍDA DE DADOS NA TELA TUDO E/S Para a entrada/saída de um determinado tipo de dados.10 Tela TUDO E/S (se for utilizado o canal 1 para a entrada/saída) 514 . a tela de parâmetros é utilizada para receber ou enviar parâmetros de ou para uma unidade externa de entrada/saída.

3 Pressione a soft key [TUDO E/S] para chamar a tela TUDO E/S.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8.10. Os parâmetros podem ser definidos independentemente do modo que se encontra ativo. 2 Se a máquina for ligada primeiro. o programa é selecionado por omissão.ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO NO SAIDA EOB (ISO) (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** PARAM *** 12:34:56 (OPRC) PRGRM CORRECAO MACRO 4 Selecione a soft key correspondente ao tipo de dados desejado (programa. 5 Defina os parâmetros correspondentes ao tipo de unidade de entrada/saída a ser utilizada.) 515 . (É possível proceder à definição de parâmetros independentemente do modo.DO MODULO TAXA DE COM BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) CR VERIF TV(NOTAS) ON 1 0 4800 2 O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG. parâmetro. etc. NOTA 1 Se o programa ou o disquete for selecionado no modo EDICAO. (tecla de 2 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte). LER/ENVIAR (PROGRAMA) CANAL DE E/S NO.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. Definição de parâmetros relacionados com a entrada/saída Procedimento 1 Pressione a tecla de função . é chamada a tela de diretórios do programa ou a tela do disquete.ENVIO ISO COD.1 Definição de parâmetros de entrada/saída Os parâmetros relacionados com a entrada/saída podem ser definidos na tela TUDO E/S.).

Para introduzir um programa através de um disquete ou de um cartão. D N-9999 É encontrado o arquivo imediatamente a seguir ao que foi usado por último. D Um entre N1 e N9999 É encontrado um arquivo especificado entre 1 e 9999. É encontrado o arquivo especificado. 3 Pressione a soft key [(OPRC)].2 Entrada e saída de programas A entrada e saída de um programa pode ser efetuada através da tela TUDO E/S. É exibido um diretório de programas. D O diretório de programas só é exibido no modo EDICAO. CAN EXEC 516 . Em todos os outros modos. D N-9998 Se especificar -9998. 6 Pressione as soft keys [PESQ D] e [EXEC]. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. é exibida a tela TUDO E/S. o usuário terá de especificar o arquivo de entrada em que o programa está incluído (pesquisa de arquivos). Pesquisa de arquivos Procedimento 1 Pressione a soft key [PRGRM] na tela TUDO E/S. é encontrado o arquivo subseqüente.10.) 3321 127839 O0010 O0001 O0003 O0002 O0555 O0999 O0062 O0004 O0005 O1111 O0969 O6666 O0021 O1234 O0588 O0020 O0040 >_ EDICAO * * * * PESQ D *** *** LER *** ENVIAR 14:46:09 APAGAR (OPRC) 4 Introduza o endereço N.10. N1 a N9999 ou N-9999. Este estado é cancelado através da especificação de N0. 2 Selecione o modo EDICAO. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita.1. descrita na seção 8. Em seguida.8. Isso significa que os arquivos subseqüentes podem ser automaticamente encontrados seqüencialmente. ou ainda após um reset.) USADO : 60 LIVRE : 140 MEMORIA(CARAC. N-9999 é automaticamente inserido. O0001 N00010 PROGRAMA(NUM. 5 Introduza o número do arquivo a ser procurado. D N0 É encontrado o primeiro arquivo do disquete. sempre que seja executada uma operação de entrada/saída de um arquivo.

No entanto. especificando todas as vezes os números dos respectivos arquivos.) USADO : 60 LIVRE : 140 MEMORIA(CARAC. D Acionamento de alarmes durante a pesquisa de arquivos D Pesquisa de arquivos por meio de N-9999 Entrada de um programa Procedimento 1 Pressione a soft key [PRGRM] na tela TUDO E/S. N0 pode ser especificado.10. a especificação de N0 ou de N1 tem o mesmo efeito. Portanto. Através da especificação de N0.1. D O diretório de programas só é exibido no modo EDICAO.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Explicações D Diferença entre N0 e N1 Se já existir algum arquivo no disquete ou no cartão. independentemente do disquete/cartão já conter arquivos ou não. quando se pretende gravar um programa em um novo disquete ou cartão ou quando se utiliza um disquete ou cartão usado. a cabeça de leitura é posicionada no início do disquete ou do cartão.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. Se N1 for especificado quando não há nenhum arquivo no disquete ou no cartão. Especificando-se N-9999. 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. é acionado um alarme P/S (nº 086).. uma vez que não é possível encontrar o primeiro arquivo. pode reduzir-se o tempo necessário para a pesquisa de arquivos. por exemplo. depois de terem sido apagados previamente todos os arquivos lá existentes. 2 Selecione o modo EDICAO. introduza o endereço O seguido do número de programa desejado. Se for gerado um alarme (p. o CNC não aciona o alarme imediatamente. é exibida a tela TUDO E/S. ex. O0001 N00010 PROGRAMA(NUM. Em todos os outros modos. descrita na Seção III-8. não é acionado qualquer alarme. será atribuído o número de programa já existente no disquete ou na fita NC. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita.) 3321 127839 O0010 O0001 O0003 O0002 O0555 O0999 O0062 O0004 O0005 O1111 O0969 O6666 O0021 O1234 O0588 O0020 O0040 >_ EDICAO * * * * PESQ D *** *** LER *** ENVIAR 14:46:09 APAGAR (OPRC) 4 Para especificar o número de programXa que deverá ser atribuído ao programa que pretende introduzir. 517 . o usuário pode especificar o número do primeiro arquivo e procurar os arquivos subseqüentes por meio da especificação de N-9999. devido a um erro de pesquisa de arquivos) durante a pesquisa de arquivos. se for executada subseqüentemente uma entrada/saída com esse arquivo. Se não for especificado qualquer número de programa. Em vez de proceder a uma pesquisa seqüencial de arquivos. É exibido um diretório de programas. é acionado um alarme.

será enviado o programa atualmente selecionado. D O diretório de programas só é exibido no modo EDICAO. em seguida. começando pelo que possui o número de programa mais baixo. Se o bit 4 (SOR) do parâmetro nº 3107 (para uma exibição ordenada) for definido com o valor 1. [EXEC]. Para interromper a saída antes de seu término. são enviados todos os programas arquivados na memória. pressione a soft key [STOP]. Se os passos 4 e 5 forem omitidos.8. O programa é introduzido com o número que lhe foi atribuído no passo 4. 518 . STOP CAN EXEC 6 Pressione a soft key [ENVIAR]e. Em todos os outros modos.) USADO : 60 LIVRE : 140 MEMORIA(CARAC. introduza O .1. os programas são enviados de forma ordenada. O0001 N00010 PROGRAMA(NUM. 5 Introduza o número de programa desejado. 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. é exibida a tela TUDO E/S. O (s) programa(s) especificado(s) é/são enviados. Se for introduzido o número -9999. em seguida. pressione a soft key [STOP]. Para a saída de uma série de programas. Para cancelar a entrada. [EXEC]. Para cancelar a saída. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 STOP CAN EXEC 5 Pressione a soft key [LER] e. pressione a soft key [CAN].10. Os programas com os números de a jjjj são enviados. na tela do diretório de programas.) 3321 127839 O0010 O0001 O0003 O0002 O0555 O0999 O0062 O0004 O0005 O1111 O0969 O6666 O0021 O1234 O0588 O0020 O0040 >_ EDICAO * * * * PESQ D *** *** LER *** ENVIAR 14:46:09 APAGAR (OPRC) 4 Introduza o endereço O. Para interromper a entrada antes de seu término. pressione a soft key [CAN]. Saída de um programa Procedimento 1 Pressione a soft key [PRGRM] na tela TUDO E/S. descrita na Seção III-8. Ojjjj. É exibido um diretório de programas. 2 Selecione o modo EDICAO.

D O diretório de programas só é exibido no modo EDICAO. O0001 N00010 PROGRAMA(NUM. 2 Selecione o modo EDICAO.10.) 3321 127839 O0010 O0001 O0003 O0002 O0555 O0999 O0062 O0004 O0005 O1111 O0969 O6666 O0021 O1234 O0588 O0020 O0040 >_ EDICAO * * * * PESQ D *** *** LER *** ENVIAR 14:46:09 APAGAR (OPRC) 4 Pressione a soft key [APAGAR]. Em todos os outros modos. Antes de apagar Depois de apagar de 1 a (k-1) de 1 a (k-1) k Apagado de (k+1) a n de k a (n-1) Antes de se poder apagar um arquivo. é subtraída 1 unidade aos números dos arquivos anteriores (k+1) a n. D Proteção contra gravação 519 . CAN EXEC 6 Pressione a soft key [EXEC]. Explicações D Números dos arquivos depois de apagar Depois de apagado o arquivo k. 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. É exibido um diretório de programas. obtendo-se k a (n-1). O arquivo número k.) USADO : 60 LIVRE : 140 MEMORIA(CARAC. é exibida a tela TUDO E/S.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. é apagado. 5 Introduza o número de um arquivo entre 1 e 9999 para especificar o arquivo que deverá ser apagado. descrita na Seção III-8. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita.1. o botão de proteção contra escrita do disquete terá de ser colocado na posição que permite escrever no disquete. especificado no passo 5.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Apagar arquivos Procedimento 1 Pressione a soft key [PRGRM] na tela TUDO E/S.

Entrada de parâmetros Procedimento 1 Pressione a soft key [PARAM] na tela TUDO E/S.8. Para cancelar a entrada. Depois de concluída a entrada.DO MODULO TAXABAUD BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) VERIF TV(NOTAS) 1 0 4800 2 NO ON O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG.ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO SAIDA EOB (ISO) CR (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 CAN EXEC 4 Pressione a soft key [LER] e.3 Entrada e saída de parâmetros A entrada e saída de parâmetros pode ser efetuada através da tela TUDO E/S. em seguida. Os parâmetros são lidos e o indicador de ”ENTRADA” fica piscando no canto inferior direito da tela. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita.1 2 Selecione o modo EDICAO. o indicador de ”ENTRADA” é apagado da tela.ENVIO ISO COD. [EXEC]. pressione a soft key [CAN]. descrita na Seção III-8. 3 Pressione a soft key [(OPRC)].10. 520 . LER/ENVIAR (PARAMETRO) CANAL DE E/S NO.10. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8.

ENVIO ISO COD.ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO SAIDA EOB (ISO) CR (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 CAN EXEC 4 Pressione a soft key [ENVIAR]e. LER/ENVIAR (PARAMETRO) CANAL DE E/S NO.10. [EXEC].B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. descrita na Seção III-8.1 2 Selecione o modo EDICAO. o indicador de ”SAIDA” é apagado da tela. 521 .DO MODULO TAXABAUD BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) VERIF TV (NOTAS) 1 0 4800 2 NO ON O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG. Depois de concluída a saída. Para cancelar a saída. em seguida. Os parâmetros são enviados e o indicador de ”SAIDA” fica piscando no canto inferior direito da tela. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. pressione a soft key [CAN]. 3 Pressione a soft key [(OPRC)].ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Saída de parâmetros Procedimento 1 Pressione a soft key [PARAM] na tela TUDO E/S.

o indicador de ”ENTRADA” é apagado da tela. Entrada de dados de correção Procedimento 1 Pressione a soft key [CORREC] na tela TUDO E/S. descrita na Seção III-8. [EXEC].ENVIO ISO COD.10. em seguida. Depois de concluída a entrada. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. LER/ENVIAR (CORRECAO) CANAL DE E/S NO.10.1 2 Selecione o modo EDICAO. 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. 522 . pressione a soft key [CAN].8.DO MODULO TAXABAUD BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) VERIF TV (NOTAS) 1 0 4800 2 NO ON O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG.Os dados de correção são lidos e o indicador de ”ENTRADA” fica piscando no canto inferior direito da tela.4 Entrada e Saída de Dados de Correção A entrada e saída dos dados de correção pode ser efetuada através da tela TUDO E/S.ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO SAIDA EOB (ISO) CR (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 CAN EXEC 4 Pressione a soft key [LER] e. Para cancelar a entrada.

pressione a soft key [CAN].B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. em seguida. 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. [EXEC]. LER/ENVIAR (CORRECAO) CANAL DE E/S NO.ENVIO ISO COD.1 2 Selecione o modo EDICAO.ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO SAIDA EOB (ISO) CR (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 CAN EXEC 4 Pressione a soft key [ENVIAR]e.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Saída de dados de correção Procedimento 1 Pressione a soft key [CORREC] na tela TUDO E/S. descrita na Seção III-8. 523 . o indicador de ”SAIDA” é apagado da tela. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita.10. Depois de concluída a saída. Para cancelar a saída. Os dados de correção são enviados e o indicador de ”SAIDA” fica piscando no canto inferior direito da tela.DO MODULO TAXABAUD BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) VERIF TV (NOTAS) 1 0 4800 2 NO ON O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG.

ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8.1 2 Selecione o modo EDICAO. Para cancelar a saída. pressione a soft key [CAN].ENVIO ISO COD.DO MODULO TAXABAUD BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) VERIF TV(NOTAS) 1 0 4800 2 NO ON O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG. descrita na Seção III-8.5 Saída de variáveis comuns de macros de usuário A saída de variáveis comuns de macros de usuário pode ser efetuada através da tela TUDO E/S. o programa.10.10. em seguida. NOTA Para introduzir uma variável de macro.ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO SAIDA EOB (ISO) CR (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 CAN EXEC 4 Pressione a soft key [ENVIAR]e. As variáveis comuns de macros de usuário são enviadas e o indicador de ”SAIDA” fica piscando no canto inferior direito da tela. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. LER/ENVIAR (MACRO) CANAL DE E/S NO. o indicador de ”SAIDA” é apagado da tela. 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. Saída de variáveis comuns de macros de usuário Procedimento 1 Pressione a soft key [MACRO] na tela TUDO E/S. em seguida.8. 524 . [EXEC]. faça a leitura da instrução da macro de usuário como programa e execute. Depois de concluída a saída.

em seguida. a soft key [DEF A]. A tela do disquete só é exibida no modo EDICAO.6 Entrada e saída de arquivos em disquetes A tela TUDO E/S suporta a exibição de um diretório de arquivos do disquete. bem como a entrada e saída de arquivos em disquete.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. 4 Pressione a soft key [(OPRC)]. 2 Pressione a soft key [DISCO].10. Exibição de um diretório de arquivos Procedimento 1 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla de mudança para o menu seguinte) na tela TUDO E/S. é exibida a tela TUDO E/S.1.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. DEF A CAN EXEC 525 . A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. LER/ENVIAR (DISCO) O1234 N12345 > MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 APAGAR PESQ D 5 Pressione a soft key [PESQ A]. 3 Selecione o modo EDICAO. descrita na seção III-8. Em todos os outros modos. 6 Introduza o número do arquivo desejado e pressione.10. A tela do disquete é exibida.

9 11. é exibido um diretório em que o primeiro arquivo se encontra na posição superior.9 Pressionando simplesmente a tecla de página.1 12.) 526 . NOME DO ARQUIVO 0001 PARAMETRO 0002 TODOS-OS.9 11.PROGRAM. LER/ENVIAR (DISCO) Nº.9 11.9 11.NO.9 11. 0003 O0001 0004 O0002 0005 O0003 0006 O0004 0007 O0005 0008 O0010 0009 O0020 PESQ A ARQU.3 11. É exibido um diretório em que o arquivo especificado se encontra em primeiro lugar.8.9 11. Os arquivos subseqüentes do diretório podem ser exibidos. (Não é necessário pressionar a soft key [PESQ A]. pressionando a tecla de página.=2 >2_ EDICAO * * * * PESQ D *** *** *** 12:34:56 CAN EXEC O1234 N12345 (METRO) VOL 46. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 7 Pressione a soft key [EXEC].

Em todos os outros modos. a soft key [DEF O].B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. DEF A DEF O STOP CAN EXEC 527 . LER/ENVIAR (DISCO) O1234 N12345 > MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 APAGAR PESQ D 5 Pressione a soft key [LER]. D Especificação do número de um arquivo: Introduza o número do arquivo desejado e pressione.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Entrada de um arquivo Procedimento 1 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla de mudança para o menu seguinte) na tela TUDO E/S. em seguida. 3 Selecione o modo EDICAO.1. 6 Introduza o número do arquivo ou do programa que deverá ser introduzido. descrita na seção III-8. a soft key [DEF A]. A tela do disquete é exibida. O arquivo ou programa especificado é lido e o indicador de ”ENTRADA” fica piscando no canto inferior direito da tela. D Especificação do número de um programa: Introduza o número do programa desejado e pressione. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. é exibida a tela TUDO E/S. o indicador de ”ENTRADA” é apagado da tela. A tela do disquete só é exibida no modo EDICAO.10. Depois de concluída a entrada. 4 Pressione a soft key [(OPRC)]. 2 Pressione a soft key [DISCO]. 7 Pressione a soft key [EXEC]. em seguida.

em seguida. Depois de concluída a saída.1. 528 .8. 3 Selecione o modo EDICAO. DEF A DEF O STOP CAN EXEC 6 Introduza o número do programa que deverá ser enviado. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. juntamente com o número do arquivo de saída desejado. D Especificação do número de um arquivo: Introduza o número do arquivo desejado e pressione.10. é exibida a tela TUDO E/S. 4 Pressione a soft key [(OPRC)]. A tela do disquete só é exibida no modo EDICAO. descrita na seção III-8. em seguida. 2 Pressione a soft key [DISCO]. Em todos os outros modos. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Saída de um arquivo Procedimento 1 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla de mudança para o menu seguinte) na tela TUDO E/S. D Especificação do número de um programa: Introduza o número do programa desejado e pressione. 7 Pressione a soft key [EXEC]. O programa especificado é enviado e o indicador de ”SAIDA” fica piscando no canto inferior direito da tela. o indicador de ”SAIDA” é apagado da tela. LER/ENVIAR (DISCO) O1234 N12345 > MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 APAGAR PESQ D 5 Pressione a soft key [ENVIAR]. o programa é escrito no fim dos arquivos atualmente registrados. a soft key [DEF A]. Não sendo especificado o número de um arquivo. A tela do disquete é exibida. a soft key [DEF O].

Depois de apagado o arquivo desejado. em seguida. 4 Pressione a soft key [(OPRC)]. descrita na seção III-8.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. é exibida a tela TUDO E/S. 2 Pressione a soft key [DISCO]. A tela do disquete é exibida. LER/ENVIAR (DISCO) O1234 N12345 > MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 APAGAR PESQ D 5 Pressione a soft key [APAGAR]. Em todos os outros modos.10. os arquivos subseqüentes são deslocados para cima. A tela do disquete só é exibida no modo EDICAO.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Apagar arquivos Procedimento 1 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla de mudança para o menu seguinte) na tela TUDO E/S. O arquivo especificado é apagado.1. 3 Selecione o modo EDICAO. a soft key [DEF A]. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. 529 . 6 Introduza o número do arquivo desejado e pressione. DEF A CAN EXEC 7 Pressione a soft key [EXEC].

podem ser guardados em um cartão de memória em formato de texto.11 ENTRADA/SAÍDA DE DADOS ATRAVÉS DE UM CARTÃO DE MEMÓRIA A definição do canal de E/S (parâmetro n 0020) como 4 permite chamar os arquivos de um cartão de memória inserido na respectiva interface localizada do lado esquerdo da tela.8. Em seguida. Pesquisa de um arquivo O arquivo especificado é procurado no cartão de memória e. são apresentadas as funções principais. parâmetros e dados de correção podem ser igualmente inseridos e reproduzidos em formato de arquivo de texto. Escrita de um arquivo Os dados. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. é exibido na tela de diretórios. Leitura de um arquivo Os arquivos em formato de texto podem ser lidos de um cartão de memória. ⋅ Visualização de diretórios de arquivos guardados Os arquivos guardados em um cartão de memória podem ser exibidos na tela de diretórios. sendo encontrado. ex. Os diferentes tipos de dados de um cartão de memória. CNC Escrita de um arquivo Leitura de um arquivo Exibição de diretórios Pesquisa de um arquivo Apagar arquivos Cartão de memória ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ 530 . como p. rotinas. como os programas de peças. Apagar arquivos Os arquivos podem ser selecionados e apagados do cartão de memória.

A tela pode exibir um total de 18 caracteres.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0001 0002 0003 0004 0005 0006 0007 0008 0009 TESTE PROG O1000 O1001 O0002 O2000 O2001 O3001 O3300 O3400 O3500 ) DIR + O0034 N00045 COMENT (COMENT.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Visualização de diretórios de arquivos guardados Procedimento 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. ) (SUBPROGRAMA) (12345678 ) ( ) ( ) (SALTAR K ) (RAPIDO ) ( ) (PROGRAMA (OPRC) ~ ~ 6 Pressionando repetidamente a soft key [DIR+]. É apresentada a tela seguinte. é possível rolar a tela. É exibido qualquer comentário existente no arquivo. 0001 O1000 123456 0002 O1001 118458 0003 O0002 113250 0004 O2000 173456 0005 O2001 113444 0006 O3001 118483 0007 O3300 111406 0008 O3400 112420 0009 O3500 117460 ~ PROG DIR + 5 É possível exibir os comentários relativos a cada arquivo. O0034 N00045 DATA 96/07/10 96/07/30 96/07/30 96/07/31 96/07/31 96/08/02 96/08/05 96/07/31 96/07/31 (OPRC) ~ DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO TAM. 2 Pressione a tecla de função . 531 . após o número O. a tela alterna entre a exibição dos comentários e a exibição do tamanho e da data. . (tecla do 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte). Através das teclas de página e 4 Pressione a soft key [CARTAO]. pressionando a soft key [DIR+].

Depois. É apresentada a tela seguinte. ) (COMENT. 0001 O1000 123456 0002 O1001 118458 0003 O0002 113250 0004 O2000 173456 0005 O2001 113444 0006 O3001 118483 0007 O3300 111406 0008 O3400 112420 0009 O3500 117460 ~ PROG DIR + O0034 N00045 DATA 96/07/10 96/07/30 96/07/30 96/07/31 96/07/31 96/08/02 96/08/05 96/07/31 96/07/31 (OPRC) ~ 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO TAM.) (SUBPROGRAMA--1) (COMENT. 4 Pressione a soft key [CARTAO]. (tecla do 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte).8. o arquivo é exibido na parte superior da tela de diretórios. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Pesquisa de um arquivo Procedimento 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. PESQ D LER A LER N ENVIAR APAGAR 6 Introduza o número do arquivo desejado através da soft key [PESQ A]. ) ~ 532 . 2 Pressione a tecla de função . pressionando a soft key [EXEC]. Pesquisa do arquivo número 19 DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0019 0020 0021 0022 ~ O1000 O1010 O1020 O1030 O0034 N00045 COMENT (PROGRAMA PRINC. inicie a pesquisa. Sendo encontrado.

ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Leitura de um arquivo Procedimento 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina.PROGRAMA=120 **** *** DEF O **** STOP CAN 15:40:21 EXEC O0001 N00010 COMENT (PROGRAMA PRINC. PESQ D LER A LER N ENVIAR APAGAR 6 Para especificar o número de um arquivo. introduza o número de programa 120 e defina-o. Em seguida. Não sendo definido qualquer número de programa. pressione a soft key [LER A].B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. o número do arquivo pressionando a soft key [DEF A]. Em seguida. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0019 O1000 0020 O1010 0021 O1030 ~ LER > NOME DO ARQUIVO=20 NO. 0001 O1000 123456 0002 O1001 118458 0003 O0002 113250 0004 O2000 173456 0005 O2001 113444 0006 O3001 118483 0007 O3300 111406 0008 O3400 112420 0009 O3500 117460 ~ PROG DIR + O0034 N00045 DATA 96/07/10 96/07/30 96/07/30 96/07/31 96/07/31 96/08/02 96/08/05 96/07/31 96/07/31 (OPRC) ~ 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. 2 Pressione a tecla de função PROG. ) ~ EDICAO * * * NOME A 7 Introduza o número de arquivo 20 através do painel MDI e defina. 3 Pressione a soft key com seta para a direita (tecla do menu seguinte). ⋅ O número de arquivo 20 é registrado no CNC como O0120. é apresentada a tela seguinte. pressione a soft key [EXEC]. 533 . ⋅ Defina o número de um programa para registrar um arquivo que deverá ser lido com um número O separado. É apresentada a tela seguinte.) (SUBPROGRAMA--1) (COMENT. Depois. em seguida. pressionando a soft key [DEF O]. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO TAM. o número O é registrado na coluna do nome do arquivo. 4 Pressione a soft key [CARTAO].

pressione a soft key [EXEC]. como descrito acima.8. É apresentada a tela seguinte. pressionando a soft key [DEF O]. introduza o nome de arquivo PROTESTE através do painel MDI e defina.) (SUBPROGRAMA--1) (PROGRAMA MAC~ NOME DO ARQUIVO =PROTESTE NO. Depois.PROGRAMA =1230 **** *** DEF O **** STOP CAN 15:40:21 EXEC ~ 9 Para registrar o nome de arquivo PROTESTE como O1230. 534 . o nome do arquivo com a soft key [NOME A]. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8 Para especificar um arquivo com seu nome. em seguida. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0012 0013 0014 ROS) LER > EDICAO * * * NOME A O0050 PROTESTE O0060 O0001 N00010 COMENT (PROGRAMA PRINC. introduza o número de programa 1230 e defina-o. pressione a soft key [LER N]. Em seguida. no passo 6.

introduza o nome de arquivo desejado através do painel MDI e defina. por exemplo. o número do programa com a soft key [DEF O] Se pressionar a soft key [EXEC]. 7 Introduza o número O desejado através do painel MDI e defina. 2 Pressione a tecla de função . É apresentada a tela seguinte. ~ ENVIAR > EDICAO * * * NOME A NOME DO ARQUIVO =ABCD12 NO. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0001 0002 0003 0004 0005 0006 0007 0008 0009 ~ PROG O1000 O1001 O0002 O2000 O2001 O3001 O3300 O3400 O3500 TAM. 6 Pressione a soft key [ENVIAR]. ~ ENVIAR > EDICAO * * * NOME A NOME DO ARQUIVO = NO. em seguida.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. o arquivo é gravado com o número O1230. em seguida. depois de efetuada. o arquivo é gravado com o número de programa O1230 e com o nome de arquivo ABCD12. o nome do arquivo com a soft key [DEF A].ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Escrita de um arquivo Procedimento 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. 4 Pressione a soft key [CARTAO]. a definição seguidamente apresentada. Se pressionar a soft key [EXEC]. depois de efetuada. 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla do menu seguinte).PROGRAMA =1230 **** *** DEF O **** STOP CAN 15:40:21 EXEC ~ 8 Tal como para a definição do número O. a definição seguidamente apresentada. por exemplo.PROGRAMA =1230 **** *** DEF O **** STOP CAN 15:40:21 EXEC ~ 535 . 123456 118458 113250 173456 113444 118483 111406 112420 117460 DIR + O0034 N00045 DATA 96/07/10 96/07/30 96/07/30 96/07/31 96/07/31 96/08/02 96/08/05 96/07/31 96/07/31 (OPRC) ~ PESQ D LER A LER N ENVIAR APAGAR 5 Pressione a soft key [(OPRC)].

Para escrever todos os programas.º 0138 pode ser usado para selecionar se se deseja sobrescrever o arquivo existente de forma incondicional ou mostrar uma mensagem confirmando se se deseja sobrescrever o arquivo. não obstante.ALL para o registro. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Registrar um arquivo com o mesmo nome Quando um arquivo é enviado para o cartão de memória. neste poderá já exitir um arquivo com o mesmo nome. O bit 6 (OWM) do parâmetro n. quando OWM é 1. A especificação dos nomes dos arquivos está sujeita às seguintes restrições: <File name setting> ×××××××× ↑ No máximo 8 caracteres VVV ↑ No máximo 3 caracteres para a extensão D Escrever todos os programas D Restrições para os nomes dos arquivos 536 . introduza o número de programa =-9999. o arquivo é sobrescrito incondicionalmente se a substituição for especificada pela função de cópia impressa da tela ou por uma operação na tela de informação de manutenção ou tela PMC. será utilizado o nome PROGRAM. Mesmo quando OWM é 0. Quando OWM é 0 é mostrada uma mensagem. se não for especificado qualquer nome de arquivo.8. o arquivo é sobrescrito incondicionalmente. Neste caso.

É apresentada a tela seguinte. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO TAM. ) (COMENT. O arquivo é apagado e a tela de diretórios é novamente exibida. a soft key [EXEC]. ) ~ O número de arquivo 21 é atribuído ao nome de arquivo seguinte.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Apagar arquivos Procedimento 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. ) ~ O arquivo O1020 é apagado. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0019 O1000 0020 O1010 0021 O1020 0022 O1030 ~ O0034 N00045 COMENT (PROGRAMA PRINC) (SUBPROGRAMA--1) (COMENT. 537 . PESQ D LER A LER N ENVIAR APAGAR 6 Especifique o número do arquivo desejado com a soft key [APAGAR] e pressione. 2 Pressione a tecla de função .) (SUBPROGRAMA--1) (COMENT. ) (COMENT. em seguida.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. 0001 O1000 123456 0002 O1001 118458 0003 O0002 113250 0004 O2000 173456 0005 O2001 113444 0006 O3001 118483 0007 O3300 111406 0008 O3400 112420 0009 O3500 117460 ~ PROG DIR + O0034 N00045 DATA 96/07/10 96/07/30 96/07/30 96/07/31 96/07/31 96/08/02 96/08/05 96/07/31 96/07/31 (OPRC) ~ 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. 4 Pressione a soft key [CARTAO]. Apagamento do arquivo número 21 DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0019 O1000 0020 O1010 0021 O1020 0022 O1030 ~ O0034 N00045 COMENT (PROGRAMA PRINC. (tecla do 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte).

4 Pressione a soft key [TUDO E/S]. a tela de cada tipo de dados não precisa de ser mostrada para a entrada/saída. é possível rolar o diretório de .MACRO653400 96--05--12 *0004 O0002 341205 96--05--13 [PROGRAMA] *O0001 O0002 O0003 O0005 O0100 O0020 *O0006 O0004 O0110 O0200 O2200 O0441 *O0330 > 10:07:37 EDICAO * * * * * * * * * * * * * * PROG PARAM CORRECAO (OPRC) Parte superior: Diretório de arquivos em o cartão de memória Parte inferior: Diretório de programas registrados 5 Com as teclas do cursor e . : Utilizada para rolar o diretório de programas. o usuário poderá optar por rolar a parte superior ou a parte inferior. via um cartão de memória. dados sobre erros de passo.8. O0001 N00001 DATA *0001 O0222 332010 96--04--06 *0002 O1003 334450 96--05--04 *0003 DADOS VAR. diferentes tipos de dados.) : Utilizada para rolar o diretório de arquivos do cartão de memória. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Entrada/Saída em lote com um cartão de memória Na tela TUDO E/S. incluindo programas de peças. dados sobre correção. 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla do menu seguinte). parâmetros. 538 e . 2 Pressione a tecla de função . indica a parte que pode ser rolada. NOME DO ARQUIVO TAM. macros de usuário e dados do sistema de coordenadas da peça. Nome do item de dados Cartão de memória ← → Programa de peças Parâmetro Dados sobre correção Dados sobre erros de passo Macro de usuário Tela TUDO E/S Procedimento 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. É apresentada a tela seguinte. 6 Com as teclas de página arquivos ou de programas. podem ser recebidos e enviados. (O asterisco (*) exibido no canto esquerdo. LER/ENVIAR (PROGRAMA) Nº.

MACRO O0003 O0001 O0002 DADOS PARAM. só são exibidas para o item de dados ’programa’. NOME DO ARQUIVO 0001 0002 0003 0004 0005 0006 0007 ~ O0222 O1003 DADOS VAR. [LER N] : Faz a leitura de um arquivo com o nome especificado. a tela exibirá apenas um diretório de arquivos. [ENVIAR] : Escreve um arquivo. Podem exibir-se as soft keys para outras telas.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Explicações D Itens de dados separados Quando esta tela é exibida.CNC O0001 N00001 TAM. [APAGAR] : Apaga o número de arquivo especificado. encontra-se selecionado o item de dados ’programa’. e a indicação ”NUMERO DO PROGRAMA =”. entre parênteses. 539 . A soft key [DEF O]. podem ser exibidas as seguintes soft keys: PESQ D LER A LER N ENVIAR APAGAR A operação de cada função é igual à da tela do diretório (cartão de memória). utilizada para a definição do número do programa. DATA 332010 334450 653400 334610 334254 333750 334453 96/04/06 96/05/04 96/05/12 96/05/04 96/06/04 96/06/04 96/06/04 ~ D Visualização do diretório de programas D Utilização das diferentes funções A exibição do diretório de programas não corresponde ao bit 0 (NAM) do parâmetro nº 3107.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. [PESQ. na primeira linha. A] : Procura o número de arquivo especificado. LER/ENVIAR (PARAMETRO) Nº. NOTA As operações no modo RMT e a função de chamada de subprogramas (baseada no comando M198) não podem ser utilizadas em combinação com um cartão de memória. pressionando (tecla do menu seguinte). a soft key com seta para a direita Macro PASSO TRAB (OPRC) Se for selecionado um outro item de dados que não ’programa’. [LER A] : Faz a leitura do número de arquivo especificado. O item de dados é indicado. nem ao bit 4 (SOR) do parâmetro nº 3107. Através da soft key [(OPRC)].

~ 0028 O0003 ERRO DO CARTAO M Nº do ARQUIVO= >_ EDICAO * * * DEF A **** *** DEF O 777382 01--06--14 ×××× NO. ⋅ O bit 3 do parâmetro nº 0100 pode ser utilizado para especificar se o código de fim de bloco (EOB) deverá ser enviado apenas como ”LF” ou como ”LF. Exemplo: % O0001(EXEMPLO DE ARQUIVO DO CARTAO DE MEMORIA) G17 G49 G97 G92 X-11. é exibida uma mensagem correspondente. essas letras e caracteres são ignorados.PROGRAMA =13 15:40:21 CAN EXEC ~ Mensagens de erro 1 **** STOP ×××× representa um código de erro do cartão de memória. independentemente do parâmetro de especificação (ISO/EIA). Um arquivo começa com % ou LF. O formato é descrito em seguida. CR.3 Y2. CR”. seguindo-se os dados propriamente ditos. \ e !).8. Cada bloco acaba com um LF e não com um ponto e vírgula (. Um arquivo termina sempre com %. Numa operação de leitura. Se ocorrer algum erro durante a operação de entrada/saída em cartões de memória. caracteres ’kana’ e diversos caracteres especiais (tais como $.33 ⋅ ⋅ M30 % ⋅ O código ASCII é utilizado para a entrada/saída. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Formato dos arquivos e mensagens de erro Formato Todos os arquivos lidos de um cartão de memória e escritos nele possuem o formato de texto. 540 .). ⋅ LF: 0A (hexadecimal) do código ASCII ⋅ Se for lido um arquivo que inclua letras minúsculas. os dados que se situam entre o primeiro % e o LF seguinte são ignorados.

A extensão do arquivo especificado é inválida. O cartão de memória não possui espaço livre suficiente. O diretório especificado não foi encontrado. O arquivo especificado não foi encontrado. O arquivo já está aberto. O arquivo ainda não foi aberto. O cartão de memória não foi ainda inserido. O nome de arquivo especificado é inválido. O caminho especificado é inválido. 541 . O módulo não está formatado. O arquivo especificado está protegido. O arquivo está protegido contra leitura/escrita. Não é possível criar um novo diretório. Já está inserido um cartão de memória. O cartão de memória não possui espaço livre suficiente.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Códigos de erro do cartão de memória Código 99 102 105 106 110 111 114 115 117 118 119 121 122 124 129 130 131 133 135 140 Significado Uma peça que precede a área FAT do cartão de memória é destruída. Foi especificada uma função não correspondente. dado que há demasiados arquivos no diretório raiz. Foram abertos vários arquivos simultaneamente. O arquivo está bloqueado.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. A especificação do módulo é inválida.

. . apagamento e substituição de palavras. . . . Ver seção III-9. . . . . mover e intercalar programas. . . . . .5. . . .6. 3) Pesquisa de palavras: .4. Ver seção III-9. . . . . .1. . a pesquisa de palavras e a pesquisa de endereços. . . . . . Ver Subseções III-9.1. A função ampliada de edição de rotinas permite copiar. .6. . . . .1 a 9. . . . . . . . Ver seção III-9. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9 EDIÇÃO DE PROGRAMAS Aspectos Gerais Este capítulo descreve como editar programas registrados no CNC. . . . Registro Edição Procurar parte de um programa para editar 1) Pesquisa de números de programa: . . . . . . . . . . . . . mover e intercalar programas: . alteração. . . . . . . . . . . . . Este capítulo descreve também a pesquisa de números de programa. Ver seção III-9. Saída Execução 542 . . . . . . . . . . . . . . . . . 2) Pesquisa de números de seqüência: .3. .1. . . . . . . . . . . Ver seção III-9. . . . .5 5) Apagar programas: . Ver Subseções III-9. . . . . . . . alterar e apagar programas 1) Inserir. . . . Inclui também o apagamento de programas completos e a inserção automática de números de seqüência. .5.1. . . A edição inclui a inserção. . . . . a pesquisa de números de seqüência. . . . . . . . . . . . .9. .3 a 9. . . . . . . . . . . . . . . . 4) Pesquisa de endereço: . . . alterar e apagar palavras: . . .1. Inserir. . . . . .1. . . . 2) Substituir palavras e endereços: . . . . . . . .6. Ver subseção III-9. . . . . . . . . Ver seção III-9. . 4) Copiar. . . . . . . . . . . . . 3) Apagar blocos: . . executadas antes da edição do programa. . . . . . . . . . . . . . . . .6.2.

Quando utilizado no contexto de edição. ⋅Método de varredura ⋅Método de procura de palavra 5 Proceda à alteração. AVISO O usuário não pode continuar a execução do programa. DO= ou . Se um programa a ser editado não estiver selecionado. inserção ou apagamento de dados desse programa. alterar e apagar uma palavra 1 Selecione o modo EDICAO. ao ser retomado o processo de usinagem. Definição de unidade de edição: (i) Parte de um programa compreendido entre um endereço e o ponto imediatamente anterior ao endereço seguinte (ii) Um endereço é constituído por um conjunto de letras ou por IF. END. depois de interromper um processo de usinagem em curso através de uma parada de bloco único ou de um bloqueio de avanço. 4 Procure a palavra a ser alterada. De acordo com esta definição. após concluída a operação de edição e antes de proceder à execução do programa. A inserção é feita a seguir à unidade de edição. comute para o estado de reset ou execute um reset do sistema. (EOB). o programa poderá não ser exatamente executado de acordo com o conteúdo do programa exibido na tela. o cursor indica o início de uma unidade de edição. realize a operação 4. Portanto. ALTERAR E APAGAR UMA PALAVRA Esta seção descreve o procedimento para a inserção.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. utilizado aqui o conceito de unidade de edição. alteração e apagamento de palavras em programas registrados na memória. A unidade de edição é uma unidade que poderá ser alterada ou apagada durante uma operação. por isso. se pretende alterar o conteúdo da memória através da edição de uma parte do programa. de acordo com a definição exata. Nas macros de usuário. o termo “palavra” significa uma unidade de edição. procure o número do programa. 3 Selecione o programa a ser editado. o conceito de palavra é ambíguo. GOTO. Se for efetuada qualquer alteração. 2 Pressione .1 INSERIR. inserção ou apagamento da palavra. Em uma operação de varredura. Procedimento para inserir. Explicação D Conceito de palavra e unidade de edição Uma palavra é um endereço seguido de um número. WHILE. Se um programa a ser editado estiver selecionado. 543 . EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. sendo. uma palavra é uma unidade de edição. a fim de proceder à alteração.

pressione a tecla do cursor do cursor . . Procedimento para a varredura de um programa 1 Pressione a tecla do cursor O cursor avança palavra a palavra na tela. ou o cursor 5 Para procurar a primeira palavra do bloco anterior. através de uma pesquisa de palavras ou de uma pesquisa de endereços. 4 Para procurar a primeira palavra do bloco seguinte. o cursor é mostrado em uma palavra selecionada. % O0050 N01234 . 3 Quando se mantém premida a tecla do cursor ou as palavras são localizadas continuamente. 544 . pressione a tecla 6 Quando se mantém premida a tecla do cursor 7 Se pressionar a tecla de página desloca-se continuamente para o início de um bloco.0 Z1250. 9 Quando se mantém premida a tecla de página uma página após a outra.1. N01234 X100.0 Programa O0050 . EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. M02 . é exibida a página seguinte e localizada a primeira palavra dessa página.0 S12 .1 Pesquisa de Palavras É possível procurar uma palavra. 8 Se pressionar a tecla de página é exibida a página anterior e ou é exibida localizada a primeira palavra dessa página. movendo simplesmente o cursor ao longo do texto (varredura). 2 Pressione a tecla do cursor O cursor recua palavra a palavra na tela.9. . Exemplo) Para localizar Z1250. o cursor é mostrado em uma palavra selecionada. N56789 M03 .

3 Para iniciar a operação de pesquisa. N01234 X100. tem de introduzir S09.0 . 1 Introduza o endereço M . N56789 M03 . M02 . S12 está sendo procurada. o cursor pára em S12. 2 Pressione a tecla [PESQ↓]. em vez da tecla [PESQ↓]. o cursor pára em M03. S12 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. S12 . em vez da tecla [PESQ↓]. Procedimento para procurar um endereço Exemplo) Para procurar M03 PROGRAMA O0050 . EDIÇÃO DE PROGRAMAS Procedimento para procurar uma palavra Exemplo) Para Procurar S12 PROGRAMA O0050 . % O0050 N01234 N01234 está sendo procurada/localizada. 545 . N56789 M03 . a operação de pesquisa é executada em sentido inverso.0 . Se pressionar a tecla [PESQ↑].0 Z1250. 1 Introduza o endereço S . Depois de concluída a operação de pesquisa. pressione a tecla [PESQ↓]. Alarme Número do alarme 71 Descrição A palavra ou o endereço a ser procurada(o) não foi encontrada(o). Para procurar S09. S12 não pode ser procurada se for introduzido apenas S1. S09 não pode ser procurada se for introduzido apenas S9. 2 Introduza 1 ⋅ ⋅ 2 .0 Z1250. M03 está sendo procurada. a operação de pesquisa é executada em sentido inverso. Se pressionar a tecla [PESQ↑]. Depois de concluída a operação de pesquisa. % O0050 N01234 N01234 está sendo procurada/ localizada. M02 . N01234 X100.

546 . Esta seção descreve os três métodos de salto do cursor para o ponteiro do programa. Método 2 Procure o número do programa. Método 3 1 Selecione o modo MEMORIA ou EDICAO.9. quando a tela do programa for selecionada no modo MEMORIA ou EDICAO. 2 Introduza o número do programa. Procedimento para Saltar para o Início de um Programa Método 1 1 Pressione quando a tela do programa se encontrar selecionada no modo de EDICAO. 2 Pressione . 4 Pressione a tecla [REBOB].1. 3 Pressione a tecla [(OPRC)].2 Salto para o Início do Programa O cursor pode saltar para o início de um programa. 3 Pressione a soft key [PESQ O]. o conteúdo do programa é exibido na tela desde o início. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. Esta função chama-se salto do cursor para o ponteiro do programa. 1 Pressione a tecla de endereço O . Quando o cursor tiver regressado ao início do programa.

N56789 M03 .3 Inserção de Palavras Procedimento para inserir uma palavra 1 Procure ou localize a palavra imediatamente anterior à palavra a ser inserida. % O0050 N01234 Z1250.0 Z1250. 4 Pressione a tecla .0 Z1250. 2 Introduza T 3 Pressione a tecla 1 . M02 .1. 3 Introduza os dados. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. 5 . 2 Introduza o endereço a ser inserido. % T15 é inserido. Exemplo da Inserção de T15 Procedimento 1 Procure ou localize Z1250. S12 . N56789 M03 . M02 . N01234 X100.0 . S12 . 547 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9.0 foi encontrado/localizado.0 T15 . N01234 X100. Programa O0050 . Programa O0050 N01234 O0050 .

M02 . Programa O0050 N01234 O0050 . M02 . 5 . 2 Introduza M 3 Pressione a tecla 1 . S12 . 548 . EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9.0 T 15 .0 M15 . N5678 M03 . N01234 X100. Exemplo de alteração de T15 para M15 Procedimento 1 Procure ou localize T15.0 Z1250. Programa O0050 N01234 O0050 . N56789 M03 . N1234 X100. % T15 é alterado para M15. 4 Pressione a tecla .1. % T15 foi encontrado/localizado. S12 . 2 Introduza o endereço a ser inserido.9. 3 Introduza os dados.0 Z1250.4 Alteração de Palavras Procedimento para alterar uma palavra 1 Procure ou localize a palavra a ser alterada.

% O0050 N01234 Z1250.0. N01234 Z1250. O0050 N01234 X100. M02 .0 Procedimento 1 Procure ou localize X100. Programa O0050 . X100.0 foi encontrado/localizado.0 M15 .0 S12 . M02 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. 2 Pressione a tecla . N56789 M03 . 2 Pressione a tecla . Programa O0050 .1.5 Apagar Palavras Procedimento para apagar uma palavra 1 Procure ou localize a palavra a ser apagada. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. % 549 . N56789 M03 . N01234 X100.0 foi apagado. Exemplo do apagamento de X100. S12 .0 M15 .

. 2 Introduza EOB . 3 Pressione a tecla Exemplo do apagamento de um bloco com o nº1234 Procedimento 1 Procure ou localize N01234. o cursor avança para a palavra seguinte. Programa O0050 .1 Apagar um Bloco O procedimento abaixo exclui um bloco até ao seu código EOB. N56789 M03 . . 2 Introduza EOB .0 M15 . 3 Pressione a tecla Programa O0050 . EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. % O0050 N01234 N01234 foi encontrado/localizado. Procedimento para apagar um bloco 1 Procure ou localize o endereço N do bloco a ser apagado. M02 . S12 . M02 .9.2 É possível apagar um ou vários blocos de um programa. % 550 . N01234 Z1250. O0050 N01234 O bloco com N01234 foi apagado. APAGAR BLOCOS 9. S12 . N56789 M03 .2.

reduza o número de blocos a apagar. % . 551 . % O0050 N01234 A parte marcada com a chaveta é apagada. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. 2 Introduza o endereço N . % O0050 N01234 N01234 foi encontrado/localizado. N01234 Z1250. NOTA Se existirem demasiados blocos a apagar. Programa O0050 . 3 Pressione a tecla Programa O0050 . O0050 N01234 Os blocos compreendidos entre o bloco com N01234 e o bloco com N56789 foram apagados. Exemplo do apagamento de blocos entre o bloco contendo N01234 e o bloco contendo N56789 Procedimento 1 Procure ou localize N01234. M02 .2. Introduza N 5 6 7 8 9 . Programa O0050 . M02 . Procedimento para apagar vários blocos 1 Procure ou localize uma palavra no primeiro bloco da parte a ser apagada. 4 Pressione a tecla . N01234 Z1250. poderá ser acionado um alarme P/S (Nº 070).0 M15 . S12 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9.0 M15 .2 Apagar Vários Blocos É possível apagar os blocos desde a palavra atualmente exibida até ao bloco com um número de seqüência especificado. S12 . 2 . N56789 M03 . N56789 M03 . Neste caso. M02 . 3 Introduza o número de seqüência para o último bloco da parte a ser apagada.

Neste caso. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. 1 Selecione o modo MEMORIA. é procurado o programa seguinte na memória.9. Método 3 Este método procura o número de programa (de 0001 a 0015) correspondente a um sinal da máquina-ferramenta para iniciar a operação automática. ⋅ O estado de reset é aquele em que o LED de indicação de operação automática em curso está desligado. Para informações mais detalhadas. O número de programa especificado não foi encontrado durante a pesquisa do número do programa. 552 . 3 Introduza o endereço O . ⋅ Se o sinal da máquina-ferramenta for igual a 00. 4 Pressione a chave de início de ciclo. o número do programa procurado é exibido no canto superior direito da tela CRT.3 PESQUISA DO NÚMERO DO PROGRAMA Se existirem vários programas na memória. 2 Pressione para visualizar a tela de programas. 5 Pressione a tecla [PESQ O]. Alarme Nº. (Consulte o respectivo manual do fabricante da máquina-ferramenta. Procedimento para a pesquisa do número do programa Método 1 1 Selecione o modo EDICAO ou MEMORIA. é acionado o alarme P/S (nº 059). Se o programa não for encontrado. 2 Pressione para visualizar a tela de programas. 6 Depois de concluída a operação de pesquisa. Método 2 1 Selecione o modo EDICAO ou MEMORIA. 4 Introduza o número do programa a ser procurado. 3 Pressione a tecla [PESQ O]. é acionado o alarme P/S nº 71. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. a operação de pesquisa do número do programa não é executada. do alarme 59 71 Conteúdo O programa com o número selecionado não pode ser procurado durante a pesquisa externa do número do programa. 2 Comute para o estado de reset (*1).) 3 Defina o sinal de seleção do número de programa da máquina-ferramenta com um número de 01 a 15. ⋅ Se o programa correspondente ao sinal da máquina-ferramenta não se encontrar registrado. é possível procurar um determinado programa. Existem três métodos para procurar um programa.

: Esta seção é pesquisada desde o início. S12 . 4 Introduza o endereço N .0 Z20. N02345 X20. Programa Programa selecionado O número de seqüência procurado foi encontrado O0001 . ⋅ Se o programa não contiver o número de seqüência a ser procurado. 5 Introduza o número de seqüência a ser procurado. : O0003 . Exemplo) Pesquisa do número de seqüência 02346 em um programa (O0002). utilizada para procurar um número de seqüência no meio de um programa. é acionado o alarme P/S (nº 060).0 Z100. 3 ⋅ Se o programa contiver o número de seqüência a ser procurado.0 Z10.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. (A operação de pesquisa só é executada dentro de um programa.0 . EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. 553 . o número de seqüência procurado é exibido no canto superior direito da tela CRT.0 . 7 Depois de concluída a operação de pesquisa. N01234 X100. Se o número de seqüência especificado não for encontrado no programa atualmente selecionado.0 . normalmente. : O0002 . N02346 X10.4 PESQUISA DO NÚMERO DE SEQÜÊNCIA A operação de pesquisa de números de seqüência é. execute as operações 4 a 7. abaixo descritas. 2 Pressione .) Procedimento para a pesquisa do número de seqüência 1 Selecione o modo MEMORIA. 6 Pressione a tecla [PESQ N]. de forma a que a execução possa ser iniciada ou reiniciada no bloco que contém esse número de seqüência. selecione o número do programa que contém o número de seqüência a ser procurado.

9. são efetuados os seguintes controles: ⋅Salto opcional de bloco ⋅Alarme P/S (nº 003 a 010) D Controle durante a pesquisa Restrições D Pesquisa em um subprograma Durante a operação de pesquisa de números de seqüência. Isso significa que os dados contidos nos blocos ignorados. : : Subprograma O5678 : N88888 : M99. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Operação durante a pesquisa Os blocos que são ignorados não exercem qualquer influência sobre o CNC. não alteram as coordenadas do CNC nem os valores modais. é acionado um alarme P/S (nº 060). bem como as coordenadas. Durante a operação de pesquisa. S e T necessários. 554 . Um bloco procurado através da pesquisa de números de seqüência representa. Portanto. o M98Pxxxx (chamada de subprograma) não é executado. a fim de reiniciar a execução nesse bloco. no exemplo acima. normalmente. um ponto de transição de um processo para outro. Se for necessário procurar um bloco no meio de um processo.. S e T necessários. os códigos G. através do painel MDI. Se tentar pesquisar um número de seqüência em um subprograma chamado pelo programa atualmente selecionado. tais como as coordenadas e os códigos M. especifique os códigos M. as coordenadas. do alarme 60 Conteúdo O número de seqüência do comando não foi encontrado durante a pesquisa do número de seqüência. depois de ter controlado cuidadosamente os estados da máquina-ferramenta e do CNC nesse ponto. no primeiro bloco em que a execução deva ser iniciada ou reiniciada através de um comando de pesquisa do número de seqüência. é acionado um alarme. certifique-se de que introduziu os códigos M. Alarme Nº. S e T. Programa principal O1234 : : M98 P5678 . etc. : Se tentar procurar N8888.

2 Pressione para visualizar a tela de programas.5 APAGAR PROGRAMAS 9. 5 Pressione a tecla . especificando-se uma faixa. 555 .5. 2 Pressione para visualizar a tela de programas. Também é possível apagar mais de um programa. Procedimento para apagar todos os programas 1 Selecione o modo EDICAO. O programa com o número de programa introduzido é apagado. 9. Procedimento para apagar um programa 1 Selecione o modo EDICAO. É possível apagar um programa registrado na memória.1 Apagar Um Programa Os programas registrados na memória podem ser apagados um a um ou todos de uma vez.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9.2 Apagar Todos os Programas É possível apagar todos os programas registrados na memória. 3 Introduza o endereço O . 4 Introduza o número de programa desejado. 4 Introduza -9999.5. 3 Introduza o endereço O . 5 Pressione a tecla para apagar todos os programas. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9.

5.9. no seguinte formato: OXXXX. 4 Pressione a tecla YYYY.3 Apagar Mais de Um Programa Especificando uma Faixa É possível apagar os programas que se encontrem dentro de uma faixa especificada na memória. 3 Introduza a faixa de números de programas a serem apagados com as teclas de endereço e numéricas. 2 Pressione para visualizar a tela de programas. Procedimento para apagar mais de um programa através da especificação de uma faixa.OYYYY sendo XXXX o número inicial e YYYY o número final dos programas a serem apagados. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. para apagar os programas nº XXXX a nº 556 . 1 Selecione o modo EDICAO.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. integral ou parcialmente. Estão disponíveis as seguintes operações de edição: D Copiar ou mover um programa. para outro programa.6 FUNÇÃO AMPLIADA DE EDIÇÃO DE UM PROGRAMA DE PEÇAS A função ampliada de edição de rotinas permite executar as operações seguidamente descritas nos programas registrados na memória. 557 . D Inserir um programa em qualquer ponto de outros programas. D Substituir uma determinada palavra ou endereço de um programa por outra palavra ou endereço. através de soft keys.

8 Introduza o número do novo programa (só com as teclas numéricas) e 9 . 2 Pressione a tecla de função 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. 4 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte.9.6. 5 Pressione a soft key [EX--EDC].6. 7 Pressione a soft key [TUDO]. 558 . (OPRC) Tecla de mudança para o menu seguinte (EX-EDC) COPIAR TUDO Teclas numéricas 0 a pressione a tecla EXEC . o programa com o número de programa xxxx é copiado para um programa recém-criado com o número de programa yyyy.1 Copiar um Programa Inteiro Copiando um programa.6. 6 Verifique se a tela do programa a ser copiado está selecionada e pressione a soft key [COPIAR]. 9.1. 9 Pressione a soft key [EXEC]. Antes de copiar Oxxxx A Depois de copiar Oxxxx Copiar A Oyyyy A Fig.1 Copiar um programa inteiro Na Fig. O programa criado através da operação de cópia é igual ao programa original. à exceção do número do programa. 9. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. é possível criar um novo programa. Procedimento para copiar um programa inteiro 1 Comute para o modo EDICAO.

permanece inalterado após a operação de cópia.6. Antes de copiar Oxxxx A B C Depois de copiar Oxxxx Copiar A B C Oyyyy B Fig.6.6. 9. CRSR∼ 2 Desloque o cursor para o início da faixa a ser copiada e pressione a soft key [CRSR∼]. Procedimento para copiar parte de um programa 1 Siga os passos 1 a 6 da Subseção III-9. a faixa é copiada até ao fim do programa.1.2. a parte B do programa com o número de programa xxxx é copiada para um programa recém-criado com o número de programa yyyy.6. ∼CRSR ∼BTTM 3 Desloque o cursor para o fim da faixa a ser copiada e pressione a soft key [ ∼CRSR] ou [ ∼FIM] (neste último caso.2 Copiar parte de um programa Na Fig.2 Copiar Parte de um Programa Copiando uma parte de um programa. O programa para o qual foi especificada uma faixa de edição. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. 4 Introduza o número do novo programa (só com as teclas numéricas) e pressione a tecla . 559 . é possível criar um novo programa.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. 9. Teclas numéricas 0 a 9 EXEC 5 Pressione a soft key [EXEC]. independentemente da posição do cursor).

4 Desloque o cursor para o fim da faixa a ser movida e pressione a soft key [ ∼CRSR] ou [ ∼FIM] (neste último caso. a parte B é apagada do programa com o número do programa xxxx. a parte B do programa com o número de programa xxxx é movida para um programa recém-criado com o número de programa yyyy. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9.9.3. 560 . 9.1. Antes de copiar Oxxxx Depois de copiar Oxxxx Copiar Oyyyy A B C A C B Fig. é possível criar um novo programa.3 Mover parte de um programa Na Fig.6. MOVER 2 Verifique se a tela do programa a ser movido está selecionada e pressione a soft key [MOVER]. EXEC 6 Pressione a soft key [EXEC]. a 9 CRSR∼ ∼CRSR ∼BTTM Teclas numéricas 0 5 Introduza o número do novo programa (só com as teclas numéricas) e pressione a tecla .6.6. 9. a faixa é copiada até ao fim do programa. Procedimento para mover parte de um programa 1 Siga os passos 1 a 5 da subseção III-9.6. 3 Desloque o cursor para o início da faixa a ser movida e pressione a soft key [CRSR∼].3 Mover Parte de um Programa Movendo uma parte de um programa. independentemente da posição do cursor).

o programa com o número de programa XXXX é intercalado no programa com o número de programa YYYY.6.4 Intercalação de um programa em uma posição especificada Na Fig. O programa com o número especificado no passo 4 é inserido antes do ponto em que foi posicionado o cursor no passo 3.1.6. EXEC 5 Pressione a soft key [EXEC]. UNIR 2 Verifique se a tela do programa a ser editado está selecionada e pressione a soft key [UNIR]. 9. ∼BTTM’ ∼’CRSR 3 Desloque o cursor para a posição em que deverá ser inserido o outro programa e pressione a soft key [ ∼’CRSR] ou [ ∼FIM’](neste último caso.6. é exibido o fim do programa atual). 561 . Procedimento para intercalar um programa 1 Siga os passos 1 a 5 da Subseção III-9.4. O programa OYYYY não sofre alterações após a operação de intercalação.4 Intercalar um Programa É possível inserir outro programa em qualquer posição do programa atual. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. Antes de intercalar Oxxxx A C Depois de intercalar Oxxxx Intercalar A B Oyyyy B Oyyyy B Ponto de intercalação C Fig.6. a 9 Teclas numéricas 0 4 Introduza o número do programa a ser inserido (só com as teclas numéricas) e pressione a tecla . 9.

562 . (Não execute o programa. D Edição quando o sistema está aguardando a introdução de um número de programa Quando o sistema está aguardando a introdução de um número de programa. é registrado um programa com o número O0000 como programa de trabalho. as informações já existentes são apagadas durante o tempo de execução e as informações novas (todo o programa ou parte dele) são novamente registradas. D Regresso do processamento à seleção de operações. não é possível executar qualquer operação de edição. é gerado um erro de formato.) Contudo. Mover e Intercalar Explicações D Definição de uma faixa de edição A definição do ponto inicial de uma faixa de edição com [CRSR ∼] pode ser alterada livremente até ser definido o ponto final da faixa de edição com [ ∼CRSR] ou [ ∼FIM]. (É acionado o alarme BP/S nº 140. D Se o programa deixar de ser necessário.) D Se for executada novamente uma operação de cópia ou de movimentação. as informações já existentes não são apagadas. à exceção da pesquisa de endereços.) Quando o programa é novamente registrado. produz-se uma área livre. se a tecla [EXEC] for pressionada sem que tenha sido especificado um número de programa. pesquisa/localização de palavras e procura do início de um programa. Ao copiar e mover programas.9. Se o ponto inicial de uma faixa de edição for definido depois do ponto final. o programa não poderá ser novamente registrado em segundo plano. após a definição do ponto inicial ou final. Este programa O0000 possui as seguintes características: D O programa pode ser editado como qualquer outro programa normal. apague-o por meio de uma operação de edição normal.5 Explicações Suplementares para as Operações de Copiar. depois de ter sido definido o ponto final da faixa de edição. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. se for selecionado para operações em primeiro plano. a faixa de edição terá de ser redefinida. D Sem especificar um número do programa Restrições D Número de dígitos para o número do programa Se o número de programa for especificado com 5 ou mais dígitos. Os pontos inicial e final definidos para uma faixa de edição permanecem válidos até que seja executada uma operação que os invalide.6. (Na operação de intercalação. Apague essa área com a tecla . Qualquer uma das operações seguintes invalida a definição da faixa de edição: D Qualquer operação de edição executada após a definição do ponto inicial ou final. começando pelo ponto inicial.

A cópia ou inserção é interrompida. É apagado somente o programa em edição. movimentação ou inserção de um programa e a memória utilizada para a edição tem de ser limpa. do alarme 70 101 Conteúdo A capacidade da memória não é suficiente para concluir a cópia ou inserção de um programa. EDIÇÃO DE PROGRAMAS Alarme Nº. pressione simultaneamente a tecla e a tecla de função .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. 563 . Se este alarme for acionado. Houve uma falha de corrente durante a cópia.

END. POPEN. a tela exibe-as tal como são introduzidas através do teclado. todas as palavras ou endereços especificados. PCLOS Podem ser especificadas as abraviaturas de palavras de macro de usuário. TROCAR 2 Pressione a soft key [TROCAR]. Quando se utilizam abreviaturas.C10 [TROCAR] X [ANTES] . ANTES 5 Introduza a nova palavra ou endereço. WHILE. Exemplos D Substituir X100 por Z200 [TROCAR] X 1 1 0 0 0 [ANTES] Z 0 Z 2 0 2 0 0 [APOS] [EXEC] D Substituir X100Z200 por X30 [TROCAR] X 0 [ANTES] X D Substituir IF por WHILE 3 0 [APOS] [EXEC] F [ANTES] W C H 1 I L E [TROCAR] I [APOS] [EXEC] D Substituir X por . a seguir à posição do cursor. GOTO. 3 Introduza a palavra ou o endereço a ser substituído.6. a seguir à posição do cursor. 4 Pressione a soft key [ANTES].9. No programa.6. apenas a primeira ocorrência da palavra ou do endereço especificado. 6 Pressione a soft key [APOS]. DPRNT.6 Substituição de Palavras e de Endereços Para substituir uma ou mais palavras especificadas. BPRNT. Procedimento para substituir palavras e endereços 1 Siga os passos 1 a 5 da subseção 9. S Pressione a soft key [ 1--EXEC] para procurar e substituir. 0 [APOS] [EXEC] Explicação D Substituição de macros de usuário É possível substituir as seguintes palavras de macros de usuário: IF. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9.1. a substituição pode ser aplicada a todas ou apenas a uma ocorrência das palavras ou endereços especificados. DO. mesmo depois de terem sido pressionadas as soft keys [ANTES] e [APOS]. 564 . a seguir à posição do cursor. a primeira ocorrência da palavra ou do endereço especificado. S Pressione a soft key [SALTAR] para procurar. APOS SALTAR 1-EXEC EXEC 7 S Pressione a soft key [EXEC] para substituir.

EDIÇÃO DE PROGRAMAS Restrições D Número de caracteres a substituir Pode especificar-se uma quantidade máxima de 15 caracteres para as palavras a serem substituídas. antes e depois da substituição. antes ou depois da substituição.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. têm de começar por um caractere que represente um endereço.) D Caracteres a substituir 565 . (Não é possível especificar dezasseis ou mais caracteres. (Ocorre um erro de formato.) As palavras.

1. Explicações D Unidade de edição Ao editar uma macro de usuário já introduzida. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. WHILE → WH SIN SI TAN TA BCD BC ROUND RO DPRNT DP GOTO → GO ASIN → AS ATAN → AT BIN → BI END → EN PCLOS PC XOR → XO COS → CO SQRT → SQ FIX → FI POPEN → PO EXP → EX AND AN ACOS AC ABS AB FUP FU BPRNT BP THEN TH (Exemplo) Digitar WH [AB [#2 ] LE RO [#3 ] ] tem o mesmo efeito de WHILE [ABS [#2 ] LE ROUND [#3 ] ] O programa é exibido da mesma forma. BPRNT. os programas de macros de usuário são alterados. Para informações mais detalhadas sobre a introdução de comentários nos programas. os dois primeiros caracteres ou mais podem substituir a palavra inteira. #[200+#2] =#2:10 . 566 . GOTO. inseridos ou apagados com base em unidades de edição. END1 . WHILE. É possível introduzir comentários nos programas.7 EDIÇÃO DE MACROS DE USUÁRIO Contrariamente aos programas normais. END. DO. o usuário pode deslocar o cursor para qualquer unidade de edição que comece por um dos seguintes caracteres e símbolos: (a) Endereço (b) # situado no início do lado esquerdo de uma instrução de substituição (c) /.=. N003 X-SQRT[#3/3:[#4+1]] . IF[#1NE0] GOTO10 . N004 X-#2 Z#1 . (Exemplo) Posições de início onde o cursor é colocado N001 X-#100 . e . (d) Primeiro caractere de IF.9. N005 #5 =1+2-#10 . N002 /2 X[12/#3] . WHILE[#2LE5] DO1 . #1 =123 . D Abreviaturas da palavra de macro de usuário Quando uma palavra de macro de usuário é alterada ou inserida. POPEN. Nomeadamente. consulte a seção III-10. é colocado um espaço em branco antes de cada um dos caracteres e símbolos acima indicados. (. #2 =#2+1 . DPRNT e PCLOS Na tela CRT. As palavras de macros de usuário podem ser introduzidas de forma abreviada.

Tal como acontece com a edição de programas em primeiro plano.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. A tela de edição simultânea é exibida (no canto superior esquerdo da tela é exibido PROGRAMA (ED-SIMUL)). Do mesmo modo. No entanto. a soft key [EDC--ST]. em seguida.8 EDIÇÃO SIMULTÂNEA A edição de um programa durante a execução de outro programa chama-se edição simultânea. 567 . 3 Pressione a soft key [(OPRC)] e. 5 Depois de concluída a edição. 4 Edite o programa na tela de edição simultânea tal como o faria para a edição normal de um programa. em seguida. é exibido BP/S na linha de entrada de dados da tela de edição simultânea. 2 Pressione a tecla de função . é acionado um alarme BP/S (nº 140). Explicação D Alarmes durante a edição simultânea Os alarmes que possam ocorrer durante a edição simultânea não afetam as operações que estão sendo executadas em primeiro plano. é acionado um alarme P/S (nº 059. os alarmes P/S também são acionados durante a edição simultânea. pressione a soft key [(OPRC)] e. não é possível apagar todos os programas ao mesmo tempo. O método de edição é igual ao de edição normal (edição em primeiro plano). Se. durante as operações executadas em primeiro plano (através de uma chamada de subprogramas ou de uma operação de pesquisa de números de programa por meio de um sinal externo). EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. O modo de memória pode ser ativado. Por outro lado. Os programas editados em segundo plano devem ser registrados na memória de programas de primeiro plano da seguinte forma: Durante a edição simultânea. mesmo durante a execução do programa. Procedimento para edição simultânea 1 Selecione o modo EDICAO ou MEMORIA. para se poder distinguir estes alarmes dos de primeiro plano. os alarmes que possam ocorrer durante as operações executadas em primeiro plano não afetam a edição simultânea. O programa editado é registrado na memória de programas de primeiro plano. a soft key [EDC--ST] . durante a edição simultânea. 078) nas operações executadas em primeiro plano. quando se tenta selecionar um programa sujeito à edição simultânea. se tentar editar um programa selecionado para as operações executadas em primeiro plano.

2 Ative a escrita de parâmetros através da especificação de definições adequadas (III-11. No estado de bloqueio. Os valores especificados nestes parâmetros não são exibidos. O estado de bloqueio significa que o valor especificado no parâmetro PASSWD é diferente do valor especificado no parâmetro KEYWD. a não ser que seja introduzida a palavra-chave correta. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9.9. Se o parâmetro PASSWD apresentar o valor 0. 6 Pressione a tecla para desativar o estado de alarme. 2 Ative a função de escrita de parâmetros. é acionado o alarme P/S nº 100 no CNC.4. os subprogramas dos programas nº 9000 a 9999 podem ser editados. 4 Desative a função de escrita de parâmetros. 5 Pressione a tecla para desativar o estado de alarme. Nesse momento. 5 Desative a função de escrita de parâmetros. Procedimento para bloquear e desbloquear Bloquear 1 Selecione o modo MDI. isso significa que esse parâmetro não está definido.9 FUNÇÃO DE SENHA A função de senha (bit 4 (NE9) do parâmetro nº 3202) pode ser bloqueada através dos parâmetros nº 3210 (PASSWD) e nº 3211 (KEYWD) para proteger os programas nº O9000 a O9999. Nesse momento. o estado de bloqueio é desativado. é acionado o alarme P/S nº 100 no CNC. especifique o mesmo valor já especificado no parâmetro nº 3210 (PASSWD) para ativar o bloqueio. Nesse momento. 7 Agora. o parâmetro NE9 não pode ser definido para 0. 4 Defina o bit 4 (NE9) do parâmetro nº 3202 com 0. Em este estado. O9000 a O9999 não podem ser alterados.7). Desbloquear 1 Selecione o modo MDI. 3 Defina o parâmetro nº 3210 (PASSWD). 3 No parâmetro nº 3211 (KEYWD). é ativado o estado de bloqueio. Nesse momento. os programas nº. O estado de bloqueio é desativado quando o valor especificado no parâmetro PASSWD é também especificado no parâmetro KEYWD. 568 .

Tenha. é possível especificar um novo valor no parâmetro PASSWD. o número 0 é exibido e a função de senha é desativada. em atenção que o parâmetro PASSWD só pode ser especificado se o estado de bloqueio não estiver ativado (se PASSWD = 0 ou PASSWD = KEYWD). é mostrado um aviso indicando que escrita está desativada. A partir desse momento. Quando se tenta especificar o parâmetro PASSWD em outros casos. Deve proceder--se de forma especialmente cuidadosa ao definir o parâmetro PASSWD. há que ter em atenção que o parâmetro PASSWD não seja definido com um valor diferente de 0. o estado de bloqueio pode ser novamente ativado. especificando um valor diferente no parâmetro PASSWD ou desligando e voltando a ligar o NC para redefinir o parâmetro KEYWD. surge um aviso para indicar que a função de escrita está desativada. a função de senha pode ser desativada não definindo o parâmetro PASSWD ou definindo-o com 0 depois do passo 3 do procedimento para desbloquear. o parâmetro NE9 é automaticamente definido para 1. Por outras palavras. Quando o estado de bloqueio está definido (quando PASSWD = 0 e PASSWD = KEYWD). Depois de desativado. CUIDADO Depois de ativado o bloqueio. o parâmetro NE9 não pode ser definido com 0 e o parâmetro PASSWD não pode ser alterado até que o estado de bloqueio seja desativado ou que a memória seja limpa por completo. Após o passo 3 do procedimento para desbloquear. contudo. Quando o parâmetro PASSWD é definido com 0. será necessário especificar este novo valor no parâmetro KEYWD para desativar o estado de bloqueio. Se for realizada uma tentativa de definir NE9 para 0. D Alteração do parâmetro PASSWD D Definição de 0 no parâmetro PASSWD D Novo bloqueio 569 . O parâmetro PASSWD pode ser alterado quando o estado de bloqueio está desativado (se PASSWD = 0 ou PASSWD = KEYWD). EDIÇÃO DE PROGRAMAS Explicações D Especificação do parâmetro PASSWD O estado de bloqueio é ativado quando se especifica um valor para o parâmetro PASSWD. Para assegurar que o estado de bloqueio não seja ativado.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9.

CRIAÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 10 CRIAÇÃO DE PROGRAMAS Os programas podem ser criados de uma das seguintes maneiras: ⋅ Painel MDI ⋅ PROGRAMAÇÃO NO MODO APRENDER ⋅ PROGRAMAÇÃO VERBAL COM FUNÇÃO GRÁFICA ⋅ GUIA MANUAL 0i ⋅ DISPOSITIVO DE PREPARAÇÃO AUTOMÁTICA DE PROGRAMAS (SISTEMA P FANUC) Este capítulo descreve a criação de programas através do painel MDI.10. do modo APRENDER e da programação verbal com função gráfica. Além disso. é descrita também a inserção automática de números de seqüência. 570 .

observe o seguinte: D O código de controle-in “)” não se registra automaticamente. a abreviatura é convertida em uma palavra de macro e registrada (ver Seção 9. 2 Pressione a tecla . 3 Pressione a tecla de endereço programa. mas os mesmos são omitidos ao serem registrados. os comentários introduzidos são registrados. utilizando as funções de edição de programas descritas no capítulo 9. poderão ser introduzidos incorretamente. 571 . D Quando se pressiona a tecla depois de digitar o código de controle-out “(”. M08 (LÍQUIDO REFRIGERANTE ON) . O e introduza o número do 5 Crie um programa. a fim de introduzir mais tarde os comentários restantes. 4 Pressione a tecla . Procedimento para a Criação de Programas Através do Painel MDI Procedimento 1 Comute para o modo EDICAO . D Se for introduzida uma abreviatura para uma macro. comentários e o código de controle-in “)”.7). Explicação D Comentários em um programa É possível escrever comentários nos programas através dos códigos de controle-in/controle-out. D Quando se pressiona a tecla durante a introdução dos poderão não ser comentários. Para introduzir um comentário. Exemplo)O0001 (FANUC SÉRIE 16) .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 10. os dados digitados antes de pressionar a tecla registrados corretamente (isto é.1 CRIAÇÃO DE PROGRAMAS USANDO O PAINEL MDI Os programas podem ser criados no modo de EDICAO através das funções de edição de programas descritas no capítulo III-9. CRIAÇÃO DE PROGRAMAS 10. D É possível introduzir o endereço O e os números subseqüentes ou um espaço. ser alterados ou perderem-se). não podem começar por um número. por um espaço ou pelo endereço O. visto que são submetidos a um controle de entrada executado na edição normal. D Os comentários introduzidos depois de pressionar a tecla .

) com a tecla os números de seqüência são automaticamente inseridos começando com 0. Altere o valor inicial.7). 8 Pressione EOB . se necessário.) do bloco. Se for registrado o número de um programa e introduzido um EOB (. 4 Procure ou registre o número do programa a ser editado e desloque o cursor para o EOB (.4. 6 Pressione .2 INSERÇÃO AUTOMÁTICA DE NÚMEROS DE SEQÜÊNCIA Os números de seqüência podem ser inseridos automaticamente em cada bloco. Procedimento para a inserção automática de números de seqüência Procedimento 1 Introduza 1 como NO. 7 Introduza as diversas palavras de um bloco. 3 Pressione para exibir a tela do programa. após o qual será iniciada a inserção automática dos números de seqüência. de acordo com o passo 10.SEQUENCIA (ver subseção III-11. 572 . Defina o incremento para os números de seqüência no parâmetro 3216. 2 Comute para o modo EDICAO. 5 Pressione a tecla de endereço N e introduza o valor inicial de N . se o programa for criado através do teclado MDI no modo de EDICAO. e depois salte para o passo 7.10. CRIAÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 10.

Por exemplo. PROGRAMA O0040 . após a exibição de D Para inserir N100 no bloco seguinte. 573 . O código EOB é registrado na memória e os números de seqüência são inseridos automaticamente. se o valor inicial de N for 10 e o parâmetro do incremento for definido como 2.P (OPRC) 10 D No exemplo acima. introduza N100 e pressione a tecla . N12 % O0040 N00012 _ EDICAO **** PRGRM *** *** DIR 13: 18: 08 C. em vez de N12 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 10. será inserido N12 e exibido por baixo da linha em que se encontra especificado um novo bloco.A. N10 G92 X0 Y0 Z0 . N100 é registrado e o valor inicial é alterado para 100. . CRIAÇÃO DE PROGRAMAS 9 Pressione . se N12 não for necessário no bloco seguinte. após a exibição de N12 . poderá ser apagado pressionando a tecla N12.

todas as palavras que incluam O . a tecla Introduza também . Q e EOB podem ser arquivadas na memória da mesma forma que no modo de EDICAO . obtida via operação manual. R . N . em seguida. uma posição da máquina ao longo dos eixos X. Procure ou registre o número do programa a ser editado e desloque o cursor para a posição em que deverá ser registrada (inserida) a posição da máquina ao longo de cada eixo. de igual modo. Todas as coordenadas arquivadas através deste método são coordenadas absolutas. 1 Selecione o modo APRENDER JOG ou APRENDER MANIV. 2 Desloque a ferramenta para a posição desejada com jog ou manivela. Z e pressione. Z e Y. 5 Pressione a tecla .521 Posição absoluta (para entrada em mm) X10521 Dados arquivados na memória 6 Introduza.A A posição da máquina ao longo do eixo Z é arquivada na memória. M . 574 . S . CRIAÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 10. 4 Introduza o endereço X . A posição da máquina ao longo do eixo X é arquivada na memória. F. a tecla posição da máquina ao longo do eixo Y é arquivada na memória. À exceção de X . P . G . Procedimento para a Criação de Programas no Modo APRENDER O procedimento seguidamente descrito pode ser utilizado para arquivar uma posição da máquina ao longo dos eixos X . .3 CRIAÇÃO DE PROGRAMAS NO MODO APRENDER (REPRODUÇÃO) No modo APRENDER JOG e no modo APRENDER MANIV. (Exemplo) X10. C . Y e pressione. 3 Pressione para exibir a tela do programa.10. em seguida. Z e Y . Z e Y . T . é armazenada na memória como posição de programa para criar um programa.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 10.). 6 Introduza a posição P0 da máquina para os dados do primeiro bloco. N1 G50 X100000 Z200000 . (Assume-se que o parâmetro (nº 3212) do valor incremental é “1”. 4 Selecione a tela do programa.8. da seguinte forma: G 5 0 X Z EOB Esta operação registra G50X100000Z200000 . A função de inserção automática dos números de seqüência registra N2 do segundo bloco na memória 7 Posicione a ferramenta em P1 com o gerador de pulsos manual.0. em memória. através do gerador de pulsos manual. 5 Introduza o número de programa O1234 da seguinte forma: O 1 2 3 4 Esta operação registra o número de programa O1234 na memória.103. 3 Efetue o posicionamento em P0 .0) P1 (14. N3 G01 Z103480 F300 .480) Z 1 Defina o NO. X P0 (100. 9 Posicione a ferramenta em P2 com o gerador de pulsos manual. CRIAÇÃO DE PROGRAMAS Exemplos O1234 .784.SEQUENCIA com 1 (ON). A função de inserção automática dos números de seqüência registra N3 do terceiro bloco na memória.200. da seguinte forma: G 0 0 X Z EOB Esta operação registra G00X14784Z8736. N4 M02 .784. N2 G00 X14784 Z8736 .) 2 Selecione o modo APREND MANIV. Uma vez que não é especificado qualquer número depois de N. pressione as seguintes teclas: EOB A seguir ao número de programa O1234. Depois. é introduzido um EOB (. 8 Introduza a posição P1 da máquina para os dados do segundo bloco. os números de seqüência são inseridos automaticamente para N0 e o primeiro bloco (N1) é registrado na memória. 575 .736) P2 (14. em memória.

N2 G00 X14784 Z8736 . em memória como se segue: M 0 2 EOB N5 do quinto bloco é arquivado na memória através da função de inserção automática dos números de seqüência.264 O1234 . em memória. da seguinte forma: G 0 EOB 1 Z F 3 0 0 Esta operação registra G01 Z103480 F300. PROGRAMA (RELATIVA) U --85. Pressione a tecla para o apagar. 11 Registrar M02.216 W --191. 576 . D Registro de comandos diferentes dos comandos de posição Os comandos a serem introduzidos antes e depois de uma posição da máquina.10. terão de ser introduzidos antes e depois de ser registrada a posição da máquina. Esta operação é útil para corrigir uma posição da máquina através da introdução manual. N4 M02 . Z ou Y . % _ TMAN PRGRM **** DIR *** *** 14: 17: 27 (OPRC) O1234 N00004 (ABSOLUTA) X 14. Explicações D Controle do conteúdo da memória O conteúdo da memória pode ser verificado no modo APRENDER através do mesmo procedimento utilizado no modo de EDICAO . O registro do programa exemplificativo é concluído deste modo. A função de inserção automática dos números de seqüência registra N4 do quarto bloco na memória. o valor introduzido para uma posição da máquina é acrescentado ao registro.736 D Registro de uma posição com compensação Se for introduzido um valor. N1 G50 X100000 Y0 Z20000 .784 Z 8. e pressionada a tecla . CRIAÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 10 Introduza a posição P2 da máquina para os dados do terceiro bloco. N3 G01 Z103480 F300 . após a introdução do endereço X . através de uma operação semelhante à utilizada para a edição de programas no modo de EDICAO .

577 . é exibido o programa atualmente selecionado. e pressione. é registrado um novo programa O0010. a tecla introduza . Os blocos de um programa podem ser alterados. enquanto o menu do código G é exibido simultaneamente. em seguida.4 PROGRAMAÇÃO VERBAL COM FUNÇÃO GRÁFICA Os programas podem ser criados bloco a bloco na tela de conversação. Se tiver sido registrado algum programa. em seguida.P) (OPRC) 3 Introduza o número do programa a ser registrado. O 1 0 e pressione. PROGRAMA O0000 N00000 _ EDICAO **** PRGRM *** *** DIR 11: 59: 46 (C. depois de ter introduzido o endereço O. Pressione . inseridos ou apagados através do menu do código G e da tela de conversação. Procedimento para a Programação Verbal com Função Gráfica Procedimento 1 Criação de um programa 1 2 Comute para o modo EDICAO. Por .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 10.A. a tecla Assim. Se não tiver sido registrado nenhum programa. exemplo. se pretender registrar um programa com o número 10. CRIAÇÃO DE PROGRAMAS 10. é exibida a seguinte tela.

Portanto. 6 Pressione a soft key [BLOCO] para exibir uma tela detalhada relativa ao código G introduzido. CRIAÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 4 Pressione a soft key [C. PROGRAMA G00 G01 G02 G03 G04 G10 G20 G21 G22 G23 G25 G26 : : : : : : : : : : : : O1234 N00004 _ POSICIONAMENTO IPL LINEAR INT. CIRCULAR SH INT. por exemplo. Se desejar a função de posicionamento. Repita essa operação até que seja apresentada a função desejada. introduza G00. Na tela é exibido o seguinte menu do código G. Se forem exibidas soft keys diferentes das indicadas no passo 2. Se a função desejada não for um código G. pressione a tecla de página para exibir a tela seguinte do menu do código G.10.P]. CIRCULAR SAH PAUSA VALOR CORRETOR DA FERRAMENTA POL. A figura abaixo apresenta um exemplo de uma tela detalhada para G00. PROGRAMA G00 :POSICIONAMENTO G00 X Z M S T : G G U W G X X (X. o menu do código G apresenta a função com o código G00.G 14: 32: 57 BLOCO Z (OPRC) 578 .A. pressione a tecla de retorno do menu para exibir as soft keys corretas. Z) O1234 N00000 U W EDICAO * * * * PRGRM *** *** MENU.G (0) (0) (0) EDICAO PRGRM 14: 26: 15 BLOCO 5 Introduza o código G correspondente à função a ser programada. UNIDADES MÉTRICAS CONTROLE DE CURSO MEMORIZADO ON CONTROLE DE CURSO MEMORIZADO OFF DETEÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO OFF DETEÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO ON **** *** *** MENU. não introduza quaisquer dados. Se a tela não indicar a função que se pretende programar.

concluído.G 14: 41: 10 BLOCO (OPRC) 7 Desloque o cursor para o bloco a ser alterado na tela do programa. pressione a soft key [PRGRM]. Sendo necessário. Os programas registrados são convertidos para o formato verbal e exibidos. 10 Pressione a tecla . é exibida a tela detalhada normal. 11 Depois de registrar todos os programas.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 10. 8 Introduza os dados numéricos com as teclas numéricas e pressione a soft key [ENTRADA] ou a tecla é. Na tela é apresentado o menu do código G. 579 . concluída. A entrada de um item de dados de programas é. CRIAÇÃO DE PROGRAMAS Não se pressionando nenhuma tecla. fica a piscar um endereço de dados juntamente com o cursor. repita o procedimento. 9 Repita esta operação até terem sido introduzidos todos os dados necessários para o código G introduzido. no qual o usuário poderá introduzir os dados para outro bloco. Neste momento. começando pelo passo 5. PROGRAMA G X Z F I P R S : EDICAO * * * * PRGRM O0010 N00000 G U W C H K Q M T G G *** *** MENU. 12 Pressione a tecla para regressar ao início do programa. O registro dos dados de um bloco na memória . assim. assim.

aparece o menu do menu código G. Selecione o código G desejado e introduza. Em seguida. em seguida. pressionando. Em seguida. em seguida. ou pressione primeiro a soft key [C. 2 Pressione a soft key [MENU. pressione a tecla .10.P].G] para exibir o menu do código G. o valor. pressione a tecla operação substitui um bloco completo de um programa. em seguida. 4 Depois de alterar os dados por completo. CRIAÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Procedimento 2 Modificação de um bloco 1 Desloque o cursor para o bloco a ser alterado na tela do programa e pressione a soft key [C. introduza os dados para o novo bloco. A tela detalhada do código G é exibida. Esta Procedimento 3 Inserção de um bloco 1 Na tela de conversação.P] para exibir a tela de conversação e pressione.G]. 3 Se a introdução de um bloco de dados for concluída no passo 2. a soft key [ENTRADA] ou . o conteúdo do bloco seguinte é exibido na tela de conversação. a tecla de página ou . introduza G01. assim. 3 Se pretender alterar um código G. que não um código G. Limitações 1 Um bloco de comando de código G não listado no menu de códigos G somente pode ser criado em uma tela de detalhes no formato padrão. Esta operação insere um bloco de dados. a tecla . e. a soft key [BLOCO]. 2 Se pretender alterar outros dados.A. introduzir-se os dados. Procedimento 4 Apagamento de um bloco 1 Na tela de conversação. Por exemplo.A. desloque o cursor com as teclas de página e com as teclas do cursor para a posição imediatamente anterior ao ponto em que deverá ser inserido o novo bloco. . Em seguida. pressione a tecla de retorno ao e a soft key [MENU. 2 O conteúdo do bloco exibido é apagado da memória de programas. através das teclas de página. em seguida. Na tela do programa. exiba o bloco imediatamente anterior ao novo bloco a ser inserido. 580 . uma vez que o menu do código G indica G01. para especificar o avanço de corte. 2 Não podem ser criados códigos G com ponto decimal nem um bloco de código G de três dígitos. em seguida. exiba o conteúdo do bloco a ser apagado e pressione. desloque o cursor para o dado em causa e introduza o valor desejado. podendo. até que o bloco a ser alterado seja exibido.

Ver o capítulo III-7 para mais informações sobre a tela mostrada quando é pressionada a tecla de função .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. Consulte o manual duas Teclas de função MDI (as teclas sombreadas ( ) são descritas no presente capítulo. Consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta para informações sobre a localização da chave para proteção dos dados e respectiva utilização. Consulte a subseção adequada para mais pormenores sobre cada tela e o procedimento de especificação na tela. São igualmente mostradas as subseções relativas a cada tela. D Diagrama de transição de tela A transição de tela correspondente a cada tecla de função do painel de operação MDI é mostrada abaixo. os valores de compensação das ferramentas. O operador pode monitorar o estado da operação através dos dados mostrados durante a mesma.) fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta para mais informações sobre a tela mostrada quando é pressionada a tecla de função vezes. é necessário definir diversos dados no painel de operação MDI do CNC. Ver o capítulo III-12 para mais informações sobre a tela mostrada quando é pressionada a tecla de função . para proteger os programas das peças. Ver outros capítulos para telas não descritas neste capítulo. Ver o capítulo III-13 para mais informações sobre a tela mostrada quando é pressionada a tecla de função . ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11 Aspectos gerais Explicações ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS Para operar uma máquina-ferramenta CNC. Este capítulo descreve como mostrar e definir dados para cada função. 581 . os dados especificados e as variáveis de macro de usuário. D Chave para proteção dos dados A máquina poderá dispor de uma chave para proteção dos dados.

Interrupção por manivela ⇒Ver III---4. Indicação da velocidade real ⇒ Ver III---11.1.1.1. Definição dos valores das coordenadas relativas ⇒ Ver III---11.11.3.2.1. Indicação da contagem de peças e do tempo de trabalho ⇒ Ver III---11.2. Indicação da posição do sistema de coordenadas relativas ⇒ Ver III---11.1.1.2.1. Indicação da posição total de cada sistema de coordenadas ⇒ Ver III---11.6.1.6. Indicação da contagem de peças e do tempo de trabalho ⇒ Ver III---11.1. 582 . Indicação da contagem de peças e do tempo de trabalho ⇒ Ver III---11.5.5.6. Indicação da velocidade real ⇒ Ver III---11.1.1.1.5. Tela da posição atual MONI (OPRC) Tela do monitor de operação ⇒Ver III---11.1. Definição dos valores das coordenadas relativas ⇒ Ver III---11.7. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 TELA DE INDICAÇÃO DA POSIÇÃO Transição de tela acionada pela tecla de função Tela da posição atual ABS REL TUDO MANIV (OPRC) Indicação da posição do sistema de coordenadas de trabalho ⇒ Ver III---11.6. Indicação da velocidade real ⇒ Ver III---11.

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

Tela do programa

Transição de tela acionada pela tecla de função no modo MEMÓRIA ou MDI
1/2

Tela do programa
MDI MEM PRGRM MDI VERIF * ATUAL PROX

*: mostrado no modo MDI

(OPRC)

Visualização do conteúdo do programa
⇒ Ver III---11.2.1.

[MDI] *
Visualização do bloco atual e dos dados modais
⇒ Ver III---11.2.2.

Visualização do bloco atual e do bloco seguinte
⇒ Ver III---11.2.3.

Indicação do número do programa e do número de seqüência
⇒ Ver III---11.6.1.

[ABS]

[REL]
Comando para operação MDI

Programa em execução Valor das coordenadas absolutas Distância a percorrer Valores modais ⇒ Ver III---11.2.4.

Programa em execução Valor das coordenadas relativas Distância a percorrer Valores modais ⇒ Ver III---11.2.4.

⇒ Ver III---11.2.5.

(mostrado no modo MDI)

1* Para a página seguinte

1* Para a página seguinte

583

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

2/2
1* 1*

Tela do programa
MDI MEM REINIC DIR (OPRC)

Tela de reinício do programa
⇒ Ver III---4.3.

Visualização da memória de programas e do diretório de programas ⇒ Ver III---11.3.1.

Tela do programa
MEM PLJ.AQ (OPRC)

[PRGRM]

[DIR]

[PLANEJ]

Visualização do diretório de arquivos
⇒ Ver III---4.4.

Planejamento
⇒ Ver III---4.4.

584

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

Tela do programa

Transição de tela acionada pela tecla de função no modo EDICAO

Tela do programa
EDICAO PRGRM BIB C.A.P. (OPRC)

Tela de edição de programas ⇒ Ver III--- 10

Memória de programas e diretório de programas
⇒ Ver III---11.3.1.

Tela de programação verbal
⇒ Ver III---10

Tela do programa
EDICAO DISCO (OPRC)

[PRGRM]

[DIR]

Tela do diretório de arquivos para disquetes ⇒ Ver III ---8.8

585

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

TELA DE CORREÇÃO/ESPECIFICAÇÃO

Transição de tela acionada pela tecla de função
1/2

Valor de correção da ferramenta
CORRECAO DEFINIR TRAB (OPRC)

Indicação do valor de correção da ferramenta
⇒ Ver III---11.4.1.

Visualização dos dados de especificação
⇒ Ver III---11.4.7

Visualização do sistema de coordenadas da peça
⇒ Ver III---11.4.10

Definição dos daDefinição de parâmetros dos de correção da ⇒ Ver III---11.4.7. ferramenta Definição da ⇒ Ver III--- 11.4.1. Definição da entrada direta do valor de correção da ferramen--- ta ⇒ Ver III--- 11.4.2. Definição da entrada do valor de correção em o contador ⇒Ver III---11.4.4.
comparação do número de seqüência e parada ⇒ Ver III---11.4.8. Indicação do tempo de trabalho e contagem das peças ⇒ Ver III---11.4.9.

Definição do valor de correção do ponto de origem da peça
⇒ Ver III---11.4.10.

Definição do número de peças necessárias ⇒ Ver III---11.4.9.

Visualização do Definição da entempo de definição trada direta da correção da ferra- ⇒ Ver III---11.4.9. menta obtida em B ⇒Ver III---11.4.3.

Valor de correção da ferramenta
Macro MENU OPR VDFERR (OPRC)

Visualização das variáveis de macro
⇒ Ver III---11.4.12.

Visualização do menu padrão
⇒Ver III---11.4.13.

Visualização do painel de operação por software
⇒ Ver III---11.4.14.

Visualização dos dados de gestão da vida das ferramentas
⇒ Ver III--- 11.4.15.

Definição de variáveis de macro
⇒ Ver III---11.4.12.

Visualização dos dados padrão
⇒Ver III---11.4.13.

Botão do painel de operação po oftware
⇒ Ver III---11.4.14.

Predefinição do contador da vida útil da ferramenta Apagamento de dados de execução
⇒ Ver III---11.4.15.

1* Para a página seguinte

586

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

2/2

1*

Valor de correção da ferramenta
CORREC.2 DESL.T BARREIRA (OPRC)

Visualização do valor de correção do eixo Y
⇒ Ver III---11.4.6.

Visualização do valor do sistema de coordenadas de trabalho
⇒ Ver III---11.4.5

Barreira da placa de fixação/do cabeçote móvel
⇒ Ver III---6.4

Definição dos dados de correção do eixo Y
⇒ Ver III---11.4.6.

Definição do valor de deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho
⇒ Ver III---11.4.5

Definição do valor de deslocamento das coordenadas da peça através da função B de entrada direta para a correção 2 da ferramenta.
⇒ Ver III-11.4.3

587

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

TELA DO SISTEMA

Transição de tela acionada pela tecla de função

Tela de parâmetros

PARAM

DGNOS

PMC

SISTEMA

(OPRC)

Visualização da tela de parâmetros
⇒ Ver III---11.5.1

Visualização da tela de diagnóstico ⇒ Ver III--- 7.3

Definição de parâmetros
⇒ Ver III---11.5.1

Tela de parâmetros

PASSO

PRM.SV

PRM.FS

(OPRC)

Visualização dos dados de erro de passo
⇒ Ver III---11.5.2.

Definição dos dados de erro de passo
⇒Ver III---11.5.2

588

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

D Tela de definição

A tabela seguinte apresenta os dados especificados em cada tela.
Tabela 11 Telas de definição e respectivos dados

Nº 1

Tela de especificação Valor de correção da ferramenta

Conteúdo da especificação

Item de referência

Valor de correção da ferramenta Subseç. 11.4.1 Valor de compensação do raio da ponta da ferramenta Entrada direta do valor de correção da ferramenta Subseç. 11.4.2

Entrada direta do valor B de correção da ferramenta Subseç. 11.4.3 Entrada pelo contador do valor de correção Correção no eixo Y 2 Subseç. 11.4.4 Subseç. 11.4.6

Definição do sistema de coordenadas Valor de deslocamento do sistema de coordenadas Subseç. 11.4.5 da peça da peça Valor de correção do ponto de origem da peça Subseç. 11.4.10

3

Dados de especificação (handy)

Escrita de parâmetrosVerificação TV Subseç. 11.4.7 Código de envio (EIA/ISO) Unidade de entrada (mm/polegada) Canal de E/S Inserção automática do nº de seqüênciaConversão do formato de fita (F10/11) Comparação do número de seqüência e parada Subseç. 11.4.8 Subseç. 11.4.7 Subseç. 11.4.9 Subseç. 11.4.12

4 5 6

Dados de especificação (espelha- Espelhamento mento) Dados de especificação (temporiza- Peças necessárias dor) Variáveis de macro Variáveis comum de macro de usuário (de #100 a #199) (de #500 a #999) Parâmetro Dados de compensação de erro de passo Seleção de modos Seleção do eixo de avanço em modo Jog Deslocamento rápido em modo Jog Seleção do eixo para o gerador de pulsos manual Multiplicação para o gerador de pulsos manual Velocidade de avanço em modo Jog Override da velocidade de avanço Override do deslocamento rápido Salto opcional de blocos Bloco único Bloqueio da máquina Funcionamento em vazio Chave de proteção Bloqueio do avanço

7 8 9

Parâmetro Erro de passo Painel de operação por software

Subseç. 11.5.1 Subseç. 11.5.2 Subseç. 11.4.14

10

Dados de vida útil das ferramentas Contagem da vida útil (gestão da vida útil das ferramentas)

Subseç. 11.4.15

589

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

11.1

TELAS MOSTRADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO @pos

Pressione a tecla de função

para mostrar a posição atual da

ferramenta. As três telas seguintes são utilizadas para visualizar a posição atual da ferramenta: ⋅Tela da posição do sistema de coordenadas de trabalho. ⋅Tela da posição do sistema de coordenadas relativas ⋅Tela de visualização da posição global. As telas acima também podem indicar a velocidade de avanço, o tempo de trabalho e o número de peças. Os pontos de referência flutuante podem ser igualmente definidos nessas telas. A tecla de função também pode ser usada para mostrar a carga no motor servo e no motor do fuso e a velocidade de rotação do motor do fuso (tela do monitor de operação). A tecla de função também pode ser usada para mostrar a tela da distância acionada pela manivela. Ver seção 4.6 para detalhes sobre esta tela.

11.1.1
Indicação da Posição no Sistema de Coordenadas da Peça

Mostra a posição atual da ferramenta no sistema de coordenadas da peça. A posição atual muda à medida que a ferramenta se desloca. O menor incremento de entrada é utilizado como unidade para os valores numéricos. O título no topo da tela indica que são utilizadas coordenadas absolutas.

Procedimento para visualizar a tela da posição atual no sistema de coordenadas da peça

1 Pressione a tecla de função 2 Pressione a soft key [ABS].

.

3 Em um CRT de 7 soft keys, pressione novamente a soft key [ABS] para visualizar as coordenadas ao longo de quaisquer eixos que não os seis eixos padrão.

POSIÇÃO ATUAL (ABSOLUTA)

O1000 N00010

X Z

123.456 456.789

CONT. PECAS 5 TEMPO TRAB 0H15M TEMPO CICLO 0H 0M38S F.ATU 3000 MM/M S 0 T0000 MEM INIC MVT *** 09:06:35 [ ABS ] [ REL ] [ TUDO ] [ MANIV ] [ OPRC ]

590

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

Explicações
D Tela com valores de compensação Os bits 6 e 7 do parâmetro 3104 podem ser usados para selecionar a inclusão, ou não, do valor de correção da ferramenta e da compensação do raio da ponta da ferramenta nos valores mostrados. Mostra a posição atual da ferramenta em um sistema de coordenadas relativas baseado nas coordenadas definidas pelo operador. A posição atual muda à medida que a ferramenta se desloca. O sistema incremental é utilizado como unidade para os valores numéricos. O título no topo da tela indica que são utilizadas coordenadas relativas.

11.1.2
Tela da Posição no Sistema de Coordenadas Relativas

Procedimento para visualizar a tela da posição atual com o sistema de coordenadas relativas 1 Pressione a tecla de função 2 Pressione a soft key [REL]. .

POSIÇÃO REAL (RELATIVA)

O1000 N00010

U W

123.456 363.233

CONT. PECAS 5 TEMPO TRAB 0H15M TEMPO CICLO 0H 0M38S F.ATU 3000 MM/M S 0 T0000 MEM INIC MVT *** 09:06:35 [ ABS ] [ REL ] [ TUDO ] [ MANIV ] [ (OPRC) ]

Explicações
D Definição das coordenadas relativas A posição atual da ferramenta no sistema de coordenadas relativas pode ser recolocada em 0 ou predefinida para um valor especificado da seguinte forma:

Procedimento para atribuir um valor específico à coordenada do eixo 1 Introduza um endereço para o eixo (tal como X ou Z) na tela das coordenadas relativas. A indicação do eixo especificado pisca e as soft keys mudam como mostrado à esquerda. 2 D Para colocar a coordenada em 0, pressione a soft key [ORIGEM]. A coordenada relativa do eixo que está piscando é colocada em 0. D Para predefinir a coordenada para um valor determinado, introduza o respectivo valor e pressione a soft key [PREDEF]. O valor introduzido é atribuído à coordenada relativa do eixo que está piscando.
591

X Z
>X MEM
PREDEF

246.912 578.246

ORIGEM

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

Procedimento para o reset de todos os eixos 1 Pressione a soft key [(OPRC)].

ABS

REL

TUDO

(OPRC)

ORIGEM

2 Pressione a soft key [ORIGEM].

TDOEXE

EXEC

3 Pressione a soft key [TDOEXE]. As coordenadas relativas de todos os eixos são colocadas em 0.

D Tela com valores de compensação

Os bits 4 (DRL) e 5 (DRC) do parâmetro 3104 podem ser usados para selecionar a inclusão, ou não, da correção da ferramenta e da compensação do raio da ponta da ferramenta nos valores mostrados. O bit 3 do parâmetro 3104 é utilizado para especificar se as posições mostradas no sistema de coordenadas relativas são predefinidas com os mesmos valores do sistema de coordenadas da peça, quando um sistema de coordenadas é definido através de um comando G50 (sistema A do código G) ou G92 (sistema B ou C do código G) ou quando é executado o retorno manual ao ponto de referência.

D Predefinição através da especificação do sistema de coordenadas

592

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.1.3
Indicação da Posição Global

Mostra as posições seguintes em uma tela: Posições atuais da ferramenta no sistema de coordenadas da peça, sistema de coordenadas relativas, sistema de coordenadas da máquina e distância restante. As coordenadas relativas também podem ser definidas nesta tela. Ver subseção III-11.1.2 sobre o procedimento.

Procedimento para visualizar a tela da posição global 1 Pressione a tecla de função 2 Pressione a soft key [TUDO].
POSIÇÃO ATUAL (RELATIVA) U 246.912 W 913.780 (MÁQUINA) X 0.000 Z 0.000 O1000 N00010 (ABSOLUTA) X 123.456 Z 456.890 (DIST.A PERCORRER) X 0.000 Z 0.000 CONT. PECAS 5 TEMPO CICLO 0H 0M38S S 0 T0000

.

TEMPO TRAB 0H15M F.ATU 3000 MM/M

MEM **** *** *** 09:06:35 [ ABS ] [ REL ] [ TUDO ] [ MANIV ] [(OPRC)]

Explicações
D Visualização de coordenadas As posições atuais da ferramenta são mostradas simultaneamente nos sistemas de coordenadas seguintes: D Posição atual no sistema de coordenadas relativas (coordenadas relativas) D Posição atual no sistema de coordenadas de trabalho (coordenadas absolutas) D Posição atual no sistema de coordenadas da máquina (coordenadas da máquina) D Distância a percorrer (caminho a percorrer) A distância restante é mostrada no modo MEMÓRIA ou MDI. É mostrada a distância que a ferramenta ainda tem de percorrer no bloco atual. O menor incremento de comando é utilizado como unidade para os valores mostrados no sistema de coordenadas da máquina. Contudo, o menor incremento de entrada também pode ser usado colocando em 1 o bit 0 (MCN) do parâmetro 3104. Na tela da posição global, as coordenadas relativas podem ser recolocadas em 0 ou predefinidas para valores específicos. O procedimento é o mesmo do de reset das coordenadas relativas descrito em III-11.1.2.
593

D Distância a percorrer D Sistema de coordenadas da máquina

D Reset das coordenadas relativas

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

11.1.4
Predefinição do Sistema de Coordenadas da Peça

Um sistema de coordenadas da peça deslocado na sequência, por exemplo, de uma intervenção manual pode ser definido e deslocado antecipadamente para um sistema de coordenadas através de operações MDI. Este sistema de coordenadas é deslocado do ponto zero da máquina de acordo com um valor de correção do ponto zero da peça. É possível programar um comando (G50.3) para predefinir um sistema de coordenadas da peça. (Ver Subseç. III-7.2.4.)

Procedimento para Predefinir o Sistema de Coordenadas da Peça

1 Pressione a tecla de função 2 Pressione a soft key [(OPRC)].
ABS REL TUDO (OPR)

.

3 Se a soft key [COR--TR] não for mostrada, pressione a tecla de . mudança para o menu seguinte
COR---TR

4 Pressione a soft key [COR--TR] .
TDOEIX CD---EIX

5 Pressione a soft key [TDOEIX] para a predefinição de todos os eixos. 6 Para predefinir um determinado eixo no passo 5, introduza o nome do eixo ( X , Z , ...) e
[CD-EIX] .

0 e pressione, em seguida, a soft key

Explicações
D Modo de operação Esta função pode ser executada quando o estado de reset ou o estado de parada da operação automática é introduzido, qualquer que seja o modo de operação. Tal como sucede com as coordenadas absolutas, o bit 3 (PPD) do parâmetro nº 3104 é utilizado para especificar a predefinição, ou não, das coordenadas relativas (RELATIVA).

D Predefinição das coordenadas relativas

594

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.1.5
Tela da Velocidade de Avanço Real

A velocidade de avanço real na máquina (por minuto) pode ser visualizada em uma tela de indicação da posição atual ou tela de verificação do programa, definindo o bit 0 (DPF) no parâmetro 3015. Em unidades de visualização de 12 soft keys, é sempre mostrada a velocidade de avanço real.

Procedimento para visualizar a velocidade de avanço real na tela da posição atual

1 Pressione a tecla de função

para mostrar a tela da posição atual.
O1000 N00010

POSIÇÃO ATUAL (ABSOLUTA)

X Z

123.456 363.233

CONT. PECAS 5 TEMPO TRAB 0H15M TEMPO CICLO 0H 0M38S F.ATU 3000 MM/M S 0 T0000 MEM INIC MVT *** [ ABS ] [ REL 09:06:35 ] [TUDO] [ MANIV ] [ OPRC ]

A velocidade de avanço real é mostrada após V.ATU.

A velocidade de avanço real é representada em unidades de milímetros/min ou polegadas/min (dependendo do menor incremento de entrada especificado), sob a indicação da posição atual.

Explicações
D Valor da velocidade de avanço real A velocidade real é calculada através da seguinte expressão:
Fact =

sendo n : Número de eixos fi : Velocidade de avanço de corte no sentido tangencial de cada eixo ou velocidade de deslocamento rápido Fact : Velocidade de avanço real mostrada A unidade de visualização:mm/min (entrada em mm). polegadas/min (entrada em polegadas, são mostradas duas casas decimais.) A velocidade de avanço ao longo do eixo PMC pode ser omitida definindo o bit 1 (PCF) do parâmetro 3105.
595


n i=1

(fi) 2

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

D Visualização da velocidade de avanço real por rotação D Visualização da velocidade de avanço real do eixo de rotação D Visualização da velocidade de avanço real na outra tela

No caso do avanço por rotação e da abertura de rosca, a velocidade de avanço real é mostrada como avanço por minuto e não por rotação. Em caso de movimento do eixo de rotação, a velocidade é mostrada em unidades de graus/min, embora seja representada na tela em unidades do sistema de entrada real. Por exemplo, se o eixo de rotação se deslocar a 50 graus/min, é mostrado o seguinte: 0.50 POL/MIN A tela de verificação do programa também mostra a velocidade de avanço real.

596

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.1.6
Visualização do Tempo de Trabalho e da Contagem das Peças

O tempo de trabalho, o tempo de ciclo e o número de peças usinadas são mostrados na tela da posição atual.

Procedimento para visualizar o tempo de trabalho e contagem de peças na tela da posição atual 1 Pressione a tecla de função
POSIÇÃO REAL (RELATIVA)

para mostrar a tela da posição atual.
O1000 N00010

X Z

123.456 363.233
CONT. PECAS 5 TEMPO CICLO 0H 0M38S S 0 T0000 09:06:35 ] [ MANIV ] [ OPRC ]

TEMPO TRAB 0H15M F.ATU 3000 MM/M

MEM INIC MVT *** [ ABS ] [ REL ] [ TUDO

O número de peças usinadas (CONT.PECAS), o tempo de trabalho (TMP.TRAB) e o tempo de ciclo (TMP. CICLO) são mostrados sob a posição atual.

Explicações
D CONT.PECAS Indica o número de peças usinadas. O número aumenta sempre que M02, M30 ou um código M especificado através do parâmetro 6710 são executados. Indica o tempo de execução total durante a operação automática, excluindo o tempo de parada e de bloqueio de avanço. Indica o tempo de execução de uma operação automática, excluindo o tempo de parada e de bloqueio de avanço. Este valor é colocado automaticamente em 0 quando o início de um ciclo é executado no estado de reset. Mantém-se colocado em 0, mesmo após a desenergização. Os pormenores sobre o tempo de trabalho e o número de peças usinadas são mostrados na tela de especificação. Ver subseção III-11.4.9. O número de peças usinadas e o tempo de trabalho não podem ser definidos nas telas da posição atual. Eles podem ser definidos através dos parâmetros nº 6711, 6751 e 6752 ou na tela de especificação. O bit 0 (PCM) do parâmetro 6700 é utilizado para especificar se o número de peças usinadas deve ser incrementado sempre que é executado M02, M30 ou um código M especificado pelo parâmetro 6710 ou apenas quando é executado um código M especificado pelo parâmetro 6710.
597

D TEMPO TRAB D TEMPO CICLO

D Visualização na outra tela D Especificação de parâmetros D Incremento do número de peças usinadas.

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

11.1.7
Visualização do Monitor de Operação

A leitura no medidor de carga pode ser visualizada para cada eixo servo e para o fuso serial, definindo o bit 5 (OPM) do parâmetro 3111 a 1. A leitura no conta-rotações também pode ser mostrada para o fuso serial.

Procedimento para visualizar o monitor de operação

1 Pressione a tecla de função

para mostrar a tela da posição atual. .

2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte 3 Pressione a soft key [MONI].
MONITOR DE OPER. (MEDIDOR DE CARGA) O0001 N00001

X : Z : * * *

* * *

* * *

* * *

80% 0% 0%

S1 :

201%

(CONTA-ROT. RPM) S1 : * * *

C : * 1500

CONT. PECAS TEMPO TRAB 0H15M TEMPO CICLO V.REAL 3000 MM/M

5 0H 0M38S

[

MEM INIC MVT *** [ MONI ][ REL ][

TUDO

09:06:35 ][ MANIV ][ OPRC ]

Explicações
D Visualização dos eixos servo A leitura no medidor de carga pode ser visualizada para até três eixos servos, definindo os parâmetros 3151 a 3158. Quando todos estes parâmetros estiverem definidos para 0, os dados são visualizados apenas para os eixos básicos. Quando são utilizados fusos seriais, só é mostrada a leitura do medidor de carga e do conta-rotações para o fuso serial principal. O gráfico de barras para o medidor de carga mostra a carga até 200% (só é mostrado um valor para qualquer carga que exceda os 200%). O gráfico de barras para o conta-rotações mostra a relação entre a velocidade atual do fuso e a velocidade máxima do mesmo (100%).

D Visualização dos eixos do fuso D Unidade gráfica

598

No entanto. Embora o conta-rotações indique normalmente a velocidade do motor do fuso. colocando em 1 o bit 6 (OPS) do parâmetro 3111.rotações A tabela que se segue indica a correspondência entre os sinais de seleção da embreagem e da engrenagem CTH1A e CTH2A<G070#3. para tal. mas apenas para o primeiro fuso serial e para o eixo de comutação do primeiro fuso serial. D Cor do gráfico Se o valor de um medidor de carga exceder 100%. a velocidade correta do fuso só será visualizada se a velocidade máxima do fuso de cada engrenagem (velocidade do fuso em cada relação de transmissão quando o motor do fuso roda à velocidade máxima) for definida nos parâmetros nº 3741 a 3744. Não pode ser mostrada para o segundo fuso. também pode ser usado para indicar a velocidade do fuso. Assim. usados para determinar a engrenagem em uso e respectivos parâmetros: CTH1A CTH2A 0 0 Parâmetro =Nº 3741 (Velocidade máxima do fuso com a engrenagem 1) =Nº 3742 (Velocidade máxima do fuso com a engrenagem 2) =Nº 3743 (Velocidade máxima do fuso com a engrenagem 3) =Nº 3744 (Velocidade máxima do fuso com a engrenagem 4) Especificação do fuso serial ELEVADA 0 1 MEIO ELEVADA 1 0 MEIO REDUZIDA 1 1 LOW A velocidade do motor do fuso e do fuso pode ser mostrada durante a monitoração da operação. a velocidade do fuso pode ser mostrada durante a monitoração da operação. consulte a tabela abaixo.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. (Fórmula para o cálculo da velocidade do fuso a ser mostrada) Velocidade do fuso Velocidade do motor do fuso × mostrada durante = Velocidade máxima do a monitoração da opermotor do fuso ação Vel. mesmo que não seja utilizado qualquer codificador de posição. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS D Medidor de carga A leitura no medidor de carga depende do parâmetro servo 2086 e do parâmetro do fuso 4127. A entrada dos sinais da embreagem e da engrenagem para o primeiro fuso serial é usada para determinar a engrenagem atualmente selecionada. A velocidade do fuso a mostrar durante a monitoração da operação é calculada a partir da velocidade do motor do fuso (ver a fórmula abaixo). #2>. Controle a entrada dos sinais CTH1A e CTH2A em função da seleção da engrenagem. máxima do fuso com a engrenagem em uso D Conta -. 599 . o gráfico de barras passa a apresentar uma cor púrpura.

2. . Ver seção III-4.5 Z17. .5 Z27. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11. > _ S 0 T0000 MEM INIC *** 16:05:59 [ PRGRM ][ VERIF ][ ATUAL ][ PROX ][ (OPRC) ] 600 .4 Tela de verificação do programa 11.5 . PROGRAMA O2000 N00130 O2000. Z45. N120 Z-70. N160 G02 X27. para visualizar uma tela de 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [PRGRM] . N140 G41 G03 X-17. O cursor é posicionado no bloco atualmente em execução. Procedimento para visualizar o conteúdo do programa 1 Pressione a tecla de função programa.5 R27.11.2 Tela de visualização do bloco atual 11.3 Tela de visualização do bloco seguinte 11.1 Visualização do conteúdo do programa 11. Ver Seção III-4.2. TELAS VISUALIZADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO @prog (NO MODO MEMÓRIA OU MODO MDI) 11.2. N100 G50 X0 Z0.3 sobre a tela de reinício do programa.5 N170 G01 X20.2. N150 G01 X-25. R45.4 sobre a tela de planejamento. .5 Tela de programas para operação MDITecla de função também pode ser pressionada no modo MEMÓRIA para mostrar a tela de reinício do programa e a tela de planejamento. N110 G91 G00 X-70.5 R17. . N180 G02 X45. .2 Esta seção descreve as telas mostradas ao pressionar a tecla de função no modo MEMÓRIA ou MDI.2. . N130 G01 X-60 .1 Tela do Conteúdo do Programa Mostra o programa atualmente em execução no modo MEMÓRIA ou MDI.2. A primeira das quatro telas que se seguem mostra o estado do programa atualmente em execução no modo MEMÓRIA ou MDI e a última tela mostra os valores de comando para a operação MDI no modo MDI: 11.

2 Tela do Bloco Atual Mostra o bloco atualmente em execução e os dados modais no modo MEMÓRIA ou MDI.500 50.F 0 > _ S 0 T0000 MEM INIC *** 16:05:59 [ PRGRM ][ VERIF ][ ATUAL ][ PROX ][ (OPRC) ] 601 . PROGRAMA (ATUAL) G01 ·X ·F 100.000 (MODAL) G18 G00 G50. 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [ATUAL].1G69 G99 G21 G40 G25 G22 G80 G67 G54 F O2000 N00130 T S ATU. Procedimento para visualizar a tela do bloco atual 1 Pressione a tecla de função . A tela mostra até 22 códigos G modais e um máximo de 11 códigos G especificados no bloco atual. São mostrados o bloco atualmente em execução e os dados modais.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11.2.2G97 G13.

A tela mostra até 11 códigos G especificados no bloco atual e um máximo de 11 códigos G especificados no bloco seguinte.500 > _ S 0 T0000 MEM INIC *** 16:05:59 [ PRGRM ][ VERIF ][ ATUAL ][ PROX ][ (OPRC) ] 602 . 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [PROX] .500 2000 2 G39 G42 I -17. Mostra o bloco atualmente em execução e o bloco a executar em seguida.11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11. PROGRAMA (ATUAL) O2000 N00130 (PROX) G01 G17 G41 G80 X F H 17.2. Procedimento para visualizar a tela do bloco seguinte 1 Pressione a tecla de função .3 Tela do Bloco Seguinte Mostra o bloco atualmente em execução e o bloco a executar em seguida no modo MEMÓRIA ou MDI.

São mostrados o programa atualmente em execução.000 Z 0.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. (ABSOLUTA)(DIST. quando é usado o controle de dois caminhos) Durante a operação automática são mostrados a velocidade real. Procedimento para visualizar a tela de verificação do programa 1 Pressione a tecla de função . G01 Z250. PROGRAMA O0010 G92 G90 X100.4 Tela de Verificação do Programa Mostra o programa atualmente em execução. Z50. SATUAL e a contagem de repetições. será mostrado o prompt de entrada por tecla (>_).000 G90 G22 H D S S ][ 16:06:44 ][ 0 T0000 ][ (OPRC) ] O2000 N00130 G94 G21 G40 B M G80 G98 G50 G67 T F > _ MEM *** *** *** [ ABS ][ REL Explicações D Tela do programa A tela mostra até quatro blocos do programa atual. O bloco atualmente em execução é mostrado em representação inversa. G00 X0 Z0 .000 G17 Z 0. F1000 .000 X 0. Caso contrário. durante a operação DNC só podem ser mostrados três blocos. começando no bloco atualmente em execução. (12 códigos G para cada caminho. PERC) G00 X 0. a posição atual da ferramenta e os dados modais no modo MEMÓRIA. bem como a distância restante. É mostrada a posição no sistema de coordenadas da peça ou no sistema de coordenadas relativas. 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [VERIF]. D Tela da posição atual D Códigos G modais D Visualização durante a operação automática 603 . a posição atual da ferramenta e os dados modais.2. As posições absolutas e relativas são comutadas através das soft keys [ABS] e [REL]. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11. São mostrados até 12 códigos G modais. . na unidade de 12 soft keys. Contudo.

Os dados modais são visualizados quando o bit 7 (MDL) do parameter 3107 é definido para 1. G00 Z0. Durante a operação automática são mostrados a velocidade real.5 Tela do Programa para a Operação MDI Mostra a entrada de programas através do MDI e os dados modais no modo MDI .0 F500 .0 . % G00 G17 Informação modal O2000 N00130 Programa G90 G22 T F G94 G21 G40 G49 G80 G98 G50 G67 H D G54 G64 M G69 G15 S > _ S 0 T0000 MDI **** *** *** 16:05:59 [ PRGRM ][ MDI ][ ATUAL ][ PROX ][ (OPRC) ] Explicações D Operação MDI D Informação modal D Visualização durante a operação automática Ver seção III-4. PROGRAMA (MDI) O0000 G00 X100. M03 . São mostrados a entrada de programas através do MDI e os dados modais. 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [MDI] .0 Z200. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11.2 para a operação MDI.0 .11. será mostrado o prompt de entrada por tecla (>_). M98P9010 .2. Caso contrário. Procedimento para visualizar a tela do programa para a operação MDI 1 Pressione a tecla de função . SATUAL e a contagem de repetições. G01 Z120. São mostrados até 16 códigos G modais. 604 .

Explicações D Pormenores da memória usada NO.3. a memória usada e uma lista de programas registrados. Ver Capítulo III-8 para mais informações sobre a tela do diretório de arquivos do disquete. A tecla de função no modo EDICAO permite mostrar a tela de edição de programas e a tela da lista de programas (mostra a memória usada e uma lista de programas). PROGR. Procedimento para visualizar a memória usada e uma lista de programas 1 Selecione o modo EDICAO. Capacidade da memória do programa na qual são registrados dados (indicada através do número de caracteres). Ver Capítulo III-9. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11. III-10 para mais informações sobre a tela de edição de programas e a tela de programação verbal de gráficos. Pressionando a tecla de função no modo EDICAO também se pode ver a tela de programação verbal de gráficos e a tela do diretório de arquivos do disquete.1 Tela da Memória Usada e Lista de Programas Mostra o número de programas registrados. PROGR. TELAS VISUALIZADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO @prog (NO MODO EDIÇÃO) 11. USADO NO. MEMORIA USADA : MEMÓRIA USADA LIVRE : 605 . 2 Pressione a tecla de função .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. Capacidade da memória do programa que pode ser usada adicionalmente (indicada através do número de caracteres). 3 Pressione a soft key para seleção de capítulo [BIB].3 Esta seção descreve as telas mostradas ao pressionar a tecla de função no modo EDICAO. USADO : LIVRE : Número de programas registrados (incluindo os subprogramas) Número de programas que podem ser registrados adicionalmente.

O0001 O0002 O0010 O0020 O0040 O0050 O0100 TAM. DIRETORIO DE PROGRAMAS PROGRAMA(NUM.) 4.320 126. imediatamente após o número do programa.ARTHMETIC NO.F10-MACRO) O0040 (TEST-PROGRAM. Para o programa só é indicado o número do programa sem o respectivo nome. O nome de um programa pode conter até 31 caracteres entre parênteses.3. A data de modificação também é actualizada quando o número do programa é alterado.1(a)). a tela de tamanho do programa e a tela da data de modificação do programa (Fig. os caracteres em excesso não serão mostrados. (CAR. São mostrados o nome do programa. 11.840 O0001 (MACRO-GCODE.840 DATA 2001-06-12 2001-06-12 2001-07-01 2001-08-14 2001-03-25 2001-08-26 2001-04-30 14:40 14:55 11:02 09:40 18:40 16:40 13:11 > _ EDICAO **** *** *** *** [ PRGRM ] [ DIR++ ][ 16:52:13 ][ ][(OPRC) ] D Nome do programa O nome do programa deve ser sempre introduzido entre os códigos de controle out e in.1(b)). Se este número for excedido.3.1) > _ EDIT **** *** *** [ PRGRM ][ DIR+ ][ 16:52:13 ][ ][ (OPRT) ] DIRETORIO DE PROGRAMAS PROGRAMA(NUM. f VVVV Nº do programa (ffff…f) . A soft key [DIR+] pode ser usada para alternar entre a tela do nome do programa (Fig.11.) 360 240 420 180 1.1) O0020 (TEST-PROGRAM.SUB1) O0010 (TEST-PROGRAM. tamanho do programa e data de modificação do programa.) USADO: 17 LIVRE: 183 O NO.CORREÇÃO) O0050 O0100 (CONVERT POL/MM VERIF NO. 11.140 60 120 O0001 N00010 MEMORIA(CAR.) USADO: 17 LIVRE: 183 O0001 N00010 MEMORIA(CAR.320 126.MAIN) O0002 (MACRO-GCODE. Nome do programa (até 31 caracteres) 606 . ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Lista de programas São indicados os nºs dos programas registrados.) 4.

O0009. A lista da biblioteca de programas mostra os programas pela ordem seguinte: O0001. registre. Registre O0009.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. O0004. cada programa novo é registrado a seguir ao último programa da lista. durante o registro. Se alguns programas da lista tiverem sido apagados. A lista da biblioteca de programas mostra os programas pela ordem seguinte: O0001. A lista da biblioteca de programas mostra os programas pela ordem seguinte: O0001. Exemplo) Quando o bit 4 (SOR) do parâmetro 3107 tem sinal 0 1. O0002. os programas são mostrados pela ordem do número de programa. O0003. Depois de apagar todos os programas. O0003. O0003. Imediatamente após a anulação de todos os programas (ao proceder à energização enquanto se mantém pressionada a tecla ). começando pelo número mais pequeno. O0005 2. O0005 3. os programas O0001. O0002. O0003. O0004 e O0005. Apague O0002 e O0004. Contudo. um programa novo é inserido. por esta ordem. na posição deixada livre por um programa apagado. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS D Ordem pela qual os programas são mostrados na lista da bliblioteca de programas D Ordem pela qual são registrados os programas Os programas são mostrados pela mesma ordem em que são registrados na lista da biblioteca de programas. se o bit 4 (SOR) do parâmetro 3107 tiver sinal 1. O0005 607 .

Não existem quaisquer restrições quanto ao comprimento do nome de um programa. o bit 1 (GPL) do parâmetro n. p. Através da pesquisa de uma determinada cadeia de caracteres nos nomes dos programas. atribua a cada um desses programas nomes que comecem pela mesma cadeia de caracteres. usando as teclas MDI.º 3106 tem de ser definido para 1.” introduza o seguinte: >GEAR-1000*_ 608 GR--PRG . Note. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11.) 3321 127839 . os programas podem ser indicados por grupos. DIRETORIO DE PROGRAMAS PROGRAMA(NUM. Procedimento para Mostrar uma Lista de Programas para um Determinado Grupo Procedimento 1 Introduza o modo EDICAO ou de edição simultânea. contudo.11. que a pesquisa é feita com base somente nos primeiros 32 caracteres. 2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte 3 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte [DIR] para mostrar a lista de programas. 7 Introduza a cadeia de caracteres correspondente ao grupo para o qual deve ser efetuada uma pesquisa. EDC--ST PESQ--O (NOME) GRUPO 5 Pressione a soft key [GRUPO]. Exemplo: Para localizar programas CNC com nomes que comecem com uma cadeia de caracteres ”GEAR-1000. Para ativar esta função. ou a soft key >_ EDICAO **** *** *** *** 16:52:13 [ PRGRM ] [ DIR+ ] [ ] [ ] [ (OPRC) ] 4 Pressione a soft key [(OPRC)].3. Para reunir programas CNC em um mesmo grupo.) USADO: 60 LIVRE: 140 O0020 O0040 O0060 O0100 O0200 O1000 O2000 O3000 (GEAR--1000 MAIN) (GEAR--1000 SUB--1) (SHAFT--2000 MAIN) (SHAFT--2000 SUB--1) (GEAR--1000 SUB--2) (FRANGE--3000 MAIN) (GEAR--1000 SUB--3) (SHAFT--2000 SUB--2) O0001 N00010 MEMORIA(CAR.2 Visualização de uma Lista de Programas para um Determinado Grupo Além da listagem normal dos números e nomes de programas CNC armazenados na memória. 6 Pressione a soft key [NOME].ex: de acordo com o produto a usinar. é feita uma listagem dos números e nomes de todos os programas cujo nome inclui essa cadeia.

DIRETORIO DE PROG. ”GEAR-1000*” indica que os primeiros nove caracteres dos nomes dos programas procurados devem ser ”GEAR-1000.) MEMORIA(CAR.” Pode utilizar-se um ponto de interrogação (?) para especificar um único caractere arbitrário. seguidos de ”-1000”. 609 .” seguidos de uma cadeia de caracteres arbitrária. é possível alternar entre elas através das teclas de página. Se tiver sido introduzido apenas ”GEAR-1000”. O asterisco representa uma cadeia arbitrária de caracteres (especificação de um curinga). Explicações D *e? No exemplo acima.) USADO: 60 3321 LIVRE: 140 127839 O0020 O0040 O0200 O2000 (GEAR--1000 MAIN) (GEAR--1000 SUB--1) (GEAR--1000 SUB--2) (GEAR--1000 SUB--3) >_ EDICAO **** *** *** *** 16:53:25 [ PRGRM ] [ DIR ] [ ] [ ] [ (OPRC) ] [Tela da lista de programas em grupo mostrada quando é feita a pesquisa de ”GEAR-1000*”] Quando a lista de programas inclui duas ou mais páginas. (GRUPO) O0001 N00010 PROGRAMA(NUM. é feita uma pesquisa apenas dos programas CNC com o nome de nove caracteres ”GEAR-1000.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. o asterisco (*) não deve ser omitido. contendo todos os programas cujos nomes incluem a cadeia de caracteres especificada. Por exemplo: a introdução de ”????-1000” ativa a pesquisa de programas com nomes que começam com quatro caracteres quaisquer. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS EXEC 8 Ao pressionar a soft key [EXEC] é mostrada a tela da lista de programas em grupo.

a mensagem de aviso ”DADOS NÃO ENCONTRADOS” é mostrada na tela da lista de programas. Depois de passar da tela da lista de programas em grupo para uma outra. A utilização desta soft key evita a necessidade de voltar a introduzir a cadeia de caracteres relevante.” Os números e nomes desses programas podem ser listados procurando a seqüência de caracteres “ENGR-1000” em os nomes de todos os programas CNC. Pressupõe que os programas principais e subprogramas para usinagem da engrenagem com número de peça 1000 têm todos nomes que incluem a seqüência de caracteres “ENGR-1000. Uma lista de programas em grupo. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 [Exemplo da utilização de curingas] (Cadeia de caracteres introduzida) (Grupo para o qual será feita uma pesquisa) (a) “*” Programas CNC com qualquer nome (b) ”*ABC” Programas CNC com nomes que terminam em ”ABC” (c) ”ABC*” Programas CNC com nomes que começam com ”ABC” (d) ”*ABC*” Programas CNC com nomes que ncluem “ABC” (e) ”?A?C” Programas CNC com nomes de quatro caracteres. respectivamente (f) ”??A?C” Programas CNC com nomes de cinco caracteres. sendo que o terceiro e o quinto caractere são A e C. Exemplos 610 . a tela da lista de programas em grupo onde estão indicados os nomes dos programas do grupo anteriormente procurado pode voltar sendo mostrada pressionando a soft key [GR-PRG] (visualizada no passo 6). de forma a visualizar os resultados da pesquisa depois da mudança de tela.11. respectivamente (g) ”123*456” Programas CNC com nomes que começam com ”123” e acabam com ”456” D Quando a cadeia de caracteres especificada não é encontrada D Conservação do grupo para o qual é feita uma pesquisa D Grupo para o qual foi feita uma pesquisa prévia Se não for localizado qualquer programa como resultado da pesquisa de uma determinada cadeia de caracteres. Esta função facilita o gerenciamento dos programas CNC armazenados em memórias de grande capacidade. é conservada até que a máquina seja desligada ou até à realização de nova pesquisa. gerada por uma pesquisa. sendo que o segundo e o quarto caractere são A e C.

Menu padrão e dados padrão 7.4 TELAS MOSTRADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO @off Pressione a tecla de função para visualizar ou definir os valores de compensação da ferramenta e outros dados. Dados de gestão da vida útil das ferramentas Esta seção também descreve as seguintes funções. Para mais informações. Tempo de execução e contagem de peças 4.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. D Entrada direta do valor de correção da ferramenta D Entrada direta do valor B de correção da ferramenta D Entrada pelo contador do valor de correção D Entrada direta da deslocação do sistema de coordenadas da peça D Correção no eixo Y D Comparação do número de seqüência e função de parada As funções seguintes dependem em grande medida das especificações do fabricante da máquina-ferramenta. Especificações 3. Esta seção descreve como visualizar ou definir os seguintes dados: 1. D Menu padrão e dados padrão D Entrada direta do valor de correção da ferramenta D Entrada direta do valor B de correção da ferramenta D Painel de operação por software D Dados de gestão da vida útil das ferramentas 611 . Valor de correção do ponto de origem da peça ou valor de deslocamento do sistema de coordenadas da peça 5. Variáveis comuns das macros de usuário 6. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11. Painel de operação por software 8. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Valor de correção da ferramenta 2.

1 Especificação e Visualização do Valor de Correção da Ferramenta Existem telas específicas para a visualização e especificação dos valores de correção da ferramenta e dos valores de compensação do raio da ponta da ferramenta.000 0 0. 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [CORREC] ou pressione várias vezes ferramenta.000 G 002 1.000 0 202.561 -49.486 G 008 1. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11.000 -49.486 G 004 1. CORRECAO/GEOMETRIA NO.486 G 003 1.000 0 0.486 G 007 1.561 W O0001 N00000 R T 0. 1.486 G 005 1.561 0.000 -49.4.000 0 0.486 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 101.11.000 0 0. Procedimento para definir e visualizar o valor de correção da ferramenta e o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta 1 Pressione a tecla de função .094 até a visualização da tela da compensação da > _ MDI **** *** *** [ DESG ][ GEOM 16:05:59 ][ TRAB ][ ][ (OPRC) ] Com correção da geometria da ferramenta 612 .561 -49.561 -49. 2-1 Pressionando a soft key [GEOM] visualiza-se os valores de compensação da geometria da ferramenta.486 G 006 1. X G 001 0.000 0 0.561 -49.000 0 0.000 0 0.000 Z.

486 W 003 1. introduza um valor e pressione a soft key [ENTRADA]. TIP é o número da ponta virtual da ferramenta (ver Programação).000 0. Os valores de compensação do comprimento da ferramenta podem ser definidos através das seguintes funções descritas nas subseções subseqüentes: Entrada direta do valor de correção da ferramenta.000 -49.000 O0001 N00000 Z.486 W 005 1. TIP pode ser especificado na tela de compensação da geometria ou na tela de compensação do desgaste. CORRECAO/DESG NO. Para mudar o valor de compensação.561 0.486 W 004 1.561 0.094 T 0 0 0 0 0 0 0 0 > _ MDI **** *** *** [ DESG ][ GEOM 16:05:59 ][ TRAB ][ ][ (OPRC) ] Com correção do desgaste da ferramenta 3 Mova o cursor até o valor de compensação a definir ou alterar. Estão disponíveis 64 grupos para a compensação da ferramenta.561 0. Ver capítulo III-8.000 0. X W 001 0.000 -49. se for necessário diminuir o valor atual) e pressione a soft key [+ENTRADA] ou introduza um novo valor e pressione a soft key [ENTRADA]. 613 D Memória de correção da ferramenta . Os itens dos dados sobre correção são classificados por correção da geometria da ferramenta ou por correção do desgaste da ferramenta.000 W 202.486 W 007 1. introduza um valor. 4 Para definir um valor de compensação.NO]. utilizando as teclas de página ou do cursor. função B de entrada direta da correção da ferramenta e entrada pelo contador do valor de correção.000 -49.486 W 008 1.000 -49.561 0. R 1.000 -49.000 -49.486 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 101.486 W 006 1.561 0. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 2-2 Pressionando a soft key [DESG] visualiza-se os valores de compensação de desgaste da ferramenta.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11.000 0.000 W 002 1. que deve ser adicionado ao valor atual (um valor negativo. ou introduza o número de compensação para o valor de compensação a definir ou alterar e pressione a soft key [PESQ.561 0. Para a entrada ou saída dos valores de compensação da ferramenta de corte pode ser utilizado um dispositivo externo de entrada/saída. Explicações D Entrada de valores decimais D Outro método Na introdução de um valor de compensação podem ser utilizados valores decimais.

os bit 4 (LGT) e 6 (LWM) do parâmetro 5002 podem ser usados para especificar se os novos valores de correção devem ser ativados no comando de movimento seguinte ou no comando de código T seguinte.É ativado no comando de movimento seguinte mento seguinte 614 . 2) Quando são introduzidos valores para números de correção. é emitido um aviso e os valores são especificados apenas para os números de correção cuja entrada não é bloqueada. Os valores entrada são definidos como se segue: 1) Quando são introduzidos valores para números de correção. é emitido um aviso e não se verifica qualquer especificação de valores. O primeiro número de correção para o qual a entrada de um valor é inibida é definido no parâmetro nº 3294. A entrada de valores de compensação da ferramenta via MDI pode ser inibida em relação a uma faixa especificada de números de correção. Se os valores de correção forem alterados durante a operação automática.11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Desativação da entrada dos valores de compensação Nalguns casos. para os quais a entrada de um valor é inibida é definida no parâmetro nº 3295. começando em um cuja entrada é bloqueada e terminando em outro cuja entrada não é bloqueada. A quantidade de números de correção. os valores de compensação do desgaste da ferramenta ou de valor de compensação da geometria da ferramenta não podem ser introduzidos por causa das definições nos bits 0 (WOF) e 1 (GOF) do parâmetro 3290. LGT LWM 0 1 0 1 0 0 1 1 Valores de compensação da geometria da ferramenta Valores de compensação de desgaste de ferramenta D Alteração dos valores de correção durante a operação automática É ativado no bloco de código T É ativado no bloco de código T seguinte seguinte É ativado no bloco de código T É ativado no bloco de código T seguinte seguinte É ativado no bloco de código T É ativado no comando de moviseguinte mento seguinte É ativado no comando de movi. começando em um cuja entrada não é bloqueada e terminando em outro cuja entrada é bloqueada. começando no primeiro número especificado.

561 0. Defina este valor como o valor medido ao longo do eixo Z para o número de correção pretendido.561 -49.486 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 0._ MDI **** *** *** 16:05:59 [PESQ.000 0.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11.561 -49. X G 001 0.486 G 006 1.486 G 004 1. o centro do cabeçote de torno revólver. Suponha que foi especificado um sistema de coordenadas da peça. 3 Meça a distânciaβ do ponto zero no sistema de coordenadas da peça à superfície A.000 0 0. X Superfície B α Z Superfície A β 2 Solte a ferramenta somente no sentido do eixo X.2 Entrada Direta do Valor de Correção da Ferramenta Para definir a diferença entre o ponto de referência da ferramenta usado na programação (a ponta da ferramenta padrão.561 -49. etc. sem deslocar o eixo Z e provoque a parada do fuso.000 >MZ120.486 G 008 1.) e a posição da ponta da ferramenta efetivamente usada como um valor de correção.000 -49.561 W H O0001 N00000 R T 0.000 0 0.486 G 003 1.561 -49.NO][ MEDIR ][ ENT.000 Z. Procedimento para a entrada direta do valor de correção da ferramenta D Definição do valor de correção do eixo Z 1 Corte a superfície A no modo manual com uma ferramenta real. 615 .000 G 002 1. através do seguinte procedimento: CORRECAO/GEOMETRIA NO. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11. 1.000 V 0.000 0 0.000 -49.486 G 007 1. C.000 0 0.486 G 005 1. ative a tela para qualquer um deles.000 0 0.000 0 0.000 0 0. 3-2 Mova o cursor até ao número de correção definido usando as teclas do cursor. ][+ENTRADA][ENTRADA] 3-1 Pressione a tecla de função ou a soft key [CORREC] para visualizar a tela de compensação da ferramenta.4. Se os valores de compensação da geometria e de compensação do desgaste forem especificados separadamente.000 0 0.

Defina este valor como o valor medido ao longo do eixo X para o número de correção pretendido. seguindo o mesmo procedimento da definição do valor ao longo do eixo Z. Explicações D Valores de compensação para um programa criado na programação do diâmetro D Valor de correção da geometria da ferramenta e valor de correção do desgaste da ferramenta Introduza os valores do diâmetro para os valores de compensação dos eixos. Se os valores medidos forem definidos na tela de compensação do desgaste da ferramenta.0 [MEDIR] para a correção nº 2. Consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. para os quais é usada a programação do diâmetro. A diferença entre o valor medidoβ e a coordenada é especificado como o valor de correção. 6 Meça o diâmetroα da superfície B. O valor de correção é calculado automaticamente e definido.11. Por exemplo. D Retração ao longo de dois eixos 616 . seα=69. o valor medido (β). D Definição do valor de correção do eixo X 4 Corte a superfície B no modo manual. as diferenças entre os valores de compensação medidos e os valores de compensação do desgaste atuais tornam-se os novos valores de compensação. todos os valores de compensação tornam-se valores de compensação da geometria e todos os valores de compensação do desgaste são definidos para 0. Neste caso. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 3-3 Pressione a tecla de endereço Z a definir. 3-5 Pressione a soft key [MEDIR] . através do teclado. Se a máquina incluir um botão de registro. a ferramenta pode ser retraída ao longo de dois eixos quando o bit 2 (PRC) do parâmetro 5005 estiver definido e o sinal de registro for usado. defina 69. 7 Repita o procedimento atrás indicado as mesmas vezes que o número de ferramentas necessárias. 1.0 quando o valor da coordenada da superfície B no diagrama atrás apresentado é 70. 5 Solte a ferramenta no sentido do eixo Z. Se os valores medidos forem definidos na tela de compensação da geometria da ferramenta. 3-4 Introduza. sem deslocar o eixo X e provoque a parada do fuso.0 é definido como o valor de correção do eixo X para a correção nº 2.0.

a posição do cursor não pode ser alterada na tela de compensação da ferramenta através das teclas de mudança de página ou das teclas do cursor. 4 Se o cursor não coincidir com o número desejado para a correção da ferramenta. -MIT1. O valor de correção da ferramenta retirado da memória de correção da ferramenta (valor de correção da geometria da ferramenta) que corresponde ao número de correção mostrado pelo cursor está definido. Este procedimento provoca a entrada dos sinais do modo de escrita dos valores de correção (+MIT1.O sinal do modo de escrita do valor de correção está definido como HIGH e: D D O eixo e o respectivo avanço neste sentido estão bloqueados. 617 . Procedimento para definir o valor de correção da ferramenta Os valores de correção da posição da ferramenta podem ser definidos automaticamente deslocando manualmente a ferramenta até que esta toque no sensor. Neste caso. 6 Coloque a extremidade da ferramenta numa superfície de contato do sensor através do avanço por manivela. 8 Repita os passos 3 a 7 para as ferramentas necessárias. na base da tela. 5 Aproxime manualmente a ferramenta do sensor. Ao executar o retorno manual ao ponto de referência. (Para mais informações sobre cada uma das operações. 7 O valor de correção dos eixos X e Z é definido através das operações 5 e 6. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11. +MIT2 ou -MIT2) no CNC. o número de correção da ferramenta também pode ser definino automaticamente através dos sinais de entrada do número de correção da ferramenta (com o parâmetro QNI (nº 5005#5)=1). 3 Selecione a ferramenta a medir.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. Para mais informações sobre cada uma das operações. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquinaferramenta. 2 Defina como HIGH o sinal do modo de escrita do valor de correção GOQSM. indicando que o modo de escrita do valor de correção está pronto.3 Entrada Direta da Correção da Ferramenta em B A função B de entrada direta da correção da ferramenta medida é usada para definir os valores de compensação da ferramenta e os valores de deslocamento do sistema de coordenadas da peça.) A tela muda automaticamente para a tela de correção da ferramenta (geometria) e o indicador “OFST” começa a piscar na área de indicação de status. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquinaferramenta. recorrendo à tecla de mudança de página e à tecla do cursor. Além disso. O valor de correção da ferramenta é programado no sistema de coordenadas da máquina. 1 Execute o retorno manual ao ponto de referência.4. é definido um sistema de coordenadas da máquina. mova o cursor para o número de correção que pretende. Faça com que a extremidade da ferramenta toque no sensor.

consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. 1 Os valores de compensação da ferramenta serão então calculados com base nas coordenadas da máquina relativas à ferramenta. Para informações mais detalhadas. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquinaferramenta. O modo de escrita é cancelado e a luz intermitente “OFST” desliga-se. (Para mais informações sobre cada uma das operações. O número de correção da ferramenta correspondente à ferramenta que se pretende medir deverá ser definido antecipadamente através do parâmetro (nº 5020). Deste modo. é definido um sistema de coordenadas da máquina. Ao executar o retorno manual ao ponto de referência. 6 Aproxime manualmente a ferramenta de uma superfície final da peça. define-se automaticamente a quantidade de deslocação do sistema de coordenadas da peça no eixo Z. 4 Selecione a ferramenta a medir. na base da tela.11. (Para mais informações sobre cada uma das operações. O modo de escrita é cancelado e a luz intermitente “WFST” desliga-se. 3 Defina como HIGH o sinal do modo de escrita WOQSM para a quantidade de deslocação do sistema de coordenadas da peça. A quantidade de deslocação do sistema de coordenadas é programada com base no sistema de coordenadas da máquina relativo à ferramenta. 2 Execute o retorno manual ao ponto de referência. consulte o manual correspondente fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Para mais informações sobre cada uma das operações. indicando que o modo de escrita da quantidade de deslocação do sistema de coordenadas da peça está pronto. 7 Coloque a extremidade da ferramenta na superfície final (sensor) da peça através do avanço por manivela. o número de correção da ferramenta também pode ser definido automaticamente através do sinal de entrada do número de correção da ferramenta (com o parâmetro QNI (nº 5005#5)=1).) A tela muda automaticamente para a tela de deslocamento da peça e o indicador “WFST” começa a piscar na área de indicação de status. 9 Defina como LOW o sinal do modo de escrita WOQSM para a quantidade de deslocação do sistema de coordenadas da peça. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9 Defina como LOW o sinal do modo de escrita do valor de correção GOQSM. Além disso. 5 Verifique os números de correção da ferramenta. Procedimento para definir a quantidade de deslocação do sistema de coordenadas da peça Os valores de correção da posição da ferramenta podem ser definidos automaticamente deslocando manualmente a ferramenta até que esta toque no sensor. 8 Faça avançar a ferramenta.) 618 .

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11.561 -49.000 Z. CORRECAO/GEOMETRIA NO. os valores de compensação da geometria da ferramenta são introduzidos e os valores de compensação do desgaste da ferramenta não se alteram.000 0.000 -49.000 >X_ HND **** *** *** 16:05:59 [PESQ. 2 Faça o reset das coordenadas relativas ao longo dos eixos (ver Subseç.000 0 0.000 0 0.2).][+ENTRADA][ENTRADA] 5 Pressione a tecla de endereço X (ou Z ) e a soft key [ENT. Procedimento para a entrada pelo contador do valor de correção 1 Desloque manualmente a ferramenta de referência para o ponto de referência. 4 Selecione a tela de compensação da ferramenta.000 0 0.486 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 0.000 0 0.000 0 0.000 V 0.561 0. Mova o cursor até ao número de correção a definir usando as teclas do cursor. C.] . X G 001 0. os valores de compensação do desgaste da ferramenta são introduzidos e os valores de compensação da geometria da ferramenta não se alteram.NO][MEDIR][ENT.000 0 0. 619 .561 W H O0001 N00000 R T 0.000 0 0. Explicações D Correção da geometria e correção do desgaste Se as operações atrás indicadas forem executadas na tela de compensação da geometria da ferramenta.486 G 004 1.561 -49.4.000 G 002 1.000 0 0. 1.561 -49. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11.4 Entrada do Valor de Correção em o Contador Ao deslocar a ferramenta até que esta atinja o ponto de referência desejado é definido o valor de correção da ferramenta coresponde.1. Se as operações atrás indicadas forem executadas na tela de compensação d desgaste da ferramenta.486 G 005 1.486 G 007 1. 3 Desloque a ferramenta cujos valores de correção pretende definir para o ponto de referência.561 -49.000 -49.486 G 006 1. III-11.486 G 003 1.C.486 G 008 1.

Procedimento para definir a quantidade de deslocação do sistema de coordenadas da peça 1 Pressione a tecla de função . ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11.000 ^ X 0.PÇ].000 Z 0._ MDI **** *** *** [ ][ DESL.PÇ ][ W 0.000 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 0.000 S 0 T0000 16:05:59 ][ +ENTRADA ][ ENTRADA ] 3 Pressione a soft key [DESL. 5 Introduza o valor de deslocação e pressione a soft key [ENTRADA] . até 2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte visualizar a tela com a soft key [DESL.PÇ].000 > MZ100.) (MEDICAO) X 0.4.5 Definição da Quantidade de Deslocação do Sistema de Coordenadas da Peça O sistema de coordenadas definido pode ser deslocado se o sistema definido através de um comando G50 (ou comando G92 para o sistema B ou C do código G) ou se a definição automática do sistema de coordenadas for diferente do sistema de coordenadas da peça considerado na programação.TRAB O0001 N00000 (VALOR DE DESLOC. DESLOCACAO. 4 Mova o cursor através das respectivas teclas.11.000 Z 0. de modo a alcançar o eixo ao longo do qual deverá ser deslocado o sistema de coordenadas. X X’ Z’ Z O Deslocação O’ 620 .

Z = 69. Se a quantidade de deslocação no eixo X corresponde ao valor do diâmetro ou do raio. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS Explicações D Quando os valores de deslocação são ativados D Valores de deslocação e comando de definição do sistema de coordenadas Os valores de deslocação são ativados imediatamente após a respectiva definição. Z = 80.0 Z80. dependerá do que foi especificado no programa.0.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11.0. o sistema de coordenadas é definido de forma que o ponto de referência atual da ferramenta seja X = 100. Z=-1. Exemplo Quando G50 X100. independentemente dos valores de deslocamento.0.0. for especificado.00 Z D Valores de deslocação e definição do sistema de coordenadas D Valor do diâmetro ou do raio Exemplos 621 .00 Posição inicial (posição padrão) φ121.0 (diâmetro). os valores de deslocação deverão ser definidos da seguinte forma: X=1.0.0 relativamente ao ponto de origem da peça. Se a definição automática do sistema de coordenadas for executada através do retorno manual ao ponto de referência após a definição da quantidade de deslocação. Z = 70. Se a posição atual do ponto de referência for X = 121.0 X 69.0. mas devesse ser X = 120. o sistema de coordenadas é deslocado instantaneamente. A definição de um comando (G50 ou G92) para especificar um sistema de coordenadas desativa os valores de deslocamento definidos.

até 2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte visualizar a tela com a soft key [OFST.000 W O0001 N00000 100.11.000 G 03 0.000 G 06 0.000 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 100.000 G 07 0. Será mostrada a tela de correção do eixo Y.000 G 05 0.000 05 0. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11.PÇ ][ ][ ][ (OPRC) ] 3-1 Pressione a soft key [GEOM] para visualizar os valores de compensação da geometria da ferramenta ao longo do eixo Y.2 ][ DESL. A entrada direta do valor de correção da ferramenta e a função B de entrada direta da correção da ferramenta não estão disponíveis para o eixo Y. Y G 01 10.000 >_ MDI **** *** *** 16:05:59 [ CORR.000 02 0.000 G 04 40.000 07 0.4. CORREÇÃO/GEOMETRIA NO.000 >_ MDI **** *** *** [ DESG ][ GEOM ][ 16:05:59 ][ ][ (OPRC) ] 622 . CORREÇÃO NO. 2].000 03 0.000 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 100.6 Correção do Eixo Y Podem ser definidos os valores de correção da posição da ferramenta ao longo do eixo Y. 3 Pressione a soft key [OFST.000 G 08 0.000 08 0.000 06 0. Y 01 10. É igualmente possível a entrada pelo contador dos valores de correção. Procedimento para definir o valor de correção da ferramenta no eixo Y 1 Pressione a tecla de função .000 W O0001 N00000 100.000 G 02 0.000 04 40. 2].

000 POSIÇÃO REAL ((RELATIVA)) U 100. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 3-2 Pressione a soft key [DESG] para visualizar os valores de compensação do desgaste da ferramenta ao longo do eixo Y.000 W 03 0.000 W O0001 N00000 100. O valor de correção é definido e mostrado.000 W O0001 N00000 100. C.NO] .000 W 05 0.000 W 07 0.000 W 08 0.000 W 05 0.000 >_ MDI **** *** *** [ DESG ][ GEOM ][ 16:05:59 ][ ][ (OPRC) ] 4 Posicione o cursor no número de correção a alterar.000 W 02 0.000 W 04 40. CORREÇÃO/DESG NO.000 W 08 0. Y W 01 10.000 W 04 40.000 >_ MDI **** *** *** 16:05:59 [PESQ.000 W 02 0. Introduza o número de correção e pressione a soft key [PESQ.000 W 07 0. 5 Introduza o valor de correção. CORREÇÃO/DESG NO.][ +ENTRADA ][ENTRADA] 623 .NO][MEDIR][ ENT. utilizando as teclas de mudança de página e as teclas do cursor.000 W 03 0. 6 Pressione a soft key [DESG]. Y W 01 10. recorrendo a um dos métodos seguintes: D D Mova o cursor para o número de correção a alterar.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11.000 W 06 0.000 W 06 0.000 POSIÇÃO REAL ((RELATIVA)) U 100.

624 . a soft key [ENT. III-11. pressione Y e. A coordenada relativa Y (ou V) fica assim definida como o valor de correção. 4 Mova o cursor até ao valor do número de correção a definir. 2 Faça o reset da coordenada relativa Y (ver Subseç. em seguida.2). 3 Desloque a ferramenta cujos valores de correção pretende definir para o ponto de referência.C. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Procedimento para a entrada pelo contador do valor de correção Para definir as coordenadas relativas ao longo do eixo Y: 1 Desloque a ferramenta de referência para o ponto de referência.11.].1.

8. Esta subseção esclarece como definir dados. para mais informações sobre a inserção automática de números de seqüência. SEQUENCIA) > _ MDI **** *** *** 16:05:59 [ CORREC ][ DEFINIR ][ TRAB ][ ][ (OPRC) ] DEFINIÇÃO (HANDY) ESPELHAMENTO X= 0 (0:OFF ESPELHAMENTO Z= 0 (0:OFF O0001 N00000 1:ON) 1:ON) > _ MDI **** *** *** 16:05:59 [ CORREC ][ DEFINIR ][ TRAB ][ ][ (OPRC) ] 625 . = 0 PARADA DA SEQU. o operador pode igualmente ativar/desativar a escrita de parâmetros. 3 Pressione a soft key [DEFINIR] para visualizar a tela de especificação de dados.= 1 VERIF TV = 0 CODIG. Em seguida. DEFINIÇÃO (HANDY) ESCRITA PARAM. para informações mais detalhadas sobre a comparação de números de seqüência e sobre a função de parada. Pressione a tecla de página ou até mostrar a tela desejada.4. 2 Pressione a tecla de função . como o flag de verificação TV e o código de envio. CANAL) (0:OFF 1:ON) (0:NO CNV 1:F15) (NO PROGRAMA) (NO. é mostrado um exemplo de tela de especificação de dados.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11.4.2. Nessa tela.ENVIO = 1 UNID. são definidos na tela de especificação de dados. Procedimento para definir os dados de especificação 1 Selecione o modo MDI.7 Visualização e Entrada de Dados de Definição Certos dados. = 11 O0001 N00000 (0:DESATIVAR 1:ATIVAR) (0:OFF 1:ON) (0:EIA 1:ISO) (0:MM 1:POLEG) (0-3:NO. Ver subseção III-11. Esta tela é constituída por diversas páginas. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11. ENTRADA = 0 CANAL COMUN. ativar/desativar a inserção automática de números de seqüência na edição de programas e efetuar especificações para a comparação de números de seqüência e para a função de parada. Ver o Capítulo III-10. = 0 NO SEQUENCIA = 0 FORMATO DA FITA = 0 PARADA DA SEQU.

0 : Não executa a inserção automática do número de seqüência. D NO SEQUENCIA D FORMATO DE FITA D PARADA DE SEQUENCIA D ESPELHAMENTO D Outros mostrar a tela de especificação DEFINIR (TEMPORIZADOR). Definir o espelhamento ON/OFF para cada eixo. 626 . bem como a função de parada e o número do programa ao qual o número de seqüência pertence.ENVIO D UNID. ou . Conteúdo das especificações D ESCRITA PARAM. Definir a ativação ou desativação da escrita de parâmetros. 1 : O formato da fita é convertido. 0 : O formato da fita não é convertido. TV D CODIG.4.11. 0 : Sem verificação TV 1 : Executar verificação TV Código para a saída de dados através do interface de leitura/envio.ENTRADA D CANAL DE COMUN. Especificar a conversão do formato da fita F10/11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 4 Desloque o cursor até o elemento a alterar pressionando as teclas do cursor .9 sobre a tela. 1 : Executa a inserção automática do número de seqüência. 0 : Espelhamento OFF 1 : Espelhamento ON As teclas de página ou também podem ser pressionadas para D VERIF. 5 Introduza um novo valor e pressione a soft key [ENTRADA]. Ver subseção III-11. Definir o número de seqüência com o qual é executada uma parada da operação para a comparação do número de seqüência. 0 : Canal 0 1 : Canal 1 2 : Canal 2 Definir a inserção automática do número de seqüência durante a edição de um programa no modo EDICAO. Ver PROGRAMAÇÃO para o formato de fita F10/11. 0: Código de saída EIA 1: Código de saída ISO Definir a unidade de entrada em polegadas ou milímetros 0 : Unidades métricas 1 : Polegada Canal para a interface de leitura/envio. 0 : Desativado 1 : Ativado Definir a execução da verificação TV. .

SEQUENCIA) ou até a visualização da tela > _ MDI **** *** *** 16:05:59 [ CORREC ][ DEFINIR ][ TRAB ][ ][ (OPRC) ] 5 No (NO PROGRAMA) para a PARADA DA SEQUENCIA. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11. 7 Durante a operação automática. VERIF TV CODIG. NO SEQUENCIA FORMATO DA FITA PARADA DA SEQU.8 Comparação e Parada do Número de Seqüência Se um bloco contendo um número de seqüência especificado surgir no programa em execução. Procedimento para a comparação e parada do número de seqüência 1 Selecione o modo MDI. introduza o número de seqüência com o qual a operação pára. = = = = = = = = = O0001 N00000 1 (0:DESATIVAR 1:ATIVAR) 0 (0:OFF 1:ON) 1 (0:EIA 1:ISO) 0 (0:MM 1:POLEG) 0 (0-3:CANAL) 0 (0:OFF 1:ON) 0 (0:NO CNV 1:F10/11) 0 (NO PROGRAMA) 11 (NO. 2 Pressione a tecla de função . o modo bloco único é ativado após a execução do bloco. 6 No (NO SEQUENCIA) para a PARADA DA SEQUENCIA (de até cinco dígitos). o modo de bloco único é ativado no bloco contendo o número de seqüência que foi definido. PARADA DA SEQU.ENVIO UNID.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. DEFINIÇÃO (HANDY) ESCRITA PARAM. 4 Pressione a tecla de página seguinte. 3 Pressione a soft key para seleção de capítulo [DEFINIR]. ENTRADA CANAL COMUN. 627 . introduza o número (1 a 9999) do programa contendo o número de seqüência com o qual a operação pára.4.

Se o número de seqüência pré-determinado for encontrado em um bloco. Se o número de seqüência pré-determinado surgir duas ou mais vezes em um programa. a execução do programa pára depois da operação de retorno ter sido completada. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Número de seqüência após execução do programa D Blocos excecionais Se o número de seqüência especificado tiver sido encontrado durante a execução do programa. Se o número de seqüência pré-determinado for encontrado em um bloco a executar várias vezes. a execução não pára nesse bloco. o número de seqüência especificado para a compensação e parada do número de seqüência é diminuído 1 unidade. N3 GOTO 09 . No exemplo acima. Exemplo N1 #1=1 . Após a energização. o número de seqüência tem a definição 0. N4 M98 P1000 . onde estão contidos todos os comandos a processar na unidade de controle CNC.11. D Quando o mesmo número de seqüência é encontrado várias vezes no programa D Bloco a repetir um determinado número de vezes 628 . N5 M99 . D Parada no ciclo fixo Se o número de seqüência pré-determinado for encontrado em um bloco que contenha um comando de ciclo fixo. N2 IF [#1 EQ 1] GOTO 08 . a execução do programa pára após a execução do bloco em que o número de seqüência pré-determinado surge pela primeira vez. o número de seqüência pré-determinado foi encontrado e a execução do programa não pára. a execução do programa pára depois do bloco ter sido executado o número de vezes especificado.

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.4.9
Visualização e Definição do Tempo de Trabalho, Contagem de Peças e Duração

Podem ser mostrados vários tempos de execução, o número total de peças usinadas, o número de peças necessárias e o número de peças usinadas. Estes dados podem ser definidos por parâmetros ou através desta tela (exceto no que diz respeito ao número total de peças usinadas e ao tempo durante o qual o sistema está ligado, os quais só podem ser especificados por parâmetros). Esta tela pode mostrar também as horas. A hora pode ser especificada na tela.

Procedimento para Visualização e Definição do Tempo de Execução, Contagem de Peças e Duração 1 Selecione o modo MDI. 2 Pressione a tecla de função .

3 Pressione a soft key para seleção de capítulo [DEFINIR]. 4 Pressione a tecla de página seguinte.
DEFINIÇÃO (CONTADOR) TOTAL DE PECAS PECAS REQUER. CONT.PECAS LIGADO TEMPO DE OPERAC TEMPO CORTE TEMPO LIVRE TEMPO DE CICLO DATA HORA = = = = = = = = = 14 0 23 4H 31M 0H 0M 0S 0H 37M 5S 0H 0M 0S = 0H 0M 0S 2001/07/05 11:32:52 O0001 N00000

ou

até a visualização da tela

> _ MDI **** *** ***

S 16:05:59

0

T0000

[CORREC] [DEFINIR] [ TRAB ] [

] [(OPRC)]

5 Para definir o número de peças necessárias, mova o cursor até PECAS REQUER. e introduza o número de peças a usinar. 6 Para regular o relógio, mova o cursor até DATA ou HORA, introduza uma nova data ou hora e pressione a soft key [ENTRADA].

Items da tela
D TOTAL DE PECAS Este valor é incrementado uma unidade quando M02, M30 ou um código M especificado pelo parâmetro 6710 é executado. Este valor não pode ser definido nesta tela. Especifique o valor no parâmetro 6712. É usado para definir o número necessário de peças usinadas. Se este for colocado em ”0”, o número de peças é ilimitado. Esta definição também pode ser feita através do parâmetro (nº 6713).
629

D PECAS REQUER.

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

D CONT. PECAS

Este valor é incrementado uma unidade quando M02, M30 ou um código M especificado pelo parâmetro 6710 é executado. O valor também pode ser definido pelo parâmetro 6711. De um modo geral, este valor é reposto quando atinge o número de peças requerido. Para mais informações, consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Visualização do período total em que o sistema está ligado. Este valor não pode ser definido nesta tela, mas pode ser pré-selecionado no parâmetro 6750. Indica o tempo de execução total durante a operação automática, excluindo o tempo de parada e de bloqueio do avanço. Este valor pode ser pré-selecionado no parâmetro 6751 ou 6752. Indicação do tempo total necessário para o corte, relacionado com o avanço de corte, como a interpolação linear (G01) e a interpolação circular (G02 ou G03). Este valor pode ser pré-selecionado no parâmetro 6753 ou 6754. Este valor pode ser usado, por exemplo, para indicar o tempo total de fluxo do líquido refrigerante. Para mais informações, consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Indica o tempo de execução de uma operação automática, excluindo o tempo de parada e de bloqueio de avanço. Este valor é colocado automaticamente em 0 quando o início de um ciclo é executado no estado de reset. Mantém-se colocado em 0, mesmo após a desenergização. Indicação da data e hora atuais. A data e hora podem ser definidas nesta tela.

D LIGADO

D TEMPO DE OPERAC

D TEMPO DE CORTE

D TEMPO LIVRE

D TEMPO CICLO

D DATA e HORA

Explicações
D Utilização Quando o comando M02 ou M30 é executado, o número total de peças usinadas e o número de peças usinadas são incrementados em um. Por este motivo, o programa deve ser criado de forma que M02 ou M30 seja executado sempre que termina a fabricação de uma peça. Além disso, se um código M especificado pelo parâmetro (nº 6710) é executado, a contagem é feita de forma semelhante. É igualmente possível desativar a contagem, mesmo que M02 ou M30 seja executado (o parâmetro PCM (nº 6700#0) é colocado em 1). Para mais informações, consulte o manual editado pelo fabricante da máquina-ferramenta.

Restrições
D Definição do tempo de trabalho e da contagem de peças D Definição do tempo Não podem ser definidos valores negativos. De igual modo, a definição de “M” e “S” do tempo de trabalho é válida de 0 a 59. Pode não ser possível definir valores negativos para o número total de peças usinadas. Não podem ser especificados valores negativos nem valores que excedam os que se encontram indicados na tabela a seguir.
Elemento Ano Mês Dia Valor máximo 2085 12 31 Elemento Hora Minuto Segundo Valor máximo 23 59 59

630

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.4.10
Visualização e Definição do Valor de Correção do Ponto de Origem da Peça

Visualização da correção do ponto de origem de cada sistema de coordenadas da peça (G54 a G59) e da correção externa do ponto de origem. O valor de correção do ponto de origem da peça e o valor externo de correção do ponto de origem da peça podem ser definidos nesta tela.

Procedimento para Visualizar e Definir o Valor de Correção do Ponto de Origem da Peça 1 Pressione a tecla de função .

2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [TRAB]. É exibida a tela para especificação do sistema de coordenadas da peça.
CCORDENADAS TRAB O0001 N00000

DADOS 00 X (EXT) Z

NO. 0.000 0.000

DADOS NO. 02 X 152.580 (G55) Z 234.000

01 X 20.000 (G54) Z 50.000

03 X 300.000 (G56) Z 200.000

> _ S MDI **** *** *** 16:05:59 [ CORREC ][ DEFINIR ][ TRAB ][

0

T0000

][ (OPRC) ]

3 A tela para visualizar os valores de correção do ponto de origem da peça é constituída por duas ou mais páginas. Visualize a página desejada de uma das seguintes formas: S Pressione a tecla de página para cima ou para baixo . S Introduza o número do sistema de coordenadas da peça (0: correção externa do ponto de origem da peça, 1 a 6: sistemas de coordenadas da peça G54 a G59) e pressione a soft key de seleção da operação [PESQ.NO] . Coloque em OFF a chave para proteção dos dados (ativação da escrita). Mova o cursor até o valor de correção do ponto de origem da peça a alterar. Introduza o valor pretendido através do teclado numérico e pressione a soft key [ENTRADA] . O valor introduzido é especificado no novo valor de correção do ponto de origem da peça. O valor introduzido pode ser igualmente adicionado ao valor de correção anterior através do teclado numérico e da soft key [+ENTRADA]. Repita os passos 5 e 6 para alterar outros valores de correção. Coloque em ON a chave para proteção dos dados (ativação da proteção contra escrita).
631

4 5 6

7 8

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

11.4.11
Entrada Direta dos Valores Medidos de Correção do Ponto de Origem da Peça

Esta função é usada para compensar a diferença entre o sistema programado de coordenadas da peça e o sistema real de coordenadas da peça. O valor de correção do ponto de origem do sistema de coordenadas da peça pode ser introduzido na tela, de forma que os valores de comando estejam de acordo com as dimensões reais. A seleção do novo sistema de coordenadas faz corresponder o sistema de coordenadas programado ao sistema de coordenadas real.

Procedimento para Introduzir os Valores Medidos de Correção do Ponto de Origem da Peça

x

X

Ponto de origem programada da peça Superfície B

Valor de correção anterior

O O’ Valor de correçã o novo β

Z α Z

Origem

Superfície A

1 Se a peça tiver o formato atrás mostrado, corte manualmente a superfície A. 2 Desloque a ferramenta ao longo do eixo X sem alterar a coordenada Z e páre, em seguida, o fuso. 3 Meça a distânciaβ entre a superfície A e o ponto de origem programado do sistema de coordenadas da peça, como acima indicado. 4 Pressione a tecla de função .

632

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

5

Para visualizar a tela de especificação dos valores de correção do ponto de origem da peça, pressione a soft key para seleção de capítulo [TRAB].

COORDENADAS TRAB (G54)

O1234 N56789

NO. 00 X (EXT)Z

DADOS 0.000 0.000

NO. 02 X (G55) Z

DADOS 0.000 0.000

01 X (G54) Z

0.000 0.000

03 X (G56) Z

0.000 0.000

> Z100. S 0 T0000 MDI **** *** *** 16:05:59 [ PESQ NO ][ MEDIR ][ ][ +ENTRADA ][ ENTRADA ]

6 Mova o cursor até o valor de correção do ponto de origem da peça a definir. 7 Pressione a tecla de endereço para o eixo ao longo do qual deve ser definido o valor de correção (eixo Z, neste exemplo). 8 Introduza o valor medido (β) e pressione a soft key [MEDIR]. 9 Corte manualmente a superfície B. 10 Desloque a ferramenta ao longo do eixo Z sem alterar a coordenada X e páre, em seguida, o fuso. 11 Meça o diâmetro da superfície A (α) e introduza o diâmetro em X.

Restrições
D Entradas consecutivas D Durante a execução do programa D Efeito de outro valor de deslocação Não é possível inserir simultaneamente valores de correção para dois ou mais eixos. Esta função não pode ser usada durante a execução de um programa. Qualquer deslocação especificada para o sistema de coordenadas da peça ou a correção externa mantém-se ativo quando é usada esta função.

633

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

11.4.12
Visualização e Definição de Variáveis Comuns de Macro de Usuário

Exibe as variáveis comuns (de #100 a #199 e de #500 a #999). Se o valor absoluto de uma variável comum ultrapassar 99999999, é visualizado ********. Os valores das variáveis podem ser definidos nesta tela. As coordenadas relativas também podem ser atribuídas às variáveis.

Procedimento para visualizar e definir variáveis comuns de macro de usuário

1 Pressione a tecla de função
Macro

.

Tecla de mudança para o menu seguinte

e, em 2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte seguida, a soft key para seleção de capítulo [MACRO]. A tela seguinte será mostrada:

VARIÁVEL

O0001 N00000

DADOS NO. DADOS NO. 100 1000.000 108 0.000 101 0.000 109 40000.000 102 -50000.000 110 153020.00 103 0.000 111 0001.000 104 1238501.0 112 0.000 105 0.000 113 20000.000 106 0.000 114 0.000 107 0.000 115 0.000 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U0.000 W 0.000

> _ S 0 T0000 MDI **** *** *** 16:05:59 [ PESQ.NO][ ][ENT. C.] [ ] [ ENTRADA ]

3 Mova o cursor até o número da variável a definir, seguindo um dos métodos abaixo indicados: - Introduza o número da variável e pressione a soft key [PESQ.NO]. - Mova o cursor até o número da variável a definir, pressionando as teclas de página , e/ou . e/ou e as teclas do cursor , ,

4 Introduza os dados através do teclado numérico e pressione a soft key [ENTRADA]. 5 Para converter uma coordenada relativa em uma variável, pressione a tecla de endereço X ou Z e, em seguida, a soft key [ENT.C.].

6 Para deixar uma variável em branco, basta pressionar a soft key [ENTRADA]. O campo do valor da variável fica em branco.
634

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.4.13
Visualização dos Dados Padrão e do Menu Padrão

Nesta subseção é utilizado um exemplo para descrever como mostrar ou especificar menus de usinagem (menus padrão), criados pelo fabricante da máquina-ferramenta. Consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta para mais informações sobre os menus padrão e os dados padrão propriamente ditos. Ver Capítulo II-20 para mais informações sobre a função de introdução dos dados padrão.

Procedimento para visualizar os dados padrão e o menu padrão

Procedimento
MENU

1 Pressione a tecla de função

. e, em

2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte seguida, a soft key para seleção de capítulo [MENU]. A tela seguinte (tela de menu padrão) é mostrada:
Tecla de mudança para o menu seguinte

MENU : PADRÃO DE FURO 1. ROSQUEAMENTO 2. PERFURACAO 3. MANDRILAGEM 4. BOLSA 5. FURO 6. ANGULO DA LINHA 7. GRADE 8. PROFUNDA 9. 10. >_ MDI **** *** *** 16:05:59 [ MACRO ] [ MENU ] [ OPR ] [

O0000 N00000

] [(OPRC)]

3 Introduza um número padrão e pressione a soft key [SELEC]. Neste exemplo, pressione 5 e, em seguida [SELEC]. A tela seguinte (tela de dados padrão) é mostrada:
VAR. : FURO NO. NOME 500 FERRAMENTA 501 PADRAO X 502 PADRAO Y 503 RAIO 504 S. ANGL 505 NO FUROS 506 507 O0001 N00000 COMENTÁRIO *FURO CIRCULO* DEFINIR PADRAO DADOS PARA VAR. NO.500--505.

DADOS 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000

POSIÇÃO ATUAL (RELATIVA) X 0.000 Y 0.000 0.000 >_Z MDI **** *** *** 16:05:59 [ CORREC ] [DEFINIR] [ ] [ ] [ (OPRC) ]

635

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

4 Introduza os dados padrão necessários e pressione

.

5 Depois de ter introduzido todos os dados necessários, acione o modo MEMORIA e pressione o botão de início de ciclo para começar a usinagem.

Explicações
D Explicação da tela do menu padrão
PADRÃO DE FURO : Título do menu Pode ser mostrada uma seqüência

de caracteres opcional de, no máximo, 12 caracteres. opcional de, no máximo, 10 caracteres.

FURO : Nome padrãoPode ser mostrada uma seqüência de caracteres

O fabricante da máquina-ferramenta deveria programar as cadeias de caracteres do título de menu e do nome padrão através de uma macro de usuário e carregá-los na memória do programa. D Explicação da tela dos dados padrão
FURO : Título dos dados padrão Pode ser mostrada uma seqüência

de caracteres opcional de, no máximo, 12 caracteres.

FERRAMENTA : Nome da variávelPode ser mostrada uma seqüência

de caracteres opcional de, no máximo, 10 caracteres.

CÍRCULO DE FUROS : Instrução de comentárioPode ser mostrado

um comentário de uma seqüência de caracteres opcional de, no máximo, 12 caracteres/linha em 8 linhas.

O fabricante da máquina-ferramenta deveria programar as cadeias de caracteres do nome da variável e do comentário através de uma macro de usuário e carregá-los na memória do programa.

636

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.4.14
Visualização e Definição do Painel de Operação por Software

Com esta função, as funções dos botões do painel de operação da máquina podem ser controladas a partir do painel MDI. O avanço em modo jog pode ser executado através do teclado numérico.

Procedimento para visualizar e definir o painel de operação por software

1 Pressione a tecla de função
OPR

. e, em

2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte seguida, a soft key para seleção de capítulo [OPR]. 3 A tela é constituída por diversas páginas. Pressione a tecla de página
PAINEL DO OPERADOR

Tecla de mudança para o menu seguinte

ou

até mostrar a tela desejada.
O0000 N00000

MODO : MDI MEM EDIC MANV JOG REF EIXO DA MANIV: HX HZ HC HY PASSO MULTI. : *1 *10 *100 OVRD.RAPID. : 100% 50% 25% F0 OVRD JOG : 2.0% ************** OVRD.AVANÇO : 100% *** POSIÇÃO REAL (ABSOLUTA) X 0.000 Z 0.000

>_ REF **** *** *** [ MACRO ][ MEMu

16:05:59 ][ OPR ][

][

]

PAINEL DO OPERADOR SALTO DE BLOCO BLOCO UNICO BLOQUEIO MAQUINA CHAVE PROTEC BLOQUEIO DE AVANÇO POSIÇÃO X : : : : :

O0000 N00000 OFF J ON J OFF ON OFF J ON J PROTEGIDO J OFF

LIBERAR

REAL (ABSOLUTA) 0.000 Z

0.000

MDI **** *** *** [ MACRO ][ MENU

16:05:59 ][ OPR ][

][

]

4 Desloque o cursor até o botão desejado pressionando a tecla do cursor ou
637

.

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

5 Pressione a tecla do cursor

ou

para colocar a marca J em

uma posição qualquer e definir o estado desejado. 6 Se uma tecla de seta for pressionada em uma tela com o avanço em modo jog ativado, como mostrado abaixo, o dito avanço é executado. Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte 5 juntamente com uma tecla de seta para executar o deslocamento rápido manual contínuo.

7 4 1

8 5 2

9 6 6

Explicações
D Operações válidas As operações válidas no painel de operação por software são mostradas a seguir. Através do parâmetro 7200 pode selecionar-se a utilização do painel CRT ou do painel de operação da máquina para cada grupo de operações.
Grupo1: Seleção do modo Grupo2: Seleção do eixo de avanço em modo jog, deslocamento rápido manual contínuo Grupo3: Seleção do eixo de avanço do gerador de pulsos manual, seleção do aumento dos pulsos manuais x1, x10, x100 Grupo4: Velocidade de avanço em modo jog, override da velocidade de avanço, override do deslocamento rápido Grupo5: Salto de bloco opcional, bloco único, bloqueio da máquina, funcionamento em vazio Grupo6: Chave de proteção Grupo7: Bloqueio de avanço

D Tela

Os grupos para os quais o painel de operação da máquina é selecionado através do parâmetro 7200 não são mostrados no painel de operação por software. Quando a tela indica qualquer tela menos a do painel de operação por software e a de diagnóstico, o avanço em modo jog não é efetuado, mesmo que seja pressionada a tecla de seta. O eixo e direção de avanço correspondentes às teclas de seta podem ser especificados com os parâmetros (nº 7210 a 7217). Como função ampliada do painel de operação por software, encontram-se disponíveis oito botões de definição opcional. O nome dos botões pode ser definido através dos parâmetros (nº 7220 a 7283), sob a forma de cadeias de 8 caracteres, no máximo. Consulte o manual editado pelo fabricante da máquina-ferramenta, para mais informações sobre estes botões.
638

D Telas em que é válido o avanço em modo jog D Avanço em modo jog e teclas de seta D Botões multi -- usos

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.4.15
Visualização e Definição dos Dados de Gestão da Vida Útil das Ferramentas

Os dados sobre a vida útil das ferramentas podem ser mostrados para informar o operador sobre o estado atual da gestão da vida útil das ferramentas. São igualmente mostrados os grupos que requerem a substituição da ferramenta. O contador da vida útil da ferramenta para cada grupo pode ser predefinido para um valor qualquer. Os dados sobre a ferramenta (dados sobre a execução) podem ser reconfigurados ou apagados. Para registrar ou modificar os dados sobre gestão da vida útil das ferramentas, é necessário criar e executar um programa. Ver Explicações nesta seção, pa