FATORES DE CONVERSÃO Unidades Inglesas para SI
Para converter (Aceleração) pé/segundo2 (Área) pé (ft2) Para Multiplicar por

(ft/sec2)

polegada/segundo2 (in./sec2)

metro/segundo2 (m/s') metro/segundo2 (m/s')
metro2 metro2

3.048 X 10-1 * 2.54 X 10-2 * 9.2903 X 10-2 6.4516 X 10-4* 2.7680 X 104 1.6018 X 10 4.4482 X 103 4.4482 3.048 X 10-1 * 2.54 X 10-' * 1.6093 X 103 1.852 X 10- '* 4.5359 X 10-1 1.4594 X 10 9.0718 X 10' 1.3558 0.11298 41.623 • 1.3558 4.4482 1.3558 2.2597 X 10-' 7.4570 X Ia' 1.0133 X 10' 4.7880 X 10 6.8948 X 103 1.7513 X 10' 3.048 X 10-1 * 5.1444 X 10-1 4.4704 X 10-1 * 1.6093 2.8317 X 10-2 1.6387 X 10-' 1.0551 X 103 1.3558 3.60 X 10· *
X

polegada 2 (in.2)
(Massa especz'fica)

(m') (m')

libra massa/polegada3 (Ibm/in.') libra massa/pé 3 (lbm/ft3)
(Força)

quilograma/metro3 (kg/m3) quilograma/metro3 (kg/m3) newton (N) newton (N) metro (m) metro (m) metro(m) metro (m) quilograma (kg) quilograma (kg) quilograma (kg) newton-metro (N • m) newton-metro (N • m)
metro4
(m4)

kip (1000 Ib) libra força (Ib)
(Comprimento) pé (ft)

polegada (in.) milha (mi) milha (mi), (milha marítima)
(Massa)

libra massa (lbm) slug (lb-sec2/ft) tonelada (2000 Ibm)
(Momento de força)

libra-pé (lb-ft) libra-polegada (lb-in.)
(Momento de inércia, área) pOlegada4 (Momento de inércia, massa)

10-0

libra-pé-segundo2 (lb-ft-sec')
(Momentum (Momentum (Potência) ou quantidade de movimento, ou quantidade de movimento, linear)

quilúgrama-metro2 (kg • m') quilograma-metro/segundo
angular)

libra-segundo (lb-sec) libra-pé-segundo (lb-ft-sec) pé-libra-minuto (ft-Ib-min) horsepower (550 ft-Ib/sec)
(Pressão, tensão)

(kg • m/s)

newton-metro-segundo (kg • m'/s) watt(W) watt(W) newton "metro' (N/m2 ou Pa) newton/metro' (N/m' ou Pa) newton/metro' (N/m' ou Pa) newton/metro (N/m) metro /segundo (m/s) metro/segundo (m/s) metro/segundo (m/s) qúilômetro/hora (km/h) metro3 (m3) metro3 (m3) joule (1) joule (1) joule (1)

atmosfera (padrão) (14.7 Ib/in!) libra-força/pé' (lb/ft') libra-força/polegada' (lb/in! ou psi)
(Constante elástico)

libra força/polegada (Ib/in.)
(Velocidade)

pé/segundo nó/náutica milha/hora milha/hora
(Volume)

(tf/sec) (mi/hr) (mi/hr) (mi/hr)

pé3 (ft3) polegada 3 (in.')
(Trabalho, energia)

Unidade :érrnica Inglesa (BTU) pé-libra forç (ft-Ib) kilowatt-hora (kw-h) * Valor exato

UNIDADES

DO SISTEMA

INTERNACIONAL

USADAS

NA MECÂNICA

Quantidade (Unidades Básicas)
Comprimento Massa Tempo

Unidade

S{mbolo SI

metro quilograma segundo linear angular metro/segundo' radiano/segundo' metro' q uilograma/metro' newton hertz newton-segundo newton-metro-segundo newton-metro metro" de movimento de movimento linear angular quilograma-metro q uilograma-metro/ quilograma-metro ' segundo '/segundo

m kg s

(Unidades Derivadas)
Aceleração, Aceleração, Área Força Freqüência Impulso, 1mpulso, Momento Momento Momento Momentum Momentum Potência Pressão, Produto

m/s'
rad/s'

m'
kg/m'

Massa específica

N (= kg • m/s')

linear angular de força de inércia, área de inércia, massa ou quantidade ou quantidade

N· N·

Hz

(= l/s)
s m· s

N'm m' kg' m'
kg • m/s (= N . s) kg' m'/s(=N' m· W (= J/s = N . m/s) Pa (= N/m') s)

watt
área massa pascal metro4 quilograma-metro' newton/metro metro/segundo racliano/segundo metro'

tensão de inércia,

Produto de inércia, Constante elástico Velocidade, Velocidade, Volume linear angular

m' kg. m'
N/m m/s
rad/s

m'

FATORES Unidades

DE CONVERSÃO Inglesas para SI

Para con verter
Trabalho, Distância Massa energia (navegação)

Para
joule milha náutica tonelada métrica graus (decimal) racliano nó dia hora minuto

Multiplicar por
J(=N· m)

(Unidades Suplementares)

(= 1.852 km) t (= 1.000 kg)

Ângulo plano Ângulo plano Velocidade Tempo Tempo Tempo

(1.852 d

km/h)

h
min

PREFIXOS

DE UNIDADES

SI

Fator Multiplicação

Prefixo
terra giga mega kilo hecto deka deci centi milli micro nano pico

S{mbolo
T G

1000000000000 = 10" -1000000000 = 10' -1000000 = 10' 1000 = 10' 100 = 10' 10=10 0.1 = 10-1 0.01 = 10-' 0.001 = 10-' 0.000001 = 10-' 0.000 000 001 = 100.000000000001 = 10-1'
9

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ESTATICA

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EDITORA

AFILIADA

Supor que a pressão esteja uniformemente distribuída sobre a área dos discos. o eixo é girado. até que a biela deslize no ângulo Ci.66 Calcular a tração T necessária para baixar a do Probl.38IC' T 500 kg Probl. do cabo. Na embreagem mostrada.62 As rodas dianteiras de um veículo têm um raio de 300 mm e são equipadas com freios a disco. ::.6. existem cinco pares de superfícies de atrito. que consistem de um anel A de raios externo e interno de 150 e 75 mm. Encontrar também To' C:aIEl 6. se o coeficiente de atrito for 0.67 Probl.65. a tração To na parte estacionárn. O anel.35.c1uindo as rodas e é distribuldo igualmente 80' elas.l. J. vagarosamente. Resp. Resp. Os discos motrizesA estão enchavetados ao eixo propulsor B. F = 136. 6. quando o veículo estiver à velocidade constante e as rodas girando. A massa total do veículo é 480 kg. Se for necessário uma força P = 80 N • q . Com a biela inicialmente na posição vertical. de modo a ficarem livres para deslizar ao longo do eixo. E::contre. calcular a força de atrito F entre cada pneumático dianteiro e a.estrada horizontal. Escrever uma expressão exata para o coeficiente de atrito. no Probl. como mostrado.25.63 A figura representa uma embreagem de discos múltiplos para uso em motor marítimo. para constante.61 Calcular o torque M que é necessário eixo do tambor de elevação do Probl.64 6. porém devendo girar com ele.65 Probl. Desprezar a massa da polia.271.60.62 6. Os discos C acionam a carcaça D por meio dos parafusos E. aplicar ao 6. com centro de gravidade em G. 6. para uma força axial P = 1 kN. e determinar o torque máximo M que pode ser transmitido. Se a pressão entre o anel e a roda do disco for uniforme sobre as superfícies de contato. calcular a tra ção T necessária para elevar a carga de 500 kg. 6. O coeficiente de atrito entre o disco e o anel é 0. respectivamente. T= 2.63 Cada uma das quatro rodas do veículo tem 20 de massa e está montada em um eixo de 80 mm ( diâmetro. 6.1 N Vertical-1 Probl. também.65 6. 6.52 kN. Resp.. baixar a carga de 500 kg com velocidade Usar o valor de = 0. que não gira com a roda.238 I ESTATICA 6.é forçado contra o disco da roda por uma força P.64 O eixo A ajusta-se folgadamente ao mancal do pino do êmbolo da biela. To = 2.6.15 e P= 500N. calculado 6. ao longo dos quais eles estão livres para deslizar. para o coeficiente de atrito.60. M= 335 N'm Se o coeficiente de atrito dinâmico entre o pino dz 30 mm de diâmetro ea polia é 0.

EDITORA .T. formado pela Escola de Engenharia da UFF Tradução da 2!1 Edição Márcio de Luca Rebello Engenheiro Naval. Meriam Professor de Engenharia Mecânica Califomia Polytechnic State University Tradução da 1!1 Edição Augusto Cesar Alcoforado do Couto Engenheiro Industrial Mecânico.I. formado pelo M.• James L. formado pela USP Mestre em Engenharia Naval.

Título do Copyríght All ríghts publíshed orígínal em ínglês: Engíneering Mechanícs Statícs and Dynamícs © John Wíley & Sons. gravação. fotocópía. ou outros). reserved. no todo ou em parte. mecâníco. . Inc. Travessa do Ouvidor.A.e Científicos S. Direítos exclusivos para a língua portuguesa Copyright © 1994 by LTC . sob quaísquer formas ou por quaísquer meíos (eletrôníco. sem permíssão expressa da Edítora. RJ . Inc. by John Wiley & Sons.CEP 20040-040 Reservados todos os díreitos. É proibída a duplícação ou reprodução deste volume.Livros Técnicos. Authorízed translatíon from Englísh Language editíor. 11 Rio de Janeiro.

Meriam no campo da Engenharia Mecânica são dignas de nota. ele foi o primeiro a ser agraciado com o prêmio Tau Beta Pi. Por exemplo. para resolver uma classe de problemas geralmente negligenciados por outros autores. Em 1963. em Berkeley. reconstruiu literalmente a apresentação do assunto para os estudantes. ele foi a pessoa que mais influenciou o ensino da Mecânica nos últimos vinte e cinco anos.PREFÁCIO As inovações e contribuições do Dr. Todas estas experiências. que estimularam suas primeiras contribuições para a Mecânica nas análises matemática e experimental das tensões. O seu primeiro livro sobre Mecânica. segundo. . Meriam iniciou seu contato com a Mecânica na Universidade de Yale. Em 1972. Mestre e Doutor. em Berkeley. ele descobriu o seu profundo interesse pelas aplicações práticas da Mecânica. tornou-se Deão de Engenharia na Universidade de Duke.. de maneira clara. absorvidas no início de sua carreira. influenciaram o Professor Meriam de dois modos: primeiro. Meriam foi membro docente da Universidade da Califórnia. e tornou-se o livro-texto definitivo naquela década. e este fato tem sido reconhecido pelos seus estudantes. Sem dúvida alguma. com primorosas ilustrações. Durante a Segunda Guerra Mundial. orientados para o estudante médio e contendo excelentes exemplos de problemas de Engenharia da vida real. Estes livros tornaram-se modelo para outros textos sobre Engenharia Mecânica nos anos ~e 50 e de 60. e estão incluídos em seus escritos e aulas. onde foi Professor de Mecânica. de relevância universitária. O diagrama de corpo livre é o fundamento da Mecânica. Dr. James L. em 1963. O Dr. outorgado principalmente em consideração à excelência de suas aulas. publicado em 1951. onde quer que dê aulas. como o método do trabalho virtual pode ser empregado na Estática. a ênfase e o rigor com que desenvolveu o seu emprego na Mecânica foram novos e de pleno sucesso. ao abordarem problemas da Mecânica. aceitando o cargo de Professor de Mecânica na Universidade Estadual Politécnica da Califórnia. Tanto o primeiro livro quanto os que se seguiram sempre se caracterizaram por uma organização lógica. Meriam. serviu na Guarda Costeira Americana. ele esenvolveu um gosto permanente por navios e pelo mar . o ProL Meriam satisfez seu desejo de retomar a ensinar em tempo integral. Cedo ganhou experiência industrial na Pratt and Whitney Aircraft e na General Electric Company. onde obteve os graus de Bacharel. Meriam sempre deu muita ênfase ao ensino. Apesar de não ser um conceito criado pelo Dr. de fácil leitura. Deão Assistente dos Estudos de Graduação e Chefe da Divisão de Mecânica e Projeto. Foi o primeiro autor a mostrar. durante vinte e dois anos. O Professor Meriam muito contribuiu para a clareza e a compreensão de que se dispõe atualmente. Aqueles que iniciaram o estudo da Mecânica depois de 1950 não passaram pelas apreensões e falta de entendimento experimentados pela maioria dos engenheiros formados anteriormente. O Dr. onde dedicou todas as suas energias ao desenvolvimento da Escola de Engenharia.

direcioná-Ios para aplicações mais desafiantes da Engenharia. está entre os primeiros livros-textos de Mecânica. no sistema métrico. enorme sucesso entre estudantes. nas suas últimas edições. a edição de Dinâmica. Berkeley . então. e ampliará ainda mais a contribuição do autor no estudo da Mecânica. contidos na sua 2. contém uma das melhores coleções de problemas já apresentadas até agora. publicada em 1975. Meriam vem se mostrando um líder na promoção das unidades métricas. Mais recentemente. Sua versão métrica de Estática e Dinâmica. Steidel Professor de Mecânica Universidade da Califórnia. É especialmente orientado para auxiliar os estudantes nos estágios preliminares de cada tópico novo e. sem dúvida. Meriam promete igualar e mesmo exceder o padrão elevado dos anteriores. publicados nos Estados Unidos. Sem dúvida. tornou compreensível o movimento plano e. o Prof. a Cinética e a Cinemática Tridimensional receberam o mesmo tratamento.I VIII I PREFÁCIO Na Dinâmica. professores e engenheiros. A ele são creditados os desenvolvimentos originais de teoria da dinâmica de massa variável. O recente livro do Prof. Robert F. Terá.

quanto de estímulo para que. cada vez mais. Álgebra Escalar e Vetorial. a fim de que possam ser evitados. oferece uma grande seleção de 'problemas simples introdutórios e uma seleção de problemas de dificuldade intermediária. Califórnia Janeiro 1978 . Aplicando os princípios da Mecânica. de maneira decisiva. quanto na solução de problemas mecânicos. Meriam Santa Bárbara. com a finalidade de estimular o seu interesse e desenvolver' a percepção para as diversas aplicações da Mecânica na Engenharia. será altamente dependente do desenvolvimento de um método de abordagem bem disciplinado. lógica e precisa. Trigonometria. " J.livro contém um grande número de problemas resolvidos com soluções detalhadas. estudante de Mecânica. Espero que este livro sirva tanto de auxílio. incluindo ob~ervações úteis que destacam erros e distrações comuns. Na Engenharia Mecânica. muitos problemas que ilustram aspectos importantes e contemporâneos da Engenharia. iniciando pela Estática e terminando na Dinâmica. incorporando hipóteses físicas e simplificações matemáticas apropriadas. aprendemos a construir e a resolver modelos matemáticos que descrevem os efeitos de forças e movimentos sobre uma grande variedade de estruturas e máquinas relacionadas com os engenheiros. Devido aos muitos anos de experiência que possuo como professor e como engenheiro. A prática da moderna Engenharia exige um alto nível de capacidade analítica e o estudante irá perceber que o estudo da Mecânica contribuirá. conheço a importância que tem o desenvolvimento da habilidade de representar um trabalho de uma maneira clara. para o desenvolvimento desta capacidade. Apresenta. Geometria Analítica e Cálculo. O presente . A Mecânica é um excelente campo para desenvolver estes hábitos de pensamento lógico e de comunicação efetiva. Tenho a satisfação de estender meu incentivo a você. e onde devem ser rigorosamente aplicados os princípios adequados. bem como em toda a Engenharia. o estudante terá freqüentes oportunidades de usar seus conhecimentos de Geometria Plana e Sólida. O seu sucesso na Mecânica. Além disso. formulamos estes modelos. por outro lado.PREFÁCIO AO ESTUDANTE Ao penetrar no estudo da Engenharia Mecânica. o estudante estará edificando as bases de sua capacidade analítica para solucionar uma grande variedade de problemas de Engenharia. para ajudarem o estudante a ganhar confiança inicial e entendimento em cada tópico novo. Tanto na formulação. desde a formulação das hipóteses até a conclusão. L. desenvolva seus conhecimentos em Engenharia. à medida que usá-Ias na Mecânica. Certamente o estudante descobrirá novos significados para estas ferramentas matemáticas.

61 Calcular o torque M que é necessário eixo do tambor de elevação do Probl.l. até que a biela deslize no ângulo Ci. para uma força axial P = 1 kN. respectivamente. como mostrado. 6. Encontrar também To' C:aIEl 6.63 A figura representa uma embreagem de discos múltiplos para uso em motor marítimo. baixar a carga de 500 kg com velocidade Usar o valor de = 0. J.271.67 Probl. F = 136. calcular a tra ção T necessária para elevar a carga de 500 kg.64 6. 6.15 e P= 500N.63 Cada uma das quatro rodas do veículo tem 20 de massa e está montada em um eixo de 80 mm ( diâmetro.6.é forçado contra o disco da roda por uma força P. calcular a força de atrito F entre cada pneumático dianteiro e a. 6.60. Os discos motrizesA estão enchavetados ao eixo propulsor B.62 6. e determinar o torque máximo M que pode ser transmitido.estrada horizontal. o eixo é girado. M= 335 N'm Se o coeficiente de atrito dinâmico entre o pino dz 30 mm de diâmetro ea polia é 0. Com a biela inicialmente na posição vertical. se o coeficiente de atrito for 0. que consistem de um anel A de raios externo e interno de 150 e 75 mm.6. no Probl.65 6.25. existem cinco pares de superfícies de atrito. Os discos C acionam a carcaça D por meio dos parafusos E. com centro de gravidade em G. a tração To na parte estacionárn. 6.60. Na embreagem mostrada. ::.52 kN. também. Desprezar a massa da polia. para constante. quando o veículo estiver à velocidade constante e as rodas girando. Resp.. aplicar ao 6. T= 2.62 As rodas dianteiras de um veículo têm um raio de 300 mm e são equipadas com freios a disco. O coeficiente de atrito entre o disco e o anel é 0. E::contre. Resp. To = 2. A massa total do veículo é 480 kg. Resp. calculado 6. Escrever uma expressão exata para o coeficiente de atrito.64 O eixo A ajusta-se folgadamente ao mancal do pino do êmbolo da biela. Se for necessário uma força P = 80 N • q .65 Probl. Se a pressão entre o anel e a roda do disco for uniforme sobre as superfícies de contato. porém devendo girar com ele. para o coeficiente de atrito. vagarosamente. O anel. 6. de modo a ficarem livres para deslizar ao longo do eixo. que não gira com a roda.38IC' T 500 kg Probl. Supor que a pressão esteja uniformemente distribuída sobre a área dos discos.238 I ESTATICA 6.66 Calcular a tração T necessária para baixar a do Probl. ao longo dos quais eles estão livres para deslizar.c1uindo as rodas e é distribuldo igualmente 80' elas.35. do cabo.1 N Vertical-1 Probl.65.

Finalmente. Não deve ser subestimada a importância de se motivar o estudante. tem havido uma redução significante.d. tem havido uma tendência.a~e distingue a Engenharia Mecânica da Ciência Mecânica. o contrário. os efeitos de forças e movimentos. do que a desenvolver a teoria com a finalidade de resolver os problemas.e Engenharia. não. A primeira é que parece ter diminuído a ênfase dada aos significados geométricos e físicos/nos pré-requisitos de Matemática. tem ocorrido um distanciamento entre as áreas focalizadas e sua compreensão.atemáticos_1ia Mecânica. -É-também nec~sârio" possuir a habilidade d. que no passado serviam para facilitar a visualização e a representação dos problemas mecânicos.. descobrir a necessidade da teoria e seu significado.. Esta abordagem priva o estudante da valiosa experiência na formulação de problemas e. assim. dentro do contexto da aplicação em Engenharia. Existem. evidências e preocupações justificadas de que. acadêmicos e sem nenhum interesse. ao fato -de que a Mecânica é apresentada como uma disciplina acadêmica. recentemente. os problemas tendem a se tornar irreais e desvinculados da Engenharia. Esta tendência foi mais acentuada nos cursos de Mecânica.PREFÁCIO AO PROFESSOR 9_priPcipal propósito do_ estudQ. destacam-se três tendências. se os estudantes estiverem preparados para receberem este tratamento acelerado. O maior progresso é obtido quando os princípios e suas limitações são aprendidos em conjunto. ao avançar o nível matemático no . bem como as limitações práticas que afetam o ÇQIDportamento_das máquinas e estruturas. no ensino de Engenharia. e pode ser benéfica. para aprender. dever-se-ia ter em mente o fato de que a teoria é que deve se aproximar do mundo real da Mecânica e. Quando se permite que o primeiro ponto de vista predomine. OSücéSsOdêssa-previsão requer muito mais do _Cl!J~1!!11 mero_conhecimento dos princípiQs -físicõs e p... tão vital para a formulação dos problemas. Segundo. o mais profundamente possível. Além disso. totalmente divorciada dos desafios e do propósito da Engenharia. resultando em exercícios vazios. Esta diferença de fIlosofia é realmente-básic. e até mesmo total---e1llíÍnação. e conduz a um melhor balanceamento entre a teoria e a aplicação. Dentre os aspectos que contribuem para isso. Durante os últimos vinte anos. levando em consideração os materiais e as restrições reais. da Engenharia Mecânica é desenvolver ª-Bpacidade de pIeveE. visualizar contlgürnções físicas. Este fato é observado na tendência freqüente de apresentar a Mecânica através de problemas que visam mais a ser um veículo de ilustração da teoria. A falta de interesse que é freqüentemente observada deve-se. o motivo mais forte para aprender a teoria. Realmente. a construção de um modelo matemático que tenha algum significado é freqüentem ente uma experiência mais importante do que sua própria solução. de aumentar a extensão e o nívl da teoria ministrada nos cursos de Engenharia. ao invés de simplesmente aprender decorando.. O segundo ponto de vista apresenta. quando se obriga a raciocinar sobre os princíQi9s fundamentais. do emprego de gráficos no ensino. durante a execução da função criativa. Um dos principais objetivos do ensino da Mecânica deveria ser auxiliar o estudante a desenvolver essa habilidade de visualização. inerente aº-s l'Ij)jejos. ~ dificuldade parece aumentar. principalmente. Os cursos de Mecânica são freqüentemente encarados pelos estudantes como uma barreira acadêmica sem nenhum interesse. certamente.. contudo.

e é especialmente dirigido para facilitar o estudo individual. um dos importantes aspectos do livro é o tratamento detalhado dado às soluções dos problemas resolvidos. O presente texto contém 168 problemas resolvidos e 1. os princípios básicos e os métodos.lQÍes_s_or. mascarando-a. Além disso. No Capo 2. sem necessitar perder tempo com problemas relativamente triviais sobre o equilíbrio de forças concorrentes atuando sobre uma partícula. principalmente. os problemas bidimensionais são apresentados antes dos tridimensionais. e deve-se orientar todo o esforço no sentido de ~ ---. de modo que o estudante poderá passar diretamente para o equilíbrio de sistemas de forças não-concorrentes. para introduzir a Mecânica ao principiante em Engenharia. tem a séria responsabilidade de encorajar os estudantes a pensar por eles mesmos. é adotado no segundo ano do curso. cada um com instruções detalhadas e repetitivas.820 problemas a resolver. de modo a não complicar a solução e não desviar a atenção dos princípios. Cada conjunto de problemas se inicia com problemas relativamente simples e fáceis. Todo professor de Engenharia Mecânica tem uma obrigação para com a profissão de Engenharia: atingir um razoável padrão de desempenho e mantê-Io. tem havido uma tendência de permitir que a notação vetarial substitua a visualização geométrica. Os problemas estão geralmente organizados em ordem crescente de dificuldade e a maioria possui resposta. freqüentemente. Finalmente. Muitos problemas práticos e exemplos interessantes de situações encontradas na Engenharia. Existem. porém. a subdivisão da Mecânica em um número excessivo de pequenos compartimentos. visualização e representação._~ala de aula. sem arredondamento de valores intermediários e. conseqüentemente. já que pode condicioná-Ios facilmente à dependência do raciocínio de outros e a não exercitarem sua própria iniciativa e habilidade. valores numéricos simples. para os bidimensionais. Ao se introduzir a operação vetorial em problemas bidimensionais. Os problemas mais difÍCeis estão identificadoLp_elo_ siVal ~ e podem ser usados para ~e1b. Procurou-se usar. as respostas finais devem ser consideradas corretas até o último algarismo significativo mostrado. estão representados nas coletâneas de problemas. como no 3. e. Tanfu no Capo 2. Uma das responsabilidades dos professores de Mecânica é empregar a parte da Matemática mais adequada para o problema que tem em mãos. geralmente. conjugados e resultantes. salientando pontos importantes e alertando os estudantes sobre distrações comuns. cuja geometria indica. para os tridimensionais. por se tratarem de pré-requisitos. a solução mais rápida. . Com esta finalidade. que são apresentadas em páginas isoladas._guJlJldo_~solvidouelo_p. o que é mais conveniente para o estudo. retirados de uma ampla gama de aplicações. é opcional e. que devem servir de grande auxílio nos seus estudos.XII / PRÉFÁCIO AO PROFESSOR tratamento da Mecânica. com ampla possibilidade de escolha. Ajudá-Ios demasiadamente em assuntos com os quais deveriam estar razoavelmente aptos a lidar. Uma equação vetorial torna-se mais clara através de um esboço de polígono vetorial correspondente. Além disso. são desenvolvidas as propriedades das forças. 50% são totalmente novos e o restante. Ele é orientado. conseqüentemente.desenvolver estas habilidades. pode dificultar o estudante a ter a visão da "floresta" a partir das "árvores" e.- . Focalizaram-se.~ _coIEpreens~~ dos estudan~es. Omite alguns tópicos mais avançados que estavam incluídos em livros anteriores do autor. O livro foi escrito em um ésmoconc~oloquial. neste caso. é essencial confiar-se na análise. Foram empregados todos os esforços para mostrar a cÓesão existente entre o relativamente pequeno número de idéias fundamentais da Mecânica e a grande variedade de problemas que estas idéias poderão resolver. muitos problemas mecânicos em que a complexidade da interdependência entre as variáveis está além da capacidade de visualização e da percepção física e. Apesar disso. proveniente de uma seleção de problemas da segunda edição e da versão métrica de Estática e Dinâmica. para auxiliar o estudante a ganhar confiança no novo tópico. ao invés de diversificar a atenção em uma multiplicidade de casos especiais. os estudantes tornam-se melhores engenheiros quando desenvolvem plenamente suas capacidades de percepção. do autor.---- A fIlosofia exposta é a adotada neste livro. Todas as soluções numéricas foram obtidas e verificadas por computador eletrônico. não irá perceber a unidade da Mecânica e as amplas aplicações dos seus poucos princípios básicos e métodos.-Á maioria dos estudantes adquire melhor percepção física e . Desses problemas. momentos. O uso da notação vetorial em problemas unidimensionais é geralmente trivial. contudo. com maior ênfase. no Capo 3. talvez seja tão prejudicial quanto não ajudá-Ios em nada. é muito importante dar ênfase ao significado geométrico. é essencial. cada solução contém comentários e notas de precaução. O autor está confiante de que o livro está isento de erros. ~ica é fundamentalmente um campo que depende das percepções geométrica e física.

que trata dos centros de massa e dos centróides. Sou grato também ao staff da John Wiley & Sons. Esse tópico auxilia a ligação entre a Estática e a Mecânica dos Sólidos. às revisões críticas realizadas pelo Prof. O trabalho virtual fornece uma oportunidade excelente para convencer o estudante sobre as potencialidades da análise matemática na ~ecânica. Seção B. da Universidade da Califórnia. pelos seus comentários e pelos problemas selecionados sugeridos. Hale. com aplicação limitada aos sistemas com um único grau de liberdade. Califórnia Janeiro 1978 /~~ /\ / \ ) . Incluiu-se. antes de tratar com a tridimensional. O Capo 5 introduz. da Universidade Politécnica do Estado da Califórnia. pelas suas valiosas sugestões e cuidadosa revisão do manuscrito. Henderson. se ganhar confiança na análise bidimensional. Tenho a satisfação de reconhecer. apresentando exemplos detalhados que auxiliam o estudante a dominar seus conhecimentos de Cálculo aprend'idos anteriormente. pelo alto padrão profissional demonstrado no planejamento e na produção deste livro. e pelos Profs. J. que mostra aplicações selecionadas em máquinas. ao licenciar-me para preparar este livro. O Capo 6 trata do atrito e está dividido em Seção A. no início. mais uma vez. A. um número suficiente de exemplos tridimensionais. L. L. M. Andrew Pytel. a constante contribuição do DI. e Seção B. também agradecido. porém. podendo ser omitida sem que haja perda da continuidade dos conceitos básicos. Também agradeço. Finalmente. durante as horas em que preparei o manuscrito. O Apêndice A apresenta os momentos e os produtos de inércia de áreas. aplicando-os em problemas físicos e geométricos. enfocando principalmente os sistemas bidimensionais. O Capo 4 apresenta a aplicação dos princípios do equilíbrio às treliças simples e às estruturas de máquinas. o assunto apresentado oferece uma valiosa experiência para o estudante. reconheço a paciência e a assistência de minha mulher Júlia. Agradeço o apoio dado pela Universidade Politécnica do Estado da Califórnia. Menciono. que contém o fenômeno do atrito seco. da Universidade do Estado da Pensilvânia. dos Laboratórios da Bell Telephone. no tratamento com forças distribuídas. Kenneth Schneider e JoOO Biddle. que inclui tópicos especiais de vigas. cabos flexíveis e forças em fluidos. para tornar o estudante capaz de exercitar-se com a ferramenta mais geral da Análise Vetorial. Salienta a vantagem do emprego dos métodos do trabalho virtual e da energia em sistemas interligados e na determinação da estabilidade. Está dividido em duas seções principais: Seção A. J. O Capo 7 apresenta uma introdução consolidada ao trabalho virtual. os conceitos e categorias de forças distribuídas. Meriam Santa Bárbara. o Prof. Embora a Seção B possa ser omitida no caso de haver restrição de tempo.PREFÁCIO AO PROFESSOR I XIII entendimento da Mecânica. reconhecido.

Com a biela inicialmente na posição vertical.52 kN.estrada horizontal.63 Cada uma das quatro rodas do veículo tem 20 de massa e está montada em um eixo de 80 mm ( diâmetro. aplicar ao 6. como mostrado. 6.65 Probl. calculado 6. Resp. se o coeficiente de atrito for 0.66 Calcular a tração T necessária para baixar a do Probl. Escrever uma expressão exata para o coeficiente de atrito. calcular a tra ção T necessária para elevar a carga de 500 kg.63 A figura representa uma embreagem de discos múltiplos para uso em motor marítimo. Os discos C acionam a carcaça D por meio dos parafusos E. To = 2. vagarosamente. O anel. Resp.25. Supor que a pressão esteja uniformemente distribuída sobre a área dos discos. baixar a carga de 500 kg com velocidade Usar o valor de = 0. a tração To na parte estacionárn. F = 136. 6. A massa total do veículo é 480 kg.64 O eixo A ajusta-se folgadamente ao mancal do pino do êmbolo da biela. Na embreagem mostrada.62 As rodas dianteiras de um veículo têm um raio de 300 mm e são equipadas com freios a disco. Se for necessário uma força P = 80 N • q . que consistem de um anel A de raios externo e interno de 150 e 75 mm. no Probl. ::. O coeficiente de atrito entre o disco e o anel é 0. Resp.6.. porém devendo girar com ele. Os discos motrizesA estão enchavetados ao eixo propulsor B.60.67 Probl. de modo a ficarem livres para deslizar ao longo do eixo. E::contre. para uma força axial P = 1 kN.15 e P= 500N.61 Calcular o torque M que é necessário eixo do tambor de elevação do Probl. respectivamente.35. para o coeficiente de atrito.6. Encontrar também To' C:aIEl 6. até que a biela deslize no ângulo Ci. Desprezar a massa da polia.62 6.64 6.271. J. com centro de gravidade em G. 6. e determinar o torque máximo M que pode ser transmitido. calcular a força de atrito F entre cada pneumático dianteiro e a.65 6.1 N Vertical-1 Probl. que não gira com a roda.65. existem cinco pares de superfícies de atrito. para constante. do cabo. Se a pressão entre o anel e a roda do disco for uniforme sobre as superfícies de contato. 6.38IC' T 500 kg Probl.é forçado contra o disco da roda por uma força P. M= 335 N'm Se o coeficiente de atrito dinâmico entre o pino dz 30 mm de diâmetro ea polia é 0. 6. quando o veículo estiver à velocidade constante e as rodas girando. ao longo dos quais eles estão livres para deslizar.l.60. também.238 I ESTATICA 6. T= 2.c1uindo as rodas e é distribuldo igualmente 80' elas. o eixo é girado.

8 Escalares e Vetores. 7 Precisão. 65 Seção B. 82 Formulação do Problema e Revisãó. 1 1. Sistemas de forças 2. 100 4.2 Treliças Planas.2 3. 14 14 oS tridimensionais. 1 1.2 Força. 11 2. 35 39 57 Seção A. EquilíbVo em Mecânico.5 bidimensionais.4 3.3 3.4 Momento. 7 Descrição dos Problemas de Estática.6 Resultantes. 9 c '\ 2 SISTEMAS DE FORÇAS. 11 Seção A.2 Conceitos Básicos. 5 Lei da Gravitação.1 Introdução. 57 Isolamento do Si~ema 57 Condições de EqJilíbrio. 100 .8 Momento e Conjugado. Sistemas de forças 2.1 /Introdução.3 Componentes Retangulares. 100 4.5 Conjugado. 11 2.4 1. 96 CC r 4 ESTRUTURAS. Limites e Aproximações.7 1.1 Mecânica. 2. 3.1 Introdução. 29 Seção B.5 1. 2 Leis de Newton.SUMÁRIO 1 PRINCIPIOS DA ESf ÁTICA. 4 Unidades. duas dimensões. Equilíbrio em três dimensões.7 Componentes Retangulares.6 1. 82 / Condições d~quilíbrio. 19 2. 2. 40 2. 24 2.9 Resultantes.3 1. 50 3 EQUlLÍB~ 3. 1 1.

5 Teoremas de Pappus.7 Método dos Nós. 211 6. 255 7. 212 Seção B. Centro de massa e centróides.4 Estabilidade e Energia Potencial. 144 5. 182 5.2 Tipos de Atrito. 123 Formulação do Problema e Revisão. 206 ATRITO. 226 6.8 Correias Flexíveis.3 Centróides de Linhas. Áreas e Volumes. 284 283 / //-~ Áreas Compostas. 268 7. 316 INDICE REMISSNO. 103 Método das Seções. 246 7 TRABALHO VIRTUAL.5 4. 111 Treliças Espaciais.10 Formulação do Problema e Revisão.6 Mancais Radiais.1 Introdução. 142 5. Tópicos especiais. 226 6. 323 . Disco de Atrito. 298 \ I \ APÊNDICE B APÊNDICE C TÓPICOS SELECIONADOS DE MATEM}TICA.5 Parafusos. 227 6. Aplicações do atrito nas máquinas.2 Trabalho. 211 6. 252 7. 136 5 FORÇAS DISTRIBUIbAS. 234 6. 168 5.8 Estática dos Fluidos. 190 5.7 Cabos Flexíveis.5 Formulação do Problema e Revisão. O fenômeno do atrito. 168 5.4 Cunhas.3 Equilíbrio. 236 6. 158 5. 142 Seção A.7 Mancais de Escora. 165 Seção B. 240 6. 118 Armações e Máquinas.6 Vigas.1 Introdução. 252 7.9 Formulação do Problema e Revisão. 241 6. Produtos de Inércia e Rotação de Eixos.1 Introdução. 308 TABELAS ÚTEIS. 144 5.6 4.4 Figuras e Corpos Compostos: Aproximações.9 Resistência ao Rolamento. 294 . 252 7. Definições. 211 Seção A. 283 Introdução. 279 ~ÊNDICE AI A2 A3 A4 A MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS. 211 6.2 Centros de Massa. 146 5.XVI/SUMÁRIO 4.3 4.3 Atrito Seco.4 4.

que se ·referem aos princípios da alavanca e da flutuação. dos controles automáticos. que também concebeu a idéia do inflnitésirno em análise matemática. do escoamento de fluidos. Contribuições substanciais para o desenvo1. A Mecânica é a mais antiga das ciências físicas e os mais antigos escritos neste campo são os de Arquies (287-212 aC). tem seus princípios bastante dependentes do rigor da Matemática. A completa· compreensão desté assunto é requisito essencial para o trabalho neste e em muitos outros campos. Laplace e outros. o propósito da Engenharia. Foi ele ttmbém quem formulou a maioria dos princípios da Estática. da estabilidade e da resis. Espaço é a região geométrica ocupada por corpos cujas posições são descritas por medidas lineares e angulares em relação a um sistema de coordenadas. Apesar de existirem relativamente poucos princípios básicos. dos rendimentos de motores. A moderna pesquisa e o desenvolvimento nos campos das vibrações. assim como das leis da gravitação. Sua origem se confunde . D'Alembert. apenas duas. dar-se-á atenção tanto ao desenvolvimento rigoroso dos princípios como à sua aplicação. devem ser enten. / / . das máquinas e mecanismos elétricos e no comporta:nento mo1ecular atômico e subatôrnico dependem muito dos princípios básicos da Mecânica. porém seu desenvolvimento tstancia1 teve lugar quando Stevinus (1548-1620) expôs as leis da combinação vej:orial das forças. Lagrange. eles têm ampla aplicação e os procedimentos empregados na Mecânica poderão ser transferidos para muitos outros campos do domínio da Engenharia. Neste livro. nos bidimensionais. Varignon.2 - Certas defmições e conceitos são básicos para o estudo da Mecânica e.ento da Mecânica foram também dadas por da Vinci. relativa a suas experiências sobre a queda de pedras. e BiiUiiiilêa~e se refere ao movimento dos corpos. CONCEITOS BÃSICOS 1.1 PRINCÍPIOS DA ESTÃTlCA 1.-foram feitas por Newton (1642-1727). A formulação precisa das leis do movimento. A Mecâmca divide-se em duas partes: Estática. É o assunto mais importante na análise em Engenharia.dos desde o início.1 MECÂNICA Mecânica é a ciência física que estuda os estados de repouso ou movimento dos corpos sob a ação de orças. A Mecânica. por esta razão. Acredita-se que a primeira pesquisa em Dinâfoi feita por Galileu (1564-1642). que se refere ao equilíbrio dos corpos sob a ação de -ças. Por o lado.com a da própria Engenharia. Tempo é a medida da sucessão de eventos e é uma quantidade básica na Mecânica. do projeto de foguetes e~naves espaciais.cia de estruturas e máquinas. Nos problemas tridimensionais o espaço requer três coordenadas independentes e. corno toda ciência. O tempo não está 'etamente envolvido na análise de problemas da Estática. Mecânica é a aplicação destes princípios na solução de problemas 'ticos.

2 I ESTÁTICA Massa é a medida da inércia de um corpo que. Este tipo de análise pertence ao estudo da mecânica dos corpos deformáveis. possuem tanto direção e sentiêo como intensidade e a soma destas grandezas deve obedecer à lei do paralelogramo. Por exemplo.::Er representa. para o propósito de determinar as forças externas que agem sobre a lança. Ao se escrever uma equação vetorial é importante f~ ticos representativos das quantidades escala~/e vetoriais. =::i qualquer ponto de sua linha de ação sem alteração de seu efeito no corpo considerado como um LOC:l •• A ~ aplicada pode ser considerada um vetor deslizante. e este descreve ou representa igualmente a dir. o movimento ou deslocamento de qual'. a força pode ser apl''''''-=.ESCALARES E VEfORES A Estática lida .. que descrevemos~:e ne:. O r for parte de sua S SÍmbolos matemá- "._ o V. o corpo pode ser considerado uma partícula. Quando lidamos com a ação externa de forças em corpos rígidos. densidade. Um corpo de dimensões desprezíveis é chamado partícula. dever-se-ia analisar as características de deformação do material da lança. ~e--""''' internos do corpo são funções tanto dº_p_o~o de aplicaÇ['o da força co Uma grandeza vetorial V ~esentada. O compr.com duas espécies de grandezas .. A Estática trata. do cálculo das forças externas que agem sobre os corpos rígidos em equilíbrio. por sua vez. Para determinar as ensões e os esforços internos. A força é uma quantidade vetorial e suas propriedades estão discutidas em detalhe no Capo 2. ~ =--~:o do corpo pode ser e a intensidade do representado por um vetor. energia e massa.. A ação da força em corpos representada por um vetor ligado no ponto de aplicação da força. pela direção de sua ação e pelo ponto de aplicação. Freqüentemente uma partícula representa um elemento infinitesimal de um corpo. submetido a um carregamento. portanto. Então.-=~-:ir< ~~~. Grandezas vetoriais.• aio em grito V. Exemplos . Um vetor ligado é aquele para o qual um único ponto de aplicação c . força.. volume. quando as dimensões de um corpo são irrelevantes para a caracterização de sua posição ou de seu movimento. por outro lado. momento e quantidzde::'e illonmento. em uma das extremidades um.d. Tem muita importância na Estática.. o cálculo da tração no cabo que suporta a lança de um guindaste móvel. Vetor livre é aquele cuja ação não está restrita ou associada a uma úrÚ se um corpo se move sem rotação. princi· palmente. o deslocamento de tal co -=~ X:: representado por um vetor livre. a intensidade I V I do vetor e grafil tipo em negrito é usado para grandezas vetoriais (sempre que o as representação. de modo que pode ser analisada como um ponto de massa. Uma força tende a mover o corpo na direção de sua ação sobre ele. ocupa uma posição particular no espaço. deslizantes ou lig>'rkço. Um corpo é considerado rígido quando o propósito do problema que se está abordando permitir desprezar os movimentos relativos entre suas partes. Corpo Rigido. es1ocamento de cada ponto do corpo. em escala conveniente.. Acons~-x para distinguir quantidades vetoriais. Oi: --=~ a:-~~ f~~ e. Por exemplo. Força é a ação de um corpo sobre o outro. além de ser uma propriedade dos corpos responsável pela sua atração mútua. Vetor deslizante é aquele em que sua grandeza age ao longo de ll.:r. velocidade. em lugar do . Particula. uma partícula é um corpo cujas dimensões se aproximam de zero.-reitem. A ação de uma fOI:ça é caracterizada por sua intensidade. não é sensivelmente influenciado pelas pequenas deformações nos elementos estruturais da lança. As grandezas físicas vetoriais são classificadas em livres. no espaço. Assim.3 . que vem ap6s o estudo da Estática. é a resistência à variação de movimento.e seta orientado ~::se:: . seta para indicar o sentido.e vetores são deslocamento. * É o chamado princípio de transposição de uma força que será ap .por um segmento linear (r ~ _.. Portanto. No sentido matemático. GrandeZ2S escalares são aquelas associadas apenas à intensidade. tal como sublinhar a letra y. aceleração.escalares e vetoriais. utilizar um sinal . pode-se considerá-Ia como um corpo rígido. o veto r fu-<rígidos deve ser e os movimentos o vetor e tendo -. 1.Iill!P--~ F--. Exemplos de grandezas escalares em Mecânica são rempo.

possam ser substituídos par seu equivalente V. também. respectivamente.3). considerados vetares livres. para obter a mesma soma vetorial V.l. 1. Vx' . como é indicado na Fig. 1.1. isto é.2h.1. os vetares devem. e.40 são os componentes de V nas direções 1 e 2. facilmente.4 . tratados como vetares livres.1. A diferença Vi entre os dois vetores é expressa pela equação vetorial onde o sinal (-) indica subtração vetorial. 1. obedecer à :egra do paralelogramo para a soma. 1.4b são componentes x ey respectivay' y I V y. quer pela regra do paralelogramo quer pela regra do triângulo. a partir de uma direção de referên. (a) (b) Fig. Portanto. na Fig. VY~x Vx cal -----. 1.PRINC(PIOS DA ESTÃTICA I 3 Fig. Esta regra exige que dois vetores V 1 e V 2. O negativo de V é um vetar -V dirigido em sentido oposto a V. Fig.. O senti~o de V pode ser determinado por meio de um ângulo. pela lei do triângulo. cuja soma seja igual a um certo valor V são chamados componentes deste vetor.1. como é mostrado na Fig.1 negrito. Dois ou mais vetores quaisquer. que é a diagonal do paralelogramo formado pelos lados V1 e V2. . podem também ser adicionados com a cabeça da seta de um deles tocando a cauda da seta do outro.. A soma escalar das intensidades de dois vetares é escrita na maneira usual como V1 + V2. a diferença V1 . Além de possuírem as propriedades de intensidade e direção. Esta combinação ou soma vetorial é representada pela equação retorial onde o sinal mais ( + ) usado em conjunto com as grandezas vetoriais (tipos em negrito) significa soma vetorial e não soma escalar.conhecida.2c. V1 + V2 = V2 + V1. Normalmente é mais conveniente lidar com componentes vetoriais perpendiculares entre si chamados de componentes retangulares.::ornoé mostrado na Fig. É evidente pelo diagrama que a ordem de adição dos vetores não afeta a soma.l.V2 adicionando-se .2 Fig. e é evidente que pela geometria do paralelogramo V =1=V1 + V2• Os dois vetores V1 e V2. como é mostrado na Fig. 1. I Y. os v~es V1 e V2. 1.2a.V2 ao vetar V1 (Fig. Os vetares Vx e Vy na Fig. V -x' (a) (b) (e) Fig. 1.3 Obtém-se.

Primeira lei. aó eixo dos x é evidentemente especificada por Vy O = arc tg Vx' Em alguns problemas. 1. m e n forem os co-senos diretores de V.5 Se I. 1. 1934. conforme mostrado na Fig. Quando o vetor é expresso em componentes retangulares. estas leis são como segue.LEIS DE NEWTON Isaac Newton foi o primeiro a enunciar corretamente as leis básicas que governam o movimento das partículas e a demonstrar sua validade. Na Fig. Vx' e Vy' são os componentes x' e y' de V. particularmente aqueles a três dimensões.4 . * Os enunciados originais de Newton podem ser encontrados na tradução de sua obra Principia (1687). j. respectivamente. por exemplo. Cajori e impressa na Universidade da Califórnia.5. * Com o texto levemente modificado pelo uso da terminologia moderna.1.4 I ESTÁTICA mente de V. em função dos vetores unitários i. é conveniente expressar os componentes retangulares de V. A soma vetorial das componentes é \ ~ \ \ ) Fig. . dados por: I = cos 0x m = cos Oy n = cos Oz as intensidades das componentes serão: Vy com ( V2 = mV + V/ + Vz2 = Vx2 J Note também que [2 +m2 + n2 = 1. Uma partícula permanece em repouso ou continua a mover-se em linha reta à yelocidade uniforme se nenhuma força isolada ou não equilibrada atua sobre ela. y e z. com intensidades iguais a um. revista por F. k que são vetares nas direções x. sua direção em relação.4c. 1.

ewton é a base da maioria das análises feitas no campo da Dinâmica. servindo também como padrão. como será explicado no próximo item. porém é citada por fazer parte dos princípios clássicos de Newton. guardada no Bureau Internacional de Pesos e Medidas. então. permanecendo a partícula em repouso ou em movimento retilíneo uniforme. tem sido aceito universalmente e está substituindo. com as mesmas intensidades. com as unidades de comprimento e força. ao utilizar o sistema SI. Este princípio é válido para todas as forças. Esta equação é uma equação vetorial. a força exercida para baixo por um lápis sobre uma mesa é acompanhada por uma força igual exercida para cima. O metro. com a unidade de força sendo obtida a partir da Eq.. A exatidão destas leis tem sido verifica da por inúmeras experiências físicas precisas. isolar o corpo em estudo e. o mesmo ocorrendo com a libra no Sistema Inglês. é a força necessária para dar a aceleração de um metro por segundo ao quadrado a uma massa de um quilograma. variáveis ou constan· tes. Terceira lei. este livro adotará as unidades do Sistema Métrico. uma vez que não há aceleração quando a força é nula. Realmente esta Lei é conseqüência da segunda. No Sistema Gravitacional (MKS). A aceleração de uma partícula é proporcional à força resultante que atua sobre ela e tem a direção e o sentido desta força. Systeme International d'Unités). SI. acarretou a adoção de um padrão mais preciso e repro- . Em análise de corpos sujeitos à ação de forças. medida sobre o meridiano que passa por Paris.1. França. Massa. mesmas direções e sentidos opostos. tendo em vista que F tem a mesma direção e sentido de a.UNIDADES o Sistema Internacional de Unidades. originalmente definido como um décimo milionésimo da distância do pólo ao equador. A falta de atenção a esta lei básica é motivo de erro muito freqüente entre os principiantes. o quilograma era usado tanto como unidade de massa como de força. A primeira lei nada acrescenta ao estudo do movimento. Portanto.5 .1) onde F é a força resultante que atua sobre a partícula e a a aceleração resultante. A segunda lei de . A Estática lida. A dificuldade de acesso e de obter precisão na reprodução das medidas. como mostrado a seguir: Padrões Fundamentais para as medidas de massa. tempo e massa. antes de tudo. e se aplica durante todo o tempo no qual a força é aplicada. não obstante sua origem. É necessário. comprimento e tempo. sentidos opostos e são colineares. rapidamente. foi. que é o assunto de interesse principal da Estática. 1. A unidade de força no SI é o Newton (símbolo N) que. por definição. que está guardado no Bureau Internacional de Pesos e Medidas. mais tarde. pela mesa sobre o lápis. o Sistema Inglês. Aplicada a uma partícula de massa m pode ser equacionada como (1. 1. A terceira lei é básica para o entendimento do que seja uma força. principalmente. por acor'4o internacional. empregado por muitos países durante muito tempo.PRINC!"PIOS DA ESTÁTICA / 5 Segunda lei. considerar somente a única força do par que age sobre o corpo em questão. Assim. A primeira lei de Newton estabelece o princípio do equil1brio de forças. O quilograma é uma unidade de massa e não de força. Uma cópia precisa deste cilindro é mantida no Bureau de Padrões Americanos. e a intensidade de F é igual a de ma. O quilograma é definido como a massa de um cilindro de platina iridiada. As forças de ação e reação entre corpos que atuam reciprocamente têm a mesma intensidade. envolvendo massa somente quando se determina a força gravitacional. abreviado SI (do francês. Comprimento. fixado como sendo o comprimento de uma barra de platina iridiada. é absolutamente necessário deixar bem claro qual a força do par que está sendo considerada. localizado próximo a Paris. Foram estabelecidos. É necessário proteger-se contra esta prática. O sistema SI é um sistema absoluto de unidades baseado nas quantidades de comprimento. Estabelece que as forças sempre ocorrem aos pares.

a aceleração de 32.1 par~ a condição de queda livre de uma massa padrão de uma libra. 1.. que vale 1 000 lb.21bm (14. encontra-se a massa m com: W (lb) m (slugs) = g (pés/s2) .1740 pés por segundo ao quadrado. 1. Força. conduzindo à adoção de um padrão mais preciso e reproduzível.' .21bf (143 N) MASSA 1kg (2. encontra-se que uma libra de'Ío~<1l!iváÍente a (0. Esta massa se denomina slug e é igual a 32.201bm) 11bm (0. a precisão desses padrões está muito além do necessário. A libra padrão é a força necessária para fornecer a uma massa de uma libra. massa e comprimento auxiliar a visualização dos seus valores relativos. Outras unidades de força empregadas no Sistema Inglês (EUA) são o quilolibra (kip). O valor correspondente para a aceleração da gravidade padrão g no sistema SI é 9.4482 1N newtons de força. 1.453 592 37) (9. e o ton. O segundo era anteriormente defrnido como a fração 1/864QO do dia solar médio. 1.201bf) N 1111bf (4.6 . No Si~ema Inglês. '1. que é o valor padrão da aceleração da gravidade g ao nível do mar e na latitude de 45°.. Nos experimentos gravitacionais com peso W.6 apresenta exemplos de força.806 65 m/s2.45 N ou = 0. a unidade de força é a libra (símbolo lb).1 e é a massa que obtém uma aceleração de 1 pé/s2. FORÇA 119'81 (2.45 kg) COMPRIMENTO 1 pé I. tem-se as equivalências: llb = 4.1. da Eq. Tempo. para a maioria dos trabalhos de Engenharia e para o prop6sito do estudo da Mecânica.-~~ ~l 1 slug ou 32.~'!' ~.11. Porém. irregularidades na rotação da Terra provocaram dificuldades para o uso desta definição. quando submetida a uma força de llb. É claro que. O segundo é agora fixado como a duração de 9 192 631 770 períodos da radiação de um certo estado do átomo do Césio-133..45 N) II . nos dois sistem~s de unidades.1740 libras-massa. Portanto.1: força (lb) = massa(slugs) X aceleração (pés/s2).6 I ESTÁTICA duzível para o comprimento do metro. Assim. que vale 2000 lb.-!'.~·.806 65) algarismos significativos. 32.73 vezes o comprimento de onda da radiação do átomo de Criptônio-86. agora definido como sendo 1 650763.305 m) 1m Fig. usando três = 4.225lb A unidade de massa no Sistema Inglês se deriva da Eq.6 kg) (0. Aplicando a Eq. para A Fig. I~l.

uma esfera de ferro de 100 mm de diâmetro é raída para a Terra com uma força de 37. Este efeito será discutido no volume 2. Esta determinação depende da lei de gravitação.7 - PRECISÃO.2 dá (1. conseqüentemente. a força de atração recíproca entre elas será de 0. Infelizmente. se colocarmos uma outra esfera exatamente igual em contato com a primeira. restringe-se ao significado de força da atração gravitacional e é expresso sempre em wtons. conhecida como a constante de gravitação ou constante gravitacional. LIMITES E APROXIMAÇÕES O número de algarismos significativos mostrados em uma resposta. A fim de evitar confu. não sendo aqui considerada. Conseqüentemente. A constante gravitacional determinada experimentalmente tem o valor K = 6. estritamente falando. a unidade de massa. conforme definida na Eq. no SI.6 - LEI DA GRA VITAÇÃO Na Estática ena Dinâmica é freqüentemente necessário determinar o peso de um corpo (a força gravicionà1 atuando sobre ele). cujo lado de 24 mm foi medido até o mais próximo centésimo. a palavra "peso" tecnicamente significa massa. A lei de gravitação é expressa pela equação (1. Quando expressa em quilogramas. massa de cada uma das partículas. 1. na prática. a atração gravicional da Terra é úrnca força gravitacional de apreciável intensidade que precisa ser considerada nas experiências realizadas na superfície do planeta. pois ntuam em linha reta unindo os centros das partículas. é usada também como medida de }?eso. Sobre a superfície terrestre.0000000994 N. As forças F obedecem à lei da ação e reação tendo em vista que são iguais em intensidade. Esta diferença é causada pela rotação da Terra e é muito pequena. tendo em vista que o corpo cai com uma aceleração g. Se a força gravitacional ou peso tem intensidade W. então. Esta força existe esteja o corpo em movimento ou em repouso.673 (10-11}m3 /(kg' S2). o peso do corpo é expresso em newtons (N). Dinâmica.9 N. 1.&-l m/s2 é suficientemenÜ: preciso para os cálculos desenvolvidos na Estática. Para um corpo de massa m sobre a superfície da Terra.2. Esta orça é evidentemente desprezível comparada com a atração da Terra e. 1. obtida pela multiplicação sem aproximação. opostas em sentido e têm a mesma direção. seria ~dicada como 580 mm2 e não como 576 mm2. a Eq. o uso da palavra '»eso". distância entre os centros das duas partículas. quilograma (kg). Por outro lado. O peso verdadeiro devido a atração gravitacional e o peso aparente medido por balança de mola. A atração gravitacional exercida pela Terra sobre os corpos é conhecida como "peso" do corpo. Sendo essa . neste livro.nação uma força. Assim. são ligeiramente diferentes.2 pés/s2. a atração gravitacional. O valor padrão g = 9-. pode ser calculada pelo resultado de um simples teste gravitaeional. As forças gravitacionais existem sempre entre dois corpos quaisquer. O valor correspondente de g no Sistema Inglês é 32. não deve ser maior do que o número algarismos que possam ser justificados pela precisão dos dados fornecidos. a área da seção transversal de uma barra quadrada. .PRINCfplOS DA ESTÃTICA / 7 1.3) o peso W sera expresso em newtons (N) quando m for em quilogramas (kg) e g em metros por segundo ao quadrado (m/s2). que foi também formulada por _tewton. K constante universal.2) onde: F= força de atração recíproca entre duas partículas.são. a única força gravitacional de apreciável intensidade é a devida à atração da Terra.

Pode-se empregar algumas simplificações quando se lida com ângulos pequenos. que o comprimento do arco 1 X () e o sen () são praticamente iguais. tg () ~ () cos () ~ 1 Essas aproximações significam que estamos considerando somente o primeiro termo da expansão em série dessas três funções. para pequenos ângulos.0112 possa ser expressa com uma precisão de três algarismos. é necessário conhecer os nÚmeros 4. Ocos () também é quase um. A ordem das quantidãdes diferenciais é assunto que acarreta freqüentes enganos. é relativamente pequeno.2503 e 4.017455 0. É muitas vezes difícil em cálculos um tanto longos. conhecer previamente o número de algarismos significativos necessários nos dados originais que assegurem uma certa precisão na resposta. Diferenciais de ordem mais alta podem sempre ser desprezadas. que são .017452 0. Conseqüentemente. quando comparadas com as diferenciais de ordem mais baixa.8 / ESTÁTICA Quando nos cálculos aparecem pequenas diferenças em quantidades grandes. expresso em radianos. \ \ ~lX()=() cos () I I Fig. Pode ser verificado. exige-se maior precisão nos dados para se obter precisão nos resultados. pode-se manter os dois primeiros termos da série.7.xima o limite matemático. tomemos um ângulo de 10 10 sen 10 tg 10 cos 10 == == 0. os termos em Ao se ~~a os limites. Para exemplificar as aproximações aqui citadas. pela geometria da figura. V = h2 [x2 ó'x + x(Ó. quandoseapl'o-. observa-se. o volume do elemento ~V de um cone circular reto de altÜra h eiaio de ba~e r pode ser tomado como uma fatia circular distante x do vértice e de espessura &. Assim. pode-se escrever sen () ~. o sen () e a tg () têm quase o mesmo\'alor.1. de abandonados. ficando simplesmente & para dx e de ~V (&)2 e (&)3 podem ser que é uma expressão exata no limite.2391 com uma precisão de cinco algarismos significativos. Como exemplo. que a expressão completa para este volume do elemento pode ser 1I"r2 Ó.x)3] para dV. Três algarismos significativos dão a precisão considerada satisfatória para a maioria dos cálculos em Engenharia. 1.999848 Se for desejada uma maior aproximação. Considere o triângulo retângulo da Fig. de modo que a diferença de 0.x)Z + i(ó.7 Fazendo a hipotenusa igual a unidade. Além disso. onde o ângulo ().017453 rad 0.

Il!em. Assim. Por exemplo.!l. Ele de'. A Matemática estabelece as relações entre as diversas quantidades envolvidas e torna possível edizer os efeitos destas relações. que se aproxima. como também allxiljam enoI:. Urna força que está realmente distribuída numa pequena área de um corpo sobre o qual ela age pod.ão dos r!lsultad. onde a solução matemática direta seria impraticável ou difícil. DESCRIÇÃO DOS PROBLEMAS DE ESTÁTICA o estudo da Estática está voltado para a descrição quantitativa das forças que atuam nas estruturas em equilíbrio. desde as hipóteses até a conclusão. isto é.!~gr~ mas.--ºª---ªáficos muitas vezes propiciam o meio de solução de relações físicas. dados apresentados. somente de 0. ângulos ou forças.[odos resultados em cartas eJ~. Um dos principais objetivos deste livro é fornecer o máximo de oportunidade para o desenvolvimento desta habilidade. comparadas com as outras dimensões relativas. O peso de um cabo de aço pode ser desprezado se a tração no cabo for muito superior ao seu peso. O terceiro uso dos gráficos é a eXP:Qsiç. cada qual inteiramente identificado: 1.PRINC!"PIOS DA ESTÁTICA / 9 o erro que se comete na substituição do seno pelo ângulo. e sua representação deve incluir exposição clara dos seguintes pontos.!!B e_nh_ar_i~a.orql!e. _A_o_se_e_qu_a_c_i_o_n_ar_u_m_d_a_do--"problema de ~.-e. Os gráficos são uma importante ferramenta em análise e têm muita utilidade em.. Algumas dessas aproximações podem ser matemáticas. as hipóteses dependem do que se está procurando determinar e.nte a execuç!o da transiç_ão do raciocínio ent~ !~itu~ção física e a exgressão matSlmátic-ª-Lp.e ser considerada como uma força concentrada. para 10 graus. Uma das características mais importantes de um engenheiro bem sucedido é a sua habilidade para entender e fazer uso das hipóteses adequadas no decurso do equacionamento e da solução dos problemas de Engenharia. através do equacionamento e análise de muitos problemas práticos que envolvem os princípios da Estática. ao passo que esse mesmo peso não poderá ser desprezado se o problema exigir a determinação da deflexão ou flecha do cabo suspenso. _ É essencial que os problemas de Estática.. A análise de cada problema exige a passagem do r'aciocínio do que respeita à Física para o relativo à Matemática. se as dimensões da área forem pequenas.. 2. é somente de 0.'e reconhecer ~O-.~c_e_r_ta_s .005 por cento . no modelo matemático idealizado.. para 1 grau..1cê~pos de ação.51 por cento.13 por cento e.ões. As soluções_gráfica~~sõmeilte fornecem o meio prático de obtenç. é muitas vezes necessário desprezar pequenas distâncias. A medida que as seguintes relações são válidas. enquanto outras serão físicas. no limite matemático: sen de = tg de = de cosde = 1 o ângulo 1.possível a re12resentaç-ª9 de sistemas físicos no pa~por meio de croguis ou diagram~ A re12resentação geométrica é vital para a .. limite ou modelo. resultados desejados. o erro é. O estudante deve estar sempre alerta para as diversas suposições feitas no equacionamento dos problemas reais..reíaÇ. . Sem dúvida.Jl!l1bas ªªo representadas simultaneamente._mas_@nc_ajgua~ comJ:Jl~t~en~_~~~uação física real. O desenvolvimento de bons hábitos no equacionamento dos problemas e na representação de suas soluções é imperioso.. ângulos ou forças comparadas com grandes distâncias'.8 - de é expresso em radianos. sujeito à ação do próprio peso.il!!~3[O_allXílio :valioso nas int. pensar primeiro em termos da situação física e depois em termos da correspondente descrião matemática.apr0x!mações estarão sempre incluídas.9s. É preciso realizar um duplo processo de raciocínio para formular esta rição. ainda. Cada solução deve ser precedida de um roteiro lógico das etapas.interpretação física e auxilia enormemente a visuaHzação dos aspectos tridimensionais de muitos Rroblemas> Segundo. sejam resolvidos por métodos eficientes. Primeiro. eles tornam.quaciQnamento de um 12roblema de Física re12resenta !lIlla descrição ideal.etp. como os outros problemas de Engenharia.. da precisão exigida. Para 5 graus o erro é de 0. uma das maiores dificuldades encontradas pelo estudante é efetuar esta transição de raciocínio.

a Estática está baseada em apenas alguns poucos conceitos fundamentais e contém principalmente a aplicação destas relações básicas para uma variedade de situações. e a grande maioria dos problemas está dentro desta categoria. pode-se usar repetidamente uma solução literal para obter respostas para o mesmo problema. O diagrama de tal corpo isolado com a representação de todas as fQr. no decorrer da solução. diagramas necessários. No Cal" 3 apresentamos e usamos. Muitos problemas que a princípi6-podem parecer difíceis e complicados. Segundo.Sobr{l um corpo. 10 / ESTÁTICA 3. em forma numérica. uma vez sejam tratados por um mé~ de resol~ã~ lógico e disciplinado. ~ aplicação dos princípi~lque definem as condi. E também importante que a apresentação do trabalho seja li1p. o método de análise é de grande importância. . Soluções descuidadas. através de soluções gráficas. é essencial ~o corpo em questª.pa e ordenada. Terceiro. porque a prática só se consegue pela resolução de problemas. Isto porque o isolamento do corpo é a ferramenta na qual a causa e o efeito estão claramente separados. são de pequeno ou mesmo de nenhum valor. onde certos problemas são resolvidos praticamente. Este método do diagrama do corpo livre é a chave para o êntendimento da Mecânica. Primeiro. na solução de um problema.. ou esta pode ser encaminhada com símbolos algébricos. Este procedimento oferece vantagem. a técnica do traçado do diagrama do corpo livre. Na aplicação das leis da Estática.e uma (or. que terminará indicando a resposta por meio de uma fórmula. O estudante verificará que as soluções dos problemas de Estática podem ser obtidas por 1im dos seguintes meios: utilizando-se uma solução matemática direta com os cálculos a mão. a solução literal permite fazer uma verificação nas dimensões em cada etapa. quando se usam diferentes conjuntos de unidades e dimensões. Entretanto. Nessas aplicações. que não podem ser facilmente lidas por outros. A disciplina exigida aliada a uma boa apresentação será.. por si só.o. desenvolvendo-se uma solução literal. ~ ordem de grandeza dos valores nUÍnéric~E.ç. de modo que um cálculo c01!!pleto e preciso de todas as forças que agem neste corpo possa ser obtido. pela primeira vez neste livro. e a apreciação para a aplicação exata de um princípio é posta em evidência. 5.®s atuantes é chamado de diagrama de corpo livre.-o ~f~isolaqo de todos os outros corpos. expressa em sua unidade particular. tornam-se claros e diretos. / Surpreendentemente. a intensidade de cada quantidade. É essencial. A escolha do método mais apropriado de solução é um importante aspecto da experiência a ser obtida no trabalho de resolução dos problemas.s_exID. a solução simbólica tem várias vantagens sobre a numérica.çõe. quando é importante o significado prático da intensidade de cada termo. De modo a reduzir o tempo de cálculo na resolução dos problemas. que as leis que 'aplicamos sejam cuidadosamente fixadas na mente e que estes princípios sejam aplicados literal e exatamente.ça.. ou por meio de um moderno computador digital que é vantajoso especialmente quando se lida com um grande número de equa·ções ou dados repetidos. uma ajuda inestimável ao desenvolvimento das habilidades para o equacionamento e a análise.eve ~I_obse!ya~ ~pr~c~~homogeneidac!e <!!wensi9I!al dos termos devem ser freqüentemente verif!çadªs.r-------~-----------------------------~~-------------~•.ç-ª. onde as respostas aparecem como símbolos algébricos ou como resultados numéricos. é evidente em cada estágio do cálculo. ao passo que a homogeneidade dimensional pode ser perdida quando se usa somente valores numéricos. os dados da maioria deles são fornecidos em números fáceis de trabalhar. Este isolamento tanto deve existir mentalmente como ser representado nopapel. é aconselhável incorI'orar uma série de verificaçõ~ dos cálc~os ellLpontos intermediários ~ão.[o_d. a simplificação conseguida pelo uso dos símbolos literais auxilia a evidenciar a conexão entre a situação física e sua representação matemática. os valores numéricos das quantidades podem ser usados diretamente.~_d_e_atra. cálculos. Além dis!. O estudante que tem pronto acesso às facilidades da computação digital pode resolver alguns dos problemas escolhidos por este meio. Com a substituição dos valores numéricos. 4. É essencial que se tenha facilidade com ambas as formas de solução. respostas e conclusões.

pela força que atua em um dos parafusos que o prendem à base.FORÇA Antes de lidarmos com um grupo ou sistema de forças será necessário examinannos. Vemos. não somente da Estática. por exemplo. A experiência obtida através deste exame será de fundamental utilidade por todo o estudo da Mecânica e também no estudo de outros assuntos. tendo em vista que seus efeitos dependem de sua direção. Uma mudança em qualquer uma destas especificações altera o efeito no suporte. enquanto não dominar por completo tudo o que for aqui apresentado.1b pelo veto r força de intensidade P. O efeito desta ação no suporte dependerá de P.2. como pode ser verificado. mostrado na Fig. tais como.la. do ângulo 8 e da posição do ponto de aplicação A. sentido e intensidade de ação e pode ser combinada vetorialmente a outras forças de acordo com a lei do paralelogramo.1 INTRODUÇÃO Neste capítulo e nos seguintes examinamos as propriedades e os efeitos das várias espécies de forças. Neste capítulo colocamos os alicerces necessários ao entendimento básico. tratada como vetor fixo. as propriedades de umaJ'orça isolada. por conseguinte. mas de toda a Mecânica.2 SISTEMAS DE FORÇAS 2. Força tem sido definida como o resultado da ação de um corpo sobre outro. A fj p (a) (b) Tração no cabo p Fig. O estudante não deverá prosseguir. em detalhes. 2. ou pela tensão interna e deformação do material em qualquer ponto do suporte. portanto. sentido e ponto de aplicação.2 . 2. sendo. está representada na Fig. projeto de elementos de máquinas e escoamento de fluidos. ao atuarem nas estruturas e nos mecanismos. análise de tensões. que a especificação completa da ação de uma força exige o conhecimento de sua intensidade. Verificou-se que força é uma quantidade vetorial. 2.1 . direção. A ação de tração P do cabo no surporte.

12 /

ESTÁTICA

Uma força pode ser aplicada por contato mecânico direto ou por ação remota. As forças gravitacionais, elétricas e magnéticas"atuam físico direto. " por ação remota. Todas as outras forças reais são aplicadas através de contato

A ação da força acarreta, no corpo em que atua, efeitos que podem ser divididos em externos e internos. No suporte da Fig. 2.1 os efeitos externos da força P são as forças de reação (não representadas), exercidas no suporte pela base e pelos parafusos em conseqüência da ação de P. Então, as forças externas ao corpo são de duas espécies: forças.aplicadas (ativas) e forças reativas. Os efeitos internos da forçaP no suporte são as tensões internas e as deformações resultantes, distribuídas por todo o material do suporte. As relações entre as forças e as deformações internas abrangem as propriedades do material do corpo e são estudadas juntamente com resistência dos materiais, elasticidade e plasticidade. Quando lidamos com a mecânica dos corpos rígidos, onde se dá importância somente aos efeitos externos das forças, a experiência mostra que não é necessário restringir a ação da força aplicada ao dado ponto. Portanto, a força P atuando na chapa rígida, vista na Fig. 2.2, pode ser aplicada em A, emB ou em qualquer outro ponto sobre sua linha de ação e os efeitos externos resultaIltes da força P, isto é, a força exercida na chapa pelo suporte do mancal em O e a exercida pelo rolete de apoio em C não irão se alterar. Esta conclusão é definida pelo princípio da transposição de forças, que estabelece que uma força externa, atuando num corpo rígido, pode ser aplicada em qualquer ponto do seu suporte ou linha de ação sem alterar os seus efeitos resultantes. Quando são pesquisados somente os efeitos externos resultantes da aplicação de uma força sobre um corpo rígido, pode a mesma ser considerada um vetor deslizante, sendo necessário e suficiente especificar sua intensidade, sentido e linha de ação e suporte. Como este livro lida essencialmente com a mecânica dos corpos rígidos, quase todas as forças são consideradas vetores deslizantes em relação ao corpo rígido em que atuam.

Fig.2.2
--------

As forças podem ser concentradas ou distribuidas. Realmente, o contato de uma força aplicada se faz, sempre, sobre uma área fmita e, portanto, a força é distribuída. Quando as dimensões da área são desprezíveis, comparadas com as demais dimensões do corpo, a força pode ser considerada concentrada em um ponto. A distribuição de uma força pode ser sobre uma área, como no caso de contato mecânico, ou sobre um volume, quando atuam as forças da gravidade e magnética. O "peso" de um corpo é a força da gravidade distribuída sobre seu volume, e pode ser considerado como uma força concentrada que atua no centro de gravidade do corpo. Normalmente, a posição do centro-de gravidade é facilmente determinada por considerações de· simetria. No entanto, se a posição não for clara será necessário calcular separadamente sua posição, o que é apresentado no Capo 5. Uma força pode ser medida por comparação com outras forças conhecidas, usando-se uma balança mecânica, ou pela deformação calibrada de um elemento elástico. Qualquer dos processos têm como base um padrão primário. A unidade padrão de força no SI é o newton (N) e no Sistema Inglês é a libra (lb), como definido no item 1.5. A característica das forças expressas pela terceira lei de Newton deve ser cuidadosamente observada. A ação das forças está sempre associada a uma reação igual e oposta. Devemos ter cuidado em determinar qual das forças do par está sendo considerada. A situação fica perfeitamente defmida quando o corpo em questão é isolado e, se representa a força que atua sobre o corpo (e não pelo corpo). É muito fácil cometermos um erro, por descuido, e considerarmos a força errada do par, a menos que façamos uma cuidadosa distinção entre cada ação e sua conseqüente reação. Duas forças FI e F2, concorrentes, podem ser somadas pela regra do paralelogramo, no plano comum a ambas, para que se obtenha uma resultante R, como é vista na Fig. 2.3a. Se as duas forças concorrentes encontram-se no mesmo plano, mas são aplicadas em dois pontos diferentes, como na Fig. 2.3b, elas podem

SISTEMAS

DE FORCAS

I

13

(a)

(b)

(c)

Fig.2.3

ser deslocadas ao longo de suas linhas de ação, de acordo com o princípio da transposição, e a soma vetorial R completada no ponto de concorrência. A resultante R pode substituir as forças F 1 e F2, sem alterar os efeitos externos sobre o corpo, no qual elas atuam. Podemos usar, também, a regra do triângulo para obtermos R, exigindo, no entanto, o deslocamento da linha de ação ou suporte de uma das forças, como está mostrado na Fig. 2.3c. Na Fig. 2.3d estão somadas as mesmas duas forças e embora estejam mantidas a intensidade e direção corretas de R, a linha de ação não é a verdadeira, pois a resultante R obtida deste modo não passa pelo ponto A. Este tipo de combinação ou soma deve ser evitado. Algebricamente a soma das duas forças pode ser registrada pela equação vetorial:

Além da necessid;lde de combinar forças para obter uma resultante, substituir uma força por suas componentes, atuando segundo duas direções na Fig. 2.3a, pode ser substituída ou decomposta em dois componentes F 1 simplesmente pela complementação do paralelogramo, como mostrado para /dades de Fl e F2.

há muitas vezes necessidade de especificadas. Assim, a força R, e F2 nas direções especificadas, que se sejam obtidas as intensi-

Um caso especial da soma aparece quando as duas forças Fl e F2 são paralelas, Fig. 2.4. Elas podem ser somadas pela prévia inclusão de duas forças iguais, opostas e colineares F e ~, de intensidades adequadas, que, consideradas em conjunto, não produzem nenhum efeito externo sobre o corpo. Somando Fl e F2 para fornecer Rl e combinando-a com a soma R2 de F2 e -F resulta R, correta em intensidade, sentido, direção e linha de ação. O método exposto é, também, utilizado ao se combinar graficamente duas forças que sejam quase paralelas, apresentando, portanto, um ponto de concorrência muito distante. É recomendável dominar a análise dos sistemas de forças bidimensionais, antes de abordar a análise tridirnensional. Com esta fmalidade, dividiu-se o restante deste capítulo nestas duas categorias. Porém, se o estudante possui bom conhecimento da análise vetorial, pode estudá-Ias simultaneamente.

R

Fig.2.4

I

ESTÁTICA

SEÇÃO A.

SISTEMAS DE FORÇAS BIDlMENSIONAIS RETANGULARES

2.3 -

COMPONENTES

A decomposição bidimensional mais comum de uma força F é a sua decomposição nas componentes retangulares Fx e Fy, conforme mostrado na Fig. 2.5. Conclui-se imediatamente da figura que

Fx
Fy

= FcosB
=
Fsen ()

(2.1)

onde F é a intensidade de F e Fx e Fy, as intensidades de Fx e Fy. Se introduzirmos os vetores unitários nas direções x e y, conforme indicado na Fig. 2.5, podemos escrever a equação vetorial

ie j
(2.2)

Para eliminar qualquer ambigüidade, é recomendado representar por linhas tracejadas as componentes de uma força, como na Fig. 2.5, ou vice-versa. Com qualquer destas convenções, estará sempre claro quando a representação significar uma força e suas componentes .ou três forças separadas, que seriam indicadas por três vetores em linha cheia.

Fig.2.5 Os problemas reais não vêm com eixos de referência. A sua determinação é arbitrária e depende da conveniência, sendo freqüentemente deixado ao estudante escolhê-Ios. A escolha lógica é, geralmente, a indicada pela geometria do problema. Por exemplo, quando as dimensões principais de um corpo são dadas nas direções horizontal e vertical, é conveniente selecionar os eixos de referência nestas direções. Porém, nem sempre as dimensões são fornecidas nas direções horizontal e vertical, nem os ângulos medidos no sentido anti-horário a partir do eixo x, como também não é obrigatório que a origem das coordenadas esteja na linha de ação de uma força. Portanto, é muito importante que se tenha a capacidade de determinar as componentes de uma força, qualquer que sejam a orientação dos eixos e o sentido de medida dos ângulos. A Fig. 2.6 sugere alguns exemplos típicos de decomposição de forças em duas dimensões, cujos resultados deveriam ser pronta-

~

Fx = Fsen {3 Fy=Fcos{3

1
Y,
Fx
Fy

I

/

I

Y

==-

F cos (3 Fsen{3

Fx = Fsen(7r - (3) Fy = - F cOS(7r - (3)

Fx = F cos ({3 - a) Fy = Fsen({3 -a)

Fig.2.6

SISTEMAS DE FORCAS

I 15

mente identificados pelo estudante. Assim, é evidente que a memorização das Eqs. 2.1 não substitui a necessidade de compreender a lei do paralelogramo e de saber fazer a projeção correta de um vetor sobre eixos de referência. Um esboço aproximado sempre ajuda a esclarecer a geometria e a evitar erros.

Problema Resolvido

2.1

y

Uma força F de 100.N é aplicada a um suporte fixo, como se vê na Itgura. Determinar as componentes retangulares de F: (1) nas direções x e)l; (2) nas direções x' e y'. (3) Determinar também as componentes de F nas direções x' ey'.

F .•• ~ __ 20·

=

lOON

"

30·---x ,, ,,'x'

Solução. Parte (1). As componentes x e y de F são mostradas na parte a da figura, e são: Fx

=

F cos 8x

=

100 cos 20°

94,ON.
Fy

y I I

Fy = F cos 8y = 100 cos 70°

34,2N.

Resp.

LdCJ--x
F
F",

Parte (2). As componentes de F, nas direções dos eixos x' e y' são projeções sobre esses eixos, como se pode ver na parte b da figura, e são: Fx' = F cos 8x' = 100 cos 50° Fy' 64,3 N.

(a) y I
I

(6) Fy160· Resp.

=

F cos 8y'

=

100 cos 40°

76,6 N.

Parte (3). As componentes de F nas direções x' e y' não são retangulares e são obtidas pela complementação do paralelogramo, como é mostrado na parte c da figura. As componentes podem ser calculadas pela lei dos senos, resultando:

I I I

--x

Resp. Nota:

seus resultados os valores calculados. (c) F x ' y - 0,940 0,866100 com F sen sel160° F = 1085 N. F '= - 60° 0,766 - -,5. 88 <D N Obtenha Fx' e Fy graficamente e compare

'

,

,
x

Problema Resolvido

2.2

Combine as duas forças P e T, que atuam sobre o ponto B, da estrutura fixa, em uma só força R.

6

I

ESTÁTICA

Solução. O paralelogramo da soma de T com P está mostrado na figura. Primeiro tem-se que determinar o ângulo cx e depois encontrar R através da lei dos co-senos. Da figura

p

BD
tgcx

=

AD

6 sen 600 3 + 6 cos 600

=

0,S66,

cx

= 40,90

A lei dos co-senos aplicada ao paralelogramo formado pelos vetores dá R'
R

600' + SOO' - 2 (600) (SOO)cos 40,90 524 N

274300 Resp. Nota:

O ângulo IJ dá a direção de R e é obtido da lei dos senos 600 sen IJ 524 sen 40,90;

(!) Observe atentamente o reposicionamento
sen IJ

=

0,750;

IJ

=

4S,6°

Resp.

de P para permitir a construção do paralelogramo de soma em B.

PROBLEMAS

PROPOSTOS
2.4 Um cabo exerce uma força F sobre uma cantoneira fixada a um elemento estrutural. Se a intensidade da componente x de F é 900 N, calcular a componente y e a intensidade de F.

2.1 Calcular as componentes x e y da força P, de intensidade igual a 20 kN, atuando sobre o elemento estrutural. Resp.
Px

= -19,70

kN; Py

= 3,47kN

p
Y

20· x

~

I I I I I

l.. Probl. 2.1

...:.. __

--.l

2.2 Encontre a componente retangular, na direção de BC, da tração T = 600 N do Problema Resolvido 2.2. 2.3 Quando a carga L está a 7 m do pino C, a tração T no cabo tem a intensidade de 15 kN. Escrever a expressão vetorial de T usando os vetores unitários i

Probl. 2.4 2.5 O tensor C é montado de modo a dar uma tração de 900 N no cabo. Calcule as componentes x e y da força exercida sobre o quadro pelo cabo, em B. Resp. Fx= -879N; Fy= -195,2N
900

ej.
Resp.

T=

12,S6i + 7,72j kN

, l/i
I
I

~l 6m
I .

mm

Til

A~

l3m -I.

7m-J
Probl. 2.3

c1__
<

AI
400

IY I

mm

L__ -X

Probl. 2.5

SISTEMAS DE FORÇAS

/ 17

2.6 A tração T no cabo vertical é igual ao peso do caixote. Calcular as componentes Tt e Tn, nas direções da lança e normal a ela, respectivamente, da força T aplicada pelo caixote à lança em A.

2.9

Calcular a intensidade da força única R equivalente às duas forças mostradas. Determinar também o ângulo e, entre R e o eixo positivo dos x, medido no sentido anti-horário. Resp. R = 9,17 kN; e = 109,1 °

I I I I

A y 10 kN

10m
I I ~

!1
~8kN ,. '-.ô---x Probl. 2.9

I I
I I

Probl. 2.6 2.10 Resolver o Probl. 2.9 graficamente. 2.7 O camo circular tem uma excentricidade e = 20 mm e raio r = 40 mm. Na posição de e = 30°, a superfície lisa inferior do seguidor eXerce uma força para baixo sobre o camo de 400 N, normal às superfícies de contato. Calcular a componente retangular F' desta força, na direção da linha que liga o ponto de contato ao centro do eixo. Resp. F' = 378 N 2.11 Com que ângulo e deve ser aplicada a força de 400 N para que a resultante R das duas forças tenha a intensidade de 1 000 N? Nestas condições, qual será o ângulo (3 entre R e a horizontal? Resp. e = 51Y; (3 = 18,2°

400N

~
Probl. 2.11

2.12 A força vertical de 10 kN deve ser substituída por duas outras forças, uma F" orientada na direção da linha de 45° a-a e outra F2, com intensidade de 8 kN. Calcular a intensidade de F,e o ângulo e, antihorário, entre F 2 e o eixo x. Resp. F, = 10,81 kN, com e = 17,1° ouF, = 3,33 kN, com e = 72,9° Probl. 2.7 2.8 O cilindro hidráulico exerce uma força de 40 kN na direção de se~ eixo, em posição à carga que está levantando. Determinar as componentes Fn e Ft, normal e tangente respectivamente, à direção AR, no momento em que e = 30°.

Probl. 2.12

2.13 Resolver o Probl. 2.12 graficamente. 2.14 O conjunto rígido ARC é suportado pelo pino A e pelo elo articulado D e está submetido à ação de uma força F em C. Poder-se-ia concluir, pelo princípio da transposição de uma força, que a reação no pino em

f--l,5 fi ----i
Probl. 2.8

16 2. FBC = 3.93 kN.. passa pelo ponto A e resulta em certa força sobre o pino que suporta a treliça nesse ponto. na barra B.06j kN. -1- ~ 1. T. usando os 4 kN- 6kN F Probl. 1): = 53. Probl.1'5 Decompor a força de 4 kN em duas componentes: uma na direção AB e outra na BC. para assegurar que a tração T se dê ao longo do eixo do grampo. Calcule a intensidade de P. FAB = 2. uma de 1.19 150mm 1 1 4m 2.19 Qual o máximo ângulo I) que a força F pode ser orientada. expressa como vetor.14 ~ I J 2. (Sugestão: a resultante de P e o novo T é o mesmo vetor que a resultante da força de 100 kN e T original.T correspondente na tração da barra B. 2. Determinar o acréscimo f:. Resp.6kN Probl. 2. mostrada na figura.0° r-2oo1 I /f. A carga de 100 kN é substituída por uma força P. Determinar as intensidades dessas componentes.18 2..17 Substitua as forças de 6 kN e 4 kN por uma única força equivalente R. quando atuava a força de 100 kN. 2. 2. de tal modo que produzam o mesmo efeito de F. 2. em vez de C? vetores unitários nas direções x e y. Os ângulos internos da treliça são todos de 45° ou 90°.20 A força F = -401 60j N deve ser substituída por duas outras. de modo que resulte sobre o pino em A o mesmo efeito que anteriormente existia. através de cabos conforme mostrado. Calcule o ângulo I) feito por R com o eixo x.20 . Um obstáculo A impede o acesso direto.6° 2. uma na direção do eixo y e outra na direção horizontal h. aplicada na direção da linha tracejada.59 kN A 4kN B Probl. de modo que é necessário aplicar duas forças. I) = 66.18 A resultante da carga de 100 kN e da tração T.omm --'l Probl. também. R = 2. ~ -±- " À.6 kN e outra P. Calcular a intensidade de P. aplicando uma força na direção do seu eixo horizontal. Determine.63i + 6. Resp.15 t lOOkN r-2. _--=.17 Probl. 2. de modo que a intensidade de sua componente ao longo de CA não ultrapasse 80 por cento da intensidade da componente na direção de BC? Resp.16 Deseja-se remover o grampo da madeira.18 I ESTÁTICA A seria a mesma se F fosse aplicada em D ou em E. conseqüente.) F B Probl. 2.

2. 2. Esta tendência é conhecida como momento M da força em relação ao eixo dado.7b.7c. tem a intensidade Mo = Fd e está no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. normal ao plano do corpo é.7a mostra um corpo bidirnensional sobre o qual atua uma força F. 2. Quando decomposta nas direções dos eixos x' e y'.~. Py' = 736 N @be-se que a resultante de duas forças passa pelo ponto A. que é. Realmente.21 I .21 A força P. x = 1. O momento de uma força é. contida no seu plano. A regra da mão direita. também.21 graficamente. P = 675 N SISTEMAS DE FORÇAS I lS 2.23 2. Resp. As unidades básicas momento são newton-metros (N om). O sentido de M depende da direção da rotação imprimida ao corpo pela força F. quando decomposta nas direções dos eixos x e y.MOMENTO Além da tendência de deslocar um corpo na direção de sua aplicação. está subentendido o momento em relação a um eixo normal ao plano e passando pelo ponto. freqüentemente denominado torqile. O momento M obedece a todas as regras da combinação vetorial e pode ser considerado um vetor deslizante com uma linha de ação coincidindo com o eixo dos momentos. usando oS vetores unitários dos eixos x-y e calcule a componente na direção y' de P. proporcional à intensidade da própria força e ao braço de alavanca d. Assim. é costume falarmos do momento em torno de um ponto. tem uma componente x de 500 N. a distância perpendicular do eixo à linha de ação da força.24 As duas forças que atuam sobre a estrutura rígida devem ser substituídas por uma única força equivalente R. as ff)rças tendem também a girar o corpo em torno de qualquer eixo que não cruze. P = 500i + 965j N.) Resp. 2. R = 898 N. A intensidade do momento ou tendência da força girar o corpo em torno do eixo "O"(). na Fig. A representação vetorial dos momentos. Determinar a intensidade de R e a distância x para o ponto A. 2. Fig. 2. Portanto.24 I l.para forças copla- . sem soluções simul tâneas.4 .II 2.62 m BOON GOON P 1~ 4 400= I ---t---+-T-· I 300 mm '_-""+ __ r t ~~f I 91 DIJ Probl. 2." \ Probl. 2.. é usada para identificar esse sentido.() pode ser representado por um vetor apontando no sentido do polegar com os outros dedos curvados no sentido da rotação do corpo. claramente.22 Resolver o Probl.. (Execute a solução com ajuda da geometria dos vetores da figura. Px' = 800 N. Expresse P como um vetor.3) O momento é um vetor M perpendicular ao plano do corpo. o momento da força F em torno do ponto O. e o moménto de F em torno de O. por sua vez. Resp. --+--+/ A Probl. Determinar a intensidade de P. nem seja paralelo à sua linha de ação. Resolver graficamente ou algebricamente. A Fig. Quando lidamos com forças que atuam num dado plano. a intensidade do momento é definida como M = Fd (2. aplicada no ponto A.

~1. O Teorema de Varignon não fIca restrito ao caso de somente duas componentes mas aplica-se igualmente a três ou mais. visto que os vetores ou estão saindo do plano do papel (sentido anti-horário) ou entrando (sentido horário). para as quais o teoremajá foi demonstrado. como se vê na figura. F I O (a) __ (b) (c) Fig. o ponto O. r. 'Y. que. em relação ao ponto O. É necessário somente que se adote sempre a mesma convenção de sinal na solução de um problema. Construamos a linha AO e projetemos os. ad ou R sen 'Y = ab + bd = ab + ac = P sen o: + Q sen (3. arbitrariamente. A Fig. estabelece: o momento de uma força em relação a um ponto qualquer é igual à soma dos momentos das componentes da força em relação ao mesmo ponto.2. visto que é sempre possível por combinação direta reduzir um número qualquer de componentes a duas. Para demonstrar este teorema consideremos uma força R e suas componentes P e Q.8 .8). que atuam no ponto A (Fig. por o:~ (3. Um dos mais importantes princípios da Mecânica é o Teorema de Varignon ou Teorema dos Momentos. r das três forças. resulta Rr = Pp +Qq o que prova que o momento de uma força'em relação a qualquer ponto é igual à soma dos momentos de suas componentes em relação ao mesmo ponto. q.2.20 I ESTÁTICA o I I I cb. três vetores sobre uma normal a esta linha. Teorema dos Momentos. os sentidos dos momentos podem ser defInidos pelo emprego do sinal mais (+ ) para os de sentido anti-horário e do sinal menos (-) para os de sentido horário ou vice-versa.~~1:. Uma vez que o paralelogramo formado pelos lados P e Q exige que ac seja igual a bd. Multiplicando pela distância AO e substituindo os valores de p. Tracemos também os braços dealav{U1cap.7 nares é desnecessária. q. para peças coplanares.M I I / / '<>--. 2. Como centro dos momentos escolhamos. e indiquemos os ângulos formados pelos vetores com a linha AO. Tendo em vista que li soma de vetores livres e paralelos pode ser efetuada pela álgebra escalar. é evidente que.

. = 460 (5. deslizar a força de 600 N ao longo da sua linha de ação até o ponto B. elimina-se o momento da componenté F" O braço de alavanca de F2 é d2 '"" A = 2+4cotg40° = 6. (1) O braço de alavanca para a força de 600 N é d = 4 cos 40° + 2 sen 40° = 4. o momento é MO = 460 (4) + 386 (2) = 2610 N· m. se o esboço for cuidadosamente traçado. Notas: CD (lI) Substitua a força por suas componentes retangulares em A: F. Resp.77m "" "" "" "" " F2 e o momento é O MO 386 (6. -------. eliminando o momento da componente F2• O braço da alavanca de F. usando quatro processos diferentes. o momento MO = 600 (4.-------':rF. = e o momento é MO 4 + 2tg40° = 5.SISTEMAS DE FORÇAS I 21 Problema Resolvido 2. 40° 4m 600N Solução.35) = 2610 N· m. Resp. é d. F2 = 600 sen 40° 386 N A geometria aqui e em problemas semelhantes não causará dificuldade.68) = 2610 N· m.77) 2610N·m. = 600 cos 40° = 460 N. Então. 3 (IV) Movendo a força para o ponto C. (III) Usando o princípio da transposição.68m ® Este é o procedimento que conduz à solução mais rápida.35 m é horário e tem a intensidade Usando M = Fd. ® Não deve causar estranheza o fato de os pontos B e C não pertencerem ao objeto.3 Calcular o momento da força de 600 N em torno do ponto O na base do poste. . pelo teorema de Varignon. Resp. Resp. porque o cálculo matemático do momento de uma força não requer que ela esteja sobre o corpo.

Calcular o momento M B de F em torno do ponto B. em torno do centro de parafuso.2. de um ponto onde se deve aplicar uma única força externa P. MB = 27. 2.28 Calcule o momento de força de 400 N em torno do ponto O. 2m p 0.27 A chapa retangular. para a posição da chave mostrada na figura.que atua sobre a viga. Resp. de tal modo que não haja alteração no efeito externo global sobre a viga. aplicada no punho da chave de grifo.29 A 2. P = 584 N. 2.26 1m 2.25 No Problema Resolvido 2.1 m 0. é composta de quadrados de 1 m de lado. no sentido horário 800 N 2m 300 N Probl. 2. M= 78. detenninar a intensidade da menor força P que pode ser aplicada no ponto A. A chapa sobre a qual atua a força está dividida em quadrados de 0. y = 0.32 Uma força de 200 N é aplicada na extremidade da chave para apertar um dos parafusos do flange que mantém a roda presa ao eixo do veículo.26 o momento da força P em torno do ponto A é 30 N· m.3. Encontre o ângulo correspondente e entre P e a horizontal.28 2. mostrada na figura.30 Determinar a distância y do topo do mastro.29Deseja-se substituir a força de 1 OOON.4 m Probl.22 / ESTÁTICA PROBLEMAS PROPOSTOS 2. 2. dando o mesmo momento que a força de 600 N dá em torno do ponto O. Calcular a intensidade de P. Resp.31 120 mm Probl.3 N ·m.1 m Probl.30 2. RA em A e RB em B.2. em duas forças dirigidas para baixo. 250 N 2. e = 26. Uma força F = 10 kN está em um ponto A na direção mostrada. de modo que se duplique os efeitos externos das duas forças dadas. Calcular estas forças. .. Resp.7 kN 'm. 400 N ~100 mm -1600 Probl.1 m de lado. Determinar o momento M produzido por esta força em torno do centro O da roda.6° 2.31 Calcular o momento da força de 250 N. Resp.

Determinar a intensidade da força T para que o momento total em torno do ponto C seja nulo. 1 e do ângulo variável e. resultar nulo.65 kN Probl. na posição mostrada. a bielaAB de comprimento 1 suporta uma força de compressão variável C. 2. em torno do ponto O. __ .38 ~_ A 2.38 No mecanismo manivela-cursar mostrado. __._J_ . \ Probl. ~. 2. em torno do ponto A. Deduzir a expressão para o momento de C em torno do eixo O da manivela.5 kN ~ _0 < <LC . determinar a intensidade R da sua resultante. 200N 2.2.35 Determinar o ângulo e que maximiza o momento MO causado pela força de 200 N em torno do eixo em O.33 _-<_ .36 Se o momento combinado da força de 50 kN e da força P. A chapa sobre a qual as forças atuam está dividida em quadrados. Resp. Probl. for nulo.2. 2. . 2. ·_ ~ ) ! 160 kN . em torno do ponto A.-. 2. Determinar T. 50kN . •••• _. também.. N l-12mj Probl. T = 8. causado pela força de 160 kN. Resp.36 2.33 Calcular o momento.37 Se o momento combinado das duas forças.34 2. • ! ..v_ . Calcular.-..~·>_ .. __ ._ Probl. a tração T no cabo deve fornecer um momento de 72 kN' m.35 2. gráfica e algebricamente.34 Para erguer o mastro a partir da posição mostrada. em torno de C.. suportada pelo cabo do guindaste de esteira. em função de C.SISTEMAS DE FORÇAS I 23 Probl..39 Os olhais do topo do mastro suportam as duas forças mostradas. r. determinar a intensidade de P. MO' 2.32 Probl. P = 51.37 2._.

Um conjugado tem certas propriedades exclusivas e importantes aplicações na Mecânica. tal como O. Estas duas forças não podem ser combinadas. Considere a ação de duas forças F e -F. resultando uma força única. Resp.2. quando visto de :ima. 2. -100mm). cuja intensidade é de M = F(a +d) -Fa ou M = Fd e está no sentido contrário ao movimento dos ponteiros de um relógio. T= 3. calcular a intensidade da força T de modo que não haja flexão do mastro no ponto O.2mm. Esta expréssão.CONJUGADO o momento produzido por duas forças iguais. Resp. as coordenadas do ponto A.2. unicamente. Seu efeito produz. M=40Nom y o to F d p e c Probl. iguais e opostas. A (-173.5 .23 kN m Probl. opostas e não colineares é conhecido como conjugado. não contém qualquer referência ã dimensão a que (a) 6)(2) ou ou Conjugado em sentido anti-horário (\8 I i (b) I cbM' W@ (c) Conjugado em sentido horário Fig.9a). e separadas por uma distânciaq (Fig. visto que sua soma é zero em todas as direções..39. 2. é o conjugado M. em torno do qual o momento M das duas forças é máximo. 2.41 Determinar. gráfica ou algebricamente. na periferia da roda.9 . O momento combinado das duas 'orças em torno do eixo normal ao plano das forças e que passa por um ponto qualquer situado sobre o plano.39 C s a ~40 No Probl.24 / EST Ã TICA 2. para o caso ilustrado. para a intensidade do conjugado.41 2. uma tendência de rotação. Encontrar M para este ponto.

pelo mesmo vetor livre. que um dado conjugado e uma força. onde a força dada F. podemos representá-Io por um vetor livre M. no sentido anti-horário. como é mostrado na ig. Do mesmo modo um conjugado não é afetado ao se admitir as forças atuando em qualquer um dos planos paralelos. e pelo conjugado. como se vê na figura do lado direito. onde as forças iguais e opostas F e . igual e paralela. contanto que seu produto permaneça o mesmo. Observa-se. que representa a mesma tendência para girar os carpos na direção mostrada. que a força original F aplicada em A e a força -F. pode-se representar.11. em cada um dos quatro casos. podem ser combinados. e por um conjugado. M M c1 ~ :±. Posteriormente.9c. A Fig. resultando uma simples força. a força original que atua em A costuma ser substituída pela mesma força. pois encontra repetidas aplicações em Mecânica. facilitada pela substituição da 'orça dada por outra.F são adicionadas no ponto B. 2. que atua no ponto A é substituída pela mesma força deslocada para algum ponto B e pelo conjugado Jf = Fd.9b. aplicada emB constituem o conjugado M = Fd que.10 O efeito das forças que atuam sobre os corpos tem sido definido em termos da tendência que as mesmas têm de empurrar ou puxar o corpo em sua direção e de girá-Io em torno de qualquer eixo que não cruze sua linha de ação. onde a direção de M é normal ao plano do conjugado e o sentido do vetor é estabelecido pela regra mão direita. 2.10 mostra quatro diferentes configurações do mesmo conjugado M. que se encontre no plano definido pelo mesmo (normal ao vetor do conjugado). Conclui-se que um conjugado tem o mesmo valor para IOdos os centros de momento. que atua em um outro ponto B. O conjugado é definido. Portanto. na análise bidimensional. O transporte pode ser observado na figura central. Conseqüentemente. Um conjugado não se altera. então.2. A representação deste efeito duplo é. manteremos a notação vetorial para sua representação. freqüentemente.SISTEMAS DE FORÇAS I 25 o n- Jocaliza as forças em relação ao centro de momento O.11 . Conclui-se. A decomposição da força numa força equivalente e num conjugado é uma etapa do estudo que deve ser inteiramente dominada. Como o vetor conjugado M é sempre perpendicular ao plano que contém as forças que o compõe. -2F V2F Fig. empregando uma das convenções mostradas na Fig. para o exemplo escolhido. sem que os seus efeitos externos sobre o corpo sejam alterados. igual e oposta. também. o sentido de um vetor conjugado como horário ou anti-harário. para compensar a alteração no momento da força. 2. 2. Fig. Assim. desde que a intensidade e a direção de seu vetar permaneçam constantes. sem introduzir qualquer efeito externo sobre o corpo. Esta decomposição de uma força em outra força e um conjugado é ilustrada na Fig. este conjugado não sofrerá alteração se os valores de F e d forem alterados. está no sentido anti-horário. 2. quando tratarmos com vetares conjugados em problemas de três dimensões.

100 + 0.200+0. P e -P.5 Substituir a força horizontal de 400 N. por um sistema equivalente. agora substituindo-se o conjugado por duas forças. Nota: <D 0(/ 7/=7/ ~. e sua intensidade é [M=FdJ M Dimensões em milímetros = 200(0. .200 sen 60°) = 69. 400N 400N 400N Solução.160) cos e Resp. que é 0. Encontrar o ângulo e apropriado.060) cos e Igualando as duas expressões 1 60 e 500 (0. isto é.3/400 = 0. O conjugado dado é anti-horário. a linha de ação da força resultante única de 400 N. 1 Assim. a força original é equivalente a uma força de 400 N aplicada em O e a um conjugado de 69. Solução. de intensidade igual a 500 N.100) = 60Nom As forças P e . quando visto de cima do plano que contém as forças.P produzem um conjugado anti-horário [M=Fd] M = 500 (0. constitu{do de uma força em O e um conjugado. O braço de alavanca da segunda força seráM/F = 69. determinando.4 Um suporte rígido é submetido a um conjugado composto de forças de 200 N.3 No m Resp. Aplicam-se duas forças opostas e iguais a 400 N no ponto O e identifica-se o conjugado anti-horário [M = FdJ M = 400 (0.3 No m. agindo sobre a alavanca. assim. a substituição de uma força e um conjugado por uma força única. .1732 m.-o 400 N 400 N 400 N Freqüentemente se depara com o problema inverso a este.2 sen 60°. <D Problema Resolvido 2. O procedimento é o mesmo. uma das quais igual e oposta a 400 Nem O.26 / ESTÁTICA Problema Resolvido 2. Substituir este conjugado por outro equivalente consistindo de duas forças. Nota: Observe que as únicas dimensões relevantes são aquelas que fornecem as distâncias perpendiculares entre as forças dos conjugados. como mostrado na terceira das figuras equivalentes.

mostrada na figura.42 F Probl.44 Cada hélice de um navio de dois eixos desenvolve um empuxo F de 300 kN. I y Probl. em B. Resp. está submetida a duas forças de 250 N. Qual o empuxo P que cada rebocador deve exercer sobre o navio para se opor ao efeito de rotação do navio. notamos que a ação de uma força F.SISTEMAS DE FORCAS / 27 OBLEMASPROPOSTOS 2 A ação da força de 10 kN sobre a coluna de aço pode ser analisada considerando que ela produz uma compressão na direção da linha de centro e um conjugado. A carga de 40 kN e a componente vertical da reação. Deseja-se substituir estas forças por um conjunto equivalente. B = 75. Determinar a coordenaday deB. consistindo da força de 200 N aplicada em A e de uma segunda força aplicada em B. 2. causado pelos seus hélices? Resp.47 A chapa em forma de L.46 2.~ '- l00N '-. 2. Durante as manobras.4 kN Probl. é uma tração em B e um conjugado. d = 80 mm 100N lOkNLd I "- '- J . rotação. y Probl. 2. em B. A parede vertical exerce uma força horizontal contra o ro1ete-suporte em A.46 A treliça simples suporta uma carga de 40 kN. A conexão articulada.45 2. 2. Resp.45 Expressar em notação vetoria1 o momento das duas forças em torno do eixo y e do eixo y'. Se o conjugado tem uma intensidade 800 N • m. t Probl. determinar a excentricidade d. exerce a força adicional sobre a treliça.5 kN 100 mJ Probl. a plena.43 3 Ao projetar um gancho de içamento. Calcular a intensidade B da força que atua sobre o pino da conexão em B. formam um conjugado igual e oposto ao conjugado devido ~s duas forças horizontais.47 y . uma hélice gira a plena rotação avante e o outro a ré. usando os vetores unitários mostrados . P = 51.44 -Am 1< ~~ >1 200 N A I I I • 240mm 30° ----1\1 xI I I I 2. na seção crítica do gancho. 2. Se a intensidade do conjugado é 4 000 N· m. determinar a intensidade de F .. necessária para manter o equillbrio. . 2.

no sentido anti-horário Probl. determinar a distância x. 2.51 2.50 Uma ferramenta está sujeita a uma força de 200 N e outra P. Se as engrenagens partem do repouso sob a . R = -160j N 2.49 Um conjugado de 37. como mostrado.2. mostradas.48 Probl.52 Probl. Se o conjugado e a força de 300 N forem substituídos por uma força equivalente única em B.53 . determinar a correta dimensão x da alavanca. 2. Localizar D determinando a distância b. qual seria o sentido de rotação? Resp. M = 929 N •m a força de 200 N. Resp. 60N·m Probl.52 Substituir o conjugado e a força mostrados pela única força F.5 N· m é aplicado ao eixo vertical soldado à placa retangular horizontal.50 2.49 2. mostradas. aplicada no ponto D. aplicada no eixo de rotação O.28 I ESTÁTICA A roda traseira de um carro que está acelerando é impulsionada por uma força de atrito F de 2. Se uma força R em O e um conjugado M = 20k N •m forem equivalentes às duas forças. que atue no ponto 12 mm acima do centro da roda.56 kN. Queremos projetá-Ia para operar com y Probl. Probl. Se a resultante do conjugado e da força passa por A. Substituir as duas forças por uma força única equivalente R. Se a força e o conJugado puderem ser substituídos por uma força equiyalente.53 A figura representa duas engrenagens acopladas. 2. determinar P e R. R = 3. que corresponde ao conjugado M.10 M = 11.ação das cargas nos dentes. P = 40j N. como é mostrado na fIgura. 2. ()x = 51. b = 213 mm 2.4 kN e por um torque sobre o eixo.28 N· m. 2. Resp.51 A alavanca de controle está submetida a um conjugado no sentido horário de 80 N' m. Resp. submetidas às forças de contato nos dentes. determinar M. exercido por seu eixo em A. e por um conjugado M correspondente.

Quando a resultante de todas as forças que atuam sobre o corpo não for zero.e F. F2 e F3' Obtemos a intensidade e a direção da força R pela construção do poligono de forças. Podemos agora. O equilíbrio do corpo é a condição na qual a resultante de todas as forças que atuam sobre o mesmo seja nula. do momento e do conjugado foram desenvolvidas nas quatro seções anteriores. pode·se escrever: . no plano x-y.12a pelo sistema das três forças Fi. onde os vetores das forças são somados cabeça à cauda. tanto em Estática. 2. no qual as forças podem ser aplicadas. que pode substituir as forças originais. por exemplo..6°. y (a) (b) Fig. Assim. uma em A e outra em B.54 250mm -+ lOOmm 200 N Dimensões em milímetros Probl. 2.2. então. esta força e o conjugado substituindo-os por duas forças.SISTEMAS DE FORÇAS / 29 a - A cantoneira está fixada a uma viga por meio de dois rebites A e B e suporta a força de 2 kN. como em Dinâmica. 2. como é ilustrado na Fig. mostrado na parte b da fIgura. A resultante do sistema de forças é a combinação de forças mais simples. Redistribuà.55 Se o sistema de forças F. Substituir esta força por uma força atuando na linha horizontal a meio entre os rebites e um conjugado. sendo geralmente necessário reduzi-Io à forma mais simples para descrever sua ação. em qualquer seqüência.12 O tipo mais comum de sistemas de forças ocorre quando todas as forças atuam em um único plano. e F. descrever a ação resultante de um grupo ou sistema de 'orças. A maioria dos problemas em Mecânica lida com um sistema de forças. com o auxílio destas defInições.6 . determinar e e a intensidade de F. a aceleração do corpo fica defInida pelo equacionamento da força resultante ao produto da massa pela aceleração do corpo. para qualquer sistema coplanar de forças. IF. Assim a detern1inação das resultantes é básica. 2.55 2.RESULTANTES As propriedades da força.I = IF. for equivalente às duas forças de 200 N.I =F= 335 N F2 ---1 Probl. e = 26. Resp. sem alterar o efeito externo do sistema sobre o corpo rígido. e assim determine as forças suportadas pelos rebites.

que diz que o momento da força resultante em torno de qualquer ponto O é igual à soma dos momentos das forças do sistema em torno do mesmo ponto. Neste caso. Em um sistema de forças paralelas. Fig. preservando as corretas linhas de ação das forças e somando-as pela regra do paralelogramo. Podemos determinar a posição da força resultante.14 têm força resultante nula. = = 2:F y R 2:F = 2: F x e = y(2: F x')2 2:F + (2: F y )2 (2. a resultante do sistema não é necessariamente nula.. para determinar R. Este é o princípio mais utilizado entre todos os da Mecânica. têm um conju- F2 Fig.13 Vê-se que são necessárias três equações. para determinar R.13). no sentido horário. para um dado sistema de forças. com a escolha de um ponto conveniente O como centro de momento (Fig. a correta linha de ação de R. usando o princípio do momento devido a Varignon. onde O é qualquer centro conveniente de momentos. para determinar completamente a resultante R de um sistema geral de forças coplanares. M = F 3 d. Em um sistema de forças concorrentes.30 I ESTÁTICA R Rx = Fl Ry + F2 + F3 + . O princípio da transposição de uma força é usado neste processo. k Mo = M. onde a soma Rl de F2 e F 3 é adicionada à F 1 para obter R.14 . algebricamente. como está indicado na parte a da figura. e uma equação do momento. calculamos o braço de alavanca desconhecido d. Se. são suficientes uma equação da força. graficamente. Por exemplo. pois pode existir um conjugado M.2. ~s gado.2. a força resultante R for nula. conforme: ou simplesmente (2. 2. Rx = k Fx. 2. a equação do momento em torno do ponto de concorrência. Ry = k Fy e Rd = k MO. Assim.4) = tg-1 _Y = tg-1 _Y Rx R 2:Fx Podemos obter. é automaticamente satisfeita e. só é necessário usar as equações das forças. as três forças da Fig. na direção das forças.5) que é uma outra forma de apresentar o teorema de Varignon ou o teoremados momentos..

em Mecânica. Neste cálculo. usando-se a regra do paralelogramo. Observe também que poderíamos localizar R encontrando o ponto que R corta o eixo y. Com O como o centro dos momentos. Ry não apareceria. O ponto O é escolhido arbitrariamente. como teria sido o caso se o momento estivesse atuando nO sentido anti-horário.60° cos 45° = 66. inicialmente.60 cos 45°(4) + 60 sen 45°(7) b=1.50(5) + 60 cos 45° (4) . como positivo. A posição da linha de ação de R é encontrada pelo princípio dos momentos (Teorema de Varignon). que elimine o maior número possível de termos das equações de momento. Se admitÍI1)1os. A seleção cuidadosa de um conveniente centro de momentos.3d Notas: = 140 .J Rx' = Ry'] R ] =. o princípio da transposição e o método para a transformação de um conjugado e de uma força. em uma única força. O momento no sentido horário de R. 5) o o [()= are tg ----L Rx ()= are tg Resp.60m ma R. 1. b daria negativo. com centro em O.4)' = 148. ® 2 [Rd= ~MO] 132.9 N = 50 + 80 sen 30° + 60° sen 45° = 132. Solução.3 132.60 = 1. e com o sentido anti-horário. é uma simplificação importante nos cálculos.4 = 63.79 sen 63.2°. 4) as de o m.4b = -140 + 50(5) . escolhido arbitrariamente. Se tivéssemos admitido C no lado positivo do eixo x. tos devidos às duas forças que passam por O. em torno de O. i- - O sinal' negatjvo indica que o momento da resultante está atuando no sentido horário em vez de no sentido anti-horário. Como verificação.SISTEMAS DE FORÇAS I 31 Problema Resolvido 2. d como o braço de alavança de R.o momento da resultante. As componentes Rx e Ry. este princípio exige: [Rd= ~MO] 1 148. ele influencia. também. Portanto. então um somatóno de momentos no sentido horário. como se'vê na figura. dará - Nota-se que a escolha do ponto O como centro de momentos eliminou quaisquer momen-.60 sen 45° (7) <D d= -1.79m . que será agora determinada. Outro modo seria localizar R encontrando o ponto C sobre o eixo x.9 NResp.6 Determinar a resultante das quatro forças e de um conjugado que atuám sobre a chapa mostrada. observe que d = b sen (). exige que a linha de ação de R seja tangente ao ponto A e não ao ponto B.6 m de raio. a resultante R e o ângulo () formado por R com o eixo x vêm a ser: [Rx = ~ Fx] = ~ Fy] Rx = 40 + 80 cos 30° .20 66. como a origem conveniente de coordenadas e como centro dos momentos.4 N R [Ry Ry [R =. que C está à esquerda de O.J' (66. a resultante pode ser aplicada em qualquer ponto sobre uma linha que forme um ângulo de 63°13' com o eixo dos x e tangente a um cúculo de 1. --x Embora o conjugado não tenha influência sobre a intensidade e a direção de R.9)' + (132. ser combinado graficamente. O sistema de forças dado pode.

8 = 38. qualquer que seja a intensidade de P.5 kN. a intensidade de R e o ângulo 8. Resp. 2.57 Calcular a intensidade da tração T e o ângulo 8. 10. Resp. também. 2. O resultado depende do ângulo 8? . b = 11 m Probl.61 Determinar a força R que possa substituir as quatro forças que atuam sobre a viga em balanço e não altere a reação sobre a extremidade da viga. na solda de sustentação em A.60 2./ / / / / 60 kN Probl. R = 1. 2. para baixo. Resp. 2. para que o olhal seja atuado por uma força resultante para baixo de 15 kN.70 m.5 kN 8x = 50.59 2. à esquerda deA 680 N I / / 20~.2° 50 kN 30 kN 2. Determinar a força vertical P.62 Na posição de equilíbrio mostrada. Determinar a posição de R.58 2. Encontre.32 I ESTÃTICA PROBLEMAS PROPOSTOS 2.58 Determinar a altura h acima da base D. que a resultante faz com o eixo x. T = 12. 40 kN 209 N 800 mm Probl. R = 34. onde atua a resultante das três forças. encontrando sua distância b à esquerda deA.61 600 1I11111~ 250 N mm 300mm B@II\I\~ Probl. 2.9° 300 mm 320 N Probl.57 3kN 3.85 kN.56 Determinar a resultante R das quatro forças atuando sobre a chapa de ligação. a resultante das três forças que atuam sobre a alavanca em cotovelo passa pelo centro do mancal O.60 Explique por que a resultante das três forças paralelas sempre passa pelo ponto A.56 p 2.9i + 41. 2.•••• 300 N 6kN 650N 600mm 3m 5kN 9m Probl.5 kN 2. .59 Onde atua a resultante das duas forças? Resp.8j kN R = 54.

2. à direita de B 2. a seu peso de 200 N e a uma força vertical em cada uma das bases A e B. Resp. e por um conjugado M.66 Probl. sobre o tramo superior.11 460j N.67 --x Probl. ea 4kN 6kN 0.832 m.66 Substituir as cargas aplicadas e o conjugado mostrados. mostrado.65 Determinar a resultante R das quatro forças e localizar o ponto A. R = 4 OOOi. está sujeito aos dois conjugados. Se a resultante deste sistema de dois conjugados e de três forças for zero. y = 109 mm .50i . R = -1.63 o a ...64 2. de modo que a resultante das três forças passe pelo ponto O. 2.00j kN. por onde deve passar a resultante. E = 260 N 2. .63 Determinar a intensidade F da força aplicada no cabo da alavanca.67 Determinar a resultante R das três forças e dos dois conjugados mostrados. através do qual passa R. 1. 2. Resp.~I::L t 3kN 300mm 1. Resp. Especificar M e dar a intensidade de R. x = 290 mm m 2 kN y I 100mm~ I I 100 N'm 400mrn1 500mm r. Encontrar a coordenada x do ponto sobre o eixo dos x. que atuam sobre o suporte vertical. 2.7m y I I I I L_-x A 150 mm > 1< 120 N 100 mm 120 N Probl. Resp. 2.62 Probl.2. 2.SISTEMAS DE FORÇAS / 33 5000 N 3000N y I I A L_-x 2000N 4000N Probl.2.640 redutor de engrenagens. determinar as forças em A e B.5 kN 200N 200mm'A Probl. que atue emA. por meio de uma força equivalente R.65 2.68 Calcular a coordenada y sobre o eixo y por onde deve passar a resultante das três forças e do conjugado. 2.

para as condições representadas.71 100 N Probl. 2. R = 930i + 1 666j N. R equivalente em A e um conjugado M. Como a velocidade é constante. D = 9.75 kN mg Probl.69 Probl.70 Substituir as três forças e os dois conjugados que atuam sobre a peça rígida por uma única força. 2. L = 279. Resp.6 kN.2.83 kN. 2.73 O avião a jato tem uma massa m de 30 Mg e estlÍ subindo com um ângulo de 15 o. Encontre M e a intensidade de R. 200N 3~ 4 200 mm ___ T 360N y i Jo mm -1- mm 3601' mm 520N / Probl. 2. com velocidade constante. graficamente.69 kN 200 N Probl. Calcular a reação D. acelerando 2.73 . Representar a ação dessas três forças por uma força resultante R em O e um conjugado de intensidade M. P= 4.34 I ESTÁTICA 6ON'm 3kN 100 N T 200 mm 300 m~ t- ~ 4kN Probl. Resp. por uma força R emA e um conjugadoM.71 Representar a resultante das três forças e do conjugado. a resultante de todas as forças atuando sobre o avião é nula.72 A engrenagem e a polia a ela agregada giram no sen tido anti-horário e estão submetidas a uma carga de contato nos dentes da engrenagem de 1 600 N e às trações de 800 N e 450 N na correia em V. a sustentação L e a força P atuando sobre o estabilizador.70 2. R = 4.68 2.69 Determinar. anti-horário. 2. M= 21. a resultante das quatro forças. impulsionada pelo empuxo T de 86 kN. O conjunto está acelerando ou desacelerando? Resp.05 kN'm. 2. Verificar o resultado através de cálculo.72 2.

a força F atuando no ponto O na Fig.. j e k estão. . II meio da operação vetorial conhecida como produto escalar. Se introduzirmos os co-senos diretores de F como sendo [= cos 8x. então sua intensidade escalar. 2.ãode Q.ça como (F = F(il + jm + kn)) (2. respectivamente.esmo sentido. o componente Fx = F cos 8x da força F. pode ser Fx = F· i. tem componentes retangulares Fx. em um sistema destro. como a projeção (componente) P cos a de P na direiY. deve ser multiplicada pelo vetor unitário s. Porém. nas direções x. As componentes retangulares de uma força F (ou outro vetor) podem ser escritas de modo alternado. Por definição.or. Se for conveniente escrever o vetor compo~ente na direção de s como uma quantidade vetorial. Em termos mais gerais se s for um vetor unitário em determinada direção. a direção positiva do eixo z. deve ser usado um conjunto de eixos ro.ão de P.15 por exemplo. expressa por F • s. é aquela do nanço de um parafuso de passo a direita. onde [2 + m2 + n2 = L podemos escrever a .P. Quando se girar do eixo x para y. girando no m.SISTEMAS DE FORÇAS I 35 SEÇÃO B.COMPONENTES RETANGULARES Muitos problemas na Mecânica requerem análise em três dimensões e.2. 2.7) A escolha da orientação do sistema de coordenadas é totalmente arbitrária e inteiramente dependente conveniência. a componente de F na direção de s (Fig.15. y e z.6) Fig. para preservar a orientação relativa dos eixos. que pode ser escrito. Assim. o produto escalar de dois vetores é uma g. é freqüentemente necessário mpor uma força em suas componentes mutuamente perpendiculares. o produto escalar de dois tores P e Q (Fig. SISTEMAS DE FORÇAS TRIDIMENSIONAIS 7 . ou como a prokção (comIlQnente)--º cos a de Q na direiY. m = cos 8y e n = cos 8z.100). na Fig. Fy e Fz. Qualquer seja a interpretação. simplesmente. onde Fx Fy Fz = Fcos ()x F = /F V· x 2 + Fy 2 + F z2 e s j = F cos ()y = Fcos ()z F= F + jFy + kFz = F (i cos ()x + j cos ()y + k cos ()z) iFx (2. onde i é o vetor unitário na direção eixo x.16b) terá a intensidade Fs = F· s.uantidade escalar.15 Os vetores unitários i. pata dar Fs = (F • s) s. como Fs = F • ss. Q a por eles formado e é = PQ cos a Este produto pode ser considerado. 2. multiplicaª-o p. é produto de suas intensidades pelo co-seno do ângulo escrito p.JIDili. 2.i'cado p-or O. Assim.

s = O. que não se interceptam. a compo. então.8) ou.&) Se a força F é perpendicular a uma linha cuja direção é indicada pelo vetor unitário s.8 + ky) = k-i = j'k = k-j uma vez que i-i = j-j = k-k = 1 e i-j = j-i = i-k = O Se o ângulo entre a força li.+ j.s = Fs cos (J = F cos (J. como seria no caso da multiplicação escalar. então. Se F tem os co-senos diretores nente de F na direção de s toma-se: Fn I. em virtude da relação do produto escalar. tem -se F . o ângulo entre F e s é dado por (2.16 Se s tiver os co-senos diretores veto r a.2. então cos (J = O e F . então. na Fig. o produto escalar de dois vetores P e Q..nn --Ç-Fn"'Y' (a) \\ -- _-~\ n~ (b) n ~('. generalizando.17 .) Fig.:Or unitário.8 +ny) .17. Observe atentamente que isto não significa que F ou s são nulos. ~ e 'Y pode-se.36 I ESTÁTICA /\ 6\ F \ Fn = F. é a projeção de P' sobre Q. 2. Assim. que é P' Q cos a = PQ cos a.2./ de intensidade uriitária. Assim.e a direção indica da pelo vetor uriitário sé (J. (ia = F· fi = F(il + jm + kn) = F(la + m. y e z. escrevê-Io decomposto como qualquer outro s = ia + j. m e n em relação aos eixos x.8 + ky . Fig. o ângulo entre dois vetores quaisquer P e Q é (J = cos -1 P-Q __ PQ (2. onde I s I = s = 1. onde (A )(B) = O requer que A ou B seja nulo. Deve ser notado que a relação do proçluto escalar aplica-se a vetores que se interceptam ou não. pois P' e P são o mesmo vetor livre.

- __ n n = 84. __ . 4 m e 5 m.071 = 0. Fy = Fm = 100 (0. A linha de ação de F passa por um ponto A cujas coordenadas são 3 m. Os co-senos diretores de F são: 3 1= 7.7 N.::::~ F".// -:..566 z I I I I I 1 1 = 5 ..688i + 0.071 = 0. Resp.707) (0.. como mostrado.-/ 1/ 1 1 /y Fy // /.424 n m= 4 7. y e z. Problema Resolvido 2.. O co-seno do ângulo exy entre F e o plano x-y é: -::::.SISTEMAS DE FORÇAS / 37.424i + 0. a componente de F ao longo de O-n é: Fn = F· n = 100 (0.. Os co-senos diretores de um vetor unitário n na direção O-n são: o<={3= "(= . y e z. As Fzf-------I I I 1 1 1 onde a diagonal OA é . / .::.4 N . Determinar: (a) as componentes de Fnas direções x.071 = 0...y= 70..707) = 70.--x .?f'-.707k) • (0.J 62 6 G) O produto escalar encontra automaticamen- . F = 100N B 2m n Solução.y .688j + 0. devemos escrever F • nn ou 84.071 m.••.707 = 7. (b) a projeção de F sobre o plano x-y..J 32 + 42 + 52 =.7 N .4 N... __ - + / /y _F.J32+42 cos exy = ----7.688 0. Resp. n \ \\ \ \ r-\ ~ __ "".688) + (0.229 te. Estej? preparado para o caso quando um co-seno diretor for negativo.----. Parte (a).4n N. como se vê na figura..."".J 62 + 62 + 22 2 0.566)= Fz = Fn = 100 (0..566j + 0. como está representado..J50 componentes são: Fx = Fi = 100 (0./// ~ F/ // '" ..688) + + (0.•••.6 N I I I I //1 .707) = 70.424) = 42. e (c) a componente Fn de F na direção da linha O-n.__ .566) (0..229k) = = 100 [(0. o comprimento da projeção ou componente de F sobre a linha O-n... que passa pelo ponto B. Notas: <D Neste exemplo todas as componentes são positivas. Para expressar esta componente como um vetor.:::. Parte (c).424) (0.' 7.229») = = 84. I I o Resp.071 = 0._----. + 62u+2' F \ \ \ \ z Assim. //Vi"..7 N Parte (b).<.4 N 56..707 de modo que Fxy = F cos exy = 100 (0.7 Uma força F = 100 N é aplicada na origem dos eixos x.

cujos lados têm a proporção 2:3:6.920i + 0.3m ~- ~.--~\ -----J x Probl.76 O cabo exerce urna tração de 2 kN sobre o pontoA.77 2.15j + 10k) kN Resp. Py = 85.] -_/ 1J-------"- B B Probl. 2.077k) icN 2. 2.2. 2. T = 2 (-0.----t "" ''''(: ~~ ---. Calcular os ângulos que T faz com o eixo positivo dos x e com o plano x-y.77 A força F de 140 kN está orientada ao longo da diagonal do paralelep{pedo.75 O esticador (tensor) é apertado até a tração no cabo AB igualar 1. Resp.8j + lOk kN sobre o pilar de concreto.2.74 Se a componente x de P for 60.79 O guindaste exerce uma força de T = . Resp.2.74 2. 2m r A '/'s Jl) z I I 1/ / / II 1 1 I I ~' I 4~/ 1 1 I . 2.76 O.6i .78 A tração no cabo de sustentação AB é de 10 kN.75 Probl. i ~T~ Y .2 kN.383j + O. T = V~ 389 (8i .9 N 1 1 1 Probl.N determine a sua componente y. Expresse F corno um vetor.I ESTÁTICA PROBLEMAS PROPOSTOS 2. Expressar esta tração corno o vetor força Tatuando sobre Be. y Probl. Escreva a expressão vetorial para a tração T.79 .78 ---y 2. através do cabo. Escreva a expressão vetorial para a tração T corno urna força atuando sobre o braço da alavanca. z I /' /' t ~2 llJ Probl.

Fx = -34. de modo que seja assegurado que não existe componente da tensão no cabo OC ao longo deAB. Resp.86 A força F tem uma intensidade de 2 kN e é orientada de A para B. Resp. determinar a sua componente ao longo da diagonal CD da porta. x = 2.87 . calcular o ângulo Oxy entre F e o plano x·y e encontre a componente x de F. TCD = 46. Os co-senos diretores de um vetor força F.85 Encontre a expressão para a componente F DC.84 Probl. Se a componente y de P é 200 N. da força F ao longo da linha orientada de D para C.67 m 2.87 A porta é mantida aberta na posição de 30° pela corrente AB. encontre P como um vetor.85 N. Resp. FCD = V6i5 kN A B N Probl. . Se F· k = 60 N.6 N Càlcular a intensidade FCD da projeção da força de 100 N sobre a diagonal CD da face do cubo.SISTEMAS DE FORÇAS I 39 Uma força F tem a intensidade de 1 200 N.2. Oxy = 43.2. Se o seu co-seno diretor com o eixo x for 0. Fy = 1 049 N A linha de ação de uma força P faz um ângulo de 120° com o eixo positivo dos x e tem o co-seno diretor el11relação ao eixo z valendo 0. Calcular a componente FCD de F ao longo de CD. Resp. respectivamente. 2.4 e 0. encontrar Fy. Se a tração na corrente é 100 N. da o- D Probl.25 e a razão entre as componentes x e z for 0.86 Determinar a coordenada x que localiza a pequena polia em C. 2.83 Probl. Resp.0. 2. em relação aos eixos x e y são. 2. o 2.6.6.6.9°.0 N 0k alx Probl.

Assim. O ponto Q e a linha de ação de F definem um plano a. isto é.8 . A expressão do produto vetorial para Mo pode ser apresentada sob a forma de determinante (ver o § 7 do item B7 no Apêndice B) que fornece es k Mo = I rx ~y Fy rz (2. Por defmição. Expandindo o deterrni· nante obtém-se d p . O momento Mo de F em relação ao eixo normal ao plano. que vai de O até um ponto qualquer da linha de ação de F. se consideramos r e F como vetores livres (Fig. 2.4 e 2.10) Fx Fz ta Deve·se notar cuidadosamente a simetria e a ordem dos termos. é a intensidade de Mo. F X r = -Mo. se os outros dedos da mão direita se curvarem no sentido da rotação r para F.18a) e um ponto O qualquer que não esteja sobre esta linha. 14b). o polegar apontará o sentido de Mo. (a) (b) Se Fig. mais geral do que a usada na análise bidimensional. Este momento é também designado como o momento de F em torno do ponto O. É somente quando se trabalha com três dimensões que fica evidente a grande vantagem da análise vetorial. Consideremos uma força F com uma determinada linha de ação (Fig. Portanto. sendo d a distância perpendicular de O à linha de ação de F. A direção e o sentido corretos do momento são definidos pela regra da mão direita. visto que F X r resultaria num vetor com um sentido oposto ao de Mo.40 I ESTÁTICA 2. do qual depende a correta avaliação das operações vetoriais. para ser empregada nos problemas tridimensionais. descrita anteriormente nos itens 2. Tanto a intensidade como o sentido de Mo podem ser defmidos pela operação vetorial conhecida como produto cruzado ou produto vetorial (ver o § 7 do item B7 do Apêndice B).5. o produto vetorial de r e F é representado por r X F e tem a intensidade (r sen a)F. passa por O.MOMENTO E CONJUGADO Será desenvolvida agora uma formulação dos conceitos de momento e conjugado. que assim como Fd. ~r Mn é normal ao plano e tem como suporte o eixo que. tem a intensidade Mo = Fd. o momento de F em torno do eixo que passa por O pode ser escrito como: :m lt X F ~~.2.18 (2. Momento. e passando por O. Introduz·se um vetor r.9) A ordem r X F dos vetores deve ser mantida. além de empregar um sistema de eixos de coordenadas destro.

como apresentado na Fig. que mostra as três componentes de uma força F atuando em um ponto A. A expressão r X F • n.. ••. A Fig. cuja origem é O. A soma dos momentos das forças do sistema. a componente de Mo na direção de 'A é simplesmente Mo • n que é intensidade escalar do momento M. são: O são coincidentes X F.20). é r. cuja posição. 2. ulu ) (2. . então. basdo executar as operações indicadas. F 2. resultando ( M" = (r x F .2. 8 também pode ser expressa como: I'x M.>. o triplo produto escalar pode ser escrito sob a forma de determinante. Da Eq. . I = I Fx o: (2. em relação a O. onde tratou-se do momento de uma força em duas dimensões.19 Fig. cujo vetor :lOSição. de modo que a Eq. 2.>.>. As ltensidades dos momentos dessas forças em relação aos eixos positivos x. do n um vetor unitário na direção À.SISTEMAS DE FORÇAS / 41 a e Para ganhar mais confiança no emprego das relaçÕes do produto vetorial. introduzido o teorema dos momentos ou teorema de Varignon. é fixada pelo vetar r. Teorema dos Momentos. 2.necessita ser escrita (r X F) • n.a partir de O.>. como foi defrnido no item 2. F 3. do Apêndice B.20 Pode-se agora escrever o momento M. é s . pela aplicação da lei distributiva em uma soma de produtos toriais.21 mostra um sistema de forças F 1.12) y de 0:. .. a intensidade deve ser multiplicada pelo vetor unitário n. de F em torno de um eixo qualquer que passe por O (Fig. usando-se a expressão do produto escalar para a componente vetor. uma vez que a asso~iação r X (F • n) não teria sentido porque um produto rial não pode ser formado por um vetor e um escalar. observemos as três compotes do momento de uma força em relação a um ponto.19. O princípio é também aplicável em três ensões. y e z.4. com os respectivos termos da expansão do determinante obtido do produto vetorial a e a o e s e Fig. concorrentes no ponto A. em relação a O.2. B14. 7 ry Fy f3 rz Fz = 1M.. Este resultado pode ser facilmente verificado. {3.'Y são os co-senos diretores do vetor unitário n.. No item 2. de F em torno de 'A.7.11) de r X F substitui Mo. Para se obter a expressão vetorial para o momento F em torno de 'A. conhecida como triplo produto escalar (ver Apêndice B). podendo-se provar facilmente isto.

Vemos que a intensidade de ~ é M = Fd. O momento combinado das duas forças em torno do ponto O é m po po pa po de ex 12 Porém. uer ponto B :".22 mostra duas forças F e ..TB = r.. ) = r x ~F ( ~Mo Assim. ao vetor conjugado Mz. este Mecânica.ÁTICA r x Fl +r x Fz + r x F3 + .14) Assim. das forças Fz e -Fz. t F2 j. A Fig. a ação do conjugado sobre o corpo produz uma rotação pura em torno de um eixo perpendicular ao plano formado pelas forças que constituem o conjugado. O momento de um conjugado é um vetar livre. e o on (2. iguais e opostas.:9io é freqüentemente aplicado na _:EDlbém.F. 2. cuja direção está ao longo do eixo que passa pelo ponto.. O vetor r liga da linha de ação de F.P:i X Fa P Fig. onde d é a distância perpendicular entre as linhas de ação das duas forças.22 do de Conjugado.4. de modo que desaparece toda a referência ao centro de momentos wmento do conjugado torna-se: O. pode ser somado. -~nsões. não apenas somente para momentos de vetores de forças em geral. Como ocorreu no caso bidimensional. pode ser produ~do por F e lM M M . . para produzir o conjugado M que. conforme mostrado. o momento do conjugado é o mesmo em relação a qualquer ponto. a soma dos momentos de momento da sua resultante em ..2.13) w um sistema de forças concorrentes. Assim. é torno do mesmo ponto. conforme descrito no item 2. Fa .-Ur de qualquer O conceito de conjugado foi apresentado no item 2.23. enquanto que o momento de uma força em torno de um ponto (que é também o momento em torno de um eixo que passa pelo ponto) é um vetar deslizante. por sua vez. Os pontos A e B estão localizados pelos vetores posição TA e TB..2. TA . devido a Fi e -Fi. p d p l B Ma =r .5.5 e é facilmente estendido para três 2.0 -F . Como já foi mencionado no item 2. atuando sobre um corpo. a ponto O. = r x (F1 + Fz + F3 + . em torno de um ponto dado. o vetar conjugado Mi. para momentos de vetores = rx R) (2. Os :vetores de conjugados obedecem a todas as regras que regem as quantidades vetoriais. na Fig.Mi = r x Fi M2:' r x F2 "z9.21 Fig.

2.707j + 0.· Colocando-se em B as forças iguais e opostas ..F e F. é Mz == -84.10<.84..566i . de a força F. O momento pedido pode ainda ser obtido pelos métodos vetoriais segundo o momento MO de T em torno do ponto O. Na aplicação da Eq.566k + 0. que são: y I A 15m T = 10 kN rês liga B.-<. O vetor MO é normal ao plano defmido por T e pelo ponto O como está mostrado na figura. atuando ponto B. mas. A escolha mais simples é o vetor de O até A. vê-se que o vetor conjugado é simplesmente o mento da força original em tomo do ponto para o qual a força foi deslocada. 6 para se achar MO o vetor r é qualquer vetor proveniente do ponto O à linha de ação de T.. Portanto Mz == 150 (-0.J45õ = 21. e obter o mesmo resultado.. é substituída por uma força idêntica.424.424i) X k = .empregando o vetor OA é mais simples.9 kN • m Resp. preso ao topo A do mastro rígido e ligado ao solo em B. Portanto.24 o.424k) kN.1° /9m B 12/AB == 0.9k kN· m z . y [MO == r X F] MO = 15j X 10 (0. ste ças Fig.2.. obtém-se o conjugado composto por . Notas: <D e o ondeAB = .8 Uma tração T = 10 kN é aplicada ao cabo.-:: . Calcular o momento Mz de T em torno do eixo dos z que passa pela base O do mastro.5. para repre~ntar r.. T ~ 10 (0. expresso como vetor.424i) kN • m A de uja julas A intensidade Mz do momento desejado é a componente de MO na direção z ou Mz = MO • k.566.707 e 9/AB == 0. Conforme a Eq.l" z/ --.F e a força original F..0. Soluça-o (a). 2.23 No item 2.. e pelo conjugado M = r X F.SISTEMAS DE FORCAS I 43 M x_.J9' + 15' + 12' =.424k) == == 150 (-0. 12m--"". a >-: //yr---__ /.566k + 0.566i . que atua sobre um corpo rígido no ponto A.2.9. ~_ 13) = -FI BM ' Fig. 14) de no Poderíamos ter usado o vetor de O para B. ·A é I•. __ /?--.24. Assim. A expressão vetorial T exige seus co-senos diretores. Devemos estar parados para fazer esta substituição no caso tridimensional. Problema Resolvido 2...2 m. -15/AB == -0. aprendemos a substituir uma força por outra e um conjugado equivalentes... Recorda-se que f é um vetar B para qualquer ponto da linha de ação passando por A. que é escrito como r = 15j m.707j + 0. na juF e O sinal menos indica que o vetor Mz está no sentido negativo do eixo dos z. O momento.0. O procedimento é apresentado na Fig.

O co-seno diretor de T em relação ao eixo dos x é 12/./122 + 152 = 9.10) = = 2.559)2+(-1.9 Determinar a intensidade e a direção do conjugado M.06) = 1. Resp. quando visto no plano x-y. portantb. O momento pode ser também facilmente calculado./92 + 122 + 152 = 0. Sendo d a distância perpendicular de Txy ao ponto O. ® É sempre de grande ajuda acompanhar as operações vetoriais com um esboço dos veres.66 (15) = 84. = 30 (0. Txy = 10 (0.. Os dois vetores dos conjugados são então combinados.566) = 5.600 N· m 1 Assim. O conjugado devido às forças de 30 N tem a intensidade M. de modo que o momento pedido é devido somente a Tx. resultando nas componentes: Solução.906)=9. Mz = 5./ 152 + 122 + 92 = 0.06 kN. tem-seMz = Txy d.60)' = 2.37) = 84. que podem substituir as quatro forças dadas.50 N· m. que é normal ao eixo de momento z. Solução (c). \ O braço de alavanca d é igual a OA multiplicado pelo seno do ângulo entre Txy e OA ou d = 15 12 .80 N· m. A direção de M. com a direção e o sentidQ mostrados na mesma figura. M= J (1..559 N· = . O conjugado devido às forças de 25 N tem a intensidade M2 = 25 (0. Problema Resolvido 2.37 m Então.06 (9. paralelas ao plano y-z.9 kN· m e o sentido é o horário. . é normal ao plano definido pelas duas forças. e o sentido mostrado na figura é estabelecido pela regra da mão direita. É evidente que Ty não exerce nenhum momento em torno do eixo dos z.50 + 1. de modo a obter um panorama claro da geometria do problema.906 e. situadas no plano x-y. As forças de 30 N atuam paralelamente ao plano y-z.44 / ESTÁTICA Solução (b). que substitua os dois conjugados dados e ainda cause o mesmo efeito externo sobre o bloco. 50mm 25 N I z / My Mz = 1.9 kN· m Resp.. visto que ele o intercepta. aplicadas em duas faces do bloco.66 kN. ® Esboce a vista x-y do problema e mostre d. O co-seno do ângulo entre Te Txy é.80 sen 60° = 1. Especificar as duas forças F e -F. o momento de T em torno do eixo dos z é: Mz = 9.80 cos 60° = m 1.2.566 de modo que Tx = 10 (0. O momento Mz é devido somente a Txy visto que Tz sendo paralelo ao eixo z não pode exercer nenhum momento em 3) torno deste eixo.23 N'm Resp.. decompondo-se Txy em suas componentes Tx e Ty./ 152 + 122 /. A força T está decomposta nas componentes Tz e Txy. Portanto.

é necessário adicionar o conjugado M. onde r = OA 0. e o braço de alavanca é de 100 mm. tal como em O. <D As forças F encontram-se no plano normal ao conjugado M.ç--. cada força tem a intensidade: 2. . o conjugado também pode ser expresso. Assim. e seu sentido é o do momento da força dada. Definir este conjugado como um vetorM. como pode ser visto na fig1. que está acoplada ao eixo fixo OB.ira do lado esquerdo.2j + 0. o vetor do conjugado é perpendicular ao plano.2j + 0.60P = arc tg 0. A direção de M no plano y-z é dada por: 125 8 = arc tg -= 32 00 200 ' Resp. Assim.125k m e F = -400i N. 75 mm li' d Ao se mover a força de 400 N na distãncia = 236 mm. cuja intensidade é de: Solução. a força pode ser substituída por uma força equivalente em O e por um conjugado. a partir do qual a intensidade e a direção de M podem ser escritas.3 o Resp.23 0. no sistema de representação vetorial. em torno de O. F= e a direção 8 = 22.236) = 94. M = (0.974 = 44.10 Uma força de 400 N é aplicada em A para manobrar a alavanca de controle.SISTEMAS DE FORÇAS/ ~ com 8 Nota: = arc 1 559 tg -'-1. = 44.J 125' + 200' M = Fd = 400 (0.30• Problema Resolvido 2. =.3 N· m Resp. como M = r A F. até uma posição paralela que passa por O.3 N Resp. no qual a força é deslocada.10 Mantenha-se atento para o fato de que os vetores conjugados são vetores livres e portanto não têm uma única linha de ação.125k) X (-400i) = -50j + 80k N· m Resp. 400N -. Na determinação do efeito da força sobre o eixo em seção transversal.

2. ao longo da linha vertical central da coluna. trabalhando como coluna.89 Determinar pontoA. z I 2. Um torque (conjugado) de entrada de 80 N •m é aplicado ao eixo A no sentido da rotação. M = (-6Oi + 40j) f03 N· m Probl. O eixo da máquina acionada exerce um torque de reação igual e oposto sobre o eixo de saída do redutor. 2.46 I ESTÁTICA Problemas Propostos 2. o momento da força P em torno do x x Probl.91 I I I : ~}i I~---IP 3 I I I B----l.92 2. .89 2.2. __y Probl. Determinar a resultante M dos dois conjugados que atuam sobre o redutor e calcular o co-seno diretor de M em relação ao eixo x.91 = F (bi + aj) / Probl. Resp. conforme mostrado.90 Calcular o momento MO da força de 250 N.93 Probl. em torno do eixo O-O. de aço. Expresse o conjugado como um vetor.5jN'm 150N 2.88 Os sentidos de rotação do eixo de entrada A e do eixo de saída B do redutor coroa sem-fIm. Substitua estas forças por uma força equivalente única. M=-75i+22. são indicados pelas flechas curvas.92 As duas forças atuando nos punhos das chaves de grifo formam o conjugado M. de relação de transmissão 10:1. MA 2. suporta duas cargas verticais. e um conjugado M. Resp. o momento da força F em torno -do Resp.88 Determinar pontoA. 2.90 Uma viga H. O eixo de saída B fornece um torque de 320 N •m à máquina que ele aciona (não mostrada). 2.

repetido aqui./ I I I I I I . 2.4 .96 /L'.93 'I c I I Calcular o momento em tomo do eixo z. também. Determine.97 x Se o guindaste do Probl./ 1-.96 apanhar a carga em B. Calcule a intensidade do momento desta força em torno do ponto O.l./ "" z " 2.r--~ 1'2l1J~ / ~Jm J-----l 2. 2.2kN'm Probl.lk kN'm otade traque do dei njur o Probl.. O cabo AB. produzido por uma força de 100 N atuando no ponto A do suporte.95 Calcular a intensidade do momento em torno do eixo x.-6--1 Y Probl. B~ . determinar o momen· to MO desta força. 2. 2. a . em vez de em A. 2. MO = -374i + 93. 2. Determinar a resultante M dos três conjugados./.920 kN • m I T 1'1 I I 130m o I I I I I 0. e desenvolver uma traçã~ inicial T de 21 kN em seu cabo. o cabo é tracionado ao valor T = 21 kN.94 de ga- A fIgUra do Probl. 2m r A . Resp..2 kN sobre o braço da alavanca.98 Três conjugados são formados por três pares de forças iguais e opostas.56. 2. da tração de 2 kN no cabo AB do Probl.98 em Probl. em torno da origem O. exerce uma força de 1. de A para B.é1!<~m 4. 2.75 está repetida aqui. Resp. cuja origem está situada na base do guindaste.76.SISTEMAS DE FORÇAS I 47 2.. 2.5m"Y A ~~. Mz = 0. Calcular o momento que T produz em torno de cada um dos eixos de coordenadas. M=-20i-6.>' ~ . Resp.5j .99 Probl.77j-37.96 0" do elahas Ao suspender uma carga dOa posição A././ " : \ ".

M= ~ 11 (12i . (Observe z I X F'n)n [F X (r. Probl. 6 e 9. são. respectivamente. 2. em metros. Determinar o momento M da força em torno de um ponto de coordenadas 2.104 A placa retangular de aço está inclinada e apoiada sobre a sua aresta horizontal AR e é mantida na posição mostrada por um cabo que vai do ponto C ao ponto O. de coordenadas 2. (b) 2.----- x expressão vetorial para o momento da força em torno do ponto O.'4.103 Determinar o momento deste sistema em torno do ponto O.103 Uma fresa está submetida. MO= -260i + 328j + 88kN'm 2. . 2 e . .2 e 1 m. A e R.5.100 A força F exerce um certo momento M em torno do eixo 0-0. Resp. 4) metros B 13m// " Probl.F cos (3cos~) n I I I I I I //' O C(5. sem usar o produto vetorial. no sentido de A para R. Calcular o momento M da força. 2. O vetor n é unitário ao longo de O-O.104 . As coordenadas x.13j + 6k) N'm 2.101 Uma força de 50 kN. (rI X F'n)n (-r4 Probl.100 4 -m--_~ (a) À---x 2.102 Uma força de 100 N passa por dois pontos. a uma força de 1 200 N e um conjugado de 240 N· m. -1. 2. como mostrado. y e z são 3. 2. 2 e -5 mm.3. passa por um ponto P cujas coordenadas x.48 I ESTÁTICA y !. A tração n~ cabo é 20 kN. no solo. A caixa é retangular. y e z de A e de R.4 e 3. com os co-senos diretores proporcionais a 2.3 mm. Determinar qual das expressões citadas descreve M corretamente. + r3)·n]n (r.2. Calcular a intensidade do momento da tração do cabo em torno da aresta AR. Resp.5. Desenvolva o problema usando a abordagem mais apropriada para cada uma das duas formas de apresentação. em torno do ponto C.

de seu momento em torno do eixo da dobradiça.84 está repetida aqui.!i. B 2.m A x .105 Probl. 2. Substituir as duas forças por uma força em O e um conjugado M. = -1. '\.108 A fIgura do Probl. 2.28k kN M = 5.90k kN'm '50N~:~1 ~m~ . I _---- B 051 T 11~ I c ' I -I _-k--Y . calcular a intensidade do momento da tração em torno do eixo AB.707 kN •m \ OkN // // 3m Probl.86 está mostrada outra vez aqui. Resp. Determine M e calcule a intensidade M' do momento que tende a girar o tubo em torno do ponto O do bloco fIxo. Para a posição da polia C.106 A IJgUl"ado Probl.5 Im _--À '. determinar a intensidade deF.6 N· m Probl.109 Uma ferramenta de abrir rosca está atarrachada na extremidade de um tubo. equivalentes. M = 0. I Probl. A tração no cabo é 2 kN. RelJP.2. 2. 1ml 1. M = 17. F. Probl. 2.. determinar a intensidade M. M/ = 85.) 30kN x 2.84. que tem um joelho de 20°. Se a tração na corrente AB é 100 N.)8 2.05i .Q.I 1.107 Substituir as duas forças que atuam sobre o cubo de 3 m de lado por uma força única equivalente F aplicada em A e por um conjugado M.67 m.11.109 . 2. Resp.106 2.~ w: I I .2. M= 46.93k N' m.'1 I r----- IA Y' x 2.5 m' _----' o'.8 N'm N'm oiada da na nto C 0 kN.107 z 1 ~ 1 1 1 --- -------~ I· 1 1 1ml I 1 no do 1 1.5 !!!_--1-m:J. 72j + 28.t5i .105 A IJgUl"a do Probl.SISTEMAS DE FORÇAS / 49 que a escolha do método de solução freqüentemente depende da maneira na qual são apresentados os dados. .I ' I I '. o do roblecada serve _VII I.87 está mostrada aqui outra vez. 2. . em x = 2. Resp. Se a intensidade do momento de F em torno da linha CD é 50 N • m.I .

~~~istema ~o item 2. a intensidade e a direção de R são as mesmas não importanto o ponto escolhido.. um conjugado para cada força transferida. desde que se introduza. Portanto. adicionando-se um conjugado correspondente. por exemplo.9 . como representado na parte b da figura. 2. para um sistema de forças FI. Encontrou-se a intensidade e a direção da força resultante. Assim.4) e localizou-se a sua linha dé ação empregando o teorema dos momentos (Eq. o . as forças concorrentes podem ser adicionadas vetorialmente.50 I ESTÁTICA 2.RESULTANTES um. embora sejam mostrados passando pelo ponto O. . Desta maneira.as forças para o ponto O. F2.5). 2. As intensidades dos resultados e suas componentes são: Rx d re m C = R LFx Ry = + LFy (LF)2 Rz = Mz LFz = n +'(LFY Y(LFx)2 My Mx = L(r x F)x = L(r x F)y = (2.. escolhido como ponto de concorrência das forças é arbitrário e a intensidade e a direção de M dependerá do ponto particular O.15) L(r x F) M ~ R \~ O (b) (c) en Fig. usando o somatório de vetores de forças (Eq. Assim.25 Os vetores conjugados. Contudo.de defmiu-se forças. rígido capaz em de que substituir atuam.2. qualquer sistema de forças pode ser substituído por sua força resultante R e pelo conjugado resultante M. pode-se mover a força F para o ponto O. sem resultante alterar como o efeito sendo externo a combinação que causam mais sobre simples o de corpo forças. o sistema geral de forças é reduzido à: R M to so = = FI MI + F2 + F3 + + M2 = LF + M3 + = (2. mostrou-se que uma força pode ser deslocada para uma posição paralela. também. Então. desde que se introduza o conjugado M1 = r X FI.16) L(r x F)z M = yM x 2 + My 2 + Mz 2 O ponto O.6. pode-se deslocar cada uma delas para um ponto arbitrário O. podendo também serem adicionados os conjugados fornecendo um conjugado resultante M (Fig. podem ser representados em qualquer posição paralela. No item anterior. em um sistema de forças bidimensional. . visto que eles são vetores livres. a fim de fornecerem uma força resultante R. Na Estática. escolhido. Esses mesmos princípios podem ser utilizados em sistemas de três dimensões. quando se transferir todas. tem-se um sistema de forças concorrentes em O e um sistema de vetores conjugados. F3. 2.-Em Dinâmica o centro de massa é usualmente escolhido como ponto de referência.25c). atuando sobre um corpo rígido (Fig. 2. sendo a alteração no movimento linear do corpo determinada pela força resultante e a mudança no movimento angular do mesmo sendo determinada pelo conjugado resultante. Em geral. onde r é o vetor de O para qualquer ponto sobre a linha de ação de FI.25a).

tal como o centro da massa do corpo ou outra origem de coordenadas convelte. Na parte b da figura. somente a primeira das Eqs. 15) Torsor positivo Torsor negativo Fig.15 é neces. anum tropara nto um da rça M Torsor Resultante. onde os esforços de torção e axial são exercidos e o parafuso na direção de seu eixo. por conveniênc:ta. quando a força resultante R e o conjugado resultante forem . O torsor é positivo se os vetores da força e do conjugado apo~tatem no o sentido.. nem todas no mesmo plano. Para um sistema de forças paralelas. resultante é chamada de torsor. ao longo da direção de R. Portanto. ele é representado passando por O. nes~a ilustração). esta forma tem aplicação limitada. as resultantes do origirIal sistema geral de forças transfor·se em um torsor (positivo. e a posição de sua linha de ação é facile obtida empregando as duas componentes do teorema dos momentos. Na parte c da figura. normal ao plano . simplesmente.27. no emprego de um parafuso de acionamento. 'erifica-se pela Fig. 2. 2. a determinação de resultantes é essencial na Estática e na DirIâmica. com a força -R aplicada em O a fim de anular a força original R. o o dos íbrio completo de um corpo é especificado. O torsor é a forma mais simples para expressar a resultante de um sistema geral de forças.2.26).eparadas por uma distância =M2/R. decomposto nas componentes M1. e o correspondente conjugado resultante M.do por R e M. Vamos agora estudar as resultantes para algups sistemas especiais de forças. tudo. que um vetor . Forças Coplanares. Esta etapa permite obter a te R. Quando o vetofM do conjugado resultante é paralelo à força resultante (Fig. e M2. para o sistema de forças. a irItensidade da paralela resultante é.2. Esta simplificação é ilustrada na Fig. normal à R. com seu único eixo defmido pela nova posição de R. o jugado M2 foi substituído por seu equivalente de duas forças R e -R.6 dedicou·se a este sistema de forças. e ao conjugado paralelo M1. Encontra-se um ex~mplo comum de um II positivo. que atua ao longo de uma nova e única linha de ação. M . se eles apontarem em sentidos opostos. que o eixo do torsor re~ultante situa-se no plano que passa por O. que atuam num ponto O. negativo. :. 2. como é mostrado na parte d da figura. em es 6) R R R de ão (a) (6) -R (e) ça mo ea o (d) Fig.27 . onde a parte a da figura representa. a soma das forças dadas.27. O item 2. usualmente.SISTEMAS DE FORÇAS I 51 uir am. não situada sobre o eixo único do torsor. Quando as forças são concorrentes. em torno de eixos em um plano ndicular às forças. Assim. uma vez que.26 Qualquer sistema geral de forças pode ser representado por um torsoraplicado ao longo de uma única de ação. é mais conveniente usar como ponto eferência um ponto O. Forças Concorrentes. 2. porque não existem momentos em torno do ponto de concorrência. Forças Paralelas. ra M seja um vetor livre. a força resultante R.

dos quatro mommltos é: 4 e M = M = 49.k cos 40° sen 45°) ® = -16.07i -13. do que montar as relações do produto vetoria!.5i .6k N . em conseqüência do deslocamento da força de 500 N é: [M = r X FI MSDO o co = (0. inspecionando a figura. e pelo conjugado correspondente M. O resultado vem a ser: M700 <D Sugestão: Verifique os resultados do produto vetarial.m Resp.4i .100) li - (700 sen 60°) (0.m do torsor aponta na direção oposta à da força de 500 N e. é mais fácil obter as componentes dos momentos em torno das direções coordenadas de origem A.nentes x. avaliando os momentos das' componentes da força de 500 N em torno de A.95i . aplicada emA. O vetor conjugado de 25 N . podemos decompô-lo nas compo. @ Embora o vetor conjugado resultante M seja mostrado.71.12j + 0.4)2 + (90. diretamente do esboço.030)k 10./(928)2 + (871)2 + (621)2 = 1 416 N Resp.19k N . j e k.52 I ESTÁTICA Problema Resolvido 2. Para as forças de 600 N e de 700 N. Solução.5j . no esboço das resultantes.060) + ® on R + (700 cos 60°) (0.90k N .5)2 + (24. reconhecemos que o vetor conjugado é um vetor livre e.24.18. o conjugado resultante. [Rx [Ry [Rz 700 N A força resultante tem as componentes Rx ~. R e de to = 928i + 871j + 621k N R= e R = -. dá M50D = 18.m 2) O momento da força de 700 N em torno de A é facilmente obtido dos momentos das componentes x e z da força.90. mo pa onde r é o vetor deA aB. a serem aduzidos às componentes dos outros vetores conjugados.0 N .05k) X 500 (i sen 40° + j cos 40° cos 45° + k cos 40° sen 45°).= (600) (0.j cos 40° cos 45° . queiornecem: M60D M Notas: . portanto.5.040)k = = 36.54j -13.11 Substituir as duas forças e o torsor negativo por uma força única R.16.030)i .08i + 0.[(700 sen 60°) (0. não tem nenhuma linha de ação especÍfica. é calculado pelo exame de seus componentes x e z. obtido por meio da soma dos termos i. ou determinante. ga ne .m 3) O conjugado do torsor também pode ser escrito: M' = 25.m e O momento da força de 600 N. conjugado a ser adicionado. = (700 = cos 60°) (0. O desenvolvimento componente por componente.JT 80mm ai /Í 40° 500 N Pr I so x-y tam = = = EFxl EFyl EFz = 500 sen 40° + 700 sen 60° = 928 N = 600 + 500 cos 40° cos 45° = 871 N = 700 cos 60° + 500 cos 40° sen 45° = 621 N I Ry Rz Portanto.54kN-m Portanto.m J (49.Oi + 24.6)2 = 106.4j .0 (-i sen 40° .060)i + (600) (0.Ok N .59j . y e z. passando por A. em torno de A.

a direção do vetor conjugado é oposta à da força resultante. no plano x-y.SISTEMAS DE FORCAS I 53 Problema Resolvido 2.x)j N • mm e o momento total é M = (800 . das três forças são (M)Rx (M)Ry (M)Rz = 20ykN'mm y =40mm = -49 (60)i -AOxkN'mm = 40 (80 . supondo que o torsor seja positivo. inicialmente.40 (100 ''''--x . Igualando os co-senos diretores de R e de M tem-se 800 -40y -4000+40x= -40x =M 3 2M 3 + 20y = 2M 3 Nota: y=40mm Resp. Encontre. cos8z= 60- 40 _ 2 3 60 mm O momento do conjugado do torsor deve ser igual à soma dos momentos das forças dadas em tomo do ponto P. o que significa que o vetor conjugado está orientado na direção oposta à de R. que o torsor é positivo. x=60mm. +(40)' + (40)' = 60 N cos8x= 60= 3' 20 1. Os co-senos diretores do conjugado M do torsor devem ser os mesmos da força resultante R. também. .y)i .M= -2400N'mm. a intensidade do conjugado M do torsor.12 Detenninar o torsor resultante das três forças que atuam sobre a cantoneira. cos 8y = 60 = 3' 40 2. Calcular as coordenadas do ponto P.40y)i + (-4 000 + 40x)j + (-40x Os co-senos diretores de M são cos 8x cos 8y cos 8z + 20y)k N •mm = (800 .40y)/M = (-4 000 + 40x)/M = (-40x + 20y)/M onde M é a intensidade de M. Devemos supor. através do qual atua a força resultante do torsor. Se M vier a ser negativo. tomando o torsor negativo. <D A solução das três equações dá . Vemos que M é negativo. pelo qual passa R. A força resultante é R= 20i + 40j + 40kN e seus co-senos diretores são R = v'c20) . Os momentos em tomo de P. Solução.

2.110 ~--/' I'~--:::. y = 15.110 A laje de concreto suporta as seis cargas verticais mostradas.I 80 1-=' mm I mm z--------~J1~ J '.111 2.4N 4N'm I ' . cos Oz = -0..525.113 2. Resp. Resp.114 Use a Fig. " I/iao' 40 N I I I I I ~~~.2.115 . Conjugado M = -13 . Determinar a resultante dessas forças e as coordenadas x e y de um ponto através do qual ela atua.30 m.111 Determinar as coordenadas x e y de um ponto pelo qual passe a resultante das forças paralelas.O eR.113 As quatro forças são concorrentes na origem O de coordenadas.R=1021N.54 I ESTÁTICA ll1 PROBLEMAS PROPOSTOS 2. Determinar a intensidade correspondente da resultante das três forças e os seus co-senos diretores.3°. Se a componente x da resultante R for -50 N e a componente z for 100 N./ "".~'x k 80 mm 50*-90 mm 80N Probl.2. O=33.734 2. 2. 30o~ / 40N\--rt? '/ z I I I 2. Resp. x = 7. 3at I \~I----/'--y " I .5li + 2.SOj + 4k N •m y I 2.112 Determinar o ângulo O de modo que a força líquida para baixo sobre o olhal fIxo seja 750 N. determinar F. cos Oy = 0.430.25c e mostre que um sistema mais geral de· forças pode ser representado por duas forças que não se interceptam.V/ Prob!. cosOx=0.S3 m 5kN 6kN 4kN 9kN 8kN Probl. k 45.115 Determine a resultante das quatro forças e do conjugado que atuam sobre o eixo. Dimensões em milímetros Probl. 2.

pelo qual passa a força resultante do torsór.320j + 400k N· m Probl. de igual intensidade F.116 2. que passa pelo ponto A.121 A resultante de duas forças e de um conjugado pode ser representada por um torsor. 2.119 A ação combinada das três forças sobre a base em O pode ser obtida pela determinação de sua resultante através de O.9 kN'm Probl.8m. Seu eixo resiste à. em termos de uma força R aplicada em A. Determinar R e o conjugado associado M. e por um conjugado M: Resp.120 O motor de 160 N de peso está montado sobre o suporte. R = 200 (j + k) N M = 560i .93 kN. 2. R = 10.120 2..SISTEMAS z I I I DE FORÇAS / 55 116 Represente a resultante do sistema de forças que atua sobre o conjunto de tubos. z=100mm .119 mais duas a. 2.118 --y ProbI. e por um conjugado M. 2. e de um conjugado M. que passa pelo ponto A.- --y N'm Probl. z con- . como se vê na figura. força axia1 de 120 N e a um conjugado de 25 N •m aplicado.118 Substituir as duas forças. M= 38. O.2.8m :---. Resp.81)1 de lado. por uma força única R./ /' /' /' J. no plano x-z.117 2. Resp: M=10(i+j)N'm. x=100mm. z I r3r:fJ n:\1:n-1 100N 50 N • fi d1I::s~ 120 N li/L ~ ProbI. 2. por uma única força R em A e um conjugado M. I 400 N I I I 2. Representar a resultante dessas forças por uma força R. Determine a expressão vetorial para o momento M do torsor e encontre as coordenadas do pontoP. Determinar a resultante do sistema de forças mostrado.117 As quatro forças estão atuando ao longo das arestas do cubo de 0.

Resp.. 2. 2. x = 271 mm.121 3. ao longo de urna única linha de ação. M= 95. Resp.2 mm. y = -486 mm 2.2 ou sob tará tod cor gas def dos cor . 2.123 A resultante de um sistema geral de forças pode ser expressa corno unrtorsor. Encontre a intensidade do momento M do torsor e as coordenadas do ponto P. determinar as coordenadas do ponto P. Probl. no plano x-y. X = 56.122 Substituir o sistema de forças que atua sobre o conjunto de tubos do Probl.56 / ESTÁTICA /OON 2..6 N'm. que é a interseção da linha de ação do torsor com o plano x-y.116 por um torsor. m pa de do ao em Es 'for sis SE 3. Para o sistema de forças do Probl. .120. pelo qual passa a força resultante do torsor. y = 100 mm.

Um corpo está em equihbrio quando a resultante de todas as forças que agem sobre ele é nula. 3. o corpo particular ou o sistema mecânico a ser analisado e. A abordagem que será desenvolvida é básica para o domínio perfeito da 'tica. representar claramente e completamente todas as forças que atuam JObre o corpo.nico é defmido como um corpo. a ça resultante R e o conjugado resultante M são ambos nulos. que pode ser isolado de todos os outros corpos. a atenção está orientada principalmente para a defInição das forças que atuam sobre corpos rígidos em repouso. assim. Uma vez decidido qual o corpo (ou combinação de corpos) que deve ser analisado. e que ser m o mm. Tal sistema pode ser um corpo único ou uma combinação de corpos ligados.INTRODUÇÃO A Estática lida principalmente com a defmição das situações de forças necessárias e suficientes para ter o estado de equihbrio das estruturas. Em Estática. que trata do equihbrio. conjugados e resultantes. líquida ou gasosa. Faremos uso contínuo dos conceitos nvolvidos no Capo 2. embora seja considerada também a Estática dos fluidos.ISOLAMENTO DO SISTEMA MECÂNICO Antes das Eqs.1 serem aplicadas. sobre forças. e tem-se as equações de equilíbrio: (R nica robl. assim. momentos. SEÇÃO A. sem ambigüidades. EQUlLIBRlO EM DUAS DIMENSÕES 3. acarretará resultados errados.· 3 EQUILÍBRIO . constitui a e mais central da Estática e. Os procedimentos que serão desenvolvidos neste capítulo constituem uma ampla introdução métodos de abordagem usados na solução de um sem-número de problemas. = LF = O M=LM=OJ (3. ou uma combinação de fluidos e sólidos. tanto na Mecânica como outras áreas da Engenharia. considerada como um corpo único) é isolado de todos os outros que lhe sejam adja- . quando aplicarmos os princípios equilíbrio. deve ser dominado inteiramente. é fundamental que se defma. Assim. é recomendável que o estudante leia e estude as seções seguintes com atenção e empenho. Seguiremos a organização usada no Capo 2 e. Um sistema mecâ. este capítulo. Portanto. então este corpo (ou combinação. A omissão de uma força ou a inclusão de uma que não atue sobre o corpo em questão.con· e as qual mm E. Os corpos podem ser rígidos ou deformáveis. na Seção B. portanto. O sistema pode também ser uma massa fluida definida.2 . ou um grupo de corpos. discutiremos na Seção A o equilíbrio de um ÃStema de forças bidimensional e.1) Estes requisitos são condições necessárias e suficientes para haver equillbrio. o equihbrio de sistema de forças tridimensionais.

em seu ponto de ligação. 3. portanto. Estas forças de ação remota têm os mesmos efeitos . ao qual está ligado. também. Essas características das forças serão ágora usadas para desenvolver o modelo analítico de um sistema mecânico isolado. em sentido prático. Quando a posição não estiver facilmente aparente. Observou-se que as. está inteiramente distribuída nele. A Fig. O Ex. que menciona a existência de uma reação igual e oposta para cada ação. ao cisalhamento ou à compressão e exerce. uma força de tração na direção tangente ao cabo. A posição de G é usualmente determinada pela forma geométrica do corpo. em muitos casos. no que se refere aos efeitos externos sobre um corpo rígido. As características mecânicas da aplicação da força necessitam de uma descrição adicional. Deve-se observar cuidadosamente a terceira lei de Newton. Em seu ponto de ligação ela exerce uma força tangente a si mesma. como no Ex.2 foram descritas as características básicas das forças. Está indicado. em cada exemplo. O Ex. 8. por causa de sua flexibilidade. No item 2. a reação é normal à superfície do apoio. Embora não existam superfícies reais completamente lisas.58 / ESTÁTICA --~---- centes. Um cabo flexível. no Ex. 6 ilustra a ação de um pino de ligação. A resultante das forças gravitacionais sobre todos os elementos é o peso mg do corpo que passa pelo centro de gravidade G e que para estruturas terrestres está dirigido para o centro da Terra. Introduziu-se. particularmente onde existem condições de simetria. se a articulação não estiver livre para girar. Esta ação é normalmente representada por dois componentes retangulares. o princípio da transposição. Pode-se admitir que o cabo forme uma linha reta quando a tração T for grande. forças são aplicadas tanto por contato físico direto como por ação remota e. ao qual serão aplicadas as equações de equihbrio. Quando as superfícies dos corpos em contato são rugosas. que ambas podem ser concentradas ou distribuídas. Quando as superfícies lisas (sem atrito) de dois corpos estão em contato. 3. Quando o peso do cabo não for desprezível em relação à tração. comparada a seu peso. normal ao plano de tangência das superfícies. podem ser internas ou externas ao corpo em consideração. além disso. 5 mostra a ação de uma guia polida sobre o corpo que ela suporta. é incapaz de oferecer qualquer resistência à flexão. O Ex. Os cálculos das várias forças devem ser efetuados somente após o diagrama ter sido cuidadosamente desenhado. 7 mostra as resultantes de uma distribuição bastante complexa de forças através da seção transversal de uma barra ou viga esbelta. portanto. a ação de um cabo flexível . e em uma componente normal N. antes de se tentar desenhar os diagramas de corpos lineares. 4 ilustra diversos tipos de apoios mecânicos que eliminam efetivamente as forças tangenciais de fricção. Uma das forças mais comuns é a devida à atração da gravidade.1 mostra os tipos comuns de aplicação de força sobre sistemas mecânicos. no seu suporte engastado ou fixo.sobre o corpo. Observação análoga se aplica às forças magnéticas e elétricas que agem por ação remota. Ex. que permite tratar a força como um vetor deslizante. O Ex. porém pode ser decomposta em uma componente tangencial F. a flecha do cabo torna-se importante e a tração no cabo muda de direção e de intensidade ao longo de seu comprimento. A força exercida pelo cabo sobre o corpo ao qual está ligado é sempre para fora do corpo. corda ou corrente . necessariamente. a força exercida sobre o corpo a ser isolado pelo corpo a ser retirado da representação esquemática.correia. para análise em duas dimensões. Somente a força R pode ser suportada. Esta força afeta todos os elementos do corpo e. Devido a sua importância salienta-se aqui que. mostrando todas as forças aplicadas nele (ou neles) pelos outros corpos adjacentes. a força de contato pode não ser. se a conexão puder girar livremente em torno do pino. relativa ao atrito. Notou-se. Este isolamento é efetuado por meio do diagrama de corpo livre. focalizando-se a atenção principalmei\te nas propriedades vetoriais das forças. que não aparecem no diagrama. a localização de G deve ser calculada ou determinada experimentalmente. ~ o diagrama de corpo livre é o passo mais importante na solução de problemas na Mecânica. 2. ainda. Não existe resistência paralela à guia. Neste exemplo. Tal ligação é capaz de suportar uma força em qualquer direção normal ao eixo do pino. Está representada. 1. Ex. Um conjugado resistente M pode também ser suportado. que a aplicação das forças externas é acompanhada por forças reativas e. a força exercida por um sobre o outro é normal ao plano de tangência das superfícies e é de compressão. que é representação esquemática do orpo isolado (ou combinação de corpos). esta suposição é válida.

Pino está livre para girar Pino não está livre paragirar onto 6. Cabo flexível. ~Iédespmd'~ desprezível T~ A força de contato é de compressão e normal à superfí cie. no plano norinal ao eixo do pino geralmente indicada como duas componentes Rx e Ry' Um pino que não esteja livre para girar pode também suportar um conjugado M. Suporte de rolete duas a ser que ·5. tên· a de mpre mpaa-se Colar ou cursor. A resultante da atração gravitacional sobre todos os elementos de um corpo é o peso mg. ado Um suporte engastado ou fixo é capaz de suportar uma força axial F.3. e capaz de suportar uma força em qualquer direção. o peso do ca. livres para moverem-se ao longo de guias lisas. a constante elástica da mola k é a força necessária para deformar a mola de uma unidade de comprimento. A força da mola é de tração se a mola for esticada e de compressão se ela for comprimida. Guia deslizando livremente O suporte de role te. As superfícies rugosas são capazes de suportar uma componente tangencial F (força de atrito). a a às itos Fig. Superfícies rugosas 4. bem como uma componente normal N da força de contato resultante R. mpo7. "- Solda F~C= V ~ W=mg quer res. passando pelo centro de gravidade G do corpo. Suporte engast"do ou fixo A A 1 Uma conexão de pin0J articulada livremente. Atração gravítacional ~ ans- HHH men- dos está rpo. podem suportar somente forças normais à guia . uma força transversal V (força de cisalhamento) e um conjugado M (momento Íletor) para evitar rotação. rpo. Conexão de pino orça não sos.EQUIu'BRIO / 59 do AÇÃO MECÃNICA DAS FORÇAS Tipo de contato e origem de força I Ação sobre o corpo a ser isolado 1. ser. 2. oorreia. tros ente corrente ou cor~8 o peso é --8 _ T?O 8 "" _ do cabo nao A força exercida por um cabo flexível é sempre uma tração para fora do corpo na direção do cabo.1 . e. Para uma mola linear em regime elástico. que atua em direção ao centro da Terra. de esfera ou de setor de rolete transmite uma força de compressão normal à superÍlcie do suporte. Superfícies liSas e se das e as' nas ada pio nos tico 3. 8.

quando apreciáveis. é dada por F = kx.60 / ESTÁTICA totais sobre um corpo rígido como as forças de igual intensidade e direção aplicadas por contato externo direto. . também. A análise sistemática do limite completo do corpo mostrará todas essas forças. removidos. Os pesos. ele pode ser adotado arbitrariamente. e são considerados removidos do diagrama. de modo que os diagramas de corpo livre correntes possam ser desenhados. o diagrama não deve ser amon\oado desordenadamente. As setas que indicam forças devem ser claramente evidenciadas. sobre o diagrama do corpo isolado.a Fase. exercem atração. isolado por um diagrama que representa seu completo limite externo. Muito freqüentemente é falsa a primeira impressão que uma determinada força possa parecer não influenciar o resultado desejado. portanto. Uma vez executadas as quatro fases precedentes.a omitir do diagrama de corpo livre certas forças que podem pare· cer.1 não são diagramas de corpo livre mas simplesmente princípios para serem empregados na construo ção dos diagramas de corpo livre. desnecessárias aos cálculos. devem ser incluídos. 3. A força exercida pela mola no regime elástico. medida a partir da posição neutra ou indeformada. 3.a Fase. e negativo. As representações na Fig. É bastante recomendável que o estudante examine estas nove condições e as identifique na resolução dos problemas. em seguida. Os seguintes passos estão envolvidos: l. a foiça para uma dada deformação não é a mesma para as condições de carregamento e alívio. e é útil utilizar lápis de cor. Observe contudo que o diagrama de corpo livre é apropriado para pôr em evidência a análise acurada sobre a ação de forças externas e. 2. Os cálculos revelarão um resultado positivo. onde k é a constante elástica da mola e x é sua deformação. Para a mola em regime não-elástico. direções e sentidos próprios indicados. 4. Deve-se definir claramente o corpo ou combinação de corpos que deve ser isolado. de modo a não se confundirem com qualquer outra que possa aparecer. O método completo para desenhar um diagrama de corpo livre. O estudante deve sempre certificar-se de ter isolado completamente o corpo antes de passar à fase seguinte. A escolha dos eixos de coordenadas deve ser indicada diretamente sobre o diagrama.a Fase. à primeira vista. estarão cometendo graves erros. como as aplicadas pelos corpos em contato ou por aqueles que. o único procedimento correto é certificar-se de que todas as forças cujas intensidades não sejam desprezíveis figurem no diagrama de corpo livre. resultará um correto diagrama de corpo livre. em caso contrário. 9 mostra a ação de molas nos regimes elásticos (linear) e não-elástico (não-linear). e o caminho estará livre para a aplicação direta e bem sucedida dos princípios da Mecânica (quer da Estática quer da Dinâmica). Ao caírem nesta tentação. Esta fase é freqüentemente a mais crucial de todas. O Ex. É somente através do isolamento completo e da representação sistemática de todas as forças externas que se pode calcular com segurança os efeitos de todas as forças ativas e reativas. Portanto. todas as forças que atuam sobre o corpà isolado. do começo ao fim dos cálculos. ser apresentadas por conveniência. O corpo ou combinação escolhida é. com excessivas informações alheias a seu objetivo. Representam-se. em suas próprias posições. se o sentido arbitrado estiver correto. As forças desconhecidas devem ser representadas pelas setas dos vetores com as intensidades ou direções desconhecidas indicadas pelos símbolos. tração ou compressão. Se o sentido do vetor for também desconhecido. Construção dos diagramas de corpo livre. É necessário ser coerente com as características fixadas das forças desconhecidas. Esse limite externo define o isolamento do corpo de todos os corpos que estão em contato ou exercem atração. que permita isolar o corpo ou sistema em consideração será agora definido. Muitos estudantes ficarão tentados. As forças conhecidas devem sér representadas pelas setas dos vetores com suas intensidades.a Fase. em seguida. A função linear da relação força-deformação define que forças iguais acarretam deformações iguais durante o carregamento ou alívio da mola. O corpo escolhido incluirá uma ou mais das quantidades desconhecidas desejadas. Dimensões geométricas apropriadas podem.

eles ssas elas das elos ulos . ~~~M ões. V ma 2. emA. Sistema rígido de corpos interligados considerado como uma unidade p m W=mg . Treliya plana O peso da treUça é suposto desprezível comparado com P.\3 Ft F'~ ~ ! em .EQUILfBRIO I 61 no erda EXEMPLOS DE DIAGRAMAS DE CORPO LIVRE Sistema Mecânico 1.rrw=mg By ! L x menue o rnas a seu com 4. É dos p p~~~~N ~B. zíveis . O 3. Viga Superfície de contato lisa. eo quer Fig. É ue se alsa a anto.3.2 pareos. Viga em balanço W=mg Lx y . Massam M . P ---Programa de corpo livre do corpo isolado ão da di- ão es ru- L.

o diagrama de corpo livre deve incluir as reações sobre a treliça em A e B. Os sentidos positivos destas componentes são supostos arbitrariamente. 3.1). Qualquer uma das muitas configurações internas. que exerce sobre a viga uma componente x e uma y da força. Além disso. 3. e de By no Ex. no intuito de assegurar a direção do cabo. Se o peso total dos membros da treliça for apreciável. seria possível sem alterar o efeito do mecanismo como um todo e este fato é apresentado pelo diagrama de corpo livre. em torno de B. . 8 da Fig. Está mostrada uma força vertical V para contrabalançar o excesso de forças aplicadas com sentido para baixo. na próxima seção. 4 da Fig. é necessário um conjugado M. sob a ação de seis forças e um conjugado. através de exemplos selecionados simples e diretos. 3. deve-se incluir as forças reativas aplicadas na viga pela parede. a treliça completa pode ser removida de sua base de suporte e tratada como um corpo rígido único. que atua através do centro de gravidade da viga. ilustradas na Fig. para impedir que a treliça se mova para a direita. Em aditamento à carga externa P aplicada.1). que se supõe conhecido (Ex. existe o pino de ligação em B.1). 3. 3. existe a possibilidade de desenvolvimento de uma componente de atrito tangencial. emB. sob a influência da componente horizontal de P. os problemas que seguem foram planejados para dar essa prática. O isolamento do sistema mecânico em estudo será identificado como uma fase crítica no equacionamento do modelo matemático. 1. revela três quantidades desconhecidas par:a o equilíbrio com as cargas dadas mg e P. para impedir que a viga gire em tomo de A. será útil termos certa prática inicial com seu desenho. No Ex. a viga em balanço está fixada à parede e sujeita às três cargas aplicadas~ Quando se isola a parte da viga à direita da seção A. A validade dessas hipóteses deve ser aprovada ou não.2 fornece quatro exemplos de mecanismos e estruturas juntamente com seus diagramas de corpo livre corretos. para evitar que a treliça gire no sentido horário. quando comparado com P e com as forças em A e B. estão incluídas nos quatro exem· pIos. No Ex. As características dos vários tipos de forças de contato. Em aditamento à força aplicadaP e ao conjugadoM. pode suportar somente uma força vertical e . O pino de ligação em A (Ex.2 e os problemas resolvidos que aparecem no final da seção seguinte. Também a componente horizontal Ax estará dirigida para a esquerda. anti-horário. Na verdade. 3. O peso mg da viga deve ser representado passando pelo centro de massa (Ex. relativamente simples. positivos ou negativos. 4. de acordo com o que derem os sinais algébricos dos termos. Deve ser também incluída a tração T para compensar o excesso de forças aplicadas para a direita.1).mte. 6 da Fig. O método do diagrama de corpo livre assegura a defmição precisa de um sistema mecânico e concentra a atenção sobre o significado e a aplicação exata das leis da Estática e da Dinâmica. isto é. As dimensões e as intensidades foram omitidas para tornar mais claro. Foram admitidos. A Fig. considerados em conjunto. 8 da Fig. a partir de m. este método é tão importante que recomendamos ao estudante reler esta seção várias vezes. 2. 3. Tendo em vista esta fmalidade. está claro que a componente vertical Ay deve ser dirigida para baixo. Antes de usarmos diretamente. 3. No Ex. O diagrama de corpo livre está agora completo e mostra a viga em equilíbrio. 3. quando estiver estudando os exemplos dos diagramas de corpos livres mostrados na Fig. o sistema completo é tratado como um corpo único.62 I ESTÁTICA o diagrama de corpo livre foi apresentado em detalhe por causa de sua grande importância em Mecâ· nica. Se as superfícies de contato no canto não forem lisas.o mecanismo completo. A força exercida pelo canto A sobre a viga é normal à superfície lisa da viga (Ex. çiiagrama de corpo livre d. as forças internas não são mostradas. os sentidos positivos deBx e By no Ex.1. Recomendamos novamente ao estudante dedicar uma atenção especial a esta fase.1). constituem uma estrutura rígida. 3. quando se aplicam. Em todos os casos. Neste exemplo. a treliça é composta de elementos estruturais que. então estes pesos devem ser incluídos no diagrama de corpo livre como forças externas. O suporte oscil. Assim.esta força é transmitida à estrutura B (Ex. isolado. 4 o. quando os cálculos forem executados nos problemas reais. 3 é mostrado o peso mg. 3.1) é capaz de fornecer 'à treliça as componentes horizontal e vertical da força. As resultantes dessas forças reativas são mostradas atuando sobre a seção da viga (Ex. o diagrama de corpo livre na aplicação dos princípios do equillbrio das forças. 7 da Fig. 2 da Fig. nos diagramas de corpos livres. No Ex.

Caixote de massa m homogênea. Alavanca de controle aplicando torque ao eixo em O. para formar um diagrama de corpo livre completo. no lado direito. de mas· sa desprezível comparada com a massa m. do corpo isolado. A (7\F Probl. B no os asta os alios 5. um diagrama de corpo livre (DCL). A lança está pivotada em O e suportada pelo cabo de içamento em B. apoiado na parede vertical lisa e suportado em uma superfície horIZontal rugosa. Acrescentar todas as forças necessárias. Alavanca em ângulo suportando a massa m.EQUIu"BRIO / 63 ecâ· ra a do é os no OBLEMASPROPOSTOS Em cada um dos cinco exemplos seguintes. em um r as esta de está ido dir dos sos ~g A p 2. Peça carregada. Os pesos dos corpos são desprezíveis. incompleto. os valores numéricos das forças e as dimensões do corpo.1 . o corpo a ser isolado é mostrado no lado esquerdo do diagrama e. em cada caso. Foram omitidos. 3. 2 to ino tas heno mo 4. de Corpo s os As DCL incompleto em· 1. a não ser que seja indicado o contrário. para facilitar. Lança OA. suportada pelo pino de articulação (ligação) em A e pelo pino fIXO posicionado dentro da ranhura lisa em B. he. ~ a a sulda ser ces· ser om- 3.

3 Desenhar um diagrama de corpo livre completo e correto. uniforme sendo içada para a posição. Os pesos dos corpos são desprezíveis. a não ser que se indique o contr4rio. A y I I M M L_-x P•••• \'" Probl. A barra repousa sobre uma superfície horizontal rugosa. O sentido de algumas componentes de reação nem sempre pode ser determinado sem cálculo numérico. Todas as forças conhecidas e desconhecidas devem ser qualificadas. pelo guincho. para formar um diagrama de corpo livre correto e completo. Estaca de massa m.2 \V1 cada um dos cinco exemplos seguintes. Alavanca levantando uma massa m. A. A superfície horizontal de suporte está escariada.)1 B ângulo para estrutura. 2. em um plano inclinado de ângulo e. o corpo a ser isolado é mostrado no diagrama do lado esquerdo. em cáda caso. F 5. sendo empurrado para cima.. Corpo 1. No lado direito é mostrado um diagrama de corpo livre errado ou incompleto. (Nota. As dimensões e os valores numéricos foram omitidos. Faça todas as mudanças ou adições necessárias. tendo esta uma superfície horizontal lisa.) . Nós com pino. Os pesos dos corpos são significativos. 3. Jogo de suportes em . F 4. para evitar o deslizamento da estaca. Barra dobrada soldada em A e submetida a duas forças e um conjugado. apenas quando é mencionado. de cada um dos corpos indicados.~ ESTÁTICA 3. DCL errado ou incompleto 3. Rolo de uma cortadora de grama de massa m.2 :> p- ~ 3.

como uma só unidade.1. 3. vertical Fixada P.§ij ~ ~ 4. uniforme. Barra de massa m. nos. suspensa pelo cabo vertical em A e suportada pela superfície inclinada e rugosa em B.3. Roda com gome.EQUILi"SRIO I 65 ias. por meio de piI 7. Submetidos ao conjugado M e suportados como está mostrado na figura. mo ~M 8. Baira horizontal de massa m. uniforpelo me. Placa de A. Barra inicialmente horizontal.. defIniu-se equilíbrio como a condição na qual a resultante de todas as forças. suportada cabo pesada. Probl.1) que. nas extremidades. em duas dimensões podem ser escritas na forma escalar (3. de massa m. Estas exigências estão contidas nas equações vetoriais do equilibrio . considerados em conjunto. polias e cabo de ligação a serem isoladas. e rolete de massa M. meio-fio. Dito de outro modo. suportada por uma superfície rugosa e sob ação de cabo horizontal. ulação em pela A forçaP. um corpo está em equill'brio se todas as forças e os momentos dos sobre ele estão compensados. massa m. No item 3. homogênea. 5.2) . Estrutura completa. e pelo I 2.3 CONDIÇÕES DE EQUlLIBRIO s são adas. aos suportes rígidos. que atuam um corpo é nula. uniforme. Ce pino no plano flexionada sob carga P. Roda de massa m na iminência de mas 6. não 1000 1.

estão desenvolvidas no livro Dinâmica. e o corpo pode ser tratado como se estivesse no estado de equihbrio. 3. Para o equilíbrio completo em duas dimensões. As equações que relacionam força e aceleração para movimento dos corpos rígidos. também. as três Eqs. sobre o corpo ou fora dele. na direção das forças (direção x). Colinear I IY pode situação é o ~Fx = oI A segunda :alcorrência ser consi IY L__ x I I~/ I ~Fx = o I --ügono ação das três fo ~íbrio é de considerável das forças é traçadc z 4. mas não o serão na direção horizontal. As equações de equilíbrio das forças serão satisfeitas na direção vertical onde a aceleração é nula. = o---------I I== '-''// 1. 3. São condições necessárias porque. São.::onhecidas. e o equihbrio estará assegurado. A . uma vez satisfeitas. evidentemente. mas as duas equações de equillbrio das forças serão satisfeitas.2 caem naturalmente dentro de um número de categorias que são facilmente identificadas. com velocidade angular crescente. que atua sobre o corpo. As aplicações das Eqs. . exige somente a única equação de forças. 3. p CATEGORIAS DE SISTEMAS DE FORÇAS EM EQUILÍBRIO EM DUAS DIMENSÕES I Figura I Equações independentes Categoria F~2 . (a) Categorias de Equilíbrio. não pode ocorrer desbalanceamento de esforços.3 e explicadas como segue. torno er sob a cada ação de ~tante em torno do pon ponto. um corpo que deslize em uma superfície horizontal. uma roda girando em torno de seu centro fixo de massa. Estas equações mostram que a aceleração do centro de massa de um corpo é proporcional à força resultante F. 3. por exemplo. a força resultante sobre ele deve ser nula. Um outro exemplo. Estas categorias de sistemas de força que atuam em corpos em equihbrio estão resumidas na Fig. a partir da segunda lei de Newton referente ao movimento. Porém.3 Caso 1. e um pode valer sem o outro. Tome.2 são as condições necessárias e suficientes para o completo equihbrio em duas dimensões. 3. Conseqüentemente. sob a ação de forças aplicadas.66 / ESTÁTICA A terceira equação representa o somatório nulo dos momentos de todas as forças em torno de qualquer ponto O. As Eqs. tendo em vista que todas as outras equações estão automaticamente satisfeitas. se um corpo move com velocidade constante (aceleração nula). .2 devem ser integralmente satisfeitas. com velocidade crescente. não está em equihbrio rotacional. estas condições são requisitos independentes. se não forem satisfeitas. Geral ~Fx = o ~F)' =0 Fig. suficientes porque. O equilíbrio sob forças colineares. I de I mais ~Fy oo ~Mz ~F. deste autor.tã . as forças e os momentos não estarão compensados.

como mostrado na Fig. isto é. 3. Caso 4.3.3. Nas ilustrações citadas.4 e está claro que para tal corpo. o equilíbrio de um sistema geral de forças em um plano (x-y) exige as duas equações de forças plano e uma única equação de momentos em torno de um eixo (eixo z) normal ao plano. Dois exemplos são ados na Fig. uma das forças exercerá um momento resultante em torno do ponto de concorrência das outras duas. é comum reduzi-Ias a três.5a). das p /' /' /' /' de -p /' /' em Corpo submetido à ação de duas forças (a) Fig. O ato do corpo não deve confundir esta simples exigência. o polígono das forças é traçado de modo a fechar-se. Para o corpo mostrado na Fig. o ponto de concorrência pode ser considerado como estando no infmito. 3. Neste caso. e a única equação de momentos em torno de um eixo (eixo z) normal ao plano das forças. A primeira situação é o equilíbrio de um corpo sob a ação de apenas duas forças. Neste caso. é necessariam~nte igual a zero. Vê-se que as linhas de ação das três forças devem ser concorrentes. as. 3. porém deve ser uma força R que passa .5 na as. então. as forças devem ser iguais. o que violará a exigênçia de momento nulo. opostas e colilleares. em torno de cada ponto. Há duas maneiras adicionais de se expressar as condições necessárias para o equilíbrio de forças em duas dimensões. se ela ainda existe.EQUILI"BRIO / 67 uer eto os rer das ões atua rça Caso 2. (a) Corpo submetido à ação (b) Polígono fechado de três forças satisfaz ~F == O Fig. em o de um eixo z que passa por O. não pode ser um conjugado. o equillbrio de forças que se situam no plano (x-y) e são concorrentes no ponto O exige ente as duas equações de força. A única exceção ocorre quando as três forças são paralelas. um As o o sa. Se elas não o forem. o equillbrio de forças paralelas em um plano exige a única equação de forças na direção das (direção x). tendo em vista que a soma dos momentos em torno de O.5b. (b) Equações Alternativas de Equilíbrio. os pesos dos corpos são 'derados desprezíveis. combinando duas ou mais das forças conhecidas. Caso 3. O princípio da concorrência das três forças em equillbrio é de considerável utilidade na execução de soluções gráfIcas das equações das forças. Há duas situações de equillbrio que ocorrem freqüentemente e para as quais o estudante deve ser do. 3.00 se LMA =0. comparados com as forças aplicadas .4 A segunda situação é o equillbrio de um corpo sob a ação de três forças (Fig. Se um corpo em equillbrio estiver sob a ação de mais de três forças. a resultante R.

meramente. a identidade 0=00 (c) Vinculas e Determinação Estática. 3. como mostrado. as equações de equillbrio podem ser .6b. Agora. B e C são três pontos quaisquer não situados sobre a mesma linha reta. contudo. fornecidas pelos seus suportes. Novamente. Portanto. em um problema geral em duas dimensões. onde A. Estas equações conterão informações redundantes e a solução de duas delas pode. uma opção para o conjunto das equações de equilfbrio é: onde os dois pontos A e B não se devem situar sobre uma linha perpendicular à direção x. escrevendo-se três equações de momentos em torno de três pontos que estão sobre a mesma linha reta.1. 3. mas nenhum vínculo tangente à superffcie. deve passar por B. confonne a Fig. obtém-se equações dependentes. contudo elas não fornecem necessariamente informações suficientes para se calcular todas as forças desconhecidas que possam atuar sobre o corpo emequillbrioo A questão de suficiência situa-se nas caracterfsticas dos vfnculos a possfvel movimento do corpo. a resultante. se "iMB = O. A terceira equação verificará. para um sistema de forças copIa· nares. Se agora a equaçOo ~ F x ~ O "mantém onde a direçOo x é perfei. As equações de equillbrio desenvolvidas neste item são condições necessárias e suficientes para estabelecer o equillbrio de um corpo. que a força resultante R. a esfera e o suporte oscilante fornecem vfnculos normais à superffcie de contato. Por conseguinte. 3. Para a bucha .68 I ESTATlCA ( . para qualquer corpo tal como mostrado na Fig. onde C não é colinear com A e B. o r01ete. (b) x "LMA = O satisfeita "LMR=O tMA = O}satisfeitas lÍ .en!e "bitrária. Tal força não pode existir..-B. com três incógnitas. Portanto. uma força tangencial não pode ser suportada. não somente deve passar por A. Quando nem todas as equações de equillbrio são independentes. se ainda existir. onde B é qualquer ponto tal que a linha AB não seja perpendicular à direção x. se ela existe. determinar duas das incógnitas. 4 da Figo 3. a resultante. Além do que. se ela ainda existe. deve ser uma força R que passa por A. mas deve também ser perpendicular à direção x. "gue. Vfnculo significa o impedimento do movimento.6d. se "iMB = O. se "iMA = O.". como mostrado na Fig. No Ex. está claro que R deve ser zero e portanto o corpo está em equilfbrio . Por exemplo. se "i Me = O. - tMA = o satisfeita -------. no máximo. (c) Figo 306 (d) Uma terceira formulação das condições de equilíbrio pode ser feita. p~r A.6c. (a) A R\. obtém-se informação redundante e a solução das equações dará O = O.

ÚInero míniino de vínculos necessários para assegurar uma confIguração de equihbrio são chamados de estaticamente determinados e. Ao discutir a relação entre vínculos e equillbrio. Na parte b da fIgura. exigida para ajustar as dimensões da estrutura àquelas das fundaçÕes entre A e B. para o sistema de forças envolvido.7 . e um terceiro vínculo impede qualquer rotação em torno de A. conforme fossem influencidas por suas correspondentes propriedades de rigidez. A Fig. elas ade de guia e o curso r do Ex. como em A. considerada como um corpo único. a duas componentes da força emB e o conjugado emB. a menos que o pino não esteja livre para girar. fosse substituído por uma junta de linO.EQUI ÜBR 10 I 69 nne ém nha io. No Ex. 3 não for livre para girar. para o fato de que ele deve estar atento sobre a natureza dos vínculos. conjugados. 3. Vínculos suficientes (b) Estabilidade incompleta. por esta breve discussão. as equações de equillbrio são sufIcientes para determinar as orças externas desconhecidas. (c) Estabilidade incompleta. ou combinação rígida de elementos.2. 7. distâncias ou ângulos. Fazendo. 3. o estudante está alertado neste ponto. deve-se estar atento para a questão da adequabilidade dos vínculos. O suporte fIxo do Ex. Um corpo. É sempre bom contar o número de forças desconhecidas sobre um dado corpo e estar certo que um número igual de equações independentes podem ser escritas.7 apresenta quatro tipos diferentes de vínculos. esta confIguração de ndissaA e o nto da mas cha A (o) Estabilidade completa. assim como vínculo ao movimento lateral. cógnitas podem ser forças. para tais corpos. Por outro lado. oferece vínculo à rotação. plaela eve o é ea gnieta. Suportes que podem ser removidos sem destruir a posição de equillbrio do corpo são chamados de redundantes. Estas duas componentes da 'orça seriam dependentes da deformação das barras da treliça. contudo. A existência de três vínculos em um problema bidimensional. 5. o pino de articulação fixo fornece vínculo em ambas as direções. outra vez. que possua mais suportes externos ou vínculos do que os necessários para manter uma posição de equilíbrio. não seriam sufIcientes para a determinação de todas as quatro incógnitas. o suporte pode transmitir um conjugado para a viga através do pino. antes de tentar resolver um ifOblema de equillbrio. a saber: a força em A. Eqs. o vínculo somente é possível na direção normal à guia. Se o suporte oscilante. Vínculos parciais Vínculos parciais Vínculos redundantes Fig. mas não oferece resistência à rotação em torno do pino. haveria um vínculo adicional. Na parte a da figura. As . 3. Caso contrário. o ponto A do corpo rígido está fIxado por dois vínculos e não pode mover-se. 3. o terceiro vínculo é posicionado de tal modo que a sua linha de ação passa pelo ponto A. se o pino B no Ex. 1.2. 6. visto que Ax e Bx não poderiam ser separadas. Os problemas sobre equillbrio incluídos nesta seção e por toda a Estática estão geralmente restritos a corpos estaticamente determinados. onde as forças dos outros dois vínculos concorrem.2. As três condições de equilíbrio escalar. com o auxI1io somente das equações de equillbrio.3. Portanto existiriam quatro reações de apoio incógnitas atuando sobre a viga. O número de elementos de suportes redundantes presentes corresponde ao grau de indeterminação estática e se iguala ao número total de forças externas desconhecidas menos o . na Fig. pode-se desperdiçar esforço na tentativa de uma solução impossível.ÚInero de equações de equilíbrio independentes disponíveis. além do exigido. Contudo. corpos que são suportados pelo . as três equações escalares do equilíbrio independentes não iriam fornecer informações sufIcientes para o cálculo das quatro incógnitas. (d) Estabilidade excessiva. é chamado de estaticamente indeterminado. Conseqüentemente. As reações horizontais também seriam dependentes de qualquer eformação inicial. referência à Fig. Assim o corpo está completamente fIxo com três vínculos adequados apropriados). onde os vínculos são perfeitamente sufIcientes para assegurar uma posição estável e onde as forças de suporte desconhecidas podem ser completamente determinadas pelas equações de equillbrio independentes disponíveis. para suportar uma configuração de equilíbrio sem colapso. nem sempre garante a existência uma configuraçito estável. Um corpo será identillcado como estaticamente indeterminado quando existirem ais reações externas desconhecidas do que equações de equillbrio independentes disponíveis. Portanto. que suporta a treliça do Ex.

é geralmente possível concluir. Problema Resolvido 3. A ligação 4 é. 3. estas declarações estão localizadas entre parênteses. então. preceder esta aplicação por uma declaração simbólica do princípio ou da equação regente envolvida. Para os eixos x-y mostrados.09 kN C= 3. um vínculo redundante.~ÀTIC' vínculos não pode oferecer nenhuma resistência inicial à rotação em torno de A. [~Fx = O] 8 + T cos 400 + C sen 200 - 16 = O 0. Os vínculos desses dois exemplos são freqüentemente denominados impróprios.Ccos 200 . um passo muito útil é proceder a uma rápida escolha dos eixos de referência e do centro de momentos. A configuração da parte c da figura fornece uma condição semelhante de fixação incompleta.766T + 0. Conclui-se. que pode ocorrer quando forem aplicadas forças externas sobre o corpo. assim. com vínculos parciais. as recomendações localizadas no item 1.342C [1. Na parte d da figura. Em geral.643T . atuam sobre os elementos de um nó de treliça. tem-se as condições de fixação completa. que este corpo está mal fixado.940C = 3 (b) A solução simultânea das equações (a) e (b) dá T= 9. desnecessário para manter" a posição fixa. Solução I (álgebra escalar). Os problemas resolvidos no final do item. Na solução de problemas é recomendável. a melhor escolha para centro de momentos é o ponto pelo qual passa o maior número possível de forças desconhecidas.7. Como já foi citado. porque os três vínculos paralelos não podem oferecer resistência inicial a pequenos movimentos verticais do corpo como resultado da aplicação de cargas externas sobre ele. para formar seus hábitos de abordagem à solução dos problemas de Engenharia. antes de aplicar um princípio da Mecânica. Como mostrado noS quatro exemplos da Fig. têm-se. O esboço apresentado constitui o diagrama de corpo livre do nó em questão. nesta direção. com a ligação 4 atuando como um quarto vínculo. juntamente com as outras três forças mostradas.03 kN Resp. Nos problemas resolvidos. à esquerda dos cálculos e servem como recordação da justificativa para cada etapa principal.8 são valiosas ao estudante. através da observação direta. ilustram a aplicação do diagrama de corpo livre e das equações de equilíbrio em problemas típicos da Estática. .Fy =8 (a) = O] T sen 400 .3 = O 0.1 Determinar a intensidade das forças C e T que. A necessidade freqüente de encontrar a solução simultânea das equações de equillbrio pode ser minimizada ou evitada por uma escolha cuidadosa dos eixos de referência e do centro dos momentos. eo corpo é estaticamente indeterminado. Solução. parciais (impróprios) ou redundantes. particularmente neste estágio inicial. Do mesmo modo. e mOstra as cmco forças que estão em equilíbrio. quando os vínculos de um corpo em equilíbrio em duas dimensões são adequados (apropriados).0. a grande maioria dos problemas neste livro é estaticamente determinada com vínculos adequados. Quando se aplicam as equações do equilíbrio.

EQUI LfBRIO

I 71

ndo cuta, do em-

Solução II (álgebra escalar). Para evitar a solução de equações simultâneas, serão usados os eixos x"y', tomando o primeiro somatório na direção y', para eliminar T. Assim P;Fy'

Notas:

CD

= O]
- C cos 20° - 3 cos 40° - 8 sen 40° + 16 sen 40° C= 3,03 kN

=

O

ção . A
[!:Fx'

Resp.

= O] =O
Resp.

A escolha dos eixos de referência, para facilitar os cálculos, é sempre uma consideração importante. Poderíamos ter tomado, neste exemplo, um outro conjunto de eixos, coincidente e perpendicular à direção de C, e empregarmos um somatório de forças normais a C, para eliminá-Ia.

ção s), ati-

T + 8 cos 40° - 16 cos 40° - 3 sen 40° - 3,03 sen 20°

T= 9,09 kN

quaasso al, a scoser

Solução ]]] (álgebra vetorial). Com os vetores unitários i e j, nas direções x e y, o somatório de forças nulo para o equilíbrio dá a equação vetorial [!:F

= O]

8i + (T cos 40")i + (T sen 400)j - 3j +

+ (C sen

200)i - (C cos 200)j - 16i

=O

Igualando a zero os coeficientes de i e de j tem-se 8 + T cos 40° + C sen 20° - 16 T sen 40° - 3 - C cos 20° que, naturalmente; das acima.

esta solção são ção

=O =O

são as mesmas equações que (a) e (b), resolvi-

Solução ]V (geométrica). Apresenta-se o polígono que representa a soma vetorial nula das cinco forças. Imediatamente vê-se que as equações (a) e (b) dão as projeções dos vetores nas direções x e y. Semelhantemente, as projeções sobre as direções x' e y' dão as equações alternativas da solução 11. Uma solução gráfica é facilmente obtida. Os vetores conhecidos são dispostos em seqüência, usando uma escala conveniente, e as direções de T e de C são traçadas para fechar o polígono. A interseção resultante no ponto P completa a solução, permitindo medir as intensidades de T e de C diretamente do desenho, qualquer que seja o grau de precisão usado na construção do polígono.

§...!íl::!.

~ Os vetares conhecidos podem ser somados em qualquer ordem desejada, mas sempre devem ser somados antes dos vetores desconhecidos.

Problema Resolvido

3.2

Determinar a tração T no cabo de suporte e a força sobre o pino em A, para a lança do guindaste, mostrada. A viga AB é um perfil I, padronizado, com 0,5 m de altura e 95 kg por metro de comprimento.

Solução algébrica. ~ evidente que o sistema é simétrico em relação ao plano vertical x-y, como se observa na vista lateral. Assim, o problema pode ser analisado como o equilíbrio de um

\

I

ESTATlCA

sistema de forças coplanares. O diagrama de corpo livre da viga é mostrado na figura, com a reação do pino em A decomposta nas duas· componentes retangulares. O peso da viga é 95 00-3) (5) 9,81 = 4,66 kN e atua em seu centro. Note-se que existem três incógnitas, Ax, Ay e T que podem ser achadas com as :três equações de equilíbrio. Começa-se com a equação dos momentos em torno de A, que elimina duas das três incógnitas. Na aplicação da equação dos momentos, em torno de A, é mais simples considerar os momentos das componentes retangulares x e y de T, do que calcular o braço de alavanca de T em relação a A. Portanto, tomando o sentido anti-horário como positivo: (T cos 25°) 0,25 + (T sen 25°) (5 - 0,12) - 10 (5 - 1,5 - 0,12) - 4,66 (2,5 - 0,12) Calculando, vem:

OB

T= 19,61 kN

Resp.

Igualando a zero as somas das forças nas direções x e y, vem: [EFx [EFy

4,66 kN

~

= O]
= O]

Ax - 19,61 cos 25°

= 0,

Ax

= 17,77
= 0,

lOkN

kN Notas:

Diagrama de corpo livre

Ay + 19,61 sen 25° - 4,66 - 10

Ay = 6,37 kN,
[A = .J~A-x-'-+-A-y-'J,
3

A =

y'(i
kN.

7,77fJ + (6,37)', Resp.

CV

A

= 18,88

A justificativa para este passo é, naturalmente, o teorema de Varignon ou teorema dos momentos, explicado no item 2.4. Esteja preparado para tirar, freqüentemente, toda a vantagem deste princípio.

Solução gráfica. Aplica-se o princípio de que três forças em equilíbriO devem ser concorrentes para uma solução gráfica, combinando-se as duas forças verticais conhecidas de 4,66 kN e 10 kN, em urna força única de 14,66 kN, aplicada, corno se vê, sobre o diagrama de corpo livre da viga, modificado, na parte b da fJgUra A. A posição desta carga resultante pode ser determinada gráfica ou algebricamente. A interseção da força de 14,66 kN com a linha de ação da força de tração T, desconhecida, define o ponto de concorrência 0, pelo qual deve passar a reação do pino A. As intensidades desconhecidas das forças T e A podem agora ser determinadas, traçando-se o polígono feohado de equilíbrio das forças. Após a carga"vertical conhecida ser repre6entada em escala sonveniente, corno é mostrado na parte inferior da figura, desenha-se urna linha que representa a direção dada da tração T e que passa pela extremidade do vetor de 14,7 kN: Do mesmo modo desenha-se uma linha que representa a direção da reação A do pino, determinada da concorrência estabelecida com o diagrama de corpo livre e que passa pela parte traseira do vetor de 14,7 kN. A interseção das linhas que representam os vetores T e A estabelece as intensidades de T e A, necessárias para igualar a sorna vetorial das forças a zero. Essas intensidades podem se! medidas diretamente do diagrama. As componentes x e y de A podem ser representadas no polígono de força, se isso for conveniente.

CV

O cálculo de momentos em problemas bidimensionais é, geralmente, tratado de maneira mais fácil, pela álgebra escalar do que pelo produto vetorial r A F. Em três dimensões ocorre o oposto, corno será visto.

®

A direção da força em A poderia ser calculada facilmente, se desejado. Porém, no projeto do pino A, ou na verificação da sua resistênCia, a intensidade da força é que interessa.

--~~~~f"-...
[
.

-...o~
I

Ax A 1--1A y

_--

i

4,66 kN

EQUIu"BRIO

/ 73

OBLEMASPROPOSTOS o
cilindro tem massa homogênea de 40 kg e repousa sobre superfícies lisas A e B, inclinadas de 30° e 60° da horizontal, respectivamente. Determinar as forças de contato em A e B. Resp. A=340N;B=196N 3.7 Se o parafuso B do grampo de madeira for apertado de modo que os dois blocos fiquem submetidos a uma compressão de 500 N, determinar a força no parafuso A. (Nota. A força no parafuso pode ser tomada na direção do parafuso.)

Probl. 3.4 Determinar a intensidadeP da força horizontal que o jardineiro deve exercer sobre a alavanca leve de um rolo para gramado de 100 kg, a fun de mantê-Io parado em um plano com 10° de inclinação. Encontre, também, a força exercida pelo solo sobre o rolo. O centro de gravidade do rolo está no centro
O.

150 mm

Probl. 3.7

3.8

Uma balança de mola indica uma tração T no cabo mais à direita de um sistema de cabos e polias, que está suportando um corpo de massa m. Expresse m em termos de T. Desprezar as massas das polias . . Resp. m = 8T/g

Probl.3.5

l.6

O suporte deslizante mostrado é empregado para facilitar a mudança de posição de um gancho de içamento, quando estiver sem carga. Quando carregado, as saliências A e B se travam nos flanges de uma viga caixão, e o gancho se projeta para fora através de um rasgo horizontal na viga. Calcular as forças em A e em B quando o gancho está suportando uma massa de 300 kg. Resp. A = 4,91 kN; B= 1,96 kN

Probl. 3.8

3.9

A viga de 4,5 m de comprimento e de massa uniforme igual a 200 kg está carregada, no plano vertical, pelas forças paralelas mostradas. Calcular as reações nos. apoios A e B. A
6kN 2kN

.

~

~

~
~

LL ~
I

O,5m

1,5m +lm

Jl4kNJ 1m 0,5m

Probl. 3.6

Probl.3.9

74 I ESTÁTICA

3.10

Calcular a forçaP que o homem deve exercer sobre o cabo, a fim de suspender o caixote de 200 kg, na posição incliriada mostrada. Escolha os eixos de referência de modo a encontrar P usando uma única equação, sem envolver a tração na parte superior do cabo. Resp. P

6

=

871 N

Probl. 3.13

Probl. 3.10
1,5m~

3.11

Encontrar graficamente a força P e a tração T da parte superior do cabo do Probl. 3.10. Calcular as intensidades T, e T2 das trações nos dois cabos que suportam o caixote de 100 kg. Resp. T, = 1 067 N; T2 = 1 730 N

3.12

A
010

~O,75J m

Probl.3.14

2000 N

?
3.15 A resistência à flexão do suporte é testada com uma carga de 2 kN. Calcular a força sobre o rolete emA e a força total suportada pelo pino em O. Probl. 3.12

3.13

Determinar a força P que o operário, cuja massa é de 80 kg, deve exercer sobre o cabo, a fim de suportar a si próprio, no assento ligado no mecanismo, como é mostrado na figura. Que força R o homem exerGe sobre o assento? Resp. P= 157 N; R = 628N Para testar a deflexão de uma viga uniforme de 100 kg, o menino de 50 kg exerce uma força de 150 N no cabo, montado como mostrado. Calcular a força suportada pelo pino da articulação O. Resp. FO = 3,93 kN

3.14

Probl. 3.15

EQUIÜBRIO / 75

A estrutura em T de massa 200 kg, tem o centro de massa em G. Calcular a força total suportada pelo pino em O, após a aplicação da força de 3 kN no cabo. Resp. O = 2,36 N

~

3kN

2,5m

't1..-.
Prob1.3.16 3.20 Calcular o valor do conjugado M, necessário para empurrar a roda de 40 kg para cima do plano inclinado. Determinar também a força de contato R em A. A superfície do plano inclinado é suficientemente rugosa para evitar escorregamento. Resp. M= 47,1 N·m; R = 393 N

Um avião a jato, com massa de 8 Mg, está voando horizontalmente à velocidade constante de 1 000 km/h, sob um empuxo dado pelas turbinas de 16 kN. Se o piloto aumenta a taxa de combustível para forneçer um empuxo de 20 kN e levanta o nariz do avião de modo a subir, mantendo o ar na velocidade constante de 1 000 km/h, determinar o ângulo () formado pela nova trajetória de vôo com a horizontal. Notar que a resistência do ar na trajetória de vôo, em uma altitude qualquer, é função somente da velocidade do ar . Resp. () = 2,920
8 Se o peso do pau de carga for desprezível, comparado com a carga P, encontrar a força F sobre a rótula, em A, e mostrar que F é constante para todos os valores de (). Determinar o valor limite de T, quando () se aproxima de 900•

Probl. 3.20

3.21

com o1ete

Substituir o conjugado M, do Probl. 3.20, pela força horizontal P e calcular seu valor, necessário para empurrar a roda de 40 kg para cima do plano inclinado. Determinar também a força de contato R, emA. Não ocorre deslizamento. Resp. R = 406 N

Probl. 3.18

Probl. 3.21

9

A peça articulada é usada para ativar um dispositivo de trinco, para ligar um grande reboque ao seI.: vagão. Se uma tração T = 400 N for necessária na barra de controle horizontal para desengatar o pistão, contra o qual a peça atua em C, estimar por meio de uma solução vetorial, a mão livre, a força que o pino suporta em A.

3.22

O tambor de óleo com massa de 300 kg, quando cheio, tem centro de massa em G. Calcular a força vertical P, necessária para manter o equilíbrio do tambor e do carrinho na posição mostrada. Pode-se desprezar o peso do carrinho quando comparado com o do tambor.

p p
375mm

Probl. 3.25 3.26
450

..• ,. 2~·'i
Probl.3.22 3.23

Dimensões em milímetros

A viga em balanço, com massa uniforme de 50 kg por metro de comprimento, suporta o conjugado e as três forças mostradas. Isolar a viga à direita da seção A e calcular o momento (conjugado) M e a força vertical V, exercida pela parede nesta seção. Resp. V = 3,44 kN para cima M = 8,33 kN' m anti-horário

Um tambor de 600 mm de raio, com centro de massa G no seu centro geométrico, tem uma maSSE total de 1 600 kg e repousa sobre um carrinho constituído por dois roletes longos de 240 mm de diâmetro. Os roletes se apóiam sobre uma superfície horizontal lisa e são impedidos de se separarem por meio de vínculos horizontais, um em cada extremidade do rolete, como mostrado. Calcular a tração T em cada vínculo e a reação R entre o tam· bor e cada rolete. Resp. T= 3,79 kN; R = 10,91 kN

1 kN 2m

!

1,5 kN

3m

---±-

4m

b~
~2kN'm

240 mm

A Probl. 3.23 3.27

Probl. 3.26 A treliça rígida está submetida às quatro cargas mostradas e é suportada pela articulação em A e pela ligação BC. Desprezar o peso da treliça e calcular a intensidade da força suportada pelo pino em A. Porque, com o carregamento dado, a direção da força em A é paralela a BC?

3.24

A vara de 15 metros, com massa uniforme de 150 kg, é suportada por suas extremidades lisas, contra as paredes verticais, e pela tração T no cabo vertical. Calcular as reações em A e B.

Probl.3.24 3.28 3.25 A chave de pinos é usada para girar eixos e anéis. Se um momento de 80 N • m for necessário para girar o eixo de 200 mm de diâmetro em torno de seu centro O, sob a ação da força aplicada?, determinar a força de contato R sobre a superfície lisa em A. O encaixe do pino em B pode ser considerado como ocorrendo na periferia do colar. Resp. R = 1 047 N A fita magnética, sob uma tração de 10,0 N em D, passa em torno das polias-guia e através do cabeçote de eliminação da informação registrada em C, com velocidade constante. Como conseqüência de um pequeno atrito nos mancais das polias, a fita em E está sob uma tração de 11,0 N. Calcule a tração T na mola de suporte em B. A .chapa é horizontal e o mancal A, de rolamento de agulha, é de precisão. Resp. T. = 10,6 N

I

>I.28 3. Resp. abem C.29 é substituíde pela ferça herizental de 300 N mestrada. 3. Calcular a intensidade da ferça supertada pele pine em A. 3. pela mancal fixe em O. seb a açãe de um cenjugada de 30 Nom aplicade ae superte leve.3. que sustenta e superte leve.34 A figura mestra uma série de chapas retangulares e seus vínculas. Quanda se aplica a ferça de 300 N na chave de reda vista na figura. Determinar a traçãe T.3. que teme a estrutura estaticamente determinada. ne mÍnime. A = 747 N rgas A e calpino eção o 3. determinar a cempanente herizental 0x da reaçãa exercida sebre a reda.6 N I A barra. para cada casa. Pre!. Descreva. Analise a chave e a reda ceme se fessem um carpe únice. Resp. Obter. per meie da cerda herizental CD. escrevende somente uma equaçãe de equilÍbrie.32 Calcular a intensidade da farça supartada pele pine em A. 0x = 510 N Prebl. uma madificaçãe nas apaias. a ferça de atrite cem e sele impede a gire da rada. tadas limitadas ae plane de representaçãe.31 de assa nho m de erfírem cada ar a amkN Prebl. per inspeçãe. a de fita trazené de .29 Prebl. As chapas pedem ser submetidas a várias . as ferças A e B. 3.32 cenjugade aplicade ne Prabl. cam reletes nas extremidades e massa uniferme de 5 O kg.33 As estruturas mestradas sãa estaticamente indeterminadas. entãe. na cerda.EQUIÜBRIO / 77 A"· Prebl. permanece em equil1brie na pesiçãe mestrada. 3. Usande semente uma equaçãa de equilíbrie. -- 300N Prebl.33 3. 3.30 mD.

mqstrada em vista lateral. escrever z expressão para o arrastamento D sobre cada uma das duas sapatas dianteiras. T = 295 N. . (C) Estabilidade completa. !J tio 2 Probl.2 N d r Probl. para cada sapata. calcular a tração T na ancoragem do cabo horizontal. A relação entre a sustentação e o a"asta· mento. sapata A é firmemente presa à ranhura..34 3.35 As sapatas de suporte que mantêm o míssil preso plataforma de lançamentos deslizam em ranh T. O barco tem massa total m e centro de gravidade em G. com vínculos insuficientes. pela tração P no cabo de içamento. com roletes nas extremidades e massa uniforme de 30 kg. 3. Resp.35 1----1 ~ Um barco. calcular a força que atua pino que liga o míssil à sapata B. Em teste estático de míssil.36 A laje uniforme de concreto. enquanto sapata B fica solta. com vínculo redundante. D = 4n 1 ( mg + T -bd+h) A barra. Sabendo-se que o míssil tem massa de 1 500 kg e centro de gravidade G e . Identificar as chapas que se relacionam com cada uma das seguintes categorias.3. duas de cada lado. Para a posição onde = 600.37 3.37 · . (D) Estabilidade parcial..s.6 N. com vínculos redundantes. Sustentação é a força vertical que cada sapata suporta. é suportada pelas superfícies vertical e horizontal e pelo fio AC. como se vê na figura. no trilho-guia. A = 73.38 Probl. está equi· pado com quatro sapatas. Calcular a tração T no fio e as reações contra os roletes em A e. tem massa de 25 Mg e está sendo içada vagarosamente para a posição vertical. Para um dado empuxo T da hélice. usando somente uma equação de equilíbrio. (A) Estabilidade completa com o número mínimo de vínculos suficientes. B = 196. 3.36 HD ~ 8 4 5 3.em B. A"astamento é a força horizontal que a água opõe ao movimento. (B) Estabilidade parcial.78 I ESTÁTICA cargas conhecidas aplicadas no plano da chapa. 3. O empuxo é fornecido pelz hélice. Resp.empuxo de 20 kN.~/ ~ Probl. ainda em fase experimental. 3. é n.

ento. para a posição em que o eixo AB do cilindro é perpendicular ao eixo longitudinal do reboque e míssil.41 A roda de 300 mm de raio com massa de 60 kg e centro de massa em G. no qual a barra estará em equilÍbrio instável. 3. A seção do tronco tem massa de 600 kg e a do corpo da carroceria é de 300 kg. pela superfície horizontal. conforme mostrado. também.42.39 Um reboque especialmente constru{do é usado para transportar e erguer um míssil até a sua posição vertical de lançamento. dois valores adicionais de {3 para posições estáveis. a roda se ap6ia contra o rolete em B. O corpo do reboque e o míssil têm massa combinada de 6. F ~ 26 kN O guindaste móvel de uma oficina de automóveis' está levantando um motor de 100 kg. repousa sobre uma superfície horizontal rugosa.20 Mg. 3. nto tem e ur:. Calcular o torque M necessário para fazer.42 Probl. c. Resp. ver a uma h) - O caminhão basculante é usado para levantar uma seção cortada de um tronco de uma grande árvore. {3 = arc tg (+ tg 8) 3. aplicado em A. FC = 343 N Probl. Indicar.EQUI L(BR 10 I 79 3.3. 3. 3. o levantamento.43 reso<hurG! ssil. 3. a intensidade F da força total suportada pela articulação em O.41 equicom entro pela rasta· força é <- Probl. Para um dado valor de 8. determinar o ângulo {3. Resp.38 9 A barra e os roletes das suas extremidades têm o centro de massa em G. e o centro de massa está em G 2 • Probl. um de cada lado do reboque. A massa do cavalo mecânico é de 3 100 kg. Calcular a força compressiva F C. calcular a intensidade da força suportada pelo pino em C e a pressão de óleo p que atua contra o pistão com diâmetro de 80 mm. 3. no sistema de transporte de míssil descrito no Probl. na posição de levantamento. do cilindro hidráulico AB. excluindo a carroceria. também. ua n: <<- Determinar. Para a posição mostrada. Calcular a intensidade da força total exercida sobre a roda em C. e estão dispostas sobre superfícies inclinadas.44 mm mm Probl. em cada haste dos cilindros. O centro de massa G •• está localizado diretamente sobre as rodas traseiras. aplicado à carroceria através do eixo em O. Resp. Sob ação do conjugado M = 50 N • m.42 3. Calcular.40 . com centro de massa em G. que a impede de rolar para a frente. A unidade é levada para a posição por dois cilindros hidráulicos. ás forças correspondentes nos pares de rodas traseiro e dianteiro do caminhão. Sugere-se uma solução gráfica.

45 I 3. Encontrar também a força R suportada pelo pino. comparados com m. e seu centro de gravidade está na metade do comprimento. 3. Resp. 3. em O.48 . de alumínio. A lança oe do guindaste lunar tem 48 kg.ESTÁTICA a uma distância de 700 mm da linha de centro vertical. com excessão de um em B. e também encontrar a intensidade R da força exercida sobre o tambor por todos os roletes de A.3. R = . tangente ao tambor.J3T2+ (mg)2 Probl. 3. para estas condições. no momento em que ele posiciona a cápsula na superfície da Lua.da terrestre. F = 2 340 N Probl. que deve vencer um apreciável atrito no mancal. Determinar a força F no cilindro hidráulico AB do guindaste.2 kN A Probl. Desprezar os pesos do braço e da polia central. tem massa de 240 kg. quando fabricado. 3. na posição de 600• Desprezar a largura da lança.48 Um guindaste está içando um trator de 4. na posição mostrada. Um homem de 80 kg move-se vagarosamente Probl.47 A cápsula lunar. com a massa m mantendo a tração especificada T na correia para a posição mostrada.20 Mg. 0= 99. exercida por aquele rolete. antes do tambor começar a girar.46 O tambor com massa uniforme de 400 kg está montado sobre uma linha de roletes em A e outra em B. Calcular a força de atrito F. Todos os roletes estão perfeitamente livres para girar.5 kN. T= 61.46 Probl.44 Determinar a dimensão !. Lembrar que a atração gravitacional da Lua é +. Calcular a tração T no cabo preso a B e a intensidade da força suportada pela articulação em O. 3. para as condições de equilíbrio. em Los Angeles. Resp. A massa da lança OA é 2 Mg e o centro de massa está no meio da sua altura. Resp. quando sai da fábrica.4 7 3.

52 3. Localizar o centro de massa G da estrutura especial. (Suges- Uma estrutura especial para girar grandes seções de tubos de concreto (mostrada em tracejado).53 Mg.3.3. O = 13.2 kl\ Probl.3 kN A viga tem comprimento de 6 m e massa uniforme de 300 kg.53 . piL. Calcular a força suportada pela articulação de pino O quando a carga de 3 kN for aplicada. para impedir que o conjunto gire.- o peso da treliça rígida AECDE é pequeno. 9.34 kN Probl. os dois cabos AC e EC de 4 m e a viga. consiste de um setor. Quando = O.2m Probl. é necessário um torque de 4 680 N •m sentido horário para evitar a rotação. ~ exerc:A.49 A peça OEC e a roldana C têm juntas SOOkg e o centro de gravidade em G. e a forçaP é igual ao peso da viga. ~ comp::ráuli mome:. Calcular a força na barra horizontal. Calcular a tração nos cabos A e E.8° C< C< ~ (J O. quando se aplica a força de 10 kN no cabo. uma em A e outra em E.50 A estrutura triângular com polias tem massa total de 200 kg e centro de massa em G. ça. 3.ície 6. .52 tão. TA = 816 N. em E. montado sobre duas linhas de roletes. Resp. calculando r e (J. Quando 30°. Ao usar a equação do momento. 3. Resp. 3. apre<= trito :olete. compaudo com a carga de 12 Mg que ela suporta. em A . e serve para girar o setor em torno do seu eixo geométriCO O. Um dos roletes em E é uma engrenagem que encaixa em um anel dentado do sétor. tire vantagem da substituição de uma força por uma força e um conjugado) . nça OC cado. e a força suportada pela articulação de pino. 3. == 79. 0= 34. Resp. Calcular a intensidade da força suportada pelo pino em O.'o sa estÉ o cabe a pelE líbrio.51 Probl. O anelA fornece suporte somente na direção horizontal. r == 367 mm.. A força P aplicada ao cabo de levantamento é lentamente aumentada. TE = 2449 N 240 kg.EQUILfSRIO / 81 odos tro ar. de massa 80 Mg. deve ser aplicado um torque anti-horário de 2 460 N • m à engrenagem em E. quando a viga deixa os seus suportes. Resp. a Lua ~ 340 ~Probl. para içar o anel C.

j e k. As condições gerais para o equilíbrio de um corpo foram estabelecidas nas ~~ (3. As seis relações escalares das Eqs.3) incluem os efeitos de todas as forças que atuam sobre o corpo em consideração.: 1 ~M:: O '2. quando igualados a zero. não haverá equillbrio rotacional em torno deste eixo. em torno do eixo x. com notação vetorial. e k forem todos nulos. quando igualados a zero. a soma vetorial será nula se os coeficientes de i. "LM = O. Aprendeu-se. em qualquer das três direções coordenadas.Mz =O O ~ /2. "LF = O. O segundo grupo de três equações expressa o outro requisito do equillbrio. 3. Estas seis equações são condições necessárias e suficientes para que exista o equillbrio completo. Os somatórios nas Eqs.1. LFy = O e "LFz = O. Para a primeira equação. que o diagrama de corpo livre é o único método confiável para identificar todas as forças e momentos. agora. o diagrama de corpo livre tem a mesma fmalidade essencial que em duas dimensões e deve ser sempre traçado.M =O ou f:':~ I {\s três primeiras equações escalares estabelecem que não existem forças resultantes atuando sobre um '!po em equihbrio. "LMy = O e "LMz = O. Pode-se escolher entre desenhar uma vista em perspectiva do corp isolado com todas as forças externas representadas. 3.3. ponto conveniente O.ESTÁTICA -O~RIO CONDIÇOES EM TR~S DIMENSÕES DE EQUlLmRIO si< . se a roda de inércia do motor do carro acelerando estiver girando com velocidade angular crescente. ou traçar as projeções ortogonais do diagrama de corp livre. darão precisamente as três equações escalares do equihbrio. j j (a) Diagrama do Corpo Livre. mas as quatro equações do equilíbrio restantes estariam satisfeitas para os eixos do cen tro de massa. inicialmente representa-se cada força em termos dos vetores unitários coordenados i.:or Os princípios e métodos desenvolvidos para o equilíbrio em duas dimensões serão. "LFx = O. Para aplicar a forma vetorial das Eqs. . porque qualquer uma delas é válida .3) . que devem ser incluídos nas equações de equihbrio. no item anterior.1). r sendo o vetar posição de O para qualquer ponto sobre a linha de ação da força F. mas as equações restantes do equilíbrio de forças são satisfeitas pois todas as outras acelerações são nulas. "LFx 1= O. Os eixos de referência podem ser escolhidos arbitraria· mente.sem a outra. item 3. onde a soma de momentos pode ser tomada em relação a qualque. (3. Do mesmo modo. e k. para um carro acelerando em uma estrada reta e nivelada. Estas . Por exemplo. "LMx = O. na equação resultante. Então tem-se "LMx 1= O junta· mente com "LFx 1= O. Portanto. produzem exatamente as três equações escalares dos momentos. conforme a conveniência. a segunda lei de Newton diz que a força resultante sobre o carro é igual à sua massa ve~es a aceleração.-=: equações vetoriais do equillbrio e suas componentes escalares podem ser escritas como cie lisa ou .3 são condições independentes. Ambas as representações serão ilustradas nos problemas resolvidos no fmal deste item. estendidos ao :J'brio em três dimensões. que é não existir momento resultante agindo sobre o corpo em torno de lualquer dos eixos coordenados ou de eixos paralelos á eles. especificando que a força e o conjugado resultantes sobre o corpo sejam nulos. A única restrição é que deve ser usado um sistema coordenado destro. Assim. I ~embro em Cl (3. Para a segunda equação. Em três dimensões. Os coeficientes de i. "LM = "Lr X F = O. representa-se o momento de cada força com o produto vetorial r X F. Estes três coefioientes.F I =O ou II I '2.

Estas características foram ... requer o conhecimento das características das superfícies de contato. ao nas AÇÂO MECÂNICA DAS FORÇAS NA ANÁLISE TRIDlMENSIONAL . para problemas bidimensionais....•• % . poce suportar uma Ry ..// ~ . Tipo de contato e origem das forças 1. y 3. .3.•.// /.1 e 3.. Apoio tipo mancal de escora. 1 g~ar em torno do centro da rotula. ~R R"./ R"... I I.1..••••. A menos que o mancal seja livre para girar em torno dos :-.. com todas as três componentes.. exer- 4... da força.. 6. y // x Fig.. 3..•.. no diagrama de corpo livre..3) ... e estão expandidas para sistemas tridimensionais na Fig.. '-y x/~z ..EQUILt"BRIO I 83 A representação correta das forças.•. x/ . "'" cbM I IZ ~y C"o. 3.. atuar sobre o membro. 3. . '-. Conexão fixa (soldada ou engastada). uma conexão fixa .•.8 serão usadas na análise tridimensional. .•.. onde são mostradas situações mais comuns de transmissão de força. Iz IZ clda pela guia sobre a roda além da força normal N..// ~I N' P .. R I 'Y força R..8. y P~e existir a força P. 3.. I Estas Ação sobre o corpo a ser isolado A força deve ser normal à superfície e dirigida contra o membro../'~ % lquer veto entes alares Ry R % M M. representado por suas pode suportar um conjugado três componentes.. "'Z .. ' válida wton mas as esmo ente.•. e as forças e Ry.. ••.. % 'Y O manca! de escora é capaz de suportar a força axial Ry IZ s que re é o es de m duas corpo corpo y . Membro em contato com superfície rugosa. União-rótula.. As representações das Figs...apontadas na Fig.•.. tangente à superfície (força de atrito)... untaos d x/ . radiais poderá. do mesmo modo que a força normal N.. ~ma união-rótula livre para Além das três componentes % etares entes 5. s três R ~IZ M%~ ... Suporte de roda ou rolete com restrição lateraL .. .. Membro em contato com superfície lisa ou membro suportado por esfera.. Rx também. e um ressa o de ias e aria· com Existe a possibilidade de uma força F.. M "'-. . y x/ . y x/ .../ 2. eixos x ez.8 tRz C!)M I Y suportar Mx e Mz· os conjugados .

••..•.•."a :l::Mz=O DE EM . tendo em vista que seus momentos em torno de qualquer eixo que passe por O é. o 9~Ui11'briO de forças concorrentes com uma linha exige todas as equações.io~ncorrentes em um ponto O exige as três equações de forças mas nenhu· ma equação de mo~éntos. " I I ~ ..9 L 'c Caso 1. Geral :l::Fy =0 :l::Fz =O Fig. . automaticamente. F . porém exi~e duas equações de momentos em torno dos eixos (x e z) que são normais à direção das forças.84 I ESTÁTICA (b) Categorias de Equilíbrio.-'.••. o equi1íb. x I EQUILIBRIO :l::Fx= O IY :l::Fz =0I Livre ~ .'...••.~ I :l::My=O :l::Fy=O _. (3. zero.•. "- I F2/ 'I 4. x TRÊS DIMENSÕES Diagrama de Corpo :l::Fx O Equações Independentes /. o e~ui1IbriO de forças paralelas exige uma única equação de forças na direção das forças (dire· ção x). .3) cai em quatro categorias que podem ser facilmente identificadas com auxIllo da Fig.3. :'z I 1-- I Fl""". exceto a equação do momento em torno desta linha. Caso 3.' :l::Fx = O :l::Mz=O :l::Fz =0 (:: til --l:::/ . 3.••./F2 . que está automaticamente satisfeita.-tt:::: 1'1 (e) IY CATEGORIAS IY= ".' Sistema de Forças . 'z Fa .•.9. Caso 2.. A aplicação das Eqs..111~~ :l::Fy=O Fa 'z --.

Na Fig.10 nenhuor O é. Vínculos suficientes (b) Estabilidade incompleta. (a) Estabilidade completa.~ A está comp~tamente fixado pelas ligações 1. seriam fornecidas mais restrições do que as necessárias para manter a posição de equilíbrio e a sétima ligação seria redundante .ez. respectivamente. tem-se outro caso de corpo fixado de modo completo e parcialmente restringido. (3. A parte (b) da figura mostra o mesmo número de vínculos. não provêm. Aqui o corpo está fixado de do incompleto e parcialmente restringido.3). porém está fora do escopo deste livro.p-ara--alertar o leitor sobre o problema. na Fig. (d) Estabilidade excessiva.2 e 3. corpo. as informações eridas para calcular as forças incógnitas que atuam em uma situação de equilíbrio tridimensional.3. portànto.lOd. estaticamente indeterminado. com raras exceções. então.1 (X>. 3. Neste livro. com a tal sétima ligação montada. Na parte (a) da figura é mostrado um corpo rígido cujo . o equilíbrio de um sistema geral de forças exige as três equações de forças e as três equações de entos. a questão da adequabilidade das informações depende das caracteí. . porém. os vínculos não provêm resis.10. necessariamente. citam-se quatro exemplos de condição vínculos. vê-se que não erecem resistência a um momento que pode ser aplicado em torno do eixo AE. As ligações 4. Vínculos parciais (c) Estabilidade incompleta. Semelhantemente. Se fosse imposta uma sétima ligação ao sistema de seis vínculos. 3. 5 e 6 impedem a rotação em torno eixos das ligações 1. As seis relações escalares das Eqs.cia contra uma força desbalanceada na direção y e. como foi o caso em duas dimensões. já equadamente localizados para completa fixação. Outra .EQUIÜBRIO / 85 m se:- Caso 4.2 e 3.sticas dos vínculos providos pelos suportes. os vínculos de apoio dos corpos rígidos em equilíbrio serão sempre adequados e estaticamente terminados. Vínculos parciais Vínculo redundante Fig. Existe um critério analítico para determinar a adequação dos 'cu1os. tal como é mostrado na Fig. seria. 3. embora sejam condinecessárias e suficientes para estabelecerem o equilíbrio. contudo. de modo que o corpo está completamente fixado e os víncusão ditos adequados. uação (direão dai (c) Vínculos e Determinação Estática.

a força exercida pelo piso sobre a -o-rótula é representada por suas componentes x. (Caso 2 das categorias de equiUbrio) .Skm e rAB=-2i-6j+3km ::cde o centro de massa G está localizado a meio caminho entre A e B.81) = 1 962 N. [ = Solução vetorial.JAx2 +Ay' =.a:a eliminar as forças em A. ?malmente. do fato que um sistema de forças em equilíbrio. as extremidades Calcule as do forças eixo.verticais .=. 'Sfu normais à superfície das paredes. que Ax e Ay dariam negativos.J 2' + 6' + h2. sempre que possível. A equação vetorial de momentos dá rAB X (Bx + By) + rAG X P= O (-2i . necessita somente de duas equações de momentos.3j + 1. resultando. ~ paredes e lisas. Os eixos foram selecionados como está na figura.3 m t = o eixo de aço. pelo como piso sobre mostrado. A=.riso horizontal.. (654 -Ax)l Ax = 654 N t I 962 -Ay)j + (-1 962 +A. Bx=654N As forças em A pode~r ~ facilmente determinadas por Resp. Solução. após o cálculo. A extremidade em esfera B repousa contra as [ [ ~~~. . Estas . =-se Igualando os coeficientes de i. j e k a zero. tomar todas as componentes desconhecidas das forças no sentido matemático positivo. Além do peso P = mg = = 200 (9. y e z. Primeiro traça-se o diagrama de corpo livre do onde as forças de contato. agindo sobre a extremidade B. por convecia. (i) Note que a terceira equação. de modo que é preferível mostrar as forças no seu sentido físico correto. Os vetores posição necessários para ~ os momentos em torno de A são rAG=-li-3j+l. com 7 m de comprimento. :.)k= O Ay = 1 962 N Az = 1 962 N +AZ2 Resp. então.---.p<>nentes estão mostradas com os seus sentidos físicos =tos.ESTÁTICA blema Resolvido 3. Este resultado poderia ser previsto. Usaremos A como centro dos momentos. By kll' ~. h= 3 m. exerci- [ [ :::XC.6j + 3k) X (iBx + jBy) + (-i . A posição vertical de B é encontrada de .J (654)2 + (1 962)2 + (1 962)2 = 2851 N . tem massa.5 -1962 I= O (-3By + 5 886)i + (3Bx -1 962)j + (-2By + 6Bx)k= O Poderíamos.2By + 6Bx = = O. meramente verifica os resultados das duas primeiras equações.5k) X X (-1962k) = Notas: O <D j -~ -~ 3 O + -~ O -3 O I· Bx . O diagrama de corpo livre descreve a situação física. que são evidentes das condições necessárias para manA no lugar. concorrentes em uma linha.uniforde 200 kg e é suportado por uma união do tipo rótula em A. p:F=O] . naturalmente. por se tratar de eixo uniforme. . e· resolvendo.

4 -70.81 m) . ~ ••• A força aplicada de 200 ?'{ esta decomposta em suas tres componentes e cada uma das trê~ vistas mostra duas destas componentes. O mancal A suporta o esforço axial (força na direção do eixo geométrico). se desejado. de topo e do fundo de uma caixa de plástico transparente. tomar as equações de momentos em tomo dos eixos através de B. meramente dá 6Bx .7) = O Bx = 35. c6nsiderados como um corpo único. sobre o corpo e alinhado com ele. [l:Fx [l:Fy ['2:. Da projeção x-z tem-se [l:MA = O] 150Bx + 175 (70. issim eles podem ser arbitrariamente fixados.7 = O (í) Poderíamos ter iniciado pela projeção ao invés de x-y. que.Fz = O e. podia ter sido mostrado pot uma vista no espaço.1 kg Resp. x-z .EQUIL"BRIO / 87 Solução Escalar. sem linha ou plano de simetria e. simplesmente. Deve ser notado que as três vistas representam três problemas bidimensionais. relacionados pelas componentes correspondentes das forças.2By = O.250 (70. enquanto o mancal B suporta somente a carga radial (carga normal ao eixo geométrico). como observado anteriormente. observando-se que ~\linha de ação da resultante das duas forças de 70. Solução. Os sentidos corretos de Ax e Bx podem ser obtidos por inspeção. Visualize as três vistas como se fossem as imagens do corpo projetadas sobre as superfíCies frontal. O acréscimo de Az~g~completa os diagramas de corpo livre.2) = O m = 44. portanto. porém aqui está representadbI por suas três projeções ortogonais. aos eixos x e y. deve revisá-Ias e praticar.3By = O -1962(1) By = 1 962 N Bx = 654 N + 3Bx = O As equações das forças dão.3 N (i) Se o estudante não estiver familiarizado com as três vistas padrões da projeção ortográfica. [l:Fx = O] Ax + 35. podemos escrever [l:MAx [l:MA y ® Observe que a soma de momentos em tomo de um eixo que passa por A e paralelo ao eixo z. Aqui é usada a solução escalar para ilustrar esta introdução. Determinar a massa m que pode ser suportada e a força radial total exercida sobre cada mancal. alavanca e tambor. então.7 N passa entre~ e B. O sistema é evidentemente tridimensional. respectivamente. Se detenriinarmos as equações escalares dos momentos em tomo de eixos passando por A e paralelos.4 Uma força de 200 N é aplicada ao cabo da manivela do guincho na direção mostrada. O diagrama de corpo livre do eixo.1 962 = O Problema Resolvido 3. iam eve vel cor- das poema em quaas de x = Notas: [l:Mo = O] 100 (9. serve apenas como verificação. até que as intensidades dos momentos sejam obtidas. embora a solução vetorial seja igualmente satisfatória. Os sentidos corretos das forças Ay e By não podem ser determinados.Fz = O] = O] -Ax + 654 = -Ay + 1962= O O Ax = 654 N Ay = 1 962 N Az = 1 962 N = O] Az . A projeção no plan~-. para obter Ax eAy- = O] = O] 1962(3) .t das forças dos mancais está mostrada em termos das somas daS'Componentes incógnitas nas dii:eções x e y. Da projeção x-y tem-se as no do.4 N Ax = 35. Por outro lado.250 (173. o problema deve ser analisado como um sistema geral de forças no espaço. poder-se-ia ter obtido primeiroAz de '2:.7) . .

A figura mostra o diagrama de corpo livre.J Bx' + B/] [~ = 93... é r. sob a ação da carga de 2 kN. e determinar a tração T. por meio de uma rótula. em A. .2) . / X . no cabo. = 2.81) = O so Ay = 86.1) (9.1) (9. agora.4)' + (520)' = 521 N [~ (~ Problema Resolvido 3.5j .5i + 6k m k 48T I e r•.5j . Resp.7 N [Ar =. Solução. em B.___.(44.2 . O momento de T em torno de AB é a componen\ . As expressões vetoriais para T \r \ \ I/ \I \ T rI = = ~ 46. em torno da linha AB. exceto T.88 / ESTÁTICA '3) A vista y-z dá [~MA ® = O] =O By A vista de y-z poderia ter seguido imediatamente após a vista x-y. as reações no anel e as componentes da reação em A.. em torno de AB. O sistema é evidentemente tridimensional.J (35.5j) X . \ I i5 --------2:~D I .J 4~.8)' [B =.-----l.6k) X + (3j + 4k) + + (2.5i + 6k) X (2j) X + (3j + 4k) = O.J 46. vetor em torno de AR é dado I X T· A.5j m. r. -i + 2.3)' + (86..25 (2i + 2. não contendo nenhuma linha ou plano de simetria e. .173. deve ser analisado como sistema de forças geral no espaço. 150By + 175 (173.25 (2i': 2. Todas as forças desconhecidas.1 (4. [~ B = .6k). Desprezar o peso da estrutura comparado com a carga aplicadà. e é suportada pelo anel.y A equação de momentos. A direção e o sentido de AB estão representados por um vetor unitário fi O = . X F· n. é impedida pelo cabo CD. A estrutura é estável na posição mostrada. portanto.5j + 6k) = = + (3j + 4k).J (35.5 A estrutura tubular soldada está apoiada no plano horizontal x-y.. são: 2j kN ~ kAx ·~I 'Az I / fij I . o momento dedo T.5' te na direção de AB momento/em torno por do rponto fi. vem a ser: (-i + 2.5 N Resp.81) [~Fy = 520 N = O] Ay + 520 .25 + 20 = O T = 2.250 (44. A rotação em torno da linha AB.J6'/+ 4. o momento da carga F apUcada. com a reação no anel representada pelas duas componentes. Analogamente.8 N I [~ As = forças radiais totais Ay sobre os mancais vêm a ser [rFZ O] = 70. podem ser eliminadas por uma soma dos momentos.J Ax' + Ay2] Ar =. A conclusão das equações vetoriais dá . Assim.83 kN Resp. com ajustagem folgada. . porque a determinação de Ay e By pode ser feita ápós encontrar mg.

215 m 3.56 3. OBLEMASPROPOSTOS Para verificar o equilíbrio de um avião.042 O G) A vantagem de se usar a notação vetorial é a liberdade de se tomar os momentos diretamente.56 kN kN -1. Az Bx Ax Bz Ay = = -1.04kN kN Az 2 (2. manobrouse de modo que as rodas ficassem sobre balanças.55 . Tx = 0.50 kN pelos (i) Lembre-se que o vetor r.-dê modo que permaneçam no plano horizontal. B = 190.417 -3. portanto. Probl.<: /360 IL [~m mm S M duu ~ do 'ÇO. oom m"" " 40 kg P" metro de compdmento. C = 3. B e C. Calcular a tração em cada um dos cabos A. 3. A porta é mantida no plano vertical pelo rolete guia C. Resp. B = 22._:J Probl.042 O = (6) O (3) Ax (6) -= == OO 4. escolhidos como positivos.833 kN Ty = 1. Resp.0 kN.06 = 0.417 4.06 2--+2 1. que encosta na extremidade inferior da porta.u l. são soldadas em ângulo reto e içadas por ca~uticais. x= -0. instalado no piso.--- "". tendo-se obtido as seguintes leituras:A = 22. ® Os sinais negativos nas componentes A indicam que elas estão no sentido oposto aos sentidos mostrados.5Bz Ay + 4. no trilho fixo D. é um vetor do centro dos momentos para qualquer ponto sobre a linha de ação da força. Resp.5Bx + 2. calcular a intensidade da força total suportada pela dobradiça emB. Para a posição mostrada. como segue: (~Mz = O] Resp.0201 m. Ao invés de r" uma escolha também válida seriaAC As incógnitas restantes são facilmente encontradas somatórios dos momentos e das forças. em torno de qualquer eixo.EQUIÜSRIO / 89 Notas: Tz aar Os componentes de T são.56 O centro de massa de uma porta de 30 kg está no centro do painel.4 kN. na expressão r • F para o momento de uma força. esta liberdade permite a escolha de um eixo que elimina cinco das incógnitas. y= 0.2 N ---1't.50 0.57 A porta representada é um painel retangular com massa uniforme de 600 kg e desliza. 3. Neste problema. . calcule as forças laterais horizontais em cada rolete A e B .43 kN. em seus suportes de roletes A e B.833 -1.042 = 1.042 kN = -2. Se o peso da porta é inteiramente suportado pela dobradiça inferior A.250 kN 4.5) + 0. Calcular as coordenadas x-y do centro de gravidade do avião.

com centro de massa no centro do retângulo.59 Uma esfera lisa e homogênea de massa m repousa na ranhura do bloco em V.60 3. 3. Calcular a força total suportada pela dobradiça em A. 3.61 'y 3m O cabo de uma linha de alta tensão está suspenso em uma torre de transmissão pela estrutura mostrada. para baixo. Probl. Resp.58 D ( 3. Uma força de 400 N é aplicada.60 3. sobre a linha de interseção das duas paredes verticais em ângulo reto.59 ""- x z I I I Probl. de comprimento 2r.57 3. Determinar a reação R de cada parede contra a esfera. Resp.Ji \ 15' 3. de modo que as reações em cada lado da ranhura e a força suportada pela chapa da extremidade sejam iguais. de 1200. medido a partir da horizontal. R = mg. está na linha vertical que passa pelo centro do seu topo quadrado.62 O centro de massa de uma bancada. calcular a tração T na .58 O sinal retangular tem massa de 800 kg. A = 4 200 N e . Se a tração no cabo da linha é 3 kN. de modo que somente uma delas é tracionada de cada vez. normal ao sinal e atuando no seu centro. preso ao ponto B.ligação AD e a compressão nas ligaçõesAB eAC. quando um vento horizontal exercer uma força de 2 kN. e ~ Probl. 3. As correntes leves oe e OD impedem que o sinal balance. com massa 120 kg. no punho de uma chave de grifo que está sendo usada para torcer um tubo no seu . de massa m e raio r. está suspensa por um fio AB.61 Uma esfera homogênea lisa...90 I ESTÁTICA D Detalhe do suporte ""- Probl. O comprimento das duas correntes juntas é ligeiramente maior que a distância de a D. que é normal à direção da ranhura. 3. e se apoia ~ chapa da extremidade. Calcular o ângulo (). Probl. 3.

As uniões nas extremidades dos mastros podem ser tratadas como rótulas e os pesos dos mastros são pequenos quando comparados com as cargas que suportam. 3. 3./. I I I I I I :5m I I I I \ ~D A /'x . preso ao cilindro. C = 367 N. 1200 l1ll1l~~ _ <LjJlJ)-. A porta é mantida aberta na posição horizontal por meio de um fio de C' para D. B = 522 N. 3. B / \-'1>"""" Ptobl. antes de arriá-Io no buraco. 3.J-/' I~ I~ I . Probl. Suponha que o contato se dê nas arestas externas das pernas e despreze as massas da chave. suportadas pelos pinos em A e B. e encontre a intensidade da força total em A. passa por uma pequena polia em E e é fixado no ponto F. Calcular as trações TI e Tz nos cabos. D = 689 N . em comparação com a da mesa. BD e CD. calcular as forças suportadas pelas três pernas que estão em contato com o solo. TI = 507 N.. do tubo e do flange.64 '''z /' 3.63 massa entro é apligrifo o seu o pau de carga horizontal. Se as pernas A e C forem ligeiramente mais curtas que as pernas B e D.65 c ~ fI'<S> Os três mastros estão erguidos conforme mostrado e suportam o cilindro de 300 kg./.. Resp. uniformemente distribuída. Resp. na parede vertical. Calcular a tração no fio e as forças normais ao eixo das dobradiças./~~ . é suportado pelos dois cabos.62 penso ostraular a s liga- A porta de ventilação tem uma massa de 200 leg. no plano vertical x-y e pela rótula em O. e dobradiças nos cantos A e B de sua aresta superior. Tz = 366 N Probl./J-'Í~ A Prob1. .EQUIu'BRIO / 91 flange. com massa uniforme de 160 Ieg.65 Probl. 3. O cabo. Calcular a compressão P em cada uma das pernas iguais.66 .

70 3. 3. com centro de massa no seu centro G.66 O pau de carga horizontal. Resp. TA = TB = 5. conforme mostrado.'. é suportado pelos dois cabos ancorados em B e C e pela rótula em O. aplica-se uma força de 200 N no suporte.71 3. presos aos pontos 3.72 A Probl.67 3. O apoio em A. Além disto. TC= 9. com massa de 30 g. Determinar a expressão vetorial da fQrça total R e do momentoM.çio. 3. de comprimento 500 mm cada. em A. O eixo está soldado a uma base fixa em A. suporte e motor.861 kN compressão C = 1. é uma luva livre que pode suportar a capa do eixo em qualquer uma das 3 . tem seu centro de massa G localizado a 300 mm da linha de centro vertical do eixo.69 Determinar a força em cada barra do tripé.~. As três barras estão presas em suas extremidades por rótula e são capazes de suportar tração ou compressão. aplicados. A capa do eixo está montada em um apoio auto-alinhável em B.~Onfo='mo""do.92 I ESTÁTICA 3.87 kN A unidade rígida composta de eixo.269 kN compressão Um torque de 20 N • m é aplicado ao eixo flexível. que é capaz de exercer uma força normal à linha de centro do eixo. Esteja atento para indicar o torque (conjugado) que atua sobre o eixo do motor no seu sentido correto. de 600 mm de diâmetro com massa uniforme de 50 kg. (Atenção.70 B Probl. O motor move uma máquina através de um eixo flexível e debita um torque de 200 N· m. Após ter ocorrido a deformação angular inicial. por outro lado. Resp. uma rotação na extremidade de entrada será acompanhada por uma rotação na extremidade de saída. A = 2.68 A placa de aço quadrada tem massa de 1 800 kg. está içado por três cabos. conforme mostrado. 3. Resp.69 3. consistente com a terceira lei de Newton.67 ~. Calcular a tração em cada um dos três cabos que suportam a placa na posição horizontal. e os torques de entrada e de saída serão iguais. T=1310N Um anel de aço.) . com massa uniforme de 240 kg. girando no sentido indicado. Calcular a tração T no caboAC. ao eixo pela sua base.041 kN tração B = 0. \'"'"' tr.m Probl. Os pesos das barras podem ser desprezados.~ .41 kN.

para remover um prego.16kN e F. Seu peso é totalmente suportado pela dobradiça em A. B = . Observe a terceira leiode Newton na extremidade de saída. Torquede saída aplicado aqui A árvore de manivelas de um compressor de dois cilindros está montada sobre os mancais A e B. calculara força P no dente da engrenagem e as intensidades das forças totais suportadas pelos mancais em A e B. 3. e a força A que atua na rótula em A. determinar as duas trações TI e T" que atuam nos cabos. 72 A porta com massa uniforme de 30 kg. é articulada em A e B. B=D=50kN.73 Ação do apoio emA 3. (Atenção. 3.' 1800mm]. calcular a tração no fio e as forças normais ao eixo das dobradiças. O e que a das ~[~II' [J~c 3. Para a posição mostrada.•. comparado com a carga aplicada de 30 kN.9 N.74 mosa G l do A. 3. = 8 kN.71 .'.72 A engrenagem C aciona. rmae de o na e de a em exerxo. Aplica-se uma força de 200 N.EQUIu'BRIO duas maneiras mostradas nos desenhos em corte separados. P= 70. 3. 1200m~ 600 mm \~ _ . O eixo ndo uma ado.76 . 3. Resp. nas direções indicadas. por um batente em C. L-~~25Inim Probl.1256 N Se o peso do mastro for desprezível. ao invés de C para D. B = 208 N Se a porta de ventilação do Probl. A = 83. torotor ceira B Probl. perpendicular à sua superfície. suportadas pelos pinos em A eB. Determinar a intensidade da força horizontal suportada pela dobradiça em B.1 907 N. em D.) Resp.73 3. que exerce uma força contra a extremidade inferior da porta. A porta é impedida de abrir. no cabo de um martelo. a capa do eixo pode ser tratada como um corpo rígido em uma determinada posição de flexão. Para uma condição de equilíbrio da árvore. calcular as componentes x e y das forças totais suportadas pelos mancais A e B e o torq ue M aplicado à árvore.' . a polia em V com uma velocidade constante.75 300lmm 9 O mm4" Probl.3 N. A = 523 N. paralela à superfície da porta. No que concerne ao equilíbrio.100kN I 93 \ Probl. R e base. C=-. C e D. Determinar as forças exercidas sobre a capa do eixo pelos apoios em B. Resp. 3.74 1. olhando o torque aplicado ao eixo. T=. além da posição em que está. Despreze o peso do eixo.63 for mantida em posição por um fio de C para E. Para as trações mostradas nas correias. as forças exercidas pelas bielas sobre a árvore de manivelas são FI = . ~~ xível.

ainda. Resp. Calcular a compressão FB na escora. O cabo que f~.94 I ESTÁTICA suportada no plano horizontal x·y por uma rótula.) z I 3. 3. ~~ . exerciclz sobre a esfera da extremidade B do eixo. um conjugado de 1.80 .78 dade Uma das B do paredes eixo uniforme verticais d~\200 . exceto Ay. a estrutura suporta...'z 2000kg Probl. D = 496 N 500 kg I.78 Probl. com centro de massa localizado na metade do comprimento.80 Probl. mo. com massa de 100 kg.77 3."d•• i. ... Alérr: de suportar a carga de 500 kg. p= 1 584 N.81 3.". R = 755 K 3.2 kN • m aplicado nz haste vertical CD.' 'm. I~. e a força normal ao eixo das dobradiças no pino da dobradiçaD. Resp.77 A porta do alçapão. e por dois cabos submetidos às trações TI e T. é mantida aberta no ângulo 8 = are tg (4/3) pela escora leveAB. Use urnz equação vetorial que elimine referências a todas ~ incógnitas. Calcular a componente y da fOIça suportada pela rótula em A. conforme se vê na fIgura.. é escorada por um suporte de rótula em A. (Sugestão. F= 343 N.79 3.79 A estrutura rígida leve está fIxada à parede vertiC<: por uma rótula em A e pelos cabos BG e CF.·l~ H Probl. 3. Calcular as intensidades das forças P e R.o.. A ~tremJd~ D "".suportam Problema extremiResolvido 3. Supor que as dobradiças trabalhem na extremidade inferior da aresta.3 é girada de q~ um ~lo kg do de a 30°. respectivamente. pelas paredes verticais C e D. medindo 900 mm por 1 200 mm. 3. 3. con- A lança de aço de 9 m de comprimento e de 600 kg de massa.

é guiado por uma roldana em B e está preso ao plano vertical x-y.83 . que elimine todas as incógnitas. por meio de uma rótula em A e suportada pelos cabos BE e CD. de massa desprezível. para que a peça mantenha a posição mostrada. tem 100 kg de massa. é suportada por uma rótula em A. 3. C == 768 N 00 kg metate de s trClo que Probl. Resp.82 3. Calcular as trações T. O suporte ligado à parede no ponto C pode ser considerado como uma rótula.) ~ -~ j ~"'l_ 5Mg Probl. = 19. A massa da peça pode ser desprezada diante da massa de 5 Mg que suporta. O problema pode ser resolvido sem envolver a força em A. através da qual o cabo deve ser passado e preso. Determinar x. na ranhura horizontal. Estabeleça uma equação de momentos. A estrutura está carregada por uma esfera de 100 kg. Resp. = 63.EQUILIBRIO / 95 suporta a carga de 2 000 kg.) Resp.1 To = 431 N N. a força total em C e a força lateral R em D. 3. soldada à haste horizontal. Calcular a tração T" (Sugestão. No canto D. e To nos fios do suporte. em F.76 kN 3.75 m A estrutura tubular soldada. colocada na porta de uma loja. Exis- = 347 N.. (Sugestão. T. x = 3.81 te uma posição para o ponto D. por um anel liso em B e por um fio. T. que vai da extremidade C da haste ao ponto fIxo D.83 Uma tabuleta retangular. cujo centro está no centro do retângulo. a tabuleta recebe apoio somente na direção y. exceto T. Calcular a força exercida sobre a estrutura pelo anel fixo em B. 'R A peça rígida ABC está ligada à superfície vertical x-y.

4. Representar cada força. Na utilização das equações do equilíbrio. particularmente útil na solução de muitos problemas tridimensionais. além da posição de 30°. de tal modo que evite referências a determinadas incógnitas. 3. provenientes de fontes externas. Estes cinco passos devem se tornar automáticos. é articulado em O e impedida de girar no plano vertical. 1. ele será estaticamente indeterminado e as equações do equillorio não serão suficientes para encontrarmos todas as reações externas. e rotulá-Ios. é simplificar a álgebra da solução através da escolha de um eixo de momentos conveniente.5 kN. sempre usando um conjunto destro para análise em trê~ dimensões. dos momentos e dOE ados. 2 e 3 constituem a parte mais fundamental da Estática. para tirar vantagem destas simplificações.) - FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO este Capítulo aplicamos nossos conhecimentos sobre as propriedades das forças.ESTÁTICA . Um dos procedimentos mais úteis.. 0= 1 769 N A boca de uma chave tem acabamento fino. pode-se empregar a álgebra escalar. Resp. é segui-Ios consistentemente antes de iniciar o cálculo do equillorio. e a melhor maneira de assegurar uma solução correta. de um parafuso.. em torno de um pont seja também nulo (1:M = O). Estes requisitos. Escolher os eixos de referência.j.. para determinar o sentido de cack força. Eles fazem a base para o que se segue. mas também na Dinâmica. por letras. 5.87 PROBLEMAS PARA lÓ:VISÃO ~~~-~ ~QIlJle-de barra ~~e comprimento. conhecida ou não. orientaran: Como é sempre o caso. a sua aplicação. agora.84 . deve-se primeiro verificar se o corpo é estaticamente determinado. O estudank dev estar. que permita a eliminação do maior número possível de incógnitas ou escolher urn~ direção para o somatório das forças. pelo role te fIxado em A. Decidir correta e inequivocamente qual o corpo em equillorio que será analisado. ~s Eles -o:nossas soluções. não só na Estática. Uns pouco~ instantes de raciocínio. mas sim. também endurecida. a álgebra vetorial ou a análise gráfica. 3. Cada corpc em equilíbrio é caracterizado por dois requisitos: que o vetor resultante de todas as forças atuando sobre ele seja nulo (1:F = O) e que o vetor resultante de todos os momentos atuantes sobre ele. Isolar o corpo em questão de todos os outros corpos adjacentes em contato com ele. C 3. de acordo com a preferência e a experiência individual. Observar o princípio de ação e reação (terceira lei de Newton). com massa ulÚ100 kg. pode representar considerável economia de esforço e tempo. é de aço endurecido e pode resistir a uma força de no máximo 7. desenhando seu diagrama de corpo livre. para resolver problemas do equilíbrio de corpos rígidos. porém. Ao resolver um problema de equihorio. não é a teoria que oferece dificuldade. Se existirem mais apoios do que o necessário para segurar o corpo em posição. Calcular a intensidade da força total suportada pelo pino em O.85 Probl. no qual são representadas todas as forças que agem sobre o corpc isolado. 2. concentrada no ângulo da cabeça hexagonal. 3. bastante familiarizado com os principais passos para aplicação dos princípios do equihorio. a álgebra vetorial é. aprendidos no Capo 2. Os princípios e métodos cobertos pelos Caps. de significado físico facilmente compreensível.86 1.

com o centro em G. b = 207 mm Probl. normal às superfícies de contato em B pelo pinhão condutor A. Determinar o conjugado mínimo M. na coluna vertical fixa D.88 3. à engrenagem do cilindro rotativo. em A e B. do c corpa ca& 3. determinar o valor da força de equilíbrio sobre o eixo da dobradiça em A.91 A estrutura de elevação de uma plataforma de testes de foguete e o foguete nela localizado têm uma massa combinada de 635 Mg. 3. para recapagem de areia é acionado por meio de motor e engrenagem. Uma roda de massa m e raio r. ao se reengatar a catraca C em outro dente. com centro de massa G no seu centro geométrico. repousa sobre uma superfície rugosa e encosta no rolete A.90 O dispositivo mostrado em corte pode suportar a carga L em várias alturas. para removê-Ia da depressão. Para a posição na qual x = 5 m. se M = 60 N • m e não ocorre deslizamento da roda . é enni. de 100 kg de massa. Escrever a expressão para a força de contato R entre a fita e as superfícies planas de suporte. A ação se passa no plano horizontal.3. Resp. ia de Está- 3. . na altura desejada. repousa em uma pequena depressão de largura b. Calcular a força máxima P que poderá ser exercida com um braço de alavanca de 300 mm.EQUILI'BRIO / 97 e dos corpc re ele onto.- Probl. Supor que não ocorra deslizamento. Calcule a abscissa média x do centro de massa G da areia. 3. que deve ser aplicado na roda.89 eta._--. a partir da linha vertical que passa pelo centro do cilindro. Calcular a reação sobre o rolete A. Desprezar todos os atritos nos rolos de suporte. supondo existir um uma ligeira folga entre a cabeça do parafuso e 'a chave. Resp.88 Um grande cilindro giratório. 3. 3. Determinar a distância b na qual a carga seria posicionada a fun de que os dois roletes A e B suportem forças iguais. O peso do dispositivo é desprezível comparado com L. Qual a influênciadero. Resolver graficamente.86 Probl. nálise ment~ O dispositivo fita-rolete consiste de dois roletes de raio r cada um. x= 199 mm dante brio. quando se aplica o conjugado M.89 T ouco.86 B U1l12 xo de J b A ~. simétrico..85 m trê-. Resp. mente ernas. A areia tem massa·de 750 kg e é fornecida uma força média de 3.6 kN. FA = 231 N 3. rolando-a para fora. aran: sem danificar as superfícies de trabalho. circundados por uma fita flexível de espessura desprezível e submetida a duas trações T.reO? Probl.87 3. T { ~b Probl. de modo que os pesos dos roletes e da fita não são envolvidos.689 kN 2. como se vê na figura. P = 0. Resp.87 A roda.

A massa da nave é 600 kg. quando a nave está repousando sobre uma superfície horizontal em Marte.98 I ESTATlCA normal sob a roda. presos aos seus vértices. Calcular a força em cada perna do trem de pouso. para produzir uma tração T de 400 N na barra vertical de controle. com suas dimensões aproximadas.5 Mg com centro em G. Resp. Determine a cargaP que o trator pode puxar. tem massa de 13.SN Probl. Determinar as reações correspondentes nos mancais A e B. e é usado para puxar ou empurrar cargas pesadas. no Apêndice C.91 3. determinar a força exercida contra a roda traseira direita pelo bloco A (ou A').94 A placa de aço. A = 184 N.1 C mm 160 1 A unidade de potência da máquina de fazer buracos para colocação de postes fornece um torque de 450 N· m à broca.90 I' 2.93 ••• mm B 400 60mm~' ~-ft L' ' f-41 f!~40mm Catrac. (Suponha que as três sapatas suportem cargas iguais e consulte a Tabela C2.95 E necessária uma força vertical P sobre o pedal da alavanca. Calcular também a reação nor· mal total N B sob o par de rodas traseiras em B. 3. A'= 187. tem a forma triangular e está suportada no plano horizontal por três fios verticais.) Resp. 3. indepen· dente da forma do triângulo. 3.4m B Probl.9 3.96 p . 3. se necessário. Se a unidade é livre para girar em torno do eixo vertical da base D. uniforme. de massa m.93 3. (Sugestão.94 3.) Resp. FCD = I 046 N compressão FAC = FCB = 240 N tração 3.92 O trator representado na figura. O braço B está livre para deslizar na luva C. que evita o deslocamento da viatura quando o freio está solto. subindo uma rampa com 15% de inc1i:Í1ação. P = 85 kN. Resp. Veja o sistema de cima para baixo. mas não está livre para girar em torno do eixo horizontal de C. B = 424 N Uma das três sapatas de pouso da nave Viking está mostrada na figura. NB = 125 kN A 3. se a força motriz exercida pelo solo -em cada uma das suas quatro rodas for de 80% da força Probl. Probl. Mostre que a tração em cada fio é sempre mg/3. à velocidade constante de 5 km/h.

Resp. 3. T. colocada sobre elas. == 11.96 Probl.97 Probl. L Probl. 3. estão colocadas dentro de um anel cilíndrico. Calcular a tração T.5 N 601 N Probl. assim. 3. 3. Uma quarta bola. Calcular a tração T no fio e a intensidade da força total suportada pela ligação ar a pelo girar viaeja o emA. que repo\lsa sobre uma superfície horizontal e cuja altura é ligeiramente maior que o raio das bolas. 3.99 são ção .98 A estrutura soldada tem duas pernas com massa de 50 kg cada uma. Um fio de C para D impede que a estrutura gire em torno de um eixo que passa pelo mancal em B e pela rótula em A e. saia do plano horizontal. Determinar a forçaP exercida pelo anel sobre cada uma das bolas inferiores. A == . se for aJ?licada uma força horizontal de 10 kN em F.EQUIu"BRIO / 99 nor- 5 kN burae de lizar o do diâmetro do cilindro é tal que as bolas estão virtualmente se tocando.99 Dimensões em milímetros Probl. T == 1 201 N.98 O mastro de 300 kg é escorado por uma rótula em A.95 z orma por ostre pen3. cada uma com massa m.97 Três bolas idênticas de aço. idêntica às outras é.34 kN 3. Resp. O l da N na ções 4 N esta ' maem está em care C. então. 3.

mostrando todas as forças externas ao corpo isolado antes da aplicação das equações de equilíbrio das forças e dos momentos. podiam ser tratados como corpo único.1 .T. construído para suportar ou transferir forças e para resistir com segurança às cargas que nele atuam.2 . Treliça é um sistema reticulado indeformável. os diagramas de corpo livre dos elementos . Neste capítulo. desenhou-se o diagrama de corpo livre deste corpo único. * Exemplos comuns de treliças aparecem nas pontes. não encontrará difIculdade na análise das estruturas estaticamente determinadas. Em Engenhar. sendo capaz de defInir perfeitamente o corpo em estudo. separadamente. é necessário desmembrar a estrutura e analisar. quando considerados como um todo. que estabelece que cada ação acarreta UIllZ reação igual e contrária. Em tais problemas. ou como pinos. em L (cantoneiras). tais como as usadas em pontes. suportes de telhados. !fi 'c d 'cu do a 000 e nex e 4. Consideraremos somente estruturas estaticamente determinadas. formada por elementos ligados pelas extremidades. tais como treliças.treliça Quando ai plana ~treliça único treliça parafusos é conhecida Treliças planas. uma de cada lado ck * N. barras e perfIs especiais.ia. individuais ou da combinação dos elementos.situam-se em suasessencialmente extremidades. isto é. A análise das treliças. isto é. das estruturas de máquinas e das vigas sob cargas concentradas constitui uma aplicação direta da matéria desenvolvida nos dois capítulos anteriores. como foi visto no Capo 3. estruturas que não têm mais vínculos de apoio além dos necessários para manter uma configuração de equilíbrio. focalizamos a determinação das forças internas da estrutura. . solda. a atenção foi concentrada no equilíbrio de corpos rígidos únicos ou nos sistemas de peças ligadas que. Na análise das forças das estruturas. Estz análise recorre à rigorosa aplicação da terceira lei de Newton.TRELIÇAS PLANAS Uma treliça é uma estrutura rígida. armações e máquinas. Neste capítulo analisaremos as forças internas atuando em vários tipos de estruturas. Assim. a rebites. de maneira a determinar as forças internas da estrutura. que sãc ligados em conjuriÍo. forças de ação e reação entre elementos ligados. as equações do equillbrio são suficientes para determinar todas as reaçõ~ desconhecidas. em porum meio de plano. Os elementos estruturaiS usados são perfIs em I. são comumente projetadas aos pares. estrutura é um sistema qualquer de elementos ligados.INTRODUÇÃO No Capo 3. O estudante que aprendeu o método básico desenvolvido no Capo 3.4 ESTRUTURAS 4. em U. construindo corretamerite o diagrama de corpo livre. guindastes e outras estruturas similares.

toda a estrutura permanecerá rígida. O componente básico de uma treliça plana é o triângulo..4. 4.indicar que a estrutura não entra em colapso.2b pode ar-se estável ou rígida com uma barra diagonal adicional. não estabelecem um sistema rígido. 4. anexando-se unidades adicionais de duas barras.ESTRUTURAS I 101 ~ Pratt - - ~ Warren K - Baltirnore Treliças de pontes usadas comum ente Fink Pratt s de tais s ao ulo. é entos Esta uma .4. O termo rígido é aqui aplicado não ente para. Por outro lado. quatro ou mais barras ligadas do mesmo o. e formando. Os ue são ndo os plana. .culadas (Fig. A ~- F (c) (b) Fig. Na Fig. ~ Warren Treliças de telhado usadas comumente Fig.-. tais como DE e CE ou AF e DF (Fig. que são ligadas por articulação. entos r ou as. perfei· ldade e das ítulos te e ligadas entre si por meio de vigas transversais. eaçõe. desse o.1 liças.2c). estão mostrados vários exemplos de treliças comumente as que podem ser analisadas como treliças planas.1.2 c ado d<. dois triângulos. A estrutura pode ser ampliada. A estrutura não-rígida da Fig. Três barras ligaras entre si por extremidades '. 4. que suportam o leito da estrada. 4. isto é. que Assim. ligadas extremidades. como também indicar que as deformações das barras decorrentes das tensões internas induzidas são desprezíveis. às duas xões fIxas e. C A D mplos res. ligando A e D ou B e C. e transferem as cargas 'cadas aos elementos da treliça. desta maneira.2a) constituem um sistema rígido. formando um polígono. que mantém a forma inicial.

3. O suporte é equipado com rolete.4. o peso P. também. 4. porém o efeito da flexão da barra não poderá ser levado em conta.5b. Estas forças realmente são tratadas como cargas aplicadas externamente aos nós. Em caso contrário. O projeto de uma treliça envolve a determinação das forças que atuam nas diferentes barras e a seleção do perf1l adequado para resistir a essas forças. são estaticamente indeterminadas. consi· derada como um todo. A barra poderá trabalhar à tração ou à compressão.4 do item 3. O diagrama de corpo livre da treliça. Há sistemas triângulos hiperestáticos. a treliça é estaticamente indeterminada. Os elementos adicionais. cada elemento é uma barra reta que une os dois pontos de aplicação das forças. é mostrado na Fig. considerada como um todo. Barra é todo o elemento em equilíbrio sob a ação de apenas duas forças. Uma treliça estaticamente indeterminada não pode ser analisada somente pelas equações de equilíbrio. na maneira descrita são conhecidas como treliças simples. 4. por não serem justapostos de acordo com a lei de formação descrita. a hipótese de urna conexão de pino articulado é usualmente satisfatória se as linhas de centro das barras forem concorrentes em um ponto. 4. que o peso da barra é pequeno comparado com a força que ela suporta.3. cada uma atuando nas extremidades da barra. * Quando existem mais elementos do que os necessários para evitar o colapso.3 * N. Supõe-se. mostrada na Fig.4. na conexão. na análise das treliças simples. que todas as forças externas são aplicadas aos nós. . As duas forças estão aplicadas nas extremidades da barra e são necessariamente iguais. ção de equilíbrio são chamados redundantes.T. se a barra for uniforme. todos os elementos são considerados como sendo barras. Quando são usadas conexões soldadas ou rebitadas para unir elementos estruturais. Considerar o peso de uma barra dessa maneira dá resultado correto para a tração ou compressão média ao longo da barra.5a.P/2. setor de rolete ou outra éspécie corrediça.4. que não sejam necessários para manter a posi. nas quais não é tomada tal precaução. como se vê na Fig. a análise das forças do restante da treliça. antes de se prosseguir COII. Note que ao se repre· sentar o equillbrio de uma parte da barra. para o equilíbrio. como na Fig.3. para éada um dos dois métodos. a tração T ou a compressão C que atua sobre a seção cortada é a mesma para todas as seções. As reações externas são usualmente determinadas pel cálculo das equações de equilíbrio aplicadas à treliça. aqui. Esta condição é satisfeita na maioria das treliças: Nas treliças de pontes. se o pequeno efeito do peso tiver que ser levado em conta. Está suposto. que se apóiam nos nós. . poderá ser suposto como duas forças. Primeiro. Apresentamos dois métodos para a análise das forças das treliças simples e fazemos referências à treliç:< simples. como foi exposto no item 3. 'c Tração Barras Compressão t~ t: Fig. As treliças e as estruturas. e com as deformações resultantes das cargas aplicadas.3 Yi - . Várias hipóteses são feitas na análise das forças que atuam nas treliças simples. Nas grandes treliças usualmente toma-se cuidado. Para as treliças. opostas e colineares.3. 4. com a dilatação e a contração devidas à mudanças de temperatura. em um dos suportes. como foi defmido em termos gerais na Fig. .102 I ESTÁTICA As estruturas construídas a partir de um triângulo básico. o tabuleiro é usualmente assentado sobre as vigas transversais.4 Fig. ou suportes.

Começa-se a análise por qualquer nó onde exista ao menos urna carga conhecida. a força em cada barra é indicada pelas duas letras que defmem as extremidades da barra. por exemplo) estará sempre indicada por uma seta afastando-se do nó. Os nósB. nessa ordem. * A intensidade de AF é obtida da equação '2:-Fy= O.T. as duas condições de equilí- ós.7 mostra o diagrama de corpo livre de cada nó e seu correspondente polígono de força. A Fig. neste caso simples. independentes. . a barra é à tração. e a compressão (AF. Os diagramas de corpo livre das partes das barras AF e AR são também mostrados para indicar claramente o mecanismo da ação e da reação. e AB é. 4. pe2z: p leÇÊ. calculada de '2:-Fx= O. Assim."" nE:. o método lida com o equilíbrio de forças concorrentes. e somente estão envolvidas duas equações de equilíbrio.4. se as setas das forças estiverem consistentemente desenhadas do mesmo lado do pino. posteriormente analisados. A barra AR realmente faz contato com o lado esquerdo do pino. em:: 3. graficamente.ESTRUTURAS I 103 c F E i~ :.6 ta. por exemplo) será sempre indicada por urna seta apontando para o nó. do ão é o é çasielo om Rl r I i I {}comID'''o AB ~ ~ x AF 11 Tração Fig. se a seta puxar (tracionar) o nó. O nó F é o próximo a ser analisado. Os sentidos correntes das forças são evidentes.6.3. (a) (b) rna o Fig. 4. Portanto. E eD serão. embora a forçaAB esteja desenhada do lado direito e afll$tando-se do pino.3 . Se a seta indicativa da força empurrai: (comprimir) o nó. então a tração (AB. A solução pode começar com onó da extremidade esquerda e seu diagrama de corpo livre é mostrado na Fig. Com os nós indicados por letras.MÉTODO DOS NÓS Este método consiste em satisfazer as condições de equilíbrio para as forças que atuam sobre o pino de ligação de cada nó.5 ma em 4. a barra é à compressão. então. * N. uas a o reéa que ea ra. que representa. por inspeção. C.4. visto que ele agora contém somente duas incógnitasEF eBF. assim corno a barra. e onde estejam presentes no máximo duas forças desconhecidas.

Se a treliça tiver mais barras internas do que as necessárias para evitar um colapso. rapidamente. Naturalmente a força nesta barra não seria nula. inicialmente. É muitas vezes conveniente indicar a tração T e a compressão C das várias barras diretamente sobre o diagrama original da treliça.7. Essa indicação está ilustrada na parte inferior da Fig. Esta exigência permite verificar a exatidão do cálculo feito. 4. ) CD NóF NóE NóD I AF 15 BF /L BE 16 CD R2 R2 Fig. Os números indicam a ordem em que os nós são analisados. pode-se fazer uma indicação arbitrária. que o isolamento do nó C revela. D~R2 2 I BC ( At NóC EF D L----x YMV Em alguns exemplos. quando for aplicada a equação 'EFy = O. se fosse aplicada uma carga externa vertical em C.104 / ESTÁTICA n ~EÚ 1 IIS! zJR' 4-f CD RI BE 4 brio 'EFx = O e 'EFy = O. o sentido correto de urna ou de ambas as forças desconhecidas que atuam sobre um dado nó. o fato de a força em CE ser nula.4. é impossível determinar. então . Deve-se notar que. Se urna treliça simples tiver mais apoios do que os necessários para asSegurar uma configuração de equilíbrio estável. a reação R2 calculada deve estar em equilfbrio com as forçás nas barras CD e EF. quando referentes a compressão. também.7 B BF C lCE=Ü L F. determinadas previamente partindo dos dois nós vizinhos. Deve-se notar. e apontando para os nós. Um valor negativo do cálculo indicaria que o sentido suposto deve ser invertido. quando o nó D é finalmente alcançado. desenhando-se as setas afastando-se dos nós referentes à tração. Nesse caso. a treliça corno um todo é estaticamente indeterrninada e os apoios extras estabelecem a redundância externa.

a-r. e adicionarmos os vetores na ordem em que forem sendo encontra. apresentando barras redundantes. a força F 3 deixará de ser nula. as (Hiperestáticol (Deformável) (Isostáticol de a ão *** O método foi publicado por James Clerk Maxwell. que não contribuam para uma iguração estável da treliça completa. m. 4. que Fi = F2• Esta conclusão é válida para qualquer ângulo e e. a equação m + 3 = 2j deve ser satisfeita. * Esta relação é uma condição necessária para a estabilidade da treliça. . há uma deficiência de barras internas e a treliça é instável. deve praticar com esta construção e consultar outros livros tratam a análise estrutural de maneira mais completa. . da soma das forças na direção y. Quando duas barras colineares estão comprimidas. mostrado na Fig. ou simplesmente Cremonas. sem redundância. plana. internamente. Se + 3 < 2j. há uma relação definida entre o número de suas barras e o dos nós ssários para a estabilidade interna. para se r as forças desconhecidas nas barras. como uma opção para. conhecida o o diagrama de Maxwell. É largamente empregado na solução dos reticulados indeformáveis. deformável. por meio de um terceiro. Na figura seguinte: aplicação da expressão m + 3 = 2j levaria à conclusão de que o sistema é isostático. como indicado na . Se for aplicada uma força externa com uma . Para uma treliça ticamente determinada externamente.T. e entrará em colapso sob carga. ou como uma verificação dos cálculos algé. para que uma treliça simples. existem mais barras do que equações indepentes. O reticulado é interiormente hipoestático. sempre no mesmo sentido (no ponteiros do relógio.os que usam as equações de equilíbrio das forças. Este método é conhecido com o nome de método de Maxwell-Cremona. antes de Cremona. há um de m + 3 incógnitas. -xa-se a combinação de um sistema hiperestático com outro isostático. Examinando-se a figura. para obter uma descrição mais detalhada do ama de Maxwell. por exemplo). Vê-se.ESTRUTURAS / 105 ue. e os polígonos de força que são desenvolvidos na solução recebem o nome de polígonos de Cremona. *** A força e seu sentido podem ser obtidos diretamente do diagrama. naturalmente. Assim. O dante que estiver interessado em estruturas. por Maxwell e depois por Rankine. para uma treliça simples com j nós. Condições Especiais.8a. a treliça completa composta de m barras e um máximo de três reações desconhecidas nos apoios. o ** N. ** O polígono das forças para cada nó.T. Se percorrermos cada nó. porém interiormente !iUema é deformável. Se m + 3 < 2j. deve ser e. sç e ar~ barras extras estabelecem a redundância interna e a treliça é estaticamente indeterminada. N. há um total de 2j equações semelhantes. indeformável. formada por triângulos seja estaticate determinada internamente. pode ser construído. o que é falso. e a treliça é estaticamente indeterminada. Focalizaremos a atenção em várias condições especiais que ocorrem freqüentete na análise de treliças simples. porque uma ou mais das m barras podem ser dispostas de tal modo. graficamente. em 1864. * N. na terceira barra. hiperestático. A teoria do método foi apresentada. Como o equilíbrio de cada nó é defmido por duas ções escalares de forças. formando uma figura gráfica composta. porém não é uma condição sufi" te. da soma na direção x. rapidamente. Se m + 3 > 2j. ainda. também para o caso em que as barras estão tracionadas.T.ponen te na direção y. 4.7. estes polígonos de força podem ser superpostos. designação estajá tradicional. é necessário adicionar uma terceira barra para manter o alinhamento das duas barras e evitar a bagem. Se m + 3 > 2j. que a força F3. o reticulado é.

Deve ser evitada a solução simultânea de equações para duas forças desconhecidas em um nó. 4. significa que a escolha estava certa.Fx' = O requer Fa = :. as forças em cada par devem ser iguais e opostas. ignorado. der positiva. Geralmente.8b. uma para cada conjunto de eixos de referência. como mostra a Fig. é preferível usar duas soluções simultâneas de equações. fazendo uma escolha cuidadosa dos eixos de referência.8c. a assimetria do carregamento evidencia como o painel se deformará.1j = O requer Fa "i. Se a deformação for a indicada na Fig. Se cada membro for capaz de suportar tanto tração como compressão.8 Quando duas barras não colineares são ligadas como mostrado na Fig. deve ser feita uma escolha arbitrária dos membros a serem considerados.10.106 / ESTÁTICA /' /' /' X ~a "i. 4.10 .Fx' = Orequer F2 = O Fj "i.Fx = b requer FI =O = F2 x // JA F~ x' "i.Fx = O requer FI = r: /F2 (a) (b) (c) Fig. quando os membros forem flexíveis. ~M A C (á) D B D B A (b) C Fig. que elimine uma das forças desconhecidas.9 L Fig. Freqüentemente usa-se intertravar painéis de treliças. o painel será estaticamente indeterrninado. Quando não for possível fazer esta seleção por simples inspeção. deve-se considerar o membro oposto e refazer o cálculo. então o membro AB -deveria ser considerado e o CD. Se a força em um membro que se assumiu ser tracionado. um somatório de forças na direção x elimina referência à força FI enquanto que um somatório de forças na direção x' elimina referência à F2• Quando não se puder encontrar facilmente os ângulos envolvidos.4.9a. Portanto. 4. para o nó indicado esquematicamente na Fig.4. somente os membros tracionados atuarão e os demais podem ser ignorados. conforme indicam os somatórios de forças. Porém. Conclui-se isto dos somatórios de forças indicados na figura. Se o resultado der força negativa. o "i. 4. após o cálculo.Fx = O requer FI = O "i. Quando dois pares de barras colineares são ligados como mostrado na Fig. as forças em ambas as barras devem ser nulas. onde L é conhecida e FI e F2 são desconhecidas. se não houver nenhuma carga externa aplicada ao nó.9b.4. incapazes de suportar compres'são. como é o caso 'dos cabos. 4.

32 kN C y 1 o 0. de modo que a primeira etapa constará do cálculo das forças externas em D e E do diagrama de corpo livre da treliça.00 DE = ll. Em seguida. no nó E.0 sen 300 + Ey . como está na figura. Nota: CD NóB = 34.0 kN kN y r = O] Ex =O = 69. quando se considera a seqüência dos nós.3 or [~Fy = O] 80. esta treliça será totalmente solucionada. .ESTRUTURA. a análise para uma treliça em balanço pode começar com o nó da extremidade carregada. mostrando as forças que atuam sobre cada um dos nós. Novamente.64) . que podem ser achadas como foi feito antenormente.e os diagramas de corpo livre.0.866BC . se er I I Em seguida.5 (2) (34.74) CE =O Resp. As equações de equilíbrio dão [~ME= [~Fx A 30kN 20 kN O] 5T .E 63. = F2 a s Solução.0.64) . Deste modo.30 = O Ey = 10.64) BC =O Resp. à r a onde T significa tração e C compressão. para as forças. A força BC deve dar uma componente para cima e.20 (S) . [~Fy = O] 0.00 kN NóE e a equação ~Fx = O comprova os resultados.866AB - 30 = O AB = 34. as forças em cada barra serão indicadas pelas letras das extremidades. tração (seta saindo do nó) fica distinta da compressão (seta apontando para o nó).5 (34. = 63.64 = 34.51 kN Finalmente. kN T O nó C agora possui apenas duas incógnitas.O.5 (S7.64 kN T Resp. as forças são obtidas de: [~Fy :!AB AB[I 30kN AC---x NóA 34. Indicando os nós com letras.866DE = 10. carregada.!!!.866CD .32 .S (34. porque o C tem mais do que duas incógnitas.0 kN o os o B o.20 = O CD [~Fx Observe que traçamos a seta da força do mesmo lado do nó onde está a barra que exerce a força.S I '\07 Problema Resolvido 4.0. Resp.0.. em conseqüência. A exatidão dos sentidos supostos. Contudo.64) = O AC = 17. CE = l. calcular as forças nas barras da treliça em balanço.0 cos 300 - =O T= Ex 80.20 . tem-se: [~Fy = O] 0. = 57. O equihbrio exige [~Fy = O] L__ x 0. Se não se desejar calcular as reações externas em D e E.64) BD =O Resp.SSkN Resp. é verificada.17.0. considerada como um todo. = O] CE . traçam-.866 (34. Não haveria dúvida sobre o sentido correto das forças sobre o nó A.64 kN ~ 'I\RTl.64 kN C [~Fx BD . C = O] = O] 0.866 (34. 30kN 20kN [~Fx = O] AC .30(10) 80. deve-se analisar o nó B.1 = F~ Aplicando o método dos nós. BD deve equilibrar a força orientada para a esquerda.74 kN T Resp.'"kN 10.SI kN C Y.

quais as barras que têm força nula.27 kN T 4.6 4. 4. para a treliça mostrada.4.3 B 4. Calcular a tração ou compressão média. A menos que seja indicado o contrário. despreze o peso próprio das barras comparado com as forças que suportam.108 I ESTÁTICA PROBLEMAS PROPOSTOS 4. 4. Resp.33 kN C 6 kN ~ Probl. devido aos pesos das barras. com massa uniforme de 200 kg.5 for removida.7 C Probl. Resp.96 kN C 4.4 Probl.5 3m Probl.62 kN C AC= 3. CG = 2. 4. Calcular. AB = 3. Resp.8 Calcular as forças nas barras FG.00 kN C (Resolva os problemas seguintes pelo método dos nós.4 Calcular a força em cada barra da treliça.2 4.G 4 painéis de 4 m~ H I B J ··1 6m E ~ A 4kN Probl. existiria alguma barra com força nula? Cada barra da treliça é uma peça de 8 metros. CF= 3.7 Probl. por inspeção. EG e GD na treliça carregada em balanço.66kN C AB = BC = 2.27 kN T DE= 3.24 kN T CF= 1.8 . a força de 2 kN fosse aplicada em G ao invés de em B. 4.2 Calcular a força em cada barra da treliça. em cada barra. Todos os triângulos são isósceles.4.5 A 1 1 Probl.) 4.83 kN T BE = BD = 2.4.1 Calcular a força em cada barra da treliça. Se.1 4. Resp. AE = CD = 5. as forças nas barras CG e CF.52 kN T BC= 4. identificar..3 Calcular a força na barra CF da treliça. 4. por outro lado. 3m ~" ~r 'mE 8kN 'm • D~ L T F r--. Se a força de 2 kN que atua sobre a treliça do Probl.

4. BG e FG da treliça simples do guindaste. e montado em urna treliça.11 4. 4. quando este iça um carro de 1 800 leg.l H G} C 40kN 60kN --.12 D Probl.. BF. 4..13 4. Calcular as forças nas barras BE e BC.6 kN C BH = 47. devido a urna carga de neve. Resp. do ção. 60° ou 90°. A análise isolada do painel. mostra que 5/8 desta carga é suportada no ponto central C e o restante dividido igualmente entre D e B. na treliça do guindaste.13 4kN C B Probl. 4.1 kN C 12 m nas I' 4 painéis de 5 m 'j N T NC :~.i E -t Probl.12 Calcular as forças induzi das nas barras GH e ED.9 4. 9 s os _ Calcular as forças nas barras IB e BH na treliça representada. BC e CH.. iB = 56.ESTRUTURAS / 109 •.11 N C N T N T Uma tesoura de telhado. 4. BE = 2. que está suportada pela ligação horizonF reli- 4. Um painel de propaganda. 10 kN Probl. Desprezando qualquer reação horizontal nos apoios. BC = 1.:. utro nvés Probl.15 4.10 com ou esos 4.. Resp.80 kN T.14 Calcular as forças que atuam nas barras CF. considerado corno viga. 4.10 Determinar as forças nas barras BI. calcular as forças que atuam nas barras BH. recebe as forças em seus nós superiores.5 kN T Calcular as forças em todas as barras da treliça carregada. tipo Pratt. recebe urna carga horizontal provocada pelo vento· de 4 ÍcN. como está representado. corno se vê na figura.15 . CI e HI da treliça. Todos os ângulos são 30°. ~C m Probl.

C A ~fI \. cujas forças não estejam influenciadas pela indeterminação dos suportes. AE = O EF= 8 kN T.5kNT B D E 4. Suo por que o carregamento e as dimensões das treliças sejam conhecidas. devidas à carga de 60 Mg. AB = CB = DC = 4 kN C BE = CE = DE = 4 kN T. BI e CIo Os membros CH e DI são cabos capazes de suportar apenas tração. ç e u c b a n e m c 4.19 4.21 A Probl.18 O pórtico móvel representado na figura é emprega· do para erguer e preparar um foguete de 500 t pàra o lançamento. Resp.4. a medida das tensões nas barras AB e CD acusou as cargas de 50 kN de compressão e de 120 kN de tração. Bl. Calcular as forças correspondentes nas barras BF e EF. (a) (b) (e) (d) Probl. por inspeção.16 Mostre que a treliça é estaticamente determinada e calcule as forças nas barras BD e BF em função da carga aplicada L. usando-se somente as equações de equilíbrio. BF = 188. Todas as barras podem supor· tar compressão ou tração. EF= 120 kN T 1 . Resp. BI=7.19 Cada urna das treliças carregadas tem vínculos de suporte estaticamente indeterminados. Relacionar Resp.' ~\.AF= 8 kN C 4.20 4. AB=7. 4. Bl=CI=O.4. Propor duas alterações independentes.17 Calcular as forças nas barras AB.J d flO kN 4m li H3 m 5 painéis de Probl.terminação estática. Ao posicionar um estágio do foguete de 60 Mg. que é estaticamente indeterrninada. respectivamente. Todos os ângulos interiores são 60°.110 / ESTÁTICA tal FC e pela articulação em A. todas as barras de cada treliça. 4.4.20 Verificar o fato de cada urna das treliças conter um ou mais elementos de redundância. quais as barras da treliça que tornam a estrutura estaticamente indeterminada. Sendo que qualquer uma eliminaria a redundância e produziria'{:Ompleta de. e que podem ser calculadas diretamente. mostrada. A estrutura principal do p6rtico assemelha-se à treliça plana simétrica.18 Indicar.17 Gr (e) (d) 4.5kNC.4 kN C. Probl. suspenso em A.16 Probl.

Suas 1< T HI 3m 16 m ~ I 3m ~I t 1. DB eCD. que já foi utilizada na explicação do método anterior. em geral.11a. As barras cruzadas das seções centrais são capazes de suportar apenas esforços de tração. as reações externas são calculadas como antes.T.8 kN 15' f 5m 1 Probl.23 I < 6 painéis de 5 m Probl. analisando-se a seção que corta a barra considerada. cujas forças sejam desconhecidas. diretamente.93 kN C Na treliça. Notar que as forças em BP. desejamos determinar a força que atua gaàra co da. calcular as forças nas barras EF. Para rápida referência. Primeiro. (Sugestão. em 1860. 4. 4. agora. KL. Resp. Fe NT * N.89 kN C.5.21 4. pode ser usada considerando-se . petas cargas de 1. na Escola Técnica de Hannover.1:!!!la seção irÍteira da treliça como um corpo livre e~~~bp~. considerando a treliça como um todo. Este método das seçães* tem a vantagem de permitir achar a força que atua em quase todas as barras. O método das seções será. Calcule as forças induzidas nas barras AB. uma vez que só se dispõe de três equações independentes de equihbrio. DB = 0. CD = 0. 4. Ao escolher uma seção da treliça. 4. A terceira equação.22 Probl. são nulas.4 . tipo Fink. GL.MÉTODO DAS SEÇÕES No item anterior desenvolveu-se a análise das treliças planas pelo método dos nós.ESTRUTURAS / 111 ão os e. empregando-se apenas ~as das três equações de equilíbrio. apresentado por Ritter. AB = 3. não há necessidade de se analisar nó a nó. a as de Mg. a treliça está repetida na Fig. PC. representada. nar A. . até se chegar à barra desejada. sob a)~çãode um sistem3. DN etc. Assim.22 A torre para uma linha de transmissão é modelada pela treliça mostrada.0 kN T um uas ma deor- 4.23 4.-de_ÍQrç~sE-ã~ concorrentes. uma vez que esse método trata apenas das forças concorrentes em cada nó.) Resp. aplicado na treliça da Fig. ou princípio do equilíbrio dos momentos. 4. EF = 202 kN C KL = 100 kN T GL = 50. Agora. Também chamado método de Ritter ou método dos momentos dos momentos. deve-se notar que. não se pode cortar mais do que três barras.8 kN aplicadas no plano vertical.

e L~ em mente. Assim. uma resposta positiva confIrmará o sentido arbitrado e uma negativa indicará que o sentido deve ser trocado. visto que ela atua em direção à seção cortada da barraEF. A equação dos momentos. Por outr lado. é que este procedimento ressalta mais diretamente a ação ffsica das forças . obtidos por um exame visual das condições de equilfbrio. Uma notação alternativa. em torno do ponto E. 4. Qualquer das duas partes de uma treliça pode ser usada para os cálculos. Arbitrando-se um sentido. em torno do ponto E. compressão. a força EF está evidentemente para a esquerda. sejam de compressão. De modo a elucidar o corpo livre e as forças que nele atuam externamente. BC pode ser determinada pelo equilfbrio dos momentos. deve-se aplicar em cada barra cortada. cada uma das incógnitas foi achada independentemente das outras duas. Assim. . em torno dos pontosB eE. É essencial entender que. <seção é feita. Uma rápida observação da treliça conduziria ao mesmo resultado. A parte da esquerda está em equilfbrio sob aaçãó da carga aplicada L. seguindo os eixos das barras. A forçaBE é. que todas as forças 'desconhecidas são positivas. equilibrando os momentos. por exemplo. 4. as forças nas barras internas. Assim. uma vez que ela atua afastando-se da seção. um sinal positivo signifIcaria tração e um negativo.4. sejam de tração. Deste modo.e. devendo-se escolher. é supor. A equação dos momentos pode ser usada com grande vantagem no método das seções. O sentido correto das forças horizontais pode ser visto facilmente. embora normalmente seja mais conveniente indicar os nós por letras e as barras e suas forças pelas duas letras que defmem suas extremidades. mas aquela que inclui o menor número de forças usualmente conduzirá à solução mais simples. a força que era exercida pela parte que foi afastada. a vantagem de se supor. em torno do ponto B. cujas forças são inicialmente desconhecidas. é um tratamento preferfvel. no método das seções. Esta seção cortará três barras. pelo equilfbrio dos momentos. Estas forças podem usualmente ser traçadas com os seus sentidos corretos. portanto. sempre que possfvel. portanto. para a parte do lado esquerdo da seção. o equilíbrio dos momentos. da reação de apoio RI e das três forças exercidas sobre as barras cortadas pela parte da direita que foi removida. e das mesmas três forças que atuam nas barras cortadas. é considerada uma parte inteira da treliça. como um corpo único em equilíbrio.11 b) está em equilíbrio sob a ação de R2.l1b). elimina três forças da relação. Com os valores aproximados de R I. preferida por alguns. A fIm de que cada parte da treliça permaneça em equiHbrio. Uma seção imaginária. em relação à seção. Como um todo. indicada pela linha tracejada. A carga L é maior do que a reação R I. exige que BC esteja para a direita. A parte direita da treliça (Fig. Qualquer sistema de notação pode ser usado. em torno do nó B. de tal maneira que a força BE deve estar para cima e à direita. Nem sempre é possfvel indicar o sentido correto de uma força no diagrama de corpo livre de uma seção. Estas forças. .112 / ESTÁTICA y I I I L __ -x Al~( 1 L (a) R2 (b) Fig.11 na barra BE. como conseqüência da flexão causada pelas cargas. para o equll1'brio vertical. atuarão sempre nas treliças simples. o sentido correto das forças no diagrama de corpo livre dE seção. um ponto em que passe o maior número de forças. A forçaBE é calculada pela equação de equilíbrio para a direção y. já que se nota qU1~ as barras horizontais inferiores sofrem tração. não estão inclufdas na análise da seção. e EF pode ser determinada diretamente. o que a torna de compressão. a fun de fornecer a necessária componente com o sentido para cima. arbitrariamente. através das barras e não dos nós. aplicadas no sentido oposto ao que foi considerado na parte da esquerda. como centro dos momentos. uma força de tração. Finalmente. deverá passar através da treliça cortando-a em duas partes (Fig. preferivelmente. na direção de tração (saindo da seção) e deixar o sinal algébrico da resposta distingui: entre tração e compressão.

'o que obriga a calcular o cos e. [EMC: O] 200 (4) (3) . GI 200kN Solução. e é m er os Finalmente.CL (0. neste caso.25) : = 29. Com estas considerações em mente.60): CL O Resp. resolv~ndo para cada uma das três forças desconhecidas. ter determinado CL por meio de um somatório de forças na direção x ou na direção y.5 . Urna sorna de momentos em torno de P e1irnina a referência a KL e a C. corno veremos.B e mostra que CL deve estar comprimida.CB (5.ESTRUTURAS I 113 Problema Resolvido 4. vê-se que e : arc tg (5/12) de modo que cos e : 12/13. Pode-se passar urna seção cortando diretamente as barras KL. obrigaria tratar com oito nós. do ângulo {3que é dado por {3: arc tg (CBjBL): arc tg (3/5. pela sorna dos momentos em torno de P. 200 (5) (3) . or m na a Em seguida. pode-se encontrar a força em CL. CL e CB. devido aos dois apoios fIxos.60 m. Embora as componentes verticais das reações em A e em M sejam esta~icamente indeterrninadas. . torna-se os momentos em torno de C. exceto AM.25 m Note que a análise feita pelo método dos nós. A direção da força na barra CL já não é tão óbvia. também.4)/2: 5. G) Poderíamos ter iniciado com os momentos em torno de C ou de P.:~ KL (4) : O KL: 650 kN T Resp. rapidamente verifica que a barra CB está comprimida e urna sorna de momentos em torno de C indica do mesmo modo. a fIm de calcular as três forças em questão. a solução do problema torna-se bastante simples. até que se observa que KL e CB interceptam-se no ponto P.9.868. Tem-se agora.6 kN C Poderíamos. ue O os Assim. 4m t m L. à direita do ponto G. todas as barras. A sorna dos momentos em torno de L requer o braço de alavanca BL : 4 r-F 6 Epainéis D de 3 Cm da te rra mem as eus na 200kN L a ça o da mo as a te Notas: <D + (6. Assim. também. para contrabalançar o momento da força de 200 kN em torno do ponto P. Urna sorna dos momentos em torno de L. CL e CB e analisar a parte da treliça à esquerda desta seção corno um corpo rígido.5 . são estaticamente dMerrninadas.2 Calcular as forças induzidas nas barras KL. o método das seções oferece urna considerável vantagem.60) . 3) [EMp r o a - = O] 200 (12 . que a barra KL está tracionada. Portanto. cuja distância de C é dada por: PC/4: 6/(6. Precisa-se. independentemente das outras duas.868) (9. estaticamente determinado. ® = 57.4) ou PC: 9. Está mostrado o diagrama de corpo livre da parte da treliça à esquerda da seção. Com as dimensões dadas. pela carga de 200 kN atuando sobre a treliça em balanço.25) : O CB: 571 kN C Resp..7° ecos (3 = 0.

calcular a força na barra DJ da tesoura tipo inglês *. emA. compressão Nesta equação. Analisando-se a seção 1.. inicialmente. O fato de se tomar uma ou mais forças com os sentidos errados. primeiro. obter a quarta força DE. treliça de telhado. Tesoura tipo inglês foi a tradução dada ao que seria. a força em CD será arbitrariamente tomada como tração. 0. --- --_':::""G = 18. o que permitiria. exige: [~MJ= OJ (í).. sendo que três são concorrentes em J... do equilíbrio da treliça.3 kN t Notas: <D Não há conseqüências produzidas por supor... CD J1{ J Af ·18.•. que foi calculada preyiamente. Desprezar quaisquer componentes horizontais da força nos suportes.894CD (6) + 18.6 kN C Resp.3 kN. o sinal algébrico de CD invertido nos cálculos. tipo Howe . considerada como um todo. Apesar de ser evidente que a barra superior está comprimida. CJ é obtido de: 0. Entretanto. * N.Na determinação dos sentidos corretos das forças que atuam sobre as barras cortadas..T. em torno de J. A seção 2 corta qliatro barras. .3kN ~-- DJ 1-14. a seção adjacente 1.. exige que CJ esteja para cima e para a esquerda. também. em torno de C. elimina o efeito das três forças concorrentes em C e indica que a força JK deve estar para a direita. no sentido anti-horário. considerando-se suas componentes horizontal e vertical.•.. é necessário comiderar. que atuam no ponto J. em torno de A. o equilíbrio dos momentos. O diagrama de corpo livre para a seção 1 está desenhado e inclui a reação de 18..6kN 2 O momento da força CD. será razoavelmente óbvio que a barra inferior esteja tracionada por causa da tendência da treliça à flexão.10 (4) -10 CD (8) =O = -18.... evidentemente... colocando uma observação sobre a direção apropriada.10(4) ~ 10 (8) CJ 10kN CD Seção 1 A 18. elimina os efeitos de CD e JKe. não causa nenhuma dificuldade. O equilíbrio dos mOmentos. antes da seção 2. O sinal negativo indica que o sentido da força CD foi fixado no sentido incorreto....3 Empregando o método das seções.literalmente. uma vez que o cálculo é feito coerentemente com o sentido arbitrado. Não é possível fazer uma seção através de DJ sem cortar quatro barras cujas forças são desconhecidas. Uma resposta negativa mostrará a necessidade de se inverter o sentido da força =O = 14. .. tomando-se os momentos em relação a J. Assim. está calculado aqui considerando-se suas duas componentes atuando no ponto D.707CJ (12) . em torno de J.. Se fosse desejado. o momento da força CJ está calculada... 1 Solução.114 I ESTATlCA Problema Resolvido 4. a direção da força na barra CD poderia ser invertida no diagrama de corpo livre e.lkN ""Seção'2 .. a força em DJ ainda não poderá ser obtida com as duas equações de equilíbrio restantes. Portanto. Um sinal negativo no resultado indicará a necessidade de se inverter o sentido da força.•. Novamente. sentidos errados para uma ou mais forças. que aparece na figura.1 kN. a fim de fornecer o momento adequado. Porém.. pode-se deixar o trabalho como está.3'(12) .. O equilíbrio dos momentos. .. desde que os cálculos se mantenham consistentes com tal suposição.

AB = 8 kN T. a partir de uma equação de equi1íbrio--que contenha a força como única incógnita.6 kN T Resp.18. BC e CG da treliça. considerando apenas as três forças desconhecidas.26 4. admitindo-se as componentes horizontal e vertical de CJ atuando ao ponto J. 4. Como o resultado foi positivo.27 Probl. 4. o momento de CJ foi calculado. Resolver para cada força. A 2 kN Probl:4. o valor conhecido de CJ. composta de triângulos eqüiláteros. isolado.26 Determinar a força na barra CF em termos da carga aplicada L. Ao escolher uma seção. Resp.24 Calcular as forças nas barras CD. o sentido arbitrado estava correto.24 Calcular as forças nas barras AB. também verifica esta conclusão. Resp. Novamente. CF= 2 Lj-!3. o equilíbrio dos momentos.1 (0. é sempre importante relacionar o 3) número de incógnitas com o número de equações de equilíbrio independentes que podem ser aplicadas. que poderia ser feita uma seção nas barras CD. agora.707) (12) =O DJ= 16. PROBLEMAS PROPOSTOS (Resolver os seguintes problemas pelo método das seções. BF e EF da treliça representada. Assim [~MG= O] 12DJ ® .Observe + 10 (16) + 10 (20) . C 4. elimina DE e JK. As duas equações restantes das forças não seriam suficientes para resolver as três incógnitas. BG = 3 kN C GF= 7. ' Resp. em torno de G.) 4.25 Calcular ilS forças nas barras CD.14.2 kN T.28 Calcular as forças nas barras AB. BF = 2 kN C.27 Probl. Contudo. uma equação de momentos em torno de D não daria informações sobre elas. Uma análise do nó D. BG e GF. DJ e DE. que inclui. Desprezar os pesos das barras. BC e CG da treliça carregada. comparados com as forças que elas suportam. 4. AB = 7. . Todos os ângulos internos são 60°.ESTRUTURAS / 115 Do diagrama de corpo livre correspondente à seção 2.8 kN C .25 4. EF = 4 kN C fi Probl.3 (24) . composta de triângulos eqüiláteros. 4. como estas três forças são concorrentes em D.

4. Um guindaste é modelado pela treliça simples m trada. força. Resolver para Cl!dz. DG = 33.30 4. mostrada. incapazes de suportar compressão.33 Probl. CB e GH dI!treliça em balanço.29 Probl.9 k:N:HG=40kNC .28 Probl. 4.32 4.30 Calcular as forças que atuam nas barras DI. 4. CI = 2. DI= 18 kN C. DE = 16 kN T. DE e EI. aqui repetido. do Probl. 9kN 12 kN 9 kN 4. 4. Calcular a força na barra DE para a condição de carregamento mostrada. para a treliça carregada. Resp. a partir de uma equação de equilíbrio qlll' contenha a força como única incógnita.12 kN T HI= 2.31 4.10.31 Probl. a partir de uma equação de momentos que contenha esta força como a única incógnita. BC = 4.29 Suponha que os braços diagonais da treliça de ponte são membros flexíveis. 4.116 / ESTÁTICA Probl.5 kN C.34 Calcular as forças que atuam nas barras CH. Resp. Calcular as forças nas b= BHeHG.33 kN C. Resp.4. DE= 25.69 kN T 320 kN ' 480 kN 5 painéis de9 m Probl.33 A treliça de telhado é composta de triângulos r-tângulos com ângulos de 300 e 600 e está carregactE conforme mostrado. DG e Hh correspondentes à carga representada pelo tra com 1 631 kg de massa. CI e HI da treliç:<:. Determinar cada força.4. Calcular as forças nas barras DE.32 Calcular as forças nas barras BC.4. EI=O 4.

4. 4. 4.4. DF = 4 kN T D 4.ESTRUTURAS / 117 4. A treliça do guindaste está segura por apoios fIxos em A e em K e.39 kN T. que atua na treliça do guindas.37 Calcular as forças que atuam nas barras FC e FD.38 reliça cada o que . A resultante de 4 kN.te. Resp.13.36 A treliça representada é composta de triângulos retângulos isósceles. DE e EF. Identificar se existe alguma barra estaticamente indeterminada e calcular a força na barraHG.5 Mg. DE = 1. Achar também a força na barraMN.35 Calcular as forças nas barras CH.)5 kN C.34 Probl. . Calcular as forças nas barras DG e DF da treliça do painel de propaganda do Probl.37 Probl. EF=4 kN T B c 3 kN Probl. HG = 59.8 kN C Probl4. . devido à carga do yento.. com seu guincho W travado. Indicar os dois tirantes que estão sob tração e calcular as forças que neles atuam. Resp.36 . 4. 4. CD eHI da treliça do guindaste do Probl.40 Probl. FC = 3. As barras cruzadas nos dois painéis centrais são tiÍ:antes esbeltos. passa por C.34 . devidas à carga de 100 kN. repetida aqui.667 kN C. Calcular as forças nas barras CF.. incapazes de suportar compressão.33 kN C.40 . Probl . 4. DG = 2. Resp.39 os reegada barras 4.38 Cada uma das barras DE e FC é capaz de suportar tanto compressão como tração. está suportando um tambor de 1.

A treliça tridimensional. estão interligadas pelas duas barras articuladas.-'.42 Na treliça.44 4. por outro lado. 4. Calcular a força que atua emAB.& 10kN . articuladas nas extremidades por meio de uniões-rótula. em A.. 4. por . vista na figura.44 4.12a as duas barras AD e BD. que Probl. Resp.".118 I ESTATICA se cruzam sem estarem ligadas.78 kN C 4. AB = 3.22 está mostrada aqui outra vez. AB. Resp. 4. AB e CD. calcular a força na barra JQ. DF = 768 kN C EF= 364 kN C Ax = 101 kN para a direita 4. Viu·se que um triângulo de barras articuladas forma a unidade básica. estável. incapazes de suportar compressão. Determinar as forças nas barras DF e EF.41 A treliça da torre da linha de transmissão do Pro bl. estudada no artigo anterior. 4.43 As estruturas articuladas ACE e DFB. Pode-se anexar à estrutura anterior novas unidades. a força em DE também o será. para impedir que o triângulo ABD gire em tomo de AB.. todas as barras cruzadas são tirantes esbeltos. Na Fig. estável.. tipo Baltimore. Demonstrar que.7 kN C No p6rtico móvel representado. D J EI 5 painéis de 11~1.~. JQ = 57. independente da base de fixação. Na Fig. HI~ 4. quando existe o carregamento mostrado. se a força em CF for nula.12b a base de apoio foi substituída por três novas barras. 1 i i ~. Supor que as barras diagonais sejam capazes de suportar apenas tração e calcular a força na barra FC.43 4.TRELIÇAS ESPACIAIS Uma treliça espacial é uma estrutura em três dimensões correspondente à treliça plana. ligadas em D. para formar um tetraedro com rigidez própria. exigem um terceJo suporte CD. e encontrar a reação horizontal sobre a treliça.8kN ~ 3m 3m Probl. BC e AC.41 ~I)\_~: . 900 ou 1200• Resp.5 . 4. exige que o tetraedro. da treliça plana. seja a unidade básica. 600. cujas seis arestas são barras articuladas nas extremidades. OS ângulos são de 300. Probl. 3m 1\ 5m I / . A treliça espacial pode ser concebida como formada por barras rígidas.

suportada externamente. Assim. FG e HG estão ligadas aos três nós fIxos C. evidente. às treliças tridimensionais. visto que uma ou mais barras podem ser dispostas de tal modo que não contribuam para a estabilidade do conjunto. mo aqui. satisfazendo-se. é aceitável a hipótese de barras sujeitas exclusivamente a esforços normais de tração e compressão. como as articulações não são perfeitas. no caso geral de uma estrutura tridimensional estaticamente determinada. e que concordam em um nó. três incógnitas. a confIguração não é tão evidente como nas treliças planas. 4. porém. entre o número de nós e o de barras. Como o equihôrio. quando se trata deste assunto em treliças planas. pelas barras AH. ** As relações precedentes. portanto. O método dos nós. e existam.ESTRUTURAS / 119 D D B c A (a) (b) (c) Fig. em cada nó. existem m incógnitas mais seis reações de suporte desconhecidas.T. ** Cabem aqui as mesmas considerações feitas. formado. pode-se analisar os nós adjacentes. a equação vetorial completa. para uma treliça simples. são muito úteis no anteprojeto. quando considerada como um todo. ~F=O. de modo que não haja nenhuma flexão nas barras. no mínimo. nas uniões rebitadas ou soldadas. mostradas. DH e CH. onde a geometria para a determinação estática é. Tal como vimos nas treliças planas. Tal como no caso da treliça plana. é estabelecido por meio de três equações escalares de forças. Na prática. geralmente. de tal modo que seja estaticamente determinada. necessária para a estabilidade interna. existe uma relação entre o número de seus nós e o de suas barras. desenvolvido no item 4. para a maioria das aplicações práticas. há mais barras do que equações independentes. numa treliça tridimensional simples com j nós. há uma defIciência de barras internas. F e H e. Em seguida. tridimensional. Para a treliça completa. aparecem esforços JeCUndário~ de flexão. É necessário iniciar por algum nó. e as duas cargas aplicadas. a equação m + 6 = 3 j será satisfeita se a treliça for estaticamente determinada internamente. diretamente. há um total de 3 j equações semelhantes. Analogamente. contendo barras redundantes.12c. fIxam o nó G no espaço. dado o emprego dos rebites ou soldas. analogamente. no e· ca. . pode ser aplicado. suficiente. esta relação é uma condição necessária para a estabilidade. em três nós fixos da estrutura existente. em cada nó. uma vez que. e a treliça é estaticamente indeterminada internamente. sobre os quais não atuem mais do que três orças desconhecidas.12 meio de três barras que se ligam por suas extremidades. Nas treliças tridirnensionais. mas não é uma condição sufIciente. as barras AF.3 para as treliças planas. estes esforços são mais importantes do que nas treliças planas. para uma treliça tridimensional. * Para uma treliça tridimensional. e a treliça é instável e está sujeita a desabar quando carregada. Na om por * N. Assim. no máximo. aliás.4. no espaço tridimensional. onde. atua uma força conhecida. o nó H está fIxo. composta de m barras. fIxam o nó F no espaço. nestas estruturas. Nas ligações das barras de uma treliça. portanto. ão D. O nó E foi. acarretarão esforços em todas as barras. deve-se imaginar que as suas extremidades estão articuladas por uniões-rótula. BF e CF estão ligadas à fundação e. composta de tetraedros. Se m + 6 < 3 j. sem redundância. ainda podem ser desprezados nos primeiros cálculos. se as linhas de centro concorrerem em um ponto. na Fig. A estrutura resultante é inteiramente rígida. Se m + 6 > 3 j. As três barras adicionais CG. no espaço.

4k) . A notação vetorial para representar os termos nas equações das forças e dos momentos.1+ FED + -. três dos quais estão na união-rótula A e os demais são representados pelas ligações 1. para todos os eixos de momentos. Deve-se iniciar por urna união que contenha pelo menos urna força conhecida e não mais que três forças desconhecidas. seus valores serão 1) determinados aqui a partir da solução de todas as forças em cada urna das uniões. apresentar vantagens. =O G) Um valor numérico negativo para a força indica compressão. 2 e 3. que a treliça está suportada por seis vínculos. As reações externas em A. A carga L é aplicada à união E. que elimine todas as incógnitas exceto uma. porque raramente pode-se encontrar um eixo de momentos. cortar mais do que seis barras. para as treliças tridimensionais. segue que uma seção não deve. pode. Observa-se. Av = Lj. porém. primeiramente. O diagrama de corpo livre da união E está mostrado. Solução. Problema Resolvido 4. e será usada no exemplo que segue. y e z. que está rigidamente fixada ao tetraedro por meio de três ligações adicionais. B e D podem ser facilmente calculadas em urna primeira abordagem. o método das seções (Ritter).4 A treliça espacial consiste em um tetraedro rígido ABCD. convenientemente posicionados. com todos os vetores das forças que atuam sobre ela. 2 e 3. e indicar o procedimento para determinar as forças nas barras restantes da treliça. ancorado em A por urna união-rótula e impedido de girar em torno dos eixos x. = -. para as treliças uidimensionais. corno é o caso da união E.120 / ESTÁTICA Pode-se também aplicar. contudo. Também é satisfeita a condição m + 6 = 3j que verifica a suficiência de barras necessárias à estabilidade da estrutura. r~spectivamente pelas ligações 1. muitas vezes. para 2) todas elas (saindo da união). cujas forças são desconhecidas. como no caso das treliças planas. FED FEC= .. Az = (4L/3)k. ÓZ = . O método das seções para as treliças tridimensionais não é largamente usado. . urna vez que m = 9 barras e j = 5 uniões. Como as duas equações vetoriais são equivalentes a seis equações escalares. = LJ. desenvolvido na seção anterior. F:C (-3i-4k). em geral. tendo sido convencionado o sentido positivo de tração.5 FED (-3J . Notas: CD Sugestão: Desenhe um diagrama de corpo livre da treliça corno um todo e verifique que as forças externas atuando sobre a treliça são Ax Dy = -Li. As duas equações vetoriais 2:F=O e 2:M = O devem ser satisfeitas para qualquer seção da treliça onde a soma dos momentos é nula. FEB= ~ (-i-j).4k) O equilíbrio da união E requer [:EF = O] L· L + FEB + FEC + FED FEB (' ') J = ( 4 O ou FEC - 1+ ~ -1 - + ~ 3' 4k) . By = O. sucessivamente.(4L/3)k.5 (-3J . Encontrar as forças nas barras que concorrem na união E. As expressões vetoriais para as três forças desconhecidas são: .

analisadas do mesmo modo. então. obtém-se as três equações FEB 3FEC --+--=-L FEB + 3FED fi 5 =O fi 5 Resolvendo as equações.ESTRUTURAS I 121 Reagrupando os termos. conc1ui-se que FEB e FEC são forças de compressão e FED de tração. iguais. ternos FEC= -5L/6 FED = 5L/6 Resp. e é reforçada por três barras diagonais. corno é mostrado na figura. o próximo passo deve ser analisar a união C com o valor conhecido de FEC e as três incógnitas FCD. Demonstrar que esta cOrUIguração é internamente estável. As posições dos nós D e E foram estabelecidas pelas ligações mostradas. D e A são.) 4. Substituir também a ligação AE por outra diferente.45 F 4. A treliça tridimensional prismática tem urna base horizontal ADE e urna face superior paralela. Demonstrar que esta treliça representa urna configuração estável. A menos que se tenha calculado as reações externas em primeiro lugar. ligados por três baJ'ras verticais.46 .. será necessário calcular primeiro as reações externas e iniciar a análise em urna das uniões externas sobre a qual não atue mais do que três forças desconhecidas.45 A treliça tridimensional foi construída sobre a base triangular ABC. naturalmente devem concordar com os valores determinados inicialmente pela análise da treliça corno um todo. use sinal mais para tração e menos para com pressão. limitando assim as incógnitas a três em cada união. j e k a zero. PROBLEMAS PROPOSTOS (Nos problemas abaiXo. nesta ordem. B --.. que mantenha a rigidez da treliça. O procedimento é idêntico ao empregado para a união E. 4. 4.46 E :ti Probl. As uniões B. BCF. Assim. dá (-L- FEB _ fi 3FEC) 5 i+ (_ FEB fi _ 3FED) 5 j+ k + (_ 4FEC 55' _ 4FED) =O Igualando os coeficientes dos termos i.x Probl. FCA e FCD. As reações externas calculadas por esta análise. No caso mais geral. no formato de triângulos eqililáteros iguais. se não existir nenhuma união carregada que tenha no máximo três forças desconhecidas atuando sobre ela.

em seus nós A e B da base. Resp. Depois de observar os componentes verticais das reações em A e B sob a treliça simétrica. desenhar um diagrama de corpo livre da configuração triangular dos elos BDE.__ 54 ' o FAB = --- 4mg 27 =P '\ b Probl. BD e CD.48 Na treliça espacial do Probl.base hor~ontal quadrada de 12 m de lado. 4. FCB = 5L/6. com seis barras diagonais. Resolvido 4. que suportam a massa m. é suportada pelas ligações de rótula. Calcular a compressao C em cada urna das barras diagonais análogas. corno se vê na figura. Determinar as forças nas barras FE e EG. ligada ao ponto D. use o resultado FEC = . em forma de um tetraedro. e é impedida de girar em torno de AB pelo tirante CD.72 kN H B Probl. 4.47 A treliça tridimensional é mostrada em um estágio intermediário do projeto.47 4.122 I ESTÁTICA 4. Cabos de aço prendem a estrutura em E e G. corno se vê na figura.51 Probl. 4. Calcular a força induzida nas barrasAC eAB. 4. ligados aos suportes situados na parte superior. em cada cabo. e são esticados até que a tração T. Resp. CA e CD. FEG=P/ft .j3 C. FCD = L/fi. Os vértices da base estão suspensos por fios verticais.. Os v{nculos externos.51 4.5 L /6 e calcule as forças nas barras CB. seja: de Urna treliça tridimensional foi construída em forma de cubo. Resp. Resp. C = -3. em forma de um triângulo isósceles. RFE = -Pf.50 Probl. são suficientes para manter o equilíbrio externo. FCA =-L A treliça tridimensional. e das barras AD.4.49 4. 4. se a treliça for submetida às forças de compressão P. aplicadas em F e D na direção da diagonal FD. indicados.49 5mg FAC= .50 A treliça retangular tridimensional tem urna altura de 16 me f!li construída sobre uma. Resp.52 4. e determinar a componente x da força exercida pela fundação sobre a treliça. e onde devem ser colocadas? 9 kN. em B. Quantas barras adicionais são necessárias para evitar instabilidade interna. Bx A treliça tetraédrica tridimensional é constituída de urna base horizontal ABC. Verificar que a treliça é internamente estável.

na direção dos elementos.:---x / I ~. Resp.53 Cada um dos braços de alunissagem de um módulo lunar é urna treliça tridirnensional simétrica. não se pode analisar essas estruturas pelos mé. A estrutura é então desmembrada. Armações são estruturas projetadas para suportar cargas aplicadas e são.6 .. foi discutido e ilustrado o equilíbrio de corpos com múltiplas forças. 4. existem numerosos exemplos de armações e máquinas tridimensionais.-- 1 y/ I )<. As equações de equillbrio das diferentes partes serão relacionadas pelos termos que contêm as forças de interação. o problema é estaticamente indeterminado. g 7 fore vê nte G. não são suficientes para a solução. calcular a força correspondente na barra BE. 4. se a O. 4.J6 . não for uma unidade rígida.5.todos desenvolvidos nos itens 4. em geral. geralmente. em relação ao plano vertical X-Z. onde as forças têm sempre a direção das respectivas barras. Z I I d\ I IE massa da treliça for muito pequena.4 e 4. Máquinas são estruturas que contêm partes móveis e são projetadas para transmitir forças ou conjugados de uma posição de entrada (ponto de aplicação) para wna posição de saída. Para-urna força de alunissagem F = 2. Se a estrutura contiver mais elementos ou suportes do que os necessários para garantir a estabilidade. e os princípios de equilíbrio.l3b. O princípio de ação e reação deve ser cuidadosamente observado.2 m----. As forças que atuam sobre cada elemento de um sistema ligado são encontradas. /. isolando-se o elemento por meio de um diagrama de corpo livre e aplicando-se as equações de equilíbrio estabelecidas. Como as armações e as máquinas contêm elementos com forças múltiplas (três 'ou mais forças). FBE = 1. como a armação em A da Fig. No presente artigo. Portanto. embora necessários. para treliças simples compostas de barras. estas forças não estarão.53 da um que ces dos r a . a análise deve ser iniciada pela deflnição de todas as forças externas à estrutura._ F Probl. Supor que cargas iguais atuam nas barras localizadas simetricamente. contendo elementos submetidos a muitas forças. 4. por si só.9m : .3. por si só. tal como se viu nas treliças.ESTRUTURAS / 123 da.2 kN. estão na categoria de armações ou máquinas. então o cálculo das reações dos suportes externos não pode ser fmalizado enquanto não se separar todos os elementos da estrutura e analisá-Ios separadamente. 4.52 I I . No capítulo anterior. quando removida de seus suportes. será estudado o equilíbrio de corpos rígidos interligados. corno se vê na figura.ARMAÇÕES E MÁQUINAS As estruturas compostas de elementos ligados. Se a estrutura. quando se representam as forças de interação nos diagramas de corpo livre isolados.:. então. nas quais qualquer um destes elementos suportes mais de duas forças. dependendo de seus suportes~xternos para ter rigidez.13a. considerada como wn corpo rígido único. Apesar de. se o P.620 kN C Probl. e considera-se o equihbrio de cada uma das partes. A hipótese do equilíbrio estático para a treliça é admissível. I z I /Y I I . porém foi focalizado o equilíbrio de um corpo rígido único. na maioria dos casos. Se a armação ou máquina constitui. tais corpos permitirem uma análise como sistemas bidimensionais. uma unidade rígida. como é mostrado na Fig. fixadas em uma posição.

resultasse negativo. 4. 4. Para urnz ligação de rótula. Na maioria dos caso} porém. Os sentidos arbitrados poderão estar incorretos o qu~ será verificado após os cálculos. -Ay -A AXÇp Ay Notação Vetori:l1 ~ .124 / ESTÁTICA Rígido (a) (b) Não rígido Fig.14 Fig. a análise das armações e máquinas é facilitada representando-se as forças por suas componentes retangulares.4. para os dois corpos ligados pelo plano A (Fig. poder-se-á evitar a solução de sistemas de equações. A vantagem desta representação é que o cálculo dos braços de alavanca é. deve-se ter o cuidado de usar um sinal mais para uma ação e menos para a reação correspondente. o princípio de ação e reação deve ser aplicad às três componentes. por exemplo.13 Verificar-se-á que. é absolutamente necessário que uma força seja coerentemente representada nos diagramas que caracterizam a interação dos corpos que contêm a força em questão. na maioria dos casos.14b. está ilustrado o método descrito nos parágrafos anteriores. devem ser coerentemente representadas nos sentidos opostos. particularmente quando os momentos são calculados em relação a eixos que não são paralelos aos eixos coordenados.15 Finalmente. conforme é mostrado na Fig. e selecionando-se o eixo adequado para o cálculo dos momentos. as componentes. Em qualquer caso. escolhendo-se cuidadosamente o elemento ou grupo de elementós para o diagrama de corpo livre.4. simplificado. 4. = Fig. conseqüentemente. Conseqüentemente. seria necessário inverter o sentido da força em ambas as peças e inverter o sinal do termo em que esta força aparece na equação.4. sendo necessário tomar sentidos arbitrários. ou deixar a representação inicial e entender-se o sentido real da força pelo sinal negativo. separar as incógnitas. Se for escolhida a notação vetorial para identificar as forças. . estaria realmente em sentido opost ao representado inicialmente.14a). quando separadas. Assim. Isto é particularmente verdadeiro quando as dimensões das partes são dadas segundo duas direç~s perpendiculares entre si. o que eliminará os termos índesejáveis nas equaçõ~ Nos exemplos a seguir. é necessário resolver um sistema de duas ou mais equações par!. O emprego da notação vetorial é vantajosa em alguns problemas tridimensionais. como é mostrado na Fig.15. em algumas situações. Se Ax. Nem sempre é possível representar as forças ou suas componentes com os verdadeiros sentidos nos diagramas de corpo livre. entre peças de uma estrutura tridimensional.

ESTRUTURAS

/ 125

Problema Resolvido 4.5
A armação suporta a carga de 400 Ieg,na maneira mostrada na fJgUIa. Desprezar os pesos das peças, comparados com as forças induzidas pela carga, e calcular as componentes horizontal e vertical de todas as forças que atuam sobre cada uma das peças.

1

as

o a s

Solução. Observa-se, primeiro, que as três peças que constituema armação formam um conjunto rígido que pode ser analisado como uma unidade isolada. Observa-se, também, que a disposição dos suportes externos faz com que a armação seja estaticamente determinada. O di<ig!ama de corpo livre da estrutura completa está desenhado e as reações externas estão determinadas. Portanto,
[EMA [EFx [EFy

G) Vemos que a armação corresponde à catego-

ria ilustrada na Fig. 4.13a.

=

O]

5,5 (0,4) (9,81) - 5D = Ax - 4,32 =
O O

O

D= 4,32 kN
Ax = 4,32 kN
y I
I I

os

= O] = O]

Ay - 3,92=

Ay = 3,92 kN

os

as ma do ue to as e as e,

A armação é, em seguida, d~smembrada, e é desenhado um diagrama de corpo livre para cada peça. Os diagramas são dispostos em suas posições relativas, para ajudar a observação atenta das forças comuns de interação. As reações externas há pouco obtidas são introduzidas no diagrama da peçaAD. Outras forças conhecidas são as forças de 3,92 kN, exercidas pelo eixo da polia na peça BF, tendo sido obtidas do diagrama de corpo livre da polia. A tração de 3,92 kN do cabo é também mostrada atuando sobre AD, em ieU ponto de ligação. Em seguida, desenham-se, nos diagramas, as componentes de todas as forças desconhecidas. Observa-se, aqui, que CE é uma barra, de modo que a direção da linha que une os dois pontos de aplicação das forças e não o formato da peça, determina a direção da força e, portanto, a razão entre as componentes das forças que atuam em C e E. Estás componentes têm reações. iguais e opostas, que estão desenhadas sobre BF no ponto E, e iObre AD no ponto C. Não pode ser identificado, à primeira vista, o sentido positivo das componentes em B e, deste modo, pode ser arbitrariamente, porém coerentemente, suposto. A solução pode prosseguir, usando-se uma equação de momentos, em torno de B ou E, para a peça BF, seguida pelas duas equações de forças. Portanto,
[EMB= O]

L_--x

~

D

3,92 kN Ay

= 3.92 kN
3'92kN~ 3,92 kN Ex 3,92 kN 3,92 kN

9Y,Ex

3,92 kN

ir

.3,92 (5) - i-Ex (3) = Ex = 13,08 kN

O

D Resp.
O

= 4,32 kN

I Y,Cx

-A[EFy

= O]

By + 3,92 - 13,08/2 = By =' 2,62 kN

Resp.
O

(EFx

= O)

Bx Bx

+ 3,92 - 13,08 =

= 9,15

kN

Resp.

G) Sem essa observação crítica o problema não

par!. s nar.ões.

Os valores numéricos, positivos, das incógnitas significam que ~us sentidos foram corretamente supostos, nos diagramas de corpo livre. O valor de Cx = Ex = 13,08 kN, obtido pela análise diagrama de corpo livre da peça CE, é agora introduzido. no diagrama de corpo livre da peça AD, juntamente com os valores

pode ser resolvido. Observe com atenção que a direção da linha ligando os dois pontos de aplicação da força, e não a forma do elemento, determina a direção da força e portanto a relação entre as componentes das forças atuando em C e E.

126 I ESTÁTICA

de Bx e By determinados acima. Pode-se, agora, aplicar as equações de equilíbrio à peça AD, como verificação, visto que todas as forças que atuam sobre ela já foram calculadas. As equações fornecem
[l:MC= [l:Fx [l:Fy O]

4,32 (3,5) + 4,32 (1,5) - 3,92 (2) - 9,15 (1,5) 4,32 - 13,08 + 9,15 + 3,92 - 4,32 = O -13,08/2

= ('

= O] = O]

+ 2,62 + 3,92 = O

que verificam os cálculos anteriores.

4-

Problema Resolvido 4.6
Desprezar o peso da armação e calcular as forças atuando em todos os seus membros. Observa-se que a armação não é uma unidade rígida, quando removida dos seus suportes, pois BDEF é um quadrilátero móvel e não um triângulo rígido. Conseqüentemente, as reações externas não podem ser completamente determinadas enquanto não se analisar, individualmente, cada membro. Porém pode-se determinar as componentes verticais das reações em A e em C, a partir do diagrama de corpo livre da armação, como um todo. Assim,
Solução. [l:MC= O]

I t
500 500 ~750mm

200 (0,3) + 120 (1,0) - 0,750 Ay

=O
Resp. Notas:
<D

Ay = 240 N
[l:Fy

= O]

Cy - 200 (4/5) - 240 Cy

=O
Resp.

= 400

N

Vemos que esta armação corresponde à categoria ilustrada na Fig. 4.13b.

A seguir, desmonta-se a armação e desenha-se o diagrama de corpo livre de cada elemento. Como EF é uma barra, a direção da força em E sobre ED e em F sobre AB, é conhecida. Supo3) nhamos que a força de 130 N esteja aplicada ao pino, 'parte do elemento DC. Não há dificuldade em alocar os sentidos corretos para as forças E, F, D e Bx. O sentido de B, contudo, pode não ser inferido por inspeção e, portanto, é arbitrariamente mostrado como sendo para baixo sobre AB e para cima sobre BC.
Elemento ED. [l:MD [l:F=

As duas incÓgnitas são facilmente obtidas por 200 (0,3) - 0,3E

= O]
O]

=O

,E

= 200 N

Resp. Resp.
CV

D - 200 - 200 = O

D = 400 N

Elemento EF.

F é claramente igual e oposta a E, com inten-

sidade de 200 N.
Elemento AB. Bx,AxeByde [l:MA

Os sentidos de Ax e Cx não são, inicialmente, óbvios, e podem ser convencionados arbitrariamente para posteriormente serem corrigidos, se necessário.

Como F é agora conhecida, resolve-se para

= O]

200 (3/5) (0,5) - Bx (1,0)
Bx

=O
Resp.

®

= 60N

A força de 130 N poderia ser também aplicada ao pino considerado como parte deBA, resultando numa mudança da reação Bx'

ESTRUTURAS

/ 127

[EFX

= O]
O]

Ax + 60 - 200 (3/5) Ax

=O
Resp.

= 60N
=O

[EFy=

200 (4/5) - 240 - By By=-80N

Resp.

o

sinal menos mostra que alocou-se o sentido de By errado.

Elemento para BC. BC, Os e resultados Bx, By D são, agora, a incógnitapara restante Cx e é encontrada de 4) transferidos
[EFx= O]

120 + 400 (3/5) - 60 - Cx =0 Cx

= 300

N

Resp.

Ay = 240 N

Cy

= 400N

Pode-se usar as duas equações restantes do equilíbrio para verificação~ Assim,
[EFy

= O]
O]

400 + (-80)

-400

(4/5)

[EMC=

(120 - 60) (1,0) + (-80)

=O (0,75) = O

@ Poderíamos ter, também, retomado"ao diagrama de corpo livre da armação como um todo e encontrado Cx'

Pr,oblema Resolvido

4.7

A máquina mostrada é um aparelho de proteção contra sobrecarga, que libera a carga quando esta 'exceder, um valor predeterminado T. Um pino de cisalhamento, de metal,' está inserido em um furo na-metade inferior do aparelho, e recebe o esforço de travamento da metade superior. Quando a força total sobre o pino exceder a sua resistência, ele se rompe. As duas partes, então, giram em torno de A, sob ação das trações em BD e CD, como está mostrado na segunda figura, e os roletes E e F soltam o olhal. Determinar a tração máxima possível T, se o pinoS cisalhar quando a força total sobre ele for 800 N. Calcular, também, a força correspondente sobre o pino articulado A.

Solução. Devido à simetria, pode-se analisar somente uma das metades. Escolhe-se a metade superior e desenha-se o diagrama de corpo livre, juntamente com o da ligação D~ Devido à, simetria, as forças em S e em A não possuem componentes na direção x. As barras BD e CD exercem forças de igual intensidade, B = C, sobre a ligação em D. O equilíbrio da ligação dá
,-

[EFx=O]

BcosO+CcosO-T=O, B

2BcosO=T

= T/(2

cos O),

Do diagrama de equil1orio da metade superior, expressa-se o equilíbrio dos momentos em torno do ponto A. Substituindo S = 800 N e a expressão para B, obtém-se

128 I ESTATICA

2

[I:MA=

O] T 2 cos
O

Notas: (cos
O)

(50) +

2 cos

T

O

(sen

O)

(36) -

- (36) (800) Substituindo

L
2

<D

É sempre útil reconhecer a simetria. Neste
exemplo ela nos mostrou que as forças agin, do sobre as duas partes se comportam como imagens recíprocas uma da outra, com respeito eixoum ação ao sobre x. Assim, dos elementos não se pode na ter direção uma ... _y ) positiva do eixo x e a sua reação sobre o outro elemento ser na direção negativa dos x. Como conseqüência, as forças em S e em A não têm componentes na direção x.

(26)

=O

sen O/cos O = tg O = 5/12 e resolvendo para T,

, T (25 + 5 2 (3,6) (12) - 13) T= 1477 N ou

= 28

800 Resp,

T= 1,477 kN

Finalmente, o equilíbrio na direção y, dá [I:Fy= O]
S-BsenO-A=O

@ Tenha cuidado para não se esquecer do momento da componente y de B. Observe que as unidades usadas são newton-milÍmetro. A

1477 800 2 (12/13)

5

i"3 -A = O

= 492

N

Resp,

PROBLEMASPROPOsrOS

9

(Desprezar a massa dos vários membros nos problemas que se seguem, exceto onde for indicado o contrário.) Calcular a intensidade da força suportada pelo pino em C, na armação carregada. Resp. C = 1 002 N

10.6mI0.5m~

.
Cf Probl. 4.55

Probl. 4.54

4.55

Calcular a intensidade da força suportada pelo pino em A , que fixa o suporte carregado à parede.

~

CalCul: a intensidade forçaé suportada pelo pino B da armação, cuja da carga' um conjugado de 200N·m. Resp. B = 289 N

Probl. 4.56

ESTRUTURAS

I

129

Pino de 4.57 Substituir o conjugado de 200 N • m do Probl. 4.56 por uma força, para baixo, de 800 N, aplicada no ponto D e calcular a intensidade da força que atua emB. I( cisalhamento I 11:
BI 150N

=:=
IA

p

(ó---©

loomhl~~
mm

b=300mm~

Probl. 4.60

3m

Probl. 4.57

4.58

A tesoura representada na figura é, muitas vezes, usada em lugar das tesouras comuns de funileiro, quando se deseja grande força no corte. Para uma força aplicada de 150 N, qual é a forçaP disponível no corte, à distância de 30 mm na direção da lâmina, a partir do pino A? Resp. P= 1467 N A figura mostra um alicate usado para cortar, manualmente, péquenos parafusos e vergalhões. Para um aperto manual de P = 150 N, determinar a força Q, ,que cada mandíbula do alicate exerce sobre o vergalhão,

Probl. 4.61

4.59

G

Na armação carregada da figura, calcular as componentes x·e y da força suportada pelo pino C. Resp. Cx = 5,25 kN; Cy = 1 kN
9 kN

y I I

1'16kN 3m

L_-x
Probl. 4.62

Dimensões em milímetros Probl. 4.59 4.63

.60

Uma chave com limitações de torque possui um pino de cisalhamento B, que rompe quando a força sobre ele exceder sua resistência e, portanto, limita o torque que pode ser aplicado sobre a chave. Se a resistência limite do pino de cisalhamento for de 900 N, em cisalhamento duplo (isto é, Vl2 = = 450 N), calcular o torque limite M, que pode ser aplicado à chave. Que efeito tem sobre o valor de M um acréscimo em b, mantendo todas as outras condições constantes. Resp. M= 75 N'm M diminui quando b aumenta Na armação carregada da figura, calcular as componentes x e y da força suportada pelo pino C.

Calcular a intensidade da força que atua sobre o pino em D. O pino.C está fixo à barra DE e encosta no rasgo liso da chapa triangular.

.61

Probl. 4.63

130 / ESTÁTICA

Calcular a força suportada pelo pino em A, do alicate com regulável, utilizado para aperto, sob uma carga aplicada de 100 N. Resp. A = 525 N

270mm

'I
looN

um torque de entrada de 50 N· m, no sentido horário, na árvore A, e se a árvore de saída D aciona uma máquina à velocidade constante, determinar as forças exercidas sobre o flange da base do redutor, em E e F, pela ação combinada dos parafusos e da fundação de suporte. Resp. E = 139 N, para baixo F= 433 N, para cima

4

./
Probl. 4.64
E
300 mm

,j,

4.65

Calcular a força Q, exercida pelo alicate furador de papéis, quando se aplica a forçaP no cabo.

250 mm

Probl. 4.67

4.68

As duas engrenagens cilíndricas A e B acionam as engrenagens cênicas C e D. ·Para um dado torque Mo, encontrar a expressão do torque M, na árvore de saída, necessário para manter o equilíbrio.

4

Probl. 4.65

4.66

A chave de caixa especial da figura tem a caixa B livre para girar em tomo do pino C fIXo ao punho A, e pode acomodar vários tamanhos de parafusos com cabeça hexagonal. Para o tamanho nominal mostrado, onde o centro O do parafuso e o pino C estão alinhados com o punho, calcular a intensidade da força suportada pelo pino em C, quando P = 160 N. Assumir que a superfície da cabeça do parafuso seja lisa. Resp. C= 1 367 N

r1/r2

= 2/3

tg ~M

a = 3/4

Probl. 4.68

4

Probl. 4.66

4.67

O r~utor de velocidade consiste da árvore de entrada A, onde está montado o pinhão B, que aciona a engrenagem C, e sua árvore, de saídaD, com uma redução 2:1. O centro de gravidade da unidade, cuja massa é de 30 kg, está em G. Se for aplicado

Probl. 4.69

72 Na armação carregada. B = 933 N a o mm 270 3 BOON Probl. tração Determinar a força vertical de retenção em E.73 A. calcular a força suportada pelo pino em B . Para a posição da alavanca definida por meio de Ct = 100. Resp. 4.76 Probl. 400 Probl.71 Calcular as componentes x e y da força que atua sobre o pino em B. Bx = 809 N.75 P 1\---100 nun ~ Probl. As duas polias estão ligadas entre si. Bx = 287 N.71 Os alicates articulados são usados para urna variedade de fInalidades de aperto. Os cabos estão firmemente enrolados nas polias.4. 4. que une as duas peças representadas.C produzida. quando a carga é de 200 N.72 Calcular as componentes x e y da força que atua sobre o pino B. FAB = 8. as e e 4. aplicada no punho do grampo de travamento.74 4. By = 785 N . em função da força P. Resp.70 Calcular a força que atua no elo AB da tenaz de içamento. By = 215 N . Resp. cujos braços se cruzam sem se tocarem.ESTRUTURAS I 131 4.73 Na armação carregada.4.74 Calcular as componentes x e y de todas as forças que atuam em cada membro da armação carregada. que retém a peça de trabalho F em posição. Resp. calcular a força de aperto.69 s 4. 4. e para uma força P = 150 N no cabo da alavanca. Resp. C= 1 368 N 300 50 20= 60mm D---X 200 N Probl.09 kN. formando uma unidade integral. 4. encontrar as componentes x e y da reação no pino em B.75 4.

A articulação no topo da escada está sobre a linha de centro das suas pernas. se for aplicada uma força F = 200 N no cabo da alavanca.76. Se uma pessoa de 90 kg ficar em p~ no degrau em C.79 A figura representa uma suspensão dianteira.78 A mandíbula móvel D da prensa articulada desloca-se com atrito desprezível ao longo da coluna vertical fixa. 4.81 k--l.79 Na armação carregada. 4. no sentido horário. R = 966 N. que forma um ângulo e = 75° com a vertical. 4. e calcular as componentes x e y de todas as forças atuantes sobre cada um dos dois membros da máquina. 4.4m Probl. Ex = 25 N. Ey = 25. para poder ser facilmente movimentada.78 4. calcular a força total de cisalhamento suportada pelo pino A. A = 1.8 m----J Probl. encontrar as componentes x e y das forças em A e em C. calcular as componentes x e y da força suportada pelo pino em E. com eixo duplo.80 4. Na armação carregada. no Probl. A massa da viga central F é de 40 kg e a de cada roda com o respectivo eixo é de 35 kg. calcular a tração T na ligação AB. Resp.81 A 4.80 n~r I mm mm mm A escada simétrica de 20 kg está montada sobre rodas. Resp. por um conjugado de 50 N· m. Resp.76 4. Resp. com o centro de massa a 680 mm da linha vertical central. 4. Calcular a força de compressão R exercida sobre o cilindro E. usada em pequenos caminhões.4m 50 kg Probl. A = 833 N x Probl.77 Substituir a força de 200 N em E.75 kK . Para uma carga L = 12 kN. e a força suportada pelo pino A.132 / ESTÁTICA E t 4. O. transmitida à viga F.J3N 4. 4. T= 231 N Probl.82 "---x O.

88 Probl. 4. localizada no nariz do avião. quando a força aplicada P tem o valor necessário. com a roda suportando uma carga constante.83 O conjunto da roda dianteira. P= --2Fe C{I-{. em tomo de O.86 m A a de ma a A.86 O dispositivo mostrado é um tipo ajustável de chaye. em função da força F aplicada nos punhos da máquina de rebitar. 4. N Probl.87 Determinar a força suportada pelo pino C da estrutura carregada.) e F F Probl. pllJ:a apertar o disco no eixo. calcular a força total que o pino A suporta. em seu eixo fIxo O. do cilindro D e de dois elos OB e CB articulados.82 4. 4. de 24 kN.85 N 4.ESTRUTURAS I 133 move-se ao longo da pista à velocidade constante. calcular a força em cada um dos pinos A e B. 4. conforme se vê na fIgura. A = 44. Resp. Resp. equilibrada. por meio da árvore B. Sabendo-se que o braço e a rodaAO têm em conjunto 50 kg com centro de massa em G. de um pistão hidráulico carregado. Se o trem Probl.84 O trem de aterrissagem do avião consiste de uma mola.4. Se for necessário um torque (momento) de 60 N • m.83 4.84 . C= 2 160 N Calcular a intensidade da força suportada pelo pino A da armação carregada.85 Determinar a força de compressãoP.7 kN ---------1 L--750mm~ Probl. 4. calcular o valor de M necessário para recolher a roda no momento em que D está diretamente debaixo de B com o ângulo () = 30°. 4. é recolhido aplicando-se um conjugado M na barra BC. Resp. na qual os pinos A e B se ajustam nos furos na face do disco que está para ser montado. N 4.

determinar o valor de e que fornece o maior esforço cortante. na posição particular mostrada. independentemente. suporta uma carga de 90 kg.91 Probl.4 kN. no mesmo eixo. Resp. onde a barra RE é perpendicular aAR e CE. Desprezar os pesos das peças e calcular as forças suportadas pelos pinos em A e E. E = 36. uma força de 400 N. É necessário aplicar um torque Mo = 30 N 'm.92 A caçamba é controlada pelos três cilindros hidráulicos e. Probl. Se uma força F. C = 908 N / 100 ---±-. para equilibrar o torque resistente M.90 Calcular o esforço cortante Q.87 ( ~ 4. Resp. 4. Resp. O guindaste tem massa de 50 kg e tem centro de mas- .91 Probl. A = 22.9~ G IF Probl4.89 4. 4. em C. 4. A = 1 727 N • E :tüDJ ~o'mlo.18 kN E ~O. calcular a intensidade da força suportada·pelo pino emA. Resp. aplicado à barra. Calcular a intensidade da força correspondente que atua na extremidade C do braço EC. e poder mantê-Ia na posição mostrada.. no eixo do braço AR. 4. na alavanca do tambor.89 O braço CE e a roda dentada estão montados.88 4. quando atuar no punho da alavanca. Para uma dada força aplicada.90 O guindaste portátil mostrado é usado para içar materiais de construção ao teto de . pode aplicar uma força horizontal P = 10 kN.um edifício. Probl. Q = 13. que atua na roda.7lli 4.134 I ESTATlCA 1 600N 'F c sa em G. sendo o ângulo e = 30°.

92 Probl. Determine a compressão P no cilindro hidráulico BE e a intensidade da força suportada pelo pino em A.0 kN. A carroceria basculante e sua carga têm massa de 9 Mg. A posição do raspador é controlada por dois cilindros hidráulicos EF. Calcular a compressão F. A plataforma é guiada pelos roletes sobre a coluna vertical fixa e acionada pelo cilindro hidráulico CD e pelas barras EDF e FH.94 A unidade motora A do trator ra~ tem massa de 4 Mg e centro de massa em Gl' A caçamba-raspadora B rebocada.93 s N A figura mostra um dispositivo especial para erguer seções verticais de uma torre em construção. P= 119. R = 59. totalmente carregada. F= 131. um em cada lado da máquina. tem massa de 24 Mg e centro de massa em G •. Resp. Supor que as rodas sejam livres para girar de modo que não há componentes horizontais de força sob as rodas. Para a posição particular mostrada. Resp.ESTRUTURAS I 135 l.9 kN 4. e a intensidade da força que atua em cada um dos pinos em H.0 kN Detalhe do mecanismo para içar a carroceria Dimensões em milímetros ProbL 4. E= 40. calcular a força R exercida pelo cilindro hidráulico em D e a intensidade da força sUportada pelo pino em E. Todas as dimensões estão indicadas na figura.95 . para a posição particular mostrada.2m f' 1 ProbL 4. Desprezar a massa do cilindro e das barras.7 kN.95 O. de massa 2 Mg. H= 113. situados um em cada lado do reboque.93 o mecanismo para içar a carroceria de um caminhão basculante está mostrado em detalhe na figura. em cada um dos cilindros.9m T 4. Resp.5 Mg e é içado pela plataforma B.5 kN ProbL 4.4.8 kN. na qual BA é perpendicular a OAE e a barra DC é perpendicular a AC. O conjunto A tem massa de 1. com centro de massa em G. A = 64.

Os aspectos mais essenciais da análise destas duas classes de estruturas estão revistos nos passos apresentados abaixo. D e G podem ser tratadas como uniões-rótula.FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO Neste Capítulo aplicaram-se os princípios do equilíbrio a duas classes de problemas: (a) treliças simples. As uniões em A. A ligação CG é a única barra. Calcular as componentes x.. B. y e z de todas as forças que atuam em cada elemento da armação espacial carregada conforme mostrado. C. 4. E e F. Resp.136 I ESTÁTICA 4.96 4.97 Calcular as componentes x. e (b) armações e máquinas.7 . Bx=Bz =Dx =Dz =Ez =. já familiares. Os dois discos estão rigidamente montados no eixo.98 A estrutura em forma de A mostrada na figura. sendo que o maior deles tem uma força de 300 N atuando na corda a ele enrolada e orientada para a direção negativa do eixo y. Trate todas as uniões como tipo rótula e despreze o peso de todos os membros.97 4. Pode-se desprezar o peso dos elementos comparados com as cargas transmitidas. Az 2.25 kN Dimensões em milímetros Probl. .5 kN Cx = Cz =5 =O Probl. Contudo.96 Calcular as componentes x. y e z de todas as forças que atuam em cada uma das três partes do mecanismo mostrado. as estruturas que foram tratadas neste Capítulo proporcionaram a oportunidade de desenvolver uma abordagem sistemática para uma classe de problemas mecânicos que ocorrem fre<lüentemente. que permitem que ela gire em torno do eixo y mas não oferecem resistência a forças nesta mesma direção. A corda enrolada em torno do disco menor aponta para a direção x e o impede de girar. Probl.Fz = kN. Não foi necessário desenvolver nenhuma teoria nova pois as soluções foram enco tradas apenas com o traçado do diagrama de corpo livre e aplicando as equações do equilíbrio. tem dois pinos. 4. Ax =Ay =By = Dy =Ex =Fx = 1.98 4. y e z de todas as forças que atuam sobre cada membro da armação.4.

como um todo. em geral. envolve o equillbrio de um sistema de forças não concorrentes. 11. no caso de treliças espaciais. 2. uma força seja conhecida. e do tipo união-rótula. a análise iniciará computando as reações externas sobre toda a unidade. As unidades adicionais de uma treliça são formadas incluindo novos membros. no caso de treliças planas. no máximo. 5. que tenha componente na direção da terceira barra. no máximo. as forças internas têm sempre a direção dos seus respectivos membros. Se uma armação máquina. A análise deve iniciar por um nó onde. três forças desconhecidas. que não sofre colapso. estruturas que contêm um ou membros sujeitos a mais de duas forças. os nós podem transmitir forças. quando são removidos seus rtes externos. Portanto. 7. As treliças são estaticamente determinadas internamente quando são construídas da forma descrita no parágrafo 2 acima. quando seus suportes ernos são removidos. As armações e as máquinas são estruturas de múltiplas forças. As 'quinas são estruturas que transformam forças e momentos de entrada em forças e momentos de saída e. incapazes de suportar compressão. ligando-os aos nós existentes e unindo suas extremidades para formar novos nós. As cargas externas sobre treliças simples são aplicadas somente nos nós. O mesmo procedimento para analisar armações. a tração é 'indicada por uma seta saindo do nó ou da seção e a compressão é indicada pela seta apontando na direção do nó ou da seção. As armações são estruturas projetadas para suportar cargas. Portanto. significará que esta nova barra terá força nula. com direção diferente das outras duas. a análise das reações externas não pode ser completada antes da estrutura ser smembrada. As treliças simples são construídas em tomo de uma unidade rígida básica. contendo dois ou mais nós e. 4. 6. O veto r que representa uma força atuando sobre um nó ou uma seção é desenhado do mesmo lado do nó ou da seção em que está a barra que transmite a força. 8. tanto externa- s · .ESTRUTURAS / 137 (a) Treliças simples 1. pelo menos. Quando dois membros são as diagonais de um painel quadrilátero. determinadas. envolvem uma ou mais partes móveis. duas forças desconhecidas. · · . Algumas estruturas podem ser classificadas em ambas as legorias. Se duas barras carregadas forem colineares em um nó. e o painel permanece estaticamente determinado. aplica-se às máquinas. Somente serão consideradas aqui armações e máquinas estaticamente te como internamente. 2. e que tenha. ou. O método dos nós utiliza as equações do equilíbrio das forças em cada nó. A a s N (b) Armações e máquinas 1. geralmente sob condições estáticas. Suponhamos que os nós nas treliças simples são do tipo pino. no caso de treliças planas. Em geral. de forma triangular para treliças planas e de tetraedro para treliças especiais. Com esta convenção. como um todo. se uma seção cortar mais do que três barras cujas força~desconhecidas. somente se considera aquele que está em tração. a solução não poderá ser encontrada pois existem apenas três equações independentes do equihbrio. A equação de equillbrio dos momentos é de grande auxílio no método das seções. a inclusão de uma terceira barra neste nó. ~mente. mas não momentos. 3. 4. a menos que se aplique uma força externa. onde os membros internos não excedem aqueles necessários para evitar o colapso. O método das seções utiliza o corpo livre de uma seção completa de uma treliça. 3. 9. 5. no caso de treliças planas. for uma unidade não rígida (que possa sofrer colapso). As treliças são estaticamente determinadas externamente quando os vínculos externos não excedem os necessários para manter uma posição de equillbrio. ligadas nas suas extremidades e capazes de suportar tração ou compressão. m m a . e são membros flexíveis. 10. As treliças simples são compostas de barras. no caso das espaciais. dois no caso de treliça plana e três nas treliças espaciais. Se uma armação ou máquina é uma unidade rígida. isto é.

'? co::. Resp.104 Calcular as componentes x e y das forças atuando em A e em C.138 I ESTATlCA 6. em seu nó comum K.4.99 4. . iA S o b . As equações de equihbrio de forças e de momentos são aplicadas aos membros à medida que for sendo necessário calcular as incógnitas desejadas. p \~ b b r Probl.101 Determinar a força que atua em cada barra das duas treliças que suportam a carga de 10 kN. 7. 4. usando um diagrama de corpo liVre do membro rígido ABe. Expressar a força compressiva C. EG = 600 kN T.7 kNC GD=O c A B 4kN Probl. Resp. BG = 8 kN C 4. pois.102 4. 4. é de 200 kN. com o mínimo de cálculo. 4. certamente ocorrerão erros. conforme mostrado. BH= 47. Resp. que atuam sobre a treliça da ponte. se compõe de quatro sapatas de pressão.103 Cada uma das três cargas L. de quatro barras de compressão e de três barras externas. Determinar as forças nos membros EG e DF. disposta como um quadrado. O princípio da ação e reação deve ser rigorosamente observado.100 P 3m 3m Calcular as forças que atuam nas barras BH. DF = 825 kN C I' J I 4painéisde5m H G 'IF Awm1 40kN 60kN r F Probl. I< L 12 painéis de 6 m L L Probl. em termos das forças aplicadas P.100 ~ 4. 4.103 > I 4. CD e GD da treliça. As forças atuando nas conexões internas das armações e máquinas são calculadas desmembrando a estrutura e construindo um diagrama de corpo livre separado para cada parte. do contrário. na armação carregada pelo conjugadoM=40N·m.102 Calcular a força no membro BG.101 E F 3m G P Probl.99 Uma armação usada para testar a resistência à compressão de blocos de concreto.1 kN C CD= 6. PROBLEMAS PARA REVISÃO 4. que atua sobre cada lado do bloco de concreto quadrado. carregada pelas forças de 40 e 60kN.

pelo método dos nós. Para a posição nominal mostrada das barras do triângulo ARC. no mínimo. O ajuste da altura do gancho F. O conjunto tem massa total de 50 kg em centro ~e massa em G e está suportado pelo pino E do trator~ Resp.106 Verificar o fato de cada uma das treliças carregadas mostradas ser internamente instável (nãorígida).106 O topo de uma bancada retrátil tem massa de 50 kg. é obtido através do cilindro hidráulico CD. A treliça é estaticamente determinada? Resp. com centro de massa em G.109 Probl.105 4. que é atuado por uma pequena bomba manual (não mostrada).4. Indicar. calcuIai a força P fornecida pelo cilindro ao pino C.105 Uma barra ajustável de reboque. Calcular as componentes x e y da força suportada pelo pino emE.104 4. Todos os ângulos águdos internos são de 30° ou de 60°.108 4.:: 37. para posicionar a barra de reboque.ESTRUTURAS I 139 4. P = 298 N . C H AB=AC=500 750 600 200 Dimensões em milímetros Probl. está mostrada na flgUIa. Resp.108 Determinar a força que atua na barraAC em função da carga m suportada pela treliça. m B Probl4. 4. 4.4. que conecta a unidade tratora H ao trem de aterrissagem J de um grande avião.107 Determinar a força que atua na barra GL da treliça da torre. GL:. na extremidade da barra de reboque. carregada. Probl. dois métodos que .5 kN T Probl. AC = mg/3.107 4.

D = 87.109 Probl.140 I ESTÁTICA assegurem estabilidade interna (rigidez) a cada treliça.· . nesta posição particular..-. para o punho da manivela na posiçi:= vertical mostrada. por meio do acréscimo de uma ou mais barras. ~. Um guincho de armação A suporta uma carga c. sob a ação de uma catraca. Os pesos próprios das peças podem ser desprezados diante das cargas que suportam. em que o braço EB é horizontal.112 I Probl. calcular o torque M transmitido ao parafuso.·.1 Probl.. achar a força de compressão I1Z haste do cilindro hidrá~co lL e a força cisalhante suportada pelo pino. Resp. 4. L = 52.113 4. manivela.) Resp. ~As dimensões são as que aparecem na figura.111 Na posição particular representada. Por meio de movimentos sucessivos de oscilação do cabo que comanda a engrenagem.112 A caçamba de uma escavadeira tem a capacidad= de 4 m 3 e está sendo utilizada para transportz: material com a massa específica de 2. central e longitudinal e tem dois conjuntos de alavancas iguais ao mostrado na figura. 4.110 Uma chave"antitorque".110 4.4ld' H G F H G F H G F F E D ~ (c) (d) Probl.111 4. Resp.5 kN. A máquina é simétrica em relação ao plano vertical. Para uma força P = 150 N. o soquete gira em um só sentido. devidas ao peso do tronco.0 N 4.5 Mg. A reação contra o pino A estabelece a característica "antitorque" desta ferramenta. A = 247 b'\ 40 12Q mm P Dimensões em milímetros p f~w: A'Y~">. 4.·.0 kN. as lanças AF e EG do empilhador de troncos estão em ângulo reto e AF é perpendicular a AB. p~ a posição particular apresentada. (Um dos lados da chave é usado para apertar o parafuso e o lado oposto para afrouxar. Calcular as componentes x e y de todz as forças que atuam em cada uma das três barra da armação. e a reação externa R contra o pino A. calcular as forças que os pinos A e D suportam. sem introduzir redundância.·. 4. projetada para ser utilizada por um tripulante de nave espacial.. A = 173. não exige plataforma fixa contra a qual se poderia apoiar.88 N'm. O pino A aloja-se no orifício existente na estrutura que contém o parafuso que vai ser apertado..~ 100 kg com uma força P aplicada no punho C. ao fazer o esforço para apertar um parafuso. emA. normal à linha AB.6 Mg/m' . M= 7. . Se o guindaste estiver içando um tronco de massa igual a 2. R = 137.

114 m3• ara aço na anméngiuali das rgas kN = D. D = 4.114 Calcular a força total que atua sobre a peça BD. 4. Probl. milImetrosem 1200 -+-1200 Proo!.90 kN z I I x 100 kg I D~e~sões . As conexões podem ser consideradas como rótulas. Resp.113 x de ar 4. 4. ~ "trot"" m:5ionm =-" p'''' ga d= o ~ todE! arrZ! siçãz .ESTRUTURAS I 141 o N duas forças mostradas.

5. 5. cujas dimensões. Nestes exemplos e em outros semelhantes. que pode ter UIl12 dimensã'o apreciável. conforme mostrado na Fig. o Interesse estiver em encontrar a distribuição interna das forças no material corpo.5 FORÇAS mSTRlBUIDAS 5. ao analisar seus efeitos externos sobre um corpo. na seção transversal. Mesmo no caso de um manca:. de vetores nos pontos de aplicação.5. uma vez que wna força real 'aplicada ao corpo é distribuída sobre UIl12 área ou volume fmito. qualquer. da maneira indicadE. nas vizinhanças do ponto de contato. não provocari dúvidas qU!ll1dose estão analisando as forças atuando no carro. no exato sentido da palavra.lb. na realidade distribuídas por sua resultante R.INTRODUÇÃO Nos capítulos anteriores todas as forças foram consideradas como concentradas e representadas por mei. As forças aplicadas sobre uma barra de uma treliça (Fig. a força de contato entre uma esfera de aço endurecido e sua pista de rolamento.1 .1 c) são aplicadas en: uma área real de contato entre o pino e o furo e. são extremamente pequenas. por outro lado. a força exercida pelo pavimento de uma entrada sobre o pneu de um automóvel.1a. Por exemplo.1 q c a .. não existem forças "concentradas". como mostrado na Fig. Quando a dimensã'o b da área de contato é desprezível comparadiõ com as outras dimensões pertinentes. será aplicada sobre uma área de contato fmal.o pneu for macio. naturalmente. Se. se . ou ao longo das linhas de ação.-é aplicada sobre uma área de contato. internamente. tratado como um todo. onde as tenSÕes e as deformações internas podem ser aprec" Detalhe na zona de contato ~ ~ c R (a) (b) pC c (c) R I I Fig. de rolamento carregado. tal como a distância' entre as rodas. 5. não deve haver dúvida em tratar-se das forças como concentradas. Realmente. considerada uma força concentrada. então a substituição das forças de contato. como um todo.

2c. A força de corpo mais comum é a força de atração gravitacional. e m .2a). Uma força distribuída sobre o volume de um corpó é conhecida como força de corpo. quando se trata de forças fluidas. são. suportada por um cabo suspenso (Fig. deve-se levar em consideração a distribuição real das forças. A intensidade da força gravitacional é o peso especifico pg.2 As forças de corpo devido à atração gravitacional da Terra (peso). muito pequena para a maioria das aplicações. contudo. em newtons por metro (N/m). Esta intensidade é conhecida como pressão. Para isto. onde p é a densidade (massa pór unidade de volume) e g é a aceleração devida à gravidade. O sistema inglês usa. 5 . o quilopascal (kPa). as forças distribuídas mais comumente encontradas. o megapascal.' (e) . e.FORÇAS DISTRIBUfoAS I 143 veis. A Seção A deste capítulo trata da determinação do ponto do corpo no qual atua a resultante da força gravitacional. a unidade de libra por polegada quadrada (lb/in2). não se pode tratar a carga como sendo concentrada. em três categorias. a determinação das forçqs sobre os suportes de uma estrutur~pesada em balanço. e forças distribuídas de fluidos atuando sobre superfícies expostas. são empregados procedimentos de integração matemática.5. requer que se leve em consicferação a força gravitacional distribuída ao longo de toda a estrutura. . quando é o caso de forças distribuídas internamente em sólidos. sem dúvida. mas sim considerar a sua distribuição real. e tensão. A Seção B ao capítulo trata de problemás importantes e especiais sobre forças distribuídas que atuam em vigas e em cabos flexíveis. Quando uma força é distribuída ao longo de uma linha. ~ Distribuição por Volume. no SI. que é igual a 106 Pa. pg é (kg/m3) (m/s2) = N/m3 no SI. sendo empregado. Por exemplo. que atua sobre todos os elementos da massa de um corpo. que é também chamado pascal (pa).(1lb/in2 = 6 895 Fa). Quando as forças são aplicadas sobre uma região cujas dimensões não são desprezíveis comparadas com outras dimensões pertinentes. que é igual a 103Pa. 5. obrigando o conhecimento da força em qualquer posição~ Estes tipos de problemas caem. como é o caso da pressão hidráulica da água contra a face interna de uma seção de represa (Fig. o .' '. tanto para pre~São fluida como para tensão mecânica. Esta unidade é. é o newton por metro quadrado (N/m2). o - ~J (a) (b) . t t t Fig. Quando uma força é distribuída sobre uma área. somando-se os efeitos das forças distribuídas sobre toda a região. para tensão. a intensidade w do carregamento é expressa como força por unidade de comprimento da linha. 5. em geral.2b). a u 'Distribuição por Área. Este tipo de problema requer um conhecimento das propriedades do material e pertence a áreas mais avançadas da resistência dos materiais e das teorias da elastiCidade e da plasticidade. a intensidade é expressa como força por unidade de área. como a da Fig. A unidade para . A unidade básica para pressão ou tensão. Distribuição Linear. mais comumente no caso de pressão fluida. como é o caso de uma carga vertiCal continua..

em cada casa. agara. decarrente da atração. das farças gravitacianais dW que atuam sabre tadas as partículas cansideradas cama elementas infmitesimais da carpa.4 A análise exata. Assitn. ao. pade-se supar um campa unifarme de farças paralelas. das resultantes da atração.s para as três eixas vem a ser: y= _ J ydm m z= . e é dada pela sarna W = J dW. Se far aplicada a princípio. que estabel. de gravidade G de um carpa qualquer (Fig.eça.em tama da mesma eixo. Se ele estiver suspensa. canhecida cama centro de gravidade.5. S. Estas cansiderações levam ã canclusãa de que. de gravidade única. suspendenda-se o·carpa par autras pantas. a pasiçãa da centro. existe. CENTROS DE MASSA E CENTRÓIDES 5. partanta. na corda.CENTROS DE MASSA Cansidere um carpa tridimensianal de qualquer tamanha. a intensidade da campa de farça terrestre não. da mamenta em ta ma da eixo. matematicamente.3 Fig. entre. a linha de ação. exatamente. de atração. Este samatória de mamentas deve ser igual ao. fazenda-se um fura de diâmetro desprezível. desta supasiçãa a canceita de um centro. A resultante das farças gravitacianais que atuam sabre tadas as elementas é a pesa da carpa. não. a mamenta da pesa elementar. Isto. Para defmir.3. Esta resultante será evidentemente calinear cam a carda. Repete-se a experiência.144 I ESTÁTICA SEÇÃO A. resultando. z I I I I I I I ~I w (a) (b) (c) "" 1'" "" "x --r-. as linhas de ação. de que as direções das farças gravitacianais que atuam sabre as partículas da carpa diferem ligeiramente. Para tadas as fms práticas. que sua pasiçãa seja marcada. canstante sabre a carpa. é.. de W = mg e dW = g dm. de gravidade única. tem valar prática. das mamento. farma e massa.. cancarrentes em um panta. da resultante W das farças gravitacianais é igual ã sarna das 'mamentas. y. entretanto. cama é mastrada na Fig. são.. e da resultante W da gravidade.4a). a diferentes distâncias da Terra. cama anteriarmente. nenhum centro. que a mamenta em tarna de qualquer eixo. da resultante.Cam a substituição. da Terra. desde que se trate de carpas de dimensões pequenas diante das dimensões da Terra. da tração. cama as partículas cansideradas estão. 5. é x dW.. canearrentes e. pade-se escrever uma equação.. tal camaA. sab a ação. pela tearema de Varignan. em tarna deste eixo.mamenta da sarna Wx. que atuam sabre ta das as partículas da carpa. cama B e C. marcanda-se. estas linhas de ação.-- --. Ainda mais. tanta não. rigarasamente falando. por exemplo. par uma carda em um panta qualquer. au farças de carpa. levaria em canta a fato. gravitacianal da Terra. terrestre não. nas experiências acima descritas.. parque canvergem para a centro. Supanha-se. par exemplo. a carpa estará em equilíbrio. langa de sua linha de ação. e a sarna destesIT\amentas para tados as elementas da carpa é Jx dW. a expressão.. serão.2 . 5.~ --Y (a) (b) Fig.

sobre està linha ou plano.o de massa por outro lado. em geral. (5. Esta classe de problemas é discutida detalhadamepte no volume associado.2) A massa específica p de um corpo é sua massa por unidade de volume.4b. (5.1) são as componentes da equação vetorial única (5. onde a massa elementar e o centro de gravidade G estão localizados por seus vetores de posição respectivos. as equações dos limites. O centro de massa da metade do cone circular reto está (bi (ei Fig. Estas expressões seriam.2) e (5.1). é mais corretamente usado. O termo centr. o cálculo da posição do centro de mássa pode ser simplificado por meio de uma escolha inteligente dos eixos de referência. o centro de massa G do cone circular reto homogêneo da Fig. Sempre que houver uma linha ou plano de simetria.. É absolutamente correto usar-se o termo centro de gravidade. r = ix + jy + kz e = iX + . contanto que o campo gravitacional seja tratado como uniforme e paralelo. Assim. As Eqs. coordenadas polares são úteis para corpos de formato circular. devem ser localizados de modo a simplificarem. Assim. será necessário considerar esta variação no cálculo dos numeradores e dos denominadores das Eqs. Um outro indício importante pode ser tomado das considerações de simetria. O centro de massa situar-se-á. (5. que trata da Dinâmica. ---FORÇAS OISTRIBUi'OAS / 145 r o numerador de cada expressão representa a soma dos momentos. a massa de um elemento diferencial de volume dV vem a ser dm = p dV. (5. o mesmo do centro de' gravidade. ele ainda possuiria seu centro de massa único. e o corpo pode ser considerado como composto de pares destes elementos. e o produto de m pela coordenada correspondente de G representa o momento da soma. maS poder ser expresso como função das coordenadas do corpo. escritas: f xp dV y= f ypdV f pdV z =---- f zp dV (5. cujo ponto é. então..iY + k:Z. No caso de p não ser constante em todo o corpo. sempre que se fizer referência ao efeito das forças gravitacionais sobre um corpo. Na maioria dos problemas. tanto quanto possível. evidentemente.5 . •.1) podem ser expressas em forma vetorial com o auxl1io da Fig. quando se fizer referência à influência da distribuição de massa sobre o efeito dinâmico de um corpo submetido a forças não equilibradas.3) defmem a posição do centro de massa. uma vez que não atuariam forças gravitacionais sobre o corpo. Assim. Os eixos. S. (5. sempre.5.1). que é uma linha de simetria. S. Não tem sentido falar do centro de gravidade de um corpo que foi removido do campo gravitacional da Terra.5a estará em algum ponto sobre o seu eixo central. Portanto.3) As Eqs. uma vez que os momentos devidos a elementos simetricamente localizados sempre se 'cancelarão. deve ser escolhido um eixo ou plano de coordenadas para coincidir com esta linha ou plano. Contudo. as Eqs..

(5. Existem três categorias distintas de cálculo de centróide. O termo centróide é usado quando o cálculo diz respeito somente à forma geométrica. e dm = pA dL. Quando um corpo de massa específica p tem uma pequena espessura. então dm = pt dA. portanto.146 / ESTÁTICA sobre o seu plano de simetria. se cancelarão.5) .CENTRÓIDES DE LINHAS. As expressões remanescentes definem uma propriedade puramente gométrica do corpo. usa-se o termo centro de massa. 5. se a densidade variar. Novamente.3 . tal como o plano x-y. uma vez que não fazem referência a qualquer propriedade física.1). em geral. t. área da seção tranversalA e densidade p (Fig. estes dois pontos. portanto.4) Deve-se notar que. Fig. que.5c está sobre os dois planos de simetria e.1). das Eqs. No caso de uma barra delgada ou de um fio de comprimento L. (a) Linhas. conforme mostra à Fig. o centróide 9. podem ser: x=---L f xdL f ydL \ Y= -L- _ J zdL z=--L (5. área ou volume. 5. e se aproxima de uma superfície de área A (Fig. o corpo se aproxima de um segmento de linha. (5. ela será um fator constante nos numeradores e denominadores das Eqs. está situado na linhaAB. Se p e A forem constantes sobre todo o comprimento da barra. 5.3) e.6). 5. as coordenadas do centro de massa do corpo também vêm a ser as coordenadas do centróide C da área da superfície.5. ao passo que. real. Se a barra se situar em um plano único. e das Eqs. 5. A localização de G é sempre facilitada pela observação da simetria.5b. em geral.6 (b) Áreas. somente duas coordenadas exigirão cálculo. dependendo de como a forma do corpo puder ser modelada como linha.1. as coordenadas do centro de massa vêm a ser também as coordenadas do centróide C do segmento de linha. não coincidirão. 5. Quando se fala de corpo físico.não se situará sobre a linha. quando ela existir. se p e t forem constantes sobre toda a área. O centro de massa do meio anel da Fig. pode-se escrever: y= f ydA A (5. as posições do centróide e do centro de massa serão idênticas. Se a densidade for uniforme por todo o corpo. ÁREAS E VOLUMES Sempre que a densidade p de um corpo for inteiramente uniforme.

no Apêndice A. o conceito do princípio dos momentos é muito simple. principalmente. Se a área for uma superfície plana. No caso de centros de massa e de cerrlróides. entos de inércia de áreas.8a. (c) Volumes. O IY IY I I (a) (b) Fig.5) são conhecidos como primeiro momento de área. a principal dificuldade de uma teoria está mUitb mais nos procedimentos para aplicá-Ia do que nos seus conceitos. na escolha do elemento diferencial e na definição da integral.~---.7.. irá necessitar de apenas uma única integração com respeito a y. * Todas as três coordenadas estarão envolvidas. A densidade p é cancelada se ela for constante em todo o volume. 5. (5. como está ilustrado na Fig.a ordem no lugar de elementos de ordem mais alta. Assim. um elemento horizontal de l. o elemento tem um peso dm = p dV.. na apresentação de .1) elas vêm a ser: J ydV y= V (5.a ordem. 5.7 Os numeradores das Eqs. de modo que seja necessário apenas uma única integração para cobrir toda a figura. Como oGorre freqüentemente. (1) Ordem do Elemento.5. no plano x-y. Das Eqs. na Fig.6) (d) Esco/h. Sempre que possível deve-se ter preferência por selecionar um elemento diferencial de l. por exemplo. a dificuldade reside. 5. Para um corpo qualquer de volume Ve massa específica p. o centróide C da superfície curva em geral não se situará sobre a superfície.s. de área dA = I dy. (5. a fim de cobrir toda a figura. _----FORÇAS OISTRIBUfoAS I 147 Fig.dQ Elemento para Integração. e as coordenadas do centro de massa também vêm a ser as coordenadas do centróide C do corpo. Existem cinco pontos importantes que devem ser especialmente observados. se a área da superfície for curva como uma concha. somente as coordenadas neste plano serão desconhecidas.3) ou (5. Novamente aqui.8 * O segundo momento de área (momento do primeiro momento) aparecerá posteriormente.

onde foi escolhido o elemento de 1.5. Como um exemplo mais avançado. I I I ". em x = Xl' (3) Simplificação de termos de ordem elevada.1O y I I Ir] liJ I . se confunde com as coordenadas y dos dois contornos.l1b são mais adequados para coordenadas polares. ao longo de toda a figura. tendo como elemento de volume a fatia semicircular de espessura diferencial. o braço de momento Zc ao centróide do elemento é o mesmo que a coordenada z do elemento. Assim. onde Xc é a coordenada x do centróide G do elemento. Por outro lado. 5.j rdx Fig. y --x -.a ordem. ao invés de escolher um elemento de 3. zados quando comparados com os termos de ordem elemento de área sob a curva da Fig. a primeira em relação ax e a segunda em relação a y. 5. . O braço de momento para o elemento na direção x é a distância Xc ao centróide da face do elemento e não a coordenada x do contorno do elemento. dV = dx • dy • dz.a ordem.1I . irá obrigar a resolver duas integrações separadas.. Observe que Xc não é o x que descreve os contornos da área. na direção y.9.l2b. deve ser selecionado um elemento que possa ser integrado em uma operação contínua. dx • dy.11 (5) Coordenadas do centróide do elemento.12a. o momento de dA em torno do eixo y é Xc • dA. Como regra geral. o braço de momento y c. que se for usada.7). 5 .10. 5. enquanto que os de setor circular da Fig. Assim.a ou de 2.8a é preferível à faixa vertical da Fig.9 Fig. é dada triângulo de segunda ordem de área -+ dx dy. requer duas integrações para cobrir a figura. a faixa vertical do pelo termo de 1. escolhe-se o sistema coordenado que seja mais adequado ao contorno da figura. que requer somente uma integração. a faixa horizontal da Fig. Assim. que requereria três integrais trabalhosas. 5.a ordem dA = y dx e é desprezado o limite naturalmente não haverá erro.cone sólido da Fig.5. Porém. (2) Continuidade. tome o . (4) Escolha das coordenadas. Como um segundo exemplo. 5. Portanto. No caso Os termos de ordem elevada podem sempre ser despremais baixa (veja o item 1.lla são melhor descritos em coordenadas retangulares.5.148 I ESTÁTICA elemento de 2.a ordem.a ordem da forma de uma fatia circular." I . Sempre que possível. devido à descontinuidade na expressão da altura da faixa. 5. neste elemento.. para a faixa horizontal de área da Fig. os contornos da área da Fig. na direção z.'1 '1> y I I r --x ! 8 --x (a) (b) Fig. é essencial empregar as coordenadas do centróide do elemento para representar o braço de momento na equação do momento do elemento diferencial. de volume dV = rrr2 dy..8b. considere o meio cone sólido da Fig. 5. Quando se adota um elemento diferencial de 1.

pode-se reescrever as Eqs. também. são sempre as coordenadas dos centróides dos elementos particulares escollúdos. (5. (5. do Apêndice C.ntos. onde a densidade (massa específica) foi cancelada. que são relações geométricas. que foi apresentado no item 2. Yc e Zc do centróide do elemento diferencial escolhido. serão aplicáveis.5) e (5.FORÇAS OISTRIBUfoAS f 149 Y /' /' /' (a) Fig.5.4a.5) e (5. (5. Neste ponto. é de valia para o estudante verificar se compreendeu claramente os princípios dos momentos (teorema de Varignon). as Eqs. É importante que o significado físico desse princípio seja reconhecido na sua aplicação ao sistema de forças-peso paralelas mostrado na Fig.6) V J z Zc dV = V o subscrito c serve para lembrar que os braços de momento que aparecem nas integrais das expressões para os mome. aos corpos físicos homogêneos. apresentam um sumário das coordenadas de centróides de algumas formas usualmente empregadas. Além disso.4. . 5. mantendo em mente o aspecto físico do princípio dos momentos. As Tabelas C3 e C4. O reconhecimento do princípio dos momentos assegurará a utilização da expressão correta para os braços de momento xc. Mantendo sempre em mente a equivalência entre o momento do peso resultante W e a soma (integral) dos momentos dos pesos elementares dW.5) Z=--e J Zc dA A ) X= y= _ J Yc dV (5.4).6). nos numeradores.6) na seguinte forma: x = A J y= Yc dA A (5.12 Tendo em vista esses exemplos. é pouco provável que ocorra um erro no estabelecimento da matemática necessária.

•. (5.4) e entrando com L = 2Cir. o que dá:X = 2r/1I'. (5. quando a medida é feita como mostrado. x/(h .a ordem. Localizar o centróide de um arco de circunferência como o mostrado na figura. Notel[~ dA deve ser expresso em termos da variá•. Solução. Aplicando a primeira das Eqs. de integração y.2 Centróide de uma área triangular. 1) Escolhe-se uma faixa diferencial de área x dy.150 / ESTÁTICA Problema Resolvido 5. Nota: <D É claramente evidente a preferência no us: de coordenadas polares no lugar de coorcL"'nadas retangulares para expressar o comprimento de um arco de circunferência.Jo rh 2 Y y b(h h- y) dY _ bh2 6 Nota: <D y= 3 h Economizamos aqui uma integração usa. Problema Resolvido 5.Ili. vê-se imediatamente que este resultado também se aplica ao arco de 1/4 de circunferência. Considera-se o eixo dos x coincidindo com a base.:: o elemento de área de l. tem-se y = O. Aplicando-se a segunda das Eqs.5) dá: [Ay e = J ycdA] bh __. Pela semelhança de triângulos. Localizar o centróide da área de um triângulo de base b e altura h.1 Centróide de um arco de circunferência. Solução.Por simetria. vem: [Lx= J xdL] (2ar)x = J" -a (r cos 8)r 2arx de = 2r2 sen a Resp. r sen a x=--a Para uma semi-circunferência 2Ci= 11'. ser necessário x = f (' . Escolhendo-se o eixo x como o eixo de simetria. Um elemento diferencial do arco tem um compri1) mento dL = r de.y) = b/h. e a coordenada x do elemento é r cos e. daí.

mostrado na ilustração. uma vez que a distância deste ponto a qualquer lado é igual a um terço da altura. (5. onde os termos de ordem superior são' desprezados. Solução 1. Problema Resolvido 5. 3 a 2 rsena Resp. com este lado considerado como base. O raio do anel é r o e a sua espessura é dr o' de modo que a sua área é dA = 2roadro' A coordenada x . Novamente. Solução I Notas: Q) Observe com atenção que devemos distinguir Solução lI. tem uma área dA = (r/2) (r dO). Solução 11 .3 Centróide da área de um setor circular.é a coordenada do centróide do elemento dA do Problema Resolvido 5. a primeira-!ias Eqs. Assim. A área pode também ser coberta pela rotação de um triângulo de área diferencial em tomo do v~rtice e através do ângulo total do setor.5a) fornece: ---x [Ax= JXc~ -('7Tr2)x 2a 2'7T r2ax x = Ir (rosen --o a a) (2roa dro) = ~r3 sen a 2 r sena =---3 a Resp.FORÇAS OISTRIBUrOAS I 151 Este mesmo resultado se mantém em relação a qualquer dos outros dois lados do triângulo considerados como uma nova base com a altura correspondente.5a). ---x x=---. (5. como está representado na figura. Localizar o centróide da área de um setor circular. verifica-se que esta coordenada é 2r/3 multiplicado pelo cos O. Para uma área semicircular. A área do setor pode ser coberta tomando-se um segmento de anel circular como área elementar. vem: (r2a)x entre a variável r o e a constante r. Este triângulo. a coordenada x de dA é medida para o centróide do elemento e. onde as medidas são feitas como mostrado. vê-se imediatamente que este resultado também se aplica à área de 1/4 de círculo. em relação a seu vértice.1 e é ro sen a/a. y = J'" -'" (~r cos B)(!r2 dB) I xc=jrcosO e. Escolhendo-se o eixo dos x como o eixo de simetria. onde ro substitui r. Por simetria.2. Aplicando-se a primeira das Eqs. conforme o Problema Resolvido 5. e deslocando-se esse elemento do centro do círculo para a periferia. que dá x = 4r/3'/T. 2a = '/T. como anteriormente. Assim. (6) Tenha cuidado para não usar r o como coordenada do centróide do elemento. pode-se dizer que o centróide situa-se na interseção das medianas. y é automaticamente igual a zero.

como aparece na figura. de x = O a y I x=a. No cálculo de f x dA. Em lugar da área elementar vertical. O princípio dos momentos dá: [Ay=fYcdA] Substituindo-se y y I 3ab -4-y - - -Ia ('i)y 2 O a --x dx Solução I vem: Resp. regida pela equação da curva x = ky3. se for escolhido o elemento de segunda ordem 'od'ode. Problema Resolvido 5. Portanto. vista na figura abalxo. Solução Il .5a). uma integração em relação a e daria como resultado o anel com o qual foi iniciada a Solução I.152 I ESTÁTICA Deve-se notar que. onde y é a altura da faixa. (5. Esta coordenada é a média das coordenadas das extremidades. a coordenada do centróide do elemento retangular é y c = Y /2. o Observe que Xc =x para o elemento Vertical .5a). (5. a integração em relação a '0 inicialmente daria o elemento triangular com o qual a Solução 11 começou. I I I r-x I Solução I. =. Encontra-se a coordenada x do centróide. Por outro lado. Solução 11. O cálculo dessas integrais conduzirá aos valores encontrados anteriormente para x e y.a 4 Na solução de y pela segunda das Eqs. Portanto. [Ax I I I _ b =f XcdA] x ia O y dx = ia xy O a dx y I I I I I I I I x Substituindo Y = (x/k)113 ek = a/b3 e integrando.4 Localizar o centróide da área sob a curva x = ky3. Escolhe-se um elemento vertical de área dA = y dx. emprega-se a área elementar horizontal. • : x+-a-xI = I y dy --±- [Ay= f ycdA] y i b o (a - x) dy i u I o y(a -'. vem: X bl-------Resp.. ou Xc = (a + x)/2. brI y I k-xc == -2 _ a+x~ I O valor de y é determinado por ~==kY3 I I . a partir da primeira das Eqs.x) dy onde Yc = Y para a faixa horizontal. = b (x/a) "3 e integrando. deve-se usar a coordenada x do centróide do elemento para "x".

-y Solução III . Uma outra alternativa poderia ser o uso do ângulo e como variável de integração. y = r cos e.00) exige: Solução I Integrando.5 Volume de uma semi-esfera. Devido à simetria. Pode-se usar como . que tenha sido omitido na expressão de dV? As Soluções I e II são de emprego semelhante. O volume do elemento é dV= (21TZ dz) (y). o raio da fatia circular é z = +~. enquanto que a espessura da fatia seria dy = (r de) sen e e a da casca dz = (r de) cos e. através da equação do círculo. dá y = +~. O volume da fatia elementar vem a ser: 1 A segunda das Eqs. O comprimen to da casca. (5. cobre-se totalmente o volume. raio z e espessura dz. vem: ij = ~T Resp. tem-se: x = z = O. (5. de espessura dy. dz Solução lI. Usando o valor de -} 1Tr3 encontrado na Solução I para o volume do hemisfério e substituindo na segunda das Eqs.6a). Localizar o centróide do volume de uma semi-esfera de raio r. de modo que Yc = y12. Expandindo o raio da casca. Solução l. com limites de O a1T12. de zero ar. por que cada uma envolve um elemento de forma simples e requer a integração com respeito a uma única variável. Escolhendo-se os eixos como está representado na figura.elemento diferencial uma casca cilÍndrica de comprimento y. paralela ao plano x-z. em relação à sua base. o centróide da casca elementar está no seu centro. O raio de qualquer elemento seria r sen e. como mostrado na figura. z Solução llI. obtém-se Solução II Nota: CD i f z ~y ij =~.FORÇAS OISTRIBUi"OAS I 153 Problema Resolvido 5. por simetria. Resp. O volume elementar mais conveniente é o de uma fatia circular. Como o plano y-z corta a semi-esfera no círculo y2 +Z2 = r2. Expressando y em termos de z. Pode identificar algum termo de ordem superior do volume elementar.

J Probl.7 5. 5.1 Determinar as coordenadas do centróide da área sombreada.6 I I I Calcular a coordenada x do centróide da área sombreada.--x Probl. y= ~ b~~------- x Probl. Resp. Resp. 5. ]i = 3b/4 y 5.4 Calcular as coordenadas do centróide do segmento de área circular. Resp.1 5. ]i = 2b/5 = x2/bl _____ -.154 / ESTATlCA PROBLEMAS PROPOSTOS 5. ]i = 1. x= 2a/5.5 Y .2 Localizar o centróide da área sombreada mostrada.3 I I I I Ib ----a---J. por integração direta.8 Probl.2 Determinar as coordenadas do centróide da área sombreada. .5.6 5.43. : ú'L_ 1 3 5. 5.5. 5. 5. 5.4 Determinar a coordenada y do centróide da área sob a curva senoidal mostrada.as coordenadas do centróide da área mostrada.b--x -. x = 3b/10.7 Calcular. ]i = b/2 Probl. x = 2.5 I Determinar a cOClldenada y do cent!Glde da Ílea. Resp.3 I ---x I I I I I "y Probl. 14R Resp. x = 3a/8. --x Probl.09.-x = y2/4 5.

12 Y tt/ I ~X X::' 'j.) Resp.14 ELjI 11 a I I . 5. x 5..z=125mm Probl.y= -1. 5.14 Use os resultados do Problema Resolvido 5. por referência direta aos resultados do Probl.8 5. x=y=-21.2mm.. 5. 5. (Atenção.339a I I I a ~-----Probl. Resp.. entre a elipse e o círculo. .13 5. x = 0.) Resp. 5. 5..3 para calcular as coordenadas do centro de massa da parte mostrada do cilindro sólido homogêneo. Probl.11 Localizar o centróide da área mostrada na figura por integiação direta.9 --x --x Localizar O centróide da área sombreada entre as duas curvas. Observe cuidadosamente ó sinal do radical. I I x = y2 ~ = x3 'S ! ~'\ 1- 5. Resp. 5.9 5. 5. y I i I ~ x= ~~. (Ver a observação do Probl. secionada.10 5. 3 I I Probl.1.FORÇAS OISTRIBUfoAS y I I I 155 5. --x Probl.13 Especificar as coordenadas do centro de massa da camisa cilíndrica. mostrada. Y x = 10 4 _ 31T 1T !!.11. Probl. 5.11 Encontrar a distância z do vértice do cone circular reto ao centróide dó seu volume.10 Determinar a posição do centróide da área sombreada.15 Probl.12 I I I I I Determinar a coordenada x do centróide da área sombreada. + '\ ~.

23 . Resp.17 5. 5. 5.18 Probl.16 li = :~ h Probl. ="4 Probl. da base de qualquer cone ou pirâmide. "f= r/2 "f= 2a/3 // / y / 4-a----.156 I ESTÃTlCA 5. 5.16 5.19 Determinar a coordenada x do centróide do volume descrito no Probl.21 Use os resultados do Problema Resolvido 5. 5. ]i 5. 1800 em torno do eixo x.20 5.22 5. 5. 5.22 Probl.17 Localizar o centro de massa do corpo sólido homogêneo cujo volume é determinado pela revolução da área sombreada 3600 em torno do eixo z.20 = 15a/(141T) Probl. Resp. de altura h. Determinar a coordenada y do centróide do volume obtido pela revolução da área sombreada. z z Probl. Resp. ao centróide do seu volume.23 5. 5. 5. x Determinar a coordenada z do centro de massa da quarta parte da casca esférica homogênea de raio r.15 Calcular a distância li medida da base para o centróide do volume do tronco de cone circular reto.18 Determinar a coordenada z do centróide do volume obtido pela revolução da área sombreada sob a parábola. Resp. por inspeção. a distância h do centróide da área lateral de qualquer cone ou pirâmide de altura h à base da figura. h Resp.18. Determinar a distância "f./ Probl. 1800 em torno do eixo z. 5.2 e determine.

27 5. (Lembrete.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 157 5.28 Determinar a posição do centro de massa da concha cônica representada na figura. obtida pela revolução do triângulo retângulo de altura a e base b. Um arco de comprimento diferencial é dL =. 5. em tomo do eixo dos z. 5. percorrendo um ângulo (J.26 A barra esbelta tem uma seção transversal uniforme.26 Probl. do centróide do volume gerado por uma rotação de 900.27 R esp. 5. 5.24 Determinar a coordenada z do centro de massa do sólido gerado pela revolução da área do quadrante circular. formando um arco de parábola. z= 4r/31T Probl. da área do quadrante circular. com o vértice na origem. 5.24 Probl. representado na figura.j (dx) .j 1 + (dyfdx)' dx. z= --- 2(4 + 31T) lla Calcular as coordenadas do centróide de uma cunha cônica. Resp.29 Determinar a posição do centro de massa do corpo homogêneo. + (dy)' =. e está flexionada. z Probl. Resp.) z= _a_ 1T-2 x I I I ~----I I I a I 100 mm I I I I I I I O~--~-~I--X 1--I I I I I I -- y Probl. 5. Determinar as coordenadas .25 5. em tomo do eixo dos z. x = 2h/3. 5.25 D~terminar a coordenada z. do centro de massa da barra. em forma de sino e de espessura desprezível. 5.28 Probl. 5.29 .

5.13 . x = a2 +4R2 2rrR superior da casca em forma de s~. m2. do centro de massa do conjunto.32 5.31 Determinar a coordenada x do centróide da metade Resp. se cada parte for tratada como um elemento finito do conjunto.158 I ESTATlCA 5. mostrado esquematicamente na Fig. Estas somas podem ser expressas em forma resumida.31 R~R~ Probl. segundo o eixo dos x. x I =- rr rr-2 a (3rr _ 8) --- I K---I I I a. cuja interseção com o plano das extremidades do semi-anel aparece na figura.4 . Escolher um volume elementar com a forma de uma casca cilíndrica. puder ser convenientemente dividido em várias partes de formas simples. para um corpo.5. o princípio de Varignon pode ser usado.FIGURAS E CORPOS COMPOSTOS: APROXIMAÇÕES Quando um corpo. 5. Assim. X3. ou uma figura. Xl. na direção x. X2. 5. 5.7) Fig. (Sugestão. 5.13.32 z= 2(lQ-3rr) Determinar a posição do centro de massa G do semi-anel de aço representado na figura. o princípio dos momentos dá: onde X é a coordenada.) Resp.30 Determinar a posição do centróide do volume contido dentro da casca em forma de sino do Probl. _ r 5. // y/ // / -z Probl. Relações similares se mantêm para as outras duas coordenadas.29. u. digamos. m3 e cujas coordenadas dos centros de massa respectivos sejam. a Resp. e escritas como: y= 22mlj 22m z= ~::J (5. cujas partes tenham massas ml.

áreas e volumes compostos. ou da figura.e aproximação.15 . composto. conforme mostrado.FORÇAS DISTRIBUrOAS I 159 Relações análogas se mantêm para as linhas. representada pela cavidade. Embora seja usualmente vantajoso utilizar elementos de largura constante. nos quais não se tem a expressão matemática correspondente. --x A 0ft\ t A.5. Em todos os casos. Pode-se reduzir o problema de localizar o centróide de um volume irregular à determinação do centróide de uma área. A área pode ser dividida em faixas de largura tu e alturas variáveis h. desde que aproximem a área dada com uma precisão satisfatória. dividida pela área total dará a coordenada correspondente do centróide procurado. havendo casos. o peso correspondente. 5.15. A soma dos momentos de todas as faixas. freqüentemente aparecem casos em que os limites das áreas ou volumes não podem ser expressos segundo forinas geométricas simples. Considere o volume mostrado na Fig. A áreaA de cada faixa. normais à direção X. Uma tabela ordenada dos resultados permitirá uma avaliação metódica da área total ~A. A's e V's. Uma faixa vertical sob a curva tem áreaA tu. são plotadas contra X. diminuindo-se a largura das faixas usadas.14. na apreciação da área. onde as grandezas A.necessário recorrer a um método q. De fato. é considerada como uma quantidade negativa. também. das áreas transversais. é h Ax e é multiplicada 'pelas coordenadas Xc e y c do seu centróide dando os momentos da áiea elementar. respectivamente. Note-se que. mostrada na Fig. tal como a que aparece destacada em tracejado. C : I I I ~ h-~ --x Fig. 5.14 A precisão do cálculo aumentará. ou área. Na prática. onde os m's são substituídos por L's. se um furo ou cavidade for considerado como sendo uma das partes componentes do corpo. pode-se usar elementos de qualquer tamanho e formato. usa-se a altura média. não há necessidade que se faça assim. Considere o problema de determinar a posição do centróide C da área irregular.5. Para tais casos é. ou furo. das somas ~Axc e ~Ayc' e dos resultados Fig.

0 1. .mz ] J.642 -120.7 = 53. que a coordenada x do centro de massa é zero.'"4 (50) = 21.642 = -45. vê-se do Problema Resolvido 5.my ] J. A massa m de cada peça é facilmente calculada sem ser'necessária qualquer explicação adicional. (5. e os resultados são: [y = J.0 2.476 21. Assim. agora.m J. Para os eixos de referência indicados é evidente. O corpo pode ser considerado como composto dos cinco elementos. mostrados na parte inferior da ilustração. Os termos pertinentes à aplicação das Eqs. tem-se do Problema Resolvido 5.642 75.6 z Determinar a posição do centro de massa do conjunto suporte-e-eixo.73 my 50.0 0.m Y = Z = 140.7) podem.73 2.7 -120.160 / ESTAnCA que é idêntica ao correspondente elemento de volume .7) são melhor apreciados na forma de uma tabela como a seguinte: m y Z ° m z °° (mm) -150.098 (rnrn) (kg) -0. ser aplicadas. A aba vertical é uma chapa metálica com massa de 25 kgfm2.0 0.25 -+(75))= -100mm As coordenadas x e y dos centros de massas das peças restantes são obtidas facilmente por inspeção. a área sob a curva plotada representa o volume do corpo.00 2.600 -42.2 mm 311' Xl 150 75 mCD ~ l00~ Z= Para a peça 3.22 -90.83 Mgfcm 3.7 As Eqs.030.562 -75.7 mm Resp. que é igual a Problema Resolvido 5.38 (kg (kg o° mm) o mm) 140.2 que o centróide de uma massa triangular está a + da sua altura a partir da base.094 -100. e a coordenada x do centróide da área sob a curva é dado por ~(A Lix)xc x=--~A Lix para o centróide do volume real.3 mm 2. Para a peça 1. Medidas em relação aos eixos coordenados tomam Z= -[150 .19 110. Solução.3 4r _ 3.::l V.08 9. enquanto o material da base horizontal tem40 kgfm2• A massa específica do eixo é de 7. Tomar-se-á a peça triangular como uma área negativa. por simetria. (5. [z = Resp.0 0.

X = 6. Localizar o centróide da área do Probl.repetida aqui. mm 60 . repetida aqui. --x Probl.54 mm Y I x Probl.5.mm 90 I I I I a ~-----Probl. pelo método artigo. 5. 5036 \ --x \\ \\ ______ \ ~ __ x. 5.r FORÇAS OISTRIBUfoAS / 161 8 PROBLEMAS PROPOSTOS do centróide da área triany I I Calcular a coordenaday gular. 508. Y=-- 91T (8 Calcular a coordenada y do centróide da fIgura mostrada. I----x .35 @ Localizar o centróide da área sombreada do Probl.. Y = 40 mm I I I I y.' .10.33 y I Resp. 14R Probl. Resp.5.~ '-~.39 . (Consulte a Tab. C3 no Apêndice C para obter as propriedades de uma área elípticao) ~ Calcular a coordenada: x do centróide da área sombreada mostrada. 50S..entre a coordenada x do centróide da área deste sombreada a elipse e o círculo do Probl. pelo método apresentado neste artigo. li . a I I . Problo 5. Resp.37 ~\ ~ Determinar. pelo método apresentado neste artigo. 5.38 Y I Probl. ~' . repetido aqui.

40 Q Calcular as coordenadas do centróide da área sombreada. y Probl. x= y= ---4-11' 3 t5. aqui repetido ..42 Determinar a distância fi. 5.5. da superfície inferior da chapa da base ao centróideda seção estrutural composta. pelo método deste artigo. ProbL 5.lmm. 6m 6m Probl. Encontrar o valor de a. / / /+" II " 4ml " X=31. repetida aqui.43 5.9mm. de modo que a seção reta permaneça na horizontal.r 50 mm 50mm Determine.5.46 A concha hemisférica e sua base semi-circu1ar são formadas pelo mesmo pedaço de chapa metálica. fi = 39.46 .41 5.5.16. em terinos do raio r.5.45 5. Resp.2m y I 150mm 50mm I Probl. Prob1. Z=31.311' a Resp.44 Calcular as coordenadas do centro de massa da barra esbelta. 10 .42 5. y I Probl.44 I I I I 5. Y=48.. curvada no formato mostrado.162 I ESTAnCA rS:39\Loca1izar o centróide da área sombreada do Probl.3 mm z Probl.lmm ~..4Ol Calcular a distância Y do eixo x ao centróide da . pelo método deste artigo. Resp. 5.45 150 mm I L:::-::::" L:J ---.11. a altura fi da base ao centro de massa do tronco de cone maciço do Probl. Resp.S.43 Uma barra uniforme é dobrada na forma mostrada e está pivotada em Q. 5./ área sombreada. X= Y= 107.

49 Uma peça é formada por uma armação tubular. tal como está esquematizado na figura. 5. X = 348 mm.5. respectivamente. 5. Resp. y I Como exemplo da precisão que se pode ter nas aproximações gráficas. Usar os resultados do Probl.2 kg.6mm 5. que se comete ao se determinar a coordenada x do centro de massa da área triangular.50 Resp. 5.52 x . 2.2mrn.3 mm y I Probt. em percentagem. empregando-se os cinco retângulos de largura a/5. e = 1.5 kg.475r. X=0.47 Y=r/3 Calcular as coordenadas do centro de massa do molde mostrado.FORÇAS DISTRIBUrOAS de pequena espessura.. X= -8. I I __ I a Probl. Calcular as coordenadas do centro de massa.. calcular o erro e. que é feito de uma chapa de espessura uniforme.00% para menos y b~----. '1= -31.S mm Probl.2 kg e 2. de 100 kg/m\ calcular as coordenadas do centro de massa da peça . Admitindo que a massa do material tubular seja de 7.51 5.50 Dimensões em milímetros Probl. 5.47 5.23.49 Probl.. Determinar a posição do centro de massa da cilíndrica com uma das extremidades fechacU um semicúculo.. 5. consistindo de placa triangular.51 Determinar as coordenadas do centro de massa do suporte. A casca é feita de chapa me: de 24 kg/m 2 de massa e o semicírculo da e dade é feito também de chapa metálica cuja fi: no entanto. 5.4 mm. e calcular as coordenadas do centro de massa da concha e da base combinadas.52 Dimensões em milímetros Probl. _ .48 As massas das três peças do conjunto soldado.9mrn. e a da chapa. '1= 47. Z=200. X=17.3 mm. Z = 10. 'I = . Resp. 5. 5. em lugar do triângulo. 4.90. é de 36 \ég/m2• Resp.48 5. são. soldada a uma chapa triangular.5 kg por metro de comprimento. Resp. barra uniforme e chapa semicircular.

A seguir. 5.5 mm. Resp. Resp. Resp.: 5.60 Probl. Y = -14. 5. para assegurar o equilíbrio (centro de massa em O) do disco. X = O. de lado a.53 5.57 5. h = 0.54 5.55 Um pedaço retangular é removido de uma pláca de metal quadrada.54 O disco contém três furos de diâmetro d nas posi- ções mostradas. 5.53 / "'lATlCA Um gabarito metálico tem a forma mostrada. () = 84. quando este girar em torno de seu centro O. em uma posição de equilíbrio. D = 1. a = 39.90 Um envólucro cilíndrico com uma extensão retangular e extremidades semi-circulares é todo fabricado da mesma folha de metal. 5.58 Probl. Probl. dobrada no formato mostrado na fIgura.56 Probl. com um furo axial de diâmetro dI e profundidade h.58 . 5.~.0 mm y . Determinar o valor h que fará com que o centro de massa da carga fIque o mais afastado possível da extremidade aberta. no mesmo raio r.56 Determinar a posição do centro de massa da chapa [ma. y I 120' 100 mm 'x -x 20 40 60 80 100 120 140 160 mm Probl. como mostrado no corte.227d. Estimar a localização do centróide da área visualizada e anotar suas coordenadas.57 5. 5. Z = 73.55 Probl. Determinar o valor de h que causará o centro de massa do restante da placa se localizar o mais para a esquerda possível. Determinar o diâmetro D e a posição angular () de um furo a ser broqueado no disco. Resp. Calcular o ângulo a feito pela parte retangular com a vertical quando o envólucro repousa sobre uma superfície horizontal.586a Uma carga homogênea de explosivos deve tomar a forma de um cilindro circular de comprimento L e diâmetro d2. 5. verifique sua estimativa pelo cálculo usando a malha superposta.

5. do seu conhecimento.8) onde y é a ordenada do centróide C da curva de comprimento um cilindro circular reto de altura L e raio y. O volume elementar é d V = 211)' dA. com o nome de Guldin (Paul Guldin. A área deste anel é a súa circunferência vezes o comprimento do arco: dA = 27TY dL e a área total é. de comprimento L no plano x-y.I FORÇAS OISTRIBUfoAS / 165 5. a área vem a ser: (5. que gira em torno de um eixo do seu plano. =__as vezes. comoyA = f y dA. Um elemento desta superfície é o anel gerado por dL. Os dois teoremas de Pappus. expressos pelas Eqs. e o volume total é: Porém. . aparentemente. gerando uma superfície. Esses teoremas são apresentados.5. Assim. tem-se: (5. igualmente simples para o cálculo do volume gerado.17.9).5 .0 século d. o arco de curva.e.16 Fig. e que não a intercepta. 1577-1643). pode-se estabelecer uma expressão. 5.8) e (5. A Porém. geôrnetra grego que viveu no 3. Assim.17 No caso do volume gerado pela revolução de uma área. o anel da seção transversal dA e raio y é um elemento do volume gerado pela revolução da área A.5. e que não o intercepta. Na Fig. em tomo do eixo dos x. quando as áreas * Atribuídos a Pappus de Alexandria. então. a quem alguns atribuem a autoria original. descrita pelo seu centróide. Na Fig. a área gerada é igual à área lateral de I Fig. (5. gira em torno do eixo dos x. em torno de um eixo do seu plano. o volume gerado é obtido multiplicando-se a irea geradora pela circunferência da trajetória circular. I y I y I I L.9) de y é a ordenada do centróide C da área A resolvida. são úteis não somente para o cálculo das ireas e volumes gerados como também para determinar os centróides de linhas e áreas planas. não obstante os :::3balhos de Pappus serem. como yL = 27T J Y dL = f Y dL.TEOREMASDEPAPPUS* Existe um método muito simples para calcular a área de uma superfície gerada por uma curva plana.16.

determinar a distância radial r do centróide do arco do semicírculo usado para gerar a superfície. Assim A sendo e expresso em radianos. em torno de eixos que não os interceptam. Escreva a expressão dO'volume V do sólido gerado.8) e (5. gerado pode ser obtida. V= 3 619mm3 Determinar o volume V e a área lateral A. 5.65 O triângulo sombreado de base b e altura h gira em torno de sua base de um ângulo e para gerar uma parte de um sólido de revolução.65 5. Calcular a área da superfície de um dos lados da casca completa.62 ProbL 5.32 e determinar o volume V e a área A.66 . Do volume conhecido V = 1. Usar a notação do semitoro do Probl. Dividindo-se a área ou volwne por 27T vezes o valor correspondente ao comprimento da linha ou a medida da área. 5. 5. substituindo-se 27T por e nas Eqs. girando 3600 em torno do eixo dos z.da superfície de um toro completo. de um cone circular reto de raio da base r e altura h.166 / ESTÁTICA e volwnes gerados pela revolução dessas linhas e áreas. são conhecidos. tem-se a distância do centróide ao eixo de revoluçã:o.61 5. percorrendo apenas wn ângulo e. no ângulo de 1800 do triângulo retângulo. determinar a distância radial r do centróide da área do semicírculo usado para gerar a esfera.9). em torno do eixo dos z. Resp.64 5. Da área conhecida A = 4'/1'r' da superfície de uma esfera de raio r. menor do que 2rr. 5.63 Probl. z c Probl.64 Calcular o volume V do sólido gerado pela revolução. (5.63 Uma casca tem a forma de uma superfície gerada por um arco de circunferência. 5.60 5. a área ou o volume.'/I'r3 de uma esfera de raio r. Probl. = ()ijL e v = ()ijA PROBLEMAS 5. 5.62 Probl.59 PROPOSTOS 5. No caso em que a linha ou área não completa o giro. pelo método apresentado nesta seção.

69 Mg/m3• . ser pintado cqm duas demâos de tinta com índice de aproveitamento 16 m'/litro. 25. O engenheiro (que não se esqueceu da Mecânica). Resp. V= Determinar o volume contido pela casca em forma de sino do Probl. 5. tem as proporções mostradas na vista em corte.87 (10') mm' Determinar o volume V gerado pela revolução da área do quadrante de círculo.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 167 5.69 Calcular o volume Ve área A total da superfície do anel completo. 5. Calcule a área desta superfície.73 5. num ângulo de 900• Resp. 5. Calcular a distância r ao centróide da meia seção. consultou um desenho em escala do tanque e determinou que a linha curva ABC tem um comprimento de 10 m e que o seu centróide dista 2.a I I I I I ~ z I I I Probl. A área total da seção mostrada é 15 200 mm' e o volante tem massa de 10.68 A 5.66 Os dois arcos de círculo AB e BC sofrem uma revolução em torno do eixo vertical para obter a superfície de revolução mostrada. .72 ProbL 5.71 5. mostrada aqui outra vez. Quantos litros de tinta serão necessários para pintar o tanque e a coluna vertical cilíndrica? Resp.50 m da linha de centro do tanque. 5. alumínio é 2. Empregar os resultados citarlos no Probl.5 litros Probl.29. cuja seção transversal quadrada é mostrada. x I I I 5. z Probl.0 kg. 5.70.72 (311 - 2) z I I Um tanque de arrnazenamento de água é uma casca de revolução e deve.5.67 5. em torno do eixo dos z.70 Probl. 5.68 Determinar o volume V gerado pela revolução da área do quadrante de círculo. empregando o teorema de Pappus. num ângulo de 900• forma de sino do Probl.69 5. A massa específica do ".67 ~---. A = 9. a área da superfície de um dos lados da casca em Um volante de controle manual. feito de alumínio.70 Determinar.12 1103 5. em torno do eixo dos z.39.

longas. em torno do eixo dos z.73 Dimensões em milímetros Probl.6 m. são barras prismáticas. Resp. Calcular o volume de estiropor usado em cada anel. cuja seção é mostrada. 5.76 SEÇÃO B. em toneladas do concreto necessário para construir a represa em arco circular vista na figura. e a teoria que serve de base para os cálculos deve ser perfeitamente conhecida. 5. foi projetado para a embalagem de um item de produção em massa.126 (106)/Mg \. A capacidade de carga de uma viga é analisada sob dois aspectos. m = 1. Resp. \0. estabelecendo-se as condições exigidas pelo equilíbrio da viga. 5. Determinar a área A gerada. 5. estabele- . sem dúvida alguma.2 (106) mm3 Probl. em sua maioria. os mais importantes de todos os elementos estruturais. e as cargas são em geral aplicadas normalmente aos eixos das barras. As vigas são.VIGAS Os elementos estruturais que oferecem resistência à flexão causada por cargas aplicadas são conhecidos como vigas. e considerando-se qualquer parte dela separadamente.76 Calcular a massa· m.40 Mgfm'. v= 27.168 / ESTÁTICA Probl.62 m' 5. Primeiro. As vigas. Segundo.75 5. do arco de círculo de 0.75 Um anel de estiropor. A = 4. como uma peça única.74 5.74 Uma superfície é gerada pela revolução completa. TÓPICOS ESPECIAIS 5.6 . Resp. O concreto tem massa específica de 2.8 m de raio e subtendido pelo ângulo de 1200• O diâmetro do pescoço é de 0.8m 120' ) / / 1\ V / I Probl.

5. a sua derivada. . Flexão e Torção.18 . A primeira parte desta análise exige a aplicação dos princípios da Estática. A intensidade do carregamento na Fig. (a) Tipos de vigas. 5. 5. uma viga também oferece resistência ao cisalhamento. de modo que a viga possa suportar aquelas forças.19 (b) Osalhamento.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 169 cendo-se as relações entre as forças resultantes e a resistência interna associada. 5. li- w ~ C D ~--x B Fig. / Vigas estaticamente determinadas As vigas podem. Este item diz respeito somente ao primeiro aspecto do problema e dará os conhecimentos necessários para calcular a distribuição ao longo da viga das forças internas e dos momentos que atuam em cada seção. As vigas apoiadas de modo que as reações dos apoios possam ser calculadas apenas com a aplicação dos princípios da Estática são conhecidas como estaticamente determinadas. o é. Nesta seção são examinadas somente vigas estaticamente determinadas. também.18 estão suportando cargas concentradas enquantO' que a viga da Fig.5. Embora intensidade não seja descontínua em C. enquanto a segunda envolve características de resistência. normalmente tratadas no estudo da Resistência dos Materiais. é descontínua em D. As vigas da Fig. Composta y 8 t-t Engastada em uma extremidade e simplesmente apoiada na outra Engastada em ambas as extremidades Vigas estaticamente indeterminadas / Fig.19 é constante de C aD e variável deA a C e deD aB. A força V é chamada força de cisalhamento. além dos princípios da Estática. onde muda abruptamente de intensidade.19 suporta uma carga distribuída. Contínua â v. contínua ou descontínua. o conjugado M é conhecido como momento fletor e o conjugado T é chamado momento torsor. ser identificadas pelo tipo de carregamento externo que suportam. à flexão e à torção.18 mostra exemplos de ambos os tipos. Além de resistir à tração e à compressão. 5.dwjdx.20. devem ser consideradas as relações entre as cargas e as deformações. A intensidade w de uma carga distribuída pode ser expressa como força por unidade de comprimento da viga. A intensidade pode ser constante ou variável. A Fig. Estes três efeitos estão ilustrados na Fig. Estes efeitos representam as componentes vetoriais da resultante das forças que atuam sobre uma seção transversal da viga. As que têm mais apoios do que os necessários para o equilíbrio são estaticamente indeterminadas e.5. como está mostrado na parte esquerda da figura. para a determinação das reações dos apoios. além disto.

tlexionada pelos dois conjugados iguais e opostos.22. nos diagramas de corpo livre. A seção transversal da viga é a do perfIl estrutural I.21. aplicados em suas extremidades. sem o auxI1io de cálculos. +v Fig. para a força de cisalhamento V e para o momento fletor M. mostrada na Fig. Para auxiliar a interpretação física do momento fletor M.170 I ESTATICA v ~ V Cisalhamento Torção B)M Flexão V Carregamento combinado Fig. são positivos ou negativos. a I Fig. considere a viga.20 A partir deste ponto a atenção será voltada. sobre uma certa seção de uma viga carregada. Por esta razão.21 Ocorre com freqüência a impossibilidade de se determinar.5.5. com a alma de pequena espessura comparada com a das mesas. e deixar os sinais algébricos dos valores calculados indicarem o sentido correto. Observa-se. causados por forças aplicadas sobre a viga e contidas em um único plano. se o cisalhamento e o momento. As convenções mostradas na Fig. para valores positivos de cisalhamento Vede momento fletor M. 5. em seus sentidos positivos. Para este perf1l. pelo princípio da ação e reação.22 . são as mais empregadas. que os sentidos de VeM são opostos nas duas seções. é recomendável representar VeM.5. principalmente. 5.

23 • N. Existem convenções para o traçado. Em seguida. Em cada um desses exemplos. calculado pelas forças situadas à esquerda da seção. à direita ou à esquerda da seção arbitrária. indicar uma rotação no sentido dos ponteiros de um relógio. 5. A variação da força de cisalhamento Vedo momento fletor M. O esforço cortante é positivo. é isolada com um diagrama de corpo livre.23 ilustra os três casos mais comuns e as respectivas resultantes das cargas distribuídas. O momento fletor é positivo quando. a preocupação principal no projeto ou seleção de uma viga. * (c) Cargas Distribuídas. uma parte da viga. em função da distância ao longo da viga.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 171 carga suportada pela alma pode ser desprezada quando comparada com as das mesas. Deve ficar perfeitamente entendido que a mesa superior sofre encurtamento. A primeira etapa na determinação dos esforços cortantes e momentos fletores é estabelecer os valores de todas as reações externas sobre a viga. 5. Particularmente. porque uma tal posição representa um ponto de descontinuidade na variação do esforço cortante (cisalhamento) e do momento fletor. em cada seção escolhida. A resultante das duas forças . As expressões para VeM. A Fig.tivas por meio dos sinais (+) e (-). fornecem os diagramas de esforço cortante (força de cisalhamento) e de momento fletor da viga. A parte da viga que encerra o menor número de forças.uma de tração e a outra de compressão . Essas equações estabelecerão as expressões para o esforço cortante Ve para o momento fletor M que atuam na seção transversal da parte da viga isolada. usualmente conduz à solução mais simples. e as equações de equilíbrio são aplicadas a esta parte isolada da viga. devem ser coerentes com a convenção positiva. devendo-se determinar esse valor e a seção em que atua. pela aplicação das equações de equilíbrio a um diagrama de corpo livre da viga. à direita ou à esquerda de uma seção transversal arbitrária. considerada como um todo. a convenção deverá ser invertida.21. calculado pelas forças situadas à esquerda da seção. Se forem utilizadas as forças à direita. é importante observar que os cálculos para VeM. R =t I wL C2L/3~ A1ffll L (b) w L (e) ~ Fig. quando representadas graficamente. Se forem utilizadas as forças à direita a convenção deverá ser invertida.irios ao estudo da viga. ~ usual indicar nos diagramas as zonas positivas e nega. Não se deve escolher uma seção transversal que coincida com a localização de uma carga concentrada.T. ao longo do comprimento. fornece elementos necess. sobre o qual se distribui o carregamento. Se uma viga com seção transversal diferente fosse carregada do mesmo modo. estando sob tração. em geral. porém não são universais. Finalmente. As variações da força de cisalhamento (esforço cortante) e do momento fletor são representadas com mais perfeição graficamente. quando. ilustrada na Fig. enquanto a mesa inferior sobre alongamento. for voltado para cima. a distribuição das forças na seção seria diferente porém a resultante seria o mesmo conjugado. observa-se que a resultante passa pelo centróide da figura formada pela intensidade w e pelo comprimento. o valor máximo do momento fletor é. . Os carregamentos cujas intensidades sejam constantes ou que variem linearmente ao longo da viga são de fácil tratamento.5.atuando em uma seção qualquer é um conjugado e tem o valor do momento fletor da seção. estando sob compressão.

o momento da força distribuída.5. que muito auxiliarão a construção das distribuições de cisalham~ntos e de momentos.(V + dV) = O (5. No lado oposto do elemento. na posição x. para qualquer viga com carga distribuída. dR = w dx.10) que a tangente do diagrama de cisalhamento deve ser. deve-se iniciar com um incremento diferencial de força. pois este comprimento é uma quantidade diferencial e o efeito de qualquer variação de w ao longo dele é desprezível comparado com o próprio valor de w. A integral f w dx dá a resultante R e a integral f xw dx. Assim. O carregamento w representa a força por unidade de comprimento da viga. estas quantidades são também mostradas no sentido positivo. O princípio dos momentos permite localizar R através de R"X = f xw dx. 5. A Fig. A Eq.10) vale dos dois lados de uma carga concen- .5. j+-x I I I I I I I I dR=wdx H-x~ ~dx Fig. isolado. em qualquer ponto.24. poré~ identificadas 'como V + dV e M + dM. 5. (5.24 (d) Relações Gerais entre Carregamento.25 representa uma parte de uma viga carregada e um elemento dx da viga.25 O equilíbrio do elemento requer que a soma das forças verticais seja zero. como o da Fig. Pode-se estabelecer algumas rela· ções gerais. onde a coordenada é x + dx. (5.172 / ESTÁTICA Para um carregamento de forma mais geral. com sentido positivo. tem-se vou w dx . Cisalhamento e Momento. w = f(x) -1 r-dx M(i~M+dM V+dV Fig. O cisalhamento Ve o momento M que atuam sobre o elemento são traçados. igual ao negativo do valor do carregamento aplicado. porque é necessário existir variação de VeM como x.10) Observa-se da Eq. O carregamento aplicado w pode ser considerado constante sobre o comprimento do elemento.

em qualquer ponto da viga. o momento em x.11). das Eqs. por serem diferenciais de ordem superior comparados com os demais. O. também. para uma viga com carregamento dado por w = kx. Assim. pode ser efetuada uma análise separada em cada plano.12) Assim. Com isto. O procedimento de somar a área sob o diagrama de cisalhamento é. Tomando os momentos em relação ao lado esquerdo do elemento. Nas vigas onde não existir momento Mo externamente aplicado em Xo = 0. integrando 5. neste ponto. então. igual à tangente da curva de momentos. * Quando a flexão de uma viga ocorrer em mais de um plano.11. Os resultados podem ser. geralmente. com dV/dx será máximo ou mínimo. Mo é o momento fletor em Xo e M. Também ocorrem valores críticos de M quando V cruza o eixo do zero de forma descontínua. Este livro não discutirá estas funções . agora. . M " f ou M Mo dM=f "o Vdx = Mo + (área sob o diagrama de cisalhamento de Xo ax). e passa por um valor nulo. obtém-se simplesmente (5. Pode-se. a maneira mais simples de construir o diagrama de momentos . (5. exprimir o momentoM em função do cisalhamento V. que o grau de M em x é um acima do de V. - * Quando w é uma função descontínua de x.. combinados vetorialmente.11) que significa ser o cisalhamento. que V é uma função de x com grau uma unidade acima daquele referente a w e.10) e (5.25 também requer que a soma dos momentos seja nula. (5. o momento total em qualquer seção é igual à área sob o diagrama de cisalhamento até aquela seção. tendo atenção para utilizar os limites ~da integração apropriados em cada integração. Além disto.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 173 trada. o momento fletor Quando V é uma função contínua de x. o momento M pode ser obtido por duas integrações.. o grau da função M de x é duas unidades acima do de w. porém não pode ser usada no seu ponto de aplicação devido à descontinuidade provocada pela variação súbita no cisalhamento. Observa-se. O equilibrio do elemento na Fig. Assim. As Eqs. se w é uma função de x.2 + (V + dV) dx dx - (M + dM) = O Os dois M's se cancelam e os termos w (dX)2/2 e dV dx podem ser desprezados. Nessa expressão.11) podem ser combinadas para dar * (5.10) e (5. é possível introduzir um conjunto especial de expressões chamadas funções singularidade. uma vez que dM/dx = O. tem-se M + w dx. 5. o cisalhamento V é do segundo grau em x e o momento fletor M é do terceiro grau em x. que é do primeiro grau em x. Este método só pode ser empregado se w for uma função contínua de x. como é o caso de vigas com carga concentrada. que permitem escrever expressões analíticas pna o cisalhamento Ve o momento M sobre um campo de descontinuidades.

4 (10 -x) OLol O Estes resultados são válidos apenas nas seções da viga à direita da carga de 4 kN. Encontra-se as reações nos apoios através do diagrama de corpo livre da viga considerada como um todo.4 kN A seguir.kN 1. meramente.6x M -1. O equilíbrio requer. partindo de x = O. com seus sentidos positivos.2. Os valores de VeM são representados conforme mostrado.S I I [I:Fy = O] = O] V + 24 =O V= . isola-se uma seção da viga.2. O momento fletor máximo ocorre na seção onde o cisalhamento muda de sentido. Quando se percorre no sentido positivo o eixo x.4 kN O r--------I I I I I I .4) 00 -x) +M= M= 2.174 I ESTÁTICA Problema Resolvido 5.kN'm I 9.4 kN = O] [I:MRI = O] [I:Fy 1.7 Sm 4 kN Determinar as distribuições de cisalhamento e de momento na viga da fIgura produzidas pela carga concentrada de 4 kN. 6 iõ-x. e traça-se o seu diagrama de corpo livre mostrando o cisalhamento V e o momento fletor M. de comprimento x. M.6x= Estes valores de Vede M se aplicam a todas as seções da viga à esquerda da carga de 4 kN. a área sob o diagrama. ~ 4m.l Solução. O equilíbrio dá Mq V. 4kN RI = 1. de cisalhamento.4 kN ± V J--x tRz = 2. vê-se que o momento M é.SI 2.6 kN R2 = 2.6kN M= 1.4 [I:MR2 -(2. m I I .6 - V= O O V= 1. O próximo passo é isolar uma seção da viga à direita da carga de 4 kN e traçar o seu diagrama de corpo livre mostrando VeM com seus sentidos positivos.

respectivamente.1 Solução. Assim. conforme mostrado .0. conforme requerido pelas Eqs.0.0.0.8) (10) = 4 kN.0133x3 [I:Fy = O] 1.33 .33 kN --x R2 A seguir.04x'(x/3) -M= O .67 kN (0.77 lO-X' m Como a intensidade da carga é uma função contínua de x. dá Mmáx.V= O V= 1.33 . = 1. na expressão. ~ . em qualquer seção. Os diagramas da força de cisalhamento e do momento fletor podem ser obtidos. o que ocorre quando 0= 1. que representa a carga distribuída.0133 (5..04 x' --x.33/0. Substituindo este valor de x. observa-se que o valor de M. que. paraM.13 kN 'm Outra vez.m 10 A equação de momentos em tomo da seção cortada e a equação das forças na direção y estabelecem o equilÍbrio da seção. = 1.8) = 0.33x .FORCAS OISTRIBUfoAS I 175 Problema Resolvido 5. Se as expressões para VeM forem derivadas em relação a x. ~ . obtém-se -dv/dx = 0. .33 . é a área sob a curva de cisalhamento até aquela seção.04x' 5. agora.67kN RI y I + 2. R = -} (0. as expressões para VeM são válidas ao longo de toda a viga. .08x e dM/dx = 1. A intensidade da carga linear é w = (x/l0) = 2. plotando VeM. Nota-se que M é máximo quando V = O.33 . .J 1.77)3 = 5. F= -}wx = -}(O.0. isola-se uma seção representativa da viga e traça-se o diagrama de corpo livre.08x kN/m A resultante F do carregamento linear sobre a seção da viga é igual a área da distribuição triangular e passa pelo centróide desta área.77) .33x .8 . a w e a V. = 2. iguala.11). conforme mostrado. mostrando VeM nos sentidos positivos.~kN/m I. cuja intensidade varia linearmente com o comprimento.O. e passa pelo centróide desta área. Assim.67 .67 M= 1. (10) = O.04x' . induzidos na viga pela carga distribuída. 10m .77 m.33 (5. O equilÍbrio da viga como um todo dá [I:MRI [I:Fy = O] = O] 0.0.08x)x = 0.04x' ()u x =. R. (5~10) e (5.4 = O.04 = 5.2.04x'.4 (6. Determinar as distribuições de cisalhamento e de momentos.67) R! R. dando [I:M= O] 1. A resultante R da distribuição linear de carga é igual à área do diagrama triangular.

x [~M=OI + 1 [x .83 kN'm Resp.23x .0.0.: x ~ M= -0. O momento máximo ocorre em x = 2. Oprirneiro intervalo da viga é analisado no diagrama de corpo livre da seção compreendida por ° < x < 2 m.0833x3 tR. 'm·-.5 1 : I I -1.23kN L _327kN I IR2 - Estes valores de VeM são válidos para O < x < 2 m e estão plotados.1..25x') ~ . em torno da seção cortada dá [~Fy 123 kN ~' t • ~M I~~(" ~M M l(x _ 2) ~D . onde a curva do cisalhamento cruza o eixo x.23 m. Deve-se observar que VeM estão representados nos seus sentidos positivos.~. no intervalo seguinte. neste intervalo.5 kN e o momento segue uma relação linear. Determinar o momento máximo M e sua localização x.77 kN e M= 7.9 Traçar os diagramas das forças de cisalhamento e dos momentos fletores para a viga carregada.33 .50x' Estes valores de Vede M estão traçados nos diagramas de cisalhamento e de momento. O cisalhamento é constante e igual a + 1.771 V= -1.23x M .77x ' I : : I 1 1 1 I Estes valores de Vede M estão traçados nos diagramas de cisalhamento e de momento. O somatório das forças verticais e o somatório dos momentos em torrio da seção cortada dá 2kN I P.25x' 3 -----' ---x =° I M + (0.-----------------.-} (2)) .2 ° V = 2.667 + 2.momento máximo é 1831----~ J I MkN'm 1 I--x. a Pll1tir da extremidade esquerda da viga. mostrada na parte superior da figura. O somatório de forças verticais e o somatório dos momentos em tomo da seção dá t 1/23kN V i 61 -l--x.2) -. O . para o intervalo 2 < x < 4 m. para o intervalo 4 < x < 5 m.Fy= [~M=O] 01 v = 1.~-"-176 / ESTÁTICA Problema Resolvido 5. iniciando com valor nulo na extremidade direita da viga.23 = 1. Continua-se a análise do restante da viga.0.m 1 6 M= 1.23 = x-2 M + 1 (x . Do diagrama de corpo livre da seção compreendida em 2 < x < 4 m.5 kN I I = 01 V + 1 (x .2) + 1 . considerando-se as resultantes das cargas distribuídas.l. o equilíbrio das forças verticais e a soma dos momentos.1.23x =° .23x .23 .m I ]1.L i I Á"-. e a intensidade de M é obtida substituindo este valor de x na expressão para M do segundo intervalo. conforme mostrado no diagrama de corpo livre da viga considerada como um todo. usando o diagrama de corpo livre da parte da viga à direita da seção. . = 1. As reações dos apoios são mais facilmente encontradas. 1'. m m Solução. nos diagramas de cisalhamento ede momento mostrados nas ilustrações. O último intervalo pode ser analisado por simples inspeção.1.

81 Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga mostrada. para x < 2 m.80 5.79 Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga horizontal mostrada e determinar a intensidade máxima do momento fletor e a sua localização. = 6.= 5.0. Resp. 5.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 177 Como já foi visto..0833x3 que está em concordância com os resultados já obtidos. 600N Probl. Por exemplo.00 kN o m em x = 7 m B Probl. 5. Mc= -2. PROBLEMAS 5.78 Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga carregada.25x2) dx.77 PROPOSTOS Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para o trampolim que suporta um homem de 80 kg em posição para dar um mergulho.82 Probl.80 I I ~A ~c '~ Probl.s.6.78Nom Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga em balanço.78 Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga mostrada e encontrar o momento M na seção C.79 ! 3m h~ 5.O = fo (1. p t 5. ---x Probl. [.0. até a seção.23x . ' Resp.5. M= 1. 5.M=fvdx] x M .83 . Mmáx.77 4m ~_ 5.81 3kN 2kN 2m . o momento M em qualquer seção. é igual à área sob o diagrama do cisalhamento.23 . 5. 5. A ~2Illt 600N 4m ~ B Probl.

em seu centro.5. da unidade rígida mostrada. e suporta a carga de 1 kN.88 r 1-- I ---r.84 Traçar os diagramas de cisalhamento e momento para a viga sujeita ao conjugado da extremidade. Resp.87 A resistência à flexão de urna viga de largura uniforme é proporcional ao quadrado da alturay da viga. o perfil -r-~-{ I I I I I > I Y 1 kN Probl.m 5. 4m 6m Probl. Determinar as expressões para o cisalhamento V e para o momento fletor M. 5.. y = h . Encontrar a altura y em função do comprimento x a fim de que todas as seções da viga tenham a mesma resistência à flexão.89 Urna viga em balanço tem a forma de um arco de quadrante de círculo. B Probl..89 Construir o diagrama de momento fletor para o eixo AB.87 Traçar os diagramas de cisalhamento e momento para a viga carregada. em função de e . Resp. Qual é o momento M em urna seção 0.. pelo conjugado C. 5.5 m à direitadeB? Resp.90 ~M Probl.JXTf ~ A 12 m-r-2 .83 Traçar os diagramas de cisalhamento e momento. em balanço.·Determinar o momento fletor M de intensidade máxima. M= -5 kN-m .85 5.84 m-----+i ~ .~J Probl.178 I ESTÁTICA 5. para a viga carregada. Probl.86 Construir o diagrama de momento para as duas vigas ligadas pela articulação B e carregadas corno está na figura. 5. Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento para a viga. 5kN 5. 5. A viga em balanço da figura tem altura h no engastamento.I 1 ~~L~--k-~---J. M= -120N.J 120N'm r 5. 5. 5. corno se vê na flgUIa.88 5.86 4m 6m~ C 5.85 soldado em ângulo está também soldado à viga AB.

Probl.99 ~ J:D1Probl. Resp.Il Uma viga suporta uma carga distribulda.. para a viga em balanço. . sob uma carga L na extremidade. M= fPl . Resp. 500N/m Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga simples. + 2 kN e -1 .94 . entre os pontos A e B. T=-La(1-senO) 5.93 Traçar os diagramas de esforços cortantes e momentos para a viga uniformemente carregada..5kN • m.94 5. / O / a~ ---.96 Probl. 5. onde o conjugado da extremidade M1 é ajustado de modo a produzir momento nulo na extremidade engastada. M= wI' 8 Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga em balanço.•.97 Traçar os diagramas de esforços cortantes e momentos para a viga que suporta a carga de 500 N por metro de comprimento da viga. Calcular o momento fletor M em x= 2m.92 Traçar os diagramas dos esforços cortantes e dos momentos. Usar uma notação coerente com o sistema de coordenadas '-O-z. M= woI' 12 5. Calcular o momento fletor máximo M. Calcular a intensidade máximaM do momento fletor. e para o momento fletor M.5.95 Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos. carregada.---- . Probl. na viga curvada na forma de um quadrante de círculo.96 ~ I. 5. se os seus valores em A são.•.=-Lacoso. com carregamento mostrado na figura. Determinar a intensidade M do momento fletor máximo. Resp. para a viga em balanço com a carga uniforme w por unidade de comprimento. 5. respectivamente. M.. distribuída sobre sua parte média .92 5. Calcular a intensidade máximaM do momento fletor. M= 12 kNem Probl.97 Probl. de intensidade constante w = 3 kN 1m. onde os vetores dos momentos positivos são tomados no sentido positivo dos eixos. 5.91 5. 5.93 5. 5. Calcular a força de cisalhamento e o momento fletor em B.98 Probl. 5.91 Escrever as expressões para o momento de torção T. com o carregamento mostrado. Resp.: I J 5.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 179 5.95 Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga carregada. Resp.

103 3 kNfm ~ 1/2----.sen (J) (J - b >:7lA L ~ I Probl. aumenta linearmente de 2 a 4 kN/m.105 A viga curva.wr2 (1 .)51' . Indicar a seção onde este momento atua. Resp. 5.98 5. em balanço.101 Fazer um croqui dos diagramas de momento fletor da viga da parte superior para os valores do balanço x = O. vista na figura.. 5. L a +1 Resp. T = wr2 (% cos ~) M = . Calcular o momento de torção e o momento fletor M em função do ângulo (J. M= -3 ~l x(1- x) . 5.5 m Probl. Resp. 5. b = 1.101 5. Determinar a expressão para o momento fletor resultante M que atua no eixo.67 kN'm Resp.a)2.5 kN/m ~ '. VB = Probl.. respectivamente.--x A ~2m~ B Probl. kN. r=-1/2 ~ Probl.180 f ESTAnCA 1. Resp. medida da extremidade esquerda ao ponto onde o momento fletor é nulo entre os suportes. x = -2- ~ A B Prob\. x = O. 5. em um intervalo de 2 m..102 Determinar o momento fletor máximo M e o valor correspondente de x na viga da ponte rolante. 5.100 Urna carga distribuída sobre urna viga em equilÍbrio. 5. + 3 kN e + 2 kN • m.99 1-<-2m~ L 5.104 O eixo. Determinar a distância b.105 . MB = 2.j ~2m >I< 1m~ Probl. 5.102 Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga mostrada.100 5. está sujeito a cargas que variam linearmente em planos perpendiculares entre si. apoiado nas extremidades. se os seus valores na seção A são.4b e x = 1.2lx + 2x2 4 kNfm . Calcular a força de cisalhamento e o momento fletor na seção B.i03 5. tem a forma de um arco de quadrante circular e suporta urna carga de w N/m que atua na face superior da viga. MA = 4T (1.

que é uma estrutura considerada flexível em todos os pontos. 5. . a resultante R das cargas verticais será R =J wdx * N. linhas de transmissão.T. M rrx I 181 w = -wol 11 ( 11 I - sen -11X + x . estuda-se o cabo como um corpo em equilíbrio. em outros. Determinar o momento fletor M. não haja nenhuma resistência oposta à flexão.26b.26a. aplicando diretamente a Eq. Tal suposição implica em se ter as forças sempre agindo na direção do cabo. ou forças distribuídas por todo o comprimento.106 A viga em balanço suporta uma carga senoidal = Wo sen (11Xj[) por unidade de comprimento.26 (a) Relações Gerais. ou fio. 5. linhas de telefone e muitas outras aplicações. Em alguns casos. muito usado nas pontes pênseis. transportes em carros aéreos. Se a carga w aplicada ao cabo da Fig. Resp. como se vê na Fig. 5. podendo mesmo ser a carga única a considerar. (5.106 J 5. flexível. por hipótese. articulada em todos os seus pontos.I ) I ~ t-_x-J_z Probl. o vão. Em qualquer caso.5. isto é. Para isso. Os cabos flexíveis podem suportar uma série de forças concentradas.FORÇAS OISTRIBUfoAS 5. o peso é importante. for expressa em força por unidade de comprimento do vão x. Um cabo flexível é um fio. IY I -x+dx I =-X--11 T 8 T+dT ~fr~+-x W wdx 8+d8(c) R (b) Fig. o equilíbrio do cabo é estudado da mesma maneira. em função de x. onde w é uma carga de intensidade variável. comparado com as cargas que atuam. a flecha e o comprimento do cabo. admitindo-se que. o peso do cabo. No cálculo dessas estruturas é necessário que se conheçam as relações existentes entre as tensões.26b.CABOS FLEXlYEIS* Um elemento estrutural de grande importância é o cabo. 5. como se indica no carregamento da Fig.7 . pode ser desprezado.12).

quando de tende para zero. É comum.sen e de) Tsene + wdx T cos e. A tração * no cabo. e o ângulo e + de.T sen e de que se pode escrever como d (T sen e) = w dx = o + dT cos e = w dx e d(Tcose) = O A segunda relação mostra que a componente horizontal de T não varia. . (5. de modo que f xdR Rx= fxdR x= --R- A carga elementar dR = w dx é representada por uma faixa elementar de altura w e largura dx da área sombreada do diagrama de carga e R é representada pela área total. sen de (T+dT)cos(e Desenvolvendo o seno e o co-seno da soma dos dois ângulos. Conclui-se. tg e = dy /dx o que permite dar à equação de equillbrio a forma (5.182 I ESTATICA fazendo-se a integração no intervalo desejado. Esta relação defme a forma do cabo e será usada para resolver dois casos importantes de carregamentos de cabos. 5. A solução desta equação é a relação que satisfaça tanto à equação quanto às condições nas extremidades fixas do cabo denominadas condições de contorno. Na seção x + dx a tração é T + dT.13) y = f(x) A Eq. * N. sendo e o ângulo que o cabo forma com a horizontal na direçãox. A condição de equiHbrio do cabo estará satisfeita.26c. que R passa pelo centróide da área sombreada. o que é verdadeiro no limite. Porém. O diagrama de corpo livre de um elemento diferencial é mostrado na Fig. e substituindo-se cosde = 1. O equilíbrio das forças verticais e horizontais exige. é T. que: (T + dT) sen (e + de) = + de) = T sen e + w dx Tcose. Chamando esta força horizontal constante de To = T cos e e combinando com a primeira equação resulta d (To tg e) = w dx. A carga vertical w dx completa o diagrama de corpo livre. das expressões anteriores. de tensão. A posição de R é encontrada pelo princípio dos momentos. obtém-se T cos e de + dT sen e . chamar-se a tração no cabo. Note-se que as variações de T e e foram tomadas positivamente para uma variação positiva de x. vem (T = de e + dT) (sen e + cos e de) (T + dT) (cos e . se bem que erradamente. em um ponto qualquer defmido por x. se cada parcela infmitesimal estiver em equihbrio. o que está claro no diagrama de corpo livre.13) é a equação diferencial dos fios ou cabos flexíveis.T. e simplificando. respectivamente. Cancelando os termos de segunda ordem.

(5. é desprezado. verifica-se que a forma do cabo é uma parábola vertical. porém. com a origem das coordenadas no meio do vão.14). ---------------------~-------~----------------FORÇAS OISTRIBUfoAS I 183 < L ) I Fig.. vem To = WL2 8h e y = 4hx2 L2 A tração T pode ser determinada no diagrama de corpo livre por uma porção flnita do cabo. A componente horizontal da tração do cabo. 5. sobre a curva.-.5. Entrando na Eq.13) pode ser integrada uma vez em relação a x para se obter: dy _ wx dx-To +C = O. O peso próprio do cabo não é distribuído uniformemente pela distância horizontal (vão).27. onde o peso uniforme do tabuleiro pode ser expresso pela constante w._. visto na Fig. (5. Sendo constantes w e To.15) .27 mostra uma ponte pênsil de vão L e flecha h. o qual exige que Eliminando To. a Eq. na origem. dy _ wx = O. (5. de dx-To que defIne a inclinação da curva como função de x. prova-se que o cabo toma a configuração de um arco parabólico.14) ~ O estudante deve perceber que poderia chegar aos mesmos resultados por meio de uma integral indefinida e conseqüente cálculo da constante de integração. transforma-se na própria tração do cab".. Quando a intensidade do carregamento vertical w é constante.27 (b) Cabo Parabólico. vem (5.. Pela Eq. quando x onde C é uma constante de integração. Integrando novamente. a situação se aproxima bastante da que se tem em uma ponte pênsil. sendo relativamente pequeno.· .14) com os valores x = L/2 e y = h. Nestas condições. Para os eixos coordenados escolhidos. Portanto. vem: Iy o dy = IZwX -dx o To ou (5. componente essa que tem valor constante. dyjdx modo que C = O. 5. A Fig.

WLj 2 max. --. 1/4.. substitui-se esta expressão por uma série convergente. Na parte direita da fIgUI'E aparece o diagrama de corpo livre de uma porção fmita do cabo de comprimento s.26c. de modo que os três termos da Eq.-------->-. na qual a força vertical total suportada é igual ao peso da parte do cabo d~ comprimento s. um cabo uniforme (Fig.1- L y I I I Fig. Se o peso do cabo fi jJ.13). que. para o cabo vem a ser: (5.5.ix)2 + (dy)2. é integrada termo a termo. em lugar da carga uniformemente distribuída em relação à horizontal.S e o incremento de carga vertical w rlx_ da Fig. agora. vem (5.27. h é muito menor do que L/4.-. por unidade de comprimento. 5. pode-se escrever a integral do seguinte modo Como w/To = 8h/L2. Este diagrama de co livre difere daquele da Fig. (5.1 Examinando-se esta série verifica-se que é convergente para todos os valores de h/L :s.l)(n - + .. 184 I ESTÃTICA A tração máxima ocorre quando x = L/2 e vale T. - 1 + 16h2 U = V7. Assim. Portanto. a equação diferencial. Partindo do desenvolvimento.16) dão suficiente precisão. -- o comprimento S do cabo IS/2 o completo é obtido da relação diferencial ds ds=-= S 2 IL/2 o j 1+ n(n - _(dy)2 dx - dx= IL/2 o j 1+ 2) (WX)2 To - dx Por conveniência de cálculo.28) suspenso por dois pontl situados no mesmo plano horizontal e sujeito somente à ação do seu próprio peso. (c) Cabo em Catenária.28 . Na maio"'dos casos. 5.ds. (1 + x)n = 1 + nx + 1) 2! x2 + -------x3 3! n(n . .. Consideremos.. Eq. 5.. em seguida. (5. a resultante R da carga será R = jJ. será substituído por jJ.

To ( fJ.1) (5. que. é necessário modificar a equação. transforma-se em * Ver Tab. visto que dyjdx a forma exponencial e simplificando. combinando com a Eq.y). Assim.18) d2y dx2 = ~j1 To + (dy)2 dx A Eq. vem ln (p Vf+1J2 To + Vf+1J2) = ~ x + C o A constante C é zero. das expressões ante- =- To fJ. e. A inclinação pode ser integrada para se obter Y = -coshfJ. vem dy dx = p = O. To fJ. . Apêndice C. 5. A solução desta equação é facilitada pela substituição p = dy /dx. quando y A constante de integração k é calculada.28 vê-se que dyjdx riores vem s = tg e = p. . C3.s/To. considerando-se que x exige que K = .To/p.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 185 Como s = f(x.x To +K = O.20) A tração T no cabo é obtida do triângulo de equilíbrio das forças na Fig.18) é a equação diferencial da curva (catenária) formada pelo cabo.x To fJ.quando x = O. Esta substituição y =cosh -.x To (5. portanto. 5.28. Considerando a identidade (dS)2 = (dX)2 + (dy)2. Assim. que dá ~=~dx é Integrando. passando para tendo-se introduzido a função hiperbólica* por conveniência. (5. Entrando comp = dyjdx. senh- fJ. No diagrama de corpo livre da Fig. de modo que só apareçam essas duas variáveis.20).19) é a equação da curva (catenária) formada pelo cabo suspenso sob a ação do seu próprio peso. (5. vem (5.19) A Eq. = O. (5.

10 Um cabo leve suporta uma massa de 12 kg por metro. dentro de uma certa aproximação. (5. medido na horizontal.l.81) (10-3) kN/m. nesse caso.19) a (5. pelas fórmulas apresentadas para o cabo parabólico. (5. as relações podem ser aplicadas em ambos os lados do cabo. e pode-se escrever para o comprimento total Nota: <D S = 300 [ 1 + 8 (1)2 3 5 -5 5 32 (1)4 + . Problema Resolvido 5.22) mostra que o incremento na tração do cabo..15a).01024 + . I [T o = 8h wL2 ] To = 0. significa que o cabo é tenso e. a partir do ponto mais baixo. onde a relação flecha-vão é pequena.186 / ESTÁTICA ou T = TO coshTo JlX (5.Y.66 kN T max.22). ] = 329 m Sugestão: Verificar o valor de T máx. pouca diferença existe entre a distribuição uniforme do peso ao longo do cabo e a mesma carga distribuída ao longo do vão. e está suspenso entre dois pontos situados no mesmo nível e afastados de 300 m.. 1) [T max. T = To + f.81)(10-3) 2] 2 = 17.21). (5. A maioria dos problemas que envolvem catenárias exige a solução das Eqs. (5. sendo pequena.J 1 + I 4 (60) Q[~J = 28 . diretamente do diagrama de corpo livre da metade direita do cabo.11772 (300) . .21) A tração pode também ser expressa em função de y com o auxilio da Eq.. encontrar a tração no meio do vão. a solução da parte (b) do Art. ' = 0. y Tmáx. Para h = 60 m. Solução.1067 .. A relação flecha-vão. (5. (5. o que pode ser feito graficamente ou por cálculo. Como a distribuição da carga é horizontal uniforme.0. I 60m I To 1--------- A tração máxima ocorre nos suportes e é dada pela Eq. O processo gráfico será visto no exercício que aparece adiante. L = 300 m e w = 12 (9.07 kN 8 (60) Resp. a expressão da série desenvolvida na Eq. fornece. 5. partindo do ponto mais baixo. a relação da Eq. 27 kN Res.16) é convergente.22) A Eq. Se a flecha for de 60 m. a tração máxima e o comprimento total do cabo.7 se aplica e tem-se uma forma parabólica para o cabo. ' = ~2 J~1 + (~) 4h R = 12(150)(9.P A relação entre flecha e vão é 60/300 = 1/5 < 1/4.1177 (300)2 = 22. ] Resp. pode ser obtida. Assim. Nesses casos. A solução dos problemas de catenária.14) dá para a tração no meio do vão.Y (5. de onde se pode obter um po1Ígono de forças. = 300 [1 + 0.l. (5. Muitos problemas que tratam de cabos parabollcos ou catenários apresentam cabos suspensos em pontos que não estão no mesmo nível. depende apenas de f.19). que quando substituída na Eq. Portanto.

10 para o cabo parabólico dá uma aproximação muito boa para os valores da catenária.21).81) (10-3) = 0.31 0. vale T máx. para x = 150 m. As Eqs.FORÇAS OISTRIBUrOAS / 187 Problema Resolvido 5. Observe que a solução do Probl.0° 5.1177 senh (0. To = 200 MN. a tração máxima e o comprimento total do cabo.11 Substituir o cabo do Problema Resolvido 5. 8 = 31. kN 0. Resp. junto aos suportes na parte superior de qualquer das torres. distribuída uniformemente.107 PROPOSTOS cabos com a horizontal. (5. PROBLEMAS 5. exigem o conhecimento da tração mínima To.10. em cada cabo. Esta representação gráfica é mostrada na figura que acompanha este problema e conduz à solução To = 23. O cabo está suspenso entre dois pontos situados no mesmo nível e distantes 300 m um do outro e tem uma flecha de 60 m.3 60 ou = To 0. mesmo no caso de grandes flechas. 23. tem um vão principal de 1 280 m. Cada um dos membros da equação é uma função de To. To Esta equação pode ser resolvida mais facilmente pelo processo gráfico. uma flecha de 143 me Os dois cabos de uma ponte pênsil.28 0. Resp.22). Calcular a tração To.1177 kN/m.063 To = cosh 17.7 se aplica e tem-se uma forma de catenária para o cabo.0 23.5 24.0 Solution To = 22. Resp. (5.2 + (0.108 A ponte Golden Gate. Resolvido 5.1177 [COSh (0. e o ângulo 8 formado pelos . Assim. que dão respectivamente o comprimento do cabo e a tração. 5. To (150) _ 1. entre suas torres. que tem um caxregamento uniformemente distribuído na horizontal.33 y = 60 m e J.29 0.2 kN 0.20) e (5. por um cabo de massa 12 kg por metro do seu comprimento e tendo como carga apenas o seu peso próprio. pela Eq. que deve ser achada pela Eq.1177) (150) 23.2 330m. (5.l = 12 (9.66 _ 1.19).2 kN.2 kN. 1 O comprimento total do cabo é dado pela Eq. Encontrar a tração no meio do vão.com um vão de 1000 m e uma flecha de 150 m. Solução. no meio do vão.20) 2s =2 23. To. suportam uma carga vertical de 480 MN.1177) . (5.1177) (60) = 30. em relação à distância horizontal.] 7.5 23.2 0. Nota: <D = 23. a solução da parte (c) do Art. A aproximação é ainda melhor para pequenas relações entre flecha e vão. em São Fraricisco. podendo ser calculada e representada graficamente para diferentes valores de To' A interseção das duas curvas estabelece a igualdade e determina o valor correto de To·. Como a distribuição da carga é uniforme ao longo do comprimento do cabo. A tração máxima surge quando y é máximo e.30 0.

Resp. Cada um dos cabos suporta uma carga uniforme de 20 kg por metro. To = 21. e seu peso é pequeno comparado com a carga que suporta. B8. e está suspenso por dois pontos fixos localizados como se vê na figura. e = 33.X/To) e mostrar que a Eq. Calcular a tração To no meio do vão.09 kN. m' = 909 kg/m 20m 20m +--- 50kg/m Probl. A inclinação do cabo é zero em A.14). Determinar a massa total m' de material adicionado ao piso por metro linear da ponte. h = 16. nos suportes. 5.116 Um cabo de massa desprezível está suspenso por dois pontos fixos tendo inclinação nula no suporte mais baixo. em relação à horizontal.04 kN 5.61 kN. Resp. CalcuG Probl. 5.80 MN na tração em cada um dos dois cabos principais devido ao recapeamento executado no piso da ponte. Se a tração máxima no cabo é 18 kN. Determinar as trações T e To. medido na horizontal.110 Desenvolver a Eq. y = --21' (l . a flecha h e o ângulo e feito pelo cabo com a horizontal.114 B 5. Um cabo suporta uma carga de 50 kgfm uniformemente distribuída. na posição a 1/4 do vão.-31 ) 3hx2 x ~ I ri h Probl. tem 33. como se vê na figura.109 O cabo de A a B está carregado com uma carga de 80 Mg distribuída uniformemente ao longo da horizontal. T máx. 5. 5. = 1 173 kN lar o comprimento total S de cada cabo. Determinar a flecha h do cabo. Deduzir a equação da curva formada pelo cabo.19) em série de potências de cosh (jJ. calcular a tração To no meio do vão.116 .s da ponte p~nsil indicaram um aumento de 1. em cada cabo principal e a força de compressão C exercida pelo cabo no topo de cada torre. máxima e mínima.25 m. (Ver Tab.) Medidas feitas no ponto A dos cabo. Resp. medido horizontalmente. colocados no mesmo nível. Resp. 5. Resp.109 ---~ 5.111 5. sabendo que a carga w por ele suportada decresce uniforme~ente com x desdewo até zero. 5. equação da parábola.115 90m r------ 1~ A 200m 100m Probl.111 I I I I I 5.115 5. é o mesmo em ambos os lados da torre. Apêndice B. T= 35. entre as duas torres idênticas. To = 15. no cabo.6 m de comprimento e está suspenso entre dois pontos no mesmo nível e afastados de 30 m um do outro.113 Uma pequena ponte pênsil para pedestres tem um vão de 100 m entre suportes. (5. Os pesos de ambos os cabos principais estão incluídos nessa carga estática admitindo-se uniformemente distribuídos ao longo da horizontal. no topo da torre. para o desenvolvimento em série das funções hiperbólicas. Calcular a tração máxima T no cabo.112 O cabo de uma ponte pênsil com um vão de 1 000 m está 150 m abaixo da parte superior das torres de suporte.0° Um cabo que suporta uma carga uniformemente distribuída ao longo da horizontal. O ângulo feito pelo cabo com a horizontal. pode ser obtida tomando-se apenas os dois primeiros termos da série. (5.188 I ESTÁTICA uma carga estática total de 310 kN por metro linear.

5. está suspenso por dois pontos a uma distância L um do outro e sobre a mesma linha horizontal.-r 180m m \.121 m o Probl.5 m.dois pontos separados por uma distância horizontal de 10 m. deduzir a equação para a flecha h do cabo.117 Um cabo flexível está ligado ao ponto A e passa sobre uma pequena polia em B. Sabendo que a flecha é de 100 m.~"om~ Probl. H == 24. B 5.122 Resolver o Probl. L' Resp.121 5.119 . em terra.5 m 5.5.120 acima do nível da água e encontre o comprimento do cabo entre A e B.117 m sa lo s O cabo visto na figura é de massa desprezível e tem inclinação nula no suporte mais baixo. Resp.. 5.119. 5. para fazer com que o ângulo a seja nulo em A. Se o cabo exige uma tração T == 50 kN em B. Calcular a distância h para a parte mais baixa do cabo. que está 180 m acima de A. É necessária uma tração de 300 kN no cabo. como aproximação. Um cabo de 40 m de comprimento está suspenso entre . calcular o comprimento total S do cabo. como aproximação.119 Uma draga flutuante é mantida em posição por um único cabo preso à sua popa. de acordo com a relação w == a + bx'.FORÇAS DISTRIBUfDAS / 189 as 5. - m Um cabo. 5. as relações para o cabo parabólico. e 5. Se o cabo tem massa de 22 kg por metro do seu comprimento.118 r-10ffi-] 5. e compare os resultados com os obtidos pelo Probl. h == 18. em A. sujeito à ação do seu próprio peso. suportada pelo cabo varia de Wo no centro a w1 nas extremidades. visto na figura.. determinar o peso J.121 usando. por metro de seu comprimento.. 5. usando três termos nas séries? .""i'.. em função da tração To no meio do vão. na origem. Qual será o erro cometido se o cálculo for feito com a expressão dos cabos parabólicos. Resp._gr . Deduzir a expressão para a tração To. tendo direção horizontal no ponto de amarração A e vencendo uma distância horizontal de 250 m até o ponto de ancoragem B. 5. desde Wo até w I' como se vê na figura. s == 251 m Refazer o Probl. 5..123 ~~~ ~""" •. h == -(5wo + wl) 48To ' I B f.. está suspenso entre dois pontos situados no mesmo nível e distantes 400 m entre si.119 usando as relações para um cabo parabólico. 5. calcular a altura H necessária para a ancoragem.124 Probl. A~~~~--~~~ / I ~.~~ ·250 Probl.118 e N O cabo de massa desprezível. ° 5. ~ .l do cabo. A carga varia linearmente com x. Se a carga por unidade de comprimento na direção horizontal.123 Probl.

29. diâmetro de 12 mm e massa de 0. A Estática dos fluidos é.126 5. Os fluidos podem ser gasosos ou líquidos. principalmente à ação das forças que agem em corpos rígidos.4 kg de gelo por metro Resolver o Probl.= 38.8 ESTÁTICA DOS FLUIDOS Até aqui dedicamos nossa atenção. apresentada como Hidrostática quando o fluido é um líquido e como Aerostática quando o fluido é um gás.51 kg/m. Assim. Encontre. Calcular a força horizontal To aplicada ao arado e a tração máxima no cabo. H= 90m 5. As pressões do fluido normais às faces do elemento foram designadas por Pl.127 Probl. um fluido em repouso só pode exercer força normal sobre uma superfície limite. O peso efetivo do cabo de reboque. Um navio para lançamento de cabo submarino. sabendo que o diâmetro do tambor é de 0. como se vê na Fig. Este fato pode ser demonstrado. determinar a massa p por unidade de comprimento. no meio do vão. é de 45. O vento na região é muito fraco. reboca um arado A durante uma inspeção do fundo do oceano para.125 usando. como aproximação. sem ultrapassar aquela tração máxima.125 Uma linha de transmissão elétrica está suspensa .2 N/m. 5. com o arado na profundidade de 180 m. Em um ponto qualquer de um fluido. Neste item estudaremos o equilíbrio de corpos. Calcular a altura H do balão. o cabo. geralmente.5 m. p = 13.128 5. Um fluido é qualquer substância contínua que. lançar um cabo telefônico.190 / ESTÁTICA 5. do gelo que se pode acumular no cabo. 5.3 kN. O cabo tem comprimento suficiente para permitir que saia horizontalmente do arado.128 Um balão está preso ao tambor de guincho por meio de um cabo de 100 m de comprimento. Sabendo que o cabo pode suportar uma tração máxima de 60 kN. posteriormente. Devido à baixa velocidade. Tmáx. . é incapaz de suportar uma força de cisalhamento. que está a 480 m a ré do navio. 5. em repouso. a pressão é a mesma em todas as direções (princípio de Pascal). P2.127 H 1 Probl. as relações para o cabo parabólico. Resp. 5. P3 e P4. o comprimento do cabo de reboque do ponto A ao B.por duas torres situadas no mesmo nível e distantes 200 m uma da outra.2 kg/m de comprimento e uma flecha de 32 m. levando em conside- ração seu empuxo.2kN. considerando-se um prisma triangular e inflnitesimal do fluido. O equilíbrio das forças segundo as direções x e y exige que P2dxdz = P3dsdz cose P 1 dy dz = P3 ds dz sen e. Força de cisalhamento é uma força tangente à superfície sobre a qual atua e aparece quando existe diferença de velocidades entre lâminas adjacentes dos fluidos. pode-se desprezar as forças do movimento do cabo na água. To=30. Resp. Nestas condições. sujeitos a forças devidas à ação de pressões exercida~por fluidos. O navio mantém-se com velocidade baixa constante. O cabo tem 18. Para iniciar o enrolamento do cabo no tambor é necessário um torque de 400 N •m. na entrada do tambor faz um ângulo de 30° com a vertical. Resp. (a) Pressão dos fluidos. também. s=522m 5.

a Eq. considera-se uma variação da dimensão vertical. Portanto. quando se passa os limites. Cl. para tabela dos pesos específicos.30 Esta relação diferencial mostra que a pressão em um fluido aumenta com a profundidade ou decresce para a superfície. em qualquer parte dos líquidos. m Girando o elemento num ângulo de 90°. P + dp. tanto para os líquidos quanto para os gases. verifica-se que P4 também é igual às outras pressões. diante das grandezas diferenciais de segunda ordem. a pressão em um ponto qualquer de um fluido é a mesma em qualquer direção.30 mostra um elemento diferencial de uma coluna vertical de um fluido. Nesta análise não é necessário levar em consideração o peso do elemento do fluido. estando de acordo com o conhecimento comum das pressões exercidas pelo ar e pela água . densidade p. veja a aceleração da gravidade g) é multiplicado pelo volume do elemento resulta uma quantidade diferencial de terceira ordem que pode ser desprezada. Para se determinar esta função. isto é.23) pode ser integrada como se encontra. 5. e leva-se em conta o peso do fluido. O equilíbrio do elemento do fluido na direção h exige P dA + pg dA dh dp (p pgdh + dp) dA =O (5. do que se segue que.29 Como ds sen () = dy e ds cos () = dx. O peso do elemento é igual a seu peso específico pg multiplicado pelo volume.FORÇAS OISTRIBUIOAS / 191 xa vinno do m dx I P2dxdz or o. não aparecem na figura. (5. * Com p constante. para a maioria dos fms práticos. A pressão sobre a face superior é P e sobre a face inferior é P mais a variação de p. . ara esé da l. e o resultado é (p = Po + pgh) (5.24) * Ver Tab.5. O sentido positivo da dimensão vertical h foi tomado para baixo. Apêndice C. Os fluidos essencialmente incompressíveis são chamados líquidos. A Fig. suas densidades p podem ser consideradas constantes. a superfície lateral não interfere no cálculo do equilíbrio das forças verticais.23) = pdA pgdAdh I \ Fig. Em qualquer fluido em repouso. Como as forças normais. estas equações exigem que Pl=P2=P3=P.23) é verdadeira. cuja seção transversal tem a área dA. (5. visto que quarido o seu peso específico (peso por unidade de volume. A Eq. â- Fig.5. a pressão é função da dimensão vertical.

. se for usado Mg/m3 para p. e esta pressão é a mesma em todos os pontos ao longo da aresta 1-4.31 . que é o mesmo que um quilonewton por· metro quadrado (103 N/m2). representada pela altitude do prisma truncado 1-2-3-4-5-6-7-8 com a chapa como base. desse modo. A pressão do fluido (manométrica) que atua normalmente à chapa. onde h = O. sobre a aresta inferior. Para os sistemas abertos para a atmosfera terrestre.81 m) kg' m m2 1) = 98. m/s2 para g e m para h. chamado "pressão manométrica" ou p = pgh. o produto gh dará a pressão diretamente em kPa. A Fig. e se o instrumento de medida registra somente o acréscimo acima da pressão atmosférica. necessitamos considerar.5.. como é o caso de uma válvula-gaveta de represa ou a parede de um tanque. 5 (a) (b) (c) Fig.192/ ESTÁTICA A pressão poé a pressão sobre a superfície de líquido. com a leitura. Se Po for devido à pressão atmosférica. * obter-se-á.3 kPa. e a posição na qual esta resultante atua. o acréscimo acima da pressão atmosférica. No cálculo da pressão. dá uma resultante nula. Assim.pgh - m3 S2 (10 m) _ . A variação da pressão p sobre a área da chapa é governada pela relação linear da profundidade e. No ponto I. A força resultante produzida por esta distribuição de pressão está representada porR. Por exemplo. Consideremos o caso comum da ação da pressão hidrostática sobre uma chapa retangular imersa em um líquido. no ponto 2. a pressão conhecida como "pressão manométrica" que é p = pgh.3la representa uma chapa 1-2-3-4.1 kPa (b) Pressão hidrostática sobre superfides retangulares imersas. está representada pela seta 6-2. em água doce é s v P __ . Uma superfície imersa em um líquido. que atua em algum ponto P. a pressão do fluido é igual a pg vezes a profundidade vertical do ponto 1.1 kN/m2 = 98. A superfície horizontal do líquido está represen· tada pelo plano x-i. a pressão em uma profundidade de 10 m.1 (3 10 --sz( 1. com a aresta superior na horizontal e o plano da chapa fazendo um certo ângulo qualquer e com o plano vertical. Nos problemas onde as forças do fluido são apreciáveis. A unidade usada para pressão no SI é o quilopascal (kPa). a pressão atmosférica Po atua sobre todas as superfícies e. e é igual ao peso específico pg vezes a profundidade vertical da superfície do líquido ao ponto 2. 5.98. somente.0 Mg) ( 9.A pressão atmosférica ao nível do mar (1 atmosfera) pode ser igual a 101. . conhecido como centro de pressão. Esta mesma pressão atua em todos os pontos ao longo da aresta 2-3. portanto. é necessário considerar a força resultante devida à distribuição de pressão sobre a superfície. está submetida a pressão do fluido normal à sua superfície e distribuída sobre sua área.

e a força representada por cada parte é considerada separadamente.31a. definida pela distribuição trapezoidal da pressão. 531b como o eixo dos momentos dá RY = f y(pb dy). a distribuição de pressão é trapezoidal.P2)A e atua no centróide da parte triangular. O trapezóide é dividido em um retângulo e um triângulo. A = pghA onde h = Y cos e. e éR2 =P2A. A área trapezoidal. através do qual a resultante realmente passa. bidimensional de uma seção vertical. uma expressão opcional para R é R é = Prnéd. o problema pode ser analisado a partir da vista. Mas p dy é. 5.31c). = ~ (P1 + P2) vezes a área A da chapa. Y também posiciona o centróide C do prisma truncado 1-2-3-4-5-6-7-8 na Fig. e um aumento da força resultante é dR = P dA = = bp dy. Portanto. o cálculo é usualmente simplificado. que representa a distribuição de pressão. na Fig. 5. A força representada pelo acréscimo triangular da distribuição de pressão é -+ (P1 . 531 a.5. Para esta seção. Portanto. como mostrado. A pressão média é também a pressão que ocorre na profundidade média do centróide O da chapa. No estudo de uma distribuição trapezoidal de pressão. A linha de ação da força resultante R é obtida do princípio dos momentos. é facilmente expressa usando-se sua altitude média. Se b for a largura horizontal da chapa. A força representada pela parte retangular atua no centro O da chapa. o acréscimo sombreado da área trapezoidal dA'. Usando o eixo x (ponto B na Fig. a força resultante que atua sobre a chapa inteira pode ser expressa como o produto da área trapezoidall-2-6-5 pela largura b da chapa R =bf dA I = bA I Deve-se tomar cuidado para não confundir a área física A da chapa com a área geométrica A'. o m É evidente que as condições que prevalecem na seção vertical 1-2-6-5. onde A é a área 1-2-3-4 da chapa. simplesmente.32 . Evidentemente. a força resultante R pode ser escrita em função da pressão média Prnéd. uma área elementar da chapa sobre a qual a pressão P = pgh atua é dA = b dy. na vista bidimensional. Substituindo P dy = dA' e cancelando b resulta y= _ f ydA' f dA' que é simplesmente a expressão para a coordenada do centróide da área trapezoidal. Portanto. 531b para a seção 1-2-6-5.A'. considerando-se a resultante como composta por duas componentes (Fig. r. a resultante R passa pelo centróideC da área trapezoidal defmida pela distribuição de pressão sobre a seção vertical. como é mostrado na Fig.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 193 . Assim. são idênticas às da seção 4-3-7-8 e em todas as outras seções verticais da chapa. (a) Fig. de modo que dR = b dA'. Portanto.

O peso W passa pelo centróide da área ABC. A força de equilíbrio R é. As resultantes das pressões nas direções AC e CB sãoPy ePx. 5. acarreta mais cálculo do que em superfície plana. e l p p Ry = bf (p dL)y = bf P dx Em seguida. muito mais simples. revelam a mesma curvaAB e a mesma distribuição de pressão. Assim. seria necessário escrever uma equação de momentos para determinar a posição -de R. Um segundo método para a determinação de R é. a representação bidimensional da Fig. A resultante R. pode ser usada. A resultante R revela-se. 5. mostrada na Fig. causada pela pressão distribuída em superfície curva. determinada completamente pelas equações de equihbrio.5. então. aplicadas ao diagrama de corpo livre da porção do fluido. Todas as seções verticais. O pesoP da porção do líquido é calculado a partir da área ABC de sua seção.33a mostra uma superfície plana de qualquer formato imersa em um líquido. então. e o plano da chapa forma um ângulo e com a vertical. Considera-se o equihbrio da porção do líquido ABC diretamente acima da superfície mostrada (Fig.33 .32b. é necessário integrar as componentes de dR. como a reação igual e oposta da superfície sobre a porção do líquido. e são fmalmente obtidas. onde os elementos da superfície são paralelos à superfície horizontal x-y' do líquido. e é a pressão e p c D p d Fig. A pressão p tem a mesma intensidade por todo o comprimento da faixa. do centróide O da área. ao longo da curvaAB. Para determinar R por integração direta. A superfície horizontal do líquido é o plano x-y. multiplicada pela dimensão constante b e pelo peso específico pg. considere a superfície imersa. 5. visto que a pressão muda continuamente de direção. respectivamente. freqüentemente. A força total que atua sobre a área exposta A é obtida por integração e é p o o f f d R =f dR =f P dA = pg f p h dA Substituindo a relação do centróide hA = f h dA. visto que não há alteração da profundidade ao longo da faixa horizontal. segundo os eixos dos x e dos y. 5.25) c A grandeza pgh representa a pressão que existe na profundidade média sobre a área. vem (5.194 I ESTÁTICA (c) Pressão hidrostática sobre superfícies cilíndricas. Portanto. A Fig.32a.32c). perpendiculareS à superfície. Como exemplo. (d) Pressão hidrostática sobre superfícies planas de qualquer fonnato. A força que atua sobre a faixa diferencial de área dA paralela à superfície do líquido é dR = p dA = pgh dA.

FORÇAS DISTRIBU(DAS

I

195

o -

A resultante R pode, também, ser representada geometricamente pelo volume mostrado na Fig. 5.33b. Aí a pressão p do fluido é representada como uma altitude em relação à chapa considerada como base. O volume resultante é um cilindro reto truncado. A força dR que atua sobre a área diferencial dA = x dy produz o volume elementar dV = p dA mostrado pela fatia sombreada, e a força total é então representada pelo volume total do cilindro. Portanto,

R

=

f dR

=J

dV

=

V

Vê-se pela Eq. (5.25) que a altitude média do cilindro truncado é a pressão média pgh que existe na profundidade que corresponde ao centróide O da área exposta à pressão. Em problemas onde o centróide O, ou o volume V, não é óbvio, pode-se realizar uma integração direta, para obter R. Assim

R

=

f dR = f P dA = f

pghx dy

onde a profundidade h e o comprimento x da faixa horizontal da área diferencial devem ser expressos em função de y para efetuar a integração. A segunda exigência da análise da pressão do fluido é a determinação da posição da força resultante, a fim ,de responder pelos momentos das forças de pressão. Usando o princípio dos momentos com o eixo dos x da Fig. 5.33b como o eixo dos momentos, vem

RY=

J ydR

ou

y=

J ydV
V

(5.26)

Esta segunda relação satisfaz a defmição da coordenada Y para o centróide do volume Ve é deduzido, portanto, que a resultante R passa pelo centróide C do volume definido pela área da chapa como base, e a pressão que varia linearmente como altitude. O ponto P em que R está aplicado à chapa é o centro de pressão. Deve-se notar, cuidadosamente, que o centro de pressão P e o centróide O. da área da chapa não coincidem. (e) Flutuação. O princípio da flutuação, cuja descoberta é atribuíja a Arquimedes é facilmente explicado, para qualquer fluido, líquido ou gasoso, em equilíbrio, da maneira que segue. Consideremos uma porção do fluido limitada por uma superfície fechada, imaginária, como está ilustrado pela linha interrompida, irregular, na Fil!. 5.34a. Se o fluido pudesse ser retirado do interior da superfície limite, fechada, da cavidade, e substituído, simultaneamente, pelas forças que exercia sobre os limites da cavidade (Fig. 5 .34b), não haveria modificação alguma no equiHbrio do fluido vizinho. Além disso, o diagrama de corpo livre dessa porção do fluido antes de ser removido (Fig. 5.34c) mostra que a resultante das forças de pressão, distribuídas sobre sua superfície, deve ser igual e oposta a seu peso mg e deve passar pelo centro de massa do elemento do fluido. Se o elemento for substituído por um corpo das mesmas dimensões, a ação das forças sobre a

(b)

(c)

Fig.5.34

196 / ESTÁTICA

superfície do corpo, mantido nesta posição, será idêntica a das que atuavam sobre o elemento do fluido. Assim, a resultante das forças que atuam sobre a superfície de um objeto imerso em um fluido é igual e oposta ao peso do fluido deslocado e passa pelo centro de massa do fluido deslocado. * Essa força resultante é a força de empuxo ' (5.27) onde p é a densidade de fluido e g é a aceleração da gravidade. No caso de um líquido cuia densidade é constante, o centro de massa do líquido deslocado coincide com o centróide do volume deslocado. Segue da discussão anterior que, quando a densidade do objeto é menor do que a densidade do fluido no qual ele está imerso, haverá uma força vertical não-equilibrada, e o objeto flutuará. Quando o fluido de imersão é um líquido, o obieto sobe até a superfície, ficando, então, em repouso, em situação de equilíbrio, supondo-se que a densidade do novo fluido, acima da superfície, seja menor do que a densidade do objeto. No caso da superfície de separação entre um líquido e um gás, tal como entre a água e o ar, o efeito da pressão do gás sobre a parte do objeto flutuante, acima da superfície do líquido, é contrabalançada pelo acréscimo de pressão no líquido decorrente da ação do gás sobre a sua superfície. Um dos mais importantes problemas de flutuação é a determinação da estabilidade de um objeto flutuante. Esta situação pode ser ilustrada considerando-se o casco de navio, mostrado em corte transversal, em posição vertical na Fig. 5.35a. O ponto B é o centróide do volume deslocado e é conhecido como o centro de empuxo. ** A resultante das forças exercidas sobre o casco, pela pressão da água, é a força F. A força F passa por B, e é igual e oposta ao peso w do navio. Se o navio for obrigado a inclinar-se no ângulo o: (Fig. 5.35 b), a forma do volume deslocado muda, e o centro de empuxo deslocar-se-á para uma nova posição, tal como B. O ponto de interseção da linha vertical que passa por B' com a linha de centro do navio é chamado de metacentro M, e a distância h, de M até o centro de massa G, é conhecida como altura metacêntrica. Para a maioria dos formatos de casco, a altura metacêntrica permanece praticamente cpnstante para ângulos de inclinação até 20° aproximadamente. Quando M estiver acima de G, como na Fig. 5.35b, há evidentemente um momento de correção, que tende a trazer o navio de volta à sua posição original. O valor deste momento, para qualquer ângulo específico de inclinação, é uma medida da estabilidade do navio. SeM estiver abaixo de G, como para o casco da Fig. 5.35c, o momento que surge com qualquer balanço do casco, está no mesmo sentido, e tende a aumentar a inclinação. Isto evidencia uma condição de instabilidade e deve ser evitada no projeto de qualquer navio.

F
(a)
(b)

F

~F
(c)

Fig.5.35

* N.T. Este é.o conhecido Princípio de Arquimedes, em geral, apresentado com o seguinte enunciado: "Todo corpo mergulhado em um fluido recebe um empuxo, de baixo para cima, igual ao peso do fluido por ele deslocado". ** N.T. Na técnica naval este ponto é conhecido também como centro de carena.

FORÇAS OISTRIBUfoAS I 197

. e é

Problema Resolvido 5.12
A chapa retangular, mostrada no corte vertical AB, tem 4 m de altura e 6 m de largura (na direção normal ao plano do papel) e bloqueia a extremidade de um canal de água doce de 3 m de profundidade. A chapa está articulada em torno de um eixo horizontal na direção de sua aresta superior, que passa por A, e está contida pelo ressalto fIxo em B, na abertura do canal, que reage horizontalmente cop.tra a aresta inferior da chapa. Calcular a força B exercida contra a chapa pelo ressalto. O diagrama de corpo livre da chapa é mostrado em corte e inclui as componentes vertical e horizontal da força em A, o peso W = mg da chapa (não especificado), a força horizontal B (desconhecida) e a resultante R da distribuição triangular de pressão contra a face verticaL A massa espec.íf1ca da água doce é p = 1 000 Mg/m 3, de modo que a pressão média é
Solução.

A
~<>

=-"_-:--

--'

é

~

-- -:. _lfID_"
-~
3m

=~'=,

I' .=
1='

mlB

e

a

y I I

x--._ Ax

Ay

IPméd. = pgh]

Pméd. = 1 000 (9,81) (3/2) = 14,72 kPa .

o A

A resultante R, das forças de pressão contra a chapa, vem a ser
[R

-l
mg

a = Pméd.A]
R = (14,72) (3) (6) = 265 kN.

é
Esta força atua no centróide da distribuição triangular da pressão, que está 1 m acima da parte inferior da chapa. Um somatório de momentos, igual a zero, em torno deA, determina a força B desconhecida. Assim, 3 (265) - 4B =
O,

Nota:
<D

J

4m

Observe que as unidades envolvidas com a pressão pgh são:

B = 198,7 kN

Resp.

( 103m3 kg)(m) ~ (m)= (kg.m)l( 103-s,-' kN/m' = kPa.

1) = m'

Problema Resolvido 5.13 r-5OOmID-1
O espaço de ar em um tanque fechado de água doce é mantido com uma pressão de 5,5 kN/m' (ou kPa) acima da pressão atmosférica. Determinar a força resultante R exercida pelo ar e pela água na parede da extremidade do tanque.
Solução. A fIgura mostra a distribuição de pressão sobre a superfície da extremidade, onde Po = 5,5 kPa. O peso específIco da água doce é J.l = pg = (1 000) (9,81) = 9,81 kN/m3, de modo que o incremento de pressão t:.p devido à água é t:.p =
J.l

Vista lateral
PO

A

t:.h = 9,81 (0,6~ = 5,89 kPa.

.~

1

=~
I

As" forças resultantes R I e R., correspondentes às distribuições de pressão retangular e triangular", respectivamente, são RI = poA 1= 5,5 (0,760) (0,5) = 2,09 kN
/:"P

--~ Ri

-~
PO

J I --'L

"mm I 560

B

R. = t:.Pméd.A.

= 5,~9 (0,6) (0,5) = 0,883 kN

Nota:
<D

A resultante é, então,

R = RI + R. = 2,09 + 0,883 = 2,97 kN

Resp.

Dividir a distribuição de pressão nessas duas partes é, sem dúvida, o caminho mais simples para encontrar a solução.

198 I ESTÁTICA

Localiza-se R aplicando o princípio dos momentos em torno de A, observando-se que R I atua no centro da altura de 760 mm e que R2 atua no centróide da distribuição de pressão triangular, que está a 400 mm abaixo do nível da água e a 400 + 160 = = 560 mm abaixo de A. Assim,
2,97 h

= 2,09
mm

(380) + 0,883 (560)
Resp.

h = 433

Problema Resolvido 5.14
Determinar, completamente, a força resultante R exercida sobre a superfície cilÍndrica da represa, pela água. A massa específica da água doce é 1 000 Mg/m" e a represa tem um comprimento; normal ao papel, de b = 30 m.

I

-=-B
Solução. A porção circular de água BDO está isolada, e seu diagrama de corpo livre está desenhado. A forçaPx é

1

Px

=

puh A
O'

=
W

pgr br 2'

= (1000)(9,81)(4) 2

(30) (4) = 2350 kN

o peso
mg

o
da água é

D

---x

=

pgV

= (1 000) (9,81) --

11'(4)2
4

(30) = 3 700 kN

e passa pelo centro de massa G. O equilíbrio da seção de água exige P;Fx
[~Fy

----\
kN kN Notas:

x

= O] = O]

Rx

= Px = 2 350
mg

Ry =

= 3 700

A força resultante R, exercida pelo fluido sobre a represa, é igual e oposta à mostrada atuando sobre o fluido, e é
[R

=.J

Rx2

+ Ry2]

R =.J (2350)2 + (3 700)2

=4

380 kN
Resp.

<D

Veja a Nota CD no Probl. Resolvido 5.12 se houver alguma dúvida a respeito da unidade
de pgh.

Pode-se encontrar graficamente a coordenada x do ponto A, através do qual passa R. Algebricamente, x é determinado pelo princípio dos momentos. Usando B como centro de momentos, vem
r Px -3 4r

+ mg -311'-

Ryx

=O

x=

2 350

(4) 3' + 3 700
3700

(li) 311'

= 2,55

m

Resp.

FORÇAS OISTRIBUfoAS

I 199

Solução Alternativa. A força atuando sobre a superfície da represa pode ser obtida pela integração direta dos componentes dRx onde p Rx

= P dA

cos e e dA

e

dR y

= p dA
Assim,

sen e

= pgh = pgr sen e
11/2

= b (r de). = -pgr'b

= fo

pgr'b sen e cos e de

-o [cos 4 2e J11/2

=

= -}pgr'b

Ry

= fo11/2 pgr'b = + 11pgr2b

sen' e de

=

2 pgr2b [ !....

_

0- sen4 2e J11/2
+ 112/4. SubstituinResp. @ Este método· de solução pela integração é viável aqui, principalmente, devido à geometria do arco circular.

Assim, R =.) Rx2 + Rl do os valores numéricos:

=-}pgr' b.)1
(30)

R = -} (1,00)

(9,81)

(42)

.)1 + 112/4 = 4 380 kN

Como dR sempre passa pelo ponto O, vê-se que R também passa por O e, portanto, os momentos de Rx e de Ry em torno de O devem se anular. De modo que se pode escrever Rx Yl = =Ry xl' que dá

Por triângulos semelhantes, vê-se que x/r

= X1/Yl

= 2/11

e

x

=

2r/11= 2 (4)/11

= 2,55

m

Resp.

Problema Resolvido 5.15
Determinar a força resultante R exercida sobre a extremidade semicircular do tanque de água mostrado na figura, se o tanque estiver cheio até sua capacidade máxima. Expressar a resultante em função do raio r da extremidade circular, e da massa específica p da água.

Solução l. Por integração direta determina-se R. Com uma faixa horizontal de área dA = 2x dy, atuada pela pressão p = pgy, o incremento da força resultante é dR = p dA, de modo que, R =fpdA Integrando dá Resp. Determina-se a posição de R pelo princípio dos momentos. Tomando os momentos em relação ao eixo x, vem: [RY=fydR] =f pgy(2xdy) =2pg

fo

r

y~dy

.

200 / ESTÁTICA

Integrando resulta
3Pgr
2 :3 -

Y=~

42

4

1T

e

y=

---r6 r

31T

Resp.

Solução 11. Usando a Eq. (5.25) diretamente para encontrar
R, onde a pressão média é pgh e h é a coordenada do centróide

h=
[R

da área sobre a qual atua a pressão. Para uma área semicircular, 4r /31T. Assim,

= pghA)

Resp.

Este cálculo significa encontrar o volume da figura formada pela área semicircular e a distribuição de pressão. A resultante R age no centróide C do volume definido pela figura pressão-área. O cálculo da distância Y do centróide emprega a mesma integral obtida na Solução I.

Nota:
<D

Atenção para não cometer o erro de pensar que R passa pelo centróide da área sobre a qual atua a pressão.

Problema Resolvido 5.16
Urna bóia, com formato de poste, tem 8 m de comprimento, 0,2 m de diâmetro e massa de 200 kg. Sua extremidade inferior está presa por um cabo de 5 m ao fundo de um lago de água doce. Se a profundidade da água é de 10 m, calcular o ângulo 8 feito pelo poste com a horizontal.

I .~
I .

-==----.:":-l/~-

Solução. O diagrama de corpo livre da bóia mostra seu peso 1) atuando em G, a tração vertical T do cabo de ancoragem e a força de empuxo B que passa pelo centróide C da parte submersa da bóia. Faça x ser a distância de G à superfície da água. A massa específica da água doce é p = 103 kg/mS, de modo que a força de empuxo é
[B=pgV) B

_~I _1W"'

TI

=

103 (9,81)

1T

(0,1)' (4 + x) N

O equilíbrio dos momentos, em torno.do ponto A dá
LMA

=O
2

4+x 200(9,81)(4 cos 8) - [103 (9,81)rr (0,1)' (4 + x)) -cos 8 Assim, x

=O
Nota:
<D

= 3,14 m

e

8 = arc sen ( 4 + 53,14 ) = 44,5°

Resp.

Corno as forças, decorrentes do peso e do empuxo, são verticais, para haver equilíbrio a outra única força, T, deve ser também vertical.

PROBLEMAS PROPOSTOS
5.129 A represa em curva tem a forma de urna ~uperfície cilíndrica de 240 m de raio, e subtende um ângulo de 60°. Se a profundidade da água for de 90 m, determinar a força total P exercida pela água sobre a face da represa .. Resp. P = 9,54 Gl\

Quando o nível da água aumenta acima de um h c -~~~.1 kN 1 Probl.131 '~~b~ lz 5. Calcular a compressão em uma escora BC. para impedir que ela tombe.129 l..130 t ~ h . espessura b e massa específica Pc' A parede sustenta lama.•. F = 38. tem altura h. supondo que as uniões A.133 5.132 5.3 kN B ProbJ.134 N .8 m. e determinar a expressão da tensão de compressão a. 5. .5m Um tubulão cilíndrico de raio r e espessura de parede t foi colocado em posição e a água do seu interior. ~ ProbJ. de altura diferencial. que limitará a profundidade da água em h = 1.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 201 uma escora BC em cada 1.134 A comporta articulada ABC fecha uma abertura de largura b (perpendicular ao papel) em um canal de água. que se comporta como um líquido de massa específica Pm' Determinar a espessura mínima b da parede. na parede do cilindro. ao longo de sua aresta superior A. 5. de seção retangular.2m r 5-130 A comporta vertical carregada à mola está articulada em torno de um eixo horizontal. C = 16.133 t r 1. A massa específica da água ép. para qualquer profundidade h.. 5. O concreto úmido pode ser tratado como um líquido de massa específica 2 400 kg/m 3. Resp. Foi colocada Probl.131 Uma parede de concreto. Analisar as forças que atuam sobre um anel semicircular. 5.132 A forma para uma pequena parede de concreto tem a seção mostrada na figura. bloqueando a extremidade de um canal retangular com água doce de 1. B e C atuem como articulações. ~ Probl. Resp. Probl. 5. Calcular a força F da mola pré-montada. girando em torno da arestaA. A água tem livre acesso tanto à parte inferior como ao lado direito da comporta. bombeada para fora.6 m ao longo do comprimento da parede.2 m de largura (na direção normal ao plano do papel). 5.

a estrutura toda tem um deslocamento de 26 000 Calcular o calado h total da estrutura quando estiver fundeada no oceano. se necessário.) Resp. 5.139 O casco de uma plataforma flutuante para perfu· ração de petróleo consiste de dois batelões retangulares e de seis colunas cilíndricas que suportam a plataforma de trabalho. a sotavento. Calcular a tração T em cada tensor.138 5.138 ~-3m ---====: . Quando lastrada. h = 24. Determinar a expressão para a distância b do bloco dentro do líquido superior.9 kN Probl. localizados a cada 2 m. por unidade de comprimento. mostrada em corte. Desprezar a massa da comporta..~ft~ P2 Probl. estão articulados em torno de sua interseção comum que passa por O.1 m t 5._--. sobre a fundação do telhado.137 3mlB -----. (Consultar a Tabela C1 do Apêndice C.136 Os lados de uma calha em forma de V. Resp. medido na direção normal ao plano do papel. contendo água doce. a comporta se abre.135 A figura mostra a seção transversal de uma comporta retangular de 4 m de altura e 6 m de comprimento (perpendicular ao papel). A comporta tem massa de 8. 5. que bloqueia um canal de água doce.5 Mg e é articulada em torno do eixo horizontal que passa por C.. A pressão p contra o telhado circular é aproximadamente Po cos e. . Determinar o esforço cortante horizontal total Q. A massa específica da água salgada é 1 030 kg/m 3• Desprezar as componentes verticais das forças devido ao fundeamento.140 Probl. ~ LJ -.4 m de comprimento e 1. Determinar o valor crítico de h. O cilindro é tornado estanque à água por um envoltório plástico. 5. Resp. Desprezar a massa da estrutura que sustenta a comporta. 5. 1' O galpão está submetido a um vento horizontal.135 5. e estão mantidos na posição mostrada na fIgUra por um cabo e tensor. ao longo do comprimento da calha. Q = + 1trpo Probl. -'-=---- 5. A pressão é positiva a barlavento do galpão e negativa. h = a 5. > p. Calcular a força vertical P exercida pela fundação sobre a extremidade inferior A da comporta. --- ---~-----~ -~--------- f~~ti[-1[~~-~:~~-. T = 89.~lm ~. Calcular a tração T no cabo.6 m de diâmetro. Resp. é mantido submerso até a metade em água doce por um cabo que passa por uma polia fixa em A. 5.137 fi O bloco homogêneo de massa específica p está flutuando entre dois líquidos de massas específicas PI < P e P.202 / ESTÁTICA certo valor h.136 Um cilindro maciço de concreto de 2.

Supor que o peso do obstáculo seja desprezível.6 m. O óleo tem uma densidade relativa (razão entre a massa específica do óleo e o da Prob1. Resp. a. C = 25. Resp. à direita. tem 3 m de altura e 2. Vista frontal Probl.2kNom 1 n: Prob1.140 água doce) de 0. ~ 00 and íficz comdea- Um canal de água doce tem 9 m de largura (perpendicular ao plano do papel) e está bloqueado por um obstáculo retangular. necessária para fazer com que a reação em B seja nula. lar ~ -42 A chapa retangular. mostrada em corte.143 erfu· etan· tarr. imaarlarmibre a menapel. Calcular o torqueM necessário a ser aplicado no eixo B da comporta para impedir que ela se abra quando o nível da água salgada diminuir de h = 1 m. ao longo da largura de 9 m. de uma bacia de maré de água salgada. 5. 5.4 kN -± h Uma comporta retangular cuja seção está mostrada na fIgura.143 . Probl. Determinar a compressão C em cada escora BC. mostrado por sua seção ACD. M=195. 5.7 m de largura (normal ao plano do papel) e separa os reservatórios de água do mar e de óleo.FORÇAS DISTRIBUfDAS / 203 está ecífipara rior.139 Vista lateral ntal.141 endc ado~ a po:: flgll2 lU. rrrpo t Prob1.· tem 3 m de comprimento (na perpendicular ao papel) e é articulada em torno da aresta superior B. 5. As escoras horizontais BC de suporte estão localizadas a cada 0. comparado com as outras forças atuantes. Determinar a profundidade h da água.85. A comporta separa um lago de água doce. 5.142 5. à esquerda.

7 Mg.:i oceano antes da corrente se romper.. de 6. então. 5.146 A comporta AB. Calcular a força mínimaP.7 m. resultank do comportamento do concreto ao ser despejado. Calcular o deslo~ mento final m (massa total) do navio em tone das métricas (Mg). devido ao enchimento do tanque. Sua resistência à ruptura é 13.148 '200mm -1 I .5. mostrada em corte.145 A chapa de fechamento da porta de visita de um tanque de água doce está aparafusada no local e o tanque está cheio até o nível mostrado. em forma de quadrante de círculo. ---:-'. As marcas de calado no casco do navi:: apresentam a mesma leitura na água salgada.144 A forma de uma sapata de concreto é articulada emA.i-2.. calcular a força de compressão C.-. tomando para o concreto a massa específIca de 2. TA = 80.anter a comporta fechada. sob a ~de seu próprio peso? Resp.5 m.88). a tração no câx:. A comporta tem massa total de 3 100 kg. ---- --------1.-------. em cada travessa. Resp. h = 1 í'::~Um superpetroleiro se movimenta de um anCOC?douro em água doce para outro em água salgó e. . como se vê na fIgura.0 N.147 A câmara de mergulho tem massa total.5 kN. e suportada por travessas horizontais BC. C2- 5. I "'1200mm ~uu 1 °lt +' __ 5. recebe um carregamento adicional 2400 m3 de óleo combustível (de densidade reh=tiva 0. equip= to e lastro. <L~ pois do carregamento. elo de 6 mm e massa de 93 kg por 100 me comprimento. tem uma largura horizontal de 1.8 m (normal ao plano do papel).im::. 5. 4OO~mm 1<~~>I -- -- (j .'. e está articulada em torno de sua aresta superior A.-iI .40 Mgfm 3.00 m e espessura de 35 mm.f de 8 kN.. para pesquisas em gra::des profundidades. Probl..204 I ESTÁTICA 5. 5.144 5. e controla o fluxo de água doce sobre a borda em B. na aresta inferior.. e na água doce.2 km no oceano.6 N Probl. Quando a câmara desce a uma p~ didade de 1. Que comprimento h da corrente p ser abaixada dentro de uma parte profunda .149 A corrente de aço tem um diâmetro rtoI11. Calcular o acréscimo de tração em cada parafuso.145 5. de modo que a força devida à pressão da água é resistida unicamente pelo acréscimo na tração nos parafusos. (Supor que não haja variação na pressão da gaxeta entre a chapa de fechamento e o tanque. em A e B. raio médio de 1. incluindo pessoal. antes éi receber o óleo combustível. t--~. Um veículo submersível. No posicionamento do centro de gravidade da comporta. necessária para m. d'água.146 5. tem um compartimento p= passageiros em forma de esfera. feito de aço.7~ - '-- L' - B P Probl.150 = . espaçadas de 1. P = 45.) Resp. desprezar sua espessura comparada com o raio de 2.0 kN 5. TB = 96. 1 -i.147 -. Calcular o volume total V desl pela câmara. Desprezando o peso da forma. d _r Probl.

Se o objeto flutua com o centro da semi-esfera acima da superfície da água.J51 O objeto flutuante é composto de uma semiesfera e de um cilindro circular de raio igual a r. se necessário. m = 1. AB e BC.152 O fundo do canal de água doce. mostrado em corte. que mede 6 m de comprimento (perpendicular ao plano do papel). antes que o objeto não flutue mais na posição vertical mostrada. M = fora menofunabo é cado Probl. Calcular a força P. Cl. Veja a utilidade dos resultados do Problema Resolvido 5. colocada em uma tubulação horizontal.154 oragada de relaavio dede ocaela- 1 } 1m Probl. exercida por uma chapa sobre a articulação em B. 5. 5. por3 4 5. por metro de comprimento do canal.151 Probl. consiste de duas chapas retangulares. h = r/.1.5 Mg.. de zero a Po' conforme mostrado na figura.150 l!. Se a diferença da pressão do fluido sobre as duas faces da válvula variar linearmente com a distância ao eixo. determinar a altura máxima h que o cilindro pode' ter.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 205 cular a massa do lastro de chumbo que O submersível deve transportar.. 5. de modo que os pesos combinados da esfera de aço e do lastro de chumbo cancelem seus empuxos. As chapas são articuladas ao longo da aresta comum B e ao longo das arestas A e C das paredes do canal. 5. consiste de um disco circular plano.153 l do s de é de pode do ação 5.153 Uma grande válvula borboleta. cada uma. Apêndice C.) Resp. (Sugestão.) Resp. determinar o torque M a ser aplicado no eixo em O para manter a válvula fixa em uma posição. que gira em torno de um eixo diametral vertical O-O. exercida pela água doce do tanque sobre a janela triangular representada. 5. ranpara com Cal- .210 Mg (toneladas métricas) 5. (Consultar a Tab. homogêneas..52 4m Determinar a força total R. Determinar também a distância H de R ao nível da água.[2 I Mdb 10 ! I O Vista fron tal Probl. com massa de 1.15. Resp. O nível da água atinge o topo da janela.

acima da superfície de um líquido de massa específica p. Calcular o efeito da pressão do fluido. localizada a 7. pelo cálculo.8 m linha de centro.9 . A chapa é articulada em torno da aresta superior O do triângulo. Em todos os problemas o interesse principal estava em deter: e:. Para a posição mostrada. supondo que p. GM = 0. Calcular a altura mel:?cêntrica GM de um navio de 12 000 t. . . a determina~ precisa da posição vertical do centro de gravidac= G de um navio. > p. Fy = 35.155 5.. é usada para regular o fluxo de água sobre o vertedouro de uma represa de água doce. como está mostrado na figura. P. 1 j P.da linha de centro.) 2 a .] Resp. es i m Probl. 5. A comporta tem massa de 7 Mg e um comprimento normal ao papel de 6 m..157 5. inc1inad= por uma massa de 27 t. .1 kN.. de seção transversal cilíndrica. e o ângulo de inclinação 8 ~ medido por meio do desvio de um fio-de-prum::.156 Uma chapa plana veda uma abertura triangular na parede vertical de um tanque contendo líquidO de massa específica p.530:::. volumes.8 m acima de M. Com referência à figura. Determinar a força P necessária para manter a comporta em posição fechada contra a pressão do líquido. Fx ~e Fy. Resp. 5.P.158 5. e 5.157 A extremidade de uma estaca uniforme.206 I ESTATlCA 5. a m= externa conhecida mo é localizada à distância::. em áreas e ao longo de linhas. em torno de um ponto distante h. O deslocamento do nSlVioe a localização do metEcentro M são conhecidos. Resp. 5. Tal ponto é mais facilmente ob~ do por uma simples experiência.Encontrar o ângulo e formado pela estaca com ~ superfície do líquido. A massa mo est2 distância b = 1. Um torque aplicado ao eixo da comporta em O controla a posição angular da comporta.6 pgab (h + .155 A comporta de controle. Resp. por integração direta sobre a superfície cilíndrica.2 m.158 1I É difícil conseguir. da força total exercida pelo eixo sobre seus mancais em O. determinar as componentes horizontal e vertical. de comprimento 1 e massa específica P I está articulada.156 Probl. ei tr ---x Probl. [Observar quer tonelada métrica (t) é igual a 1 000 kg e é o memo que o megagrama (Mg).FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO Neste capítulo foram apresentados váFios-exemplos de casos mais comuns de forças distribuídas..4 kN F re = arc sen ( !!. 5. inclinando-se :: navio carregado. P a = -. Fx = 127. se o fio-de-prumo de 6 m estire:desviado à distância a = 0.ej Probl.

viu-se na Seção A que pg se cancelava ao se aplicar o princípio dos momentos. 5. para reduzir o trabalho durante os cálculos. juntamente com os princípios do equiHbrio.1--. Quarto. então. FA = 2) -2. de área ou de comprimento. com o centro de massa do corpo físico cujos limites defmem a figura.1T-2 y - 20/3 Resp. escolher um elemento diferencial que evite descontinuidades dentro da região de integração. sempre que possível. e repousa as extre- em ina Probl. tomando um problema apenas geométrico de determinação do centróide da figura. Primeiro. e este no lugar de um de terceira ordem. Nas vigas e cabos expressou-se a intensidade da força como força por unidade de comprimento. Quando a força está distribuída em uma massa. expressou-se intensidade da força como força por unidade de área ou pressão. um elemento diferencial de primeira ordem. Quatro medidas úteis são apresentadas a seguir para problemas que exigem a integração de relações diferenciais. as quantidades diferenciais de mais alta ordem devem sempre ser desprezadas quando comparadas com as de ordem mais baixa. e tendo espessura constante. a intensidade é a força de atração pg por unidade de volume. Para barras delgadas e fios de densidade uniforme e seção transversal constante. Para corpos de densidade constante. Feito isso. Para encontrar a localização da linha de ação da resultante empregouose o princípio dos momentos (teorema de Varignon). pg1Tr ( l bl I I I I I I L------a d60 ---- --x B Probl.159 Determinar a coordenada x do centróide da área sombreada entre o quadrante de elipse e a linha reta. Terceiro. escolher. uma em nível mais alto que a outra. m a Para encontrar a resultante. Essas idealizações matemáticas dos corpos físicos são elementos essenciais para a identificação da formulação de problemas reais. C3. de preferência. somou-se (integrou-se) as forças incrementais sobre toda a região de interesse para obter sua resultante. Em fluidos. iniciou-se multiplicando a intensidade da força pelo elemento apropriado de volume. como é o caso da atração gravitacional.FORCAS OISTRIBUfoAS / 207 ma. cabos e fluidos. suas formulações contêm os citados elementos comuns. 5. Geralmente a melhor escolha recai sobre o sistema que fomecer a descrição mais simples dos limites da região de integração. Resp. no lugar de um e segunda ordem.. fez-se uso das observações citadas acima. Igualou-se a soma dos momentos de todos os incrementos de força em torno de um eixo conveniente ao momento da resultante em relação a este mesmo eixo e. Na seção B deste capítulo. X=-. relacionar um sistema adequado de coordenadas. Determinar a força FA sob a extremidade A. então. o problema reduz-se ao de encontrar as propriedades de um segmento de linha. Em chapas planas e cascas homogêneas. que coincidia. Apêndice C. se necessário. Segundo. Embora estes três tipos de problemas !ejam fisicamente bastante diferentes. etaeta- ado m da iver stá à ue a nesm 0 OBLEMAS PARA REVISÃO .159 A barra semicircular uniforme AB tem massa p por unidade de comprimento. para resolver e encontrar os efeitos das forças distribuídas em vigas. o problema reduz-se ao de encontrar as propriedades de uma área.160 . ') ção ade btie o assa a d (J é mo. resolveu-se. para encontrar o braço de momento desconhecido da resultante. onde p é a densidade e g é a aceleração da gravidade.) midades sobre superfícies horizontais lisas. su- p. de acordo com a unidade na qual esta intensidade estava expressa. (Usar a Tab.

•.164 Probl. como centro de carena) B do casco de um navio é o centróide do volume do líquido deslocado. 5 5. Trace a curva correspondente a esses valores e determine a distância x de B.5 (m') 5.~ (~I)'"-(:= .164 Determinar a coordenada x do centróide da área sombreada. 5. encontrar a flecha h do cabo. 5.162 5.. A ".167 .--------.149 m' z 300 O centro de empuxo (também chamado. para cada 5 metros. utilizado para registrar a velocidade e direção do vento.. x= 24 m T mm 1 200 Probl. partindo da Eq.5 m Desenhar os diagramas de esforços cortantes e de momentos... para a viga em balanço carregada.4 Ieg..163 5. (5.138 m Determinar as coordenadas do centróide da forma feita de chapa fina de metal. 5. Resp..208 / ESTA T1CA 5.166 Probl.5 m.J C 11-. Sabendo que o cabo suporta uma grande carga uniformemente distribuída.7 19.163 Calcular a massa m e a área totalA da superfície da roda gerada pela revolução da seção sombreada em torno do eixo z.--/1 '\ x 'Om -~ ..• ~ 1 B --. 'm = 291 Ieg. em função da distância x tomada na linha d 'água..1 A x (m) x (m) 15 20 10 5 O 50 Resp.1 7.3 N sobre sua ancoragem. antes de soltar-se.. com aproximação de 0. em dois pontos situados no mesmo nível e distantes 280 m um do outro. I I I I I I I Ia ''-'..1 24. 5. O 30 25 40 45 35 O 22. medida do ponto A em direção à popa.· d = 1. Resp.206 kg/m3• Resp.162 5. determinar o diâmetro d do balão esférico.-~~~'':!\\'I. 5. h = 47.167 5. para cima. das seções transversais do casco. x " .161 Um pequeno balão.1 23.16). de 5. A tabela abaixo apresenta os valores das áreas imersas.8 25. por aproximações suces· sivas. A massa específica do ar é 1. ::. 5. como é mostrado na figura.. A = 1. em relação à direção horizontal. tem massa de 0. Se o balão está inflado com 0. O material da roda tem massa específica de 7. na técnica naval.•• ----L--x a/2 a/2 Probl.166 Probl.8 15.21 Mg/m 3.5 12. ..3 kg de hélio e exerce uma força.• '~\~\1i~~~\~~-~-'-~'\'}.165 Um cabo de 300 m de comprimento está suspenso por duas extremidades.

51:.5. inclinada.2 m--+0. em águas do p610. Resp. 5. Calcular a força resultante R. projetada para observação da vida marinha sob o gelo. 5. na qual ele ocorre. para acesso à câmara. O cabo que sustenta a carga de 1 200 kg está enrolado no tambor E. Uma amostra da lama tem massa específica de 1. C=474kN.171 1 écdo c.172 Uma represa é formada pelas chapas planas A e B. Como resultado da condensação no tanque.9m ~ I m+0.5 m de altura por 1. está fechado pela chapa triangular A. 5. necessário para fechar a comporta contra as forças hidrostáticas da água e do óleo. com uma seção em V de 60°.173 Probl. R = 151.7 Mg fora d'água.1 m de largura. A comporta AB é uma chapa retangular com 1. . Determinar o momento fletor M que provoca a compressão máxima nas fibras superiores da viga.. Desprezar as dimensões dos flanges que fixam os suportes à viga em B e D e construir os diagramas de cisalhamento (força cortante) e de momentos para a viga carregada. Resp.6 Mg/m 3..6m~ 5.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 209 spen- situam de andf ão ~ cabo.0 kN. da articulação A. cilíndrica.85. As escoras C e D estão localizadas de 3 em 3 m ao longo do comprimento. uces- . Determinar a compressão em C e D. aberto na parte superior.168 9 l 0. consiste da câmara de observação. h = 2 m 5. Calcular o momento M. de 260 kg de massa e é usada para fechar o canal de descarga na parte inferior de um reservatório de óleo.6 Probl.D=88. Determinar o momento fletor M de maior intensidade e a distância x.= der dE = p= e L n::.24 Mg A viga AD está suportada e carregada como mostrado. O lastro está apoiado na prateleira situada na parte inferior da câmara. calcular a necessária massa m do lastro de chumbo. Resp. 1200 kg Probl. ·'1 .. Se a estrutura sem o lastro tem massa de 5.170 500N t l Probl..8 N'm e d= gad2.37 Mg/m3• Resp.169 . I f-<--1. aplicado em torno do eixo B da articulação.3kN A extremidade de um canal de água doce.:- oxi- A estrutura. e a altura h do ponto sobre a chapa A através do qual R atua . ligada à superfície pelo eixo cilíndrico.. m = 4. por sua vez. é travado ao seu suporte e não pode girar. exercida sobre a chapa A pela água. 5.. Ai1H ~ H 900N/m 8. acu' mula água doce na parte inferior do canal. M= 52.171 4~ 5. que. Para assegurar uma condição de estabilidade à estrutura.170 Desenhar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga carregada. cujos pesos são desprezíveis.' . Pode-se supor que todas as ligações sejam articuladas. A massa específica do chumbo é de 11. A densidade relativa do óleo é 0. é necessário que suas pernas se apóiem sobre o gelo com uma força mínima de 15 por cento da força total de flutuação da estrutura imersa.

x = 0. A carga vertical é a diferença entre o peso do cabo e o peso da água deslocada.lÁgua= t~ :':doce' 3 fi 5. que atua na viga. s = 3 070 m.210 I ESTÁTICA . Determinar o valor de x. Calcular também o torque M sobre o tambor. de 2 m de diâmetro.Enquarito se efetuam reparos em seu cabo. 5.1 l kx> i Probl.176 ~ A Probl. onde ele entra na água.175 5. 5.8ab 1T(1Ta-2b) . de modo a tornar mínimo o. para manter uma posição fixa no mar calmo.176 S 6 u o e ta c . as hélices do navio de assentar cabos exercem um empuxo para a frente de 300 kN. A profundidade do oceano neste local é h. para impedi-Io de girar.174 Probl.~B D A viga suporta uma carga uniformemente distribuída.172 ~ x.. A massa do cabo é de 22 kg/m e a área de sua seção transversal é de 4 600 mm'.momento fletor máximo M.) Resp. 5.1---=.173 SeçãoA·A 5. Determinar a distância r. no ponto P. 1800 em torno do eixo z. Resp. A massa específica da água salgada é 1. Determinar a profundidade h do oceano.174 A superfície da figura é gerada pela revolução do arco semicircular de raio b. 5.175 :'.. e encontrar a distância horizontal x deste ponto a um outro diretamente abaixo de P. M=600kN'rn (J 6 m s m d s t a a e s c p t q m 01 u o Probl. r= 1T(2a' + b') .207l Probl. de assentar o cabo. como se vê na figura. x = 2330 m. 5. Qual é o valor deM? Resp. do eixo z ao centróide da superfície.0214wP. e observa-se que o cabo faz um ângulo de = 600 com a horizontal. (Nota. M= 0. medida em metros.03 Mg/m3• Calcular o comprimento s do cabo do ponto P ao ponto onde o cabo toca o fundo do oceano. h=1770m.

assim como forças normais. 'tas vezes. forças de atrito geradas estarão sempre se opondo a essa tendência. com mais detalhes.. Em outras situações. Essa hipótese caracteriza a interação entre as superfícies sem atrito e foi ilustrada no Ex. O sentido da força sempre se opõe ao movimento .rilor flelor 7/ 6 ATRITO 6. ao contrário. estão em contato sob condição de deslizamento ou de tendência ao deslizamento. encontradas na Mecânica. Na próxima. que é dissipada em forma de calor. transmissões por rreias e nas cunhas. são conhecidas como forças de atrito e estão presentes em um grau qualquer entre todas as superfícies reais que se tocam. 3. Sempre que existir a tendência de uma superfície deslizar sobre outra. fossem normais às superfícies. Embora em muitos casos esta hipótese ideal acarrete um erro uito pequeno. embreagens. por exemplo. geradas entre mperfícies que se tocam. as forças de atrito acarretam a perda de energia. não somente durante o tempo em que só há a tendência ao deslizamento. Surge uma força de atrito tangente às superfícies de contato.1 INTRODUÇÃO as um er e e 00 onde ssa lar to ar ro diM tar ga eo . nas engrenagens. Em todos os casos reais. A máquina ou o processo em que se despreza o atrito é. As forças tangenciais. O atrito seco é encontrado quando as superfícies. denominado ideal. no escoamento de fluidos nas tubulações e na propulsão de aviões e mísseis através da atmosfera. Em alguns tipos de máquinas e processos é interessante tornar mínimo o efeito retardador das forças de mito. nos parafusos de acionamento. como.1. que as forças de ação e reação entre as superfícies de contato. nos mancais de qualquer tipo. Cada destes tipos é resumidamente definido nesta seção. atrito entre as peças em contato ocasionará desgaste durante o período de movimento relativo entre elas. em todas as máquinas. de dois sólidos. SEÇÃO A. serão considerados.2 - DO ATRITO TIPOS DE ATRITO Existem vários tipos distintos de resistências ocasionadas pelo atrito. tipos mais comuns. 2 da Fig. sem lubrificação. As forças de atrito estão presentes em toda a natureza e existem. (a) Atrito seco. Quando se considera o atrito. usa-se o termo real para caracterizar a máquina o processo. de modo considerável. há um grande número de problemas em que se deve considerar a capacidade das superfícies contato de suportarem forças tangenciais. como nos freios. Além de gerar calor e da perda associada de energia. seja qual for o grau de precisão com são fabricadas e o de lubrificação que possuem. onde ocorre deslizamento entre as peças. e o simples andar depende do atrito entre o sapato e o solo. ~o durante o tempo em que o deslizamento é realizado. m Supôs-se nos capítulos anteriores. Os veículos com rodas dependem do atrito tanto para as partidas quanto para as paradas. procura-se tirar vantagens do atrito. na maioria dos casos. O FENÓMENO .

causada pelo atrito interno. As leis do atrito seco ou de Coulomb foram grandemente estudadas a partir das experiências de Coulomb. em detalhes. não se considerará atrito interno daqui para frente. Para os materiais de baixo limite elástico e que sofrem apreciáveis deformações plásticas. O diagrama de corpo livre do bloco. 6. (b) Atrito fluido. que é uma medida de sua resistência à ação de cisalhamento entre as camadas do fluido. não haverá atrito do fluido. dos efeitos externos das forças. Este movimento causa as forças de atrito entre os elementos do fluido. Esta análise constitui a base para a maior parte deste capítulo. a análise fornece elementos suficientes para a solução da grande maioria dos problemas em que ele aparece. (c) Atrito interno. O estudante deve consultar uma obra especializada para obter a descrição detalhada do fenômeao. também. como também da viscosidade do mesmo. com o nome de atrito de Coulomb. de 1831 a 1834. a volta ao estado inicial sem deformação processa-se com pequena perda de energia.3 - ATRITO SECO O restante deste capítulo será dedicado a descrever os efeitos do atrito seco nas superfícies externas de corpos rígidos. As superfícies de contato possuem uma certa aspereza. como é mostrado na Fig. (a) Mecanismo do Atrito.1a. pode ser considerável. O atrito fluido é tratado no estudo da mecânica dos fluidos e não será desenvolvido neste livro. e dos trabalhos de Morin.212 I ESTÁTICA ou quando o movimento está iminente. o que será visto no item 6. Como este livro trata.6. durante o carregamento. a quantidade de atrito interno. em repouso sobre uma superfície horizontal. e estas forças dependem da velocidade relativa entre as camadas. que acompanha esta deformação. principalmente. Apesar de não ter uma teoria perfeita para o atrito seco. que varia continuamente de zero até um valor suficiente para mover o bloco e dar-lhe uma velocidade apreciável. 6.3. O atrito fluido depende não somente dos gradientes de velocidade no interior do fluido. Este tipo de atrito é conhecido. Consideremos um bloco sólido de massa m.mãx~=l1sN-: I I {'Fk=l1kN p (c) (d) Fig. para (a) Atrito estático FI (sem : Atrito dinâmico movimento)1 (movimento) ~~ I ~.1 . O mecanismo do atrito interno está associado com a ação da deformação por cisalhamento. O atrito fluido aparece quando as camadas adjacentes em um fluido (líquido ou gás) movem-se com velocidades diferentes. Para materiais altamente elásticos. Não havendo tal velocidade relativa. em 1781. com auxílio de uma experiência bastante simples. A experiência envolve a aplicação de uma força horizontal P. O mecanismo do atrito seco será agora explicado.. O atrito interno é encontrado em todos os materiais sólidos submetidos a uma carga cíclica. I F.

aparece na Fig. o coeficiente de atrito dinâmico diminui um pouco e. Esta consideração ajuda a explicar o fato bem conhecido que a forçaP. mas então cairá ainda um pouco mais com velocidades maiores. Durante esse tempo. a força de atrito cai. agora. um valor qualquer de P. nesses casos. ou de atrito dinâmico com seu coeficiente dinâmico correspondente. R2 . e a força total R.1) Estará subentendido no problema. cuidadosamente. e todas as forças que sobre ele agem devem satisfazer às equações de equilíbrio. o valor máximo. abruptamente. iguala-se aP. Denomina-se F. com seu coeficiente de atrito estático correspondente. Ao iniciar o deslizamento.ATRITO f 213 de de a o que ou do va. desde que o bloco não deslize. a força de atrito vai acompanhando.1b. e incluindo no limite. 6. sobre o qual ela atua. quando as irregularidades estão mais intimamente engrenadas. é geralmente menor do que a exigida para iniciá-Io. este valor máximo Famax. não dando nenhuma indicação de nenhum outro valor menor. Uma vista aumentada das irregularidades das superfícies em contato (Fig.. surge a condição de atrito dinâmico. na parte superior das saliências. R 1. . Aí ela se mantém praticamente constante. A relação experimental que resulta está indicada na Fig. O apoio é necessariamente intermitente e ocorre nas saliências em contato. A força de atrito dinâmico é sempre um pouco menor do que a força máxima de atrito estático.1 c) auxiliará a visualização da ação mecânica do atrito.a equação de atrito não pode ser empregada. ou à tendência ao movimento do corpo. é a resultante de N e F. conhecida como o coeficiente de atrito estático. e a força total de atrito F é a soma das componentes t das forçasR. e as componentes t das forças R serão menores do que quando as superfícies estão em repouso relativo. À medida que P cresce. Neste mesmo momento. que a experiência descrita tenha sido realizada e que a força de atrito F foi medida como uma função de P. Quando as superfícies estão em movimento relativo. A direção de cada uma das reações. por um período. mas também da extensão da deformação local. o valor limite ou máximo da força de atrito estático. Para um dado par de superfícies em contato. Os coeficientes de atrito dependem grandemente das condições exatas em que se encontram as superfícies e da velocidade de deslizamento. A região até o ponto de deslizamento. que pode ocorrer sobre uma minúscula crosta em cada um dos pontos de contato. para um valor um pouco menor. Conclui-se que J1k éum pouco menor do que J1s' Aumentando a velocidade do bloco. o efeito da lubrificação por um f1lme fluido pode tomar-se apreciável. 6. Quando P = O. sobre o bloco. Finalmente P atinge um valor que ocasiona o deslocamento do bloco e o faz mover-se no sentido da força aplicada. a força de atrito exercida pelo plano sobre o bloco. A força de atrito dinâmico Fk é proporcional à força normal. atingindo-se altas velocidades. Assim erA lor ara onde J1s é a constante de proporcionalidade. Deve-se notar. (6. aproximadamente. ou movimento iminente.1d. Existe também uma força normalN que. necessária para manter o movimento do bloco. se se trata de atrito estático. os contatos estão. e estão sujeitos a grandes incertezas. somente. A força normal totalN é simplesmente a soma das componentes n das forças R. R3 etc. é conhecida como a variação do atrito estático. Esta força pode ter qualquer valor de zero até. Deve-se destacar. que esta equação define. Assim. do to ol- ma om em ha mado ito de ên. Portanto. uma vez mais. Esta força de atrito estará sempre em sentido oposto ao movimento. neste caso. essa equação somente se aplica nos casos em que se sabe que o movimento é iminente. dependerá não somente da geometria do perm das irregularidades. ' do atrito estático é proporcional à força normal N. 6. o equilíbrio exige que não haja força de atrito. o bloco está em equilíbrio. que alguns problemas contêm uma força de atrito estático menor do que a correspondente à iminência do movimento e. Suponhamos. no limite. assim como da solda. exercida pela superfície de suporte sobre o bloco. e o valor da força de atrito é determinado pelas equações de equilfbrio. onde J1k é o coeficiente de atrito dinâmico. sem os índices de particularização F=pN. É costume escrever as duas equações que dão as forças de atrito. sempre igual e em sentido contrário.

R será a geratriz de um cone circuk:: reto com ângulo de abertura 21/>8' como se vê na Fig. aplica-se o ângulo de atrito dinâmico. Assim. é dada por tg a= F/lÇQuando a força de atrito atinge seu valor estático máximo. há razões para se acreditar que a atração molecular seja uma importante causa -:CS' atrito. sendo I/>k o ângult. Por exemplo. aparente ou projetada. esmagamento ou cisalhamento. A área de contato real é muito menor do que a projetada. . na Fig. Outros fatores que afetam o atrito seco são ~ temperatura atingida nos pontos de contato e "soldagem" desses pontos. Fig.214 I ESTAnCA Pode-se observar. em cada caso.. Relativamente. o ângulo a alcança um valor máximo 1/>8' Assin: tg 1/>8 t c i = N· J. poeiras ou outras substâncias. quando as superfícies estão em íntimo contato. óleos. A direção da resultante R. na Fig. do que no caso de superfícies mais bem acabadas. a área h contato também aumenta. O ângulo 1/>8 é chamado ângulo de atrito estático ou ângulo de repouso. e represent~ a superfície gerada pelas possíveis posições da reação R.18 Quando o deslizamento ocorre. visto que someI::: os picos das irregularidades das superfícies em contato suportam a carga. destes contornos que se tocam. de atrito dinámico. medida a partir da direção de N. de ângulo do vértice 21/>k' Este cone é o cone de atrito dinámico. Não tem sentido falar de coeficiente de atrito para uma superfície isoladz. 6. no movimento iminente. Se o movimento estiver iminente. para ser feita pelos dados do problema qu= se tiver em mãos. um coeficiente d:: atrito reflete o acabamento de um par de superfícies em contato e incorpora uma propriedade geométri.6. R estar! dentro do cone.10. deixando-se a interpretação de atrito dinâmico ou atrito estático. Analogamente I/>d correspondente à força de atri É comum escrever-se simplesmente tgl/> =Jl. pequenas caI"? normais resultam em altas tensões nesses pontos de contato. quando o material sofre escoamento. o ângulo a passa a ter um valor dinâmico. que para superfícies rugosas há maior possibilidade de ângulos grandl ~ entre as reações e a direção n. Se o movimento tive: início. 6. Este ângulo de atrito I/> defme claramente. Se o movimento não estiver iminente. Esse cone de ângulo do vértice 21/>8 é conhecido como o cone de atrito estático. nos po de contato. Quando a força normal aumenta. 6.2 Uma experiência adicional mostra que a força de atrito é essencialmente independente da área ê= contato. entre duas superfícies em contato. a posição limite da reação totL R. A apresentação de uma teoria ampla para o atrito seco vai além da explicação mecânica apr~tada aqui..1 b.2. e a reação deve situar-se sobre a superfície de um cone ligeira mente diferente. dureza superficial relativa superfícies em contato e a presença de películas de óxidos.

parcialmente lubrifica das. as condições do problema. {1:Fx=O] I1:Fy mgsen{]-F=O -mg cos {] +N= O Notas: <D a5 F=mgsen{] N= mg cos {] = O] Escolhemos os eixos de referência na direção da força F e perpendicular a ela para evitar decompor F e N. conclui-se que a força de atrito suposta poderá ser suportada pela superfície. Esta força de atrito pode. m to 2) ue lo al ar rá ta ver ra- Problema Resolvido 6. 6. de ca a. e o corpo permanecerá em repouso. determinar os coeficientes de atrito experimentalmente. as limiar do escorregamento e a força de atrito é igual ao atrito estático limite. 6. necessária para equilíbrio e. somente. 6. e aqui se aplica o coeficiente de atrito dinâmico. equações do equilíbrio também são válidas. pode-se reconhecer a existência de três tipos de problemas de atrito seco.s dará sempre. haverá movimento e o atrito se transformará em atrito dinâmico.1 Determinar o ângulo máximo {].1. Fs max. fornecido pela Eq. em conseqüência. pelas equações de equilíbrio. para manter o corpo em repouso. calculando-se com o coeficiente de atrito estático. supõe-se o corpo em equilíbrio e a força de atrito correspondente. Quando se desejar precisão no cálculo.1 com o coeficiente de atrito estático. para mperfícies em movimento. Se o valor calculado de F for maior do que o nlor limite. (1) No primeiro tipo. nas aperiências.sN. A força de atrito atua no Sentido contrário ao do escorregamento que ocorreria se não houvesse atrito. (3) O terceiro tipo de problema envolve o movimento relativo entre as superfícies em contato. = !J.ATRITO I 215 es. ser comparada com o atrito estático máximo que as superfícies podem suportar. O equilíbrio nas direções x e y obriga.1 com !J. 6. Apêndice C. não existe o movimento iminente e. =!J. CI. onde um corpo em equilíbrio está no ' = !J. N. procurando-se. ndendo das conclições exatas que prevalecerem na ocasião. existe a condição de movimento iminente. Alguns valores típicos dos coeficientes de atrito são os na Tab. na maioria -das vezes. de te gas: de cn de l Solução. procura-se saber se a força de atrito é suficiente. (2) No segundo tipo de problema. a Eq. conclui-se que as superfícies em contato não podem suportar esta força de atrito. necessária para manter este estado. Para este caso. pode ser calculada pelas equações de equilíbrio. Se F for menor do que o valor dado pela Eq. até um certo grau.s. podem ser usados como exemtípicos da intensidade dos efeitos causados pelo atrito. Em problemas deste tipo. O passo inicial na solução de problemas de atrito é identificar em que categoria ele se enquadra. será ferível. Para isso. a ça de atrito dinâmico. A discussão precedente se aplica a todas as superfícies secas em contato e. Estes valores são aproximados e estão sujeitos a consideráveis variações. que o plano inclinado ajustável pode fazer com a horizontal.1. diretamente. então. .s. O coeficiente de atrito estático entre o bloco e a superfície inclinada é !J. o mais exatamente possível. Pelo que foi apresentado. a força de atrito pode ter valores menores do que o fornecido pela Eq. portanto. (b) Tipos de Problemas de Atrito. Neste caso a força de atrito será determinada. Naturalmente. O diagrama de corpo livre do bloco mostra seu peso W = mg. Entretanto. ou não. antes do bloco de massa m começar a deslizar. reproduzir. a força normal N e a força de atrito F exercida pelo plano inclinado sobre o bloco.

81) . = arc tg J. Com o peso mg = 100 (9. admitir-se uma hipótese.4 kg. tem-se: 2 !J. Resolvido 6.1 que o bloco escorregaria no plano incli· nado se não houvesse a massa mo presa a ele. Assim.Fy = O] JJ.20 e o coeficiente de atrito dinâmico é 0.30 (922) = 277 N O P.277 .0 kg a 62. Problema Resolvido 6.l.para o movimento iminente. como está mostrado no diagrama de corpo livre do Caso 11.981 cos 20° = O N= 922N W= F= O] 0.s (%) Este problema mostra um modo muito simples para se determinar um coeficiente de atrito estático. O equilíbrio das forças nas direções x e y dá p Y. O valor máximo de e é conhecido como ângulo de repouso.81) = 981 N. ao se aplicar a forçaP. e o bloco permanecerá em repouso.17.4 kg.3 Determinar o valor e o sentido da força de atrito que atua sobre o bloco de 100 kg.30. de modo que o bloco de 100 kg. como é mostrado no diagrama de corpo livre do bloco. representado na figura. Como o ângulo máximo ocorre quando F = F x max.2 Determinar a faixa de valores que a massa mo pode ter.Fx= mo (9. Suponha-se que a força de atrito esteja dirigida para cima. mostrado.981 sen 20° = mo = 62.81) = 981 N \I ~x [~Fx [~Fy = O] P cos 20° + F .981 sen 20° = O = O] N -P sen 20° . Assim será necessário um valor de mo para manter o equilíbrio. N . É necessário. ' = J. O valor mínimo de mo é determinado. se. dá F/N = tg e. As forças estão aplicadas com o bloco inicialmente em repouso. P = 100 N. Resp. Problema Resolvido 6.981 sen 20° = mo O = 6. A força de atrito sobre o bloco atua.~ 216 / ESTÁTICA Dividindo a prim~ira equação pela segunda.l. nem a deslizar para a parte inferior. Solução. primeiro. Solução. não se pode dizer se o bloco fica em repouso ou desliza. Resp.0 kg. A força de atrito sobre o bloco atuará para cima do plano. portanto.981 cos 20° = O.sN. mo pode ter qualquer valor de 6.81) + 277 . como está representada pela seta em linha cheia. = tg emáx. O valor máximo de mo será dado pela condição de movimento iminente do bloco subindo o plano.30. as equações de equilíbrio são P. O coeficiente de atrito estático entre as superfícies em contato é 0. Pelos dados do problema.s Resp. O coeficiente de atrito estático é 0. Vemos dos resultados do Probl. quando o movimento é iminente para baixo do plano. 100(9. para baixo do plano. no Caso I da figura. não comece a se mover para a parte superior do plano.N] N . pois tg 20° > 0. portanto. O equilíbrio na direção x exige [~Fx Nota: <D = O] mo (9. para opor-se à tendência ao movimento. P = 500 N e segundo. ou emáx.

Determinar: (a) o maior valor de h que permite o bloco deslizar sem tombar. que dá N= 1093 N. Caso fI. F = 134 N para baixo do plano. de é P = 500 N.. O coeficiente de atrito dinâmico entre o bloco e a superfície é IJ. que move o bloco na superfície com uma velocidade constante.17 (956) = 163 N para cima do plano. (í) Note-se que mesmo não sendo mais 'EFx o equilíbrio persiste na direção y. A força de atrito estático.ATRITO 1217 m- Caso I. é [F =pN] Fmáx. J: Problema Resolvido 6. de modo que 'EF = O. acompanhando o movimento para baixo no plano. segue que a hipótese do equilíbrio foi correta. Como esta força é maior do que a exigida para o equilíbrio. para baixo do plano. porém. é então [F= pN] Fmáx.20 (l 093) = 219 N. Porém. está colocado sobre a superfície horizontal e sujeito a uma força horizontal P. A resposta é então. O sinal negativo significa que. (b) a localização doponto C. a resposta é [F = j. máxima possível. como representado pela seta tracejada.4 O bloco retangular homogêneo de massa m. máxima. Resp. Nota: o a - O que mostra que uma força "deatrito de 231 N não pode ser suportada. Não se pode. não pode haver equilíbrio e o valor correto da força de atrito é obtido usando-se o coeficiente dinâmico de atrito. a força de atrito que atua sobre ele estará no sentido oposto ao suposto e. r r-b--j P r h m . na face inferior do bloco. Portanto. P = 100 N. Portanto. Resp.lN] F = 0. a força de atrito estático.20 (956) = 191 N. até se verificar se as superfícies são capazes de suportar a força de atrito de 134 N. Portanto. a força normal N é 956 esteja ou não em equilíbrio o bloco. pelo qual passe a resultante das forças de atrito e a normal. Isto pode ser feito substituindo-se P = 500 N na segunda equação. A substituição nas duas equações de equilíbrio dá F=231N N=956N. se o bloco estiver em equilíbrio. portanto. A primeira das equações dá F= -134N. que as superfícies podem suportar. largura b e altura H. = 0. concluir o valor de F. = 0. se h = H/2.

Problema Resolvido 6. (b) Com h = H /2 vê-se do diagrama de corpo livre para o caso (b) que a resultante de F e N passa pelo ponto C que está a uma distância x à esquerda da linha de centro vertical que passa por G. (a) Com o bloco na iminência de tombar. da geometria da figura tem-se: <f> G ---j . ® Outra alternativa seria igualar os momentos em torno de G a zero. o bloco do meio.N. de modo que x = p. sob influência de P. O ângulo e é ainda e = = arc tg p.{ /h11G I mg ~ ([3/e~-º-~ N2 = p. Traça-se o diagrama de corpo livre de cada bloco . O diagrama de corpo livre do bloco mostra esta condição.--I P h F I. a força de atrito é o valor limite }JN. que estão na direção y. enquanto o bloco estiver deslizando. Assim. Assim. A resultante de F e N passa pelo ponto B. paralela ao plano inclinado é aplicada ao bloco do meio. o que daria F(H/2) . Como ocorre o deslizamento. Existem duas condições possíveis de movimento iminente: ou o bloco de 50 kg escorrega.218 I ESTÁTICA 1 Solução. e o ângulo e torna"se e = arc tg p. que estão na direção x. Daí. = b/2 h ' Resp. portanto. as soluções obtidas descreveriam as condições.. vê-se que toda a reação entre o plano e o bloco estará em A. a condição de equilíbrio dos momentos em torno de A não será satisfeita e o bloco tombará. O bloco superior é impedido de mover-se por um fio preso a um suporte fixo. I} Solução. Estão mostrados na figura os coeficientes de atrito estático para cada um dos três pares de superfícies adjacentes. H 1" ------L p . Assim: Notas: (i) Na ausência de atrito.H /2. da geometria do bloco: tg e B . com F = p. <D Lembre-se que as equações de equilíbrio se aplicam a um corpo movendo com velocidade constante (aceleração nula) tão bem como em um corpo em repouso. Notas: Se p. pois as três forças coplanares em equilíbrio são concorrentes.d C/ l'1-mg I 2 x H2 -/- = tg e = p. permanecendo parado o bloco de 40 kg. ou os blocos de 50 kg e 40 kg se movem juntos. a partir da posição de repouso. As forças normais. As forças de atrito são orientadas no sentido oposto ao movimento relativo que ocorreria se não houvesse atrito presente. Determine o máximo valor que P pode ter antes de ocorrer qualquer deslizamento. conforme está mostrado.Nx = O. ocorrendo escorregamento entre o bloco de 40 kg e o plano inclinado. Se h for maior que este valor. podem ser determinadas sem nenhuma referência às forças de atrito.. . por"onde também deve passar P. a direção oposta a este movimento. teria um movimento maior que o bloco de 40 kg e a força de atrito F2 terá. representasse o coeficiente de atrito estático. para as quais o bloco estaria (a) na iminência de tombar e (b) na imÚlência de deslizar.H/2 Resp.5 Os três blocos estão posicionados sobre um plano inclinado de 30° conforme mostrado e uma força P. tem-se x = p.

272 + 50(9.81) sen 30° = O. Para o bloco de 40 kg.1 N Verifica-se. P= 103.81) sen 30° .8 N Vemos.263 . o máximo valor possível de F3 é F3 = IJ.255 = 680 N N3 - (40 kg) N3 40(9.592 o / Probl. Se P = 500 N e o bloco começar a mover-se quando o ângulo a aumentar para 60°. que o escorregamento ocorre entre o bloco de 40 kg e o plano inclinado.5 P = O. 468 N não pode ser suportado e a hip6tese inicial estava errada. F. fmalrnente. a força de atrito F3 será dada por: (1:Fx se amo = O] 272 + 40(9. Portanto. então.76. Tem-se w= fJN] FI = 0.81) cos 30° =O =O = 255 N N2 - (50 kg) N2 50(9. é aplicada a ele. li validade da hipótese inicial. para movimento iminente.76.680 = O = 1 019 N Será arbitrariamente suposto que somente o bloco de 50 kg escorregue. Conclui-se. dá: (1:Fx = O] P . agora. entre o bloco e a superfície. Com o mor correto F3 = 459 N.81) cos 30° . calcular o coeficiente de atrito estático IJ.81) sen 30° . que = 272 N.30(255) = 76.81) cos 30° . o equilíbrio do bloco de 40 kg requer: (1:Fx N.1 P .81) sen 30° . P = O] + 50(9.30(9.45 (1 019) = 459 N. = x/' 0. cuja direção pode variar.F3 =O F3 = 468 N nia Porém. permanecendo no lugar o bloco de 40 kg. fJ = 0. com F2 = 272 N.459 = O F2 = 263 N o equillôrio (1:Fx do bloco de 50 kg dá.40(680) = 272 N o equilíbrio de forças para o bloco de 50 kg. ® = 93.N3 = 0. é menor que JJN2 OBLE~SPROPOSTOS bloco de 100 kg repousa sobre a superfície horizontal e uma força P. Resp.ATRITO I 219 P:Fy= O] (30 kg) NI NI . agora.5 . 6. = O] F2 + 40(9. Resp.5 N /' /' F.

6.7 6.8 6.entre as mandíbulas e o tubo. Resp. = 0.. 6. sob a ação da massa C= 25 kg..220 I ESTA T1CA 6. para cima d:: rampa em forma circular. no Probl. também. cabo sob tração. Probl.60 Determinar o valor máximo da distância d. F = 523 N As tenazes são usadas para se manipular tubos é= aço quentes.mín.11" 20° L F Probl.4 coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado é p. 6. em virtude da grande força é= atrito desenvolvida. em que ocorre o início do deslizamento do bloco.6 6. em termos -de 1. det5:minar o mínimo coeficiente de atrito entre o cab: e as peças que torne o dispositivo auto-retentc:: Calcular.3 6. a = 17.2 6. que aumenta gradativamente.70. para cima. que permita tenaz apertar o tubo sem deslizamento? Resp. sem deslizamento.3 A força horizontal P de 200 N é aplicada ao caixote de 100 kg para forçá-Io a deslizar para baixo no plano inclinado.30. de massa desprezível. calcular a força de atrito F que atua sobre o caixote. pode ser colocada e ainda suporte a prancha. IJ. rola sobre o cubo.7 A figura mostra um dispositivo que preride u::. que estão sendo tratados termicame:::te em um banho de óleo.2 Calcular a forçaP necessária para mover. Para uma abertura de 2[f das mandíbulas.5 Se. Se o coeficiente de atrito entre o caixote e o plano inclinado é 0. = 0. ligada a uma corda em torno do seu Determinar o ângulo e no qual a roda fica em Te- . Desprezar o raio da polia.6.9 A roda de 100 kg. Probl. Resp. 6. o 6. O coeficiente de atrito é 0. 6. P = 500 N e p.6 Probl. Para a posição mostrada. a reação total R no apoio 6cada peça. o bloco de 50 kg.8 t Probl.1. Determinar o valor de x de modo que a força P necessária para iniciar o movimento para cima do plano seja a menor possível. no plano inclinado de 300. qual é o coeficiente de atrito míC:mo IJ. na qual a extremidade inferior da escora.4 6. 6. 600 N r F ~ Probl. determinar o valor de a.30.

11 O bloco retangular. que está articulado em torno de um eixo horizontal que passa por O..14 Um bloco homogêneo.. 2400 mmj de en· 20° íni· a a I ' t Probl.12 25 kg 176 Probl. J-L. homogêneo. de Probl. e = 32. antes que o cilindro maciço inicie o deslizamento.2°. repousa sobre o plano inclinado.14 .75 Resp. O coeficiente de atrito é j.11 A roda de 900 mm de diâmetro tem massa de 30 kg. = 0. O coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado é Determinar.12 Probl. que pode ser aplicada ao bloco na direção mostrada.13 10 Determinar a força horizontal P necessária para causar o deslizamento. Qual é o coeficiente de atrito mínimo..10 Probl. J-L. Probl. o ângulo {3 entre a direção horizontal de P e a direção do movimento inicial do bloco. 6. dz de o.630 Se o coeficiente de atrito estático entre o bloco e o especificar as condições que determiplano for nam se o bloco tomba antes de deslizar ou se desliza antes de tombar. de massa m está em repouso sobre um plano inclinado de ângulo e. J-Lmín. O bloco superior é livre para mover verticalmente. 6.9 6. que permitirá esta posição ser alcançada sem deslizamento? Resp. de massa m. 6.5 N -m. J. Estão indicados os coeficientes de atrito para os três pares de superfícies em contato. 6. Supor que o atrito seja suficiente para evitar o deslizamento.Lmín. re- 6. e = arc tg (J-L/cos Q() um de erabo or. a partir da horizontal. Especificar o coeficiente de atrito mínimo que deve existir entre a roda e o degrau para evitar o deslizamento da roda.ATRITO I 221 pouso. o bloco com o corte em V. 6.= 0. quando o ângulo e for aumentando gradualmente. Determinar a força P máxima. Determinar o máximo ângulo e que pode ser inclinado. também.13 . M= 79. 6. 6. Resp. Determinar o conjugado M necessário para girar a roda sobre o degrau de 90 mm sobre plano horizontal. antes que se inicie o deslizamento.

6. superfície vertical for 0.17 Probl. quan-'se iniciar o deslizamento. rolará para a querda.L Probl. em função da massa m do anel. determinar o coeficiente de atrito em A.: valor de 600. representada na figura. com centro de massa em G está suportado sobre superfícies horizontais por um apoio em A e um rolete em B.20 Resp.J 1 + J.6. de espessura desprezível.19 6. Se é necessária uma força P de 400 N para iniciar o movimento do caixote. quando a for grande. tem massa m e raio médio r e está pendurado no suporte A. 6 6.L . calcular a força P necessária para mover o painel. aplicada na periferia do anel.20 .16 O centro de massa do pam:el vertical de 800 kg está em G.6. S= o coeficiente de atrito for e a massa da roda calcular o valor de P para o qual a roda des]i7~ para o valor crítico de a.L. determinar o ângulo :: para o qual a roda não rolará. 6. M= 303 N 'm. Se o coeficiente de atrito entre o anel e o suporte é J.para lado nenhum.6. Examinando = diagrama de corpo livre. J. Se o mancal da roda em A grimpar. P = mg . calcular o torque M I:Ecessário para girar o cilindro.18 O anel do Probl. Determinar.34 J.L A roda.15 Probl. determinar o coeficiente de atrito _ entre o anel e o suporte. quando M aplicado. = valor de P.18 6. Se o deslizamen:: sobre o suporte em A ocorrer quando {3tiver .L' -J. impedindo-a de girar.15 O caixote de 200 kg. também. Resp.16 Probl. que gira com atrito despr=vel.L 6. durante um aumento gradativo C::: valor de P.!. também. 6 Probl.-17 Um anel de metal. R = 1 683~- r Probl.222 I ESTATlCA 6. J. 6. necessária para fazê-Io deslizar sobre o suporte. Encontrar também :E reação R sobre o mancal do rolo. quando o ângulo a da corda for pequeno. Se o coeficiente de atrito entre o cilindro e . o ângulo {3 no qual ocorre o deslizamento. Expressar. Resp. 6.30.19 O cilindro homogêneo com 200 kg de massa = suportado pelo rolo.L 6.17 está sujeito a uma força ho~ zontal P. conforme mostrado. {3 = arc tg J. O coeficiente de atrito entre a roda e o trilho é 0. = para a direita. = 0. determinar a força verticalP. 6. O painel está montado em rodas que facilitam o movimento horizontal ao longo do trilho fixo.

quando o grampo estiver sob a carga. Para evitar o deslizamento da mandlôuIa sobre a guia.45.25 6. Probl.26 m. Resp. é Jl.ATRITO / 223 Calcular a força T necessária para girar o carretel do cabo telefônico de 200 kg. com o cubo repousando sobre trilhos inclinados. está encostada em um suporte fixo em A.21 6. para aumentar a capacidade do grampo. de 50 kg. . Se o suporte emA for removido. Resp. T= 727 N Calcular o torque M exigido para girar a roda homogênea de massa m.sai horizontalmente para se prender no gancho B.6. (a) calcular a força de atrito que atua sobre a roda. quando ele for puxado horizontalmente para fora da bobina. 6. Demonstrar se a bobina de papel rola sem deslizamento ou se ela desliza. para cima no plano inclinado de 30°. respectivamente.24 6. 6. calcular a força de tração P necessária entre os pneus da empilhadeira e a superfície horizontal.22 Uma bobina de papel está para ser rolada lentamente.D plano inclinado forem ambos 0. (b) O que ocorreria se estes coeficientes de atrito fossem 0. de 1 200 kg.1 kN r' b L Probl.6.40. P = 22. aplicada ao papel.24 erdo o o JJ m. ndo Probl. Uma corda.23 Probl. 0. em sua posição contra a parede vertical. é 0. Resp. . ajustada com folga . que repousa sobre o cubo e está encostado em uma parede vertical.60. sa é ezíea nem a for A roda uniforme. e o cr Se A mandlôula esquerda do grampo tipo C pode deslizar ao longo da guia. e para o coeficiente de atrito Jl entre a guia e a mandíbula. Os coeficientes de atrito estático e dinâmico entre o cubo e o trilho são. horinto 6. 6. para cada par de superfícies em contato. O coeficiente de atrito. Encontrar e·ste valor correspondente às dimensões dadas a e b.22 3 e. o .. O coeficiente de atrito entre a bobina e o plano inclinado é 0.25 6. Se os coeficientes de atrito entre o rolo e o painel vertical da empilhadeira e entre o rolo e. O coeficiente de atrito.50 e 0. enrolada na sua periferia. x = a- bJl 2Jl ará A empilhadeira está sendo usada para mover o rolo maciço de papel.20. a dimensão x deve exceder um certo valor mínimo.25? 3 K Probl. para cada par de superfícies em contato.30 e 0. subindo o plario inclinado. por meio de uma tração T.26 .

l. sobre os apoios? A prancha c=::massa de 100 kg e o coeficiente de atrito entre ~ e cada suporte é 0. Determinar a força P necessária para mover a prancha homogênea de 50 kg.224 I ESTÁTICA 6. na empilhadeira do Probl.lmín. determinar o ângulo e que a roda pode ser girada em torno do eixo horizontal que passa por O.Se a resposta for sim. de 6 comprimento.gD:: por uma guia vertical lisa. da posição de repouso mostrada.29 Probl. 6.26.28 Que força P devem os dois homens exercer na da para deslizar a prancha uniforme. 6. Encontrar a expressão para o coeficiente de atr:::= j. P = 19. Resp.50. Se o coeficiente de atrito entre a barra e os pinos for j.28 6. :xderá ele manter em equilíbrio a prancha unifo de 7 m. antes que a barra comece a deslizar.:. 0.30 Supondo que o operário tem força suficiente. Desprezar o diâmetro da barra diante das outras dimensões.80. P= o_ 6. calcular a força de atrito existe no estado de equilíbrio. = =- 6 B Probl. 6. que estão fixados na roda.29 A barra homogênea. 6. com centro de gravidade em G é suportada pelos pinos Ae B. 6 =- =- Probl.:). em ambos os locais de contato. homogênea. se o rolo de papel estiver na irninência de rolar para baixo no plano inclinado. quando cionada contra a parede vertical.33 Probl.30 6. 6. Resp·j. tem o seu movimento rest:rirr.31 6.. de massa m e co~ mento I está à beira do deslizamento. se o coeficiente de atrito. exercendo força h=zontalno cabo? O coeficiente de atrito está6 entre a prancha de 60 kg e o topo do prédio é 0.27 Calcular a força horizontal entre os pneus e a superfície horizontal.50.31 Um pequeno rolete na extremidade B da barra forme de 60 kg.32 A barra esbelta. Probl.62 N 6. for 0. 6 .32 6. 6. Determinar a força horizontal P ne~ para iniciar o deslizamento em A.::. Resp.l. que é o mesmo para ambos os pares de supeC'cies em contato. como é mostra:S. O coeficiente de entre a extremidade A e a superfície horizon:i:. na posição mostrada.

70°.-L. aplicada na extremidade da barra e necessária para movê-Ia. Em conseqüência.35 e .38 6. e = 16. qual é o correspondente ângulo 0/ em relação ao plano inclinado.776 J. O coeficiente de atrito em A e B éO.-L k.2931 J. (Sugestão. a = 0. 0/ = 25.-L.-x--1 B k-100mm-J Probl. calcular o coeficiente de atrito efetivo entre as duas peças. sem causar a queda da pequena escada articulada.. = 0. bem aproximadamente.34 Pl = 1600 kPa a per::': - t~ lJJ1fII:1 I PO = 800 kPa =-- - A concha semicilÍndrica. de massa m e comprimento 1 repousa sobre uma superfície horizontal com a massa uniformemente distribuída ao longo do comprimento. Qual o valor de permitirá 8 = 90°? J. 6. porém mantiver a direção horizontal. devido ao rolamento do cilindro.3 kN • m para girar a luva A. 6. está montada na peça B com ajustagem forçada. dentro da peça B. Resp. antes do cilindro deslizar.• fi a 1: stt é :: • r - Se o coeficiente de atrito entre o cilindro semicircular maciço e o plano inclinado for 0. 6. Encontre a resposta aproximada com uma solução gráfica da equação que governa e. Resp. Resp.-L J. e: = 40.38 Se o operário do Probl. 4 ngid: atrir:: tal ssárn. determinar o máximo ângulo e que o plano inclinado pode fazer com a horizontal. A distribuição da pressão segue.-L {!ArtiCUlição. a equação p = Po + kx2. a força de atrito que atua na barra também está distribuída uniformemente sobre os comprimentos das partes da barra situadas dos dois lados de O. . 6.) Resp.50 e cada urna das seções homogêneas da escada articulada tem massa de 10 kg. h = 2. 6. Para esta condição.30. P = 0. Se o coeficiente de atrito for calcular o ângulo e. no qual a concha desliza sobre a superfície horizontal. J.36 Probl.37 Encontrar a altura h do degrau mais alto que o homem de 80 kg pode alcançar.33 6. mostrada em corte. Se o coeficiente de atrito entre a barra e escrever as expressões a superfície de suporte for para a força P. de massa m e raio r é girada em um ângulo e pela força horizontal P aplicada em seu aro. := Probl..6° A luva A.ATRITO / 225 corm à= te!:: e 96 Y ~3 w:::. A força normal sob a barra está distribuída sobre o seu comprimento. quando a forçaP for gradualmente aumentada. Se for necessário um torque de 1. sendo que nas extremidades tem os valores indicados na figura.37 m 6.39 Probl. qual o ângulo e que a prancha fará com a vertical quando começar a deslizar? (Sugestão.-Lmg. que gera uma pressão ou tensão de compressão p entre as peças. 6. I II:ÇI: Probl. e a distância a ao eixo O.33 relaxar a força aplicada no cabo.) Resp.414 J. em torno do qual se observa o giro.9° Uma barra homogênea.

:_ b Probl.41 Determinar a força mínima P. J. 6. P= J. 6. no sentido horário no plano hori por meio de travamento por atrito dos dois pequenos.4 .i.39 6. o Resp. a força resultante em cada uma das faces fica inclinada em relação à no â face.41 Uma viga I.40 6.i. I c W c SEÇÃO B. 6. J. quando o deslizamento começar.2 J.i.i. É usada para fazer pequenos ajustes nas posições outras peças ou para exercer grandes forças. Especificar o coeficiente de atrito mínimo que permitirá ocorrer o tombamento. como mostrado.i. cujo sentido é sempre oposto ao movimento da cunha. Res. Depende do atrito para executar seu trabalho.mga 2 (a + b) . APLICAÇÕES DO ATRITO NAS MÁQUINAS 6. vertical é mg. Para valores dados de R e r e p= coeficiente de atrito comum em todas as ~ cies de contato.2)R <d < (R _.226 / ESTA TICA Probl.mgb r p o Probl. necessária para virar o caixote uniforme de 200 kg em torno da sua aresta frontal. O coeficiente de atrito para cada par de superfícies é /l = tg </>. determinar a faixa de valo= ó= =para o qual o dispositivo irá operar como f~ ~ crito.. Calcular a carga aplicada P que é exatamente suficiente para causar o deslizamento da viga.42 a dispositivo mostrado impede a rotação da central. é suportada pelos dois trilhos hprizontais fixos. 6.i. Oi diagramas de corpo livre são mostrados na Fig. Quando o desliz: mento de uma cunha é iminente. de um ângulo igual ao ângulo de atrito. Resp. necessária para iniciz: o movimento da cunha é calculada dos triângulos de equilíbrio das forças sobre a carga e sobre a cunha. A Fig. A forçaP.mín. .CUNHAS A cunha é uma das mais simples e úteis peças. 6. 6. Determinar a força de atrito correspondente em A.40 Probl.= 1/3 6.3a mostra uma cunha usada Rara posicionar ou levantar uma grande massa m.42 D p 2 (a + b)' • F = A J. de massa m. A componente da resultante ao longo do plano da face é :E força de atrito.3b. onde a carg. 2r + (1 - 10+ J. e o seu correspondente ângulo a. = 694 N. Pmín. onde as reações estão inclinadas no ângulo de ~ </> d c e 6 d m a . O coeficiente de atrito entre a viga e os trilhos é IJ.

As soluções destas equações aparecem na parte c da figura. sobre uma rgF ia: 0uas . dizendo-se. Para se retirar uma cunha deste tipo.3 respectivas normais e no sentido oposto ao movimento. des- ITL ~.4' Fig. o atrito senvolvido nos metes determina grandemente a ação do parafuso.rng R2 \ e/>-a ~ (c) a ~ làRl p R2 F orças para elevar a carga F orças para baixar a carga Fig.: 6. Os problemas de cunhas conduzem a soluções gráficas. Para a transmissão de potência ou movi • ento. Em cada caso.6. DOdiagrama superior. ma! é . usando-se o valor conhecido de mg. exercida pelo mete da estrutura do macaco. a rosca quadrada é mais eficiente do que a triangular. de za.I1do-se o valor de Rz já conhecido. A análise a seguir limita-se à rosca quadrada.5) sob a ação da carga axial W e de um momento M aplicado em torno do eixo do parafuso.4. primeiro. para se oporem ao novo movimento Einente. que ela é auto-retentora. etes um erfíe d. 6. contanto que Q seja menor do que </>. e a solução continuaria seguindo caminhos análogos àqueles definidos para o caso de elevação da carga.5 . então. A força R. 6. deve-se aplicar uma forçaP. Os diagramas de corpo livre e os polígonos vetoriais para esta condição estão mostrados na Fig. como está indicado nas duas figuras. Se P for removida. Desse caso. a cunha permanecerá no lugar.PARAFUSOS Os parafusos são usados para unir peças e transmitir potência ou movimento. as reações RI e Rz atuariam nos lados opostos de suas normais.ATRITO I 227 p (a) ~mg oda tal. le/>I R. A força P é. 6. A precisão uma solução gráfica é facilmente mantida dentro das tolerâncias compatíveis com as incertezas dos coeficientes de atrito. Estes diagramas permitem escrever as equações de equilíbrio e onde W = mg. onde Rz é encontrado. O peso da cunha é desprezível. Considere o macaco de rosca quadrada (Fig. As soluções algébricas podem também ser obtidas pela trigonometria dos polígonos de equi!lôrio. lISlI. Neste caso. achada no triângulo inferior.

como mostrado na Fig.6a. ~Il 21l"r (a) Elevar a carga W -a} . e na iminência de desaparafusar se a = rp. a Eq.\ (c) Baixar a carga (a > </» Fig. (6. A força equivalente necessária para empurrar o filete mó cima do plano inclinado é P = M/r e o triângulo dos vetores das forças dá. podemos colocá-Io em evidência. de modo que tg rp = jJ. - O equilíbrio das forças na direção axial.228 I ESTA T1CA pequena parte representativa do mete do parafuso. Se M for exatamente suficiente para girar o parafuso. exige W Dividindo M por W dá M = ~R cos (a + rp) = [cos (a + rp)] ~R. o mete do parafuso des~ em torno e para cima sobre o mete fixo da estrutura.. Visto " r sen (a + rp) aparece em todos os termos. A equação de equilíbrio :"'. o ângulo de atrito.3). Determina-se o ângulo de hélice a retificando o mete do parafuso. . O ângulo rp formado por R com a normal ao mete re::l.' Rr sen (a + rp) e o momento total devido a todas as reações sobre os metes é ~ Rr sen (a + rp). para uma ( \. obtendo. além disso. imediatamente. ~ P=!'f-~\ ---' l----:/\ li 2rrr aa ~. O momento de R em torno do eixo vertical do parafuso .6. é mostrada no diagrama de corpo livre do parafus:: Reações semelhantes existem em todos os segmentos do mete do parafuso.·tga= I \q.6 Pode-se usar o mete retificado do parafuso como um modelo alternativo para simular a ação do _ fuso completo. = Wr tg (a + rp).If!.W \ a = tg-1 (L/2rrr).6. a força de atrito muda de direção de modo que rp é medido oposto da normal ao mete.S Fig. O parafuso permanecerá no lugar e será auto-blocado desde que a < rp. 6.-a f~~ (b) Baixar a carga (C< < </» \ Rlq. onde ocorre o contato com filete da estrutura-base.momento para o parafuso vem a ser c a o M = [r sen (a + rp)] ~R. Se o momento M for removido.

cuja inclinação da horizontal.3a) Se a> rJ>. Esta condição está ilustrada na Fig. ao mete. deve fechar o poIígono para se obter o equilíbrio. desaparafusando o parafuso. 6. o ponto B do poIígono inferior. O ângulo de atrito para o atrito estático limite é dado por == are tg IJ. adiciona-se R3.6b para o mete simulado sobre o plano inclinado fIxo. obtém-se o momento necessário para baixar o parafuso do triângulo dos vetores. A seguir. também.6c. sendo portanto. vê-se da Fig. deve-se inverter o sentido de M.3b) 6. 16.0°. traça-se R2. O diagrama vetorial que expressa o equilíbrio do bloco é traçado a partir de um ponto conveniente A.6 A posição horizontal de um bloco retangular de concreto de 200 kg é ajustada pela cunha de 5° sob a ação da força P. determinar a mínima força P necessária para mover o bloco. Vê-se que deve ser aplicada uma força equivalente. Os diagramas de corpo livre da cunha e do bloco estão desenhados com as reações RI' R2 e R3 inclinadas em relação às suas normais de ângulos iguais aos ângulos de atrito para movimento iminente. o peso W do bloco. Para o diagrama vetoria! da cunha. o parafuso desaparafusará sozinho e.. e acrescenta-se RI' que tem direção conhecida. se a < rJ>. p araparr l~ stz:l Solução.3) olta. para puxá-Io para baixo no plano inclinado. </> Notas: CD Certifique-se que as reações são inclinadas das suas normais no sentido que se opõe ao movimento. Assim. Se o coeficiente de atrito estático para ambos os pares de superfícies da cunha for 0. também é conhecida. colocando-se o único vetor conhecido. As direções de RI e de P se interceptam em C. encontrando-se as suas intensidades. que é M = Wr tg (rJ> - a) (6. O vetor R2. é determinado pela interseção das direções conhecidas de R. Os dois ângulos de atrito estão calculados e mostrados no diagrama.7°.ATRITO 1229 so. Portanto. Observe. agora conhecido. é agora conhecida. cuja inclinação da vertical. a solução para a intensidade de P. as reações iguais e opostas R2• . 31. n. P = M/r. m o ará será o é que do A fIm de abaixar a carga.60.30 e entre o bloco e a superfície horizontal for 0. que o momento necessário para (6. Problema Resolvido 6.pedir o desaparafusamento será M Wrtg(a-rJ» 6. e R2.

Desenhando-se os vetores em uma escala adequada. para o bloco.20 = 11.00 = 47. Q) Deve estar claro que foram evitadas equa- ções simultâneas pela eliminação da referência à R" para o bloco. e. (kMC= O] 5kN 5(400) .70 R2=3747N. inicialmente. A precisão de uma solução gráfica está bem dentro das incertezas dos coeficientes de atrito e provê um resultado simples e direto.P cos 21. as intensidades de P e de R são obtidas diretamente dos diagramas.60 . Uma força de 300 N aplicada ao punho em A produz uma força de aperto de 5 kN entre as mandíbulas do torno. Para fmalidade de cálculo. (a) Determine o momento de atrito MB desenvolvido em B devido à compressão do parafuso contra o corpo da mandíbula.250T= O Ct T= 8 kN. para o bloco [kFa= O) 500(9. Assim. a escolha mais simples para eixos de referência é. necessária para afrouxar o torno. + 50) = 51. Problema Resolvido 6.70 + 31. (b) Determinar a força Q. na direção a-a normai à R. a tração T no parafuso.=arc tg 0. na direção b-b normai à R" O ângulo entre R2 e a direção a é 16. obtémse. rp T O ângulo de hélice dados por Ct e o ângulo de atrito para o fIlete são c Notas: 3640 CD L 5 = arc tg -2rrr = arc tg ---= 2rr(12.7 O parafuso de rosca simples de um torno de bancada tem 25 mm de diâmetro e avanço (deslocamento em uma rotação) de 5 mm.60.(2rp. aplicada normalmente ao punho em A. seguindo a seqüência descrita. 3 747 cos 51.230 / ESTA TICA 2 Solução algébrica. (deslocamento circunferência metro 2r. Do diagrama de corpo livre da mandíbula. e à R" para a cunha.00 -R2 cos 47. calcular o ângulo de hélice Sua tangente é o avanço L por rotação) dividido pela média 2rrr e não pelo diâ- . para a cunha. o ângulo entre R2 e a direção b é 900 . Solução.20.81) sen 31. =O Para a cunha.310 onde o raio médio do mete é r = 12.70 =O Resp. + 50 = 21. e o ângulo entre P e a direção b é rp.70. O coeficiente de atrito estático nos filetes é 0.70.5 mm. Atenção para corretamente. P= 2505 N Solução gráfica.5)' rp= arc tg IJ. Assim. através de simples leituras.

8N'm Note que R vai para o lado oposto da normal quando o movimento iminente inverte o sentido. colocadas sob cada um dos quatro flanges da base do motor.200) = = 60 N om. O momento de atrito M B devido às forças de atrito que atuam na escora em B tem o sentido anti-horário para se opor ao movimento iminente.6.43 Probl. O diagrama de corpo livre do parafuso na iminência de se afrouxar é mostrado com a força R atuando no sentido oposto ao movimento iminente e fazendo um ângulo com a normal igual ao ângulo de atrito if>.L.3). supondo que ele suporte um quarto da .2 = 234 N Resp.3a) com o momento líquido igual ao momento aplicado M' menos MB. Se o coeficiente de atrito entre a cunha e o material a ser rachado for J.0:. contanto que seu ângulo o: seja menor do que um valor crítico. e emprega-se a Eq. (b) MB M Para afrouxar ® M' - = Tr tg (if>. (6. (6.0:) 33.0125) MB tg (3. 6. necessária para elevar o flange da base. qual é o valor crítico de o:? 6.0125) M M'=46. MB = 33. a ~~~~~ 'LT • 4J = 33.44 O alinhamento preciso de um motor diesel pesado em sua fundação é obtido por meio de cunhas ajustadas por parafusos. está também mostrado atuando no sentido horário.64° + 11.3 N om. com T substituído por W. no sentido horário quando visto da frente do tomo. Calcular a força horizontal P no parafuso de ajustagem.3 N °m aea (b) Para afrouxar. O ângulo entre R e o eixo do parafuso é agora igual a if> .44 . tg (11.200) = 60 N .31 ° . O momento aplicado em tomo do eixo do parafuso é 300(0. fi (a) Para apertar = Tr tg (o: - if» 60 -MB = 8000(0.ATRITO! 231 (a) Para apertar.64°) Portanto. O parafuso isolado é simulado pelo diagrama de corpo livre mostrado. onde todas as forças que atuam nos filetes do parafuso estão representadas por uma única força R inclinada da normal ao fIlete de um ângulo de atrito'if>. opondo-se ao movimento.3 = 8000(0. a força a ser aplicada ao punho e necessária para soltar o tomo é Q = M'/d = 46.3. Assim.massa total do motor de ce L e!é.31°) Resp . O momento de atrito. iâ- Probl. o momento líquido que atua sobre o parafuso é M .f~::J~ l ~~~t~ MB 300(0.8/0. Da Eq. BLEMAS PROPOSTOS Uma cunha será auto-retentora.

51 kN Urna cunha de aço de 5° é forçada sob a extremidade da máquina de 2.45 Um macac. Determinar a intensidade das forças P necessárias para elevar a coluna. ~ e = 30°. Resp. for 0. dos parafusos tem um diâmetro médio de 36 mm e uma rosca de uma entrada.51 O dispositivo mostrado é usado corno maca P P ProbJ. se o coeficiente de atrito para todas as superfícies for 0. 6. ProbJ.2 Mg é elevada para a posição de trabaI: por dois parafusos de acionamento. Durante ::: movimento. Sabendo que o coeficiente de atrito metes é 0.25. calcular o coeficiente de atrito efetivo na rosca. Se for necessário um torque de 380 N • m para afrouxar o tensor. O coeficiente de atrito para ambas as faces da cunha é 0.4 kN.49 O cabeçote móvel de uma máquina de teste unm::sal de 2.49 ~- M ProbJ. = 0. Resp.51 .50 6. girando-se o corpo com ambos os parafusos impedidos de girar. com um avanço por rotação de 8 mm. rosca j 78 mm de diâmetro. calcular as forças horizontais P' necessárias para retirar as cunhas.= não estão ligadas com o cabeçote.J. 0. 6.47 for abaixada. qual será o maior avanço L do parafuso.25. Resp. sob a ação da carga? Para esta condição. (a) M = 129. determinar: (a) o torque M que deve aplicado ao parafuso para elevar uma aq::.46 O temor suporta uma tração T de 60 kN.5 kN.20. Se o coeficiente de atrito for 0. Resp..46 6. urna entrada e passo é~ 13 mm.50 ~ 6. para o qual a rosca não retrocederá por si só. são usadas para ajustar a posição da coluna submetida a urna carga vertical de 5 kN. com um diâmetro médio de 21 mm e um aV<::"ço de 8 nup. x = 770 mm parafuso tem duas roscas quadradas de duas e= das. Se o coeficiente de atrito.----------------------------------------------232 / ESTA TICA ---- ---- 4. Resp.47 As duas cunhas de 5°. determinar a posição x do centro de massa G da máquina.250 /ol J. A parte A do parafuso tem rOl direita.6.1 Mg com urna força P = 5. 6. 6. 5kN ProbJ. que torque M.48 Se a coluna carregada do ProbJ. = T~ T Probl. A coeficiente de atrito na ro~ :. 6. P = 7.47 6.33 kN 6. mostradas.30. P' = 3. aplicado ao parafuso seria necessário para elevar a carga? 6.8 Mg. e (b) o torque M' necessário pz:1 abaixar a carga. P = 6. A máquina está impedida de deslizar horizontalmente por urna saliência rígida emA. e a parte B tem rosca à esquerda.40. as colunas internas de carregamer-.3 N· (b) M= 81.25. com raio médio de 25 mm suporta uma carga de 5 kN. 6. sendo uma à direita e a outra à esquerda.8N·c. calcular o momento de torçãoM _ deve ser aplicado a cada parafuso: (a) para eleVE:: cabeçote e (b) para abaixar o cabeçote. Cada um 2050mm -. entre a cunha e a máquina e entre a cunha e o piso horizontal.o de parafuso de rosca quadrada.

co.nsiste da haste co. retentar co.30. 6. filete do.53 para remaver a cunha e baixar a carga de 100 kg.8 N Em um blo. representativa da filete. M' que deve ser aplicada ao. desprezível à rada. }J. parafuso. entre ela e a sua guia passa ser desprezada. O parafusa de uma entrada tem filete quadrado.s previamente.m panta esférica. de 30 mm e avança 10 mm em cada vo. 6. Resp.siçãa vertical da blo. substituições para as ângulas 'Ye {3.co de 100 kg é ajustada pela cunha atuada par parafuso. Pro. Cameça-se a análise cam um samatória de farças axiais e de mamentas. em A é 0. realmente se mava.ca fixa..mpressãa de 100 N e a haste aferece um apaio.30.m um diâmetro. Resp. que para remaver a pino.mpleta. Sabendo. está mastrada cam suas pro. Além disso. e a superfície do. 6. Supo. na superfície da pino.nicidade.ATRITO I 233 6.das as superfícies do.jeções impartantes.53 A po.122 6. sabre a parafusa. blaco. um pino.53 6.57 Probl.eficiente de atrito. entre a pino. do. cônica. do. que cantém a eixo. P = 198. entre a haste e a ranhura. mamenta M.) Resp. e da ângulo. punho. O vetar R I é a prajeçãa de R na plana da figura.58 6. O co. 6. }J. cônico.rça. a mo. Calcular a mamento.rça P = 400 N.55 Substituir a rasca quadrada da parafusa da macaco. para o. é 0.eficiente de atrito.la 6.25 e para to. entre a barra e a superfície ho. O mecanismo. calcular a co.rizo. mantém-se canstante até que a pino.la co. 6. Resp. mantendo. mamento. di de o. (Sugestão..la exerce uma fo. O ângulo. arifícia...02N'm Calcular a fo. que a atrito.m a fo. de testes realizado. P = 60 N para mo. médio. blo.da de 20 kg.54 Calcular o.) narmal.bl.25 e entre as superfícies da cunha é 0.ver a barra. 6.rça de 40 N sabre a haste para mantê-Ia na pasiçãa indicada e é necessária empregar uma fo.eficiente de atrito. Desprezar a atrito. de e. na uniãó-rótulaA. da Fig.ver a ro.368 S tem uma co. calcular a caeficiente de atrito. em função. que o. canstantes to.57 Pro. P Pro.56 Refazer a Prpbl. que atua sabre uma pequena seção. de atrito. co. necessária para elevar a carga W. na figura. = arc tg}J.rça de campressão. é forçada em um o.rifício.rça P necessária para mo.ltaco.. -c:::aI = e: ?- a= I I :p' ProbL. par uma fo. A farça R.5 par uma rasca triangular.52 6.. da hélice para C< <p . M'= 3.sição. O coeficiente de atrito. punho. que mantém a barra harizantal em po. e determinar o. = 0.co e da cunha é 0. do. parafusa para elevar o.encaixanda-se nas ranhuras existentes.52 ro. e incluindo. cam a mesma co. A pressão.55 6. cama se vê na figura.6.mprimida.ntal é 0. É sabido. Se a mo. ue o.bl. é necessária uma farça P' = 300 N.r que a haste está bem lubrificada e adequadamente mantada de m·ado. atuada par uma mo. parafuso. cama indicado.40.55 co.bl. (tensão. da parafusa. na mala igual a 200 N. = 0. M que deve ser aplicada ao.das as autras candições .

Fig. vem M = o p = Rr I = Rr sen cp. Para manter o equilíbrio na direçi"vertical. (6. uma boa aproximação para o torque é M = pRr. como ângulo de excentricin. Para os mancais secos e para muitos mancais parcialmente lubrificados.. o ângulo cp é pequeno. R deve ser igual a L. também. Um mancal radial seco ~_ parcialmente lubrificado com contato. A força R será tangente a u= pequeno círculo de raio rI chamado círculo de atrito. porém estas duas forças não serão colineares. um pequeno erro. Quando o eixo começa a girar no sentiémostrado. Visto que p = tg cp. ao contrário dos mancais conhecidos com: axiais ou de escora.onde a folga entre o eixo e o mancal está grandemente exagerada.6. apenas. e a c~ radial L sobre o eixo causarão uma reação R no ponto de contato A. necessário para manter a rotação.-cambiados com. O ângulo entre R e sua componente normal N é ângulo de atrito cp. * Igualando a zero a soma dos momentos em tomo de O. O torque M. Nessa posição.5S c a g 6. tgc< + 1- 6 Resp.-.6. (6. é mostrado na Fig.7 * N.. Este ângulo caracteriza a excentricidade do mancal e é conhecido.. eixo mais ou menos se mantém durante a rotação. .T. e o seno e a tangente podem ser inf". entre ele e o eixo. 6.. ou próximo ao contato.~_ Esta equação dá o valor do torque ou do momento que deve ser aplicado ao eixo para superar o a em um mancal radial do tipo seco ou parcialmente lubrificado. ele rola subindo à superfície interna do mancal até que o deslizamento ocorra. a análise pell princípios do atrito seco dá uma aproximação satisfatória às fInalidades de projeto. M= Wr Il jl + tg2 % cos2 C< + tg2 % cos2 C< L Il tg C< )1 sa e a fa onde C< = arc tg -- 2fTr Probl.6 .~ Para um coefIciente de atrito pequeno.234 I ESTA TICA rosca de uma entrada foi exagerado para maior clareza.MANCAIS RADIAIS Mancais desse tipo dão apoio ao eixo na direção radial.

6. Se p for a pressão normal em um ponto qualquer da superfície de contato do disco.PR (6.P. DISCO DE ATRITO o atrito entre superfícies circulares sob pressão normal é encontrado em mancais de escora (de sapatas). se as superfícies forem novas.ATRITO / 235 6.8. em função de los ou r: 6. cujos eixos estão montados em mancais (não mostrados).MANCAIS DE ESCORA. O momento desta força de atrito elementar. dá . e o momento de atrito vem a ser (6. os limites de inteão são os raios internos e externos Ri e Ro. Para efetuar esta integral deve-se conhecer a variação de jJ. discos de embreagem e de freio.P te:- <1 M = --2 7TR i II 2'/T R o o r2dr dO = ip. Além disso. Nos exemplos seguintes admite-se que jJ. Consideremo~ os dois discos circulares planos. 6.9 2 .5) Pode-se interpretar este resultado como sendo equivalente ao momento devido à força de atrito p. e bem apoiadas. Substituindo este valor de p na expressão paraM. como é o caso do mancal de escora da Fig. onde p.5a) í T Fig. Se as peças que atritam forem anéis.7.prdA mo onde a integral é calculada sobre a área do disco.pr dA e o momento total é M= f p. p. as.p dA.6. que à distância 2R/3 do centro do eixo. é razoável admitir-se que a pressão p seja constante e uniformemente distribuída. da Fig. é o coeficiente de atrito e dA é a área r dr dO do elemento.7 . em torno do eixo geométrico da árvore é p. de modo que eles possam ser colocados em contato sob a ação da força axial P. e p.9. O torque máximo que esta embreagem pode transmitir será igual ao torque M capaz de fazer deslizar um disco contra o outro. . d. rg<! çãl urr.8 é 6. de o que rrR2p = P. seja constante. respectivamente. Fig. 6. a força de atrito que atua sobre uma área elementar é p.

. Assim. A força horizontal T é aplicada para manter o equilíbrio da peça. o momento de atrito para as chapas amaciadas é. é constante sobre toda. Após o período de "amaciamento".L Solução. que as três forças que atuam sobre a peça sejam concorrentes no ponto e. que se encontra sob a ação da força P = 100 N.60 oe .236 / ESTA TICA Verificou-se que. depois de um certo desgaste da superfície. O coeficiente de atrito estático entre o eixo e a superfície de contato da peça é 0. e desgaste. (6. O equilíbrio obriga. pqde-se escrever a expressã rp = K. Como a distância percorrida é proporcional a r. São necessários os seguintes cálculos: <t> J. J.L 180=--1 P = 100 N Ângulo de atrito <t> = arc tg = arc tg 0. as superfícies não mudam mais suas formas no contato.310 Raio do círculo de atrito rf= r sen<t> = 50 sen 11.J (120)2 +(180)2 . O valor de K é determinado igualando-se a zero as forças axiais ou Pode-se escrever a expressão paraM.81 -== arc sen -~-_-_-_-_-_-_-_-_-_-~ = 2.. Este desgaste depende da distância circunferencÜL percorrida.L 11. onde K é uma constante. .81 mm Angulo Angulo ~ O = arc tg = arc 120 -180 = 3 3.& Problema Resolvido 6. e da pressão p. também. apenas.20 = J.310 = 9.do que corresponde L superfícies novas . sem causar a rotação da peça em qualquer sentido. o momento de atrito diminui um pouco de valor.8 A peça vista na figura está montada em um eixo de 100 mm de diâmetro. (t)/( ou i. portanto. A rotação iminente ocorre quando a reação R do eixo fixo sobre a peça faz um ângulo = arc tg com a normal à superfície de contato e é.20. que é fixo e impedido de girar. Determinar os valores máximo e mínimo que T pode assumir. Os diagramas de corpo livre mostram esses aspectos para os dois casos de movimento iminente. P _fL_J 277R 217' M = J fLprdA = que vem a ser o I o R rdrdf) (6. tangente ao círculo de atrito. ' No caso de anel com raio interno Ri e o raio externo Ro. daí em diante. a substituição dos limites de integraçZ: mostra que o torque para as superfícies "amaciadas" é f). com pr = K = P/(2rrR).7 o o (3 sen rf 9. a área.

60°) TI = T máx.8 N Resp. (b) o raio rIdo círculo de atrito. para o mancal.60 Um torque M de 1 510 N • m deve ser aplicado ao eixo de 50 mm de diâmetro do tambor de elevação. /J.271 500 kg Probl.7° . 6. Se é necessário aplicar um momento M de 3 N • m para manter os volantes e o eixo girando com velocidade baixa e constante. Resp.60°) = Tmín.59 Os dois volantes estão montados sobre um eixo comum que se apoia em um mancal situado entre eles.59 Probl. no mancal e.ATRITO I 237 _ . Cada volante tem massa de 40 kg e o diâmetro do eixo é 40 mm. de forças para este caso dá T2 T2 O triângulo de equilíbrio TI (a) Movimento Iminente Anti-horário = P cotg (6 + (3)= 100 cotg (33. = 0. de forças é traçado e dá O triângulo de equilí- TI =P cotg (6 .2.2 N Resp. e às açã PROBLEMAS PROPOSTOS 6. = 165.) Movimento iminente anti-horário. para elevar a carga de 500 kg à velocidade constante.7° + 2. = 136. 6. O tambor e o eixo juntos têm massa de 100 kg. Calcular o coeficiente de atrito /J.60 . (b) Movimento iminente horário.(3)= 100 cotg (33. 6. calcular (a) o coeficiente de atrito /J.

61 Calcular o torque M que é necessário eixo do tambor de elevação do Probl. Com a biela inicialmente na posição vertical. que não gira com a roda. E::contre. 6. Desprezar a massa da polia. também.62 As rodas dianteiras de um veículo têm um raio de 300 mm e são equipadas com freios a disco.. calcular a força de atrito F entre cada pneumático dianteiro e a.6. até que a biela deslize no ângulo Ci. T= 2.271.estrada horizontal. o eixo é girado. Resp. no Probl.65. Os discos C acionam a carcaça D por meio dos parafusos E. para o coeficiente de atrito. Resp.35.6. ao longo dos quais eles estão livres para deslizar. vagarosamente.15 e P= 500N.63 Cada uma das quatro rodas do veículo tem 20 de massa e está montada em um eixo de 80 mm ( diâmetro. baixar a carga de 500 kg com velocidade Usar o valor de = 0. Se a pressão entre o anel e a roda do disco for uniforme sobre as superfícies de contato. ::.65 Probl.l. Supor que a pressão esteja uniformemente distribuída sobre a área dos discos. F = 136. como mostrado.67 Probl. Encontrar também To' C:aIEl 6. para constante.1 N Vertical-1 Probl. Se for necessário uma força P = 80 N • q . e determinar o torque máximo M que pode ser transmitido.64 6. A massa total do veículo é 480 kg.60.38IC' T 500 kg Probl. existem cinco pares de superfícies de atrito. de modo a ficarem livres para deslizar ao longo do eixo. 6. J.25. quando o veículo estiver à velocidade constante e as rodas girando.62 6.238 I ESTATICA 6. 6. M= 335 N'm Se o coeficiente de atrito dinâmico entre o pino dz 30 mm de diâmetro ea polia é 0.c1uindo as rodas e é distribuldo igualmente 80' elas.é forçado contra o disco da roda por uma força P. Escrever uma expressão exata para o coeficiente de atrito. 6.64 O eixo A ajusta-se folgadamente ao mancal do pino do êmbolo da biela. calcular a tra ção T necessária para elevar a carga de 500 kg. aplicar ao 6.60.66 Calcular a tração T necessária para baixar a do Probl. com centro de gravidade em G. Os discos motrizesA estão enchavetados ao eixo propulsor B. que consistem de um anel A de raios externo e interno de 150 e 75 mm. para uma força axial P = 1 kN. Resp. O anel. a tração To na parte estacionárn.52 kN. Na embreagem mostrada. O coeficiente de atrito entre o disco e o anel é 0. 6. se o coeficiente de atrito for 0. porém devendo girar com ele.65 6.63 A figura representa uma embreagem de discos múltiplos para uso em motor marítimo. do cabo. To = 2. calculado 6. respectivamente.

suporta uma carga axial P. na ausência da força P. dos parafusos e da plataforma de 4.) Resp. Determinar a expressão para o momento M necessário para girar . tendo cada um diâmetro externo de 250 mm e diâmetro interno de 125 mm. até que o sistema articulado se mova. for crescendo. pelos discos em A. osiaté ma manter o veículo em movimento com velocidade baixa e constante sobre a superfície horizontal.15. quando o movimento está iminente. 6. = 0. igualmente. O sistema articulado está inicialmente em repouso sob a ação dos torquesM1 eM. 6. A massa total do míssil.20 para coeficiente de atrito nos mancais das rodas. Se o coeficiente de atrito for J1. por meio de um elevador de dois parafusos.68 Determinar o maior ângulo e que um plano inclinado pode fazer com a horizontal de modo que o veículo do Probl. na extremidade do éixo. entre a força de compressão resultante na barra AB e sua linha de centro. Usa!: o valor de 0. (b) para descer o elevador.67 6. calcular o torqueM que deve ser aplicado a cada parafuso: (a) para fazer subir o elevador.ATRITO / 239 ino G.Ui 6.. 6. Traçar um diagrama de corpo livre completo de uma roda.' 6. (b) M = 2 790 N • m p Probl. Probl. comandados por um motor situado na base do silo. Cada parafuso de 1.J 1 + J1. escrever uma expressão exata para o ângulo a. Probl. Supõe-se que a pressão sobre os apoios esteja uniformemente distribuída sobre a superfície dos discos. com um passo de 13 mm..72 O mancal de escora esférico. O coeficiente de atrito para cada mancal é J1.69 0~ m~ .71 6. (Sugestão. a pressão p desenvolvida entre o disco e a superfície lixada diminui linearmente com r de um valor Po' no centro. gradualmente.2 Mg do elevador é suportada. 6..69 I I o d= tIaL~ ári:: Detalhe do Mancal emA Probl.70 IC" Resp. mobn parr 70 O míssil de 20 Mg é abaixado dentro do seu silo protetor. (a) M= 3 290N'm. como é mostrado na figura. Resp. J.71 Para o disco de lixamento plano de raio a. SeM. a = arc sen I. 6. calcular o coeficiente de atrito que existe nos mancais das rodas.07 Mg tem 130 mm de diâmetro e uma rosca quadrada de uma entrada. Se o coeficiente de atrito no apoio e nos parafusos em B for 0. deduzir a expressão para o torque M necessário para girar o eixo submetido a uma forçà axialL. a Po/2 em r = a. Os parafusos giram em sincronismo.208 J1.67 possa ficar sobre ele sem rolar por si mesmo.

para se opor ao deslizamento..Pr Determinar a expressão para o torque M necessário para girar o eixo.l dN para o movimento iminente. na correia. necessário para impedir a rotação. A análise das forças deste elemento segue os mesmos princípios já vistos em outros problemas. O equihôrio na direção n exige que dN ou dN = (T + dT)sen de 2 + T sen de 2 = Tde * N. é uma diferencial.8 . e que o coeficiente de atrito é . 6. Supor que a pressão p é diretamente proporcional ao sen a. O ramo que tem maior tração é chamado ramo tenso. no ângulo e..6. Tz é maior do que TI.73 6. Re sp. está também representado na figura. M= ~ d.73 = p. em um sentido. no ângulo e + de. onde se estabeleceu o equihôrio de uma parte diferencial. a força de atrito que deve atuar sobre a correia. 6. 2 Probl.CORREIAS FLEXÍVEIS o deslizamento iminente dos membros flexíveis. A tração aumenta de T. é de importância em projetos de transmissão por correias de todos os tipos. dN = (T + dT) de cos2 visto que o co-seno de uma quantidade diferencial é igual à unidade. e é J.240 I ESTÁTICA o eixo contra o atrito no manca!. de comprimento r de. TI e Tz. M 6.d I ' 3 sen _.3 _d13 a d' . O diagrama de corpo livre de uma parte elementar da correia. cujo esforço axial L é suportado por um mancal de pivô cônico. e à reação R do mancal. mostra-se um tambor sujeito a duas trações. Do mesmo modo.T. Na Fig. O equihôrio na direção t dá Tcosou de 2 + /l. tais como correias e cabos sobre roldanas e tambores. A força normal é um diferencial dN.72 Prob!. o outro é o ramo frouxo. freios de cinta e aparelhos de içamento.* ao torqueM.lOa. O coeficiente de atrito !l e a pressão do mancal é constante.. . Com M no sentido mostrado. a T + dT. visto que ela atua sobre um elemento diferencial da área. Resp.

de modo que a Eq. igualmente bem. Neste caso. incorrerá em algum erro. vem dT 3 2 d.7) Deve-se notar que {3é o ângulo total de contato da correia e está expresso em radianos. l:IIDavez que o raio r do tambor circular da Fig. Resolvendo em relação a T 2.LdN{rr (b) dO Fig. para uma seção não-circular.10 não aparece nas equações para o equilíbrio de um elemento diferencial da correia. onde o ângulo total de contato é (3. Para descrever a resistência . Esta resistência não é devida às forças de atrito tangenciais e.7) se mantém.9 . há tendência da correia "descolar" da polia. T = /l de Integrando entre os limites correspondentes resulta ou onde ln (T2/Td é o logaritmo neperiano (base e) da relação T2/Tl . neste caso. comparado com os infmitésimos de primeira ordem. a equação defme a relação das trações da correia para o deslizamento ou deslizamento iminente.7) também se aplica às transmissões de potência por meio de correias.RESISTeNCIA AO ROLAMENTO A deformação no ponto de contato entre uma roda e a superfície que a suporta introduz uma resistência ao rolamento que será mencionada brevemente aqui.ATRITO / 241 ário ado de Nesta simplificação. deve-se recordar que o senso de um ângulo infinitesimal se iguala ao próprio ângulo. a ife· se dá T+J.10 A relação expressa pela Eq. es. o ângulo {3seria 21Tn radianos. vem (6. 6. n vezes.6. 6. Se um cabo estivesse enrolado em torno de um tambor. A Eq. (6. Quando a rotação é alta.dT n I I i _ 1 dO ~ 2 dN ~i m~ I T -r 2 -±- t I I dO -C J. que pre· ros e. Esta conclusão é evidente. é um fenômeno completamente diferente do atrito seco.7). e que o produto de duas grandezas inflllitesimais deve ser desprezado no limite. (6. (6. portanto. Combinando-se as duas equações de equilfbrio. de M. onde tanto a correia como a polia giram à velocidade constante.

e a resultante R desta distribuição atuará em algum pontoA. -= a P 6 Problema Resolvido 6. todos difíceis de serem medidos. a quantidade a tem sido citada em algumas referências bibliográficas como sendo o COei ciente de atrito de rolamento.11 ao rolamento. como mostrado. que suporta uma carga L sobre o eixo.:. Isso dá P=-L=/J. te. a tem a dimensão de comprimento.30.rL r onde r é o braço de alavanca de P. Esta distância a é uma função das propriedades elástica. está muito exagerada. em tomo de A.l: \ \ \ \R Fig. A distribuição da pressão p sobre a área de contato é similar à mccada. Alguns testes indicaram somente uma pequena variação no raio da roda e a é. A força P. incluído na interpretação de /J. coeficiente adimensional. e. da velocidade do movimento e da aspereza das superfícies. muitas vezes. neste aspecto. e /J. para haIT equilíbrio. e passará pelo centro da roda. 6. considere a roda. portanto. consideradindependente do raio da roda. pode ser encontrada igualando-se a zero ::: soma dos momentos de todas as forças. do raio da roda. O coeficiente de atrito estático ~ enfie o cabo e o tambor fixo é 0. A deformação da roda e da superfície de supor. (a) Para Ct = O determinar os valores máximo e mínimo que P pode ter de modo que a carga nem suba nem desça. .9 P Um cabo flexível que suporta uma carga de 100 kg. não podendo ser. de modo que não existe uma teoria perfeita para a resistência ao rolamento.r = a/r é chamado o coeficiente de atrito de rolamento. e urr:r força P aplicada no seu centro para produzir rolamento.> plásticas dos materiais em contato.r' A quantidade a depende de vários fatores. Porém. O coeficiente é a relação entre a força resistente e a carga normal. Infelizmente. determinar o menor valor que o ângulo Ct pode ter antes que a carga comece a deslizar. não há deslizamento ou deslizamento iminente. apóia-se em um tambor circular fixo e é mantido em equilíbrio por uma força P. é análogo aos coeficientes de atrirc estático e dinâmico. necessária para iniciar e manter o rolamento. representada na Fig.. (b) ParaP = 500 N.11. Por outro lado.242 / ESTATlCA .6.

(a) Com a = ° o ângulo de contato é (3= 1T/2rad. Probl. O deslizamento iminente do cabo sobre o tambor fixo é dado pela Eq.674 Notas: CD Atenção para expressar (3em radianos. uma força P de 3 kN é necessária para elevar m. usou-se To> TI' ito re- ® ste s e rfído PROBLEMAS 6. Encontrar m.1.292 }J. ® J.74 .602 = 612 N = 500 N. = 981 N. Assim. e uma f~rça P de 0. 6. com a corda fazendo 1 + voltas em . Pmín.48 kN é.602) = 1 572 N Para movimento iminente de carga para baixo. T2 =Pmáx.7). Para moviTI mento iminente da carga para cima.. Se o sistema estiver nl! iminência de escorregar. Probl.7) que é T2/TI = e}J.l981 = 981 N e (a) = A30(1T/2). (b) P (b) Com T2 = 981 N e TI =P 981/500 = eO. = 0. = 500 N 0. um Uma força P = 5 mg é necessária para elevar a carga de massa m.7). 981/Pmín. }J. 6.74.76 Os blocos de 10 kg e de 25 kg estão ligados por um cabo que se apóia sobre a superfície curva fixa. Resp.77 Um estivador sustenta uma espia (cabo) que mantém um pequeno navio junto ao cais.205 Resp. Apenas o ângulo de contato e o coeficiente de atrito determinam as condições limites para o moviment0 'minente do cabo flexível sobre ~ superfície curva.30{3 = 1n (981/500) = 0. ndiver o a = eO. 6.7) dá Resp. = 0. efi- PROPOSTOS 6. = 981 (1. m~ te. (6. o raio do tambor não entra nos cálculos. = 981/1. torno do eixo fixo.ATRITO I 243 Solução. T2 a = O Pmáx. (6. }J. Que força T pode ser . (6. calcular o coeficiente de atrito entre a corda e a superfície. Resp. necessária para abaixar m. a Eq.74 Como pode-se observar na obtenção da Eq. (6.76 6.' tem-se Pmáx. impedindo-o de ser levado pela correnteza.30(1T/2). Calcular o coeficiente de atrito entre a corda e o eixo.{3. TI =Pmín .75 Para um dado coeficiente de atrito e um dado número de voltas em torno do eixo da" figura do Probl.30{3. Resp.r Observe que ao obter a Eq.

lI entre o tronco e a rampa. Resp.50. como mostrado e. 6.25. O mero de voltas da corda é ajustado girando-s= colar que enrola ou desenrola a corda em tom eixo central. Se o operário exercer uma força horizontal de 160 N na extremidade livre do cabo. 6.79 P 6. (b) a espia dá duas voltas completas? O coeficiente de atrito entre o cabo e o cabeço de aço fundido é 0.77 Probl.cL: necessária para impedir que o volante gire. calcular a força que o homem deve exercer no cabo para permitir uma descida suave.78 Se o estivador do Probl. 6.l = 0.23 voltas Um jardineiro de 80 kg desce de uma árvore usando um cabo passado sobre um galho horizontal.83 Probl.82 6. por desllzamento da corda. J. 6.81 6.30. anti-h=rio. Resp. T ---- -240 N Probl.313 O operário iça um tronco de 100 kg em uma rampa de 30° usando um guincho que gira no sentido indicado. ao volante.30.80 6. e com a extremidade livre pelo colar inferior. estando aplicada uma tração de 16 kN na extremidade da espia que está presa ao navio.82 Aplica-se um momento M = 150 No m. quantas voltas serão necessárias dar no cabeço? O coeficiente de atrito entre o cabo e o cabeço é 0. = 160 N.l entre a fita e os pinos. n = 2. P = 5~_ Probl. 6. fixo na estrutura. Resp. como é mostrado.i.244 I ESTATICA suportada pela espia se o estivador exercer um esforço de 240 N na extremidade livre do cabo para: (o) a espia dá uma volta completa no cabeço do cais.20. Determinar o coeficiente de atrito J. e está sob a ação das trações horizontais TI = 40 N e T. calcular a força mín.77 tiver que segurar o cabo. 6. A entrada da corda na parte su . Se o coeficiente de atrito entre o cabo e o galho for 0.81 A figura mostra um mecanismo para fazer des~ uma pessoa.6. O coeficiente de atrito entre o cabo e o tambor do guincho é 0. calcular o coeficiente de atrito J. qUf' enrola em um eixo central. Se o coeficiente de atrito en= ~ fita e o volante for 0.80 A fita desiiza em torno dos dois pinos fixos. 6.79 Probl.

L L-L---J Probl. Resp. 6. 6.83 6. O coeficiente de atrito entre os arames e os pinos é 0. 6. tal como é indicado na vista transversal que acompanha este problema.' r . dos sob trações iguais pela chapa compensadora A. é suportado por dois arames que passam em torno dos pinos fixos e são manti- Encontrar o conjugado M necessário para girar O tubo no bloco em V. o ângulo de contato e o coeficiente de atrito para a . de saída. e pela mola ajustável S. a 1/4 de volta. também. Desprezar o pequeno ângulo da hélice da corda. 10 N para cada colar.~ .40. 6. de modo a assegurar que o conjunto permaneça suspenso.. T = 555 N 6. a? 6. Admitindo que.30.85 O tambor A. com centro de massa na metade de seu comprimento estásuspenso por um cabo que passa sobre a superfície cilíndrica fixa B. com centro de massa em G.. entre a corda e as superfícies de contato do mecanismo..84 8 ~- O conjunto mostrado de massa de 100 kg. em média. em velocidade constante. O atrito da corda nas partes retas de entrada e saída é. em torno do eixo. . são necessárias 3 voltas completas em torno do eixo para baixar um homem de 75 kg.. e entre o tubo e o bloco é 0. equivale a 1/4 de volta e a passagem pelo canto inferior B.4 N'm Probl. sem que o mesmo tenha necessidade de puxar a corda na extremidade livre. é equivalente. Deduzir a relação entre as trações nos ramos da correia. O coeficiente de atrito entre·a cinta e o tubo é 0.86 sce:: s= 6. O coeficiente de atrito estático entre o cabo e a superfície sobre a qual ele passa é fJ.30.86 or2e :. Calcular a tração mínima T que a mola deve exercer.10 por uma correia trapezoidal e pela polia ranhurada correspondente. calcular o coeficiente de atrito fJ. M= 183. além do que está dito acima. Determinar o valor máximo que a dimensão a pode ter. homogêneo.'. antes do tambor inclinar-se saindo de sua posição horizontal.85 L Probl.ATRITO I 245 em A.84 Substituir a correia planà e a polia da Fig.' ia: Probl. Resp. ... . Uma força P = 100 N é aplicada na alavanca que está pivotada em torno de O. contra a ação da cinta flexível. Os pesos das peças são desprezíveis. como é mostrado.. 6.87 ' <1= e ~."'.

do mesmo material. porém suficiente para explicar o fenômeno. abaixo guia cilíndrica fixa. com coeficiente constante.33 6. variável. 2. Estas categorias são: 1. é da forma dt/de + KT= = f(e). O coeficiente de atric é (Sugestão. D~ prezar os pesos da corrente e da alavanca e quz! quer atrito entre a extremidade ésquerda da alava::!ca e o tubo. T2 = T. por um fator n. Resp. para a maioria dos propósitos engenharia. para o qual a corrente estará ::z iminência do deslizamento.L{3' onde (Ci 2) {3'= sen {3/ fixo for 0. qualquer que seja o valor da força P. Calcular n. Tendo este modelo em mente. uma equação de primeira ordem.88 A corrente de rolos é usada como chave de tubos. onde ocorre movimento qe deslizamento entre as superfícies de conta-- à (F= J1kN).FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO No presente estudo do atrito. L-h~ I Probl. eJ. Se o coeficiente de atrito entre a corrente e o tubo . Atrito estático limite com movimento iminente (Fmáx.L. A soh-ção é T= Ce-Ke + e-Ke J eKe f(e)de onde C e K são constantes. da corrente. A equação diferencial resultar.10 . 6. h = 96. Atrito dinâmico. Seção transversal da correia trapezoidal V que envolve a tração T.25.88 6. com Ci = 35° equivaleria a multiplicar o coeficiente de atrito de uma correia plana. concentrou-se a atenção no atrito seco ou de Coulomb. de modo adequado. = J1sN).:= J.89 A corrente tem massa p por unidade de comjrimento. pode-se facilmente visualizar os três tipos de problemas de atritc seco que são encontrados.9 = à n = 3. determinar o valor mínimo de h paz de assegurar que não haverá deslizamento sobre o tubo. no instante em que o deslizamento é iminente. e empregou-sc um modelo mecânico simples consistindo de irregularidades superficiais entre os corpos em conta (Fig.246 / ESTÃTlCA correia trapezoidal. 3. h = --2 1+J. Probl. linez: não-homogênea. ângulo correspondente e. O uso de uma correia V. . Determinar o comprimento h. 6.89 Probl. 6. Atrito estático menor que o valor máximo possível e determinado pelas equações de equilíbr:c (geralmente requer wna verificação para ver se F < J1sN).L 2W (1 + eJ! 6.1). Resp.87 Resp. 6.

determinar a força horizontal P necessária para mover a barra.lk' É comum não colocar subscrito e inferir. para um dado par de superfícies é geralmente maior que o coeficiente dinâmico. Procede-se. Determinar: (a) a força de atrito F que atua sobre o bloco quando P é aplicada com uma intensidade de 200 N no bloco em repouso. JJ.91 Movimento permitido u-se tato s da trito 6. serve apenas como verificação dos cálculos. 6. Resp.91 ~ 6. segundo alguma lei. à integração desses efeitos sobre a superfície ou linha. Quando existem forças de atrito distribuídas. PROBLEMAS PARA REVISÃO 6. dependendo das condições das superfícies em contato. A barra suporta uma carga vertical w por unidade de comprimento.90 brio tato Um elemento deslizante de uma máquina-ferramenta consiste de uma barra. então. mas impede o movimento para a direita. qual dos dois coeficientes está se tratando. deve ser visto apenas como uma aproximação. Se o coeficiente de atrito for IJ.90 Um sistema de travamento por atrito permite que a barra A se mova para a esquerda.30 e 0. 6. Os coeficientes de atrito estático e dinâmico entre o bloco de 100 kg e o plano inclinado são respectivamente.40. O emprego de coeficientes de atrito com três algarismos significativos representa uma precisão difícil de ser reproduzida em experimentos e. determinar o maior comprimento que a barra b pode ter para que o sistema trabalhe conforme descrito. a partir do problema a ser abordado. que é suportada por um bloco com uma ranhura em V. b = 118. sobre uma superfície ou ao longo de uma linha. J.0 Y (b)P=516~ (c) F= 148 ~ . 0.5 mm Probl. O uso de valores obtidos em manual.. Se o coeficiente de atrito entre a sapata B e a barra A for 0. A força de atrito que atua sobre um corpo em movimento tem sempre o sentido oposto ao seu deslizamento. O coeficiente de atrito estático. (b) a forçaP necessária par2 iniciar o movimento para cima no plano inclinado a partir do repouso. Não faz sentido falar em coeficiente de atrito para uma superfície única. Ao rever esta introdução aos problemas de atrito. com seção V. Por exemplo. o sentido é oposto ao deslizamento que ocorreria na ausência de atrito.92 Probl.ante no KT= near. os problemas que envolvem atrito fluido estão entre os mais importantes problemas de atrito encontrados em engenharia e o estudo deste fenômeno está incluído como assunto da mecânica dos fluidos. mencionados no artigo introdutório deste capítulo. Os coeficientes de atrito são sujeitos a variações consideráveis. Resp.s. solu- ~'" Todo coeficiente de atrito corresponde a um dado par de superfícies em contato. e (c) a força de atrito F que atua sobre o bloco seP = 600 N. para coeficientes de atrito estático ou dinâmico a serem usados em cálculos de projetos de engenharia. (a) F = 66.20. Se o corpo estiver parado. o estudante deve ter em mente a existência de outras formas de atrito.ATRITO I 2G h casobre Desqualavanmm mprio da atrito . quando ocorrer. seleciona-se um elemento representativo da superfície ou da linha e calcula-se os efeitos de força e de momento causado pela força de atrito elementar atuando sobre o elemento.

de 660 mm de diâmetro. nessas condições? Desprezar qualquer atrito sob as rodas dianteiras. &. Um pino de retenção em A impede que a polia gire. x = 0.98 Calcular o torque M que o motor deve fornece: ao eixo traseiro do carro para que ele passe sob o obstáculo. a partir de uma condição de rep e sem que as rodas traseiras deslizem.364. com distância entre eixos de 3 000 mm. = 0. M = 2.~" •••. Se o coeficiente de atrito-for 0.96 6.92 o parafuso da pequena prensa tem um diâmetro médio de 25 mm e uma rosca quadrada de dlla'i entradas.97 6. que gira a roda no sentido anti-horário sob a ação de uma força P aplicada ao punho.6. = l. com velocidade constante. aliviar a prensa da compressão de 4 kN. A figura mostra uma catraca de atrito. tem o centro de gravidade a 600 mm acima da pista de rolamento e no meio da distância entre os eixos. O carro tem massa h 1200. e (b) a intensidade R da for' sobre o pino emA.93 Um carro de 1 600 kg. determinar o valor mínimo de x para que o cabo não deslize sobre a polia: Resp. re~tivamente. se a prancha sair do repouso na posiç:E mostrada. (b) R = 1.6. Qual o torque M que o motor aplica às rodas traseiras. 6. Resp. calcular a força de atrito F que ab em B.94 Probl. -----1l"""""'" 248 I ESTATlCA 6. calcular o torque M sobre o volante manual necessário (o) para produzir uma força de compressão de 4 kN.i::r o coeficiente de atrito mínimo nas rodas trase~ para impedi-Ias de deslizar.80. 6. deslizamento em B.25.754 ld\ 6. 6.343 m 6. Resp. sem que as rodas de tração traseiras derrapem. e tem superfícies que estão bem amaciadas. tanto para as rosC4S como para o mancal em A. A barra flutuante AB prende-se na roda de modo que Ci = 200• Se é necessária uma força P = 150 para girar a roda em tomo do mancal em O.-- Probl.70. os coeficientes de atrito estático e dinâmico enir::' a prancha e a arestaB forem 0. encontrar o maior ângulo e que um plano inclinado pode fazer com a horizontal de modo que o carro possa subir por ele. Se o coeficiente de atrito entre os pneus e a pista de rolamento for 0. Se o coeficiente de atrito entre o cabo e a polia for 0. com um avanço de 8 mm. O mancal de escora plano em A é mostrado na vista ampliada.95 .95 Probl.94 Probl. (b) parz. 3m Probl. A viga uniforme de 3 m está suspensa por um cabo que passa por uma grande polia.02 kN· m.80 e 0.96 r 6.97 A extremidade inferior A da prancha homogên~ de 80 kg repousa sobre roletes que podem m ver-se livremente sobre a superfície horizontal. silenciosa.25.kg. Determ. Pmín. (o) Pmín. determinar: (o) o coeficiente de atrito mínimo entre a barra e a roda de modo a garantir que não h<$.

produzida pela operação de furar. verificar se a luva desliza para baixo.L2 sa. P mm 200 t L Probl./1+2" J. P = 5.L.102 Probl. O coeficiente de atrito. ara Na figura aparece.100 As duas cunhas de 10° estão posicionadas. na coluna.50. se o operador. ao contrário. um laminador. resultará em uma elevação·da carga de 600 kg. 6. Resp. b Probl. podem ser desprezados os pesos da mesa e da luva. Supondo o contato nos pontos A e B. 6. empurrando-a com a lâmina. Se o coeficiente de atrito entre a lâmina e a tara for 0. A condição crítica ocorre quando a resultante das forças horizontais na chapa é nula.ATRITO I 249 ro uas de da.OC . Probl.L -1 . 6. P= 2. entre a luva da mesa da furadeira de coluna e a coluna vertical. 6. é J. O coeficiente de atrito é J. 6. O coeficiente de atrito para todas as superfícies de deslizamento é 0. esqueceu de fixar a trava ou se.20.41 kN Uma escavadeira de terraplanagem rola a tara de 750 kg para cima do plano inclinado de 20°. ao operar a máquina.103 . aplicada em uma delas.80. 6. esquematizado. de modo que uma força para baixo.. (Sugestão. çã. para ambos os pares de superfícies em contato. que deve ser exercida contra a tara.:! a de Probl.) Resp. 6..101 kN 1450 mm----: 6. conforme aparece na figura. Determinar P. Comparando-se com a carga axial. Resp. e entre a tora e o solo for 0. P. calcular o componente P da força normal à lâmina.99 6. é 0.103 P nez moSe ntre eotill.101 cas M duo.30. e as massas das cunhas são desprezíveis. ção luque N detre aja rça 6. 6.98 = o + d . para entrar no laminador puxada apenas pelo atrito entre ela e os rolos. Calcular a espessura máxima b que a chapa a ser laminada pode ter. o atrito é suficiente para manter a posição.102 Determinar a força P que iniciará o giro do cilindro de massa m contra a ação do atrito.99 O coeficiente de atrito.)1 +J.03 kN ~\ \ \ ce: obre use DZ: ir. que é normal ao plano inclinado.100 Probl.L.

M = 558 N °m As tenazes de atrito representadas na figura =-ram projetadas para erguer engradados de 500 ~ com uma largura nominal de 1 200 mm. e tem um valor Po em e = {3. e apóia-se contra uma superfície esférica fIxa de raio r... Calcular a força frenante F entre os pneus e a pista de rolamento horizontal quando a caixa está na iminência de deslizar carroceria abaixo. Se o coefIciente de atrito estático entre as sapatas e o aro da roda for 0. escrever a expressão para o momento M. na corrente horizontal. Pode-se demonstrar que a pressão p. necessário a se aplicar sobre o eixo para vencer o atrito no apoio. calcular o torque máximo M que pode ser aplicado à roda sem causar rotação. Não ocorre deslizamento na aresta inferior da caixa. F = 9. A pa.105 O caminhão descarrega a caixa escorregando-a lentamente para fora da carroceria elevada.. com centro de massa G no seu centro geométrico. 6. entre as tenazes e o engradado. Determinar o coefIciente de atrito mí-mo /Jo. que evito o deslizamento para o caso em que o des1iz~to é mais provável. Escrever a express2:: para o torque de frenagem Mf sobre a roda... L E . e o caminhão estiver na iminência de andar para a frente. Supor que as forças entre as sapatas e a roda atuam nos centros das faces de contato das sapatas. do ângulo e.104 6. A caixa tem massa total de 5 Mg. O coeficiente de atrito entre a caixa e a carroceria é 0. comandadas pelo cilindro hidráuli C. 6. a partir da posição mostrada... .106 Uma força de 1 kN é desenvolvida no cilindro hidráulico C para ativar o freio de sapata. varia diretamente com o seI:':. 6.+ E Probl.em A) ou estreitos (com contato em B) do que o tamar::: nominal.108 6.60. Se o coefIciente de atrito entre o tubo e a superfície esférica for }J.107 Probl.107 Probl. Resp.98 kN As duas sapatas de freio e suas lonas giram torno dos pontos O e se expandem contra o ta:mbor de freio. medido do pino O. Resp. para cada sapatt.. A largura da lona e:= contato com o tambor é b. que conecta 1:: mandíbulas da tenaz.106 6. secoefIciente de atrito entre a roda e a lona for = Probl. = . determinar se o ~ zamento é mais provável para os engradados pouco mais largos (com contato .250 I ESTATICA to B o E o:> o:> "" 6.104 O eixo tubular de parede fina e diâmetro médio D gira em torno do eixo vertical.105 6. entre tambor e as lonas. A roda está montada em um mancal fIxo em seu centro. Calcular a tração correspo::dente T.~. 6.30.-:::: da confIguração mostrada. suportando uma :6' carga axial L. -~ -t J~ A C .

err. nos pontos de tangência. que está livre para encontrar sua posição de equilíbrio sobre a corda.109 m m- O carretel do cabo telefônico tem massa de 3 Mg e é suportado sobre seu eixo nos blocos entalhados em V. Resolver a equação resultante para a. Se o coeficiente de atrito entre a corda e o disco for 0. no cabo. calcular a força P.110 Uma corda flexível leve é passada em torno do disco circular de massa m. de modo que o cabo possa ser puxado para fora na direção horizontal. (Sugestão. exigida para girar o carretel. Se o coeficiente de atrito entre o eixo e as superfícies do V for 0.. O eixo está fixado ao carretel e gira com ele.. Resp.:: ta. calcular o ângulo a entre as normais à corda.109 og. eo Probl. ã. pelo içamento dos su- -.30 l--1200 mm----J Probl. graficamente. O carretel é levantado do solo. 6.30.108 6. em ambos os lados do carretel. para a posição onde o disco está na iminência de girar sob a ação de um conjugado M nele aplicado. como é mostrado. }L.) Resp. P = 313 N 6.50.ATRITO / 251 portes.e termina em uma polia pequena.. ir im is o iá nas . a = 87. 6.

nos quais os corpos são compostos de elementos interliga que admitem movimento relativo entre as peças. Neste capí apresenta-se um método mais útil e direto.:~ método do trabalho virtual e é desenvolvido a seguir. Há uma classe particular de problemas. Considere a forç.s tos A' r------.1 . geralmente. baseado no conceito do trabalho realizado por uma força. ~-:. que é empregado em sentido quantitativo contraste com o seu uso generalizado fora da técnica. permitindo. esta solução foi empregada para corpos cuja posição de equilíbrio era conhecida ou especificada. deslocamento de A para A' está representado pelovetor Lls. é o produto da componl da força na direção do deslocamento pelo deslocamento. I . não são. durante o seu deslocamento. Ele é chamado . Para a maioria dos cas05. as equações de equilíbrio das forças e. assim. Por definil o trabalho U realizado pela força F sobre o corpo..1a. permite que examine com cuidado o assunto da estabilidade dos sistemas em equilíbrio. o equilíbrio de um corpo foi analisado isolando-o com um diagrama de co livre. e igualando·se a zero as equações dos somatórios das forças e dos momentos. o caminho mais direto e conveniente.dos momen embora válidas e adequadas.. e onde ~ ou mais forças externas era uma incógnita a ser determinada. chamado deslocamento do corpo. Es::: método leva o estudante a compreender mais profundamente o comportamento dos sistemas mecânicos.a constante F que atua sobre o corpo da Fig.. 7.7. que sejam examinadas várias possíVIconfigurações de equilíbrio. Em problemas deste tipo. 7. ou U F Ia l. I I (a) Fig.1 INTRODUÇÃO Nos capítulos anteriores._ Fcosa I = (Fcosa)6. :.7 TRABALHO VIRTUAL 7.2 - TRABALHO Em primeiro lugar é necessário defmir o termo trabalho. (a) Trabalho de uma força.

ao longo do caminho. O trabalho é uma quantidade positiva quando a componente da força que produz trabalho possui o mesmo sentido do deslocamento. tem-se dU em = (iFx + jFy + kFz) + Fy • Fz (i dx dz + j dy + k dz) = Fx dx dy + ujo o. que é U = F(b. imediatamente. e Para obter o trabalho total U realizado por F durante um movimento firrito do ponto O de A a B (Fig.que o mesmo resultado é obtido ao multiplicar a intensidade da força pela componente do deslocamento na direção da força. ste e de = F cos a ds ou dU=F~ (7.s = F -(F cos B) b. o. p·ode-se interpretar esta expressão como sendo a componente F cos a da força na direção do deslocamento vezes o deslocamento ou como o produto da componente ds cos a do deslocamento na direção da força vezes a força. como representado na Fig.3a mostra uma força F atuando sobre o ponto O de um corpo que se move ao longo do caminho indicado. ma A defInição de trabalho será agora generalizada para levar em consideração condições nas quais possam haver variação na direção do deslocamento ou variações na intensidade e direção da força. 7. Quando o sentido da componente da força que produz trabalho for oposto ao do deslocamento (Fig.3 . deve-se integrar dU entre essas posições. Assim. A Fig.3a).s cos a) Portanto.TRABALHO VIRTUAL / 253 Vê-se. que o trabalho é uma quantidade vetorial. Durante um deslocamento infmitesimal ds. Expressando-se F e ds em termos das suas componentes retangulares.2).3b. 7. (a) (b) Fig. 7. Novamente. 7. da Fig. podendo-se concluir. Assim. U = (F cos a) b. o. resultado obtido independe da direção escolhida para decompor os vetores. o trabalho realizado será negativo.1) onde o produto escalar de F por ds adequa-se à defInição de trabalho. o trabalho realizado por F é ( dU os eis s.lb.7. 7.s AS r I I I I po os.

a linha AB move-se para A "B'. a primeira.-~--// (a) -F (b) Fig. Durante a rotação. O trabalho total de um conjugado durante uma rotação finita no seu plano torna-se . No caso de forças concorrentes que atuam sobre o corpo. Isto pode ser verillcado. (b) Trabalho de um conjugado.4a tem-se um conjugado M atuando sobre um corpo que muda sua posição angular de uma quantidade de. é igual e oposto àquele realizado por . igual ao de B. Como M = Fr. Durante o movimento infinitesimal no plano da figura. os conjugados também podem realizar trabalho. Na Fig. que atuam nos pontos A e B tal que M = Fr. de B para B'. Além das forças. um deslocamento dSA/B (o deslocamento real de A em relação a B). na direção do deslocamento. devido à rotação em torno de B. o trabalho realizado por sua resultante se iguala ao trabalho total realizado pelas várias forças.254 I ESTÁTICA ou u= f F cos o: ds A fIm de efetuar esta integração é necessário conhecer-se a relação entre as componentes da força e suas coordenadas respectivas. pode-se concluir que não há trabalho devido à translação de um conjugãdo (movimento sem rotação). Vê-se que o trabalho realizado por F. e entre cos a e s. F e -F. um deslocamento dSB. durante o deslocamento idêntico.4 O trabalho do conjugado é positivo seM tiver o mesmo sentido de de (no sentido horário nesta ilustração) e negativo se o sentido de M for oposto ao de rotação. o trabalho realizado pelo conjugado é facilmente determinado combinando o trabalho de cada uma das forças que o constituem. contudo. Portanto. Na parte b da fIgura representa-se o conjugado por duas forças iguais e opostas. F realiza um trabalho igual a F 'dSA/B = Fr de.7. \ I I I I/ II I I \.2) I~~i . durante o deslocamento de A para A I. tem-se (7. a segunda. se igualar à soma das componentes das várias forças na mesma direção. 7.F. O deslocamento de A pode ser decomposto em duas partes. onde de é o ângulo infinitesimal de rotação em radianos. ou as relações entre F e s. pelo fato de a componente da resultante.

. usar-se-á o joule (J) para o trabalho e reservar-se-á a combinação de unidades newton-metro (No m) para o momento. Matematicamente.EQUlLIBRlO As condições de equilíbrio serão agora expressas em termos do trabalho virtual. enquanto os se refere a um movimento infrnitesimal virtual ou suposto e não pode ser integrado. em segundo para um corpo rígido único e em terceiro para um sistema de corpos rígidos interligados. cuja posição de equilíbrio seja determinada pelas forças que agem sobre ela. o trabalho virtual total realizado sobre a partícula será oU = FI' os + F2' os + F3' os + . apareceriam termos de ordem superior que. tendo sido apenas suposto. perpendiculares entre si. O trabalho efetuado por uma força qualquer F. 7. a unidade do trabalho é o libra-pé. durante o movimento infrnitesimal. envolvendo o produto de uma força por uma distância. oU = M 88. O trabalho virtual realizado pelo conjugado M. n· de = F' os ou oU = F os cos o: 2) onde a é o ângulo entre F e os. que é o trabalho realizado por uma força de uma libra movendo-se na distância de um pé sobre a sua direção. Se fosse considerada uma variação na intensidade ou no sentido de F ou M. No sistema de unidades SI.. que a partícula supostamente sofra. que o trabalho é um escalar obtido do produto escalar. A força F. Sob o aspecto dimensional. e pode ser integrado. uma partícula. envolvendo o produto de uma força por uma distância. (c) Trabalho virtual. com atenção. que atue sobre a partícula durante o deslocamento virtual. = 2:F' os r:: Expressando ~F em termos de suas somas escalares e os em termos das suas componentes virtuais nas direções das coordenadas. quando escrever as suas unidades no sistema SI. seriam eliminados. ambas medidas sobre a mesma linha. afastando-a da posição natural. ou o conjugado M. o peso mg deve ser também incluído como uma das forças. será chamado um deslocamento virtual. pode ser considerado como constante durante qualquer deslocamento infmitesimal virtual os ou 08. Considere agora. Um deslocamento virtual pode também ser uma rotação 08 do corpo. Para distinguir estas duas quantidades. Qualquer pequeno deslocamento os.TRABALHO VIRTUAL I 255 as se da o.3 . ambas as quantidades são diferenciais de primeira ordem. (a) Partícula. durante um deslocamento virtual angular 08 é. 7. apesar de serem quantidades físicas completamente diferentes. a fim de permitir a comparação das várias possíveis posições de equilíbrio. que encontra a sua posição de equilíbrio como resultado das forças nas molas às quais está presa. Se a massa da partícula for significativa. que é o trabalho realizado por uma força de um newton movendo-se na distância de um metro sobre a sua direção (J = N' m). Esta consideração é idêntica àquela que permite escrever que uma área elementar sob a curva y = f(x) é dA =ydx. Na Trabalho tem a dimensão de (força) X (distância). inicialmente para uma partícula. O termo virtual é usado para indicar que o deslocamento não existe na realidade. Para um deslocamento virtual suposto os da posição de equilfbrio da partícula. no processo de determinação da posição correta. No Sistema Inglês de unidades. A diferença entre ds e os é que ds se refere a uma variação infinitesimal no movimento real. a unidade do trabalho é o joule (J). Por outro lado.5. no limite. é chamado trabalho virtual e é oU e as a Fm e a ra o. o trabalho e o momento de uma força têm a mesma unidade. então. momento é um vetor obtido do produto vetorial. arbitrariamente. escreve-se oU r:::z = 2:F ·os = (i2:Fx + j2:Fy + k2:Fz) '(i ox + j oy + k oz) = 2:Fx ox + 2:Fy oy + 2:Fz OZ = O . Considere a partícula ou pequeno corpo da Fig. Observe.

7. sob a ação de uma dada forçaP. porque LF = O e também LFx = O. opostas e colineares. O conceito do trabalho virtual para a partícula foi introduzido. resultará nz mesma expressão que teria sido obtida usando-se uma das equações de equihbrio de força. resulta que o trabalho virtual realizado sobre todo o corpo rígido é nulo. LFy = O e LFz = O. então. para o equihbrio. suposta. de peso desprezível. 06 da . realizado sobre cada partícula do corpo em equihbrio é nulo. A extensão do princípio do trabalho virtual de partículas para sistemas de partículas rigidamente ligadas. é facilmente realizada. de modo que possa ser aplicado a sistemas de partículas no desenvolvimento que segue. diretamente. porque pode ser aplicada nas três direções perpendiculares entre si. e o trabalho realizado por estas forças durante qualquer movimento é nulo. porque oU = O e LF = O fornecem a meSlIl2 informação. tomadas uma de cada vez e é. A equação oU = O é. geralmente não traz nenhuma simplificação adicional ao já simples problema. é necessária e suficiente. Esta condição está ilustrada na Fig. p b Fig. portanto. (b) Corpo rígido. Esta condição de ser trabalho virtual nulo. Qualquer deslocamento virtual suposto. para o corpo todo. que formam os corpos rígidos. Uma pequena rotação. ou momento.6. para a chapa articulada. Somente o trabalho virtual realizado pelas forças externas aparece no cálculo de oU = O.7.7.6 Novamente. defInido por um movimento linear ou angular. como no caso de uma partícula. o princípio do trabalho virtual não oferece vantagem re para a solução de um corpo rígido em equihbrio. uma vez que as forças internas ocorrem em parel de forças iguais. O princípio do trabalho virtual nulo para o equihbrio de uma partícula única. onde se deseja determinar a reação R sob o rolo.5 A soma é iguala zero. equivalente às três condições escalares de equihbrio conhecidas. porque as componentes do deslocamento das duas partículas ao longo das linhas de ação das forças são idênticas para corpos rígidos. Como o trabalho virtual. um outro modo de se estabelecer as condições de equiHbrio da~partícula. quando cancelado. aparecerá em todos os termos de oU = O e. Este trabalho é nulo.256 / ESTÁTICA XOS ~2VF: FI F4 Fig.

TRABALHO VIRTUAL / 257 chapa em torno de O é compatível com o vínculo articulado em O. rr:. que é. e é tomada como deslocamento virtual. O trabalho realizado por P é -Pa M. 7. (c) Sistemas de corpos rígidos.7a mostra um exemplo simples de um sistema ideal onde é possível o movimento entre suas duas partes e a posição de equilíbrio é determinada pelas forças externas aplicadas P e F. A explicação para este fato é que as forças internas sempre existem aos pares. Portanto. que são aqueles constituídos por dois ou mais corpos rígidos. 7. e:o de az nz do í· o as es é . Pa -Rb = O. A força Fo que o apoio fixo em O exerce sobre o sistema. Portanto.7c para as forças internas FA e -FA da união A.' i.7 (1) Forças ativas são forças externas capazes de realizar trabalho virtual durante possíveis deslocamentos virtuais. como é mostràdo na Fig. e o trabalho de uma força necessariamente anula o trabalho da outra. e o trabalho realizado por R é + Rb ôe. agora. sejam de alongamento. 7. ser enunciado como a seguir: . também é uma força reativa que não realiza trabalho porque não há deslocamento do ponto O. a força horizontal FB que a parede da guia exerce sobre o rolete da extremidade da barra. O uso do princípio terá uma vantagem evidente para corpos interligados. Três tipos de forças são identillcadas neste sistema mecânico interligado. a equação de equilíbrio dos momentos em torno de O.7. não pode realizar trabalho porque o rolete está impedido de se deslocar na direção horizontal. E. o princípio Ô U = O dá -Pa Cancelando ôe. observa-se que o trabalho líquido realizado pelas forças internas nas uniões é nulo. Observando que somente as forças externas ativas executam trabalho durante qualquer movimento' possível do sistema. que não podem absorver energia por deformações. as forças P e F são forças ativas porque realizam trabalho quando as barras se movem. Na Fig. Durante qualquer movimento possível do sistema ou de suas partes. durant. ligados por conexões mecânicas sem atrito. A Fig. simplesmente. resulta ôe + Rb (j() = O. . 7.e os seus idênticos deslocamentos.7b. (3) Forças internas são forças nas uniões entre os membros de um sistema.7a. Eles são: é. As forças reativas não realizam trabalho durante um deslocamento virtual. Na Fig. como será descrito na próxima seção. (2) Forças reativas são forças que agem em pontos de apoio fIxos. onde não há possibilidade de existir deslocamento virtual na direção da força. nada se ganha com o emprego do princípio do trabalho virtual para um corpo rígido único. O tratamento será limitado aos sistemas chamados ideais. o princípio do trabalho virtual pode. O princípio do trabalho virtual será agora aplicado para descrever o equilíbrio de um sistema de corpos rígidos interligados.a:s (a) Forças ativas (b) Forças reativas (c) Forças internas Fig. compostos de forças iguais e opostas. . sejam de encurtamento.

3. onde &U significa o trabalho virtual total. onde são necessárias dU25 coordenadas independentes para detenninar a confIguração do sistema. (d) Graus de liberdade. a menos que seja levado em consideração trabalho realizado pelo atrito interno. onde é necessária somente UrE. O número de coordenadas independentes necessário para especillcar. deve ser desenhado um diagrama que isole o sistema em consideração. 7. visto que as forças reativas não entram na aplicação • oU = O. compatível com os vfnculos. o princípio encontra sua maior aplicação nos sistemas ideais.7a é um diagrama das forças ativas pé1L~ o sistema mostrado. Entenda-se por vínculos as restrições impostas pelos apoios ao movimento do sistema. como é geralmente o caso com o método de equilíbrio baseado nos somatórios de força e d= momentos. é chamado de número de graus de liberdade do sistema. (7. completamente. A coordenada pode ser uma distância ou uc ângulo. Adicionando mais barras e rem vendo vínculos de apoio do sistema de barras da fIgura da direita. Somente agora podem ser percebidas as reais vantagens do método do trabalho virtual.8a mostra três exemplos de sistemas com um grau de liberdade.8b mostra três exemplos de sistemas com dois graus de liberdade. Segunda. sobre um sistema mecânico ideal em equilíbrio. 7. durante um deslocamento virtual. a confIguração de um sistema mecânico. as relações entre as forças ativas podem ser detenninadas diretamente. Estas vantagens fazem o método do trabalho virtual particularmente útil na determinação é. pode ser obtido qualquer número de gr de liberdade. Primeira.: posição de equilíbrio de sistemas sob a ação de cargas conhecidas. O princípio pode ser matematicamente representado pela equação. A Fig. onde são mostradas todas as forças. 7. trabalho necessita mostrar somente as forças ativas. P mg (a) Exemplos de sistemas com um grau de liberdade (b) Exemplos de sistemas com dois graus de liberdade Fig. seja desprezívi Como conseqüência. a aplicação do método -'trabalho virtual ao sistema como um todo. porém requer que trabalho executado pelas forças internas de atrito. Sob esta forma. ~ Fig. se' o atrito interno em um sistema mecânico for apreciável. A Fig. sem referência ~ forças reativas. redundará em erro. é nulo para todo e qualquer deslocamento virtual. não é necessário desmembrar-se os sistemas ideais para estabelecer as relações entre 25 forças ativas.7. Essencialmente são duas. Tal diagrama é chamado diagrama das forças ativas. realizado por todas as forças externas ativas. Este tipo de problema é oposto ao de se determinar as forças que atuam em corpos cuja posição de equilíbrio está fIxada. cOClrdenada para determinar a posição de cada parte do sistema. o diagrama para o método .8 • . durante qualquer deslocamento virtual. O método do trabalho virtual é bastante útil para os propósitos mencionados.258 / ESTATICA o trabalho virtual executado pelas forças externas ativas. No método do trabalho virtual. Em oposição ao diagrama de corpo livre.

se restringirão a sistemas com um grau de liberdade. vem e 1 e Pl cos . O diagrama de forças ativas para o sistema composto pelas duas barras é mostrado separadamente. consultar o Capítulo 7 da l.ôe . o trabalho virtual vem a ser [ôU= O] P ôx + 2mg ôh p =O i d= é. ôX é também positivo para a direita. As aplicações do trabalho virtual. e inclui os dois pesos mg além da força P. Assim: h = icos 2 Analogamente. mantendo todas as outras constantes. pode ser aplicado tantas vezes quantos forem os graus de liberdade. que é a quantidade que se deseja determinar. A solução pelo método do trabalho virtual é mais simples. Quando. cuidadosamente. s. ôh terá um sinal negativo. agora. que serão tratadas aqui. expresso em função da variável e. autor.l ~ 2 e ôh=_isen~ôe 4 2 Notas: CD 2 Substituindo na equação do trabalho virtual. Cada um desses deslocamentos virtuais será. que sendo x positivo para a direi. a expressão matemática em concordância com a observação física. de modo que o trabalho virtual é P (+ ôX). re- o princípio do trabalho virtual. a variação de uma coordenada independente. Em cada aplicação do método permite-se. assim. * Para exemplos de problemas com dois ou mais graus de liberdade. decorrente de um aumento em xeeme.TRABALHO VI RTUAL / 259 ma.3) ca- te a3 de à! ill. na direção de mg. que o peso mg realiza trabalho negativo. p . de modo que a expressão matemática correta para o trabalho é mg (+ ôh).a Edição de Estática. x = 21 sen ~ e ôx = I cos ~ ôe 2 . O princípio do trabalho virtual exige que o trabalho total de todas as forças externas ativas seja nulo para qualquer deslocamento virtual compatível com os vínculos.ôe = 2 4 2 O o que dá e tg 2P mg 2= ou 2P e=2arctg mg Resp. apenas. * Problema Resolvido 7. quando o centro de massa se move para cima.sen . determinar o ângulo e de equilíbrio.2mg .::_-_ =.. para o movimento ôx. D É evidente. ÔU= O. Com h positivo para baixo. Para uma dada força P. - ê: Solução. são forças reativas. a seguir. no sentido de P. expressa-se ôh em termos de ôe. . pela geometria. que não realizam nenhum trabalho durante o movimento virtual ôx e não são mostradas. Assim. que ôh é negativo para ôx positivo. colocando.ta.' e e:.1 Cada uma das duas barras articuladas homogêneas tem massa m e comprimento 1 e é suportada e carregada como mostrado. ôh é também positivo para baixo. Para obter este resultado pelos princípios do somatório das forças e dos momentos. Todas as outras forças que atuam externamente no sistema. seria necessário desmembrar as barras e levar em conta todas as forças que atuam sobre cada barra. <6> Obtêm-se ôh e ôx das mesmas regras matemáticas de diferenciação com os quais se obtém dh e dx. Observe.

A constante c é eliminada. lida diretamente com causa e efeito. vem [óU=O] MóO + mgóh = Nota: O que resulta M óO CD = mgb sen O ó O M mgb Resp. visto que mg e M são a força e o momento externos. emboril quando se solucionam estas equações. no sentido horário. para este problema. é +mg óh = mg ó (b cos O + c) = mg(-b = -mgb sen O óO + O) senO óO 1) O sinal menos. indica que o trabalho é negativo. separados para as três peças móveis. corno no Probl. no sentido de mg. formado pelas barras com a vertical. manteve-se a consistência matemática com a definição de trabalho e observa-se que o sinal algébrico da expressão resultante concorda com a variação física. A posição vertical do centro de gravidade G está indicada pela distância h. O trabalho realizado por mg. Para efetuar estas etapas. durante urna variação no ângulo o. ó O é também positivo no sentido horário. O croqui dado constitui-se no próprio diagrama de forças ativas para o mecanismo completo. e é h = b cos O + c. para um dado valor de M. A vantagem da solução pelo método do trabalho virtual. Resolvido 7. Com O medido positivamente. a posição horizontal de G. é evidente. seria necessário incluir na análise. neste problema. Corno o valor de senO não pode ser maior que a unidade. na equação do trabalho virtual. o trabalho realizado pelo conjugado M. e ter-se-ia que considerar as reações internas nas articulações de pino. Substituindo. . para um valor positivo de ó O.2 A massa m élevada para urna posição de equilÍbrio. em relação aos pontos de ligação das duas barras. e não faz referência a grandezas irrelevantes. é logo vista quando se experimenta a solução pelo equilíbrio das forças e dos momentos. abaixo da linha horizontal de referência fixada. visto que sua derivada é igual a zero. que são articuladas corno é mostrado. durante o movimento óh. únicos que realizam trabalho sobre o sistema. Solução. As barras têm massas desprezíveis e supõe-se que não haja atrito. Assim. 0= arcsen-- Outra vez. pela aplicação do conjugado M à extremidade de urna das duas barras paralelas. a referência a esta posição é eliminada. Para este método. M está limitado aos valores de equilÍbriO que não excedam mgb. é +M óo. seria preciso desenhar diagramas de corpo livre. que o método do trabalho virtual. no final. no sentido horário.1. Considere a alternativa de urna solução pelo equilÍbrio de força e momento.260/ ESTATICA Problema Resolvido 7. Então. Determinar a expressão para o ângulo de equilíbrio o.

também. a diferencial da equação e obtém-se. Outra vez. Determina-se o trabalho virtual resultante. se a conectora OA não estivesse na posição horizontal. y ---t----Í. o que causaria apenas a inversão dos sinais de todos os termos. naturalmente. 0= 2x ôx + 2y ôy Assim. se uma variação é positiva.3 Determinar o valor da força P aplicada sobre a luva desllzante. Do triângulo retângulo que tem a barraAB como hipotenusa constante. Todas as outras forças são ou internas ou reativas que não realizam trabalho devido aos vínculos. sob a ação do conjugado M. não seria igual aôy. a outra deve ser negativa. . A partir da posição horizontal da conectora. x--! Solução. Observe o sinal negativo que apenas nos diz que.TRABALHO VIRTUAL I 261 Problema Resolvido 7. O esboço apresentado na figura serve como diagrama das forças ativas para o sistema. O comprimento b é constante. b2=X2+y2 Toma-se. executado por Me P. um deslocamento virtual anti-horário para a conectora. ôe. a partir da posição horizontal mostrada. do ponto A. . . de modo que ôb = O. Dá-se à conectora OA um pequeno deslocamento angular. ® Môe+Pôx=O P= Mx ya Môe+p(-~aôe)=o = Mx ha Resp. agora. pode-se escrever. expresso em radianos. ® Poder-se-ia usar. para impedir que a barra OA gire. que será o deslocamento virtual. o deslocamento angular movimenta A para baixo da distância ôy = a ôe onde ôe é. Desprezar a massa das partes móveis. observa-se que o método do trabalho virtual produz uma relação direta entre a força ativa P e o conjugado M. no sentido horário. ôx=-Laôe x e a equação do trabalho virtual dá [ôU= O] CD ou ôx =- L x ôy Notas: Observe que o deslocamento aôe. sem envolver outras forças que são irrelevantes neste relacionamento.

sobre a alavanca de comando do caminhão basculante. Determinar a expressão para a força horizontal P necessária para suportar m. e = are cos 2P mg Probl. P = mg tg e Probl.1 Para uma dada força P. com centro de massa em G. para qualquer valor de e.) 7. O polígono ABCD é um paralelogramo. 7. necessário para equilibrar a massa m.4 2".3 .6 pela fQ:Ç' horizontal P.7 Cada uma das barras uniformes da estrutura t=.cada em uma direção diferente da horizontal? Resp. Determinar a força horizontal P necessária para se tentá-Ias na posição mostrada.do Probl.3 Probl. Seria a ação mais eficaz. 7. supor que o trabalho negativo do atrito é desprezível.mg tg Probl.1 7.2 7. 7. A posição de equili1ri: da estrutura no plano vertical é determinada ~ conjugado M aplicado à barra da esquerda. Exp sar e em termos de M. Substituir o conjugado M do Probl. e = are tg ~ 7. 7. Resp. se P fosse apli. massa m e comprimento b.5 Cada uma das barras uniformes tem massa m.3 Encontrar a força Q exercída pelo furador de papel. 4. e determinar :: ângulo de equilíbrio e.5 Probl.262 I ESTATICA PROBLEMAS PROPOSTOS (Nos problemas abaixo.6 7. Resp. exceto quando indicado o contrário. Determinar o torqueM. determinar o ângulo e para que haja equilíbrio. P = 4. 7.. no plano vertical.conforme mostrado. 7. Resp. repetido aqui. Desprezar a massa das barras. quando o ângulo de descarregamento for e.4 7. 7.65.2 O mecanismo articulado é usado para posicíonar a massa m nas guias verticais lisas.

8 Probl.81 é repetida aqui.8 Determinar a força F que o paciente deve aplicar. Desprezar os pesos de todas as outras peças. em radianos. 4. determinar a compressão C no cilindro.7. Resp. necessária para manter o equilíbrio em um dado ângulo ().9 A prensa do Probl. exercida pelo cilindro.) Probl. Resp. que a roda gira. 7. sobre o cabo da alavanca.b h) tg () () Probl. 7. mostra-se facilmente que S = R (3. P =""2 mg( I. Para a posição mostrada. Probl. para qualquer valor dado de (). necessária para produzir uma compressão R sobre o rolete.TRABALHO VIRTUAL / 263 7.E . A massa combinada da cadeira e do paciente é m. O canto inferior C é livre para rolar horizontalmente. - e :: r. tangente ao anel de condução da cadeira de rodas.9 Probl.12 . 7. 7. 7.10 Probl. para subir o plano inclinado de ângulo (). se a roda rola sem escorregar. Determinar a força P.8R cos () O cilindro hidráulico é usado para expandir o sistema articulado e elevar a carga P.7 7. 7.6 P • Probl. (Se s for o deslocamento do centro da roda medido sobre o plano inclinado e (3 o ângulo correspondente. F = 0.11 7.12 Cada uma das barras uniformes tem massa me roletes centrais com movimento confmado pela guia e=. quando o sistema articulado do cilindro se alohga. que tem massa m e centro de massa em G.10 7. 7. Determinar a força F.11 O cilindro hidráulico DA e a barra OR estão combinados para controlar a inclinação da carga.

e(d + c) 2~ p Probl. 7. em serviço de aeronaves. que atua sobre o lado esquerdo do pistão dei cilindro hidráulico. Calcular a força de aperto F em A. O ro1ete da extremidade da barra inferior tem o movimento restringido pela guia lisa horizontal.. As pinças da garra de controle remoto desenvolY<õ uma força de pega C._ massa m a ser medida e o ângulo 8. Resp. Expressar C em função de P. que.14 = ~tg: SmgL 5 .. 7. antes do lançamento. quando a caixa de carga for elevaclz. articulado em O e com centro de massa em C. comparada com m. O contador de radiação A tem massa m e é posicionado girando-se parafuso de avanço L.15 7.16 A caixa de carga do caminhão de distribuição de alimentos. que controla a distância BC. e será. 7. As ranh ras horizontais permitem que o sistema articulado se abra. com um torqueM. de massa m2. está articulada à estrutura Probl. portanto. desprezado. Determinar a relação entre . como resultado de tração P. por sua vez. Relacionar o torque M à carga mg para os valores dados de b e 8.14 A balança postal consiste de um setor.13 O croqui mostra o esquema aproximado da montagemque prende o flange da base do foguete Saturno V ao pedestal de sua plataforma. Expressar M em função de h. de massa mo. Determinar o ângulo 8 para que haja equilíbrio sob a atuação do conjugado M. e é elevada pela aplicação de um tmque M sobre a extreI!lidade inferior da barra. 7. A figura OBAC forma um paralelogramo e ângulo COB é reto. M Probl. O prato e a barra vertical AB têm a massa m I e estão articulados no setor em B. F = 6. 7.00 MN 7.17 A figura mostra um dispositivo para medir a radÍêção do corpo de um paciente.264 / ESTÁTICA lisa vertical. mas é pequeno comparado com a força de aperto produzida. Probl.13 7. que está articulada à estrutura do caminhão. onde 23 pinças estão paralelas.. se a barra CE estiver sob tração produzida por uma pressão do fluido de 20 MPa.16 7. Resp. O pistão tem uma área útil de 10' mm2• O peso do conjunto é considerável. aplicada à haste de controle. tem uma carga de massa m. para a configuração mostrada. A extremidade A está articulada à barra homogênea AC. Resp. C=!.15 fixa. supondo q 8 = 8 o quando m = O. Desprezar to' o atrito e a massa do sistema articulado.

20 A plataforma elevadora faz a entrega de carga na porta de carga de um avião. / 265 eo e a ue 7.19 Determinar o torque M exercido pela chave antitorque. é igual ao seu avanço L (avanço por rotação).110 e repetida aqui.22 Expressar a compressão C no cilindro hidráulico do elevador de carro em função do ângulo O. em função de um torque M exercido sobre a manivela do parafuso de ajuste..' 'A I Probl. Se é necessário aplicar um momento Mf para vencer o atrito nos metes e nos mancais do parafuso. = ---s-en-fi fi_o _ M~ Prob\. A massa do elevador é deprezÍvel comparada com a massa m do veículo.88 Nem Determinar a força F entre as mandíbulas do grampo. determinar a expressão para o momento total M.17 p 7. A variação na distância entre A e B. 7. necessário a ser aplicado ao parafuso.21 Probl. 7.21 p 7.' -i~. 7.TRABALHO VI R TUhJ. 7. A força de aperto é P = 150 N. 7. lve 7.2 1 cos fi . para qualquer ângulo R C mg y' 1 + 8 sen' fi esp. Resp. Resp. c) Prob\. para elevar a carga. M= 7. defrnida no Probl.18 p 40 120 mm mm iarae o ono rga do rafi g2 ". C = 2mg cotg fi ) Prob\. determinar a força compressiva C no cilindro hidráulicoAB.19 + (1)' . para uma rotação do parafuso. 7. 4.20 unas P.. Se a màssa de estrutura for desprezível.18 de ga orue udo da. comparada com a massa m da carga. O parafuso tem um avanço por rotação L. A posição vertical da carga de massam é controlada pelo parafuso que conecta as uniões A e B. Desprezar o atrito.

85. 7. que leva. Por que se deve calcular trabalho do momento interno em C? Discutir escolha do método do trabalho virtual para este problema.25 7. ~ lançada de um carro de combate. O mecanismo interno em C mantém o ângulo 'l= entre as duas partes. Com este objetivo. em função de a. ao importante problema de determinar ~ estabilidade do equiHbrio. Resp.24 O alicate articulado do Probl.23 Determinar a força P desenvolvida nas mandíbulas do alicate rebitador do Probl. .4 . de vão L.266 / ESTÁTICA p L Probl. Determinar a força de aperto C. é ' introduzir o conceito de energia potencial. diretamente. Resp. repetido aqui. F = mgL b . estendido para levar em consideração sistemas mecânicos que possuem elementos elásticos na forma de molas.22 7. 7.j 1 + sen S Probl. para urna determinada força P no cabo. tidos como perfeitamente rígidos. O método será. 7.71 é repetido aqui com dimensões simbólicas.25 A ponte militar. C=P f( i cotg a-I ) Probl. 4. 4.23 7. mostrada na fIgura. Se cada das duas partes idênticas da ponte tiver massa me centro de massa em G. através da ação do sistema articulado hidráulico AB. P= 2Feb c (b .)2 tg e . e ~IF Resp. agora..a) = 'Z.ESTABILIDADE E ENERGIA POTENCIAL No item anterior tratou-se de configurações de equilíbrio de sistemas mecânicos compostos de membros individuais. 7. relacionar a força F TIl cilindro hidráulico com o ângulo e de equilíbrio.

isto é. de O a x.7.TRABALHO VIRTUAL I 267 r-- Comprimento livre ----1 F F dVe = kxdx o O X ~x Xl ~ 11 f. a energia potencial da mola se iguala à área t~iangular no diagrama de F versus x.. . - L -: E:- (a) Energia Potencial Elástica. durante o alívio de sua compressão ou ongamento. aliviando a mola de sua compressão.9) que está sendo comprimida por uma força F. Ve. de modo que a energia potencial elástica da mola. Considere a mola (Fig. agora. observa-se que a força atua. a variação (final menos inicial) na energia potencial da mola. admitindo-se que o elemento realize trabalho no corpo. O trabalho realizado no elemento elástico é -armazenado no próprio elemento e é chamado energia potencial elástica. é Ve ou = I o x F dx = ~ kx2 (7.4) Assim. Durante um deslocamento virtual ox da mola. O trabalho realizado por F durante o movimento dx é dU = F dx. apenas X representará. Esta energia é potencialmente utilizável e pode ser JeCUperada. Quando a mola está tracionada. realizando trabalho positivo sobre a mola e aumentando sua energia potencial. Supõe-se que a mola Jeja elástica e linear. Enquanto a mola estiver sendo esticada. e é uma medida da rigidez da mola. o estiramento da mola.9 . ou que é idêntica à área trapezoidal de Xl a X2. considera-se a força F como sendo diretamente proporcional à deflexão x.-dxX2 Fig. as relações de trabalho e de energia serão as mesmas. torna-se mea Correspondentemente. no lugar da compressão. de X = X 2 para X = X I. ao invés de comprimida. onde k é a constante da mola. se ox for negativo. o trabalho virtual realizado sobre ela é a variação virtual da energia potencial elástica. na direção do deslocamento. o Ve será também negativo. Durante uma variação na compressão da mola de Xl para X2. úVe = Fúx = kxúx Se a força compressiva for diminuída. para compressão x. 7. o trabalho realizado sobre ela é igual à variação na energia potencial elástica. como no caso da compressão. Esta relação é escrita como F = kx.

então. de algum plano de referência. tratou-se o trabalho de uma força gravitacio~ ou peso. Portanto.268 I ESTA T1CA Como a força que atua sobre a extremidade móvel de uma mola é o negativo da força exercida pela mola sobre o corpo ao qual está fIxado esta extremidade móvel. A variação virtual da energia potencial gravitacional é simplesmente ôVg = mg8h C= onde ôh é o deslocamento virtual para cima do centro de massado corpo. do mesmo modo que o trabalho de qualquer outra força ativa. o peso W = mg realiza um trabalho negaf ô U = -mg ôh.7.10. o corpo de massa m. por exemplo. . quando ele retoma à sua posiç&! original mais baixa. sua energia potencial gravitaciom. por defmição. atuando sobre um corpo.10). Vg. 7.: referência. Assim. tem a mesma variação da energia potencial. A ene~ potencial gravitacional. Assim.10 Uma alternativa para o tratamento anterior pode ser adotada. (b) Energia Potencial Gravitacional. nula. pelo trabalho realizado no corpo com objetivo de trazê-Io para a posição em consideração. em um deslocamento para cima ôh. Tomando-se Vg igual a zero. é perfeitamente' arbitrário. do corpo da Fig. ô Vg seria negativo se o centro massa tivesse um deslocamento virtual para baixo. 7. No item anterior. Este tratamento opcional é ~ representação útil. peso executa um trabalho positivo ô U = +mg ôh. quando se defmem os sistemas mecânicos em função de sua energia total. Ou.: é -mgh. de um corpo é defmida. ainda. que a energia potencial gravitacional é também independente caminho percorrido para atingir o nível h em consideração. onde a ener~ potencial é. G''- -- :r+h óh 5Vg ou ~/----'\ W = + W5h -de referênCiaT Vg = 0--I Plano +h alternativo ~ W V. em h = O (Fig. se o corpo tem um deslocamento para baixo ôh. É importante notar que o plano de referência. 7. !lã: importando qual caminho é seguido para ir do plano de referência I ao plano de referência 2. conclui-se que o trabalho realizado sobre o corpo é o negativo da variação da energia potencial da mola. Naturalmente. e esta variação é independente da posi~ do plano de referência. simplesmente. para o qual a energia potencial é nula. As unidades da energia potencial são idênticas às do trabalho e são expressas em joules (J) no sistema e pé-libra (ft-Ib) no sistema inglês.W5h + Wh . a energia potencial é o negativo do trabalho utilizado pelo pel Quando o corpo é levantado. mostrado na Fig. a energia potencial gravitacional do corpo é (7 Se o corpo estiver a uma distância h abaixo do plano de referência. com sentido positivo de h para baixo. arbitrário. h é medido em relação ao centro de massa do corpo. óU= Vg = . pois ti.=-Wh Fig.h é iglli: em todos eles.11. na altura h acima do plano ti. este trabalho é convertido em energia potencialmente disponíw " visto que o corpo é capaz de efetuar trabalho em algum outro corpo. uma vez que somente nos interessa a variação da energia. Note-se. quando o trabalho realizado pelas forçzs de gravidade é expresso por uma mudança na energia potencial do corpo.

pode ser convertido em variações da energia potencial. quando se aplica a equação do trabalho virtual a sistemas com molas e com variações na posição vertical dos seus membros. o trabalho executado pela força gravitacional. para todo e qualquer deslocamento virtual consistente com os vínculos. são internas ao sistema e não necessitam ser mostradas. 7. aplicadas externamente ao sistema. é igual às correspondentes E. Portanto. como a seguir: virtual realizado pelas forças externas ativas sobre um sistema mecânico em equilíbrio.12. vê-se que as forças de interação entre ele e o membro móvel ao qual está conectado. com sinal oposto. pode. é equivalente à variação mg 8s cos o: na energia potencial da massa m para o sistema equivalente. os membros que são parte do sistema. A quantidade 8 U agora representa o trabalho virtual realizado sobre o sistema durante um deslocamento virtual. o trabalho realizado por F. _ o trabalho Como sempre. pode-se substituir os trabalhos das molas e dos pesos pelo negativo das respectivas variações da energia potencial. Assim sendo. o princípio dos trabalhos virtuais. Com a substituição dos termos do trabalho pelos da energia. daqueles que não o são. (c) Equação da Energia. excetuando as forças das molas e as gravitacionais. sem atrito dinâmico interno. é o negativo da variação da energia potencial elástica da mola. (d) Estabilidade do Equilíbrio. Portanto.TRABALHO VIRTUAL / 26~ _ - :- As unidades da energia potencial são idênticas às do trabalho e da energia potencial elástica. Colocando estas variações no lado direito da Eq. por todas as forças externas ativas. é o negativo da variação da energia potencial gravitacional. pode-se reescrever o princípio do trabalho virtual. durante o deslocamento virtual 8s de seu ponto de aplicação. Ao incluir um membro elástico dentro do contorno do sistema.6) onde V = Ve + Vg representa a energia potencial do sistema. expresso pela Eq. para o caso de um sistema mecânico com membros elásticos e membros que mudem de posição. 7. Nas duas seções anteriores. Ao utilizar o método do trabalho-energia é útil desenhar o diagrama das forças ativas do sistema. variações da potencial gravitacional e da energia potencial elástica total do sistema. o trabalho realizado pelas forças externas ativas. como é mostrado na Fig. ser escrito como (7. Além da substituição do trabalho das forças de gravidade pelas variações correspondentes na energia potencial. joule (J) em unidades SI e pés-libras (ft-Ib) no sistema inglês. a decisão mais importante consiste em defmir no que constitui o sistema. agora.3 pode-se escrever a equação do trabalho virtual como (7.7) ~- - ~ ~.6. observou-se que o trabalho realizado por uma mola sobre o corpo que está ligado à sua extremidade móvel. o trabalho de outras forças ativas. Aqui. para sistemas mecânicos. mais claramente. em sistemas mecânicos pode ser substituído pelas variações correspondentes na energia potencial no sistema equivalente. 7. adotando como contorno o limite que distingue. ou peso mg. Também. .

um máximo (equilíbrio instável) ou uma constante (equilíbrio indiferente).13 Pode-se. também. Em sistemas com vários graus de liberdade.:. que descreve a sua confIguração. Por outro lado. como ~ seguir: * Para exemplos de sistemas com 2 graus de liberdade. um máximo na posição instável e uma constante na posição indiferente. * A Eq. . negativa..~ . Portanto. a derivada segunda é positiva em um ponto valor mínimo da função e.12 A Eq.7 exprime a exigência que a confIguração de equilíbrio de um sistema mecânico seja uma. pan:.8 se aplica a três condições." . deve ser nula.~ posição estável. deste autor.7.. Quando uma função e suas derivadas são contínuas. Para a posição de equilíbrio indiferente._. equivalente à co dição (7. para um lado ou para o outro não altera a energia potencial e não exisI: tendência de movimento para nenhuma outra posição. por exemplo x. do livro Estática. 7. em um sistema de um grau de liberdade. x. Capítulo 7.13 apresen um exemplo simples destas três condições. um ligeiro deslocamento da posição C= equilíbrio instável.. consultar o item 43.8 diz que um sistema mecânico está em equilíbrio quando a derivada da sua energia potenciE. A Eq. A Fig. Estável Instável Indiferente Fig. 7. .-. " ~. total for nula. a condição de equilíbrio ó V = O é.7.->- Sistema dado Sistema equivalente Fig. observando que um ligeiro de camento da posição de equilíbrio estável. resulta em um aumento na energia potencial e em uma tendência "retomar à posição de nível de energia mais baixo. 7.a Edição. 7.270 I ESTA TICA / U ' ctl . pode-se escrever as condiçõ~ matemáticas para o equilíbrio e a estabilidade de um sistema com um único grau de liberdade.~. caracterizar a estabilidade de um sistema mecânico.. a derivada parcial de Ver::: relação a cada coordenada. um pequeno deslocamento. para uma posição de nível de energia mais baixo. para haver equilíbrio. em um ponto de valor máximo. l. a saber.. ': --m[lmg=F L_J=rúscosa . matematicamente. onde a energia potencial do rolete é claramente um mínimo I... quando a energia potencial total é um mínimo (equilíbril estável). resulta em uma diminuição da energia potencial e em uma tendência de se afastar G posição de equilíbrio.. onde a energia potencial e suas derivadas são funções contínuas de uma única variável. a qual a energia potencial total V do sistema tenha um valor fIxo. Assim.

) Escolhe-se o plano de referência.mgx de es. Se a ordem da derivada mais baixa. e o traçado do gráfico de V versus x. A energia potencial elástica em uma posição arbitrária x é Ve = +kX2. x = mg/k -6 o. podecse encontrar a situação onde a derivada segunda de V também seja nula na posição de equilíbrio. L Problema Resolvido 7. aquela na qual a força na mola se iguale ao peso mg. diferente de zero e remanescente. neste problema. Embora já se saiba que. (Embora. e a energia gravitacional é -mgx.lOx. Por exemplo. . simplifica a álgebra. obviamente.J 2 de da ete O. as relações de energia.de modo bastante simples. :' m:=. Assim. para este caso. neste caso.TRABALHO VIRTUAL / 271 Instável I Equilíbrio dx dx2= dV d2V> dx2 d2V <O O O I (7.4 ec o cilindro de 10 kg está suspenso pela mola com constante igual a 2 kN/m. para este caso simples.9) Estável =. usa-se uma expansão em série de Taylor para duas variáveis. porém.m -2 V= ocorre onde +kX2 . Se a ordem da derivada mais baixa. ser positivo ou negativo. d2V/dx2 = k. o equilíbrio será estável ou instável. o equilíbrio é estável. m = 10 kg 8 Solução. diferente de zero e remanescente. G. para determinar o tipo de equilíbrio. a o equilíbrio -4 dV = kx . com inclinação nula. deve·se examinar o sinal das derivadas de ordem mais alta. de acordo com o sinal desta derivada. para dois graus de liberdade.mg = dx O. de modo que a energia potencial total é [V= Ve + VgI 6 oz 4 V. apresenta um ponto de inflexão na curva. e:r o::<- Por vezes. para a energia 1) potencial nula. que é positivo. for par. provando que o equilíbrio é estável. -8 Notas: CD A escolha é arbitrária. . o equilíbrio é classificado como instável. pode-se provar este fato determinando o sinal da derivada segunda de V na posição de equilíbrio. a solução será desenvolvida como se a posição fosse desconhecida. para apresentar. O critério de estabilidade para sistemas com mais de um grau de liberdade requer um tratamento mais avançado. for ímpar. Traçar o gráfico da energia potencial V do sistema e mostrar que ela é mínima na posição de equilíbrio. no valor do equilíbrio. a posição de equilíbrio seja. aquele que corresponde à posição da mola sem extensão.

O valor mínimo de V ocorre em x = 0. A compressão x da mola é igual à distância que A se afasta de B. [oU=oVe +oVg] 2Pb cos %08 = ° (2kb' sen' %) + 2 2 ó (-2mgb cos %)= 8 + mgb sen . a expressão para Vg torna-se [Vg=mgh] Vg = 2mg ( -b cos %) A distância entre O e C é 4b sen virtual feito por P é . Assim.272 / ESTÁTICA Substituindo os valores numéricos tem-se ® Pode-se escolher planos de referência diferentes para Ve e Vg. Calcula-se V para vários valores de x e traça-se o gráfico de V versus x.81) x expresso em joules. devido à aplicação da força horizontal P. 2 0)2 = 2kb' sen~ - O 2 Tomando.10 (9. a haste leve. 2 a Ve = ~k • 2b sen ( .08 2 8 8 = 2kb' sen .!. estão no plano vertical e possuem vínculos e ligações conforme mostrado. onde dVjdx = O e d'Vjdx' é positivo. como mostrado. de modo 2 que o trabalho óU=P ° (4b sen %)= 2Pb cos % 00 A equação do trabalho virtual dá. tendo massa m cada uma.cos - 08 .049 m. no equilíbrio é x 10 (9. potencial gravitacional nula.5 As duas barras uniformes. que é x energia potencial elástica da mola é = 2b sen . o plano que passa por O. Se a mola está sem compressão n'! posição correspondente a O = O.!.049 m ou 49 mm Resp. sem afetar as conclusões. Problema Resolvido 7. como referência para a energia . que é conectada em A e passa através de um orifício articulado em B. e o valor de x. O esboço dado na figura serve como diagrama de forças ativas para o sistema. agora. comprime a mola de constante k. Esta mudança apenas deslocará as curvas separadas de Ve e Vg para cima ou para baixo mas não influenciará a posição do valor mínimo de V. determinar a força P que produzirá o equilíbrio no ângulo o. entre as barras. Solução. v = -} (2000) = x' . Quando o ângulo O.81)/2 000 = 0. aumenta. por conveniência.

V= Ve + Vg = -}kb2 sen2 e + -}mgb cos e O equilíbrio ocorre em dV/de = e. -agora. . conforme mostrado. a estabilidade examinando o sinal da derivada segunda de V para cada uma das duas posições de equilíbrio. ter-se-ia dificuldade para resolver explicitando e. A mola. de modo que -de = kb2 dV sene cos e. traçando um gráfico dos valores numéricos da soma das duas funções de e e determinar o valor de e para o qual a soma é igual aP.-}mgb cos e O. poder-se-ia resolver.TRABALHO VIRTUAL / 273 - Simplificando obtém-se e P e c = kb sen 2" + -} mg tg 2" Resp. Como não existem forças ativas externas. correspondente a uma dada força P. de modo aproximado. Problema Resolvido 7.1) . o esboço da figura serve como diagrama de força ativa. Se fosse pedido para exprimir o valor de e para o equilibrio.2-mgb cos e = 2 = kb2 (Solução (2 cos2 e .-}mgb) sen e e= = (kb2 cos =o As duas soluções desta equação são sen-e =O e mg cos e = 2kb Notas: Determina-se. Toma-se o eixo x como referência para a energia potencial gravitacional nula. nas guias horizontal e vertical.6 As extremidades da barra uniforme de massa m deslizam livremente. as energias potenciais gravitacional e elástica são Ve y I I = -}kX2 = -}kb2 sen2 e e b Vg= mg 2" cos e A energia potencial total é.-}mgb sen e . não está deformada quando x = O. Solução. A derivada segunda é CD Cuidado para não desprezar a solução e dada por sen e = O. O sistema consiste da mola e da barra. de constante k. Em um problema numérico. Na posição deslocada. então. -= kb2 de2 d2V (cos2 e .sen2 e) . = O. l) sene = e= O de2 = kb2 (2 _ 1) _ 2-mgb 2 = kb2 (1 _ 2kb mg) d2V = positivo (estável) = negativo (instável) se k> mg/2b se k < mg/2b Resp. Examinar as condições de estabilidade na posição de equilíbriO.

vê-se que esta solução é limitada ao caso onde k > mg/2b. através do qual a roda gira da posição inicial parE'. Como o co-seno é menor que a unidade. pois a mola será muito fraca para manter o equilíbrio para valores de 6 entre 0° e 90°. no sentido dos ponteiros do relógi:. por vez. erroneamente.cos 6) tg 6 k B Probl.mgb (' 2kb mg == ) Resp.7.27 Determinar a força P necessária para manter em equilíbrio as duas barras articuladas. que o trabalho negativo do atrito é desprezível. Resp. a barra retomará à posição vertical mesmo que não exista força na mola nesta posição. (Solução lI) mg mg cos 6 = 2kb' 6 = arc J 2. cos 2kb --' -= kb2 d62 d2V [ 2' -2kb (' mg ') -1 2 2. sem os benefícios da análise matemática da estabilidade. P = 4kb (1 . ca que exprime as posições de ambos os siste= Definir a estabilidade de cada sistema na posição equilíbrio x = o. onde C. nos problemas a seguir.. A roda homogênea de massa m é suportada no p~ no vertical pela tira leve ABC e pela mola de C02tante elástica k. é 2b. inicialmena da posição onde a força na mola é zero. 7. Demonstrar as condições de estabilidade para as duas condições de equilíbrio. Então. dete~ o ângulo 6. Se a roda for solta. que a barra repousaria em uma posição de equilíbrio em algum valor de 6 entre 0° e 90° . sem compressão.29 =~ 4 Probl.27 7. estão montadas em mancais fixos. ® Outra vez.. Se k < mg/2b. está pivotada em torno de um eixo horizontal que passa por O. com um ângulo 6. 7. não haverá Solução lI.) 7. Quando ~ = . com centro de massa em G.28 As energias potenciais de dois sistemas mecâni são dadas por VI = Clx' e V2 = C2X3.26 7.E posição fmal de equilíbrio. o equilíbrio nunca será estável. se a mola for suficientemente rígida. na Solução lI. poder-se-ia supor. Desprezar a massa das barras.274 / ESTÁTICA 2) Assim. Resp.29 { Prob!. 6 (Suponha. ® Este resultado não poderia ser previsto sem a análise matemática da estabilidade. que faz a derivada segun3) da de V ser 'negativa.26 A barra de massa m. ~ C 2 são constantes positivas e x é a coordenada fr:j. O comprimento da mola.7.30 A alavanca está fIXada a uma das engrenagens '= uma mola de constante elástica k liga dois p' montados nas faces das engrenagens que. PROBLEMAS PROPOSTOS 7.

O peso da barra é desprezível comparado com P. Resp. P==. Supor a ausência de atrito e desprezar o peso da barra. li == O. homogênea. 7.33 Quando u == O. a força da mola é zero.32 7. 7. A janela é controlada por um cabo que passa por uma pequena roldana em A. A força F atua na direção da barra.(I~. e == 48.6° ::~ Er <2 Probl. e está preso a uma mola.34 Determinar o valor de equilíbrio da coordenada y para o mecanismo sob a ação da carga verticalP.34 . 7. e não está tensionada quando x == O. a barra desliza através da luva articulada em A e comprime a mola entre a luva e a extremidade da barra. Probl. de 50 kg. e não fica deformada quando e == O. Determinar a força P. A mola tem uma constante elástica de 180 N por metro de alongamento. Quando u aumenta. a mola de constante elástica k está descomprimida. Determinar a força P necessária para produzir um deslocamento u. em O. A mola de constante elástica k não é tensionada quando y == O.33 7. Resp. que tem uma constante elástica k.31 = ri d= p:: A figura mostra a seção transversal de uma janela de ventilação. Probl. articulada em sua aresta' horizontal superior. e a massa desta é desprezível. x _ Probl. Determinar o ângulo e para o equilíbrio. necessária para manter o equilíbrio no ângulo li.30 b ') ku 7. 7.TRABALHO VIRTUAL / 275 alavanca está em posição vertical.32 = - Determinar o valor de equilíbrio de x da barra suportada pela mola. y-~y----1 Probl. 7.31 7.

70 Probl. de constante k. Probl. 7. que pode deslizar no orifício articulado em A.36 A seção transversal de uma porta tipo alçapão. a haste AB desliza a=vés do colar pivotado em C e comprime a n:± quando um conjugado M é aplicado à barra DE.39 As duas engrenagens giram no plano vertical e (Zregam massas excêntricas m com centros de ma=. de massa m e centro de massa em G. e está dei primida para a posição equivalente a e = O.38 7. A haste DG passa através do pivô em E e comprime a mola que tem uma constante elástica de 45 kN/m e não é comprimida quando e = O. Resp. Determinar o ângulo agudo e. Probl.36 7.. a porta estará em equilíbrio para qualquer ângulo e.: peças são desprezíveis. articulada em A. a mola está sem deformação." mola tem uma constante elástica k. 7. Quando e = O. usando uma mola com uma constante k apropriada.38 No mecanismo mostrado.35 = are sen .37 Para uma força horizontal F de 250 N.Dc=minar o ângulo e para o equilíbrio..••.. determinar o ângulo e. é pivotada em torno de O e pode balançar no plano vertical. onde ocorre o equil1õrio. 7. em G I e G2' Determinar os valores de e para equilíbrio e identifique o tipo de equilíbrio p= cada posição. A mola é comprimida pela haste. e provar que a posição é estável.35 A barra uniforme. Resp.7.:' 7. está sem compressão na posição correspondente a e = O. com massa m e centro de massa em G. As massas .39 . e Probl. Mostrar que. 7.• . que por sua vez está pivotada na extremidade inferior da porta e passa por um bloco pivô em B.À" kl = are tg mg ka i ~5~~~ 150 mm Probl.276 / ESTÁTICA 7. :. A posição da barra é controlada pela haste leve e sua mola. está mostrada na figura. e c 150mm 1l\\E G~ . A mola.37 7.• ". Desprezar os pesos das peças. e = 21.. que equilibre o sistema articulado visto na [Jgura. Resp.

hmáx. Resp.g k f*--b ) Probl.41 A figura mostra a seção transversal de um vaso composto ·de uma cascahemisférica de raio 7 e uma casca cilíndrica de altura h. para a qual o pêndulo invertido será estável. () = 1T.altura máxima h da massa m.Determinar as posições de equilíbrio e sua estabilidade.43 Uma das exigências críticas no projeto de uma perna artificial para um amputado é evitar que a articulação do joelho flambe sob carga. - Probl. na articulação. pelas duas barras leves. permanecerão na posição mostrada ou se rolarão sobre o cilindro inferior. Determinar o valor mínimo de K que irá garantir a estabilidade da articulação do joelho para (3 = O. Resp.42 Um bloco retangular uniforme de altura h e massa m. igualmente. nesta posição. Resp. Resp. I ( b-+i Probl.41 7. 2kbZ "" Probl. e está pré-comprimida.42 e instável se k > mg 2b ()= 2 arc sen 2k mgb requer k > mg.40 o centro de massa G da barra uniforme AB está forçada a mover-se na guia vertical lisa.43 -7. = -. A barra OA tem massa desprezível e a mola de constante k está sem compressão quando e = O. na posição vertical mostrada.TRABALHO VIRTUAL / 277 7. Determinar a limitação em h. Kmín. simule a perna artificial. h estável se k < mg 2b Probl. 7. através de cálculo. 2b estável :::. Como primeira aproximação. 7. h < 27 Prever.44 Determinar a .45 . quando o vaso estiver colocado sobre uma superfície horizontal. 7.. quando a perna está reta. 7. está colocado centrado em uma posição horizontal sobre uma superfície cilíndrica de raio 7. = +mgl . com uma mola de torção em sua articulação comum. Desprezar o peso das demais peças do mecanismo. proporcional ao ângulo de dobra (3. A mola desenvolve um torque M = K(3. feitas do mesmo material. Determinar a limitação em h para que a posição vertical mostrada seja estável. feitas do mesmo material. 7. Determinar o valor limite de h para a estabilidade. Cada mola tem uma constante elástica k. se o semicilindro e a meia casca cilíndrica.40 7. ambos homogêneos.44 .

49 A massa m se desloca em uma guia vertical.48 7. não está comprimida quando (J = O. sempre. 4mg 1 Probl. sujeitas à ação da mola. com pedal de acionamento. sem que haja força atuando no pedal.46 A figura mostra um pequeno elevador industrial.) Resp. (J = 11. 7. com erro desprezível. 7. que o eixo da mola permaneça paralelo ao assento. enquanto o assento é mantido em uma posição fixa. Determinar as posições de equilíbrio. na posição representada. necessário. não está deformada na posição em que (J = O. Para pequenos ângulos de inclinação pode-se supor. Pode-se visualizar a deformação da mola. O centro de massa de uma pessoa de 80 kg. quando a cadeira se inclina para trás. em torno de um eixo horizontal que passa por O. para haver estabilidade na posição (J = O. e pode-se supor que elas atuem. em torno de 0. duas de cada lado do eixo central. 7. A mola tem comprimento livre de 1/2.47 A figura mostra uma cadeira de escritório. está em G.19° Probl. 7. apresentando. é o aumento na compressão da mola. sobre uma linha que passa por 0. (J = O. A constante elástica de cada par de molas é 2k. em detalhe. a mola do mecanismo de inclinação. está articulada livremente. perpendicular ao assento. . A estrutura do assento está articulada em torno do ponto fixo na base. da mola. de constante elástica k. A barra esbelta.48 7.Especificar a estabilidade do sistema em suas posições de equilíbrio. lisa e é suportada pelas quatro barras de massa desprezível. As molas são igualmente pnxomprimidas. Especificar o valor de k que irá garantir o equilíbrio estável. e o valor máximo da constanre elástica k. admitindo-se que a base se incline ° Probl. excluindo (J = rr. A mola. que tem uma constante elástica de 96 kN/m. Determinar o ângulo de inclinação (J necessário ao equill brio. (Sugestão. no plano horizontal. A mola. quando o elevador suportar uma carga L. Existem quatro molas idênticas. de comprimento 1 e massa m.47 7. sentada na cadeira.46 7.278 / ESTATICA do ângulo (J. = 2 are cos (J 1/2 1_ = 2mg kl kmáx. em torno de 0. O aumento da distância entre A e B. Resp.45 1 ~~/ Probl.

a. 7. k. de maneira que h = 350 mm.51 A plataforma de massa m é suportada por barras iguais. como é mostrado na figura. "- ""- \\ \ \ \ I h = 2r I / / L 7. O comprimento livre da mola é r . 7. é desejável que a porta esteja insensível ao movimento nesta posição. como é mostrado na figura. mais facilmente encontrada aplicando-se o princípio do trabalho virtual desenvolvido neste capítulo. a fim de aliviar a compressão nas molas helicoidais. Resp. com sua respectiva barra.7. e si- g A suspensão dianteira vista no Probl. Se as massas das barras e das molas forem desprezíveis. kmín. que as únicas forças a serem consideradas na determinação da posição de equilíbrio. igual a t:. 4. . 7-. A. tem massa de . e = o. Cada roda. Na montagem. por tração. determinar a constante elástica mínima k de cada mola.52 -'" . por este método. = ~ (1 + ~:) Probl.FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO Quando for possível um corpo ou um sistema de corpos interligados. a força da mola é nula. determine o valor de h quando o macaco for removido.. e está equipada com dois mecanismos de mola. Viu-se. O braço OR tem peso desprezível e o canto superior.50 7. com e = n. a posição de equilíbrio é. k= mg(r+a) 8a2 7./' Probl. na posição mostrada. assumir diversas configurações em resposta às forças aplicadas. com um centro de massa a 680 mm da linha vertical central. cada mola sofre uma deflexão... são aquelas que realizam trabalho eé ásUf a. mostrada em corte.82 é aqui repetida. Resp.52 ( /B g Z- -750mm~ Probl.49 Probl. Cada mola tem uma constante de 120 kN/m. quando ela alcança a posição vertical fechada. De modo a assegurar a ação suave da porta.50 tá rio o. da mola.35 kg. h = 265 mm A - .TRABALHO VIRTUAL I 279 o ° estabilidade da plataforma. repetidamente. que irá garantir a A porta de garagem AR. Resp. Determinar a constan te elástica necessária.51 7.5 . Sabendo que a estrutura F deve ser levantada por um macaco. da porta está livre para se deslocar horizontalmente com o rolete. A carga L é de 12 kN. tem massa m homogênea. e a estrutura central F tem massa de 40 kg. geralmente. de modo que no ponto mais alto. um de cada lado da porta. conjugadas com molas em diagonal.

lineares e angulares.B e C (d) Encontrar () para o equilíbrio Encontrar as reações em A e B (a) (b) Probl. aqui. restringiu-se a atenção aos sistemas mecânicos nos quais as posições dos membros componentes possam ser especificadas por uma única variável (sistema com um grau de liberdade). Obteve-se. No presente capítulo. é muito útil na solução de problemas de equilíbrio. durante um movimento virtual. respectivamente. o procedimento para cada solução. durante o deslocamento virtual. pois é um movimento assumido que. Descobriu-se que o conceito de energia potencial. Usa-se o símbolo o para a Variação virtual diferencial. Primeiro. pelo processo de derivação das relações geométricas para obter as expressões dos movimentos virtuais diferenciais. PROBLEMAS 7. variação na posição vertical do centro de massa do corpo e.53 Encontrar x para o equilíbrio (e) Determinar o máximo k para obter equilíbrio es~ em&=O (f) . tanto gravitacional (Vg) como elástica (Ve). Para dois ou mais graus de liberdade. (B) pelo trabalho virtual. Esta variação é fictícia. das partes de um sistema mecânico. a posição de equilíbrio e o tipo de estabilidade existente. também. São conhecidas as dimensões. um deslocamento virtual é t~{ado do mesmo modo que uma variação diferencial em um movimento real. As forças externas que não realizam trabalho (forças reativas). e mantendo todas as outras constantes. sucintamente. variações correspondentes na alongação ou compressão de membros elásticos (molas). As derivadas primeira e segunda de V são usadas para estabelecer.53 PARA REVISÃO Identifique quais dos problemas de (a) até (j) são mais adequadamente resolvidos: (A) pelas equações de equilíbrio de momentos e de forças. Descreva. construiu-se o diagrama de forças ativas do corpo ou sistema (ao invés do diagrama de corpo livre) para focalizar a atenção somente sobre as forças externas que realizam trabalho durante os deslocamentos virtuais. permitindo uma única variável variar de cada vez. Matematicamente. as massas de cada membro e as forças aplicadas (c) Encontrar as forças emA. aplicar·se·á a equação do trabalho virtual tantas vezes quantos forem os graus de liberdade. a parte mais difícil da análise é relacionar os correspondentes deslocamentos virtuais. que sejam consistentes com os vínculos. No método do trabalho virtual. deve ser observado o fato que um deslocamento virtual é uma variação diferencial de primeira ordem em um comprimento ou um ângulo. A seguir são estabeleci das variações diferenciais nas posições das partes do sistema. na realidade não precisa ocorrer. onde ocorre. 7. para a variação diferencial em um movimento real. saindo de sua posição de equilíbrio. não necessitam ser consideradas. uma expressão para a energia potencial total V do sistema. h------ x ------J o plano Encontrar x para o equilíbrio de cada figura é vertical. Freqüentemente.280 / ESTATICA (forças ativas) durante o movimento diferencial assumido do corpo ou do sistema. e o símbolo usual d. Por este motivo. devem ser escritas as relações geométricas que descrevem a configuração do sistema. em termos da variável que especifica a possível posição do sistema.

P2 ~ . também.59 Se o mecanismo interno da caixa descrita no Probl.54 7. para dentro. Desprezar o atrito interno e supor que todos os componentes mecânicos são· corpos rígidos. terço da unidade. para haver equilíbrio.56 k 1\1\i\I"W"\I\I"W\'W a Probl. leves. As barras são articuladas na carroceria do caminhão. Desprezar a massa da barra e o diâmetro das polias. D.eterminar o ângulo de equilíbrio correspondente a uma dada força vertical P. para cada unidade de movimento. Resp. que gira ao ser aplicado um conjugado M e de uma barra deslizante de saída B. matematicamente. interligados de maneira ideal. 7. 7. empregada na traseira de um caminhão. determinar P para haver equilíbrio. em A. 7. que transferem o movimento linear da haste A para o movimento linear da haste B. que aplica força em e. perfazendo um círculo completo na vertical. o tipo de equilíbrio para cada uma. da haste A. para dentro. contra a força P 2' Se P 1 = 100 N.. Resp. Se M = 10 N • m. de modo que. interligados de modo ideal.~~ Probl. 7. Determinar a forçaP. de acionamento hidráulico. 7. está mostrada na fIgura. aplicada na extremidade da barra. onde e é o ângulo que define a posição do sistema e b e c são constantes positivas.60 k ávê~ Probl. calcular a tração T. a mola de constante elástica k está com o seu comprimento natural.58 . também para dentro. engrenagens e outros elementos mecânicos internos. _ e = arc tg 2P ka 7. As massas da plataforma e das barras podem ser desprezadas. Verificar. Determinar a posição ou posições de equilíbrio e.54 for rearranjado. contra a forçaP. 7. é dada por V = b sen 2 e + + c cos e. para fora da caixa.56 Uma plataforma de carregamento. comparadas com . as condições de estabilidade que são evidentes nas duas condições de equilíbrio. Um mecanismo de controle consiste de um eixo de entrada.- Uma "caixa preta" contém um conjunto de cremalheiras. em A. todos interligados.55 Probl. da haste B. Desprezar os atritos e admitir que todos os componentes mecânicos são corpos rígidos..57 . 7.54 :. P = 785 N A energia potencial de um sistema mecânico com atrito desprezível. a fIm de suportar a plataforma na posição mostrada. corresponder um movimento de um terço da unidade.TRABALHO VIRTUAL / 281 = 7.57 A barra é livre para girar.59 7. se P. Para cada unidade de movimento de A. A posição da plataforma é controlada pelo cilindro hidráulico. . O mecanismo é montado de modo que o movimento linear de B seja proporcional ao movimento angular de A. Quando e = O. calcular P 2 para haver equilÍbrio. sob a ação da força P" a haste B move. 7. fornecida pelo cilindro. = 100 N. A barra leve oe é pivotada em O e pode balançar no plano vertical. com x aumentando 80 mm para a volta completa em A. que se move na direção x. B e F. um. suportada pela haste B.

61 . de massa m.porta está no plano vertical.60 7.". que tem cons- Probl. uniforme.. para e > O. Resp. 7. com centro de massa emG. 282 / ESTATICA a massa do caixote de 250 kg.5 kN tante elástica k e comprimento natural. k = mg. 7. P = 3. independente de e 21 J 350 mm 650 mm Probl. necessária para balancear a porta em uma posição de equilíbrio.l1ar a constante elástica k.61 A figura mostra a vista de perfJl de uma porta de clarabóia. com centro de massa no meio da distância entre A e O. Determi. A porta é contrabalançada pela ação da mola. Resp. sem esforço. quando a . com e = O.

proporcional ao produto da distância vezes a área diferencial e o momento elementar é proporcional ao produto do quadrado da distância vezes a área diferencial. sobre uma área de atuação. a área da superfícieABCD está submetida a uma pressão distribuída p. em qualquer seção da. Na Fig.-- AP~NDICE A MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS ( I AI . Esta situação foi estudada no item 5. que é útil desenvolver suas propriedades em detalhes e ter estas propriedades disponíveis para pronta utilização. A integral é uma função da geometria da área e ocorre tão freqüentemente nas aplicações da Mecânica. sendo que A (c) Fig. Freqüentemente a intensidade da força (pressão ou tensão) é proporcional à sua distância ao eixo de momento. então. Está presente. Vê-se. aplicados em suas extremidades. flexionada por conjugados iguais e opostos. A. é muitas vezes necessário calcular seu momento em torno de um eixo no plano da área ou perpendicular a ele. que é devido à pressão sobre o elemento de área dA. Alb é mostrada a distribuição da tensão que atua sobre a seção transversal de uma viga elástica simples. a integral em questão aparece.8 do Capo 5' e defrne a ação de uma pressão de líquido sobre uma superfície plana. cuja intensidade é proporcional à distância y. portanto. A força elementar atuando sobre um elemento de área é. dada por a = ky. AI ilustra a origem física destas integrais. quando se avalia o momento totalM = k f y2 dA. é py dA = ky2 dA. O momento em torno de AB.INTRODUÇÃO Quando as forças são distribuídas de modo contínuo. Assim.! . a partir do eixo AB. que o momento total envolve uma integral da forma f (distância)2 d (área). A Fig. quando a integral aparece. Na parte a da figura.viga. uma distribuição linear da intensidade da força ou tensão. Esta integral é conhecida como o momento de inércia da área.

passo que a expressão da Eq. Ale. por meio de uma distribuição de tensão tangencial ou de cisalhamento T.DEFINIÇÕES As segumtes defmições de termos constituem a base da análise do momento de inércia da área. O momento de inércia de dA em torno do pólo O (eixo dos z) é. d1x = y2 dA e dly = x2 dA respectivamente. Portanto. tendo em vista que o primeiro momento y da está multiplicado pelo braço de alavancay. ou a um momento de torção. em que a área é uma coordenada polar ou radial. e o momento total em torno do eixo central é M = f r (T dA) = k f r2 dA. a integral difere daquelas. dentro do limite elástico do material. por definição análoga. (AI) são conhecidas como momentos retangulares de inércia. Aqui.2 dA J (A2) As expressões defmidas pelas Eqs. chamada de o momento de inércia da área em torno do eixo ~questão. e o momento de inércia de toda a área. (A2) é conhecida como o momento polar de inércia. em torno dos eixos x e y. em vez de uma coordenada retangular. A palavra inércia aparece na terminologia. A2 . que é proporcional à distância radial r. dJz = r2 dA. em razão da analogia entre a forma matemática das integrais para os segundos momentos das áreas e aquelas para os momentos resultantes das tão conhecidas forças de inércia. Os momentos de inércia do elemento dA. Cada seção transversal do eixo resiste a este momento. geralmente. os momentos de inércia de A. ê. em torno de O. que mostra um eixo circular submetido a um esforço de torção. não tem nenhum significado físico. a mesma integral aparece quando se avalia o momento totalM = k f y2 dA.284 I ESTÁTICA a tensão é positiva (de tração) abaixo do eixo 0-0 e negativa (de compressão) acima do eixo. (a) Momentos de inércia retangular e polar. no caso de corpos em rotação. Assim. O momento elementar em torno do eixo 0-0 é dM = Y (a dA) = ky 2 dA. são. Um terceiro exemplo é dado na Fig. f r2A. Considere a área A no plano x-y (Fig. para o elemento dA. Uma vez que x2 + y2 = r_ é evidente que: (A3 . T = kr. em torno dos mesmos eixos. o segundo momento da área. a partir do centro. por defmição. Assim. A2). Embora a integral ilustrada nos exemplos precedentes seja. são Ix Iy = J y2 dA (AI =J x2 dA onde a integração abrange toda a área. nos dois exemplos precedentes. O momento de inérçia de uma área é uma propriedade puramente matemática da área e. um termo mais adequado seria. para que se obtenha o segundo momento. em si mesmo. é: O III I II I I ( lz =Fig.

agora. tanto quanto possível. A3a) que tem momentos de inércia retangulares Ix e e um momento polar de inércia lz em relação a O.. Coordenadas polares usualte tomarão mais simples os problemas que contêm limites. Um momento de inércia polar ou retangular pode ser expresso especificando o raio de giração e a área .-. Em contraste. contribui tanto para o momento de . as unidades. Resumindo. y I y I y I . Um elemento. L 4. visuallzando a área como sendo concentrada em um anel fino. no SI.'erando a área como sendo reduzida a uma faixa estreita paralela ao eixo y. Estas consições são quase análogas àquelas discutidas e ilustradas no Capo 5 para o cálculo dos centros de gravidade.j -x : I I --x ~ kx oL_(c) --x (d) ikY-1~ (b) Fig.ÃREAS / 285 Um momento polar de inércia.:to. de área A. do que em coordenadas polares é facilmente calculada com o auxilio da Eq. Pode-se escrever uma relação semelhante para o eixo y. Quando a Eq. o 'eiro momento da área que foi incluído nos cálculos dos centros de gravidade pode ser positivo ou ativo. As dimensões dos momentos de inércia das áreas são evidentemente. onde L significa a dimensão de I prim. A3d. Conseqüentemente. como mostrado na Fig.A.'rcia. mesmo modo. facilmente defmidos em r e e. cujos limites são mais facilmente expressos nestas coordenadas.. pode-se exprimir o momento polar de inércia como kz 2 A = lz. (A3) resulta ( k/ = kx2 + k/) (AS) Assim. Visualize. cuja coordenada é negativa. Considere uma área A (Fig. é também importante. A3 b). Por definição. I I I I r-· I Iy I x C (a) A I A O L_l. Coordenadas retangulares devem ser usadas contornos.AP~NDICE A . esta área como sendo reduzida a uma faixa estreita. se kx 2 A = Ix. para uma área cujos limites são mais simplesmente defmidos em coordenadas cartesianas ou retangulares. a uma distância kx do eixo x (Fig. em torno dos dois eixos retangulares correspondentes. pode-se escrever Ix Iy !z = k/A = k/A = kz2A kx ou ky kz = = vlxlA vlylA (A4) = VJJA Portanto. dos momentos de inércia das áreas são expressas em metros elevados quarta potência (m4) ou em milímetros elevados à quarta potência (mm4). o raio de gir~ção é uma medida da distribuição da área a partir do eixo em questão. como mostrado . A3c. (A4) é substituída na Eq. . o quadrado do raio de t giração em torno do eixo polar se iguala à soma dos quadrados dos raios de giração. E importante a escolha de rdenadas para utilizá-Ias no cálculo dos momentos de inércia. como um elemento igual com uma coordenada positiva de mesmo valor. A escolha de elemento de área que simplifique a integração. (A3) . que o momento de inércia de um elemento contém o quadrado da distância do eixo inércia ao elemento. de raio kz.MOMENTOS DE IN~RCIA DE. o mento de inércia da área em torno de qualquer eixo é sempre uma quantidade positiva. Deve ser notado. __ T OL---. o momento de inércia faixa em relação ao eixo x será o mesmo que o da área orginal. A distância kx é conhecida raio de giração da área em torno do eixo x. (b) Raio de giração. Assim.3 .

entro de gravidade da área. Dois em e. paralelos. Ix obtemos = J Yo2dA + 2dxJ Yo dA + dx2 J dA Vê-se que a pÍimeira integral é. A quantidade kx2. (AS) a soma destas duas equações fornece (A6a) Eqs. Assim. por outro lado. (A6). a relação de transferência torna-se (P = 1(2 + d2) (A6b . e a expressão similar para y' torna-se I Ix = f" +Adx2 Iy = (A6 ""Z + Ad/ Pela Eq. os eixos Xo-Yo passam pelo centro de gravidade C da área. transferir do eixo que passa pelo centro de gravidade ao segundo eixo. visto que o quadrado da média é menor do que a mé dos quadrados. Se desejarmos uma transferência entre dois eixos paralelos. então. AA Desenvolvendo eintegrando. O quadrado da distância do centróide ao eixo x (Fig. em torno de um eixo para1e~ que passa pelo centróide. O terceiro termo é simplesmente Adx 2. e é o quadro do valor méili das distâncias y dos elementos dA ao eixo. Com a substituição da definição de k nas Eqs. qu= passa pelo centróide. O momento de inércia de uma área em torno de um eixo que não passae= seu centróide pode ser facilmente expresso em termos do momento de inércia. Na Fig. (A6) e (~.><: distâncias.286 I ESTAnCA É imperativo que não haja nenhuma confusão entre a coordenada do centróide C de uma área e o de giração k. O momento de inércia não é igual a Ay2. o momento de inércia Ix em relação ao eixo Xo. Por definição.6a) são os assim chamados do eixo paralelo. visto que f Yo dA = Ayo e Yo é automaticamente zero. Os teoremas do eixo paralelo também se empregam para o raio de giração. por definição. é a média dos quadrados dest. segundo. um dos eixos deve passar pelo c. A3a) é y2. A segunda integral é zero. particular _devem As se~ad~Pri:tÍÍeiro. a expressão para Ix. (c) Transferência de eixos. com o centróide sobre o eixo Xo. sendo que nenhum deles passa pelo centróide é primeiro necessário transferir de um eixo ao eixo paralelo que passa pelo centróide e. os eixos entre os quais teoremas a transferência é feita devem serpontos. Suponha se deseje determinar os momentos de inércia da área em torno dos eixos paralelos x-y. momento de inércia do elemento dA em torno do eixo x é Yo --Xo -x Fig. A4.

pode também ser obtido pelo teorema do eixo paralelo.lbh3 + Se se iniciasse com o elemento de segunda ordem dA = dxdy. Assim. Para cálculo do momento de inércia Ix. Problema Resolvido AI Determinar os momentos de inércia' da área retangular. que passa por O. em torno de um eixo que passa pelo centróide paralelo ao eixo em torno do qual k se aplica e d é a distância entre os dois eixos. Solução.)2 = 3 lbh3 = Resp. 2 bh (!!:. Os eixos podem estar no plano da área ou normais ao plano da área. a integração com relação a x. . que se escolheu no início. Um resumo das relações de momento de inércia para algumas das figuras planas mais comuns é dada na Tab. é: [I '" 3 lAh2 Resp. Nota: o momento polar de inércia. significa apenas multiplicar por b e dá a expressão y 2 bdy. = f'" + Ad '"2] I '" = 12 . do eixo polar zo' que passa pelo centróide C. mantendo y constante. Assim. b ~ nX Por permuta dos símbolos. o momento de inércia em torno do eixo Yo. = J y2dA] ~ = J-h/2 y2b dy = rzbh3 Resp. que passam pelo centróide e pelo vértice. Problema Resolvido A2 Determinar os momentos de inércia da área triangular em torno de sua base e em torno dos eixos paralelos à base. que passa pelo centróide é: _ 1 Iy=i2hb3 Resp. e o do eixo polar z. em torno dos eixos Xo·Yo.APeNDICE A -'. em torno do eixo x. O momento polar de inércia em torno de O. em torno do eixo xo' é escolhida uma lâmina horizontal de área bdy de maneira que todos os elementos da lâmina tenham a mesma coordenada y. que passam pelo centróide. Apêndice C. h/2 Yo I I dy --xo [I". em relação ao centróide é CD Pelo teorema do eixo paralelo. o momento de inércia. 3.MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS I 287 onde k é o raio de giração. do eixo x.

indicado usar coordenadas polares aqui. y I Solução. o momento de inércia em torno do eixo que passa pelo centróide. que é a expressão que se escolheu no início. 12 _ (bh)(~)2 2 3 T = bh3 x'. escolheu-se o mais simples elemento possível. Notas: [Ix = J y2 dA] Ix = i CD h h _ Y o y2-h-b dy = b [ y3 bh3 3 . da definição. de modo que a Eq. dro.y4]h = 12 4h o Resp. também foi escolhido o elemento mais simples e da mais baixa ordem possível. Se o elemento escolhido fosse dA = dxdy. como mostrado na figura. é r kx ="2 Resp. e y I I I [lz = J r2 or~l~é dA] lz rT = J_ o ro 2(27T1'0 dro) = 7Tr4 = !Ar2 2 Resp. y2 dxdy em relação a x. que passa por anel são ~qüidistantes de O. em primeiro lugar.'\. e tem a área dA = x dy = = [(h . em torno do eixo diametral. Um elemento pode ser usado para cálculo eixo polar Z. que é o anel infinitesimal. ____ : I. o raio de giração. à distância h/3 acima do eixo x.y)bjh]dy. Especificar o raio de giração. ter-se-ia que integrar. é: I. dá T + Ad2] x = bh3 36 + (bh)(2h)2 2 3 I.288 / ESTÁTICA 1 I 2 Solução. Uma lâmina de área paralela à base foi escolhida.~n O [k = fr] = Iy. Aqui. outra vez. (A3) Resp. assim de área em forma de anel circular do momento de inércia em torno do O. . Como anteriormente. Pelo teorema de eixo paralelo. Isto daria y2 x dy.• ~ I I r I ---1./x Resp. que [I = 36 = bh3 Resp. 4 = bh3 R esp. Uma transferência do eixo que passa pelo centróide. certamente.~ I _O O~ro . Problema Resolvido A3 Calcular os momentos de inércia da área do círculo. ao eixo passa pelo vértice. Q) Não deve causar nenhuma dificuldade ex• primir x em termos de y se for observado a relação proporcional entre os triângulos semelhantes. É. Notas: CD I Por simetria. Por defmição. Deveria ser imediatamente evidente.L --x \ ro s. que o momento polar de inércia do anel é sua área 21f r o dr o vezes r~ . em torno de um eixo diametral e de um eixo polar que passa pelo centro. visto que todos os elementos do A área elementar é dA = 21fr.

mostrado na figura.y' 19)dy. Aqui. os pontos do elemento têm diferentes distâncias ao eixo x. Por defmição. Como todos os pontos da faixa horizontal têm a mesma distância do eixo x. Integrando em y.substi- 01 O (a) FaiXil horizontal.. onde dA = (4 . que é fácil de ser lembrado devido ao seu uso freqüente. ser obtido por integração direta. segundo o Pro bL AI. é bh 3 13.x ~ f--dx Solução (b) Ix = i~ 4 (3yÇ)3 -2- dx = 72 = 14. naturalmente. y deve ser expresso em termos de x.4 4 .!. = .4 (unidades)4 (b) Faixa vertical.AP~NDICE A .- 2 [e _' sen20 2 4 Problema Resolvido A4 y Determinar o momento de inércia da área sob a parábola. requer que se saiba o momento de inércia de uma área retangular em relação à sua base. Resolver usando (a) uma faixa horizontal de área e (b) uma faixa vertical de área. também.4 (unidades)4 5 Resp.4sen o 4 2e ---dO ]27T o <I> Resp. a expressão se torna Nota: Para integrar com respeito a x. usando-se o elemento de área dA = r o dr o de. o momento de inércia da faixa em relação a este eixo é simplesmente y' dA. I _ ". I = l27T . que dá y = 3 . dá y x Ix = ~3 72 5 4y2(1 _ Yg2)dY Solução (a) Resp. 14. e a integral torna-se <D x h--. O resultado pode. 31--I I I I I I . em conjunto com o resultado para Jz' é naturalmente mais simples.MOMENTOS DE INÉRCIA DE AREAS / 289 A determinação precedente de x é a mais simples possível. A3.x) dy = 4 (1 ." l 4 x I Solução. em relação ao eixo x. = -}. Não há preferência entre as soluções (a) e (b). A solução (b). . de modo que deve ser usada a expressão correta para o momento de inércia do elemento retangular em relação à sua base que. P:rimeiramente obtém-se a constante k tuindo x = 4 e y = 3 na equação da parábola. porém o uso da Eq. Para largura dx e altura y. Esta int~gração é direta.JX12.

1.2 = 1. em torno do mesmo eixo.755(104)+ (20. da área fechada entre o eixo Y e os arcos circulares de raio a. A escolha de uma lâmina diferencial vertical de área permite a integração para abranger a área completa. Nota: Q) Escolheu-se o sinal positivo para os radicais porque tanto eixo x. nem o x. pelo resultado do Problema Resolvido AI. = 1. altura Y2' menos aquele de uma lâmina de altura y l' Assim. através mm. Solução. Os valores de Yl e Y2 são obtidos pelas equações das duas curvas. Se o círculo estivesse completo. em virtu~da descontinuidade. com o centróide sobre o eixo x'. pois nem o eixo x'. passa pelo centróide C da área.755(104)mm4 . é a metade do momento de inércia do círculo completo. ao eixo x.J a2 . Nota: Q) Este problema ilustra a cautela que se deve 1= 1 J 2(104)1T _ (2021T) . em torno do que passa pelo centróide. seria necessária apenas uma única transferência. que são x2 + Y22 = a2 e (x ~ a)2 + Y12 = a2 e que fornecemY2 =.755(104) + 93. é aquele de uma lâmina de. Solução.1T) (30+ ~~f = mm4 Resp. pelo teorema [1=I-Ad2) seguida. cujos centros estão em O e A. Yl como Y. Portanto. Assim. O momento de inércia da área semicircular. O momento de inércia da lâmina. que passa pelo centróide. A transferência é da distância r= 4r/31T = (4) (20)/31T = 80/31T do eixo paralelo. Conseqüentemente.x2 eYl =. em torno do eixo x. em torno do eixo x'. estão acima do . em torno do eixo x.8(104) Problema Resolvido A6 Calcular o momento de inércia. a transferência é feita do eixo xo.31T Finalmente. (~).08(104) = 94. o momento de inércia J. 2 . realizada.J a2 . em ---- torno dd fixo x.290 / ESTA TICA Problema Resolvido AS Determinar o momento de inércia.(x . que fornece ter ao usar uma dupla transferência de eixos. [1=1+Ad2] Ix". Uma âmina horizontal iria requerer duas integrais em relação ay. da área semicircular mostrada. em eixo paralelo xo. pelo resultado do Problema Resolvido A3 --x' __ m __ :[ • Obtém-se.a)2.

r. kO = 7. que por inspeção. de inércia da área do paralelog~o.'.• ·•· 'r~ O ~L @ O . eixo y.AP~NDICE A .r. sem .06 (106) mm4. Calcular o momento de inércia da área retangular em relação ao eixo x e encontrar o momento polar de inércia em torno do ponto O. em torno do eixo x que passa por sua base e em·torno de um eixo paralelo.64 (106) mm4 'Dos resultados do Probl. y2 dY] = i( Y23 - Y13) dx que é a expressão usada no início. Probl. originária do momento de inércia do retângulo. em relação ao centro O. 5mm r ' I I ~o . é a/2. A avaliação das integrais dá 1al2 a2ya2 o a12 - X2 dx = ~(~ 44 4 16 . com aproximação rigorosa. Resp.0969a4• Resp.'.I A lâmina retangular estreita tem uma área de 6 mm' e seu momento de inércia. em torno do . AI. Se tivesse sido iniciado usando um elemento de segunda ordem. I~ = 21. estabelecer. JO = 35. Resolvido A3.o' momento.:> 4 2 -1 o a/2 4 _27T) 3 1 o (x - aJ2ya2 - (x - a)2 dx = ~(V3 7T) 8 8 +"3 Reunindo-se as integrais com o fator 1/3 dá a4 Ix = % (9. A. é 170mm4• Obter o raio de giração em torno do ponto O. .j3 - 21T) = 0.MOMENTOS DE IN~RCIA DE AREAS I 291 A solução das duas equações fornece a coordenada x da interseção das duas curvas. poder-se-ia escrever y' dx dy para o momento de inércia do elemento em relação ao eixo x. dA = dx dy. obtém-se para a faixa vertical d1x = [JY2 Y. que passa pelo centróide.:> 2 +~) 3 ·3 1al2 X2ya2-x2dx=~(~_~) o a2ya2_(x-aJ2dx=~(V3 • .pá1culo.2 Probl.. escrever a expressão do momento polar de inércia da área do setor circular. PROBLEMAS PROPOSTOS @) Utilizando os resultados do Probl. ~ Re"sp. A. Integrando de YI ay" mantendo x constante.30 mm G "'.

032 m4• Calcular a área A.. Resp.'.6 ~50mm~40mm4 ij Y --x 20mm I I Obter o momento de inércia polar da área do anel semicircular em torno do ponto O. A. Ix I O lOmm l úll<. A.- ----------------Probl. comparada com o seu raio r..o momento polar de inércia da área em torno do centróide. Determinar .3 Calcular o momento de inércia da área sombreada em torno do eixo x.8 A9 I I I 1 Calcular o momento de inércia da área sombreada em torno do eixo x.368 (10-4) m4 x-Probl.'T Probl. i 1. 1/ Resp. I 1 1 I y y' y I I I 1 Probl.da área triangular.IO . por integração direta. 40mm c:--I I 1 // I I 130mm I I I I ------------~---x Probl.9 \1 ISOmm I AIO O aro de 1/4 de cúculo tem largura b.4 ~b~n--L Os momentos de inércia da área A em relação aos eixos y e y' diferem de 0.S . A. A. Usar o resultado para achar o momento de inércia. . Ix = 0.\() ~~~ 40 m'. em torno do eixo x. que é pequena. h O·'o. A.-:::-/ / I 1 A Calcular o momento em torno do eixo x. A.292 I ESTÁTICA y ---x Probl. cujo centróide está em C.--x - = 270 (104) mm4 Probl.'. de inércia .. A.

y A12 Calcular por integração direta o momento de inércia da área sombreada. . A. b sen 1!:X a --x Probl.mm I A13 Determinar o raio de giração polar da área do triângulo equilátero de lado b. O Probl. em torno do eixo x. em relação ao eixo x. A.( Probl. Ix = 4ab3 911" bD~---O O I I I i I a . se ilr = r/lO? Resp. Y IB A G_-. 401--------I I & b I I I I I I O i I I I I I I I I 20 I O -.14 I. y =. Qual é o erro percentual."mm~ V·-" __ . Probl. segundo. A. que passa pelo seu centro.8 (104) mm4 y. Considerando a simetria.JB=r4 (311" AIS 4-34) Demonstrar que o momento de inércia da área do quadrado em torno de qualquer eixo x'. em torno do centróide C. mm Probl. independente do ângulo 0<. Resp. Determinar o momento de inércia da área sob a curva senoidal.l? A18 A área de um anel circular de raio interno r e externo r + ilr é aproximadamente igual à circunferência de raio médio vezes a espessura ilr. A. Iy = 27.16 .lI A16 y __ c=J--_X' Probl.12 A17 Determinar o momento de inércia da área sombreada. usando uma lâmina vertical da área infrnitesimal. Resp.lS /::0---' Resp. A. em relação ao eixo y.J __ 40 x. r' sen 20< Resp.226% Determinar os momentos de inércia da área do setor circular em torno dos eixos x e y. Ix = .y-_ 4 0<+--sen 2 r4 ( 20< ) . multiplicando-se esta área pelo quadrado do raio médio.MOMENTOS DE INÉRCIA DE AREAS I 293 Ali Determinar os momentos polares de inércia da área semicircular em relação aos pontos A e B. mostrar que Ix' = Iy' = para a área semicircular. A. JA=+11"r4. Resolver primeiro. Y I A19 O --x 4 O< - --) 2 Probl. é igual ao momento de inércia em torno de um eixo central x paralelo a um lado. O momento polar de inércia do anel pode ser aproximadamente obtido.AP~NDICE A . usando uma lâmina horizontal de área infrnitesimal e.13 A14 = Ix = Iy. A. Erro = 0.

JO = 1. Após urna volta completa. de e = o a e = 21T. A. em relação ao centróide. Resp. Portanto. então. A Ad y 2 Somas "f:. segue que o momento de inércia de uma área positiva é sempre uma quantidade positiva.20 A3 ÁREAS COMPOSTAS É freqüentemente necessário calcular os momentos de inércia de áreas compostas por um número de partes distintas. I + L. do momento de inércia I. e empregando a notação da Fig. é simplesmente a soma dos momentos de inércia de suas partes individuais. Eara uma área no plano x-y. assim. onde Ixo é idêntico a Ix e Iyo é idêntico aly. tratar o momento de inércia de uma área negativa como uma quantidade negativa. . a tabela poderia incluir. onde I é o momento de inércia total e A é a área total da figura. Probl. A. o momento de inércia de uma área composta. é conveniente tabelarem-se os resultados para as partes em termos da área A. da distância d do eixo que passa pelo centróide ao eixo em tomo do qual o momento de inércia de toda a seção está sendo calculado. o mesmo não pode ser feito com relação ao seus raios de giração. tem a forma de urna espiral.294 I ESTATICA Determinar o momento polar de inércia e o raio de giração da área em torno de O. em tomo dos eixos x e y /' Ix Iy = L. O raio de giração da área composta em tomo do eixo em questão é dado por k = Y I/A. obtém-se. para a seção completa. de formatos geométricos simples e calculáveis. em tomo do mesmo eixo. Quando a seção é composta de grande número deJ'artes. r = ke.Iyo + L. de largura constante b. e do produto Ad2• Para qualquer uma das partes. Visto que o momento de inércia é a integral ou a soma dos produtos da distância elevada ao quadrado vezes o elemento de área. É muitas vezes conveniente considerar a área composta como constituída de partes positivas e negativas. em tomo de um eixo. kO = O. então. I I Pa~L \ Área.Ad/ Embora se possa somar os momentos de inércia das partes individuais de uma área composta em tomo de um dado eixo. o momento de inércia desejado pode ser expresso como = "f:. os momentos de inércia da área composta.19 A20 Urna lâmina estreita.Ad Xo x 2 = L.Ady 2 Da soma das quatro últimas colunas.I + "f:. o raio [mal da espiral é R. Pode-se. A4.609R: b.Ad2• _ Por ex~~plo. o momento de inércia desejado é + Ad2 e.690R --x Probl.

1"(r4 4 Ix' = .1"(30)' . quadrante de círculo. é Ix = +Ah2 = +(80)(60)(60)' = 5. o momento de inércia da parte do quadrante de círculo.76(106) mm4. . A2 (ou Tabela C3). de modo a garantir a inclusão de todos eles e obter 1= 'J.1590(106) = -0.09(106) = Resp. Resp. e das áreas do quadrante do círculo (2) e do triângulo (3).73)2] = mm4. de maneira que o raio de giração em torno do eixo x é kx =. 1"(~0)2 Jc60 -12. para a área sombreada mostrada.-} (40)(30) = mm2.. negativas.0445(106) -1. através da distância = 4(30)/31"( = 12. ® o momento de inércia total.{. positiva.-&-(40)(30)3 = -0. Solução. em torno do eixo x da área composta. é conseqüentemente 3 Ix Atenção aos sinais corretos.0445(106) - [- 1"(~0)' (12.MOMENTOS DE INI:RCIA DE ÁREAS I 295 Problema Resolvido A 7 Calcular o momento de inércia e o raio de giração em torno do eixo x.-&-bh3 = . em torno de seu eixo da base x'. teria sido organizada uma tabela dos termos e Ad2. Resolvido A5. U momento de inércia em torno do eixo x.624(106) +Ad2] Notas: + [mm4.09(106) mm4. Para o retângulo. é Ix = .J IxlA = J 4. o momento de inércia da área triangular negativa (3) em torno de sua base. é: X01 4 ( . A área composta é constituída da área do retângulo (1). = 5. tantoTcomoA têm sinais negativos.046(106) - 1. AI (ou Tabela C3). antes de transferi-Io para o eixo x.73}' = = CD Finalmente. A3 (ou Tabela C3) o momento de inércia da área negativa do.2A ) = _ ~ 16 (30)4 = -0. pelo teorema da transferência de eixo. como foi feito no Probl. é agora [1=/ \ Ix= -0.624(106) - 0.-0.AP~NDICE A . fornece para o momento de inércia do eixo paralelo que passa pelo centro de gravidade da parte (2) (ou use a Tabela C3 diretamente) 4r/31"( [/ = I - Ad2] /x = .046(106)/3493 = 34. Observe que se deve transferir o momento de inércia da área do quarto de círculo para o eixo Xo que passa pelo centróide.0 mm.I + 'J. em torno do eixo x. Como a área é negativa. conforme o Probl. conforme o Probl. Conforme o Probl.Ad2• I = 3493 A área da figura é A = 60(80) .1590(106) mm4.76(106) = 4. Se a área composta tivesse mais de três partes. ® mm4.73 mm. V X'-~D (1) ~-x /1 r= transferência deste resultado.

A."".265 m' 130mm I I A~~ I - l--40mm~ 1 l-x 40mm Probl. em tomo do eixo xo' que passa pelo centróide.26 L-.296 I ESTA T1CA PROBLEMU\SPROPOSTOS ~ Calcular o momento polar de inércia da área sombreada. em tomo do eixo x. A. '''Imm jr~.. A. em Yo I I 2/ 300mm tomo do ponto A]Observar que largura das abas é pequena quando!comparada coma o comprimento. em torno dos eixos xo e Yo' que passam pelo centróide.mm l-loomm-1 Probl. 40mm I I I . A.96mm' ~ Y I A25 ~ Calcular o momento polar de inércia da área sombreada.23 . kA = 208 mm t -1 r-30mm A27 Lu A ~ 400 mm--~-. JO = 1. JA = 138.25 r-4a--j a A26 Determinar os momentos de inércia da seção Z. " I I I I 45°' I --------~ lOmm Probl. empregando dois procedimentos diferentes.27 . em tomo do ponto O.22 Calcular o raio de-gjração da área da cantoneira. em tomo do ponto A. 1-1 20mm r x Resp. A. Ix = 10.lx=17. ~~ f--<- I a ___ L-tx I a I-f-a --L Probl.76 (106) mm' Probl. Resp. A. de simetria a 45°.9(lá') mm Encontrar o momento de inércia da área sombreada. Resp. Resp.. Probl.24 Probl.21 @ Determinar o momento de inércia dà área sombreada. A.rT ~r Calcular o momento de inércia da seção transversal da cantoneira. " "- "" 40mm . em torno do eixo x.

A33 30mm 1- \ T ProbI. A. Calcular o momento de inércia da área sombreada em torno do eixo x. A21 em torno do eixo x. Comparar o resultado com o valor exato. A. A.29 A30 Determinar a expressão do momento de inércia da área do trapezóide.34 Probl. Ix Probl. em tomo de sua base. A. Resp. Calcular o momento de inércia de cada faixa como a área (largura vezes o comprimento da linha horizontal média) vezes o quadrado da distância da linha horizontal média ao eixo dos x. Desprezar os metes e arredondarnentos dos cantos e comparar o resultado com o valor de Ix = 6. A35 Calcular o momento de. A.1.28 10mm \ \ / _~ ~30mm \ -_L--. em tomo do ponto O. que passa pelo centro O.3I =i( 1 .36 A37 Calcular o momento de inércia da área sombreada. A32 Determinar a expressão para o raio de giração da área hexagonal do ProbI. Resp. kO = 0.j3 16 b· ( 300mm " . Resp. A31. em torno de um eixo polar. /' ' I /' X a .25 (10·) mm·. em torno do eixo x.AP~NDICE A . A.l---x 30mm~ --x . Ix = 5.455 m A34 Determinar o momento de inércia da área retangular. A. padrão.MOMENTOS DE IN~RCIA DE AREAS A28 I 297 ' Determinar o momento de inércia da área semicircular em tomo do eixo x...• ~.~) 16 r· .'" O.2mm A3I Desenvolver uma fórmula para o momento de inércia da área do hexágono regular de lado b. ~ ---.--Xo Probl. de 300 X 100 mm. inércia da área do ProbI. Resp.3 (10·) mm· Calcular o momento de inércia da seção transversal da viga C. Probl. em tomo de seu eixo central x. dividindo-a em cinco faixas horizontáis de larguras iguais. A36 b ProbI.5~ ':J O /' i /' ProbI.33 A29 Calcular o raio de giração polar da área sombreada. em torno do eixo Xo que passa pelo centróide. Ix = 28. em torno do eixo diagonal x. fornecido por manual .30 --1 f-16..

A.y) dA e x (+y) dA.de tais elementos. em torno de eixos rotativos. sejam iguais. É necessário resolver uma equação cúbica. para a seção transversal da viga H. segue que o produto de inércia para a área completa é zero. seção B4. Em certos problemas que envolvem seções transversais assimétricas e no cálculo de momentos de inércia. Fig. em torno dos eixos centrais x e y. Referir-se ao Apêndice B. AS. sempre que qualquer um dos eixos de referência for um eixo de simetria. os termos x (.5 .) Resp. situados simetricamente. b = 16 • ~-I I I --- = I I I I I I r x Probl. O produto de inércia é zero. A quantidade Ixy é chamada o produto de inércia da área A.38 A4 - PRODUTOS DE INÉRCIA E ROTAÇÃO DE EIXOS (a) Definição. De modo diferente dos momentos de inércia que são sempre positivos para áreas positivas. Tendo em vista que a área completa pode ser composta de pares . ou aproximar a resposta com o de uma solução gráfica-numérica. tal como o eixo x para a área da Fig. (Sugestão.37 TU b1-----L---~lOOmm -x A38 Determinar a largura b da mesa. o produto dé inércia pode ser positivo ou negativo. l'lwmm lOmm~ f- ~~lOmm Probl. e1iminar-se-ão mutuamente na soma. Nesse caso.A.298 I ESTATICA y I I I para resolvê-Ia. ocorre uma expressão dIXY = xy dA _~ inte~rada ) que tem a forma [I~~ JXYdA) (A7) onde x e y são as coordenadas do elemento de área dA. que fará com que os momentos de inércia. em relação aos eixos x-y. A.

O produto de inércia encontra uso. o produto de inércia em relação aos eixos que passam pelo centróide. são Ix' Iy' = J y/2 dA = J (y cosB - xsenB)2 dA = J x'2dA = f(y·senB + xcosB)ZdA onde x' e y' foram substituídos figura. o teorema da transferência de eixos para produtos de inércia. em relação aos eixos x e y. Assim. sen2 B = 1 . por suas expressões equivalentes. de eixos inclinados. como pode ser visto pela geometria da Fig. similar àquele para os momentos de inércia. Por definição. em torno dos eixos x' e y'. As duas integrais do meio são ambas nulas porque o primeiro momento de área em relação ao seu próprio centróide é. aos eixos que passam pelo centróide é: IXY = f (xo + dy)(Yo + dx) dA dA = J xoYo + dx f Xo dA + dy f Yo dA + dXdy J dA A primeira integral é. Na Fig. na Fig. zero.MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS / 299 (b) Transferência de eixos. em termos das coordenadas Xo . quando é necessário calcular o momento de inércia de uma área.AP~NDICE A . os momentos de inércia da área. A terceira integral é apenas dxdyA. o produto de inércia da áreaA. em torno. torna-se: (A8) (c) Rotação de eixos. por definição. Esta consideração conduz diretamente ao importante problema de determinação dos eixos.6 Desenvolvendo e substituindo as igualdades trigonométricas. também existe para os produtos de inércia. A4. em torno dos quais o momento de inércia é um máximo e um mínimo. que se escreveu fxy. A6.A.Yo.cos 2 2B cos2 B = 1 + cos 2B 2 e as relações definidas para Ix'!y'!xy fornecem I_Ix x' - + 2 Iy + Ix Ix -2 Iy cos cos 2B _ IXY sen 2B (A9) I y' = + Iy 2 - Ix - 2 Iy 2B + I xy sen2B . Um teorema de transferência de eixo. necessariamente.

': . como é mostrado. (AIO). Iy' e Ix'y' podem ser determinados pelo diagrama. primeiro.. (A3). as duas s0luções para a diferirão de 1T12. escreve-se o produto de inércia em relação aos eixos inclinados: IX'y' = f x'y' dA = J (ysen e + x cos e)(y cos e . temos 2IXY (AIO) tg2a =~Ix y A Eq. A7). (A9). par~ ~ v~or O crí~ic~ ~e 20. graficamente. \Al. O ângulo que faz com que Ix' e Il sejam um máximo ou um mínimo pode ser determinado igualando-se a zero a derivada de qualquer um. Seleciona-se. -Ixy). O ângulo formado pelo raio OA com o eixo horizontal é 2a. A substltUlçao do sen 2a e do cos 2a. um eixo horizontal.ly. Conseqüentemente. como: (AlI) Imín. . Em seguida. dá Ix' + Iy' = Ix + Iy = fz. Desenha-se um círculo com estes dois pontos.lx' ou Iy' em relação a O. Um valor define o eixo de momento de inércia máximo e o outro. na Eq. com o eixo do momento de inércia máximo. (A9). valor) define o eixo de momento de inércia mínimo. (A9a). O ângulo no diagrama e o ângulo na área são medidos no mesmo sentido. Para os valores dados de Ix: Iy e Ixy. os valores correspondentes de Ix'. fornece as intensidades dos momentos de inércia principais. para a medida dos produtos de inércia (Fig. uma vez que tg 2a = tg (2a + 1T).x sene) dA Desenvolvendo e substituindo as igualdades trigonométricas sen e cos e e as relações definidas para Ix. (A9a).300 I ESTA T1CA De modo similar. Ix 2 Iy _ ~ 2 vUx + _ Iy)Z + 4Ix/ (d) Círculo de inércia de Mohr. e um eixo vertical. como extremidades do diâmetro.O).que o produto de merCla e zero-para os elXOSpnnClpalS de lllerCla. (AIO) e (AlI) podem ser represen- tadas. As relações nas Eqs.sen 2 e = cos 2(J fornecem Ix' y' = Ix - Iy 2 sen 2e + IXY cos 2e (A9a) Adicionando as Eqs. por um diagrama conhecido como círculo de Mohr. Assim. Simbolizando este ângulo crítico por a. localiza-se o ponto A. obtldos da Eq. CoSZ e . que está de acordo com os resultados da Eq.lxy = ~sen 2e. ou duas vezes o ângulo formado pelo eixo x. que diferem de 1T. da área em questão. (A9). para qualquer ângulo desejado O. A. substitUiÇ~~ Eq. que tem as coordenadas (Iy. por sen 20 ecos 20 nas Eqs. o momento polar de inércia em torno de O. Ixy) e o ponto B. (AlO) fornece dois valores para 2a. Esses dois eixos retangulares são conhecidos como os eixos principais de inércia. que tem as coordenadas (Ix. mostra . para medir os momentos de inércia. As coordenadas de .

o teorema de transferéncia de eixo dá Resp. dx e dy são ambos positivos. (A9a) e (AIO) concordam com as aproximações feitas. Considerando que x da curva torna-se x = ay2 Jb2. e Problema Resolvido A8 Escrever a expressão para o produto de inércia da área retangular. ambos os ângulos são medidos no mesmo sentido. A.AP~NDICE A . Fig. como é mostrado. 9"'~ I = a. k-lmín. Como o produto de inércia lxy.? qualquer ponto são (Ix'. Y Problema Resolvido A9 Determinar o produto de inércia Ixy.MOMENTOS DE IN~RCIA DE ÁREAS I 301 Ixy I I f"<' / / x' /x r I I ~. por simetria. em relação aos eixos x-y. Solução. como definido. Ix'y') e aquelas do ponto correspondente D são(Iy".~omento 1--I I ~Iy I r--1y' ~ Imá:<. nulo. em torno dos eixos Xo-Yo é. a equação a----x .Ix'y')' Também o ângulo entre OA e oe é 2 (J. (A9).i~~ . Pode ser verificado da trigonometria do círculo que as Eqs. para a área sob a parábola mostrada. ou duas vezes o ângulo formado pelo eixo x com o eixo x'. 1x9i ~/. Solução. com centróide em C. quando y = b. Y Yo I I II I I I I i h C I idY---õo-j~ --r-xo dx L I b 1 --x Neste exemplo. de modo a observar os seus sinais.x Ix'y' I " 28 A/ ~ p~ \EixO maxuno que passa por P de inércia de. Deve-se atentar para manter a consistência com os sentidos positivos de dx e dy. Naturalmente. paralelos aos seus lados. I bl----'lo _ I I I '}. I I I ~.

302 / ESTÁTICA Solução I. em relação aos eixos X-y) --Sol~ema mite escrever [Ixy=7xy +dxdyA] Ixy da transferência de eixo. Nota: onde as coordenadas x e y do centróide C são dy = +r e dx = -4r/3rr. usando os resultados do Probl. Resolvido A8. mostrado. (A8). Tomando uma faixa vertical. (a + x) [(a . (j) O emprego correto do teorema de transferência de eixos traz uma grande economia de trabalho no cálculo dos produtos de inércia. para a seção da cantoneira. Uma vez que um dos eixos que passam pelo centro de gravidade é um eixo de simetria 7xy = o. Pode-se iniciar com uma faixa inf"mitesimal de primeira ordem e evitar uma integração. quando mtegrada. O produto de inércia para o elemento dA é dIxy = xy dx dy e para área completa é IXY = dxdy Y Yo I = f fay2/b2xy dx dy = f 1(a2 2 O b a O b + a2 b b 4) y dy = ia2b2 Solução lI. O centróide C é facilmente localizado. Solução. tem-se dI xy = O + (+ y) (x) (y dx). obviamente daria o mesmo resultado. Tem-se..-. I-Y ----x x ~ f-dx a I + r-----»j I a x Yo IXY = f a Lxdx 2 O 2 = f a -xdx xb2 2a O ~x4 I I I 2 = _x3 b2]a 6a O = ia2b2 Resp. Problema Resolvido AlI Localizar os eixos principais de inércia que passam pelo centróide e determinar os momentos de inércia máximos e mínimos correspondentes.-3rr 4r ) (r) ( -rrr' 2· ) = . I I Nota: <D Se tivesse sido escolhida uma faixa horizontal. Eq. 2r' 3 Resp. agora. Problema Resolvido AIO Determinar o produto de inércia da área semicircular. dA = Y dx. como está / .x) dy] que. a expressão se tornaria dI xy = Y . per- =O + ( . onde as distâncias aos eixos que passam pelo centróide do retângulo inlmitesimal são dx = y/2 e dy = x.

eImín. por simetria. Portanto.583(104) + 11. Para a cantoneira completa Momentos de inércia.10 . conforme está mostrad.5)( -7. que são as extremidades do diâmetro do círculo.11 ou graficamente.583(104) Iy = 7.5 mm. Mohr. para a parte II l I I 7. Imax.W (400) = mm4 = 6. AIO. 20<= 61. onde dx = -(7.5 + 5) = -12. o produto de inércia para a parte I é Ixy = O + (-12.-(40)(lW + (400)(7.5 mm e dy = + (20 .75(104) mm4. Para a construção do círculo de Mohr usam-se os valores calculados de Ix' Iy e IxY' Estes valores são marcados no diagrama para localizar os pontos A e B.5)2 (400) = mm4 Círculo de Mohr. paralelos aos eixos x e y. para a seção completa Ix = 6. para a parte I.9° . para a parte lI.5)(400) = -3. é zero.o. Os momentos de inércia.50) = 1 875 10.5= [Ixy =Ixy +dxdyA] = 50 r = 7. Assim. [ tg20<=~] 2I Iy .AP~NDICE A . O produto de inércia para cada retângulo. A inclinação dos principai's eixos de inércia é dada pela Eq. = 7.5= ic l-40=~ -------j-X10= [Ixy = Ixy + dxdyA I Ixy = O + (n.5)2 = = 2.5)2 = = 11.7.5 mm e dy = -(5 + 2.583(104) Iy = 112 (10)(4W + (7.(10)(40)3 + (400}(12.583(104) + 2. em torno dos mesmos eixos são Ix = +. O ângulo 20<.2.583(104) Assim.18.583(104) e os momentos de inércia.0° Resp.583 (104) mm4 Iy = +.Ix tg 20<= -2(7.. como é mostrado na figura abaixo. em torno de seus próprios eixos que passam pelo centróide.167 . pela construção do círculo de .75(104) mm" y 10 I 16ni11"'""'2.5)(+7.5) = Do mesmo modo.167(104) = 10. Estes resultados podem também ser obtidos diretamente das Eqs.167(104) mm4 mm4 mm4 Eixos principais.5)(400) = -3. A.583(104) = 18. são Ix = I~ (40)(IW + (12.5) = -7. são obtidos da figura.5) = 12.MOMENTOS DE INÉRCIA DE AREAS I 303 Produtos de inércia.167 ' O< = 31. = onde dx = +(20 .5 mm.

167 _ 18.167.67(04) mm4 Resp. _ Imln. Ixy= r4f8.m torno dos eixos x-y. A. (c) ' (a) c=9-r 60 40 I . : Resp./18. usando a para () e obtendo Imáx. em relação aos eixos x-y.67(104) mm 4 ~~ PROBLEMAS PROPOSTOS ~ Calcular o produto de inércia da área sombreada.+ 18. em torno dos eixos x-y. = Ix' = (' 18...--304 I ESTATICA Agora. de Iy'.39 (Dimensões em milímetros) @ Calcular o produto de inércia da área do triângulo retângulo.167 (0.-Iy = 5.. Imáx.-t (~~ --:----[g--30---Probl. de Ix' e Imín. y IL I I I i h ---x b Probl. Resp.I 30 .50)(0. 40 t --x [330---60 . A.42 40mm . (a) e (c): Ixy = 360 (04) mm4 (b) e (d): Ixy = -360(04) mm4 y I I 50:50\ I 601 (b) I +-+--i I 30 60 I .167 2 . e usar este resultado para obter o produto de inércia. 10. .167 -10.0(10') mm4 @ Determinar o p~uto-d~ércia de cada uma das quatro áreas._ (0. (A9). Assim.167.8824)) (104) = = 22.4705) + (7. A. 10. os momentos principais de inércia po!lem ser calculados com as Eqs. __ t_--x 30~ mm Probl. em torno dos eixos x-y. 8 Calcular o produto de inércia da área triangular.50)(0.8824)') (104) = -\ . em relação aos eixos paralelos que passam pelo centróide. em relação aos eixos x-y.167 + 2 10. e.167. lxy= -0.4705) _ (7. Ixy = -128.01647r4 .40 / Obter o produto de inércia da área do quadrante circular. : Resp.

---x \ 1\ I \ ~ 'mm1:T i L· C _ 20~ __ y Probl. (Ver o Probl.--. . I (c) (d) Probl.. do eixo x ao eixo de momento de inércia máximo. b /. (Ver o Probl. Imín. é 20°. A44 Determinar os momentos e o produto de inércia da área do quadrado.:--<. f f.'7+1. A47. = 9.. .) •••x' ---x I Probl.. ' . " Probl. em relação aos eixos x'-y'.2 '.. A. com y I I I Y 50=:>1 I~ I I I L __ Y 1 I -+---1 _ --~~\l..•. respectivamente.316 (104) mm2 ffi !. "'. centro do lado maior. A. em torno de um eixo que passa porO. "'. O ângulo medido. para a qual o momento de inércia. A.49 ASO Demonstrar que a intensidade do produto de inércia pode ser calculada da relação Ixy =.5l . para cada uma das quatro áreas retangulares.48 A49 // x \ \ \ b \ \ QI \ // .-&' "'\ •••• -8 aJ2 C aJ2 Probl. \I . demonstrar que o momento de inércia é o mesmo para todos os eixos que passam pela origem.' . ---x . - ~x' " . .J IxIy .-~~.:. ~ /30° .56 (104) mm4 Os produtos de inércia da área sombreada. Resp. /1 " / I " I A47 Onde Ix = Iy para uma área simétrica em torno de qualquer um dos eixos x ou y.-I r --Xo Determinar as proporções da área retangular..44 A4S Uma área tem momentos de inércia Ix = 28 (104) mm4 e Iy = 12(104) mm\ em torno de um conjunto de eixos x-y.. A.: . qualquer que seja e.ImáxJmín. . em relação aos eixos x-y e x'-y'...~~~ 2 2 Probl.' "'. a = 2b ~:I ---x ._/ . Calcular a área da figura cujo centróide é C..:.43 b . é um valor constante.%1/ / . A.) Resp.1 I h ~1. em torno de um eixo x' que passa pelo ponto C.. C .. que passa ·pela origem O. A47.. A.. A46 AS 1 Fazer um croqui do círculo de inércia de Mohr. A = 1./ Determinar a relação entre a base b e a altura h do triângulo isósceles que tornará iguais todos os momentos de inércia em torno de qualquer eixo que passe pelo vértice C. R. Determinar o momento de inércia mínimo da área. no sentido dos ponteiros de um relógio. Resp.AP~NDICE A . são 8 (106) mm4 e -42 (106) mm4.MOMENTOS Y I DE IN~RCIA DE AREAS I 305 A48 Yo . y I I \ CZ2J '.:"".---- :.....46 ~.

Resp. Iy = 24 (10') mm' e Ixy = 12(104) mm4• Construir o círculo de inércia de Mohr e usá-Io para determinar os momentos principais de inércia e o ângulo a. em torno dos eixos que passam pelo seu vértice C. em relação aos eixos x-y. mm4. Os momentos de inércia máximo e mínimo da área sombreada são 25 (106) mm4 e 5 (106) mm\ respectivamente. A52 quadradas mostradas. A.7° 3 3- f7 I A56 Ca1cular o produto de inércia da área retangular. A57 A54 Os momentos e o produto de inércia de uma área. a = 56.6° = a 4(10 a= 76.684 (106) a mm4. em relação aos eixos x-y. Desprezar os arredondamentos dos cantos. a partir do eixo x ao eixo de momento de inércia máximo. A.3° sentido horário Determinar os momentos de inércia máximo e mínimo. Imáx. I' max. 4 (10 + Vf7 5 ).--60 mm---! r c a a Probl. = 32 (10') mm4. Resp. em torno dos eixos que passam pelo centróide .~ a a I A f. Resp. onde a é o ângulo do ei~o x com o eixo de momento de inércia máximo. = 1. calcular x e o ângulo a.56 A53 Resolver o Probl. Resp. V 5 ).!o'!:. em relação aos eixos que passam pelo centróide C. Imáx. A. medido no sentido anti-horário. em relação aos eixos x-y. O produto de inércia. = a I' mIn. Encontrar o ângulo a. Imín. o ponto A de coordenadas Ix'!xy e ângulo 2a. = 0.55 a a A58 Calcular os momentos de inércia máximo e mínimo. são Ix = 14 (104) mm4.306 I ESTA T1CA as proporções e posições mostradas. Resp. De acordo com as equações adequadas. entre o eixo x e o eixo de momento de inércia máximo. em torno dos eixos que passam pelo centróide C. Ix = 21 (106) mm4.57 x ----±L. para a combinação das quatro áreas Calcular os momentos de inércia máximo e mínimo da cantoneira estrutural.782(106) Imín. = -13. é -8 (106) mm4. medido no sentido anti-horário. Indicar em cada diagrama. a partir do eixo x ao eixo de inércia máximo. = 6 (104) mm4.4° y A55 80mm r ~ r-10mm y I I Lll ___ a a Probl. Ixy = 1 225 m' I I 6mml I L- _ Probl. a = 26. Encontrar o ângulo a. A52 pela construção do círculo de inércia de Mohr. medido a partir do eixo x ao eixo de momento de inércia máximo.

820 (106) mm'. == 0. == 1. Indicar o ângulo Ci medido no sentido anti-horário. Imín. Resp.1° lOmm ~J~-50mm-1 Probl. A.207 (106) mm'.MOMENTOS DE IN~RCIA DE ÁREAS I 307 para a seção estrutural Z. a partir do eixo Xo ao eixo de momento de inércia máximo.58 . Ci== 30. Imáx.AP~ND'CE A .

B2 . Qualquer triângulo Área 6. Quando duas linhas que se interceptam são. Ângulos de um triângulo . O estudante de Mecânica terá oportunidade freqüente de usar essas relações e estará em desvantagem se elas não estiverem à mão. À medida que o leitor revisa e aplica sua matemática. b = -}bh = 1800 ~8_4 A . Ocasionalmente serão necessários outros tópicos não listados aqui.GEOMETRIA PLANA 1. os ângulos formados são iguais. freqüentemente empregados na Mecânica. perpendiculares a duas outras. 4. Um triângulo inscrito em um semicírculo é um triângulo retângulo. 61 + 6. CírculO Circunferência = 21rr Área = 1rr' Comprimento de arco s = r6 Área do setor = -}r'6 2. deve ter em mente que a Mecânica é tiina ciência descritiva aplicada a corpos e movimentos reais.AP:eNDICE B TÓPICOS SELECIONADOS DA MATEMÁTICA Bl . + 63 64 = 61 + 6. as interpretações geométrica e física da matemática aplicada. Portanto. re spectivamente. devem ser observadas durante o desenvolvimento da teoria e a formulação e solução de problemas.INTRODUÇÃO o apêndice B contém um resumo abreviado de tópicos selecionados da matemática fundamental. h ~ IIt + 62 = 1r/2 3. Triângulos semelhantes ~=h-y b 5. As relações são citadas sem nenhuma prova.

. Cone Circular Reto 1. a.-a. b.a ordem - P3 = O (três raÍzes reais.b ± ~ 2a 4ac ' b 2 > 4ac para raÍzes reais faça p = A/3. - I a. I a.p3Jl13 Caso 111. b.1 b.b.-a. I=a. então. b. Logarltmos bX=y.b.JP log (ab) = log a + log b log (a/b) = log a -log b log (l/n) = -log n log an = n log a log 1 = O log.. Para a equação cúbica geral: x3 + ax' + bx + c 3.c. 0< u < 180° cos (u/3) cos (u/3 + 120°) cos (u/3 + 240°) = 2. Esfera Volume=+1Tr' Área da Superfície = 41fT' Volume Área lateral = -} 1Tr' h = 1TrL L =.c3 -a. c31 = +a.b. = 2. .b..1 c.JP = 2.a/3. = B/2 2. Y eX = lo~ = 1nY x.a ordem =O b.o x = 0.718282 = y. I a. Caso I: q' - P3 negativo (três raÍzes reais e distintas) q/(P cos u = x.TOPICOS SELECIONADOS DA MATEMÁTICA I 309 B3 - GEOMETRIA DOS SóLIDOS 3. Substituir x = Xo .J q' .p' positivo (uma raiz real e duas raÍzes imaginárias) Xl = (q +. b. como acima para encontrar os valores de Xo para os quais x = Xo .b. Equação do 2. + a.Jq' .JP Logaritmos naturais b = e = 2. q' 3.b3c. x=logbY . Cunha esférica 4.p3)1/' + (q . x x. c. c.J r' + h' 2.0 grau ax' + bx + c = O x= ( onde B = -}Bh = área da base 4.c.JP).a/3 e obter X03 = Axo + B.4343 1nx Caso 11: q' .AP~NDICE B .. Qualquer pirâmide ou cone Volume ) B4 ÁLGEBRA 1. .c. Equação ~úbica x' =Ax +B q . duas raÍzes iguais) I a. + a. Proceder. -a3b. Determinantes 2.

.a)2 + (y .2 2.GEOMETRIA ANALmCA 3. Hipérbole y rx . Elipse r ~ --- I bl I I I I L----.----JL I I I I = a2 B6 .· y=a+mx y I L---------x y2 x=a/. Parábola 1.b)2 = r2 I xy I I a ---x .TRIGONOMETRlA 1.310 I ESTAnCA B5 . Linha reta y ai Ib V~. Sinais nos quatro quadrantes (+) I ~(+)(-)~ II (+) H+ III (_) ~(+) (_) IV .J----x a 5. Defmições sen (J = a/c cos (J = b/c tg (J = a/b cosec = c/a sec = c/b cos sec (J (J (J cosec sen (J cotg (J cotg (J tg = (J b/a (J (J + + III II IV b - I + 2.. Círculo --x o 18) I I 4.

Regrà do triângulo P +Q =R =R Regra do paralelogramo Lei Comutativa Lei Associativa P +Q P +Q =Q +P = (P + Q) + R P'lR z P + (Q + R) 3. Lei dos senos 1 (J + cos2 (J = 1 + tg2 (J 1 + cotg2 sen (J = (J !!.2ab cos C c2=a2+b2+2abcosD B7 - OPERAÇÕES VETORlAIS 1. deve-se usar um símbolo que caracterize bem as grandezas vetoriais.IV = V(il + jin + kn) .TOPICOS SELECIONADOS 3. Relações diversas. Assim..(1 ~ 2 2 cos (J) cos % sen 2(J cos 2(J = cos2 (J . Em trabalhos manuscritos.AP~NDICE B . j.. sen2 (J DA MA TEMA TICA I 31 1 4. sec2 (J = cosec2 = b senA cos B -= . Por exemplo. Co-senosdiretores. Subtração P -Q = P i.m.J 2. y 1. entre V e os eixos x. 1 = VzIV de modo que V e m = VylV n = V. onde ~VI= V = VVz2 + V/ + V/ S. k + (-Q) 4.sen2 (J sen (a ± b) = sen a cos b ± cos a sen b cos (a ± b) = cos a cos b + sen a sen b = (1 + cos (J) = 2sen(J cos(J A D S. a grandeza vetorial V tem uma intensidade escalar V. n. Sãoosco-senosdosângulos e z. Vetores unitdrios V=iVz+jVy+kV. As grandezas vetoriais são impressas em negrito' e as escalares em grifo. Notaçaõ. V indicaria vetor. para-9ue não haja confusão com as escalares. Lei dos co-senos c2 = a2 + b2 . Assim.

7. m. que dá escalar onde I. Este produto pode ser visto como a intensidade de P multiplicada pela componente Q cos (}. segue que i·i=j·j=k·k=l i'j =j·i =i·k=k·i =j'k=k'j =0 kQz) p. Lei distributiva PA (Q + R)= PA Q + PA R PI ~ \ Q Da defmição do produto vetorial. de dois vetores P e Q é defmido como um vetor de intensidade IPAQI=PQsenO e cuja direção é dada pela regra da mão direita. Produto vetorial ou cruzado.P = + P/ + Pz 2 Segue da defmição de produto escalar. Produto escalar P'Q = PQ cos e onde O é o ângulo entre eles. Lei distributiva P X (Q + R) = P X Q + P X R. que dois vetores P e Q são perpendiculares quando seu produto escalar se anula. Lei comutativa PXQ=QXP Da defmição do produto escalar. obtém-se Q A P = -P A Q. tem-se iAj=k jAk=i j1\i = -k kAj = -i iAi=jAj=kAk=O kAi=j i1\k = -j \ \ \ \ '\' QAP=-PAQ .312 I ESTATICA 6. O ângulo O entre dois vetores Pie ~ encontrado por sua expressão do produto PI X P2 =PIP2 cos O. P X Q = O.de Q na direção P ou como a intensidade de Q multiplicada pela componente P cos O de P na direção de Q. Observa-se também que dois vetores são perpendiculares. Usando-se a regra da mão direita e invertendo-se a ordem da multiplicação vetorial. n significam os resp(ctivos co-senos diretores dos vetores. quando seus co-senos diretores obedecem à relação 1112 + ml m2 + nl n2 = O. P A Q. Q = (iPx + jPy + kPz) • (iQx + jQy + = PxQx + PyQy + PzQz P/ P . como mostra a fIgUra ao lado. usando o sistema convenciaTUlIde eixos coordeTUldos. Produto vetoria!.

na primeira expressão. PQ .3! 1)(n . O x e o 1\ podem ser trocados. y e~. é o produto escalar R X P. Se V for função de x.2T eZ - + 4T . um escalar. = R 1\ (Q 1\ P). escalares. por que um vetor P não pode ter um produto vetorial com ~esc~ R.TÓPICOS SELECIONADOS DA MATEMATICA /'313 Com o auxilio destas identidades e da lei distributiva. o produto vetorial pode ser escrito PI\Q = (iPz + jPy - + kPz) 1\ (iQz + jQy - + kQz) = i(PyQz o PzQy) + j(PzQz + k(PzQy Aqui deve-se usar parênteses. Pode-se mostrar que o produto vetorial triplo é equivalente a PzQz) PyQx) (P 1\ Q) 1\ R = R .1) x 2 x7 + n(n .6! + [X2 < 00] < 00] senhx = e-Z [x2 eZ + e-Z x2 x4 x6 cosh x = --- = 1 + 2T + 4T + 6! + [X2<00] . Relações adicionais Produto escalar triplo (P 1\ Q) • R = R • (P 1\ Q). a expressão pode ser escrita: d(P'Q) dt =P'Q +P'Q PI\Q'R O produto determinante =P'QI\R escalar triplo pode ser expresso pelo d(PI\Q) dt = PI\Q + PI\Q ( Produto vetorÚlI triplo. QP ou P 1\ (QI\ R) = P .P . também. Seguem as mesmas regras dos 8. Derivadas dos vetores. RQ .AP~NDICE B . ser expresso pelo determinante o primeiro termo. porque não identificaria o vetor a ser cruzado. e um volume elementar for dr = dx dy dz. (P 1\ Q) 1\ R = -R 1\ (P 1\ Q) 10. por exemplo.) (1 ± x)n =x = = - 1 ± nx + x5 n(n 21 . desde que se mantenha a ordem dos vetores.7f + x4 x6 [x2 X 1 . Assim. Assim. 9. a integral de V sobre o volume pode ser escrita como a soma vetorial das três integrais de suas componentes.2) x3 + [x2 < 1] < 00] x3 sen x cos 3! x2 + 5T . multiplicado pelo vetor Q.R . visto que a expressão P 1\ Q 1\ R seria ambígua. Integração de vetores. B8 SÉRIES (A expressão entre colchetes que segue as séries indica a convergência. Os parênteses não são necessários visto que não teria sentido escrever-se P 1\ (Q • R). QR produto vetorial pode.

= = d(uv) ~=udx sen dx cos dx dv du +vdx' v d (!:!:. d cosh x dx = senh x.) f xn dx = n fdx=lnx x +1 f f ya + bx dx = 32b V( a + bX)3 v(a -tbx)3 f x ya + bx dx = lS2b2 (3bx ...= lim sen Llx = = tg dx = dx lim cos Llx â..bx n __ 1 n ou f __ d_x _ a + bx2 1 a _~ v -ab tgh-1 xy-ab _1_ tg -1 _x_Vab_a_b v'ab.) dx _ u dv dx v du v2 ---a. a f a x+dx bx2 = ~ 2b ln a + b bx2 f yx2 ± a2 dx = Hx yx2 ± a2 ± a21n (x + VX2 ± a2)] . o expoente xn+1 -1 indica função inversa. d tg x dx dx = cos x.2a) ya dx + bx = 2va+bX b 1 [a + = b2 = (a bx . + n=l 2:an -1.+ n=l ~ n7TX cos -l-dx.314 / ESTÁTICA a f(x) 00 n7TX cos 00 n7TX = . Ex.. d cos x ~ = sec2 x sech2 x d senh x dx = cosh x.: tg-l x = arctg x.a ln (a J a xdx + bx + bx)] f (a xdx + bx)n + b2 bx)l-n (a 2 + a_) . bnsen -11 f!-! f(x) T n7TX sen -l-dx ondean 1 f!-! f(x) =T bn '7 [Desenvolvimento de Fourier para -I < x < I] B9 - DERIVADAS dxn dx àx~O = nxn-l. d~ 19h x dx B 10 - INTEGRAIS (Observação: nas expressões que se seguem.~O d sen x 1 -senx.

API:NDICE B .XZ + aZsen-l~) f dx va+bx+cx2 = _\:.TOPICOS SELECIONADOS DA MATEMÁTICA / 315 f xva2 .1) f eax sen px dx = = eax(a sen px + .x2dx -i v(a2 - x2)3 + a82(xva2 .2) cos x f senh x dx f cosh x dx f· tgh.2)senx Pxy flnxdx = = xlnx . x dx = cosh x f x2cosxdx = senh x = ln cosh x 2x cos x + (xZ .sen 2x f eax cos px dx eax senz x dx f = --- +a 2) .ob=+=2=CX=) v=c Vb2 .pZ p cos px) aZ eax(a cos px++ aZ pZp sen px) 4 eax + aZ ( asenz x .x Raios de curvatura f xeax dx = -(ax eax aZ .X2)3 f x2Va2 . x (2 + senz x) cosz x) f ~ Z x dx f cosz x dx =~ 2 _ =~ 2 + = se~x (2 + f x sen x dx f x cos x dx f xZ sen x dx sen x .ln 1 + sen x 21-senx f sen3 x dx sen42x f cos3 X dx sen42x = = = co.cos2x ) sen x f eaxsenxcosxdx = 4 eax + aZ (a 2"sen2x = l.(xZ .x cos x f sen x cos x dx senz 2 x = cos x + x sen x = 2x = sen x .4ac aZ aZ = vxz - f Vaz ± xZ ± vaz ± xZ f sen x dx f cos x dx f sec x dx = = cos x f eax cosz x dx = ---2 4 eax +a ( a cosz x + sen 2x + a 2) .x2dx = = -~v'(a2 .ln(Va+bx+cxZ+xvc+ yC f 2yc ~r:) x dx vxz x dx ou -1 sen-1 (---.

l (Os coeficientes.04 0. sob condições de trabalho normais.9 0. média) Terra (seca. Coeficientes reais.l Dinâmico 0.6 /.02 0. Coeficientes de Atrito.4 0. para uma dada situação. acabamento superficial. pinho) Madeira (dura.) Valores tz'picos do coeficiente de atrito. Massa específica.15 0. Superfz'cies de contato Aço sobre aço (lubrificado) Aço sobre aço (seco) Aço sobre babbitt (lubrificado) Aço sobre babbitt (seco) Cabo de aço sobre polia de ferro (seco) Cabo de cânhamo sobre metal Latão sobre aço (seco) Lona de freio sobre ferro fundido Metal sobre gelo Pneumático de borracha sobre pavimento liso (seco) Teflon sobre aço Estático 0.07 0. carvalho) Mercúrio Óleo (média) Ouro Terra (úmida.2 0. destes valores em uma aplicação real. /.1 0. pressão.4 0. lubrificação e velocidade.5 0. média) Titânio Vidro 480 800 13 570 900 19300 1760 1280 3080 2590 B.04 . dependendo das condições predominantes de limpeza.AP~NDICE C TABELAS ÚTEIS Tabela Cl .Propriedades A. ou mais. p Aço Água (doce) Água (salgada) Alumínio Chumbo Cobre Concreto (média) Ferro (fundido) Gelo 7830 1000 1030 2690 11 370 8910 2400 7210 900 Madeira (macia. . representam valores típicos.4 0.05 0.3 0.2 0. Pode-se esperar uma variação de 25 a 100 por cento.3 0.1 0.4 0.na tabela abaixo.8 0. dependerão da natureza exata das superfícies em contato.3 0.

km e não girando.Velocidade média do 1392 000 * 23 h 200 56 min 4 s centro da Terra em torno do Sol m w' = 0.7292 (1024) (10-6) (10-4) kg rad/s w K= 6.976 0.5°. ume sférica 713 km.673 107 (10-11) km/h m3/(kg·s2) 06 ntro a-eentro . a gravitação universal AP~NDICE C .1991 5. equivalente ao valor absoluto no nível do mar e latitude de 37.TABELAS ÚTEIS I 317 .

) ..tr:na (1i \ JI~~ I 4) I x= I r~ii~~ I bh3 1it: (a2 b2) I J TabelaC4 I J ~r4a ~~ I =-í =-.3b I ab3 Ix = 1i~:3 (~ .. 4a bh(b2 r Yo Iy I .= h·e " = + Tabela C3 Propriedades 1ir4 L''lF\ == ='I x= 16 ...!' 16' Ida C Área 16 91i a Centróide I I bh3 r=--I Inércia Iy 31i4"(a r4 I bh3 IT 31i 3 Y r4 ----.- + sen2a) f I= Xl I~ = 1ia3b _(~ . z- j . -x J=x-3 x 12 Ix 8 ::: h2) \ I bh3 12 r4 .• .36 + == das Figuras Planas .T 91i IIy=. aI 2r +.I ~% ..!..•.~ = 9~) ' .. I a'.X 3 a (m massa do J1 I r sen 31i 1i YI r x :1 h zIy \ ESTAnCA Xl Xl I Y1 -bh3 4r I= X 12 318 I Momentos yde .

x.TABELAS ÚTEIS I 319 Tabela C4 ~ Propriedades dos Sólidos Homogêneos (m = massa do corpo mostrado) Centro de Corpo Massa Momentos de Inércia ubo 2r Cilíndrico Cilíndrico x==""mr2 lxx = !mr2 = mr2 !ml2 = ~mr2 + lxx + ~m12 lxx zz Circular I I lx.::'XlXt ..)mr2 lxx lx. -rzmb2 + 12) + [2) + b2) + !ml2 .lm(b2 12 • fz-m(a2 Paralelep{pedo Retangular ly. = I= = ~mr2 -rzml2 lxx+ lyy I = (1 ~mr2 += !ml2 N r---.y. lxx + -rzm12 = imr2 + !m12 = = lmr2 ~mr2 Cilirldro Circular lxx I x 4r XtX! = lyy = lmr2 + =I YtYl -rzm12 = 37T lxx = imr2 = ~mr2 - + jm12 97T 2 Semicilindro 2: Ixx _ (1 16) mr 2 lxx Iyy lxx = = = = fzm(a2 -.~'.x.AP~NDICE C ..'..a V1Y! I 172 --±.

320 I ESTÁTICA Tabela C4 .y = Iyy ~z = Izz = ~mr2 Casca Hemisférica = = l%mr2 z ----- Esfera - 3r x=S Hemisfério I"" Y.) ( 1 = massa do corpo mostrado) Corpo Centro de Massa Momentos de Inércia z ----- Casca Esférica ( x x I r = 2' Ixz Y...Propriedades dos Sólidos Homogêneos (Cont.y = Iyy = Izz = smr2 = ~" = -Mimr2 Iyy IY1Y1 = = ~ml2 âml2 Barra Delgada Uniforme .

y.'. = = fma2 fmb2 fm(a2 fmb2 + -flmi2 + -flmi2 + b2) + !mi2 = = Casca Cônica I 2h ' Iy.TABELAS ÚTEIS / 321 Tabela C4 .lmr2 + "*omh2 20 ou .•• ~ ~ I Y1Vl I I Izz Yyy 2 = = ihmr i!Jmr2 + J:h-mh2 = .Iy. .. I yy = = lmr2 4 fmr2 lmr2 '2 ~ I z--~~~ ~h Yl z y = -3 I + lmh2 2 + ~mh2 + lkmh2 zz = ~I yyy = lmr2 4 Ixx - Iyy Casca Semicônica I x = 4r 'IT 3 =1 4 mr 2+1m~ 2 Ix.~hYl Izz __ 2 (l_ 9'IT2 J&.c"~ '4>.y. Z - '~ .) (m = massa do corpo mostrado) Centro de Massa Momentos de Inércia Corpo Barra Quadrante Circular x = y 2r 'IT Ixx Izz = Iyy = ~mr2 = mr2 yCilindro Elíptico Ixx Iyy Izz Iy.AP~NDICE C . " ~'Y I x I "'" z =2h 3 I zz _ = lmr2 4 mr2 ~ + !mh2 ..x.Propriedades dos Sólidos Homogêneos (Cont. -"'.)mr2 Cone Circular Reto Iyy = fõmr2 + ~mh2 z=-3h 4 z-.'.y.

322 / ESTÁTICA Tabela C4 .Propriedades dos Sólidos Homogêneos (m = massa do corpo (Cont.: ..) mostrado) Corpo Centro de Massa Momentos de Inércia lxx = = lyy z-Semicone x r ='TT = itJmr2 I XIXI I + ~mh2 + -mmh2 VI!!l z= 3h 4 lxx lzz = itJmr2 = iõmr2 2 10 .= (3 1) mr = tm(b2 = 3m(a2 = tm(a2 = gm(b2 = 3m(a2 lxx z=~ y lyy lzz ~x 8 + c2) + c2) + b2) + ~C2) Semielipsóide "Zy + ~C2) lxx z=3 Parabolóide Elíptico IZ - 2c lyy lzz ~x = = = tmb2 tma2 tm(a2 tm(b2 tm(a2 "Zy = = = + ~mc2 + ~mc2 + b2) + ~C2) + ~C2) I a x lxx lyy lzz ~x ="4 x __ b Y="4 y/ x / Tetraedro Retangular z=~ 4 "Zy ~z + c2) = -mm(a2 + c2) = -mm(a2' + b2) =i1m(b2 + c2) = i1m(a2 + c2) = i1m(a2 + b2) -mm( b2 lxx lzz = = lyy = !mR 2 + ~ma2 mR2 + ~ma2 Meio Anel Cilíndrico .-.

3. 60. 211 trabalhos de. 226 em pivô. 13. 159 de volumes irregulares. 182 parabólico. 42 resultante. 143 rígido. 159 pelo teorema de Pappus. 159 Arquimedes. 214 seco ou de-Coulomb. 12 de um vetor. 7 Coordenadas. 123. 213 circunferência de. 256 Corpos compostos. 3 retangulares. 196 de gravidade. 186 flexíveis. 6. 146 Cinético atrito. 213 de resistência ao rolamento.257 . 192 Centróides. 146 de figuras compostas. 235 em mancais radiais. 184. 2 equilíbrio de. 214 de rolamento. 235 em filetes de parafusos. 103 Comprimento. 35 Compressão em barras de treliças. unidade padrão de.. 42 representação vetorial de um. 85 Aproximação. 183 tração em.lNDlCE REMISSNO Aceleração absoluta de um corpo. 24. 181 equação diferencial para. 4 Centro de empuxo. 214 cinético. 235 estático. 24. 213 fluido. 213 Coeficiente de atrito. 1 princípio de. 241 Componentes de uma força. 12 Ângulo de atrito. 234 coeficien tes de.256 interligados. 12. 256-7 força de. 3. F. 241 em correias. 82. 182 Cone. 186 Cajori. 69. 240 em discos. centro de massa de. momento de um. 184 comprimento de. 6 Condições de contorno. 212 tipos de. 212 em máquinas. 5. 212 problemas sobre atrito seco. 7 Adição de vetores. 213 de repouso. 42 resolução de um. 8 Áreas compostas centróides de. 158 Corpos rígidos articulados. 213 cone de. 145 de pressão. 214 Conjugado. 123. 165 por integração. 24. 258 Cabos catenária. 5 O trabalho de um. 148 Corpo deformável. 212 interno. escolha das. 228 em mancais de escora. 25. 215 Apoios redundantes. 195-6 Atrito ângulo de. 66 devido à gravidade. 2 equilíbrio de. 254 Constante de gravitação. 183. de atrito. 144 de massa.

324 / fNDICE REMISSIVO Co-senos diretores. 142-3 efeitos de uma. atrito em. 66 resultante de. 190 Força ação de uma. 1 Estabilidade de corpos imersos. 1 Efeitos externos de forças. 12 especifícação de uma. 169-70 paralelas. 271 potencial. 255. 35 Coulomb. 14. 58 medida de. J. 270 mínima. 100. 255 equações de.83 ação remota de uma. 106. 3 Equilíbrio categorias de. 12. 67 de forças coplanares. 4. 142-3 em vigas. 12. 105 de momento fletor. 85. 226 D'Alembert. 12 ação mecânica de uma. 257 diagrama da. 9 Funções singulares. 258 cond~õesde. 269 unidades. 171 Diferencial.29. 51 coplanares.. 11 gravitacional.50 unidade de. 2 concentrad'a. 10 Dinâmica. 267 Equação vetorial. 12. 10. 105 estaticamente indeterminadas. 170 concorrentes. escolha de. 66-7 concentradas. 269 potencial elástica. 266.105 Fluidos. 12. 25. 143 interna.253 Espaço. 82 critério de energia para. 143 de empuxo. 269 instável. 195 Energia critério para equilíbrio. 123. 252 Forças colineares. 84 com dois graus de liberdade.257 representação de uma. 12 efeitos internos da. 69. 13 força e momento. 105 para sistemas simples com um grau de liberdade.212 Cunhas. 13-4 conccito~e. 83 de força ativa. 66 de um corpo rígido. 145 Elemento diferencial escolha de. ordem de. 142. 57. 257 magnética e elétrica. 66 resultante de. 258 cisalhante. 66 resultante de. 190 atrito em. 27O neutro. 256 de um ponto material. 67-8 estabilidade de. 252 virtual. 69 de treliças. 171 de atrito. 66-7 de forças concorrentes. 196 decomposição de. 269 de corpos rígidos interligados. 142 cortante. 12 Eixo dos momentos. 27O critério para estabilidade. 1 Graus de liberdade. 51 reativas. 171\ diagrama da. homogeneidade. 196 força de. 12. 5-6 trabalho de uma. 58. 1 Estruturas estaticamente determinadas. 12 momento de uma.100. 101.57. 2 produto. 66. 13 distribuída. 12.65 condições necessárias e suficientes para. 19.82. 258 G G G G H H Im In In L L L L L L L L M M M M M M M M M M .40 reativa. 13.35. 12. 196 de equilíbrio. 58. equilíbrio de.29. 19. 211 de um corpo. 69. 268 nível de referência.257. 82.58 ativa.41 Eixos. 270 por trabalho virtual. 173 Galileu. 142 em vigor.257 Formulação de problema. 1 Da Vinci. 85. 29 distribuídas. 258 de Maxwell. 255 Diagrama de corpo livre. equilíbrio de. 257 espécies de. 57.42 Desgaste em mancais. 58. princípio da. 83 equações alternativas de. 14 resultante. 12. 7 intensidade de uma. Leonardo. 12. 271 Estática. 147 Empuxo centro de. 235 Deslocamento. 196 princípio do. 147 ordem de. 36. 169 ~colllPonentes de. 69.269 Escalar.257 de forças colineares. 6 O. equilíbrio de. equilíbrio de. 192 pressão em. 212 incompressíveis. 1 Decomposição de forças. 8 Dimensões.60. 67 de forças paralelas.

165 teoremas de. 67. atrito nas. energia potencial. 137 de Ritter. 165 Hidrostática. 269 para sistemas mecânicos. 5. lei de. 192 Principia. graus de. 12. 194 hidrostática. 191 Livre. Paul. de Newton. 70. 7 Nós. 215 Newton. 143. 123. Repouso. 196 Métodos das seções. 192. 3 Leis do movimento. 4 Princípio da ação e reação. 123 ideais ou reais. 216 Representação gráfica. 67 da transmissibilidade. 6. 169 unidades de. 1 Metacentro. 2. 169 diagrama de. 9 Resistência ao rolamento. 190 em superfícies submersas. 192 Pascal..12.42 MáqUinas. 190 Peça sujeita à ação de duas forças. 165 Paralelogramo. 2 Interno. 69 adequação de. 211 Massa. 145 unidades de. 193 em fluidos. 7 3. 35. J. 242 Resultante . 7 centro de. 105 Mecânica. diagrama de. 137 equilíbrio de. 192 centro de. James Clerk. 19. 111. 12 Líquidos. L. 67 Peso. 185 Imposições.. 194 Hiperbólicas. 2. 30. ângulo de.40 .41 Morin. 1 Lei dagravitação.144 do trabalho virtual para um ponto material. 19. 41. 105. 5 O torsor.143 específico. 9 Molar energia potencial de. 267 Momento. 5. 8 Pappas. lei do. 13 Pressão atmosférica. 212 Lagrange. 213. 85 parciais. 70 redundantes. coeficiente de. 105 Maxwell. 60 rigidez de. 1 equilíbrio de. funções. 19 Momentos. 270 Produto escalar. 1 Newton. eixo dos. 235 Pontos materiais. 102 sujeita à ação de três forças. 2·3. 7. 266 lineares e não-lineares. 119 Regra de mão direita. 147 fletor. 137 Modelo matemático. 103. 69. 40 Produtos de vetores. 147 de uma força. 190 pressão. 196 de Varignon. método dos. 103. 137 de solução de problemas. 7 Maxwell. 4 Newton (unidade). 20. 1 Laplace. 19 resultante. 9 dos nós. 85 Inércia. 19. leis de. 2. 12 de Arquimedes. atrito em.123 da concorrência de forças. 4 Liberdade. 35 Quilograma. lsaac. 145 Gravitação constante de. 226 definição.41 braço do. 268 Guldin. 258 Linha de ação. 19. 192.12 Pascal (unidade). 14 ~ ~ do triângulo. 171 representação vetorial de. 25 axial. 7 Quilograma (unidade). 7. 255 para sistemas elásticos.40-1 estático de área. 7 Gravitacional. 111. 147 de segunda ordem de área. 7 lei da. 19 de primeira ordem de área. 143 Pivô. 5 centro de.212 Movimento iminente.253 vetorial. 85 próprias e impróprias. atrito. 192. do paralelogramo. 19. 137 Ordem das diferenciais. P.INDICE REMISSIVO / 325 Gravidade aceleração devida à. 6 Redundância externa e interna. 194 manométrica.12. vetor. 255 Precisão.

256 para sistemas elétricos. 249 Transmissibilidade. 255 Transformação de derivadas.40-1 Trabalho de uma força. 145-6 Sistema com peças elásticas. 13. princípio da. 254 unidades. 19 notação. 111 S. 169 carregamento qualquer relações entre a força cortante e o carregamento. 2. rigidez de. 257 Viscosidade. 269 para sistemas ideais. 2. 3. 82 Vigas cargas concentradas em. 42 decomposição de. 256 Slug. 20 Tonelada. 5 Unidades métricas. 51 quaisquer. 173 delmição de. 5 ideal. 35.51 geral.42 ligados. 12. 119 planas. atrito em.41. 24. I. 48 Simetria. 40 soma de. 172 relações entre o momento fletor e a força cortante. 29 de forças em seções retas de vigas. 41 Unidades. 3 Superfícies submersas. 51 de pressão de fluidos. 42 de forças.42 fixo. 255 trabalho. 118 estabilidade de. 2. 169 cargas distribuídas em. 42 Vetores. 168 estaticamente determinadas e indeterminadas. 50 Rigidez de uma mola. 5 Sistema Internacional de Unidades.257 de forças concorrentes. 195 de um sistema geral de forças. 252.50 de forças concorrentes. 193. 2. 104 Teorema de Pappus. 13. 6 Torsor resultante. método das. 165 de Varignon. 123 ideais. 101 estaticidade de. 20. 2. 3 conjugado. 12. 3 unitários.257 mecânico. 123 equilíbrio de. 228 Seções. 143 em barras de treliças. 252. 35 paralelas.41 Subtração de vetores. 254 virtual. 144 Vetor deslizante. 5 O no espaço. 267 de corpos articulados. 252 de um conjugado. 169 Virtual deslocamento. 51 Torque. 267 Roscas. 5 Sistemas definidos. 2. 11 livres. 102. 13 subtração de. 169 de forças paralelas. pressão em. 257 para um ponto material.2 componentes de. 2 produto escalar. lei do. 169 tipos de. 6 Soma vetorial conjugados. 50 momento. 212 \ / Impressão e acabamento (com filmes fornecidos): GRÁFICA SANTUÁRIO Fone (012) 565-2140 Fax (012) 565-2141 APARECIDA-SP . 19. 137 tipos de. 11 de unidades absolutas. 123. 13 deslizantes. 2. 19. 253 produto vetorial. 5 Varignon. 3. 192 Tempo. 42 momento de. 11. 30. 169 resultante de força na seção reta. 100 simples.6 Tensão. 1. 12 Treliças definição. considerações sobre. 11 livre. unidades do. 100 Triângulo. 102 no espaço. 19. 3 Triplo produto escalar.1 teorema de. 29. 51 coplanares. 51 de forças coplanares.29. 57 de unidades. 256 para um corpo rígido. 123 de máquinas. 100 em três dimensões.326 / fNDICE REMISSIVO força.