FATORES DE CONVERSÃO Unidades Inglesas para SI
Para converter (Aceleração) pé/segundo2 (Área) pé (ft2) Para Multiplicar por

(ft/sec2)

polegada/segundo2 (in./sec2)

metro/segundo2 (m/s') metro/segundo2 (m/s')
metro2 metro2

3.048 X 10-1 * 2.54 X 10-2 * 9.2903 X 10-2 6.4516 X 10-4* 2.7680 X 104 1.6018 X 10 4.4482 X 103 4.4482 3.048 X 10-1 * 2.54 X 10-' * 1.6093 X 103 1.852 X 10- '* 4.5359 X 10-1 1.4594 X 10 9.0718 X 10' 1.3558 0.11298 41.623 • 1.3558 4.4482 1.3558 2.2597 X 10-' 7.4570 X Ia' 1.0133 X 10' 4.7880 X 10 6.8948 X 103 1.7513 X 10' 3.048 X 10-1 * 5.1444 X 10-1 4.4704 X 10-1 * 1.6093 2.8317 X 10-2 1.6387 X 10-' 1.0551 X 103 1.3558 3.60 X 10· *
X

polegada 2 (in.2)
(Massa especz'fica)

(m') (m')

libra massa/polegada3 (Ibm/in.') libra massa/pé 3 (lbm/ft3)
(Força)

quilograma/metro3 (kg/m3) quilograma/metro3 (kg/m3) newton (N) newton (N) metro (m) metro (m) metro(m) metro (m) quilograma (kg) quilograma (kg) quilograma (kg) newton-metro (N • m) newton-metro (N • m)
metro4
(m4)

kip (1000 Ib) libra força (Ib)
(Comprimento) pé (ft)

polegada (in.) milha (mi) milha (mi), (milha marítima)
(Massa)

libra massa (lbm) slug (lb-sec2/ft) tonelada (2000 Ibm)
(Momento de força)

libra-pé (lb-ft) libra-polegada (lb-in.)
(Momento de inércia, área) pOlegada4 (Momento de inércia, massa)

10-0

libra-pé-segundo2 (lb-ft-sec')
(Momentum (Momentum (Potência) ou quantidade de movimento, ou quantidade de movimento, linear)

quilúgrama-metro2 (kg • m') quilograma-metro/segundo
angular)

libra-segundo (lb-sec) libra-pé-segundo (lb-ft-sec) pé-libra-minuto (ft-Ib-min) horsepower (550 ft-Ib/sec)
(Pressão, tensão)

(kg • m/s)

newton-metro-segundo (kg • m'/s) watt(W) watt(W) newton "metro' (N/m2 ou Pa) newton/metro' (N/m' ou Pa) newton/metro' (N/m' ou Pa) newton/metro (N/m) metro /segundo (m/s) metro/segundo (m/s) metro/segundo (m/s) qúilômetro/hora (km/h) metro3 (m3) metro3 (m3) joule (1) joule (1) joule (1)

atmosfera (padrão) (14.7 Ib/in!) libra-força/pé' (lb/ft') libra-força/polegada' (lb/in! ou psi)
(Constante elástico)

libra força/polegada (Ib/in.)
(Velocidade)

pé/segundo nó/náutica milha/hora milha/hora
(Volume)

(tf/sec) (mi/hr) (mi/hr) (mi/hr)

pé3 (ft3) polegada 3 (in.')
(Trabalho, energia)

Unidade :érrnica Inglesa (BTU) pé-libra forç (ft-Ib) kilowatt-hora (kw-h) * Valor exato

UNIDADES

DO SISTEMA

INTERNACIONAL

USADAS

NA MECÂNICA

Quantidade (Unidades Básicas)
Comprimento Massa Tempo

Unidade

S{mbolo SI

metro quilograma segundo linear angular metro/segundo' radiano/segundo' metro' q uilograma/metro' newton hertz newton-segundo newton-metro-segundo newton-metro metro" de movimento de movimento linear angular quilograma-metro q uilograma-metro/ quilograma-metro ' segundo '/segundo

m kg s

(Unidades Derivadas)
Aceleração, Aceleração, Área Força Freqüência Impulso, 1mpulso, Momento Momento Momento Momentum Momentum Potência Pressão, Produto

m/s'
rad/s'

m'
kg/m'

Massa específica

N (= kg • m/s')

linear angular de força de inércia, área de inércia, massa ou quantidade ou quantidade

N· N·

Hz

(= l/s)
s m· s

N'm m' kg' m'
kg • m/s (= N . s) kg' m'/s(=N' m· W (= J/s = N . m/s) Pa (= N/m') s)

watt
área massa pascal metro4 quilograma-metro' newton/metro metro/segundo racliano/segundo metro'

tensão de inércia,

Produto de inércia, Constante elástico Velocidade, Velocidade, Volume linear angular

m' kg. m'
N/m m/s
rad/s

m'

FATORES Unidades

DE CONVERSÃO Inglesas para SI

Para con verter
Trabalho, Distância Massa energia (navegação)

Para
joule milha náutica tonelada métrica graus (decimal) racliano nó dia hora minuto

Multiplicar por
J(=N· m)

(Unidades Suplementares)

(= 1.852 km) t (= 1.000 kg)

Ângulo plano Ângulo plano Velocidade Tempo Tempo Tempo

(1.852 d

km/h)

h
min

PREFIXOS

DE UNIDADES

SI

Fator Multiplicação

Prefixo
terra giga mega kilo hecto deka deci centi milli micro nano pico

S{mbolo
T G

1000000000000 = 10" -1000000000 = 10' -1000000 = 10' 1000 = 10' 100 = 10' 10=10 0.1 = 10-1 0.01 = 10-' 0.001 = 10-' 0.000001 = 10-' 0.000 000 001 = 100.000000000001 = 10-1'
9

M

k h
da d c

m u n p


ESTATICA

~~I>~
ASSOCIAÇÃO

ta'
?>\J10RI~
~'foO~<S'

u

~

~

BRASILEIRA

DE DIREITOS

REPROGRÁFICOS

1'<-;~~

"'''~

"(;"4

-::

o DIREl'tO

~

v"

o"

EDITORA

AFILIADA

Escrever uma expressão exata para o coeficiente de atrito.52 kN.6. Desprezar a massa da polia.estrada horizontal. F = 136. que não gira com a roda.67 Probl. do cabo. Encontrar também To' C:aIEl 6. o eixo é girado.65 Probl. que consistem de um anel A de raios externo e interno de 150 e 75 mm. vagarosamente. para o coeficiente de atrito.6. Os discos motrizesA estão enchavetados ao eixo propulsor B. To = 2.65 6. até que a biela deslize no ângulo Ci. calculado 6.63 Cada uma das quatro rodas do veículo tem 20 de massa e está montada em um eixo de 80 mm ( diâmetro. Supor que a pressão esteja uniformemente distribuída sobre a área dos discos.60. se o coeficiente de atrito for 0. Na embreagem mostrada. aplicar ao 6. Resp. para uma força axial P = 1 kN. existem cinco pares de superfícies de atrito.65.c1uindo as rodas e é distribuldo igualmente 80' elas. A massa total do veículo é 480 kg. Se a pressão entre o anel e a roda do disco for uniforme sobre as superfícies de contato.61 Calcular o torque M que é necessário eixo do tambor de elevação do Probl. 6.238 I ESTATICA 6. T= 2.1 N Vertical-1 Probl. Resp. ao longo dos quais eles estão livres para deslizar. 6. a tração To na parte estacionárn. O anel. 6. calcular a tra ção T necessária para elevar a carga de 500 kg.é forçado contra o disco da roda por uma força P. respectivamente. porém devendo girar com ele. quando o veículo estiver à velocidade constante e as rodas girando. e determinar o torque máximo M que pode ser transmitido. baixar a carga de 500 kg com velocidade Usar o valor de = 0. ::. como mostrado.38IC' T 500 kg Probl.271..63 A figura representa uma embreagem de discos múltiplos para uso em motor marítimo.64 6. 6.35. no Probl. 6. Se for necessário uma força P = 80 N • q . de modo a ficarem livres para deslizar ao longo do eixo. M= 335 N'm Se o coeficiente de atrito dinâmico entre o pino dz 30 mm de diâmetro ea polia é 0.62 6. O coeficiente de atrito entre o disco e o anel é 0. calcular a força de atrito F entre cada pneumático dianteiro e a. Com a biela inicialmente na posição vertical.60.l. também. com centro de gravidade em G. E::contre. para constante.25. J.64 O eixo A ajusta-se folgadamente ao mancal do pino do êmbolo da biela.62 As rodas dianteiras de um veículo têm um raio de 300 mm e são equipadas com freios a disco. Os discos C acionam a carcaça D por meio dos parafusos E.15 e P= 500N. Resp.66 Calcular a tração T necessária para baixar a do Probl.

Meriam Professor de Engenharia Mecânica Califomia Polytechnic State University Tradução da 1!1 Edição Augusto Cesar Alcoforado do Couto Engenheiro Industrial Mecânico. formado pela USP Mestre em Engenharia Naval. EDITORA . formado pelo M. formado pela Escola de Engenharia da UFF Tradução da 2!1 Edição Márcio de Luca Rebello Engenheiro Naval.I.• James L.T.

É proibída a duplícação ou reprodução deste volume. Authorízed translatíon from Englísh Language editíor. gravação.A. Travessa do Ouvidor. no todo ou em parte. mecâníco. fotocópía. . sem permíssão expressa da Edítora.e Científicos S.Título do Copyríght All ríghts publíshed orígínal em ínglês: Engíneering Mechanícs Statícs and Dynamícs © John Wíley & Sons. Direítos exclusivos para a língua portuguesa Copyright © 1994 by LTC . sob quaísquer formas ou por quaísquer meíos (eletrôníco. Inc. reserved.Livros Técnicos. by John Wiley & Sons.CEP 20040-040 Reservados todos os díreitos. ou outros). 11 Rio de Janeiro. RJ . Inc.

Estes livros tornaram-se modelo para outros textos sobre Engenharia Mecânica nos anos ~e 50 e de 60. reconstruiu literalmente a apresentação do assunto para os estudantes. com primorosas ilustrações. ao abordarem problemas da Mecânica. Mestre e Doutor. em 1963. Meriam sempre deu muita ênfase ao ensino. onde quer que dê aulas. Dr. Todas estas experiências. de maneira clara. em Berkeley. que estimularam suas primeiras contribuições para a Mecânica nas análises matemática e experimental das tensões. e tornou-se o livro-texto definitivo naquela década. segundo. tornou-se Deão de Engenharia na Universidade de Duke. Meriam iniciou seu contato com a Mecânica na Universidade de Yale. Por exemplo. outorgado principalmente em consideração à excelência de suas aulas. Meriam foi membro docente da Universidade da Califórnia. James L. onde dedicou todas as suas energias ao desenvolvimento da Escola de Engenharia. onde obteve os graus de Bacharel. Sem dúvida alguma. Apesar de não ser um conceito criado pelo Dr. ele descobriu o seu profundo interesse pelas aplicações práticas da Mecânica. Meriam no campo da Engenharia Mecânica são dignas de nota. influenciaram o Professor Meriam de dois modos: primeiro. Deão Assistente dos Estudos de Graduação e Chefe da Divisão de Mecânica e Projeto. Foi o primeiro autor a mostrar. aceitando o cargo de Professor de Mecânica na Universidade Estadual Politécnica da Califórnia. Meriam. O diagrama de corpo livre é o fundamento da Mecânica. de relevância universitária. ele esenvolveu um gosto permanente por navios e pelo mar . serviu na Guarda Costeira Americana. onde foi Professor de Mecânica. ele foi a pessoa que mais influenciou o ensino da Mecânica nos últimos vinte e cinco anos. publicado em 1951. como o método do trabalho virtual pode ser empregado na Estática. . Em 1972. e este fato tem sido reconhecido pelos seus estudantes. e estão incluídos em seus escritos e aulas. O Professor Meriam muito contribuiu para a clareza e a compreensão de que se dispõe atualmente. absorvidas no início de sua carreira. Cedo ganhou experiência industrial na Pratt and Whitney Aircraft e na General Electric Company. ele foi o primeiro a ser agraciado com o prêmio Tau Beta Pi. o ProL Meriam satisfez seu desejo de retomar a ensinar em tempo integral. Tanto o primeiro livro quanto os que se seguiram sempre se caracterizaram por uma organização lógica. a ênfase e o rigor com que desenvolveu o seu emprego na Mecânica foram novos e de pleno sucesso. Durante a Segunda Guerra Mundial. durante vinte e dois anos. Em 1963. O Dr. orientados para o estudante médio e contendo excelentes exemplos de problemas de Engenharia da vida real.PREFÁCIO As inovações e contribuições do Dr. Aqueles que iniciaram o estudo da Mecânica depois de 1950 não passaram pelas apreensões e falta de entendimento experimentados pela maioria dos engenheiros formados anteriormente. O Dr. para resolver uma classe de problemas geralmente negligenciados por outros autores. em Berkeley. de fácil leitura. O seu primeiro livro sobre Mecânica..

nas suas últimas edições. Robert F. Sem dúvida. sem dúvida. tornou compreensível o movimento plano e. A ele são creditados os desenvolvimentos originais de teoria da dinâmica de massa variável. Berkeley . está entre os primeiros livros-textos de Mecânica. e ampliará ainda mais a contribuição do autor no estudo da Mecânica. no sistema métrico. o Prof. enorme sucesso entre estudantes. professores e engenheiros. Sua versão métrica de Estática e Dinâmica. Terá. a Cinética e a Cinemática Tridimensional receberam o mesmo tratamento. Meriam promete igualar e mesmo exceder o padrão elevado dos anteriores. então. O recente livro do Prof. Meriam vem se mostrando um líder na promoção das unidades métricas. publicados nos Estados Unidos. publicada em 1975. É especialmente orientado para auxiliar os estudantes nos estágios preliminares de cada tópico novo e. Steidel Professor de Mecânica Universidade da Califórnia. a edição de Dinâmica.I VIII I PREFÁCIO Na Dinâmica. Mais recentemente. contém uma das melhores coleções de problemas já apresentadas até agora. direcioná-Ios para aplicações mais desafiantes da Engenharia. contidos na sua 2.

cada vez mais. será altamente dependente do desenvolvimento de um método de abordagem bem disciplinado. O presente . Além disso. A Mecânica é um excelente campo para desenvolver estes hábitos de pensamento lógico e de comunicação efetiva. conheço a importância que tem o desenvolvimento da habilidade de representar um trabalho de uma maneira clara. Geometria Analítica e Cálculo. por outro lado. Aplicando os princípios da Mecânica. O seu sucesso na Mecânica. A prática da moderna Engenharia exige um alto nível de capacidade analítica e o estudante irá perceber que o estudo da Mecânica contribuirá. desde a formulação das hipóteses até a conclusão. quanto de estímulo para que. com a finalidade de estimular o seu interesse e desenvolver' a percepção para as diversas aplicações da Mecânica na Engenharia. para ajudarem o estudante a ganhar confiança inicial e entendimento em cada tópico novo. o estudante terá freqüentes oportunidades de usar seus conhecimentos de Geometria Plana e Sólida. desenvolva seus conhecimentos em Engenharia. estudante de Mecânica. incorporando hipóteses físicas e simplificações matemáticas apropriadas. bem como em toda a Engenharia. lógica e precisa.PREFÁCIO AO ESTUDANTE Ao penetrar no estudo da Engenharia Mecânica. de maneira decisiva.livro contém um grande número de problemas resolvidos com soluções detalhadas. Certamente o estudante descobrirá novos significados para estas ferramentas matemáticas. oferece uma grande seleção de 'problemas simples introdutórios e uma seleção de problemas de dificuldade intermediária. muitos problemas que ilustram aspectos importantes e contemporâneos da Engenharia. Espero que este livro sirva tanto de auxílio. a fim de que possam ser evitados. Na Engenharia Mecânica. aprendemos a construir e a resolver modelos matemáticos que descrevem os efeitos de forças e movimentos sobre uma grande variedade de estruturas e máquinas relacionadas com os engenheiros. L. Tanto na formulação. formulamos estes modelos. Tenho a satisfação de estender meu incentivo a você. o estudante estará edificando as bases de sua capacidade analítica para solucionar uma grande variedade de problemas de Engenharia. " J. à medida que usá-Ias na Mecânica. iniciando pela Estática e terminando na Dinâmica. Califórnia Janeiro 1978 . incluindo ob~ervações úteis que destacam erros e distrações comuns. para o desenvolvimento desta capacidade. Trigonometria. Devido aos muitos anos de experiência que possuo como professor e como engenheiro. quanto na solução de problemas mecânicos. e onde devem ser rigorosamente aplicados os princípios adequados. Meriam Santa Bárbara. Apresenta. Álgebra Escalar e Vetorial.

E::contre.63 A figura representa uma embreagem de discos múltiplos para uso em motor marítimo.60. do cabo. 6.52 kN. para o coeficiente de atrito. que consistem de um anel A de raios externo e interno de 150 e 75 mm. Resp.64 6. Supor que a pressão esteja uniformemente distribuída sobre a área dos discos.l.15 e P= 500N. baixar a carga de 500 kg com velocidade Usar o valor de = 0. Desprezar a massa da polia. Escrever uma expressão exata para o coeficiente de atrito. Com a biela inicialmente na posição vertical. 6. como mostrado.238 I ESTATICA 6. Resp.25. também. porém devendo girar com ele. vagarosamente.67 Probl. calcular a força de atrito F entre cada pneumático dianteiro e a. 6. To = 2.1 N Vertical-1 Probl.63 Cada uma das quatro rodas do veículo tem 20 de massa e está montada em um eixo de 80 mm ( diâmetro.c1uindo as rodas e é distribuldo igualmente 80' elas.é forçado contra o disco da roda por uma força P. para uma força axial P = 1 kN.64 O eixo A ajusta-se folgadamente ao mancal do pino do êmbolo da biela. para constante.65. Resp. O anel.38IC' T 500 kg Probl. a tração To na parte estacionárn. T= 2. O coeficiente de atrito entre o disco e o anel é 0. J. Se for necessário uma força P = 80 N • q . no Probl. Os discos C acionam a carcaça D por meio dos parafusos E. aplicar ao 6. Encontrar também To' C:aIEl 6. ao longo dos quais eles estão livres para deslizar. calcular a tra ção T necessária para elevar a carga de 500 kg.62 6.271. o eixo é girado. Na embreagem mostrada.estrada horizontal. quando o veículo estiver à velocidade constante e as rodas girando. de modo a ficarem livres para deslizar ao longo do eixo. que não gira com a roda. F = 136. Se a pressão entre o anel e a roda do disco for uniforme sobre as superfícies de contato..65 6.6. se o coeficiente de atrito for 0. respectivamente. calculado 6.62 As rodas dianteiras de um veículo têm um raio de 300 mm e são equipadas com freios a disco.60.65 Probl. Os discos motrizesA estão enchavetados ao eixo propulsor B. ::. com centro de gravidade em G.61 Calcular o torque M que é necessário eixo do tambor de elevação do Probl. M= 335 N'm Se o coeficiente de atrito dinâmico entre o pino dz 30 mm de diâmetro ea polia é 0.66 Calcular a tração T necessária para baixar a do Probl. e determinar o torque máximo M que pode ser transmitido.35.6. 6. A massa total do veículo é 480 kg. 6. existem cinco pares de superfícies de atrito. até que a biela deslize no ângulo Ci.

certamente. no ensino de Engenharia. dentro do contexto da aplicação em Engenharia.. o motivo mais forte para aprender a teoria. ao invés de simplesmente aprender decorando. O segundo ponto de vista apresenta. descobrir a necessidade da teoria e seu significado. quando se obriga a raciocinar sobre os princíQi9s fundamentais. resultando em exercícios vazios. A primeira é que parece ter diminuído a ênfase dada aos significados geométricos e físicos/nos pré-requisitos de Matemática. o mais profundamente possível. recentemente. tem havido uma tendência. Segundo. Dentre os aspectos que contribuem para isso.PREFÁCIO AO PROFESSOR 9_priPcipal propósito do_ estudQ. ao avançar o nível matemático no . Um dos principais objetivos do ensino da Mecânica deveria ser auxiliar o estudante a desenvolver essa habilidade de visualização. se os estudantes estiverem preparados para receberem este tratamento acelerado. Durante os últimos vinte anos. -É-também nec~sârio" possuir a habilidade d.d.. de aumentar a extensão e o nívl da teoria ministrada nos cursos de Engenharia. o contrário. e conduz a um melhor balanceamento entre a teoria e a aplicação. Este fato é observado na tendência freqüente de apresentar a Mecânica através de problemas que visam mais a ser um veículo de ilustração da teoria.e Engenharia. a construção de um modelo matemático que tenha algum significado é freqüentem ente uma experiência mais importante do que sua própria solução. que no passado serviam para facilitar a visualização e a representação dos problemas mecânicos. os problemas tendem a se tornar irreais e desvinculados da Engenharia. para aprender. principalmente. destacam-se três tendências. durante a execução da função criativa.atemáticos_1ia Mecânica.. acadêmicos e sem nenhum interesse.. evidências e preocupações justificadas de que. OSücéSsOdêssa-previsão requer muito mais do _Cl!J~1!!11 mero_conhecimento dos princípiQs -físicõs e p. tem ocorrido um distanciamento entre as áreas focalizadas e sua compreensão. Quando se permite que o primeiro ponto de vista predomine. não. O maior progresso é obtido quando os princípios e suas limitações são aprendidos em conjunto. Realmente. ~ dificuldade parece aumentar..a~e distingue a Engenharia Mecânica da Ciência Mecânica. Esta abordagem priva o estudante da valiosa experiência na formulação de problemas e. tão vital para a formulação dos problemas. os efeitos de forças e movimentos. do emprego de gráficos no ensino. e pode ser benéfica. da Engenharia Mecânica é desenvolver ª-Bpacidade de pIeveE.. Esta diferença de fIlosofia é realmente-básic. totalmente divorciada dos desafios e do propósito da Engenharia. A falta de interesse que é freqüentemente observada deve-se. e até mesmo total---e1llíÍnação. levando em consideração os materiais e as restrições reais. Os cursos de Mecânica são freqüentemente encarados pelos estudantes como uma barreira acadêmica sem nenhum interesse. Além disso. ao fato -de que a Mecânica é apresentada como uma disciplina acadêmica. dever-se-ia ter em mente o fato de que a teoria é que deve se aproximar do mundo real da Mecânica e. assim. contudo. Esta tendência foi mais acentuada nos cursos de Mecânica. do que a desenvolver a teoria com a finalidade de resolver os problemas. bem como as limitações práticas que afetam o ÇQIDportamento_das máquinas e estruturas. tem havido uma redução significante. Não deve ser subestimada a importância de se motivar o estudante. Finalmente. visualizar contlgürnções físicas. Existem. inerente aº-s l'Ij)jejos.

sem arredondamento de valores intermediários e. conjugados e resultantes.XII / PRÉFÁCIO AO PROFESSOR tratamento da Mecânica.~ _coIEpreens~~ dos estudan~es. geralmente. Desses problemas. Os problemas estão geralmente organizados em ordem crescente de dificuldade e a maioria possui resposta. O livro foi escrito em um ésmoconc~oloquial. Uma equação vetorial torna-se mais clara através de um esboço de polígono vetorial correspondente. cada um com instruções detalhadas e repetitivas. para introduzir a Mecânica ao principiante em Engenharia. um dos importantes aspectos do livro é o tratamento detalhado dado às soluções dos problemas resolvidos. de modo que o estudante poderá passar diretamente para o equilíbrio de sistemas de forças não-concorrentes. O uso da notação vetorial em problemas unidimensionais é geralmente trivial.lQÍes_s_or. neste caso. são desenvolvidas as propriedades das forças. Procurou-se usar. é adotado no segundo ano do curso. Ao se introduzir a operação vetorial em problemas bidimensionais. mascarando-a. cada solução contém comentários e notas de precaução.- . e é especialmente dirigido para facilitar o estudo individual. pode dificultar o estudante a ter a visão da "floresta" a partir das "árvores" e. ~ica é fundamentalmente um campo que depende das percepções geométrica e física. Uma das responsabilidades dos professores de Mecânica é empregar a parte da Matemática mais adequada para o problema que tem em mãos. Focalizaram-se. Além disso. os princípios básicos e os métodos. valores numéricos simples. Foram empregados todos os esforços para mostrar a cÓesão existente entre o relativamente pequeno número de idéias fundamentais da Mecânica e a grande variedade de problemas que estas idéias poderão resolver. conseqüentemente. freqüentemente. salientando pontos importantes e alertando os estudantes sobre distrações comuns. estão representados nas coletâneas de problemas.desenvolver estas habilidades. como no 3. retirados de uma ampla gama de aplicações. visualização e representação. é essencial confiar-se na análise. muitos problemas mecânicos em que a complexidade da interdependência entre as variáveis está além da capacidade de visualização e da percepção física e. Muitos problemas práticos e exemplos interessantes de situações encontradas na Engenharia. ao invés de diversificar a atenção em uma multiplicidade de casos especiais. Omite alguns tópicos mais avançados que estavam incluídos em livros anteriores do autor. Tanfu no Capo 2. Todo professor de Engenharia Mecânica tem uma obrigação para com a profissão de Engenharia: atingir um razoável padrão de desempenho e mantê-Io. para auxiliar o estudante a ganhar confiança no novo tópico. os problemas bidimensionais são apresentados antes dos tridimensionais._~ala de aula. e deve-se orientar todo o esforço no sentido de ~ ---. não irá perceber a unidade da Mecânica e as amplas aplicações dos seus poucos princípios básicos e métodos. principalmente. de modo a não complicar a solução e não desviar a atenção dos princípios. Com esta finalidade. é muito importante dar ênfase ao significado geométrico. é essencial. por se tratarem de pré-requisitos. com maior ênfase. para os bidimensionais. Apesar disso. Finalmente. para os tridimensionais. com ampla possibilidade de escolha. Todas as soluções numéricas foram obtidas e verificadas por computador eletrônico. Os problemas mais difÍCeis estão identificadoLp_elo_ siVal ~ e podem ser usados para ~e1b. no Capo 3. Cada conjunto de problemas se inicia com problemas relativamente simples e fáceis. os estudantes tornam-se melhores engenheiros quando desenvolvem plenamente suas capacidades de percepção. cuja geometria indica. talvez seja tão prejudicial quanto não ajudá-Ios em nada. O autor está confiante de que o livro está isento de erros. Existem. do autor.---- A fIlosofia exposta é a adotada neste livro. o que é mais conveniente para o estudo.820 problemas a resolver. Ele é orientado. sem necessitar perder tempo com problemas relativamente triviais sobre o equilíbrio de forças concorrentes atuando sobre uma partícula. 50% são totalmente novos e o restante. contudo. já que pode condicioná-Ios facilmente à dependência do raciocínio de outros e a não exercitarem sua própria iniciativa e habilidade. a solução mais rápida. as respostas finais devem ser consideradas corretas até o último algarismo significativo mostrado. Ajudá-Ios demasiadamente em assuntos com os quais deveriam estar razoavelmente aptos a lidar. . e. Além disso. a subdivisão da Mecânica em um número excessivo de pequenos compartimentos.-Á maioria dos estudantes adquire melhor percepção física e . conseqüentemente._guJlJldo_~solvidouelo_p. O presente texto contém 168 problemas resolvidos e 1. momentos. tem havido uma tendência de permitir que a notação vetarial substitua a visualização geométrica. é opcional e. No Capo 2. que devem servir de grande auxílio nos seus estudos. que são apresentadas em páginas isoladas. porém. tem a séria responsabilidade de encorajar os estudantes a pensar por eles mesmos. proveniente de uma seleção de problemas da segunda edição e da versão métrica de Estática e Dinâmica.

O Capo 5 introduz. o Prof. O Apêndice A apresenta os momentos e os produtos de inércia de áreas. e pelos Profs. Salienta a vantagem do emprego dos métodos do trabalho virtual e da energia em sistemas interligados e na determinação da estabilidade. Agradeço o apoio dado pela Universidade Politécnica do Estado da Califórnia. às revisões críticas realizadas pelo Prof. Sou grato também ao staff da John Wiley & Sons. da Universidade Politécnica do Estado da Califórnia. o assunto apresentado oferece uma valiosa experiência para o estudante. pelas suas valiosas sugestões e cuidadosa revisão do manuscrito. também agradecido. O Capo 7 apresenta uma introdução consolidada ao trabalho virtual. Tenho a satisfação de reconhecer. Finalmente. Está dividido em duas seções principais: Seção A. durante as horas em que preparei o manuscrito. no tratamento com forças distribuídas. L. ao licenciar-me para preparar este livro. pelo alto padrão profissional demonstrado no planejamento e na produção deste livro. Esse tópico auxilia a ligação entre a Estática e a Mecânica dos Sólidos. Seção B. L. que trata dos centros de massa e dos centróides. Meriam Santa Bárbara. porém. Incluiu-se. aplicando-os em problemas físicos e geométricos. um número suficiente de exemplos tridimensionais. da Universidade do Estado da Pensilvânia. J. Kenneth Schneider e JoOO Biddle. mais uma vez. reconheço a paciência e a assistência de minha mulher Júlia. O trabalho virtual fornece uma oportunidade excelente para convencer o estudante sobre as potencialidades da análise matemática na ~ecânica. que contém o fenômeno do atrito seco. O Capo 4 apresenta a aplicação dos princípios do equilíbrio às treliças simples e às estruturas de máquinas. da Universidade da Califórnia. que mostra aplicações selecionadas em máquinas. Andrew Pytel. M. que inclui tópicos especiais de vigas. dos Laboratórios da Bell Telephone. J. reconhecido. pelos seus comentários e pelos problemas selecionados sugeridos. os conceitos e categorias de forças distribuídas.PREFÁCIO AO PROFESSOR I XIII entendimento da Mecânica. enfocando principalmente os sistemas bidimensionais. Henderson. no início. Hale. para tornar o estudante capaz de exercitar-se com a ferramenta mais geral da Análise Vetorial. e Seção B. A. Califórnia Janeiro 1978 /~~ /\ / \ ) . Também agradeço. cabos flexíveis e forças em fluidos. antes de tratar com a tridimensional. a constante contribuição do DI. se ganhar confiança na análise bidimensional. O Capo 6 trata do atrito e está dividido em Seção A. com aplicação limitada aos sistemas com um único grau de liberdade. apresentando exemplos detalhados que auxiliam o estudante a dominar seus conhecimentos de Cálculo aprend'idos anteriormente. podendo ser omitida sem que haja perda da continuidade dos conceitos básicos. Menciono. Embora a Seção B possa ser omitida no caso de haver restrição de tempo.

67 Probl.62 As rodas dianteiras de um veículo têm um raio de 300 mm e são equipadas com freios a disco. Resp. Se a pressão entre o anel e a roda do disco for uniforme sobre as superfícies de contato.64 O eixo A ajusta-se folgadamente ao mancal do pino do êmbolo da biela. respectivamente. To = 2. Os discos motrizesA estão enchavetados ao eixo propulsor B. Escrever uma expressão exata para o coeficiente de atrito. o eixo é girado. Com a biela inicialmente na posição vertical.1 N Vertical-1 Probl. ::. com centro de gravidade em G.15 e P= 500N. Os discos C acionam a carcaça D por meio dos parafusos E. A massa total do veículo é 480 kg. M= 335 N'm Se o coeficiente de atrito dinâmico entre o pino dz 30 mm de diâmetro ea polia é 0. O coeficiente de atrito entre o disco e o anel é 0. que não gira com a roda. se o coeficiente de atrito for 0.c1uindo as rodas e é distribuldo igualmente 80' elas.65.60.63 A figura representa uma embreagem de discos múltiplos para uso em motor marítimo. F = 136. como mostrado. 6.271.52 kN.é forçado contra o disco da roda por uma força P. existem cinco pares de superfícies de atrito.238 I ESTATICA 6. O anel.6. até que a biela deslize no ângulo Ci. Resp. vagarosamente.estrada horizontal.63 Cada uma das quatro rodas do veículo tem 20 de massa e está montada em um eixo de 80 mm ( diâmetro. 6.65 Probl. 6. que consistem de um anel A de raios externo e interno de 150 e 75 mm.60. Desprezar a massa da polia. do cabo.. calcular a tra ção T necessária para elevar a carga de 500 kg. porém devendo girar com ele. Supor que a pressão esteja uniformemente distribuída sobre a área dos discos. 6. para uma força axial P = 1 kN. Resp. calculado 6.35. T= 2. 6.66 Calcular a tração T necessária para baixar a do Probl.38IC' T 500 kg Probl.l. e determinar o torque máximo M que pode ser transmitido. ao longo dos quais eles estão livres para deslizar. também. Encontrar também To' C:aIEl 6. Se for necessário uma força P = 80 N • q . quando o veículo estiver à velocidade constante e as rodas girando. para o coeficiente de atrito. a tração To na parte estacionárn.6. aplicar ao 6. J. de modo a ficarem livres para deslizar ao longo do eixo. E::contre.61 Calcular o torque M que é necessário eixo do tambor de elevação do Probl.65 6. calcular a força de atrito F entre cada pneumático dianteiro e a. baixar a carga de 500 kg com velocidade Usar o valor de = 0.64 6. no Probl.25. Na embreagem mostrada.62 6. para constante.

2 Conceitos Básicos.4 1.8 Momento e Conjugado. 100 . 11 Seção A.3 Componentes Retangulares. 35 39 57 Seção A. 100 4.4 3. duas dimensões.7 1. 2 Leis de Newton. Equilíbrio em três dimensões. 11 2. 1 1.1 Mecânica. 7 Descrição dos Problemas de Estática.1 Introdução. 40 2.2 Força. 57 Isolamento do Si~ema 57 Condições de EqJilíbrio. 1 1. 7 Precisão. 24 2.4 Momento.SUMÁRIO 1 PRINCIPIOS DA ESf ÁTICA.3 1.1 Introdução. 14 14 oS tridimensionais. 11 2. 50 3 EQUlLÍB~ 3.6 1. 3. 5 Lei da Gravitação. 19 2. 65 Seção B. 82 / Condições d~quilíbrio.7 Componentes Retangulares.5 1. EquilíbVo em Mecânico. 96 CC r 4 ESTRUTURAS.8 Escalares e Vetores.5 Conjugado. 2. 4 Unidades. 2.6 Resultantes. Sistemas de forças 2.2 Treliças Planas.2 3. 100 4. Sistemas de forças 2. 82 Formulação do Problema e Revisãó. 29 Seção B. 1 1.1 /Introdução.5 bidimensionais.9 Resultantes. Limites e Aproximações.3 3. 9 c '\ 2 SISTEMAS DE FORÇAS.

7 Mancais de Escora.10 Formulação do Problema e Revisão. 103 Método das Seções.1 Introdução. 144 5.6 Mancais Radiais. 226 6. 190 5.3 Atrito Seco. 323 .1 Introdução. 240 6. 168 5.9 Resistência ao Rolamento. Áreas e Volumes. 136 5 FORÇAS DISTRIBUIbAS.1 Introdução. 308 TABELAS ÚTEIS.7 Método dos Nós. 142 Seção A. 298 \ I \ APÊNDICE B APÊNDICE C TÓPICOS SELECIONADOS DE MATEM}TICA. 252 7. 241 6. 146 5.5 Formulação do Problema e Revisão. 294 . 211 6. 211 Seção A.5 Parafusos.5 Teoremas de Pappus.8 Correias Flexíveis. 316 INDICE REMISSNO. 252 7. O fenômeno do atrito. 279 ~ÊNDICE AI A2 A3 A4 A MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS. 206 ATRITO. 226 6.6 Vigas. 211 6. 211 6. 255 7.8 Estática dos Fluidos.5 4. 165 Seção B.3 4. 123 Formulação do Problema e Revisão. 144 5. Produtos de Inércia e Rotação de Eixos.4 Figuras e Corpos Compostos: Aproximações. Centro de massa e centróides.4 Cunhas. Tópicos especiais. 158 5.2 Trabalho. Definições.4 4. 111 Treliças Espaciais. 252 7. 234 6. Aplicações do atrito nas máquinas.2 Centros de Massa.4 Estabilidade e Energia Potencial.3 Centróides de Linhas. 283 Introdução. 227 6.6 4. 284 283 / //-~ Áreas Compostas. Disco de Atrito. 168 5.XVI/SUMÁRIO 4. 246 7 TRABALHO VIRTUAL. 212 Seção B. 182 5. 268 7. 118 Armações e Máquinas.3 Equilíbrio.9 Formulação do Problema e Revisão. 142 5.7 Cabos Flexíveis.2 Tipos de Atrito. 236 6.

por esta razão. do projeto de foguetes e~naves espaciais. da estabilidade e da resis. das máquinas e mecanismos elétricos e no comporta:nento mo1ecular atômico e subatôrnico dependem muito dos princípios básicos da Mecânica.cia de estruturas e máquinas. que se ·referem aos princípios da alavanca e da flutuação. Sua origem se confunde . corno toda ciência. A moderna pesquisa e o desenvolvimento nos campos das vibrações. Laplace e outros. Contribuições substanciais para o desenvo1. É o assunto mais importante na análise em Engenharia. porém seu desenvolvimento tstancia1 teve lugar quando Stevinus (1548-1620) expôs as leis da combinação vej:orial das forças. Espaço é a região geométrica ocupada por corpos cujas posições são descritas por medidas lineares e angulares em relação a um sistema de coordenadas. dar-se-á atenção tanto ao desenvolvimento rigoroso dos princípios como à sua aplicação. o propósito da Engenharia. e BiiUiiiilêa~e se refere ao movimento dos corpos. Nos problemas tridimensionais o espaço requer três coordenadas independentes e. que se refere ao equilíbrio dos corpos sob a ação de -ças. dos controles automáticos. CONCEITOS BÃSICOS 1. nos bidimensionais. / / . relativa a suas experiências sobre a queda de pedras.1 PRINCÍPIOS DA ESTÃTlCA 1. que também concebeu a idéia do inflnitésirno em análise matemática. A Mecâmca divide-se em duas partes: Estática. Tempo é a medida da sucessão de eventos e é uma quantidade básica na Mecânica. Por o lado. do escoamento de fluidos. Lagrange.ento da Mecânica foram também dadas por da Vinci. A completa· compreensão desté assunto é requisito essencial para o trabalho neste e em muitos outros campos. dos rendimentos de motores. apenas duas. Neste livro. eles têm ampla aplicação e os procedimentos empregados na Mecânica poderão ser transferidos para muitos outros campos do domínio da Engenharia. A Mecânica.1 MECÂNICA Mecânica é a ciência física que estuda os estados de repouso ou movimento dos corpos sob a ação de orças. A formulação precisa das leis do movimento. devem ser enten.-foram feitas por Newton (1642-1727). assim como das leis da gravitação.com a da própria Engenharia. D'Alembert. Apesar de existirem relativamente poucos princípios básicos. Varignon.dos desde o início.2 - Certas defmições e conceitos são básicos para o estudo da Mecânica e. Foi ele ttmbém quem formulou a maioria dos princípios da Estática. A Mecânica é a mais antiga das ciências físicas e os mais antigos escritos neste campo são os de Arquies (287-212 aC). Acredita-se que a primeira pesquisa em Dinâfoi feita por Galileu (1564-1642). O tempo não está 'etamente envolvido na análise de problemas da Estática. tem seus princípios bastante dependentes do rigor da Matemática. Mecânica é a aplicação destes princípios na solução de problemas 'ticos.

=::i qualquer ponto de sua linha de ação sem alteração de seu efeito no corpo considerado como um LOC:l •• A ~ aplicada pode ser considerada um vetor deslizante..e vetores são deslocamento. GrandeZ2S escalares são aquelas associadas apenas à intensidade.por um segmento linear (r ~ _. Uma força tende a mover o corpo na direção de sua ação sobre ele. em escala conveniente.. e este descreve ou representa igualmente a dir... Vetor livre é aquele cuja ação não está restrita ou associada a uma úrÚ se um corpo se move sem rotação. Acons~-x para distinguir quantidades vetoriais. Quando lidamos com a ação externa de forças em corpos rígidos.. o movimento ou deslocamento de qual'. Tem muita importância na Estática. Este tipo de análise pertence ao estudo da mecânica dos corpos deformáveis. No sentido matemático. Para determinar as ensões e os esforços internos. é a resistência à variação de movimento. Um corpo de dimensões desprezíveis é chamado partícula. pela direção de sua ação e pelo ponto de aplicação. Vetor deslizante é aquele em que sua grandeza age ao longo de ll. possuem tanto direção e sentiêo como intensidade e a soma destas grandezas deve obedecer à lei do paralelogramo. 1._ o V. * É o chamado princípio de transposição de uma força que será ap . Corpo Rigido. Então. o cálculo da tração no cabo que suporta a lança de um guindaste móvel. Ao se escrever uma equação vetorial é importante f~ ticos representativos das quantidades escala~/e vetoriais.. força. quando as dimensões de um corpo são irrelevantes para a caracterização de sua posição ou de seu movimento. es1ocamento de cada ponto do corpo. ocupa uma posição particular no espaço. em lugar do . princi· palmente. utilizar um sinal .3 . A força é uma quantidade vetorial e suas propriedades estão discutidas em detalhe no Capo 2. Particula. o corpo pode ser considerado uma partícula. pode-se considerá-Ia como um corpo rígido. aceleração. a intensidade I V I do vetor e grafil tipo em negrito é usado para grandezas vetoriais (sempre que o as representação.com duas espécies de grandezas . ~e--""''' internos do corpo são funções tanto dº_p_o~o de aplicaÇ['o da força co Uma grandeza vetorial V ~esentada.-reitem. velocidade. dever-se-ia analisar as características de deformação do material da lança. a força pode ser apl''''''-=.ESCALARES E VEfORES A Estática lida . Freqüentemente uma partícula representa um elemento infinitesimal de um corpo.d. deslizantes ou lig>'rkço.• aio em grito V. não é sensivelmente influenciado pelas pequenas deformações nos elementos estruturais da lança. seta para indicar o sentido. O r for parte de sua S SÍmbolos matemá- ".-=~-:ir< ~~~. no espaço. além de ser uma propriedade dos corpos responsável pela sua atração mútua.e seta orientado ~::se:: . A ação de uma fOI:ça é caracterizada por sua intensidade. submetido a um carregamento. por outro lado. Assim. por sua vez. Exemplos . Um vetor ligado é aquele para o qual um único ponto de aplicação c . momento e quantidzde::'e illonmento. O compr.Iill!P--~ F--. portanto. para o propósito de determinar as forças externas que agem sobre a lança. energia e massa. Por exemplo. que descrevemos~:e ne:. Um corpo é considerado rígido quando o propósito do problema que se está abordando permitir desprezar os movimentos relativos entre suas partes. Força é a ação de um corpo sobre o outro. Por exemplo. densidade.:r.. Exemplos de grandezas escalares em Mecânica são rempo. Grandezas vetoriais.2 I ESTÁTICA Massa é a medida da inércia de um corpo que. Oi: --=~ a:-~~ f~~ e. o deslocamento de tal co -=~ X:: representado por um vetor livre. volume. de modo que pode ser analisada como um ponto de massa. em uma das extremidades um. As grandezas físicas vetoriais são classificadas em livres. o veto r fu-<rígidos deve ser e os movimentos o vetor e tendo -.escalares e vetoriais. A Estática trata. Portanto. que vem ap6s o estudo da Estática.::Er representa. A ação da força em corpos representada por um vetor ligado no ponto de aplicação da força. tal como sublinhar a letra y. uma partícula é um corpo cujas dimensões se aproximam de zero. do cálculo das forças externas que agem sobre os corpos rígidos em equilíbrio. ~ =--~:o do corpo pode ser e a intensidade do representado por um vetor.

facilmente. possam ser substituídos par seu equivalente V.1. 1. 1. tratados como vetares livres.40 são os componentes de V nas direções 1 e 2. Esta regra exige que dois vetores V 1 e V 2. 1. Além de possuírem as propriedades de intensidade e direção.2h. a partir de uma direção de referên.V2 adicionando-se . quer pela regra do paralelogramo quer pela regra do triângulo. 1. cuja soma seja igual a um certo valor V são chamados componentes deste vetor. considerados vetares livres. e é evidente que pela geometria do paralelogramo V =1=V1 + V2• Os dois vetores V1 e V2. Normalmente é mais conveniente lidar com componentes vetoriais perpendiculares entre si chamados de componentes retangulares.1.1. os vetares devem. também. V1 + V2 = V2 + V1. pela lei do triângulo.3). (a) (b) Fig. . obedecer à :egra do paralelogramo para a soma. e.2a.2c. É evidente pelo diagrama que a ordem de adição dos vetores não afeta a soma.PRINC(PIOS DA ESTÃTICA I 3 Fig.1 negrito. Fig.1. para obter a mesma soma vetorial V. podem também ser adicionados com a cabeça da seta de um deles tocando a cauda da seta do outro. que é a diagonal do paralelogramo formado pelos lados V1 e V2. 1. como é indicado na Fig. Portanto. O negativo de V é um vetar -V dirigido em sentido oposto a V. isto é.4b são componentes x ey respectivay' y I V y. A soma escalar das intensidades de dois vetares é escrita na maneira usual como V1 + V2. O senti~o de V pode ser determinado por meio de um ângulo.::ornoé mostrado na Fig. V -x' (a) (b) (e) Fig. respectivamente. 1. a diferença V1 . Vx' . 1. 1. como é mostrado na Fig. I Y..4 .l. Os vetares Vx e Vy na Fig. na Fig.V2 ao vetar V1 (Fig.l.. VY~x Vx cal -----.conhecida.2 Fig. Esta combinação ou soma vetorial é representada pela equação retorial onde o sinal mais ( + ) usado em conjunto com as grandezas vetoriais (tipos em negrito) significa soma vetorial e não soma escalar. os v~es V1 e V2. como é mostrado na Fig. A diferença Vi entre os dois vetores é expressa pela equação vetorial onde o sinal (-) indica subtração vetorial.3 Obtém-se. Dois ou mais vetores quaisquer.

respectivamente. 1934.4 .1. Vx' e Vy' são os componentes x' e y' de V. j. 1. * Com o texto levemente modificado pelo uso da terminologia moderna. Cajori e impressa na Universidade da Califórnia. Uma partícula permanece em repouso ou continua a mover-se em linha reta à yelocidade uniforme se nenhuma força isolada ou não equilibrada atua sobre ela. k que são vetares nas direções x. Primeira lei. dados por: I = cos 0x m = cos Oy n = cos Oz as intensidades das componentes serão: Vy com ( V2 = mV + V/ + Vz2 = Vx2 J Note também que [2 +m2 + n2 = 1. em função dos vetores unitários i. aó eixo dos x é evidentemente especificada por Vy O = arc tg Vx' Em alguns problemas. y e z. por exemplo. revista por F. m e n forem os co-senos diretores de V. sua direção em relação. 1.5. conforme mostrado na Fig. 1.LEIS DE NEWTON Isaac Newton foi o primeiro a enunciar corretamente as leis básicas que governam o movimento das partículas e a demonstrar sua validade.5 Se I.4c. Na Fig. .4 I ESTÁTICA mente de V. estas leis são como segue. é conveniente expressar os componentes retangulares de V. Quando o vetor é expresso em componentes retangulares. * Os enunciados originais de Newton podem ser encontrados na tradução de sua obra Principia (1687). A soma vetorial das componentes é \ ~ \ \ ) Fig. com intensidades iguais a um. particularmente aqueles a três dimensões.

A dificuldade de acesso e de obter precisão na reprodução das medidas. tem sido aceito universalmente e está substituindo. fixado como sendo o comprimento de uma barra de platina iridiada. envolvendo massa somente quando se determina a força gravitacional. Em análise de corpos sujeitos à ação de forças. 1. A primeira lei de Newton estabelece o princípio do equil1brio de forças. mais tarde. Aplicada a uma partícula de massa m pode ser equacionada como (1. Assim. rapidamente. com as unidades de comprimento e força. Systeme International d'Unités). que é o assunto de interesse principal da Estática. isolar o corpo em estudo e. O sistema SI é um sistema absoluto de unidades baseado nas quantidades de comprimento. O metro. foi. tempo e massa. por acor'4o internacional. considerar somente a única força do par que age sobre o corpo em questão.UNIDADES o Sistema Internacional de Unidades. A segunda lei de . No Sistema Gravitacional (MKS). Foram estabelecidos. localizado próximo a Paris. como será explicado no próximo item. com a unidade de força sendo obtida a partir da Eq. França. originalmente definido como um décimo milionésimo da distância do pólo ao equador. medida sobre o meridiano que passa por Paris. Realmente esta Lei é conseqüência da segunda. Esta equação é uma equação vetorial. É necessário. o mesmo ocorrendo com a libra no Sistema Inglês.PRINC!"PIOS DA ESTÁTICA / 5 Segunda lei. O quilograma é uma unidade de massa e não de força. Portanto.5 . As forças de ação e reação entre corpos que atuam reciprocamente têm a mesma intensidade. 1. Este princípio é válido para todas as forças. É necessário proteger-se contra esta prática. Terceira lei. o Sistema Inglês. A aceleração de uma partícula é proporcional à força resultante que atua sobre ela e tem a direção e o sentido desta força. que está guardado no Bureau Internacional de Pesos e Medidas. é absolutamente necessário deixar bem claro qual a força do par que está sendo considerada. principalmente. não obstante sua origem. como mostrado a seguir: Padrões Fundamentais para as medidas de massa. ao utilizar o sistema SI. pela mesa sobre o lápis. sentidos opostos e são colineares. permanecendo a partícula em repouso ou em movimento retilíneo uniforme. A falta de atenção a esta lei básica é motivo de erro muito freqüente entre os principiantes. SI.1. e a intensidade de F é igual a de ma. então. variáveis ou constan· tes.1) onde F é a força resultante que atua sobre a partícula e a a aceleração resultante. tendo em vista que F tem a mesma direção e sentido de a. a força exercida para baixo por um lápis sobre uma mesa é acompanhada por uma força igual exercida para cima. abreviado SI (do francês. Uma cópia precisa deste cilindro é mantida no Bureau de Padrões Americanos. porém é citada por fazer parte dos princípios clássicos de Newton. uma vez que não há aceleração quando a força é nula. antes de tudo. Estabelece que as forças sempre ocorrem aos pares. A terceira lei é básica para o entendimento do que seja uma força. servindo também como padrão. O quilograma é definido como a massa de um cilindro de platina iridiada. A Estática lida. comprimento e tempo. acarretou a adoção de um padrão mais preciso e repro- . A exatidão destas leis tem sido verifica da por inúmeras experiências físicas precisas. empregado por muitos países durante muito tempo. com as mesmas intensidades. Massa. este livro adotará as unidades do Sistema Métrico. A primeira lei nada acrescenta ao estudo do movimento. e se aplica durante todo o tempo no qual a força é aplicada. ewton é a base da maioria das análises feitas no campo da Dinâmica.. é a força necessária para dar a aceleração de um metro por segundo ao quadrado a uma massa de um quilograma. o quilograma era usado tanto como unidade de massa como de força. Comprimento. mesmas direções e sentidos opostos. por definição. guardada no Bureau Internacional de Pesos e Medidas. A unidade de força no SI é o Newton (símbolo N) que.

que é o valor padrão da aceleração da gravidade g ao nível do mar e na latitude de 45°.1740 pés por segundo ao quadrado. 1.806 65 m/s2. 1. Esta massa se denomina slug e é igual a 32.1 par~ a condição de queda livre de uma massa padrão de uma libra. 32. tem-se as equivalências: llb = 4.1.-!'.4482 1N newtons de força.305 m) 1m Fig.. da Eq. encontra-se que uma libra de'Ío~<1l!iváÍente a (0.. conduzindo à adoção de um padrão mais preciso e reproduzível.1740 libras-massa. '1.1: força (lb) = massa(slugs) X aceleração (pés/s2).~'!' ~.1 e é a massa que obtém uma aceleração de 1 pé/s2. É claro que. 1. usando três = 4. que vale 1 000 lb.11. para A Fig. para a maioria dos trabalhos de Engenharia e para o prop6sito do estudo da Mecânica.45 kg) COMPRIMENTO 1 pé I. Tempo. Força.6 apresenta exemplos de força. Outras unidades de força empregadas no Sistema Inglês (EUA) são o quilolibra (kip). Porém.6 .45 N ou = 0. 1. agora definido como sendo 1 650763.~·. irregularidades na rotação da Terra provocaram dificuldades para o uso desta definição. e o ton.. O valor correspondente para a aceleração da gravidade padrão g no sistema SI é 9. O segundo é agora fixado como a duração de 9 192 631 770 períodos da radiação de um certo estado do átomo do Césio-133. a unidade de força é a libra (símbolo lb). No Si~ema Inglês.21bm (14.806 65) algarismos significativos. Assim.45 N) II .201bm) 11bm (0.21bf (143 N) MASSA 1kg (2. O segundo era anteriormente defrnido como a fração 1/864QO do dia solar médio.-~~ ~l 1 slug ou 32. Portanto.6 kg) (0. Aplicando a Eq.73 vezes o comprimento de onda da radiação do átomo de Criptônio-86. a precisão desses padrões está muito além do necessário. massa e comprimento auxiliar a visualização dos seus valores relativos.' . nos dois sistem~s de unidades.453 592 37) (9. encontra-se a massa m com: W (lb) m (slugs) = g (pés/s2) . FORÇA 119'81 (2. quando submetida a uma força de llb.225lb A unidade de massa no Sistema Inglês se deriva da Eq. Nos experimentos gravitacionais com peso W. a aceleração de 32. A libra padrão é a força necessária para fornecer a uma massa de uma libra. I~l.201bf) N 1111bf (4.6 I ESTÁTICA duzível para o comprimento do metro. que vale 2000 lb.

2. a palavra "peso" tecnicamente significa massa. Sobre a superfície terrestre. As forças F obedecem à lei da ação e reação tendo em vista que são iguais em intensidade. A atração gravitacional exercida pela Terra sobre os corpos é conhecida como "peso" do corpo.6 - LEI DA GRA VITAÇÃO Na Estática ena Dinâmica é freqüentemente necessário determinar o peso de um corpo (a força gravicionà1 atuando sobre ele). opostas em sentido e têm a mesma direção.7 - PRECISÃO. estritamente falando. que foi também formulada por _tewton. conforme definida na Eq.PRINCfplOS DA ESTÃTICA / 7 1. quilograma (kg). A constante gravitacional determinada experimentalmente tem o valor K = 6. a única força gravitacional de apreciável intensidade é a devida à atração da Terra.nação uma força. a área da seção transversal de uma barra quadrada. a atração gravicional da Terra é úrnca força gravitacional de apreciável intensidade que precisa ser considerada nas experiências realizadas na superfície do planeta. então. Este efeito será discutido no volume 2. 1.673 (10-11}m3 /(kg' S2).2 pés/s2. a unidade de massa. conseqüentemente. Dinâmica. a Eq.2) onde: F= força de atração recíproca entre duas partículas. LIMITES E APROXIMAÇÕES O número de algarismos significativos mostrados em uma resposta.9 N. pois ntuam em linha reta unindo os centros das partículas. As forças gravitacionais existem sempre entre dois corpos quaisquer. Sendo essa . uma esfera de ferro de 100 mm de diâmetro é raída para a Terra com uma força de 37. distância entre os centros das duas partículas. O valor correspondente de g no Sistema Inglês é 32. Por outro lado. . conhecida como a constante de gravitação ou constante gravitacional. 1. se colocarmos uma outra esfera exatamente igual em contato com a primeira. a atração gravitacional. Infelizmente. na prática. Esta força existe esteja o corpo em movimento ou em repouso. pode ser calculada pelo resultado de um simples teste gravitaeional. tendo em vista que o corpo cai com uma aceleração g. Conseqüentemente. Se a força gravitacional ou peso tem intensidade W. a força de atração recíproca entre elas será de 0. A fim de evitar confu. o uso da palavra '»eso". A lei de gravitação é expressa pela equação (1.são. massa de cada uma das partículas. Para um corpo de massa m sobre a superfície da Terra. Esta determinação depende da lei de gravitação. Quando expressa em quilogramas. não deve ser maior do que o número algarismos que possam ser justificados pela precisão dos dados fornecidos. seria ~dicada como 580 mm2 e não como 576 mm2. são ligeiramente diferentes.0000000994 N. obtida pela multiplicação sem aproximação. o peso do corpo é expresso em newtons (N). K constante universal. Assim. Esta diferença é causada pela rotação da Terra e é muito pequena. não sendo aqui considerada.&-l m/s2 é suficientemenÜ: preciso para os cálculos desenvolvidos na Estática. O valor padrão g = 9-. cujo lado de 24 mm foi medido até o mais próximo centésimo. Esta orça é evidentemente desprezível comparada com a atração da Terra e. restringe-se ao significado de força da atração gravitacional e é expresso sempre em wtons. 1.3) o peso W sera expresso em newtons (N) quando m for em quilogramas (kg) e g em metros por segundo ao quadrado (m/s2). no SI. neste livro.2 dá (1. O peso verdadeiro devido a atração gravitacional e o peso aparente medido por balança de mola. é usada também como medida de }?eso.

exige-se maior precisão nos dados para se obter precisão nos resultados. Conseqüentemente.7 Fazendo a hipotenusa igual a unidade. de abandonados. conhecer previamente o número de algarismos significativos necessários nos dados originais que assegurem uma certa precisão na resposta.017452 0. é necessário conhecer os nÚmeros 4. o volume do elemento ~V de um cone circular reto de altÜra h eiaio de ba~e r pode ser tomado como uma fatia circular distante x do vértice e de espessura &. Considere o triângulo retângulo da Fig. Além disso.x)3] para dV. que o comprimento do arco 1 X () e o sen () são praticamente iguais. Para exemplificar as aproximações aqui citadas. Ocos () também é quase um. o sen () e a tg () têm quase o mesmo\'alor. Assim.017453 rad 0. os termos em Ao se ~~a os limites.2503 e 4. onde o ângulo (). Diferenciais de ordem mais alta podem sempre ser desprezadas.8 / ESTÁTICA Quando nos cálculos aparecem pequenas diferenças em quantidades grandes.2391 com uma precisão de cinco algarismos significativos.0112 possa ser expressa com uma precisão de três algarismos.017455 0.x)Z + i(ó. Três algarismos significativos dão a precisão considerada satisfatória para a maioria dos cálculos em Engenharia. quando comparadas com as diferenciais de ordem mais baixa. expresso em radianos. Pode ser verificado. de modo que a diferença de 0. \ \ ~lX()=() cos () I I Fig. pode-se manter os dois primeiros termos da série. pela geometria da figura. observa-se. ficando simplesmente & para dx e de ~V (&)2 e (&)3 podem ser que é uma expressão exata no limite.7. V = h2 [x2 ó'x + x(Ó. 1. tomemos um ângulo de 10 10 sen 10 tg 10 cos 10 == == 0. que a expressão completa para este volume do elemento pode ser 1I"r2 Ó. tg () ~ () cos () ~ 1 Essas aproximações significam que estamos considerando somente o primeiro termo da expansão em série dessas três funções. Como exemplo. que são .1.999848 Se for desejada uma maior aproximação.xima o limite matemático. A ordem das quantidãdes diferenciais é assunto que acarreta freqüentes enganos. Pode-se empregar algumas simplificações quando se lida com ângulos pequenos. quandoseapl'o-. É muitas vezes difícil em cálculos um tanto longos. é relativamente pequeno. pode-se escrever sen () ~. para pequenos ângulos.

2. e sua representação deve incluir exposição clara dos seguintes pontos..51 por cento. que se aproxima. como também allxiljam enoI:. pensar primeiro em termos da situação física e depois em termos da correspondente descrião matemática.. através do equacionamento e análise de muitos problemas práticos que envolvem os princípios da Estática.13 por cento e. Assim. no modelo matemático idealizado.orql!e.8 - de é expresso em radianos. Ele de'. para 10 graus. da precisão exigida.interpretação física e auxilia enormemente a visuaHzação dos aspectos tridimensionais de muitos Rroblemas> Segundo.!l.[odos resultados em cartas eJ~. . As soluções_gráfica~~sõmeilte fornecem o meio prático de obtenç. _A_o_se_e_qu_a_c_i_o_n_ar_u_m_d_a_do--"problema de ~. Urna força que está realmente distribuída numa pequena área de um corpo sobre o qual ela age pod. limite ou modelo. sejam resolvidos por métodos eficientes.e ser considerada como uma força concentrada.il!!~3[O_allXílio :valioso nas int. isto é.ões. O terceiro uso dos gráficos é a eXP:Qsiç.. as hipóteses dependem do que se está procurando determinar e. ângulos ou forças comparadas com grandes distâncias'. Uma das características mais importantes de um engenheiro bem sucedido é a sua habilidade para entender e fazer uso das hipóteses adequadas no decurso do equacionamento e da solução dos problemas de Engenharia.--ºª---ªáficos muitas vezes propiciam o meio de solução de relações físicas. Primeiro. ao passo que esse mesmo peso não poderá ser desprezado se o problema exigir a determinação da deflexão ou flecha do cabo suspenso. para 1 grau. resultados desejados.. se as dimensões da área forem pequenas.reíaÇ. cada qual inteiramente identificado: 1..quaciQnamento de um 12roblema de Física re12resenta !lIlla descrição ideal.. ainda.possível a re12resentaç-ª9 de sistemas físicos no pa~por meio de croguis ou diagram~ A re12resentação geométrica é vital para a . ângulos ou forças.ão dos r!lsultad. O desenvolvimento de bons hábitos no equacionamento dos problemas e na representação de suas soluções é imperioso. somente de 0.005 por cento . Um dos principais objetivos deste livro é fornecer o máximo de oportunidade para o desenvolvimento desta habilidade. O estudante deve estar sempre alerta para as diversas suposições feitas no equacionamento dos problemas reais. dados apresentados. DESCRIÇÃO DOS PROBLEMAS DE ESTÁTICA o estudo da Estática está voltado para a descrição quantitativa das forças que atuam nas estruturas em equilíbrio.~c_e_r_ta_s . desde as hipóteses até a conclusão..apr0x!mações estarão sempre incluídas.!~gr~ mas. no limite matemático: sen de = tg de = de cosde = 1 o ângulo 1. eles tornam.9s. _ É essencial que os problemas de Estática.PRINC!"PIOS DA ESTÁTICA / 9 o erro que se comete na substituição do seno pelo ângulo. como os outros problemas de Engenharia._mas_@nc_ajgua~ comJ:Jl~t~en~_~~~uação física real.Il!em. sujeito à ação do próprio peso.1cê~pos de ação.etp. comparadas com as outras dimensões relativas. Algumas dessas aproximações podem ser matemáticas. A análise de cada problema exige a passagem do r'aciocínio do que respeita à Física para o relativo à Matemática. Sem dúvida. O peso de um cabo de aço pode ser desprezado se a tração no cabo for muito superior ao seu peso. é muitas vezes necessário desprezar pequenas distâncias. é somente de 0.-e.. Cada solução deve ser precedida de um roteiro lógico das etapas.. o erro é. enquanto outras serão físicas. uma das maiores dificuldades encontradas pelo estudante é efetuar esta transição de raciocínio.nte a execuç!o da transiç_ão do raciocínio ent~ !~itu~ção física e a exgressão matSlmátic-ª-Lp.!!B e_nh_ar_i~a. A medida que as seguintes relações são válidas. Por exemplo.'e reconhecer ~O-. Os gráficos são uma importante ferramenta em análise e têm muita utilidade em. onde a solução matemática direta seria impraticável ou difícil. A Matemática estabelece as relações entre as diversas quantidades envolvidas e torna possível edizer os efeitos destas relações.Jl!l1bas ªªo representadas simultaneamente. Para 5 graus o erro é de 0. É preciso realizar um duplo processo de raciocínio para formular esta rição.

. ~ aplicação dos princípi~lque definem as condi. é aconselhável incorI'orar uma série de verificaçõ~ dos cálc~os ellLpontos intermediários ~ão. porque a prática só se consegue pela resolução de problemas. pela primeira vez neste livro. o método de análise é de grande importância. diagramas necessários. Soluções descuidadas. a simplificação conseguida pelo uso dos símbolos literais auxilia a evidenciar a conexão entre a situação física e sua representação matemática. A disciplina exigida aliada a uma boa apresentação será. 10 / ESTÁTICA 3. por si só.o. Entretanto. e a grande maioria dos problemas está dentro desta categoria. Isto porque o isolamento do corpo é a ferramenta na qual a causa e o efeito estão claramente separados. No Cal" 3 apresentamos e usamos.çõe. que terminará indicando a resposta por meio de uma fórmula. Além dis!. através de soluções gráficas. ~ ordem de grandeza dos valores nUÍnéric~E. na solução de um problema. no decorrer da solução. é essencial ~o corpo em questª. cálculos. ao passo que a homogeneidade dimensional pode ser perdida quando se usa somente valores numéricos. Com a substituição dos valores numéricos. que não podem ser facilmente lidas por outros. que as leis que 'aplicamos sejam cuidadosamente fixadas na mente e que estes princípios sejam aplicados literal e exatamente. uma ajuda inestimável ao desenvolvimento das habilidades para o equacionamento e a análise. expressa em sua unidade particular. / Surpreendentemente.r-------~-----------------------------~~-------------~•.. Segundo. quando se usam diferentes conjuntos de unidades e dimensões. Este procedimento oferece vantagem. O diagrama de tal corpo isolado com a representação de todas as fQr.-o ~f~isolaqo de todos os outros corpos. Muitos problemas que a princípi6-podem parecer difíceis e complicados. em forma numérica. O estudante verificará que as soluções dos problemas de Estática podem ser obtidas por 1im dos seguintes meios: utilizando-se uma solução matemática direta com os cálculos a mão. É essencial que se tenha facilidade com ambas as formas de solução. os dados da maioria deles são fornecidos em números fáceis de trabalhar. pode-se usar repetidamente uma solução literal para obter respostas para o mesmo problema. uma vez sejam tratados por um mé~ de resol~ã~ lógico e disciplinado. a solução literal permite fazer uma verificação nas dimensões em cada etapa.[o_d. Na aplicação das leis da Estática.. ou por meio de um moderno computador digital que é vantajoso especialmente quando se lida com um grande número de equa·ções ou dados repetidos. Primeiro. . O estudante que tem pronto acesso às facilidades da computação digital pode resolver alguns dos problemas escolhidos por este meio. Terceiro. Nessas aplicações. a técnica do traçado do diagrama do corpo livre. De modo a reduzir o tempo de cálculo na resolução dos problemas.s_exID. são de pequeno ou mesmo de nenhum valor. tornam-se claros e diretos.e uma (or.ç.~_d_e_atra.eve ~I_obse!ya~ ~pr~c~~homogeneidac!e <!!wensi9I!al dos termos devem ser freqüentemente verif!çadªs.®s atuantes é chamado de diagrama de corpo livre. A escolha do método mais apropriado de solução é um importante aspecto da experiência a ser obtida no trabalho de resolução dos problemas. a intensidade de cada quantidade.ça. 4.pa e ordenada. a solução simbólica tem várias vantagens sobre a numérica. quando é importante o significado prático da intensidade de cada termo. respostas e conclusões. ou esta pode ser encaminhada com símbolos algébricos. os valores numéricos das quantidades podem ser usados diretamente. é evidente em cada estágio do cálculo.Sobr{l um corpo. de modo que um cálculo c01!!pleto e preciso de todas as forças que agem neste corpo possa ser obtido. É essencial. e a apreciação para a aplicação exata de um princípio é posta em evidência. desenvolvendo-se uma solução literal.ç-ª. a Estática está baseada em apenas alguns poucos conceitos fundamentais e contém principalmente a aplicação destas relações básicas para uma variedade de situações. Este método do diagrama do corpo livre é a chave para o êntendimento da Mecânica. Este isolamento tanto deve existir mentalmente como ser representado nopapel. E também importante que a apresentação do trabalho seja li1p. onde certos problemas são resolvidos praticamente. 5. onde as respostas aparecem como símbolos algébricos ou como resultados numéricos.

2. em detalhes. Uma mudança em qualquer uma destas especificações altera o efeito no suporte. Vemos. ou pela tensão interna e deformação do material em qualquer ponto do suporte. tais como. O efeito desta ação no suporte dependerá de P. sendo. tendo em vista que seus efeitos dependem de sua direção. por conseguinte.1 . projeto de elementos de máquinas e escoamento de fluidos. não somente da Estática.1 INTRODUÇÃO Neste capítulo e nos seguintes examinamos as propriedades e os efeitos das várias espécies de forças. ao atuarem nas estruturas e nos mecanismos. Neste capítulo colocamos os alicerces necessários ao entendimento básico. Força tem sido definida como o resultado da ação de um corpo sobre outro. direção. análise de tensões. como pode ser verificado. do ângulo 8 e da posição do ponto de aplicação A. mostrado na Fig.2 . sentido e ponto de aplicação. A experiência obtida através deste exame será de fundamental utilidade por todo o estudo da Mecânica e também no estudo de outros assuntos.2. tratada como vetor fixo.la.1b pelo veto r força de intensidade P.2 SISTEMAS DE FORÇAS 2. A fj p (a) (b) Tração no cabo p Fig. 2. as propriedades de umaJ'orça isolada.FORÇA Antes de lidarmos com um grupo ou sistema de forças será necessário examinannos. Verificou-se que força é uma quantidade vetorial. está representada na Fig. mas de toda a Mecânica. A ação de tração P do cabo no surporte. portanto. 2. por exemplo. pela força que atua em um dos parafusos que o prendem à base. enquanto não dominar por completo tudo o que for aqui apresentado. que a especificação completa da ação de uma força exige o conhecimento de sua intensidade. sentido e intensidade de ação e pode ser combinada vetorialmente a outras forças de acordo com a lei do paralelogramo. O estudante não deverá prosseguir.

12 /

ESTÁTICA

Uma força pode ser aplicada por contato mecânico direto ou por ação remota. As forças gravitacionais, elétricas e magnéticas"atuam físico direto. " por ação remota. Todas as outras forças reais são aplicadas através de contato

A ação da força acarreta, no corpo em que atua, efeitos que podem ser divididos em externos e internos. No suporte da Fig. 2.1 os efeitos externos da força P são as forças de reação (não representadas), exercidas no suporte pela base e pelos parafusos em conseqüência da ação de P. Então, as forças externas ao corpo são de duas espécies: forças.aplicadas (ativas) e forças reativas. Os efeitos internos da forçaP no suporte são as tensões internas e as deformações resultantes, distribuídas por todo o material do suporte. As relações entre as forças e as deformações internas abrangem as propriedades do material do corpo e são estudadas juntamente com resistência dos materiais, elasticidade e plasticidade. Quando lidamos com a mecânica dos corpos rígidos, onde se dá importância somente aos efeitos externos das forças, a experiência mostra que não é necessário restringir a ação da força aplicada ao dado ponto. Portanto, a força P atuando na chapa rígida, vista na Fig. 2.2, pode ser aplicada em A, emB ou em qualquer outro ponto sobre sua linha de ação e os efeitos externos resultaIltes da força P, isto é, a força exercida na chapa pelo suporte do mancal em O e a exercida pelo rolete de apoio em C não irão se alterar. Esta conclusão é definida pelo princípio da transposição de forças, que estabelece que uma força externa, atuando num corpo rígido, pode ser aplicada em qualquer ponto do seu suporte ou linha de ação sem alterar os seus efeitos resultantes. Quando são pesquisados somente os efeitos externos resultantes da aplicação de uma força sobre um corpo rígido, pode a mesma ser considerada um vetor deslizante, sendo necessário e suficiente especificar sua intensidade, sentido e linha de ação e suporte. Como este livro lida essencialmente com a mecânica dos corpos rígidos, quase todas as forças são consideradas vetores deslizantes em relação ao corpo rígido em que atuam.

Fig.2.2
--------

As forças podem ser concentradas ou distribuidas. Realmente, o contato de uma força aplicada se faz, sempre, sobre uma área fmita e, portanto, a força é distribuída. Quando as dimensões da área são desprezíveis, comparadas com as demais dimensões do corpo, a força pode ser considerada concentrada em um ponto. A distribuição de uma força pode ser sobre uma área, como no caso de contato mecânico, ou sobre um volume, quando atuam as forças da gravidade e magnética. O "peso" de um corpo é a força da gravidade distribuída sobre seu volume, e pode ser considerado como uma força concentrada que atua no centro de gravidade do corpo. Normalmente, a posição do centro-de gravidade é facilmente determinada por considerações de· simetria. No entanto, se a posição não for clara será necessário calcular separadamente sua posição, o que é apresentado no Capo 5. Uma força pode ser medida por comparação com outras forças conhecidas, usando-se uma balança mecânica, ou pela deformação calibrada de um elemento elástico. Qualquer dos processos têm como base um padrão primário. A unidade padrão de força no SI é o newton (N) e no Sistema Inglês é a libra (lb), como definido no item 1.5. A característica das forças expressas pela terceira lei de Newton deve ser cuidadosamente observada. A ação das forças está sempre associada a uma reação igual e oposta. Devemos ter cuidado em determinar qual das forças do par está sendo considerada. A situação fica perfeitamente defmida quando o corpo em questão é isolado e, se representa a força que atua sobre o corpo (e não pelo corpo). É muito fácil cometermos um erro, por descuido, e considerarmos a força errada do par, a menos que façamos uma cuidadosa distinção entre cada ação e sua conseqüente reação. Duas forças FI e F2, concorrentes, podem ser somadas pela regra do paralelogramo, no plano comum a ambas, para que se obtenha uma resultante R, como é vista na Fig. 2.3a. Se as duas forças concorrentes encontram-se no mesmo plano, mas são aplicadas em dois pontos diferentes, como na Fig. 2.3b, elas podem

SISTEMAS

DE FORCAS

I

13

(a)

(b)

(c)

Fig.2.3

ser deslocadas ao longo de suas linhas de ação, de acordo com o princípio da transposição, e a soma vetorial R completada no ponto de concorrência. A resultante R pode substituir as forças F 1 e F2, sem alterar os efeitos externos sobre o corpo, no qual elas atuam. Podemos usar, também, a regra do triângulo para obtermos R, exigindo, no entanto, o deslocamento da linha de ação ou suporte de uma das forças, como está mostrado na Fig. 2.3c. Na Fig. 2.3d estão somadas as mesmas duas forças e embora estejam mantidas a intensidade e direção corretas de R, a linha de ação não é a verdadeira, pois a resultante R obtida deste modo não passa pelo ponto A. Este tipo de combinação ou soma deve ser evitado. Algebricamente a soma das duas forças pode ser registrada pela equação vetorial:

Além da necessid;lde de combinar forças para obter uma resultante, substituir uma força por suas componentes, atuando segundo duas direções na Fig. 2.3a, pode ser substituída ou decomposta em dois componentes F 1 simplesmente pela complementação do paralelogramo, como mostrado para /dades de Fl e F2.

há muitas vezes necessidade de especificadas. Assim, a força R, e F2 nas direções especificadas, que se sejam obtidas as intensi-

Um caso especial da soma aparece quando as duas forças Fl e F2 são paralelas, Fig. 2.4. Elas podem ser somadas pela prévia inclusão de duas forças iguais, opostas e colineares F e ~, de intensidades adequadas, que, consideradas em conjunto, não produzem nenhum efeito externo sobre o corpo. Somando Fl e F2 para fornecer Rl e combinando-a com a soma R2 de F2 e -F resulta R, correta em intensidade, sentido, direção e linha de ação. O método exposto é, também, utilizado ao se combinar graficamente duas forças que sejam quase paralelas, apresentando, portanto, um ponto de concorrência muito distante. É recomendável dominar a análise dos sistemas de forças bidimensionais, antes de abordar a análise tridirnensional. Com esta fmalidade, dividiu-se o restante deste capítulo nestas duas categorias. Porém, se o estudante possui bom conhecimento da análise vetorial, pode estudá-Ias simultaneamente.

R

Fig.2.4

I

ESTÁTICA

SEÇÃO A.

SISTEMAS DE FORÇAS BIDlMENSIONAIS RETANGULARES

2.3 -

COMPONENTES

A decomposição bidimensional mais comum de uma força F é a sua decomposição nas componentes retangulares Fx e Fy, conforme mostrado na Fig. 2.5. Conclui-se imediatamente da figura que

Fx
Fy

= FcosB
=
Fsen ()

(2.1)

onde F é a intensidade de F e Fx e Fy, as intensidades de Fx e Fy. Se introduzirmos os vetores unitários nas direções x e y, conforme indicado na Fig. 2.5, podemos escrever a equação vetorial

ie j
(2.2)

Para eliminar qualquer ambigüidade, é recomendado representar por linhas tracejadas as componentes de uma força, como na Fig. 2.5, ou vice-versa. Com qualquer destas convenções, estará sempre claro quando a representação significar uma força e suas componentes .ou três forças separadas, que seriam indicadas por três vetores em linha cheia.

Fig.2.5 Os problemas reais não vêm com eixos de referência. A sua determinação é arbitrária e depende da conveniência, sendo freqüentemente deixado ao estudante escolhê-Ios. A escolha lógica é, geralmente, a indicada pela geometria do problema. Por exemplo, quando as dimensões principais de um corpo são dadas nas direções horizontal e vertical, é conveniente selecionar os eixos de referência nestas direções. Porém, nem sempre as dimensões são fornecidas nas direções horizontal e vertical, nem os ângulos medidos no sentido anti-horário a partir do eixo x, como também não é obrigatório que a origem das coordenadas esteja na linha de ação de uma força. Portanto, é muito importante que se tenha a capacidade de determinar as componentes de uma força, qualquer que sejam a orientação dos eixos e o sentido de medida dos ângulos. A Fig. 2.6 sugere alguns exemplos típicos de decomposição de forças em duas dimensões, cujos resultados deveriam ser pronta-

~

Fx = Fsen {3 Fy=Fcos{3

1
Y,
Fx
Fy

I

/

I

Y

==-

F cos (3 Fsen{3

Fx = Fsen(7r - (3) Fy = - F cOS(7r - (3)

Fx = F cos ({3 - a) Fy = Fsen({3 -a)

Fig.2.6

SISTEMAS DE FORCAS

I 15

mente identificados pelo estudante. Assim, é evidente que a memorização das Eqs. 2.1 não substitui a necessidade de compreender a lei do paralelogramo e de saber fazer a projeção correta de um vetor sobre eixos de referência. Um esboço aproximado sempre ajuda a esclarecer a geometria e a evitar erros.

Problema Resolvido

2.1

y

Uma força F de 100.N é aplicada a um suporte fixo, como se vê na Itgura. Determinar as componentes retangulares de F: (1) nas direções x e)l; (2) nas direções x' e y'. (3) Determinar também as componentes de F nas direções x' ey'.

F .•• ~ __ 20·

=

lOON

"

30·---x ,, ,,'x'

Solução. Parte (1). As componentes x e y de F são mostradas na parte a da figura, e são: Fx

=

F cos 8x

=

100 cos 20°

94,ON.
Fy

y I I

Fy = F cos 8y = 100 cos 70°

34,2N.

Resp.

LdCJ--x
F
F",

Parte (2). As componentes de F, nas direções dos eixos x' e y' são projeções sobre esses eixos, como se pode ver na parte b da figura, e são: Fx' = F cos 8x' = 100 cos 50° Fy' 64,3 N.

(a) y I
I

(6) Fy160· Resp.

=

F cos 8y'

=

100 cos 40°

76,6 N.

Parte (3). As componentes de F nas direções x' e y' não são retangulares e são obtidas pela complementação do paralelogramo, como é mostrado na parte c da figura. As componentes podem ser calculadas pela lei dos senos, resultando:

I I I

--x

Resp. Nota:

seus resultados os valores calculados. (c) F x ' y - 0,940 0,866100 com F sen sel160° F = 1085 N. F '= - 60° 0,766 - -,5. 88 <D N Obtenha Fx' e Fy graficamente e compare

'

,

,
x

Problema Resolvido

2.2

Combine as duas forças P e T, que atuam sobre o ponto B, da estrutura fixa, em uma só força R.

6

I

ESTÁTICA

Solução. O paralelogramo da soma de T com P está mostrado na figura. Primeiro tem-se que determinar o ângulo cx e depois encontrar R através da lei dos co-senos. Da figura

p

BD
tgcx

=

AD

6 sen 600 3 + 6 cos 600

=

0,S66,

cx

= 40,90

A lei dos co-senos aplicada ao paralelogramo formado pelos vetores dá R'
R

600' + SOO' - 2 (600) (SOO)cos 40,90 524 N

274300 Resp. Nota:

O ângulo IJ dá a direção de R e é obtido da lei dos senos 600 sen IJ 524 sen 40,90;

(!) Observe atentamente o reposicionamento
sen IJ

=

0,750;

IJ

=

4S,6°

Resp.

de P para permitir a construção do paralelogramo de soma em B.

PROBLEMAS

PROPOSTOS
2.4 Um cabo exerce uma força F sobre uma cantoneira fixada a um elemento estrutural. Se a intensidade da componente x de F é 900 N, calcular a componente y e a intensidade de F.

2.1 Calcular as componentes x e y da força P, de intensidade igual a 20 kN, atuando sobre o elemento estrutural. Resp.
Px

= -19,70

kN; Py

= 3,47kN

p
Y

20· x

~

I I I I I

l.. Probl. 2.1

...:.. __

--.l

2.2 Encontre a componente retangular, na direção de BC, da tração T = 600 N do Problema Resolvido 2.2. 2.3 Quando a carga L está a 7 m do pino C, a tração T no cabo tem a intensidade de 15 kN. Escrever a expressão vetorial de T usando os vetores unitários i

Probl. 2.4 2.5 O tensor C é montado de modo a dar uma tração de 900 N no cabo. Calcule as componentes x e y da força exercida sobre o quadro pelo cabo, em B. Resp. Fx= -879N; Fy= -195,2N
900

ej.
Resp.

T=

12,S6i + 7,72j kN

, l/i
I
I

~l 6m
I .

mm

Til

A~

l3m -I.

7m-J
Probl. 2.3

c1__
<

AI
400

IY I

mm

L__ -X

Probl. 2.5

SISTEMAS DE FORÇAS

/ 17

2.6 A tração T no cabo vertical é igual ao peso do caixote. Calcular as componentes Tt e Tn, nas direções da lança e normal a ela, respectivamente, da força T aplicada pelo caixote à lança em A.

2.9

Calcular a intensidade da força única R equivalente às duas forças mostradas. Determinar também o ângulo e, entre R e o eixo positivo dos x, medido no sentido anti-horário. Resp. R = 9,17 kN; e = 109,1 °

I I I I

A y 10 kN

10m
I I ~

!1
~8kN ,. '-.ô---x Probl. 2.9

I I
I I

Probl. 2.6 2.10 Resolver o Probl. 2.9 graficamente. 2.7 O camo circular tem uma excentricidade e = 20 mm e raio r = 40 mm. Na posição de e = 30°, a superfície lisa inferior do seguidor eXerce uma força para baixo sobre o camo de 400 N, normal às superfícies de contato. Calcular a componente retangular F' desta força, na direção da linha que liga o ponto de contato ao centro do eixo. Resp. F' = 378 N 2.11 Com que ângulo e deve ser aplicada a força de 400 N para que a resultante R das duas forças tenha a intensidade de 1 000 N? Nestas condições, qual será o ângulo (3 entre R e a horizontal? Resp. e = 51Y; (3 = 18,2°

400N

~
Probl. 2.11

2.12 A força vertical de 10 kN deve ser substituída por duas outras forças, uma F" orientada na direção da linha de 45° a-a e outra F2, com intensidade de 8 kN. Calcular a intensidade de F,e o ângulo e, antihorário, entre F 2 e o eixo x. Resp. F, = 10,81 kN, com e = 17,1° ouF, = 3,33 kN, com e = 72,9° Probl. 2.7 2.8 O cilindro hidráulico exerce uma força de 40 kN na direção de se~ eixo, em posição à carga que está levantando. Determinar as componentes Fn e Ft, normal e tangente respectivamente, à direção AR, no momento em que e = 30°.

Probl. 2.12

2.13 Resolver o Probl. 2.12 graficamente. 2.14 O conjunto rígido ARC é suportado pelo pino A e pelo elo articulado D e está submetido à ação de uma força F em C. Poder-se-ia concluir, pelo princípio da transposição de uma força, que a reação no pino em

f--l,5 fi ----i
Probl. 2.8

2.omm --'l Probl. -1- ~ 1. Calcular a intensidade de P. FAB = 2. expressa como vetor. para assegurar que a tração T se dê ao longo do eixo do grampo. aplicada na direção da linha tracejada.18 A resultante da carga de 100 kN e da tração T. Um obstáculo A impede o acesso direto. uma na direção do eixo y e outra na direção horizontal h. Calcule o ângulo I) feito por R com o eixo x.6 kN e outra P.T correspondente na tração da barra B. conseqüente. 2. 2. Determine. em vez de C? vetores unitários nas direções x e y.16 2.20 A força F = -401 60j N deve ser substituída por duas outras.. Calcule a intensidade de P.17 Probl. I) = 66.19 150mm 1 1 4m 2. de modo que resulte sobre o pino em A o mesmo efeito que anteriormente existia. 2. T. A carga de 100 kN é substituída por uma força P. de modo que a intensidade de sua componente ao longo de CA não ultrapasse 80 por cento da intensidade da componente na direção de BC? Resp. Os ângulos internos da treliça são todos de 45° ou 90°.17 Substitua as forças de 6 kN e 4 kN por uma única força equivalente R. também.18 I ESTÁTICA A seria a mesma se F fosse aplicada em D ou em E.63i + 6. através de cabos conforme mostrado.20 .16 Deseja-se remover o grampo da madeira.6° 2. (Sugestão: a resultante de P e o novo T é o mesmo vetor que a resultante da força de 100 kN e T original. aplicando uma força na direção do seu eixo horizontal.0° r-2oo1 I /f. Resp.19 Qual o máximo ângulo I) que a força F pode ser orientada.14 ~ I J 2. usando os 4 kN- 6kN F Probl.15 t lOOkN r-2. Probl.6kN Probl. na barra B. uma de 1. 2. 2. mostrada na figura. passa pelo ponto A e resulta em certa força sobre o pino que suporta a treliça nesse ponto.) F B Probl. R = 2.18 2. de modo que é necessário aplicar duas forças. ~ -±- " À. Determinar o acréscimo f:.06j kN. 1): = 53. _--=. 2. de tal modo que produzam o mesmo efeito de F. quando atuava a força de 100 kN. FBC = 3.93 kN. Resp.59 kN A 4kN B Probl. Determinar as intensidades dessas componentes.1'5 Decompor a força de 4 kN em duas componentes: uma na direção AB e outra na BC..

24 As duas forças que atuam sobre a estrutura rígida devem ser substituídas por uma única força equivalente R. O sentido de M depende da direção da rotação imprimida ao corpo pela força F.24 I l." \ Probl.7b. o momento da força F em torno do ponto O. freqüentemente denominado torqile. x = 1. aplicada no ponto A.22 Resolver o Probl. Px' = 800 N. Resolver graficamente ou algebricamente. é usada para identificar esse sentido. Esta tendência é conhecida como momento M da força em relação ao eixo dado. 2. também. Fig. quando decomposta nas direções dos eixos x e y. A intensidade do momento ou tendência da força girar o corpo em torno do eixo "O"().. Resp. é costume falarmos do momento em torno de um ponto. tem uma componente x de 500 N. Py' = 736 N @be-se que a resultante de duas forças passa pelo ponto A. --+--+/ A Probl.21 graficamente. A Fig.4 . sem soluções simul tâneas. tem a intensidade Mo = Fd e está no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. O momento M obedece a todas as regras da combinação vetorial e pode ser considerado um vetor deslizante com uma linha de ação coincidindo com o eixo dos momentos. contida no seu plano. proporcional à intensidade da própria força e ao braço de alavanca d. as ff)rças tendem também a girar o corpo em torno de qualquer eixo que não cruze.21 I . As unidades básicas momento são newton-metros (N om).7a mostra um corpo bidirnensional sobre o qual atua uma força F. Realmente. Quando lidamos com forças que atuam num dado plano. P = 675 N SISTEMAS DE FORÇAS I lS 2. está subentendido o momento em relação a um eixo normal ao plano e passando pelo ponto. A representação vetorial dos momentos.~. Portanto. R = 898 N.23 2. O momento de uma força é. claramente.21 A força P. Resp. e o moménto de F em torno de O. usando oS vetores unitários dos eixos x-y e calcule a componente na direção y' de P. nem seja paralelo à sua linha de ação.3) O momento é um vetor M perpendicular ao plano do corpo. 2. 2.MOMENTO Além da tendência de deslocar um corpo na direção de sua aplicação. 2. A regra da mão direita. 2. 2. por sua vez. Expresse P como um vetor. P = 500i + 965j N.() pode ser representado por um vetor apontando no sentido do polegar com os outros dedos curvados no sentido da rotação do corpo. normal ao plano do corpo é. 2. Determinar a intensidade de P. Quando decomposta nas direções dos eixos x' e y'. Determinar a intensidade de R e a distância x para o ponto A..II 2. a intensidade do momento é definida como M = Fd (2.para forças copla- . na Fig. (Execute a solução com ajuda da geometria dos vetores da figura.) Resp. a distância perpendicular do eixo à linha de ação da força. Assim.7c. que é.62 m BOON GOON P 1~ 4 400= I ---t---+-T-· I 300 mm '_-""+ __ r t ~~f I 91 DIJ Probl. 2.

resulta Rr = Pp +Qq o que prova que o momento de uma força'em relação a qualquer ponto é igual à soma dos momentos de suas componentes em relação ao mesmo ponto.20 I ESTÁTICA o I I I cb. que. 2. Tracemos também os braços dealav{U1cap. é evidente que. Como centro dos momentos escolhamos.~~1:. q.8 . O Teorema de Varignon não fIca restrito ao caso de somente duas componentes mas aplica-se igualmente a três ou mais. arbitrariamente. 'Y.8). que atuam no ponto A (Fig. e indiquemos os ângulos formados pelos vetores com a linha AO. F I O (a) __ (b) (c) Fig.2. Teorema dos Momentos. para as quais o teoremajá foi demonstrado. estabelece: o momento de uma força em relação a um ponto qualquer é igual à soma dos momentos das componentes da força em relação ao mesmo ponto. r. Para demonstrar este teorema consideremos uma força R e suas componentes P e Q. três vetores sobre uma normal a esta linha. visto que os vetores ou estão saindo do plano do papel (sentido anti-horário) ou entrando (sentido horário). Uma vez que o paralelogramo formado pelos lados P e Q exige que ac seja igual a bd. r das três forças. A Fig.M I I / / '<>--. por o:~ (3. Um dos mais importantes princípios da Mecânica é o Teorema de Varignon ou Teorema dos Momentos. q. ~1.7 nares é desnecessária. em relação ao ponto O. ad ou R sen 'Y = ab + bd = ab + ac = P sen o: + Q sen (3. para peças coplanares. Tendo em vista que li soma de vetores livres e paralelos pode ser efetuada pela álgebra escalar. visto que é sempre possível por combinação direta reduzir um número qualquer de componentes a duas. o ponto O.2. como se vê na figura. É necessário somente que se adote sempre a mesma convenção de sinal na solução de um problema. Multiplicando pela distância AO e substituindo os valores de p. Construamos a linha AO e projetemos os. os sentidos dos momentos podem ser defInidos pelo emprego do sinal mais (+ ) para os de sentido anti-horário e do sinal menos (-) para os de sentido horário ou vice-versa.

40° 4m 600N Solução. o momento é MO = 460 (4) + 386 (2) = 2610 N· m. . (1) O braço de alavanca para a força de 600 N é d = 4 cos 40° + 2 sen 40° = 4.-------':rF. Então.SISTEMAS DE FORÇAS I 21 Problema Resolvido 2. F2 = 600 sen 40° 386 N A geometria aqui e em problemas semelhantes não causará dificuldade. Resp. Resp. elimina-se o momento da componenté F" O braço de alavanca de F2 é d2 '"" A = 2+4cotg40° = 6.68m ® Este é o procedimento que conduz à solução mais rápida. Resp. Notas: CD (lI) Substitua a força por suas componentes retangulares em A: F. -------. o momento MO = 600 (4. deslizar a força de 600 N ao longo da sua linha de ação até o ponto B. se o esboço for cuidadosamente traçado. (III) Usando o princípio da transposição.35) = 2610 N· m. porque o cálculo matemático do momento de uma força não requer que ela esteja sobre o corpo. 3 (IV) Movendo a força para o ponto C.3 Calcular o momento da força de 600 N em torno do ponto O na base do poste.. é d.35 m é horário e tem a intensidade Usando M = Fd.77m "" "" "" "" " F2 e o momento é O MO 386 (6. pelo teorema de Varignon. Resp. = 600 cos 40° = 460 N.77) 2610N·m. ® Não deve causar estranheza o fato de os pontos B e C não pertencerem ao objeto.68) = 2610 N· m. = e o momento é MO 4 + 2tg40° = 5. eliminando o momento da componente F2• O braço da alavanca de F. = 460 (5. usando quatro processos diferentes.

3 N ·m. y = 0. Determinar o momento M produzido por esta força em torno do centro O da roda.26 o momento da força P em torno do ponto A é 30 N· m. Resp.29Deseja-se substituir a força de 1 OOON.1 m de lado. de um ponto onde se deve aplicar uma única força externa P. 2m p 0. aplicada no punho da chave de grifo. 2. Resp. Calcular a intensidade de P. dando o mesmo momento que a força de 600 N dá em torno do ponto O. 2. A chapa sobre a qual atua a força está dividida em quadrados de 0. detenninar a intensidade da menor força P que pode ser aplicada no ponto A. 400 N ~100 mm -1600 Probl.25 No Problema Resolvido 2. Uma força F = 10 kN está em um ponto A na direção mostrada. Calcular estas forças. de tal modo que não haja alteração no efeito externo global sobre a viga. MB = 27. M= 78.4 m Probl.22 / ESTÁTICA PROBLEMAS PROPOSTOS 2.26 1m 2. 2.que atua sobre a viga. . é composta de quadrados de 1 m de lado. e = 26. mostrada na figura. 2.30 Determinar a distância y do topo do mastro. Encontre o ângulo correspondente e entre P e a horizontal.27 A chapa retangular.1 m Probl. 250 N 2.28 2. no sentido horário 800 N 2m 300 N Probl. de modo que se duplique os efeitos externos das duas forças dadas.7 kN 'm.31 Calcular o momento da força de 250 N. para a posição da chave mostrada na figura. Resp.28 Calcule o momento de força de 400 N em torno do ponto O.6° 2.2.. Calcular o momento M B de F em torno do ponto B. em torno do centro de parafuso.1 m 0.32 Uma força de 200 N é aplicada na extremidade da chave para apertar um dos parafusos do flange que mantém a roda presa ao eixo do veículo.29 A 2.3. RA em A e RB em B. P = 584 N. Resp.2.30 2. em duas forças dirigidas para baixo.31 120 mm Probl.

suportada pelo cabo do guindaste de esteira.33 _-<_ . ~.v_ . a tração T no cabo deve fornecer um momento de 72 kN' m.36 2. Resp. Deduzir a expressão para o momento de C em torno do eixo O da manivela.38 No mecanismo manivela-cursar mostrado. __ . causado pela força de 160 kN. em função de C.37 Se o momento combinado das duas forças. em torno de C. \ Probl.~·>_ . • ! . 50kN . 200N 2. 2. N l-12mj Probl. Probl.34 2. a bielaAB de comprimento 1 suporta uma força de compressão variável C.35 Determinar o ângulo e que maximiza o momento MO causado pela força de 200 N em torno do eixo em O.65 kN Probl._J_ . T = 8. 2.._.39 Os olhais do topo do mastro suportam as duas forças mostradas._ Probl.SISTEMAS DE FORÇAS I 23 Probl. MO' 2. __. __ . em torno do ponto A. em torno do ponto A.33 Calcular o momento. em torno do ponto O.38 ~_ A 2.34 Para erguer o mastro a partir da posição mostrada. Resp. 1 e do ângulo variável e.. .5 kN ~ _0 < <LC . ·_ ~ ) ! 160 kN ... for nulo.32 Probl. Calcular.2. A chapa sobre a qual as forças atuam está dividida em quadrados. •••• _. também.-. P = 51. na posição mostrada.37 2. Determinar T..36 Se o momento combinado da força de 50 kN e da força P. determinar a intensidade R da sua resultante. Determinar a intensidade da força T para que o momento total em torno do ponto C seja nulo. 2..-. r. 2. resultar nulo. determinar a intensidade de P.35 2. gráfica e algebricamente. 2.2.

Resp. -100mm). para a intensidade do conjugado. Estas duas forças não podem ser combinadas. Esta expréssão. uma tendência de rotação.. as coordenadas do ponto A. Considere a ação de duas forças F e -F. 2.39.2mm. Seu efeito produz. calcular a intensidade da força T de modo que não haja flexão do mastro no ponto O. opostas e não colineares é conhecido como conjugado. gráfica ou algebricamente.9 . e separadas por uma distânciaq (Fig. em torno do qual o momento M das duas forças é máximo. T= 3. resultando uma força única. visto que sua soma é zero em todas as direções. na periferia da roda.CONJUGADO o momento produzido por duas forças iguais. tal como O.41 2. 2.2. quando visto de :ima.39 C s a ~40 No Probl. 2.5 . para o caso ilustrado. Um conjugado tem certas propriedades exclusivas e importantes aplicações na Mecânica.41 Determinar.23 kN m Probl. Encontrar M para este ponto. cuja intensidade é de M = F(a +d) -Fa ou M = Fd e está no sentido contrário ao movimento dos ponteiros de um relógio. A (-173. unicamente. Resp.9a).24 / EST Ã TICA 2. O momento combinado das duas 'orças em torno do eixo normal ao plano das forças e que passa por um ponto qualquer situado sobre o plano. M=40Nom y o to F d p e c Probl. iguais e opostas.2. é o conjugado M. não contém qualquer referência ã dimensão a que (a) 6)(2) ou ou Conjugado em sentido anti-horário (\8 I i (b) I cbM' W@ (c) Conjugado em sentido horário Fig.

pois encontra repetidas aplicações em Mecânica. onde a direção de M é normal ao plano do conjugado e o sentido do vetor é estabelecido pela regra mão direita. que se encontre no plano definido pelo mesmo (normal ao vetor do conjugado). Um conjugado não se altera.9b.11 . para compensar a alteração no momento da força. onde a força dada F. 2. 2.SISTEMAS DE FORÇAS I 25 o n- Jocaliza as forças em relação ao centro de momento O. sem introduzir qualquer efeito externo sobre o corpo. igual e paralela. no sentido anti-horário. Conclui-se. O conjugado é definido. A representação deste efeito duplo é. podemos representá-Io por um vetor livre M. sem que os seus efeitos externos sobre o corpo sejam alterados.10 mostra quatro diferentes configurações do mesmo conjugado M. empregando uma das convenções mostradas na Fig. Posteriormente. e por um conjugado. -2F V2F Fig. Observa-se. Fig. que representa a mesma tendência para girar os carpos na direção mostrada. para o exemplo escolhido. igual e oposta. Assim. então.11. A Fig. onde as forças iguais e opostas F e . M M c1 ~ :±. Conseqüentemente. O transporte pode ser observado na figura central. Como o vetor conjugado M é sempre perpendicular ao plano que contém as forças que o compõe. pode-se representar. 2.9c. que atua no ponto A é substituída pela mesma força deslocada para algum ponto B e pelo conjugado Jf = Fd. contanto que seu produto permaneça o mesmo. 2. a força original que atua em A costuma ser substituída pela mesma força. Do mesmo modo um conjugado não é afetado ao se admitir as forças atuando em qualquer um dos planos paralelos. freqüentemente. pelo mesmo vetor livre. este conjugado não sofrerá alteração se os valores de F e d forem alterados. Portanto. em cada um dos quatro casos. como se vê na figura do lado direito. que um dado conjugado e uma força. 2. na análise bidimensional. está no sentido anti-horário. Conclui-se que um conjugado tem o mesmo valor para IOdos os centros de momento. que atua em um outro ponto B. facilitada pela substituição da 'orça dada por outra. e pelo conjugado. podem ser combinados. desde que a intensidade e a direção de seu vetar permaneçam constantes. manteremos a notação vetorial para sua representação.F são adicionadas no ponto B. Esta decomposição de uma força em outra força e um conjugado é ilustrada na Fig. que a força original F aplicada em A e a força -F.10 O efeito das forças que atuam sobre os corpos tem sido definido em termos da tendência que as mesmas têm de empurrar ou puxar o corpo em sua direção e de girá-Io em torno de qualquer eixo que não cruze sua linha de ação. o sentido de um vetor conjugado como horário ou anti-harário. aplicada emB constituem o conjugado M = Fd que. A decomposição da força numa força equivalente e num conjugado é uma etapa do estudo que deve ser inteiramente dominada.2. resultando uma simples força. quando tratarmos com vetares conjugados em problemas de três dimensões. como é mostrado na ig. também.

. que é 0. a força original é equivalente a uma força de 400 N aplicada em O e a um conjugado de 69.2 sen 60°.3 No m Resp. O braço de alavanca da segunda força seráM/F = 69. isto é.100) = 60Nom As forças P e .4 Um suporte rígido é submetido a um conjugado composto de forças de 200 N. por um sistema equivalente. quando visto de cima do plano que contém as forças.160) cos e Resp.060) cos e Igualando as duas expressões 1 60 e 500 (0. Substituir este conjugado por outro equivalente consistindo de duas forças.1732 m. agindo sobre a alavanca. determinando.200+0.P produzem um conjugado anti-horário [M=Fd] M = 500 (0. P e -P. como mostrado na terceira das figuras equivalentes. Nota: <D 0(/ 7/=7/ ~. de intensidade igual a 500 N. e sua intensidade é [M=FdJ M Dimensões em milímetros = 200(0. uma das quais igual e oposta a 400 Nem O.3 No m. a linha de ação da força resultante única de 400 N.5 Substituir a força horizontal de 400 N. O conjugado dado é anti-horário. Encontrar o ângulo e apropriado. <D Problema Resolvido 2.26 / ESTÁTICA Problema Resolvido 2.100 + 0. agora substituindo-se o conjugado por duas forças. O procedimento é o mesmo.200 sen 60°) = 69. Nota: Observe que as únicas dimensões relevantes são aquelas que fornecem as distâncias perpendiculares entre as forças dos conjugados. Aplicam-se duas forças opostas e iguais a 400 N no ponto O e identifica-se o conjugado anti-horário [M = FdJ M = 400 (0. assim. constitu{do de uma força em O e um conjugado. a substituição de uma força e um conjugado por uma força única. Solução. .-o 400 N 400 N 400 N Freqüentemente se depara com o problema inverso a este. 1 Assim.3/400 = 0. 400N 400N 400N Solução.

2.SISTEMAS DE FORCAS / 27 OBLEMASPROPOSTOS 2 A ação da força de 10 kN sobre a coluna de aço pode ser analisada considerando que ela produz uma compressão na direção da linha de centro e um conjugado. causado pelos seus hélices? Resp. rotação. t Probl. em B. Se a intensidade do conjugado é 4 000 N· m. y Probl. exerce a força adicional sobre a treliça. Se o conjugado tem uma intensidade 800 N • m.4 kN Probl.43 3 Ao projetar um gancho de içamento. 2. usando os vetores unitários mostrados . em B.47 A chapa em forma de L.44 -Am 1< ~~ >1 200 N A I I I • 240mm 30° ----1\1 xI I I I 2. formam um conjugado igual e oposto ao conjugado devido ~s duas forças horizontais. é uma tração em B e um conjugado. notamos que a ação de uma força F. 2.45 2. B = 75. 2. I y Probl. na seção crítica do gancho.44 Cada hélice de um navio de dois eixos desenvolve um empuxo F de 300 kN. está submetida a duas forças de 250 N. A carga de 40 kN e a componente vertical da reação. consistindo da força de 200 N aplicada em A e de uma segunda força aplicada em B. A parede vertical exerce uma força horizontal contra o ro1ete-suporte em A. uma hélice gira a plena rotação avante e o outro a ré. . P = 51. Calcular a intensidade B da força que atua sobre o pino da conexão em B. necessária para manter o equillbrio. Durante as manobras. mostrada na figura.45 Expressar em notação vetoria1 o momento das duas forças em torno do eixo y e do eixo y'. Determinar a coordenaday deB. determinar a intensidade de F . Deseja-se substituir estas forças por um conjunto equivalente.46 A treliça simples suporta uma carga de 40 kN.42 F Probl.5 kN 100 mJ Probl. 2.. a plena. Resp.46 2. 2.47 y . d = 80 mm 100N lOkNLd I "- '- J . determinar a excentricidade d. A conexão articulada. Qual o empuxo P que cada rebocador deve exercer sobre o navio para se opor ao efeito de rotação do navio. Resp.~ '- l00N '-.

como mostrado. Se as engrenagens partem do repouso sob a . determinar a correta dimensão x da alavanca. aplicada no eixo de rotação O. e por um conjugado M correspondente. ()x = 51.28 N· m.50 2.49 Um conjugado de 37.53 .53 A figura representa duas engrenagens acopladas. que corresponde ao conjugado M. no sentido anti-horário Probl. R = -160j N 2. 60N·m Probl. 2. M = 929 N •m a força de 200 N. determinar P e R. Se o conjugado e a força de 300 N forem substituídos por uma força equivalente única em B.5 N· m é aplicado ao eixo vertical soldado à placa retangular horizontal. submetidas às forças de contato nos dentes.50 Uma ferramenta está sujeita a uma força de 200 N e outra P. 2. Se a força e o conJugado puderem ser substituídos por uma força equiyalente. mostradas. exercido por seu eixo em A. b = 213 mm 2. que atue no ponto 12 mm acima do centro da roda. P = 40j N. Se uma força R em O e um conjugado M = 20k N •m forem equivalentes às duas forças. Resp. determinar M. aplicada no ponto D. mostradas. determinar a distância x.2. Queremos projetá-Ia para operar com y Probl. R = 3. Se a resultante do conjugado e da força passa por A. Substituir as duas forças por uma força única equivalente R. Localizar D determinando a distância b. 2.56 kN.52 Substituir o conjugado e a força mostrados pela única força F.10 M = 11.51 A alavanca de controle está submetida a um conjugado no sentido horário de 80 N' m.ação das cargas nos dentes. 2. qual seria o sentido de rotação? Resp. Resp.51 2.52 Probl.28 I ESTÁTICA A roda traseira de um carro que está acelerando é impulsionada por uma força de atrito F de 2. Probl. como é mostrado na fIgura. Resp.48 Probl.49 2.4 kN e por um torque sobre o eixo. 2.

Podemos agora.6 . uma em A e outra em B. pode·se escrever: .55 2. do momento e do conjugado foram desenvolvidas nas quatro seções anteriores.55 Se o sistema de forças F. Redistribuà. que pode substituir as forças originais. A resultante do sistema de forças é a combinação de forças mais simples. esta força e o conjugado substituindo-os por duas forças.RESULTANTES As propriedades da força.. Resp. e assim determine as forças suportadas pelos rebites. por exemplo. com o auxílio destas defInições.e F. sem alterar o efeito externo do sistema sobre o corpo rígido. 2. onde os vetores das forças são somados cabeça à cauda. O equilíbrio do corpo é a condição na qual a resultante de todas as forças que atuam sobre o mesmo seja nula. sendo geralmente necessário reduzi-Io à forma mais simples para descrever sua ação. y (a) (b) Fig. e = 26. Substituir esta força por uma força atuando na linha horizontal a meio entre os rebites e um conjugado.2. 2.12 O tipo mais comum de sistemas de forças ocorre quando todas as forças atuam em um único plano. 2. e F.I = IF. F2 e F3' Obtemos a intensidade e a direção da força R pela construção do poligono de forças. A maioria dos problemas em Mecânica lida com um sistema de forças. como em Dinâmica.6°. descrever a ação resultante de um grupo ou sistema de 'orças. tanto em Estática. 2. Quando a resultante de todas as forças que atuam sobre o corpo não for zero. no plano x-y. Assim a detern1inação das resultantes é básica. no qual as forças podem ser aplicadas. então.12a pelo sistema das três forças Fi.I =F= 335 N F2 ---1 Probl. determinar e e a intensidade de F. a aceleração do corpo fica defInida pelo equacionamento da força resultante ao produto da massa pela aceleração do corpo.54 250mm -+ lOOmm 200 N Dimensões em milímetros Probl. como é ilustrado na Fig. for equivalente às duas forças de 200 N. mostrado na parte b da fIgura. Assim. IF. para qualquer sistema coplanar de forças. em qualquer seqüência.SISTEMAS DE FORÇAS / 29 a - A cantoneira está fixada a uma viga por meio de dois rebites A e B e suporta a força de 2 kN.

Assim. 2.2. Por exemplo.2. = = 2:F y R 2:F = 2: F x e = y(2: F x')2 2:F + (2: F y )2 (2.13 Vê-se que são necessárias três equações.. O princípio da transposição de uma força é usado neste processo. M = F 3 d..5) que é uma outra forma de apresentar o teorema de Varignon ou o teoremados momentos. graficamente. Este é o princípio mais utilizado entre todos os da Mecânica. Neste caso. ~s gado. onde a soma Rl de F2 e F 3 é adicionada à F 1 para obter R. para determinar completamente a resultante R de um sistema geral de forças coplanares. Em um sistema de forças paralelas. preservando as corretas linhas de ação das forças e somando-as pela regra do paralelogramo. a força resultante R for nula. Fig. a resultante do sistema não é necessariamente nula. 2. onde O é qualquer centro conveniente de momentos. conforme: ou simplesmente (2. algebricamente.14 . na direção das forças. as três forças da Fig. Podemos determinar a posição da força resultante.14 têm força resultante nula. para determinar R. Se. Rx = k Fx.4) = tg-1 _Y = tg-1 _Y Rx R 2:Fx Podemos obter. pois pode existir um conjugado M. Em um sistema de forças concorrentes.13). que diz que o momento da força resultante em torno de qualquer ponto O é igual à soma dos momentos das forças do sistema em torno do mesmo ponto. têm um conju- F2 Fig. usando o princípio do momento devido a Varignon. para um dado sistema de forças. a equação do momento em torno do ponto de concorrência. calculamos o braço de alavanca desconhecido d. no sentido horário. Ry = k Fy e Rd = k MO.30 I ESTÁTICA R Rx = Fl Ry + F2 + F3 + . k Mo = M. só é necessário usar as equações das forças. é automaticamente satisfeita e. com a escolha de um ponto conveniente O como centro de momento (Fig. a correta linha de ação de R. e uma equação do momento. para determinar R. são suficientes uma equação da força. como está indicado na parte a da figura.

como se'vê na figura. Se admitÍI1)1os. Outro modo seria localizar R encontrando o ponto C sobre o eixo x. --x Embora o conjugado não tenha influência sobre a intensidade e a direção de R. Observe também que poderíamos localizar R encontrando o ponto que R corta o eixo y.60m ma R. em uma única força. As componentes Rx e Ry. A posição da linha de ação de R é encontrada pelo princípio dos momentos (Teorema de Varignon).50(5) + 60 cos 45° (4) . a resultante R e o ângulo () formado por R com o eixo x vêm a ser: [Rx = ~ Fx] = ~ Fy] Rx = 40 + 80 cos 30° . d como o braço de alavança de R.60 = 1. Solução. o princípio da transposição e o método para a transformação de um conjugado e de uma força.79m .6 Determinar a resultante das quatro forças e de um conjugado que atuám sobre a chapa mostrada.2°. como a origem conveniente de coordenadas e como centro dos momentos. observe que d = b sen (). tos devidos às duas forças que passam por O. Com O como o centro dos momentos. como positivo.3d Notas: = 140 .9)' + (132. Se tivéssemos admitido C no lado positivo do eixo x.20 66. Ry não apareceria. Portanto. que elimine o maior número possível de termos das equações de momento. b daria negativo. em torno de O. que C está à esquerda de O.4 = 63. como teria sido o caso se o momento estivesse atuando nO sentido anti-horário.3 132. em Mecânica. a resultante pode ser aplicada em qualquer ponto sobre uma linha que forme um ângulo de 63°13' com o eixo dos x e tangente a um cúculo de 1. é uma simplificação importante nos cálculos. i- - O sinal' negatjvo indica que o momento da resultante está atuando no sentido horário em vez de no sentido anti-horário. O sistema de forças dado pode.9 N = 50 + 80 sen 30° + 60° sen 45° = 132. Neste cálculo. ser combinado graficamente. usando-se a regra do paralelogramo.79 sen 63. então um somatóno de momentos no sentido horário. 4) as de o m.6 m de raio. 1. este princípio exige: [Rd= ~MO] 1 148.J Rx' = Ry'] R ] =. 5) o o [()= are tg ----L Rx ()= are tg Resp. e com o sentido anti-horário. Como verificação. escolhido arbitrariamente. O momento no sentido horário de R. O ponto O é escolhido arbitrariamente. A seleção cuidadosa de um conveniente centro de momentos. dará - Nota-se que a escolha do ponto O como centro de momentos eliminou quaisquer momen-. também.60° cos 45° = 66. ® 2 [Rd= ~MO] 132.4)' = 148.4b = -140 + 50(5) .o momento da resultante. que será agora determinada.60 cos 45°(4) + 60 sen 45°(7) b=1. ele influencia. inicialmente.60 sen 45° (7) <D d= -1. com centro em O.9 NResp.4 N R [Ry Ry [R =.J' (66. exige que a linha de ação de R seja tangente ao ponto A e não ao ponto B.SISTEMAS DE FORÇAS I 31 Problema Resolvido 2.

61 Determinar a força R que possa substituir as quatro forças que atuam sobre a viga em balanço e não altere a reação sobre a extremidade da viga. a intensidade de R e o ângulo 8. R = 1. 2. a resultante das três forças que atuam sobre a alavanca em cotovelo passa pelo centro do mancal O.59 Onde atua a resultante das duas forças? Resp.56 Determinar a resultante R das quatro forças atuando sobre a chapa de ligação. para baixo. na solda de sustentação em A.70 m.5 kN.61 600 1I11111~ 250 N mm 300mm B@II\I\~ Probl. encontrando sua distância b à esquerda deA.58 2.57 3kN 3. b = 11 m Probl.62 Na posição de equilíbrio mostrada. R = 34.58 Determinar a altura h acima da base D.2° 50 kN 30 kN 2.60 2.5 kN 2. onde atua a resultante das três forças. .9i + 41.85 kN.57 Calcular a intensidade da tração T e o ângulo 8. Determinar a posição de R. Resp. 8 = 38.9° 300 mm 320 N Probl. 2. Resp. 2. à esquerda deA 680 N I / / 20~. T = 12./ / / / / 60 kN Probl.60 Explique por que a resultante das três forças paralelas sempre passa pelo ponto A. 10. que a resultante faz com o eixo x. para que o olhal seja atuado por uma força resultante para baixo de 15 kN. 40 kN 209 N 800 mm Probl.32 I ESTÃTICA PROBLEMAS PROPOSTOS 2. Determinar a força vertical P. Resp. 2. O resultado depende do ângulo 8? . Encontre.5 kN 8x = 50. 2. 2.•••• 300 N 6kN 650N 600mm 3m 5kN 9m Probl. qualquer que seja a intensidade de P.8j kN R = 54. também.56 p 2.59 2.

Especificar M e dar a intensidade de R. 2. por onde deve passar a resultante. Encontrar a coordenada x do ponto sobre o eixo dos x. 2.66 Substituir as cargas aplicadas e o conjugado mostrados.832 m. ea 4kN 6kN 0.68 Calcular a coordenada y sobre o eixo y por onde deve passar a resultante das três forças e do conjugado.7m y I I I I L_-x A 150 mm > 1< 120 N 100 mm 120 N Probl. através do qual passa R. 2. y = 109 mm .66 Probl. . Resp. E = 260 N 2. R = 4 OOOi. e por um conjugado M. Se a resultante deste sistema de dois conjugados e de três forças for zero.2. Resp. por meio de uma força equivalente R. que atuam sobre o suporte vertical.64 2.5 kN 200N 200mm'A Probl.67 --x Probl.640 redutor de engrenagens. 2. determinar as forças em A e B. x = 290 mm m 2 kN y I 100mm~ I I 100 N'm 400mrn1 500mm r. de modo que a resultante das três forças passe pelo ponto O.SISTEMAS DE FORÇAS / 33 5000 N 3000N y I I A L_-x 2000N 4000N Probl. mostrado.65 2. 2.65 Determinar a resultante R das quatro forças e localizar o ponto A.50i .2. R = -1. sobre o tramo superior. 2. 2.~I::L t 3kN 300mm 1. Resp. Resp.. que atue emA.63 o a .11 460j N.63 Determinar a intensidade F da força aplicada no cabo da alavanca. a seu peso de 200 N e a uma força vertical em cada uma das bases A e B.00j kN.62 Probl. 1.67 Determinar a resultante R das três forças e dos dois conjugados mostrados. à direita de B 2. está sujeito aos dois conjugados..

R = 930i + 1 666j N. impulsionada pelo empuxo T de 86 kN.71 Representar a resultante das três forças e do conjugado. Verificar o resultado através de cálculo.34 I ESTÁTICA 6ON'm 3kN 100 N T 200 mm 300 m~ t- ~ 4kN Probl. Resp.69 kN 200 N Probl. Encontre M e a intensidade de R.69 Probl. 2. M= 21.75 kN mg Probl. a resultante de todas as forças atuando sobre o avião é nula. 2. graficamente. Representar a ação dessas três forças por uma força resultante R em O e um conjugado de intensidade M. O conjunto está acelerando ou desacelerando? Resp. a resultante das quatro forças.2. acelerando 2.83 kN.70 2.70 Substituir as três forças e os dois conjugados que atuam sobre a peça rígida por uma única força. L = 279.71 100 N Probl.73 O avião a jato tem uma massa m de 30 Mg e estlÍ subindo com um ângulo de 15 o. para as condições representadas. 200N 3~ 4 200 mm ___ T 360N y i Jo mm -1- mm 3601' mm 520N / Probl. por uma força R emA e um conjugadoM.68 2. Resp. R equivalente em A e um conjugado M. a sustentação L e a força P atuando sobre o estabilizador.73 . 2. 2.05 kN'm. 2.72 2. Calcular a reação D.69 Determinar. 2.6 kN. P= 4.72 A engrenagem e a polia a ela agregada giram no sen tido anti-horário e estão submetidas a uma carga de contato nos dentes da engrenagem de 1 600 N e às trações de 800 N e 450 N na correia em V. anti-horário. Como a velocidade é constante. R = 4. D = 9. com velocidade constante.

nas direções x. Q a por eles formado e é = PQ cos a Este produto pode ser considerado.100).15 por exemplo. na Fig.ça como (F = F(il + jm + kn)) (2. expressa por F • s. girando no m.7) A escolha da orientação do sistema de coordenadas é totalmente arbitrária e inteiramente dependente conveniência.. Assim. As componentes retangulares de uma força F (ou outro vetor) podem ser escritas de modo alternado. o produto escalar de dois tores P e Q (Fig.ão de P. multiplicaª-o p. respectivamente. II meio da operação vetorial conhecida como produto escalar. então sua intensidade escalar. a força F atuando no ponto O na Fig. pata dar Fs = (F • s) s. o produto escalar de dois vetores é uma g. 2. a componente de F na direção de s (Fig. pode ser Fx = F· i. Por definição. Se introduzirmos os co-senos diretores de F como sendo [= cos 8x. SISTEMAS DE FORÇAS TRIDIMENSIONAIS 7 . que pode ser escrito. onde Fx Fy Fz = Fcos ()x F = /F V· x 2 + Fy 2 + F z2 e s j = F cos ()y = Fcos ()z F= F + jFy + kFz = F (i cos ()x + j cos ()y + k cos ()z) iFx (2.15.JIDili. ou como a prokção (comIlQnente)--º cos a de Q na direiY.2. 2. é aquela do nanço de um parafuso de passo a direita.6) Fig.or. onde i é o vetor unitário na direção eixo x. em um sistema destro. . é freqüentemente necessário mpor uma força em suas componentes mutuamente perpendiculares. como Fs = F • ss. m = cos 8y e n = cos 8z.SISTEMAS DE FORÇAS I 35 SEÇÃO B. Qualquer seja a interpretação.uantidade escalar. Em termos mais gerais se s for um vetor unitário em determinada direção.16b) terá a intensidade Fs = F· s.P. simplesmente. deve ser usado um conjunto de eixos ro. é produto de suas intensidades pelo co-seno do ângulo escrito p.ãode Q.COMPONENTES RETANGULARES Muitos problemas na Mecânica requerem análise em três dimensões e.15 Os vetores unitários i. como a projeção (componente) P cos a de P na direiY. tem componentes retangulares Fx.i'cado p-or O. j e k estão. y e z. o componente Fx = F cos 8x da força F. 2. a direção positiva do eixo z. Porém. Se for conveniente escrever o vetor compo~ente na direção de s como uma quantidade vetorial. 2. Quando se girar do eixo x para y. Fy e Fz. deve ser multiplicada pelo vetor unitário s.esmo sentido. Assim. para preservar a orientação relativa dos eixos. onde [2 + m2 + n2 = L podemos escrever a .

2. o ângulo entre F e s é dado por (2. pois P' e P são o mesmo vetor livre.17. m e n em relação aos eixos x. então. o ângulo entre dois vetores quaisquer P e Q é (J = cos -1 P-Q __ PQ (2. escrevê-Io decomposto como qualquer outro s = ia + j.&) Se a força F é perpendicular a uma linha cuja direção é indicada pelo vetor unitário s. que é P' Q cos a = PQ cos a. onde (A )(B) = O requer que A ou B seja nulo. Se F tem os co-senos diretores nente de F na direção de s toma-se: Fn I. Deve ser notado que a relação do proçluto escalar aplica-se a vetores que se interceptam ou não./ de intensidade uriitária. é a projeção de P' sobre Q. y e z. (ia = F· fi = F(il + jm + kn) = F(la + m.nn --Ç-Fn"'Y' (a) \\ -- _-~\ n~ (b) n ~('.8 + ky) = k-i = j'k = k-j uma vez que i-i = j-j = k-k = 1 e i-j = j-i = i-k = O Se o ângulo entre a força li. onde I s I = s = 1. tem -se F . como seria no caso da multiplicação escalar. que não se interceptam.17 ..e a direção indica da pelo vetor uriitário sé (J.s = O.16 Se s tiver os co-senos diretores veto r a. Assim.8) ou.:Or unitário. Observe atentamente que isto não significa que F ou s são nulos. em virtude da relação do produto escalar. na Fig. Assim.36 I ESTÁTICA /\ 6\ F \ Fn = F.8 + ky . ~ e 'Y pode-se.+ j.s = Fs cos (J = F cos (J.2.) Fig. Fig. então. a compo. generalizando. então. então cos (J = O e F .2.8 +ny) . o produto escalar de dois vetores P e Q.

424i + 0.566 z I I I I I 1 1 = 5 .4 N ..707 = 7.7 Uma força F = 100 N é aplicada na origem dos eixos x. Fy = Fm = 100 (0..071 = 0.229k) = = 100 [(0.707) (0.----. O co-seno do ângulo exy entre F e o plano x-y é: -::::.SISTEMAS DE FORÇAS / 37.707) = 70.. devemos escrever F • nn ou 84.::. As Fzf-------I I I 1 1 1 onde a diagonal OA é .•••. Parte (a)..-/ 1/ 1 1 /y Fy // /..4 N 56. Os co-senos diretores de um vetor unitário n na direção O-n são: o<={3= "(= .J 62 6 G) O produto escalar encontra automaticamen- .229 te.688i + 0.7 N...071 = 0.' 7. y e z. e (c) a componente Fn de F na direção da linha O-n.4n N.--x . que passa pelo ponto B.J 62 + 62 + 22 2 0.. Estej? preparado para o caso quando um co-seno diretor for negativo.. 4 m e 5 m. n \ \\ \ \ r-\ ~ __ "". Para expressar esta componente como um vetor.688j + 0. F = 100N B 2m n Solução.6 N I I I I //1 .7 N Parte (b).. + 62u+2' F \ \ \ \ z Assim.. y e z..<.__ .._----.707) = 70.424) = 42.:::.. I I o Resp...566)= Fz = Fn = 100 (0. //Vi".7 N . Determinar: (a) as componentes de Fnas direções x. Resp.071 = 0.229») = = 84.// -:.071 = 0.J32+42 cos exy = ----7.688 0.424) (0. Notas: <D Neste exemplo todas as componentes são positivas. o comprimento da projeção ou componente de F sobre a linha O-n.::::~ F". __ - + / /y _F. A linha de ação de F passa por um ponto A cujas coordenadas são 3 m.566j + 0. Problema Resolvido 2.. __ . como se vê na figura. / ..424 n m= 4 7. Os co-senos diretores de F são: 3 1= 7. como mostrado.566) (0.707 de modo que Fxy = F cos exy = 100 (0. como está representado.071 m./// ~ F/ // '" .J50 componentes são: Fx = Fi = 100 (0.707k) • (0.4 N..y= 70.688) + + (0. a componente de F ao longo de O-n é: Fn = F· n = 100 (0. Parte (c).y .J 32 + 42 + 52 =.••.- __ n n = 84. (b) a projeção de F sobre o plano x-y...688) + (0. Resp.?f'-."".

Calcular os ângulos que T faz com o eixo positivo dos x e com o plano x-y.77 A força F de 140 kN está orientada ao longo da diagonal do paralelep{pedo. y Probl.78 ---y 2.75 O esticador (tensor) é apertado até a tração no cabo AB igualar 1. Escreva a expressão vetorial para a tração T.15j + 10k) kN Resp.--~\ -----J x Probl.2.74 Se a componente x de P for 60. através do cabo. T = 2 (-0.----t "" ''''(: ~~ ---. Py = 85.78 A tração no cabo de sustentação AB é de 10 kN.77 2. z I /' /' t ~2 llJ Probl.74 2. Expresse F corno um vetor.N determine a sua componente y.75 Probl. Resp.383j + O. i ~T~ Y . 2m r A '/'s Jl) z I I 1/ / / II 1 1 I I ~' I 4~/ 1 1 I .79 O guindaste exerce uma força de T = .9 N 1 1 1 Probl.] -_/ 1J-------"- B B Probl. 2.3m ~- ~. Resp. Escreva a expressão vetorial para a tração T corno urna força atuando sobre o braço da alavanca.I ESTÁTICA PROBLEMAS PROPOSTOS 2.2 kN.6i . 2.76 O cabo exerce urna tração de 2 kN sobre o pontoA. Expressar esta tração corno o vetor força Tatuando sobre Be.79 .76 O.2. cujos lados têm a proporção 2:3:6. T = V~ 389 (8i .077k) icN 2.2.920i + 0. 2.8j + lOk kN sobre o pilar de concreto. 2.

em relação aos eixos x e y são. 2. Os co-senos diretores de um vetor força F. Oxy = 43. Se a componente y de P é 200 N.87 . TCD = 46.87 A porta é mantida aberta na posição de 30° pela corrente AB. 2. 2. FCD = V6i5 kN A B N Probl. Fy = 1 049 N A linha de ação de uma força P faz um ângulo de 120° com o eixo positivo dos x e tem o co-seno diretor el11relação ao eixo z valendo 0. Resp. da força F ao longo da linha orientada de D para C. da o- D Probl. Se o seu co-seno diretor com o eixo x for 0.6. Resp.SISTEMAS DE FORÇAS I 39 Uma força F tem a intensidade de 1 200 N. x = 2. Resp.86 A força F tem uma intensidade de 2 kN e é orientada de A para B. encontre P como um vetor.2. encontrar Fy.6. determinar a sua componente ao longo da diagonal CD da porta.6.67 m 2.0 N 0k alx Probl.85 Encontre a expressão para a componente F DC.0. Se F· k = 60 N. Calcular a componente FCD de F ao longo de CD.6 N Càlcular a intensidade FCD da projeção da força de 100 N sobre a diagonal CD da face do cubo.9°. de modo que seja assegurado que não existe componente da tensão no cabo OC ao longo deAB. .2.25 e a razão entre as componentes x e z for 0.83 Probl.84 Probl. Resp. 2.85 N. Resp. Se a tração na corrente é 100 N. calcular o ângulo Oxy entre F e o plano x·y e encontre a componente x de F. respectivamente. o 2. Fx = -34.86 Determinar a coordenada x que localiza a pequena polia em C.4 e 0.

tem a intensidade Mo = Fd. ~r Mn é normal ao plano e tem como suporte o eixo que. Por defmição. se os outros dedos da mão direita se curvarem no sentido da rotação r para F. A direção e o sentido corretos do momento são definidos pela regra da mão direita. é a intensidade de Mo. do qual depende a correta avaliação das operações vetoriais.9) A ordem r X F dos vetores deve ser mantida.40 I ESTÁTICA 2. para ser empregada nos problemas tridimensionais.MOMENTO E CONJUGADO Será desenvolvida agora uma formulação dos conceitos de momento e conjugado.8 . Expandindo o deterrni· nante obtém-se d p . 2. isto é. F X r = -Mo. descrita anteriormente nos itens 2. o momento de F em torno do eixo que passa por O pode ser escrito como: :m lt X F ~~. É somente quando se trabalha com três dimensões que fica evidente a grande vantagem da análise vetorial. Este momento é também designado como o momento de F em torno do ponto O. Assim.2. que assim como Fd. A expressão do produto vetorial para Mo pode ser apresentada sob a forma de determinante (ver o § 7 do item B7 no Apêndice B) que fornece es k Mo = I rx ~y Fy rz (2. O momento Mo de F em relação ao eixo normal ao plano. Momento. Portanto.10) Fx Fz ta Deve·se notar cuidadosamente a simetria e a ordem dos termos. além de empregar um sistema de eixos de coordenadas destro. sendo d a distância perpendicular de O à linha de ação de F. visto que F X r resultaria num vetor com um sentido oposto ao de Mo. passa por O.18 (2. o produto vetorial de r e F é representado por r X F e tem a intensidade (r sen a)F. 14b). Introduz·se um vetor r.5. Tanto a intensidade como o sentido de Mo podem ser defmidos pela operação vetorial conhecida como produto cruzado ou produto vetorial (ver o § 7 do item B7 do Apêndice B). o polegar apontará o sentido de Mo. e passando por O.4 e 2. mais geral do que a usada na análise bidimensional. se consideramos r e F como vetores livres (Fig. Consideremos uma força F com uma determinada linha de ação (Fig. (a) (b) Se Fig. que vai de O até um ponto qualquer da linha de ação de F.18a) e um ponto O qualquer que não esteja sobre esta linha. O ponto Q e a linha de ação de F definem um plano a.

pela aplicação da lei distributiva em uma soma de produtos toriais. como foi defrnido no item 2. com os respectivos termos da expansão do determinante obtido do produto vetorial a e a o e s e Fig.>. A Fig.7. a componente de Mo na direção de 'A é simplesmente Mo • n que é intensidade escalar do momento M. do Apêndice B. 2. em relação a O.21 mostra um sistema de forças F 1. Para se obter a expressão vetorial para o momento F em torno de 'A. I = I Fx o: (2.4. uma vez que a asso~iação r X (F • n) não teria sentido porque um produto rial não pode ser formado por um vetor e um escalar. As ltensidades dos momentos dessas forças em relação aos eixos positivos x.necessita ser escrita (r X F) • n. No item 2. .2. A expressão r X F • n. F 2..12) y de 0:. {3. resultando ( M" = (r x F . . onde tratou-se do momento de uma força em duas dimensões.'Y são os co-senos diretores do vetor unitário n.20 Pode-se agora escrever o momento M. observemos as três compotes do momento de uma força em relação a um ponto. é r. 2. 7 ry Fy f3 rz Fz = 1M. conhecida como triplo produto escalar (ver Apêndice B). podendo-se provar facilmente isto. cuja origem é O. é fixada pelo vetar r. o triplo produto escalar pode ser escrito sob a forma de determinante.19 Fig.11) de r X F substitui Mo. Da Eq. y e z.2.>.>. Teorema dos Momentos. 8 também pode ser expressa como: I'x M. F 3. Este resultado pode ser facilmente verificado. concorrentes no ponto A.. introduzido o teorema dos momentos ou teorema de Varignon. de modo que a Eq.SISTEMAS DE FORÇAS / 41 a e Para ganhar mais confiança no emprego das relaçÕes do produto vetorial. usando-se a expressão do produto escalar para a componente vetor. de F em torno de um eixo qualquer que passe por O (Fig. que mostra as três componentes de uma força F atuando em um ponto A. A soma dos momentos das forças do sistema.20).>. do n um vetor unitário na direção À.a partir de O. são: O são coincidentes X F. em relação a O.19. cujo vetor :lOSição.. 2. é s . O princípio é também aplicável em três ensões. ulu ) (2. . cuja posição. de F em torno de 'A.. então. basdo executar as operações indicadas. a intensidade deve ser multiplicada pelo vetor unitário n. como apresentado na Fig. B14. ••.

. cuja direção está ao longo do eixo que passa pelo ponto. O momento combinado das duas forças em torno do ponto O é m po po pa po de ex 12 Porém. de modo que desaparece toda a referência ao centro de momentos wmento do conjugado torna-se: O. das forças Fz e -Fz. Assim.. é torno do mesmo ponto.2. a ponto O. a ação do conjugado sobre o corpo produz uma rotação pura em torno de um eixo perpendicular ao plano formado pelas forças que constituem o conjugado. em torno de um ponto dado. O vetor r liga da linha de ação de F. Como ocorreu no caso bidimensional. uer ponto B :".ÁTICA r x Fl +r x Fz + r x F3 + . ao vetor conjugado Mz.0 -F .:9io é freqüentemente aplicado na _:EDlbém. este Mecânica.F..5 e é facilmente estendido para três 2.22 mostra duas forças F e .-Ur de qualquer O conceito de conjugado foi apresentado no item 2. para produzir o conjugado M que. atuando sobre um corpo. a soma dos momentos de momento da sua resultante em . para momentos de vetores = rx R) (2. ) = r x ~F ( ~Mo Assim. na Fig.4. Os :vetores de conjugados obedecem a todas as regras que regem as quantidades vetoriais. O momento de um conjugado é um vetar livre. o vetar conjugado Mi.. TA .P:i X Fa P Fig.. pode ser produ~do por F e lM M M . por sua vez. p d p l B Ma =r .2.Mi = r x Fi M2:' r x F2 "z9.22 do de Conjugado.13) w um sistema de forças concorrentes. iguais e opostas. Vemos que a intensidade de ~ é M = Fd. enquanto que o momento de uma força em torno de um ponto (que é também o momento em torno de um eixo que passa pelo ponto) é um vetar deslizante.14) Assim. Os pontos A e B estão localizados pelos vetores posição TA e TB. Como já foi mencionado no item 2. conforme descrito no item 2. onde d é a distância perpendicular entre as linhas de ação das duas forças.TB = r. -~nsões. A Fig. 2. conforme mostrado. Fa . não apenas somente para momentos de vetores de forças em geral. o momento do conjugado é o mesmo em relação a qualquer ponto. pode ser somado.21 Fig. e o on (2.23..5. devido a Fi e -Fi. t F2 j. = r x (F1 + Fz + F3 + .

566. Devemos estar parados para fazer esta substituição no caso tridimensional...84.empregando o vetor OA é mais simples.5. Calcular o momento Mz de T em torno do eixo dos z que passa pela base O do mastro.707 e 9/AB == 0. O vetor MO é normal ao plano defmido por T e pelo ponto O como está mostrado na figura.2.F e F. 6 para se achar MO o vetor r é qualquer vetor proveniente do ponto O à linha de ação de T.. atuando ponto B. obtém-se o conjugado composto por .2. __ /?--.9 kN • m Resp. Portanto Mz == 150 (-0..2 m..424.707j + 0. e obter o mesmo resultado. expresso como vetor. aprendemos a substituir uma força por outra e um conjugado equivalentes. Problema Resolvido 2.. Conforme a Eq. é substituída por uma força idêntica.424i) X k = . Portanto. ste ças Fig. Soluça-o (a). preso ao topo A do mastro rígido e ligado ao solo em B. que é escrito como r = 15j m. na juF e O sinal menos indica que o vetor Mz está no sentido negativo do eixo dos z.9k kN· m z . é Mz == -84.SISTEMAS DE FORCAS I 43 M x_. 2.424i) kN • m A de uja julas A intensidade Mz do momento desejado é a componente de MO na direção z ou Mz = MO • k.J9' + 15' + 12' =.566i .l" z/ --. a >-: //yr---__ /.1° /9m B 12/AB == 0. que atua sobre um corpo rígido no ponto A. O procedimento é apresentado na Fig..F e a força original F. que são: y I A 15m T = 10 kN rês liga B. mas. T ~ 10 (0.24 o.-<. O momento.. Notas: <D e o ondeAB = .24. Assim.10<..424k) kN.566k + 0. O momento pedido pode ainda ser obtido pelos métodos vetoriais segundo o momento MO de T em torno do ponto O.. A expressão vetorial T exige seus co-senos diretores. vê-se que o vetor conjugado é simplesmente o mento da força original em tomo do ponto para o qual a força foi deslocada.-:: .707j + 0. Na aplicação da Eq.566k + 0.. de a força F. Recorda-se que f é um vetar B para qualquer ponto da linha de ação passando por A. ·A é I•.0.23 No item 2.0.566i . 14) de no Poderíamos ter usado o vetor de O para B. A escolha mais simples é o vetor de O até A. y [MO == r X F] MO = 15j X 10 (0. e pelo conjugado M = r X F. ~_ 13) = -FI BM ' Fig.· Colocando-se em B as forças iguais e opostas .424k) == == 150 (-0. -15/AB == -0.J45õ = 21. 12m--"". 2..8 Uma tração T = 10 kN é aplicada ao cabo.9. para repre~ntar r.

23 N'm Resp. quando visto no plano x-y.10) = = 2. paralelas ao plano y-z. portantb.9 kN· m Resp. de modo que o momento pedido é devido somente a Tx. O co-seno do ângulo entre Te Txy é. A direção de M.66 kN. e o sentido mostrado na figura é estabelecido pela regra da mão direita. visto que ele o intercepta.. M= J (1. O momento pode ser também facilmente calculado. = 30 (0.906 e. Mz = 5.566) = 5. A força T está decomposta nas componentes Tz e Txy. de modo a obter um panorama claro da geometria do problema.906)=9. o momento de T em torno do eixo dos z é: Mz = 9.66 (15) = 84.9 kN· m e o sentido é o horário. tem-seMz = Txy d. que substitua os dois conjugados dados e ainda cause o mesmo efeito externo sobre o bloco. O momento Mz é devido somente a Txy visto que Tz sendo paralelo ao eixo z não pode exercer nenhum momento em 3) torno deste eixo. Portanto. O conjugado devido às forças de 25 N tem a intensidade M2 = 25 (0.44 / ESTÁTICA Solução (b)./92 + 122 + 152 = 0. que é normal ao eixo de momento z.. \ O braço de alavanca d é igual a OA multiplicado pelo seno do ângulo entre Txy e OA ou d = 15 12 . Os dois vetores dos conjugados são então combinados. ® É sempre de grande ajuda acompanhar as operações vetoriais com um esboço dos veres.80 N· m.80 cos 60° = m 1. Txy = 10 (0. Solução (c).37 m Então. O conjugado devido às forças de 30 N tem a intensidade M.559 N· = . Especificar as duas forças F e -F.06 (9. O co-seno diretor de T em relação ao eixo dos x é 12/. que podem substituir as quatro forças dadas. Problema Resolvido 2. aplicadas em duas faces do bloco.37) = 84.566 de modo que Tx = 10 (0. é normal ao plano definido pelas duas forças.80 sen 60° = 1./ 152 + 122 /.2.50 + 1./ 152 + 122 + 92 = 0..50 N· m. decompondo-se Txy em suas componentes Tx e Ty. .9 Determinar a intensidade e a direção do conjugado M. É evidente que Ty não exerce nenhum momento em torno do eixo dos z. ® Esboce a vista x-y do problema e mostre d. situadas no plano x-y. com a direção e o sentidQ mostrados na mesma figura.600 N· m 1 Assim.06) = 1.559)2+(-1.60)' = 2.06 kN. 50mm 25 N I z / My Mz = 1. As forças de 30 N atuam paralelamente ao plano y-z./122 + 152 = 9. resultando nas componentes: Solução. Resp. Sendo d a distância perpendicular de Txy ao ponto O..

cuja intensidade é de: Solução.10 Uma força de 400 N é aplicada em A para manobrar a alavanca de controle. a partir do qual a intensidade e a direção de M podem ser escritas.23 0. tal como em O. é necessário adicionar o conjugado M. até uma posição paralela que passa por O. <D As forças F encontram-se no plano normal ao conjugado M.125k) X (-400i) = -50j + 80k N· m Resp. e o braço de alavanca é de 100 mm. que está acoplada ao eixo fixo OB. 75 mm li' d Ao se mover a força de 400 N na distãncia = 236 mm.ç--. o vetor do conjugado é perpendicular ao plano.ira do lado esquerdo.3 N· m Resp. Na determinação do efeito da força sobre o eixo em seção transversal. como pode ser visto na fig1.60P = arc tg 0.2j + 0. F= e a direção 8 = 22. . Assim. 400N -. onde r = OA 0. no sistema de representação vetorial. o conjugado também pode ser expresso. como M = r A F.3 o Resp.10 Mantenha-se atento para o fato de que os vetores conjugados são vetores livres e portanto não têm uma única linha de ação.125k m e F = -400i N. a força pode ser substituída por uma força equivalente em O e por um conjugado. Definir este conjugado como um vetorM. em torno de O. Assim.974 = 44.2j + 0.SISTEMAS DE FORÇAS/ ~ com 8 Nota: = arc 1 559 tg -'-1. = 44.30• Problema Resolvido 2. M = (0. cada força tem a intensidade: 2. e seu sentido é o do momento da força dada.3 N Resp. A direção de M no plano y-z é dada por: 125 8 = arc tg -= 32 00 200 ' Resp. =.J 125' + 200' M = Fd = 400 (0. no qual a força é deslocada.236) = 94.

MA 2. são indicados pelas flechas curvas. 2. ao longo da linha vertical central da coluna. Expresse o conjugado como um vetor. __y Probl. Determinar a resultante M dos dois conjugados que atuam sobre o redutor e calcular o co-seno diretor de M em relação ao eixo x. M = (-6Oi + 40j) f03 N· m Probl. 2. em torno do eixo O-O. Um torque (conjugado) de entrada de 80 N •m é aplicado ao eixo A no sentido da rotação.89 Determinar pontoA. e um conjugado M.93 Probl.91 I I I : ~}i I~---IP 3 I I I B----l. 2.89 2. 2. trabalhando como coluna. Resp. de relação de transmissão 10:1. O eixo de saída B fornece um torque de 320 N •m à máquina que ele aciona (não mostrada). Substitua estas forças por uma força equivalente única.90 Uma viga H.92 2. O eixo da máquina acionada exerce um torque de reação igual e oposto sobre o eixo de saída do redutor.46 I ESTÁTICA Problemas Propostos 2.92 As duas forças atuando nos punhos das chaves de grifo formam o conjugado M. M=-75i+22. conforme mostrado. z I 2.91 = F (bi + aj) / Probl.90 Calcular o momento MO da força de 250 N. de aço.88 Os sentidos de rotação do eixo de entrada A e do eixo de saída B do redutor coroa sem-fIm. o momento da força F em torno -do Resp. suporta duas cargas verticais.5jN'm 150N 2. . Resp. o momento da força P em torno do x x Probl.88 Determinar pontoA.2.

2. Calcular o momento que T produz em torno de cada um dos eixos de coordenadas.96 0" do elahas Ao suspender uma carga dOa posição A.SISTEMAS DE FORÇAS I 47 2. Determinar a resultante M dos três conjugados.é1!<~m 4. Mz = 0. cuja origem está situada na base do guindaste. Calcule a intensidade do momento desta força em torno do ponto O.94 de ga- A fIgUra do Probl.2 kN sobre o braço da alavanca. 2.-6--1 Y Probl. em vez de em A. e desenvolver uma traçã~ inicial T de 21 kN em seu cabo. em torno da origem O. O cabo AB.97 x Se o guindaste do Probl.77j-37. 2.56./ I I I I I I ..96 apanhar a carga em B.5m"Y A ~~. 2. Determine. 2. exerce uma força de 1./ "" z " 2. 2.lk kN'm otade traque do dei njur o Probl. também.98 em Probl.5j ./ 1-. da tração de 2 kN no cabo AB do Probl.98 Três conjugados são formados por três pares de forças iguais e opostas. repetido aqui. a ././. Resp... B~ .920 kN • m I T 1'1 I I 130m o I I I I I 0.96 /L'. M=-20i-6.95 Calcular a intensidade do momento em torno do eixo x. MO = -374i + 93. de A para B. o cabo é tracionado ao valor T = 21 kN.2kN'm Probl. Resp./ " : \ ".75 está repetida aqui. determinar o momen· to MO desta força. 2. 2. produzido por uma força de 100 N atuando no ponto A do suporte. Resp.r--~ 1'2l1J~ / ~Jm J-----l 2.>' ~ .76.99 Probl.l.93 'I c I I Calcular o momento em tomo do eixo z. 2m r A . 2.4 .

103 Uma fresa está submetida. (rI X F'n)n (-r4 Probl.3 mm.2 e 1 m. com os co-senos diretores proporcionais a 2.103 Determinar o momento deste sistema em torno do ponto O.'4. Determinar o momento M da força em torno de um ponto de coordenadas 2. y e z são 3. 6 e 9. As coordenadas x. passa por um ponto P cujas coordenadas x.5. 2. Calcular o momento M da força. Determinar qual das expressões citadas descreve M corretamente. 2 e -5 mm.2.104 . M= ~ 11 (12i . . (Observe z I X F'n)n [F X (r. no sentido de A para R. .----- x expressão vetorial para o momento da força em torno do ponto O. respectivamente.100 A força F exerce um certo momento M em torno do eixo 0-0. O vetor n é unitário ao longo de O-O. em torno do ponto C.101 Uma força de 50 kN. 2 e . -1. 2. 2.4 e 3. a uma força de 1 200 N e um conjugado de 240 N· m. (b) 2. Resp. A tração n~ cabo é 20 kN. Resp. no solo. são. sem usar o produto vetorial. + r3)·n]n (r.104 A placa retangular de aço está inclinada e apoiada sobre a sua aresta horizontal AR e é mantida na posição mostrada por um cabo que vai do ponto C ao ponto O.13j + 6k) N'm 2.3.100 4 -m--_~ (a) À---x 2. como mostrado. 4) metros B 13m// " Probl.F cos (3cos~) n I I I I I I //' O C(5. MO= -260i + 328j + 88kN'm 2. A caixa é retangular. y e z de A e de R. Probl. A e R.48 I ESTÁTICA y !.102 Uma força de 100 N passa por dois pontos. Desenvolva o problema usando a abordagem mais apropriada para cada uma das duas formas de apresentação. Calcular a intensidade do momento da tração do cabo em torno da aresta AR. em metros.5. 2. de coordenadas 2.

B 2.67 m.m A x . 2. 72j + 28.8 N'm N'm oiada da na nto C 0 kN. Resp. equivalentes.107 z 1 ~ 1 1 1 --- -------~ I· 1 1 1ml I 1 no do 1 1.I 1.84 está repetida aqui.5 m' _----' o'.28k kN M = 5. I _---- B 051 T 11~ I c ' I -I _-k--Y .105 A IJgUl"a do Probl.~ w: I I . F. calcular a intensidade do momento da tração em torno do eixo AB.!i. . .93k N' m.05i . = -1.107 Substituir as duas forças que atuam sobre o cubo de 3 m de lado por uma força única equivalente F aplicada em A e por um conjugado M.87 está mostrada aqui outra vez. '\. Determine M e calcule a intensidade M' do momento que tende a girar o tubo em torno do ponto O do bloco fIxo. Resp. M = 0. 2.109 .2.SISTEMAS DE FORÇAS / 49 que a escolha do método de solução freqüentemente depende da maneira na qual são apresentados os dados..108 A fIgura do Probl. Probl. M = 17. de seu momento em torno do eixo da dobradiça.84. Resp.90k kN'm '50N~:~1 ~m~ .I .5 !!!_--1-m:J.t5i . determinar a intensidade M. M/ = 85.11.106 2. Se a intensidade do momento de F em torno da linha CD é 50 N • m.106 A IJgUl"ado Probl. I Probl.2.'1 I r----- IA Y' x 2. Se a tração na corrente AB é 100 N. Para a posição da polia C.109 Uma ferramenta de abrir rosca está atarrachada na extremidade de um tubo.)8 2.I ' I I '. 2. A tração no cabo é 2 kN. RelJP. 2. M= 46.105 Probl. determinar a intensidade deF.5 Im _--À '.707 kN •m \ OkN // // 3m Probl.6 N· m Probl. que tem um joelho de 20°. 2. em x = 2. Substituir as duas forças por uma força em O e um conjugado M. 1ml 1. o do roblecada serve _VII I.Q.86 está mostrada outra vez aqui. 2.) 30kN x 2.

podem ser representados em qualquer posição paralela. pode-se deslocar cada uma delas para um ponto arbitrário O.5). 2. pode-se mover a força F para o ponto O.25c).9 . podendo também serem adicionados os conjugados fornecendo um conjugado resultante M (Fig.RESULTANTES um.15) L(r x F) M ~ R \~ O (b) (c) en Fig. Desta maneira.2. desde que se introduza o conjugado M1 = r X FI. Contudo. 2.as forças para o ponto O. o . a intensidade e a direção de R são as mesmas não importanto o ponto escolhido. Portanto. as forças concorrentes podem ser adicionadas vetorialmente. para um sistema de forças FI.~~~istema ~o item 2. Então. Esses mesmos princípios podem ser utilizados em sistemas de três dimensões. por exemplo.de defmiu-se forças. F2.. Em geral. quando se transferir todas.. As intensidades dos resultados e suas componentes são: Rx d re m C = R LFx Ry = + LFy (LF)2 Rz = Mz LFz = n +'(LFY Y(LFx)2 My Mx = L(r x F)x = L(r x F)y = (2. . 2. usando o somatório de vetores de forças (Eq. a fim de fornecerem uma força resultante R. . como representado na parte b da figura. sem resultante alterar como o efeito sendo externo a combinação que causam mais sobre simples o de corpo forças.-Em Dinâmica o centro de massa é usualmente escolhido como ponto de referência.6. qualquer sistema de forças pode ser substituído por sua força resultante R e pelo conjugado resultante M. rígido capaz em de que substituir atuam. adicionando-se um conjugado correspondente.25 Os vetores conjugados. tem-se um sistema de forças concorrentes em O e um sistema de vetores conjugados. escolhido como ponto de concorrência das forças é arbitrário e a intensidade e a direção de M dependerá do ponto particular O. Assim. visto que eles são vetores livres. Encontrou-se a intensidade e a direção da força resultante.4) e localizou-se a sua linha dé ação empregando o teorema dos momentos (Eq. desde que se introduza. onde r é o vetor de O para qualquer ponto sobre a linha de ação de FI. um conjugado para cada força transferida. Assim. atuando sobre um corpo rígido (Fig.16) L(r x F)z M = yM x 2 + My 2 + Mz 2 O ponto O. No item anterior. sendo a alteração no movimento linear do corpo determinada pela força resultante e a mudança no movimento angular do mesmo sendo determinada pelo conjugado resultante. mostrou-se que uma força pode ser deslocada para uma posição paralela. escolhido.25a). F3. em um sistema de forças bidimensional. Na Estática. embora sejam mostrados passando pelo ponto O. o sistema geral de forças é reduzido à: R M to so = = FI MI + F2 + F3 + + M2 = LF + M3 + = (2. também. 2.50 I ESTÁTICA 2.

para o sistema de forças. O item 2. Vamos agora estudar as resultantes para algups sistemas especiais de forças. como é mostrado na parte d da figura.27 . tal como o centro da massa do corpo ou outra origem de coordenadas convelte. uma vez que. Na parte b da figura. 2. Forças Concorrentes. normal ao plano . e ao conjugado paralelo M1. em es 6) R R R de ão (a) (6) -R (e) ça mo ea o (d) Fig. e M2. Assim. o o dos íbrio completo de um corpo é especificado. no emprego de um parafuso de acionamento. ra M seja um vetor livre.do por R e M. simplesmente. tudo. Na parte c da figura. :. Portanto. O torsor é a forma mais simples para expressar a resultante de um sistema geral de forças. com a força -R aplicada em O a fim de anular a força original R. porque não existem momentos em torno do ponto de concorrência. por conveniênc:ta. nem todas no mesmo plano.. esta forma tem aplicação limitada. ele é representado passando por O. somente a primeira das Eqs. Forças Paralelas. O torsor é positivo se os vetores da força e do conjugado apo~tatem no o sentido. a força resultante R. Forças Coplanares. e a posição de sua linha de ação é facile obtida empregando as duas componentes do teorema dos momentos. usualmente. se eles apontarem em sentidos opostos.eparadas por uma distância =M2/R. Quando as forças são concorrentes. que o eixo do torsor re~ultante situa-se no plano que passa por O. nes~a ilustração). a irItensidade da paralela resultante é.2. 2. 15) Torsor positivo Torsor negativo Fig. quando a força resultante R e o conjugado resultante forem .26 Qualquer sistema geral de forças pode ser representado por um torsoraplicado ao longo de uma única de ação. 2. Para um sistema de forças paralelas. Quando o vetofM do conjugado resultante é paralelo à força resultante (Fig. que um vetor . em torno de eixos em um plano ndicular às forças.SISTEMAS DE FORÇAS I 51 uir am. Esta simplificação é ilustrada na Fig. o jugado M2 foi substituído por seu equivalente de duas forças R e -R. com seu único eixo defmido pela nova posição de R.26). onde a parte a da figura representa. ao longo da direção de R. negativo. que atuam num ponto O.15 é neces. decomposto nas componentes M1.27. M . onde os esforços de torção e axial são exercidos e o parafuso na direção de seu eixo. 'erifica-se pela Fig. 2.2. a soma das forças dadas. e o correspondente conjugado resultante M. resultante é chamada de torsor. Esta etapa permite obter a te R. não situada sobre o eixo único do torsor.27. Encontra-se um ex~mplo comum de um II positivo. que atua ao longo de uma nova e única linha de ação. as resultantes do origirIal sistema geral de forças transfor·se em um torsor (positivo. normal à R. anum tropara nto um da rça M Torsor Resultante.6 dedicou·se a este sistema de forças. é mais conveniente usar como ponto eferência um ponto O. a determinação de resultantes é essencial na Estática e na DirIâmica.

/(928)2 + (871)2 + (621)2 = 1 416 N Resp.JT 80mm ai /Í 40° 500 N Pr I so x-y tam = = = EFxl EFyl EFz = 500 sen 40° + 700 sen 60° = 928 N = 600 + 500 cos 40° cos 45° = 871 N = 700 cos 60° + 500 cos 40° sen 45° = 621 N I Ry Rz Portanto. inspecionando a figura. passando por A. ga ne .24.0 (-i sen 40° .16.19k N .100) li - (700 sen 60°) (0.05k) X 500 (i sen 40° + j cos 40° cos 45° + k cos 40° sen 45°).060)i + (600) (0. R e de to = 928i + 871j + 621k N R= e R = -. avaliando os momentos das' componentes da força de 500 N em torno de A. não tem nenhuma linha de ação especÍfica.95i . obtido por meio da soma dos termos i. no esboço das resultantes.5)2 + (24. é mais fácil obter as componentes dos momentos em torno das direções coordenadas de origem A.030)k 10.m 3) O conjugado do torsor também pode ser escrito: M' = 25.71. aplicada emA.0 N . O desenvolvimento componente por componente. podemos decompô-lo nas compo. dos quatro mommltos é: 4 e M = M = 49. diretamente do esboço.08i + 0. é calculado pelo exame de seus componentes x e z.j cos 40° cos 45° .90.4)2 + (90.nentes x. O vetor conjugado de 25 N .54kN-m Portanto. em conseqüência do deslocamento da força de 500 N é: [M = r X FI MSDO o co = (0.6k N .040)k = = 36.k cos 40° sen 45°) ® = -16. do que montar as relações do produto vetoria!. @ Embora o vetor conjugado resultante M seja mostrado. o conjugado resultante. Solução. em torno de A.4i . portanto.Oi + 24.m 2) O momento da força de 700 N em torno de A é facilmente obtido dos momentos das componentes x e z da força. j e k.5i .52 I ESTÁTICA Problema Resolvido 2. a serem aduzidos às componentes dos outros vetores conjugados. dá M50D = 18.5j .Ok N . = (700 = cos 60°) (0.= (600) (0.18.90k N . queiornecem: M60D M Notas: .59j . mo pa onde r é o vetor deA aB.54j -13.11 Substituir as duas forças e o torsor negativo por uma força única R. e pelo conjugado correspondente M.060) + ® on R + (700 cos 60°) (0.m Resp.030)i . Para as forças de 600 N e de 700 N.6)2 = 106.12j + 0. O resultado vem a ser: M700 <D Sugestão: Verifique os resultados do produto vetarial.m do torsor aponta na direção oposta à da força de 500 N e.[(700 sen 60°) (0.5. y e z.4j . ou determinante. conjugado a ser adicionado.07i -13. [Rx [Ry [Rz 700 N A força resultante tem as componentes Rx ~.m e O momento da força de 600 N. reconhecemos que o vetor conjugado é um vetor livre e.m J (49.

M= -2400N'mm. Os momentos em tomo de P. pelo qual passa R. supondo que o torsor seja positivo. inicialmente. Os co-senos diretores do conjugado M do torsor devem ser os mesmos da força resultante R. Se M vier a ser negativo.40y)/M = (-4 000 + 40x)/M = (-40x + 20y)/M onde M é a intensidade de M. x=60mm. Vemos que M é negativo. A força resultante é R= 20i + 40j + 40kN e seus co-senos diretores são R = v'c20) . tomando o torsor negativo. que o torsor é positivo. Encontre.40y)i + (-4 000 + 40x)j + (-40x Os co-senos diretores de M são cos 8x cos 8y cos 8z + 20y)k N •mm = (800 . através do qual atua a força resultante do torsor. +(40)' + (40)' = 60 N cos8x= 60= 3' 20 1.x)j N • mm e o momento total é M = (800 .12 Detenninar o torsor resultante das três forças que atuam sobre a cantoneira. a direção do vetor conjugado é oposta à da força resultante. <D A solução das três equações dá . Solução. também. no plano x-y. das três forças são (M)Rx (M)Ry (M)Rz = 20ykN'mm y =40mm = -49 (60)i -AOxkN'mm = 40 (80 . Igualando os co-senos diretores de R e de M tem-se 800 -40y -4000+40x= -40x =M 3 2M 3 + 20y = 2M 3 Nota: y=40mm Resp.SISTEMAS DE FORCAS I 53 Problema Resolvido 2. . cos 8y = 60 = 3' 40 2.40 (100 ''''--x .y)i . a intensidade do conjugado M do torsor. Calcular as coordenadas do ponto P. o que significa que o vetor conjugado está orientado na direção oposta à de R. Devemos supor. cos8z= 60- 40 _ 2 3 60 mm O momento do conjugado do torsor deve ser igual à soma dos momentos das forças dadas em tomo do ponto P.

I 80 1-=' mm I mm z--------~J1~ J '.SOj + 4k N •m y I 2. 2.54 I ESTÁTICA ll1 PROBLEMAS PROPOSTOS 2. Resp.525.5li + 2. y = 15.430.110 A laje de concreto suporta as seis cargas verticais mostradas. k 45. Resp.4N 4N'm I ' . 30o~ / 40N\--rt? '/ z I I I 2.113 2. Resp.30 m..115 Determine a resultante das quatro forças e do conjugado que atuam sobre o eixo.113 As quatro forças são concorrentes na origem O de coordenadas.111 Determinar as coordenadas x e y de um ponto pelo qual passe a resultante das forças paralelas. x = 7. 2. cos Oz = -0. cosOx=0.S3 m 5kN 6kN 4kN 9kN 8kN Probl.734 2. 3at I \~I----/'--y " I . " I/iao' 40 N I I I I I ~~~. Determinar a intensidade correspondente da resultante das três forças e os seus co-senos diretores.2.2. Se a componente x da resultante R for -50 N e a componente z for 100 N.V/ Prob!. O=33./ "".115 .~'x k 80 mm 50*-90 mm 80N Probl.25c e mostre que um sistema mais geral de· forças pode ser representado por duas forças que não se interceptam. Determinar a resultante dessas forças e as coordenadas x e y de um ponto através do qual ela atua.O eR. 2.3°.110 ~--/' I'~--:::. determinar F.111 2.114 Use a Fig. cos Oy = 0.R=1021N. Conjugado M = -13 .112 Determinar o ângulo O de modo que a força líquida para baixo sobre o olhal fIxo seja 750 N. Dimensões em milímetros Probl.

117 2.116 2. Determinar R e o conjugado associado M.SISTEMAS z I I I DE FORÇAS / 55 116 Represente a resultante do sistema de forças que atua sobre o conjunto de tubos. e de um conjugado M. como se vê na figura. R = 200 (j + k) N M = 560i . e por um conjugado M: Resp.120 2. 2.8m :---.81)1 de lado. por uma força única R. em termos de uma força R aplicada em A. Determinar a resultante do sistema de forças mostrado. Representar a resultante dessas forças por uma força R.119 A ação combinada das três forças sobre a base em O pode ser obtida pela determinação de sua resultante através de O.117 As quatro forças estão atuando ao longo das arestas do cubo de 0. 2. O. M= 38. z=100mm .118 Substituir as duas forças. x=100mm. Resp. 2. z I r3r:fJ n:\1:n-1 100N 50 N • fi d1I::s~ 120 N li/L ~ ProbI./ /' /' /' J.119 mais duas a.320j + 400k N· m Probl. 2. no plano x-z. pelo qual passa a força resultante do torsór. R = 10. de igual intensidade F.- --y N'm Probl. 2.120 O motor de 160 N de peso está montado sobre o suporte. Determine a expressão vetorial para o momento M do torsor e encontre as coordenadas do pontoP. I 400 N I I I 2.93 kN. força axia1 de 120 N e a um conjugado de 25 N •m aplicado. e por um conjugado M. por uma única força R em A e um conjugado M..121 A resultante de duas forças e de um conjugado pode ser representada por um torsor.8m. Resp: M=10(i+j)N'm. que passa pelo ponto A.118 --y ProbI.2.9 kN'm Probl. que passa pelo ponto A. Seu eixo resiste à. z con- .

123 A resultante de um sistema geral de forças pode ser expressa corno unrtorsor.122 Substituir o sistema de forças que atua sobre o conjunto de tubos do Probl. que é a interseção da linha de ação do torsor com o plano x-y.120. 2. . x = 271 mm. Para o sistema de forças do Probl.116 por um torsor. Resp.121 3. y = -486 mm 2. determinar as coordenadas do ponto P. 2.2 mm.2 ou sob tará tod cor gas def dos cor . Resp. no plano x-y. ao longo de urna única linha de ação. 2.. y = 100 mm. X = 56. Probl. M= 95.56 / ESTÁTICA /OON 2. Encontre a intensidade do momento M do torsor e as coordenadas do ponto P. pelo qual passa a força resultante do torsor.6 N'm. m pa de do ao em Es 'for sis SE 3..

ou um grupo de corpos. constitui a e mais central da Estática e. e tem-se as equações de equilíbrio: (R nica robl. representar claramente e completamente todas as forças que atuam JObre o corpo.nico é defmido como um corpo. considerada como um corpo único) é isolado de todos os outros que lhe sejam adja- . quando aplicarmos os princípios equilíbrio. = LF = O M=LM=OJ (3. a ça resultante R e o conjugado resultante M são ambos nulos. este capítulo. assim.1 serem aplicadas. na Seção B. e que ser m o mm. portanto. Um sistema mecâ. é recomendável que o estudante leia e estude as seções seguintes com atenção e empenho. que trata do equihbrio. Um corpo está em equihbrio quando a resultante de todas as forças que agem sobre ele é nula. Os procedimentos que serão desenvolvidos neste capítulo constituem uma ampla introdução métodos de abordagem usados na solução de um sem-número de problemas.con· e as qual mm E. Faremos uso contínuo dos conceitos nvolvidos no Capo 2. momentos. assim. Uma vez decidido qual o corpo (ou combinação de corpos) que deve ser analisado. líquida ou gasosa. A abordagem que será desenvolvida é básica para o domínio perfeito da 'tica. sobre forças. acarretará resultados errados. é fundamental que se defma. conjugados e resultantes. Portanto. Seguiremos a organização usada no Capo 2 e. então este corpo (ou combinação.· 3 EQUILÍBRIO . o equihbrio de sistema de forças tridimensionais. sem ambigüidades.INTRODUÇÃO A Estática lida principalmente com a defmição das situações de forças necessárias e suficientes para ter o estado de equihbrio das estruturas. embora seja considerada também a Estática dos fluidos. Tal sistema pode ser um corpo único ou uma combinação de corpos ligados. Em Estática. ou uma combinação de fluidos e sólidos. EQUlLIBRlO EM DUAS DIMENSÕES 3. deve ser dominado inteiramente. SEÇÃO A.2 . Os corpos podem ser rígidos ou deformáveis. que pode ser isolado de todos os outros corpos.1) Estes requisitos são condições necessárias e suficientes para haver equillbrio. o corpo particular ou o sistema mecânico a ser analisado e. Assim. 3. O sistema pode também ser uma massa fluida definida. tanto na Mecânica como outras áreas da Engenharia. a atenção está orientada principalmente para a defInição das forças que atuam sobre corpos rígidos em repouso. A omissão de uma força ou a inclusão de uma que não atue sobre o corpo em questão.ISOLAMENTO DO SISTEMA MECÂNICO Antes das Eqs. discutiremos na Seção A o equilíbrio de um ÃStema de forças bidimensional e.

normal ao plano de tangência das superfícies. 3. Notou-se. Ex. Está indicado. Embora não existam superfícies reais completamente lisas. Observação análoga se aplica às forças magnéticas e elétricas que agem por ação remota. Não existe resistência paralela à guia. A resultante das forças gravitacionais sobre todos os elementos é o peso mg do corpo que passa pelo centro de gravidade G e que para estruturas terrestres está dirigido para o centro da Terra. antes de se tentar desenhar os diagramas de corpos lineares. necessariamente. corda ou corrente . A posição de G é usualmente determinada pela forma geométrica do corpo. como no Ex. em muitos casos. 6 ilustra a ação de um pino de ligação. em sentido prático. se a conexão puder girar livremente em torno do pino.1 mostra os tipos comuns de aplicação de força sobre sistemas mecânicos. em cada exemplo. Quando as superfícies lisas (sem atrito) de dois corpos estão em contato. em seu ponto de ligação. a localização de G deve ser calculada ou determinada experimentalmente. a reação é normal à superfície do apoio. ao qual está ligado. Pode-se admitir que o cabo forme uma linha reta quando a tração T for grande. Introduziu-se. 1. portanto. O Ex. mostrando todas as forças aplicadas nele (ou neles) pelos outros corpos adjacentes. que permite tratar a força como um vetor deslizante. se a articulação não estiver livre para girar. ainda. também. A Fig. 5 mostra a ação de uma guia polida sobre o corpo que ela suporta. forças são aplicadas tanto por contato físico direto como por ação remota e. Somente a força R pode ser suportada. relativa ao atrito. Este isolamento é efetuado por meio do diagrama de corpo livre. para análise em duas dimensões. 7 mostra as resultantes de uma distribuição bastante complexa de forças através da seção transversal de uma barra ou viga esbelta. que é representação esquemática do orpo isolado (ou combinação de corpos). O Ex. uma força de tração na direção tangente ao cabo. está inteiramente distribuída nele. ao qual serão aplicadas as equações de equihbrio. Os cálculos das várias forças devem ser efetuados somente após o diagrama ter sido cuidadosamente desenhado. Esta força afeta todos os elementos do corpo e. Um cabo flexível. Em seu ponto de ligação ela exerce uma força tangente a si mesma. ao cisalhamento ou à compressão e exerce. Ex. o princípio da transposição. O Ex. 2. e em uma componente normal N. a força exercida por um sobre o outro é normal ao plano de tangência das superfícies e é de compressão. 8.2 foram descritas as características básicas das forças. Quando as superfícies dos corpos em contato são rugosas. 3. a força de contato pode não ser. Essas características das forças serão ágora usadas para desenvolver o modelo analítico de um sistema mecânico isolado. focalizando-se a atenção principalmei\te nas propriedades vetoriais das forças. podem ser internas ou externas ao corpo em consideração. portanto. Uma das forças mais comuns é a devida à atração da gravidade. O Ex. é incapaz de oferecer qualquer resistência à flexão. particularmente onde existem condições de simetria. por causa de sua flexibilidade. no que se refere aos efeitos externos sobre um corpo rígido. porém pode ser decomposta em uma componente tangencial F. As características mecânicas da aplicação da força necessitam de uma descrição adicional. ~ o diagrama de corpo livre é o passo mais importante na solução de problemas na Mecânica.sobre o corpo. A força exercida pelo cabo sobre o corpo ao qual está ligado é sempre para fora do corpo. Deve-se observar cuidadosamente a terceira lei de Newton. a flecha do cabo torna-se importante e a tração no cabo muda de direção e de intensidade ao longo de seu comprimento. Estas forças de ação remota têm os mesmos efeitos . Esta ação é normalmente representada por dois componentes retangulares. Tal ligação é capaz de suportar uma força em qualquer direção normal ao eixo do pino. Quando o peso do cabo não for desprezível em relação à tração.correia. além disso. comparada a seu peso. Devido a sua importância salienta-se aqui que. que ambas podem ser concentradas ou distribuídas. Quando a posição não estiver facilmente aparente. esta suposição é válida. Está representada. que não aparecem no diagrama. que a aplicação das forças externas é acompanhada por forças reativas e. que menciona a existência de uma reação igual e oposta para cada ação. Um conjugado resistente M pode também ser suportado. a força exercida sobre o corpo a ser isolado pelo corpo a ser retirado da representação esquemática. 4 ilustra diversos tipos de apoios mecânicos que eliminam efetivamente as forças tangenciais de fricção. a ação de um cabo flexível . Neste exemplo. no Ex. no seu suporte engastado ou fixo. Observou-se que as. No item 2.58 / ESTÁTICA --~---- centes.

livres para moverem-se ao longo de guias lisas. tros ente corrente ou cor~8 o peso é --8 _ T?O 8 "" _ do cabo nao A força exercida por um cabo flexível é sempre uma tração para fora do corpo na direção do cabo. o peso do ca. passando pelo centro de gravidade G do corpo. oorreia. mpo7.EQUIu'BRIO / 59 do AÇÃO MECÃNICA DAS FORÇAS Tipo de contato e origem de força I Ação sobre o corpo a ser isolado 1.3. Superfícies rugosas 4. Para uma mola linear em regime elástico.1 . a a às itos Fig. ser. que atua em direção ao centro da Terra. Guia deslizando livremente O suporte de role te. no plano norinal ao eixo do pino geralmente indicada como duas componentes Rx e Ry' Um pino que não esteja livre para girar pode também suportar um conjugado M. 8. ~Iédespmd'~ desprezível T~ A força de contato é de compressão e normal à superfí cie. As superfícies rugosas são capazes de suportar uma componente tangencial F (força de atrito). e capaz de suportar uma força em qualquer direção. e. A força da mola é de tração se a mola for esticada e de compressão se ela for comprimida. de esfera ou de setor de rolete transmite uma força de compressão normal à superÍlcie do suporte. Suporte de rolete duas a ser que ·5. rpo. Conexão de pino orça não sos. uma força transversal V (força de cisalhamento) e um conjugado M (momento Íletor) para evitar rotação. a constante elástica da mola k é a força necessária para deformar a mola de uma unidade de comprimento. Atração gravítacional ~ ans- HHH men- dos está rpo. ado Um suporte engastado ou fixo é capaz de suportar uma força axial F. bem como uma componente normal N da força de contato resultante R. 2. Pino está livre para girar Pino não está livre paragirar onto 6. Suporte engast"do ou fixo A A 1 Uma conexão de pin0J articulada livremente. podem suportar somente forças normais à guia . Superfícies liSas e se das e as' nas ada pio nos tico 3. "- Solda F~C= V ~ W=mg quer res. Cabo flexível. tên· a de mpre mpaa-se Colar ou cursor. A resultante da atração gravitacional sobre todos os elementos de um corpo é o peso mg.

removidos. e o caminho estará livre para a aplicação direta e bem sucedida dos princípios da Mecânica (quer da Estática quer da Dinâmica). Construção dos diagramas de corpo livre. Muitos estudantes ficarão tentados. Para a mola em regime não-elástico. o diagrama não deve ser amon\oado desordenadamente.a Fase. em suas próprias posições. 4. O corpo ou combinação escolhida é. Esse limite externo define o isolamento do corpo de todos os corpos que estão em contato ou exercem atração. Os seguintes passos estão envolvidos: l. Os pesos. As representações na Fig. exercem atração.60 / ESTÁTICA totais sobre um corpo rígido como as forças de igual intensidade e direção aplicadas por contato externo direto. As forças desconhecidas devem ser representadas pelas setas dos vetores com as intensidades ou direções desconhecidas indicadas pelos símbolos. tração ou compressão. o único procedimento correto é certificar-se de que todas as forças cujas intensidades não sejam desprezíveis figurem no diagrama de corpo livre. . Dimensões geométricas apropriadas podem. a foiça para uma dada deformação não é a mesma para as condições de carregamento e alívio. É bastante recomendável que o estudante examine estas nove condições e as identifique na resolução dos problemas. isolado por um diagrama que representa seu completo limite externo. e é útil utilizar lápis de cor.a Fase. 3. Deve-se definir claramente o corpo ou combinação de corpos que deve ser isolado. e são considerados removidos do diagrama. 2. É necessário ser coerente com as características fixadas das forças desconhecidas. estarão cometendo graves erros.a Fase. Esta fase é freqüentemente a mais crucial de todas. em seguida. Uma vez executadas as quatro fases precedentes. direções e sentidos próprios indicados. Representam-se. As forças conhecidas devem sér representadas pelas setas dos vetores com suas intensidades. de modo a não se confundirem com qualquer outra que possa aparecer. em caso contrário.a omitir do diagrama de corpo livre certas forças que podem pare· cer. O método completo para desenhar um diagrama de corpo livre. O corpo escolhido incluirá uma ou mais das quantidades desconhecidas desejadas. à primeira vista. O Ex.a Fase. como as aplicadas pelos corpos em contato ou por aqueles que. Observe contudo que o diagrama de corpo livre é apropriado para pôr em evidência a análise acurada sobre a ação de forças externas e. ele pode ser adotado arbitrariamente. sobre o diagrama do corpo isolado. Se o sentido do vetor for também desconhecido. onde k é a constante elástica da mola e x é sua deformação. 9 mostra a ação de molas nos regimes elásticos (linear) e não-elástico (não-linear). portanto. A escolha dos eixos de coordenadas deve ser indicada diretamente sobre o diagrama. medida a partir da posição neutra ou indeformada. com excessivas informações alheias a seu objetivo. e negativo. é dada por F = kx. 3. do começo ao fim dos cálculos.1 não são diagramas de corpo livre mas simplesmente princípios para serem empregados na construo ção dos diagramas de corpo livre. devem ser incluídos. de modo que os diagramas de corpo livre correntes possam ser desenhados. Portanto. É somente através do isolamento completo e da representação sistemática de todas as forças externas que se pode calcular com segurança os efeitos de todas as forças ativas e reativas. quando apreciáveis. Ao caírem nesta tentação. O estudante deve sempre certificar-se de ter isolado completamente o corpo antes de passar à fase seguinte. todas as forças que atuam sobre o corpà isolado. Os cálculos revelarão um resultado positivo. ser apresentadas por conveniência. As setas que indicam forças devem ser claramente evidenciadas. também. A análise sistemática do limite completo do corpo mostrará todas essas forças. em seguida. A função linear da relação força-deformação define que forças iguais acarretam deformações iguais durante o carregamento ou alívio da mola. A força exercida pela mola no regime elástico. desnecessárias aos cálculos. que permita isolar o corpo ou sistema em consideração será agora definido. se o sentido arbitrado estiver correto. Muito freqüentemente é falsa a primeira impressão que uma determinada força possa parecer não influenciar o resultado desejado. resultará um correto diagrama de corpo livre.

Massam M . Viga em balanço W=mg Lx y . P ---Programa de corpo livre do corpo isolado ão da di- ão es ru- L. Sistema rígido de corpos interligados considerado como uma unidade p m W=mg . É ue se alsa a anto.3. emA. zíveis . eo quer Fig.rrw=mg By ! L x menue o rnas a seu com 4.2 pareos. É dos p p~~~~N ~B.\3 Ft F'~ ~ ! em . ~~~M ões. Treliya plana O peso da treUça é suposto desprezível comparado com P. V ma 2. eles ssas elas das elos ulos . O 3. Viga Superfície de contato lisa.EQUILfBRIO I 61 no erda EXEMPLOS DE DIAGRAMAS DE CORPO LIVRE Sistema Mecânico 1.

Qualquer uma das muitas configurações internas. O diagrama de corpo livre está agora completo e mostra a viga em equilíbrio. 3. A Fig.o mecanismo completo. sob a influência da componente horizontal de P. existe o pino de ligação em B. as forças internas não são mostradas.1. 3.mte. As dimensões e as intensidades foram omitidas para tornar mais claro. Além disso. 3. quando se aplicam.1) é capaz de fornecer 'à treliça as componentes horizontal e vertical da força. 3. a treliça é composta de elementos estruturais que. 3.1).1). . para evitar que a treliça gire no sentido horário. 8 da Fig.1). 1. o sistema completo é tratado como um corpo único. relativamente simples. para impedir que a treliça se mova para a direita. O suporte oscil. A força exercida pelo canto A sobre a viga é normal à superfície lisa da viga (Ex. seria possível sem alterar o efeito do mecanismo como um todo e este fato é apresentado pelo diagrama de corpo livre. O isolamento do sistema mecânico em estudo será identificado como uma fase crítica no equacionamento do modelo matemático. que atua através do centro de gravidade da viga. está claro que a componente vertical Ay deve ser dirigida para baixo. é necessário um conjugado M. O método do diagrama de corpo livre assegura a defmição precisa de um sistema mecânico e concentra a atenção sobre o significado e a aplicação exata das leis da Estática e da Dinâmica. o diagrama de corpo livre deve incluir as reações sobre a treliça em A e B. Deve ser também incluída a tração T para compensar o excesso de forças aplicadas para a direita. de acordo com o que derem os sinais algébricos dos termos. Em aditamento à força aplicadaP e ao conjugadoM. No Ex. 3. 3. quando estiver estudando os exemplos dos diagramas de corpos livres mostrados na Fig. sob a ação de seis forças e um conjugado.62 I ESTÁTICA o diagrama de corpo livre foi apresentado em detalhe por causa de sua grande importância em Mecâ· nica. que se supõe conhecido (Ex. Se as superfícies de contato no canto não forem lisas. 3 é mostrado o peso mg. 7 da Fig. 3. 6 da Fig. quando comparado com P e com as forças em A e B. Recomendamos novamente ao estudante dedicar uma atenção especial a esta fase. o diagrama de corpo livre na aplicação dos princípios do equillbrio das forças. a partir de m. 2. Tendo em vista esta fmalidade. O pino de ligação em A (Ex.2 e os problemas resolvidos que aparecem no final da seção seguinte. 2 da Fig. 3. 4 da Fig. no intuito de assegurar a direção do cabo. çiiagrama de corpo livre d. Também a componente horizontal Ax estará dirigida para a esquerda. 3. Em todos os casos. quando os cálculos forem executados nos problemas reais. então estes pesos devem ser incluídos no diagrama de corpo livre como forças externas. em torno de B. emB. para impedir que a viga gire em tomo de A. No Ex. os sentidos positivos deBx e By no Ex. Assim. revela três quantidades desconhecidas par:a o equilíbrio com as cargas dadas mg e P. 3. ilustradas na Fig. isto é. estão incluídas nos quatro exem· pIos.esta força é transmitida à estrutura B (Ex. Na verdade. As resultantes dessas forças reativas são mostradas atuando sobre a seção da viga (Ex. nos diagramas de corpos livres.1). Foram admitidos. No Ex. na próxima seção.2 fornece quatro exemplos de mecanismos e estruturas juntamente com seus diagramas de corpo livre corretos. a viga em balanço está fixada à parede e sujeita às três cargas aplicadas~ Quando se isola a parte da viga à direita da seção A. Neste exemplo.1). este método é tão importante que recomendamos ao estudante reler esta seção várias vezes. pode suportar somente uma força vertical e . Os sentidos positivos destas componentes são supostos arbitrariamente. através de exemplos selecionados simples e diretos. 8 da Fig. positivos ou negativos. os problemas que seguem foram planejados para dar essa prática. anti-horário. O peso mg da viga deve ser representado passando pelo centro de massa (Ex. considerados em conjunto. As características dos vários tipos de forças de contato. isolado. deve-se incluir as forças reativas aplicadas na viga pela parede. Se o peso total dos membros da treliça for apreciável. Está mostrada uma força vertical V para contrabalançar o excesso de forças aplicadas com sentido para baixo. A validade dessas hipóteses deve ser aprovada ou não. e de By no Ex. constituem uma estrutura rígida. a treliça completa pode ser removida de sua base de suporte e tratada como um corpo rígido único. 4 o. 4. existe a possibilidade de desenvolvimento de uma componente de atrito tangencial. Antes de usarmos diretamente. que exerce sobre a viga uma componente x e uma y da força. No Ex. Em aditamento à carga externa P aplicada. será útil termos certa prática inicial com seu desenho.

3. Foram omitidos. de Corpo s os As DCL incompleto em· 1. Alavanca de controle aplicando torque ao eixo em O. para formar um diagrama de corpo livre completo. Caixote de massa m homogênea. Lança OA. a não ser que seja indicado o contrário. incompleto.EQUIu"BRIO / 63 ecâ· ra a do é os no OBLEMASPROPOSTOS Em cada um dos cinco exemplos seguintes. o corpo a ser isolado é mostrado no lado esquerdo do diagrama e. ~ a a sulda ser ces· ser om- 3. em um r as esta de está ido dir dos sos ~g A p 2. Alavanca em ângulo suportando a massa m. um diagrama de corpo livre (DCL). 2 to ino tas heno mo 4. de mas· sa desprezível comparada com a massa m. B no os asta os alios 5.1 . A lança está pivotada em O e suportada pelo cabo de içamento em B. A (7\F Probl. apoiado na parede vertical lisa e suportado em uma superfície horIZontal rugosa. os valores numéricos das forças e as dimensões do corpo. suportada pelo pino de articulação (ligação) em A e pelo pino fIXO posicionado dentro da ranhura lisa em B. he. Peça carregada. Os pesos dos corpos são desprezíveis. do corpo isolado. no lado direito. em cada caso. Acrescentar todas as forças necessárias. para facilitar.

para evitar o deslizamento da estaca. Nós com pino. A y I I M M L_-x P•••• \'" Probl. A superfície horizontal de suporte está escariada. uniforme sendo içada para a posição. o corpo a ser isolado é mostrado no diagrama do lado esquerdo. Rolo de uma cortadora de grama de massa m.) .~ ESTÁTICA 3. O sentido de algumas componentes de reação nem sempre pode ser determinado sem cálculo numérico. A barra repousa sobre uma superfície horizontal rugosa. (Nota. A. 2. em um plano inclinado de ângulo e. tendo esta uma superfície horizontal lisa. Estaca de massa m. DCL errado ou incompleto 3. em cáda caso.2 \V1 cada um dos cinco exemplos seguintes. a não ser que se indique o contr4rio. para formar um diagrama de corpo livre correto e completo. Todas as forças conhecidas e desconhecidas devem ser qualificadas. de cada um dos corpos indicados. Alavanca levantando uma massa m. pelo guincho. 3. F 4. Corpo 1. Os pesos dos corpos são desprezíveis.. Os pesos dos corpos são significativos. Jogo de suportes em . Barra dobrada soldada em A e submetida a duas forças e um conjugado. F 5. Faça todas as mudanças ou adições necessárias.)1 B ângulo para estrutura. No lado direito é mostrado um diagrama de corpo livre errado ou incompleto. As dimensões e os valores numéricos foram omitidos. sendo empurrado para cima. apenas quando é mencionado.3 Desenhar um diagrama de corpo livre completo e correto.2 :> p- ~ 3.

3.. aos suportes rígidos. Ce pino no plano flexionada sob carga P. uniforme. como uma só unidade. suportada por uma superfície rugosa e sob ação de cabo horizontal. por meio de piI 7. Estas exigências estão contidas nas equações vetoriais do equilibrio . Placa de A.2) . homogênea. Roda com gome. ulação em pela A forçaP. Barra de massa m. uniforpelo me. massa m.EQUILi"SRIO I 65 ias. Probl. 3.1) que. Dito de outro modo. Estrutura completa. 5. e pelo I 2. Barra inicialmente horizontal.3 CONDIÇÕES DE EQUlLIBRIO s são adas.§ij ~ ~ 4. polias e cabo de ligação a serem isoladas. suspensa pelo cabo vertical em A e suportada pela superfície inclinada e rugosa em B. vertical Fixada P. e rolete de massa M. suportada cabo pesada. um corpo está em equill'brio se todas as forças e os momentos dos sobre ele estão compensados. não 1000 1. nas extremidades. em duas dimensões podem ser escritas na forma escalar (3. mo ~M 8. meio-fio. Baira horizontal de massa m. que atuam um corpo é nula. No item 3.1. Roda de massa m na iminência de mas 6. nos. defIniu-se equilíbrio como a condição na qual a resultante de todas as forças. uniforme. de massa m. considerados em conjunto. Submetidos ao conjugado M e suportados como está mostrado na figura.

se não forem satisfeitas. as forças e os momentos não estarão compensados. sob a ação de forças aplicadas. p CATEGORIAS DE SISTEMAS DE FORÇAS EM EQUILÍBRIO EM DUAS DIMENSÕES I Figura I Equações independentes Categoria F~2 . 3. Um outro exemplo. não pode ocorrer desbalanceamento de esforços. a partir da segunda lei de Newton referente ao movimento. e o equihbrio estará assegurado. exige somente a única equação de forças. As Eqs. As equações que relacionam força e aceleração para movimento dos corpos rígidos. mas as duas equações de equillbrio das forças serão satisfeitas. e um pode valer sem o outro. evidentemente. As equações de equilíbrio das forças serão satisfeitas na direção vertical onde a aceleração é nula. com velocidade crescente. sobre o corpo ou fora dele.66 / ESTÁTICA A terceira equação representa o somatório nulo dos momentos de todas as forças em torno de qualquer ponto O. . por exemplo. tendo em vista que todas as outras equações estão automaticamente satisfeitas. um corpo que deslize em uma superfície horizontal. Colinear I IY pode situação é o ~Fx = oI A segunda :alcorrência ser consi IY L__ x I I~/ I ~Fx = o I --ügono ação das três fo ~íbrio é de considerável das forças é traçadc z 4. Tome. São condições necessárias porque.2 caem naturalmente dentro de um número de categorias que são facilmente identificadas. Estas equações mostram que a aceleração do centro de massa de um corpo é proporcional à força resultante F. 3. na direção das forças (direção x). Conseqüentemente. Geral ~Fx = o ~F)' =0 Fig.tã . São. a força resultante sobre ele deve ser nula. não está em equihbrio rotacional.3 e explicadas como segue. as três Eqs. = o---------I I== '-''// 1. suficientes porque. deste autor. Porém.2 são as condições necessárias e suficientes para o completo equihbrio em duas dimensões.2 devem ser integralmente satisfeitas. (a) Categorias de Equilíbrio. estão desenvolvidas no livro Dinâmica. Para o equilíbrio completo em duas dimensões. torno er sob a cada ação de ~tante em torno do pon ponto. que atua sobre o corpo. 3. I de I mais ~Fy oo ~Mz ~F. mas não o serão na direção horizontal. A . uma roda girando em torno de seu centro fixo de massa. Estas categorias de sistemas de força que atuam em corpos em equihbrio estão resumidas na Fig. 3.3 Caso 1. O equilíbrio sob forças colineares. uma vez satisfeitas. se um corpo move com velocidade constante (aceleração nula). com velocidade angular crescente. As aplicações das Eqs. 3. e o corpo pode ser tratado como se estivesse no estado de equihbrio. . estas condições são requisitos independentes. também.::onhecidas.

a resultante R. em o de um eixo z que passa por O. Nas ilustrações citadas.3.4 A segunda situação é o equillbrio de um corpo sob a ação de três forças (Fig. não pode ser um conjugado. Há duas situações de equillbrio que ocorrem freqüentemente e para as quais o estudante deve ser do. (b) Equações Alternativas de Equilíbrio. Neste caso.00 se LMA =0. 3. 3. A primeira situação é o equilíbrio de um corpo sob a ação de apenas duas forças. Neste caso. O princípio da concorrência das três forças em equillbrio é de considerável utilidade na execução de soluções gráfIcas das equações das forças. Se um corpo em equillbrio estiver sob a ação de mais de três forças. tendo em vista que a soma dos momentos em torno de O. o que violará a exigênçia de momento nulo. o polígono das forças é traçado de modo a fechar-se. porém deve ser uma força R que passa . 3. as forças devem ser iguais. isto é. (a) Corpo submetido à ação (b) Polígono fechado de três forças satisfaz ~F == O Fig.3. o equilíbrio de um sistema geral de forças em um plano (x-y) exige as duas equações de forças plano e uma única equação de momentos em torno de um eixo (eixo z) normal ao plano. é necessariam~nte igual a zero.5b. em torno de cada ponto.EQUILI"BRIO / 67 uer eto os rer das ões atua rça Caso 2. Dois exemplos são ados na Fig. 3. é comum reduzi-Ias a três. um As o o sa. como mostrado na Fig. e a única equação de momentos em torno de um eixo (eixo z) normal ao plano das forças. comparados com as forças aplicadas . uma das forças exercerá um momento resultante em torno do ponto de concorrência das outras duas. A única exceção ocorre quando as três forças são paralelas. o ponto de concorrência pode ser considerado como estando no infmito.5 na as. se ela ainda existe. as.4 e está claro que para tal corpo. o equillbrio de forças que se situam no plano (x-y) e são concorrentes no ponto O exige ente as duas equações de força. o equillbrio de forças paralelas em um plano exige a única equação de forças na direção das (direção x). das p /' /' /' /' de -p /' /' em Corpo submetido à ação de duas forças (a) Fig.5a). Caso 4. Vê-se que as linhas de ação das três forças devem ser concorrentes. Há duas maneiras adicionais de se expressar as condições necessárias para o equilíbrio de forças em duas dimensões. opostas e colilleares. Para o corpo mostrado na Fig. Se elas não o forem. os pesos dos corpos são 'derados desprezíveis. Caso 3. então. O ato do corpo não deve confundir esta simples exigência. combinando duas ou mais das forças conhecidas.

se ainda existir. a identidade 0=00 (c) Vinculas e Determinação Estática. a resultante. mas nenhum vínculo tangente à superffcie. com três incógnitas. Portanto. p~r A. obtém-se equações dependentes. onde C não é colinear com A e B. contudo elas não fornecem necessariamente informações suficientes para se calcular todas as forças desconhecidas que possam atuar sobre o corpo emequillbrioo A questão de suficiência situa-se nas caracterfsticas dos vfnculos a possfvel movimento do corpo. B e C são três pontos quaisquer não situados sobre a mesma linha reta. o r01ete. Além do que. uma força tangencial não pode ser suportada. para qualquer corpo tal como mostrado na Fig.en!e "bitrária. deve passar por B. 4 da Figo 3. Vfnculo significa o impedimento do movimento. não somente deve passar por A. Por exemplo. mas deve também ser perpendicular à direção x. 3. Estas equações conterão informações redundantes e a solução de duas delas pode.". As equações de equillbrio desenvolvidas neste item são condições necessárias e suficientes para estabelecer o equillbrio de um corpo. se "iMA = O. deve ser uma força R que passa por A. Quando nem todas as equações de equillbrio são independentes. a esfera e o suporte oscilante fornecem vfnculos normais à superffcie de contato. está claro que R deve ser zero e portanto o corpo está em equilfbrio . no máximo. (a) A R\.-B. (c) Figo 306 (d) Uma terceira formulação das condições de equilíbrio pode ser feita. 3.6c. Para a bucha . se "iMB = O. se "iMB = O. escrevendo-se três equações de momentos em torno de três pontos que estão sobre a mesma linha reta. para um sistema de forças copIa· nares. contudo. Agora. fornecidas pelos seus suportes. as equações de equillbrio podem ser . Por conseguinte. Se agora a equaçOo ~ F x ~ O "mantém onde a direçOo x é perfei. uma opção para o conjunto das equações de equilfbrio é: onde os dois pontos A e B não se devem situar sobre uma linha perpendicular à direção x. em um problema geral em duas dimensões. se "i Me = O. A terceira equação verificará. se ela ainda existe. onde A. - tMA = o satisfeita -------.68 I ESTATlCA ( .. No Ex. onde B é qualquer ponto tal que a linha AB não seja perpendicular à direção x. a resultante. se ela existe. 3.1. (b) x "LMA = O satisfeita "LMR=O tMA = O}satisfeitas lÍ .6b. como mostrado na Fig. confonne a Fig. obtém-se informação redundante e a solução das equações dará O = O. Novamente. como mostrado. que a força resultante R. Portanto. Tal força não pode existir. meramente.6d. determinar duas das incógnitas. "gue.

Suportes que podem ser removidos sem destruir a posição de equillbrio do corpo são chamados de redundantes. fosse substituído por uma junta de linO. por esta breve discussão. não seriam sufIcientes para a determinação de todas as quatro incógnitas.2. o pino de articulação fixo fornece vínculo em ambas as direções. conjugados.ÚInero míniino de vínculos necessários para assegurar uma confIguração de equihbrio são chamados de estaticamente determinados e. visto que Ax e Bx não poderiam ser separadas. com o auxI1io somente das equações de equillbrio. 3. distâncias ou ângulos.EQUI ÜBR 10 I 69 nne ém nha io. o terceiro vínculo é posicionado de tal modo que a sua linha de ação passa pelo ponto A.ÚInero de equações de equilíbrio independentes disponíveis. e um terceiro vínculo impede qualquer rotação em torno de A. No Ex. Os problemas sobre equillbrio incluídos nesta seção e por toda a Estática estão geralmente restritos a corpos estaticamente determinados. O número de elementos de suportes redundantes presentes corresponde ao grau de indeterminação estática e se iguala ao número total de forças externas desconhecidas menos o . a saber: a força em A. A existência de três vínculos em um problema bidimensional. o ponto A do corpo rígido está fIxado por dois vínculos e não pode mover-se. deve-se estar atento para a questão da adequabilidade dos vínculos. como em A. onde os vínculos são perfeitamente sufIcientes para assegurar uma posição estável e onde as forças de suporte desconhecidas podem ser completamente determinadas pelas equações de equillbrio independentes disponíveis. Na parte a da figura. além do exigido. Por outro lado.2. nem sempre garante a existência uma configuraçito estável. As reações horizontais também seriam dependentes de qualquer eformação inicial.7 apresenta quatro tipos diferentes de vínculos. para o sistema de forças envolvido. na Fig. Na parte b da fIgura. É sempre bom contar o número de forças desconhecidas sobre um dado corpo e estar certo que um número igual de equações independentes podem ser escritas. 1. Um corpo. as três equações escalares do equilíbrio independentes não iriam fornecer informações sufIcientes para o cálculo das quatro incógnitas. 3. (d) Estabilidade excessiva. o suporte pode transmitir um conjugado para a viga através do pino. (c) Estabilidade incompleta. para suportar uma configuração de equilíbrio sem colapso. haveria um vínculo adicional. Conseqüentemente. para o fato de que ele deve estar atento sobre a natureza dos vínculos. referência à Fig.3. a duas componentes da força emB e o conjugado emB. se o pino B no Ex. a menos que o pino não esteja livre para girar. plaela eve o é ea gnieta. 5. elas ade de guia e o curso r do Ex. As três condições de equilíbrio escalar. Caso contrário. é chamado de estaticamente indeterminado. A Fig. 3. onde as forças dos outros dois vínculos concorrem. o vínculo somente é possível na direção normal à guia. mas não oferece resistência à rotação em torno do pino. considerada como um corpo único. ou combinação rígida de elementos. As . Ao discutir a relação entre vínculos e equillbrio. as equações de equillbrio são sufIcientes para determinar as orças externas desconhecidas. 6. corpos que são suportados pelo . para tais corpos. Vínculos parciais Vínculos parciais Vínculos redundantes Fig. pode-se desperdiçar esforço na tentativa de uma solução impossível. exigida para ajustar as dimensões da estrutura àquelas das fundaçÕes entre A e B. Um corpo será identillcado como estaticamente indeterminado quando existirem ais reações externas desconhecidas do que equações de equillbrio independentes disponíveis. conforme fossem influencidas por suas correspondentes propriedades de rigidez. 3 não for livre para girar. Eqs. O suporte fIxo do Ex. esta confIguração de ndissaA e o nto da mas cha A (o) Estabilidade completa. Estas duas componentes da 'orça seriam dependentes da deformação das barras da treliça. outra vez. que possua mais suportes externos ou vínculos do que os necessários para manter uma posição de equilíbrio. oferece vínculo à rotação. Assim o corpo está completamente fIxo com três vínculos adequados apropriados). o estudante está alertado neste ponto. Fazendo. Portanto. cógnitas podem ser forças. Vínculos suficientes (b) Estabilidade incompleta.2. contudo.7 . assim como vínculo ao movimento lateral. Portanto existiriam quatro reações de apoio incógnitas atuando sobre a viga. Contudo. 3. que suporta a treliça do Ex. Se o suporte oscilante. antes de tentar resolver um ifOblema de equillbrio. 7.

e mOstra as cmco forças que estão em equilíbrio. A configuração da parte c da figura fornece uma condição semelhante de fixação incompleta. atuam sobre os elementos de um nó de treliça. 3. Conclui-se.3 = O 0. quando os vínculos de um corpo em equilíbrio em duas dimensões são adequados (apropriados). Os vínculos desses dois exemplos são freqüentemente denominados impróprios. Para os eixos x-y mostrados. eo corpo é estaticamente indeterminado. à esquerda dos cálculos e servem como recordação da justificativa para cada etapa principal. O esboço apresentado constitui o diagrama de corpo livre do nó em questão. . antes de aplicar um princípio da Mecânica. a melhor escolha para centro de momentos é o ponto pelo qual passa o maior número possível de forças desconhecidas. A ligação 4 é. tem-se as condições de fixação completa. Como já foi citado. Solução. Quando se aplicam as equações do equilíbrio. a grande maioria dos problemas neste livro é estaticamente determinada com vínculos adequados.766T + 0. particularmente neste estágio inicial.Ccos 200 . Os problemas resolvidos no final do item. [~Fx = O] 8 + T cos 400 + C sen 200 - 16 = O 0. Do mesmo modo. desnecessário para manter" a posição fixa. com a ligação 4 atuando como um quarto vínculo. têm-se. Em geral.1 Determinar a intensidade das forças C e T que. parciais (impróprios) ou redundantes.940C = 3 (b) A solução simultânea das equações (a) e (b) dá T= 9.342C [1.643T . as recomendações localizadas no item 1. Problema Resolvido 3.09 kN C= 3. um passo muito útil é proceder a uma rápida escolha dos eixos de referência e do centro de momentos. juntamente com as outras três forças mostradas.7. estas declarações estão localizadas entre parênteses. para formar seus hábitos de abordagem à solução dos problemas de Engenharia. um vínculo redundante. Na solução de problemas é recomendável.Fy =8 (a) = O] T sen 400 .03 kN Resp. que pode ocorrer quando forem aplicadas forças externas sobre o corpo. assim. Nos problemas resolvidos. Como mostrado noS quatro exemplos da Fig. Solução I (álgebra escalar).8 são valiosas ao estudante. com vínculos parciais. então.0. Na parte d da figura. que este corpo está mal fixado. através da observação direta. nesta direção.~ÀTIC' vínculos não pode oferecer nenhuma resistência inicial à rotação em torno de A. é geralmente possível concluir. ilustram a aplicação do diagrama de corpo livre e das equações de equilíbrio em problemas típicos da Estática. preceder esta aplicação por uma declaração simbólica do princípio ou da equação regente envolvida. A necessidade freqüente de encontrar a solução simultânea das equações de equillbrio pode ser minimizada ou evitada por uma escolha cuidadosa dos eixos de referência e do centro dos momentos. porque os três vínculos paralelos não podem oferecer resistência inicial a pequenos movimentos verticais do corpo como resultado da aplicação de cargas externas sobre ele.

EQUI LfBRIO

I 71

ndo cuta, do em-

Solução II (álgebra escalar). Para evitar a solução de equações simultâneas, serão usados os eixos x"y', tomando o primeiro somatório na direção y', para eliminar T. Assim P;Fy'

Notas:

CD

= O]
- C cos 20° - 3 cos 40° - 8 sen 40° + 16 sen 40° C= 3,03 kN

=

O

ção . A
[!:Fx'

Resp.

= O] =O
Resp.

A escolha dos eixos de referência, para facilitar os cálculos, é sempre uma consideração importante. Poderíamos ter tomado, neste exemplo, um outro conjunto de eixos, coincidente e perpendicular à direção de C, e empregarmos um somatório de forças normais a C, para eliminá-Ia.

ção s), ati-

T + 8 cos 40° - 16 cos 40° - 3 sen 40° - 3,03 sen 20°

T= 9,09 kN

quaasso al, a scoser

Solução ]]] (álgebra vetorial). Com os vetores unitários i e j, nas direções x e y, o somatório de forças nulo para o equilíbrio dá a equação vetorial [!:F

= O]

8i + (T cos 40")i + (T sen 400)j - 3j +

+ (C sen

200)i - (C cos 200)j - 16i

=O

Igualando a zero os coeficientes de i e de j tem-se 8 + T cos 40° + C sen 20° - 16 T sen 40° - 3 - C cos 20° que, naturalmente; das acima.

esta solção são ção

=O =O

são as mesmas equações que (a) e (b), resolvi-

Solução ]V (geométrica). Apresenta-se o polígono que representa a soma vetorial nula das cinco forças. Imediatamente vê-se que as equações (a) e (b) dão as projeções dos vetores nas direções x e y. Semelhantemente, as projeções sobre as direções x' e y' dão as equações alternativas da solução 11. Uma solução gráfica é facilmente obtida. Os vetores conhecidos são dispostos em seqüência, usando uma escala conveniente, e as direções de T e de C são traçadas para fechar o polígono. A interseção resultante no ponto P completa a solução, permitindo medir as intensidades de T e de C diretamente do desenho, qualquer que seja o grau de precisão usado na construção do polígono.

§...!íl::!.

~ Os vetares conhecidos podem ser somados em qualquer ordem desejada, mas sempre devem ser somados antes dos vetores desconhecidos.

Problema Resolvido

3.2

Determinar a tração T no cabo de suporte e a força sobre o pino em A, para a lança do guindaste, mostrada. A viga AB é um perfil I, padronizado, com 0,5 m de altura e 95 kg por metro de comprimento.

Solução algébrica. ~ evidente que o sistema é simétrico em relação ao plano vertical x-y, como se observa na vista lateral. Assim, o problema pode ser analisado como o equilíbrio de um

\

I

ESTATlCA

sistema de forças coplanares. O diagrama de corpo livre da viga é mostrado na figura, com a reação do pino em A decomposta nas duas· componentes retangulares. O peso da viga é 95 00-3) (5) 9,81 = 4,66 kN e atua em seu centro. Note-se que existem três incógnitas, Ax, Ay e T que podem ser achadas com as :três equações de equilíbrio. Começa-se com a equação dos momentos em torno de A, que elimina duas das três incógnitas. Na aplicação da equação dos momentos, em torno de A, é mais simples considerar os momentos das componentes retangulares x e y de T, do que calcular o braço de alavanca de T em relação a A. Portanto, tomando o sentido anti-horário como positivo: (T cos 25°) 0,25 + (T sen 25°) (5 - 0,12) - 10 (5 - 1,5 - 0,12) - 4,66 (2,5 - 0,12) Calculando, vem:

OB

T= 19,61 kN

Resp.

Igualando a zero as somas das forças nas direções x e y, vem: [EFx [EFy

4,66 kN

~

= O]
= O]

Ax - 19,61 cos 25°

= 0,

Ax

= 17,77
= 0,

lOkN

kN Notas:

Diagrama de corpo livre

Ay + 19,61 sen 25° - 4,66 - 10

Ay = 6,37 kN,
[A = .J~A-x-'-+-A-y-'J,
3

A =

y'(i
kN.

7,77fJ + (6,37)', Resp.

CV

A

= 18,88

A justificativa para este passo é, naturalmente, o teorema de Varignon ou teorema dos momentos, explicado no item 2.4. Esteja preparado para tirar, freqüentemente, toda a vantagem deste princípio.

Solução gráfica. Aplica-se o princípio de que três forças em equilíbriO devem ser concorrentes para uma solução gráfica, combinando-se as duas forças verticais conhecidas de 4,66 kN e 10 kN, em urna força única de 14,66 kN, aplicada, corno se vê, sobre o diagrama de corpo livre da viga, modificado, na parte b da fJgUra A. A posição desta carga resultante pode ser determinada gráfica ou algebricamente. A interseção da força de 14,66 kN com a linha de ação da força de tração T, desconhecida, define o ponto de concorrência 0, pelo qual deve passar a reação do pino A. As intensidades desconhecidas das forças T e A podem agora ser determinadas, traçando-se o polígono feohado de equilíbrio das forças. Após a carga"vertical conhecida ser repre6entada em escala sonveniente, corno é mostrado na parte inferior da figura, desenha-se urna linha que representa a direção dada da tração T e que passa pela extremidade do vetor de 14,7 kN: Do mesmo modo desenha-se uma linha que representa a direção da reação A do pino, determinada da concorrência estabelecida com o diagrama de corpo livre e que passa pela parte traseira do vetor de 14,7 kN. A interseção das linhas que representam os vetores T e A estabelece as intensidades de T e A, necessárias para igualar a sorna vetorial das forças a zero. Essas intensidades podem se! medidas diretamente do diagrama. As componentes x e y de A podem ser representadas no polígono de força, se isso for conveniente.

CV

O cálculo de momentos em problemas bidimensionais é, geralmente, tratado de maneira mais fácil, pela álgebra escalar do que pelo produto vetorial r A F. Em três dimensões ocorre o oposto, corno será visto.

®

A direção da força em A poderia ser calculada facilmente, se desejado. Porém, no projeto do pino A, ou na verificação da sua resistênCia, a intensidade da força é que interessa.

--~~~~f"-...
[
.

-...o~
I

Ax A 1--1A y

_--

i

4,66 kN

EQUIu"BRIO

/ 73

OBLEMASPROPOSTOS o
cilindro tem massa homogênea de 40 kg e repousa sobre superfícies lisas A e B, inclinadas de 30° e 60° da horizontal, respectivamente. Determinar as forças de contato em A e B. Resp. A=340N;B=196N 3.7 Se o parafuso B do grampo de madeira for apertado de modo que os dois blocos fiquem submetidos a uma compressão de 500 N, determinar a força no parafuso A. (Nota. A força no parafuso pode ser tomada na direção do parafuso.)

Probl. 3.4 Determinar a intensidadeP da força horizontal que o jardineiro deve exercer sobre a alavanca leve de um rolo para gramado de 100 kg, a fun de mantê-Io parado em um plano com 10° de inclinação. Encontre, também, a força exercida pelo solo sobre o rolo. O centro de gravidade do rolo está no centro
O.

150 mm

Probl. 3.7

3.8

Uma balança de mola indica uma tração T no cabo mais à direita de um sistema de cabos e polias, que está suportando um corpo de massa m. Expresse m em termos de T. Desprezar as massas das polias . . Resp. m = 8T/g

Probl.3.5

l.6

O suporte deslizante mostrado é empregado para facilitar a mudança de posição de um gancho de içamento, quando estiver sem carga. Quando carregado, as saliências A e B se travam nos flanges de uma viga caixão, e o gancho se projeta para fora através de um rasgo horizontal na viga. Calcular as forças em A e em B quando o gancho está suportando uma massa de 300 kg. Resp. A = 4,91 kN; B= 1,96 kN

Probl. 3.8

3.9

A viga de 4,5 m de comprimento e de massa uniforme igual a 200 kg está carregada, no plano vertical, pelas forças paralelas mostradas. Calcular as reações nos. apoios A e B. A
6kN 2kN

.

~

~

~
~

LL ~
I

O,5m

1,5m +lm

Jl4kNJ 1m 0,5m

Probl. 3.6

Probl.3.9

74 I ESTÁTICA

3.10

Calcular a forçaP que o homem deve exercer sobre o cabo, a fim de suspender o caixote de 200 kg, na posição incliriada mostrada. Escolha os eixos de referência de modo a encontrar P usando uma única equação, sem envolver a tração na parte superior do cabo. Resp. P

6

=

871 N

Probl. 3.13

Probl. 3.10
1,5m~

3.11

Encontrar graficamente a força P e a tração T da parte superior do cabo do Probl. 3.10. Calcular as intensidades T, e T2 das trações nos dois cabos que suportam o caixote de 100 kg. Resp. T, = 1 067 N; T2 = 1 730 N

3.12

A
010

~O,75J m

Probl.3.14

2000 N

?
3.15 A resistência à flexão do suporte é testada com uma carga de 2 kN. Calcular a força sobre o rolete emA e a força total suportada pelo pino em O. Probl. 3.12

3.13

Determinar a força P que o operário, cuja massa é de 80 kg, deve exercer sobre o cabo, a fim de suportar a si próprio, no assento ligado no mecanismo, como é mostrado na figura. Que força R o homem exerGe sobre o assento? Resp. P= 157 N; R = 628N Para testar a deflexão de uma viga uniforme de 100 kg, o menino de 50 kg exerce uma força de 150 N no cabo, montado como mostrado. Calcular a força suportada pelo pino da articulação O. Resp. FO = 3,93 kN

3.14

Probl. 3.15

EQUIÜBRIO / 75

A estrutura em T de massa 200 kg, tem o centro de massa em G. Calcular a força total suportada pelo pino em O, após a aplicação da força de 3 kN no cabo. Resp. O = 2,36 N

~

3kN

2,5m

't1..-.
Prob1.3.16 3.20 Calcular o valor do conjugado M, necessário para empurrar a roda de 40 kg para cima do plano inclinado. Determinar também a força de contato R em A. A superfície do plano inclinado é suficientemente rugosa para evitar escorregamento. Resp. M= 47,1 N·m; R = 393 N

Um avião a jato, com massa de 8 Mg, está voando horizontalmente à velocidade constante de 1 000 km/h, sob um empuxo dado pelas turbinas de 16 kN. Se o piloto aumenta a taxa de combustível para forneçer um empuxo de 20 kN e levanta o nariz do avião de modo a subir, mantendo o ar na velocidade constante de 1 000 km/h, determinar o ângulo () formado pela nova trajetória de vôo com a horizontal. Notar que a resistência do ar na trajetória de vôo, em uma altitude qualquer, é função somente da velocidade do ar . Resp. () = 2,920
8 Se o peso do pau de carga for desprezível, comparado com a carga P, encontrar a força F sobre a rótula, em A, e mostrar que F é constante para todos os valores de (). Determinar o valor limite de T, quando () se aproxima de 900•

Probl. 3.20

3.21

com o1ete

Substituir o conjugado M, do Probl. 3.20, pela força horizontal P e calcular seu valor, necessário para empurrar a roda de 40 kg para cima do plano inclinado. Determinar também a força de contato R, emA. Não ocorre deslizamento. Resp. R = 406 N

Probl. 3.18

Probl. 3.21

9

A peça articulada é usada para ativar um dispositivo de trinco, para ligar um grande reboque ao seI.: vagão. Se uma tração T = 400 N for necessária na barra de controle horizontal para desengatar o pistão, contra o qual a peça atua em C, estimar por meio de uma solução vetorial, a mão livre, a força que o pino suporta em A.

3.22

O tambor de óleo com massa de 300 kg, quando cheio, tem centro de massa em G. Calcular a força vertical P, necessária para manter o equilíbrio do tambor e do carrinho na posição mostrada. Pode-se desprezar o peso do carrinho quando comparado com o do tambor.

p p
375mm

Probl. 3.25 3.26
450

..• ,. 2~·'i
Probl.3.22 3.23

Dimensões em milímetros

A viga em balanço, com massa uniforme de 50 kg por metro de comprimento, suporta o conjugado e as três forças mostradas. Isolar a viga à direita da seção A e calcular o momento (conjugado) M e a força vertical V, exercida pela parede nesta seção. Resp. V = 3,44 kN para cima M = 8,33 kN' m anti-horário

Um tambor de 600 mm de raio, com centro de massa G no seu centro geométrico, tem uma maSSE total de 1 600 kg e repousa sobre um carrinho constituído por dois roletes longos de 240 mm de diâmetro. Os roletes se apóiam sobre uma superfície horizontal lisa e são impedidos de se separarem por meio de vínculos horizontais, um em cada extremidade do rolete, como mostrado. Calcular a tração T em cada vínculo e a reação R entre o tam· bor e cada rolete. Resp. T= 3,79 kN; R = 10,91 kN

1 kN 2m

!

1,5 kN

3m

---±-

4m

b~
~2kN'm

240 mm

A Probl. 3.23 3.27

Probl. 3.26 A treliça rígida está submetida às quatro cargas mostradas e é suportada pela articulação em A e pela ligação BC. Desprezar o peso da treliça e calcular a intensidade da força suportada pelo pino em A. Porque, com o carregamento dado, a direção da força em A é paralela a BC?

3.24

A vara de 15 metros, com massa uniforme de 150 kg, é suportada por suas extremidades lisas, contra as paredes verticais, e pela tração T no cabo vertical. Calcular as reações em A e B.

Probl.3.24 3.28 3.25 A chave de pinos é usada para girar eixos e anéis. Se um momento de 80 N • m for necessário para girar o eixo de 200 mm de diâmetro em torno de seu centro O, sob a ação da força aplicada?, determinar a força de contato R sobre a superfície lisa em A. O encaixe do pino em B pode ser considerado como ocorrendo na periferia do colar. Resp. R = 1 047 N A fita magnética, sob uma tração de 10,0 N em D, passa em torno das polias-guia e através do cabeçote de eliminação da informação registrada em C, com velocidade constante. Como conseqüência de um pequeno atrito nos mancais das polias, a fita em E está sob uma tração de 11,0 N. Calcule a tração T na mola de suporte em B. A .chapa é horizontal e o mancal A, de rolamento de agulha, é de precisão. Resp. T. = 10,6 N

I

na cerda. per inspeçãe.3.32 cenjugade aplicade ne Prabl. cam reletes nas extremidades e massa uniferme de 5 O kg.30 mD.3. a ferça de atrite cem e sele impede a gire da rada. 3. Usande semente uma equaçãa de equilíbrie. A = 747 N rgas A e calpino eção o 3. Resp. As chapas pedem ser submetidas a várias .33 As estruturas mestradas sãa estaticamente indeterminadas.>I. determinar a cempanente herizental 0x da reaçãa exercida sebre a reda.EQUIÜBRIO / 77 A"· Prebl. pela mancal fixe em O. as ferças A e B. Determinar a traçãe T.29 é substituíde pela ferça herizental de 300 N mestrada. -- 300N Prebl. 3. Obter. escrevende somente uma equaçãe de equilÍbrie. que teme a estrutura estaticamente determinada. Resp. Pre!. uma madificaçãe nas apaias. 3. Analise a chave e a reda ceme se fessem um carpe únice. entãe. tadas limitadas ae plane de representaçãe. Calcular a intensidade da ferça supertada pele pine em A. permanece em equil1brie na pesiçãe mestrada. 3.33 3.32 Calcular a intensidade da farça supartada pele pine em A. ne mÍnime.34 A figura mestra uma série de chapas retangulares e seus vínculas. Descreva.31 de assa nho m de erfírem cada ar a amkN Prebl. per meie da cerda herizental CD.28 3.6 N I A barra. a de fita trazené de . abem C. para cada casa. que sustenta e superte leve. Quanda se aplica a ferça de 300 N na chave de reda vista na figura. 0x = 510 N Prebl. 3.29 Prebl. seb a açãe de um cenjugada de 30 Nom aplicade ae superte leve.

T = 295 N. com vínculos insuficientes. A relação entre a sustentação e o a"asta· mento. Calcular a tração T no fio e as reações contra os roletes em A e.em B. 3. está equi· pado com quatro sapatas. O empuxo é fornecido pelz hélice. (C) Estabilidade completa. tem massa de 25 Mg e está sendo içada vagarosamente para a posição vertical. Em teste estático de míssil.34 3. O barco tem massa total m e centro de gravidade em G.36 HD ~ 8 4 5 3.38 Probl. pela tração P no cabo de içamento. Identificar as chapas que se relacionam com cada uma das seguintes categorias. A"astamento é a força horizontal que a água opõe ao movimento. Sustentação é a força vertical que cada sapata suporta.6 N. como se vê na figura.37 3.~/ ~ Probl. 3. é n.37 · . para cada sapata. enquanto sapata B fica solta.s. mqstrada em vista lateral. . (A) Estabilidade completa com o número mínimo de vínculos suficientes. Resp. Resp.empuxo de 20 kN. calcular a tração T na ancoragem do cabo horizontal.. no trilho-guia. (D) Estabilidade parcial. Sabendo-se que o míssil tem massa de 1 500 kg e centro de gravidade G e .3. A = 73.35 As sapatas de suporte que mantêm o míssil preso plataforma de lançamentos deslizam em ranh T. escrever z expressão para o arrastamento D sobre cada uma das duas sapatas dianteiras. !J tio 2 Probl. 3. com vínculo redundante. Para um dado empuxo T da hélice.. (B) Estabilidade parcial. duas de cada lado. 3. ainda em fase experimental. Para a posição onde = 600.35 1----1 ~ Um barco. com vínculos redundantes.78 I ESTÁTICA cargas conhecidas aplicadas no plano da chapa. usando somente uma equação de equilíbrio.36 A laje uniforme de concreto. com roletes nas extremidades e massa uniforme de 30 kg. é suportada pelas superfícies vertical e horizontal e pelo fio AC. B = 196. calcular a força que atua pino que liga o míssil à sapata B.2 N d r Probl. sapata A é firmemente presa à ranhura. D = 4n 1 ( mg + T -bd+h) A barra.

Indicar. pela superfície horizontal. excluindo a carroceria.44 mm mm Probl. para a posição em que o eixo AB do cilindro é perpendicular ao eixo longitudinal do reboque e míssil. Resp.41 equicom entro pela rasta· força é <- Probl. 3.3. também. com centro de massa em G. 3. Para um dado valor de 8. em cada haste dos cilindros. 3. aplicado em A. Resp. no sistema de transporte de míssil descrito no Probl. a roda se ap6ia contra o rolete em B. Calcular o torque M necessário para fazer.43 reso<hurG! ssil. determinar o ângulo {3. Para a posição mostrada.41 A roda de 300 mm de raio com massa de 60 kg e centro de massa em G.20 Mg.40 . aplicado à carroceria através do eixo em O. repousa sobre uma superfície horizontal rugosa. FC = 343 N Probl. Calcular. 3. dois valores adicionais de {3 para posições estáveis.EQUI L(BR 10 I 79 3. e o centro de massa está em G 2 • Probl. na posição de levantamento. A unidade é levada para a posição por dois cilindros hidráulicos.39 Um reboque especialmente constru{do é usado para transportar e erguer um míssil até a sua posição vertical de lançamento. O corpo do reboque e o míssil têm massa combinada de 6. calcular a intensidade da força suportada pelo pino em C e a pressão de óleo p que atua contra o pistão com diâmetro de 80 mm. a intensidade F da força total suportada pela articulação em O. ver a uma h) - O caminhão basculante é usado para levantar uma seção cortada de um tronco de uma grande árvore.42.38 9 A barra e os roletes das suas extremidades têm o centro de massa em G. A seção do tronco tem massa de 600 kg e a do corpo da carroceria é de 300 kg. Calcular a intensidade da força total exercida sobre a roda em C. Sob ação do conjugado M = 50 N • m. c. o levantamento. que a impede de rolar para a frente. Sugere-se uma solução gráfica. 3. Calcular a força compressiva F C. Resp. um de cada lado do reboque. conforme mostrado. 3. F ~ 26 kN O guindaste móvel de uma oficina de automóveis' está levantando um motor de 100 kg. ua n: <<- Determinar. do cilindro hidráulico AB. {3 = arc tg (+ tg 8) 3. ento. e estão dispostas sobre superfícies inclinadas. no qual a barra estará em equilÍbrio instável.42 Probl. também. ás forças correspondentes nos pares de rodas traseiro e dianteiro do caminhão.42 3. A massa do cavalo mecânico é de 3 100 kg. nto tem e ur:. O centro de massa G •• está localizado diretamente sobre as rodas traseiras.

3. 3. Calcular a tração T no cabo preso a B e a intensidade da força suportada pela articulação em O. 3.4 7 3.46 Probl. comparados com m.46 O tambor com massa uniforme de 400 kg está montado sobre uma linha de roletes em A e outra em B. tangente ao tambor.2 kN A Probl. com a massa m mantendo a tração especificada T na correia para a posição mostrada.da terrestre. Determinar a força F no cilindro hidráulico AB do guindaste. no momento em que ele posiciona a cápsula na superfície da Lua. 0= 99. A massa da lança OA é 2 Mg e o centro de massa está no meio da sua altura. com excessão de um em B. Um homem de 80 kg move-se vagarosamente Probl. Resp. para as condições de equilíbrio.48 Um guindaste está içando um trator de 4. T= 61. F = 2 340 N Probl. Lembrar que a atração gravitacional da Lua é +. quando fabricado. na posição mostrada. em Los Angeles.45 I 3. 3. R = . que deve vencer um apreciável atrito no mancal. Calcular a força de atrito F.5 kN. e seu centro de gravidade está na metade do comprimento. Encontrar também a força R suportada pelo pino. Todos os roletes estão perfeitamente livres para girar.44 Determinar a dimensão !. na posição de 600• Desprezar a largura da lança. e também encontrar a intensidade R da força exercida sobre o tambor por todos os roletes de A. A lança oe do guindaste lunar tem 48 kg.ESTÁTICA a uma distância de 700 mm da linha de centro vertical.48 . antes do tambor começar a girar. para estas condições.J3T2+ (mg)2 Probl. Resp.47 A cápsula lunar. 3. tem massa de 240 kg. quando sai da fábrica.3.20 Mg. Resp. em O. de alumínio. exercida por aquele rolete. Desprezar os pesos do braço e da polia central.

para impedir que o conjunto gire. Resp. 3. Quando = O. . Calcular a força suportada pela articulação de pino O quando a carga de 3 kN for aplicada. Um dos roletes em E é uma engrenagem que encaixa em um anel dentado do sétor.34 kN Probl. apre<= trito :olete. nça OC cado. Resp.50 A estrutura triângular com polias tem massa total de 200 kg e centro de massa em G.8° C< C< ~ (J O. compaudo com a carga de 12 Mg que ela suporta.EQUILfSRIO / 81 odos tro ar. A força P aplicada ao cabo de levantamento é lentamente aumentada. TE = 2449 N 240 kg. quando se aplica a força de 10 kN no cabo. Calcular a força na barra horizontal.ície 6.. ~ comp::ráuli mome:. e a força suportada pela articulação de pino. Calcular a intensidade da força suportada pelo pino em O.'o sa estÉ o cabe a pelE líbrio.2m Probl. para içar o anel C. quando a viga deixa os seus suportes. Ao usar a equação do momento. Quando 30°. consiste de um setor. é necessário um torque de 4 680 N •m sentido horário para evitar a rotação. 3. a Lua ~ 340 ~Probl. 9. (Suges- Uma estrutura especial para girar grandes seções de tubos de concreto (mostrada em tracejado). 3.53 . piL. O = 13. e a forçaP é igual ao peso da viga.49 A peça OEC e a roldana C têm juntas SOOkg e o centro de gravidade em G. Resp. TA = 816 N.52 tão. em A .51 Probl.3.53 Mg. Localizar o centro de massa G da estrutura especial. os dois cabos AC e EC de 4 m e a viga. de massa 80 Mg.3 kN A viga tem comprimento de 6 m e massa uniforme de 300 kg.2 kl\ Probl. == 79. Calcular a tração nos cabos A e E. ~ exerc:A.52 3. O anelA fornece suporte somente na direção horizontal. Resp. r == 367 mm. tire vantagem da substituição de uma força por uma força e um conjugado) . em E. uma em A e outra em E. 0= 34.- o peso da treliça rígida AECDE é pequeno. deve ser aplicado um torque anti-horário de 2 460 N • m à engrenagem em E. montado sobre duas linhas de roletes. e serve para girar o setor em torno do seu eixo geométriCO O. ça.3. calculando r e (J. 3.

Em três dimensões. o diagrama de corpo livre tem a mesma fmalidade essencial que em duas dimensões e deve ser sempre traçado.3 são condições independentes. estendidos ao :J'brio em três dimensões. e k forem todos nulos.-=: equações vetoriais do equillbrio e suas componentes escalares podem ser escritas como cie lisa ou . mas as quatro equações do equilíbrio restantes estariam satisfeitas para os eixos do cen tro de massa. A única restrição é que deve ser usado um sistema coordenado destro. ponto conveniente O. As condições gerais para o equilíbrio de um corpo foram estabelecidas nas ~~ (3. que devem ser incluídos nas equações de equihbrio. Estas seis equações são condições necessárias e suficientes para que exista o equillbrio completo. Os eixos de referência podem ser escolhidos arbitraria· mente. (3. Para a primeira equação.3) .1). quando igualados a zero. Ambas as representações serão ilustradas nos problemas resolvidos no fmal deste item. item 3. Portanto. que é não existir momento resultante agindo sobre o corpo em torno de lualquer dos eixos coordenados ou de eixos paralelos á eles. agora.F I =O ou II I '2. "LF = O.1.sem a outra. onde a soma de momentos pode ser tomada em relação a qualque. com notação vetorial. mas as equações restantes do equilíbrio de forças são satisfeitas pois todas as outras acelerações são nulas. r sendo o vetar posição de O para qualquer ponto sobre a linha de ação da força F.: 1 ~M:: O '2. Estes três coefioientes. representa-se o momento de cada força com o produto vetorial r X F. para um carro acelerando em uma estrada reta e nivelada. 3. "LM = "Lr X F = O. ou traçar as projeções ortogonais do diagrama de corp livre. porque qualquer uma delas é válida . quando igualados a zero. produzem exatamente as três equações escalares dos momentos. a soma vetorial será nula se os coeficientes de i. Estas . Por exemplo. "LMy = O e "LMz = O. "LFx = O. j e k. Assim. "LFx 1= O. Pode-se escolher entre desenhar uma vista em perspectiva do corp isolado com todas as forças externas representadas. em torno do eixo x. . Os coeficientes de i. se a roda de inércia do motor do carro acelerando estiver girando com velocidade angular crescente.ESTÁTICA -O~RIO CONDIÇOES EM TR~S DIMENSÕES DE EQUlLmRIO si< . darão precisamente as três equações escalares do equihbrio.3) incluem os efeitos de todas as forças que atuam sobre o corpo em consideração. no item anterior. inicialmente representa-se cada força em termos dos vetores unitários coordenados i. Do mesmo modo.M =O ou f:':~ I {\s três primeiras equações escalares estabelecem que não existem forças resultantes atuando sobre um '!po em equihbrio. I ~embro em Cl (3. Aprendeu-se. Os somatórios nas Eqs.Mz =O O ~ /2. "LMx = O. 3. especificando que a força e o conjugado resultantes sobre o corpo sejam nulos. na equação resultante. Então tem-se "LMx 1= O junta· mente com "LFx 1= O.:or Os princípios e métodos desenvolvidos para o equilíbrio em duas dimensões serão.3. Para aplicar a forma vetorial das Eqs. O segundo grupo de três equações expressa o outro requisito do equillbrio. Para a segunda equação. não haverá equillbrio rotacional em torno deste eixo. As seis relações escalares das Eqs. a segunda lei de Newton diz que a força resultante sobre o carro é igual à sua massa ve~es a aceleração. que o diagrama de corpo livre é o único método confiável para identificar todas as forças e momentos. conforme a conveniência. j j (a) Diagrama do Corpo Livre. LFy = O e "LFz = O. e k. "LM = O. em qualquer das três direções coordenadas.

e um ressa o de ias e aria· com Existe a possibilidade de uma força F.. União-rótula. Estas características foram . untaos d x/ .. x/ .. % 'Y O manca! de escora é capaz de suportar a força axial Ry IZ s que re é o es de m duas corpo corpo y .. para problemas bidimensionais... 3......•.. Rx também... "'" cbM I IZ ~y C"o. Conexão fixa (soldada ou engastada). ~R R". e as forças e Ry..8 tRz C!)M I Y suportar Mx e Mz· os conjugados .3. com todas as três componentes.•. I Estas Ação sobre o corpo a ser isolado A força deve ser normal à superfície e dirigida contra o membro. y // x Fig.. Membro em contato com superfície rugosa..1. ..•......EQUILt"BRIO I 83 A representação correta das forças.. '-... ~ma união-rótula livre para Além das três componentes % etares entes 5. I I.// /.3) .8 serão usadas na análise tridimensional. radiais poderá. requer o conhecimento das características das superfícies de contato. no diagrama de corpo livre. exer- 4. . . 3. s três R ~IZ M%~ . Iz IZ clda pela guia sobre a roda além da força normal N. ••.••••.. tangente à superfície (força de atrito).. 3. y x/ ..•./'~ % lquer veto entes alares Ry R % M M. eixos x ez... As representações das Figs. ...•• % . 3... uma conexão fixa . ao nas AÇÂO MECÂNICA DAS FORÇAS NA ANÁLISE TRIDlMENSIONAL . ' válida wton mas as esmo ente....•. y x/ . 6../ R". "'Z .. y 3.. da força... poce suportar uma Ry . representado por suas pode suportar um conjugado três componentes. Suporte de roda ou rolete com restrição lateraL . A menos que o mancal seja livre para girar em torno dos :-.•..apontadas na Fig. Apoio tipo mancal de escora./ 2..1 e 3. '-y x/~z .// ~I N' P . atuar sobre o membro. R I 'Y força R. y P~e existir a força P.. onde são mostradas situações mais comuns de transmissão de força. Membro em contato com superfície lisa ou membro suportado por esfera..8. . 1 g~ar em torno do centro da rotula.. do mesmo modo que a força normal N.•. e estão expandidas para sistemas tridimensionais na Fig..// ~ . Tipo de contato e origem das forças 1. M "'-.

o 9~Ui11'briO de forças concorrentes com uma linha exige todas as equações.' :l::Fx = O :l::Mz=O :l::Fz =0 (:: til --l:::/ .-'.3.••. (3.-tt:::: 1'1 (e) IY CATEGORIAS IY= ".io~ncorrentes em um ponto O exige as três equações de forças mas nenhu· ma equação de mo~éntos..3) cai em quatro categorias que podem ser facilmente identificadas com auxIllo da Fig.84 I ESTÁTICA (b) Categorias de Equilíbrio.. A aplicação das Eqs.~ I :l::My=O :l::Fy=O _. exceto a equação do momento em torno desta linha. F . "- I F2/ 'I 4. Caso 3. :'z I 1-- I Fl""". Geral :l::Fy =0 :l::Fz =O Fig. o e~ui1IbriO de forças paralelas exige uma única equação de forças na direção das forças (dire· ção x). x I EQUILIBRIO :l::Fx= O IY :l::Fz =0I Livre ~ ..•.9. .••.9 L 'c Caso 1.•. Caso 2. porém exi~e duas equações de momentos em torno dos eixos (x e z) que são normais à direção das forças./F2 . o equi1íb. zero..111~~ :l::Fy=O Fa 'z --. x TRÊS DIMENSÕES Diagrama de Corpo :l::Fx O Equações Independentes /."a :l::Mz=O DE EM . tendo em vista que seus momentos em torno de qualquer eixo que passe por O é..•. " I I ~ . automaticamente.. 'z Fa . 3.••.' Sistema de Forças .••. que está automaticamente satisfeita. .•.'.

o equilíbrio de um sistema geral de forças exige as três equações de forças e as três equações de entos. as informações eridas para calcular as forças incógnitas que atuam em uma situação de equilíbrio tridimensional. 3. Vínculos suficientes (b) Estabilidade incompleta. 3. não provêm. com a tal sétima ligação montada. com raras exceções. Neste livro. contudo. então. já equadamente localizados para completa fixação.lOd. Vínculos parciais (c) Estabilidade incompleta. Aqui o corpo está fixado de do incompleto e parcialmente restringido. .3. como foi o caso em duas dimensões. Vínculos parciais Vínculo redundante Fig. (d) Estabilidade excessiva. Na Fig. porém. de modo que o corpo está completamente fixado e os víncusão ditos adequados. seria. porém está fora do escopo deste livro.EQUIÜBRIO / 85 m se:- Caso 4.10. embora sejam condinecessárias e suficientes para estabelecerem o equilíbrio. respectivamente. os vínculos de apoio dos corpos rígidos em equilíbrio serão sempre adequados e estaticamente terminados.10 nenhuor O é.p-ara--alertar o leitor sobre o problema. As seis relações escalares das Eqs. tal como é mostrado na Fig.1 (X>. (a) Estabilidade completa. vê-se que não erecem resistência a um momento que pode ser aplicado em torno do eixo AE.cia contra uma força desbalanceada na direção y e.sticas dos vínculos providos pelos suportes.ez. portànto. Outra . tem-se outro caso de corpo fixado de modo completo e parcialmente restringido. As ligações 4. estaticamente indeterminado. Existe um critério analítico para determinar a adequação dos 'cu1os. na Fig. seriam fornecidas mais restrições do que as necessárias para manter a posição de equilíbrio e a sétima ligação seria redundante . a questão da adequabilidade das informações depende das caracteí.~ A está comp~tamente fixado pelas ligações 1. 5 e 6 impedem a rotação em torno eixos das ligações 1.3). citam-se quatro exemplos de condição vínculos.2 e 3.2 e 3. corpo. (3. 3. Na parte (a) da figura é mostrado um corpo rígido cujo . A parte (b) da figura mostra o mesmo número de vínculos. Se fosse imposta uma sétima ligação ao sistema de seis vínculos. Semelhantemente. os vínculos não provêm resis. necessariamente. uação (direão dai (c) Vínculos e Determinação Estática.

5 -1962 I= O (-3By + 5 886)i + (3Bx -1 962)j + (-2By + 6Bx)k= O Poderíamos. ~ paredes e lisas. Bx=654N As forças em A pode~r ~ facilmente determinadas por Resp. Os eixos foram selecionados como está na figura. By kll' ~.uniforde 200 kg e é suportado por uma união do tipo rótula em A.J 2' + 6' + h2. de modo que é preferível mostrar as forças no seu sentido físico correto.. p:F=O] . ?malmente.Skm e rAB=-2i-6j+3km ::cde o centro de massa G está localizado a meio caminho entre A e B.---. tem massa. 'Sfu normais à superfície das paredes. e· resolvendo. por se tratar de eixo uniforme. concorrentes em uma linha. naturalmente.p<>nentes estão mostradas com os seus sentidos físicos =tos. necessita somente de duas equações de momentos. exerci- [ [ :::XC. A=.JAx2 +Ay' =.2By + 6Bx = = O. (Caso 2 das categorias de equiUbrio) . A extremidade em esfera B repousa contra as [ [ ~~~. Este resultado poderia ser previsto.3j + 1.riso horizontal. O diagrama de corpo livre descreve a situação física.=. h= 3 m. y e z. :. após o cálculo. resultando.3 m t = o eixo de aço. Os vetores posição necessários para ~ os momentos em torno de A são rAG=-li-3j+l.81) = 1 962 N. meramente verifica os resultados das duas primeiras equações.5k) X X (-1962k) = Notas: O <D j -~ -~ 3 O + -~ O -3 O I· Bx . tomar todas as componentes desconhecidas das forças no sentido matemático positivo. Usaremos A como centro dos momentos. pelo como piso sobre mostrado. sempre que possível. . agindo sobre a extremidade B. . Solução. Primeiro traça-se o diagrama de corpo livre do onde as forças de contato. Além do peso P = mg = = 200 (9. as extremidades Calcule as do forças eixo.)k= O Ay = 1 962 N Az = 1 962 N +AZ2 Resp. por convecia. A equação vetorial de momentos dá rAB X (Bx + By) + rAG X P= O (-2i . que Ax e Ay dariam negativos.6j + 3k) X (iBx + jBy) + (-i .J (654)2 + (1 962)2 + (1 962)2 = 2851 N . (654 -Ax)l Ax = 654 N t I 962 -Ay)j + (-1 962 +A. então.a:a eliminar as forças em A.ESTÁTICA blema Resolvido 3. com 7 m de comprimento. do fato que um sistema de forças em equilíbrio. j e k a zero. a força exercida pelo piso sobre a -o-rótula é representada por suas componentes x. A posição vertical de B é encontrada de . =-se Igualando os coeficientes de i. [ = Solução vetorial. (i) Note que a terceira equação. que são evidentes das condições necessárias para manA no lugar.verticais . Estas .

deve revisá-Ias e praticar.4 -70.3 N (i) Se o estudante não estiver familiarizado com as três vistas padrões da projeção ortográfica.4 Uma força de 200 N é aplicada ao cabo da manivela do guincho na direção mostrada. meramente dá 6Bx .81 m) . poder-se-ia ter obtido primeiroAz de '2:.7 N passa entre~ e B. [l:Fx [l:Fy ['2:. alavanca e tambor. o problema deve ser analisado como um sistema geral de forças no espaço. podemos escrever [l:MAx [l:MA y ® Observe que a soma de momentos em tomo de um eixo que passa por A e paralelo ao eixo z.7) . sobre o corpo e alinhado com ele. tomar as equações de momentos em tomo dos eixos através de B. Da projeção x-z tem-se [l:MA = O] 150Bx + 175 (70. issim eles podem ser arbitrariamente fixados. Os sentidos corretos de Ax e Bx podem ser obtidos por inspeção. O mancal A suporta o esforço axial (força na direção do eixo geométrico). Aqui é usada a solução escalar para ilustrar esta introdução.7) = O Bx = 35. A projeção no plan~-.250 (70. Deve ser notado que as três vistas representam três problemas bidimensionais. O diagrama de corpo livre do eixo. até que as intensidades dos momentos sejam obtidas. O acréscimo de Az~g~completa os diagramas de corpo livre. aos eixos x e y. Visualize as três vistas como se fossem as imagens do corpo projetadas sobre as superfíCies frontal. enquanto o mancal B suporta somente a carga radial (carga normal ao eixo geométrico). Por outro lado. relacionados pelas componentes correspondentes das forças. c6nsiderados como um corpo único. sem linha ou plano de simetria e. embora a solução vetorial seja igualmente satisfatória. observando-se que ~\linha de ação da resultante das duas forças de 70.1 962 = O Problema Resolvido 3. podia ter sido mostrado pot uma vista no espaço. Determinar a massa m que pode ser suportada e a força radial total exercida sobre cada mancal. iam eve vel cor- das poema em quaas de x = Notas: [l:Mo = O] 100 (9.7 = O (í) Poderíamos ter iniciado pela projeção ao invés de x-y. respectivamente.EQUIL"BRIO / 87 Solução Escalar. Se detenriinarmos as equações escalares dos momentos em tomo de eixos passando por A e paralelos.1 kg Resp. Os sentidos corretos das forças Ay e By não podem ser determinados.3By = O -1962(1) By = 1 962 N Bx = 654 N + 3Bx = O As equações das forças dão. ~ ••• A força aplicada de 200 ?'{ esta decomposta em suas tres componentes e cada uma das trê~ vistas mostra duas destas componentes.250 (173.2By = O. Solução. Da projeção x-y tem-se as no do.4 N Ax = 35. simplesmente. [l:Fx = O] Ax + 35. O sistema é evidentemente tridimensional.t das forças dos mancais está mostrada em termos das somas daS'Componentes incógnitas nas dii:eções x e y.2) = O m = 44. para obter Ax eAy- = O] = O] 1962(3) . serve apenas como verificação. porém aqui está representadbI por suas três projeções ortogonais. que. x-z . se desejado. . então.Fz = O] = O] -Ax + 654 = -Ay + 1962= O O Ax = 654 N Ay = 1 962 N Az = 1 962 N = O] Az . de topo e do fundo de uma caixa de plástico transparente.Fz = O e. como observado anteriormente. portanto.

.J Bx' + B/] [~ = 93. é impedida pelo cabo CD. e é suportada pelo anel.5 A estrutura tubular soldada está apoiada no plano horizontal x-y. 150By + 175 (173. deve ser analisado como sistema de forças geral no espaço. com a reação no anel representada pelas duas componentes. portanto. r. e determinar a tração T. ..-----l.250 (44.25 + 20 = O T = 2. com ajustagem folgada. O sistema é evidentemente tridimensional.J 4~. agora.5i + 6k m k 48T I e r•. é r.y A equação de momentos. em torno de AB.7 N [Ar =.81) [~Fy = 520 N = O] Ay + 520 . Desprezar o peso da estrutura comparado com a carga aplicadà.J Ax' + Ay2] Ar =. em B.5j .5 N Resp..(44. / X . no cabo.___. = 2. [~ B = .J6'/+ 4. o momento da carga F apUcada. As expressões vetoriais para T \r \ \ I/ \I \ T rI = = ~ 46. as reações no anel e as componentes da reação em A. O momento de T em torno de AB é a componen\ .81) = O so Ay = 86... vem a ser: (-i + 2.. podem ser eliminadas por uma soma dos momentos. exceto T.1 (4. porque a determinação de Ay e By pode ser feita ápós encontrar mg. A conclusão das equações vetoriais dá .1) (9. Assim.1) (9.5i + 6k) X (2j) X + (3j + 4k) = O. são: 2j kN ~ kAx ·~I 'Az I / fij I . por meio de uma rótula.J 46. A rotação em torno da linha AB. A direção e o sentido de AB estão representados por um vetor unitário fi O = .25 (2i': 2.8 N I [~ As = forças radiais totais Ay sobre os mancais vêm a ser [rFZ O] = 70.83 kN Resp.3)' + (86.6k).J (35. o momento dedo T.5j) X .J (35.88 / ESTÁTICA '3) A vista y-z dá [~MA ® = O] =O By A vista de y-z poderia ter seguido imediatamente após a vista x-y. Todas as forças desconhecidas.5j .8)' [B =.2) . não contendo nenhuma linha ou plano de simetria e.5' te na direção de AB momento/em torno por do rponto fi.5j + 6k) = = + (3j + 4k). em torno da linha AB. A figura mostra o diagrama de corpo livre. Resp.25 (2i + 2. em A.5j m.173. Solução. \ I i5 --------2:~D I .6k) X + (3j + 4k) + + (2. A estrutura é estável na posição mostrada. vetor em torno de AR é dado I X T· A. .4)' + (520)' = 521 N [~ (~ Problema Resolvido 3. -i + 2. X F· n. sob a ação da carga de 2 kN. Analogamente.2 .

0 kN.-dê modo que permaneçam no plano horizontal.EQUIÜSRIO / 89 Notas: Tz aar Os componentes de T são.417 4.06 = 0.50 kN pelos (i) Lembre-se que o vetor r.56 kN kN -1.50 0. esta liberdade permite a escolha de um eixo que elimina cinco das incógnitas.<: /360 IL [~m mm S M duu ~ do 'ÇO. Para a posição mostrada. no trilho fixo D.4 kN. escolhidos como positivos. B = 190. calcular a intensidade da força total suportada pela dobradiça emB. Resp. manobrouse de modo que as rodas ficassem sobre balanças. B e C.042 O G) A vantagem de se usar a notação vetorial é a liberdade de se tomar os momentos diretamente. x= -0. calcule as forças laterais horizontais em cada rolete A e B . tendo-se obtido as seguintes leituras:A = 22. A porta é mantida no plano vertical pelo rolete guia C.u l.042 = 1.43 kN. Tx = 0.57 A porta representada é um painel retangular com massa uniforme de 600 kg e desliza.56 O centro de massa de uma porta de 30 kg está no centro do painel. Calcular a tração em cada um dos cabos A. Az Bx Ax Bz Ay = = -1. OBLEMASPROPOSTOS Para verificar o equilíbrio de um avião.250 kN 4.56 3. Resp. como segue: (~Mz = O] Resp. são soldadas em ângulo reto e içadas por ca~uticais.0201 m._:J Probl. oom m"" " 40 kg P" metro de compdmento. Ao invés de r" uma escolha também válida seriaAC As incógnitas restantes são facilmente encontradas somatórios dos momentos e das forças. Probl. Resp. B = 22. ® Os sinais negativos nas componentes A indicam que elas estão no sentido oposto aos sentidos mostrados. 3. Calcular as coordenadas x-y do centro de gravidade do avião.55 . C = 3. y= 0. que encosta na extremidade inferior da porta.042 O = (6) O (3) Ax (6) -= == OO 4. é um vetor do centro dos momentos para qualquer ponto sobre a linha de ação da força. em seus suportes de roletes A e B. instalado no piso.833 -1. portanto.042 kN = -2.215 m 3. Neste problema. em torno de qualquer eixo.5) + 0. .417 -3. na expressão r • F para o momento de uma força.--- "".2 N ---1't.5Bz Ay + 4.833 kN Ty = 1.06 2--+2 1. Se o peso da porta é inteiramente suportado pela dobradiça inferior A.04kN kN Az 2 (2.5Bx + 2. 3.

e se apoia ~ chapa da extremidade.62 O centro de massa de uma bancada.59 Uma esfera lisa e homogênea de massa m repousa na ranhura do bloco em V. com centro de massa no centro do retângulo.60 3. Resp. 3. de modo que as reações em cada lado da ranhura e a força suportada pela chapa da extremidade sejam iguais. 3. preso ao ponto B. de comprimento 2r. e ~ Probl.60 3. O comprimento das duas correntes juntas é ligeiramente maior que a distância de a D. que é normal à direção da ranhura..61 'y 3m O cabo de uma linha de alta tensão está suspenso em uma torre de transmissão pela estrutura mostrada.61 Uma esfera homogênea lisa. Resp. está suspensa por um fio AB. Uma força de 400 N é aplicada. Calcular o ângulo (). 3. 3.Ji \ 15' 3. com massa 120 kg. sobre a linha de interseção das duas paredes verticais em ângulo reto. normal ao sinal e atuando no seu centro. medido a partir da horizontal. Probl. R = mg. de 1200. de massa m e raio r.90 I ESTÁTICA D Detalhe do suporte ""- Probl. 3.57 3. para baixo.58 O sinal retangular tem massa de 800 kg. Determinar a reação R de cada parede contra a esfera. As correntes leves oe e OD impedem que o sinal balance.58 D ( 3. A = 4 200 N e .59 ""- x z I I I Probl. Se a tração no cabo da linha é 3 kN. está na linha vertical que passa pelo centro do seu topo quadrado. Probl. de modo que somente uma delas é tracionada de cada vez.. Calcular a força total suportada pela dobradiça em A. calcular a tração T na . no punho de uma chave de grifo que está sendo usada para torcer um tubo no seu . quando um vento horizontal exercer uma força de 2 kN.ligação AD e a compressão nas ligaçõesAB eAC.

As uniões nas extremidades dos mastros podem ser tratadas como rótulas e os pesos dos mastros são pequenos quando comparados com as cargas que suportam. suportadas pelos pinos em A e B.EQUIu'BRIO / 91 flange. 3./J-'Í~ A Prob1. Resp.J-/' I~ I~ I .65 c ~ fI'<S> Os três mastros estão erguidos conforme mostrado e suportam o cilindro de 300 kg. Tz = 366 N Probl. antes de arriá-Io no buraco. BD e CD. Resp.66 . 3. B = 522 N.. A porta é mantida aberta na posição horizontal por meio de um fio de C' para D. e dobradiças nos cantos A e B de sua aresta superior. calcular as forças suportadas pelas três pernas que estão em contato com o solo. 3. B / \-'1>"""" Ptobl. D = 689 N . do tubo e do flange. uniformemente distribuída. TI = 507 N. Calcular as trações TI e Tz nos cabos. no plano vertical x-y e pela rótula em O. .62 penso ostraular a s liga- A porta de ventilação tem uma massa de 200 leg. passa por uma pequena polia em E e é fixado no ponto F. com massa uniforme de 160 Ieg. I I I I I I :5m I I I I \ ~D A /'x . na parede vertical. C = 367 N. e encontre a intensidade da força total em A.65 Probl. Suponha que o contato se dê nas arestas externas das pernas e despreze as massas da chave././~~ .. é suportado pelos dois cabos. preso ao cilindro. Calcular a compressão P em cada uma das pernas iguais. em comparação com a da mesa./. 3. Se as pernas A e C forem ligeiramente mais curtas que as pernas B e D. 1200 l1ll1l~~ _ <LjJlJ)-. O cabo. 3.63 massa entro é apligrifo o seu o pau de carga horizontal. Probl. Calcular a tração no fio e as forças normais ao eixo das dobradiças.64 '''z /' 3.

~Onfo='mo""do. A capa do eixo está montada em um apoio auto-alinhável em B. com massa de 30 g. TC= 9. TA = TB = 5.67 ~.67 3. uma rotação na extremidade de entrada será acompanhada por uma rotação na extremidade de saída. \'"'"' tr. Resp. aplicados. com centro de massa no seu centro G. de 600 mm de diâmetro com massa uniforme de 50 kg. tem seu centro de massa G localizado a 300 mm da linha de centro vertical do eixo. 3. Resp.m Probl.~ . presos aos pontos 3.41 kN. é uma luva livre que pode suportar a capa do eixo em qualquer uma das 3 . por outro lado. As três barras estão presas em suas extremidades por rótula e são capazes de suportar tração ou compressão. conforme mostrado. suporte e motor. O eixo está soldado a uma base fixa em A. conforme mostrado. que é capaz de exercer uma força normal à linha de centro do eixo.861 kN compressão C = 1. Além disto.66 O pau de carga horizontal. Após ter ocorrido a deformação angular inicial. está içado por três cabos.041 kN tração B = 0.69 Determinar a força em cada barra do tripé.68 A placa de aço quadrada tem massa de 1 800 kg.72 A Probl.'.71 3. T=1310N Um anel de aço. Calcular a tração T no caboAC. A = 2. Determinar a expressão vetorial da fQrça total R e do momentoM.) . aplica-se uma força de 200 N no suporte. de comprimento 500 mm cada. Esteja atento para indicar o torque (conjugado) que atua sobre o eixo do motor no seu sentido correto. Resp.çio. O apoio em A. consistente com a terceira lei de Newton. em A. e os torques de entrada e de saída serão iguais. girando no sentido indicado.~.92 I ESTÁTICA 3. 3. (Atenção. Calcular a tração em cada um dos três cabos que suportam a placa na posição horizontal. ao eixo pela sua base.69 3. é suportado pelos dois cabos ancorados em B e C e pela rótula em O.70 B Probl.70 3.87 kN A unidade rígida composta de eixo. O motor move uma máquina através de um eixo flexível e debita um torque de 200 N· m.269 kN compressão Um torque de 20 N • m é aplicado ao eixo flexível. Os pesos das barras podem ser desprezados. 3. com massa uniforme de 240 kg.

3. 3. a polia em V com uma velocidade constante. calculara força P no dente da engrenagem e as intensidades das forças totais suportadas pelos mancais em A e B. 3. P= 70. no cabo de um martelo.3 N. 1200m~ 600 mm \~ _ . B=D=50kN. que exerce uma força contra a extremidade inferior da porta. nas direções indicadas. calcular as componentes x e y das forças totais suportadas pelos mancais A e B e o torq ue M aplicado à árvore. C e D.16kN e F.73 3. comparado com a carga aplicada de 30 kN. determinar as duas trações TI e T" que atuam nos cabos. para remover um prego. paralela à superfície da porta. perpendicular à sua superfície. A porta é impedida de abrir.71 . (Atenção. a capa do eixo pode ser tratada como um corpo rígido em uma determinada posição de flexão. Para a posição mostrada.' . e a força A que atua na rótula em A. No que concerne ao equilíbrio. 72 A porta com massa uniforme de 30 kg.1256 N Se o peso do mastro for desprezível.) Resp. rmae de o na e de a em exerxo. torotor ceira B Probl. 3.•.100kN I 93 \ Probl. Determinar a intensidade da força horizontal suportada pela dobradiça em B.74 mosa G l do A. ~~ xível. é articulada em A e B. T=.'. suportadas pelos pinos em A eB. além da posição em que está.73 Ação do apoio emA 3.75 300lmm 9 O mm4" Probl. por um batente em C. ao invés de C para D.72 A engrenagem C aciona.76 . Torquede saída aplicado aqui A árvore de manivelas de um compressor de dois cilindros está montada sobre os mancais A e B.63 for mantida em posição por um fio de C para E. Determinar as forças exercidas sobre a capa do eixo pelos apoios em B. Aplica-se uma força de 200 N.EQUIu'BRIO duas maneiras mostradas nos desenhos em corte separados. A = 523 N. 3. Resp.74 1. as forças exercidas pelas bielas sobre a árvore de manivelas são FI = . calcular a tração no fio e as forças normais ao eixo das dobradiças. Observe a terceira leiode Newton na extremidade de saída. 3.1 907 N.9 N. O e que a das ~[~II' [J~c 3. C=-. B = . O eixo ndo uma ado. A = 83. Seu peso é totalmente suportado pela dobradiça em A. Para uma condição de equilíbrio da árvore. R e base.' 1800mm]. em D. Para as trações mostradas nas correias. = 8 kN. L-~~25Inim Probl. B = 208 N Se a porta de ventilação do Probl. Resp. Despreze o peso do eixo. olhando o torque aplicado ao eixo.

F= 343 N. com centro de massa localizado na metade do comprimento."d•• i.78 dade Uma das B do paredes eixo uniforme verticais d~\200 .. exerciclz sobre a esfera da extremidade B do eixo. (Sugestão. medindo 900 mm por 1 200 mm.. conforme se vê na fIgura.suportam Problema extremiResolvido 3. e a força normal ao eixo das dobradiças no pino da dobradiçaD.80 Probl. e por dois cabos submetidos às trações TI e T. Use urnz equação vetorial que elimine referências a todas ~ incógnitas. R = 755 K 3.2 kN • m aplicado nz haste vertical CD.80 . ~~ . con- A lança de aço de 9 m de comprimento e de 600 kg de massa..79 A estrutura rígida leve está fIxada à parede vertiC<: por uma rótula em A e pelos cabos BG e CF. pelas paredes verticais C e D..·l~ H Probl.". mo. respectivamente. Calcular as intensidades das forças P e R. 3. é mantida aberta no ângulo 8 = are tg (4/3) pela escora leveAB. Calcular a componente y da fOIça suportada pela rótula em A.77 3. Resp. p= 1 584 N. com massa de 100 kg. O cabo que f~.78 Probl. ainda.) z I 3. a estrutura suporta.' 'm. Supor que as dobradiças trabalhem na extremidade inferior da aresta. 3. . exceto Ay. Alérr: de suportar a carga de 500 kg. Calcular a compressão FB na escora.. Resp. 3. é escorada por um suporte de rótula em A.o. um conjugado de 1. D = 496 N 500 kg I. A ~tremJd~ D "".3 é girada de q~ um ~lo kg do de a 30°..77 A porta do alçapão.94 I ESTÁTICA suportada no plano horizontal x·y por uma rótula. I~.'z 2000kg Probl.79 3. 3.81 3.

para que a peça mantenha a posição mostrada.) ~ -~ j ~"'l_ 5Mg Probl. a força total em C e a força lateral R em D. por um anel liso em B e por um fio.76 kN 3. T. 3. O problema pode ser resolvido sem envolver a força em A. em F. Calcular a tração T" (Sugestão. Exis- = 347 N. é suportada por uma rótula em A. = 19. 3. Estabeleça uma equação de momentos. é guiado por uma roldana em B e está preso ao plano vertical x-y. (Sugestão. Calcular a força exercida sobre a estrutura pelo anel fixo em B. A massa da peça pode ser desprezada diante da massa de 5 Mg que suporta. soldada à haste horizontal. T.1 To = 431 N N.83 . x = 3. através da qual o cabo deve ser passado e preso. No canto D. Resp.. tem 100 kg de massa.75 m A estrutura tubular soldada. 'R A peça rígida ABC está ligada à superfície vertical x-y. O suporte ligado à parede no ponto C pode ser considerado como uma rótula. a tabuleta recebe apoio somente na direção y.83 Uma tabuleta retangular. A estrutura está carregada por uma esfera de 100 kg. de massa desprezível.) Resp. Calcular as trações T.EQUILIBRIO / 95 suporta a carga de 2 000 kg.82 3. = 63. exceto T. cujo centro está no centro do retângulo. que elimine todas as incógnitas. na ranhura horizontal.81 te uma posição para o ponto D. por meio de uma rótula em A e suportada pelos cabos BE e CD. que vai da extremidade C da haste ao ponto fIxo D. Determinar x. colocada na porta de uma loja. Resp. e To nos fios do suporte. C == 768 N 00 kg metate de s trClo que Probl.

para resolver problemas do equilíbrio de corpos rígidos. a álgebra vetorial ou a análise gráfica. além da posição de 30°.. Calcular a intensidade da força total suportada pelo pino em O. é simplificar a álgebra da solução através da escolha de um eixo de momentos conveniente. com massa ulÚ100 kg. sempre usando um conjunto destro para análise em trê~ dimensões. 3. e a melhor maneira de assegurar uma solução correta. Se existirem mais apoios do que o necessário para segurar o corpo em posição. O estudank dev estar. pelo role te fIxado em A. a sua aplicação. Resp. Na utilização das equações do equilíbrio. é segui-Ios consistentemente antes de iniciar o cálculo do equillorio. Decidir correta e inequivocamente qual o corpo em equillorio que será analisado. conhecida ou não. 3. provenientes de fontes externas.84 .ESTÁTICA . 3. é articulado em O e impedida de girar no plano vertical. orientaran: Como é sempre o caso. Uns pouco~ instantes de raciocínio. a álgebra vetorial é. pode-se empregar a álgebra escalar. de um parafuso. de acordo com a preferência e a experiência individual.5 kN. para tirar vantagem destas simplificações. 2. e rotulá-Ios. dos momentos e dOE ados. Os princípios e métodos cobertos pelos Caps. particularmente útil na solução de muitos problemas tridimensionais. que permita a eliminação do maior número possível de incógnitas ou escolher urn~ direção para o somatório das forças. bastante familiarizado com os principais passos para aplicação dos princípios do equihorio.j. é de aço endurecido e pode resistir a uma força de no máximo 7. agora. Isolar o corpo em questão de todos os outros corpos adjacentes em contato com ele. C 3. Cada corpc em equilíbrio é caracterizado por dois requisitos: que o vetor resultante de todas as forças atuando sobre ele seja nulo (1:F = O) e que o vetor resultante de todos os momentos atuantes sobre ele. Representar cada força. concentrada no ângulo da cabeça hexagonal. 4. de significado físico facilmente compreensível. pode representar considerável economia de esforço e tempo. 2 e 3 constituem a parte mais fundamental da Estática. de tal modo que evite referências a determinadas incógnitas. mas também na Dinâmica.85 Probl. aprendidos no Capo 2. Estes cinco passos devem se tornar automáticos. ele será estaticamente indeterminado e as equações do equillorio não serão suficientes para encontrarmos todas as reações externas. 1. 0= 1 769 N A boca de uma chave tem acabamento fino.. porém. em torno de um pont seja também nulo (1:M = O).. não é a teoria que oferece dificuldade. Observar o princípio de ação e reação (terceira lei de Newton). Ao resolver um problema de equihorio. desenhando seu diagrama de corpo livre.87 PROBLEMAS PARA lÓ:VISÃO ~~~-~ ~QIlJle-de barra ~~e comprimento. não só na Estática. Estes requisitos. também endurecida. no qual são representadas todas as forças que agem sobre o corpc isolado. para determinar o sentido de cack força. Eles fazem a base para o que se segue. Escolher os eixos de referência. deve-se primeiro verificar se o corpo é estaticamente determinado. 5.86 1. ~s Eles -o:nossas soluções. por letras. Um dos procedimentos mais úteis. mas sim.) - FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO este Capítulo aplicamos nossos conhecimentos sobre as propriedades das forças.

86 Probl. quando se aplica o conjugado M. na altura desejada. rolando-a para fora.90 O dispositivo mostrado em corte pode suportar a carga L em várias alturas.EQUILI'BRIO / 97 e dos corpc re ele onto. Resp.89 eta.. P = 0. determinar o valor da força de equilíbrio sobre o eixo da dobradiça em A. Resp. que deve ser aplicado na roda. A ação se passa no plano horizontal. Supor que não ocorra deslizamento. x= 199 mm dante brio.- Probl. FA = 231 N 3.87 A roda. A areia tem massa·de 750 kg e é fornecida uma força média de 3.89 T ouco. b = 207 mm Probl. circundados por uma fita flexível de espessura desprezível e submetida a duas trações T. Resolver graficamente. normal às superfícies de contato em B pelo pinhão condutor A. Escrever a expressão para a força de contato R entre a fita e as superfícies planas de suporte. . Calcule a abscissa média x do centro de massa G da areia. como se vê na figura. de 100 kg de massa. 3.reO? Probl. Determinar a distância b na qual a carga seria posicionada a fun de que os dois roletes A e B suportem forças iguais. mente ernas. 3._--. Resp. de modo que os pesos dos roletes e da fita não são envolvidos. Determinar o conjugado mínimo M. simétrico.6 kN. repousa em uma pequena depressão de largura b.91 A estrutura de elevação de uma plataforma de testes de foguete e o foguete nela localizado têm uma massa combinada de 635 Mg. ia de Está- 3.88 Um grande cilindro giratório. Desprezar todos os atritos nos rolos de suporte. Resp. 3. à engrenagem do cilindro rotativo. Uma roda de massa m e raio r. 3.689 kN 2. em A e B. Qual a influênciadero. Para a posição na qual x = 5 m. para removê-Ia da depressão.87 3.86 B U1l12 xo de J b A ~. na coluna vertical fixa D. com centro de massa G no seu centro geométrico.88 3. se M = 60 N • m e não ocorre deslizamento da roda . a partir da linha vertical que passa pelo centro do cilindro. é enni. nálise ment~ O dispositivo fita-rolete consiste de dois roletes de raio r cada um. do c corpa ca& 3. O peso do dispositivo é desprezível comparado com L. ao se reengatar a catraca C em outro dente. Calcular a reação sobre o rolete A.85 m trê-. para recapagem de areia é acionado por meio de motor e engrenagem. Calcular a força máxima P que poderá ser exercida com um braço de alavanca de 300 mm. repousa sobre uma superfície rugosa e encosta no rolete A. aran: sem danificar as superfícies de trabalho. com o centro em G. supondo existir um uma ligeira folga entre a cabeça do parafuso e 'a chave. T { ~b Probl.3.

3. mas não está livre para girar em torno do eixo horizontal de C. 3. A massa da nave é 600 kg. Calcular a força em cada perna do trem de pouso. 3. Resp. quando a nave está repousando sobre uma superfície horizontal em Marte.92 O trator representado na figura. indepen· dente da forma do triângulo. tem a forma triangular e está suportada no plano horizontal por três fios verticais. de massa m. no Apêndice C.9 3. que evita o deslocamento da viatura quando o freio está solto.90 I' 2. Resp. Determine a cargaP que o trator pode puxar. à velocidade constante de 5 km/h. Se a unidade é livre para girar em torno do eixo vertical da base D. para produzir uma tração T de 400 N na barra vertical de controle. (Suponha que as três sapatas suportem cargas iguais e consulte a Tabela C2.95 E necessária uma força vertical P sobre o pedal da alavanca. NB = 125 kN A 3.) Resp. FCD = I 046 N compressão FAC = FCB = 240 N tração 3.SN Probl.1 C mm 160 1 A unidade de potência da máquina de fazer buracos para colocação de postes fornece um torque de 450 N· m à broca.94 3.4m B Probl. determinar a força exercida contra a roda traseira direita pelo bloco A (ou A').91 3. uniforme. P = 85 kN. tem massa de 13. se a força motriz exercida pelo solo -em cada uma das suas quatro rodas for de 80% da força Probl.94 A placa de aço. presos aos seus vértices. subindo uma rampa com 15% de inc1i:Í1ação.96 p . Calcular também a reação nor· mal total N B sob o par de rodas traseiras em B. (Sugestão.) Resp. O braço B está livre para deslizar na luva C. Veja o sistema de cima para baixo. B = 424 N Uma das três sapatas de pouso da nave Viking está mostrada na figura. A = 184 N.93 3. 3.93 ••• mm B 400 60mm~' ~-ft L' ' f-41 f!~40mm Catrac. e é usado para puxar ou empurrar cargas pesadas.5 Mg com centro em G. se necessário. Mostre que a tração em cada fio é sempre mg/3. com suas dimensões aproximadas.98 I ESTATlCA normal sob a roda. A'= 187. Probl. Determinar as reações correspondentes nos mancais A e B.

Resp. 3. então. saia do plano horizontal. idêntica às outras é.97 Três bolas idênticas de aço. se for aJ?licada uma força horizontal de 10 kN em F. Determinar a forçaP exercida pelo anel sobre cada uma das bolas inferiores.98 O mastro de 300 kg é escorado por uma rótula em A. 3. 3.97 Probl. colocada sobre elas.96 Probl.EQUIu"BRIO / 99 nor- 5 kN burae de lizar o do diâmetro do cilindro é tal que as bolas estão virtualmente se tocando. Um fio de C para D impede que a estrutura gire em torno de um eixo que passa pelo mancal em B e pela rótula em A e. 3. T == 1 201 N. assim.34 kN 3. estão colocadas dentro de um anel cilíndrico. que repo\lsa sobre uma superfície horizontal e cuja altura é ligeiramente maior que o raio das bolas. T. cada uma com massa m.98 A estrutura soldada tem duas pernas com massa de 50 kg cada uma. Resp. == 11. Uma quarta bola. L Probl.5 N 601 N Probl. 3. Calcular a tração T no fio e a intensidade da força total suportada pela ligação ar a pelo girar viaeja o emA.95 z orma por ostre pen3.99 Dimensões em milímetros Probl. O l da N na ções 4 N esta ' maem está em care C.99 são ção . Calcular a tração T. 3. A == .

sendo capaz de defInir perfeitamente o corpo em estudo. solda. de maneira a determinar as forças internas da estrutura. focalizamos a determinação das forças internas da estrutura. a atenção foi concentrada no equilíbrio de corpos rígidos únicos ou nos sistemas de peças ligadas que.treliça Quando ai plana ~treliça único treliça parafusos é conhecida Treliças planas.INTRODUÇÃO No Capo 3. isto é. tais como treliças.T. Os elementos estruturaiS usados são perfIs em I. Na análise das forças das estruturas. em U. forças de ação e reação entre elementos ligados. que estabelece que cada ação acarreta UIllZ reação igual e contrária. Assim. mostrando todas as forças externas ao corpo isolado antes da aplicação das equações de equilíbrio das forças e dos momentos. em L (cantoneiras). . guindastes e outras estruturas similares. tais como as usadas em pontes. ou como pinos. formada por elementos ligados pelas extremidades. estrutura é um sistema qualquer de elementos ligados.TRELIÇAS PLANAS Uma treliça é uma estrutura rígida. Em Engenhar. os diagramas de corpo livre dos elementos . suportes de telhados. armações e máquinas. Neste capítulo. Consideraremos somente estruturas estaticamente determinadas. Em tais problemas. !fi 'c d 'cu do a 000 e nex e 4. que sãc ligados em conjuriÍo. barras e perfIs especiais. podiam ser tratados como corpo único. individuais ou da combinação dos elementos.4 ESTRUTURAS 4. separadamente. isto é.situam-se em suasessencialmente extremidades. uma de cada lado ck * N.1 . construindo corretamerite o diagrama de corpo livre. é necessário desmembrar a estrutura e analisar. Neste capítulo analisaremos as forças internas atuando em vários tipos de estruturas. a rebites.2 . construído para suportar ou transferir forças e para resistir com segurança às cargas que nele atuam. Treliça é um sistema reticulado indeformável. Estz análise recorre à rigorosa aplicação da terceira lei de Newton. A análise das treliças. como foi visto no Capo 3. desenhou-se o diagrama de corpo livre deste corpo único. estruturas que não têm mais vínculos de apoio além dos necessários para manter uma configuração de equilíbrio. O estudante que aprendeu o método básico desenvolvido no Capo 3.ia. quando considerados como um todo. as equações do equillbrio são suficientes para determinar todas as reaçõ~ desconhecidas. em porum meio de plano. * Exemplos comuns de treliças aparecem nas pontes. são comumente projetadas aos pares. não encontrará difIculdade na análise das estruturas estaticamente determinadas. das estruturas de máquinas e das vigas sob cargas concentradas constitui uma aplicação direta da matéria desenvolvida nos dois capítulos anteriores.

desta maneira. e formando. anexando-se unidades adicionais de duas barras.. que são ligadas por articulação. Os ue são ndo os plana. quatro ou mais barras ligadas do mesmo o.1.2 c ado d<. entos r ou as. A estrutura não-rígida da Fig. isto é. A estrutura pode ser ampliada. eaçõe.indicar que a estrutura não entra em colapso. toda a estrutura permanecerá rígida. não estabelecem um sistema rígido. A ~- F (c) (b) Fig. dois triângulos. que Assim. 4. 4. Na Fig. . ligadas extremidades.2a) constituem um sistema rígido.ESTRUTURAS I 101 ~ Pratt - - ~ Warren K - Baltirnore Treliças de pontes usadas comum ente Fink Pratt s de tais s ao ulo. que mantém a forma inicial. que suportam o leito da estrada. ~ Warren Treliças de telhado usadas comumente Fig. 4. estão mostrados vários exemplos de treliças comumente as que podem ser analisadas como treliças planas. é entos Esta uma . tais como DE e CE ou AF e DF (Fig. às duas xões fIxas e. O componente básico de uma treliça plana é o triângulo. ligando A e D ou B e C. Por outro lado.culadas (Fig. perfei· ldade e das ítulos te e ligadas entre si por meio de vigas transversais. Três barras ligaras entre si por extremidades '. e transferem as cargas 'cadas aos elementos da treliça. 4. desse o.4.1 liças. O termo rígido é aqui aplicado não ente para.2c).2b pode ar-se estável ou rígida com uma barra diagonal adicional.-. como também indicar que as deformações das barras decorrentes das tensões internas induzidas são desprezíveis.4. formando um polígono. C A D mplos res.

4.T. As reações externas são usualmente determinadas pel cálculo das equações de equilíbrio aplicadas à treliça. O suporte é equipado com rolete. o tabuleiro é usualmente assentado sobre as vigas transversais. consi· derada como um todo. setor de rolete ou outra éspécie corrediça. em um dos suportes. como foi exposto no item 3. todos os elementos são considerados como sendo barras. Para as treliças. como se vê na Fig. são estaticamente indeterminadas. Supõe-se. . As duas forças estão aplicadas nas extremidades da barra e são necessariamente iguais. Quando são usadas conexões soldadas ou rebitadas para unir elementos estruturais. opostas e colineares. 4.3 * N. também. Uma treliça estaticamente indeterminada não pode ser analisada somente pelas equações de equilíbrio. na conexão. Há sistemas triângulos hiperestáticos.3. Note que ao se repre· sentar o equillbrio de uma parte da barra.3. e com as deformações resultantes das cargas aplicadas. a tração T ou a compressão C que atua sobre a seção cortada é a mesma para todas as seções. Está suposto. como na Fig.P/2.3 Yi - .3. como foi defmido em termos gerais na Fig.4. a hipótese de urna conexão de pino articulado é usualmente satisfatória se as linhas de centro das barras forem concorrentes em um ponto. que se apóiam nos nós. Esta condição é satisfeita na maioria das treliças: Nas treliças de pontes.5b.4 Fig. por não serem justapostos de acordo com a lei de formação descrita. Várias hipóteses são feitas na análise das forças que atuam nas treliças simples. ção de equilíbrio são chamados redundantes. 4. porém o efeito da flexão da barra não poderá ser levado em conta. As treliças e as estruturas. se a barra for uniforme. . que o peso da barra é pequeno comparado com a força que ela suporta.4. a análise das forças do restante da treliça. para éada um dos dois métodos. Estas forças realmente são tratadas como cargas aplicadas externamente aos nós. Em caso contrário.5a. para o equilíbrio. . mostrada na Fig. que não sejam necessários para manter a posi.102 I ESTÁTICA As estruturas construídas a partir de um triângulo básico. poderá ser suposto como duas forças. Os elementos adicionais. cada uma atuando nas extremidades da barra.4 do item 3. A barra poderá trabalhar à tração ou à compressão. aqui. na análise das treliças simples. o peso P. com a dilatação e a contração devidas à mudanças de temperatura. 'c Tração Barras Compressão t~ t: Fig. 4. cada elemento é uma barra reta que une os dois pontos de aplicação das forças. 3. se o pequeno efeito do peso tiver que ser levado em conta.4. Primeiro. Considerar o peso de uma barra dessa maneira dá resultado correto para a tração ou compressão média ao longo da barra. que todas as forças externas são aplicadas aos nós. O diagrama de corpo livre da treliça. nas quais não é tomada tal precaução. Nas grandes treliças usualmente toma-se cuidado. considerada como um todo. Apresentamos dois métodos para a análise das forças das treliças simples e fazemos referências à treliç:< simples. antes de se prosseguir COII. ou suportes. é mostrado na Fig. Barra é todo o elemento em equilíbrio sob a ação de apenas duas forças. * Quando existem mais elementos do que os necessários para evitar o colapso. O projeto de uma treliça envolve a determinação das forças que atuam nas diferentes barras e a seleção do perf1l adequado para resistir a essas forças. a treliça é estaticamente indeterminada. na maneira descrita são conhecidas como treliças simples.

5 ma em 4.6 ta. Os diagramas de corpo livre das partes das barras AF e AR são também mostrados para indicar claramente o mecanismo da ação e da reação. Com os nós indicados por letras. (a) (b) rna o Fig.ESTRUTURAS I 103 c F E i~ :. O nó F é o próximo a ser analisado. C. Assim. a força em cada barra é indicada pelas duas letras que defmem as extremidades da barra. e onde estejam presentes no máximo duas forças desconhecidas. Começa-se a análise por qualquer nó onde exista ao menos urna carga conhecida. posteriormente analisados. 4. embora a forçaAB esteja desenhada do lado direito e afll$tando-se do pino. * N.4. do ão é o é çasielo om Rl r I i I {}comID'''o AB ~ ~ x AF 11 Tração Fig. Os sentidos correntes das forças são evidentes. calculada de '2:-Fx= O. em:: 3. A solução pode começar com onó da extremidade esquerda e seu diagrama de corpo livre é mostrado na Fig. assim corno a barra.T. uas a o reéa que ea ra. nessa ordem. a barra é à compressão. por exemplo) estará sempre indicada por uma seta afastando-se do nó. independentes. por exemplo) será sempre indicada por urna seta apontando para o nó. se as setas das forças estiverem consistentemente desenhadas do mesmo lado do pino. E eD serão. 4. visto que ele agora contém somente duas incógnitasEF eBF.6. Portanto. e somente estão envolvidas duas equações de equilíbrio. o método lida com o equilíbrio de forças concorrentes.7 mostra o diagrama de corpo livre de cada nó e seu correspondente polígono de força. Se a seta indicativa da força empurrai: (comprimir) o nó. * A intensidade de AF é obtida da equação '2:-Fy= O. . Os nósB. então a tração (AB. e AB é.4. e a compressão (AF.3 . A Fig. que representa. por inspeção. neste caso simples. a barra é à tração. então.3."" nE:. pe2z: p leÇÊ.MÉTODO DOS NÓS Este método consiste em satisfazer as condições de equilíbrio para as forças que atuam sobre o pino de ligação de cada nó. se a seta puxar (tracionar) o nó. as duas condições de equilí- ós. graficamente. A barra AR realmente faz contato com o lado esquerdo do pino.

é impossível determinar. Naturalmente a força nesta barra não seria nula. inicialmente. o sentido correto de urna ou de ambas as forças desconhecidas que atuam sobre um dado nó. quando for aplicada a equação 'EFy = O. então . também. determinadas previamente partindo dos dois nós vizinhos. Essa indicação está ilustrada na parte inferior da Fig. Nesse caso.104 / ESTÁTICA n ~EÚ 1 IIS! zJR' 4-f CD RI BE 4 brio 'EFx = O e 'EFy = O. e apontando para os nós. Se urna treliça simples tiver mais apoios do que os necessários para asSegurar uma configuração de equilíbrio estável. Os números indicam a ordem em que os nós são analisados. a treliça corno um todo é estaticamente indeterrninada e os apoios extras estabelecem a redundância externa. o fato de a força em CE ser nula. quando referentes a compressão. desenhando-se as setas afastando-se dos nós referentes à tração. Deve-se notar. É muitas vezes conveniente indicar a tração T e a compressão C das várias barras diretamente sobre o diagrama original da treliça. que o isolamento do nó C revela. pode-se fazer uma indicação arbitrária. Esta exigência permite verificar a exatidão do cálculo feito. se fosse aplicada uma carga externa vertical em C. Deve-se notar que. Um valor negativo do cálculo indicaria que o sentido suposto deve ser invertido. D~R2 2 I BC ( At NóC EF D L----x YMV Em alguns exemplos.4.7 B BF C lCE=Ü L F. Se a treliça tiver mais barras internas do que as necessárias para evitar um colapso. 4.7. rapidamente. a reação R2 calculada deve estar em equilfbrio com as forçás nas barras CD e EF. quando o nó D é finalmente alcançado. ) CD NóF NóE NóD I AF 15 BF /L BE 16 CD R2 R2 Fig.

Como o equilíbrio de cada nó é defmido por duas ções escalares de forças. Se m + 3 < 2j. A teoria do método foi apresentada. da soma na direção x. existem mais barras do que equações indepentes. como indicado na . .7. para que uma treliça simples. o que é falso.T. É largamente empregado na solução dos reticulados indeformáveis. naturalmente. na terceira barra. é necessário adicionar uma terceira barra para manter o alinhamento das duas barras e evitar a bagem. deformável. e entrará em colapso sob carga. há uma deficiência de barras internas e a treliça é instável. indeformável. pode ser construído. sç e ar~ barras extras estabelecem a redundância interna e a treliça é estaticamente indeterminada. também para o caso em que as barras estão tracionadas. há uma relação definida entre o número de suas barras e o dos nós ssários para a estabilidade interna. que a força F3. Vê-se. as (Hiperestáticol (Deformável) (Isostáticol de a ão *** O método foi publicado por James Clerk Maxwell. a equação m + 3 = 2j deve ser satisfeita. Se percorrermos cada nó. 4. *** A força e seu sentido podem ser obtidos diretamente do diagrama. formando uma figura gráfica composta. m. porém não é uma condição sufi" te.os que usam as equações de equilíbrio das forças. antes de Cremona. em 1864. Se for aplicada uma força externa com uma . mostrado na Fig. por exemplo).T. Assim. ainda. rapidamente. sempre no mesmo sentido (no ponteiros do relógio. Para uma treliça ticamente determinada externamente. N.T. há um de m + 3 incógnitas. O reticulado é interiormente hipoestático. Se m + 3 > 2j. . o ** N. porém interiormente !iUema é deformável. 4. que não contribuam para uma iguração estável da treliça completa. Condições Especiais. internamente. Examinando-se a figura. Este método é conhecido com o nome de método de Maxwell-Cremona. para se r as forças desconhecidas nas barras. designação estajá tradicional. para uma treliça simples com j nós. graficamente. como uma opção para. da soma das forças na direção y. e a treliça é estaticamente indeterminada. hiperestático. e adicionarmos os vetores na ordem em que forem sendo encontra.ESTRUTURAS / 105 ue. plana. conhecida o o diagrama de Maxwell. que Fi = F2• Esta conclusão é válida para qualquer ângulo e e. para obter uma descrição mais detalhada do ama de Maxwell. ** O polígono das forças para cada nó. a treliça completa composta de m barras e um máximo de três reações desconhecidas nos apoios. e os polígonos de força que são desenvolvidos na solução recebem o nome de polígonos de Cremona. ou simplesmente Cremonas. O dante que estiver interessado em estruturas. -xa-se a combinação de um sistema hiperestático com outro isostático.8a. o reticulado é. Quando duas barras colineares estão comprimidas. Se m + 3 > 2j. sem redundância. por meio de um terceiro. porque uma ou mais das m barras podem ser dispostas de tal modo. * N. * Esta relação é uma condição necessária para a estabilidade da treliça. a-r. Na figura seguinte: aplicação da expressão m + 3 = 2j levaria à conclusão de que o sistema é isostático. formada por triângulos seja estaticate determinada internamente. apresentando barras redundantes. Se + 3 < 2j. deve ser e. há um total de 2j equações semelhantes.ponen te na direção y. estes polígonos de força podem ser superpostos. deve praticar com esta construção e consultar outros livros tratam a análise estrutural de maneira mais completa. Focalizaremos a atenção em várias condições especiais que ocorrem freqüentete na análise de treliças simples. a força F 3 deixará de ser nula. por Maxwell e depois por Rankine. ou como uma verificação dos cálculos algé.

Conclui-se isto dos somatórios de forças indicados na figura. 4.Fx' = Orequer F2 = O Fj "i. fazendo uma escolha cuidadosa dos eixos de referência.9a. significa que a escolha estava certa. quando os membros forem flexíveis.4. é preferível usar duas soluções simultâneas de equações. Quando não for possível fazer esta seleção por simples inspeção. Freqüentemente usa-se intertravar painéis de treliças. como é o caso 'dos cabos.Fx = b requer FI =O = F2 x // JA F~ x' "i. Geralmente. para o nó indicado esquematicamente na Fig. uma para cada conjunto de eixos de referência.4. der positiva. conforme indicam os somatórios de forças. Deve ser evitada a solução simultânea de equações para duas forças desconhecidas em um nó. Porém. deve ser feita uma escolha arbitrária dos membros a serem considerados. que elimine uma das forças desconhecidas.10. se não houver nenhuma carga externa aplicada ao nó. Se cada membro for capaz de suportar tanto tração como compressão. após o cálculo. o "i. um somatório de forças na direção x elimina referência à força FI enquanto que um somatório de forças na direção x' elimina referência à F2• Quando não se puder encontrar facilmente os ângulos envolvidos.8b. a assimetria do carregamento evidencia como o painel se deformará. 4. 4. as forças em ambas as barras devem ser nulas. ~M A C (á) D B D B A (b) C Fig. 4. 4. ignorado.Fx = O requer FI = O "i.10 . deve-se considerar o membro oposto e refazer o cálculo. Se a deformação for a indicada na Fig.Fx' = O requer Fa = :. como mostra a Fig.Fx = O requer FI = r: /F2 (a) (b) (c) Fig.8c. Portanto. o painel será estaticamente indeterrninado.106 / ESTÁTICA /' /' /' X ~a "i. então o membro AB -deveria ser considerado e o CD. somente os membros tracionados atuarão e os demais podem ser ignorados.4. Se a força em um membro que se assumiu ser tracionado.9 L Fig. incapazes de suportar compres'são. Quando dois pares de barras colineares são ligados como mostrado na Fig. onde L é conhecida e FI e F2 são desconhecidas. Se o resultado der força negativa.9b.1j = O requer Fa "i.8 Quando duas barras não colineares são ligadas como mostrado na Fig. as forças em cada par devem ser iguais e opostas.

S I '\07 Problema Resolvido 4.64 kN T Resp. = 57. traçam-.0.SI kN C Y.51 kN Finalmente.64 = 34. a análise para uma treliça em balanço pode começar com o nó da extremidade carregada. carregada.32 kN C y 1 o 0. como está na figura.0.64 kN C [~Fx BD .866DE = 10. A exatidão dos sentidos supostos.0 cos 300 - =O T= Ex 80. . considerada como um todo. = 63. BD deve equilibrar a força orientada para a esquerda. As equações de equilíbrio dão [~ME= [~Fx A 30kN 20 kN O] 5T .00 kN NóE e a equação ~Fx = O comprova os resultados.74) CE =O Resp. Contudo. as forças são obtidas de: [~Fy :!AB AB[I 30kN AC---x NóA 34. Deste modo. para as forças.5 (34. Indicando os nós com letras.64) BC =O Resp. Novamente. = O] CE .SSkN Resp.0 kN kN y r = O] Ex =O = 69.00 DE = ll.866AB - 30 = O AB = 34.0. A força BC deve dar uma componente para cima e. esta treliça será totalmente solucionada.0. Não haveria dúvida sobre o sentido correto das forças sobre o nó A.S (34. Em seguida. que podem ser achadas como foi feito antenormente.74 kN T Resp.0 sen 300 + Ey .'"kN 10. = F2 a s Solução. Resp.3 or [~Fy = O] 80. CE = l. quando se considera a seqüência dos nós.64 kN ~ 'I\RTl.866 (34.866 (34. 30kN 20kN [~Fx = O] AC .64) .0 kN o os o B o. deve-se analisar o nó B.30(10) 80.ESTRUTURA..30 = O Ey = 10. O equihbrio exige [~Fy = O] L__ x 0. Se não se desejar calcular as reações externas em D e E.32 .64) .O. as forças em cada barra serão indicadas pelas letras das extremidades. [~Fy = O] 0. no nó E.!!!.20 (S) . é verificada.17. C = O] = O] 0.866BC . tração (seta saindo do nó) fica distinta da compressão (seta apontando para o nó).64) = O AC = 17.E 63.20 . de modo que a primeira etapa constará do cálculo das forças externas em D e E do diagrama de corpo livre da treliça.5 (2) (34. tem-se: [~Fy = O] 0. em conseqüência.1 = F~ Aplicando o método dos nós.64) BD =O Resp.e os diagramas de corpo livre.0.5 (S7. mostrando as forças que atuam sobre cada um dos nós.20 = O CD [~Fx Observe que traçamos a seta da força do mesmo lado do nó onde está a barra que exerce a força. à r a onde T significa tração e C compressão. calcular as forças nas barras da treliça em balanço. se er I I Em seguida. kN T O nó C agora possui apenas duas incógnitas. Nota: CD NóB = 34. porque o C tem mais do que duas incógnitas.866CD .

27 kN T 4. por outro lado.7 C Probl.2 4. com massa uniforme de 200 kg. Calcular.4. Resp. despreze o peso próprio das barras comparado com as forças que suportam. 4. para a treliça mostrada.4. devido aos pesos das barras. 4. CF= 3. as forças nas barras CG e CF. Todos os triângulos são isósceles.. AB = 3.27 kN T DE= 3. A menos que seja indicado o contrário. EG e GD na treliça carregada em balanço.1 Calcular a força em cada barra da treliça. 4. identificar.3 B 4. Resp.8 .62 kN C AC= 3.4 Probl.G 4 painéis de 4 m~ H I B J ··1 6m E ~ A 4kN Probl. 3m ~" ~r 'mE 8kN 'm • D~ L T F r--.7 Probl. existiria alguma barra com força nula? Cada barra da treliça é uma peça de 8 metros.108 I ESTÁTICA PROBLEMAS PROPOSTOS 4. CG = 2.8 Calcular as forças nas barras FG.4. quais as barras que têm força nula.52 kN T BC= 4.5 for removida. por inspeção.3 Calcular a força na barra CF da treliça. AE = CD = 5. 4. Se a força de 2 kN que atua sobre a treliça do Probl.6 4.1 4.83 kN T BE = BD = 2.24 kN T CF= 1.96 kN C 4.) 4. Resp.33 kN C 6 kN ~ Probl. Calcular a tração ou compressão média.00 kN C (Resolva os problemas seguintes pelo método dos nós.4 Calcular a força em cada barra da treliça. Se. 4.2 Calcular a força em cada barra da treliça.5 3m Probl.66kN C AB = BC = 2. a força de 2 kN fosse aplicada em G ao invés de em B.5 A 1 1 Probl. em cada barra. Resp.

13 4. 4. do ção.12 D Probl. recebe as forças em seus nós superiores.ESTRUTURAS / 109 •. 4.:. 4.1 kN C 12 m nas I' 4 painéis de 5 m 'j N T NC :~. Resp. BG e FG da treliça simples do guindaste.. Calcular as forças nas barras BE e BC.14 Calcular as forças que atuam nas barras CF.i E -t Probl. CI e HI da treliça..13 4kN C B Probl. 10 kN Probl.11 N C N T N T Uma tesoura de telhado. quando este iça um carro de 1 800 leg. considerado corno viga. utro nvés Probl. corno se vê na figura. 9 s os _ Calcular as forças nas barras IB e BH na treliça representada.12 Calcular as forças induzi das nas barras GH e ED.6 kN C BH = 47. iB = 56. 4. que está suportada pela ligação horizonF reli- 4.9 4. ~C m Probl. mostra que 5/8 desta carga é suportada no ponto central C e o restante dividido igualmente entre D e B.80 kN T.10 Determinar as forças nas barras BI. na treliça do guindaste..l H G} C 40kN 60kN --. BC e CH. como está representado. Resp.11 4. 4. e montado em urna treliça. calcular as forças que atuam nas barras BH. 60° ou 90°.15 4. BF. Um painel de propaganda. BC = 1. Desprezando qualquer reação horizontal nos apoios. devido a urna carga de neve. Todos os ângulos são 30°. 4. A análise isolada do painel. BE = 2.5 kN T Calcular as forças em todas as barras da treliça carregada. recebe urna carga horizontal provocada pelo vento· de 4 ÍcN.15 . tipo Pratt.10 com ou esos 4..

18 O pórtico móvel representado na figura é emprega· do para erguer e preparar um foguete de 500 t pàra o lançamento.terminação estática. todas as barras de cada treliça. por inspeção. (a) (b) (e) (d) Probl. cujas forças não estejam influenciadas pela indeterminação dos suportes.AF= 8 kN C 4.110 / ESTÁTICA tal FC e pela articulação em A.21 A Probl. Resp.20 Verificar o fato de cada urna das treliças conter um ou mais elementos de redundância. Bl=CI=O. a medida das tensões nas barras AB e CD acusou as cargas de 50 kN de compressão e de 120 kN de tração. que é estaticamente indeterrninada. EF= 120 kN T 1 . e que podem ser calculadas diretamente. devidas à carga de 60 Mg.17 Calcular as forças nas barras AB. AE = O EF= 8 kN T.17 Gr (e) (d) 4. Ao posicionar um estágio do foguete de 60 Mg. Relacionar Resp. Bl. mostrada.5kNC.4 kN C.4. 4. ç e u c b a n e m c 4.4. Todos os ângulos interiores são 60°. C A ~fI \. Calcular as forças correspondentes nas barras BF e EF. Probl.' ~\. respectivamente.18 Indicar. 4. Todas as barras podem supor· tar compressão ou tração. BI=7. quais as barras da treliça que tornam a estrutura estaticamente indeterminada.5kNT B D E 4. Suo por que o carregamento e as dimensões das treliças sejam conhecidas. suspenso em A. A estrutura principal do p6rtico assemelha-se à treliça plana simétrica. Sendo que qualquer uma eliminaria a redundância e produziria'{:Ompleta de. usando-se somente as equações de equilíbrio.19 4. Propor duas alterações independentes. BF = 188.16 Probl. BI e CIo Os membros CH e DI são cabos capazes de suportar apenas tração.4. AB = CB = DC = 4 kN C BE = CE = DE = 4 kN T.19 Cada urna das treliças carregadas tem vínculos de suporte estaticamente indeterminados.16 Mostre que a treliça é estaticamente determinada e calcule as forças nas barras BD e BF em função da carga aplicada L. Resp. AB=7.20 4.J d flO kN 4m li H3 m 5 painéis de Probl.

23 I < 6 painéis de 5 m Probl. petas cargas de 1. uma vez que só se dispõe de três equações independentes de equihbrio. representada. empregando-se apenas ~as das três equações de equilíbrio. A terceira equação. uma vez que esse método trata apenas das forças concorrentes em cada nó. aplicado na treliça da Fig.T. agora.-de_ÍQrç~sE-ã~ concorrentes.89 kN C. Também chamado método de Ritter ou método dos momentos dos momentos. Suas 1< T HI 3m 16 m ~ I 3m ~I t 1. DB = 0. são nulas.1:!!!la seção irÍteira da treliça como um corpo livre e~~~bp~. 4. não há necessidade de se analisar nó a nó. Ao escolher uma seção da treliça. que já foi utilizada na explicação do método anterior. Este método das seçães* tem a vantagem de permitir achar a força que atua em quase todas as barras. CD = 0.0 kN T um uas ma deor- 4. a treliça está repetida na Fig.11a. DN etc. KL. a as de Mg. calcular as forças nas barras EF. pode ser usada considerando-se .23 4. O método das seções será.8 kN 15' f 5m 1 Probl.4 . sob a)~çãode um sistem3. Calcule as forças induzidas nas barras AB. diretamente. 4. tipo Fink. Fe NT * N. 4. Notar que as forças em BP. DB eCD. deve-se notar que. Agora. AB = 3.ESTRUTURAS / 111 ão os e.22 A torre para uma linha de transmissão é modelada pela treliça mostrada. (Sugestão. Primeiro.MÉTODO DAS SEÇÕES No item anterior desenvolveu-se a análise das treliças planas pelo método dos nós. . em 1860.93 kN C Na treliça. as reações externas são calculadas como antes. EF = 202 kN C KL = 100 kN T GL = 50.22 Probl.8 kN aplicadas no plano vertical. As barras cruzadas das seções centrais são capazes de suportar apenas esforços de tração. em geral. GL. Resp.) Resp. na Escola Técnica de Hannover. desejamos determinar a força que atua gaàra co da. Assim.21 4. não se pode cortar mais do que três barras. 4. considerando a treliça como um todo. 4. nar A. Para rápida referência. cujas forças sejam desconhecidas. até se chegar à barra desejada. apresentado por Ritter.5. analisando-se a seção que corta a barra considerada. ou princípio do equilíbrio dos momentos. PC.

embora normalmente seja mais conveniente indicar os nós por letras e as barras e suas forças pelas duas letras que defmem suas extremidades. como centro dos momentos. É essencial entender que. deve-se aplicar em cada barra cortada. BC pode ser determinada pelo equilfbrio dos momentos. Estas forças podem usualmente ser traçadas com os seus sentidos corretos.4. em torno do ponto E. Assim. as forças nas barras internas. Uma seção imaginária. A forçaBE é calculada pela equação de equilíbrio para a direção y. Uma notação alternativa. atuarão sempre nas treliças simples. . em torno dos pontosB eE. em torno do nó B. Assim. cada uma das incógnitas foi achada independentemente das outras duas. preferivelmente. deverá passar através da treliça cortando-a em duas partes (Fig. mas aquela que inclui o menor número de forças usualmente conduzirá à solução mais simples. é um tratamento preferfvel. equilibrando os momentos. aplicadas no sentido oposto ao que foi considerado na parte da esquerda. na direção de tração (saindo da seção) e deixar o sinal algébrico da resposta distingui: entre tração e compressão. é supor. indicada pela linha tracejada. elimina três forças da relação. a fun de fornecer a necessária componente com o sentido para cima. Com os valores aproximados de R I. é considerada uma parte inteira da treliça. visto que ela atua em direção à seção cortada da barraEF. portanto. seguindo os eixos das barras. Qualquer sistema de notação pode ser usado. arbitrariamente. para a parte do lado esquerdo da seção. sejam de compressão. o sentido correto das forças no diagrama de corpo livre dE seção. A equação dos momentos. a força EF está evidentemente para a esquerda. Assim. Arbitrando-se um sentido. em torno do ponto E. de tal maneira que a força BE deve estar para cima e à direita. 4. Nem sempre é possfvel indicar o sentido correto de uma força no diagrama de corpo livre de uma seção. já que se nota qU1~ as barras horizontais inferiores sofrem tração. uma força de tração. De modo a elucidar o corpo livre e as forças que nele atuam externamente. como conseqüência da flexão causada pelas cargas. . Deste modo. Finalmente. exige que BC esteja para a direita. Como um todo. pelo equilfbrio dos momentos. sempre que possfvel. devendo-se escolher. e EF pode ser determinada diretamente. o que a torna de compressão. através das barras e não dos nós. o equilíbrio dos momentos.11 b) está em equilíbrio sob a ação de R2. Por outr lado. no método das seções.l1b).11 na barra BE. uma vez que ela atua afastando-se da seção. A parte da esquerda está em equilfbrio sob aaçãó da carga aplicada L. Uma rápida observação da treliça conduziria ao mesmo resultado. a força que era exercida pela parte que foi afastada. por exemplo. sejam de tração. para o equll1'brio vertical. em torno do ponto B. e das mesmas três forças que atuam nas barras cortadas. é que este procedimento ressalta mais diretamente a ação ffsica das forças .e. em relação à seção. que todas as forças 'desconhecidas são positivas. portanto. A fIm de que cada parte da treliça permaneça em equiHbrio. 4. Estas forças. A forçaBE é. <seção é feita. Esta seção cortará três barras. A equação dos momentos pode ser usada com grande vantagem no método das seções. compressão. e L~ em mente. uma resposta positiva confIrmará o sentido arbitrado e uma negativa indicará que o sentido deve ser trocado. da reação de apoio RI e das três forças exercidas sobre as barras cortadas pela parte da direita que foi removida.112 / ESTÁTICA y I I I L __ -x Al~( 1 L (a) R2 (b) Fig. cujas forças são inicialmente desconhecidas. preferida por alguns. não estão inclufdas na análise da seção. O sentido correto das forças horizontais pode ser visto facilmente. A parte direita da treliça (Fig. Qualquer das duas partes de uma treliça pode ser usada para os cálculos. um sinal positivo signifIcaria tração e um negativo. como um corpo único em equilíbrio. a vantagem de se supor. obtidos por um exame visual das condições de equilfbrio. um ponto em que passe o maior número de forças. A carga L é maior do que a reação R I.

Com estas considerações em mente.5 . a fIm de calcular as três forças em questão. A direção da força na barra CL já não é tão óbvia. 4m t m L. Tem-se agora. G) Poderíamos ter iniciado com os momentos em torno de C ou de P. Pode-se passar urna seção cortando diretamente as barras KL. para contrabalançar o momento da força de 200 kN em torno do ponto P. A sorna dos momentos em torno de L requer o braço de alavanca BL : 4 r-F 6 Epainéis D de 3 Cm da te rra mem as eus na 200kN L a ça o da mo as a te Notas: <D + (6. . a solução do problema torna-se bastante simples. estaticamente determinado. também. 3) [EMp r o a - = O] 200 (12 .25) : = 29. CL e CB e analisar a parte da treliça à esquerda desta seção corno um corpo rígido. independentemente das outras duas. CL e CB. e é m er os Finalmente. devido aos dois apoios fIxos. à direita do ponto G.868) (9.:~ KL (4) : O KL: 650 kN T Resp. Com as dimensões dadas.ESTRUTURAS I 113 Problema Resolvido 4. Está mostrado o diagrama de corpo livre da parte da treliça à esquerda da seção. que a barra KL está tracionada.7° ecos (3 = 0. GI 200kN Solução. exceto AM.6 kN C Poderíamos.9. Embora as componentes verticais das reações em A e em M sejam esta~icamente indeterrninadas. Portanto. or m na a Em seguida. pode-se encontrar a força em CL. todas as barras. ter determinado CL por meio de um somatório de forças na direção x ou na direção y.CL (0. corno veremos.B e mostra que CL deve estar comprimida. ® = 57. obrigaria tratar com oito nós..25 m Note que a análise feita pelo método dos nós. rapidamente verifica que a barra CB está comprimida e urna sorna de momentos em torno de C indica do mesmo modo. 200 (5) (3) . Urna sorna de momentos em torno de P e1irnina a referência a KL e a C. Assim. ue O os Assim. pela sorna dos momentos em torno de P. são estaticamente dMerrninadas.60 m. até que se observa que KL e CB interceptam-se no ponto P.60) .2 Calcular as forças induzidas nas barras KL.4)/2: 5.868. Urna sorna dos momentos em torno de L.4) ou PC: 9. neste caso. pela carga de 200 kN atuando sobre a treliça em balanço. cuja distância de C é dada por: PC/4: 6/(6.25) : O CB: 571 kN C Resp.60): CL O Resp. vê-se que e : arc tg (5/12) de modo que cos e : 12/13. 'o que obriga a calcular o cos e. do ângulo {3que é dado por {3: arc tg (CBjBL): arc tg (3/5. [EMC: O] 200 (4) (3) . torna-se os momentos em torno de C. Precisa-se. o método das seções oferece urna considerável vantagem.CB (5. também. resolv~ndo para cada uma das três forças desconhecidas.5 .

3 kN t Notas: <D Não há conseqüências produzidas por supor. considerada como um todo. tomando-se os momentos em relação a J.. pode-se deixar o trabalho como está. a seção adjacente 1. é necessário comiderar. a força em CD será arbitrariamente tomada como tração. em torno de C. --- --_':::""G = 18.. CD J1{ J Af ·18.. sentidos errados para uma ou mais forças. que aparece na figura. elimina o efeito das três forças concorrentes em C e indica que a força JK deve estar para a direita.T. * N.. também.3 Empregando o método das seções. no sentido anti-horário. sendo que três são concorrentes em J. não causa nenhuma dificuldade. O equilíbrio dos momentos.•. O fato de se tomar uma ou mais forças com os sentidos errados. Novamente. em torno de J. 1 Solução.3 kN.. antes da seção 2.Na determinação dos sentidos corretos das forças que atuam sobre as barras cortadas. desde que os cálculos se mantenham consistentes com tal suposição. a direção da força na barra CD poderia ser invertida no diagrama de corpo livre e. o equilíbrio dos momentos.... tipo Howe ..10(4) ~ 10 (8) CJ 10kN CD Seção 1 A 18. está calculado aqui considerando-se suas duas componentes atuando no ponto D.3'(12) .. o sinal algébrico de CD invertido nos cálculos. Desprezar quaisquer componentes horizontais da força nos suportes.. que atuam no ponto J. o momento da força CJ está calculada.. exige que CJ esteja para cima e para a esquerda.. a fim de fornecer o momento adequado. em torno de J..6kN 2 O momento da força CD.... Porém. em torno de A. O equilíbrio dos mOmentos. Se fosse desejado.894CD (6) + 18. O sinal negativo indica que o sentido da força CD foi fixado no sentido incorreto. evidentemente. primeiro.•. Tesoura tipo inglês foi a tradução dada ao que seria. Assim.114 I ESTATlCA Problema Resolvido 4. que foi calculada preyiamente. Um sinal negativo no resultado indicará a necessidade de se inverter o sentido da força. Uma resposta negativa mostrará a necessidade de se inverter o sentido da força =O = 14. do equilíbrio da treliça.. Apesar de ser evidente que a barra superior está comprimida. . Analisando-se a seção 1. considerando-se suas componentes horizontal e vertical..literalmente. calcular a força na barra DJ da tesoura tipo inglês *.707CJ (12) . . Portanto.. obter a quarta força DE. Entretanto. . treliça de telhado. exige: [~MJ= OJ (í).lkN ""Seção'2 . inicialmente.•. CJ é obtido de: 0.1 kN.. O diagrama de corpo livre para a seção 1 está desenhado e inclui a reação de 18.10 (4) -10 CD (8) =O = -18.. será razoavelmente óbvio que a barra inferior esteja tracionada por causa da tendência da treliça à flexão.6 kN C Resp. a força em DJ ainda não poderá ser obtida com as duas equações de equilíbrio restantes. Não é possível fazer uma seção através de DJ sem cortar quatro barras cujas forças são desconhecidas. compressão Nesta equação. colocando uma observação sobre a direção apropriada. emA. elimina os efeitos de CD e JKe. uma vez que o cálculo é feito coerentemente com o sentido arbitrado..3kN ~-- DJ 1-14. o que permitiria.. 0.. A seção 2 corta qliatro barras..

como estas três forças são concorrentes em D.27 Probl. uma equação de momentos em torno de D não daria informações sobre elas. Uma análise do nó D.6 kN T Resp.2 kN T. As duas equações restantes das forças não seriam suficientes para resolver as três incógnitas.Observe + 10 (16) + 10 (20) . CF= 2 Lj-!3. EF = 4 kN C fi Probl. também verifica esta conclusão. C 4. BC e CG da treliça.) 4. BF = 2 kN C. é sempre importante relacionar o 3) número de incógnitas com o número de equações de equilíbrio independentes que podem ser aplicadas. o sentido arbitrado estava correto. BC e CG da treliça carregada. comparados com as forças que elas suportam. Novamente. ' Resp.25 Calcular ilS forças nas barras CD. Desprezar os pesos das barras. 4. Ao escolher uma seção.28 Calcular as forças nas barras AB. que inclui. o equilíbrio dos momentos. a partir de uma equação de equi1íbrio--que contenha a força como única incógnita. .8 kN C . Como o resultado foi positivo.14. o valor conhecido de CJ. PROBLEMAS PROPOSTOS (Resolver os seguintes problemas pelo método das seções.1 (0.26 4.26 Determinar a força na barra CF em termos da carga aplicada L. Resp. 4. BG = 3 kN C GF= 7. BG e GF. Assim [~MG= O] 12DJ ® .ESTRUTURAS / 115 Do diagrama de corpo livre correspondente à seção 2. 4.24 Calcular as forças nas barras CD. BF e EF da treliça representada.27 Probl. A 2 kN Probl:4. admitindo-se as componentes horizontal e vertical de CJ atuando ao ponto J. Todos os ângulos internos são 60°. DJ e DE. AB = 8 kN T. composta de triângulos eqüiláteros.24 Calcular as forças nas barras AB. elimina DE e JK. o momento de CJ foi calculado.3 (24) . Contudo. agora. 4.18.25 4. Resp. composta de triângulos eqüiláteros.707) (12) =O DJ= 16. que poderia ser feita uma seção nas barras CD. AB = 7. em torno de G. considerando apenas as três forças desconhecidas. Resolver para cada força. isolado.

mostrada.29 Probl. Calcular a força na barra DE para a condição de carregamento mostrada.4. para a treliça carregada. Determinar cada força. Resp. incapazes de suportar compressão.32 Calcular as forças nas barras BC.31 4. força.12 kN T HI= 2. Resolver para Cl!dz. 4. do Probl. 4. DG e Hh correspondentes à carga representada pelo tra com 1 631 kg de massa. EI=O 4.4. DE= 25.30 Calcular as forças que atuam nas barras DI.28 Probl. Resp. 9kN 12 kN 9 kN 4. Um guindaste é modelado pela treliça simples m trada.32 4. 4.116 / ESTÁTICA Probl. Calcular as forças nas barras DE. a partir de uma equação de momentos que contenha esta força como a única incógnita.34 Calcular as forças que atuam nas barras CH.4. aqui repetido.4.33 A treliça de telhado é composta de triângulos r-tângulos com ângulos de 300 e 600 e está carregactE conforme mostrado. DI= 18 kN C.5 kN C.31 Probl. DE = 16 kN T. CI e HI da treliç:<:.30 4. DG = 33.33 kN C. 4.10.69 kN T 320 kN ' 480 kN 5 painéis de9 m Probl.9 k:N:HG=40kNC . BC = 4. Calcular as forças nas b= BHeHG. Resp. DE e EI. a partir de uma equação de equilíbrio qlll' contenha a força como única incógnita.29 Suponha que os braços diagonais da treliça de ponte são membros flexíveis.33 Probl. CI = 2. CB e GH dI!treliça em balanço.

Probl . repetida aqui. HG = 59. CD eHI da treliça do guindaste do Probl.)5 kN C.40 . Identificar se existe alguma barra estaticamente indeterminada e calcular a força na barraHG. As barras cruzadas nos dois painéis centrais são tiÍ:antes esbeltos.36 .667 kN C.4. Resp. Resp.35 Calcular as forças nas barras CH.. com seu guincho W travado. A treliça do guindaste está segura por apoios fIxos em A e em K e. 4.40 Probl. Indicar os dois tirantes que estão sob tração e calcular as forças que neles atuam. EF=4 kN T B c 3 kN Probl. DG = 2.38 Cada uma das barras DE e FC é capaz de suportar tanto compressão como tração.39 kN T.8 kN C Probl4. incapazes de suportar compressão. 4. 4.te. 4.ESTRUTURAS / 117 4. devidas à carga de 100 kN.13. Achar também a força na barraMN. .39 os reegada barras 4.37 Probl. está suportando um tambor de 1. Resp. Calcular as forças nas barras CF. 4.5 Mg. DF = 4 kN T D 4. Calcular as forças nas barras DG e DF da treliça do painel de propaganda do Probl.34 ..38 reliça cada o que . que atua na treliça do guindas.36 A treliça representada é composta de triângulos retângulos isósceles. DE = 1. passa por C.37 Calcular as forças que atuam nas barras FC e FD. devido à carga do yento. 4. DE e EF. FC = 3.33 kN C. . A resultante de 4 kN.34 Probl.

estável. quando existe o carregamento mostrado. AB. Resp. a força em DE também o será.-'. 600.41 ~I)\_~: .78 kN C 4.8kN ~ 3m 3m Probl. independente da base de fixação. 4. Viu·se que um triângulo de barras articuladas forma a unidade básica.7 kN C No p6rtico móvel representado. D J EI 5 painéis de 11~1. articuladas nas extremidades por meio de uniões-rótula. 900 ou 1200• Resp. incapazes de suportar compressão. em A. da treliça plana.~..". 1 i i ~.5 . estável.43 4. por outro lado.12a as duas barras AD e BD. Resp. calcular a força na barra JQ.& 10kN . Calcular a força que atua emAB. 4. Na Fig. que Probl. para impedir que o triângulo ABD gire em tomo de AB. A treliça tridimensional. OS ângulos são de 300. Pode-se anexar à estrutura anterior novas unidades. estão interligadas pelas duas barras articuladas. 4. Na Fig. 3m 1\ 5m I / .. exigem um terceJo suporte CD. A treliça espacial pode ser concebida como formada por barras rígidas. e encontrar a reação horizontal sobre a treliça.12b a base de apoio foi substituída por três novas barras.TRELIÇAS ESPACIAIS Uma treliça espacial é uma estrutura em três dimensões correspondente à treliça plana. BC e AC. exige que o tetraedro.22 está mostrada aqui outra vez. JQ = 57.44 4. tipo Baltimore.43 As estruturas articuladas ACE e DFB.. vista na figura. todas as barras cruzadas são tirantes esbeltos. 4. ligadas em D. 4. se a força em CF for nula. para formar um tetraedro com rigidez própria. HI~ 4. AB = 3.44 4. AB e CD.42 Na treliça. cujas seis arestas são barras articuladas nas extremidades. Demonstrar que. estudada no artigo anterior. seja a unidade básica. DF = 768 kN C EF= 364 kN C Ax = 101 kN para a direita 4. Determinar as forças nas barras DF e EF. Supor que as barras diagonais sejam capazes de suportar apenas tração e calcular a força na barra FC. Probl.41 A treliça da torre da linha de transmissão do Pro bl. por .118 I ESTATICA se cruzam sem estarem ligadas.

uma vez que. mostradas. 4. Como o equihôrio. sem redundância. para uma treliça simples. em cada nó. existem m incógnitas mais seis reações de suporte desconhecidas. analogamente.3 para as treliças planas. Tal como no caso da treliça plana.T. se as linhas de centro concorrerem em um ponto. Se m + 6 < 3 j. o nó H está fIxo. portanto. no caso geral de uma estrutura tridimensional estaticamente determinada. suficiente. em cada nó. e as duas cargas aplicadas. Para a treliça completa. fIxam o nó G no espaço. Assim. há uma defIciência de barras internas. diretamente. pelas barras AH. quando se trata deste assunto em treliças planas. F e H e. visto que uma ou mais barras podem ser dispostas de tal modo que não contribuam para a estabilidade do conjunto. nestas estruturas. . aliás.ESTRUTURAS / 119 D D B c A (a) (b) (c) Fig. necessária para a estabilidade interna. e a treliça é instável e está sujeita a desabar quando carregada. a equação vetorial completa. no espaço. É necessário iniciar por algum nó. pode ser aplicado. porém. Nas treliças tridirnensionais. há mais barras do que equações independentes. numa treliça tridimensional simples com j nós. satisfazendo-se. evidente. O método dos nós. aparecem esforços JeCUndário~ de flexão. O nó E foi. mas não é uma condição sufIciente. ainda podem ser desprezados nos primeiros cálculos. suportada externamente. para uma treliça tridimensional. na Fig. é estabelecido por meio de três equações escalares de forças. em três nós fixos da estrutura existente. portanto. Na om por * N. ~F=O. Se m + 6 > 3 j. A estrutura resultante é inteiramente rígida. há um total de 3 j equações semelhantes. composta de m barras. a confIguração não é tão evidente como nas treliças planas. contendo barras redundantes. esta relação é uma condição necessária para a estabilidade. quando considerada como um todo. como as articulações não são perfeitas. atua uma força conhecida. mo aqui. deve-se imaginar que as suas extremidades estão articuladas por uniões-rótula. nas uniões rebitadas ou soldadas. ** As relações precedentes. as barras AF. Na prática. a equação m + 6 = 3 j será satisfeita se a treliça for estaticamente determinada internamente.12c. * Para uma treliça tridimensional. composta de tetraedros. Analogamente. entre o número de nós e o de barras. de tal modo que seja estaticamente determinada. ão D. Assim. e existam. de modo que não haja nenhuma flexão nas barras.12 meio de três barras que se ligam por suas extremidades. são muito úteis no anteprojeto. no e· ca. Tal como vimos nas treliças planas. existe uma relação entre o número de seus nós e o de suas barras. no espaço tridimensional. é aceitável a hipótese de barras sujeitas exclusivamente a esforços normais de tração e compressão. geralmente. no mínimo. BF e CF estão ligadas à fundação e. DH e CH. para a maioria das aplicações práticas. dado o emprego dos rebites ou soldas. tridimensional. estes esforços são mais importantes do que nas treliças planas. às treliças tridimensionais. sobre os quais não atuem mais do que três orças desconhecidas. formado. Nas ligações das barras de uma treliça. três incógnitas. pode-se analisar os nós adjacentes. Em seguida. e a treliça é estaticamente indeterminada internamente. acarretarão esforços em todas as barras. fIxam o nó F no espaço. As três barras adicionais CG. onde. FG e HG estão ligadas aos três nós fIxos C. e que concordam em um nó. desenvolvido no item 4. no máximo. ** Cabem aqui as mesmas considerações feitas. onde a geometria para a determinação estática é.4.

FEB= ~ (-i-j). Deve-se iniciar por urna união que contenha pelo menos urna força conhecida e não mais que três forças desconhecidas. = -. tendo sido convencionado o sentido positivo de tração. para as treliças tridimensionais. apresentar vantagens.1+ FED + -.5 FED (-3J . em geral. Notas: CD Sugestão: Desenhe um diagrama de corpo livre da treliça corno um todo e verifique que as forças externas atuando sobre a treliça são Ax Dy = -Li. Problema Resolvido 4. 2 e 3. Encontrar as forças nas barras que concorrem na união E. convenientemente posicionados. = LJ. r~spectivamente pelas ligações 1. que está rigidamente fixada ao tetraedro por meio de três ligações adicionais. primeiramente. Solução. corno é o caso da união E. As expressões vetoriais para as três forças desconhecidas são: . By = O. e indicar o procedimento para determinar as forças nas barras restantes da treliça. A notação vetorial para representar os termos nas equações das forças e dos momentos.120 / ESTÁTICA Pode-se também aplicar. pode. cortar mais do que seis barras. As duas equações vetoriais 2:F=O e 2:M = O devem ser satisfeitas para qualquer seção da treliça onde a soma dos momentos é nula.. sucessivamente. ÓZ = .4k) . para todos os eixos de momentos. seus valores serão 1) determinados aqui a partir da solução de todas as forças em cada urna das uniões. e será usada no exemplo que segue. 2 e 3.(4L/3)k. =O G) Um valor numérico negativo para a força indica compressão. contudo. porque raramente pode-se encontrar um eixo de momentos. que a treliça está suportada por seis vínculos. A carga L é aplicada à união E. F:C (-3i-4k). desenvolvido na seção anterior. segue que uma seção não deve. Az = (4L/3)k. o método das seções (Ritter). muitas vezes. Também é satisfeita a condição m + 6 = 3j que verifica a suficiência de barras necessárias à estabilidade da estrutura. que elimine todas as incógnitas exceto uma. como no caso das treliças planas. cujas forças são desconhecidas. porém. O diagrama de corpo livre da união E está mostrado.5 (-3J . para 2) todas elas (saindo da união). O método das seções para as treliças tridimensionais não é largamente usado. Observa-se. As reações externas em A. com todos os vetores das forças que atuam sobre ela. urna vez que m = 9 barras e j = 5 uniões. para as treliças uidimensionais.4 A treliça espacial consiste em um tetraedro rígido ABCD. B e D podem ser facilmente calculadas em urna primeira abordagem. FED FEC= . Av = Lj. três dos quais estão na união-rótula A e os demais são representados pelas ligações 1. .4k) O equilíbrio da união E requer [:EF = O] L· L + FEB + FEC + FED FEB (' ') J = ( 4 O ou FEC - 1+ ~ -1 - + ~ 3' 4k) . y e z. ancorado em A por urna união-rótula e impedido de girar em torno dos eixos x. Como as duas equações vetoriais são equivalentes a seis equações escalares.

conc1ui-se que FEB e FEC são forças de compressão e FED de tração. As posições dos nós D e E foram estabelecidas pelas ligações mostradas.ESTRUTURAS I 121 Reagrupando os termos. No caso mais geral. 4. limitando assim as incógnitas a três em cada união. o próximo passo deve ser analisar a união C com o valor conhecido de FEC e as três incógnitas FCD. ternos FEC= -5L/6 FED = 5L/6 Resp. corno é mostrado na figura.45 A treliça tridimensional foi construída sobre a base triangular ABC. A treliça tridimensional prismática tem urna base horizontal ADE e urna face superior paralela. O procedimento é idêntico ao empregado para a união E.46 E :ti Probl. A menos que se tenha calculado as reações externas em primeiro lugar. use sinal mais para tração e menos para com pressão. obtém-se as três equações FEB 3FEC --+--=-L FEB + 3FED fi 5 =O fi 5 Resolvendo as equações. então. As uniões B. BCF. e é reforçada por três barras diagonais. D e A são. nesta ordem. que mantenha a rigidez da treliça. j e k a zero.) 4. dá (-L- FEB _ fi 3FEC) 5 i+ (_ FEB fi _ 3FED) 5 j+ k + (_ 4FEC 55' _ 4FED) =O Igualando os coeficientes dos termos i.. As reações externas calculadas por esta análise.x Probl. Demonstrar que esta treliça representa urna configuração estável. no formato de triângulos eqililáteros iguais. iguais. B --. 4. se não existir nenhuma união carregada que tenha no máximo três forças desconhecidas atuando sobre ela. ligados por três baJ'ras verticais. Substituir também a ligação AE por outra diferente. Assim.45 F 4. naturalmente devem concordar com os valores determinados inicialmente pela análise da treliça corno um todo. será necessário calcular primeiro as reações externas e iniciar a análise em urna das uniões externas sobre a qual não atue mais do que três forças desconhecidas.46 . analisadas do mesmo modo. PROBLEMAS PROPOSTOS (Nos problemas abaiXo. FCA e FCD.. Demonstrar que esta cOrUIguração é internamente estável.

Os vértices da base estão suspensos por fios verticais.49 4. Verificar que a treliça é internamente estável. ligada ao ponto D. 4. 4. FCB = 5L/6.51 4. se a treliça for submetida às forças de compressão P.__ 54 ' o FAB = --- 4mg 27 =P '\ b Probl. CA e CD.j3 C. Cabos de aço prendem a estrutura em E e G. em forma de um triângulo isósceles. Bx A treliça tetraédrica tridimensional é constituída de urna base horizontal ABC. C = -3.122 I ESTÁTICA 4. Quantas barras adicionais são necessárias para evitar instabilidade interna. com seis barras diagonais. que suportam a massa m. use o resultado FEC = .51 Probl. Resp.50 A treliça retangular tridimensional tem urna altura de 16 me f!li construída sobre uma. desenhar um diagrama de corpo livre da configuração triangular dos elos BDE. corno se vê na figura. são suficientes para manter o equilíbrio externo. Resp. aplicadas em F e D na direção da diagonal FD. em cada cabo. e é impedida de girar em torno de AB pelo tirante CD.base hor~ontal quadrada de 12 m de lado.48 Na treliça espacial do Probl. ligados aos suportes situados na parte superior. Determinar as forças nas barras FE e EG. é suportada pelas ligações de rótula. FCD = L/fi. 4. Resolvido 4. em seus nós A e B da base. e das barras AD.50 Probl. RFE = -Pf.4.47 4. FEG=P/ft .52 4. e são esticados até que a tração T. Resp. indicados. Os v{nculos externos. Calcular a força induzida nas barrasAC eAB.5 L /6 e calcule as forças nas barras CB. Resp. 4.72 kN H B Probl. seja: de Urna treliça tridimensional foi construída em forma de cubo. Depois de observar os componentes verticais das reações em A e B sob a treliça simétrica. em B. em forma de um tetraedro. FCA =-L A treliça tridimensional. e onde devem ser colocadas? 9 kN. corno se vê na figura. BD e CD.49 5mg FAC= .. Calcular a compressao C em cada urna das barras diagonais análogas. 4. e determinar a componente x da força exercida pela fundação sobre a treliça. Resp.47 A treliça tridimensional é mostrada em um estágio intermediário do projeto.

embora necessários. por si só. como é mostrado na Fig.6 . 4. se a O. estas forças não estarão. em relação ao plano vertical X-Z.4 e 4. Apesar de..52 I I .ARMAÇÕES E MÁQUINAS As estruturas compostas de elementos ligados.-- 1 y/ I )<. foi discutido e ilustrado o equilíbrio de corpos com múltiplas forças. 4.ESTRUTURAS / 123 da. Para-urna força de alunissagem F = 2. como a armação em A da Fig. estão na categoria de armações ou máquinas. Resp. Z I I d\ I IE massa da treliça for muito pequena.5. será estudado o equilíbrio de corpos rígidos interligados. na maioria dos casos. Se a armação ou máquina constitui. 4.2 m----.13a. não são suficientes para a solução.:---x / I ~.3. 4. Portanto. onde as forças têm sempre a direção das respectivas barras. porém foi focalizado o equilíbrio de um corpo rígido único. O princípio de ação e reação deve ser cuidadosamente observado.l3b._ F Probl. No capítulo anterior. g 7 fore vê nte G. considerada como wn corpo rígido único. No presente artigo. calcular a força correspondente na barra BE.53 Cada um dos braços de alunissagem de um módulo lunar é urna treliça tridirnensional simétrica.9m : .J6 . A estrutura é então desmembrada. A hipótese do equilíbrio estático para a treliça é admissível. Máquinas são estruturas que contêm partes móveis e são projetadas para transmitir forças ou conjugados de uma posição de entrada (ponto de aplicação) para wna posição de saída. Supor que cargas iguais atuam nas barras localizadas simetricamente. Se a estrutura. por si só.:. quando removida de seus suportes. existem numerosos exemplos de armações e máquinas tridimensionais. 4.2 kN. tal como se viu nas treliças. o problema é estaticamente indeterminado. /. Como as armações e as máquinas contêm elementos com forças múltiplas (três 'ou mais forças). em geral.620 kN C Probl. então. geralmente.todos desenvolvidos nos itens 4. se o P. não for uma unidade rígida. Se a estrutura contiver mais elementos ou suportes do que os necessários para garantir a estabilidade. a análise deve ser iniciada pela deflnição de todas as forças externas à estrutura. uma unidade rígida. então o cálculo das reações dos suportes externos não pode ser fmalizado enquanto não se separar todos os elementos da estrutura e analisá-Ios separadamente. corno se vê na figura. nas quais qualquer um destes elementos suportes mais de duas forças. quando se representam as forças de interação nos diagramas de corpo livre isolados. na direção dos elementos. tais corpos permitirem uma análise como sistemas bidimensionais. Armações são estruturas projetadas para suportar cargas aplicadas e são. As equações de equillbrio das diferentes partes serão relacionadas pelos termos que contêm as forças de interação. As forças que atuam sobre cada elemento de um sistema ligado são encontradas. FBE = 1. I z I /Y I I . para treliças simples compostas de barras. isolando-se o elemento por meio de um diagrama de corpo livre e aplicando-se as equações de equilíbrio estabelecidas. dependendo de seus suportes~xternos para ter rigidez.53 da um que ces dos r a . contendo elementos submetidos a muitas forças. e considera-se o equihbrio de cada uma das partes. não se pode analisar essas estruturas pelos mé. e os princípios de equilíbrio. fixadas em uma posição.

Para urnz ligação de rótula. é necessário resolver um sistema de duas ou mais equações par!. por exemplo. Nem sempre é possível representar as forças ou suas componentes com os verdadeiros sentidos nos diagramas de corpo livre.15 Finalmente.4. A vantagem desta representação é que o cálculo dos braços de alavanca é. resultasse negativo. Conseqüentemente. o princípio de ação e reação deve ser aplicad às três componentes. as componentes. separar as incógnitas. é absolutamente necessário que uma força seja coerentemente representada nos diagramas que caracterizam a interação dos corpos que contêm a força em questão. seria necessário inverter o sentido da força em ambas as peças e inverter o sinal do termo em que esta força aparece na equação. estaria realmente em sentido opost ao representado inicialmente. em algumas situações. deve-se ter o cuidado de usar um sinal mais para uma ação e menos para a reação correspondente.15. o que eliminará os termos índesejáveis nas equaçõ~ Nos exemplos a seguir. 4. Isto é particularmente verdadeiro quando as dimensões das partes são dadas segundo duas direç~s perpendiculares entre si. = Fig. Os sentidos arbitrados poderão estar incorretos o qu~ será verificado após os cálculos. Se Ax. O emprego da notação vetorial é vantajosa em alguns problemas tridimensionais. e selecionando-se o eixo adequado para o cálculo dos momentos. Assim. a análise das armações e máquinas é facilitada representando-se as forças por suas componentes retangulares. está ilustrado o método descrito nos parágrafos anteriores.124 / ESTÁTICA Rígido (a) (b) Não rígido Fig.4. 4. na maioria dos casos. simplificado.14 Fig.4. quando separadas. Em qualquer caso. poder-se-á evitar a solução de sistemas de equações.14b. sendo necessário tomar sentidos arbitrários. conseqüentemente. conforme é mostrado na Fig.14a). 4. entre peças de uma estrutura tridimensional. escolhendo-se cuidadosamente o elemento ou grupo de elementós para o diagrama de corpo livre. como é mostrado na Fig. Se for escolhida a notação vetorial para identificar as forças. para os dois corpos ligados pelo plano A (Fig. particularmente quando os momentos são calculados em relação a eixos que não são paralelos aos eixos coordenados. -Ay -A AXÇp Ay Notação Vetori:l1 ~ . Na maioria dos caso} porém. ou deixar a representação inicial e entender-se o sentido real da força pelo sinal negativo. . devem ser coerentemente representadas nos sentidos opostos.13 Verificar-se-á que.

ESTRUTURAS

/ 125

Problema Resolvido 4.5
A armação suporta a carga de 400 Ieg,na maneira mostrada na fJgUIa. Desprezar os pesos das peças, comparados com as forças induzidas pela carga, e calcular as componentes horizontal e vertical de todas as forças que atuam sobre cada uma das peças.

1

as

o a s

Solução. Observa-se, primeiro, que as três peças que constituema armação formam um conjunto rígido que pode ser analisado como uma unidade isolada. Observa-se, também, que a disposição dos suportes externos faz com que a armação seja estaticamente determinada. O di<ig!ama de corpo livre da estrutura completa está desenhado e as reações externas estão determinadas. Portanto,
[EMA [EFx [EFy

G) Vemos que a armação corresponde à catego-

ria ilustrada na Fig. 4.13a.

=

O]

5,5 (0,4) (9,81) - 5D = Ax - 4,32 =
O O

O

D= 4,32 kN
Ax = 4,32 kN
y I
I I

os

= O] = O]

Ay - 3,92=

Ay = 3,92 kN

os

as ma do ue to as e as e,

A armação é, em seguida, d~smembrada, e é desenhado um diagrama de corpo livre para cada peça. Os diagramas são dispostos em suas posições relativas, para ajudar a observação atenta das forças comuns de interação. As reações externas há pouco obtidas são introduzidas no diagrama da peçaAD. Outras forças conhecidas são as forças de 3,92 kN, exercidas pelo eixo da polia na peça BF, tendo sido obtidas do diagrama de corpo livre da polia. A tração de 3,92 kN do cabo é também mostrada atuando sobre AD, em ieU ponto de ligação. Em seguida, desenham-se, nos diagramas, as componentes de todas as forças desconhecidas. Observa-se, aqui, que CE é uma barra, de modo que a direção da linha que une os dois pontos de aplicação das forças e não o formato da peça, determina a direção da força e, portanto, a razão entre as componentes das forças que atuam em C e E. Estás componentes têm reações. iguais e opostas, que estão desenhadas sobre BF no ponto E, e iObre AD no ponto C. Não pode ser identificado, à primeira vista, o sentido positivo das componentes em B e, deste modo, pode ser arbitrariamente, porém coerentemente, suposto. A solução pode prosseguir, usando-se uma equação de momentos, em torno de B ou E, para a peça BF, seguida pelas duas equações de forças. Portanto,
[EMB= O]

L_--x

~

D

3,92 kN Ay

= 3.92 kN
3'92kN~ 3,92 kN Ex 3,92 kN 3,92 kN

9Y,Ex

3,92 kN

ir

.3,92 (5) - i-Ex (3) = Ex = 13,08 kN

O

D Resp.
O

= 4,32 kN

I Y,Cx

-A[EFy

= O]

By + 3,92 - 13,08/2 = By =' 2,62 kN

Resp.
O

(EFx

= O)

Bx Bx

+ 3,92 - 13,08 =

= 9,15

kN

Resp.

G) Sem essa observação crítica o problema não

par!. s nar.ões.

Os valores numéricos, positivos, das incógnitas significam que ~us sentidos foram corretamente supostos, nos diagramas de corpo livre. O valor de Cx = Ex = 13,08 kN, obtido pela análise diagrama de corpo livre da peça CE, é agora introduzido. no diagrama de corpo livre da peça AD, juntamente com os valores

pode ser resolvido. Observe com atenção que a direção da linha ligando os dois pontos de aplicação da força, e não a forma do elemento, determina a direção da força e portanto a relação entre as componentes das forças atuando em C e E.

126 I ESTÁTICA

de Bx e By determinados acima. Pode-se, agora, aplicar as equações de equilíbrio à peça AD, como verificação, visto que todas as forças que atuam sobre ela já foram calculadas. As equações fornecem
[l:MC= [l:Fx [l:Fy O]

4,32 (3,5) + 4,32 (1,5) - 3,92 (2) - 9,15 (1,5) 4,32 - 13,08 + 9,15 + 3,92 - 4,32 = O -13,08/2

= ('

= O] = O]

+ 2,62 + 3,92 = O

que verificam os cálculos anteriores.

4-

Problema Resolvido 4.6
Desprezar o peso da armação e calcular as forças atuando em todos os seus membros. Observa-se que a armação não é uma unidade rígida, quando removida dos seus suportes, pois BDEF é um quadrilátero móvel e não um triângulo rígido. Conseqüentemente, as reações externas não podem ser completamente determinadas enquanto não se analisar, individualmente, cada membro. Porém pode-se determinar as componentes verticais das reações em A e em C, a partir do diagrama de corpo livre da armação, como um todo. Assim,
Solução. [l:MC= O]

I t
500 500 ~750mm

200 (0,3) + 120 (1,0) - 0,750 Ay

=O
Resp. Notas:
<D

Ay = 240 N
[l:Fy

= O]

Cy - 200 (4/5) - 240 Cy

=O
Resp.

= 400

N

Vemos que esta armação corresponde à categoria ilustrada na Fig. 4.13b.

A seguir, desmonta-se a armação e desenha-se o diagrama de corpo livre de cada elemento. Como EF é uma barra, a direção da força em E sobre ED e em F sobre AB, é conhecida. Supo3) nhamos que a força de 130 N esteja aplicada ao pino, 'parte do elemento DC. Não há dificuldade em alocar os sentidos corretos para as forças E, F, D e Bx. O sentido de B, contudo, pode não ser inferido por inspeção e, portanto, é arbitrariamente mostrado como sendo para baixo sobre AB e para cima sobre BC.
Elemento ED. [l:MD [l:F=

As duas incÓgnitas são facilmente obtidas por 200 (0,3) - 0,3E

= O]
O]

=O

,E

= 200 N

Resp. Resp.
CV

D - 200 - 200 = O

D = 400 N

Elemento EF.

F é claramente igual e oposta a E, com inten-

sidade de 200 N.
Elemento AB. Bx,AxeByde [l:MA

Os sentidos de Ax e Cx não são, inicialmente, óbvios, e podem ser convencionados arbitrariamente para posteriormente serem corrigidos, se necessário.

Como F é agora conhecida, resolve-se para

= O]

200 (3/5) (0,5) - Bx (1,0)
Bx

=O
Resp.

®

= 60N

A força de 130 N poderia ser também aplicada ao pino considerado como parte deBA, resultando numa mudança da reação Bx'

ESTRUTURAS

/ 127

[EFX

= O]
O]

Ax + 60 - 200 (3/5) Ax

=O
Resp.

= 60N
=O

[EFy=

200 (4/5) - 240 - By By=-80N

Resp.

o

sinal menos mostra que alocou-se o sentido de By errado.

Elemento para BC. BC, Os e resultados Bx, By D são, agora, a incógnitapara restante Cx e é encontrada de 4) transferidos
[EFx= O]

120 + 400 (3/5) - 60 - Cx =0 Cx

= 300

N

Resp.

Ay = 240 N

Cy

= 400N

Pode-se usar as duas equações restantes do equilíbrio para verificação~ Assim,
[EFy

= O]
O]

400 + (-80)

-400

(4/5)

[EMC=

(120 - 60) (1,0) + (-80)

=O (0,75) = O

@ Poderíamos ter, também, retomado"ao diagrama de corpo livre da armação como um todo e encontrado Cx'

Pr,oblema Resolvido

4.7

A máquina mostrada é um aparelho de proteção contra sobrecarga, que libera a carga quando esta 'exceder, um valor predeterminado T. Um pino de cisalhamento, de metal,' está inserido em um furo na-metade inferior do aparelho, e recebe o esforço de travamento da metade superior. Quando a força total sobre o pino exceder a sua resistência, ele se rompe. As duas partes, então, giram em torno de A, sob ação das trações em BD e CD, como está mostrado na segunda figura, e os roletes E e F soltam o olhal. Determinar a tração máxima possível T, se o pinoS cisalhar quando a força total sobre ele for 800 N. Calcular, também, a força correspondente sobre o pino articulado A.

Solução. Devido à simetria, pode-se analisar somente uma das metades. Escolhe-se a metade superior e desenha-se o diagrama de corpo livre, juntamente com o da ligação D~ Devido à, simetria, as forças em S e em A não possuem componentes na direção x. As barras BD e CD exercem forças de igual intensidade, B = C, sobre a ligação em D. O equilíbrio da ligação dá
,-

[EFx=O]

BcosO+CcosO-T=O, B

2BcosO=T

= T/(2

cos O),

Do diagrama de equil1orio da metade superior, expressa-se o equilíbrio dos momentos em torno do ponto A. Substituindo S = 800 N e a expressão para B, obtém-se

128 I ESTATICA

2

[I:MA=

O] T 2 cos
O

Notas: (cos
O)

(50) +

2 cos

T

O

(sen

O)

(36) -

- (36) (800) Substituindo

L
2

<D

É sempre útil reconhecer a simetria. Neste
exemplo ela nos mostrou que as forças agin, do sobre as duas partes se comportam como imagens recíprocas uma da outra, com respeito eixoum ação ao sobre x. Assim, dos elementos não se pode na ter direção uma ... _y ) positiva do eixo x e a sua reação sobre o outro elemento ser na direção negativa dos x. Como conseqüência, as forças em S e em A não têm componentes na direção x.

(26)

=O

sen O/cos O = tg O = 5/12 e resolvendo para T,

, T (25 + 5 2 (3,6) (12) - 13) T= 1477 N ou

= 28

800 Resp,

T= 1,477 kN

Finalmente, o equilíbrio na direção y, dá [I:Fy= O]
S-BsenO-A=O

@ Tenha cuidado para não se esquecer do momento da componente y de B. Observe que as unidades usadas são newton-milÍmetro. A

1477 800 2 (12/13)

5

i"3 -A = O

= 492

N

Resp,

PROBLEMASPROPOsrOS

9

(Desprezar a massa dos vários membros nos problemas que se seguem, exceto onde for indicado o contrário.) Calcular a intensidade da força suportada pelo pino em C, na armação carregada. Resp. C = 1 002 N

10.6mI0.5m~

.
Cf Probl. 4.55

Probl. 4.54

4.55

Calcular a intensidade da força suportada pelo pino em A , que fixa o suporte carregado à parede.

~

CalCul: a intensidade forçaé suportada pelo pino B da armação, cuja da carga' um conjugado de 200N·m. Resp. B = 289 N

Probl. 4.56

ESTRUTURAS

I

129

Pino de 4.57 Substituir o conjugado de 200 N • m do Probl. 4.56 por uma força, para baixo, de 800 N, aplicada no ponto D e calcular a intensidade da força que atua emB. I( cisalhamento I 11:
BI 150N

=:=
IA

p

(ó---©

loomhl~~
mm

b=300mm~

Probl. 4.60

3m

Probl. 4.57

4.58

A tesoura representada na figura é, muitas vezes, usada em lugar das tesouras comuns de funileiro, quando se deseja grande força no corte. Para uma força aplicada de 150 N, qual é a forçaP disponível no corte, à distância de 30 mm na direção da lâmina, a partir do pino A? Resp. P= 1467 N A figura mostra um alicate usado para cortar, manualmente, péquenos parafusos e vergalhões. Para um aperto manual de P = 150 N, determinar a força Q, ,que cada mandíbula do alicate exerce sobre o vergalhão,

Probl. 4.61

4.59

G

Na armação carregada da figura, calcular as componentes x·e y da força suportada pelo pino C. Resp. Cx = 5,25 kN; Cy = 1 kN
9 kN

y I I

1'16kN 3m

L_-x
Probl. 4.62

Dimensões em milímetros Probl. 4.59 4.63

.60

Uma chave com limitações de torque possui um pino de cisalhamento B, que rompe quando a força sobre ele exceder sua resistência e, portanto, limita o torque que pode ser aplicado sobre a chave. Se a resistência limite do pino de cisalhamento for de 900 N, em cisalhamento duplo (isto é, Vl2 = = 450 N), calcular o torque limite M, que pode ser aplicado à chave. Que efeito tem sobre o valor de M um acréscimo em b, mantendo todas as outras condições constantes. Resp. M= 75 N'm M diminui quando b aumenta Na armação carregada da figura, calcular as componentes x e y da força suportada pelo pino C.

Calcular a intensidade da força que atua sobre o pino em D. O pino.C está fixo à barra DE e encosta no rasgo liso da chapa triangular.

.61

Probl. 4.63

130 / ESTÁTICA

Calcular a força suportada pelo pino em A, do alicate com regulável, utilizado para aperto, sob uma carga aplicada de 100 N. Resp. A = 525 N

270mm

'I
looN

um torque de entrada de 50 N· m, no sentido horário, na árvore A, e se a árvore de saída D aciona uma máquina à velocidade constante, determinar as forças exercidas sobre o flange da base do redutor, em E e F, pela ação combinada dos parafusos e da fundação de suporte. Resp. E = 139 N, para baixo F= 433 N, para cima

4

./
Probl. 4.64
E
300 mm

,j,

4.65

Calcular a força Q, exercida pelo alicate furador de papéis, quando se aplica a forçaP no cabo.

250 mm

Probl. 4.67

4.68

As duas engrenagens cilíndricas A e B acionam as engrenagens cênicas C e D. ·Para um dado torque Mo, encontrar a expressão do torque M, na árvore de saída, necessário para manter o equilíbrio.

4

Probl. 4.65

4.66

A chave de caixa especial da figura tem a caixa B livre para girar em tomo do pino C fIXo ao punho A, e pode acomodar vários tamanhos de parafusos com cabeça hexagonal. Para o tamanho nominal mostrado, onde o centro O do parafuso e o pino C estão alinhados com o punho, calcular a intensidade da força suportada pelo pino em C, quando P = 160 N. Assumir que a superfície da cabeça do parafuso seja lisa. Resp. C= 1 367 N

r1/r2

= 2/3

tg ~M

a = 3/4

Probl. 4.68

4

Probl. 4.66

4.67

O r~utor de velocidade consiste da árvore de entrada A, onde está montado o pinhão B, que aciona a engrenagem C, e sua árvore, de saídaD, com uma redução 2:1. O centro de gravidade da unidade, cuja massa é de 30 kg, está em G. Se for aplicado

Probl. 4.69

aplicada no punho do grampo de travamento. quando a carga é de 200 N. as e e 4. Para a posição da alavanca definida por meio de Ct = 100. 4.74 4. 4. Resp. tração Determinar a força vertical de retenção em E.71 Calcular as componentes x e y da força que atua sobre o pino em B. B = 933 N a o mm 270 3 BOON Probl. Bx = 809 N. C= 1 368 N 300 50 20= 60mm D---X 200 N Probl.ESTRUTURAS I 131 4. FAB = 8.73 A. Resp.C produzida.70 Calcular a força que atua no elo AB da tenaz de içamento.72 Na armação carregada.74 Calcular as componentes x e y de todas as forças que atuam em cada membro da armação carregada. Os cabos estão firmemente enrolados nas polias. em função da força P.73 Na armação carregada. e para uma força P = 150 N no cabo da alavanca.71 Os alicates articulados são usados para urna variedade de fInalidades de aperto.4.4.75 P 1\---100 nun ~ Probl.72 Calcular as componentes x e y da força que atua sobre o pino B. calcular a força de aperto. Resp. By = 785 N . Bx = 287 N. formando uma unidade integral. As duas polias estão ligadas entre si. By = 215 N . 400 Probl. Resp. que retém a peça de trabalho F em posição. encontrar as componentes x e y da reação no pino em B. Resp. que une as duas peças representadas.75 4.76 Probl. cujos braços se cruzam sem se tocarem. 4. calcular a força suportada pelo pino em B .69 s 4.09 kN. 4.

se for aplicada uma força F = 200 N no cabo da alavanca. calcular a tração T na ligação AB.4m 50 kg Probl. Resp. 4.81 A 4. com eixo duplo.78 4. O.78 A mandíbula móvel D da prensa articulada desloca-se com atrito desprezível ao longo da coluna vertical fixa.76.4m Probl.82 "---x O. calcular a força total de cisalhamento suportada pelo pino A. usada em pequenos caminhões.80 4. para poder ser facilmente movimentada. A = 1.77 Substituir a força de 200 N em E. Ey = 25. 4. Na armação carregada. A = 833 N x Probl.76 4.J3N 4. que forma um ângulo e = 75° com a vertical. por um conjugado de 50 N· m. Para uma carga L = 12 kN. R = 966 N. A articulação no topo da escada está sobre a linha de centro das suas pernas. e calcular as componentes x e y de todas as forças atuantes sobre cada um dos dois membros da máquina. Se uma pessoa de 90 kg ficar em p~ no degrau em C. no sentido horário. Resp. Resp. T= 231 N Probl.79 Na armação carregada. e a força suportada pelo pino A.8 m----J Probl.79 A figura representa uma suspensão dianteira.75 kK .81 k--l.132 / ESTÁTICA E t 4. Ex = 25 N. Calcular a força de compressão R exercida sobre o cilindro E. transmitida à viga F. A massa da viga central F é de 40 kg e a de cada roda com o respectivo eixo é de 35 kg. encontrar as componentes x e y das forças em A e em C. com o centro de massa a 680 mm da linha vertical central. 4. 4. calcular as componentes x e y da força suportada pelo pino em E.80 n~r I mm mm mm A escada simétrica de 20 kg está montada sobre rodas. Resp. 4. 4. no Probl.

86 m A a de ma a A. C= 2 160 N Calcular a intensidade da força suportada pelo pino A da armação carregada. N Probl.86 O dispositivo mostrado é um tipo ajustável de chaye. calcular a força total que o pino A suporta. 4. Sabendo-se que o braço e a rodaAO têm em conjunto 50 kg com centro de massa em G. 4. Se for necessário um torque (momento) de 60 N • m. de um pistão hidráulico carregado. quando a força aplicada P tem o valor necessário. equilibrada. A = 44. Resp.82 4.7 kN ---------1 L--750mm~ Probl. em tomo de O.ESTRUTURAS I 133 move-se ao longo da pista à velocidade constante. Resp. calcular a força em cada um dos pinos A e B. 4. 4.84 .85 Determinar a força de compressãoP.88 Probl. P= --2Fe C{I-{. em seu eixo fIxo O. 4.83 O conjunto da roda dianteira. é recolhido aplicando-se um conjugado M na barra BC. de 24 kN.87 Determinar a força suportada pelo pino C da estrutura carregada. Resp. na qual os pinos A e B se ajustam nos furos na face do disco que está para ser montado. 4. calcular o valor de M necessário para recolher a roda no momento em que D está diretamente debaixo de B com o ângulo () = 30°.83 4. em função da força F aplicada nos punhos da máquina de rebitar. pllJ:a apertar o disco no eixo. com a roda suportando uma carga constante. por meio da árvore B. Se o trem Probl. N 4.84 O trem de aterrissagem do avião consiste de uma mola. conforme se vê na fIgura. localizada no nariz do avião.85 N 4.) e F F Probl. do cilindro D e de dois elos OB e CB articulados.4.

4. 4.4 kN.88 4. 4.89 O braço CE e a roda dentada estão montados. Para uma dada força aplicada.91 Probl.18 kN E ~O. Calcular a intensidade da força correspondente que atua na extremidade C do braço EC. Resp. Probl. Se uma força F.7lli 4. no mesmo eixo. e poder mantê-Ia na posição mostrada. independentemente. A = 1 727 N • E :tüDJ ~o'mlo. sendo o ângulo e = 30°. que atua na roda. uma força de 400 N. para equilibrar o torque resistente M. em C. onde a barra RE é perpendicular aAR e CE. 4. É necessário aplicar um torque Mo = 30 N 'm. C = 908 N / 100 ---±-..90 O guindaste portátil mostrado é usado para içar materiais de construção ao teto de . determinar o valor de e que fornece o maior esforço cortante. Resp. Desprezar os pesos das peças e calcular as forças suportadas pelos pinos em A e E. na posição particular mostrada. quando atuar no punho da alavanca. na alavanca do tambor. aplicado à barra.89 4. suporta uma carga de 90 kg. no eixo do braço AR. Resp. Resp.87 ( ~ 4. calcular a intensidade da força suportada·pelo pino emA. Q = 13. O guindaste tem massa de 50 kg e tem centro de mas- .um edifício. E = 36. pode aplicar uma força horizontal P = 10 kN. Probl.9~ G IF Probl4. A = 22.134 I ESTATlCA 1 600N 'F c sa em G.91 Probl.92 A caçamba é controlada pelos três cilindros hidráulicos e.90 Calcular o esforço cortante Q.

Supor que as rodas sejam livres para girar de modo que não há componentes horizontais de força sob as rodas. O conjunto A tem massa de 1.9 kN 4. e a intensidade da força que atua em cada um dos pinos em H.94 A unidade motora A do trator ra~ tem massa de 4 Mg e centro de massa em Gl' A caçamba-raspadora B rebocada.93 o mecanismo para içar a carroceria de um caminhão basculante está mostrado em detalhe na figura.9m T 4. calcular a força R exercida pelo cilindro hidráulico em D e a intensidade da força sUportada pelo pino em E. Todas as dimensões estão indicadas na figura.2m f' 1 ProbL 4. A posição do raspador é controlada por dois cilindros hidráulicos EF.8 kN. para a posição particular mostrada.5 Mg e é içado pela plataforma B. H= 113.7 kN.4. totalmente carregada. de massa 2 Mg.95 . Resp. Calcular a compressão F. F= 131. Resp. A carroceria basculante e sua carga têm massa de 9 Mg. tem massa de 24 Mg e centro de massa em G •.95 O. A = 64. situados um em cada lado do reboque. Desprezar a massa do cilindro e das barras. com centro de massa em G.93 s N A figura mostra um dispositivo especial para erguer seções verticais de uma torre em construção.ESTRUTURAS I 135 l. um em cada lado da máquina.0 kN Detalhe do mecanismo para içar a carroceria Dimensões em milímetros ProbL 4. Resp. Determine a compressão P no cilindro hidráulico BE e a intensidade da força suportada pelo pino em A. em cada um dos cilindros. E= 40. Para a posição particular mostrada.0 kN. R = 59. A plataforma é guiada pelos roletes sobre a coluna vertical fixa e acionada pelo cilindro hidráulico CD e pelas barras EDF e FH. P= 119.5 kN ProbL 4. na qual BA é perpendicular a OAE e a barra DC é perpendicular a AC.92 Probl.

Probl. Bx=Bz =Dx =Dz =Ez =.98 A estrutura em forma de A mostrada na figura.96 Calcular as componentes x. D e G podem ser tratadas como uniões-rótula. Os dois discos estão rigidamente montados no eixo.. 4. Az 2. já familiares.5 kN Cx = Cz =5 =O Probl.97 4. 4. A corda enrolada em torno do disco menor aponta para a direção x e o impede de girar. A ligação CG é a única barra.96 4. E e F.FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO Neste Capítulo aplicaram-se os princípios do equilíbrio a duas classes de problemas: (a) treliças simples. Os aspectos mais essenciais da análise destas duas classes de estruturas estão revistos nos passos apresentados abaixo. B. Trate todas as uniões como tipo rótula e despreze o peso de todos os membros. y e z de todas as forças que atuam em cada uma das três partes do mecanismo mostrado. as estruturas que foram tratadas neste Capítulo proporcionaram a oportunidade de desenvolver uma abordagem sistemática para uma classe de problemas mecânicos que ocorrem fre<lüentemente. sendo que o maior deles tem uma força de 300 N atuando na corda a ele enrolada e orientada para a direção negativa do eixo y. tem dois pinos. que permitem que ela gire em torno do eixo y mas não oferecem resistência a forças nesta mesma direção. Não foi necessário desenvolver nenhuma teoria nova pois as soluções foram enco tradas apenas com o traçado do diagrama de corpo livre e aplicando as equações do equilíbrio. y e z de todas as forças que atuam sobre cada membro da armação. e (b) armações e máquinas.25 kN Dimensões em milímetros Probl.98 4. Calcular as componentes x. Pode-se desprezar o peso dos elementos comparados com as cargas transmitidas. As uniões em A. Contudo.136 I ESTÁTICA 4. Ax =Ay =By = Dy =Ex =Fx = 1.Fz = kN. Resp.4.97 Calcular as componentes x. y e z de todas as forças que atuam em cada elemento da armação espacial carregada conforme mostrado. . C.7 .

As unidades adicionais de uma treliça são formadas incluindo novos membros. Portanto. no caso de treliças espaciais. em geral. Se duas barras carregadas forem colineares em um nó. O veto r que representa uma força atuando sobre um nó ou uma seção é desenhado do mesmo lado do nó ou da seção em que está a barra que transmite a força. tanto externa- s · . duas forças desconhecidas. Somente serão consideradas aqui armações e máquinas estaticamente te como internamente. 11. 6. quando são removidos seus rtes externos. uma força seja conhecida. m m a . e são membros flexíveis. envolve o equillbrio de um sistema de forças não concorrentes. geralmente sob condições estáticas.ESTRUTURAS / 137 (a) Treliças simples 1. As treliças são estaticamente determinadas internamente quando são construídas da forma descrita no parágrafo 2 acima. ~mente. As cargas externas sobre treliças simples são aplicadas somente nos nós. ligando-os aos nós existentes e unindo suas extremidades para formar novos nós. 3. de forma triangular para treliças planas e de tetraedro para treliças especiais. as forças internas têm sempre a direção dos seus respectivos membros. a análise iniciará computando as reações externas sobre toda a unidade. no caso de treliças planas. como um todo. 4. significará que esta nova barra terá força nula. A a s N (b) Armações e máquinas 1. As treliças simples são construídas em tomo de uma unidade rígida básica. determinadas. 2. 3. onde os membros internos não excedem aqueles necessários para evitar o colapso. 8. Se uma armação máquina. os nós podem transmitir forças. no caso de treliças planas. · · . a solução não poderá ser encontrada pois existem apenas três equações independentes do equihbrio. Com esta convenção. Algumas estruturas podem ser classificadas em ambas as legorias. O método das seções utiliza o corpo livre de uma seção completa de uma treliça. aplica-se às máquinas. A análise deve iniciar por um nó onde. ligadas nas suas extremidades e capazes de suportar tração ou compressão. que não sofre colapso. 5. 4. e o painel permanece estaticamente determinado. for uma unidade não rígida (que possa sofrer colapso). a inclusão de uma terceira barra neste nó. 7. pelo menos. no máximo. Portanto. se uma seção cortar mais do que três barras cujas força~desconhecidas. a análise das reações externas não pode ser completada antes da estrutura ser smembrada. isto é. no caso das espaciais. no máximo. Suponhamos que os nós nas treliças simples são do tipo pino. A equação de equillbrio dos momentos é de grande auxílio no método das seções. com direção diferente das outras duas. O mesmo procedimento para analisar armações. 9. ou. e do tipo união-rótula. dois no caso de treliça plana e três nas treliças espaciais. As armações e as máquinas são estruturas de múltiplas forças. e que tenha. Se uma armação ou máquina é uma unidade rígida. a tração é 'indicada por uma seta saindo do nó ou da seção e a compressão é indicada pela seta apontando na direção do nó ou da seção. incapazes de suportar compressão. As treliças são estaticamente determinadas externamente quando os vínculos externos não excedem os necessários para manter uma posição de equillbrio. a menos que se aplique uma força externa. que tenha componente na direção da terceira barra. estruturas que contêm um ou membros sujeitos a mais de duas forças. As treliças simples são compostas de barras. As armações são estruturas projetadas para suportar cargas. 10. 5. Em geral. Quando dois membros são as diagonais de um painel quadrilátero. quando seus suportes ernos são removidos. contendo dois ou mais nós e. como um todo. envolvem uma ou mais partes móveis. somente se considera aquele que está em tração. As 'quinas são estruturas que transformam forças e momentos de entrada em forças e momentos de saída e. 2. três forças desconhecidas. O método dos nós utiliza as equações do equilíbrio das forças em cada nó. no caso de treliças planas. mas não momentos.

disposta como um quadrado.99 4. carregada pelas forças de 40 e 60kN. p \~ b b r Probl. Determinar as forças nos membros EG e DF.102 4.104 Calcular as componentes x e y das forças atuando em A e em C. que atuam sobre a treliça da ponte. que atua sobre cada lado do bloco de concreto quadrado. Resp. O princípio da ação e reação deve ser rigorosamente observado. As equações de equihbrio de forças e de momentos são aplicadas aos membros à medida que for sendo necessário calcular as incógnitas desejadas.'? co::. BG = 8 kN C 4. usando um diagrama de corpo liVre do membro rígido ABe.1 kN C CD= 6. Resp. I< L 12 painéis de 6 m L L Probl.103 Cada uma das três cargas L.138 I ESTATlCA 6. DF = 825 kN C I' J I 4painéisde5m H G 'IF Awm1 40kN 60kN r F Probl. 4. pois.100 ~ 4. Resp.103 > I 4. As forças atuando nas conexões internas das armações e máquinas são calculadas desmembrando a estrutura e construindo um diagrama de corpo livre separado para cada parte. 4. se compõe de quatro sapatas de pressão. BH= 47.101 E F 3m G P Probl. certamente ocorrerão erros. 7.100 P 3m 3m Calcular as forças que atuam nas barras BH. é de 200 kN. CD e GD da treliça. Expressar a força compressiva C.4.101 Determinar a força que atua em cada barra das duas treliças que suportam a carga de 10 kN. do contrário. 4. em termos das forças aplicadas P. 4. conforme mostrado.7 kNC GD=O c A B 4kN Probl. na armação carregada pelo conjugadoM=40N·m. em seu nó comum K. com o mínimo de cálculo. de quatro barras de compressão e de três barras externas. .102 Calcular a força no membro BG. iA S o b . PROBLEMAS PARA REVISÃO 4. EG = 600 kN T.99 Uma armação usada para testar a resistência à compressão de blocos de concreto.

C H AB=AC=500 750 600 200 Dimensões em milímetros Probl.107 Determinar a força que atua na barra GL da treliça da torre.ESTRUTURAS I 139 4. calcuIai a força P fornecida pelo cilindro ao pino C. pelo método dos nós. Indicar.104 4.:: 37.106 Verificar o fato de cada uma das treliças carregadas mostradas ser internamente instável (nãorígida). Para a posição nominal mostrada das barras do triângulo ARC. AC = mg/3.4. A treliça é estaticamente determinada? Resp.105 Uma barra ajustável de reboque. carregada. O ajuste da altura do gancho F. dois métodos que .105 4. para posicionar a barra de reboque. no mínimo. Calcular as componentes x e y da força suportada pelo pino emE. 4.109 Probl. O conjunto tem massa total de 50 kg em centro ~e massa em G e está suportado pelo pino E do trator~ Resp. que é atuado por uma pequena bomba manual (não mostrada).108 Determinar a força que atua na barraAC em função da carga m suportada pela treliça. GL:.108 4. Todos os ângulos águdos internos são de 30° ou de 60°.107 4. Probl. está mostrada na flgUIa. P = 298 N .5 kN T Probl. Resp. com centro de massa em G. que conecta a unidade tratora H ao trem de aterrissagem J de um grande avião. é obtido através do cilindro hidráulico CD.4. 4.106 O topo de uma bancada retrátil tem massa de 50 kg. m B Probl4. na extremidade da barra de reboque.

Calcular as componentes x e y de todz as forças que atuam em cada uma das três barra da armação. Resp.. devidas ao peso do tronco.109 Probl.. Para uma força P = 150 N.~ 100 kg com uma força P aplicada no punho C. R = 137.111 Na posição particular representada. as lanças AF e EG do empilhador de troncos estão em ângulo reto e AF é perpendicular a AB. A = 247 b'\ 40 12Q mm P Dimensões em milímetros p f~w: A'Y~">.5 kN.6 Mg/m' . ~As dimensões são as que aparecem na figura. . M= 7.110 Uma chave"antitorque".140 I ESTÁTICA assegurem estabilidade interna (rigidez) a cada treliça. e a reação externa R contra o pino A. emA.88 N'm. A = 173. O pino A aloja-se no orifício existente na estrutura que contém o parafuso que vai ser apertado.· . A reação contra o pino A estabelece a característica "antitorque" desta ferramenta. central e longitudinal e tem dois conjuntos de alavancas iguais ao mostrado na figura. manivela. para o punho da manivela na posiçi:= vertical mostrada. Por meio de movimentos sucessivos de oscilação do cabo que comanda a engrenagem.5 Mg. por meio do acréscimo de uma ou mais barras.. A máquina é simétrica em relação ao plano vertical. L = 52. D = 87. achar a força de compressão I1Z haste do cilindro hidrá~co lL e a força cisalhante suportada pelo pino.·. Os pesos próprios das peças podem ser desprezados diante das cargas que suportam.1 Probl. ~. (Um dos lados da chave é usado para apertar o parafuso e o lado oposto para afrouxar.·. ao fazer o esforço para apertar um parafuso. calcular as forças que os pinos A e D suportam.112 A caçamba de uma escavadeira tem a capacidad= de 4 m 3 e está sendo utilizada para transportz: material com a massa específica de 2. calcular o torque M transmitido ao parafuso.) Resp.·.. normal à linha AB.0 N 4.-. Resp. sob a ação de uma catraca. projetada para ser utilizada por um tripulante de nave espacial. p~ a posição particular apresentada.111 4. nesta posição particular. não exige plataforma fixa contra a qual se poderia apoiar. sem introduzir redundância. 4.113 4.0 kN.112 I Probl. o soquete gira em um só sentido. Se o guindaste estiver içando um tronco de massa igual a 2. 4.4ld' H G F H G F H G F F E D ~ (c) (d) Probl. 4. 4. em que o braço EB é horizontal.110 4. Um guincho de armação A suporta uma carga c.

As conexões podem ser consideradas como rótulas. 4. Probl.90 kN z I I x 100 kg I D~e~sões .114 Calcular a força total que atua sobre a peça BD. milImetrosem 1200 -+-1200 Proo!. Resp.ESTRUTURAS I 141 o N duas forças mostradas. 4. D = 4.113 x de ar 4. ~ "trot"" m:5ionm =-" p'''' ga d= o ~ todE! arrZ! siçãz .114 m3• ara aço na anméngiuali das rgas kN = D.

5 FORÇAS mSTRlBUIDAS 5.1 q c a . na realidade distribuídas por sua resultante R. se . Quando a dimensã'o b da área de contato é desprezível comparadiõ com as outras dimensões pertinentes. da maneira indicadE. conforme mostrado na Fig. são extremamente pequenas. nas vizinhanças do ponto de contato. Mesmo no caso de um manca:. qualquer.o pneu for macio. como um todo. 5. então a substituição das forças de contato. tratado como um todo. não deve haver dúvida em tratar-se das forças como concentradas.5. Realmente. ao analisar seus efeitos externos sobre um corpo. a força de contato entre uma esfera de aço endurecido e sua pista de rolamento.-é aplicada sobre uma área de contato. uma vez que wna força real 'aplicada ao corpo é distribuída sobre UIl12 área ou volume fmito. o Interesse estiver em encontrar a distribuição interna das forças no material corpo. de vetores nos pontos de aplicação. internamente. de rolamento carregado. considerada uma força concentrada. não provocari dúvidas qU!ll1dose estão analisando as forças atuando no carro. Nestes exemplos e em outros semelhantes. será aplicada sobre uma área de contato fmal. Se.. como mostrado na Fig. tal como a distância' entre as rodas. Por exemplo. por outro lado. no exato sentido da palavra. 5. não existem forças "concentradas". As forças aplicadas sobre uma barra de uma treliça (Fig. cujas dimensões.lb. a força exercida pelo pavimento de uma entrada sobre o pneu de um automóvel.1a. naturalmente. onde as tenSÕes e as deformações internas podem ser aprec" Detalhe na zona de contato ~ ~ c R (a) (b) pC c (c) R I I Fig. na seção transversal.INTRODUÇÃO Nos capítulos anteriores todas as forças foram consideradas como concentradas e representadas por mei. 5. ou ao longo das linhas de ação.1 c) são aplicadas en: uma área real de contato entre o pino e o furo e. que pode ter UIl12 dimensã'o apreciável.1 .

5. que é igual a 106 Pa. não se pode tratar a carga como sendo concentrada. pg é (kg/m3) (m/s2) = N/m3 no SI. A unidade para . como a da Fig.' '. mas sim considerar a sua distribuição real. em newtons por metro (N/m). a unidade de libra por polegada quadrada (lb/in2). Quando uma força é distribuída ao longo de uma linha. A Seção B ao capítulo trata de problemás importantes e especiais sobre forças distribuídas que atuam em vigas e em cabos flexíveis. são empregados procedimentos de integração matemática. sem dúvida. Uma força distribuída sobre o volume de um corpó é conhecida como força de corpo.2 As forças de corpo devido à atração gravitacional da Terra (peso). ~ Distribuição por Volume. e tensão. as forças distribuídas mais comumente encontradas. no SI. muito pequena para a maioria das aplicações. requer que se leve em consicferação a força gravitacional distribuída ao longo de toda a estrutura. A força de corpo mais comum é a força de atração gravitacional. quando é o caso de forças distribuídas internamente em sólidos. que é também chamado pascal (pa). Por exemplo. e m . 5. Para isto. a determinação das forçqs sobre os suportes de uma estrutur~pesada em balanço. contudo. 5 . Quando uma força é distribuída sobre uma área. t t t Fig. como é o caso de uma carga vertiCal continua. o . Esta unidade é. a intensidade é expressa como força por unidade de área. deve-se levar em consideração a distribuição real das forças..' (e) .2a). Esta intensidade é conhecida como pressão. . mais comumente no caso de pressão fluida. Este tipo de problema requer um conhecimento das propriedades do material e pertence a áreas mais avançadas da resistência dos materiais e das teorias da elastiCidade e da plasticidade. a intensidade w do carregamento é expressa como força por unidade de comprimento da linha. O sistema inglês usa. a u 'Distribuição por Área. tanto para pre~São fluida como para tensão mecânica. Quando as forças são aplicadas sobre uma região cujas dimensões não são desprezíveis comparadas com outras dimensões pertinentes. é o newton por metro quadrado (N/m2). Distribuição Linear.2b). em geral. o megapascal.(1lb/in2 = 6 895 Fa). que é igual a 103Pa. A intensidade da força gravitacional é o peso especifico pg. somando-se os efeitos das forças distribuídas sobre toda a região.2c. e forças distribuídas de fluidos atuando sobre superfícies expostas. para tensão. quando se trata de forças fluidas. são. o quilopascal (kPa).FORÇAS DISTRIBUfoAS I 143 veis. A unidade básica para pressão ou tensão. que atua sobre todos os elementos da massa de um corpo. obrigando o conhecimento da força em qualquer posição~ Estes tipos de problemas caem. A Seção A deste capítulo trata da determinação do ponto do corpo no qual atua a resultante da força gravitacional. o - ~J (a) (b) . 5. onde p é a densidade (massa pór unidade de volume) e g é a aceleração devida à gravidade. como é o caso da pressão hidráulica da água contra a face interna de uma seção de represa (Fig. em três categorias. suportada por um cabo suspenso (Fig. e. sendo empregado.

levaria em canta a fato. Esta resultante será evidentemente calinear cam a carda.. da Terra. Para defmir.4a). ao. das resultantes da atração. a expressão. nas experiências acima descritas. Supanha-se.eça. exatamente. existe.3 Fig. z I I I I I I I ~I w (a) (b) (c) "" 1'" "" "x --r-. por exemplo. de atração. rigarasamente falando. nenhum centro. canearrentes e. entre. resultando. serão. canstante sabre a carpa. estas linhas de ação. tal camaA. que sua pasiçãa seja marcada. da resultante. pela tearema de Varignan. desde que se trate de carpas de dimensões pequenas diante das dimensões da Terra. Assitn. de gravidade única. Repete-se a experiência. desta supasiçãa a canceita de um centro. não. das mamento. de que as direções das farças gravitacianais que atuam sabre as partículas da carpa diferem ligeiramente. canhecida cama centro de gravidade. que atuam sabre ta das as partículas da carpa. da resultante W das farças gravitacianais é igual ã sarna das 'mamentas. de gravidade G de um carpa qualquer (Fig. Isto. de gravidade única. em cada casa. par uma carda em um panta qualquer. par exemplo. fazenda-se um fura de diâmetro desprezível... 5.144 I ESTÁTICA SEÇÃO A. au farças de carpa. Estas cansiderações levam ã canclusãa de que.2 . farma e massa. e a sarna destesIT\amentas para tados as elementas da carpa é Jx dW. que a mamenta em tarna de qualquer eixo.-- --. parque canvergem para a centro. que estabel. é. tem valar prática. suspendenda-se o·carpa par autras pantas. A resultante das farças gravitacianais que atuam sabre tadas as elementas é a pesa da carpa. a intensidade da campa de farça terrestre não. y. e da resultante W da gravidade.4 A análise exata.. a pasiçãa da centro.. cancarrentes em um panta. marcanda-se.Cam a substituição. agara.. é x dW. da tração. decarrente da atração. são.s para as três eixas vem a ser: y= _ J ydm m z= . Ainda mais. Para tadas as fms práticas. a mamenta da pesa elementar. e é dada pela sarna W = J dW. pade-se escrever uma equação. langa de sua linha de ação. 5.mamenta da sarna Wx. Se far aplicada a princípio. as linhas de ação. a diferentes distâncias da Terra. cama é mastrada na Fig. terrestre não. partanta.CENTROS DE MASSA Cansidere um carpa tridimensianal de qualquer tamanha. pade-se supar um campa unifarme de farças paralelas. gravitacianal da Terra. das farças gravitacianais dW que atuam sabre tadas as partículas cansideradas cama elementas infmitesimais da carpa.~ --Y (a) (b) Fig.3.. entretanto.em tama da mesma eixo. cama as partículas cansideradas estão. de W = mg e dW = g dm. cama anteriarmente. Este samatória de mamentas deve ser igual ao. matematicamente. da mamenta em ta ma da eixo. a linha de ação. tanta não. na corda. a carpa estará em equilíbrio. cama B e C. S.5. em tarna deste eixo. sab a ação. CENTROS DE MASSA E CENTRÓIDES 5. Se ele estiver suspensa.

coordenadas polares são úteis para corpos de formato circular.1) podem ser expressas em forma vetorial com o auxl1io da Fig. Não tem sentido falar do centro de gravidade de um corpo que foi removido do campo gravitacional da Terra. Portanto. ---FORÇAS OISTRIBUi'OAS / 145 r o numerador de cada expressão representa a soma dos momentos. ele ainda possuiria seu centro de massa único. será necessário considerar esta variação no cálculo dos numeradores e dos denominadores das Eqs. contanto que o campo gravitacional seja tratado como uniforme e paralelo. •. S. sobre està linha ou plano. e o corpo pode ser considerado como composto de pares destes elementos. Sempre que houver uma linha ou plano de simetria. que trata da Dinâmica. evidentemente. O centro de massa da metade do cone circular reto está (bi (ei Fig.1) são as componentes da equação vetorial única (5.iY + k:Z. O termo centr. (5.2) e (5. deve ser escolhido um eixo ou plano de coordenadas para coincidir com esta linha ou plano. devem ser localizados de modo a simplificarem.2) A massa específica p de um corpo é sua massa por unidade de volume.5 .3) defmem a posição do centro de massa. sempre. Os eixos.1). tanto quanto possível.. uma vez que os momentos devidos a elementos simetricamente localizados sempre se 'cancelarão. Estas expressões seriam. S. cujo ponto é. em geral. escritas: f xp dV y= f ypdV f pdV z =---- f zp dV (5.. as Eqs. Assim. O centro de massa situar-se-á. a massa de um elemento diferencial de volume dV vem a ser dm = p dV. uma vez que não atuariam forças gravitacionais sobre o corpo.3) As Eqs.o de massa por outro lado. Contudo. (5. Assim. Um outro indício importante pode ser tomado das considerações de simetria. as equações dos limites. As Eqs. Na maioria dos problemas. quando se fizer referência à influência da distribuição de massa sobre o efeito dinâmico de um corpo submetido a forças não equilibradas. r = ix + jy + kz e = iX + . No caso de p não ser constante em todo o corpo.. sempre que se fizer referência ao efeito das forças gravitacionais sobre um corpo. o centro de massa G do cone circular reto homogêneo da Fig. o mesmo do centro de' gravidade. o cálculo da posição do centro de mássa pode ser simplificado por meio de uma escolha inteligente dos eixos de referência.1). (5. Esta classe de problemas é discutida detalhadamepte no volume associado. É absolutamente correto usar-se o termo centro de gravidade.5a estará em algum ponto sobre o seu eixo central. então. é mais corretamente usado. onde a massa elementar e o centro de gravidade G estão localizados por seus vetores de posição respectivos.5. maS poder ser expresso como função das coordenadas do corpo. (5. que é uma linha de simetria. (5. e o produto de m pela coordenada correspondente de G representa o momento da soma.4b. Assim.

usa-se o termo centro de massa. e se aproxima de uma superfície de área A (Fig. conforme mostra à Fig.CENTRÓIDES DE LINHAS. 5. 5.146 / ESTÁTICA sobre o seu plano de simetria. não coincidirão. o centróide 9.6). Se a barra se situar em um plano único. Se p e A forem constantes sobre todo o comprimento da barra. se a densidade variar. (5.não se situará sobre a linha.5b. o corpo se aproxima de um segmento de linha. pode-se escrever: y= f ydA A (5.6 (b) Áreas.3) e. portanto. Existem três categorias distintas de cálculo de centróide. em geral. as posições do centróide e do centro de massa serão idênticas. as coordenadas do centro de massa vêm a ser também as coordenadas do centróide C do segmento de linha. área ou volume. área da seção tranversalA e densidade p (Fig.3 . quando ela existir. em geral. uma vez que não fazem referência a qualquer propriedade física. Quando se fala de corpo físico.4) Deve-se notar que. então dm = pt dA.1. se p e t forem constantes sobre toda a área.1). Novamente. 5. podem ser: x=---L f xdL f ydL \ Y= -L- _ J zdL z=--L (5. está situado na linhaAB. se cancelarão. tal como o plano x-y. Fig. Se a densidade for uniforme por todo o corpo. O termo centróide é usado quando o cálculo diz respeito somente à forma geométrica. A localização de G é sempre facilitada pela observação da simetria. real. as coordenadas do centro de massa do corpo também vêm a ser as coordenadas do centróide C da área da superfície. somente duas coordenadas exigirão cálculo.5) . das Eqs. que.5. ela será um fator constante nos numeradores e denominadores das Eqs.5c está sobre os dois planos de simetria e. As expressões remanescentes definem uma propriedade puramente gométrica do corpo. 5. No caso de uma barra delgada ou de um fio de comprimento L. Quando um corpo de massa específica p tem uma pequena espessura. t. ao passo que. e dm = pA dL. ÁREAS E VOLUMES Sempre que a densidade p de um corpo for inteiramente uniforme. 5. dependendo de como a forma do corpo puder ser modelada como linha. e das Eqs. (5. (a) Linhas. 5. O centro de massa do meio anel da Fig. portanto.1). estes dois pontos.

7. o centróide C da superfície curva em geral não se situará sobre a superfície.3) ou (5. e as coordenadas do centro de massa também vêm a ser as coordenadas do centróide C do corpo. Existem cinco pontos importantes que devem ser especialmente observados. * Todas as três coordenadas estarão envolvidas..s.dQ Elemento para Integração. a fim de cobrir toda a figura. entos de inércia de áreas. 5.~---.a ordem no lugar de elementos de ordem mais alta. a dificuldade reside. Das Eqs. Para um corpo qualquer de volume Ve massa específica p. de área dA = I dy. (c) Volumes. o conceito do princípio dos momentos é muito simple. irá necessitar de apenas uma única integração com respeito a y. por exemplo.6) (d) Esco/h. Sempre que possível deve-se ter preferência por selecionar um elemento diferencial de l.. como está ilustrado na Fig. na apresentação de . Novamente aqui. no plano x-y. 5. de modo que seja necessário apenas uma única integração para cobrir toda a figura. a principal dificuldade de uma teoria está mUitb mais nos procedimentos para aplicá-Ia do que nos seus conceitos. Assim. Como oGorre freqüentemente. 5.5. (1) Ordem do Elemento.1) elas vêm a ser: J ydV y= V (5. A densidade p é cancelada se ela for constante em todo o volume. somente as coordenadas neste plano serão desconhecidas.8a. O IY IY I I (a) (b) Fig.a ordem. Se a área for uma superfície plana. na Fig. (5. principalmente.7 Os numeradores das Eqs. se a área da superfície for curva como uma concha. o elemento tem um peso dm = p dV.5) são conhecidos como primeiro momento de área. (5.8 * O segundo momento de área (momento do primeiro momento) aparecerá posteriormente. um elemento horizontal de l. _----FORÇAS OISTRIBUfoAS I 147 Fig. No caso de centros de massa e de cerrlróides. no Apêndice A. na escolha do elemento diferencial e na definição da integral.

148 I ESTÁTICA elemento de 2. Observe que Xc não é o x que descreve os contornos da área. 5..a ordem. os contornos da área da Fig. deve ser selecionado um elemento que possa ser integrado em uma operação contínua. considere o meio cone sólido da Fig. ao invés de escolher um elemento de 3. O braço de momento para o elemento na direção x é a distância Xc ao centróide da face do elemento e não a coordenada x do contorno do elemento.a ordem. Sempre que possível.j rdx Fig. y --x -.5.'1 '1> y I I r --x ! 8 --x (a) (b) Fig. onde foi escolhido o elemento de 1. Porém. Assim.9 Fig. . é essencial empregar as coordenadas do centróide do elemento para representar o braço de momento na equação do momento do elemento diferencial. Como regra geral.a ordem.a ou de 2. 5. o momento de dA em torno do eixo y é Xc • dA. 5. na direção z. Como um exemplo mais avançado. a primeira em relação ax e a segunda em relação a y. em x = Xl' (3) Simplificação de termos de ordem elevada. requer duas integrações para cobrir a figura. 5. o braço de momento y c. (4) Escolha das coordenadas. onde Xc é a coordenada x do centróide G do elemento. (2) Continuidade. dV = dx • dy • dz. irá obrigar a resolver duas integrações separadas. o braço de momento Zc ao centróide do elemento é o mesmo que a coordenada z do elemento.10.l2b.cone sólido da Fig.11 (5) Coordenadas do centróide do elemento. é dada triângulo de segunda ordem de área -+ dx dy.lla são melhor descritos em coordenadas retangulares. que se for usada.7).1I . I I I ". a faixa horizontal da Fig.a ordem dA = y dx e é desprezado o limite naturalmente não haverá erro. Assim.1O y I I Ir] liJ I . Assim. devido à descontinuidade na expressão da altura da faixa. No caso Os termos de ordem elevada podem sempre ser despremais baixa (veja o item 1. tendo como elemento de volume a fatia semicircular de espessura diferencial.a ordem da forma de uma fatia circular. de volume dV = rrr2 dy. ao longo de toda a figura. 5. escolhe-se o sistema coordenado que seja mais adequado ao contorno da figura. Como um segundo exemplo...5. 5.9.12a. tome o . dx • dy. para a faixa horizontal de área da Fig." I . a faixa vertical do pelo termo de 1.8b. se confunde com as coordenadas y dos dois contornos. Por outro lado. Quando se adota um elemento diferencial de 1.5.l1b são mais adequados para coordenadas polares. que requer somente uma integração. 5 . Portanto. 5.8a é preferível à faixa vertical da Fig. na direção y. neste elemento. zados quando comparados com os termos de ordem elemento de área sob a curva da Fig. enquanto que os de setor circular da Fig. que requereria três integrais trabalhosas.

O reconhecimento do princípio dos momentos assegurará a utilização da expressão correta para os braços de momento xc.5) e (5. As Tabelas C3 e C4. é pouco provável que ocorra um erro no estabelecimento da matemática necessária.6) na seguinte forma: x = A J y= Yc dA A (5. Mantendo sempre em mente a equivalência entre o momento do peso resultante W e a soma (integral) dos momentos dos pesos elementares dW. Neste ponto. pode-se reescrever as Eqs.5) Z=--e J Zc dA A ) X= y= _ J Yc dV (5.6).4. (5. são sempre as coordenadas dos centróides dos elementos particulares escollúdos.FORÇAS OISTRIBUfoAS f 149 Y /' /' /' (a) Fig. onde a densidade (massa específica) foi cancelada. (5.4a. É importante que o significado físico desse princípio seja reconhecido na sua aplicação ao sistema de forças-peso paralelas mostrado na Fig.6) V J z Zc dV = V o subscrito c serve para lembrar que os braços de momento que aparecem nas integrais das expressões para os mome. . serão aplicáveis.5) e (5. as Eqs. Yc e Zc do centróide do elemento diferencial escolhido. também. aos corpos físicos homogêneos. Além disso. é de valia para o estudante verificar se compreendeu claramente os princípios dos momentos (teorema de Varignon). mantendo em mente o aspecto físico do princípio dos momentos. que foi apresentado no item 2.ntos.12 Tendo em vista esses exemplos.4). apresentam um sumário das coordenadas de centróides de algumas formas usualmente empregadas. nos numeradores. (5.5. do Apêndice C. que são relações geométricas. 5.

Aplicando a primeira das Eqs.2 Centróide de uma área triangular. r sen a x=--a Para uma semi-circunferência 2Ci= 11'. tem-se y = O. vem: [Lx= J xdL] (2ar)x = J" -a (r cos 8)r 2arx de = 2r2 sen a Resp. ser necessário x = f (' . Considera-se o eixo dos x coincidindo com a base. Nota: <D É claramente evidente a preferência no us: de coordenadas polares no lugar de coorcL"'nadas retangulares para expressar o comprimento de um arco de circunferência. Problema Resolvido 5.•. e a coordenada x do elemento é r cos e. daí. de integração y.y) = b/h.a ordem. (5. Notel[~ dA deve ser expresso em termos da variá•. Localizar o centróide da área de um triângulo de base b e altura h. o que dá:X = 2r/1I'.5) dá: [Ay e = J ycdA] bh __.1 Centróide de um arco de circunferência. Localizar o centróide de um arco de circunferência como o mostrado na figura. Escolhendo-se o eixo x como o eixo de simetria.Jo rh 2 Y y b(h h- y) dY _ bh2 6 Nota: <D y= 3 h Economizamos aqui uma integração usa. Solução. x/(h .Por simetria. Solução. quando a medida é feita como mostrado. Um elemento diferencial do arco tem um compri1) mento dL = r de.150 / ESTÁTICA Problema Resolvido 5. Aplicando-se a segunda das Eqs. vê-se imediatamente que este resultado também se aplica ao arco de 1/4 de circunferência.Ili. Pela semelhança de triângulos. 1) Escolhe-se uma faixa diferencial de área x dy. (5.4) e entrando com L = 2Cir.:: o elemento de área de l.

1 e é ro sen a/a. uma vez que a distância deste ponto a qualquer lado é igual a um terço da altura. vê-se imediatamente que este resultado também se aplica à área de 1/4 de círculo. mostrado na ilustração. (5.FORÇAS OISTRIBUrOAS I 151 Este mesmo resultado se mantém em relação a qualquer dos outros dois lados do triângulo considerados como uma nova base com a altura correspondente. Para uma área semicircular. que dá x = 4r/3'/T. 3 a 2 rsena Resp. Localizar o centróide da área de um setor circular. Solução 1. tem uma área dA = (r/2) (r dO). ---x x=---.3 Centróide da área de um setor circular. como está representado na figura. O raio do anel é r o e a sua espessura é dr o' de modo que a sua área é dA = 2roadro' A coordenada x . onde ro substitui r. y = J'" -'" (~r cos B)(!r2 dB) I xc=jrcosO e. pode-se dizer que o centróide situa-se na interseção das medianas. 2a = '/T. onde os termos de ordem superior são' desprezados. A área do setor pode ser coberta tomando-se um segmento de anel circular como área elementar. verifica-se que esta coordenada é 2r/3 multiplicado pelo cos O. A área pode também ser coberta pela rotação de um triângulo de área diferencial em tomo do v~rtice e através do ângulo total do setor.2.5a). e deslocando-se esse elemento do centro do círculo para a periferia. Assim. Assim. Escolhendo-se o eixo dos x como o eixo de simetria.é a coordenada do centróide do elemento dA do Problema Resolvido 5. Este triângulo. em relação a seu vértice. vem: (r2a)x entre a variável r o e a constante r. a coordenada x de dA é medida para o centróide do elemento e. onde as medidas são feitas como mostrado. a primeira-!ias Eqs. (6) Tenha cuidado para não usar r o como coordenada do centróide do elemento. Novamente. Por simetria. Problema Resolvido 5. como anteriormente. conforme o Problema Resolvido 5.5a) fornece: ---x [Ax= JXc~ -('7Tr2)x 2a 2'7T r2ax x = Ir (rosen --o a a) (2roa dro) = ~r3 sen a 2 r sena =---3 a Resp. Solução I Notas: Q) Observe com atenção que devemos distinguir Solução lI. y é automaticamente igual a zero. (5. com este lado considerado como base. Solução 11 . Aplicando-se a primeira das Eqs.

= b (x/a) "3 e integrando. Solução Il . emprega-se a área elementar horizontal. =. Problema Resolvido 5. a partir da primeira das Eqs. Por outro lado.5a). (5. ou Xc = (a + x)/2. O cálculo dessas integrais conduzirá aos valores encontrados anteriormente para x e y. de x = O a y I x=a.152 I ESTÁTICA Deve-se notar que. No cálculo de f x dA. Esta coordenada é a média das coordenadas das extremidades. Portanto. regida pela equação da curva x = ky3. Encontra-se a coordenada x do centróide. deve-se usar a coordenada x do centróide do elemento para "x". Em lugar da área elementar vertical. se for escolhido o elemento de segunda ordem 'od'ode. onde y é a altura da faixa. Solução 11.5a). uma integração em relação a e daria como resultado o anel com o qual foi iniciada a Solução I.. a integração em relação a '0 inicialmente daria o elemento triangular com o qual a Solução 11 começou. Escolhe-se um elemento vertical de área dA = y dx. vista na figura abalxo.a 4 Na solução de y pela segunda das Eqs. I I I r-x I Solução I. • : x+-a-xI = I y dy --±- [Ay= f ycdA] y i b o (a - x) dy i u I o y(a -'. vem: X bl-------Resp. [Ax I I I _ b =f XcdA] x ia O y dx = ia xy O a dx y I I I I I I I I x Substituindo Y = (x/k)113 ek = a/b3 e integrando. a coordenada do centróide do elemento retangular é y c = Y /2.4 Localizar o centróide da área sob a curva x = ky3. como aparece na figura. O princípio dos momentos dá: [Ay=fYcdA] Substituindo-se y y I 3ab -4-y - - -Ia ('i)y 2 O a --x dx Solução I vem: Resp. (5.x) dy onde Yc = Y para a faixa horizontal. Portanto. o Observe que Xc =x para o elemento Vertical . brI y I k-xc == -2 _ a+x~ I O valor de y é determinado por ~==kY3 I I .

Escolhendo-se os eixos como está representado na figura. com limites de O a1T12. por simetria. Solução l. y = r cos e. (5. Usando o valor de -} 1Tr3 encontrado na Solução I para o volume do hemisfério e substituindo na segunda das Eqs. Resp. paralela ao plano x-z. Expandindo o raio da casca. como mostrado na figura. raio z e espessura dz. (5. obtém-se Solução II Nota: CD i f z ~y ij =~. O volume da fatia elementar vem a ser: 1 A segunda das Eqs.5 Volume de uma semi-esfera.00) exige: Solução I Integrando. Pode-se usar como . que tenha sido omitido na expressão de dV? As Soluções I e II são de emprego semelhante. O raio de qualquer elemento seria r sen e. enquanto que a espessura da fatia seria dy = (r de) sen e e a da casca dz = (r de) cos e. -y Solução III . dz Solução lI. Pode identificar algum termo de ordem superior do volume elementar. vem: ij = ~T Resp. O comprimen to da casca. de modo que Yc = y12. tem-se: x = z = O. Localizar o centróide do volume de uma semi-esfera de raio r. dá y = +~. por que cada uma envolve um elemento de forma simples e requer a integração com respeito a uma única variável. O volume do elemento é dV= (21TZ dz) (y). O volume elementar mais conveniente é o de uma fatia circular. z Solução llI. o raio da fatia circular é z = +~. o centróide da casca elementar está no seu centro. de zero ar.6a). em relação à sua base. através da equação do círculo. Devido à simetria. de espessura dy.elemento diferencial uma casca cilÍndrica de comprimento y. Expressando y em termos de z. Como o plano y-z corta a semi-esfera no círculo y2 +Z2 = r2. Uma outra alternativa poderia ser o uso do ângulo e como variável de integração. cobre-se totalmente o volume.FORÇAS OISTRIBUi"OAS I 153 Problema Resolvido 5.

4 Calcular as coordenadas do centróide do segmento de área circular.1 5. x = 3a/8. Resp. 14R Resp. 5.7 5. ]i = 3b/4 y 5.6 I I I Calcular a coordenada x do centróide da área sombreada. --x Probl. ]i = b/2 Probl.6 5. ]i = 1. 5.--x Probl.8 Probl.09.1 Determinar as coordenadas do centróide da área sombreada. x= 2a/5.7 Calcular. 5. 5.5. Resp.J Probl.3 I I I I Ib ----a---J. 5.2 Localizar o centróide da área sombreada mostrada. por integração direta.154 / ESTATlCA PROBLEMAS PROPOSTOS 5. ]i = 2b/5 = x2/bl _____ -.43. Resp. x = 2.4 Determinar a coordenada y do centróide da área sob a curva senoidal mostrada. 5.5 I Determinar a cOClldenada y do cent!Glde da Ílea.as coordenadas do centróide da área mostrada.2 Determinar as coordenadas do centróide da área sombreada. Resp. : ú'L_ 1 3 5.b--x -. y= ~ b~~------- x Probl.3 I ---x I I I I I "y Probl. .5. x = 3b/10.-x = y2/4 5.5 Y .

I I x = y2 ~ = x3 'S ! ~'\ 1- 5. 5. Resp. Y x = 10 4 _ 31T 1T !!. x 5. + '\ ~.12 Y tt/ I ~X X::' 'j. (Ver a observação do Probl. x=y=-21.11 Encontrar a distância z do vértice do cone circular reto ao centróide dó seu volume. Probl. x = 0. por referência direta aos resultados do Probl.11 Localizar o centróide da área mostrada na figura por integiação direta. . 5.14 ELjI 11 a I I .10 5.12 I I I I I Determinar a coordenada x do centróide da área sombreada.339a I I I a ~-----Probl.) Resp.13 5.14 Use os resultados do Problema Resolvido 5. mostrada. secionada. y I i I ~ x= ~~. 5. entre a elipse e o círculo.13 Especificar as coordenadas do centro de massa da camisa cilíndrica. --x Probl.11.. 5.y= -1. Probl. 3 I I Probl.. 5. 5.2mm. 5. Resp.. 5.FORÇAS OISTRIBUfoAS y I I I 155 5..z=125mm Probl.15 Probl.) Resp.3 para calcular as coordenadas do centro de massa da parte mostrada do cilindro sólido homogêneo.9 5. Observe cuidadosamente ó sinal do radical. 5.9 --x --x Localizar O centróide da área sombreada entre as duas curvas.10 Determinar a posição do centróide da área sombreada.8 5.1. (Atenção.

18 Determinar a coordenada z do centróide do volume obtido pela revolução da área sombreada sob a parábola. 5. 5. h Resp.22 Probl. a distância h do centróide da área lateral de qualquer cone ou pirâmide de altura h à base da figura. de altura h. Resp./ Probl. 5.19 Determinar a coordenada x do centróide do volume descrito no Probl.18 Probl.16 5. x Determinar a coordenada z do centro de massa da quarta parte da casca esférica homogênea de raio r. 1800 em torno do eixo z. 5. Resp.20 = 15a/(141T) Probl. da base de qualquer cone ou pirâmide. Resp. ]i 5. ="4 Probl.23 . 5. z z Probl. Resp.17 5.15 Calcular a distância li medida da base para o centróide do volume do tronco de cone circular reto. 5. 1800 em torno do eixo x.21 Use os resultados do Problema Resolvido 5.2 e determine. 5.20 5.22 5. ao centróide do seu volume.18.17 Localizar o centro de massa do corpo sólido homogêneo cujo volume é determinado pela revolução da área sombreada 3600 em torno do eixo z. Determinar a distância "f. "f= r/2 "f= 2a/3 // / y / 4-a----.23 5. Determinar a coordenada y do centróide do volume obtido pela revolução da área sombreada. 5.156 I ESTÃTlCA 5.16 li = :~ h Probl. por inspeção. 5.

5.24 Determinar a coordenada z do centro de massa do sólido gerado pela revolução da área do quadrante circular. formando um arco de parábola. (Lembrete.25 5.24 Probl. z Probl.27 5. 5. obtida pela revolução do triângulo retângulo de altura a e base b.27 R esp. 5. em forma de sino e de espessura desprezível. da área do quadrante circular. Resp. Determinar as coordenadas .26 A barra esbelta tem uma seção transversal uniforme. representado na figura. + (dy)' =.) z= _a_ 1T-2 x I I I ~----I I I a I 100 mm I I I I I I I O~--~-~I--X 1--I I I I I I -- y Probl.25 D~terminar a coordenada z. Um arco de comprimento diferencial é dL =. 5. z= 4r/31T Probl.j 1 + (dyfdx)' dx. do centro de massa da barra. percorrendo um ângulo (J.29 Determinar a posição do centro de massa do corpo homogêneo. Resp. 5. do centróide do volume gerado por uma rotação de 900. 5.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 157 5. x = 2h/3. em tomo do eixo dos z. 5. em tomo do eixo dos z. e está flexionada. com o vértice na origem.28 Probl.29 . z= --- 2(4 + 31T) lla Calcular as coordenadas do centróide de uma cunha cônica. 5.26 Probl.j (dx) . 5.28 Determinar a posição do centro de massa da concha cônica representada na figura.

x I =- rr rr-2 a (3rr _ 8) --- I K---I I I a. segundo o eixo dos x. Estas somas podem ser expressas em forma resumida. Relações similares se mantêm para as outras duas coordenadas. o princípio de Varignon pode ser usado. X2.FIGURAS E CORPOS COMPOSTOS: APROXIMAÇÕES Quando um corpo. e escritas como: y= 22mlj 22m z= ~::J (5. 5. digamos. mostrado esquematicamente na Fig. 5. m2.32 5.) Resp.13 . m3 e cujas coordenadas dos centros de massa respectivos sejam.31 R~R~ Probl. Escolher um volume elementar com a forma de uma casca cilíndrica.7) Fig. na direção x. X3. se cada parte for tratada como um elemento finito do conjunto. 5. o princípio dos momentos dá: onde X é a coordenada. cujas partes tenham massas ml. (Sugestão. do centro de massa do conjunto.32 z= 2(lQ-3rr) Determinar a posição do centro de massa G do semi-anel de aço representado na figura. x = a2 +4R2 2rrR superior da casca em forma de s~. ou uma figura. cuja interseção com o plano das extremidades do semi-anel aparece na figura. 5.31 Determinar a coordenada x do centróide da metade Resp.4 .30 Determinar a posição do centróide do volume contido dentro da casca em forma de sino do Probl. _ r 5. Xl.13. Assim. para um corpo. 5.5. // y/ // / -z Probl. u.29. a Resp.158 I ESTATlCA 5. puder ser convenientemente dividido em várias partes de formas simples.

Em todos os casos. das somas ~Axc e ~Ayc' e dos resultados Fig.14 A precisão do cálculo aumentará. havendo casos. nos quais não se tem a expressão matemática correspondente.15. ou da figura. Uma tabela ordenada dos resultados permitirá uma avaliação metódica da área total ~A. Embora seja usualmente vantajoso utilizar elementos de largura constante. das áreas transversais. Pode-se reduzir o problema de localizar o centróide de um volume irregular à determinação do centróide de uma área. tal como a que aparece destacada em tracejado. onde os m's são substituídos por L's.e aproximação. é considerada como uma quantidade negativa. Considere o problema de determinar a posição do centróide C da área irregular. também. o peso correspondente. representada pela cavidade. Uma faixa vertical sob a curva tem áreaA tu. 5. dividida pela área total dará a coordenada correspondente do centróide procurado. pode-se usar elementos de qualquer tamanho e formato. usa-se a altura média. onde as grandezas A. diminuindo-se a largura das faixas usadas. são plotadas contra X. A área pode ser dividida em faixas de largura tu e alturas variáveis h.14. C : I I I ~ h-~ --x Fig. respectivamente. De fato. normais à direção X. composto. freqüentemente aparecem casos em que os limites das áreas ou volumes não podem ser expressos segundo forinas geométricas simples. é h Ax e é multiplicada 'pelas coordenadas Xc e y c do seu centróide dando os momentos da áiea elementar. na apreciação da área.FORÇAS DISTRIBUrOAS I 159 Relações análogas se mantêm para as linhas. --x A 0ft\ t A. ou área. desde que aproximem a área dada com uma precisão satisfatória. A's e V's. Considere o volume mostrado na Fig. ou furo. não há necessidade que se faça assim. se um furo ou cavidade for considerado como sendo uma das partes componentes do corpo. Para tais casos é. Note-se que. Na prática. conforme mostrado.5.15 .5. 5. A áreaA de cada faixa.necessário recorrer a um método q. mostrada na Fig. A soma dos momentos de todas as faixas. áreas e volumes compostos.

Assim. que é igual a Problema Resolvido 5.22 -90.0 0.160 / ESTAnCA que é idêntica ao correspondente elemento de volume .7 As Eqs. [z = Resp.3 4r _ 3. Solução. Os termos pertinentes à aplicação das Eqs. A massa m de cada peça é facilmente calculada sem ser'necessária qualquer explicação adicional.476 21. por simetria.030. (5. ser aplicadas.642 = -45.0 0. tem-se do Problema Resolvido 5.3 mm 2.38 (kg (kg o° mm) o mm) 140.2 mm 311' Xl 150 75 mCD ~ l00~ Z= Para a peça 3.7 mm Resp. .098 (rnrn) (kg) -0. O corpo pode ser considerado como composto dos cinco elementos.094 -100.642 75. Para os eixos de referência indicados é evidente. (5. que a coordenada x do centro de massa é zero.2 que o centróide de uma massa triangular está a + da sua altura a partir da base.19 110.600 -42.7) podem.08 9. Tomar-se-á a peça triangular como uma área negativa.642 -120.562 -75.7 = 53.83 Mgfcm 3.6 z Determinar a posição do centro de massa do conjunto suporte-e-eixo. Medidas em relação aos eixos coordenados tomam Z= -[150 .00 2. mostrados na parte inferior da ilustração.'"4 (50) = 21.73 my 50. A aba vertical é uma chapa metálica com massa de 25 kgfm2. e os resultados são: [y = J.7 -120.m Y = Z = 140. a área sob a curva plotada representa o volume do corpo.7) são melhor apreciados na forma de uma tabela como a seguinte: m y Z ° m z °° (mm) -150.my ] J.0 1.m J. enquanto o material da base horizontal tem40 kgfm2• A massa específica do eixo é de 7.0 2.mz ] J.73 2. vê-se do Problema Resolvido 5.0 0. Para a peça 1. agora.::l V.25 -+(75))= -100mm As coordenadas x e y dos centros de massas das peças restantes são obtidas facilmente por inspeção. e a coordenada x do centróide da área sob a curva é dado por ~(A Lix)xc x=--~A Lix para o centróide do volume real.

li . Localizar o centróide da área do Probl. 5. 14R Probl.repetida aqui. pelo método apresentado neste artigo.39 . repetida aqui. 508.33 y I Resp. X = 6. 5. 5. Resp. Y=-- 91T (8 Calcular a coordenada y do centróide da fIgura mostrada. pelo método apresentado neste artigo. Problo 5.5. 50S. repetido aqui..37 ~\ ~ Determinar.38 Y I Probl.35 @ Localizar o centróide da área sombreada do Probl. I----x . Resp.. mm 60 . --x Probl.entre a coordenada x do centróide da área deste sombreada a elipse e o círculo do Probl.54 mm Y I x Probl.5.~ '-~. a I I .mm 90 I I I I a ~-----Probl. Y = 40 mm I I I I y. pelo método artigo. ~' . 5036 \ --x \\ \\ ______ \ ~ __ x. C3 no Apêndice C para obter as propriedades de uma área elípticao) ~ Calcular a coordenada: x do centróide da área sombreada mostrada.' .r FORÇAS OISTRIBUfoAS / 161 8 PROBLEMAS PROPOSTOS do centróide da área triany I I Calcular a coordenaday gular.10. (Consulte a Tab.

/ área sombreada. Resp.162 I ESTAnCA rS:39\Loca1izar o centróide da área sombreada do Probl. 5.42 Determinar a distância fi. pelo método deste artigo.11. ProbL 5. / / /+" II " 4ml " X=31.40 Q Calcular as coordenadas do centróide da área sombreada. 6m 6m Probl. Encontrar o valor de a. em terinos do raio r.44 I I I I 5.42 5.3 mm z Probl. x= y= ---4-11' 3 t5. Resp. 5.43 Uma barra uniforme é dobrada na forma mostrada e está pivotada em Q.43 5.9mm. y Probl.4Ol Calcular a distância Y do eixo x ao centróide da .45 5.44 Calcular as coordenadas do centro de massa da barra esbelta.r 50 mm 50mm Determine. X= Y= 107.S.311' a Resp..5. 10 . Prob1. Z=31. 5. fi = 39.2m y I 150mm 50mm I Probl.46 A concha hemisférica e sua base semi-circu1ar são formadas pelo mesmo pedaço de chapa metálica. Y=48.5. a altura fi da base ao centro de massa do tronco de cone maciço do Probl.lmm ~. de modo que a seção reta permaneça na horizontal.5. Resp..45 150 mm I L:::-::::" L:J ---. da superfície inferior da chapa da base ao centróideda seção estrutural composta.16. curvada no formato mostrado.5..46 .41 5. aqui repetido . pelo método deste artigo. repetida aqui. y I Probl.lmm.

y I Como exemplo da precisão que se pode ter nas aproximações gráficas.48 As massas das três peças do conjunto soldado.50 Resp. em percentagem. 5. I I __ I a Probl. X=0. '1= 47.00% para menos y b~----.. soldada a uma chapa triangular.4 mm.51 5.50 Dimensões em milímetros Probl. e calcular as coordenadas do centro de massa da concha e da base combinadas. 5. respectivamente. empregando-se os cinco retângulos de largura a/5. Admitindo que a massa do material tubular seja de 7. 5. Usar os resultados do Probl.6mm 5. 5. são. 5..23. consistindo de placa triangular. 5. Calcular as coordenadas do centro de massa.3 mm y I Probt.. '1= -31.. 5. que se comete ao se determinar a coordenada x do centro de massa da área triangular.9mrn. barra uniforme e chapa semicircular.5 kg.48 5. Z=200. Resp. que é feito de uma chapa de espessura uniforme. é de 36 \ég/m2• Resp. X = 348 mm. Resp.475r.51 Determinar as coordenadas do centro de massa do suporte. A casca é feita de chapa me: de 24 kg/m 2 de massa e o semicírculo da e dade é feito também de chapa metálica cuja fi: no entanto.2mrn.90.47 Y=r/3 Calcular as coordenadas do centro de massa do molde mostrado.2 kg e 2. Determinar a posição do centro de massa da cilíndrica com uma das extremidades fechacU um semicúculo.52 Dimensões em milímetros Probl. tal como está esquematizado na figura. calcular o erro e.3 mm.2 kg. X= -8.5. em lugar do triângulo. Z = 10. _ . de 100 kg/m\ calcular as coordenadas do centro de massa da peça .49 Uma peça é formada por uma armação tubular.52 x . 'I = . X=17.FORÇAS DISTRIBUrOAS de pequena espessura.47 5.49 Probl. e = 1.S mm Probl. 2. Resp.5 kg por metro de comprimento. e a da chapa. 4. 5.

5.60 Probl. dobrada no formato mostrado na fIgura. Y = -14. Resp.58 Probl. com um furo axial de diâmetro dI e profundidade h.56 Determinar a posição do centro de massa da chapa [ma. 5.55 Um pedaço retangular é removido de uma pláca de metal quadrada.55 Probl.227d. Estimar a localização do centróide da área visualizada e anotar suas coordenadas. y I 120' 100 mm 'x -x 20 40 60 80 100 120 140 160 mm Probl.586a Uma carga homogênea de explosivos deve tomar a forma de um cilindro circular de comprimento L e diâmetro d2. Resp.: 5. A seguir. 5. verifique sua estimativa pelo cálculo usando a malha superposta. Determinar o diâmetro D e a posição angular () de um furo a ser broqueado no disco. em uma posição de equilíbrio.5 mm. Resp. 5.56 Probl. Resp. Z = 73.53 / "'lATlCA Um gabarito metálico tem a forma mostrada.53 5. Determinar o valor de h que causará o centro de massa do restante da placa se localizar o mais para a esquerda possível.57 5. Calcular o ângulo a feito pela parte retangular com a vertical quando o envólucro repousa sobre uma superfície horizontal.54 5.58 . quando este girar em torno de seu centro O.~. de lado a. Probl. a = 39. 5.57 5. () = 84. 5.54 O disco contém três furos de diâmetro d nas posi- ções mostradas. D = 1. X = O.0 mm y . h = 0. para assegurar o equilíbrio (centro de massa em O) do disco.90 Um envólucro cilíndrico com uma extensão retangular e extremidades semi-circulares é todo fabricado da mesma folha de metal. no mesmo raio r. como mostrado no corte. Determinar o valor h que fará com que o centro de massa da carga fIque o mais afastado possível da extremidade aberta. 5.

8) e (5. e que não a intercepta. Esses teoremas são apresentados. Assim. descrita pelo seu centróide. o anel da seção transversal dA e raio y é um elemento do volume gerado pela revolução da área A. tem-se: (5. do seu conhecimento.5 . Na Fig. 1577-1643). A Porém. igualmente simples para o cálculo do volume gerado.e.17 No caso do volume gerado pela revolução de uma área. e que não o intercepta. o volume gerado é obtido multiplicando-se a irea geradora pela circunferência da trajetória circular. Os dois teoremas de Pappus. =__as vezes. o arco de curva. a área gerada é igual à área lateral de I Fig. com o nome de Guldin (Paul Guldin. 5. que gira em torno de um eixo do seu plano.9) de y é a ordenada do centróide C da área A resolvida.0 século d. . expressos pelas Eqs. O volume elementar é d V = 211)' dA.16 Fig.5. em torno de um eixo do seu plano. não obstante os :::3balhos de Pappus serem. a área vem a ser: (5. então. e o volume total é: Porém.17.I FORÇAS OISTRIBUfoAS / 165 5. comoyA = f y dA. quando as áreas * Atribuídos a Pappus de Alexandria. gira em torno do eixo dos x.16. geôrnetra grego que viveu no 3. Um elemento desta superfície é o anel gerado por dL. 5. são úteis não somente para o cálculo das ireas e volumes gerados como também para determinar os centróides de linhas e áreas planas.8) onde y é a ordenada do centróide C da curva de comprimento um cilindro circular reto de altura L e raio y. A área deste anel é a súa circunferência vezes o comprimento do arco: dA = 27TY dL e a área total é. pode-se estabelecer uma expressão. gerando uma superfície. (5. a quem alguns atribuem a autoria original. em tomo do eixo dos x. I y I y I I L.5.TEOREMASDEPAPPUS* Existe um método muito simples para calcular a área de uma superfície gerada por uma curva plana. aparentemente. Na Fig. como yL = 27T J Y dL = f Y dL. Assim.9). de comprimento L no plano x-y.

determinar a distância radial r do centróide da área do semicírculo usado para gerar a esfera. em torno de eixos que não os interceptam. Escreva a expressão dO'volume V do sólido gerado. de um cone circular reto de raio da base r e altura h.da superfície de um toro completo.63 Uma casca tem a forma de uma superfície gerada por um arco de circunferência. gerado pode ser obtida.65 O triângulo sombreado de base b e altura h gira em torno de sua base de um ângulo e para gerar uma parte de um sólido de revolução. Assim A sendo e expresso em radianos.60 5. pelo método apresentado nesta seção. z c Probl. são conhecidos. girando 3600 em torno do eixo dos z.65 5. 5. 5. V= 3 619mm3 Determinar o volume V e a área lateral A. a área ou o volume. Calcular a área da superfície de um dos lados da casca completa. menor do que 2rr. (5.8) e (5. substituindo-se 27T por e nas Eqs.61 5.62 ProbL 5. 5.63 Probl. em torno do eixo dos z. Resp.64 Calcular o volume V do sólido gerado pela revolução.'/I'r3 de uma esfera de raio r. percorrendo apenas wn ângulo e.166 / ESTÁTICA e volwnes gerados pela revolução dessas linhas e áreas. 5. Dividindo-se a área ou volwne por 27T vezes o valor correspondente ao comprimento da linha ou a medida da área.32 e determinar o volume V e a área A. = ()ijL e v = ()ijA PROBLEMAS 5.66 .64 5. Da área conhecida A = 4'/1'r' da superfície de uma esfera de raio r. No caso em que a linha ou área não completa o giro. Probl. Usar a notação do semitoro do Probl. determinar a distância radial r do centróide do arco do semicírculo usado para gerar a superfície. tem-se a distância do centróide ao eixo de revoluçã:o.9).59 PROPOSTOS 5. 5. 5. no ângulo de 1800 do triângulo retângulo. Do volume conhecido V = 1.62 Probl.

39.5 litros Probl.69 Calcular o volume Ve área A total da superfície do anel completo.a I I I I I ~ z I I I Probl. 25. . z Probl. alumínio é 2. num ângulo de 900• Resp. em torno do eixo dos z.29.69 5. feito de alumínio. 5.67 5.70. mostrada aqui outra vez. tem as proporções mostradas na vista em corte. empregando o teorema de Pappus. 5.12 1103 5. A massa específica do ".72 (311 - 2) z I I Um tanque de arrnazenamento de água é uma casca de revolução e deve. 5.68 A 5. 5. Quantos litros de tinta serão necessários para pintar o tanque e a coluna vertical cilíndrica? Resp. a área da superfície de um dos lados da casca em Um volante de controle manual.73 5.5. 5.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 167 5.0 kg.50 m da linha de centro do tanque. O engenheiro (que não se esqueceu da Mecânica).66 Os dois arcos de círculo AB e BC sofrem uma revolução em torno do eixo vertical para obter a superfície de revolução mostrada. Calcule a área desta superfície. Resp. A área total da seção mostrada é 15 200 mm' e o volante tem massa de 10. Empregar os resultados citarlos no Probl.70 Probl.87 (10') mm' Determinar o volume V gerado pela revolução da área do quadrante de círculo.71 5. Calcular a distância r ao centróide da meia seção. ser pintado cqm duas demâos de tinta com índice de aproveitamento 16 m'/litro. num ângulo de 900• forma de sino do Probl. x I I I 5. em torno do eixo dos z.67 ~---. V= Determinar o volume contido pela casca em forma de sino do Probl. A = 9.69 Mg/m3• .70 Determinar. cuja seção transversal quadrada é mostrada. 5.72 ProbL 5. consultou um desenho em escala do tanque e determinou que a linha curva ABC tem um comprimento de 10 m e que o seu centróide dista 2.68 Determinar o volume V gerado pela revolução da área do quadrante de círculo.

Calcular o volume de estiropor usado em cada anel. longas. Segundo. foi projetado para a embalagem de um item de produção em massa.VIGAS Os elementos estruturais que oferecem resistência à flexão causada por cargas aplicadas são conhecidos como vigas. Resp. O concreto tem massa específica de 2.40 Mgfm'. m = 1. e considerando-se qualquer parte dela separadamente.6 m. e a teoria que serve de base para os cálculos deve ser perfeitamente conhecida. v= 27. do arco de círculo de 0. Resp.2 (106) mm3 Probl. 5.6 . TÓPICOS ESPECIAIS 5.76 Calcular a massa· m. em toneladas do concreto necessário para construir a represa em arco circular vista na figura.73 Dimensões em milímetros Probl.74 Uma superfície é gerada pela revolução completa. como uma peça única. e as cargas são em geral aplicadas normalmente aos eixos das barras. As vigas. estabelecendo-se as condições exigidas pelo equilíbrio da viga. Resp. cuja seção é mostrada.168 / ESTÁTICA Probl.8 m de raio e subtendido pelo ângulo de 1200• O diâmetro do pescoço é de 0. 5. os mais importantes de todos os elementos estruturais.126 (106)/Mg \. sem dúvida alguma.75 Um anel de estiropor. \0. A capacidade de carga de uma viga é analisada sob dois aspectos.76 SEÇÃO B. Primeiro. estabele- . Determinar a área A gerada.62 m' 5. em sua maioria. A = 4. 5. em torno do eixo dos z.75 5.8m 120' ) / / 1\ V / I Probl. 5.74 5. são barras prismáticas. As vigas são.

A primeira parte desta análise exige a aplicação dos princípios da Estática. é descontínua em D. / Vigas estaticamente determinadas As vigas podem. 5. As que têm mais apoios do que os necessários para o equilíbrio são estaticamente indeterminadas e. . (a) Tipos de vigas. além dos princípios da Estática. A intensidade pode ser constante ou variável. também. contínua ou descontínua. uma viga também oferece resistência ao cisalhamento. Além de resistir à tração e à compressão. 5. As vigas apoiadas de modo que as reações dos apoios possam ser calculadas apenas com a aplicação dos princípios da Estática são conhecidas como estaticamente determinadas. normalmente tratadas no estudo da Resistência dos Materiais. A Fig. a sua derivada. como está mostrado na parte esquerda da figura.dwjdx. o é. Flexão e Torção. Composta y 8 t-t Engastada em uma extremidade e simplesmente apoiada na outra Engastada em ambas as extremidades Vigas estaticamente indeterminadas / Fig. à flexão e à torção.5.19 (b) Osalhamento.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 169 cendo-se as relações entre as forças resultantes e a resistência interna associada. li- w ~ C D ~--x B Fig. Embora intensidade não seja descontínua em C.18 estão suportando cargas concentradas enquantO' que a viga da Fig. Estes três efeitos estão ilustrados na Fig. devem ser consideradas as relações entre as cargas e as deformações.18 . para a determinação das reações dos apoios. 5. Nesta seção são examinadas somente vigas estaticamente determinadas. de modo que a viga possa suportar aquelas forças. o conjugado M é conhecido como momento fletor e o conjugado T é chamado momento torsor. Contínua â v.19 é constante de C aD e variável deA a C e deD aB.19 suporta uma carga distribuída. onde muda abruptamente de intensidade.20. A intensidade do carregamento na Fig. além disto. ser identificadas pelo tipo de carregamento externo que suportam. Estes efeitos representam as componentes vetoriais da resultante das forças que atuam sobre uma seção transversal da viga. Este item diz respeito somente ao primeiro aspecto do problema e dará os conhecimentos necessários para calcular a distribuição ao longo da viga das forças internas e dos momentos que atuam em cada seção. 5. As vigas da Fig. 5.5. A força V é chamada força de cisalhamento. A intensidade w de uma carga distribuída pode ser expressa como força por unidade de comprimento da viga.18 mostra exemplos de ambos os tipos. enquanto a segunda envolve características de resistência.

que os sentidos de VeM são opostos nas duas seções. principalmente. sem o auxI1io de cálculos. tlexionada pelos dois conjugados iguais e opostos. aplicados em suas extremidades.5. são as mais empregadas. A seção transversal da viga é a do perfIl estrutural I. sobre uma certa seção de uma viga carregada. pelo princípio da ação e reação.5. se o cisalhamento e o momento. causados por forças aplicadas sobre a viga e contidas em um único plano. Observa-se. Para auxiliar a interpretação física do momento fletor M.170 I ESTATICA v ~ V Cisalhamento Torção B)M Flexão V Carregamento combinado Fig.20 A partir deste ponto a atenção será voltada. são positivos ou negativos. +v Fig. As convenções mostradas na Fig. mostrada na Fig. para a força de cisalhamento V e para o momento fletor M.22 .22.21 Ocorre com freqüência a impossibilidade de se determinar. Por esta razão. nos diagramas de corpo livre. é recomendável representar VeM. 5. considere a viga. Para este perf1l. e deixar os sinais algébricos dos valores calculados indicarem o sentido correto. para valores positivos de cisalhamento Vede momento fletor M.21. em seus sentidos positivos.5. 5. com a alma de pequena espessura comparada com a das mesas. a I Fig.

é importante observar que os cálculos para VeM. calculado pelas forças situadas à esquerda da seção. ~ usual indicar nos diagramas as zonas positivas e nega. fornece elementos necess. porém não são universais. Essas equações estabelecerão as expressões para o esforço cortante Ve para o momento fletor M que atuam na seção transversal da parte da viga isolada.T. quando. fornecem os diagramas de esforço cortante (força de cisalhamento) e de momento fletor da viga. porque uma tal posição representa um ponto de descontinuidade na variação do esforço cortante (cisalhamento) e do momento fletor.atuando em uma seção qualquer é um conjugado e tem o valor do momento fletor da seção. A Fig. o valor máximo do momento fletor é. A variação da força de cisalhamento Vedo momento fletor M. estando sob tração. As variações da força de cisalhamento (esforço cortante) e do momento fletor são representadas com mais perfeição graficamente. Se forem utilizadas as forças à direita a convenção deverá ser invertida. Existem convenções para o traçado. à direita ou à esquerda da seção arbitrária. a distribuição das forças na seção seria diferente porém a resultante seria o mesmo conjugado. Em cada um desses exemplos. A resultante das duas forças . ilustrada na Fig. .tivas por meio dos sinais (+) e (-). a preocupação principal no projeto ou seleção de uma viga.23 ilustra os três casos mais comuns e as respectivas resultantes das cargas distribuídas. calculado pelas forças situadas à esquerda da seção. observa-se que a resultante passa pelo centróide da figura formada pela intensidade w e pelo comprimento. Se forem utilizadas as forças à direita. A parte da viga que encerra o menor número de forças. indicar uma rotação no sentido dos ponteiros de um relógio.5. quando representadas graficamente. As expressões para VeM. em cada seção escolhida.irios ao estudo da viga. estando sob compressão. for voltado para cima. Os carregamentos cujas intensidades sejam constantes ou que variem linearmente ao longo da viga são de fácil tratamento. 5. * (c) Cargas Distribuídas. Em seguida. em função da distância ao longo da viga. O momento fletor é positivo quando.23 • N. Se uma viga com seção transversal diferente fosse carregada do mesmo modo. Deve ficar perfeitamente entendido que a mesa superior sofre encurtamento. uma parte da viga. à direita ou à esquerda de uma seção transversal arbitrária. 5. considerada como um todo.21. ao longo do comprimento. R =t I wL C2L/3~ A1ffll L (b) w L (e) ~ Fig. Não se deve escolher uma seção transversal que coincida com a localização de uma carga concentrada.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 171 carga suportada pela alma pode ser desprezada quando comparada com as das mesas. a convenção deverá ser invertida. é isolada com um diagrama de corpo livre. O esforço cortante é positivo. sobre o qual se distribui o carregamento. Particularmente.uma de tração e a outra de compressão . A primeira etapa na determinação dos esforços cortantes e momentos fletores é estabelecer os valores de todas as reações externas sobre a viga. devem ser coerentes com a convenção positiva. pela aplicação das equações de equilíbrio a um diagrama de corpo livre da viga. Finalmente. e as equações de equilíbrio são aplicadas a esta parte isolada da viga. em geral. devendo-se determinar esse valor e a seção em que atua. usualmente conduz à solução mais simples. enquanto a mesa inferior sobre alongamento.

tem-se vou w dx . deve-se iniciar com um incremento diferencial de força. para qualquer viga com carga distribuída. porque é necessário existir variação de VeM como x. (5.24 (d) Relações Gerais entre Carregamento. onde a coordenada é x + dx. A Eq. 5. (5. A Fig. como o da Fig. 5.10) Observa-se da Eq.10) que a tangente do diagrama de cisalhamento deve ser. isolado. com sentido positivo.172 / ESTÁTICA Para um carregamento de forma mais geral. No lado oposto do elemento.25 O equilíbrio do elemento requer que a soma das forças verticais seja zero. estas quantidades são também mostradas no sentido positivo. O cisalhamento Ve o momento M que atuam sobre o elemento são traçados.(V + dV) = O (5.10) vale dos dois lados de uma carga concen- . o momento da força distribuída. pois este comprimento é uma quantidade diferencial e o efeito de qualquer variação de w ao longo dele é desprezível comparado com o próprio valor de w. j+-x I I I I I I I I dR=wdx H-x~ ~dx Fig. Cisalhamento e Momento. igual ao negativo do valor do carregamento aplicado. que muito auxiliarão a construção das distribuições de cisalham~ntos e de momentos.5. dR = w dx. em qualquer ponto. na posição x.24.5. Assim. O carregamento aplicado w pode ser considerado constante sobre o comprimento do elemento. A integral f w dx dá a resultante R e a integral f xw dx. O carregamento w representa a força por unidade de comprimento da viga. poré~ identificadas 'como V + dV e M + dM.25 representa uma parte de uma viga carregada e um elemento dx da viga. O princípio dos momentos permite localizar R através de R"X = f xw dx. w = f(x) -1 r-dx M(i~M+dM V+dV Fig. Pode-se estabelecer algumas rela· ções gerais.

O. (5. agora. e passa por um valor nulo. o momento em x.2 + (V + dV) dx dx - (M + dM) = O Os dois M's se cancelam e os termos w (dX)2/2 e dV dx podem ser desprezados. igual à tangente da curva de momentos. Assim. Além disto. obtém-se simplesmente (5. Pode-se. uma vez que dM/dx = O. exprimir o momentoM em função do cisalhamento V. que permitem escrever expressões analíticas pna o cisalhamento Ve o momento M sobre um campo de descontinuidades. o momento M pode ser obtido por duas integrações. também. As Eqs. geralmente. por serem diferenciais de ordem superior comparados com os demais.11) que significa ser o cisalhamento. é possível introduzir um conjunto especial de expressões chamadas funções singularidade.11. M " f ou M Mo dM=f "o Vdx = Mo + (área sob o diagrama de cisalhamento de Xo ax). Este método só pode ser empregado se w for uma função contínua de x. que o grau de M em x é um acima do de V. combinados vetorialmente. o cisalhamento V é do segundo grau em x e o momento fletor M é do terceiro grau em x. que é do primeiro grau em x. Assim.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 173 trada. pode ser efetuada uma análise separada em cada plano. * Quando a flexão de uma viga ocorrer em mais de um plano.. porém não pode ser usada no seu ponto de aplicação devido à descontinuidade provocada pela variação súbita no cisalhamento.11).10) e (5.12) Assim. o momento fletor Quando V é uma função contínua de x. o grau da função M de x é duas unidades acima do de w. o momento total em qualquer seção é igual à área sob o diagrama de cisalhamento até aquela seção. então. Mo é o momento fletor em Xo e M. O procedimento de somar a área sob o diagrama de cisalhamento é. integrando 5. Nas vigas onde não existir momento Mo externamente aplicado em Xo = 0. tendo atenção para utilizar os limites ~da integração apropriados em cada integração. para uma viga com carregamento dado por w = kx. Com isto. com dV/dx será máximo ou mínimo. Os resultados podem ser. Também ocorrem valores críticos de M quando V cruza o eixo do zero de forma descontínua. como é o caso de vigas com carga concentrada..25 também requer que a soma dos momentos seja nula. a maneira mais simples de construir o diagrama de momentos . que V é uma função de x com grau uma unidade acima daquele referente a w e. Tomando os momentos em relação ao lado esquerdo do elemento. - * Quando w é uma função descontínua de x.10) e (5. Nessa expressão.11) podem ser combinadas para dar * (5. 5. (5. das Eqs. se w é uma função de x. Este livro não discutirá estas funções . neste ponto. O equilibrio do elemento na Fig. tem-se M + w dx. em qualquer ponto da viga. Observa-se. .

4 kN ± V J--x tRz = 2.4 kN = O] [I:MRI = O] [I:Fy 1.7 Sm 4 kN Determinar as distribuições de cisalhamento e de momento na viga da fIgura produzidas pela carga concentrada de 4 kN. e traça-se o seu diagrama de corpo livre mostrando o cisalhamento V e o momento fletor M.4 (10 -x) OLol O Estes resultados são válidos apenas nas seções da viga à direita da carga de 4 kN.2. O próximo passo é isolar uma seção da viga à direita da carga de 4 kN e traçar o seu diagrama de corpo livre mostrando VeM com seus sentidos positivos.2.6x= Estes valores de Vede M se aplicam a todas as seções da viga à esquerda da carga de 4 kN. 4kN RI = 1. O equilíbrio dá Mq V.6 - V= O O V= 1. 6 iõ-x. com seus sentidos positivos. de comprimento x. O momento fletor máximo ocorre na seção onde o cisalhamento muda de sentido. vê-se que o momento M é.SI 2. partindo de x = O.6 kN R2 = 2. isola-se uma seção da viga.4 [I:MR2 -(2.6x M -1. Quando se percorre no sentido positivo o eixo x. de cisalhamento.kN 1. ~ 4m.6kN M= 1.S I I [I:Fy = O] = O] V + 24 =O V= .4) 00 -x) +M= M= 2. Os valores de VeM são representados conforme mostrado. a área sob o diagrama. O equilíbrio requer. Encontra-se as reações nos apoios através do diagrama de corpo livre da viga considerada como um todo. M.kN'm I 9.l Solução.174 I ESTÁTICA Problema Resolvido 5. m I I .4 kN A seguir. meramente.4 kN O r--------I I I I I I .

77 lO-X' m Como a intensidade da carga é uma função contínua de x.08x e dM/dx = 1.V= O V= 1.77 m.08x kN/m A resultante F do carregamento linear sobre a seção da viga é igual a área da distribuição triangular e passa pelo centróide desta área. paraM.8) = 0. é a área sob a curva de cisalhamento até aquela seção.67 M= 1. A resultante R da distribuição linear de carga é igual à área do diagrama triangular. observa-se que o valor de M.0. plotando VeM. Assim. = 1.77) .33 kN --x R2 A seguir.2.33 .33 ..8 . A intensidade da carga linear é w = (x/l0) = 2.33x .0. Os diagramas da força de cisalhamento e do momento fletor podem ser obtidos.77)3 = 5. Determinar as distribuições de cisalhamento e de momentos.04 x' --x. Nota-se que M é máximo quando V = O.8) (10) = 4 kN.0133 (5. cuja intensidade varia linearmente com o comprimento. isola-se uma seção representativa da viga e traça-se o diagrama de corpo livre.33/0. dá Mmáx.04x'(x/3) -M= O . Substituindo este valor de x. . em qualquer seção.0. conforme mostrado.4 (6. na expressão. R = -} (0. F= -}wx = -}(O. O equilÍbrio da viga como um todo dá [I:MRI [I:Fy = O] = O] 0.13 kN 'm Outra vez. Se as expressões para VeM forem derivadas em relação a x. respectivamente. Assim.O.4 = O.67 kN (0.04x' ()u x =. obtém-se -dv/dx = 0. . (5~10) e (5.67kN RI y I + 2. a w e a V.04 = 5. R.04x'.67 . as expressões para VeM são válidas ao longo de toda a viga.0.11).33 .0133x3 [I:Fy = O] 1. agora. conforme requerido pelas Eqs.04x' .~kN/m I.04x' 5. ~ . que representa a carga distribuída.J 1.m 10 A equação de momentos em tomo da seção cortada e a equação das forças na direção y estabelecem o equilÍbrio da seção.0. que.67) R! R.FORCAS OISTRIBUfoAS I 175 Problema Resolvido 5. induzidos na viga pela carga distribuída. conforme mostrado . dando [I:M= O] 1. . mostrando VeM nos sentidos positivos.0.08x)x = 0.1 Solução.33 . 10m .33 (5. o que ocorre quando 0= 1. e passa pelo centróide desta área. iguala.33x . = 1. = 2. ~ . (10) = O.

25x' 3 -----' ---x =° I M + (0.23x .0.5 1 : I I -1.0.m I ]1.23 = x-2 M + 1 (x .~.~-"-176 / ESTÁTICA Problema Resolvido 5.23kN L _327kN I IR2 - Estes valores de VeM são válidos para O < x < 2 m e estão plotados. o equilíbrio das forças verticais e a soma dos momentos. no intervalo seguinte. Oprirneiro intervalo da viga é analisado no diagrama de corpo livre da seção compreendida por ° < x < 2 m. O somatório das forças verticais e o somatório dos momentos em torrio da seção cortada dá 2kN I P. m m Solução. Deve-se observar que VeM estão representados nos seus sentidos positivos.1.23x .m 1 6 M= 1. 'm·-.x [~M=OI + 1 [x .5 kN e o momento segue uma relação linear.. Do diagrama de corpo livre da seção compreendida em 2 < x < 4 m.: x ~ M= -0.1. O momento máximo ocorre em x = 2. onde a curva do cisalhamento cruza o eixo x.77x ' I : : I 1 1 1 I Estes valores de Vede M estão traçados nos diagramas de cisalhamento e de momento.0.l. . mostrada na parte superior da figura.Fy= [~M=O] 01 v = 1. a Pll1tir da extremidade esquerda da viga.9 Traçar os diagramas das forças de cisalhamento e dos momentos fletores para a viga carregada. 1'.-} (2)) . para o intervalo 4 < x < 5 m. Determinar o momento máximo M e sua localização x.667 + 2.83 kN'm Resp.23x =° . usando o diagrama de corpo livre da parte da viga à direita da seção.1.50x' Estes valores de Vede M estão traçados nos diagramas de cisalhamento e de momento.23 = 1. e a intensidade de M é obtida substituindo este valor de x na expressão para M do segundo intervalo. iniciando com valor nulo na extremidade direita da viga.25x') ~ .L i I Á"-. conforme mostrado no diagrama de corpo livre da viga considerada como um todo.0833x3 tR. O somatório de forças verticais e o somatório dos momentos em tomo da seção dá t 1/23kN V i 61 -l--x. As reações dos apoios são mais facilmente encontradas. O . = 1. considerando-se as resultantes das cargas distribuídas.5 kN I I = 01 V + 1 (x .23 m.23x M . O cisalhamento é constante e igual a + 1.2 ° V = 2.771 V= -1.77 kN e M= 7.2) -.momento máximo é 1831----~ J I MkN'm 1 I--x.2) + 1 . O último intervalo pode ser analisado por simples inspeção.-----------------. neste intervalo. em torno da seção cortada dá [~Fy 123 kN ~' t • ~M I~~(" ~M M l(x _ 2) ~D . nos diagramas de cisalhamento ede momento mostrados nas ilustrações. para o intervalo 2 < x < 4 m.33 .23 . Continua-se a análise do restante da viga.

p t 5.6. 600N Probl. 5. A ~2Illt 600N 4m ~ B Probl.80 5.5.77 4m ~_ 5.s.78Nom Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga em balanço. é igual à área sob o diagrama do cisalhamento. ' Resp.77 PROPOSTOS Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para o trampolim que suporta um homem de 80 kg em posição para dar um mergulho.00 kN o m em x = 7 m B Probl.79 ! 3m h~ 5.23x . 5.79 Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga horizontal mostrada e determinar a intensidade máxima do momento fletor e a sua localização.O = fo (1. Mmáx.83 . = 6. Mc= -2. 5. [.0833x3 que está em concordância com os resultados já obtidos.25x2) dx.0. PROBLEMAS 5.M=fvdx] x M .80 I I ~A ~c '~ Probl.81 3kN 2kN 2m .82 Probl.0. ---x Probl. até a seção..FORÇAS OISTRIBUfoAS I 177 Como já foi visto. 5. M= 1. o momento M em qualquer seção.23 .78 Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga carregada. para x < 2 m. Resp.= 5. Por exemplo.78 Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga mostrada e encontrar o momento M na seção C.81 Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga mostrada. 5.

86 4m 6m~ C 5.m 5.178 I ESTÁTICA 5.. Encontrar a altura y em função do comprimento x a fim de que todas as seções da viga tenham a mesma resistência à flexão. 5.89 Construir o diagrama de momento fletor para o eixo AB. A viga em balanço da figura tem altura h no engastamento.88 r 1-- I ---r. da unidade rígida mostrada. para a viga carregada.5.JXTf ~ A 12 m-r-2 .89 Urna viga em balanço tem a forma de um arco de quadrante de círculo. Resp.83 Traçar os diagramas de cisalhamento e momento.J 120N'm r 5.88 5.5 m à direitadeB? Resp.85 5.84 m-----+i ~ .·Determinar o momento fletor M de intensidade máxima. 5. y = h . corno se vê na flgUIa. Probl. 5.87 A resistência à flexão de urna viga de largura uniforme é proporcional ao quadrado da alturay da viga.84 Traçar os diagramas de cisalhamento e momento para a viga sujeita ao conjugado da extremidade.I 1 ~~L~--k-~---J. M= -120N. Determinar as expressões para o cisalhamento V e para o momento fletor M.86 Construir o diagrama de momento para as duas vigas ligadas pela articulação B e carregadas corno está na figura. em função de e ..~J Probl. B Probl. 5kN 5. Qual é o momento M em urna seção 0. em balanço. Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento para a viga. o perfil -r-~-{ I I I I I > I Y 1 kN Probl. Resp.87 Traçar os diagramas de cisalhamento e momento para a viga carregada. pelo conjugado C. M= -5 kN-m . 5. 4m 6m Probl. 5.85 soldado em ângulo está também soldado à viga AB. em seu centro. e suporta a carga de 1 kN.. 5.90 ~M Probl.

entre os pontos A e B.•.5. Resp.. Calcular a intensidade máximaM do momento fletor. 5. Probl. Usar uma notação coerente com o sistema de coordenadas '-O-z. Resp.---- . M= wI' 8 Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga em balanço.95 Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga carregada.97 Traçar os diagramas de esforços cortantes e momentos para a viga que suporta a carga de 500 N por metro de comprimento da viga.96 ~ I. 5. se os seus valores em A são. Resp. com carregamento mostrado na figura.93 Traçar os diagramas de esforços cortantes e momentos para a viga uniformemente carregada.91 Escrever as expressões para o momento de torção T. sob uma carga L na extremidade.92 Traçar os diagramas dos esforços cortantes e dos momentos. para a viga em balanço. carregada. 500N/m Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga simples.97 Probl. M= woI' 12 5. 5. M= 12 kNem Probl. e para o momento fletor M.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 179 5.. Calcular o momento fletor máximo M.96 Probl.93 5. Resp.99 ~ J:D1Probl. respectivamente. com o carregamento mostrado.: I J 5. M= fPl . 5.=-Lacoso. T=-La(1-senO) 5.Il Uma viga suporta uma carga distribulda. Calcular a força de cisalhamento e o momento fletor em B. 5.•. Determinar a intensidade M do momento fletor máximo.91 5.98 Probl.92 5. / O / a~ ---. distribuída sobre sua parte média .94 . na viga curvada na forma de um quadrante de círculo. 5. Probl. para a viga em balanço com a carga uniforme w por unidade de comprimento. Calcular o momento fletor M em x= 2m. Resp. onde os vetores dos momentos positivos são tomados no sentido positivo dos eixos. .94 5.5kN • m.. Calcular a intensidade máximaM do momento fletor. onde o conjugado da extremidade M1 é ajustado de modo a produzir momento nulo na extremidade engastada.95 Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos. M. + 2 kN e -1 . de intensidade constante w = 3 kN 1m. 5.

100 Urna carga distribuída sobre urna viga em equilÍbrio.sen (J) (J - b >:7lA L ~ I Probl. 5. Resp. Resp. x = O. MA = 4T (1. x = -2- ~ A B Prob\.. em balanço.105 . Determinar a expressão para o momento fletor resultante M que atua no eixo. MB = 2. medida da extremidade esquerda ao ponto onde o momento fletor é nulo entre os suportes. respectivamente.100 5. apoiado nas extremidades.4b e x = 1.101 Fazer um croqui dos diagramas de momento fletor da viga da parte superior para os valores do balanço x = O. 5.a)2. vista na figura. aumenta linearmente de 2 a 4 kN/m. + 3 kN e + 2 kN • m.i03 5.67 kN'm Resp. M= -3 ~l x(1- x) .105 A viga curva.5 kN/m ~ '.102 Determinar o momento fletor máximo M e o valor correspondente de x na viga da ponte rolante. 5.99 1-<-2m~ L 5. Resp. Calcular o momento de torção e o momento fletor M em função do ângulo (J.wr2 (1 .5 m Probl. L a +1 Resp.. 5. Calcular a força de cisalhamento e o momento fletor na seção B. 5. Indicar a seção onde este momento atua.--x A ~2m~ B Probl.180 f ESTAnCA 1. se os seus valores na seção A são. b = 1. kN. tem a forma de um arco de quadrante circular e suporta urna carga de w N/m que atua na face superior da viga. está sujeito a cargas que variam linearmente em planos perpendiculares entre si. 5. Determinar a distância b.104 O eixo.101 5. r=-1/2 ~ Probl.103 3 kNfm ~ 1/2----.102 Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga mostrada..2lx + 2x2 4 kNfm . 5.)51' . VB = Probl. em um intervalo de 2 m. 5. T = wr2 (% cos ~) M = .j ~2m >I< 1m~ Probl.98 5.

flexível. 5. (5. linhas de telefone e muitas outras aplicações. como se indica no carregamento da Fig. Para isso. ou forças distribuídas por todo o comprimento. Em alguns casos. Os cabos flexíveis podem suportar uma série de forças concentradas. No cálculo dessas estruturas é necessário que se conheçam as relações existentes entre as tensões. admitindo-se que. a resultante R das cargas verticais será R =J wdx * N.106 A viga em balanço suporta uma carga senoidal = Wo sen (11Xj[) por unidade de comprimento. muito usado nas pontes pênseis.26b.T.26a. como se vê na Fig. isto é. não haja nenhuma resistência oposta à flexão. 5. ou fio.FORÇAS OISTRIBUfoAS 5.26 (a) Relações Gerais. Resp. transportes em carros aéreos. Um cabo flexível é um fio. articulada em todos os seus pontos. onde w é uma carga de intensidade variável. o peso é importante.26b. pode ser desprezado. . a flecha e o comprimento do cabo.106 J 5. em função de x. 5. por hipótese. podendo mesmo ser a carga única a considerar. o vão. aplicando diretamente a Eq. Em qualquer caso. em outros. o peso do cabo. 5. Determinar o momento fletor M. IY I -x+dx I =-X--11 T 8 T+dT ~fr~+-x W wdx 8+d8(c) R (b) Fig.5. for expressa em força por unidade de comprimento do vão x. linhas de transmissão. Se a carga w aplicada ao cabo da Fig.CABOS FLEXlYEIS* Um elemento estrutural de grande importância é o cabo. que é uma estrutura considerada flexível em todos os pontos. M rrx I 181 w = -wol 11 ( 11 I - sen -11X + x . estuda-se o cabo como um corpo em equilíbrio. Tal suposição implica em se ter as forças sempre agindo na direção do cabo.7 . comparado com as cargas que atuam.12).I ) I ~ t-_x-J_z Probl. o equilíbrio do cabo é estudado da mesma maneira.

A solução desta equação é a relação que satisfaça tanto à equação quanto às condições nas extremidades fixas do cabo denominadas condições de contorno.26c. .182 I ESTATICA fazendo-se a integração no intervalo desejado. tg e = dy /dx o que permite dar à equação de equillbrio a forma (5.T. é T. de modo que f xdR Rx= fxdR x= --R- A carga elementar dR = w dx é representada por uma faixa elementar de altura w e largura dx da área sombreada do diagrama de carga e R é representada pela área total. se bem que erradamente. Conclui-se. A posição de R é encontrada pelo princípio dos momentos. Chamando esta força horizontal constante de To = T cos e e combinando com a primeira equação resulta d (To tg e) = w dx. chamar-se a tração no cabo. Note-se que as variações de T e e foram tomadas positivamente para uma variação positiva de x. e o ângulo e + de. obtém-se T cos e de + dT sen e . quando de tende para zero. em um ponto qualquer defmido por x. 5. (5. o que é verdadeiro no limite. É comum. respectivamente. * N. Cancelando os termos de segunda ordem. das expressões anteriores. se cada parcela infmitesimal estiver em equihbrio. Porém.13) é a equação diferencial dos fios ou cabos flexíveis. A condição de equiHbrio do cabo estará satisfeita. Esta relação defme a forma do cabo e será usada para resolver dois casos importantes de carregamentos de cabos. de tensão. O equilíbrio das forças verticais e horizontais exige.sen e de) Tsene + wdx T cos e. Na seção x + dx a tração é T + dT. sendo e o ângulo que o cabo forma com a horizontal na direçãox. A tração * no cabo. que R passa pelo centróide da área sombreada. o que está claro no diagrama de corpo livre.T sen e de que se pode escrever como d (T sen e) = w dx = o + dT cos e = w dx e d(Tcose) = O A segunda relação mostra que a componente horizontal de T não varia.13) y = f(x) A Eq. vem (T = de e + dT) (sen e + cos e de) (T + dT) (cos e . e substituindo-se cosde = 1. que: (T + dT) sen (e + de) = + de) = T sen e + w dx Tcose. sen de (T+dT)cos(e Desenvolvendo o seno e o co-seno da soma dos dois ângulos. e simplificando. O diagrama de corpo livre de um elemento diferencial é mostrado na Fig. A carga vertical w dx completa o diagrama de corpo livre.

sendo relativamente pequeno.27. visto na Fig.. porém. Pela Eq. (5. quando x onde C é uma constante de integração. Nestas condições. componente essa que tem valor constante. verifica-se que a forma do cabo é uma parábola vertical. A componente horizontal da tração do cabo. Portanto. A Fig.5.14) com os valores x = L/2 e y = h.· . vem To = WL2 8h e y = 4hx2 L2 A tração T pode ser determinada no diagrama de corpo livre por uma porção flnita do cabo. prova-se que o cabo toma a configuração de um arco parabólico. a situação se aproxima bastante da que se tem em uma ponte pênsil.14). Quando a intensidade do carregamento vertical w é constante.14) ~ O estudante deve perceber que poderia chegar aos mesmos resultados por meio de uma integral indefinida e conseqüente cálculo da constante de integração.15) . (5. vem (5. é desprezado. ---------------------~-------~----------------FORÇAS OISTRIBUfoAS I 183 < L ) I Fig. dyjdx modo que C = O.-. Integrando novamente. sobre a curva. Para os eixos coordenados escolhidos. Entrando na Eq. 5. transforma-se na própria tração do cab". 5. de dx-To que defIne a inclinação da curva como função de x.13) pode ser integrada uma vez em relação a x para se obter: dy _ wx dx-To +C = O. o qual exige que Eliminando To. na origem. com a origem das coordenadas no meio do vão..27 (b) Cabo Parabólico. dy _ wx = O. (5. vem: Iy o dy = IZwX -dx o To ou (5. Sendo constantes w e To. onde o peso uniforme do tabuleiro pode ser expresso pela constante w. a Eq. O peso próprio do cabo não é distribuído uniformemente pela distância horizontal (vão)._..27 mostra uma ponte pênsil de vão L e flecha h.

--. a resultante R da carga será R = jJ.5. (c) Cabo em Catenária.l)(n - + . (5. um cabo uniforme (Fig. na qual a força vertical total suportada é igual ao peso da parte do cabo d~ comprimento s. Consideremos. 5. substitui-se esta expressão por uma série convergente. Este diagrama de co livre difere daquele da Fig.-.. 184 I ESTÃTICA A tração máxima ocorre quando x = L/2 e vale T. por unidade de comprimento. . Partindo do desenvolvimento.1- L y I I I Fig.1 Examinando-se esta série verifica-se que é convergente para todos os valores de h/L :s. a equação diferencial. pode-se escrever a integral do seguinte modo Como w/To = 8h/L2. é integrada termo a termo. (5.13). de modo que os três termos da Eq. Portanto. h é muito menor do que L/4. 1/4.ix)2 + (dy)2. Assim. Na parte direita da fIgUI'E aparece o diagrama de corpo livre de uma porção fmita do cabo de comprimento s.WLj 2 max.28 . para o cabo vem a ser: (5. será substituído por jJ.28) suspenso por dois pontl situados no mesmo plano horizontal e sujeito somente à ação do seu próprio peso. que. Na maio"'dos casos. (1 + x)n = 1 + nx + 1) 2! x2 + -------x3 3! n(n .26c. 5. agora.ds.. -- o comprimento S do cabo IS/2 o completo é obtido da relação diferencial ds ds=-= S 2 IL/2 o j 1+ n(n - _(dy)2 dx - dx= IL/2 o j 1+ 2) (WX)2 To - dx Por conveniência de cálculo. Se o peso do cabo fi jJ..-------->-. 5... Eq. em seguida. em lugar da carga uniformemente distribuída em relação à horizontal. vem (5. - 1 + 16h2 U = V7.S e o incremento de carga vertical w rlx_ da Fig.27.16) dão suficiente precisão.

5. quando y A constante de integração k é calculada. A solução desta equação é facilitada pela substituição p = dy /dx. 5.y). = O. é necessário modificar a equação. . visto que dyjdx a forma exponencial e simplificando. (5. que dá ~=~dx é Integrando.19) é a equação da curva (catenária) formada pelo cabo suspenso sob a ação do seu próprio peso.To/p. Entrando comp = dyjdx. A inclinação pode ser integrada para se obter Y = -coshfJ.20) A tração T no cabo é obtida do triângulo de equilíbrio das forças na Fig. Esta substituição y =cosh -.20).FORÇAS OISTRIBUfoAS I 185 Como s = f(x.28 vê-se que dyjdx riores vem s = tg e = p. transforma-se em * Ver Tab. combinando com a Eq. vem ln (p Vf+1J2 To + Vf+1J2) = ~ x + C o A constante C é zero.1) (5. Assim.x To (5. Assim.28. No diagrama de corpo livre da Fig.x To +K = O.19) A Eq. portanto. C3. (5. Apêndice C. das expressões ante- =- To fJ.18) d2y dx2 = ~j1 To + (dy)2 dx A Eq. senh- fJ.18) é a equação diferencial da curva (catenária) formada pelo cabo.x To fJ. To fJ. passando para tendo-se introduzido a função hiperbólica* por conveniência. que. . Considerando a identidade (dS)2 = (dX)2 + (dy)2. vem dy dx = p = O. To ( fJ.quando x = O. e. (5. de modo que só apareçam essas duas variáveis. vem (5. considerando-se que x exige que K = .s/To.

(5. diretamente do diagrama de corpo livre da metade direita do cabo. de onde se pode obter um po1Ígono de forças. Problema Resolvido 5.22). A relação flecha-vão.. 27 kN Res.7 se aplica e tem-se uma forma parabólica para o cabo. nesse caso. dentro de uma certa aproximação..0. I 60m I To 1--------- A tração máxima ocorre nos suportes e é dada pela Eq. (5. (5. Muitos problemas que tratam de cabos parabollcos ou catenários apresentam cabos suspensos em pontos que não estão no mesmo nível. A maioria dos problemas que envolvem catenárias exige a solução das Eqs. pode ser obtida.1177 (300)2 = 22. onde a relação flecha-vão é pequena. I [T o = 8h wL2 ] To = 0. pelas fórmulas apresentadas para o cabo parabólico.22) mostra que o incremento na tração do cabo. . encontrar a tração no meio do vão. ' = 0.l. a solução da parte (b) do Art.186 / ESTÁTICA ou T = TO coshTo JlX (5. (5. Para h = 60 m. Assim. depende apenas de f. Se a flecha for de 60 m. Portanto.19). significa que o cabo é tenso e.10 Um cabo leve suporta uma massa de 12 kg por metro.11772 (300) ..14) dá para a tração no meio do vão.66 kN T max. pouca diferença existe entre a distribuição uniforme do peso ao longo do cabo e a mesma carga distribuída ao longo do vão. T = To + f.81)(10-3) 2] 2 = 17. Nesses casos. partindo do ponto mais baixo.l.. O processo gráfico será visto no exercício que aparece adiante.Y. a relação da Eq. a partir do ponto mais baixo.J 1 + I 4 (60) Q[~J = 28 . A solução dos problemas de catenária.1067 .P A relação entre flecha e vão é 60/300 = 1/5 < 1/4.Y (5. fornece.07 kN 8 (60) Resp. Como a distribuição da carga é horizontal uniforme. (5.16) é convergente. y Tmáx. as relações podem ser aplicadas em ambos os lados do cabo. a expressão da série desenvolvida na Eq.21) A tração pode também ser expressa em função de y com o auxilio da Eq. = 300 [1 + 0. medido na horizontal.22) A Eq. que quando substituída na Eq.81) (10-3) kN/m. o que pode ser feito graficamente ou por cálculo. 5. (5. e pode-se escrever para o comprimento total Nota: <D S = 300 [ 1 + 8 (1)2 3 5 -5 5 32 (1)4 + . Solução. a tração máxima e o comprimento total do cabo.19) a (5. sendo pequena. 1) [T max.15a). ] = 329 m Sugestão: Verificar o valor de T máx. e está suspenso entre dois pontos situados no mesmo nível e afastados de 300 m. L = 300 m e w = 12 (9. ] Resp.01024 + . ' = ~2 J~1 + (~) 4h R = 12(150)(9. (5.21).

vale T máx.1177 [COSh (0. To (150) _ 1. Nota: <D = 23.3 60 ou = To 0. distribuída uniformemente. no meio do vão.1177) . em relação à distância horizontal. pela Eq. Como a distribuição da carga é uniforme ao longo do comprimento do cabo. e o ângulo 8 formado pelos .66 _ 1. Resp. A aproximação é ainda melhor para pequenas relações entre flecha e vão.com um vão de 1000 m e uma flecha de 150 m.108 A ponte Golden Gate.l = 12 (9. tem um vão principal de 1 280 m. uma flecha de 143 me Os dois cabos de uma ponte pênsil.21).30 0. em cada cabo. 5.1177 kN/m.0° 5.2 0. Observe que a solução do Probl. PROBLEMAS 5.FORÇAS OISTRIBUrOAS / 187 Problema Resolvido 5.19). junto aos suportes na parte superior de qualquer das torres.20) e (5.2 kN. Assim.7 se aplica e tem-se uma forma de catenária para o cabo. podendo ser calculada e representada graficamente para diferentes valores de To' A interseção das duas curvas estabelece a igualdade e determina o valor correto de To·. To.1177) (150) 23.31 0.81) (10-3) = 0. para x = 150 m. entre suas torres. Calcular a tração To.063 To = cosh 17. Resp.28 0. Encontrar a tração no meio do vão. O cabo está suspenso entre dois pontos situados no mesmo nível e distantes 300 m um do outro e tem uma flecha de 60 m.20) 2s =2 23. exigem o conhecimento da tração mínima To.22).10.10 para o cabo parabólico dá uma aproximação muito boa para os valores da catenária.107 PROPOSTOS cabos com a horizontal. Resp. (5. Resolvido 5. Esta representação gráfica é mostrada na figura que acompanha este problema e conduz à solução To = 23.5 23.2 kN.] 7.2 kN 0. suportam uma carga vertical de 480 MN. 8 = 31.11 Substituir o cabo do Problema Resolvido 5.2 + (0. a tração máxima e o comprimento total do cabo.5 24. por um cabo de massa 12 kg por metro do seu comprimento e tendo como carga apenas o seu peso próprio. que tem um caxregamento uniformemente distribuído na horizontal. 23. To Esta equação pode ser resolvida mais facilmente pelo processo gráfico.29 0. em São Fraricisco.33 y = 60 m e J. Solução. (5.2 330m.1177 senh (0. (5.1177) (60) = 30. (5. que deve ser achada pela Eq. As Eqs.0 23. Cada um dos membros da equação é uma função de To. a solução da parte (c) do Art. mesmo no caso de grandes flechas. que dão respectivamente o comprimento do cabo e a tração. kN 0. 1 O comprimento total do cabo é dado pela Eq. A tração máxima surge quando y é máximo e. To = 200 MN.0 Solution To = 22.

Calcular a tração To no meio do vão.0° Um cabo que suporta uma carga uniformemente distribuída ao longo da horizontal. no topo da torre. medido na horizontal. Um cabo suporta uma carga de 50 kgfm uniformemente distribuída.188 I ESTÁTICA uma carga estática total de 310 kN por metro linear.110 Desenvolver a Eq. entre as duas torres idênticas. 5. Resp. máxima e mínima. (5.14).09 kN. Determinar a massa total m' de material adicionado ao piso por metro linear da ponte. To = 15. Cada um dos cabos suporta uma carga uniforme de 20 kg por metro. e seu peso é pequeno comparado com a carga que suporta.-31 ) 3hx2 x ~ I ri h Probl.X/To) e mostrar que a Eq.111 I I I I I 5. na posição a 1/4 do vão. e está suspenso por dois pontos fixos localizados como se vê na figura. Determinar a flecha h do cabo. é o mesmo em ambos os lados da torre. e = 33. calcular a tração To no meio do vão. = 1 173 kN lar o comprimento total S de cada cabo. (Ver Tab.61 kN.114 B 5.115 5.109 ---~ 5. Os pesos de ambos os cabos principais estão incluídos nessa carga estática admitindo-se uniformemente distribuídos ao longo da horizontal. em cada cabo principal e a força de compressão C exercida pelo cabo no topo de cada torre.s da ponte p~nsil indicaram um aumento de 1. tem 33. para o desenvolvimento em série das funções hiperbólicas. O ângulo feito pelo cabo com a horizontal. T= 35. colocados no mesmo nível. B8. nos suportes. 5. (5. Resp. m' = 909 kg/m 20m 20m +--- 50kg/m Probl. pode ser obtida tomando-se apenas os dois primeiros termos da série.6 m de comprimento e está suspenso entre dois pontos no mesmo nível e afastados de 30 m um do outro.111 5. a flecha h e o ângulo e feito pelo cabo com a horizontal. em relação à horizontal. Apêndice B. medido horizontalmente.115 90m r------ 1~ A 200m 100m Probl. sabendo que a carga w por ele suportada decresce uniforme~ente com x desdewo até zero.112 O cabo de uma ponte pênsil com um vão de 1 000 m está 150 m abaixo da parte superior das torres de suporte.109 O cabo de A a B está carregado com uma carga de 80 Mg distribuída uniformemente ao longo da horizontal. no cabo.25 m. Resp. Se a tração máxima no cabo é 18 kN. Deduzir a equação da curva formada pelo cabo.80 MN na tração em cada um dos dois cabos principais devido ao recapeamento executado no piso da ponte. 5.116 . A inclinação do cabo é zero em A. equação da parábola.19) em série de potências de cosh (jJ. To = 21. T máx. Determinar as trações T e To. Resp. como se vê na figura.116 Um cabo de massa desprezível está suspenso por dois pontos fixos tendo inclinação nula no suporte mais baixo. Calcular a tração máxima T no cabo. 5. 5. Resp.) Medidas feitas no ponto A dos cabo. y = --21' (l .113 Uma pequena ponte pênsil para pedestres tem um vão de 100 m entre suportes. CalcuG Probl. h = 16. 5.04 kN 5.

5. H == 24. em função da tração To no meio do vão.~~ ·250 Probl. em A. e compare os resultados com os obtidos pelo Probl. tendo direção horizontal no ponto de amarração A e vencendo uma distância horizontal de 250 m até o ponto de ancoragem B. está suspenso por dois pontos a uma distância L um do outro e sobre a mesma linha horizontal.123 Probl. Calcular a distância h para a parte mais baixa do cabo. as relações para o cabo parabólico. que está 180 m acima de A. como aproximação.5 m 5. 5. determinar o peso J. calcular a altura H necessária para a ancoragem. Resp. Qual será o erro cometido se o cálculo for feito com a expressão dos cabos parabólicos. L' Resp. ~ . desde Wo até w I' como se vê na figura. h == 18.120 acima do nível da água e encontre o comprimento do cabo entre A e B. visto na figura.119 Uma draga flutuante é mantida em posição por um único cabo preso à sua popa.5 m. s == 251 m Refazer o Probl. 5. de acordo com a relação w == a + bx'. 5... 5. deduzir a equação para a flecha h do cabo.~"om~ Probl.121 5.l do cabo. calcular o comprimento total S do cabo.. 5. 5. É necessária uma tração de 300 kN no cabo. na origem. Se a carga por unidade de comprimento na direção horizontal.119 usando as relações para um cabo parabólico.119 .121 usando.. Um cabo de 40 m de comprimento está suspenso entre . em terra. usando três termos nas séries? . suportada pelo cabo varia de Wo no centro a w1 nas extremidades. 5.118 e N O cabo de massa desprezível.FORÇAS DISTRIBUfDAS / 189 as 5. B 5. - m Um cabo. Sabendo que a flecha é de 100 m. Deduzir a expressão para a tração To.118 r-10ffi-] 5.123 ~~~ ~""" •.124 Probl. está suspenso entre dois pontos situados no mesmo nível e distantes 400 m entre si... sujeito à ação do seu próprio peso. Se o cabo exige uma tração T == 50 kN em B.-r 180m m \. Resp.119.122 Resolver o Probl. h == -(5wo + wl) 48To ' I B f.dois pontos separados por uma distância horizontal de 10 m.117 m sa lo s O cabo visto na figura é de massa desprezível e tem inclinação nula no suporte mais baixo._gr .121 m o Probl. para fazer com que o ângulo a seja nulo em A.117 Um cabo flexível está ligado ao ponto A e passa sobre uma pequena polia em B.""i'. Se o cabo tem massa de 22 kg por metro do seu comprimento.5. como aproximação. A carga varia linearmente com x. e 5. por metro de seu comprimento. ° 5. A~~~~--~~~ / I ~.

Um fluido é qualquer substância contínua que.por duas torres situadas no mesmo nível e distantes 200 m uma da outra.125 usando.3 kN. Resp. O peso efetivo do cabo de reboque. O cabo tem comprimento suficiente para permitir que saia horizontalmente do arado. lançar um cabo telefônico. na entrada do tambor faz um ângulo de 30° com a vertical. no meio do vão. sujeitos a forças devidas à ação de pressões exercida~por fluidos. Encontre. Devido à baixa velocidade. p = 13. a pressão é a mesma em todas as direções (princípio de Pascal). Em um ponto qualquer de um fluido.2kN.127 Probl. O equilíbrio das forças segundo as direções x e y exige que P2dxdz = P3dsdz cose P 1 dy dz = P3 ds dz sen e. Calcular a força horizontal To aplicada ao arado e a tração máxima no cabo.128 Um balão está preso ao tambor de guincho por meio de um cabo de 100 m de comprimento. reboca um arado A durante uma inspeção do fundo do oceano para.127 H 1 Probl. To=30.125 Uma linha de transmissão elétrica está suspensa . como se vê na Fig. H= 90m 5. principalmente à ação das forças que agem em corpos rígidos. posteriormente.128 5.126 5. Os fluidos podem ser gasosos ou líquidos. Um navio para lançamento de cabo submarino. . pode-se desprezar as forças do movimento do cabo na água. levando em conside- ração seu empuxo. 5. considerando-se um prisma triangular e inflnitesimal do fluido. 5. Sabendo que o cabo pode suportar uma tração máxima de 60 kN. O cabo tem 18. 5. Resp. 5. Calcular a altura H do balão. Resp. um fluido em repouso só pode exercer força normal sobre uma superfície limite. As pressões do fluido normais às faces do elemento foram designadas por Pl. com o arado na profundidade de 180 m. Para iniciar o enrolamento do cabo no tambor é necessário um torque de 400 N •m. Tmáx. determinar a massa p por unidade de comprimento. sabendo que o diâmetro do tambor é de 0. O navio mantém-se com velocidade baixa constante. O vento na região é muito fraco.5 m.= 38. P3 e P4. que está a 480 m a ré do navio. como aproximação. Nestas condições.190 / ESTÁTICA 5. também.2 kg/m de comprimento e uma flecha de 32 m.4 kg de gelo por metro Resolver o Probl. é incapaz de suportar uma força de cisalhamento. é de 45.2 N/m. (a) Pressão dos fluidos. em repouso. o cabo. A Estática dos fluidos é.51 kg/m. diâmetro de 12 mm e massa de 0. Este fato pode ser demonstrado.8 ESTÁTICA DOS FLUIDOS Até aqui dedicamos nossa atenção. P2. geralmente. apresentada como Hidrostática quando o fluido é um líquido e como Aerostática quando o fluido é um gás. o comprimento do cabo de reboque do ponto A ao B. as relações para o cabo parabólico. s=522m 5. do gelo que se pode acumular no cabo. sem ultrapassar aquela tração máxima. Neste item estudaremos o equilíbrio de corpos.29. Assim. Força de cisalhamento é uma força tangente à superfície sobre a qual atua e aparece quando existe diferença de velocidades entre lâminas adjacentes dos fluidos.

ara esé da l. para a maioria dos fms práticos. Para se determinar esta função. Como as forças normais.23) é verdadeira. quando se passa os limites. diante das grandezas diferenciais de segunda ordem. visto que quarido o seu peso específico (peso por unidade de volume.29 Como ds sen () = dy e ds cos () = dx. e o resultado é (p = Po + pgh) (5. Apêndice C. a pressão é função da dimensão vertical. estando de acordo com o conhecimento comum das pressões exercidas pelo ar e pela água . . Cl. O peso do elemento é igual a seu peso específico pg multiplicado pelo volume. em qualquer parte dos líquidos. P + dp. para tabela dos pesos específicos. A Fig. O sentido positivo da dimensão vertical h foi tomado para baixo. a pressão em um ponto qualquer de um fluido é a mesma em qualquer direção. do que se segue que. verifica-se que P4 também é igual às outras pressões. A Eq. (5. estas equações exigem que Pl=P2=P3=P. O equilíbrio do elemento do fluido na direção h exige P dA + pg dA dh dp (p pgdh + dp) dA =O (5. Os fluidos essencialmente incompressíveis são chamados líquidos. veja a aceleração da gravidade g) é multiplicado pelo volume do elemento resulta uma quantidade diferencial de terceira ordem que pode ser desprezada.23) pode ser integrada como se encontra. e leva-se em conta o peso do fluido. m Girando o elemento num ângulo de 90°. Em qualquer fluido em repouso. 5.30 mostra um elemento diferencial de uma coluna vertical de um fluido. suas densidades p podem ser consideradas constantes. não aparecem na figura. cuja seção transversal tem a área dA. tanto para os líquidos quanto para os gases. a superfície lateral não interfere no cálculo do equilíbrio das forças verticais. Nesta análise não é necessário levar em consideração o peso do elemento do fluido. considera-se uma variação da dimensão vertical. â- Fig. densidade p.24) * Ver Tab. * Com p constante. A pressão sobre a face superior é P e sobre a face inferior é P mais a variação de p. Portanto.30 Esta relação diferencial mostra que a pressão em um fluido aumenta com a profundidade ou decresce para a superfície.5. a Eq. (5. isto é.FORÇAS OISTRIBUIOAS / 191 xa vinno do m dx I P2dxdz or o.23) = pdA pgdAdh I \ Fig.5.

e se o instrumento de medida registra somente o acréscimo acima da pressão atmosférica. com a leitura. está submetida a pressão do fluido normal à sua superfície e distribuída sobre sua área. A variação da pressão p sobre a área da chapa é governada pela relação linear da profundidade e. se for usado Mg/m3 para p.. A Fig.. sobre a aresta inferior. Uma superfície imersa em um líquido.3 kPa. representada pela altitude do prisma truncado 1-2-3-4-5-6-7-8 com a chapa como base. onde h = O. No cálculo da pressão. A força resultante produzida por esta distribuição de pressão está representada porR. dá uma resultante nula. a pressão conhecida como "pressão manométrica" que é p = pgh.pgh - m3 S2 (10 m) _ . chamado "pressão manométrica" ou p = pgh.5. a pressão do fluido é igual a pg vezes a profundidade vertical do ponto 1. é necessário considerar a força resultante devida à distribuição de pressão sobre a superfície.81 m) kg' m m2 1) = 98. Por exemplo. Nos problemas onde as forças do fluido são apreciáveis.3la representa uma chapa 1-2-3-4. no ponto 2. Assim. conhecido como centro de pressão. que é o mesmo que um quilonewton por· metro quadrado (103 N/m2). Esta mesma pressão atua em todos os pontos ao longo da aresta 2-3. como é o caso de uma válvula-gaveta de represa ou a parede de um tanque. necessitamos considerar. e a posição na qual esta resultante atua. A pressão do fluido (manométrica) que atua normalmente à chapa. A superfície horizontal do líquido está represen· tada pelo plano x-i. 5 (a) (b) (c) Fig. portanto.31 . o acréscimo acima da pressão atmosférica. a pressão atmosférica Po atua sobre todas as superfícies e. em água doce é s v P __ .192/ ESTÁTICA A pressão poé a pressão sobre a superfície de líquido. No ponto I. que atua em algum ponto P. m/s2 para g e m para h. com a aresta superior na horizontal e o plano da chapa fazendo um certo ângulo qualquer e com o plano vertical. . 5. e esta pressão é a mesma em todos os pontos ao longo da aresta 1-4. * obter-se-á.1 (3 10 --sz( 1.1 kPa (b) Pressão hidrostática sobre superfides retangulares imersas. e é igual ao peso específico pg vezes a profundidade vertical da superfície do líquido ao ponto 2. somente. desse modo.0 Mg) ( 9. o produto gh dará a pressão diretamente em kPa.98. Se Po for devido à pressão atmosférica.1 kN/m2 = 98. a pressão em uma profundidade de 10 m.A pressão atmosférica ao nível do mar (1 atmosfera) pode ser igual a 101. Consideremos o caso comum da ação da pressão hidrostática sobre uma chapa retangular imersa em um líquido. está representada pela seta 6-2. A unidade usada para pressão no SI é o quilopascal (kPa). Para os sistemas abertos para a atmosfera terrestre.

A área trapezoidal. considerando-se a resultante como composta por duas componentes (Fig.5. como mostrado. o problema pode ser analisado a partir da vista. 5. Portanto.32 . simplesmente. Usando o eixo x (ponto B na Fig. são idênticas às da seção 4-3-7-8 e em todas as outras seções verticais da chapa. o acréscimo sombreado da área trapezoidal dA'.31a. 5. Portanto. A linha de ação da força resultante R é obtida do princípio dos momentos. No estudo de uma distribuição trapezoidal de pressão. uma área elementar da chapa sobre a qual a pressão P = pgh atua é dA = b dy. de modo que dR = b dA'. a distribuição de pressão é trapezoidal. 531b para a seção 1-2-6-5. onde A é a área 1-2-3-4 da chapa. e um aumento da força resultante é dR = P dA = = bp dy. que representa a distribuição de pressão. Assim. (a) Fig. através do qual a resultante realmente passa. a resultante R passa pelo centróideC da área trapezoidal defmida pela distribuição de pressão sobre a seção vertical. definida pela distribuição trapezoidal da pressão.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 193 . uma expressão opcional para R é R é = Prnéd. bidimensional de uma seção vertical. Para esta seção. na vista bidimensional. A força representada pela parte retangular atua no centro O da chapa. o cálculo é usualmente simplificado. e a força representada por cada parte é considerada separadamente. 531 a. como é mostrado na Fig. o m É evidente que as condições que prevalecem na seção vertical 1-2-6-5. a força resultante R pode ser escrita em função da pressão média Prnéd. Se b for a largura horizontal da chapa. r. A pressão média é também a pressão que ocorre na profundidade média do centróide O da chapa. 531b como o eixo dos momentos dá RY = f y(pb dy). O trapezóide é dividido em um retângulo e um triângulo.P2)A e atua no centróide da parte triangular. é facilmente expressa usando-se sua altitude média. = ~ (P1 + P2) vezes a área A da chapa. na Fig.31c).A'. Substituindo P dy = dA' e cancelando b resulta y= _ f ydA' f dA' que é simplesmente a expressão para a coordenada do centróide da área trapezoidal. Evidentemente. e éR2 =P2A. a força resultante que atua sobre a chapa inteira pode ser expressa como o produto da área trapezoidall-2-6-5 pela largura b da chapa R =bf dA I = bA I Deve-se tomar cuidado para não confundir a área física A da chapa com a área geométrica A'. Y também posiciona o centróide C do prisma truncado 1-2-3-4-5-6-7-8 na Fig. A força representada pelo acréscimo triangular da distribuição de pressão é -+ (P1 . Mas p dy é. Portanto. A = pghA onde h = Y cos e. Portanto.

(d) Pressão hidrostática sobre superfícies planas de qualquer fonnato. A força que atua sobre a faixa diferencial de área dA paralela à superfície do líquido é dR = p dA = pgh dA. As resultantes das pressões nas direções AC e CB sãoPy ePx. visto que não há alteração da profundidade ao longo da faixa horizontal. Considera-se o equihbrio da porção do líquido ABC diretamente acima da superfície mostrada (Fig. Para determinar R por integração direta. e l p p Ry = bf (p dL)y = bf P dx Em seguida. e o plano da chapa forma um ângulo e com a vertical. Assim. respectivamente. muito mais simples. Portanto.32a.33 . Como exemplo.25) c A grandeza pgh representa a pressão que existe na profundidade média sobre a área. 5. seria necessário escrever uma equação de momentos para determinar a posição -de R. considere a superfície imersa.194 I ESTÁTICA (c) Pressão hidrostática sobre superfícies cilíndricas. A força de equilíbrio R é. então. segundo os eixos dos x e dos y. é necessário integrar as componentes de dR. A Fig. A força total que atua sobre a área exposta A é obtida por integração e é p o o f f d R =f dR =f P dA = pg f p h dA Substituindo a relação do centróide hA = f h dA. O peso W passa pelo centróide da área ABC. ao longo da curvaAB.5. perpendiculareS à superfície. onde os elementos da superfície são paralelos à superfície horizontal x-y' do líquido. A resultante R. multiplicada pela dimensão constante b e pelo peso específico pg. Todas as seções verticais. e são fmalmente obtidas. A resultante R revela-se. acarreta mais cálculo do que em superfície plana. aplicadas ao diagrama de corpo livre da porção do fluido. 5. e é a pressão e p c D p d Fig.33a mostra uma superfície plana de qualquer formato imersa em um líquido. freqüentemente. O pesoP da porção do líquido é calculado a partir da área ABC de sua seção. do centróide O da área. 5. 5. vem (5. A pressão p tem a mesma intensidade por todo o comprimento da faixa. causada pela pressão distribuída em superfície curva. pode ser usada.32c). Um segundo método para a determinação de R é. A superfície horizontal do líquido é o plano x-y. revelam a mesma curvaAB e a mesma distribuição de pressão. como a reação igual e oposta da superfície sobre a porção do líquido. mostrada na Fig. visto que a pressão muda continuamente de direção.32b. a representação bidimensional da Fig. determinada completamente pelas equações de equihbrio. então.

FORÇAS DISTRIBU(DAS

I

195

o -

A resultante R pode, também, ser representada geometricamente pelo volume mostrado na Fig. 5.33b. Aí a pressão p do fluido é representada como uma altitude em relação à chapa considerada como base. O volume resultante é um cilindro reto truncado. A força dR que atua sobre a área diferencial dA = x dy produz o volume elementar dV = p dA mostrado pela fatia sombreada, e a força total é então representada pelo volume total do cilindro. Portanto,

R

=

f dR

=J

dV

=

V

Vê-se pela Eq. (5.25) que a altitude média do cilindro truncado é a pressão média pgh que existe na profundidade que corresponde ao centróide O da área exposta à pressão. Em problemas onde o centróide O, ou o volume V, não é óbvio, pode-se realizar uma integração direta, para obter R. Assim

R

=

f dR = f P dA = f

pghx dy

onde a profundidade h e o comprimento x da faixa horizontal da área diferencial devem ser expressos em função de y para efetuar a integração. A segunda exigência da análise da pressão do fluido é a determinação da posição da força resultante, a fim ,de responder pelos momentos das forças de pressão. Usando o princípio dos momentos com o eixo dos x da Fig. 5.33b como o eixo dos momentos, vem

RY=

J ydR

ou

y=

J ydV
V

(5.26)

Esta segunda relação satisfaz a defmição da coordenada Y para o centróide do volume Ve é deduzido, portanto, que a resultante R passa pelo centróide C do volume definido pela área da chapa como base, e a pressão que varia linearmente como altitude. O ponto P em que R está aplicado à chapa é o centro de pressão. Deve-se notar, cuidadosamente, que o centro de pressão P e o centróide O. da área da chapa não coincidem. (e) Flutuação. O princípio da flutuação, cuja descoberta é atribuíja a Arquimedes é facilmente explicado, para qualquer fluido, líquido ou gasoso, em equilíbrio, da maneira que segue. Consideremos uma porção do fluido limitada por uma superfície fechada, imaginária, como está ilustrado pela linha interrompida, irregular, na Fil!. 5.34a. Se o fluido pudesse ser retirado do interior da superfície limite, fechada, da cavidade, e substituído, simultaneamente, pelas forças que exercia sobre os limites da cavidade (Fig. 5 .34b), não haveria modificação alguma no equiHbrio do fluido vizinho. Além disso, o diagrama de corpo livre dessa porção do fluido antes de ser removido (Fig. 5.34c) mostra que a resultante das forças de pressão, distribuídas sobre sua superfície, deve ser igual e oposta a seu peso mg e deve passar pelo centro de massa do elemento do fluido. Se o elemento for substituído por um corpo das mesmas dimensões, a ação das forças sobre a

(b)

(c)

Fig.5.34

196 / ESTÁTICA

superfície do corpo, mantido nesta posição, será idêntica a das que atuavam sobre o elemento do fluido. Assim, a resultante das forças que atuam sobre a superfície de um objeto imerso em um fluido é igual e oposta ao peso do fluido deslocado e passa pelo centro de massa do fluido deslocado. * Essa força resultante é a força de empuxo ' (5.27) onde p é a densidade de fluido e g é a aceleração da gravidade. No caso de um líquido cuia densidade é constante, o centro de massa do líquido deslocado coincide com o centróide do volume deslocado. Segue da discussão anterior que, quando a densidade do objeto é menor do que a densidade do fluido no qual ele está imerso, haverá uma força vertical não-equilibrada, e o objeto flutuará. Quando o fluido de imersão é um líquido, o obieto sobe até a superfície, ficando, então, em repouso, em situação de equilíbrio, supondo-se que a densidade do novo fluido, acima da superfície, seja menor do que a densidade do objeto. No caso da superfície de separação entre um líquido e um gás, tal como entre a água e o ar, o efeito da pressão do gás sobre a parte do objeto flutuante, acima da superfície do líquido, é contrabalançada pelo acréscimo de pressão no líquido decorrente da ação do gás sobre a sua superfície. Um dos mais importantes problemas de flutuação é a determinação da estabilidade de um objeto flutuante. Esta situação pode ser ilustrada considerando-se o casco de navio, mostrado em corte transversal, em posição vertical na Fig. 5.35a. O ponto B é o centróide do volume deslocado e é conhecido como o centro de empuxo. ** A resultante das forças exercidas sobre o casco, pela pressão da água, é a força F. A força F passa por B, e é igual e oposta ao peso w do navio. Se o navio for obrigado a inclinar-se no ângulo o: (Fig. 5.35 b), a forma do volume deslocado muda, e o centro de empuxo deslocar-se-á para uma nova posição, tal como B. O ponto de interseção da linha vertical que passa por B' com a linha de centro do navio é chamado de metacentro M, e a distância h, de M até o centro de massa G, é conhecida como altura metacêntrica. Para a maioria dos formatos de casco, a altura metacêntrica permanece praticamente cpnstante para ângulos de inclinação até 20° aproximadamente. Quando M estiver acima de G, como na Fig. 5.35b, há evidentemente um momento de correção, que tende a trazer o navio de volta à sua posição original. O valor deste momento, para qualquer ângulo específico de inclinação, é uma medida da estabilidade do navio. SeM estiver abaixo de G, como para o casco da Fig. 5.35c, o momento que surge com qualquer balanço do casco, está no mesmo sentido, e tende a aumentar a inclinação. Isto evidencia uma condição de instabilidade e deve ser evitada no projeto de qualquer navio.

F
(a)
(b)

F

~F
(c)

Fig.5.35

* N.T. Este é.o conhecido Princípio de Arquimedes, em geral, apresentado com o seguinte enunciado: "Todo corpo mergulhado em um fluido recebe um empuxo, de baixo para cima, igual ao peso do fluido por ele deslocado". ** N.T. Na técnica naval este ponto é conhecido também como centro de carena.

FORÇAS OISTRIBUfoAS I 197

. e é

Problema Resolvido 5.12
A chapa retangular, mostrada no corte vertical AB, tem 4 m de altura e 6 m de largura (na direção normal ao plano do papel) e bloqueia a extremidade de um canal de água doce de 3 m de profundidade. A chapa está articulada em torno de um eixo horizontal na direção de sua aresta superior, que passa por A, e está contida pelo ressalto fIxo em B, na abertura do canal, que reage horizontalmente cop.tra a aresta inferior da chapa. Calcular a força B exercida contra a chapa pelo ressalto. O diagrama de corpo livre da chapa é mostrado em corte e inclui as componentes vertical e horizontal da força em A, o peso W = mg da chapa (não especificado), a força horizontal B (desconhecida) e a resultante R da distribuição triangular de pressão contra a face verticaL A massa espec.íf1ca da água doce é p = 1 000 Mg/m 3, de modo que a pressão média é
Solução.

A
~<>

=-"_-:--

--'

é

~

-- -:. _lfID_"
-~
3m

=~'=,

I' .=
1='

mlB

e

a

y I I

x--._ Ax

Ay

IPméd. = pgh]

Pméd. = 1 000 (9,81) (3/2) = 14,72 kPa .

o A

A resultante R, das forças de pressão contra a chapa, vem a ser
[R

-l
mg

a = Pméd.A]
R = (14,72) (3) (6) = 265 kN.

é
Esta força atua no centróide da distribuição triangular da pressão, que está 1 m acima da parte inferior da chapa. Um somatório de momentos, igual a zero, em torno deA, determina a força B desconhecida. Assim, 3 (265) - 4B =
O,

Nota:
<D

J

4m

Observe que as unidades envolvidas com a pressão pgh são:

B = 198,7 kN

Resp.

( 103m3 kg)(m) ~ (m)= (kg.m)l( 103-s,-' kN/m' = kPa.

1) = m'

Problema Resolvido 5.13 r-5OOmID-1
O espaço de ar em um tanque fechado de água doce é mantido com uma pressão de 5,5 kN/m' (ou kPa) acima da pressão atmosférica. Determinar a força resultante R exercida pelo ar e pela água na parede da extremidade do tanque.
Solução. A fIgura mostra a distribuição de pressão sobre a superfície da extremidade, onde Po = 5,5 kPa. O peso específIco da água doce é J.l = pg = (1 000) (9,81) = 9,81 kN/m3, de modo que o incremento de pressão t:.p devido à água é t:.p =
J.l

Vista lateral
PO

A

t:.h = 9,81 (0,6~ = 5,89 kPa.

.~

1

=~
I

As" forças resultantes R I e R., correspondentes às distribuições de pressão retangular e triangular", respectivamente, são RI = poA 1= 5,5 (0,760) (0,5) = 2,09 kN
/:"P

--~ Ri

-~
PO

J I --'L

"mm I 560

B

R. = t:.Pméd.A.

= 5,~9 (0,6) (0,5) = 0,883 kN

Nota:
<D

A resultante é, então,

R = RI + R. = 2,09 + 0,883 = 2,97 kN

Resp.

Dividir a distribuição de pressão nessas duas partes é, sem dúvida, o caminho mais simples para encontrar a solução.

198 I ESTÁTICA

Localiza-se R aplicando o princípio dos momentos em torno de A, observando-se que R I atua no centro da altura de 760 mm e que R2 atua no centróide da distribuição de pressão triangular, que está a 400 mm abaixo do nível da água e a 400 + 160 = = 560 mm abaixo de A. Assim,
2,97 h

= 2,09
mm

(380) + 0,883 (560)
Resp.

h = 433

Problema Resolvido 5.14
Determinar, completamente, a força resultante R exercida sobre a superfície cilÍndrica da represa, pela água. A massa específica da água doce é 1 000 Mg/m" e a represa tem um comprimento; normal ao papel, de b = 30 m.

I

-=-B
Solução. A porção circular de água BDO está isolada, e seu diagrama de corpo livre está desenhado. A forçaPx é

1

Px

=

puh A
O'

=
W

pgr br 2'

= (1000)(9,81)(4) 2

(30) (4) = 2350 kN

o peso
mg

o
da água é

D

---x

=

pgV

= (1 000) (9,81) --

11'(4)2
4

(30) = 3 700 kN

e passa pelo centro de massa G. O equilíbrio da seção de água exige P;Fx
[~Fy

----\
kN kN Notas:

x

= O] = O]

Rx

= Px = 2 350
mg

Ry =

= 3 700

A força resultante R, exercida pelo fluido sobre a represa, é igual e oposta à mostrada atuando sobre o fluido, e é
[R

=.J

Rx2

+ Ry2]

R =.J (2350)2 + (3 700)2

=4

380 kN
Resp.

<D

Veja a Nota CD no Probl. Resolvido 5.12 se houver alguma dúvida a respeito da unidade
de pgh.

Pode-se encontrar graficamente a coordenada x do ponto A, através do qual passa R. Algebricamente, x é determinado pelo princípio dos momentos. Usando B como centro de momentos, vem
r Px -3 4r

+ mg -311'-

Ryx

=O

x=

2 350

(4) 3' + 3 700
3700

(li) 311'

= 2,55

m

Resp.

FORÇAS OISTRIBUfoAS

I 199

Solução Alternativa. A força atuando sobre a superfície da represa pode ser obtida pela integração direta dos componentes dRx onde p Rx

= P dA

cos e e dA

e

dR y

= p dA
Assim,

sen e

= pgh = pgr sen e
11/2

= b (r de). = -pgr'b

= fo

pgr'b sen e cos e de

-o [cos 4 2e J11/2

=

= -}pgr'b

Ry

= fo11/2 pgr'b = + 11pgr2b

sen' e de

=

2 pgr2b [ !....

_

0- sen4 2e J11/2
+ 112/4. SubstituinResp. @ Este método· de solução pela integração é viável aqui, principalmente, devido à geometria do arco circular.

Assim, R =.) Rx2 + Rl do os valores numéricos:

=-}pgr' b.)1
(30)

R = -} (1,00)

(9,81)

(42)

.)1 + 112/4 = 4 380 kN

Como dR sempre passa pelo ponto O, vê-se que R também passa por O e, portanto, os momentos de Rx e de Ry em torno de O devem se anular. De modo que se pode escrever Rx Yl = =Ry xl' que dá

Por triângulos semelhantes, vê-se que x/r

= X1/Yl

= 2/11

e

x

=

2r/11= 2 (4)/11

= 2,55

m

Resp.

Problema Resolvido 5.15
Determinar a força resultante R exercida sobre a extremidade semicircular do tanque de água mostrado na figura, se o tanque estiver cheio até sua capacidade máxima. Expressar a resultante em função do raio r da extremidade circular, e da massa específica p da água.

Solução l. Por integração direta determina-se R. Com uma faixa horizontal de área dA = 2x dy, atuada pela pressão p = pgy, o incremento da força resultante é dR = p dA, de modo que, R =fpdA Integrando dá Resp. Determina-se a posição de R pelo princípio dos momentos. Tomando os momentos em relação ao eixo x, vem: [RY=fydR] =f pgy(2xdy) =2pg

fo

r

y~dy

.

200 / ESTÁTICA

Integrando resulta
3Pgr
2 :3 -

Y=~

42

4

1T

e

y=

---r6 r

31T

Resp.

Solução 11. Usando a Eq. (5.25) diretamente para encontrar
R, onde a pressão média é pgh e h é a coordenada do centróide

h=
[R

da área sobre a qual atua a pressão. Para uma área semicircular, 4r /31T. Assim,

= pghA)

Resp.

Este cálculo significa encontrar o volume da figura formada pela área semicircular e a distribuição de pressão. A resultante R age no centróide C do volume definido pela figura pressão-área. O cálculo da distância Y do centróide emprega a mesma integral obtida na Solução I.

Nota:
<D

Atenção para não cometer o erro de pensar que R passa pelo centróide da área sobre a qual atua a pressão.

Problema Resolvido 5.16
Urna bóia, com formato de poste, tem 8 m de comprimento, 0,2 m de diâmetro e massa de 200 kg. Sua extremidade inferior está presa por um cabo de 5 m ao fundo de um lago de água doce. Se a profundidade da água é de 10 m, calcular o ângulo 8 feito pelo poste com a horizontal.

I .~
I .

-==----.:":-l/~-

Solução. O diagrama de corpo livre da bóia mostra seu peso 1) atuando em G, a tração vertical T do cabo de ancoragem e a força de empuxo B que passa pelo centróide C da parte submersa da bóia. Faça x ser a distância de G à superfície da água. A massa específica da água doce é p = 103 kg/mS, de modo que a força de empuxo é
[B=pgV) B

_~I _1W"'

TI

=

103 (9,81)

1T

(0,1)' (4 + x) N

O equilíbrio dos momentos, em torno.do ponto A dá
LMA

=O
2

4+x 200(9,81)(4 cos 8) - [103 (9,81)rr (0,1)' (4 + x)) -cos 8 Assim, x

=O
Nota:
<D

= 3,14 m

e

8 = arc sen ( 4 + 53,14 ) = 44,5°

Resp.

Corno as forças, decorrentes do peso e do empuxo, são verticais, para haver equilíbrio a outra única força, T, deve ser também vertical.

PROBLEMAS PROPOSTOS
5.129 A represa em curva tem a forma de urna ~uperfície cilíndrica de 240 m de raio, e subtende um ângulo de 60°. Se a profundidade da água for de 90 m, determinar a força total P exercida pela água sobre a face da represa .. Resp. P = 9,54 Gl\

130 t ~ h . O concreto úmido pode ser tratado como um líquido de massa específica 2 400 kg/m 3. e determinar a expressão da tensão de compressão a.2m r 5-130 A comporta vertical carregada à mola está articulada em torno de um eixo horizontal. Calcular a força F da mola pré-montada. Quando o nível da água aumenta acima de um h c -~~~. tem altura h.1 kN 1 Probl. espessura b e massa específica Pc' A parede sustenta lama. ao longo de sua aresta superior A. A massa específica da água ép.5m Um tubulão cilíndrico de raio r e espessura de parede t foi colocado em posição e a água do seu interior. 5. na parede do cilindro.. C = 16. girando em torno da arestaA.129 l. 5.131 Uma parede de concreto.133 t r 1.8 m.134 N . de altura diferencial. que limitará a profundidade da água em h = 1.2 m de largura (na direção normal ao plano do papel). de seção retangular.134 A comporta articulada ABC fecha uma abertura de largura b (perpendicular ao papel) em um canal de água. para qualquer profundidade h. Probl. 5. para impedir que ela tombe. 5. Analisar as forças que atuam sobre um anel semicircular. que se comporta como um líquido de massa específica Pm' Determinar a espessura mínima b da parede. 5.3 kN B ProbJ. ~ Probl.132 A forma para uma pequena parede de concreto tem a seção mostrada na figura.•.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 201 uma escora BC em cada 1. B e C atuem como articulações.133 5. F = 38. supondo que as uniões A. bombeada para fora. ~ ProbJ..132 5.6 m ao longo do comprimento da parede. Calcular a compressão em uma escora BC. . bloqueando a extremidade de um canal retangular com água doce de 1. 5.131 '~~b~ lz 5. Foi colocada Probl. Resp. Resp. A água tem livre acesso tanto à parte inferior como ao lado direito da comporta.

(Consultar a Tabela C1 do Apêndice C.137 3mlB -----. Quando lastrada. Resp. O cilindro é tornado estanque à água por um envoltório plástico. Resp. Determinar a expressão para a distância b do bloco dentro do líquido superior. que bloqueia um canal de água doce. sobre a fundação do telhado.9 kN Probl. Calcular a tração T em cada tensor. ao longo do comprimento da calha. A massa específica da água salgada é 1 030 kg/m 3• Desprezar as componentes verticais das forças devido ao fundeamento. a sotavento. Calcular a força vertical P exercida pela fundação sobre a extremidade inferior A da comporta.136 Um cilindro maciço de concreto de 2.._--. Desprezar a massa da estrutura que sustenta a comporta.6 m de diâmetro. localizados a cada 2 m. A pressão é positiva a barlavento do galpão e negativa. mostrada em corte. e estão mantidos na posição mostrada na fIgUra por um cabo e tensor.5 Mg e é articulada em torno do eixo horizontal que passa por C. 5. medido na direção normal ao plano do papel. --- ---~-----~ -~--------- f~~ti[-1[~~-~:~~-.4 m de comprimento e 1.136 Os lados de uma calha em forma de V. -'-=---- 5. 5. A comporta tem massa de 8. h = a 5.137 fi O bloco homogêneo de massa específica p está flutuando entre dois líquidos de massas específicas PI < P e P.140 Probl.138 ~-3m ---====: . 1' O galpão está submetido a um vento horizontal. se necessário. A pressão p contra o telhado circular é aproximadamente Po cos e. estão articulados em torno de sua interseção comum que passa por O.) Resp. 5.~lm ~. Determinar o esforço cortante horizontal total Q. Resp.~ft~ P2 Probl.1 m t 5. Q = + 1trpo Probl. Desprezar a massa da comporta.202 / ESTÁTICA certo valor h. ~ LJ -. T = 89. por unidade de comprimento. Calcular a tração T no cabo. . > p. contendo água doce.. 5. a comporta se abre. é mantido submerso até a metade em água doce por um cabo que passa por uma polia fixa em A. a estrutura toda tem um deslocamento de 26 000 Calcular o calado h total da estrutura quando estiver fundeada no oceano. h = 24. 5. Determinar o valor crítico de h.138 5.135 5.139 O casco de uma plataforma flutuante para perfu· ração de petróleo consiste de dois batelões retangulares e de seis colunas cilíndricas que suportam a plataforma de trabalho.135 A figura mostra a seção transversal de uma comporta retangular de 4 m de altura e 6 m de comprimento (perpendicular ao papel).

Vista frontal Probl. à direita. Supor que o peso do obstáculo seja desprezível.141 endc ado~ a po:: flgll2 lU. O óleo tem uma densidade relativa (razão entre a massa específica do óleo e o da Prob1. A comporta separa um lago de água doce.143 erfu· etan· tarr. 5. rrrpo t Prob1. comparado com as outras forças atuantes.4 kN -± h Uma comporta retangular cuja seção está mostrada na fIgura. mostrada em corte. Resp. 5.143 . à esquerda. Probl. imaarlarmibre a menapel.2kNom 1 n: Prob1.85. mostrado por sua seção ACD. M=195. 5.6 m. Calcular o torqueM necessário a ser aplicado no eixo B da comporta para impedir que ela se abra quando o nível da água salgada diminuir de h = 1 m.139 Vista lateral ntal. C = 25. tem 3 m de altura e 2. Determinar a profundidade h da água.FORÇAS DISTRIBUfDAS / 203 está ecífipara rior. Determinar a compressão C em cada escora BC. a. lar ~ -42 A chapa retangular.7 m de largura (normal ao plano do papel) e separa os reservatórios de água do mar e de óleo. Resp. As escoras horizontais BC de suporte estão localizadas a cada 0. ~ 00 and íficz comdea- Um canal de água doce tem 9 m de largura (perpendicular ao plano do papel) e está bloqueado por um obstáculo retangular. 5.· tem 3 m de comprimento (na perpendicular ao papel) e é articulada em torno da aresta superior B.140 água doce) de 0.142 5. de uma bacia de maré de água salgada. ao longo da largura de 9 m. 5. necessária para fazer com que a reação em B seja nula.

a tração no câx:. desprezar sua espessura comparada com o raio de 2. A comporta tem massa total de 3 100 kg. 1 -i.147 A câmara de mergulho tem massa total. equip= to e lastro.7 m.147 -.'. 4OO~mm 1<~~>I -- -- (j ..40 Mgfm 3.f de 8 kN.2 km no oceano. tem um compartimento p= passageiros em forma de esfera.145 5.88). Quando a câmara desce a uma p~ didade de 1.144 5. como se vê na fIgura. de 6.6 N Probl. em cada travessa. Calcular o volume total V desl pela câmara.8 m (normal ao plano do papel). <L~ pois do carregamento. TA = 80. Sua resistência à ruptura é 13.anter a comporta fechada. No posicionamento do centro de gravidade da comporta. Probl.-------..) Resp. (Supor que não haja variação na pressão da gaxeta entre a chapa de fechamento e o tanque. Calcular o acréscimo de tração em cada parafuso. sob a ~de seu próprio peso? Resp. devido ao enchimento do tanque. e controla o fluxo de água doce sobre a borda em B.i-2.. recebe um carregamento adicional 2400 m3 de óleo combustível (de densidade reh=tiva 0. Resp.:i oceano antes da corrente se romper. antes éi receber o óleo combustível.. elo de 6 mm e massa de 93 kg por 100 me comprimento. TB = 96.5.150 = . tem uma largura horizontal de 1.5 m. em A e B. e suportada por travessas horizontais BC. Que comprimento h da corrente p ser abaixada dentro de uma parte profunda .00 m e espessura de 35 mm. calcular a força de compressão C. d'água. em forma de quadrante de círculo.-. ---- --------1.146 5. e está articulada em torno de sua aresta superior A. tomando para o concreto a massa específIca de 2. mostrada em corte. As marcas de calado no casco do navi:: apresentam a mesma leitura na água salgada. de modo que a força devida à pressão da água é resistida unicamente pelo acréscimo na tração nos parafusos.148 '200mm -1 I .145 A chapa de fechamento da porta de visita de um tanque de água doce está aparafusada no local e o tanque está cheio até o nível mostrado. I "'1200mm ~uu 1 °lt +' __ 5. P = 45. raio médio de 1.0 N. então.0 kN 5. Um veículo submersível. d _r Probl.7 Mg. h = 1 í'::~Um superpetroleiro se movimenta de um anCOC?douro em água doce para outro em água salgó e. 5. para pesquisas em gra::des profundidades. e na água doce.204 I ESTÁTICA 5. resultank do comportamento do concreto ao ser despejado. Desprezando o peso da forma. . Calcular a força mínimaP.7~ - '-- L' - B P Probl. feito de aço. 5. na aresta inferior.-iI . incluindo pessoal. espaçadas de 1. 5.. ---:-'. t--~. Calcular o deslo~ mento final m (massa total) do navio em tone das métricas (Mg).144 A forma de uma sapata de concreto é articulada emA.149 A corrente de aço tem um diâmetro rtoI11. C2- 5.146 A comporta AB. necessária para m.5 kN.im::.

exercida por uma chapa sobre a articulação em B.. que mede 6 m de comprimento (perpendicular ao plano do papel).) Resp. consiste de um disco circular plano.J51 O objeto flutuante é composto de uma semiesfera e de um cilindro circular de raio igual a r.52 4m Determinar a força total R. homogêneas. Determinar também a distância H de R ao nível da água. As chapas são articuladas ao longo da aresta comum B e ao longo das arestas A e C das paredes do canal.153 Uma grande válvula borboleta. M = fora menofunabo é cado Probl. Cl.1. exercida pela água doce do tanque sobre a janela triangular representada. com massa de 1. (Consultar a Tab. m = 1. por3 4 5.210 Mg (toneladas métricas) 5. colocada em uma tubulação horizontal. Resp.15. 5.) Resp. antes que o objeto não flutue mais na posição vertical mostrada. de modo que os pesos combinados da esfera de aço e do lastro de chumbo cancelem seus empuxos. consiste de duas chapas retangulares. Veja a utilidade dos resultados do Problema Resolvido 5.152 O fundo do canal de água doce.153 l do s de é de pode do ação 5. 5. (Sugestão. de zero a Po' conforme mostrado na figura.5 Mg. Se o objeto flutua com o centro da semi-esfera acima da superfície da água.150 l!. AB e BC.. que gira em torno de um eixo diametral vertical O-O.. por metro de comprimento do canal.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 205 cular a massa do lastro de chumbo que O submersível deve transportar. determinar o torque M a ser aplicado no eixo em O para manter a válvula fixa em uma posição. Se a diferença da pressão do fluido sobre as duas faces da válvula variar linearmente com a distância ao eixo. 5.154 oragada de relaavio dede ocaela- 1 } 1m Probl. 5. mostrado em corte. 5.151 Probl. ranpara com Cal- . cada uma. O nível da água atinge o topo da janela. h = r/.[2 I Mdb 10 ! I O Vista fron tal Probl. Calcular a força P. determinar a altura máxima h que o cilindro pode' ter. se necessário. Apêndice C.

ei tr ---x Probl.206 I ESTATlCA 5.. inc1inad= por uma massa de 27 t. > p. . Resp. P.4 kN F re = arc sen ( !!. da força total exercida pelo eixo sobre seus mancais em O.2 m..8 m acima de M. [Observar quer tonelada métrica (t) é igual a 1 000 kg e é o memo que o megagrama (Mg). Fx = 127.1 kN. Fx ~e Fy. 5. A massa mo est2 distância b = 1.156 Uma chapa plana veda uma abertura triangular na parede vertical de um tanque contendo líquidO de massa específica p. supondo que p.da linha de centro. em torno de um ponto distante h. Fy = 35. Com referência à figura. Para a posição mostrada. Resp. .156 Probl. a m= externa conhecida mo é localizada à distância::. e 5. Em todos os problemas o interesse principal estava em deter: e:. A comporta tem massa de 7 Mg e um comprimento normal ao papel de 6 m.155 A comporta de controle.6 pgab (h + . es i m Probl. acima da superfície de um líquido de massa específica p. Um torque aplicado ao eixo da comporta em O controla a posição angular da comporta. e o ângulo de inclinação 8 ~ medido por meio do desvio de um fio-de-prum::.] Resp. de seção transversal cilíndrica. em áreas e ao longo de linhas. é usada para regular o fluxo de água sobre o vertedouro de uma represa de água doce. por integração direta sobre a superfície cilíndrica. localizada a 7.155 5.P. se o fio-de-prumo de 6 m estire:desviado à distância a = 0. Tal ponto é mais facilmente ob~ do por uma simples experiência. pelo cálculo.Encontrar o ângulo e formado pela estaca com ~ superfície do líquido. inclinando-se :: navio carregado. como está mostrado na figura.FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO Neste capítulo foram apresentados váFios-exemplos de casos mais comuns de forças distribuídas. . determinar as componentes horizontal e vertical.158 5. GM = 0.8 m linha de centro. Calcular a altura mel:?cêntrica GM de um navio de 12 000 t.ej Probl.. a determina~ precisa da posição vertical do centro de gravidac= G de um navio.157 5.157 A extremidade de uma estaca uniforme. 1 j P. volumes.530:::. O deslocamento do nSlVioe a localização do metEcentro M são conhecidos. Calcular o efeito da pressão do fluido. 5. A chapa é articulada em torno da aresta superior O do triângulo. P a = -.9 . 5. 5.158 1I É difícil conseguir. Resp. Determinar a força P necessária para manter a comporta em posição fechada contra a pressão do líquido. de comprimento 1 e massa específica P I está articulada..) 2 a .

o problema reduz-se ao de encontrar as propriedades de um segmento de linha. Embora estes três tipos de problemas !ejam fisicamente bastante diferentes. o problema reduz-se ao de encontrar as propriedades de uma área. de área ou de comprimento. fez-se uso das observações citadas acima. Quarto. resolveu-se. ') ção ade btie o assa a d (J é mo. Para corpos de densidade constante. de acordo com a unidade na qual esta intensidade estava expressa. que coincidia. m a Para encontrar a resultante. de preferência. sempre que possível. Quando a força está distribuída em uma massa. Geralmente a melhor escolha recai sobre o sistema que fomecer a descrição mais simples dos limites da região de integração. Primeiro. as quantidades diferenciais de mais alta ordem devem sempre ser desprezadas quando comparadas com as de ordem mais baixa. a intensidade é a força de atração pg por unidade de volume. como é o caso da atração gravitacional. uma em nível mais alto que a outra.1T-2 y - 20/3 Resp. suas formulações contêm os citados elementos comuns. 5. escolher um elemento diferencial que evite descontinuidades dentro da região de integração. então. su- p. Quatro medidas úteis são apresentadas a seguir para problemas que exigem a integração de relações diferenciais. expressou-se intensidade da força como força por unidade de área ou pressão. Na seção B deste capítulo. para encontrar o braço de momento desconhecido da resultante. Essas idealizações matemáticas dos corpos físicos são elementos essenciais para a identificação da formulação de problemas reais. e tendo espessura constante. cabos e fluidos. no lugar de um e segunda ordem. Segundo. tomando um problema apenas geométrico de determinação do centróide da figura. FA = 2) -2. onde p é a densidade e g é a aceleração da gravidade. somou-se (integrou-se) as forças incrementais sobre toda a região de interesse para obter sua resultante. Em chapas planas e cascas homogêneas. com o centro de massa do corpo físico cujos limites defmem a figura.FORCAS OISTRIBUfoAS / 207 ma. (Usar a Tab.159 A barra semicircular uniforme AB tem massa p por unidade de comprimento.. etaeta- ado m da iver stá à ue a nesm 0 OBLEMAS PARA REVISÃO . um elemento diferencial de primeira ordem. Nas vigas e cabos expressou-se a intensidade da força como força por unidade de comprimento.160 . iniciou-se multiplicando a intensidade da força pelo elemento apropriado de volume. escolher. e repousa as extre- em ina Probl. relacionar um sistema adequado de coordenadas. e este no lugar de um de terceira ordem.1--. Feito isso. para resolver e encontrar os efeitos das forças distribuídas em vigas. se necessário. Para encontrar a localização da linha de ação da resultante empregouose o princípio dos momentos (teorema de Varignon).159 Determinar a coordenada x do centróide da área sombreada entre o quadrante de elipse e a linha reta. Igualou-se a soma dos momentos de todos os incrementos de força em torno de um eixo conveniente ao momento da resultante em relação a este mesmo eixo e. então. Para barras delgadas e fios de densidade uniforme e seção transversal constante. Resp. C3. Apêndice C. 5. pg1Tr ( l bl I I I I I I L------a d60 ---- --x B Probl. juntamente com os princípios do equiHbrio. X=-. Terceiro. para reduzir o trabalho durante os cálculos.) midades sobre superfícies horizontais lisas. Em fluidos. viu-se na Seção A que pg se cancelava ao se aplicar o princípio dos momentos. Determinar a força FA sob a extremidade A.

na técnica naval.167 5. partindo da Eq. I I I I I I I Ia ''-'. medida do ponto A em direção à popa.J C 11-.165 Um cabo de 300 m de comprimento está suspenso por duas extremidades. h = 47.. determinar o diâmetro d do balão esférico.7 19.208 / ESTA T1CA 5..· d = 1.~ (~I)'"-(:= . como centro de carena) B do casco de um navio é o centróide do volume do líquido deslocado.162 5. 5. 5.. O material da roda tem massa específica de 7..166 Probl. com aproximação de 0. A tabela abaixo apresenta os valores das áreas imersas.16). em dois pontos situados no mesmo nível e distantes 280 m um do outro. para cada 5 metros. em função da distância x tomada na linha d 'água. 5.•• ----L--x a/2 a/2 Probl. encontrar a flecha h do cabo. Trace a curva correspondente a esses valores e determine a distância x de B. Sabendo que o cabo suporta uma grande carga uniformemente distribuída. 5 5. . Se o balão está inflado com 0. x " .3 N sobre sua ancoragem.•. A ". em relação à direção horizontal. tem massa de 0.. como é mostrado na figura.21 Mg/m 3.1 24.5 (m') 5.5 12. 'm = 291 Ieg. 5..163 Calcular a massa m e a área totalA da superfície da roda gerada pela revolução da seção sombreada em torno do eixo z.149 m' z 300 O centro de empuxo (também chamado.206 kg/m3• Resp.--------.8 15..4 Ieg. 5. das seções transversais do casco..1 23.163 5.1 A x (m) x (m) 15 20 10 5 O 50 Resp.• '~\~\1i~~~\~~-~-'-~'\'}. para cima.138 m Determinar as coordenadas do centróide da forma feita de chapa fina de metal.5 m Desenhar os diagramas de esforços cortantes e de momentos. ::. utilizado para registrar a velocidade e direção do vento. antes de soltar-se. para a viga em balanço carregada.164 Probl. Resp..-~~~'':!\\'I.• ~ 1 B --.8 25. 5. O 30 25 40 45 35 O 22. de 5.. (5. A = 1.161 Um pequeno balão.3 kg de hélio e exerce uma força. A massa específica do ar é 1.166 Probl.164 Determinar a coordenada x do centróide da área sombreada.. x= 24 m T mm 1 200 Probl.5 m.162 5. por aproximações suces· sivas..167 .--/1 '\ x 'Om -~ .1 7. Resp.

C=474kN.6m~ 5. consiste da câmara de observação. em águas do p610.6 Probl.. h = 2 m 5.24 Mg A viga AD está suportada e carregada como mostrado. Resp. para acesso à câmara. A massa específica do chumbo é de 11.5. Desprezar as dimensões dos flanges que fixam os suportes à viga em B e D e construir os diagramas de cisalhamento (força cortante) e de momentos para a viga carregada. uces- . O cabo que sustenta a carga de 1 200 kg está enrolado no tambor E. necessário para fechar a comporta contra as forças hidrostáticas da água e do óleo.6 Mg/m 3.9m ~ I m+0. R = 151. na qual ele ocorre. 5. m = 4. 5. exercida sobre a chapa A pela água.168 9 l 0.= der dE = p= e L n::. Calcular o momento M. e a altura h do ponto sobre a chapa A através do qual R atua . ·'1 . acu' mula água doce na parte inferior do canal. aberto na parte superior.172 Uma represa é formada pelas chapas planas A e B. cujos pesos são desprezíveis.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 209 spen- situam de andf ão ~ cabo. Se a estrutura sem o lastro tem massa de 5. aplicado em torno do eixo B da articulação. As escoras C e D estão localizadas de 3 em 3 m ao longo do comprimento.1 m de largura. 5. é necessário que suas pernas se apóiem sobre o gelo com uma força mínima de 15 por cento da força total de flutuação da estrutura imersa.0 kN. Como resultado da condensação no tanque.2 m--+0. M= 52.:- oxi- A estrutura. Uma amostra da lama tem massa específica de 1.. Determinar o momento fletor M de maior intensidade e a distância x.173 Probl.8 N'm e d= gad2. por sua vez. A densidade relativa do óleo é 0.171 4~ 5.. Determinar a compressão em C e D. ligada à superfície pelo eixo cilíndrico. calcular a necessária massa m do lastro de chumbo. Resp. projetada para observação da vida marinha sob o gelo. Ai1H ~ H 900N/m 8. A comporta AB é uma chapa retangular com 1. 1200 kg Probl.170 Desenhar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga carregada.. com uma seção em V de 60°.. I f-<--1.169 . O lastro está apoiado na prateleira situada na parte inferior da câmara. que. da articulação A.' . cilíndrica. Resp. Pode-se supor que todas as ligações sejam articuladas.170 500N t l Probl.85. Calcular a força resultante R. está fechado pela chapa triangular A. Para assegurar uma condição de estabilidade à estrutura.5 m de altura por 1..3kN A extremidade de um canal de água doce. de 260 kg de massa e é usada para fechar o canal de descarga na parte inferior de um reservatório de óleo. inclinada.171 1 écdo c.37 Mg/m3• Resp. .D=88. Determinar o momento fletor M que provoca a compressão máxima nas fibras superiores da viga. é travado ao seu suporte e não pode girar.7 Mg fora d'água.51:. 5.

173 SeçãoA·A 5. (Nota.Enquarito se efetuam reparos em seu cabo. para impedi-Io de girar. s = 3 070 m. 5. Determinar a profundidade h do oceano.174 A superfície da figura é gerada pela revolução do arco semicircular de raio b.lÁgua= t~ :':doce' 3 fi 5.174 Probl.175 5. no ponto P.. de modo a tornar mínimo o.momento fletor máximo M. A massa específica da água salgada é 1. A carga vertical é a diferença entre o peso do cabo e o peso da água deslocada. 5. do eixo z ao centróide da superfície.) Resp. 5. que atua na viga.176 S 6 u o e ta c . Calcular também o torque M sobre o tambor. Resp. Qual é o valor deM? Resp.176 ~ A Probl. onde ele entra na água. as hélices do navio de assentar cabos exercem um empuxo para a frente de 300 kN.~B D A viga suporta uma carga uniformemente distribuída.210 I ESTÁTICA . para manter uma posição fixa no mar calmo.207l Probl. Determinar a distância r.03 Mg/m3• Calcular o comprimento s do cabo do ponto P ao ponto onde o cabo toca o fundo do oceano.. r= 1T(2a' + b') . A profundidade do oceano neste local é h. de assentar o cabo. A massa do cabo é de 22 kg/m e a área de sua seção transversal é de 4 600 mm'. e encontrar a distância horizontal x deste ponto a um outro diretamente abaixo de P. x = 0.0214wP. M= 0. medida em metros. h=1770m. e observa-se que o cabo faz um ângulo de = 600 com a horizontal. 5.1---=. 5. M=600kN'rn (J 6 m s m d s t a a e s c p t q m 01 u o Probl.172 ~ x. x = 2330 m.175 :'. Determinar o valor de x. como se vê na figura.8ab 1T(1Ta-2b) . de 2 m de diâmetro.1 l kx> i Probl. 1800 em torno do eixo z.

ao contrário. Além de gerar calor e da perda associada de energia. m Supôs-se nos capítulos anteriores. As forças de atrito estão presentes em toda a natureza e existem. ~o durante o tempo em que o deslizamento é realizado. Em todos os casos reais. Quando se considera o atrito. As forças tangenciais. no escoamento de fluidos nas tubulações e na propulsão de aviões e mísseis através da atmosfera. usa-se o termo real para caracterizar a máquina o processo. Em outras situações. SEÇÃO A. são conhecidas como forças de atrito e estão presentes em um grau qualquer entre todas as superfícies reais que se tocam. de dois sólidos. Sempre que existir a tendência de uma superfície deslizar sobre outra. com mais detalhes. as forças de atrito acarretam a perda de energia. e o simples andar depende do atrito entre o sapato e o solo. atrito entre as peças em contato ocasionará desgaste durante o período de movimento relativo entre elas. A máquina ou o processo em que se despreza o atrito é. O FENÓMENO . como..2 - DO ATRITO TIPOS DE ATRITO Existem vários tipos distintos de resistências ocasionadas pelo atrito. nos parafusos de acionamento. seja qual for o grau de precisão com são fabricadas e o de lubrificação que possuem. O sentido da força sempre se opõe ao movimento . como nos freios. Embora em muitos casos esta hipótese ideal acarrete um erro uito pequeno. Cada destes tipos é resumidamente definido nesta seção. nas engrenagens. de modo considerável. estão em contato sob condição de deslizamento ou de tendência ao deslizamento. sem lubrificação. que é dissipada em forma de calor. Surge uma força de atrito tangente às superfícies de contato. O atrito seco é encontrado quando as superfícies. em todas as máquinas. (a) Atrito seco. fossem normais às superfícies.1. nos mancais de qualquer tipo. embreagens. Na próxima. há um grande número de problemas em que se deve considerar a capacidade das superfícies contato de suportarem forças tangenciais. por exemplo. serão considerados.rilor flelor 7/ 6 ATRITO 6. Em alguns tipos de máquinas e processos é interessante tornar mínimo o efeito retardador das forças de mito. 3. onde ocorre deslizamento entre as peças. Essa hipótese caracteriza a interação entre as superfícies sem atrito e foi ilustrada no Ex. assim como forças normais. transmissões por rreias e nas cunhas. encontradas na Mecânica. forças de atrito geradas estarão sempre se opondo a essa tendência. 2 da Fig. geradas entre mperfícies que se tocam. que as forças de ação e reação entre as superfícies de contato. 'tas vezes. Os veículos com rodas dependem do atrito tanto para as partidas quanto para as paradas. procura-se tirar vantagens do atrito. denominado ideal. não somente durante o tempo em que só há a tendência ao deslizamento.1 INTRODUÇÃO as um er e e 00 onde ssa lar to ar ro diM tar ga eo . na maioria dos casos. tipos mais comuns.

para (a) Atrito estático FI (sem : Atrito dinâmico movimento)1 (movimento) ~~ I ~. As superfícies de contato possuem uma certa aspereza. Para materiais altamente elásticos.212 I ESTÁTICA ou quando o movimento está iminente. O mecanismo do atrito seco será agora explicado. O estudante deve consultar uma obra especializada para obter a descrição detalhada do fenômeao. também. I F. a análise fornece elementos suficientes para a solução da grande maioria dos problemas em que ele aparece. O atrito fluido depende não somente dos gradientes de velocidade no interior do fluido. Este tipo de atrito é conhecido. não haverá atrito do fluido. O diagrama de corpo livre do bloco. O atrito fluido aparece quando as camadas adjacentes em um fluido (líquido ou gás) movem-se com velocidades diferentes. como também da viscosidade do mesmo. como é mostrado na Fig.1 . em repouso sobre uma superfície horizontal. Esta análise constitui a base para a maior parte deste capítulo. a quantidade de atrito interno. 6. em 1781. que é uma medida de sua resistência à ação de cisalhamento entre as camadas do fluido. A experiência envolve a aplicação de uma força horizontal P. com auxílio de uma experiência bastante simples. pode ser considerável.1a. Para os materiais de baixo limite elástico e que sofrem apreciáveis deformações plásticas. e estas forças dependem da velocidade relativa entre as camadas. de 1831 a 1834. As leis do atrito seco ou de Coulomb foram grandemente estudadas a partir das experiências de Coulomb. O atrito fluido é tratado no estudo da mecânica dos fluidos e não será desenvolvido neste livro. Não havendo tal velocidade relativa. Como este livro trata.. em detalhes. com o nome de atrito de Coulomb. (a) Mecanismo do Atrito. e dos trabalhos de Morin. (c) Atrito interno. O atrito interno é encontrado em todos os materiais sólidos submetidos a uma carga cíclica. O mecanismo do atrito interno está associado com a ação da deformação por cisalhamento. não se considerará atrito interno daqui para frente. que acompanha esta deformação.6.3. que varia continuamente de zero até um valor suficiente para mover o bloco e dar-lhe uma velocidade apreciável. causada pelo atrito interno. Apesar de não ter uma teoria perfeita para o atrito seco. durante o carregamento. principalmente. 6.3 - ATRITO SECO O restante deste capítulo será dedicado a descrever os efeitos do atrito seco nas superfícies externas de corpos rígidos. a volta ao estado inicial sem deformação processa-se com pequena perda de energia.mãx~=l1sN-: I I {'Fk=l1kN p (c) (d) Fig. (b) Atrito fluido. dos efeitos externos das forças. Este movimento causa as forças de atrito entre os elementos do fluido. Consideremos um bloco sólido de massa m. o que será visto no item 6.

6. ou movimento iminente. Esta força pode ter qualquer valor de zero até. Deve-se destacar. o valor limite ou máximo da força de atrito estático. ou de atrito dinâmico com seu coeficiente dinâmico correspondente. a força de atrito cai. A relação experimental que resulta está indicada na Fig. A força de atrito dinâmico Fk é proporcional à força normal. À medida que P cresce. é a resultante de N e F. Ao iniciar o deslizamento. A direção de cada uma das reações. que pode ocorrer sobre uma minúscula crosta em cada um dos pontos de contato. R2 . Finalmente P atinge um valor que ocasiona o deslocamento do bloco e o faz mover-se no sentido da força aplicada.ATRITO f 213 de de a o que ou do va. surge a condição de atrito dinâmico. somente. mas então cairá ainda um pouco mais com velocidades maiores. exercida pela superfície de suporte sobre o bloco. dependerá não somente da geometria do perm das irregularidades. não dando nenhuma indicação de nenhum outro valor menor. na parte superior das saliências. iguala-se aP. Os coeficientes de atrito dependem grandemente das condições exatas em que se encontram as superfícies e da velocidade de deslizamento. Suponhamos. a força de atrito vai acompanhando. do to ol- ma om em ha mado ito de ên.1d. Neste mesmo momento. essa equação somente se aplica nos casos em que se sabe que o movimento é iminente. Aí ela se mantém praticamente constante. e estão sujeitos a grandes incertezas. o coeficiente de atrito dinâmico diminui um pouco e. os contatos estão. e todas as forças que sobre ele agem devem satisfazer às equações de equilíbrio. com seu coeficiente de atrito estático correspondente.1 c) auxiliará a visualização da ação mecânica do atrito. atingindo-se altas velocidades. no limite. aparece na Fig. R 1. assim como da solda. necessária para manter o movimento do bloco. Esta força de atrito estará sempre em sentido oposto ao movimento. desde que o bloco não deslize. cuidadosamente. conhecida como o coeficiente de atrito estático. Portanto. aproximadamente. abruptamente. Conclui-se que J1k éum pouco menor do que J1s' Aumentando a velocidade do bloco. mas também da extensão da deformação local. e incluindo no limite. agora. A força normal totalN é simplesmente a soma das componentes n das forças R. que esta equação define. sobre o bloco.a equação de atrito não pode ser empregada. uma vez mais. . Para um dado par de superfícies em contato. e a força total de atrito F é a soma das componentes t das forçasR. se se trata de atrito estático. que alguns problemas contêm uma força de atrito estático menor do que a correspondente à iminência do movimento e. Assim erA lor ara onde J1s é a constante de proporcionalidade. R3 etc. quando as irregularidades estão mais intimamente engrenadas. A força de atrito dinâmico é sempre um pouco menor do que a força máxima de atrito estático. Uma vista aumentada das irregularidades das superfícies em contato (Fig. É costume escrever as duas equações que dão as forças de atrito. sobre o qual ela atua. Denomina-se F. este valor máximo Famax. a força de atrito exercida pelo plano sobre o bloco. o valor máximo. ou à tendência ao movimento do corpo. nesses casos. Esta consideração ajuda a explicar o fato bem conhecido que a forçaP. A região até o ponto de deslizamento. Quando as superfícies estão em movimento relativo. e a força total R. Assim. que a experiência descrita tenha sido realizada e que a força de atrito F foi medida como uma função de P. O apoio é necessariamente intermitente e ocorre nas saliências em contato. Deve-se notar. Existe também uma força normalN que. o bloco está em equilíbrio. por um período.1) Estará subentendido no problema. sem os índices de particularização F=pN.. e as componentes t das forças R serão menores do que quando as superfícies estão em repouso relativo. é geralmente menor do que a exigida para iniciá-Io. neste caso. um valor qualquer de P. e o valor da força de atrito é determinado pelas equações de equilfbrio. Durante esse tempo. ' do atrito estático é proporcional à força normal N. onde J1k é o coeficiente de atrito dinâmico. para um valor um pouco menor. o equilíbrio exige que não haja força de atrito.1b. 6. o efeito da lubrificação por um f1lme fluido pode tomar-se apreciável. 6. sempre igual e em sentido contrário. é conhecida como a variação do atrito estático. (6. Quando P = O.

quando o material sofre escoamento. Se o movimento tive: início. esmagamento ou cisalhamento.10. Este ângulo de atrito I/> defme claramente. Não tem sentido falar de coeficiente de atrito para uma superfície isoladz.. de atrito dinámico. que para superfícies rugosas há maior possibilidade de ângulos grandl ~ entre as reações e a direção n. a posição limite da reação totL R. um coeficiente d:: atrito reflete o acabamento de um par de superfícies em contato e incorpora uma propriedade geométri. aplica-se o ângulo de atrito dinâmico. visto que someI::: os picos das irregularidades das superfícies em contato suportam a carga. A direção da resultante R. Se o movimento não estiver iminente. Relativamente. 6. aparente ou projetada. e represent~ a superfície gerada pelas possíveis posições da reação R. R estar! dentro do cone. Analogamente I/>d correspondente à força de atri É comum escrever-se simplesmente tgl/> =Jl. entre duas superfícies em contato. óleos.6. pequenas caI"? normais resultam em altas tensões nesses pontos de contato.2. de ângulo do vértice 21/>k' Este cone é o cone de atrito dinámico.2 Uma experiência adicional mostra que a força de atrito é essencialmente independente da área ê= contato. na Fig. destes contornos que se tocam. Quando a força normal aumenta. deixando-se a interpretação de atrito dinâmico ou atrito estático. a área h contato também aumenta. . para ser feita pelos dados do problema qu= se tiver em mãos. o ângulo a passa a ter um valor dinâmico. A apresentação de uma teoria ampla para o atrito seco vai além da explicação mecânica apr~tada aqui..214 I ESTAnCA Pode-se observar. em cada caso. O ângulo 1/>8 é chamado ângulo de atrito estático ou ângulo de repouso. medida a partir da direção de N. Se o movimento estiver iminente.1 b. é dada por tg a= F/lÇQuando a força de atrito atinge seu valor estático máximo. dureza superficial relativa superfícies em contato e a presença de películas de óxidos.18 Quando o deslizamento ocorre. e a reação deve situar-se sobre a superfície de um cone ligeira mente diferente. o ângulo a alcança um valor máximo 1/>8' Assin: tg 1/>8 t c i = N· J. do que no caso de superfícies mais bem acabadas. A área de contato real é muito menor do que a projetada. 6. nos po de contato. Por exemplo. sendo I/>k o ângult. Outros fatores que afetam o atrito seco são ~ temperatura atingida nos pontos de contato e "soldagem" desses pontos. R será a geratriz de um cone circuk:: reto com ângulo de abertura 21/>8' como se vê na Fig. há razões para se acreditar que a atração molecular seja uma importante causa -:CS' atrito. Esse cone de ângulo do vértice 21/>8 é conhecido como o cone de atrito estático. poeiras ou outras substâncias. no movimento iminente. quando as superfícies estão em íntimo contato. na Fig. Assim. Fig. 6.

então.sN. necessária para manter este estado. =!J. na maioria -das vezes. procurando-se. m to 2) ue lo al ar rá ta ver ra- Problema Resolvido 6. (b) Tipos de Problemas de Atrito. Para isso. será ferível. . a força normal N e a força de atrito F exercida pelo plano inclinado sobre o bloco. para manter o corpo em repouso. e aqui se aplica o coeficiente de atrito dinâmico. ndendo das conclições exatas que prevalecerem na ocasião. parcialmente lubrifica das. 6. A força de atrito atua no Sentido contrário ao do escorregamento que ocorreria se não houvesse atrito. somente. Quando se desejar precisão no cálculo. podem ser usados como exemtípicos da intensidade dos efeitos causados pelo atrito. pode ser calculada pelas equações de equilíbrio. que o plano inclinado ajustável pode fazer com a horizontal. Neste caso a força de atrito será determinada. Para este caso. (2) No segundo tipo de problema. (1) No primeiro tipo. Em problemas deste tipo. as limiar do escorregamento e a força de atrito é igual ao atrito estático limite. a força de atrito pode ter valores menores do que o fornecido pela Eq.s.1 com o coeficiente de atrito estático. de ca a. pode-se reconhecer a existência de três tipos de problemas de atrito seco. existe a condição de movimento iminente. 6.1 Determinar o ângulo máximo {]. equações do equilíbrio também são válidas. de te gas: de cn de l Solução. ou não. Se F for menor do que o valor dado pela Eq. o mais exatamente possível. fornecido pela Eq. O diagrama de corpo livre do bloco mostra seu peso W = mg. Estes valores são aproximados e estão sujeitos a consideráveis variações.1 com !J. conclui-se que a força de atrito suposta poderá ser suportada pela superfície. para mperfícies em movimento. a ça de atrito dinâmico. = !J. Se o valor calculado de F for maior do que o nlor limite. O passo inicial na solução de problemas de atrito é identificar em que categoria ele se enquadra. procura-se saber se a força de atrito é suficiente. diretamente. as condições do problema.ATRITO I 215 es. Naturalmente. Esta força de atrito pode.s. Alguns valores típicos dos coeficientes de atrito são os na Tab. haverá movimento e o atrito se transformará em atrito dinâmico. Fs max. supõe-se o corpo em equilíbrio e a força de atrito correspondente. não existe o movimento iminente e. Pelo que foi apresentado. antes do bloco de massa m começar a deslizar. O coeficiente de atrito estático entre o bloco e a superfície inclinada é !J. (3) O terceiro tipo de problema envolve o movimento relativo entre as superfícies em contato. N. A discussão precedente se aplica a todas as superfícies secas em contato e. portanto. e o corpo permanecerá em repouso. até um certo grau. Apêndice C. 6. nas aperiências. onde um corpo em equilíbrio está no ' = !J. calculando-se com o coeficiente de atrito estático. determinar os coeficientes de atrito experimentalmente. 6. pelas equações de equilíbrio. reproduzir. {1:Fx=O] I1:Fy mgsen{]-F=O -mg cos {] +N= O Notas: <D a5 F=mgsen{] N= mg cos {] = O] Escolhemos os eixos de referência na direção da força F e perpendicular a ela para evitar decompor F e N. a Eq. conclui-se que as superfícies em contato não podem suportar esta força de atrito. em conseqüência. necessária para equilíbrio e.1. Entretanto. O equilíbrio nas direções x e y obriga. ser comparada com o atrito estático máximo que as superfícies podem suportar. CI.1.s dará sempre.

para o movimento iminente.981 cos 20° = O. É necessário. Suponha-se que a força de atrito esteja dirigida para cima. O valor máximo de e é conhecido como ângulo de repouso. portanto. dá F/N = tg e. admitir-se uma hipótese. não comece a se mover para a parte superior do plano. como é mostrado no diagrama de corpo livre do bloco. O equilíbrio na direção x exige [~Fx Nota: <D = O] mo (9. como está mostrado no diagrama de corpo livre do Caso 11. Vemos dos resultados do Probl. = arc tg J. como está representada pela seta em linha cheia. ao se aplicar a forçaP. Como o ângulo máximo ocorre quando F = F x max. se. primeiro. e o bloco permanecerá em repouso.81) = 981 N.981 sen 20° = mo O = 6. Resp.17. As forças estão aplicadas com o bloco inicialmente em repouso. para baixo do plano. Assim será necessário um valor de mo para manter o equilíbrio. Solução. as equações de equilíbrio são P.0 kg a 62. Problema Resolvido 6.~ 216 / ESTÁTICA Dividindo a prim~ira equação pela segunda.0 kg.981 sen 20° = mo = 62.4 kg. quando o movimento é iminente para baixo do plano.20 e o coeficiente de atrito dinâmico é 0. A força de atrito sobre o bloco atua.Fy = O] JJ.981 sen 20° = O = O] N -P sen 20° .N] N . portanto.81) + 277 .Fx= mo (9. Solução.277 . tem-se: 2 !J. Problema Resolvido 6. = tg emáx.s (%) Este problema mostra um modo muito simples para se determinar um coeficiente de atrito estático. Resolvido 6. Assim.4 kg. N . 100(9. O valor máximo de mo será dado pela condição de movimento iminente do bloco subindo o plano. nem a deslizar para a parte inferior. representado na figura.30 (922) = 277 N O P. O valor mínimo de mo é determinado.81) . para opor-se à tendência ao movimento. Resp. P = 500 N e segundo.1 que o bloco escorregaria no plano incli· nado se não houvesse a massa mo presa a ele.l.30.2 Determinar a faixa de valores que a massa mo pode ter.81) = 981 N \I ~x [~Fx [~Fy = O] P cos 20° + F . pois tg 20° > 0. no Caso I da figura. de modo que o bloco de 100 kg. O coeficiente de atrito estático é 0. ou emáx.l.s Resp. P = 100 N. O equilíbrio das forças nas direções x e y dá p Y. O coeficiente de atrito estático entre as superfícies em contato é 0. não se pode dizer se o bloco fica em repouso ou desliza. Com o peso mg = 100 (9. Pelos dados do problema.3 Determinar o valor e o sentido da força de atrito que atua sobre o bloco de 100 kg. ' = J.30. A força de atrito sobre o bloco atuará para cima do plano. mo pode ter qualquer valor de 6.sN. mostrado.981 cos 20° = O N= 922N W= F= O] 0.

que move o bloco na superfície com uma velocidade constante. Nota: o a - O que mostra que uma força "deatrito de 231 N não pode ser suportada.4 O bloco retangular homogêneo de massa m. (í) Note-se que mesmo não sendo mais 'EFx o equilíbrio persiste na direção y. a força normal N é 956 esteja ou não em equilíbrio o bloco. Resp. Determinar: (a) o maior valor de h que permite o bloco deslizar sem tombar. O sinal negativo significa que. a resposta é [F = j. Portanto.. portanto. de é P = 500 N. A resposta é então. Resp. se h = H/2. A substituição nas duas equações de equilíbrio dá F=231N N=956N. para baixo do plano. largura b e altura H. na face inferior do bloco. A primeira das equações dá F= -134N. a força de atrito estático. segue que a hipótese do equilíbrio foi correta. máxima. de modo que 'EF = O. pelo qual passe a resultante das forças de atrito e a normal.ATRITO 1217 m- Caso I. é então [F= pN] Fmáx. Portanto. máxima possível. é [F =pN] Fmáx. Como esta força é maior do que a exigida para o equilíbrio. se o bloco estiver em equilíbrio. acompanhando o movimento para baixo no plano. como representado pela seta tracejada. não pode haver equilíbrio e o valor correto da força de atrito é obtido usando-se o coeficiente dinâmico de atrito. Porém. (b) a localização doponto C. P = 100 N. F = 134 N para baixo do plano. está colocado sobre a superfície horizontal e sujeito a uma força horizontal P. Não se pode. = 0. Isto pode ser feito substituindo-se P = 500 N na segunda equação. a força de atrito que atua sobre ele estará no sentido oposto ao suposto e. até se verificar se as superfícies são capazes de suportar a força de atrito de 134 N. = 0. concluir o valor de F.20 (l 093) = 219 N. J: Problema Resolvido 6.17 (956) = 163 N para cima do plano.lN] F = 0. Portanto. O coeficiente de atrito dinâmico entre o bloco e a superfície é IJ.20 (956) = 191 N. que as superfícies podem suportar. r r-b--j P r h m . que dá N= 1093 N. porém. A força de atrito estático. Caso fI.

conforme está mostrado. Daí. A resultante de F e N passa pelo ponto B. podem ser determinadas sem nenhuma referência às forças de atrito. ® Outra alternativa seria igualar os momentos em torno de G a zero.d C/ l'1-mg I 2 x H2 -/- = tg e = p. de modo que x = p. e o ângulo e torna"se e = arc tg p. pois as três forças coplanares em equilíbrio são concorrentes. tem-se x = p. H 1" ------L p . enquanto o bloco estiver deslizando. vê-se que toda a reação entre o plano e o bloco estará em A. que estão na direção x. teria um movimento maior que o bloco de 40 kg e a força de atrito F2 terá. o bloco do meio. a condição de equilíbrio dos momentos em torno de A não será satisfeita e o bloco tombará.{ /h11G I mg ~ ([3/e~-º-~ N2 = p. O diagrama de corpo livre do bloco mostra esta condição. representasse o coeficiente de atrito estático. As forças normais.H /2. a força de atrito é o valor limite }JN. da geometria da figura tem-se: <f> G ---j . Assim. Existem duas condições possíveis de movimento iminente: ou o bloco de 50 kg escorrega.Nx = O. . que estão na direção y.. = b/2 h ' Resp. O ângulo e é ainda e = = arc tg p..H/2 Resp. Se h for maior que este valor. as soluções obtidas descreveriam as condições. por"onde também deve passar P. a direção oposta a este movimento. Estão mostrados na figura os coeficientes de atrito estático para cada um dos três pares de superfícies adjacentes. permanecendo parado o bloco de 40 kg. o que daria F(H/2) . Traça-se o diagrama de corpo livre de cada bloco . Problema Resolvido 6.--I P h F I. I} Solução. O bloco superior é impedido de mover-se por um fio preso a um suporte fixo.N. portanto. ocorrendo escorregamento entre o bloco de 40 kg e o plano inclinado. ou os blocos de 50 kg e 40 kg se movem juntos. paralela ao plano inclinado é aplicada ao bloco do meio.5 Os três blocos estão posicionados sobre um plano inclinado de 30° conforme mostrado e uma força P. Assim. As forças de atrito são orientadas no sentido oposto ao movimento relativo que ocorreria se não houvesse atrito presente. Como ocorre o deslizamento.218 I ESTÁTICA 1 Solução. (a) Com o bloco na iminência de tombar. com F = p. da geometria do bloco: tg e B . <D Lembre-se que as equações de equilíbrio se aplicam a um corpo movendo com velocidade constante (aceleração nula) tão bem como em um corpo em repouso. a partir da posição de repouso. Notas: Se p. Determine o máximo valor que P pode ter antes de ocorrer qualquer deslizamento. (b) Com h = H /2 vê-se do diagrama de corpo livre para o caso (b) que a resultante de F e N passa pelo ponto C que está a uma distância x à esquerda da linha de centro vertical que passa por G. Assim: Notas: (i) Na ausência de atrito. sob influência de P. para as quais o bloco estaria (a) na iminência de tombar e (b) na imÚlência de deslizar.

459 = O F2 = 263 N o equillôrio (1:Fx do bloco de 50 kg dá.263 .81) cos 30° .5 P = O. para movimento iminente. Resp. o equilíbrio do bloco de 40 kg requer: (1:Fx N. cuja direção pode variar. o máximo valor possível de F3 é F3 = IJ. 468 N não pode ser suportado e a hip6tese inicial estava errada. F. permanecendo no lugar o bloco de 40 kg.81) sen 30° .5 N /' /' F. a força de atrito F3 será dada por: (1:Fx se amo = O] 272 + 40(9.1 N Verifica-se. li validade da hipótese inicial.F3 =O F3 = 468 N nia Porém.30(255) = 76. é menor que JJN2 OBLE~SPROPOSTOS bloco de 100 kg repousa sobre a superfície horizontal e uma força P. entre o bloco e a superfície.680 = O = 1 019 N Será arbitrariamente suposto que somente o bloco de 50 kg escorregue. que o escorregamento ocorre entre o bloco de 40 kg e o plano inclinado. que = 272 N. = x/' 0.81) cos 30° =O =O = 255 N N2 - (50 kg) N2 50(9. Para o bloco de 40 kg.N3 = 0. Resp. dá: (1:Fx = O] P . agora.5 . Conclui-se. fmalrnente. fJ = 0. = O] F2 + 40(9. 6.592 o / Probl.1 P . ® = 93.81) cos 30° .76. Portanto.81) sen 30° .40(680) = 272 N o equilíbrio de forças para o bloco de 50 kg.30(9.ATRITO I 219 P:Fy= O] (30 kg) NI NI . Tem-se w= fJN] FI = 0.255 = 680 N N3 - (40 kg) N3 40(9.76. é aplicada a ele. então.8 N Vemos. Com o mor correto F3 = 459 N. calcular o coeficiente de atrito estático IJ.81) sen 30° = O. P= 103. P = O] + 50(9.272 + 50(9. com F2 = 272 N. agora.81) sen 30° . Se P = 500 N e o bloco começar a mover-se quando o ângulo a aumentar para 60°.45 (1 019) = 459 N.

sem deslizamento. cabo sob tração. IJ. = 0.30.mín. O coeficiente de atrito é 0.7 A figura mostra um dispositivo que preride u::. de massa desprezível. qual é o coeficiente de atrito míC:mo IJ. na qual a extremidade inferior da escora.7 6. 600 N r F ~ Probl. 6. em que ocorre o início do deslizamento do bloco. = 0. que estão sendo tratados termicame:::te em um banho de óleo.6 6. Resp.1.. a = 17.9 A roda de 100 kg. P = 500 N e p.60 Determinar o valor máximo da distância d. 6.4 6. a reação total R no apoio 6cada peça. 6. pode ser colocada e ainda suporte a prancha. Probl.6. que permita tenaz apertar o tubo sem deslizamento? Resp.. 6. 6. o 6. Resp.70. determinar o valor de a. que aumenta gradativamente. para cima. Determinar o valor de x de modo que a força P necessária para iniciar o movimento para cima do plano seja a menor possível.4 coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado é p. Se o coeficiente de atrito entre o caixote e o plano inclinado é 0.220 I ESTA T1CA 6.8 6.30. 6. Probl. ligada a uma corda em torno do seu Determinar o ângulo e no qual a roda fica em Te- . em termos -de 1. calcular a força de atrito F que atua sobre o caixote. Para uma abertura de 2[f das mandíbulas. rola sobre o cubo.entre as mandíbulas e o tubo.2 6. Para a posição mostrada.3 6. sob a ação da massa C= 25 kg.8 t Probl.6 Probl. Desprezar o raio da polia.2 Calcular a forçaP necessária para mover. também.11" 20° L F Probl. o bloco de 50 kg. em virtude da grande força é= atrito desenvolvida. no plano inclinado de 300. no Probl.3 A força horizontal P de 200 N é aplicada ao caixote de 100 kg para forçá-Io a deslizar para baixo no plano inclinado.5 Se. det5:minar o mínimo coeficiente de atrito entre o cab: e as peças que torne o dispositivo auto-retentc:: Calcular. F = 523 N As tenazes são usadas para se manipular tubos é= aço quentes. para cima d:: rampa em forma circular.

O coeficiente de atrito é j.13 . antes que o cilindro maciço inicie o deslizamento.12 25 kg 176 Probl. e = arc tg (J-L/cos Q() um de erabo or. 6. Estão indicados os coeficientes de atrito para os três pares de superfícies em contato. e = 32. o ângulo {3 entre a direção horizontal de P e a direção do movimento inicial do bloco.. 6. Determinar o máximo ângulo e que pode ser inclinado. que pode ser aplicada ao bloco na direção mostrada. J-L. Especificar o coeficiente de atrito mínimo que deve existir entre a roda e o degrau para evitar o deslizamento da roda. de massa m está em repouso sobre um plano inclinado de ângulo e.. re- 6.ATRITO I 221 pouso. Probl. O bloco superior é livre para mover verticalmente.630 Se o coeficiente de atrito estático entre o bloco e o especificar as condições que determiplano for nam se o bloco tomba antes de deslizar ou se desliza antes de tombar.11 O bloco retangular. J-Lmín. = 0. 6.. 6. o bloco com o corte em V. repousa sobre o plano inclinado.12 Probl.2°. Qual é o coeficiente de atrito mínimo. de massa m. Determinar a força P máxima.75 Resp. quando o ângulo e for aumentando gradualmente. Resp.11 A roda de 900 mm de diâmetro tem massa de 30 kg. 6. também. J. J-L. 6.14 Um bloco homogêneo.13 10 Determinar a força horizontal P necessária para causar o deslizamento. de Probl. que está articulado em torno de um eixo horizontal que passa por O. M= 79.9 6.= 0. 2400 mmj de en· 20° íni· a a I ' t Probl. dz de o. antes que se inicie o deslizamento. O coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado é Determinar.10 Probl.Lmín. que permitirá esta posição ser alcançada sem deslizamento? Resp. homogêneo. 6.14 . a partir da horizontal. Supor que o atrito seja suficiente para evitar o deslizamento. Determinar o conjugado M necessário para girar a roda sobre o degrau de 90 mm sobre plano horizontal.5 N -m.

também. Se o coeficiente de atrito entre o anel e o suporte é J.6. 6 6. Expressar. quando a for grande.-17 Um anel de metal. Resp.20 . tem massa m e raio médio r e está pendurado no suporte A. durante um aumento gradativo C::: valor de P. 6. determinar a força verticalP. 6.6. em função da massa m do anel. Resp. determinar o coeficiente de atrito em A. O coeficiente de atrito entre a roda e o trilho é 0. 6.19 O cilindro homogêneo com 200 kg de massa = suportado pelo rolo. O painel está montado em rodas que facilitam o movimento horizontal ao longo do trilho fixo.J 1 + J.L Probl. J.L 6. calcular o torque M I:Ecessário para girar o cilindro.6. 6.30.20 Resp. Se o coeficiente de atrito entre o cilindro e . 6.34 J.L' -J. o ângulo {3 no qual ocorre o deslizamento.L.18 6. P = mg .222 I ESTATlCA 6.15 Probl. Se o deslizamen:: sobre o suporte em A ocorrer quando {3tiver . quando M aplicado.19 6.15 O caixote de 200 kg. que gira com atrito despr=vel. rolará para a querda.17 Probl.L A roda. S= o coeficiente de atrito for e a massa da roda calcular o valor de P para o qual a roda des]i7~ para o valor crítico de a.17 está sujeito a uma força ho~ zontal P. quando o ângulo a da corda for pequeno.16 Probl. = valor de P.16 O centro de massa do pam:el vertical de 800 kg está em G. {3 = arc tg J. com centro de massa em G está suportado sobre superfícies horizontais por um apoio em A e um rolete em B. Encontrar também :E reação R sobre o mancal do rolo. quan-'se iniciar o deslizamento. = 0. Se o mancal da roda em A grimpar. Determinar. de espessura desprezível. R = 1 683~- r Probl. impedindo-a de girar.L . necessária para fazê-Io deslizar sobre o suporte.para lado nenhum. Examinando = diagrama de corpo livre. aplicada na periferia do anel.: valor de 600.!. 6 Probl. calcular a força P necessária para mover o painel. determinar o ângulo :: para o qual a roda não rolará. superfície vertical for 0. M= 303 N 'm. Se é necessária uma força P de 400 N para iniciar o movimento do caixote. representada na figura. também. conforme mostrado.18 O anel do Probl. = para a direita. J.L 6. determinar o coeficiente de atrito _ entre o anel e o suporte.

subindo o plario inclinado. Se o suporte emA for removido. para aumentar a capacidade do grampo. ndo Probl.26 m. (b) O que ocorreria se estes coeficientes de atrito fossem 0.. quando o grampo estiver sob a carga. 0. . e o cr Se A mandlôula esquerda do grampo tipo C pode deslizar ao longo da guia.D plano inclinado forem ambos 0.50 e 0. Demonstrar se a bobina de papel rola sem deslizamento ou se ela desliza. a dimensão x deve exceder um certo valor mínimo. o .22 3 e. sa é ezíea nem a for A roda uniforme. de 1 200 kg.24 6. O coeficiente de atrito.20. x = a- bJl 2Jl ará A empilhadeira está sendo usada para mover o rolo maciço de papel.6. Probl.23 Probl.30 e 0. 6.22 Uma bobina de papel está para ser rolada lentamente. para cada par de superfícies em contato. respectivamente. e para o coeficiente de atrito Jl entre a guia e a mandíbula.25? 3 K Probl. T= 727 N Calcular o torque M exigido para girar a roda homogênea de massa m.40. de 50 kg. quando ele for puxado horizontalmente para fora da bobina. Os coeficientes de atrito estático e dinâmico entre o cubo e o trilho são. aplicada ao papel. . está encostada em um suporte fixo em A. Para evitar o deslizamento da mandlôuIa sobre a guia. Resp. calcular a força de tração P necessária entre os pneus da empilhadeira e a superfície horizontal. 6. Uma corda. por meio de uma tração T. para cada par de superfícies em contato. 6.ATRITO / 223 Calcular a força T necessária para girar o carretel do cabo telefônico de 200 kg.25 6.6. horinto 6. em sua posição contra a parede vertical. O coeficiente de atrito.sai horizontalmente para se prender no gancho B.21 6. ajustada com folga . Encontrar e·ste valor correspondente às dimensões dadas a e b.24 erdo o o JJ m. Resp. para cima no plano inclinado de 30°. Resp.60. que repousa sobre o cubo e está encostado em uma parede vertical. Se os coeficientes de atrito entre o rolo e o painel vertical da empilhadeira e entre o rolo e. O coeficiente de atrito entre a bobina e o plano inclinado é 0. (a) calcular a força de atrito que atua sobre a roda. enrolada na sua periferia. é 0. P = 22.1 kN r' b L Probl.26 . com o cubo repousando sobre trilhos inclinados.45. é Jl.25 6.

tem o seu movimento rest:rirr. 6 . :xderá ele manter em equilíbrio a prancha unifo de 7 m. P = 19. O coeficiente de entre a extremidade A e a superfície horizon:i:. determinar o ângulo e que a roda pode ser girada em torno do eixo horizontal que passa por O. na empilhadeira do Probl. Se o coeficiente de atrito entre a barra e os pinos for j. se o coeficiente de atrito.80. P= o_ 6. exercendo força h=zontalno cabo? O coeficiente de atrito está6 entre a prancha de 60 kg e o topo do prédio é 0. na posição mostrada.224 I ESTÁTICA 6.62 N 6. = =- 6 B Probl.l. Probl.28 6. Resp·j.29 A barra homogênea. com centro de gravidade em G é suportada pelos pinos Ae B. Resp. 6.32 6. Encontrar a expressão para o coeficiente de atr:::= j.50. 6. antes que a barra comece a deslizar. que estão fixados na roda.27 Calcular a força horizontal entre os pneus e a superfície horizontal. sobre os apoios? A prancha c=::massa de 100 kg e o coeficiente de atrito entre ~ e cada suporte é 0.33 Probl. da posição de repouso mostrada. calcular a força de atrito existe no estado de equilíbrio. como é mostra:S. Determinar a força P necessária para mover a prancha homogênea de 50 kg.Se a resposta for sim. homogênea.. 6. 6 =- =- Probl.:). 6.:.30 6.l. que é o mesmo para ambos os pares de supeC'cies em contato. em ambos os locais de contato.29 Probl. de 6 comprimento. 6.50.26.32 A barra esbelta.::.31 6.gD:: por uma guia vertical lisa. 6. se o rolo de papel estiver na irninência de rolar para baixo no plano inclinado. for 0. Determinar a força horizontal P ne~ para iniciar o deslizamento em A. Resp. de massa m e co~ mento I está à beira do deslizamento.31 Um pequeno rolete na extremidade B da barra forme de 60 kg. 0.28 Que força P devem os dois homens exercer na da para deslizar a prancha uniforme.lmín.30 Supondo que o operário tem força suficiente. Desprezar o diâmetro da barra diante das outras dimensões. quando cionada contra a parede vertical.

no qual a concha desliza sobre a superfície horizontal.6° A luva A. O coeficiente de atrito em A e B éO.) Resp. P = 0. (Sugestão. dentro da peça B. Se for necessário um torque de 1.. 4 ngid: atrir:: tal ssárn. sem causar a queda da pequena escada articulada. e = 16. a força de atrito que atua na barra também está distribuída uniformemente sobre os comprimentos das partes da barra situadas dos dois lados de O.-L k.-L {!ArtiCUlição. Se o coeficiente de atrito for calcular o ângulo e. aplicada na extremidade da barra e necessária para movê-Ia. em torno do qual se observa o giro.ATRITO / 225 corm à= te!:: e 96 Y ~3 w:::.36 Probl. qual é o correspondente ângulo 0/ em relação ao plano inclinado.-x--1 B k-100mm-J Probl.776 J. := Probl.. 6. Encontre a resposta aproximada com uma solução gráfica da equação que governa e.38 6.-L J. 6. a equação p = Po + kx2. Resp.414 J.3 kN • m para girar a luva A.2931 J. mostrada em corte. a = 0. = 0. h = 2.70°. de massa m e raio r é girada em um ângulo e pela força horizontal P aplicada em seu aro. bem aproximadamente. e: = 40. qual o ângulo e que a prancha fará com a vertical quando começar a deslizar? (Sugestão. 6. antes do cilindro deslizar.) Resp. Resp.-L.9° Uma barra homogênea. Em conseqüência.-L.-Lmg. A distribuição da pressão segue.33 6.39 Probl. Resp. determinar o máximo ângulo e que o plano inclinado pode fazer com a horizontal.33 relaxar a força aplicada no cabo. devido ao rolamento do cilindro. 6.35 e . está montada na peça B com ajustagem forçada. I II:ÇI: Probl. de massa m e comprimento 1 repousa sobre uma superfície horizontal com a massa uniformemente distribuída ao longo do comprimento. e a distância a ao eixo O.38 Se o operário do Probl.50 e cada urna das seções homogêneas da escada articulada tem massa de 10 kg. 6. calcular o coeficiente de atrito efetivo entre as duas peças. sendo que nas extremidades tem os valores indicados na figura. 0/ = 25.37 m 6. A força normal sob a barra está distribuída sobre o seu comprimento.37 Encontrar a altura h do degrau mais alto que o homem de 80 kg pode alcançar. que gera uma pressão ou tensão de compressão p entre as peças.34 Pl = 1600 kPa a per::': - t~ lJJ1fII:1 I PO = 800 kPa =-- - A concha semicilÍndrica. Qual o valor de permitirá 8 = 90°? J. quando a forçaP for gradualmente aumentada. porém mantiver a direção horizontal.• fi a 1: stt é :: • r - Se o coeficiente de atrito entre o cilindro semicircular maciço e o plano inclinado for 0. Para esta condição. J. 6. .30. Se o coeficiente de atrito entre a barra e escrever as expressões a superfície de suporte for para a força P.

e o seu correspondente ângulo a.i.i.2 J.3a mostra uma cunha usada Rara posicionar ou levantar uma grande massa m.40 6. O coeficiente de atrito para cada par de superfícies é /l = tg </>. 6. o Resp. determinar a faixa de valo= ó= =para o qual o dispositivo irá operar como f~ ~ crito. é suportada pelos dois trilhos hprizontais fixos. = 694 N.mga 2 (a + b) .4 . Oi diagramas de corpo livre são mostrados na Fig. Res..2)R <d < (R _. P= J. É usada para fazer pequenos ajustes nas posições outras peças ou para exercer grandes forças. 6. A Fig.mín.39 6. 6. . O coeficiente de atrito entre a viga e os trilhos é IJ.i. necessária para virar o caixote uniforme de 200 kg em torno da sua aresta frontal. onde a carg.3b. A forçaP.226 / ESTA TICA Probl.41 Determinar a força mínima P. Para valores dados de R e r e p= coeficiente de atrito comum em todas as ~ cies de contato. cujo sentido é sempre oposto ao movimento da cunha. necessária para iniciz: o movimento da cunha é calculada dos triângulos de equilíbrio das forças sobre a carga e sobre a cunha.42 D p 2 (a + b)' • F = A J.i. Resp. APLICAÇÕES DO ATRITO NAS MÁQUINAS 6. J. A componente da resultante ao longo do plano da face é :E força de atrito. J.mgb r p o Probl. Pmín. 6. 2r + (1 - 10+ J. 6. no sentido horário no plano hori por meio de travamento por atrito dos dois pequenos.40 Probl.41 Uma viga I. Depende do atrito para executar seu trabalho. de um ângulo igual ao ângulo de atrito.i.i. quando o deslizamento começar. de massa m. Calcular a carga aplicada P que é exatamente suficiente para causar o deslizamento da viga. Especificar o coeficiente de atrito mínimo que permitirá ocorrer o tombamento. como mostrado. vertical é mg.42 a dispositivo mostrado impede a rotação da central.:_ b Probl.CUNHAS A cunha é uma das mais simples e úteis peças. a força resultante em cada uma das faces fica inclinada em relação à no â face. onde as reações estão inclinadas no ângulo de ~ </> d c e 6 d m a . 6.= 1/3 6. I c W c SEÇÃO B. Quando o desliz: mento de uma cunha é iminente. Determinar a força de atrito correspondente em A.

usando-se o valor conhecido de mg. 6. primeiro.rng R2 \ e/>-a ~ (c) a ~ làRl p R2 F orças para elevar a carga F orças para baixar a carga Fig. Estes diagramas permitem escrever as equações de equilíbrio e onde W = mg. As soluções algébricas podem também ser obtidas pela trigonometria dos polígonos de equi!lôrio. contanto que Q seja menor do que </>. como está indicado nas duas figuras. As soluções destas equações aparecem na parte c da figura. para se oporem ao novo movimento Einente. 6. Neste caso.PARAFUSOS Os parafusos são usados para unir peças e transmitir potência ou movimento. Em cada caso.4. A força R. exercida pelo mete da estrutura do macaco. a rosca quadrada é mais eficiente do que a triangular. A força P é. Considere o macaco de rosca quadrada (Fig. o atrito senvolvido nos metes determina grandemente a ação do parafuso.3 respectivas normais e no sentido oposto ao movimento. deve-se aplicar uma forçaP. Desse caso. O peso da cunha é desprezível. sobre uma rgF ia: 0uas . que ela é auto-retentora.ATRITO I 227 p (a) ~mg oda tal.I1do-se o valor de Rz já conhecido. onde Rz é encontrado.5 . as reações RI e Rz atuariam nos lados opostos de suas normais. Para se retirar uma cunha deste tipo. Os problemas de cunhas conduzem a soluções gráficas. então. Os diagramas de corpo livre e os polígonos vetoriais para esta condição estão mostrados na Fig. de za. le/>I R.5) sob a ação da carga axial W e de um momento M aplicado em torno do eixo do parafuso. Se P for removida. achada no triângulo inferior. lISlI. dizendo-se. DOdiagrama superior. e a solução continuaria seguindo caminhos análogos àqueles definidos para o caso de elevação da carga. etes um erfíe d.4' Fig. des- ITL ~. 6. A análise a seguir limita-se à rosca quadrada. a cunha permanecerá no lugar. Para a transmissão de potência ou movi • ento. A precisão uma solução gráfica é facilmente mantida dentro das tolerâncias compatíveis com as incertezas dos coeficientes de atrito.: 6.6. ma! é .

3).S Fig. O ângulo rp formado por R com a normal ao mete re::l. = Wr tg (a + rp).228 I ESTA T1CA pequena parte representativa do mete do parafuso. a Eq. (6. o ângulo de atrito.·tga= I \q.' Rr sen (a + rp) e o momento total devido a todas as reações sobre os metes é ~ Rr sen (a + rp). onde ocorre o contato com filete da estrutura-base. O momento de R em torno do eixo vertical do parafuso . é mostrada no diagrama de corpo livre do parafus:: Reações semelhantes existem em todos os segmentos do mete do parafuso. - O equilíbrio das forças na direção axial. imediatamente. A equação de equilíbrio :"'.momento para o parafuso vem a ser c a o M = [r sen (a + rp)] ~R. exige W Dividindo M por W dá M = ~R cos (a + rp) = [cos (a + rp)] ~R. Determina-se o ângulo de hélice a retificando o mete do parafuso. de modo que tg rp = jJ. ~ P=!'f-~\ ---' l----:/\ li 2rrr aa ~.6. podemos colocá-Io em evidência. O parafuso permanecerá no lugar e será auto-blocado desde que a < rp.6.6 Pode-se usar o mete retificado do parafuso como um modelo alternativo para simular a ação do _ fuso completo. Se o momento M for removido.-a f~~ (b) Baixar a carga (C< < </» \ Rlq. Visto " r sen (a + rp) aparece em todos os termos. obtendo.If!. . o mete do parafuso des~ em torno e para cima sobre o mete fixo da estrutura. como mostrado na Fig. para uma ( \. 6.. ~Il 21l"r (a) Elevar a carga W -a} .\ (c) Baixar a carga (a > </» Fig.6a. além disso. e na iminência de desaparafusar se a = rp. Se M for exatamente suficiente para girar o parafuso. A força equivalente necessária para empurrar o filete mó cima do plano inclinado é P = M/r e o triângulo dos vetores das forças dá. a força de atrito muda de direção de modo que rp é medido oposto da normal ao mete.W \ a = tg-1 (L/2rrr).

3) olta. a solução para a intensidade de P. sendo portanto. A seguir. adiciona-se R3. Os dois ângulos de atrito estão calculados e mostrados no diagrama. Se o coeficiente de atrito estático para ambos os pares de superfícies da cunha for 0. O ângulo de atrito para o atrito estático limite é dado por == are tg IJ. traça-se R2. Problema Resolvido 6.ATRITO 1229 so. as reações iguais e opostas R2• . cuja inclinação da vertical. também. encontrando-se as suas intensidades. o parafuso desaparafusará sozinho e. P = M/r.6 A posição horizontal de um bloco retangular de concreto de 200 kg é ajustada pela cunha de 5° sob a ação da força P. 31. que é M = Wr tg (rJ> - a) (6. é determinado pela interseção das direções conhecidas de R. ao mete. O vetor R2.30 e entre o bloco e a superfície horizontal for 0.60. 6.3b) 6.pedir o desaparafusamento será M Wrtg(a-rJ» 6. vê-se da Fig. </> Notas: CD Certifique-se que as reações são inclinadas das suas normais no sentido que se opõe ao movimento. desaparafusando o parafuso. Esta condição está ilustrada na Fig.7°. que o momento necessário para (6.3a) Se a> rJ>. obtém-se o momento necessário para baixar o parafuso do triângulo dos vetores. Assim. Para o diagrama vetoria! da cunha. p araparr l~ stz:l Solução. determinar a mínima força P necessária para mover o bloco. agora conhecido. Vê-se que deve ser aplicada uma força equivalente. é agora conhecida. deve fechar o poIígono para se obter o equilíbrio. se a < rJ>. Portanto. n. cuja inclinação da horizontal. m o ará será o é que do A fIm de abaixar a carga. o peso W do bloco. Os diagramas de corpo livre da cunha e do bloco estão desenhados com as reações RI' R2 e R3 inclinadas em relação às suas normais de ângulos iguais aos ângulos de atrito para movimento iminente.. também é conhecida. As direções de RI e de P se interceptam em C. colocando-se o único vetor conhecido.6b para o mete simulado sobre o plano inclinado fIxo. Observe. o ponto B do poIígono inferior. O diagrama vetorial que expressa o equilíbrio do bloco é traçado a partir de um ponto conveniente A. para puxá-Io para baixo no plano inclinado.6c. e R2.0°. deve-se inverter o sentido de M. 16. e acrescenta-se RI' que tem direção conhecida.

5 mm. a escolha mais simples para eixos de referência é.70 R2=3747N. aplicada normalmente ao punho em A.20.00 -R2 cos 47.60 . Problema Resolvido 6. (b) Determinar a força Q.70. e. (a) Determine o momento de atrito MB desenvolvido em B devido à compressão do parafuso contra o corpo da mandíbula.(2rp.60. + 50 = 21. Para fmalidade de cálculo.310 onde o raio médio do mete é r = 12.70 =O Resp. Assim.70 + 31.7 O parafuso de rosca simples de um torno de bancada tem 25 mm de diâmetro e avanço (deslocamento em uma rotação) de 5 mm. Q) Deve estar claro que foram evitadas equa- ções simultâneas pela eliminação da referência à R" para o bloco. Atenção para corretamente. a tração T no parafuso. para o bloco [kFa= O) 500(9. inicialmente.81) sen 31. =O Para a cunha. na direção b-b normai à R" O ângulo entre R2 e a direção a é 16. calcular o ângulo de hélice Sua tangente é o avanço L por rotação) dividido pela média 2rrr e não pelo diâ- . Do diagrama de corpo livre da mandíbula. Solução. obtémse.250T= O Ct T= 8 kN. para a cunha. Desenhando-se os vetores em uma escala adequada.70.20 = 11. necessária para afrouxar o torno.P cos 21. as intensidades de P e de R são obtidas diretamente dos diagramas. Assim. + 50) = 51. o ângulo entre R2 e a direção b é 900 .5)' rp= arc tg IJ. e à R" para a cunha. O coeficiente de atrito estático nos filetes é 0. P= 2505 N Solução gráfica.=arc tg 0. rp T O ângulo de hélice dados por Ct e o ângulo de atrito para o fIlete são c Notas: 3640 CD L 5 = arc tg -2rrr = arc tg ---= 2rr(12. para o bloco.230 / ESTA TICA 2 Solução algébrica. A precisão de uma solução gráfica está bem dentro das incertezas dos coeficientes de atrito e provê um resultado simples e direto.00 = 47. 3 747 cos 51. Uma força de 300 N aplicada ao punho em A produz uma força de aperto de 5 kN entre as mandíbulas do torno. (kMC= O] 5kN 5(400) . (deslocamento circunferência metro 2r. e o ângulo entre P e a direção b é rp. seguindo a seqüência descrita. na direção a-a normai à R. através de simples leituras.

3.31 ° . onde todas as forças que atuam nos filetes do parafuso estão representadas por uma única força R inclinada da normal ao fIlete de um ângulo de atrito'if>.massa total do motor de ce L e!é. (b) MB M Para afrouxar ® M' - = Tr tg (if>. (6. Se o coeficiente de atrito entre a cunha e o material a ser rachado for J. O diagrama de corpo livre do parafuso na iminência de se afrouxar é mostrado com a força R atuando no sentido oposto ao movimento iminente e fazendo um ângulo com a normal igual ao ângulo de atrito if>. BLEMAS PROPOSTOS Uma cunha será auto-retentora.2 = 234 N Resp.3 = 8000(0. a força a ser aplicada ao punho e necessária para soltar o tomo é Q = M'/d = 46. qual é o valor crítico de o:? 6. MB = 33. e emprega-se a Eq.8N'm Note que R vai para o lado oposto da normal quando o movimento iminente inverte o sentido. no sentido horário quando visto da frente do tomo. a ~~~~~ 'LT • 4J = 33.0:.3 N om. está também mostrado atuando no sentido horário. o momento líquido que atua sobre o parafuso é M .200) = 60 N . (6. O momento aplicado em tomo do eixo do parafuso é 300(0. tg (11. Da Eq. 6. opondo-se ao movimento.8/0. colocadas sob cada um dos quatro flanges da base do motor.f~::J~ l ~~~t~ MB 300(0.0:) 33.3 N °m aea (b) Para afrouxar.L.ATRITO! 231 (a) Para apertar. necessária para elevar o flange da base. iâ- Probl. O momento de atrito M B devido às forças de atrito que atuam na escora em B tem o sentido anti-horário para se opor ao movimento iminente.3).64° + 11.43 Probl.44 O alinhamento preciso de um motor diesel pesado em sua fundação é obtido por meio de cunhas ajustadas por parafusos.31°) Resp .44 .200) = = 60 N om. Assim. Calcular a força horizontal P no parafuso de ajustagem. O ângulo entre R e o eixo do parafuso é agora igual a if> . supondo que ele suporte um quarto da . contanto que seu ângulo o: seja menor do que um valor crítico.0125) M M'=46. com T substituído por W. fi (a) Para apertar = Tr tg (o: - if» 60 -MB = 8000(0.3a) com o momento líquido igual ao momento aplicado M' menos MB.6.64°) Portanto. O parafuso isolado é simulado pelo diagrama de corpo livre mostrado.0125) MB tg (3. O momento de atrito.

5kN ProbJ. A parte A do parafuso tem rOl direita. A máquina está impedida de deslizar horizontalmente por urna saliência rígida emA. determinar: (a) o torque M que deve aplicado ao parafuso para elevar uma aq::. calcular o momento de torçãoM _ deve ser aplicado a cada parafuso: (a) para eleVE:: cabeçote e (b) para abaixar o cabeçote. P' = 3.o de parafuso de rosca quadrada.51 . são usadas para ajustar a posição da coluna submetida a urna carga vertical de 5 kN.49 O cabeçote móvel de uma máquina de teste unm::sal de 2. calcular o coeficiente de atrito efetivo na rosca. sendo uma à direita e a outra à esquerda. determinar a posição x do centro de massa G da máquina.6. ~ e = 30°. 6. Durante ::: movimento. Cada um 2050mm -.50 6. as colunas internas de carregamer-. se o coeficiente de atrito para todas as superfícies for 0.2 Mg é elevada para a posição de trabaI: por dois parafusos de acionamento. Resp.3 N· (b) M= 81.8 Mg. entre a cunha e a máquina e entre a cunha e o piso horizontal.46 6. Se o coeficiente de atrito. 6. rosca j 78 mm de diâmetro. Resp.5 kN. urna entrada e passo é~ 13 mm.51 O dispositivo mostrado é usado corno maca P P ProbJ. com um avanço por rotação de 8 mm.= não estão ligadas com o cabeçote.. = 0.20.47 As duas cunhas de 5°.45 Um macac. com raio médio de 25 mm suporta uma carga de 5 kN.50 ~ 6. Sabendo que o coeficiente de atrito metes é 0.25.51 kN Urna cunha de aço de 5° é forçada sob a extremidade da máquina de 2. 6.8N·c. mostradas. (a) M = 129. qual será o maior avanço L do parafuso. aplicado ao parafuso seria necessário para elevar a carga? 6.----------------------------------------------232 / ESTA TICA ---- ---- 4. x = 770 mm parafuso tem duas roscas quadradas de duas e= das. ProbJ. Se for necessário um torque de 380 N • m para afrouxar o tensor. Resp.1 Mg com urna força P = 5. e (b) o torque M' necessário pz:1 abaixar a carga.47 6. Resp. 6. e a parte B tem rosca à esquerda. O coeficiente de atrito para ambas as faces da cunha é 0.47 for abaixada. for 0. 0. Determinar a intensidade das forças P necessárias para elevar a coluna.46 O temor suporta uma tração T de 60 kN. para o qual a rosca não retrocederá por si só. Resp. A coeficiente de atrito na ro~ :. que torque M. P = 7.250 /ol J.25.48 Se a coluna carregada do ProbJ. girando-se o corpo com ambos os parafusos impedidos de girar.30.25. 6.40. com um diâmetro médio de 21 mm e um aV<::"ço de 8 nup. sob a ação da carga? Para esta condição. P = 6. 6. Se o coeficiente de atrito for 0. dos parafusos tem um diâmetro médio de 36 mm e uma rosca de uma entrada.4 kN.33 kN 6.J. = T~ T Probl.49 ~- M ProbJ. calcular as forças horizontais P' necessárias para retirar as cunhas.

40. 6.eficiente de atrito. blo. 6.57 Pro. e incluindo.mprimida.) narmal. }J. na uniãó-rótulaA. mamento. na superfície da pino. que para remaver a pino. Resp. Calcular a mamento.rça P necessária para mo.bl. na figura. mamenta M. P Pro. que mantém a barra harizantal em po.co e da cunha é 0. e determinar o.la exerce uma fo. A pressão.da de 20 kg. P = 60 N para mo.. entre a barra e a superfície ho. atuada par uma mo. parafuso. em A é 0. Resp. de testes realizado. arifícia.56 Refazer a Prpbl. punho. do. para o. cam a mesma co. 6. substituições para as ângulas 'Ye {3. Supo. da parafusa.ver a barra.sição.. punho.rça P = 400 N. M'= 3.ltaco.das as superfícies do.m a fo. = arc tg}J. (Sugestão.25 e para to.. O ângulo. cama indicado. O co.co de 100 kg é ajustada pela cunha atuada par parafuso.m panta esférica. filete do. O coeficiente de atrito. Sabendo. parafusa para elevar o. que atua sabre uma pequena seção. Pro. desprezível à rada. canstantes to.la 6.) Resp.53 para remaver a cunha e baixar a carga de 100 kg. O mecanismo. (tensão.53 A po.rifício. retentar co. sabre a parafusa. entre a haste e a ranhura. mantém-se canstante até que a pino.s previamente. M que deve ser aplicada ao. A farça R.58 6. de e.rizo.nicidade. -c:::aI = e: ?- a= I I :p' ProbL.eficiente de atrito.ntal é 0. entre ela e a sua guia passa ser desprezada.55 6. realmente se mava. 6.8 N Em um blo.rça de 40 N sabre a haste para mantê-Ia na pasiçãa indicada e é necessária empregar uma fo.122 6. 6.ATRITO I 233 6. cama se vê na figura.6. M' que deve ser aplicada ao. co. de 30 mm e avança 10 mm em cada vo. mantendo. do. calcular a co. médio. O parafusa de uma entrada tem filete quadrado. blaco. cônica. ue o.eficiente de atrito. 6. representativa da filete.53 6. Resp.57 Probl.rça de campressão. par uma fo. parafuso.52 6. é 0.ver a ro. a mo. na mala igual a 200 N. que a atrito.nsiste da haste co. cônico.mpressãa de 100 N e a haste aferece um apaio. da hélice para C< <p .30. que o.das as autras candições .ca fixa. entre a pino. e a superfície do. }J. Cameça-se a análise cam um samatória de farças axiais e de mamentas.52 ro.jeções impartantes. é forçada em um o. é necessária uma farça P' = 300 N. do. está mastrada cam suas pro.mpleta. = 0.368 S tem uma co.r que a haste está bem lubrificada e adequadamente mantada de m·ado. É sabido. um pino.30.m um diâmetro.5 par uma rasca triangular.. di de o.02N'm Calcular a fo. e da ângulo..25 e entre as superfícies da cunha é 0. que cantém a eixo. Desprezar a atrito. P = 198.55 Substituir a rasca quadrada da parafusa da macaco. necessária para elevar a carga W.siçãa vertical da blo.rça.la co.bl. = 0.54 Calcular o.bl.55 co.encaixanda-se nas ranhuras existentes. Se a mo. Além disso. de atrito.. O vetar R I é a prajeçãa de R na plana da figura. em função. co. da Fig. calcular a caeficiente de atrito.

(6.-. * Igualando a zero a soma dos momentos em tomo de O. Este ângulo caracteriza a excentricidade do mancal e é conhecido. ele rola subindo à superfície interna do mancal até que o deslizamento ocorra. apenas.6.6 . a análise pell princípios do atrito seco dá uma aproximação satisfatória às fInalidades de projeto. Um mancal radial seco ~_ parcialmente lubrificado com contato. (6. tgc< + 1- 6 Resp.onde a folga entre o eixo e o mancal está grandemente exagerada. Para manter o equilíbrio na direçi"vertical. 6. um pequeno erro. R deve ser igual a L.5S c a g 6. . necessário para manter a rotação.~_ Esta equação dá o valor do torque ou do momento que deve ser aplicado ao eixo para superar o a em um mancal radial do tipo seco ou parcialmente lubrificado.. M= Wr Il jl + tg2 % cos2 C< + tg2 % cos2 C< L Il tg C< )1 sa e a fa onde C< = arc tg -- 2fTr Probl.6. como ângulo de excentricin.~ Para um coefIciente de atrito pequeno. Nessa posição. Quando o eixo começa a girar no sentiémostrado. O ângulo entre R e sua componente normal N é ângulo de atrito cp. também. O torque M. uma boa aproximação para o torque é M = pRr. eixo mais ou menos se mantém durante a rotação.T. Para os mancais secos e para muitos mancais parcialmente lubrificados. entre ele e o eixo. A força R será tangente a u= pequeno círculo de raio rI chamado círculo de atrito. ao contrário dos mancais conhecidos com: axiais ou de escora.234 I ESTA TICA rosca de uma entrada foi exagerado para maior clareza. Fig... e o seno e a tangente podem ser inf". ou próximo ao contato.. é mostrado na Fig. vem M = o p = Rr I = Rr sen cp.-cambiados com. e a c~ radial L sobre o eixo causarão uma reação R no ponto de contato A. porém estas duas forças não serão colineares.7 * N. o ângulo cp é pequeno.MANCAIS RADIAIS Mancais desse tipo dão apoio ao eixo na direção radial. Visto que p = tg cp.

e bem apoiadas.9 2 . p. respectivamente.7. discos de embreagem e de freio. Nos exemplos seguintes admite-se que jJ.9. onde p.5) Pode-se interpretar este resultado como sendo equivalente ao momento devido à força de atrito p. DISCO DE ATRITO o atrito entre superfícies circulares sob pressão normal é encontrado em mancais de escora (de sapatas). 6. em função de los ou r: 6. d.6. como é o caso do mancal de escora da Fig. cujos eixos estão montados em mancais (não mostrados). em torno do eixo geométrico da árvore é p. rg<! çãl urr. que à distância 2R/3 do centro do eixo. Além disso. de modo que eles possam ser colocados em contato sob a ação da força axial P. da Fig. Se p for a pressão normal em um ponto qualquer da superfície de contato do disco.P.8 é 6. seja constante.ATRITO / 235 6. os limites de inteão são os raios internos e externos Ri e Ro.7 . se as superfícies forem novas. Fig. dá . Se as peças que atritam forem anéis. e o momento de atrito vem a ser (6.MANCAIS DE ESCORA. é razoável admitir-se que a pressão p seja constante e uniformemente distribuída.6. O torque máximo que esta embreagem pode transmitir será igual ao torque M capaz de fazer deslizar um disco contra o outro.pr dA e o momento total é M= f p.PR (6. as. e p.prdA mo onde a integral é calculada sobre a área do disco.p dA. Substituindo este valor de p na expressão paraM. é o coeficiente de atrito e dA é a área r dr dO do elemento. de o que rrR2p = P. O momento desta força de atrito elementar.P te:- <1 M = --2 7TR i II 2'/T R o o r2dr dO = ip. 6.5a) í T Fig. Para efetuar esta integral deve-se conhecer a variação de jJ. . Consideremo~ os dois discos circulares planos. a força de atrito que atua sobre uma área elementar é p.8.

O equilíbrio obriga. A rotação iminente ocorre quando a reação R do eixo fixo sobre a peça faz um ângulo = arc tg com a normal à superfície de contato e é. que se encontra sob a ação da força P = 100 N.L 11. Após o período de "amaciamento". e da pressão p.. a substituição dos limites de integraçZ: mostra que o torque para as superfícies "amaciadas" é f). com pr = K = P/(2rrR). que as três forças que atuam sobre a peça sejam concorrentes no ponto e. Os diagramas de corpo livre mostram esses aspectos para os dois casos de movimento iminente.L Solução.81 mm Angulo Angulo ~ O = arc tg = arc 120 -180 = 3 3. as superfícies não mudam mais suas formas no contato.do que corresponde L superfícies novas . que é fixo e impedido de girar. onde K é uma constante. portanto. o momento de atrito para as chapas amaciadas é.8 A peça vista na figura está montada em um eixo de 100 mm de diâmetro. pqde-se escrever a expressã rp = K. é constante sobre toda.310 Raio do círculo de atrito rf= r sen<t> = 50 sen 11. Determinar os valores máximo e mínimo que T pode assumir. daí em diante. a área. e desgaste. (6.L 180=--1 P = 100 N Ângulo de atrito <t> = arc tg = arc tg 0.J (120)2 +(180)2 .60 oe . P _fL_J 277R 217' M = J fLprdA = que vem a ser o I o R rdrdf) (6. (t)/( ou i. Como a distância percorrida é proporcional a r.20 = J. .. tangente ao círculo de atrito. O valor de K é determinado igualando-se a zero as forças axiais ou Pode-se escrever a expressão paraM. Este desgaste depende da distância circunferencÜL percorrida. também. O coeficiente de atrito estático entre o eixo e a superfície de contato da peça é 0. sem causar a rotação da peça em qualquer sentido. apenas.310 = 9. Assim.236 / ESTA TICA Verificou-se que.20. A força horizontal T é aplicada para manter o equilíbrio da peça.& Problema Resolvido 6.81 -== arc sen -~-_-_-_-_-_-_-_-_-_-~ = 2. depois de um certo desgaste da superfície.7 o o (3 sen rf 9. o momento de atrito diminui um pouco de valor. São necessários os seguintes cálculos: <t> J. J. ' No caso de anel com raio interno Ri e o raio externo Ro.

) Movimento iminente anti-horário. 6.59 Os dois volantes estão montados sobre um eixo comum que se apoia em um mancal situado entre eles.8 N Resp.7° .2. no mancal e. para elevar a carga de 500 kg à velocidade constante. = 0. Cada volante tem massa de 40 kg e o diâmetro do eixo é 40 mm. de forças para este caso dá T2 T2 O triângulo de equilíbrio TI (a) Movimento Iminente Anti-horário = P cotg (6 + (3)= 100 cotg (33.60°) TI = T máx. 6.(3)= 100 cotg (33.60°) = Tmín. = 165.60 Um torque M de 1 510 N • m deve ser aplicado ao eixo de 50 mm de diâmetro do tambor de elevação. = 136. Se é necessário aplicar um momento M de 3 N • m para manter os volantes e o eixo girando com velocidade baixa e constante. (b) Movimento iminente horário. (b) o raio rIdo círculo de atrito. Resp.60 . O tambor e o eixo juntos têm massa de 100 kg.ATRITO I 237 _ .2 N Resp. de forças é traçado e dá O triângulo de equilí- TI =P cotg (6 . calcular (a) o coeficiente de atrito /J. para o mancal. 6.271 500 kg Probl.7° + 2. Calcular o coeficiente de atrito /J. /J.59 Probl. e às açã PROBLEMAS PROPOSTOS 6.

vagarosamente. Na embreagem mostrada. Encontrar também To' C:aIEl 6.62 6. 6.63 A figura representa uma embreagem de discos múltiplos para uso em motor marítimo. 6.estrada horizontal.c1uindo as rodas e é distribuldo igualmente 80' elas. 6. A massa total do veículo é 480 kg.1 N Vertical-1 Probl. existem cinco pares de superfícies de atrito.64 6. Se for necessário uma força P = 80 N • q .60. To = 2. para o coeficiente de atrito.52 kN. F = 136. T= 2. com centro de gravidade em G.6.67 Probl. Supor que a pressão esteja uniformemente distribuída sobre a área dos discos.. J. que consistem de um anel A de raios externo e interno de 150 e 75 mm. de modo a ficarem livres para deslizar ao longo do eixo.238 I ESTATICA 6.l.38IC' T 500 kg Probl. Resp. Desprezar a massa da polia. Os discos C acionam a carcaça D por meio dos parafusos E. calcular a tra ção T necessária para elevar a carga de 500 kg. quando o veículo estiver à velocidade constante e as rodas girando.63 Cada uma das quatro rodas do veículo tem 20 de massa e está montada em um eixo de 80 mm ( diâmetro. respectivamente.66 Calcular a tração T necessária para baixar a do Probl.15 e P= 500N. no Probl.65. calcular a força de atrito F entre cada pneumático dianteiro e a.60. M= 335 N'm Se o coeficiente de atrito dinâmico entre o pino dz 30 mm de diâmetro ea polia é 0. calculado 6. porém devendo girar com ele. baixar a carga de 500 kg com velocidade Usar o valor de = 0. como mostrado. que não gira com a roda. até que a biela deslize no ângulo Ci. 6.61 Calcular o torque M que é necessário eixo do tambor de elevação do Probl. Resp. Resp. O anel. e determinar o torque máximo M que pode ser transmitido. 6. E::contre. Escrever uma expressão exata para o coeficiente de atrito.64 O eixo A ajusta-se folgadamente ao mancal do pino do êmbolo da biela.35. a tração To na parte estacionárn.65 6. aplicar ao 6. ao longo dos quais eles estão livres para deslizar. Se a pressão entre o anel e a roda do disco for uniforme sobre as superfícies de contato. Os discos motrizesA estão enchavetados ao eixo propulsor B. o eixo é girado.271.é forçado contra o disco da roda por uma força P. se o coeficiente de atrito for 0. para uma força axial P = 1 kN. Com a biela inicialmente na posição vertical. do cabo. para constante. ::. também. O coeficiente de atrito entre o disco e o anel é 0.25.62 As rodas dianteiras de um veículo têm um raio de 300 mm e são equipadas com freios a disco.6.65 Probl.

70 IC" Resp.69 I I o d= tIaL~ ári:: Detalhe do Mancal emA Probl.J 1 + J1. Determinar a expressão para o momento M necessário para girar . a pressão p desenvolvida entre o disco e a superfície lixada diminui linearmente com r de um valor Po' no centro. até que o sistema articulado se mova. osiaté ma manter o veículo em movimento com velocidade baixa e constante sobre a superfície horizontal. Os parafusos giram em sincronismo. deduzir a expressão para o torque M necessário para girar o eixo submetido a uma forçà axialL. 6. comandados por um motor situado na base do silo. com um passo de 13 mm.ATRITO / 239 ino G. tendo cada um diâmetro externo de 250 mm e diâmetro interno de 125 mm.. calcular o torqueM que deve ser aplicado a cada parafuso: (a) para fazer subir o elevador.Ui 6. quando o movimento está iminente. O sistema articulado está inicialmente em repouso sob a ação dos torquesM1 eM. O coeficiente de atrito para cada mancal é J1.69 0~ m~ . na extremidade do éixo.208 J1. como é mostrado na figura. Probl. suporta uma carga axial P.20 para coeficiente de atrito nos mancais das rodas. J. (Sugestão. mobn parr 70 O míssil de 20 Mg é abaixado dentro do seu silo protetor. Cada parafuso de 1. dos parafusos e da plataforma de 4. calcular o coeficiente de atrito que existe nos mancais das rodas.15. escrever uma expressão exata para o ângulo a.' 6. Se o coeficiente de atrito no apoio e nos parafusos em B for 0.67 6. Usa!: o valor de 0.07 Mg tem 130 mm de diâmetro e uma rosca quadrada de uma entrada.68 Determinar o maior ângulo e que um plano inclinado pode fazer com a horizontal de modo que o veículo do Probl.72 O mancal de escora esférico. 6. 6. SeM. por meio de um elevador de dois parafusos. Resp. = 0.67 possa ficar sobre ele sem rolar por si mesmo. Probl. for crescendo.2 Mg do elevador é suportada.71 6. (b) M = 2 790 N • m p Probl. Supõe-se que a pressão sobre os apoios esteja uniformemente distribuída sobre a superfície dos discos. 6.. na ausência da força P. a = arc sen I. pelos discos em A.71 Para o disco de lixamento plano de raio a. entre a força de compressão resultante na barra AB e sua linha de centro. (b) para descer o elevador. (a) M= 3 290N'm. 6. Traçar um diagrama de corpo livre completo de uma roda. a Po/2 em r = a. igualmente.) Resp. A massa total do míssil. gradualmente. Se o coeficiente de atrito for J1..

O equihôrio na direção n exige que dN ou dN = (T + dT)sen de 2 + T sen de 2 = Tde * N.8 . cujo esforço axial L é suportado por um mancal de pivô cônico. visto que ela atua sobre um elemento diferencial da área. no ângulo e.. Com M no sentido mostrado. para se opor ao deslizamento. O ramo que tem maior tração é chamado ramo tenso. é uma diferencial. Na Fig. TI e Tz. na correia. M= ~ d..lOa.72 Prob!. onde se estabeleceu o equihôrio de uma parte diferencial. a força de atrito que deve atuar sobre a correia. A tração aumenta de T. 2 Probl. necessário para impedir a rotação. O equihôrio na direção t dá Tcosou de 2 + /l. está também representado na figura. A força normal é um diferencial dN.3 _d13 a d' .d I ' 3 sen _. Do mesmo modo. no ângulo e + de. Resp. e que o coeficiente de atrito é . . Re sp.Pr Determinar a expressão para o torque M necessário para girar o eixo. e é J. M 6.* ao torqueM. freios de cinta e aparelhos de içamento. A análise das forças deste elemento segue os mesmos princípios já vistos em outros problemas. O diagrama de corpo livre de uma parte elementar da correia. de comprimento r de. O coeficiente de atrito !l e a pressão do mancal é constante. o outro é o ramo frouxo.73 6.T. 6. mostra-se um tambor sujeito a duas trações..l dN para o movimento iminente. tais como correias e cabos sobre roldanas e tambores. é de importância em projetos de transmissão por correias de todos os tipos. Supor que a pressão p é diretamente proporcional ao sen a. dN = (T + dT) de cos2 visto que o co-seno de uma quantidade diferencial é igual à unidade.CORREIAS FLEXÍVEIS o deslizamento iminente dos membros flexíveis. Tz é maior do que TI.240 I ESTÁTICA o eixo contra o atrito no manca!.73 = p. a T + dT. e à reação R do mancal. 6.6. em um sentido.

incorrerá em algum erro. a equação defme a relação das trações da correia para o deslizamento ou deslizamento iminente.9 . é um fenômeno completamente diferente do atrito seco. l:IIDavez que o raio r do tambor circular da Fig. Esta conclusão é evidente. Esta resistência não é devida às forças de atrito tangenciais e. 6. onde o ângulo total de contato é (3. onde tanto a correia como a polia giram à velocidade constante.7) Deve-se notar que {3é o ângulo total de contato da correia e está expresso em radianos. para uma seção não-circular. (6. de M.LdN{rr (b) dO Fig. neste caso. 6. (6. e que o produto de duas grandezas inflllitesimais deve ser desprezado no limite. de modo que a Eq.10 A relação expressa pela Eq.7). há tendência da correia "descolar" da polia.7) também se aplica às transmissões de potência por meio de correias.ATRITO / 241 ário ado de Nesta simplificação. portanto.10 não aparece nas equações para o equilíbrio de um elemento diferencial da correia. Neste caso. Resolvendo em relação a T 2. Combinando-se as duas equações de equilfbrio.7) se mantém. es. (6. igualmente bem. vem (6.RESISTeNCIA AO ROLAMENTO A deformação no ponto de contato entre uma roda e a superfície que a suporta introduz uma resistência ao rolamento que será mencionada brevemente aqui. Se um cabo estivesse enrolado em torno de um tambor. deve-se recordar que o senso de um ângulo infinitesimal se iguala ao próprio ângulo. a ife· se dá T+J. Quando a rotação é alta. vem dT 3 2 d. Para descrever a resistência . comparado com os infmitésimos de primeira ordem. T = /l de Integrando entre os limites correspondentes resulta ou onde ln (T2/Td é o logaritmo neperiano (base e) da relação T2/Tl . n vezes.dT n I I i _ 1 dO ~ 2 dN ~i m~ I T -r 2 -±- t I I dO -C J. o ângulo {3seria 21Tn radianos. A Eq.6. que pre· ros e.

não há deslizamento ou deslizamento iminente. da velocidade do movimento e da aspereza das superfícies. Esta distância a é uma função das propriedades elástica. portanto. e a resultante R desta distribuição atuará em algum pontoA.242 / ESTATlCA . que suporta uma carga L sobre o eixo. pode ser encontrada igualando-se a zero ::: soma dos momentos de todas as forças. incluído na interpretação de /J. é análogo aos coeficientes de atrirc estático e dinâmico. -= a P 6 Problema Resolvido 6.l: \ \ \ \R Fig. (b) ParaP = 500 N. Isso dá P=-L=/J.:. e /J.11 ao rolamento. Por outro lado.r' A quantidade a depende de vários fatores. do raio da roda.r = a/r é chamado o coeficiente de atrito de rolamento. consideradindependente do raio da roda. Alguns testes indicaram somente uma pequena variação no raio da roda e a é. O coeficiente de atrito estático ~ enfie o cabo e o tambor fixo é 0. em tomo de A. como mostrado.6. está muito exagerada..11. te. para haIT equilíbrio. neste aspecto. A força P. de modo que não existe uma teoria perfeita para a resistência ao rolamento. Infelizmente.> plásticas dos materiais em contato. determinar o menor valor que o ângulo Ct pode ter antes que a carga comece a deslizar. (a) Para Ct = O determinar os valores máximo e mínimo que P pode ter de modo que a carga nem suba nem desça. necessária para iniciar e manter o rolamento. 6.30. representada na Fig. e. a quantidade a tem sido citada em algumas referências bibliográficas como sendo o COei ciente de atrito de rolamento. A distribuição da pressão p sobre a área de contato é similar à mccada. e urr:r força P aplicada no seu centro para produzir rolamento. a tem a dimensão de comprimento. A deformação da roda e da superfície de supor.rL r onde r é o braço de alavanca de P. não podendo ser. e passará pelo centro da roda. apóia-se em um tambor circular fixo e é mantido em equilíbrio por uma força P.9 P Um cabo flexível que suporta uma carga de 100 kg. . O coeficiente é a relação entre a força resistente e a carga normal. considere a roda. todos difíceis de serem medidos. muitas vezes. Porém. coeficiente adimensional.

}J. TI =Pmín .77 Um estivador sustenta uma espia (cabo) que mantém um pequeno navio junto ao cais. Resp.602) = 1 572 N Para movimento iminente de carga para baixo. Apenas o ângulo de contato e o coeficiente de atrito determinam as condições limites para o moviment0 'minente do cabo flexível sobre ~ superfície curva.76 6. (b) P (b) Com T2 = 981 N e TI =P 981/500 = eO.7) que é T2/TI = e}J. e uma f~rça P de 0. calcular o coeficiente de atrito entre a corda e a superfície.74. 6. Calcular o coeficiente de atrito entre a corda e o eixo. Para moviTI mento iminente da carga para cima. Resp. 6. Assim.76 Os blocos de 10 kg e de 25 kg estão ligados por um cabo que se apóia sobre a superfície curva fixa. Se o sistema estiver nl! iminência de escorregar.75 Para um dado coeficiente de atrito e um dado número de voltas em torno do eixo da" figura do Probl.. o raio do tambor não entra nos cálculos.7). (6. m~ te. Resp. T2 =Pmáx. um Uma força P = 5 mg é necessária para elevar a carga de massa m.292 }J.74 Como pode-se observar na obtenção da Eq. (6. 981/Pmín.7). = 0.602 = 612 N = 500 N. efi- PROPOSTOS 6. (6. uma força P de 3 kN é necessária para elevar m.205 Resp.30{3. Que força T pode ser . impedindo-o de ser levado pela correnteza. usou-se To> TI' ito re- ® ste s e rfído PROBLEMAS 6.r Observe que ao obter a Eq. }J. = 981/1.7) dá Resp. O deslizamento iminente do cabo sobre o tambor fixo é dado pela Eq. = 500 N 0. com a corda fazendo 1 + voltas em .{3. = 0. (6. = 981 N. Probl. T2 a = O Pmáx.' tem-se Pmáx.1.l981 = 981 N e (a) = A30(1T/2). a Eq. (a) Com a = ° o ângulo de contato é (3= 1T/2rad. Pmín. ndiver o a = eO. = 981 (1. ® J.ATRITO I 243 Solução. 6. Encontrar m. Probl.30{3 = 1n (981/500) = 0. necessária para abaixar m.74 .48 kN é.674 Notas: CD Atenção para expressar (3em radianos. torno do eixo fixo.30(1T/2).

e com a extremidade livre pelo colar inferior. Se o operário exercer uma força horizontal de 160 N na extremidade livre do cabo.l entre a fita e os pinos. 6.23 voltas Um jardineiro de 80 kg desce de uma árvore usando um cabo passado sobre um galho horizontal.6.78 Se o estivador do Probl. Se o coeficiente de atrito entre o cabo e o galho for 0.244 I ESTATICA suportada pela espia se o estivador exercer um esforço de 240 N na extremidade livre do cabo para: (o) a espia dá uma volta completa no cabeço do cais. fixo na estrutura.82 6.77 tiver que segurar o cabo. n = 2. calcular a força que o homem deve exercer no cabo para permitir uma descida suave. Resp. calcular a força mín. A entrada da corda na parte su . T ---- -240 N Probl.30.25. Resp.cL: necessária para impedir que o volante gire. quantas voltas serão necessárias dar no cabeço? O coeficiente de atrito entre o cabo e o cabeço é 0.30.i. O coeficiente de atrito entre o cabo e o tambor do guincho é 0.81 A figura mostra um mecanismo para fazer des~ uma pessoa. J. como mostrado e. 6. = 160 N. 6.79 P 6. Determinar o coeficiente de atrito J.20.313 O operário iça um tronco de 100 kg em uma rampa de 30° usando um guincho que gira no sentido indicado. ao volante. estando aplicada uma tração de 16 kN na extremidade da espia que está presa ao navio.82 Aplica-se um momento M = 150 No m.79 Probl. calcular o coeficiente de atrito J.83 Probl.50. por desllzamento da corda. qUf' enrola em um eixo central. 6.lI entre o tronco e a rampa.l = 0. 6. como é mostrado.80 6.80 A fita desiiza em torno dos dois pinos fixos. 6.81 6. e está sob a ação das trações horizontais TI = 40 N e T. Se o coeficiente de atrito en= ~ fita e o volante for 0. (b) a espia dá duas voltas completas? O coeficiente de atrito entre o cabo e o cabeço de aço fundido é 0. P = 5~_ Probl. Resp. 6.77 Probl. anti-h=rio. O mero de voltas da corda é ajustado girando-s= colar que enrola ou desenrola a corda em tom eixo central.

.. é equivalente. contra a ação da cinta flexível. .85 L Probl. e entre o tubo e o bloco é 0.87 ' <1= e ~. também. dos sob trações iguais pela chapa compensadora A. Resp. com centro de massa na metade de seu comprimento estásuspenso por um cabo que passa sobre a superfície cilíndrica fixa B. a 1/4 de volta. tal como é indicado na vista transversal que acompanha este problema.86 or2e :.10 por uma correia trapezoidal e pela polia ranhurada correspondente.40. é suportado por dois arames que passam em torno dos pinos fixos e são manti- Encontrar o conjugado M necessário para girar O tubo no bloco em V.4 N'm Probl. o ângulo de contato e o coeficiente de atrito para a . como é mostrado. 6.'. entre a corda e as superfícies de contato do mecanismo. são necessárias 3 voltas completas em torno do eixo para baixar um homem de 75 kg. . a? 6.. Deduzir a relação entre as trações nos ramos da correia. Determinar o valor máximo que a dimensão a pode ter.. M= 183.84 Substituir a correia planà e a polia da Fig.86 sce:: s= 6. O atrito da corda nas partes retas de entrada e saída é. em velocidade constante.' r . e pela mola ajustável S. O coeficiente de atrito entre os arames e os pinos é 0. Resp. além do que está dito acima. de modo a assegurar que o conjunto permaneça suspenso. equivale a 1/4 de volta e a passagem pelo canto inferior B. homogêneo.85 O tambor A. 6.ATRITO I 245 em A. O coeficiente de atrito estático entre o cabo e a superfície sobre a qual ele passa é fJ."'. 6...30. 6. em média.~ . antes do tambor inclinar-se saindo de sua posição horizontal. O coeficiente de atrito entre·a cinta e o tubo é 0. de saída. Calcular a tração mínima T que a mola deve exercer.30. L L-L---J Probl.84 8 ~- O conjunto mostrado de massa de 100 kg.83 6. . com centro de massa em G. em torno do eixo.. sem que o mesmo tenha necessidade de puxar a corda na extremidade livre. 10 N para cada colar. 6. calcular o coeficiente de atrito fJ. Desprezar o pequeno ângulo da hélice da corda. Os pesos das peças são desprezíveis. Admitindo que. T = 555 N 6.' ia: Probl. Uma força P = 100 N é aplicada na alavanca que está pivotada em torno de O.

Resp. com coeficiente constante. Se o coeficiente de atrito entre a corrente e o tubo . Tendo este modelo em mente. e empregou-sc um modelo mecânico simples consistindo de irregularidades superficiais entre os corpos em conta (Fig.:= J. .25.33 6. qualquer que seja o valor da força P. onde ocorre movimento qe deslizamento entre as superfícies de conta-- à (F= J1kN).89 Probl. Seção transversal da correia trapezoidal V que envolve a tração T. para a maioria dos propósitos engenharia. 2. O coeficiente de atric é (Sugestão. pode-se facilmente visualizar os três tipos de problemas de atritc seco que são encontrados. uma equação de primeira ordem. O uso de uma correia V.246 / ESTÃTlCA correia trapezoidal. variável. T2 = T. no instante em que o deslizamento é iminente.89 A corrente tem massa p por unidade de comjrimento. = J1sN). h = 96. com Ci = 35° equivaleria a multiplicar o coeficiente de atrito de uma correia plana.L. porém suficiente para explicar o fenômeno. é da forma dt/de + KT= = f(e). 6. de modo adequado. Resp. Atrito estático limite com movimento iminente (Fmáx. da corrente.9 = à n = 3.87 Resp. 6. por um fator n. Probl.1). Atrito estático menor que o valor máximo possível e determinado pelas equações de equilíbr:c (geralmente requer wna verificação para ver se F < J1sN). linez: não-homogênea. concentrou-se a atenção no atrito seco ou de Coulomb. Estas categorias são: 1. A soh-ção é T= Ce-Ke + e-Ke J eKe f(e)de onde C e K são constantes. 3. Calcular n. determinar o valor mínimo de h paz de assegurar que não haverá deslizamento sobre o tubo.88 A corrente de rolos é usada como chave de tubos.L 2W (1 + eJ! 6. do mesmo material.10 . para o qual a corrente estará ::z iminência do deslizamento. Determinar o comprimento h.FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO No presente estudo do atrito. L-h~ I Probl. A equação diferencial resultar.88 6. 6.L{3' onde (Ci 2) {3'= sen {3/ fixo for 0. abaixo guia cilíndrica fixa. Atrito dinâmico. ângulo correspondente e. 6. h = --2 1+J. eJ. D~ prezar os pesos da corrente e da alavanca e quz! quer atrito entre a extremidade ésquerda da alava::!ca e o tubo.

90 Um sistema de travamento por atrito permite que a barra A se mova para a esquerda. a partir do problema a ser abordado. PROBLEMAS PARA REVISÃO 6. J. O coeficiente de atrito estático. Os coeficientes de atrito estático e dinâmico entre o bloco de 100 kg e o plano inclinado são respectivamente. O emprego de coeficientes de atrito com três algarismos significativos representa uma precisão difícil de ser reproduzida em experimentos e. determinar a força horizontal P necessária para mover a barra. com seção V. Os coeficientes de atrito são sujeitos a variações consideráveis.90 brio tato Um elemento deslizante de uma máquina-ferramenta consiste de uma barra. Determinar: (a) a força de atrito F que atua sobre o bloco quando P é aplicada com uma intensidade de 200 N no bloco em repouso.91 Movimento permitido u-se tato s da trito 6.lk' É comum não colocar subscrito e inferir. para coeficientes de atrito estático ou dinâmico a serem usados em cálculos de projetos de engenharia. Resp. O uso de valores obtidos em manual.40.30 e 0. 6. Se o coeficiente de atrito entre a sapata B e a barra A for 0. mencionados no artigo introdutório deste capítulo. segundo alguma lei. Se o corpo estiver parado. Procede-se. (a) F = 66. Se o coeficiente de atrito for IJ. b = 118. e (c) a força de atrito F que atua sobre o bloco seP = 600 N.92 Probl. qual dos dois coeficientes está se tratando.. então. deve ser visto apenas como uma aproximação.5 mm Probl. A barra suporta uma carga vertical w por unidade de comprimento. seleciona-se um elemento representativo da superfície ou da linha e calcula-se os efeitos de força e de momento causado pela força de atrito elementar atuando sobre o elemento. 0. os problemas que envolvem atrito fluido estão entre os mais importantes problemas de atrito encontrados em engenharia e o estudo deste fenômeno está incluído como assunto da mecânica dos fluidos. determinar o maior comprimento que a barra b pode ter para que o sistema trabalhe conforme descrito. o estudante deve ter em mente a existência de outras formas de atrito. Ao rever esta introdução aos problemas de atrito.0 Y (b)P=516~ (c) F= 148 ~ . o sentido é oposto ao deslizamento que ocorreria na ausência de atrito. dependendo das condições das superfícies em contato.ante no KT= near. quando ocorrer. solu- ~'" Todo coeficiente de atrito corresponde a um dado par de superfícies em contato. para um dado par de superfícies é geralmente maior que o coeficiente dinâmico. mas impede o movimento para a direita.20. (b) a forçaP necessária par2 iniciar o movimento para cima no plano inclinado a partir do repouso. à integração desses efeitos sobre a superfície ou linha. sobre uma superfície ou ao longo de uma linha.s. Por exemplo. JJ. Quando existem forças de atrito distribuídas. 6. Resp.ATRITO I 2G h casobre Desqualavanmm mprio da atrito . A força de atrito que atua sobre um corpo em movimento tem sempre o sentido oposto ao seu deslizamento.91 ~ 6. serve apenas como verificação dos cálculos. que é suportada por um bloco com uma ranhura em V. Não faz sentido falar em coeficiente de atrito para uma superfície única.

&. -----1l"""""'" 248 I ESTATlCA 6.70. Se o coeficiente de atrito entre os pneus e a pista de rolamento for 0. nessas condições? Desprezar qualquer atrito sob as rodas dianteiras. 3m Probl.97 6.364.~" •••. (b) parz.02 kN· m.92 o parafuso da pequena prensa tem um diâmetro médio de 25 mm e uma rosca quadrada de dlla'i entradas. calcular o torque M sobre o volante manual necessário (o) para produzir uma força de compressão de 4 kN.-- Probl. com distância entre eixos de 3 000 mm.96 r 6.95 . e (b) a intensidade R da for' sobre o pino emA.80 e 0. (b) R = 1.93 Um carro de 1 600 kg.754 ld\ 6.25. Determ.kg. (o) Pmín. Se o coeficiente de atrito entre o cabo e a polia for 0.343 m 6.94 Probl. os coeficientes de atrito estático e dinâmico enir::' a prancha e a arestaB forem 0. e tem superfícies que estão bem amaciadas. encontrar o maior ângulo e que um plano inclinado pode fazer com a horizontal de modo que o carro possa subir por ele.97 A extremidade inferior A da prancha homogên~ de 80 kg repousa sobre roletes que podem m ver-se livremente sobre a superfície horizontal. tanto para as rosC4S como para o mancal em A. = l.96 6. A figura mostra uma catraca de atrito. sem que as rodas de tração traseiras derrapem. com um avanço de 8 mm. Um pino de retenção em A impede que a polia gire. determinar o valor mínimo de x para que o cabo não deslize sobre a polia: Resp. Resp. aliviar a prensa da compressão de 4 kN. silenciosa. x = 0. deslizamento em B. determinar: (o) o coeficiente de atrito mínimo entre a barra e a roda de modo a garantir que não h<$. Se o coeficiente de atrito-for 0.25. a partir de uma condição de rep e sem que as rodas traseiras deslizem.95 Probl. O carro tem massa h 1200. 6. Resp. A barra flutuante AB prende-se na roda de modo que Ci = 200• Se é necessária uma força P = 150 para girar a roda em tomo do mancal em O. = 0. de 660 mm de diâmetro.94 Probl. com velocidade constante. re~tivamente. Qual o torque M que o motor aplica às rodas traseiras. Pmín. se a prancha sair do repouso na posiç:E mostrada.6. O mancal de escora plano em A é mostrado na vista ampliada. calcular a força de atrito F que ab em B. tem o centro de gravidade a 600 mm acima da pista de rolamento e no meio da distância entre os eixos.6.80. 6. A viga uniforme de 3 m está suspensa por um cabo que passa por uma grande polia. 6.98 Calcular o torque M que o motor deve fornece: ao eixo traseiro do carro para que ele passe sob o obstáculo. M = 2. que gira a roda no sentido anti-horário sob a ação de uma força P aplicada ao punho.i::r o coeficiente de atrito mínimo nas rodas trase~ para impedi-Ias de deslizar.

e as massas das cunhas são desprezíveis. podem ser desprezados os pesos da mesa e da luva. O coeficiente de atrito para todas as superfícies de deslizamento é 0.100 As duas cunhas de 10° estão posicionadas. que deve ser exercida contra a tara. Supondo o contato nos pontos A e B. entre a luva da mesa da furadeira de coluna e a coluna vertical. esqueceu de fixar a trava ou se. (Sugestão./1+2" J.103 P nez moSe ntre eotill. Determinar P. Resp.99 6. ao contrário. aplicada em uma delas.L2 sa. P mm 200 t L Probl. P.99 O coeficiente de atrito. O coeficiente de atrito. verificar se a luva desliza para baixo. ao operar a máquina.:! a de Probl. esquematizado.L -1 . é 0.50.102 Probl.103 . P= 2. e entre a tora e o solo for 0. Calcular a espessura máxima b que a chapa a ser laminada pode ter. que é normal ao plano inclinado.100 Probl. b Probl. resultará em uma elevação·da carga de 600 kg.101 kN 1450 mm----: 6. para entrar no laminador puxada apenas pelo atrito entre ela e os rolos. P = 5. para ambos os pares de superfícies em contato.OC .03 kN ~\ \ \ ce: obre use DZ: ir. na coluna.. 6. empurrando-a com a lâmina.101 cas M duo. ara Na figura aparece.)1 +J. Se o coeficiente de atrito entre a lâmina e a tara for 0.L. Probl. çã. conforme aparece na figura. 6..ATRITO I 249 ro uas de da. 6. de modo que uma força para baixo. Resp.102 Determinar a força P que iniciará o giro do cilindro de massa m contra a ação do atrito.41 kN Uma escavadeira de terraplanagem rola a tara de 750 kg para cima do plano inclinado de 20°. 6. ção luque N detre aja rça 6. calcular o componente P da força normal à lâmina. 6.30.20. 6.) Resp. o atrito é suficiente para manter a posição.80. O coeficiente de atrito é J.98 = o + d . Comparando-se com a carga axial. A condição crítica ocorre quando a resultante das forças horizontais na chapa é nula. um laminador. é J. 6.L. se o operador. 6. produzida pela operação de furar.

-:::: da confIguração mostrada. O coeficiente de atrito entre a caixa e a carroceria é 0.107 Probl. Escrever a express2:: para o torque de frenagem Mf sobre a roda. M = 558 N °m As tenazes de atrito representadas na figura =-ram projetadas para erguer engradados de 500 ~ com uma largura nominal de 1 200 mm. Determinar o coefIciente de atrito mí-mo /Jo. varia diretamente com o seI:':.. F = 9. Calcular a tração correspo::dente T.30. calcular o torque máximo M que pode ser aplicado à roda sem causar rotação. para cada sapatt. Resp.... A caixa tem massa total de 5 Mg. que evito o deslizamento para o caso em que o des1iz~to é mais provável. medido do pino O.em A) ou estreitos (com contato em B) do que o tamar::: nominal. do ângulo e. suportando uma :6' carga axial L.60.~.107 Probl..106 Uma força de 1 kN é desenvolvida no cilindro hidráulico C para ativar o freio de sapata. na corrente horizontal.. A pa. e o caminhão estiver na iminência de andar para a frente. Se o coefIciente de atrito estático entre as sapatas e o aro da roda for 0.106 6. Se o coefIciente de atrito entre o tubo e a superfície esférica for }J. 6.105 6. necessário a se aplicar sobre o eixo para vencer o atrito no apoio.105 O caminhão descarrega a caixa escorregando-a lentamente para fora da carroceria elevada. determinar se o ~ zamento é mais provável para os engradados pouco mais largos (com contato .+ E Probl.. e apóia-se contra uma superfície esférica fIxa de raio r. Resp. e tem um valor Po em e = {3..104 O eixo tubular de parede fina e diâmetro médio D gira em torno do eixo vertical.98 kN As duas sapatas de freio e suas lonas giram torno dos pontos O e se expandem contra o ta:mbor de freio.108 6. entre as tenazes e o engradado. Não ocorre deslizamento na aresta inferior da caixa. Pode-se demonstrar que a pressão p. = . A roda está montada em um mancal fIxo em seu centro. . com centro de massa G no seu centro geométrico. Supor que as forças entre as sapatas e a roda atuam nos centros das faces de contato das sapatas. L E . 6. 6. 6. A largura da lona e:= contato com o tambor é b. -~ -t J~ A C . Calcular a força frenante F entre os pneus e a pista de rolamento horizontal quando a caixa está na iminência de deslizar carroceria abaixo. escrever a expressão para o momento M. entre tambor e as lonas. comandadas pelo cilindro hidráuli C. que conecta 1:: mandíbulas da tenaz.250 I ESTATICA to B o E o:> o:> "" 6.104 6. secoefIciente de atrito entre a roda e a lona for = Probl. a partir da posição mostrada.

exigida para girar o carretel.50. para a posição onde o disco está na iminência de girar sob a ação de um conjugado M nele aplicado. calcular a força P. Se o coeficiente de atrito entre a corda e o disco for 0. ã. }L..:: ta.108 6.. O eixo está fixado ao carretel e gira com ele. Resp. O carretel é levantado do solo. eo Probl. em ambos os lados do carretel.) Resp. nos pontos de tangência. no cabo. Se o coeficiente de atrito entre o eixo e as superfícies do V for 0.ATRITO / 251 portes.30 l--1200 mm----J Probl.109 m m- O carretel do cabo telefônico tem massa de 3 Mg e é suportado sobre seu eixo nos blocos entalhados em V. 6. a = 87. 6. de modo que o cabo possa ser puxado para fora na direção horizontal.110 Uma corda flexível leve é passada em torno do disco circular de massa m. ir im is o iá nas . (Sugestão.109 og. pelo içamento dos su- -.. calcular o ângulo a entre as normais à corda. Resolver a equação resultante para a. P = 313 N 6.30. err. como é mostrado. que está livre para encontrar sua posição de equilíbrio sobre a corda. graficamente.e termina em uma polia pequena.

deslocamento de A para A' está representado pelovetor Lls. baseado no conceito do trabalho realizado por uma força.1a. Ele é chamado . que sejam examinadas várias possíVIconfigurações de equilíbrio. chamado deslocamento do corpo. é o produto da componl da força na direção do deslocamento pelo deslocamento. Es::: método leva o estudante a compreender mais profundamente o comportamento dos sistemas mecânicos.7. nos quais os corpos são compostos de elementos interliga que admitem movimento relativo entre as peças. permitindo. assim. I . esta solução foi empregada para corpos cuja posição de equilíbrio era conhecida ou especificada.. Considere a forç. 7. :. não são. 7. que é empregado em sentido quantitativo contraste com o seu uso generalizado fora da técnica. durante o seu deslocamento. Neste capí apresenta-se um método mais útil e direto.a constante F que atua sobre o corpo da Fig.:~ método do trabalho virtual e é desenvolvido a seguir.. permite que examine com cuidado o assunto da estabilidade dos sistemas em equilíbrio. ~-:.7 TRABALHO VIRTUAL 7.1 INTRODUÇÃO Nos capítulos anteriores. Em problemas deste tipo. o caminho mais direto e conveniente. e onde ~ ou mais forças externas era uma incógnita a ser determinada. Para a maioria dos cas05.._ Fcosa I = (Fcosa)6.s tos A' r------. geralmente. e igualando·se a zero as equações dos somatórios das forças e dos momentos. as equações de equilíbrio das forças e. Por definil o trabalho U realizado pela força F sobre o corpo. (a) Trabalho de uma força. I I (a) Fig.dos momen embora válidas e adequadas.1 . o equilíbrio de um corpo foi analisado isolando-o com um diagrama de co livre.2 - TRABALHO Em primeiro lugar é necessário defmir o termo trabalho. ou U F Ia l. Há uma classe particular de problemas.

s = F -(F cos B) b. O trabalho é uma quantidade positiva quando a componente da força que produz trabalho possui o mesmo sentido do deslocamento. p·ode-se interpretar esta expressão como sendo a componente F cos a da força na direção do deslocamento vezes o deslocamento ou como o produto da componente ds cos a do deslocamento na direção da força vezes a força. Durante um deslocamento infmitesimal ds. deve-se integrar dU entre essas posições. 7.lb. o trabalho realizado por F é ( dU os eis s. A Fig. podendo-se concluir. Assim. imediatamente. o. Novamente.7. o. o trabalho realizado será negativo.que o mesmo resultado é obtido ao multiplicar a intensidade da força pela componente do deslocamento na direção da força. tem-se dU em = (iFx + jFy + kFz) + Fy • Fz (i dx dz + j dy + k dz) = Fx dx dy + ujo o.3 .2).1) onde o produto escalar de F por ds adequa-se à defInição de trabalho. que é U = F(b. Expressando-se F e ds em termos das suas componentes retangulares. e Para obter o trabalho total U realizado por F durante um movimento firrito do ponto O de A a B (Fig.s AS r I I I I po os.s cos a) Portanto. resultado obtido independe da direção escolhida para decompor os vetores.3b. Quando o sentido da componente da força que produz trabalho for oposto ao do deslocamento (Fig. ste e de = F cos a ds ou dU=F~ (7. (a) (b) Fig. U = (F cos a) b. ma A defInição de trabalho será agora generalizada para levar em consideração condições nas quais possam haver variação na direção do deslocamento ou variações na intensidade e direção da força.3a). 7. que o trabalho é uma quantidade vetorial. 7. Assim. 7.TRABALHO VIRTUAL / 253 Vê-se. da Fig. como representado na Fig.3a mostra uma força F atuando sobre o ponto O de um corpo que se move ao longo do caminho indicado. ao longo do caminho. 7.

F.2) I~~i . o trabalho realizado pelo conjugado é facilmente determinado combinando o trabalho de cada uma das forças que o constituem. Na parte b da fIgura representa-se o conjugado por duas forças iguais e opostas. um deslocamento dSB. Portanto. durante o deslocamento de A para A I. Durante a rotação. F realiza um trabalho igual a F 'dSA/B = Fr de. 7. Isto pode ser verillcado. a primeira. tem-se (7. devido à rotação em torno de B. os conjugados também podem realizar trabalho. F e -F. \ I I I I/ II I I \. se igualar à soma das componentes das várias forças na mesma direção. e entre cos a e s.4 O trabalho do conjugado é positivo seM tiver o mesmo sentido de de (no sentido horário nesta ilustração) e negativo se o sentido de M for oposto ao de rotação. de B para B'. durante o deslocamento idêntico. Durante o movimento infinitesimal no plano da figura.-~--// (a) -F (b) Fig. Além das forças.4a tem-se um conjugado M atuando sobre um corpo que muda sua posição angular de uma quantidade de. O deslocamento de A pode ser decomposto em duas partes. a linha AB move-se para A "B'. ou as relações entre F e s. é igual e oposto àquele realizado por . pelo fato de a componente da resultante. No caso de forças concorrentes que atuam sobre o corpo.254 I ESTÁTICA ou u= f F cos o: ds A fIm de efetuar esta integração é necessário conhecer-se a relação entre as componentes da força e suas coordenadas respectivas. onde de é o ângulo infinitesimal de rotação em radianos. na direção do deslocamento. a segunda. O trabalho total de um conjugado durante uma rotação finita no seu plano torna-se . que atuam nos pontos A e B tal que M = Fr. um deslocamento dSA/B (o deslocamento real de A em relação a B). Na Fig. o trabalho realizado por sua resultante se iguala ao trabalho total realizado pelas várias forças. pode-se concluir que não há trabalho devido à translação de um conjugãdo (movimento sem rotação). (b) Trabalho de um conjugado. contudo. Vê-se que o trabalho realizado por F.7. Como M = Fr. igual ao de B.

No sistema de unidades SI.TRABALHO VIRTUAL I 255 as se da o. Observe. em segundo para um corpo rígido único e em terceiro para um sistema de corpos rígidos interligados. oU = M 88. 7.5. e pode ser integrado. é chamado trabalho virtual e é oU e as a Fm e a ra o. Se a massa da partícula for significativa. cuja posição de equilíbrio seja determinada pelas forças que agem sobre ela. No Sistema Inglês de unidades. n· de = F' os ou oU = F os cos o: 2) onde a é o ângulo entre F e os. que a partícula supostamente sofra. durante um deslocamento virtual angular 08 é. a unidade do trabalho é o libra-pé. envolvendo o produto de uma força por uma distância. seriam eliminados. 7. Se fosse considerada uma variação na intensidade ou no sentido de F ou M. Considere a partícula ou pequeno corpo da Fig. Matematicamente. Um deslocamento virtual pode também ser uma rotação 08 do corpo. O trabalho virtual realizado pelo conjugado M. afastando-a da posição natural.3 . momento é um vetor obtido do produto vetorial. durante o movimento infrnitesimal. será chamado um deslocamento virtual. ou o conjugado M. Por outro lado. no limite. então. = 2:F' os r:: Expressando ~F em termos de suas somas escalares e os em termos das suas componentes virtuais nas direções das coordenadas. no processo de determinação da posição correta. a fim de permitir a comparação das várias possíveis posições de equilíbrio. Considere agora. que é o trabalho realizado por uma força de um newton movendo-se na distância de um metro sobre a sua direção (J = N' m). inicialmente para uma partícula. O trabalho efetuado por uma força qualquer F. envolvendo o produto de uma força por uma distância. com atenção. usar-se-á o joule (J) para o trabalho e reservar-se-á a combinação de unidades newton-metro (No m) para o momento. apareceriam termos de ordem superior que. pode ser considerado como constante durante qualquer deslocamento infmitesimal virtual os ou 08. arbitrariamente. Esta consideração é idêntica àquela que permite escrever que uma área elementar sob a curva y = f(x) é dA =ydx. ambas medidas sobre a mesma linha. que encontra a sua posição de equilíbrio como resultado das forças nas molas às quais está presa. Qualquer pequeno deslocamento os. ambas as quantidades são diferenciais de primeira ordem. (a) Partícula. A diferença entre ds e os é que ds se refere a uma variação infinitesimal no movimento real. quando escrever as suas unidades no sistema SI.. (c) Trabalho virtual. Sob o aspecto dimensional. enquanto os se refere a um movimento infrnitesimal virtual ou suposto e não pode ser integrado. que atue sobre a partícula durante o deslocamento virtual. O termo virtual é usado para indicar que o deslocamento não existe na realidade. A força F. escreve-se oU r:::z = 2:F ·os = (i2:Fx + j2:Fy + k2:Fz) '(i ox + j oy + k oz) = 2:Fx ox + 2:Fy oy + 2:Fz OZ = O .EQUlLIBRlO As condições de equilíbrio serão agora expressas em termos do trabalho virtual.. tendo sido apenas suposto. Na Trabalho tem a dimensão de (força) X (distância). apesar de serem quantidades físicas completamente diferentes. o trabalho virtual total realizado sobre a partícula será oU = FI' os + F2' os + F3' os + . que é o trabalho realizado por uma força de uma libra movendo-se na distância de um pé sobre a sua direção. a unidade do trabalho é o joule (J). uma partícula. que o trabalho é um escalar obtido do produto escalar. o trabalho e o momento de uma força têm a mesma unidade. perpendiculares entre si. o peso mg deve ser também incluído como uma das forças. Para um deslocamento virtual suposto os da posição de equilfbrio da partícula. Para distinguir estas duas quantidades.

de peso desprezível. suposta. para o corpo todo. Esta condição está ilustrada na Fig. para o equihbrio.6. 06 da .256 / ESTÁTICA XOS ~2VF: FI F4 Fig. uma vez que as forças internas ocorrem em parel de forças iguais. de modo que possa ser aplicado a sistemas de partículas no desenvolvimento que segue. portanto. para a chapa articulada. porque pode ser aplicada nas três direções perpendiculares entre si. então. A equação oU = O é. quando cancelado. que formam os corpos rígidos. e o trabalho realizado por estas forças durante qualquer movimento é nulo. realizado sobre cada partícula do corpo em equihbrio é nulo. 7. sob a ação de uma dada forçaP. porque LF = O e também LFx = O. Uma pequena rotação. Esta condição de ser trabalho virtual nulo. diretamente. resulta que o trabalho virtual realizado sobre todo o corpo rígido é nulo. ou momento. tomadas uma de cada vez e é.7. o princípio do trabalho virtual não oferece vantagem re para a solução de um corpo rígido em equihbrio.5 A soma é iguala zero. O conceito do trabalho virtual para a partícula foi introduzido. como no caso de uma partícula. é necessária e suficiente. A extensão do princípio do trabalho virtual de partículas para sistemas de partículas rigidamente ligadas. porque oU = O e LF = O fornecem a meSlIl2 informação. (b) Corpo rígido. resultará nz mesma expressão que teria sido obtida usando-se uma das equações de equihbrio de força. geralmente não traz nenhuma simplificação adicional ao já simples problema. Qualquer deslocamento virtual suposto. defInido por um movimento linear ou angular. Este trabalho é nulo.6 Novamente. aparecerá em todos os termos de oU = O e. opostas e colineares. equivalente às três condições escalares de equihbrio conhecidas. porque as componentes do deslocamento das duas partículas ao longo das linhas de ação das forças são idênticas para corpos rígidos. é facilmente realizada. onde se deseja determinar a reação R sob o rolo.7. LFy = O e LFz = O. Somente o trabalho virtual realizado pelas forças externas aparece no cálculo de oU = O. p b Fig. um outro modo de se estabelecer as condições de equiHbrio da~partícula. O princípio do trabalho virtual nulo para o equihbrio de uma partícula única. Como o trabalho virtual.

resulta ôe + Rb (j() = O. 7. as forças P e F são forças ativas porque realizam trabalho quando as barras se movem. como é mostràdo na Fig. O princípio do trabalho virtual será agora aplicado para descrever o equilíbrio de um sistema de corpos rígidos interligados.a:s (a) Forças ativas (b) Forças reativas (c) Forças internas Fig. A Fig.7 (1) Forças ativas são forças externas capazes de realizar trabalho virtual durante possíveis deslocamentos virtuais.7a. O uso do princípio terá uma vantagem evidente para corpos interligados. a equação de equilíbrio dos momentos em torno de O. As forças reativas não realizam trabalho durante um deslocamento virtual. durant. e é tomada como deslocamento virtual. A explicação para este fato é que as forças internas sempre existem aos pares. sejam de encurtamento.7c para as forças internas FA e -FA da união A. ser enunciado como a seguir: . ligados por conexões mecânicas sem atrito. O tratamento será limitado aos sistemas chamados ideais. que são aqueles constituídos por dois ou mais corpos rígidos. compostos de forças iguais e opostas. e o trabalho realizado por R é + Rb ôe. que é. a força horizontal FB que a parede da guia exerce sobre o rolete da extremidade da barra. 7. Durante qualquer movimento possível do sistema ou de suas partes. e o trabalho de uma força necessariamente anula o trabalho da outra. onde não há possibilidade de existir deslocamento virtual na direção da força. Pa -Rb = O.7b. 7. como será descrito na próxima seção.TRABALHO VIRTUAL / 257 chapa em torno de O é compatível com o vínculo articulado em O. Portanto. nada se ganha com o emprego do princípio do trabalho virtual para um corpo rígido único. Observando que somente as forças externas ativas executam trabalho durante qualquer movimento' possível do sistema. E. Portanto. o princípio do trabalho virtual pode. o princípio Ô U = O dá -Pa Cancelando ôe. Na Fig. (3) Forças internas são forças nas uniões entre os membros de um sistema. 7. (c) Sistemas de corpos rígidos. . rr:. Eles são: é. . sejam de alongamento. Na Fig.7a mostra um exemplo simples de um sistema ideal onde é possível o movimento entre suas duas partes e a posição de equilíbrio é determinada pelas forças externas aplicadas P e F. e:o de az nz do í· o as es é .e os seus idênticos deslocamentos. Três tipos de forças são identillcadas neste sistema mecânico interligado. A força Fo que o apoio fixo em O exerce sobre o sistema. agora. que não podem absorver energia por deformações.7. (2) Forças reativas são forças que agem em pontos de apoio fIxos.' i. simplesmente. O trabalho realizado por P é -Pa M. observa-se que o trabalho líquido realizado pelas forças internas nas uniões é nulo. também é uma força reativa que não realiza trabalho porque não há deslocamento do ponto O. não pode realizar trabalho porque o rolete está impedido de se deslocar na direção horizontal.

A Fig. deve ser desenhado um diagrama que isole o sistema em consideração. porém requer que trabalho executado pelas forças internas de atrito. compatível com os vfnculos. Sob esta forma. a aplicação do método -'trabalho virtual ao sistema como um todo. as relações entre as forças ativas podem ser detenninadas diretamente. A coordenada pode ser uma distância ou uc ângulo. O número de coordenadas independentes necessário para especillcar.8a mostra três exemplos de sistemas com um grau de liberdade. é nulo para todo e qualquer deslocamento virtual. Segunda. sem referência ~ forças reativas.8 • . a confIguração de um sistema mecânico. completamente. onde são mostradas todas as forças. Somente agora podem ser percebidas as reais vantagens do método do trabalho virtual. seja desprezívi Como conseqüência. 7. 7. onde são necessárias dU25 coordenadas independentes para detenninar a confIguração do sistema.3. como é geralmente o caso com o método de equilíbrio baseado nos somatórios de força e d= momentos. durante um deslocamento virtual. se' o atrito interno em um sistema mecânico for apreciável. o princípio encontra sua maior aplicação nos sistemas ideais. O método do trabalho virtual é bastante útil para os propósitos mencionados. Em oposição ao diagrama de corpo livre. a menos que seja levado em consideração trabalho realizado pelo atrito interno. Adicionando mais barras e rem vendo vínculos de apoio do sistema de barras da fIgura da direita. realizado por todas as forças externas ativas. Primeira. A Fig. durante qualquer deslocamento virtual.258 / ESTATICA o trabalho virtual executado pelas forças externas ativas.7. trabalho necessita mostrar somente as forças ativas. Tal diagrama é chamado diagrama das forças ativas. redundará em erro.: posição de equilíbrio de sistemas sob a ação de cargas conhecidas. é chamado de número de graus de liberdade do sistema. O princípio pode ser matematicamente representado pela equação. não é necessário desmembrar-se os sistemas ideais para estabelecer as relações entre 25 forças ativas. pode ser obtido qualquer número de gr de liberdade.8b mostra três exemplos de sistemas com dois graus de liberdade. No método do trabalho virtual. P mg (a) Exemplos de sistemas com um grau de liberdade (b) Exemplos de sistemas com dois graus de liberdade Fig. onde é necessária somente UrE. (7. onde &U significa o trabalho virtual total. ~ Fig. Este tipo de problema é oposto ao de se determinar as forças que atuam em corpos cuja posição de equilíbrio está fIxada. o diagrama para o método . 7. Essencialmente são duas. Entenda-se por vínculos as restrições impostas pelos apoios ao movimento do sistema.7a é um diagrama das forças ativas pé1L~ o sistema mostrado. Estas vantagens fazem o método do trabalho virtual particularmente útil na determinação é. cOClrdenada para determinar a posição de cada parte do sistema. visto que as forças reativas não entram na aplicação • oU = O. sobre um sistema mecânico ideal em equilíbrio. (d) Graus de liberdade.

colocando.a Edição de Estática.TRABALHO VI RTUAL / 259 ma. cuidadosamente. e inclui os dois pesos mg além da força P. s. que ôh é negativo para ôx positivo. * Para exemplos de problemas com dois ou mais graus de liberdade. a expressão matemática em concordância com a observação física.3) ca- te a3 de à! ill. .2mg . * Problema Resolvido 7.sen . O diagrama de forças ativas para o sistema composto pelas duas barras é mostrado separadamente. - ê: Solução. consultar o Capítulo 7 da l.l ~ 2 e ôh=_isen~ôe 4 2 Notas: CD 2 Substituindo na equação do trabalho virtual. Para uma dada força P. expressa-se ôh em termos de ôe. ôh é também positivo para baixo. vem e 1 e Pl cos . re- o princípio do trabalho virtual. de modo que o trabalho virtual é P (+ ôX). a seguir. <6> Obtêm-se ôh e ôx das mesmas regras matemáticas de diferenciação com os quais se obtém dh e dx. ôX é também positivo para a direita. Com h positivo para baixo. que serão tratadas aqui. Cada um desses deslocamentos virtuais será. pode ser aplicado tantas vezes quantos forem os graus de liberdade. determinar o ângulo e de equilíbrio. seria necessário desmembrar as barras e levar em conta todas as forças que atuam sobre cada barra.1 Cada uma das duas barras articuladas homogêneas tem massa m e comprimento 1 e é suportada e carregada como mostrado. que o peso mg realiza trabalho negativo. no sentido de P. pela geometria. A solução pelo método do trabalho virtual é mais simples. ôh terá um sinal negativo. D É evidente. agora. Assim. As aplicações do trabalho virtual. que sendo x positivo para a direi. expresso em função da variável e. x = 21 sen ~ e ôx = I cos ~ ôe 2 . Para obter este resultado pelos princípios do somatório das forças e dos momentos. autor.ôe . de modo que a expressão matemática correta para o trabalho é mg (+ ôh). se restringirão a sistemas com um grau de liberdade. O princípio do trabalho virtual exige que o trabalho total de todas as forças externas ativas seja nulo para qualquer deslocamento virtual compatível com os vínculos. que não realizam nenhum trabalho durante o movimento virtual ôx e não são mostradas.' e e:. Assim: h = icos 2 Analogamente. são forças reativas.. para o movimento ôx. Observe. Em cada aplicação do método permite-se. mantendo todas as outras constantes. que é a quantidade que se deseja determinar. a variação de uma coordenada independente. p . na direção de mg. quando o centro de massa se move para cima.ta. Quando. ÔU= O. assim. apenas. decorrente de um aumento em xeeme.::_-_ =.ôe = 2 4 2 O o que dá e tg 2P mg 2= ou 2P e=2arctg mg Resp. o trabalho virtual vem a ser [ôU= O] P ôx + 2mg ôh p =O i d= é. Todas as outras forças que atuam externamente no sistema.

manteve-se a consistência matemática com a definição de trabalho e observa-se que o sinal algébrico da expressão resultante concorda com a variação física. Para efetuar estas etapas. únicos que realizam trabalho sobre o sistema. é +mg óh = mg ó (b cos O + c) = mg(-b = -mgb sen O óO + O) senO óO 1) O sinal menos. no final. no sentido horário. Solução. a referência a esta posição é eliminada. Substituindo. Assim. Resolvido 7. lida diretamente com causa e efeito. no sentido horário. A posição vertical do centro de gravidade G está indicada pela distância h.2 A massa m élevada para urna posição de equilÍbrio. visto que mg e M são a força e o momento externos. para um valor positivo de ó O. O croqui dado constitui-se no próprio diagrama de forças ativas para o mecanismo completo. e ter-se-ia que considerar as reações internas nas articulações de pino. emboril quando se solucionam estas equações. Com O medido positivamente. ó O é também positivo no sentido horário. Determinar a expressão para o ângulo de equilíbrio o. A constante c é eliminada. para um dado valor de M. Então. e não faz referência a grandezas irrelevantes. na equação do trabalho virtual.260/ ESTATICA Problema Resolvido 7. vem [óU=O] MóO + mgóh = Nota: O que resulta M óO CD = mgb sen O ó O M mgb Resp. A vantagem da solução pelo método do trabalho virtual. e é h = b cos O + c. Considere a alternativa de urna solução pelo equilÍbrio de força e momento. seria preciso desenhar diagramas de corpo livre. em relação aos pontos de ligação das duas barras. é logo vista quando se experimenta a solução pelo equilíbrio das forças e dos momentos. . é evidente. durante o movimento óh. As barras têm massas desprezíveis e supõe-se que não haja atrito. abaixo da linha horizontal de referência fixada. que o método do trabalho virtual. pela aplicação do conjugado M à extremidade de urna das duas barras paralelas. a posição horizontal de G. Corno o valor de senO não pode ser maior que a unidade. é +M óo. no sentido de mg. O trabalho realizado por mg. M está limitado aos valores de equilÍbriO que não excedam mgb.1. neste problema. separados para as três peças móveis. seria necessário incluir na análise. durante urna variação no ângulo o. que são articuladas corno é mostrado. corno no Probl. o trabalho realizado pelo conjugado M. 0= arcsen-- Outra vez. para este problema. formado pelas barras com a vertical. indica que o trabalho é negativo. Para este método. visto que sua derivada é igual a zero.

a diferencial da equação e obtém-se. Outra vez. se a conectora OA não estivesse na posição horizontal. ® Poder-se-ia usar. Todas as outras forças são ou internas ou reativas que não realizam trabalho devido aos vínculos. . ôx=-Laôe x e a equação do trabalho virtual dá [ôU= O] CD ou ôx =- L x ôy Notas: Observe que o deslocamento aôe. y ---t----Í. observa-se que o método do trabalho virtual produz uma relação direta entre a força ativa P e o conjugado M. para impedir que a barra OA gire.3 Determinar o valor da força P aplicada sobre a luva desllzante. o que causaria apenas a inversão dos sinais de todos os termos. o deslocamento angular movimenta A para baixo da distância ôy = a ôe onde ôe é. Observe o sinal negativo que apenas nos diz que. não seria igual aôy. Desprezar a massa das partes móveis. 0= 2x ôx + 2y ôy Assim. O esboço apresentado na figura serve como diagrama das forças ativas para o sistema. ® Môe+Pôx=O P= Mx ya Môe+p(-~aôe)=o = Mx ha Resp. . Determina-se o trabalho virtual resultante. a outra deve ser negativa. Dá-se à conectora OA um pequeno deslocamento angular. no sentido horário. O comprimento b é constante. sem envolver outras forças que são irrelevantes neste relacionamento. expresso em radianos. naturalmente. Do triângulo retângulo que tem a barraAB como hipotenusa constante. a partir da posição horizontal mostrada. um deslocamento virtual anti-horário para a conectora. também.TRABALHO VIRTUAL I 261 Problema Resolvido 7. b2=X2+y2 Toma-se. pode-se escrever. se uma variação é positiva. do ponto A. agora. . sob a ação do conjugado M. ôe. x--! Solução. A partir da posição horizontal da conectora. de modo que ôb = O. executado por Me P. que será o deslocamento virtual.

Determinar a força horizontal P necessária para se tentá-Ias na posição mostrada.1 7. sobre a alavanca de comando do caminhão basculante.mg tg Probl..5 Cada uma das barras uniformes tem massa m.65. 7. supor que o trabalho negativo do atrito é desprezível. Exp sar e em termos de M. se P fosse apli.3 Probl.6 pela fQ:Ç' horizontal P. no plano vertical.3 Encontrar a força Q exercída pelo furador de papel.262 I ESTATICA PROBLEMAS PROPOSTOS (Nos problemas abaixo. Resp. Determinar a expressão para a força horizontal P necessária para suportar m.1 Para uma dada força P. Seria a ação mais eficaz. 7.3 .4 2".) 7. repetido aqui. A posição de equili1ri: da estrutura no plano vertical é determinada ~ conjugado M aplicado à barra da esquerda. Determinar o torqueM. 4. Resp. 7. 7.2 O mecanismo articulado é usado para posicíonar a massa m nas guias verticais lisas. Resp. massa m e comprimento b.6 7. 7. com centro de massa em G.7 Cada uma das barras uniformes da estrutura t=. e determinar :: ângulo de equilíbrio e. exceto quando indicado o contrário.4 7. necessário para equilibrar a massa m. e = are cos 2P mg Probl. 7.2 7. P = 4.conforme mostrado. O polígono ABCD é um paralelogramo.cada em uma direção diferente da horizontal? Resp. quando o ângulo de descarregamento for e.do Probl. e = are tg ~ 7.5 Probl. Desprezar a massa das barras. determinar o ângulo e para que haja equilíbrio. Substituir o conjugado M do Probl. P = mg tg e Probl. 7. para qualquer valor de e.

8 Probl.) Probl.9 A prensa do Probl. exercida pelo cilindro. A massa combinada da cadeira e do paciente é m. Determinar a força F. 7. 4.TRABALHO VIRTUAL / 263 7.12 Cada uma das barras uniformes tem massa me roletes centrais com movimento confmado pela guia e=.12 . determinar a compressão C no cilindro. Desprezar os pesos de todas as outras peças. P =""2 mg( I. em radianos.10 7. para subir o plano inclinado de ângulo ().9 Probl. 7. 7. quando o sistema articulado do cilindro se alohga. tangente ao anel de condução da cadeira de rodas.10 Probl.11 7.E . (Se s for o deslocamento do centro da roda medido sobre o plano inclinado e (3 o ângulo correspondente. F = 0. necessária para produzir uma compressão R sobre o rolete. O canto inferior C é livre para rolar horizontalmente. Determinar a força P.11 O cilindro hidráulico DA e a barra OR estão combinados para controlar a inclinação da carga. Resp. - e :: r. necessária para manter o equilíbrio em um dado ângulo (). se a roda rola sem escorregar. 7. 7.81 é repetida aqui.8 Determinar a força F que o paciente deve aplicar. sobre o cabo da alavanca. Probl.7 7.7. 7.b h) tg () () Probl. 7. mostra-se facilmente que S = R (3. para qualquer valor dado de ().8R cos () O cilindro hidráulico é usado para expandir o sistema articulado e elevar a carga P.6 P • Probl. Resp. que a roda gira. que tem massa m e centro de massa em G. Para a posição mostrada.

Relacionar o torque M à carga mg para os valores dados de b e 8. que. O pistão tem uma área útil de 10' mm2• O peso do conjunto é considerável. Resp.14 A balança postal consiste de um setor. F = 6. supondo q 8 = 8 o quando m = O. A extremidade A está articulada à barra homogênea AC.. tem uma carga de massa m. por sua vez. 7. A figura OBAC forma um paralelogramo e ângulo COB é reto. comparada com m.13 O croqui mostra o esquema aproximado da montagemque prende o flange da base do foguete Saturno V ao pedestal de sua plataforma.13 7. mas é pequeno comparado com a força de aperto produzida.15 7. As ranh ras horizontais permitem que o sistema articulado se abra. portanto. está articulada à estrutura Probl. aplicada à haste de controle. que controla a distância BC.264 / ESTÁTICA lisa vertical. Resp. 7. Expressar C em função de P. e é elevada pela aplicação de um tmque M sobre a extreI!lidade inferior da barra.16 7. Determinar o ângulo 8 para que haja equilíbrio sob a atuação do conjugado M.17 A figura mostra um dispositivo para medir a radÍêção do corpo de um paciente. O contador de radiação A tem massa m e é posicionado girando-se parafuso de avanço L._ massa m a ser medida e o ângulo 8. que atua sobre o lado esquerdo do pistão dei cilindro hidráulico. e será. desprezado. Calcular a força de aperto F em A. antes do lançamento. em serviço de aeronaves.14 = ~tg: SmgL 5 . O ro1ete da extremidade da barra inferior tem o movimento restringido pela guia lisa horizontal. articulado em O e com centro de massa em C. Resp. se a barra CE estiver sob tração produzida por uma pressão do fluido de 20 MPa. de massa mo. Probl. para a configuração mostrada. As pinças da garra de controle remoto desenvolY<õ uma força de pega C. Desprezar to' o atrito e a massa do sistema articulado. onde 23 pinças estão paralelas. Determinar a relação entre . Expressar M em função de h. O prato e a barra vertical AB têm a massa m I e estão articulados no setor em B. como resultado de tração P. com um torqueM. 7. 7. quando a caixa de carga for elevaclz. que está articulada à estrutura do caminhão.00 MN 7. 7.15 fixa. C=!..e(d + c) 2~ p Probl.. de massa m2. M Probl.16 A caixa de carga do caminhão de distribuição de alimentos.

TRABALHO VI R TUhJ.' 'A I Probl. A força de aperto é P = 150 N.17 p 7.88 Nem Determinar a força F entre as mandíbulas do grampo.21 p 7.21 Probl. Se é necessário aplicar um momento Mf para vencer o atrito nos metes e nos mancais do parafuso. lve 7. 7.22 Expressar a compressão C no cilindro hidráulico do elevador de carro em função do ângulo O. Resp.110 e repetida aqui.19 + (1)' . comparada com a massa m da carga. 4.20 unas P. 7. 7. 7.18 de ga orue udo da. 7. C = 2mg cotg fi ) Prob\.2 1 cos fi . Desprezar o atrito.20 A plataforma elevadora faz a entrega de carga na porta de carga de um avião.. para elevar a carga. M= 7. O parafuso tem um avanço por rotação L.' -i~. / 265 eo e a ue 7. necessário a ser aplicado ao parafuso. c) Prob\. A massa do elevador é deprezÍvel comparada com a massa m do veículo.. 7.19 Determinar o torque M exercido pela chave antitorque. determinar a força compressiva C no cilindro hidráulicoAB. em função de um torque M exercido sobre a manivela do parafuso de ajuste. para qualquer ângulo R C mg y' 1 + 8 sen' fi esp. Resp. A posição vertical da carga de massam é controlada pelo parafuso que conecta as uniões A e B. para uma rotação do parafuso. Se a màssa de estrutura for desprezível.18 p 40 120 mm mm iarae o ono rga do rafi g2 ". A variação na distância entre A e B. é igual ao seu avanço L (avanço por rotação). determinar a expressão para o momento total M. defrnida no Probl. = ---s-en-fi fi_o _ M~ Prob\.

7. F = mgL b . Resp. relacionar a força F TIl cilindro hidráulico com o ângulo e de equilíbrio. O método será. ~ lançada de um carro de combate.4 .a) = 'Z. em função de a. 4.24 O alicate articulado do Probl. 7. diretamente.j 1 + sen S Probl.)2 tg e . Por que se deve calcular trabalho do momento interno em C? Discutir escolha do método do trabalho virtual para este problema.71 é repetido aqui com dimensões simbólicas. . C=P f( i cotg a-I ) Probl.22 7. O mecanismo interno em C mantém o ângulo 'l= entre as duas partes.23 Determinar a força P desenvolvida nas mandíbulas do alicate rebitador do Probl..85. Resp.ESTABILIDADE E ENERGIA POTENCIAL No item anterior tratou-se de configurações de equilíbrio de sistemas mecânicos compostos de membros individuais. repetido aqui.23 7. Com este objetivo. e ~IF Resp. 4. é ' introduzir o conceito de energia potencial. estendido para levar em consideração sistemas mecânicos que possuem elementos elásticos na forma de molas. agora.266 / ESTÁTICA p L Probl.25 A ponte militar. para urna determinada força P no cabo. Determinar a força de aperto C. Se cada das duas partes idênticas da ponte tiver massa me centro de massa em G. através da ação do sistema articulado hidráulico AB. que leva. ao importante problema de determinar ~ estabilidade do equiHbrio. P= 2Feb c (b .25 7. tidos como perfeitamente rígidos. de vão L. 7. mostrada na fIgura. 7.

o trabalho virtual realizado sobre ela é a variação virtual da energia potencial elástica. agora. Durante um deslocamento virtual ox da mola.7. - L -: E:- (a) Energia Potencial Elástica. Supõe-se que a mola Jeja elástica e linear.9) que está sendo comprimida por uma força F. Ve. de O a x. 7. Esta energia é potencialmente utilizável e pode ser JeCUperada. admitindo-se que o elemento realize trabalho no corpo. Quando a mola está tracionada. e é uma medida da rigidez da mola. O trabalho realizado por F durante o movimento dx é dU = F dx. . torna-se mea Correspondentemente. de X = X 2 para X = X I. isto é. na direção do deslocamento. Considere a mola (Fig. úVe = Fúx = kxúx Se a força compressiva for diminuída. o Ve será também negativo. Esta relação é escrita como F = kx.9 . de modo que a energia potencial elástica da mola. no lugar da compressão. ao invés de comprimida.-dxX2 Fig.TRABALHO VIRTUAL I 267 r-- Comprimento livre ----1 F F dVe = kxdx o O X ~x Xl ~ 11 f. realizando trabalho positivo sobre a mola e aumentando sua energia potencial. Durante uma variação na compressão da mola de Xl para X2. a energia potencial da mola se iguala à área t~iangular no diagrama de F versus x. o estiramento da mola. para compressão x. O trabalho realizado no elemento elástico é -armazenado no próprio elemento e é chamado energia potencial elástica. observa-se que a força atua.. se ox for negativo. aliviando a mola de sua compressão. as relações de trabalho e de energia serão as mesmas. considera-se a força F como sendo diretamente proporcional à deflexão x. como no caso da compressão. Enquanto a mola estiver sendo esticada. é Ve ou = I o x F dx = ~ kx2 (7. onde k é a constante da mola.4) Assim. a variação (final menos inicial) na energia potencial da mola. o trabalho realizado sobre ela é igual à variação na energia potencial elástica. apenas X representará. durante o alívio de sua compressão ou ongamento. ou que é idêntica à área trapezoidal de Xl a X2.

h é iglli: em todos eles.10 Uma alternativa para o tratamento anterior pode ser adotada. Este tratamento opcional é ~ representação útil. onde a ener~ potencial é. a energia potencial é o negativo do trabalho utilizado pelo pel Quando o corpo é levantado. simplesmente. nula. óU= Vg = . Naturalmente.11. As unidades da energia potencial são idênticas às do trabalho e são expressas em joules (J) no sistema e pé-libra (ft-Ib) no sistema inglês. Vg. Assim. por defmição. ainda. Tomando-se Vg igual a zero. 7. pelo trabalho realizado no corpo com objetivo de trazê-Io para a posição em consideração. pois ti. Assim. em um deslocamento para cima ôh. h é medido em relação ao centro de massa do corpo.W5h + Wh . Portanto. este trabalho é convertido em energia potencialmente disponíw " visto que o corpo é capaz de efetuar trabalho em algum outro corpo. A variação virtual da energia potencial gravitacional é simplesmente ôVg = mg8h C= onde ôh é o deslocamento virtual para cima do centro de massado corpo. e esta variação é independente da posi~ do plano de referência. G''- -- :r+h óh 5Vg ou ~/----'\ W = + W5h -de referênCiaT Vg = 0--I Plano +h alternativo ~ W V. de um corpo é defmida. por exemplo. !lã: importando qual caminho é seguido para ir do plano de referência I ao plano de referência 2. tratou-se o trabalho de uma força gravitacio~ ou peso. A ene~ potencial gravitacional. (b) Energia Potencial Gravitacional. de algum plano de referência. peso executa um trabalho positivo ô U = +mg ôh. sua energia potencial gravitaciom.=-Wh Fig.: é -mgh. então. quando se defmem os sistemas mecânicos em função de sua energia total. em h = O (Fig. É importante notar que o plano de referência. do corpo da Fig. é perfeitamente' arbitrário. que a energia potencial gravitacional é também independente caminho percorrido para atingir o nível h em consideração.10). o peso W = mg realiza um trabalho negaf ô U = -mg ôh. ô Vg seria negativo se o centro massa tivesse um deslocamento virtual para baixo. tem a mesma variação da energia potencial. No item anterior. uma vez que somente nos interessa a variação da energia. Note-se. do mesmo modo que o trabalho de qualquer outra força ativa.7. com sentido positivo de h para baixo. quando ele retoma à sua posiç&! original mais baixa. para o qual a energia potencial é nula. o corpo de massa m. arbitrário. atuando sobre um corpo.: referência.10. quando o trabalho realizado pelas forçzs de gravidade é expresso por uma mudança na energia potencial do corpo. a energia potencial gravitacional do corpo é (7 Se o corpo estiver a uma distância h abaixo do plano de referência. conclui-se que o trabalho realizado sobre o corpo é o negativo da variação da energia potencial da mola. Ou.268 I ESTA T1CA Como a força que atua sobre a extremidade móvel de uma mola é o negativo da força exercida pela mola sobre o corpo ao qual está fIxado esta extremidade móvel. se o corpo tem um deslocamento para baixo ôh. mostrado na Fig. 7. . 7. na altura h acima do plano ti.

para todo e qualquer deslocamento virtual consistente com os vínculos. mais claramente. é equivalente à variação mg 8s cos o: na energia potencial da massa m para o sistema equivalente. observou-se que o trabalho realizado por uma mola sobre o corpo que está ligado à sua extremidade móvel. . quando se aplica a equação do trabalho virtual a sistemas com molas e com variações na posição vertical dos seus membros. vê-se que as forças de interação entre ele e o membro móvel ao qual está conectado.3 pode-se escrever a equação do trabalho virtual como (7. A quantidade 8 U agora representa o trabalho virtual realizado sobre o sistema durante um deslocamento virtual. 7. o trabalho executado pela força gravitacional. para sistemas mecânicos. 7. expresso pela Eq. ser escrito como (7. pode ser convertido em variações da energia potencial. é igual às correspondentes E. em sistemas mecânicos pode ser substituído pelas variações correspondentes na energia potencial no sistema equivalente. Nas duas seções anteriores. joule (J) em unidades SI e pés-libras (ft-Ib) no sistema inglês. por todas as forças externas ativas. 7. com sinal oposto. Assim sendo. Ao incluir um membro elástico dentro do contorno do sistema. aplicadas externamente ao sistema. pode. (d) Estabilidade do Equilíbrio.TRABALHO VIRTUAL / 26~ _ - :- As unidades da energia potencial são idênticas às do trabalho e da energia potencial elástica. ou peso mg. adotando como contorno o limite que distingue. (c) Equação da Energia. é o negativo da variação da energia potencial gravitacional. Além da substituição do trabalho das forças de gravidade pelas variações correspondentes na energia potencial.12. o trabalho de outras forças ativas. a decisão mais importante consiste em defmir no que constitui o sistema. pode-se reescrever o princípio do trabalho virtual. os membros que são parte do sistema. daqueles que não o são. é o negativo da variação da energia potencial elástica da mola. o trabalho realizado pelas forças externas ativas. Ao utilizar o método do trabalho-energia é útil desenhar o diagrama das forças ativas do sistema. o princípio dos trabalhos virtuais. agora. Portanto. Colocando estas variações no lado direito da Eq.7) ~- - ~ ~. o trabalho realizado por F.6) onde V = Ve + Vg representa a energia potencial do sistema. Com a substituição dos termos do trabalho pelos da energia. _ o trabalho Como sempre. como a seguir: virtual realizado pelas forças externas ativas sobre um sistema mecânico em equilíbrio. como é mostrado na Fig. Também. para o caso de um sistema mecânico com membros elásticos e membros que mudem de posição. Portanto. variações da potencial gravitacional e da energia potencial elástica total do sistema. são internas ao sistema e não necessitam ser mostradas. Aqui.6. durante o deslocamento virtual 8s de seu ponto de aplicação. sem atrito dinâmico interno. pode-se substituir os trabalhos das molas e dos pesos pelo negativo das respectivas variações da energia potencial. excetuando as forças das molas e as gravitacionais.

Quando uma função e suas derivadas são contínuas. caracterizar a estabilidade de um sistema mecânico. como ~ seguir: * Para exemplos de sistemas com 2 graus de liberdade. do livro Estática.7 exprime a exigência que a confIguração de equilíbrio de um sistema mecânico seja uma. . por exemplo x. um ligeiro deslocamento da posição C= equilíbrio instável. a derivada parcial de Ver::: relação a cada coordenada.~. 7. resulta em uma diminuição da energia potencial e em uma tendência de se afastar G posição de equilíbrio. Por outro lado.:. a condição de equilíbrio ó V = O é.~ posição estável. observando que um ligeiro de camento da posição de equilíbrio estável. deve ser nula. negativa.270 I ESTA TICA / U ' ctl .8 diz que um sistema mecânico está em equilíbrio quando a derivada da sua energia potenciE. 7.12 A Eq. equivalente à co dição (7.. A Eq. ..-.. ': --m[lmg=F L_J=rúscosa .. Em sistemas com vários graus de liberdade.8 se aplica a três condições. a derivada segunda é positiva em um ponto valor mínimo da função e. * A Eq.. pan:. Portanto. onde a energia potencial e suas derivadas são funções contínuas de uma única variável. deste autor. para uma posição de nível de energia mais baixo.. 7. para haver equilíbrio. " ~. onde a energia potencial do rolete é claramente um mínimo I. a qual a energia potencial total V do sistema tenha um valor fIxo.13 apresen um exemplo simples destas três condições.13 Pode-se. que descreve a sua confIguração.->- Sistema dado Sistema equivalente Fig. para um lado ou para o outro não altera a energia potencial e não exisI: tendência de movimento para nenhuma outra posição. em um sistema de um grau de liberdade..7._. um máximo na posição instável e uma constante na posição indiferente. a saber. A Fig. também. total for nula. Assim. pode-se escrever as condiçõ~ matemáticas para o equilíbrio e a estabilidade de um sistema com um único grau de liberdade. quando a energia potencial total é um mínimo (equilíbril estável).a Edição. l.~ .. 7. consultar o item 43. um pequeno deslocamento. Estável Instável Indiferente Fig. Para a posição de equilíbrio indiferente." . resulta em um aumento na energia potencial e em uma tendência "retomar à posição de nível de energia mais baixo. Capítulo 7. um máximo (equilíbrio instável) ou uma constante (equilíbrio indiferente). em um ponto de valor máximo. x. matematicamente.7.

com inclinação nula.mg = dx O.4 ec o cilindro de 10 kg está suspenso pela mola com constante igual a 2 kN/m. de modo que a energia potencial total é [V= Ve + VgI 6 oz 4 V. obviamente.J 2 de da ete O. a posição de equilíbrio seja. para este caso. usa-se uma expansão em série de Taylor para duas variáveis.) Escolhe-se o plano de referência. :' m:=. as relações de energia. o equilíbrio será estável ou instável. for par. a o equilíbrio -4 dV = kx . porém. A energia potencial elástica em uma posição arbitrária x é Ve = +kX2. podecse encontrar a situação onde a derivada segunda de V também seja nula na posição de equilíbrio. simplifica a álgebra. e o traçado do gráfico de V versus x. . for ímpar. neste problema. para a energia 1) potencial nula. O critério de estabilidade para sistemas com mais de um grau de liberdade requer um tratamento mais avançado. no valor do equilíbrio. apresenta um ponto de inflexão na curva. provando que o equilíbrio é estável. diferente de zero e remanescente. Por exemplo.9) Estável =. d2V/dx2 = k. (Embora. diferente de zero e remanescente. o equilíbrio é classificado como instável.lOx.TRABALHO VIRTUAL / 271 Instável I Equilíbrio dx dx2= dV d2V> dx2 d2V <O O O I (7. e a energia gravitacional é -mgx. L Problema Resolvido 7. pode-se provar este fato determinando o sinal da derivada segunda de V na posição de equilíbrio. -8 Notas: CD A escolha é arbitrária. aquela na qual a força na mola se iguale ao peso mg. a solução será desenvolvida como se a posição fosse desconhecida. que é positivo. deve·se examinar o sinal das derivadas de ordem mais alta. Traçar o gráfico da energia potencial V do sistema e mostrar que ela é mínima na posição de equilíbrio.m -2 V= ocorre onde +kX2 .de modo bastante simples. o equilíbrio é estável. para dois graus de liberdade. Assim. aquele que corresponde à posição da mola sem extensão. para determinar o tipo de equilíbrio. de acordo com o sinal desta derivada. e:r o::<- Por vezes. para este caso simples. Embora já se saiba que. . neste caso. ser positivo ou negativo. G.mgx de es. para apresentar. Se a ordem da derivada mais baixa. Se a ordem da derivada mais baixa. m = 10 kg 8 Solução. x = mg/k -6 o.

no equilíbrio é x 10 (9. Assim.!. A compressão x da mola é igual à distância que A se afasta de B. devido à aplicação da força horizontal P.049 m ou 49 mm Resp.81) x expresso em joules. Problema Resolvido 7. e o valor de x. O valor mínimo de V ocorre em x = 0.!. Esta mudança apenas deslocará as curvas separadas de Ve e Vg para cima ou para baixo mas não influenciará a posição do valor mínimo de V. sem afetar as conclusões. por conveniência. a haste leve. Solução. como referência para a energia .10 (9.08 2 8 8 = 2kb' sen . Quando o ângulo O. o plano que passa por O. entre as barras. comprime a mola de constante k. tendo massa m cada uma.cos - 08 . Calcula-se V para vários valores de x e traça-se o gráfico de V versus x. que é conectada em A e passa através de um orifício articulado em B. v = -} (2000) = x' . onde dVjdx = O e d'Vjdx' é positivo.272 / ESTÁTICA Substituindo os valores numéricos tem-se ® Pode-se escolher planos de referência diferentes para Ve e Vg. aumenta. como mostrado. potencial gravitacional nula. estão no plano vertical e possuem vínculos e ligações conforme mostrado. Se a mola está sem compressão n'! posição correspondente a O = O.5 As duas barras uniformes. agora. que é x energia potencial elástica da mola é = 2b sen . O esboço dado na figura serve como diagrama de forças ativas para o sistema. a expressão para Vg torna-se [Vg=mgh] Vg = 2mg ( -b cos %) A distância entre O e C é 4b sen virtual feito por P é .81)/2 000 = 0. de modo 2 que o trabalho óU=P ° (4b sen %)= 2Pb cos % 00 A equação do trabalho virtual dá. determinar a força P que produzirá o equilíbrio no ângulo o. 2 a Ve = ~k • 2b sen ( . [oU=oVe +oVg] 2Pb cos %08 = ° (2kb' sen' %) + 2 2 ó (-2mgb cos %)= 8 + mgb sen . 2 0)2 = 2kb' sen~ - O 2 Tomando.049 m.

Solução.-}mgb cos e O. Como não existem forças ativas externas. as energias potenciais gravitacional e elástica são Ve y I I = -}kX2 = -}kb2 sen2 e e b Vg= mg 2" cos e A energia potencial total é. não está deformada quando x = O.TRABALHO VIRTUAL / 273 - Simplificando obtém-se e P e c = kb sen 2" + -} mg tg 2" Resp. -agora. . Na posição deslocada. Toma-se o eixo x como referência para a energia potencial gravitacional nula.sen2 e) . A mola. l) sene = e= O de2 = kb2 (2 _ 1) _ 2-mgb 2 = kb2 (1 _ 2kb mg) d2V = positivo (estável) = negativo (instável) se k> mg/2b se k < mg/2b Resp. conforme mostrado. Em um problema numérico. o esboço da figura serve como diagrama de força ativa. nas guias horizontal e vertical.1) . poder-se-ia resolver. de modo aproximado.-}mgb) sen e e= = (kb2 cos =o As duas soluções desta equação são sen-e =O e mg cos e = 2kb Notas: Determina-se. A derivada segunda é CD Cuidado para não desprezar a solução e dada por sen e = O.6 As extremidades da barra uniforme de massa m deslizam livremente. correspondente a uma dada força P. ter-se-ia dificuldade para resolver explicitando e. -= kb2 de2 d2V (cos2 e . de modo que -de = kb2 dV sene cos e.2-mgb cos e = 2 = kb2 (Solução (2 cos2 e . traçando um gráfico dos valores numéricos da soma das duas funções de e e determinar o valor de e para o qual a soma é igual aP. de constante k.-}mgb sen e . então. Problema Resolvido 7. a estabilidade examinando o sinal da derivada segunda de V para cada uma das duas posições de equilíbrio. V= Ve + Vg = -}kb2 sen2 e + -}mgb cos e O equilíbrio ocorre em dV/de = e. O sistema consiste da mola e da barra. = O. Se fosse pedido para exprimir o valor de e para o equilibrio. Examinar as condições de estabilidade na posição de equilíbriO.

29 { Prob!. Demonstrar as condições de estabilidade para as duas condições de equilíbrio. se a mola for suficientemente rígida. poder-se-ia supor.28 As energias potenciais de dois sistemas mecâni são dadas por VI = Clx' e V2 = C2X3. Como o co-seno é menor que a unidade.27 7. Resp. Então. onde C. Se a roda for solta. 7. sem os benefícios da análise matemática da estabilidade. com um ângulo 6. PROBLEMAS PROPOSTOS 7. por vez. a barra retomará à posição vertical mesmo que não exista força na mola nesta posição. nos problemas a seguir. ~ C 2 são constantes positivas e x é a coordenada fr:j. Desprezar a massa das barras.7..E posição fmal de equilíbrio. vê-se que esta solução é limitada ao caso onde k > mg/2b. inicialmena da posição onde a força na mola é zero. (Solução lI) mg mg cos 6 = 2kb' 6 = arc J 2. sem compressão. que faz a derivada segun3) da de V ser 'negativa. Se k < mg/2b.27 Determinar a força P necessária para manter em equilíbrio as duas barras articuladas. cos 2kb --' -= kb2 d62 d2V [ 2' -2kb (' mg ') -1 2 2.26 A barra de massa m.274 / ESTÁTICA 2) Assim. A roda homogênea de massa m é suportada no p~ no vertical pela tira leve ABC e pela mola de C02tante elástica k. P = 4kb (1 . ca que exprime as posições de ambos os siste= Definir a estabilidade de cada sistema na posição equilíbrio x = o. ® Outra vez. Resp. erroneamente.cos 6) tg 6 k B Probl. ® Este resultado não poderia ser previsto sem a análise matemática da estabilidade. no sentido dos ponteiros do relógi:.30 A alavanca está fIXada a uma das engrenagens '= uma mola de constante elástica k liga dois p' montados nas faces das engrenagens que. é 2b. na Solução lI.29 =~ 4 Probl.mgb (' 2kb mg == ) Resp. que a barra repousaria em uma posição de equilíbrio em algum valor de 6 entre 0° e 90° . com centro de massa em G. 7. estão montadas em mancais fixos.26 7. 6 (Suponha. está pivotada em torno de um eixo horizontal que passa por O. dete~ o ângulo 6. através do qual a roda gira da posição inicial parE'. pois a mola será muito fraca para manter o equilíbrio para valores de 6 entre 0° e 90°.. O comprimento da mola. não haverá Solução lI. o equilíbrio nunca será estável.) 7.7. Quando ~ = . que o trabalho negativo do atrito é desprezível.

TRABALHO VIRTUAL / 275 alavanca está em posição vertical. A força F atua na direção da barra. 7. A mola tem uma constante elástica de 180 N por metro de alongamento. a barra desliza através da luva articulada em A e comprime a mola entre a luva e a extremidade da barra. Supor a ausência de atrito e desprezar o peso da barra. de 50 kg. homogênea. a mola de constante elástica k está descomprimida.34 Determinar o valor de equilíbrio da coordenada y para o mecanismo sob a ação da carga verticalP. 7. 7. O peso da barra é desprezível comparado com P.30 b ') ku 7. Determinar o ângulo e para o equilíbrio. 7. A janela é controlada por um cabo que passa por uma pequena roldana em A. em O.31 = ri d= p:: A figura mostra a seção transversal de uma janela de ventilação. e está preso a uma mola. li == O. 7.32 = - Determinar o valor de equilíbrio de x da barra suportada pela mola.(I~. Resp. necessária para manter o equilíbrio no ângulo li.33 7. Resp. e não está tensionada quando x == O. P==. que tem uma constante elástica k. y-~y----1 Probl. Determinar a força P necessária para produzir um deslocamento u. e a massa desta é desprezível.32 7.34 . x _ Probl. A mola de constante elástica k não é tensionada quando y == O.31 7. Determinar a força P. articulada em sua aresta' horizontal superior. a força da mola é zero.33 Quando u == O.6° ::~ Er <2 Probl. Probl. Quando u aumenta. e == 48. e não fica deformada quando e == O. Probl.

35 A barra uniforme. a porta estará em equilíbrio para qualquer ângulo e. Desprezar os pesos das peças.. A mola é comprimida pela haste. Resp.. Probl. está sem compressão na posição correspondente a e = O. 7. Resp. de massa m e centro de massa em G. Probl. e Probl. articulada em A. Quando e = O. e provar que a posição é estável. que pode deslizar no orifício articulado em A. com massa m e centro de massa em G.70 Probl. A haste DG passa através do pivô em E e comprime a mola que tem uma constante elástica de 45 kN/m e não é comprimida quando e = O. As massas . a haste AB desliza a=vés do colar pivotado em C e comprime a n:± quando um conjugado M é aplicado à barra DE.36 7. Resp.36 A seção transversal de uma porta tipo alçapão." mola tem uma constante elástica k. a mola está sem deformação.276 / ESTÁTICA 7.37 Para uma força horizontal F de 250 N.37 7. que equilibre o sistema articulado visto na [Jgura. determinar o ângulo e.. usando uma mola com uma constante k apropriada. e = 21. em G I e G2' Determinar os valores de e para equilíbrio e identifique o tipo de equilíbrio p= cada posição. :. é pivotada em torno de O e pode balançar no plano vertical.38 7.Dc=minar o ângulo e para o equilíbrio. onde ocorre o equil1õrio.À" kl = are tg mg ka i ~5~~~ 150 mm Probl. Determinar o ângulo agudo e.••.:' 7.38 No mecanismo mostrado. e está dei primida para a posição equivalente a e = O. 7.39 As duas engrenagens giram no plano vertical e (Zregam massas excêntricas m com centros de ma=. que por sua vez está pivotada na extremidade inferior da porta e passa por um bloco pivô em B.• . Mostrar que. A mola. A posição da barra é controlada pela haste leve e sua mola.• ". 7.35 = are sen . e c 150mm 1l\\E G~ . 7. de constante k.: peças são desprezíveis. está mostrada na figura..39 .7.

43 Uma das exigências críticas no projeto de uma perna artificial para um amputado é evitar que a articulação do joelho flambe sob carga. para a qual o pêndulo invertido será estável. quando a perna está reta. na posição vertical mostrada. h estável se k < mg 2b Probl. A barra OA tem massa desprezível e a mola de constante k está sem compressão quando e = O.g k f*--b ) Probl.42 e instável se k > mg 2b ()= 2 arc sen 2k mgb requer k > mg. 2b estável :::.40 7.Determinar as posições de equilíbrio e sua estabilidade. proporcional ao ângulo de dobra (3. permanecerão na posição mostrada ou se rolarão sobre o cilindro inferior. hmáx. Como primeira aproximação. está colocado centrado em uma posição horizontal sobre uma superfície cilíndrica de raio 7. - Probl. simule a perna artificial. feitas do mesmo material. 7.44 . se o semicilindro e a meia casca cilíndrica. através de cálculo. = +mgl . quando o vaso estiver colocado sobre uma superfície horizontal. 7. com uma mola de torção em sua articulação comum. Determinar a limitação em h para que a posição vertical mostrada seja estável. 7. = -.altura máxima h da massa m.45 . Determinar o valor limite de h para a estabilidade.TRABALHO VIRTUAL / 277 7.43 -7. 2kbZ "" Probl.41 7. nesta posição. 7. Resp.. Desprezar o peso das demais peças do mecanismo. A mola desenvolve um torque M = K(3. na articulação. Determinar o valor mínimo de K que irá garantir a estabilidade da articulação do joelho para (3 = O. feitas do mesmo material.41 A figura mostra a seção transversal de um vaso composto ·de uma cascahemisférica de raio 7 e uma casca cilíndrica de altura h. 7. Resp.42 Um bloco retangular uniforme de altura h e massa m. igualmente. Cada mola tem uma constante elástica k. Resp. h < 27 Prever. () = 1T. I ( b-+i Probl. Kmín. Determinar a limitação em h. ambos homogêneos. Resp. pelas duas barras leves.40 o centro de massa G da barra uniforme AB está forçada a mover-se na guia vertical lisa. e está pré-comprimida.44 Determinar a .

45 1 ~~/ Probl. 4mg 1 Probl. 7. 7. A estrutura do assento está articulada em torno do ponto fixo na base.46 A figura mostra um pequeno elevador industrial. A constante elástica de cada par de molas é 2k.48 7. enquanto o assento é mantido em uma posição fixa.19° Probl. no plano horizontal. (Sugestão.278 / ESTATICA do ângulo (J. Existem quatro molas idênticas. da mola. quando a cadeira se inclina para trás. sobre uma linha que passa por 0. Pode-se visualizar a deformação da mola. Determinar as posições de equilíbrio. apresentando. duas de cada lado do eixo central.49 A massa m se desloca em uma guia vertical. As molas são igualmente pnxomprimidas. Para pequenos ângulos de inclinação pode-se supor. de constante elástica k. O centro de massa de uma pessoa de 80 kg.47 7. quando o elevador suportar uma carga L. O aumento da distância entre A e B.47 A figura mostra uma cadeira de escritório. e pode-se supor que elas atuem. na posição representada. de comprimento 1 e massa m. sempre.Especificar a estabilidade do sistema em suas posições de equilíbrio. em torno de 0. sujeitas à ação da mola. que tem uma constante elástica de 96 kN/m. 7. excluindo (J = rr. em detalhe. Especificar o valor de k que irá garantir o equilíbrio estável. necessário.) Resp. está em G. (J = 11. em torno de 0. A mola. a mola do mecanismo de inclinação. A barra esbelta. 7. em torno de um eixo horizontal que passa por O. lisa e é suportada pelas quatro barras de massa desprezível. perpendicular ao assento. admitindo-se que a base se incline ° Probl. e o valor máximo da constanre elástica k. está articulada livremente. sem que haja força atuando no pedal.48 7. para haver estabilidade na posição (J = O. sentada na cadeira. com pedal de acionamento. é o aumento na compressão da mola. (J = O. Resp. que o eixo da mola permaneça paralelo ao assento. . com erro desprezível. Determinar o ângulo de inclinação (J necessário ao equill brio. A mola tem comprimento livre de 1/2. não está deformada na posição em que (J = O. não está comprimida quando (J = O. A mola.46 7. = 2 are cos (J 1/2 1_ = 2mg kl kmáx.

50 tá rio o. "- ""- \\ \ \ \ I h = 2r I / / L 7. Se as massas das barras e das molas forem desprezíveis. repetidamente. Resp. e = o.35 kg. na posição mostrada..TRABALHO VIRTUAL I 279 o ° estabilidade da plataforma.50 7. a força da mola é nula. Resp. de maneira que h = 350 mm. tem massa de . é desejável que a porta esteja insensível ao movimento nesta posição. mostrada em corte.a./' Probl. com e = n. que irá garantir a A porta de garagem AR. por este método. a posição de equilíbrio é. O braço OR tem peso desprezível e o canto superior. um de cada lado da porta. determinar a constante elástica mínima k de cada mola. A carga L é de 12 kN. O comprimento livre da mola é r . 7. por tração. geralmente. de modo que no ponto mais alto. e está equipada com dois mecanismos de mola. 7. h = 265 mm A - . tem massa m homogênea. da mola. assumir diversas configurações em resposta às forças aplicadas. conjugadas com molas em diagonal. como é mostrado na figura. como é mostrado na figura.FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO Quando for possível um corpo ou um sistema de corpos interligados.. com um centro de massa a 680 mm da linha vertical central. A. Cada mola tem uma constante de 120 kN/m. determine o valor de h quando o macaco for removido. Sabendo que a estrutura F deve ser levantada por um macaco. a fim de aliviar a compressão nas molas helicoidais.7. Viu-se. Determinar a constan te elástica necessária. Cada roda. cada mola sofre uma deflexão. kmín. Na montagem.82 é aqui repetida. são aquelas que realizam trabalho eé ásUf a. mais facilmente encontrada aplicando-se o princípio do trabalho virtual desenvolvido neste capítulo. De modo a assegurar a ação suave da porta.52 ( /B g Z- -750mm~ Probl. quando ela alcança a posição vertical fechada.5 . 7-. Resp.52 -'" . e a estrutura central F tem massa de 40 kg.51 7.49 Probl. k= mg(r+a) 8a2 7. com sua respectiva barra. k.51 A plataforma de massa m é suportada por barras iguais.. igual a t:. = ~ (1 + ~:) Probl. 4. . e si- g A suspensão dianteira vista no Probl. que as únicas forças a serem consideradas na determinação da posição de equilíbrio. da porta está livre para se deslocar horizontalmente com o rolete.

aplicar·se·á a equação do trabalho virtual tantas vezes quantos forem os graus de liberdade. as massas de cada membro e as forças aplicadas (c) Encontrar as forças emA. PROBLEMAS 7.53 PARA REVISÃO Identifique quais dos problemas de (a) até (j) são mais adequadamente resolvidos: (A) pelas equações de equilíbrio de momentos e de forças. (B) pelo trabalho virtual. Matematicamente.53 Encontrar x para o equilíbrio (e) Determinar o máximo k para obter equilíbrio es~ em&=O (f) . Por este motivo. durante o deslocamento virtual. a parte mais difícil da análise é relacionar os correspondentes deslocamentos virtuais. e mantendo todas as outras constantes. respectivamente. variações correspondentes na alongação ou compressão de membros elásticos (molas). As derivadas primeira e segunda de V são usadas para estabelecer. para a variação diferencial em um movimento real. Obteve-se. No presente capítulo. o procedimento para cada solução. Para dois ou mais graus de liberdade. tanto gravitacional (Vg) como elástica (Ve). também.B e C (d) Encontrar () para o equilíbrio Encontrar as reações em A e B (a) (b) Probl. e o símbolo usual d. variação na posição vertical do centro de massa do corpo e. aqui. permitindo uma única variável variar de cada vez. Primeiro. A seguir são estabeleci das variações diferenciais nas posições das partes do sistema. Descobriu-se que o conceito de energia potencial. São conhecidas as dimensões. pois é um movimento assumido que. No método do trabalho virtual. pelo processo de derivação das relações geométricas para obter as expressões dos movimentos virtuais diferenciais. deve ser observado o fato que um deslocamento virtual é uma variação diferencial de primeira ordem em um comprimento ou um ângulo. que sejam consistentes com os vínculos. é muito útil na solução de problemas de equilíbrio. construiu-se o diagrama de forças ativas do corpo ou sistema (ao invés do diagrama de corpo livre) para focalizar a atenção somente sobre as forças externas que realizam trabalho durante os deslocamentos virtuais. durante um movimento virtual. lineares e angulares. Usa-se o símbolo o para a Variação virtual diferencial. restringiu-se a atenção aos sistemas mecânicos nos quais as posições dos membros componentes possam ser especificadas por uma única variável (sistema com um grau de liberdade). As forças externas que não realizam trabalho (forças reativas).280 / ESTATICA (forças ativas) durante o movimento diferencial assumido do corpo ou do sistema. onde ocorre. das partes de um sistema mecânico. Descreva. em termos da variável que especifica a possível posição do sistema. na realidade não precisa ocorrer. sucintamente. uma expressão para a energia potencial total V do sistema. 7. saindo de sua posição de equilíbrio. não necessitam ser consideradas. a posição de equilíbrio e o tipo de estabilidade existente. devem ser escritas as relações geométricas que descrevem a configuração do sistema. Freqüentemente. um deslocamento virtual é t~{ado do mesmo modo que uma variação diferencial em um movimento real. Esta variação é fictícia. h------ x ------J o plano Encontrar x para o equilíbrio de cada figura é vertical.

As barras são articuladas na carroceria do caminhão. Quando e = O. também para dentro.60 k ávê~ Probl.54 7. para dentro.55 Probl. Desprezar a massa da barra e o diâmetro das polias. Desprezar o atrito interno e supor que todos os componentes mecânicos são· corpos rígidos. de acionamento hidráulico. A barra leve oe é pivotada em O e pode balançar no plano vertical. também. Se M = 10 N • m. Determinar a forçaP.54 :.56 k 1\1\i\I"W"\I\I"W\'W a Probl. que se move na direção x. 7. da haste B.56 Uma plataforma de carregamento.TRABALHO VIRTUAL / 281 = 7..59 7. D.. para cada unidade de movimento. para fora da caixa. 7. em A. Resp. P = 785 N A energia potencial de um sistema mecânico com atrito desprezível. 7. interligados de modo ideal.- Uma "caixa preta" contém um conjunto de cremalheiras. contra a forçaP. calcular a tração T. é dada por V = b sen 2 e + + c cos e. está mostrada na fIgura. corresponder um movimento de um terço da unidade. A posição da plataforma é controlada pelo cilindro hidráulico. todos interligados. 7. com x aumentando 80 mm para a volta completa em A. Resp. matematicamente.~~ Probl. onde e é o ângulo que define a posição do sistema e b e c são constantes positivas. terço da unidade. as condições de estabilidade que são evidentes nas duas condições de equilíbrio. perfazendo um círculo completo na vertical.eterminar o ângulo de equilíbrio correspondente a uma dada força vertical P. fornecida pelo cilindro. para haver equilíbrio. para dentro. Verificar. a mola de constante elástica k está com o seu comprimento natural. _ e = arc tg 2P ka 7. Determinar a posição ou posições de equilíbrio e. = 100 N. aplicada na extremidade da barra. 7. Desprezar os atritos e admitir que todos os componentes mecânicos são corpos rígidos. Um mecanismo de controle consiste de um eixo de entrada. As massas da plataforma e das barras podem ser desprezadas.58 .57 A barra é livre para girar.59 Se o mecanismo interno da caixa descrita no Probl. em A. engrenagens e outros elementos mecânicos internos. sob a ação da força P" a haste B move. 7. suportada pela haste B. da haste A. P2 ~ . contra a força P 2' Se P 1 = 100 N. O mecanismo é montado de modo que o movimento linear de B seja proporcional ao movimento angular de A. a fIm de suportar a plataforma na posição mostrada. empregada na traseira de um caminhão. comparadas com .54 for rearranjado. que gira ao ser aplicado um conjugado M e de uma barra deslizante de saída B. calcular P 2 para haver equilÍbrio. um. 7. que aplica força em e. de modo que. interligados de maneira ideal. 7. que transferem o movimento linear da haste A para o movimento linear da haste B. o tipo de equilíbrio para cada uma. se P. B e F. determinar P para haver equilíbrio. . leves. Para cada unidade de movimento de A.57 .

Determi. com e = O. que tem cons- Probl. necessária para balancear a porta em uma posição de equilíbrio. Resp. com centro de massa no meio da distância entre A e O. A porta é contrabalançada pela ação da mola. sem esforço.porta está no plano vertical.61 . 282 / ESTATICA a massa do caixote de 250 kg. independente de e 21 J 350 mm 650 mm Probl.. k = mg.". P = 3.61 A figura mostra a vista de perfJl de uma porta de clarabóia. para e > O. 7. uniforme.60 7.l1ar a constante elástica k. de massa m.5 kN tante elástica k e comprimento natural. Resp. 7. quando a . com centro de massa emG.

portanto. Na parte a da figura. é py dA = ky2 dA. então.INTRODUÇÃO Quando as forças são distribuídas de modo contínuo. Está presente. que o momento total envolve uma integral da forma f (distância)2 d (área). proporcional ao produto da distância vezes a área diferencial e o momento elementar é proporcional ao produto do quadrado da distância vezes a área diferencial.! . sobre uma área de atuação. Alb é mostrada a distribuição da tensão que atua sobre a seção transversal de uma viga elástica simples. Na Fig. A força elementar atuando sobre um elemento de área é. O momento em torno de AB. cuja intensidade é proporcional à distância y. aplicados em suas extremidades.8 do Capo 5' e defrne a ação de uma pressão de líquido sobre uma superfície plana. sendo que A (c) Fig.viga. a partir do eixo AB. a área da superfícieABCD está submetida a uma pressão distribuída p. flexionada por conjugados iguais e opostos. Freqüentemente a intensidade da força (pressão ou tensão) é proporcional à sua distância ao eixo de momento. Esta integral é conhecida como o momento de inércia da área. quando a integral aparece. dada por a = ky.-- AP~NDICE A MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS ( I AI . Vê-se. que é útil desenvolver suas propriedades em detalhes e ter estas propriedades disponíveis para pronta utilização. A. A integral é uma função da geometria da área e ocorre tão freqüentemente nas aplicações da Mecânica. uma distribuição linear da intensidade da força ou tensão. A Fig. a integral em questão aparece. que é devido à pressão sobre o elemento de área dA. é muitas vezes necessário calcular seu momento em torno de um eixo no plano da área ou perpendicular a ele. Assim. em qualquer seção da. Esta situação foi estudada no item 5. quando se avalia o momento totalM = k f y2 dA. AI ilustra a origem física destas integrais.

T = kr. em que a área é uma coordenada polar ou radial. geralmente. em razão da analogia entre a forma matemática das integrais para os segundos momentos das áreas e aquelas para os momentos resultantes das tão conhecidas forças de inércia. em vez de uma coordenada retangular. que mostra um eixo circular submetido a um esforço de torção. a partir do centro. e o momento total em torno do eixo central é M = f r (T dA) = k f r2 dA. Ale.284 I ESTÁTICA a tensão é positiva (de tração) abaixo do eixo 0-0 e negativa (de compressão) acima do eixo. por defmição. dJz = r2 dA. o segundo momento da área. no caso de corpos em rotação. passo que a expressão da Eq. (a) Momentos de inércia retangular e polar. em si mesmo. Uma vez que x2 + y2 = r_ é evidente que: (A3 . tendo em vista que o primeiro momento y da está multiplicado pelo braço de alavancay. são. Cada seção transversal do eixo resiste a este momento. Aqui.DEFINIÇÕES As segumtes defmições de termos constituem a base da análise do momento de inércia da área. que é proporcional à distância radial r. A2 . dentro do limite elástico do material. e o momento de inércia de toda a área. por definição análoga. O momento de inércia de dA em torno do pólo O (eixo dos z) é. por meio de uma distribuição de tensão tangencial ou de cisalhamento T. Assim. A2). Portanto. a mesma integral aparece quando se avalia o momento totalM = k f y2 dA. para o elemento dA. Embora a integral ilustrada nos exemplos precedentes seja. (A2) é conhecida como o momento polar de inércia. é: O III I II I I ( lz =Fig. d1x = y2 dA e dly = x2 dA respectivamente. Os momentos de inércia do elemento dA. A palavra inércia aparece na terminologia.2 dA J (A2) As expressões defmidas pelas Eqs. ê. em torno dos mesmos eixos. Um terceiro exemplo é dado na Fig. chamada de o momento de inércia da área em torno do eixo ~questão. para que se obtenha o segundo momento. em torno dos eixos x e y. os momentos de inércia de A. em torno de O. são Ix Iy = J y2 dA (AI =J x2 dA onde a integração abrange toda a área. não tem nenhum significado físico. a integral difere daquelas. Considere a área A no plano x-y (Fig. Assim. um termo mais adequado seria. O momento elementar em torno do eixo 0-0 é dM = Y (a dA) = ky 2 dA. nos dois exemplos precedentes. f r2A. ou a um momento de torção. (AI) são conhecidas como momentos retangulares de inércia. O momento de inérçia de uma área é uma propriedade puramente matemática da área e.

Assim. no SI. a uma distância kx do eixo x (Fig. como mostrado na Fig. o momento de inércia faixa em relação ao eixo x será o mesmo que o da área orginal.:to.-. do que em coordenadas polares é facilmente calculada com o auxilio da Eq. Resumindo. Pode-se escrever uma relação semelhante para o eixo y. visuallzando a área como sendo concentrada em um anel fino. Em contraste. Estas consições são quase análogas àquelas discutidas e ilustradas no Capo 5 para o cálculo dos centros de gravidade. o quadrado do raio de t giração em torno do eixo polar se iguala à soma dos quadrados dos raios de giração. como um elemento igual com uma coordenada positiva de mesmo valor. de raio kz. que o momento de inércia de um elemento contém o quadrado da distância do eixo inércia ao elemento.3 . cujos limites são mais facilmente expressos nestas coordenadas.AP~NDICE A .. (b) Raio de giração. pode-se exprimir o momento polar de inércia como kz 2 A = lz. pode-se escrever Ix Iy !z = k/A = k/A = kz2A kx ou ky kz = = vlxlA vlylA (A4) = VJJA Portanto. L 4. As dimensões dos momentos de inércia das áreas são evidentemente. para uma área cujos limites são mais simplesmente defmidos em coordenadas cartesianas ou retangulares. A3 b). facilmente defmidos em r e e. esta área como sendo reduzida a uma faixa estreita. A3a) que tem momentos de inércia retangulares Ix e e um momento polar de inércia lz em relação a O. se kx 2 A = Ix. (A4) é substituída na Eq. A distância kx é conhecida raio de giração da área em torno do eixo x. o raio de gir~ção é uma medida da distribuição da área a partir do eixo em questão. __ T OL---. dos momentos de inércia das áreas são expressas em metros elevados quarta potência (m4) ou em milímetros elevados à quarta potência (mm4). de área A. Coordenadas retangulares devem ser usadas contornos. Considere uma área A (Fig. Deve ser notado. contribui tanto para o momento de .A. o mento de inércia da área em torno de qualquer eixo é sempre uma quantidade positiva. Coordenadas polares usualte tomarão mais simples os problemas que contêm limites. em torno dos dois eixos retangulares correspondentes. o 'eiro momento da área que foi incluído nos cálculos dos centros de gravidade pode ser positivo ou ativo. tanto quanto possível. A escolha de elemento de área que simplifique a integração. agora. Por definição. Visualize. é também importante. as unidades.j -x : I I --x ~ kx oL_(c) --x (d) ikY-1~ (b) Fig. onde L significa a dimensão de I prim.'rcia. como mostrado . mesmo modo. (A3) resulta ( k/ = kx2 + k/) (AS) Assim. Quando a Eq. I I I I r-· I Iy I x C (a) A I A O L_l.'erando a área como sendo reduzida a uma faixa estreita paralela ao eixo y.. E importante a escolha de rdenadas para utilizá-Ias no cálculo dos momentos de inércia. A3c. . cuja coordenada é negativa. (A3) .ÃREAS / 285 Um momento polar de inércia. A3d. Um momento de inércia polar ou retangular pode ser expresso especificando o raio de giração e a área . Um elemento.MOMENTOS DE IN~RCIA DE. y I y I y I . Conseqüentemente.

Na Fig. o momento de inércia Ix em relação ao eixo Xo. sendo que nenhum deles passa pelo centróide é primeiro necessário transferir de um eixo ao eixo paralelo que passa pelo centróide e.6a) são os assim chamados do eixo paralelo. então. a expressão para Ix. os eixos Xo-Yo passam pelo centro de gravidade C da área. Suponha se deseje determinar os momentos de inércia da área em torno dos eixos paralelos x-y. A quantidade kx2. (AS) a soma destas duas equações fornece (A6a) Eqs. qu= passa pelo centróide. por definição. Com a substituição da definição de k nas Eqs. Os teoremas do eixo paralelo também se empregam para o raio de giração.><: distâncias. Por definição. é a média dos quadrados dest. (A6). e é o quadro do valor méili das distâncias y dos elementos dA ao eixo. com o centróide sobre o eixo Xo. Assim. os eixos entre os quais teoremas a transferência é feita devem serpontos. Dois em e. (c) Transferência de eixos. um dos eixos deve passar pelo c. Ix obtemos = J Yo2dA + 2dxJ Yo dA + dx2 J dA Vê-se que a pÍimeira integral é. (A6) e (~. em torno de um eixo para1e~ que passa pelo centróide. A segunda integral é zero. O terceiro termo é simplesmente Adx 2. Se desejarmos uma transferência entre dois eixos paralelos.286 I ESTAnCA É imperativo que não haja nenhuma confusão entre a coordenada do centróide C de uma área e o de giração k. a relação de transferência torna-se (P = 1(2 + d2) (A6b . visto que o quadrado da média é menor do que a mé dos quadrados. paralelos. visto que f Yo dA = Ayo e Yo é automaticamente zero. particular _devem As se~ad~Pri:tÍÍeiro. e a expressão similar para y' torna-se I Ix = f" +Adx2 Iy = (A6 ""Z + Ad/ Pela Eq. O quadrado da distância do centróide ao eixo x (Fig. transferir do eixo que passa pelo centro de gravidade ao segundo eixo. por outro lado.entro de gravidade da área. O momento de inércia de uma área em torno de um eixo que não passae= seu centróide pode ser facilmente expresso em termos do momento de inércia. segundo. AA Desenvolvendo eintegrando. momento de inércia do elemento dA em torno do eixo x é Yo --Xo -x Fig. A3a) é y2. O momento de inércia não é igual a Ay2. A4.

em relação ao centróide é CD Pelo teorema do eixo paralelo. pode também ser obtido pelo teorema do eixo paralelo. Nota: o momento polar de inércia. em torno do eixo x. que passam pelo centróide e pelo vértice. e o do eixo polar z. 2 bh (!!:. o momento de inércia. significa apenas multiplicar por b e dá a expressão y 2 bdy. que passa pelo centróide é: _ 1 Iy=i2hb3 Resp. mantendo y constante. do eixo x. . em torno de um eixo que passa pelo centróide paralelo ao eixo em torno do qual k se aplica e d é a distância entre os dois eixos. que se escolheu no início. O momento polar de inércia em torno de O. Para cálculo do momento de inércia Ix. b ~ nX Por permuta dos símbolos. é: [I '" 3 lAh2 Resp. a integração com relação a x. Os eixos podem estar no plano da área ou normais ao plano da área. Solução. que passam pelo centróide. 3. Um resumo das relações de momento de inércia para algumas das figuras planas mais comuns é dada na Tab. o momento de inércia em torno do eixo Yo. que passa por O. Assim. do eixo polar zo' que passa pelo centróide C. Apêndice C. em torno do eixo xo' é escolhida uma lâmina horizontal de área bdy de maneira que todos os elementos da lâmina tenham a mesma coordenada y.)2 = 3 lbh3 = Resp. em torno dos eixos Xo·Yo.MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS I 287 onde k é o raio de giração.APeNDICE A -'. Problema Resolvido AI Determinar os momentos de inércia' da área retangular. Assim. Problema Resolvido A2 Determinar os momentos de inércia da área triangular em torno de sua base e em torno dos eixos paralelos à base. = f'" + Ad '"2] I '" = 12 . h/2 Yo I I dy --xo [I".lbh3 + Se se iniciasse com o elemento de segunda ordem dA = dxdy. = J y2dA] ~ = J-h/2 y2b dy = rzbh3 Resp.

que é o anel infinitesimal. também foi escolhido o elemento mais simples e da mais baixa ordem possível. que é a expressão que se escolheu no início. e tem a área dA = x dy = = [(h .y)bjh]dy. em torno do eixo diametral. Um elemento pode ser usado para cálculo eixo polar Z. Isto daria y2 x dy.y4]h = 12 4h o Resp. à distância h/3 acima do eixo x. dá T + Ad2] x = bh3 36 + (bh)(2h)2 2 3 I. como mostrado na figura. Uma transferência do eixo que passa pelo centróide. 12 _ (bh)(~)2 2 3 T = bh3 x'.• ~ I I r I ---1. que passa por anel são ~qüidistantes de O. visto que todos os elementos do A área elementar é dA = 21fr. y2 dxdy em relação a x. Se o elemento escolhido fosse dA = dxdy. Notas: [Ix = J y2 dA] Ix = i CD h h _ Y o y2-h-b dy = b [ y3 bh3 3 . (A3) Resp.~ I _O O~ro . é r kx ="2 Resp. y I Solução. ____ : I. da definição. outra vez. assim de área em forma de anel circular do momento de inércia em torno do O. ao eixo passa pelo vértice. Como anteriormente. o raio de giração. Pelo teorema de eixo paralelo. Por defmição./x Resp.~n O [k = fr] = Iy. e y I I I [lz = J r2 or~l~é dA] lz rT = J_ o ro 2(27T1'0 dro) = 7Tr4 = !Ar2 2 Resp. ter-se-ia que integrar. Notas: CD I Por simetria. em primeiro lugar. é: I.288 / ESTÁTICA 1 I 2 Solução.'\. certamente. indicado usar coordenadas polares aqui. Uma lâmina de área paralela à base foi escolhida. Especificar o raio de giração. Deveria ser imediatamente evidente. que [I = 36 = bh3 Resp. o momento de inércia em torno do eixo que passa pelo centróide. que o momento polar de inércia do anel é sua área 21f r o dr o vezes r~ . Q) Não deve causar nenhuma dificuldade ex• primir x em termos de y se for observado a relação proporcional entre os triângulos semelhantes. Problema Resolvido A3 Calcular os momentos de inércia da área do círculo. em torno de um eixo diametral e de um eixo polar que passa pelo centro.L --x \ ro s. 4 = bh3 R esp. Aqui. dro. escolheu-se o mais simples elemento possível. É. de modo que a Eq. .

os pontos do elemento têm diferentes distâncias ao eixo x. Por defmição. também. mostrado na figura.MOMENTOS DE INÉRCIA DE AREAS / 289 A determinação precedente de x é a mais simples possível. onde dA = (4 . Como todos os pontos da faixa horizontal têm a mesma distância do eixo x. em conjunto com o resultado para Jz' é naturalmente mais simples." l 4 x I Solução. requer que se saiba o momento de inércia de uma área retangular em relação à sua base.. porém o uso da Eq. A solução (b). a expressão se torna Nota: Para integrar com respeito a x. ser obtido por integração direta. segundo o Pro bL AI. que dá y = 3 . I = l27T .4sen o 4 2e ---dO ]27T o <I> Resp.4 4 . de modo que deve ser usada a expressão correta para o momento de inércia do elemento retangular em relação à sua base que. y deve ser expresso em termos de x. 14. 31--I I I I I I .AP~NDICE A . em relação ao eixo x.4 (unidades)4 (b) Faixa vertical. Não há preferência entre as soluções (a) e (b).!. que é fácil de ser lembrado devido ao seu uso freqüente. A3. I _ ". .JX12.x) dy = 4 (1 .- 2 [e _' sen20 2 4 Problema Resolvido A4 y Determinar o momento de inércia da área sob a parábola. Resolver usando (a) uma faixa horizontal de área e (b) uma faixa vertical de área. P:rimeiramente obtém-se a constante k tuindo x = 4 e y = 3 na equação da parábola. naturalmente. dá y x Ix = ~3 72 5 4y2(1 _ Yg2)dY Solução (a) Resp. o momento de inércia da faixa em relação a este eixo é simplesmente y' dA. O resultado pode. é bh 3 13. usando-se o elemento de área dA = r o dr o de. Integrando em y.y' 19)dy. = -}.4 (unidades)4 5 Resp. Aqui. = . Para largura dx e altura y.x ~ f--dx Solução (b) Ix = i~ 4 (3yÇ)3 -2- dx = 72 = 14. Esta int~gração é direta. e a integral torna-se <D x h--.substi- 01 O (a) FaiXil horizontal.

2 = 1. A escolha de uma lâmina diferencial vertical de área permite a integração para abranger a área completa. Conseqüentemente. Os valores de Yl e Y2 são obtidos pelas equações das duas curvas. que fornece ter ao usar uma dupla transferência de eixos.J a2 . Nota: Q) Escolheu-se o sinal positivo para os radicais porque tanto eixo x.J a2 . é a metade do momento de inércia do círculo completo. A transferência é da distância r= 4r/31T = (4) (20)/31T = 80/31T do eixo paralelo. passa pelo centróide C da área. através mm. 2 . que são x2 + Y22 = a2 e (x ~ a)2 + Y12 = a2 e que fornecemY2 =. (~). Yl como Y. Solução. pelo teorema [1=I-Ad2) seguida.31T Finalmente. da área semicircular mostrada.08(104) = 94. em torno do eixo x. 1. Uma âmina horizontal iria requerer duas integrais em relação ay. com o centróide sobre o eixo x'. estão acima do . em torno do eixo x'. pois nem o eixo x'. em ---- torno dd fixo x. ao eixo x. Se o círculo estivesse completo. que passa pelo centróide.1T) (30+ ~~f = mm4 Resp. da área fechada entre o eixo Y e os arcos circulares de raio a. Solução.x2 eYl =. Nota: Q) Este problema ilustra a cautela que se deve 1= 1 J 2(104)1T _ (2021T) .755(104) + 93. O momento de inércia da lâmina. é aquele de uma lâmina de. cujos centros estão em O e A. = 1. Assim.(x . seria necessária apenas uma única transferência. a transferência é feita do eixo xo. pelo resultado do Problema Resolvido AI. em virtu~da descontinuidade. o momento de inércia J. altura Y2' menos aquele de uma lâmina de altura y l' Assim.755(104)+ (20.a)2. em torno do eixo x. O momento de inércia da área semicircular. Portanto. realizada. [1=1+Ad2] Ix". nem o x.290 / ESTA TICA Problema Resolvido AS Determinar o momento de inércia.755(104)mm4 . em torno do mesmo eixo. pelo resultado do Problema Resolvido A3 --x' __ m __ :[ • Obtém-se. em torno do que passa pelo centróide. em eixo paralelo xo.8(104) Problema Resolvido A6 Calcular o momento de inércia.

30 mm G "'. estabelecer. A avaliação das integrais dá 1al2 a2ya2 o a12 - X2 dx = ~(~ 44 4 16 . que por inspeção.r. que passa pelo centróide.'. poder-se-ia escrever y' dx dy para o momento de inércia do elemento em relação ao eixo x. em torno do eixo x que passa por sua base e em·torno de um eixo paralelo. em torno do . sem . em relação ao centro O. escrever a expressão do momento polar de inércia da área do setor circular. y2 dY] = i( Y23 - Y13) dx que é a expressão usada no início. dA = dx dy. JO = 35. Se tivesse sido iniciado usando um elemento de segunda ordem. Integrando de YI ay" mantendo x constante.2 Probl.0969a4• Resp.:> 2 +~) 3 ·3 1al2 X2ya2-x2dx=~(~_~) o a2ya2_(x-aJ2dx=~(V3 • .I A lâmina retangular estreita tem uma área de 6 mm' e seu momento de inércia. Probl. kO = 7. I~ = 21. é 170mm4• Obter o raio de giração em torno do ponto O. 5mm r ' I I ~o .j3 - 21T) = 0. Resolvido A3. A.MOMENTOS DE IN~RCIA DE AREAS I 291 A solução das duas equações fornece a coordenada x da interseção das duas curvas. A.pá1culo. obtém-se para a faixa vertical d1x = [JY2 Y. com aproximação rigorosa.64 (106) mm4 'Dos resultados do Probl.'. ~ Re"sp.o' momento. originária do momento de inércia do retângulo. Resp.AP~NDICE A . AI. . Calcular o momento de inércia da área retangular em relação ao eixo x e encontrar o momento polar de inércia em torno do ponto O.• ·•· 'r~ O ~L @ O ..r. é a/2.06 (106) mm4.:> 4 2 -1 o a/2 4 _27T) 3 1 o (x - aJ2ya2 - (x - a)2 dx = ~(V3 7T) 8 8 +"3 Reunindo-se as integrais com o fator 1/3 dá a4 Ix = % (9. PROBLEMAS PROPOSTOS @) Utilizando os resultados do Probl. de inércia da área do paralelog~o. eixo y.

Determinar . A. 40mm c:--I I 1 // I I 130mm I I I I ------------~---x Probl. A.--x - = 270 (104) mm4 Probl.\() ~~~ 40 m'. Usar o resultado para achar o momento de inércia. em torno do eixo x. A. A.'.8 A9 I I I 1 Calcular o momento de inércia da área sombreada em torno do eixo x.-:::-/ / I 1 A Calcular o momento em torno do eixo x.292 I ESTÁTICA y ---x Probl....o momento polar de inércia da área em torno do centróide.da área triangular. 1/ Resp. cujo centróide está em C. Ix I O lOmm l úll<.S . .368 (10-4) m4 x-Probl.IO . Resp.'.4 ~b~n--L Os momentos de inércia da área A em relação aos eixos y e y' diferem de 0. por integração direta.032 m4• Calcular a área A.6 ~50mm~40mm4 ij Y --x 20mm I I Obter o momento de inércia polar da área do anel semicircular em torno do ponto O.3 Calcular o momento de inércia da área sombreada em torno do eixo x. A. A. h O·'o. I 1 1 I y y' y I I I 1 Probl.- ----------------Probl. que é pequena.9 \1 ISOmm I AIO O aro de 1/4 de cúculo tem largura b. A. comparada com o seu raio r. de inércia .'T Probl. i 1. Ix = 0.

Considerando a simetria.16 . é igual ao momento de inércia em torno de um eixo central x paralelo a um lado. multiplicando-se esta área pelo quadrado do raio médio. A. em relação ao eixo y.lI A16 y __ c=J--_X' Probl. Ix = .J __ 40 x.( Probl. Erro = 0. Qual é o erro percentual. mostrar que Ix' = Iy' = para a área semicircular. A. usando uma lâmina horizontal de área infrnitesimal e.226% Determinar os momentos de inércia da área do setor circular em torno dos eixos x e y.l? A18 A área de um anel circular de raio interno r e externo r + ilr é aproximadamente igual à circunferência de raio médio vezes a espessura ilr. em torno do centróide C. Probl. . Resp. independente do ângulo 0<. Y IB A G_-. A. mm Probl. r' sen 20< Resp.y-_ 4 0<+--sen 2 r4 ( 20< ) . A."mm~ V·-" __ . segundo.JB=r4 (311" AIS 4-34) Demonstrar que o momento de inércia da área do quadrado em torno de qualquer eixo x'. se ilr = r/lO? Resp. O Probl. A. em torno do eixo x.8 (104) mm4 y.13 A14 = Ix = Iy.mm I A13 Determinar o raio de giração polar da área do triângulo equilátero de lado b. Resp. O momento polar de inércia do anel pode ser aproximadamente obtido. Resolver primeiro. em relação ao eixo x. A. Iy = 27. Ix = 4ab3 911" bD~---O O I I I i I a . 401--------I I & b I I I I I I O i I I I I I I I I 20 I O -. Determinar o momento de inércia da área sob a curva senoidal.AP~NDICE A . Y I A19 O --x 4 O< - --) 2 Probl. usando uma lâmina vertical da área infrnitesimal. que passa pelo seu centro.14 I. b sen 1!:X a --x Probl.MOMENTOS DE INÉRCIA DE AREAS I 293 Ali Determinar os momentos polares de inércia da área semicircular em relação aos pontos A e B. y =.12 A17 Determinar o momento de inércia da área sombreada. JA=+11"r4.lS /::0---' Resp. A. y A12 Calcular por integração direta o momento de inércia da área sombreada.

e empregando a notação da Fig. o momento de inércia desejado pode ser expresso como = "f:. A. segue que o momento de inércia de uma área positiva é sempre uma quantidade positiva.294 I ESTATICA Determinar o momento polar de inércia e o raio de giração da área em torno de O.690R --x Probl. Visto que o momento de inércia é a integral ou a soma dos produtos da distância elevada ao quadrado vezes o elemento de área. JO = 1. assim. em tomo dos eixos x e y /' Ix Iy = L.I + "f:. onde I é o momento de inércia total e A é a área total da figura. tem a forma de urna espiral. a tabela poderia incluir. os momentos de inércia da área composta. A. em tomo do mesmo eixo. tratar o momento de inércia de uma área negativa como uma quantidade negativa. .19 A20 Urna lâmina estreita. Probl.20 A3 ÁREAS COMPOSTAS É freqüentemente necessário calcular os momentos de inércia de áreas compostas por um número de partes distintas. Portanto.Ad/ Embora se possa somar os momentos de inércia das partes individuais de uma área composta em tomo de um dado eixo. A Ad y 2 Somas "f:. Quando a seção é composta de grande número deJ'artes.Iyo + L.Ad Xo x 2 = L.609R: b. e do produto Ad2• Para qualquer uma das partes. I I Pa~L \ Área. para a seção completa. o momento de inércia desejado é + Ad2 e. É muitas vezes conveniente considerar a área composta como constituída de partes positivas e negativas. é conveniente tabelarem-se os resultados para as partes em termos da área A. O raio de giração da área composta em tomo do eixo em questão é dado por k = Y I/A. é simplesmente a soma dos momentos de inércia de suas partes individuais. r = ke. então. o raio [mal da espiral é R. onde Ixo é idêntico a Ix e Iyo é idêntico aly. Resp. kO = O. A4. da distância d do eixo que passa pelo centróide ao eixo em tomo do qual o momento de inércia de toda a seção está sendo calculado. o mesmo não pode ser feito com relação ao seus raios de giração. Pode-se. Eara uma área no plano x-y. o momento de inércia de uma área composta. de e = o a e = 21T. de largura constante b. de formatos geométricos simples e calculáveis. em tomo de um eixo. do momento de inércia I. I + L. em relação ao centróide. então. Após urna volta completa.Ady 2 Da soma das quatro últimas colunas.Ad2• _ Por ex~~plo. obtém-se.

quadrante de círculo.0445(106) -1. ® mm4. antes de transferi-Io para o eixo x.-0. Se a área composta tivesse mais de três partes.046(106) - 1.1"(30)' . Resp.MOMENTOS DE INI:RCIA DE ÁREAS I 295 Problema Resolvido A 7 Calcular o momento de inércia e o raio de giração em torno do eixo x.0445(106) - [- 1"(~0)' (12.624(106) +Ad2] Notas: + [mm4.1590(106) mm4.I + 'J.J IxlA = J 4.-} (40)(30) = mm2.1590(106) = -0.046(106)/3493 = 34. teria sido organizada uma tabela dos termos e Ad2.76(106) mm4.76(106) = 4. o momento de inércia da parte do quadrante de círculo.Ad2• I = 3493 A área da figura é A = 60(80) .73 mm. AI (ou Tabela C3). Resolvido A5. conforme o Probl. A área composta é constituída da área do retângulo (1). e das áreas do quadrante do círculo (2) e do triângulo (3). 1"(~0)2 Jc60 -12. Observe que se deve transferir o momento de inércia da área do quarto de círculo para o eixo Xo que passa pelo centróide. como foi feito no Probl. em torno do eixo x da área composta.09(106) = Resp. é conseqüentemente 3 Ix Atenção aos sinais corretos. é agora [1=/ \ Ix= -0.2A ) = _ ~ 16 (30)4 = -0. ® o momento de inércia total. 1"(r4 4 Ix' = .-&-bh3 = . negativas.73)2] = mm4. U momento de inércia em torno do eixo x. é: X01 4 ( . pelo teorema da transferência de eixo. tantoTcomoA têm sinais negativos. Conforme o Probl. Para o retângulo. . positiva. é Ix = . A3 (ou Tabela C3) o momento de inércia da área negativa do. de modo a garantir a inclusão de todos eles e obter 1= 'J. A2 (ou Tabela C3). de maneira que o raio de giração em torno do eixo x é kx =.AP~NDICE A .73}' = = CD Finalmente.-&-(40)(30)3 = -0. Como a área é negativa. em torno do eixo x..{. V X'-~D (1) ~-x /1 r= transferência deste resultado.624(106) - 0. para a área sombreada mostrada. através da distância = 4(30)/31"( = 12. é Ix = +Ah2 = +(80)(60)(60)' = 5. = 5. o momento de inércia da área triangular negativa (3) em torno de sua base.0 mm. conforme o Probl.09(106) mm4. Solução. fornece para o momento de inércia do eixo paralelo que passa pelo centro de gravidade da parte (2) (ou use a Tabela C3 diretamente) 4r/31"( [/ = I - Ad2] /x = . em torno de seu eixo da base x'.

40mm I I I . Resp.76 (106) mm' Probl.296 I ESTA T1CA PROBLEMU\SPROPOSTOS ~ Calcular o momento polar de inércia da área sombreada. empregando dois procedimentos diferentes. ~~ f--<- I a ___ L-tx I a I-f-a --L Probl.lx=17. em Yo I I 2/ 300mm tomo do ponto A]Observar que largura das abas é pequena quando!comparada coma o comprimento.9(lá') mm Encontrar o momento de inércia da área sombreada.21 @ Determinar o momento de inércia dà área sombreada.26 L-.rT ~r Calcular o momento de inércia da seção transversal da cantoneira. " "- "" 40mm . 1-1 20mm r x Resp.96mm' ~ Y I A25 ~ Calcular o momento polar de inércia da área sombreada. A.. JA = 138. em tomo do ponto A. Resp. JO = 1. Probl.24 Probl.22 Calcular o raio de-gjração da área da cantoneira.23 . A.25 r-4a--j a A26 Determinar os momentos de inércia da seção Z. " I I I I 45°' I --------~ lOmm Probl. em torno do eixo x. em tomo do ponto O."".mm l-loomm-1 Probl.. em torno dos eixos xo e Yo' que passam pelo centróide. Resp. A.265 m' 130mm I I A~~ I - l--40mm~ 1 l-x 40mm Probl. A. A. kA = 208 mm t -1 r-30mm A27 Lu A ~ 400 mm--~-. Ix = 10. de simetria a 45°.27 . A. A. em tomo do eixo x. '''Imm jr~. em tomo do eixo xo' que passa pelo centróide.

• ~. que passa pelo centro O.MOMENTOS DE IN~RCIA DE AREAS A28 I 297 ' Determinar o momento de inércia da área semicircular em tomo do eixo x. em tomo do ponto O.29 A30 Determinar a expressão do momento de inércia da área do trapezóide.AP~NDICE A . ~ ---. padrão. em tomo de sua base. em torno do eixo x.j3 16 b· ( 300mm " . A21 em torno do eixo x. A36 b ProbI. A. A. A. em torno de um eixo polar. em torno do eixo diagonal x.36 A37 Calcular o momento de inércia da área sombreada.30 --1 f-16. A35 Calcular o momento de. A33 30mm 1- \ T ProbI. Resp... em tomo de seu eixo central x. Calcular o momento de inércia da área sombreada em torno do eixo x. Desprezar os metes e arredondarnentos dos cantos e comparar o resultado com o valor de Ix = 6.l---x 30mm~ --x .~) 16 r· . Comparar o resultado com o valor exato.3I =i( 1 . fornecido por manual .3 (10·) mm· Calcular o momento de inércia da seção transversal da viga C. kO = 0.34 Probl. Ix = 5. Resp.28 10mm \ \ / _~ ~30mm \ -_L--. inércia da área do ProbI.455 m A34 Determinar o momento de inércia da área retangular. Calcular o momento de inércia de cada faixa como a área (largura vezes o comprimento da linha horizontal média) vezes o quadrado da distância da linha horizontal média ao eixo dos x.33 A29 Calcular o raio de giração polar da área sombreada. A. Ix = 28.5~ ':J O /' i /' ProbI.1. A32 Determinar a expressão para o raio de giração da área hexagonal do ProbI.. A. A. A. de 300 X 100 mm. A31. Probl.25 (10·) mm·. Resp. em torno do eixo Xo que passa pelo centróide.2mm A3I Desenvolver uma fórmula para o momento de inércia da área do hexágono regular de lado b.--Xo Probl. Resp. dividindo-a em cinco faixas horizontáis de larguras iguais. Ix Probl. /' ' I /' X a .'" O.

seção B4. É necessário resolver uma equação cúbica. tal como o eixo x para a área da Fig. De modo diferente dos momentos de inércia que são sempre positivos para áreas positivas. A. Nesse caso. para a seção transversal da viga H.5 . ocorre uma expressão dIXY = xy dA _~ inte~rada ) que tem a forma [I~~ JXYdA) (A7) onde x e y são as coordenadas do elemento de área dA.37 TU b1-----L---~lOOmm -x A38 Determinar a largura b da mesa. em relação aos eixos x-y. O produto de inércia é zero. l'lwmm lOmm~ f- ~~lOmm Probl. os termos x (. Em certos problemas que envolvem seções transversais assimétricas e no cálculo de momentos de inércia. (Sugestão. AS. A quantidade Ixy é chamada o produto de inércia da área A. segue que o produto de inércia para a área completa é zero. e1iminar-se-ão mutuamente na soma. sempre que qualquer um dos eixos de referência for um eixo de simetria. que fará com que os momentos de inércia. o produto dé inércia pode ser positivo ou negativo. em torno de eixos rotativos. A.38 A4 - PRODUTOS DE INÉRCIA E ROTAÇÃO DE EIXOS (a) Definição.) Resp.A. situados simetricamente. Referir-se ao Apêndice B. Fig. sejam iguais.y) dA e x (+y) dA. Tendo em vista que a área completa pode ser composta de pares . ou aproximar a resposta com o de uma solução gráfica-numérica.de tais elementos.298 I ESTATICA y I I I para resolvê-Ia. b = 16 • ~-I I I --- = I I I I I I r x Probl. em torno dos eixos centrais x e y.

em relação aos eixos x e y. quando é necessário calcular o momento de inércia de uma área. Esta consideração conduz diretamente ao importante problema de determinação dos eixos. Assim.6 Desenvolvendo e substituindo as igualdades trigonométricas. os momentos de inércia da área.cos 2 2B cos2 B = 1 + cos 2B 2 e as relações definidas para Ix'!y'!xy fornecem I_Ix x' - + 2 Iy + Ix Ix -2 Iy cos cos 2B _ IXY sen 2B (A9) I y' = + Iy 2 - Ix - 2 Iy 2B + I xy sen2B . aos eixos que passam pelo centróide é: IXY = f (xo + dy)(Yo + dx) dA dA = J xoYo + dx f Xo dA + dy f Yo dA + dXdy J dA A primeira integral é. que se escreveu fxy. similar àquele para os momentos de inércia. Na Fig. A terceira integral é apenas dxdyA. em torno dos quais o momento de inércia é um máximo e um mínimo. em torno. necessariamente.Yo.A. também existe para os produtos de inércia. por definição. A6. As duas integrais do meio são ambas nulas porque o primeiro momento de área em relação ao seu próprio centróide é. A4. na Fig. como pode ser visto pela geometria da Fig. o produto de inércia da áreaA. Um teorema de transferência de eixo. em termos das coordenadas Xo .AP~NDICE A . de eixos inclinados. sen2 B = 1 . torna-se: (A8) (c) Rotação de eixos. o teorema da transferência de eixos para produtos de inércia. zero. Por definição. em torno dos eixos x' e y'. o produto de inércia em relação aos eixos que passam pelo centróide. são Ix' Iy' = J y/2 dA = J (y cosB - xsenB)2 dA = J x'2dA = f(y·senB + xcosB)ZdA onde x' e y' foram substituídos figura. O produto de inércia encontra uso.MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS / 299 (b) Transferência de eixos. por suas expressões equivalentes.

fornece as intensidades dos momentos de inércia principais. ou duas vezes o ângulo formado pelo eixo x. A7). par~ ~ v~or O crí~ic~ ~e 20. Esses dois eixos retangulares são conhecidos como os eixos principais de inércia. \Al. (A3). Um valor define o eixo de momento de inércia máximo e o outro. escreve-se o produto de inércia em relação aos eixos inclinados: IX'y' = f x'y' dA = J (ysen e + x cos e)(y cos e . . As coordenadas de . localiza-se o ponto A. (AIO). que tem as coordenadas (Iy.ly. que tem as coordenadas (Ix. substitUiÇ~~ Eq. Assim. um eixo horizontal. temos 2IXY (AIO) tg2a =~Ix y A Eq. por um diagrama conhecido como círculo de Mohr. O ângulo no diagrama e o ângulo na área são medidos no mesmo sentido. (A9a). que diferem de 1T. Conseqüentemente. dá Ix' + Iy' = Ix + Iy = fz. Seleciona-se. (AIO) e (AlI) podem ser represen- tadas. Em seguida. os valores correspondentes de Ix'. (A9). como extremidades do diâmetro. Ixy) e o ponto B. para medir os momentos de inércia. primeiro.que o produto de merCla e zero-para os elXOSpnnClpalS de lllerCla.lxy = ~sen 2e. como: (AlI) Imín. Simbolizando este ângulo crítico por a. as duas s0luções para a diferirão de 1T12. O ângulo que faz com que Ix' e Il sejam um máximo ou um mínimo pode ser determinado igualando-se a zero a derivada de qualquer um. (A9). ': . como é mostrado. com o eixo do momento de inércia máximo. para a medida dos produtos de inércia (Fig. e um eixo vertical. CoSZ e . Ix 2 Iy _ ~ 2 vUx + _ Iy)Z + 4Ix/ (d) Círculo de inércia de Mohr.300 I ESTA T1CA De modo similar.lx' ou Iy' em relação a O. da área em questão.O). (A9). (AlO) fornece dois valores para 2a. uma vez que tg 2a = tg (2a + 1T). que está de acordo com os resultados da Eq. A substltUlçao do sen 2a e do cos 2a. Desenha-se um círculo com estes dois pontos. por sen 20 ecos 20 nas Eqs. para qualquer ângulo desejado O.x sene) dA Desenvolvendo e substituindo as igualdades trigonométricas sen e cos e e as relações definidas para Ix. O ângulo formado pelo raio OA com o eixo horizontal é 2a. (A9a). graficamente. As relações nas Eqs.sen 2 e = cos 2(J fornecem Ix' y' = Ix - Iy 2 sen 2e + IXY cos 2e (A9a) Adicionando as Eqs. Para os valores dados de Ix: Iy e Ixy. na Eq. A. obtldos da Eq. o momento polar de inércia em torno de O. mostra .. valor) define o eixo de momento de inércia mínimo. Iy' e Ix'y' podem ser determinados pelo diagrama. -Ixy).

(A9). Solução. I I I ~. como é mostrado. em torno dos eixos Xo-Yo é. 9"'~ I = a. Pode ser verificado da trigonometria do círculo que as Eqs. 1x9i ~/.AP~NDICE A . em relação aos eixos x-y.~omento 1--I I ~Iy I r--1y' ~ Imá:<. como definido. por simetria.? qualquer ponto são (Ix'.Ix'y')' Também o ângulo entre OA e oe é 2 (J. Y Problema Resolvido A9 Determinar o produto de inércia Ixy. k-lmín. Y Yo I I II I I I I i h C I idY---õo-j~ --r-xo dx L I b 1 --x Neste exemplo. com centróide em C. de modo a observar os seus sinais. dx e dy são ambos positivos.MOMENTOS DE IN~RCIA DE ÁREAS I 301 Ixy I I f"<' / / x' /x r I I ~. Naturalmente.i~~ . Solução. o teorema de transferéncia de eixo dá Resp. quando y = b. (A9a) e (AIO) concordam com as aproximações feitas. e Problema Resolvido A8 Escrever a expressão para o produto de inércia da área retangular. paralelos aos seus lados. A. Ix'y') e aquelas do ponto correspondente D são(Iy". ambos os ângulos são medidos no mesmo sentido. Deve-se atentar para manter a consistência com os sentidos positivos de dx e dy. nulo. Fig.x Ix'y' I " 28 A/ ~ p~ \EixO maxuno que passa por P de inércia de. Considerando que x da curva torna-se x = ay2 Jb2. Como o produto de inércia lxy. para a área sob a parábola mostrada. a equação a----x . ou duas vezes o ângulo formado pelo eixo x com o eixo x'. I bl----'lo _ I I I '}.

Pode-se iniciar com uma faixa inf"mitesimal de primeira ordem e evitar uma integração. agora.-3rr 4r ) (r) ( -rrr' 2· ) = . Solução. em relação aos eixos X-y) --Sol~ema mite escrever [Ixy=7xy +dxdyA] Ixy da transferência de eixo.. Uma vez que um dos eixos que passam pelo centro de gravidade é um eixo de simetria 7xy = o. mostrado. para a seção da cantoneira. (A8). dA = Y dx. I-Y ----x x ~ f-dx a I + r-----»j I a x Yo IXY = f a Lxdx 2 O 2 = f a -xdx xb2 2a O ~x4 I I I 2 = _x3 b2]a 6a O = ia2b2 Resp. como está / .x) dy] que. Tem-se. 2r' 3 Resp. per- =O + ( . (a + x) [(a . Nota: onde as coordenadas x e y do centróide C são dy = +r e dx = -4r/3rr. Eq. O centróide C é facilmente localizado. Tomando uma faixa vertical. a expressão se tornaria dI xy = Y . tem-se dI xy = O + (+ y) (x) (y dx). Problema Resolvido AlI Localizar os eixos principais de inércia que passam pelo centróide e determinar os momentos de inércia máximos e mínimos correspondentes. (j) O emprego correto do teorema de transferência de eixos traz uma grande economia de trabalho no cálculo dos produtos de inércia. onde as distâncias aos eixos que passam pelo centróide do retângulo inlmitesimal são dx = y/2 e dy = x. quando mtegrada. Problema Resolvido AIO Determinar o produto de inércia da área semicircular. usando os resultados do Probl. Resolvido A8. I I Nota: <D Se tivesse sido escolhida uma faixa horizontal.302 / ESTÁTICA Solução I.-. O produto de inércia para o elemento dA é dIxy = xy dx dy e para área completa é IXY = dxdy Y Yo I = f fay2/b2xy dx dy = f 1(a2 2 O b a O b + a2 b b 4) y dy = ia2b2 Solução lI. obviamente daria o mesmo resultado.

por simetria. AIO.5 mm. para a parte I.5)(400) = -3.5)(+7.7.10 .5)2 (400) = mm4 Círculo de Mohr. Imax.167(104) mm4 mm4 mm4 Eixos principais. que são as extremidades do diâmetro do círculo.5 + 5) = -12.583(104) Assim. pela construção do círculo de . para a parte II l I I 7. para a parte lI.5) = 12. Para a cantoneira completa Momentos de inércia. o produto de inércia para a parte I é Ixy = O + (-12.583 (104) mm4 Iy = +.583(104) e os momentos de inércia..583(104) + 11.11 ou graficamente. A. = onde dx = +(20 . são obtidos da figura. O produto de inércia para cada retângulo. Portanto.5)2 = = 2.167 ' O< = 31. 20<= 61. Os momentos de inércia. para a seção completa Ix = 6. eImín. em torno de seus próprios eixos que passam pelo centróide.75(104) mm4. Estes resultados podem também ser obtidos diretamente das Eqs. paralelos aos eixos x e y.AP~NDICE A . A inclinação dos principai's eixos de inércia é dada pela Eq. O ângulo 20<.5)(400) = -3. = 7.(10)(40)3 + (400}(12. Para a construção do círculo de Mohr usam-se os valores calculados de Ix' Iy e IxY' Estes valores são marcados no diagrama para localizar os pontos A e B.583(104) + 2.5) = -7.o.5 mm.0° Resp.167 .5)2 = = 11. onde dx = -(7.5) = Do mesmo modo. Assim.-(40)(lW + (400)(7.W (400) = mm4 = 6. são Ix = I~ (40)(IW + (12.167(104) = 10.5= [Ixy =Ixy +dxdyA] = 50 r = 7.2.583(104) Iy = 112 (10)(4W + (7.75(104) mm" y 10 I 16ni11"'""'2.Ix tg 20<= -2(7.9° . como é mostrado na figura abaixo.5)( -7. conforme está mostrad.5 mm e dy = -(5 + 2. em torno dos mesmos eixos são Ix = +.50) = 1 875 10.MOMENTOS DE INÉRCIA DE AREAS I 303 Produtos de inércia.18.583(104) = 18.583(104) Iy = 7. é zero. Mohr.5 mm e dy = + (20 . [ tg20<=~] 2I Iy .5= ic l-40=~ -------j-X10= [Ixy = Ixy + dxdyA I Ixy = O + (n.

67(04) mm4 Resp.01647r4 .167 _ 18. Assim.167 (0. = Ix' = (' 18. Ixy= r4f8.--304 I ESTATICA Agora.8824)') (104) = -\ .50)(0.0(10') mm4 @ Determinar o p~uto-d~ércia de cada uma das quatro áreas.67(104) mm 4 ~~ PROBLEMAS PROPOSTOS ~ Calcular o produto de inércia da área sombreada. 10. usando a para () e obtendo Imáx.42 40mm .167. A.+ 18.167 2 . 40 t --x [330---60 . : Resp.167 + 2 10. A.I 30 . de Iy'.167 -10.167. em relação aos eixos x-y. 10. lxy= -0. e usar este resultado para obter o produto de inércia.. __ t_--x 30~ mm Probl. em torno dos eixos x-y. os momentos principais de inércia po!lem ser calculados com as Eqs.40 / Obter o produto de inércia da área do quadrante circular.-t (~~ --:----[g--30---Probl.4705) _ (7. (a) e (c): Ixy = 360 (04) mm4 (b) e (d): Ixy = -360(04) mm4 y I I 50:50\ I 601 (b) I +-+--i I 30 60 I .8824)) (104) = = 22. A. Resp./18. . _ Imln. em torno dos eixos x-y.50)(0. (A9).39 (Dimensões em milímetros) @ Calcular o produto de inércia da área do triângulo retângulo. de Ix' e Imín. em relação aos eixos paralelos que passam pelo centróide. (c) ' (a) c=9-r 60 40 I . 8 Calcular o produto de inércia da área triangular.. Imáx. e. Ixy = -128.m torno dos eixos x-y.167. : Resp.. y IL I I I i h ---x b Probl. em relação aos eixos x-y._ (0.-Iy = 5.4705) + (7.

44 A4S Uma área tem momentos de inércia Ix = 28 (104) mm4 e Iy = 12(104) mm\ em torno de um conjunto de eixos x-y. ---x \ 1\ I \ ~ 'mm1:T i L· C _ 20~ __ y Probl. para cada uma das quatro áreas retangulares.) •••x' ---x I Probl.:.-~~. A47. A46 AS 1 Fazer um croqui do círculo de inércia de Mohr. para a qual o momento de inércia. (Ver o Probl.46 ~. (Ver o Probl. A..) Resp..-I r --Xo Determinar as proporções da área retangular.ImáxJmín. .%1/ / . A. é 20°. "'. em relação aos eixos x-y e x'-y'.AP~NDICE A . Calcular a área da figura cujo centróide é C. A. é um valor constante.56 (104) mm4 Os produtos de inércia da área sombreada.---- :. a = 2b ~:I ---x . \I .. ' . b /.:"". A.--. f f. I (c) (d) Probl. Resp.. Determinar o momento de inércia mínimo da área. /1 " / I " I A47 Onde Ix = Iy para uma área simétrica em torno de qualquer um dos eixos x ou y.. A = 1.. A. = 9.. A44 Determinar os momentos e o produto de inércia da área do quadrado. do eixo x ao eixo de momento de inércia máximo. "'. qualquer que seja e.•. no sentido dos ponteiros de um relógio..:.'7+1. C .316 (104) mm2 ffi !. . em torno de um eixo que passa porO. ..-&' "'\ •••• -8 aJ2 C aJ2 Probl.' "'. - ~x' " . são 8 (106) mm4 e -42 (106) mm4. Resp._/ .5l . centro do lado maior. que passa ·pela origem O. em torno de um eixo x' que passa pelo ponto C. A./ Determinar a relação entre a base b e a altura h do triângulo isósceles que tornará iguais todos os momentos de inércia em torno de qualquer eixo que passe pelo vértice C. A47. y I I \ CZ2J '.48 A49 // x \ \ \ b \ \ QI \ // .' .. R.. respectivamente.49 ASO Demonstrar que a intensidade do produto de inércia pode ser calculada da relação Ixy =. .2 '. " Probl. ~ /30° . em relação aos eixos x'-y'.. ---x ....: . com y I I I Y 50=:>1 I~ I I I L __ Y 1 I -+---1 _ --~~\l...MOMENTOS Y I DE IN~RCIA DE AREAS I 305 A48 Yo ..J IxIy .~~~ 2 2 Probl.43 b .:--<.1 I h ~1. demonstrar que o momento de inércia é o mesmo para todos os eixos que passam pela origem. Imín. O ângulo medido.

Imáx. = a I' mIn. para a combinação das quatro áreas Calcular os momentos de inércia máximo e mínimo da cantoneira estrutural.6° = a 4(10 a= 76. V 5 ). Imín. Ix = 21 (106) mm4. em relação aos eixos x-y. entre o eixo x e o eixo de momento de inércia máximo. A.782(106) Imín. Resp. Resp. a = 56. = 32 (10') mm4. em torno dos eixos que passam pelo seu vértice C. Ixy = 1 225 m' I I 6mml I L- _ Probl.~ a a I A f. = 1. Encontrar o ângulo a.55 a a A58 Calcular os momentos de inércia máximo e mínimo. = -13.4° y A55 80mm r ~ r-10mm y I I Lll ___ a a Probl. a = 26. De acordo com as equações adequadas.!o'!:.56 A53 Resolver o Probl. A57 A54 Os momentos e o produto de inércia de uma área. medido a partir do eixo x ao eixo de momento de inércia máximo.684 (106) a mm4. são Ix = 14 (104) mm4.306 I ESTA T1CA as proporções e posições mostradas. Resp. A52 quadradas mostradas. em relação aos eixos x-y. em relação aos eixos x-y.57 x ----±L.7° 3 3- f7 I A56 Ca1cular o produto de inércia da área retangular. 4 (10 + Vf7 5 ). onde a é o ângulo do ei~o x com o eixo de momento de inércia máximo. Desprezar os arredondamentos dos cantos. O produto de inércia. A. medido no sentido anti-horário. a partir do eixo x ao eixo de inércia máximo. mm4. = 6 (104) mm4. Encontrar o ângulo a. em torno dos eixos que passam pelo centróide . Imáx. Os momentos de inércia máximo e mínimo da área sombreada são 25 (106) mm4 e 5 (106) mm\ respectivamente. a partir do eixo x ao eixo de momento de inércia máximo. Iy = 24 (10') mm' e Ixy = 12(104) mm4• Construir o círculo de inércia de Mohr e usá-Io para determinar os momentos principais de inércia e o ângulo a. o ponto A de coordenadas Ix'!xy e ângulo 2a. em torno dos eixos que passam pelo centróide C. = 0. em relação aos eixos que passam pelo centróide C. A52 pela construção do círculo de inércia de Mohr. A. Resp. é -8 (106) mm4. Resp.--60 mm---! r c a a Probl. medido no sentido anti-horário. calcular x e o ângulo a.3° sentido horário Determinar os momentos de inércia máximo e mínimo. Indicar em cada diagrama. I' max.

58 .AP~ND'CE A . Ci== 30. == 1. Indicar o ângulo Ci medido no sentido anti-horário.207 (106) mm'.820 (106) mm'. Imáx. Resp. A. a partir do eixo Xo ao eixo de momento de inércia máximo. == 0.MOMENTOS DE IN~RCIA DE ÁREAS I 307 para a seção estrutural Z. Imín.1° lOmm ~J~-50mm-1 Probl.

À medida que o leitor revisa e aplica sua matemática. Quando duas linhas que se interceptam são. h ~ IIt + 62 = 1r/2 3. Ocasionalmente serão necessários outros tópicos não listados aqui. CírculO Circunferência = 21rr Área = 1rr' Comprimento de arco s = r6 Área do setor = -}r'6 2. os ângulos formados são iguais. Qualquer triângulo Área 6. Um triângulo inscrito em um semicírculo é um triângulo retângulo. Portanto. deve ter em mente que a Mecânica é tiina ciência descritiva aplicada a corpos e movimentos reais. freqüentemente empregados na Mecânica. Ângulos de um triângulo . 61 + 6. + 63 64 = 61 + 6.AP:eNDICE B TÓPICOS SELECIONADOS DA MATEMÁTICA Bl . O estudante de Mecânica terá oportunidade freqüente de usar essas relações e estará em desvantagem se elas não estiverem à mão. perpendiculares a duas outras. b = -}bh = 1800 ~8_4 A .GEOMETRIA PLANA 1. as interpretações geométrica e física da matemática aplicada. Triângulos semelhantes ~=h-y b 5. 4. As relações são citadas sem nenhuma prova. B2 . re spectivamente.INTRODUÇÃO o apêndice B contém um resumo abreviado de tópicos selecionados da matemática fundamental. devem ser observadas durante o desenvolvimento da teoria e a formulação e solução de problemas.

- I a. = 2.b.JP). Equação ~úbica x' =Ax +B q . duas raÍzes iguais) I a. I a.p' positivo (uma raiz real e duas raÍzes imaginárias) Xl = (q +.c. I=a.b.718282 = y.b ± ~ 2a 4ac ' b 2 > 4ac para raÍzes reais faça p = A/3.p3Jl13 Caso 111. como acima para encontrar os valores de Xo para os quais x = Xo . c. Substituir x = Xo .b.Jq' .b3c.AP~NDICE B . Para a equação cúbica geral: x3 + ax' + bx + c 3.. .J q' . b. -a3b. Cone Circular Reto 1. b. + a.-a. .c.c3 -a.4343 1nx Caso 11: q' .. então. Proceder. = B/2 2.b. + a. b. c31 = +a. Cunha esférica 4. I a.a ordem =O b.o x = 0. Equação do 2.a/3.a/3 e obter X03 = Axo + B..p3)1/' + (q .c. q' 3. b.J r' + h' 2. c. 0< u < 180° cos (u/3) cos (u/3 + 120°) cos (u/3 + 240°) = 2. Logarltmos bX=y.JP log (ab) = log a + log b log (a/b) = log a -log b log (l/n) = -log n log an = n log a log 1 = O log.0 grau ax' + bx + c = O x= ( onde B = -}Bh = área da base 4. x=logbY .1 c.JP Logaritmos naturais b = e = 2.a ordem - P3 = O (três raÍzes reais. Determinantes 2. Caso I: q' - P3 negativo (três raÍzes reais e distintas) q/(P cos u = x. a..b. x x. Esfera Volume=+1Tr' Área da Superfície = 41fT' Volume Área lateral = -} 1Tr' h = 1TrL L =. Qualquer pirâmide ou cone Volume ) B4 ÁLGEBRA 1.1 b. Y eX = lo~ = 1nY x.JP = 2.-a.TOPICOS SELECIONADOS DA MATEMÁTICA I 309 B3 - GEOMETRIA DOS SóLIDOS 3.

Linha reta y ai Ib V~. Sinais nos quatro quadrantes (+) I ~(+)(-)~ II (+) H+ III (_) ~(+) (_) IV .2 2. Hipérbole y rx .310 I ESTAnCA B5 .----JL I I I I = a2 B6 .GEOMETRIA ANALmCA 3.b)2 = r2 I xy I I a ---x .TRIGONOMETRlA 1. Defmições sen (J = a/c cos (J = b/c tg (J = a/b cosec = c/a sec = c/b cos sec (J (J (J cosec sen (J cotg (J cotg (J tg = (J b/a (J (J + + III II IV b - I + 2..· y=a+mx y I L---------x y2 x=a/.J----x a 5. Parábola 1..a)2 + (y . Elipse r ~ --- I bl I I I I L----. Círculo --x o 18) I I 4.

Sãoosco-senosdosângulos e z. a grandeza vetorial V tem uma intensidade escalar V. onde ~VI= V = VVz2 + V/ + V/ S. y 1. Assim. sen2 (J DA MA TEMA TICA I 31 1 4. Co-senosdiretores. Relações diversas.. 1 = VzIV de modo que V e m = VylV n = V. Lei dos co-senos c2 = a2 + b2 . As grandezas vetoriais são impressas em negrito' e as escalares em grifo. Notaçaõ.AP~NDICE B .m.2ab cos C c2=a2+b2+2abcosD B7 - OPERAÇÕES VETORlAIS 1.sen2 (J sen (a ± b) = sen a cos b ± cos a sen b cos (a ± b) = cos a cos b + sen a sen b = (1 + cos (J) = 2sen(J cos(J A D S. Assim. Por exemplo. n. para-9ue não haja confusão com as escalares. V indicaria vetor.(1 ~ 2 2 cos (J) cos % sen 2(J cos 2(J = cos2 (J ..TOPICOS SELECIONADOS 3. Subtração P -Q = P i. Em trabalhos manuscritos. entre V e os eixos x. sec2 (J = cosec2 = b senA cos B -= .IV = V(il + jin + kn) . Vetores unitdrios V=iVz+jVy+kV. j.J 2. deve-se usar um símbolo que caracterize bem as grandezas vetoriais. Lei dos senos 1 (J + cos2 (J = 1 + tg2 (J 1 + cotg2 sen (J = (J !!. Regrà do triângulo P +Q =R =R Regra do paralelogramo Lei Comutativa Lei Associativa P +Q P +Q =Q +P = (P + Q) + R P'lR z P + (Q + R) 3. k + (-Q) 4.

Usando-se a regra da mão direita e invertendo-se a ordem da multiplicação vetorial. Produto vetoria!. usando o sistema convenciaTUlIde eixos coordeTUldos. tem-se iAj=k jAk=i j1\i = -k kAj = -i iAi=jAj=kAk=O kAi=j i1\k = -j \ \ \ \ '\' QAP=-PAQ . como mostra a fIgUra ao lado. P A Q. obtém-se Q A P = -P A Q. de dois vetores P e Q é defmido como um vetor de intensidade IPAQI=PQsenO e cuja direção é dada pela regra da mão direita. Lei distributiva PA (Q + R)= PA Q + PA R PI ~ \ Q Da defmição do produto vetorial. segue que i·i=j·j=k·k=l i'j =j·i =i·k=k·i =j'k=k'j =0 kQz) p. O ângulo O entre dois vetores Pie ~ encontrado por sua expressão do produto PI X P2 =PIP2 cos O. Q = (iPx + jPy + kPz) • (iQx + jQy + = PxQx + PyQy + PzQz P/ P . Lei distributiva P X (Q + R) = P X Q + P X R. Produto vetorial ou cruzado. Observa-se também que dois vetores são perpendiculares. que dá escalar onde I.312 I ESTATICA 6. m. Produto escalar P'Q = PQ cos e onde O é o ângulo entre eles. 7. quando seus co-senos diretores obedecem à relação 1112 + ml m2 + nl n2 = O. Lei comutativa PXQ=QXP Da defmição do produto escalar.de Q na direção P ou como a intensidade de Q multiplicada pela componente P cos O de P na direção de Q. n significam os resp(ctivos co-senos diretores dos vetores. Este produto pode ser visto como a intensidade de P multiplicada pela componente Q cos (}. que dois vetores P e Q são perpendiculares quando seu produto escalar se anula.P = + P/ + Pz 2 Segue da defmição de produto escalar. P X Q = O.

Assim. a expressão pode ser escrita: d(P'Q) dt =P'Q +P'Q PI\Q'R O produto determinante =P'QI\R escalar triplo pode ser expresso pelo d(PI\Q) dt = PI\Q + PI\Q ( Produto vetorÚlI triplo. também. y e~. e um volume elementar for dr = dx dy dz. Se V for função de x. Derivadas dos vetores.P . 9. Assim. Integração de vetores. por que um vetor P não pode ter um produto vetorial com ~esc~ R. RQ .6! + [X2 < 00] < 00] senhx = e-Z [x2 eZ + e-Z x2 x4 x6 cosh x = --- = 1 + 2T + 4T + 6! + [X2<00] . um escalar. a integral de V sobre o volume pode ser escrita como a soma vetorial das três integrais de suas componentes. Os parênteses não são necessários visto que não teria sentido escrever-se P 1\ (Q • R).7f + x4 x6 [x2 X 1 . (P 1\ Q) 1\ R = -R 1\ (P 1\ Q) 10.2) x3 + [x2 < 1] < 00] x3 sen x cos 3! x2 + 5T . visto que a expressão P 1\ Q 1\ R seria ambígua.R . desde que se mantenha a ordem dos vetores. Pode-se mostrar que o produto vetorial triplo é equivalente a PzQz) PyQx) (P 1\ Q) 1\ R = R . Seguem as mesmas regras dos 8.3! 1)(n . = R 1\ (Q 1\ P). O x e o 1\ podem ser trocados. porque não identificaria o vetor a ser cruzado. ser expresso pelo determinante o primeiro termo. na primeira expressão.TÓPICOS SELECIONADOS DA MATEMATICA /'313 Com o auxilio destas identidades e da lei distributiva.AP~NDICE B . o produto vetorial pode ser escrito PI\Q = (iPz + jPy - + kPz) 1\ (iQz + jQy - + kQz) = i(PyQz o PzQy) + j(PzQz + k(PzQy Aqui deve-se usar parênteses.2T eZ - + 4T . QP ou P 1\ (QI\ R) = P . PQ . B8 SÉRIES (A expressão entre colchetes que segue as séries indica a convergência. é o produto escalar R X P. por exemplo. escalares. Relações adicionais Produto escalar triplo (P 1\ Q) • R = R • (P 1\ Q).) (1 ± x)n =x = = - 1 ± nx + x5 n(n 21 .1) x 2 x7 + n(n . multiplicado pelo vetor Q. QR produto vetorial pode.

a f a x+dx bx2 = ~ 2b ln a + b bx2 f yx2 ± a2 dx = Hx yx2 ± a2 ± a21n (x + VX2 ± a2)] ..) f xn dx = n fdx=lnx x +1 f f ya + bx dx = 32b V( a + bX)3 v(a -tbx)3 f x ya + bx dx = lS2b2 (3bx .. d cos x ~ = sec2 x sech2 x d senh x dx = cosh x.= lim sen Llx = = tg dx = dx lim cos Llx â.314 / ESTÁTICA a f(x) 00 n7TX cos 00 n7TX = . + n=l 2:an -1.+ n=l ~ n7TX cos -l-dx..2a) ya dx + bx = 2va+bX b 1 [a + = b2 = (a bx .~O d sen x 1 -senx. = = d(uv) ~=udx sen dx cos dx dv du +vdx' v d (!:!:.: tg-l x = arctg x. d cosh x dx = senh x. d tg x dx dx = cos x. o expoente xn+1 -1 indica função inversa. Ex.) dx _ u dv dx v du v2 ---a. d~ 19h x dx B 10 - INTEGRAIS (Observação: nas expressões que se seguem..bx n __ 1 n ou f __ d_x _ a + bx2 1 a _~ v -ab tgh-1 xy-ab _1_ tg -1 _x_Vab_a_b v'ab.a ln (a J a xdx + bx + bx)] f (a xdx + bx)n + b2 bx)l-n (a 2 + a_) . bnsen -11 f!-! f(x) T n7TX sen -l-dx ondean 1 f!-! f(x) =T bn '7 [Desenvolvimento de Fourier para -I < x < I] B9 - DERIVADAS dxn dx àx~O = nxn-l.

cos2x ) sen x f eaxsenxcosxdx = 4 eax + aZ (a 2"sen2x = l. x (2 + senz x) cosz x) f ~ Z x dx f cosz x dx =~ 2 _ =~ 2 + = se~x (2 + f x sen x dx f x cos x dx f xZ sen x dx sen x .XZ + aZsen-l~) f dx va+bx+cx2 = _\:.x2dx -i v(a2 - x2)3 + a82(xva2 .2)senx Pxy flnxdx = = xlnx .1) f eax sen px dx = = eax(a sen px + .ln 1 + sen x 21-senx f sen3 x dx sen42x f cos3 X dx sen42x = = = co.x2dx = = -~v'(a2 .4ac aZ aZ = vxz - f Vaz ± xZ ± vaz ± xZ f sen x dx f cos x dx f sec x dx = = cos x f eax cosz x dx = ---2 4 eax +a ( a cosz x + sen 2x + a 2) .sen 2x f eax cos px dx eax senz x dx f = --- +a 2) .ob=+=2=CX=) v=c Vb2 .x cos x f sen x cos x dx senz 2 x = cos x + x sen x = 2x = sen x .ln(Va+bx+cxZ+xvc+ yC f 2yc ~r:) x dx vxz x dx ou -1 sen-1 (---.API:NDICE B . x dx = cosh x f x2cosxdx = senh x = ln cosh x 2x cos x + (xZ .(xZ .2) cos x f senh x dx f cosh x dx f· tgh.TOPICOS SELECIONADOS DA MATEMÁTICA / 315 f xva2 .x Raios de curvatura f xeax dx = -(ax eax aZ .X2)3 f x2Va2 .pZ p cos px) aZ eax(a cos px++ aZ pZp sen px) 4 eax + aZ ( asenz x .

Superfz'cies de contato Aço sobre aço (lubrificado) Aço sobre aço (seco) Aço sobre babbitt (lubrificado) Aço sobre babbitt (seco) Cabo de aço sobre polia de ferro (seco) Cabo de cânhamo sobre metal Latão sobre aço (seco) Lona de freio sobre ferro fundido Metal sobre gelo Pneumático de borracha sobre pavimento liso (seco) Teflon sobre aço Estático 0. representam valores típicos.na tabela abaixo.4 0. carvalho) Mercúrio Óleo (média) Ouro Terra (úmida.2 0. média) Terra (seca. ou mais.8 0.07 0.3 0.Propriedades A. . /.3 0.5 0.4 0.04 . sob condições de trabalho normais. média) Titânio Vidro 480 800 13 570 900 19300 1760 1280 3080 2590 B.4 0.15 0.4 0. Pode-se esperar uma variação de 25 a 100 por cento. Massa específica.02 0. destes valores em uma aplicação real.05 0.AP~NDICE C TABELAS ÚTEIS Tabela Cl . lubrificação e velocidade. dependendo das condições predominantes de limpeza.) Valores tz'picos do coeficiente de atrito.3 0. acabamento superficial.1 0. pressão.9 0.l (Os coeficientes.04 0. dependerão da natureza exata das superfícies em contato.2 0.6 /. pinho) Madeira (dura.1 0. Coeficientes de Atrito. Coeficientes reais.l Dinâmico 0. para uma dada situação. p Aço Água (doce) Água (salgada) Alumínio Chumbo Cobre Concreto (média) Ferro (fundido) Gelo 7830 1000 1030 2690 11 370 8910 2400 7210 900 Madeira (macia.

1991 5. km e não girando.TABELAS ÚTEIS I 317 .7292 (1024) (10-6) (10-4) kg rad/s w K= 6. equivalente ao valor absoluto no nível do mar e latitude de 37.673 107 (10-11) km/h m3/(kg·s2) 06 ntro a-eentro .976 0.5°.Velocidade média do 1392 000 * 23 h 200 56 min 4 s centro da Terra em torno do Sol m w' = 0. a gravitação universal AP~NDICE C . ume sférica 713 km.

!.• .. z- j ..X 3 a (m massa do J1 I r sen 31i 1i YI r x :1 h zIy \ ESTAnCA Xl Xl I Y1 -bh3 4r I= X 12 318 I Momentos yde .36 + == das Figuras Planas . aI 2r +. I a'.tr:na (1i \ JI~~ I 4) I x= I r~ii~~ I bh3 1it: (a2 b2) I J TabelaC4 I J ~r4a ~~ I =-í =-.•.!' 16' Ida C Área 16 91i a Centróide I I bh3 r=--I Inércia Iy 31i4"(a r4 I bh3 IT 31i 3 Y r4 ----.I ~% .- + sen2a) f I= Xl I~ = 1ia3b _(~ .. -x J=x-3 x 12 Ix 8 ::: h2) \ I bh3 12 r4 .3b I ab3 Ix = 1i~:3 (~ .= h·e " = + Tabela C3 Propriedades 1ir4 L''lF\ == ='I x= 16 .) .~ = 9~) ' .T 91i IIy=. 4a bh(b2 r Yo Iy I .....

)mr2 lxx lx..~'..a V1Y! I 172 --±.AP~NDICE C . -rzmb2 + 12) + [2) + b2) + !ml2 .x.y.'. = I= = ~mr2 -rzml2 lxx+ lyy I = (1 ~mr2 += !ml2 N r---.x.. lxx + -rzm12 = imr2 + !m12 = = lmr2 ~mr2 Cilirldro Circular lxx I x 4r XtX! = lyy = lmr2 + =I YtYl -rzm12 = 37T lxx = imr2 = ~mr2 - + jm12 97T 2 Semicilindro 2: Ixx _ (1 16) mr 2 lxx Iyy lxx = = = = fzm(a2 -.::'XlXt .lm(b2 12 • fz-m(a2 Paralelep{pedo Retangular ly.TABELAS ÚTEIS I 319 Tabela C4 ~ Propriedades dos Sólidos Homogêneos (m = massa do corpo mostrado) Centro de Corpo Massa Momentos de Inércia ubo 2r Cilíndrico Cilíndrico x==""mr2 lxx = !mr2 = mr2 !ml2 = ~mr2 + lxx + ~m12 lxx zz Circular I I lx.

Propriedades dos Sólidos Homogêneos (Cont.320 I ESTÁTICA Tabela C4 ..y = Iyy ~z = Izz = ~mr2 Casca Hemisférica = = l%mr2 z ----- Esfera - 3r x=S Hemisfério I"" Y.) ( 1 = massa do corpo mostrado) Corpo Centro de Massa Momentos de Inércia z ----- Casca Esférica ( x x I r = 2' Ixz Y.y = Iyy = Izz = smr2 = ~" = -Mimr2 Iyy IY1Y1 = = ~ml2 âml2 Barra Delgada Uniforme ..

x. -"'..~hYl Izz __ 2 (l_ 9'IT2 J&.)mr2 Cone Circular Reto Iyy = fõmr2 + ~mh2 z=-3h 4 z-. Z - '~ .AP~NDICE C .Propriedades dos Sólidos Homogêneos (Cont.) (m = massa do corpo mostrado) Centro de Massa Momentos de Inércia Corpo Barra Quadrante Circular x = y 2r 'IT Ixx Izz = Iyy = ~mr2 = mr2 yCilindro Elíptico Ixx Iyy Izz Iy.•• ~ ~ I Y1Vl I I Izz Yyy 2 = = ihmr i!Jmr2 + J:h-mh2 = .c"~ '4>. I yy = = lmr2 4 fmr2 lmr2 '2 ~ I z--~~~ ~h Yl z y = -3 I + lmh2 2 + ~mh2 + lkmh2 zz = ~I yyy = lmr2 4 Ixx - Iyy Casca Semicônica I x = 4r 'IT 3 =1 4 mr 2+1m~ 2 Ix.'. . = = fma2 fmb2 fm(a2 fmb2 + -flmi2 + -flmi2 + b2) + !mi2 = = Casca Cônica I 2h ' Iy.y. " ~'Y I x I "'" z =2h 3 I zz _ = lmr2 4 mr2 ~ + !mh2 .TABELAS ÚTEIS / 321 Tabela C4 .'.y.Iy..y.lmr2 + "*omh2 20 ou .

) mostrado) Corpo Centro de Massa Momentos de Inércia lxx = = lyy z-Semicone x r ='TT = itJmr2 I XIXI I + ~mh2 + -mmh2 VI!!l z= 3h 4 lxx lzz = itJmr2 = iõmr2 2 10 .= (3 1) mr = tm(b2 = 3m(a2 = tm(a2 = gm(b2 = 3m(a2 lxx z=~ y lyy lzz ~x 8 + c2) + c2) + b2) + ~C2) Semielipsóide "Zy + ~C2) lxx z=3 Parabolóide Elíptico IZ - 2c lyy lzz ~x = = = tmb2 tma2 tm(a2 tm(b2 tm(a2 "Zy = = = + ~mc2 + ~mc2 + b2) + ~C2) + ~C2) I a x lxx lyy lzz ~x ="4 x __ b Y="4 y/ x / Tetraedro Retangular z=~ 4 "Zy ~z + c2) = -mm(a2 + c2) = -mm(a2' + b2) =i1m(b2 + c2) = i1m(a2 + c2) = i1m(a2 + b2) -mm( b2 lxx lzz = = lyy = !mR 2 + ~ma2 mR2 + ~ma2 Meio Anel Cilíndrico .-..Propriedades dos Sólidos Homogêneos (m = massa do corpo (Cont.: .322 / ESTÁTICA Tabela C4 .

146 de figuras compostas. 3 retangulares. 24. 12 de um vetor. 182 Cone. centro de massa de. 2 equilíbrio de. 13. 1 princípio de. 241 Componentes de uma força. 8 Áreas compostas centróides de. 12. 12 Ângulo de atrito. 235 em filetes de parafusos. 213 circunferência de. 192 Centróides. 165 por integração. 69. 123. 7 Coordenadas. 144 de massa. 213 de repouso. 235 em mancais radiais. 213 de resistência ao rolamento. 42 resultante. 213 Coeficiente de atrito. 214 cinético.. 24. 146 Cinético atrito. 103 Comprimento. 35 Compressão em barras de treliças. 143 rígido. escolha das. 256-7 força de. 5. 2 equilíbrio de. 240 em discos. 228 em mancais de escora. 148 Corpo deformável. 214 de rolamento. 214 Conjugado. 42 resolução de um. 159 de volumes irregulares. 7 Adição de vetores. 4 Centro de empuxo. unidade padrão de. 66 devido à gravidade. 196 de gravidade. 226 em pivô. 159 pelo teorema de Pappus. 234 coeficien tes de. 60. de atrito. 186 Cajori. 235 estático. 5 O trabalho de um. 24. F. 158 Corpos rígidos articulados. 258 Cabos catenária. 184. 213 cone de.lNDlCE REMISSNO Aceleração absoluta de um corpo. momento de um. 212 em máquinas. 184 comprimento de. 181 equação diferencial para. 212 interno. 254 Constante de gravitação.256 interligados. 241 em correias. 256 Corpos compostos. 212 tipos de. 183 tração em. 215 Apoios redundantes. 182 parabólico. 85 Aproximação. 6. 123. 183. 195-6 Atrito ângulo de. 3. 211 trabalhos de. 212 problemas sobre atrito seco. 6 Condições de contorno. 82. 186 flexíveis.257 . 42 representação vetorial de um. 3. 25. 214 seco ou de-Coulomb. 159 Arquimedes. 213 fluido. 145 de pressão.

171\ diagrama da. 256 de um ponto material. 1 Estruturas estaticamente determinadas. 211 de um corpo. 66 resultante de. 257 magnética e elétrica. 85. 106. 12 momento de uma. 1 Decomposição de forças. 235 Deslocamento. 143 interna. 270 por trabalho virtual. 123. 4. 269 potencial elástica. 82. 66 resultante de. 11 gravitacional. ordem de.83 ação remota de uma. 51 coplanares. 67 de forças coplanares. 51 reativas. 252 virtual. 29 distribuídas. 190 Força ação de uma.253 Espaço. 169-70 paralelas. 257 diagrama da. 12. atrito em. 267 Equação vetorial.29. 19. equilíbrio de. 195 Energia critério para equilíbrio. 142-3 em vigas. 57. 212 incompressíveis. equilíbrio de. 69. 1 Graus de liberdade. 69 de treliças. 57. 8 Dimensões.58 ativa. 58. 84 com dois graus de liberdade. 10.257 representação de uma. 142-3 efeitos de uma. 66 resultante de. 252 Forças colineares. 35 Coulomb. 12 especifícação de uma. 255. 105 para sistemas simples com um grau de liberdade. 58 medida de. 173 Galileu. 19.257. 66-7 de forças concorrentes. 69. 13 força e momento.82. 226 D'Alembert. Leonardo. 12. 270 mínima.257 Formulação de problema. 36. homogeneidade. 147 Empuxo centro de. 9 Funções singulares. 5-6 trabalho de uma. 105 de momento fletor. 82 critério de energia para. 171 de atrito. 1 Da Vinci. 142 cortante. escolha de. 142 em vigor.212 Cunhas. 13 distribuída.40 reativa. 1 Efeitos externos de forças. 190 atrito em. 58. 14 resultante. 12 ação mecânica de uma. J. 13-4 conccito~e. 14. 196 de equilíbrio. 12 Eixo dos momentos. 269 de corpos rígidos interligados. 67-8 estabilidade de. 27O neutro.29. 255 Diagrama de corpo livre.269 Escalar. 145 Elemento diferencial escolha de. 58. 2 concentrad'a. 258 cisalhante. 83 de força ativa. 66 de um corpo rígido. 101.60. 196 decomposição de. 12. 269 unidades. 27O critério para estabilidade. princípio da. 12. 1 Estabilidade de corpos imersos.35. 266. 147 ordem de. 192 pressão em.50 unidade de.100. equilíbrio de. 3 Equilíbrio categorias de. 12 efeitos internos da.57. 67 de forças paralelas. 143 de empuxo. 257 espécies de. 100. 69. 196 princípio do.257 de forças colineares. 2 produto. 85. 258 cond~õesde. 258 G G G G H H Im In In L L L L L L L L M M M M M M M M M M .105 Fluidos. 25. 171 Diferencial. 66-7 concentradas. 12. 83 equações alternativas de. 7 intensidade de uma. 255 equações de.324 / fNDICE REMISSIVO Co-senos diretores. equilíbrio de.. 12. 12. 66.65 condições necessárias e suficientes para. 269 instável. 12. 142.42 Desgaste em mancais. 271 Estática. 6 O. 13. 268 nível de referência. 12. 169 ~colllPonentes de. 105 estaticamente indeterminadas. 10 Dinâmica. 258 de Maxwell. 170 concorrentes. 196 força de. 271 potencial.41 Eixos.

40 .12 Pascal (unidade). 19. 137 de Ritter. 60 rigidez de. 211 Massa.144 do trabalho virtual para um ponto material. 169 unidades de.40-1 estático de área. 14 ~ ~ do triângulo. 19 Momentos. 12 Líquidos. leis de. atrito em. 7. 19. 5 O torsor. 19. 7 lei da. 85 próprias e impróprias. do paralelogramo. 85 parciais. 196 Métodos das seções. 7 3. 12. eixo dos. 1 Laplace. 67. J.41 braço do. 7. lei de. 40 Produtos de vetores. 35 Quilograma.212 Movimento iminente. 269 para sistemas mecânicos. 5 centro de. atrito nas. atrito. 255 Precisão. 9 dos nós. 215 Newton. P. 13 Pressão atmosférica. 255 para sistemas elásticos.12. Repouso. 2. 111. 70. 105 Mecânica. 67 da transmissibilidade. 147 de segunda ordem de área. 19 de primeira ordem de área. James Clerk. 69.42 MáqUinas. 4 Liberdade. 30. 5. 1 equilíbrio de. 258 Linha de ação. ângulo de. 147 fletor. 165 Paralelogramo. 25 axial. 5. 6. 20. 266 lineares e não-lineares. 192. 2·3. 192 Principia. 226 definição.. 194 manométrica. 7 Maxwell. coeficiente de. 3 Leis do movimento. 270 Produto escalar. 192. 216 Representação gráfica. 103. diagrama de. 137 de solução de problemas. 7 centro de. 8 Pappas. 7 Quilograma (unidade). L. 235 Pontos materiais. 196 de Varignon. 41. 111.123 da concorrência de forças. Paul. 103. 137 Modelo matemático. 6 Redundância externa e interna. lsaac. graus de. 145 unidades de. 123 ideais ou reais. 69 adequação de. 12 de Arquimedes. 7 Gravitacional.143 específico. 70 redundantes. 7 Nós. 119 Regra de mão direita. 1 Lei dagravitação. 35. 145 Gravitação constante de.INDICE REMISSIVO / 325 Gravidade aceleração devida à. 137 Ordem das diferenciais. 194 hidrostática. 2. 19. 102 sujeita à ação de três forças. 2. 143. 19 resultante. 192. vetor.41 Morin. 19. 9 Molar energia potencial de. lei do. energia potencial.253 vetorial. 4 Newton (unidade). 192 Pascal. 85 Inércia. 190 pressão. 192 centro de. 105. 190 Peça sujeita à ação de duas forças. 165 Hidrostática. 165 teoremas de. 190 em superfícies submersas. 194 Hiperbólicas. 171 representação vetorial de. 213. 193 em fluidos. 268 Guldin. 242 Resultante . 2 Interno. 191 Livre. 137 equilíbrio de. 212 Lagrange. método dos. 105 Maxwell. 9 Resistência ao rolamento. 169 diagrama de. 1 Newton. 267 Momento.. 123. de Newton. 4 Princípio da ação e reação. 147 de uma força.12. 1 Metacentro. 185 Imposições. funções. 143 Pivô. 67 Peso.

42 momento de. 172 relações entre o momento fletor e a força cortante. 252 de um conjugado. 42 decomposição de. 193.42 ligados. 253 produto vetorial.41 Subtração de vetores. 51 quaisquer. 48 Simetria. 57 de unidades.41. 5 Sistemas definidos. 50 Rigidez de uma mola. 3 conjugado. 123. 19. 256 para um corpo rígido.50 de forças concorrentes.6 Tensão. 144 Vetor deslizante. 100 simples. 169 de forças paralelas. 255 Transformação de derivadas. 19. 42 Vetores. 2 produto escalar. 3 Triplo produto escalar. 192 Tempo.1 teorema de. 51 coplanares.257 de forças concorrentes. 11 de unidades absolutas. 12 Treliças definição. 29. 257 Viscosidade. 228 Seções. 20. 42 de forças. princípio da. 2. 2. 118 estabilidade de. 2. 212 \ / Impressão e acabamento (com filmes fornecidos): GRÁFICA SANTUÁRIO Fone (012) 565-2140 Fax (012) 565-2141 APARECIDA-SP . 19 notação. 100 Triângulo. 13 subtração de. 6 Torsor resultante. 1. pressão em. 102. 119 planas. 20 Tonelada. 12.326 / fNDICE REMISSIVO força. 2. 102 no espaço. 19. 51 de forças coplanares. 11 livres. 169 cargas distribuídas em. 267 de corpos articulados. 269 para sistemas ideais. 13. 267 Roscas. considerações sobre. 254 unidades.42 fixo. 2. 123 equilíbrio de. 11. 12. 13. 6 Soma vetorial conjugados.51 geral. 5 ideal. 104 Teorema de Pappus. 145-6 Sistema com peças elásticas. 257 para um ponto material. 173 delmição de. 256 para sistemas elétricos. 5 O no espaço. 169 Virtual deslocamento. método das. 30. 168 estaticamente determinadas e indeterminadas. 29 de forças em seções retas de vigas. 3. 2. unidades do. I. 82 Vigas cargas concentradas em. 24. 256 Slug. 255 trabalho. rigidez de. lei do. 169 tipos de. 3. 137 tipos de. 11 livre. 123 ideais.29. 169 carregamento qualquer relações entre a força cortante e o carregamento. 169 resultante de força na seção reta. 111 S. 252. 3 unitários.40-1 Trabalho de uma força.257 mecânico. 51 Torque. 5 Varignon. 249 Transmissibilidade. 35 paralelas. 100 em três dimensões. 143 em barras de treliças. 5 Sistema Internacional de Unidades. 41 Unidades. 13 deslizantes. 254 virtual.2 componentes de. 51 de pressão de fluidos. atrito em. 40 soma de. 50 momento. 195 de um sistema geral de forças. 252. 5 Unidades métricas. 35. 123 de máquinas. 3 Superfícies submersas. 101 estaticidade de. 2. 165 de Varignon.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful