FATORES DE CONVERSÃO Unidades Inglesas para SI
Para converter (Aceleração) pé/segundo2 (Área) pé (ft2) Para Multiplicar por

(ft/sec2)

polegada/segundo2 (in./sec2)

metro/segundo2 (m/s') metro/segundo2 (m/s')
metro2 metro2

3.048 X 10-1 * 2.54 X 10-2 * 9.2903 X 10-2 6.4516 X 10-4* 2.7680 X 104 1.6018 X 10 4.4482 X 103 4.4482 3.048 X 10-1 * 2.54 X 10-' * 1.6093 X 103 1.852 X 10- '* 4.5359 X 10-1 1.4594 X 10 9.0718 X 10' 1.3558 0.11298 41.623 • 1.3558 4.4482 1.3558 2.2597 X 10-' 7.4570 X Ia' 1.0133 X 10' 4.7880 X 10 6.8948 X 103 1.7513 X 10' 3.048 X 10-1 * 5.1444 X 10-1 4.4704 X 10-1 * 1.6093 2.8317 X 10-2 1.6387 X 10-' 1.0551 X 103 1.3558 3.60 X 10· *
X

polegada 2 (in.2)
(Massa especz'fica)

(m') (m')

libra massa/polegada3 (Ibm/in.') libra massa/pé 3 (lbm/ft3)
(Força)

quilograma/metro3 (kg/m3) quilograma/metro3 (kg/m3) newton (N) newton (N) metro (m) metro (m) metro(m) metro (m) quilograma (kg) quilograma (kg) quilograma (kg) newton-metro (N • m) newton-metro (N • m)
metro4
(m4)

kip (1000 Ib) libra força (Ib)
(Comprimento) pé (ft)

polegada (in.) milha (mi) milha (mi), (milha marítima)
(Massa)

libra massa (lbm) slug (lb-sec2/ft) tonelada (2000 Ibm)
(Momento de força)

libra-pé (lb-ft) libra-polegada (lb-in.)
(Momento de inércia, área) pOlegada4 (Momento de inércia, massa)

10-0

libra-pé-segundo2 (lb-ft-sec')
(Momentum (Momentum (Potência) ou quantidade de movimento, ou quantidade de movimento, linear)

quilúgrama-metro2 (kg • m') quilograma-metro/segundo
angular)

libra-segundo (lb-sec) libra-pé-segundo (lb-ft-sec) pé-libra-minuto (ft-Ib-min) horsepower (550 ft-Ib/sec)
(Pressão, tensão)

(kg • m/s)

newton-metro-segundo (kg • m'/s) watt(W) watt(W) newton "metro' (N/m2 ou Pa) newton/metro' (N/m' ou Pa) newton/metro' (N/m' ou Pa) newton/metro (N/m) metro /segundo (m/s) metro/segundo (m/s) metro/segundo (m/s) qúilômetro/hora (km/h) metro3 (m3) metro3 (m3) joule (1) joule (1) joule (1)

atmosfera (padrão) (14.7 Ib/in!) libra-força/pé' (lb/ft') libra-força/polegada' (lb/in! ou psi)
(Constante elástico)

libra força/polegada (Ib/in.)
(Velocidade)

pé/segundo nó/náutica milha/hora milha/hora
(Volume)

(tf/sec) (mi/hr) (mi/hr) (mi/hr)

pé3 (ft3) polegada 3 (in.')
(Trabalho, energia)

Unidade :érrnica Inglesa (BTU) pé-libra forç (ft-Ib) kilowatt-hora (kw-h) * Valor exato

UNIDADES

DO SISTEMA

INTERNACIONAL

USADAS

NA MECÂNICA

Quantidade (Unidades Básicas)
Comprimento Massa Tempo

Unidade

S{mbolo SI

metro quilograma segundo linear angular metro/segundo' radiano/segundo' metro' q uilograma/metro' newton hertz newton-segundo newton-metro-segundo newton-metro metro" de movimento de movimento linear angular quilograma-metro q uilograma-metro/ quilograma-metro ' segundo '/segundo

m kg s

(Unidades Derivadas)
Aceleração, Aceleração, Área Força Freqüência Impulso, 1mpulso, Momento Momento Momento Momentum Momentum Potência Pressão, Produto

m/s'
rad/s'

m'
kg/m'

Massa específica

N (= kg • m/s')

linear angular de força de inércia, área de inércia, massa ou quantidade ou quantidade

N· N·

Hz

(= l/s)
s m· s

N'm m' kg' m'
kg • m/s (= N . s) kg' m'/s(=N' m· W (= J/s = N . m/s) Pa (= N/m') s)

watt
área massa pascal metro4 quilograma-metro' newton/metro metro/segundo racliano/segundo metro'

tensão de inércia,

Produto de inércia, Constante elástico Velocidade, Velocidade, Volume linear angular

m' kg. m'
N/m m/s
rad/s

m'

FATORES Unidades

DE CONVERSÃO Inglesas para SI

Para con verter
Trabalho, Distância Massa energia (navegação)

Para
joule milha náutica tonelada métrica graus (decimal) racliano nó dia hora minuto

Multiplicar por
J(=N· m)

(Unidades Suplementares)

(= 1.852 km) t (= 1.000 kg)

Ângulo plano Ângulo plano Velocidade Tempo Tempo Tempo

(1.852 d

km/h)

h
min

PREFIXOS

DE UNIDADES

SI

Fator Multiplicação

Prefixo
terra giga mega kilo hecto deka deci centi milli micro nano pico

S{mbolo
T G

1000000000000 = 10" -1000000000 = 10' -1000000 = 10' 1000 = 10' 100 = 10' 10=10 0.1 = 10-1 0.01 = 10-' 0.001 = 10-' 0.000001 = 10-' 0.000 000 001 = 100.000000000001 = 10-1'
9

M

k h
da d c

m u n p


ESTATICA

~~I>~
ASSOCIAÇÃO

ta'
?>\J10RI~
~'foO~<S'

u

~

~

BRASILEIRA

DE DIREITOS

REPROGRÁFICOS

1'<-;~~

"'''~

"(;"4

-::

o DIREl'tO

~

v"

o"

EDITORA

AFILIADA

quando o veículo estiver à velocidade constante e as rodas girando. Resp.. E::contre. aplicar ao 6. Resp.64 O eixo A ajusta-se folgadamente ao mancal do pino do êmbolo da biela.6.65.25. porém devendo girar com ele. vagarosamente. 6. T= 2. de modo a ficarem livres para deslizar ao longo do eixo. ::.c1uindo as rodas e é distribuldo igualmente 80' elas.67 Probl. que consistem de um anel A de raios externo e interno de 150 e 75 mm. F = 136. Resp.63 Cada uma das quatro rodas do veículo tem 20 de massa e está montada em um eixo de 80 mm ( diâmetro. respectivamente. e determinar o torque máximo M que pode ser transmitido. com centro de gravidade em G. no Probl. J.65 Probl. Supor que a pressão esteja uniformemente distribuída sobre a área dos discos. O anel. To = 2. Escrever uma expressão exata para o coeficiente de atrito.271. Se a pressão entre o anel e a roda do disco for uniforme sobre as superfícies de contato. para o coeficiente de atrito. Os discos C acionam a carcaça D por meio dos parafusos E.52 kN.66 Calcular a tração T necessária para baixar a do Probl.1 N Vertical-1 Probl.62 As rodas dianteiras de um veículo têm um raio de 300 mm e são equipadas com freios a disco. Se for necessário uma força P = 80 N • q . calculado 6. M= 335 N'm Se o coeficiente de atrito dinâmico entre o pino dz 30 mm de diâmetro ea polia é 0.l. o eixo é girado. também.estrada horizontal.é forçado contra o disco da roda por uma força P. para uma força axial P = 1 kN. 6. O coeficiente de atrito entre o disco e o anel é 0.64 6. do cabo. Desprezar a massa da polia.63 A figura representa uma embreagem de discos múltiplos para uso em motor marítimo.65 6. Encontrar também To' C:aIEl 6.238 I ESTATICA 6.60. calcular a força de atrito F entre cada pneumático dianteiro e a. para constante.61 Calcular o torque M que é necessário eixo do tambor de elevação do Probl. Os discos motrizesA estão enchavetados ao eixo propulsor B. Na embreagem mostrada. como mostrado. 6.35.38IC' T 500 kg Probl. 6. a tração To na parte estacionárn.62 6. 6. existem cinco pares de superfícies de atrito. se o coeficiente de atrito for 0.15 e P= 500N. Com a biela inicialmente na posição vertical.60. ao longo dos quais eles estão livres para deslizar.6. até que a biela deslize no ângulo Ci. A massa total do veículo é 480 kg. que não gira com a roda. calcular a tra ção T necessária para elevar a carga de 500 kg. baixar a carga de 500 kg com velocidade Usar o valor de = 0.

formado pela Escola de Engenharia da UFF Tradução da 2!1 Edição Márcio de Luca Rebello Engenheiro Naval. EDITORA .• James L.I. Meriam Professor de Engenharia Mecânica Califomia Polytechnic State University Tradução da 1!1 Edição Augusto Cesar Alcoforado do Couto Engenheiro Industrial Mecânico.T. formado pelo M. formado pela USP Mestre em Engenharia Naval.

gravação. sob quaísquer formas ou por quaísquer meíos (eletrôníco. Inc. fotocópía. by John Wiley & Sons. Inc. Direítos exclusivos para a língua portuguesa Copyright © 1994 by LTC . . É proibída a duplícação ou reprodução deste volume.A. sem permíssão expressa da Edítora. mecâníco. reserved.e Científicos S. no todo ou em parte. 11 Rio de Janeiro. Travessa do Ouvidor. RJ . ou outros).Livros Técnicos.Título do Copyríght All ríghts publíshed orígínal em ínglês: Engíneering Mechanícs Statícs and Dynamícs © John Wíley & Sons.CEP 20040-040 Reservados todos os díreitos. Authorízed translatíon from Englísh Language editíor.

Meriam. Meriam iniciou seu contato com a Mecânica na Universidade de Yale. com primorosas ilustrações. onde quer que dê aulas. o ProL Meriam satisfez seu desejo de retomar a ensinar em tempo integral. ele foi o primeiro a ser agraciado com o prêmio Tau Beta Pi. publicado em 1951. de maneira clara. onde foi Professor de Mecânica. outorgado principalmente em consideração à excelência de suas aulas. orientados para o estudante médio e contendo excelentes exemplos de problemas de Engenharia da vida real. durante vinte e dois anos. Em 1963. O Dr. Aqueles que iniciaram o estudo da Mecânica depois de 1950 não passaram pelas apreensões e falta de entendimento experimentados pela maioria dos engenheiros formados anteriormente. em 1963. como o método do trabalho virtual pode ser empregado na Estática.. Foi o primeiro autor a mostrar. Meriam sempre deu muita ênfase ao ensino. Meriam no campo da Engenharia Mecânica são dignas de nota. onde obteve os graus de Bacharel. Dr. e este fato tem sido reconhecido pelos seus estudantes. aceitando o cargo de Professor de Mecânica na Universidade Estadual Politécnica da Califórnia. . Cedo ganhou experiência industrial na Pratt and Whitney Aircraft e na General Electric Company. Apesar de não ser um conceito criado pelo Dr. a ênfase e o rigor com que desenvolveu o seu emprego na Mecânica foram novos e de pleno sucesso. e estão incluídos em seus escritos e aulas. que estimularam suas primeiras contribuições para a Mecânica nas análises matemática e experimental das tensões. O seu primeiro livro sobre Mecânica. serviu na Guarda Costeira Americana. ele esenvolveu um gosto permanente por navios e pelo mar . Sem dúvida alguma. O diagrama de corpo livre é o fundamento da Mecânica. Durante a Segunda Guerra Mundial. James L. O Professor Meriam muito contribuiu para a clareza e a compreensão de que se dispõe atualmente. Por exemplo. para resolver uma classe de problemas geralmente negligenciados por outros autores. Todas estas experiências. Em 1972.PREFÁCIO As inovações e contribuições do Dr. tornou-se Deão de Engenharia na Universidade de Duke. e tornou-se o livro-texto definitivo naquela década. Deão Assistente dos Estudos de Graduação e Chefe da Divisão de Mecânica e Projeto. segundo. ele foi a pessoa que mais influenciou o ensino da Mecânica nos últimos vinte e cinco anos. Tanto o primeiro livro quanto os que se seguiram sempre se caracterizaram por uma organização lógica. Estes livros tornaram-se modelo para outros textos sobre Engenharia Mecânica nos anos ~e 50 e de 60. reconstruiu literalmente a apresentação do assunto para os estudantes. Mestre e Doutor. O Dr. ao abordarem problemas da Mecânica. influenciaram o Professor Meriam de dois modos: primeiro. Meriam foi membro docente da Universidade da Califórnia. absorvidas no início de sua carreira. onde dedicou todas as suas energias ao desenvolvimento da Escola de Engenharia. em Berkeley. de fácil leitura. ele descobriu o seu profundo interesse pelas aplicações práticas da Mecânica. em Berkeley. de relevância universitária.

publicados nos Estados Unidos. Steidel Professor de Mecânica Universidade da Califórnia. direcioná-Ios para aplicações mais desafiantes da Engenharia. a Cinética e a Cinemática Tridimensional receberam o mesmo tratamento. sem dúvida. O recente livro do Prof. A ele são creditados os desenvolvimentos originais de teoria da dinâmica de massa variável. no sistema métrico. Mais recentemente. Berkeley . contém uma das melhores coleções de problemas já apresentadas até agora. está entre os primeiros livros-textos de Mecânica. Meriam promete igualar e mesmo exceder o padrão elevado dos anteriores. publicada em 1975. professores e engenheiros. e ampliará ainda mais a contribuição do autor no estudo da Mecânica. Robert F. Sua versão métrica de Estática e Dinâmica. contidos na sua 2. enorme sucesso entre estudantes. Terá. então. o Prof.I VIII I PREFÁCIO Na Dinâmica. Sem dúvida. tornou compreensível o movimento plano e. É especialmente orientado para auxiliar os estudantes nos estágios preliminares de cada tópico novo e. a edição de Dinâmica. Meriam vem se mostrando um líder na promoção das unidades métricas. nas suas últimas edições.

Trigonometria. oferece uma grande seleção de 'problemas simples introdutórios e uma seleção de problemas de dificuldade intermediária. quanto na solução de problemas mecânicos. O presente . L. será altamente dependente do desenvolvimento de um método de abordagem bem disciplinado. por outro lado. de maneira decisiva. Devido aos muitos anos de experiência que possuo como professor e como engenheiro. Aplicando os princípios da Mecânica. muitos problemas que ilustram aspectos importantes e contemporâneos da Engenharia. bem como em toda a Engenharia. Apresenta. para ajudarem o estudante a ganhar confiança inicial e entendimento em cada tópico novo. Califórnia Janeiro 1978 . Tanto na formulação. quanto de estímulo para que. o estudante estará edificando as bases de sua capacidade analítica para solucionar uma grande variedade de problemas de Engenharia. incluindo ob~ervações úteis que destacam erros e distrações comuns. conheço a importância que tem o desenvolvimento da habilidade de representar um trabalho de uma maneira clara. Álgebra Escalar e Vetorial. Geometria Analítica e Cálculo. " J. desde a formulação das hipóteses até a conclusão. incorporando hipóteses físicas e simplificações matemáticas apropriadas.livro contém um grande número de problemas resolvidos com soluções detalhadas. e onde devem ser rigorosamente aplicados os princípios adequados. Além disso. iniciando pela Estática e terminando na Dinâmica. Certamente o estudante descobrirá novos significados para estas ferramentas matemáticas. com a finalidade de estimular o seu interesse e desenvolver' a percepção para as diversas aplicações da Mecânica na Engenharia. Espero que este livro sirva tanto de auxílio. à medida que usá-Ias na Mecânica. Tenho a satisfação de estender meu incentivo a você. O seu sucesso na Mecânica. para o desenvolvimento desta capacidade.PREFÁCIO AO ESTUDANTE Ao penetrar no estudo da Engenharia Mecânica. Meriam Santa Bárbara. A prática da moderna Engenharia exige um alto nível de capacidade analítica e o estudante irá perceber que o estudo da Mecânica contribuirá. cada vez mais. a fim de que possam ser evitados. formulamos estes modelos. estudante de Mecânica. desenvolva seus conhecimentos em Engenharia. aprendemos a construir e a resolver modelos matemáticos que descrevem os efeitos de forças e movimentos sobre uma grande variedade de estruturas e máquinas relacionadas com os engenheiros. lógica e precisa. o estudante terá freqüentes oportunidades de usar seus conhecimentos de Geometria Plana e Sólida. Na Engenharia Mecânica. A Mecânica é um excelente campo para desenvolver estes hábitos de pensamento lógico e de comunicação efetiva.

::. como mostrado. do cabo. calcular a tra ção T necessária para elevar a carga de 500 kg.25. 6. E::contre. Encontrar também To' C:aIEl 6. de modo a ficarem livres para deslizar ao longo do eixo.64 6. calculado 6. A massa total do veículo é 480 kg. Resp.66 Calcular a tração T necessária para baixar a do Probl. a tração To na parte estacionárn. O anel. para o coeficiente de atrito. para uma força axial P = 1 kN. até que a biela deslize no ângulo Ci.62 As rodas dianteiras de um veículo têm um raio de 300 mm e são equipadas com freios a disco.6. 6.38IC' T 500 kg Probl. respectivamente. que não gira com a roda.é forçado contra o disco da roda por uma força P.15 e P= 500N.64 O eixo A ajusta-se folgadamente ao mancal do pino do êmbolo da biela.l. Supor que a pressão esteja uniformemente distribuída sobre a área dos discos. com centro de gravidade em G.60.35. Desprezar a massa da polia.63 A figura representa uma embreagem de discos múltiplos para uso em motor marítimo. e determinar o torque máximo M que pode ser transmitido. 6. Com a biela inicialmente na posição vertical. 6. Os discos C acionam a carcaça D por meio dos parafusos E. quando o veículo estiver à velocidade constante e as rodas girando.238 I ESTATICA 6. também. Escrever uma expressão exata para o coeficiente de atrito.62 6. calcular a força de atrito F entre cada pneumático dianteiro e a.65 Probl. ao longo dos quais eles estão livres para deslizar.60.estrada horizontal. que consistem de um anel A de raios externo e interno de 150 e 75 mm. T= 2. porém devendo girar com ele. existem cinco pares de superfícies de atrito. para constante. Se for necessário uma força P = 80 N • q .63 Cada uma das quatro rodas do veículo tem 20 de massa e está montada em um eixo de 80 mm ( diâmetro.65 6. Resp.52 kN. vagarosamente.. 6. baixar a carga de 500 kg com velocidade Usar o valor de = 0. o eixo é girado. no Probl. O coeficiente de atrito entre o disco e o anel é 0. Na embreagem mostrada. To = 2. se o coeficiente de atrito for 0. aplicar ao 6.1 N Vertical-1 Probl. J. Se a pressão entre o anel e a roda do disco for uniforme sobre as superfícies de contato. F = 136. M= 335 N'm Se o coeficiente de atrito dinâmico entre o pino dz 30 mm de diâmetro ea polia é 0.6. Os discos motrizesA estão enchavetados ao eixo propulsor B.271.c1uindo as rodas e é distribuldo igualmente 80' elas.65. Resp.67 Probl.61 Calcular o torque M que é necessário eixo do tambor de elevação do Probl.

os efeitos de forças e movimentos. do que a desenvolver a teoria com a finalidade de resolver os problemas. evidências e preocupações justificadas de que. destacam-se três tendências. Além disso. não. de aumentar a extensão e o nívl da teoria ministrada nos cursos de Engenharia. do emprego de gráficos no ensino.PREFÁCIO AO PROFESSOR 9_priPcipal propósito do_ estudQ. se os estudantes estiverem preparados para receberem este tratamento acelerado. -É-também nec~sârio" possuir a habilidade d.atemáticos_1ia Mecânica. A falta de interesse que é freqüentemente observada deve-se. Segundo. Dentre os aspectos que contribuem para isso. o contrário.. e pode ser benéfica. descobrir a necessidade da teoria e seu significado. assim. ao invés de simplesmente aprender decorando.. principalmente. Esta tendência foi mais acentuada nos cursos de Mecânica. quando se obriga a raciocinar sobre os princíQi9s fundamentais. recentemente. O segundo ponto de vista apresenta. resultando em exercícios vazios. ~ dificuldade parece aumentar. dever-se-ia ter em mente o fato de que a teoria é que deve se aproximar do mundo real da Mecânica e. para aprender. Existem. Durante os últimos vinte anos. Esta abordagem priva o estudante da valiosa experiência na formulação de problemas e. Não deve ser subestimada a importância de se motivar o estudante.. a construção de um modelo matemático que tenha algum significado é freqüentem ente uma experiência mais importante do que sua própria solução.d. Quando se permite que o primeiro ponto de vista predomine. os problemas tendem a se tornar irreais e desvinculados da Engenharia. no ensino de Engenharia. Os cursos de Mecânica são freqüentemente encarados pelos estudantes como uma barreira acadêmica sem nenhum interesse. tem havido uma tendência.e Engenharia. que no passado serviam para facilitar a visualização e a representação dos problemas mecânicos. da Engenharia Mecânica é desenvolver ª-Bpacidade de pIeveE... ao fato -de que a Mecânica é apresentada como uma disciplina acadêmica. visualizar contlgürnções físicas. Um dos principais objetivos do ensino da Mecânica deveria ser auxiliar o estudante a desenvolver essa habilidade de visualização. durante a execução da função criativa. Finalmente. tem havido uma redução significante. Esta diferença de fIlosofia é realmente-básic. e conduz a um melhor balanceamento entre a teoria e a aplicação. ao avançar o nível matemático no . O maior progresso é obtido quando os princípios e suas limitações são aprendidos em conjunto. certamente. o motivo mais forte para aprender a teoria.. tão vital para a formulação dos problemas. Realmente. A primeira é que parece ter diminuído a ênfase dada aos significados geométricos e físicos/nos pré-requisitos de Matemática.a~e distingue a Engenharia Mecânica da Ciência Mecânica. levando em consideração os materiais e as restrições reais. contudo. dentro do contexto da aplicação em Engenharia. Este fato é observado na tendência freqüente de apresentar a Mecânica através de problemas que visam mais a ser um veículo de ilustração da teoria. acadêmicos e sem nenhum interesse. e até mesmo total---e1llíÍnação. o mais profundamente possível. bem como as limitações práticas que afetam o ÇQIDportamento_das máquinas e estruturas. totalmente divorciada dos desafios e do propósito da Engenharia. inerente aº-s l'Ij)jejos. tem ocorrido um distanciamento entre as áreas focalizadas e sua compreensão. OSücéSsOdêssa-previsão requer muito mais do _Cl!J~1!!11 mero_conhecimento dos princípiQs -físicõs e p.

Ajudá-Ios demasiadamente em assuntos com os quais deveriam estar razoavelmente aptos a lidar.- . Foram empregados todos os esforços para mostrar a cÓesão existente entre o relativamente pequeno número de idéias fundamentais da Mecânica e a grande variedade de problemas que estas idéias poderão resolver. Uma das responsabilidades dos professores de Mecânica é empregar a parte da Matemática mais adequada para o problema que tem em mãos. visualização e representação. são desenvolvidas as propriedades das forças. Muitos problemas práticos e exemplos interessantes de situações encontradas na Engenharia. ao invés de diversificar a atenção em uma multiplicidade de casos especiais. que são apresentadas em páginas isoladas. tem a séria responsabilidade de encorajar os estudantes a pensar por eles mesmos. Todo professor de Engenharia Mecânica tem uma obrigação para com a profissão de Engenharia: atingir um razoável padrão de desempenho e mantê-Io. porém._guJlJldo_~solvidouelo_p. Cada conjunto de problemas se inicia com problemas relativamente simples e fáceis. No Capo 2. Além disso. Apesar disso. os problemas bidimensionais são apresentados antes dos tridimensionais. Todas as soluções numéricas foram obtidas e verificadas por computador eletrônico. é essencial. e deve-se orientar todo o esforço no sentido de ~ ---. os princípios básicos e os métodos. neste caso. O uso da notação vetorial em problemas unidimensionais é geralmente trivial. sem arredondamento de valores intermediários e. de modo a não complicar a solução e não desviar a atenção dos princípios. 50% são totalmente novos e o restante. Uma equação vetorial torna-se mais clara através de um esboço de polígono vetorial correspondente. Tanfu no Capo 2. como no 3. para os tridimensionais. retirados de uma ampla gama de aplicações. talvez seja tão prejudicial quanto não ajudá-Ios em nada. tem havido uma tendência de permitir que a notação vetarial substitua a visualização geométrica. é muito importante dar ênfase ao significado geométrico. do autor. cada solução contém comentários e notas de precaução.lQÍes_s_or. e. cada um com instruções detalhadas e repetitivas. mascarando-a. é adotado no segundo ano do curso. principalmente. para auxiliar o estudante a ganhar confiança no novo tópico. é opcional e. O presente texto contém 168 problemas resolvidos e 1. Além disso. sem necessitar perder tempo com problemas relativamente triviais sobre o equilíbrio de forças concorrentes atuando sobre uma partícula. geralmente. conjugados e resultantes. a subdivisão da Mecânica em um número excessivo de pequenos compartimentos. que devem servir de grande auxílio nos seus estudos. para introduzir a Mecânica ao principiante em Engenharia. por se tratarem de pré-requisitos. os estudantes tornam-se melhores engenheiros quando desenvolvem plenamente suas capacidades de percepção. o que é mais conveniente para o estudo. não irá perceber a unidade da Mecânica e as amplas aplicações dos seus poucos princípios básicos e métodos. Focalizaram-se. é essencial confiar-se na análise. Omite alguns tópicos mais avançados que estavam incluídos em livros anteriores do autor. pode dificultar o estudante a ter a visão da "floresta" a partir das "árvores" e._~ala de aula.820 problemas a resolver. . muitos problemas mecânicos em que a complexidade da interdependência entre as variáveis está além da capacidade de visualização e da percepção física e. Ele é orientado. já que pode condicioná-Ios facilmente à dependência do raciocínio de outros e a não exercitarem sua própria iniciativa e habilidade. cuja geometria indica. Finalmente. Com esta finalidade.-Á maioria dos estudantes adquire melhor percepção física e . salientando pontos importantes e alertando os estudantes sobre distrações comuns. contudo. no Capo 3. Os problemas mais difÍCeis estão identificadoLp_elo_ siVal ~ e podem ser usados para ~e1b.~ _coIEpreens~~ dos estudan~es.desenvolver estas habilidades. a solução mais rápida. valores numéricos simples. estão representados nas coletâneas de problemas. momentos. Desses problemas. com maior ênfase. conseqüentemente. ~ica é fundamentalmente um campo que depende das percepções geométrica e física. conseqüentemente. O autor está confiante de que o livro está isento de erros. um dos importantes aspectos do livro é o tratamento detalhado dado às soluções dos problemas resolvidos. freqüentemente. Existem. Ao se introduzir a operação vetorial em problemas bidimensionais.XII / PRÉFÁCIO AO PROFESSOR tratamento da Mecânica. as respostas finais devem ser consideradas corretas até o último algarismo significativo mostrado. para os bidimensionais. com ampla possibilidade de escolha. e é especialmente dirigido para facilitar o estudo individual. Procurou-se usar. O livro foi escrito em um ésmoconc~oloquial.---- A fIlosofia exposta é a adotada neste livro. de modo que o estudante poderá passar diretamente para o equilíbrio de sistemas de forças não-concorrentes. Os problemas estão geralmente organizados em ordem crescente de dificuldade e a maioria possui resposta. proveniente de uma seleção de problemas da segunda edição e da versão métrica de Estática e Dinâmica.

Kenneth Schneider e JoOO Biddle. aplicando-os em problemas físicos e geométricos. O trabalho virtual fornece uma oportunidade excelente para convencer o estudante sobre as potencialidades da análise matemática na ~ecânica. O Capo 7 apresenta uma introdução consolidada ao trabalho virtual. Hale. Califórnia Janeiro 1978 /~~ /\ / \ ) . que trata dos centros de massa e dos centróides. que inclui tópicos especiais de vigas. Embora a Seção B possa ser omitida no caso de haver restrição de tempo. Andrew Pytel. podendo ser omitida sem que haja perda da continuidade dos conceitos básicos. no início. O Capo 4 apresenta a aplicação dos princípios do equilíbrio às treliças simples e às estruturas de máquinas. reconheço a paciência e a assistência de minha mulher Júlia. um número suficiente de exemplos tridimensionais. o assunto apresentado oferece uma valiosa experiência para o estudante. o Prof. Menciono. apresentando exemplos detalhados que auxiliam o estudante a dominar seus conhecimentos de Cálculo aprend'idos anteriormente. L. mais uma vez. enfocando principalmente os sistemas bidimensionais. que mostra aplicações selecionadas em máquinas. se ganhar confiança na análise bidimensional. Também agradeço. reconhecido. da Universidade do Estado da Pensilvânia. O Apêndice A apresenta os momentos e os produtos de inércia de áreas. Meriam Santa Bárbara. também agradecido. que contém o fenômeno do atrito seco. Agradeço o apoio dado pela Universidade Politécnica do Estado da Califórnia. L. Incluiu-se. para tornar o estudante capaz de exercitar-se com a ferramenta mais geral da Análise Vetorial. às revisões críticas realizadas pelo Prof. O Capo 5 introduz. com aplicação limitada aos sistemas com um único grau de liberdade. a constante contribuição do DI. dos Laboratórios da Bell Telephone. Seção B. porém. pelas suas valiosas sugestões e cuidadosa revisão do manuscrito. J. Está dividido em duas seções principais: Seção A.PREFÁCIO AO PROFESSOR I XIII entendimento da Mecânica. no tratamento com forças distribuídas. Henderson. pelo alto padrão profissional demonstrado no planejamento e na produção deste livro. durante as horas em que preparei o manuscrito. Finalmente. O Capo 6 trata do atrito e está dividido em Seção A. cabos flexíveis e forças em fluidos. M. Sou grato também ao staff da John Wiley & Sons. da Universidade Politécnica do Estado da Califórnia. pelos seus comentários e pelos problemas selecionados sugeridos. ao licenciar-me para preparar este livro. Tenho a satisfação de reconhecer. antes de tratar com a tridimensional. e Seção B. e pelos Profs. da Universidade da Califórnia. J. os conceitos e categorias de forças distribuídas. A. Esse tópico auxilia a ligação entre a Estática e a Mecânica dos Sólidos. Salienta a vantagem do emprego dos métodos do trabalho virtual e da energia em sistemas interligados e na determinação da estabilidade.

63 Cada uma das quatro rodas do veículo tem 20 de massa e está montada em um eixo de 80 mm ( diâmetro. Se a pressão entre o anel e a roda do disco for uniforme sobre as superfícies de contato.é forçado contra o disco da roda por uma força P. Resp.25.238 I ESTATICA 6. 6. o eixo é girado. que não gira com a roda. To = 2.66 Calcular a tração T necessária para baixar a do Probl. aplicar ao 6. 6. baixar a carga de 500 kg com velocidade Usar o valor de = 0.64 O eixo A ajusta-se folgadamente ao mancal do pino do êmbolo da biela. para o coeficiente de atrito.62 6.52 kN. porém devendo girar com ele. Supor que a pressão esteja uniformemente distribuída sobre a área dos discos.271. vagarosamente. Os discos C acionam a carcaça D por meio dos parafusos E. que consistem de um anel A de raios externo e interno de 150 e 75 mm. ao longo dos quais eles estão livres para deslizar. E::contre. Resp.65 Probl.62 As rodas dianteiras de um veículo têm um raio de 300 mm e são equipadas com freios a disco.6. até que a biela deslize no ângulo Ci. como mostrado.38IC' T 500 kg Probl.6. do cabo. O coeficiente de atrito entre o disco e o anel é 0. 6. Na embreagem mostrada.. Desprezar a massa da polia. Os discos motrizesA estão enchavetados ao eixo propulsor B. com centro de gravidade em G. ::. para uma força axial P = 1 kN. calculado 6. M= 335 N'm Se o coeficiente de atrito dinâmico entre o pino dz 30 mm de diâmetro ea polia é 0. calcular a força de atrito F entre cada pneumático dianteiro e a. Se for necessário uma força P = 80 N • q . O anel.60.65 6. A massa total do veículo é 480 kg. 6. 6. calcular a tra ção T necessária para elevar a carga de 500 kg.60. e determinar o torque máximo M que pode ser transmitido. de modo a ficarem livres para deslizar ao longo do eixo. também.64 6.c1uindo as rodas e é distribuldo igualmente 80' elas.35. J. no Probl. T= 2.l. para constante. Escrever uma expressão exata para o coeficiente de atrito.61 Calcular o torque M que é necessário eixo do tambor de elevação do Probl. se o coeficiente de atrito for 0. Com a biela inicialmente na posição vertical. existem cinco pares de superfícies de atrito.estrada horizontal.1 N Vertical-1 Probl. F = 136.67 Probl.63 A figura representa uma embreagem de discos múltiplos para uso em motor marítimo.15 e P= 500N. Encontrar também To' C:aIEl 6. a tração To na parte estacionárn.65. quando o veículo estiver à velocidade constante e as rodas girando. respectivamente. Resp.

2 Força. 1 1.3 1. 2. 96 CC r 4 ESTRUTURAS. 4 Unidades. 2 Leis de Newton.4 3. 7 Descrição dos Problemas de Estática.3 Componentes Retangulares. Limites e Aproximações. 100 4.5 1. 11 Seção A.4 Momento.1 /Introdução. 14 14 oS tridimensionais. Sistemas de forças 2. 5 Lei da Gravitação. 2.7 Componentes Retangulares. 65 Seção B. 35 39 57 Seção A. 1 1. 3. 100 .8 Momento e Conjugado. 9 c '\ 2 SISTEMAS DE FORÇAS.1 Introdução.4 1. 24 2. duas dimensões. 19 2.6 1.2 Conceitos Básicos. 100 4. 11 2.1 Introdução. 82 / Condições d~quilíbrio. Sistemas de forças 2.1 Mecânica. 11 2. 29 Seção B. 7 Precisão.5 Conjugado. 1 1. Equilíbrio em três dimensões.SUMÁRIO 1 PRINCIPIOS DA ESf ÁTICA.9 Resultantes.2 3.5 bidimensionais. 57 Isolamento do Si~ema 57 Condições de EqJilíbrio.8 Escalares e Vetores.7 1.6 Resultantes. EquilíbVo em Mecânico. 50 3 EQUlLÍB~ 3. 82 Formulação do Problema e Revisãó.2 Treliças Planas. 40 2.3 3.

142 5. Áreas e Volumes.10 Formulação do Problema e Revisão. 246 7 TRABALHO VIRTUAL. 136 5 FORÇAS DISTRIBUIbAS. O fenômeno do atrito.1 Introdução.1 Introdução. 226 6.3 Equilíbrio.1 Introdução. 294 .4 4.2 Trabalho. Centro de massa e centróides. 227 6.3 Atrito Seco. 268 7.6 4. 182 5. 103 Método das Seções. 144 5.2 Tipos de Atrito. 211 6.8 Estática dos Fluidos. 144 5. 323 . Definições. 226 6. 142 Seção A. 111 Treliças Espaciais.4 Estabilidade e Energia Potencial. 211 Seção A. 240 6.5 Formulação do Problema e Revisão. 211 6.7 Cabos Flexíveis. 165 Seção B.5 Parafusos.5 4. 211 6.3 Centróides de Linhas. 279 ~ÊNDICE AI A2 A3 A4 A MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS.XVI/SUMÁRIO 4. 168 5.4 Cunhas.3 4. 206 ATRITO. 241 6. 252 7. 212 Seção B. Aplicações do atrito nas máquinas.7 Método dos Nós.2 Centros de Massa. 118 Armações e Máquinas. 190 5. 298 \ I \ APÊNDICE B APÊNDICE C TÓPICOS SELECIONADOS DE MATEM}TICA. 168 5.6 Mancais Radiais. 158 5. 252 7.4 Figuras e Corpos Compostos: Aproximações. 146 5. Tópicos especiais.6 Vigas. 236 6. 316 INDICE REMISSNO. Produtos de Inércia e Rotação de Eixos. 234 6.5 Teoremas de Pappus.9 Resistência ao Rolamento. 284 283 / //-~ Áreas Compostas.7 Mancais de Escora. 255 7. 252 7.8 Correias Flexíveis. 123 Formulação do Problema e Revisão. Disco de Atrito. 283 Introdução. 308 TABELAS ÚTEIS.9 Formulação do Problema e Revisão.

por esta razão. das máquinas e mecanismos elétricos e no comporta:nento mo1ecular atômico e subatôrnico dependem muito dos princípios básicos da Mecânica. É o assunto mais importante na análise em Engenharia. Acredita-se que a primeira pesquisa em Dinâfoi feita por Galileu (1564-1642).com a da própria Engenharia. porém seu desenvolvimento tstancia1 teve lugar quando Stevinus (1548-1620) expôs as leis da combinação vej:orial das forças. dar-se-á atenção tanto ao desenvolvimento rigoroso dos princípios como à sua aplicação. Sua origem se confunde . A moderna pesquisa e o desenvolvimento nos campos das vibrações. que se refere ao equilíbrio dos corpos sob a ação de -ças. do escoamento de fluidos. A Mecânica é a mais antiga das ciências físicas e os mais antigos escritos neste campo são os de Arquies (287-212 aC). Contribuições substanciais para o desenvo1.2 - Certas defmições e conceitos são básicos para o estudo da Mecânica e. A formulação precisa das leis do movimento.ento da Mecânica foram também dadas por da Vinci. A Mecânica. Laplace e outros. que também concebeu a idéia do inflnitésirno em análise matemática. Varignon. A Mecâmca divide-se em duas partes: Estática. dos controles automáticos. relativa a suas experiências sobre a queda de pedras. tem seus princípios bastante dependentes do rigor da Matemática. eles têm ampla aplicação e os procedimentos empregados na Mecânica poderão ser transferidos para muitos outros campos do domínio da Engenharia. corno toda ciência.1 MECÂNICA Mecânica é a ciência física que estuda os estados de repouso ou movimento dos corpos sob a ação de orças. Nos problemas tridimensionais o espaço requer três coordenadas independentes e. apenas duas. / / . nos bidimensionais.-foram feitas por Newton (1642-1727). o propósito da Engenharia. que se ·referem aos princípios da alavanca e da flutuação. D'Alembert. A completa· compreensão desté assunto é requisito essencial para o trabalho neste e em muitos outros campos. dos rendimentos de motores. Espaço é a região geométrica ocupada por corpos cujas posições são descritas por medidas lineares e angulares em relação a um sistema de coordenadas. Mecânica é a aplicação destes princípios na solução de problemas 'ticos. da estabilidade e da resis.cia de estruturas e máquinas.dos desde o início. Lagrange. O tempo não está 'etamente envolvido na análise de problemas da Estática. assim como das leis da gravitação.1 PRINCÍPIOS DA ESTÃTlCA 1. Apesar de existirem relativamente poucos princípios básicos. Neste livro. Por o lado. Foi ele ttmbém quem formulou a maioria dos princípios da Estática. e BiiUiiiilêa~e se refere ao movimento dos corpos. do projeto de foguetes e~naves espaciais. devem ser enten. CONCEITOS BÃSICOS 1. Tempo é a medida da sucessão de eventos e é uma quantidade básica na Mecânica.

Tem muita importância na Estática. =::i qualquer ponto de sua linha de ação sem alteração de seu efeito no corpo considerado como um LOC:l •• A ~ aplicada pode ser considerada um vetor deslizante. Grandezas vetoriais. A força é uma quantidade vetorial e suas propriedades estão discutidas em detalhe no Capo 2. o cálculo da tração no cabo que suporta a lança de um guindaste móvel.2 I ESTÁTICA Massa é a medida da inércia de um corpo que. * É o chamado princípio de transposição de uma força que será ap . A ação da força em corpos representada por um vetor ligado no ponto de aplicação da força. de modo que pode ser analisada como um ponto de massa. Oi: --=~ a:-~~ f~~ e.ESCALARES E VEfORES A Estática lida . GrandeZ2S escalares são aquelas associadas apenas à intensidade.. A ação de uma fOI:ça é caracterizada por sua intensidade. em uma das extremidades um. Então. a força pode ser apl''''''-=. Para determinar as ensões e os esforços internos. es1ocamento de cada ponto do corpo. 1. Uma força tende a mover o corpo na direção de sua ação sobre ele. uma partícula é um corpo cujas dimensões se aproximam de zero.. ~ =--~:o do corpo pode ser e a intensidade do representado por um vetor. ocupa uma posição particular no espaço. por outro lado. seta para indicar o sentido.e vetores são deslocamento. Este tipo de análise pertence ao estudo da mecânica dos corpos deformáveis. a intensidade I V I do vetor e grafil tipo em negrito é usado para grandezas vetoriais (sempre que o as representação. utilizar um sinal . do cálculo das forças externas que agem sobre os corpos rígidos em equilíbrio. além de ser uma propriedade dos corpos responsável pela sua atração mútua.::Er representa. deslizantes ou lig>'rkço. Por exemplo.:r. que descrevemos~:e ne:. que vem ap6s o estudo da Estática. aceleração. o movimento ou deslocamento de qual'. Quando lidamos com a ação externa de forças em corpos rígidos.. A Estática trata. tal como sublinhar a letra y. possuem tanto direção e sentiêo como intensidade e a soma destas grandezas deve obedecer à lei do paralelogramo. energia e massa. pode-se considerá-Ia como um corpo rígido. o corpo pode ser considerado uma partícula. Um corpo de dimensões desprezíveis é chamado partícula. portanto. por sua vez. Um vetor ligado é aquele para o qual um único ponto de aplicação c . Força é a ação de um corpo sobre o outro.-reitem. Por exemplo. em escala conveniente. Um corpo é considerado rígido quando o propósito do problema que se está abordando permitir desprezar os movimentos relativos entre suas partes._ o V. pela direção de sua ação e pelo ponto de aplicação.com duas espécies de grandezas . Portanto. Exemplos de grandezas escalares em Mecânica são rempo. volume.. Particula.Iill!P--~ F--.d.. Ao se escrever uma equação vetorial é importante f~ ticos representativos das quantidades escala~/e vetoriais. Exemplos . e este descreve ou representa igualmente a dir. ~e--""''' internos do corpo são funções tanto dº_p_o~o de aplicaÇ['o da força co Uma grandeza vetorial V ~esentada. em lugar do . momento e quantidzde::'e illonmento. O compr. quando as dimensões de um corpo são irrelevantes para a caracterização de sua posição ou de seu movimento. dever-se-ia analisar as características de deformação do material da lança. Corpo Rigido. O r for parte de sua S SÍmbolos matemá- ".e seta orientado ~::se:: .. Vetor livre é aquele cuja ação não está restrita ou associada a uma úrÚ se um corpo se move sem rotação.por um segmento linear (r ~ _. No sentido matemático. princi· palmente.-=~-:ir< ~~~.3 . para o propósito de determinar as forças externas que agem sobre a lança. não é sensivelmente influenciado pelas pequenas deformações nos elementos estruturais da lança. densidade. Assim. velocidade. As grandezas físicas vetoriais são classificadas em livres. Freqüentemente uma partícula representa um elemento infinitesimal de um corpo. força..escalares e vetoriais.• aio em grito V. o deslocamento de tal co -=~ X:: representado por um vetor livre. é a resistência à variação de movimento. no espaço. o veto r fu-<rígidos deve ser e os movimentos o vetor e tendo -. submetido a um carregamento. Vetor deslizante é aquele em que sua grandeza age ao longo de ll. Acons~-x para distinguir quantidades vetoriais.

tratados como vetares livres. respectivamente.. V -x' (a) (b) (e) Fig.l. os vetares devem.1.3). possam ser substituídos par seu equivalente V. O senti~o de V pode ser determinado por meio de um ângulo. 1. podem também ser adicionados com a cabeça da seta de um deles tocando a cauda da seta do outro.V2 ao vetar V1 (Fig.40 são os componentes de V nas direções 1 e 2.PRINC(PIOS DA ESTÃTICA I 3 Fig. isto é.2h. V1 + V2 = V2 + V1.1. I Y. 1. que é a diagonal do paralelogramo formado pelos lados V1 e V2.conhecida. a diferença V1 . para obter a mesma soma vetorial V. Esta combinação ou soma vetorial é representada pela equação retorial onde o sinal mais ( + ) usado em conjunto com as grandezas vetoriais (tipos em negrito) significa soma vetorial e não soma escalar. Portanto. cuja soma seja igual a um certo valor V são chamados componentes deste vetor. e.l.4b são componentes x ey respectivay' y I V y. 1. A soma escalar das intensidades de dois vetares é escrita na maneira usual como V1 + V2.1. Normalmente é mais conveniente lidar com componentes vetoriais perpendiculares entre si chamados de componentes retangulares. Os vetares Vx e Vy na Fig.1. facilmente. 1. pela lei do triângulo. na Fig.2a. É evidente pelo diagrama que a ordem de adição dos vetores não afeta a soma. como é mostrado na Fig. VY~x Vx cal -----. 1. considerados vetares livres.2 Fig.. 1.3 Obtém-se. .2c. 1. O negativo de V é um vetar -V dirigido em sentido oposto a V. Vx' .::ornoé mostrado na Fig. 1. a partir de uma direção de referên. obedecer à :egra do paralelogramo para a soma. como é mostrado na Fig. Dois ou mais vetores quaisquer. A diferença Vi entre os dois vetores é expressa pela equação vetorial onde o sinal (-) indica subtração vetorial. os v~es V1 e V2.4 . como é indicado na Fig. e é evidente que pela geometria do paralelogramo V =1=V1 + V2• Os dois vetores V1 e V2. também. Esta regra exige que dois vetores V 1 e V 2.V2 adicionando-se . Fig. quer pela regra do paralelogramo quer pela regra do triângulo. Além de possuírem as propriedades de intensidade e direção. (a) (b) Fig.1 negrito.

sua direção em relação. dados por: I = cos 0x m = cos Oy n = cos Oz as intensidades das componentes serão: Vy com ( V2 = mV + V/ + Vz2 = Vx2 J Note também que [2 +m2 + n2 = 1. j. particularmente aqueles a três dimensões.4 I ESTÁTICA mente de V. em função dos vetores unitários i.4c. respectivamente. * Com o texto levemente modificado pelo uso da terminologia moderna. revista por F. aó eixo dos x é evidentemente especificada por Vy O = arc tg Vx' Em alguns problemas.5.4 . 1. Na Fig. estas leis são como segue. 1. A soma vetorial das componentes é \ ~ \ \ ) Fig.5 Se I. 1934. 1. com intensidades iguais a um. conforme mostrado na Fig. m e n forem os co-senos diretores de V. * Os enunciados originais de Newton podem ser encontrados na tradução de sua obra Principia (1687). Vx' e Vy' são os componentes x' e y' de V.LEIS DE NEWTON Isaac Newton foi o primeiro a enunciar corretamente as leis básicas que governam o movimento das partículas e a demonstrar sua validade. y e z. k que são vetares nas direções x. Cajori e impressa na Universidade da Califórnia. . Uma partícula permanece em repouso ou continua a mover-se em linha reta à yelocidade uniforme se nenhuma força isolada ou não equilibrada atua sobre ela. é conveniente expressar os componentes retangulares de V. Quando o vetor é expresso em componentes retangulares.1. Primeira lei. por exemplo.

Systeme International d'Unités). abreviado SI (do francês. A exatidão destas leis tem sido verifica da por inúmeras experiências físicas precisas. tendo em vista que F tem a mesma direção e sentido de a. ao utilizar o sistema SI. Portanto. O sistema SI é um sistema absoluto de unidades baseado nas quantidades de comprimento. Realmente esta Lei é conseqüência da segunda. A falta de atenção a esta lei básica é motivo de erro muito freqüente entre os principiantes. tem sido aceito universalmente e está substituindo. não obstante sua origem. França. Comprimento. então. O metro. 1. por acor'4o internacional. antes de tudo. Foram estabelecidos. permanecendo a partícula em repouso ou em movimento retilíneo uniforme. Massa. localizado próximo a Paris. originalmente definido como um décimo milionésimo da distância do pólo ao equador. como mostrado a seguir: Padrões Fundamentais para as medidas de massa. A terceira lei é básica para o entendimento do que seja uma força. comprimento e tempo. o quilograma era usado tanto como unidade de massa como de força. servindo também como padrão. fixado como sendo o comprimento de uma barra de platina iridiada. O quilograma é definido como a massa de um cilindro de platina iridiada. Aplicada a uma partícula de massa m pode ser equacionada como (1. A dificuldade de acesso e de obter precisão na reprodução das medidas. considerar somente a única força do par que age sobre o corpo em questão. No Sistema Gravitacional (MKS). Estabelece que as forças sempre ocorrem aos pares. com as unidades de comprimento e força. com a unidade de força sendo obtida a partir da Eq. SI. empregado por muitos países durante muito tempo. A Estática lida. tempo e massa. É necessário. Assim. Em análise de corpos sujeitos à ação de forças. A primeira lei nada acrescenta ao estudo do movimento. envolvendo massa somente quando se determina a força gravitacional.PRINC!"PIOS DA ESTÁTICA / 5 Segunda lei. As forças de ação e reação entre corpos que atuam reciprocamente têm a mesma intensidade. A primeira lei de Newton estabelece o princípio do equil1brio de forças. e a intensidade de F é igual a de ma. Uma cópia precisa deste cilindro é mantida no Bureau de Padrões Americanos. que está guardado no Bureau Internacional de Pesos e Medidas. por definição.1. Terceira lei.. A aceleração de uma partícula é proporcional à força resultante que atua sobre ela e tem a direção e o sentido desta força. é a força necessária para dar a aceleração de um metro por segundo ao quadrado a uma massa de um quilograma. ewton é a base da maioria das análises feitas no campo da Dinâmica. pela mesa sobre o lápis.UNIDADES o Sistema Internacional de Unidades. principalmente. 1. isolar o corpo em estudo e. guardada no Bureau Internacional de Pesos e Medidas. sentidos opostos e são colineares. porém é citada por fazer parte dos princípios clássicos de Newton. medida sobre o meridiano que passa por Paris. mesmas direções e sentidos opostos. A unidade de força no SI é o Newton (símbolo N) que. o Sistema Inglês. o mesmo ocorrendo com a libra no Sistema Inglês. a força exercida para baixo por um lápis sobre uma mesa é acompanhada por uma força igual exercida para cima. com as mesmas intensidades. variáveis ou constan· tes. O quilograma é uma unidade de massa e não de força. mais tarde. que é o assunto de interesse principal da Estática. Esta equação é uma equação vetorial. foi. uma vez que não há aceleração quando a força é nula. como será explicado no próximo item.5 . é absolutamente necessário deixar bem claro qual a força do par que está sendo considerada.1) onde F é a força resultante que atua sobre a partícula e a a aceleração resultante. A segunda lei de . este livro adotará as unidades do Sistema Métrico. e se aplica durante todo o tempo no qual a força é aplicada. acarretou a adoção de um padrão mais preciso e repro- . rapidamente. É necessário proteger-se contra esta prática. Este princípio é válido para todas as forças.

No Si~ema Inglês. Aplicando a Eq. 1. da Eq.1 e é a massa que obtém uma aceleração de 1 pé/s2. '1.-!'. encontra-se que uma libra de'Ío~<1l!iváÍente a (0.1: força (lb) = massa(slugs) X aceleração (pés/s2).21bm (14.6 kg) (0. É claro que.. encontra-se a massa m com: W (lb) m (slugs) = g (pés/s2) .73 vezes o comprimento de onda da radiação do átomo de Criptônio-86. para a maioria dos trabalhos de Engenharia e para o prop6sito do estudo da Mecânica. para A Fig.45 N) II . irregularidades na rotação da Terra provocaram dificuldades para o uso desta definição.201bf) N 1111bf (4.1740 pés por segundo ao quadrado. Força. 32. usando três = 4.225lb A unidade de massa no Sistema Inglês se deriva da Eq.45 kg) COMPRIMENTO 1 pé I. Tempo.1.~·. que é o valor padrão da aceleração da gravidade g ao nível do mar e na latitude de 45°. a unidade de força é a libra (símbolo lb).4482 1N newtons de força.6 apresenta exemplos de força. FORÇA 119'81 (2. Nos experimentos gravitacionais com peso W. 1. O valor correspondente para a aceleração da gravidade padrão g no sistema SI é 9. que vale 2000 lb.1 par~ a condição de queda livre de uma massa padrão de uma libra.21bf (143 N) MASSA 1kg (2. Assim.11. Esta massa se denomina slug e é igual a 32.~'!' ~.201bm) 11bm (0.6 . conduzindo à adoção de um padrão mais preciso e reproduzível.1740 libras-massa. I~l. agora definido como sendo 1 650763. massa e comprimento auxiliar a visualização dos seus valores relativos.' .. 1.6 I ESTÁTICA duzível para o comprimento do metro. a precisão desses padrões está muito além do necessário.453 592 37) (9.806 65) algarismos significativos.305 m) 1m Fig.-~~ ~l 1 slug ou 32. e o ton.45 N ou = 0.806 65 m/s2. O segundo é agora fixado como a duração de 9 192 631 770 períodos da radiação de um certo estado do átomo do Césio-133. quando submetida a uma força de llb. A libra padrão é a força necessária para fornecer a uma massa de uma libra. nos dois sistem~s de unidades.. Portanto. a aceleração de 32. Outras unidades de força empregadas no Sistema Inglês (EUA) são o quilolibra (kip). Porém. que vale 1 000 lb. O segundo era anteriormente defrnido como a fração 1/864QO do dia solar médio. 1. tem-se as equivalências: llb = 4.

6 - LEI DA GRA VITAÇÃO Na Estática ena Dinâmica é freqüentemente necessário determinar o peso de um corpo (a força gravicionà1 atuando sobre ele). As forças gravitacionais existem sempre entre dois corpos quaisquer. pois ntuam em linha reta unindo os centros das partículas. seria ~dicada como 580 mm2 e não como 576 mm2. Esta diferença é causada pela rotação da Terra e é muito pequena. O valor correspondente de g no Sistema Inglês é 32. Dinâmica. o uso da palavra '»eso". K constante universal. conforme definida na Eq. no SI. Infelizmente. 1. a atração gravicional da Terra é úrnca força gravitacional de apreciável intensidade que precisa ser considerada nas experiências realizadas na superfície do planeta.673 (10-11}m3 /(kg' S2).9 N. A atração gravitacional exercida pela Terra sobre os corpos é conhecida como "peso" do corpo. a unidade de massa.2) onde: F= força de atração recíproca entre duas partículas. a única força gravitacional de apreciável intensidade é a devida à atração da Terra. quilograma (kg). Se a força gravitacional ou peso tem intensidade W. Por outro lado. então. Este efeito será discutido no volume 2. Quando expressa em quilogramas. Esta força existe esteja o corpo em movimento ou em repouso. pode ser calculada pelo resultado de um simples teste gravitaeional.nação uma força.PRINCfplOS DA ESTÃTICA / 7 1. não sendo aqui considerada. é usada também como medida de }?eso. Esta orça é evidentemente desprezível comparada com a atração da Terra e. 1. conhecida como a constante de gravitação ou constante gravitacional. opostas em sentido e têm a mesma direção. a palavra "peso" tecnicamente significa massa. restringe-se ao significado de força da atração gravitacional e é expresso sempre em wtons. se colocarmos uma outra esfera exatamente igual em contato com a primeira. 1.&-l m/s2 é suficientemenÜ: preciso para os cálculos desenvolvidos na Estática. . O peso verdadeiro devido a atração gravitacional e o peso aparente medido por balança de mola. massa de cada uma das partículas. Esta determinação depende da lei de gravitação. não deve ser maior do que o número algarismos que possam ser justificados pela precisão dos dados fornecidos. distância entre os centros das duas partículas. O valor padrão g = 9-. A lei de gravitação é expressa pela equação (1.3) o peso W sera expresso em newtons (N) quando m for em quilogramas (kg) e g em metros por segundo ao quadrado (m/s2). que foi também formulada por _tewton. estritamente falando. a área da seção transversal de uma barra quadrada. Conseqüentemente.2 dá (1. obtida pela multiplicação sem aproximação. a Eq.7 - PRECISÃO. a força de atração recíproca entre elas será de 0. A constante gravitacional determinada experimentalmente tem o valor K = 6. Assim. conseqüentemente. são ligeiramente diferentes. neste livro.2.são. A fim de evitar confu. uma esfera de ferro de 100 mm de diâmetro é raída para a Terra com uma força de 37. o peso do corpo é expresso em newtons (N). Sobre a superfície terrestre.0000000994 N. As forças F obedecem à lei da ação e reação tendo em vista que são iguais em intensidade. a atração gravitacional. Sendo essa . tendo em vista que o corpo cai com uma aceleração g. Para um corpo de massa m sobre a superfície da Terra. cujo lado de 24 mm foi medido até o mais próximo centésimo.2 pés/s2. LIMITES E APROXIMAÇÕES O número de algarismos significativos mostrados em uma resposta. na prática.

Ocos () também é quase um.1.7 Fazendo a hipotenusa igual a unidade. onde o ângulo (). Pode-se empregar algumas simplificações quando se lida com ângulos pequenos. quandoseapl'o-. A ordem das quantidãdes diferenciais é assunto que acarreta freqüentes enganos. Diferenciais de ordem mais alta podem sempre ser desprezadas. pode-se manter os dois primeiros termos da série.8 / ESTÁTICA Quando nos cálculos aparecem pequenas diferenças em quantidades grandes. o volume do elemento ~V de um cone circular reto de altÜra h eiaio de ba~e r pode ser tomado como uma fatia circular distante x do vértice e de espessura &.xima o limite matemático.017452 0. exige-se maior precisão nos dados para se obter precisão nos resultados. pode-se escrever sen () ~. 1. de modo que a diferença de 0. pela geometria da figura.7. o sen () e a tg () têm quase o mesmo\'alor. Assim. \ \ ~lX()=() cos () I I Fig. que são . quando comparadas com as diferenciais de ordem mais baixa. Pode ser verificado. os termos em Ao se ~~a os limites.2503 e 4. ficando simplesmente & para dx e de ~V (&)2 e (&)3 podem ser que é uma expressão exata no limite. que o comprimento do arco 1 X () e o sen () são praticamente iguais. conhecer previamente o número de algarismos significativos necessários nos dados originais que assegurem uma certa precisão na resposta. que a expressão completa para este volume do elemento pode ser 1I"r2 Ó. é necessário conhecer os nÚmeros 4.0112 possa ser expressa com uma precisão de três algarismos.2391 com uma precisão de cinco algarismos significativos. Além disso.x)3] para dV. Conseqüentemente. tomemos um ângulo de 10 10 sen 10 tg 10 cos 10 == == 0. observa-se. Para exemplificar as aproximações aqui citadas. tg () ~ () cos () ~ 1 Essas aproximações significam que estamos considerando somente o primeiro termo da expansão em série dessas três funções.017455 0. de abandonados. Três algarismos significativos dão a precisão considerada satisfatória para a maioria dos cálculos em Engenharia.x)Z + i(ó. é relativamente pequeno. Considere o triângulo retângulo da Fig. Como exemplo. expresso em radianos.999848 Se for desejada uma maior aproximação. É muitas vezes difícil em cálculos um tanto longos. V = h2 [x2 ó'x + x(Ó. para pequenos ângulos.017453 rad 0.

ao passo que esse mesmo peso não poderá ser desprezado se o problema exigir a determinação da deflexão ou flecha do cabo suspenso. _A_o_se_e_qu_a_c_i_o_n_ar_u_m_d_a_do--"problema de ~. Para 5 graus o erro é de 0. que se aproxima. É preciso realizar um duplo processo de raciocínio para formular esta rição. Uma das características mais importantes de um engenheiro bem sucedido é a sua habilidade para entender e fazer uso das hipóteses adequadas no decurso do equacionamento e da solução dos problemas de Engenharia. através do equacionamento e análise de muitos problemas práticos que envolvem os princípios da Estática. O peso de um cabo de aço pode ser desprezado se a tração no cabo for muito superior ao seu peso.reíaÇ.nte a execuç!o da transiç_ão do raciocínio ent~ !~itu~ção física e a exgressão matSlmátic-ª-Lp. como também allxiljam enoI:.. Um dos principais objetivos deste livro é fornecer o máximo de oportunidade para o desenvolvimento desta habilidade.~c_e_r_ta_s . isto é..'e reconhecer ~O-. O terceiro uso dos gráficos é a eXP:Qsiç. somente de 0. Cada solução deve ser precedida de um roteiro lógico das etapas. As soluções_gráfica~~sõmeilte fornecem o meio prático de obtenç. cada qual inteiramente identificado: 1. uma das maiores dificuldades encontradas pelo estudante é efetuar esta transição de raciocínio.orql!e.!~gr~ mas. A Matemática estabelece as relações entre as diversas quantidades envolvidas e torna possível edizer os efeitos destas relações. Ele de'.Il!em.PRINC!"PIOS DA ESTÁTICA / 9 o erro que se comete na substituição do seno pelo ângulo. onde a solução matemática direta seria impraticável ou difícil. sujeito à ação do próprio peso. no modelo matemático idealizado. se as dimensões da área forem pequenas. Assim.9s... comparadas com as outras dimensões relativas. dados apresentados. e sua representação deve incluir exposição clara dos seguintes pontos. A análise de cada problema exige a passagem do r'aciocínio do que respeita à Física para o relativo à Matemática. limite ou modelo.1cê~pos de ação.!l.--ºª---ªáficos muitas vezes propiciam o meio de solução de relações físicas.ão dos r!lsultad. A medida que as seguintes relações são válidas. Primeiro. Os gráficos são uma importante ferramenta em análise e têm muita utilidade em. ângulos ou forças._mas_@nc_ajgua~ comJ:Jl~t~en~_~~~uação física real.il!!~3[O_allXílio :valioso nas int. 2.. ângulos ou forças comparadas com grandes distâncias'. para 1 grau. O estudante deve estar sempre alerta para as diversas suposições feitas no equacionamento dos problemas reais.!!B e_nh_ar_i~a. enquanto outras serão físicas.e ser considerada como uma força concentrada. da precisão exigida. .. as hipóteses dependem do que se está procurando determinar e. no limite matemático: sen de = tg de = de cosde = 1 o ângulo 1.. é somente de 0.005 por cento . resultados desejados.51 por cento.. Algumas dessas aproximações podem ser matemáticas.[odos resultados em cartas eJ~.. Por exemplo.possível a re12resentaç-ª9 de sistemas físicos no pa~por meio de croguis ou diagram~ A re12resentação geométrica é vital para a .13 por cento e. para 10 graus. desde as hipóteses até a conclusão. sejam resolvidos por métodos eficientes.etp. como os outros problemas de Engenharia. é muitas vezes necessário desprezar pequenas distâncias.interpretação física e auxilia enormemente a visuaHzação dos aspectos tridimensionais de muitos Rroblemas> Segundo. _ É essencial que os problemas de Estática. pensar primeiro em termos da situação física e depois em termos da correspondente descrião matemática. O desenvolvimento de bons hábitos no equacionamento dos problemas e na representação de suas soluções é imperioso.-e.8 - de é expresso em radianos.Jl!l1bas ªªo representadas simultaneamente. o erro é. eles tornam. Sem dúvida. ainda. DESCRIÇÃO DOS PROBLEMAS DE ESTÁTICA o estudo da Estática está voltado para a descrição quantitativa das forças que atuam nas estruturas em equilíbrio.apr0x!mações estarão sempre incluídas. Urna força que está realmente distribuída numa pequena área de um corpo sobre o qual ela age pod.ões.quaciQnamento de um 12roblema de Física re12resenta !lIlla descrição ideal.

/ Surpreendentemente. uma ajuda inestimável ao desenvolvimento das habilidades para o equacionamento e a análise. ao passo que a homogeneidade dimensional pode ser perdida quando se usa somente valores numéricos. De modo a reduzir o tempo de cálculo na resolução dos problemas.ç.Sobr{l um corpo. a intensidade de cada quantidade.-o ~f~isolaqo de todos os outros corpos. onde certos problemas são resolvidos praticamente. O diagrama de tal corpo isolado com a representação de todas as fQr. uma vez sejam tratados por um mé~ de resol~ã~ lógico e disciplinado. é aconselhável incorI'orar uma série de verificaçõ~ dos cálc~os ellLpontos intermediários ~ão. os valores numéricos das quantidades podem ser usados diretamente. Primeiro.çõe. Na aplicação das leis da Estática. que não podem ser facilmente lidas por outros.[o_d. pode-se usar repetidamente uma solução literal para obter respostas para o mesmo problema. Além dis!. expressa em sua unidade particular.~_d_e_atra. E também importante que a apresentação do trabalho seja li1p. Este método do diagrama do corpo livre é a chave para o êntendimento da Mecânica.. ~ aplicação dos princípi~lque definem as condi. 5. respostas e conclusões..o. Soluções descuidadas. e a apreciação para a aplicação exata de um princípio é posta em evidência. O estudante verificará que as soluções dos problemas de Estática podem ser obtidas por 1im dos seguintes meios: utilizando-se uma solução matemática direta com os cálculos a mão. ou por meio de um moderno computador digital que é vantajoso especialmente quando se lida com um grande número de equa·ções ou dados repetidos. os dados da maioria deles são fornecidos em números fáceis de trabalhar. Entretanto. Segundo.e uma (or. Este procedimento oferece vantagem. Terceiro. que as leis que 'aplicamos sejam cuidadosamente fixadas na mente e que estes princípios sejam aplicados literal e exatamente. por si só. Isto porque o isolamento do corpo é a ferramenta na qual a causa e o efeito estão claramente separados.r-------~-----------------------------~~-------------~•. diagramas necessários.eve ~I_obse!ya~ ~pr~c~~homogeneidac!e <!!wensi9I!al dos termos devem ser freqüentemente verif!çadªs. o método de análise é de grande importância. O estudante que tem pronto acesso às facilidades da computação digital pode resolver alguns dos problemas escolhidos por este meio. são de pequeno ou mesmo de nenhum valor.®s atuantes é chamado de diagrama de corpo livre. na solução de um problema. e a grande maioria dos problemas está dentro desta categoria. através de soluções gráficas. onde as respostas aparecem como símbolos algébricos ou como resultados numéricos. a solução simbólica tem várias vantagens sobre a numérica. Nessas aplicações. tornam-se claros e diretos. 10 / ESTÁTICA 3. é essencial ~o corpo em questª. a solução literal permite fazer uma verificação nas dimensões em cada etapa. É essencial que se tenha facilidade com ambas as formas de solução. A disciplina exigida aliada a uma boa apresentação será. pela primeira vez neste livro. ~ ordem de grandeza dos valores nUÍnéric~E. 4. . é evidente em cada estágio do cálculo.ç-ª. cálculos. A escolha do método mais apropriado de solução é um importante aspecto da experiência a ser obtida no trabalho de resolução dos problemas. quando é importante o significado prático da intensidade de cada termo. que terminará indicando a resposta por meio de uma fórmula.pa e ordenada.. Com a substituição dos valores numéricos. desenvolvendo-se uma solução literal. no decorrer da solução. porque a prática só se consegue pela resolução de problemas. No Cal" 3 apresentamos e usamos.s_exID. de modo que um cálculo c01!!pleto e preciso de todas as forças que agem neste corpo possa ser obtido. É essencial. em forma numérica. ou esta pode ser encaminhada com símbolos algébricos. Muitos problemas que a princípi6-podem parecer difíceis e complicados. quando se usam diferentes conjuntos de unidades e dimensões. a técnica do traçado do diagrama do corpo livre. a Estática está baseada em apenas alguns poucos conceitos fundamentais e contém principalmente a aplicação destas relações básicas para uma variedade de situações. Este isolamento tanto deve existir mentalmente como ser representado nopapel.ça. a simplificação conseguida pelo uso dos símbolos literais auxilia a evidenciar a conexão entre a situação física e sua representação matemática.

projeto de elementos de máquinas e escoamento de fluidos. por conseguinte. mas de toda a Mecânica. sentido e ponto de aplicação. como pode ser verificado. mostrado na Fig.1 . análise de tensões. sentido e intensidade de ação e pode ser combinada vetorialmente a outras forças de acordo com a lei do paralelogramo. 2. portanto. enquanto não dominar por completo tudo o que for aqui apresentado. não somente da Estática. do ângulo 8 e da posição do ponto de aplicação A. tratada como vetor fixo. 2. sendo. A fj p (a) (b) Tração no cabo p Fig. Vemos.FORÇA Antes de lidarmos com um grupo ou sistema de forças será necessário examinannos.1 INTRODUÇÃO Neste capítulo e nos seguintes examinamos as propriedades e os efeitos das várias espécies de forças. por exemplo. A experiência obtida através deste exame será de fundamental utilidade por todo o estudo da Mecânica e também no estudo de outros assuntos.la. em detalhes. O efeito desta ação no suporte dependerá de P. tais como. ao atuarem nas estruturas e nos mecanismos. A ação de tração P do cabo no surporte. pela força que atua em um dos parafusos que o prendem à base.1b pelo veto r força de intensidade P. Força tem sido definida como o resultado da ação de um corpo sobre outro.2 . direção. Verificou-se que força é uma quantidade vetorial. tendo em vista que seus efeitos dependem de sua direção. ou pela tensão interna e deformação do material em qualquer ponto do suporte.2 SISTEMAS DE FORÇAS 2. está representada na Fig. O estudante não deverá prosseguir. Neste capítulo colocamos os alicerces necessários ao entendimento básico.2. que a especificação completa da ação de uma força exige o conhecimento de sua intensidade. Uma mudança em qualquer uma destas especificações altera o efeito no suporte. 2. as propriedades de umaJ'orça isolada.

12 /

ESTÁTICA

Uma força pode ser aplicada por contato mecânico direto ou por ação remota. As forças gravitacionais, elétricas e magnéticas"atuam físico direto. " por ação remota. Todas as outras forças reais são aplicadas através de contato

A ação da força acarreta, no corpo em que atua, efeitos que podem ser divididos em externos e internos. No suporte da Fig. 2.1 os efeitos externos da força P são as forças de reação (não representadas), exercidas no suporte pela base e pelos parafusos em conseqüência da ação de P. Então, as forças externas ao corpo são de duas espécies: forças.aplicadas (ativas) e forças reativas. Os efeitos internos da forçaP no suporte são as tensões internas e as deformações resultantes, distribuídas por todo o material do suporte. As relações entre as forças e as deformações internas abrangem as propriedades do material do corpo e são estudadas juntamente com resistência dos materiais, elasticidade e plasticidade. Quando lidamos com a mecânica dos corpos rígidos, onde se dá importância somente aos efeitos externos das forças, a experiência mostra que não é necessário restringir a ação da força aplicada ao dado ponto. Portanto, a força P atuando na chapa rígida, vista na Fig. 2.2, pode ser aplicada em A, emB ou em qualquer outro ponto sobre sua linha de ação e os efeitos externos resultaIltes da força P, isto é, a força exercida na chapa pelo suporte do mancal em O e a exercida pelo rolete de apoio em C não irão se alterar. Esta conclusão é definida pelo princípio da transposição de forças, que estabelece que uma força externa, atuando num corpo rígido, pode ser aplicada em qualquer ponto do seu suporte ou linha de ação sem alterar os seus efeitos resultantes. Quando são pesquisados somente os efeitos externos resultantes da aplicação de uma força sobre um corpo rígido, pode a mesma ser considerada um vetor deslizante, sendo necessário e suficiente especificar sua intensidade, sentido e linha de ação e suporte. Como este livro lida essencialmente com a mecânica dos corpos rígidos, quase todas as forças são consideradas vetores deslizantes em relação ao corpo rígido em que atuam.

Fig.2.2
--------

As forças podem ser concentradas ou distribuidas. Realmente, o contato de uma força aplicada se faz, sempre, sobre uma área fmita e, portanto, a força é distribuída. Quando as dimensões da área são desprezíveis, comparadas com as demais dimensões do corpo, a força pode ser considerada concentrada em um ponto. A distribuição de uma força pode ser sobre uma área, como no caso de contato mecânico, ou sobre um volume, quando atuam as forças da gravidade e magnética. O "peso" de um corpo é a força da gravidade distribuída sobre seu volume, e pode ser considerado como uma força concentrada que atua no centro de gravidade do corpo. Normalmente, a posição do centro-de gravidade é facilmente determinada por considerações de· simetria. No entanto, se a posição não for clara será necessário calcular separadamente sua posição, o que é apresentado no Capo 5. Uma força pode ser medida por comparação com outras forças conhecidas, usando-se uma balança mecânica, ou pela deformação calibrada de um elemento elástico. Qualquer dos processos têm como base um padrão primário. A unidade padrão de força no SI é o newton (N) e no Sistema Inglês é a libra (lb), como definido no item 1.5. A característica das forças expressas pela terceira lei de Newton deve ser cuidadosamente observada. A ação das forças está sempre associada a uma reação igual e oposta. Devemos ter cuidado em determinar qual das forças do par está sendo considerada. A situação fica perfeitamente defmida quando o corpo em questão é isolado e, se representa a força que atua sobre o corpo (e não pelo corpo). É muito fácil cometermos um erro, por descuido, e considerarmos a força errada do par, a menos que façamos uma cuidadosa distinção entre cada ação e sua conseqüente reação. Duas forças FI e F2, concorrentes, podem ser somadas pela regra do paralelogramo, no plano comum a ambas, para que se obtenha uma resultante R, como é vista na Fig. 2.3a. Se as duas forças concorrentes encontram-se no mesmo plano, mas são aplicadas em dois pontos diferentes, como na Fig. 2.3b, elas podem

SISTEMAS

DE FORCAS

I

13

(a)

(b)

(c)

Fig.2.3

ser deslocadas ao longo de suas linhas de ação, de acordo com o princípio da transposição, e a soma vetorial R completada no ponto de concorrência. A resultante R pode substituir as forças F 1 e F2, sem alterar os efeitos externos sobre o corpo, no qual elas atuam. Podemos usar, também, a regra do triângulo para obtermos R, exigindo, no entanto, o deslocamento da linha de ação ou suporte de uma das forças, como está mostrado na Fig. 2.3c. Na Fig. 2.3d estão somadas as mesmas duas forças e embora estejam mantidas a intensidade e direção corretas de R, a linha de ação não é a verdadeira, pois a resultante R obtida deste modo não passa pelo ponto A. Este tipo de combinação ou soma deve ser evitado. Algebricamente a soma das duas forças pode ser registrada pela equação vetorial:

Além da necessid;lde de combinar forças para obter uma resultante, substituir uma força por suas componentes, atuando segundo duas direções na Fig. 2.3a, pode ser substituída ou decomposta em dois componentes F 1 simplesmente pela complementação do paralelogramo, como mostrado para /dades de Fl e F2.

há muitas vezes necessidade de especificadas. Assim, a força R, e F2 nas direções especificadas, que se sejam obtidas as intensi-

Um caso especial da soma aparece quando as duas forças Fl e F2 são paralelas, Fig. 2.4. Elas podem ser somadas pela prévia inclusão de duas forças iguais, opostas e colineares F e ~, de intensidades adequadas, que, consideradas em conjunto, não produzem nenhum efeito externo sobre o corpo. Somando Fl e F2 para fornecer Rl e combinando-a com a soma R2 de F2 e -F resulta R, correta em intensidade, sentido, direção e linha de ação. O método exposto é, também, utilizado ao se combinar graficamente duas forças que sejam quase paralelas, apresentando, portanto, um ponto de concorrência muito distante. É recomendável dominar a análise dos sistemas de forças bidimensionais, antes de abordar a análise tridirnensional. Com esta fmalidade, dividiu-se o restante deste capítulo nestas duas categorias. Porém, se o estudante possui bom conhecimento da análise vetorial, pode estudá-Ias simultaneamente.

R

Fig.2.4

I

ESTÁTICA

SEÇÃO A.

SISTEMAS DE FORÇAS BIDlMENSIONAIS RETANGULARES

2.3 -

COMPONENTES

A decomposição bidimensional mais comum de uma força F é a sua decomposição nas componentes retangulares Fx e Fy, conforme mostrado na Fig. 2.5. Conclui-se imediatamente da figura que

Fx
Fy

= FcosB
=
Fsen ()

(2.1)

onde F é a intensidade de F e Fx e Fy, as intensidades de Fx e Fy. Se introduzirmos os vetores unitários nas direções x e y, conforme indicado na Fig. 2.5, podemos escrever a equação vetorial

ie j
(2.2)

Para eliminar qualquer ambigüidade, é recomendado representar por linhas tracejadas as componentes de uma força, como na Fig. 2.5, ou vice-versa. Com qualquer destas convenções, estará sempre claro quando a representação significar uma força e suas componentes .ou três forças separadas, que seriam indicadas por três vetores em linha cheia.

Fig.2.5 Os problemas reais não vêm com eixos de referência. A sua determinação é arbitrária e depende da conveniência, sendo freqüentemente deixado ao estudante escolhê-Ios. A escolha lógica é, geralmente, a indicada pela geometria do problema. Por exemplo, quando as dimensões principais de um corpo são dadas nas direções horizontal e vertical, é conveniente selecionar os eixos de referência nestas direções. Porém, nem sempre as dimensões são fornecidas nas direções horizontal e vertical, nem os ângulos medidos no sentido anti-horário a partir do eixo x, como também não é obrigatório que a origem das coordenadas esteja na linha de ação de uma força. Portanto, é muito importante que se tenha a capacidade de determinar as componentes de uma força, qualquer que sejam a orientação dos eixos e o sentido de medida dos ângulos. A Fig. 2.6 sugere alguns exemplos típicos de decomposição de forças em duas dimensões, cujos resultados deveriam ser pronta-

~

Fx = Fsen {3 Fy=Fcos{3

1
Y,
Fx
Fy

I

/

I

Y

==-

F cos (3 Fsen{3

Fx = Fsen(7r - (3) Fy = - F cOS(7r - (3)

Fx = F cos ({3 - a) Fy = Fsen({3 -a)

Fig.2.6

SISTEMAS DE FORCAS

I 15

mente identificados pelo estudante. Assim, é evidente que a memorização das Eqs. 2.1 não substitui a necessidade de compreender a lei do paralelogramo e de saber fazer a projeção correta de um vetor sobre eixos de referência. Um esboço aproximado sempre ajuda a esclarecer a geometria e a evitar erros.

Problema Resolvido

2.1

y

Uma força F de 100.N é aplicada a um suporte fixo, como se vê na Itgura. Determinar as componentes retangulares de F: (1) nas direções x e)l; (2) nas direções x' e y'. (3) Determinar também as componentes de F nas direções x' ey'.

F .•• ~ __ 20·

=

lOON

"

30·---x ,, ,,'x'

Solução. Parte (1). As componentes x e y de F são mostradas na parte a da figura, e são: Fx

=

F cos 8x

=

100 cos 20°

94,ON.
Fy

y I I

Fy = F cos 8y = 100 cos 70°

34,2N.

Resp.

LdCJ--x
F
F",

Parte (2). As componentes de F, nas direções dos eixos x' e y' são projeções sobre esses eixos, como se pode ver na parte b da figura, e são: Fx' = F cos 8x' = 100 cos 50° Fy' 64,3 N.

(a) y I
I

(6) Fy160· Resp.

=

F cos 8y'

=

100 cos 40°

76,6 N.

Parte (3). As componentes de F nas direções x' e y' não são retangulares e são obtidas pela complementação do paralelogramo, como é mostrado na parte c da figura. As componentes podem ser calculadas pela lei dos senos, resultando:

I I I

--x

Resp. Nota:

seus resultados os valores calculados. (c) F x ' y - 0,940 0,866100 com F sen sel160° F = 1085 N. F '= - 60° 0,766 - -,5. 88 <D N Obtenha Fx' e Fy graficamente e compare

'

,

,
x

Problema Resolvido

2.2

Combine as duas forças P e T, que atuam sobre o ponto B, da estrutura fixa, em uma só força R.

6

I

ESTÁTICA

Solução. O paralelogramo da soma de T com P está mostrado na figura. Primeiro tem-se que determinar o ângulo cx e depois encontrar R através da lei dos co-senos. Da figura

p

BD
tgcx

=

AD

6 sen 600 3 + 6 cos 600

=

0,S66,

cx

= 40,90

A lei dos co-senos aplicada ao paralelogramo formado pelos vetores dá R'
R

600' + SOO' - 2 (600) (SOO)cos 40,90 524 N

274300 Resp. Nota:

O ângulo IJ dá a direção de R e é obtido da lei dos senos 600 sen IJ 524 sen 40,90;

(!) Observe atentamente o reposicionamento
sen IJ

=

0,750;

IJ

=

4S,6°

Resp.

de P para permitir a construção do paralelogramo de soma em B.

PROBLEMAS

PROPOSTOS
2.4 Um cabo exerce uma força F sobre uma cantoneira fixada a um elemento estrutural. Se a intensidade da componente x de F é 900 N, calcular a componente y e a intensidade de F.

2.1 Calcular as componentes x e y da força P, de intensidade igual a 20 kN, atuando sobre o elemento estrutural. Resp.
Px

= -19,70

kN; Py

= 3,47kN

p
Y

20· x

~

I I I I I

l.. Probl. 2.1

...:.. __

--.l

2.2 Encontre a componente retangular, na direção de BC, da tração T = 600 N do Problema Resolvido 2.2. 2.3 Quando a carga L está a 7 m do pino C, a tração T no cabo tem a intensidade de 15 kN. Escrever a expressão vetorial de T usando os vetores unitários i

Probl. 2.4 2.5 O tensor C é montado de modo a dar uma tração de 900 N no cabo. Calcule as componentes x e y da força exercida sobre o quadro pelo cabo, em B. Resp. Fx= -879N; Fy= -195,2N
900

ej.
Resp.

T=

12,S6i + 7,72j kN

, l/i
I
I

~l 6m
I .

mm

Til

A~

l3m -I.

7m-J
Probl. 2.3

c1__
<

AI
400

IY I

mm

L__ -X

Probl. 2.5

SISTEMAS DE FORÇAS

/ 17

2.6 A tração T no cabo vertical é igual ao peso do caixote. Calcular as componentes Tt e Tn, nas direções da lança e normal a ela, respectivamente, da força T aplicada pelo caixote à lança em A.

2.9

Calcular a intensidade da força única R equivalente às duas forças mostradas. Determinar também o ângulo e, entre R e o eixo positivo dos x, medido no sentido anti-horário. Resp. R = 9,17 kN; e = 109,1 °

I I I I

A y 10 kN

10m
I I ~

!1
~8kN ,. '-.ô---x Probl. 2.9

I I
I I

Probl. 2.6 2.10 Resolver o Probl. 2.9 graficamente. 2.7 O camo circular tem uma excentricidade e = 20 mm e raio r = 40 mm. Na posição de e = 30°, a superfície lisa inferior do seguidor eXerce uma força para baixo sobre o camo de 400 N, normal às superfícies de contato. Calcular a componente retangular F' desta força, na direção da linha que liga o ponto de contato ao centro do eixo. Resp. F' = 378 N 2.11 Com que ângulo e deve ser aplicada a força de 400 N para que a resultante R das duas forças tenha a intensidade de 1 000 N? Nestas condições, qual será o ângulo (3 entre R e a horizontal? Resp. e = 51Y; (3 = 18,2°

400N

~
Probl. 2.11

2.12 A força vertical de 10 kN deve ser substituída por duas outras forças, uma F" orientada na direção da linha de 45° a-a e outra F2, com intensidade de 8 kN. Calcular a intensidade de F,e o ângulo e, antihorário, entre F 2 e o eixo x. Resp. F, = 10,81 kN, com e = 17,1° ouF, = 3,33 kN, com e = 72,9° Probl. 2.7 2.8 O cilindro hidráulico exerce uma força de 40 kN na direção de se~ eixo, em posição à carga que está levantando. Determinar as componentes Fn e Ft, normal e tangente respectivamente, à direção AR, no momento em que e = 30°.

Probl. 2.12

2.13 Resolver o Probl. 2.12 graficamente. 2.14 O conjunto rígido ARC é suportado pelo pino A e pelo elo articulado D e está submetido à ação de uma força F em C. Poder-se-ia concluir, pelo princípio da transposição de uma força, que a reação no pino em

f--l,5 fi ----i
Probl. 2.8

Calcular a intensidade de P. (Sugestão: a resultante de P e o novo T é o mesmo vetor que a resultante da força de 100 kN e T original.18 I ESTÁTICA A seria a mesma se F fosse aplicada em D ou em E.20 . Determine. expressa como vetor.59 kN A 4kN B Probl. uma na direção do eixo y e outra na direção horizontal h. 2. na barra B. através de cabos conforme mostrado. Calcule a intensidade de P. aplicada na direção da linha tracejada.T correspondente na tração da barra B. 2. conseqüente. 2.06j kN. I) = 66. T.6 kN e outra P.14 ~ I J 2.6kN Probl.6° 2. também. Os ângulos internos da treliça são todos de 45° ou 90°. de modo que é necessário aplicar duas forças. 2.16 Deseja-se remover o grampo da madeira. A carga de 100 kN é substituída por uma força P.20 A força F = -401 60j N deve ser substituída por duas outras.93 kN.0° r-2oo1 I /f. -1- ~ 1. ~ -±- " À.17 Probl. para assegurar que a tração T se dê ao longo do eixo do grampo. FAB = 2. mostrada na figura. em vez de C? vetores unitários nas direções x e y.) F B Probl. de modo que a intensidade de sua componente ao longo de CA não ultrapasse 80 por cento da intensidade da componente na direção de BC? Resp. uma de 1.17 Substitua as forças de 6 kN e 4 kN por uma única força equivalente R.18 A resultante da carga de 100 kN e da tração T. quando atuava a força de 100 kN.1'5 Decompor a força de 4 kN em duas componentes: uma na direção AB e outra na BC. de modo que resulte sobre o pino em A o mesmo efeito que anteriormente existia. aplicando uma força na direção do seu eixo horizontal. de tal modo que produzam o mesmo efeito de F. FBC = 3. passa pelo ponto A e resulta em certa força sobre o pino que suporta a treliça nesse ponto. Probl. _--=.. Um obstáculo A impede o acesso direto. Determinar o acréscimo f:.19 150mm 1 1 4m 2. 2. Determinar as intensidades dessas componentes. usando os 4 kN- 6kN F Probl.omm --'l Probl. 1): = 53. 2. R = 2. Resp.15 t lOOkN r-2. 2. Calcule o ângulo I) feito por R com o eixo x.16 2. Resp.19 Qual o máximo ângulo I) que a força F pode ser orientada..63i + 6.18 2.

nem seja paralelo à sua linha de ação. Expresse P como um vetor.4 . 2. 2.) Resp. contida no seu plano. A representação vetorial dos momentos.21 I . Py' = 736 N @be-se que a resultante de duas forças passa pelo ponto A.7b. R = 898 N.3) O momento é um vetor M perpendicular ao plano do corpo. A intensidade do momento ou tendência da força girar o corpo em torno do eixo "O"().II 2. Resp. As unidades básicas momento são newton-metros (N om). 2.~.. Px' = 800 N. Fig. a distância perpendicular do eixo à linha de ação da força. proporcional à intensidade da própria força e ao braço de alavanca d. O momento M obedece a todas as regras da combinação vetorial e pode ser considerado um vetor deslizante com uma linha de ação coincidindo com o eixo dos momentos. aplicada no ponto A.23 2. Quando lidamos com forças que atuam num dado plano.21 graficamente. Determinar a intensidade de P. 2. Determinar a intensidade de R e a distância x para o ponto A. A Fig. freqüentemente denominado torqile. é usada para identificar esse sentido. P = 500i + 965j N. usando oS vetores unitários dos eixos x-y e calcule a componente na direção y' de P. (Execute a solução com ajuda da geometria dos vetores da figura.() pode ser representado por um vetor apontando no sentido do polegar com os outros dedos curvados no sentido da rotação do corpo. 2. que é.62 m BOON GOON P 1~ 4 400= I ---t---+-T-· I 300 mm '_-""+ __ r t ~~f I 91 DIJ Probl. claramente. Resolver graficamente ou algebricamente. Esta tendência é conhecida como momento M da força em relação ao eixo dado. o momento da força F em torno do ponto O. Realmente.7c. 2. também. e o moménto de F em torno de O. é costume falarmos do momento em torno de um ponto. O sentido de M depende da direção da rotação imprimida ao corpo pela força F. as ff)rças tendem também a girar o corpo em torno de qualquer eixo que não cruze.22 Resolver o Probl. P = 675 N SISTEMAS DE FORÇAS I lS 2. quando decomposta nas direções dos eixos x e y. normal ao plano do corpo é. 2. Portanto.7a mostra um corpo bidirnensional sobre o qual atua uma força F. Resp.para forças copla- . Quando decomposta nas direções dos eixos x' e y'. x = 1. Assim. na Fig. tem a intensidade Mo = Fd e está no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. sem soluções simul tâneas. a intensidade do momento é definida como M = Fd (2. A regra da mão direita. O momento de uma força é. 2.24 I l. --+--+/ A Probl. está subentendido o momento em relação a um eixo normal ao plano e passando pelo ponto. por sua vez.21 A força P." \ Probl.MOMENTO Além da tendência de deslocar um corpo na direção de sua aplicação.. tem uma componente x de 500 N.24 As duas forças que atuam sobre a estrutura rígida devem ser substituídas por uma única força equivalente R.

'Y.20 I ESTÁTICA o I I I cb. Tendo em vista que li soma de vetores livres e paralelos pode ser efetuada pela álgebra escalar. Construamos a linha AO e projetemos os. Teorema dos Momentos. q. três vetores sobre uma normal a esta linha. Para demonstrar este teorema consideremos uma força R e suas componentes P e Q.M I I / / '<>--. o ponto O. F I O (a) __ (b) (c) Fig. visto que é sempre possível por combinação direta reduzir um número qualquer de componentes a duas. por o:~ (3. Uma vez que o paralelogramo formado pelos lados P e Q exige que ac seja igual a bd.8). ad ou R sen 'Y = ab + bd = ab + ac = P sen o: + Q sen (3. Um dos mais importantes princípios da Mecânica é o Teorema de Varignon ou Teorema dos Momentos. A Fig. é evidente que. arbitrariamente. 2. que. como se vê na figura. os sentidos dos momentos podem ser defInidos pelo emprego do sinal mais (+ ) para os de sentido anti-horário e do sinal menos (-) para os de sentido horário ou vice-versa.2.7 nares é desnecessária.2. r das três forças. Como centro dos momentos escolhamos. em relação ao ponto O. estabelece: o momento de uma força em relação a um ponto qualquer é igual à soma dos momentos das componentes da força em relação ao mesmo ponto.~~1:. q. para as quais o teoremajá foi demonstrado. e indiquemos os ângulos formados pelos vetores com a linha AO. visto que os vetores ou estão saindo do plano do papel (sentido anti-horário) ou entrando (sentido horário). r. Tracemos também os braços dealav{U1cap. ~1. que atuam no ponto A (Fig.8 . Multiplicando pela distância AO e substituindo os valores de p. O Teorema de Varignon não fIca restrito ao caso de somente duas componentes mas aplica-se igualmente a três ou mais. resulta Rr = Pp +Qq o que prova que o momento de uma força'em relação a qualquer ponto é igual à soma dos momentos de suas componentes em relação ao mesmo ponto. É necessário somente que se adote sempre a mesma convenção de sinal na solução de um problema. para peças coplanares.

Resp. = 460 (5. 3 (IV) Movendo a força para o ponto C.. usando quatro processos diferentes. porque o cálculo matemático do momento de uma força não requer que ela esteja sobre o corpo. F2 = 600 sen 40° 386 N A geometria aqui e em problemas semelhantes não causará dificuldade. Resp. Resp.3 Calcular o momento da força de 600 N em torno do ponto O na base do poste. eliminando o momento da componente F2• O braço da alavanca de F. pelo teorema de Varignon. (1) O braço de alavanca para a força de 600 N é d = 4 cos 40° + 2 sen 40° = 4.68m ® Este é o procedimento que conduz à solução mais rápida. = e o momento é MO 4 + 2tg40° = 5.77m "" "" "" "" " F2 e o momento é O MO 386 (6. o momento é MO = 460 (4) + 386 (2) = 2610 N· m. é d.-------':rF. o momento MO = 600 (4. se o esboço for cuidadosamente traçado.SISTEMAS DE FORÇAS I 21 Problema Resolvido 2. -------.35) = 2610 N· m. = 600 cos 40° = 460 N. . Então. elimina-se o momento da componenté F" O braço de alavanca de F2 é d2 '"" A = 2+4cotg40° = 6. ® Não deve causar estranheza o fato de os pontos B e C não pertencerem ao objeto. Resp.77) 2610N·m. Notas: CD (lI) Substitua a força por suas componentes retangulares em A: F.35 m é horário e tem a intensidade Usando M = Fd. (III) Usando o princípio da transposição. deslizar a força de 600 N ao longo da sua linha de ação até o ponto B.68) = 2610 N· m. 40° 4m 600N Solução.

7 kN 'm. 2. é composta de quadrados de 1 m de lado. 400 N ~100 mm -1600 Probl. de um ponto onde se deve aplicar uma única força externa P. Uma força F = 10 kN está em um ponto A na direção mostrada.30 2.32 Uma força de 200 N é aplicada na extremidade da chave para apertar um dos parafusos do flange que mantém a roda presa ao eixo do veículo. 2.3 N ·m. detenninar a intensidade da menor força P que pode ser aplicada no ponto A.que atua sobre a viga. mostrada na figura.4 m Probl.31 120 mm Probl.2. RA em A e RB em B.6° 2. e = 26.29Deseja-se substituir a força de 1 OOON.26 o momento da força P em torno do ponto A é 30 N· m. 2m p 0.31 Calcular o momento da força de 250 N. P = 584 N. Calcular a intensidade de P.28 2. 250 N 2. de tal modo que não haja alteração no efeito externo global sobre a viga.1 m Probl.27 A chapa retangular. dando o mesmo momento que a força de 600 N dá em torno do ponto O.28 Calcule o momento de força de 400 N em torno do ponto O. M= 78. 2.26 1m 2. 2. em duas forças dirigidas para baixo. em torno do centro de parafuso. Resp. para a posição da chave mostrada na figura. Resp.1 m 0. de modo que se duplique os efeitos externos das duas forças dadas. Calcular o momento M B de F em torno do ponto B.3. MB = 27. y = 0.1 m de lado. no sentido horário 800 N 2m 300 N Probl. aplicada no punho da chave de grifo.22 / ESTÁTICA PROBLEMAS PROPOSTOS 2.30 Determinar a distância y do topo do mastro. . Encontre o ângulo correspondente e entre P e a horizontal. Resp.29 A 2. Determinar o momento M produzido por esta força em torno do centro O da roda. A chapa sobre a qual atua a força está dividida em quadrados de 0. Calcular estas forças..25 No Problema Resolvido 2. Resp.2.

v_ . também.37 Se o momento combinado das duas forças. T = 8. Probl.~·>_ . em torno do ponto A. Determinar T.35 Determinar o ângulo e que maximiza o momento MO causado pela força de 200 N em torno do eixo em O. 2. for nulo. na posição mostrada. Deduzir a expressão para o momento de C em torno do eixo O da manivela. em torno do ponto O. •••• _. a bielaAB de comprimento 1 suporta uma força de compressão variável C. suportada pelo cabo do guindaste de esteira. MO' 2..SISTEMAS DE FORÇAS I 23 Probl. Calcular.36 Se o momento combinado da força de 50 kN e da força P.-. .39 Os olhais do topo do mastro suportam as duas forças mostradas. 1 e do ângulo variável e. __ .-.38 ~_ A 2. Resp. 200N 2.32 Probl.35 2. gráfica e algebricamente. __.36 2. r.5 kN ~ _0 < <LC .2. __ ..65 kN Probl.34 2. a tração T no cabo deve fornecer um momento de 72 kN' m..37 2...34 Para erguer o mastro a partir da posição mostrada. determinar a intensidade R da sua resultante. determinar a intensidade de P._. \ Probl. N l-12mj Probl. causado pela força de 160 kN. 2. ~. • ! . 50kN .38 No mecanismo manivela-cursar mostrado. resultar nulo. A chapa sobre a qual as forças atuam está dividida em quadrados. 2. em função de C.33 Calcular o momento. Resp._J_ . P = 51. ·_ ~ ) ! 160 kN .2. Determinar a intensidade da força T para que o momento total em torno do ponto C seja nulo. em torno de C.33 _-<_ . 2. 2. em torno do ponto A.._ Probl.

gráfica ou algebricamente. iguais e opostas.9 .24 / EST Ã TICA 2.2. tal como O. e separadas por uma distânciaq (Fig. para o caso ilustrado. opostas e não colineares é conhecido como conjugado. 2. 2. M=40Nom y o to F d p e c Probl. calcular a intensidade da força T de modo que não haja flexão do mastro no ponto O. na periferia da roda.41 2. unicamente.41 Determinar. é o conjugado M. as coordenadas do ponto A. Seu efeito produz. 2. não contém qualquer referência ã dimensão a que (a) 6)(2) ou ou Conjugado em sentido anti-horário (\8 I i (b) I cbM' W@ (c) Conjugado em sentido horário Fig. Considere a ação de duas forças F e -F.. Encontrar M para este ponto.9a).2mm. em torno do qual o momento M das duas forças é máximo. Resp. uma tendência de rotação.2.5 . cuja intensidade é de M = F(a +d) -Fa ou M = Fd e está no sentido contrário ao movimento dos ponteiros de um relógio. -100mm).CONJUGADO o momento produzido por duas forças iguais. Um conjugado tem certas propriedades exclusivas e importantes aplicações na Mecânica. A (-173. Resp. Esta expréssão. quando visto de :ima. visto que sua soma é zero em todas as direções.39.39 C s a ~40 No Probl. para a intensidade do conjugado.23 kN m Probl. resultando uma força única. Estas duas forças não podem ser combinadas. T= 3. O momento combinado das duas 'orças em torno do eixo normal ao plano das forças e que passa por um ponto qualquer situado sobre o plano.

10 O efeito das forças que atuam sobre os corpos tem sido definido em termos da tendência que as mesmas têm de empurrar ou puxar o corpo em sua direção e de girá-Io em torno de qualquer eixo que não cruze sua linha de ação. e pelo conjugado. Observa-se. que atua no ponto A é substituída pela mesma força deslocada para algum ponto B e pelo conjugado Jf = Fd. Esta decomposição de uma força em outra força e um conjugado é ilustrada na Fig. contanto que seu produto permaneça o mesmo. O transporte pode ser observado na figura central. empregando uma das convenções mostradas na Fig. Do mesmo modo um conjugado não é afetado ao se admitir as forças atuando em qualquer um dos planos paralelos. onde a força dada F. Como o vetor conjugado M é sempre perpendicular ao plano que contém as forças que o compõe. na análise bidimensional. então. manteremos a notação vetorial para sua representação.2. 2. resultando uma simples força.11.10 mostra quatro diferentes configurações do mesmo conjugado M.SISTEMAS DE FORÇAS I 25 o n- Jocaliza as forças em relação ao centro de momento O. M M c1 ~ :±. igual e oposta. 2. está no sentido anti-horário. Um conjugado não se altera. A representação deste efeito duplo é. onde a direção de M é normal ao plano do conjugado e o sentido do vetor é estabelecido pela regra mão direita. O conjugado é definido. aplicada emB constituem o conjugado M = Fd que. este conjugado não sofrerá alteração se os valores de F e d forem alterados. Portanto. -2F V2F Fig. igual e paralela. como é mostrado na ig.F são adicionadas no ponto B. sem que os seus efeitos externos sobre o corpo sejam alterados. em cada um dos quatro casos.11 . para compensar a alteração no momento da força. Conclui-se. Conseqüentemente. pelo mesmo vetor livre. 2. como se vê na figura do lado direito. que a força original F aplicada em A e a força -F. Fig. e por um conjugado. também. no sentido anti-horário. podem ser combinados. freqüentemente. 2. que se encontre no plano definido pelo mesmo (normal ao vetor do conjugado). podemos representá-Io por um vetor livre M.9c. 2. quando tratarmos com vetares conjugados em problemas de três dimensões. que atua em um outro ponto B. desde que a intensidade e a direção de seu vetar permaneçam constantes. pode-se representar. Assim. Posteriormente. facilitada pela substituição da 'orça dada por outra. a força original que atua em A costuma ser substituída pela mesma força.9b. sem introduzir qualquer efeito externo sobre o corpo. que representa a mesma tendência para girar os carpos na direção mostrada. A decomposição da força numa força equivalente e num conjugado é uma etapa do estudo que deve ser inteiramente dominada. para o exemplo escolhido. que um dado conjugado e uma força. A Fig. o sentido de um vetor conjugado como horário ou anti-harário. Conclui-se que um conjugado tem o mesmo valor para IOdos os centros de momento. pois encontra repetidas aplicações em Mecânica. onde as forças iguais e opostas F e .

Nota: <D 0(/ 7/=7/ ~. Solução. P e -P.060) cos e Igualando as duas expressões 1 60 e 500 (0. <D Problema Resolvido 2. Substituir este conjugado por outro equivalente consistindo de duas forças. determinando. a força original é equivalente a uma força de 400 N aplicada em O e a um conjugado de 69. agora substituindo-se o conjugado por duas forças. O conjugado dado é anti-horário.3 No m Resp. isto é.200+0. 1 Assim.2 sen 60°.-o 400 N 400 N 400 N Freqüentemente se depara com o problema inverso a este. Nota: Observe que as únicas dimensões relevantes são aquelas que fornecem as distâncias perpendiculares entre as forças dos conjugados.5 Substituir a força horizontal de 400 N. quando visto de cima do plano que contém as forças. assim. 400N 400N 400N Solução.4 Um suporte rígido é submetido a um conjugado composto de forças de 200 N. O braço de alavanca da segunda força seráM/F = 69. e sua intensidade é [M=FdJ M Dimensões em milímetros = 200(0.26 / ESTÁTICA Problema Resolvido 2.1732 m. uma das quais igual e oposta a 400 Nem O. de intensidade igual a 500 N. constitu{do de uma força em O e um conjugado. O procedimento é o mesmo. como mostrado na terceira das figuras equivalentes.3/400 = 0.160) cos e Resp. agindo sobre a alavanca. . . que é 0.200 sen 60°) = 69. a substituição de uma força e um conjugado por uma força única.P produzem um conjugado anti-horário [M=Fd] M = 500 (0. por um sistema equivalente.100 + 0. Aplicam-se duas forças opostas e iguais a 400 N no ponto O e identifica-se o conjugado anti-horário [M = FdJ M = 400 (0. Encontrar o ângulo e apropriado. a linha de ação da força resultante única de 400 N.3 No m.100) = 60Nom As forças P e .

46 A treliça simples suporta uma carga de 40 kN.46 2. A conexão articulada. está submetida a duas forças de 250 N.SISTEMAS DE FORCAS / 27 OBLEMASPROPOSTOS 2 A ação da força de 10 kN sobre a coluna de aço pode ser analisada considerando que ela produz uma compressão na direção da linha de centro e um conjugado. notamos que a ação de uma força F. usando os vetores unitários mostrados . Qual o empuxo P que cada rebocador deve exercer sobre o navio para se opor ao efeito de rotação do navio.42 F Probl. 2. determinar a excentricidade d. B = 75. consistindo da força de 200 N aplicada em A e de uma segunda força aplicada em B.44 Cada hélice de um navio de dois eixos desenvolve um empuxo F de 300 kN. mostrada na figura. A carga de 40 kN e a componente vertical da reação. I y Probl. t Probl.44 -Am 1< ~~ >1 200 N A I I I • 240mm 30° ----1\1 xI I I I 2. exerce a força adicional sobre a treliça. Determinar a coordenaday deB. formam um conjugado igual e oposto ao conjugado devido ~s duas forças horizontais. y Probl. necessária para manter o equillbrio.. d = 80 mm 100N lOkNLd I "- '- J . Deseja-se substituir estas forças por um conjunto equivalente. 2. na seção crítica do gancho. a plena.45 Expressar em notação vetoria1 o momento das duas forças em torno do eixo y e do eixo y'. determinar a intensidade de F . 2.45 2. Se o conjugado tem uma intensidade 800 N • m. Resp. é uma tração em B e um conjugado. Resp. causado pelos seus hélices? Resp. A parede vertical exerce uma força horizontal contra o ro1ete-suporte em A.47 A chapa em forma de L. Calcular a intensidade B da força que atua sobre o pino da conexão em B. em B.~ '- l00N '-. P = 51. Se a intensidade do conjugado é 4 000 N· m.43 3 Ao projetar um gancho de içamento. 2. rotação. Durante as manobras. em B.4 kN Probl. 2. 2.5 kN 100 mJ Probl. uma hélice gira a plena rotação avante e o outro a ré.47 y . .

53 A figura representa duas engrenagens acopladas.49 Um conjugado de 37.53 .ação das cargas nos dentes. determinar P e R. 2.52 Substituir o conjugado e a força mostrados pela única força F.52 Probl. Localizar D determinando a distância b. exercido por seu eixo em A. Resp. b = 213 mm 2. Queremos projetá-Ia para operar com y Probl. M = 929 N •m a força de 200 N. que corresponde ao conjugado M. aplicada no eixo de rotação O. determinar M. ()x = 51. como mostrado. que atue no ponto 12 mm acima do centro da roda. mostradas. Se uma força R em O e um conjugado M = 20k N •m forem equivalentes às duas forças.50 Uma ferramenta está sujeita a uma força de 200 N e outra P. determinar a correta dimensão x da alavanca.51 A alavanca de controle está submetida a um conjugado no sentido horário de 80 N' m. 2. Se as engrenagens partem do repouso sob a . Se o conjugado e a força de 300 N forem substituídos por uma força equivalente única em B. submetidas às forças de contato nos dentes. qual seria o sentido de rotação? Resp. Se a resultante do conjugado e da força passa por A. Se a força e o conJugado puderem ser substituídos por uma força equiyalente. aplicada no ponto D. 2. 2.56 kN.5 N· m é aplicado ao eixo vertical soldado à placa retangular horizontal.50 2. Resp.51 2. P = 40j N.49 2. 2.10 M = 11.48 Probl. R = 3. Substituir as duas forças por uma força única equivalente R. 60N·m Probl. Resp. e por um conjugado M correspondente.4 kN e por um torque sobre o eixo. determinar a distância x.28 I ESTÁTICA A roda traseira de um carro que está acelerando é impulsionada por uma força de atrito F de 2. mostradas. R = -160j N 2. como é mostrado na fIgura. no sentido anti-horário Probl.2. Probl.28 N· m.

Podemos agora. Substituir esta força por uma força atuando na linha horizontal a meio entre os rebites e um conjugado. Quando a resultante de todas as forças que atuam sobre o corpo não for zero. para qualquer sistema coplanar de forças.12 O tipo mais comum de sistemas de forças ocorre quando todas as forças atuam em um único plano. no plano x-y. O equilíbrio do corpo é a condição na qual a resultante de todas as forças que atuam sobre o mesmo seja nula. Redistribuà.55 Se o sistema de forças F. que pode substituir as forças originais. com o auxílio destas defInições.I = IF. uma em A e outra em B. F2 e F3' Obtemos a intensidade e a direção da força R pela construção do poligono de forças. descrever a ação resultante de um grupo ou sistema de 'orças.55 2. y (a) (b) Fig. IF. e F. pode·se escrever: .I =F= 335 N F2 ---1 Probl. sendo geralmente necessário reduzi-Io à forma mais simples para descrever sua ação. esta força e o conjugado substituindo-os por duas forças.54 250mm -+ lOOmm 200 N Dimensões em milímetros Probl.RESULTANTES As propriedades da força. tanto em Estática.e F. determinar e e a intensidade de F. Resp.6°. como é ilustrado na Fig. 2. por exemplo.6 . e = 26. do momento e do conjugado foram desenvolvidas nas quatro seções anteriores. 2. em qualquer seqüência. 2. Assim. mostrado na parte b da fIgura. A maioria dos problemas em Mecânica lida com um sistema de forças.2. então. sem alterar o efeito externo do sistema sobre o corpo rígido. A resultante do sistema de forças é a combinação de forças mais simples. 2. Assim a detern1inação das resultantes é básica. a aceleração do corpo fica defInida pelo equacionamento da força resultante ao produto da massa pela aceleração do corpo. for equivalente às duas forças de 200 N. e assim determine as forças suportadas pelos rebites.12a pelo sistema das três forças Fi. no qual as forças podem ser aplicadas.SISTEMAS DE FORÇAS / 29 a - A cantoneira está fixada a uma viga por meio de dois rebites A e B e suporta a força de 2 kN. onde os vetores das forças são somados cabeça à cauda. como em Dinâmica..

que diz que o momento da força resultante em torno de qualquer ponto O é igual à soma dos momentos das forças do sistema em torno do mesmo ponto. Em um sistema de forças paralelas. a equação do momento em torno do ponto de concorrência. e uma equação do momento. as três forças da Fig. Por exemplo. Podemos determinar a posição da força resultante. algebricamente. a força resultante R for nula. k Mo = M. pois pode existir um conjugado M. Em um sistema de forças concorrentes. preservando as corretas linhas de ação das forças e somando-as pela regra do paralelogramo. usando o princípio do momento devido a Varignon. para determinar completamente a resultante R de um sistema geral de forças coplanares.30 I ESTÁTICA R Rx = Fl Ry + F2 + F3 + .5) que é uma outra forma de apresentar o teorema de Varignon ou o teoremados momentos. O princípio da transposição de uma força é usado neste processo.13).. na direção das forças.14 têm força resultante nula. são suficientes uma equação da força.2. Rx = k Fx. para determinar R. graficamente.13 Vê-se que são necessárias três equações. com a escolha de um ponto conveniente O como centro de momento (Fig. é automaticamente satisfeita e. onde a soma Rl de F2 e F 3 é adicionada à F 1 para obter R. têm um conju- F2 Fig. Ry = k Fy e Rd = k MO. ~s gado..4) = tg-1 _Y = tg-1 _Y Rx R 2:Fx Podemos obter. Este é o princípio mais utilizado entre todos os da Mecânica. M = F 3 d. = = 2:F y R 2:F = 2: F x e = y(2: F x')2 2:F + (2: F y )2 (2. no sentido horário. onde O é qualquer centro conveniente de momentos. a correta linha de ação de R. para determinar R. Neste caso. Assim. 2.2. Fig. para um dado sistema de forças. como está indicado na parte a da figura. calculamos o braço de alavanca desconhecido d. a resultante do sistema não é necessariamente nula. Se.14 . só é necessário usar as equações das forças. 2. conforme: ou simplesmente (2.

como se'vê na figura. que elimine o maior número possível de termos das equações de momento.6 m de raio. em Mecânica. escolhido arbitrariamente. 4) as de o m. que será agora determinada.6 Determinar a resultante das quatro forças e de um conjugado que atuám sobre a chapa mostrada. O momento no sentido horário de R. como teria sido o caso se o momento estivesse atuando nO sentido anti-horário. d como o braço de alavança de R. tos devidos às duas forças que passam por O. com centro em O.4b = -140 + 50(5) . é uma simplificação importante nos cálculos. exige que a linha de ação de R seja tangente ao ponto A e não ao ponto B.J Rx' = Ry'] R ] =. e com o sentido anti-horário. Se tivéssemos admitido C no lado positivo do eixo x. i- - O sinal' negatjvo indica que o momento da resultante está atuando no sentido horário em vez de no sentido anti-horário. --x Embora o conjugado não tenha influência sobre a intensidade e a direção de R. Observe também que poderíamos localizar R encontrando o ponto que R corta o eixo y.9 N = 50 + 80 sen 30° + 60° sen 45° = 132.SISTEMAS DE FORÇAS I 31 Problema Resolvido 2. ser combinado graficamente.9 NResp.9)' + (132. ® 2 [Rd= ~MO] 132.60 cos 45°(4) + 60 sen 45°(7) b=1. a resultante R e o ângulo () formado por R com o eixo x vêm a ser: [Rx = ~ Fx] = ~ Fy] Rx = 40 + 80 cos 30° . inicialmente. Se admitÍI1)1os.60 sen 45° (7) <D d= -1. Com O como o centro dos momentos. a resultante pode ser aplicada em qualquer ponto sobre uma linha que forme um ângulo de 63°13' com o eixo dos x e tangente a um cúculo de 1. usando-se a regra do paralelogramo.J' (66.4 = 63.3d Notas: = 140 .4 N R [Ry Ry [R =.2°. Portanto.20 66. A seleção cuidadosa de um conveniente centro de momentos. ele influencia. As componentes Rx e Ry. Como verificação. Ry não apareceria.79m .60 = 1. como a origem conveniente de coordenadas e como centro dos momentos. que C está à esquerda de O.79 sen 63. em torno de O. observe que d = b sen (). Solução. b daria negativo. então um somatóno de momentos no sentido horário. Neste cálculo. dará - Nota-se que a escolha do ponto O como centro de momentos eliminou quaisquer momen-. A posição da linha de ação de R é encontrada pelo princípio dos momentos (Teorema de Varignon). 5) o o [()= are tg ----L Rx ()= are tg Resp.o momento da resultante.60m ma R. como positivo. O ponto O é escolhido arbitrariamente.4)' = 148. este princípio exige: [Rd= ~MO] 1 148. O sistema de forças dado pode.60° cos 45° = 66.50(5) + 60 cos 45° (4) . o princípio da transposição e o método para a transformação de um conjugado e de uma força.3 132. Outro modo seria localizar R encontrando o ponto C sobre o eixo x. em uma única força. também. 1.

5 kN 2. b = 11 m Probl.5 kN 8x = 50.8j kN R = 54. 2.57 Calcular a intensidade da tração T e o ângulo 8. 2. 40 kN 209 N 800 mm Probl.60 Explique por que a resultante das três forças paralelas sempre passa pelo ponto A.5 kN.2° 50 kN 30 kN 2. O resultado depende do ângulo 8? . Resp. 10.58 Determinar a altura h acima da base D.58 2./ / / / / 60 kN Probl.56 p 2.62 Na posição de equilíbrio mostrada.9i + 41. também. Resp. 2. a resultante das três forças que atuam sobre a alavanca em cotovelo passa pelo centro do mancal O.85 kN. à esquerda deA 680 N I / / 20~. R = 1. Determinar a posição de R.•••• 300 N 6kN 650N 600mm 3m 5kN 9m Probl. 2. encontrando sua distância b à esquerda deA. . a intensidade de R e o ângulo 8. onde atua a resultante das três forças.57 3kN 3.60 2.61 Determinar a força R que possa substituir as quatro forças que atuam sobre a viga em balanço e não altere a reação sobre a extremidade da viga.59 Onde atua a resultante das duas forças? Resp. 2. na solda de sustentação em A. Resp.9° 300 mm 320 N Probl. para que o olhal seja atuado por uma força resultante para baixo de 15 kN. 2.70 m.59 2. R = 34. para baixo. T = 12. Encontre.56 Determinar a resultante R das quatro forças atuando sobre a chapa de ligação. 8 = 38. Determinar a força vertical P. qualquer que seja a intensidade de P. que a resultante faz com o eixo x.61 600 1I11111~ 250 N mm 300mm B@II\I\~ Probl.32 I ESTÃTICA PROBLEMAS PROPOSTOS 2.

~I::L t 3kN 300mm 1. através do qual passa R. 2.63 o a . 2. 2. Encontrar a coordenada x do ponto sobre o eixo dos x.67 --x Probl. Se a resultante deste sistema de dois conjugados e de três forças for zero. 2.62 Probl. por onde deve passar a resultante.68 Calcular a coordenada y sobre o eixo y por onde deve passar a resultante das três forças e do conjugado.00j kN. Especificar M e dar a intensidade de R. Resp. Resp.66 Probl.640 redutor de engrenagens. está sujeito aos dois conjugados.SISTEMAS DE FORÇAS / 33 5000 N 3000N y I I A L_-x 2000N 4000N Probl.63 Determinar a intensidade F da força aplicada no cabo da alavanca. Resp. Resp. determinar as forças em A e B.832 m. .2.5 kN 200N 200mm'A Probl. por meio de uma força equivalente R..11 460j N.65 2. mostrado. R = -1. E = 260 N 2. 2. 2. que atue emA. 1. y = 109 mm .2.65 Determinar a resultante R das quatro forças e localizar o ponto A. sobre o tramo superior. de modo que a resultante das três forças passe pelo ponto O.7m y I I I I L_-x A 150 mm > 1< 120 N 100 mm 120 N Probl..66 Substituir as cargas aplicadas e o conjugado mostrados.64 2.50i . e por um conjugado M.67 Determinar a resultante R das três forças e dos dois conjugados mostrados. à direita de B 2. 2. que atuam sobre o suporte vertical. R = 4 OOOi. x = 290 mm m 2 kN y I 100mm~ I I 100 N'm 400mrn1 500mm r. ea 4kN 6kN 0. a seu peso de 200 N e a uma força vertical em cada uma das bases A e B.

72 A engrenagem e a polia a ela agregada giram no sen tido anti-horário e estão submetidas a uma carga de contato nos dentes da engrenagem de 1 600 N e às trações de 800 N e 450 N na correia em V. a resultante de todas as forças atuando sobre o avião é nula.70 Substituir as três forças e os dois conjugados que atuam sobre a peça rígida por uma única força.83 kN.70 2. graficamente.71 Representar a resultante das três forças e do conjugado. a resultante das quatro forças.75 kN mg Probl. D = 9. por uma força R emA e um conjugadoM. M= 21. O conjunto está acelerando ou desacelerando? Resp.6 kN. Resp.34 I ESTÁTICA 6ON'm 3kN 100 N T 200 mm 300 m~ t- ~ 4kN Probl. impulsionada pelo empuxo T de 86 kN. Representar a ação dessas três forças por uma força resultante R em O e um conjugado de intensidade M. a sustentação L e a força P atuando sobre o estabilizador. R = 4. 2. 2.71 100 N Probl. Calcular a reação D. para as condições representadas. L = 279. com velocidade constante. 2.69 kN 200 N Probl. Como a velocidade é constante.2. 2. P= 4. anti-horário.73 . 200N 3~ 4 200 mm ___ T 360N y i Jo mm -1- mm 3601' mm 520N / Probl.69 Determinar.69 Probl.72 2.73 O avião a jato tem uma massa m de 30 Mg e estlÍ subindo com um ângulo de 15 o. R = 930i + 1 666j N.68 2. Encontre M e a intensidade de R.05 kN'm. Resp. 2. Verificar o resultado através de cálculo. R equivalente em A e um conjugado M. 2. acelerando 2.

. pode ser Fx = F· i. simplesmente. Qualquer seja a interpretação. é freqüentemente necessário mpor uma força em suas componentes mutuamente perpendiculares. . 2. Q a por eles formado e é = PQ cos a Este produto pode ser considerado.100). 2.16b) terá a intensidade Fs = F· s. a força F atuando no ponto O na Fig. As componentes retangulares de uma força F (ou outro vetor) podem ser escritas de modo alternado.or. o componente Fx = F cos 8x da força F.ão de P.P.uantidade escalar. II meio da operação vetorial conhecida como produto escalar. girando no m. pata dar Fs = (F • s) s. Fy e Fz. multiplicaª-o p. Assim. Quando se girar do eixo x para y. j e k estão.15. Em termos mais gerais se s for um vetor unitário em determinada direção. Por definição.15 por exemplo. como a projeção (componente) P cos a de P na direiY. 2. que pode ser escrito. onde Fx Fy Fz = Fcos ()x F = /F V· x 2 + Fy 2 + F z2 e s j = F cos ()y = Fcos ()z F= F + jFy + kFz = F (i cos ()x + j cos ()y + k cos ()z) iFx (2.esmo sentido. m = cos 8y e n = cos 8z.SISTEMAS DE FORÇAS I 35 SEÇÃO B.ãode Q.2.COMPONENTES RETANGULARES Muitos problemas na Mecânica requerem análise em três dimensões e. Assim. onde [2 + m2 + n2 = L podemos escrever a . como Fs = F • ss.15 Os vetores unitários i. onde i é o vetor unitário na direção eixo x. deve ser multiplicada pelo vetor unitário s. Porém. é produto de suas intensidades pelo co-seno do ângulo escrito p. o produto escalar de dois vetores é uma g.ça como (F = F(il + jm + kn)) (2. em um sistema destro. a direção positiva do eixo z. na Fig. y e z. então sua intensidade escalar. Se introduzirmos os co-senos diretores de F como sendo [= cos 8x.JIDili. nas direções x. tem componentes retangulares Fx.7) A escolha da orientação do sistema de coordenadas é totalmente arbitrária e inteiramente dependente conveniência. respectivamente. 2.i'cado p-or O. é aquela do nanço de um parafuso de passo a direita. ou como a prokção (comIlQnente)--º cos a de Q na direiY. deve ser usado um conjunto de eixos ro. expressa por F • s. o produto escalar de dois tores P e Q (Fig. SISTEMAS DE FORÇAS TRIDIMENSIONAIS 7 .6) Fig. a componente de F na direção de s (Fig. para preservar a orientação relativa dos eixos. Se for conveniente escrever o vetor compo~ente na direção de s como uma quantidade vetorial.

:Or unitário. em virtude da relação do produto escalar.8 + ky . que não se interceptam. onde I s I = s = 1. então. tem -se F .+ j.8) ou. a compo.s = Fs cos (J = F cos (J. Deve ser notado que a relação do proçluto escalar aplica-se a vetores que se interceptam ou não. ~ e 'Y pode-se.) Fig. (ia = F· fi = F(il + jm + kn) = F(la + m. 2. Se F tem os co-senos diretores nente de F na direção de s toma-se: Fn I. Assim. então. então.8 + ky) = k-i = j'k = k-j uma vez que i-i = j-j = k-k = 1 e i-j = j-i = i-k = O Se o ângulo entre a força li.2.17 .2. pois P' e P são o mesmo vetor livre. m e n em relação aos eixos x. é a projeção de P' sobre Q. o produto escalar de dois vetores P e Q.36 I ESTÁTICA /\ 6\ F \ Fn = F. Observe atentamente que isto não significa que F ou s são nulos.16 Se s tiver os co-senos diretores veto r a.8 +ny) . o ângulo entre dois vetores quaisquer P e Q é (J = cos -1 P-Q __ PQ (2./ de intensidade uriitária. então cos (J = O e F . que é P' Q cos a = PQ cos a.nn --Ç-Fn"'Y' (a) \\ -- _-~\ n~ (b) n ~('. Assim.s = O. generalizando.e a direção indica da pelo vetor uriitário sé (J.17. como seria no caso da multiplicação escalar. Fig. escrevê-Io decomposto como qualquer outro s = ia + j. na Fig. o ângulo entre F e s é dado por (2. onde (A )(B) = O requer que A ou B seja nulo.&) Se a força F é perpendicular a uma linha cuja direção é indicada pelo vetor unitário s. y e z..

y= 70.y .. __ ..707) (0. como se vê na figura.688i + 0. n \ \\ \ \ r-\ ~ __ "".688) + + (0.4 N.// -:..707 de modo que Fxy = F cos exy = 100 (0.. F = 100N B 2m n Solução.<.J50 componentes são: Fx = Fi = 100 (0.566) (0.424) = 42.707k) • (0.566j + 0. e (c) a componente Fn de F na direção da linha O-n.?f'-. //Vi".•••.••. Estej? preparado para o caso quando um co-seno diretor for negativo....707) = 70.. Problema Resolvido 2.7 N . Resp.688 0. 4 m e 5 m. + 62u+2' F \ \ \ \ z Assim. I I o Resp. O co-seno do ângulo exy entre F e o plano x-y é: -::::. como está representado. / . __ - + / /y _F.__ ..566 z I I I I I 1 1 = 5 .229») = = 84.----. Parte (c). As Fzf-------I I I 1 1 1 onde a diagonal OA é .424i + 0.J 62 6 G) O produto escalar encontra automaticamen- . Notas: <D Neste exemplo todas as componentes são positivas.:::. y e z. Parte (a).707 = 7..7 N.J 32 + 42 + 52 =.424 n m= 4 7.688) + (0....071 = 0..7 N Parte (b)..J32+42 cos exy = ----7.688j + 0.229k) = = 100 [(0... Para expressar esta componente como um vetor. A linha de ação de F passa por um ponto A cujas coordenadas são 3 m. y e z.071 = 0. Fy = Fm = 100 (0.071 = 0...6 N I I I I //1 . Os co-senos diretores de F são: 3 1= 7.' 7.""./// ~ F/ // '" .424) (0.071 = 0.566)= Fz = Fn = 100 (0..229 te. que passa pelo ponto B.4 N .071 m.::::~ F". como mostrado.::. a componente de F ao longo de O-n é: Fn = F· n = 100 (0.SISTEMAS DE FORÇAS / 37. (b) a projeção de F sobre o plano x-y.-/ 1/ 1 1 /y Fy // /. devemos escrever F • nn ou 84. o comprimento da projeção ou componente de F sobre a linha O-n. Os co-senos diretores de um vetor unitário n na direção O-n são: o<={3= "(= .4n N._----. Resp. Determinar: (a) as componentes de Fnas direções x.- __ n n = 84.J 62 + 62 + 22 2 0.7 Uma força F = 100 N é aplicada na origem dos eixos x.--x ..707) = 70.4 N 56.

8j + lOk kN sobre o pilar de concreto.77 A força F de 140 kN está orientada ao longo da diagonal do paralelep{pedo. z I /' /' t ~2 llJ Probl. Expresse F corno um vetor. y Probl. 2.79 O guindaste exerce uma força de T = .2.79 .] -_/ 1J-------"- B B Probl. cujos lados têm a proporção 2:3:6. Resp. Py = 85.920i + 0.2 kN.2. 2.15j + 10k) kN Resp.77 2. Calcular os ângulos que T faz com o eixo positivo dos x e com o plano x-y.2.077k) icN 2.3m ~- ~.78 A tração no cabo de sustentação AB é de 10 kN. 2m r A '/'s Jl) z I I 1/ / / II 1 1 I I ~' I 4~/ 1 1 I . T = 2 (-0. Escreva a expressão vetorial para a tração T. Escreva a expressão vetorial para a tração T corno urna força atuando sobre o braço da alavanca.74 Se a componente x de P for 60.76 O cabo exerce urna tração de 2 kN sobre o pontoA.----t "" ''''(: ~~ ---.383j + O.78 ---y 2.I ESTÁTICA PROBLEMAS PROPOSTOS 2. i ~T~ Y .--~\ -----J x Probl.76 O. 2. Expressar esta tração corno o vetor força Tatuando sobre Be.N determine a sua componente y. T = V~ 389 (8i . 2.9 N 1 1 1 Probl.75 O esticador (tensor) é apertado até a tração no cabo AB igualar 1.74 2. Resp.75 Probl.6i . através do cabo.

Fx = -34. 2. encontrar Fy.85 Encontre a expressão para a componente F DC.85 N.87 . 2. da o- D Probl. determinar a sua componente ao longo da diagonal CD da porta. 2. Resp.86 A força F tem uma intensidade de 2 kN e é orientada de A para B. o 2.6.83 Probl.67 m 2.6 N Càlcular a intensidade FCD da projeção da força de 100 N sobre a diagonal CD da face do cubo.84 Probl.86 Determinar a coordenada x que localiza a pequena polia em C. Resp. Calcular a componente FCD de F ao longo de CD.2. FCD = V6i5 kN A B N Probl. Oxy = 43.6. Fy = 1 049 N A linha de ação de uma força P faz um ângulo de 120° com o eixo positivo dos x e tem o co-seno diretor el11relação ao eixo z valendo 0. Resp.87 A porta é mantida aberta na posição de 30° pela corrente AB. . de modo que seja assegurado que não existe componente da tensão no cabo OC ao longo deAB. Se a componente y de P é 200 N. encontre P como um vetor. Se o seu co-seno diretor com o eixo x for 0.0.9°. Resp.25 e a razão entre as componentes x e z for 0. em relação aos eixos x e y são.0 N 0k alx Probl. Se F· k = 60 N.2. Resp. Se a tração na corrente é 100 N.SISTEMAS DE FORÇAS I 39 Uma força F tem a intensidade de 1 200 N. da força F ao longo da linha orientada de D para C.4 e 0. Os co-senos diretores de um vetor força F. calcular o ângulo Oxy entre F e o plano x·y e encontre a componente x de F. respectivamente. 2. x = 2. TCD = 46.6.

~r Mn é normal ao plano e tem como suporte o eixo que. Introduz·se um vetor r. e passando por O. Portanto. (a) (b) Se Fig. Consideremos uma força F com uma determinada linha de ação (Fig. que assim como Fd. F X r = -Mo.5.4 e 2. passa por O. do qual depende a correta avaliação das operações vetoriais. A expressão do produto vetorial para Mo pode ser apresentada sob a forma de determinante (ver o § 7 do item B7 no Apêndice B) que fornece es k Mo = I rx ~y Fy rz (2. Assim. o momento de F em torno do eixo que passa por O pode ser escrito como: :m lt X F ~~. A direção e o sentido corretos do momento são definidos pela regra da mão direita. O momento Mo de F em relação ao eixo normal ao plano. Este momento é também designado como o momento de F em torno do ponto O.40 I ESTÁTICA 2.9) A ordem r X F dos vetores deve ser mantida. O ponto Q e a linha de ação de F definem um plano a. além de empregar um sistema de eixos de coordenadas destro.MOMENTO E CONJUGADO Será desenvolvida agora uma formulação dos conceitos de momento e conjugado. Tanto a intensidade como o sentido de Mo podem ser defmidos pela operação vetorial conhecida como produto cruzado ou produto vetorial (ver o § 7 do item B7 do Apêndice B). Por defmição.10) Fx Fz ta Deve·se notar cuidadosamente a simetria e a ordem dos termos. descrita anteriormente nos itens 2. o polegar apontará o sentido de Mo. É somente quando se trabalha com três dimensões que fica evidente a grande vantagem da análise vetorial.8 . Expandindo o deterrni· nante obtém-se d p . 14b). se os outros dedos da mão direita se curvarem no sentido da rotação r para F. é a intensidade de Mo. o produto vetorial de r e F é representado por r X F e tem a intensidade (r sen a)F. visto que F X r resultaria num vetor com um sentido oposto ao de Mo.18 (2. para ser empregada nos problemas tridimensionais. 2. isto é. que vai de O até um ponto qualquer da linha de ação de F.18a) e um ponto O qualquer que não esteja sobre esta linha. tem a intensidade Mo = Fd. se consideramos r e F como vetores livres (Fig.2. Momento. sendo d a distância perpendicular de O à linha de ação de F. mais geral do que a usada na análise bidimensional.

em relação a O. a intensidade deve ser multiplicada pelo vetor unitário n. B14. em relação a O. 8 também pode ser expressa como: I'x M. onde tratou-se do momento de uma força em duas dimensões. são: O são coincidentes X F. então. podendo-se provar facilmente isto.a partir de O. .. concorrentes no ponto A.>. cuja posição. a componente de Mo na direção de 'A é simplesmente Mo • n que é intensidade escalar do momento M. ulu ) (2.2. 2.19. F 3.'Y são os co-senos diretores do vetor unitário n.11) de r X F substitui Mo.20). de modo que a Eq.>.>.7. o triplo produto escalar pode ser escrito sob a forma de determinante. A Fig.. conhecida como triplo produto escalar (ver Apêndice B). No item 2. pela aplicação da lei distributiva em uma soma de produtos toriais. {3. do Apêndice B. introduzido o teorema dos momentos ou teorema de Varignon. 2. F 2. Este resultado pode ser facilmente verificado.21 mostra um sistema de forças F 1. ••. cuja origem é O. observemos as três compotes do momento de uma força em relação a um ponto. Da Eq. O princípio é também aplicável em três ensões.4.>.12) y de 0:..necessita ser escrita (r X F) • n. 2. Para se obter a expressão vetorial para o momento F em torno de 'A. basdo executar as operações indicadas. 7 ry Fy f3 rz Fz = 1M.19 Fig. como foi defrnido no item 2. Teorema dos Momentos. cujo vetor :lOSição. .2. I = I Fx o: (2. é s . é r.SISTEMAS DE FORÇAS / 41 a e Para ganhar mais confiança no emprego das relaçÕes do produto vetorial. do n um vetor unitário na direção À. resultando ( M" = (r x F . . y e z. A soma dos momentos das forças do sistema. que mostra as três componentes de uma força F atuando em um ponto A. de F em torno de 'A.20 Pode-se agora escrever o momento M.. de F em torno de um eixo qualquer que passe por O (Fig. como apresentado na Fig. com os respectivos termos da expansão do determinante obtido do produto vetorial a e a o e s e Fig. A expressão r X F • n. As ltensidades dos momentos dessas forças em relação aos eixos positivos x. é fixada pelo vetar r. uma vez que a asso~iação r X (F • n) não teria sentido porque um produto rial não pode ser formado por um vetor e um escalar. usando-se a expressão do produto escalar para a componente vetor.

enquanto que o momento de uma força em torno de um ponto (que é também o momento em torno de um eixo que passa pelo ponto) é um vetar deslizante. iguais e opostas.Mi = r x Fi M2:' r x F2 "z9. Os :vetores de conjugados obedecem a todas as regras que regem as quantidades vetoriais. uer ponto B :". conforme mostrado. ) = r x ~F ( ~Mo Assim. O momento combinado das duas forças em torno do ponto O é m po po pa po de ex 12 Porém. a soma dos momentos de momento da sua resultante em .-Ur de qualquer O conceito de conjugado foi apresentado no item 2. O momento de um conjugado é um vetar livre. 2.5. na Fig. a ação do conjugado sobre o corpo produz uma rotação pura em torno de um eixo perpendicular ao plano formado pelas forças que constituem o conjugado. das forças Fz e -Fz.22 mostra duas forças F e .4.5 e é facilmente estendido para três 2. conforme descrito no item 2. devido a Fi e -Fi.ÁTICA r x Fl +r x Fz + r x F3 + . não apenas somente para momentos de vetores de forças em geral. atuando sobre um corpo..F. e o on (2.14) Assim. para momentos de vetores = rx R) (2. de modo que desaparece toda a referência ao centro de momentos wmento do conjugado torna-se: O.. Vemos que a intensidade de ~ é M = Fd.21 Fig.P:i X Fa P Fig. O vetor r liga da linha de ação de F. ...TB = r. a ponto O. ao vetor conjugado Mz. A Fig. t F2 j.:9io é freqüentemente aplicado na _:EDlbém.2. Fa . TA . Como já foi mencionado no item 2. pode ser somado. pode ser produ~do por F e lM M M . é torno do mesmo ponto.23. p d p l B Ma =r . = r x (F1 + Fz + F3 + . Como ocorreu no caso bidimensional. para produzir o conjugado M que.0 -F . -~nsões. cuja direção está ao longo do eixo que passa pelo ponto.22 do de Conjugado. o vetar conjugado Mi. Os pontos A e B estão localizados pelos vetores posição TA e TB.2.13) w um sistema de forças concorrentes. por sua vez. onde d é a distância perpendicular entre as linhas de ação das duas forças. o momento do conjugado é o mesmo em relação a qualquer ponto. este Mecânica. Assim. em torno de um ponto dado..

aprendemos a substituir uma força por outra e um conjugado equivalentes. Assim. Soluça-o (a). O vetor MO é normal ao plano defmido por T e pelo ponto O como está mostrado na figura. 2.707 e 9/AB == 0. 2. para repre~ntar r. -15/AB == -0.l" z/ --.0.707j + 0.2. expresso como vetor. mas.F e F.566k + 0. obtém-se o conjugado composto por .. O momento pedido pode ainda ser obtido pelos métodos vetoriais segundo o momento MO de T em torno do ponto O.566k + 0.2. é Mz == -84. A expressão vetorial T exige seus co-senos diretores.J45õ = 21.9. e pelo conjugado M = r X F.. 12m--"".empregando o vetor OA é mais simples..566...-<. de a força F.10<. na juF e O sinal menos indica que o vetor Mz está no sentido negativo do eixo dos z. O procedimento é apresentado na Fig.8 Uma tração T = 10 kN é aplicada ao cabo.F e a força original F.24 o... Na aplicação da Eq. Problema Resolvido 2. é substituída por uma força idêntica. ·A é I•.-:: . a >-: //yr---__ /.1° /9m B 12/AB == 0. que atua sobre um corpo rígido no ponto A.84. 6 para se achar MO o vetor r é qualquer vetor proveniente do ponto O à linha de ação de T..24.23 No item 2. atuando ponto B. Calcular o momento Mz de T em torno do eixo dos z que passa pela base O do mastro.424i) kN • m A de uja julas A intensidade Mz do momento desejado é a componente de MO na direção z ou Mz = MO • k.566i .424i) X k = . Devemos estar parados para fazer esta substituição no caso tridimensional. 14) de no Poderíamos ter usado o vetor de O para B.424. Recorda-se que f é um vetar B para qualquer ponto da linha de ação passando por A. __ /?--.. ste ças Fig. e obter o mesmo resultado.5. preso ao topo A do mastro rígido e ligado ao solo em B. que é escrito como r = 15j m.. vê-se que o vetor conjugado é simplesmente o mento da força original em tomo do ponto para o qual a força foi deslocada.· Colocando-se em B as forças iguais e opostas . que são: y I A 15m T = 10 kN rês liga B. T ~ 10 (0.SISTEMAS DE FORCAS I 43 M x_.0.707j + 0. ~_ 13) = -FI BM ' Fig. O momento. Conforme a Eq. Notas: <D e o ondeAB = . A escolha mais simples é o vetor de O até A. Portanto Mz == 150 (-0..9k kN· m z .J9' + 15' + 12' =..424k) == == 150 (-0.2 m. y [MO == r X F] MO = 15j X 10 (0. Portanto.424k) kN.9 kN • m Resp.566i .

2. = 30 (0. Problema Resolvido 2. quando visto no plano x-y. que substitua os dois conjugados dados e ainda cause o mesmo efeito externo sobre o bloco.10) = = 2. Portanto.06 (9.60)' = 2.50 + 1.559 N· = . decompondo-se Txy em suas componentes Tx e Ty.. ® É sempre de grande ajuda acompanhar as operações vetoriais com um esboço dos veres.566) = 5. A direção de M.9 Determinar a intensidade e a direção do conjugado M.566 de modo que Tx = 10 (0. é normal ao plano definido pelas duas forças. Solução (c)./122 + 152 = 9. aplicadas em duas faces do bloco. É evidente que Ty não exerce nenhum momento em torno do eixo dos z. resultando nas componentes: Solução.66 (15) = 84. O co-seno do ângulo entre Te Txy é./ 152 + 122 /. O conjugado devido às forças de 30 N tem a intensidade M. \ O braço de alavanca d é igual a OA multiplicado pelo seno do ângulo entre Txy e OA ou d = 15 12 .906)=9. M= J (1. Mz = 5. A força T está decomposta nas componentes Tz e Txy. .66 kN. O momento pode ser também facilmente calculado.80 sen 60° = 1.50 N· m. 50mm 25 N I z / My Mz = 1./92 + 122 + 152 = 0. com a direção e o sentidQ mostrados na mesma figura.. de modo a obter um panorama claro da geometria do problema. tem-seMz = Txy d.37) = 84. Txy = 10 (0. de modo que o momento pedido é devido somente a Tx. Os dois vetores dos conjugados são então combinados.06) = 1.06 kN. o momento de T em torno do eixo dos z é: Mz = 9. situadas no plano x-y.9 kN· m e o sentido é o horário.. Resp. O conjugado devido às forças de 25 N tem a intensidade M2 = 25 (0. que podem substituir as quatro forças dadas. paralelas ao plano y-z. Sendo d a distância perpendicular de Txy ao ponto O.600 N· m 1 Assim.80 N· m. e o sentido mostrado na figura é estabelecido pela regra da mão direita.44 / ESTÁTICA Solução (b). Especificar as duas forças F e -F.. O momento Mz é devido somente a Txy visto que Tz sendo paralelo ao eixo z não pode exercer nenhum momento em 3) torno deste eixo. ® Esboce a vista x-y do problema e mostre d. que é normal ao eixo de momento z.9 kN· m Resp. visto que ele o intercepta. O co-seno diretor de T em relação ao eixo dos x é 12/.80 cos 60° = m 1.23 N'm Resp. As forças de 30 N atuam paralelamente ao plano y-z.906 e.559)2+(-1./ 152 + 122 + 92 = 0. portantb.37 m Então.

ira do lado esquerdo.125k) X (-400i) = -50j + 80k N· m Resp. o conjugado também pode ser expresso. como pode ser visto na fig1. no sistema de representação vetorial. Definir este conjugado como um vetorM. A direção de M no plano y-z é dada por: 125 8 = arc tg -= 32 00 200 ' Resp.125k m e F = -400i N. em torno de O.3 N Resp. como M = r A F. 75 mm li' d Ao se mover a força de 400 N na distãncia = 236 mm. 400N -.2j + 0. Na determinação do efeito da força sobre o eixo em seção transversal. Assim. . no qual a força é deslocada. é necessário adicionar o conjugado M.3 N· m Resp. e o braço de alavanca é de 100 mm. F= e a direção 8 = 22.SISTEMAS DE FORÇAS/ ~ com 8 Nota: = arc 1 559 tg -'-1. =.ç--. até uma posição paralela que passa por O. a partir do qual a intensidade e a direção de M podem ser escritas.10 Uma força de 400 N é aplicada em A para manobrar a alavanca de controle. M = (0.J 125' + 200' M = Fd = 400 (0. cuja intensidade é de: Solução. Assim. a força pode ser substituída por uma força equivalente em O e por um conjugado. o vetor do conjugado é perpendicular ao plano.3 o Resp. e seu sentido é o do momento da força dada.30• Problema Resolvido 2. que está acoplada ao eixo fixo OB.23 0. <D As forças F encontram-se no plano normal ao conjugado M. onde r = OA 0.974 = 44. cada força tem a intensidade: 2.2j + 0. = 44.236) = 94.10 Mantenha-se atento para o fato de que os vetores conjugados são vetores livres e portanto não têm uma única linha de ação.60P = arc tg 0. tal como em O.

ao longo da linha vertical central da coluna.2. Expresse o conjugado como um vetor. __y Probl. são indicados pelas flechas curvas. de relação de transmissão 10:1.91 = F (bi + aj) / Probl. 2. de aço. MA 2.92 As duas forças atuando nos punhos das chaves de grifo formam o conjugado M.89 Determinar pontoA.93 Probl. M = (-6Oi + 40j) f03 N· m Probl. Resp. o momento da força F em torno -do Resp. trabalhando como coluna.5jN'm 150N 2. Substitua estas forças por uma força equivalente única. conforme mostrado. .91 I I I : ~}i I~---IP 3 I I I B----l. em torno do eixo O-O. Determinar a resultante M dos dois conjugados que atuam sobre o redutor e calcular o co-seno diretor de M em relação ao eixo x. Um torque (conjugado) de entrada de 80 N •m é aplicado ao eixo A no sentido da rotação. o momento da força P em torno do x x Probl. e um conjugado M. M=-75i+22. 2.46 I ESTÁTICA Problemas Propostos 2. suporta duas cargas verticais. 2. Resp.88 Os sentidos de rotação do eixo de entrada A e do eixo de saída B do redutor coroa sem-fIm. O eixo da máquina acionada exerce um torque de reação igual e oposto sobre o eixo de saída do redutor.92 2. 2. z I 2.90 Calcular o momento MO da força de 250 N. O eixo de saída B fornece um torque de 320 N •m à máquina que ele aciona (não mostrada).89 2.90 Uma viga H.88 Determinar pontoA.

da tração de 2 kN no cabo AB do Probl. em torno da origem O. em vez de em A. O cabo AB. B~ ../ "" z " 2. 2m r A . Mz = 0.77j-37.93 'I c I I Calcular o momento em tomo do eixo z. 2.96 apanhar a carga em B.>' ~ .2kN'm Probl.56..75 está repetida aqui.r--~ 1'2l1J~ / ~Jm J-----l 2./.96 0" do elahas Ao suspender uma carga dOa posição A.é1!<~m 4. cuja origem está situada na base do guindaste. 2.94 de ga- A fIgUra do Probl. exerce uma força de 1.l./ 1-. produzido por uma força de 100 N atuando no ponto A do suporte. 2.5j .97 x Se o guindaste do Probl.5m"Y A ~~.98 Três conjugados são formados por três pares de forças iguais e opostas.920 kN • m I T 1'1 I I 130m o I I I I I 0. MO = -374i + 93. e desenvolver uma traçã~ inicial T de 21 kN em seu cabo. também. 2.. Resp. 2. a . Resp.lk kN'm otade traque do dei njur o Probl.96 /L'.98 em Probl. de A para B. Calcule a intensidade do momento desta força em torno do ponto O. 2. Determinar a resultante M dos três conjugados. 2. Determine.SISTEMAS DE FORÇAS I 47 2.76.-6--1 Y Probl. 2./ " : \ ". Resp. Calcular o momento que T produz em torno de cada um dos eixos de coordenadas././ I I I I I I .4 . 2. determinar o momen· to MO desta força.2 kN sobre o braço da alavanca.99 Probl.95 Calcular a intensidade do momento em torno do eixo x. M=-20i-6. o cabo é tracionado ao valor T = 21 kN. repetido aqui.

A e R.102 Uma força de 100 N passa por dois pontos. com os co-senos diretores proporcionais a 2. Determinar o momento M da força em torno de um ponto de coordenadas 2.101 Uma força de 50 kN.104 A placa retangular de aço está inclinada e apoiada sobre a sua aresta horizontal AR e é mantida na posição mostrada por um cabo que vai do ponto C ao ponto O.100 4 -m--_~ (a) À---x 2.13j + 6k) N'm 2. Determinar qual das expressões citadas descreve M corretamente. 2 e . 2. 2. passa por um ponto P cujas coordenadas x. sem usar o produto vetorial. respectivamente.103 Uma fresa está submetida. y e z são 3. A caixa é retangular.2 e 1 m.104 . como mostrado. 2 e -5 mm.48 I ESTÁTICA y !.103 Determinar o momento deste sistema em torno do ponto O. 2.5.100 A força F exerce um certo momento M em torno do eixo 0-0. 6 e 9.2. no sentido de A para R. Probl. + r3)·n]n (r. As coordenadas x. y e z de A e de R.4 e 3. Resp.3. são.3 mm. (b) 2.F cos (3cos~) n I I I I I I //' O C(5. -1. (Observe z I X F'n)n [F X (r. Calcular a intensidade do momento da tração do cabo em torno da aresta AR.----- x expressão vetorial para o momento da força em torno do ponto O.'4. (rI X F'n)n (-r4 Probl. em torno do ponto C. Calcular o momento M da força. de coordenadas 2. A tração n~ cabo é 20 kN. . no solo. MO= -260i + 328j + 88kN'm 2. 2. em metros. M= ~ 11 (12i .5. Resp. O vetor n é unitário ao longo de O-O. 4) metros B 13m// " Probl. Desenvolva o problema usando a abordagem mais apropriada para cada uma das duas formas de apresentação. a uma força de 1 200 N e um conjugado de 240 N· m. .

calcular a intensidade do momento da tração em torno do eixo AB. Para a posição da polia C. B 2. o do roblecada serve _VII I. de seu momento em torno do eixo da dobradiça. F.84 está repetida aqui.Q.107 z 1 ~ 1 1 1 --- -------~ I· 1 1 1ml I 1 no do 1 1. I Probl..90k kN'm '50N~:~1 ~m~ . 1ml 1. determinar a intensidade deF.108 A fIgura do Probl.6 N· m Probl. 2.'1 I r----- IA Y' x 2.I ' I I '. 2. Resp.SISTEMAS DE FORÇAS / 49 que a escolha do método de solução freqüentemente depende da maneira na qual são apresentados os dados.5 m' _----' o'.) 30kN x 2.t5i .106 A IJgUl"ado Probl. Se a intensidade do momento de F em torno da linha CD é 50 N • m.106 2.87 está mostrada aqui outra vez. 2.I .I 1. . 2. M= 46. Probl. em x = 2. I _---- B 051 T 11~ I c ' I -I _-k--Y .~ w: I I . equivalentes. determinar a intensidade M.86 está mostrada outra vez aqui.109 . = -1.5 Im _--À '. Determine M e calcule a intensidade M' do momento que tende a girar o tubo em torno do ponto O do bloco fIxo. 2. M/ = 85.84. 2. Se a tração na corrente AB é 100 N.707 kN •m \ OkN // // 3m Probl. Resp.8 N'm N'm oiada da na nto C 0 kN.28k kN M = 5.2.!i. Resp. .93k N' m. '\.05i . que tem um joelho de 20°.5 !!!_--1-m:J.)8 2.105 Probl.105 A IJgUl"a do Probl.2. A tração no cabo é 2 kN.67 m. 72j + 28. M = 17. Substituir as duas forças por uma força em O e um conjugado M. RelJP.m A x .11. M = 0.109 Uma ferramenta de abrir rosca está atarrachada na extremidade de um tubo.107 Substituir as duas forças que atuam sobre o cubo de 3 m de lado por uma força única equivalente F aplicada em A e por um conjugado M.

usando o somatório de vetores de forças (Eq. sem resultante alterar como o efeito sendo externo a combinação que causam mais sobre simples o de corpo forças. as forças concorrentes podem ser adicionadas vetorialmente. podem ser representados em qualquer posição paralela. desde que se introduza o conjugado M1 = r X FI. como representado na parte b da figura. pode-se deslocar cada uma delas para um ponto arbitrário O. o . escolhido. também. onde r é o vetor de O para qualquer ponto sobre a linha de ação de FI.RESULTANTES um. qualquer sistema de forças pode ser substituído por sua força resultante R e pelo conjugado resultante M. mostrou-se que uma força pode ser deslocada para uma posição paralela. adicionando-se um conjugado correspondente.25c). 2.25 Os vetores conjugados. a fim de fornecerem uma força resultante R. No item anterior. 2. sendo a alteração no movimento linear do corpo determinada pela força resultante e a mudança no movimento angular do mesmo sendo determinada pelo conjugado resultante. As intensidades dos resultados e suas componentes são: Rx d re m C = R LFx Ry = + LFy (LF)2 Rz = Mz LFz = n +'(LFY Y(LFx)2 My Mx = L(r x F)x = L(r x F)y = (2.15) L(r x F) M ~ R \~ O (b) (c) en Fig. . Esses mesmos princípios podem ser utilizados em sistemas de três dimensões. visto que eles são vetores livres. Contudo.2. Desta maneira. 2.5). um conjugado para cada força transferida.25a). atuando sobre um corpo rígido (Fig. Assim. a intensidade e a direção de R são as mesmas não importanto o ponto escolhido. o sistema geral de forças é reduzido à: R M to so = = FI MI + F2 + F3 + + M2 = LF + M3 + = (2.4) e localizou-se a sua linha dé ação empregando o teorema dos momentos (Eq.50 I ESTÁTICA 2. F2.9 .-Em Dinâmica o centro de massa é usualmente escolhido como ponto de referência.. tem-se um sistema de forças concorrentes em O e um sistema de vetores conjugados. 2. quando se transferir todas. pode-se mover a força F para o ponto O. rígido capaz em de que substituir atuam. para um sistema de forças FI. Assim. por exemplo. Encontrou-se a intensidade e a direção da força resultante. embora sejam mostrados passando pelo ponto O. em um sistema de forças bidimensional.de defmiu-se forças.as forças para o ponto O. Em geral..~~~istema ~o item 2. Na Estática. . desde que se introduza. podendo também serem adicionados os conjugados fornecendo um conjugado resultante M (Fig.6. Então. F3. escolhido como ponto de concorrência das forças é arbitrário e a intensidade e a direção de M dependerá do ponto particular O. Portanto.16) L(r x F)z M = yM x 2 + My 2 + Mz 2 O ponto O.

ao longo da direção de R. que atuam num ponto O.15 é neces. em torno de eixos em um plano ndicular às forças.. 2. onde os esforços de torção e axial são exercidos e o parafuso na direção de seu eixo. resultante é chamada de torsor. que atua ao longo de uma nova e única linha de ação. 15) Torsor positivo Torsor negativo Fig. a soma das forças dadas.eparadas por uma distância =M2/R. por conveniênc:ta. onde a parte a da figura representa.do por R e M. o jugado M2 foi substituído por seu equivalente de duas forças R e -R.27. 2. com a força -R aplicada em O a fim de anular a força original R. como é mostrado na parte d da figura.2. e o correspondente conjugado resultante M. :.27. M . se eles apontarem em sentidos opostos. ra M seja um vetor livre. Portanto. Encontra-se um ex~mplo comum de um II positivo. nes~a ilustração). uma vez que. Quando o vetofM do conjugado resultante é paralelo à força resultante (Fig. tudo. 2. somente a primeira das Eqs.SISTEMAS DE FORÇAS I 51 uir am. ele é representado passando por O. simplesmente. o o dos íbrio completo de um corpo é especificado.26). que um vetor . O item 2. O torsor é positivo se os vetores da força e do conjugado apo~tatem no o sentido. negativo. nem todas no mesmo plano. tal como o centro da massa do corpo ou outra origem de coordenadas convelte. Assim. 'erifica-se pela Fig. no emprego de um parafuso de acionamento. Forças Coplanares.26 Qualquer sistema geral de forças pode ser representado por um torsoraplicado ao longo de uma única de ação. e ao conjugado paralelo M1. e a posição de sua linha de ação é facile obtida empregando as duas componentes do teorema dos momentos. Esta etapa permite obter a te R. porque não existem momentos em torno do ponto de concorrência. decomposto nas componentes M1.2. Na parte c da figura. esta forma tem aplicação limitada. normal à R. que o eixo do torsor re~ultante situa-se no plano que passa por O. a irItensidade da paralela resultante é. anum tropara nto um da rça M Torsor Resultante.6 dedicou·se a este sistema de forças. Quando as forças são concorrentes. Para um sistema de forças paralelas. em es 6) R R R de ão (a) (6) -R (e) ça mo ea o (d) Fig. quando a força resultante R e o conjugado resultante forem . é mais conveniente usar como ponto eferência um ponto O. Na parte b da figura. Vamos agora estudar as resultantes para algups sistemas especiais de forças. para o sistema de forças. Forças Paralelas. a força resultante R. normal ao plano . as resultantes do origirIal sistema geral de forças transfor·se em um torsor (positivo. não situada sobre o eixo único do torsor. usualmente. a determinação de resultantes é essencial na Estática e na DirIâmica.27 . 2. Forças Concorrentes. O torsor é a forma mais simples para expressar a resultante de um sistema geral de forças. com seu único eixo defmido pela nova posição de R. Esta simplificação é ilustrada na Fig. e M2.

59j .07i -13.4i .m do torsor aponta na direção oposta à da força de 500 N e.060)i + (600) (0.m Resp. passando por A.030)i .6)2 = 106. avaliando os momentos das' componentes da força de 500 N em torno de A. ou determinante. dos quatro mommltos é: 4 e M = M = 49.040)k = = 36. inspecionando a figura.5)2 + (24. dá M50D = 18. é calculado pelo exame de seus componentes x e z. @ Embora o vetor conjugado resultante M seja mostrado. aplicada emA. y e z.4)2 + (90. R e de to = 928i + 871j + 621k N R= e R = -.Ok N . do que montar as relações do produto vetoria!.m e O momento da força de 600 N.54j -13.m 3) O conjugado do torsor também pode ser escrito: M' = 25.m J (49.11 Substituir as duas forças e o torsor negativo por uma força única R. O vetor conjugado de 25 N .19k N .m 2) O momento da força de 700 N em torno de A é facilmente obtido dos momentos das componentes x e z da força.4j . conjugado a ser adicionado.54kN-m Portanto. [Rx [Ry [Rz 700 N A força resultante tem as componentes Rx ~.05k) X 500 (i sen 40° + j cos 40° cos 45° + k cos 40° sen 45°). Solução./(928)2 + (871)2 + (621)2 = 1 416 N Resp. portanto. a serem aduzidos às componentes dos outros vetores conjugados.90. no esboço das resultantes. = (700 = cos 60°) (0.95i .16. mo pa onde r é o vetor deA aB. e pelo conjugado correspondente M. podemos decompô-lo nas compo.12j + 0.5j .52 I ESTÁTICA Problema Resolvido 2. reconhecemos que o vetor conjugado é um vetor livre e. em torno de A.5. diretamente do esboço. O resultado vem a ser: M700 <D Sugestão: Verifique os resultados do produto vetarial.0 (-i sen 40° . obtido por meio da soma dos termos i.100) li - (700 sen 60°) (0. ga ne .0 N . não tem nenhuma linha de ação especÍfica.24. Para as forças de 600 N e de 700 N. j e k.[(700 sen 60°) (0.060) + ® on R + (700 cos 60°) (0.18.= (600) (0.71.6k N .5i .nentes x. queiornecem: M60D M Notas: . O desenvolvimento componente por componente. em conseqüência do deslocamento da força de 500 N é: [M = r X FI MSDO o co = (0.030)k 10.Oi + 24.90k N .k cos 40° sen 45°) ® = -16. é mais fácil obter as componentes dos momentos em torno das direções coordenadas de origem A. o conjugado resultante.JT 80mm ai /Í 40° 500 N Pr I so x-y tam = = = EFxl EFyl EFz = 500 sen 40° + 700 sen 60° = 928 N = 600 + 500 cos 40° cos 45° = 871 N = 700 cos 60° + 500 cos 40° sen 45° = 621 N I Ry Rz Portanto.j cos 40° cos 45° .08i + 0.

M= -2400N'mm. <D A solução das três equações dá .40y)i + (-4 000 + 40x)j + (-40x Os co-senos diretores de M são cos 8x cos 8y cos 8z + 20y)k N •mm = (800 . A força resultante é R= 20i + 40j + 40kN e seus co-senos diretores são R = v'c20) .y)i .SISTEMAS DE FORCAS I 53 Problema Resolvido 2. Vemos que M é negativo. x=60mm. a intensidade do conjugado M do torsor. . pelo qual passa R. Os co-senos diretores do conjugado M do torsor devem ser os mesmos da força resultante R. tomando o torsor negativo. Igualando os co-senos diretores de R e de M tem-se 800 -40y -4000+40x= -40x =M 3 2M 3 + 20y = 2M 3 Nota: y=40mm Resp.x)j N • mm e o momento total é M = (800 . +(40)' + (40)' = 60 N cos8x= 60= 3' 20 1. Os momentos em tomo de P. o que significa que o vetor conjugado está orientado na direção oposta à de R.40 (100 ''''--x . também. cos 8y = 60 = 3' 40 2. Calcular as coordenadas do ponto P.12 Detenninar o torsor resultante das três forças que atuam sobre a cantoneira. no plano x-y. cos8z= 60- 40 _ 2 3 60 mm O momento do conjugado do torsor deve ser igual à soma dos momentos das forças dadas em tomo do ponto P. supondo que o torsor seja positivo. através do qual atua a força resultante do torsor. Devemos supor. Se M vier a ser negativo. Solução.40y)/M = (-4 000 + 40x)/M = (-40x + 20y)/M onde M é a intensidade de M. das três forças são (M)Rx (M)Ry (M)Rz = 20ykN'mm y =40mm = -49 (60)i -AOxkN'mm = 40 (80 . Encontre. que o torsor é positivo. a direção do vetor conjugado é oposta à da força resultante. inicialmente.

110 A laje de concreto suporta as seis cargas verticais mostradas. 30o~ / 40N\--rt? '/ z I I I 2. Determinar a intensidade correspondente da resultante das três forças e os seus co-senos diretores.3°.525.54 I ESTÁTICA ll1 PROBLEMAS PROPOSTOS 2. x = 7.I 80 1-=' mm I mm z--------~J1~ J '.115 Determine a resultante das quatro forças e do conjugado que atuam sobre o eixo. 2. determinar F.115 .111 Determinar as coordenadas x e y de um ponto pelo qual passe a resultante das forças paralelas. 2.O eR. Se a componente x da resultante R for -50 N e a componente z for 100 N.S3 m 5kN 6kN 4kN 9kN 8kN Probl.113 2.112 Determinar o ângulo O de modo que a força líquida para baixo sobre o olhal fIxo seja 750 N.4N 4N'm I ' . Resp.113 As quatro forças são concorrentes na origem O de coordenadas. Determinar a resultante dessas forças e as coordenadas x e y de um ponto através do qual ela atua..~'x k 80 mm 50*-90 mm 80N Probl. Resp.SOj + 4k N •m y I 2. cos Oz = -0.R=1021N.V/ Prob!. Dimensões em milímetros Probl.25c e mostre que um sistema mais geral de· forças pode ser representado por duas forças que não se interceptam. Conjugado M = -13 .111 2. y = 15.734 2. O=33. Resp.30 m./ "".2. cosOx=0.114 Use a Fig. 3at I \~I----/'--y " I . " I/iao' 40 N I I I I I ~~~. 2.5li + 2. cos Oy = 0. k 45.110 ~--/' I'~--:::.430.2.

2. que passa pelo ponto A.120 2. força axia1 de 120 N e a um conjugado de 25 N •m aplicado. R = 200 (j + k) N M = 560i . 2. Representar a resultante dessas forças por uma força R.320j + 400k N· m Probl. R = 10. e por um conjugado M. Determine a expressão vetorial para o momento M do torsor e encontre as coordenadas do pontoP. e por um conjugado M: Resp.120 O motor de 160 N de peso está montado sobre o suporte.118 --y ProbI. z I r3r:fJ n:\1:n-1 100N 50 N • fi d1I::s~ 120 N li/L ~ ProbI. Seu eixo resiste à. 2.117 2. em termos de uma força R aplicada em A./ /' /' /' J.119 mais duas a.. Resp. que passa pelo ponto A. 2.121 A resultante de duas forças e de um conjugado pode ser representada por um torsor.- --y N'm Probl. M= 38. z con- . Determinar a resultante do sistema de forças mostrado.8m. e de um conjugado M. x=100mm. de igual intensidade F.SISTEMAS z I I I DE FORÇAS / 55 116 Represente a resultante do sistema de forças que atua sobre o conjunto de tubos.116 2. por uma única força R em A e um conjugado M. Determinar R e o conjugado associado M.9 kN'm Probl.119 A ação combinada das três forças sobre a base em O pode ser obtida pela determinação de sua resultante através de O. 2. Resp: M=10(i+j)N'm.118 Substituir as duas forças. I 400 N I I I 2. z=100mm . no plano x-z.2.8m :---. pelo qual passa a força resultante do torsór. como se vê na figura.81)1 de lado. por uma força única R. O.93 kN.117 As quatro forças estão atuando ao longo das arestas do cubo de 0.

116 por um torsor. Probl.122 Substituir o sistema de forças que atua sobre o conjunto de tubos do Probl.6 N'm.123 A resultante de um sistema geral de forças pode ser expressa corno unrtorsor.. Encontre a intensidade do momento M do torsor e as coordenadas do ponto P. 2. m pa de do ao em Es 'for sis SE 3.120. X = 56. Resp. pelo qual passa a força resultante do torsor.121 3. que é a interseção da linha de ação do torsor com o plano x-y. y = 100 mm. x = 271 mm.56 / ESTÁTICA /OON 2. 2. 2. y = -486 mm 2.. Para o sistema de forças do Probl. no plano x-y. determinar as coordenadas do ponto P. .2 ou sob tará tod cor gas def dos cor . ao longo de urna única linha de ação.2 mm. M= 95. Resp.

Os corpos podem ser rígidos ou deformáveis. sem ambigüidades.con· e as qual mm E. Um corpo está em equihbrio quando a resultante de todas as forças que agem sobre ele é nula.INTRODUÇÃO A Estática lida principalmente com a defmição das situações de forças necessárias e suficientes para ter o estado de equihbrio das estruturas. A omissão de uma força ou a inclusão de uma que não atue sobre o corpo em questão. A abordagem que será desenvolvida é básica para o domínio perfeito da 'tica. momentos. Portanto.ISOLAMENTO DO SISTEMA MECÂNICO Antes das Eqs. O sistema pode também ser uma massa fluida definida. conjugados e resultantes. e que ser m o mm. é recomendável que o estudante leia e estude as seções seguintes com atenção e empenho. tanto na Mecânica como outras áreas da Engenharia. a atenção está orientada principalmente para a defInição das forças que atuam sobre corpos rígidos em repouso. que pode ser isolado de todos os outros corpos. Assim. a ça resultante R e o conjugado resultante M são ambos nulos. o equihbrio de sistema de forças tridimensionais. portanto. Os procedimentos que serão desenvolvidos neste capítulo constituem uma ampla introdução métodos de abordagem usados na solução de um sem-número de problemas. Tal sistema pode ser um corpo único ou uma combinação de corpos ligados. o corpo particular ou o sistema mecânico a ser analisado e. deve ser dominado inteiramente.· 3 EQUILÍBRIO . então este corpo (ou combinação. este capítulo. e tem-se as equações de equilíbrio: (R nica robl. quando aplicarmos os princípios equilíbrio. considerada como um corpo único) é isolado de todos os outros que lhe sejam adja- . Faremos uso contínuo dos conceitos nvolvidos no Capo 2. acarretará resultados errados. Em Estática. EQUlLIBRlO EM DUAS DIMENSÕES 3. assim. é fundamental que se defma. Um sistema mecâ. que trata do equihbrio. ou um grupo de corpos. ou uma combinação de fluidos e sólidos. embora seja considerada também a Estática dos fluidos. líquida ou gasosa.nico é defmido como um corpo. 3. Uma vez decidido qual o corpo (ou combinação de corpos) que deve ser analisado. sobre forças. discutiremos na Seção A o equilíbrio de um ÃStema de forças bidimensional e. = LF = O M=LM=OJ (3.2 .1) Estes requisitos são condições necessárias e suficientes para haver equillbrio. na Seção B. Seguiremos a organização usada no Capo 2 e. assim. constitui a e mais central da Estática e. representar claramente e completamente todas as forças que atuam JObre o corpo.1 serem aplicadas. SEÇÃO A.

que não aparecem no diagrama. a localização de G deve ser calculada ou determinada experimentalmente. Ex. A Fig. que permite tratar a força como um vetor deslizante. se a conexão puder girar livremente em torno do pino. 7 mostra as resultantes de uma distribuição bastante complexa de forças através da seção transversal de uma barra ou viga esbelta. a reação é normal à superfície do apoio. por causa de sua flexibilidade. O Ex. podem ser internas ou externas ao corpo em consideração. Observação análoga se aplica às forças magnéticas e elétricas que agem por ação remota. Este isolamento é efetuado por meio do diagrama de corpo livre. Pode-se admitir que o cabo forme uma linha reta quando a tração T for grande. Introduziu-se. A resultante das forças gravitacionais sobre todos os elementos é o peso mg do corpo que passa pelo centro de gravidade G e que para estruturas terrestres está dirigido para o centro da Terra. Um cabo flexível. que é representação esquemática do orpo isolado (ou combinação de corpos). forças são aplicadas tanto por contato físico direto como por ação remota e. Uma das forças mais comuns é a devida à atração da gravidade. Em seu ponto de ligação ela exerce uma força tangente a si mesma. Quando as superfícies lisas (sem atrito) de dois corpos estão em contato. que ambas podem ser concentradas ou distribuídas. 6 ilustra a ação de um pino de ligação. normal ao plano de tangência das superfícies. ao qual está ligado. Notou-se. O Ex. Estas forças de ação remota têm os mesmos efeitos . O Ex. portanto. Esta ação é normalmente representada por dois componentes retangulares. uma força de tração na direção tangente ao cabo. ainda.58 / ESTÁTICA --~---- centes. a flecha do cabo torna-se importante e a tração no cabo muda de direção e de intensidade ao longo de seu comprimento. ao qual serão aplicadas as equações de equihbrio. corda ou corrente . Deve-se observar cuidadosamente a terceira lei de Newton. portanto. a ação de um cabo flexível . Ex.sobre o corpo. 5 mostra a ação de uma guia polida sobre o corpo que ela suporta. 4 ilustra diversos tipos de apoios mecânicos que eliminam efetivamente as forças tangenciais de fricção. Neste exemplo. que menciona a existência de uma reação igual e oposta para cada ação. no que se refere aos efeitos externos sobre um corpo rígido. Quando o peso do cabo não for desprezível em relação à tração. Essas características das forças serão ágora usadas para desenvolver o modelo analítico de um sistema mecânico isolado.1 mostra os tipos comuns de aplicação de força sobre sistemas mecânicos. Quando as superfícies dos corpos em contato são rugosas. para análise em duas dimensões. Esta força afeta todos os elementos do corpo e. Quando a posição não estiver facilmente aparente. A força exercida pelo cabo sobre o corpo ao qual está ligado é sempre para fora do corpo. esta suposição é válida. Está representada. Devido a sua importância salienta-se aqui que. porém pode ser decomposta em uma componente tangencial F. antes de se tentar desenhar os diagramas de corpos lineares. A posição de G é usualmente determinada pela forma geométrica do corpo. particularmente onde existem condições de simetria. Está indicado. que a aplicação das forças externas é acompanhada por forças reativas e. em seu ponto de ligação. Não existe resistência paralela à guia. no Ex. 2. a força exercida por um sobre o outro é normal ao plano de tangência das superfícies e é de compressão. 3. a força de contato pode não ser. 1.2 foram descritas as características básicas das forças. a força exercida sobre o corpo a ser isolado pelo corpo a ser retirado da representação esquemática. focalizando-se a atenção principalmei\te nas propriedades vetoriais das forças. o princípio da transposição. também. em cada exemplo. No item 2.correia. se a articulação não estiver livre para girar. ~ o diagrama de corpo livre é o passo mais importante na solução de problemas na Mecânica. necessariamente. é incapaz de oferecer qualquer resistência à flexão. no seu suporte engastado ou fixo. além disso. O Ex. mostrando todas as forças aplicadas nele (ou neles) pelos outros corpos adjacentes. comparada a seu peso. Um conjugado resistente M pode também ser suportado. Tal ligação é capaz de suportar uma força em qualquer direção normal ao eixo do pino. em muitos casos. ao cisalhamento ou à compressão e exerce. 3. está inteiramente distribuída nele. em sentido prático. relativa ao atrito. e em uma componente normal N. Observou-se que as. como no Ex. Somente a força R pode ser suportada. Embora não existam superfícies reais completamente lisas. As características mecânicas da aplicação da força necessitam de uma descrição adicional. 8. Os cálculos das várias forças devem ser efetuados somente após o diagrama ter sido cuidadosamente desenhado.

oorreia. Conexão de pino orça não sos.3. a a às itos Fig. rpo. 8. Suporte de rolete duas a ser que ·5. Guia deslizando livremente O suporte de role te. ado Um suporte engastado ou fixo é capaz de suportar uma força axial F.EQUIu'BRIO / 59 do AÇÃO MECÃNICA DAS FORÇAS Tipo de contato e origem de força I Ação sobre o corpo a ser isolado 1. Superfícies rugosas 4. "- Solda F~C= V ~ W=mg quer res. que atua em direção ao centro da Terra. passando pelo centro de gravidade G do corpo. tên· a de mpre mpaa-se Colar ou cursor. ser. o peso do ca. tros ente corrente ou cor~8 o peso é --8 _ T?O 8 "" _ do cabo nao A força exercida por um cabo flexível é sempre uma tração para fora do corpo na direção do cabo. As superfícies rugosas são capazes de suportar uma componente tangencial F (força de atrito). Cabo flexível. 2. mpo7. e capaz de suportar uma força em qualquer direção. podem suportar somente forças normais à guia .1 . bem como uma componente normal N da força de contato resultante R. Para uma mola linear em regime elástico. Atração gravítacional ~ ans- HHH men- dos está rpo. ~Iédespmd'~ desprezível T~ A força de contato é de compressão e normal à superfí cie. A força da mola é de tração se a mola for esticada e de compressão se ela for comprimida. Pino está livre para girar Pino não está livre paragirar onto 6. uma força transversal V (força de cisalhamento) e um conjugado M (momento Íletor) para evitar rotação. Superfícies liSas e se das e as' nas ada pio nos tico 3. A resultante da atração gravitacional sobre todos os elementos de um corpo é o peso mg. a constante elástica da mola k é a força necessária para deformar a mola de uma unidade de comprimento. no plano norinal ao eixo do pino geralmente indicada como duas componentes Rx e Ry' Um pino que não esteja livre para girar pode também suportar um conjugado M. e. Suporte engast"do ou fixo A A 1 Uma conexão de pin0J articulada livremente. de esfera ou de setor de rolete transmite uma força de compressão normal à superÍlcie do suporte. livres para moverem-se ao longo de guias lisas.

Para a mola em regime não-elástico. com excessivas informações alheias a seu objetivo. 3. tração ou compressão. em seguida. e negativo. Ao caírem nesta tentação. em seguida. o diagrama não deve ser amon\oado desordenadamente. removidos.a Fase. Deve-se definir claramente o corpo ou combinação de corpos que deve ser isolado. Os cálculos revelarão um resultado positivo. O corpo escolhido incluirá uma ou mais das quantidades desconhecidas desejadas. Dimensões geométricas apropriadas podem. Uma vez executadas as quatro fases precedentes. 3. sobre o diagrama do corpo isolado. em caso contrário.a omitir do diagrama de corpo livre certas forças que podem pare· cer. O estudante deve sempre certificar-se de ter isolado completamente o corpo antes de passar à fase seguinte. exercem atração. A análise sistemática do limite completo do corpo mostrará todas essas forças. O corpo ou combinação escolhida é. É bastante recomendável que o estudante examine estas nove condições e as identifique na resolução dos problemas. e o caminho estará livre para a aplicação direta e bem sucedida dos princípios da Mecânica (quer da Estática quer da Dinâmica). É somente através do isolamento completo e da representação sistemática de todas as forças externas que se pode calcular com segurança os efeitos de todas as forças ativas e reativas. quando apreciáveis. que permita isolar o corpo ou sistema em consideração será agora definido. devem ser incluídos. de modo a não se confundirem com qualquer outra que possa aparecer. 9 mostra a ação de molas nos regimes elásticos (linear) e não-elástico (não-linear). e são considerados removidos do diagrama. do começo ao fim dos cálculos. estarão cometendo graves erros. como as aplicadas pelos corpos em contato ou por aqueles que. Esse limite externo define o isolamento do corpo de todos os corpos que estão em contato ou exercem atração. é dada por F = kx. Se o sentido do vetor for também desconhecido. resultará um correto diagrama de corpo livre. a foiça para uma dada deformação não é a mesma para as condições de carregamento e alívio. Representam-se. Muito freqüentemente é falsa a primeira impressão que uma determinada força possa parecer não influenciar o resultado desejado. ele pode ser adotado arbitrariamente. As setas que indicam forças devem ser claramente evidenciadas. portanto. Construção dos diagramas de corpo livre.1 não são diagramas de corpo livre mas simplesmente princípios para serem empregados na construo ção dos diagramas de corpo livre. As representações na Fig.60 / ESTÁTICA totais sobre um corpo rígido como as forças de igual intensidade e direção aplicadas por contato externo direto. 2. Portanto. Esta fase é freqüentemente a mais crucial de todas. .a Fase. As forças desconhecidas devem ser representadas pelas setas dos vetores com as intensidades ou direções desconhecidas indicadas pelos símbolos. É necessário ser coerente com as características fixadas das forças desconhecidas. à primeira vista. se o sentido arbitrado estiver correto. medida a partir da posição neutra ou indeformada. isolado por um diagrama que representa seu completo limite externo. também. e é útil utilizar lápis de cor. direções e sentidos próprios indicados. As forças conhecidas devem sér representadas pelas setas dos vetores com suas intensidades. em suas próprias posições. A força exercida pela mola no regime elástico. ser apresentadas por conveniência. desnecessárias aos cálculos. todas as forças que atuam sobre o corpà isolado. A função linear da relação força-deformação define que forças iguais acarretam deformações iguais durante o carregamento ou alívio da mola. de modo que os diagramas de corpo livre correntes possam ser desenhados. 4. O Ex. Observe contudo que o diagrama de corpo livre é apropriado para pôr em evidência a análise acurada sobre a ação de forças externas e. Muitos estudantes ficarão tentados.a Fase.a Fase. A escolha dos eixos de coordenadas deve ser indicada diretamente sobre o diagrama. Os seguintes passos estão envolvidos: l. onde k é a constante elástica da mola e x é sua deformação. Os pesos. o único procedimento correto é certificar-se de que todas as forças cujas intensidades não sejam desprezíveis figurem no diagrama de corpo livre. O método completo para desenhar um diagrama de corpo livre.

emA. É dos p p~~~~N ~B. O 3. Viga Superfície de contato lisa. ~~~M ões. eo quer Fig. zíveis . É ue se alsa a anto. Treliya plana O peso da treUça é suposto desprezível comparado com P. Massam M .2 pareos. Viga em balanço W=mg Lx y .rrw=mg By ! L x menue o rnas a seu com 4. P ---Programa de corpo livre do corpo isolado ão da di- ão es ru- L. V ma 2. eles ssas elas das elos ulos .EQUILfBRIO I 61 no erda EXEMPLOS DE DIAGRAMAS DE CORPO LIVRE Sistema Mecânico 1.3.\3 Ft F'~ ~ ! em . Sistema rígido de corpos interligados considerado como uma unidade p m W=mg .

3. o sistema completo é tratado como um corpo único. 3.o mecanismo completo. para impedir que a treliça se mova para a direita. nos diagramas de corpos livres. 2. Neste exemplo. As resultantes dessas forças reativas são mostradas atuando sobre a seção da viga (Ex. quando os cálculos forem executados nos problemas reais. existe a possibilidade de desenvolvimento de uma componente de atrito tangencial. .1). çiiagrama de corpo livre d. sob a influência da componente horizontal de P. relativamente simples. Em aditamento à força aplicadaP e ao conjugadoM. quando se aplicam. o diagrama de corpo livre na aplicação dos princípios do equillbrio das forças. e de By no Ex.62 I ESTÁTICA o diagrama de corpo livre foi apresentado em detalhe por causa de sua grande importância em Mecâ· nica. 6 da Fig. 3. então estes pesos devem ser incluídos no diagrama de corpo livre como forças externas. 4 o. em torno de B. 3. No Ex. O suporte oscil. Além disso. emB. constituem uma estrutura rígida. será útil termos certa prática inicial com seu desenho. 3. que exerce sobre a viga uma componente x e uma y da força. que atua através do centro de gravidade da viga.2 fornece quatro exemplos de mecanismos e estruturas juntamente com seus diagramas de corpo livre corretos.1). revela três quantidades desconhecidas par:a o equilíbrio com as cargas dadas mg e P. O pino de ligação em A (Ex. 4. No Ex.1) é capaz de fornecer 'à treliça as componentes horizontal e vertical da força. quando comparado com P e com as forças em A e B. As dimensões e as intensidades foram omitidas para tornar mais claro.mte. As características dos vários tipos de forças de contato. positivos ou negativos. as forças internas não são mostradas. Qualquer uma das muitas configurações internas. sob a ação de seis forças e um conjugado. 4 da Fig. está claro que a componente vertical Ay deve ser dirigida para baixo. 3. 1. estão incluídas nos quatro exem· pIos. Em todos os casos. este método é tão importante que recomendamos ao estudante reler esta seção várias vezes. 3 é mostrado o peso mg. que se supõe conhecido (Ex. no intuito de assegurar a direção do cabo. para evitar que a treliça gire no sentido horário. a treliça completa pode ser removida de sua base de suporte e tratada como um corpo rígido único. Na verdade. Foram admitidos. Está mostrada uma força vertical V para contrabalançar o excesso de forças aplicadas com sentido para baixo. considerados em conjunto. a viga em balanço está fixada à parede e sujeita às três cargas aplicadas~ Quando se isola a parte da viga à direita da seção A. a partir de m.1. de acordo com o que derem os sinais algébricos dos termos. Antes de usarmos diretamente. Se o peso total dos membros da treliça for apreciável.1). pode suportar somente uma força vertical e .1). A força exercida pelo canto A sobre a viga é normal à superfície lisa da viga (Ex. existe o pino de ligação em B. a treliça é composta de elementos estruturais que. isolado. O método do diagrama de corpo livre assegura a defmição precisa de um sistema mecânico e concentra a atenção sobre o significado e a aplicação exata das leis da Estática e da Dinâmica. anti-horário. seria possível sem alterar o efeito do mecanismo como um todo e este fato é apresentado pelo diagrama de corpo livre. Tendo em vista esta fmalidade. 3.esta força é transmitida à estrutura B (Ex. ilustradas na Fig. os sentidos positivos deBx e By no Ex. através de exemplos selecionados simples e diretos. O diagrama de corpo livre está agora completo e mostra a viga em equilíbrio.2 e os problemas resolvidos que aparecem no final da seção seguinte. 3. No Ex. 3. 2 da Fig. Os sentidos positivos destas componentes são supostos arbitrariamente. 3. No Ex. 7 da Fig. Recomendamos novamente ao estudante dedicar uma atenção especial a esta fase. O peso mg da viga deve ser representado passando pelo centro de massa (Ex. para impedir que a viga gire em tomo de A. os problemas que seguem foram planejados para dar essa prática. Se as superfícies de contato no canto não forem lisas. O isolamento do sistema mecânico em estudo será identificado como uma fase crítica no equacionamento do modelo matemático.1). é necessário um conjugado M. o diagrama de corpo livre deve incluir as reações sobre a treliça em A e B. na próxima seção. Em aditamento à carga externa P aplicada. 8 da Fig. Deve ser também incluída a tração T para compensar o excesso de forças aplicadas para a direita. 3. Assim. deve-se incluir as forças reativas aplicadas na viga pela parede. 8 da Fig. quando estiver estudando os exemplos dos diagramas de corpos livres mostrados na Fig. Também a componente horizontal Ax estará dirigida para a esquerda. A validade dessas hipóteses deve ser aprovada ou não. A Fig. isto é.

suportada pelo pino de articulação (ligação) em A e pelo pino fIXO posicionado dentro da ranhura lisa em B. para facilitar. he. Alavanca de controle aplicando torque ao eixo em O. de Corpo s os As DCL incompleto em· 1. em cada caso. do corpo isolado.EQUIu"BRIO / 63 ecâ· ra a do é os no OBLEMASPROPOSTOS Em cada um dos cinco exemplos seguintes. 3. em um r as esta de está ido dir dos sos ~g A p 2. Caixote de massa m homogênea. ~ a a sulda ser ces· ser om- 3. A lança está pivotada em O e suportada pelo cabo de içamento em B. Peça carregada. o corpo a ser isolado é mostrado no lado esquerdo do diagrama e. a não ser que seja indicado o contrário. no lado direito. Alavanca em ângulo suportando a massa m. B no os asta os alios 5. os valores numéricos das forças e as dimensões do corpo. apoiado na parede vertical lisa e suportado em uma superfície horIZontal rugosa.1 . para formar um diagrama de corpo livre completo. A (7\F Probl. incompleto. 2 to ino tas heno mo 4. Lança OA. um diagrama de corpo livre (DCL). Acrescentar todas as forças necessárias. de mas· sa desprezível comparada com a massa m. Foram omitidos. Os pesos dos corpos são desprezíveis.

Estaca de massa m. DCL errado ou incompleto 3. apenas quando é mencionado. Jogo de suportes em .)1 B ângulo para estrutura. pelo guincho. o corpo a ser isolado é mostrado no diagrama do lado esquerdo. A superfície horizontal de suporte está escariada. No lado direito é mostrado um diagrama de corpo livre errado ou incompleto. tendo esta uma superfície horizontal lisa. em cáda caso.2 \V1 cada um dos cinco exemplos seguintes. F 5. sendo empurrado para cima. Corpo 1.3 Desenhar um diagrama de corpo livre completo e correto. a não ser que se indique o contr4rio. A. F 4. uniforme sendo içada para a posição. de cada um dos corpos indicados. Todas as forças conhecidas e desconhecidas devem ser qualificadas. (Nota. para formar um diagrama de corpo livre correto e completo. Nós com pino. A barra repousa sobre uma superfície horizontal rugosa. Os pesos dos corpos são desprezíveis.) . Faça todas as mudanças ou adições necessárias. em um plano inclinado de ângulo e. Os pesos dos corpos são significativos. A y I I M M L_-x P•••• \'" Probl. 2. para evitar o deslizamento da estaca. Alavanca levantando uma massa m.~ ESTÁTICA 3.2 :> p- ~ 3. As dimensões e os valores numéricos foram omitidos. Rolo de uma cortadora de grama de massa m. O sentido de algumas componentes de reação nem sempre pode ser determinado sem cálculo numérico. 3. Barra dobrada soldada em A e submetida a duas forças e um conjugado..

. Placa de A. um corpo está em equill'brio se todas as forças e os momentos dos sobre ele estão compensados. uniforpelo me. que atuam um corpo é nula. em duas dimensões podem ser escritas na forma escalar (3. No item 3. Roda de massa m na iminência de mas 6. meio-fio. nos. como uma só unidade. Probl.3 CONDIÇÕES DE EQUlLIBRIO s são adas. suportada cabo pesada. suportada por uma superfície rugosa e sob ação de cabo horizontal. mo ~M 8. Baira horizontal de massa m. Roda com gome.§ij ~ ~ 4. e pelo I 2. aos suportes rígidos. nas extremidades. uniforme. Dito de outro modo. defIniu-se equilíbrio como a condição na qual a resultante de todas as forças. Ce pino no plano flexionada sob carga P. massa m. Barra inicialmente horizontal. homogênea. suspensa pelo cabo vertical em A e suportada pela superfície inclinada e rugosa em B. Submetidos ao conjugado M e suportados como está mostrado na figura.1) que. Barra de massa m. vertical Fixada P.3. por meio de piI 7. Estas exigências estão contidas nas equações vetoriais do equilibrio . ulação em pela A forçaP.1.EQUILi"SRIO I 65 ias. de massa m. polias e cabo de ligação a serem isoladas. 3.2) . Estrutura completa. uniforme. e rolete de massa M. 5. considerados em conjunto. não 1000 1.

com velocidade angular crescente. por exemplo. torno er sob a cada ação de ~tante em torno do pon ponto. Tome. O equilíbrio sob forças colineares. na direção das forças (direção x). 3. 3. . Colinear I IY pode situação é o ~Fx = oI A segunda :alcorrência ser consi IY L__ x I I~/ I ~Fx = o I --ügono ação das três fo ~íbrio é de considerável das forças é traçadc z 4. São. com velocidade crescente. as forças e os momentos não estarão compensados. estão desenvolvidas no livro Dinâmica.::onhecidas. uma roda girando em torno de seu centro fixo de massa. = o---------I I== '-''// 1. sob a ação de forças aplicadas. e o equihbrio estará assegurado. e o corpo pode ser tratado como se estivesse no estado de equihbrio. As Eqs. e um pode valer sem o outro.2 devem ser integralmente satisfeitas. não está em equihbrio rotacional. São condições necessárias porque. não pode ocorrer desbalanceamento de esforços. se não forem satisfeitas. p CATEGORIAS DE SISTEMAS DE FORÇAS EM EQUILÍBRIO EM DUAS DIMENSÕES I Figura I Equações independentes Categoria F~2 . Um outro exemplo. 3. também. sobre o corpo ou fora dele. estas condições são requisitos independentes.2 são as condições necessárias e suficientes para o completo equihbrio em duas dimensões. (a) Categorias de Equilíbrio. Conseqüentemente. Porém. As equações que relacionam força e aceleração para movimento dos corpos rígidos. se um corpo move com velocidade constante (aceleração nula). suficientes porque. 3.66 / ESTÁTICA A terceira equação representa o somatório nulo dos momentos de todas as forças em torno de qualquer ponto O. uma vez satisfeitas. 3. exige somente a única equação de forças. I de I mais ~Fy oo ~Mz ~F. Estas categorias de sistemas de força que atuam em corpos em equihbrio estão resumidas na Fig.2 caem naturalmente dentro de um número de categorias que são facilmente identificadas. a partir da segunda lei de Newton referente ao movimento. evidentemente. a força resultante sobre ele deve ser nula. . deste autor. Estas equações mostram que a aceleração do centro de massa de um corpo é proporcional à força resultante F. As aplicações das Eqs. um corpo que deslize em uma superfície horizontal. Para o equilíbrio completo em duas dimensões. tendo em vista que todas as outras equações estão automaticamente satisfeitas. as três Eqs. mas as duas equações de equillbrio das forças serão satisfeitas. que atua sobre o corpo.3 Caso 1. Geral ~Fx = o ~F)' =0 Fig. A .tã . mas não o serão na direção horizontal. As equações de equilíbrio das forças serão satisfeitas na direção vertical onde a aceleração é nula.3 e explicadas como segue.

os pesos dos corpos são 'derados desprezíveis. o que violará a exigênçia de momento nulo. um As o o sa. em torno de cada ponto. o polígono das forças é traçado de modo a fechar-se. o ponto de concorrência pode ser considerado como estando no infmito.3. o equillbrio de forças paralelas em um plano exige a única equação de forças na direção das (direção x). combinando duas ou mais das forças conhecidas. as forças devem ser iguais. Vê-se que as linhas de ação das três forças devem ser concorrentes. das p /' /' /' /' de -p /' /' em Corpo submetido à ação de duas forças (a) Fig. é necessariam~nte igual a zero.4 A segunda situação é o equillbrio de um corpo sob a ação de três forças (Fig. opostas e colilleares. Se um corpo em equillbrio estiver sob a ação de mais de três forças. 3. e a única equação de momentos em torno de um eixo (eixo z) normal ao plano das forças. Se elas não o forem.5 na as. uma das forças exercerá um momento resultante em torno do ponto de concorrência das outras duas. 3.EQUILI"BRIO / 67 uer eto os rer das ões atua rça Caso 2. 3.4 e está claro que para tal corpo. o equilíbrio de um sistema geral de forças em um plano (x-y) exige as duas equações de forças plano e uma única equação de momentos em torno de um eixo (eixo z) normal ao plano. como mostrado na Fig. então. A primeira situação é o equilíbrio de um corpo sob a ação de apenas duas forças. Caso 4. Há duas maneiras adicionais de se expressar as condições necessárias para o equilíbrio de forças em duas dimensões. Para o corpo mostrado na Fig. (a) Corpo submetido à ação (b) Polígono fechado de três forças satisfaz ~F == O Fig. (b) Equações Alternativas de Equilíbrio. A única exceção ocorre quando as três forças são paralelas. a resultante R. comparados com as forças aplicadas . tendo em vista que a soma dos momentos em torno de O. Nas ilustrações citadas. 3. o equillbrio de forças que se situam no plano (x-y) e são concorrentes no ponto O exige ente as duas equações de força. Dois exemplos são ados na Fig.5a).5b. Neste caso.3. O ato do corpo não deve confundir esta simples exigência. é comum reduzi-Ias a três. as. Neste caso. Caso 3. isto é. em o de um eixo z que passa por O. não pode ser um conjugado. O princípio da concorrência das três forças em equillbrio é de considerável utilidade na execução de soluções gráfIcas das equações das forças. Há duas situações de equillbrio que ocorrem freqüentemente e para as quais o estudante deve ser do. se ela ainda existe.00 se LMA =0. porém deve ser uma força R que passa .

Quando nem todas as equações de equillbrio são independentes. Se agora a equaçOo ~ F x ~ O "mantém onde a direçOo x é perfei. fornecidas pelos seus suportes. contudo elas não fornecem necessariamente informações suficientes para se calcular todas as forças desconhecidas que possam atuar sobre o corpo emequillbrioo A questão de suficiência situa-se nas caracterfsticas dos vfnculos a possfvel movimento do corpo. confonne a Fig. como mostrado. Para a bucha . contudo. mas nenhum vínculo tangente à superffcie. está claro que R deve ser zero e portanto o corpo está em equilfbrio . a identidade 0=00 (c) Vinculas e Determinação Estática. 4 da Figo 3. a resultante. se "iMB = O. Além do que. deve passar por B. - tMA = o satisfeita -------. (c) Figo 306 (d) Uma terceira formulação das condições de equilíbrio pode ser feita. no máximo. para qualquer corpo tal como mostrado na Fig. B e C são três pontos quaisquer não situados sobre a mesma linha reta. Portanto.6d. deve ser uma força R que passa por A. se "iMB = O. meramente. 3. onde B é qualquer ponto tal que a linha AB não seja perpendicular à direção x. onde A. (b) x "LMA = O satisfeita "LMR=O tMA = O}satisfeitas lÍ . obtém-se informação redundante e a solução das equações dará O = O. A terceira equação verificará. 3. o r01ete. Vfnculo significa o impedimento do movimento. Por conseguinte. se ainda existir. se ela existe. para um sistema de forças copIa· nares.-B. se "iMA = O. No Ex. com três incógnitas.6c.en!e "bitrária. Agora. a esfera e o suporte oscilante fornecem vfnculos normais à superffcie de contato. onde C não é colinear com A e B. "gue. Novamente.1. escrevendo-se três equações de momentos em torno de três pontos que estão sobre a mesma linha reta. As equações de equillbrio desenvolvidas neste item são condições necessárias e suficientes para estabelecer o equillbrio de um corpo. Estas equações conterão informações redundantes e a solução de duas delas pode.68 I ESTATlCA ( . p~r A. Por exemplo. Tal força não pode existir. como mostrado na Fig.. 3. se "i Me = O. uma opção para o conjunto das equações de equilfbrio é: onde os dois pontos A e B não se devem situar sobre uma linha perpendicular à direção x. em um problema geral em duas dimensões. não somente deve passar por A. que a força resultante R. as equações de equillbrio podem ser . (a) A R\. uma força tangencial não pode ser suportada. mas deve também ser perpendicular à direção x. Portanto. obtém-se equações dependentes. a resultante. determinar duas das incógnitas.6b.". se ela ainda existe.

ou combinação rígida de elementos. as equações de equillbrio são sufIcientes para determinar as orças externas desconhecidas. outra vez. mas não oferece resistência à rotação em torno do pino. Se o suporte oscilante. Portanto existiriam quatro reações de apoio incógnitas atuando sobre a viga. fosse substituído por uma junta de linO. onde os vínculos são perfeitamente sufIcientes para assegurar uma posição estável e onde as forças de suporte desconhecidas podem ser completamente determinadas pelas equações de equillbrio independentes disponíveis. a duas componentes da força emB e o conjugado emB. é chamado de estaticamente indeterminado. se o pino B no Ex. Conseqüentemente. exigida para ajustar as dimensões da estrutura àquelas das fundaçÕes entre A e B. a menos que o pino não esteja livre para girar. Portanto. o suporte pode transmitir um conjugado para a viga através do pino. para suportar uma configuração de equilíbrio sem colapso. corpos que são suportados pelo . Ao discutir a relação entre vínculos e equillbrio. Suportes que podem ser removidos sem destruir a posição de equillbrio do corpo são chamados de redundantes. e um terceiro vínculo impede qualquer rotação em torno de A. para tais corpos. referência à Fig. Assim o corpo está completamente fIxo com três vínculos adequados apropriados). 5. contudo. haveria um vínculo adicional. 7.ÚInero míniino de vínculos necessários para assegurar uma confIguração de equihbrio são chamados de estaticamente determinados e. além do exigido. 3 não for livre para girar. o vínculo somente é possível na direção normal à guia. Vínculos suficientes (b) Estabilidade incompleta. conforme fossem influencidas por suas correspondentes propriedades de rigidez. Um corpo será identillcado como estaticamente indeterminado quando existirem ais reações externas desconhecidas do que equações de equillbrio independentes disponíveis. o terceiro vínculo é posicionado de tal modo que a sua linha de ação passa pelo ponto A. As . Fazendo. 6. Por outro lado. As reações horizontais também seriam dependentes de qualquer eformação inicial. Os problemas sobre equillbrio incluídos nesta seção e por toda a Estática estão geralmente restritos a corpos estaticamente determinados. 3. conjugados. 3. que suporta a treliça do Ex. É sempre bom contar o número de forças desconhecidas sobre um dado corpo e estar certo que um número igual de equações independentes podem ser escritas.2. (c) Estabilidade incompleta. deve-se estar atento para a questão da adequabilidade dos vínculos. para o sistema de forças envolvido. com o auxI1io somente das equações de equillbrio. que possua mais suportes externos ou vínculos do que os necessários para manter uma posição de equilíbrio. pode-se desperdiçar esforço na tentativa de uma solução impossível. visto que Ax e Bx não poderiam ser separadas. o ponto A do corpo rígido está fIxado por dois vínculos e não pode mover-se.2. 1. 3. 3.7 apresenta quatro tipos diferentes de vínculos. O número de elementos de suportes redundantes presentes corresponde ao grau de indeterminação estática e se iguala ao número total de forças externas desconhecidas menos o . No Ex. assim como vínculo ao movimento lateral.EQUI ÜBR 10 I 69 nne ém nha io. Na parte a da figura. Na parte b da fIgura. A existência de três vínculos em um problema bidimensional. para o fato de que ele deve estar atento sobre a natureza dos vínculos. Vínculos parciais Vínculos parciais Vínculos redundantes Fig. a saber: a força em A. nem sempre garante a existência uma configuraçito estável. As três condições de equilíbrio escalar. o pino de articulação fixo fornece vínculo em ambas as direções.3. como em A. Estas duas componentes da 'orça seriam dependentes da deformação das barras da treliça.2. onde as forças dos outros dois vínculos concorrem. distâncias ou ângulos. Um corpo. Caso contrário. cógnitas podem ser forças. na Fig. O suporte fIxo do Ex.7 . oferece vínculo à rotação. Eqs. as três equações escalares do equilíbrio independentes não iriam fornecer informações sufIcientes para o cálculo das quatro incógnitas. plaela eve o é ea gnieta. elas ade de guia e o curso r do Ex. o estudante está alertado neste ponto. não seriam sufIcientes para a determinação de todas as quatro incógnitas. esta confIguração de ndissaA e o nto da mas cha A (o) Estabilidade completa. antes de tentar resolver um ifOblema de equillbrio.ÚInero de equações de equilíbrio independentes disponíveis. A Fig. por esta breve discussão. Contudo. considerada como um corpo único. (d) Estabilidade excessiva.

têm-se. Em geral.766T + 0.7. que pode ocorrer quando forem aplicadas forças externas sobre o corpo. um vínculo redundante. para formar seus hábitos de abordagem à solução dos problemas de Engenharia.1 Determinar a intensidade das forças C e T que. eo corpo é estaticamente indeterminado. que este corpo está mal fixado. A ligação 4 é.Fy =8 (a) = O] T sen 400 . nesta direção. Como já foi citado.643T .09 kN C= 3.~ÀTIC' vínculos não pode oferecer nenhuma resistência inicial à rotação em torno de A.3 = O 0. tem-se as condições de fixação completa. Solução I (álgebra escalar). antes de aplicar um princípio da Mecânica. Do mesmo modo. parciais (impróprios) ou redundantes. estas declarações estão localizadas entre parênteses. [~Fx = O] 8 + T cos 400 + C sen 200 - 16 = O 0. através da observação direta. um passo muito útil é proceder a uma rápida escolha dos eixos de referência e do centro de momentos. então. A necessidade freqüente de encontrar a solução simultânea das equações de equillbrio pode ser minimizada ou evitada por uma escolha cuidadosa dos eixos de referência e do centro dos momentos.342C [1. a melhor escolha para centro de momentos é o ponto pelo qual passa o maior número possível de forças desconhecidas. Os vínculos desses dois exemplos são freqüentemente denominados impróprios. Os problemas resolvidos no final do item. quando os vínculos de um corpo em equilíbrio em duas dimensões são adequados (apropriados). Na solução de problemas é recomendável.8 são valiosas ao estudante. atuam sobre os elementos de um nó de treliça. desnecessário para manter" a posição fixa. à esquerda dos cálculos e servem como recordação da justificativa para cada etapa principal.Ccos 200 . O esboço apresentado constitui o diagrama de corpo livre do nó em questão. Na parte d da figura. é geralmente possível concluir. porque os três vínculos paralelos não podem oferecer resistência inicial a pequenos movimentos verticais do corpo como resultado da aplicação de cargas externas sobre ele. com vínculos parciais. preceder esta aplicação por uma declaração simbólica do princípio ou da equação regente envolvida. com a ligação 4 atuando como um quarto vínculo. A configuração da parte c da figura fornece uma condição semelhante de fixação incompleta. Conclui-se. Como mostrado noS quatro exemplos da Fig. a grande maioria dos problemas neste livro é estaticamente determinada com vínculos adequados. e mOstra as cmco forças que estão em equilíbrio. Problema Resolvido 3. . particularmente neste estágio inicial.940C = 3 (b) A solução simultânea das equações (a) e (b) dá T= 9. as recomendações localizadas no item 1.03 kN Resp.0. 3. Solução. juntamente com as outras três forças mostradas. Nos problemas resolvidos. Quando se aplicam as equações do equilíbrio. Para os eixos x-y mostrados. assim. ilustram a aplicação do diagrama de corpo livre e das equações de equilíbrio em problemas típicos da Estática.

EQUI LfBRIO

I 71

ndo cuta, do em-

Solução II (álgebra escalar). Para evitar a solução de equações simultâneas, serão usados os eixos x"y', tomando o primeiro somatório na direção y', para eliminar T. Assim P;Fy'

Notas:

CD

= O]
- C cos 20° - 3 cos 40° - 8 sen 40° + 16 sen 40° C= 3,03 kN

=

O

ção . A
[!:Fx'

Resp.

= O] =O
Resp.

A escolha dos eixos de referência, para facilitar os cálculos, é sempre uma consideração importante. Poderíamos ter tomado, neste exemplo, um outro conjunto de eixos, coincidente e perpendicular à direção de C, e empregarmos um somatório de forças normais a C, para eliminá-Ia.

ção s), ati-

T + 8 cos 40° - 16 cos 40° - 3 sen 40° - 3,03 sen 20°

T= 9,09 kN

quaasso al, a scoser

Solução ]]] (álgebra vetorial). Com os vetores unitários i e j, nas direções x e y, o somatório de forças nulo para o equilíbrio dá a equação vetorial [!:F

= O]

8i + (T cos 40")i + (T sen 400)j - 3j +

+ (C sen

200)i - (C cos 200)j - 16i

=O

Igualando a zero os coeficientes de i e de j tem-se 8 + T cos 40° + C sen 20° - 16 T sen 40° - 3 - C cos 20° que, naturalmente; das acima.

esta solção são ção

=O =O

são as mesmas equações que (a) e (b), resolvi-

Solução ]V (geométrica). Apresenta-se o polígono que representa a soma vetorial nula das cinco forças. Imediatamente vê-se que as equações (a) e (b) dão as projeções dos vetores nas direções x e y. Semelhantemente, as projeções sobre as direções x' e y' dão as equações alternativas da solução 11. Uma solução gráfica é facilmente obtida. Os vetores conhecidos são dispostos em seqüência, usando uma escala conveniente, e as direções de T e de C são traçadas para fechar o polígono. A interseção resultante no ponto P completa a solução, permitindo medir as intensidades de T e de C diretamente do desenho, qualquer que seja o grau de precisão usado na construção do polígono.

§...!íl::!.

~ Os vetares conhecidos podem ser somados em qualquer ordem desejada, mas sempre devem ser somados antes dos vetores desconhecidos.

Problema Resolvido

3.2

Determinar a tração T no cabo de suporte e a força sobre o pino em A, para a lança do guindaste, mostrada. A viga AB é um perfil I, padronizado, com 0,5 m de altura e 95 kg por metro de comprimento.

Solução algébrica. ~ evidente que o sistema é simétrico em relação ao plano vertical x-y, como se observa na vista lateral. Assim, o problema pode ser analisado como o equilíbrio de um

\

I

ESTATlCA

sistema de forças coplanares. O diagrama de corpo livre da viga é mostrado na figura, com a reação do pino em A decomposta nas duas· componentes retangulares. O peso da viga é 95 00-3) (5) 9,81 = 4,66 kN e atua em seu centro. Note-se que existem três incógnitas, Ax, Ay e T que podem ser achadas com as :três equações de equilíbrio. Começa-se com a equação dos momentos em torno de A, que elimina duas das três incógnitas. Na aplicação da equação dos momentos, em torno de A, é mais simples considerar os momentos das componentes retangulares x e y de T, do que calcular o braço de alavanca de T em relação a A. Portanto, tomando o sentido anti-horário como positivo: (T cos 25°) 0,25 + (T sen 25°) (5 - 0,12) - 10 (5 - 1,5 - 0,12) - 4,66 (2,5 - 0,12) Calculando, vem:

OB

T= 19,61 kN

Resp.

Igualando a zero as somas das forças nas direções x e y, vem: [EFx [EFy

4,66 kN

~

= O]
= O]

Ax - 19,61 cos 25°

= 0,

Ax

= 17,77
= 0,

lOkN

kN Notas:

Diagrama de corpo livre

Ay + 19,61 sen 25° - 4,66 - 10

Ay = 6,37 kN,
[A = .J~A-x-'-+-A-y-'J,
3

A =

y'(i
kN.

7,77fJ + (6,37)', Resp.

CV

A

= 18,88

A justificativa para este passo é, naturalmente, o teorema de Varignon ou teorema dos momentos, explicado no item 2.4. Esteja preparado para tirar, freqüentemente, toda a vantagem deste princípio.

Solução gráfica. Aplica-se o princípio de que três forças em equilíbriO devem ser concorrentes para uma solução gráfica, combinando-se as duas forças verticais conhecidas de 4,66 kN e 10 kN, em urna força única de 14,66 kN, aplicada, corno se vê, sobre o diagrama de corpo livre da viga, modificado, na parte b da fJgUra A. A posição desta carga resultante pode ser determinada gráfica ou algebricamente. A interseção da força de 14,66 kN com a linha de ação da força de tração T, desconhecida, define o ponto de concorrência 0, pelo qual deve passar a reação do pino A. As intensidades desconhecidas das forças T e A podem agora ser determinadas, traçando-se o polígono feohado de equilíbrio das forças. Após a carga"vertical conhecida ser repre6entada em escala sonveniente, corno é mostrado na parte inferior da figura, desenha-se urna linha que representa a direção dada da tração T e que passa pela extremidade do vetor de 14,7 kN: Do mesmo modo desenha-se uma linha que representa a direção da reação A do pino, determinada da concorrência estabelecida com o diagrama de corpo livre e que passa pela parte traseira do vetor de 14,7 kN. A interseção das linhas que representam os vetores T e A estabelece as intensidades de T e A, necessárias para igualar a sorna vetorial das forças a zero. Essas intensidades podem se! medidas diretamente do diagrama. As componentes x e y de A podem ser representadas no polígono de força, se isso for conveniente.

CV

O cálculo de momentos em problemas bidimensionais é, geralmente, tratado de maneira mais fácil, pela álgebra escalar do que pelo produto vetorial r A F. Em três dimensões ocorre o oposto, corno será visto.

®

A direção da força em A poderia ser calculada facilmente, se desejado. Porém, no projeto do pino A, ou na verificação da sua resistênCia, a intensidade da força é que interessa.

--~~~~f"-...
[
.

-...o~
I

Ax A 1--1A y

_--

i

4,66 kN

EQUIu"BRIO

/ 73

OBLEMASPROPOSTOS o
cilindro tem massa homogênea de 40 kg e repousa sobre superfícies lisas A e B, inclinadas de 30° e 60° da horizontal, respectivamente. Determinar as forças de contato em A e B. Resp. A=340N;B=196N 3.7 Se o parafuso B do grampo de madeira for apertado de modo que os dois blocos fiquem submetidos a uma compressão de 500 N, determinar a força no parafuso A. (Nota. A força no parafuso pode ser tomada na direção do parafuso.)

Probl. 3.4 Determinar a intensidadeP da força horizontal que o jardineiro deve exercer sobre a alavanca leve de um rolo para gramado de 100 kg, a fun de mantê-Io parado em um plano com 10° de inclinação. Encontre, também, a força exercida pelo solo sobre o rolo. O centro de gravidade do rolo está no centro
O.

150 mm

Probl. 3.7

3.8

Uma balança de mola indica uma tração T no cabo mais à direita de um sistema de cabos e polias, que está suportando um corpo de massa m. Expresse m em termos de T. Desprezar as massas das polias . . Resp. m = 8T/g

Probl.3.5

l.6

O suporte deslizante mostrado é empregado para facilitar a mudança de posição de um gancho de içamento, quando estiver sem carga. Quando carregado, as saliências A e B se travam nos flanges de uma viga caixão, e o gancho se projeta para fora através de um rasgo horizontal na viga. Calcular as forças em A e em B quando o gancho está suportando uma massa de 300 kg. Resp. A = 4,91 kN; B= 1,96 kN

Probl. 3.8

3.9

A viga de 4,5 m de comprimento e de massa uniforme igual a 200 kg está carregada, no plano vertical, pelas forças paralelas mostradas. Calcular as reações nos. apoios A e B. A
6kN 2kN

.

~

~

~
~

LL ~
I

O,5m

1,5m +lm

Jl4kNJ 1m 0,5m

Probl. 3.6

Probl.3.9

74 I ESTÁTICA

3.10

Calcular a forçaP que o homem deve exercer sobre o cabo, a fim de suspender o caixote de 200 kg, na posição incliriada mostrada. Escolha os eixos de referência de modo a encontrar P usando uma única equação, sem envolver a tração na parte superior do cabo. Resp. P

6

=

871 N

Probl. 3.13

Probl. 3.10
1,5m~

3.11

Encontrar graficamente a força P e a tração T da parte superior do cabo do Probl. 3.10. Calcular as intensidades T, e T2 das trações nos dois cabos que suportam o caixote de 100 kg. Resp. T, = 1 067 N; T2 = 1 730 N

3.12

A
010

~O,75J m

Probl.3.14

2000 N

?
3.15 A resistência à flexão do suporte é testada com uma carga de 2 kN. Calcular a força sobre o rolete emA e a força total suportada pelo pino em O. Probl. 3.12

3.13

Determinar a força P que o operário, cuja massa é de 80 kg, deve exercer sobre o cabo, a fim de suportar a si próprio, no assento ligado no mecanismo, como é mostrado na figura. Que força R o homem exerGe sobre o assento? Resp. P= 157 N; R = 628N Para testar a deflexão de uma viga uniforme de 100 kg, o menino de 50 kg exerce uma força de 150 N no cabo, montado como mostrado. Calcular a força suportada pelo pino da articulação O. Resp. FO = 3,93 kN

3.14

Probl. 3.15

EQUIÜBRIO / 75

A estrutura em T de massa 200 kg, tem o centro de massa em G. Calcular a força total suportada pelo pino em O, após a aplicação da força de 3 kN no cabo. Resp. O = 2,36 N

~

3kN

2,5m

't1..-.
Prob1.3.16 3.20 Calcular o valor do conjugado M, necessário para empurrar a roda de 40 kg para cima do plano inclinado. Determinar também a força de contato R em A. A superfície do plano inclinado é suficientemente rugosa para evitar escorregamento. Resp. M= 47,1 N·m; R = 393 N

Um avião a jato, com massa de 8 Mg, está voando horizontalmente à velocidade constante de 1 000 km/h, sob um empuxo dado pelas turbinas de 16 kN. Se o piloto aumenta a taxa de combustível para forneçer um empuxo de 20 kN e levanta o nariz do avião de modo a subir, mantendo o ar na velocidade constante de 1 000 km/h, determinar o ângulo () formado pela nova trajetória de vôo com a horizontal. Notar que a resistência do ar na trajetória de vôo, em uma altitude qualquer, é função somente da velocidade do ar . Resp. () = 2,920
8 Se o peso do pau de carga for desprezível, comparado com a carga P, encontrar a força F sobre a rótula, em A, e mostrar que F é constante para todos os valores de (). Determinar o valor limite de T, quando () se aproxima de 900•

Probl. 3.20

3.21

com o1ete

Substituir o conjugado M, do Probl. 3.20, pela força horizontal P e calcular seu valor, necessário para empurrar a roda de 40 kg para cima do plano inclinado. Determinar também a força de contato R, emA. Não ocorre deslizamento. Resp. R = 406 N

Probl. 3.18

Probl. 3.21

9

A peça articulada é usada para ativar um dispositivo de trinco, para ligar um grande reboque ao seI.: vagão. Se uma tração T = 400 N for necessária na barra de controle horizontal para desengatar o pistão, contra o qual a peça atua em C, estimar por meio de uma solução vetorial, a mão livre, a força que o pino suporta em A.

3.22

O tambor de óleo com massa de 300 kg, quando cheio, tem centro de massa em G. Calcular a força vertical P, necessária para manter o equilíbrio do tambor e do carrinho na posição mostrada. Pode-se desprezar o peso do carrinho quando comparado com o do tambor.

p p
375mm

Probl. 3.25 3.26
450

..• ,. 2~·'i
Probl.3.22 3.23

Dimensões em milímetros

A viga em balanço, com massa uniforme de 50 kg por metro de comprimento, suporta o conjugado e as três forças mostradas. Isolar a viga à direita da seção A e calcular o momento (conjugado) M e a força vertical V, exercida pela parede nesta seção. Resp. V = 3,44 kN para cima M = 8,33 kN' m anti-horário

Um tambor de 600 mm de raio, com centro de massa G no seu centro geométrico, tem uma maSSE total de 1 600 kg e repousa sobre um carrinho constituído por dois roletes longos de 240 mm de diâmetro. Os roletes se apóiam sobre uma superfície horizontal lisa e são impedidos de se separarem por meio de vínculos horizontais, um em cada extremidade do rolete, como mostrado. Calcular a tração T em cada vínculo e a reação R entre o tam· bor e cada rolete. Resp. T= 3,79 kN; R = 10,91 kN

1 kN 2m

!

1,5 kN

3m

---±-

4m

b~
~2kN'm

240 mm

A Probl. 3.23 3.27

Probl. 3.26 A treliça rígida está submetida às quatro cargas mostradas e é suportada pela articulação em A e pela ligação BC. Desprezar o peso da treliça e calcular a intensidade da força suportada pelo pino em A. Porque, com o carregamento dado, a direção da força em A é paralela a BC?

3.24

A vara de 15 metros, com massa uniforme de 150 kg, é suportada por suas extremidades lisas, contra as paredes verticais, e pela tração T no cabo vertical. Calcular as reações em A e B.

Probl.3.24 3.28 3.25 A chave de pinos é usada para girar eixos e anéis. Se um momento de 80 N • m for necessário para girar o eixo de 200 mm de diâmetro em torno de seu centro O, sob a ação da força aplicada?, determinar a força de contato R sobre a superfície lisa em A. O encaixe do pino em B pode ser considerado como ocorrendo na periferia do colar. Resp. R = 1 047 N A fita magnética, sob uma tração de 10,0 N em D, passa em torno das polias-guia e através do cabeçote de eliminação da informação registrada em C, com velocidade constante. Como conseqüência de um pequeno atrito nos mancais das polias, a fita em E está sob uma tração de 11,0 N. Calcule a tração T na mola de suporte em B. A .chapa é horizontal e o mancal A, de rolamento de agulha, é de precisão. Resp. T. = 10,6 N

I

Descreva.6 N I A barra. determinar a cempanente herizental 0x da reaçãa exercida sebre a reda.32 cenjugade aplicade ne Prabl. A = 747 N rgas A e calpino eção o 3. 3.33 3. As chapas pedem ser submetidas a várias .29 Prebl. as ferças A e B. na cerda. permanece em equil1brie na pesiçãe mestrada. que teme a estrutura estaticamente determinada. escrevende somente uma equaçãe de equilÍbrie.28 3. 3. 3. uma madificaçãe nas apaias.>I. a ferça de atrite cem e sele impede a gire da rada. que sustenta e superte leve. 0x = 510 N Prebl. Calcular a intensidade da ferça supertada pele pine em A. entãe.29 é substituíde pela ferça herizental de 300 N mestrada. seb a açãe de um cenjugada de 30 Nom aplicade ae superte leve.3. abem C. Pre!. Usande semente uma equaçãa de equilíbrie.EQUIÜBRIO / 77 A"· Prebl. a de fita trazené de . Resp.34 A figura mestra uma série de chapas retangulares e seus vínculas.30 mD. cam reletes nas extremidades e massa uniferme de 5 O kg. Analise a chave e a reda ceme se fessem um carpe únice.31 de assa nho m de erfírem cada ar a amkN Prebl. Determinar a traçãe T. 3. tadas limitadas ae plane de representaçãe. pela mancal fixe em O.33 As estruturas mestradas sãa estaticamente indeterminadas. para cada casa. Obter. Quanda se aplica a ferça de 300 N na chave de reda vista na figura. 3.3.32 Calcular a intensidade da farça supartada pele pine em A. -- 300N Prebl. per inspeçãe. Resp. ne mÍnime. per meie da cerda herizental CD.

com roletes nas extremidades e massa uniforme de 30 kg. A = 73. com vínculos redundantes.~/ ~ Probl. pela tração P no cabo de içamento. O empuxo é fornecido pelz hélice.35 1----1 ~ Um barco. D = 4n 1 ( mg + T -bd+h) A barra. (D) Estabilidade parcial. (A) Estabilidade completa com o número mínimo de vínculos suficientes. Sabendo-se que o míssil tem massa de 1 500 kg e centro de gravidade G e . A"astamento é a força horizontal que a água opõe ao movimento. (B) Estabilidade parcial. enquanto sapata B fica solta.78 I ESTÁTICA cargas conhecidas aplicadas no plano da chapa. mqstrada em vista lateral. usando somente uma equação de equilíbrio.s.37 · . no trilho-guia.35 As sapatas de suporte que mantêm o míssil preso plataforma de lançamentos deslizam em ranh T.em B. O barco tem massa total m e centro de gravidade em G. Para a posição onde = 600. calcular a tração T na ancoragem do cabo horizontal.. sapata A é firmemente presa à ranhura. ainda em fase experimental. 3. Resp. B = 196. .38 Probl.36 A laje uniforme de concreto.36 HD ~ 8 4 5 3. duas de cada lado. Para um dado empuxo T da hélice. com vínculo redundante.3. Resp. tem massa de 25 Mg e está sendo içada vagarosamente para a posição vertical.34 3. Sustentação é a força vertical que cada sapata suporta. escrever z expressão para o arrastamento D sobre cada uma das duas sapatas dianteiras.empuxo de 20 kN.2 N d r Probl. 3. 3. é suportada pelas superfícies vertical e horizontal e pelo fio AC.. (C) Estabilidade completa. calcular a força que atua pino que liga o míssil à sapata B. como se vê na figura. !J tio 2 Probl. 3. com vínculos insuficientes. A relação entre a sustentação e o a"asta· mento. Identificar as chapas que se relacionam com cada uma das seguintes categorias. Calcular a tração T no fio e as reações contra os roletes em A e. T = 295 N. Em teste estático de míssil. está equi· pado com quatro sapatas.37 3. é n. para cada sapata.6 N.

Para um dado valor de 8. com centro de massa em G.43 reso<hurG! ssil. do cilindro hidráulico AB. 3. 3. c. um de cada lado do reboque. Sugere-se uma solução gráfica. A massa do cavalo mecânico é de 3 100 kg. F ~ 26 kN O guindaste móvel de uma oficina de automóveis' está levantando um motor de 100 kg. aplicado à carroceria através do eixo em O. A unidade é levada para a posição por dois cilindros hidráulicos. A seção do tronco tem massa de 600 kg e a do corpo da carroceria é de 300 kg. determinar o ângulo {3. excluindo a carroceria. no qual a barra estará em equilÍbrio instável. também. 3.41 A roda de 300 mm de raio com massa de 60 kg e centro de massa em G. também. ento. a roda se ap6ia contra o rolete em B. Calcular o torque M necessário para fazer. na posição de levantamento. no sistema de transporte de míssil descrito no Probl. Para a posição mostrada. a intensidade F da força total suportada pela articulação em O. e o centro de massa está em G 2 • Probl. Resp. conforme mostrado. nto tem e ur:. calcular a intensidade da força suportada pelo pino em C e a pressão de óleo p que atua contra o pistão com diâmetro de 80 mm. 3. Calcular a força compressiva F C. pela superfície horizontal. e estão dispostas sobre superfícies inclinadas. ás forças correspondentes nos pares de rodas traseiro e dianteiro do caminhão. que a impede de rolar para a frente.41 equicom entro pela rasta· força é <- Probl. O centro de massa G •• está localizado diretamente sobre as rodas traseiras.20 Mg. dois valores adicionais de {3 para posições estáveis.44 mm mm Probl.38 9 A barra e os roletes das suas extremidades têm o centro de massa em G. Resp.42 Probl.3. Indicar.42. para a posição em que o eixo AB do cilindro é perpendicular ao eixo longitudinal do reboque e míssil. 3.39 Um reboque especialmente constru{do é usado para transportar e erguer um míssil até a sua posição vertical de lançamento.40 .EQUI L(BR 10 I 79 3. O corpo do reboque e o míssil têm massa combinada de 6. Calcular. 3. Resp. Calcular a intensidade da força total exercida sobre a roda em C. Sob ação do conjugado M = 50 N • m. {3 = arc tg (+ tg 8) 3. FC = 343 N Probl. em cada haste dos cilindros.42 3. o levantamento. aplicado em A. ver a uma h) - O caminhão basculante é usado para levantar uma seção cortada de um tronco de uma grande árvore. ua n: <<- Determinar. repousa sobre uma superfície horizontal rugosa.

45 I 3.46 Probl. para estas condições. Determinar a força F no cilindro hidráulico AB do guindaste. 0= 99. A lança oe do guindaste lunar tem 48 kg. quando sai da fábrica. Resp. tem massa de 240 kg. Calcular a força de atrito F. Um homem de 80 kg move-se vagarosamente Probl. A massa da lança OA é 2 Mg e o centro de massa está no meio da sua altura.2 kN A Probl. e seu centro de gravidade está na metade do comprimento. em Los Angeles. Lembrar que a atração gravitacional da Lua é +. que deve vencer um apreciável atrito no mancal. para as condições de equilíbrio.48 . 3.44 Determinar a dimensão !. Calcular a tração T no cabo preso a B e a intensidade da força suportada pela articulação em O. 3.4 7 3. em O.J3T2+ (mg)2 Probl. Desprezar os pesos do braço e da polia central.47 A cápsula lunar. tangente ao tambor. com a massa m mantendo a tração especificada T na correia para a posição mostrada. R = .20 Mg. antes do tambor começar a girar. comparados com m. T= 61. F = 2 340 N Probl. na posição mostrada.ESTÁTICA a uma distância de 700 mm da linha de centro vertical. Resp. Encontrar também a força R suportada pelo pino. 3. com excessão de um em B.3.da terrestre. no momento em que ele posiciona a cápsula na superfície da Lua. exercida por aquele rolete. 3.48 Um guindaste está içando um trator de 4. e também encontrar a intensidade R da força exercida sobre o tambor por todos os roletes de A. Todos os roletes estão perfeitamente livres para girar. Resp. na posição de 600• Desprezar a largura da lança.46 O tambor com massa uniforme de 400 kg está montado sobre uma linha de roletes em A e outra em B.5 kN. quando fabricado. 3. de alumínio.

ça.52 3. A força P aplicada ao cabo de levantamento é lentamente aumentada. ~ comp::ráuli mome:. == 79. Calcular a intensidade da força suportada pelo pino em O. deve ser aplicado um torque anti-horário de 2 460 N • m à engrenagem em E.8° C< C< ~ (J O. quando a viga deixa os seus suportes.34 kN Probl. TE = 2449 N 240 kg. . Resp.3 kN A viga tem comprimento de 6 m e massa uniforme de 300 kg.52 tão.3. Resp. 3. Calcular a força na barra horizontal. Calcular a força suportada pela articulação de pino O quando a carga de 3 kN for aplicada. Resp. 3. compaudo com a carga de 12 Mg que ela suporta. Localizar o centro de massa G da estrutura especial. de massa 80 Mg. Calcular a tração nos cabos A e E. 3.- o peso da treliça rígida AECDE é pequeno.2 kl\ Probl.'o sa estÉ o cabe a pelE líbrio. quando se aplica a força de 10 kN no cabo.50 A estrutura triângular com polias tem massa total de 200 kg e centro de massa em G. e a força suportada pela articulação de pino. 9.. nça OC cado.51 Probl. Um dos roletes em E é uma engrenagem que encaixa em um anel dentado do sétor. tire vantagem da substituição de uma força por uma força e um conjugado) . ~ exerc:A. é necessário um torque de 4 680 N •m sentido horário para evitar a rotação. Quando 30°. montado sobre duas linhas de roletes.53 Mg. e serve para girar o setor em torno do seu eixo geométriCO O. 0= 34. para içar o anel C. Quando = O.EQUILfSRIO / 81 odos tro ar. piL. para impedir que o conjunto gire. em A . TA = 816 N. Resp. r == 367 mm. e a forçaP é igual ao peso da viga.49 A peça OEC e a roldana C têm juntas SOOkg e o centro de gravidade em G. em E.ície 6. (Suges- Uma estrutura especial para girar grandes seções de tubos de concreto (mostrada em tracejado). uma em A e outra em E. calculando r e (J. O anelA fornece suporte somente na direção horizontal. 3. apre<= trito :olete. O = 13. os dois cabos AC e EC de 4 m e a viga. consiste de um setor.53 . Ao usar a equação do momento. a Lua ~ 340 ~Probl.2m Probl.3.

mas as equações restantes do equilíbrio de forças são satisfeitas pois todas as outras acelerações são nulas. 3. ponto conveniente O.-=: equações vetoriais do equillbrio e suas componentes escalares podem ser escritas como cie lisa ou . em torno do eixo x. na equação resultante. representa-se o momento de cada força com o produto vetorial r X F. o diagrama de corpo livre tem a mesma fmalidade essencial que em duas dimensões e deve ser sempre traçado. "LFx = O. a segunda lei de Newton diz que a força resultante sobre o carro é igual à sua massa ve~es a aceleração. I ~embro em Cl (3. inicialmente representa-se cada força em termos dos vetores unitários coordenados i. Os somatórios nas Eqs. Os eixos de referência podem ser escolhidos arbitraria· mente.3 são condições independentes. no item anterior.1.Mz =O O ~ /2. em qualquer das três direções coordenadas. se a roda de inércia do motor do carro acelerando estiver girando com velocidade angular crescente. item 3. Do mesmo modo. Em três dimensões. Para a segunda equação. 3. Aprendeu-se. quando igualados a zero. produzem exatamente as três equações escalares dos momentos. Pode-se escolher entre desenhar uma vista em perspectiva do corp isolado com todas as forças externas representadas. que o diagrama de corpo livre é o único método confiável para identificar todas as forças e momentos. agora.ESTÁTICA -O~RIO CONDIÇOES EM TR~S DIMENSÕES DE EQUlLmRIO si< . que é não existir momento resultante agindo sobre o corpo em torno de lualquer dos eixos coordenados ou de eixos paralelos á eles. Os coeficientes de i. (3. Assim. quando igualados a zero. "LM = O. O segundo grupo de três equações expressa o outro requisito do equillbrio. porque qualquer uma delas é válida . Estas . darão precisamente as três equações escalares do equihbrio. j e k.3) incluem os efeitos de todas as forças que atuam sobre o corpo em consideração. Estes três coefioientes. r sendo o vetar posição de O para qualquer ponto sobre a linha de ação da força F. Para a primeira equação. mas as quatro equações do equilíbrio restantes estariam satisfeitas para os eixos do cen tro de massa. ou traçar as projeções ortogonais do diagrama de corp livre.3. As seis relações escalares das Eqs.F I =O ou II I '2. especificando que a força e o conjugado resultantes sobre o corpo sejam nulos.:or Os princípios e métodos desenvolvidos para o equilíbrio em duas dimensões serão. não haverá equillbrio rotacional em torno deste eixo. Então tem-se "LMx 1= O junta· mente com "LFx 1= O. a soma vetorial será nula se os coeficientes de i. A única restrição é que deve ser usado um sistema coordenado destro. Estas seis equações são condições necessárias e suficientes para que exista o equillbrio completo.3) . onde a soma de momentos pode ser tomada em relação a qualque. Para aplicar a forma vetorial das Eqs. conforme a conveniência. "LFx 1= O. com notação vetorial.sem a outra. LFy = O e "LFz = O. .: 1 ~M:: O '2. Ambas as representações serão ilustradas nos problemas resolvidos no fmal deste item. "LMy = O e "LMz = O. e k. j j (a) Diagrama do Corpo Livre. As condições gerais para o equilíbrio de um corpo foram estabelecidas nas ~~ (3. "LF = O. estendidos ao :J'brio em três dimensões. "LMx = O. e k forem todos nulos. "LM = "Lr X F = O.1). que devem ser incluídos nas equações de equihbrio. para um carro acelerando em uma estrada reta e nivelada. Por exemplo. Portanto.M =O ou f:':~ I {\s três primeiras equações escalares estabelecem que não existem forças resultantes atuando sobre um '!po em equihbrio.

radiais poderá.... requer o conhecimento das características das superfícies de contato... do mesmo modo que a força normal N.... untaos d x/ . Tipo de contato e origem das forças 1... x/ .. União-rótula. Membro em contato com superfície lisa ou membro suportado por esfera.•.. "'Z . y P~e existir a força P. .. 3.1 e 3. 1 g~ar em torno do centro da rotula. "'" cbM I IZ ~y C"o..// ~ . Estas características foram . R I 'Y força R.•. eixos x ez.. . ••. Rx também... '-.8. M "'-.. y // x Fig... da força. ~ma união-rótula livre para Além das três componentes % etares entes 5. ~R R". I Estas Ação sobre o corpo a ser isolado A força deve ser normal à superfície e dirigida contra o membro..•./'~ % lquer veto entes alares Ry R % M M. no diagrama de corpo livre. % 'Y O manca! de escora é capaz de suportar a força axial Ry IZ s que re é o es de m duas corpo corpo y . com todas as três componentes. atuar sobre o membro...3.// /.8 serão usadas na análise tridimensional.. exer- 4. 3.. Conexão fixa (soldada ou engastada). ' válida wton mas as esmo ente. . 6./ 2. y 3.•.8 tRz C!)M I Y suportar Mx e Mz· os conjugados . 3. e estão expandidas para sistemas tridimensionais na Fig. Membro em contato com superfície rugosa. y x/ ..1. s três R ~IZ M%~ . ao nas AÇÂO MECÂNICA DAS FORÇAS NA ANÁLISE TRIDlMENSIONAL . e um ressa o de ias e aria· com Existe a possibilidade de uma força F.. .. '-y x/~z .apontadas na Fig..•• % ... onde são mostradas situações mais comuns de transmissão de força.. A menos que o mancal seja livre para girar em torno dos :-. y x/ .••••. 3./ R"..// ~I N' P .. uma conexão fixa . Iz IZ clda pela guia sobre a roda além da força normal N..3) . poce suportar uma Ry ... e as forças e Ry.•.. I I..... Suporte de roda ou rolete com restrição lateraL ... tangente à superfície (força de atrito).. Apoio tipo mancal de escora. As representações das Figs.•. representado por suas pode suportar um conjugado três componentes..•. .. para problemas bidimensionais..EQUILt"BRIO I 83 A representação correta das forças..

:'z I 1-- I Fl""".3) cai em quatro categorias que podem ser facilmente identificadas com auxIllo da Fig. tendo em vista que seus momentos em torno de qualquer eixo que passe por O é. automaticamente.9.•. A aplicação das Eqs. x TRÊS DIMENSÕES Diagrama de Corpo :l::Fx O Equações Independentes /. exceto a equação do momento em torno desta linha. o 9~Ui11'briO de forças concorrentes com uma linha exige todas as equações. o equi1íb.-tt:::: 1'1 (e) IY CATEGORIAS IY= ". Geral :l::Fy =0 :l::Fz =O Fig. Caso 3. .••.••.3. Caso 2. porém exi~e duas equações de momentos em torno dos eixos (x e z) que são normais à direção das forças...io~ncorrentes em um ponto O exige as três equações de forças mas nenhu· ma equação de mo~éntos. o e~ui1IbriO de forças paralelas exige uma única equação de forças na direção das forças (dire· ção x).•.•.-'.'. 'z Fa .9 L 'c Caso 1..••.. F .•. que está automaticamente satisfeita.84 I ESTÁTICA (b) Categorias de Equilíbrio. .111~~ :l::Fy=O Fa 'z --. (3.~ I :l::My=O :l::Fy=O _. "- I F2/ 'I 4.. zero.' Sistema de Forças . 3. x I EQUILIBRIO :l::Fx= O IY :l::Fz =0I Livre ~ ..' :l::Fx = O :l::Mz=O :l::Fz =0 (:: til --l:::/ ."a :l::Mz=O DE EM .••. " I I ~ ./F2 .

na Fig. com a tal sétima ligação montada. respectivamente. porém. Vínculos parciais Vínculo redundante Fig. uação (direão dai (c) Vínculos e Determinação Estática. As seis relações escalares das Eqs. (d) Estabilidade excessiva. As ligações 4. citam-se quatro exemplos de condição vínculos. corpo. já equadamente localizados para completa fixação. necessariamente. porém está fora do escopo deste livro. o equilíbrio de um sistema geral de forças exige as três equações de forças e as três equações de entos. as informações eridas para calcular as forças incógnitas que atuam em uma situação de equilíbrio tridimensional. Vínculos suficientes (b) Estabilidade incompleta.1 (X>. Na Fig. portànto.ez.EQUIÜBRIO / 85 m se:- Caso 4.2 e 3. os vínculos não provêm resis. não provêm. 5 e 6 impedem a rotação em torno eixos das ligações 1. como foi o caso em duas dimensões. Se fosse imposta uma sétima ligação ao sistema de seis vínculos. 3. Semelhantemente. estaticamente indeterminado. Existe um critério analítico para determinar a adequação dos 'cu1os.3).sticas dos vínculos providos pelos suportes. contudo. os vínculos de apoio dos corpos rígidos em equilíbrio serão sempre adequados e estaticamente terminados.10. tem-se outro caso de corpo fixado de modo completo e parcialmente restringido. de modo que o corpo está completamente fixado e os víncusão ditos adequados. tal como é mostrado na Fig. com raras exceções.lOd. Aqui o corpo está fixado de do incompleto e parcialmente restringido. seria. 3. Na parte (a) da figura é mostrado um corpo rígido cujo .~ A está comp~tamente fixado pelas ligações 1. a questão da adequabilidade das informações depende das caracteí. embora sejam condinecessárias e suficientes para estabelecerem o equilíbrio.p-ara--alertar o leitor sobre o problema. Outra .3. então. seriam fornecidas mais restrições do que as necessárias para manter a posição de equilíbrio e a sétima ligação seria redundante . A parte (b) da figura mostra o mesmo número de vínculos.cia contra uma força desbalanceada na direção y e.2 e 3. vê-se que não erecem resistência a um momento que pode ser aplicado em torno do eixo AE. (a) Estabilidade completa. (3. Neste livro. .10 nenhuor O é. Vínculos parciais (c) Estabilidade incompleta. 3.

?malmente. A posição vertical de B é encontrada de . com 7 m de comprimento.ESTÁTICA blema Resolvido 3. A equação vetorial de momentos dá rAB X (Bx + By) + rAG X P= O (-2i .81) = 1 962 N.. By kll' ~. [ = Solução vetorial. agindo sobre a extremidade B. a força exercida pelo piso sobre a -o-rótula é representada por suas componentes x.5 -1962 I= O (-3By + 5 886)i + (3Bx -1 962)j + (-2By + 6Bx)k= O Poderíamos. Solução. que Ax e Ay dariam negativos. Os eixos foram selecionados como está na figura.6j + 3k) X (iBx + jBy) + (-i . sempre que possível.riso horizontal. e· resolvendo. (i) Note que a terceira equação.J (654)2 + (1 962)2 + (1 962)2 = 2851 N . Este resultado poderia ser previsto. meramente verifica os resultados das duas primeiras equações.5k) X X (-1962k) = Notas: O <D j -~ -~ 3 O + -~ O -3 O I· Bx . Estas . (654 -Ax)l Ax = 654 N t I 962 -Ay)j + (-1 962 +A. as extremidades Calcule as do forças eixo. p:F=O] . após o cálculo. Além do peso P = mg = = 200 (9. pelo como piso sobre mostrado. do fato que um sistema de forças em equilíbrio.Skm e rAB=-2i-6j+3km ::cde o centro de massa G está localizado a meio caminho entre A e B. ~ paredes e lisas. por se tratar de eixo uniforme. Usaremos A como centro dos momentos. A extremidade em esfera B repousa contra as [ [ ~~~. necessita somente de duas equações de momentos.J 2' + 6' + h2. O diagrama de corpo livre descreve a situação física.a:a eliminar as forças em A. . de modo que é preferível mostrar as forças no seu sentido físico correto. tem massa. resultando. :. h= 3 m.p<>nentes estão mostradas com os seus sentidos físicos =tos. por convecia. . 'Sfu normais à superfície das paredes. (Caso 2 das categorias de equiUbrio) .2By + 6Bx = = O.=. Primeiro traça-se o diagrama de corpo livre do onde as forças de contato. A=. então. Bx=654N As forças em A pode~r ~ facilmente determinadas por Resp. tomar todas as componentes desconhecidas das forças no sentido matemático positivo. y e z.---. =-se Igualando os coeficientes de i.verticais . que são evidentes das condições necessárias para manA no lugar.uniforde 200 kg e é suportado por uma união do tipo rótula em A.)k= O Ay = 1 962 N Az = 1 962 N +AZ2 Resp. naturalmente. j e k a zero.3 m t = o eixo de aço. Os vetores posição necessários para ~ os momentos em torno de A são rAG=-li-3j+l. concorrentes em uma linha. exerci- [ [ :::XC.JAx2 +Ay' =.3j + 1.

3 N (i) Se o estudante não estiver familiarizado com as três vistas padrões da projeção ortográfica. O sistema é evidentemente tridimensional. sobre o corpo e alinhado com ele. Deve ser notado que as três vistas representam três problemas bidimensionais. aos eixos x e y. Por outro lado. Solução. O diagrama de corpo livre do eixo. Da projeção x-y tem-se as no do. c6nsiderados como um corpo único. deve revisá-Ias e praticar. até que as intensidades dos momentos sejam obtidas. x-z . que. Os sentidos corretos das forças Ay e By não podem ser determinados. issim eles podem ser arbitrariamente fixados. iam eve vel cor- das poema em quaas de x = Notas: [l:Mo = O] 100 (9.7) . se desejado.250 (70.2By = O. serve apenas como verificação. alavanca e tambor. O mancal A suporta o esforço axial (força na direção do eixo geométrico). para obter Ax eAy- = O] = O] 1962(3) . portanto.1 962 = O Problema Resolvido 3. embora a solução vetorial seja igualmente satisfatória. relacionados pelas componentes correspondentes das forças. podia ter sido mostrado pot uma vista no espaço. como observado anteriormente. O acréscimo de Az~g~completa os diagramas de corpo livre. . poder-se-ia ter obtido primeiroAz de '2:. Visualize as três vistas como se fossem as imagens do corpo projetadas sobre as superfíCies frontal.81 m) . sem linha ou plano de simetria e. A projeção no plan~-.t das forças dos mancais está mostrada em termos das somas daS'Componentes incógnitas nas dii:eções x e y. o problema deve ser analisado como um sistema geral de forças no espaço. de topo e do fundo de uma caixa de plástico transparente.4 -70.250 (173. Se detenriinarmos as equações escalares dos momentos em tomo de eixos passando por A e paralelos. porém aqui está representadbI por suas três projeções ortogonais.1 kg Resp. simplesmente. podemos escrever [l:MAx [l:MA y ® Observe que a soma de momentos em tomo de um eixo que passa por A e paralelo ao eixo z.4 N Ax = 35.4 Uma força de 200 N é aplicada ao cabo da manivela do guincho na direção mostrada. Os sentidos corretos de Ax e Bx podem ser obtidos por inspeção. Da projeção x-z tem-se [l:MA = O] 150Bx + 175 (70. ~ ••• A força aplicada de 200 ?'{ esta decomposta em suas tres componentes e cada uma das trê~ vistas mostra duas destas componentes.7 = O (í) Poderíamos ter iniciado pela projeção ao invés de x-y. tomar as equações de momentos em tomo dos eixos através de B.3By = O -1962(1) By = 1 962 N Bx = 654 N + 3Bx = O As equações das forças dão. [l:Fx = O] Ax + 35.Fz = O] = O] -Ax + 654 = -Ay + 1962= O O Ax = 654 N Ay = 1 962 N Az = 1 962 N = O] Az . então. meramente dá 6Bx . Determinar a massa m que pode ser suportada e a força radial total exercida sobre cada mancal.2) = O m = 44. respectivamente.Fz = O e.EQUIL"BRIO / 87 Solução Escalar.7) = O Bx = 35. observando-se que ~\linha de ação da resultante das duas forças de 70. Aqui é usada a solução escalar para ilustrar esta introdução. [l:Fx [l:Fy ['2:.7 N passa entre~ e B. enquanto o mancal B suporta somente a carga radial (carga normal ao eixo geométrico).

5 N Resp. vetor em torno de AR é dado I X T· A. Analogamente. o momento da carga F apUcada.25 (2i': 2.5j .250 (44. com ajustagem folgada. são: 2j kN ~ kAx ·~I 'Az I / fij I .2 .81) [~Fy = 520 N = O] Ay + 520 . exceto T.5j + 6k) = = + (3j + 4k). porque a determinação de Ay e By pode ser feita ápós encontrar mg.J Ax' + Ay2] Ar =..81) = O so Ay = 86. -i + 2. agora. vem a ser: (-i + 2.1 (4. é impedida pelo cabo CD. é r. Solução. . por meio de uma rótula.5j . / X . em torno da linha AB. com a reação no anel representada pelas duas componentes.8 N I [~ As = forças radiais totais Ay sobre os mancais vêm a ser [rFZ O] = 70. o momento dedo T.2) .___. A rotação em torno da linha AB. e determinar a tração T.88 / ESTÁTICA '3) A vista y-z dá [~MA ® = O] =O By A vista de y-z poderia ter seguido imediatamente após a vista x-y.. em B. O sistema é evidentemente tridimensional. as reações no anel e as componentes da reação em A. em torno de AB. podem ser eliminadas por uma soma dos momentos... em A.6k).(44.-----l.5i + 6k m k 48T I e r•. Assim.J 46. deve ser analisado como sistema de forças geral no espaço. . X F· n. não contendo nenhuma linha ou plano de simetria e. A estrutura é estável na posição mostrada. r.5 A estrutura tubular soldada está apoiada no plano horizontal x-y.173. no cabo. .83 kN Resp.5j) X .J (35. As expressões vetoriais para T \r \ \ I/ \I \ T rI = = ~ 46..25 + 20 = O T = 2. Desprezar o peso da estrutura comparado com a carga aplicadà.1) (9. O momento de T em torno de AB é a componen\ . 150By + 175 (173. e é suportada pelo anel.8)' [B =.5i + 6k) X (2j) X + (3j + 4k) = O.1) (9.5j m.J6'/+ 4.7 N [Ar =. = 2.J 4~. A figura mostra o diagrama de corpo livre. Resp. A conclusão das equações vetoriais dá . [~ B = . Todas as forças desconhecidas.J Bx' + B/] [~ = 93. portanto.y A equação de momentos. A direção e o sentido de AB estão representados por um vetor unitário fi O = .3)' + (86.5' te na direção de AB momento/em torno por do rponto fi.4)' + (520)' = 521 N [~ (~ Problema Resolvido 3. sob a ação da carga de 2 kN.6k) X + (3j + 4k) + + (2.25 (2i + 2.J (35. \ I i5 --------2:~D I .

® Os sinais negativos nas componentes A indicam que elas estão no sentido oposto aos sentidos mostrados. no trilho fixo D. esta liberdade permite a escolha de um eixo que elimina cinco das incógnitas.833 kN Ty = 1.u l.55 . .250 kN 4. Az Bx Ax Bz Ay = = -1.<: /360 IL [~m mm S M duu ~ do 'ÇO.5Bx + 2. Para a posição mostrada. Tx = 0. calcule as forças laterais horizontais em cada rolete A e B . B e C.EQUIÜSRIO / 89 Notas: Tz aar Os componentes de T são. que encosta na extremidade inferior da porta.-dê modo que permaneçam no plano horizontal. em seus suportes de roletes A e B. Ao invés de r" uma escolha também válida seriaAC As incógnitas restantes são facilmente encontradas somatórios dos momentos e das forças. x= -0.417 -3.215 m 3.56 kN kN -1. A porta é mantida no plano vertical pelo rolete guia C. B = 190.4 kN.50 kN pelos (i) Lembre-se que o vetor r.56 3. em torno de qualquer eixo. Resp. 3.0201 m.042 kN = -2. B = 22. Resp.56 O centro de massa de uma porta de 30 kg está no centro do painel._:J Probl.042 = 1.042 O = (6) O (3) Ax (6) -= == OO 4. manobrouse de modo que as rodas ficassem sobre balanças. são soldadas em ângulo reto e içadas por ca~uticais. y= 0.06 = 0.5) + 0. C = 3. oom m"" " 40 kg P" metro de compdmento. Calcular a tração em cada um dos cabos A.06 2--+2 1. instalado no piso.5Bz Ay + 4. tendo-se obtido as seguintes leituras:A = 22. Neste problema. na expressão r • F para o momento de uma força.--- "".833 -1.50 0. Se o peso da porta é inteiramente suportado pela dobradiça inferior A. 3.43 kN.04kN kN Az 2 (2. portanto. OBLEMASPROPOSTOS Para verificar o equilíbrio de um avião.042 O G) A vantagem de se usar a notação vetorial é a liberdade de se tomar os momentos diretamente.2 N ---1't. como segue: (~Mz = O] Resp. é um vetor do centro dos momentos para qualquer ponto sobre a linha de ação da força.0 kN. Calcular as coordenadas x-y do centro de gravidade do avião. Probl.57 A porta representada é um painel retangular com massa uniforme de 600 kg e desliza. escolhidos como positivos. calcular a intensidade da força total suportada pela dobradiça emB. Resp.417 4.

está na linha vertical que passa pelo centro do seu topo quadrado. sobre a linha de interseção das duas paredes verticais em ângulo reto. 3.59 Uma esfera lisa e homogênea de massa m repousa na ranhura do bloco em V. e se apoia ~ chapa da extremidade. de comprimento 2r. A = 4 200 N e ..58 D ( 3. Uma força de 400 N é aplicada.57 3. As correntes leves oe e OD impedem que o sinal balance.59 ""- x z I I I Probl. 3. de modo que somente uma delas é tracionada de cada vez. 3. O comprimento das duas correntes juntas é ligeiramente maior que a distância de a D. Probl.60 3.Ji \ 15' 3.. R = mg. Determinar a reação R de cada parede contra a esfera.60 3. preso ao ponto B.61 'y 3m O cabo de uma linha de alta tensão está suspenso em uma torre de transmissão pela estrutura mostrada. 3. com massa 120 kg. medido a partir da horizontal. está suspensa por um fio AB. 3.58 O sinal retangular tem massa de 800 kg.61 Uma esfera homogênea lisa. de modo que as reações em cada lado da ranhura e a força suportada pela chapa da extremidade sejam iguais. Resp. normal ao sinal e atuando no seu centro. que é normal à direção da ranhura.62 O centro de massa de uma bancada. Calcular o ângulo ().ligação AD e a compressão nas ligaçõesAB eAC. no punho de uma chave de grifo que está sendo usada para torcer um tubo no seu . quando um vento horizontal exercer uma força de 2 kN. calcular a tração T na . com centro de massa no centro do retângulo. Probl. Se a tração no cabo da linha é 3 kN. para baixo. Calcular a força total suportada pela dobradiça em A. e ~ Probl.90 I ESTÁTICA D Detalhe do suporte ""- Probl. Resp. de massa m e raio r. de 1200.

na parede vertical. O cabo. 3. antes de arriá-Io no buraco./. Tz = 366 N Probl. uniformemente distribuída. TI = 507 N. Calcular a tração no fio e as forças normais ao eixo das dobradiças. do tubo e do flange. com massa uniforme de 160 Ieg./J-'Í~ A Prob1.63 massa entro é apligrifo o seu o pau de carga horizontal.66 . no plano vertical x-y e pela rótula em O.EQUIu'BRIO / 91 flange. As uniões nas extremidades dos mastros podem ser tratadas como rótulas e os pesos dos mastros são pequenos quando comparados com as cargas que suportam. Resp. 3. é suportado pelos dois cabos. A porta é mantida aberta na posição horizontal por meio de um fio de C' para D.64 '''z /' 3. preso ao cilindro./. 1200 l1ll1l~~ _ <LjJlJ)-.. Se as pernas A e C forem ligeiramente mais curtas que as pernas B e D. B = 522 N. e encontre a intensidade da força total em A. Calcular as trações TI e Tz nos cabos. passa por uma pequena polia em E e é fixado no ponto F. Suponha que o contato se dê nas arestas externas das pernas e despreze as massas da chave.65 c ~ fI'<S> Os três mastros estão erguidos conforme mostrado e suportam o cilindro de 300 kg. Calcular a compressão P em cada uma das pernas iguais.62 penso ostraular a s liga- A porta de ventilação tem uma massa de 200 leg. 3. I I I I I I :5m I I I I \ ~D A /'x . B / \-'1>"""" Ptobl.65 Probl. e dobradiças nos cantos A e B de sua aresta superior. calcular as forças suportadas pelas três pernas que estão em contato com o solo.J-/' I~ I~ I . 3.. BD e CD. suportadas pelos pinos em A e B. C = 367 N. Resp. Probl. em comparação com a da mesa. D = 689 N . 3. ./~~ .

70 3. está içado por três cabos.67 3. conforme mostrado. aplica-se uma força de 200 N no suporte.~. O apoio em A. conforme mostrado. Determinar a expressão vetorial da fQrça total R e do momentoM. Calcular a tração em cada um dos três cabos que suportam a placa na posição horizontal.92 I ESTÁTICA 3. suporte e motor. é suportado pelos dois cabos ancorados em B e C e pela rótula em O.~Onfo='mo""do.66 O pau de carga horizontal. 3.) .69 3.41 kN. O motor move uma máquina através de um eixo flexível e debita um torque de 200 N· m. tem seu centro de massa G localizado a 300 mm da linha de centro vertical do eixo. com centro de massa no seu centro G. A capa do eixo está montada em um apoio auto-alinhável em B. com massa uniforme de 240 kg. em A.m Probl. Resp. ao eixo pela sua base.72 A Probl. A = 2.~ . que é capaz de exercer uma força normal à linha de centro do eixo.71 3. Após ter ocorrido a deformação angular inicial. consistente com a terceira lei de Newton. 3. Calcular a tração T no caboAC. 3. aplicados. TC= 9. uma rotação na extremidade de entrada será acompanhada por uma rotação na extremidade de saída.70 B Probl.'.269 kN compressão Um torque de 20 N • m é aplicado ao eixo flexível. (Atenção.68 A placa de aço quadrada tem massa de 1 800 kg.041 kN tração B = 0.861 kN compressão C = 1.çio. com massa de 30 g. Resp. \'"'"' tr.87 kN A unidade rígida composta de eixo. girando no sentido indicado. As três barras estão presas em suas extremidades por rótula e são capazes de suportar tração ou compressão. presos aos pontos 3. Os pesos das barras podem ser desprezados. Resp. de comprimento 500 mm cada. de 600 mm de diâmetro com massa uniforme de 50 kg. e os torques de entrada e de saída serão iguais. por outro lado. TA = TB = 5. Além disto. O eixo está soldado a uma base fixa em A. T=1310N Um anel de aço.67 ~.69 Determinar a força em cada barra do tripé. é uma luva livre que pode suportar a capa do eixo em qualquer uma das 3 . Esteja atento para indicar o torque (conjugado) que atua sobre o eixo do motor no seu sentido correto.

rmae de o na e de a em exerxo. ~~ xível.16kN e F. em D. calcular a tração no fio e as forças normais ao eixo das dobradiças.' 1800mm].1256 N Se o peso do mastro for desprezível. 3.71 . C=-. O e que a das ~[~II' [J~c 3.9 N. por um batente em C. Para uma condição de equilíbrio da árvore. B = 208 N Se a porta de ventilação do Probl.•. determinar as duas trações TI e T" que atuam nos cabos. 72 A porta com massa uniforme de 30 kg. para remover um prego.'. No que concerne ao equilíbrio. 1200m~ 600 mm \~ _ . 3. olhando o torque aplicado ao eixo.100kN I 93 \ Probl. A = 523 N. suportadas pelos pinos em A eB. (Atenção. paralela à superfície da porta. Resp. nas direções indicadas. Observe a terceira leiode Newton na extremidade de saída. é articulada em A e B. B = . B=D=50kN. Aplica-se uma força de 200 N. L-~~25Inim Probl. C e D. as forças exercidas pelas bielas sobre a árvore de manivelas são FI = .1 907 N. 3.74 1. Para a posição mostrada. a capa do eixo pode ser tratada como um corpo rígido em uma determinada posição de flexão. Despreze o peso do eixo.' . A = 83. torotor ceira B Probl. calculara força P no dente da engrenagem e as intensidades das forças totais suportadas pelos mancais em A e B. P= 70. Determinar as forças exercidas sobre a capa do eixo pelos apoios em B.73 3. 3.73 Ação do apoio emA 3. a polia em V com uma velocidade constante.75 300lmm 9 O mm4" Probl.76 . Seu peso é totalmente suportado pela dobradiça em A. 3.) Resp.72 A engrenagem C aciona.63 for mantida em posição por um fio de C para E. A porta é impedida de abrir. 3. ao invés de C para D.EQUIu'BRIO duas maneiras mostradas nos desenhos em corte separados.74 mosa G l do A. perpendicular à sua superfície. Determinar a intensidade da força horizontal suportada pela dobradiça em B. Torquede saída aplicado aqui A árvore de manivelas de um compressor de dois cilindros está montada sobre os mancais A e B. Para as trações mostradas nas correias. calcular as componentes x e y das forças totais suportadas pelos mancais A e B e o torq ue M aplicado à árvore. que exerce uma força contra a extremidade inferior da porta. T=. Resp. comparado com a carga aplicada de 30 kN. no cabo de um martelo. O eixo ndo uma ado. além da posição em que está.3 N. e a força A que atua na rótula em A. = 8 kN. R e base.

. I~.. con- A lança de aço de 9 m de comprimento e de 600 kg de massa.94 I ESTÁTICA suportada no plano horizontal x·y por uma rótula. Alérr: de suportar a carga de 500 kg. e a força normal ao eixo das dobradiças no pino da dobradiçaD.77 A porta do alçapão.79 A estrutura rígida leve está fIxada à parede vertiC<: por uma rótula em A e pelos cabos BG e CF.3 é girada de q~ um ~lo kg do de a 30°. ~~ . Calcular a componente y da fOIça suportada pela rótula em A. 3.78 Probl.) z I 3. é mantida aberta no ângulo 8 = are tg (4/3) pela escora leveAB. conforme se vê na fIgura. respectivamente. a estrutura suporta. p= 1 584 N. A ~tremJd~ D "".·l~ H Probl. . é escorada por um suporte de rótula em A. ainda.. medindo 900 mm por 1 200 mm. Resp.81 3. Resp. Supor que as dobradiças trabalhem na extremidade inferior da aresta. exceto Ay. R = 755 K 3. exerciclz sobre a esfera da extremidade B do eixo. 3.2 kN • m aplicado nz haste vertical CD.suportam Problema extremiResolvido 3."d•• i. Calcular a compressão FB na escora. um conjugado de 1.' 'm. (Sugestão. 3.. F= 343 N. Use urnz equação vetorial que elimine referências a todas ~ incógnitas..77 3. D = 496 N 500 kg I.80 .79 3. Calcular as intensidades das forças P e R.'z 2000kg Probl.78 dade Uma das B do paredes eixo uniforme verticais d~\200 . com massa de 100 kg. 3. e por dois cabos submetidos às trações TI e T. pelas paredes verticais C e D.o. com centro de massa localizado na metade do comprimento.. mo.80 Probl. O cabo que f~.".

x = 3. é guiado por uma roldana em B e está preso ao plano vertical x-y. Calcular as trações T. a tabuleta recebe apoio somente na direção y. No canto D. na ranhura horizontal. através da qual o cabo deve ser passado e preso. (Sugestão. por meio de uma rótula em A e suportada pelos cabos BE e CD. A estrutura está carregada por uma esfera de 100 kg. Exis- = 347 N. por um anel liso em B e por um fio. C == 768 N 00 kg metate de s trClo que Probl. Resp. Calcular a força exercida sobre a estrutura pelo anel fixo em B. soldada à haste horizontal.83 Uma tabuleta retangular. a força total em C e a força lateral R em D.1 To = 431 N N. exceto T. = 19. Resp. tem 100 kg de massa.) Resp. que vai da extremidade C da haste ao ponto fIxo D. Determinar x. A massa da peça pode ser desprezada diante da massa de 5 Mg que suporta. 3. é suportada por uma rótula em A. colocada na porta de uma loja. para que a peça mantenha a posição mostrada. 3..83 . Calcular a tração T" (Sugestão.76 kN 3. cujo centro está no centro do retângulo. O suporte ligado à parede no ponto C pode ser considerado como uma rótula.81 te uma posição para o ponto D. T. T.75 m A estrutura tubular soldada.82 3. que elimine todas as incógnitas. em F. = 63.) ~ -~ j ~"'l_ 5Mg Probl. e To nos fios do suporte.EQUILIBRIO / 95 suporta a carga de 2 000 kg. O problema pode ser resolvido sem envolver a força em A. Estabeleça uma equação de momentos. 'R A peça rígida ABC está ligada à superfície vertical x-y. de massa desprezível.

particularmente útil na solução de muitos problemas tridimensionais. e a melhor maneira de assegurar uma solução correta. Os princípios e métodos cobertos pelos Caps.86 1.. é articulado em O e impedida de girar no plano vertical. mas também na Dinâmica. não é a teoria que oferece dificuldade. sempre usando um conjunto destro para análise em trê~ dimensões. Ao resolver um problema de equihorio. provenientes de fontes externas. é simplificar a álgebra da solução através da escolha de um eixo de momentos conveniente. no qual são representadas todas as forças que agem sobre o corpc isolado. Resp.85 Probl. de acordo com a preferência e a experiência individual. por letras. para determinar o sentido de cack força. deve-se primeiro verificar se o corpo é estaticamente determinado. pelo role te fIxado em A. mas sim. 3. concentrada no ângulo da cabeça hexagonal.ESTÁTICA . para tirar vantagem destas simplificações. de significado físico facilmente compreensível. em torno de um pont seja também nulo (1:M = O). pode-se empregar a álgebra escalar. é segui-Ios consistentemente antes de iniciar o cálculo do equillorio. para resolver problemas do equilíbrio de corpos rígidos. a sua aplicação. Representar cada força. Observar o princípio de ação e reação (terceira lei de Newton). é de aço endurecido e pode resistir a uma força de no máximo 7.5 kN. 4.. a álgebra vetorial ou a análise gráfica. e rotulá-Ios. dos momentos e dOE ados. desenhando seu diagrama de corpo livre. 3.84 . Eles fazem a base para o que se segue. Escolher os eixos de referência. com massa ulÚ100 kg. conhecida ou não. porém.) - FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO este Capítulo aplicamos nossos conhecimentos sobre as propriedades das forças. Decidir correta e inequivocamente qual o corpo em equillorio que será analisado. Estes requisitos. também endurecida. 3. ele será estaticamente indeterminado e as equações do equillorio não serão suficientes para encontrarmos todas as reações externas. bastante familiarizado com os principais passos para aplicação dos princípios do equihorio. ~s Eles -o:nossas soluções. 0= 1 769 N A boca de uma chave tem acabamento fino. agora. C 3. Estes cinco passos devem se tornar automáticos.j.. 5. não só na Estática. aprendidos no Capo 2. Cada corpc em equilíbrio é caracterizado por dois requisitos: que o vetor resultante de todas as forças atuando sobre ele seja nulo (1:F = O) e que o vetor resultante de todos os momentos atuantes sobre ele. Se existirem mais apoios do que o necessário para segurar o corpo em posição. 2 e 3 constituem a parte mais fundamental da Estática.87 PROBLEMAS PARA lÓ:VISÃO ~~~-~ ~QIlJle-de barra ~~e comprimento. de um parafuso. além da posição de 30°. a álgebra vetorial é. Isolar o corpo em questão de todos os outros corpos adjacentes em contato com ele. Na utilização das equações do equilíbrio. Uns pouco~ instantes de raciocínio. O estudank dev estar. de tal modo que evite referências a determinadas incógnitas. orientaran: Como é sempre o caso. 1. que permita a eliminação do maior número possível de incógnitas ou escolher urn~ direção para o somatório das forças. 2. Um dos procedimentos mais úteis. Calcular a intensidade da força total suportada pelo pino em O. pode representar considerável economia de esforço e tempo.

87 A roda. supondo existir um uma ligeira folga entre a cabeça do parafuso e 'a chave. Resp. na altura desejada.reO? Probl.87 3.88 Um grande cilindro giratório. Calcular a força máxima P que poderá ser exercida com um braço de alavanca de 300 mm. 3. rolando-a para fora.89 eta.689 kN 2.- Probl. Qual a influênciadero. determinar o valor da força de equilíbrio sobre o eixo da dobradiça em A. O peso do dispositivo é desprezível comparado com L. para removê-Ia da depressão. . Supor que não ocorra deslizamento. A ação se passa no plano horizontal. aran: sem danificar as superfícies de trabalho. que deve ser aplicado na roda. ia de Está- 3. a partir da linha vertical que passa pelo centro do cilindro. Escrever a expressão para a força de contato R entre a fita e as superfícies planas de suporte. Uma roda de massa m e raio r. 3. para recapagem de areia é acionado por meio de motor e engrenagem. x= 199 mm dante brio.6 kN.85 m trê-. mente ernas. Resp. como se vê na figura. com o centro em G. T { ~b Probl. repousa sobre uma superfície rugosa e encosta no rolete A. P = 0. simétrico.91 A estrutura de elevação de uma plataforma de testes de foguete e o foguete nela localizado têm uma massa combinada de 635 Mg. se M = 60 N • m e não ocorre deslizamento da roda . de modo que os pesos dos roletes e da fita não são envolvidos. FA = 231 N 3. na coluna vertical fixa D. em A e B.90 O dispositivo mostrado em corte pode suportar a carga L em várias alturas. é enni.EQUILI'BRIO / 97 e dos corpc re ele onto. Determinar o conjugado mínimo M. do c corpa ca& 3. Determinar a distância b na qual a carga seria posicionada a fun de que os dois roletes A e B suportem forças iguais. ao se reengatar a catraca C em outro dente.88 3. Calcular a reação sobre o rolete A. Resp. A areia tem massa·de 750 kg e é fornecida uma força média de 3.. repousa em uma pequena depressão de largura b. normal às superfícies de contato em B pelo pinhão condutor A.89 T ouco. 3. b = 207 mm Probl. à engrenagem do cilindro rotativo. de 100 kg de massa. circundados por uma fita flexível de espessura desprezível e submetida a duas trações T.3. Resolver graficamente. Resp. Para a posição na qual x = 5 m. nálise ment~ O dispositivo fita-rolete consiste de dois roletes de raio r cada um. com centro de massa G no seu centro geométrico. quando se aplica o conjugado M. 3.86 B U1l12 xo de J b A ~._--. Desprezar todos os atritos nos rolos de suporte. Calcule a abscissa média x do centro de massa G da areia.86 Probl.

P = 85 kN.93 ••• mm B 400 60mm~' ~-ft L' ' f-41 f!~40mm Catrac.9 3. A'= 187. A massa da nave é 600 kg. indepen· dente da forma do triângulo. 3.5 Mg com centro em G. Veja o sistema de cima para baixo. quando a nave está repousando sobre uma superfície horizontal em Marte.90 I' 2.1 C mm 160 1 A unidade de potência da máquina de fazer buracos para colocação de postes fornece um torque de 450 N· m à broca. Resp. e é usado para puxar ou empurrar cargas pesadas. Determine a cargaP que o trator pode puxar.96 p . se a força motriz exercida pelo solo -em cada uma das suas quatro rodas for de 80% da força Probl. O braço B está livre para deslizar na luva C.92 O trator representado na figura. tem massa de 13. se necessário. NB = 125 kN A 3. FCD = I 046 N compressão FAC = FCB = 240 N tração 3.95 E necessária uma força vertical P sobre o pedal da alavanca. mas não está livre para girar em torno do eixo horizontal de C.91 3.) Resp.98 I ESTATlCA normal sob a roda. Resp. 3. Probl. à velocidade constante de 5 km/h. tem a forma triangular e está suportada no plano horizontal por três fios verticais. determinar a força exercida contra a roda traseira direita pelo bloco A (ou A'). 3.94 3. com suas dimensões aproximadas.94 A placa de aço. no Apêndice C. subindo uma rampa com 15% de inc1i:Í1ação. (Suponha que as três sapatas suportem cargas iguais e consulte a Tabela C2. B = 424 N Uma das três sapatas de pouso da nave Viking está mostrada na figura. presos aos seus vértices. 3. de massa m.) Resp. A = 184 N. (Sugestão. para produzir uma tração T de 400 N na barra vertical de controle.SN Probl. Calcular também a reação nor· mal total N B sob o par de rodas traseiras em B. Calcular a força em cada perna do trem de pouso. Mostre que a tração em cada fio é sempre mg/3. Determinar as reações correspondentes nos mancais A e B. uniforme. Se a unidade é livre para girar em torno do eixo vertical da base D.93 3. que evita o deslocamento da viatura quando o freio está solto.4m B Probl.

Determinar a forçaP exercida pelo anel sobre cada uma das bolas inferiores.5 N 601 N Probl. Calcular a tração T. Calcular a tração T no fio e a intensidade da força total suportada pela ligação ar a pelo girar viaeja o emA. estão colocadas dentro de um anel cilíndrico. saia do plano horizontal. 3. Uma quarta bola.97 Probl.98 A estrutura soldada tem duas pernas com massa de 50 kg cada uma.99 são ção .34 kN 3. 3. 3. T == 1 201 N. 3. Resp. idêntica às outras é. O l da N na ções 4 N esta ' maem está em care C. cada uma com massa m.EQUIu"BRIO / 99 nor- 5 kN burae de lizar o do diâmetro do cilindro é tal que as bolas estão virtualmente se tocando. se for aJ?licada uma força horizontal de 10 kN em F. então. L Probl. que repo\lsa sobre uma superfície horizontal e cuja altura é ligeiramente maior que o raio das bolas. 3.99 Dimensões em milímetros Probl. A == . == 11. colocada sobre elas.96 Probl. Um fio de C para D impede que a estrutura gire em torno de um eixo que passa pelo mancal em B e pela rótula em A e. T. Resp.95 z orma por ostre pen3. assim.97 Três bolas idênticas de aço. 3.98 O mastro de 300 kg é escorado por uma rótula em A.

suportes de telhados. armações e máquinas. Em Engenhar. desenhou-se o diagrama de corpo livre deste corpo único.INTRODUÇÃO No Capo 3.T.situam-se em suasessencialmente extremidades. forças de ação e reação entre elementos ligados. construído para suportar ou transferir forças e para resistir com segurança às cargas que nele atuam.ia. construindo corretamerite o diagrama de corpo livre. focalizamos a determinação das forças internas da estrutura. podiam ser tratados como corpo único. estruturas que não têm mais vínculos de apoio além dos necessários para manter uma configuração de equilíbrio. tais como treliças. estrutura é um sistema qualquer de elementos ligados. os diagramas de corpo livre dos elementos . A análise das treliças. isto é. sendo capaz de defInir perfeitamente o corpo em estudo. em L (cantoneiras). a atenção foi concentrada no equilíbrio de corpos rígidos únicos ou nos sistemas de peças ligadas que.4 ESTRUTURAS 4. que estabelece que cada ação acarreta UIllZ reação igual e contrária. Estz análise recorre à rigorosa aplicação da terceira lei de Newton. são comumente projetadas aos pares. Neste capítulo analisaremos as forças internas atuando em vários tipos de estruturas. . O estudante que aprendeu o método básico desenvolvido no Capo 3. é necessário desmembrar a estrutura e analisar. tais como as usadas em pontes.TRELIÇAS PLANAS Uma treliça é uma estrutura rígida. não encontrará difIculdade na análise das estruturas estaticamente determinadas. barras e perfIs especiais.2 . guindastes e outras estruturas similares. em porum meio de plano. Treliça é um sistema reticulado indeformável. das estruturas de máquinas e das vigas sob cargas concentradas constitui uma aplicação direta da matéria desenvolvida nos dois capítulos anteriores.treliça Quando ai plana ~treliça único treliça parafusos é conhecida Treliças planas. ou como pinos. !fi 'c d 'cu do a 000 e nex e 4. individuais ou da combinação dos elementos. separadamente. como foi visto no Capo 3. em U. Assim. quando considerados como um todo. isto é. * Exemplos comuns de treliças aparecem nas pontes. mostrando todas as forças externas ao corpo isolado antes da aplicação das equações de equilíbrio das forças e dos momentos. formada por elementos ligados pelas extremidades. Na análise das forças das estruturas. Consideraremos somente estruturas estaticamente determinadas. Neste capítulo. Os elementos estruturaiS usados são perfIs em I.1 . solda. Em tais problemas. que sãc ligados em conjuriÍo. de maneira a determinar as forças internas da estrutura. a rebites. as equações do equillbrio são suficientes para determinar todas as reaçõ~ desconhecidas. uma de cada lado ck * N.

O componente básico de uma treliça plana é o triângulo. que mantém a forma inicial. A estrutura pode ser ampliada. O termo rígido é aqui aplicado não ente para. 4. formando um polígono. A estrutura não-rígida da Fig. anexando-se unidades adicionais de duas barras.ESTRUTURAS I 101 ~ Pratt - - ~ Warren K - Baltirnore Treliças de pontes usadas comum ente Fink Pratt s de tais s ao ulo. que Assim.indicar que a estrutura não entra em colapso.4. é entos Esta uma .2 c ado d<. como também indicar que as deformações das barras decorrentes das tensões internas induzidas são desprezíveis. tais como DE e CE ou AF e DF (Fig. ligadas extremidades. desse o. entos r ou as. 4.2b pode ar-se estável ou rígida com uma barra diagonal adicional. isto é.. 4. ~ Warren Treliças de telhado usadas comumente Fig. toda a estrutura permanecerá rígida. . Por outro lado. Os ue são ndo os plana. não estabelecem um sistema rígido. Na Fig. dois triângulos.culadas (Fig. 4. às duas xões fIxas e. A ~- F (c) (b) Fig. ligando A e D ou B e C.-. quatro ou mais barras ligadas do mesmo o. que suportam o leito da estrada. e transferem as cargas 'cadas aos elementos da treliça. perfei· ldade e das ítulos te e ligadas entre si por meio de vigas transversais. C A D mplos res.2a) constituem um sistema rígido. e formando. que são ligadas por articulação.4. estão mostrados vários exemplos de treliças comumente as que podem ser analisadas como treliças planas.1. desta maneira. Três barras ligaras entre si por extremidades '.1 liças. eaçõe.2c).

3. a tração T ou a compressão C que atua sobre a seção cortada é a mesma para todas as seções. também. que o peso da barra é pequeno comparado com a força que ela suporta. aqui. mostrada na Fig. a hipótese de urna conexão de pino articulado é usualmente satisfatória se as linhas de centro das barras forem concorrentes em um ponto. Esta condição é satisfeita na maioria das treliças: Nas treliças de pontes. Apresentamos dois métodos para a análise das forças das treliças simples e fazemos referências à treliç:< simples. são estaticamente indeterminadas. com a dilatação e a contração devidas à mudanças de temperatura. por não serem justapostos de acordo com a lei de formação descrita. para éada um dos dois métodos. se a barra for uniforme. o peso P. na análise das treliças simples.3 * N. 4. Primeiro. a treliça é estaticamente indeterminada. porém o efeito da flexão da barra não poderá ser levado em conta. . antes de se prosseguir COII. 4. Há sistemas triângulos hiperestáticos. Está suposto. Note que ao se repre· sentar o equillbrio de uma parte da barra.4. Estas forças realmente são tratadas como cargas aplicadas externamente aos nós. consi· derada como um todo. A barra poderá trabalhar à tração ou à compressão. Considerar o peso de uma barra dessa maneira dá resultado correto para a tração ou compressão média ao longo da barra. * Quando existem mais elementos do que os necessários para evitar o colapso. ção de equilíbrio são chamados redundantes. que todas as forças externas são aplicadas aos nós. 4. Várias hipóteses são feitas na análise das forças que atuam nas treliças simples. cada elemento é uma barra reta que une os dois pontos de aplicação das forças.4. setor de rolete ou outra éspécie corrediça. Em caso contrário. se o pequeno efeito do peso tiver que ser levado em conta. Nas grandes treliças usualmente toma-se cuidado. cada uma atuando nas extremidades da barra. As treliças e as estruturas. como foi exposto no item 3. Barra é todo o elemento em equilíbrio sob a ação de apenas duas forças. é mostrado na Fig. As duas forças estão aplicadas nas extremidades da barra e são necessariamente iguais.3 Yi - . para o equilíbrio. . como na Fig. considerada como um todo. como foi defmido em termos gerais na Fig. 3. a análise das forças do restante da treliça. na conexão. todos os elementos são considerados como sendo barras.3. que se apóiam nos nós. ou suportes. que não sejam necessários para manter a posi.4 do item 3.3. O projeto de uma treliça envolve a determinação das forças que atuam nas diferentes barras e a seleção do perf1l adequado para resistir a essas forças.5a. nas quais não é tomada tal precaução.4. Uma treliça estaticamente indeterminada não pode ser analisada somente pelas equações de equilíbrio.102 I ESTÁTICA As estruturas construídas a partir de um triângulo básico. O diagrama de corpo livre da treliça. Para as treliças. O suporte é equipado com rolete.T.5b. e com as deformações resultantes das cargas aplicadas. opostas e colineares. na maneira descrita são conhecidas como treliças simples. . Quando são usadas conexões soldadas ou rebitadas para unir elementos estruturais. As reações externas são usualmente determinadas pel cálculo das equações de equilíbrio aplicadas à treliça. Supõe-se.4 Fig. como se vê na Fig.P/2. 4. poderá ser suposto como duas forças. em um dos suportes. o tabuleiro é usualmente assentado sobre as vigas transversais. Os elementos adicionais. 'c Tração Barras Compressão t~ t: Fig.

calculada de '2:-Fx= O. as duas condições de equilí- ós. 4. posteriormente analisados. (a) (b) rna o Fig. Se a seta indicativa da força empurrai: (comprimir) o nó. do ão é o é çasielo om Rl r I i I {}comID'''o AB ~ ~ x AF 11 Tração Fig. C. em:: 3. e somente estão envolvidas duas equações de equilíbrio. a barra é à tração. embora a forçaAB esteja desenhada do lado direito e afll$tando-se do pino. a barra é à compressão. pe2z: p leÇÊ. assim corno a barra. e AB é. graficamente. se a seta puxar (tracionar) o nó. neste caso simples. nessa ordem. * N. uas a o reéa que ea ra. por exemplo) será sempre indicada por urna seta apontando para o nó. visto que ele agora contém somente duas incógnitasEF eBF.3 . Os diagramas de corpo livre das partes das barras AF e AR são também mostrados para indicar claramente o mecanismo da ação e da reação. por exemplo) estará sempre indicada por uma seta afastando-se do nó. se as setas das forças estiverem consistentemente desenhadas do mesmo lado do pino. então a tração (AB. Começa-se a análise por qualquer nó onde exista ao menos urna carga conhecida. o método lida com o equilíbrio de forças concorrentes. E eD serão. O nó F é o próximo a ser analisado. independentes."" nE:. A solução pode começar com onó da extremidade esquerda e seu diagrama de corpo livre é mostrado na Fig.7 mostra o diagrama de corpo livre de cada nó e seu correspondente polígono de força. e a compressão (AF. e onde estejam presentes no máximo duas forças desconhecidas. 4.5 ma em 4. Portanto. A barra AR realmente faz contato com o lado esquerdo do pino. Assim. Os sentidos correntes das forças são evidentes.6.ESTRUTURAS I 103 c F E i~ :. * A intensidade de AF é obtida da equação '2:-Fy= O.3.T. por inspeção. A Fig. que representa. então.6 ta. .4.MÉTODO DOS NÓS Este método consiste em satisfazer as condições de equilíbrio para as forças que atuam sobre o pino de ligação de cada nó. Os nósB. a força em cada barra é indicada pelas duas letras que defmem as extremidades da barra.4. Com os nós indicados por letras.

Deve-se notar que. inicialmente. o sentido correto de urna ou de ambas as forças desconhecidas que atuam sobre um dado nó. a reação R2 calculada deve estar em equilfbrio com as forçás nas barras CD e EF. Nesse caso. quando referentes a compressão. determinadas previamente partindo dos dois nós vizinhos. 4. também. que o isolamento do nó C revela.104 / ESTÁTICA n ~EÚ 1 IIS! zJR' 4-f CD RI BE 4 brio 'EFx = O e 'EFy = O. quando for aplicada a equação 'EFy = O. ) CD NóF NóE NóD I AF 15 BF /L BE 16 CD R2 R2 Fig. pode-se fazer uma indicação arbitrária. desenhando-se as setas afastando-se dos nós referentes à tração. Deve-se notar. Naturalmente a força nesta barra não seria nula. Esta exigência permite verificar a exatidão do cálculo feito. É muitas vezes conveniente indicar a tração T e a compressão C das várias barras diretamente sobre o diagrama original da treliça. o fato de a força em CE ser nula. Se a treliça tiver mais barras internas do que as necessárias para evitar um colapso.4. rapidamente. Um valor negativo do cálculo indicaria que o sentido suposto deve ser invertido. quando o nó D é finalmente alcançado. a treliça corno um todo é estaticamente indeterrninada e os apoios extras estabelecem a redundância externa. D~R2 2 I BC ( At NóC EF D L----x YMV Em alguns exemplos. se fosse aplicada uma carga externa vertical em C. e apontando para os nós.7. Se urna treliça simples tiver mais apoios do que os necessários para asSegurar uma configuração de equilíbrio estável. é impossível determinar. Os números indicam a ordem em que os nós são analisados. então .7 B BF C lCE=Ü L F. Essa indicação está ilustrada na parte inferior da Fig.

também para o caso em que as barras estão tracionadas. por exemplo). para que uma treliça simples.os que usam as equações de equilíbrio das forças. . plana. Este método é conhecido com o nome de método de Maxwell-Cremona. e adicionarmos os vetores na ordem em que forem sendo encontra. A teoria do método foi apresentada. Se percorrermos cada nó. naturalmente. é necessário adicionar uma terceira barra para manter o alinhamento das duas barras e evitar a bagem. ** O polígono das forças para cada nó. *** A força e seu sentido podem ser obtidos diretamente do diagrama. para uma treliça simples com j nós. N. para obter uma descrição mais detalhada do ama de Maxwell. graficamente. por Maxwell e depois por Rankine. como indicado na . apresentando barras redundantes. Para uma treliça ticamente determinada externamente. porque uma ou mais das m barras podem ser dispostas de tal modo. indeformável. há uma deficiência de barras internas e a treliça é instável. 4. Assim. formada por triângulos seja estaticate determinada internamente. da soma das forças na direção y. sç e ar~ barras extras estabelecem a redundância interna e a treliça é estaticamente indeterminada. mostrado na Fig. que não contribuam para uma iguração estável da treliça completa. a equação m + 3 = 2j deve ser satisfeita. * N. designação estajá tradicional.8a. o que é falso. 4. É largamente empregado na solução dos reticulados indeformáveis. Quando duas barras colineares estão comprimidas. sem redundância. . Se m + 3 > 2j. Na figura seguinte: aplicação da expressão m + 3 = 2j levaria à conclusão de que o sistema é isostático. -xa-se a combinação de um sistema hiperestático com outro isostático. Focalizaremos a atenção em várias condições especiais que ocorrem freqüentete na análise de treliças simples. deve praticar com esta construção e consultar outros livros tratam a análise estrutural de maneira mais completa. Condições Especiais. a-r. pode ser construído. sempre no mesmo sentido (no ponteiros do relógio. há um total de 2j equações semelhantes. da soma na direção x. e os polígonos de força que são desenvolvidos na solução recebem o nome de polígonos de Cremona. * Esta relação é uma condição necessária para a estabilidade da treliça. a treliça completa composta de m barras e um máximo de três reações desconhecidas nos apoios. há um de m + 3 incógnitas. ou simplesmente Cremonas. e entrará em colapso sob carga.7. Se m + 3 > 2j. Se for aplicada uma força externa com uma .ESTRUTURAS / 105 ue.T. conhecida o o diagrama de Maxwell. Se m + 3 < 2j. m. como uma opção para. por meio de um terceiro. O reticulado é interiormente hipoestático. porém não é uma condição sufi" te. hiperestático. O dante que estiver interessado em estruturas. ainda. em 1864. Se + 3 < 2j. estes polígonos de força podem ser superpostos. deve ser e. Examinando-se a figura. a força F 3 deixará de ser nula. que Fi = F2• Esta conclusão é válida para qualquer ângulo e e. o ** N. Como o equilíbrio de cada nó é defmido por duas ções escalares de forças. deformável.T. as (Hiperestáticol (Deformável) (Isostáticol de a ão *** O método foi publicado por James Clerk Maxwell. há uma relação definida entre o número de suas barras e o dos nós ssários para a estabilidade interna. existem mais barras do que equações indepentes.ponen te na direção y.T. internamente. rapidamente. que a força F3. e a treliça é estaticamente indeterminada. antes de Cremona. na terceira barra. o reticulado é. porém interiormente !iUema é deformável. para se r as forças desconhecidas nas barras. ou como uma verificação dos cálculos algé. Vê-se. formando uma figura gráfica composta.

Se a força em um membro que se assumiu ser tracionado. onde L é conhecida e FI e F2 são desconhecidas. Portanto.Fx' = Orequer F2 = O Fj "i.4. Porém. é preferível usar duas soluções simultâneas de equações.106 / ESTÁTICA /' /' /' X ~a "i.8 Quando duas barras não colineares são ligadas como mostrado na Fig. significa que a escolha estava certa. Deve ser evitada a solução simultânea de equações para duas forças desconhecidas em um nó. a assimetria do carregamento evidencia como o painel se deformará. como mostra a Fig. 4. 4. para o nó indicado esquematicamente na Fig. incapazes de suportar compres'são. conforme indicam os somatórios de forças. Se cada membro for capaz de suportar tanto tração como compressão.10. Quando dois pares de barras colineares são ligados como mostrado na Fig. as forças em cada par devem ser iguais e opostas.10 .4. Conclui-se isto dos somatórios de forças indicados na figura. deve ser feita uma escolha arbitrária dos membros a serem considerados.9b. o "i. fazendo uma escolha cuidadosa dos eixos de referência. somente os membros tracionados atuarão e os demais podem ser ignorados. ignorado.8b. der positiva.8c. Se a deformação for a indicada na Fig. Se o resultado der força negativa.1j = O requer Fa "i. o painel será estaticamente indeterrninado.Fx = b requer FI =O = F2 x // JA F~ x' "i.Fx = O requer FI = r: /F2 (a) (b) (c) Fig. se não houver nenhuma carga externa aplicada ao nó. Geralmente. ~M A C (á) D B D B A (b) C Fig. então o membro AB -deveria ser considerado e o CD. 4.9 L Fig. 4.Fx = O requer FI = O "i. uma para cada conjunto de eixos de referência. como é o caso 'dos cabos. 4. deve-se considerar o membro oposto e refazer o cálculo. que elimine uma das forças desconhecidas.Fx' = O requer Fa = :. após o cálculo. Freqüentemente usa-se intertravar painéis de treliças. um somatório de forças na direção x elimina referência à força FI enquanto que um somatório de forças na direção x' elimina referência à F2• Quando não se puder encontrar facilmente os ângulos envolvidos.9a. quando os membros forem flexíveis.4. as forças em ambas as barras devem ser nulas. Quando não for possível fazer esta seleção por simples inspeção.

E 63.866AB - 30 = O AB = 34.64 kN C [~Fx BD . Em seguida. Contudo. Não haveria dúvida sobre o sentido correto das forças sobre o nó A.0. Resp.SSkN Resp. como está na figura. kN T O nó C agora possui apenas duas incógnitas.64 kN T Resp.866DE = 10.866 (34. = F2 a s Solução.32 .74 kN T Resp.866BC .64 = 34.20 . para as forças. tração (seta saindo do nó) fica distinta da compressão (seta apontando para o nó).SI kN C Y. porque o C tem mais do que duas incógnitas. C = O] = O] 0.0.866 (34.0 kN kN y r = O] Ex =O = 69. A exatidão dos sentidos supostos.64) BC =O Resp.0. quando se considera a seqüência dos nós.17. em conseqüência. As equações de equilíbrio dão [~ME= [~Fx A 30kN 20 kN O] 5T . é verificada. A força BC deve dar uma componente para cima e. Indicando os nós com letras.64) = O AC = 17.20 (S) . traçam-.5 (2) (34. = O] CE . [~Fy = O] 0. O equihbrio exige [~Fy = O] L__ x 0.74) CE =O Resp. considerada como um todo.!!!.0 cos 300 - =O T= Ex 80. se er I I Em seguida. 30kN 20kN [~Fx = O] AC .0 sen 300 + Ey .1 = F~ Aplicando o método dos nós. = 57.O. mostrando as forças que atuam sobre cada um dos nós.5 (S7.3 or [~Fy = O] 80. Deste modo. a análise para uma treliça em balanço pode começar com o nó da extremidade carregada. .20 = O CD [~Fx Observe que traçamos a seta da força do mesmo lado do nó onde está a barra que exerce a força.64) BD =O Resp. à r a onde T significa tração e C compressão.30(10) 80. deve-se analisar o nó B. Se não se desejar calcular as reações externas em D e E.64 kN ~ 'I\RTl. as forças em cada barra serão indicadas pelas letras das extremidades. = 63.30 = O Ey = 10. no nó E.ESTRUTURA.'"kN 10.0 kN o os o B o.S I '\07 Problema Resolvido 4. Novamente.00 kN NóE e a equação ~Fx = O comprova os resultados. tem-se: [~Fy = O] 0. Nota: CD NóB = 34.00 DE = ll. de modo que a primeira etapa constará do cálculo das forças externas em D e E do diagrama de corpo livre da treliça.866CD ..0.5 (34. as forças são obtidas de: [~Fy :!AB AB[I 30kN AC---x NóA 34. CE = l.0.e os diagramas de corpo livre.64) . BD deve equilibrar a força orientada para a esquerda.32 kN C y 1 o 0. esta treliça será totalmente solucionada.S (34. carregada.64) .51 kN Finalmente. que podem ser achadas como foi feito antenormente. calcular as forças nas barras da treliça em balanço.

4. Calcular a tração ou compressão média.4.27 kN T 4. por inspeção. a força de 2 kN fosse aplicada em G ao invés de em B..4 Calcular a força em cada barra da treliça.66kN C AB = BC = 2.4 Probl.62 kN C AC= 3. AE = CD = 5. 4.108 I ESTÁTICA PROBLEMAS PROPOSTOS 4. Se. por outro lado.4.6 4.8 .2 Calcular a força em cada barra da treliça.2 4. AB = 3.00 kN C (Resolva os problemas seguintes pelo método dos nós. Se a força de 2 kN que atua sobre a treliça do Probl.1 Calcular a força em cada barra da treliça.5 3m Probl. A menos que seja indicado o contrário. 4. Resp.96 kN C 4. 3m ~" ~r 'mE 8kN 'm • D~ L T F r--. para a treliça mostrada. com massa uniforme de 200 kg.8 Calcular as forças nas barras FG.7 C Probl.) 4.24 kN T CF= 1.5 A 1 1 Probl. identificar. 4. Calcular.4. as forças nas barras CG e CF.27 kN T DE= 3. Resp. CG = 2. CF= 3. em cada barra. Todos os triângulos são isósceles.3 B 4. Resp.33 kN C 6 kN ~ Probl. despreze o peso próprio das barras comparado com as forças que suportam. EG e GD na treliça carregada em balanço.G 4 painéis de 4 m~ H I B J ··1 6m E ~ A 4kN Probl. quais as barras que têm força nula. 4. devido aos pesos das barras. Resp. existiria alguma barra com força nula? Cada barra da treliça é uma peça de 8 metros.1 4.3 Calcular a força na barra CF da treliça.5 for removida.83 kN T BE = BD = 2.52 kN T BC= 4.7 Probl.

12 Calcular as forças induzi das nas barras GH e ED. corno se vê na figura.l H G} C 40kN 60kN --. que está suportada pela ligação horizonF reli- 4. BC e CH. do ção. ~C m Probl.5 kN T Calcular as forças em todas as barras da treliça carregada. BC = 1. iB = 56. devido a urna carga de neve.. 4. Calcular as forças nas barras BE e BC. como está representado.11 N C N T N T Uma tesoura de telhado. na treliça do guindaste.13 4.13 4kN C B Probl. tipo Pratt. 10 kN Probl. utro nvés Probl.10 com ou esos 4.1 kN C 12 m nas I' 4 painéis de 5 m 'j N T NC :~. BE = 2. 4. considerado corno viga. 60° ou 90°..15 4.15 . 9 s os _ Calcular as forças nas barras IB e BH na treliça representada. recebe urna carga horizontal provocada pelo vento· de 4 ÍcN.11 4. Desprezando qualquer reação horizontal nos apoios.9 4. CI e HI da treliça. recebe as forças em seus nós superiores.ESTRUTURAS / 109 •.i E -t Probl.6 kN C BH = 47. calcular as forças que atuam nas barras BH. 4. 4. Todos os ângulos são 30°. Resp. quando este iça um carro de 1 800 leg. A análise isolada do painel. BF. mostra que 5/8 desta carga é suportada no ponto central C e o restante dividido igualmente entre D e B. Um painel de propaganda. 4.14 Calcular as forças que atuam nas barras CF.12 D Probl.:. 4. e montado em urna treliça.10 Determinar as forças nas barras BI. BG e FG da treliça simples do guindaste.80 kN T... Resp.

Ao posicionar um estágio do foguete de 60 Mg. 4.19 4.16 Probl. AE = O EF= 8 kN T. Sendo que qualquer uma eliminaria a redundância e produziria'{:Ompleta de.4. quais as barras da treliça que tornam a estrutura estaticamente indeterminada.20 Verificar o fato de cada urna das treliças conter um ou mais elementos de redundância. Bl=CI=O. Todos os ângulos interiores são 60°. Resp. devidas à carga de 60 Mg. BF = 188. Calcular as forças correspondentes nas barras BF e EF. BI e CIo Os membros CH e DI são cabos capazes de suportar apenas tração.18 O pórtico móvel representado na figura é emprega· do para erguer e preparar um foguete de 500 t pàra o lançamento. AB = CB = DC = 4 kN C BE = CE = DE = 4 kN T. A estrutura principal do p6rtico assemelha-se à treliça plana simétrica.4. (a) (b) (e) (d) Probl. e que podem ser calculadas diretamente.4. Bl. que é estaticamente indeterrninada. Todas as barras podem supor· tar compressão ou tração. C A ~fI \. cujas forças não estejam influenciadas pela indeterminação dos suportes. Relacionar Resp. AB=7.110 / ESTÁTICA tal FC e pela articulação em A.' ~\.AF= 8 kN C 4. usando-se somente as equações de equilíbrio.19 Cada urna das treliças carregadas tem vínculos de suporte estaticamente indeterminados.5kNT B D E 4.5kNC. todas as barras de cada treliça.18 Indicar.20 4. por inspeção.17 Gr (e) (d) 4. suspenso em A. BI=7. ç e u c b a n e m c 4.J d flO kN 4m li H3 m 5 painéis de Probl. Suo por que o carregamento e as dimensões das treliças sejam conhecidas.16 Mostre que a treliça é estaticamente determinada e calcule as forças nas barras BD e BF em função da carga aplicada L. EF= 120 kN T 1 . Probl. a medida das tensões nas barras AB e CD acusou as cargas de 50 kN de compressão e de 120 kN de tração. Propor duas alterações independentes.4 kN C. respectivamente. Resp. 4.terminação estática.17 Calcular as forças nas barras AB. mostrada.21 A Probl.

sob a)~çãode um sistem3.8 kN aplicadas no plano vertical.21 4. O método das seções será. em 1860. apresentado por Ritter. 4. não há necessidade de se analisar nó a nó. Assim. 4. GL.5. Este método das seçães* tem a vantagem de permitir achar a força que atua em quase todas as barras.MÉTODO DAS SEÇÕES No item anterior desenvolveu-se a análise das treliças planas pelo método dos nós. Suas 1< T HI 3m 16 m ~ I 3m ~I t 1. Agora. não se pode cortar mais do que três barras.1:!!!la seção irÍteira da treliça como um corpo livre e~~~bp~. DB = 0. DN etc. .22 A torre para uma linha de transmissão é modelada pela treliça mostrada.8 kN 15' f 5m 1 Probl.4 . calcular as forças nas barras EF.23 4.93 kN C Na treliça. Para rápida referência. aplicado na treliça da Fig.89 kN C. cujas forças sejam desconhecidas. as reações externas são calculadas como antes.T. DB eCD. agora.23 I < 6 painéis de 5 m Probl. uma vez que esse método trata apenas das forças concorrentes em cada nó. PC.ESTRUTURAS / 111 ão os e. que já foi utilizada na explicação do método anterior. tipo Fink. em geral. Fe NT * N. EF = 202 kN C KL = 100 kN T GL = 50. CD = 0. analisando-se a seção que corta a barra considerada. 4. na Escola Técnica de Hannover. ou princípio do equilíbrio dos momentos. empregando-se apenas ~as das três equações de equilíbrio. Calcule as forças induzidas nas barras AB. até se chegar à barra desejada. desejamos determinar a força que atua gaàra co da. uma vez que só se dispõe de três equações independentes de equihbrio. Ao escolher uma seção da treliça.22 Probl. 4. petas cargas de 1. deve-se notar que. Notar que as forças em BP. Resp. diretamente. Primeiro. KL.) Resp. a treliça está repetida na Fig. nar A. As barras cruzadas das seções centrais são capazes de suportar apenas esforços de tração.11a.-de_ÍQrç~sE-ã~ concorrentes. (Sugestão. Também chamado método de Ritter ou método dos momentos dos momentos. AB = 3. A terceira equação. a as de Mg. 4. pode ser usada considerando-se .0 kN T um uas ma deor- 4. considerando a treliça como um todo. são nulas. representada.

Qualquer sistema de notação pode ser usado. Deste modo. A forçaBE é. Uma seção imaginária. deve-se aplicar em cada barra cortada. atuarão sempre nas treliças simples. Assim. Uma rápida observação da treliça conduziria ao mesmo resultado. em torno do ponto E. A carga L é maior do que a reação R I. De modo a elucidar o corpo livre e as forças que nele atuam externamente. A forçaBE é calculada pela equação de equilíbrio para a direção y. Com os valores aproximados de R I.l1b). as forças nas barras internas. um sinal positivo signifIcaria tração e um negativo. equilibrando os momentos. em torno do ponto B.11 b) está em equilíbrio sob a ação de R2. Uma notação alternativa. embora normalmente seja mais conveniente indicar os nós por letras e as barras e suas forças pelas duas letras que defmem suas extremidades. uma força de tração. o equilíbrio dos momentos. e EF pode ser determinada diretamente. O sentido correto das forças horizontais pode ser visto facilmente. portanto. preferida por alguns. como conseqüência da flexão causada pelas cargas. no método das seções. 4. compressão. A equação dos momentos. visto que ela atua em direção à seção cortada da barraEF. um ponto em que passe o maior número de forças. e L~ em mente. cada uma das incógnitas foi achada independentemente das outras duas. sempre que possfvel. sejam de compressão. seguindo os eixos das barras. em torno dos pontosB eE. é que este procedimento ressalta mais diretamente a ação ffsica das forças . que todas as forças 'desconhecidas são positivas. uma resposta positiva confIrmará o sentido arbitrado e uma negativa indicará que o sentido deve ser trocado. por exemplo. Por outr lado. é considerada uma parte inteira da treliça. aplicadas no sentido oposto ao que foi considerado na parte da esquerda. para o equll1'brio vertical. A parte direita da treliça (Fig. de tal maneira que a força BE deve estar para cima e à direita. para a parte do lado esquerdo da seção. Qualquer das duas partes de uma treliça pode ser usada para os cálculos. Estas forças. através das barras e não dos nós. BC pode ser determinada pelo equilfbrio dos momentos. em torno do nó B. . portanto. arbitrariamente. É essencial entender que. Assim. exige que BC esteja para a direita. devendo-se escolher. Arbitrando-se um sentido. Esta seção cortará três barras. <seção é feita. já que se nota qU1~ as barras horizontais inferiores sofrem tração. a fun de fornecer a necessária componente com o sentido para cima. mas aquela que inclui o menor número de forças usualmente conduzirá à solução mais simples. Como um todo. não estão inclufdas na análise da seção. Estas forças podem usualmente ser traçadas com os seus sentidos corretos. o que a torna de compressão. na direção de tração (saindo da seção) e deixar o sinal algébrico da resposta distingui: entre tração e compressão. 4.112 / ESTÁTICA y I I I L __ -x Al~( 1 L (a) R2 (b) Fig. A equação dos momentos pode ser usada com grande vantagem no método das seções. como um corpo único em equilíbrio. a força que era exercida pela parte que foi afastada. uma vez que ela atua afastando-se da seção. preferivelmente. indicada pela linha tracejada. o sentido correto das forças no diagrama de corpo livre dE seção. é um tratamento preferfvel.4. a força EF está evidentemente para a esquerda.e. sejam de tração. cujas forças são inicialmente desconhecidas. em torno do ponto E. obtidos por um exame visual das condições de equilfbrio. deverá passar através da treliça cortando-a em duas partes (Fig. A parte da esquerda está em equilfbrio sob aaçãó da carga aplicada L. em relação à seção. Nem sempre é possfvel indicar o sentido correto de uma força no diagrama de corpo livre de uma seção. . pelo equilfbrio dos momentos. da reação de apoio RI e das três forças exercidas sobre as barras cortadas pela parte da direita que foi removida. e das mesmas três forças que atuam nas barras cortadas. como centro dos momentos.11 na barra BE. a vantagem de se supor. Assim. A fIm de que cada parte da treliça permaneça em equiHbrio. elimina três forças da relação. é supor. Finalmente.

60) . Com estas considerações em mente. a solução do problema torna-se bastante simples.4) ou PC: 9. todas as barras. ter determinado CL por meio de um somatório de forças na direção x ou na direção y. 3) [EMp r o a - = O] 200 (12 . pela sorna dos momentos em torno de P. 200 (5) (3) . 4m t m L.5 . [EMC: O] 200 (4) (3) . ue O os Assim. CL e CB. à direita do ponto G.25) : O CB: 571 kN C Resp. devido aos dois apoios fIxos. or m na a Em seguida. neste caso. A sorna dos momentos em torno de L requer o braço de alavanca BL : 4 r-F 6 Epainéis D de 3 Cm da te rra mem as eus na 200kN L a ça o da mo as a te Notas: <D + (6.. até que se observa que KL e CB interceptam-se no ponto P. Embora as componentes verticais das reações em A e em M sejam esta~icamente indeterrninadas. pela carga de 200 kN atuando sobre a treliça em balanço.25) : = 29. Assim. o método das seções oferece urna considerável vantagem. Pode-se passar urna seção cortando diretamente as barras KL.6 kN C Poderíamos.ESTRUTURAS I 113 Problema Resolvido 4. pode-se encontrar a força em CL. Urna sorna de momentos em torno de P e1irnina a referência a KL e a C.4)/2: 5.5 . obrigaria tratar com oito nós. Urna sorna dos momentos em torno de L. G) Poderíamos ter iniciado com os momentos em torno de C ou de P. estaticamente determinado. A direção da força na barra CL já não é tão óbvia.:~ KL (4) : O KL: 650 kN T Resp.60 m. exceto AM.2 Calcular as forças induzidas nas barras KL.60): CL O Resp. Tem-se agora.868.CL (0. que a barra KL está tracionada. corno veremos. 'o que obriga a calcular o cos e. Está mostrado o diagrama de corpo livre da parte da treliça à esquerda da seção. . independentemente das outras duas. também.9. resolv~ndo para cada uma das três forças desconhecidas. vê-se que e : arc tg (5/12) de modo que cos e : 12/13. torna-se os momentos em torno de C.CB (5. CL e CB e analisar a parte da treliça à esquerda desta seção corno um corpo rígido. cuja distância de C é dada por: PC/4: 6/(6. Precisa-se. e é m er os Finalmente. a fIm de calcular as três forças em questão.868) (9. são estaticamente dMerrninadas. do ângulo {3que é dado por {3: arc tg (CBjBL): arc tg (3/5. rapidamente verifica que a barra CB está comprimida e urna sorna de momentos em torno de C indica do mesmo modo. Portanto.B e mostra que CL deve estar comprimida. ® = 57. também. Com as dimensões dadas.7° ecos (3 = 0. GI 200kN Solução.25 m Note que a análise feita pelo método dos nós. para contrabalançar o momento da força de 200 kN em torno do ponto P.

3 kN t Notas: <D Não há conseqüências produzidas por supor. pode-se deixar o trabalho como está.3 Empregando o método das seções. Apesar de ser evidente que a barra superior está comprimida. --- --_':::""G = 18.1 kN. a seção adjacente 1.. exige: [~MJ= OJ (í). está calculado aqui considerando-se suas duas componentes atuando no ponto D. Tesoura tipo inglês foi a tradução dada ao que seria. Se fosse desejado... considerada como um todo. emA. Portanto. Novamente. primeiro.•. em torno de A. desde que os cálculos se mantenham consistentes com tal suposição..3kN ~-- DJ 1-14.. treliça de telhado. do equilíbrio da treliça. em torno de J. calcular a força na barra DJ da tesoura tipo inglês *. Entretanto.. 0. Assim.. em torno de C.... exige que CJ esteja para cima e para a esquerda.. * N.. que atuam no ponto J. a força em DJ ainda não poderá ser obtida com as duas equações de equilíbrio restantes. será razoavelmente óbvio que a barra inferior esteja tracionada por causa da tendência da treliça à flexão.•.894CD (6) + 18. . no sentido anti-horário. tomando-se os momentos em relação a J..10(4) ~ 10 (8) CJ 10kN CD Seção 1 A 18.literalmente.. sentidos errados para uma ou mais forças. O sinal negativo indica que o sentido da força CD foi fixado no sentido incorreto.. antes da seção 2. elimina os efeitos de CD e JKe. inicialmente. .lkN ""Seção'2 . . Porém. evidentemente. a força em CD será arbitrariamente tomada como tração.3'(12) . o que permitiria..6 kN C Resp. o equilíbrio dos momentos....3 kN.T. que aparece na figura. O equilíbrio dos momentos.. a direção da força na barra CD poderia ser invertida no diagrama de corpo livre e..114 I ESTATlCA Problema Resolvido 4. não causa nenhuma dificuldade. colocando uma observação sobre a direção apropriada. considerando-se suas componentes horizontal e vertical. a fim de fornecer o momento adequado. CJ é obtido de: 0. em torno de J. Analisando-se a seção 1. Não é possível fazer uma seção através de DJ sem cortar quatro barras cujas forças são desconhecidas.•. uma vez que o cálculo é feito coerentemente com o sentido arbitrado. Uma resposta negativa mostrará a necessidade de se inverter o sentido da força =O = 14.6kN 2 O momento da força CD. obter a quarta força DE.10 (4) -10 CD (8) =O = -18. é necessário comiderar. O equilíbrio dos mOmentos.. compressão Nesta equação. também.707CJ (12) . O diagrama de corpo livre para a seção 1 está desenhado e inclui a reação de 18. o sinal algébrico de CD invertido nos cálculos. sendo que três são concorrentes em J. Um sinal negativo no resultado indicará a necessidade de se inverter o sentido da força.Na determinação dos sentidos corretos das forças que atuam sobre as barras cortadas. elimina o efeito das três forças concorrentes em C e indica que a força JK deve estar para a direita. O fato de se tomar uma ou mais forças com os sentidos errados.. o momento da força CJ está calculada. A seção 2 corta qliatro barras.... CD J1{ J Af ·18. que foi calculada preyiamente. tipo Howe . 1 Solução. Desprezar quaisquer componentes horizontais da força nos suportes.

agora.25 4. composta de triângulos eqüiláteros.25 Calcular ilS forças nas barras CD. BG e GF. o equilíbrio dos momentos. como estas três forças são concorrentes em D. em torno de G. PROBLEMAS PROPOSTOS (Resolver os seguintes problemas pelo método das seções. é sempre importante relacionar o 3) número de incógnitas com o número de equações de equilíbrio independentes que podem ser aplicadas. 4. também verifica esta conclusão. Como o resultado foi positivo. admitindo-se as componentes horizontal e vertical de CJ atuando ao ponto J. 4. Assim [~MG= O] 12DJ ® .27 Probl. elimina DE e JK.707) (12) =O DJ= 16.Observe + 10 (16) + 10 (20) . a partir de uma equação de equi1íbrio--que contenha a força como única incógnita. EF = 4 kN C fi Probl. Todos os ângulos internos são 60°. uma equação de momentos em torno de D não daria informações sobre elas. Resp. 4. composta de triângulos eqüiláteros. Desprezar os pesos das barras.26 4. AB = 8 kN T.6 kN T Resp.2 kN T. BF e EF da treliça representada.27 Probl. o valor conhecido de CJ. Contudo.14. considerando apenas as três forças desconhecidas. Resolver para cada força. ' Resp. o momento de CJ foi calculado. BC e CG da treliça. que inclui. . 4.8 kN C .1 (0.3 (24) .ESTRUTURAS / 115 Do diagrama de corpo livre correspondente à seção 2. Uma análise do nó D. isolado. que poderia ser feita uma seção nas barras CD. CF= 2 Lj-!3.26 Determinar a força na barra CF em termos da carga aplicada L. AB = 7. Resp. BC e CG da treliça carregada. o sentido arbitrado estava correto. BG = 3 kN C GF= 7. As duas equações restantes das forças não seriam suficientes para resolver as três incógnitas. C 4. Ao escolher uma seção. Novamente.28 Calcular as forças nas barras AB. comparados com as forças que elas suportam.24 Calcular as forças nas barras CD.18.24 Calcular as forças nas barras AB. DJ e DE. A 2 kN Probl:4. BF = 2 kN C.) 4.

4. Resp.34 Calcular as forças que atuam nas barras CH. Resp. do Probl. DG = 33. DG e Hh correspondentes à carga representada pelo tra com 1 631 kg de massa. Um guindaste é modelado pela treliça simples m trada. Calcular as forças nas b= BHeHG. a partir de uma equação de equilíbrio qlll' contenha a força como única incógnita. incapazes de suportar compressão.12 kN T HI= 2. Calcular a força na barra DE para a condição de carregamento mostrada.31 4. Calcular as forças nas barras DE. BC = 4. CB e GH dI!treliça em balanço. 4.4.30 4. força.29 Suponha que os braços diagonais da treliça de ponte são membros flexíveis. 4. CI e HI da treliç:<:. EI=O 4.69 kN T 320 kN ' 480 kN 5 painéis de9 m Probl.29 Probl. DE= 25.5 kN C. DE e EI. Determinar cada força.4. mostrada.32 Calcular as forças nas barras BC. Resolver para Cl!dz.30 Calcular as forças que atuam nas barras DI. 9kN 12 kN 9 kN 4.32 4. a partir de uma equação de momentos que contenha esta força como a única incógnita.28 Probl.4. DI= 18 kN C. para a treliça carregada.33 A treliça de telhado é composta de triângulos r-tângulos com ângulos de 300 e 600 e está carregactE conforme mostrado. 4.33 kN C. Resp.10.31 Probl.116 / ESTÁTICA Probl. 4. aqui repetido. CI = 2.33 Probl. DE = 16 kN T.9 k:N:HG=40kNC .

As barras cruzadas nos dois painéis centrais são tiÍ:antes esbeltos. Calcular as forças nas barras DG e DF da treliça do painel de propaganda do Probl. que atua na treliça do guindas. . com seu guincho W travado. devido à carga do yento.35 Calcular as forças nas barras CH. A resultante de 4 kN.. 4. Calcular as forças nas barras CF. DE e EF. . DE = 1. 4.39 kN T. 4. Identificar se existe alguma barra estaticamente indeterminada e calcular a força na barraHG.36 A treliça representada é composta de triângulos retângulos isósceles.te. Resp. devidas à carga de 100 kN. Probl .5 Mg.667 kN C.8 kN C Probl4. 4. incapazes de suportar compressão. Indicar os dois tirantes que estão sob tração e calcular as forças que neles atuam.34 Probl..40 .37 Probl. passa por C.38 reliça cada o que .13.33 kN C.36 . A treliça do guindaste está segura por apoios fIxos em A e em K e. 4. DF = 4 kN T D 4.ESTRUTURAS / 117 4. está suportando um tambor de 1.4. EF=4 kN T B c 3 kN Probl.39 os reegada barras 4.40 Probl. 4. repetida aqui.38 Cada uma das barras DE e FC é capaz de suportar tanto compressão como tração.34 .37 Calcular as forças que atuam nas barras FC e FD. Resp. CD eHI da treliça do guindaste do Probl. DG = 2. Resp.)5 kN C. Achar também a força na barraMN. FC = 3. HG = 59.

Resp. 900 ou 1200• Resp.43 4. estudada no artigo anterior. estável.12a as duas barras AD e BD. estável.43 As estruturas articuladas ACE e DFB. da treliça plana. exigem um terceJo suporte CD. Supor que as barras diagonais sejam capazes de suportar apenas tração e calcular a força na barra FC. se a força em CF for nula. exige que o tetraedro. OS ângulos são de 300. cujas seis arestas são barras articuladas nas extremidades.TRELIÇAS ESPACIAIS Uma treliça espacial é uma estrutura em três dimensões correspondente à treliça plana.~. seja a unidade básica. 4. 4. incapazes de suportar compressão. 4. estão interligadas pelas duas barras articuladas.22 está mostrada aqui outra vez. calcular a força na barra JQ. por . Na Fig. em A. AB e CD. todas as barras cruzadas são tirantes esbeltos. A treliça tridimensional. Resp.41 ~I)\_~: .8kN ~ 3m 3m Probl. que Probl. AB. AB = 3.12b a base de apoio foi substituída por três novas barras. BC e AC.7 kN C No p6rtico móvel representado. 1 i i ~. JQ = 57.-'. Demonstrar que.". articuladas nas extremidades por meio de uniões-rótula. A treliça espacial pode ser concebida como formada por barras rígidas. D J EI 5 painéis de 11~1. HI~ 4. quando existe o carregamento mostrado. e encontrar a reação horizontal sobre a treliça. por outro lado. independente da base de fixação. 3m 1\ 5m I / .44 4. Viu·se que um triângulo de barras articuladas forma a unidade básica. tipo Baltimore.5 . 4. para formar um tetraedro com rigidez própria. Calcular a força que atua emAB. para impedir que o triângulo ABD gire em tomo de AB... Pode-se anexar à estrutura anterior novas unidades. a força em DE também o será.. ligadas em D. Determinar as forças nas barras DF e EF. vista na figura.41 A treliça da torre da linha de transmissão do Pro bl. Na Fig. Probl.118 I ESTATICA se cruzam sem estarem ligadas.& 10kN .78 kN C 4. 600.44 4. DF = 768 kN C EF= 364 kN C Ax = 101 kN para a direita 4.42 Na treliça. 4.

no máximo. no caso geral de uma estrutura tridimensional estaticamente determinada.12 meio de três barras que se ligam por suas extremidades. onde. sem redundância. há uma defIciência de barras internas. de tal modo que seja estaticamente determinada. desenvolvido no item 4. Para a treliça completa.12c. ão D. mo aqui. necessária para a estabilidade interna. diretamente. estes esforços são mais importantes do que nas treliças planas. nestas estruturas. e as duas cargas aplicadas. satisfazendo-se. ** As relações precedentes. contendo barras redundantes. Nas treliças tridirnensionais. em três nós fixos da estrutura existente. o nó H está fIxo. DH e CH. Tal como vimos nas treliças planas. uma vez que.ESTRUTURAS / 119 D D B c A (a) (b) (c) Fig. F e H e. porém. pode ser aplicado. a confIguração não é tão evidente como nas treliças planas. O nó E foi. aparecem esforços JeCUndário~ de flexão. Como o equihôrio. existe uma relação entre o número de seus nós e o de suas barras. as barras AF. ainda podem ser desprezados nos primeiros cálculos. tridimensional. esta relação é uma condição necessária para a estabilidade. onde a geometria para a determinação estática é. geralmente.T. analogamente. entre o número de nós e o de barras. em cada nó. fIxam o nó G no espaço. acarretarão esforços em todas as barras. Na prática. e que concordam em um nó. em cada nó. três incógnitas. na Fig. Se m + 6 < 3 j. BF e CF estão ligadas à fundação e. 4. Se m + 6 > 3 j. é aceitável a hipótese de barras sujeitas exclusivamente a esforços normais de tração e compressão. numa treliça tridimensional simples com j nós. composta de tetraedros. ~F=O. no mínimo. e a treliça é estaticamente indeterminada internamente. pelas barras AH. ** Cabem aqui as mesmas considerações feitas. Nas ligações das barras de uma treliça. Assim. mas não é uma condição sufIciente. Em seguida. Tal como no caso da treliça plana. há mais barras do que equações independentes. O método dos nós. a equação vetorial completa. FG e HG estão ligadas aos três nós fIxos C. para uma treliça simples. para a maioria das aplicações práticas. e a treliça é instável e está sujeita a desabar quando carregada. há um total de 3 j equações semelhantes. aliás. atua uma força conhecida. de modo que não haja nenhuma flexão nas barras. pode-se analisar os nós adjacentes. existem m incógnitas mais seis reações de suporte desconhecidas. portanto. e existam. fIxam o nó F no espaço. composta de m barras. É necessário iniciar por algum nó. no espaço. suportada externamente. A estrutura resultante é inteiramente rígida. visto que uma ou mais barras podem ser dispostas de tal modo que não contribuam para a estabilidade do conjunto. suficiente. no espaço tridimensional.4. para uma treliça tridimensional. a equação m + 6 = 3 j será satisfeita se a treliça for estaticamente determinada internamente. As três barras adicionais CG. Na om por * N. às treliças tridimensionais. no e· ca. como as articulações não são perfeitas. quando se trata deste assunto em treliças planas. mostradas.3 para as treliças planas. Assim. * Para uma treliça tridimensional. dado o emprego dos rebites ou soldas. formado. Analogamente. nas uniões rebitadas ou soldadas. é estabelecido por meio de três equações escalares de forças. evidente. se as linhas de centro concorrerem em um ponto. quando considerada como um todo. . portanto. deve-se imaginar que as suas extremidades estão articuladas por uniões-rótula. sobre os quais não atuem mais do que três orças desconhecidas. são muito úteis no anteprojeto.

ÓZ = .4k) O equilíbrio da união E requer [:EF = O] L· L + FEB + FEC + FED FEB (' ') J = ( 4 O ou FEC - 1+ ~ -1 - + ~ 3' 4k) . Av = Lj. Também é satisfeita a condição m + 6 = 3j que verifica a suficiência de barras necessárias à estabilidade da estrutura.5 FED (-3J . sucessivamente. O método das seções para as treliças tridimensionais não é largamente usado. y e z. e será usada no exemplo que segue. Encontrar as forças nas barras que concorrem na união E. By = O. Az = (4L/3)k. urna vez que m = 9 barras e j = 5 uniões. pode. 2 e 3. As reações externas em A. com todos os vetores das forças que atuam sobre ela. para todos os eixos de momentos. O diagrama de corpo livre da união E está mostrado. F:C (-3i-4k). . = LJ. muitas vezes. Solução. três dos quais estão na união-rótula A e os demais são representados pelas ligações 1. As duas equações vetoriais 2:F=O e 2:M = O devem ser satisfeitas para qualquer seção da treliça onde a soma dos momentos é nula. FEB= ~ (-i-j). A carga L é aplicada à união E. r~spectivamente pelas ligações 1.5 (-3J . Notas: CD Sugestão: Desenhe um diagrama de corpo livre da treliça corno um todo e verifique que as forças externas atuando sobre a treliça são Ax Dy = -Li. cortar mais do que seis barras. contudo. segue que uma seção não deve.. para 2) todas elas (saindo da união). como no caso das treliças planas. B e D podem ser facilmente calculadas em urna primeira abordagem. corno é o caso da união E. e indicar o procedimento para determinar as forças nas barras restantes da treliça. que elimine todas as incógnitas exceto uma. ancorado em A por urna união-rótula e impedido de girar em torno dos eixos x. = -. o método das seções (Ritter).4 A treliça espacial consiste em um tetraedro rígido ABCD. para as treliças tridimensionais. para as treliças uidimensionais.(4L/3)k. Problema Resolvido 4. Observa-se. porque raramente pode-se encontrar um eixo de momentos. desenvolvido na seção anterior.1+ FED + -. Deve-se iniciar por urna união que contenha pelo menos urna força conhecida e não mais que três forças desconhecidas.4k) . seus valores serão 1) determinados aqui a partir da solução de todas as forças em cada urna das uniões. A notação vetorial para representar os termos nas equações das forças e dos momentos. As expressões vetoriais para as três forças desconhecidas são: . FED FEC= . =O G) Um valor numérico negativo para a força indica compressão. 2 e 3. tendo sido convencionado o sentido positivo de tração. apresentar vantagens. em geral.120 / ESTÁTICA Pode-se também aplicar. primeiramente. cujas forças são desconhecidas. convenientemente posicionados. Como as duas equações vetoriais são equivalentes a seis equações escalares. porém. que a treliça está suportada por seis vínculos. que está rigidamente fixada ao tetraedro por meio de três ligações adicionais.

limitando assim as incógnitas a três em cada união. então.) 4.. ligados por três baJ'ras verticais. j e k a zero. o próximo passo deve ser analisar a união C com o valor conhecido de FEC e as três incógnitas FCD. use sinal mais para tração e menos para com pressão. Demonstrar que esta treliça representa urna configuração estável. B --. As reações externas calculadas por esta análise. no formato de triângulos eqililáteros iguais. O procedimento é idêntico ao empregado para a união E. iguais. que mantenha a rigidez da treliça. será necessário calcular primeiro as reações externas e iniciar a análise em urna das uniões externas sobre a qual não atue mais do que três forças desconhecidas. Substituir também a ligação AE por outra diferente. dá (-L- FEB _ fi 3FEC) 5 i+ (_ FEB fi _ 3FED) 5 j+ k + (_ 4FEC 55' _ 4FED) =O Igualando os coeficientes dos termos i. analisadas do mesmo modo. obtém-se as três equações FEB 3FEC --+--=-L FEB + 3FED fi 5 =O fi 5 Resolvendo as equações.46 E :ti Probl. corno é mostrado na figura. nesta ordem. Demonstrar que esta cOrUIguração é internamente estável.ESTRUTURAS I 121 Reagrupando os termos.. As posições dos nós D e E foram estabelecidas pelas ligações mostradas. FCA e FCD. 4.45 F 4. A treliça tridimensional prismática tem urna base horizontal ADE e urna face superior paralela. PROBLEMAS PROPOSTOS (Nos problemas abaiXo. e é reforçada por três barras diagonais. conc1ui-se que FEB e FEC são forças de compressão e FED de tração.46 .x Probl. A menos que se tenha calculado as reações externas em primeiro lugar. naturalmente devem concordar com os valores determinados inicialmente pela análise da treliça corno um todo. ternos FEC= -5L/6 FED = 5L/6 Resp. D e A são. As uniões B. se não existir nenhuma união carregada que tenha no máximo três forças desconhecidas atuando sobre ela. No caso mais geral. BCF. 4.45 A treliça tridimensional foi construída sobre a base triangular ABC. Assim.

122 I ESTÁTICA 4. Resp. e determinar a componente x da força exercida pela fundação sobre a treliça. C = -3. FEG=P/ft .49 5mg FAC= . indicados. em forma de um triângulo isósceles. Bx A treliça tetraédrica tridimensional é constituída de urna base horizontal ABC.5 L /6 e calcule as forças nas barras CB. se a treliça for submetida às forças de compressão P. FCA =-L A treliça tridimensional. FCB = 5L/6. desenhar um diagrama de corpo livre da configuração triangular dos elos BDE. Depois de observar os componentes verticais das reações em A e B sob a treliça simétrica.51 Probl. RFE = -Pf.52 4. Resp. em cada cabo. BD e CD.50 Probl. em seus nós A e B da base. são suficientes para manter o equilíbrio externo. em B. 4.__ 54 ' o FAB = --- 4mg 27 =P '\ b Probl. 4. que suportam a massa m. Resp. Cabos de aço prendem a estrutura em E e G. aplicadas em F e D na direção da diagonal FD.47 4. Resp. Os vértices da base estão suspensos por fios verticais. Resp. seja: de Urna treliça tridimensional foi construída em forma de cubo. corno se vê na figura.j3 C. 4. use o resultado FEC = . Calcular a compressao C em cada urna das barras diagonais análogas. 4. e das barras AD. ligados aos suportes situados na parte superior.50 A treliça retangular tridimensional tem urna altura de 16 me f!li construída sobre uma. Quantas barras adicionais são necessárias para evitar instabilidade interna. Os v{nculos externos. em forma de um tetraedro.4. corno se vê na figura. Verificar que a treliça é internamente estável.72 kN H B Probl. 4. Determinar as forças nas barras FE e EG.base hor~ontal quadrada de 12 m de lado. e são esticados até que a tração T.48 Na treliça espacial do Probl. FCD = L/fi. ligada ao ponto D. e é impedida de girar em torno de AB pelo tirante CD..47 A treliça tridimensional é mostrada em um estágio intermediário do projeto.49 4.51 4. é suportada pelas ligações de rótula. e onde devem ser colocadas? 9 kN. Calcular a força induzida nas barrasAC eAB. Resolvido 4. com seis barras diagonais. CA e CD.

A hipótese do equilíbrio estático para a treliça é admissível. não for uma unidade rígida. contendo elementos submetidos a muitas forças. quando removida de seus suportes. o problema é estaticamente indeterminado. foi discutido e ilustrado o equilíbrio de corpos com múltiplas forças. e considera-se o equihbrio de cada uma das partes. isolando-se o elemento por meio de um diagrama de corpo livre e aplicando-se as equações de equilíbrio estabelecidas.53 Cada um dos braços de alunissagem de um módulo lunar é urna treliça tridirnensional simétrica. então o cálculo das reações dos suportes externos não pode ser fmalizado enquanto não se separar todos os elementos da estrutura e analisá-Ios separadamente.todos desenvolvidos nos itens 4.3. será estudado o equilíbrio de corpos rígidos interligados. As equações de equillbrio das diferentes partes serão relacionadas pelos termos que contêm as forças de interação. quando se representam as forças de interação nos diagramas de corpo livre isolados.9m : .13a. FBE = 1._ F Probl.ESTRUTURAS / 123 da. estas forças não estarão. tais corpos permitirem uma análise como sistemas bidimensionais.5.J6 . por si só.:.6 . Se a armação ou máquina constitui. Apesar de.4 e 4. a análise deve ser iniciada pela deflnição de todas as forças externas à estrutura. Máquinas são estruturas que contêm partes móveis e são projetadas para transmitir forças ou conjugados de uma posição de entrada (ponto de aplicação) para wna posição de saída.53 da um que ces dos r a . /. Z I I d\ I IE massa da treliça for muito pequena.. Para-urna força de alunissagem F = 2. embora necessários. A estrutura é então desmembrada. existem numerosos exemplos de armações e máquinas tridimensionais. não se pode analisar essas estruturas pelos mé. Portanto. Resp. Armações são estruturas projetadas para suportar cargas aplicadas e são. porém foi focalizado o equilíbrio de um corpo rígido único. Se a estrutura. 4.-- 1 y/ I )<.2 kN. No capítulo anterior. em relação ao plano vertical X-Z. tal como se viu nas treliças. No presente artigo. g 7 fore vê nte G. onde as forças têm sempre a direção das respectivas barras.620 kN C Probl. estão na categoria de armações ou máquinas. como a armação em A da Fig. dependendo de seus suportes~xternos para ter rigidez. I z I /Y I I . 4. Como as armações e as máquinas contêm elementos com forças múltiplas (três 'ou mais forças). não são suficientes para a solução. 4. na maioria dos casos. 4. como é mostrado na Fig. uma unidade rígida. geralmente. para treliças simples compostas de barras. 4. então.ARMAÇÕES E MÁQUINAS As estruturas compostas de elementos ligados. corno se vê na figura.52 I I . As forças que atuam sobre cada elemento de um sistema ligado são encontradas. se o P. calcular a força correspondente na barra BE. na direção dos elementos. considerada como wn corpo rígido único. Se a estrutura contiver mais elementos ou suportes do que os necessários para garantir a estabilidade.l3b.2 m----. se a O.:---x / I ~. por si só. e os princípios de equilíbrio. Supor que cargas iguais atuam nas barras localizadas simetricamente. fixadas em uma posição. em geral. nas quais qualquer um destes elementos suportes mais de duas forças. O princípio de ação e reação deve ser cuidadosamente observado.

para os dois corpos ligados pelo plano A (Fig.4. Assim. O emprego da notação vetorial é vantajosa em alguns problemas tridimensionais. Os sentidos arbitrados poderão estar incorretos o qu~ será verificado após os cálculos. é absolutamente necessário que uma força seja coerentemente representada nos diagramas que caracterizam a interação dos corpos que contêm a força em questão. = Fig. a análise das armações e máquinas é facilitada representando-se as forças por suas componentes retangulares. Em qualquer caso.4. ou deixar a representação inicial e entender-se o sentido real da força pelo sinal negativo. entre peças de uma estrutura tridimensional. particularmente quando os momentos são calculados em relação a eixos que não são paralelos aos eixos coordenados. e selecionando-se o eixo adequado para o cálculo dos momentos. Se for escolhida a notação vetorial para identificar as forças. 4. separar as incógnitas. está ilustrado o método descrito nos parágrafos anteriores. escolhendo-se cuidadosamente o elemento ou grupo de elementós para o diagrama de corpo livre.13 Verificar-se-á que. A vantagem desta representação é que o cálculo dos braços de alavanca é.14b. 4. simplificado. quando separadas.14 Fig. resultasse negativo. deve-se ter o cuidado de usar um sinal mais para uma ação e menos para a reação correspondente.14a). Para urnz ligação de rótula. poder-se-á evitar a solução de sistemas de equações. Na maioria dos caso} porém. Conseqüentemente.15 Finalmente. o que eliminará os termos índesejáveis nas equaçõ~ Nos exemplos a seguir.124 / ESTÁTICA Rígido (a) (b) Não rígido Fig. 4. na maioria dos casos. o princípio de ação e reação deve ser aplicad às três componentes. em algumas situações. -Ay -A AXÇp Ay Notação Vetori:l1 ~ . conseqüentemente. as componentes. por exemplo. seria necessário inverter o sentido da força em ambas as peças e inverter o sinal do termo em que esta força aparece na equação. conforme é mostrado na Fig. Nem sempre é possível representar as forças ou suas componentes com os verdadeiros sentidos nos diagramas de corpo livre. . sendo necessário tomar sentidos arbitrários. Isto é particularmente verdadeiro quando as dimensões das partes são dadas segundo duas direç~s perpendiculares entre si. Se Ax.15. estaria realmente em sentido opost ao representado inicialmente.4. é necessário resolver um sistema de duas ou mais equações par!. devem ser coerentemente representadas nos sentidos opostos. como é mostrado na Fig.

ESTRUTURAS

/ 125

Problema Resolvido 4.5
A armação suporta a carga de 400 Ieg,na maneira mostrada na fJgUIa. Desprezar os pesos das peças, comparados com as forças induzidas pela carga, e calcular as componentes horizontal e vertical de todas as forças que atuam sobre cada uma das peças.

1

as

o a s

Solução. Observa-se, primeiro, que as três peças que constituema armação formam um conjunto rígido que pode ser analisado como uma unidade isolada. Observa-se, também, que a disposição dos suportes externos faz com que a armação seja estaticamente determinada. O di<ig!ama de corpo livre da estrutura completa está desenhado e as reações externas estão determinadas. Portanto,
[EMA [EFx [EFy

G) Vemos que a armação corresponde à catego-

ria ilustrada na Fig. 4.13a.

=

O]

5,5 (0,4) (9,81) - 5D = Ax - 4,32 =
O O

O

D= 4,32 kN
Ax = 4,32 kN
y I
I I

os

= O] = O]

Ay - 3,92=

Ay = 3,92 kN

os

as ma do ue to as e as e,

A armação é, em seguida, d~smembrada, e é desenhado um diagrama de corpo livre para cada peça. Os diagramas são dispostos em suas posições relativas, para ajudar a observação atenta das forças comuns de interação. As reações externas há pouco obtidas são introduzidas no diagrama da peçaAD. Outras forças conhecidas são as forças de 3,92 kN, exercidas pelo eixo da polia na peça BF, tendo sido obtidas do diagrama de corpo livre da polia. A tração de 3,92 kN do cabo é também mostrada atuando sobre AD, em ieU ponto de ligação. Em seguida, desenham-se, nos diagramas, as componentes de todas as forças desconhecidas. Observa-se, aqui, que CE é uma barra, de modo que a direção da linha que une os dois pontos de aplicação das forças e não o formato da peça, determina a direção da força e, portanto, a razão entre as componentes das forças que atuam em C e E. Estás componentes têm reações. iguais e opostas, que estão desenhadas sobre BF no ponto E, e iObre AD no ponto C. Não pode ser identificado, à primeira vista, o sentido positivo das componentes em B e, deste modo, pode ser arbitrariamente, porém coerentemente, suposto. A solução pode prosseguir, usando-se uma equação de momentos, em torno de B ou E, para a peça BF, seguida pelas duas equações de forças. Portanto,
[EMB= O]

L_--x

~

D

3,92 kN Ay

= 3.92 kN
3'92kN~ 3,92 kN Ex 3,92 kN 3,92 kN

9Y,Ex

3,92 kN

ir

.3,92 (5) - i-Ex (3) = Ex = 13,08 kN

O

D Resp.
O

= 4,32 kN

I Y,Cx

-A[EFy

= O]

By + 3,92 - 13,08/2 = By =' 2,62 kN

Resp.
O

(EFx

= O)

Bx Bx

+ 3,92 - 13,08 =

= 9,15

kN

Resp.

G) Sem essa observação crítica o problema não

par!. s nar.ões.

Os valores numéricos, positivos, das incógnitas significam que ~us sentidos foram corretamente supostos, nos diagramas de corpo livre. O valor de Cx = Ex = 13,08 kN, obtido pela análise diagrama de corpo livre da peça CE, é agora introduzido. no diagrama de corpo livre da peça AD, juntamente com os valores

pode ser resolvido. Observe com atenção que a direção da linha ligando os dois pontos de aplicação da força, e não a forma do elemento, determina a direção da força e portanto a relação entre as componentes das forças atuando em C e E.

126 I ESTÁTICA

de Bx e By determinados acima. Pode-se, agora, aplicar as equações de equilíbrio à peça AD, como verificação, visto que todas as forças que atuam sobre ela já foram calculadas. As equações fornecem
[l:MC= [l:Fx [l:Fy O]

4,32 (3,5) + 4,32 (1,5) - 3,92 (2) - 9,15 (1,5) 4,32 - 13,08 + 9,15 + 3,92 - 4,32 = O -13,08/2

= ('

= O] = O]

+ 2,62 + 3,92 = O

que verificam os cálculos anteriores.

4-

Problema Resolvido 4.6
Desprezar o peso da armação e calcular as forças atuando em todos os seus membros. Observa-se que a armação não é uma unidade rígida, quando removida dos seus suportes, pois BDEF é um quadrilátero móvel e não um triângulo rígido. Conseqüentemente, as reações externas não podem ser completamente determinadas enquanto não se analisar, individualmente, cada membro. Porém pode-se determinar as componentes verticais das reações em A e em C, a partir do diagrama de corpo livre da armação, como um todo. Assim,
Solução. [l:MC= O]

I t
500 500 ~750mm

200 (0,3) + 120 (1,0) - 0,750 Ay

=O
Resp. Notas:
<D

Ay = 240 N
[l:Fy

= O]

Cy - 200 (4/5) - 240 Cy

=O
Resp.

= 400

N

Vemos que esta armação corresponde à categoria ilustrada na Fig. 4.13b.

A seguir, desmonta-se a armação e desenha-se o diagrama de corpo livre de cada elemento. Como EF é uma barra, a direção da força em E sobre ED e em F sobre AB, é conhecida. Supo3) nhamos que a força de 130 N esteja aplicada ao pino, 'parte do elemento DC. Não há dificuldade em alocar os sentidos corretos para as forças E, F, D e Bx. O sentido de B, contudo, pode não ser inferido por inspeção e, portanto, é arbitrariamente mostrado como sendo para baixo sobre AB e para cima sobre BC.
Elemento ED. [l:MD [l:F=

As duas incÓgnitas são facilmente obtidas por 200 (0,3) - 0,3E

= O]
O]

=O

,E

= 200 N

Resp. Resp.
CV

D - 200 - 200 = O

D = 400 N

Elemento EF.

F é claramente igual e oposta a E, com inten-

sidade de 200 N.
Elemento AB. Bx,AxeByde [l:MA

Os sentidos de Ax e Cx não são, inicialmente, óbvios, e podem ser convencionados arbitrariamente para posteriormente serem corrigidos, se necessário.

Como F é agora conhecida, resolve-se para

= O]

200 (3/5) (0,5) - Bx (1,0)
Bx

=O
Resp.

®

= 60N

A força de 130 N poderia ser também aplicada ao pino considerado como parte deBA, resultando numa mudança da reação Bx'

ESTRUTURAS

/ 127

[EFX

= O]
O]

Ax + 60 - 200 (3/5) Ax

=O
Resp.

= 60N
=O

[EFy=

200 (4/5) - 240 - By By=-80N

Resp.

o

sinal menos mostra que alocou-se o sentido de By errado.

Elemento para BC. BC, Os e resultados Bx, By D são, agora, a incógnitapara restante Cx e é encontrada de 4) transferidos
[EFx= O]

120 + 400 (3/5) - 60 - Cx =0 Cx

= 300

N

Resp.

Ay = 240 N

Cy

= 400N

Pode-se usar as duas equações restantes do equilíbrio para verificação~ Assim,
[EFy

= O]
O]

400 + (-80)

-400

(4/5)

[EMC=

(120 - 60) (1,0) + (-80)

=O (0,75) = O

@ Poderíamos ter, também, retomado"ao diagrama de corpo livre da armação como um todo e encontrado Cx'

Pr,oblema Resolvido

4.7

A máquina mostrada é um aparelho de proteção contra sobrecarga, que libera a carga quando esta 'exceder, um valor predeterminado T. Um pino de cisalhamento, de metal,' está inserido em um furo na-metade inferior do aparelho, e recebe o esforço de travamento da metade superior. Quando a força total sobre o pino exceder a sua resistência, ele se rompe. As duas partes, então, giram em torno de A, sob ação das trações em BD e CD, como está mostrado na segunda figura, e os roletes E e F soltam o olhal. Determinar a tração máxima possível T, se o pinoS cisalhar quando a força total sobre ele for 800 N. Calcular, também, a força correspondente sobre o pino articulado A.

Solução. Devido à simetria, pode-se analisar somente uma das metades. Escolhe-se a metade superior e desenha-se o diagrama de corpo livre, juntamente com o da ligação D~ Devido à, simetria, as forças em S e em A não possuem componentes na direção x. As barras BD e CD exercem forças de igual intensidade, B = C, sobre a ligação em D. O equilíbrio da ligação dá
,-

[EFx=O]

BcosO+CcosO-T=O, B

2BcosO=T

= T/(2

cos O),

Do diagrama de equil1orio da metade superior, expressa-se o equilíbrio dos momentos em torno do ponto A. Substituindo S = 800 N e a expressão para B, obtém-se

128 I ESTATICA

2

[I:MA=

O] T 2 cos
O

Notas: (cos
O)

(50) +

2 cos

T

O

(sen

O)

(36) -

- (36) (800) Substituindo

L
2

<D

É sempre útil reconhecer a simetria. Neste
exemplo ela nos mostrou que as forças agin, do sobre as duas partes se comportam como imagens recíprocas uma da outra, com respeito eixoum ação ao sobre x. Assim, dos elementos não se pode na ter direção uma ... _y ) positiva do eixo x e a sua reação sobre o outro elemento ser na direção negativa dos x. Como conseqüência, as forças em S e em A não têm componentes na direção x.

(26)

=O

sen O/cos O = tg O = 5/12 e resolvendo para T,

, T (25 + 5 2 (3,6) (12) - 13) T= 1477 N ou

= 28

800 Resp,

T= 1,477 kN

Finalmente, o equilíbrio na direção y, dá [I:Fy= O]
S-BsenO-A=O

@ Tenha cuidado para não se esquecer do momento da componente y de B. Observe que as unidades usadas são newton-milÍmetro. A

1477 800 2 (12/13)

5

i"3 -A = O

= 492

N

Resp,

PROBLEMASPROPOsrOS

9

(Desprezar a massa dos vários membros nos problemas que se seguem, exceto onde for indicado o contrário.) Calcular a intensidade da força suportada pelo pino em C, na armação carregada. Resp. C = 1 002 N

10.6mI0.5m~

.
Cf Probl. 4.55

Probl. 4.54

4.55

Calcular a intensidade da força suportada pelo pino em A , que fixa o suporte carregado à parede.

~

CalCul: a intensidade forçaé suportada pelo pino B da armação, cuja da carga' um conjugado de 200N·m. Resp. B = 289 N

Probl. 4.56

ESTRUTURAS

I

129

Pino de 4.57 Substituir o conjugado de 200 N • m do Probl. 4.56 por uma força, para baixo, de 800 N, aplicada no ponto D e calcular a intensidade da força que atua emB. I( cisalhamento I 11:
BI 150N

=:=
IA

p

(ó---©

loomhl~~
mm

b=300mm~

Probl. 4.60

3m

Probl. 4.57

4.58

A tesoura representada na figura é, muitas vezes, usada em lugar das tesouras comuns de funileiro, quando se deseja grande força no corte. Para uma força aplicada de 150 N, qual é a forçaP disponível no corte, à distância de 30 mm na direção da lâmina, a partir do pino A? Resp. P= 1467 N A figura mostra um alicate usado para cortar, manualmente, péquenos parafusos e vergalhões. Para um aperto manual de P = 150 N, determinar a força Q, ,que cada mandíbula do alicate exerce sobre o vergalhão,

Probl. 4.61

4.59

G

Na armação carregada da figura, calcular as componentes x·e y da força suportada pelo pino C. Resp. Cx = 5,25 kN; Cy = 1 kN
9 kN

y I I

1'16kN 3m

L_-x
Probl. 4.62

Dimensões em milímetros Probl. 4.59 4.63

.60

Uma chave com limitações de torque possui um pino de cisalhamento B, que rompe quando a força sobre ele exceder sua resistência e, portanto, limita o torque que pode ser aplicado sobre a chave. Se a resistência limite do pino de cisalhamento for de 900 N, em cisalhamento duplo (isto é, Vl2 = = 450 N), calcular o torque limite M, que pode ser aplicado à chave. Que efeito tem sobre o valor de M um acréscimo em b, mantendo todas as outras condições constantes. Resp. M= 75 N'm M diminui quando b aumenta Na armação carregada da figura, calcular as componentes x e y da força suportada pelo pino C.

Calcular a intensidade da força que atua sobre o pino em D. O pino.C está fixo à barra DE e encosta no rasgo liso da chapa triangular.

.61

Probl. 4.63

130 / ESTÁTICA

Calcular a força suportada pelo pino em A, do alicate com regulável, utilizado para aperto, sob uma carga aplicada de 100 N. Resp. A = 525 N

270mm

'I
looN

um torque de entrada de 50 N· m, no sentido horário, na árvore A, e se a árvore de saída D aciona uma máquina à velocidade constante, determinar as forças exercidas sobre o flange da base do redutor, em E e F, pela ação combinada dos parafusos e da fundação de suporte. Resp. E = 139 N, para baixo F= 433 N, para cima

4

./
Probl. 4.64
E
300 mm

,j,

4.65

Calcular a força Q, exercida pelo alicate furador de papéis, quando se aplica a forçaP no cabo.

250 mm

Probl. 4.67

4.68

As duas engrenagens cilíndricas A e B acionam as engrenagens cênicas C e D. ·Para um dado torque Mo, encontrar a expressão do torque M, na árvore de saída, necessário para manter o equilíbrio.

4

Probl. 4.65

4.66

A chave de caixa especial da figura tem a caixa B livre para girar em tomo do pino C fIXo ao punho A, e pode acomodar vários tamanhos de parafusos com cabeça hexagonal. Para o tamanho nominal mostrado, onde o centro O do parafuso e o pino C estão alinhados com o punho, calcular a intensidade da força suportada pelo pino em C, quando P = 160 N. Assumir que a superfície da cabeça do parafuso seja lisa. Resp. C= 1 367 N

r1/r2

= 2/3

tg ~M

a = 3/4

Probl. 4.68

4

Probl. 4.66

4.67

O r~utor de velocidade consiste da árvore de entrada A, onde está montado o pinhão B, que aciona a engrenagem C, e sua árvore, de saídaD, com uma redução 2:1. O centro de gravidade da unidade, cuja massa é de 30 kg, está em G. Se for aplicado

Probl. 4.69

Os cabos estão firmemente enrolados nas polias. C= 1 368 N 300 50 20= 60mm D---X 200 N Probl.75 4. que retém a peça de trabalho F em posição. 4. tração Determinar a força vertical de retenção em E. formando uma unidade integral.09 kN. By = 215 N . 4. B = 933 N a o mm 270 3 BOON Probl. Para a posição da alavanca definida por meio de Ct = 100. e para uma força P = 150 N no cabo da alavanca. calcular a força de aperto.69 s 4.74 4.73 A.76 Probl. em função da força P. 4. Resp.72 Calcular as componentes x e y da força que atua sobre o pino B. Bx = 809 N.71 Os alicates articulados são usados para urna variedade de fInalidades de aperto.C produzida. Bx = 287 N. By = 785 N . 400 Probl. Resp.ESTRUTURAS I 131 4.4.71 Calcular as componentes x e y da força que atua sobre o pino em B. cujos braços se cruzam sem se tocarem. Resp.4. que une as duas peças representadas. aplicada no punho do grampo de travamento.75 P 1\---100 nun ~ Probl.70 Calcular a força que atua no elo AB da tenaz de içamento. encontrar as componentes x e y da reação no pino em B. FAB = 8. Resp. Resp. calcular a força suportada pelo pino em B . As duas polias estão ligadas entre si. quando a carga é de 200 N.74 Calcular as componentes x e y de todas as forças que atuam em cada membro da armação carregada. as e e 4.73 Na armação carregada.72 Na armação carregada. 4.

80 n~r I mm mm mm A escada simétrica de 20 kg está montada sobre rodas. Resp. Resp. Ey = 25. A = 833 N x Probl. transmitida à viga F. calcular as componentes x e y da força suportada pelo pino em E. para poder ser facilmente movimentada. 4. Se uma pessoa de 90 kg ficar em p~ no degrau em C. Ex = 25 N. e calcular as componentes x e y de todas as forças atuantes sobre cada um dos dois membros da máquina. que forma um ângulo e = 75° com a vertical.79 Na armação carregada.78 4. e a força suportada pelo pino A. Para uma carga L = 12 kN. usada em pequenos caminhões.82 "---x O. se for aplicada uma força F = 200 N no cabo da alavanca. calcular a tração T na ligação AB.78 A mandíbula móvel D da prensa articulada desloca-se com atrito desprezível ao longo da coluna vertical fixa. no Probl.4m Probl. 4.75 kK . T= 231 N Probl. O. 4.81 k--l. por um conjugado de 50 N· m. 4. Resp.80 4. calcular a força total de cisalhamento suportada pelo pino A.76 4.77 Substituir a força de 200 N em E. 4.J3N 4. encontrar as componentes x e y das forças em A e em C. Resp. A massa da viga central F é de 40 kg e a de cada roda com o respectivo eixo é de 35 kg.8 m----J Probl. com eixo duplo. 4. Calcular a força de compressão R exercida sobre o cilindro E.76.79 A figura representa uma suspensão dianteira. A = 1. com o centro de massa a 680 mm da linha vertical central.4m 50 kg Probl.81 A 4. Na armação carregada. A articulação no topo da escada está sobre a linha de centro das suas pernas.132 / ESTÁTICA E t 4. no sentido horário. R = 966 N.

86 m A a de ma a A.85 Determinar a força de compressãoP. 4. A = 44.7 kN ---------1 L--750mm~ Probl. em tomo de O. calcular o valor de M necessário para recolher a roda no momento em que D está diretamente debaixo de B com o ângulo () = 30°.ESTRUTURAS I 133 move-se ao longo da pista à velocidade constante.84 .83 O conjunto da roda dianteira. com a roda suportando uma carga constante. Sabendo-se que o braço e a rodaAO têm em conjunto 50 kg com centro de massa em G. 4.87 Determinar a força suportada pelo pino C da estrutura carregada. do cilindro D e de dois elos OB e CB articulados. calcular a força em cada um dos pinos A e B.) e F F Probl. 4. de um pistão hidráulico carregado. equilibrada.4. conforme se vê na fIgura. 4.86 O dispositivo mostrado é um tipo ajustável de chaye. N 4.85 N 4.84 O trem de aterrissagem do avião consiste de uma mola. Resp. Resp. C= 2 160 N Calcular a intensidade da força suportada pelo pino A da armação carregada. 4. de 24 kN. por meio da árvore B. é recolhido aplicando-se um conjugado M na barra BC. Resp. P= --2Fe C{I-{.83 4.88 Probl. 4. calcular a força total que o pino A suporta. em função da força F aplicada nos punhos da máquina de rebitar. em seu eixo fIxo O. quando a força aplicada P tem o valor necessário. localizada no nariz do avião. Se for necessário um torque (momento) de 60 N • m. pllJ:a apertar o disco no eixo. N Probl. Se o trem Probl.82 4. na qual os pinos A e B se ajustam nos furos na face do disco que está para ser montado.

O guindaste tem massa de 50 kg e tem centro de mas- . É necessário aplicar um torque Mo = 30 N 'm. sendo o ângulo e = 30°. para equilibrar o torque resistente M. calcular a intensidade da força suportada·pelo pino emA.88 4. em C. Desprezar os pesos das peças e calcular as forças suportadas pelos pinos em A e E. Para uma dada força aplicada.4 kN.91 Probl. 4. 4. Resp. Se uma força F.um edifício. e poder mantê-Ia na posição mostrada.87 ( ~ 4. C = 908 N / 100 ---±-. suporta uma carga de 90 kg. no eixo do braço AR.9~ G IF Probl4. Resp.90 O guindaste portátil mostrado é usado para içar materiais de construção ao teto de . onde a barra RE é perpendicular aAR e CE. independentemente.90 Calcular o esforço cortante Q. Q = 13.91 Probl. determinar o valor de e que fornece o maior esforço cortante. 4. na alavanca do tambor.18 kN E ~O. A = 22.134 I ESTATlCA 1 600N 'F c sa em G. 4.7lli 4. Probl.89 4.. aplicado à barra.89 O braço CE e a roda dentada estão montados.92 A caçamba é controlada pelos três cilindros hidráulicos e. Calcular a intensidade da força correspondente que atua na extremidade C do braço EC. Resp. que atua na roda. E = 36. uma força de 400 N. pode aplicar uma força horizontal P = 10 kN. Resp. na posição particular mostrada. Probl. quando atuar no punho da alavanca. no mesmo eixo. A = 1 727 N • E :tüDJ ~o'mlo.

7 kN.ESTRUTURAS I 135 l. um em cada lado da máquina. A plataforma é guiada pelos roletes sobre a coluna vertical fixa e acionada pelo cilindro hidráulico CD e pelas barras EDF e FH.8 kN. calcular a força R exercida pelo cilindro hidráulico em D e a intensidade da força sUportada pelo pino em E. Resp.5 kN ProbL 4. de massa 2 Mg. Calcular a compressão F. e a intensidade da força que atua em cada um dos pinos em H. A = 64.5 Mg e é içado pela plataforma B. Determine a compressão P no cilindro hidráulico BE e a intensidade da força suportada pelo pino em A.0 kN.95 . tem massa de 24 Mg e centro de massa em G •. totalmente carregada.9m T 4. Para a posição particular mostrada. E= 40.0 kN Detalhe do mecanismo para içar a carroceria Dimensões em milímetros ProbL 4. A carroceria basculante e sua carga têm massa de 9 Mg. para a posição particular mostrada.4.9 kN 4.94 A unidade motora A do trator ra~ tem massa de 4 Mg e centro de massa em Gl' A caçamba-raspadora B rebocada.93 o mecanismo para içar a carroceria de um caminhão basculante está mostrado em detalhe na figura. H= 113. Desprezar a massa do cilindro e das barras. em cada um dos cilindros. Resp.93 s N A figura mostra um dispositivo especial para erguer seções verticais de uma torre em construção. Todas as dimensões estão indicadas na figura. situados um em cada lado do reboque. com centro de massa em G. A posição do raspador é controlada por dois cilindros hidráulicos EF. P= 119.92 Probl. Resp. Supor que as rodas sejam livres para girar de modo que não há componentes horizontais de força sob as rodas.95 O. R = 59.2m f' 1 ProbL 4. O conjunto A tem massa de 1. na qual BA é perpendicular a OAE e a barra DC é perpendicular a AC. F= 131.

5 kN Cx = Cz =5 =O Probl. que permitem que ela gire em torno do eixo y mas não oferecem resistência a forças nesta mesma direção. y e z de todas as forças que atuam sobre cada membro da armação. 4. E e F.97 4. Bx=Bz =Dx =Dz =Ez =. Contudo. Probl. As uniões em A.96 4.FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO Neste Capítulo aplicaram-se os princípios do equilíbrio a duas classes de problemas: (a) treliças simples. Calcular as componentes x. A ligação CG é a única barra. y e z de todas as forças que atuam em cada uma das três partes do mecanismo mostrado. . Pode-se desprezar o peso dos elementos comparados com as cargas transmitidas.96 Calcular as componentes x.136 I ESTÁTICA 4. Os aspectos mais essenciais da análise destas duas classes de estruturas estão revistos nos passos apresentados abaixo.4. D e G podem ser tratadas como uniões-rótula.Fz = kN. sendo que o maior deles tem uma força de 300 N atuando na corda a ele enrolada e orientada para a direção negativa do eixo y. Resp.97 Calcular as componentes x. as estruturas que foram tratadas neste Capítulo proporcionaram a oportunidade de desenvolver uma abordagem sistemática para uma classe de problemas mecânicos que ocorrem fre<lüentemente.. C.25 kN Dimensões em milímetros Probl. Az 2. tem dois pinos. Trate todas as uniões como tipo rótula e despreze o peso de todos os membros. Os dois discos estão rigidamente montados no eixo. A corda enrolada em torno do disco menor aponta para a direção x e o impede de girar. já familiares.7 .98 4. e (b) armações e máquinas. B. Não foi necessário desenvolver nenhuma teoria nova pois as soluções foram enco tradas apenas com o traçado do diagrama de corpo livre e aplicando as equações do equilíbrio.98 A estrutura em forma de A mostrada na figura. 4. y e z de todas as forças que atuam em cada elemento da armação espacial carregada conforme mostrado. Ax =Ay =By = Dy =Ex =Fx = 1.

a solução não poderá ser encontrada pois existem apenas três equações independentes do equihbrio. · · . significará que esta nova barra terá força nula. Com esta convenção. 8. somente se considera aquele que está em tração. tanto externa- s · . Em geral. As armações e as máquinas são estruturas de múltiplas forças. no máximo. quando são removidos seus rtes externos. no caso de treliças planas. se uma seção cortar mais do que três barras cujas força~desconhecidas. determinadas. no caso de treliças espaciais. três forças desconhecidas. 5. no caso de treliças planas. as forças internas têm sempre a direção dos seus respectivos membros. como um todo. incapazes de suportar compressão. ou. As treliças simples são construídas em tomo de uma unidade rígida básica. 2. 5. As armações são estruturas projetadas para suportar cargas. a análise iniciará computando as reações externas sobre toda a unidade. A equação de equillbrio dos momentos é de grande auxílio no método das seções. geralmente sob condições estáticas. 9. e o painel permanece estaticamente determinado. envolvem uma ou mais partes móveis. isto é. As treliças são estaticamente determinadas internamente quando são construídas da forma descrita no parágrafo 2 acima. de forma triangular para treliças planas e de tetraedro para treliças especiais. 4. quando seus suportes ernos são removidos. As treliças simples são compostas de barras. em geral. ligadas nas suas extremidades e capazes de suportar tração ou compressão. mas não momentos. pelo menos. com direção diferente das outras duas. que tenha componente na direção da terceira barra. Se uma armação ou máquina é uma unidade rígida. m m a .ESTRUTURAS / 137 (a) Treliças simples 1. dois no caso de treliça plana e três nas treliças espaciais. 2. 3. Algumas estruturas podem ser classificadas em ambas as legorias. a menos que se aplique uma força externa. 11. Portanto. O método das seções utiliza o corpo livre de uma seção completa de uma treliça. As cargas externas sobre treliças simples são aplicadas somente nos nós. que não sofre colapso. envolve o equillbrio de um sistema de forças não concorrentes. Quando dois membros são as diagonais de um painel quadrilátero. O veto r que representa uma força atuando sobre um nó ou uma seção é desenhado do mesmo lado do nó ou da seção em que está a barra que transmite a força. e que tenha. for uma unidade não rígida (que possa sofrer colapso). a análise das reações externas não pode ser completada antes da estrutura ser smembrada. 6. 3. O mesmo procedimento para analisar armações. Portanto. ligando-os aos nós existentes e unindo suas extremidades para formar novos nós. contendo dois ou mais nós e. e são membros flexíveis. como um todo. aplica-se às máquinas. onde os membros internos não excedem aqueles necessários para evitar o colapso. O método dos nós utiliza as equações do equilíbrio das forças em cada nó. estruturas que contêm um ou membros sujeitos a mais de duas forças. e do tipo união-rótula. A análise deve iniciar por um nó onde. no máximo. 4. no caso de treliças planas. os nós podem transmitir forças. duas forças desconhecidas. As 'quinas são estruturas que transformam forças e momentos de entrada em forças e momentos de saída e. a tração é 'indicada por uma seta saindo do nó ou da seção e a compressão é indicada pela seta apontando na direção do nó ou da seção. As treliças são estaticamente determinadas externamente quando os vínculos externos não excedem os necessários para manter uma posição de equillbrio. A a s N (b) Armações e máquinas 1. no caso das espaciais. ~mente. Somente serão consideradas aqui armações e máquinas estaticamente te como internamente. As unidades adicionais de uma treliça são formadas incluindo novos membros. 10. a inclusão de uma terceira barra neste nó. Se duas barras carregadas forem colineares em um nó. uma força seja conhecida. 7. Se uma armação máquina. Suponhamos que os nós nas treliças simples são do tipo pino.

Resp. I< L 12 painéis de 6 m L L Probl. 4. de quatro barras de compressão e de três barras externas. . se compõe de quatro sapatas de pressão.100 ~ 4.99 4. é de 200 kN. 4. 7.7 kNC GD=O c A B 4kN Probl. EG = 600 kN T.103 > I 4.'? co::. Resp.100 P 3m 3m Calcular as forças que atuam nas barras BH. PROBLEMAS PARA REVISÃO 4. conforme mostrado. na armação carregada pelo conjugadoM=40N·m. CD e GD da treliça. certamente ocorrerão erros. p \~ b b r Probl. pois.101 E F 3m G P Probl. iA S o b . BH= 47. com o mínimo de cálculo. O princípio da ação e reação deve ser rigorosamente observado. Determinar as forças nos membros EG e DF. As equações de equihbrio de forças e de momentos são aplicadas aos membros à medida que for sendo necessário calcular as incógnitas desejadas. em seu nó comum K. do contrário. Resp. que atua sobre cada lado do bloco de concreto quadrado.138 I ESTATlCA 6.1 kN C CD= 6. DF = 825 kN C I' J I 4painéisde5m H G 'IF Awm1 40kN 60kN r F Probl.104 Calcular as componentes x e y das forças atuando em A e em C.102 4. Expressar a força compressiva C. disposta como um quadrado.101 Determinar a força que atua em cada barra das duas treliças que suportam a carga de 10 kN. que atuam sobre a treliça da ponte. BG = 8 kN C 4.4. As forças atuando nas conexões internas das armações e máquinas são calculadas desmembrando a estrutura e construindo um diagrama de corpo livre separado para cada parte.103 Cada uma das três cargas L. em termos das forças aplicadas P. usando um diagrama de corpo liVre do membro rígido ABe. carregada pelas forças de 40 e 60kN.102 Calcular a força no membro BG. 4. 4.99 Uma armação usada para testar a resistência à compressão de blocos de concreto.

4. está mostrada na flgUIa.104 4.ESTRUTURAS I 139 4.108 Determinar a força que atua na barraAC em função da carga m suportada pela treliça. O conjunto tem massa total de 50 kg em centro ~e massa em G e está suportado pelo pino E do trator~ Resp. C H AB=AC=500 750 600 200 Dimensões em milímetros Probl. AC = mg/3. é obtido através do cilindro hidráulico CD.:: 37. que conecta a unidade tratora H ao trem de aterrissagem J de um grande avião. 4.106 O topo de uma bancada retrátil tem massa de 50 kg.105 4. A treliça é estaticamente determinada? Resp. 4. pelo método dos nós. dois métodos que . GL:. Probl.108 4.4. no mínimo.105 Uma barra ajustável de reboque.109 Probl. carregada. Todos os ângulos águdos internos são de 30° ou de 60°. para posicionar a barra de reboque. Indicar. P = 298 N .106 Verificar o fato de cada uma das treliças carregadas mostradas ser internamente instável (nãorígida). calcuIai a força P fornecida pelo cilindro ao pino C. m B Probl4. Resp. com centro de massa em G. na extremidade da barra de reboque. Calcular as componentes x e y da força suportada pelo pino emE.107 4.107 Determinar a força que atua na barra GL da treliça da torre.5 kN T Probl. Para a posição nominal mostrada das barras do triângulo ARC. O ajuste da altura do gancho F. que é atuado por uma pequena bomba manual (não mostrada).

111 Na posição particular representada.5 Mg. Resp. Calcular as componentes x e y de todz as forças que atuam em cada uma das três barra da armação.·. ~As dimensões são as que aparecem na figura.· . Um guincho de armação A suporta uma carga c.140 I ESTÁTICA assegurem estabilidade interna (rigidez) a cada treliça. Se o guindaste estiver içando um tronco de massa igual a 2.·. achar a força de compressão I1Z haste do cilindro hidrá~co lL e a força cisalhante suportada pelo pino. em que o braço EB é horizontal.. por meio do acréscimo de uma ou mais barras. A = 173.-. sob a ação de uma catraca.0 N 4. p~ a posição particular apresentada. ~. 4. para o punho da manivela na posiçi:= vertical mostrada. A = 247 b'\ 40 12Q mm P Dimensões em milímetros p f~w: A'Y~">. Por meio de movimentos sucessivos de oscilação do cabo que comanda a engrenagem.112 I Probl. M= 7. A máquina é simétrica em relação ao plano vertical. 4. (Um dos lados da chave é usado para apertar o parafuso e o lado oposto para afrouxar.112 A caçamba de uma escavadeira tem a capacidad= de 4 m 3 e está sendo utilizada para transportz: material com a massa específica de 2.4ld' H G F H G F H G F F E D ~ (c) (d) Probl.0 kN. projetada para ser utilizada por um tripulante de nave espacial.1 Probl. O pino A aloja-se no orifício existente na estrutura que contém o parafuso que vai ser apertado. Os pesos próprios das peças podem ser desprezados diante das cargas que suportam. R = 137. nesta posição particular. 4.. emA.110 4. central e longitudinal e tem dois conjuntos de alavancas iguais ao mostrado na figura.111 4.·. . ao fazer o esforço para apertar um parafuso. não exige plataforma fixa contra a qual se poderia apoiar.5 kN. A reação contra o pino A estabelece a característica "antitorque" desta ferramenta.113 4..6 Mg/m' .110 Uma chave"antitorque".109 Probl. as lanças AF e EG do empilhador de troncos estão em ângulo reto e AF é perpendicular a AB.~ 100 kg com uma força P aplicada no punho C. Resp.88 N'm. calcular o torque M transmitido ao parafuso.) Resp. normal à linha AB. D = 87. Para uma força P = 150 N.. o soquete gira em um só sentido. 4. manivela. sem introduzir redundância. calcular as forças que os pinos A e D suportam. devidas ao peso do tronco. L = 52. e a reação externa R contra o pino A.

Resp. ~ "trot"" m:5ionm =-" p'''' ga d= o ~ todE! arrZ! siçãz . As conexões podem ser consideradas como rótulas.114 m3• ara aço na anméngiuali das rgas kN = D. 4.113 x de ar 4.ESTRUTURAS I 141 o N duas forças mostradas. 4. Probl.114 Calcular a força total que atua sobre a peça BD. D = 4.90 kN z I I x 100 kg I D~e~sões . milImetrosem 1200 -+-1200 Proo!.

conforme mostrado na Fig. internamente. na seção transversal. no exato sentido da palavra. Mesmo no caso de um manca:. como um todo. Realmente. o Interesse estiver em encontrar a distribuição interna das forças no material corpo. a força exercida pelo pavimento de uma entrada sobre o pneu de um automóvel.5. ou ao longo das linhas de ação. ao analisar seus efeitos externos sobre um corpo.1 q c a . não deve haver dúvida em tratar-se das forças como concentradas. tratado como um todo.lb. não existem forças "concentradas". nas vizinhanças do ponto de contato. que pode ter UIl12 dimensã'o apreciável. cujas dimensões. se . onde as tenSÕes e as deformações internas podem ser aprec" Detalhe na zona de contato ~ ~ c R (a) (b) pC c (c) R I I Fig. na realidade distribuídas por sua resultante R.1 . uma vez que wna força real 'aplicada ao corpo é distribuída sobre UIl12 área ou volume fmito. Nestes exemplos e em outros semelhantes.INTRODUÇÃO Nos capítulos anteriores todas as forças foram consideradas como concentradas e representadas por mei. da maneira indicadE.5 FORÇAS mSTRlBUIDAS 5. Por exemplo. considerada uma força concentrada. As forças aplicadas sobre uma barra de uma treliça (Fig. são extremamente pequenas.. então a substituição das forças de contato. por outro lado. qualquer. 5.-é aplicada sobre uma área de contato. de rolamento carregado.o pneu for macio. a força de contato entre uma esfera de aço endurecido e sua pista de rolamento. 5. 5.1 c) são aplicadas en: uma área real de contato entre o pino e o furo e. será aplicada sobre uma área de contato fmal. Se. de vetores nos pontos de aplicação.1a. tal como a distância' entre as rodas. Quando a dimensã'o b da área de contato é desprezível comparadiõ com as outras dimensões pertinentes. naturalmente. como mostrado na Fig. não provocari dúvidas qU!ll1dose estão analisando as forças atuando no carro.

Por exemplo. pg é (kg/m3) (m/s2) = N/m3 no SI. a intensidade é expressa como força por unidade de área. a unidade de libra por polegada quadrada (lb/in2). em três categorias. Este tipo de problema requer um conhecimento das propriedades do material e pertence a áreas mais avançadas da resistência dos materiais e das teorias da elastiCidade e da plasticidade. muito pequena para a maioria das aplicações. sem dúvida.2b). no SI.2a). o - ~J (a) (b) . A força de corpo mais comum é a força de atração gravitacional. suportada por um cabo suspenso (Fig. O sistema inglês usa. quando se trata de forças fluidas. mas sim considerar a sua distribuição real. deve-se levar em consideração a distribuição real das forças. em geral. e forças distribuídas de fluidos atuando sobre superfícies expostas. A unidade básica para pressão ou tensão. o quilopascal (kPa). A Seção B ao capítulo trata de problemás importantes e especiais sobre forças distribuídas que atuam em vigas e em cabos flexíveis. mais comumente no caso de pressão fluida. são. quando é o caso de forças distribuídas internamente em sólidos. 5. A unidade para . que é igual a 103Pa. o megapascal. 5. e. t t t Fig. e m .2 As forças de corpo devido à atração gravitacional da Terra (peso). Uma força distribuída sobre o volume de um corpó é conhecida como força de corpo. onde p é a densidade (massa pór unidade de volume) e g é a aceleração devida à gravidade. como a da Fig.' '.' (e) . Quando uma força é distribuída ao longo de uma linha. a determinação das forçqs sobre os suportes de uma estrutur~pesada em balanço. é o newton por metro quadrado (N/m2). somando-se os efeitos das forças distribuídas sobre toda a região. a u 'Distribuição por Área. não se pode tratar a carga como sendo concentrada. a intensidade w do carregamento é expressa como força por unidade de comprimento da linha. Esta unidade é.5. e tensão. requer que se leve em consicferação a força gravitacional distribuída ao longo de toda a estrutura. o . contudo. são empregados procedimentos de integração matemática. como é o caso da pressão hidráulica da água contra a face interna de uma seção de represa (Fig. Quando as forças são aplicadas sobre uma região cujas dimensões não são desprezíveis comparadas com outras dimensões pertinentes. que é igual a 106 Pa. em newtons por metro (N/m). ~ Distribuição por Volume. Distribuição Linear. como é o caso de uma carga vertiCal continua. que atua sobre todos os elementos da massa de um corpo. para tensão. Para isto. as forças distribuídas mais comumente encontradas. A intensidade da força gravitacional é o peso especifico pg. obrigando o conhecimento da força em qualquer posição~ Estes tipos de problemas caem. Esta intensidade é conhecida como pressão. 5 . .2c.. A Seção A deste capítulo trata da determinação do ponto do corpo no qual atua a resultante da força gravitacional.(1lb/in2 = 6 895 Fa). sendo empregado.FORÇAS DISTRIBUfoAS I 143 veis. que é também chamado pascal (pa). Quando uma força é distribuída sobre uma área. tanto para pre~São fluida como para tensão mecânica.

por exemplo. terrestre não. 5.-- --.em tama da mesma eixo.Cam a substituição. de W = mg e dW = g dm. de gravidade única. nenhum centro. e a sarna destesIT\amentas para tados as elementas da carpa é Jx dW.. agara. a mamenta da pesa elementar. Ainda mais. cama é mastrada na Fig. matematicamente. e da resultante W da gravidade. ao.. cancarrentes em um panta. da resultante W das farças gravitacianais é igual ã sarna das 'mamentas. exatamente. 5. são. farma e massa. que sua pasiçãa seja marcada. é. desta supasiçãa a canceita de um centro.2 .144 I ESTÁTICA SEÇÃO A. de gravidade G de um carpa qualquer (Fig. das resultantes da atração. Se far aplicada a princípio. A resultante das farças gravitacianais que atuam sabre tadas as elementas é a pesa da carpa. da Terra. de atração. Repete-se a experiência. rigarasamente falando. par uma carda em um panta qualquer. entretanto. em cada casa. as linhas de ação.3 Fig.. CENTROS DE MASSA E CENTRÓIDES 5. das farças gravitacianais dW que atuam sabre tadas as partículas cansideradas cama elementas infmitesimais da carpa. de que as direções das farças gravitacianais que atuam sabre as partículas da carpa diferem ligeiramente. serão. a expressão.4 A análise exata... sab a ação.3. existe. das mamento. partanta. tal camaA. desde que se trate de carpas de dimensões pequenas diante das dimensões da Terra. Assitn. Esta resultante será evidentemente calinear cam a carda. cama B e C. Para tadas as fms práticas.CENTROS DE MASSA Cansidere um carpa tridimensianal de qualquer tamanha.~ --Y (a) (b) Fig. au farças de carpa. não. Estas cansiderações levam ã canclusãa de que. a pasiçãa da centro. de gravidade única.mamenta da sarna Wx. e é dada pela sarna W = J dW. entre. marcanda-se.4a). par exemplo. z I I I I I I I ~I w (a) (b) (c) "" 1'" "" "x --r-. a linha de ação.5. que a mamenta em tarna de qualquer eixo. em tarna deste eixo. decarrente da atração. levaria em canta a fato. parque canvergem para a centro. da tração. resultando. pade-se supar um campa unifarme de farças paralelas. da mamenta em ta ma da eixo. Este samatória de mamentas deve ser igual ao. tem valar prática. na corda. cama as partículas cansideradas estão. pade-se escrever uma equação. é x dW. canstante sabre a carpa. Se ele estiver suspensa. canhecida cama centro de gravidade. que atuam sabre ta das as partículas da carpa. da resultante. canearrentes e. gravitacianal da Terra. que estabel. langa de sua linha de ação. nas experiências acima descritas. a carpa estará em equilíbrio. Para defmir. y. tanta não. a intensidade da campa de farça terrestre não. Isto.. suspendenda-se o·carpa par autras pantas. cama anteriarmente. a diferentes distâncias da Terra.eça. pela tearema de Varignan.. fazenda-se um fura de diâmetro desprezível. estas linhas de ação.s para as três eixas vem a ser: y= _ J ydm m z= . Supanha-se. S.

(5. Estas expressões seriam. Sempre que houver uma linha ou plano de simetria.iY + k:Z. e o corpo pode ser considerado como composto de pares destes elementos. contanto que o campo gravitacional seja tratado como uniforme e paralelo. ele ainda possuiria seu centro de massa único. Um outro indício importante pode ser tomado das considerações de simetria. Contudo. (5.1) são as componentes da equação vetorial única (5. tanto quanto possível. o mesmo do centro de' gravidade. quando se fizer referência à influência da distribuição de massa sobre o efeito dinâmico de um corpo submetido a forças não equilibradas.1).4b. As Eqs. e o produto de m pela coordenada correspondente de G representa o momento da soma. uma vez que os momentos devidos a elementos simetricamente localizados sempre se 'cancelarão.. Assim.3) defmem a posição do centro de massa.1).3) As Eqs. É absolutamente correto usar-se o termo centro de gravidade. deve ser escolhido um eixo ou plano de coordenadas para coincidir com esta linha ou plano. sempre que se fizer referência ao efeito das forças gravitacionais sobre um corpo. r = ix + jy + kz e = iX + . devem ser localizados de modo a simplificarem. onde a massa elementar e o centro de gravidade G estão localizados por seus vetores de posição respectivos. ---FORÇAS OISTRIBUi'OAS / 145 r o numerador de cada expressão representa a soma dos momentos. cujo ponto é.. coordenadas polares são úteis para corpos de formato circular.5a estará em algum ponto sobre o seu eixo central. as equações dos limites. sobre està linha ou plano. em geral. Na maioria dos problemas.. que é uma linha de simetria. No caso de p não ser constante em todo o corpo. é mais corretamente usado. •. uma vez que não atuariam forças gravitacionais sobre o corpo. S. Os eixos. S. O centro de massa da metade do cone circular reto está (bi (ei Fig. (5. Assim. O centro de massa situar-se-á. será necessário considerar esta variação no cálculo dos numeradores e dos denominadores das Eqs. evidentemente. (5. então.2) e (5. a massa de um elemento diferencial de volume dV vem a ser dm = p dV.1) podem ser expressas em forma vetorial com o auxl1io da Fig. Não tem sentido falar do centro de gravidade de um corpo que foi removido do campo gravitacional da Terra.o de massa por outro lado. que trata da Dinâmica.2) A massa específica p de um corpo é sua massa por unidade de volume. Esta classe de problemas é discutida detalhadamepte no volume associado. (5. Portanto. maS poder ser expresso como função das coordenadas do corpo.5. as Eqs.5 . Assim. sempre. escritas: f xp dV y= f ypdV f pdV z =---- f zp dV (5. o centro de massa G do cone circular reto homogêneo da Fig. O termo centr. o cálculo da posição do centro de mássa pode ser simplificado por meio de uma escolha inteligente dos eixos de referência.

Fig. dependendo de como a forma do corpo puder ser modelada como linha.5) . área ou volume. área da seção tranversalA e densidade p (Fig. t. que. então dm = pt dA.1). tal como o plano x-y. não coincidirão. o centróide 9. 5.3 . uma vez que não fazem referência a qualquer propriedade física. em geral. Quando um corpo de massa específica p tem uma pequena espessura. ÁREAS E VOLUMES Sempre que a densidade p de um corpo for inteiramente uniforme. das Eqs. em geral. 5. (a) Linhas. somente duas coordenadas exigirão cálculo. pode-se escrever: y= f ydA A (5.6). Quando se fala de corpo físico. ao passo que.5c está sobre os dois planos de simetria e. (5. (5. conforme mostra à Fig. No caso de uma barra delgada ou de um fio de comprimento L. o corpo se aproxima de um segmento de linha.146 / ESTÁTICA sobre o seu plano de simetria. Novamente.1.5.CENTRÓIDES DE LINHAS. está situado na linhaAB. portanto. se a densidade variar. 5. se p e t forem constantes sobre toda a área.4) Deve-se notar que. O centro de massa do meio anel da Fig.6 (b) Áreas. e se aproxima de uma superfície de área A (Fig. Se a barra se situar em um plano único. as posições do centróide e do centro de massa serão idênticas. Existem três categorias distintas de cálculo de centróide. quando ela existir. portanto. real. Se a densidade for uniforme por todo o corpo. as coordenadas do centro de massa vêm a ser também as coordenadas do centróide C do segmento de linha. O termo centróide é usado quando o cálculo diz respeito somente à forma geométrica.não se situará sobre a linha. se cancelarão. As expressões remanescentes definem uma propriedade puramente gométrica do corpo.3) e. e das Eqs.5b. 5. ela será um fator constante nos numeradores e denominadores das Eqs. e dm = pA dL. Se p e A forem constantes sobre todo o comprimento da barra. A localização de G é sempre facilitada pela observação da simetria. usa-se o termo centro de massa. podem ser: x=---L f xdL f ydL \ Y= -L- _ J zdL z=--L (5. 5. estes dois pontos. 5.1). as coordenadas do centro de massa do corpo também vêm a ser as coordenadas do centróide C da área da superfície.

7.a ordem no lugar de elementos de ordem mais alta. Assim. No caso de centros de massa e de cerrlróides.~---. o elemento tem um peso dm = p dV. irá necessitar de apenas uma única integração com respeito a y.1) elas vêm a ser: J ydV y= V (5. 5. um elemento horizontal de l.5) são conhecidos como primeiro momento de área. principalmente. e as coordenadas do centro de massa também vêm a ser as coordenadas do centróide C do corpo. como está ilustrado na Fig.s. Sempre que possível deve-se ter preferência por selecionar um elemento diferencial de l. (1) Ordem do Elemento.3) ou (5. de modo que seja necessário apenas uma única integração para cobrir toda a figura. se a área da superfície for curva como uma concha. (5.8 * O segundo momento de área (momento do primeiro momento) aparecerá posteriormente. 5. o conceito do princípio dos momentos é muito simple. a principal dificuldade de uma teoria está mUitb mais nos procedimentos para aplicá-Ia do que nos seus conceitos. Se a área for uma superfície plana.7 Os numeradores das Eqs. Como oGorre freqüentemente. (c) Volumes. de área dA = I dy. Novamente aqui. no plano x-y.5. na Fig. no Apêndice A. o centróide C da superfície curva em geral não se situará sobre a superfície. * Todas as três coordenadas estarão envolvidas.. _----FORÇAS OISTRIBUfoAS I 147 Fig.. Existem cinco pontos importantes que devem ser especialmente observados. entos de inércia de áreas. na apresentação de . 5.dQ Elemento para Integração. a fim de cobrir toda a figura. A densidade p é cancelada se ela for constante em todo o volume.6) (d) Esco/h.a ordem. na escolha do elemento diferencial e na definição da integral.8a. por exemplo. Para um corpo qualquer de volume Ve massa específica p. (5. O IY IY I I (a) (b) Fig. a dificuldade reside. somente as coordenadas neste plano serão desconhecidas. Das Eqs.

ao longo de toda a figura. 5. 5. tendo como elemento de volume a fatia semicircular de espessura diferencial. 5. que requer somente uma integração.a ordem da forma de uma fatia circular. a primeira em relação ax e a segunda em relação a y.l2b. onde foi escolhido o elemento de 1. 5. Como um segundo exemplo.7). para a faixa horizontal de área da Fig. em x = Xl' (3) Simplificação de termos de ordem elevada. (2) Continuidade. Sempre que possível.8b. 5.. devido à descontinuidade na expressão da altura da faixa. escolhe-se o sistema coordenado que seja mais adequado ao contorno da figura.1O y I I Ir] liJ I .11 (5) Coordenadas do centróide do elemento.10. irá obrigar a resolver duas integrações separadas. que requereria três integrais trabalhosas. dx • dy. Como um exemplo mais avançado. 5 .. Por outro lado.148 I ESTÁTICA elemento de 2. requer duas integrações para cobrir a figura.5.5. neste elemento.5. se confunde com as coordenadas y dos dois contornos.lla são melhor descritos em coordenadas retangulares. y --x -.a ordem dA = y dx e é desprezado o limite naturalmente não haverá erro.9.j rdx Fig. a faixa vertical do pelo termo de 1.a ordem. tome o . 5. ao invés de escolher um elemento de 3. é dada triângulo de segunda ordem de área -+ dx dy. de volume dV = rrr2 dy. (4) Escolha das coordenadas. Assim. enquanto que os de setor circular da Fig.'1 '1> y I I r --x ! 8 --x (a) (b) Fig. na direção z.. é essencial empregar as coordenadas do centróide do elemento para representar o braço de momento na equação do momento do elemento diferencial. o momento de dA em torno do eixo y é Xc • dA. os contornos da área da Fig. o braço de momento y c.a ordem. a faixa horizontal da Fig. onde Xc é a coordenada x do centróide G do elemento. I I I ".1I .a ou de 2. que se for usada. Assim. 5. . Quando se adota um elemento diferencial de 1. na direção y. Como regra geral.9 Fig. Assim." I . No caso Os termos de ordem elevada podem sempre ser despremais baixa (veja o item 1. zados quando comparados com os termos de ordem elemento de área sob a curva da Fig. Porém. dV = dx • dy • dz. deve ser selecionado um elemento que possa ser integrado em uma operação contínua. Portanto.8a é preferível à faixa vertical da Fig.12a.a ordem. considere o meio cone sólido da Fig.cone sólido da Fig.l1b são mais adequados para coordenadas polares. o braço de momento Zc ao centróide do elemento é o mesmo que a coordenada z do elemento. O braço de momento para o elemento na direção x é a distância Xc ao centróide da face do elemento e não a coordenada x do contorno do elemento. Observe que Xc não é o x que descreve os contornos da área.

serão aplicáveis. também. É importante que o significado físico desse princípio seja reconhecido na sua aplicação ao sistema de forças-peso paralelas mostrado na Fig. onde a densidade (massa específica) foi cancelada. do Apêndice C.6) V J z Zc dV = V o subscrito c serve para lembrar que os braços de momento que aparecem nas integrais das expressões para os mome. O reconhecimento do princípio dos momentos assegurará a utilização da expressão correta para os braços de momento xc. nos numeradores. Além disso. aos corpos físicos homogêneos. (5.5) Z=--e J Zc dA A ) X= y= _ J Yc dV (5. Neste ponto. Mantendo sempre em mente a equivalência entre o momento do peso resultante W e a soma (integral) dos momentos dos pesos elementares dW. é de valia para o estudante verificar se compreendeu claramente os princípios dos momentos (teorema de Varignon).6).FORÇAS OISTRIBUfoAS f 149 Y /' /' /' (a) Fig. que foi apresentado no item 2.12 Tendo em vista esses exemplos.4.4). As Tabelas C3 e C4.5) e (5. as Eqs. mantendo em mente o aspecto físico do princípio dos momentos. são sempre as coordenadas dos centróides dos elementos particulares escollúdos. que são relações geométricas.4a. é pouco provável que ocorra um erro no estabelecimento da matemática necessária.6) na seguinte forma: x = A J y= Yc dA A (5.5) e (5. Yc e Zc do centróide do elemento diferencial escolhido. .ntos. (5.5. apresentam um sumário das coordenadas de centróides de algumas formas usualmente empregadas. 5. (5. pode-se reescrever as Eqs.

vem: [Lx= J xdL] (2ar)x = J" -a (r cos 8)r 2arx de = 2r2 sen a Resp.Jo rh 2 Y y b(h h- y) dY _ bh2 6 Nota: <D y= 3 h Economizamos aqui uma integração usa.Ili. (5.2 Centróide de uma área triangular.5) dá: [Ay e = J ycdA] bh __. e a coordenada x do elemento é r cos e. vê-se imediatamente que este resultado também se aplica ao arco de 1/4 de circunferência. o que dá:X = 2r/1I'. Considera-se o eixo dos x coincidindo com a base.150 / ESTÁTICA Problema Resolvido 5. Problema Resolvido 5. Notel[~ dA deve ser expresso em termos da variá•. Escolhendo-se o eixo x como o eixo de simetria.a ordem. de integração y. (5. r sen a x=--a Para uma semi-circunferência 2Ci= 11'.4) e entrando com L = 2Cir. x/(h . Um elemento diferencial do arco tem um compri1) mento dL = r de. Localizar o centróide de um arco de circunferência como o mostrado na figura. 1) Escolhe-se uma faixa diferencial de área x dy. Nota: <D É claramente evidente a preferência no us: de coordenadas polares no lugar de coorcL"'nadas retangulares para expressar o comprimento de um arco de circunferência.y) = b/h.Por simetria.•. Pela semelhança de triângulos. quando a medida é feita como mostrado. tem-se y = O. Localizar o centróide da área de um triângulo de base b e altura h. Solução. Solução. Aplicando a primeira das Eqs. ser necessário x = f (' .1 Centróide de um arco de circunferência. daí. Aplicando-se a segunda das Eqs.:: o elemento de área de l.

Solução 11 . onde as medidas são feitas como mostrado. y = J'" -'" (~r cos B)(!r2 dB) I xc=jrcosO e. 2a = '/T. uma vez que a distância deste ponto a qualquer lado é igual a um terço da altura. Solução 1. Localizar o centróide da área de um setor circular. pode-se dizer que o centróide situa-se na interseção das medianas. 3 a 2 rsena Resp. Escolhendo-se o eixo dos x como o eixo de simetria. verifica-se que esta coordenada é 2r/3 multiplicado pelo cos O. como anteriormente. A área pode também ser coberta pela rotação de um triângulo de área diferencial em tomo do v~rtice e através do ângulo total do setor. Este triângulo. (6) Tenha cuidado para não usar r o como coordenada do centróide do elemento. (5. com este lado considerado como base. Por simetria. em relação a seu vértice. a primeira-!ias Eqs. a coordenada x de dA é medida para o centróide do elemento e. e deslocando-se esse elemento do centro do círculo para a periferia. A área do setor pode ser coberta tomando-se um segmento de anel circular como área elementar. O raio do anel é r o e a sua espessura é dr o' de modo que a sua área é dA = 2roadro' A coordenada x .2.é a coordenada do centróide do elemento dA do Problema Resolvido 5. Novamente. conforme o Problema Resolvido 5. y é automaticamente igual a zero. Assim.5a) fornece: ---x [Ax= JXc~ -('7Tr2)x 2a 2'7T r2ax x = Ir (rosen --o a a) (2roa dro) = ~r3 sen a 2 r sena =---3 a Resp. Problema Resolvido 5.1 e é ro sen a/a. que dá x = 4r/3'/T. como está representado na figura. mostrado na ilustração.3 Centróide da área de um setor circular.FORÇAS OISTRIBUrOAS I 151 Este mesmo resultado se mantém em relação a qualquer dos outros dois lados do triângulo considerados como uma nova base com a altura correspondente. onde ro substitui r. Aplicando-se a primeira das Eqs. vem: (r2a)x entre a variável r o e a constante r. Assim. Solução I Notas: Q) Observe com atenção que devemos distinguir Solução lI. onde os termos de ordem superior são' desprezados. Para uma área semicircular. ---x x=---. (5.5a). tem uma área dA = (r/2) (r dO). vê-se imediatamente que este resultado também se aplica à área de 1/4 de círculo.

Encontra-se a coordenada x do centróide. onde y é a altura da faixa. O princípio dos momentos dá: [Ay=fYcdA] Substituindo-se y y I 3ab -4-y - - -Ia ('i)y 2 O a --x dx Solução I vem: Resp.5a). ou Xc = (a + x)/2. Esta coordenada é a média das coordenadas das extremidades. = b (x/a) "3 e integrando. Portanto.x) dy onde Yc = Y para a faixa horizontal.5a). regida pela equação da curva x = ky3. brI y I k-xc == -2 _ a+x~ I O valor de y é determinado por ~==kY3 I I . Por outro lado. I I I r-x I Solução I.152 I ESTÁTICA Deve-se notar que. emprega-se a área elementar horizontal. o Observe que Xc =x para o elemento Vertical . =. (5. Solução Il . Solução 11. uma integração em relação a e daria como resultado o anel com o qual foi iniciada a Solução I.4 Localizar o centróide da área sob a curva x = ky3. • : x+-a-xI = I y dy --±- [Ay= f ycdA] y i b o (a - x) dy i u I o y(a -'. Problema Resolvido 5. a partir da primeira das Eqs. se for escolhido o elemento de segunda ordem 'od'ode. a integração em relação a '0 inicialmente daria o elemento triangular com o qual a Solução 11 começou. vista na figura abalxo. como aparece na figura. No cálculo de f x dA.a 4 Na solução de y pela segunda das Eqs. (5. vem: X bl-------Resp. Em lugar da área elementar vertical. O cálculo dessas integrais conduzirá aos valores encontrados anteriormente para x e y. Escolhe-se um elemento vertical de área dA = y dx. de x = O a y I x=a. Portanto. [Ax I I I _ b =f XcdA] x ia O y dx = ia xy O a dx y I I I I I I I I x Substituindo Y = (x/k)113 ek = a/b3 e integrando. deve-se usar a coordenada x do centróide do elemento para "x". a coordenada do centróide do elemento retangular é y c = Y /2..

O volume elementar mais conveniente é o de uma fatia circular. z Solução llI.5 Volume de uma semi-esfera. com limites de O a1T12. Como o plano y-z corta a semi-esfera no círculo y2 +Z2 = r2. O raio de qualquer elemento seria r sen e. Pode identificar algum termo de ordem superior do volume elementar. y = r cos e. Solução l. O comprimen to da casca. paralela ao plano x-z. através da equação do círculo. -y Solução III . (5. Devido à simetria. cobre-se totalmente o volume. Expressando y em termos de z. dá y = +~. de zero ar.FORÇAS OISTRIBUi"OAS I 153 Problema Resolvido 5. que tenha sido omitido na expressão de dV? As Soluções I e II são de emprego semelhante. enquanto que a espessura da fatia seria dy = (r de) sen e e a da casca dz = (r de) cos e. de modo que Yc = y12. obtém-se Solução II Nota: CD i f z ~y ij =~. por que cada uma envolve um elemento de forma simples e requer a integração com respeito a uma única variável. O volume do elemento é dV= (21TZ dz) (y). vem: ij = ~T Resp. (5. de espessura dy. o centróide da casca elementar está no seu centro. Uma outra alternativa poderia ser o uso do ângulo e como variável de integração.elemento diferencial uma casca cilÍndrica de comprimento y. Escolhendo-se os eixos como está representado na figura. Pode-se usar como . o raio da fatia circular é z = +~. como mostrado na figura. dz Solução lI. Localizar o centróide do volume de uma semi-esfera de raio r. Expandindo o raio da casca. em relação à sua base. O volume da fatia elementar vem a ser: 1 A segunda das Eqs. por simetria.6a).00) exige: Solução I Integrando. tem-se: x = z = O. raio z e espessura dz. Usando o valor de -} 1Tr3 encontrado na Solução I para o volume do hemisfério e substituindo na segunda das Eqs. Resp.

1 5. ]i = 2b/5 = x2/bl _____ -. x= 2a/5. Resp.J Probl. x = 3a/8. .4 Calcular as coordenadas do centróide do segmento de área circular.6 I I I Calcular a coordenada x do centróide da área sombreada.1 Determinar as coordenadas do centróide da área sombreada. 5. 5. 14R Resp.8 Probl.7 5. ]i = 3b/4 y 5.6 5.154 / ESTATlCA PROBLEMAS PROPOSTOS 5.-x = y2/4 5.4 Determinar a coordenada y do centróide da área sob a curva senoidal mostrada.5.09. Resp.2 Determinar as coordenadas do centróide da área sombreada.5 Y .--x Probl. : ú'L_ 1 3 5. x = 2.5 I Determinar a cOClldenada y do cent!Glde da Ílea. Resp.43.3 I I I I Ib ----a---J. 5.7 Calcular. Resp. 5. ]i = b/2 Probl. 5. --x Probl.5. por integração direta. 5.2 Localizar o centróide da área sombreada mostrada. ]i = 1. x = 3b/10.as coordenadas do centróide da área mostrada.3 I ---x I I I I I "y Probl. y= ~ b~~------- x Probl.b--x -.

9 --x --x Localizar O centróide da área sombreada entre as duas curvas.. Resp. (Ver a observação do Probl. 5.14 ELjI 11 a I I .y= -1.11 Localizar o centróide da área mostrada na figura por integiação direta.2mm.13 Especificar as coordenadas do centro de massa da camisa cilíndrica.) Resp.15 Probl. Resp. x=y=-21.11 Encontrar a distância z do vértice do cone circular reto ao centróide dó seu volume. Y x = 10 4 _ 31T 1T !!. 5. secionada. 5.10 Determinar a posição do centróide da área sombreada. 5.3 para calcular as coordenadas do centro de massa da parte mostrada do cilindro sólido homogêneo.8 5.z=125mm Probl. Observe cuidadosamente ó sinal do radical.FORÇAS OISTRIBUfoAS y I I I 155 5. --x Probl.12 I I I I I Determinar a coordenada x do centróide da área sombreada. x 5.10 5. I I x = y2 ~ = x3 'S ! ~'\ 1- 5.9 5. por referência direta aos resultados do Probl. Probl. (Atenção. mostrada. y I i I ~ x= ~~. 5.12 Y tt/ I ~X X::' 'j. 3 I I Probl. + '\ ~.. entre a elipse e o círculo.14 Use os resultados do Problema Resolvido 5. Probl.13 5.339a I I I a ~-----Probl. 5. 5..) Resp.1..11. . x = 0. 5. 5.

"f= r/2 "f= 2a/3 // / y / 4-a----. ao centróide do seu volume. 1800 em torno do eixo z.22 5.15 Calcular a distância li medida da base para o centróide do volume do tronco de cone circular reto. 5. ="4 Probl. de altura h.18.17 5.156 I ESTÃTlCA 5. Determinar a coordenada y do centróide do volume obtido pela revolução da área sombreada. a distância h do centróide da área lateral de qualquer cone ou pirâmide de altura h à base da figura. z z Probl.18 Probl. Resp. por inspeção. x Determinar a coordenada z do centro de massa da quarta parte da casca esférica homogênea de raio r.17 Localizar o centro de massa do corpo sólido homogêneo cujo volume é determinado pela revolução da área sombreada 3600 em torno do eixo z.2 e determine.23 5.23 . 5. 5.21 Use os resultados do Problema Resolvido 5.20 = 15a/(141T) Probl. 5. Determinar a distância "f. 5. da base de qualquer cone ou pirâmide. 5. 1800 em torno do eixo x. Resp./ Probl. 5.16 5. Resp. ]i 5. 5.20 5. h Resp.22 Probl. Resp.18 Determinar a coordenada z do centróide do volume obtido pela revolução da área sombreada sob a parábola. 5.16 li = :~ h Probl.19 Determinar a coordenada x do centróide do volume descrito no Probl.

27 R esp.29 Determinar a posição do centro de massa do corpo homogêneo. Resp. 5. obtida pela revolução do triângulo retângulo de altura a e base b. z Probl. em tomo do eixo dos z. do centro de massa da barra.26 Probl. 5. Um arco de comprimento diferencial é dL =. e está flexionada.24 Determinar a coordenada z do centro de massa do sólido gerado pela revolução da área do quadrante circular. 5. (Lembrete. z= 4r/31T Probl. x = 2h/3. representado na figura. percorrendo um ângulo (J. Determinar as coordenadas . da área do quadrante circular. em tomo do eixo dos z.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 157 5.25 5. 5.) z= _a_ 1T-2 x I I I ~----I I I a I 100 mm I I I I I I I O~--~-~I--X 1--I I I I I I -- y Probl.j 1 + (dyfdx)' dx. com o vértice na origem. do centróide do volume gerado por uma rotação de 900. em forma de sino e de espessura desprezível.24 Probl. 5. formando um arco de parábola.27 5.28 Determinar a posição do centro de massa da concha cônica representada na figura.26 A barra esbelta tem uma seção transversal uniforme.28 Probl.25 D~terminar a coordenada z. 5. + (dy)' =. Resp. 5.j (dx) . 5.29 . z= --- 2(4 + 31T) lla Calcular as coordenadas do centróide de uma cunha cônica. 5.

(Sugestão. mostrado esquematicamente na Fig.29. segundo o eixo dos x.4 . _ r 5.7) Fig. Assim. digamos. Relações similares se mantêm para as outras duas coordenadas. na direção x. x I =- rr rr-2 a (3rr _ 8) --- I K---I I I a. ou uma figura. u. m3 e cujas coordenadas dos centros de massa respectivos sejam. Escolher um volume elementar com a forma de uma casca cilíndrica. Xl. para um corpo. 5. a Resp. e escritas como: y= 22mlj 22m z= ~::J (5.32 z= 2(lQ-3rr) Determinar a posição do centro de massa G do semi-anel de aço representado na figura.) Resp. X3. // y/ // / -z Probl. puder ser convenientemente dividido em várias partes de formas simples.13 . 5.FIGURAS E CORPOS COMPOSTOS: APROXIMAÇÕES Quando um corpo. 5. X2. se cada parte for tratada como um elemento finito do conjunto. cuja interseção com o plano das extremidades do semi-anel aparece na figura. 5. Estas somas podem ser expressas em forma resumida.31 Determinar a coordenada x do centróide da metade Resp. o princípio de Varignon pode ser usado.158 I ESTATlCA 5. m2. do centro de massa do conjunto.31 R~R~ Probl.30 Determinar a posição do centróide do volume contido dentro da casca em forma de sino do Probl. 5. o princípio dos momentos dá: onde X é a coordenada.5. x = a2 +4R2 2rrR superior da casca em forma de s~.32 5.13. cujas partes tenham massas ml.

ou área. pode-se usar elementos de qualquer tamanho e formato. C : I I I ~ h-~ --x Fig. o peso correspondente. Para tais casos é. A área pode ser dividida em faixas de largura tu e alturas variáveis h. áreas e volumes compostos. são plotadas contra X. na apreciação da área. De fato. A's e V's. --x A 0ft\ t A. onde os m's são substituídos por L's. ou da figura.e aproximação. usa-se a altura média.15. é considerada como uma quantidade negativa. das áreas transversais. conforme mostrado. 5. Considere o problema de determinar a posição do centróide C da área irregular. desde que aproximem a área dada com uma precisão satisfatória. respectivamente. tal como a que aparece destacada em tracejado.5. A áreaA de cada faixa. Note-se que. onde as grandezas A. diminuindo-se a largura das faixas usadas. se um furo ou cavidade for considerado como sendo uma das partes componentes do corpo.necessário recorrer a um método q. é h Ax e é multiplicada 'pelas coordenadas Xc e y c do seu centróide dando os momentos da áiea elementar.14 A precisão do cálculo aumentará.5. também.14.FORÇAS DISTRIBUrOAS I 159 Relações análogas se mantêm para as linhas. nos quais não se tem a expressão matemática correspondente. havendo casos. 5. Na prática.15 . Pode-se reduzir o problema de localizar o centróide de um volume irregular à determinação do centróide de uma área. Embora seja usualmente vantajoso utilizar elementos de largura constante. ou furo. freqüentemente aparecem casos em que os limites das áreas ou volumes não podem ser expressos segundo forinas geométricas simples. das somas ~Axc e ~Ayc' e dos resultados Fig. representada pela cavidade. Em todos os casos. não há necessidade que se faça assim. dividida pela área total dará a coordenada correspondente do centróide procurado. mostrada na Fig. composto. Considere o volume mostrado na Fig. Uma faixa vertical sob a curva tem áreaA tu. Uma tabela ordenada dos resultados permitirá uma avaliação metódica da área total ~A. A soma dos momentos de todas as faixas. normais à direção X.

38 (kg (kg o° mm) o mm) 140.m J. Tomar-se-á a peça triangular como uma área negativa. mostrados na parte inferior da ilustração. que a coordenada x do centro de massa é zero.08 9. tem-se do Problema Resolvido 5.642 -120.mz ] J. O corpo pode ser considerado como composto dos cinco elementos. A massa m de cada peça é facilmente calculada sem ser'necessária qualquer explicação adicional.6 z Determinar a posição do centro de massa do conjunto suporte-e-eixo. (5. Os termos pertinentes à aplicação das Eqs.3 mm 2.'"4 (50) = 21. [z = Resp. que é igual a Problema Resolvido 5.73 my 50. Solução. Para os eixos de referência indicados é evidente.476 21. por simetria. e a coordenada x do centróide da área sob a curva é dado por ~(A Lix)xc x=--~A Lix para o centróide do volume real.0 2.094 -100.7 -120. Assim. enquanto o material da base horizontal tem40 kgfm2• A massa específica do eixo é de 7.my ] J.7 = 53.19 110.030.22 -90.7) são melhor apreciados na forma de uma tabela como a seguinte: m y Z ° m z °° (mm) -150. Medidas em relação aos eixos coordenados tomam Z= -[150 . Para a peça 1.25 -+(75))= -100mm As coordenadas x e y dos centros de massas das peças restantes são obtidas facilmente por inspeção.3 4r _ 3. vê-se do Problema Resolvido 5.0 0. .73 2.562 -75. A aba vertical é uma chapa metálica com massa de 25 kgfm2. e os resultados são: [y = J.160 / ESTAnCA que é idêntica ao correspondente elemento de volume . ser aplicadas.m Y = Z = 140.098 (rnrn) (kg) -0.642 = -45.::l V.642 75.83 Mgfcm 3.7 As Eqs. a área sob a curva plotada representa o volume do corpo.2 mm 311' Xl 150 75 mCD ~ l00~ Z= Para a peça 3.2 que o centróide de uma massa triangular está a + da sua altura a partir da base. agora.0 1.00 2.7 mm Resp.7) podem.0 0.600 -42.0 0. (5.

li .10. --x Probl.33 y I Resp. a I I . 508. X = 6.5. 50S.entre a coordenada x do centróide da área deste sombreada a elipse e o círculo do Probl. (Consulte a Tab.37 ~\ ~ Determinar. Problo 5. repetida aqui. Y=-- 91T (8 Calcular a coordenada y do centróide da fIgura mostrada. ~' ..r FORÇAS OISTRIBUfoAS / 161 8 PROBLEMAS PROPOSTOS do centróide da área triany I I Calcular a coordenaday gular. 14R Probl. I----x ..38 Y I Probl. 5.54 mm Y I x Probl.repetida aqui.35 @ Localizar o centróide da área sombreada do Probl. pelo método artigo.39 . mm 60 . pelo método apresentado neste artigo. repetido aqui. C3 no Apêndice C para obter as propriedades de uma área elípticao) ~ Calcular a coordenada: x do centróide da área sombreada mostrada. pelo método apresentado neste artigo.~ '-~. Resp. 5. Resp. 5036 \ --x \\ \\ ______ \ ~ __ x.mm 90 I I I I a ~-----Probl. 5. Localizar o centróide da área do Probl.5.' . Y = 40 mm I I I I y.

fi = 39. curvada no formato mostrado. da superfície inferior da chapa da base ao centróideda seção estrutural composta.2m y I 150mm 50mm I Probl. 10 .5.311' a Resp.45 150 mm I L:::-::::" L:J ---. X= Y= 107.43 Uma barra uniforme é dobrada na forma mostrada e está pivotada em Q. Resp. Resp.46 A concha hemisférica e sua base semi-circu1ar são formadas pelo mesmo pedaço de chapa metálica. y Probl./ área sombreada.46 . 5.11. 6m 6m Probl.5. repetida aqui. y I Probl. pelo método deste artigo.lmm.45 5.5.162 I ESTAnCA rS:39\Loca1izar o centróide da área sombreada do Probl.S..41 5.5. Z=31.16.44 I I I I 5. de modo que a seção reta permaneça na horizontal.42 5. 5. x= y= ---4-11' 3 t5.lmm ~.44 Calcular as coordenadas do centro de massa da barra esbelta.42 Determinar a distância fi. aqui repetido . em terinos do raio r. Prob1.3 mm z Probl. Resp. / / /+" II " 4ml " X=31. Encontrar o valor de a. pelo método deste artigo.43 5. 5. a altura fi da base ao centro de massa do tronco de cone maciço do Probl.9mm. ProbL 5.4Ol Calcular a distância Y do eixo x ao centróide da ..r 50 mm 50mm Determine..40 Q Calcular as coordenadas do centróide da área sombreada. Y=48.

'1= 47.9mrn. calcular o erro e. Z = 10. 5.48 As massas das três peças do conjunto soldado. Calcular as coordenadas do centro de massa.90. 4.47 Y=r/3 Calcular as coordenadas do centro de massa do molde mostrado. 5.51 Determinar as coordenadas do centro de massa do suporte. _ . tal como está esquematizado na figura.FORÇAS DISTRIBUrOAS de pequena espessura. I I __ I a Probl. 5. é de 36 \ég/m2• Resp.50 Dimensões em milímetros Probl. X = 348 mm. Z=200. e = 1. são..6mm 5. 5.2 kg e 2..49 Uma peça é formada por uma armação tubular.3 mm y I Probt.48 5.52 Dimensões em milímetros Probl.00% para menos y b~----. consistindo de placa triangular. em percentagem. que se comete ao se determinar a coordenada x do centro de massa da área triangular. X=0.475r. respectivamente.2 kg. y I Como exemplo da precisão que se pode ter nas aproximações gráficas. Determinar a posição do centro de massa da cilíndrica com uma das extremidades fechacU um semicúculo. 2. de 100 kg/m\ calcular as coordenadas do centro de massa da peça . Resp. que é feito de uma chapa de espessura uniforme.3 mm. 5. X= -8.51 5.2mrn.5.47 5. 'I = . Usar os resultados do Probl.. 5. soldada a uma chapa triangular.50 Resp.4 mm. A casca é feita de chapa me: de 24 kg/m 2 de massa e o semicírculo da e dade é feito também de chapa metálica cuja fi: no entanto.5 kg por metro de comprimento.S mm Probl. '1= -31.49 Probl. em lugar do triângulo.23.5 kg. 5. e a da chapa.52 x . Admitindo que a massa do material tubular seja de 7.. Resp. e calcular as coordenadas do centro de massa da concha e da base combinadas. barra uniforme e chapa semicircular. X=17. 5. Resp. empregando-se os cinco retângulos de largura a/5.

Resp. Probl. 5.227d.90 Um envólucro cilíndrico com uma extensão retangular e extremidades semi-circulares é todo fabricado da mesma folha de metal. Determinar o valor de h que causará o centro de massa do restante da placa se localizar o mais para a esquerda possível. Z = 73.57 5.5 mm. D = 1. y I 120' 100 mm 'x -x 20 40 60 80 100 120 140 160 mm Probl. com um furo axial de diâmetro dI e profundidade h.~.56 Probl.55 Probl. verifique sua estimativa pelo cálculo usando a malha superposta. 5.586a Uma carga homogênea de explosivos deve tomar a forma de um cilindro circular de comprimento L e diâmetro d2. Y = -14.57 5. Resp.58 Probl. Calcular o ângulo a feito pela parte retangular com a vertical quando o envólucro repousa sobre uma superfície horizontal.58 . no mesmo raio r.53 5. de lado a. 5. 5. () = 84. h = 0.56 Determinar a posição do centro de massa da chapa [ma. Determinar o diâmetro D e a posição angular () de um furo a ser broqueado no disco.53 / "'lATlCA Um gabarito metálico tem a forma mostrada. X = O.54 O disco contém três furos de diâmetro d nas posi- ções mostradas. a = 39. 5.60 Probl. dobrada no formato mostrado na fIgura. para assegurar o equilíbrio (centro de massa em O) do disco.55 Um pedaço retangular é removido de uma pláca de metal quadrada. 5. Estimar a localização do centróide da área visualizada e anotar suas coordenadas. Determinar o valor h que fará com que o centro de massa da carga fIque o mais afastado possível da extremidade aberta.0 mm y . Resp. em uma posição de equilíbrio. A seguir. quando este girar em torno de seu centro O. Resp. 5. como mostrado no corte.: 5.54 5.

=__as vezes. aparentemente. como yL = 27T J Y dL = f Y dL.5. do seu conhecimento. comoyA = f y dA. 1577-1643). a área gerada é igual à área lateral de I Fig. de comprimento L no plano x-y.8) onde y é a ordenada do centróide C da curva de comprimento um cilindro circular reto de altura L e raio y. Um elemento desta superfície é o anel gerado por dL. igualmente simples para o cálculo do volume gerado. gerando uma superfície. então. 5.9) de y é a ordenada do centróide C da área A resolvida. a área vem a ser: (5. a quem alguns atribuem a autoria original.5 . I y I y I I L.9). gira em torno do eixo dos x. geôrnetra grego que viveu no 3.8) e (5.16 Fig. o anel da seção transversal dA e raio y é um elemento do volume gerado pela revolução da área A.TEOREMASDEPAPPUS* Existe um método muito simples para calcular a área de uma superfície gerada por uma curva plana. são úteis não somente para o cálculo das ireas e volumes gerados como também para determinar os centróides de linhas e áreas planas. que gira em torno de um eixo do seu plano. Na Fig.17. A área deste anel é a súa circunferência vezes o comprimento do arco: dA = 27TY dL e a área total é. o arco de curva.0 século d.16. (5.5.I FORÇAS OISTRIBUfoAS / 165 5. . em torno de um eixo do seu plano. tem-se: (5.e. A Porém. descrita pelo seu centróide. Os dois teoremas de Pappus. Assim. não obstante os :::3balhos de Pappus serem. Na Fig. e o volume total é: Porém.17 No caso do volume gerado pela revolução de uma área. Esses teoremas são apresentados. pode-se estabelecer uma expressão. quando as áreas * Atribuídos a Pappus de Alexandria. o volume gerado é obtido multiplicando-se a irea geradora pela circunferência da trajetória circular. em tomo do eixo dos x. O volume elementar é d V = 211)' dA. Assim. e que não a intercepta. com o nome de Guldin (Paul Guldin. expressos pelas Eqs. e que não o intercepta. 5.

Do volume conhecido V = 1. Usar a notação do semitoro do Probl.63 Probl. de um cone circular reto de raio da base r e altura h. Assim A sendo e expresso em radianos.9). 5. 5.da superfície de um toro completo. 5. 5.32 e determinar o volume V e a área A. menor do que 2rr. determinar a distância radial r do centróide do arco do semicírculo usado para gerar a superfície. no ângulo de 1800 do triângulo retângulo. (5.64 Calcular o volume V do sólido gerado pela revolução.62 ProbL 5. tem-se a distância do centróide ao eixo de revoluçã:o.61 5. substituindo-se 27T por e nas Eqs. gerado pode ser obtida. z c Probl.66 . = ()ijL e v = ()ijA PROBLEMAS 5. 5. a área ou o volume.'/I'r3 de uma esfera de raio r. girando 3600 em torno do eixo dos z. 5. Da área conhecida A = 4'/1'r' da superfície de uma esfera de raio r. Probl. em torno de eixos que não os interceptam. pelo método apresentado nesta seção. em torno do eixo dos z.63 Uma casca tem a forma de uma superfície gerada por um arco de circunferência.59 PROPOSTOS 5.166 / ESTÁTICA e volwnes gerados pela revolução dessas linhas e áreas. Resp. percorrendo apenas wn ângulo e. determinar a distância radial r do centróide da área do semicírculo usado para gerar a esfera. Calcular a área da superfície de um dos lados da casca completa.62 Probl.64 5.8) e (5. Dividindo-se a área ou volwne por 27T vezes o valor correspondente ao comprimento da linha ou a medida da área.60 5. V= 3 619mm3 Determinar o volume V e a área lateral A. são conhecidos.65 O triângulo sombreado de base b e altura h gira em torno de sua base de um ângulo e para gerar uma parte de um sólido de revolução.65 5. Escreva a expressão dO'volume V do sólido gerado. No caso em que a linha ou área não completa o giro.

mostrada aqui outra vez.69 Calcular o volume Ve área A total da superfície do anel completo. 5. 5.67 5.5. feito de alumínio. num ângulo de 900• Resp.a I I I I I ~ z I I I Probl. empregando o teorema de Pappus. ser pintado cqm duas demâos de tinta com índice de aproveitamento 16 m'/litro. em torno do eixo dos z.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 167 5. A massa específica do ".72 (311 - 2) z I I Um tanque de arrnazenamento de água é uma casca de revolução e deve.70.50 m da linha de centro do tanque. consultou um desenho em escala do tanque e determinou que a linha curva ABC tem um comprimento de 10 m e que o seu centróide dista 2. num ângulo de 900• forma de sino do Probl. Calcular a distância r ao centróide da meia seção.12 1103 5.87 (10') mm' Determinar o volume V gerado pela revolução da área do quadrante de círculo.69 5.71 5. x I I I 5. alumínio é 2. Quantos litros de tinta serão necessários para pintar o tanque e a coluna vertical cilíndrica? Resp.68 A 5. 5.5 litros Probl. cuja seção transversal quadrada é mostrada. . Resp. a área da superfície de um dos lados da casca em Um volante de controle manual. O engenheiro (que não se esqueceu da Mecânica).70 Determinar. V= Determinar o volume contido pela casca em forma de sino do Probl.0 kg.70 Probl.73 5.67 ~---. A = 9.29. 25.68 Determinar o volume V gerado pela revolução da área do quadrante de círculo. tem as proporções mostradas na vista em corte.66 Os dois arcos de círculo AB e BC sofrem uma revolução em torno do eixo vertical para obter a superfície de revolução mostrada. 5. Empregar os resultados citarlos no Probl. A área total da seção mostrada é 15 200 mm' e o volante tem massa de 10.69 Mg/m3• . em torno do eixo dos z.39. Calcule a área desta superfície. z Probl. 5.72 ProbL 5. 5.

longas. cuja seção é mostrada.2 (106) mm3 Probl.62 m' 5.6 m.73 Dimensões em milímetros Probl. estabelecendo-se as condições exigidas pelo equilíbrio da viga. do arco de círculo de 0.40 Mgfm'. e considerando-se qualquer parte dela separadamente. Resp. O concreto tem massa específica de 2. 5.76 Calcular a massa· m.168 / ESTÁTICA Probl. sem dúvida alguma. Segundo. em toneladas do concreto necessário para construir a represa em arco circular vista na figura.74 5. e as cargas são em geral aplicadas normalmente aos eixos das barras. foi projetado para a embalagem de um item de produção em massa.6 . A capacidade de carga de uma viga é analisada sob dois aspectos.75 5. os mais importantes de todos os elementos estruturais.8m 120' ) / / 1\ V / I Probl. TÓPICOS ESPECIAIS 5. em torno do eixo dos z. v= 27.126 (106)/Mg \. Determinar a área A gerada. como uma peça única. Calcular o volume de estiropor usado em cada anel. estabele- . Resp. Primeiro. m = 1. Resp. 5. A = 4. As vigas são. 5. As vigas.VIGAS Os elementos estruturais que oferecem resistência à flexão causada por cargas aplicadas são conhecidos como vigas.75 Um anel de estiropor. em sua maioria.76 SEÇÃO B.8 m de raio e subtendido pelo ângulo de 1200• O diâmetro do pescoço é de 0. 5.74 Uma superfície é gerada pela revolução completa. são barras prismáticas. \0. e a teoria que serve de base para os cálculos deve ser perfeitamente conhecida.

5.18 . 5. 5. ser identificadas pelo tipo de carregamento externo que suportam. além disto. As que têm mais apoios do que os necessários para o equilíbrio são estaticamente indeterminadas e. à flexão e à torção. A intensidade pode ser constante ou variável. também. a sua derivada. 5. A força V é chamada força de cisalhamento. é descontínua em D. contínua ou descontínua. uma viga também oferece resistência ao cisalhamento. onde muda abruptamente de intensidade. A Fig.19 é constante de C aD e variável deA a C e deD aB.20.18 mostra exemplos de ambos os tipos. Embora intensidade não seja descontínua em C.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 169 cendo-se as relações entre as forças resultantes e a resistência interna associada. Além de resistir à tração e à compressão. Composta y 8 t-t Engastada em uma extremidade e simplesmente apoiada na outra Engastada em ambas as extremidades Vigas estaticamente indeterminadas / Fig. A intensidade w de uma carga distribuída pode ser expressa como força por unidade de comprimento da viga. normalmente tratadas no estudo da Resistência dos Materiais. Flexão e Torção. li- w ~ C D ~--x B Fig. Este item diz respeito somente ao primeiro aspecto do problema e dará os conhecimentos necessários para calcular a distribuição ao longo da viga das forças internas e dos momentos que atuam em cada seção.19 suporta uma carga distribuída.19 (b) Osalhamento. (a) Tipos de vigas. devem ser consideradas as relações entre as cargas e as deformações. As vigas apoiadas de modo que as reações dos apoios possam ser calculadas apenas com a aplicação dos princípios da Estática são conhecidas como estaticamente determinadas. Estes três efeitos estão ilustrados na Fig. como está mostrado na parte esquerda da figura.18 estão suportando cargas concentradas enquantO' que a viga da Fig. .5. para a determinação das reações dos apoios. A primeira parte desta análise exige a aplicação dos princípios da Estática. além dos princípios da Estática. A intensidade do carregamento na Fig. 5. de modo que a viga possa suportar aquelas forças. o conjugado M é conhecido como momento fletor e o conjugado T é chamado momento torsor. As vigas da Fig.dwjdx. Estes efeitos representam as componentes vetoriais da resultante das forças que atuam sobre uma seção transversal da viga. / Vigas estaticamente determinadas As vigas podem. o é. enquanto a segunda envolve características de resistência. Nesta seção são examinadas somente vigas estaticamente determinadas.5. Contínua â v.

5. A seção transversal da viga é a do perfIl estrutural I. +v Fig. que os sentidos de VeM são opostos nas duas seções. sobre uma certa seção de uma viga carregada. com a alma de pequena espessura comparada com a das mesas. nos diagramas de corpo livre.170 I ESTATICA v ~ V Cisalhamento Torção B)M Flexão V Carregamento combinado Fig.21.21 Ocorre com freqüência a impossibilidade de se determinar. Para auxiliar a interpretação física do momento fletor M. é recomendável representar VeM. 5. para valores positivos de cisalhamento Vede momento fletor M. e deixar os sinais algébricos dos valores calculados indicarem o sentido correto. As convenções mostradas na Fig. se o cisalhamento e o momento.22. principalmente. são positivos ou negativos. considere a viga.5. para a força de cisalhamento V e para o momento fletor M.22 . pelo princípio da ação e reação. 5. mostrada na Fig. Para este perf1l. são as mais empregadas. sem o auxI1io de cálculos. causados por forças aplicadas sobre a viga e contidas em um único plano. em seus sentidos positivos. tlexionada pelos dois conjugados iguais e opostos.20 A partir deste ponto a atenção será voltada. Observa-se.5. Por esta razão. a I Fig. aplicados em suas extremidades.

uma parte da viga. Em seguida. Essas equações estabelecerão as expressões para o esforço cortante Ve para o momento fletor M que atuam na seção transversal da parte da viga isolada.T. Particularmente. 5. quando. A variação da força de cisalhamento Vedo momento fletor M. fornecem os diagramas de esforço cortante (força de cisalhamento) e de momento fletor da viga. Se forem utilizadas as forças à direita. Se forem utilizadas as forças à direita a convenção deverá ser invertida. calculado pelas forças situadas à esquerda da seção. pela aplicação das equações de equilíbrio a um diagrama de corpo livre da viga. porque uma tal posição representa um ponto de descontinuidade na variação do esforço cortante (cisalhamento) e do momento fletor.irios ao estudo da viga. à direita ou à esquerda da seção arbitrária. a preocupação principal no projeto ou seleção de uma viga.23 ilustra os três casos mais comuns e as respectivas resultantes das cargas distribuídas. Existem convenções para o traçado. estando sob compressão. fornece elementos necess. usualmente conduz à solução mais simples. porém não são universais. devendo-se determinar esse valor e a seção em que atua.uma de tração e a outra de compressão . Se uma viga com seção transversal diferente fosse carregada do mesmo modo. Deve ficar perfeitamente entendido que a mesa superior sofre encurtamento. O esforço cortante é positivo.5. A Fig. * (c) Cargas Distribuídas. Finalmente. enquanto a mesa inferior sobre alongamento. A resultante das duas forças . Os carregamentos cujas intensidades sejam constantes ou que variem linearmente ao longo da viga são de fácil tratamento. em geral. observa-se que a resultante passa pelo centróide da figura formada pela intensidade w e pelo comprimento. quando representadas graficamente.21. As expressões para VeM. 5. A primeira etapa na determinação dos esforços cortantes e momentos fletores é estabelecer os valores de todas as reações externas sobre a viga. A parte da viga que encerra o menor número de forças. Não se deve escolher uma seção transversal que coincida com a localização de uma carga concentrada. indicar uma rotação no sentido dos ponteiros de um relógio. Em cada um desses exemplos. o valor máximo do momento fletor é. As variações da força de cisalhamento (esforço cortante) e do momento fletor são representadas com mais perfeição graficamente.23 • N. sobre o qual se distribui o carregamento. estando sob tração. à direita ou à esquerda de uma seção transversal arbitrária. O momento fletor é positivo quando. ao longo do comprimento. em função da distância ao longo da viga. . a convenção deverá ser invertida. em cada seção escolhida.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 171 carga suportada pela alma pode ser desprezada quando comparada com as das mesas. devem ser coerentes com a convenção positiva. ilustrada na Fig. e as equações de equilíbrio são aplicadas a esta parte isolada da viga. ~ usual indicar nos diagramas as zonas positivas e nega. a distribuição das forças na seção seria diferente porém a resultante seria o mesmo conjugado. for voltado para cima. considerada como um todo. é isolada com um diagrama de corpo livre.atuando em uma seção qualquer é um conjugado e tem o valor do momento fletor da seção. calculado pelas forças situadas à esquerda da seção. é importante observar que os cálculos para VeM.tivas por meio dos sinais (+) e (-). R =t I wL C2L/3~ A1ffll L (b) w L (e) ~ Fig.

A integral f w dx dá a resultante R e a integral f xw dx. isolado. A Eq. na posição x. O cisalhamento Ve o momento M que atuam sobre o elemento são traçados. em qualquer ponto. pois este comprimento é uma quantidade diferencial e o efeito de qualquer variação de w ao longo dele é desprezível comparado com o próprio valor de w. poré~ identificadas 'como V + dV e M + dM. (5. Assim. que muito auxiliarão a construção das distribuições de cisalham~ntos e de momentos. com sentido positivo. A Fig.24. w = f(x) -1 r-dx M(i~M+dM V+dV Fig.10) que a tangente do diagrama de cisalhamento deve ser. O carregamento w representa a força por unidade de comprimento da viga.25 representa uma parte de uma viga carregada e um elemento dx da viga. 5. (5.10) Observa-se da Eq.10) vale dos dois lados de uma carga concen- . Pode-se estabelecer algumas rela· ções gerais. 5. o momento da força distribuída.5. estas quantidades são também mostradas no sentido positivo.25 O equilíbrio do elemento requer que a soma das forças verticais seja zero. O princípio dos momentos permite localizar R através de R"X = f xw dx. porque é necessário existir variação de VeM como x. No lado oposto do elemento. onde a coordenada é x + dx. igual ao negativo do valor do carregamento aplicado. tem-se vou w dx . j+-x I I I I I I I I dR=wdx H-x~ ~dx Fig. dR = w dx. deve-se iniciar com um incremento diferencial de força.172 / ESTÁTICA Para um carregamento de forma mais geral. para qualquer viga com carga distribuída.5.(V + dV) = O (5. como o da Fig. O carregamento aplicado w pode ser considerado constante sobre o comprimento do elemento.24 (d) Relações Gerais entre Carregamento. Cisalhamento e Momento.

então. (5. tendo atenção para utilizar os limites ~da integração apropriados em cada integração. para uma viga com carregamento dado por w = kx. das Eqs. uma vez que dM/dx = O. 5.. O. * Quando a flexão de uma viga ocorrer em mais de um plano. que permitem escrever expressões analíticas pna o cisalhamento Ve o momento M sobre um campo de descontinuidades. é possível introduzir um conjunto especial de expressões chamadas funções singularidade. que o grau de M em x é um acima do de V. porém não pode ser usada no seu ponto de aplicação devido à descontinuidade provocada pela variação súbita no cisalhamento. As Eqs. combinados vetorialmente. Tomando os momentos em relação ao lado esquerdo do elemento. pode ser efetuada uma análise separada em cada plano. que V é uma função de x com grau uma unidade acima daquele referente a w e. geralmente. o cisalhamento V é do segundo grau em x e o momento fletor M é do terceiro grau em x. o grau da função M de x é duas unidades acima do de w. em qualquer ponto da viga. tem-se M + w dx. Nas vigas onde não existir momento Mo externamente aplicado em Xo = 0. por serem diferenciais de ordem superior comparados com os demais. Mo é o momento fletor em Xo e M.11.10) e (5. como é o caso de vigas com carga concentrada. que é do primeiro grau em x.11). Assim. e passa por um valor nulo. o momento total em qualquer seção é igual à área sob o diagrama de cisalhamento até aquela seção. Nessa expressão. Observa-se. neste ponto. o momento em x. integrando 5.10) e (5.. Pode-se. igual à tangente da curva de momentos.25 também requer que a soma dos momentos seja nula. agora. exprimir o momentoM em função do cisalhamento V. (5. Também ocorrem valores críticos de M quando V cruza o eixo do zero de forma descontínua. o momento fletor Quando V é uma função contínua de x. Assim. Este livro não discutirá estas funções . obtém-se simplesmente (5. a maneira mais simples de construir o diagrama de momentos . M " f ou M Mo dM=f "o Vdx = Mo + (área sob o diagrama de cisalhamento de Xo ax).11) que significa ser o cisalhamento.11) podem ser combinadas para dar * (5. O equilibrio do elemento na Fig.2 + (V + dV) dx dx - (M + dM) = O Os dois M's se cancelam e os termos w (dX)2/2 e dV dx podem ser desprezados. . O procedimento de somar a área sob o diagrama de cisalhamento é. Os resultados podem ser.12) Assim.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 173 trada. Com isto. Além disto. se w é uma função de x. - * Quando w é uma função descontínua de x. Este método só pode ser empregado se w for uma função contínua de x. o momento M pode ser obtido por duas integrações. também. com dV/dx será máximo ou mínimo.

4) 00 -x) +M= M= 2. isola-se uma seção da viga. Os valores de VeM são representados conforme mostrado. O momento fletor máximo ocorre na seção onde o cisalhamento muda de sentido.kN'm I 9.4 (10 -x) OLol O Estes resultados são válidos apenas nas seções da viga à direita da carga de 4 kN. O equilíbrio requer.4 kN ± V J--x tRz = 2. m I I .6 kN R2 = 2.7 Sm 4 kN Determinar as distribuições de cisalhamento e de momento na viga da fIgura produzidas pela carga concentrada de 4 kN.2.S I I [I:Fy = O] = O] V + 24 =O V= .4 kN A seguir.6 - V= O O V= 1. 6 iõ-x.174 I ESTÁTICA Problema Resolvido 5.4 kN = O] [I:MRI = O] [I:Fy 1. vê-se que o momento M é.l Solução.6x M -1.4 kN O r--------I I I I I I . Encontra-se as reações nos apoios através do diagrama de corpo livre da viga considerada como um todo. 4kN RI = 1. partindo de x = O. ~ 4m.6x= Estes valores de Vede M se aplicam a todas as seções da viga à esquerda da carga de 4 kN.4 [I:MR2 -(2.SI 2. com seus sentidos positivos. meramente. a área sob o diagrama. O equilíbrio dá Mq V. de cisalhamento.6kN M= 1. de comprimento x.2.kN 1. O próximo passo é isolar uma seção da viga à direita da carga de 4 kN e traçar o seu diagrama de corpo livre mostrando VeM com seus sentidos positivos. M. Quando se percorre no sentido positivo o eixo x. e traça-se o seu diagrama de corpo livre mostrando o cisalhamento V e o momento fletor M.

plotando VeM.67 . R. que representa a carga distribuída.04x'.04x'(x/3) -M= O .m 10 A equação de momentos em tomo da seção cortada e a equação das forças na direção y estabelecem o equilÍbrio da seção.33 .0.0. A intensidade da carga linear é w = (x/l0) = 2.4 = O.O.13 kN 'm Outra vez. R = -} (0. respectivamente.04x' . Determinar as distribuições de cisalhamento e de momentos. dando [I:M= O] 1. Substituindo este valor de x.0.04 = 5. (10) = O. em qualquer seção. isola-se uma seção representativa da viga e traça-se o diagrama de corpo livre.1 Solução.8) = 0. (5~10) e (5. Se as expressões para VeM forem derivadas em relação a x.67 M= 1.2.08x e dM/dx = 1.77 lO-X' m Como a intensidade da carga é uma função contínua de x. ~ .33 .33x . agora. Assim. Os diagramas da força de cisalhamento e do momento fletor podem ser obtidos. a w e a V.33 .33/0.J 1.11). na expressão. é a área sob a curva de cisalhamento até aquela seção.77) . induzidos na viga pela carga distribuída.0. iguala.V= O V= 1. Assim.0.0.67 kN (0. dá Mmáx.0133 (5.04 x' --x. mostrando VeM nos sentidos positivos. conforme mostrado . Nota-se que M é máximo quando V = O. que. cuja intensidade varia linearmente com o comprimento. conforme mostrado.4 (6.33 kN --x R2 A seguir. = 2. o que ocorre quando 0= 1..33 (5.33x . conforme requerido pelas Eqs.77 m.08x)x = 0.77)3 = 5.8 . 10m . .04x' ()u x =.~kN/m I. O equilÍbrio da viga como um todo dá [I:MRI [I:Fy = O] = O] 0. observa-se que o valor de M. e passa pelo centróide desta área.0133x3 [I:Fy = O] 1. = 1.67kN RI y I + 2.67) R! R. .04x' 5. = 1. ~ .FORCAS OISTRIBUfoAS I 175 Problema Resolvido 5.33 . A resultante R da distribuição linear de carga é igual à área do diagrama triangular. paraM.8) (10) = 4 kN. F= -}wx = -}(O.08x kN/m A resultante F do carregamento linear sobre a seção da viga é igual a área da distribuição triangular e passa pelo centróide desta área. . obtém-se -dv/dx = 0. as expressões para VeM são válidas ao longo de toda a viga.

23 m. mostrada na parte superior da figura. a Pll1tir da extremidade esquerda da viga. Do diagrama de corpo livre da seção compreendida em 2 < x < 4 m. O último intervalo pode ser analisado por simples inspeção.~.1..5 kN e o momento segue uma relação linear.5 kN I I = 01 V + 1 (x .77x ' I : : I 1 1 1 I Estes valores de Vede M estão traçados nos diagramas de cisalhamento e de momento. O somatório das forças verticais e o somatório dos momentos em torrio da seção cortada dá 2kN I P. As reações dos apoios são mais facilmente encontradas.~-"-176 / ESTÁTICA Problema Resolvido 5.0.2) -. neste intervalo. para o intervalo 4 < x < 5 m. O momento máximo ocorre em x = 2.23 = x-2 M + 1 (x .50x' Estes valores de Vede M estão traçados nos diagramas de cisalhamento e de momento.771 V= -1.l.m 1 6 M= 1. usando o diagrama de corpo livre da parte da viga à direita da seção.667 + 2. Continua-se a análise do restante da viga.1.1. .25x' 3 -----' ---x =° I M + (0. m m Solução.m I ]1.33 . considerando-se as resultantes das cargas distribuídas. Deve-se observar que VeM estão representados nos seus sentidos positivos.23x . O . = 1. O cisalhamento é constante e igual a + 1.23kN L _327kN I IR2 - Estes valores de VeM são válidos para O < x < 2 m e estão plotados. conforme mostrado no diagrama de corpo livre da viga considerada como um todo.83 kN'm Resp.-----------------.23x M .L i I Á"-. iniciando com valor nulo na extremidade direita da viga.9 Traçar os diagramas das forças de cisalhamento e dos momentos fletores para a viga carregada.77 kN e M= 7.0. no intervalo seguinte.0833x3 tR.5 1 : I I -1.23 = 1. Determinar o momento máximo M e sua localização x. O somatório de forças verticais e o somatório dos momentos em tomo da seção dá t 1/23kN V i 61 -l--x. em torno da seção cortada dá [~Fy 123 kN ~' t • ~M I~~(" ~M M l(x _ 2) ~D .2 ° V = 2.23x =° .0. o equilíbrio das forças verticais e a soma dos momentos. para o intervalo 2 < x < 4 m. 'm·-.23 .23x .2) + 1 .momento máximo é 1831----~ J I MkN'm 1 I--x.25x') ~ .: x ~ M= -0. e a intensidade de M é obtida substituindo este valor de x na expressão para M do segundo intervalo. 1'.Fy= [~M=O] 01 v = 1. Oprirneiro intervalo da viga é analisado no diagrama de corpo livre da seção compreendida por ° < x < 2 m. nos diagramas de cisalhamento ede momento mostrados nas ilustrações.-} (2)) . onde a curva do cisalhamento cruza o eixo x.x [~M=OI + 1 [x .

PROBLEMAS 5. ' Resp. é igual à área sob o diagrama do cisalhamento.80 5.23 . M= 1. 600N Probl. = 6.6. 5. p t 5.79 ! 3m h~ 5. [.5.83 .81 3kN 2kN 2m . Por exemplo.82 Probl.. 5.s.0833x3 que está em concordância com os resultados já obtidos.78 Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga mostrada e encontrar o momento M na seção C.77 4m ~_ 5.0.25x2) dx.77 PROPOSTOS Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para o trampolim que suporta um homem de 80 kg em posição para dar um mergulho. Mmáx. Mc= -2.80 I I ~A ~c '~ Probl. para x < 2 m.0.78Nom Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga em balanço.O = fo (1.23x . o momento M em qualquer seção.= 5.78 Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga carregada. A ~2Illt 600N 4m ~ B Probl.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 177 Como já foi visto. Resp.79 Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga horizontal mostrada e determinar a intensidade máxima do momento fletor e a sua localização.81 Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento fletor para a viga mostrada. 5. 5.00 kN o m em x = 7 m B Probl.M=fvdx] x M . ---x Probl. 5. até a seção.

y = h .. para a viga carregada. 5. Determinar as expressões para o cisalhamento V e para o momento fletor M..5 m à direitadeB? Resp. M= -5 kN-m .J 120N'm r 5.85 soldado em ângulo está também soldado à viga AB. Encontrar a altura y em função do comprimento x a fim de que todas as seções da viga tenham a mesma resistência à flexão. Qual é o momento M em urna seção 0. em função de e .86 4m 6m~ C 5.89 Urna viga em balanço tem a forma de um arco de quadrante de círculo. em balanço. 5.87 Traçar os diagramas de cisalhamento e momento para a viga carregada.87 A resistência à flexão de urna viga de largura uniforme é proporcional ao quadrado da alturay da viga.88 5. corno se vê na flgUIa. 4m 6m Probl. Traçar os diagramas de cisalhamento e de momento para a viga.·Determinar o momento fletor M de intensidade máxima.5.84 m-----+i ~ . 5kN 5. 5.~J Probl. e suporta a carga de 1 kN.89 Construir o diagrama de momento fletor para o eixo AB.88 r 1-- I ---r.84 Traçar os diagramas de cisalhamento e momento para a viga sujeita ao conjugado da extremidade.178 I ESTÁTICA 5. B Probl. Probl. Resp.m 5. 5. da unidade rígida mostrada. 5.JXTf ~ A 12 m-r-2 .83 Traçar os diagramas de cisalhamento e momento. Resp. pelo conjugado C..90 ~M Probl.85 5. 5. M= -120N. A viga em balanço da figura tem altura h no engastamento. o perfil -r-~-{ I I I I I > I Y 1 kN Probl. em seu centro.I 1 ~~L~--k-~---J.86 Construir o diagrama de momento para as duas vigas ligadas pela articulação B e carregadas corno está na figura.

T=-La(1-senO) 5.97 Traçar os diagramas de esforços cortantes e momentos para a viga que suporta a carga de 500 N por metro de comprimento da viga.95 Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos.92 5.93 5. com o carregamento mostrado. 5.94 5. Resp. + 2 kN e -1 .•. Resp. sob uma carga L na extremidade.92 Traçar os diagramas dos esforços cortantes e dos momentos.99 ~ J:D1Probl.97 Probl. Resp.•. carregada. 5. para a viga em balanço. . M= fPl .Il Uma viga suporta uma carga distribulda. onde o conjugado da extremidade M1 é ajustado de modo a produzir momento nulo na extremidade engastada.96 Probl.: I J 5. 5. na viga curvada na forma de um quadrante de círculo. para a viga em balanço com a carga uniforme w por unidade de comprimento.5..91 Escrever as expressões para o momento de torção T.91 5. M= woI' 12 5. M.. 5. Resp. 5. onde os vetores dos momentos positivos são tomados no sentido positivo dos eixos.98 Probl. Calcular a força de cisalhamento e o momento fletor em B.---- . Usar uma notação coerente com o sistema de coordenadas '-O-z. distribuída sobre sua parte média . M= 12 kNem Probl. com carregamento mostrado na figura. Calcular a intensidade máximaM do momento fletor..93 Traçar os diagramas de esforços cortantes e momentos para a viga uniformemente carregada. Probl. entre os pontos A e B. Calcular o momento fletor máximo M. Calcular o momento fletor M em x= 2m. de intensidade constante w = 3 kN 1m.96 ~ I. 5. 5. Calcular a intensidade máximaM do momento fletor. Determinar a intensidade M do momento fletor máximo. se os seus valores em A são. Probl. / O / a~ ---.95 Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga carregada.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 179 5. 500N/m Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga simples. e para o momento fletor M. respectivamente.94 . Resp.5kN • m.=-Lacoso. M= wI' 8 Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga em balanço.

a)2.4b e x = 1. Determinar a distância b. 5.wr2 (1 . x = -2- ~ A B Prob\. + 3 kN e + 2 kN • m.101 Fazer um croqui dos diagramas de momento fletor da viga da parte superior para os valores do balanço x = O. se os seus valores na seção A são.. Resp.101 5.100 Urna carga distribuída sobre urna viga em equilÍbrio.105 A viga curva. MA = 4T (1. medida da extremidade esquerda ao ponto onde o momento fletor é nulo entre os suportes. Determinar a expressão para o momento fletor resultante M que atua no eixo. respectivamente. 5. Resp. MB = 2.180 f ESTAnCA 1. em um intervalo de 2 m. 5. r=-1/2 ~ Probl. b = 1. Calcular a força de cisalhamento e o momento fletor na seção B.sen (J) (J - b >:7lA L ~ I Probl.105 .104 O eixo.99 1-<-2m~ L 5. vista na figura. 5. L a +1 Resp.103 3 kNfm ~ 1/2----. aumenta linearmente de 2 a 4 kN/m. em balanço. kN. Resp. 5. 5.--x A ~2m~ B Probl. Indicar a seção onde este momento atua.102 Determinar o momento fletor máximo M e o valor correspondente de x na viga da ponte rolante.j ~2m >I< 1m~ Probl.100 5.. M= -3 ~l x(1- x) . tem a forma de um arco de quadrante circular e suporta urna carga de w N/m que atua na face superior da viga.98 5. 5.102 Traçar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga mostrada. 5.5 m Probl.2lx + 2x2 4 kNfm . está sujeito a cargas que variam linearmente em planos perpendiculares entre si..67 kN'm Resp. T = wr2 (% cos ~) M = .i03 5. x = O. apoiado nas extremidades.5 kN/m ~ '. VB = Probl. Calcular o momento de torção e o momento fletor M em função do ângulo (J.)51' .

(5.T.106 J 5. 5.7 . o peso do cabo. linhas de telefone e muitas outras aplicações. não haja nenhuma resistência oposta à flexão. a resultante R das cargas verticais será R =J wdx * N. ou forças distribuídas por todo o comprimento. o equilíbrio do cabo é estudado da mesma maneira. Um cabo flexível é um fio. 5. em função de x. linhas de transmissão. a flecha e o comprimento do cabo. 5. ou fio.26 (a) Relações Gerais. Em qualquer caso. como se indica no carregamento da Fig.I ) I ~ t-_x-J_z Probl. Os cabos flexíveis podem suportar uma série de forças concentradas. articulada em todos os seus pontos.26a. admitindo-se que.CABOS FLEXlYEIS* Um elemento estrutural de grande importância é o cabo. IY I -x+dx I =-X--11 T 8 T+dT ~fr~+-x W wdx 8+d8(c) R (b) Fig.12). Em alguns casos. isto é. estuda-se o cabo como um corpo em equilíbrio. podendo mesmo ser a carga única a considerar. M rrx I 181 w = -wol 11 ( 11 I - sen -11X + x . flexível. por hipótese.26b. transportes em carros aéreos. Para isso. como se vê na Fig. Tal suposição implica em se ter as forças sempre agindo na direção do cabo. onde w é uma carga de intensidade variável.26b. Se a carga w aplicada ao cabo da Fig. o peso é importante. comparado com as cargas que atuam. muito usado nas pontes pênseis. pode ser desprezado. aplicando diretamente a Eq. No cálculo dessas estruturas é necessário que se conheçam as relações existentes entre as tensões. Determinar o momento fletor M. for expressa em força por unidade de comprimento do vão x. 5. em outros. .106 A viga em balanço suporta uma carga senoidal = Wo sen (11Xj[) por unidade de comprimento. o vão.FORÇAS OISTRIBUfoAS 5.5. Resp. que é uma estrutura considerada flexível em todos os pontos.

T sen e de que se pode escrever como d (T sen e) = w dx = o + dT cos e = w dx e d(Tcose) = O A segunda relação mostra que a componente horizontal de T não varia. e simplificando. que R passa pelo centróide da área sombreada. A condição de equiHbrio do cabo estará satisfeita. (5. . sendo e o ângulo que o cabo forma com a horizontal na direçãox.T. A solução desta equação é a relação que satisfaça tanto à equação quanto às condições nas extremidades fixas do cabo denominadas condições de contorno. o que está claro no diagrama de corpo livre. A tração * no cabo. A carga vertical w dx completa o diagrama de corpo livre. sen de (T+dT)cos(e Desenvolvendo o seno e o co-seno da soma dos dois ângulos. Esta relação defme a forma do cabo e será usada para resolver dois casos importantes de carregamentos de cabos. A posição de R é encontrada pelo princípio dos momentos. se bem que erradamente. Note-se que as variações de T e e foram tomadas positivamente para uma variação positiva de x. de tensão. 5. é T. e o ângulo e + de. Conclui-se. * N. obtém-se T cos e de + dT sen e . respectivamente. o que é verdadeiro no limite. É comum.sen e de) Tsene + wdx T cos e. quando de tende para zero.13) y = f(x) A Eq.26c. em um ponto qualquer defmido por x. tg e = dy /dx o que permite dar à equação de equillbrio a forma (5. de modo que f xdR Rx= fxdR x= --R- A carga elementar dR = w dx é representada por uma faixa elementar de altura w e largura dx da área sombreada do diagrama de carga e R é representada pela área total.13) é a equação diferencial dos fios ou cabos flexíveis. Cancelando os termos de segunda ordem. se cada parcela infmitesimal estiver em equihbrio. O equilíbrio das forças verticais e horizontais exige. chamar-se a tração no cabo. O diagrama de corpo livre de um elemento diferencial é mostrado na Fig.182 I ESTATICA fazendo-se a integração no intervalo desejado. Na seção x + dx a tração é T + dT. que: (T + dT) sen (e + de) = + de) = T sen e + w dx Tcose. das expressões anteriores. Porém. e substituindo-se cosde = 1. vem (T = de e + dT) (sen e + cos e de) (T + dT) (cos e . Chamando esta força horizontal constante de To = T cos e e combinando com a primeira equação resulta d (To tg e) = w dx.

. dyjdx modo que C = O. prova-se que o cabo toma a configuração de um arco parabólico. Nestas condições. Portanto. Sendo constantes w e To. a situação se aproxima bastante da que se tem em uma ponte pênsil. com a origem das coordenadas no meio do vão.5.14). de dx-To que defIne a inclinação da curva como função de x. ---------------------~-------~----------------FORÇAS OISTRIBUfoAS I 183 < L ) I Fig. vem (5. Para os eixos coordenados escolhidos. A componente horizontal da tração do cabo. transforma-se na própria tração do cab". é desprezado.14) ~ O estudante deve perceber que poderia chegar aos mesmos resultados por meio de uma integral indefinida e conseqüente cálculo da constante de integração. Pela Eq. Entrando na Eq. o qual exige que Eliminando To. (5. dy _ wx = O.. onde o peso uniforme do tabuleiro pode ser expresso pela constante w. a Eq. Quando a intensidade do carregamento vertical w é constante.-. componente essa que tem valor constante. na origem. sobre a curva. 5. 5.27.27 (b) Cabo Parabólico. O peso próprio do cabo não é distribuído uniformemente pela distância horizontal (vão). porém. quando x onde C é uma constante de integração. (5. verifica-se que a forma do cabo é uma parábola vertical. vem To = WL2 8h e y = 4hx2 L2 A tração T pode ser determinada no diagrama de corpo livre por uma porção flnita do cabo. vem: Iy o dy = IZwX -dx o To ou (5._.27 mostra uma ponte pênsil de vão L e flecha h. (5. sendo relativamente pequeno.· . Integrando novamente. visto na Fig. A Fig.15) .14) com os valores x = L/2 e y = h..13) pode ser integrada uma vez em relação a x para se obter: dy _ wx dx-To +C = O.

1 Examinando-se esta série verifica-se que é convergente para todos os valores de h/L :s. --. em lugar da carga uniformemente distribuída em relação à horizontal.26c. um cabo uniforme (Fig. agora.ix)2 + (dy)2. 1/4. (c) Cabo em Catenária. (5. para o cabo vem a ser: (5. Na parte direita da fIgUI'E aparece o diagrama de corpo livre de uma porção fmita do cabo de comprimento s. Se o peso do cabo fi jJ.. h é muito menor do que L/4. será substituído por jJ. Eq. na qual a força vertical total suportada é igual ao peso da parte do cabo d~ comprimento s. Consideremos.13). é integrada termo a termo. 5. (1 + x)n = 1 + nx + 1) 2! x2 + -------x3 3! n(n .l)(n - + .. em seguida. substitui-se esta expressão por uma série convergente. Assim.-. Na maio"'dos casos.1- L y I I I Fig..16) dão suficiente precisão. Partindo do desenvolvimento. 5. - 1 + 16h2 U = V7. Portanto. (5. por unidade de comprimento.ds.WLj 2 max.5. Este diagrama de co livre difere daquele da Fig.28 . de modo que os três termos da Eq. a equação diferencial. pode-se escrever a integral do seguinte modo Como w/To = 8h/L2. a resultante R da carga será R = jJ..28) suspenso por dois pontl situados no mesmo plano horizontal e sujeito somente à ação do seu próprio peso.. -- o comprimento S do cabo IS/2 o completo é obtido da relação diferencial ds ds=-= S 2 IL/2 o j 1+ n(n - _(dy)2 dx - dx= IL/2 o j 1+ 2) (WX)2 To - dx Por conveniência de cálculo. . 5.-------->-.27. vem (5. 184 I ESTÃTICA A tração máxima ocorre quando x = L/2 e vale T.S e o incremento de carga vertical w rlx_ da Fig. que.

de modo que só apareçam essas duas variáveis.x To +K = O.19) é a equação da curva (catenária) formada pelo cabo suspenso sob a ação do seu próprio peso. Considerando a identidade (dS)2 = (dX)2 + (dy)2. que dá ~=~dx é Integrando.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 185 Como s = f(x. 5. Assim.To/p. e. quando y A constante de integração k é calculada. Entrando comp = dyjdx. senh- fJ. visto que dyjdx a forma exponencial e simplificando. A inclinação pode ser integrada para se obter Y = -coshfJ. é necessário modificar a equação.quando x = O.20) A tração T no cabo é obtida do triângulo de equilíbrio das forças na Fig.19) A Eq. . vem (5. vem dy dx = p = O. = O.1) (5.28 vê-se que dyjdx riores vem s = tg e = p.x To (5.x To fJ. (5. 5. (5. portanto. Esta substituição y =cosh -. Apêndice C. Assim. transforma-se em * Ver Tab. das expressões ante- =- To fJ. vem ln (p Vf+1J2 To + Vf+1J2) = ~ x + C o A constante C é zero.20).18) d2y dx2 = ~j1 To + (dy)2 dx A Eq. combinando com a Eq. passando para tendo-se introduzido a função hiperbólica* por conveniência. A solução desta equação é facilitada pela substituição p = dy /dx.28. (5. No diagrama de corpo livre da Fig. C3.y). que. considerando-se que x exige que K = . .18) é a equação diferencial da curva (catenária) formada pelo cabo. To fJ. To ( fJ.s/To.

Y (5. 5. o que pode ser feito graficamente ou por cálculo. Assim. A relação flecha-vão.15a). (5.P A relação entre flecha e vão é 60/300 = 1/5 < 1/4. significa que o cabo é tenso e. Se a flecha for de 60 m. (5.21) A tração pode também ser expressa em função de y com o auxilio da Eq.. 27 kN Res.J 1 + I 4 (60) Q[~J = 28 ..66 kN T max. pouca diferença existe entre a distribuição uniforme do peso ao longo do cabo e a mesma carga distribuída ao longo do vão.186 / ESTÁTICA ou T = TO coshTo JlX (5. A maioria dos problemas que envolvem catenárias exige a solução das Eqs. onde a relação flecha-vão é pequena. de onde se pode obter um po1Ígono de forças. O processo gráfico será visto no exercício que aparece adiante. I 60m I To 1--------- A tração máxima ocorre nos suportes e é dada pela Eq. depende apenas de f.1067 . Problema Resolvido 5.1177 (300)2 = 22..l.16) é convergente. as relações podem ser aplicadas em ambos os lados do cabo. y Tmáx. (5. A solução dos problemas de catenária. e pode-se escrever para o comprimento total Nota: <D S = 300 [ 1 + 8 (1)2 3 5 -5 5 32 (1)4 + . encontrar a tração no meio do vão.0.07 kN 8 (60) Resp.14) dá para a tração no meio do vão. (5. que quando substituída na Eq. (5.81)(10-3) 2] 2 = 17. ] = 329 m Sugestão: Verificar o valor de T máx. nesse caso. a tração máxima e o comprimento total do cabo. Portanto. = 300 [1 + 0.19). T = To + f. (5. Nesses casos.22) mostra que o incremento na tração do cabo. a relação da Eq. (5.21). I [T o = 8h wL2 ] To = 0. . Para h = 60 m. pode ser obtida.l. ' = ~2 J~1 + (~) 4h R = 12(150)(9. a solução da parte (b) do Art.19) a (5.01024 + . e está suspenso entre dois pontos situados no mesmo nível e afastados de 300 m. pelas fórmulas apresentadas para o cabo parabólico.. dentro de uma certa aproximação. ] Resp. diretamente do diagrama de corpo livre da metade direita do cabo. Solução.7 se aplica e tem-se uma forma parabólica para o cabo. medido na horizontal. a partir do ponto mais baixo. Muitos problemas que tratam de cabos parabollcos ou catenários apresentam cabos suspensos em pontos que não estão no mesmo nível.11772 (300) . a expressão da série desenvolvida na Eq. L = 300 m e w = 12 (9.22) A Eq. 1) [T max. fornece. partindo do ponto mais baixo. sendo pequena.81) (10-3) kN/m.Y.22).10 Um cabo leve suporta uma massa de 12 kg por metro. Como a distribuição da carga é horizontal uniforme. ' = 0.

1177) (150) 23. 8 = 31. PROBLEMAS 5. pela Eq. uma flecha de 143 me Os dois cabos de uma ponte pênsil. em São Fraricisco.21).10.31 0. Calcular a tração To. que tem um caxregamento uniformemente distribuído na horizontal.5 23. em relação à distância horizontal.2 330m.20) e (5.29 0. Esta representação gráfica é mostrada na figura que acompanha este problema e conduz à solução To = 23. junto aos suportes na parte superior de qualquer das torres.0 Solution To = 22. para x = 150 m.3 60 ou = To 0. Assim.1177 kN/m. (5. exigem o conhecimento da tração mínima To.FORÇAS OISTRIBUrOAS / 187 Problema Resolvido 5. (5. Cada um dos membros da equação é uma função de To.30 0.81) (10-3) = 0.5 24.1177) (60) = 30. suportam uma carga vertical de 480 MN. To. que dão respectivamente o comprimento do cabo e a tração. Solução.22).11 Substituir o cabo do Problema Resolvido 5. a tração máxima e o comprimento total do cabo.20) 2s =2 23. kN 0. 23. podendo ser calculada e representada graficamente para diferentes valores de To' A interseção das duas curvas estabelece a igualdade e determina o valor correto de To·. por um cabo de massa 12 kg por metro do seu comprimento e tendo como carga apenas o seu peso próprio. (5.108 A ponte Golden Gate. Nota: <D = 23. em cada cabo. Resolvido 5.2 kN 0. Resp.2 kN.063 To = cosh 17.28 0.2 kN.33 y = 60 m e J. To Esta equação pode ser resolvida mais facilmente pelo processo gráfico. A aproximação é ainda melhor para pequenas relações entre flecha e vão. Observe que a solução do Probl.66 _ 1. To = 200 MN. Resp.0° 5.1177 senh (0. O cabo está suspenso entre dois pontos situados no mesmo nível e distantes 300 m um do outro e tem uma flecha de 60 m. As Eqs.107 PROPOSTOS cabos com a horizontal. Como a distribuição da carga é uniforme ao longo do comprimento do cabo. 5. vale T máx.2 0. Encontrar a tração no meio do vão. e o ângulo 8 formado pelos .com um vão de 1000 m e uma flecha de 150 m.1177) . Resp. 1 O comprimento total do cabo é dado pela Eq. (5. mesmo no caso de grandes flechas. que deve ser achada pela Eq. A tração máxima surge quando y é máximo e.2 + (0.0 23.7 se aplica e tem-se uma forma de catenária para o cabo. entre suas torres.] 7. no meio do vão.1177 [COSh (0. distribuída uniformemente. To (150) _ 1.10 para o cabo parabólico dá uma aproximação muito boa para os valores da catenária. tem um vão principal de 1 280 m.19). a solução da parte (c) do Art.l = 12 (9.

Resp. e = 33. medido horizontalmente. T= 35. calcular a tração To no meio do vão. h = 16.188 I ESTÁTICA uma carga estática total de 310 kN por metro linear. na posição a 1/4 do vão. m' = 909 kg/m 20m 20m +--- 50kg/m Probl. e seu peso é pequeno comparado com a carga que suporta. To = 15. T máx. Calcular a tração To no meio do vão.09 kN.110 Desenvolver a Eq. Resp.114 B 5. (5. medido na horizontal.04 kN 5. 5.-31 ) 3hx2 x ~ I ri h Probl.116 . Cada um dos cabos suporta uma carga uniforme de 20 kg por metro. tem 33. 5. e está suspenso por dois pontos fixos localizados como se vê na figura. colocados no mesmo nível. no cabo. 5.111 I I I I I 5. equação da parábola.115 90m r------ 1~ A 200m 100m Probl. Um cabo suporta uma carga de 50 kgfm uniformemente distribuída. A inclinação do cabo é zero em A.X/To) e mostrar que a Eq. To = 21. Determinar a massa total m' de material adicionado ao piso por metro linear da ponte. máxima e mínima. no topo da torre.80 MN na tração em cada um dos dois cabos principais devido ao recapeamento executado no piso da ponte. Deduzir a equação da curva formada pelo cabo.113 Uma pequena ponte pênsil para pedestres tem um vão de 100 m entre suportes.109 ---~ 5.109 O cabo de A a B está carregado com uma carga de 80 Mg distribuída uniformemente ao longo da horizontal.) Medidas feitas no ponto A dos cabo. (5.14). entre as duas torres idênticas. Apêndice B. em cada cabo principal e a força de compressão C exercida pelo cabo no topo de cada torre. para o desenvolvimento em série das funções hiperbólicas.115 5. (Ver Tab. é o mesmo em ambos os lados da torre. CalcuG Probl. O ângulo feito pelo cabo com a horizontal. a flecha h e o ângulo e feito pelo cabo com a horizontal. Determinar as trações T e To.116 Um cabo de massa desprezível está suspenso por dois pontos fixos tendo inclinação nula no suporte mais baixo.0° Um cabo que suporta uma carga uniformemente distribuída ao longo da horizontal.s da ponte p~nsil indicaram um aumento de 1. Calcular a tração máxima T no cabo. B8.6 m de comprimento e está suspenso entre dois pontos no mesmo nível e afastados de 30 m um do outro. Resp. nos suportes. Os pesos de ambos os cabos principais estão incluídos nessa carga estática admitindo-se uniformemente distribuídos ao longo da horizontal. = 1 173 kN lar o comprimento total S de cada cabo.25 m.19) em série de potências de cosh (jJ. Se a tração máxima no cabo é 18 kN. como se vê na figura. Determinar a flecha h do cabo. em relação à horizontal. 5.61 kN. 5.111 5. Resp. Resp. sabendo que a carga w por ele suportada decresce uniforme~ente com x desdewo até zero. pode ser obtida tomando-se apenas os dois primeiros termos da série. y = --21' (l . 5.112 O cabo de uma ponte pênsil com um vão de 1 000 m está 150 m abaixo da parte superior das torres de suporte.

em função da tração To no meio do vão. desde Wo até w I' como se vê na figura. como aproximação. calcular a altura H necessária para a ancoragem.~~ ·250 Probl. h == 18. 5.. para fazer com que o ângulo a seja nulo em A. Sabendo que a flecha é de 100 m. está suspenso por dois pontos a uma distância L um do outro e sobre a mesma linha horizontal._gr . as relações para o cabo parabólico.118 e N O cabo de massa desprezível. na origem. em A. Resp. visto na figura. está suspenso entre dois pontos situados no mesmo nível e distantes 400 m entre si. Se o cabo exige uma tração T == 50 kN em B. por metro de seu comprimento.~"om~ Probl. H == 24.117 m sa lo s O cabo visto na figura é de massa desprezível e tem inclinação nula no suporte mais baixo.119 Uma draga flutuante é mantida em posição por um único cabo preso à sua popa. Se o cabo tem massa de 22 kg por metro do seu comprimento.FORÇAS DISTRIBUfDAS / 189 as 5.121 usando.. L' Resp. Qual será o erro cometido se o cálculo for feito com a expressão dos cabos parabólicos. 5.119 .121 5.124 Probl. Deduzir a expressão para a tração To.122 Resolver o Probl. Calcular a distância h para a parte mais baixa do cabo.-r 180m m \. de acordo com a relação w == a + bx'. 5... que está 180 m acima de A.""i'.119.123 ~~~ ~""" •.l do cabo. calcular o comprimento total S do cabo. A carga varia linearmente com x.121 m o Probl. usando três termos nas séries? .dois pontos separados por uma distância horizontal de 10 m.5 m 5.5 m. suportada pelo cabo varia de Wo no centro a w1 nas extremidades. como aproximação. e 5. - m Um cabo.120 acima do nível da água e encontre o comprimento do cabo entre A e B. s == 251 m Refazer o Probl.119 usando as relações para um cabo parabólico. B 5. determinar o peso J. e compare os resultados com os obtidos pelo Probl. deduzir a equação para a flecha h do cabo. ~ . tendo direção horizontal no ponto de amarração A e vencendo uma distância horizontal de 250 m até o ponto de ancoragem B. 5. h == -(5wo + wl) 48To ' I B f. 5. Se a carga por unidade de comprimento na direção horizontal. ° 5. A~~~~--~~~ / I ~.123 Probl. em terra. 5.117 Um cabo flexível está ligado ao ponto A e passa sobre uma pequena polia em B. 5.. sujeito à ação do seu próprio peso.118 r-10ffi-] 5.5. É necessária uma tração de 300 kN no cabo. Um cabo de 40 m de comprimento está suspenso entre .. 5. Resp.

em repouso. Este fato pode ser demonstrado.127 Probl.125 usando. a pressão é a mesma em todas as direções (princípio de Pascal). Em um ponto qualquer de um fluido. com o arado na profundidade de 180 m. pode-se desprezar as forças do movimento do cabo na água. O vento na região é muito fraco. H= 90m 5. Os fluidos podem ser gasosos ou líquidos. p = 13. Resp.2 kg/m de comprimento e uma flecha de 32 m. que está a 480 m a ré do navio. sem ultrapassar aquela tração máxima. no meio do vão. na entrada do tambor faz um ângulo de 30° com a vertical. 5. do gelo que se pode acumular no cabo.51 kg/m.3 kN. considerando-se um prisma triangular e inflnitesimal do fluido. P2. Neste item estudaremos o equilíbrio de corpos. sujeitos a forças devidas à ação de pressões exercida~por fluidos.por duas torres situadas no mesmo nível e distantes 200 m uma da outra. Resp. Força de cisalhamento é uma força tangente à superfície sobre a qual atua e aparece quando existe diferença de velocidades entre lâminas adjacentes dos fluidos.29. P3 e P4.= 38. o comprimento do cabo de reboque do ponto A ao B. A Estática dos fluidos é. as relações para o cabo parabólico. Calcular a força horizontal To aplicada ao arado e a tração máxima no cabo. (a) Pressão dos fluidos. . Nestas condições. 5.126 5.128 5. Para iniciar o enrolamento do cabo no tambor é necessário um torque de 400 N •m. As pressões do fluido normais às faces do elemento foram designadas por Pl. O equilíbrio das forças segundo as direções x e y exige que P2dxdz = P3dsdz cose P 1 dy dz = P3 ds dz sen e. O peso efetivo do cabo de reboque.2 N/m. como se vê na Fig. Sabendo que o cabo pode suportar uma tração máxima de 60 kN. apresentada como Hidrostática quando o fluido é um líquido e como Aerostática quando o fluido é um gás. principalmente à ação das forças que agem em corpos rígidos. O cabo tem 18. Encontre. sabendo que o diâmetro do tambor é de 0. 5. Calcular a altura H do balão. O navio mantém-se com velocidade baixa constante.4 kg de gelo por metro Resolver o Probl. s=522m 5.127 H 1 Probl. geralmente. reboca um arado A durante uma inspeção do fundo do oceano para.128 Um balão está preso ao tambor de guincho por meio de um cabo de 100 m de comprimento. To=30. Devido à baixa velocidade.190 / ESTÁTICA 5. como aproximação. Um navio para lançamento de cabo submarino. posteriormente.8 ESTÁTICA DOS FLUIDOS Até aqui dedicamos nossa atenção. um fluido em repouso só pode exercer força normal sobre uma superfície limite. levando em conside- ração seu empuxo. também. o cabo. Um fluido é qualquer substância contínua que. Tmáx. é incapaz de suportar uma força de cisalhamento. diâmetro de 12 mm e massa de 0. 5.125 Uma linha de transmissão elétrica está suspensa .2kN. Assim. é de 45.5 m. lançar um cabo telefônico. Resp. O cabo tem comprimento suficiente para permitir que saia horizontalmente do arado. determinar a massa p por unidade de comprimento.

P + dp. não aparecem na figura. 5. veja a aceleração da gravidade g) é multiplicado pelo volume do elemento resulta uma quantidade diferencial de terceira ordem que pode ser desprezada.23) é verdadeira. Nesta análise não é necessário levar em consideração o peso do elemento do fluido. O sentido positivo da dimensão vertical h foi tomado para baixo. Os fluidos essencialmente incompressíveis são chamados líquidos. isto é. Cl. ara esé da l. quando se passa os limites. â- Fig. visto que quarido o seu peso específico (peso por unidade de volume. para tabela dos pesos específicos.FORÇAS OISTRIBUIOAS / 191 xa vinno do m dx I P2dxdz or o. e o resultado é (p = Po + pgh) (5.30 Esta relação diferencial mostra que a pressão em um fluido aumenta com a profundidade ou decresce para a superfície.23) pode ser integrada como se encontra. Apêndice C. do que se segue que. m Girando o elemento num ângulo de 90°. O peso do elemento é igual a seu peso específico pg multiplicado pelo volume. Para se determinar esta função. a pressão em um ponto qualquer de um fluido é a mesma em qualquer direção. Em qualquer fluido em repouso. a Eq. O equilíbrio do elemento do fluido na direção h exige P dA + pg dA dh dp (p pgdh + dp) dA =O (5. a superfície lateral não interfere no cálculo do equilíbrio das forças verticais. * Com p constante.30 mostra um elemento diferencial de uma coluna vertical de um fluido. a pressão é função da dimensão vertical. considera-se uma variação da dimensão vertical.23) = pdA pgdAdh I \ Fig. para a maioria dos fms práticos. estando de acordo com o conhecimento comum das pressões exercidas pelo ar e pela água .5. diante das grandezas diferenciais de segunda ordem. (5. Como as forças normais. cuja seção transversal tem a área dA. densidade p. suas densidades p podem ser consideradas constantes. e leva-se em conta o peso do fluido. tanto para os líquidos quanto para os gases.24) * Ver Tab. (5. estas equações exigem que Pl=P2=P3=P. A Eq. Portanto. . em qualquer parte dos líquidos.5.29 Como ds sen () = dy e ds cos () = dx. A pressão sobre a face superior é P e sobre a face inferior é P mais a variação de p. A Fig. verifica-se que P4 também é igual às outras pressões.

e é igual ao peso específico pg vezes a profundidade vertical da superfície do líquido ao ponto 2. a pressão atmosférica Po atua sobre todas as superfícies e. está submetida a pressão do fluido normal à sua superfície e distribuída sobre sua área. No ponto I. que atua em algum ponto P. . é necessário considerar a força resultante devida à distribuição de pressão sobre a superfície.98. Para os sistemas abertos para a atmosfera terrestre.31 .pgh - m3 S2 (10 m) _ . portanto. dá uma resultante nula.0 Mg) ( 9. * obter-se-á. somente. com a leitura. A variação da pressão p sobre a área da chapa é governada pela relação linear da profundidade e. se for usado Mg/m3 para p. 5 (a) (b) (c) Fig.81 m) kg' m m2 1) = 98. necessitamos considerar.. como é o caso de uma válvula-gaveta de represa ou a parede de um tanque. está representada pela seta 6-2. chamado "pressão manométrica" ou p = pgh. a pressão em uma profundidade de 10 m.5. o produto gh dará a pressão diretamente em kPa. e se o instrumento de medida registra somente o acréscimo acima da pressão atmosférica. e a posição na qual esta resultante atua. Assim. desse modo. onde h = O. No cálculo da pressão.192/ ESTÁTICA A pressão poé a pressão sobre a superfície de líquido. no ponto 2. Nos problemas onde as forças do fluido são apreciáveis. A força resultante produzida por esta distribuição de pressão está representada porR. o acréscimo acima da pressão atmosférica. A pressão do fluido (manométrica) que atua normalmente à chapa.3la representa uma chapa 1-2-3-4. A superfície horizontal do líquido está represen· tada pelo plano x-i. representada pela altitude do prisma truncado 1-2-3-4-5-6-7-8 com a chapa como base. a pressão conhecida como "pressão manométrica" que é p = pgh. Esta mesma pressão atua em todos os pontos ao longo da aresta 2-3. Uma superfície imersa em um líquido.1 (3 10 --sz( 1. Consideremos o caso comum da ação da pressão hidrostática sobre uma chapa retangular imersa em um líquido.3 kPa. a pressão do fluido é igual a pg vezes a profundidade vertical do ponto 1.1 kPa (b) Pressão hidrostática sobre superfides retangulares imersas. 5. com a aresta superior na horizontal e o plano da chapa fazendo um certo ângulo qualquer e com o plano vertical. m/s2 para g e m para h. em água doce é s v P __ .A pressão atmosférica ao nível do mar (1 atmosfera) pode ser igual a 101. conhecido como centro de pressão. Se Po for devido à pressão atmosférica.1 kN/m2 = 98. Por exemplo. e esta pressão é a mesma em todos os pontos ao longo da aresta 1-4. A unidade usada para pressão no SI é o quilopascal (kPa). sobre a aresta inferior. que é o mesmo que um quilonewton por· metro quadrado (103 N/m2).. A Fig.

onde A é a área 1-2-3-4 da chapa. Se b for a largura horizontal da chapa. A área trapezoidal. o acréscimo sombreado da área trapezoidal dA'. = ~ (P1 + P2) vezes a área A da chapa.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 193 . Portanto. A linha de ação da força resultante R é obtida do princípio dos momentos. 531 a. 5. na Fig. e a força representada por cada parte é considerada separadamente. A força representada pelo acréscimo triangular da distribuição de pressão é -+ (P1 . Portanto. o cálculo é usualmente simplificado. Substituindo P dy = dA' e cancelando b resulta y= _ f ydA' f dA' que é simplesmente a expressão para a coordenada do centróide da área trapezoidal.31a. 531b para a seção 1-2-6-5. como mostrado.31c). é facilmente expressa usando-se sua altitude média. Mas p dy é. A força representada pela parte retangular atua no centro O da chapa. que representa a distribuição de pressão. a distribuição de pressão é trapezoidal. e éR2 =P2A. uma área elementar da chapa sobre a qual a pressão P = pgh atua é dA = b dy. na vista bidimensional. Evidentemente. (a) Fig. são idênticas às da seção 4-3-7-8 e em todas as outras seções verticais da chapa. A = pghA onde h = Y cos e. definida pela distribuição trapezoidal da pressão. 531b como o eixo dos momentos dá RY = f y(pb dy). simplesmente. 5. a resultante R passa pelo centróideC da área trapezoidal defmida pela distribuição de pressão sobre a seção vertical. e um aumento da força resultante é dR = P dA = = bp dy. r. de modo que dR = b dA'. através do qual a resultante realmente passa. a força resultante que atua sobre a chapa inteira pode ser expressa como o produto da área trapezoidall-2-6-5 pela largura b da chapa R =bf dA I = bA I Deve-se tomar cuidado para não confundir a área física A da chapa com a área geométrica A'. Portanto. Y também posiciona o centróide C do prisma truncado 1-2-3-4-5-6-7-8 na Fig.A'. Portanto. a força resultante R pode ser escrita em função da pressão média Prnéd. como é mostrado na Fig. o problema pode ser analisado a partir da vista. Usando o eixo x (ponto B na Fig. Assim.P2)A e atua no centróide da parte triangular.32 . Para esta seção. No estudo de uma distribuição trapezoidal de pressão. A pressão média é também a pressão que ocorre na profundidade média do centróide O da chapa. considerando-se a resultante como composta por duas componentes (Fig. uma expressão opcional para R é R é = Prnéd. O trapezóide é dividido em um retângulo e um triângulo. o m É evidente que as condições que prevalecem na seção vertical 1-2-6-5. bidimensional de uma seção vertical.5.

32c). respectivamente. A força que atua sobre a faixa diferencial de área dA paralela à superfície do líquido é dR = p dA = pgh dA. pode ser usada. considere a superfície imersa. A resultante R. Portanto. causada pela pressão distribuída em superfície curva. é necessário integrar as componentes de dR.33 . Assim. vem (5. determinada completamente pelas equações de equihbrio. do centróide O da área. freqüentemente. 5. então. multiplicada pela dimensão constante b e pelo peso específico pg. A Fig. 5. As resultantes das pressões nas direções AC e CB sãoPy ePx. (d) Pressão hidrostática sobre superfícies planas de qualquer fonnato. 5.32a.5. O pesoP da porção do líquido é calculado a partir da área ABC de sua seção. Um segundo método para a determinação de R é. Como exemplo. e o plano da chapa forma um ângulo e com a vertical.194 I ESTÁTICA (c) Pressão hidrostática sobre superfícies cilíndricas. perpendiculareS à superfície. aplicadas ao diagrama de corpo livre da porção do fluido. seria necessário escrever uma equação de momentos para determinar a posição -de R. 5. e l p p Ry = bf (p dL)y = bf P dx Em seguida. e são fmalmente obtidas. O peso W passa pelo centróide da área ABC.25) c A grandeza pgh representa a pressão que existe na profundidade média sobre a área. ao longo da curvaAB.32b. Todas as seções verticais. A força total que atua sobre a área exposta A é obtida por integração e é p o o f f d R =f dR =f P dA = pg f p h dA Substituindo a relação do centróide hA = f h dA. e é a pressão e p c D p d Fig. muito mais simples. acarreta mais cálculo do que em superfície plana. revelam a mesma curvaAB e a mesma distribuição de pressão. Para determinar R por integração direta.33a mostra uma superfície plana de qualquer formato imersa em um líquido. onde os elementos da superfície são paralelos à superfície horizontal x-y' do líquido. a representação bidimensional da Fig. segundo os eixos dos x e dos y. A força de equilíbrio R é. então. A superfície horizontal do líquido é o plano x-y. A pressão p tem a mesma intensidade por todo o comprimento da faixa. como a reação igual e oposta da superfície sobre a porção do líquido. A resultante R revela-se. visto que a pressão muda continuamente de direção. mostrada na Fig. visto que não há alteração da profundidade ao longo da faixa horizontal. Considera-se o equihbrio da porção do líquido ABC diretamente acima da superfície mostrada (Fig.

FORÇAS DISTRIBU(DAS

I

195

o -

A resultante R pode, também, ser representada geometricamente pelo volume mostrado na Fig. 5.33b. Aí a pressão p do fluido é representada como uma altitude em relação à chapa considerada como base. O volume resultante é um cilindro reto truncado. A força dR que atua sobre a área diferencial dA = x dy produz o volume elementar dV = p dA mostrado pela fatia sombreada, e a força total é então representada pelo volume total do cilindro. Portanto,

R

=

f dR

=J

dV

=

V

Vê-se pela Eq. (5.25) que a altitude média do cilindro truncado é a pressão média pgh que existe na profundidade que corresponde ao centróide O da área exposta à pressão. Em problemas onde o centróide O, ou o volume V, não é óbvio, pode-se realizar uma integração direta, para obter R. Assim

R

=

f dR = f P dA = f

pghx dy

onde a profundidade h e o comprimento x da faixa horizontal da área diferencial devem ser expressos em função de y para efetuar a integração. A segunda exigência da análise da pressão do fluido é a determinação da posição da força resultante, a fim ,de responder pelos momentos das forças de pressão. Usando o princípio dos momentos com o eixo dos x da Fig. 5.33b como o eixo dos momentos, vem

RY=

J ydR

ou

y=

J ydV
V

(5.26)

Esta segunda relação satisfaz a defmição da coordenada Y para o centróide do volume Ve é deduzido, portanto, que a resultante R passa pelo centróide C do volume definido pela área da chapa como base, e a pressão que varia linearmente como altitude. O ponto P em que R está aplicado à chapa é o centro de pressão. Deve-se notar, cuidadosamente, que o centro de pressão P e o centróide O. da área da chapa não coincidem. (e) Flutuação. O princípio da flutuação, cuja descoberta é atribuíja a Arquimedes é facilmente explicado, para qualquer fluido, líquido ou gasoso, em equilíbrio, da maneira que segue. Consideremos uma porção do fluido limitada por uma superfície fechada, imaginária, como está ilustrado pela linha interrompida, irregular, na Fil!. 5.34a. Se o fluido pudesse ser retirado do interior da superfície limite, fechada, da cavidade, e substituído, simultaneamente, pelas forças que exercia sobre os limites da cavidade (Fig. 5 .34b), não haveria modificação alguma no equiHbrio do fluido vizinho. Além disso, o diagrama de corpo livre dessa porção do fluido antes de ser removido (Fig. 5.34c) mostra que a resultante das forças de pressão, distribuídas sobre sua superfície, deve ser igual e oposta a seu peso mg e deve passar pelo centro de massa do elemento do fluido. Se o elemento for substituído por um corpo das mesmas dimensões, a ação das forças sobre a

(b)

(c)

Fig.5.34

196 / ESTÁTICA

superfície do corpo, mantido nesta posição, será idêntica a das que atuavam sobre o elemento do fluido. Assim, a resultante das forças que atuam sobre a superfície de um objeto imerso em um fluido é igual e oposta ao peso do fluido deslocado e passa pelo centro de massa do fluido deslocado. * Essa força resultante é a força de empuxo ' (5.27) onde p é a densidade de fluido e g é a aceleração da gravidade. No caso de um líquido cuia densidade é constante, o centro de massa do líquido deslocado coincide com o centróide do volume deslocado. Segue da discussão anterior que, quando a densidade do objeto é menor do que a densidade do fluido no qual ele está imerso, haverá uma força vertical não-equilibrada, e o objeto flutuará. Quando o fluido de imersão é um líquido, o obieto sobe até a superfície, ficando, então, em repouso, em situação de equilíbrio, supondo-se que a densidade do novo fluido, acima da superfície, seja menor do que a densidade do objeto. No caso da superfície de separação entre um líquido e um gás, tal como entre a água e o ar, o efeito da pressão do gás sobre a parte do objeto flutuante, acima da superfície do líquido, é contrabalançada pelo acréscimo de pressão no líquido decorrente da ação do gás sobre a sua superfície. Um dos mais importantes problemas de flutuação é a determinação da estabilidade de um objeto flutuante. Esta situação pode ser ilustrada considerando-se o casco de navio, mostrado em corte transversal, em posição vertical na Fig. 5.35a. O ponto B é o centróide do volume deslocado e é conhecido como o centro de empuxo. ** A resultante das forças exercidas sobre o casco, pela pressão da água, é a força F. A força F passa por B, e é igual e oposta ao peso w do navio. Se o navio for obrigado a inclinar-se no ângulo o: (Fig. 5.35 b), a forma do volume deslocado muda, e o centro de empuxo deslocar-se-á para uma nova posição, tal como B. O ponto de interseção da linha vertical que passa por B' com a linha de centro do navio é chamado de metacentro M, e a distância h, de M até o centro de massa G, é conhecida como altura metacêntrica. Para a maioria dos formatos de casco, a altura metacêntrica permanece praticamente cpnstante para ângulos de inclinação até 20° aproximadamente. Quando M estiver acima de G, como na Fig. 5.35b, há evidentemente um momento de correção, que tende a trazer o navio de volta à sua posição original. O valor deste momento, para qualquer ângulo específico de inclinação, é uma medida da estabilidade do navio. SeM estiver abaixo de G, como para o casco da Fig. 5.35c, o momento que surge com qualquer balanço do casco, está no mesmo sentido, e tende a aumentar a inclinação. Isto evidencia uma condição de instabilidade e deve ser evitada no projeto de qualquer navio.

F
(a)
(b)

F

~F
(c)

Fig.5.35

* N.T. Este é.o conhecido Princípio de Arquimedes, em geral, apresentado com o seguinte enunciado: "Todo corpo mergulhado em um fluido recebe um empuxo, de baixo para cima, igual ao peso do fluido por ele deslocado". ** N.T. Na técnica naval este ponto é conhecido também como centro de carena.

FORÇAS OISTRIBUfoAS I 197

. e é

Problema Resolvido 5.12
A chapa retangular, mostrada no corte vertical AB, tem 4 m de altura e 6 m de largura (na direção normal ao plano do papel) e bloqueia a extremidade de um canal de água doce de 3 m de profundidade. A chapa está articulada em torno de um eixo horizontal na direção de sua aresta superior, que passa por A, e está contida pelo ressalto fIxo em B, na abertura do canal, que reage horizontalmente cop.tra a aresta inferior da chapa. Calcular a força B exercida contra a chapa pelo ressalto. O diagrama de corpo livre da chapa é mostrado em corte e inclui as componentes vertical e horizontal da força em A, o peso W = mg da chapa (não especificado), a força horizontal B (desconhecida) e a resultante R da distribuição triangular de pressão contra a face verticaL A massa espec.íf1ca da água doce é p = 1 000 Mg/m 3, de modo que a pressão média é
Solução.

A
~<>

=-"_-:--

--'

é

~

-- -:. _lfID_"
-~
3m

=~'=,

I' .=
1='

mlB

e

a

y I I

x--._ Ax

Ay

IPméd. = pgh]

Pméd. = 1 000 (9,81) (3/2) = 14,72 kPa .

o A

A resultante R, das forças de pressão contra a chapa, vem a ser
[R

-l
mg

a = Pméd.A]
R = (14,72) (3) (6) = 265 kN.

é
Esta força atua no centróide da distribuição triangular da pressão, que está 1 m acima da parte inferior da chapa. Um somatório de momentos, igual a zero, em torno deA, determina a força B desconhecida. Assim, 3 (265) - 4B =
O,

Nota:
<D

J

4m

Observe que as unidades envolvidas com a pressão pgh são:

B = 198,7 kN

Resp.

( 103m3 kg)(m) ~ (m)= (kg.m)l( 103-s,-' kN/m' = kPa.

1) = m'

Problema Resolvido 5.13 r-5OOmID-1
O espaço de ar em um tanque fechado de água doce é mantido com uma pressão de 5,5 kN/m' (ou kPa) acima da pressão atmosférica. Determinar a força resultante R exercida pelo ar e pela água na parede da extremidade do tanque.
Solução. A fIgura mostra a distribuição de pressão sobre a superfície da extremidade, onde Po = 5,5 kPa. O peso específIco da água doce é J.l = pg = (1 000) (9,81) = 9,81 kN/m3, de modo que o incremento de pressão t:.p devido à água é t:.p =
J.l

Vista lateral
PO

A

t:.h = 9,81 (0,6~ = 5,89 kPa.

.~

1

=~
I

As" forças resultantes R I e R., correspondentes às distribuições de pressão retangular e triangular", respectivamente, são RI = poA 1= 5,5 (0,760) (0,5) = 2,09 kN
/:"P

--~ Ri

-~
PO

J I --'L

"mm I 560

B

R. = t:.Pméd.A.

= 5,~9 (0,6) (0,5) = 0,883 kN

Nota:
<D

A resultante é, então,

R = RI + R. = 2,09 + 0,883 = 2,97 kN

Resp.

Dividir a distribuição de pressão nessas duas partes é, sem dúvida, o caminho mais simples para encontrar a solução.

198 I ESTÁTICA

Localiza-se R aplicando o princípio dos momentos em torno de A, observando-se que R I atua no centro da altura de 760 mm e que R2 atua no centróide da distribuição de pressão triangular, que está a 400 mm abaixo do nível da água e a 400 + 160 = = 560 mm abaixo de A. Assim,
2,97 h

= 2,09
mm

(380) + 0,883 (560)
Resp.

h = 433

Problema Resolvido 5.14
Determinar, completamente, a força resultante R exercida sobre a superfície cilÍndrica da represa, pela água. A massa específica da água doce é 1 000 Mg/m" e a represa tem um comprimento; normal ao papel, de b = 30 m.

I

-=-B
Solução. A porção circular de água BDO está isolada, e seu diagrama de corpo livre está desenhado. A forçaPx é

1

Px

=

puh A
O'

=
W

pgr br 2'

= (1000)(9,81)(4) 2

(30) (4) = 2350 kN

o peso
mg

o
da água é

D

---x

=

pgV

= (1 000) (9,81) --

11'(4)2
4

(30) = 3 700 kN

e passa pelo centro de massa G. O equilíbrio da seção de água exige P;Fx
[~Fy

----\
kN kN Notas:

x

= O] = O]

Rx

= Px = 2 350
mg

Ry =

= 3 700

A força resultante R, exercida pelo fluido sobre a represa, é igual e oposta à mostrada atuando sobre o fluido, e é
[R

=.J

Rx2

+ Ry2]

R =.J (2350)2 + (3 700)2

=4

380 kN
Resp.

<D

Veja a Nota CD no Probl. Resolvido 5.12 se houver alguma dúvida a respeito da unidade
de pgh.

Pode-se encontrar graficamente a coordenada x do ponto A, através do qual passa R. Algebricamente, x é determinado pelo princípio dos momentos. Usando B como centro de momentos, vem
r Px -3 4r

+ mg -311'-

Ryx

=O

x=

2 350

(4) 3' + 3 700
3700

(li) 311'

= 2,55

m

Resp.

FORÇAS OISTRIBUfoAS

I 199

Solução Alternativa. A força atuando sobre a superfície da represa pode ser obtida pela integração direta dos componentes dRx onde p Rx

= P dA

cos e e dA

e

dR y

= p dA
Assim,

sen e

= pgh = pgr sen e
11/2

= b (r de). = -pgr'b

= fo

pgr'b sen e cos e de

-o [cos 4 2e J11/2

=

= -}pgr'b

Ry

= fo11/2 pgr'b = + 11pgr2b

sen' e de

=

2 pgr2b [ !....

_

0- sen4 2e J11/2
+ 112/4. SubstituinResp. @ Este método· de solução pela integração é viável aqui, principalmente, devido à geometria do arco circular.

Assim, R =.) Rx2 + Rl do os valores numéricos:

=-}pgr' b.)1
(30)

R = -} (1,00)

(9,81)

(42)

.)1 + 112/4 = 4 380 kN

Como dR sempre passa pelo ponto O, vê-se que R também passa por O e, portanto, os momentos de Rx e de Ry em torno de O devem se anular. De modo que se pode escrever Rx Yl = =Ry xl' que dá

Por triângulos semelhantes, vê-se que x/r

= X1/Yl

= 2/11

e

x

=

2r/11= 2 (4)/11

= 2,55

m

Resp.

Problema Resolvido 5.15
Determinar a força resultante R exercida sobre a extremidade semicircular do tanque de água mostrado na figura, se o tanque estiver cheio até sua capacidade máxima. Expressar a resultante em função do raio r da extremidade circular, e da massa específica p da água.

Solução l. Por integração direta determina-se R. Com uma faixa horizontal de área dA = 2x dy, atuada pela pressão p = pgy, o incremento da força resultante é dR = p dA, de modo que, R =fpdA Integrando dá Resp. Determina-se a posição de R pelo princípio dos momentos. Tomando os momentos em relação ao eixo x, vem: [RY=fydR] =f pgy(2xdy) =2pg

fo

r

y~dy

.

200 / ESTÁTICA

Integrando resulta
3Pgr
2 :3 -

Y=~

42

4

1T

e

y=

---r6 r

31T

Resp.

Solução 11. Usando a Eq. (5.25) diretamente para encontrar
R, onde a pressão média é pgh e h é a coordenada do centróide

h=
[R

da área sobre a qual atua a pressão. Para uma área semicircular, 4r /31T. Assim,

= pghA)

Resp.

Este cálculo significa encontrar o volume da figura formada pela área semicircular e a distribuição de pressão. A resultante R age no centróide C do volume definido pela figura pressão-área. O cálculo da distância Y do centróide emprega a mesma integral obtida na Solução I.

Nota:
<D

Atenção para não cometer o erro de pensar que R passa pelo centróide da área sobre a qual atua a pressão.

Problema Resolvido 5.16
Urna bóia, com formato de poste, tem 8 m de comprimento, 0,2 m de diâmetro e massa de 200 kg. Sua extremidade inferior está presa por um cabo de 5 m ao fundo de um lago de água doce. Se a profundidade da água é de 10 m, calcular o ângulo 8 feito pelo poste com a horizontal.

I .~
I .

-==----.:":-l/~-

Solução. O diagrama de corpo livre da bóia mostra seu peso 1) atuando em G, a tração vertical T do cabo de ancoragem e a força de empuxo B que passa pelo centróide C da parte submersa da bóia. Faça x ser a distância de G à superfície da água. A massa específica da água doce é p = 103 kg/mS, de modo que a força de empuxo é
[B=pgV) B

_~I _1W"'

TI

=

103 (9,81)

1T

(0,1)' (4 + x) N

O equilíbrio dos momentos, em torno.do ponto A dá
LMA

=O
2

4+x 200(9,81)(4 cos 8) - [103 (9,81)rr (0,1)' (4 + x)) -cos 8 Assim, x

=O
Nota:
<D

= 3,14 m

e

8 = arc sen ( 4 + 53,14 ) = 44,5°

Resp.

Corno as forças, decorrentes do peso e do empuxo, são verticais, para haver equilíbrio a outra única força, T, deve ser também vertical.

PROBLEMAS PROPOSTOS
5.129 A represa em curva tem a forma de urna ~uperfície cilíndrica de 240 m de raio, e subtende um ângulo de 60°. Se a profundidade da água for de 90 m, determinar a força total P exercida pela água sobre a face da represa .. Resp. P = 9,54 Gl\

5. que se comporta como um líquido de massa específica Pm' Determinar a espessura mínima b da parede. 5.132 5.132 A forma para uma pequena parede de concreto tem a seção mostrada na figura. Resp. Quando o nível da água aumenta acima de um h c -~~~. na parede do cilindro. e determinar a expressão da tensão de compressão a. 5.3 kN B ProbJ.133 t r 1.•.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 201 uma escora BC em cada 1.1 kN 1 Probl. 5.. Calcular a compressão em uma escora BC. bloqueando a extremidade de um canal retangular com água doce de 1.8 m. O concreto úmido pode ser tratado como um líquido de massa específica 2 400 kg/m 3. Resp. de altura diferencial. C = 16.133 5. que limitará a profundidade da água em h = 1. ao longo de sua aresta superior A. Foi colocada Probl.2 m de largura (na direção normal ao plano do papel).131 Uma parede de concreto.. para impedir que ela tombe. B e C atuem como articulações. 5. girando em torno da arestaA. supondo que as uniões A.134 N . tem altura h. .5m Um tubulão cilíndrico de raio r e espessura de parede t foi colocado em posição e a água do seu interior. de seção retangular. 5.134 A comporta articulada ABC fecha uma abertura de largura b (perpendicular ao papel) em um canal de água. A massa específica da água ép. para qualquer profundidade h.129 l.2m r 5-130 A comporta vertical carregada à mola está articulada em torno de um eixo horizontal. bombeada para fora.6 m ao longo do comprimento da parede. F = 38. ~ ProbJ.130 t ~ h . Analisar as forças que atuam sobre um anel semicircular. Probl. A água tem livre acesso tanto à parte inferior como ao lado direito da comporta. espessura b e massa específica Pc' A parede sustenta lama. Calcular a força F da mola pré-montada.131 '~~b~ lz 5. ~ Probl.

6 m de diâmetro. Quando lastrada..~lm ~. a estrutura toda tem um deslocamento de 26 000 Calcular o calado h total da estrutura quando estiver fundeada no oceano. 5. .140 Probl. Calcular a força vertical P exercida pela fundação sobre a extremidade inferior A da comporta. h = a 5._--. que bloqueia um canal de água doce. A pressão p contra o telhado circular é aproximadamente Po cos e. mostrada em corte. localizados a cada 2 m.139 O casco de uma plataforma flutuante para perfu· ração de petróleo consiste de dois batelões retangulares e de seis colunas cilíndricas que suportam a plataforma de trabalho. --- ---~-----~ -~--------- f~~ti[-1[~~-~:~~-. Calcular a tração T no cabo. 5. Resp.137 3mlB -----. sobre a fundação do telhado. por unidade de comprimento. 5. > p. Determinar o valor crítico de h. ~ LJ -. h = 24. contendo água doce. A comporta tem massa de 8.136 Um cilindro maciço de concreto de 2. estão articulados em torno de sua interseção comum que passa por O. Desprezar a massa da comporta.~ft~ P2 Probl.5 Mg e é articulada em torno do eixo horizontal que passa por C.4 m de comprimento e 1. (Consultar a Tabela C1 do Apêndice C.137 fi O bloco homogêneo de massa específica p está flutuando entre dois líquidos de massas específicas PI < P e P. a sotavento.136 Os lados de uma calha em forma de V.135 A figura mostra a seção transversal de uma comporta retangular de 4 m de altura e 6 m de comprimento (perpendicular ao papel). 1' O galpão está submetido a um vento horizontal. a comporta se abre. ao longo do comprimento da calha. -'-=---- 5.9 kN Probl. 5. A massa específica da água salgada é 1 030 kg/m 3• Desprezar as componentes verticais das forças devido ao fundeamento.) Resp. é mantido submerso até a metade em água doce por um cabo que passa por uma polia fixa em A. Determinar a expressão para a distância b do bloco dentro do líquido superior. Determinar o esforço cortante horizontal total Q. Resp.202 / ESTÁTICA certo valor h.138 5. se necessário.1 m t 5. T = 89. medido na direção normal ao plano do papel. A pressão é positiva a barlavento do galpão e negativa. Q = + 1trpo Probl. Calcular a tração T em cada tensor.135 5. Resp. 5.. Desprezar a massa da estrutura que sustenta a comporta. O cilindro é tornado estanque à água por um envoltório plástico.138 ~-3m ---====: . e estão mantidos na posição mostrada na fIgUra por um cabo e tensor.

· tem 3 m de comprimento (na perpendicular ao papel) e é articulada em torno da aresta superior B. Calcular o torqueM necessário a ser aplicado no eixo B da comporta para impedir que ela se abra quando o nível da água salgada diminuir de h = 1 m. Vista frontal Probl. mostrada em corte. Probl. Determinar a profundidade h da água.141 endc ado~ a po:: flgll2 lU. Determinar a compressão C em cada escora BC. 5. tem 3 m de altura e 2.FORÇAS DISTRIBUfDAS / 203 está ecífipara rior.143 erfu· etan· tarr.139 Vista lateral ntal. à esquerda.143 . 5.7 m de largura (normal ao plano do papel) e separa os reservatórios de água do mar e de óleo. a.85. imaarlarmibre a menapel. Supor que o peso do obstáculo seja desprezível. A comporta separa um lago de água doce. rrrpo t Prob1.142 5. Resp. comparado com as outras forças atuantes. necessária para fazer com que a reação em B seja nula. mostrado por sua seção ACD. lar ~ -42 A chapa retangular. ao longo da largura de 9 m. Resp. C = 25. ~ 00 and íficz comdea- Um canal de água doce tem 9 m de largura (perpendicular ao plano do papel) e está bloqueado por um obstáculo retangular. M=195.140 água doce) de 0. O óleo tem uma densidade relativa (razão entre a massa específica do óleo e o da Prob1. 5. à direita. 5.4 kN -± h Uma comporta retangular cuja seção está mostrada na fIgura. 5. de uma bacia de maré de água salgada. As escoras horizontais BC de suporte estão localizadas a cada 0.2kNom 1 n: Prob1.6 m.

TB = 96.i-2. Um veículo submersível. 5. então. t--~. necessária para m. em forma de quadrante de círculo.40 Mgfm 3. incluindo pessoal. de 6. e suportada por travessas horizontais BC.. h = 1 í'::~Um superpetroleiro se movimenta de um anCOC?douro em água doce para outro em água salgó e. tomando para o concreto a massa específIca de 2. sob a ~de seu próprio peso? Resp. Calcular o deslo~ mento final m (massa total) do navio em tone das métricas (Mg). ---- --------1. como se vê na fIgura. P = 45.8 m (normal ao plano do papel). Quando a câmara desce a uma p~ didade de 1.148 '200mm -1 I . feito de aço. C2- 5. ---:-'.5 m.. Sua resistência à ruptura é 13. desprezar sua espessura comparada com o raio de 2. Que comprimento h da corrente p ser abaixada dentro de uma parte profunda .00 m e espessura de 35 mm.5 kN. antes éi receber o óleo combustível.. mostrada em corte. Resp. devido ao enchimento do tanque. equip= to e lastro. a tração no câx:. Calcular o volume total V desl pela câmara.146 A comporta AB. 4OO~mm 1<~~>I -- -- (j . calcular a força de compressão C. tem uma largura horizontal de 1. (Supor que não haja variação na pressão da gaxeta entre a chapa de fechamento e o tanque..f de 8 kN.anter a comporta fechada. I "'1200mm ~uu 1 °lt +' __ 5.) Resp. raio médio de 1.204 I ESTÁTICA 5. e na água doce. 1 -i.-iI . Calcular o acréscimo de tração em cada parafuso.'.145 5.-.6 N Probl.7~ - '-- L' - B P Probl.2 km no oceano. . espaçadas de 1. Calcular a força mínimaP.7 Mg. e controla o fluxo de água doce sobre a borda em B.150 = .:i oceano antes da corrente se romper.147 -. As marcas de calado no casco do navi:: apresentam a mesma leitura na água salgada.. d'água.-------.144 5. <L~ pois do carregamento.im::.7 m. A comporta tem massa total de 3 100 kg. na aresta inferior. Probl.0 N. recebe um carregamento adicional 2400 m3 de óleo combustível (de densidade reh=tiva 0. 5. tem um compartimento p= passageiros em forma de esfera. de modo que a força devida à pressão da água é resistida unicamente pelo acréscimo na tração nos parafusos.145 A chapa de fechamento da porta de visita de um tanque de água doce está aparafusada no local e o tanque está cheio até o nível mostrado. resultank do comportamento do concreto ao ser despejado. d _r Probl.5. em A e B.146 5.88). Desprezando o peso da forma.149 A corrente de aço tem um diâmetro rtoI11. elo de 6 mm e massa de 93 kg por 100 me comprimento. 5. para pesquisas em gra::des profundidades.144 A forma de uma sapata de concreto é articulada emA.0 kN 5. em cada travessa.147 A câmara de mergulho tem massa total. e está articulada em torno de sua aresta superior A. No posicionamento do centro de gravidade da comporta. TA = 80.

) Resp. exercida por uma chapa sobre a articulação em B. Veja a utilidade dos resultados do Problema Resolvido 5. m = 1. determinar a altura máxima h que o cilindro pode' ter. Determinar também a distância H de R ao nível da água. 5. Se o objeto flutua com o centro da semi-esfera acima da superfície da água. com massa de 1.154 oragada de relaavio dede ocaela- 1 } 1m Probl.153 l do s de é de pode do ação 5. As chapas são articuladas ao longo da aresta comum B e ao longo das arestas A e C das paredes do canal. consiste de duas chapas retangulares.15. que gira em torno de um eixo diametral vertical O-O. 5. cada uma.52 4m Determinar a força total R. (Sugestão. por3 4 5. que mede 6 m de comprimento (perpendicular ao plano do papel). 5.152 O fundo do canal de água doce. homogêneas. Apêndice C..150 l!. h = r/.210 Mg (toneladas métricas) 5. M = fora menofunabo é cado Probl.FORÇAS OISTRIBUfoAS I 205 cular a massa do lastro de chumbo que O submersível deve transportar.153 Uma grande válvula borboleta. Cl.151 Probl.[2 I Mdb 10 ! I O Vista fron tal Probl.1.J51 O objeto flutuante é composto de uma semiesfera e de um cilindro circular de raio igual a r. colocada em uma tubulação horizontal. mostrado em corte. se necessário. ranpara com Cal- . Se a diferença da pressão do fluido sobre as duas faces da válvula variar linearmente com a distância ao eixo. de modo que os pesos combinados da esfera de aço e do lastro de chumbo cancelem seus empuxos.. 5. antes que o objeto não flutue mais na posição vertical mostrada. (Consultar a Tab. determinar o torque M a ser aplicado no eixo em O para manter a válvula fixa em uma posição. de zero a Po' conforme mostrado na figura.. O nível da água atinge o topo da janela. Resp. 5. Calcular a força P. consiste de um disco circular plano. exercida pela água doce do tanque sobre a janela triangular representada.) Resp. AB e BC. por metro de comprimento do canal.5 Mg.

determinar as componentes horizontal e vertical. a determina~ precisa da posição vertical do centro de gravidac= G de um navio. . 5.1 kN. localizada a 7. Um torque aplicado ao eixo da comporta em O controla a posição angular da comporta. 5.157 5. como está mostrado na figura.156 Probl. e o ângulo de inclinação 8 ~ medido por meio do desvio de um fio-de-prum::. Calcular a altura mel:?cêntrica GM de um navio de 12 000 t. Fx = 127. se o fio-de-prumo de 6 m estire:desviado à distância a = 0. de comprimento 1 e massa específica P I está articulada. Fy = 35. [Observar quer tonelada métrica (t) é igual a 1 000 kg e é o memo que o megagrama (Mg). é usada para regular o fluxo de água sobre o vertedouro de uma represa de água doce.. da força total exercida pelo eixo sobre seus mancais em O.157 A extremidade de uma estaca uniforme..] Resp. P a = -. inc1inad= por uma massa de 27 t.158 5. Com referência à figura.. A comporta tem massa de 7 Mg e um comprimento normal ao papel de 6 m.158 1I É difícil conseguir.8 m acima de M. 5. Tal ponto é mais facilmente ob~ do por uma simples experiência.6 pgab (h + . por integração direta sobre a superfície cilíndrica.Encontrar o ângulo e formado pela estaca com ~ superfície do líquido.530:::. Fx ~e Fy. Em todos os problemas o interesse principal estava em deter: e:. Para a posição mostrada. A chapa é articulada em torno da aresta superior O do triângulo.156 Uma chapa plana veda uma abertura triangular na parede vertical de um tanque contendo líquidO de massa específica p.2 m.4 kN F re = arc sen ( !!. Resp. Calcular o efeito da pressão do fluido. a m= externa conhecida mo é localizada à distância::. e 5. acima da superfície de um líquido de massa específica p. > p. em torno de um ponto distante h. de seção transversal cilíndrica. P.da linha de centro.206 I ESTATlCA 5.ej Probl.155 A comporta de controle. volumes. . ei tr ---x Probl.. Resp.FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO Neste capítulo foram apresentados váFios-exemplos de casos mais comuns de forças distribuídas.9 . Determinar a força P necessária para manter a comporta em posição fechada contra a pressão do líquido. inclinando-se :: navio carregado.P. es i m Probl. supondo que p. GM = 0. Resp. . O deslocamento do nSlVioe a localização do metEcentro M são conhecidos.8 m linha de centro. pelo cálculo. em áreas e ao longo de linhas. 5.) 2 a . 1 j P. A massa mo est2 distância b = 1.155 5.

Essas idealizações matemáticas dos corpos físicos são elementos essenciais para a identificação da formulação de problemas reais. C3.160 . Embora estes três tipos de problemas !ejam fisicamente bastante diferentes. expressou-se intensidade da força como força por unidade de área ou pressão. ') ção ade btie o assa a d (J é mo. um elemento diferencial de primeira ordem. m a Para encontrar a resultante. o problema reduz-se ao de encontrar as propriedades de um segmento de linha. suas formulações contêm os citados elementos comuns. Segundo. Resp. cabos e fluidos. Quatro medidas úteis são apresentadas a seguir para problemas que exigem a integração de relações diferenciais. Para encontrar a localização da linha de ação da resultante empregouose o princípio dos momentos (teorema de Varignon). se necessário. Em chapas planas e cascas homogêneas. juntamente com os princípios do equiHbrio. para reduzir o trabalho durante os cálculos. Geralmente a melhor escolha recai sobre o sistema que fomecer a descrição mais simples dos limites da região de integração. Terceiro. escolher.159 Determinar a coordenada x do centróide da área sombreada entre o quadrante de elipse e a linha reta. Na seção B deste capítulo. resolveu-se. para encontrar o braço de momento desconhecido da resultante. Quando a força está distribuída em uma massa.FORCAS OISTRIBUfoAS / 207 ma. Igualou-se a soma dos momentos de todos os incrementos de força em torno de um eixo conveniente ao momento da resultante em relação a este mesmo eixo e. uma em nível mais alto que a outra. e este no lugar de um de terceira ordem. Para barras delgadas e fios de densidade uniforme e seção transversal constante. então. fez-se uso das observações citadas acima. 5. (Usar a Tab. que coincidia. pg1Tr ( l bl I I I I I I L------a d60 ---- --x B Probl. para resolver e encontrar os efeitos das forças distribuídas em vigas. Feito isso. viu-se na Seção A que pg se cancelava ao se aplicar o princípio dos momentos. Determinar a força FA sob a extremidade A. Em fluidos. como é o caso da atração gravitacional. iniciou-se multiplicando a intensidade da força pelo elemento apropriado de volume. Para corpos de densidade constante. então. tomando um problema apenas geométrico de determinação do centróide da figura. e repousa as extre- em ina Probl. 5. Primeiro. Quarto. onde p é a densidade e g é a aceleração da gravidade. as quantidades diferenciais de mais alta ordem devem sempre ser desprezadas quando comparadas com as de ordem mais baixa. com o centro de massa do corpo físico cujos limites defmem a figura.) midades sobre superfícies horizontais lisas.. etaeta- ado m da iver stá à ue a nesm 0 OBLEMAS PARA REVISÃO . Apêndice C.1T-2 y - 20/3 Resp. escolher um elemento diferencial que evite descontinuidades dentro da região de integração. Nas vigas e cabos expressou-se a intensidade da força como força por unidade de comprimento. sempre que possível. X=-. no lugar de um e segunda ordem.159 A barra semicircular uniforme AB tem massa p por unidade de comprimento. e tendo espessura constante. su- p. relacionar um sistema adequado de coordenadas. de preferência. a intensidade é a força de atração pg por unidade de volume. somou-se (integrou-se) as forças incrementais sobre toda a região de interesse para obter sua resultante. de acordo com a unidade na qual esta intensidade estava expressa. FA = 2) -2.1--. de área ou de comprimento. o problema reduz-se ao de encontrar as propriedades de uma área.

--------. utilizado para registrar a velocidade e direção do vento. A ". Se o balão está inflado com 0..J C 11-. (5.163 Calcular a massa m e a área totalA da superfície da roda gerada pela revolução da seção sombreada em torno do eixo z. por aproximações suces· sivas.167 5. O material da roda tem massa específica de 7.3 N sobre sua ancoragem..1 A x (m) x (m) 15 20 10 5 O 50 Resp. como é mostrado na figura. O 30 25 40 45 35 O 22. x " . 5 5.5 m.. tem massa de 0.5 (m') 5.~ (~I)'"-(:= .1 24. encontrar a flecha h do cabo.7 19. para cada 5 metros. de 5..-~~~'':!\\'I. 5.162 5. Trace a curva correspondente a esses valores e determine a distância x de B.· d = 1. 5.3 kg de hélio e exerce uma força.206 kg/m3• Resp.167 . em função da distância x tomada na linha d 'água..• '~\~\1i~~~\~~-~-'-~'\'}.21 Mg/m 3. A tabela abaixo apresenta os valores das áreas imersas. x= 24 m T mm 1 200 Probl. A massa específica do ar é 1.208 / ESTA T1CA 5.1 7.16). I I I I I I I Ia ''-'. na técnica naval. em relação à direção horizontal.163 5.•• ----L--x a/2 a/2 Probl. 5.165 Um cabo de 300 m de comprimento está suspenso por duas extremidades.166 Probl....164 Probl. 5.4 Ieg. medida do ponto A em direção à popa. antes de soltar-se..5 m Desenhar os diagramas de esforços cortantes e de momentos. A = 1. das seções transversais do casco. Resp. ::. Sabendo que o cabo suporta uma grande carga uniformemente distribuída. partindo da Eq. para a viga em balanço carregada. 5. em dois pontos situados no mesmo nível e distantes 280 m um do outro. .164 Determinar a coordenada x do centróide da área sombreada.8 25. determinar o diâmetro d do balão esférico.149 m' z 300 O centro de empuxo (também chamado. 'm = 291 Ieg. para cima. 5.1 23. Resp. h = 47. como centro de carena) B do casco de um navio é o centróide do volume do líquido deslocado.161 Um pequeno balão..166 Probl.8 15.--/1 '\ x 'Om -~ .• ~ 1 B --.5 12.162 5.•...138 m Determinar as coordenadas do centróide da forma feita de chapa fina de metal. com aproximação de 0.

cilíndrica.7 Mg fora d'água. ·'1 . e a altura h do ponto sobre a chapa A através do qual R atua . acu' mula água doce na parte inferior do canal.' . Resp. Calcular o momento M.2 m--+0. Se a estrutura sem o lastro tem massa de 5. I f-<--1..5 m de altura por 1. R = 151.168 9 l 0.5. Como resultado da condensação no tanque.6 Mg/m 3. M= 52. inclinada.6 Probl.. Resp. cujos pesos são desprezíveis.. Pode-se supor que todas as ligações sejam articuladas. Ai1H ~ H 900N/m 8. é travado ao seu suporte e não pode girar. com uma seção em V de 60°. m = 4.= der dE = p= e L n::.24 Mg A viga AD está suportada e carregada como mostrado. uces- . ligada à superfície pelo eixo cilíndrico. exercida sobre a chapa A pela água. está fechado pela chapa triangular A. 1200 kg Probl.9m ~ I m+0. em águas do p610.170 Desenhar os diagramas de esforços cortantes e de momentos para a viga carregada. h = 2 m 5.85. 5. calcular a necessária massa m do lastro de chumbo.169 . aplicado em torno do eixo B da articulação. A densidade relativa do óleo é 0. Determinar a compressão em C e D. A comporta AB é uma chapa retangular com 1.0 kN.51:. Uma amostra da lama tem massa específica de 1. As escoras C e D estão localizadas de 3 em 3 m ao longo do comprimento. Determinar o momento fletor M de maior intensidade e a distância x. 5. da articulação A.. para acesso à câmara.6m~ 5. aberto na parte superior.37 Mg/m3• Resp.8 N'm e d= gad2. projetada para observação da vida marinha sob o gelo.. consiste da câmara de observação. O cabo que sustenta a carga de 1 200 kg está enrolado no tambor E. na qual ele ocorre. é necessário que suas pernas se apóiem sobre o gelo com uma força mínima de 15 por cento da força total de flutuação da estrutura imersa.171 1 écdo c. C=474kN. A massa específica do chumbo é de 11. Calcular a força resultante R.171 4~ 5.. 5.3kN A extremidade de um canal de água doce.:- oxi- A estrutura. Desprezar as dimensões dos flanges que fixam os suportes à viga em B e D e construir os diagramas de cisalhamento (força cortante) e de momentos para a viga carregada.172 Uma represa é formada pelas chapas planas A e B. 5. Determinar o momento fletor M que provoca a compressão máxima nas fibras superiores da viga. necessário para fechar a comporta contra as forças hidrostáticas da água e do óleo. de 260 kg de massa e é usada para fechar o canal de descarga na parte inferior de um reservatório de óleo.1 m de largura. por sua vez.173 Probl. Para assegurar uma condição de estabilidade à estrutura. . O lastro está apoiado na prateleira situada na parte inferior da câmara.D=88.FORÇAS OISTRIBUfoAS / 209 spen- situam de andf ão ~ cabo. Resp.170 500N t l Probl. que.

x = 0.Enquarito se efetuam reparos em seu cabo..174 A superfície da figura é gerada pela revolução do arco semicircular de raio b. 5. 5.207l Probl. Qual é o valor deM? Resp.8ab 1T(1Ta-2b) . s = 3 070 m. Determinar a profundidade h do oceano. 5.) Resp.~B D A viga suporta uma carga uniformemente distribuída.1 l kx> i Probl. como se vê na figura.175 5. para manter uma posição fixa no mar calmo. medida em metros. Resp.lÁgua= t~ :':doce' 3 fi 5.176 S 6 u o e ta c . Determinar a distância r. A massa específica da água salgada é 1.172 ~ x.210 I ESTÁTICA . de modo a tornar mínimo o. e encontrar a distância horizontal x deste ponto a um outro diretamente abaixo de P. Determinar o valor de x. onde ele entra na água. M= 0.momento fletor máximo M. e observa-se que o cabo faz um ângulo de = 600 com a horizontal. 5.03 Mg/m3• Calcular o comprimento s do cabo do ponto P ao ponto onde o cabo toca o fundo do oceano.173 SeçãoA·A 5. que atua na viga.0214wP.176 ~ A Probl.1---=. as hélices do navio de assentar cabos exercem um empuxo para a frente de 300 kN. Calcular também o torque M sobre o tambor. para impedi-Io de girar. do eixo z ao centróide da superfície. de assentar o cabo. A profundidade do oceano neste local é h. 5. M=600kN'rn (J 6 m s m d s t a a e s c p t q m 01 u o Probl. A massa do cabo é de 22 kg/m e a área de sua seção transversal é de 4 600 mm'. 1800 em torno do eixo z.174 Probl. de 2 m de diâmetro. x = 2330 m. no ponto P. h=1770m.175 :'.. r= 1T(2a' + b') . A carga vertical é a diferença entre o peso do cabo e o peso da água deslocada. (Nota.

A máquina ou o processo em que se despreza o atrito é. O FENÓMENO . ~o durante o tempo em que o deslizamento é realizado. Em outras situações. Em alguns tipos de máquinas e processos é interessante tornar mínimo o efeito retardador das forças de mito. que é dissipada em forma de calor. de dois sólidos. assim como forças normais. Sempre que existir a tendência de uma superfície deslizar sobre outra. em todas as máquinas. serão considerados.rilor flelor 7/ 6 ATRITO 6. As forças de atrito estão presentes em toda a natureza e existem. são conhecidas como forças de atrito e estão presentes em um grau qualquer entre todas as superfícies reais que se tocam. nos parafusos de acionamento. Embora em muitos casos esta hipótese ideal acarrete um erro uito pequeno. nos mancais de qualquer tipo.. por exemplo. geradas entre mperfícies que se tocam. ao contrário. tipos mais comuns. transmissões por rreias e nas cunhas. nas engrenagens. (a) Atrito seco. Cada destes tipos é resumidamente definido nesta seção. O atrito seco é encontrado quando as superfícies. 3. Na próxima. seja qual for o grau de precisão com são fabricadas e o de lubrificação que possuem. denominado ideal. As forças tangenciais. de modo considerável. embreagens. atrito entre as peças em contato ocasionará desgaste durante o período de movimento relativo entre elas. e o simples andar depende do atrito entre o sapato e o solo. Essa hipótese caracteriza a interação entre as superfícies sem atrito e foi ilustrada no Ex. onde ocorre deslizamento entre as peças. no escoamento de fluidos nas tubulações e na propulsão de aviões e mísseis através da atmosfera. as forças de atrito acarretam a perda de energia. na maioria dos casos. estão em contato sob condição de deslizamento ou de tendência ao deslizamento. fossem normais às superfícies. forças de atrito geradas estarão sempre se opondo a essa tendência. não somente durante o tempo em que só há a tendência ao deslizamento. que as forças de ação e reação entre as superfícies de contato. O sentido da força sempre se opõe ao movimento . Surge uma força de atrito tangente às superfícies de contato.1. Quando se considera o atrito. Os veículos com rodas dependem do atrito tanto para as partidas quanto para as paradas. como. há um grande número de problemas em que se deve considerar a capacidade das superfícies contato de suportarem forças tangenciais.1 INTRODUÇÃO as um er e e 00 onde ssa lar to ar ro diM tar ga eo . Além de gerar calor e da perda associada de energia. 'tas vezes. usa-se o termo real para caracterizar a máquina o processo. Em todos os casos reais.2 - DO ATRITO TIPOS DE ATRITO Existem vários tipos distintos de resistências ocasionadas pelo atrito. sem lubrificação. como nos freios. encontradas na Mecânica. procura-se tirar vantagens do atrito. com mais detalhes. SEÇÃO A. 2 da Fig. m Supôs-se nos capítulos anteriores.

As superfícies de contato possuem uma certa aspereza. em repouso sobre uma superfície horizontal.mãx~=l1sN-: I I {'Fk=l1kN p (c) (d) Fig. Este tipo de atrito é conhecido.3 - ATRITO SECO O restante deste capítulo será dedicado a descrever os efeitos do atrito seco nas superfícies externas de corpos rígidos. O mecanismo do atrito seco será agora explicado. não haverá atrito do fluido. com o nome de atrito de Coulomb. O atrito fluido aparece quando as camadas adjacentes em um fluido (líquido ou gás) movem-se com velocidades diferentes. O atrito fluido depende não somente dos gradientes de velocidade no interior do fluido. Não havendo tal velocidade relativa. em detalhes. que é uma medida de sua resistência à ação de cisalhamento entre as camadas do fluido.1a. O mecanismo do atrito interno está associado com a ação da deformação por cisalhamento. O atrito interno é encontrado em todos os materiais sólidos submetidos a uma carga cíclica. A experiência envolve a aplicação de uma força horizontal P. 6. dos efeitos externos das forças. e estas forças dependem da velocidade relativa entre as camadas. Apesar de não ter uma teoria perfeita para o atrito seco. com auxílio de uma experiência bastante simples. durante o carregamento.6. Para os materiais de baixo limite elástico e que sofrem apreciáveis deformações plásticas. Esta análise constitui a base para a maior parte deste capítulo. como é mostrado na Fig. Consideremos um bloco sólido de massa m. Para materiais altamente elásticos. em 1781. e dos trabalhos de Morin. principalmente. (c) Atrito interno. I F. que acompanha esta deformação. o que será visto no item 6. para (a) Atrito estático FI (sem : Atrito dinâmico movimento)1 (movimento) ~~ I ~. As leis do atrito seco ou de Coulomb foram grandemente estudadas a partir das experiências de Coulomb. Este movimento causa as forças de atrito entre os elementos do fluido.212 I ESTÁTICA ou quando o movimento está iminente. causada pelo atrito interno.1 . pode ser considerável. como também da viscosidade do mesmo. a volta ao estado inicial sem deformação processa-se com pequena perda de energia. (b) Atrito fluido. que varia continuamente de zero até um valor suficiente para mover o bloco e dar-lhe uma velocidade apreciável.. não se considerará atrito interno daqui para frente. O estudante deve consultar uma obra especializada para obter a descrição detalhada do fenômeao. (a) Mecanismo do Atrito. 6. O atrito fluido é tratado no estudo da mecânica dos fluidos e não será desenvolvido neste livro. a análise fornece elementos suficientes para a solução da grande maioria dos problemas em que ele aparece. O diagrama de corpo livre do bloco. também. Como este livro trata.3. de 1831 a 1834. a quantidade de atrito interno.

R3 etc. A região até o ponto de deslizamento. mas então cairá ainda um pouco mais com velocidades maiores. abruptamente. Assim erA lor ara onde J1s é a constante de proporcionalidade. e o valor da força de atrito é determinado pelas equações de equilfbrio. para um valor um pouco menor. Esta força pode ter qualquer valor de zero até. Deve-se notar. os contatos estão. no limite. na parte superior das saliências. onde J1k é o coeficiente de atrito dinâmico.a equação de atrito não pode ser empregada. o valor limite ou máximo da força de atrito estático. A força de atrito dinâmico Fk é proporcional à força normal. que alguns problemas contêm uma força de atrito estático menor do que a correspondente à iminência do movimento e. atingindo-se altas velocidades. e a força total R. a força de atrito exercida pelo plano sobre o bloco. 6. À medida que P cresce. Assim. necessária para manter o movimento do bloco. o equilíbrio exige que não haja força de atrito. surge a condição de atrito dinâmico. ou movimento iminente. é a resultante de N e F. conhecida como o coeficiente de atrito estático. sobre o bloco. o efeito da lubrificação por um f1lme fluido pode tomar-se apreciável. dependerá não somente da geometria do perm das irregularidades. somente. desde que o bloco não deslize. Esta força de atrito estará sempre em sentido oposto ao movimento. quando as irregularidades estão mais intimamente engrenadas. Os coeficientes de atrito dependem grandemente das condições exatas em que se encontram as superfícies e da velocidade de deslizamento. sempre igual e em sentido contrário. Suponhamos. Uma vista aumentada das irregularidades das superfícies em contato (Fig. que a experiência descrita tenha sido realizada e que a força de atrito F foi medida como uma função de P. A relação experimental que resulta está indicada na Fig. 6. ou de atrito dinâmico com seu coeficiente dinâmico correspondente. Neste mesmo momento. e todas as forças que sobre ele agem devem satisfazer às equações de equilíbrio. e as componentes t das forças R serão menores do que quando as superfícies estão em repouso relativo. aproximadamente. e estão sujeitos a grandes incertezas. o valor máximo. A direção de cada uma das reações. 6. que pode ocorrer sobre uma minúscula crosta em cada um dos pontos de contato. Esta consideração ajuda a explicar o fato bem conhecido que a forçaP. R2 . O apoio é necessariamente intermitente e ocorre nas saliências em contato. É costume escrever as duas equações que dão as forças de atrito. que esta equação define. é conhecida como a variação do atrito estático. Deve-se destacar.1b. e incluindo no limite.1) Estará subentendido no problema. Durante esse tempo.1 c) auxiliará a visualização da ação mecânica do atrito. um valor qualquer de P. a força de atrito cai. agora. essa equação somente se aplica nos casos em que se sabe que o movimento é iminente. este valor máximo Famax. Existe também uma força normalN que. ou à tendência ao movimento do corpo. é geralmente menor do que a exigida para iniciá-Io. não dando nenhuma indicação de nenhum outro valor menor. cuidadosamente. Ao iniciar o deslizamento. o coeficiente de atrito dinâmico diminui um pouco e. Portanto. nesses casos. a força de atrito vai acompanhando. uma vez mais. Quando P = O. assim como da solda.ATRITO f 213 de de a o que ou do va. exercida pela superfície de suporte sobre o bloco. . se se trata de atrito estático. (6. Finalmente P atinge um valor que ocasiona o deslocamento do bloco e o faz mover-se no sentido da força aplicada. A força normal totalN é simplesmente a soma das componentes n das forças R. R 1.. sem os índices de particularização F=pN. iguala-se aP. com seu coeficiente de atrito estático correspondente. Para um dado par de superfícies em contato. Aí ela se mantém praticamente constante. Quando as superfícies estão em movimento relativo. o bloco está em equilíbrio. por um período. aparece na Fig. mas também da extensão da deformação local. Conclui-se que J1k éum pouco menor do que J1s' Aumentando a velocidade do bloco.1d. ' do atrito estático é proporcional à força normal N. e a força total de atrito F é a soma das componentes t das forçasR. sobre o qual ela atua. Denomina-se F. A força de atrito dinâmico é sempre um pouco menor do que a força máxima de atrito estático. neste caso. do to ol- ma om em ha mado ito de ên.

Não tem sentido falar de coeficiente de atrito para uma superfície isoladz. a área h contato também aumenta. Quando a força normal aumenta. poeiras ou outras substâncias. R estar! dentro do cone. e represent~ a superfície gerada pelas possíveis posições da reação R. esmagamento ou cisalhamento. para ser feita pelos dados do problema qu= se tiver em mãos. em cada caso. quando as superfícies estão em íntimo contato. o ângulo a passa a ter um valor dinâmico. Este ângulo de atrito I/> defme claramente. Se o movimento tive: início. na Fig.18 Quando o deslizamento ocorre. medida a partir da direção de N. visto que someI::: os picos das irregularidades das superfícies em contato suportam a carga. é dada por tg a= F/lÇQuando a força de atrito atinge seu valor estático máximo. O ângulo 1/>8 é chamado ângulo de atrito estático ou ângulo de repouso.6.. A direção da resultante R. sendo I/>k o ângult. dureza superficial relativa superfícies em contato e a presença de películas de óxidos. Assim. a posição limite da reação totL R. quando o material sofre escoamento. R será a geratriz de um cone circuk:: reto com ângulo de abertura 21/>8' como se vê na Fig. Esse cone de ângulo do vértice 21/>8 é conhecido como o cone de atrito estático. Outros fatores que afetam o atrito seco são ~ temperatura atingida nos pontos de contato e "soldagem" desses pontos.2. Se o movimento estiver iminente. 6. Por exemplo. de atrito dinámico. pequenas caI"? normais resultam em altas tensões nesses pontos de contato. Fig. entre duas superfícies em contato. e a reação deve situar-se sobre a superfície de um cone ligeira mente diferente.2 Uma experiência adicional mostra que a força de atrito é essencialmente independente da área ê= contato. Analogamente I/>d correspondente à força de atri É comum escrever-se simplesmente tgl/> =Jl. aparente ou projetada. A apresentação de uma teoria ampla para o atrito seco vai além da explicação mecânica apr~tada aqui. um coeficiente d:: atrito reflete o acabamento de um par de superfícies em contato e incorpora uma propriedade geométri.10.1 b. .. nos po de contato. deixando-se a interpretação de atrito dinâmico ou atrito estático. Relativamente. do que no caso de superfícies mais bem acabadas. 6. Se o movimento não estiver iminente. há razões para se acreditar que a atração molecular seja uma importante causa -:CS' atrito. na Fig. destes contornos que se tocam. no movimento iminente. 6. de ângulo do vértice 21/>k' Este cone é o cone de atrito dinámico. que para superfícies rugosas há maior possibilidade de ângulos grandl ~ entre as reações e a direção n.214 I ESTAnCA Pode-se observar. A área de contato real é muito menor do que a projetada. o ângulo a alcança um valor máximo 1/>8' Assin: tg 1/>8 t c i = N· J. óleos. aplica-se o ângulo de atrito dinâmico.

1. O coeficiente de atrito estático entre o bloco e a superfície inclinada é !J.1 Determinar o ângulo máximo {].1 com !J. e aqui se aplica o coeficiente de atrito dinâmico. N. procurando-se. supõe-se o corpo em equilíbrio e a força de atrito correspondente. parcialmente lubrifica das.1 com o coeficiente de atrito estático. de ca a. Em problemas deste tipo.sN. Fs max. 6. portanto. 6. Quando se desejar precisão no cálculo. haverá movimento e o atrito se transformará em atrito dinâmico. a força normal N e a força de atrito F exercida pelo plano inclinado sobre o bloco. Estes valores são aproximados e estão sujeitos a consideráveis variações. necessária para manter este estado. de te gas: de cn de l Solução. O diagrama de corpo livre do bloco mostra seu peso W = mg. pelas equações de equilíbrio.ATRITO I 215 es. onde um corpo em equilíbrio está no ' = !J. O equilíbrio nas direções x e y obriga. Entretanto. calculando-se com o coeficiente de atrito estático. Esta força de atrito pode. procura-se saber se a força de atrito é suficiente. podem ser usados como exemtípicos da intensidade dos efeitos causados pelo atrito. A discussão precedente se aplica a todas as superfícies secas em contato e. nas aperiências. Apêndice C. antes do bloco de massa m começar a deslizar.s. Alguns valores típicos dos coeficientes de atrito são os na Tab. e o corpo permanecerá em repouso.s dará sempre. pode-se reconhecer a existência de três tipos de problemas de atrito seco. ser comparada com o atrito estático máximo que as superfícies podem suportar. as limiar do escorregamento e a força de atrito é igual ao atrito estático limite. as condições do problema. para mperfícies em movimento. necessária para equilíbrio e. somente. {1:Fx=O] I1:Fy mgsen{]-F=O -mg cos {] +N= O Notas: <D a5 F=mgsen{] N= mg cos {] = O] Escolhemos os eixos de referência na direção da força F e perpendicular a ela para evitar decompor F e N. ndendo das conclições exatas que prevalecerem na ocasião. não existe o movimento iminente e. O passo inicial na solução de problemas de atrito é identificar em que categoria ele se enquadra. ou não. Para este caso. (2) No segundo tipo de problema. . A força de atrito atua no Sentido contrário ao do escorregamento que ocorreria se não houvesse atrito. determinar os coeficientes de atrito experimentalmente. então. em conseqüência. será ferível. para manter o corpo em repouso. conclui-se que as superfícies em contato não podem suportar esta força de atrito. a Eq. Neste caso a força de atrito será determinada. 6. Naturalmente. existe a condição de movimento iminente. (b) Tipos de Problemas de Atrito. diretamente. o mais exatamente possível.1. (3) O terceiro tipo de problema envolve o movimento relativo entre as superfícies em contato. = !J. conclui-se que a força de atrito suposta poderá ser suportada pela superfície. (1) No primeiro tipo. Para isso.s. =!J. 6. CI. a ça de atrito dinâmico. Pelo que foi apresentado. pode ser calculada pelas equações de equilíbrio. m to 2) ue lo al ar rá ta ver ra- Problema Resolvido 6. na maioria -das vezes. até um certo grau. Se o valor calculado de F for maior do que o nlor limite. reproduzir. a força de atrito pode ter valores menores do que o fornecido pela Eq. equações do equilíbrio também são válidas. Se F for menor do que o valor dado pela Eq. fornecido pela Eq. que o plano inclinado ajustável pode fazer com a horizontal.

primeiro. É necessário. As forças estão aplicadas com o bloco inicialmente em repouso.981 sen 20° = mo = 62. Como o ângulo máximo ocorre quando F = F x max. O valor máximo de e é conhecido como ângulo de repouso. representado na figura. ao se aplicar a forçaP.N] N .981 sen 20° = mo O = 6. = arc tg J. Suponha-se que a força de atrito esteja dirigida para cima.2 Determinar a faixa de valores que a massa mo pode ter.4 kg.17. Problema Resolvido 6. Solução.3 Determinar o valor e o sentido da força de atrito que atua sobre o bloco de 100 kg. e o bloco permanecerá em repouso. não se pode dizer se o bloco fica em repouso ou desliza.30 (922) = 277 N O P. de modo que o bloco de 100 kg. A força de atrito sobre o bloco atua. Vemos dos resultados do Probl. as equações de equilíbrio são P.81) = 981 N. O equilíbrio das forças nas direções x e y dá p Y.30. O coeficiente de atrito estático é 0. mo pode ter qualquer valor de 6.981 cos 20° = O. quando o movimento é iminente para baixo do plano. Resolvido 6. = tg emáx.277 .para o movimento iminente.l. A força de atrito sobre o bloco atuará para cima do plano. Assim. N .s (%) Este problema mostra um modo muito simples para se determinar um coeficiente de atrito estático. se. ' = J.81) = 981 N \I ~x [~Fx [~Fy = O] P cos 20° + F . como é mostrado no diagrama de corpo livre do bloco. tem-se: 2 !J.Fy = O] JJ. para opor-se à tendência ao movimento. Resp.~ 216 / ESTÁTICA Dividindo a prim~ira equação pela segunda. como está mostrado no diagrama de corpo livre do Caso 11. portanto.1 que o bloco escorregaria no plano incli· nado se não houvesse a massa mo presa a ele. Solução. para baixo do plano.20 e o coeficiente de atrito dinâmico é 0. admitir-se uma hipótese. Problema Resolvido 6. Pelos dados do problema.sN.81) . como está representada pela seta em linha cheia. nem a deslizar para a parte inferior.0 kg. não comece a se mover para a parte superior do plano. no Caso I da figura. P = 500 N e segundo. dá F/N = tg e.4 kg.981 cos 20° = O N= 922N W= F= O] 0.30. 100(9. P = 100 N.981 sen 20° = O = O] N -P sen 20° . mostrado.81) + 277 . O coeficiente de atrito estático entre as superfícies em contato é 0. Com o peso mg = 100 (9.Fx= mo (9. O valor máximo de mo será dado pela condição de movimento iminente do bloco subindo o plano. portanto. pois tg 20° > 0.l. O valor mínimo de mo é determinado.s Resp.0 kg a 62. Resp. ou emáx. O equilíbrio na direção x exige [~Fx Nota: <D = O] mo (9. Assim será necessário um valor de mo para manter o equilíbrio.

porém. que move o bloco na superfície com uma velocidade constante. como representado pela seta tracejada. Determinar: (a) o maior valor de h que permite o bloco deslizar sem tombar. = 0. que dá N= 1093 N. (b) a localização doponto C. Como esta força é maior do que a exigida para o equilíbrio. O sinal negativo significa que. r r-b--j P r h m . máxima possível. Portanto. a resposta é [F = j. a força de atrito que atua sobre ele estará no sentido oposto ao suposto e. A resposta é então.. na face inferior do bloco. que as superfícies podem suportar.ATRITO 1217 m- Caso I. pelo qual passe a resultante das forças de atrito e a normal. não pode haver equilíbrio e o valor correto da força de atrito é obtido usando-se o coeficiente dinâmico de atrito. máxima. para baixo do plano. se h = H/2. = 0. de modo que 'EF = O. Caso fI. Isto pode ser feito substituindo-se P = 500 N na segunda equação. Portanto. Porém.20 (956) = 191 N.lN] F = 0. Nota: o a - O que mostra que uma força "deatrito de 231 N não pode ser suportada. J: Problema Resolvido 6. F = 134 N para baixo do plano. Não se pode. acompanhando o movimento para baixo no plano. P = 100 N.4 O bloco retangular homogêneo de massa m. até se verificar se as superfícies são capazes de suportar a força de atrito de 134 N. Portanto. segue que a hipótese do equilíbrio foi correta. A primeira das equações dá F= -134N. está colocado sobre a superfície horizontal e sujeito a uma força horizontal P.17 (956) = 163 N para cima do plano. A substituição nas duas equações de equilíbrio dá F=231N N=956N. Resp. A força de atrito estático. Resp. é [F =pN] Fmáx. a força normal N é 956 esteja ou não em equilíbrio o bloco. a força de atrito estático. concluir o valor de F. (í) Note-se que mesmo não sendo mais 'EFx o equilíbrio persiste na direção y. portanto. de é P = 500 N. é então [F= pN] Fmáx. O coeficiente de atrito dinâmico entre o bloco e a superfície é IJ. largura b e altura H. se o bloco estiver em equilíbrio.20 (l 093) = 219 N.

a partir da posição de repouso. Notas: Se p. portanto. Existem duas condições possíveis de movimento iminente: ou o bloco de 50 kg escorrega.--I P h F I.H /2. podem ser determinadas sem nenhuma referência às forças de atrito. Estão mostrados na figura os coeficientes de atrito estático para cada um dos três pares de superfícies adjacentes.H/2 Resp. a condição de equilíbrio dos momentos em torno de A não será satisfeita e o bloco tombará. ocorrendo escorregamento entre o bloco de 40 kg e o plano inclinado. conforme está mostrado. tem-se x = p. H 1" ------L p . (a) Com o bloco na iminência de tombar.N. vê-se que toda a reação entre o plano e o bloco estará em A. de modo que x = p. e o ângulo e torna"se e = arc tg p. As forças normais. para as quais o bloco estaria (a) na iminência de tombar e (b) na imÚlência de deslizar. sob influência de P. Se h for maior que este valor. O diagrama de corpo livre do bloco mostra esta condição. a força de atrito é o valor limite }JN. que estão na direção x. que estão na direção y. Como ocorre o deslizamento. ® Outra alternativa seria igualar os momentos em torno de G a zero. Determine o máximo valor que P pode ter antes de ocorrer qualquer deslizamento. (b) Com h = H /2 vê-se do diagrama de corpo livre para o caso (b) que a resultante de F e N passa pelo ponto C que está a uma distância x à esquerda da linha de centro vertical que passa por G. O ângulo e é ainda e = = arc tg p. . O bloco superior é impedido de mover-se por um fio preso a um suporte fixo. Assim. o bloco do meio.{ /h11G I mg ~ ([3/e~-º-~ N2 = p.d C/ l'1-mg I 2 x H2 -/- = tg e = p. da geometria da figura tem-se: <f> G ---j . enquanto o bloco estiver deslizando. A resultante de F e N passa pelo ponto B. o que daria F(H/2) . por"onde também deve passar P. pois as três forças coplanares em equilíbrio são concorrentes. as soluções obtidas descreveriam as condições. representasse o coeficiente de atrito estático. Problema Resolvido 6. Assim. = b/2 h ' Resp. da geometria do bloco: tg e B .218 I ESTÁTICA 1 Solução. com F = p. As forças de atrito são orientadas no sentido oposto ao movimento relativo que ocorreria se não houvesse atrito presente.Nx = O. <D Lembre-se que as equações de equilíbrio se aplicam a um corpo movendo com velocidade constante (aceleração nula) tão bem como em um corpo em repouso.. ou os blocos de 50 kg e 40 kg se movem juntos. a direção oposta a este movimento. Traça-se o diagrama de corpo livre de cada bloco . teria um movimento maior que o bloco de 40 kg e a força de atrito F2 terá. permanecendo parado o bloco de 40 kg.. paralela ao plano inclinado é aplicada ao bloco do meio.5 Os três blocos estão posicionados sobre um plano inclinado de 30° conforme mostrado e uma força P. Assim: Notas: (i) Na ausência de atrito. I} Solução. Daí.

40(680) = 272 N o equilíbrio de forças para o bloco de 50 kg. F. li validade da hipótese inicial. P= 103.81) sen 30° . com F2 = 272 N. Resp.N3 = 0. P = O] + 50(9.81) cos 30° =O =O = 255 N N2 - (50 kg) N2 50(9. que = 272 N.ATRITO I 219 P:Fy= O] (30 kg) NI NI . Se P = 500 N e o bloco começar a mover-se quando o ângulo a aumentar para 60°. = x/' 0. = O] F2 + 40(9. que o escorregamento ocorre entre o bloco de 40 kg e o plano inclinado. Conclui-se. Tem-se w= fJN] FI = 0. ® = 93. Para o bloco de 40 kg. a força de atrito F3 será dada por: (1:Fx se amo = O] 272 + 40(9. 468 N não pode ser suportado e a hip6tese inicial estava errada.5 .8 N Vemos.1 N Verifica-se.263 . 6. fJ = 0.81) sen 30° .255 = 680 N N3 - (40 kg) N3 40(9.5 N /' /' F.5 P = O. o máximo valor possível de F3 é F3 = IJ. dá: (1:Fx = O] P .30(9. agora. entre o bloco e a superfície.76.45 (1 019) = 459 N. cuja direção pode variar. fmalrnente.81) sen 30° = O.459 = O F2 = 263 N o equillôrio (1:Fx do bloco de 50 kg dá.592 o / Probl. agora. permanecendo no lugar o bloco de 40 kg. Portanto.F3 =O F3 = 468 N nia Porém. é aplicada a ele.81) sen 30° . então.680 = O = 1 019 N Será arbitrariamente suposto que somente o bloco de 50 kg escorregue. o equilíbrio do bloco de 40 kg requer: (1:Fx N. Com o mor correto F3 = 459 N. para movimento iminente.81) cos 30° .76. calcular o coeficiente de atrito estático IJ.30(255) = 76.272 + 50(9. Resp.81) cos 30° .1 P . é menor que JJN2 OBLE~SPROPOSTOS bloco de 100 kg repousa sobre a superfície horizontal e uma força P.

Probl.8 6. Probl. que estão sendo tratados termicame:::te em um banho de óleo. que aumenta gradativamente.9 A roda de 100 kg. Para a posição mostrada. rola sobre o cubo.entre as mandíbulas e o tubo. que permita tenaz apertar o tubo sem deslizamento? Resp. 6. Desprezar o raio da polia. o bloco de 50 kg.6.4 6. = 0. 6. Resp.30. 6. determinar o valor de a.60 Determinar o valor máximo da distância d. = 0. cabo sob tração. de massa desprezível. no Probl.8 t Probl.2 6. 6. O coeficiente de atrito é 0. F = 523 N As tenazes são usadas para se manipular tubos é= aço quentes. Determinar o valor de x de modo que a força P necessária para iniciar o movimento para cima do plano seja a menor possível.30.3 6. a = 17. para cima d:: rampa em forma circular. a reação total R no apoio 6cada peça. também. calcular a força de atrito F que atua sobre o caixote.6 Probl.11" 20° L F Probl.3 A força horizontal P de 200 N é aplicada ao caixote de 100 kg para forçá-Io a deslizar para baixo no plano inclinado. no plano inclinado de 300..1.4 coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado é p. o 6. 600 N r F ~ Probl.2 Calcular a forçaP necessária para mover.. IJ. em que ocorre o início do deslizamento do bloco. 6. det5:minar o mínimo coeficiente de atrito entre o cab: e as peças que torne o dispositivo auto-retentc:: Calcular.220 I ESTA T1CA 6.6 6. Resp.70. Se o coeficiente de atrito entre o caixote e o plano inclinado é 0. Para uma abertura de 2[f das mandíbulas. P = 500 N e p. em termos -de 1. 6. qual é o coeficiente de atrito míC:mo IJ.7 6. sob a ação da massa C= 25 kg. na qual a extremidade inferior da escora. em virtude da grande força é= atrito desenvolvida.mín. ligada a uma corda em torno do seu Determinar o ângulo e no qual a roda fica em Te- .7 A figura mostra um dispositivo que preride u::. sem deslizamento.5 Se. pode ser colocada e ainda suporte a prancha. para cima.

6. 6. = 0. M= 79. que permitirá esta posição ser alcançada sem deslizamento? Resp.. O bloco superior é livre para mover verticalmente. de massa m está em repouso sobre um plano inclinado de ângulo e. repousa sobre o plano inclinado. 6.. antes que se inicie o deslizamento. Resp. e = arc tg (J-L/cos Q() um de erabo or.11 O bloco retangular. Especificar o coeficiente de atrito mínimo que deve existir entre a roda e o degrau para evitar o deslizamento da roda. O coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado é Determinar.ATRITO I 221 pouso. que pode ser aplicada ao bloco na direção mostrada. antes que o cilindro maciço inicie o deslizamento. e = 32. que está articulado em torno de um eixo horizontal que passa por O.5 N -m.10 Probl. homogêneo. Determinar o máximo ângulo e que pode ser inclinado. Estão indicados os coeficientes de atrito para os três pares de superfícies em contato.Lmín.. de massa m. Supor que o atrito seja suficiente para evitar o deslizamento.14 . Qual é o coeficiente de atrito mínimo. 6. J-Lmín.14 Um bloco homogêneo.9 6. quando o ângulo e for aumentando gradualmente.630 Se o coeficiente de atrito estático entre o bloco e o especificar as condições que determiplano for nam se o bloco tomba antes de deslizar ou se desliza antes de tombar. o ângulo {3 entre a direção horizontal de P e a direção do movimento inicial do bloco. 2400 mmj de en· 20° íni· a a I ' t Probl.12 25 kg 176 Probl. a partir da horizontal.= 0.75 Resp. de Probl.11 A roda de 900 mm de diâmetro tem massa de 30 kg.2°. também. 6. J-L. Probl.12 Probl. o bloco com o corte em V. Determinar a força P máxima. 6. re- 6.13 . J-L. J.13 10 Determinar a força horizontal P necessária para causar o deslizamento. dz de o. O coeficiente de atrito é j. 6. Determinar o conjugado M necessário para girar a roda sobre o degrau de 90 mm sobre plano horizontal.

Examinando = diagrama de corpo livre. calcular o torque M I:Ecessário para girar o cilindro. P = mg . determinar o ângulo :: para o qual a roda não rolará. = 0. 6.18 O anel do Probl.17 está sujeito a uma força ho~ zontal P.34 J.L Probl.15 O caixote de 200 kg. quando o ângulo a da corda for pequeno. = valor de P. {3 = arc tg J. Se é necessária uma força P de 400 N para iniciar o movimento do caixote. J.L A roda.16 Probl. 6.L 6. Resp. Determinar.6. determinar o coeficiente de atrito em A. Se o mancal da roda em A grimpar. rolará para a querda. J. representada na figura. calcular a força P necessária para mover o painel.16 O centro de massa do pam:el vertical de 800 kg está em G.17 Probl. em função da massa m do anel. necessária para fazê-Io deslizar sobre o suporte. Se o deslizamen:: sobre o suporte em A ocorrer quando {3tiver . Se o coeficiente de atrito entre o cilindro e . quando M aplicado. durante um aumento gradativo C::: valor de P. com centro de massa em G está suportado sobre superfícies horizontais por um apoio em A e um rolete em B. que gira com atrito despr=vel.20 Resp. o ângulo {3 no qual ocorre o deslizamento.!.222 I ESTATlCA 6.L 6. determinar a força verticalP. O painel está montado em rodas que facilitam o movimento horizontal ao longo do trilho fixo. conforme mostrado.L. 6. S= o coeficiente de atrito for e a massa da roda calcular o valor de P para o qual a roda des]i7~ para o valor crítico de a. 6. R = 1 683~- r Probl. quan-'se iniciar o deslizamento. 6 6. Expressar.20 .: valor de 600. determinar o coeficiente de atrito _ entre o anel e o suporte.19 O cilindro homogêneo com 200 kg de massa = suportado pelo rolo. 6. quando a for grande.18 6.6.J 1 + J.L' -J. = para a direita. tem massa m e raio médio r e está pendurado no suporte A. M= 303 N 'm. Encontrar também :E reação R sobre o mancal do rolo.15 Probl. aplicada na periferia do anel.19 6. O coeficiente de atrito entre a roda e o trilho é 0. também.30. de espessura desprezível. Resp. 6 Probl.-17 Um anel de metal.L . superfície vertical for 0.6.para lado nenhum. Se o coeficiente de atrito entre o anel e o suporte é J. impedindo-a de girar. também.

O coeficiente de atrito. O coeficiente de atrito. sa é ezíea nem a for A roda uniforme. Resp. ajustada com folga . .24 erdo o o JJ m. aplicada ao papel. Para evitar o deslizamento da mandlôuIa sobre a guia. e o cr Se A mandlôula esquerda do grampo tipo C pode deslizar ao longo da guia. (b) O que ocorreria se estes coeficientes de atrito fossem 0. 0.22 Uma bobina de papel está para ser rolada lentamente. Se os coeficientes de atrito entre o rolo e o painel vertical da empilhadeira e entre o rolo e. P = 22. horinto 6. para cada par de superfícies em contato. .45. é Jl. com o cubo repousando sobre trilhos inclinados. subindo o plario inclinado. 6.25 6. x = a- bJl 2Jl ará A empilhadeira está sendo usada para mover o rolo maciço de papel. para cada par de superfícies em contato. para aumentar a capacidade do grampo.23 Probl. a dimensão x deve exceder um certo valor mínimo.D plano inclinado forem ambos 0.26 m. para cima no plano inclinado de 30°. Uma corda.ATRITO / 223 Calcular a força T necessária para girar o carretel do cabo telefônico de 200 kg.22 3 e.30 e 0.21 6. 6. calcular a força de tração P necessária entre os pneus da empilhadeira e a superfície horizontal. Se o suporte emA for removido. por meio de uma tração T.sai horizontalmente para se prender no gancho B. Probl. de 1 200 kg.20. e para o coeficiente de atrito Jl entre a guia e a mandíbula.1 kN r' b L Probl.40. é 0.26 . (a) calcular a força de atrito que atua sobre a roda.25? 3 K Probl..25 6. Resp. de 50 kg. quando ele for puxado horizontalmente para fora da bobina. que repousa sobre o cubo e está encostado em uma parede vertical.6. respectivamente. está encostada em um suporte fixo em A.60. 6. ndo Probl. Encontrar e·ste valor correspondente às dimensões dadas a e b. Demonstrar se a bobina de papel rola sem deslizamento ou se ela desliza. o . enrolada na sua periferia. T= 727 N Calcular o torque M exigido para girar a roda homogênea de massa m. Resp. O coeficiente de atrito entre a bobina e o plano inclinado é 0. quando o grampo estiver sob a carga. Os coeficientes de atrito estático e dinâmico entre o cubo e o trilho são.24 6. em sua posição contra a parede vertical.50 e 0.6.

calcular a força de atrito existe no estado de equilíbrio. se o coeficiente de atrito. sobre os apoios? A prancha c=::massa de 100 kg e o coeficiente de atrito entre ~ e cada suporte é 0. em ambos os locais de contato.gD:: por uma guia vertical lisa.31 Um pequeno rolete na extremidade B da barra forme de 60 kg.50. P= o_ 6. na posição mostrada.32 A barra esbelta. for 0. com centro de gravidade em G é suportada pelos pinos Ae B.62 N 6.31 6. 6 . :xderá ele manter em equilíbrio a prancha unifo de 7 m.27 Calcular a força horizontal entre os pneus e a superfície horizontal. antes que a barra comece a deslizar. Resp·j.l. Resp. Probl. da posição de repouso mostrada. Resp.32 6. homogênea. 6. Determinar a força horizontal P ne~ para iniciar o deslizamento em A.29 Probl.30 6. que é o mesmo para ambos os pares de supeC'cies em contato.33 Probl.:. tem o seu movimento rest:rirr. de 6 comprimento. 6 =- =- Probl. se o rolo de papel estiver na irninência de rolar para baixo no plano inclinado. quando cionada contra a parede vertical.lmín.80. P = 19.30 Supondo que o operário tem força suficiente. 6. Determinar a força P necessária para mover a prancha homogênea de 50 kg.28 Que força P devem os dois homens exercer na da para deslizar a prancha uniforme.50.26.::. que estão fixados na roda.. na empilhadeira do Probl. como é mostra:S. exercendo força h=zontalno cabo? O coeficiente de atrito está6 entre a prancha de 60 kg e o topo do prédio é 0.28 6.:). Encontrar a expressão para o coeficiente de atr:::= j. Se o coeficiente de atrito entre a barra e os pinos for j.Se a resposta for sim.29 A barra homogênea. de massa m e co~ mento I está à beira do deslizamento. determinar o ângulo e que a roda pode ser girada em torno do eixo horizontal que passa por O.l.224 I ESTÁTICA 6. = =- 6 B Probl. Desprezar o diâmetro da barra diante das outras dimensões. 6. 0. 6. 6. O coeficiente de entre a extremidade A e a superfície horizon:i:. 6.

35 e . qual é o correspondente ângulo 0/ em relação ao plano inclinado.ATRITO / 225 corm à= te!:: e 96 Y ~3 w:::.. Em conseqüência. . de massa m e comprimento 1 repousa sobre uma superfície horizontal com a massa uniformemente distribuída ao longo do comprimento. 6. Resp. a equação p = Po + kx2. Encontre a resposta aproximada com uma solução gráfica da equação que governa e.-L k. determinar o máximo ângulo e que o plano inclinado pode fazer com a horizontal. = 0.-x--1 B k-100mm-J Probl. := Probl. A força normal sob a barra está distribuída sobre o seu comprimento. 4 ngid: atrir:: tal ssárn. Qual o valor de permitirá 8 = 90°? J.34 Pl = 1600 kPa a per::': - t~ lJJ1fII:1 I PO = 800 kPa =-- - A concha semicilÍndrica. bem aproximadamente. no qual a concha desliza sobre a superfície horizontal. h = 2.33 6.2931 J. que gera uma pressão ou tensão de compressão p entre as peças. dentro da peça B.) Resp.-L {!ArtiCUlição. O coeficiente de atrito em A e B éO.6° A luva A. Resp.-L.• fi a 1: stt é :: • r - Se o coeficiente de atrito entre o cilindro semicircular maciço e o plano inclinado for 0.776 J.36 Probl. e = 16. aplicada na extremidade da barra e necessária para movê-Ia. porém mantiver a direção horizontal. calcular o coeficiente de atrito efetivo entre as duas peças.9° Uma barra homogênea. devido ao rolamento do cilindro. sem causar a queda da pequena escada articulada. A distribuição da pressão segue. Se o coeficiente de atrito entre a barra e escrever as expressões a superfície de suporte for para a força P. 6. Para esta condição. Resp.37 Encontrar a altura h do degrau mais alto que o homem de 80 kg pode alcançar. e a distância a ao eixo O. Se o coeficiente de atrito for calcular o ângulo e. 6..) Resp. 6. 0/ = 25.-L.33 relaxar a força aplicada no cabo. está montada na peça B com ajustagem forçada.3 kN • m para girar a luva A. mostrada em corte.-L J. a força de atrito que atua na barra também está distribuída uniformemente sobre os comprimentos das partes da barra situadas dos dois lados de O.39 Probl. J. 6. qual o ângulo e que a prancha fará com a vertical quando começar a deslizar? (Sugestão. 6.414 J. de massa m e raio r é girada em um ângulo e pela força horizontal P aplicada em seu aro.37 m 6. Se for necessário um torque de 1.30. e: = 40. P = 0.50 e cada urna das seções homogêneas da escada articulada tem massa de 10 kg. (Sugestão. sendo que nas extremidades tem os valores indicados na figura. a = 0.70°. quando a forçaP for gradualmente aumentada. em torno do qual se observa o giro.-Lmg. antes do cilindro deslizar.38 6. I II:ÇI: Probl.38 Se o operário do Probl.

i.i. 6.4 .41 Determinar a força mínima P. 6. e o seu correspondente ângulo a.i. Depende do atrito para executar seu trabalho. determinar a faixa de valo= ó= =para o qual o dispositivo irá operar como f~ ~ crito. é suportada pelos dois trilhos hprizontais fixos. no sentido horário no plano hori por meio de travamento por atrito dos dois pequenos. de massa m.mín.i. Resp. Quando o desliz: mento de uma cunha é iminente.42 D p 2 (a + b)' • F = A J.CUNHAS A cunha é uma das mais simples e úteis peças. Res. vertical é mg. J. Pmín.3b. a força resultante em cada uma das faces fica inclinada em relação à no â face.39 6. como mostrado. A forçaP.:_ b Probl. 2r + (1 - 10+ J. APLICAÇÕES DO ATRITO NAS MÁQUINAS 6. A componente da resultante ao longo do plano da face é :E força de atrito.2)R <d < (R _. 6.. I c W c SEÇÃO B.226 / ESTA TICA Probl. onde as reações estão inclinadas no ângulo de ~ </> d c e 6 d m a . necessária para virar o caixote uniforme de 200 kg em torno da sua aresta frontal. Especificar o coeficiente de atrito mínimo que permitirá ocorrer o tombamento. É usada para fazer pequenos ajustes nas posições outras peças ou para exercer grandes forças.mga 2 (a + b) . J. O coeficiente de atrito entre a viga e os trilhos é IJ.mgb r p o Probl. cujo sentido é sempre oposto ao movimento da cunha.41 Uma viga I.i. P= J. O coeficiente de atrito para cada par de superfícies é /l = tg </>. quando o deslizamento começar.42 a dispositivo mostrado impede a rotação da central. 6. 6.= 1/3 6.2 J. A Fig. Oi diagramas de corpo livre são mostrados na Fig. o Resp. necessária para iniciz: o movimento da cunha é calculada dos triângulos de equilíbrio das forças sobre a carga e sobre a cunha. onde a carg.40 6. 6. = 694 N. .i. Para valores dados de R e r e p= coeficiente de atrito comum em todas as ~ cies de contato.3a mostra uma cunha usada Rara posicionar ou levantar uma grande massa m. Calcular a carga aplicada P que é exatamente suficiente para causar o deslizamento da viga. Determinar a força de atrito correspondente em A.40 Probl. de um ângulo igual ao ângulo de atrito.

para se oporem ao novo movimento Einente.rng R2 \ e/>-a ~ (c) a ~ làRl p R2 F orças para elevar a carga F orças para baixar a carga Fig. Em cada caso. Estes diagramas permitem escrever as equações de equilíbrio e onde W = mg. usando-se o valor conhecido de mg. lISlI.3 respectivas normais e no sentido oposto ao movimento. ma! é . então. e a solução continuaria seguindo caminhos análogos àqueles definidos para o caso de elevação da carga. sobre uma rgF ia: 0uas . Para a transmissão de potência ou movi • ento.4' Fig. a cunha permanecerá no lugar.6. Desse caso. 6. como está indicado nas duas figuras.ATRITO I 227 p (a) ~mg oda tal. etes um erfíe d. onde Rz é encontrado. primeiro.4. O peso da cunha é desprezível. a rosca quadrada é mais eficiente do que a triangular.5) sob a ação da carga axial W e de um momento M aplicado em torno do eixo do parafuso. de za. achada no triângulo inferior. A força R.PARAFUSOS Os parafusos são usados para unir peças e transmitir potência ou movimento. contanto que Q seja menor do que </>. que ela é auto-retentora. Neste caso. A análise a seguir limita-se à rosca quadrada. le/>I R. o atrito senvolvido nos metes determina grandemente a ação do parafuso. deve-se aplicar uma forçaP. Para se retirar uma cunha deste tipo. A força P é. As soluções destas equações aparecem na parte c da figura. Os problemas de cunhas conduzem a soluções gráficas.: 6. As soluções algébricas podem também ser obtidas pela trigonometria dos polígonos de equi!lôrio. 6.I1do-se o valor de Rz já conhecido. as reações RI e Rz atuariam nos lados opostos de suas normais. des- ITL ~. 6. Os diagramas de corpo livre e os polígonos vetoriais para esta condição estão mostrados na Fig. dizendo-se. Considere o macaco de rosca quadrada (Fig. DOdiagrama superior. A precisão uma solução gráfica é facilmente mantida dentro das tolerâncias compatíveis com as incertezas dos coeficientes de atrito. Se P for removida.5 . exercida pelo mete da estrutura do macaco.

o ângulo de atrito.·tga= I \q.6. A equação de equilíbrio :"'. O parafuso permanecerá no lugar e será auto-blocado desde que a < rp. Se M for exatamente suficiente para girar o parafuso.W \ a = tg-1 (L/2rrr).3). ~ P=!'f-~\ ---' l----:/\ li 2rrr aa ~. O ângulo rp formado por R com a normal ao mete re::l. a Eq. como mostrado na Fig.6 Pode-se usar o mete retificado do parafuso como um modelo alternativo para simular a ação do _ fuso completo.\ (c) Baixar a carga (a > </» Fig. O momento de R em torno do eixo vertical do parafuso . - O equilíbrio das forças na direção axial.S Fig. onde ocorre o contato com filete da estrutura-base.' Rr sen (a + rp) e o momento total devido a todas as reações sobre os metes é ~ Rr sen (a + rp). A força equivalente necessária para empurrar o filete mó cima do plano inclinado é P = M/r e o triângulo dos vetores das forças dá.6a. exige W Dividindo M por W dá M = ~R cos (a + rp) = [cos (a + rp)] ~R. o mete do parafuso des~ em torno e para cima sobre o mete fixo da estrutura. (6. e na iminência de desaparafusar se a = rp. podemos colocá-Io em evidência. Se o momento M for removido.momento para o parafuso vem a ser c a o M = [r sen (a + rp)] ~R.If!.228 I ESTA T1CA pequena parte representativa do mete do parafuso. . de modo que tg rp = jJ. 6. para uma ( \.-a f~~ (b) Baixar a carga (C< < </» \ Rlq. imediatamente. Visto " r sen (a + rp) aparece em todos os termos. ~Il 21l"r (a) Elevar a carga W -a} ..6. a força de atrito muda de direção de modo que rp é medido oposto da normal ao mete. além disso. obtendo. Determina-se o ângulo de hélice a retificando o mete do parafuso. = Wr tg (a + rp). é mostrada no diagrama de corpo livre do parafus:: Reações semelhantes existem em todos os segmentos do mete do parafuso.

vê-se da Fig. obtém-se o momento necessário para baixar o parafuso do triângulo dos vetores. também é conhecida. Esta condição está ilustrada na Fig. Observe. o parafuso desaparafusará sozinho e.6c. </> Notas: CD Certifique-se que as reações são inclinadas das suas normais no sentido que se opõe ao movimento. Para o diagrama vetoria! da cunha. determinar a mínima força P necessária para mover o bloco. é agora conhecida.3) olta. colocando-se o único vetor conhecido. agora conhecido. 6. o peso W do bloco. Vê-se que deve ser aplicada uma força equivalente. P = M/r.6b para o mete simulado sobre o plano inclinado fIxo. A seguir. deve fechar o poIígono para se obter o equilíbrio. também. O ângulo de atrito para o atrito estático limite é dado por == are tg IJ.0°. Os dois ângulos de atrito estão calculados e mostrados no diagrama.3a) Se a> rJ>. Assim. p araparr l~ stz:l Solução. As direções de RI e de P se interceptam em C.60. 16. cuja inclinação da vertical. o ponto B do poIígono inferior.7°. as reações iguais e opostas R2• . Os diagramas de corpo livre da cunha e do bloco estão desenhados com as reações RI' R2 e R3 inclinadas em relação às suas normais de ângulos iguais aos ângulos de atrito para movimento iminente. que é M = Wr tg (rJ> - a) (6. cuja inclinação da horizontal. deve-se inverter o sentido de M.ATRITO 1229 so. que o momento necessário para (6.6 A posição horizontal de um bloco retangular de concreto de 200 kg é ajustada pela cunha de 5° sob a ação da força P. Se o coeficiente de atrito estático para ambos os pares de superfícies da cunha for 0.3b) 6.. traça-se R2. é determinado pela interseção das direções conhecidas de R. O vetor R2. e acrescenta-se RI' que tem direção conhecida. ao mete. adiciona-se R3. Portanto.pedir o desaparafusamento será M Wrtg(a-rJ» 6. 31. encontrando-se as suas intensidades. desaparafusando o parafuso. m o ará será o é que do A fIm de abaixar a carga. se a < rJ>. O diagrama vetorial que expressa o equilíbrio do bloco é traçado a partir de um ponto conveniente A. n. sendo portanto. a solução para a intensidade de P.30 e entre o bloco e a superfície horizontal for 0. Problema Resolvido 6. e R2. para puxá-Io para baixo no plano inclinado.

70 R2=3747N.20.7 O parafuso de rosca simples de um torno de bancada tem 25 mm de diâmetro e avanço (deslocamento em uma rotação) de 5 mm. Atenção para corretamente.310 onde o raio médio do mete é r = 12. as intensidades de P e de R são obtidas diretamente dos diagramas.00 -R2 cos 47. Problema Resolvido 6. a escolha mais simples para eixos de referência é. + 50) = 51. o ângulo entre R2 e a direção b é 900 .P cos 21. Solução. seguindo a seqüência descrita. + 50 = 21. Para fmalidade de cálculo. Assim.70.(2rp. inicialmente. na direção b-b normai à R" O ângulo entre R2 e a direção a é 16. Uma força de 300 N aplicada ao punho em A produz uma força de aperto de 5 kN entre as mandíbulas do torno. Assim.00 = 47.70 + 31.20 = 11. calcular o ângulo de hélice Sua tangente é o avanço L por rotação) dividido pela média 2rrr e não pelo diâ- . =O Para a cunha. e.5 mm. para o bloco.81) sen 31.70.60. para a cunha. (a) Determine o momento de atrito MB desenvolvido em B devido à compressão do parafuso contra o corpo da mandíbula. e o ângulo entre P e a direção b é rp.250T= O Ct T= 8 kN. necessária para afrouxar o torno. 3 747 cos 51. para o bloco [kFa= O) 500(9.70 =O Resp. e à R" para a cunha. a tração T no parafuso. na direção a-a normai à R. (kMC= O] 5kN 5(400) .60 . Q) Deve estar claro que foram evitadas equa- ções simultâneas pela eliminação da referência à R" para o bloco. (b) Determinar a força Q. (deslocamento circunferência metro 2r. P= 2505 N Solução gráfica. A precisão de uma solução gráfica está bem dentro das incertezas dos coeficientes de atrito e provê um resultado simples e direto.230 / ESTA TICA 2 Solução algébrica. Desenhando-se os vetores em uma escala adequada. Do diagrama de corpo livre da mandíbula. através de simples leituras.5)' rp= arc tg IJ. obtémse. rp T O ângulo de hélice dados por Ct e o ângulo de atrito para o fIlete são c Notas: 3640 CD L 5 = arc tg -2rrr = arc tg ---= 2rr(12. O coeficiente de atrito estático nos filetes é 0.=arc tg 0. aplicada normalmente ao punho em A.

3 N om. Da Eq. O parafuso isolado é simulado pelo diagrama de corpo livre mostrado. O momento de atrito.200) = = 60 N om. e emprega-se a Eq.ATRITO! 231 (a) Para apertar. O diagrama de corpo livre do parafuso na iminência de se afrouxar é mostrado com a força R atuando no sentido oposto ao movimento iminente e fazendo um ângulo com a normal igual ao ângulo de atrito if>. 6. (6. Assim. tg (11. Calcular a força horizontal P no parafuso de ajustagem. supondo que ele suporte um quarto da . necessária para elevar o flange da base.0:.31 ° . o momento líquido que atua sobre o parafuso é M .f~::J~ l ~~~t~ MB 300(0. com T substituído por W.8N'm Note que R vai para o lado oposto da normal quando o movimento iminente inverte o sentido. MB = 33. colocadas sob cada um dos quatro flanges da base do motor.L. O momento aplicado em tomo do eixo do parafuso é 300(0.3. O momento de atrito M B devido às forças de atrito que atuam na escora em B tem o sentido anti-horário para se opor ao movimento iminente.200) = 60 N . iâ- Probl.3). contanto que seu ângulo o: seja menor do que um valor crítico. a ~~~~~ 'LT • 4J = 33. fi (a) Para apertar = Tr tg (o: - if» 60 -MB = 8000(0.0:) 33.64°) Portanto. está também mostrado atuando no sentido horário.43 Probl.6. (b) MB M Para afrouxar ® M' - = Tr tg (if>.0125) MB tg (3.massa total do motor de ce L e!é. qual é o valor crítico de o:? 6. BLEMAS PROPOSTOS Uma cunha será auto-retentora. a força a ser aplicada ao punho e necessária para soltar o tomo é Q = M'/d = 46.44 .3 = 8000(0. (6.0125) M M'=46.64° + 11. no sentido horário quando visto da frente do tomo.3 N °m aea (b) Para afrouxar.2 = 234 N Resp.31°) Resp . onde todas as forças que atuam nos filetes do parafuso estão representadas por uma única força R inclinada da normal ao fIlete de um ângulo de atrito'if>.8/0. opondo-se ao movimento.3a) com o momento líquido igual ao momento aplicado M' menos MB. O ângulo entre R e o eixo do parafuso é agora igual a if> .44 O alinhamento preciso de um motor diesel pesado em sua fundação é obtido por meio de cunhas ajustadas por parafusos. Se o coeficiente de atrito entre a cunha e o material a ser rachado for J.

33 kN 6.250 /ol J.49 ~- M ProbJ. Determinar a intensidade das forças P necessárias para elevar a coluna. mostradas. 0. A parte A do parafuso tem rOl direita. 6. Cada um 2050mm -. para o qual a rosca não retrocederá por si só. Resp.49 O cabeçote móvel de uma máquina de teste unm::sal de 2.8 Mg.. rosca j 78 mm de diâmetro. urna entrada e passo é~ 13 mm. calcular o momento de torçãoM _ deve ser aplicado a cada parafuso: (a) para eleVE:: cabeçote e (b) para abaixar o cabeçote.51 O dispositivo mostrado é usado corno maca P P ProbJ.46 O temor suporta uma tração T de 60 kN. com um avanço por rotação de 8 mm. com raio médio de 25 mm suporta uma carga de 5 kN. A coeficiente de atrito na ro~ :. for 0.----------------------------------------------232 / ESTA TICA ---- ---- 4. girando-se o corpo com ambos os parafusos impedidos de girar. Resp. O coeficiente de atrito para ambas as faces da cunha é 0.47 6.5 kN. calcular o coeficiente de atrito efetivo na rosca.50 6. P = 7.2 Mg é elevada para a posição de trabaI: por dois parafusos de acionamento. = T~ T Probl.48 Se a coluna carregada do ProbJ. 6.51 . e a parte B tem rosca à esquerda. com um diâmetro médio de 21 mm e um aV<::"ço de 8 nup.40.1 Mg com urna força P = 5. e (b) o torque M' necessário pz:1 abaixar a carga.47 As duas cunhas de 5°.6.51 kN Urna cunha de aço de 5° é forçada sob a extremidade da máquina de 2.25. 6.47 for abaixada. (a) M = 129.25. Resp.8N·c. 5kN ProbJ. aplicado ao parafuso seria necessário para elevar a carga? 6. Durante ::: movimento. Se o coeficiente de atrito for 0. determinar a posição x do centro de massa G da máquina. sob a ação da carga? Para esta condição. x = 770 mm parafuso tem duas roscas quadradas de duas e= das.25.o de parafuso de rosca quadrada.= não estão ligadas com o cabeçote. Se for necessário um torque de 380 N • m para afrouxar o tensor. são usadas para ajustar a posição da coluna submetida a urna carga vertical de 5 kN.J. calcular as forças horizontais P' necessárias para retirar as cunhas. Resp. 6.45 Um macac. Sabendo que o coeficiente de atrito metes é 0.50 ~ 6. determinar: (a) o torque M que deve aplicado ao parafuso para elevar uma aq::. Resp. se o coeficiente de atrito para todas as superfícies for 0.20. sendo uma à direita e a outra à esquerda. qual será o maior avanço L do parafuso. as colunas internas de carregamer-. P = 6. dos parafusos tem um diâmetro médio de 36 mm e uma rosca de uma entrada. ProbJ. Se o coeficiente de atrito.3 N· (b) M= 81. ~ e = 30°.30. entre a cunha e a máquina e entre a cunha e o piso horizontal. 6.4 kN. 6. = 0.46 6. P' = 3. que torque M. A máquina está impedida de deslizar horizontalmente por urna saliência rígida emA.

30.. é forçada em um o. Calcular a mamento. necessária para elevar a carga W. 6.rça P = 400 N.ntal é 0.mpleta. entre a pino. calcular a co. Supo. par uma fo. parafuso. A pressão. Se a mo. Pro. médio. que cantém a eixo. punho. Além disso. 6.eficiente de atrito.encaixanda-se nas ranhuras existentes.co e da cunha é 0.nsiste da haste co. (tensão. P = 198. Cameça-se a análise cam um samatória de farças axiais e de mamentas. na figura. de 30 mm e avança 10 mm em cada vo.. O mecanismo. cama se vê na figura. parafusa para elevar o.ca fixa. na uniãó-rótulaA. }J. e incluindo. de testes realizado.rizo.. que mantém a barra harizantal em po. entre ela e a sua guia passa ser desprezada. O coeficiente de atrito.das as superfícies do.das as autras candições . cam a mesma co. atuada par uma mo.nicidade. mantendo.54 Calcular o. Resp.30.6.) Resp. e determinar o.52 6. sabre a parafusa. do. está mastrada cam suas pro.bl. P Pro. Resp.ver a ro.) narmal.r que a haste está bem lubrificada e adequadamente mantada de m·ado.. mamenta M.bl. punho. O ângulo.la 6.da de 20 kg. M que deve ser aplicada ao.ver a barra. di de o. -c:::aI = e: ?- a= I I :p' ProbL.s previamente. que atua sabre uma pequena seção. P = 60 N para mo.rça de 40 N sabre a haste para mantê-Ia na pasiçãa indicada e é necessária empregar uma fo. desprezível à rada.58 6.rça. filete do. um pino. de atrito.sição. O vetar R I é a prajeçãa de R na plana da figura.. Desprezar a atrito.m panta esférica. = 0. ue o. e da ângulo. é 0. = 0. 6. arifícia.368 S tem uma co.55 co.bl.ltaco.25 e para to. da Fig. em função. que o. cama indicado.52 ro. na mala igual a 200 N. da parafusa. cônica. 6. }J.8 N Em um blo. O co..la co. canstantes to.122 6.25 e entre as superfícies da cunha é 0. M' que deve ser aplicada ao. a mo. representativa da filete. co.m a fo. substituições para as ângulas 'Ye {3. mantém-se canstante até que a pino. que a atrito. na superfície da pino.5 par uma rasca triangular. blo.mprimida.57 Probl. parafuso. da hélice para C< <p . para o. é necessária uma farça P' = 300 N. calcular a caeficiente de atrito. = arc tg}J. M'= 3.siçãa vertical da blo. 6. É sabido.mpressãa de 100 N e a haste aferece um apaio. (Sugestão.55 Substituir a rasca quadrada da parafusa da macaco. O parafusa de uma entrada tem filete quadrado. do.55 6. que para remaver a pino.rifício.co de 100 kg é ajustada pela cunha atuada par parafuso.02N'm Calcular a fo. Sabendo. em A é 0. entre a haste e a ranhura. 6.57 Pro. Resp. co. blaco.53 6.40. do. e a superfície do.eficiente de atrito. realmente se mava. mamento. de e. cônico.m um diâmetro.rça P necessária para mo. entre a barra e a superfície ho. retentar co.rça de campressão.53 para remaver a cunha e baixar a carga de 100 kg.jeções impartantes. A farça R.eficiente de atrito.56 Refazer a Prpbl.ATRITO I 233 6.la exerce uma fo.53 A po.

onde a folga entre o eixo e o mancal está grandemente exagerada.-. Para os mancais secos e para muitos mancais parcialmente lubrificados. um pequeno erro..6.6. Este ângulo caracteriza a excentricidade do mancal e é conhecido. 6.5S c a g 6. Fig.MANCAIS RADIAIS Mancais desse tipo dão apoio ao eixo na direção radial. (6.-cambiados com. ao contrário dos mancais conhecidos com: axiais ou de escora..~_ Esta equação dá o valor do torque ou do momento que deve ser aplicado ao eixo para superar o a em um mancal radial do tipo seco ou parcialmente lubrificado. uma boa aproximação para o torque é M = pRr. ou próximo ao contato. como ângulo de excentricin. vem M = o p = Rr I = Rr sen cp. ele rola subindo à superfície interna do mancal até que o deslizamento ocorra. apenas.. e o seno e a tangente podem ser inf". necessário para manter a rotação. entre ele e o eixo..6 . R deve ser igual a L. * Igualando a zero a soma dos momentos em tomo de O.234 I ESTA TICA rosca de uma entrada foi exagerado para maior clareza. O torque M. eixo mais ou menos se mantém durante a rotação. Um mancal radial seco ~_ parcialmente lubrificado com contato. a análise pell princípios do atrito seco dá uma aproximação satisfatória às fInalidades de projeto. (6. Quando o eixo começa a girar no sentiémostrado.~ Para um coefIciente de atrito pequeno. Nessa posição. .7 * N. porém estas duas forças não serão colineares. Visto que p = tg cp. A força R será tangente a u= pequeno círculo de raio rI chamado círculo de atrito. o ângulo cp é pequeno. e a c~ radial L sobre o eixo causarão uma reação R no ponto de contato A. é mostrado na Fig.T. M= Wr Il jl + tg2 % cos2 C< + tg2 % cos2 C< L Il tg C< )1 sa e a fa onde C< = arc tg -- 2fTr Probl. também. Para manter o equilíbrio na direçi"vertical. O ângulo entre R e sua componente normal N é ângulo de atrito cp. tgc< + 1- 6 Resp.

rg<! çãl urr. cujos eixos estão montados em mancais (não mostrados).5a) í T Fig. Além disso. é o coeficiente de atrito e dA é a área r dr dO do elemento. é razoável admitir-se que a pressão p seja constante e uniformemente distribuída. .p dA. as.6.9 2 .8 é 6. dá . Nos exemplos seguintes admite-se que jJ. Se as peças que atritam forem anéis. d. se as superfícies forem novas.P.MANCAIS DE ESCORA. p. O torque máximo que esta embreagem pode transmitir será igual ao torque M capaz de fazer deslizar um disco contra o outro. respectivamente. seja constante. O momento desta força de atrito elementar. Se p for a pressão normal em um ponto qualquer da superfície de contato do disco. em função de los ou r: 6. Consideremo~ os dois discos circulares planos. DISCO DE ATRITO o atrito entre superfícies circulares sob pressão normal é encontrado em mancais de escora (de sapatas).7 . de modo que eles possam ser colocados em contato sob a ação da força axial P. Substituindo este valor de p na expressão paraM. 6.P te:- <1 M = --2 7TR i II 2'/T R o o r2dr dO = ip.ATRITO / 235 6. e o momento de atrito vem a ser (6.9.prdA mo onde a integral é calculada sobre a área do disco. discos de embreagem e de freio. como é o caso do mancal de escora da Fig.7. a força de atrito que atua sobre uma área elementar é p. da Fig.6.PR (6. onde p.pr dA e o momento total é M= f p.5) Pode-se interpretar este resultado como sendo equivalente ao momento devido à força de atrito p. 6. Fig. e bem apoiadas. os limites de inteão são os raios internos e externos Ri e Ro. de o que rrR2p = P. e p.8. que à distância 2R/3 do centro do eixo. Para efetuar esta integral deve-se conhecer a variação de jJ. em torno do eixo geométrico da árvore é p.

& Problema Resolvido 6. com pr = K = P/(2rrR). Assim. é constante sobre toda. O equilíbrio obriga. P _fL_J 277R 217' M = J fLprdA = que vem a ser o I o R rdrdf) (6. pqde-se escrever a expressã rp = K. Este desgaste depende da distância circunferencÜL percorrida. ' No caso de anel com raio interno Ri e o raio externo Ro. portanto. daí em diante. a área. e da pressão p.do que corresponde L superfícies novas . Como a distância percorrida é proporcional a r. apenas. Determinar os valores máximo e mínimo que T pode assumir.L Solução. o momento de atrito para as chapas amaciadas é. Os diagramas de corpo livre mostram esses aspectos para os dois casos de movimento iminente. Após o período de "amaciamento".81 mm Angulo Angulo ~ O = arc tg = arc 120 -180 = 3 3. que se encontra sob a ação da força P = 100 N.310 Raio do círculo de atrito rf= r sen<t> = 50 sen 11.L 180=--1 P = 100 N Ângulo de atrito <t> = arc tg = arc tg 0.J (120)2 +(180)2 . sem causar a rotação da peça em qualquer sentido. O valor de K é determinado igualando-se a zero as forças axiais ou Pode-se escrever a expressão paraM.20. A rotação iminente ocorre quando a reação R do eixo fixo sobre a peça faz um ângulo = arc tg com a normal à superfície de contato e é. .60 oe . também.20 = J. que as três forças que atuam sobre a peça sejam concorrentes no ponto e.81 -== arc sen -~-_-_-_-_-_-_-_-_-_-~ = 2.. A força horizontal T é aplicada para manter o equilíbrio da peça. O coeficiente de atrito estático entre o eixo e a superfície de contato da peça é 0. São necessários os seguintes cálculos: <t> J. (t)/( ou i. depois de um certo desgaste da superfície. o momento de atrito diminui um pouco de valor.8 A peça vista na figura está montada em um eixo de 100 mm de diâmetro.310 = 9.L 11. as superfícies não mudam mais suas formas no contato. (6. e desgaste.7 o o (3 sen rf 9.236 / ESTA TICA Verificou-se que. que é fixo e impedido de girar.. a substituição dos limites de integraçZ: mostra que o torque para as superfícies "amaciadas" é f). onde K é uma constante. tangente ao círculo de atrito. J.

2. /J. 6. de forças é traçado e dá O triângulo de equilí- TI =P cotg (6 .271 500 kg Probl. 6.60 . calcular (a) o coeficiente de atrito /J. Resp.8 N Resp. (b) o raio rIdo círculo de atrito.ATRITO I 237 _ . Cada volante tem massa de 40 kg e o diâmetro do eixo é 40 mm.7° .2 N Resp. de forças para este caso dá T2 T2 O triângulo de equilíbrio TI (a) Movimento Iminente Anti-horário = P cotg (6 + (3)= 100 cotg (33. = 136.59 Os dois volantes estão montados sobre um eixo comum que se apoia em um mancal situado entre eles.(3)= 100 cotg (33.7° + 2. Se é necessário aplicar um momento M de 3 N • m para manter os volantes e o eixo girando com velocidade baixa e constante. Calcular o coeficiente de atrito /J.) Movimento iminente anti-horário. = 0. para elevar a carga de 500 kg à velocidade constante. 6. = 165. O tambor e o eixo juntos têm massa de 100 kg.60°) = Tmín. no mancal e. e às açã PROBLEMAS PROPOSTOS 6.59 Probl.60°) TI = T máx. para o mancal.60 Um torque M de 1 510 N • m deve ser aplicado ao eixo de 50 mm de diâmetro do tambor de elevação. (b) Movimento iminente horário.

1 N Vertical-1 Probl. 6. M= 335 N'm Se o coeficiente de atrito dinâmico entre o pino dz 30 mm de diâmetro ea polia é 0.35. para constante. também.25. quando o veículo estiver à velocidade constante e as rodas girando.62 As rodas dianteiras de um veículo têm um raio de 300 mm e são equipadas com freios a disco. Com a biela inicialmente na posição vertical. T= 2. Se for necessário uma força P = 80 N • q .6.estrada horizontal. 6.66 Calcular a tração T necessária para baixar a do Probl. Encontrar também To' C:aIEl 6. Na embreagem mostrada. Os discos C acionam a carcaça D por meio dos parafusos E. Os discos motrizesA estão enchavetados ao eixo propulsor B.65.60.271. E::contre. que não gira com a roda. O coeficiente de atrito entre o disco e o anel é 0. e determinar o torque máximo M que pode ser transmitido. se o coeficiente de atrito for 0. como mostrado. Resp. aplicar ao 6.63 Cada uma das quatro rodas do veículo tem 20 de massa e está montada em um eixo de 80 mm ( diâmetro. no Probl. F = 136. para o coeficiente de atrito. com centro de gravidade em G. existem cinco pares de superfícies de atrito. vagarosamente.52 kN. Resp.l.38IC' T 500 kg Probl.64 O eixo A ajusta-se folgadamente ao mancal do pino do êmbolo da biela. calcular a tra ção T necessária para elevar a carga de 500 kg.67 Probl.. calculado 6.65 Probl. de modo a ficarem livres para deslizar ao longo do eixo. Resp. 6. ao longo dos quais eles estão livres para deslizar. To = 2. do cabo.15 e P= 500N.64 6. respectivamente.c1uindo as rodas e é distribuldo igualmente 80' elas.é forçado contra o disco da roda por uma força P. para uma força axial P = 1 kN. Supor que a pressão esteja uniformemente distribuída sobre a área dos discos. porém devendo girar com ele. que consistem de um anel A de raios externo e interno de 150 e 75 mm. baixar a carga de 500 kg com velocidade Usar o valor de = 0.61 Calcular o torque M que é necessário eixo do tambor de elevação do Probl.65 6. calcular a força de atrito F entre cada pneumático dianteiro e a. O anel. J. a tração To na parte estacionárn.60. Escrever uma expressão exata para o coeficiente de atrito.63 A figura representa uma embreagem de discos múltiplos para uso em motor marítimo. Desprezar a massa da polia. 6.238 I ESTATICA 6. o eixo é girado. 6.6. Se a pressão entre o anel e a roda do disco for uniforme sobre as superfícies de contato. até que a biela deslize no ângulo Ci. ::. A massa total do veículo é 480 kg.62 6.

(Sugestão. Probl.' 6. suporta uma carga axial P. calcular o coeficiente de atrito que existe nos mancais das rodas. a pressão p desenvolvida entre o disco e a superfície lixada diminui linearmente com r de um valor Po' no centro. escrever uma expressão exata para o ângulo a. pelos discos em A. Os parafusos giram em sincronismo. 6.67 6. Supõe-se que a pressão sobre os apoios esteja uniformemente distribuída sobre a superfície dos discos.ATRITO / 239 ino G. 6. = 0. 6. a = arc sen I. O sistema articulado está inicialmente em repouso sob a ação dos torquesM1 eM.J 1 + J1.) Resp. Resp. tendo cada um diâmetro externo de 250 mm e diâmetro interno de 125 mm. igualmente. 6. Determinar a expressão para o momento M necessário para girar . a Po/2 em r = a. na ausência da força P. Traçar um diagrama de corpo livre completo de uma roda. quando o movimento está iminente. calcular o torqueM que deve ser aplicado a cada parafuso: (a) para fazer subir o elevador. como é mostrado na figura. Usa!: o valor de 0. for crescendo. (a) M= 3 290N'm.07 Mg tem 130 mm de diâmetro e uma rosca quadrada de uma entrada.68 Determinar o maior ângulo e que um plano inclinado pode fazer com a horizontal de modo que o veículo do Probl.. entre a força de compressão resultante na barra AB e sua linha de centro.69 0~ m~ . deduzir a expressão para o torque M necessário para girar o eixo submetido a uma forçà axialL. Probl. mobn parr 70 O míssil de 20 Mg é abaixado dentro do seu silo protetor.71 6.69 I I o d= tIaL~ ári:: Detalhe do Mancal emA Probl.15. dos parafusos e da plataforma de 4.208 J1. comandados por um motor situado na base do silo. Cada parafuso de 1. O coeficiente de atrito para cada mancal é J1.72 O mancal de escora esférico.. na extremidade do éixo. por meio de um elevador de dois parafusos.Ui 6.. J. com um passo de 13 mm.70 IC" Resp. osiaté ma manter o veículo em movimento com velocidade baixa e constante sobre a superfície horizontal. A massa total do míssil.71 Para o disco de lixamento plano de raio a. 6. até que o sistema articulado se mova. Se o coeficiente de atrito no apoio e nos parafusos em B for 0.67 possa ficar sobre ele sem rolar por si mesmo.20 para coeficiente de atrito nos mancais das rodas. gradualmente. Se o coeficiente de atrito for J1. (b) para descer o elevador. (b) M = 2 790 N • m p Probl. SeM.2 Mg do elevador é suportada.

Do mesmo modo. M 6. tais como correias e cabos sobre roldanas e tambores.d I ' 3 sen _.l dN para o movimento iminente. necessário para impedir a rotação. visto que ela atua sobre um elemento diferencial da área. no ângulo e + de. em um sentido.lOa.3 _d13 a d' . TI e Tz. 6. Supor que a pressão p é diretamente proporcional ao sen a. o outro é o ramo frouxo. freios de cinta e aparelhos de içamento. é uma diferencial. a T + dT. A tração aumenta de T.73 6. de comprimento r de. Re sp. O equihôrio na direção t dá Tcosou de 2 + /l. O equihôrio na direção n exige que dN ou dN = (T + dT)sen de 2 + T sen de 2 = Tde * N.6. A força normal é um diferencial dN.. na correia. e à reação R do mancal. no ângulo e. é de importância em projetos de transmissão por correias de todos os tipos.72 Prob!. está também representado na figura. onde se estabeleceu o equihôrio de uma parte diferencial. Com M no sentido mostrado. Resp.73 = p.CORREIAS FLEXÍVEIS o deslizamento iminente dos membros flexíveis. dN = (T + dT) de cos2 visto que o co-seno de uma quantidade diferencial é igual à unidade..* ao torqueM. O coeficiente de atrito !l e a pressão do mancal é constante. 6. e é J. para se opor ao deslizamento. 2 Probl.T. Tz é maior do que TI.8 . a força de atrito que deve atuar sobre a correia. O ramo que tem maior tração é chamado ramo tenso. Na Fig. mostra-se um tambor sujeito a duas trações. e que o coeficiente de atrito é .Pr Determinar a expressão para o torque M necessário para girar o eixo. cujo esforço axial L é suportado por um mancal de pivô cônico. A análise das forças deste elemento segue os mesmos princípios já vistos em outros problemas. M= ~ d.240 I ESTÁTICA o eixo contra o atrito no manca!.. . O diagrama de corpo livre de uma parte elementar da correia.

portanto. onde o ângulo total de contato é (3. há tendência da correia "descolar" da polia. vem (6. Se um cabo estivesse enrolado em torno de um tambor.10 não aparece nas equações para o equilíbrio de um elemento diferencial da correia.LdN{rr (b) dO Fig. igualmente bem. comparado com os infmitésimos de primeira ordem. de modo que a Eq. Esta conclusão é evidente. Para descrever a resistência . é um fenômeno completamente diferente do atrito seco. (6.9 .7) se mantém. Resolvendo em relação a T 2. 6.ATRITO / 241 ário ado de Nesta simplificação. l:IIDavez que o raio r do tambor circular da Fig. incorrerá em algum erro. Quando a rotação é alta. Neste caso. para uma seção não-circular.7) também se aplica às transmissões de potência por meio de correias.6. o ângulo {3seria 21Tn radianos. neste caso. onde tanto a correia como a polia giram à velocidade constante. a equação defme a relação das trações da correia para o deslizamento ou deslizamento iminente. vem dT 3 2 d.10 A relação expressa pela Eq. Esta resistência não é devida às forças de atrito tangenciais e. T = /l de Integrando entre os limites correspondentes resulta ou onde ln (T2/Td é o logaritmo neperiano (base e) da relação T2/Tl . a ife· se dá T+J. e que o produto de duas grandezas inflllitesimais deve ser desprezado no limite. 6. que pre· ros e.dT n I I i _ 1 dO ~ 2 dN ~i m~ I T -r 2 -±- t I I dO -C J.7). es. de M. deve-se recordar que o senso de um ângulo infinitesimal se iguala ao próprio ângulo.7) Deve-se notar que {3é o ângulo total de contato da correia e está expresso em radianos.RESISTeNCIA AO ROLAMENTO A deformação no ponto de contato entre uma roda e a superfície que a suporta introduz uma resistência ao rolamento que será mencionada brevemente aqui. n vezes. A Eq. (6. Combinando-se as duas equações de equilfbrio. (6.

. necessária para iniciar e manter o rolamento. (b) ParaP = 500 N. determinar o menor valor que o ângulo Ct pode ter antes que a carga comece a deslizar. pode ser encontrada igualando-se a zero ::: soma dos momentos de todas as forças. portanto. (a) Para Ct = O determinar os valores máximo e mínimo que P pode ter de modo que a carga nem suba nem desça.11. e passará pelo centro da roda. e urr:r força P aplicada no seu centro para produzir rolamento.rL r onde r é o braço de alavanca de P. de modo que não existe uma teoria perfeita para a resistência ao rolamento. que suporta uma carga L sobre o eixo. O coeficiente de atrito estático ~ enfie o cabo e o tambor fixo é 0.242 / ESTATlCA .> plásticas dos materiais em contato. não há deslizamento ou deslizamento iminente. a tem a dimensão de comprimento. todos difíceis de serem medidos. é análogo aos coeficientes de atrirc estático e dinâmico. representada na Fig.r' A quantidade a depende de vários fatores. Isso dá P=-L=/J. em tomo de A. A força P. muitas vezes. incluído na interpretação de /J. 6. A distribuição da pressão p sobre a área de contato é similar à mccada. te. da velocidade do movimento e da aspereza das superfícies. A deformação da roda e da superfície de supor. a quantidade a tem sido citada em algumas referências bibliográficas como sendo o COei ciente de atrito de rolamento. Alguns testes indicaram somente uma pequena variação no raio da roda e a é. -= a P 6 Problema Resolvido 6. considere a roda. neste aspecto.30. O coeficiente é a relação entre a força resistente e a carga normal.11 ao rolamento. e a resultante R desta distribuição atuará em algum pontoA. Infelizmente.9 P Um cabo flexível que suporta uma carga de 100 kg. coeficiente adimensional.:.l: \ \ \ \R Fig. está muito exagerada. Porém.6. Por outro lado. para haIT equilíbrio. do raio da roda. . Esta distância a é uma função das propriedades elástica. como mostrado. apóia-se em um tambor circular fixo e é mantido em equilíbrio por uma força P. não podendo ser. e. e /J. consideradindependente do raio da roda.r = a/r é chamado o coeficiente de atrito de rolamento.

Se o sistema estiver nl! iminência de escorregar.74. calcular o coeficiente de atrito entre a corda e a superfície. = 981 (1. (6. (6. Que força T pode ser .77 Um estivador sustenta uma espia (cabo) que mantém um pequeno navio junto ao cais.30{3. o raio do tambor não entra nos cálculos.76 6. e uma f~rça P de 0. (a) Com a = ° o ângulo de contato é (3= 1T/2rad.30{3 = 1n (981/500) = 0. TI =Pmín . O deslizamento iminente do cabo sobre o tambor fixo é dado pela Eq. Probl. torno do eixo fixo.74 Como pode-se observar na obtenção da Eq. Calcular o coeficiente de atrito entre a corda e o eixo. usou-se To> TI' ito re- ® ste s e rfído PROBLEMAS 6. = 500 N 0. (b) P (b) Com T2 = 981 N e TI =P 981/500 = eO. Resp. 981/Pmín.74 . m~ te.205 Resp.602) = 1 572 N Para movimento iminente de carga para baixo. Encontrar m.l981 = 981 N e (a) = A30(1T/2).48 kN é. = 981/1.76 Os blocos de 10 kg e de 25 kg estão ligados por um cabo que se apóia sobre a superfície curva fixa. 6. 6. Resp. Assim.ATRITO I 243 Solução. = 981 N. efi- PROPOSTOS 6. ® J. = 0.7) dá Resp. com a corda fazendo 1 + voltas em .r Observe que ao obter a Eq. um Uma força P = 5 mg é necessária para elevar a carga de massa m.{3.292 }J.602 = 612 N = 500 N. Pmín.674 Notas: CD Atenção para expressar (3em radianos. T2 a = O Pmáx.7).7) que é T2/TI = e}J. Para moviTI mento iminente da carga para cima. uma força P de 3 kN é necessária para elevar m. }J. = 0.7).' tem-se Pmáx. T2 =Pmáx. necessária para abaixar m.. }J. 6. Probl. ndiver o a = eO.1.30(1T/2). Apenas o ângulo de contato e o coeficiente de atrito determinam as condições limites para o moviment0 'minente do cabo flexível sobre ~ superfície curva. impedindo-o de ser levado pela correnteza. a Eq. (6. Resp. (6.75 Para um dado coeficiente de atrito e um dado número de voltas em torno do eixo da" figura do Probl.

calcular a força mín.30. qUf' enrola em um eixo central. como é mostrado. e está sob a ação das trações horizontais TI = 40 N e T.l entre a fita e os pinos.244 I ESTATICA suportada pela espia se o estivador exercer um esforço de 240 N na extremidade livre do cabo para: (o) a espia dá uma volta completa no cabeço do cais. 6. Resp. estando aplicada uma tração de 16 kN na extremidade da espia que está presa ao navio. Se o coeficiente de atrito entre o cabo e o galho for 0.78 Se o estivador do Probl. como mostrado e.82 6. = 160 N. calcular a força que o homem deve exercer no cabo para permitir uma descida suave. J.80 A fita desiiza em torno dos dois pinos fixos.81 6. quantas voltas serão necessárias dar no cabeço? O coeficiente de atrito entre o cabo e o cabeço é 0.313 O operário iça um tronco de 100 kg em uma rampa de 30° usando um guincho que gira no sentido indicado. A entrada da corda na parte su . O coeficiente de atrito entre o cabo e o tambor do guincho é 0. Determinar o coeficiente de atrito J. 6.30.6. 6.cL: necessária para impedir que o volante gire. P = 5~_ Probl. fixo na estrutura. por desllzamento da corda.20.81 A figura mostra um mecanismo para fazer des~ uma pessoa. Se o coeficiente de atrito en= ~ fita e o volante for 0. Se o operário exercer uma força horizontal de 160 N na extremidade livre do cabo. e com a extremidade livre pelo colar inferior. O mero de voltas da corda é ajustado girando-s= colar que enrola ou desenrola a corda em tom eixo central. (b) a espia dá duas voltas completas? O coeficiente de atrito entre o cabo e o cabeço de aço fundido é 0. 6.i. Resp. calcular o coeficiente de atrito J. anti-h=rio. T ---- -240 N Probl. 6.l = 0.79 Probl. n = 2.50. Resp. 6. 6.77 tiver que segurar o cabo.lI entre o tronco e a rampa.77 Probl. ao volante.79 P 6.25.80 6.82 Aplica-se um momento M = 150 No m.23 voltas Um jardineiro de 80 kg desce de uma árvore usando um cabo passado sobre um galho horizontal.83 Probl.

Uma força P = 100 N é aplicada na alavanca que está pivotada em torno de O."'.. Resp.40. calcular o coeficiente de atrito fJ. antes do tambor inclinar-se saindo de sua posição horizontal. . também.86 sce:: s= 6. equivale a 1/4 de volta e a passagem pelo canto inferior B.10 por uma correia trapezoidal e pela polia ranhurada correspondente. são necessárias 3 voltas completas em torno do eixo para baixar um homem de 75 kg.87 ' <1= e ~. tal como é indicado na vista transversal que acompanha este problema..85 O tambor A.4 N'm Probl. 6. em torno do eixo. Determinar o valor máximo que a dimensão a pode ter.30. 10 N para cada colar.' r . 6. além do que está dito acima. . 6.86 or2e :.. o ângulo de contato e o coeficiente de atrito para a .83 6. entre a corda e as superfícies de contato do mecanismo. Deduzir a relação entre as trações nos ramos da correia. 6.~ . e pela mola ajustável S.. com centro de massa em G. é equivalente. é suportado por dois arames que passam em torno dos pinos fixos e são manti- Encontrar o conjugado M necessário para girar O tubo no bloco em V. Resp.. em velocidade constante. .84 Substituir a correia planà e a polia da Fig.. T = 555 N 6. O coeficiente de atrito estático entre o cabo e a superfície sobre a qual ele passa é fJ. dos sob trações iguais pela chapa compensadora A. Admitindo que. de saída. e entre o tubo e o bloco é 0. M= 183. L L-L---J Probl. como é mostrado. 6. em média.'. de modo a assegurar que o conjunto permaneça suspenso.. Os pesos das peças são desprezíveis. homogêneo.' ia: Probl. O coeficiente de atrito entre os arames e os pinos é 0. com centro de massa na metade de seu comprimento estásuspenso por um cabo que passa sobre a superfície cilíndrica fixa B. O atrito da corda nas partes retas de entrada e saída é.84 8 ~- O conjunto mostrado de massa de 100 kg. sem que o mesmo tenha necessidade de puxar a corda na extremidade livre. contra a ação da cinta flexível. O coeficiente de atrito entre·a cinta e o tubo é 0.85 L Probl. a 1/4 de volta. Desprezar o pequeno ângulo da hélice da corda. a? 6.30. Calcular a tração mínima T que a mola deve exercer.ATRITO I 245 em A.

Atrito dinâmico.L{3' onde (Ci 2) {3'= sen {3/ fixo for 0. A equação diferencial resultar. abaixo guia cilíndrica fixa.33 6. Tendo este modelo em mente. D~ prezar os pesos da corrente e da alavanca e quz! quer atrito entre a extremidade ésquerda da alava::!ca e o tubo.FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO No presente estudo do atrito. h = 96. A soh-ção é T= Ce-Ke + e-Ke J eKe f(e)de onde C e K são constantes. com coeficiente constante. 2. 3.9 = à n = 3. para a maioria dos propósitos engenharia. . Determinar o comprimento h.88 6.246 / ESTÃTlCA correia trapezoidal. T2 = T. qualquer que seja o valor da força P. Atrito estático limite com movimento iminente (Fmáx. Se o coeficiente de atrito entre a corrente e o tubo . Estas categorias são: 1. h = --2 1+J. L-h~ I Probl.L 2W (1 + eJ! 6. com Ci = 35° equivaleria a multiplicar o coeficiente de atrito de uma correia plana. por um fator n. determinar o valor mínimo de h paz de assegurar que não haverá deslizamento sobre o tubo. O coeficiente de atric é (Sugestão. variável. Atrito estático menor que o valor máximo possível e determinado pelas equações de equilíbr:c (geralmente requer wna verificação para ver se F < J1sN). linez: não-homogênea. porém suficiente para explicar o fenômeno. Probl. 6. = J1sN).10 . onde ocorre movimento qe deslizamento entre as superfícies de conta-- à (F= J1kN). ângulo correspondente e. concentrou-se a atenção no atrito seco ou de Coulomb. e empregou-sc um modelo mecânico simples consistindo de irregularidades superficiais entre os corpos em conta (Fig. no instante em que o deslizamento é iminente. de modo adequado. O uso de uma correia V. pode-se facilmente visualizar os três tipos de problemas de atritc seco que são encontrados.25.88 A corrente de rolos é usada como chave de tubos. eJ. 6. da corrente. Resp.L. 6. é da forma dt/de + KT= = f(e).1). para o qual a corrente estará ::z iminência do deslizamento. Seção transversal da correia trapezoidal V que envolve a tração T.89 A corrente tem massa p por unidade de comjrimento. do mesmo material. Calcular n. Resp. uma equação de primeira ordem.87 Resp. 6.89 Probl.:= J.

Ao rever esta introdução aos problemas de atrito. A barra suporta uma carga vertical w por unidade de comprimento. para coeficientes de atrito estático ou dinâmico a serem usados em cálculos de projetos de engenharia. então. dependendo das condições das superfícies em contato. deve ser visto apenas como uma aproximação. Por exemplo. Se o coeficiente de atrito entre a sapata B e a barra A for 0. 0.30 e 0. o estudante deve ter em mente a existência de outras formas de atrito. O emprego de coeficientes de atrito com três algarismos significativos representa uma precisão difícil de ser reproduzida em experimentos e.91 ~ 6. Resp. Quando existem forças de atrito distribuídas.40. determinar a força horizontal P necessária para mover a barra. sobre uma superfície ou ao longo de uma linha. (a) F = 66. Os coeficientes de atrito estático e dinâmico entre o bloco de 100 kg e o plano inclinado são respectivamente. (b) a forçaP necessária par2 iniciar o movimento para cima no plano inclinado a partir do repouso. Os coeficientes de atrito são sujeitos a variações consideráveis.91 Movimento permitido u-se tato s da trito 6. qual dos dois coeficientes está se tratando. Não faz sentido falar em coeficiente de atrito para uma superfície única.5 mm Probl. Se o corpo estiver parado. seleciona-se um elemento representativo da superfície ou da linha e calcula-se os efeitos de força e de momento causado pela força de atrito elementar atuando sobre o elemento.0 Y (b)P=516~ (c) F= 148 ~ . J. que é suportada por um bloco com uma ranhura em V. Resp. quando ocorrer. O uso de valores obtidos em manual. A força de atrito que atua sobre um corpo em movimento tem sempre o sentido oposto ao seu deslizamento. PROBLEMAS PARA REVISÃO 6. Procede-se. os problemas que envolvem atrito fluido estão entre os mais importantes problemas de atrito encontrados em engenharia e o estudo deste fenômeno está incluído como assunto da mecânica dos fluidos.ATRITO I 2G h casobre Desqualavanmm mprio da atrito .92 Probl. e (c) a força de atrito F que atua sobre o bloco seP = 600 N. a partir do problema a ser abordado. Determinar: (a) a força de atrito F que atua sobre o bloco quando P é aplicada com uma intensidade de 200 N no bloco em repouso.lk' É comum não colocar subscrito e inferir. Se o coeficiente de atrito for IJ. à integração desses efeitos sobre a superfície ou linha. mencionados no artigo introdutório deste capítulo. segundo alguma lei. solu- ~'" Todo coeficiente de atrito corresponde a um dado par de superfícies em contato.s. serve apenas como verificação dos cálculos.90 brio tato Um elemento deslizante de uma máquina-ferramenta consiste de uma barra. o sentido é oposto ao deslizamento que ocorreria na ausência de atrito.20. 6.90 Um sistema de travamento por atrito permite que a barra A se mova para a esquerda. para um dado par de superfícies é geralmente maior que o coeficiente dinâmico. b = 118.. JJ.ante no KT= near. 6. O coeficiente de atrito estático. mas impede o movimento para a direita. com seção V. determinar o maior comprimento que a barra b pode ter para que o sistema trabalhe conforme descrito.

kg.~" •••.94 Probl. Resp.80 e 0.70.97 6. A viga uniforme de 3 m está suspensa por um cabo que passa por uma grande polia. de 660 mm de diâmetro. Determ. os coeficientes de atrito estático e dinâmico enir::' a prancha e a arestaB forem 0.92 o parafuso da pequena prensa tem um diâmetro médio de 25 mm e uma rosca quadrada de dlla'i entradas. 6. &. = 0. com um avanço de 8 mm.6. determinar: (o) o coeficiente de atrito mínimo entre a barra e a roda de modo a garantir que não h<$. A barra flutuante AB prende-se na roda de modo que Ci = 200• Se é necessária uma força P = 150 para girar a roda em tomo do mancal em O. e (b) a intensidade R da for' sobre o pino emA. calcular o torque M sobre o volante manual necessário (o) para produzir uma força de compressão de 4 kN. Se o coeficiente de atrito-for 0.95 .95 Probl. nessas condições? Desprezar qualquer atrito sob as rodas dianteiras. O carro tem massa h 1200. tanto para as rosC4S como para o mancal em A.343 m 6. Um pino de retenção em A impede que a polia gire.25. determinar o valor mínimo de x para que o cabo não deslize sobre a polia: Resp.i::r o coeficiente de atrito mínimo nas rodas trase~ para impedi-Ias de deslizar. com velocidade constante.364. 6. Qual o torque M que o motor aplica às rodas traseiras. M = 2. (b) R = 1. deslizamento em B.-- Probl.754 ld\ 6. Se o coeficiente de atrito entre os pneus e a pista de rolamento for 0.97 A extremidade inferior A da prancha homogên~ de 80 kg repousa sobre roletes que podem m ver-se livremente sobre a superfície horizontal. 3m Probl. x = 0. Resp. = l. O mancal de escora plano em A é mostrado na vista ampliada. encontrar o maior ângulo e que um plano inclinado pode fazer com a horizontal de modo que o carro possa subir por ele. Se o coeficiente de atrito entre o cabo e a polia for 0.25. re~tivamente. A figura mostra uma catraca de atrito.80. a partir de uma condição de rep e sem que as rodas traseiras deslizem. silenciosa.96 6. Pmín. que gira a roda no sentido anti-horário sob a ação de uma força P aplicada ao punho.93 Um carro de 1 600 kg. calcular a força de atrito F que ab em B. 6. (o) Pmín. (b) parz.94 Probl. aliviar a prensa da compressão de 4 kN. e tem superfícies que estão bem amaciadas.98 Calcular o torque M que o motor deve fornece: ao eixo traseiro do carro para que ele passe sob o obstáculo. sem que as rodas de tração traseiras derrapem.6. tem o centro de gravidade a 600 mm acima da pista de rolamento e no meio da distância entre os eixos.02 kN· m. com distância entre eixos de 3 000 mm.96 r 6. -----1l"""""'" 248 I ESTATlCA 6. se a prancha sair do repouso na posiç:E mostrada.

Resp./1+2" J. esqueceu de fixar a trava ou se. conforme aparece na figura.:! a de Probl. empurrando-a com a lâmina.103 .103 P nez moSe ntre eotill. que é normal ao plano inclinado. ao contrário.99 6. calcular o componente P da força normal à lâmina. P. e entre a tora e o solo for 0. 6.L -1 .ATRITO I 249 ro uas de da. O coeficiente de atrito é J. O coeficiente de atrito. para entrar no laminador puxada apenas pelo atrito entre ela e os rolos. ara Na figura aparece. O coeficiente de atrito para todas as superfícies de deslizamento é 0. na coluna. 6.. produzida pela operação de furar.L.98 = o + d .41 kN Uma escavadeira de terraplanagem rola a tara de 750 kg para cima do plano inclinado de 20°.100 Probl. o atrito é suficiente para manter a posição. é J. Resp. çã.20.102 Probl.) Resp. A condição crítica ocorre quando a resultante das forças horizontais na chapa é nula. resultará em uma elevação·da carga de 600 kg. e as massas das cunhas são desprezíveis. 6. 6. P = 5.L2 sa. Se o coeficiente de atrito entre a lâmina e a tara for 0.OC . verificar se a luva desliza para baixo. b Probl. 6. podem ser desprezados os pesos da mesa e da luva. Calcular a espessura máxima b que a chapa a ser laminada pode ter. ao operar a máquina.)1 +J. aplicada em uma delas. um laminador.80.03 kN ~\ \ \ ce: obre use DZ: ir. Probl.L. Supondo o contato nos pontos A e B.101 kN 1450 mm----: 6. ção luque N detre aja rça 6. é 0. de modo que uma força para baixo. esquematizado. P mm 200 t L Probl. entre a luva da mesa da furadeira de coluna e a coluna vertical. 6.. Comparando-se com a carga axial. para ambos os pares de superfícies em contato.30.101 cas M duo. se o operador. P= 2.50.102 Determinar a força P que iniciará o giro do cilindro de massa m contra a ação do atrito. que deve ser exercida contra a tara. (Sugestão.100 As duas cunhas de 10° estão posicionadas. 6.99 O coeficiente de atrito. Determinar P. 6.

6.106 6. varia diretamente com o seI:':. O coeficiente de atrito entre a caixa e a carroceria é 0. Escrever a express2:: para o torque de frenagem Mf sobre a roda.105 6. 6. e tem um valor Po em e = {3. F = 9. A caixa tem massa total de 5 Mg. Resp.em A) ou estreitos (com contato em B) do que o tamar::: nominal. L E .107 Probl.98 kN As duas sapatas de freio e suas lonas giram torno dos pontos O e se expandem contra o ta:mbor de freio.250 I ESTATICA to B o E o:> o:> "" 6. Calcular a tração correspo::dente T. Pode-se demonstrar que a pressão p. calcular o torque máximo M que pode ser aplicado à roda sem causar rotação.104 6. Supor que as forças entre as sapatas e a roda atuam nos centros das faces de contato das sapatas. e apóia-se contra uma superfície esférica fIxa de raio r. secoefIciente de atrito entre a roda e a lona for = Probl. suportando uma :6' carga axial L. A largura da lona e:= contato com o tambor é b.+ E Probl. Determinar o coefIciente de atrito mí-mo /Jo. = .. que evito o deslizamento para o caso em que o des1iz~to é mais provável. Se o coefIciente de atrito entre o tubo e a superfície esférica for }J. -~ -t J~ A C .. entre as tenazes e o engradado. medido do pino O. Não ocorre deslizamento na aresta inferior da caixa.104 O eixo tubular de parede fina e diâmetro médio D gira em torno do eixo vertical..30. determinar se o ~ zamento é mais provável para os engradados pouco mais largos (com contato . A pa. comandadas pelo cilindro hidráuli C. com centro de massa G no seu centro geométrico. que conecta 1:: mandíbulas da tenaz. M = 558 N °m As tenazes de atrito representadas na figura =-ram projetadas para erguer engradados de 500 ~ com uma largura nominal de 1 200 mm. do ângulo e. a partir da posição mostrada. na corrente horizontal.105 O caminhão descarrega a caixa escorregando-a lentamente para fora da carroceria elevada.-:::: da confIguração mostrada. e o caminhão estiver na iminência de andar para a frente.60.. 6. Se o coefIciente de atrito estático entre as sapatas e o aro da roda for 0. Resp..108 6. 6. necessário a se aplicar sobre o eixo para vencer o atrito no apoio.~.106 Uma força de 1 kN é desenvolvida no cilindro hidráulico C para ativar o freio de sapata. para cada sapatt. Calcular a força frenante F entre os pneus e a pista de rolamento horizontal quando a caixa está na iminência de deslizar carroceria abaixo.. . escrever a expressão para o momento M. A roda está montada em um mancal fIxo em seu centro.107 Probl. entre tambor e as lonas...

calcular o ângulo a entre as normais à corda.108 6.:: ta. de modo que o cabo possa ser puxado para fora na direção horizontal. (Sugestão. nos pontos de tangência. ir im is o iá nas .) Resp. a = 87. Se o coeficiente de atrito entre o eixo e as superfícies do V for 0. O eixo está fixado ao carretel e gira com ele. P = 313 N 6. eo Probl.e termina em uma polia pequena.. Se o coeficiente de atrito entre a corda e o disco for 0. em ambos os lados do carretel. ã. exigida para girar o carretel.50.109 m m- O carretel do cabo telefônico tem massa de 3 Mg e é suportado sobre seu eixo nos blocos entalhados em V. calcular a força P. Resolver a equação resultante para a. 6.110 Uma corda flexível leve é passada em torno do disco circular de massa m. 6. para a posição onde o disco está na iminência de girar sob a ação de um conjugado M nele aplicado. no cabo.109 og.30 l--1200 mm----J Probl. O carretel é levantado do solo. err.ATRITO / 251 portes. Resp.. }L. como é mostrado. graficamente.30.. pelo içamento dos su- -. que está livre para encontrar sua posição de equilíbrio sobre a corda.

e igualando·se a zero as equações dos somatórios das forças e dos momentos._ Fcosa I = (Fcosa)6.2 - TRABALHO Em primeiro lugar é necessário defmir o termo trabalho.s tos A' r------. Por definil o trabalho U realizado pela força F sobre o corpo. é o produto da componl da força na direção do deslocamento pelo deslocamento. ou U F Ia l.1 . I I (a) Fig.. Ele é chamado . que é empregado em sentido quantitativo contraste com o seu uso generalizado fora da técnica. Considere a forç.a constante F que atua sobre o corpo da Fig. assim. esta solução foi empregada para corpos cuja posição de equilíbrio era conhecida ou especificada. que sejam examinadas várias possíVIconfigurações de equilíbrio. Há uma classe particular de problemas. Para a maioria dos cas05.1 INTRODUÇÃO Nos capítulos anteriores. Em problemas deste tipo. e onde ~ ou mais forças externas era uma incógnita a ser determinada. o equilíbrio de um corpo foi analisado isolando-o com um diagrama de co livre. chamado deslocamento do corpo. deslocamento de A para A' está representado pelovetor Lls. não são.dos momen embora válidas e adequadas. geralmente.7.:~ método do trabalho virtual e é desenvolvido a seguir. Es::: método leva o estudante a compreender mais profundamente o comportamento dos sistemas mecânicos. permitindo. (a) Trabalho de uma força.. nos quais os corpos são compostos de elementos interliga que admitem movimento relativo entre as peças. ~-:. permite que examine com cuidado o assunto da estabilidade dos sistemas em equilíbrio. o caminho mais direto e conveniente. Neste capí apresenta-se um método mais útil e direto. 7.. 7. baseado no conceito do trabalho realizado por uma força.7 TRABALHO VIRTUAL 7. as equações de equilíbrio das forças e. :. I .1a. durante o seu deslocamento.

resultado obtido independe da direção escolhida para decompor os vetores. O trabalho é uma quantidade positiva quando a componente da força que produz trabalho possui o mesmo sentido do deslocamento.lb. (a) (b) Fig. 7. U = (F cos a) b. tem-se dU em = (iFx + jFy + kFz) + Fy • Fz (i dx dz + j dy + k dz) = Fx dx dy + ujo o. que o trabalho é uma quantidade vetorial.3a).3 . Quando o sentido da componente da força que produz trabalho for oposto ao do deslocamento (Fig. o. e Para obter o trabalho total U realizado por F durante um movimento firrito do ponto O de A a B (Fig.s = F -(F cos B) b. A Fig.3a mostra uma força F atuando sobre o ponto O de um corpo que se move ao longo do caminho indicado. o. ma A defInição de trabalho será agora generalizada para levar em consideração condições nas quais possam haver variação na direção do deslocamento ou variações na intensidade e direção da força.que o mesmo resultado é obtido ao multiplicar a intensidade da força pela componente do deslocamento na direção da força.TRABALHO VIRTUAL / 253 Vê-se. deve-se integrar dU entre essas posições.1) onde o produto escalar de F por ds adequa-se à defInição de trabalho. ao longo do caminho. p·ode-se interpretar esta expressão como sendo a componente F cos a da força na direção do deslocamento vezes o deslocamento ou como o produto da componente ds cos a do deslocamento na direção da força vezes a força. 7.s AS r I I I I po os.s cos a) Portanto. 7. 7.2). o trabalho realizado por F é ( dU os eis s. Expressando-se F e ds em termos das suas componentes retangulares.7. como representado na Fig. imediatamente. Novamente. podendo-se concluir. Assim. que é U = F(b. Assim. ste e de = F cos a ds ou dU=F~ (7. Durante um deslocamento infmitesimal ds.3b. da Fig. 7. o trabalho realizado será negativo.

\ I I I I/ II I I \. Além das forças. F realiza um trabalho igual a F 'dSA/B = Fr de.254 I ESTÁTICA ou u= f F cos o: ds A fIm de efetuar esta integração é necessário conhecer-se a relação entre as componentes da força e suas coordenadas respectivas. a primeira. 7. os conjugados também podem realizar trabalho. a linha AB move-se para A "B'. um deslocamento dSA/B (o deslocamento real de A em relação a B). devido à rotação em torno de B. Durante a rotação. Como M = Fr. (b) Trabalho de um conjugado. de B para B'. contudo. na direção do deslocamento.4a tem-se um conjugado M atuando sobre um corpo que muda sua posição angular de uma quantidade de. e entre cos a e s. a segunda. Durante o movimento infinitesimal no plano da figura. o trabalho realizado por sua resultante se iguala ao trabalho total realizado pelas várias forças. se igualar à soma das componentes das várias forças na mesma direção. durante o deslocamento de A para A I. igual ao de B. durante o deslocamento idêntico. pode-se concluir que não há trabalho devido à translação de um conjugãdo (movimento sem rotação). Na Fig.4 O trabalho do conjugado é positivo seM tiver o mesmo sentido de de (no sentido horário nesta ilustração) e negativo se o sentido de M for oposto ao de rotação. Isto pode ser verillcado. Portanto.F. Na parte b da fIgura representa-se o conjugado por duas forças iguais e opostas. O deslocamento de A pode ser decomposto em duas partes.-~--// (a) -F (b) Fig. Vê-se que o trabalho realizado por F. No caso de forças concorrentes que atuam sobre o corpo. O trabalho total de um conjugado durante uma rotação finita no seu plano torna-se . onde de é o ângulo infinitesimal de rotação em radianos. que atuam nos pontos A e B tal que M = Fr. ou as relações entre F e s.7. tem-se (7. um deslocamento dSB. F e -F. é igual e oposto àquele realizado por . pelo fato de a componente da resultante.2) I~~i . o trabalho realizado pelo conjugado é facilmente determinado combinando o trabalho de cada uma das forças que o constituem.

envolvendo o produto de uma força por uma distância. inicialmente para uma partícula.EQUlLIBRlO As condições de equilíbrio serão agora expressas em termos do trabalho virtual. O termo virtual é usado para indicar que o deslocamento não existe na realidade. Para distinguir estas duas quantidades. oU = M 88. Na Trabalho tem a dimensão de (força) X (distância). escreve-se oU r:::z = 2:F ·os = (i2:Fx + j2:Fy + k2:Fz) '(i ox + j oy + k oz) = 2:Fx ox + 2:Fy oy + 2:Fz OZ = O . 7. A diferença entre ds e os é que ds se refere a uma variação infinitesimal no movimento real. o trabalho virtual total realizado sobre a partícula será oU = FI' os + F2' os + F3' os + . que encontra a sua posição de equilíbrio como resultado das forças nas molas às quais está presa. durante um deslocamento virtual angular 08 é. (a) Partícula. (c) Trabalho virtual. Para um deslocamento virtual suposto os da posição de equilfbrio da partícula. seriam eliminados. tendo sido apenas suposto. Esta consideração é idêntica àquela que permite escrever que uma área elementar sob a curva y = f(x) é dA =ydx. A força F. arbitrariamente. Se a massa da partícula for significativa. Sob o aspecto dimensional. a fim de permitir a comparação das várias possíveis posições de equilíbrio. Observe. é chamado trabalho virtual e é oU e as a Fm e a ra o. apesar de serem quantidades físicas completamente diferentes. Qualquer pequeno deslocamento os. apareceriam termos de ordem superior que. Matematicamente. com atenção.TRABALHO VIRTUAL I 255 as se da o. Um deslocamento virtual pode também ser uma rotação 08 do corpo. o trabalho e o momento de uma força têm a mesma unidade. a unidade do trabalho é o libra-pé. que o trabalho é um escalar obtido do produto escalar. usar-se-á o joule (J) para o trabalho e reservar-se-á a combinação de unidades newton-metro (No m) para o momento. O trabalho efetuado por uma força qualquer F. uma partícula. e pode ser integrado. pode ser considerado como constante durante qualquer deslocamento infmitesimal virtual os ou 08. a unidade do trabalho é o joule (J). Se fosse considerada uma variação na intensidade ou no sentido de F ou M. que atue sobre a partícula durante o deslocamento virtual. então.3 . no limite.5. ambas medidas sobre a mesma linha. 7. quando escrever as suas unidades no sistema SI. momento é um vetor obtido do produto vetorial. durante o movimento infrnitesimal. perpendiculares entre si. Por outro lado. enquanto os se refere a um movimento infrnitesimal virtual ou suposto e não pode ser integrado. envolvendo o produto de uma força por uma distância. ou o conjugado M. ambas as quantidades são diferenciais de primeira ordem. No sistema de unidades SI. Considere a partícula ou pequeno corpo da Fig. em segundo para um corpo rígido único e em terceiro para um sistema de corpos rígidos interligados. No Sistema Inglês de unidades. n· de = F' os ou oU = F os cos o: 2) onde a é o ângulo entre F e os. no processo de determinação da posição correta. que a partícula supostamente sofra. o peso mg deve ser também incluído como uma das forças. Considere agora. será chamado um deslocamento virtual. afastando-a da posição natural. cuja posição de equilíbrio seja determinada pelas forças que agem sobre ela... O trabalho virtual realizado pelo conjugado M. = 2:F' os r:: Expressando ~F em termos de suas somas escalares e os em termos das suas componentes virtuais nas direções das coordenadas. que é o trabalho realizado por uma força de uma libra movendo-se na distância de um pé sobre a sua direção. que é o trabalho realizado por uma força de um newton movendo-se na distância de um metro sobre a sua direção (J = N' m).

para o equihbrio. Este trabalho é nulo. resultará nz mesma expressão que teria sido obtida usando-se uma das equações de equihbrio de força. Somente o trabalho virtual realizado pelas forças externas aparece no cálculo de oU = O. tomadas uma de cada vez e é. de modo que possa ser aplicado a sistemas de partículas no desenvolvimento que segue. e o trabalho realizado por estas forças durante qualquer movimento é nulo.7. opostas e colineares. o princípio do trabalho virtual não oferece vantagem re para a solução de um corpo rígido em equihbrio. p b Fig. Esta condição de ser trabalho virtual nulo. para a chapa articulada. Qualquer deslocamento virtual suposto.5 A soma é iguala zero. como no caso de uma partícula. porque as componentes do deslocamento das duas partículas ao longo das linhas de ação das forças são idênticas para corpos rígidos. A extensão do princípio do trabalho virtual de partículas para sistemas de partículas rigidamente ligadas. equivalente às três condições escalares de equihbrio conhecidas. Esta condição está ilustrada na Fig. é necessária e suficiente. porque oU = O e LF = O fornecem a meSlIl2 informação. um outro modo de se estabelecer as condições de equiHbrio da~partícula. O conceito do trabalho virtual para a partícula foi introduzido. ou momento. porque pode ser aplicada nas três direções perpendiculares entre si. realizado sobre cada partícula do corpo em equihbrio é nulo. Como o trabalho virtual. portanto.256 / ESTÁTICA XOS ~2VF: FI F4 Fig. Uma pequena rotação. LFy = O e LFz = O. sob a ação de uma dada forçaP.7. geralmente não traz nenhuma simplificação adicional ao já simples problema. para o corpo todo. onde se deseja determinar a reação R sob o rolo. 7. 06 da .6. suposta. de peso desprezível. quando cancelado. então.6 Novamente. uma vez que as forças internas ocorrem em parel de forças iguais. porque LF = O e também LFx = O. defInido por um movimento linear ou angular. resulta que o trabalho virtual realizado sobre todo o corpo rígido é nulo. diretamente. é facilmente realizada. A equação oU = O é. O princípio do trabalho virtual nulo para o equihbrio de uma partícula única. aparecerá em todos os termos de oU = O e. (b) Corpo rígido. que formam os corpos rígidos.

rr:. As forças reativas não realizam trabalho durante um deslocamento virtual. Na Fig. simplesmente.7a mostra um exemplo simples de um sistema ideal onde é possível o movimento entre suas duas partes e a posição de equilíbrio é determinada pelas forças externas aplicadas P e F. e o trabalho realizado por R é + Rb ôe. que não podem absorver energia por deformações. e é tomada como deslocamento virtual. Portanto. o princípio do trabalho virtual pode. nada se ganha com o emprego do princípio do trabalho virtual para um corpo rígido único. como será descrito na próxima seção.7 (1) Forças ativas são forças externas capazes de realizar trabalho virtual durante possíveis deslocamentos virtuais. Três tipos de forças são identillcadas neste sistema mecânico interligado.7c para as forças internas FA e -FA da união A. não pode realizar trabalho porque o rolete está impedido de se deslocar na direção horizontal. ser enunciado como a seguir: . que é. sejam de alongamento. e:o de az nz do í· o as es é . .a:s (a) Forças ativas (b) Forças reativas (c) Forças internas Fig. 7. A força Fo que o apoio fixo em O exerce sobre o sistema. a equação de equilíbrio dos momentos em torno de O. resulta ôe + Rb (j() = O. 7. (3) Forças internas são forças nas uniões entre os membros de um sistema. também é uma força reativa que não realiza trabalho porque não há deslocamento do ponto O.7. O uso do princípio terá uma vantagem evidente para corpos interligados. agora. Portanto.7b. A explicação para este fato é que as forças internas sempre existem aos pares. sejam de encurtamento. Durante qualquer movimento possível do sistema ou de suas partes. 7. Eles são: é. a força horizontal FB que a parede da guia exerce sobre o rolete da extremidade da barra. O trabalho realizado por P é -Pa M. O tratamento será limitado aos sistemas chamados ideais. que são aqueles constituídos por dois ou mais corpos rígidos. E. o princípio Ô U = O dá -Pa Cancelando ôe. onde não há possibilidade de existir deslocamento virtual na direção da força. durant. Pa -Rb = O.TRABALHO VIRTUAL / 257 chapa em torno de O é compatível com o vínculo articulado em O. compostos de forças iguais e opostas. Na Fig. Observando que somente as forças externas ativas executam trabalho durante qualquer movimento' possível do sistema. como é mostràdo na Fig.e os seus idênticos deslocamentos. A Fig. (2) Forças reativas são forças que agem em pontos de apoio fIxos.' i.7a. O princípio do trabalho virtual será agora aplicado para descrever o equilíbrio de um sistema de corpos rígidos interligados. (c) Sistemas de corpos rígidos. as forças P e F são forças ativas porque realizam trabalho quando as barras se movem. observa-se que o trabalho líquido realizado pelas forças internas nas uniões é nulo. ligados por conexões mecânicas sem atrito. e o trabalho de uma força necessariamente anula o trabalho da outra. . 7.

258 / ESTATICA o trabalho virtual executado pelas forças externas ativas. Segunda. durante um deslocamento virtual. é nulo para todo e qualquer deslocamento virtual. (d) Graus de liberdade.: posição de equilíbrio de sistemas sob a ação de cargas conhecidas. o diagrama para o método . onde &U significa o trabalho virtual total. Este tipo de problema é oposto ao de se determinar as forças que atuam em corpos cuja posição de equilíbrio está fIxada. durante qualquer deslocamento virtual. cOClrdenada para determinar a posição de cada parte do sistema. se' o atrito interno em um sistema mecânico for apreciável. Estas vantagens fazem o método do trabalho virtual particularmente útil na determinação é. pode ser obtido qualquer número de gr de liberdade. O princípio pode ser matematicamente representado pela equação. O método do trabalho virtual é bastante útil para os propósitos mencionados. as relações entre as forças ativas podem ser detenninadas diretamente. redundará em erro. deve ser desenhado um diagrama que isole o sistema em consideração. não é necessário desmembrar-se os sistemas ideais para estabelecer as relações entre 25 forças ativas. Essencialmente são duas. o princípio encontra sua maior aplicação nos sistemas ideais. 7. porém requer que trabalho executado pelas forças internas de atrito. seja desprezívi Como conseqüência. a confIguração de um sistema mecânico. ~ Fig.7. completamente. realizado por todas as forças externas ativas. (7. A Fig. 7. O número de coordenadas independentes necessário para especillcar. sem referência ~ forças reativas. sobre um sistema mecânico ideal em equilíbrio.7a é um diagrama das forças ativas pé1L~ o sistema mostrado. 7. Sob esta forma. Em oposição ao diagrama de corpo livre. é chamado de número de graus de liberdade do sistema. Somente agora podem ser percebidas as reais vantagens do método do trabalho virtual. Primeira. onde são mostradas todas as forças. onde é necessária somente UrE. P mg (a) Exemplos de sistemas com um grau de liberdade (b) Exemplos de sistemas com dois graus de liberdade Fig. como é geralmente o caso com o método de equilíbrio baseado nos somatórios de força e d= momentos. No método do trabalho virtual.8a mostra três exemplos de sistemas com um grau de liberdade. onde são necessárias dU25 coordenadas independentes para detenninar a confIguração do sistema. Entenda-se por vínculos as restrições impostas pelos apoios ao movimento do sistema.3. a aplicação do método -'trabalho virtual ao sistema como um todo. A coordenada pode ser uma distância ou uc ângulo. visto que as forças reativas não entram na aplicação • oU = O.8 • . Adicionando mais barras e rem vendo vínculos de apoio do sistema de barras da fIgura da direita. trabalho necessita mostrar somente as forças ativas.8b mostra três exemplos de sistemas com dois graus de liberdade. compatível com os vfnculos. a menos que seja levado em consideração trabalho realizado pelo atrito interno. A Fig. Tal diagrama é chamado diagrama das forças ativas.

s. pela geometria. a variação de uma coordenada independente. para o movimento ôx. expresso em função da variável e.' e e:. consultar o Capítulo 7 da l. colocando. . a expressão matemática em concordância com a observação física. quando o centro de massa se move para cima. decorrente de um aumento em xeeme. vem e 1 e Pl cos . que sendo x positivo para a direi.l ~ 2 e ôh=_isen~ôe 4 2 Notas: CD 2 Substituindo na equação do trabalho virtual. O princípio do trabalho virtual exige que o trabalho total de todas as forças externas ativas seja nulo para qualquer deslocamento virtual compatível com os vínculos.sen . Assim: h = icos 2 Analogamente. que é a quantidade que se deseja determinar. Em cada aplicação do método permite-se. de modo que o trabalho virtual é P (+ ôX).TRABALHO VI RTUAL / 259 ma. Para obter este resultado pelos princípios do somatório das forças e dos momentos. autor.a Edição de Estática.2mg . que serão tratadas aqui. D É evidente. agora.1 Cada uma das duas barras articuladas homogêneas tem massa m e comprimento 1 e é suportada e carregada como mostrado. mantendo todas as outras constantes.ôe = 2 4 2 O o que dá e tg 2P mg 2= ou 2P e=2arctg mg Resp. apenas. no sentido de P. que o peso mg realiza trabalho negativo. As aplicações do trabalho virtual. O diagrama de forças ativas para o sistema composto pelas duas barras é mostrado separadamente. Com h positivo para baixo.ta. e inclui os dois pesos mg além da força P. x = 21 sen ~ e ôx = I cos ~ ôe 2 . se restringirão a sistemas com um grau de liberdade. - ê: Solução. p . * Problema Resolvido 7. Assim. <6> Obtêm-se ôh e ôx das mesmas regras matemáticas de diferenciação com os quais se obtém dh e dx. na direção de mg. Cada um desses deslocamentos virtuais será.ôe . re- o princípio do trabalho virtual.3) ca- te a3 de à! ill. Quando. o trabalho virtual vem a ser [ôU= O] P ôx + 2mg ôh p =O i d= é. Para uma dada força P. de modo que a expressão matemática correta para o trabalho é mg (+ ôh). ôh é também positivo para baixo. cuidadosamente. ÔU= O. que ôh é negativo para ôx positivo. seria necessário desmembrar as barras e levar em conta todas as forças que atuam sobre cada barra. pode ser aplicado tantas vezes quantos forem os graus de liberdade. expressa-se ôh em termos de ôe. determinar o ângulo e de equilíbrio. Todas as outras forças que atuam externamente no sistema. * Para exemplos de problemas com dois ou mais graus de liberdade.::_-_ =. Observe. A solução pelo método do trabalho virtual é mais simples. ôX é também positivo para a direita. são forças reativas. assim.. que não realizam nenhum trabalho durante o movimento virtual ôx e não são mostradas. ôh terá um sinal negativo. a seguir.

Determinar a expressão para o ângulo de equilíbrio o. no sentido horário. 0= arcsen-- Outra vez. emboril quando se solucionam estas equações. para um valor positivo de ó O. O croqui dado constitui-se no próprio diagrama de forças ativas para o mecanismo completo. seria necessário incluir na análise. Assim. Para este método. separados para as três peças móveis. Solução. para um dado valor de M. A posição vertical do centro de gravidade G está indicada pela distância h. seria preciso desenhar diagramas de corpo livre. na equação do trabalho virtual. neste problema. As barras têm massas desprezíveis e supõe-se que não haja atrito.2 A massa m élevada para urna posição de equilÍbrio. a referência a esta posição é eliminada. é +mg óh = mg ó (b cos O + c) = mg(-b = -mgb sen O óO + O) senO óO 1) O sinal menos. é logo vista quando se experimenta a solução pelo equilíbrio das forças e dos momentos. e ter-se-ia que considerar as reações internas nas articulações de pino. Para efetuar estas etapas. ó O é também positivo no sentido horário. A vantagem da solução pelo método do trabalho virtual. é +M óo. O trabalho realizado por mg. e não faz referência a grandezas irrelevantes. Corno o valor de senO não pode ser maior que a unidade. Com O medido positivamente.1. durante urna variação no ângulo o. no final. únicos que realizam trabalho sobre o sistema. a posição horizontal de G. . durante o movimento óh. em relação aos pontos de ligação das duas barras. é evidente. pela aplicação do conjugado M à extremidade de urna das duas barras paralelas. formado pelas barras com a vertical. o trabalho realizado pelo conjugado M. corno no Probl. M está limitado aos valores de equilÍbriO que não excedam mgb. e é h = b cos O + c. visto que sua derivada é igual a zero. para este problema. manteve-se a consistência matemática com a definição de trabalho e observa-se que o sinal algébrico da expressão resultante concorda com a variação física. abaixo da linha horizontal de referência fixada. Resolvido 7. indica que o trabalho é negativo.260/ ESTATICA Problema Resolvido 7. lida diretamente com causa e efeito. Considere a alternativa de urna solução pelo equilÍbrio de força e momento. no sentido de mg. vem [óU=O] MóO + mgóh = Nota: O que resulta M óO CD = mgb sen O ó O M mgb Resp. Então. no sentido horário. Substituindo. que são articuladas corno é mostrado. que o método do trabalho virtual. visto que mg e M são a força e o momento externos. A constante c é eliminada.

que será o deslocamento virtual. Do triângulo retângulo que tem a barraAB como hipotenusa constante. um deslocamento virtual anti-horário para a conectora. ôe. do ponto A. ® Poder-se-ia usar. a diferencial da equação e obtém-se. . sob a ação do conjugado M. expresso em radianos. ® Môe+Pôx=O P= Mx ya Môe+p(-~aôe)=o = Mx ha Resp. 0= 2x ôx + 2y ôy Assim. Observe o sinal negativo que apenas nos diz que. naturalmente. ôx=-Laôe x e a equação do trabalho virtual dá [ôU= O] CD ou ôx =- L x ôy Notas: Observe que o deslocamento aôe. o que causaria apenas a inversão dos sinais de todos os termos. observa-se que o método do trabalho virtual produz uma relação direta entre a força ativa P e o conjugado M. para impedir que a barra OA gire. Determina-se o trabalho virtual resultante. O esboço apresentado na figura serve como diagrama das forças ativas para o sistema. Outra vez. no sentido horário. Desprezar a massa das partes móveis. também. se uma variação é positiva. x--! Solução. se a conectora OA não estivesse na posição horizontal.TRABALHO VIRTUAL I 261 Problema Resolvido 7. y ---t----Í. . b2=X2+y2 Toma-se. a partir da posição horizontal mostrada. o deslocamento angular movimenta A para baixo da distância ôy = a ôe onde ôe é. Dá-se à conectora OA um pequeno deslocamento angular. . pode-se escrever. de modo que ôb = O. agora.3 Determinar o valor da força P aplicada sobre a luva desllzante. O comprimento b é constante. A partir da posição horizontal da conectora. a outra deve ser negativa. não seria igual aôy. Todas as outras forças são ou internas ou reativas que não realizam trabalho devido aos vínculos. sem envolver outras forças que são irrelevantes neste relacionamento. executado por Me P.

4 7. Exp sar e em termos de M. 7. para qualquer valor de e. se P fosse apli.6 7.3 . 7.6 pela fQ:Ç' horizontal P. Resp. necessário para equilibrar a massa m. no plano vertical.2 O mecanismo articulado é usado para posicíonar a massa m nas guias verticais lisas. P = 4.. 7. P = mg tg e Probl. sobre a alavanca de comando do caminhão basculante.3 Encontrar a força Q exercída pelo furador de papel. 7. Resp. Determinar o torqueM. e determinar :: ângulo de equilíbrio e. 7.5 Probl.65.262 I ESTATICA PROBLEMAS PROPOSTOS (Nos problemas abaixo. quando o ângulo de descarregamento for e.1 7. massa m e comprimento b. 7. supor que o trabalho negativo do atrito é desprezível. A posição de equili1ri: da estrutura no plano vertical é determinada ~ conjugado M aplicado à barra da esquerda.) 7. com centro de massa em G. Determinar a expressão para a força horizontal P necessária para suportar m. Determinar a força horizontal P necessária para se tentá-Ias na posição mostrada. exceto quando indicado o contrário.cada em uma direção diferente da horizontal? Resp.do Probl. e = are cos 2P mg Probl.3 Probl.7 Cada uma das barras uniformes da estrutura t=.mg tg Probl. determinar o ângulo e para que haja equilíbrio.4 2". O polígono ABCD é um paralelogramo. Seria a ação mais eficaz.conforme mostrado.1 Para uma dada força P. Desprezar a massa das barras. e = are tg ~ 7. repetido aqui. Resp. 7. 4.2 7. Substituir o conjugado M do Probl.5 Cada uma das barras uniformes tem massa m.

) Probl. que tem massa m e centro de massa em G. tangente ao anel de condução da cadeira de rodas. determinar a compressão C no cilindro. (Se s for o deslocamento do centro da roda medido sobre o plano inclinado e (3 o ângulo correspondente.12 .8R cos () O cilindro hidráulico é usado para expandir o sistema articulado e elevar a carga P. 7. necessária para manter o equilíbrio em um dado ângulo (). Para a posição mostrada. Determinar a força F. se a roda rola sem escorregar. Resp. Desprezar os pesos de todas as outras peças.7 7. - e :: r.9 A prensa do Probl.10 7. 7.9 Probl. 7.81 é repetida aqui. para subir o plano inclinado de ângulo (). Resp.11 7.10 Probl. 7. 7. A massa combinada da cadeira e do paciente é m.12 Cada uma das barras uniformes tem massa me roletes centrais com movimento confmado pela guia e=. para qualquer valor dado de (). 4.11 O cilindro hidráulico DA e a barra OR estão combinados para controlar a inclinação da carga. F = 0.8 Determinar a força F que o paciente deve aplicar. sobre o cabo da alavanca. quando o sistema articulado do cilindro se alohga. exercida pelo cilindro. Determinar a força P. necessária para produzir uma compressão R sobre o rolete. O canto inferior C é livre para rolar horizontalmente. 7.E . Probl. em radianos.b h) tg () () Probl.TRABALHO VIRTUAL / 263 7.7. P =""2 mg( I.8 Probl. mostra-se facilmente que S = R (3.6 P • Probl. 7. que a roda gira.

Expressar C em função de P.00 MN 7.15 fixa. O contador de radiação A tem massa m e é posicionado girando-se parafuso de avanço L. Relacionar o torque M à carga mg para os valores dados de b e 8. desprezado. que está articulada à estrutura do caminhão. articulado em O e com centro de massa em C. 7. e será. mas é pequeno comparado com a força de aperto produzida. Determinar a relação entre . que atua sobre o lado esquerdo do pistão dei cilindro hidráulico...e(d + c) 2~ p Probl. M Probl.15 7. 7. supondo q 8 = 8 o quando m = O. que. 7.17 A figura mostra um dispositivo para medir a radÍêção do corpo de um paciente. portanto. se a barra CE estiver sob tração produzida por uma pressão do fluido de 20 MPa. O prato e a barra vertical AB têm a massa m I e estão articulados no setor em B. por sua vez.13 7. As ranh ras horizontais permitem que o sistema articulado se abra.264 / ESTÁTICA lisa vertical. em serviço de aeronaves. de massa m2. está articulada à estrutura Probl.14 A balança postal consiste de um setor. Desprezar to' o atrito e a massa do sistema articulado. A extremidade A está articulada à barra homogênea AC.13 O croqui mostra o esquema aproximado da montagemque prende o flange da base do foguete Saturno V ao pedestal de sua plataforma. Resp.16 A caixa de carga do caminhão de distribuição de alimentos. O pistão tem uma área útil de 10' mm2• O peso do conjunto é considerável. para a configuração mostrada. aplicada à haste de controle. como resultado de tração P. F = 6. tem uma carga de massa m. A figura OBAC forma um paralelogramo e ângulo COB é reto. e é elevada pela aplicação de um tmque M sobre a extreI!lidade inferior da barra.. Probl. Resp. Calcular a força de aperto F em A. que controla a distância BC.14 = ~tg: SmgL 5 . O ro1ete da extremidade da barra inferior tem o movimento restringido pela guia lisa horizontal. de massa mo. antes do lançamento.16 7. Determinar o ângulo 8 para que haja equilíbrio sob a atuação do conjugado M. quando a caixa de carga for elevaclz. Resp. 7. comparada com m. 7._ massa m a ser medida e o ângulo 8. As pinças da garra de controle remoto desenvolY<õ uma força de pega C. C=!. com um torqueM. Expressar M em função de h. onde 23 pinças estão paralelas.

7. Se a màssa de estrutura for desprezível.22 Expressar a compressão C no cilindro hidráulico do elevador de carro em função do ângulo O. para uma rotação do parafuso. 7. comparada com a massa m da carga. Desprezar o atrito. A massa do elevador é deprezÍvel comparada com a massa m do veículo.21 p 7. C = 2mg cotg fi ) Prob\. O parafuso tem um avanço por rotação L.19 Determinar o torque M exercido pela chave antitorque. c) Prob\.21 Probl.20 A plataforma elevadora faz a entrega de carga na porta de carga de um avião. 4. M= 7.18 de ga orue udo da. para elevar a carga.19 + (1)' .TRABALHO VI R TUhJ.18 p 40 120 mm mm iarae o ono rga do rafi g2 ". Resp. A posição vertical da carga de massam é controlada pelo parafuso que conecta as uniões A e B. 7.' 'A I Probl.20 unas P. A variação na distância entre A e B. 7. lve 7. Se é necessário aplicar um momento Mf para vencer o atrito nos metes e nos mancais do parafuso. A força de aperto é P = 150 N.88 Nem Determinar a força F entre as mandíbulas do grampo.' -i~.2 1 cos fi . em função de um torque M exercido sobre a manivela do parafuso de ajuste. determinar a força compressiva C no cilindro hidráulicoAB.110 e repetida aqui. defrnida no Probl. = ---s-en-fi fi_o _ M~ Prob\. Resp. determinar a expressão para o momento total M. / 265 eo e a ue 7. necessário a ser aplicado ao parafuso. é igual ao seu avanço L (avanço por rotação)... para qualquer ângulo R C mg y' 1 + 8 sen' fi esp.17 p 7. 7. 7.

mostrada na fIgura.24 O alicate articulado do Probl. através da ação do sistema articulado hidráulico AB. tidos como perfeitamente rígidos. 7. de vão L. Determinar a força de aperto C. C=P f( i cotg a-I ) Probl. é ' introduzir o conceito de energia potencial.j 1 + sen S Probl. F = mgL b . O mecanismo interno em C mantém o ângulo 'l= entre as duas partes. 4.ESTABILIDADE E ENERGIA POTENCIAL No item anterior tratou-se de configurações de equilíbrio de sistemas mecânicos compostos de membros individuais. ~ lançada de um carro de combate.22 7. diretamente. ao importante problema de determinar ~ estabilidade do equiHbrio. estendido para levar em consideração sistemas mecânicos que possuem elementos elásticos na forma de molas. repetido aqui.25 A ponte militar. 4. para urna determinada força P no cabo.266 / ESTÁTICA p L Probl. relacionar a força F TIl cilindro hidráulico com o ângulo e de equilíbrio. e ~IF Resp.71 é repetido aqui com dimensões simbólicas. Resp. 7. Por que se deve calcular trabalho do momento interno em C? Discutir escolha do método do trabalho virtual para este problema.25 7. O método será.a) = 'Z.23 7. agora. Com este objetivo.. Resp.23 Determinar a força P desenvolvida nas mandíbulas do alicate rebitador do Probl. 7.4 .)2 tg e . P= 2Feb c (b . . 7. que leva.85. Se cada das duas partes idênticas da ponte tiver massa me centro de massa em G. em função de a.

- L -: E:- (a) Energia Potencial Elástica. O trabalho realizado no elemento elástico é -armazenado no próprio elemento e é chamado energia potencial elástica. agora.. a energia potencial da mola se iguala à área t~iangular no diagrama de F versus x. de O a x. de modo que a energia potencial elástica da mola. o estiramento da mola. observa-se que a força atua. como no caso da compressão. considera-se a força F como sendo diretamente proporcional à deflexão x. na direção do deslocamento. durante o alívio de sua compressão ou ongamento. Durante um deslocamento virtual ox da mola.4) Assim.-dxX2 Fig. Esta energia é potencialmente utilizável e pode ser JeCUperada. Enquanto a mola estiver sendo esticada. o Ve será também negativo. O trabalho realizado por F durante o movimento dx é dU = F dx. se ox for negativo. ou que é idêntica à área trapezoidal de Xl a X2. onde k é a constante da mola. realizando trabalho positivo sobre a mola e aumentando sua energia potencial. 7. e é uma medida da rigidez da mola. . torna-se mea Correspondentemente. Durante uma variação na compressão da mola de Xl para X2. ao invés de comprimida. Quando a mola está tracionada. as relações de trabalho e de energia serão as mesmas.7.TRABALHO VIRTUAL I 267 r-- Comprimento livre ----1 F F dVe = kxdx o O X ~x Xl ~ 11 f. admitindo-se que o elemento realize trabalho no corpo. para compressão x. a variação (final menos inicial) na energia potencial da mola. Esta relação é escrita como F = kx.9 . Considere a mola (Fig. Ve. o trabalho realizado sobre ela é igual à variação na energia potencial elástica. de X = X 2 para X = X I. é Ve ou = I o x F dx = ~ kx2 (7. Supõe-se que a mola Jeja elástica e linear. o trabalho virtual realizado sobre ela é a variação virtual da energia potencial elástica. no lugar da compressão. apenas X representará.9) que está sendo comprimida por uma força F. isto é. aliviando a mola de sua compressão. úVe = Fúx = kxúx Se a força compressiva for diminuída.

quando o trabalho realizado pelas forçzs de gravidade é expresso por uma mudança na energia potencial do corpo. (b) Energia Potencial Gravitacional. Assim.: é -mgh. que a energia potencial gravitacional é também independente caminho percorrido para atingir o nível h em consideração. a energia potencial gravitacional do corpo é (7 Se o corpo estiver a uma distância h abaixo do plano de referência. quando se defmem os sistemas mecânicos em função de sua energia total. tratou-se o trabalho de uma força gravitacio~ ou peso. Portanto. pois ti. é perfeitamente' arbitrário. atuando sobre um corpo. 7. a energia potencial é o negativo do trabalho utilizado pelo pel Quando o corpo é levantado. mostrado na Fig. em h = O (Fig. É importante notar que o plano de referência. o peso W = mg realiza um trabalho negaf ô U = -mg ôh. Tomando-se Vg igual a zero. Este tratamento opcional é ~ representação útil. Vg. do mesmo modo que o trabalho de qualquer outra força ativa.10).7. 7.=-Wh Fig. arbitrário.10 Uma alternativa para o tratamento anterior pode ser adotada. As unidades da energia potencial são idênticas às do trabalho e são expressas em joules (J) no sistema e pé-libra (ft-Ib) no sistema inglês. e esta variação é independente da posi~ do plano de referência. onde a ener~ potencial é. h é medido em relação ao centro de massa do corpo. G''- -- :r+h óh 5Vg ou ~/----'\ W = + W5h -de referênCiaT Vg = 0--I Plano +h alternativo ~ W V. . sua energia potencial gravitaciom. por exemplo. Ou. óU= Vg = .11. No item anterior. conclui-se que o trabalho realizado sobre o corpo é o negativo da variação da energia potencial da mola. quando ele retoma à sua posiç&! original mais baixa. A ene~ potencial gravitacional. A variação virtual da energia potencial gravitacional é simplesmente ôVg = mg8h C= onde ôh é o deslocamento virtual para cima do centro de massado corpo. por defmição.10. se o corpo tem um deslocamento para baixo ôh. de um corpo é defmida. o corpo de massa m. Note-se. com sentido positivo de h para baixo. uma vez que somente nos interessa a variação da energia. !lã: importando qual caminho é seguido para ir do plano de referência I ao plano de referência 2. peso executa um trabalho positivo ô U = +mg ôh.268 I ESTA T1CA Como a força que atua sobre a extremidade móvel de uma mola é o negativo da força exercida pela mola sobre o corpo ao qual está fIxado esta extremidade móvel. ô Vg seria negativo se o centro massa tivesse um deslocamento virtual para baixo. na altura h acima do plano ti.: referência. de algum plano de referência. pelo trabalho realizado no corpo com objetivo de trazê-Io para a posição em consideração. para o qual a energia potencial é nula.W5h + Wh . Assim. tem a mesma variação da energia potencial. do corpo da Fig. 7. então. em um deslocamento para cima ôh. este trabalho é convertido em energia potencialmente disponíw " visto que o corpo é capaz de efetuar trabalho em algum outro corpo. simplesmente. nula.h é iglli: em todos eles. ainda. Naturalmente.

joule (J) em unidades SI e pés-libras (ft-Ib) no sistema inglês. Portanto. daqueles que não o são. expresso pela Eq. agora. ou peso mg. pode-se substituir os trabalhos das molas e dos pesos pelo negativo das respectivas variações da energia potencial. Também. . Aqui. durante o deslocamento virtual 8s de seu ponto de aplicação. o trabalho executado pela força gravitacional.7) ~- - ~ ~. Ao incluir um membro elástico dentro do contorno do sistema.12. é o negativo da variação da energia potencial elástica da mola. Assim sendo. é igual às correspondentes E. são internas ao sistema e não necessitam ser mostradas. pode. Além da substituição do trabalho das forças de gravidade pelas variações correspondentes na energia potencial. _ o trabalho Como sempre. o trabalho de outras forças ativas. mais claramente. ser escrito como (7. para sistemas mecânicos. sem atrito dinâmico interno. para o caso de um sistema mecânico com membros elásticos e membros que mudem de posição.6. é equivalente à variação mg 8s cos o: na energia potencial da massa m para o sistema equivalente.TRABALHO VIRTUAL / 26~ _ - :- As unidades da energia potencial são idênticas às do trabalho e da energia potencial elástica. adotando como contorno o limite que distingue. 7. o princípio dos trabalhos virtuais. pode-se reescrever o princípio do trabalho virtual. como a seguir: virtual realizado pelas forças externas ativas sobre um sistema mecânico em equilíbrio. Ao utilizar o método do trabalho-energia é útil desenhar o diagrama das forças ativas do sistema. Colocando estas variações no lado direito da Eq. vê-se que as forças de interação entre ele e o membro móvel ao qual está conectado. é o negativo da variação da energia potencial gravitacional.6) onde V = Ve + Vg representa a energia potencial do sistema. (c) Equação da Energia. excetuando as forças das molas e as gravitacionais. para todo e qualquer deslocamento virtual consistente com os vínculos. pode ser convertido em variações da energia potencial. a decisão mais importante consiste em defmir no que constitui o sistema. 7. com sinal oposto. observou-se que o trabalho realizado por uma mola sobre o corpo que está ligado à sua extremidade móvel. Com a substituição dos termos do trabalho pelos da energia. como é mostrado na Fig. aplicadas externamente ao sistema. por todas as forças externas ativas.3 pode-se escrever a equação do trabalho virtual como (7. o trabalho realizado pelas forças externas ativas. o trabalho realizado por F. Nas duas seções anteriores. 7. quando se aplica a equação do trabalho virtual a sistemas com molas e com variações na posição vertical dos seus membros. (d) Estabilidade do Equilíbrio. os membros que são parte do sistema. A quantidade 8 U agora representa o trabalho virtual realizado sobre o sistema durante um deslocamento virtual. variações da potencial gravitacional e da energia potencial elástica total do sistema. em sistemas mecânicos pode ser substituído pelas variações correspondentes na energia potencial no sistema equivalente. Portanto.

~. x. 7.. . Quando uma função e suas derivadas são contínuas.a Edição.8 diz que um sistema mecânico está em equilíbrio quando a derivada da sua energia potenciE.270 I ESTA TICA / U ' ctl . que descreve a sua confIguração.:. matematicamente. por exemplo x. um máximo (equilíbrio instável) ou uma constante (equilíbrio indiferente). Por outro lado.8 se aplica a três condições. para um lado ou para o outro não altera a energia potencial e não exisI: tendência de movimento para nenhuma outra posição. . resulta em um aumento na energia potencial e em uma tendência "retomar à posição de nível de energia mais baixo. Para a posição de equilíbrio indiferente.-. Capítulo 7. a saber. total for nula. 7._.13 apresen um exemplo simples destas três condições. para haver equilíbrio. 7. em um sistema de um grau de liberdade...12 A Eq.. como ~ seguir: * Para exemplos de sistemas com 2 graus de liberdade. resulta em uma diminuição da energia potencial e em uma tendência de se afastar G posição de equilíbrio. um máximo na posição instável e uma constante na posição indiferente. para uma posição de nível de energia mais baixo. um pequeno deslocamento.7 exprime a exigência que a confIguração de equilíbrio de um sistema mecânico seja uma. consultar o item 43.~ . equivalente à co dição (7.7. um ligeiro deslocamento da posição C= equilíbrio instável.. quando a energia potencial total é um mínimo (equilíbril estável). caracterizar a estabilidade de um sistema mecânico. deve ser nula.7. A Fig. do livro Estática. A Eq. deste autor. a derivada parcial de Ver::: relação a cada coordenada.. Em sistemas com vários graus de liberdade. negativa." . pode-se escrever as condiçõ~ matemáticas para o equilíbrio e a estabilidade de um sistema com um único grau de liberdade. ': --m[lmg=F L_J=rúscosa . " ~.13 Pode-se. Portanto. a derivada segunda é positiva em um ponto valor mínimo da função e. pan:. a condição de equilíbrio ó V = O é. observando que um ligeiro de camento da posição de equilíbrio estável. l. onde a energia potencial e suas derivadas são funções contínuas de uma única variável. em um ponto de valor máximo. * A Eq. Estável Instável Indiferente Fig. 7. Assim. onde a energia potencial do rolete é claramente um mínimo I.->- Sistema dado Sistema equivalente Fig..~ posição estável. a qual a energia potencial total V do sistema tenha um valor fIxo. também..

e o traçado do gráfico de V versus x. A energia potencial elástica em uma posição arbitrária x é Ve = +kX2. Se a ordem da derivada mais baixa. pode-se provar este fato determinando o sinal da derivada segunda de V na posição de equilíbrio. para apresentar. para este caso simples. o equilíbrio é classificado como instável. . podecse encontrar a situação onde a derivada segunda de V também seja nula na posição de equilíbrio. no valor do equilíbrio. (Embora. de acordo com o sinal desta derivada.9) Estável =.4 ec o cilindro de 10 kg está suspenso pela mola com constante igual a 2 kN/m. ser positivo ou negativo. Assim. m = 10 kg 8 Solução. -8 Notas: CD A escolha é arbitrária.lOx. for par.mgx de es. deve·se examinar o sinal das derivadas de ordem mais alta. Traçar o gráfico da energia potencial V do sistema e mostrar que ela é mínima na posição de equilíbrio. o equilíbrio é estável. para a energia 1) potencial nula.m -2 V= ocorre onde +kX2 .J 2 de da ete O. usa-se uma expansão em série de Taylor para duas variáveis. diferente de zero e remanescente. o equilíbrio será estável ou instável. . e:r o::<- Por vezes.de modo bastante simples.mg = dx O. obviamente. provando que o equilíbrio é estável. aquela na qual a força na mola se iguale ao peso mg. L Problema Resolvido 7. neste problema. apresenta um ponto de inflexão na curva. Embora já se saiba que. as relações de energia. x = mg/k -6 o. O critério de estabilidade para sistemas com mais de um grau de liberdade requer um tratamento mais avançado. a posição de equilíbrio seja. para dois graus de liberdade. aquele que corresponde à posição da mola sem extensão.TRABALHO VIRTUAL / 271 Instável I Equilíbrio dx dx2= dV d2V> dx2 d2V <O O O I (7. simplifica a álgebra. G. a o equilíbrio -4 dV = kx . porém. para este caso. com inclinação nula. Por exemplo. Se a ordem da derivada mais baixa. que é positivo. de modo que a energia potencial total é [V= Ve + VgI 6 oz 4 V. :' m:=. for ímpar. diferente de zero e remanescente. neste caso.) Escolhe-se o plano de referência. d2V/dx2 = k. a solução será desenvolvida como se a posição fosse desconhecida. para determinar o tipo de equilíbrio. e a energia gravitacional é -mgx.

Calcula-se V para vários valores de x e traça-se o gráfico de V versus x. no equilíbrio é x 10 (9. como referência para a energia . [oU=oVe +oVg] 2Pb cos %08 = ° (2kb' sen' %) + 2 2 ó (-2mgb cos %)= 8 + mgb sen .08 2 8 8 = 2kb' sen . A compressão x da mola é igual à distância que A se afasta de B.!. o plano que passa por O.049 m.10 (9.81) x expresso em joules. Quando o ângulo O. Se a mola está sem compressão n'! posição correspondente a O = O. onde dVjdx = O e d'Vjdx' é positivo.049 m ou 49 mm Resp. comprime a mola de constante k. a expressão para Vg torna-se [Vg=mgh] Vg = 2mg ( -b cos %) A distância entre O e C é 4b sen virtual feito por P é . Solução. determinar a força P que produzirá o equilíbrio no ângulo o. O esboço dado na figura serve como diagrama de forças ativas para o sistema. que é x energia potencial elástica da mola é = 2b sen . potencial gravitacional nula. estão no plano vertical e possuem vínculos e ligações conforme mostrado.cos - 08 . e o valor de x.272 / ESTÁTICA Substituindo os valores numéricos tem-se ® Pode-se escolher planos de referência diferentes para Ve e Vg. Assim. que é conectada em A e passa através de um orifício articulado em B. 2 a Ve = ~k • 2b sen ( . Problema Resolvido 7. O valor mínimo de V ocorre em x = 0.81)/2 000 = 0.!. v = -} (2000) = x' . Esta mudança apenas deslocará as curvas separadas de Ve e Vg para cima ou para baixo mas não influenciará a posição do valor mínimo de V. devido à aplicação da força horizontal P. tendo massa m cada uma. 2 0)2 = 2kb' sen~ - O 2 Tomando. como mostrado. a haste leve. de modo 2 que o trabalho óU=P ° (4b sen %)= 2Pb cos % 00 A equação do trabalho virtual dá. por conveniência. aumenta. entre as barras.5 As duas barras uniformes. sem afetar as conclusões. agora.

a estabilidade examinando o sinal da derivada segunda de V para cada uma das duas posições de equilíbrio. Na posição deslocada. -= kb2 de2 d2V (cos2 e . l) sene = e= O de2 = kb2 (2 _ 1) _ 2-mgb 2 = kb2 (1 _ 2kb mg) d2V = positivo (estável) = negativo (instável) se k> mg/2b se k < mg/2b Resp. Problema Resolvido 7. Se fosse pedido para exprimir o valor de e para o equilibrio. correspondente a uma dada força P. Toma-se o eixo x como referência para a energia potencial gravitacional nula. Solução.-}mgb sen e . Examinar as condições de estabilidade na posição de equilíbriO.6 As extremidades da barra uniforme de massa m deslizam livremente. O sistema consiste da mola e da barra.-}mgb) sen e e= = (kb2 cos =o As duas soluções desta equação são sen-e =O e mg cos e = 2kb Notas: Determina-se. nas guias horizontal e vertical. A mola. de modo aproximado. as energias potenciais gravitacional e elástica são Ve y I I = -}kX2 = -}kb2 sen2 e e b Vg= mg 2" cos e A energia potencial total é. de modo que -de = kb2 dV sene cos e. A derivada segunda é CD Cuidado para não desprezar a solução e dada por sen e = O.1) . Como não existem forças ativas externas. = O.sen2 e) . traçando um gráfico dos valores numéricos da soma das duas funções de e e determinar o valor de e para o qual a soma é igual aP. de constante k.2-mgb cos e = 2 = kb2 (Solução (2 cos2 e .-}mgb cos e O. não está deformada quando x = O. . V= Ve + Vg = -}kb2 sen2 e + -}mgb cos e O equilíbrio ocorre em dV/de = e. ter-se-ia dificuldade para resolver explicitando e. conforme mostrado. o esboço da figura serve como diagrama de força ativa. poder-se-ia resolver. -agora. Em um problema numérico. então.TRABALHO VIRTUAL / 273 - Simplificando obtém-se e P e c = kb sen 2" + -} mg tg 2" Resp.

7. sem compressão.27 7. a barra retomará à posição vertical mesmo que não exista força na mola nesta posição. onde C. 6 (Suponha. Se k < mg/2b. pois a mola será muito fraca para manter o equilíbrio para valores de 6 entre 0° e 90°.E posição fmal de equilíbrio. P = 4kb (1 . dete~ o ângulo 6. PROBLEMAS PROPOSTOS 7.27 Determinar a força P necessária para manter em equilíbrio as duas barras articuladas. inicialmena da posição onde a força na mola é zero.28 As energias potenciais de dois sistemas mecâni são dadas por VI = Clx' e V2 = C2X3. é 2b. que a barra repousaria em uma posição de equilíbrio em algum valor de 6 entre 0° e 90° . sem os benefícios da análise matemática da estabilidade.7. o equilíbrio nunca será estável. Então. cos 2kb --' -= kb2 d62 d2V [ 2' -2kb (' mg ') -1 2 2. ca que exprime as posições de ambos os siste= Definir a estabilidade de cada sistema na posição equilíbrio x = o. através do qual a roda gira da posição inicial parE'. poder-se-ia supor.mgb (' 2kb mg == ) Resp. com centro de massa em G. por vez. Resp. está pivotada em torno de um eixo horizontal que passa por O.29 { Prob!. Resp..30 A alavanca está fIXada a uma das engrenagens '= uma mola de constante elástica k liga dois p' montados nas faces das engrenagens que. 7. Desprezar a massa das barras.cos 6) tg 6 k B Probl. nos problemas a seguir. Demonstrar as condições de estabilidade para as duas condições de equilíbrio. que faz a derivada segun3) da de V ser 'negativa. ® Outra vez. Quando ~ = . ~ C 2 são constantes positivas e x é a coordenada fr:j.. no sentido dos ponteiros do relógi:.274 / ESTÁTICA 2) Assim. 7. vê-se que esta solução é limitada ao caso onde k > mg/2b. ® Este resultado não poderia ser previsto sem a análise matemática da estabilidade. que o trabalho negativo do atrito é desprezível.26 A barra de massa m. estão montadas em mancais fixos. com um ângulo 6. erroneamente. na Solução lI.29 =~ 4 Probl. Se a roda for solta.26 7. não haverá Solução lI. se a mola for suficientemente rígida. O comprimento da mola. Como o co-seno é menor que a unidade.) 7. (Solução lI) mg mg cos 6 = 2kb' 6 = arc J 2. A roda homogênea de massa m é suportada no p~ no vertical pela tira leve ABC e pela mola de C02tante elástica k.

31 = ri d= p:: A figura mostra a seção transversal de uma janela de ventilação. e não fica deformada quando e == O. que tem uma constante elástica k. Supor a ausência de atrito e desprezar o peso da barra. A mola tem uma constante elástica de 180 N por metro de alongamento. Probl.34 Determinar o valor de equilíbrio da coordenada y para o mecanismo sob a ação da carga verticalP. Resp. Resp.(I~. 7. A janela é controlada por um cabo que passa por uma pequena roldana em A. P==. x _ Probl. e a massa desta é desprezível.33 Quando u == O.34 . 7. Determinar a força P necessária para produzir um deslocamento u. O peso da barra é desprezível comparado com P. Determinar o ângulo e para o equilíbrio. A mola de constante elástica k não é tensionada quando y == O.6° ::~ Er <2 Probl. Determinar a força P. li == O. e está preso a uma mola. de 50 kg.31 7.32 = - Determinar o valor de equilíbrio de x da barra suportada pela mola. 7.TRABALHO VIRTUAL / 275 alavanca está em posição vertical. y-~y----1 Probl.32 7. e == 48. em O. 7.33 7. a força da mola é zero. Probl. articulada em sua aresta' horizontal superior. A força F atua na direção da barra. a barra desliza através da luva articulada em A e comprime a mola entre a luva e a extremidade da barra. a mola de constante elástica k está descomprimida. homogênea. necessária para manter o equilíbrio no ângulo li. 7. e não está tensionada quando x == O. Quando u aumenta.30 b ') ku 7.

7. articulada em A.." mola tem uma constante elástica k.• . usando uma mola com uma constante k apropriada.38 No mecanismo mostrado. 7.39 .36 7.38 7.39 As duas engrenagens giram no plano vertical e (Zregam massas excêntricas m com centros de ma=. a mola está sem deformação. Determinar o ângulo agudo e. A posição da barra é controlada pela haste leve e sua mola. A mola.••. Resp. :. Desprezar os pesos das peças.37 7. que pode deslizar no orifício articulado em A.35 = are sen . As massas .. é pivotada em torno de O e pode balançar no plano vertical.À" kl = are tg mg ka i ~5~~~ 150 mm Probl. e está dei primida para a posição equivalente a e = O.35 A barra uniforme.276 / ESTÁTICA 7. Mostrar que. determinar o ângulo e. a haste AB desliza a=vés do colar pivotado em C e comprime a n:± quando um conjugado M é aplicado à barra DE. Probl.• ". de massa m e centro de massa em G.. 7. A mola é comprimida pela haste. Quando e = O.70 Probl. A haste DG passa através do pivô em E e comprime a mola que tem uma constante elástica de 45 kN/m e não é comprimida quando e = O.: peças são desprezíveis. que equilibre o sistema articulado visto na [Jgura. 7.37 Para uma força horizontal F de 250 N.7. e = 21.36 A seção transversal de uma porta tipo alçapão.Dc=minar o ângulo e para o equilíbrio. e Probl. em G I e G2' Determinar os valores de e para equilíbrio e identifique o tipo de equilíbrio p= cada posição. Probl. Resp. está sem compressão na posição correspondente a e = O. onde ocorre o equil1õrio.:' 7. que por sua vez está pivotada na extremidade inferior da porta e passa por um bloco pivô em B. Resp. e c 150mm 1l\\E G~ . e provar que a posição é estável. está mostrada na figura. a porta estará em equilíbrio para qualquer ângulo e. com massa m e centro de massa em G.. de constante k.

41 7.45 . Determinar a limitação em h para que a posição vertical mostrada seja estável. para a qual o pêndulo invertido será estável. = +mgl . pelas duas barras leves. se o semicilindro e a meia casca cilíndrica. 2kbZ "" Probl. hmáx. proporcional ao ângulo de dobra (3. 7. através de cálculo. quando a perna está reta. 7. 2b estável :::. () = 1T.40 7. Desprezar o peso das demais peças do mecanismo. 7. na articulação. A mola desenvolve um torque M = K(3. ambos homogêneos. Determinar o valor mínimo de K que irá garantir a estabilidade da articulação do joelho para (3 = O..42 Um bloco retangular uniforme de altura h e massa m. h < 27 Prever. feitas do mesmo material. feitas do mesmo material. Cada mola tem uma constante elástica k.TRABALHO VIRTUAL / 277 7.42 e instável se k > mg 2b ()= 2 arc sen 2k mgb requer k > mg. A barra OA tem massa desprezível e a mola de constante k está sem compressão quando e = O. Resp. permanecerão na posição mostrada ou se rolarão sobre o cilindro inferior.43 Uma das exigências críticas no projeto de uma perna artificial para um amputado é evitar que a articulação do joelho flambe sob carga.44 Determinar a . igualmente. h estável se k < mg 2b Probl. Resp. está colocado centrado em uma posição horizontal sobre uma superfície cilíndrica de raio 7.41 A figura mostra a seção transversal de um vaso composto ·de uma cascahemisférica de raio 7 e uma casca cilíndrica de altura h. Determinar a limitação em h. = -. quando o vaso estiver colocado sobre uma superfície horizontal. Resp. na posição vertical mostrada. e está pré-comprimida.altura máxima h da massa m. nesta posição.Determinar as posições de equilíbrio e sua estabilidade. 7. I ( b-+i Probl.g k f*--b ) Probl. com uma mola de torção em sua articulação comum.43 -7. Como primeira aproximação. Determinar o valor limite de h para a estabilidade. 7.40 o centro de massa G da barra uniforme AB está forçada a mover-se na guia vertical lisa. - Probl. simule a perna artificial. Resp.44 . Kmín.

A barra esbelta.48 7. lisa e é suportada pelas quatro barras de massa desprezível. admitindo-se que a base se incline ° Probl. excluindo (J = rr. Determinar o ângulo de inclinação (J necessário ao equill brio. Existem quatro molas idênticas.46 A figura mostra um pequeno elevador industrial. 7. O centro de massa de uma pessoa de 80 kg. Pode-se visualizar a deformação da mola. em detalhe. em torno de 0. sem que haja força atuando no pedal. para haver estabilidade na posição (J = O. A constante elástica de cada par de molas é 2k. necessário. na posição representada.49 A massa m se desloca em uma guia vertical. (J = O. A mola. = 2 are cos (J 1/2 1_ = 2mg kl kmáx. está em G. quando a cadeira se inclina para trás. no plano horizontal. sujeitas à ação da mola. não está comprimida quando (J = O. não está deformada na posição em que (J = O. com pedal de acionamento. Resp. sempre. A mola tem comprimento livre de 1/2. A estrutura do assento está articulada em torno do ponto fixo na base. 4mg 1 Probl. em torno de 0. 7. em torno de um eixo horizontal que passa por O. da mola. Determinar as posições de equilíbrio.48 7.19° Probl.47 A figura mostra uma cadeira de escritório.278 / ESTATICA do ângulo (J.46 7. . sentada na cadeira. A mola.Especificar a estabilidade do sistema em suas posições de equilíbrio. duas de cada lado do eixo central. que tem uma constante elástica de 96 kN/m. de constante elástica k.47 7. 7. O aumento da distância entre A e B. Especificar o valor de k que irá garantir o equilíbrio estável. (J = 11.) Resp. (Sugestão. é o aumento na compressão da mola. 7. e o valor máximo da constanre elástica k. sobre uma linha que passa por 0. a mola do mecanismo de inclinação. apresentando.45 1 ~~/ Probl. está articulada livremente. Para pequenos ângulos de inclinação pode-se supor. com erro desprezível. perpendicular ao assento. que o eixo da mola permaneça paralelo ao assento. de comprimento 1 e massa m. enquanto o assento é mantido em uma posição fixa. e pode-se supor que elas atuem. As molas são igualmente pnxomprimidas. quando o elevador suportar uma carga L.

quando ela alcança a posição vertical fechada. da porta está livre para se deslocar horizontalmente com o rolete. Cada roda. De modo a assegurar a ação suave da porta. . é desejável que a porta esteja insensível ao movimento nesta posição. por tração. como é mostrado na figura. = ~ (1 + ~:) Probl. e a estrutura central F tem massa de 40 kg. Resp. h = 265 mm A - . um de cada lado da porta.FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E REVISÃO Quando for possível um corpo ou um sistema de corpos interligados. determinar a constante elástica mínima k de cada mola.a. O comprimento livre da mola é r .. "- ""- \\ \ \ \ I h = 2r I / / L 7. que irá garantir a A porta de garagem AR. a posição de equilíbrio é. geralmente.52 -'" . k. tem massa m homogênea. 4. por este método. repetidamente.50 7. de maneira que h = 350 mm.. assumir diversas configurações em resposta às forças aplicadas. na posição mostrada. da mola. com e = n.35 kg./' Probl. Resp. a fim de aliviar a compressão nas molas helicoidais.. e está equipada com dois mecanismos de mola.TRABALHO VIRTUAL I 279 o ° estabilidade da plataforma. Se as massas das barras e das molas forem desprezíveis. 7. com um centro de massa a 680 mm da linha vertical central. 7. Sabendo que a estrutura F deve ser levantada por um macaco. A carga L é de 12 kN. de modo que no ponto mais alto. mais facilmente encontrada aplicando-se o princípio do trabalho virtual desenvolvido neste capítulo. O braço OR tem peso desprezível e o canto superior. 7-.5 . kmín. k= mg(r+a) 8a2 7.51 7. e si- g A suspensão dianteira vista no Probl. A. determine o valor de h quando o macaco for removido.49 Probl. e = o. com sua respectiva barra. que as únicas forças a serem consideradas na determinação da posição de equilíbrio.51 A plataforma de massa m é suportada por barras iguais. Viu-se. Na montagem.82 é aqui repetida. Determinar a constan te elástica necessária. conjugadas com molas em diagonal. cada mola sofre uma deflexão. tem massa de . Cada mola tem uma constante de 120 kN/m. mostrada em corte. como é mostrado na figura.52 ( /B g Z- -750mm~ Probl.50 tá rio o.7. igual a t:. a força da mola é nula. são aquelas que realizam trabalho eé ásUf a. Resp.

A seguir são estabeleci das variações diferenciais nas posições das partes do sistema. (B) pelo trabalho virtual.280 / ESTATICA (forças ativas) durante o movimento diferencial assumido do corpo ou do sistema. que sejam consistentes com os vínculos. lineares e angulares. a parte mais difícil da análise é relacionar os correspondentes deslocamentos virtuais. e mantendo todas as outras constantes. das partes de um sistema mecânico. No presente capítulo.53 PARA REVISÃO Identifique quais dos problemas de (a) até (j) são mais adequadamente resolvidos: (A) pelas equações de equilíbrio de momentos e de forças. As forças externas que não realizam trabalho (forças reativas). aplicar·se·á a equação do trabalho virtual tantas vezes quantos forem os graus de liberdade. 7. No método do trabalho virtual. Descreva. Esta variação é fictícia. permitindo uma única variável variar de cada vez. PROBLEMAS 7. e o símbolo usual d. em termos da variável que especifica a possível posição do sistema. deve ser observado o fato que um deslocamento virtual é uma variação diferencial de primeira ordem em um comprimento ou um ângulo. saindo de sua posição de equilíbrio. é muito útil na solução de problemas de equilíbrio. São conhecidas as dimensões.B e C (d) Encontrar () para o equilíbrio Encontrar as reações em A e B (a) (b) Probl. também. Matematicamente. variação na posição vertical do centro de massa do corpo e.53 Encontrar x para o equilíbrio (e) Determinar o máximo k para obter equilíbrio es~ em&=O (f) . para a variação diferencial em um movimento real. uma expressão para a energia potencial total V do sistema. Descobriu-se que o conceito de energia potencial. variações correspondentes na alongação ou compressão de membros elásticos (molas). o procedimento para cada solução. pois é um movimento assumido que. Usa-se o símbolo o para a Variação virtual diferencial. Por este motivo. um deslocamento virtual é t~{ado do mesmo modo que uma variação diferencial em um movimento real. respectivamente. Para dois ou mais graus de liberdade. não necessitam ser consideradas. a posição de equilíbrio e o tipo de estabilidade existente. as massas de cada membro e as forças aplicadas (c) Encontrar as forças emA. pelo processo de derivação das relações geométricas para obter as expressões dos movimentos virtuais diferenciais. Primeiro. devem ser escritas as relações geométricas que descrevem a configuração do sistema. construiu-se o diagrama de forças ativas do corpo ou sistema (ao invés do diagrama de corpo livre) para focalizar a atenção somente sobre as forças externas que realizam trabalho durante os deslocamentos virtuais. As derivadas primeira e segunda de V são usadas para estabelecer. Obteve-se. durante o deslocamento virtual. durante um movimento virtual. Freqüentemente. sucintamente. restringiu-se a atenção aos sistemas mecânicos nos quais as posições dos membros componentes possam ser especificadas por uma única variável (sistema com um grau de liberdade). na realidade não precisa ocorrer. aqui. tanto gravitacional (Vg) como elástica (Ve). onde ocorre. h------ x ------J o plano Encontrar x para o equilíbrio de cada figura é vertical.

As barras são articuladas na carroceria do caminhão. Um mecanismo de controle consiste de um eixo de entrada. um. o tipo de equilíbrio para cada uma.54 :. em A. está mostrada na fIgura. Desprezar o atrito interno e supor que todos os componentes mecânicos são· corpos rígidos.. 7. para fora da caixa.54 7. que transferem o movimento linear da haste A para o movimento linear da haste B.- Uma "caixa preta" contém um conjunto de cremalheiras. 7. 7. aplicada na extremidade da barra. Desprezar os atritos e admitir que todos os componentes mecânicos são corpos rígidos. para dentro. matematicamente. calcular P 2 para haver equilÍbrio. perfazendo um círculo completo na vertical. As massas da plataforma e das barras podem ser desprezadas.57 A barra é livre para girar. calcular a tração T. é dada por V = b sen 2 e + + c cos e. 7.59 7. A posição da plataforma é controlada pelo cilindro hidráulico. também para dentro. B e F. que se move na direção x. corresponder um movimento de um terço da unidade.~~ Probl. = 100 N. terço da unidade. D.. comparadas com .60 k ávê~ Probl. suportada pela haste B. a fIm de suportar a plataforma na posição mostrada. Desprezar a massa da barra e o diâmetro das polias. sob a ação da força P" a haste B move. de acionamento hidráulico. interligados de maneira ideal. Determinar a forçaP. determinar P para haver equilíbrio. a mola de constante elástica k está com o seu comprimento natural. se P. contra a forçaP.57 . Verificar. empregada na traseira de um caminhão. contra a força P 2' Se P 1 = 100 N. Resp. também. 7. Se M = 10 N • m.58 . leves. da haste A. com x aumentando 80 mm para a volta completa em A. em A.eterminar o ângulo de equilíbrio correspondente a uma dada força vertical P. que gira ao ser aplicado um conjugado M e de uma barra deslizante de saída B. O mecanismo é montado de modo que o movimento linear de B seja proporcional ao movimento angular de A.59 Se o mecanismo interno da caixa descrita no Probl. para haver equilíbrio. para dentro. Determinar a posição ou posições de equilíbrio e.54 for rearranjado. que aplica força em e. P = 785 N A energia potencial de um sistema mecânico com atrito desprezível. engrenagens e outros elementos mecânicos internos. Quando e = O. para cada unidade de movimento.56 Uma plataforma de carregamento. 7. A barra leve oe é pivotada em O e pode balançar no plano vertical. P2 ~ . de modo que. da haste B. onde e é o ângulo que define a posição do sistema e b e c são constantes positivas. fornecida pelo cilindro.56 k 1\1\i\I"W"\I\I"W\'W a Probl. todos interligados. Resp. 7. . Para cada unidade de movimento de A. 7. _ e = arc tg 2P ka 7.TRABALHO VIRTUAL / 281 = 7. interligados de modo ideal.55 Probl. as condições de estabilidade que são evidentes nas duas condições de equilíbrio.

282 / ESTATICA a massa do caixote de 250 kg.60 7.61 . com centro de massa emG. 7.61 A figura mostra a vista de perfJl de uma porta de clarabóia. de massa m. Determi.5 kN tante elástica k e comprimento natural. sem esforço. Resp. com e = O.. 7. k = mg. quando a . que tem cons- Probl. com centro de massa no meio da distância entre A e O. P = 3. independente de e 21 J 350 mm 650 mm Probl.l1ar a constante elástica k. uniforme.porta está no plano vertical. Resp. para e > O. necessária para balancear a porta em uma posição de equilíbrio.". A porta é contrabalançada pela ação da mola.

Vê-se. proporcional ao produto da distância vezes a área diferencial e o momento elementar é proporcional ao produto do quadrado da distância vezes a área diferencial. Esta situação foi estudada no item 5. AI ilustra a origem física destas integrais. Alb é mostrada a distribuição da tensão que atua sobre a seção transversal de uma viga elástica simples. a integral em questão aparece. em qualquer seção da. quando se avalia o momento totalM = k f y2 dA. é muitas vezes necessário calcular seu momento em torno de um eixo no plano da área ou perpendicular a ele. A. sendo que A (c) Fig. Esta integral é conhecida como o momento de inércia da área. que é útil desenvolver suas propriedades em detalhes e ter estas propriedades disponíveis para pronta utilização. então.8 do Capo 5' e defrne a ação de uma pressão de líquido sobre uma superfície plana.viga. sobre uma área de atuação. Na parte a da figura. A integral é uma função da geometria da área e ocorre tão freqüentemente nas aplicações da Mecânica. A Fig. quando a integral aparece.INTRODUÇÃO Quando as forças são distribuídas de modo contínuo. Assim. a área da superfícieABCD está submetida a uma pressão distribuída p. flexionada por conjugados iguais e opostos. cuja intensidade é proporcional à distância y. dada por a = ky. é py dA = ky2 dA.-- AP~NDICE A MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS ( I AI . A força elementar atuando sobre um elemento de área é. a partir do eixo AB. Freqüentemente a intensidade da força (pressão ou tensão) é proporcional à sua distância ao eixo de momento. Na Fig. O momento em torno de AB. uma distribuição linear da intensidade da força ou tensão. Está presente. portanto. aplicados em suas extremidades. que é devido à pressão sobre o elemento de área dA.! . que o momento total envolve uma integral da forma f (distância)2 d (área).

Uma vez que x2 + y2 = r_ é evidente que: (A3 . Assim. dentro do limite elástico do material. é: O III I II I I ( lz =Fig. (a) Momentos de inércia retangular e polar. por definição análoga. geralmente. Ale. d1x = y2 dA e dly = x2 dA respectivamente. em torno de O. f r2A. dJz = r2 dA. não tem nenhum significado físico. chamada de o momento de inércia da área em torno do eixo ~questão. nos dois exemplos precedentes. Aqui. tendo em vista que o primeiro momento y da está multiplicado pelo braço de alavancay. a partir do centro. que é proporcional à distância radial r. para que se obtenha o segundo momento. O momento de inérçia de uma área é uma propriedade puramente matemática da área e. A palavra inércia aparece na terminologia. O momento de inércia de dA em torno do pólo O (eixo dos z) é. um termo mais adequado seria. Embora a integral ilustrada nos exemplos precedentes seja. em torno dos eixos x e y.DEFINIÇÕES As segumtes defmições de termos constituem a base da análise do momento de inércia da área. Os momentos de inércia do elemento dA. (A2) é conhecida como o momento polar de inércia. a integral difere daquelas. que mostra um eixo circular submetido a um esforço de torção. em que a área é uma coordenada polar ou radial. e o momento de inércia de toda a área. em torno dos mesmos eixos. O momento elementar em torno do eixo 0-0 é dM = Y (a dA) = ky 2 dA. ê. A2). Assim. Um terceiro exemplo é dado na Fig. e o momento total em torno do eixo central é M = f r (T dA) = k f r2 dA. por meio de uma distribuição de tensão tangencial ou de cisalhamento T. são Ix Iy = J y2 dA (AI =J x2 dA onde a integração abrange toda a área. no caso de corpos em rotação. os momentos de inércia de A. Considere a área A no plano x-y (Fig. em vez de uma coordenada retangular. em razão da analogia entre a forma matemática das integrais para os segundos momentos das áreas e aquelas para os momentos resultantes das tão conhecidas forças de inércia. Portanto. passo que a expressão da Eq. A2 .284 I ESTÁTICA a tensão é positiva (de tração) abaixo do eixo 0-0 e negativa (de compressão) acima do eixo. por defmição.2 dA J (A2) As expressões defmidas pelas Eqs. a mesma integral aparece quando se avalia o momento totalM = k f y2 dA. Cada seção transversal do eixo resiste a este momento. (AI) são conhecidas como momentos retangulares de inércia. para o elemento dA. o segundo momento da área. T = kr. ou a um momento de torção. em si mesmo. são.

Um momento de inércia polar ou retangular pode ser expresso especificando o raio de giração e a área . Quando a Eq. A3c. o quadrado do raio de t giração em torno do eixo polar se iguala à soma dos quadrados dos raios de giração.ÃREAS / 285 Um momento polar de inércia. Visualize. esta área como sendo reduzida a uma faixa estreita. As dimensões dos momentos de inércia das áreas são evidentemente. de raio kz. o momento de inércia faixa em relação ao eixo x será o mesmo que o da área orginal. que o momento de inércia de um elemento contém o quadrado da distância do eixo inércia ao elemento. para uma área cujos limites são mais simplesmente defmidos em coordenadas cartesianas ou retangulares. Em contraste. o 'eiro momento da área que foi incluído nos cálculos dos centros de gravidade pode ser positivo ou ativo. em torno dos dois eixos retangulares correspondentes. Conseqüentemente. como um elemento igual com uma coordenada positiva de mesmo valor.MOMENTOS DE IN~RCIA DE. (b) Raio de giração.3 . (A3) resulta ( k/ = kx2 + k/) (AS) Assim. I I I I r-· I Iy I x C (a) A I A O L_l. no SI. . A distância kx é conhecida raio de giração da área em torno do eixo x. cuja coordenada é negativa.'erando a área como sendo reduzida a uma faixa estreita paralela ao eixo y. como mostrado na Fig. agora.-.. L 4. A3 b).j -x : I I --x ~ kx oL_(c) --x (d) ikY-1~ (b) Fig. Assim. Por definição. como mostrado . visuallzando a área como sendo concentrada em um anel fino. y I y I y I .. E importante a escolha de rdenadas para utilizá-Ias no cálculo dos momentos de inércia. contribui tanto para o momento de . Coordenadas polares usualte tomarão mais simples os problemas que contêm limites. pode-se exprimir o momento polar de inércia como kz 2 A = lz. do que em coordenadas polares é facilmente calculada com o auxilio da Eq. se kx 2 A = Ix. onde L significa a dimensão de I prim. Resumindo. (A4) é substituída na Eq. (A3) . tanto quanto possível. Deve ser notado. A3d. pode-se escrever Ix Iy !z = k/A = k/A = kz2A kx ou ky kz = = vlxlA vlylA (A4) = VJJA Portanto. __ T OL---. dos momentos de inércia das áreas são expressas em metros elevados quarta potência (m4) ou em milímetros elevados à quarta potência (mm4). A escolha de elemento de área que simplifique a integração. as unidades. o mento de inércia da área em torno de qualquer eixo é sempre uma quantidade positiva. Pode-se escrever uma relação semelhante para o eixo y. A3a) que tem momentos de inércia retangulares Ix e e um momento polar de inércia lz em relação a O. o raio de gir~ção é uma medida da distribuição da área a partir do eixo em questão. mesmo modo. a uma distância kx do eixo x (Fig.A. Considere uma área A (Fig. cujos limites são mais facilmente expressos nestas coordenadas.:to.'rcia. Um elemento. Estas consições são quase análogas àquelas discutidas e ilustradas no Capo 5 para o cálculo dos centros de gravidade. de área A. é também importante. Coordenadas retangulares devem ser usadas contornos.AP~NDICE A . facilmente defmidos em r e e.

A segunda integral é zero. a relação de transferência torna-se (P = 1(2 + d2) (A6b . (A6) e (~. O terceiro termo é simplesmente Adx 2. então. segundo. Suponha se deseje determinar os momentos de inércia da área em torno dos eixos paralelos x-y. qu= passa pelo centróide. o momento de inércia Ix em relação ao eixo Xo. com o centróide sobre o eixo Xo. Se desejarmos uma transferência entre dois eixos paralelos. A4. (A6). A3a) é y2. por definição. e a expressão similar para y' torna-se I Ix = f" +Adx2 Iy = (A6 ""Z + Ad/ Pela Eq. Dois em e.286 I ESTAnCA É imperativo que não haja nenhuma confusão entre a coordenada do centróide C de uma área e o de giração k. Ix obtemos = J Yo2dA + 2dxJ Yo dA + dx2 J dA Vê-se que a pÍimeira integral é.entro de gravidade da área. por outro lado. um dos eixos deve passar pelo c. em torno de um eixo para1e~ que passa pelo centróide. O momento de inércia de uma área em torno de um eixo que não passae= seu centróide pode ser facilmente expresso em termos do momento de inércia. particular _devem As se~ad~Pri:tÍÍeiro. os eixos entre os quais teoremas a transferência é feita devem serpontos. Por definição.><: distâncias. a expressão para Ix. momento de inércia do elemento dA em torno do eixo x é Yo --Xo -x Fig. Os teoremas do eixo paralelo também se empregam para o raio de giração. Na Fig. visto que o quadrado da média é menor do que a mé dos quadrados. O quadrado da distância do centróide ao eixo x (Fig. transferir do eixo que passa pelo centro de gravidade ao segundo eixo. O momento de inércia não é igual a Ay2. e é o quadro do valor méili das distâncias y dos elementos dA ao eixo. (AS) a soma destas duas equações fornece (A6a) Eqs. AA Desenvolvendo eintegrando. A quantidade kx2. é a média dos quadrados dest. Assim.6a) são os assim chamados do eixo paralelo. paralelos. Com a substituição da definição de k nas Eqs. visto que f Yo dA = Ayo e Yo é automaticamente zero. sendo que nenhum deles passa pelo centróide é primeiro necessário transferir de um eixo ao eixo paralelo que passa pelo centróide e. os eixos Xo-Yo passam pelo centro de gravidade C da área. (c) Transferência de eixos.

do eixo polar zo' que passa pelo centróide C. . em relação ao centróide é CD Pelo teorema do eixo paralelo. Um resumo das relações de momento de inércia para algumas das figuras planas mais comuns é dada na Tab. mantendo y constante.APeNDICE A -'. Assim. que se escolheu no início. em torno do eixo xo' é escolhida uma lâmina horizontal de área bdy de maneira que todos os elementos da lâmina tenham a mesma coordenada y. pode também ser obtido pelo teorema do eixo paralelo. Para cálculo do momento de inércia Ix. 2 bh (!!:. = J y2dA] ~ = J-h/2 y2b dy = rzbh3 Resp. que passa pelo centróide é: _ 1 Iy=i2hb3 Resp.lbh3 + Se se iniciasse com o elemento de segunda ordem dA = dxdy. O momento polar de inércia em torno de O. a integração com relação a x. em torno do eixo x. Os eixos podem estar no plano da área ou normais ao plano da área. Assim. = f'" + Ad '"2] I '" = 12 . que passam pelo centróide e pelo vértice. Apêndice C. do eixo x. 3. h/2 Yo I I dy --xo [I". Nota: o momento polar de inércia.)2 = 3 lbh3 = Resp. o momento de inércia. Problema Resolvido AI Determinar os momentos de inércia' da área retangular. e o do eixo polar z.MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS I 287 onde k é o raio de giração. em torno dos eixos Xo·Yo. que passa por O. o momento de inércia em torno do eixo Yo. b ~ nX Por permuta dos símbolos. é: [I '" 3 lAh2 Resp. que passam pelo centróide. Solução. Problema Resolvido A2 Determinar os momentos de inércia da área triangular em torno de sua base e em torno dos eixos paralelos à base. significa apenas multiplicar por b e dá a expressão y 2 bdy. em torno de um eixo que passa pelo centróide paralelo ao eixo em torno do qual k se aplica e d é a distância entre os dois eixos.

'\. certamente. em torno de um eixo diametral e de um eixo polar que passa pelo centro.• ~ I I r I ---1. assim de área em forma de anel circular do momento de inércia em torno do O.288 / ESTÁTICA 1 I 2 Solução. Se o elemento escolhido fosse dA = dxdy. à distância h/3 acima do eixo x. de modo que a Eq. Aqui. Notas: [Ix = J y2 dA] Ix = i CD h h _ Y o y2-h-b dy = b [ y3 bh3 3 . Problema Resolvido A3 Calcular os momentos de inércia da área do círculo. y I Solução. Pelo teorema de eixo paralelo. . da definição. Deveria ser imediatamente evidente. que é o anel infinitesimal. que [I = 36 = bh3 Resp. 4 = bh3 R esp. ter-se-ia que integrar. É.L --x \ ro s. Notas: CD I Por simetria. e tem a área dA = x dy = = [(h . que é a expressão que se escolheu no início. o momento de inércia em torno do eixo que passa pelo centróide. dá T + Ad2] x = bh3 36 + (bh)(2h)2 2 3 I. dro. Um elemento pode ser usado para cálculo eixo polar Z. o raio de giração. 12 _ (bh)(~)2 2 3 T = bh3 x'. em primeiro lugar.~ I _O O~ro . também foi escolhido o elemento mais simples e da mais baixa ordem possível.y4]h = 12 4h o Resp. como mostrado na figura. e y I I I [lz = J r2 or~l~é dA] lz rT = J_ o ro 2(27T1'0 dro) = 7Tr4 = !Ar2 2 Resp. Especificar o raio de giração. indicado usar coordenadas polares aqui. Uma transferência do eixo que passa pelo centróide. y2 dxdy em relação a x. visto que todos os elementos do A área elementar é dA = 21fr. Isto daria y2 x dy. em torno do eixo diametral. que o momento polar de inércia do anel é sua área 21f r o dr o vezes r~ . ____ : I. outra vez. ao eixo passa pelo vértice. Uma lâmina de área paralela à base foi escolhida./x Resp.y)bjh]dy. escolheu-se o mais simples elemento possível. (A3) Resp.~n O [k = fr] = Iy. é: I. que passa por anel são ~qüidistantes de O. Como anteriormente. Q) Não deve causar nenhuma dificuldade ex• primir x em termos de y se for observado a relação proporcional entre os triângulos semelhantes. Por defmição. é r kx ="2 Resp.

os pontos do elemento têm diferentes distâncias ao eixo x. Não há preferência entre as soluções (a) e (b).x) dy = 4 (1 .!. Por defmição.JX12. ser obtido por integração direta. 14.4sen o 4 2e ---dO ]27T o <I> Resp.4 4 . e a integral torna-se <D x h--. Aqui. é bh 3 13. o momento de inércia da faixa em relação a este eixo é simplesmente y' dA.substi- 01 O (a) FaiXil horizontal. usando-se o elemento de área dA = r o dr o de. também. naturalmente. 31--I I I I I I . segundo o Pro bL AI. onde dA = (4 . Resolver usando (a) uma faixa horizontal de área e (b) uma faixa vertical de área. Integrando em y. requer que se saiba o momento de inércia de uma área retangular em relação à sua base.AP~NDICE A .MOMENTOS DE INÉRCIA DE AREAS / 289 A determinação precedente de x é a mais simples possível. Esta int~gração é direta.4 (unidades)4 5 Resp. A3. que dá y = 3 . I _ ". porém o uso da Eq. de modo que deve ser usada a expressão correta para o momento de inércia do elemento retangular em relação à sua base que." l 4 x I Solução. . em relação ao eixo x. = -}.- 2 [e _' sen20 2 4 Problema Resolvido A4 y Determinar o momento de inércia da área sob a parábola. y deve ser expresso em termos de x. dá y x Ix = ~3 72 5 4y2(1 _ Yg2)dY Solução (a) Resp. em conjunto com o resultado para Jz' é naturalmente mais simples.. O resultado pode. a expressão se torna Nota: Para integrar com respeito a x. Para largura dx e altura y.4 (unidades)4 (b) Faixa vertical.x ~ f--dx Solução (b) Ix = i~ 4 (3yÇ)3 -2- dx = 72 = 14. Como todos os pontos da faixa horizontal têm a mesma distância do eixo x. A solução (b). I = l27T . = . que é fácil de ser lembrado devido ao seu uso freqüente. P:rimeiramente obtém-se a constante k tuindo x = 4 e y = 3 na equação da parábola.y' 19)dy. mostrado na figura.

ao eixo x. Nota: Q) Este problema ilustra a cautela que se deve 1= 1 J 2(104)1T _ (2021T) . em torno do mesmo eixo. em virtu~da descontinuidade. Conseqüentemente.(x . 2 .J a2 . é aquele de uma lâmina de. [1=1+Ad2] Ix". pois nem o eixo x'. em torno do eixo x. Se o círculo estivesse completo. através mm. em ---- torno dd fixo x. seria necessária apenas uma única transferência. Solução. realizada. que são x2 + Y22 = a2 e (x ~ a)2 + Y12 = a2 e que fornecemY2 =. que fornece ter ao usar uma dupla transferência de eixos. Os valores de Yl e Y2 são obtidos pelas equações das duas curvas. Nota: Q) Escolheu-se o sinal positivo para os radicais porque tanto eixo x. O momento de inércia da lâmina. em torno do eixo x'.a)2. em torno do que passa pelo centróide.290 / ESTA TICA Problema Resolvido AS Determinar o momento de inércia. é a metade do momento de inércia do círculo completo.1T) (30+ ~~f = mm4 Resp. O momento de inércia da área semicircular.755(104)mm4 . o momento de inércia J. da área fechada entre o eixo Y e os arcos circulares de raio a.x2 eYl =. A transferência é da distância r= 4r/31T = (4) (20)/31T = 80/31T do eixo paralelo. Yl como Y. nem o x. Solução. pelo resultado do Problema Resolvido AI. em torno do eixo x. Uma âmina horizontal iria requerer duas integrais em relação ay. pelo teorema [1=I-Ad2) seguida. altura Y2' menos aquele de uma lâmina de altura y l' Assim.08(104) = 94. em eixo paralelo xo.2 = 1. 1.31T Finalmente. passa pelo centróide C da área.755(104)+ (20. estão acima do . Assim. a transferência é feita do eixo xo.755(104) + 93.8(104) Problema Resolvido A6 Calcular o momento de inércia. A escolha de uma lâmina diferencial vertical de área permite a integração para abranger a área completa.J a2 . Portanto. cujos centros estão em O e A. = 1. que passa pelo centróide. da área semicircular mostrada. pelo resultado do Problema Resolvido A3 --x' __ m __ :[ • Obtém-se. com o centróide sobre o eixo x'. (~).

com aproximação rigorosa. poder-se-ia escrever y' dx dy para o momento de inércia do elemento em relação ao eixo x.'.r. A. kO = 7. Integrando de YI ay" mantendo x constante. A.06 (106) mm4.I A lâmina retangular estreita tem uma área de 6 mm' e seu momento de inércia. é a/2. originária do momento de inércia do retângulo. obtém-se para a faixa vertical d1x = [JY2 Y.'. Probl..2 Probl. y2 dY] = i( Y23 - Y13) dx que é a expressão usada no início. Resp.:> 2 +~) 3 ·3 1al2 X2ya2-x2dx=~(~_~) o a2ya2_(x-aJ2dx=~(V3 • . Resolvido A3. escrever a expressão do momento polar de inércia da área do setor circular. AI. é 170mm4• Obter o raio de giração em torno do ponto O. A avaliação das integrais dá 1al2 a2ya2 o a12 - X2 dx = ~(~ 44 4 16 . 5mm r ' I I ~o . que por inspeção.30 mm G "'.j3 - 21T) = 0. ~ Re"sp. em relação ao centro O.0969a4• Resp.64 (106) mm4 'Dos resultados do Probl. Se tivesse sido iniciado usando um elemento de segunda ordem. em torno do .r. que passa pelo centróide. PROBLEMAS PROPOSTOS @) Utilizando os resultados do Probl. Calcular o momento de inércia da área retangular em relação ao eixo x e encontrar o momento polar de inércia em torno do ponto O.MOMENTOS DE IN~RCIA DE AREAS I 291 A solução das duas equações fornece a coordenada x da interseção das duas curvas.:> 4 2 -1 o a/2 4 _27T) 3 1 o (x - aJ2ya2 - (x - a)2 dx = ~(V3 7T) 8 8 +"3 Reunindo-se as integrais com o fator 1/3 dá a4 Ix = % (9.o' momento. em torno do eixo x que passa por sua base e em·torno de um eixo paralelo. . JO = 35. eixo y.AP~NDICE A . de inércia da área do paralelog~o.pá1culo. dA = dx dy.• ·•· 'r~ O ~L @ O . I~ = 21. sem . estabelecer.

Resp.3 Calcular o momento de inércia da área sombreada em torno do eixo x.--x - = 270 (104) mm4 Probl.da área triangular. Determinar . por integração direta.8 A9 I I I 1 Calcular o momento de inércia da área sombreada em torno do eixo x.'T Probl. A. que é pequena.'.. h O·'o.4 ~b~n--L Os momentos de inércia da área A em relação aos eixos y e y' diferem de 0. A. Usar o resultado para achar o momento de inércia. I 1 1 I y y' y I I I 1 Probl. 1/ Resp. Ix I O lOmm l úll<. A.'.. em torno do eixo x.292 I ESTÁTICA y ---x Probl.. i 1.o momento polar de inércia da área em torno do centróide. A.S . comparada com o seu raio r.- ----------------Probl.9 \1 ISOmm I AIO O aro de 1/4 de cúculo tem largura b. de inércia . A. 40mm c:--I I 1 // I I 130mm I I I I ------------~---x Probl.368 (10-4) m4 x-Probl. A. .\() ~~~ 40 m'.6 ~50mm~40mm4 ij Y --x 20mm I I Obter o momento de inércia polar da área do anel semicircular em torno do ponto O.-:::-/ / I 1 A Calcular o momento em torno do eixo x. A. cujo centróide está em C.032 m4• Calcular a área A.IO . Ix = 0.

lI A16 y __ c=J--_X' Probl. Iy = 27."mm~ V·-" __ . é igual ao momento de inércia em torno de um eixo central x paralelo a um lado. em relação ao eixo y.JB=r4 (311" AIS 4-34) Demonstrar que o momento de inércia da área do quadrado em torno de qualquer eixo x'.lS /::0---' Resp.16 .226% Determinar os momentos de inércia da área do setor circular em torno dos eixos x e y. Y IB A G_-. mm Probl. 401--------I I & b I I I I I I O i I I I I I I I I 20 I O -.12 A17 Determinar o momento de inércia da área sombreada. A. Probl. y =. . Resp.l? A18 A área de um anel circular de raio interno r e externo r + ilr é aproximadamente igual à circunferência de raio médio vezes a espessura ilr. A. Determinar o momento de inércia da área sob a curva senoidal. A. Ix = 4ab3 911" bD~---O O I I I i I a . que passa pelo seu centro. em relação ao eixo x.13 A14 = Ix = Iy. JA=+11"r4. Resolver primeiro. A. usando uma lâmina vertical da área infrnitesimal.y-_ 4 0<+--sen 2 r4 ( 20< ) .AP~NDICE A . Qual é o erro percentual. Resp. multiplicando-se esta área pelo quadrado do raio médio. Ix = . se ilr = r/lO? Resp. r' sen 20< Resp. A. em torno do eixo x.mm I A13 Determinar o raio de giração polar da área do triângulo equilátero de lado b. y A12 Calcular por integração direta o momento de inércia da área sombreada.J __ 40 x.MOMENTOS DE INÉRCIA DE AREAS I 293 Ali Determinar os momentos polares de inércia da área semicircular em relação aos pontos A e B.14 I. usando uma lâmina horizontal de área infrnitesimal e. Erro = 0. mostrar que Ix' = Iy' = para a área semicircular. b sen 1!:X a --x Probl. O Probl.( Probl. segundo.8 (104) mm4 y. A. A. em torno do centróide C. Considerando a simetria. independente do ângulo 0<. O momento polar de inércia do anel pode ser aproximadamente obtido. Y I A19 O --x 4 O< - --) 2 Probl.

Ad Xo x 2 = L. tratar o momento de inércia de uma área negativa como uma quantidade negativa. A. Após urna volta completa. de e = o a e = 21T. da distância d do eixo que passa pelo centróide ao eixo em tomo do qual o momento de inércia de toda a seção está sendo calculado. I I Pa~L \ Área. Pode-se. em tomo de um eixo. Quando a seção é composta de grande número deJ'artes. assim. do momento de inércia I. em tomo dos eixos x e y /' Ix Iy = L. . e do produto Ad2• Para qualquer uma das partes. kO = O. JO = 1. de formatos geométricos simples e calculáveis. A Ad y 2 Somas "f:.690R --x Probl.I + "f:.19 A20 Urna lâmina estreita. o raio [mal da espiral é R. para a seção completa. r = ke. o momento de inércia de uma área composta. onde I é o momento de inércia total e A é a área total da figura. de largura constante b. é conveniente tabelarem-se os resultados para as partes em termos da área A. Visto que o momento de inércia é a integral ou a soma dos produtos da distância elevada ao quadrado vezes o elemento de área.Iyo + L. O raio de giração da área composta em tomo do eixo em questão é dado por k = Y I/A. segue que o momento de inércia de uma área positiva é sempre uma quantidade positiva. Portanto.Ad2• _ Por ex~~plo. a tabela poderia incluir. tem a forma de urna espiral. A4.609R: b. os momentos de inércia da área composta. o mesmo não pode ser feito com relação ao seus raios de giração. o momento de inércia desejado é + Ad2 e. então. em relação ao centróide. Resp.20 A3 ÁREAS COMPOSTAS É freqüentemente necessário calcular os momentos de inércia de áreas compostas por um número de partes distintas. e empregando a notação da Fig. em tomo do mesmo eixo. A. I + L.Ady 2 Da soma das quatro últimas colunas. o momento de inércia desejado pode ser expresso como = "f:. onde Ixo é idêntico a Ix e Iyo é idêntico aly. é simplesmente a soma dos momentos de inércia de suas partes individuais.Ad/ Embora se possa somar os momentos de inércia das partes individuais de uma área composta em tomo de um dado eixo. Eara uma área no plano x-y. É muitas vezes conveniente considerar a área composta como constituída de partes positivas e negativas. Probl. obtém-se.294 I ESTATICA Determinar o momento polar de inércia e o raio de giração da área em torno de O. então.

-&-(40)(30)3 = -0.73)2] = mm4. o momento de inércia da área triangular negativa (3) em torno de sua base. pelo teorema da transferência de eixo. conforme o Probl. Solução. em torno do eixo x. AI (ou Tabela C3). quadrante de círculo. o momento de inércia da parte do quadrante de círculo. Conforme o Probl. conforme o Probl. de maneira que o raio de giração em torno do eixo x é kx =. ® mm4.J IxlA = J 4. em torno do eixo x da área composta. como foi feito no Probl.624(106) - 0.046(106) - 1.1590(106) mm4. de modo a garantir a inclusão de todos eles e obter 1= 'J.-&-bh3 = . tantoTcomoA têm sinais negativos. U momento de inércia em torno do eixo x. teria sido organizada uma tabela dos termos e Ad2.09(106) = Resp. antes de transferi-Io para o eixo x.I + 'J. é: X01 4 ( .{. através da distância = 4(30)/31"( = 12. Observe que se deve transferir o momento de inércia da área do quarto de círculo para o eixo Xo que passa pelo centróide. negativas. em torno de seu eixo da base x'.0 mm.1590(106) = -0.AP~NDICE A . V X'-~D (1) ~-x /1 r= transferência deste resultado.2A ) = _ ~ 16 (30)4 = -0. A2 (ou Tabela C3). Se a área composta tivesse mais de três partes.Ad2• I = 3493 A área da figura é A = 60(80) . .MOMENTOS DE INI:RCIA DE ÁREAS I 295 Problema Resolvido A 7 Calcular o momento de inércia e o raio de giração em torno do eixo x. Como a área é negativa. Para o retângulo. 1"(r4 4 Ix' = .76(106) = 4.09(106) mm4.624(106) +Ad2] Notas: + [mm4.1"(30)' . 1"(~0)2 Jc60 -12. A área composta é constituída da área do retângulo (1).73}' = = CD Finalmente.0445(106) - [- 1"(~0)' (12. ® o momento de inércia total. é conseqüentemente 3 Ix Atenção aos sinais corretos. Resp. A3 (ou Tabela C3) o momento de inércia da área negativa do.73 mm. fornece para o momento de inércia do eixo paralelo que passa pelo centro de gravidade da parte (2) (ou use a Tabela C3 diretamente) 4r/31"( [/ = I - Ad2] /x = . positiva.046(106)/3493 = 34.76(106) mm4. é agora [1=/ \ Ix= -0. é Ix = .-} (40)(30) = mm2. para a área sombreada mostrada..0445(106) -1.-0. = 5. é Ix = +Ah2 = +(80)(60)(60)' = 5. e das áreas do quadrante do círculo (2) e do triângulo (3). Resolvido A5.

25 r-4a--j a A26 Determinar os momentos de inércia da seção Z. em tomo do eixo x. em tomo do ponto A. Ix = 10. em tomo do eixo xo' que passa pelo centróide.mm l-loomm-1 Probl.22 Calcular o raio de-gjração da área da cantoneira.21 @ Determinar o momento de inércia dà área sombreada. Resp. " "- "" 40mm ."".lx=17. JO = 1. A.76 (106) mm' Probl. A.rT ~r Calcular o momento de inércia da seção transversal da cantoneira.265 m' 130mm I I A~~ I - l--40mm~ 1 l-x 40mm Probl. em torno dos eixos xo e Yo' que passam pelo centróide. A.27 . em tomo do ponto O.24 Probl. em torno do eixo x. 40mm I I I . Resp.23 . Probl. " I I I I 45°' I --------~ lOmm Probl. A. de simetria a 45°. '''Imm jr~. empregando dois procedimentos diferentes.. A. 1-1 20mm r x Resp.296 I ESTA T1CA PROBLEMU\SPROPOSTOS ~ Calcular o momento polar de inércia da área sombreada.26 L-. ~~ f--<- I a ___ L-tx I a I-f-a --L Probl. em Yo I I 2/ 300mm tomo do ponto A]Observar que largura das abas é pequena quando!comparada coma o comprimento. Resp.. A. JA = 138. kA = 208 mm t -1 r-30mm A27 Lu A ~ 400 mm--~-. A.9(lá') mm Encontrar o momento de inércia da área sombreada.96mm' ~ Y I A25 ~ Calcular o momento polar de inércia da área sombreada.

2mm A3I Desenvolver uma fórmula para o momento de inércia da área do hexágono regular de lado b. em tomo de seu eixo central x. A32 Determinar a expressão para o raio de giração da área hexagonal do ProbI. A.MOMENTOS DE IN~RCIA DE AREAS A28 I 297 ' Determinar o momento de inércia da área semicircular em tomo do eixo x. Ix Probl.j3 16 b· ( 300mm " .'" O.455 m A34 Determinar o momento de inércia da área retangular. /' ' I /' X a . em tomo de sua base. Resp. Resp. Desprezar os metes e arredondarnentos dos cantos e comparar o resultado com o valor de Ix = 6. Probl.• ~.l---x 30mm~ --x . de 300 X 100 mm.1.36 A37 Calcular o momento de inércia da área sombreada. A. em tomo do ponto O.30 --1 f-16. em torno do eixo diagonal x. Ix = 28. A.~) 16 r· .. Comparar o resultado com o valor exato. A. A. em torno de um eixo polar. A35 Calcular o momento de.. A. padrão.. que passa pelo centro O. dividindo-a em cinco faixas horizontáis de larguras iguais.34 Probl. em torno do eixo x. A.29 A30 Determinar a expressão do momento de inércia da área do trapezóide.--Xo Probl. Calcular o momento de inércia da área sombreada em torno do eixo x. Resp. A36 b ProbI. kO = 0. fornecido por manual .AP~NDICE A .33 A29 Calcular o raio de giração polar da área sombreada. ~ ---. A21 em torno do eixo x.25 (10·) mm·. Calcular o momento de inércia de cada faixa como a área (largura vezes o comprimento da linha horizontal média) vezes o quadrado da distância da linha horizontal média ao eixo dos x. inércia da área do ProbI. Resp.3I =i( 1 . em torno do eixo Xo que passa pelo centróide.5~ ':J O /' i /' ProbI. A31. A33 30mm 1- \ T ProbI. Ix = 5.28 10mm \ \ / _~ ~30mm \ -_L--.3 (10·) mm· Calcular o momento de inércia da seção transversal da viga C.

A. O produto de inércia é zero. o produto dé inércia pode ser positivo ou negativo.38 A4 - PRODUTOS DE INÉRCIA E ROTAÇÃO DE EIXOS (a) Definição. que fará com que os momentos de inércia.298 I ESTATICA y I I I para resolvê-Ia.y) dA e x (+y) dA. em torno dos eixos centrais x e y. A. sempre que qualquer um dos eixos de referência for um eixo de simetria. Em certos problemas que envolvem seções transversais assimétricas e no cálculo de momentos de inércia. sejam iguais.5 . segue que o produto de inércia para a área completa é zero. Referir-se ao Apêndice B.) Resp. ocorre uma expressão dIXY = xy dA _~ inte~rada ) que tem a forma [I~~ JXYdA) (A7) onde x e y são as coordenadas do elemento de área dA. em relação aos eixos x-y.de tais elementos. A. De modo diferente dos momentos de inércia que são sempre positivos para áreas positivas. Nesse caso. para a seção transversal da viga H. tal como o eixo x para a área da Fig. e1iminar-se-ão mutuamente na soma. seção B4. A quantidade Ixy é chamada o produto de inércia da área A. (Sugestão. l'lwmm lOmm~ f- ~~lOmm Probl. Fig. em torno de eixos rotativos. os termos x (.37 TU b1-----L---~lOOmm -x A38 Determinar a largura b da mesa. situados simetricamente. É necessário resolver uma equação cúbica. ou aproximar a resposta com o de uma solução gráfica-numérica. AS. Tendo em vista que a área completa pode ser composta de pares . b = 16 • ~-I I I --- = I I I I I I r x Probl.

O produto de inércia encontra uso.A. A terceira integral é apenas dxdyA. Esta consideração conduz diretamente ao importante problema de determinação dos eixos. aos eixos que passam pelo centróide é: IXY = f (xo + dy)(Yo + dx) dA dA = J xoYo + dx f Xo dA + dy f Yo dA + dXdy J dA A primeira integral é. necessariamente.cos 2 2B cos2 B = 1 + cos 2B 2 e as relações definidas para Ix'!y'!xy fornecem I_Ix x' - + 2 Iy + Ix Ix -2 Iy cos cos 2B _ IXY sen 2B (A9) I y' = + Iy 2 - Ix - 2 Iy 2B + I xy sen2B . As duas integrais do meio são ambas nulas porque o primeiro momento de área em relação ao seu próprio centróide é. o produto de inércia da áreaA.AP~NDICE A . torna-se: (A8) (c) Rotação de eixos. A4. o teorema da transferência de eixos para produtos de inércia. os momentos de inércia da área. na Fig. zero. Assim. A6. em relação aos eixos x e y. Por definição. sen2 B = 1 . Na Fig. em torno dos eixos x' e y'. em torno dos quais o momento de inércia é um máximo e um mínimo. quando é necessário calcular o momento de inércia de uma área. similar àquele para os momentos de inércia.6 Desenvolvendo e substituindo as igualdades trigonométricas. de eixos inclinados. também existe para os produtos de inércia. em termos das coordenadas Xo . em torno. que se escreveu fxy.Yo. o produto de inércia em relação aos eixos que passam pelo centróide. por suas expressões equivalentes. são Ix' Iy' = J y/2 dA = J (y cosB - xsenB)2 dA = J x'2dA = f(y·senB + xcosB)ZdA onde x' e y' foram substituídos figura. Um teorema de transferência de eixo. por definição.MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS / 299 (b) Transferência de eixos. como pode ser visto pela geometria da Fig.

valor) define o eixo de momento de inércia mínimo.x sene) dA Desenvolvendo e substituindo as igualdades trigonométricas sen e cos e e as relações definidas para Ix.lxy = ~sen 2e. para medir os momentos de inércia. (AlO) fornece dois valores para 2a. o momento polar de inércia em torno de O. A7). O ângulo formado pelo raio OA com o eixo horizontal é 2a. O ângulo que faz com que Ix' e Il sejam um máximo ou um mínimo pode ser determinado igualando-se a zero a derivada de qualquer um. com o eixo do momento de inércia máximo. para qualquer ângulo desejado O. Conseqüentemente. Esses dois eixos retangulares são conhecidos como os eixos principais de inércia. da área em questão. As relações nas Eqs. A. (A9). por um diagrama conhecido como círculo de Mohr. Simbolizando este ângulo crítico por a. e um eixo vertical. como é mostrado. (A9a). As coordenadas de . (A9). Para os valores dados de Ix: Iy e Ixy. primeiro. (A3). Seleciona-se.que o produto de merCla e zero-para os elXOSpnnClpalS de lllerCla. Ix 2 Iy _ ~ 2 vUx + _ Iy)Z + 4Ix/ (d) Círculo de inércia de Mohr.O). um eixo horizontal. \Al. obtldos da Eq. temos 2IXY (AIO) tg2a =~Ix y A Eq. mostra . Um valor define o eixo de momento de inércia máximo e o outro.300 I ESTA T1CA De modo similar. localiza-se o ponto A. dá Ix' + Iy' = Ix + Iy = fz. fornece as intensidades dos momentos de inércia principais. (A9a). Em seguida. (AIO) e (AlI) podem ser represen- tadas. CoSZ e . como extremidades do diâmetro. Iy' e Ix'y' podem ser determinados pelo diagrama. para a medida dos produtos de inércia (Fig. que está de acordo com os resultados da Eq. que tem as coordenadas (Iy. Ixy) e o ponto B. O ângulo no diagrama e o ângulo na área são medidos no mesmo sentido. (A9). -Ixy). os valores correspondentes de Ix'.. Assim. . Desenha-se um círculo com estes dois pontos. que tem as coordenadas (Ix. A substltUlçao do sen 2a e do cos 2a.lx' ou Iy' em relação a O. uma vez que tg 2a = tg (2a + 1T). escreve-se o produto de inércia em relação aos eixos inclinados: IX'y' = f x'y' dA = J (ysen e + x cos e)(y cos e .ly. ou duas vezes o ângulo formado pelo eixo x. substitUiÇ~~ Eq. as duas s0luções para a diferirão de 1T12. que diferem de 1T. como: (AlI) Imín. par~ ~ v~or O crí~ic~ ~e 20. (AIO). graficamente.sen 2 e = cos 2(J fornecem Ix' y' = Ix - Iy 2 sen 2e + IXY cos 2e (A9a) Adicionando as Eqs. ': . na Eq. por sen 20 ecos 20 nas Eqs.

quando y = b. Pode ser verificado da trigonometria do círculo que as Eqs. Naturalmente. ou duas vezes o ângulo formado pelo eixo x com o eixo x'.? qualquer ponto são (Ix'. nulo. Fig.Ix'y')' Também o ângulo entre OA e oe é 2 (J.AP~NDICE A . como definido. A. k-lmín. I I I ~. como é mostrado. em torno dos eixos Xo-Yo é. paralelos aos seus lados. dx e dy são ambos positivos. em relação aos eixos x-y. Como o produto de inércia lxy. e Problema Resolvido A8 Escrever a expressão para o produto de inércia da área retangular. Solução. Deve-se atentar para manter a consistência com os sentidos positivos de dx e dy.i~~ . Y Problema Resolvido A9 Determinar o produto de inércia Ixy. por simetria. I bl----'lo _ I I I '}. (A9). a equação a----x . 1x9i ~/. Ix'y') e aquelas do ponto correspondente D são(Iy". Considerando que x da curva torna-se x = ay2 Jb2. 9"'~ I = a.~omento 1--I I ~Iy I r--1y' ~ Imá:<. com centróide em C.x Ix'y' I " 28 A/ ~ p~ \EixO maxuno que passa por P de inércia de. (A9a) e (AIO) concordam com as aproximações feitas. Solução. de modo a observar os seus sinais. ambos os ângulos são medidos no mesmo sentido.MOMENTOS DE IN~RCIA DE ÁREAS I 301 Ixy I I f"<' / / x' /x r I I ~. o teorema de transferéncia de eixo dá Resp. Y Yo I I II I I I I i h C I idY---õo-j~ --r-xo dx L I b 1 --x Neste exemplo. para a área sob a parábola mostrada.

Uma vez que um dos eixos que passam pelo centro de gravidade é um eixo de simetria 7xy = o.. I I Nota: <D Se tivesse sido escolhida uma faixa horizontal. tem-se dI xy = O + (+ y) (x) (y dx). I-Y ----x x ~ f-dx a I + r-----»j I a x Yo IXY = f a Lxdx 2 O 2 = f a -xdx xb2 2a O ~x4 I I I 2 = _x3 b2]a 6a O = ia2b2 Resp. Problema Resolvido AIO Determinar o produto de inércia da área semicircular. obviamente daria o mesmo resultado. Problema Resolvido AlI Localizar os eixos principais de inércia que passam pelo centróide e determinar os momentos de inércia máximos e mínimos correspondentes.-.x) dy] que.-3rr 4r ) (r) ( -rrr' 2· ) = . Resolvido A8. (A8). (a + x) [(a . Tomando uma faixa vertical. O centróide C é facilmente localizado.302 / ESTÁTICA Solução I. onde as distâncias aos eixos que passam pelo centróide do retângulo inlmitesimal são dx = y/2 e dy = x. Eq. mostrado. como está / . agora. Nota: onde as coordenadas x e y do centróide C são dy = +r e dx = -4r/3rr. em relação aos eixos X-y) --Sol~ema mite escrever [Ixy=7xy +dxdyA] Ixy da transferência de eixo. 2r' 3 Resp. quando mtegrada. Pode-se iniciar com uma faixa inf"mitesimal de primeira ordem e evitar uma integração. para a seção da cantoneira. Tem-se. dA = Y dx. (j) O emprego correto do teorema de transferência de eixos traz uma grande economia de trabalho no cálculo dos produtos de inércia. Solução. a expressão se tornaria dI xy = Y . per- =O + ( . O produto de inércia para o elemento dA é dIxy = xy dx dy e para área completa é IXY = dxdy Y Yo I = f fay2/b2xy dx dy = f 1(a2 2 O b a O b + a2 b b 4) y dy = ia2b2 Solução lI. usando os resultados do Probl.

Assim. Para a cantoneira completa Momentos de inércia.583(104) Iy = 112 (10)(4W + (7. eImín.5)2 = = 11.5)(400) = -3. são obtidos da figura.5)2 (400) = mm4 Círculo de Mohr.Ix tg 20<= -2(7. [ tg20<=~] 2I Iy .583(104) Iy = 7. onde dx = -(7.MOMENTOS DE INÉRCIA DE AREAS I 303 Produtos de inércia.5)(400) = -3.10 . para a seção completa Ix = 6.AP~NDICE A .167(104) mm4 mm4 mm4 Eixos principais.75(104) mm" y 10 I 16ni11"'""'2.o.5 mm e dy = -(5 + 2. AIO. O ângulo 20<.75(104) mm4. o produto de inércia para a parte I é Ixy = O + (-12.5= ic l-40=~ -------j-X10= [Ixy = Ixy + dxdyA I Ixy = O + (n. = 7.5) = 12. Para a construção do círculo de Mohr usam-se os valores calculados de Ix' Iy e IxY' Estes valores são marcados no diagrama para localizar os pontos A e B.5)2 = = 2. para a parte I.583(104) = 18. paralelos aos eixos x e y. pela construção do círculo de .167(104) = 10.9° .5 + 5) = -12. que são as extremidades do diâmetro do círculo.583(104) + 11.583(104) + 2.5= [Ixy =Ixy +dxdyA] = 50 r = 7. 20<= 61. em torno de seus próprios eixos que passam pelo centróide. Mohr.50) = 1 875 10.5 mm.583 (104) mm4 Iy = +. por simetria.5)(+7.18.5)( -7.(10)(40)3 + (400}(12.167 .W (400) = mm4 = 6. Portanto. conforme está mostrad. A inclinação dos principai's eixos de inércia é dada pela Eq.5 mm e dy = + (20 .7.5 mm. em torno dos mesmos eixos são Ix = +. é zero.5) = Do mesmo modo. para a parte II l I I 7.-(40)(lW + (400)(7.0° Resp.11 ou graficamente. para a parte lI. = onde dx = +(20 .2. como é mostrado na figura abaixo. Imax. A.5) = -7. Estes resultados podem também ser obtidos diretamente das Eqs.583(104) Assim. são Ix = I~ (40)(IW + (12.. Os momentos de inércia.167 ' O< = 31. O produto de inércia para cada retângulo.583(104) e os momentos de inércia.

em relação aos eixos paralelos que passam pelo centróide.167 -10. = Ix' = (' 18..50)(0. (a) e (c): Ixy = 360 (04) mm4 (b) e (d): Ixy = -360(04) mm4 y I I 50:50\ I 601 (b) I +-+--i I 30 60 I . Assim.167. (c) ' (a) c=9-r 60 40 I .4705) + (7.01647r4 .8824)) (104) = = 22. em relação aos eixos x-y._ (0. os momentos principais de inércia po!lem ser calculados com as Eqs. . Resp.167 (0.4705) _ (7.0(10') mm4 @ Determinar o p~uto-d~ércia de cada uma das quatro áreas.42 40mm . __ t_--x 30~ mm Probl. de Iy'. Ixy = -128. 40 t --x [330---60 .167 2 . usando a para () e obtendo Imáx.--304 I ESTATICA Agora. Ixy= r4f8. y IL I I I i h ---x b Probl. em torno dos eixos x-y. 10.167 + 2 10.-t (~~ --:----[g--30---Probl.. de Ix' e Imín.67(04) mm4 Resp.167. em relação aos eixos x-y.40 / Obter o produto de inércia da área do quadrante circular.I 30 . e.+ 18./18.-Iy = 5. (A9). A. em torno dos eixos x-y. lxy= -0. e usar este resultado para obter o produto de inércia.50)(0.67(104) mm 4 ~~ PROBLEMAS PROPOSTOS ~ Calcular o produto de inércia da área sombreada. : Resp. 10.. _ Imln.167 _ 18. : Resp.8824)') (104) = -\ . 8 Calcular o produto de inércia da área triangular.m torno dos eixos x-y.39 (Dimensões em milímetros) @ Calcular o produto de inércia da área do triângulo retângulo.167. A. A. Imáx.

:--<.MOMENTOS Y I DE IN~RCIA DE AREAS I 305 A48 Yo .1 I h ~1./ Determinar a relação entre a base b e a altura h do triângulo isósceles que tornará iguais todos os momentos de inércia em torno de qualquer eixo que passe pelo vértice C.AP~NDICE A .. respectivamente. "'.) •••x' ---x I Probl. . Determinar o momento de inércia mínimo da área. A47. qualquer que seja e... O ângulo medido. f f.. ---x .-&' "'\ •••• -8 aJ2 C aJ2 Probl.: . y I I \ CZ2J '. no sentido dos ponteiros de um relógio.%1/ / .J IxIy . Imín. R. I (c) (d) Probl. é 20°. demonstrar que o momento de inércia é o mesmo para todos os eixos que passam pela origem. .) Resp. A47. ' .48 A49 // x \ \ \ b \ \ QI \ // . para a qual o momento de inércia.44 A4S Uma área tem momentos de inércia Ix = 28 (104) mm4 e Iy = 12(104) mm\ em torno de um conjunto de eixos x-y. A44 Determinar os momentos e o produto de inércia da área do quadrado. A. A. (Ver o Probl. do eixo x ao eixo de momento de inércia máximo.. A46 AS 1 Fazer um croqui do círculo de inércia de Mohr. /1 " / I " I A47 Onde Ix = Iy para uma área simétrica em torno de qualquer um dos eixos x ou y. para cada uma das quatro áreas retangulares.:"". . Resp..49 ASO Demonstrar que a intensidade do produto de inércia pode ser calculada da relação Ixy =. em torno de um eixo que passa porO.'7+1.56 (104) mm4 Os produtos de inércia da área sombreada... Resp. b /. são 8 (106) mm4 e -42 (106) mm4. A.-~~. a = 2b ~:I ---x . C ..--. A.' .46 ~.._/ ... centro do lado maior..-I r --Xo Determinar as proporções da área retangular. - ~x' " . é um valor constante.43 b .:.' "'. \I .~~~ 2 2 Probl. . em torno de um eixo x' que passa pelo ponto C. (Ver o Probl.. ~ /30° . ---x \ 1\ I \ ~ 'mm1:T i L· C _ 20~ __ y Probl. A = 1.•. " Probl.. Calcular a área da figura cujo centróide é C.ImáxJmín.5l . que passa ·pela origem O.. com y I I I Y 50=:>1 I~ I I I L __ Y 1 I -+---1 _ --~~\l. "'. em relação aos eixos x-y e x'-y'.:..2 '.316 (104) mm2 ffi !. A. A. = 9..---- :. em relação aos eixos x'-y'.

entre o eixo x e o eixo de momento de inércia máximo. Imáx. A52 quadradas mostradas.!o'!:. em relação aos eixos que passam pelo centróide C.3° sentido horário Determinar os momentos de inércia máximo e mínimo.306 I ESTA T1CA as proporções e posições mostradas. medido a partir do eixo x ao eixo de momento de inércia máximo. Iy = 24 (10') mm' e Ixy = 12(104) mm4• Construir o círculo de inércia de Mohr e usá-Io para determinar os momentos principais de inércia e o ângulo a.782(106) Imín. em relação aos eixos x-y. A. De acordo com as equações adequadas. Resp.57 x ----±L.4° y A55 80mm r ~ r-10mm y I I Lll ___ a a Probl. Ixy = 1 225 m' I I 6mml I L- _ Probl.--60 mm---! r c a a Probl. = 1. Imáx. Desprezar os arredondamentos dos cantos. são Ix = 14 (104) mm4. medido no sentido anti-horário. A57 A54 Os momentos e o produto de inércia de uma área.55 a a A58 Calcular os momentos de inércia máximo e mínimo. Os momentos de inércia máximo e mínimo da área sombreada são 25 (106) mm4 e 5 (106) mm\ respectivamente. medido no sentido anti-horário. Resp. em torno dos eixos que passam pelo centróide C. Indicar em cada diagrama. a partir do eixo x ao eixo de momento de inércia máximo. a = 56. A52 pela construção do círculo de inércia de Mohr.56 A53 Resolver o Probl. para a combinação das quatro áreas Calcular os momentos de inércia máximo e mínimo da cantoneira estrutural. onde a é o ângulo do ei~o x com o eixo de momento de inércia máximo. = 6 (104) mm4.6° = a 4(10 a= 76. O produto de inércia. a partir do eixo x ao eixo de inércia máximo. I' max. Ix = 21 (106) mm4.7° 3 3- f7 I A56 Ca1cular o produto de inércia da área retangular. 4 (10 + Vf7 5 ). em relação aos eixos x-y. = -13. mm4. é -8 (106) mm4. a = 26. Encontrar o ângulo a.~ a a I A f. em torno dos eixos que passam pelo centróide . = 0. Resp. calcular x e o ângulo a. em relação aos eixos x-y. = a I' mIn. Encontrar o ângulo a. em torno dos eixos que passam pelo seu vértice C. V 5 ). A. Resp. Imín. A.684 (106) a mm4. = 32 (10') mm4. Resp. o ponto A de coordenadas Ix'!xy e ângulo 2a.

AP~ND'CE A .207 (106) mm'. Resp. Indicar o ângulo Ci medido no sentido anti-horário. A.1° lOmm ~J~-50mm-1 Probl. == 0.58 .820 (106) mm'.MOMENTOS DE IN~RCIA DE ÁREAS I 307 para a seção estrutural Z. Imáx. Imín. a partir do eixo Xo ao eixo de momento de inércia máximo. Ci== 30. == 1.

Portanto. Ocasionalmente serão necessários outros tópicos não listados aqui. h ~ IIt + 62 = 1r/2 3. b = -}bh = 1800 ~8_4 A . as interpretações geométrica e física da matemática aplicada.AP:eNDICE B TÓPICOS SELECIONADOS DA MATEMÁTICA Bl . Um triângulo inscrito em um semicírculo é um triângulo retângulo. Ângulos de um triângulo . 61 + 6.GEOMETRIA PLANA 1. os ângulos formados são iguais. Triângulos semelhantes ~=h-y b 5. Quando duas linhas que se interceptam são. À medida que o leitor revisa e aplica sua matemática. + 63 64 = 61 + 6. CírculO Circunferência = 21rr Área = 1rr' Comprimento de arco s = r6 Área do setor = -}r'6 2. perpendiculares a duas outras. As relações são citadas sem nenhuma prova.INTRODUÇÃO o apêndice B contém um resumo abreviado de tópicos selecionados da matemática fundamental. B2 . O estudante de Mecânica terá oportunidade freqüente de usar essas relações e estará em desvantagem se elas não estiverem à mão. freqüentemente empregados na Mecânica. deve ter em mente que a Mecânica é tiina ciência descritiva aplicada a corpos e movimentos reais. 4. devem ser observadas durante o desenvolvimento da teoria e a formulação e solução de problemas. re spectivamente. Qualquer triângulo Área 6.

= B/2 2.. Y eX = lo~ = 1nY x.J q' .. Proceder. como acima para encontrar os valores de Xo para os quais x = Xo . I a.a ordem - P3 = O (três raÍzes reais. c.a/3.c.. b. 0< u < 180° cos (u/3) cos (u/3 + 120°) cos (u/3 + 240°) = 2.c.a ordem =O b.JP log (ab) = log a + log b log (a/b) = log a -log b log (l/n) = -log n log an = n log a log 1 = O log.b.4343 1nx Caso 11: q' .718282 = y. duas raÍzes iguais) I a. Logarltmos bX=y. b. I a. b. = 2. Para a equação cúbica geral: x3 + ax' + bx + c 3. x=logbY .b.-a. Equação do 2. q' 3.b. x x.1 b.JP Logaritmos naturais b = e = 2. c.b.0 grau ax' + bx + c = O x= ( onde B = -}Bh = área da base 4. + a. + a..c3 -a.b ± ~ 2a 4ac ' b 2 > 4ac para raÍzes reais faça p = A/3.p3)1/' + (q . .1 c.JP = 2. . -a3b. Qualquer pirâmide ou cone Volume ) B4 ÁLGEBRA 1.c.b3c.TOPICOS SELECIONADOS DA MATEMÁTICA I 309 B3 - GEOMETRIA DOS SóLIDOS 3. c31 = +a. - I a. então. Substituir x = Xo . Determinantes 2.-a. Cone Circular Reto 1. Esfera Volume=+1Tr' Área da Superfície = 41fT' Volume Área lateral = -} 1Tr' h = 1TrL L =. a. Cunha esférica 4. Equação ~úbica x' =Ax +B q .J r' + h' 2.o x = 0.JP).a/3 e obter X03 = Axo + B.Jq' .AP~NDICE B .p3Jl13 Caso 111. Caso I: q' - P3 negativo (três raÍzes reais e distintas) q/(P cos u = x.p' positivo (uma raiz real e duas raÍzes imaginárias) Xl = (q +. b.b. I=a.

J----x a 5.· y=a+mx y I L---------x y2 x=a/. Parábola 1.b)2 = r2 I xy I I a ---x ..----JL I I I I = a2 B6 .. Elipse r ~ --- I bl I I I I L----.GEOMETRIA ANALmCA 3. Linha reta y ai Ib V~. Defmições sen (J = a/c cos (J = b/c tg (J = a/b cosec = c/a sec = c/b cos sec (J (J (J cosec sen (J cotg (J cotg (J tg = (J b/a (J (J + + III II IV b - I + 2. Hipérbole y rx .TRIGONOMETRlA 1.a)2 + (y . Sinais nos quatro quadrantes (+) I ~(+)(-)~ II (+) H+ III (_) ~(+) (_) IV . Círculo --x o 18) I I 4.2 2.310 I ESTAnCA B5 .

Assim. Lei dos co-senos c2 = a2 + b2 . j. V indicaria vetor.J 2. As grandezas vetoriais são impressas em negrito' e as escalares em grifo.(1 ~ 2 2 cos (J) cos % sen 2(J cos 2(J = cos2 (J .AP~NDICE B . Vetores unitdrios V=iVz+jVy+kV. 1 = VzIV de modo que V e m = VylV n = V. onde ~VI= V = VVz2 + V/ + V/ S. Lei dos senos 1 (J + cos2 (J = 1 + tg2 (J 1 + cotg2 sen (J = (J !!. Regrà do triângulo P +Q =R =R Regra do paralelogramo Lei Comutativa Lei Associativa P +Q P +Q =Q +P = (P + Q) + R P'lR z P + (Q + R) 3.2ab cos C c2=a2+b2+2abcosD B7 - OPERAÇÕES VETORlAIS 1.. Subtração P -Q = P i. Assim.m. y 1. sen2 (J DA MA TEMA TICA I 31 1 4. Por exemplo.IV = V(il + jin + kn) . n. Em trabalhos manuscritos. Sãoosco-senosdosângulos e z. Relações diversas. entre V e os eixos x.sen2 (J sen (a ± b) = sen a cos b ± cos a sen b cos (a ± b) = cos a cos b + sen a sen b = (1 + cos (J) = 2sen(J cos(J A D S. deve-se usar um símbolo que caracterize bem as grandezas vetoriais. a grandeza vetorial V tem uma intensidade escalar V. Notaçaõ. para-9ue não haja confusão com as escalares. k + (-Q) 4. Co-senosdiretores.. sec2 (J = cosec2 = b senA cos B -= .TOPICOS SELECIONADOS 3.

P = + P/ + Pz 2 Segue da defmição de produto escalar. Lei distributiva PA (Q + R)= PA Q + PA R PI ~ \ Q Da defmição do produto vetorial. Observa-se também que dois vetores são perpendiculares. quando seus co-senos diretores obedecem à relação 1112 + ml m2 + nl n2 = O. de dois vetores P e Q é defmido como um vetor de intensidade IPAQI=PQsenO e cuja direção é dada pela regra da mão direita. P A Q. m. usando o sistema convenciaTUlIde eixos coordeTUldos. Produto escalar P'Q = PQ cos e onde O é o ângulo entre eles. Este produto pode ser visto como a intensidade de P multiplicada pela componente Q cos (}. segue que i·i=j·j=k·k=l i'j =j·i =i·k=k·i =j'k=k'j =0 kQz) p. Q = (iPx + jPy + kPz) • (iQx + jQy + = PxQx + PyQy + PzQz P/ P . que dá escalar onde I. Produto vetoria!. obtém-se Q A P = -P A Q. P X Q = O.de Q na direção P ou como a intensidade de Q multiplicada pela componente P cos O de P na direção de Q. que dois vetores P e Q são perpendiculares quando seu produto escalar se anula. Usando-se a regra da mão direita e invertendo-se a ordem da multiplicação vetorial.312 I ESTATICA 6. n significam os resp(ctivos co-senos diretores dos vetores. Lei comutativa PXQ=QXP Da defmição do produto escalar. como mostra a fIgUra ao lado. tem-se iAj=k jAk=i j1\i = -k kAj = -i iAi=jAj=kAk=O kAi=j i1\k = -j \ \ \ \ '\' QAP=-PAQ . Produto vetorial ou cruzado. O ângulo O entre dois vetores Pie ~ encontrado por sua expressão do produto PI X P2 =PIP2 cos O. 7. Lei distributiva P X (Q + R) = P X Q + P X R.

Se V for função de x. a expressão pode ser escrita: d(P'Q) dt =P'Q +P'Q PI\Q'R O produto determinante =P'QI\R escalar triplo pode ser expresso pelo d(PI\Q) dt = PI\Q + PI\Q ( Produto vetorÚlI triplo. 9. RQ . Pode-se mostrar que o produto vetorial triplo é equivalente a PzQz) PyQx) (P 1\ Q) 1\ R = R . = R 1\ (Q 1\ P).2T eZ - + 4T .P . escalares.TÓPICOS SELECIONADOS DA MATEMATICA /'313 Com o auxilio destas identidades e da lei distributiva. ser expresso pelo determinante o primeiro termo.AP~NDICE B . Assim. Seguem as mesmas regras dos 8. O x e o 1\ podem ser trocados.7f + x4 x6 [x2 X 1 . Assim. PQ .R . QP ou P 1\ (QI\ R) = P . QR produto vetorial pode.6! + [X2 < 00] < 00] senhx = e-Z [x2 eZ + e-Z x2 x4 x6 cosh x = --- = 1 + 2T + 4T + 6! + [X2<00] . por que um vetor P não pode ter um produto vetorial com ~esc~ R. (P 1\ Q) 1\ R = -R 1\ (P 1\ Q) 10.1) x 2 x7 + n(n .2) x3 + [x2 < 1] < 00] x3 sen x cos 3! x2 + 5T . desde que se mantenha a ordem dos vetores. também. B8 SÉRIES (A expressão entre colchetes que segue as séries indica a convergência. na primeira expressão. Relações adicionais Produto escalar triplo (P 1\ Q) • R = R • (P 1\ Q). Integração de vetores. é o produto escalar R X P. multiplicado pelo vetor Q. o produto vetorial pode ser escrito PI\Q = (iPz + jPy - + kPz) 1\ (iQz + jQy - + kQz) = i(PyQz o PzQy) + j(PzQz + k(PzQy Aqui deve-se usar parênteses. por exemplo. e um volume elementar for dr = dx dy dz.3! 1)(n . y e~. Derivadas dos vetores. visto que a expressão P 1\ Q 1\ R seria ambígua. a integral de V sobre o volume pode ser escrita como a soma vetorial das três integrais de suas componentes. um escalar. Os parênteses não são necessários visto que não teria sentido escrever-se P 1\ (Q • R).) (1 ± x)n =x = = - 1 ± nx + x5 n(n 21 . porque não identificaria o vetor a ser cruzado.

2a) ya dx + bx = 2va+bX b 1 [a + = b2 = (a bx . + n=l 2:an -1..~O d sen x 1 -senx. d cosh x dx = senh x.: tg-l x = arctg x. d~ 19h x dx B 10 - INTEGRAIS (Observação: nas expressões que se seguem. d tg x dx dx = cos x.a ln (a J a xdx + bx + bx)] f (a xdx + bx)n + b2 bx)l-n (a 2 + a_) .. a f a x+dx bx2 = ~ 2b ln a + b bx2 f yx2 ± a2 dx = Hx yx2 ± a2 ± a21n (x + VX2 ± a2)] ...314 / ESTÁTICA a f(x) 00 n7TX cos 00 n7TX = . Ex.= lim sen Llx = = tg dx = dx lim cos Llx â.+ n=l ~ n7TX cos -l-dx. = = d(uv) ~=udx sen dx cos dx dv du +vdx' v d (!:!:.) f xn dx = n fdx=lnx x +1 f f ya + bx dx = 32b V( a + bX)3 v(a -tbx)3 f x ya + bx dx = lS2b2 (3bx . d cos x ~ = sec2 x sech2 x d senh x dx = cosh x. o expoente xn+1 -1 indica função inversa.) dx _ u dv dx v du v2 ---a. bnsen -11 f!-! f(x) T n7TX sen -l-dx ondean 1 f!-! f(x) =T bn '7 [Desenvolvimento de Fourier para -I < x < I] B9 - DERIVADAS dxn dx àx~O = nxn-l.bx n __ 1 n ou f __ d_x _ a + bx2 1 a _~ v -ab tgh-1 xy-ab _1_ tg -1 _x_Vab_a_b v'ab.

ob=+=2=CX=) v=c Vb2 .XZ + aZsen-l~) f dx va+bx+cx2 = _\:.ln(Va+bx+cxZ+xvc+ yC f 2yc ~r:) x dx vxz x dx ou -1 sen-1 (---.X2)3 f x2Va2 .x2dx -i v(a2 - x2)3 + a82(xva2 .API:NDICE B .pZ p cos px) aZ eax(a cos px++ aZ pZp sen px) 4 eax + aZ ( asenz x .2) cos x f senh x dx f cosh x dx f· tgh.x2dx = = -~v'(a2 .TOPICOS SELECIONADOS DA MATEMÁTICA / 315 f xva2 .4ac aZ aZ = vxz - f Vaz ± xZ ± vaz ± xZ f sen x dx f cos x dx f sec x dx = = cos x f eax cosz x dx = ---2 4 eax +a ( a cosz x + sen 2x + a 2) .2)senx Pxy flnxdx = = xlnx . x (2 + senz x) cosz x) f ~ Z x dx f cosz x dx =~ 2 _ =~ 2 + = se~x (2 + f x sen x dx f x cos x dx f xZ sen x dx sen x .sen 2x f eax cos px dx eax senz x dx f = --- +a 2) .x cos x f sen x cos x dx senz 2 x = cos x + x sen x = 2x = sen x .1) f eax sen px dx = = eax(a sen px + . x dx = cosh x f x2cosxdx = senh x = ln cosh x 2x cos x + (xZ .ln 1 + sen x 21-senx f sen3 x dx sen42x f cos3 X dx sen42x = = = co.cos2x ) sen x f eaxsenxcosxdx = 4 eax + aZ (a 2"sen2x = l.(xZ .x Raios de curvatura f xeax dx = -(ax eax aZ .

3 0. carvalho) Mercúrio Óleo (média) Ouro Terra (úmida. lubrificação e velocidade.07 0. dependerão da natureza exata das superfícies em contato.AP~NDICE C TABELAS ÚTEIS Tabela Cl .15 0.) Valores tz'picos do coeficiente de atrito.6 /. média) Terra (seca. /. pinho) Madeira (dura.l (Os coeficientes.3 0.04 .4 0. Coeficientes de Atrito.4 0.05 0. dependendo das condições predominantes de limpeza. ou mais.1 0.04 0.3 0. média) Titânio Vidro 480 800 13 570 900 19300 1760 1280 3080 2590 B.8 0. sob condições de trabalho normais. destes valores em uma aplicação real. Coeficientes reais. acabamento superficial. Massa específica.9 0. Pode-se esperar uma variação de 25 a 100 por cento.4 0.4 0. . representam valores típicos. Superfz'cies de contato Aço sobre aço (lubrificado) Aço sobre aço (seco) Aço sobre babbitt (lubrificado) Aço sobre babbitt (seco) Cabo de aço sobre polia de ferro (seco) Cabo de cânhamo sobre metal Latão sobre aço (seco) Lona de freio sobre ferro fundido Metal sobre gelo Pneumático de borracha sobre pavimento liso (seco) Teflon sobre aço Estático 0.l Dinâmico 0. p Aço Água (doce) Água (salgada) Alumínio Chumbo Cobre Concreto (média) Ferro (fundido) Gelo 7830 1000 1030 2690 11 370 8910 2400 7210 900 Madeira (macia.Propriedades A.5 0. pressão.2 0. para uma dada situação.1 0.na tabela abaixo.02 0.2 0.

673 107 (10-11) km/h m3/(kg·s2) 06 ntro a-eentro .976 0.TABELAS ÚTEIS I 317 .5°. km e não girando. a gravitação universal AP~NDICE C . equivalente ao valor absoluto no nível do mar e latitude de 37.Velocidade média do 1392 000 * 23 h 200 56 min 4 s centro da Terra em torno do Sol m w' = 0.1991 5.7292 (1024) (10-6) (10-4) kg rad/s w K= 6. ume sférica 713 km.

.• .36 + == das Figuras Planas .X 3 a (m massa do J1 I r sen 31i 1i YI r x :1 h zIy \ ESTAnCA Xl Xl I Y1 -bh3 4r I= X 12 318 I Momentos yde ..tr:na (1i \ JI~~ I 4) I x= I r~ii~~ I bh3 1it: (a2 b2) I J TabelaC4 I J ~r4a ~~ I =-í =-.!..~ = 9~) ' . 4a bh(b2 r Yo Iy I .I ~% . aI 2r +.T 91i IIy=. z- j .) .- + sen2a) f I= Xl I~ = 1ia3b _(~ .. I a'.3b I ab3 Ix = 1i~:3 (~ ..!' 16' Ida C Área 16 91i a Centróide I I bh3 r=--I Inércia Iy 31i4"(a r4 I bh3 IT 31i 3 Y r4 ----. -x J=x-3 x 12 Ix 8 ::: h2) \ I bh3 12 r4 .= h·e " = + Tabela C3 Propriedades 1ir4 L''lF\ == ='I x= 16 .•...

~'..)mr2 lxx lx. -rzmb2 + 12) + [2) + b2) + !ml2 .lm(b2 12 • fz-m(a2 Paralelep{pedo Retangular ly.TABELAS ÚTEIS I 319 Tabela C4 ~ Propriedades dos Sólidos Homogêneos (m = massa do corpo mostrado) Centro de Corpo Massa Momentos de Inércia ubo 2r Cilíndrico Cilíndrico x==""mr2 lxx = !mr2 = mr2 !ml2 = ~mr2 + lxx + ~m12 lxx zz Circular I I lx..x.::'XlXt ..x.y. lxx + -rzm12 = imr2 + !m12 = = lmr2 ~mr2 Cilirldro Circular lxx I x 4r XtX! = lyy = lmr2 + =I YtYl -rzm12 = 37T lxx = imr2 = ~mr2 - + jm12 97T 2 Semicilindro 2: Ixx _ (1 16) mr 2 lxx Iyy lxx = = = = fzm(a2 -.a V1Y! I 172 --±.AP~NDICE C .'. = I= = ~mr2 -rzml2 lxx+ lyy I = (1 ~mr2 += !ml2 N r---.

y = Iyy = Izz = smr2 = ~" = -Mimr2 Iyy IY1Y1 = = ~ml2 âml2 Barra Delgada Uniforme ..) ( 1 = massa do corpo mostrado) Corpo Centro de Massa Momentos de Inércia z ----- Casca Esférica ( x x I r = 2' Ixz Y..Propriedades dos Sólidos Homogêneos (Cont.320 I ESTÁTICA Tabela C4 .y = Iyy ~z = Izz = ~mr2 Casca Hemisférica = = l%mr2 z ----- Esfera - 3r x=S Hemisfério I"" Y.

Z - '~ .x.y.lmr2 + "*omh2 20 ou .'. " ~'Y I x I "'" z =2h 3 I zz _ = lmr2 4 mr2 ~ + !mh2 .AP~NDICE C .y.~hYl Izz __ 2 (l_ 9'IT2 J&.y.•• ~ ~ I Y1Vl I I Izz Yyy 2 = = ihmr i!Jmr2 + J:h-mh2 = .Iy..)mr2 Cone Circular Reto Iyy = fõmr2 + ~mh2 z=-3h 4 z-.c"~ '4>..'. I yy = = lmr2 4 fmr2 lmr2 '2 ~ I z--~~~ ~h Yl z y = -3 I + lmh2 2 + ~mh2 + lkmh2 zz = ~I yyy = lmr2 4 Ixx - Iyy Casca Semicônica I x = 4r 'IT 3 =1 4 mr 2+1m~ 2 Ix.) (m = massa do corpo mostrado) Centro de Massa Momentos de Inércia Corpo Barra Quadrante Circular x = y 2r 'IT Ixx Izz = Iyy = ~mr2 = mr2 yCilindro Elíptico Ixx Iyy Izz Iy. .TABELAS ÚTEIS / 321 Tabela C4 . = = fma2 fmb2 fm(a2 fmb2 + -flmi2 + -flmi2 + b2) + !mi2 = = Casca Cônica I 2h ' Iy.Propriedades dos Sólidos Homogêneos (Cont. -"'.

: ..= (3 1) mr = tm(b2 = 3m(a2 = tm(a2 = gm(b2 = 3m(a2 lxx z=~ y lyy lzz ~x 8 + c2) + c2) + b2) + ~C2) Semielipsóide "Zy + ~C2) lxx z=3 Parabolóide Elíptico IZ - 2c lyy lzz ~x = = = tmb2 tma2 tm(a2 tm(b2 tm(a2 "Zy = = = + ~mc2 + ~mc2 + b2) + ~C2) + ~C2) I a x lxx lyy lzz ~x ="4 x __ b Y="4 y/ x / Tetraedro Retangular z=~ 4 "Zy ~z + c2) = -mm(a2 + c2) = -mm(a2' + b2) =i1m(b2 + c2) = i1m(a2 + c2) = i1m(a2 + b2) -mm( b2 lxx lzz = = lyy = !mR 2 + ~ma2 mR2 + ~ma2 Meio Anel Cilíndrico .) mostrado) Corpo Centro de Massa Momentos de Inércia lxx = = lyy z-Semicone x r ='TT = itJmr2 I XIXI I + ~mh2 + -mmh2 VI!!l z= 3h 4 lxx lzz = itJmr2 = iõmr2 2 10 .322 / ESTÁTICA Tabela C4 .Propriedades dos Sólidos Homogêneos (m = massa do corpo (Cont.-.

escolha das. 148 Corpo deformável. 228 em mancais de escora. 214 de rolamento. 42 representação vetorial de um. 241 em correias. 103 Comprimento. 3 retangulares. 258 Cabos catenária. 186 Cajori. 214 Conjugado. 214 seco ou de-Coulomb. 212 problemas sobre atrito seco. 60. 25. 66 devido à gravidade. 35 Compressão em barras de treliças. 212 em máquinas. 184. 144 de massa. 235 em filetes de parafusos. 42 resultante. 12 de um vetor. 1 princípio de. 254 Constante de gravitação. 158 Corpos rígidos articulados. 13. 82. 214 cinético. 195-6 Atrito ângulo de. 212 interno. 69. 165 por integração.. 159 de volumes irregulares. 213 de repouso. 226 em pivô. 183 tração em. 213 circunferência de. 146 de figuras compostas. 211 trabalhos de. 143 rígido. 12. 4 Centro de empuxo. 8 Áreas compostas centróides de. 85 Aproximação. 212 tipos de. 183. 7 Coordenadas. 235 em mancais radiais. 6. de atrito. 235 estático. 234 coeficien tes de. 24. 123. 5 O trabalho de um. 184 comprimento de. 146 Cinético atrito. 186 flexíveis. 192 Centróides. 2 equilíbrio de. 159 Arquimedes. momento de um. F. 181 equação diferencial para. 256 Corpos compostos. 7 Adição de vetores. 159 pelo teorema de Pappus. unidade padrão de. 145 de pressão. 241 Componentes de uma força. 6 Condições de contorno. centro de massa de.lNDlCE REMISSNO Aceleração absoluta de um corpo. 213 fluido. 24. 24. 2 equilíbrio de.257 . 213 de resistência ao rolamento. 256-7 força de. 215 Apoios redundantes. 123.256 interligados. 213 cone de. 3. 12 Ângulo de atrito. 3. 182 parabólico. 182 Cone. 196 de gravidade. 5. 213 Coeficiente de atrito. 42 resolução de um. 240 em discos.

Leonardo. 101. 257 magnética e elétrica. 196 força de. 12 ação mecânica de uma.35. 67 de forças coplanares. 14.83 ação remota de uma.269 Escalar. escolha de. 256 de um ponto material. 257 diagrama da. 270 mínima. 12. 12. 51 coplanares. 211 de um corpo.82. equilíbrio de. 13. 192 pressão em. 13 força e momento. 57. 255 equações de. 58 medida de. 196 princípio do. 258 de Maxwell. 171 de atrito. 171 Diferencial. 69. 12. 142 cortante. 106. 27O neutro. 170 concorrentes. 173 Galileu. ordem de. 1 Estruturas estaticamente determinadas. 19. 2 concentrad'a. 11 gravitacional. 85. 258 G G G G H H Im In In L L L L L L L L M M M M M M M M M M . 13 distribuída. 258 cond~õesde. 269 potencial elástica. 270 por trabalho virtual. 1 Da Vinci. 12.58 ativa. 35 Coulomb. 12 efeitos internos da. 169 ~colllPonentes de. 252 virtual. 66 de um corpo rígido. 145 Elemento diferencial escolha de. 66. 142-3 em vigas. 142-3 efeitos de uma. 190 Força ação de uma. 271 Estática. 51 reativas. 66 resultante de. 1 Estabilidade de corpos imersos. 82. 10. 252 Forças colineares. 12. 1 Efeitos externos de forças.60. 142. 269 instável. 142 em vigor. 271 potencial.40 reativa. 268 nível de referência.. 58.50 unidade de. 105 para sistemas simples com um grau de liberdade. 1 Decomposição de forças. 267 Equação vetorial. 7 intensidade de uma. 12 Eixo dos momentos. 12. 69 de treliças. J. 66-7 concentradas. 105 de momento fletor. atrito em. 84 com dois graus de liberdade. 25. 269 de corpos rígidos interligados. 212 incompressíveis. homogeneidade. 69.253 Espaço. 83 de força ativa.105 Fluidos. 190 atrito em. 257 espécies de.257 Formulação de problema. 269 unidades. 147 ordem de. 66 resultante de.42 Desgaste em mancais. equilíbrio de. 258 cisalhante.41 Eixos. 27O critério para estabilidade. 12 momento de uma. 82 critério de energia para. 266. 171\ diagrama da.212 Cunhas. 58. 100. 10 Dinâmica. 12. 4. 67 de forças paralelas. 195 Energia critério para equilíbrio. 143 interna. 123. 13-4 conccito~e.57. 226 D'Alembert. 36. 2 produto. 5-6 trabalho de uma. equilíbrio de. 8 Dimensões. 66-7 de forças concorrentes. 143 de empuxo.65 condições necessárias e suficientes para.29. 3 Equilíbrio categorias de. 67-8 estabilidade de. 255 Diagrama de corpo livre.257 representação de uma. 85. 9 Funções singulares. 255.257 de forças colineares. 1 Graus de liberdade. 147 Empuxo centro de. equilíbrio de. 196 decomposição de. 169-70 paralelas. 6 O. 69. 66 resultante de.29.257. 235 Deslocamento. 14 resultante. 105 estaticamente indeterminadas. 12. 58. 12. princípio da. 57. 196 de equilíbrio. 29 distribuídas. 83 equações alternativas de.324 / fNDICE REMISSIVO Co-senos diretores. 12 especifícação de uma. 19.100.

255 para sistemas elásticos. 8 Pappas. 137 equilíbrio de. 145 unidades de. 137 Modelo matemático.123 da concorrência de forças.12 Pascal (unidade).253 vetorial. 6 Redundância externa e interna. 216 Representação gráfica. 70. 190 pressão. 2·3. 192. James Clerk. 190 Peça sujeita à ação de duas forças. vetor. 12 Líquidos. 9 dos nós. 7. 269 para sistemas mecânicos. 196 Métodos das seções.40 . 1 Lei dagravitação. 137 Ordem das diferenciais. 171 representação vetorial de. 19. 242 Resultante . 13 Pressão atmosférica. 192 Pascal.. 19. 169 diagrama de. 7 centro de. 268 Guldin. funções. 67. 9 Molar energia potencial de. 7 3. 7 Gravitacional. eixo dos. 213. 67 da transmissibilidade. 102 sujeita à ação de três forças. método dos. 194 manométrica. 2. 267 Momento.144 do trabalho virtual para um ponto material. 1 Metacentro. 103. 40 Produtos de vetores. 5. J. 103. 212 Lagrange. 215 Newton. 7. 2. 192. 145 Gravitação constante de. 105 Mecânica. 123 ideais ou reais. 12. diagrama de. de Newton. 143. 60 rigidez de. 4 Princípio da ação e reação. 4 Liberdade. 258 Linha de ação. 165 teoremas de. 192 centro de. 2. 35 Quilograma. 235 Pontos materiais. 193 em fluidos. 143 Pivô. 69 adequação de.212 Movimento iminente. 5 centro de. 1 equilíbrio de. atrito em. 165 Hidrostática. 7 Nós. ângulo de.12. 137 de solução de problemas. 147 fletor. 19. 5 O torsor. 7 Maxwell. 85 parciais. 192 Principia. 111. lei de. 191 Livre. Repouso. 123. 211 Massa..12. 196 de Varignon. 6.41 braço do. 192. 25 axial. 1 Newton. 147 de uma força. 19. 194 hidrostática. lsaac. Paul. 255 Precisão. 9 Resistência ao rolamento. 69. 194 Hiperbólicas. 111. 226 definição. 3 Leis do movimento. 20. 4 Newton (unidade). 266 lineares e não-lineares. 185 Imposições. 19. 169 unidades de. 7 lei da. 85 próprias e impróprias. atrito nas. energia potencial. 5.40-1 estático de área. 137 de Ritter. 190 em superfícies submersas. 19 Momentos.143 específico. 19 resultante. 85 Inércia. L. lei do. graus de. 12 de Arquimedes. atrito. 105 Maxwell.41 Morin. 119 Regra de mão direita. 2 Interno. do paralelogramo. P. 19 de primeira ordem de área. 67 Peso. 30.42 MáqUinas. 165 Paralelogramo. 41. 7 Quilograma (unidade). 105. 1 Laplace. 35. coeficiente de.INDICE REMISSIVO / 325 Gravidade aceleração devida à. 270 Produto escalar. 147 de segunda ordem de área. 14 ~ ~ do triângulo. leis de. 70 redundantes.

123 equilíbrio de. 192 Tempo. 169 resultante de força na seção reta. 172 relações entre o momento fletor e a força cortante. 252. 123 ideais. 11.51 geral. 2. 137 tipos de. 42 decomposição de. 256 Slug. 254 virtual. 100 simples. 35 paralelas. 3 Triplo produto escalar. 249 Transmissibilidade. atrito em. 50 momento. 12 Treliças definição.6 Tensão. 82 Vigas cargas concentradas em. 173 delmição de. 11 livre. 13. 29. 100 em três dimensões. 3 Superfícies submersas. 40 soma de. unidades do.2 componentes de. método das. 111 S. 5 Varignon.41 Subtração de vetores. 2. 6 Soma vetorial conjugados. 51 de forças coplanares. 169 cargas distribuídas em. 19. 212 \ / Impressão e acabamento (com filmes fornecidos): GRÁFICA SANTUÁRIO Fone (012) 565-2140 Fax (012) 565-2141 APARECIDA-SP . 119 planas. 195 de um sistema geral de forças. 102 no espaço. 13 subtração de. 168 estaticamente determinadas e indeterminadas. 123 de máquinas. 57 de unidades. 253 produto vetorial. 42 de forças. 267 Roscas. 2. 123. 19 notação. 3. 51 de pressão de fluidos. 2. 2. 51 coplanares. 11 de unidades absolutas. 51 Torque. 35. 102. 5 ideal. 12. 169 carregamento qualquer relações entre a força cortante e o carregamento. 19. 252 de um conjugado. 11 livres.1 teorema de. 5 Sistema Internacional de Unidades. 20. 144 Vetor deslizante. 118 estabilidade de. 2. considerações sobre. 101 estaticidade de. 2. 48 Simetria. 24. 257 para um ponto material. rigidez de. 12. 256 para um corpo rígido.257 mecânico. 143 em barras de treliças. 13.257 de forças concorrentes.40-1 Trabalho de uma força. 3 conjugado. 257 Viscosidade. 100 Triângulo.42 ligados. 169 Virtual deslocamento. 20 Tonelada. 42 Vetores. 3. 19. 51 quaisquer. 255 trabalho. 252. 1.41. princípio da.326 / fNDICE REMISSIVO força. 256 para sistemas elétricos.50 de forças concorrentes. 254 unidades. 2 produto escalar. 145-6 Sistema com peças elásticas. 5 Unidades métricas. 29 de forças em seções retas de vigas. 193. 6 Torsor resultante. pressão em. 267 de corpos articulados.29. 255 Transformação de derivadas. 228 Seções. I. 41 Unidades. 50 Rigidez de uma mola. 269 para sistemas ideais. lei do. 165 de Varignon. 13 deslizantes.42 fixo. 5 O no espaço. 42 momento de. 104 Teorema de Pappus. 3 unitários. 5 Sistemas definidos. 30. 169 tipos de. 169 de forças paralelas.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful