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Matrizes de História

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ESCOLA SECUNDÁRIA JAIME MONIZ ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE POR MÓDULOS CAPITALIZÁVEIS TESTE DE HISTÓRIA EM REGIME NÃO PRESENCIAL

MÓDULO 1
DATA: 29 de Abril 2009 TEMPO: 1 h e 30 m

MATRIZ
CONTEÚDOS
Raízes Mediterrânicas da Civilização Europeia – Cidade, cidadania e Império na Antiguidade Clássica 1.O modelo ateniense 1.1. A democracia antiga: os direitos dos cidadãos e o exercício de poderes 1.2. Uma cultura aberta à cidade - As grandes manifestações cívico-religiosas - A educação para o exercício público do poder -A arquitectura e a escultura, expressão do culto público e da procura da harmonia

OBJECTIVOS

ESTRUTURA

COTAÇÕES

- Identificar a polis ateniense como um centro autónomo, onde se tornou possível desenvolver formas de participação democrática, restritas à comunidade dos cidadãos. - Conhecer a importância do legado político-cultural clássico como uma das matrizes da civilização europeia ocidental. - Apreciar as manifestações artísticas do período clássico. - Valorizar processos de intervenção democrática na vida colectiva. - Interpretar a extensão do direito de cidadania romana como um processo de integração da pluralidade de regiões sob a égide do Estado imperial - Identificar na romanização da Península Ibérica os instrumentos de aculturação das populações submetidas ao domínio romano - Distinguir formas de organização do espaço nas cidades do império, tendo em conta as suas funções cívicas, políticas e culturais. - Sensibilizar-se para a importância do legado políticocultural clássico como uma das matrizes da formação da

I Grupo: 6 Questões

110 Pontos (10+15+25+30+ 20+10)

2. O modelo romano 2.1. Roma, cidade ordenadora de um império urbano - A unidade do mundo imperial: o culto a Roma e ao imperador, a codificação do direito, a progressiva extensão da cidadania 2.2. A afirmação imperial de uma cultura urbana pragmática - A padronização do urbanismo e a fixação de modelos arquitectónicos e escultóricos - A apologia do Império na épica e na historiografia; a formação

II Grupo: 4 Questões

90 Pontos (30+20+20+20)

de uma rede escolar urbana uniformizada 2.3. A romanização da Península Ibérica, um exemplo de integração de uma região periférica no universo imperial 3. O espaço civilizacional greco-latino à beira da mudança - O Império universal romano-cristão. A Igreja e a transmissão do legado político-cultural clássico - Prenúncios de uma nova geografia política: a presença dos «Bárbaros» no Império

civilização europeia ocidental. - Compreender as virtualidades do espaço mediterrânico como lugar de encontros e de sínteses. - Desenvolver a sensibilidade estética, através da identificação e da apreciação de manifestações artísticas do período clássico. - Compreender a evolução da atitude dos imperadores romanos face ao Cristianismo. - Identificar a Igreja como factor de unidade do mundo «bárbaro» e veículo de transmissão da cultura greco-latina.

CRITÉRIOS GERAIS DE CLASSIFICAÇÃO
O ALUNO DEVERÁ REVELAR, NAS SUAS RESPOSTAS, AS SEGUINTES COMPETÊNCIAS: A – ANÁLISE DE FONTES Analisa fontes de natureza diversa, distinguindo informação implícita e explícita, assim como os respectivos limites para o conhecimento do passado Transcreve, interpreta e explora correctamente os documentos. Situa cronológica e espacialmente acontecimentos e processos, contextualizando-os Identifica a multiplicidade de factores e a relevância da acção de indivíduos ou grupos Situa, caracteriza e relaciona factores condicionantes da realidade histórica Relaciona a História de Portugal com a História Europeia e Mundial Fundamenta opiniões, mobilizando conhecimentos históricos Utiliza adequadamente noções e conceitos básicos específicos da disciplina de História Apresenta um discurso organizado e sistematizado Elabora respostas com correcção linguística, com organização lógica das ideias e correcção sintáxica, ortográfica e de pontuação.

B – COMPREENSÃO HISTÓRICA

C – COMUNICAÇÃO EM HISTÓRIA

ESCOLA SECUNDÁRIA JAIME MONIZ ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE POR MÓDULOS CAPITALIZÁVEIS TESTE DE HISTÓRIA EM REGIME NÃO PRESENCIAL MÓDULO 2
DATA: 29 de Abril 2009 TEMPO: 1 h e 30 m

MATRIZ
CONTEÚDOS 11. A identidade civilizacional da Europa ocidental 1.1. Poderes e crenças multiplicidade e unidade - Uma geografia política diversificada: impérios, reinos, senhorios e comunas; imprecisão de fronteiras internas e externas - A organização das crenças: o poder do Bispo de Roma na Igreja ocidental; o reforço da coesão interna face a Bizâncio e ao Islão 1.2. O quadro económico e demográfico - expansão e limites do crescimento Expansão agrária, dinamização das trocas regionais e afirmação das grandes rotas do comércio externo. - A fragilidade do equilíbrio demográfico 2. O espaço português - a consolidação de um reino cristão ibérico 2.1. A fixação do território do termo da Reconquista ao estabelecimento e fortalecimento de fronteiras 2.2. O país urbano e concelhio - A multiplicação de vilas e cidades concelhias; a organização do território e do espaço citadino - O exercício comunitário de poderes concelhios; a afirmação política das elites OBJECTIVOS ESTRUTURA COTAÇÕES

- reconhecer na sociedade I Grupo: europeia medieval factores de 3 Questões coesão que se sobrepuseram às permanentes diversidades político-regionais, distinguindo a importância da Igreja nesse processo; reconhecer no surto demográfico do século XIII, na expansão agrária que o acompanhou e no paralelo desenvolvimento urbano, o desencadear de mecanismos favorecedores de intercâmbios de ordem local, regional e civilizacional;

70 Pontos (15+15+40)

- Reconhecer o senhorio como II Grupo: quadro organizador da vida 2 Questões económica e social no mundo rural tradicional, caracterizando as formas de dominação exercidas sobre as comunidades campesinas; Compreender a especificidade da sociedade portuguesa concelhia, distinguindo a diversidade de estatutos dos seus membros e

70 Pontos (35+35)

urbanas 2.3. O país rural e senhorial - O exercício do poder senhorial: privilégios e imunidades; a exploração económica do senhorio; a situação social e económica das comunidades rurais dependentes 2.4. O poder régio, factor estruturante da coesão interna do reino - A centralização do poder justiça, fiscalidade e defesa; a reestruturação da administração central E local - o reforço dos poderes da chancelaria e z institucionalização das Cortes - O combate à expansão senhorial e a promoção política das elites urbanas - A afirmação de Portugal no quadro político ibérico 3. Valores, vivências e quotidiano 3.1. A experiência urbana - Uma nova sensibilidade artística - o gótico - As mutações na expressão da religiosidade: ordens mendicantes e confrarias - A expansão do ensino elementar; a fundação de Universidades 3.2. A vivência cortesã - A cultura leiga e profana nas cortes régias e senhoriais: educação cavaleiresca, amor cortês, culto da memória dos antepassados 3.2. A difusão do gosto e da prática das viagens: peregrinações e romarias; negócio e missões políticodiplomáticas

as modalidades de relacionamento com o poder régio e os poderes senhoriais; - interpretar a afirmação do poder régio em Portugal como elemento estruturante da coesão do país concelhio e do país senhorial e promotor de missões de prestígio e de autonomia do Reino no contexto da cristandade ibérica;

- Compreender as atitudes e os 2 Questões quadros mentais que enformam a sociedade da época, distinguindo cultura popular de cultura erudita; - Desenvolver a sensibilidade estética através da identificação e apreciação de obras artísticas do período medieval; Valorizar formas de organização colectiva da vida em sociedade.

III Grupo:

60 Pontos (30+30)

CRITÉRIOS GERAIS DE CLASSIFICAÇÃO
O ALUNO DEVERÁ REVELAR, NAS SUAS RESPOSTAS, AS SEGUINTES COMPETÊNCIAS: A – ANÁLISE DE FONTES Analisa fontes de natureza diversa, distinguindo informação implícita e explícita, assim como os respectivos limites para o conhecimento do passado Transcreve, interpreta e explora correctamente os documentos. Situa cronológica e espacialmente acontecimentos e processos, contextualizando-os Identifica a multiplicidade de factores e a relevância da acção de indivíduos ou grupos Situa, caracteriza e relaciona factores condicionantes da realidade histórica Relaciona a História de Portugal com a História Europeia e Mundial Fundamenta opiniões, mobilizando conhecimentos históricos Utiliza adequadamente noções e conceitos básicos específicos da disciplina de História Apresenta um discurso organizado e sistematizado Elabora respostas com correcção linguística, com organização lógica das ideias e correcção sintáxica, ortográfica e de pontuação.

B – COMPREENSÃO HISTÓRICA

C – COMUNICAÇÃO EM HISTÓRIA

ESCOLA SECUNDÁRIA JAIME MONIZ ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE POR MÓDULOS CAPITALIZÁVEIS TESTE DE HISTÓRIA EM REGIME NÃO PRESENCIAL MÓDULOS 4, 5 e 6
DATA: 29 de Abril 2009 TEMPO: 1 h e 30 m

MATRIZ
CONTEÚDOS Módulo 4 A Europa nos séculos XVII e XVIII – Sociedade, poder e dinâmicas coloniais 1. A população da Europa nos séculos XVII e XVIII: crises e crescimento 1.1. Economia e evolução - Reconhecer nas crises demográfica demográficas um factor de agravamento das condições do mundo rural e de perturbação da tendência de crescimento da economia europeia. 2. A Europa dos Estados Absolutos e a Europa dos Parlamentos 2.1. Estratificação social e poder político nas sociedades de Antigo Regime 2.2. A Europa dos parlamentos: sociedade e poder político. OBJECTIVOS ESTRUTURA I Grupo: 2 Questões II Grupo: 2 Questões COTAÇÕES 50 Pontos (25+25) 50 Pontos (30+20)

- Compreender os fundamentos da organização político-social do Antigo Regime e as expressões que a mesma assumiu - Compreender a importância da afirmação de parlamentos numa Europa de Estados Absolutos.

3. Triunfo dos Estados e dinâmicas económicas nos séculos XVII e XVIII 3.1.Reforço das economias nacionais e tentativas de controlo do comércio - Compreender que o equilíbrio político dos Estados, no sistema internacional dos séculos

3.2. A hegemonia económica britânica 3.3.Portugal – dificuldades e crescimento económico

XVII e XVIII, se articulam com o domínio de espaços coloniais. - Reconhecer, nas práticas mercantilistas, modos de afirmação das economias nacionais. - Identificar o poder social da burguesia nos finais do século XVIII como resultado dos dinamismos mercantis e da aliança com a realeza na luta pelo fortalecimento do poder real. - Relacionar a formação dum mercado nacional e o arranque industrial ocorridos em Inglaterra com a transformação irreversível das estruturas económicas. - Compreender a influência das relações internacionais nas políticas económicas portuguesas e na definição do papel de Portugal no espaço europeu e atlântico.

4. Construção da modernidade europeia 4.1. O método experimental e o progresso do conhecimento do homem e da Natureza 4.2. A Filosofia das Luzes 2.3.Portugal – o projecto pombalino, de inspiração iluminista Módulo 5 O Liberalismo – Ideologia e Revolução, modelos e práticas nos séculos XVIII e XIX - Valorizar o contributo dos progressos do conhecimento e de afirmação da Filosofia das Luzes para a construção da modernidade europeia

III Grupo: 3 Questões

60 Pontos (20+15+25)

2. A Revolução Francesa – paradigma das revoluções liberais e burguesas 2.1. A França nas vésperas da Revolução 2.2. Da Nação soberana ao triunfo da revolução burguesa

- Identificar a revolução como um momento de ruptura e de mudança irreversível de estruturas - Compreender o fenómeno revolucionário liberal como afirmação da igualdade de direitos e da supremacia do princípio da soberania nacional sobre o da legitimidade dinástica - Identificar as alterações da mentalidade e dos comportamentos que acompanharam as revoluções liberais

4. A implantação do Liberalismo em Portugal 4.1. Antecedentes e conjuntura (1807-1820) 4.2.A Revolução de 1820 e as dificuldades de implementação da ordem liberal (1820-1834) 4.3.O novo ordenamento político e sócioeconómico (1832/341851) - Identificar a revolução como um momento de ruptura e de mudança irreversível de estruturas - Compreender o fenómeno revolucionário liberal como afirmação da igualdade de direitos e da supremacia do princípio da soberania nacional sobre o da legitimidade dinástica - Analisar a interacção dos factores que convergiram no processo revolucionário português - Relacionar a desarticulação do sistema colonial lusobrasileiro e a questão financeira com a dinâmica de transformação do regime em Portugal - Distinguir na persistência das estruturas arcaicas da

sociedade portuguesa um factor de resistência à implantação do Liberalismo 5. O Legado do Liberalismo na 1.ª metade do século XIX 5.1. O Estado como garante da ordem liberal 5.2. O Romantismo, expressão da ideologia liberal - Reconhecer que a ideologia liberal, resultante duma longa maturação, se consolida no período de estabilização posterior ao processo revolucionário. - Identificar as alterações da mentalidade e dos comportamentos que acompanharam as revoluções liberais. - Valorizar a consciencialização da universalidade dos direitos humanos, a exigência da participação cívica dos cidadão e da legitimidade dos anseios de liberdade dos indivíduos e dos povos. IV Grupo 2 Questões 40 Pontos (20+20)

Módulo 6 A Civilização Industrial – Economia e Sociedade; nacionalismo e choques imperialistas 1. As transformações económicas na Europa e no Mundo 1.1. A expansão da revolução industrial 1.2. A geografia da industrialização 1.3. A agudização das diferenças - Relacionar a dinâmica do crescimento industrial com o carácter cumulativo dos progressos técnicos e a exigência de novas formas de organização do trabalho - Relacionar os desfasamentos cronológicos da industrialização com as relações de domínio ou de

dependência, estabelecidas a nível mundial - Reconhecer as características das crises do capitalismo liberal 2. A sociedade industrial e urbana 2.1. A explosão populacional; a explosão urbana e o novo urbanismo; migrações internas e emigração 2.2. Unidade e diversidade da sociedade oitocentista - Relacionar o papel da burguesia como nova classe dirigente, com a expansão da indústria, do comércio e da banca - Identificar as oportunidades oferecidas pelo capitalismo oitocentista à formação duma nova classe média - Reconhecer, nas formas que o movimento operário assumiu, a resposta à questão social do capitalismo industrial

3. Evolução democrática, nacionalismo e imperialismo 3.1. As transformações políticas 3.2. Os afrontamentos imperialistas: o domínio da Europa sobre o Mundo - Valorizar a afirmação dos regimes demoliberais, não obstante a permanência de formas de descriminação - Filiar a afirmação do movimento das nacionalidades no ideário das revoluções liberais - Relacionar as rivalidades e a partilha coloniais com a vontade de domínio político e com a necessidade de mercados de bens e de capitais por parte dos Estados

4. Portugal, uma sociedade capitalista dependente 4.1. A Regeneração entre - Integrar o processo de

o livre-cambismo e o proteccionismo (18511880) 4.2. Entre a depressão e a expansão (1880-1914) 4.3. As transformações do regime político na viragem do século

industrialização portuguesa no contexto geral, identificando os factores que a limitaram - Compreender as condições em que ocorreu o esgotamento do liberalismo monárquico e o fortalecimento do projecto republicano de transformação social e política

O ALUNO DEVERÁ REVELAR, NAS SUAS RESPOSTAS, AS SEGUINTES COMPETÊNCIAS: A – ANÁLISE DE FONTES Analisa fontes de natureza diversa, distinguindo informação implícita e explícita, assim como os respectivos limites para o conhecimento do passado Transcreve, interpreta e explora correctamente os documentos. Situa cronológica e espacialmente acontecimentos e processos, contextualizando-os Identifica a multiplicidade de factores e a relevância da acção de indivíduos ou grupos Situa, caracteriza e relaciona factores condicionantes da realidade histórica Relaciona a História de Portugal com a História Europeia e Mundial Fundamenta opiniões, mobilizando conhecimentos históricos Utiliza adequadamente noções e conceitos básicos específicos da disciplina de História Apresenta um discurso organizado e sistematizado Elabora respostas com correcção linguística, com organização lógica das ideias e correcção sintáxica, ortográfica e de pontuação.

CRITÉRIOS GERAIS DE CLASSIFICAÇÃO

B – COMPREENSÃO HISTÓRICA

C – COMUNICAÇÃO EM HISTÓRIA

ESCOLA SECUNDÁRIA JAIME MONIZ ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE POR MÓDULOS CAPITALIZÁVEIS TESTE DE HISTÓRIA EM REGIME NÃO PRESENCIAL MÓDULO 7
DATA: 29 de Abril 2009 TEMPO: 1 h e 30 m

MATRIZ
CONTEÚDOS OBJECTIVOS ESTRUTURA I Grupo: 2 Questões COTAÇÕES 50 Pontos (20+30) -Geografia política após a - Analisar transformações 1.ª guerra mundial. A políticas e económico-sociais sociedade das Nações na Europa e em Portugal, após a 1.ª guerra mundial - Avaliar o papel desempenhado pela SDN. - A difícil recuperação da Europa e a prosperidade americana. - A regressão do demoliberalismo na Europa e em Portugal

II Grupo: - Contextualizar a regressão 4 Questões do demoliberalismo e a vaga de autoritarismos entre as duas guerras mundiais - Explicar a falência da 1.ª República em Portugal. - Distinguir as características dos regimes ditatoriais e a especificidade do caso português - Avaliar o papel dos meios de comunicação na acção da cultura de massas - Justificar a expressão «cultura de evasão» - Distinguir cultura de massas e cultura de elites - Relacionar o pendor social da Literatura e das Artes, nos anos 30 do século XX, com a conjuntura económica e política da época III Grupo: 2 Questões

110 Pontos (30+20+40+20)

- A dimensão social e política da cultura: a cultura de massas, as preocupações sociais na literatura e na arte, a cultura e o desporto ao serviço dos Estados

40 Pontos (20+20)

CRITÉRIOS GERAIS DE CLASSIFICAÇÃO
O ALUNO DEVERÁ REVELAR, NAS SUAS RESPOSTAS, AS SEGUINTES COMPETÊNCIAS: A – ANÁLISE DE FONTES Analisa fontes de natureza diversa, distinguindo informação implícita e explícita, assim como os respectivos limites para o conhecimento do passado Transcreve, interpreta e explora correctamente os documentos. Situa cronológica e espacialmente acontecimentos e processos, contextualizando-os Identifica a multiplicidade de factores e a relevância da acção de indivíduos ou grupos Situa, caracteriza e relaciona factores condicionantes da realidade histórica Relaciona a História de Portugal com a História Europeia e Mundial Fundamenta opiniões, mobilizando conhecimentos históricos Utiliza adequadamente noções e conceitos básicos específicos da disciplina de História Apresenta um discurso organizado e sistematizado Elabora respostas com correcção linguística, com organização lógica das ideias e correcção sintáxica, ortográfica e de pontuação.

B – COMPREENSÃO HISTÓRICA

C – COMUNICAÇÃO EM HISTÓRIA

ESCOLA SECUNDÁRIA JAIME MONIZ ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE POR MÓDULOS CAPITALIZÁVEIS TESTE DE HISTÓRIA EM REGIME NÃO PRESENCIAL MÓDULO 8
DATA: 29 de Abril 2009 TEMPO: 1 h e 30 m

MATRIZ
CONTEÚDOS - A reconstrução do pósguerra - O tempo da guerra-fria - A afirmação das novas potências OBJECTIVOS - Aplicar os conceitos de bipolarismo e Guerra Fria. - Analisar a extensão de influência soviética e americana no Mundo. - Contrapor os modelos capitalista e comunista. - Localizar temporal e espacialmente as duas grandes fases da descolonização - Definir Terceiro Mundo - Explicar os fundamentos do neocolonialismo - Caracterizar o mundo capitalista e a sociedade de consumo - Contrapor os modelos capitalista e comunista - Explicar a ascensão das novas potências capitalistas - Caracterizar a evolução política e económico-social após 1945 - Avaliar o impacto das eleições de 1958 e da guerra colonial - Caracterizar a «primavera marcelista» ESTRUTURA I Grupo: 1 questão COTAÇÕES 40 pontos

- A primeira vaga de descolonizações - A segunda vaga de descolonizações e a política de nãoalinhamento - O Mundo capitalista - A afirmação das novas potências

II Grupo: 2 questões

50 pontos (30+20)

III Grupo: 2 questões

60 pontos (40+20)

- Imobilismo político e crescimento económico em Portugal após 1945 - Da revolução à estabilização da democracia

IV Grupo: 2 questões

50 pontos (30+20)

CRITÉRIOS GERAIS DE CLASSIFICAÇÃO
O ALUNO DEVERÁ REVELAR, NAS SUAS RESPOSTAS, AS SEGUINTES COMPETÊNCIAS: A – ANÁLISE DE FONTES Analisa fontes de natureza diversa, distinguindo informação implícita e explícita, assim como os respectivos limites para o conhecimento do passado Transcreve, interpreta e explora correctamente os documentos. Situa cronológica e espacialmente acontecimentos e processos, contextualizando-os Identifica a multiplicidade de factores e a relevância da acção de indivíduos ou grupos Situa, caracteriza e relaciona factores condicionantes da realidade histórica Relaciona a História de Portugal com a História Europeia e Mundial Fundamenta opiniões, mobilizando conhecimentos históricos Utiliza adequadamente noções e conceitos básicos específicos da disciplina de História Apresenta um discurso organizado e sistematizado Elabora respostas com correcção linguística, com organização lógica das ideias e correcção sintáxica, ortográfica e de pontuação.

B – COMPREENSÃO HISTÓRICA

C – COMUNICAÇÃO EM HISTÓRIA

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