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Jovem, preste ateno Pegue o caminho do rio E descubra qual o jargo Que lhe conhece Que lhe disseca

Que lhe corri nos ossos

Jovem, Bom vivant Agrupe-se com as cobras Escolha os piores ninhos Os mais venenosos Nos galhos mais tortuosos Torne-se assassino dos perversos touros Ou dos lacaios que lhes tostam as costas

Jovem, aprecie as estrelas E depois mate-as Como os homens matam suas esposas Quando esto inflamados de cime E depois ponha a forca e a focinheira Na culatra que no cala E grita a piedade dos mortos E ironiza a inteligncia dos homens-macacos

Jovem, no repita minhas palavras A mais ningum exceto aquele Que como tu

Perdeu a linha Perdeu a eira Perdeu a beira Do precipcio...

Jovem, sorria Sorria morbidamente Com a insanidade queimando nos olhos Psicodelicamente perdido e vagando Nas praas velhas, comendo as velhas Prostitutas das esquinas escuras e frias midas... Cinzas.

Jovem maldito, repita comigo Os gestos, os cheiros, os sabores de ser livre Livre de liberdade subversiva Negativa civilidade propagada Nas arestas sujas das catedrais de Roma Insubordine-se como um ateu, a estes julgos A todo o julgo que os papas cospem no vu Por mais que os reis bradem com os batalhes E levantem fogo contra voc Pois quem aprende a amar a Liberdade Tem ela como uma esposa promscua Capaz de fazer deleitar na cama O vinho a e fora do sangue de um homem Que, incessantemente se perde no hedonismo cego

De ser aquilo que pretende Sem que presunosos nobres Lhe citem as regras dos aplausos Dos teatros que iluminam Os palcos escuros do submundo que a Vida no v.