P. 1
RC - Recursos Humanos - Alfandega

RC - Recursos Humanos - Alfandega

|Views: 162|Likes:
Publicado porMarcos Pangananhe

More info:

Published by: Marcos Pangananhe on May 16, 2013
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

01/08/2016

pdf

text

original

Sections

  • 1. Missão, princípios e visão da UP
  • 2. Designação da Licenciatura
  • 3. Objectivos Gerais do Curso
  • 4. Requisitos de acesso ao curso
  • 5. Perfil profissional
  • 6. Perfil do graduado
  • 7. Duração do curso
  • 8. Componentes de organização do curso
  • 9. Áreas de concentração do curso
  • 12. Tabela de Precedências do Curso de Gestão de Recursos Humanos
  • 13. Tabela de equivalência
  • 14. Plano de transição
  • 15. Avaliação da aprendizagem
  • 16. Formas de culminação do curso
  • 17. Instalações e equipamentos existentes
  • 18. Corpo docente e técnico-administrativo existente
  • 18.1. Corpo docente e técnico-administrativo existente
  • 19. Análise de necessidades
  • 20. Conclusões
  • 21. Referências bibliográficas
  • PROGRAMAS TEMATICOS - Major
  • Disciplina- Técnicas de Expressão em Língua Portuguesa
  • Disciplina – Métodos de Estudo e Investigação Científica
  • Disciplina – Inglês tecnico
  • Disciplina - Antropologia Cultural de Moçambique
  • Componente de Formação Especifica
  • Disciplina: Introdução à Gestão
  • Disciplina – Introdução à Gestão de Recursos Humanos
  • Disciplina – Introdução à Economia
  • Disciplina: Introdução ao Direito
  • Disciplina – Psicologia Social e das organizações
  • Disciplina – Noções de Contabilidade
  • Disciplina – Relações Publicas
  • Disciplina – Gestão Administrativa de pessoal
  • Disciplina – Noções de marketing
  • Disciplina – Planeamento de Recursos Humanos
  • Disciplina – Relações Laborais
  • Disciplina: Informática Aplicada
  • Disciplina – Direito Administrativo I
  • Disciplina – Recrutamento e Selecção
  • Disciplina – Desenho de Sistemas de Recompensa
  • Disciplina – Avaliação de Desempenho
  • Disciplina – Direito administrativo II
  • Disciplina – Tecnicas de Elaboracao e Gestão de Projectos
  • Disciplina – Tecnicas de Desenvolvimento de Pessoal
  • Disciplina: Fiscalidade
  • Disciplina – Cultura e Mudança organizacional
  • Disciplina – Estrategia Empresarial
  • Disciplina – Gestão Internacional de RH
  • Disciplina – Auditoria de RH
  • Disciplina – Consultoria em RH
  • Disciplina – Gestão e desenvolvimento de competencias
  • Disciplina – Comportamento Organizacional
  • Componente de formação especifica
  • Disciplina – Orientação vocacional e profissional
  • Disciplina – ética e deontologia profissional
  • Disciplina – Seguranca no Trabalho
  • Disciplina –Higiene no Trabalho
  • Disciplina – Gestão de Conflitos
  • Disciplina – Gestão de Prevenção
  • Disciplina – Organização da emergencia
  • Disciplina – Avaliação e controlo de risco
  • Disciplina – Legislação, Regulamento, Normas de segurança, higiene e saúde
  • Disciplina – Gestão administrativa de uma infraestrutura
  • Disciplina – Organização e metodos
  • TEMAS TRANSVERSAIS
  • EDUCAÇÃO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO
  • Temas e conteúdos sobre HIV/SIDA a ser abordados de forma transversal

1

ESCOLA SUPERIOR DE CONTABILIDADE E GESTÃO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÃO

Plano Curricular do Curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos com Habilitação em Higiene e segurança no Trabalho

Maputo 2009

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009

UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão

Plano Curricular do Curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos com habilitação em Higiene e segurança no Trabalho

Mestre Madalena Chiconela Mestre Joaquim Eugenio Tchamo Mestre Augusto J.Mondlane Dra. Rita Paula de Sousa

Maputo 2009

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 2 DE 186

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009

Índice 1. Missão, princípios e visão da up ........................................................................................... 7 2. Designação da licenciatura ................................................................................................... 7 3. Objectivos gerais do curso .................................................................................................... 7 4. Requisitos de acesso ao curso ............................................................................................... 8 5. Perfil profissional ................................................................................................................. 9 6. Perfil do graduado ................................................................................................................ 9 7. Duração do curso ................................................................................................................ 10 8. Componentes de organização do curso................................................................................ 11 9. Áreas de concentração do curso .......................................................................................... 13 10. Matrizes de organizacao curricular do curso de gestao de recuros humanos com habiltacao em higiene e segunca no trabalho .............................................................................................. 14 11. Plano de estudos da licenciatura em gestão de recursos humanos com habilitacao em higiene e seguranca no trabalho. ................................................................................................ 18 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 21. 22. Tabela de precedências do curso de gestão de recursos humanos ................................... 21 Tabela de equivalência .................................................................................................... 21 Plano de transição............................................................................................................ 22 Avaliação da aprendizagem ............................................................................................. 23 Formas de culminação do curso ....................................................................................... 23 Instalações e equipamentos existentes ............................................................................. 23 Corpo docente e técnico-administrativo existente ............................................................ 24 Análise de necessidades................................................................................................... 25 Recursos materiais........................................................................................................... 26 Conclusões ...................................................................................................................... 27 Referências bibliográficas ............................................................................................... 28 Programas tematticos - major ......................................................................................... 29

COMPONENTE DE FORMAÇÃO GERAL ....................................................................................... 29 Disciplina- técnicas de expressão em língua portuguesa ..................................................... 30 Disciplina – métodos de estudo e investigação científica..................................................... 36 Disciplina – inglês tecnico .................................................................................................. 41 Disciplina - antropologia cultural de moçambique .............................................................. 45 COMPONENTE DE FORMAÇÃO ESPECIFICA ................................................................................ 56 Disciplina: introdução à gestão ........................................................................................... 57

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 3 DE 186

........................................................................................................................Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Disciplina – introdução à gestão de recursos humanos ................132 23......................................................................................................127 Disciplina – gestão e desenvolvimento de competencias ...........................................................................148 Disciplina – gestão de prevenção .....................................................159 Disciplina – gestão administrativa de uma infraestrutura..........................................................................143 Disciplina –higiene no trabalho.............. 83 Disciplina – planeamento de recursos humanos ............................................................................................................... higiene e saúde trabalho ................................................................................................................................................................................................................................................................................136 Disciplina – orientação vocacional e profissional ......................................................................125 Disciplina – consultoria em rh ..................................................................................................................................................................129 Disciplina – comportamento organizacional..................................165 EDUCAÇÃO AMBIENTAL ...............................................................145 Disciplina – gestão de conflitos .....................................153 Disciplina – avaliação e controlo de risco ....................................................................................................................................... regulamento............. 77 Disciplina – gestão administrativa de pessoal.....100 Disciplina – avaliação de desempenho ................................. Temas transversais ...........minor ............................................................................................. 94 Disciplina – recrutamento e selecção ............................................. 73 Disciplina – relações publicas .................................. 91 Disciplina – direito administrativo i ............................140 Disciplina – seguranca no trabalho..........182 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 4 DE 186 ...................................111 Disciplina: fiscalidade ..... 86 Disciplina – relações laborais.................. normas de segurança................................... 61 Disciplina – introdução à economia ..................106 Disciplina – tecnicas de elaboracao e gestão de projectos......................................................................109 Disciplina – tecnicas de desenvolvimento de pessoal ........................................................................................................................... 70 Disciplina – noções de contabilidade ......................................................................................................................................................................................... 64 Disciplina: introdução ao direito .................103 Disciplina – direito administrativo ii ..150 Disciplina – organização da emergencia ................................................................................................................................... 80 Disciplina – noções de marketing .......119 Disciplina – gestão internacional de rh ....................................................... 67 Disciplina – psicologia social e das organizações ......................... 97 Disciplina – desenho de sistemas de recompensa ..............................................................................................166 EDUCAÇÃO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO ....................156 Disciplina – legislação...................................... Pprogramas tematicos ............................174 TEMAS E CONTEÚDOS SOBRE HIV/SIDA A SER ABORDADOS DE FORMA TRANSVERSAL.................................................................................114 Disciplina – cultura e mudança organizacional .......................................................... 89 Disciplina: informática aplicada ..................................................................161 Disciplina – organização e metodos ...............................................................................................................................................................................................................................................................................................................137 Disciplina – ética e deontologia profissional ..........................................117 Disciplina – estrategia empresarial............163 24................122 Disciplina – auditoria de rh ...........................................................................................................136 COMPONENTE DE FORMAÇÃO ESPECIFICA ..................................................................

susceptíveis de serem observadas e validadas pela relação directa que apresentam relativamente aos resultados mensuráveis. as condições modernas da vida empresarial caracterizadas por uma maior mobilidade interfuncional e inter-áreas. INTRODUÇÃO O presente plano curricular insere-se no âmbito da Reforma Curricular (RC) da Universidade Pedagógica (UP) que iniciou em 2007 após a aprovação do respectivo projecto pelo Conselho Universitário (CUP). por exemplo o facto de existirem disciplinas sem nehum enquadramento no curso. A formação em Gestão de Recursos Humanos joga um papel muito importante na sociedade. O Curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos (LGRH) teve o seu início no ano de 2007. torna-se uma preocupação das empresas nos seus programas de melhoria de performance e de qualidade de prestação de serviços e de ganhos de oportunidade. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 5 DE 186 . a existência dessas modalidades de acção nos comportamentos profissionais dos colaboradores. para que a percentagem das horas de contacto por disciplina seja reduzida.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 0. conduz a que se torne cada vez mais importante uma gestão de pessoas assente em mecanismos flexíveis e de desenvolvimento permanente. no entanto ao longo da implementação do respectivo currículo surgem dificuldades de aplicação como. pois. no sentido de se prover o estudante de material bibliográfico necessário. ou seja. Surge ainda da necessidade de se privilegiar mais a qualidade do que a quantidade. As condições das missões e a obtenção dos objectivos só é possível se os colaboradores tiverem actualizadas algumas das competências que são modalidades de acções específicas requeridas num dado contexto. por uma crescente polivalência e por uma cada vez maior quantidade e rapidez de informação. A actualização dessas competências.

a habilitação ou Minor em Higiene e Segurança no Trabalho. áreas de concentração do curso. O Curso introduz ainda uma nova vertente. tabela de equivalências. plano de estudos. contribuindo desta forma na valorização do papel dos recursos humanos por forma que este. avaliação da aprendizagem. e conjuntos paralelos de cadeiras sobre economia/gestão. a Universidade Pedagógica introduziu o curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos. programas temáticos. plano de transição. requisitos de acesso. referências bibliográficas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Face a realidade aludida. seja visto como a verdadeira charneira do negócio. tabela de precedências. métodos e técnicas de gestão de Recursos Humanos. como forma de dar ao estudante a possibilidade de ter uma formação adicional. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 6 DE 186 . ciências sociais e direito de Trabalho. portanto a partir do terceiro ano o plano curricular prevê disciplinas de componente geral e específica. resultante de uma reflexão e análise sobre o estágio actual do mercado do emprego. perfil do graduado. O curso tem a duração de quatro anos e encontra-se organizado numa base semestral suportado em aulas de natureza teórica e prática com um núcleo duro das cadeiras sobre teorias. componentes de organização do curso. Nos pontos que se seguem descrevemos os seguintes aspectos relacionados com o currículo do Curso de GRH: Visão e missão da UP. duração do curso. formas de culminação. perfil profissional. designação da licenciatura. conclusão. com Habilitação em Higiene e Segurança no Trabalho.

A visão da Universidade Pedagógica é tornar-se um Centro de Excelência na área da educação e formação de professores e de outros técnicos. c) valorização dos ideais da pátria. 2. social e cultural do país. 3. actua de acordo com os seguintes princípios: a) democracia e respeito pelos Direitos Humanos. b) igualdade e não discriminação. artística. ciência e humanidade.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 1. Missão. científico. científica e tecnológica. como instituição do Ensino Superior. Objectivos Gerais do Curso O presente plano de estudos. A Universidade Pedagógica orienta-se pelos princípios gerais e pedagógicos definidos nos artigos 1 e 2 da Lei nº 6/92 de 6 de Maio que aprova o Sistema Nacional de Educação (Universidade Pedagógica. que culmina com o grau de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos com habilitação em Higiente e Segurança no Trabalho. princípios e visão da UP A UP. O diploma de Licenciatura tem a designação da licenciatura major de acesso e é indicado o curso minor realizado. d) liberdade de criação cultural. foi desenhado e estruturado de maneira a atingir em pleno os seguintes objectivos: UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 7 DE 186 . Designação da Licenciatura Para que o graduado esteja habilitado a trabalhar em mais de uma área profissional. da região e do Mundo. Para o curso de Gestão de Recursos Humanos é oferecida uma área profissional e um minor em Higiene e Segurança no Trabalho. os cursos da UP devem ter currículos organizados em áreas de concentração maiores (major) e menores (minor). e) participação no desenvolvimento económico. 1995: 26). passando o curso a designar-se Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos. com Habilitação em Higiene e Segurança no Trabalho.

interpretação e utilização de informação. Desenvolver comportamentos orientados para a resolução de situações contingências.  Os graduados com o nível equivalente a 12ª classe para efeitos de continuação dos estudos. tem acesso aos cursos da UP:  Os graduados do Ensino Secundário Geral que tenham concluído a 12ª classe do Sistema Nacional de Educação.  Formar técnicos capazes de dar resposta às exigências e os desafios dos novos paradigmas organizacionais e tecnológicos.   Criar uma reserva estratégica de pessoal com potencial para gerir. O plano de estudos elege igualmente como finalidades essenciais o desenvolvimento de capacidades. Desenvolver uma nova abordagem de Gestão de Recursos Humanos integrada nos objectivos estratégicos organizacionais fortemente orientados para resultados organizacionais. principalmente na área de recursos humanos. com vista à resolução de problemas do público a que se dirigem de maneira técnica e cientificamente. Lei n° 5/2003 de 21 de Janeiro.  Ser seleccionado mediante realização de exame de admissão. designadamente. de impasse e conflitos numa organização. A admissão aos cursos baseia-se no que está preconizado no regulamento académico da UP. selecção. competências e pensamento lateral dos alunos. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 8 DE 186 . ética e socialmente fundados na recolha. a Lei do Ensino Superior. Requisitos de acesso ao curso O acesso aos cursos da UP será de acordo com a legislação em vigor no país.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009  Proporcionar formação a nível de major em Gestão de Recursos Humanos e minor em Higiéne e Segurança no Trabalho. 4. ou equivalente. análise crítica fundamentada e alicerçada em elementos científicos.   Conhecer as mais recentes evoluções na área de Gestão de Recursos Humanos. Assim.

Perfil do graduado O Curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos deve proporcionar aos estudantes uma formação teórica e prática. Técnicos de Recursos Humanos. os graduados devem saber aplicar conhecimentos de gestão de recursos humanos duma forma integrada nas seguintes dimensões do saber: UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 9 DE 186 . Assessoria e consultoria em recursos humanos. Dirigir e desenvolver os recursos humanos de uma instituição. 6. possibilitando a aquisição e desenvolvimento de competências para exercer a função de gestor de recursos humanos (major). Inspeccionar a aplicação das normas laborais nos sectores de trabalho. Auditores Internos de Recursos Humanos. conceber o desenvolvimento e integração do sistema de gestão de recursos humanos. Assessores para área do desenvolvimento do pessoal. As tarefas ocupacionais do Licenciado em Gestão de Recursos Humanos são:  Conceber a correcta aplicação das ferramentas de gestão de recursos humanos na empresa.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 5. com habilitações para lidar com questões ligadas á Higiene e segurança no Trabalho. Assim.     Auditoria de recursos humanos. Perfil profissional O Curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos tem em vista proporcionar ao estudante uma sólida formação teórica e prática. Consultores Internos de Recursos Humanos Gestores de Empresas publicas ou privadas.  Analisar. O Licenciado em GRH presta serviços no sector Público ou Privado. nomeadamente:       Direcção de Recursos Humanos.

  Organiza e promove actividades de formação contínua dos recursos humanos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 No domínio do saber conhecer:  Desenvolve conceitos fundamentais sobre Gestão de Recursos Humanos (major) ou habilidades para Higiéne e Segurança no Trabalho (minor) e métodos apropriados. É eficiente e eficaz na Gestão de Recursos Humanos nos sectores público e privado. Conhece os princípios gerais que regulam a dinâmica das relações humanas. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 10 DE 186 . metodologias e técnicas de trabalho e procura esse conhecimento como forma de valorização pessoal e do ambiente laboral. Duração do curso O curso de Gestão de Recursos Humanos tem a duração de quatro anos. Utiliza correctamente as normas de gestão de recursos humanos de modo a criar um bom clima organizacional.     Estrutura o raciocínio de uma forma lógica e coerente. Desenvolve competências pessoais. e a 240 Créditos. correspondentes a oito semestres. Gere os conflitos na organização aplicando as técnicas e estratégias de gestão de conflitos. Aplica conhecimentos científicos numa perspectiva multidisciplinar para a solução de vários problemas de génese multifactorial. 7. No domínio do saber fazer:    Garante o desenvolvimento integral dos Recursos Humanos sob sua gestão. Analisa e avalia planos e projectos de desenvolvimento de recursos humanos. sociais e profissionais. Participa na resolução dos diversos problemas que afectam o pessoal da sua organização. e está aberto a novas teoarias. No domínio do saber ser:    Respeita as diferenças culturais e pessoais das pessoas sob sua gestão.

Psicologia Social e das Organizações 6. Avaliação do Desempenho 17.83% b) Componente de Formação Prática (CFP) . Desenho dos Sistemas de Recompensas 10. Direito Administrativo I 11. Técnicas de Elaboração e gestão de projectos 18. Introdução à Economia 2. Relações Laborais UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 11 DE 186 . Planeamento de Recursos Humanos 9. Direito Administrativo II 15. Introdução à Gestão de Recursos Humanos 5. Informatica aplicada 12. Componentes de organização do curso A organização curricular na formação do Gestor de recursos humanos com habilitação em higiene e segurança no trabalho seguirá um modelo integrado em que serão privilegiadas três componentes de formação que terão os seguintes pesos relativos: a) Componente de Formação Específica (CFEs) . Estratégia Empresarial 16.7% c) Componente de Formação Geral (CFG) . Organização e Métodos 14. Noções de Marketing 7. Recrutamento e Selecção 13. Relações Públicas 19. Introdução à Administração 4. Gestão administrativa de Pessoal 8.10% Componente de formação específica: Major: 1. Introdução a Direito 3.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8.

regulamentos e normas de segurança. Higiene no trabalho 4. Comportamento organizacional 25.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 20. 4. Estágio profissional Minor: 1. Gestão e Desenvolvimento de Competências 23. Cultura e Mudança Organizacional 27. Fiscalidade 21. Organização da emergência 8. Consultoria em Recursos Humanos 26. Gestão da prevenção 3. Noções de Contabilidade 22. 2. Técnicas de expressão Inglês Técnico Estatística Metodologia de estudos e Investigação Científica Antropologia Cultural de Moçambique UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 12 DE 186 . Avaliação e controlo de riscos profissionais 6. 5. Auditoria de Recursos Humanos 29. Gestão Internacional de Recursos Humanos 28. Técnicas de Desenvolvimento de Pessoal 24. 3. Segurança no trabalho 5. Legislação. Gestão de conflitos 7. Ética e Deontologia Profissional Componente de Formação Geral 1. higiene e saúde no trabalho 2. Gestao e administracao de uma infra-estrutura 10. Orientação Vocacional e Profissional 9.

Género. 75% dos créditos. organizam-se segundo o sistema major e minor. nos quais serão também leccionadas disciplinas do plano curricular referente ao major. 9. Áreas de concentração do curso O curso de GRH. A área major é a principal do curso e corresponde a 450 créditos. devendo frequentar as disciplinas que compõem o minor do terceiro e quarto anos da Licenciatura. Crescimento Económico e Desenvolvimento. O estudante ingressa no curso e escolhe o minor no terceiro ano. 4. 2. Higiene e Segurança no Trabalho. Integração Regional.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Temas Transversais: 1. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 13 DE 186 . ou seja. ou seja. O minor será numa única vertente. Economia e Globalização 3. tal como os demais cursos da UP.

92 0.92 1.2 1.8 2.2 15 48 52 10 100 25 75 150 150 150 75 725 R.7 2.29 15.5 1. Humanos R. Matrizes de Organizacao Curricular do Curso de Gestao de Recuros Humanos com Habiltacao em Higiene e Segunca no Trabalho 1ºANO Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Total Contacto Estudo Horas semanais Contacto Estudo Horas Lectivas Horas Semestrais Contacto Estudo Total UP_XX_101_A_5 UP_XX_102_A_4 UP_XX_103_A_4 UP_XX_104_A_6 UP_XX_105_A_6 UP_XX_106_A_6 Métodos de Estudo e Investigação Científica CFG Introducao a economia CFEs Introdução a Direito CFEs Introducao a Gestão CFEs Nocoes de Marketing CFEs Psicologia social e das organizacoes CFEs TOTAL 1º SEMESTRE Metodologia de Investigacao Economia Direito Gestao Marketing Psicologia X X X X X X 5 4 4 6 6 6 31 1.68 49 37.4 17.7 0.6 48 48 48 80 80 80 384 77 52 52 70 70 70 391 125 100 100 150 150 150 775 Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Horas semanais Total Contacto Estudo Contacto Horas Lectivas Semestrais Contacto Estudo Total Estudo UP_XX_101_B_4 UP_XX_102_B_1 UP_ESCOG_GRH_101_B_3 UP_ESCOG_GRH_102_B_6 UP_ESCOG_GRH_103_B_6 UP_ESCOG_GRH_104_B_6 UP_XX_(P)_101_B_3 2º SEMESTRE Técnicas de Expressão em LP Tema Transversal Introducao a gestao de RH Gestao administrativa de Pessoal Planeamento de RH Desenho de sistemas de Recompensa Prática Técnico-Profissional I CFG CFG CFEs CFEs CFEs CFEs CFP Linguas X X 4 1 3 6 6 6 3 29 1.96 2.08 13.2 3.2 3.32 28.08 2.8 1.64 3 3 3 3 3 3 24 4.4 2.8 2.08 2.2 3.7 2.6 1.36 3.1 2.7 2.8 2. Humanos R.2 15.7 2.8 2.4 1.92 1.7 2.29 3. Humanos R.92 3.08 0.7 20.14 10.2 3. Humanos X X X X X 48 80 80 80 48 399 27 70 70 70 27 326 Total Anual 60 31.04 3 1 3 3 3 3 3 25 2.7 2. Humanos R.08 2.8 15.7 783 717 1500 .7 1.08 2.

56 2.44 1.58 2.7 4.4 1.32 3 1 3 3 4 4 3 23 2.7 0.44 3.08 2.92 2.6 48 64 64 64 64 48 352 52 36 86 86 86 27 373 100 100 150 150 150 75 725 TOTAL 1º SEMESTRE Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Horas semanais Total Contacto Estudo Contacto Horas Lectivas Semestrais Contacto Estudo Total Estudo UP_XX_201_B_4 UP_XX_202_B_01 UP_XX_203_B_3 UP_ESCOG_GRH_201_B_4 UP_ESCOG_GRH_202_B_6 UP_ESCOG_GRH_203_B_6 UP_ESCOG_GRH_204_B_3 2º SEMESTRE Antropologia Cultural Tema Transversal: Gestao Ambiental Direito administrativo II Estrategia Empresarial Avaliacao do Desempenho Tecnicas de Elaboracao e Gestao de Projectos Relacoes Publicas CFG CFG CFEs CFEs CFEs CFEs CFEs Antropologia Gestao Direito Gestao R.08 0.4 2.44 3.58 2.24 45 41.58 1.Humanos X X X X X X 4 4 6 6 6 3 29 1.08 16.92 0.29 14.29 1.5 15 48 52 10 100 25 75 100 150 150 75 775 48 48 64 64 48 367 27 52 86 86 27 408 Total Anual 60 28.Humanos Gestao R.6 1.5 4.7 1.4 21.58 1.76 31.5 1.92 3 4 4 4 4 3 22 2.5 4.29 14.44 3.68 2.08 3.08 14.Humanos Gestao Gestao X X X X X X X 4 1 3 4 6 6 3 31 1.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 2º ANO Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Area Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Total Contacto Estudo Horas semanais Contacto Estudo Horas Lectivas Horas Semestrais Contacto Estudo Total UP_XX_201_A_4 UP_XX_202_A_4 UP_XX_203_A_6 UP_ESCOG_GRH_201_A_6 UP_ESCOG_GRH_202_A_6 UP_XX_(P)_201_A_03 Inglês tecnico Direito administrativo I Nocoes de contabilidade Recrutamento e Seleccao Organizacao e metodos Prática Técnico-Profissional II CFG CFEs CFEs CFEs CFEs CFP Linguas Direito Contabilidade R.44 3.92 2.08 1.5 1.9 4.08 2.5 4.58 2.1 719 781 1500 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 15 DE 186 .44 1.5 1.4 19.

1 4.92 2.56 33.4 2.44 2.4 2.08 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3º ANO Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Total Contacto Estudo Horas semanais Contacto Estudo Horas Lectivas Horas Semestrais Contacto Estudo Total UP_ESCOG_M1_301_A_4 UP_XX_302_A_01 Estatística Tema transversalEmpreendidorismo Relacoes Laborais CFG CFG CFEs CFEs CFEs CFEs CFEs Matematica Gestao Direito Financas Informática R.92 1.5 2.44 4.92 2.5 15 48 52 10 100 25 100 75 125 125 175 725 UP_ESCOG_GRH_301_A_04 UP_XX_303_A_3 Fiscalidade UP_XX_304_A_5 UP_ESCOG_GRH_302_A_5 UP_ESCOG_M1_302_A_7 48 48 48 48 64 335 52 27 77 77 111 390 Informatica Aplicada Tecnicas de Desenvolv.08 0.58 2.9 48 48 48 64 64 48 320 77 77 52 86 111 52 455 125 125 100 150 175 100 775 X X 6 7 4 31 Total Anual 60 26.7 4.08 3.8 20.3 23.92 12.44 15.1 2.92 1.29 1.1 4.8 3.08 3.08 4.92 1.6 1.92 0.6 3 1 3 3 3 3 4 21 2.08 3.5 655 845 1500 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 16 DE 186 .56 13. Pessoal Avaliacao e controle de riscos profissionais X 7 29 TOTAL 1º SEMESTRE Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Horas semanais Total Contacto Estudo Contacto Horas Lectivas Semestrais Contacto Estudo Total Estudo UP_ESCOG_M1_301_B_5 UP_ESCOG_GRH_301_B_5 UP_ESCOG_GRH_302_B_4 UP_ESCOG_M2_301_B_6 UP_ESCOG_M3_301_B_7 UP_XX_(P)_301_B_4 2º SEMESTRE Gestao Prevencao Gestao e Desenvol.Humanos HS Trabalho HS Trabalho R.4 4.1 5.08 1.Humanos X X X X 5 5 4 1.8 3.Humanos HS Trabalho X X X X X X 4 1 4 3 5 5 1.2 3 3 3 4 4 3 20 4.8 41 44.7 1.92 1.7 0.Humanos R.08 19.08 3.5 5.56 1. competencias Gestao Internacional de RH Organizacao da emergencia Higiene no Trabalho Prática Técnico-Profissional III CFEs CFEs CFEs CFEs CFEs CFP HS Trabalho R.

28 11.8 591 909 1500 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 17 DE 186 .64 36.4 5.92 1.08 4.92 1.08 4.92 12.1 5.72 17.1 1. Humanos X X X X X 4 4 5 6 29 UP_ESCOG_M1_403_B_4 UP_ESCOG_GRH_401_B_4 UP_ESCOG_GRH_40_B_5 UP_XX_CC_401_B_6 2º SEMESTRE Cultura e Mudanca Organizacional CFEs Trabalho de Culminação de Curso CFEs Total Anual 60 23.92 1. Humanos Gestao R.08 1.08 0.52 3 1 3 3 3 3 3 2.92 1.7 4.5 4.375 Creditos Academicos Horas semanais Total Contacto Estudo Contacto Horas Lectivas Semestrais Contacto Estudo Total Estudo UP_ESCOG_M1_401_B_5 UP_ESCOG_M1_402_B_5 Gestao de Conflitos Legislacao. Humanos R.1 6.4 3. regulamento.92 2.48 3 3 4 3 3 2 18 4.6 1.08 1.92 1.56 1.52 3.4 1.08 17.4 5.4 15 48 52 10 100 25 125 150 150 75 150 750 Gestao Filosofia Gestao R.08 3.92 0.08 3.2 23 48 48 64 48 48 32 288 77 77 36 52 77 118 437 125 125 100 100 125 150 725 CFEs CFEs CFEs HS Trabalho R. Higiene e saude no trabalho Orientacao Vocacional e Profissional Consultoria em RH CFEs Gestao X 5 5 1.08 4.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4º ANO Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Total Contacto Estudo Horas semanais Contacto Estudo Horas Lectivas Horas Semestrais Contacto Estudo Total UP_ESCOG_M1_403_A_4 UP_XX_402_A_01 UP_ESCOG_GRH_401_A_5 UP_ESCOG_M1_401_A_6 UP_ESCOG_GRH_402_A_6 UP_ESCOG_M1_402_A_3 UP_XX_(P)_401_A_6 Seguranca no Trabalho Tema transversalHIV/SIDA Comportamento Organizacional Etica e deontologia profisional Gestao e administracao de uma infra-estrutura Auditoria de RH Estágio Técnico-Profissional CFG CFG CFEs CFEs CFEs CFEs CFP HS Trabalho X X 4 1 5 1.29 1.48 2.1 4. Humanos X X X X X 48 48 48 48 48 312 77 102 102 27 102 438 6 6 3 6 31 TOTAL 1º SEMESTRE Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar 19 27.9 2. normas de seguranca.7 0.44 2. Humanos R.08 4.36 37 47.92 1.

7 2.7 0.18 11.7 2.7 80 70 6 3 1.5 48 48 80 80 80 48 15 52 52 70 70 70 52 10 4 4 6 6 6 4 1 25 2º ano UP_XX_20 1_A_4 UP_XX_20 2_A_4 UP_XX_20 3_A_6 UP_ESCO G_GRH_2 Inglês Técnico CFG Direito Administrativo I Nocções de Contabilidade Recrutamento e Selecção CFEs Direito Contabilid CFEs ade R.7 2. CFP Humanos 3 X 3 2. CFEs Humanos X R.5 4.5 48 64 64 64 52 36 86 86 4 4 6 6 . Plano de Estudos da Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos com Habilitacao em Higiene e Seguranca no Trabalho.7 80 70 6 3 2.9 4.2 399 326 60 2.7 1. CFEs Humanos X 3 2.4 80 48 70 27 6 3 X CFEs Psicologia X CFG CFG X R. CFEs Humanos Desenho de Sistemas de Recompensa Prática TécnicoProfissional I X R.7 2. CFEs Humanos R.4 48 27 3 Linguas X X Metodolo gia de Investigaç ão X 3 X CFEs Economia X CFEs Direito X 4.1 48 77 5 2º Horas HCS HES HCT HET Cred 3 3 3 3 3 3 1 2. 1º ano Código Denominação CF AC Semestre 1º Métodos de Estudo e Investigação Científica UP_XX_101 _A_5 UP_XX_102 _A_4 UP_XX_103 _A_4 UP_XX_104 _A_6 UP_XX_105 _A_6 UP_XX_106 _A_6 UP_XX_101 _B_4 UP_XX_10 2_B_1 UP_ESCOG _GRH_101_ B_3 UP_ESCOG _GRH_102_ B_6 UP_ESCOG _GRH_103_ B_6 UP_ESCOG _GRH_104_ B_6 UP_XX_(P) _101_B_3 Total CFG Introdução a Economia Introdução a Direito Introdução a Gestão CFEs Gestão Noções de Marketing CFEs Marketing Psicologia Social e das Organizações Técnicas de Expressão em LP Tema Transversal Introducao a Gestão de RH Gestão Administrativa de Pessoal Planeamento de RH R.Human CFEs os Linguas X X X X 3 4 4 4 17.7 1.7 2.

7 0.5 64 86 6 Avaliação do Desempenho Tecnicas de Elaboração e Gestão de Projectos X R.Human CFEs os 3ª REFORMA CURRICULAR 0.7 48 15 48 48 52 10 27 52 3 4 1 3 4.5 15 10 1 3 3 3 3 2.7 1.Human os Antropolo gia Gestão X CFEs Direito X 4 CFEs Gestão 4.Human CFEs os X 3 CFEs Gestão X 3 CFEs Gestão 23 3º ano 21.1 4.5 64 86 4 3 X X CFG 1 3 3 2.8 64 111 7 3 4.1 48 48 48 48 52 27 77 77 4 3 5 5 X X UP_ESCOG_M1 _302_A_7 UP_ESCOG_M1 _301_B_5 UP_ESCOG_GR H_301_B_5 4 X X 3 5.5 367 408 60 2.5 64 86 6 Relações Públicas UP_ESCOG_M1 _301_A_4 Estatística CFG Tema Transversal Empreendidoris mo Relações Laborais Fiscalidade Informática Aplicada Técnicas de Desenvolv. Pessoal Avaliação e Controle de Riscos Profissionais Gestão Prevenção Gestão e Desenvol.4 2.Human CFEs os X HS CFEs Trabalho HS CFEs Trabalho R.7 48 52 4 UP_XX_302_A_ 01 UP_ESCOG_GR H_301_A_04 UP_XX_303_A_ 3 UP_XX_304_A_ 5 UP_ESCOG_GR H_302_A_5 1 CFG Gestão X CFEs Direito X CFEs Financas Informátic CFEs a R.1 4.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 01_A_6 UP_ESCO G_GRH_2 02_A_6 UP_XX_( P)_201_A_ 03 UP_XX_2 01_B_4 UP_XX_2 02_B_01 UP_XX_20 3_B_3 UP_ESCO G_GRH_2 01_B_4 UP_ESCO G_GRH_2 02_B_6 UP_ESCO G_GRH_2 03_B_6 UP_ESCO G_GRH_2 04_B_3 Total Organização e Métodos CFEs Gestão Prática TécnicoProfissional II Antropologia Cultural Tema Transversal: Gestão Ambiental Direito Administrativo II Estratégia Empresarial CFP CFG X 4 X R. Competências UP – DP Matemátic a X X 3 2.4 4.7 48 52 3 1.5 1.1 48 48 77 77 5 5 PÁG 19 DE 186 .4 48 27 6 4 4.

5 15 10 1 3 2.Human CFP os 3 X X X 4 4 3 41 2.3 44. Higiene e Saúde no Trabalho Orientação Vocacional e Profissional Consultoria em RH Cultura e Mudança Organizacional Trabalho de Culminação de Curso CFG HS Trabalho X X 1 CFG X CFEs Gestão X 3 CFEs Filosofia X 3 CFEs Gestão R. Regulamento.2 47.7 48 52 4 Gestao Internacional de RH Organização da Emergência Higiene no Trabalho Prática TécnicoProfissional III X R.1 48 77 5 3 1.1 48 48 48 27 102 77 3 6 5 UP_ESCOG_M1 _403_B_4 UP_ESCOG_GR H_401_B_4 UP_ESCOG_GR H_40_B_5 UP_XX_CC_401 _B_6 Total UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 20 DE 186 . Normas de Seguranca.5 48 64 64 48 655 52 86 111 52 845 4 6 7 4 60 UP_ESCOG_GR H_402_A_6 UP_ESCOG_M1 _402_A_3 UP_XX_(P)_401 _A_6 UP_ESCOG_M1 _401_B_5 UP_ESCOG_M1 _402_B_5 3 3 3 1.5 5. CFEs Humanos 4 X X 3 CFEs Gestão R.4 48 102 6 3 4.8 3. CFEs Humanos R.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 UP_ESCOG_GR H_302_B_4 UP_ESCOG_M2 _301_B_6 UP_ESCOG_M3 _301_B_7 UP_XX_(P)_301 _B_4 Total 4º ano UP_ESCOG_M1 _403_A_4 UP_XX_402_A_ 01 UP_ESCOG_GR H_401_A_5 UP_ESCOG_M1 _401_A_6 Segurança no Trabalho Tema TransversalHIV/ SIDA Comportamento Organizacional Etica e Deontologia Profisional Gestão e Administração de uma Infraestrutura Auditoria de RH Estágio TécnicoProfissional Gestão de Conflitos Legislação.8 32 591 118 909 6 60 4.4 5.1 48 77 5 0.1 48 77 5 X X X 5.7 64 48 36 52 4 4 4.7 4. CFEs Humanos 2 37 6.9 2.4 4.4 48 102 6 5.Human CFEs os HS CFEs Trabalho HS CFEs Trabalho R. CFEs Humanos R. CFP Humanos CFEs Gestao X 3 HS CFEs Trabalho X R.

Tabela de equivalência A disciplina Tecnicas de Expressão em LP Introdução à Economia Noções de Direito Introdução à Administração Introdução à Gestão de Recursos Humanos Psicologia Social e das Organizações Metodos de Estudos Investigação Científica Noções de marketing Gestão Administrativa de Pessoal Planeamento de Recursos Humanos Desenho de sistema de recompensas Inglês técnico Direito administrativo I Gestão de empresas Recrutamento e selecção Organização e Método Direito Administrativo II Estratégia Empresarial Avaliação de Desempenho Técnicas de Eaboração e gestão de Projectos Equivale a Tecnicas de Expressao Introdução à Economia Noções de Direito Introdução à Administração Introdução à Gestão de Recursos Humanos Psicologia Social e das Organizações Metodologia de Investigacao Cientifica Marketing Basico Gestão Administrativa de Pessoal Planeamento de Recursos Humanos Desenho de sistema de recompensas Ingles II Direito administrativo I Gestão de empresas Recrutamento e selecção Organização e Método Direito Administrativo II Estratégia Empresarial Avaliação de Desempenho Técnicas de Eaboração e gestão de Projectos Relações Públicas Estatística Relações laborais Relações Públicas Estatística Relações laborais UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 21 DE 186 . Tabela de Precedências do Curso de Gestão de Recursos Humanos A inscrição em: Avaliação do Desempenho Gestão Internacional de Recursos Humanos Estrategia Empresarial Técnicas de desenvolvimento do pessoal Gestão Financeira Direito Administrativo II Depende da aprovação em: Recrutamento e Selecção Introdução a gestão de RH Introdução à Administração Avaliação do Desempenho Contabilidade Financeira Direito Administrativo I 13.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 12.

Plano de transição O curso de Licenciatura em GRH seguirá o seguinte plano de transição: a) Os estudantes que tiverem transitado para o 4° ano em 2009 continuam a reger-se pelos planos de estudos anteriores. nos moldes do actual currículo. só deverão realizar as suas inscrições depois de consultarem a tabela de equivalências. pela segunda vez. numa disciplina do antigo currículo terá de se integrar no novo currículo de 2011. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 22 DE 186 . terão mais uma oportunidade de fazer a disciplina do antigo currículo.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Gestão de Conflitos Contabilidade financeira Técnicas de Desenvolvimento do Pessoal Gestão e Desenvolvimento de Competências Gestão de Conflitos Contabilidade financeira Técnicas de Desenvolvimento do Pessoal Gestão e Desenvolvimento de Competências Gestão Internacional de RH Comportamento Organizacional Ética e Deontologia Profissional Auditoria de RH Gestão Financeira Orientação Vocacional Profissional Consultoria em RH Cultura e Mudança Organizacional Trabalho de Culminação de Curso Gestão Internacional de RH Comportamento Organizacional Ética e Deontologia Profissional Auditoria de RH Gestão Financeira Orientação Vocacional Profissional Consultoria em RH Diagnostico e Mudanca Organizacionaol Trabalho de Culminação de Curso 14. nos anos subsequentes à introdução do novo currículo. b) Os estudantes que tenham transitado para o 4° ano em 2009 e que tenham reprovado em disciplinas do 3° ano. afim de serem devidamente enquadrados no novo currículo. Se o estudante voltar a reprovar. c) Todos os estudantes que. reprovarem de ano e não conseguirem completar o curso.

Uma impressora 2. b. Sede da UP a. b. A ESCOG tem um espaço físico bastante reduzido para o seu funcionamento. palestras. Sete computadores. Espaços próprios da escola localizam-se na UP – sede e na sede do PAGE. segundo o estipulado no regulamento académico. Deste modo. 4 computadores e 1 laptop UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 23 DE 186 . testes e exames. 5 salas de aulas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 15. são as seguintes: a) Exame de conclusão b) Monografia científica 17. Como solução intermédia. a escola tem recorrido às instalações das escolas primárias da cidade e província de Maputo. Outro material que facilitava o processo de ensino e aprendizagem é a existência de um microfone em cada anfiteatro. 16. 3 gabinetes c. Instalações e equipamentos existentes As aulas nas turmas numerosas são ministradas com recursos a equipamentos informáticos (computadores e datashow) o que facilita o acompanhamento e a compreensão dos conteúdos . ESCOG a. c. a avaliação irá consistir na elaboração de trabalhos práticos e teóricos. onde encontramos: 1. 3 secretárias e quatro cadeiras. Avaliação da aprendizagem A avaliação no Curso de GRH assumirá um carácter formativo e contínuo. realização de seminários. obedecendo o que está estipulado do Regulamento Académico da UP. Formas de culminação do curso As formas de culminação do Curso de Licenciatura em GRH. 2 anfteatros.

Corpo docente e técnico-administrativo existente Ome Augusto José Mondlane Nível Mestre Áreas de Leccionação Introdução à Gestão. Gestão Estratégica. Análise e Gestão de Projectos. Delegação de Nampula Castigo Jose Castigo Licenciado Contabilidade Financeira I e II. Contabilidade Sectorial. Gestão Estratégica. Empreendedorismo. Direito Empresarial. Chiconela Licenciado Noções de Direito. Direito Administrativo. Corpo docente e técnico-administrativo existente 18. Laboral Joaquim Eugénio Tchamo Licenciado Introdução à Gestão. Economia Juma Licenciado UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 24 DE 186 . Finanças Empresariais I e II. Contabilidade Sectorial. Finanças Empresariais I e II.1. Cálculo Financeiro I e II. Logística Empresarial Carlos Mussa Doutorado Noções de Contabilidade. Economia Internacional. Fiscalidade Administração Pública e Microeconomia. Gestão de Recursos Humanos. Contabilidade de Custos. Cálculo Financeiro I e II.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 d. e. Direito Comercial. Análise e Gestão de Projectos. Contabilidade de Custos I e II. Economia dos Transportes. Contabilidade de Custos I e II. 1 impressora. Empreendedorismo. Gestão de Recursos Humanos. Contabilidade Sectorial. 1 secretária f. Contabilidade Financeira I e II. Finanças Empresariais I e II. Ética História do Administração Pública e Pensamento Económico. Empresarial. Macroeconomia. 4 cadeiras 18. Contabilidade de Custos I e II. Cálculo Financeiro I e II. Economia Monetária. Logística Empresarial Madalena Santanta Delegação de Quelimane Nicário Vaz Melo Licenciado Contabilidade Financeira I e II. Métodos de Estudos e Invesvtigação Científica David Alxandre Pinto Licenciada Introdução à Economia. Contabilidade Financeira I e II.

que de forma coordenada as duas áreas desenvolvam actividades sinérgicas com vista ao sucesso do PEA. 19.  Material bibliográfico temático. Análise de necessidades Dada a necessidade de se dar resposta positiva aos novos modelos de pedagogia.  Formação e/ou capacitação de professores e investigadores em matéria de empreendedorismo. a ESCOG necessita de ser apetrechada em termos de:   Mobiliário apropriado para o desenvolvimento do PEA. Está em curso o recrutamento de sete docentes efectivos nas diversas áreas específicas da escola. de modo.  Capacidade em termos humano tanto a nível de académico assim como administrativo. com vista a formar graduados empreendedores. Dispõe de dua técnica administrativa uma efectiva e outra Contratada. sendo os outros restantes contratados com os fundos próprios da UP.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 A ESCOG para o seu funcionamento tem oito docentes efectivos e um contratado pelos fundo do Orçamento do Estado. na qual. que lhes permita fazer estudos comparados sobre os vários paradigmas de gestão empresarial e integrá-los nos vários sistemas de administração em cursos nas várias partes do universo. Material informático com vista a permitir aulas interectivas entre docentes e estudantes de outras delegações da UP e das outras instituições de ensino superir nacionais e estrangeiras conveniadas com a UP. empregados e não empregados. procura-se despertar a capacidade deste realizar coisas através de transformação de ideias em prática através de um processo de ensino e aprendizagem motivador.  Meios de locomoção que possam facilitar deslocações internas tanto para a troca de experiências entre os funcionários das delegações com vista a UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 25 DE 186 . com vista a permitir que os estudantes sejam munidos de um referencial teórico diversificado. principalmente a pedagogia centrada no aluno. Também está em processo o recrutamento de dois técnicos médios e um superior.

ACORDOS UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 26 DE 186 . formas de cooperação com os parceiros. que realizam programas e actividades inerentes aos cursos ministrados na ESCOG com vista ao enriquecimento dos currículos e assegurar espaço de realização de actividades práticas dos estudantes. INSTITUIÇÕES COOPERAÇÃO  CONGÉNERA acordos com as instituições governamentais. SEMINÁRIOS COM DE  acordos de cooperação com as instituições de formação superior em Administração e Gestão para troca de experiência e capacitação dos docentes da UP. serventes RECURSOS HUMANOS RECURSOS MATERIAIS           realização de um seminário interno para a divulgação e discussão de todos os aspectos inerentes a implementação e funcionamento dos cursos: motivos da reforma. comunitárias. seu contributo económico e social. da UP.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 permitir desenvolvimento de actividades harmoniosas em todas delegações com cursos da ESCOG. etc.  Em suma: Tabela nº 5 – Descrição das necessidades do curso de bacharelato e licenciatura TIPO DE NECESSIDADES      DESCRIÇÃO DAS NECESSIDADES Duas salas de informática gabinete de trabalho para docentes devidamente apetrechado bibliografia em conformidade com as componentes de formação quatro retroprojectores dez tela Seis data-shouw Oitenta computadores para duas salas de informática dos estudantes Duas máquinas fotocopiadoras Seis impressoras lazer Duas impressoras Jet Noventa UPS 6 scanners docentes das disciplinas contidas no plano de estudos. de outas Instituição Nacionais e instiutições internacionais. não-governamentais. incluindo participação em cursos de pós-graduação. etc. filosofia dos novos cursos. circulação de estudantes entre os cursos da ESCOG.. condições materiais e humanas.

com vista a formar quadros capacitados em matérias de Administração. Neste contexto. conferindo ao graduado uma visão multifacetado de modo a responder aos vários desafios colocados aos profissionais da área. global e a nível da CPLP. considerando que o curso devera se ajustar aos novos paradigmas. principalmente a pedagogia centrada no aluno. visam a assegurar que a ESCOG dê resposta positiva aos novos modelos de pedagogia. Gestão de Recursos Humanos.  Ordenação das disciplinas de forma lógica e harmoniosa.  Produção de um currículo dinâmico e que permite a mobilidade de estudantes em instituições de ensino superior a nível interno da UP e em outras instituições de ensino superior. regional.  Atribuição de uma visão integrada do mundo de negócios embasado em diversas áreas de conhecimento. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 27 DE 186 . na qual. Higiene e Segurança no Trabalho. o processo de reforma do cursos afigura-se de importância. procura-se despertar a capacidade deste realizar coisas através de transformação de ideias em prática através de um processo de ensino e aprendizagem motivador. Conclusões O curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos e Gestão de Recursos Humanos e Inspecção surgiu no âmbito da expansão de cursos de formação de outros profissionais na UP. a ESCOG necessita de ser apetrechada em termos de: 20. Nesse contexto.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Os condicionalismos aciama expostos. durante a sua implementação vários foram os constrangimentos. e outras áreas afins. facto que justifica a presente revisão do curso. dada a dinâmica do momento. A reforma que o curso conhece singe-se principalmente no seguinte:  Adequação do curso às realidades nacional. Neste sentido. com vista a conferirlhe uma nova estrutura de modo a dar resposta às expectativas do momento. justifica-se a presente reforma que se afigura necessária.

Projecto de Reforma Curricular da UP. 2006 UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA. Comissão Central de Reforma Curricular.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 21. UP. UP. Guia para a apresentação do Plano Curricular do Curso. U. Referências bibliográficas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. MEC. UP. Maputo. _____ CEPE.P. 2009.Normas para Produção e Publicação de Trabalhos Científicos na Universidade Pedagógica. Maputo. Comissão Central de Reforma Curricular. Comissão Central de Reforma Curricular. UP. 2008. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 28 DE 186 . Maputo. Plano Estratégico da Educação (Revsto) 20062011. Bases e directrizes curriculares para os cursos de graduação da Universidade Pedagógica. 2003 CEPE. Maputo.. 2003 ____ Regulamento Académico para os Cursos de Bacharelato e Licenciatura. Maputo. 2007. _____ CEPE. Maputo.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 PROGRAMAS TEMATICOS .Major Componente de Formação Geral UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 29 DE 186 .

2 Semestre .2º Tipo. apropriação e intervenção na realidade exterior e interior. que considera necessários para a reflexão. este programa preconiza. a aquisição de determinadas técnicas de expressão e. implica que ela seja entendida como elemento mediador da compreensão / expressão oral e escrita. cada um com a sua especificidade. sentir. Assim. será da responsabilidade do professor.Nuclear Ano .1º Créditos – 4= 100 horas (48 de contacto e 52 de estudo) 0. por um lado.Técnicas de Expressão em Língua Portuguesa Código Nível . o desenvolvimento de capacidades e aptidões que permitam ao sujeito de aprendizagem uma compreensão crítica das outras matérias de estudo e uma preparação eficiente para a sua profissão. optou-se por uma apresentação genérica dos objectivos e conteúdos programáticos. Ela assegura o desenvolvimento integrado das competências comunicativa e linguística. Numa perspectiva de que o programa se destina a discentes de diferentes cursos. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 30 DE 186 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina. a partir da análise da textualidade dos discentes. Introdução O reconhecimento da importância de que a língua se reveste para o Homem a ela estar vinculado de modo que nela e por ela manifesta as suas diversas formas de pensar. Considerando que é a Língua Portuguesa a que organiza os saberes curriculares das outras disciplinas. agir e comunicar. a par dos propostos. meio de conhecimento. por outro. fazer o levantamento dos conteúdos gramaticais. Orientando-se os objectivos para o desenvolvimento da competência comunicativa e produtiva. de modo a serem supridos os problemas existentes ao nível da competência linguística.

reformulado no âmbito da revisão curricular em 2003. lexical. na oralidade e na escrita. O programa visa desenvolver a compreensão oral e escrita em diferentes situações e fornecer instrumentos que permitam a manipulação de diferentes tipos de texto. nas componentes fonológica.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 cabe ao professor organizar exercícios gramaticais. 3. Pré-requisitos Nenhum UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 31 DE 186 . Conhecer o funcionamento específico da pluralidade de discursos que os discentes manipulam quotidianamente nas disciplinas curriculares. Utilizar a língua como instrumento de aquisição de novas aprendizagens compreensão e análise da realidade. Aperfeiçoar o uso da funcionamento. Desenvolver a competência comunicativa em Língua Portuguesa. perspectivando os discursos tendo em vista a integração do sujeito de aprendizagem no seu meio socioprofissional. Competências Os estudantes deverão: a. Desenvolver o conhecimento da língua e da comunicação. língua tendo em conta as suas componentes e seu para a 2. semântica e pragmática. passando a disciplina semestral e novamente revisto tendo em conta as constatações e observações feitas ao programa anterior e a necessidade cada vez crescente de responder às exigências dos discentes. de forma apropriada a diferentes situações de comunicação. estruturais ou de conceitualização. dos diferentes cursos ministrados pela UP. morfo-sintáctica. c. b. apresentamos o presente programa de Língua Portuguesa e Técnicas de Expressão. Objectivos gerais a. 1. Nesse espírito. b. tendo em conta o público a que se destina. consoante os objectivos e as necessidades reais dos sujeitos de aprendizagem. através de uma reflexão metódica e crítica sobre a estrutura do sistema linguístico. candidatos a professores.

Textos escritos de organização e pesquisa de dados  Tomada de notas  Técnicas de economia textual  Resumo  Plano do texto  Unidades de significação  Regras de elaboração de resumo Textos orais ou escritos de natureza didáctica ou cientifica  Texto Expositivo-Explicativo  A intenção de comunicação  A organização retórica e discursiva  As características linguísticas  A coerência e progressão textual           Texto Argumentativo Conceito de argumentação A organização retórica do texto Organização discursiva do texto Teses e argumentos Práticas discursivas Composição Escrita Planificação Produção Reconhecimento de esquemas de compreensão global  Expressão e compreensão oral  Princípios orientadores da conversação  Formas de tratamento  Tipos e formas de frase  Oralidade  Textos Funcionais /administrativos  A Acta  O Relatório  O Sumário  O CV 09 10 3 09 7 4. 06 5 6. Plano Temático Temas Conteúdos Horas de contacto 06 Horas de estudo 10 1. 06 5 5. 06 08 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 32 DE 186 . 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4.

6. orais e escritos. aconselha-se a utilização de textos completos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7. O professor deverá procurar diversificar os meios de ensino em função dos temas a abordar e. são considerados instrumentos de avaliação: . A Frase Complexa – coordenação e subordinação Catogorias gramaticais Campos semânticos e relações lexicais. todas as actividades seleccionadas pelo professor devem partir essencialmente da prática do sujeito de aprendizagem. pontuação. .Trabalhos individuais. O6 7 Total 48 52 5. de acordo com as condições reais da instituição. Haverá um exame final do Semestre que consistirá numa prova escrita. o discente tem que praticar a língua portuguesa na oralidade e na escrita. Da mesma forma. A nota de frequência a atribuir no fim do Semestre será a média dos resultados obtidos em cada um dos objectivos definidos. translineação. a elaborar dentro das horas de contacto e/ ou do tempo de estudo. reflectindo sobre as estruturas textuais. O tipo de avaliação corresponderá aos objectivos definidos incidindo sobre: . A nota final do Semestre será calculada com base na nota de frequência (com peso de 60%) e na nota de exame (com peso 40%). para atingir os objectivos traçados. Aconselha-se a escolha de textos relacionados com as temáticas de cada curso assim como. sistemática e periódica. Métodos e Estratégias de Ensino-Aprendizagem Do ponto de vista metodológico considera-se que. .Expressão oral e escrita. sempre que possível e outros materiais para o alargamento da cultura geral. Avaliação A avaliação deverá processar-se de uma forma contínua.Composição oral e escrita. acentuação. não se limitando apenas a nível oracional. Deste modo.      Reflexão sobre a língua Ortografia.Testes escritos (mínimo de dois). naturalmente. Assim. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 33 DE 186 . avaliados nos trabalhos e / ou testes.

. d’Silva. & MARCONI. D. São Paulo.M. caminho. 199. Língua de ensino . Editorial Editora.. Textos editores.al.Lisboa. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 34 DE 186 . C. UP. Maputo. Dicionário Prático de Regência Nominal. de Andrade. SANTOS. Metodologia Científica. 1999.. Sá da Costa.Português 8. e ARROJA. Odete et. A. sd. JUCQUOIS. 2003. Gui. Porto. Lisboa. L. ASA. & CINTRA. Gramática da Língua Portuguesa. MARQUES. São Paulo. Edivaldo M.J. Redacção e Composição.L. 2002. Textos 1990. Lisboa. & BIZARRO. 2ª ed. 14ª FIGUEIREDO.. LAKATOS. Lisboa. Da Palavra ao Texto-Gramatica de Língua Portuguesa. Atlas. M. M. M. Lisboa. Metodologia de Pesquisa: Monografia. CUNHA. CARRILHO.. 1989 Lisboa. Programa de Língua Portuguesa e Técnicas de Dissertação. Prontuário: Erros Corrigidos de Português. Teses. 47ª ed. FILHO. Instituto Superior Pedagógico. O. Atlas. Maputo. J. Ática.Português. Outras Palavras. 4ª ed. Porto editora. DIAS. Motivar para a Escrita: Um Guia para Professores. 2006. et. LUFT. M. al. & MOTA. MAVALE. Resumo (Apontamentos). Bibliografia Básica BOAVENTURA. MATEUS. 2001. PRONTUÁRIO ORTOGRÁFICO DE LÍNGUA PORTUGUESA. Celso Pedro. Cordas. ed. São Paulo.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7.5ª ed. Breve Gramática do Português Contemporâneo. M. R. 2003. Expressão. 1997.. Editorial presença. Lisboa.. 1998. Em Português Claro. Cecília. E.

Lisboa. Landon and New York. M. Coimbra. M. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais. REI.. 2004.d. Maria Teresa. J. Curso de Redacção II . Dicionário prático de verbos seguidos de preposições. Fim de Século. Coloquail Portuguise-The complete course for beginners. TRIVINOS. Docentes A disciplina será leccionada por docentes da FL. H.. Como Fazer um Resumo.S. J. 1992. SERAFINI. presença. Almedina.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Notícias. Esteves. SAMPAIO. VILELA. São Paulo. 2004. Presença. 2ª edição. & MCLNTYRE. Porto editora. A. Saber Estudar e Aprender. Gramática da Língua Portuguesa. & CASEIRO. 2ªed. s. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 35 DE 186 . Maria Teresa. VENTURA. Mário. Lisboa. 2ª editorial Lisboa. Atlas.O Texto.N. B. Como se Faz um Trabalho Escolar. Editorial.A. Editorial 2001. Lisboa. 2002. Presença. SERAFINI. SOARES. A pesquisa qualitativa em Educação. 1999. 1996. Editorial 9. 1995.

Ser activo. Integrar saberes na elaboração de um projecto de investigação. b. Objectivos Gerais a. Adquirir orientações lógicas. Compreender a Ciência como um processo crítico de reconstrução permanente do saber humano. construtivo. d. 3. b. Adquirir e desenvolver técnicas de estudo e iniciação à pesquisa. c.Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 36 DE 186 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Métodos de Estudo e Investigação Científica Código Nível – 2 Semestre – 1º Tipo – Nuclear Ano – 1º Créditos – 5= 125 horas (48 de contacto e 77 de estudo) 1. Desenvolver uma postura investigativa na sua aprendizagem. motivado. Pré-requisitos . garantindo-lhes deste modo maior produtividade. Adquirir instrumentos técnicos. 2. Desenvolver técnicas de estudo que permitam disciplinar o seu trabalho intelectual. metodológicas e técnicas com vista à formação de hábitos de estudo. de uso de instrumentos de trabalho académico. de leitura. aplicação e produção do conhecimentos. f. de produção e sistematização do conhecimento. Competências a. e. autónomo e responsável na aquisição. Adquirir disciplina lógica e rigorosa para a expressão do seu pensamento. lógicos e conceptuais para que se desenvolva com eficiência e competência a aprendizagem nas diferentes áreas. c.

funcionalista e estruturalista). referências bibliográficas. .) e de procedimento (histórico. . privilégios e oportunidades. hipóteses. apêndices e anexos.preparação para as aulas teórico-práticas e práticas. . Exigências e desafios do ensino universitário: . descrição do estudo piloto. comparativo. fenomenológico. . problema. testes.importância da motivação e projectos de vida. Motivação para o estudo: .preparação para as provas de avaliação. dedutivo. tipológico.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4.gestão do tempo/ horários de estudo. . monográfico.organização e planificação dos trabalhos e exercícios.tipos de pesquisa (pesquisa experimental ou quantitativa e pesquisa quantitativa). orçamento e cronograma. . justificativa. exames). Optimização do estudo no processo de aprendizagem: . trabalho de projecto..tipos de relatórios de pesquisa.métodos e técnicas de memorização através da compreensão.revisão e sistematização das matérias.métodos e técnicas de leitura. Planificação do estudo: .condições ambientais e psicológicas pra o estudo.técnicas de concentração e de anotação (apontamentos).métodos de abordagem (indutivo. Plano Temático Nº Tema Horas de Horas de contacto estudo 1 2 3. . . objectivos 5 7 10 5 5 10 10 10 4 5 10 5 5 10 6 5 10 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 37 DE 186 . objectivos. estatístico.responsabilidades. hermenêutico.a redação de um relatório:  o plano provisório. quadro teórico (referencial teórico). análise e interpretação de textos. etc. . trabalhos escritos.realização das tarefas escolares (sessões de estudo individual e em grupo. . . metodologia. hipotéticodedutivo.aprender a pensar: o papel da reflexão.a preparação da pesquisa.a elaboração do projecto de pesquisa:  tema. a revisão da literatura. dialéctico. Etapas da pesquisa científica: . 7 Elaboração de um relatório de pesquisa: . Tipos e métodos de pesquisa: . .

fichamento (tipos de fichas: fichas de citação. pessoa usada pelo autor da pesquisa (eu.posição e postura do candidato. . margens. utilidade das notas. justiça e equidade). pesquisa bibliográfica. digitação. configuração da página (papel. numeração dos títulos. citações. beneficência. Total 48 5 5 77 5. desenvolvimento e conclusão). dedicatória. objectivos. de ligação e de leitura). hipóteses. formatação. problema. lista de símbolos e abreviaturas. definições. . quadro teórico de referência. espaçamento). tempo verbal e formas de tratamento. sistema citação-nota. paráfrases.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 da revisão bibliográfica. sistema autor-data. resumo/abstract)  elementos textuais (introdução. metodologia. rodapés. títulos dos itens e subitens.aspectos gráficos e técnicos da redacção  textos digitados.Quesitos da pesquisa (autonomia. Exigências éticas da pesquisa: 5 8 . bibliografia. . UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 38 DE 186 . folha de rosto. justificativa. parágrafos. ler e guardar informações. A componente teórica será repartida entre exposições do professor e exposições dos estudantes preparadas sob orientação do professor. acentos e abreviaturas. gráficos e quadros.  elementos pós-textuais (apêndices. Tal componente destina-se a fornecer orientações sobre os procedimentos de estudo e de pesquisa.errata. fontes primárias e secundárias). citações. notas de rodapé. A defesa do trabalho científico: 3 9 .dia da defesa. técnicas bibliográficas . tomada de posição. pontuação. índice/ sumário/ tabela de conteúdos. lista de tabelas. sublinhamento. nãomaleficência. Métodos de ensino-aprendizagem A disciplina de Métodos de Estudo e Investigação Científica terá um carácter teórico e prático. abordando desde a produção de conhecimento até a apresentação formal do trabalho.a estrutura de um relatório de pesquisa:  elementos pré-textuais (capa. acessibilidade das fontes (fontes do trabalho científico. nós ou 3ª pesssoa). anexos). numeração das folhas e dos rodapés. dificuldades e limitações.

Língua de ensino  Português 8. 2000. 2) Um projecto de investigação individual. 15. Cortez Editora. KOCHE. Os instrumentos de avaliação serão: 1) Observação da participação nas aulas. 6. Ed. João Ferreira de & PINTO. etc. Como se faz uma tese. São Paulo. Bibliografia ALMEIDA. José Madureira. Editora Perspectiva S. O programa que se apresenta deve ser considerado uma proposta de programação flexível e que deverá ser ajustada ao ritmo de aprendizagem dos estudantes e a natureza do curso. 7. Tais actividades práticas poderão envolver a leitura e a análise de textos. rev. Umberto. 1995. ed. Lisboa. A investigação nas Ciências Sociais. Antonio. Nota: A disciplina de Métodos de Estudo e Investigação Científica não terá exame final. 5. notas de rodapé. São Paulo. Teoria da Ciência e prática da pesquisa. RJ.ed. São Paulo. a elaboração de citações. Avaliação A avaliação será contínua e sistemática. Nestas aulas. Alex Moreira et al. José CARLOS. tomada de posição. serão leccionadas também aulas práticas. ECO. a referenciação bibliográfica e a elaboração de índices. 1999. Fundamentos de metodologia científica. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 39 DE 186 . Aprendendo metodologia científica: uma orientação para os alunos de graduação. paráfrases.. 1997. 2000. A. CARVALHO. os estudantes farão uso das directrizes lógicas. 14. Sendo vasta a literatura na área da Metodologia de Investigação Científica.ed. O Nome da Rosa. metodológicas e técnicas fornecidas nas aulas teóricas. são indicadas obras de leitura obrigatória e são consideradas como sendo a bibliografia básica da disciplina. e ampl. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. sumários. o fichamento dos textos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Para além das aulas teóricas.. Vozes. Petrópolis. Editorial Presença. CHIZZOTTI. 4.

2. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. R. TRIVINOS. Manual da monografia: como se faz uma monografia. Menga & ANDRÉ.. e ampl. rev. São Paulo.D. EPU. Planejamento de pesquisa: uma introdução. 2000. LUDKE. Augusto N. 1986. Michel. Cortez editora. São Paulo. Metodologia do trabalho científico. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 LAKATOS.. 2000. 1994. 200. Metodologia da pesquisa-acção. Sérgio Vasconcelos de. A pesquisa qualitativa em educação. Luiz A. Atlas.ed. 6. EDUC. 1987. Metodologia Científica. 1991. uma dissertação.A. São Paulo. São Paulo. Cortez Editora. NUNES. SEVERINO. Eva M. Editora Atlas S. 9. LUNA. 21.S. São. Docente A docência da disciplina será assegurada por docentes com um grau de Pós-graduação e alguma experiência de investigação.ed. São Paulo. Marli E.A. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 40 DE 186 . São Paulo. Marina de A..ed. Antônio Joaquim. Saraiva. & MARCONI. THIOLLENT. uma tese. Paulo.

3. tomando parte em diversos encontros e situações quotidianas a ter lugar ao longo dos seus estudos. fala. c. b. c. Descrever situações. fenómenos. Adquirir conhecimentos para manipular o vocabulário básico da língua Inglesa e para lidar com textos utilitários. Competências a.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Inglês tecnico Código – Nível – 2 Tipo – Nuclear Ano – 2º Semestre – 1º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto e 52 de estudo) 1. Produzir diferentes tipos de discurso apropriados para o nível académico através da escuta. Desenvolver capacidades de escuta e de tomar notas ao mesmo tempo que se escuta ou toma parte numa entrevista ou seminário. leitura e escrita. Explicar eventos ou situações oralmente ou através da escrita. 2. Pré-requisitos Ingles I UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 41 DE 186 . Objectivos gerais a. b. estados usando uma lingaugem correcta. servindo-se de apresentações curtas. Aplicar metodologias e habilidades de comunicação.

I’m having a bath. E. The sun rises in the east.g. He smokes twenty cigarettes a day. their The Genitive possessive (e. that is. our. The focus is on positive.Improving reading speed 2. E. her. your.g. Questioning speakers and asking for clarification 6 7 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 42 DE 186 . that is a state. a habit. but is not necessarily happening at the moment. I can’t answer the phone. To express an activity that is happening for a limited period at or near the present.g.Taking notes from an academic text Language Focus 2 To express an action that happens again and again. Plano Temático Nº 1 Tema Language Focus 1 In all persons singular and plural. E. Annie’s reading it. E. your. To express a fact that stays the same for a long time.g. Inferring instated meanings from academic texts Horas de Horas de contacto Estudo 6 7 2 6 7 3 Language Focus 3 To express an activity happening at the moment of speaking. negative and questions. its. well signposted. his. To express something which is always true about a person or about the world. effectively delivered and making use of visual aids. E. The possessive adjectives my.g. Speaking skills Giving a short presentation: clearly structured.g. She works in a bank Reading skills Using an English English Dictionary efficiently Guessing the meaning of unknown words in context.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. John’s) Whose + possessive pronouns Reading skills 1.Reading an academic text for gist 3. Please don’t take that book.

g. For descriptions.g.g. Will To introduce (going to) to express a future intention (e. E. This morning was really beautiful. E. To express present result of a past action. What were you doing at 8:00 last night? I was watching television.g. agreeing and disagreeing Language Focus 7 Present Perfect Simple with ever and never + since and for To express experience.g. She has broken her legs. The sun was shining.g. We’re going to move to Nacala)and (will) to express a future intention or decision at the moment of speaking. I went to Vilankulos for my holiday last year. E.g.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4 6 Language Focus 4 Past Simple + definite time expressions (e. yesterday. E. E. Speaking Skills Taking part in debates and discussions. expressing opinions.g. etc. Writing skills Basic note taking techniques Using semantic makers Recognizing the difference between form and informal written English Writing a summary of a short text Writing and laying-out a written assignment in a formal academic style Planning and writing essays of different types: 6 Language Focus 5 Past Continuous To express an activity in progress around a point of time in the past. Listening Skills Understanding the main points of a short talk/lecture UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR 7 5 6 6 6 6 7 6 6 PÁG 43 DE 186 . I have lived here for ten years. It’s Jane’s birthday. Writing Skills Description of a place Reporting the results of a survey Reporting changes Comparing and contrasting Language Focus 6 Going to vs. ago. E. the birds were singing. E. Have you ever been to Russia? To express unfinished past.) To express an action which happened at a specific time in the past and is now finished.g. Is it? I’ll buy her some flowers.

and S. 1980. Language Practice First Certificate.g. Academic Writing Course. Longman. Docentes Docentes desta cadeira provém do departamento de Inglês. 2000.. Oxford. Reading Skills Fort the Social Sciences. Bibliografia CUNNINGHAN S. To introduce a hypothetical condition and its probable result. Flowers die if you don’t water them. Oxford. HAAR MAN. 9. Métodos de avaliação Nesta disciplina prevê-se a realização de 2 testes escrtitos 7. 2003. Listening Skills Taking notes from a short talk/lecture 6 6 Total 5. L. OUP. Longman. University Press. with automatic or habitual results. UK. UK. 6. E. If you leave before 10. M. R. If I had enough money. John The New Headway Pre-Intermediate English Course. 1993. E. UK. I would eat in restaurants all the time. Métodos de ensino – aprendizagem 48 52 A disciplina de Língua Inglesa desenvolver-se-á com aulas de carácter teóricoprático dando prioridade a trabalho em grupo e aos pares. SOARS L. Second and Zero Conditionals To introduce the first conditional to express a possible condition and a probable result. R.g. and Moor P.00 you will catch the train easily. Cutting Edge Pre Intermediate English Course. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 44 DE 186 . VINCE.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Picking out details in a short talk/lecture 8 Language Focus 8 First. Língua de ensino Língua Inglesa 8. To introduce Conditions which are always true. 1988 JORDAN. Heinemann.

2 Semestre .2º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto e 52 de estudo) 1. c. d. d. b. Reconhecer as linhas de homogeneidades e heterogeneidades do território etnográfico nacional. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 45 DE 186 . Objectivos Gerais a.2º Tipo . Ter a capacidade de aplicar os conceitos e os conhecimentos adquiridos na análise das dinâmicas e factos socioculturais dos diferentes contextos moçambicanos. c. Dominar as temáticas mais importantes da antropologia sobre Moçambique. Analisar as principais áreas fundamentais de teorização da antropologia no contexto moçambicano.Nuclear Ano . Identificar as trajectórias do pensamento antropológico desde a emergência da disciplina à actualidade. Conhecer o saber e o fazer antropológicos actuais. Competências a. b. Conhecer as linhas de força da realidade etnográfica de Moçambique e da reflexão antropológica. e.Antropologia Cultural de Moçambique Código Nível . Adquirir um conhecimento socioantropológico actualizado sobre Moçambique. 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina . Familiarizar-se com as abordagens da noção de cultura do clássico ao pósmoderno.

3.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 e. diversidade e interdisciplinaridade nas Ciências Sociais  Ruptura com o senso comum A Antropologia Cultural no domínio das Ciências Sociais  Definição. Apresentar algumas das novas questões e paradigmas da antropologia. a interpretação. corrente marxista  Paradigmas emergentes na antropologia (Pós-modernismo e Interpretativismo)  As correntes antropológicas e sua operacionalização em Moçambique O conceito antropológico de cultura  O conceito antropológico de cultura (Pluralidade e diversidade de definições e abordagens)  Sobre a origem e o desenvolvimento da cultura o Factores da cultura  Cultura e sociedade  Conteúdos do conceito antropológico de cultura (crenças e ideias. Conteúdos Temático Nº 1 Tema Fundamentos das Ciências Sociais: introdução geral  Constituição e desenvolvimento das Ciências Sociais  Pluralidade. História do pensamento antropológico  A curiosidade intelectual e o interesse pelo exótico  Do projecto colonial à crise da Antropologia  A universalização da antropologia 10 Práticas etnográficas no Moçambique colonial e pós-colonial  A antropologia na África colonial e pós-colonial  A antropologia em Moçambique: desenvolvimento histórico e principais áreas de interesse contemporâneas As correntes teóricas da Antropologia  Evolucionismo  Difusionismo e Culturalismo  Funcionalismo  Estruturalismo o Outras correntes: Corrente sociológica francesa. trabalho de campo. observação participante. Pré-requisitos: Sem precedência 4. objecto e campos de abordagem  Métodos e técnicas de investigação em Antropologia: etnografia. Horas de Contacto Horas de Estudo 10 10 2 10 3 10 7 4 10 7 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 46 DE 186 . com reflexos em Moçambique.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 valores. normas. Ciência e Racionalidade  Cultura. Simbologia e Características do parentesco (filiação. aliança e residência)  Crítica do parentesco: O caso Macua  Lobolo em Moçambique: “Um velho idioma para novas vivências conjugais” Família em Contexto de Mudança em Moçambique  Origem e evolução histórica do conceito de família  Família como fenómeno cultural  Novas abordagens teóricas e metodológicas no estudo da família  Estudo de caso (famílias em contexto de mudança em Moçambique) O domínio do simbólico  O estudo dos rituais em Antropologia  Os ritos de passagem  Rituais como mecanismo de reprodução social  Feitiçaria. Família e Casamento em Moçambique O parentesco  Introdução ao estudo do parentesco  Nomenclatura. símbolos) Características do conceito antropológico de cultura A cultura material e a cultura imaterial A diversidade cultural Os universais da cultura O dinamismo e a mudança cultural Cultura e educação: Saberes e Contextos de Aprendizagem em Moçambique       5 Tradição e Identidade Cultural  A génese da multiplicidade cultural na metade Oriental da África Austral: factos e processos culturais  O processo de cosntrução do império colonial e a pluralidade cultural  Dinâmica aculturacional e permanência de modelos societais endógenos  A construção do outro e a etnicização/tribalização em Moçambique  Os discursos da identidade nacional moçambicana  A anomia e o processo das identidades rebuscadas  O paradigma da diversidade cultural em Moçambique Parentesco. tradição e religiosidade no contexto sociocultural do Moçambique moderno  Modelos religiosos endógenos vs modelos religiosos exógenos  A emergência de sincretismos religiosos e de igrejas messiânicas em Moçambique Total 10 7 6 2 7 48 52 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 47 DE 186 .

Antropologia Cultural e Social. Serão também realizados seminários e outros tipos de debates interactivos. pp 1. pelos estudantes. Introdução à Antropologia. Língua de ensino A língua de ensino é o Português. quando se tratar de conferências.).14. ITURRA. Metodologia das Ciências Sociais. Afrontamento. L'invention de l'autre: essais sur le discours Anthropologique.1127. 2006. In: PINTO. Celta. pp. Uma visão global sobre as Ciências Sociais. Questões preliminares sobre as Ciências Sociais. Lisboa.11-32. trabalhos em grupo. nas ocasiões em que para tal fôr necessário. pp. A pesquisa de terreno. apresentações de resumos de matérias recomendadas para o efeito e testes. In: José Madureira Pinto e Augusto S. Metodologia das Ciências Sociais. a avaliação será contínua e sistemática 7. Lisboa. Atlas. pp 11 – 32. & FROST. 1997. HOEBEL. São Paulo. Bibliografia obrigatória Fundamentos das Ciências Sociais: introdução geral NUNES. 2005. José Madureira e SILVA. pp 11 – 61. Métodos de ensino-aprendizagem A concretização do programa será em função de vários procedimentos. 1994. 2000.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 5. Zelia Maria Neves. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 48 DE 186 . Lausanne. Editions Payot. Robert G. Porto. KILANI. A Antropologia Cultural no domínio das Ciências Sociais BURGESS.149-163. e.1986. tratar-se da apresentação dos resultados de pesquisa individual. M. Silva (orgs. Augusto Santos (orgs. Editorial Presença.1-20. pp. Maria de Andrade e PRESOTTO.17-41. pp. E. Oeiras. RIVIÈRE. PINTO. Edições 70. A. Avaliação Várias modalidades de avaliação serão postas em consideração. São Paulo. Cultrix. debates em seminários. Antropologia: Uma introdução. visando concretizar temáticas previamente fornecidas pelo docente. desde trabalhos independentes. 1987. Porto. Raúl (1987). quando. Augusto Santos. Trabalho de campo e observação participante. pp. Nesse contexto. Afrontamento. 6. . dirigido pelo professor. MARCONI. C. José Madureira e SILVA. por exemplo. E.). Para a introdução geral das temáticas será privilegiado o modelo expositivo. s/d. Adérito Sedas.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 História do pensamento antropológico CASAL. D. LARAIA. Antropologia ciência das sociedades primitivas? Lisboa. 2001.. 1999. A noção de Cultura nas Ciências Sociais Sãp Paulo. Rio de Janeiro. T. Universidade Aberta. Edições.85-115. MOUTINHO. 1996. “A presença do autor e a pós-modernidade em Antropologia”. 1980. Christian. Comunicação apresentada ao Colóquio internacional de Antropologia. Elementos de Etnologia Africana.d FELICIANO. Mariza. Práticas etnográficas no Moçambique colonial e pós-colonial CONCEIÇÃO. António Rafael da.). 11-19. SP. 1967-68. SANTOS. Mário. Eric. Maputo. Estampa. pp. 1998. Eduardo dos. 1984. “Le développement de l’Anthropologie au Mozambique. António Rafael da . Lisboa. pp. Maputo. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 49 DE 186 . 1995. Memórias do Instituto de Investigação científica de Moçambique. Roque de Barros. 1999. Lourenço Marques. JUNOD. 1991. Série C. Tomo I. Rio de Janeiro. A Invenção das Tradições. s/e. Entre o mar e a terra: Situações identitárias do Norte de Moçambique.9-31. Lisboa. s. Cosmos. 1988. Jean. pp 175 – 202. M. Antropologia Económica dos Thonga do Sul de Moçambique. IICM. Lisboa. Trajectórias do pensamento antropológico. Henri. Usos e Costumes dos Bantu. 1969. Lisboa. RITA-FERREIRA. HOBSBAWM. pp. In: HOBSBAWM.79108. Lisboa. Lisboa. 2002. “Algumas reflexões sobre o determinismo e o relativismo culturais com especial referência à emoção e à razão” in: Educação. no 9. 9. Arquivo Histórico de Moçambique. A. Introdução à Etnologia. Tradição e Identidade Cultural CONCEIÇÃO. 95-491. Porto. Relume-Dumará. GONÇALVES. José Fialho. “Introdução: A invenção das tradições”. pp: 9-23. GEFFRAY. Compêndio de Socialização. Cultura: Um Conceito Antropológico. Edições 70. Lúcia. EDUSC. Paz e Terra. A favor da Etnografia. PEIRANO. Rio de Janeiro. SPIRO. Arquivo Histórico de Moçambique. Eric. Os africanos de Lourenço Marques. pp133-157. Para uma epistemologia do discurso e da prática antropológica. Adolfo Yáñez. As correntes teóricas da Antropologia CALDEIRA. Afrontamento. pp 43 – 59. in: Novos Estudos. Maputo. 2006. DEMARTIS. pp. A Causa das Armas em Moçambique: Antropologia da Guerra Contemporânea em Moçambique. 2002. COPANS. O conceito antropológico de cultura CUCHE. 1996[1912]. Cebrap. 1998. Promédia. e Terence RANGER (eds. Zahar. António C. Castelo Branco. Sociedade e Culturas.

BATALHA. TURNER. s/d. P. O processo ritual: estrutura e anti-estrutura. 1999. Lisboa. pp 23 – 48. Carlos (dir. A. Livraria Universitária-UEM. In: Serra. biodiversidade e conhecimentos rivais em Moçambique. Porto. 2002. Adriano. MENESES. Crítica do parentesco: o caso macua.Victor W. 2000. aliança matrimonial. M. Lisboa. 2003.. Tom. Campo das Letras. no 12. M. 2007. "O processo educativo : ensino ou aprendizagem? ". Edições 70.). 1995. Editorial Franciscana. Campo das Letras. 1992. Espíritos vivos. 2001. WLSA. 1998. GRANJO. 17-34. . 1969. M. Coimbra. In: Introdução à Sociologia. Maputo. WIVIORKA. Christian..Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 NGOENHA. Educação Sociedade e Culturas: revista da Associação de Sociologia e Antropologia da Educação. “Será que o multiculturalismo é a resposta?” In: Educação. ano 2.247-260 e 269-315. “Família e parentesco”. 1998. Paulo. WLSA MOZ. Maputo: Promédia. Instituto Piaget. Maputo. Raul A. Lisboa. residência. M. Castelo Branco. 1974. Braga. 1994. Rio de Janeiro. Eduardo. Ndjira. GIMENO. pp 11 – 66. GEFFRAY. Severino E. Família em Contexto de Mudança em Moçambique BOTTOMORE. REDONDO. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa . Luis. MEDEIROS. pp 39 – 73. SANTOS. Porto. Edições 70.. Parentesco. moçambicanização. I. In: Contrapontos: revista de Educação da Universidade do Vale do Itajaí. pp. “Cultura e Currículo”. Tradições Modernas: possessão de espíritos e reintgração social pós-guerra no sul de Moçambique. pp. pp 43-51. 415-423 DOUGLAS.Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Questões cristãs à Religião Tradicional Africana. A.. Lobolo em Maputo: Um velho idioma para novas vivências conjugais. Identidade moçambicana: já e ainda não. In: Lusotopie.: 164 – 173.17-40 e 151-157. Os senhores da floresta – Ritos de iniciação dos rapazes macuas e lómuès. M. Petrópolis: Vozes. A Família: o desafio da diversidade. pp. O domínio do simbólico AGADJANIAN. 2005. no 4. Sociedade e Culturas. (2002). Nem pai nem mãe. pp 116 – 159. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 50 DE 186 .Victor. Pureza e Perigo. 2000. As Igrejas ziones no espaço sóciocultural de Moçambique urbano (anos 1980 e 1990). pp. Famílias em contexto de mudanças em Moçambique. Eduardo dos. moçambicanidade. Breve análise do parentesco como forma de organização social. LANGA. Elementos de Etnologia Africana. G. A. Lisboa. Os Domínios do Parentesco: filiação. Medicina tradicional. Oficina do CES 150. Maputo. Zahar Editores. pp 19 – 42 HONWANA. 1991. p. . Lisboa. Família e Casamento em Moçambique AUGÉ. Identidade. 1. 1999. VEIGA-NETO.

Edições 70. Introdução às Ciências Sociais. Bibliografia Complementar BARATA. Porto Edições Afrontamento. Fundação Calouste Gulbenkian. 2000. 1971.. Francisco Lerma. Carlos (org). SANTOS. Lisboa. Petrópolis. Publicações EuropaAmérica. História do pensamento antropológico. E. Introdução à Etnologia e à Antropologia. Edições 70. Identidade.. Universidade Aberta. O Saber local: novos ensaios em Antropologia interpretativa. 1998. MERCIER. 1992. São Paulo. Críticas e Políticas da Antropologia. Lisboa. s/d. Petrópolis/ Rio de Janeiro. Edições 70. Questões de Antropologia social e cultural. Vol.. 1999. Série Antropologia No. Introdução à antropologia cultural. TORNAY. 127. Chiado. Paul. SPERBER. UnB-Departamento de Antropologia. Dan. Vers une Anthropologie générale: modernité et alterité. Matola. E. R. Edições 70. Maputo. 1992. Bertrand Editora. LEACH. E. BERTHOUD. Lisboa. COPANS. Moçambicanização. História da Antropologia. 2002. 1992. Lisboa. Jean. Genève. Moçambicanidade. Teorema.. Edições 70. Lisboa. COPANS. CASAL. Óscar S. 2002 BERNARDI. Antropologia: saber acadêmico e experiência iniciática. CARVALHO. Antropologia Social.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. 9. 2ª ed.. MARTÍNEZ. pp. COPANS. Bernardo.. Lisboa. Repensando a Antropologia. Vozes. Adolfo Yáñez.. Godelier. Antropologia Geral: Etnografia. M. Antropologia Social. 11-19. Philipe & WARNIER. Universidade Aberta. Edições 70. 1996. S. Jean-Pierre. Lisboa. 2ª ed. Introdução aos estudos Etno – Antropológicos. GONÇALVES. Lisboa. 1997. 1984.A. LABURTH-TOLRA. A. Misha. 1974. Vozes.. 8ª ed. Jean. Livraria Universitária/ UEM.I. Docentes A disciplina será leccionada por docentes da FCS. 2002. Librairie Droz S. Editora Perspectiva. Antropologia Cultural: guia para o estudo. SERRA. Seminário Maior de S.. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 51 DE 186 . Para uma epistemologia do discurso e da prática antropológica. GONÇALVES. Lisboa. José Jorge de. Antropologia Ciências das Sociedades Primitivas? Lisboa. 1981. Etnologia-Antropologia. 1995. Jean. TITIEV. Trajectórias do pensamento antropológico. Lisboa. 3ª ed. EVANS-PRITCHARD. EVANS-PRITCHARD. Lisboa. Gérald. Cosmos. s/d. GEERTZ. 1989. 1997. Clifford. O saber dos Antropólogos. António Custódio. Agostinho. 1998. Etnologia. António C.

Sumariar dados utilizando tabelas. medidas de tendência central e de dispersão. 1-Competências a. Transformar em base de dados as respostas aos questionários. Aplicar e desenvolver técnicas de recolha e análise de Estatísticas Educacionais. Estimar e analisar Indicadores de eficácia interna do sistema de educação Moçambicano h. c. Organizar e gerir uma base de dados utilizando o pacote SPSS. Processar e analisar dados utilizando o Excel ou o SPSS. Utilizar gráficos e tabelas na interpretação de dados. Aplicar métodos quantitativos na elaboração de um projecto de pesquisa. b. Dada uma situação identificar os modelos de variáveis a analisar e identificar formas apropriadas da recolha de dados. b. Elaborar relatórios fazendo um uso apropriado da informação estatística. Usar as medidas de tendência geral.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Estatística Código –UP-ESCOG-301-A-08 Tipo – Complementar Nível – 2 Ano – 3º Semestre – 1º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto + 52 de estudo) 22. 2-Objectivos No fim do curso os participantes devem ser capazes de: a. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 52 DE 186 . e. d. de dispersão e gráficos na identificação das tendências gerais e pontos crítico g. f. Dada uma situação aplicar as diferentes formas de recolha de amostras. d. c.

Índice de discriminação e de dificuldade. Inferir sobre parâmetros populacionais utilizando intervalos de confiabilidade e testes de hipóteses. taxa liquida de escolaridade. Avaliar os diferentes tipos de uso de informação estatística. Aplicação destas medidas na análise dos resultados de testes de avaliação. Introdução ao SPSS/Excel definição de variáveis. j. população e amostra. Análise de Itens. Identificar aspectos estatísticos preponderantes na preparação e realização de projectos. Box-plot. quartil interquartil range. m. covariância e correlação linear. l. n. k. diagrama de dispersão. moda. 1. 1. tipos de medição. 4 . Formular hipóteses estatísticas e testá-las. repetência. mediana. Elaborar relatórios fazendo um uso apropriado da informação estatística. taxa de transição. o. desistência.procedimentos no SPSS e/ou Excel 1. 3 – Pré-requisitos Disciplina sem precedências. percentil.2 Medidas de tenência central.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 i. nominal ordinal e por intervalo. Variância e desvio padrão. alguns indicadores de qualidade de ensino.1 Objecto de estudo da estatística descritiva. posição e de dispersão Média. introdução de dados e processamento de dados. Fazer estimativas utilizando modelos de regressão linear.Estatística descritiva . Tabela de dupla entrada. Indicadores de eficácia interna do sistema de educação.CONTEÚDOS (plano temático) N 1 1. Taxa bruta de escolaridade. definição de variáveis. Gráfico de barras e histograma. Coeficiente de fiabilidade dos resultados de um teste. Elaboração e interpretação da tabela de frequências.3 Medidas de associação entre variáveis. Utilização de gráficos e tabelas na Tema Horas Horas contacto estudo 20 20 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 53 DE 186 . Fluxo dos alunos no sistema de educação Moçambicano. Reconhecer o significado e a importância da distribuição normal.

Símbolos e terminologia. produção de tabelas. Métodos de amostragem. seguida de trabalhos práticos com ênfase no processamento de dados. variância. Valor esperado. Interpretação do output do SPSS no teste de hipótese para uma amostra. 3.1 Distribuição amostral Amostra aleatória. Para cada tópico o estudante deverá resolver problemas. significado pratico do teorema. As aulas terão uma parte introdutória.2 Estimadores e parâmetros. -Conceito de teste de hipótese.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 análise destes indicadores 2 18 2. Servirão de material didáctico para a aprendizagem da análise estatística base de dados do Ministério da Educação ou outras relacionadas com problemáticas da educação. Teste de hipótese da média de uma distribuição normal com variância conhecida. Estimação de tamanho da amostra.Tipos de erros. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 54 DE 186 . propriedades dos estimadores. O estudo de casos e a resolução de exercícios e problemas será o aspecto fundamental da metodologia de trabalho. Testes unilaterais e bilaterais. Total 48 52 20 12 5 – Métodos de ensino-aprendizagem Os conceitos serão introduzidos a partir de situações concretas do processo de investigação. Vantagens e desvantagens dos diferentes métodos de amostragem.Inferência Estatística 10 3.Conceito de Probabilidade – densidade de distribuição normal Conceito de probabilidade – distribuição de probabilidade de uma variável aleatória discreta e contínua . Distribuição amostral. Estimativa não tendenciosa. Estimação da média populacional através de intervalos de confidência. Uso de SPSS para obter amostras aleatórias. Teorema central de limite. Uso de tabelas de números aleatórios. identificar os procedimentos no SPSS ou Excel e fazer um relatório da interpretação do “output” apresentando as conclusões aos restantes membros do grupo.3Testes de hipótese. gráficos e elaboração de relatórios de análise de resultados. distribuição normal – leitura de tabelas 3. Resolução de exercícios sobre estimação por intervalos de confidência de parâmetros populacionais 3. Nível de significancia. consistência de um estimador.

ed. PESTANA Maria e GAGEIRO. J. 9. 2000.Bibliografia CHISTINE. Prentice Hall. Dancey. Estatística para Ciências Humanas. Edições Sílabo. 8 . 2006. 2000. 3 ed. LEVIN. Fox James. São Paulo. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 55 DE 186 . Análise de Dados para Ciências Sociais.A complementaridade do SPSS. Os instrumentos de avaliação são: 1-Observação da participação nas aulas 2-Relatórios de análise de dados 3.testes 7 – Língua de ensino Português. 3. Estatística sem Matemática para Psicologia. João. São Paulo. Artmed Editora. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela FCN.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 6 — Avaliação A Avaliação será contínua e sistemática.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Componente de Formação Especifica UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 56 DE 186 .

Nuclear 1. 2. gestão de recursos humanos. Pré-Requisito Sem Precedência UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 57 DE 186 . finanças. análise de investimentos e formulação de estratégia.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina: Introdução à Gestão Código – UP-ESCOG-103-A Ano – 1º Créditos – 6= 150 horas (80 de contacto + 70 de estudo)I Nível -2 Semestre -1º Tipo . 3. o que permite descrever as áreas funcionais desta. Competências Esta cadeira fornece uma visão integrada da organização. gestão de operações. Objectivos No final da disciplina o estudante deve ser capaz de:  Apresentar e analisar as teorias e metodologias em que esta baseado o processo de administração das organizações. a saber: marketing.  Criar nos alunos uma base de conhecimento que lhes permitam aumentar o interesse pelo estudo e aprofundamento do conhecimento sobre a administração das organizações.

O sector empresarial em Moçambique Total 5. pessoas e o papel do gestor. Investimentos e Finanças. II. Sistemas de informação e Contabilidade. Métodos de ensino-aprendizagem Esta Disciplina terá um carácter teórico e prático. I. I. Estratégia e Marketing I. . Gestão de Recursos Humanos I. 2 3 4 5 6 7 Organizações.Conceitos. Introdução. conteúdos (Plano Temático) Horas Unidades Conteúdos Contacto I. Gestão de operações. . UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 58 DE 186 . .Escola Clássica de Administração e o Movimento 1 da Administração Científica.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. I. A componente teórica será repartida entre exposições do professor e exposições dos estudantes em ordem a responderem a dúvidas dos colegas ou completarem um raciocínio iniciado por estes.Processo Decisório nas Organizações e o Modelo Carnegie (Racionalidade Limitada). 10 10 10 10 10 10 80 10 10 10 10 10 10 70 20 10 Estudos I.

et al. também com base em trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercícios escrito. São Paulo: Atlas. 8ª edição. para a definição da média de frequência. DIAS. Será por fim feito um exame final com peso de 25% na média final. Língua de ensino Português 3. CHIAVENATO. 1997. 2. Fernando C. Introdução à Teoria Geral da Administração. MOTTA. Rio de Janeiro. 7ª edição. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 2004. Lisboa. Elsevier. Alínea. Antonio Cesar Amaru. MAXIMIANO. assim descriminados: Duas provas escritas (75%) e Trabalho (25%). São paulo. L. através de observação da participação nas aulas. Idalberto. CHIAVENATO. Humanator. Pedro Bettencourt e outros. em forma de seminário perante a restante parte da turma. 6. 1. Introdução à Administração: Da Competitividade à Sustentabilidade. Prestes e VASCONCELOS Isabella F. Recursos Humanos – Organizações. 2006. 2006. São Paulo.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 A componente prática consistirá num trabalho em grupo (ou individual para as turmas pequenas). 3ª Edição. Adalberto. 4ª Edição. Este trabalho será depois defendido na sala de aulas. D. 2003. Bibliografia CÂMARA. Et al: Administração: Conceitos e Aplicações. São Paulo: Thompson Pioneira. Gouveia de. Editora Harbra ltda. 2004.ed. Avaliação A avaliação contínua e sistemática.Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. 1998. MAGGINSON. de pesquisa bibliográfica e desenvolvimento de um tema a ser indicado pelo professor. O Capital Humano das UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 59 DE 186 . São Paulo: Atlas. Reinald. Quixote. Teoria Geral da Administração.

UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 60 DE 186 . Psicossociologia das Organizações. Dalton L. Luís. São Paulo: Makro Books.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 VALERIANO. 4. 2ª Edição. Gerenciamento Estratégico e Administração por Projectos. 1998. Docente A ser indicado pela ESCOG. Lisboa: Texto Editora. CHAMBEL. 2002. Maria José e CURRAL.

1º Tipo – Nuclear Semestre . e.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Introdução à Gestão de Recursos Humanos Código –UP-ESCOG – GRH-101-B Nível – 2 Ano . d. encarado como um fenómeno que ocorre a múltipolos níveis. Identificar os factores que influenciam a Gestao de Recursos Humanos. c. Objectivos gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. macro e a liderança no desempenhop do indivíduos e das organizações. Conhecer as diferentes fases da evolução da Gestão de Recursos Humanos. Discutir os principais processos da Gestaão de Recursos Humanos.1º Créditos – 3 = 75 horas (48 de contacto + 27 de estudo) 1. Discutir os principais processos da gestaão de recursos humanos. Identificar as exigências da função recursos humanos. 2. c. Competências a. Descrever os principais determinantes do comportamento organizacional. Pré-requisitos  Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 61 DE 186 . 3. b. Dissertar sobre o surgimento da função recursos humanos. b. Identificar o papel desempenhado pelos factores micro.

A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. 7. 5. 7. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Lingua de Ensino  Língua Portuguesa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 62 DE 186 . Plano Temático Nº 1. Metodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica( conferências) e prática (seminários). Tema Historial da Gestão de Recursos Humanos Relação da GRH com outras disciplinas 3 Métodos e Técnicas da Gestão de Recursos Humanos 4. 2. 6. Novos Desafios da Gestão de Recursos Humanos Determinantes micro da Dinâmica Organizacional Determinantes macro da Dinâmica Organizacional Determinantes Organizacional TOTAL Contextuais da 6 3 6 8 8 8 Horas de contacto Horas de estudo 5 5 2 2 2 4 7 48 27 Dinâmica 9 5. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 6.

Editora McGRAW-HILL de Portugal. (2001). (1995). FERREIRA. 18 ed. Recursos Humanos. 5ª Edição. Estrutura e Dinaminca nas Organizações. Humanator. Pedro. J.Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. Recursos Humanos. Administração de Recursos Humanos. CEITIL. H. Idalberto. CHIAVENATO.. Rodriguês. 1ª Edição. PERETI. (1991). Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresa e ao Investimento. (2006).Fundamentos Básicos. Lisboa. B. Rio de Janeiro.-m.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 63 DE 186 .       9. Publicações Dom Queixto.(1999). Lisboa. CHIAVENATO. M. Campus Editora. Carvalho at all. 1ª Edição. Bibliografia  CAMARA. Docentes: O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Gestão de Pessoas: O novo papel dos Recursos Humanos nas Organizações. Lisboa. 1ª Edição. Lisboa.Eis a Questão. Paulo Balreira. MINTZBERG. Manual de Psicossociologia das Organizações. J. Joaquim Vicente. São Paulo. (1997). Lda. Guerra. Publicações Dom Queixto. Idalberto. Editora Atlas. Mário. (1997). Publicações Dom Queixto.

c. Domina as noções de mercado.1º Tipo – Nuclear Semestre . Compreender o papel das unidades básicas no funcionamento do sistema económico.1º Créditos – 4= 100 horas ( 48 de contacto + 52 de estudo) 1. tipos e estruturas. Aplicar os conceitos fundamentais da economia b. Analisar os problemas económicos mais gerais. Apresentar argumentos económicos de forma clara e lógica. 2. Dominar os conceitos fundamentais da economia. Competências a. c. Conhecer o papel das unidade bas os conceitos fundamentais da economia.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Introdução à Economia Código –UP-ESCOG-GRH-101 A Nível – 2 Ano . 3. d. Objectivos gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Pré-requisitos  Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 64 DE 186 . b.

Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Lingua de ensino  Português 8. Bibliografia Mankiw. Plano Temático Nº Temas Horas de Horas contacto de estudo 10 10 10 10 8 5 5 48 10 10 10 7 5 52 1 2 3 4 5 6 Como interpretar equações e gráficos Conceitos básicos e principios Problemas fundamentais de economia Famílias. tipos e estruturas Total 5. 7. Introdução à Economia. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Gregory. 6. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 65 DE 186 . consumo e procura Empresas. produção. N. Editora Campus Ltda.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. produtividade e Noções de mercado. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. (2001). Metodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica( conferências) e prática (seminários). Rio de Janeiro.

(1997). e William D.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Neves. Introdução `a Economia. José Paschoal. João Luis Cesar das. Rossetti. 9. Nordhaus. Paulo A. Docentes: O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Introdução à Economia. Economia. McGraw-Hill. (2001).A. 6a Edição. Samuelson. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 66 DE 186 . São Paulo. 17a Edição. Lisboa. Editora Atlas S. 16a Edição. (1999). São Paulo. Editorial Verbo.

Dar a conhecer aos estudantes o sentido geral do Direito. Pré-requisitos Sem precedências UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 67 DE 186 .2 Semestre -1º Tipo .  Proporcionar aos estudantes o conhecimento dos principais dispositivos legais do Código Civil. 3. 2. Objectivos No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de:   Introduzir os estudantes no mundo do Direito.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina: Introdução ao Direito Código .  Proporcionar a formação cultural dos estudantes em matérias do Direito.Nuclear Ano – 1º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto + 52 de estudo) 1. os estudantes deve conhecer os temas e conceitos instrumentais à compreensão da articulação das regras jurídicas com a vida do quotidiano e em particular com a Economia e a Gestão. a Divisão do Direito.UP-ESCOG-GRH-102 A Nível . as Fontes do Direito.Competências Nesta disciplina. a Relação Jurídica e os elementos envolvidos nessa relação.

Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Avaliação Trabalhos práticos (75%). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. 6. para a definição da média de frequência. Será por fim feito um trabalho final com peso de 25% na média final 7. O Ministério Público e os 6 Advogados 7 5 6 7 Total Fontes de Direito Relação Jurídica O indivíduo. Conteúdos (plano temático) Nº Tema Horas Contacto 1 2 Um Estado de Direito no Mundo de Hoje 6 Estudo 10 10 A hierarquia das fontes do Direito e os ramos do 8 Direito 3 O costume e a jurisprudência no direito 7 Moçambicano 10 4 Os Tribunais. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Língua de ensino Português UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 68 DE 186 . a Sociedade e o Estado Soberano 8 7 6 48 5 5 5 52 5.

Dias. Introdução ao Estudo de Direito. MARQUES. Introdução ao Estudo do Direito. 11ª Edição. Revista. 1972. J. Introdução ao Estudo do Direito. 4ª edição. Jorge. 1994. 2003. 3ª edição. Coimbra editora. Lisboa. Marcelo e Sofia Galvão. Castro. MENDES. J. Almedina 2001. J.Publicações Europa – America.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Docente A ser indicado pela ESCOG. Lisboa. 9. Bibliografia ASCENÇÃO. Lisboa. 1992. Lisboa. de Oliveira. O Direito Introdução e Teoria Geral. MIRANDA. Lda. REBELO DE SOUSA. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 69 DE 186 . Manual de Direito Constitucional.Editor Pedro Ferreira. 7ª edição. Tomo I.

c. Identifica os factores motivacionais em contexto organizacioal. 2.1º Créditos – 6 = 150 horas ( 80 de contacto + 70 de estudo) 1. Descrever o processo de assunção de papeis organizacionais. Identificar os principais determinantes e consequências da satisfação no trabalho. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 70 DE 186 . Competências a. Analisar a socialização organizacional e sua influência na relação indivíduoorganização. b.1º Tipo – Nucleares Semestre .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Psicologia Social e das organizações Código – UP-ESCOG-GRH-105 A Nível – 2 Ano . Descrever os processos psicológicos envolvidos nas relações intragrupais e intergrupais e o seu impacto no desempenho dos grupos e no comportamento dos indivíduos. Objectivos: No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. e. Garante um bom relacionamento intragrupais e intergrupais e o seu impacto no desempenho dos grupos e no comportamento dos indivíduos. c. Explicar os processos motivacionais em contexto organizacioal. Analisa a socialização organizacional e sua influencia na relação indivíduoorganização. b. d.

cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. profissionais e 10 10 organizacionais em contexto de trabalho e extratrabalho Processos de socialização organizacional. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 71 DE 186 . Metodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Plano Temático Nº Temas Horas de Horas contacto de estudo O significado e o valor do trabalho na vida humana 10 10 Abordagens e teorias sobre a motivação humana 10 10 Natureza da relaçõa indivíduo –organização: processo 10 10 de troca e atracção mútua O desempenho de papeis sociais. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Pré-requisitos  Introdução a GRH 4. 6. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. desenvolvimento e cessação da vinculação 10 10 dos indivíduos à organização Grupos e categorias sociais no contexto organizacional 5 5 Implicação da estrutura e processos grupais para o 5 5 desempenho do grupo e para a s relações entre-grupos Total 80 70 1 2 3 4 5 6 7 8 9 5.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. dinãmica do 10 10 contrato psicológia e desempenho profissional Abordagem de satisfação no trabalho 10 12 Manutenção.

Neves. Lingua de ensino  Língua portuguesa 8.Hill.C. (1978). J.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7.M. 23. (2002). J(orgs. R.J. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 72 DE 186 . KATZ. e Caetano. e Vale. Lisboa..D e Kahn. Bibligrafia CAETANO.). Docentes: O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Manual de Psicossociologia das Organizaçãoes. Editora RH. 9.A. Editora Atlas. (2001). Processos e Técnicas.l. Gestão de Recursos Humanos: Contextos. Lisboa. São Paulo. Psicologia Social das organizações. Editora McGraw. FERREIRA.

Caracterizar e movimentar diversos tipos de contas. destacando as Origens e aplicações de Recursos à Disposição da empresa 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Noções de Contabilidade Código – UP-ESCOG-GRH-202 A Nível – 2 Semestre . Domina perfeitamente os conceitos de Contabilidade. Conhece a importância da Contabilidade como instrumento de controle e planeamento economico -financeiro da gestão duma organização f.1º estudo) Ano . Competências d. Objectivos No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de:     Dominar os conceitos fundamentais da contabilidade aplicando-os em situações práticas. Funções e Objetivos. registando diferentes factos patrimoniais. Classificar documentos contabilísticos em diversas contas e subcontas Preencher os principais livros/mapas contabilísticos 3. Faz Considerações sobre cada grupo de contas que formam o Balanço Patrimonial. Pré-requisitos  Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 73 DE 186 .2º Créditos – 6 = 150 horas ( 64 de contacto + 86 de Tipo – Nucleares 1. e.

disponibilidades 16 20 5 12 20 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 74 DE 186 . inventário e balanço Funções da contabilidade Divisões da contabilidade Princípios contabilísticos e características da informaçãocontabilística.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4.  Escrituração comercial e lançamentos  Variação das contas  Noção de conta  Aspectos qualitativos e quantitativos da conta  Tipos de contas  Saldo da conta  Fecho e reabertura de uma conta  Leis de movimentação das contas Escrituração comercial e lançamentos  Factos patrimoniais permutativos  Factos patrimoniais modificativos  Lançamentos contabilísticos  Estudo das contas principais Estudo das contas e subcontas Mais significativas nas diversas Classes: Classe 1 . Principais peças de informação contabilística  Importancia da contabilidade na gestao escolar 2     Contabilida e património. Plano Temático Nº Temas Horas de Horas contacto de estudo 4 12 1 Objecto de estudo  Princípios e conceitos fundamentais. 8 12 3 Principais conceitos contabilísticos  Património  Inventário  Balanço O balanço ♦  Estrutura do balanço  Rubricas do balanço  Apresentação do balanço 12 10 4 Estudo geral da conta.

terceiros Classe 3 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Classe 2 .lançamento  Razão-escrituração-estornos  Balancetes Noção classificação demonstração dos resultados Noção análise dos resultados O fecho das contas e a construção dos mapas financeiros Total 64 12 86 5. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Metodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Lingua de ensino  Língua portuguesa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 75 DE 186 . 7.capital Classe 6 – custos e perdas Classe 7 – proveitos e ganhos Classe 8 – resultados 6 Mapas e livros contabilísticos 12  Diário . cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 6.existências Classe 4 – imobilizações Classe 5 .

Bibliografia Oliveira. Marion. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 76 DE 186 . Et Alli São Paulo. Harbra. Manual de Contabilidade 9. Álvaro G. Gouveia. São Paulo.Ed Atlas. Contabilidade Para Administradores. Leite Hélio De Paula. Davis. Aquiliano. Contabilidade Geral. Contabilidade Introdutória – 9ª. Docentes: O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. 1993. José Carlos. São Paulo : Atlas 1997. Fundamentos Da Contabilidade Geral.1ª Edição. São Paulo. Nicholas J. Nelson. Contabilidade Básica São Paulo. Franco Hilário.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. De. Mark M. São Paulo.

Promover acções de Relações Públicas entre a institituição e distintos públicos internos e externos. c. Planear.UP-ESCOG-GRH-205 B Nível – 2 Semestre – 2º Ano – 2º Créditos – 3 = 75 horas (48 de contacto +27de estudo) Tipo – Nuclear 1. 2. Redigir um programa concreto de Relações Públicas tendo em conta as etapas necessárias para o efeito e sua respectiva comunicação aos principais agentes envolvidos.Tecnicas de expressão UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 77 DE 186 . d. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. 3. Desenvolver um quadro de referências sobre o processo de realização das acções de Relações Públicas no intuito de aproximar a intituição e os público.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Relações Publicas Código . b. Pré-requisitos . Competências a. Dominar as técnicas de gestão de relacionamento entre a instituição e agentes externos. implementar e monitorar acções de Relações Públicas com vista a robustecer a imagem da institituição no seu relacionamento com os distintos públicos internos e externos.

cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica( conferências) e prática (seminários). 7. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. 6. Língua de ensino  Português UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 78 DE 186 . A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Plano Temático Nº Temas Horas de Horas contacto de estudo 6 4 6 4 8 4 10 4 6 4 6 4 6 3 48 27 1 2 3 4 5 6 7 Ambito e a Ética nas Relações Públicas Desenvolvimento das Relações Públicas Relações Públicas e Marketing Relações Públicas e Publicidade Planeamento de Programas de Relações Públicas Tecnicas de Relações Públicas Relações Públicas Internas Total 5.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4.

Empresa X imprensa: uma relacao produtiva. Relações Públicas Diante o Seculo XXI. Merton. 1991.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Relacoe Publicas: funcopes politicas das organizacoes. 1991. PLADELEON. Sao Paulo. 1991. 9. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 79 DE 186 . WINNER. Docente O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. 1988. Gestao Moderna das Relacoes Publicas. Porto Alegre. Maria Lenilde Silva. PUC. SIMOES Roberto Porto. Bibliografia     FIUR. Paul.

Relacionar sistemas de informação de RH com outros sistemas de Gestão. Conhecer as principais obrigações legais e tributárias que afectam a Gestão de Recursos Humanos.Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 80 DE 186 . Competências a.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Gestão Administrativa de pessoal Código . Promover uma motivação integral a nível dos recursos humanos na organização b.UP-ESCOG-GRH-102 B Nível – 2 Semestre – 2º Ano – 1º Créditos – 6 = 150 horas (80 de contacto + 70 de estudo) Tipo – Nuclear 1. Adequar o sistema de administração de recursos humanos ao contexto organizacional 2. b. e. Pré-requisitos . d. Planera e calcular os principais indicadores de Gestão de Recursos Humanos. Avaliar criticamente um sistema de processamento de salários. 3. Diagnosticar sistemas de informação de Recursos Humanos. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. c.

cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 6. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica( conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. 7. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 Temas Horas de Horas contacto de estudo relacionados com a gestão 12 10 12 8 8 8 8 8 8 10 10 10 10 5 5 5 Aspectos legais administrativa de RH Processamento de salários e principais impostos Comunicação de políticas de RH Consistência histórica das políticas de RH Impactos legais das políticas de RH Cálculo dos indicadores de RH Balanço Social e sua análise Relacionação entre sistemas de informação de RH e sistemas de informação de Gestão Princípios básicos de auditoria em RH Total 9 8 80 5 70 5.  Língua de ensino Português UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 81 DE 186 . Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito.

24. 9. Editora Atlas. William B. J. Recursos Humanos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. São Paulo. 1983.-m. Docente O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Bibliografia OLIVEIRA. 1ª Edição. Administração de Pessoal e Recursos Humanos. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 82 DE 186 . Publicações Dom Queixto. Lisboa. Editora McGraw-Hill. WERTH.5ª Ed. Djalma de Pinho Rebuças. 2004. Manual de Consultoria Empresarial. 1997. PERETI. São Paulo.

Desenvolver competências no âmbito do planeamento do Marketing por forma a perspectivar a evolução do negócio. Promover a evolução do negócio da organização 2. Compreender o conceito Marketing e sua importância crescente para o sucesso das organizações. Conhecer os conecitos fundamentais de marketing. g.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Noções de marketing Código Nível .1º Créditos – 6= 150 horas (80 de contacto + 70 de estudo) 1. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: c.1º Tipo . d. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 83 DE 186 ./mercado. Estruturar metodologias de desenvolvimento do plno estratégico de marketing. Enquadrar o comportamento do consumidor no planeamento de marketing. e.2 Semestre . Reflectir sobre as influências do meio envolvente na actividade empresarial. f.Nuclear Ano . b. Competências a.

7. 6. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. 10 5 Targeting e Posicionamento O Marketing – Mix: A face visível da Estratégia 10 5 Total 80 70 5. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 Temas Horas de Horas contacto de estudo Conceitos fundamentais do Marketing 10 10 Plano Estratégico e Operacional do Marketing 10 10 Análise do Portfólio 10 10 Análise Competitiva do Mercado 10 10 Previsão de vendas 10 10 Comportamento do consumidor 10 10 Triângulo Estratégico de Marketing: Segmentação. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários).Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. Lingua de ensino Lingua portuguesa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 84 DE 186 . Pre requisitos  Nenhuma disciplina 4. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.

São Paulo. Aníbal Marketing Concitos Técnicas e Problemas de Gestão. Lisboa. Rio de Janeiro KOTLER. Prentice Hall. Marketing para o século XXI. Philip. Editora Atlas. Bibligrafia KOTLER. Rio de Janeiro 9. Editorial Presença. Philip. 1998 PIRES. 5ª Edição. KOTLER. philip Marketing Management. Administração do Marketing. Prentice Hall. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. 7ª Edição.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. the Millenium Editon. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 85 DE 186 . 2000.

Alinhar o plano de RH com o plano de carreiras. Competências a. Elaborar um plano de recursos humanos de uma organizacao. b. b. Integrar o plano de RH no plano de negócios da organização.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Planeamento de Recursos Humanos Código . 2. Integra o plano de RH no plano de negócios da organização. d. Conhecer as vantagens do planeamento de Recursos Humanos numa organização específica. 3. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.Introdução a Administração UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 86 DE 186 . Pré-requisitos . c. Analisar criticamente um plano de Recursos Humanos.UP-ESCOG-GRH-103 B Nível – 2 Semestre – 2º Ano – 1º Créditos – 6 = 150 horas (80 de contacto + 70 de estudo) Tipo – Nuclear 1.

UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 87 DE 186 . Língua de ensino Lingua Portuguesa 8. 7. SILVA. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 Temas Horas de Horas contacto de estudo 20 10 20 10 10 10 10 10 10 10 10 10 80 70 Missão da área deRH Planeamento de RH. Rio de Janeiro. Pedro. Bibligrafia CHIAVENATO.Aspectos conceptuais Fases de elaboração do Plano de RH Abrangência sistemática das actividades de RH Modelos de Planeamento de Recursos Humanos Estratégia de RH e os resultados organizacionais Total 5.Joaquim Vicente.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Competências e Resultados em Planejamento de Recursos Humanos-um factor diferenvcial da empresa moderna. Idalberto. Guerra. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. 1ª Edição. 2ª ed. Rodriguês. Gestão de Recursos Humanos. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 6. 2003. Humanator. 1985. B. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Mário Celso Marcondes.. CAMARA..Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. Lisboa 1997. 3ª Edição. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Publicações Dom Queixto. Edições compacta. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Paulo Balreira.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 9. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 88 DE 186 . Docente O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.

Conhecer as instituições reguladoras das relaçoes laborais na ordem interna. Analisar as estratégias sindicais e das entidades empregadoras. b. 3. Conhecer o quadro normativo da actuação administrativa e processual da Gestão de Recursos Humanos. Conhecer o comportamento dos vários interlocutores laborais das relações colectivas de trabalho. Competências a.1º estudo) Ano . c.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Relações Laborais Código – UP-ESCOG-GRH-302. Objectivos: No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.A-01 Nível – 2 Semestre . Pré-requisitos Noções de Direito UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 89 DE 186 .3º Créditos – 4 = 100 horas ( 48 de contacto + 52 de Tipo – Nuclear 1. d. Assegurar uma relação saudável entre o empregador e o trabalhador. bem como do Governo no âmbito da concertação social. Aplicar correctamente as normas que regulam a relação entre o trabalhador e o empregador. 2. b.

Direito do Trabalho. Sistematização e objecto As instituições presentes nas relações laborais A Concertação social A negociação e a concertação colectiva O conflito colectivo de trabalho Total 5. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Lingua de ensino Língua portuguesa 8. A ntónio Lemos Monteiro.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. O paradigma da flexibilidade-A sua influências nas organizações e na política legislativa laboral. Livraria Almedina. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 90 DE 186 . Lisboa. 7. Metodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica( conferências) e prática (seminários). Docentes: O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. FERNANDES. António Damasceno.. Coimbra. Bibliografia CORREIA. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. 12ª Ed. 6. 9. (2004). (2003). Edições Universitárias Lusófonas. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 Temas Horas de contacto 8 10 8 12 10 48 Horas de estudo 12 10 10 10 10 52 Introdução.

3. Familiarizar os estudantes com os métodos de processamento automático da informação. Objectivos Os objectivos da disciplina de “Tecnologias de Informação e Comunicação” no âmbito educacional são:  Estimular nos professores o interesse pelos computadores como instrumentos detrabalho. Competências  Domínio de conhecimentos básicos que os tornem capazes de compreender e seguir o desenvolvimento tecnológico no domíniodas Tecnologias de Informação. Pré-rquisitos Sem Precedência UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 91 DE 186 .   Permitir aos estudantes o domínio dos conceitos relacionados com a utilização dos computadores e Tecnologias de Informação.Nuclear A Nível -2 Semestre -1º Ano – 3º Créditos – 5 = 125 horas (48 de contacto + 77 de estudo) 1. de investigação e de Comunicação fundamental na sociedade de informação.UP-ESCOG-GRH-303 Tipo . 2. em particular no âmbito educacional.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina: Informática Aplicada Código .

por forma a que os estudantes seleccionem temas do seu interesse. O MS-Access Publisher ou PowerPoint Conceito de rede de computadores : A rede Internet 10 Seminário de Projectos – Trabalho de fim da disciplina Total 48 77 4 5 2 6 4 4 4 3 3 10 8 17 10 10 10 5 5 5 5 5 5. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 92 DE 186 . Sistema Operativo Windows. As actividades curriculares devem orientar-se pelos seguintes aspectos:   A disciplina deve ser eminentemente prática. deve ser encarada numa perspectiva multidisciplinar. Processamento de Texto. experiência de trabalho em computadores e sobretudo interesse no desenvolvimento desta actividade. Evolução e tendências. esta é uma disciplina eminentemente prática pelo que se deve centrar sobretudo em trabalhos a realizar pelos estudantes. Noção de Base de dados. em que os estudantes podem ter uma formação de base em qualquer disciplina. Por um lado. Os estudantes devem realizar trabalhos individuais durante o curso.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. como forma de aprendizagem e de avaliação dos resultados. Métodos de ensino-aprendizagem Sendo a disciplina de Introdução as Tecnologias de Informação e Comunicação uma disciplina de carácter geral. Conceito de Memória. Conteúdos (plano temático) Unidades Conteúdos Horas Contacto Estudo 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Informática. MS – EXCEL. Microsoft Word A Folha de cálculo. Sistema de Ficheiros. Esses trabalhos devem ser definidos no inicio do curso.

1998 ILTE . Porto Editora. Docente A ser indicado pela ESCOG. FCA. Porto. S. 2a edição. A. Vol 1. 1998 COELHO. Lisboa. 6. Introdução à Informática e Computadores. 1993 MAZUL. Lisboa. testes. Avaliação Assim serão avaliadas todas as actividades que forem executadas ao longo do processo de ensino-aprendizagem. Manual Completo de Internet Explorer. Língua de ensino Português 8. 7. Exames.  Deve criar-se um site de divulgação da actualidade Informática e das experiências realizadas para incentivar a curiosidade e o interesse pela Informática. Editora de Informática. FCA. P. P. Instituto de Linguística Teórica e Computacional – Dicionário de Termos Informáticos. Bibliografia COELHO. P . com destaque a:     Trabalho escrito. A.1998 SOUSA. Trabalhos apresentados e/ou seminários em grupo. Porto Editora.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009  Deve-se estabelecer intercâmbio com outras Universidades ou Instituições nacionais ou estrangeiras para troca de experiências e para acompanhar os avanços científicos e tecnológicos nesta área. : Computadores para Nós Todos.Nova Linguagem da Web. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 93 DE 186 . Introdução às Tecnologias de Informação. : XML . 1989 9. 2000 VALENTE. Porto. Edições Cosmos. 4a Edição.

d. 2. Competências a. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Integrar os conhecimentos sobre as normas que regulam a relação entre os particulares e a Administração Pública na gestão de Recursos humanos b. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 94 DE 186 . Identificar os princípios que regem o funcionamento da administração pública. Conhecer o conceito do Direito Administrativo bem como identificar as suas fontes e características. Dominar os aspectos que permitem distinguir os elementos da organização administrativa. Identificar o sistema moçambicano de organização administrativa. b.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Direito Administrativo I Código .UP-ESCOG-GRH-201 A Nível – 2 Semestre – 1º Ano – 2º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto + 52 de estudo) Tipo – Nuclear 1. Conhecer e aplicar os conceitos de Direito administrativo na Gestão de Recursos Humanos. e. f. Analisar as normas que compreendem a administração pública moçambicana. c. Distiguir a Administração Pública da Administração Privada.

trabalhos individuais e em grupo. fontes 10 e 10 10 10 Horas de estudo 12 características 4 5 Teoria Geral da Organização Administrativa 10 10 10 52 Princípios fundamentais da Organização Administrativa 8 Total 48 5. 6.Noções de Direito 4. Pré-requisitos . A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. testes e exames.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. Métodos de ensino – aprendizagem A ação pedagógica se dará com aulas expositivas. Língua de ensino Língua portuguesa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 95 DE 186 . debates e seminarios. Plano Temático Nº Tema 1 Temas Horas de contacto Introdução: Administração Pública vs Administração 10 Privada 2 3 Sistemas administrativos O Direito Administrativo: Conceito. 7. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Avaliação Os critérios de avaliação serão efetivados mediante trabalhos de pesquisa. participação em debates.

C.. Coimbra. Docente O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. O. Maputo. Escolar Editora. Rio. Forense.B. Rio. CRETELLA. Bibliografia DE AMARAL.. Faculdade de Direito. O Direito Administrativo de Mocambique. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 96 DE 186 . Imprensa Universitaria. 3 ed. Maputo.. Livraria Almedina. 1981. 1978. J. CISTAC. 1989. Administração Pública e Direito Administrativo: Para o seu estudo e compreensão. Freitas.Principios Fundamentais de Direito Administrativo. Vol. G. G.. TAVARES. 2 vol.. 2004. 1ª edicao. DE MELO. A. 2ed. ROCHA. Manual de Direito das Autarquias Locais. Legislação:  Constituição da Republica de Moçambique de 2004 (CRM)  Estatuto Geral de Funcionários de Estado (EGFE)  Lei nº 5/92 de 6 de Maio (Lei Orgânica do Tribunal Administrativo) 9. A.. Manual de Direito Administrativo. 2 edição.. 1997. 1. Ed. Coimbra. J. Lisboa. M. Forense.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Jr. Curso de Direito Administrativo.. Ed. 1990. Gestão de Recursos Humanos na Administração Pública. UEM. Elementos de Direito Administrativo. 2001. UEM. 1992. CAETANO. M. J. Coimbra. CISTAC. Almedina. Dicionario de Direito Administrativo. Sao Paulo. Livraria Almedina. CAETANO.. 10 edicao.. 1996.

2. Aplicar adequadamente as técnicas de recrutamento e selecção. bem como a sua eficácia. Compreender as questões eétcas e legais envolvidas no Recrutamento e Selecção.UP-ESCOG-GRH-203 A Nível – 2 Semestre – 1º Ano – 2º Créditos – 6 = 150 horas (64 de contacto + 86 de estudo) Tipo – Nuclear 1.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Recrutamento e Selecção Código . Compreender o processso de comcepção e de implementação de algumas técnicas específicas de análise de funções. Definir e avaliar a qualidade e o valor de um processo de Recrutamento e Selecção UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 97 DE 186 . Dotar a organização de técnicos competentes que garantem a maior produtividade da organização. Compreender o papel do Recrutamento e Selecção nao Âmbito específico da Gestão de Recursos Humanos. b. e. Competências a. c. c. recrutamento e selecçaõ. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. bem como a sua importância para o sucessso da empresa. Propõe as regras especificas de recrutamento e selecção que garantem o sucessso da empresa. Conhecer os diferentes métodos e técnicas utilizados no Recrutamento e Selecção. b. d.

Treinar a capacidade de elaboração e análise de documentos de apoio à decisão em contexto de gestão de pessoas. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Pré-requisitos  Introdução à Administração 4. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. 7. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Língua de ensino Língua portuguêsa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 98 DE 186 . 6.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 f. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 Temas Horas de Horas contacto de estudo 8 14 16 10 8 12 10 10 4 10 8 8 4 10 6 12 64 86 Contextualização do Recrutamento e Selecção Análise de necessidadesde RH Atracção e Recrutamento Selecção baseada em competências Decisão e orientação Colocação e integração Feedeback. avaliação e controlo do processo Desafios futuros Total 5. 3.

Ferreira e CUNHA Namércio. Gestão de competências –Novas perspectivas na Gestão de Recursos Humanos. Gestão de Recursos Humanos. A Entrevista de Selecção com Foco em Competência Comportamentais. 1ª Edição. Rio de Janeiro. B. J. 1985. Publicações Dom Queixto. 1997. CHIAVENATO. 9.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Porto. Bibliografia CASCÃO.Joaquim Vicente HumanatorRecursos Humanos e Sucesso Empresarial. Publicações Dom Queixto. 3ª Edição compacta. 2003. Pedro. 1997. 1ª Edição. Guerra. CAMARA. Idalberto. Lisboa. Rodriguês. Lisboa. 1998. REIS.. Docente O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.-m. PERETI. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 99 DE 186 . Valério. Recursos Humanos. Paulo Balreira.

Avaliar criticamente os diferentes benifícios face à remuneração global. Analisar e construir políticas e sistemas de remunerações numa organização. 3. c. d. Elaboração de um“survey salary”. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. c.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Desenho de Sistemas de Recompensa Código .UP-ESCOG-GRH-104 B Nível – 2 Semestre – 2º Ano – 1º Créditos – 6 =150 horas (80 de contacto + 70 de estudo) Tipo – Nuclear 1. Desenvolvimento dum sistema de recompensa de acordo com as competencias dos Recursos Humanos da organização 2. b. Competências a. Identificar competências em trabalhadores. Concepção e avaliação de políticas de remunerações numa organização. Relacionar os sistemas de carreiras e recompensas. Pré-requisitos Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 100 DE 186 . b.

cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Temas Horas de Horas contacto de estudo Componentes de remuneraçaõ 10 10 Teorias de remuneração 10 10 Massa salarial e impactos financeiros 10 10 Políticas de remuneração e Estratégia de Recursos 10 5 Humanos Relação entre remuneração e desempenho 10 5 Benefícios e remuneração 5 5 Enquadramento legal das remunerações 5 5 Modelos de carreiras 5 5 Teorias sobre desenvolvimento de carreiras 5 5 Percursos profissionais e necessidades organizacionais 5 5 Relações entre os sistemas de carreiras e outros 5 5 sistemas de RH Total 80 70 5. Língua de ensino Língua portuguêsa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 101 DE 186 . A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. 7. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários).Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. 6.

2004. Bibligrafia  CAMARA. Pedro. 3ª Edição.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Lisboa. São Paulo. Paulo Balreira. 2000  CAMARA.  FILHO. J. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 102 DE 186 . 1ª Edição. Lisboa.. 9. Publicações Dom Queixote.Joaquim Vicente Humanator. 1997. Pedro. Guerra.Recursos Humanos e Sucesso Empresarial.-m. Thomaz Wood Jr. Publicações Dom Queixto. Remuneração e Carreira Por Habilidades e Por Competncias – Preparando a Organização para a Era das Empresas de Conhecimento Intensivo. Os sistemas de Reconpensas e a gestão Estratégica de RH. 1997  PERETI. Publicações Dom Queixto. Docente O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG..Vicente Picarelli. Rodriguês. 1ª Edição. B. Recursos Humanos.

Caracterizar a contribuição dos processos de avaliação para a promoção do desempenho individual e organizacional c.2º Créditos – 6 = 150 horas (64 de contacto +86 de estudo) Tipo . Analisa e desenvolve sistemas de avaliação de desempenho adequados às estruturas.2º Ano . Caracteriza a contribuição dos processos de avaliação para a promoção do desempenho individual e organizacional c. Recomendar mudanças nos processos e instrumentos de avaliação de desempenho em vigor em organizações com vista a optimizar o desempenho individual e organizacional.Nuclear 1. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 103 DE 186 . Contrastar as várias abordagens à realização de processos formais de avaliação de desempenho. estratégias e culturas organizacionais 2. identificando as condições de aplicabilidade dos mesmos d.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Avaliação de Desempenho Código . estratégias e culturas organizacionais e. Objectivos Gerais a.2 Semestre . Identificar os factores subjacentes ao desempenho humano em contexto organizacional b. Identificar os factores subjacentes ao desempenho humano em contexto organizacional b. Competências a. Desenvolver sistemas de avaliação de desempenho adequados às estruturas.UP-ESCOG-GRH-203 B Nível .

A avaliação de desempenho e as outras práticas de GRH Horas de Horas de contacto estudo 16 24 2 2. A concepção de sistemas de avaliação orientados para os objectivos organizacionais 16 26 3 3.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. Os diferentes tipos de padrões de julgamento do desempenho 3. A relação entre a avaliação e o desempenho individual. O lugar da avaliação na promoção do desempenho 3. Pré-requisitos: Recrutamento e selecção 10. O feedback de fontes múltiplas 3. A teoria dos níveis de feedback 4. O papel do feedback na promoção do desempenho 2. Os factores determinantes do desempenho humano em contexto organizacional: 2. O processo de avaliação de desempenho 1. O desenho de sistemas de feedback eficazes 14 16 4 4. grupal e organizacional Total 64 86 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 104 DE 186 . A avaliação de desempenho. O feedback e a promoção do desempenho 1. A avaliação de desempenho e as outras práticas de GRH 1. Plano Temático Nº Tema 1 Temas Introdução 1. a formação e o desenvolvimento de competências 2. As fontes de erro no julgamento do desempenho 4. As diferentes estratégias de obtenção de informação sobre o desempenho 2. A relação entre a avaliação de desempenho e a concepção de sistemas de recompensas 18 20 3.

M. J. conceitos e práticas. and Cleveland. Caetano. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 105 DE 186 . 2003. Avaliação de desempenho: metáforas. 8. 12. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). 1995. Um dos trabalhos de grupo refere-se à sistematização de um modelo específico integrante do programa. 9. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. London: Sage. Deblieux. Língua de ensino A língua Portuguesa. 1996. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.BIBLIOGRAFIA Murphy. O outro trabalho implica a avaliação crítica de um sistema de avaliação de desempenho existente numa empresa e uma proposta de optimização do mesmo. K.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 11. Lisboa: RH Editora. A. Understanding performance appraisal: Social. 7. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Performance appraisal source book: A collection of practical samples. MÉTODO DE AVALIAÇÃO Os alunos deverão realizar dois trabalhos de grupo e um teste individual de conhecimentos. A média dos trabalhos corresponderá a 60% e o teste individual aos restantes 40% da nota final. Alexandria: Society for Human Resource Management. organizational and goal-based perspectives.

Nuclear 1. Integrar os conhecimentos sobre o Direito Administrativo na Gestão dos Recursos Humanos b. c. c. Dominar os principais aspectos sobre organização e funcionamento das diferentes instituições e agentes que contribuem para a satisfação do interesso público. Conhecer as garantias dos particulares face a actuação da Administração Pública. Identificar os casos de responsabilização da Administração Pública. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Competências a. b. Identificar os actos da Administração Pública. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 106 DE 186 .2 Semestre . Conhecer as normas e princípios que regulam a contratação de serviços públicos pela Administração Pública.2º Ano . Analisar as normas que compreendem a administração pública moçambicana.2º Créditos – 3 = 75 horas (48 de contacto +27 de estudo) Tipo . d.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Direito administrativo II Código -UP-ESCOG-GRH-201 B Nível . condições de validade bem como os princípios reguladores da acção administrativa: d. 2. Conhecer e aplicar os conceitos de Direito administrativo na Gestão de Recursos Humanos.

UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 107 DE 186 . Língua de ensino A língua Portuguesa. Avaliação Os critérios de avaliação serão efetivados mediante trabalhos de pesquisa.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 2. 5. testes e exames. participação em debates. Pré-requisitos: Direito Administrativo I 3. debates e seminarios. 6. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 Temas Horas de contacto 10 12 10 8 Horas de estudo 8 7 4 4 4 acção administrativa: Acto administrativo Contrato Administrativo Garantias gerais dos particulares Contencioso administrativo Responsabilidade contratual e extracontractual da 8 Administração Pública 48 27 4. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. trabalhos individuais e em grupo. Métodos de ensino – aprendizagem A ação pedagógica se dará com aulas expositivas.

CAETANO. Administração Pública e Direito Administrativo: Para o seu estudo e compreensão. 2 edição. 3 ed. Forense. Dicionario de Direito Administrativo. 1997. 1978. Coimbra. M.Principios Fundamentais de Direito Administrativo.ROCHA. 1990. 1981.CAETANO. . Vol. G.CRETELLA. A. 1. 2ed. Freitas. 2004. Faculdade de Direito. Rio. Ed. Manual de Direito Administrativo. . UEM. J.CISTAC. Bibliografia . Coimbra. A.TAVARES. 2001. Escolar Editora.DE MELO.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. J.. Lisboa. 1989. . O. UEM. 1ª edicao. G.DE AMARAL. Curso de Direito Administrativo. 1992. .. Manual de Direito das Autarquias Locais..CISTAC. Almedina. Coimbra. Forense. Maputo. .. Gestão de Recursos Humanos na Administração Pública. M.. Livraria Almedina. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Elementos de Direito Administrativo. 10 edicao. Jr. . 2 vol.. C.. O Direito Administrativo de Mocambique.B. . UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 108 DE 186 . J.. Ed. Sao Paulo. Imprensa Universitaria. Legislação:  Constituição da Republica de Moçambique de 2004 (CRM)  Estatuto Geral de Funcionários de Estado (EGFE)  Lei nº 5/92 de 6 de Maio (Lei Orgânica do Tribunal Administrativo) 9. Rio. 1996.. . Maputo.. Livraria Almedina.

d.Nuclear 1. Competências a. Dominar as principais técnicas de elaboração. Aplica as metodologias e técnicas de gestão de projectos informáticos. análise.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Tecnicas de Elaboracao e Gestão de Projectos Código . análise. b. Dominar as principais técnicas de elaboração.2º Ano . Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Gerir com autonomia projectos isolados ou integrados. 7. c. Aplicar as metodologias e técnicas de gestão de projectos informáticos. c. Coordena as tarefas técnicas da equipe do projecto. Coordenar as tarefas técnicas da equipe do projecto.2º Créditos – 6 = 150 horas (64 de contacto + 86 de estudo) Tipo . Gere com autonomia projectos isolados ou integrados. b. negociação e avaliação de projectos. negociação e avaliação de projectos. d. Pré-requisitos: Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 109 DE 186 . 2.UP-ESCOG-GRH-204B Nível .2 Semestre .

cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. A Gestão de Projectos com Sucesso. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Bibliografia BRAND. Jaime Pereña Direcção e Gestão de Projectos. BROUN. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. 7. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Editorial Presença. Edições Técnicas Limitada. Lingua de ensino A língua Portuguesa 8.1981 9. Mark.1992. 6. Lisboa. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 110 DE 186 . Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. 1993 Raul Verde Gestão de Projectos Informáticos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4.Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 Temas Horas de Horas contacto de estudo 14 18 14 18 12 10 12 20 12 20 64 86 Conceitos Fundamentais Natureza e caraterísticas do projecto Ciclo de vida do projecto Papel e Atribuição do Gestor de Projectos Técnicas e Software de Apoio Total 5.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009

Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão

Disciplina – Tecnicas de Desenvolvimento de Pessoal Código -UP-ESCOG-GRH-304 A Nível - 2 Semestre - 1º Ano - 3º Créditos – 5 = 125 horas (48 de contacto + 77 de estudo) Tipo - Nuclear

1. Competências a. Elaborar um plano de formação de acordo com as reais necessidades organizacionais; b. Garantir a existência de um quadro efectivo com um domínio técnico profissional na área que actua.

2. Objectivos Gerais

No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Integrar a formaçãao no contexto das restantes práticas de gestão de recursoshumanos; b. Compreender a articulaçãoentre as etapas de levantamento, concepção, implementação e avaliação das acções de formação formal e informal; c. Ter em conta a importãncia da estratégia da empresa na gestão da formação; d. Avaliar a eficácia da formação formal; e. Enquadrar o processo formativo na aquisição, disseminação e mobilização de compet~encias.

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 111 DE 186

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. Pré-requisitos: Avaliação de desempenho

4. Plano Temático
Nº Tema 1 2 3 4 Temas Horas de Horas contacto de estudo Formação e Mudança de Paradigma em Gestão de 18 20 Recursos Humanos O Processo de Formação 10 20 Gestão Estratégica da Formação Informal 10 20 Gestão Táctica da Formação Formal 10 17 Total 48 77

5. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

6. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito, cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 7 . Língua de ensino Lingua Portuguesa.

8.Bibliografia g. CANÁRIO, Rui. Formação em Situação de Trabalho, Porto Editora, Porto. Portugal, 2003. h. DA CAMARA, Pedro. B., Guerra, Paulo Balreira., Rodriguês,Joaquim Vicente Humanator- Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. 1ª Edição, Publicações Dom Queixto, Lisboa. 1997

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 112 DE 186

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 i. j. DE CARVALHO, António Vieira. Recursos Humanos- TreinamentoPrincípios, Métodos& Técnicas MOREIRA, P. (Gestão de Pessoas- Tendências, Qualificações e Formação, Lisboa; 2006.

9. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 113 DE 186

Efectuar o estudo sistemático dos principais impostos do sistema fiscal moçambicano. Processo Tributário e I. jurídica e de gestão.UP-ESCOG-GRH-302 A Nível -2 Semestre -2º Tipo – Nuclear Ano – 3º Créditos –3 =75 horas (48 de contacto + 27 de estudo)I 1. IVA.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina: Fiscalidade Código . Competências Domínio da prática necessária do manuseamento dos principais códigos fiscais moçambicanos (IRPS. Património). IRPC. Objectivos Identificar os princípios e conceitos básicos da fiscalidade. de reformulação do sistema fiscal moçambicano. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 114 DE 186 . Aquisição de uma sólida base de conhecimentos com vista à compreensão integrada do sistema fiscal moçambicano. apresentando situações típicas ligadas à fiscalidade das empresas. actuais e futuras. Compreensão do âmbito e alcance de medidas. 2. Obtenção de flexibilidade de raciocínio fiscal necessária à identificação e resolução de problemas concretos e ao estudo do impacte fiscal da tomada de decisões operacionais e estratégicas na empresa. designadamente nas suas vertentes económicas.

a economia e a gestão 4 3 3 3 6 5 5 2 2 2 2 2 2 2 2 O sistema fiscal moçambicano: evolução recente. Métodos de ensino-aprendizagem A actividade curricular do Estágio Pedagógico terá um carácter téorico e prático. Conteúdos (plano temático) Nº Conteúdos Horas Contacto Estudo 1 2 3 4 5 6 7 8 A Fiscalidade em Moçambique Teoria Geral do Imposto: Operações Triangulares Nova Tributação do Património O Direito Fiscal Tributação de Instrumentos Financeiros A fiscalidade. Com base na problematização e levantamento de casos hipotéticos desencaderar-se-ão:   Debates e/ou Seminários.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. Pré-requisitos Ter concluído com sucessos as disciplinas de Introdução ao Direito e Direito Empresarial e introdução à gestão 4. IVA e INSS 2 10 11 12 Total Direito Fiscal Internacional Contencioso Tributário Planeamento Fiscal 4 3 3 48 2 4 3 27 5. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 115 DE 186 . 4 IRPC. A componente teórica é baseada fundamentalmente na discussão e debates de temas relacionados com a prática lectiva e a realidade da fiscalidade das empresas. perspectivas. 5 estrutura actual. Discussão. 9 Estudo sistemático dos principais impostos (IRS.

Língua de ensino Português 8. et al. Lei Geral Tributária anotada. CARLOS Américo Brás. Diogo Leite. DE CAMPOS. Vislis. Lisboa. 2ª edição. Exame.Diogo Leite de Campos e outros. Guia dos Impostos 2006. 7. 2ª edição. “Interpretação das Normas Fiscais”. in Problemas Fundamentais de Direito Tributário . Diogo Leite e DE CAMPOS.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009  Reflexões críticas. Jorge L.Diogo Leite de Campos e outros. 2000. Almedina. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 116 DE 186 . tetses. Código do Procedimento e do Processo Tributário anotado Vislis. Avaliação Assim serão avaliadas todas as actividades que forem executadas ao longo do processo de ensino-aprendizagem. Manual de Direito Fiscal — 2ª edição Coimbra Editora. Manual de Direito Fiscal. Seminários apresentados em grupos. 2000. Mónica Leite. Bibliografia GOUVEIA. 2001. 2003. Docente A ser indicado pela ESCOG. DE SOUSA. DE CAMPOS. Vislis. 2000. Diogo Leite. NABAIS. Jorge B. L. DE CAMPOS. Sanches J. Lisboa Almedina. 6. SALDANHA. com destaque para:     Trabalho práticos. 2000. 2006 9. et al. “A proibição da retroactividade da norma fiscal na Constituição Portuguesa”. in Problemas Fundamentais de Direito Tributário . Vislis. José Casalta. Direito Tributário.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009

Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão
Disciplina – Cultura e Mudança organizacional Código - UP-ESCOG-GRH-40 B 12 Nível - 2 Semestre - 2º Ano - 4º Créditos – 5 = 125 horas (48 de contacto + 77 de estudo) Tipo - Nuclear

1. Competências O estudante: a. Identificar diferentes modelos de diagnóstico organizacional; b. Caracterizar as diferentes abordagens de mudança organizacional; c. Desenha um projecto de mudança organizacional

2. Objectivos Gerais

No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: d. Identificar diferentes modelos de diagnóstico organizacional; e. Caracterizar as diferentes abordagens de mudança organizacional; f. Diagnosticar uma organização recorrendo aos modelos estudados g. Desenhar um projecto de mudança organizacional

3. Pré-requisitos: Introdução a administração

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 117 DE 186

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009

4.Plano Temático
Nº Tema 1 2 3 4 5 6 Temas Horas de Horas contacto de estudo 10 20 10 17 8 10 8 10 7 10 5 10 48 77

Conceito e Causas da Mudança Processo da Mudança Diagnóstico e Mudança Organizacional Modelos de Diagnóstico Organizacional A mudança Organizacional Implementação da Mudança Total

5. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

6. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito, cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.

7 . Língua de ensino Lingua Portuguesa. 8.Bibliografia   BURNES, Bernard. Managing Changes, second Edition, British(1996). CAMARA, Pedro. B., Guerra, Paulo Balreira., Rodriguês,Joaquim VicenteHumanator- Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. 1ª Edição Publicações Dom Queixto, , Lisboa, 1997

9. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 118 DE 186

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009

Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão

Disciplina – Estrategia Empresarial Código - UP-ESCOG-GRH-202 B Nível - 2 Semestre - 2º 1. Competências O estudante: a. Identificar e compreender os factores chaves envolvidos no processos de Ano - 2º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto + 52 de estudo) Tipo - Nuclear

mudança organizacional e que facilitam o processo de melhoramento contínuo dos resultados da gestão; b. Discutir os principais processos de gestão estratégica.

2. Objectivos Gerais

No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Dissertar sobre as origens e a noção do conceito estratégaia; b. Reflectir sobre principios gerais da estratégaia; c. Discutir os principais processos de gestão estratégica. d. Analisar e compreender o funcionamento das organizações como um sistema sócio-técnico; e. Identificar e compreender os factores chaves envolvidos no processos de

mudança organizacional e que facilitam o processo de melhoramento contínuo dos resultados da gestão;

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 119 DE 186

3. delegação e descentralização Motivação desempenho e satisfação no trabalho Liderança Controlo Empresarial Futuro da gestão Total 5. Pre requisitos Nenhuma disciplina 4. Identificar as características de um estílo de gestão que pode facilitar o processo de desenvolvimento e crescimento da empresa baseda numa adequada gestão de recursos humanos. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. 6. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Temas Horas de Horas contacto de estudo 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 4 5 4 5 4 5 4 5 4 5 4 2 48 52 Conceito de estratégia Principios de estratégia Análise estratégica Formulação de estratégia Organização e implementação da estratégia O controlo estratégico Estrutura organizacional Auroridade. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários).Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 f. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 120 DE 186 .

UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 121 DE 186 . Blackwell Publishers. Lingua de ensino Lingua portuguesa 8. GRANT. USA. New Jersey/USA. James The Strategy Process. 9. 1995. MITZBERG.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7. Bibliografia FREIRE. Editora V erbo. Massachusetts. 1992. Lisboa.Sucesso em Portugal. Printice. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Adriano. Estratégia. 1997. Henry e Quim. Robert Contemporary Strategy Analysis.

Desenvolve planos de gestão de recursos humanos adequados à Ano . Identificar o impacto da actual evolução das formas organizacionais protagonistas da gestão int ernacional nas práticas da GRH. Competências a. Estabelecer uma comparação entre a gestão de recursos humanos nacionail com a internacional. b. c. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. levando em linha de conta factores de natureza económica.3º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto + 52 de estudo) Tipo . b. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 122 DE 186 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Gestão Internacional de RH Código .1º 1.UP-ESCOG-GRH-302 B Nível .2 Semestre . social e cultural. 2. Cara Caracterizar a dinãmica do processo de globalização dos mercados e o impacto desta tendência na estrutura e dinâmica das organizações.Nuclear multiculturalidade crescente da demografia nacional e internacional. Desenvolve planos de gestão de recursos humanos adequados a processos de internacionalização de empresas nacionais.

e. social e cultural. Pre requisitos  Introdução a gestao de recursos humanos 4. levando em linha de conta factores de natureza económica. 3. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 123 DE 186 . Desenvolver planos de gestão de recursos humanos adequados a processos de internacionalização de empresas nacionais. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Desenvolver planos de gestão de recursos humanos adequados à multiculturalidade crescente da demografia nacional e internacional. 6.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 c. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 Temas Horas de Horas contacto de estudo Globalização dos Mercados 10 20 Os desafios do RH diante da globalização dos negócios 10 12 Diferenças Culturais na Gestão Global 18 10 Gestão de Recursos Humanos em Empresas 10 10 Multinacionais Total 48 52 5. Contrastar a gestão de recursos humanos nacionail com a internacional. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). d. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito.

Lingua de ensino Lingua portuguesa 8. Bibligrafia BOOG. Gestão Internacional e Recursos Humanos. Lisboa. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 124 DE 186 . 1999.lda. FINURAS. Maunual de Gestão de Pessoas e Equipas: Estratégias e Tendências. Magdalena e Gustavo.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7. 1ª edição. São Paulo. 9. Editora Gente. volume 1. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Editora Silaba. Paulo. 2002.

d. 3. Listar os instrumentos de pesquisa usados em uma auditoria de pessoal. Definir os componentes de um relatório bem sucedido de uma auditoria de pessoal. c. Identificar os benefícios de uma auditori de pessoal. Descrever as abordagens mais comuns às auditorias de pessoal.2 Semestre .UP-ESCOG-GRH-402 A Nível . Explicar a amplitude das auditorias de pessoal. c. b. Descrever as abordagens mais comuns às auditorias de pessoal. Pre requisitos Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 125 DE 186 . b. e. Elaborar uma auditorias de pessoal.Nuclear 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Auditoria de RH Código . Identificar os benefícios de uma auditori de pessoal.1º 1. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.4º Créditos – 3 = 75 horas (48 de contacto + 27 de estudo) Tipo . d. Ano . Definer os componentes de um relatório bem sucedido de uma auditoria de pessoal. Competências O estudante: a.

9. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. J. Lisboa. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 1997. 6. 1ª Edição. São Paulo. 7. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). 1983. WERTH. Publicações Dom Queixto. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. William B. Bibligrafia PERETI. Administração de Pessoal e Recursos Humanos. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas.-m Recursos Humanos. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 Temas Horas de Horas contacto de estudo 6 4 6 4 6 4 6 4 6 4 5 3 5 2 8 2 48 27 A Amplitude de Auditoria de Pesssoal Auditoria da Função de Pessoal Auditoria de Cumprimento Gerencial Auditoria de Satisfação do colaborador Abordagens de Pesquisa às Auditorias Instrumentos dePesquisa de Pessoal Informação Externa Relatório de Auditoria Total 5.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Editora McGraw-Hill. Lingua de ensino Lingua portuguesa 8. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 126 DE 186 .

Explicar a amplitude da consultoria em RH. b. Competências a. Ano .2º 1.4º Créditos – 4= 100 horas (48 de contacto + 52 de estudo) Tipo . Definir os componentes de um relatório bem sucedido de uma consultoria em RH. Explicar a amplitude da consultoria em RH. Definir os componentes de um relatório bem sucedido de uma consultoria em RH. Descrever as abordagens mais comuns à consultoria em RH.Nuclear 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Consultoria em RH Código . e.UP-ESCOG-GRH-401 B Nível .2 Semestre . d. b. c. Pre requisitos UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 127 DE 186 . Identificar os benefícios de uma consultoria em RH. c. Descrever as abordagens mais comuns à consultoria em RH. Listar os instrumentos de pesquisa usados em consultoria em RH. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009

3. Plano Temático
Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 Temas Horas de Horas contacto de estudo A Amplitude de consultoria em RH 7 10 Consolidação do profissional de RH como consultor 7 10 Tipos de consultoria 7 7 Contrataçaõ dos serviços de consultoria em RH 7 5 Administrçaão e Manutenção dos serviços de 5 5 consultoria em RH Caractrísticas do consultor em RH 5 5 Instrumentos dePesquisa de Pessoal 5 5 Relatório de consultoria 5 5 Total 48 52

4. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

5. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito, cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.

7 . Língua de ensino Lingua Portuguesa.

8.Bibligrafia OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebuças Manual de Consultoria Empresarial,5ª Ed, Editora Atlas, São Paulo, 2004. PERETI, J.-m Recursos Humanos. Publicações Dom Queixto, 1ª Edição, 1997. 9. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 128 DE 186

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009

Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão

Disciplina – Gestão e desenvolvimento de competencias Código Nível - 2 Semestre - 2º 1. Competências a. Alinha o factor humano com o negócio da organização; b. Concebe o portfolio de competências de uma organização; c. Diferencia uma gestão de pessoas baseada em funções com a de competências. UP-ESCOG-GRH-301 B 1 Ano - 3º Créditos – 5= 125 horas (48 de contacto + 77 de estudo) Tipo - Nuclear

2. Objectivos Gerais

No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Alinhar o factor humano com o negócio da organização; b. Conceber o portfolio de competências de uma organização; c. Diferenciar uma gestão de pessoas baseada em funções com a de competências.

3. Pre requisitos
Nenhuma disciplina

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 129 DE 186

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 Temas Horas de Horas contacto de estudo 10 20 8 17 e 7 10 10 8 5 48 10 10 10 77

Das Função as Competências Modelos de competências Abordagem metodológica para concepção implementção de competências Tendências na gestão por competências Articulação entre estrategia empresarial e competências individuais Caracterização de competências individuais Total

5. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

6. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito, cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.

7 . Língua de ensino Lingua Portuguesa.

8.Bibligrafia CASCAO, Ferreira & Cunha Namercio Gestao de competências- Novas perspectivas na gestao de recursos humanos, Lisboa. 1998 GUSTAVO & Boog Magdalena Manual de Gestão de Pessoas e Equipes – volume 1 Editora Gente, Sao Paulo. 2002. DUTTRA, Joel Souza Competênciass: conceitos e instrumentos para gestao de pessoas na empresa moderna, Sao Paulo. 2004

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 130 DE 186

Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 9. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 131 DE 186 .

b. Apresentar os diferententes níveis de análise do modelo do comportamento organiazcional. Apresentar os problemas gerais. 3. b. Proporcionar uma perspectiva global da organização como um sistema e comportamental.1º 1.2 Semestre . Proporcionar uma perspectiva global da organização como um sistema e comportamental. Competências a. c. noeadamente a motivação do individuo e a liderança de grupos e equipes.4º Créditos – 5 = 125 horas (48 de contacto + 102 de estudo) Tipo . Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.Nuclear 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Comportamento Organizacional Código .UP-ESCOG-GRH-401 A Nível . noeadamente a motivação do individuo e a liderança de grupos e equipes. Ano . Pre requisitos Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 132 DE 186 . Aalisa os diferententes níveis de modelo do comportamento organiazcional. enquanto técnica de optimização na utilização de recursos.

Guerra.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. 7. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.. Paulo Balreira. Rodriguês.J. 1ª Edição. Bibligrafia CAMARA. Neves.. Lingua de ensino Lingua portuguesa 8. Pedro. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Publicações Dom Queixto.Hill. Lisboa. 2001 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 133 DE 186 . Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. 6. 1997 FERREIRA. e Caetano Manual de Psicossociologia das Organizaçãoes.C. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 Temas Horas de Horas contacto de estudo Vantagem 4 17 17 12 12 12 10 10 10 102 Comportamente Organizacional e Competitiva Perspectivas e Aplicações 6 Motivação e Sistema de Trabalho 6 Eficiência.Joaquim Vicente HumanatorRecursos Humanos e Sucesso Empresarial. B.M. J. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Editora McGraw.. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Delegação de Poder e Qualidade no 6 Planeamento do Trabalho Interdependência e Relações entre Papeis 6 Dinâmica do grupo e eficãcia da equipa 8 Liderança de grupos e organizações 6 A gestão do conhecimento 6 Total 48 5.. Lisboa.

9.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 DRUCKER. MARQUES. 1995. M. P Comportamento organizacional. Peter Sobre a Profissão de Gestão. Publicações Dom Queixote. Roberto Comportamento Humano nas Organizações-O homem Rumo ao Século XXI. Lisboa 1996 KANAANE. Lisboa. Editora Atlas. A& Cunha. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 134 DE 186 . Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. C. 1998. Publicações Dom Queixote.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Componentes de formação Pratica UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 135 DE 186 .

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 PROGRAMAS TEMATICOS – Minor Componente de formação especifica UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 136 DE 186 .

Analisar a escolha profissional dos profissionais e relaconar com o mercado de trabalho. d. b. Pré-requisitos: Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 137 DE 186 . Conhecer o Mercado de emprego e as profissões no contexto Moçambicano 3. Gerais). Assegurar uma adequada aproximação do individuo com as profissões.2º 1. Conhecer o significado da escolha profissional para o jovem e adulto. Conhecer as Teorias Psicológicas de ( Traço Factor. b.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Orientação vocacional e profissional Código . Psicodinâmicas.2 Semestre .P para a actividade do Gestor de Recursos Humanos. Desenvolvimentais. Competências O estudante: a. Ano . Decisionais. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.4º Créditos – 4= 100 horas (64 de contacto + 36 de estudo) Tipo .Complementar 2. Conhecer a importância da O. c.UP-ESCOG-GRH-403 B 11 Nível .V.

Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Plano Temático Temas Horas de Horas contacto de estudo 12 8 14 12 8 8 10 6 6 5 5 6 Nº Tema 1 2 3 4 5 6 Conceito de Orientação Vocacional e profissional As Teorias em Orientação Vocacional e profissional A Escolha Profissional Conceito de profissão/trabalho. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). 7 . Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Língua de ensino Lingua Portuguesa. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. As vocações Estratégia Clínica em Orientação Vocacional e profissional Total 64 36 5. 6.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 138 DE 186 . A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

José “ Vocação e realização Profissional “. S.Bibliografia BAIÃO.Abordagem Sócio-Histórica “. editorial presença. REUCHELIN. “ Recursos Humanos ”. “Orientação Vocacional e Decisão”. R. Segunda Edição compacta. BOCK. Selma.J. S. 1963. Revista Brasileira de Orientação Profissional. Revista Brasileira de Orientação Profissional. 2003. Sílvio. Google. Editora Atlas. Editora Universitária. 1999. (colecção substância) RSS Editora LDA. PIMENTA. Paulo. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 139 DE 186 . S. “ Psicologia infantil”.S. 9. “ A orientação Escolar e profissional”. Guy. Havana. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Editora Loyola. CHIAVENATO. Conceita E. J. 1966.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. e OLIVEIRA. Formação Profissional e Formação Profissional Acelerada. que sais je? “L’Orientation Profissionnelle”. Xavier. Idalberto. Maurice.Paulo. Fichas de Apoio. MINERVINO. Paulo. Clauss. Artigos Publicados. Paulo.Paulo.Cortez Editora. Universidade Pedagogica. 1992. SORTANE. ____________ “ Orientação Vocacional: Estudo crítico da situação no Brasil”. “ Orientação Profissional.C. Press Universitaries de France. Sétima Edição. 1981. 7ª Edição. 2002. Hiebsch g. 1991. . Jacquemin “A adaptação do BBT. Edições Paulinas. 1987. Edições Loyola. 2009 SINOIR.Testes de Fotos de Profissões –Para o Contexto Sóciocultural Brasileiro. Lisboa. S. Tieme Okino & ANDRÉ . 2007 ERIKA.

2 Semestre . Integrar os conhecimentos do domínio ambiental nas actividades Ano .1º 1. ˝competência profissional˝ e ˝código de ética profissional˝. Desenvolver actividades sustentáveis.4º Créditos – 6 = 150 horas (48 de contacto + 102 de estudo) Tipo .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – ética e deontologia profissional Código .Conplementar organizacionais. Enquadrar e discernir sobre as várias abordagens da Ética aplicada no quadro da Ética em geral.UP-ESCOG-GRH-401 A Nível .   Concretizar os conceitos de ˝ética do trabalho˝ e ˝ética profissional˝. 2. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 140 DE 186 . Competências    Aplicar a Ética e Moral no desenvolvimento de suas funções. ˝vocação profissional˝.  Explicar como a divisão do trabalho evoluiu para a especialização ou profissionalização do próprio trabalho. Discernir sobre os conceitos ˝classes profissionais. Objectivos   Integrar a ética no conjunto de outros saberes.  Fazer uma abordagem diferente da relação dos conceitos ˝trabalho˝ e ˝desenvolvimento˝. ˝virtudes profissionais˝.

Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Conteúdos (plano temático) Nº Tema Tema Horas por Tema 1 2 3 4 5 6 7 Conceitos de trabalho e profissão Conceito de Ética Evolução da Ética Responsabilidade Social das Organizações Competência professional Fundamentos de competência profissional Educação e Formação Moçambique 4 5 7 10 10 6 20 20 20 12 10 10 10 ético-profissional em 6 Total 48 102 5.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Pré-rquisitos Sem precedência 4. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 141 DE 186 .

São Paulo. São Paulo. José Renato. Campinas. 2004 SAVATER. São Paulo Pulus. 1993 9. Bibliografia RUSS Jacqueline . Brasil. Ética Ambiental.. São Paulo. Ética nas Organização.A. 2002 PASSOS. Pensamento ético contemporâneo. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Internet. Língua de ensino 8. Fernando. Ética para Meu Filho. Desafios éticos da globalização. Martins Fontes. Da modernidade técnica à modernidade ética. 2ª Edição. 2007 NALINE. 2003 BUARQUE Cristovam. Atlas S. Elizete. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 142 DE 186 .. 7. Millennium Editora Ltda.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 6. Paulinas. A regência da disciplina deverá ser assegurada por docentes com um grau de Pósgraduacão e alguma experiência de investigação. São Paulo. Docente A docência da disciplina será rotativa entre os vários docentes do Departamento. 2003 OLIVEIRA Manfredo A .

d.1º 1. b. Competências Tipo . Desenvolver planos de intervenção e de política da empresa nesta área. b. Nº Nº Tema Plano Temático Tema Temas Horas de contacto Horas de estudo de Horas de Horas contacto estudo UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 143 DE 186 . Conhecer as obrigações das empresas em HSQT. 1. Conhecer o significado da escolha profissional para o jovem e adulto. Pre requisitos Higiene no Trabalho 3. Compreender a importância da HSQT para a GRH.UP-ESCOG. Objectivos: No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.2 Ano . c.Nuclea Créditos – 4 = 100 horas ( 48 de contacto +52 de estudo) a. Conhecer as vantagens para os trabalhadores e para a produtividade das empresas.4º Semestre . 2.M1-403 A 08 Nível .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Seguranca no Trabalho Código . Analisar a escolha profissional dos profissionais e relaconar com o mercado de trabalho.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 1 Introdução À Segurança Do Trabalho 8 10 2 3 4 5 8 9 Os Acidentes De Trabalho Equipamentos De Protecção Individual Riscos Eléctricos Ferramentas Manuais E Máquinas Portáteis Radiações Movimentação De Cargas 8 8 6 6 6 6 48 10 10 7 5 5 5 52 Total 4. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho. Lisboa. Higiene e Saúde no Trabalho. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. A. 2003. 5. 6. Porto Editora. 3ª Edição compacta. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Bibliografia CHIAVENATO. MIGUEL. 1992 O’MAHONY. Metodologia As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Idalberto Gestão de Recursos Humanos. 1985. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. 9. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Lisboa. Lingua de ensino Lingua portuguesa 7. Editora Monitor. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 144 DE 186 .

Desenvolver planos de intervenção e de política da empresa nesta área. Conhecer as vantagens para os trabalhadores e para a produtividade das empresas.Nuclea Créditos – 7 = 175 horas (64 de contacto + 111 de estudo) c. g. h.UP-ESCOG-M3-301 B 20 Nível . Pre requisitos Sem precedencia UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 145 DE 186 . Conhecer as obrigações das empresas em HSQT. Objectivos: No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: e.2º 1.3º Semestre .2 Ano . Competências Tipo . Conhecer o significado da escolha profissional para o jovem e adulto. d. Analisar a escolha profissional dos profissionais e relaconar com o mercado de trabalho. 9.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina –Higiene no Trabalho Código . f. Compreender a importância da HSQT para a GRH.

12.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 10. Metodologia As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 13. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 Temas Princípios E Domínios Da Higiene Do Trabalho Noções De Toxicologia Metodologias E Técnicas De Avaliação E Controlo Da Exposição Aos Agentes Efeitos Resultantes De Exposições Combinadas Procedimentos De Calibração Dos Instrumentos De Leitura Sistemas De Ventilação E Condicionamento Do Ar Horas de contacto 14 10 10 10 10 10 64 Horas de estudo 20 20 20 20 21 10 111 Total 11. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Lingua de ensino Lingua portuguesa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 146 DE 186 . Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito.

1985. Idalberto Gestão de Recursos Humanos. Bibliografia CHIAVENATO. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho. Porto Editora. MIGUEL. Editora Monitor. Lisboa. 2003. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Higiene e Saúde no Trabalho. 1992 O’MAHONY. A.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 14. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 147 DE 186 . Lisboa. 3ª Edição compacta. 9. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças.

Ano . Saber integrar o processo negocial em ambiente culturais distintos.Nuclear 2. Saber diagnosticar as fontes e a natureza do conflito. e. Relaciona o nível de conflito e o desempenho organizacioal. b.UP-ESCOG-M1-401 B 12 Nível . 3.4º Créditos – 5 = 125 horas (48 de contacto +77 de estudo) Tipo . Competências a. Pré-requisitos: Teoria das organizações 4. Plano Temático Nº Tema 1 Temas Horas de Horas contacto de estudo 4 12 Conflito e desempenho organizacional UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 148 DE 186 . b. Saber integrar o processo negocial em ambiente culturais distintos. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. d.2 Semestre .2º 1.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Gestão de Conflitos Código . c. Diagnosticar as fontes e a natureza do conflito. Dar a conhecer vários contextos negociis intra e inter-organizacional. Relacionar o nível de conflito e o desempenho organizacioal.

Lisboa. Lingua de ensino A língua Portuguesa 8. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. 9. Lisboa. 6. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Bibligrafia MIGUEL. A. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. 7.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 2 3 4 5 6 7 Diagnóstico das fontes de conflito Estílo de Gestão de conflito Modelos de negociação Erros negociais e selecção de estratégia adequada Negociação integrativa ou calaborativa Negociação em contexto culturais diversos Total 6 8 8 6 8 8 48 12 15 10 10 10 8 77 5. Editora Monitor. Porto Editora. Higiene e Saúde no Trabalho. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. 1992 O’MAHONY. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 2003. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 149 DE 186 . Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários).

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Gestão de Prevenção Código .Nuclear 2. segurança e saúde do trabalho. e.3º Créditos – 5= 125 horas (48 de contacto +77 de estudo) Tipo . Identificar os indicadores de segurança e saúde g. Fazer uma gestão da prevenção na empresa 3.2º 1. Identificar os indicadores de segurança e saúde c. Pré-requisitos: Teoria das organizações UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 150 DE 186 .2 Semestre . Conhecer quais os objectivos comunitários da higiene. Fazer uma abordagem da prevenção no mundo e em moçambique f. Especificar claramente os objectivos comunitários da higiene. b. Competências O estudante: a. segurança e saúde do trabalho. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: d. Classificar os níveis da prevenção no trabalho Ano .UP-ESCOG-M1-301 B 12 Nível .

Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários).Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. medidas genéricas de prevenção no trabalho n. níveis da prevenção no trabalho m. comunidades e a higiene. Plano Temático Nº Tema 1 Temas Horas de Horas contacto de estudo 4 18 o contexto do trabalho na empresa  a intervenção da pessoa  organizações: enquadramento e estratégia prevenção no trabalho h. segurança e saúde do trabalho k. objectivos comunitários da higiene. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 151 DE 186 . Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. abordagem da prevenção no mundo e em moçambique i. responsabilidades dos diversos intervenientes l. segurança e saúde no trabalho j. prevenção integrada indicadores de segurança e saúde  indicadores de sinistralidade  indicadores de doenças profissionais  indicadores das incapacidades  outros indicadores da prevenção a gestão da prevenção na empresa  referências legislativas da gestão da prevenção  tendências actuais da gestão da prevenção  princípios da gestão da prevenção 2 6 18 3 8 21 4 8 20 Total 48 77 5.

cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Editora Monitor. Bibligrafia MIGUEL. A. Lingua de ensino A língua Portuguesa 8. Lisboa. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 6. Porto Editora. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. 9. 2003. 1992 O’MAHONY. Lisboa. Higiene e Saúde no Trabalho. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 152 DE 186 . 7.

Nuclear 2. c. Elaborar um plano de intervenção e de evacuação em caso de perigo.2 Semestre . Alertar sobre a ocorrencia de situaçoes que perigam a segurança dos utentes. Identificar os riscos decorrentes do mau funcionamento dos equipamentos.2º 1. 3.UP-ESCOG-M2-301 B 21 Nível . Ano .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Organização da emergencia Código . Elaborar e/ou interpretar os documentos de instrução de segurança. b. e. Orgaizar a segurança das instalações. Opinar relativamente aos espaços adequados para a construção. f. Competências O estudante: a.3º Créditos – 6 = 150 horas (64 de contacto +86 de estudo) Tipo . Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Pré-requisitos: Teoria das organizações UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 153 DE 186 .

Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 154 DE 186 . 6. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Plano Temático Nº Tema 1 Temas Horas de Horas contacto de estudo 10 10 introdução 2 3 4 5 caracterização espacial da construção identificação dos riscos organização da segurança plantas de emergência 10 10 9 5 10 10 10 10 6 7 8 9 plano de intervenção plano de evacuação instruções de segurança telefones de entidades a contactar Total 5 5 5 5 64 10 10 8 8 86 5. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.

Editora Monitor. Higiene e Saúde no Trabalho. 2003. Lisboa. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 155 DE 186 . Porto Editora. Lisboa. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7. Lingua de ensino A língua Portuguesa 8. 1992 O’MAHONY. 9. A. Bibligrafia MIGUEL. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.

UP-ESCOG-M1-302 A 20 Nível . Competências O estudante: a. Pré-requisitos: Teoria das organizações UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 156 DE 186 . b.Nuclear 2.2º 1.3º Créditos – 7 = 175 horas (64 de contacto +111 de estudo) Tipo . Ano . b. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Controlar de modo a reduzir o índice de ocorrência de acidentes no local de trabalho. Fazer uma avaliação de risco socorrendo-se de métodos adequados.2 Semestre . Fazer uma abordagem conceitual do risco profissional 3. Avaliar os riscos no local de trabalho.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Avaliação e controlo de risco Código .

Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Plano Temático Nº Tema 1 Temas Horas de Horas contacto de estudo 12 18 enquadramento da avaliação de riscos no local de trabalho métodos quantitativos e qualitativos de avaliação de riscos métodos reactivos e pró-activos de análise de riscos quadro sintese dos métodos de avaliação de riscos abordagem do risco profissional – conceitos 2 8 20 3 4 5 8 4 12 15 15 18 6 7 modelos teóricos de casualidade dos acidentes controlo de riscos Total 8 12 64 15 15 111 5. 7. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Lingua de ensino A língua Portuguesa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 157 DE 186 . 6. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários).Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4.

2003. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. 1992 O’MAHONY. J. Editora Monitor. 1992. Lisboa. Negociação. Edições Sílabo. JESUINO. A. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Porto Editora. Lisboa. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 158 DE 186 . Higiene e Saúde no Trabalho. Texto Editora. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho. Bibligrafia CARVALHO. Negociação – Estratégia e Tácticas. MIGUEL. 9.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. J. Lisboa. 2004. Lisboa.

2º 1. Pré-requisitos: Introdução a administração 4.UP-ESCOG-M1-402 B 12 Nível . Normas de segurança. higiene e saúde trabalho Código . Regulamento. Proporcionar a formação cultural dos estudantes em matéria de legisla. Competências O estudante: a.cão especifica de higiene e segurança no trabalho 3.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Legislação. Conhecer os principais dispositivos legais de Higiene e seguran.Nuclear 2.4º Créditos – 5 = 125 horas (48 de contacto + 77 de estudo) Tipo .ca no trabalho Ano . Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.2 Semestre . Plano Temático Nº Tema 1 2 3 Temas Horas de Horas contacto de estudo 10 25 8 30 48 22 30 77 legislação laboral higiene e segurança no trabalho análise da principal legislação específica Total UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 159 DE 186 .

Higiene e Saúde no Trabalho. A. Negociação – Estratégia e Tácticas. 9. JESUINO. J. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho. Lisboa. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Negociação. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. 1992 O’MAHONY. Texto Editora. 8. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Porto Editora. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 160 DE 186 . 2003. Editora Monitor. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Lingua de ensino A língua Portuguesa 9. 2004.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 6. 1992. Lisboa. Bibligrafia CARVALHO. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Lisboa. Edições Sílabo. 7. Lisboa. J. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. MIGUEL.

Organizar as acções que garantam uma vigilância sanitária a varios niveis 3. Elaborar as normas que orientam a manutenção do ambiente sanitário. Pre requisitos Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 161 DE 186 .2 Semestre . Elaborar as normas que orientam a manutenção do ambiente sanitário. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.Nuclear 1.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Gestão administrativa de uma infraestrutura Código . b.4º Créditos – 6 = 150 horas (48 de contacto e 102 de estudo) Tipo .UP-ESCOG-GRH-402 A Nível . b.2º Ano . Competências O estudante: a. Organizar as acções que garantam uma vigilância sanitária a varios niveis 2.

Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. 9. Lingua de ensino A língua Portuguesa 8. Higiene e Saúde no Trabalho. Porto Editora. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 162 DE 186 . Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Lisboa. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho. 7.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Editora Monitor. Bibligrafia MIGUEL. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Lisboa. A. 1992 O’MAHONY. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. 6. 2003. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Plano Temático Nº Tema 1 Conceito de vigilância sanitária Temas Horas de Horas contacto de estudo 12 18 10 20 20 20 24 92 2 Dimensões da vigilância sanitária 3 4 5 Acções da vigilância sanitária de alta complexidade Acções da vigilância sanitária de media complexidade Accões de vigilância sanitária de baixa complexidade 8 8 12 48 Total 5.

1º 1. Assessorar as empresas na reestruturação e implementação de novos métodos de trabalho. c. Desenhar uma estrutura organizacional e seus repectivos processos Ano . Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Pre requisitos Nenhum pré requisito UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 163 DE 186 .2 Semestre . b. 2.Nuclear operacionais. Simplificar o trabalho. b. Identificar uma estrutura organizacional e seus repectivos processos operacionais. 3. Propor a reestruturação e implementação de novos métodos de trabalho.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Organização e metodos Código . Competências O estudante: a.UP-ESCOG-GRH-204 A Nível .2º Créditos – 6 = 150 horas (64 de contacto e 86 de estudo) Tipo . mediante o emprego da racionalização para o aumento da produtividade.

Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 Temas Horas de Horas contacto de estudo 8 10 12 12 8 16 8 14 10 10 10 10 8 14 64 86 A Função de Organização e Métodos Técnicas de levantamento Análise do Trabalho Racionalização e Simplificação do Trabalho Métodos de Trabalho Os Postos de Trabalho e Ambiência Os centros de Produçaõ Total 5. Bibligrafia FARIA. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. São Paulo. 6. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 164 DE 186 . cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora. (1982) 9. 7. Lingua de ensino Lingua portuguesa 8. Metodologia As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). A.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Nogueira Organização e Métodos.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 TEMAS TRANSVERSAIS UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 165 DE 186 .

ou ser oferecida com formato de curso de “curta duração”. 3º e 4º Créditos – 1.6 = 16 horas (4 de contacto + 12 de estudo).Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Temas Transversais : Empreendedorismo e Visão de Negócios Código — Tipo – Nuclear Nível – Ano – 1º. Introdução A disciplina Empreendedorismo e Visão de Negócios tem como finalidade principal criar habilidades sobre como desenvolver atitudes com um perfil empreendedor e “práticas de gestão de negócios” para professores que irão leccionar a disciplina Noções de Empreendedorismo no ensino secundário. ou ainda. alunos regressos da décima segunda mais um (12+1). onde o aluno é estimulado a reconhecer o seu próprio perfil e as carências a serem superadas para se tornar um empreendedor ou um intraempreededor UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 166 DE 186 . 2º. Competências Esta disciplina poderá incluída nos programas de Licenciatura da UP. em período de seis meses. A disciplina aborda o trinómio “ser-saber-fazer acontecer” presentes na acção de empreender. 1. poderá ser oferecida para o público em geral que deseje desenvolver competência para iniciar ou gerir um novo negócio. Além deste propósito. Inicialmente são discutidos os diferentes perfis do profissional empreendedor. para participantes que estejam cursando a Licenciatura. esta disciplina proporciona uma alternativa de carreira para professores que desejam iniciar-se na actividade empreendedora. ou interessados de fora do ambiente académico que possam estar interessados em adquirir uma visão como iniciar e gerir um pequeno negócio.

Compreender o funcionamento e a utilização das principias práticas de gestão de um pequeno negócio.Desenvolver uma atitude empreendedora a ser aplicada na sua condição de pedagogo ou fora do âmbito académico.Desenvolver a competência necessária para praticar o seu próprio negócio.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 bem-sucedido (SER).5 2. 3. o aluno é orientado como iniciar seu próprio negócio e quais as práticas de gestão mais relevantes para assegurar o seu sucesso (FAZER ACONTECER). .5 7. A seguir são apresentados os conhecimentos básicos para criação de um novo empreendimento ou projecto que ele pratica idealizando o seu. Plano Temático Actividade / Temas Primeiro ano AT 01: Conhecendo seu perfil empreendedor AT 02: Identificando a oportunidade de negócio AT 03: Analisando a viabilidade do negócio AT 04: Conhecendo um Plano de Negócios Segundo ano AT 05: Definindo a empresa Horas de contacto 2. .5 7. Objectivos gerais Pretende-se que o aluno após cursar esta disciplina deverá ser capaz de: . . planejar a sua execução e iniciar a operação de um novo empreendimento.5 2.5 7.5 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 167 DE 186 . desde a escolha de uma oportunidade.5 Horas de estudo 7. Pré-requisitos Nenhum 4.5 2. .5 7. 2. até a sua modelagem em um Plano de empreendedor (SABER).Saiba como identificar uma oportunidade.Dispor do embasamento em práticas de gestão de negócios necessário para leccionar a disciplina Noções de Empreendedorismo.5 2. Finalmente.

5 2.5 7.5 7.5 7.5 7.5 7. Metodologia de ensino através de aulas interactivas.5 7. tanto na demonstração dos conceitos com slides em projector de multimédia.5 10 7.5 2. onde o professor demonstra o conceito seguido de sua aplicação pelo aluno no seu projecto de negócio. 6.5 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 AT 06: Definindo o negócio AT 07: Analisando o mercado AT 08: Elaborando o Plano de Marketing Terceiro ano AT 09: Elaborando o Plano de Operações AT 10: Elaborando o Plano Financeiro AT 11: Começando o seu próprio negócio AT 12: Gestão da empresa familiar Quarto ano AT 13: Gestão do relacionamento com o cliente AT 14: Gestão das operações de uma pequena empresa AT 15: Gestão dos activos na pequena empresa AT 16: Avaliando o desempenho de uma pequena empresa Total 2.5 2. utilizando os seguintes critérios de avaliação: – Desenvolvimento do Perfil Empreendedor (60%) – Elaboração do Plano de Negócios – Exercícios de Práticas de Gestão (15%) (25%) UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 168 DE 186 .5 7.5 2. como na sua aplicação pelos alunos através de editor de texto e planilhas electrónicas.5 2.5 2.5 30 5.5 7.5 2. Meios de ensino-aprendizagem Sempre que possível as aulas deverão ser desenvolvidas em ambiente electrónico. Estratégias e métodos de ensino aprendizagem Estratégia de ensino orientada por projectos de trabalho onde o aluno desenvolve o projecto para realização de um novo empreendimento.5 7. que os alunos receberão no início da disciplina. Avaliação Nota obtida pela participação individual e em grupo nas actividades desenvolvidas durante as aulas.5 2.5 2. Alternativamente o mesmo material pode ser apresentado com projector de transparências e disponibilizado para os alunos de forma impressa.5 7.

estratégias e dinâmicas. DOLABELA. 2007. MARCONDES. São Paulo: Pearson Makron Books. São Paulo: Saraiva. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 169 DE 186 . 2008. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. 2004. Jacques. O segredo de Luísa. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. MARCOVITCH. BIRLEY. São Paulo: Thomson Learning. 2001. FARAH. Justin et al. 2003. 2006. Sue. 2008. BERNARDI. Jacques. MUZYKA. Rio de Janeiro: Elsevier. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo: McGraw-Hill. Planos de negócio que dão certo. Osvaldo Elias. LONGENECKER. Reynaldo Cavalheiro. Empreendedorismo: uma visão do processo. 1999. 2007. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos. Fernando Celso. Bibliografia BARON. São Paulo: Atlas. DEGEN. Língua Português 8. Roberto A. Luiz António.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7. Criando empresas para o sucesso. Administração de pequenas empresas. São Paulo: Cultura Editores Associados. 2005. São Paulo: Cengage Learning. Ronald Jean. Pioneiros e empreendedores: a saga do desenvolvimento no Brasil. Empreendedorismo estratégico: criação e gestão de pequenas empresas. Pioneiros e empreendedores: a saga do desenvolvimento no Brasil. 1989. DORNELAS. José Carlos Assis. São Paulo: Thomson Learning. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. MARCOVITCH. Daniel F.

São Paulo: DVS Editora. 2003. Administração para empreendedores. MIRSHAWKA. Rio de Janeiro: Elsevier. 2004. WEVER. Victor Jr. MIRSHAWKA. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 170 DE 186 . Fernando Henrique. 2004. Rio de Janeiro: Campus. Construindo planos de negócios: passos necessários para planejar e desenvolver negócios de sucesso. Rio de Janeiro: Campus.2005.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 MAXIMIANO. Victor. SALIM. Empreender é a solução. RAMOS. São Paulo: Pearson Prentice Hall. Francisco Brito. 2005. Empreendedores : histórias de sucesso. 2006. Administração empreendedora: teoria e prática usando o estudo de casos. Empreendedores brasileiros: vivendo e aprendendo com grandes nomes. Victor. São Paulo: Saraiva. SALIM. César Simões et al. Antônio Cesar Amaru. São Paulo: DVS Editora. Gestão criativa: aprendendo com mais bem-sucedidos empreendedores do mundo. MIRSHAWKA. 2003. César Simões et al.

além de muitas outras formas de agressão ao meio ambiente. o desenvolvimento de conhecimento. essencialmente. Um programa de Educação Ambiental para ser efectivo deve promover simultaneamente. sabemos que a educação desempenha igualmente um forte contributo na mudança que se deseja. que se propõe atingir todos os cidadãos. Nesta perspectiva. é clara a necessidade de mudar o comportamento do homem em relação à natureza. a EA deve ser considerada como parte integrante da Educação para o Desenvolvimento Sustentável. a devastação das florestas. ao mesmo tempo. através de um processo pedagógico. Actualmente. a EDS tem de ser vista. Apesar de se reconhecer a necessidade da implementação de medidas políticas e tecnológicas que promovam mudanças de comportamentos e atitudes em prol da sustentabilidade. Dentro deste contexto. da ecologia e da igualdade de todas as comunidades a longo prazo (TILBURY & PODGER. 2004).INTRODUÇÃO A Educação Ambiental (EA) constitui-se numa forma abrangente de educação. atender as necessidades das gerações actuais. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 171 DE 186 . a poluição atmosférica. uma aprendizagem sobre como tomar decisões que considerem os futuros da economia. de forma a preservar os interesses das gerações futuras e. no sentido de promover e assegurar uma gestão responsável dos recursos do planeta. atitude e habilidades necessárias à preservação e melhoria da qualidade ambiental. 2006). tal como a Educação para a cidadania. (CARTEA & CARIDE. a caça indiscriminada e a redução ou mesmo destruição dos habitats faunísticos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Educação Ambiental Introdução 1. A aprendizagem será mais efectiva se for considerada a situação real do meio em que o indivíduo vive. Assim. participativo e permanente que procura incutir no educando uma consciência crítica sobre a problemática ambiental. a Educação Intercultural e Educação para a Paz. como um processo de “aprender para mudar”. são comuns a contaminação dos cursos de água.

Medidas para reduzir o desperdícios de energia eléctrica nas residências n. . . desperdício da água e.Aquecimento global .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Os problemas globais que hoje enfrentamos implicam que os cidadãos das gerações futuras sejam capazes de estabelecer interligações entre diferentes assuntos. TÓPICOS : 1. causas. . vento e biomassa l. j.Fontes de energia renovável. .Actividade humana e poluição do ar h.Água em Moçambique e na Região Austral de África c.Ar e Clima g.Formas de tratamento de água para o consumo humano 3.Mudanças climáticas.Importância da preservação da água d. . . consequências 4.Efeito estufa i. . de compreender interacções que lhes permitam entender como se organiza e evolui a sociedade. . evidências.Medidas de uso sustentável da água f.Água a. bem como descodificar os desafios dos nossos tempos que não são lineares. nem unidimensionais. . sol. .Consumo de energia pelo uso de electrodomésticos m. nem simples. .Água no Glóbulo terrestre b. água.Introdução 2.Impacto ambiental de construção de grandes barragens hidroeléctricas UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 172 DE 186 .Escassez de água de boa qualidade para o consumo: Poluição.Energia k. . .

Reciclagem de resíduos sólidos w. .Gestão de Resíduos Sólidos s. . .Medidas de conservação da Biodiversidade 7.Tratamento de resíduos sólidos v. .Flora e Fauna . tráfego de plantas e animais selvagens) .Agricultura e seu impacto ambiental q.Problemas de distribuição assimétrica de alimentos: subnutrição e obesidade r. . . .Consequências da redução da Biodiversidade .Colecta de resíduos sólidos urbanos t.Uso de agroquímicos na produção de alimentos p. .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 5.Formas sustentáveis de conservação de alimentos 6.Deposição de resíduos sólidos u.Impacto sócio – ambiental da reciclagem UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 173 DE 186 .Importância Económica da Biodiversidade – fonte de rendimento das comunidades (desflorestamento. .Alimentos o.

que vai além da mera transmissão de conteúdos. nos seus curricula de formação. de problematização. a partir de concepções naturalizadas em torno das masculinidades e feminilidades. com a finalidade de produzir um instrumento norteador da promoção de igualdade de género em nossa instituição. Género e Sexualidade. Justificativa A presente proposta tem por objectivo promover o debate no campo da educação em torno das desigualdades de gênero. com a qual se pretende colher inicialmente diferentes sensibilidades e subsídios da comunidade universitária da UP. mas também de capacitar aos docentes nessa matéria. Com isso. no âmbito da reforma curricular em curso. Trata-se de discutir as relações de poder que se estabelecem socialmente. Saúde Sexual e Reprodutiva nos curricula do Ensino Básico e Secundário Geral. bem como dos demais sujeitos que por ela transitam (professoras/es. Esta é a primeira versão. como um espaço social importante de formação dos sujeitos. com o intuito de dotar os nossos graduandos com os necessários conhecimentos e competências que lhes garantam uma intervenção activa nos Ensinos Básico e Secundário Geral. tem um papel primordial a cumprir. pretende-se abrir mais um espaço de debate. como tema transversal no currículo de formação inicial de professores na Universidade Pedagógica (UP). de reflexão e pesquisa sobre o Currículo.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 EDUCAÇÃO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO Introdução O presente documento é uma proposta para a promoção de inclusão da Educação para a igualdade de Género. bem como discutir e aprofundar os temas relativos à sexualidade. A Universidade. funcionárias/os) Para que a Universidade UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 174 DE 186 . especialmente no que diz respeito à construção das identidades sexuais. Esta acção é ainda reforçada pelo facto do Ministério da Educação e Cultura ter efectuado a inclusão de temas sobre Relações de género. Sexualidade. no que concerne a promoção da igualdade de Género. Cabe a ela ampliar o conhecimento de seu corpo discente. Neste sentido. justifica-se que a Universidade contemple igualmente esses temas.

Analisar o género como uma categoria social e. ouvindo e reflectindo sobre as demandas dos alunos e alunas. fantasias e prazeres afectivo-sexuais. tais como as desigualdades de gênero e a diversidade sexual.       Múltiplas visões sobre género. constructo social e politico). é importante ressaltar a indissociabilidade entre os conceitos de gênero e sexualidade. Relação entre o género gramatical e o sexo. Teorias sobre género e suas consequências na educação (currículo). que se referem aos modos pelos quais direccionamos e administramos os nossos desejos. enfatizando as produções culturais. que extrapole o viés biológico. Teorias (essencialista. bem como a relevância de desenvolvermos projectos específicos de formação docente (inicial e continuada). Desse modo. homens e mulheres. Tais expectativas também se estendem às identidades sexuais. observando e acolhendo os seus desejos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 cumpra a contento o seu papel é preciso que esteja atenta às situações do quotidiano. históricas e sociais em torno desses temas. Os programas discutirão de que forma as representações de gênero são produzidas no âmbito da cultura e como elas são produzidas e reiteradas na escola. Tema I: Fundamentos do Género Este primeiro tema pretende deflagrar a discussão em torno de aspectos conceptuais e epistemológicos sobre o género e suas dimensões ou categorias. vivemos. Objectivos do programa A série de temas tem como objectivo fomentar o debate e o aprofundamento das questões de gênero e sexualidade no campo da educação. na contemporaneidade. De facto. um tempo de rápidas transformações de toda a ordem e a nossa instituição não pode se eximir da responsabilidade que lhe cabe de discutir temas sociais tão actuais. Teorias de Opressão do Género: UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 175 DE 186 . portanto. as inquietações e frustrações. com intuito de favorecer mudanças. Género como categoria social. não estática. a partir das expectativas sociais colocadas em torno de meninos e meninas. Género como categoria biológica.

Papel social dos géneros. num amplo processo de glorificação da maternidade. Tema II: Relações de Género Este segundo tema pretende debater em torno das construções sociais. colocam a maternidade como principal (e às vezes única) possibilidade de completude das mulheres.               Papel tradicional do homem e da mulher na família e na comunidade. A construção das masculinidades e feminilidades. Teoria feminista radical. Quadro legal para a igualdade de género e não descriminação. psicológico. O papel da família na identidade sexual. Teoria queer (gay e lésbica). Ritos de iniciação e mutilação genital feminina. Discutir o quanto os diferentes discursos (religioso. Estatuto da mulher na sociedade moçambicana (sociedades matriarcais e patriarcais). A construção sócio-cultural do género na sociedade moçambicana (em algumas etnias Moçambique). Este tema objectiva inclusive fazer uma desconstrução e discussão de posicionamentos sobre a masculinidade e feminilidade. Teoria cultural. culturais e históricas das diferenças entre homens e mulheres. Relações de género nas sociedades tradicionais e modernas em Moçambique (inversão de papéis transcendentais do homem e da mulher ?). pedagógico). Teoria socialista. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 176 DE 186 . Conflitos sociais na construção da identidade de Género. Situação da mulher em Moçambique (desde a luta de libertação nacional). médico.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009      Teoria psicanalítica. Valores morais e culturais sobre sexualidade. Género e práticas culturais. jurídico. pautados em fundamentações biológicas.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Tema III: Currículo, Género e Sexualidade Este terceiro tema pretende discutir como os currículos e as práticas escolares actuam na produção e na reprodução das relações de gênero socialmente construídas, pautando-se por relações desiguais de poder. Nesse sentido, os conteúdos ministrados nas diversas disciplinas, as rotinas, a utilização dos espaços, as actividades propostas nas instituições escolares, as sanções, as linguagens, muitas vezes, promovem ou reforçam concepções naturalizadas em torno das masculinidades e feminilidades, na interface com as identidades sexuais.                Políticas e mecanismos institucionais para a igualdade de género na Educação, em especial nas IES (Instituições de Ensino Superior); Construção do género no currículo (oficial e oculto); Mecanismos envolvidos com a produção de diferenças e desigualdades sociais e culturais de gênero e de sexualidade, no âmbito da escola e do currículo; Discriminação com base no género, no currículo oficial e oculto; Género, Educação e Saúde; Promoção da educação para igualdade de género, Saúde sexual e Reprodutiva nas escolas; Género e sexualidade na educação escolar: Teorias e politicas Discursos político-educativos sobre o género em Moçambique A Mulher e o acesso a educação; Género e sexualidade no espaço escolar ; Responsabilidade do homem e da mulher na prevenção do SIDA e da gravidez; Género, Sexualidade e a lei (direitos sexuais); Construção de identidades sexuais na educação infanto-juvenil; Abordagens sobre o género nos Currículos do Ensino Básico, Secundário Geral, Técnico Profissional e Ensino Superior.

TEMA IV : Educação para a igualdade de género e sexualidade: uma proposta de formação docente. Com este tema pretende-se apresentar propostas de formação inicial e continuada de professores/as, em seus diversos níveis (Básico, Secundário, Médio e Superior), que podem ser desenvolvidas em diferentes locais do país, cuja ênfase recai sobre os processos históricos, sociais e culturais que delineiam as identidades de gênero
UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 177 DE 186

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 e as identidades sexuais. Nessas formações, serão abordados temas como história do corpo e da sexualidade, história de diversos movimentos sociais – de mulheres, de gays e lésbicas –, história do casamento, novas formas de conjugalidade, maternidade, paternidade, dentre outros. Desse modo, amplia-se a discussão além do viés meramente biológico e de prevenção. Tais propostas apontam subsídios para se trabalhar com a temática do género e da diversidade sexual dentro das várias disciplinas (Língua Portuguesa, Matemática, Filosofia, Artes, etc.).           História do corpo e da sexualidade; Linguagem, estereotipias sobre género; A construção das identidades de gênero e das identidades sexuais; História do casamento em Moçambique e as novas formas de conjugalidade; Pedofilia e a pedofilização como prática social contemporânea; Homossexualidade e lesbianismo; Violência doméstica e a violência/abuso sexual; Educação para sexualidade1 e igualdade de género (metodologia e estratégias de implementação no espaço escolar); Estratégias de ensino sobre temas ligados ao género, sexualidade, saúde sexual e reprodutiva.

Tema V: Género, sexualidade, violência e poder Este tema objectiva apresentar os assuntos relativos à violência com base no gênero e discutir o papel da educação escolar na produção e reprodução das desigualdades entre meninas e rapazes, homens e mulheres. Também visa reflectir sobre a cultura da violência, especialmente na constituição das masculinidades, gerando comportamentos machistas, sexistas e homofóbicos. Ao longo do tema, procurar-se-á desconstruir a idéia de uma essência ou natureza que explique e justifique as desigualdades de gênero, bem como as desigualdades estabelecidas entre os vários grupos sociais em função das identidades sexuais que
1

O termo educação para a sexualidade (e não educação sexual) é usado aqui para enfatizar uma abordagem mais ampla, com ênfase nos aspectos históricos, sociais e culturais, que extrapolam uma visão meramente biológica e higienicista, pautada apenas na prevenção.

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 178 DE 186

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 fogem aos padrões considerados hegemônicos. Serão mostradas algumas experiências que estão sendo desenvolvidas nas escolas, que objectivam discutir e problematizar a questão da violência, do género e da sexualidade. O estudo desses temas se conjuga com um dos principais objectivos em educação hoje em dia, o da escola inclusiva, que valoriza a diversidade.               Violência doméstica e poder (a hegemonia masculina?) Equidade de género; Escola e estratificação social do género; Crises nas relações de género; Género e orientação sexual; Estratégias para educação em género e sexualidade; Identidades de género; A problemática do carácter hegemónico da masculinidade nas relações de género; Relações de poder na vivência da sexualidade; Género e o poder de negociação de sexo seguro; Género e HIV/SIDA; Abuso sexual de menores; Violência com base no género; Violência , violação e assédio sexual na escola

Tema VI: Género e Formação profissional       Género e orientação profissional; Estatuto profissional da mulher em Moçambique Áreas ou cursos historicamente frequentados pelas mulheres; Efeitos da formação profissional sobre género e a ilusão igualitarista dos empregos; Orientação profissional com base no género; Cursos profissionais para paridade e igualdade de género.

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

PÁG 179 DE 186

que foram produzidos nos últimas anos. Fortemente associada ao corpo humano e aos aparelhos “reprodutores” masculino e feminino. Não seria leviano afirmar que. transexuais. De que forma esses artefactos accionam representações de gênero e de identidades sexuais. o livro didáctico de Ciências tem sido incorporado a outros aliados. Como esses materiais posicionam homens e mulheres. de carácter curricular obrigatório. nos conteúdos disponíveis nos livros didácticos de Ciências. Hoje. com a transversalidade assumida por muitas escolas. sites (jogos infantis). transgêneros)? Analisar alguns livros didácticos estrangeiros (e os poucos nacionais) que discutem a temática da homossexualidade. e como tratam algumas temáticas específicas da sexualidade. não constitui uma disciplina específica. Com este sétimo tema pretende-se apresentar uma discussão sobre os materiais didácticos e paradidácticos. de que forma entendem as novas configurações familiares. como os livros paradidácticos. homossexualidade e os demais sujeitos que vivem identidades consideradas de fronteira (travestis. as discussões sobre sexualidade humana encontravam espaço quase que exclusivamente nas aulas de Ciências e Biologia e no trabalho isolado dos professores/ras. A construção do género na linguagem publicitária dos mass media. com este tema discutir em torno da produção de determinados artefactos culturais. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 180 DE 186 . bem como os cartazes e cartilhas produzidas para o público jovem sobre temas como o SIDA. em grande parte. O papel dos media na espectacularização dos corpos e na liberalização da sexual.    Representações do gênero na arte e nos spots publicitários em Moçambique. em especial os livros de literatura infantil e os livros de sexualidade voltados para o público infanto-juvenil. propagandas. quando o Ministério da Educação lançou com os revisão curricular os temas transversais ´´Género e sexualidade´´ “Educação para Saúde Sexual e Reprodutiva”. essa educação sexual baseava-se e ainda se baseia. Pretende-se ainda. até os meados de 2003. tais como filmes.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Tema VII: Representações do Género nos matérias didácticos e Paradidácticos A Educação Sexual no Ensino Básico e Secundário Geral. revistas de grande circulação. tais como: abuso/violência sexual. programas de TV. intersexuais.

. Diferenças e diferendos entre a lei e a praxis. Livro (didáctico e paradidáctico) como artefacto cultural que produz e veicula representações de gênero e sexuais.Estratégias de implementação. . o emponderamento económico das mulheres. Visão e missão. a redução da mortalidade materna.Objectivos. saúde. Politicas de género no sector público e privado. organizações de mulheres e movimento feminino.      Sociedade civil. a eliminação da violência contra as mulheres. Quadro legal para a igualdade de género e a não-discriminação. Pretende-se ainda discutir a articulação existente entre tais políticas e a praxis do ponto de vista de integração do género nos planos sectoriais. Política de género em Moçambique : . a educação.Níveis de implementação. não governamentais. justiça. emprego.Monitoria e avaliação. a segurança alimentar. .Intervenientes sociais (governamentais. Tema VIII : Gênero em Moçambique : Politicas e Estratégia de implementação Neste tema pretende-se abrir uma discussão sobre o status questione das políticas de género em Moçambique. Formas de violência contra menores e abuso de menores. e a protecção dos direitos das raparigas. sua formulação e estratégias de Implementação em sectores chave como a educação. Princípios norteadores. Mecanismos e políticas institucionais para a promoção da igualdade de género.     Género através dos discursos legislativos .Acções estratégicas. .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009    Representações dos géneros e das sexualidades nos livros escolares. Influencia da politica de género na educação em Moçambique. a participação das mulheres na vida pública e nos processos de tomada de decisão. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 181 DE 186 . sociedade civil). Exclusão de identidades sexuais. . agricultura.

Meios de transmissão 3. Relações sexuais desprotegidas com uma pessoa infectada pelo HIV (múltiplos parceiros). 13. Evolução clínica do HIV/SIDA 11. Modos de transmissão 15. Cuidados e apoio aos seropositivos 10.HIV/SIDA Tema III: Impacto e prevalência de HIV/SIDA 1. Fases evolutivas da infecção pelo HIV 12. Responsabilidade do activista 4. Definição dos grupos alvos UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 182 DE 186 . Conceito de seropositivo. O que é ser activista 2. Sinais e sintomas 5. Incidência dos jovens SIDA 7. Como evitar a SIDA 8. HIV. Metodologia de ensino aprendizagem das DTS. Género e o SIDA em diferentes grupos etários 9. Prevenção Tema II: Comunicação afectiva 1. Perfil do activista 3. Testes e Tipo de teste 6. Em Moçambique 3. Na região 2. SIDA 2. Meios de não transmissão 4. Transmissão vertical 14.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Temas e conteúdos sobre HIV/SIDA a ser abordados de forma transversal Tema I: Noções básicas sobre o HIV/SIDA 1.

Uso correcto do preservativo Masculino e feminino 4. Gabinete Tema VIII: Plano de implementação 1. Selecção de actividade UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 183 DE 186 . Importância da prevenção Tema VI: Uso do preservativo 1. Estratégias da luta contra as DTS 2. Vias de transmissão das DTS 6. Masculino 3. Anatomia dos órgãos genitais 2. Como elaborar 2. Distribuição do preservativo Tema VII: Aconselhamento 1. Indicar quem deve lutar 3. Qual a mensagem 3.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Tema IV: Definição DTS/HIV/SIDA 1. Mitos acerca do preservativo 2. Sinais e sintomas Tema V: Porque lutar contra DTS/SIDA 1. Cuidados a ter com o preservativo 5. Técnicas 3. Negociando o uso do preservativo 6. Noção de aconselhamento 2. Funções 5. Feminina 4. Sexo seguro 8. Porque usar o preservativo 3. Sexo protegido 7.

Envolvimento dos próprios sectores na planificação da acção 3. Apoio do CNCS no processo de elaboração dos planos sectoriais de operacionalização do PEN 4. Factores de risco para a infecção pelo HIV 3. Mineiros e trabalhadores emigrantes UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 184 DE 186 . Impacto demográfico do HIV-SIDA em Moçambique 3. HIV/SIDA no sector de trabalho 5. Orçamento Tema IX: O processo de operacionalização 1. A abstinência sexual antes do casamento 2. Análise da situação 4. Prevalência do HIV por sexo e grupos etários. Trabalhadoras do sexo 5. Operacionalização Tema XII: Teorias de mudança de comportamento 1. Mitigação Tema XI: Informações sobre a situação epidemiológica do HIV/SIDA em Moçambique 1. Camionistas de longo curso 6. Exemplos de grupos-alvo 7. Princípios para a operacionalização 2. Resultados esperados 5. 2002 2. Preparação do programa operativo do sector 6. Grupos populacionais particularmente vulneráveis (PVHS e COV’S) 4.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4.

Plano estratégico nacional de combate ao HIV/SIDA 2005 -2009 6. Gabinetes de acnselhamento e testagem voluntária UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 185 DE 186 . Plano de combate ao HIV/SIDA? 2. Vantagens dos ARVs 4. Caixeiros-viajantes Tema XIII: Resposta dos sectores de trabalho à epidemia 1. Tratamento Antiretroviral (TARV) 2. Os instrumentos criados pelo estado para o combate ao HIV/SIDA 7. Situação actual quanto a perspectivas de cura e natureza do tratamento (medicina tradicional? 3. Desvantagens 5. Articulação com o CNC 5.183-a/2001 de 18 de Dezembro – Política do governo: 6. Soldados aquartelados e unidades militares destacadas 9. Trabalhadores em situação de brigada 8.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7. Áreas de intervenção e objectivos gerais Tema XIV: Anti-retrovirais 1. Grau de integração das acções de combate ao HIV/SIDA no programa geral do sector 3. O diploma ministerial nº. Envolvimento das PVHS 8. Nível hierárquico onde se situa a coordenação das acções de combate ao HIV/SIDA 4.

Estigma. a médio e longo prazo UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 186 DE 186 . Educação 3. Lei n° 5/2002de 5 de fevereiro 4. Projecção das mortes de professores por HIV/SIDA no sector (estatísticas) 5. Impactos previsíveis do HIV/SIDA sobre o sector. Projecções de mortes de professores do ep1 devidas ao SIDA 4. Discriminação contra pessoas vivendo com hiv/sida (PVHS) 2. HIV/SIDA no sector (estatísticas) 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Tema XV: Projeção das taxas de mortalidade em diferentes sectores de trabalho 1. a “terceira epidemia” 3. Percepção sobre conhecimentos. atitudes e práticas Tema VI: Discriminação 1.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->