Questões: 1. O que é Ética?

trata-se de uma reflexão sobre o valor das ações sociais consideradas tanto no âmbito coletivo como no âmbito individual. Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. A ética serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. 2. O que é Moral ? trata do conjunto de valores, de normas e de noções do que é certo ou errado, proibido e permitido, dentro de uma determinada sociedade, de uma cultura. Moral é um conjunto de regras no convívio. O seu campo de aplicação é maior do que o campo do Direito. Nem todas as regras Morais são regras jurídicas. O campo da moral é mais amplo. A semelhança que o Direito tem com a Moral é que ambas são formas de controle social. 3. O que é Direito? A palavra direito pode ser utilizada em dois sentidos: o primeiro, o que se refere à norma estabelecida na lei, ou seja, a regra jurídica; e o segundo, o que se refere à faculdade, que todos temos, de exigir um determinado comportamento alheio, em defesa de nossos direitos. 4. O que é Felicidade? A felicidade é um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude são transformados em emoções 5. O que significa o justo termo aristotélico? A Teoria do justo-meio de Aristóteles, pressupõe o homem na busca da felicidade da pólis. Ou seja, o homem é parte da cidade e sua felicidade depende da felicidade da cidade. Portanto, o homem feliz é aquele que chega à cidadania. Para que isso ocorra, o homem tem que buscar a excelência, ser virtuoso, ele tem que agir conforme as virtudes (justo-meio). Para ser virtuoso, o homem tem que usar sua virtude intelectual na ação, atuando na obtenção da virtude moral. Inteligentemente, o homem evita os vícios por falta e por excesso e atinge o justo-meio (a virtude). Por exemplo: entre a vaidade (vício por excesso) e a modéstia (vício por falta) está o respeito próprio (justo-meio). Para Aristóteles não é possível chegar no justo-meio fora da ação. Claro é também que, para calcular inteligentemente sua ação, o homem tem de ter alma.

6. O que se entende por valor moral de uma ação à luz do pensamento de Kant? Em Kant o dever é a necessidade de uma ação por respeito à lei. E uma ação por dever elimina todas as inclinações (todo o objeto da vontade), e, portanto, só resta à vontade obedecer à lei prática (baseada na máxima universal), pois trata-se de um princípio que está ligado à vontade. O valor moral da ação não reside no efeito que dela se espera, pois o fundamento da vontade é a representação da lei e não o efeito esperado (uma boa vontade não é boa pelo que promove ou realiza, mas pelo simples querer, em si mesma). A ética kantiana é a ética do dever, autocoerção da razão, que concilia dever e liberdade. O pensamento do dever derruba a arrogância e o amor próprio, e é tido como princípio supremo de toda a moralidade. 7. O que significa a expressão valor intrínseco de uma ação segundo Kant? os seres humanos têm “um valor intrínseco, isto é, dignidade”, porque são agentes racionais, ou seja, agentes livres com capacidade para tomar as suas próprias decisões, estabelecer os seus próprios objectivos e guiar a sua conduta pela razão. Uma vez que a lei moral é a lei da razão, os seres racionais são a encarnação da lei moral em si. A única forma de a bondade moral poder existir é as criaturas racionais apreenderem o que devem fazer e, agindo a partir de um sentido de dever, fazê-lo. Isto, pensava Kant, é a única coisa com “valor moral”. Assim, se não existissem seres racionais a dimensão moral do mundo simplesmente desapareceria. 8. O que são Regras Morais? São aquelas de cunho de caráter, que desde cedo precisa ser construído. Não mentir é um exemplo clássico de regra moral. 9. Qual é o princípio orientador de todas as ações segundo Kant? A boa vontade. A pessoa é um fim em si. Seu valor consiste em ela ser um ente moral, isto é, aquele que age por sua própria vontade, buscando e querendo a si mesmo enquanto razão, e assim agindo como ser livre e autônomo, e por isto com dignidade.

10. Qual é o papel do dever segundo Kant? Dever é a necessidade de uma ação por respeito à lei

Leis práticas são princípios práticos objetivos. então todos os princípios práticos serão meras máximas" 13. Isso quer dizer que o dever é aquilo que por dentro toma a nossa conduta honesta. O que você entende por imperativo categórico? imperativo categórico é o deverde toda pessoa doar conforme os princípios que ela quer que todos os seres humanos sigam. Não faça com os outros aquilo que não queres que façam contigo. A razão prática pode determinar nossa vontade. mas se não se admite o mesmo. Dever é a necessidade de uma ação por respeito à lei. As acções feitas por dever são acções em que o cumprimento do dever é um fim em si mesmo (cumprir o dever pelo dever). Este não se relaciona com ações necessárias por si só. A vontade que decide agir por dever é a vontade para a qual agir correctamente é o único motivo na base da sua decisão. ou seja. independente de todo elemento empírico. O que você entende por razão prática? Na Crítica da Razão Prática. a razão fornece as leis práticas que guiam a vontade. então deves proceder . a) O dever é pensamento formal. Diferencie o “dever” do “agir conforme o dever”. 12. regras válidas para todo ser racional. ou melhor. conformidade com o dever – não agiu contrariamente ao dever porque fez o que era justo. sem que sejam determinadas. suficiente para a determinação da vontade. 14. A ética clássica grega e a Escolástica determinavam primeiro o bem supremo do homem como fim último a atingir para ser feliz e depois se ela propunha: "Se queres alcançar o bem supremo e assim ser feliz. podendo depender de outras finalidades maiores para serem realizadas.11. não é uma obrigação mas sim uma condição para chegar a um determinado fim. então há leis práticas. O que você entende por imperativo hipotético? O imperativo hipotético. "Admitindo-se que a razão pura possa encerrar em si um fundamento prático. determinantes a utilidade. o sucesso das nossas ações. ela deverá confrontarse realizando pra si mesmo o que deseja para o amigo. se ela quer que seja uma lei da natureza humana. ao contrário do Imperativo categórico. regras que o sujeito considera como válidas apenas para sua própria vontade. Elas se diferenciam das máximas que são princípios práticos subjetivos. Kant demonstra que a razão pura é prática por si mesma. b) O dever é desinteressado. ela dá a lei que alicerça a moralidade.

"A moral. tanto na tua pessoa. Não devo agir numa determinada forma porque assim alcançarei um bem. e também a toda ação relativa a si mesma: isso ela o faz não por causa da idéia da dignidade de cada ente racional. mas de como podemos tomar-nos dignos dela. da consciência da liberdade (porque essa consciência não nos é dada primeiro). Ele não se baseia sobre nada. diz Kant. concebida como legisladora universal. mas ao contrário. se exprime de modo especial nas seguintes regras de ação: a) "Age de tal forma que a máxima de tua vontade possa sempre valer como um princípio de legislação universal”. . mas sobre ele se baseia a honestidade moral de nossas ações. “ AS REGRAS DE AÇÃO O dever como imperativo categórico. Do caráter formal e desinteressado do dever segue a conseqüência de não poder ser fundamentado e purificado por nada fora dele. simplesmente". b) "Age de tal modo que trates a humanidade. como na de qualquer outro. Kant inverte e baseia o bem sobre a lei moral. o bem está em obedecer a pura e simplesmente ao dever. mas unicamente sobre as relações entre racionais. a todas as outras vontades. Essa é a fórmula fundamental do imperativo categórico. não porque se possa deduzir de dados precedentes da razão. pois é categórico: "Tu deves. diz Kant. A razão refere desse modo toda máxima da vontade. se pode chamar um fato da razão. por exemplo. impulsos e inclinações. c) "A necessidade prática de agir conforme o dever e por dever não repousa de forma nenhuma sobre sentimentos. não é ensino de como podemos alcançar a felicidade. mas sempre está no centro com dignidade intocável. pois ela fundamenta a lei moral sobre o conceito de bem. mas ele justifica nossas ações. mas porque ela se impõe por si mesma.“assim e assim” Kant não aceita esta fundamentação. nas quais a vontade de cada ente racional deve sempre ser considerada como legisladora. porque de outra forma ela não poderia ser concebida como fim em si. sempre como um fim e jamais unicamente como um meio”. Ele não precisa ser purificado." O único interesse moral é o respeito pelo dever moral. Assim Kant exprime toda a dignidade do homem como ser racional e por isso distinto do mundo dos objetos. ''A consciência desta lei fundamental. c) O dever não pode ser fundamentado sobre nada fora dela. O homem não pode ser usado.

Quando o homem age por dever. Não o dever que define um determinado comportamento para uma determinada circunstância. É importante notar que. Para Kant. uma ação terá valor moral quando for realizada pelo dever de ser realizada. mas a liberdade é o direito de fazer o que se deve. por isso. o poder de influenciar a vontade no sentido de torná-la uma vontade boa em si mesma. Qual a relação existente entre moral e razão segundo Kant? Para o filósofo Immanuel Kant. apesar das mais demasiadas vontades que o indivíduo racional pode ter. foi criado pelos mesmos seres racionais que lhe obedecem. portanto. A liberdade.que não obedece a nenhuma lei que não seja ao mesmo tempo estabelecida por ele mesmo. O imperativo é: “haja de tal forma segundo a qual a ação deve ser universalizada”. A liberdade não é o direito de fazer aquilo que se quer. imperativamente válido para qualquer ação moral e para todos os racionais. pois um poder . que são presos somente a leis naturais. Segundo Immanuel Kant. ela deve impor uma lei que deve ser obedecida e que nela seja abstraídas qualquer vontade empírica ou inclinações nas quais prevaleçam as paixões e interesses particulares e individualistas. Para Kant. a razão humana fornece aos homens uma capacidade moral de saber como agir frente a uma lei geral a qual todos aqueles que por serem racionais estabelecem para si. não é fazer qualquer coisa que se queira. mas aquele que se faz conforme a lei moral estabelecida pela razão e. segundo Kant. esse dever. e também não é fazer o que é imposto. segundo Kant. Segundo Kant. para que a razão produza uma vontade que seja boa em si mesma." 15. portanto. diferentemente dos irracionais. então ele é livre. Explique a liberdade segundo o conceito de Kant. A razão tem. não aquele dever que é imposto. A liberdade é. Dessa forma. este tem algo de especial que é poder escolher aquilo que a razão reconhece como necessário e bom em detrimento da satisfação de intenções e necessidades naturais. se faz por amor a ação. 16. É o dever que implica a moralidade da ação. segundo Kant. como por exemplo os animais. é capaz de fazer leis que fundamente e limitem suas ações. o ser racional tem consciência de que suas ações derivam de uma liberdade que é inerente a si mesmo. Essa liberdade consiste no fato de que. essa lei é dada pelo dever. mas um dever que é universal. somente quem é racional. o qual nada mais é do que uma lei moral.

nesse caso. atualmente também se fala em verdades a priori e em justificações a priori. O que quer dizer o “a priori” segundo Kant? Desde Kant as expressões "a priori" e "a posteriori" tornaram-se puramente adjectivas. é também. ao invés de adverbiais. e pertencentes à essência do pensamento. emepistemologia. por exemplo.moral. Para Kant. trata-se. se são verdadeiras. Se não tiver comprovação empírica. As leis morais devem valer para todos os seres racionais. A priori é aplicado por Kant a juízos os quais são vistos como independentes da experiência. enquanto o conhecimento a posteriori é contingente. onde o dever está de forma intrínseca relacionada com uma finalidade. uma vontade livre e uma vontade subordinada as leis morais são uma e a mesma coisa. todo o conhecimento empírico está sujeito a condições a priori. por exemplo. Para Tyler Burge. A liberdade para Kant. às quais chama de transcendentais." 17. 18. Desde Kant as expressões a priori e a posteriori têm sido aplicadas principalmente a juízos. Trata-se então de descrever a faculdade prática da razão. mas poderia não ter sido. o conhecimento a priori é necessariamente verdadeiro. 19. apresentam algo que é verdadeiro. por exemplo. desses seres racionais universais que deve-se deduzi-las. Para Kant. "Assim. e. Já as proposições das ciências naturais. então são necessariamente verdadeiras. Normalmente a distinção entre a priori e a posteriori articula-se com a distinção entre juízos analíticos e juízos sintéticos. é a liberdade de agir segundo as leis. As proposições da lógica. partindo das regras universais até o conceito de dever. como antes eram. O que são as máximas universalizáveis segundo Kant? para saber se a ação praticada tem valor moral válido basta questionar-se se essa é possível de tornar-se universalizável. A posteriori àqueles derivados de observações particulares. de um conhecimento que é postulado e sustentado pela razão. O que é a fórmula da humanidade de Kant? . Todavia. a justificação das crenças ou opiniões é a priori ou a posteriori.

com ânimo forte. Em compensação. Um agente qualquer só pode ser considerado autônomo quando suas ações são verdadeiramente suas e não motivadas por influências ou fatores externos. mas não respeito. fica muito mais indignado com sua sorte do que desencorajado ou abatido. seja em nós ou nos outros. a ambição. mesmo sem qualquer motivo de vaidade ou de interesse. para o que é que é essencial para a nossa Humanidade. conserva a vida sem amá-la. não é menos desprovida de todo valor intrínseco e é por isso que sua máxima não possui nenhum valor moral. não possui porém verdadeiro valor moral. freqüentemente inquieta. existem certas almas tão capacitadas para a simpatia que. mas sempre como um fim em si mesmo. Qual é a crítica que se faz ao rigorismo kantiano? Conservar a própria vida é um dever e. A autonomia é a capacidade de autodeterminação. é honorável. Ora. mas não por dever. que. merece louvor e encorajamento. com o que. então sua máxima possui um valor moral. no entanto. por conseguinte. quer na tua pessoa como de qualquer outra. Isso é muitas vezes visto como a introdução da idéia de "respeito" pelas pessoas. Explique a autonomia da vontade segundo Kant. já que ela se coloca no mesmo plano de outras inclinações. na medida em que ele é obra sua. sempre ao mesmo tempo como fim. elas experimentam uma satisfação íntima em irradiar alegria em torno de si e vivem o contentamento de outrem. apenas como um meio. 20. é um dever e. é por isso que a solicitude. se deseja a morte e. Mas eu acho que no caso de uma ação desse tipo. por mais de acordo com o dever e mais amável que seja. ademais. Ser bom. além disso.Age por forma a que uses a humanidade. por exemplo. nunca meramente como meio. nunca devemos agir de tal maneira que trates a humanidade. mas por dever. 21. é uma coisa para a qual todos possuem uma inclinação imediata. com que a maior parte dos homens se dedica a isso. pois falta a essa máxima o valor . quando contrariedades ou uma aflição sem esperança tenha roubado de um homem todo gosto de viver e se o infeliz. não por inclinação ou temor. É certo que eles conservam sua vida de acordo com o dever. quando se pode. quando coincide com o que realmente está de acordo com o interesse público e o dever.

e que nessas condições em que nenhuma inclinação não mais o leve a isso. não encontraria ele. nesse caso igualmente. isto é. em si próprio o meio de se dar um valor muito superior ao que possa ter um temperamento naturalmente bonsoso? Certamente! E á aqui precisamente que surge o valor do caráter. o homem não pode fazer um conceito definido e certo dessa soma de satisfações a ser dada a todas a que chama de felicidade. do gozo do momento presente. E digo mais: se a natureza tivesse colocado no coração deste ou daquele um pouco de simpatia. se aquele homem (honesto de resto) fosse frio por temperamento e indiferente aos sofrimentos de outrem. todos os homens já têm. o fato de não estar contente com a própria situação. unicamente por dever. que traz grande prejuízo a algumas inclinações. que. se atendência universal não determinasse sua vontade. só então sua ação terá verdadeiro valor moral. uma pessoa que sofre de gota possa gostar mais de saborear o que é de seu gosto e sofra em seguida. mas por dever. com o viver pressionado por inúmeros cuidados em meio de necessidades não satisfeitas. possa levar vantagem sobre uma idéia flutuante. Suponha-se então que a alma daquele filantropo esteja ensombrada por um desses desgostos pessoais que sufocam toda simpatia pela sorte de outrem e que ele sempre ainda tenha o poder de fazer bem a outros infelizes. as inclinações se unificam numa totalidade. pois. que provém daquele que faz o bem não por inclinação. Mas. segundo seu cálculo. a inclinação para a felicidade mais duradoura e mais íntima. ele porém se arranque dessa insensibilidade mortal e aja. o fato de que essas ações sejam feitas não por inclinação. mas por dever. não fosse coisa tão importante de fazer entrar em seus . precisamente nessa idéia de felicidade. Assegurar a própria felicidade é um dever (indireto. mas que não seja tocado pelo infortúnio dos outros. talvez porque. determinada quanto ao que promete e quanto à época em que pode ser satisfeita. pois. não há por que se surpreender que uma inclinação única. então. para ela ao menos. Mas. livre da influência de qualquer inclinação. Ocorre apenas que o preceito que ordena o tornar-se feliz muitas vezes assume tal caráter. ao menos). e. então. sem pensar no dever. se a natureza não tivesse formado esse homem particularmente o que na verdade não seria sua obra pior) para fazer dele um filantropo. por causa da talvez enganosa esperança de uma felicidade a ser encontrada na saúde. valor moral e incomparavelmente o mais elevado. tendo para com seus próprios sofrimentos um dom especial de resistência e de paciente energia. por eles próprios. desse modo. ou deles exija as mesmas qualidades. ao menos nessa circunstância ela não se privou. poderia facilmente tornar-se uma grande tentação de violar seus deveres. por exemplo. ele suponha que também nos outros. aqui ainda. pois.moral. se a saúde. por estar demasiado absorvido pelo seu próprio. contudo.

como em todos os outros casos. O que significa “utilitarismo”? segundo a qual uma ação é moralmente correta se tende a promover a felicidade e condenável se tende a produzir a infelicidade. 24. mas fazer o bem precisamente por dever. 23. Pois. é uma doutrina ética que prescreve a ação (ou inação) de forma a optimizar o bem-estar do conjunto dos seres sencientes[1]. Qual é a máxima do utilitarismo? Agir sempre de forma a produzir a maior quantidade de bemestar (Princípio do bem-estar máximo). e é por isto somente que sua conduta possui um verdadeiro valor moral. o amor como inclinação não pode ser ordenado. seria uma lei. na medida em que não há inclinação que nos conduza a isso. ora. . ou seja. O utilitarismo é então uma forma deconsequencialismo. mas que insiste no fato de que devemos considerar o bem-estar de todos e não o de uma única pessoa.cálculos. mas por dever. Por que se diz que o utilitarismo defende uma ética eudemonista? Porque busca a felicidade humanda. 22. ainda que inimigo. Trata-se então de uma moral eudemonista. Assim. eis aí um amor prático e não patológico. em princípios da ação e não numa compaixão debilitante. Qual é o fundamento da ética utilitarista? Agir sempre de forma a produzir a maior quantidade de bemestar (Princípio do bem-estar máximo). uma lei que ordena trabalhar para a própria felicidade não por inclinação. 25. e mesmo que uma aversão natural e invencível a isto se oponha. devem ser certa e igualmente compreendidas as passagens da Escritura em que é ordenado amar ao próximo. ele avalia uma ação (ou regra) unicamente em função de suas consequências. o que restaria ainda aqui. considerada não apenas a felicidade do agente da ação mas também a de todos afetados por ela. que reside na vontade e não na tendência da sensibilidade. esse amor é o único que pode ser ordenado.

O utilitarismo não se interessa desta forma pelos agentes morais. O que são o prazer e a dor para o utilitarismo? * Os prazeres e sofrimentos são considerados da mesma importância. todos têm o mesmo peso. 30.26. 29. 28. O que deve definir a arte de legislar segundo o utilitarismo? a regra de se procurar a maior felicidade possível para o maior número possível de pessoas devia ter papel primordial na arte de legislar. Diz-se que o objetivo pesquisado em toda ação moral se constitui pelo bem-estar (físico. O que indica o princípio do bem estar? O “bem” é definido como sendo o bem-estar. é o benefício intrínseco exercido à coletividade. O que significa o princípio utilitarista do consequencialismo? As consequências de uma ação são a única base permanente para julgar a moralidade desta ação. ou seja. Há uma dissociação entre a causa (o agente) e . moral. intelectual). o legislador faria prejudicial para um homem causar dano ao seu vizinho. pois são as consequências do ato que são morais. Este princípio é compatível com a possibilidade de sacrifício. tanto melhor a decisão ou ação. na qual o legislador procuraria maximizar a felicidade da comunidade inteira criando uma identidade de interesses entre cada indivíduo e os seus companheiros. O que é a ação correta segundo o utilitarismo? ação é correta. 27. mas pelas ações – as qualidades morais do agente não interferem no “cálculo” da moralidade de uma ação. quanto maior o benefício. sendo então indiferente se o agente é generoso. O bemestar de cada um tem o mesmo peso dentro do cálculo do bemestar geral. interessado ou sádico. e não se privilegia ou se prejudica ninguém – a felicidade de um rei ou de um cidadão comum são levadas em conta da mesma maneira. Aplicando penas por atos mal-intencionados. A princípio. quaisquer que sejam os indivíduos afetados.

O aspecto dito sacrificial é um dos mais criticados pelos adversários do utilitarismo. O que significa o princípio utilitarista da imparcialidade? Os prazeres e sofrimentos são considerados da mesma importância. a ação é julgada moralmente boa. no qual os indivíduos dedicam seus recursos e esforços primariamente a si e a seus próximos (família. qualquer que seja a repartição desta quantidade. é considerado válido sacrificar umaminoria. 33. O que significa o princípio utilitarista da agregação? O que é levado em conta no cálculo é o saldo líquido (de bem-estar. independentemente da distribuição deste saldo. O que conta é a quantidade global de bem-estar produzida. Alguns críticos consideram o utilitarismo como uma teoria auto-omissiva e auto-alienante por deslegitimizar a busca de interesses e valores pessoais. a fim de aumentar o bem-estar geral. dependendo se suas conseqüências são boas ou más. em oposição à posição mais comum de um egoísmo relativo. O bem-estar de cada um tem o mesmo peso dentro do cálculo do bem-estar geral. O que significa o princípio utilitarista da otimização? O utilitarismo exige a maximização do bem-estar geral. amigos e compatriotas). Se o saldo de compensação for positivo. 31.as consequências do ato. Assim. dentro de circunstâncias diferentes um mesmo ato pode ser moral ou imoral. quaisquer que sejam os indivíduos afetados. Falta de uma justificação rigorosa para a universalidade . Esta possibilidade de sacrifício se baseia na ideia de compensação: a desgraça de uns é compensada pelo bem-estar dos outros. Quais são as críticas que se fazem ao utilitarismo? Interesses pessoais e imparcialidade e a objeção da demanda excessiva O utilitarismo é criticado por ser exigente demais. Sendo assim. para o utilitarismo. 32. mas sim como um dever. numa ocorrência) de todos os indivíduos afetados pela ação. cujo bem-estar será diminuído. 34. o que não se apresenta como algo facultativo. requerendo que se dedique imparcialmente seus recursos esforços a todos os indivíduos a seu alcance.

Grupos minoritários também poderiam ser sistematicamente explorados para atender a interesses de grupos majoritários. como na escravidão. abuso e minorias Em diversas versões do utilitarismo. . golpes políticos. como os casos de bullying e tourada. o que parece violar certas noções de justiça e direitos. Terrorismo e totalitarismo Com o objetivo de gerar um bem maior e na ausência de direitos e garantias. Execução de indivíduos sofrendo ou causadores de sofrimento A execução de indivíduos em sofrimento crônico (por exemplo doenças degenerativas ou terminais. Expulsão e ocupação Situações nas quais um ou mais indivíduos ocupam recursos (território. desde que a soma do prazer dos abusadores seja maior que o sofrimento da vítima. grupos ou mesmo indivíduos para os quais ações façam uma grande diferença de utilidade teriam alta prioridade utilitária e assim atrairiam grande parte da dedicação de agentes maximizando utilidade. dinheiro. genocídio. posições de poder. A conclusão repugnante de Parfit O monstro de utilidade Locais. Sadismo. diversas formas de terrorismo e totalitarismo poderiam ser justificadas. atos sádicos envolvendo extrair prazer do sofrimento de alguém seriam permissíveis e desejáveis na ausência de opções melhores. grupos e indivíduos negligenciados por serem menos eficientes em gerar utilidade. Exemplos: colonização. o que também viola certas noções de direito. transtornos de humor) ou que causem sofrimento a outros (sociopatas) poderia ser utilitária. podendo deixar outros locais. isto seria sempre possível se houver abusadores suficientes. cargos. etc) que seriam mais utilitários sob domínio de outros indivíduos parecem demandar a expulsão e substituição de um grupo por outro.Incomensurabilidade na agregação Alguns autores defendem que variáveis subjetivos de cada sujeito não podem ser somadas linearmente e com o mesmo peso como propõe a teoria utilitarista.

906/1994? Dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) 48. identificando o verdadeiro como útil. Como é analisado o comportamento segundo os pragmaticistas? 38. Por que se diz que o pragmaticismo é uma doutrina falibilista? 43. 36. O que se entende por decisão mais vantajosa? 47. O que confere sentido à afirmação sob a ótica pragamaticista? 37. O que é a experiência para os pragmaticistas? 45. O que se quer dizer com o termo verdade provisória? 44.as atividades de consultoria. Qual é o objeto da Lei n. O que valida a crença segundo o pragmatismo? 46. senso prático. . (Vide ADIN 1.a postulação a órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais.127-8) II . assessoria e direção jurídicas. 8. Quais são as atividades privativas da advocacia? I . O que é a verdade segundo os pragmaticistas? 42. 35.O mesmo argumento pode ser usado para justificar a destruição de áreas ambientais onde presumidamente a vida selvagem é sofrida. O que se entende por pragmatismo (pragmaticismo)? Doutrina filosófica que adota como critério da verdade a útilidade prática. 39. O que legitima o discurso segundo os pragmaticistas? 40. Em que se fundamenta a crença seguindo os pragmaticistas? para os pragmatistas uma crença deve ser julgada verdadeira na medida em que as consequências práticas da adoção dessa crença sejam boas. Como deve ser o raciocínio à luz do pragmatismo? 41.

A advocacia é incompatível. da justiça de paz. estrangeiros. dos juizados especiais. e não as partes (pessoas que litigam na justiça). Quais são as exceções ao direito de postulação? O Habeas corpus é um caso especial. 50. independente de advogados. tem o "direito de postular" (Jus Postulandi) . art.º) até o limite de 20 salários mínimos. não alcançando a ação rescisória. arts. 9.099/1995.49. por exemplo nas causas trabalhistas (CLT. etc) mesmo que essa pessoa não tenha inscrição na OAB. Quais são as limitações para divulgação de escritório de advocacia? Art. a ação cautelar. o mandado de segurança e os recursos de competência do Tribunal Superior do Trabalho. juízes classistas. com as seguintes atividades: I . onde afirma a indispensabilidade do advogado todavia há exceções admitindo-se o direito de postular às próprias partes do litígio. 133.(CPP. em certas ocasiões.chefe do Poder Executivo e membros da Mesa do Poder Legislativo e seus substitutos legais. somente advogados. E também nos Juizados Especiais (Lei n. No Brasil.membros de órgãos do Poder Judiciário. 654) 51.º 9. 28. Explique o direito de postulação? O princípio do jus postulandi é a capacidade que se faculta a alguém de postular perante as instâncias judiciárias as suas pretensões na Justiça. bem como de todos os que exerçam função de julgamento em órgãos de deliberação coletiva da administração pública direta e indireta. 791 da CLT. pois ele trata de um direito fundamental (o de ir e vir) e por isso pode ser impetrado por qualquer pessoa (inclusive menores. estabelecido no art. capacidade civil ou de postular em juízo. mesmo em causa própria. de acordo com enunciado da súmula 425 do TST: O jus postulandi das partes. (Vide ADIN 1127-8) . normalmente. 786 e 791). Art. do Ministério Público.Constituição da República em seu art. dos tribunais e conselhos de contas. II . limita-se às Varas do Trabalho e aos Tribunais Regionais do Trabalho.

militares de qualquer natureza.ocupantes de cargos ou funções de direção em Órgãos da Administração Pública direta ou indireta. bem como a administração acadêmica diretamente relacionada ao magistério jurídico. II . durante o período da investidura.ocupantes de funções de direção e gerência em instituições financeiras. Art. inclusive privadas. a juízo do conselho competente da OAB. contra a Fazenda Pública que os remunere ou à qual seja vinculada a entidade empregadora. em seus diferentes níveis. arrecadação ou fiscalização de tributos e contribuições parafiscais. Defensores Gerais e dirigentes de órgãos jurídicos da Administração Pública direta.os servidores da administração direta. Art. § 2º Não se incluem nas hipóteses do inciso III os que não detenham poder de decisão relevante sobre interesses de terceiro.ocupantes de cargos ou funções que tenham competência de lançamento.os membros do Poder Legislativo. IV . fundações públicas. V . CAPÍTULO VIII Da Ética do Advogado . VI . em suas fundações e em suas empresas controladas ou concessionárias de serviço público. § 1º A incompatibilidade permanece mesmo que o ocupante do cargo ou função deixe de exercê-lo temporariamente. na ativa. empresas públicas. contra ou a favor das pessoas jurídicas de direito público. Não se incluem nas hipóteses do inciso I os docentes dos cursos jurídicos. indireta e fundacional. VII .ocupantes de cargos ou funções vinculados direta ou indiretamente a atividade policial de qualquer natureza. entidades paraestatais ou empresas concessionárias ou permissionárias de serviço público. indireta e fundacional são exclusivamente legitimados para o exercício da advocacia vinculada à função que exerçam. Advogados Gerais. sociedades de economia mista. Parágrafo único.ocupantes de cargos ou funções vinculados direta ou indiretamente a qualquer órgão do Poder Judiciário e os que exercem serviços notariais e de registro. Os Procuradores Gerais. São impedidos de exercer a advocacia: I . 29.III . VIII . 30.

quando impedido de fazê-lo. o cliente. CAPÍTULO IX Das Infrações e Sanções Disciplinares Art.Art. o que será apurado em ação própria. O advogado obriga-se a cumprir rigorosamente os deveres consignados no Código de Ética e Disciplina. com ou sem a intervenção de terceiros. Constitui infração disciplinar: I . Art. deve manter independência em qualquer circunstância. a publicidade.assinar qualquer escrito destinado a processo judicial ou para fim extrajudicial que não tenha feito. deve deter o advogado no exercício da profissão.angariar ou captar causas. Parágrafo único. III . ou em que não tenha colaborado. 32. mediante participação nos honorários a receber. § 2º Nenhum receio de desagradar a magistrado ou a qualquer autoridade. o advogado será solidariamente responsável com seu cliente. IV . O Código de Ética e Disciplina regula os deveres do advogado para com a comunidade.valer-se de agenciador de causas.exercer a profissão. o outro profissional e. 34. nem de incorrer em impopularidade. a recusa do patrocínio. II . o dever de assistência jurídica. desde que coligado com este para lesar a parte contrária. ainda. Art. Parágrafo único. no exercício da profissão. . ou facilitar. § 1º O advogado. V . o seu exercício aos não inscritos.manter sociedade profissional fora das normas e preceitos estabelecidos nesta lei. Em caso de lide temerária. 33. por qualquer meio. praticar com dolo ou culpa. o dever geral de urbanidade e os respectivos procedimentos disciplinares. O advogado é responsável pelos atos que. proibidos ou impedidos. 31. no exercício profissional. O advogado deve proceder de forma que o torne merecedor de respeito e que contribua para o prestígio da classe e da advocacia.

sem autorização escrita deste. em nome do constituinte. XVI . sigilo profissional. imputação a terceiro de fato definido como crime.solicitar ou receber de constituinte qualquer importância para aplicação ilícita ou desonesta. depois de regularmente notificado. XII . a anulação ou a nulidade do processo em que funcione.fazer publicar na imprensa. por culpa grave.acarretar. sem expressa autorização do constituinte. interesse confiado ao seu patrocínio. conscientemente. à custa do cliente ou da parte adversa. quando nomeado em virtude de impossibilidade da Defensoria Pública. VIII . alegações forenses ou relativas a causas pendentes. sem justo motivo. para confundir o adversário ou iludir o juiz da causa. de citação doutrinária ou de julgado. XIX .receber valores.abandonar a causa sem justo motivo ou antes de decorridos dez dias da comunicação da renúncia. determinação emanada do órgão ou de autoridade da Ordem. presumindo-se a boa-fé quando fundamentado na inconstitucionalidade. XX . desnecessária e habitualmente.prejudicar. XIII . da parte contrária ou de terceiro.deixar de cumprir. XVIII . documentos e alegações da parte contrária.deturpar o teor de dispositivo de lei.VI . no prazo estabelecido. XIV . por qualquer forma. relacionados com o objeto do mandato.recusar-se a prestar.locupletar-se.fazer. XV . VII . bem como de depoimentos.estabelecer entendimento com a parte adversa sem autorização do cliente ou ciência do advogado contrário. X .violar. . na injustiça da lei ou em pronunciamento judicial anterior. assistência jurídica. IX .prestar concurso a clientes ou a terceiros para realização de ato contrário à lei ou destinado a fraudá-la. XVII .advogar contra literal disposição de lei. por ato próprio. XI . sem justa causa. por si ou interposta pessoa. em matéria da competência desta.

Qual a relação da advocacia coma administração da Justiça? Não se justifica mais a manutenção de processos em que se permita o exercício do jus postulandi pelas partes.tornar-se moralmente inidôneo para o exercício da advocacia. XXVII . XXIII . a prestar contas ao cliente de quantias recebidas dele ou de terceiros por conta dele. ato excedente de sua habilitação. sem indicação expressa do nome e do número de inscrição dos advogados que o integrem ou o número de registro da sociedade de advogados na OAB.praticar. depois de regularmente notificado a fazêlo. constituindo um óbice para o acesso à justiça. não autorizado por lei. O jus postulandi justificava-se em um momento em que o número de advogados era insuficiente para atender a demanda. ou extraviar autos recebidos com vista ou em confiança. XXVI . Inclui-se na conduta incompatível: a) prática reiterada de jogo de azar.recusar-se. .fazer falsa prova de qualquer dos requisitos para inscrição na OAB. 52. o estagiário.manter conduta incompatível com a advocacia.incidir em erros reiterados que evidenciem inépcia profissional. É vedado anunciar ou divulgar qualquer atividade relacionada com o exercício da advocacia ou o uso da expressão escritório de advocacia. XXIX . XXV .praticar crime infamante. a última hipótese é menos prejudicial. c) embriaguez ou toxicomania habituais. Entre impedir ou dificultar o acesso à justiça ou abdicar da defesa técnica.reter. abusivamente.deixar de pagar as contribuições.XXI . injustificadamente. Parágrafo único. XXVIII . XXIV . XXII . multas e preços de serviços devidos à OAB. b) incontinência pública e escandalosa.

São aqueles sem os quais o mandatário ele não consegue praticar os atos. 58. praticar atos jurídicos ou administrar interesses. devem ser mencionados expressamente no instrumento de mandato.i "encargo. recebe poderes de outra. Em que situações pode o advogado requerer a apresentação posterior de instrumento de procuração? 55.exercer. para se terem como outorgados. com liberdade. devendo todos tratar-se com consideração e respeito recíprocos”. O que é o mandato? o mandato (do latim mandatum. denominada mandatário. designadamandante. a profissão em todo o território nacional. 59. para. 57. . Há hierarquia entre advogados. magistrados e membros do Ministério Público. I . O que são poderes especiais? Poderes que não são previstos em cláusula geral e que. Cite 03 (três) direitos dos advogados. .Os poderes gerais não precisam estar expressos. juízes e promotores? “não há hierarquia nem subordinação entre advogados. em nome e por conta desta última. Como se dá a renúncia ao mandato? 56. O que são poderes gerais? * Poderes gerais: são aqueles necessários a prática dos atos negociais. cargo. comissão") é o contrato por meio do qual uma pessoa. 54. Como se deve dar a relação entre os diversos operadores do direito? 60.53.

nos demais casos. a comunicação expressa à seccional da OAB. após o voto do relator. em prisão domiciliar. detidos ou recolhidos em estabelecimentos civis ou militares.não ser recolhido preso. obs. ainda que considerados incomunicáveis. bem como de seus instrumentos de trabalho.dirigir-se diretamente aos magistrados nas salas e gabinetes de trabalho. d) em qualquer assembléia ou reunião de que participe ou possa participar o seu cliente. em . e. mesmo fora da hora de expediente e independentemente da presença de seus titulares. de sua correspondência escrita. secretarias. telefônica e telemática. VIII . e ser atendido. independentemente de licença. sob pena de nulidade e. IX . senão em sala de Estado Maior. cartórios. observando-se a ordem de chegada.a inviolabilidade de seu escritório ou local de trabalho. dentro do expediente ou fora dele. com instalações e comodidades condignas.II . VI .comunicar-se com seus clientes. quando preso em flagrante. para lavratura do auto respectivo.dji. independentemente de horário previamente marcado ou outra condição. c) em qualquer edifício ou recinto em que funcione repartição judicial ou outro serviço público onde o advogado deva praticar ato ou colher prova ou informação útil ao exercício da atividade profissional. ofícios de justiça. na sua falta.ingressar livremente: a) nas salas de sessões dos tribunais. b) nas salas e dependências de audiências.767-2008) III . por motivo ligado ao exercício da advocacia. (Alterado pela L-011. eletrônica.sustentar oralmente as razões de qualquer recurso ou processo. desde que munido de poderes especiais. V . serviços notariais e de registro. antes de sentença transitada em julgado.permanecer sentado ou em pé e retirar-se de quaisquer locais indicados no inciso anterior. no caso de delegacias e prisões. mesmo sem procuração. assim reconhecidas pela OAB. VII .4: Penas Privativas de Liberdade IV . quando estes se acharem presos. desde que se ache presente qualquer servidor ou empregado. ou perante a qual este deva comparecer.grau. mesmo além dos cancelos que separam a parte reservada aos magistrados. nas sessões de julgamento. e.ter a presença de representante da OAB. pessoal e reservadamente. desde que relativas ao exercício da advocacia.

grau. XVIII . obs. XIV . XVI . ainda que conclusos à autoridade. mesmo sem procuração. verbalmente ou por escrito. ou da Administração Pública em geral.ter vista dos processos judiciais ou administrativos de qualquer natureza. sentado ou em pé. assegurada a obtenção de cópias. em cartório ou na repartição competente. pelo prazo de dez dias. mesmo sem procuração. em qualquer juízo ou tribunal. documentos ou afirmações que influam no julgamento. bem como para replicar acusação ou censura que lhe forem feitas. mediante intervenção sumária.usar da palavra. . podendo copiar peças e tomar apontamentos. findos ou em andamento. bem como sobre fato que constitua sigilo profissional. XIX . em juízo. ou sobre fato relacionado com pessoa de quem seja ou foi advogado. podendo tomar apontamentos. pelo prazo de quinze minutos. contra a inobservância de preceito de lei. XVII . XII .examinar em qualquer repartição policial. perante qualquer juízo.instância judicial ou administrativa. X . salvo se prazo maior for concedido.usar os símbolos privativos da profissão de advogado.recusar-se a depor como testemunha em processo no qual funcionou ou deva funcionar.falar. tribunal ou autoridade.ser publicamente desagravado. regulamento ou regimento. ou retirá-los pelos prazos legais.Súmula Vinculante nº 14 . mesmo sem procuração. autos de processos findos ou em andamento. quando ofendido no exercício da profissão ou em razão dela. quando não estejam sujeitos a sigilo. autos de flagrante e de inquérito.examinar. XI . em qualquer órgão dos Poderes Judiciário e Legislativo.dji. tribunal ou órgão de deliberação coletiva da Administração Pública ou do Poder Legislativo.STF XV . para esclarecer equívoco ou dúvida surgida em relação a fatos. mesmo quando autorizado ou solicitado pelo constituinte.5: Acesso a Provas Documentadas em Procedimento Investigatório por Órgão com Competência de Polícia Judiciária Direito de Defesa . pela ordem. XIII .retirar autos de processos findos.reclamar.

mediante comunicação protocolizada em juízo.retirar-se do recinto onde se encontre aguardando pregão para ato judicial. 61. Utilitarista ou Pragmaticista? Que nada. . o professor só faz isso pra nos ajudar. após trinta minutos do horário designado e ao qual ainda não tenha comparecido a autoridade que deva presidir a ele. Utilitarista e Pragmaticista. Você acha que o professor formulou muitas questões? Ele seria Kantiano. Ele é tudo junto e misturado: Kantiano.XX .

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