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RX DE CRANIO EM AP Posição: Paciente em decúbito dorsal, PMS sobre a LCM, PVO paralelo e L.O.M. Perpendicular à LCM.

Coloca-se o osso occipital sobre o plano da mesa, os membros superiores deverão estar estendidos ao longo do corpo. Raio central: perpendicular em relação a mesa, incidindo na glabela e saindo no osso occipital DFF: 1 metro Chassis: 24x30 Com bucky Sentido do chassis: longitudinal panorâmico. Patologia: fratura Estruturas visualizadas: osso frontal, crista de gali, seios frontais e etmoidais, dorso da sela turca.

RX DE CRANIO EM PERFIL Posição: Paciente em decúbito ventral, PVO sobre a LCM, PMS paralelo e L.O.M. Perpendicular à LCM. Coloca-se um dos lados do crânio sobre o plano da mesa, o paciente em posição de nadador. Raio central: perpendicular em relação á mesa incidindo 5cm acima do C.A.E. DFF: 1 metro Chassis: 24x30 Com bucky Sentido do chassis: transversal panorâmico Patologia: fratura OBS: Nesta incidência a mandíbula e os processos clinóides deverão ficar em perfil absolutos e sobrepostos. Estruturas visualizadas: ossos parietais, dorso da sela turca, processos clinóides anteriores e posteriores, osso occipital, osso frontal, osso temporal, teto das orbitais, clivo e seio esfenoidal.

E. 6cm acima da glabela passando pelo C.O. Coloca-se o osso occipital sobre o plano da mesa. Perpendicular a LCM. Estruturas visualizadas: osso occipital.A. . forame magno com dorso da sela e processos clinoides posteriores.RX DE CRÂNIO TOWNE Posição: Paciente em decúbito dorsal. DFF: 1 metro Chassis: 24x30 Com bucky Sentido do chassis: longitudinal panorâmico.O. pirâmide petrosas. os membros superiores deverão estar estendidos e ao longo do corpo. PMS sobre LCM paralelo á LCM e L.M.M. Raio central: incidindo com uma angulação de 30º caudal a L. Patologia: fratura de occipital.

.E. seios etmoidal. (meato acústico externo). Raio central: perpendicular em relação a estativa ou a mesa incidindo no M. coloca-se travesseiros sob o dorso do paciente para que se possa ter os planos mais perpendiculares e paralelos possíveis. sentado ou ortostático. forame magno com o dorso da sela turca e processos clinoides posteriores. palato duro.O.O. o mais paralelo possível a LCM/E. pirâmides petrosas. 2Cm adiante do mesmo. PVO paralelo e L. mandíbula. DFF: 1 metro Chassis: 24X30 Com bucky Sentido do chassis: longitudinal panorâmico Patologia: fratura da base do crânio. esfenoidais. perpendicular. Cloca-se a região frontal sobre o plano da mesa. Neste caso teremos uma magnificação excessiva do osso occipital. (METODO HASS) Posição: Paciente em decúbito ventral.M e saindo na glabela.A. PMS sobre LCM. Estruturas visualizadas: forame oval e espinhoso. mandíbula em projeção axial. O PMS sobre LCM/E. osso occipital. os membros superiores deverão estar para trás e ao longo do corpo ou apoiado ao lado do crânio. Os membros inferiores e superiores estendidos ao longo do corpo.A. quando o paciente não consegue ficar em decúbito dorsal. cristais petrosas. PVO o mais perpendicular possível à LCM/E e L. etc.M. etmoidais.M. RX DE CRÂNIO HIRTZ(AXIAL) Posição: Paciente em decúbito dorsal. DFF: 1 metro Chassis: 24x30 Com bucky Sentido do chassis: longitudinal panorâmico Patologia: fratura da base inferior do rochedo Estruturas visualizadas: osso occipital. OBS: nesta incidência temos uma visualização total da base do crânio. OBS: Incidência para Towner invertido. mastóides.O. Raio central: Incidindo com angulação de 25º cranial na L. esfenoidais.RX DE CRÂNIO AXIAL P.

2. processos clinóides anteriores.). O PMS paralelo ao L. . dorso selar e clivo.M.INCIDENCIA BRETON / WORM'S (1) (2) Nestes exames faremos o mesmo posicionamento de (crânio A. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Sentido do chassis: transversal ou longitudinal dividido Com bucky Patologia: Alterações morfológicas da sela turca.BRETON – RC incidindo 45º caudal 6cm acima da glabela.E. perpendicular a LCM. Raio central: perpendicular em relação a mesa incidindo 2cm. PVO 2cm atrás da LCM.O.P. posteriores. OBS: exame realizado com cilindro de extensão Estruturas visualizadas: sela turca. RX DE SELA TURCICA PERFIL Posição: Paciente em decúbito ventral. em posição de nadador. 1.WORM'S – RC incidindo 40º caudal 6cm acima da glabela. só mudaremos o raio central.A. acima e adiante do C.

M. OBS: Esse exame também poderá ser realizado com uma angulação de 10º cranial. os membros superiores deverão estar estendidos e ao longo do corpo. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 dividido Com bucky Sentido do chassis: transversal ou longitudinal Patologia: Alterações morfológicas da sela turca.M. Coloca-se a região frontal sobre o plano da mesa Raio central: incidindo com angulação de 25º cranial em relação a L. OSSOS DA FACE RX DE OSSOS DA FACE EM PERFIL . perpendicular à LCM. PVO paralelo e L. PMS sobre LCM/E.E. Raio central: incidindo 6cm acima da glabela com angulação de 30º ou 37º caudal passando pelo C. PMS sobre a LCM.RX DE SELA TÚRCICA (METODO TOWNE) Posição: Paciente em decúbito dorsal. O raio central angulado 37º caudal se os cilindros posteriores são de interesse. saindo na glabela DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Com bucky Sentido do chassis: longitudinal Estruturas visualizadas: O dorso selar e os clinóides posteriores são visualizados dentro do contorno do forame magno. PVO paralelo e a L. RX DE SELA TURCICA AXIAL (METODO HASS) Posição: Paciente em decúbito ventral. conforme a anatomia do paciente. Coloca-se o osso occipital sobre o plano da mesa.A.M.O.O. perpendicular. Exame realizado com cilindro de extensão OBS: o raio central angulado 30º caudal se os clinoides anteriores são de interesse.O.

Meato acústico externo (MAE) B. Dorso da sela G. o PMS paralelo à LCM e o nariz centrado na LCM. DFF: 1 metro .O. Sutura lambdóide E. Clivus F. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 com sua borda superir 2cm acima da glabela Com bucky Sentido do chassis: longitudinal panorâmico Patologia: fratura Estruturas visualizadas: ossos da face sobrepostos. em posição de nadador PMS paralelo ao plano da mesa. PVO atrás da LCM. perpendicular. Lâmina crivosa N. Processos clinóides anteriores I.M. zigomático e mandíbula. Sela turca O. Lâminas orbitárias M. 0550 occipital D. Porção mastóide do osso temporal C. Vértice do crânio J. Sutura coronal K. PVO perpendicular a 5cm atrás da LCM e L. sela turcica. Corpo do esfenóide (seio esfenoidal) OSSOS DO NARIZ RX PARA OSSO DO NARIZ EM PERFIL Posição: Paciente em decúbito ventral. 0550 frontal L.Posição: Paciente em decúbito ventral. A. tetos orbitais. o crânio deverá estar em perfil absoluto. Raio central: perpendicular em relação à mesa incidindo ao nível do acantion. em posição de nadador. asas maiores do esfenóide. Processos clinóides posteriores H. Raio central: perpendicular em relação a mesa incidindo no osso nasal.

. abaixo da sínfise mandibular DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Sem bucky Sentido do chassis: Transversal Patologia: fraturas Estruturas visualizadas: arcos zigomáticos bilaterais. Estruturas visualizadas: osso nasal e estruturas de tecidos moles do nariz. Para termos a L.M. com o mento apoiado sobre o chassi. Raio central: tangenciando a face incidindo no nariz. incidindo 4cm. Patologia: fratura do osso nasal. Raio central: perpendicular em relação ao filme.O. OBS: Recomenda-se realizar esta posição com cilindro de extensão. dos dois lados. PVO perpendicular a LCM/E e L. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Sem bucky Sentido do chassis: longitudinal ou transversal Patologia: fratura de osso nasal Estruturas visualizadas: osso nasal e estruturas de tecidos moles do nariz.O. INCIDÊNCIA AXIAL SUPERO INFERIOR (OSSOS DO NARIZ) Posição: Paciente sentado em uma cadeira.M.Chassis: 18x24 Com ou sem bucky.M. ARCOS ZIGOMÁTICOS INCIDÊNCIA SUBMENTO VÉRTICE P/ARCO ZIGOMÁTICOS Posição: Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Sentido do chassis: Transversal dividido. O chassi deverá estar paralelo a L. paralela ao filme. o mento deverá estar hiper estendido. paralela.O. PMS sobre a LCM/E.

) (METODO TOWNE) . paralela. paralela ao filme.P. devemos rotacionar a cabeça 15º em direção do lado radiográfado.O. PVO perpendicular à LCM/E e L. PMS sobre a LCM/E.O.M. o mento deverá estar hiper estendido.RX DE ARCO ZIGOMÁTICOS INCIDÊNCIA ÍFERO – SUPERO OBLÍQUA (TANGENCIAL) Posição: Paciente em decúbito dorsal. Raio central: perpendicular a L. INIDÊNCIA DE ARCO ZIGOMÁTICO AXIAL (A. Para temos a L.M.O. e ao filme 4cm abaixo da sínfise mentoniana DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Com ou sem bucky Sentido do chassis: longitudinal Patologia: fraturas OBS: devemos realizar os dois lados para fins de comparação Estruturas visualizadas: arco zigomático isolado sem sobreposição.M.

O. .O.Posição: Paciente em decúbito dorsal. Os membros superiores. Raio central: perpendicular em relação à mesa incidindo na região posterior do crâno e saindo no centro da orbita.M.) Posição: Paciente em decúbito ventral. forame e canal óptico. deverão estar para trás e ao longo do corpo. PMS sobre LCM/E. Raio central: incidindo 2. Estruturas visualizadas: seios frontais. margem lateral e inferior da órbita.M. Patologia: atrofia do canal óptico OBS: Usa-se cilindro de mastóide. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Com bucky Sentido do chassis: Transversal dividido. deve-se colocar o nariz e o queixo sobre o plano da mesa.M. seio maxilar. A órbita do lado à ser radiografado mais próxima do filme. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Com bucky Sentido do chassis: transversal panorâmico Patologia: fratura FORAME ÓPTICO CRÂNIO INCIDÊNCIA DE FORAME ÓPTICO (METODO DE RHESE) Posição: Paciente em decúbito ventral PMS angulado 37º em relação ao filme. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Com bucky Sentido do chassis: transversal panorâmico Patologia: fratura Estruturas visualizadas: arcos zigomáticos bilaterais RX PARA ORBITAS INCIDÊNCIA DE MAHONEY'S (P.5cm acima da glabela com angulação de 30ºcaudal em relação a L. perpendicular ao plano da mesa. . PVO fazendo um ângulo de 53º com a vertical + L.O. devera ser angulado 35º com o plano de mesa.A. seios etmoidais. Raio central: 1º perpendicular em relação a mesa e saindo no centro das órbitas Raio central: 2º incidindo com angulação de 10º à 20º cranial saindo no centro das órbitas. perpendicular à LCM. L.O. PMS sobre a L.M.

OBS: Este exame poderá ser realizado angulando a cabeça do paciente ou raio central. PVO 2cm atrás da LCM.P. Estruturas visualizadas: 2º – (Axial) corpo. 2º – incidindo de 20º à 25º cranial centralizado para sair do acântio.A. PMS terá uma angulação de 15º com o plano da mesa. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Sentido do chassis: longitudinal panorâmico. RX DE MANDÍBULA EM OBLÍQUA Posição: Paciente em decúbito ventral.O.M. angulada 15º com a vertical. PMS sobre a LCM. o paciente deverá colocar o queixo e o nariz sobre o plano da LCM/E. PVO paralelo. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Com bucky Sentido do chassis: longitudinal panorâmico Patologia: fraturas Estruturas visualizadas: processos condilóides mandibulares e das têmporomandibulares. Raio central: incidindo com angulação de 25º cranial ou perpendicular. e pelo ângulo da mandíbula. Patologia: fratura Estruturas visualizadas: ramo. corpo e ângulo da mandíbula bilaterais.O.) corpo e ramos mandibulares.M. dorsal ou ortostático. perpendicular à LCM. Coloca-se o osso occipital sobre o plano da mesa. coloca-se o ramo mandibular à ser radiografado sobre o plano da mesa.O. L. . (TOWNE) Posição: paciente em decúbito dorsal. Raio central: 1º – perpendicular em relação à mesa ou estativa. .M. L.E. PMS sobre LCM/E. centralizando para sair na junção dos lábios. ramos proximais e vista alongada dos processos condilóides. PVO paralelo e L. RX DE MANDÍBULA AXIAL EM A. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Com bucky Sentido do chassis: longitudinal panorâmico Patologia: fratura Estruturas visualizadas: 1º – (P. os membros superiores deverão estar estendidos e ao longo do corpo. Raio central: incidindo com uma angulação de 35º à 40º caudal na glabela passando pelo M. perpendicular a LCM/E. Os membros superiores deverão estar para trás e ao longo do corpo.A.MADÍBULA RX DE MANDÍBULA AXIAL EM PA Posição: Paciente em decúbito ventral ou ortostático.

PVO perpendicular possível à LCM/E e L. PMS sobre LCM/E.M. leito u centro cirúrgico).T.A. RX DE MANDÍBULA EM PERFIL Posição: Paciente em decúbito ventral. Os membros inferiores e superiores estendidos ao longo do corpo. Coloca-se travesseiros sob o dorso do paciente para que se possa ter os planos mais perpendiculares e paralelos possíveis. DFF: 90cm Chassis: 15x30 Sem bucky Sentido do chassis: Transversal panorâmico. PMS paralelo ao plano da mesa. Raio central: perpendicular em relação à estativa ou à mesa. com um longo tempo de exposição. mandíbula. *O paciente está posicionado em decúbito dorsal. deverá apoiar a região da sínfise mentoniana no ortopantógrafo e receberá os apoios na região cranial e facial. 2Cm adiante do mesmo. Estruturas visualizadas: visão da mandíbula em ínfero-superior. paralelo ao plano da sínfise mentoniana.O. sinusiopatia. O raio central será perpendicular na horizontal.O. a boca permanecerá fechada. o mais paralela possível a LCM/E. visualizada de A. RX PANORÂMICO DE MANDIBULA Posição: paciente ortostático. OBS: nesta incidência temos uma visualização total da base do crânio e é realizada com ou sem cilindro de extensão. fossas nasais.M. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Com bucky Sentido do chassis: longitudinal panorâmico Patologia: fratura Estruturas visualizadas: ramos mandíbulares e porção lateral do corpo sobrepostas. E prognatismo. Raio central: perpendicular passando por toda região mandibular. posição de nadador. seios maxilares. PVO 2cm atrás da LCM/E. Patologia: fratura. incidindo no M. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Com bucky Sentido do chassis: longitudinal panorâmico Patologia: fratura da base do crânio.E. o chassi colocado paralelo ao crânio. zigomáticos e maxilares. para realizar um raio X de mandíbula sem bucky (politrauma. etc.RX DE MANDÍBULA SUB-MENTO VÉRTICE Posição: Paciente em decúbito dorsal ou ortostático. . Raio central: perpendicular em relação à mesa. PMS e PVO perpendicular e L. Estruturas visualizadas: região frontal dos dentes.M. incidindo no meio dos ramos da mandíbula.

perpendicular à LCM/E.M. PMS sobre a LCM. OBS: exame relizado com cilindro de extensão Estruturas visualizadas: seios etmoidais. esfenoidais. Raio central: incidindo com angulação de 35º ou 42º caudal 6cm acima da glabela passando pela A. saindo na ATM do lado à ser radiografado.M. maxilares. A ATM à ser radiografada será a mais próxima do plano da mesa. luxação.RX DE ARTICULAÇÃO TÊMPORO-MANDIBULAR (ATM – MÉTODO TOWNE) Posição: Paciente em decúbito dorsal.A. PVO paralelo e L.E. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 ou 24x30 dividido Com bucky e cilindro de extensão Sentido do chassis: transversal Patologia: fratura. os membros deverão estar estendidos e ao longo do corpo (boca fechada). frontais sobrepostos. posição de nadador ou ortostático. Coloca-se o osso occipital sobre o plano da mesa.H. em posição de nadador. SEIOS PARANASAIS INCIDÊNCIAS DE SEIOS DA FACE EM PERFIL Posição: Paciente em decúbito ventral.O. .T. Raio central: 30º caudal no osso parietal 5cm acima e adiante do C. Patologia: fratura ou luxação Estruturas visualizadas: processos condilóides da mandíbula e das fossas temporo-mandibulares RX DE ATM PERFIL (MÉTODO DE SCHULLER) Posição: Paciente em decúbito ventral. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Com bucky Sentido do chassis: longitudinal panorâmico. Patologia: Sinusiopatia ou fratura. PMS paralelo à LCM. PMS paralelo à mesa ou estativa e P. PVO sobre LCM. Perpendicular à LCM/E Raio central: perpendicular em relação à mesa ou estativa incidindo 2cm adiante do C.E.) OBS: Este exame deverá ser realizado sempre em duas posições: boca abeta e boca fechada. mostra posição relativa dos côndilos quanto as fossas (T. E saindo no meio do chassi. etc.M. DFF: 1 metro Chassis: 18x24 Com bucky Sentido do chassis: longitudinal panorâmico.A. . Estruturas visualizadas: ATM mais próxima do filme. PVO 2cm atrás da LCM/E. sela turcica e teto orbital.A.

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