QUESTÕES - CESPE

ARQUIVOLOGIA

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cada vez mais. classificação. 53 O princípio da proveniência pode ser definido como aquele segundo o qual os documentos deveriam ser reclassificados por assunto sem ter em conta a pertinência e a classificação original. 63 A gestão de documentos impõe. a inexistência de preocupações básicas de preservação física dos documentos etc. por uma classificação aleatória e por espécies documentais. por todos e em todas as situações. armazenamento. 64 Os mecanismos de gestão da correspondência. 54 A relação natural entre documentos de um arquivo em decorrência das atividades da unidade produtora é chamada de organicidade. pelas suas próprias características. 51 O conceito de fundo de arquivo é resultado da aplicação do princípio da proveniência. administrativa e estrutural de uma organização. 52 O princípio da unicidade está ligado à qualidade pela qual os documentos de arquivo conservam caráter único em função de seu contexto de origem. julgue os seguintes itens. a despeito de forma. 57 A concepção de fundo de arquivo está vinculada diretamente à existência jurídica. Julgue os itens subseqüentes. passaram a ser organizados por séries de assuntos. a digitalização de acervos que não foram tratados. a não consideração de documentos técnicos e científicos como de arquivo. transferência e recolhimento são atividades desenvolvidas em um programa de gestão de documentos. 55 Os arquivos. de formulários. mas por um plano de destinação. a partir do surgimento do princípio de respeito aos fundos. acondicionamento. Rio Branco_AC Superior) A situação arquivística brasileira tem melhorado significativamente nos últimos dez anos. 62 As instituições arquivísticas públicas estaduais e municipais têm desenvolvido programas de gestão de documentos nas suas respectivas áreas de atuação.br ARQUIVOLOGIA 1 (CESPE Arquivista 2007 Pref. um tratamento técnico-científico aos seus arquivos. 58 A principal limitação da gestão de documentos é não prever uma intervenção na fase de produção dos documentos. GABARITO: 51-C // 52-C // 53-E // 54-C // 55-E // 56-E // 57-C 2 (CESPE Arquivista 2007 Pref. 56 Fundo de arquivo é uma coleção de registros do mesmo gênero documental. relativos à gestão de documentos. 59 A gestão de documentos é ignorada pela legislação arquivística brasileira. Sabe-se que a gestão de documentos é um dos principais instrumentos para o tratamento dos arquivos. GABARITO: 58-E // 59-E // 60-C // 61-C // 62-E // 63-E // 64-E TST – (Tribunal Superior do Trabalho) . a avaliação dos documentos na fase permanente. Mas é comum encontrar ainda arquivos organizados pelo ato de expedição e recebimento. eliminações sem critérios ou critérios equivocados. As organizações públicas e privadas têm dado. Rio Branco_AC Superior) Para a arquivologia. o excesso de formulários tratando dos mesmos assuntos. como para toda área do conhecimento humano. Acerca dos princípios arquivísticos. 60 Distribuição. um princípio é uma lei aplicável para tudo.2 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. de relatórios e de diretivas não são adotados pelo programa de gestão de documentos. espécie ou tipo. recuperação. 61 A complexidade e a abrangência dos governos nacionais são aspectos inibidores que dificultariam a adoção das funções de gestão de documentos pelas instituições arquivísticas.com.

estado físico. em uma visão minimalista. 68 A unidade de medida utilizada para mensurar documentos textuais em suporte papel é o metro linear.com.br 3 (CESPE Arquivista 2007 Pref. julgue os itens que se seguem. GABARITO: 69-E // 70-E // 71-E // 72-C // 73-E // 74-C 5 (CESPE Arquivista 2007 Pref. 65 O principal dado a ser coletado nas organizações é a descrição de suas atividades e da relação das mesmas com o fluxo das informações contidas nos documentos. julgue os itens subseqüentes. encontram-se referências às situações de seus acervos documentais. GABARITO: 75-C // 76-C // 77-E // 78-C // 79-C TST – (Tribunal Superior do Trabalho) . 74 O arquivo corrente deve ficar próximo aos usuários diretos. 75 O protocolo é uma das atividades do arquivo corrente. 79 O número do documento. 78 As correspondências (cartas. portanto. devem ser recolhidos ao arquivo permanente. ofícios) e os processos devem ser registrados no protocolo antes de serem distribuídos aos destinatários. 69 A grande freqüência e possibilidade de uso do documento é característica da fase intermediária. 67 O diagnóstico. julgue os itens a seguir. é o estudo de famílias de organizações similares na busca de problemas e de soluções paradigmáticas. 70 Os documentos. estadual ou municipal é mais ou menos comum. fora. encerrada a fase corrente.3 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. da fase de diagnóstico. 76 O registro. 77 A distribuição. 66 Identificar quantidades. Esses levantamentos são conhecidos como diagnósticos. Rio Branco_AC Superior) O levantamento da situação dos arquivos do conjunto de organismos que forma um governo federal. entendido como a reprodução dos dados do documento destinada a controlar a movimentação e fornecer dados de suas características fundamentais. memorandos. espécies e tipologias documentais é uma tarefa realizada durante a fase de elaboração de instrumentos de preservação. Acerca dos diagnósticos da situação arquivística. Acerca do protocolo. isso o transforma em um setor/atividade importante do programa de gestão documental. é o curso do documento desde sua produção ou recepção até o cumprimento de sua função administrativa. o universo de documentos dessa fase deve ser microfilmado antes de ser eliminado. 73 A fase intermediária é justificada pela necessidade de se armazenar os documentos acumulados pela atividade-fim da organização. atividade típica do protocolo. 71 Encerrada a fase intermediária. é uma das principais atribuições do protocolo. a sua origem e a data são elementos importantes para o registro no sistema de protocolo. Rio Branco_AC Superior) Pode-se afirmar que o protocolo é a principal porta de entrada e saída de documentos. 72 O valor primário pode ser encontrado nos documentos nas fases corrente e intermediária. Nos grandes manuais de arquivística de países europeus e da América do Norte. Rio Branco_AC Superior) Acerca da teoria das três idades. GABARITO: 65-C // 66-E // 67-E // 68-C 4 (CESPE Arquivista 2007 Pref.

No Brasil. eficiência administrativa. preservação dos documentos considerados permanentes. podem ser eliminados. Observa-se que é impossível guardar tudo. seu modo de ação. 84 O instrumento aprovado por autoridade competente que regula a destinação final dos documentos é o quadro de arranjo. 80 Os documentos que não possuem valor primário. um autor estimou em cinco mil quilômetros a massa documental acumulada somente pela administração pública federal.br 6 (CESPE Arquivista 2007 Pref. racionalização da produção e do fluxo de documentos. 81 A eliminação de documentos produzidos por instituições públicas e de caráter público será realizada. GABARITO: 80-E // 81-C // 82-C // 83-C // 84-E // 85-E 7 (CESPE Arquivista 2007 Pref. 83 São objetivos da avaliação de documentos: agilidade na recuperação dos documentos e das informações.com. GABARITO: 86-E // 87-C // 88-C // 89-E TST – (Tribunal Superior do Trabalho) . 88 O emprego da tipologia documental mostra-se vantajoso em vários segmentos do processamento documental. tais como na avaliação. textual. Acerca da avaliação de documentos. informático e micrográfico são tipos documentais. que as transmissões de fax geram mais de 85 milhões de páginas por ano e que um funcionário de escritório gasta 40% de seu tempo gerenciando documentos. mediante autorização da instituição arquivística pública.4 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. seus métodos e seu conjunto de atividades indica que eles têm valor probatório. de acordo com a legislação em vigor. independentemente do suporte físico. sua política. 86 Iconográfico. na sua específica esfera de competência. sonoro. julgue os itens subseqüentes. 89 Os documentos de arquivo devem ser acondicionados e armazenados da mesma forma. 82 A preservação de documentos sobre fatos de importância para a existência do órgão. no serviço aos usuários e na descrição. na classificação/arranjo. julgue os próximos itens. 85 A destinação final é a destruição física daqueles documentos que não apresentam interesse históricocultural para a administração ou para a sociedade. Rio Branco_AC Superior) Os norte-americanos estimam que 300 milhões de documentos estão em uso em seu território. mesmo que tenham valor secundário. que toda vez que um documento é acessado isso custa cerca de US$ 0. 87 A espécie torna-se tipo quando à sua gênese se agrega a atividade/função/razão funcional que lhe gera a aplicação de uma actio em uma conscriptio (a espécie).25. Rio Branco_AC Superior) Acerca das tipologias documentais e suportes físicos.

br 8 (CESPE Arquivista 2007 Pref. 91 Classificação e arranjo são operações distintas e têm princípios norteadores diferentes. 99 O inventário é o instrumento de pesquisa mais abrangente e voltado para o grande público. Isso permite que os acervos documentais sejam rapidamente colocados à disposição dos usuários. cronológico. o perfil do usuário e sua demanda de dados. Rio Branco_AC Superior) A função social do arquivista é tornar os documentos de arquivo acessíveis aos usuários. julgue os seguintes itens. e o agrupamento. mas do que ele cria a partir das informações contidas nos arquivos. onomástico ou geográfico. 100 Repertório é o instrumento de pesquisa que descreve pormenorizadamente documentos previamente selecionados. A elaboração do instrumento de pesquisa é a ponte que liga de um lado o usuário/pesquisador e de outro os elementos necessários para o desenvolvimento da pesquisa. em relação significativa. segundo um critério temático. julgue os itens que se seguem. GABARITO: 90-C // 91-E // 92-E // 93-C // 94-C // 95-E 9 (CESPE Arquivista 2007 Pref.5 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. 93 A operação do arranjo resume-se à ordenação dos conjuntos documentais remanescentes das eliminações. obedecendo a critérios que respeitem o caráter orgânico dos conjuntos. 92 A teoria das três idades é o embasamento metodológico do arranjo nos arquivos permanentes. a não repetição de informação. 97 Produção. 101 A política de descrição documental deve ser elaborada a partir do estudo sobre os recursos humanos e financeiros. 94 O processo de arranjo propriamente dito é iniciado a partir do recolhimento dos documentos ao arquivo permanente. interna e externamente. a preparação técnica e científica do pessoal. Acerca do arranjo em arquivos permanentes. 98 A elaboração de instrumento de pesquisa independe da organização dos documentos. É o instante que ele tem para proporcionar ao usuário/pesquisador dados não só do objeto do trabalho em si. a informação relevante para o nível de descrição. o que faz da organização dos fundos uma das principais tarefas. É a maneira de se comunicar com os potenciais usuários de seu trabalho. Rio Branco_AC Superior) A preparação de instrumentos de pesquisa é um dos grandes momentos do profissional de arquivo. GABARITO: 96-C // 97-E // 98-E // 99-E // 100-C // 101-C TST – (Tribunal Superior do Trabalho) . a qualidade dos recolhimentos. a comprovação ou não de teses. as tendências da historiografia e o estado físico da documentação. de tais unidades entre si. pertencentes a um ou mais fundos. 96 A Norma Internacional de Descrição Arquivística estabelece como regras para a descrição multinível: a descrição do geral para o particular. manutenção e destinação são áreas de descrição definidas na Norma Internacional de Descrição Arquivística. ou mesmo o surgimento de novas teses que só são possíveis no mergulho em um conjunto de documentos. 95 As atividades preliminares para o processamento técnico dos documentos de um fundo de arquivo podem prescindir do levantamento da evolução institucional da entidade produtora dos documentos. a relação entre descrições. Em relação à descrição de documentos de arquivo. 90 Arranjo é o processo de agrupamento dos documentos singulares em unidades significativas.com.

159/1991. Rio Branco_AC Superior) Acerca da legislação arquivística brasileira. deve-se ter a preocupação de manter os filmes originais guardados juntamente com as cópias. mesmo aqueles considerados de valor permanente.br 10 (CESPE Arquivista 2007 Pref. 114 As questões jurídicas sobre a aceitabilidade judicial de documentos eletrônicos podem ser dividas em duas linhas de discussão: documentos digitalizados. 111 Os documentos podem ser eliminados após a microfilmagem. bem como exercer orientação normativa visando à gestão documental e à proteção especial aos documentos de arquivo. Judiciário e Legislativo. 109 Uma das vantagens da microfilmagem é o acesso múltiplo e simultâneo. com a introdução das novas tecnologias. 110 Na microfilmagem. GABARITO: 102-C // 103-C // 104-E // 105-E // 106-C // 107-E 108 A microfilmagem é autorizada para os documentos oficiais ou públicos. produzidos e recebidos pelos órgãos dos Poderes Executivo. e por entidades privadas encarregadas da gestão de serviços públicos no exercício de suas atividades. 113 A preocupação maior hoje. 105 Os critérios de organização dos arquivos municipais. tem por finalidade definir a política nacional de arquivos públicos e privados. 106 O Conselho Nacional de Arquivos. documentos em meio eletrônico. são definidos por legislação estadual. por questão de segurança. Rio Branco_AC Superior) A microfilmagem e a digitalização são técnicas relacionadas diretamente aos documentos de arquivo. 107 Por falha da legislação arquivística brasileira. julgue os seguintes itens.º 8. 102 São considerados documentos públicos aqueles produzidos e recebidos por instituições de caráter público.com. civil ou administrativa para aquele que desfigurar ou destruir documentos de valor permanente ou considerados como de interesse público e social. bem como a gestão e o acesso aos documentos. GABARITO: 108-C // 109-E // 110-E // 111-E // 112-C // 113-C // 114-C TST – (Tribunal Superior do Trabalho) 11 (CESPE Arquivista 2007 Pref. não há previsão de responsabilidade penal. é a necessidade de preservação da informação e não do suporte. 103 Os arquivos municipais são aqueles conjuntos documentais produzidos e recebidos pelos órgãos públicos municipais dos Poderes Executivo e Legislativo.6 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. do Distrito Federal e dos municípios. criado pela Lei n. Acerca desse tema. inclusive da administração indireta da União. . 104 A administração da documentação pública ou de caráter público no âmbito municipal é de competência da instituição arquivística estadual. julgue os próximos itens. Elas têm sido utilizadas como instrumentos para substituição de suportes e para a potencialização do acesso aos documentos. de qualquer espécie e em qualquer suporte. 112 Uma das desvantagens da digitalização é a obsolescência dos equipamentos e software. dos estados.

120 A higienização é um dos procedimentos mais significativos do processo de conservação de documentos e deve ser feita em períodos regulares. das estantes e dos móveis do arquivo para preservar os documentos. 118 Deve-se evitar a limpeza do piso. 56 Quanto ao gênero. GABARITO: 56-C // 57-C // 58-C TST – (Tribunal Superior do Trabalho) 54 O princípio da unicidade refere-se. 116 A conservação difere da restauração por ser um conjunto de ações que visa desacelerar o processo de degradação de documentos. Rio Branco_AC Superior) Quanto à preservação e à conservação de documentos de arquivo. são excluídas de acesso amplo e imediato categorias de documentos referentes a segurança nacional. inserem-se os desenhos. sem que haja mutilação e tampouco destruições indevidas e não autorizadas. 53 Os documentos devem permanecer no local em que foram produzidos. política externa e segredos protegidos por lei. diversos fatores inibidores provocam verdadeiros entraves para uma ampla política de acesso em diversos países. vida privada dos cidadãos. . Os caracteres internos incluem o elaborador do documento. em obediência ao princípio da territorialidade.br 12 (CESPE Arquivista 2007 Pref. 51 A composição do fundo de arquivo independe da observância ao princípio da proveniência. 52 O princípio da proveniência se aplica em todas as fases do ciclo vital dos documentos. julgue os itens em seguida. os negativos. na categoria de documentos iconográficos. os documentos de arquivo possuem caracteres internos e externos que os distinguem dos demais documentos produzidos cotidianamente.7 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. umidade relativa. já a restauração busca a reversão de danos físicos ou químicos adquiridos pelo documento ao longo do tempo e do uso.com. 57 Analisados diplomaticamente. radiação da luz e qualidade do ar são fatores de deterioração de documentos de arquivo. fita adesiva comum e filmes de poliéster. 115 Temperatura. GABARITO: 51-E // 52-C // 53-C // 54-E // 55-C 14 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Considerando o universo de normas. as fotografias e as gravuras. 117 O uso de fungicidas é recomendado para controlar a infestação de fungos. 119 O acondicionamento dos documentos que não se encontram em boas condições ou daqueles já tratados deve ser feito com papéis e cartões neutros ou alcalinos. os diapositivos. práticas e finalidades das atividades desenvolvidas no âmbito da Arquivologia. julgue os itens subseqüentes. julgue os itens subseqüentes. 58 Segundo Michel Duchein. 55 O princípio da integridade arquivística determina a preservação dos fundos de arquivo em sua totalidade. ao quantitativo de cópias do documento produzido. a data de encaminhamento e as origens funcionais do documento e o grau de concentração da informação. GABARITO: 115-C // 116-C // 117-E // 118-E // 119-E // 120-C 13 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Acerca dos princípios arquivísticos. ordem pública. Dessa maneira. conceitos. sobretudo.

em consonância com as normas e os procedimentos propostos por Rousseau e Couture. 65 Os valores primário e secundário estão presentes no processo de gênese documental. julgue os itens que se seguem. GABARITO: 64-C // 65-E // 66-E // 67-E // 68-C 17 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Acerca dos programas de difusão dos arquivos. 67 Compete às comissões setoriais de avaliação de documentos a aprovação das amostragens. as fontes primárias utilizadas devem ser apresentadas em sua forma original. GABARITO: 59-C // 60-C // 61-C // 62-C // 63-E 16 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Com relação à política de avaliação a ser adotada no STJ para os documentos de cunho arquivístico. julgue os itens a seguir. 72 As instituições arquivísticas públicas brasileiras vêm ampliando as ações culturais e educativas e adotando programas de difusão de seus acervos. 68 Indica-se a guarda temporária para os documentos recapitulativos e para aqueles cujas informações estejam reproduzidas em outros documentos. 63 A organização interna das unidades de acondicionamento pode ser efetuada sem o consentimento do órgão produtor. 64 O valor legal é atribuído aos documentos que reflitam os direitos e deveres da instituição. 60 Os documentos recebidos por transferência permanecem como propriedade exclusiva do órgão produtor. 69 O marco da função educativa dos arquivos na França ocorreu em 1950. 59 Todos os documentos recebidos por transferência terão seu prazo de guarda estabelecido. incluindo a identificação da destinação final. 61 O acesso aos documentos por outro setor é facultado mediante autorização do órgão produtor. como uma de suas atribuições básicas.com. 62 Cabe ao órgão produtor expedir autorização para o descarte de seus documentos. 66 A aplicação do critério de amostragem seletiva nos conjuntos documentais consiste em identificar qualquer elemento como representativo. GABARITO: 69-C // 70-E // 71-C // 72-E TST – (Tribunal Superior do Trabalho) .8 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. 71 Constitui atribuição do arquivista a identificação dos documentos de valor pedagógico e conteúdo histórico a serem disponibilizados nos programas de difusão dos arquivos. julgue os seguintes itens. 70 Nos projetos de ação educativa.br 15 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Considerando que um arquivista tenha de coordenar as etapas do processo de organização do arquivo intermediário do STJ.

com. julgue os itens subseqüentes. na categoria de secretos. 79 A marca ou indicação do grau de sigilo deverá constar somente na primeira página do documento classificado como sigiloso. deverá estar registrado o grau de sigilo do documento. em caso de impedimento do uso de cofre forte. 80 A expedição de documentos classificados como sigilosos requer envelopamento duplo. Acerca do recolhimento de 83 Somente serão recolhidos à fase permanente os documentos com valor secundário. 86 Os documentos classificados como sigilosos obedecerão aos prazos previstos na tabela de temporalidade e aguardarão a desclassificação na fase permanente. 82 É indicada a guarda armada para os documentos ultra-secretos. secretos e confidenciais e que venham a compor um conjunto no STJ. de 27 de dezembro de 2002.9 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. 74 planos ou operações de interesse da defesa nacional. Por meio desse decreto. GABARITO: 73-C // 74-C // 75-E // 76-E // 77-C 19 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Com relação aos documentos sigilosos. 75 soberania e integridade do território nacional. estão inseridos.553. os dados ou informações referentes a 73 assuntos diplomáticos e de inteligência.º 4. 77 sistemas. no envelope externo. planos ou operações de interesse da defesa nacional. GABARITO: 78-E // 79-E // 80-C // 81-E // 82-C 20 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) documentos. GABARITO: 83-C // 84-C // 85-E // 86-E // 87-E TST – (Tribunal Superior do Trabalho) . a política de acesso aos documentos está imbuída de novos dispositivos legais. julgue os seguintes itens. 78 Compete ao arquivista atribuir o grau de secreto aos documentos classificados como reservados. garantindo-se. 85 É indicada a migração de suporte para os conjuntos documentais recolhidos à fase permanente.br 18 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) No Brasil. instalações. projetos. oriundos da promulgação do Decreto n. 81 Para mais segurança e controle. 87 Os usuários terão acesso somente às reproduções dos documentos. a preservação do suporte original. 76 projetos de pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico de interesse da defesa nacional. programas. dessa maneira. 84 É aconselhável que os documentos que demandem consultas freqüentes permaneçam na fase intermediária.

o arranjo deve seguir uma ordenação temática. GABARITO: 88-C // 89-E // 90-E // 91-E // 92-C 22 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) A concepção de um arranjo para acervos arquivísticos pressupõe atividades intelectuais e físicas. os interesses das pesquisas históricas são considerados prioritários. 92 Os documentos que contêm as normas da organização a que pertenceram constituem o arcabouço do conjunto documental.br 21 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Ao tratar o acervo de caráter histórico de uma instituição. deve ser estabelecida. Com relação ao arranjo dos documentos de arquivo. 88 No arranjo de um conjunto documental.10 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. 94 Como visa atender ao pesquisador. GABARITO: 93-E // 94-E // 95-C // 96-C // 97-C 23 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Com base na Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística. 95 O processo de arranjo deve ser precedido do levantamento da evolução institucional da entidade produtora. GABARITO: 98-C // 99-E // 100-E // 101-C // 102-C // 103-C TST – (Tribunal Superior do Trabalho) . 101 Incorporação é o acréscimo de documentos a uma unidade de descrição já custodiada por um arquivo. identificação e localização de um acervo arquivístico. 97 As atividades intelectuais do arranjo consistem na análise do tipo. julgue os itens que se seguem. acumulou e(ou) manteve no decurso de suas atividades. com a transferência. tanto quanto possível. julgue os itens seguintes. julgue os seguintes itens. 93 O princípio das três idades norteia a sistemática do arranjo. 99 Ponto de acesso é o espaço físico destinado à pesquisa. da proveniência. No que se refere à sistemática do arranjo. materialmente. 90 A sistemática do arranjo inicia-se. a ordem originária. 89 No arranjo do conjunto documental. 96 O princípio do respeito aos fundos permite que se mantenham os valores de prova inerentes aos papéis que são produtos de atividade orgânica. que deve ser uma ação planejada e criteriosa. 102 Deve-se evitar a redundância de informação em descrições hierarquicamente relacionadas. 103 O campo âmbito e o conteúdo têm como objetivo capacitar os usuários a avaliarem a potencial relevância da unidade de descrição. 91 Conjuntos encadernados deverão ser desmembrados e reunidos aos demais documentos.com. 100 Unidade de descrição é a menor unidade arquivística intelectualmente indivisível. das origens funcionais e do conteúdo dos documentos. cronológica ou geográfica. o arquivista deverá elaborar o quadro de arranjo que norteará esse tratamento. 98 Proveniência é a relação entre os documentos e a entidade que os produziu.

devendo ser recolhidos ao arquivo público de sua esfera de atuação ou preservados pelo próprio órgão detentor. 106 Pela necessidade de se fornecer uma visão geral dos fundos do arquivo. entre outras exigências. 115 Os documentos oficiais ou públicos não poderão ser eliminados após a microfilmagem. imediatamente após o último documento. GABARITO: 111-E // 112-C // 113-C // 114-E // 115-E 26 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Tendo em vista a legislação que regula a microfilmagem de documentos oficiais. o STJ deve considerar a prática de pesquisa de seus usuários. em juízo ou fora dele. o primeiro instrumento a ser elaborado deve ser o guia. 109 No catálogo. sendo permitida a utilização de microfichas. julgue os itens a seguir. Com relação aos instrumentos de pesquisa resultantes da atividade de descrição. independentemente de sua natureza jurídica. quando. 108 O guia de fontes identifica grupos ou séries de um determinado fundo de arquivo. 117 É vedada a utilização de filmes atualizáveis de qualquer tipo. julgue os itens a seguir. contendo o registro no Ministério da Justiça.11 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. 116 A microfilmagem será feita em equipamentos que garantam a fiel reprodução das informações.br 24 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Na atividade de descrição arquivística. contendo a identificação 119 No final da microfilmagem de cada série. GABARITO: 106-C // 107-C // 108-E // 109-C // 110-E 25 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Julgue os seguintes itens. 111 Os documentos em tramitação ou em estudo não poderão ser microfilmados. GABARITO: 116-C // 117-C // 118-C // 119-E // 120-C TST – (Tribunal Superior do Trabalho) 114 Todas as organizações que se utilizam do sistema de microfilmagem. desde que sejam garantidas a legibilidade e a qualidade de reprodução. 120 Na microfilmagem. poderá ser utilizado qualquer grau de redução.com. 118 Na microfilmagem de documentos. ocupando-se de partes do acervo. 113 Os microfilmes e filmes-cópia produzidos no exterior somente terão valor legal. devem estar registradas na Casa Civil da Presidência da República. tanto para a confecção do original como para a extração de cópias. . de acordo com a legislação vigente. a descrição exaustiva ou parcial de um fundo baseia-se na peça documental. forem acompanhados de tradução oficial. cada série será sempre precedida de imagem de abertura. 107 O inventário é um instrumento do tipo parcial. referentes à microfilmagem de documentos. o tratamento sumário implica a descrição pormenorizada das séries. 110 Na elaboração dos instrumentos de pesquisa. 112 As empresas e os cartórios que se dedicarem à microfilmagem de documentos de terceiros devem fornecer um documento de garantia declarando que se responsabilizam pelo padrão de qualidade do serviço executado. será sempre reproduzida a imagem de encerramento. relativos a determinado tema.

porventura. previamente. 126 O manuseio dos documentos deve ser feito usando-se luvas e assegurando-se que as mãos estejam limpas e secas. julgue os itens subseqüentes. GABARITO: 126-C // 127-E // 128-C // 129-C // 130-C 29 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Com relação à preservação de documentos. 125 O website deve contar com instrumentos de controle e avaliação de desempenho. GABARITO: 131-E // 132-E // 133-E // 134-C // 135-C TST – (Tribunal Superior do Trabalho) . julgue os itens a seguir. para readquirirem flexibilidade pela absorção de vapor d’água. emitidas por órgão autorizado na esfera governamental da instituição. privacidade e organização dos conjuntos documentais. questões legais.com. julgue os seguintes itens. 123 Deve-se considerar as possíveis restrições de acesso aos documentos. 129 A remoção de poeira em um disco óptico deve ser feita com tecido não-abrasivo ou com escova macia. cujas bordas são seladas. depois de fixadas no disquete ou na fita. 128 Fitas de rolo devem ser seguradas pelo meio do eixo centra durante o manuseio e transporte. GABARITO: 121-E // 122-C // 123-C // 124-C // 125-C 28 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Com referência aos procedimentos de conservação e de preservação dos documentos eletrônicos. contendo informações básicas relativas ao funcionamento da entidade. preservação. 130 Os disquetes não devem ser tocados na fenda oval de suas embalagens ou no furo central do disco. 135 A encapsulação é um processo de preservação no qual o documento é colocado entre duas superfícies de plástico transparente. 122 Deve-se verificar. 133 A laminação corresponde à utilização de agentes químicos para a eliminação de insetos e microrganismos que causam danos aos documentos. 134 A umidificação é um procedimento em que documentos ressecados são colocados em uma atmosfera úmida. tais como.br 27 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) Tendo em vista a construção de websites de instituições arquivísticas. 132 Os documentos de terceira idade que. 131 A limpeza das capas de livros confeccionadas em tecido deve ser feita com pano úmido ou flanela. 121 O website deve ser a reprodução de um fôlder institucional. 124 O conteúdo deve contemplar informações gerais sobre o acervo.12 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. 127 As etiquetas deverão ser preenchidas com lápis. os instrumentos de pesquisa e os serviços prestados pela instituição. a existência de normas para concepção e gestão de websites. apresentem um estado de conservação precário devem ser objeto de avaliação para posterior eliminação.

br 30 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) As discussões em torno da produção e preservação dos documentos eletrônicos têm sido uma constante nos eventos realizados pelos organismos internacionais de arquivística em todo o mundo. única e exclusivamente. portanto. 137 Na conservação desses documentos. suporte à informação. atribuindo-lhes um prazo de 5 anos de preservação. além de multa. Julgue os itens seguintes. estrutura de caracterização e estrutura lógica. Acerca dos documentos eletrônicos. sendo. 136 A formatação do documento eletrônico está intimamente relacionada à sua estrutura de apresentação. julgue os itens a seguir. 149 O Código de Trânsito Brasileiro vigente reconhece o valor legal dos documentos produzidos em meio magnético ou óptico que armazenem as informações acerca de licenciamento de veículos e de habilitações. 140 As partes básicas que compõem o documento eletrônico são: estrutura de apresentação. a migração é a alternativa de mais baixo custo.13 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. 139 O documento eletrônico pode apresentar perdas da integridade do conteúdo. sem que tenha recebido autorização da autoridade competente GABARITO: 146-E // 147-E // 148-C // 149-C // 150-C TST – (Tribunal Superior do Trabalho) . 143 Na preservação dos documentos eletrônicos. mediante as alterações do Código Penal. 147 A Autoridade Certificadora Raiz (AC Raiz) e da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICPBrasil) é a Casa Civil da Presidência da República. 138 O documento eletrônico é uma entidade material resultante de um ato ou fato administrativo. estabelece uma penalidade de detenção de 3 meses a 2 anos. ao funcionário que adulterar os dados nos sistemas de informações ou nos programas de informática. é aconselhável a transferência periódica dos dados para outros suportes. 141 O conceito atribuído mundialmente pela arquivística para documento eletrônico integra. 144 Visando atender ao problema da obsolescência. 148 O estabelecimento da política de certificação e das regras operacionais da AC Raiz é de competência do Comitê Gestor da ICP-Brasil. 145 É atribuído o prazo de um mês para a guarda dos documentos transmitidos por meio de correio eletrônico. adotada em detrimento da emulação. a constituição de um museu tecnológico é uma das soluções adotadas pelas instituições para garantir a preservação dos documentos eletrônicos. 146 A legislação brasileira não reconhece o documento eletrônico como documento original. 142 Um dos fatores a ser considerado no processo de avaliação dos documentos eletrônicos é a legibilidade dos registros documentais. 150 O Estado.com. GABARITO: 136-C//137-C//138-E//139-C//140-E//141-E//142-C//143-E//144-C//145-E 31 (CESPE Analista Judiciário (Arquivologista) 2005 STJ Superior) referentes à legislação brasileira acerca dos documentos eletrônicos.

em alguns casos.br 32 (CESPE Analista Judiciário (administrativa) 2003 TRE_RS Superior) Julgue os itens a seguir.553/2002. julgue os itens subseqüentes. 95 A implantação de uma política de gestão documental nos arquivos favorece a racionalização da produção e do trâmite documental. 92 Os mapas e as plantas de arquitetura e de engenharia integram o acervo arquivístico. os convênios e os termos. a política de acesso aos documentos arquivísticos obedece aos graus de sigilo atribuídos pelo Decreto n. a fim de garantir o controle do volume documental produzido no âmbito da instituição. documentos de arquivo. GABARITO: 91-C // 92-C // 93-E // 94-E // 95-E 33 (CESPE Analista Judiciário (administrativa) 2004 TRE_AL Superior) Acerca dos procedimentos técnicos (funcionalidades) executados no setor de arquivos. diferentes instrumentos de pesquisa são elaborados. 93 Os documentos de cunho arquivístico auxiliam os profissionais da instituição no processo decisório.14 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. confidencial ou reservado. exclusivamente. os autos de todos os processos com origem no TRE/AL serão de guarda permanente. referentes à composição de acervos arquivísticos. secreto. 94 Os objetos tridimensionais integram os acervos arquivísticos e recebem classificação numérica. 91 O tipo de suporte predominante nos arquivos públicos é o papel. o que permite.º 4. 93 Excluem-se do acervo arquivístico os documentos em suporte especial. 96 Nos arquivos de caráter permanente. 100 A função essencial dos arquivos é avaliar os documentos. 98 No Brasil. 97 Por suas características de produção. os documentos microfilmados possuem respaldo legal. o descarte do documento original. incluindo o guia do arquivo. segundo os quais um documento pode ser classificado como ultra-secreto. 92 A tabela de temporalidade é um instrumento utilizado em todas as fases do ciclo vital dos documentos. o empréstimo de documentos é facultado a todos os usuários.com. GABARITO: 91-C // 92-E // 93-C // 94-C // 95-C // 96-E // 97-E // 98-C // 99-E // 100-E TST – (Tribunal Superior do Trabalho) . 99 Incluem-se como atos normativos os tratados. 94 De acordo com a legislação arquivística em vigor. 95 Os microfilmes são. 91 A fim de instruir os usuários sobre os documentos existentes no acervo arquivístico.

importantes para o desenvolvimento da cultura e das ciências. Cada órgão deve complementar o código com classes relativas às suas atividades específicas.com. III e V. IV e V. devendo tais documentos ser preservados indefinidamente. publicado pelo Arquivo Nacional. somente poderão ser disponibilizados aos cidadãos quando houver autorização por parte do Poder Judiciário. B Nunca poderá ocorrer eliminação. a cultura e a memória nacional. é o conjunto dos procedimentos e operações técnicas que envolvem os documentos desde a sua produção. isto é. III e IV. até sua avaliação e arquivamento. . IV Todos os documentos ou informações produzidos nos órgãos públicos. ao longo de sua existência. conforme a legislação brasileira. julgue os itens a seguir. D II. C Quando ocorrer eliminação de documentos. devendo ocorrer no processo de transferência para o arquivo intermediário. e com os documentos intermediários. por questões de segurança das informações e a fim de possibilitar a reciclagem dos papéis. Considerando a legislação vigente. A A eliminação é prevista em lei e autorizada para todos os processos cujo arquivamento tenha ocorrido há mais de trinta anos. são considerados. fundamentais instrumentos de apoio à eficácia administrativa no gerenciamento de informações e. GABARITO: B TST – (Tribunal Superior do Trabalho) Estão certos apenas os itens A I. aqueles que estão em curso ou que. selecionados e colecionados por órgãos públicos ou instituições de caráter público. que já não são de uso corrente nos órgãos produtores. ou atividades-fim. assinale a opção correta acerca da eliminação de documentos de arquivo de valor permanente oriundos do Poder Judiciário. I São considerados arquivos públicos apenas os conjuntos de documentos oficiais. pois os documentos. quando organizados. por outro. são consultados freqüentemente. deverá ser utilizada a fragmentação mecânica. II e V B I. III A legislação define que a gestão documental e a proteção aos documentos de arquivo são deveres do poder público. V Nos arquivos estaduais do Poder Judiciário. mesmo sem movimentação. sobretudo aqueles relativos aos arquivos e à gestão de documentos públicos e de caráter público. D A eliminação é permitida apenas quando prevista em tabela de temporalidade. ou gestão documental. C II. visando contribuir com a educação. os documentos correntes devem ser organizados segundo o modelo estabelecido pelo Código de Classificação de Documentos de Arquivo para a Administração Pública: Atividades-Meio. e apenas nos casos em que tal informação for indispensável à defesa de direito próprio. 35 (CESPE Analista Judiciário (administrativa) 2006 TJ_PA Superior) A questão da avaliação de documentos é uma das mais importantes no contexto da teoria arquivística. ou instituições de caráter público.br 34 (CESPE Analista Judiciário (administrativa) 2006 TJ_PA Superior) Considerando os princípios básicos da Arquivologia.15 ELABORADO POR LUIZ CLAUDIO – DEZEMBRO DE 2007 // luizjandaia@uol. A gestão lida com os documentos correntes. II Gestão de documentos. mas precisam ser guardados devido a razões administrativas ou jurídicas. como nos demais integrantes do Sistema Nacional de Arquivos. por um lado. dotados de importância histórica. ou seja. passando por seu uso e tramitação.

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