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Normas Técnicas - Corpo de Bombeiros Ceará

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ESTADO DO CEARÁ

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS

NORMA TÉCNICA N.O 001/2008

PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO

FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2010
(Incluidas alterações da Portaria GAB CMD 020/2010, de 10/02/2010) 

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará 

 

 

 

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CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ

NORMA TÉCNICA N° 001/2008 PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos e Tabelas 1 OBJETIVO 1.1 Estabelecer os critérios para tramitação de documentos referentes à segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco no Estado do Ceará. 2 APLICAÇÃO 2.1 A presente Norma Técnica aplica-se aos processos de segurança contra incêndio e pânico adotados no Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE). 2.2 Quando houver legislação municipal (Código de Obras) que exija medidas de segurança contra incêndio e pânico mais restritivas nas edificações que as preconizadas nesta Norma Técnica, deve ser adotada aquela legislação. 3 DEFINIÇÕES 3.1 Para efeitos desta Norma Técnica, aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. 4 PROCEDIMENTOS 4.1 Forma de apresentação 4.1.1 As medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMCE para análise por meio do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP). 4.2 Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico 4.2.1 Critérios para apresentação de PSIP

4.2.1.1 O Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP) deve ser utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco com área total construída acima de 750m² e/ou mais de dois pavimentos. 4.2.1.2 O Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico Simplificado (PSIPS) deve ser utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco com área total construída de até 750m² e/ou até dois pavimentos. 4.2.1.3 Toda e qualquer edificação, independente da área total construída, destinada a reunião de público, unidade de combustível, venda e depósito de explosivos, portos, casas de fogos, eventos temporários, indústrias, teatros, cinemas, hotéis e construções temporárias em locais de difícil evacuação devem apresentar as medidas de segurança contra incêndio e pânico por meio de Projeto, conforme disposição desta Norma Técnica. 4.2.1.4 O Projeto Contra Incêndio e Pânico Simplificado é utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco com área construída de até 750 m² e/ou até dois pavimentos, nas condições abaixo: a) edificação e áreas de risco na qual não se exija proteção por sistema hidráulico de combate a incêndio; b) posto de serviço e abastecimento cuja área construída não ultrapasse 750 m², excetuada a área de cobertura exclusiva para atendimento de bomba de combustível. c) locais de revenda de gases inflamáveis cuja proteção não exija sistemas fixos de combate a incêndio, devendo ser observado os afastamentos e demais condições de segurança exigidos por legislação específica; d) locais com presença de inflamáveis com tanques ou vasos aéreos cuja proteção não exija sistemas fixos de combate a incêndio, devendo ser observado os afastamentos e demais condições de segurança exigidos por legislação específica; e) locais de reunião de público cuja lotação não ultrapasse 100 (cem) pessoas e não exija sistema fixo de combate a incêndio;

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f) não é permitida a apresentação de PSIPS onde a edificação e áreas de risco haja a necessidade de comprovação da situação de separação entre edificações e áreas de risco. 4.2.2.1 O PSIP e o PSIPS devem ser compostos pelos seguintes documentos: -Para o PSIP a) cartão de identificação (anexo A); b) pasta do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico; c) Memorial Descritivo de Segurança Contra Incêndio e Pânico (anexo B); d) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico , que deve ser juntada na via que permanecerá na Coordenadoria de Atividades Técnicas (CAT), com via do comprovante de recolhimento do respectivo emolumento; e) planta das medidas de segurança contra incêndio, devidamente etiquetadas; f) comprovante de recolhimento do emolumento referente ao serviço de análise de projetos. g) documentos necessário. -Para o PSIPS a) formulário de segurança contra incêndio para PSIPS (anexo H); b) documentos necessário. complementares, quando complementares, quando

4.2.2.1.3 Memorial Descritivo de Segurança Contra Incêndio e Pânico 4.2.2.1.3.1 Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos sistemas de segurança contra incêndio e pânico e descrição de seus elementos constituintes, tais como hidrantes, chuveiros automáticos, central de GLP, laje de segurança, aparelhos extintores, controle de fumaça, saídas de emergência, dentre outros. 4.2.2.1.3.2 No desenvolvimento dos cálculos hidráulicos para as medidas de segurança de resfriamento deve ser levado em conta o desempenho dos equipamentos, utilizando as referências de vazão, pressão e perda de carga, sendo necessária a apresentação de catálogos. 4.2.2.1.4 Anotação Técnica (ART) de Responsabilidade

4.2.2.1.4.1 Deve ser apresentada responsável técnico que elaborou o PSIP.

pelo

4.2.2.1.4.2 Todos os campos devem ser preenchidos e no campo “descrição das atividades profissionais contratadas” deve estar especificado o serviço pelo qual o profissional se responsabiliza. 4.2.2.1.4.3 A assinatura do contratante (proprietário ou responsável pelo uso) é facultativa. 4.2.2.1.4.4 Comprovante de recolhimento da taxa. 4.2.2.1.4.5 Deve ser apresentada em duas vias, sendo uma original. 4.2.2.1.5 Comprovante de recolhimento do emolumento referente ao serviço de análise de projetos 4.2.2.1.5.1 Deve ser apresentado responsável técnico que elabora o PSIP. pelo

4.2.2.1.1 Cartão de identificação 4.2.2.1.1.1 Ficha elaborada em papel A4 ou equivalente que contém os dados básicos da edificação e áreas de risco, com finalidade de controle do PSIP junto a CAT, conforme anexo A desta Norma Técnica. 4.2.2.1.1.2 O cartão de identificação deve ser afixado na parte frontal da pasta do PSIP, em via única. 4.2.2.1.2 Pasta do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico 4.2.2.1.2.1 Pasta suspensa, sem divisórias, com grampo, que acondiciona todos os documentos do PSIP.

4.2.2.1.5.2 A área total construída deve ser a mesma declarada na ART. 4.2.2.1.5.3 Deve ser apresentada em duas vias, sendo uma original. 4.2.2.1.6 Planta das medidas de segurança contra incêndio 4.2.2.1.6.1 Representação gráfica da edificação e áreas de risco, contendo informações por meio de

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legenda padronizada pelo CBMCE, contendo a localização das medidas de segurança contra incêndio, bem como os riscos existentes na edificação e áreas de risco, conforme descrito no item 4.2.3. 4.2.2.1.7 Documentos complementares 4.2.2.1.7.1 Documentos solicitados pela Coordenadoria de Atividades Técnicas a fim de subsidiar a análise do PSIP da edificação e áreas de risco, quando as características da mesma assim os exigirem. 4.2.3 Apresentação da planta das medidas de segurança contra incêndio 4.2.3.1 Deve ser apresentada da seguinte forma: a) ser elaborada no formato A4 (210 mm x 297 mm), A3 (297 mm x 420 mm), A2 (420 mm x 594 mm) ou A1 (594 mm x 840 mm); b) as escalas adotadas devem ser as estabelecidas em normas oficiais; c) adotar escala que permita a visualização das medidas de segurança contra incêndio; d) quando a planta de uma área construída ou área de risco não couber integralmente em escala reduzida em condições de legibilidade na folha “A1”, esta pode ser fracionada, contudo deve adotar numeração que indique onde está localizada tal área na planta de situação; e) a planta de situação deve estar em escala; f ) adotar os símbolos gráficos da norma técnica específica; g) seguir a forma de apresentação gráfica conforme padrão adotado por normas oficiais; h) é facultativa a apresentação da planta de fachada, porém, os detalhes de proteção estrutural, compartimentação vertical e escadas devem ser apresentados em planta de corte; i) deve ser etiquetada; j) a numeração da etiqueta deve ser a mesma da ART apresentada; l) quando o PSIP apresentar dificuldade para visualização das medidas de segurança contra incêndio alocados em um espaço da planta, devido à grande quantidade de elementos gráficos, deve ser feita linha de chamada em círculo com linha pontilhada com alocação dos símbolos exigidos. 4.2.4 Conteúdo da planta das medidas de segurança contra incêndio 4.2.4.1 Devem constar de todas as plantas os seguintes detalhes genéricos: 1) símbolos gráficos, conforme norma técnica específica, da localização das medidas de

segurança contra incêndio e pânico na planta baixa; 2) legenda de todas as medidas de segurança contra incêndio utilizadas no PSIP; 3) áreas construídas e áreas de risco com suas características, tais como: a) tanques de combustível (substância e capacidade); b) casa de caldeiras ou vasos sob pressão; c) dutos e aberturas que possibilitem a propagação de calor; d) cabinas de pintura; e) locais de armazenamento de recipientes contendo gases inflamáveis (capacidade do recipiente e quantidade armazenada); f) áreas com risco de explosão; g) centrais prediais de gases inflamáveis; h) depósitos de metais pirofóricos; i) depósito de produtos perigosos; j) outros riscos que necessitem de segurança contra incêndio e pânico específica; 4) quadro de situação da edificação e áreas de risco, indicando os logradouros que delimitam a quadra; 5) cotas dos desníveis em uma planta baixa, quando houver; 6) medidas de proteção passiva contra incêndio nas plantas de corte, tais como: dutos de ventilação da escada, degraus, corrimão, patamares, piso antiderrapante, distância vergapeitoril, escadas, antecâmaras, detalhes de estruturas e outros quando houver a exigência específica destes detalhes construtivos; 7) localização e independência do sistema elétrico em relação a chave geral de energia da edificação e áreas de risco sempre que a medida de segurança contra incêndio tiver seu funcionamento baseado em motores elétricos; 8) miniatura da implantação com hachuramento da área sempre que houver planta fracionada em mais de uma folha, conforme planta chave; 9) Os detalhes genéricos constantes do PSIP devem ser apresentados na primeira folha ou, nos casos em que tais detalhes não caibam nesta, devem constar nas próximas folhas, tais como: a) legenda; b) esquema vertical de incêndio/GLP/SPDA; c) quadro de localização da edificação e áreas de risco; d) detalhes de corrimãos e guarda-corpos; e) detalhes de degraus; f) detalhes do SPDA, capturas, conectores, descidas e aterramento; g) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança; h) detalhe do registro de recalque; i) nota sobre o sistema de sinalização adotado; j) esquema de bomba de incêndio;

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l) especificação dos chuveiros automáticos; m) demais detalhes conforme sistemas específicos; n) outros. 4.2.4.2 Detalhes específicos que devem constar na planta de acordo com a medida de segurança projetada para a edificação e áreas de risco: 4.2.4.2.1 Acesso de viatura na edificação e áreas de risco: a) largura e altura do portão de entrada e da via de acesso; b) indicação do peso suportado pela pavimentação da via em quilograma-força (kgf); c) localização da placa de advertência de desobstrução da via de acesso para emergência; d) indicação da altura mínima livre, quando for o caso; e) indicar o retorno para as vias de acesso com mais de 45 m de comprimento; f ) largura e comprimento da faixa de estacionamento; h) nota indicando que a faixa de estacionamento deve ficar livre de postes, painéis, árvores ou outro tipo de obstrução; i) localização da placa de proibição na faixa de estacionamento das viaturas do CBMCE. 4.2.4.2.2 Separação entre edificações: a) indicar a distância de outras edificações; b) indicar a ocupação; c) indicar a carga de incêndio; d) indicar as aberturas nas fachadas; e) indicar a fachada da edificação considerada para o cálculo de isolamento de risco; f) parede corta-fogo de isolamento de risco; 4.2.4.2.3 Saídas de emergências: a) detalhes de degraus; b) detalhes de corrimãos; c) detalhes de guarda-corpos; d) largura das escadas; e) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança (quando houver); f ) largura das portas das saídas de emergência; g) indicar barra antipânico (quando houver); h) casa de máquinas do elevador de emergência (quando houver exigência); i) antecâmaras de segurança (quando houver exigência); j) indicar a lotação do ambiente quando se tratar de local de reunião de público, individualizando a lotação por ambiente.

4.2.4.2.4 Dimensionamento de lotação e saídas de emergência em centros esportivos e de exibição: a) larguras das escadas, acessos e portas das saídas de emergência; b) barra antipânico onde houver; c) corrimãos em escadas e rampas, inclusive os corrimãos centrais; d) dimensões da base e espelho dos degraus; e) porcentagem de inclinação das rampas; f ) as lotações dos ambientes; g) delimitação física da área de público em pé; h) dimensões dos camarotes (quando houver); i) dimensões das cadeiras fixas (dobráveis ou não) e o espaçamento entre as mesmas; j) indicar o revestimento do piso; l) indicar os equipamentos de som; m) localização do grupo moto-gerador; n) localização dos blocos autônomos; o) indicar a sinalização de piso. 4.2.4.2.5 Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco: a) indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listadas na norma técnica específica. 4.2.4.2.6 Controle de fumaça: a) entrada de ar (aberturas, grelhas, venezianas e insuflação mecânica); b) exaustões naturais (entradas, aberturas, grelhas, venezianas, clarabóias e alçapões); c) exaustores mecânicos; d) dutos e peças especiais; e) registro corta-fogo e fumaça; f ) localização dos pontos de acionamento alternativo do sistema; g) localização dos detectores de incêndio; h) localização da central de alarme/detecção de incêndio; i) localização da casa de máquinas dos insufladores e exaustores; j) localização da fonte de alimentação, quadros e comandos. 4.2.4.2.7 Iluminação de emergência: a) os pontos de iluminação de emergência; b) quando o sistema de iluminação de emergência for alimentado por grupo motogerador que não abranja todas as luminárias da edificação e áreas de risco, devem ser indicadas as luminárias a serem acionadas em caso de emergência; c) o reservatório de combustível do grupo motogerador e sua capacidade, bem como as dimensões do dique de contenção; d) o posicionamento da central do sistema; e) fonte alternativa de energia do sistema;

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f) quando o sistema for abrangido por grupo moto-gerador, deve constar em PSIP a abrangência, autonomia e sistema de automatização; g) duto de entrada, duto de saída, parede cortafogo e porta corta-fogo da sala do grupo motogerador quando o mesmo estiver localizado em área com risco de captação de fumaça ou gases quentes provenientes de um incêndio; h) detalhe ou nota em planta da proteção dos dutos quando passarem por área de risco. 4.2.4.2.8 Sistema de detecção e alarme de incêndio: a) localização pontual dos detectores; b) os acionadores manuais de alarme de incêndio; c) os sinalizadores sonoros e visuais; d) central do sistema; e) painel repetidor (quando houver); f ) fonte alternativa de energia do sistema. 4.2.4.2.9 Sistema de sinalização de emergência: a) Deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento do sistema de sinalização de emergência de acordo com a norma técnica específica. 4.2.4.2.10 Sistema de proteção por aparelhos extintores de incêndio: a) indicar as unidades extintoras; b) quando forem usadas unidades extintoras com capacidades diferentes de um mesmo agente, deve ser indicada a capacidade ao lado de cada símbolo. 4.2.4.2.11 Sistema de hidrantes para combate a incêndio: a) indicar os hidrantes; b) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento no barrilete, quando o sistema de acionamento for automatizado, bem como, a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial, e com permanência humana constante; c) indicar o registro de recalque, bem como o detalhe que mostre suas condições de instalação; d) indicar o reservatório de incêndio e sua capacidade; e) indicar a bomba de incêndio principal e jockey (quando houver) com indicação de vazão e altura manomêtrica; f) deve constar a perspectiva isométrica do hidrante mais desfavorável (sem escala e com cotas); g) deve constar o detalhe da sucção quando o reservatório for subterrâneo ou ao nível do solo.

4.2.4.2.12 Sistema de chuveiros automáticos: a) localização das bombas do sistema com indicação da vazão e altura manomêtrica; b) a área de aplicação dos chuveiros hachurada para os respectivos riscos; c) os tipos de chuveiros especificados; d ) localização do painel de alarme; e) locais onde foram substituídos os chuveiros por detectores de incêndio; f) deve constar o esquema somente da tubulação envolvida no cálculo; g) toda a tubulação abrangida pelo cálculo deve ter seu diâmetro e comprimento cotado no esquema; h) devem ser apresentadas todas as tubulações de distribuição com respectivos diâmetros; i) devem ser indicados os pontos de chuveiros automáticos em toda a edificação e áreas de risco; j) localização do registro de recalque; l) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento do sistema no barrilete, bem como a localização do acionador manual alternativo da bomba em local de supervisão predial com permanência humana constante; m) indicar a capacidade e localização do reservatório de incêndio. 4.2.4.2.13 Manipulação, armazenamento, comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP) a) localização da central de GLP; b) indicar a capacidade dos cilindros, bem como a capacidade total da central; c) afastamentos das divisas de terrenos, áreas edificadas no mesmo lote e locais de risco; d) local de estacionamento do veículo abastecedor, quando o abastecimento for a granel; e) sistema de proteção da central; f) localização do botijão e das aberturas previstas para ventilação (caso de área interna em unidade habitacional quando permitido por norma técnica) e forma de instalação. 4.2.4.2.14 Fogos de artifício: a) croqui das edificações limítrofes (ocupação identificada) num raio de 100 m; b) detalhe em planta das espessuras das paredes, lajes de cobertura, telhados, pisos, dentre outros. 4.2.4.2.15 Hidrante urbano: a) posicionamento dos hidrantes em planta de situação; b) o raio de ação do hidrante mais próximo, caso não haja possibilidade técnica de implantação.

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4.2.5 Apresentação do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico junto ao CBMCE 4.2.5.1 O PSIP deve ser apresentado na Seção de Atendimento ao Público da Coordenadoria de Atividades Técnicas em no mínimo duas vias e no máximo quatro. 4.2.5.2 O interessado deve comparecer a CAT com o comprovante de recolhimento, junto à instituição bancária autorizada, do emolumento referente ao serviço de análise. 4.2.5.3 O recolhimento do emolumento realizado através de compensação bancária que apresentar irregularidades de quitação deve ter seu processo de análise interrompido. 4.2.5.4 O processo de análise deve ser reiniciado quando a irregularidade for sanada. 4.2.6 Prazos para análise 4.2.6.1 A CAT tem o prazo máximo de quinze dias úteis para analisar o PSIP. 4.2.6.2 Cada período de re-análise do PSIP tem o mesmo prazo para ser concluído. 4.2.6.3 A Seção de Atendimento ao Público deverá fornecer um protocolo de acompanhamento da análise que contenha um número seqüencial de entrada. 4.2.6.4 Deve ser observada pelo Núcleo de Análise a ordem cronológica do número seqüencial de entrada do projeto. 4.2.6.5 A ordem do item anterior pode ser alterada para o atendimento das ocupações ou atividades temporárias ou interesse da administração pública, conforme cada caso. 4.2.7 Substituição ou atualização do PSIP 4.2.7.1 Substituição do PSIP: 4.2.7.1.1 A edificação e áreas de risco que se enquadrar em uma das condições abaixo relacionadas, deve ser realizada a reformulação de seu PSIP: a) ampliação de área construída que implique o redimensionamento dos elementos das saídas de emergência, tais como tipo e quantidade de escadas, acessos, portas, rampas, lotação e outros;

b) ampliação de área construída que implique o redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente, tais como: pressão, vazão, potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio; c) ampliação de área que implique a adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista anteriormente); d) a mudança de ocupação da edificação e áreas de risco com ou sem agravamento de risco que implique a ampliação das medidas de segurança contra incêndio existentes e/ou exigência de nova medida de segurança contra incêndio; e) a mudança de leiaute da edificação e áreas de risco que implique a adoção de nova medida de segurança ou torne ineficaz a medida de segurança prevista no PSIP existente; f) o aumento da altura da edificação e áreas de risco que implique a adoção de nova medida de segurança contra incêndio e/ou redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente e/ou rotas de fuga; g) sempre que, em decorrência de várias ampliações ou diversas alterações, houver acúmulo de plantas que dificultem a compreensão e o manuseio do PSIP por parte da CAT, a decisão para substituição do PSIP cabe ao chefe do Núcleo de Análise. 4.2.7.1.2 A via original do Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP) deve ser recolhido pela CAT e emitido novo documento relativo ao projeto reformulado. 4.2.7.2 Atualização do PSIP: 4.2.7.2.1 É a complementação de informações ou alterações técnicas relativas ao PSIP aprovado, por meio de documentos encaminhados à CAT, via memorial descritivo, que ficam apensos ao PSIP. 4.2.7.2.2 São aceitas as modificações ou complementações desde que não se enquadrem nos casos previstos no item 4.2.7.1.1. 4.2.8 Disposições gerais para apresentação de PSIP 4.2.8.1 Cada medida de segurança contra incêndio deve ser dimensionada conforme o critério existente em norma técnica específica. 4.2.8.2 A medida de segurança contra incêndio não exigida ou dimensionada acima dos parâmetros normatizados deve ser orientada por escrito, pelo analista, ao proprietário ou

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responsável pelo uso, quanto a não obrigatoriedade daquela medida ou parte dela. 4.2.8.3 Devem ser adotados todos os modelos de documentos exemplificados nas normas técnicas para apresentação no PSIP, porém, é permitida a fotocópia e a reprodução por meios eletrônicos, dispensando símbolos e brasões neles contidos. 4.2.8.4 Todas as páginas dos documentos devem ser numeradas em ordem crescente, além de apresentarem a indicação da quantidade de páginas do documento ao lado da numeração. 4.2.8.5 Todas as páginas dos documentos onde não haja campo para assinatura devem ser rubricadas pelo responsável técnico e proprietário ou responsável pelo uso. 4.2.8.6 Quando for emitido laudo de irregularidades constatadas na análise do PSIP pela CAT, o interessado deve encaminhar resposta circunstanciada, item por item, por meio de carta resposta, esclarecendo as providências adotadas para que o PSIP possa ser re-analisado pelo Núcleo de Análises até a sua aprovação final. 4.2.8.7 O recolhimento do emolumento referente ao serviço de análise de projeto dá direito a realização de quantas re-análises forem necessárias dentro do período de um ano a contar da data de emissão do primeiro laudo de irregularidades. 4.2.8.8 A instalação das medidas de segurança contra incêndio e pânico somente deve ocorrer quando da emissão do Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP). 4.2.8.9 Nos casos de extravio do protocolo de análise, o responsável técnico, proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito à CAT, esclarecendo o fato ocorrido, para consulta do processo. 4.2.9 Emissão do Certificado de Aprovação do Projeto do CBMCE 4.2.9.1 Após a realização da análise e aprovação do PSIP pelo analista, deve ser emitido pela CAT o respectivo Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP). 4.2.9.2 A retirada do CAPSIP na Seção de Atendimento ao Público da CAT só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de análise.

4.2.9.3 Nos casos de extravio do protocolo de análise, o responsável técnico, proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito à CAT, esclarecendo o fato ocorrido, para consulta do processo. 4.2.9.4 O CAPSIP terá validade permanente, desde que não sofra nenhuma alteração que se enquadre no item 4.2.7.1.1. 4.2.9.5 Nos casos de extravio da primeira via do CAPSIP, deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar uma solicitação por escrito à CAT, esclarecendo o fato ocorrido, onde o Núcleo de Análise deve emitir a fotocópia com autenticação do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. 4.2.9.6 A via original do CAPSIP deve ser devolvida ao Núcleo de Análise quando houver a necessidade de re-emissão do documento por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado. 4.3 Procedimentos de vistoria 4.3.1 Solicitação de vistoria 4.3.1.1 A vistoria da CAT na edificação e áreas de risco é realizada mediante solicitação do proprietário, responsável pelo uso ou responsável técnico com a apresentação dos documentos constantes do item 4.3.5. 4.3.1.2 Qualquer pessoa munida dos documentos pré-estabelecidos pode protocolar a solicitação de vistoria da edificação e áreas de risco. 4.3.1.3 O interessado protocola o pedido de vistoria na Seção de Atendimento ao Público da CAT indicando o número do último PSIP aprovado. 4.3.1.4 Caso o interessado não saiba informar o número do PSIP, a CAT deve realizar a pesquisa pelo endereço. 4.3.1.5 É facultativa a assinatura da ART pelo contratante (proprietário ou responsável pelo uso) e obrigatória pelo responsável técnico. 4.3.1.6 Podem ser apresentadas cópias dos documentos especificados nos itens 4.3.5. 4.3.1.7 Deve ser recolhido o emolumento junto à instituição bancária autorizada de acordo com a área total construída do local a ser vistoriado.

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4.3.1.8 O pagamento do emolumento realizado através de compensação bancária que apresentar irregularidades de quitação deve ter seu processo de vistoria interrompido. 4.3.1.9 O processo de vistoria deve ser reiniciado quando a irregularidade for sanada. 4.3.1.10 Não é permitida vistoria para áreas parcialmente construídas. 4.3.1.11 Quando um PSIP englobar várias edificações que atendam aos critérios de risco isolado e que possuam medidas de segurança contra incêndio instaladas e independentes, e que não haja vínculo funcional ou produtivo, deve ser permitida a vistoria para áreas parciais desde que haja condição, de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros e às respectivas guarnições, tais como condomínio de edifícios residenciais, condomínio de edifícios comerciais, condomínio de edifícios de escritórios, condomínio de edifícios industriais e condomínios de depósitos. 4.3.1.12 Após o recolhimento do respectivo emolumento, a CAT deve fornecer um protocolo de acompanhamento da vistoria que contenha um número seqüencial de entrada. 4.3.1.13 Deve ser observada pelo Núcleo de Vistorias a ordem cronológica do número seqüencial de entrada para a realização da vistoria. 4.3.1.14 Devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação, o Núcleo de Vistorias deve declinar do princípio da cronologia e realizar a vistoria para instalações e ocupações temporárias no menor prazo possível. 4.3.1.15 Para solicitação de vistorias, referentes ao PSIP para instalações e ocupações temporárias, o interessado deve solicitar a vistoria com antecedência mínima de dez dias antes da realização do evento.

4.3.2.2 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 4.2.7.1.1, tal fato deve implicar a apresentação de novo PSIP. 4.3.2.3 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 4.2.7.2, tal fato deve implicar a atualização do PSIP. 4.3.2.4 Nos casos de PSIP regido por legislação anterior, quando constatado em vistoria a existência de medidas de segurança contra incêndio instaladas na edificação e áreas de risco que não estejam previstas no PSIP original e que sejam possíveis de instalar no local, que atendam às exigências de segurança contra incêndio vigentes, deve ser emitido o Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico mediante a apresentação de termo de compromisso do proprietário, conforme Anexo C, para apresentação de novo PSIP atualizado de acordo com norma técnica específica. 4.3.2.5 No caso do item anterior, quando constatado em vistoria que as medidas de segurança contra incêndio instaladas conforme o PSIP não atendem as exigências de segurança contra incêndio vigentes à época, deve ser emitido o relatório de vistoria ao interessado comunicando as irregularidades. Neste caso não será emitido o Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico até o atendimento dos itens pendentes. 4.3.2.6 O PSIP aprovado anteriormente e que foi substituído por iniciativa do interessado somente para regularizar em planta as medidas de segurança contra incêndio que não constavam do projeto anterior, deve ser substituído. 4.3.2.7 No caso do item anterior, deve ser emitido novo Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP). 4.3.2.8 Quando constatado em vistoria alguma irregularidade passível de substituição, o vistoriante deve encaminhar o PSIP ao Núcleo de Análise e notificar o responsável para que apresente novo PSIP na CAT. 4.3.2.9 A irregularidade ou a aprovação da vistoria deve ser anotada no relatório de vistoria, que deve ser deixado pelo vistoriante na edificação e áreas de risco com o acompanhante. 4.3.2.10 Quando ocorrer a necessidade do primeiro retorno da vistoria na edificação e áreas

4.3.2 Durante a vistoria 4.3.2.1 O responsável pela edificação e áreas de risco a ser vistoriada deve prover-se de pessoa habilitada com conhecimento do funcionamento das medidas de segurança contra incêndio para que possa manuseá-los quando da realização da vistoria.

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2.12 O responsável apresentará suas argumentações por meio do formulário próprio. 4.4.3.4 O proprietário ou responsável pelo uso poderá recorrer do ato de cassação por meio de recurso junto à CAT. para consulta do processo.13 As medidas de segurança contra incêndio e pânico instaladas na edificação e áreas de risco e não previstas no PSIP não serão aceitas como medidas adicionais de segurança.2. com a apresentação do relatório de irregularidades da vistoria (original ou cópia) ou o protocolo de vistoria.3. 4. de acordo com o PSIP aprovado. devidamente fundamentadas nas referências normativas. respeitando a complexidade da medida de segurança. desde que o prazo de validade não tenha expirado.3 Nos casos de extravio do protocolo de vistoria.4.3.3 Emissão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico do CBMCE 4.3. o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter. 4.7 Após a emissão do CESIP para a edificação e áreas de risco.3. 4. 4. que venham a diminuir as condições de segurança da edificação e áreas de risco e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 10 de 55  .2.5 Constatadas as alterações nas medidas de segurança contra incêndio e pânico.1 Após a realização da vistoria na edificação e áreas de risco e aprovação pelo vistoriante. 4. esclarecendo o fato ocorrido. 4. 4.3.2.3. 4.de risco devido às irregularidades constatadas em vistoria anterior. 4. a CAT deve emitir ofício ao interessado informando a cassação do CESIP.3. esclarecendo o fato ocorrido. o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter o original ou cópia na entrada da edificação e áreas de risco em local visível ao público.3. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito à CAT.4.3. estes devem ser carimbados pelo Núcleo de Vistorias.2 Para a avaliação da irregularidade constatada na instalação ou funcionamento da medida de segurança contra incêndio deve ser levado em consideração a possibilidade da reparação imediata e ininterrupta pelo proprietário ou responsável pelo uso.14 Em local de reunião de público. onde o Núcleo de Vistorias deve emitir a fotocópia com autenticação do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. 4. 4.11 Caso a solicitação do retorno de vistoria seja realizada diretamente na CAT. na entrada da edificação e áreas de risco.3.3.3. 4.3.4 Nos casos de extravio da primeira via do CESIP. deve ser emitido pela CAT o respectivo Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP). 4.2 A retirada do CESIP na Seção de Atendimento ao Público da CAT só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de vistoria.3. o responsável técnico.3.3.3. deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar uma solicitação por escrito à CAT. quando houver discordância do relatório emitido pelo vistoriante ou havendo necessidade de regularização de alguma pendência.3.4 Cassação do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico do CBMCE 4.6 O CESIP somente pode ser emitido para edificação e áreas de risco que tenha todas as medidas de segurança contra incêndio instaladas e em funcionamento.5 A via original do CESIP deve ser devolvida ao Núcleo de Vistorias quando houver a necessidade de nova emissão do documento por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado.3 Verificado que o proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e áreas de risco não tomou as providências necessárias para a reparação da irregularidade. uma placa indicativa contendo a lotação máxima permitida. verificando a necessidade ou não da cassação do CESIP. deve ser instaurado o procedimento administrativo pelo Coordenador da CAT. 4.3.3.3. previstas no PSIP aprovado de acordo com a legislação pertinente.3. comprovando a solicitação de nova vistoria.3.4. 4.4.1 Quando constatado pela CAT que ocorreram alterações prejudiciais nas medidas de segurança contra incêndio da edificação e áreas de risco que possua CESIP com prazo de validade em vigência.3. o interessado deve apresentar o último relatório de vistoria (original ou cópia) emitido pelo vistoriante.

1 Documento que contém informações sobre a abrangência. 4.5.3 Plano de intervenção de incêndio (quando da renovação do CESIP) 4. saídas de emergência. autonomia e automatização.1 Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teóricos e práticos de prevenção e combate a incêndio. quando houver apenas um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.5.4.5.3. e) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de chuveiros automáticos. dentre outras. 4.3. em via original ou 4. c) de instalação e/ou manutenção do grupo motogerador.7.6 A Prefeitura e o Ministério Público devem ser informados.5. 4.6. 4.3.5.3.5.3. sinalização de emergência e compartimentação horizontal e vertical).5.3.1. Atestado de abrangência do grupo moto-gerador 4.5 Podem ser emitidas várias ART desmembradas com as respectivas responsabilidades por medidas específicas.1.5.1 A Anotação de Responsabilidade Técnica deve ser emitida para os serviços específicos de instalação e/ou manutenção das medidas de segurança contra incêndio previstas na edificação e áreas de risco. 4. 4.9 Notas Fiscais Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 11 de 55  .3.5.3 A Anotação de Responsabilidade Técnica de manutenção é exigida quando da renovação do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros.1 Documento em via original ou via autenticada. g) de instalação e/ou manutenção do sistema de controle de fumaça. 4.2.5.3.3. 4.5. por ofício. 4.1. 4. quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.5.3.3.1 Documento em via original ou autenticada que contém informações da razão social. 4.3.5. após a conclusão do procedimento.2 A Anotação de Responsabilidade Técnica de instalação é exigida quando da solicitação da primeira vistoria da edificação e áreas de risco. 4.3.5.3. sobre o ato de cassação do CESIP. 4.1 Plano estabelecido em função dos riscos da edificação e áreas de risco para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência.2 Atestado de brigada contra incêndio 4.3.5.4 Pode ser emitida uma única ART.1 Documento que atesta que as portas de saídas de emergência da edificação estão instaladas com sentido de abertura no fluxo da rota de fuga e permanecem abertas durante a realização do evento.3. iluminação de emergência.8 Comprovante de Recolhimento do Emolumento 4.3.3. deve ser providenciada a cassação do CESIP. 4.5.5.5.1.3.5.1 Anotação de Responsabilidade Técnica: a) de instalação e/ou de manutenção das medidas de segurança contra incêndio (hidrantes. inscrição estadual ou municipal.5.3.3.3.4. b) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de utilização de gases inflamáveis.4 Termo de responsabilidade das saídas de emergência 4.7 Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica 4.que não foram sanadas no prazo estipulado pela CAT. extintores.5.3. d) de inspeção e/ou manutenção de vasos sob pressão.1 Documento autenticada. alarme de incêndio.6 Certificado de Aprovação do Projeto 4. f) de instalação e/ou manutenção do sistema de detecção de incêndio.1.3. publicando o ato no Diário Oficial do Estado.5.8.5 Documentos necessários para a solicitação de vistoria de acordo com o risco e/ou medida de segurança existente na edificação e áreas de risco 4.5.

8. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 12 de 55  .3.1 O CESIP terá prazo de validade de 1 (um) ano. 4.6. 4.3.3.10 Na vistoria. compete ao CBMCE a verificação das medidas de segurança contra incêndio previamente aprovadas. devem ser encaminhadas por meio de formulário próprio juntamente com cópias de documentos autenticadas que comprovem o teor da solicitação. creche.1 Para renovação do CESIP.3. 4. 4.8 ficam dispensadas de pagamento de emolumento. não se responsabilizando pela instalação.3.7 Prazo de validade do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico 4.8.5 O prazo máximo para realização de vistoria pelo Núcleo de Vistorias é de trinta dias corridos. endereço e telefone do órgão solicitante. 4.2 Termo de responsabilidade das saídas de emergência (Anexo E).2 Para PSIP de instalação e ocupação temporária.9 Solicitação de vistoria por autoridade pública 4. o prazo de validade do CESIP deve ser para o período da realização do evento e só deve ser válido para o endereço onde foi efetuada a vistoria.7. 4. 4.7 As vistorias motivadas pela CAT são isentas de emolumentos.3 O interessado deve comparecer na Seção de Atendimento ao Público da CAT com o comprovante de recolhimento do emolumento referente ao serviço de vistoria.3.8. o prazo de validade do novo CESIP deve se restringir ao mesmo período de validade emitido no CESIP cancelado.3. 4. 4. b) entidade filantrópica declarada oficialmente como de utilidade pública (asilo.4.8 Ficam dispensados do pagamento de emolumento: a) órgão da administração pública direta (municipal. 4.3. conforme projeto aprovado pelo Núcleo de Análise. que não impliquem a substituição.3 A contar da data de entrada do ofício na CAT. Após este prazo é exigido o recolhimento de novo emolumento. desde que tenha competência legal para tal. 4. devendo encaminhar o pedido por escrito à CAT solicitando tal dispensa. contendo endereço da edificação e áreas de risco.3. 4.3. via ofício.3. mediante devolução da via original do documento.3.3.1 Conjunto de notas fiscais de compra de todos os equipamentos instalados. estadual e federal). 4. bem como seu funcionamento.9. motivação do pedido e identificação do funcionário público signatário.9.3.8.8.9 As entidades citadas no item 4.3 Quando houver a necessidade de cancelar o CESIP emitido para retificação de dados. 4.9.8.6 Modelos 4.8.2 A solicitação de vistoria deve ser feita via ofício com timbre do órgão público. 4.2 As alterações de dados referentes ao PSIP.7.6. constando o endereço da edificação.3.4 O pagamento do emolumento de vistoria dá direito a realização de uma vistoria e de um retorno de vistoria.1 Atestado de brigada contra incêndio (anexo D).6 O prazo máximo para solicitação de retorno de vistoria é de seis meses a contar da data de emissão do relatório de vistoria apontando as irregularidades.8.7.8.3. manutenção ou utilização indevida. 4. entre outros).11 O proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e áreas de risco é responsável pela manutenção e funcionamento das medidas de segurança contra incêndio sob pena de cassação do CESIP.8 Disposições gerais da vistoria 4. sem prejuízo de outras sanções.6.3.3 Atestado de abrangência do grupo motogerador (Anexo F).3.9. 4. o responsável deve solicitar nova vistoria a Coordenadoria de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.8. 4.3.3. o CBMCE deve responder nos prazos legais das requisições e as demais solicitações em trinta dias.8.1 A solicitação de vistoria pode ser encaminhada ao CBMCE por autoridade da administração pública. caso sejam constatadas irregularidades pelo vistoriante.3.8.3. 4. 4.5.3.3.3.3. c) outros que as legislações determinarem.

tendo por base sempre o piso do último pavimento habitável. d) para solicitação de revisão de ato praticado pela CAT (relatórios de vistorias). reservatórios de água e assemelhados.4 A solicitação do interessado pode ser feita conforme Anexo G ou modelo semelhante confeccionado com recursos da informática. ficando vedado as perguntas genéricas que deixem a cargo da CAT quanto à busca da solução específica. as alturas poderão ser tomadas de forma independente. uma acima e outra abaixo do nível de descarga. quando da necessidade de responder ao Núcleo de Análise sobre qualquer irregularidade ou dúvida.2 O interessado quando do preenchimento do formulário deve propor questão específica sobre a aplicação da legislação. em função de cada uma das saídas. b) pavimentos superiores destinados. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 13 de 55  . b) para solicitação de retificação de dados do PSIP.4. e pode ser acompanhado de documentos que elucidem a dúvida ou comprovem os argumentos apresentados.5 Caberá recurso.4 Para fins de aplicação desta Norma Técnica. em três vias. o cálculo de acessos (escadas) procederá de forma a considerar duas alturas distintas.4. responsável técnico responsável pelo uso da edificação e áreas risco poderá interpor recurso das decisões CAT no prazo de trinta dias contados da data conhecimento da decisão.8. contados da data de protocolo.8. contados da data de publicação da decisão a que alude o item anterior. exclusivamente.4 Recursos 4.6 A Câmara Técnica decidirá no prazo de dez dias.3 Em caso de uma única saída de emergência ao nível do logradouro. na mensuração da altura da edificação não serão considerados: a) os subsolos destinados exclusivamente a estacionamento de veículos.5.2 O recurso será dirigido ao Coordenador Atividades Técnicas.1 O Formulário próprio para atendimento deve ser utilizado nos seguintes casos: a) para solicitação de substituição e retificação do CESIP. em última instância administrativa. casas de máquinas.3 Recebido o recurso. 4.8.1 Para fins de aplicação desta Norma Técnica.8. a áticos. barriletes. 4. 4. anexada no interior do PSIP. c) para esclarecimento de dúvida quanto a procedimentos administrativos e técnicos.5 Podem fazer uso do presente instrumento o proprietário.6 A contar da data do protocolo.8. 4.4.4. respeitando a ordem cronológica de entrada do pedido.4. ou de da de 4. contados da data de protocolo do recurso.5. datilografado ou manuscrito com letra de forma legível.2 Para implementação das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco que tiverem saída para mais de uma via pública. a CAT deve responder no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis. o prazo para resposta fica prorrogado para trinta dias.1 Para o dimensionamento das saídas de emergência. 4. 4. 4. no cálculo da área a ser protegida com 4.4. e) para atualização de PSIP.4. seu procurador ou o responsável técnico. 4.4. 4.5.5 Cumprimento das medidas de segurança contra incêndio e pânico 4. c) mezaninos cuja área não ultrapasse a 1/3 (um terço) da área do pavimento onde se situa. no prazo de trinta dias.4.1 O proprietário. f ) outras situações a critério da CAT. 4. vestiários e instalações sanitárias ou respectivas dependências sem aproveitamento para quaisquer atividades ou permanência humana. em níveis diferentes.4.4. 4.4. o Coordenador decidirá no prazo de trinta dias. 4. prevalecerá a maior altura.7 A decisão será publicada no Boletim do Comando Geral do CBMCE. a comunicação deve ser feita por carta resposta.7 Em caso do formulário ser encaminhado para instância superior.8.8 Formulário próprio para atendimento 4.5. 4.2.4 A decisão será publicada no Boletim do Comando Geral do CMBCE. d) o pavimento superior da unidade “duplex” do último piso da edificação.4. 4. 4. 4.5. a Câmara Técnica.4.4.4.8.3 Durante a fase de análise do PSIP.

5. d) quanto aos requisitos mínimos de segurança: de acordo com as Tabela 4 e 5 em anexo. não serão computados: a) telheiros. 4.6. celas.5. b) quanto à altura: de acordo com a Tabela 2 em anexo.5.5 Para efeitos desta Norma Técnica. dependendo da destinação da mesma.7 O sistema de controle de fumaça será exigido: a) para edificações com altura superior a 60 (sessenta) metros. para municípios que possuam até 200. 4. e) piscinas e assemelhados. 4. b) Edificações industriais. sendo. quando esta existir.5. b) platibandas.10.3 Todas as medidas de segurança contra incêndio devem obedecer aos parâmetros estabelecidos nesta Norma Técnica. b) das ocupações do Grupo H. pertencente a outra edificação. portanto. na ocasião da obtenção do Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP) deverá ser apresentado documentado comprobatório da existência (planta de locação e situação) e funcionamento do hidrante urbano. numa distância máxima de 600m da entrada principal da edificação que se deseja dispensá-lo.500m de área construída.5. salas de aulas e similares.000 habitantes. exceto quando se tratar: a) das edificações do Grupo A. 4. 4. onde a exigência ocorrerá quando a altura for superior ou igual a 24 (vinte e quatro) metros.8 O Elevador de Emergência será exigido em todas as edificações com altura superior a 60 (sessenta) metros. exceto quando se tratar: a) das ocupações do Grupo A (residenciais). comerciais. com laterais abertas.1 Na implementação das medidas de segurança contra incêndio. 4. d) reservatórios de água.000 habitantes.5. destinados à proteção de utensílios. 2 d) Edificações acima de 4. as edificações e áreas de risco serão classificadas da seguinte maneira: a) quanto à ocupação: de acordo com a Tabela 1 em anexo. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 14 de 55  . tanques e outras instalações desde que não tenham área 2 superior a 4 m . apartamentos.10. c) quanto à carga de incêndio: de acordo com a Tabela 3 em anexo. em notas transcritas logo abaixo das tabelas. emitido pela companhia de água e esgoto. subdivisão A-2. as edificações e áreas de risco devem atender aos critérios contidos no item 4. ainda.5. leitos.10 O Hidrante urbano é dispositivo de uso exclusivo do Corpo de Bombeiros para abastecimento de viaturas em operações de extinção de incêndio. c) beirais de telhado até um metro de projeção. para o sistema em questão.5. salas comerciais. 4.000m de área construída. onde a exigência ocorrerá quando a altura for superior a 80 (oitenta) metros.5.as medidas de segurança contra incêndio. 4.5. incluindose as vilas e condomínios residenciais.5. respeitando as exigências da Lei em vigor. 4.5.1 Poderá ser dispensada a instalação do hidrante urbano caso já exista uma outra unidade. 4. 4. 2 e) Edificações acima de 6.1 Enquanto não for elaborada norma técnica específica.9 A laje de Segurança será cobrada em todas as edificações com altura superior ou igual a 30 (trinta) metros. serem observadas as ressalvas. hotéis residenciais e “apart-hotéis”.5. para municípios que possuam acima de 200.6 Além das exigências da presente Norma Técnica. exigido nos seguintes casos: a) Edificações que possuam mais de trinta unidades de casas. orientarão a elaboração do PSIP as NBR´s que tratarem das medidas de segurança contra incêndio e pânico requeridas para a edificação e áreas de risco. para municípios que possuam até 100.000m de área construída. as edificações e áreas de risco deverão atender a exigências da Norma Técnica específica. o quê deverá ser confirmado “in loco” para obtenção do Certificado de Conformidade.5.5. caixas d’água. exceto para ocupações destinadas a residências.2 Consideram-se obrigatórias as exigências assinaladas com “X” nas tabelas anexas. devendo. 4. 2 c) Edificações acima de 3. b) para subsolos das edificações que possuírem ocupações distintas de estacionamento de veículos.2 Para efetivação do considerado no item anterior.000 habitantes.5. divisão H-3 (hospitais e assemelhados). onde a exigência ocorrerá quando a altura for superior ou igual a 42 (quarenta e dois) metros.5.

5.10. independente da altura ou área. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 15 de 55  .2 O Coordenador da CAT indicará os oficiais e praças aptos ao exercício da função de bombeiro militar fiscal.4. sendo um total de 07(sete).4.6.6 Disposições Finais 4.6.6. serão analisadas particularmente por Comissão Técnica : a) comércio de explosivos (Grupo L) com área superior a 100m2 (cem metros quadrados).1.1 A apresentação do CAPSIP e do CESIP da edificação e áreas de risco é de responsabilidade do proprietário ou responsável pelo uso. 4.4.6. 4. b) a vistoria técnica. 4.6.5. a qual deverá reunir-se semestralmente em local apropriado.2 O exercício da função de bombeiro militar fiscal se divide em duas atividades operacionais complementares: a) a análise de projetos. inclusive. nas instalações do Comando Geral.6.6. b) tomar as providências legais cabíveis para a adequação da edificação e áreas de risco às exigências desta norma. b) apresentar propostas de alteração das normas técnicas. 4.3 A nomeação de oficiais e praças para o exercício da função de bombeiro militar fiscal ocorrerá por ato do Comandante Geral.3 As medidas de segurança contra incêndio e pânico devem ser projetadas e executadas por profissionais ou empresas credenciados junto à Coordenadoria de Atividades Técnicas. podendo ser convocada extraordinariamente.6.11. quando necessário.2 Todos os depósitos de explosivos. 4.5. exercida pelo vistoriante.2 Competirá à Comissão a que alude o item anterior: a) avaliar as normas técnicas e os eventuais problemas ocorridos em sua aplicação.1. 4. 2 (dois) representantes de universidades e outros representantes afins. a qual será presidida pelo Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará e composta por 2 (dois) representantes da própria Corporação. ligadas às questões de segurança e incêndio. deverão ser protegidos por este sistema. 4.6.3 Todo o procedimento considerado nos itens anteriores é de inteira responsabilidade do interessado no processo. 4. b) indústrias e depósitos de explosivos (Grupo L).1 Á Coordenadoria de Atividades Técnicas incumbe o credenciamento de seus integrantes para o exercício da função de bombeiro militar fiscal por meio de cursos de habilitação e treinamentos.2.1 Caberá ao Comandante Geral do CBMCE a nomeação dos demais integrantes que compõem a CEA. 4.12 As edificações com as características abaixo descritas.3 As propostas de alteração das normas técnicas deverão ser apreciadas pela Câmara Técnica e serão homologadas pelo Comandante do Geral do CBMCE.1. 4.6. 4.5. preferencialmente detentores de formação superior na área de engenharia.1 Os membros da Câmara Técnica serão nomeados por ato do Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. 4.2. 2 (dois) representantes das administrações municipais. desde que sejam consideradas convenientes e oportunas pela comissão e que atendam os objetivos da segurança contra incêndio e pânico no Estado do Ceará. 4.6. 4.5. exercida pelo analista de projetos.2 Nas edificações e áreas de risco já construídas é de inteira responsabilidade do proprietário ou do responsável pelo uso.1 O aludido sistema poderá ser dispensado desde que haja comprovação por meio dos cálculos estabelecidos na NBR 5419. a garantia de existência e funcionamento do hidrante urbano. c) ocupação do(s) subsolo(s) para outra finalidade que não seja a de estacionamento de veículos.6.1 Fica instituída a Comissão Especial de Avaliação (CEA).4 Para a edificação ser considerada como existente é indispensável a apresentação de documentação comprobatória. 4.11 O Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas será exigido em todas as edificações com altura superior a 12m ou área 2 superior a 750m . 4. devendo serem oficiais da ativa ou reserva. a qualquer título: a) utilizar a edificação de acordo com o uso para o qual foi projetada.5 Câmara Técnica 4.11.2.6.5. 2 (dois) representantes de entidades públicas ou privadas.6.

vistoria ou quando há necessidade de estudo de casos especiais como forma de garantir ao interessado a manutenção de exigências de futuro PSIP. 4. a exemplo de: a) solicitação de isenção de medidas de segurança contra incêndio. poderá determinar outras medidas que. julgar convenientes à segurança contra incêndios.6. 4. prevista neste regulamento.2 A Câmara Técnica é o instrumento administrativo em grau de recurso que funciona como instância superior de decisão de assunto relacionado ao serviço de segurança contra incêndio e pânico. c) utilização de novos sistemas construtivos ou de novos conceitos de medidas de segurança contra incêndio.4.6. b) utilização de normas internacionais. o Corpo de Bombeiros militar do Estado do Ceará. devendo a mesma ser analisada por Comissão Técnica.6. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 16 de 55  .6 Além dos requisitos constantes desta Norma. a seu critério.5. quando se tratar de edificações ou de outra atividade diferenciada.5.3 A Câmara Técnica é utilizável nas fases de análise. d) casos em que o CAT não possua os instrumentos adequados para a avaliação em análise e/ou vistoria.

ANEXO A CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS   CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO Projeto de Segurança Contra Incêndio n.o _____/_____ Data de entrada na CAT: ____/____/____ Atendente: Rua: n.o Compl.: Bairro: Município: Proprietário ou responsável pelo uso: Fone: e-mail: Responsável técnico: CREA: Fone: e-mail: Áreas Existente: m2 Construir: m2 Total: m2 2 Ocupação: Risco: _______ (_____ MJ/m )   EM ____/____/____ EM LAUDO DE IRREGULARIDADES ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ APROVADO EM ____/____/____ Assinatura: Fone: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG:   Aprovado em ____/____/____ ________________________ Oficial Analista ________________________ Chefe do Núcleo de Análise Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará  TRAMITAÇÃO DO PROJETO       Página 17 de 55  .

ANEXO B MEMORIAL DESCRITIVO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DA EDIFICAÇÂO E ÁREAS DE RISCO: DE CÁLCULO DO PROJETO DE Número da art do projeto: Classificação da edificação: Proprietário: Projetista: Classificação da atividade: Risco: Endereço: Área total construída*: Área total do terreno: Número de Pavimentos: Altura considerada: Altura total da edificação: Número de unidades por andar: Número de unidades comerciais: Número total de unidades: Descrição dos pavimentos: * Caso utilize separação de edificações. DA SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Especificar detalhes consideráveis e localização da sinalização de emergência. DO ENQUADRAMENTO (indicar as medidas de segurança requeridas pela edificação e áreas de risco) DO ACESSO DE VIATURAS Largura da via interna: Altura da entrada principal: Especificar detalhes consideráveis e localização do acesso de viaturas. DA ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 18 de 55  . apresentar cálculos abaixo e descrever áreas individualizadas. cálculos segundo norma técnica específica e apontar áreas de risco consideradas separadas. DA SEPARAÇÃO DE EDIFICAÇÕES Especificar detalhes consideráveis sobre separação.

para locais de reunião de público especificar cálculo de público.Tipo de lâmpada: Potência (watt): Tensão de alimentação: Autonomia: Nível de iluminamento: Especificar detalhes consideráveis da iluminação de emergência. Porta corta fogo: Dimensões: Janela da escada (caixilho fixo de vidro aramado): Janela de exaustão da antecâmara: Área dos dutos de ventilação: TRF dos elementos estruturais do duto: Altura do corrimão: especificar que deve ser de ambos os lados TRF dos elementos estruturais: Número de escadas: DO SISTEMA DE PROTEÇÃO POR HIDRANTES Tipo de material: Diâmetro da tubulação: especificar maior e menor trecho Localização do hidrante de recalque: Pó ABC * * * Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 19 de 55  . B ou C Altura de instalação do extintor (metros): DISTRIBUIÇÃO DOS APARELHOS EXTINTORES TIPO E CAPACIDADE EXTINTORA LOCALIZAÇÃO CO2 PQS * * PAVIMENTOS * * RISCO ISOLADO * * TOTAL * peso e capacidade extintora Especificar detalhes consideráveis sobre os aparelhos extintores e sinalização. DOS APARELHOS EXTINTORES: Risco da edificação: A. DOS SISTEMAS DE DETECÇÃO E ALARME Localização da central: Especificar detalhes consideráveis dos sistemas de detecção e alarme. DA SAÍDA DE EMERGÊNCIA Quanto a ocupação: Quanto à altura: Quanto as características construtivas: Área do maior pavimento (pavimento): Número de saídas: Tipo de escada: Especificar cálculo do dimensionamento das saídas de emergência.

: Localizar o HR na entrada principal da edificação.897): Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 20 de 55  .Localização do hidrante urbano: DA CANALIZAÇÃO PREVENTIVA Tipo de material: Diâmetro da tubulação: especificar maior e menor trecho Localização do hidrante de recalque: Número total de caixas: Volumes da RTI (litros): especificar volume de HID + SPK Cálculo do consumo predial: Volume total da caixa: Dimensões da caixa: Altura do nível da RTI (metros): considerar volume de HID + SPK DISTRIBUIÇÃO DAS CAIXAS DE INCÊNDIO: Especificar todos os pavimentos CAIXA DE INCÊNDIO/BLOCO MANGUEIRA 1½“ PAVIMENTOS TIPO QUANTIDADE QUANT POR CX COMPRIMENTO TOTAL TIPO(1) .70 X 45 X 17 cm TIPO(2) .90 X 60 X 17 cm DO CÁLCULO DA BOMBA PARA HIDRANTES: Pressão mínima exigida: Pressão no requinte: Pressão máxima na canalização: Localização do hidrante de recalque: a)      b) c) Cálculo da perda de carga Sucção Expulsão Requinte Mangueira Perda de carga total Cálculo da altura manométrica total Cálculo da bomba Especificação da bomba: Vazão (m3/h): Altura manométrica (m): DO HIDRANTE DE RECALQUE: Identificá-lo pelos lados interno e externo na cor vermelha e as letras “HID” no seu interior na cor branca. Obs. DOS CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (de acordo com as NBR 10.

em laje c/viga Afastamento vertical do spk ao forro: DISTRIBUIÇÃO DOS CHUVEIROS AUTOMÁTICOS LOCALIZAÇÃO QUANTIDADE DIMENSIONAMENTO DOS SUB-RAMAIS E RAMAIS PARA RISCOS LEVE E ORDINÁRIO NÚMERO DE SPRINKLERS DIÂMETRO DO TUBO 1 1” ou 3/4” 2 1” 3 1¼“ 4 1¼“ 5 1½“ 10 2” 30 2½“ 60 3” até 100 4” DO CÁLCULO DA BOMBA PARA SPRINKLERS: Pressão mínima exigida: Pressão no bico: Pressão máxima na canalização: Localização do hidrante de recalque: a) Cálculo da perda de carga  Sucção  Expulsão  Perda de carga total b) Cálculo da altura manométrica total c) Cálculo da bomba Especificação da bomba: Vazão (m3/h): Altura manométrica (m): DO HIDRANTE DE RECALQUE: Identificá-lo pelos lados interno e externo na cor amarela e as letras “SPK” no seu interior na cor preta. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 21 de 55  .Tipo de material: Diâmetro da tubulação: especificar maior e menor trecho Localização do hidrante de recalque: Volumes da RTI (litros): especificar conforme norma Coloração da ampola Temperatura de acionamento Tipo: Letra de código = “h“ Tubulação: diâmetro variável em ferro galvanizado Afastamento vertical do spk ao teto: em laje lisa.

ART Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 22 de 55  . quando desnecessário. DO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS Classificação: Nível de proteção: Classificação da estrutura: Tipo de estrutura: Área de exposição equivalente Cálculo da necessidade de SPDA: Segundo NBR 5419.: Localizar o HR na entrada principal da edificação. _______________________________________ Nome do projetista Graduação CREA CE ETIQUETA . comprovar com cálculo. inserir nota atestando o fato.Obs. DIMENSIONAMENTO DO SPDA: Tipo de captação: Largura da malha (gaiola): Raio de proteção (franklin): Altura do captor*: * Apresentar os cálculos de todas as hastes isoladas Espaçamento médio: Perímetro da coberta: Número de descidas: Material utilizado: Altura da proteção mecânica de PVC rígido: Tipo de aterramento: Material utilizado: Resistência do aterramento: DA CENTRAL DE GÁS: Tipo: Capacidade: Tubulação: TRF dos elementos estruturais: Distância a outra instalação: Especificar detalhes consideráveis da central de GLP e caso não faça utilização de GLP.

o _________. que possui Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP) aprovado nesse Corpo de Bombeiros Militar sob o n. _____________________________.o ____________. prevendo as medidas de segurança contra incêndio e pânico exigidas na mencionada Tabela 4 da norma em alusão.o 001/2008. ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome RG/CPF Endereço Proprietário/responsável pelo uso da edificação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 23 de 55  . a edificação situada na __________________________________________________________. Comprometo-me a substituir o atual PSIP acima descrito.o 001/2008. ora desatualizado devido à não previsão em planta das medidas de segurança contra incêndio e pânico exigidas na Tabela 4 da Norma Técnica n. n. bairro ______________________________________________ . nos moldes previstos na Norma Técnica n.município de ______________________________________/CE.ANEXO C TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO Visando à concessão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.

CPF _____________________________. ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome RG/CPF Registro CBMCE Somente válido com a comprovação da capacitação técnica do signatário (anexar cópia da credencial) Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 24 de 55  .ANEXO D ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO Atesto. para os devidos fins.município de ___________________/CE e estão aptas ao manuseio dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio da edificação: NOME R. que as pessoas abaixo relacionadas participaram com bom aproveitamento do treinamento de “Brigada de Incêndio” ministrado na edificação localizada ______________________________________________________. bairro _____________________________________ .G.o _________. n.

______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome RG/CPF Endereço Proprietário/responsável pelo uso da edificação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 25 de 55  .o ____________. que possui Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP) aprovado nesse Corpo de Bombeiros Militar sob o n. bairro ________________________________ .ANEXO E TERMO DE RESPONSABILIDADE DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS TERMO DE RESPONSABILIDADE DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Visando à concessão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. estão instaladas com sentido de abertura no fluxo da rota de fuga e permanecem abertas durante a realização do evento. n. _________. _____________________________. atestamos que as portas das saídas de emergência da edificação o situada na __________________________________________________________. Assumo toda a responsabilidade civil e criminal quanto à permanência das portas abertas.município de ____________________________/CE.

bairro __________________________________ .ANEXO F TERMO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTO-GERADOR ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS TERMO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTO-GERADOR Eu. registrado no Crea sob o n. ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome do responsável técnico Número da ART Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 26 de 55  . ____________________________________________________________.898. atesto que o grupo moto-gerador existente na edificação situada na ______________________________________________________. tendo as seguintes características: Motor (marca e modelo): Potência: Tensão: Tipo de acionamento: Combustível: Capacidade do tanque: Autonomia: Abrangência: _____________________________. Visando à concessão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.o _________.o ___________.município de _____________________/CE. encontra-se instalado de acordo com as exigências da NBR 10. n.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 27 de 55  .

ANEXO G FORMULÁRIO PRÓPRIO PARA ATENDIMENTO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS FORMULÁRIO PRÓPRIO PARA ATENDIMENTO Data: ____/____/____ Solicitante: Fone: Proprietário Finalidade da consulta: Responsável pelo uso Atendente: e-mail: Responsável técnico N.o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 28 de 55  .o: Procurador INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO Endereço: Área (m2): PSIP n.o: Altura (m): Ocupação: Vistoria n.

ANEXO H ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA PARA PROJETO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SIMPLIFICADO    Complemento:  UF: CE  Fone:  Fone:  Total:  ocupação do  Detalhes  Altura(m):  nº de pav:  subsolo:  Uso. Forma da Apresentação  Protocolo (uso do Corpo de Bombeiros)              Projeto Contra Incêndio e Pânico Simplificado                    4. aço. Elementos Estruturais        Estrutura portante(concreto. Medidas de Segurança Contra Incêndio        (   ) Controle de materiais de acabamento  (   ) Sinalização de Emergência  (   ) Saídas de Emergência  (   ) Extintores     (   ) Iluminação de Emergência        5. outros):     3. aço. madeira. outros):        Estrutura de sustentação da cobertura(concreto. madeira. Riscos Especiais           (   ) Armazenamento de líquidos  inflamáveis/combustíveis  (   ) Fogos de Artifício     (   ) Gás Liquefeito de Petróleo  (   ) Vaso sob pressão(caldeira)  (   ) Armazenamento de produtos perigosos  Outros(especificar)                            Ass: Proprietário ou Responsável pelo uso  Ass: Vistoriante do Corpo de Bombeiros  VISTORIAS           Protocolo nº  Data:  Atendente:     Vistoriante:  Data:  Parecer:       I. Identificação da Edificação e/ou Área de Risco  Logradouro Público:     Bairro:     Proprietário:     Responsável pelo Uso:     Áreas(m2)  Existente:     Nº   Município:  E‐mail:  E‐mail:  A Construir:  Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 29 de 55  . divisão e descrição:     Risco(Mj/m2):  2.

A-1 Habitação unifamiliar A Residencial A-2 Habitação multifamiliar A-3 Habitação coletiva B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial C-1 Comércio com baixa carga de incêndio Comércio com média e alta carga de incêndio C Comercial C-2 C-3 Shoppings centers D-1 Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios D-2 D Serviço profissional D-3 Agência bancária Serviço de reparação (exceto os classificados em G-4) D-4 Laboratório E-1 Escola em geral E-2 Escola especial E-3 E Educacional e cultura física E-4 Espaço para cultura física Centro de treinamento profissional E-5 Pré-escola Creches. Hotéis. hospedarias. Escolas profissionais em geral. pensões. Centro de compras em geral (shopping centers). dança. supermercados em geral. louças. escolas religiosas e assemelhadas. mosteiros. pousadas. sauna. Escritórios administrativos ou técnicos. Lavanderias. pré-universitários. hotéis residenciais) e assemelhados.TABELA 1 CLASSIFICAÇÕES E EXIGÊNCIAS EM EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Exemplos Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas). Escolas de artes e artesanato. conventos. escolas maternais. universitários e assemelhados. Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. laboratórios químicos. motéis. musculação e outros) esportes coletivos (tênis. Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais. Escolas de ensino fundamental e médio. albergues. mercados e assemelhados. centros profissionais e assemelhados. residências geriátricas. internatos. galerias comerciais. alojamentos. casas de fisioterapia e assemelhados. magazines. Pensionatos. cursos supletivos. Edifícios de lojas de departamentos. Armarinhos de artigos de metal. artigos hospitalares e assemelhados. Agências bancárias e assemelhados. Laboratórios de análises clínicas sem internação. Edifícios de apartamento em geral e condomínios horizontais. fotográficos e assemelhados. casas de cômodos e assemelhados. futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). reparação e manutenção de aparelhos eletrodomésticos. pintura de letreiros e outros. ginástica (artística. deficientes visuais e auditivos e assemelhados. chaveiros. jardins-de-infância. assistência técnica.   Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 30 de 55  . E-6 Escola para portadores de deficiências Escolas para excepcionais. instituições financeiras (que não estejam incluídas em D-2).

aquários. postos policiais e assemelhados. F-2 Local religioso e velório F-3 Centro esportivo e de exibição e Locais de Diversão F-4 Estação e terminal de passageiro F Local de Reunião de Público F-5 Arte cênica e auditório F-6 Clube social e Diversão F-7 Construção provisória F-8 Local para refeição F-9 Recreação pública F-10 Exposição de objetos e animais G-1 Garagem sem acesso de público e sem abastecimento Garagem com acesso de público e sem abastecimento Local dotado de abastecimento de combustível G-2 G Serviço automotivo e assemelhados G-3 G-4 Serviço de conservação. clubes e assemelhados. cemitérios. aeroportos. sambódromos. mesquitas. edificações das forças armadas e policiais Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 31 de 55  . manutenção e reparos G-5 Hangares H-1 Hospital veterinário e assemelhados H-2 H Serviço de saúde e institucional H-3 Local onde pessoas requerem cuidados especiais por limitações físicas ou mentais Hospital e assemelhado H-4 Repartição pública. boliches e assemelhados. Boates. auditórios de estúdios de rádio e televisão. auditórios em geral e assemelhados. Igrejas. prontos-socorros. cinemas. Edificações do Executivo. planetários. rodeios. crematórios. metrô. bilhares. Salões e salas de exposição de objetos e animais. galerias de arte. centro de documentos históricos. clínicas e consultórios veterinários e assemelhados (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) Asilos. Oficinas e garagens de veículos de carga e coletivos. Jardim zoológico. quartéis. máquinas agrícolas e rodoviárias. Postos de abastecimento e serviço. refeitórios. salas de funerais e assemelhados. Estações rodoferroviárias e marítimas. ginásios e piscinas com arquibancadas. álcool e assemelhados (Todos sem celas). sinagogas. academias. pista de patinação. heliponto. Legislativo e Judiciário. bingos. lanchonetes. clubes sociais. centrais de polícia. Abrigos para aeronaves com ou sem abastecimento Hospitais. hospitais psiquiátricos. clínicas com internação e assemelhados (todos com internação). bares. capelas. Oficinas de conserto de veículos. em geral. cartórios. casa de saúde. parques de diversão e/ou exposição. delegacias. tratamento de dependentes de drogas. e assemelhados (Edificações permanentes). sem abastecimento (exceto veículos de carga e coletivos). e assemelhados. show-room. templos. micaretas. orfanatos. salões de baile. abrigos geriátricos. Hospitais. Circos. necrotérios.  Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Exemplos F-1 Local onde há objeto de valor inestimável Museus. Estádios. restaurantes dançantes. Garagens coletivas sem automação. reformatórios. portos. autódromos. cantinas e assemelhados. bibliotecas e assemelhados. Teatros em geral. garagens (exceto veículos de carga e coletivos). estações de transbordo em geral e assemelhados. arenas em geral. Restaurantes. vaquejadas. tribunais. borracharia. retificadoras de motores e assemelhados. parques recreativos e assemelhados (Edificações permanentes). cafés. tiros ao alvo. Garagens automáticas.

instrumentos musicais.200 MJ/m² I Indústria I-2 I-3 J-1 Depósitos de material incombustível J-2 J Depósito J-3 Todo tipo de Depósito Todo tipo de Depósito Depósitos com carga de incêndio entre 300 a 1. areias. consultórios em geral. centrais de transmissão ou de distribuição de energia e assemelhados. Atividades que manipulam materiais com baixo risco de incêndio. Locais onde a carga de incêndio não chega a 300MJ/m2 Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. espuma sintética. manipulação. Todos sem embalagem. atividades industriais que envolvam líquidos e gases inflamáveis. reciclagem ou armazenamento de material recusado/descartado. Atividades que manipulam materiais com médio risco de incêndio. Locais com carga de incêndio superior a 1. Edificação destinada a produção. Edificações sem processo industrial que armazenam tijolos. Central telefônica. metais e outros materiais incombustíveis. armas.200MJ/m². alimentos marcenarias. unidades de hemodiálise. Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa a 1. tintas. centros de comunicação. sabão. M-2 Tanques ou Parque de Tanques M Especial M-3 Central de comunicação e energia M-4 Propriedade em transformação M-5 Processamento de lixo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 32 de 55  . louças. Fabricação de explosivos. materiais oxidantes. Locais em construção ou demolição e assemelhados. ambulatórios. cimentos. penitenciárias. Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados. J-4 Todo tipo de Depósito L-1 Comércio L Explosivos L-2 Indústria Indústria de material explosivo. borracha e assemelhados. elevadores de grãos. fábricas de caixas e assemelhados. metais. M-1 Túnel Túnel rodo ferroviário e marítimo. fotogravuras.H-5 Local onde a liberdade das pessoas sofre restrições Manicômio Judiciário. destilarias. tais como: artigos de vidro. Propriedade destinada ao processamento.200MJ/m2. móveis. artigos de metal.200MJ/m2 Locais onde há alto risco de incêndio. aparelhos de rádio e som. pedras. máquinas). Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m2. destinados a transporte de passageiros ou cargas diversas. automóveis. ferramentas. bebidas destiladas. onde os processos não envolvem a utilização intensiva de materiais combustíveis (aço. reformatórios. L-3 Depósito Depósito de material explosivo. prisões em geral (casa de detenção. relógios. H Serviço de saúde e institucional H-6 Clínicas e consultórios médicos e odontológicos I-1 Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam baixo potencial de incêndio. postos de saúde e assemelhados (Todos sem internação). presídios) e instituições assemelhadas (todos com celas). jóias. suco de frutas. armazenamento e distribuição de líquidos ou gases combustíveis e inflamáveis. tais como fábricas em geral. ceras. gesso. Locais com carga de incêndio entre 300 a 1. esculturas de pedra. postos de atendimento de urgência. refinarias.   Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Exemplos Clínicas médicas. serralheria.

00 m < H  24. F6.00 m 12. F7 e F8 F1 e F5 X X1 X X X X X3 X X X X X1 X X X H1 e H4 X X1 X X X H2 e H3 X X1 X X X H5 X X1 X X X X X1 X X X H IeJ L1 X X4 X X X L Medidas de Segurança contra Incêndio A.00 m 24. Área aberta destinada a armazenamento de containers. F3. F4.200MJ/m² TABELA 4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 750 M2 E/OU COM MENOS DE DOIS PAVIMENTOS F C F2. parque florestal e assemelhados.00 m H > 30.00 m TABELA 3 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À CARGA DE INCÊNDIO Risco Baixo Médio Alto Carga de Incêndio MJ/m² até 300MJ/m² entre 300 e 1.M-6 Terra selvagem Floresta. M-7 Pátio de Containers TABELA 2 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II III IV V VI Denominação edificação térrea edificação de baixa altura edificação medianamente baixa edificação de média altura edificação medianamente alta edificação alta Altura um pavimento H  6.200MJ/m² acima de 1.00 m < H  12.00 m < H  30.00 m 6. reserva ecológica. Ee B G Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Sinalização de Emergência Extintores Central de Gás X X1 X X X X X² X X X Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 33 de 55  . D.

Exigido para o portão de acesso ao condomínio e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. NOTAS GENÉRICAS: a – Para a divisão M.Para as edificações com lotação superior a 50 (cinqüenta) pessoas e/ou com mais de 01 (um) pavimento. NOTAS GENÉRICAS: a – O pavimento superior da unidade duplex do último piso da edificação não será computado para a altura da edificação. A-2 e A-3 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X1 X X X X3 X X X X H6 X1 X X X X3 X X X X 6 < H  12 X1 X X X X3 X X X X 12 < H  24 X1 X X X X3 X X X X 24 < H  30 X1 X X X X3 X X X X H > 30 X1 X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. ver tabelas e Normas Técnicas específicas. d – As edificações da divisão A1 ficam isentas da presente exigência. 3 . 2 – Edificações com carga de incêndio alta.   TABELA 5A EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO A COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Central de Gás Chuveiros Automáticos GRUPO A – RESIDENCIAIS Condomínios Residenciais (A-1). 2 – Estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. 4 – Luminárias à prova de explosão. e c – As Divisões L2 e L3 somente poderão ser analisadas mediante Câmara Técnica. b – A Divisão L1 (Explosivos) está limitada à edificação térrea até 100 m2 (observar Norma Técnica especifica). Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 34 de 55  . 3 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 30m.NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Somente para as edificações com mais de 01 (um) pavimento.

5 – Quando a edificação possuir Carga Incêndio Alta. 7 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. exceto para as selagens dos shafts e dutos de instalações. 2 – Pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 6 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 35 de 55  . Exigido para o portão de acesso ao condomínio e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.TABELA 5B EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO B COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos GRUPO B – SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X7 X X X3 X4.5 X6 X X X 24 < H  30 X7 X X X X X X X X X H > 30 X7 X X X X4 X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 4 – Os detectores de incêndio devem ser instalados em todos os quartos. 3 – Estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço.5 X6 X X X H6 X7 X X X3 X4.5 X6 X X X 12 < H  24 X7 X X X X4.5 X6 X X X 6 < H  12 X7 X X X X4.

TABELA 5C EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO C COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO C – COMERCIAIS Divisão C-1. e 8 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. 7 – Recomendado para as vias de acesso e faixa de estacionamento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 36 de 55  . C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea X7 X X X X5 X8 X X X H6 X7 X X X X5 X8 X X X 6 < H  12 X7 X X X X5 X8 X X X 12 < H  24 X7 X X X X5 X8 X X X X 24 < H  30 X7 X X X X5 X X X X X X H > 30 X7 X X X X X X X X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos Central de Gás X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 5 – Somente para as áreas de depósitos superiores a 750m². Exigido para o portão de acesso ao condomínio comercial.

e 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. D-3 e D-4 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X4 X X X H6 X4 X X X 6 < H  12 X4 X X X 12 < H  24 X4 X X X 24 < H  30 X4 X X X H > 30 X4 X X X X X X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 4 – Recomendado. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 37 de 55  .TABELA 5D EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO D COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça X5 X X X X5 X X X X5 X X X X5 X X X X X X X GRUPO D – SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1. D-2.

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.TABELA 5E EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO E COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO E – EDUCACIONAL E CULTURAL Divisão E-1. E-5 e E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea X3 X X X X4 X X X H6 X3 X X X X4 X X X 6 < H  12 X3 X X X X4 X X X 12 < H  24 X3 X X X X4 X X X 24 < H  30 X3 X X X X X X X H > 30 X3 X X X X X X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 38 de 55  . E-3. NOTAS GENÉRICAS: a – Edificações destinadas a escolas que possuam alojamentos ou dormitórios devem ser protegidas pelo sistema de detecção de fumaça nos quartos. 4 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. E-4. E-2. b – Os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados.

6 X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X3 X X X X4 X X X X X3 X X X X4 X X X X X3 X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X X3 X X X X4 X3 X X X X4 Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-1. e 6 – Somente para edificações do Grupo F-1.6 X X X X3 X X X X4 X5. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.TABELA 5F. 5 – Quando a Carga Incêndio for Alta. F-2 E F-8 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-1 e F-8 Classificação quanto à altura (em metros) F-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X3 X X X X4 X3 X X X X4 X3 X X X X X5 X X X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X3 X X X X4 X5. 4 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 39 de 55  .

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 40 de 55  . F-4 E F-9 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-3 e F-9 F-4 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X2 X X X X2 X X X Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X2 X X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-3.TABELA 5F.

casa de máquinas e assemelhados. pisos técnicos.TABELA 5F.6 X X X F-6 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X5 X X X X3 X X X X X5 X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X Divisão 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X5 X X X X3 X X X X X5 X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X X5 X X X X3 X4. escritórios. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 41 de 55  .6 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Somente para os locais como depósitos.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-5 E F-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-5 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X5 X X X X3 X4. 4 – Somente para locais com público acima de 1000 pessoas.6 X X X X5 X X X X3 X4. e nos locais de reunião onde houver teto e/ou forro falso com revestimento combustível. 5 – Recomendado. e 6 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.6 X X X X5 X X X X3 X4. cozinhas.

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-7 E F-10 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X3 X X X X3 X X X F-10 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X3 X X X X X5 X X X X X X X X X X X X X X X X5 X X X X5 X X X X3 X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFÍCAS: 3 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 42 de 55  . 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.TABELA 5F. será submetida à Comissão Técnica para definição das medidas de Segurança contra incêndio. NOTAS GENÉRICAS: a – A Divisão F-7 com altura superior a 6 metros.

por pavimento. a no máximo 5 m da saída de emergência.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-1 E G-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X3 X X X H6 X3 X X X 6 < H  12 X3 X X X 12 < H  24 X3 X X X 24 < H  30 X3 X X X H > 30 X3 X X X X X2 X X X X X X X2 X X X X X2 X X X X X2 X X X X X2 X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Deve haver pelo menos um acionador manual. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 43 de 55  .TABELA 5G. 3 – Recomendado.

NOTA GENÉRICA: a . a no máximo 5 m da saída de emergência. A ocupação de divisão G-5 será analisada em Comissão Técnica.As exigências acima referem-se às ocupações de divisões G-3 e G-4.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-3.TABELA 5G. 4 – Recomendado. G-4 E G-5 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X4 X X X X4 X X X G-4 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X X X X2 X X X X X4 X X X X X2 X X X X Divisão 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X2 X4 X X X X X2 X X X X X4 X X X X4 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Deverá haver pelo menos um acionador manual. por pavimento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 44 de 55  .

4 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 45 de 55  . e 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. 2 – Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-1 E H-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL Divisão H-1 Classificação quanto à altura (em metros) H-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X1 X2 X X X X4 X X X X1 X2 X X X X X4 X X X X1 X2 X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X4 X X X X4 X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X2 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X5 X5 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Os detectores deverão ser instalados em todos os quartos.TABELA 5H. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.

2 – Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-3 E H-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X5 X5 X X X H-4 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X4 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X1 X2 X X X X X4 X X X X1 X2 X X X X X4 X X X X4 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Os detectores deverão ser instalados em todos os quartos. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 46 de 55  . Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. 4 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. e 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.TABELA 5H.

prever detecção em todos os quartos. as prisões em geral (Casas de Detenção.) não será necessário automática de incêndio.TABELA 5H. 2 – Caso haja internação na Divisão H-6 (clínica). etc. Para os Manicômios Judiciários e assemelhados. 4 – Recomendado. Penitenciárias. Presídios. a edificação será enquadrada como H-3. detecção Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 47 de 55  .3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-5 E H-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-5 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X X X X X X X X X1 X4 X X X X4 X X X H-6 Classificação Quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X2 X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X X X2 X2 X X X X2 X4 X X X X2 X2 X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X X X X X1 X4 X X X X X X X X1 X4 X X X X X X X X1 X X X X X X X X X1 X X X X X X4 X X X X4 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Para a Divisão H-5.

TABELA 5I.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-1 E I-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão I-1 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X2 X X X X2 X X X GRUPO I – INDUSTRIAIS I-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X2 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 48 de 55  . Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.

e 2 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO I – INDUSTRIAIS I-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X H6 X2 X 6 < H  12 X2 X 12 < H  23 X2 X X X X X X X X X X 23 < H  30 X2 X X X X X X X X X X X Acima de 30 X2 X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.TABELA 5I. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 49 de 55  .

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-1 E J-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão J-1 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X3 X X X X3 X X X GRUPO J – DEPÓSITOS J-2 Classificação Quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 23 < H Acima  12  23  30 de 30 X3 X X X X3 X X X X3 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H  6  12  23  30 de 30 X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X X X X X X X X3 X X X X3 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento.TABELA 5J. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 50 de 55  .

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-3 E J-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão J-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X2 X X2 X GRUPO J – DEPÓSITOS J-4 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 23 < H H > 30  12  23  30 X2 X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 23 < H H > 30 Térrea H  6  12  23  30 X2 X X2 X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X2 X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Controle de Fumaça Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 51 de 55  .TABELA 5J.

00m. TABELA 5M. 2 – A brigada de incêndio deve ser pessoal treinado da Empresa responsável ou Administradora. 4 – Rede de hidrante seca. NOTAS GENÉRICAS: a – Todos os túneis em paralelo devem ter interligação conforme Normas Técnicas Específicas. reserva. detector de incêndio). e b – Os túneis com extensão superior a 1000m devem ser submetidos a análise em Comissão Técnica.). com guarda-corpo em ambos os lados) com largura mínima de 1.Vide Tabela 4. 3 – Deve ser ligado a sistema automático de acionamento (ex.TABELA 5L. e 5 – Rede de hidrante completa (bomba.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-1 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO M – ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Medidas de Segurança contra Incêndio Até 200 Saídas de emergência Controle de fumaça em espaços comuns e amplos Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema Circuito de TV Extintores Hidrantes X X4 X X5 X2 X X2 X X1 De 200 à 500 X1 De 500 à 1000 X1 X3 X2 X X Acima de 1000 X1 X3 X2 X X X X X5 Divisão NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Considerar saídas como sendo passarelas laterais (corredores de circulação. etc. mangueiras. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 52 de 55  . além das exigências acima.1 Grupo de ocupação e uso GRUPO L – EXPLOSIVOS Divisão L-1 (COMÉRCIO) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H6 6 < H  12 Medidas de Segurança contra Incêndio NOTA GENÉRICA: A – Será permitida somente edificação com área até 100 m² .

conforme Norma Técnica Específica. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 53 de 55  . 2 – Somente para líquidos inflamáveis e combustíveis. 3 – Luminárias à prova de explosão.240kg X4 X4 X4 X4 X X X X X1 X X1.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-2 (QUALQUER ÁREA E ALTURA) Grupo de ocupação e uso GRUPO M – ESPECIAIS Divisão M-2 – Líquidos e gases combustíveis e Inflamáveis Produtos acondicionados Postos de Líquidos acima Líquidos acima serviços ou Líquidos até 20 m³ Líquidos até 20 m3 de 20 m3 ou de 20 m3 ou abastecimentos ou gases até ou gases até gases acima de gases acima de 6.3 X4 X X X3 X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X2 Tanques ou cilindros Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Resfriamento Espuma NOTAS ESPECÍFICAS: 1– Somente quando a área construída for superior a 750 m². excluídas as coberturas de bombas de combustível.240kg 6. desde que não sejam utilizadas para outros fins.TABELA 5M. comercialização e utilização de GLP e comercialização. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.240kg 6. e 4 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento.240kg 6. NOTA GENÉRICA: a – deverão ser verificadas as exigências quanto ao armazenamento constantes nas Normas que tratam de armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis. utilização e distribuição de Gás Natural.

através de supressão total do ambiente.TABELA 5M. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. e 2 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-3 – Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Térrea X2 X X X H6 X2 X X X 6 < H  12 X2 X X X 12 < H  23 X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X1 23 < H  30 X2 X X X X X X X X X1 Acima de 30 X2 X X X X X X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores HidranteS Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – O sistema de chuveiros automáticos para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 54 de 55  .

4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-4. M-6 E M-7 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-4 . M-5. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 55 de 55  . M-6 e M-7.M-6 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores X X X X H6 X X X X 6 < H  12 X X X X 12 < H  23 X X X X 23 < H  30 X X X X H > 30 X X X X NOTA GENÉRICA: a – Nas divisões M-5.TABELA 5M. o processo deve ser analisado através de Comissão Técnica.M-5 . quando houver edificação (construção) com área superior a 750m².

O 002/2008 TERMINOLOGIA E SIMBOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 21 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

Os símbolos gráficos constantes nesta Norma Técnica se aplicam aos projetos de segurança contra incêndio. 3. Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados. até as redes de distribuição. 3. 3.7.10. DEFINIÇÕES Para efeitos desta Norma Técnica. janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo. 3. com as inclusões e adequações de exigências constantes nesta instrução. ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação. embutido ou aparente. destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio no risco protegido. Adutora: Canalização. Acompanhante: Pessoa com conhecimentos da operacionalidade dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios instalados na edificação. 3.1. Agente extintor: Produto utilizado para extinguir o fogo.6. Abrigo: Compartimento. varandas e terraços. 2. dotado de porta. Altura da edificação: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga.9. com resistências mecânicas de 5000 N / m. ficando em local seguro. Ampliação: Aumento da área construída da edificação.4. Abertura desprotegida: Porta. Alambrado: Tela de arame ou outro material similar.15.3. Abandono de edificação: Retirada organizada e segura da população usuária de uma edificação conduzida à via pública ou espaço aberto. esguichos. 2. geralmente de grande diâmetro. sob a projeção do parâmetro externo da parede da edificação. Alarme de incêndio: Dispositivo de acionamento automático e desligamento manual. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio. Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos.2.1. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação. executando os testes necessários na vistoria. área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento. Altura Total da Edificação: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga. que acompanha o Bombeiro Militar Fiscal. 2. destinado a armazenar mangueiras. 3.2. 3. que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA).12. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema. 3. 3. Os acessos podem ser constituídos por corredores. Adota-se a NBR 14100/98 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projetos. ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo).5.14. passagens.11. 3. símbolos e definições utilizados na legislação de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. ao piso do último pavimento Habitável. 3. constituindo a rota de saída horizontal. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos.13. ao ponto mais alto da edificação.8. 3. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação. 3. vestíbulos. OBJETIVO Esta Norma Técnica padroniza os termos. aplicam-se os seguintes termos e definições: 3. APLICAÇÃO Esta Norma Técnica se aplica a toda legislação de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado do Ceará. 3. 3. Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 002/2008 TERMINOLOGIA E SIMBOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexo 1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 21 . para alcançar a escada ou rampa. Altura ascendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível da descarga. balcões.

1. Área de pavimento: Medida em metros quadrados. 3. 3. com ventilação natural garantida por janela para o exterior.27. elementos de vedação). e pelas quais pode-se irradiar o incêndio. previamente delimitado. 3. quando existirem. Área de pouso ocasional: Local de dimensões definidas. 3. 3.16.28. Área de armazenagem: Local destinado a estocagem de fogos de artifício industrializado. 3. Anemômetro de fio quente ou termo anemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo. Área de armazenamento: Local contínuo destinado ao armazenamento de recipientes transportáveis de gás liqüefeito de petróleo (GLP). Análise: Ato de verificação das exigências das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco. no processo de segurança contra incêndio. 3.34. Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade. por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização).26.24.22. admitindo-se acréscimo de 25%. 3. 3. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 21 . que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de Helicópteros. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar. 3. 3. quando esta for constituída de material metálico com pé direito de no mínimo 6m. 3.31.840 kg de GLP.Tipo II: Utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido.1 m/s. Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. 3.22. 3. separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos elevados. Área construída parcial: Área da projeção da coberta de uma edificação. produtos combustíveis e/ou instalações elétricas e de gás. Área construída total: Somatória de todas as áreas construídas de uma edificação.23.22 desta NT. 3. com dimensões definidas. cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo. conforme Norma Técnica n. 3. Área de refúgio: Local seguro que é utilizado temporariamente. cheios. Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de helicópteros. Área de pouso e decolagem: Local do Heliponto ou Heliporto. em qualquer pavimento de uma edificação. parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo. portas.20. Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas. sendo esta utilizada exclusivamente para proteção das ilhas de bombas em postos de gasolina. 3. com risco isolado.38. para pousos e decolagens de helicópteros mediante autorização prévia. Aplicação por espuma: Tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido.37.17. em caráter temporário. parcialmente utilizados e vazios.18. em geral com valores em torno de 0.Tipo III: Utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre.36. acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores.19. 3. Área de armazenamento especial: Área destinada ao armazenamento superior a 99.30. Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos.33. Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem. Área de estocagem: local destinado ao acondicionamento de fogos de artifícios industrializados. 3. paredes. e dos recintos fechados de escadas e rampas.21.35. Área de Risco: Ambiente externo à edificação que contém armazenamento de produtos inflamáveis. e excluindo a área de antecâmara. 3. 3. Área construída ou edificada: Área da projeção da coberta de uma edificação. com dimensões definidas. a área coberta ou projeção da mesma.29.32. localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto. Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada. onde o Helicóptero pousa e decola . Não se enquadra na definição do item 3. específica e por prazo limitado. 3. compreendendo os corredores de inspeção. próximo ao local de resgate de vítimas com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas. adotando-se como parâmetro a carga de incêndio de 1520 MJ /m³.25. 3.39. provocando o mínimo de submergência.° 09 – Separação entre Edificações.3. mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido. que pode ser usado. do respectivo órgão do Comando Aéreo Regional. do espaço compreendido pelo perímetro interno das paredes externas e paredes corta fogo. totalizando 1900 MJ/m³. Área de refúgio para helipontos: Local ventilado. Admissível somente em bases de GLP e deve ter seu processo analisado por Comissão Técnica. ou entre o pavimento e o nível superior a sua cobertura. 3. com acesso à escada de emergência.

3. Bacia de contenção: Região delimitada por uma depressão do terreno ou diques destinada a conter integralmente o vazamento de produtos líquidos dos tanques. Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta. 3.60.59.. andar ou teto. eletricidade. 3.46. Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação. 3.40. 3. com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante. Barreiras de fumaça (“smoke barriers”): Membrana. Bomba de pressurização (“jockey”): Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida. Atestado de brigada contra incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio. que é projetada e construída para restringir o movimento da fumaça. 3. Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não. 3.66.44. Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio cuja força provém da eletricidade. Balcão ou sacada: Parte de pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio. 3. Área de venda: Local destinado a permanência de pessoas para escolha e compra de fogos de artifício.63. Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados. uma face aberta para o espaço livre exterior. latas.50. de acordo com a norma específica.56.49. Bombeiro voluntário: Pessoa pertencente a uma organização não Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 21 . 3. caixas de água e circulação vertical. Átrio (“Atrium”): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos. controlado pela central. Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema de iluminação de emergência assegura os níveis de iluminância exigidos. Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha. Bocal ou nariz do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho. pelo menos. 3. duto de coleta e dreno. 3. preenchido com pedra britada. Bombeiro público (Militar ou civil): Pessoa pertencente a uma corporação de atendimento às emergências públicas. Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases. 3. adequados para controlar o movimento da fumaça.55.58. excluindo-se o de descarga. etc. a saliência do bocal ou da quina sobre o degrau imediatamente inferior não pode ser menor que 15 mm em projeção horizontal. 3.67. exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis. com dedicação exclusiva.64.51. 3. para aplicação de agente extintor. 3. que presta serviços de prevenção de incêndio e atendimento de emergência em edificações e eventos. baldes.57. quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado.45. arredondada inferiormente ou não. onde são acondicionados recipientes (tais como tambores. tal como uma parede. Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta. Nota: Se o degrau não possui bocal.41. ar condicionado e cabos de comunicação. 3. chama-se quina do degrau.. Aspersor: Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob comando. tendo.53. Bombeiro profissional civil: Pessoa pertencente a uma empresa especializada. Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrifugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio. 3.54. 3. Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada.62. 3. a linha de concorrência dos planos do degrau e do espelho. chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo. ou da própria administração do estabelecimento. piso técnico de elevadores. As barreiras de fumaça podem ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar. com fechamento na cobertura. escada rolante e “shafts” de hidráulica.48.47.52. 3. 3. tonéis.65.42. Ático: Parte do volume superior de uma edificação. excetuando-se os locais destinados a escada. conectando dois ou mais pavimentos cobertos. 3.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis. 3. tanto vertical quanto horizontal. destinada a abrigar máquinas. Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo. 3. Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente. neste caso obrigatoriamente inclinada. 3.61. 3. Bomba com motor a explosão: Equipamento para o combate a incêndio cuja força provém da explosão do combustível misturado com o ar.3. 3. Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo.43. e que tenha sido aprovado no curso de formação.

83. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. Botijão: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP). expresso em megajoule 2 (MJ) por metro quadrado (m ).73. dentro de uma área preestabelecida. 3. 3. Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço. Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado. Comércio de fogos de artifício no varejo: local destinado à venda de fogos de artifício de classes A e B.75. abandono da edificação. 3.89. 3. treinadas e capacitadas para atuar na prevenção.79. determinados nas normas técnicas em vigor. 3.). instituído pelo Comandante do Corpo de Bombeiros. Carga a granel: produto que é transportado sem qualquer embalagem. Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos.68. Compartimentação horizontal: Medida de proteção.80. relacionada com um acidente. 3. 3. vento etc. localizado no topo da edificação. do tipo liga-desliga. Botijão portátil: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP) com capacidade nominal de até 5 kg de GLP. a edificação possua as condições de segurança contra incêndio. Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios. Comissão especial de avaliação (CEA): Grupo de pessoas qualificadas no campo da segurança contra incêndio.74. 3. desenhos ou plantas do sistema. 3.84. 3. calor e gases. 3. Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção. destinados a evitar ou minimizar a propagação do fogo.86. Estatuto da Criança e do Adolescente e o R 104. comandar e controlar os demais componentes do sistema. combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros. 3. contido apenas pelo equipamento de transportes. Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume de água que o recipiente pode comportar. Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas. quarto de hotel ou assemelhado. constituídas de elementos de construção resistentes ao fogo. Comissão técnica: Grupo de estudo do CBMCE. Como construído (“as built”): Documentos. vaso. Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semirígidas. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador.81. que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo. destinados ao armazenamento de gás liquefeito de petróleo (GLP) para consumo. 3. Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio: Documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) certificando que. Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma. 3. interna ou externamente ao edifício. 3.91. calor. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP. Central de gás: Área devidamente delimitada. Causa: Origem de caráter humano ou material.87. no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos.69.90. estabelecendo um período de revalidação. 3. voluntárias ou não. Código Civil. durante a vistoria.70. 3. 3.92.85. separando ambientes. Código Penal.77. 3. que contém os recipientes transportáveis ou estacionário(s) e acessórios.82. 3. 3. seja ele tanque. convertê-los em indicações adequadas. Camada de fumaça (“smoke layer”): Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica. previstas pela legislação e constantes no processo. pisos e tetos.88. inclusive o revestimento das paredes. com o objetivo de avaliar e propor alterações necessárias ao Código de Segurança Contra Incêndio.78. Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico. 3.71.governamental que presta serviços de atendimento às emergências públicas.76. respeitando o Código do Consumidor. Botoeira “liga-desliga”: Acionador manual. Compartimentação: Medidas de proteção passiva. para bomba principal. Cobertura: Elemento construtivo. 3. divisórias. com o objetivo de analisar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas mais complexas ou apresentarem dúvidas quantos às exigências previstas na legislação. 3. com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva. representativas de entidades públicas e privadas. caçamba ou container. de tal modo que o incêndio fique Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 21 . 3.72.

que permite o recalque de água para o sistema. decorrente da passagem de corrente elétrica. compreendendo um ou mais cômodos. Podem ser: Dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma. 3. o qual ocorre por camadas e a velocidades controladas (de alguns décimos de milímetros até quatrocentos metros por segundo. 3. Detector automático de incêndio: Dispositivo que. esguichos de fluxo direcional. 3. do manipulador. 3. quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos. Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como “piso”. de edificação e do público em geral. arredondada e contínua. espaços ou andares. Destravadores eletromagnéticos: Dispositivo de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético. Compartimentação vertical: Medida de proteção. Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) e outra instalação necessária para a segurança do usuário. que consiste na auto combustão de um corpo (composto de combustível. Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade. medida perpendicularmente à face exposta da edificação. que lhe define a altura.93. Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m2). tais como: localização de ambientes. Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas. portas. prestação de serviços e propagandas. estabelecida a partir do limite de área de armazenamento. 3. selos e “dampers” corta-fogo.contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal. 3. Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques. chama ou fumaça. saídas.94. Compensadores Sincronos: Equipamento que compensa reativos do sistema.105. desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte.95. Estes dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido.102. Corrimão: Barra. ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas.98.112. Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde.111. para acondicionamento de carga geral a transportar. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 21 .101. 3. 3. 3. por calor. ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote.106. 3. trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação. com a finalidade de orientar sua população.103. Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia. detecta princípios de incêndio podendo ser ativado.100. Deflagração: fenômeno característico dos chamados baixos explosivos.97. 3. 3. construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites. não se tratando especificamente de sinalização de emergência. com a finalidade de facilitar o seu embarque. separando pavimentos consecutivos. cano ou peça similar.109. 3.107. 3. comburente e outros).104. Compartimento: Parte de uma edificação.108. Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação. Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa. 3. Compartimentar: Separar um ou mais locais do restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo. Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo espectador para alcançar um acesso. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. 3. Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote. 3.110.99. destinado ao pisoteio e o espelho que é a parte vertical do degrau. Dispositivo de recalque: Registro para uso do Corpo de Bombeiros. dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade. 3.96.113. 3. 3. aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento. com superfície lisa. 3. em qualquer estado físico. basicamente. podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema.

135. 3. 3.138. sendo por inalação.127. antecâmaras ou acessos. 3.119. Entrepiso: Conjunto de elementos de construção.128. às escadas. 3. para permitir a ventilação. armazenamento. causado pela diferença de temperatura interna e externa. que conduza ar puro. Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que. Observação: Em qualquer caso. portanto.131. 3.118. transporte. em cada pavimento: 3. Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação. convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas.115. 3. conter ou proteger produtos durante sua movimentação. 3. exclusivamente. acima da cobertura da edificação. Distribuição de GNL a granel: Compreende as atividades de aquisição ou recepção. 3. 3. EPI: Equipamentos de proteção individual.123.134. 3. convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama. Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. Efeito do sistema: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado. que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras. decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional.124.116. pode ser suprimida facilmente em caso de reforma. transvasamento. que permite a saída. com sede e administração no País. em qualquer pavimento. Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de “extrato formador” de espuma e água. 3. Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação. 3. 3.120.129. EPI de nível “A”: É o nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação. ao meio ambiente e ao patrimônio. Elemento de compartimentação: Elemento de construção que compõe a compartimentação da edificação. por meio de transporte próprio ou contratado. podendo possuir mezaninos cuja somatória de áreas deve ser menor ou igual à terça parte da área do piso de pavimento.121. ingestão ou absorção cutânea. Utiliza-se roupa encapsulada Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 21 . 3. responsável pela radiação de calor.137. Embalagens: elemento ou conjunto de elementos destinados a envolver. 3. comercialização ou consumo. equipamento ou material.114.125. controle de qualidade e comercialização do gás natural liquefeito (GNL). sem efeito estrutural e que.122. 3. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas. 3. 3. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas. 3. Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação. Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação. compreendido entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior.3.136. coletado ao nível inferior desta. Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor. Edificação térrea: Construção de um pavimento. tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas.126. mantendo-os. com isso. Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função.132. Efeito chaminé (“Stack effect”): Fluxo de ar vertical dentro das edificações. ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão. Duto “plenum”: Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização. podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural.133.117. com ou sem espaços vazios. 3. devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio. 3. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. baixa ou atingindo o teto. ou 3. com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas. dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização. de gases e fumaça para o ar livre. armazenamento. Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados. 3. Divisória ou tabique: Parede interna.130.

157.158. Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato. Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas. tanto no espaço amplo como no espaço comum. Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono. 3. 3. 3. Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso. efetivamente.151. Espaços comuns e amplos (“large volume spaces”): Espaço descompartimentado.145. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo. válvulas e reservatórios de extrato formador de espuma.144. 3. geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente. Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m). Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectarse por meio de passagens abertas. 3. dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio. Espaços separados (“separated spaces”): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça. Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas. 3. 3. EPI de nível “B”: É o nível de proteção intermediário. destinado a dar forma. Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta fogo. Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal. comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores.163. EPR: Equipamentos de proteção respiratória. “halls” e outros. direção e controle ao jato. visando restringir o movimento da fumaça. permitindo o uso d’água em forma de chuveiro de alta velocidade.143. Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo.142. 3.140. 3. cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto. Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada que embora possa fazer parte de uma rota de saída. não possuindo portas cortafogo. sendo dotada de guarda corpo ou gradil (Barreiras) e corrimãos em todas sua extensão (degraus e patamares).146. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar. 3. 3. com proteção respiratória de pressão positiva.159.153.148. 3. 3.160. Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. 3.147.139. 3.155. Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos.de proteção química. 3. 3.152.154. Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhões-tanques ou de vagões-tanques. Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo. Escada enclausurada à prova de fumaça (EPF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo. 3. cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação. em cada pavimento. dosadores. Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente. 3. Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça. 3. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa. propiciando um seguro abandono. 3. de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio.162. 3. 3.161.150. cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização. para conservar energia e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 21 . para exposições de produtos com possibilidade de respingos. Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de extrato formador de espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água.149. Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação. Espaços comuns (“communicating space”): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes. permitindo desta forma eficaz ventilação. Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com extrato formador de espuma (EFE) e ar. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica. EPI de nível “C”: É o nível mínimo necessário a qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos. 3. os dispositivos da iluminação de emergência.156. 3. nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente. pode mover-se ou acumular-se sem restrições. tubulações e sistemas.141.

produzindo calor intenso e pressões elevadas. Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta. 3. 3. compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos. 3. Este elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir do modo adequado o fluxo de ar de determinado ambiente. auto sustentáveis.187. nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural. Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência. Fumaça (“smoke”): Partículas de ar transportadas na forma sólida.175. Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária. 3. Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual. posicionado no final de cada trecho.169. que produz ruídos e efeitos luminosos. 3. 3.173. 3. por calor. maus condutores de eletricidade e não corrosivos. portátil ou sobre rodas. Gás liquefeito de petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano.182. caracterizada pela deflagração. que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio. 3. líquida e gasosa. Fogos de artifício: são substâncias ou misturas concebidas para produzir um efeito. Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel.174. quando do escurecimento da noite. 3.185. Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas. 3. destinado a combater princípios de incêndio. São produtos controlados conforme o anexo I do R 104. que juntamente com a quantidade de ar que é conduzida. 3.171. como resultado das reações químicas exotérmicas.165. contemplando duas unidades de passagem.180. ou combinação destes.166. 3. composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso ao interior do edifício e não ter obstáculos. 3. butano. Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. 3. adotando-se para o cálculo do escoamento.184. Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar. gás ou fumaça. decorrente de um material submetido a pirólise ou combustão. Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono. ou de qualquer outra forma.167. Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio. Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo.183. buteno). 3.188. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 21 . 3.178.176. sem obstrução. Gás natural liqüefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas.172.manter a bateria em estado de carga para uso em emergência.168. 3. Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema. podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. som. 3.170. propeno. 3.179. propano. Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m. 3. 3. 3. possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate e seu posicionamento em relação a ela.164. Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma. fluxo igual a 88 pessoas por minuto (F=88). Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema. luz. Fator de massividade (“fator de -1 forma”) (m ): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural. Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária.181. 3. Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional. 3.186. É responsável pela segurança veicular.177. São inodoros. Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE). Explosão em massa: aquela que afeta virtualmente toda a carga de maneira instantânea 3. incolores. misturada formando uma massa. Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases. respeitando-se os turnos de trabalho.

204.213. 3. sendo vedada sua utilização em caráter comercial. embutido em parede.191.189. horizontais e verticais. locais de abastecimento. Iluminação de balisamento: Sistema composto por símbolos iluminados que indicam a rota de fuga em caso de emergência. Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens. ao uso de helicópteros civis. em função da geometria. 3. expresso em minutos. Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água. são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa.198. Heliponto elevado: Local instalado sobre edificações.201. Grupo moto-ventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador. aeroportos. 3. 3.202.195. 3. Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular.211. 3. 3. metrô.200. 3. características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica. θo é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius. 3.206. 3.209. Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho. as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e. as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária. servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro. Iluminação de ambiente ou aclaramento: Iluminação com intensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as pessoas do local em caso de emergência. 3. dada pela seguinte expressão: θg=θo + 345 log (8t+1) onde: t é o tempo. terraço. galeria e assemelhado. 3.210. podendo estar no interior de um abrigo de mangueira. e θg é a temperatura dos gases. Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral. que permite a adaptação de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios. Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis.207. na falta de iluminação normal. 3. 3. ligado à rede pública de abastecimento de água. só em caso de falta da fonte normal. com a finalidade de gerar energia elétrica. Por exemplo: centros médicos. incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais. utilizada para pousos e decolagens de helicópteros. em caso de falha do sistema normal de iluminação. Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores.196. tampões. em graus Celsius no instante t. sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal. podendo ser emergente (de coluna) ou subterrâneo (de piso). Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações. Grupo moto-gerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar. ao nível do solo ou elevada. Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical. Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio.197. 3.208. 3. Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 21 . estação de passageiros. etc. 3. Heliportos: Helipontos públicos dotados de instalações e facilidades para apoio de helicópteros e de embarque e desembarque de pessoas. de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas. Iluminação permanente: Sistema no qual. 3.212.203. mangueiras de incêndio e demais acessórios.3. em princípio. com a finalidade de insulflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e expulsar a possível entrada de fumaça. Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares. 3. 3. geralmente tomada igual a 20º C. equipamentos de manutenção etc. 3.192. patamar. 3. Heliponto: Área homologada ou registrada. rampa.205. balcão. Hidrante urbano: Ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra (registro) e união de engate rápido. ventilação. maciça ou não. Iluminação não permanente: Sistema no qual. tais como: pátio de estacionamento.194. Heliponto civil: Local destinado.199. 3. delimitando a face lateral aberta da escada. Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo. Iluminação de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada neste momento. 3.190.193.

3.225. onde líquidos inflamáveis são armazenados e processados.215. destinados a evitar a propagação do fogo. Jato compacto: Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas. 3. Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório. que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação. ou outra. Na prática.214. Interface da camada de fumaça (“smoke layer interface”): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre). eletroeletrônica. estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. 3.227. nem subir altura superior a 3. 3. postos de serviço ou refinarias. com no mínimo 50m². ocupação de toda espécie.217. cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária.216. Podem ser de comando automático ou manual. sendo proibido qualquer desnível ou ressalto e mantendo a condição de enclausuramento. que pode ter vários metros de espessura. Jato de linha de mangueira: Jato de espuma de um esguicho que pode ser segurado e dirigido manualmente.230. 3. reguladores. Destes pontos.70m. 3. por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. Instalação interna: Conjunto de tubulações. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado.221. Este equipamento é de comando manual. calor e gases. 3. 3. mas. que está apoiado em posição e que pode ser dirigido por um homem. Lanço de escada: Sucessão ininterrupta de degraus entre dois patamares sucessivos. localizada na coberta da edificação. Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos. Laje de Segurança : Área de refúgio. Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás carbônico diretamente sobre o material que queima. 3. 3. 3. medidores.218.222. com os necessários complementos. 3.228.224. Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. 3. Jato de espuma de monitor (canhão): Jato de grande capacidade de esguicho. 3. Instalações industriais: Conjunto de equipamentos que não se enquadram como depósitos. onde existem válvulas terminais (difusores). 3. Instalação: Toda montagem mecânica. A reação do esguicho usualmente limita o fluxo da solução a aproximadamente 1000L/min no máximo.223.226. destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação.3. Abaixo desse limite efetivo. Nota: Um lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus. por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente. Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho acondicionado em um carretel de alimentação axial. Inundação total: Descarga de gases limpos. equipado na sua extremidade livre um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato. Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo.233. Isolamento de riscos: Medidas de proteção passiva por meio de compartimentação (vedos fixos resistentes ao fogo) ou afastamentos entre blocos. contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou gasosos. a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente.229. hidráulica. por meio da intervenção do homem. as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado. geração ou controle de energia.232. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 11 de 21 . a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto. elétrica. entre os blocos isolados. O fluxo de solução de 1200L/min ou mais pode ser usado. registros e aparelhos de utilização de gás. observado na extremidade do esguicho. Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência. Instalação de gás liquefeito de petróleo (GLP): Sistema constituído de tubulações. interligada à Escada de Segurança.219. Normalmente. 3. acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo. para fins de atividades de produção industrial. 3.231. 3. podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais. a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero. 3.220. Jato de fumaça sob o teto (“ceiling jet”): Fluxo de fumaça sob o teto. previamente estabelecido por meio de croqui.

3.244. 3. modificação ou ampliação dos existentes.237. podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil. Limite do lote de recipientes: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP). solução ou espuma. 3. Linha de solução: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a solução de espuma mecânica. onde haja a probabilidade de um perigo se materializar causando um dano. Laudo de Correção do Projeto Contra Incêndio .235. quando este for exigido. antes do início da medição (ajuste do “zero”). Manômetro de líquido ajustável: Tipo de manômetro que permite a realização da avaliação da diferença de pressão entre dois ambientes por meio da comparação entre alturas de colunas de líquido dito manométrico. Local de abastecimento: Área determinada pelo conjunto de veículo abastecedor. 3. c) Classe IIIB: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93. acrescida da largura do corredor de inspeção. Loteamento: Parcelamento do solo com abertura de novos sistemas de circulação ou prolongamento. 3.234. também conhecido como líquido Classe I. 3. ficando.257. esguicho regulável e demais acessórios.8 ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. 3. Listagem confiável: Relação de dados e características de projeto de equipamentos ou dispositivos. Mangotinho: Ponto de tomada de água onde há uma simples saída contendo válvula de abertura rápida.8 ºC. Linha de percurso de uma escada: Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão. subdividido como segue: a) Classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37.255. 3. medida horizontalmente sobre a linha de percurso da escada.252. Nas escadas de menos de 1. Permite o ajuste do valor inicial. onde a saída é possível apenas em um sentido.254. 3. a linha de percurso coincide com o eixo da escada. Laudo: Peça na qual o profissional habilitado relata o que observou e dá as suas conclusões. 3. estando afastada 0. b) Classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60 º C e inferior a 93.8 ºC e ponto de ebulição abaixo de 37.245.241. em um lote de recipientes. 3. Largura do degrau (b): Distância entre o bocel do degrau e a projeção do bocel do degrau imediatamente superior. Manuseio de produtos controlados: trato com produto controlado com finalidade Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 12 de 21 . publicada pelo fabricante e reconhecida por órgãos regulamentadores ou normativos. 3. Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37. aceita pelo proprietário da instalação ou seu preposto legal designado. em um lote de recipientes.243. 3. todos os degraus possuem piso de largura igual. 3.8 ºC.258.240.é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) indicando inobservâncias técnicas da legislação vigente no Projeto de Segurança Contra Incêndio.251. 3. sem que haja corredor de inspeção entre estes. Classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. 3.4 º C.8 ºC e inferior a 60 ºC. 3. adaptador (se necessário).242. Limite de área de armazenamento: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP).238. Maior risco: Aquele que possa existir oriundo de instalações projetadas ou existentes que requeira a maior demanda de água para o combate a incêndio.10 m de largura. mangueira flexível de abastecimento e central de gás liquefeito de petróleo (GLP). 3. Lotes de recipientes: Conjunto de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP).55m da borda livre da escada ou da parede. Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37.248. Local de saída única: Condição de um pavimento da edificação. 3. Mangueira flexível: Tubo flexível de material sintético com características comprovadas para uso do gás liquefeito de petróleo (GLP). Classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. usado para canalizar água. subdividindo-se em: 3. 3. 3.236.249. Nota: Sobre esta linha. Classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. 3. fabricado com fios naturais ou artificiais.256.8ºC. inclusive os degraus ingrauxidos nos locais em que a escada faz deflexão. mais perto da borda.259.253. 3. pois.239. Mangueira de incêndio: Tubo flexível. Local de risco: Área interna ou externa da edificação. Manômetro: Instrumento que realiza a medição de pressões efetivas ou relativas.246. 3.250. 3.8 ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37.8ºC. Linha de espuma: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a espuma.8 ºC. mangueira semi-rígida.4ºC.247.

3. espetáculos e parques de diversões. derretimento. 3. estética ou segurança. por exemplo. através de portas. Norma Técnica do Corpo de Bombeiros (NTCB): é o documento técnico elaborado pelo CBMCE que regulamenta as medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco. Monitor portátil (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e encontra-se num suporte móvel ou sobre rodas.271. seguido da qualificação e otimização da capacidade de reação. Mudança de ocupação: Alteração de uso que motive a mudança de divisão da edificação e áreas de risco constante da tabela de classificações das ocupações prevista neste Regulamento. Materiais combustíveis: Produtos ou substâncias (não resistentes ao fogo) que sofrem ignição ou combustão quando sujeitos a calor. sala de reuniões.265.281.269. Memorial: Conceitos. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 13 de 21 .268. 3. 3. em seu processo químico. cálculos. 3.273. em acordo com as condições legais exigidas. ao se entrar na edificação. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação. empregado como escritório. 3. deformações excessivas e não desenvolvem elevada quantia de fumaça e gases. 3. ou ainda aqueles protegidos por produtos que dificultem a queima. Monitor fixo (Canhão): Equipamento que lança jato de espuma e está montado num suporte estacionário fixo ao nível do solo ou em elevação. ábacos e tabelas. Mezanino: Pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares.262. 3. Ocupação temporária: Atividade desenvolvida de caráter temporário. de modo que pode ser transportado para cena do incêndio. havendo comunicação entre os módulos.282. Medidas de segurança contra incêndio: Conjunto de dispositivos ou sistemas. possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à vida. Ocupação: Atividade ou uso da edificação. a serem instalados nas edificações e áreas de risco. visando preservar os ocupantes num nível que não exista ameaça de vida.276. Mapeamento de risco: Estudo desenvolvido pelo responsável por uma edificação em conjunto com o Corpo de Bombeiros. 3. não apresentam rachaduras. tais como circos.261. 3. 3. Nível de acesso: Ponto do terreno em que atravessa a projeção do parâmetro externo da parede do prédio. localizar. Módulo habitável: Contêiner adaptado. com ou sem emprego de escadas. 3. 3. além de instalação elétrica e/ou hidráulica. são agregados à mesma com fins de conforto. armazenamento e manipulação. Será considerado andar o mezanino que possuir área maior que um terço (1/3) da área do andar subdividido. Ocupação mista: Edificação que abriga mais de um tipo de ocupação.280. É composto de parte descritiva.283. Máximo enchimento: Volume máximo de gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido que um recipiente pode armazenar com segurança. recebem tratamento para melhor se comportarem frente a ação do calor.278. almoxarifado ou guarita. 3.266. apresentam baixa taxa de queima e pouco desenvolvimento de fumaça.260. 3. visando relacionar os meios humanos e materiais disponíveis por uma empresa. Materiais de acabamento: Produtos ou substâncias que.263. premissas e etapas utilizados para definir. desde a concepção até a sua implantação e manutenção.267. necessários para evitar o surgimento de um incêndio.específica como.275. 3. 3. 3.264. que recebeu portas e janelas.274. não fazendo parte da estrutura principal. produzido por esguichos especiais. O monitor pode ser alimentado com a solução mediante tubulação permanente ou mangueiras. Materiais semicombustíveis: Produtos ou substâncias que. feiras. O módulo habitável pode ser formado por um ou mais contêineres conjugados. sala de treinamento ou de aula. Materiais fogo-retardantes: Produtos ou substâncias que. Nota: É aplicado para a determinação da altura da edificação. Nível de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz a um local seguro no exterior.270.272.277. depósito. ao meio ambiente e ao patrimônio. 3.279. Ocupação predominante: Atividade ou uso principal exercido na edificação. 3. 3. submetidos `a ignição ou combustão. dispostos horizontalmente (afastados ou não entre si) ou verticalmente. limitar sua propagação. 3. submetidos `a ignição ou combustão. Materiais incombustíveis: Produtos ou substâncias que. Monitor: Equipamento destinado a formar e orientar jatos de água ou espuma de grande volume e alcance. 3. 3. Neblina de água: Jato de pequenas partículas d’água. Meio defensável (“tenable environment”): Meio no qual a fumaça e o calor estão limitados e restritos. sua utilização manutenção.

297. Operação automática: Atividade que não depende de qualquer intervenção humana para determinar o funcionamento da instalação. desde que reúna as habilitações necessárias. 3.287. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 14 de 21 . aberto em pelo menos três lados. 3.308. Pavimento: Plano de piso. Órgão competente: Órgão público. em desnível subterrâneo. Considera-se parede de 0. e ao uso de pedestres ou veículos. dividido pela área de aberturas existentes na mesma fachada. no mínimo.292. em desnível aéreo. em escala padronizada.307. Plano de Auxílio Mútuo (PAM): Plano que tem por objetivo conjugar os esforços dos órgãos públicos (Corpo de Bombeiros. 3. 3. conserva suas características de resistência mecânica. desenvolvimento e conseqüências dos incêndios.25cm de espessura em alvenaria ou 0. 3. 3. 3. cujo perímetro aberto tenha.3. Perigo: Propriedade de causar dano inerente a uma substância. 3. também. 3. 3.298. podendo ser em mais de uma folha. não definitivo em local com características de estrutura construtiva permanente.306. 70% do perímetro total. Operação de abastecimento: Atividade de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. 3. 3. Pista de rolagem: Pista de dimensões definidas. podendo ser anexadas ocupações temporárias. Considera-se. 3. no local e/ou em laboratório especializado.293.295. Planta de bombeiro: Representação gráfica da edificação. Pavimento em pilotis: Local edificado de uso comum. Pavimento de descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. Planilha de levantamento de dados: Instrumento utilizado para a catalogação de todas as informações e dados da empresa. 3. Defesa Civil. Passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias. Ocupações temporárias em instalações permanentes: Instalações de caráter temporário e transitório.289. e ao uso de pedestres. é estanque à propagação da chama e proporciona um isolamento térmico durante um tempo de 02 (duas) de fogo. elaborado por profissionais de grupo multidisciplinar (Engenheiros ou Técnicos que atuem na área de segurança de incêndio e ambiental). 3. 1.303. aberto em pelo menos duas faces opostas. em conjunto com o Corpo de Bombeiros.296. Plano global de segurança: Integração de todas as medidas de prevenção contra incêndios e pânico que garantam a segurança efetiva das pessoas (aspecto humano) e do edifício. Parede corta-fogo: Elemento construtivo que. Passagem subterrânea: Obra de arte destinada à transposição de vias. Planta de risco: Mapa simplificado no formato A2. envolvendo as medidas de proteção ativa e passiva. 3. no mínimo. devidamente treinada por órgão ou instituição similar. a uma instalação ou a um procedimento.288. em caso de sinistro.284. 3. 3.286. 3. 3. Operador: Profissional habilitado a executar a operação de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. Operação manual: Atividade que depende da ação do elemento humano. federal. Plano particular de intervenção (PPI): Procedimento peculiar de atendimento de emergência em locais previamente definidos. arranjo e previsão dos meios de segurança contra incêndio e riscos existentes. 3. 3. Plano de intervenção de incêndio: Plano estabelecido em função dos riscos da edificação para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência.15cm de espessura em concreto. Polícia etc) e brigadas de incêndio e de abandono das empresas privadas.291. mediante exame técnico das edificações. devendo os lados abertos ficar afastados. municipal. 3. materiais e equipamentos. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio.285. estadual. destinada à rolagem de helicópteros entre área de pouso ou de decolagem e a área de estacionamento ou de serviços. Pesquisa de incêndio: Apuração das causas.301.300. Piso: Superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. sob a ação do fogo.305. o local coberto. podendo acumular a função de motorista. Percentual de aberturas em uma fachada: Relação entre a área total (edificações não compartimentadas) ou área parcial (edificações compartimentadas) da fachada de uma edificação. indispensável à elaboração de um PPI. Pessoa habilitada: pessoa dotada de conhecimento técnico e treinada para comercializar fogos de artifício.304. contendo informações através de legenda específica da localização.294. A3 ou A4.50 m das divisas.290. 3.302.299. indicando: a) principais riscos. como tal.

3.312. é projetada. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio.327. dificultar a propagação do incêndio.b) c) d) e) f) g) h) i) paredes corta-fogo e de compartimentação. Processo de segurança contra incêndio: Documentação que contém os elementos formais exigidos pelo CBPMESP na apresentação das medidas de segurança contra incêndio de uma edificação e áreas de risco que devem ser projetadas para avaliação em análise técnica. conforme sua área de especialização. cabos. 3.320.322. destinadas à circulação de pessoas e de equipamentos. 3.328. 3. 3. e técnicas de emergências médicas (carga horária mínima de 40 horas). 3. devidamente registrado nos Conselhos Regionais competentes ou no Ministério do Trabalho e os militares das Forças Armadas. instalado nas aberturas da parede de compartimentação.329. Profissional habilitado: Toda pessoa com formação em higiêne. Planta: Desenho onde estão situadas uma única ou mais empresas. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. reserva de incêndio. Propagação por condução: Decorrente do contato direto de chamas pela fachada ou pela cobertura (em colapso) de um incêndio em uma Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 15 de 21 . Ponto de abastecimento: Ponto de interligação entre o engate de enchimento da mangueira de abastecimento e a válvula do recipiente que deve ser abastecido. tubos de lixo. Prevenção de incêndio: Conjunto de medidas que visam: evitar o incêndio. tubulações hidráulico-sanitárias.314.318. População: Número de pessoas para as quais uma edificação. hidrantes externos. das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. 3. 3. Será sempre pelo número máximo diário de pessoas. número de pavimentos. PPI: Plano Particular de Intervenção. inclusive das especificações de materiais e equipamentos. Posto de comando: Local fixo ou móvel. devido ao seu poder de destruição ou outra propriedade. 3. 3. Profissional legalmente habilitado: Pessoa física ou jurídica que goza do direito.316. bem como os terceiros nestas condições. ventilação.311.310. Produtos perigosos: Substâncias químicas com potencial lesivo à saúde humana e ao meio ambiente. permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação e áreas de risco. Projeto: Conjunto de peças gráficas e escritas.325. 3. 3. invólucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que têm a função de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalização. 3. 3. 3.319. proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e permitir o acesso para as operações do Corpo de Bombeiros. Posto de abastecimento e serviço: Atividade onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos.324. necessárias à definição das características principais do sistema de combate a incêndio.330.317. População flutuante: Número de pessoas que não se enquadra no item de população fixa. 3. População fixa: Número de pessoas que permanece regularmente na edificação. ou parte dela. 3. monta-cargas.326. Profundidade de piso em subsolo: Profundidade medida em relação ao nível de descarga da edificação.323. composto de plantas. vias de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros. deva ter seu uso restrita a pessoas físicas e jurídicas legalmente habilitadas. Poço de instalação: Passagem essencialmente vertical deixada numa edificação com finalidade específica de facilitar a instalação de serviços tais como dutos de ar-condicionado. considerando-se os turnos de trabalho e a natureza da ocupação. segurança e medicina do Trabalho. O controle é feito pelo exército ou polícia civil. e outros. com uma única ou mais edificações.313.315.309. assim como do memorial. seções. elevadores. elevações. eletrodutos. de modo a garantir a segurança social e militar do país. moral e psicologicamente. capacitadas técnica. Ponto de luz: Dispositivo constituído de lâmpada(s) ou outros dispositivos de iluminação. 3. segundo as leis vigentes. registro de recalque. com o 2° grau completo e que possuam especialização em prevenção e combate à incêndio (carga horária mínima de 60 horas). 3. armazenamento de produtos perigosos. 3.321. Porta corta-fogo (PCF): Dispositivo construtivo com tempo mínimo de resistência ao fogo. 3. Poço de sucção: Elemento construtivo do reservatório. 3. Projetista: Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto. detalhes e perspectivas isométricas e. hidrantes públicos próximos da edificação (se houver). Produto controlado: produto que.

pela cobertura (em colapso). projetado para resistir à passagem de ar ou fumaça. mantendo sua integridade. 3. 3.edificação.351.331. instalados nos dutos de ventilação e dutos de exaustão. 3.337.332. que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos.352. Recipiente estacionário: Recipiente fixo.350. 3. ou pela própria fachada (composta de material combustível) para uma outra edificação adjacente. 3. em quantidade e pressão recomendada.340. 3. destinado a interrromper o fluxo de água das instalações hidráulicas de combate a incêndio em edificações. 3.338. Registro de fumaça (“smoke damper”): Dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça. 3.341. Reservatório ao nível do solo: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado no mesmo nível do terreno natural. evitando que a pressão assuma valores maiores por onde ocorra escape do ar.347. Registro (“dumper”) de sobrepressão: Dispositivo que atua como regulador em ambiente que deva ser mantido em determinado nível de pressão. Refinaria: Unidade industrial na qual são produzidos líquidos inflamáveis. 3. a partir de petróleo. a qual opera independente da vontade do usuário. gasolina natural ou outras fontes de hidrocarbonetos.346.348. Rede de distribuição: Parte do sistema de abastecimento formado de tubulações e órgãos acessórios. Reservatório enterrado ou subterrâneo: Reserva de incêndio cuja parte superior encontra-se instalada abaixo do nível do terreno natural. fumaça ou chama e a atuar equipamentos de proteção e dispositivos de sinalização e alarme. 3. 3. 3.344.345. que se destina a unir dois níveis ou setores de um recinto de evento.354. É considerado transportável para efeito de proteção contra incêndio o recipiente com volume máximo de 500 l. inclusive a sua proteção.339. Responsável técnico: Profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas a segurança contra incêndio. 3.336. Reservatório semi-enterrado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado abaixo do nível do terreno natural e com a parte superior acima do nível do terreno natural. Rede elétrica da concessionária: Energia elétrica fornecida pela concessionária do município. 3.342.335. Resistência ao fogo: Propriedade de um elemento construtivo. 3. Rampa: Parte construtiva inclinada de uma rota de saída.356. que se propaga para outra edificação contígua. Registros corta-fogo (“dampers”): Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. Registro de fluxo: Dispositivo com a função de direcionar o fluxo de ar. Quadro de áreas: Tabela que contém as áreas individualizadas das edificações e seus pavimentos. 3. Reservatório de escorva: Reservatório de água com volume necessário para manter a tubulação de sucção da bomba de incêndio sempre cheia d’água. 3. normalmente utilizado na saída dos grupos moto-ventiladores. Registro de paragem: Dispositivo hidráulico manual. Propagação por convecção: Decorrente de gases quentes emitidos pelas aberturas existentes na fachada ou pela cobertura da edificação incendiada. quando utilizado duplicidade de equipamentos. Rede de alimentação: Conjunto de condutores elétricos. que se propaga por radiação por meio de aberturas existentes na fachada. Reforma: Alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída. Propagação por radiação térmica: Aquela emitida por um incêndio em uma edificação. 3. dutos e demais equipamentos empregados na transmissão de energia do sistema. 3.334. 3. 3. em escala comercial. de resistir à ação do fogo por um determinado período de tempo.355. destinada a colocar água potável à disposição dos consumidores.353. atendendo a requisitos de resistência a fogo e fumaça. 3. Um registro de fumaça pode ser combinado.25 m³. que atingem a fachada da outra edificação adjacente. Rede de detecção. 3. 3. Reservatório elevado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado acima do nível do terreno natural com a tubulação formando uma coluna d’água. com capacidade superior a 0. Reserva de incêndio: Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. sinalização e alarme: Conjunto de dispositivos de atuação automática destinados a detectar calor. na instalação hidráulica de combate a incêndio das edificações.349. Quando relacionado a fogos de artifício deve ser profissional com formação nas áreas de Engenharia Química. estanqueidade e isolação e/ou características de vedação aos gases e chamas.343. de forma contínua. Registro de recalque: Dispositivo hidráulico destinado a permitir a introdução de água proveniente de fontes externas.333. 3. Engenharia de Minas ou Engenharia de Segurança. 3. Recipiente transportável: Recipiente que pode ser transportado manualmente ou por qualquer outro meio. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 16 de 21 .

Selos corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. escadas. prevalecerá como sendo o maior risco.376.364. em função da área dos pavimentos. proporcionado por portas. bacilos. de qualquer ponto da edificação. Risco primário: Risco principal do produto de acordo com tabela do Decreto 96. vestíbulos. Separação entre edificações: Distância segura entre cobertura e fachada de edificações adjacentes. devidamente protegido e sinalizado. entretenimento e diversão. piaçava (ou piaçaba): Fibras vegetais de fácil combustão. gases. Nota 1: Ocorrendo equivalência na somatória da carga de incêndio. “halls”. até atingir a via pública ou espaço aberto (área de refúgio) com garantia de integridade física. Rótulo: elemento que representa informações como. Segurança: Compromisso a cerca da relativa proteção da exposição a riscos. casas de espetáculos etc.369. hidráulicas ou de demais outros dispositivos necessários. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. barreiras de proteção. adotar-se-á para efeito da classificação do maior risco. balcões.374.375. conexões entre túneis paralelos ou outros dispositivos de saída ou combinações desses. “Shopping” coberto (“covered mall”): Espaço amplo criado por uma área coberta de pedestre em uma edificação agregando um número de ocupantes. manuseio e identificação do produto. Risco predominante: Maior risco determinado pela carga de incêndio dentre as ocupações. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 17 de 21 . de 18 de maio de 1988. passadiço ou balcão. rampas. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. 3.366. símbolos e/ou expressões emolduradas referentes à natureza. 3. anteparos e/ou paredes de material incombustível. 3. O risco é a relação entre a probabilidade e a conseqüência. pressões anormais. radiações.367. 3. 3. bares. vapores. internos e externos à edificação e áreas de risco. Segurança contra incêndio: Conjunto de ações e recursos. 3. 3. Separação corta-fogo: Elemento de construção que funciona como barreira contra a propagação do fogo. Nota 2:Ocorrendo concentração de público. 3. temperaturas extremas.363. Risco: Propriedade de um perigo se materializar causando um dano. 3.359. 3. protozoários.044. fungos. que permite a passagem e interligação de instalações elétricas. 3.357. O risco pode ser físico (ruídos. bactérias. Setor: Espaço delimitado por elementos construtivos que condicionam a circulação das pessoas para outras partes do recinto. 3. restaurantes. Podem ser áreas livres. que permitam controlar a situação de incêndio. Pode ainda ser biológico (vírus. no fabrico de vassouras e também utilizadas como cobertura de edificações destinadas à reunião de público. onde esses espaços ocupados são abertos permitindo comunicação direta com a área de pedestres. tais como bares. corredores. Risco secundário: Risco subsidiário do produto de acordo com tabela do Decreto 96. pessoal de combate a incêndio ou por meios do extravasamento de produto para áreas externas ao risco. lanchonetes. com resistência mínima à exposição ao fogo de 2 horas. 3. Risco isolado: Condição que possibilita isolar por todos os lados. Sapé. 3. Pode ser químico (poeiras. Risco iminente: Possibilidade de ocorrência de sinistro que requer ação imediata. passagens externas.373. escritórios ou outros usos similares. Separação de riscos de incêndio: Recursos que visam a separar fisicamente edificações ou equipamentos. rota de saída ou saída: Caminho contínuo.371. Saída horizontal: Passagem de um edifício para outro por meio de porta corta-fogo. a ser percorrido pelo usuário em caso de emergência. recinto de evento ou túnel. Saída de emergência. que se caracteriza pela distância medida horizontalmente entre a cobertura de uma edificação e a fachada de outra. vestíbulo. avaliado conforme norma existente.358.377. 3. para o dimensionamento das saídas de emergências. Severidade da exposição: Soma total da energia produzida com a evolução de um incêndio. vibrações.360. 3. permitindo ainda a lotação ordenada do local. Saída única: Local em um setor do recinto de evento. 3. rota de fuga. instalados nas passagens de eletrodutos e tubulações que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. líquidos e neblinas provenientes de produtos químicos).368. parasitas e animais peçonhentos).370. 3. 3. de largo emprego na zona rural para cobertura de ranchos.3. 18 de maio de 1988.044. umidade e iluminação deficiente).365. a ocupação que possuir maior carga de incêndio pôr m².362. “Shaft”: Abertura existente na edificação. 3. passagem coberta. vertical ou horizontal.361. por meio de equipamentos.372. que resulta na intensidade de uma exposição. tais como lojas de varejo. onde a saída é possível apenas em um sentido. fumos.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 18 de 21 . Sistema de controle de fumaça (“smoke management system”): Um sistema projetado. notificando sua ocorrência a uma central. 3. com o conseqüente abandono da área.397. rede de tubulação. abastecimento de água. com limitação de área do empreendimento.398. 3. 3. 3. estando equipado com aspersores de neblina para descarga e distribuição na área a ser protegida. 3. Subestação de uso múltiplo: Instalação convencional. Sistema de chuveiros automáticos: Conjunto integrado de tubulações. Supervisão (“supervision”): Auto-teste do sistema de controle de fumaça. Tanque: Reservatório cilíndrico para armazenar líquidos combustíveis ou inflamáveis.20m do perfil do terreno. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural e tiver sua laje de cobertura acima de 1. dimensões e cores. Subestação compacta: Instalação atendida ou não.402. Subestação atendida: Instalação operada localmente e que dispõe de pessoas permanentes ou estacionadas. 3. 3.378.395. Sinalização de emergência: Conjunto de sinais visuais que indicam. visando o treinamento dos participantes. acrescida de outras edificações separadas e distanciadas entre si. aspectos econômicos e sociais. para modificar o movimento da fumaça. 3. Sistema de detecção e alarme: Conjunto de dispositivos que visa a identificar um princípio de incêndio. ligado à fonte da solução produtora. que visa a controlar a temperatura entre – 35ºC a – 40ºC de forma a manter o gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido sem a necessidade de pressurização.394.389. realizados por pessoal especializado.391.401. localizada em região urbana. causado por incêndio.396. explosão. de único proprietário. de forma rápida e eficaz.399. com os tipos descritos abaixo: 3. 3. 3. Sistemas de hidrantes ou de mangotinhos: Conjunto de dispositivos de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos.388.380. Tanque atmosférico refrigerado: Reservatório equipado com sistema de refrigeração. 3. de transportes ou estocagem.400. 3.386.385. a existência.393. 3. podendo os transformadores permanecer ou não enclausurados.379. Sinistro: Ocorrência de prejuízo ou dano.384.392. a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergência. que repassará este aviso a uma equipe de intervenção. Simulado: Emprego técnico e tático dos meios disponíveis. Substância sujeita a combustão espontânea: substância sujeita a aquecimento espontânea nas condições normais de pressão e temperatura. Tanques de maior risco: Reservatório contendo líquidos combustíveis ou inflamáveis e que possui maior demanda de vazão de espuma mecânica. são monitorados para acompanhar a falha ou integridade dos condutores e dos equipamentos que controlam o sistema. 3. Subestação não-atendida: Instalação tele-controlada ou operada localmente por pessoas não permanentes ou não estacionadas. Tanque atmosférico não refrigerado: Reservatório não equipado com sistema de refrigeração. acidente. mensagens. que engloba uma ou mais unidades de abastecimento.381. bombas de incêndio (quando necessário). 3. Subestação elétrica convencional: Instalação de pátio se encontram ao ar livre. 3. Sinais visuais: Compreendem a combinação de símbolos. de forma a processar água sobre o foco de incêndio em uma densidade adequada para extinguí-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial. 3. 3. 3. que inclui todos os métodos isolados ou combinados.387. 3. na qual o circuito de condutores ou dispositivos de função. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta norma. sendo. Subestação de uso múltiplo: Instalação localizada em uma única área compartilhada pelo proprietário e por terceiros. devido a fatores diversos.383. 3. etc. acessórios. Subsolo: Pavimento situado abaixo do perfil do terreno. que se aquecem em contato com ar. Sistema de aspersão de espuma: Sistema especial. capazes de se incendiarem. Subestação abrigada: Instalação total ou parcialmente abrigada. Subestação subterrânea: instalações que se encontram situadas abaixo do nível do solo.382.390. válvulas e dispositivos sensíveis à elevação de temperatura.3. em situação não real. 3. 3. Sistema de carregamento: Dispositivo para o abastecimento de tanques de combustível de motores de veículos. ou determinará o alarme para a edificação. formas geométricas.

3. 3. soldas e conexões. Torre de espuma: Equipamento portátil destinado a facilitar a aplicação da espuma em tanques. Tanque vertical: Reservatório de base apoiada sobre o solo.419. Nesta definição não estão incluídas as refinarias. 3. 3.421. Válvulas: Acessórios de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. 3. conexões e outros acessórios destinados a conduzir água.0 minuto.405. destilarias ou unidades químicas. 3. e é através deste fluxo de ar que são estabelecidas as trajetórias que serão percorridas pelo ar que gera a pressurização.425. 3. 3.420. que por condições específicas.418. Taxa de aplicação: Vazão de solução de espuma a ser lançada sobre a área da superfície líquida em chamas. de outra forma. 3. Veículo abastecedor: Veículo especificamente homologado para transporte e transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel. e cuja finalidade é diminuir o risco de um princípio de incêndio. natural ou outro similar) é montada. desembarque e entrega.417. Túnel rodoviário: Passagem horizontal construída embaixo da terra ou da água usado para o tráfego de automóveis. Tráfego: conjunto de atos relacionados com o transporte de produtos controlados e compreende as fases de embarque. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 19 de 21 . 3. nos termos da Lei Federal nº 4591. 3. sujeita às limitações da lei.429. Tubulação: Conjunto de tubos. constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e instalações de uso comum da edificação.55 m. 3. Tempo de comutação: Intervalo de tempo entre a interrupção da alimentação da rede elétrica da concessionária e a entrada em funcionamento do sistema de iluminação de emergência.403.428. nafta. Vazamento: Vazão de ar que sai do ambiente e/ou da rede de dutos de modo não desejável causando perda de uma parcela do ar que é insuflado. não em balanço. Tempo máximo de abandono (t): Duração considerada para que todos os ocupantes do recinto consigam atingir o espaço livre exterior. separar ou processar. assinalada por designação especial numérica. 3. Temperatura crítica: temperatura que causa o colapso no elemento estrutural. próximo às juntas.414.412. líquidos inflamáveis. Varanda: Parte da edificação. 3. desde a reserva de incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. fixada em 0. para determinar a qualidade ou comportamento de um sistema de acordo com as condições estabelecidas na Instrução Técnica.422.426.404. tendo pelo menos uma das faces aberta para o logradouro ou área de ventilação.413. Tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF): Duração de resistência ao fogo dos elementos construtivos de uma edificação. trânsito. Trajetórias de escape: Vazão de ar que sai dos ambientes pressurizados. 3. destinadas à passagem de instalações elétricas e hidráulicas etc. estabelecida pelas normas.427. 3. 3. fica permanentemente sem água no seu interior. Unidade de processamento: Estabelecimento ou parte de estabelecimento cujo objetivo principal é misturar.409.406. Tubulação seca: Parte do sistema de hidrantes.411. 3. 3. 3.416. 3. de 16 de dezembro de 1963. para efeitos de identificação.3. Tanque de teto cônico: Reservatório com teto soldado na parte superior do costado. Unidade de passagem: Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas. Válvula de retenção: Dispositivo hidráulico destinado a evitar o retorno da água para o reservatório. 3. visando ainda ao não confinamento de gás em locais não ventilados. sendo pressurizada por viatura de combate a incêndios. Unidade autônoma: Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno. limitada pela parede perimetral do edifício. aquecer. atingir a proteção contra incêndio existente nos dutos de sucção e/ou pressurização. definida no projeto do sistema. instalados nas aberturas das paredes de compartimentação ou dos entrepisos. Teste: Verificação ou prova (fazer funcionar experimentalmente). Unidade de combustível: Postos de abastecimento de combustíveis.407. Tubo-luva de proteção: Dispositivo no interior do qual a tubulação de gás (GLP.424. 3.423. Tanque de teto flutuante: Reservatório cujo teto será diretamente apoiado na superfície do líquido no qual flutua. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1.410.408. 3. Vedadores corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. 3. Terraço: Local descoberto sobre uma edificação ou ao nível de um de seus pavimentos acima do pavimento térreo. edificações destinadas a depósito e armazenamento de líquidos e gases inflamáveis e similares. 3.415.

440.3.434. Vistoria periódica: Ato de verificar as edificações quanto aos Sistemas de Proteção Contra Incêndio e pânico por motivação qualquer. que se caracteriza por aberturas situadas em lados opostos das paredes de uma edificação.437. que define uma categoria de segurança contra incêndio e pânico e por um símbolo suplementar. 3. Os significados de todos os símbolos utilizados devem ser representados em uma legenda. vielas. 3. visando. 3. Veios: Dispositivos instalados no interior de curvas. sendo uma localizada junto ao piso e a outra situada junto ao teto. Vigas principais: Elementos estruturais ligados diretamente aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade do edifício como um todo.2. define o significado específico do conjunto gráfico representado. 4. Ventilação cruzada: Movimentação de ar.3. Caso o projetista necessite de algum símbolo não apresentado no anexo.432.4. ou caminhos e similares). situados na área urbana e caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão. 3. 3. 3. 4. 3. Vias de acesso para atendimento a emergências: Áreas ou locais definidos para passagem de pessoas. 3. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 20 de 21 . 4. construído e operado com observância do disposto em norma e devidamente certificado pelo INMETRO. 3. 3. Os símbolos gráficos são compostos por uma forma geométrica básica. Via de acesso: Espaço destinado para as viaturas do CBMCE adentrarem no entorno à edificação. 4.1. quando colocado no interior da forma geométrica básica. Veneziana de tomada de ar: Dispositivo localizado em local fora do risco de contaminação por fumaça proveniente do incêndio e por partículas que proporcionam o suprimento de ar adequado para o sistema de pressurização. 4.433. este deve contar em legenda. em inspeção no local. Os símbolos podem ser suplementados por figuras detalhadas. proporcional à escala de qualquer desenho do projeto.6. também. especialmente projetado e utilizado para o transporte e transvasamento de gás natural liquefeito (GNL). autorizado para o exercício do serviço de análise de projetos e vistorias do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. Procedimentos 4. à área de risco e à faixa de estacionamento. 3. em casos de abandono de emergência. Via urbana: Espaços abertos destinados à circulação pública (tais como ruas.444.430. 4. Ventilação constante: Movimentação constante de ar em um ambiente. Caso seja conveniente.442.436. e/ou para transporte de equipamentos ou materiais para extinção de incêndios. As dimensões dos símbolos devem estar em uma mesma escala.431. 3.443.438.435. Bombeiro Mlitar Fiscal: Servidor público militar. avenidas.441. números ou abreviaturas. a área na cor preta existente no interior de algum dos símbolos pode ser substituída por hachuras ou pode ser pontilhada.3. bifurcações ou outros acessórios com a finalidade de direcionar o fluxo de ar. 3. Vistoria: Ato de verificar o cumprimento das exigências das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco. Velocidade (v): Distância percorrida por uma pessoa em uma unidade de tempo. à diminuição da perda de carga localizada. Não podem ser utilizados nos projetos de segurança símbolos diferentes dos referenciados na presente norma.439. Vítima: Pessoa ou animal que sofreu qualquer tipo de lesão ou dano.1. de forma clara e de fácil identificação pelo leitor. que. 3. Viaduto: Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior. Os símbolos gráficos que devem constar nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco são apresentadas no Anexo. Veículo transportador: Veículo que dispõe de tanque criogênico. 4.6.

ANEXO SÍMBOLOS GRÁFICOS EXTINTOR DE PÓ EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO EXTINTOR DE ÁGUA EXTINTOR SOBRE RODAS OU CARRETA HIDRANTE DE PAREDE HIDRANTE URBANO BLOCO AUTÔNOMO PARA ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA HIDRANTE SAÍDA DUPLA Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 21 de 21 .

O 03/2011 Prevenção Contra Incêndio e Pânico em Estádios e Áreas Afins (Dimensionamento de Lotação e Saídas de Emergência) FORTALEZA – CEARÁ Maio .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.2011 .

SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Área de acomodação do público – setores Saídas (normais e de emergência) Dimensionamento das saídas Setores para espectadores em pé em ANEXOS A Exemplos de dimensionamento B Figuras eventos esportivos em geral 9 Outras exigências 10 Edificações de caráter temporário 11 Edificações existentes 12 Da proteção contra incêndio 13 Prescrições diversas 14 Publicação 2 .

Decreto Regulamentar Nº10/01. 2. Decreto nº 6. 3 . Antônio Leça. de 16 de março de 2009. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. 2008.ed. de 29 de dezembro de 2004 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Ceará. NBR 9050 – Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente. 2.671. rodeios.assentos plásticos para estádios desportivos e lugares públicos não cobertos.BRASIL.556.ed.3 As normas técnicas NT 01 e NT 05 Para edificações permanentes. de 07/06/01. 18. Estabelecer os requisitos mínimos necessários para a segurança contra incêndio e pânico em centros esportivos. Lei nº 10. NFPA-101 . NBR 9077 – Saídas de emergência em edificações NBR 9441 .Execução de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio. Regulamento das Condições Técnicas e de Segurança dos edificações destinadas a reunião de público enquadradas nas divisões F-3 e F-7 (estádios. United Kingdom.Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. NBR 15219 .Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais.500 pessoas.ed.1 Para compreensão desta Norma NORMATIVAS E Técnica é necessário consultar as seguintes normas. COTÉ. Instrução Técnica nº 37/2010 . Football Stadiums -Technical recommendations and requirements. Decreto Regulamentar nº 34/95. em especial quanto à determinação da população máxima e o dimensionamento das saídas visando à proteção da vida. atendendo a Lei nº 13.Life Safety Code Handbook. 4. Faculdade de Universidade do Porto. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: BRASIL. cobertas ou ao ar livre. arquibancadas e similares). de 15 de maio de 1 OBJETIVO 2003. de 16 de dezembro de 1995. 2007. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 3. GUIDE TO SAFETY AT SPORTS GROUNDS (Green Guide).2 que 05. PORTUGAL. fechadas ou abertas. FIFA. 5. de 15 de maio de 2003.assentos plásticos para estádios desportivos e lugares públicos fechados. Ron. de eventos e de exibição.Plano de emergência contra incêndio – Requisitos NBR 15476 – Móveis plásticos .671. Regulamenta o art. ginásios. 23 da Lei nº 10. Modelação matemática do abandono de edifícios sujeitos à ação de um Engenharia da incêndio. Instrução Técnica nº 12/2010 . 2000. circos. Quincy: NFPA. COELHO.1 APLICAÇÃO Esta norma técnica se aplica às Portugal. NBR 15816 – Móveis plásticos . permanentes ou não. NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. arenas. PORTUGAL. construções provisórias para público. admite-se dimensionados conforme a norma técnica NT complementam o presente texto nos assuntos não detalhados nesta norma técnica. Dispõe sobre o Estatuto de Defesa do Torcedor e dá outras providências.795. com os parâmetros de saídas sejam lotação inferior a 2. FIFA: Zurich. 2 2.

1.1 Acesso: caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor.1.1.10 Local de segurança: local fora da edificação.1. Os acessos podem ser constituídos por corredores.6 Barreiras: estruturas físicas destinadas a impedir ou dificultar a livre circulação de pessoas.4 Assento A rebatível: peça do mobiliário assento que possui apresenta duas peças principais. passagens. segura. anfiteatros.Recintos de Espectáculos e Divertimentos Públicos. que encerra um conjunto de ações 4 . constituindo a rota de saída para se alcançar uma escada. 4. auditórios. em estádios. escadas abertas externas. 4. geralmente acessos radiais ou entre um acesso radial e possui piso plano ou levemente inclinado (rampa).1. 4. Exemplos: escadas de segurança. 4 4. cada uma em plano mais elevado que a outra.1. permanecendo na posição recolhida quando desocupada.1. no qual as pessoas estão sem perigo imediato dos efeitos do fogo.20 m.2 Acesso lateral: é um corredor de circulação assentos paralelo ou às filas (fileiras) de arquibancadas. 4. etc. acabamento Este e local de deve possuir resistência ao fogo e elementos construtivos. circos. 4.13 Plano estabelecido de em emergência: função dos documento riscos da entre aplicam-se as definições abaixo: 4. as pessoas têm alguma proteção contra os efeitos do fogo e de da fumaça. revestimento incombustíveis. terraços e similares. 4. Ver Figura 1.1. encosto e assento. Podem ser providas de assentos (cadeiras ou poltronas) ou não. de forma ordenada e eficiente de toda a população fixa e flutuante da edificação em caso de uma situação de sinistro.5 Arquibancada: série de assentos em filas sucessivas. 4.8 Bloco: agrupamento localizados de assentos dois preferencialmente uma barreira.11 Local de relativa segurança: local dentro de uma edificação ou estrutura onde. 4.1. Deve ter largura mínima de 1.12 Plano de abandono: conjunto de normas e ações visando à remoção rápida. características retráteis. podendo ser inclinado (rampa) ou com degraus. 4. em forma de degraus.3 Acesso radial: é um corredor de circulação que dá acesso direto na área de acomodação dos espectadores (patamares das arquibancadas). 4.1. vestíbulos. por um período limitado de tempo. corredores de circulação (saída) ventilados (mínimo de 1/3 da lateral com ventilação permanente). ou uma área de refúgio. seja por contra de peso ou de mola. Há também a modalidade de arquibancadas para público em pé.9 Descarga: parte da saída de emergência que fica entre a escada ou a rampa e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública.1. proporcionando às pessoas continuarem sua saída para um local de segurança. edificação. Ver Figura 1. varandas. devido à pressão da multidão aglomerada nas áreas de acomodação de público em pé. balcões.1 DEFINIÇÕES Para entendimento desta norma técnica 4. ou descarga para saída do recinto. Pode ser constituída por corredores ou átrios cobertos ou a céu aberto. e que se destina a dar melhor visibilidade aos espectadores. ou uma rampa.7 Barreiras antiesmagamento: barreiras destinadas a evitar esmagamentos dos espectadores.1.1. 4.

o movimento dos ocupantes venha a saturar determinadas rotas de fuga bem como possibilitar às equipes de segurança. devidamente equipado com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis no local. de forma que estes sejam providos de todos os recursos (bares. do setor. 5.1. visando à proteção da vida. definido por um conjunto de blocos. bem como a redução das conseqüências de sinistros.16 Setor: espaço delimitado para acomodação dos espectadores. sanitários.5 Os setores. arena etc. 4.18 Tempo de saída: é o tempo no qual todos os espectadores. 4.15 Sala de Comando e Controle: local instalado proporcione em visão ponto geral estratégico de que todo recinto no atendimento de uma 5. 5. em condições normais. 4. sendo. por determinada largura de saída (pessoas/minuto). destinado à coordenação integrada das operações desenvolvidas pelos órgãos de Defesa Civil e Segurança Pública em situação de normalidade. da fila e da numeração do assento. 4.1. acessibilidade e outros) e acessos e saídas independentes. permitindo a ocupação ordenada do recinto. 5 ÁREA DE ACOMODAÇÃO DO PÚBLICO – SETORES 5. do meio ambiente e do patrimônio. quadra. Nota: Não inclui o tempo total necessário para percorrer a circulação inteira de saída (do assento ao exterior). 4.). atendendo às prescrições desta norma técnica. com representantes de todos os órgãos envolvidos emergência. condições para executarem suas respectivas ações nos diversos eventos. no mínimo.2 Em todos os setores deve haver saídas suficientes. em cor contrastante com a superfície.1.1.1 Os recintos para eventos desportivos devem ser setorizados em função de suas dimensões a fim de evitar-se que.1.1 Generalidades numerados e identificados.3 O projeto das arquibancadas deverá prever a possibilidade de divisão física entre setores. através de barreiras que possam ser removidas.1. em uma situação de emergência. em lados distintos. duas alternativas de saída de emergência.1. 5. conseguem deixar a respectiva área de acomodação (setor) e adentrarem em um local seguro ou de relativa segurança.1. atendimento médico. contendo sinalização complementar de balizamento pertinentes. socorro e salvamento. as fileiras e os assentos dos espectadores (inclusive quando o assento for no próprio ser patamar da arquibancada) devem devidamente conforme normas técnicas (setores de público. devendo também as fileiras serem identificadas nas laterais dos acessos radiais.17 Taxa de fluxo (F): número de pessoas que passam por minuto.1. em função da população existente.14 Posto de comando: local fixo ou móvel. com marcação fixa e visível. 4.000 pessoas.1. Recomenda-se que cada setor tenha lotação máxima de 10. os blocos. campo. 5.6 Os ingressos disponibilizados para o evento devem conter a respectiva identificação do portão. do bloco. 5 .e procedimentos a serem adotados.1. 5.4 As rotas de fuga dos espectadores devem ser independentes das rotas de fuga dos atletas ou artistas que se apresentam no recinto.1.19 Túnel de acesso ou “vomitório”: passagem coberta que interliga as áreas de acomodação de público (arquibancadas) às circulações de saída ou de entrada do recinto.

no mínimo.1.2 Patamares (degraus) das desde que atendidos os seguintes requisitos: a. conforme normas vigentes. caso as filas sejam equipadas com cadeiras com assento rebatível ou não possuam cadeiras (assentos numerados direto na arquibancada). Assentos assentos (cadeiras aos individuais ou devem das ser 5. d.3 máximos em 50%.2.7 Somente são considerados lugares destinados a espectadores.4 Os permitido) patamares devem (degraus) as das arquibancadas para público em pé (quando possuir seguintes dimensões (ver Figura 2): a. largura mínima 0. 5. possuir resistência mecânica suficiente para os esforços solicitados. 5. espectadores dimensionados conforme normas técnicas e ter as seguintes características (ver Figuras 3 e 4): a.2. e.80 m.2.2. quando houver acesso em ambas extremidades da fila.1 Os destinados arquibancadas poltronas). ter espaçamento mínimo de 0.5 Os patamares (degraus) das arquibancadas para público sentado (cadeiras individuais ou assentos numerados direto na arquibancada. 0.5. caso as cadeiras sejam não-rebatíveis (tipo concha) das os filas. 10 m. entre a 6 .8 As arquibancadas para público em pé devem ser dotadas de barreiras antiesmagamento – ver Seção “Guarda-corpos (barreiras) e corrimãos”.1.7 Para edificações a serem construídas. largura mínima de 0. deverão ser reduzidos em 25%. 5.75 m.3 Para ginásios cobertos e similares (locais internos) e para arquibancadas provisórias (desmontáveis): 14 m. comprimentos previstos na arquibancadas 5.57 m (ver Figura 3). e. medidos centralizadamente. serem constituídos com material incombustível ou retardante ao fogo. 5. os valores máximos de comprimento da fila. 5.2.2 Para estádios e similares (arquibancadas permanentes): 20 m. aqueles inseridos dentro dos setores previamente estabelecidos e com rotas de fuga definidas.3.15 m a 0.40 m. a cada 50 cm entre seus eixos.2.1. b. 5. 5. 7 m. 5.15 m e máxima de 0.1.40 m para circulação nas filas. c.2 Para Subseção 5.1 O comprimento máximo e o número máximo de assentos (cadeiras.1 Para edificações existentes admitese patamares com largura mínima de 0. cada assento deverá possuir. não será admitida a previsão de espectadores em pé.5.6 Quando os próprios patamares das arquibancadas forem usados como degraus de escada. no mínimo.2.19 m. quando houver acessos nas duas extremidades da fila. devem ser reduzidos arquibancadas provisórias (desmontáveis) ver Seção específica. poltronas) nas filas das arquibancadas devem obedecer às seguintes regras: 5. 5. previstos na Subseção 5. altura mínima de 0. 5.2. quando houver apenas um corredor de acesso (ver Figura 1).2. recomenda-se que a altura destes esteja entre 0.42 m de largura útil e deve ser instalado. b. altura máxima de 0.19 m.2. quando houver apenas um corredor de acesso. b. b.2.5. quando permitido) devem possuir as seguintes dimensões: a.

5 A altura mínima do guarda-corpo da parte de trás da arquibancada deverá ser de 1. d.4.4. 5.1 SAÍDAS (NORMAIS E DE EMERGÊNCIA) Regras gerais (saídas horizontais e verticais) 6.5 kN/m (Kilonewton 7 . 5.1. 5. quando houver. 6.35 m (ver Figura 4). localizadas em cotas inferiores. f. circulações de saídas horizontais e verticais e respectivas portas. c. b. assentos por metro). 5. 5.1.4 – Guada-corpos.10 m.2 É importante que se forneça.4 Inclinações das arquibancadas 5.4 A altura mínima do guarda-corpo frontal da arquibancada deverá ser de 1. Assim.2 Os estádios com público superior a 35. 5. de forma segura. ter encosto com altura mínima de 30cm. nos recintos de grande aglomeração de pessoas. e.3 Os responsáveis pela edificação e pela organização do evento devem garantir a permanência de equipes habilitadas para assegurar que as vias de saída estejam planejadas para prover aos espectadores uma circulação livre e desimpedida até que eles consigam atingir a área externa da edificação.3. exceto se o patamar possuir largura igual ou superior a 1.1 As saídas podem ser nominadas didaticamente em: a.55 m para circulação (ver Figura 4). serem afixados de forma a não permitir sua remoção ou desprendimento de partes sem auxílio de ferramentas. barreiras e corrimãos.2 Nos setores com arquibancadas para público em pé. a passagem das pessoas dentro de um período de tempo aceitável.000 pessoas deverão adotar assentos rebatíveis.projeção dianteira de um assento de uma fila e as costas do assento em frente. bem como nos setores com assentos no próprio patamar da arquibancada (quando permitido).70m do piso e resistência mínima de 1. acessos. e evitar o congestionamento das saídas e o estresse psicológico. escadas ou rampas. com altura mínima de 0. haja número suficiente de saídas em posições adequadas (distribuídas de forma uniforme).3. 5.1 A inclinação máxima admitida para os setores de arquibancada será de 37 graus (medida entre a primeira fila e a última.80m. 6 6.3. e.6 A altura mínima do guarda-corpo das laterais da arquibancada deve atender à Seção 6. circulações de saída capazes de comportar.10 m.1. deverá ser mantida a distância mínima de 0.3.1 Nos setores de arquibancadas com a instalação de barreiras inclinação igual ou superior a 32 graus tornase obrigatória (guarda-corpos) na frente de cada fila de assentos.3. Ver Figuras 3 e 4. 6. deve-se assegurar que: a. a inclinação máxima deve ser de 25 graus. devendo apresentar este planejamento no Plano de Emergência. descarga. Para edificações existentes admite-se este espaçamento com 0.1. espaços livres no exterior.3 À frente das primeiras fileiras de dos setores de arquibancadas. 5. tendo como base a cota inferior dos degraus das arquibancadas em relação à linha horizontal).1.4.

1 No caso de edificações existentes. deverá ser elaborado Plano de Emergência. escadas. acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de 8 . rampas e outros). locais fechados e outros. escritórios.13 Os desníveis existentes nas saídas horizontais devem ser vencidos por rampas de inclinação não superior a 10% e patamar horizontal de descanso a cada 10 m.1. devendo constar as plantas ou croquis que estabeleçam o “plano de abandono” de cada um dos setores.1. Cópia do Plano de Emergência deve ser mantida na sala de comando e controle do recinto. 6. atendendo aos critérios descritos nas normas técnicas pertinentes. 6.1. camarotes.1. Ver Figura 14. sendo que deve haver. 5 m das saídas (túneis. 6.9 Para recintos com previsão de público igual ou superior a 2. 1.1. deve-se dimensionar para o novo número de pessoas. vestiários.7 As saídas devem possuir. circulações podem estreitamento em suas larguras. 6. devendo. pista outros) acessíveis ao público devem ser previstas passagens que permitam aos espectadores sua utilização mediante em caso de emergência. campo. sala de imprensa. conforme dimensionamento da capacidade das saídas e caminhamentos máximos. 6. no mínimo. locais de venda.6 As adequadas.1.1 Vestiários.10 As saídas que não servem aos setores de arquibancadas ou à platéia devem atender aos parâmetros normativos pertinentes adotados na NT 05.1. as pessoas não tenham que percorrer distâncias excessivas para sair do local de assistência (acomodação). 6.1.14 Nas quadra. em cada setor. c. no mínimo. haja dispositivos que direcionem o fluxo de pessoas que irão adentrar em uma rota de fuga. em lados distintos. todas as áreas de circulações de saída tenham larguras adequadas à respectiva população. administração. Ex: camarins.500 pessoas. todas as saídas tenham sinalização e identificação condições emergência.8 As saídas devem ser dimensionadas em função da população de cada setor considerado. normais tanto como em em 6.20 m de largura.7.12 Toda circulação horizontal deve estar livre de obstáculos e permitir o acesso rápido e seguro do público às saídas verticais dos respectivos pisos ou à área de descarga. no caso de aumento de fluxo na circulação. 6.1. de abertura nos dois sistema normas técnicas pertinentes.4 Nas saídas.1. no mínimo.1. acessos dos sanitários e outros locais de acúmulo de pessoas devem distar. 6. 6. 6.11 Devem ser previstos espaços adequados para portadores de necessidades especiais. os elementos construtivos e os materiais de acabamentos e de revestimento devem ser incombustíveis. área de concentração dos atletas ou artistas. no sentido da saída do recinto. será admitida a largura mínima de 1. 6. e. d.1. barreiras dentre ou alambrados dos que locais separam a área do evento (arena. devendo ser adotadas as rotas mais diretas possíveis.10m. duas opções (alternativas) de fuga. deverá também ser executado e de conter balizamento não em material sinalização conforme sofrer antiderrapante complementar 6. no mínimo. ser mantida a mesma largura ou.12. além de ser incombustível.5 O piso das áreas destinadas à saída do público.b.1. sentidos.

6. 6. 6. Para este cálculo. nunca inferior a 1. exceto os portões de acesso ao campo.17 As portas e os portões de saída do público devem abrir sempre no sentido de fuga das pessoas. Estas passagens devem ser seguramente na posição aberta. 6. as paredes não devem ter cantos vivos. Estas saídas devem ser monitoradas pessoalmente pelo serviço de segurança ou pela brigada de incêndio. 9 . 6.0 cm de largura e serem contínuas até a barreira.1. não sendo permitido qualquer tipo de travamento no sentido de saída do recinto. porém. dobradiças e outros.23 As catracas de acesso devem ser reversíveis. 8 e 9).20 m. em caso de necessidade. 6. sendo que estes espaços não poderão ser computados no cálculo das saídas de emergência.19 Nenhuma saída deve ser fechada de modo que não possa ser facilmente e imediatamente aberta em caso de emergência.1. a qualquer momento.15. para permitir a saída de alguém do recinto. que devem ser devidamente monitorados pelo serviço de segurança ou pela brigada de incêndio.1 As faixas previstas no item anterior deverão possuir no mínimo 5.22 Não devem existir peças plásticas em fechaduras.incêndio. 6. maçanetas.27 As circulações devem ser iluminadas e sinalizadas com indicação clara do sentido da saída. espelhos. 6. 6. 6.1. de acordo com os parâmetros da NT 09. 6. deve ser considerada uma capacidade máxima de 660 espectadores por catraca por hora.1. e possuir largura dimensionada para o abandono seguro da população do recinto.1. com as respectivas sinalizações. instaladas ao final de todos os acessos radiais. 6.1.18 As portas e portões de saída devem ser providos de barras antipânico. O responsável pela segurança deve verificar ou ser informado quando todas as portas e portões das saídas finais estiverem conforme prescrições desta Norma Técnica.). contrastantes com a cor do piso (ver Figuras 3. 6.1. 6. 6.1.1 As passagens (portões) de acesso ao campo devem ser pintadas em cor amarela. portão ou alambrado. devendo permanecer sempre livres e prontos para utilização.1.1. 6. saídas público a separadamente.15 Os acessos radiais deverão ser na cor amarela ou sinalizados com faixas amarelas nas extremidades laterais.26 É vedada a utilização de portas e portões de correr ou de enrolar nas saídas.21 Todas as portas e portões de saída final em uma via de saída normal devem abrir no sentido do fluxo de saída e serem mantidos na posição totalmente aberta.25 Ao lado das entradas devem ser previstas portas ou portões destinados à saída dos espectadores. dimensionados de acordo com o estabelecido nesta norma técnica. atenderem que se devendo estas ao proporcionalmente destinam. não devem obstruir qualquer tipo de circulação (corredores. não podendo ser obstruídos pela movimentação de entrada do público ao recinto.1. descarga etc.24 As catracas devem ser dimensionadas para atender a todo o público e a seu acesso em um tempo máximo de 1 hora com a devida agilidade e atendimento aos procedimentos de segurança.1. escadas. enquanto o recinto for utilizado pelo público. com prazo suficiente para garantir a saída segura do público. Ao abrir.1.20 As saídas finais devem ser monitoradas pessoalmente pela segurança ou brigada.1 Deverão ser observadas medidas que permitam a saída do público de torcidas distintas.1.1.1.21. antes do fim do evento.14.16 Quando houver mudanças de direção.

63 ≤ (2h + b) ≤ 0. guarda-corpos com altura mínima de 1. as escadas e rampas com 2. 6.28 Todas as saídas (portas. c. e.1.2. nas arquibancadas. o balanceamento dos degraus deve atender a relação entre altura do espelho (h) e a largura da pisada (b).80m a 0.4 – Guada-corpos.15 m ≤ h ≤ 0.7 Os degraus das escadas (exceto os degraus dos acessos radiais) devem atender aos seguintes requisitos: a.10 m. d. ou seja.3 Para edificações existentes. 6. 6. elevadores de emergência e escadas rolantes não podem ser considerados como saídas de emergência.1 Serem contínuas desde o piso ou nível que atendem até o piso de descarga ou nível de saída do recinto ou setor.2. 6.20m (exemplo: patamar entre dois lanços na mesma direção). barreiras e corrimãos. largura mínima das pisadas (b): 0. b.7. 6.64 (m) 6.29 As portas e passagens nas circulações devem ter altura mínima de 2. 6. nos dois lados (interno e externo).1.80 m e no mínimo a cada 1. os quais sejam tecnicamente impossíveis de serem corrigidos.27 m. b. o comprimento mínimo dos patamares deve ser igual à largura da respectiva saída. b. o piso dos degraus e patamares revestidos por materiais incombustíveis e antiderrapantes.20 m (ver Figura 5).5 Os patamares devem ter largura igual à da escada ou da rampa e comprimento conforme regras descritas abaixo: a.9 O uso de rampas é obrigatório nos 10 . não deve ultrapassar 3. corrimäos contínuos em ambos os lados.2.escadas ou rampas existam saliências ou um degrau de escada.4 Devem ser construídas em lances retos e sua mudança de direção deve ocorrer em patamar intermediário e plano. estes deverão ser sinalizados observando sinalização específica conforme normas técnicas pertinentes.18 m. com seus respectivos números de identificação.6.2.1 Todos os tipos de escadas ou de rampas deverão ter: a. atendendo aos requisitos da Seção 6.8 Em áreas de uso comum não são admitidas escadas em leque.2.5 cm). para facilitar o deslocamento rápido em caso de emergência.2.40 m de largura ou mais devem possuir corrimãos intermediários no máximo a cada 1.18 m. 0. 6.2.2.20 m para edificações novas e de 2.4. 6.2. 6.2.2. caso não haja mudança de direção.1 Os degraus dos acessos radiais.20 m de altura (rampas e escadas).2. o comprimento mínimo deve ser igual a 1. a saber: 0. altura dos espelhos dos degraus (h) deve situar-se entre 0. com altura entre 0.2. devem ser balanceados em função da inclinação da arquibancada e das dimensões dos patamares (ver Figura 3).2.2.2.15 m e 0. atendendo aos requisitos da Seção 6. f.2 Saídas verticais .2. quando houver mudança de direção na escada ou na rampa. 6.005 m (0. com tolerância de 0.2 As saídas verticais (escadas ou rampas) devem ainda satisfazer as exigências descritas a seguir: 6. largura mínima de 1. as escadas devem ter lanço mínimo de 3 degraus. 6.2.00 m para as existentes. portões) devem ser claramente marcadas. caso 6. caracol ou helicoidal.2. entre dois patamares consecutivos. c.2.92m.2.2 O lanço máximo.6 Elevadores.2.20 m.

3. quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada.3. ao redor do recinto. 6.2.15 As inclinações das rampas não deverão exceder a 10% (1:10).2 Nos acessos ao recinto devem ser planejadas áreas de acúmulo de público suficientemente dimensionadas para conter o público com segurança. possam provocar a aglomeração de público.13 As rampas podem suceder um lanço de escada.11 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras. mesmo que corretamente 11 . 6. proibição de “comércio” nas proximidades das saídas e outros. por exemplo: desvios de trânsito nas vias próximas ao recinto.2. barreiras e corrimãos adotados pela organização do evento e pelas autoridades competentes para que a descarga do público tenha fluxo suficiente na área externa. não devendo ser dispostas dependências que. conforme normas técnicas pertinentes. sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção.4 As a. mas não podem precedê-lo.10 As rampas devem ser dotadas de guarda-corpos de forma análoga às escadas. devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos.3. para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações para acesso de deficientes físicos. obstáculos ou instalações que possam causar lesões em caso de abandono de emergência. pela sua natureza ou sua utilização.2. não serem utilizadas como depósito de qualquer natureza.3 No dimensionamento da área de descarga. 6. b.2. 6. organizado em filas antes de passar pelas catracas. tendo comprimento mínimo de 1.2.2. medidas de segurança devem ser adotadas para se evitar a aglomeração de público nas descargas externas do recinto. 6. 6.2.3 Descarga e espaços livres no dimensionadas. 6. 6. Dessa forma. b. com comprimento não inferior à da folha da porta de cada lado do vão. Caso necessário.3. 6. o que comprometeria as saídas do recinto. c.20 m. c. serem distribuídas e de forma de exterior.4 Guarda-corpos. d. na descarga e acesso de elevadores de emergência. 6.1 Cuidados especiais devem ser equidistante dimensionadas maneira a atender o fluxo a elas destinado e o respectivo caminhamento máximo. deverão ser previstos divisores físicos que impeçam tal utilização. tais como bares. serem mantidas livres e desimpedidas. não descargas serem devem atender aos como de seguintes requisitos: utilizadas de veículos estacionamento qualquer natureza. sendo que estas devem estar situadas sempre em patamares planos. e. não possuir saliências. medidos na direção do trânsito.2. 6. no sentido descendente de saída.2. para evitar-se congestionamento nas circulações internas da edificação.2. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. 6.14 Não é permitida a colocação de portas nas rampas (ou nas escadas).seguintes casos: a. pistas de dança.2.12 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível. lojas de “souvenirs” ou outras ocupações.2.

Os lanços (canais) determinados pelos corrimãos centrais deverão ter largura mínima de 1.4.4. 6. não possuindo quinas vivas ou reentrâncias agarramento saliências roupas. sempre que houver qualquer desnível maior de 18 cm. 6. 6.7.12 Para escadas de escoamento e circulação de público com largura útil total maior do que 3. no mínimo. desde que o guarda-corpo atenda também aos preceitos do corrimão. porém. ambos com vão máximo de 0.4.10 m. para compor a altura mínima de 1. 6.7 Nos acessos radiais das arquibancadas. 6.3 As arquibancadas cujas alturas em relação ao piso de descarga sejam superiores a 2.1. estes deverão ter descontinuidades (intervalos) no mínimo a cada 2 fileiras e no máximo a cada 4 fileiras de assentos. com corrimãos e guardacorpos contínuos.4.80 e 0. recomenda-se que até a altura 0.4. centrais.20 m e máximo 1. deve ser.10 m devem possuir fechamento dos encostos (guarda-costas) do último nível superior de assentos. de preferência.4. 6. 6.4.9 No perímetro de proteção dos túneis de acesso (vomitórios).30m nas extremidades.11 Nas comuns enclausuradas) e rampas não enclausuradas pode-se dispensar o corrimão. permitam NT 05. 7 e 9). de ambos os lados.1 Estes intervalos (aberturas) terão uma largura livre correspondente à largura do patamar. de forma idêntica aos guarda-corpos.80 m em relação a este nível (ver Figura 4). prolongando-se mais 0. com altura entre 0. com altura mínima de 1.10 m e sua resistência mecânica varia de acordo com a sua função e posicionamento (ver Figuras 6). de 1. Nota: somente deverão ser utilizadas longarinas quando for inviável a utilização de balaústres. 6.6 Os curvas. a fim de se evitar acidentes. devem ser dotadas de corrimãos centrais. devendo ainda parâmetros da NT 05. formando canais de circulação (ver Figura 5).8 As escadas com mais de 2. devendo estar situados entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso.1 Toda saída deve ser protegida.4.4. com aberturas de 60 cm no início e término dos patamares e.4. suas extremidades devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes.6.4 O fechamento dos guarda-corpos deve ser por meio de longarinas (barras horizontais) ou.2 A altura das barreiras. quando houver acomodações ou assentos em ambos os lados.6 m devem ser instaladas barreiras retardantes antes da chegada às 12 atender também aos mesmos parâmetros da .4. 6.4.15 m. conforme a NT 05.5 Os corrimãos deverão ser dotados em ambos os lados das escadas (ou rampas). 6. 6. visando facilitar o acesso aos mesmos e permitir a passagem de um lado para o outro.80m. 6.10 Os corrimãos devem ser construídos para resistir a uma carga mínima de 900 N (Newton) aplicada verticalmente de cima para baixo e horizontalmente escadas em ambos os (não sentidos.7.4. as quais deverão ser voltadas aberturas. os corrimãos devem ser laterais (individuais por fila) ou corrimãos devem possuir as terminações (extremidades) arredondadas ou para parede ou e de outra solução que Deve alternativa.0 kN/m (ver Figuras 6.1 Quando os corrimãos forem centrais (ver Figuras 7 e 9). neste caso.90 m (90 cm) a guarda seja confeccionada com concreto (ver Figura 8).92 m e resistência mínima de 2. 6. internamente. atender balaústres aos (barras mesmos verticais).40 m de largura.4.

6 A regra acima se aplica também quando a área do gramado.5 pessoas por m² de área.1. 7. “x” é a extensão da arquibancada em metros e “n” o número de degraus da arquibancada. da arena de rodeios e similares for usada para acomodação dos espectadores (público). mesas). resistência distâncias entre barreiras conforme Figura 10. b.3 – Assentos). do campo.2.5 m linear de arquibancada por pessoa. 7 7. 7.10 m (sendo permitida uma tolerância de variação de até 3%). terem sua resistência e funcionalidade testadas.1 Para maiores informações sobre dimensionamento de guardas e barreiras. da quadra. devendo possuir manutenção constante. contudo. devendo-se adotar o valor de 4 pessoas por metro quadrado da área útil destinada aos espectadores (Dmáx. onde “P” é a população máxima.1 Arquibancadas poltronas número (rebatíveis total de com ou cadeiras ou não-rebatíveis): demarcados assentos (observando-se os espaçamentos conforme Seção 5. nessas condições. copas e outros ambientes.1. terem devem mecânica 7. Para cálculo da capacidade de público do setor.5 Para setores (ou áreas) de público em pé: as áreas destinadas ao público em pé.1 DIMENSIONAMENTO DAS SAÍDAS Cálculo da população saídas em de emergência da são 7.4 No caso de camarotes que possuam mobiliários (cadeiras. não possuírem As pontas bordas ou bordas ser e agudas.2. para fins de definição da capacidade real máxima e disponibilização de ingressos (lotação real).1. d.mesmas para um melhor controle e promoção de um ritmo contínuo de público (ver Figura 12). devendo-se adotar.1.3 No caso de camarotes que não possuam cadeiras fixas. sendo exigido laudo técnico específico com f.4. serem contínuas entre os acessos radiais. espaçadas em função da inclinação e devem possuir os seguintes requisitos: a. 7. deverá ser adotada a fórmula: P = (2 x).n.1.2 A lotação do recinto (população máxima) deve ser calculada obedecendo-se aos critérios abaixo descritos.2. consultar o “Guide To Safety at Sports Grounds” (“Green Guide” . 13 . excluindo-se sanitários. da pista. a população será definida conforme o leiaute. arredondadas.13 Barreiras antiesmagamentos (ver Figuras 10 e 11) devem ser previstas nas arquibancadas para público em pé. antes de serem colocadas em uso. c. 7. caso existam.2. evento. por engenheiro habilitado.4. dimensionadas função população máxima no recinto e/ou setor do evento.1.1. a densidade (D) será de 2.2.2 Arquibancadas sem cadeiras ou poltronas: na proporção de 0. 7. terem alturas de 1. e. para fins de cálculo das dimensões das saídas será utilizada a densidade (D) máxima de público. deverá ser adotada a densidade (D) máxima de 3 pessoas/m² (fator de segurança e controle de lotação). 6. poltronas.13. 6. serem recolhimento vistoriadas de antes ART de do cada profissional competente. = 4 pessoas/m²).2.ver Capítulo 3 desta NT).1.1 As 7.

1. para definição das saídas de emergência.1 Para autoridades este tipo de uso. atenderá as normas técnicas do 14 . poderá ser adotado o critério de redução de público. 7. a necessidade de redução do público em função da necessidade de divisão de setores por parte das autoridades policiais. bem como as possíveis substituições por outras medidas de segurança CBMCE.2 Nas áreas de arquibancadas externas (baixo risco de incêndio).3 Nas áreas internas destinadas a usos diversos.1.2 – Tempo de saída). o tempo máximo de saída. 7. em função deste risco.2.2.2.1 O tempo máximo de saída é usado. 7. a previsão de sistemas de chuveiros automáticos e de detecção automática de incêndio.4 Nas áreas de eventos temporários em local aberto e no gramado. na contra incêndio (quando permitidas). adotar tempo de saída de 2. para se evitar que haja migração de determinadas áreas para outras com melhor visibilidade do evento. utilizando-se para tal fim a avaliação da redução do tempo necessário área de concentração dos atletas ou artistas e outros).2 Tempo de saída 7. nos termos desta norma técnica.2.7 A organização dos setores. lojas. 7. para cada evento. estúdios. restaurantes. deve ser devidamente comprovada pelo responsável técnico.2 O público desta área deverá ser computado no dimensionamento das saídas permanentes do recinto.1. o tempo máximo será de 6 minutos (ginásios poliesportivos. deverá ser adotado o tempo máximo de 5 minutos para evacuação. 7. por meio de memória de cálculo. pela organização do evento.8 Nos setores de público em pé. assim. Nota: A necessidade de chuveiros automáticos e de detecção. camarins. estacionamentos. a necessidade de redução de público em função do risco que o evento oferece.5 minutos. 7.6.1. nestes locais.nestes locais. bibliotecas. depósitos. com presença de carga de incêndio (por exemplo: museus. Neste caso. Nota: Não inclui. 7. com as respectivas lotações. administração.1. será de 8 minutos (ver Figura 14).6. o tempo total necessário para percorrer a circulação inteira de saída (do assento ao exterior). Caso a arquibancada seja interna (local fechado). as ser competentes devem para evacuação. em conjunto com a taxa de fluxo (F) para determinar a capacidade do sistema de saída da área de acomodação do público para um local de segurança ou de relativa segurança (ver Capítulo 4 – Definições).2. 7. Nesta situação específica. por autoridades competentes. independente da característica da edificação (ver Seção 7.2.10 Quando verificada. até um local de relativa segurança. cabines de imprensa.2. camarotes.2. estádios cobertos ou com cobertura retrátil. 7. por exemplo). 7.9 Para definição da lotação máxima e disponibilização de ingressos de cada setor. sendo tais informações essenciais para o dimensionamento das rotas de fuga. medidas de segurança devem ser adotadas. subsolos. provocando assim uma saturação de alguns pontos e esvaziamento de outros.2.11 É vedada a utilização das áreas de circulação e rotas de saída para o cômputo do público. deverá ser considerada.2. no campo. 7.1. sendo necessária ainda.1. barreiras físicas e outros dispositivos eficazes devem ser usados para se evitar a superlotação de algum setor (ou área). consultadas quanto às possíveis restrições.2. medidas de controle de acesso rigorosas. e possíveis áreas de risco verificadas em vistoria.

8 Distâncias máximas a serem 7. em menos tempo do que o período pré-estipulado para a saída completa do setor.5 Em certas circunstâncias pode ser necessário aplicar um tempo de egresso menor do que o estabelecido.3 O dimensionamento das saídas será em função da taxa de Fluxo (F) referente à abertura considerada. b. Dimensionamento das saídas relativos de ao emergência parâmetros escoamento de pessoas (larguras dos acessos e saídas) 7. nas escadas e circulações com degraus: 66 pessoas por minuto por metro (ou 79 pessoas por minuto.20 m). o tempo máximo de saída não poderá ser superior a 2. conforme item específico tratado nesta norma técnica. o tempo máximo será de 5 minutos. o valor de 73 pessoas por minuto por metro. partindo de seu assento ou posição. se for constato pelos responsáveis.2. e similares (quando usados para o público). Comissão mediante Técnica. A distância máxima a ser percorrida pelo espectador em setores alcançar de um arquibancadas para acesso radial (corredor) não pode ser superior a 10 metros (ver figura 15). a distância máxima a ser percorrida por um espectador até atingir uma saída não poderá ser superior a 120 metros. por exemplo. em observação regular. admitese o caminhamento máximo de 40 metros. Para fins de aplicação desta Norma Técnica. a distância máxima de percurso para se alcançar um local de segurança ou de relativa segurança não pode ser superior a 60 metros (incluindo a distância percorrida na fila de assentos e nos acessos – radiais e laterais). podem ser adotadas medidas como limitar a lotação no setor ou aumentar as saídas.2. são os seguintes: a.3. a serem consideradas são as percorridas Os critérios para se determinar as distâncias máximas de percurso para o espectador.2. Para estádios existentes. tendo em vista o tempo máximo de saída da área de acomodação e o risco à vida humana decorrente da emergência. 7. d.3. 7. para uma largura de 1. Aceita-se para edificações análise de existentes. A distância máxima a ser percorrida pelo espectador em setores de arquibancadas para alcançar a entrada do túnel de acesso (vomitório) não poderá ser superior a 30 m (ver figura 15).1 Para dimensionar o abandono de uma edificação. as taxas de fluxo máximas seguintes: a.2 Siglas adotadas: P = população (pessoas) E = capacidade de escoamento (pessoas) D = densidade (pessoas por m²) F = taxa de fluxo (pessoas por minuto) L = Largura (metro) 7. que os espectadores ficam agitados. Nos casos de eventos temporários em locais abertos.7 Para diminuir o tempo de saída. 7.2.6 Para os locais cuja construção consista em materiais não-retardantes ao fogo.5 minutos. frustrados ou estressados.3.arena. na quadra. 7. na pista.3 c. 15 . 7. deve ser utilizada a taxa de fluxo (F) que é o indicativo do número de pessoas que passam por minuto por determinada largura de saída (pessoas/minuto).

subsolos. 7. arenas e similares.4 Caso fracionado o cálculo o inferior resulte ou em valor inteiro superior. escritórios. conforme item específico tratado nesta norma técnica. Esta compartimentação poderá ser substituída por chuveiros considerando sempre o arredondamento em função da segurança (ex.3 Os dutos e “shafts” (horizontais ou resistentes de sistema ao de fogo. imediatamente concentração de atletas ou artistas. bem como devem possuir resistência ao fogo suficiente para o abandono seguro dos ocupantes e para as ações de socorro. 7. utilizados nos acabamentos.000 pessoas.3.20 m). depósitos. o isolamento dos locais e a proteção das circulações.5 Os elementos estruturais das coberturas espectadores em pé será de 1. ginásios. usados para eventos esportivos). camarotes.1 A estabilidade estrutural da edificação deve ser comprovada em laudo técnico específico. para uma largura de 1. mediante análise de comissão técnica. a previsão de lugares para espectadores em pé.1 OUTRAS EXIGÊNCIAS Os elementos estruturais dos recintos apresentar resistência mecânica corredores) e rampas: 83 pessoas por minuto por metro (ou 100 pessoas por minuto.3. conforme normas técnicas pertinentes.000 pessoas. 9. 9 9.3.b. não será admitida a previsão de espectadores em pé. aceita-se para edificações existentes.4 A reação ao fogo dos materiais (estádios. devem possuir resistência ao fogo suficiente 16 . restaurantes. lojas. emitido por profissional capacitado e habilitado.2 As áreas internas da edificação. adota-se número devem compatível com as ações e as solicitações a que são sujeitos (conforme normas da ABNT). 8. sala de imprensa. 8. camarins.4 Nas edificações que não possuam a lotação máxima de arquibancadas. serão admitidas as taxas de Fluxo (F) estabelecidas na 4ª edição do “Guide to Safety at Sport Grounds (Green Guide)”. 9. não poderá exceder a 20% da lotação total. como áreas técnicas.: majoração das larguras de saída e minoração da capacidade de público). museus. mantendo-se assim a compartimentação dos espaços.3 Não serão permitidos espectadores em pé nas arquibancadas em edificações com lotação superior a 5. áreas VIP. 9. 8 Setores para espectadores em pé em eventos esportivos em geral 8.1. nas saídas horizontais (portas. 9. o valor de 109 pessoas por minuto por metro. 9. nos elementos de decoração e no mobiliário deve ser controlada para limitar o risco de deflagração e a velocidade do desenvolvimento e propagação do incêndio. áreas de instalação de geradores e outras áreas similares devem ser compartimentadas das áreas de público e circulações de saída com elementos instalação automáticos. com a finalidade de atendimento à Copa do Mundo de 2014.1 Para edificações cujos projetos já tenham sido aceitos formalmente pelo Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014.2 Nas edificações existentes.1 Para as edificações a serem construídas verticais) das instalações do recinto devem ser devidamente selados quando atravessarem qualquer elemento de construção (em especial paredes e lajes). áreas de estacionamentos. 8. administração.

3 A Sala de Comando e Controle funcionará como Posto de Comando Integrado das operações desenvolvidas em situação de normalidade. sendo que em caso de emergência. 9.6 As instalações elétricas e o sistema de contra atender descargas aos atmosféricas previstos.15 m devem ser fechados com materiais de resistência mecânica análoga aos guarda-corpos.8.7 Os subsolos que possuírem ocupações de estacionamento devem de veículos às ocupados) atender distintas (subsolos exigências adicionais das normas técnicas do CBMCE. que possa dar visão completa de todo recinto (setores de público. requisitos proteção devem respectivamente. conforme normas das ou mesmas de deverão ser técnicas da ABNT e os materiais utilizados na construção incombustíveis baixa propagação difundir.8.1. sejam mantidos em funcionamento por período mínimo de 120 minutos.1 Na edificação deve-se prever uma sala em local estratégico. camarotes. 17 . o público presente deve ser orientado quanto à localização das saídas de emergência para cada setor e sobre os sistemas de segurança existentes. 9.1 Além dos critérios estabelecidos nos itens anteriores. e outros) não podem ser utilizados como áreas úteis. 9. arena e outros). 9. 10. na NBR 5410 (Instalações elétricas de baixa tensão) e NBR 5419 (Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas). tais como depósitos de materiais diversos. 9. devidamente equipada com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis no local. 10 Edificações de caráter temporário (materiais retardantes ao fogo).8. 9. aviso de abandono ao público e acionar os meios de socorro para intervir em caso de incêndio ou outras emergências. campo.4 Os recintos devem ser equipados com sistema de sonorização.7 O sistema de alarme e detecção automática de incêndio.1. quadra. principalmente quanto às medidas de: controle de rotas fumaça.6 Antes do início de cada evento. de saída. banheiros e outros. deverá ser setorizado e monitorado pela central instalada na Sala de Comando e Controle.8. quando houver.para o abandono seguro dos ocupantes e para as ações de socorro. 9. no caso de interrupção do fornecimento de energia. em caso de emergência.2 Os vãos (espelhos) entre os assentos das arquibancadas que possuam alturas superiores a 0. áreas de comércio.2 Nesta sala deve-se interligar os sistemas de monitoramento e de alarmes (incêndio e segurança) existentes no recinto. com possibilidade de setorização e instalações que permitam destinadas público (arquibancadas. de forma a impedir a passagem de pessoas. deve-se avaliar o melhor local para destinação do Posto de Comando.8. as edificações cuja estrutura seja de caráter temporário (desmontáveis) devem atender ainda ao seguinte: 10.1 Os estruturas espaços vazios abaixo ao das 9. devendo ser mantidos limpos e sem quaisquer materiais combustíveis durante todo o período do evento.8.8 Sala de Comando e Controle 10. 9. chuveiros detecção automáticos. incluindo controle de acesso.8.5 Os equipamentos de sonorização devem ser conectados a sistemas autônomos de alimentação elétrica para que. automática de incêndio e compartimentação. 9.

com a devida comprovação por meio de documentação pertinente. sem ressaltos ou aberturas. inclusive. devem ser previstos corredores de acesso aos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio. campos. 10. Os disjuntores não podem ser afixados sobre materiais combustíveis. camarotes. tendas.50m.1.4 Os circuitos elétricos e fiação do sistema de iluminação de emergência devem ser instalados em conformidade com a NT 09 e NBR 5410.1.1. considerando as cargas geradas pela movimentação do público levando-se em consideração a resistência e comportamento do solo que receberá as cargas. arena ou outros). estas devem ser afixadas de forma a permanecerem alinhadas em um mesmo plano. que possuam locais de concentração de público acima de 10. mediante sistema de abertura acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio.1.12 Os elementos de suporte estrutural das tendas ou outras coberturas flexíveis devem possuir as mesmas características de resistência e/ou retardo de fogo. estruturas suspensas e outros). 10. 10.1 Estes corredores de acesso deverão ser previamente definidos pelas autoridades (ART) referentes às estruturas provisórias (palcos. as especialmente do vento. materiais elementos utilizados de nos decoração.10 Deverão Anotações de apresentadas Responsabilidade Técnica (desmontáveis) são aceitos pisos em madeira resistência características mecânica antiderrapantes compatível.00 metros de largura e 4.8 Nos corredores de acesso. 10. as ações ser das intempéries. desde temporárias que e possuam sejam competentes. instalações elétricas outros. em lados ou extremidades opostas.000 pessoas. afixados de forma a não permitir sua remoção sem auxílio de ferramentas ou que permitam o desprendimento de partes.7 Em eventos realizados em pistas.9 Os elementos estruturais dos recintos devem apresentar resistência mecânica compatível com as ações e solicitações a que são sujeitos.1. de forma a garantir a necessária evacuação do público. 10. todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos.1.1. e sonorização. viabilizando a remoção de vítimas. com largura mínima útil (livre e desimpedidas) de 2.1. Se montados por intermédio de placas.6 Nas barreiras ou alambrados que separam área do evento dos locais de público devem ser previstas passagens que permitam aos espectadores sua utilização em caso de emergência. 10.1. prevendo-se.1.13 Deverão ser garantidos dois acessos de veículos de emergência com dimensões mínimas de 4. 10. equipamentos coberturas flexíveis (lonas) e no mobiliário principal devem ser especificados de forma a restringir a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça.1. 10.50 metros de altura até o espaço de concentração de público (campo. 10. devendo ser instalados em local adequado e fora do alcance do público.3 Em na rota de ocupações fuga.11 Os acabamentos.10. (iluminação. praças e similares. 18 . grupo e moto-gerador outros). além de devidamente isolados. bem como mantenham a superfície plana. com previsão de público em pé.5 Nos locais destinados aos espectadores e rotas de fuga todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos. arquibancadas. além de devidamente isolados. 10. 10.7.1.

museus. os extintores poderão ser instalados em baterias. instalação e classes de incêndio.1. deverão atender à NT 04. cabines de rádios. nos locais de acesso de público. pelas suas à Brigada de Incêndio e ao pessoal de segurança. lojas.2 Hidrantes e Mangotinhos 12. Nos locais administrativos. bares. deverão prescrições da NT 06. quando necessária. deverá ser feita conforme especificações da NT 06. próximo aos locais para sua abertura.1 A proteção por extintores de incêndio é obrigatória em todos os eventos. citados nos artigos anteriores e disponibilizar funcionários que possuam a cópia da chave. estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores. 12 DA PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Os equipamentos de segurança contra incêndio dos recintos devem ser projetados de acordo com a Lei Estadual Nº 13. 12.1. sala de imprensa. de 29 de dezembro de 2004 e respectivas Normas Técnicas que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Ceará. em armários com chave mestra. capacidade extintora. a quantidade.1 A proteção por hidrantes. as áreas de acomodação do público (arquibancadas.3 Nos locais de acesso de público. 12. de forma a garantir a segurança durante a permanência e abandono das pessoas além da intervenção do socorro público de maneira rápida e segura em caso de emergência. sala de imprensa. nos locais de acesso restrito ao Corpo de Bombeiros Militar. dos requisitos desta norma devidamente embasados c. 19 . atendendo: a. sociais e similares) estão isentas da instalação de extintores de incêndio no e do item caminhamento anterior. b. cadeiras. os responsáveis pelo evento deverão colocar a disposição. apresentando (alternativas) mitigadoras sugeridas. devese atender às prescrições NT 04. 12. quanto à ou exigência tecnicamente inviável.2 O responsável técnico pelo pedido de análise em comissão técnica deve apresentar os argumentos quanto à impossibilidade do atendimento técnica. uma chave mestra para abertura de todos os locais de acesso restrito que contenham equipamentos de combate a incêndio. restaurantes. e propor medidas alternativas. 12. previsto características e inviabilidade técnica.1. c. lojas. atender às tecnicamente.2 Nos locais administrativos. admitindo-se as adaptações abaixo: a. museus. vestiários.556. camarotes. b. bares.11 EDIFICAÇÕES EXISTENTES 11.1 Extintores de incêndio 12. no centro de comando dos bombeiros. camarotes. 11. vestiários. estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores.2. não permitam as adequações previstas nesta norma técnica devem ser avaliadas por comissão técnica composta por Oficiais do Corpo medidas de Bombeiros substitutivas Militar.1 As edificações que. cabines de rádios. d. o caminhamento (distância a percorrer) máximo para alcançar um hidrante deve ser de 30 m. restaurantes. os hidrantes poderão ser instalados em locais de acesso restrito ao corpo de bombeiros militar e à brigada de incêndio. O caminhamento (distância a percorrer) máximo para alcançar uma bateria de extintores deve ser de no máximo 35 m.

1 A proteção pelo sistema de iluminação de emergência é obrigatória em todos os eventos. junto à central de alarme. Nas edificações permanentes em que houver a necessidade da utilização de gás liquefeito de petróleo ou gás natural. nos locais de acesso de público. em cor fotoluminescente. 12.5 Sinalização de Emergência 12. na cabine de comando. c. cabines de . os avisadores sonoros deverão ser substituídos por sistema de som audível em toda a área de circulação e acomodação do público (arquibancadas. possuir iluminação própria garantida em caso de emergência. É obrigatório do uso de gerador para estádios e similares. vestiários. Não será permitido o abastecimento nos horários de realização dos eventos com acesso de público. restaurantes. 12. g. válvulas etc. 12. devendo ser cobertas pelos hidrantes instalados nas circulações de acesso considerando-se o caminhamento máximo de 60 m. este deverá ser abastecido através de central. b. bombas.e.5. 12. devem ser utilizados quatro lances de mangueiras de quinze metros junto aos hidrantes instalados nas circulações de acesso às áreas de acomodação de público (arquibancadas. tubulações. Os afastamentos e demais requisitos deverão atender às prescrições 20 as áreas de acomodação do público (arquibancadas. devem atender as prescrições das normas técnicas da ABNT e deverão conter a mensagem “S A Í D A” com pictograma universal (fotoluminescente).3 Detecção e Alarme de Incêndio 12. c. rádios. Os acionadores manuais de alarme deverão ser instalados junto aos hidrantes. bares. b.5. todas as demais características da instalação de hidrantes e mangotinhos. conforme especificações abaixo: a. museus. lojas.1 A proteção pelo sistema de sinalização de emergência é obrigatória em todos os eventos. cadeiras. como reserva técnica. registros. d. f. c.5. estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores. sociais e similares).6 Central de GLP / GN a.2 Todas as sinalizações de rotas de fuga.1 A proteção por alarme será obrigatória nos estádios com área construída acima de 750m² e/ou maior que 2 pavimentos. devendo atender às prescrições da NT 09. sociais e similares) estão isentas da instalação de hidrantes. 12. b.4 Iluminação de Emergência 12. cadeiras. deverá ser instalado microfone conectado ao sistema de som do estádio. atendendo às prescrições da NT 12. Atender as dimensões mínimas conforme normas técnicas da ABNT. 12. deverão atender às prescrições da NT 06.4. cadeiras. quando necessária. camarotes. sociais e similares). sala de imprensa. vazão. pressão. possuir fundo verde e a mensagem de “s a í d a” com pictograma universal. a proteção por detecção deverá ser instalada nos locais administrativos. e. todas as demais características de instalação do sistema de alarme e sonorização deverão atender o previsto na NT 12 e NBR 9441 da ABNT.3.3 Para os eventos realizados em construções provisórias poderá ser utilizada a sinalização de saída através de faixas que deverão atender as seguintes exigências: a.

7 Recomenda-se que seja reservada e devidamente sinalizada.2 Nas áreas internas destinadas a usos diversos. conforme modelo constante da Figura 13. devem ser previstas. Deve-se prever no recinto acesso e saída adequados aos serviços de emergência.1 A proteção pelo sistema de chuveiros automáticos deve atender às prescrições da NT 01 e NT 15. efetuado devendo apenas seu desligamento consulta ser aos após área de concentração dos atletas ou artistas e similares deverá ser previsto a proteção por chuveiros automáticos.8. subsolos. o caminhamento para atingir estas saídas. em todos os acessos de entrada do recinto placas indicativas da capacidade total de público e nas entradas dos setores. cabines de imprensa. na área adjacente ao estádio e próximo ao portão que dá acesso ao campo. 13 PRESCRIÇÕES DIVERSAS 13. 13. conforme Portaria ou Norma Técnica do CBMCE. 02 (duas) vias de acesso que permitam o acesso ao campo.8 A iluminação do ambiente dos eventos deverá ser mantida acesa até a saída total do público. contendo o Plano de Abandono em Situações de Emergência. telefones da sala de comando e controle.pertinentes da NT 07. viabilizando a remoção de vítimas. em locais visíveis dos estádios. estúdios. c. estacionamentos. 13.6 Deverá ser reservada e devidamente sinalizada. com dimensões mínimas de 20. 13. camarins. 21 . 12.9 É obrigatória a instalação de um grupo moto gerador de energia para a manutenção de todos os sistemas elétricos de segurança (emergência). devidamente sinalizados.8. Nos estádios. em lados ou extremidades opostas. ginásios e similares. a localização atual do usuário. mapas indicando: a. lojas. área destinada a viaturas de emergência.00 de largura. no mínimo. administração. com presença de carga de incêndio (por exemplo: museus. 13. b. 12. as duas saídas de emergência mais próximas. observando o prescrito nas normas técnicas pertinentes. 13. o gerente de operações ou seu responsável legal. 13. responsáveis pela segurança do evento. com dimensões mínimas de 30. restaurantes.8 Chuveiros Automáticos 12. b. sendo que a central deverá ser instalada em local onde seja impedido o acesso de público.7 Acesso de viaturas a.4 Deverão ser instaladas.00 m.2 O administrador do recinto.00 m de comprimento por 8.1 Os estádios de futebol deverão ter equipes de pronto atendimento a emergências do tipo Brigadas de Incêndio. c. uma área para pouso de aeronaves de emergência. obedecendo às prescrições pertinentes da NT 10. placas indicativas da capacidade de público do respectivo setor. deverá apresentar no Corpo de Bombeiros Militar um Plano de emergência. bibliotecas. d.3 Deverão ser fixados em todos os setores.5 Deverão ser garantidos dois acessos de veículos de emergência junto ao campo. 13.00 x 30. As vias de acesso e saída dos serviços de emergência devem ser separadas dos acessos e saídas usadas pelo público. camarotes. 13. 12. depósitos.

legislações e medidas de segurança específicas.11 Devem ser instalados postos de da data de sua publicação oficial no Diário Oficial do Estado do Ceará (DOE).10 O atendimento às exigências contidas nesta norma técnica não exime o responsável pela edificação ou evento da responsabilidade de atendimento a outras normas. não deve ser adotado o procedimento de abertura dos portões de forma a permitir o acesso de público. sem o devido controle de acesso e lotação máxima. dentre outras. 13. desde que aprovados pelas autoridades competentes). 13. 14 PUBLICAÇÃO 14.13 Em delimitadas todos os eventos ser com áreas deverão instalados mecanismos de controle de acesso de público (catracas reversíveis ou outros dispositivos de controle.14 É vedada a realização de eventos. 13.12 O organizador do evento deverá estar atento às recomendações das autoridades federais. com acesso franco em recintos com áreas delimitadas. 13.1 As medidas de Segurança Contra Incêndio e Pânico contidas nesta norma técnica passam a serem exigidas após 30 dias 22 . estaduais e municipais que poderão evidenciar outras limitações em decorrência dos efeitos dos impactos ambientais e urbanos gerados pelo evento.13. como a instalação de locais adequados para o atendimento médico de urgência e o emprego de pessoal qualificado para tal. atendendo às normas pertinentes. de forma a se garantir a lotação prevista no projeto ficando este controle sob a responsabilidade dos organizadores do evento. atendimento pré-hospitalar em pontos distintos do recinto. 13.15 Quando da ocorrência de tumultos na área externa ou pressão para entrada nos recintos onde estiverem sendo realizados quaisquer eventos.

Cálculo da largura total (L). fluxo (F) nos acessos radiais permitido para prédios existentes (mediante análise) e para os estádios da COPA-2014: F = 73 pessoas por minuto por metro b.4 m ÷ 0.50 m d. largura (L) dos patamares: L = 0. Determinar a população desta arquibancada e a largura necessária dos acessos radiais: A. mínima. c.1. Capacidade de escoamento por metro (E): E = F x T = 83 x 8 = 664 pessoas por metro.7 m >>> >>> L = 45.ANEXO A (informativo) Exemplos de dimensionamento de saídas A. cálculo da largura total (l). quantidade de patamares (degraus) da arquibancada: (26. Estádio existente.distribuídos conforme esta NT 23 . com as todas as medidas de segurança descritas nesta NT. d. espaçamento mínimo entre assentos = 0.: rampas. cálculo da população do setor: P = 33 patamares x 40 assentos = 1320 pessoas A.20 m cada . das saídas horizontais: L=P÷E L = 67.2 m A.000 ÷ 528 L = 86 m de largura totais . mínima.2.distribuídos conforme esta NT.2 Saídas verticais (escadas): a.2 >>> >>> L = 45. c. portas): a. quantidade de assentos por patamar: (20 m ÷ 0. A. Capacidade de escoamento por metro (E): E = F x T = 66 x 8 = 528 pessoas por metro. Cálculo da largura total (L).000 espectadores: A. com as todas as medidas de segurança descritas nesta NT.2 Largura (L) dos acessos radiais: a.distribuídos conforme esta NT. b. Tempo (T) de saída dos setores: T = máximo de 8 minutos. dos acessos radiais deste bloco L=P÷E L = 2.2. das saídas verticais: L=P÷E L = 85.50 m) = 40 assentos e.80 m b. Taxa de Fluxo (F) nas saídas horizontais: F = 83 pessoas por minuto por metro. com previsão de lotação (P) de 45.000 ÷ 664 L = 68 m de larguras totais .1 Para saídas horizontais (ex. Tempo (t) de saída dos setores: T = máximo de 8 minutos. Fluxo (F) nas saídas verticais: F = 66 pessoas por minuto por metro b.1 População (P): a. capacidade de escoamento (E) por metro: E = F x T = 73 x 8 = 584 pessoas por metro d. Arquibancada para público sentado (assentos individuais) com dimensões de 20 metros (frente) por 26.80 m) = 33 patamares c. tempo (T) de saída do setor = máximo de 8 minutos (estádio com todas medidas de segurança) c.1.1 Estádio novo.26 m >>> >>> L = 1320 ÷ 584 L = 2 acessos radiais de 1. mínima.4 (lateral). d.

20m Largura Máxima 10m Largura Máxima 20m Acesso lateral Acesso Largura mínima 1.Detalhe do comprimento e número máximo de assentos Acesso 1. com base no “Green Guide” 24 .ANEXO B – FIGURAS Figura 1 .20m Acesso Acesso radial Acesso radial Barreira Acesso lateral Acesso radial Acesso Área de atividade (evento) Fonte: CBPMESP e ARENA.

Figura 2 . com base no “Green Guide” 25 .Detalhe de patamares para público em pé Fonte: CBPMESP e ARENA.

Detalhe das dimensões dos assentos e dos patamares das arquibancadas Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 26 .Figura 3 .

para instalações esportivas novas. Mínimo 75cm.Detalhe dos assentos nos patamares e guardas-corpos (barreiras) Altura mínima: Se H 2.10m Se H Setores com inclinação superior ou igual a 32º A Nível do Assento 2.10m = Altura = 1. Mínimo 80cm . 70cm altura mínima 110 cm largura mínima 55 cm H 1º Fileira B Nota: A B Mínimo 40cm.Figura 4 . com base no “Green Guide” 27 .80m Mín. para instalações esportivas existentes. para instalações esportivas existentes.10m = Altura = 1. Fonte: CBPMESP e ARENA.para instalações esportivas novas. Mínimo 35cm. Verificar outras variações e exigências no texto da norma.

Dimensões dos corrimãos e guarda-corpo das escadas 30 cm Ver detalhe 110cm 92cm 92cm 110cm 92 cm 92 cm Mín 1.20m Máx 1. Fonte: CBPMESP e ARENA.Figura 5 .80m Nota: 30 cm a) Verificar também os itens sobre guarda-corpos e corrimãos desta norma. com base no “Green Guide” 28 .

Altura: 1. Altura: 1. Altura: 80cm a 92cm Carga: 1.0 kN/m Guarda-corpos a 55 cm (mínimo) da fileira dos assentos fixos ou da arquibancada em nível mais baixo.5 kN/m Guarda-corpos atrás da fileira dos assentos. Altura: 80cm a 92cm Carga: 1.Figura 6 .0 kN/m Corrimão Central nas escadas entre assentos.10m Carga: 2. Altura: 1.0 kN/m CAMPO DE JOGO ACESSOS Guarda-corpos ao lado das escadas alinhados com a direção do movimento. Carga: 1.10m Carga: 1.0 kN/m Guarda-corpos laterais alinhados paralelamente com a direção do movimento de pessoas. Altura: 1.10m Carga: 1. guarda-corpos e corrimãos centrais: cargas de projeto.10m Carga: 2.10m Carga: 3.0 kN/m Guarda-corpos adjacentes à fileira dos assentos.0 kN/m Fonte: CBPMESP e ARENA. Altura: 1. perpendiculares ou oblíquos à direção do movimento de pessoas.0 kN/m Guarda-corpos nos pés dos corredores. alturas e disposições Corrimão auxiliar de apoio na entrada das fileiras. Altura: 1.0 kN/m Guarda-corpos nas escadas.10m Carga: 3.80m acima dos níveis dos assentos ou da arquibancada em nível mais elevado. com base no “Green Guide” 29 . Altura: 1.Barreiras.

Corrimãos centrais e laterais CORRIMÃOS (Mín: 2 Fileiras .Máx: 4 Fileiras) CORRIM ÃO CENTRAL guarda-corpos ABERTURA (1 fileira) guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos CORRIMÃOS guarda-corpos guarda-corpos CORRIM ÃO LATERAL AUXILIAR (1/2 fileira) guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” guarda-corpos 30 .Figura 7 .

Perspectiva de vomitório padrão Fonte: CBPMESP e ARENA 31 .Figura 8 .

Figura 9 .Perspectiva de corrimãos centrais e laterais Fonte: CBPMESP e ARENA 32 .

Figura 10 . com base no “Green Guide” 33 .Barreiras antiesmagamento – posição e resistência mecânica Fonte: CBPMESP e ARENA.

Figura 11 .Barreiras antiesmagamento – contínuas e não-contínuas Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 34 .

Barreiras retardantes (controle de velocidade) ÁREA EXTERNA Obstáculos: .Para efeito de cálculo de dimensionamento dos obstáculos adotar a seguinte fórmula: 2 (A + B) = 2C / 3 OU (A + B)= C/3 Fonte: CBPMESP e ARENA.De Concreto ou Metálico . .Largura mínima de A ou B deve ser 1. não pode ser superior a 3m de largura.Altura mínima de 1.20m.Figura 12 . com base no “Green Guide” 35 . sendo somados A + B.20m ÁREA INTERNA DE CIRCULAÇÃO C= Variável Notas: .10m B B A A Mínimo: 1.

Figura 13 .Sinalização de lotação Fonte: IT-20/2004 do CBPMESP 36 .

com base no “Green Guide” 37 .Figuras 14 .Saídas e escoamento do público Fonte: CBPMESP e ARENA.

20m Largura máxima 10 m Largura Mínima 1.20m PAREDE OU DIVISA Fonte: CBPMESP e ARENA.30m para edificações novas .Figura 15 .Distâncias a percorrer e acessos Máxima distância até a entrada do "vomitório": .20m ÁREA EXTERNA CAMPO DE JOGO Largura máxima 20 m "vomitório" Largura Mínima 1.20m "vomitório" Largura Mínima 1. com base no “Green Guide” 38 .40m para edificações existentes Largura Mínima 1.

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 003/2008 DIMENSIONAMENTO DE LOTAÇÃO E SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 13 .

b) escadas ou rampas. área de concentração dos atletas ou artistas e outros).2 As edificações enquadradas na divisão F-3.4 Em todos os setores deve haver. F-5.8 Onde houver assentos destinados aos espectadores. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 13 . 4. 2.5 Recomenda-se que os setores sejam identificados por meio de cores diferenciadas e predominantes.6 Os lugares dotados de assentos destinados a espectadores. estes devem ficar 0. no mínimo. e respectivas portas ou ao espaço livre exterior. 4. fechadas ou abertas.2 O piso das áreas destinadas à saída de emergência deverão ser sempre executados em material incombustível e antiderrapante. permanentes ou não. 0.000 m ou com população superior 2. 001/2008.1. cobertas ou ao ar livre.500 pessoas.9 As saídas de emergências que não servem aos setores de arquibancadas e platéias devem seguir os parâmetros da Norma Técnica n. com a identificação fixa e visível. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. isto é.000 m ou com população igual ou inferior a 2.45m acima do piso do pavimento e ter.500 pessoas. 3 DEFINIÇÕES 3.1 Todas as edificações enquadradas na divisão F-3. F-7 e F-10 com área construída total maior que 2 10.500 pessoas.1.3 Os critérios técnicos estabelecidos nesta Norma Técnica para o dimensionamento de saídas de emergência podem servir de subsídios para outras ocupações das divisões F-2.1. cobertas ou ao ar livre. 4. 4.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 003/2008 DIMENSIONAMENTO DE LOTAÇÃO E SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos (figuras) 1 OBJETIVO 1.1 Para efeitos desta Norma Técnica. conforme Tabela 1 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto à Ocupação o da Norma Técnica n.45m de largura por 0.7 Somente são considerados lugares destinados a espectadores aqueles inseridos dentro dos setores previamente estabelecidos e com rotas de fuga definidas. quando houver. 4.1 Saídas de Emergência 4. 001/2008.1.1.3 Um recinto de evento deve ser setorizado em função de suas dimensões a fim de evitar-se que em uma situação de emergência o movimento dos ocupantes venha a saturar determinadas rotas de fuga. F-4. acessos às escadas. bem como as demais ocupações. evitando-se o pânico. conforme Tabela 1 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto à Ocupação o da Norma Técnica n. 4. devem atender aos requisitos da Norma Técnica nº 10 no tocante à lotação e dimensionamento das saídas de emergência.º 10 (Ex: camarins. sendo que as rotas de fuga dos espectadores devem ser independentes das rotas de fuga dos atletas ou artistas que se apresentam no recinto.000 m ou com população superior a 2.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para a determinação da população e o dimensionamento de saídas de emergência em centros esportivos e de exibição. pelo menos. c) descarga. fechadas ou abertas.1 As saídas de emergência compreendem o seguinte: a) acesso ou rotas de saídas horizontais. com área construída total igual ou inferior a 2 10. 4 PROCEDIMENTOS 4. bem como as filas por eles constituídas. duas alternativas de saída de emergência. 4. 2 APLICAÇÃO 2. devem ser numeradas. nas estruturas térreas. 4. vestiários.45m de profundidade (ver Figuras 2 e 6).1. 2 com área construída total maior que 10.1. permanentes ou não.1. 2.1.

f) quando houver mudanças de direção.8 O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) na descarga e acesso de elevadores de emergência. 4.3.2. de correr.20m. 01/2008. cujas portas de saída de emergência sejam do tipo basculante. c) os desníveis existentes nas saídas de emergência horizontais devem ser vencidos por rampas de inclinação não superior a 10% e patamar horizontal de descanso a cada 10m.2. b) largura mínima dos pisantes (b): 0. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 13 .escadas ou rampas 4.3.1 Os acessos horizontais às descargas ou às rotas de saídas de emergência verticais devem satisfazer as seguintes condições: a) possuir. d) os acessos destinados aos portadores de deficiências devem observar ainda os demais critérios descritos na NBR 9. de acordo com o estabelecido e adotado nas normas técnicas específicas. estas devem permanecer abertas e monitoradas pela segurança durante a realização do evento. exceto os elevadores de emergência que atendam os requisitos da norma técnica especifica para este tipo de elevador.2. dependendo do tipo de assento e de sua fixação às arquibancadas (ver Figura 2).3. medido na direção do trânsito. c) o balanceamento dos degraus deve atender a relação entre altura do espelho (h) e a largura do pisante (b).2 Saídas de emergência acessos e portas horizontais – 4.1 À frente da primeira das fileiras de assentos fixos dos setores de arquibancadas localizadas em cotas inferiores deverá ser mantida a distância mínima de 55cm para circulação (ver Figura 4).3.2 As escadas devem ter lanço mínimo de três degraus e o lanço máximo.3.2.7 Em áreas de uso comum não são admitidas escadas em leque ou caracol. mediante compromisso prévio e escrito do responsável pelo uso.7 m de altura.5 Elevadores e escadas rolantes não são aceitos como saídas de emergência.2m de largura. 4.3 Acesso ou rotas de saídas de emergência verticais . b) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada. 4. b) estar livres de obstáculos e permitir o acesso rápido e seguro do público às saídas de emergência verticais dos respectivos pisos ou à área de descarga.65 ሺ݉ሻ 4. quando se tratar de escada reta.3.2.7.4 Os patamares deverão ter largura igual à da escada e comprimento igual ou superior à sua largura.15 ≤ h ≤ 0.7.18m. espelhos. 4. 4.27m.2. 4. nos termos da o Norma Técnica n.1 e 4. dado pela fórmula: ࢖ ൌ ሺ૛ࢎ ൅ ࢈ሻ ࢔ ൅ ࢈ Onde: n é um número inteiro (1. 4. 4.3 As escadas deverão ser construídas em lances retos e sua mudança de direção deve ocorrer em patamar intermediário e plano. ou seja. ૟૙ ൏ 2ࢎ ൅ ࢈ ൏ 0.4 Em edificações existentes. h é altura do espelho e b a largura do pisante. no mínimo. c) ser providas de barras antipânico. as paredes não devem ter cantos vivos.3 As portas de saída de emergência devem atender aos seguintes requisitos: a) abrir sempre no sentido de fuga.3. 4. entre dois patamares consecutivos.15m e 0. 1. maçanetas. d) não possuir peças plásticas em fechaduras. a saber: ૙.2. 4.2.1 As saídas de emergência verticais devem ser contínuas desde o piso ou nível que atendem até o piso de descarga ou nível de saída do recinto ou setor.3 desta Norma Técnica.2 As arquibancadas que possuírem assentos fixos devem contar com um espaçamento de 30cm a 55cm para circulação entre eles.18 m. dobradiças e outros. e) serem iluminados e sinalizados com indicação clara do sentido da saída. 2 ou 3).6 Os degraus das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) altura dos espelhos dos degraus (h) deve situar-se entre 0.050.4. não deve ultrapassar 3. 0. de enrolar ou sanfonadas e houver impossibilidade técnica para sua adequação aos critérios estabelecidos nos itens 4. b) possuir largura dimensionada para evacuação segura da população do recinto e nunca inferior a 1.3.

4. possam provocar a aglomeração de público. internamente.2 m. pela sua natureza ou sua utilização. devem ser dotadas de um corrimão central com barra dupla de apoio para as mãos.5 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas.3. 4.4. pistas de dança.14 As inclinações das rampas não deverão exceder a 10% (1:10). no mínimo. 4.11 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível.3 No dimensionamento da área de descarga devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem.5.5 Guarda-corpo e corrimãos 4. deve ser. 4. de forma idêntica aos guarda-corpos. a fim de evitar quedas. sempre que houver qualquer desnível maior de 18cm. 4.3. espaçados a intervalos de 1.3.4 O fechamento dos guarda-corpos deve atender aos mesmos requisitos da Norma Técnica nº 05/2008. sendo. tais como bares. 4.7 m. 4.6 Escadas situadas nas laterais de arquibancadas poderão ser dotadas de corrimão em apenas um dos lados com os mesmos requisitos do item anterior. com comprimento não inferior à da folha da porta de cada lado do vão. devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos.13 Não é permitida a colocação de portas em rampas. suas extremidades devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. 4.4.5.2 As descargas devem ainda atender ao seguinte: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza. com interrupções nos patamares para permitir o acesso e fluxo de pessoas entre setores adjacentes e.2m de largura.2m. d) ser distribuídas de forma eqüidistante e de maneira a atender o fluxo a ela destinada e o respectivo caminhamento máximo. devendo estar situados entre 80cm e 92cm acima do nível do piso atendendo também aos demais requisitos previstos na Norma Técnica nº 05/2008. 4.3. 4. porém com altura mínima de 1.4. medidos na direção do trânsito.4. lojas de “souvenirs” ou outras ocupações.c) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações para acesso de deficientes físicos.1 Toda saída de emergência deve ser protegida de ambos os lados por paredes ou guardas (guarda-corpos) continuas. mas não podem precedê-lo. 4.5.9 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga às escadas de saída de emergência. dotadas de divisores físicos que impeçam tal utilização.8 Os corrimãos devem ser construídos para resistir a uma carga de 900N/m aplicada verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. neste caso. quando necessário. c) não ser utilizada como depósito de qualquer natureza.3.2 A altura das guardas. sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3.7 As escadas centrais que servem os setores de arquibancadas e platéias.4 Descarga 4. 4.4. 4. b) ser mantida livre e desimpedida.3 As arquibancadas cujas alturas em relação ao piso de descarga sejam superiores a 3m devem possuir fechamento dos encostos (guardacostas) do último nível superior de assentos. no sentido descendente de saída. 4.1 A descarga. com os mesmos requisitos dos corrimãos centrais.3.5.12 As rampas podem suceder um lanço de escada. parte da saída de emergência que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública pode ser constituída por corredores ou átrios cobertos ou a céu aberto. (ver Figura 5).10 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 13 .4. 4. sendo que estas devem estar situadas sempre em patamares planos. 4.5.1m e sua resistência mecânica varia de acordo com a sua função e posicionamento (ver Figuras 1 e 3). não devendo ser dispostas dependências que. com mais de 2. 4.8m em relação a este nível (ver Figura 4). de 1. tendo comprimento mínimo de 1.

2.9 Nas escadas comuns (tipo NE) e rampas não enclausuradas pode-se dispensar o corrimão.9 Os critérios para se determinar as distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior. área de refugio ou logradouro público). 4. em setores de arquibancadas. bem como as legislações municipais pertinentes.8. devidamente normalizados ou internacionalmente reconhecidos.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população máxima no recinto e/ou setor do evento. instalação de cadeiras fixas e delimitação física das áreas destinadas a espectadores em pé. e 3min ou 60m para as divisões F-2. 4. o cálculo da população máxima será determinado pelos itens abaixo. decorrente da emergência são os seguintes: a) a distância máxima a ser percorrida pelo espectador.8.1.2. e L = Largura do caminho (dado em metros) 4.6 Distâncias máximas a serem percorridas e tempo máximo de abandono 4. c) no caso de camarotes que não possuam cadeiras fixas. para determinado setor.8. para fins de cálculo. é calculada na proporção de 0.1 Público em pé a) Exemplo 1: considerando-se saída com 1.4.8. podem ser aceitos. permitirá um fluxo de: Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 13 . mobiliário e equipamentos urbanos. ou por cadeira móvel existente.1 Para dimensionar o abandono de uma edificação. conforme os itens 4. 4.7. a densidade (D).4.8 Dimensionamento emergência das saídas de 4. d) para os deficientes físicos deve ser atendida a NBR 9. 4. adotando-se o mais restritivo: a) a população do recinto do evento. o tempo máximo de abandono de 6min ou 120m de caminhamento até à escada/rampa ou à área de descarga para ocupações da divisão F-3. 4. D = Densidade (número de pessoas por metro quadrado). deverá ser observado.1 Parâmetros relativos ao escoamento de pessoas (E): 4. espaço. como um todo. 4.1.8.050 que trata da acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência a edificações.5m linear por pessoa. será de 20m/min.2 Para as edificações.8. na situação mais desfavorável.4 Outros métodos analíticos de cálculo de população. desde que o guarda-corpo atenda também aos preceitos do corrimão. quando sentada. é de 4 pessoas por m² da área bruta do camarote. para fins de cálculo. F-4. 4.2 A velocidade de movimento de saída em situação de emergência nos centros esportivos e de exibição. deverá ser observado. e de 4 (quatro) pessoas por m² em área plana quando em pé (ver Figura 6). cujo tempo máximo de abandono adotado será 6min.5 da Norma Técnica nº 05/2008.7. devem ser levadas em consideração para determinar com mais precisão a população que será considerada para o dimensionamento das rotas de fuga.20m de largura.7 Cálculo da população 4. V = Velocidade (dado em metros por minuto).1. para fins de cálculo.7. conforme os critérios estabelecidos nesta Norma Técnica e devidamente comprovados pelo responsável técnico.7.8.2. b) a densidade (D) para público sentado.6. e 4. desde que sejam comprovados em estudo a ser apresentado pelo responsável técnico à Comissão Técnica do CBMCE. b) quando o abandono de área for em local fechado (delimitado por barreiras físicas) e ao ar livre e se fizer através de várias saídas.4. F-7 e F-10. deve ser utilizado o fluxo unitário (F) que é o indicativo do número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/minuto) pelas saídas de emergência.4.3 A organização dos setores existentes no recinto através da numeração dos lugares. é de 4 pessoas por m² (1pessoa/0. em recintos cobertos (ver Figura 7). 4. F-5. em recintos ao ar livre. para fins de dimensionamento. tendo em vista o risco à vida humana.1. 4. o tempo máximo de abandono de 12min ou 240m de caminhamento até à escada/rampa ou à área de descarga.25 2 m ). para fins de cálculo. para alcançar um acesso ou área de acumulação não pode ser superior a 20m. no máximo.3. e a 10m.5. c) quando o abandono de área for em local fechado (delimitado por barreiras físicas) e coberto e se fizer através de várias saídas. observada a fórmula: ࡲ ൌ ࢂ࢞ࡰ࢞ࡸ Onde:F = Fluxo (dado em pessoas por minuto).

2 m de passagem. áreas de comércio.20m de largura para determinado setor. 4. cujo tempo máximo de abandono adotado será 12min.000/1.1. 4. o público presente deve ser orientado através do sistema de som quanto à localização das saídas de emergência para cada setor e sobre os sistemas de segurança existentes.2. permitirá um fluxo de: F= V x D x L. onde: V= 20m/min (velocidade máxima).1 A largura efetiva das saídas será calculada de forma a permitir um fluxo de 96 pessoas/min em 1. E = escoamento. 4. alarme e detecção de incêndio.25 m2 (público sentado).1 Determinação da largura total de saídas a) Exemplo 3: para o setor de uma edificação com população calculada em 15. sejam mantidos em funcionamento por período mínimo de 60 minutos. ‫ ݐܮ‬ൌ ܲ ‫ ݔ‬1.2 Cálculo da largura total (somatório das larguras) das saídas 4. considerando-se a velocidade de 20m/min.63 m 4.4 Os sistemas de iluminação e sinalização de emergência. a soma das larguras das saídas será de 15.9. as edificações cuja estrutura seja de caráter temporário. b) os vãos (espelhos) entre os assentos das arquibancadas que possuam alturas superiores a Onde: Lt = largura total das saídas.9.9 Sistemas complementares 4. Levando-se em conta o tempo máximo de abandono de 12min para aquela saída.63m. L = 1. extintores e hidrantes devem ser executados obedecendo aos critérios das respectivas normas técnicas.000 pessoas. 4. onde: V= 20m/min (velocidade 2 máxima).5 Os elementos decorativos e demais materiais de acabamento devem ser dispostos de maneira a não criar obstáculos nas áreas de circulação e atender aos requisitos da norma técnicas específica.2 m de saída 4.2m (largura da saída) F = 96 pessoas/min Levando-se em conta o tempo máximo de abandono de 6min.3 Os difusores de alarme geral devem ser instalados em local seguro e fora do alcance do público.1 Os recintos devem ser equipados com meios técnicos e instalações que permitam difundir.8. para aquela saída é possível escoar: E (escoamento) = t (tempo) x F (fluxo) E = 6 x 96 E = 576 pessoas por 1. 4.F = V x D x L.9. Dmáx = 1 pessoa/0. como demonstramos abaixo: P = 15.1 Além dos critérios estabelecidos nos itens anteriores.2. 4.2. é possível escoar: E (escoamento) = t (tempo) x F (fluxo) E = 12 x 96 E = 1. na situação mais desfavorável. cujo tempo máximo de abandono adotado será 12min. L = 1. Dmáx = 4pessoas/m .8. aviso de abandono ao público e acionar os meios de socorro para intervir em caso de incêndios ou outros sinistros. 4.2 Os equipamentos de som amplificados devem ser conectados a sistemas autônomos de alimentação elétrica para que.1.20 m (largura da saída) F = 96 pessoas/min.9. E = 1.2 ‫ܧ‬ Lt = 15.9.000 pessoas.152 pessoas/min.8. caracterizadas conforme o disposto na Norma Técnica nº 01/2008. em caso de emergência. ou seja.20 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 13 .152 pessoas por 1. no caso de interrupção do fornecimento de energia. devendo ser mantidos limpos e sem quaisquer materiais combustíveis durante todo o período do evento.9.8. tais como depósitos de materiais diversos.152) x 1. Lt = (15. 4.10. P = população da edificação. 2 Dmáx = 4 pessoas/m .1 Antes do início de cada evento.10 Edificações de caráter temporário 4.20 m de saída 4.9.1. devem atender ainda ao seguinte: a) os espaços vazios abaixo das arquibancadas não podem ser utilizados como áreas úteis. banheiros e outros.6 A segurança estrutural deve atender aos requisitos da norma técnicas específica.2 Público sentado a) Exemplo 2: considerando-se uma saída com 1.

além de devidamente isolados. de forma a restringir a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça. mediante sistema de abertura acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio (ver Figura 7). de forma a impedir a passagem de pessoas. c) em ocupações temporárias (desmontáveis) são aceitos pisos em madeira na rota de fuga. j) os elementos de suporte estrutural das tendas ou outras coberturas flexíveis devem possuir as mesmas características de resistência e/ou retardo de fogo. e) nos locais destinados aos espectadores e rotas de fuga. características antiderrapantes e sejam afixados de forma a não permitir sua remoção sem auxílio de ferramentas.11. desde que possuam resistência mecânica compatível. prevendo-se inclusive as ações das intempéries. 4. g) os elementos estruturais dos recintos devem apresentar resistência mecânica compatível com as ações e solicitações a que são sujeitos. duas vias de acesso que permitam a aproximação. devido às suas características construtivas e de montagem. h) as estruturas metálicas desmontáveis.1 Os centros esportivos e de exibição considerados existentes nos termos da Norma o Técnica n. de forma a garantir a necessária evacuação do público. d) os circuitos elétricos e fiação do sistema de iluminação de emergência devem ser instalados em conformidade com a norma técnica específica e as demais instalações elétricas devem atender aos demais requisitos previstos na NBR 5. devem ser objetos de estudo para análise da Comissão Técnica do CBMCE no tocante à exigência tecnicamente inviável. 4.410.2 O responsável técnico pelo pedido de análise da Comissão Técnica deve apresentar as justificativas quanto à impossibilidade do atendimento dos requisitos desta Norma Técnica e propor medidas alternativas de forma a garantir a evacuação das pessoas e a intervenção do socorro de maneira rápida e segura em caso de sinistro. de caráter temporário nos termos da Norma Técnica nº 01/2008. estão dispensadas de proteção passiva contra o fogo.11 Edificações existentes 4.3m devem ser fechados com materiais de resistência mecânica análoga aos guarda-corpos. f) os recintos devem ser servidos por. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 13 . no mínimo. as adequações previstas nesta Norma Técnica. elementos de decoração. 01/2008 e que não permitam.11. estacionamento e a manobra das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará e atender aos demais requisitos preconizados na norma técnica específica. todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos. coberturas flexíveis (lonas) e no mobiliário principal devem estar em conformidade com os requisitos da norma técnica específica.0. i) os materiais utilizados nos acabamentos. pelas suas características. f) nas barreiras ou alambrados que separam a arena ou campo de jogo dos locais acessíveis ao público devem ser previstos acessos ou passagens que permitam aos espectadores sua utilização em caso de emergência. especialmente do vento.

ANEXOS – FIGURAS Figura 1 – Disposição dos guarda-corpos (posição. altura e resistência mecânica) Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 13 .

Figura 2 – Detalhe de assentos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 13 .

5.Figura 3 – Detalhe de altura Notas: a) O fechamento do guarda-corpo deve atender aos requisitos previstos na norma técnica específica. b) Verificar também o item 4.9 desta Norma Técnica. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 13 .

Figura 4 – Distâncias mínimas Figura 5 – Tipos de guarda-corpos ou corrimãos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 11 de 13 .

Figura 6 – Detalhe de assentos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 12 de 13 .

Figura 7 – Distâncias a percorrer Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 13 de 13 .

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 5 .

1 Aparelhos extintores portáteis Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 5 . no mínimo. 20-B : C. 2 APLICAÇÃO 2.1 Capacidade extintora 4.4 Quando em uma edificação. respectivamente. Tabela 1 – Distribuição dos aparelhos extintores segundo risco.1 A classificação acima deve ser exigida por ocasião da emissão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) a partir da publicação desta Norma Técnica. e) carga de pó ABC – um aparelho extintor com capacidade extintora de.1. para efeito de dimensionamento da capacidade extintora e número de unidades empregadas no local. 4. 3 DEFINIÇÕES 3. 4. para que se constitua uma unidade aparelho extintora.1 e 4. 4.1. obedecerá as disposições da Tabela 1.1 Esta Norma Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco.2 Instalação e sinalização 4. 2-A : 10-B.2.3 O emprego dos aparelhos extintores segundo o risco. no mínimo. área e distância a ser percorrida 2 RISCO ÁREA (m ) DISTÂNCIA (m) BAIXO 500 20 MÉDIO 250 15 ALTO 150 10 4. no mínimo. no mínimo. quando reprovado por não ser possível fazer sua manutenção. b) carga de espuma mecânica: um aparelho extintor com capacidade extintora de. 5-B : C.2 Os aparelhos extintores portáteis e sobrerodas constantes dos projetos aprovados com data anterior à publicação desta Norma Técnica. a área a ser protegida e a distância máxima a ser percorrida pelo operador. com exceção das edificações residenciais unifamiliares. 4 PROCEDIMENTOS 4.1 Para efeitos desta Norma Técnica. for previsto.2.1. 2-A. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.3. 2-A : 20-B : C.2.1. por aparelhos extintores que atendam aos itens 4.1. 4. dentro de sua projeção. no mínimo. esta área será classificada no maior risco. deve ser: a) carga de água: um aparelho extintor com capacidade extintora de. d) carga de pó BC: um aparelho extintor com capacidade extintora de. área destinada a estacionamento de veículos. 5-B : C. devem ser substituídos. no mínimo.693 (Sistema de Proteção por Aparelho extintores de Incêndio).2 Para os casos não previstos nesta Norma Técnica adota-se a NBR12.1 Esta Norma Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio em edificações e áreas de risco por meio de aparelhos extintores de incêndio.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos 1 OBJETIVO 1.1.1 A capacidade aparelho extintora mínima de cada tipo de aparelho extintor portátil. c) carga de dióxido de carbono (CO2): um aparelho extintor com capacidade extintora de.1. 2. f) carga de compostos halogenados: um aparelho extintor com capacidade extintora de.

4.2.9 As unidades extintoras devem ser as correspondentes a um só aparelho extintor. latão.1.4.2.7 São aceitos aparelhos extintores com acabamento externo em material cromado.1. sendo uma para incêndio classe A e outra para incêndio classe B e C.1.8 Quando os aparelhos extintores de incêndio forem instalados em abrigos embutido na parede ou divisória. 4. devidamente sinalizados e com boa visibilidade para que os possíveis operadores possam se familiarizar com sua localização.1.10m e 0. 4. l) contêineres de telefonia. 4.2.1.1. f) incinerador.2 Aparelhos extintores sobre-rodas.1.2. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 5 .2. com altura recomendada entre 0. b) casa de bombas. h) ponte rolante. gás natural e pátio de contêineres.3 Deve ser instalado.6 Os aparelhos extintores de incêndio devem ser adequados à classe de incêndio predominante dentro dá área de risco a ser protegida.2.2 Devem ser posicionados de modo que a possibilidade do fogo bloquear seu acesso seja a menor possível. à exceção do aparelho extintor de espuma mecânica. a altura de fixação do suporte deve ser de 1. 4. deve existir uma superfície transparente que possibilite a visualização do aparelho extintor no interior do abrigo. devem ser seguidas as normas técnicas específicas. 4.10. pelo menos.1.60m do piso acabado.2. 4. gás liquefeito de petróleo.1.1 As distâncias máximas a serem percorridas pelo operador de aparelhos extintores sobre-rodas devem ser acrescidas da metade dos valores estabelecidos no item 4.10 Em locais de riscos especiais devem ser instalados aparelhos extintores de incêndio que atendam ao item 4.3 É permitida a instalação de aparelhos extintores sobre o piso acabado. no mínimo.4 Cada pavimento das edificações ou risco isolado deve possuir. 4.2. 4. apoiados em suportes apropriados.1 Quando os aparelhos extintores forem instalados em paredes ou divisórias.1 Devem estar desobstruídos. k) transformadores.2.20m do piso. e) galeria de transmissão.10.2. 4. devendo ser previstos aparelhos extintores internos sempre que julgado necessário. 4. 4.1. metal polido entre outros.2.1.1 Os aparelhos extintores serão localizados na parte externa do risco. B e C dentro de uma edificação ou área de risco.1. duas unidades extintoras. c) casa de força elétrica.1.2.1.2.2. g) elevador (casa de máquinas). não sendo aceitas combinações de dois ou mais aparelho extintores.2.2. um aparelho extintor de incêndio a não mais de 5 m da entrada principal da edificação e das escadas nos demais pavimentos. d) casa de máquinas.2.4.2.1.2 Para proteção por aparelhos extintores de incêndio em instalações de líquidos inflamáveis e combustíveis. j) quadro de redução para baixa tensão. 4.1.1. desde que permaneçam. 4.2.1 É permitida a instalação de duas unidades aparelho extintoras iguais de pó ABC. 4.5 É permitida a instalação de uma única unidade extintora de pó ABC em edificações ou 2 risco com área construída inferior a 50m .1. 4.10.1.2 Os aparelhos extintores não devem ser instalados em escadas e antecâmaras. de forma que sejam intercalados na proporção de dois aparelhos extintores para o risco predominante e um para a proteção do risco secundário. desde que possuam marca de conformidade expedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação. m) outros que necessitam de proteção adequada. sem prejuízo da proteção geral da edificação ou risco.1.3 desta Norma Técnica. i) escada rolante (casa de máquinas).2. 4.2 O aparelho extintor de pó ABC poderá substituir qualquer tipo de aparelho extintor de classes específicas A. 4.2. tais como: a) casa de caldeira.4. além da sinalização.2.

exceto quando os reservatórios de inflamáveis/combustíveis forem enterrados.2. 4.2. de forma alternada entre aparelhos extintores portáteis e sobre-rodas na área de risco. c) organismo de Certificação de Produto constante do selo do Inmetro.2 Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. e) carga de pó ABC – 6-A : 80-B : C. situar-se em pontos centrais. poderão estar todos localizados e centralizados num abrigo sinalizado.3.2. a proteção da metade da área total correspondente ao risco.2. colher amostras para avaliação das condições de funcionamento dos aparelhos extintores.2.5 Os aparelhos extintores sobre-rodas devem ser localizados em pontos estratégicos e sua área de proteção deve ser restrita ao nível do piso que se encontram.2.4 O emprego de aparelhos extintores sobrerodas só é computado como proteção efetiva em locais que permita o livre acesso a todos os pontos.3.2.2. 4.2 Não é permitida a proteção de edificações ou áreas de risco unicamente por aparelhos extintores sobre-rodas.1 Os aparelhos extintores sobre-rodas devem. 4. além dos aparelhos extintores instalados por percurso máximo e riscos específicos.2.2. a não mais de 150m do tanque mais desfavorável.7 Em locais de abastecimentos e/ou postos de abastecimento e serviços onde os tanques de combustíveis são enterrados.2. 4.2. considerando o complemento por aparelhos extintores portáteis.2.4. durante as vistorias. de acordo com esta Norma Técnica. sem impedimento de portas estreitas. Esta regra não se aplica nas áreas de transbordo ou manipulação de produtos inflamáveis ou combustíveis.8 Para proteção de reservatórios de alimentação exclusiva de grupo moto-gerador.6 A proteção por aparelhos extintores sobrerodas deve ser obrigatória nas edificações onde houver manipulação e/ou armazenamento de explosivos e líquidos inflamáveis ou combustíveis. admitindo-se. o prazo de validade/garantia de funcionamento dos aparelhos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e/ou pela empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação. serão necessários dois aparelhos extintores portáteis (pó ABC ou pó BC ou espuma mecânica). preferencialmente.2. d) carga de pó BC – 80-B : C. b) carga de espuma mecânica – 6-A : 40-B.9 Os aparelhos extintores. caso não haja veículo de emergência a distância máxima entre o abrigo e o tanque mais desfavorável será de 50 m. desde que tenha condições técnicas de conduzir estes aparelhos extintores por veículo de emergência da própria edificação ou área de risco.2. 4.3.2.2. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 5 . d) Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial. 4.5.3.4 Para ensaio de funcionamento das amostras colhidas. b) empresa/fabricante que fez a última manutenção. 4. 4.2.1 Os aparelhos extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação. com capacidade máxima de 500 litros. soleiras ou degraus no chão. 4. em relação aos aparelhos extintores portáteis e aos limites da área de risco a proteger.3 As capacidades mínimas dos aparelhos extintores sobre-rodas devem ser: a) carga d’água – 10-A.3 Os órgãos técnicos de vistoria do CBMCE podem.2.2. no mínimo em dois pontos distintos e opostos da área externa de armazenamento de contêineres. os aparelhos extintores poderão ser centralizados e localizados em abrigos sinalizados.10 Nos pátios de contêineres. próximo ao setor de abastecimento do posto. deverão ser instaladas mais duas unidades extintoras portáteis de pó químico seco (pó ABC ou BC) ou espuma mecânica em local de fácil acesso. 4. devem ser convidadas as seguintes entidades: a) proprietário do aparelho extintor. 4. 4. e) Instituto de Pesos e Medidas. c) carga de dióxido de carbono – 10-B : C.3 Certificação e validade/garantia 4. no máximo. 4. em locais onde haja parques de tanques.

6.4. 4.4.3.4. 4. Quando o aparelho extintor estiver localizado em coluna.3.3. 4. manutenção e recarga de aparelhos extintores fica condicionado à autorização da Coordenadoria de Atividades Técnicas. 4. os quais devem ser lacrados na presença da pessoa da edificação que estiver acompanhando a vistoria.1 Após este procedimento. os locais onde os aparelhos extintores forem colocados 2 terão uma área de 1m do piso. 4. estarem devidamente cadastradas. 4.4.4. devem ser coletadas novas amostras nos mesmos termos do ensaio anterior e solicitada nova vistoria.5.3 Os aparelhos extintores retirados para ensaio devem ser substituídos pelo CBMCE no ato da retirada.2.4. a fim de não deixar a edificação desprotegida. 4.6 As edificações que possuírem as amostras de aparelhos extintores reprovadas durante os ensaios. depósitos.5 Os aparelhos extintores ensaiados devem ser recarregados com recurso proveniente da Taxa Anual de Segurança Contra Incêndio. cobrada pelo CBMCE. 4.4. mercados e similares.4. a sinalização deverá ser de tal maneira que a mesma possa ser vista em todas as direções. A comercialização de aparelhos extintores.4.5.3. 4.4 O ensaio deve ser feito nos três aparelhos extintores de cada tipo.4. por aparelhos extintores do mesmo tipo e de capacidade igual ou superior.1 O ensaio deve ser feito em data préestabelecida e não deve ultrapassar trinta dias da data da coleta das amostras. 4.4.7 Vencidos os trinta dias.4.1 A Coordenadoria de Atividades Técnicas emitirá documentação específica para tal finalidade. galpões.4.4. 4. devendo as mesmas. localizada abaixo do extintor. 4. Nas instalações industriais. com a repetição lateral da sinalização de emergência.1.3. devem ser seguidos os procedimentos estabelecidos para a primeira vistoria. se novo pedido de vistoria for feito. em hipótese alguma. dos quais os três devem atender aos itens de desempenho estabelecidos nas NBRs específicas. será autorizada pela Coordenadoria de Atividades Técnicas.3.4.3. oficinas. O funcionamento de empresas de fabricação.4. obrigatoriamente. pintada em vermelho e. e devolvidos à edificação para substituir os que lá foram deixados. poderá ser ocupada.1 As empresas cadastradas junto à Coordenadoria de Atividades Técnicas deverão manter atualizados os pontos de venda e revenda de extintoras. devem providenciar a manutenção ou substituição dos modelos dos aparelhos extintores reprovados.2 As amostras para ensaio devem ser compostas de três aparelhos extintores de cada tipo.3. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 5 . no âmbito do Estado do Ceará. escolhidos aleatoriamente entre todos existentes na edificação.4 Considerações Finais 4.4.

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 005/2008 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 26 .

em razão de sua disposição em planta. 01/2008. observados os seguintes critérios: Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 26 . b) Quanto à altura. beirais e platibandas. b) as áreas totais cobertas das edificações F-3 e F6. no caso de edificações dos grupos F-3. exceto para os locais destinados à divisão F-3.1 Para os efeitos desta Norma Técnica. completamente protegida em sua integridade física.1 A saída de emergência compreende o seguinte: a) acessos. 4. dimensões em planta e características construtivas.3. e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas. com área superior a 10.2 Componentes da saída de emergência 4. as edificações são classificadas: a) quanto à ocupação. as áreas de sanitários.1 Largura das saídas 4.1 Esta Norma Técnica se aplica a todas as edificações. em caso de incêndio ou pânico. esses lugares puderem.2.3. quando. 2 e 3 desta Norma Técnica. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. c) as áreas de escadas. b) rotas de saídas horizontais. 3 DEFINIÇÕES 3.3 Exclusivamente para o cálculo da população. respectivamente. 4. corredores e elevadores nas ocupações D e E.4. 4.3. com as Tabelas 1. 4.1.1 Para efeitos desta Norma Técnica.500 pessoas. considerando sua ocupação dada na Tabela 1 Classificação das Edificações e Áreas de Risco o quanto à Ocupação da Norma Técnica n. bem como áreas de sanitários e elevadores nas ocupações C e F. para que sua população possa abandoná-las. devem ser incluídas nas áreas de pavimento: a) as áreas de terraços. rampas e assemelhados. d) descarga. e respectivas portas ou espaço livre exterior. F-6 e F-7. de acordo com a Tabela 1 Classificação das Edificações e Áreas de Risco o quanto à Ocupação da Norma Técnica n.1 A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência. sacadas.4 Dimensionamento das saídas de emergência 4.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população da edificação. c) escadas ou rampas. de acordo. 2 APLICAÇÃO 2.000m² ou população total superior a 2. eventualmente.1. onde deve ser consultada a Norma Técnica nº /2008. inclusive conchas e assemelhados.4 Exclusivamente para o cálculo da população.3 Cálculo da população 4. B e H. ser utilizados como arquibancadas. 4.3. nas edificações térreas.4.2 A população de cada pavimento da edificação é calculada pelos coeficientes da tabela 4. 01/2008. são excluídas das áreas de pavimento.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 005/2008 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos (tabelas) 1 OBJETIVO 1. quando houver. 4 PROCEDIMENTOS 4.1 Classificação das edificações 4. excetuadas àquelas pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A. 4.

3 As portas que abrem no sentido do trânsito de saída. divisórias móveis. b) as escadas. e estas somente em saídas com largura superior a 1. locais para exposição de mercadorias e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 26 . pilares e outros. nas ocupações do grupo H. d) 2. conforme coeficiente da Tabela 4 do anexo e critérios das seções 4. para dentro de rotas de saída. para as ocupações em geral.5. não podem diminuir a largura efetiva destas em valor menor Figura 1 – Medida da largura em corredores e passagens 4.65 m. nas ocupações do grupo H.5. no sentido do trânsito de saída. descargas. 4.65 m para as divisões H-2 e H-3. divisão H-3.1 Os acessos devem satisfazer às seguintes condições: a) permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação. divisão H-2. correspondente a três unidades de passagem de 55 cm. divisão H-2 e H-3. 4.2 m. 4. tais como móveis. c) 1.2 m.5. considerando-se o sentido da saída. d) ter pé-direito mínimo de 2.2 m. para as rampas.1.4. vergas de portas e outros. e) ser sinalizados e iluminados (iluminação de emergência de balizamento) com indicação clara do sentido da saída.a) os acessos são dimensionados em função dos pavimentos que sirvam à população.5 Acessos 4. o qual determina as larguras mínimas para os lanços correspondentes aos demais pavimentos. devem ser as seguintes: a) 1.1. Onde: N = número de unidades de passagem.4.4.4.3 e 4.4. sempre mantendo uma largura mínima livre de 1.1 A largura das saídas deve ser medida em sua parte mais estreita. nas ocupações do grupo H.2 A largura das saídas.2 As portas que abrem para dentro de rotas de saída. não sendo admitidas saliências de alizares. em ângulo de 180º. escadas. em qualquer caso. isto é.2 m para as ocupações em geral e de 1. os acessos (corredores e passagens) e descarga. 4. b) permanecer desobstruídos em todos os pavimentos. de forma a não reduzir a largura efetiva em valor maior que 0.3. c) ter larguras de acordo com o estabelecido no item 4. Figura 2 – Abertura das portas no sentido de saída‘ 4. P = população. para as rampas. C = capacidade da unidade de passagem conforme Tabela 4 do anexo. ressalvando o disposto a seguir. correspondente a três unidades de passagem de 55 cm.4.1 Generalidades 4. b) 1. com dimensões maiores que as indicadas na Figura 1.2 Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos. devem ficar em recessos de paredes. em ângulo de 90º. rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior população.3. com exceção de obstáculos representados por vigas.4.5 m.1.2 Larguras mínimas a serem adotadas As larguras mínimas das saídas de emergência. acessos às rampas (corredores e passagens) e descarga das rampas.1.4.1. é dada pela seguinte fórmula: ࡺൌ ࡼ ࡯ que a metade (ver figura 2).3 Exigências adicionais sobre largura de saídas 4. correspondente a quatro unidades de passagem de 55 cm. para as escadas.65 m. arredondado para número inteiro. cuja altura mínima livre deve ser de 2 m. dos acessos. 4. acessos (corredores e passagens) e descarga.1 m (ver figura 2).3. em seu movimento de abrir.

4. J-3 e J-4. 4.2 Porta com dimensão maior ou igual a 2.5.4. com peitoril. 4.4.4 Em edificações térreas.5. para o contramarco e alizares.2. sem grades fixas. escritórios de plano espacial aberto e galpões sem o arranjo físico interno (leiaute). em comunicação com os acessos e descargas.5.2. constante da Tabela 3.5.1 Para as ocupações do grupo J-1 e J-2.5. das portas em até 75mm de cada lado (golas).5.1 As portas das rotas de saídas e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas. valendo por uma unidade de passagem.5. 4.1 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior.5.2 m. edificações classes X.1.3.5. Y e Z.3 Número de saídas nos pavimentos 4. I-1. 4. valendo por três unidades de passagem.1 As portas devem ter as seguintes dimensões mínimas de luz: a) 80 cm. c) 1. tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça. em duas folhas.1 O número e o tipo de saídas exigido para os diversos tipos de ocupação.2. devem abrir no sentido do trânsito de saída (ver Figura 2). no vão livre.5. com altura máxima de 1. b) 1 m.4 Portas de saídas de emergência 4. c) a redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos ou detectores. como. encontra-se na Tabela 6. reduzidas em 30% (trinta por cento).5 Edificações exclusivamente térreas dos grupos G-1.3 Para uso da Tabela 5 devem ser consideradas as características construtivas da edificação. valendo por quatro unidades de passagem.4.2. 4. nota c. essas distâncias poderão ser acrescidas de 100% (cem por cento) (ver nota “a” da Tabela 5). b) o acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação. 4.2 m exige coluna central.2 m deverá ter duas folhas.5.5.2 Havendo necessidade de acrescer escadas.2 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às saídas das edificações e o acesso às escadas ou às portas das escadas (nos pavimentos) constam da Tabela 5 e devem ser consideradas a partir da porta de acesso da unidade autônoma mais distante. utilizadas nas rotas de saída de emergências.3. protegida ou à prova de fumaça).4.2.4. em duas folhas. mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso. devem ser dimensionadas como estabelecido no item 4. tanto interna como externamente. 4. J-1 e J-2 terão suas distâncias máximas a serem percorridas acrescidas de 150% (cento e cinqüenta por cento).2 A largura.2. área de refúgio.2m² e nenhuma dimensão inferior a 1 m.4.2. desde que o seu caminhamento interno não ultrapasse 10 m. admitindo-se uma redução no vão de luz. por exemplo. devem considerar: a) o acréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido. vão livre com área mínima de 1. G-2. 4. vão livre ou “luz” das portas.5. isto é. devem ser consideradas as distâncias diretas comparadas aos limites da Tabela 5.5 m. em função da altura.outros. desde que em ambos os casos as ocupações possuam controle de fumaça. de forma permanente.5. dimensões em planta e características construtivas de cada edificação. valendo por duas unidades de passagem.5.5. 4.1 No caso das distâncias máximas a percorrer para as rotas de fuga que não forem definidas no projeto arquitetônico.5. a distância mínima de trajeto entre as suas portas de acesso deve ser no mínimo 10m. d) a redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 26 .2. desde que as ocupações sejam automatizadas e que a permanência humana seja transitória. 4.2. 4. 4. para efeito da distância máxima a ser percorrida. estas devem ser do mesmo tipo que a exigida por esta Norma Técnica.1 Porta com dimensão maior que 1. qualquer abertura.5. para divisões I-2. escada comum de saída de emergência.3. pode ser considerada como saída. d) 2 m.2. comuns ou corta-fogo.1.5. 4.3 No caso de duas ou mais escadas de emergência.2 Distâncias máximas a serem percorridas 4. 4.2. poderá ser desconsiderado o dispositivo acima.

com capacidade acima de 100 pessoas. admitindo-se que a abertura pelo lado externo seja feita apenas por meio de chave.2. escadas e outros devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos.6.4.5 Se as portas dividem corredores que constituem rotas de saída. espelhos.6 Para as ocupações do grupo F.4.6. 4.2 Condições de atendimento 4. 4. dispensando-se maçanetas. de modo a permanecerem fechadas. térreas (com ou sem mezaninos).7 É vedada a utilização de peças plásticas em fechaduras. devem ser corta-fogo e a prova de fumaça conforme estabelecido na NBR 11.4 As rampas podem suceder um lanço de escada.6.5. d) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações em que houver usuários de cadeiras de rodas (ver NBR 9. assinado pelo proprietário ou responsável pelo uso. c) salas com capacidade acima de 50 pessoas. 4. 4.6. dobradiças e outros.20 m. 4.5.6. obedecendo à NBR 11. com altura mínima de 25 cm. 4. atentando para o item 4. conforme estabelecido na NBR 11.4 As portas das antecâmaras.5.742.1 O dimensionamento das rampas deve obedecer ao estabelecido no item 4. b) na descarga e acesso de elevadores de emergência.2 Nas rotas de fuga não se admite portas de enrolar ou de correr.6. etc. 4. através de termo de responsabilidade das saídas de emergência. caso o corredor possibilite saída nos dois sentidos. 4. podem ser dispensadas da exigência anterior.2. medidos na direção do trânsito.4.2.6.07 m².4. abrindo no sentido de fuga. deve haver internamente portas de saídas. b) abrir no sentido do fluxo de saída.7 m.5. 4. no sentido descendente de saída. mas destrancadas no sentido do fluxo de saída.5.4.6 Rampas 4. quando necessário.050). através de termo de responsabilidade das saídas de emergência. devendo permanecer aberta durante todo o transcorrer dos eventos.4. das rotas de saída. no que lhe for aplicável.5. 4. ou seja.4.4.3 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível. devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos.6. sem necessidade de chave.1 O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acesso a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3.1 Obrigatoriedade 4. nas portas dos seguintes locais: a) rotas de saídas. conforme NBR 11.5.4. sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3. 4.1. mas não podem precedê-lo. 4.2 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras. de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos.5.2. das portas de comunicação com os acessos às escadas e descarga. será obrigatória a instalação de barra antipânico nas portas de saídas de emergência.5. c) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada.4. maçanetas.742 e ser providas de visor transparente de área mínima de 0.1 As ocupações de divisão F-2. 4. desde que haja compromisso do responsável pelo uso.1 desta Norma Técnica. desde que seja possível a abertura pelo lado interno.6. b) entrada em unidades autônomas. tendo comprimento mínimo de 1.6. devem: a) ter condições de reter a fumaça. exceto quando esta for utilizada somente como porta de segurança da edificação.3 As portas das antecâmaras das escadas à prova de fumaça e das paredes corta-fogo devem ser do tipo corta-fogo (PCF).2.785.4. sendo admissível que se mantenham abertas desde que disponham de dispositivo de fechamento.1 Nesse caso. das salas. com área máxima construída de 1500m². desde que haja compromisso do responsável pelo uso.8 A colocação de fechaduras com chave nas portas de acesso e descargas é permitida.742.5.4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 26 . c) abrir nos dois sentidos.

8. 4. não será aceita comunicação entre si. e. EP.7.2.1 desta Norma Técnica. 4. 4. com no mínimo 0.6. Quando houver exigência Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 26 .7.9.5 Não é permitida a colocação de portas em rampas. 4. 4.3. d.6. e permanecer antiderrapante com o uso. o sentido da saída for ascendente.9 Devem atender às condições estabelecidas nas alíneas a.4. 4. a exemplo das escadas. deve ser dado um acréscimo de 25% na largura calculada conforme o item 4. conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida. f) atender a todos os pavimentos. a inclinação máxima é de 10%.1 No caso de edificações dos grupos H2 e H3.7. b.3.10 Devem ser classificadas. 4. d) ser dotadas de guardas em seus lados abertos conforme item 4.5% (1:8). 1:8. onde deve ser acrescida a iluminação de emergência e sinalização de balizamento. sendo a saída em rampa ascendente.5%. F e H.13. os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas. às rampas.8. e) ser dotadas de corrimãos em ambos os lados. aplicam-se.7. iluminação.2.2. conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida. 4.7.6 O piso das rampas deve ser antiderrapante.1 Generalidades 4. c) atender às condições específicas estabelecidas quanto aos materiais de acabamento e revestimento utilizados na escada. 4.5 de coeficiente de atrito dinâmico. de acordo com a norma técnica específica.6. c) 12.6.7. estas devem estar situadas sempre em patamares planos. quando o sentido de saída é na descida. 4.7. 4.2. mas terminando obrigatoriamente no piso de descarga. devendo haver compartimentação entre ambas.7 Escadas 4.2 As declividades máximas das rampas internas devem ser de: a) 10%. g e h do item 4. acima e abaixo da descarga. I e J.8 As exigências de sinalização.3 Declividade 4. nas ocupações C. PF seguindo para isso as condições específicas a cada uma delas estabelecidas nos itens 4.5 de coeficiente de atrito dinâmico.3. E.1 Em qualquer edificação.1. 1:10.11.12 e 4.6.6.7. quando não enclausuradas. enclausuradas ou não. c. h) quando houver exigência de duas ou mais escadas de emergência e estas ocuparem a mesma caixa de escada (volume). 4.7.6.3.4. nas edificações de ocupações A. 4. Figura 3 – Segmentação das escadas no piso da descarga g) ter os pisos em condições antiderrapantes.8. f. 4.6. indicando a rota de fuga e descarga.2. devendo ter compartimentação.2. as rampas não poderão suceder ao lanço de escada e vice-versa. com as devidas alterações.6. b) 12. em ocupações em que sejam admitidas rampas de mais de 10% em ambos os sentidos. como NE. conforme a norma técnica específica na divisão entre os lanços ascendente e descendente em relação ao piso de descarga.7. não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada (ver Figura 3). dos acessos. isto é. com largura não inferior à da folha da porta de cada lado do vão. 4. ausência de obstáculos e outros.2. nas edificações de ocupações D e G.1 A declividade máxima das rampas externas à edificação deve ser de 10% (1:10).6.3 Quando. com no mínimo 0. isto é. as quais devem: a) ser constituídas com material estrutural e de compartimentação incombustível. b) oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais além da incombustibilidade.7.6.7 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga ao especificado no item 4. B.10. exceto para escadas tipo NE (comum). e que permaneçam antiderrapantes com o uso.

b) no mínimo.7. Figura 5 – Escada com lanços curvos e degraus balanceados 4. b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar. 4. 4. espaço mínimo de 10cm entre lanços. c) ter. c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque) ou em espiral. a fórmula anterior. para permitir localização de guarda ou fixação do corrimão. 4.7. ventilação e iluminação.1).3. 5 mm.7. num mesmo lanço.1 Os degraus devem: a) ter altura h (ver Figura 4) compreendida entre 16 cm e 18 cm.de uma escada e for utilizado o recurso arquitetônico de construir 2 escadas em um único corpo. 4.7. no mínimo.3.2 Largura 4.7 m de altura. nesse caso.7. quando se tratar de escada reta.5 cm. estas serão consideradas como uma única escada. 4. b) ter largura b (ver Figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel: 63 ܿ݉ ൑ ሺ2݄ ൅ ܾሻ ൑ 64 ܿ݉.7.7.4. caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a linha de percurso e a parte mais estreita desses degraus engrauxidos não tenha menos de 15 cm (ver Figura 5) e 7 cm.3. excluindo os corrimãos (mas não as guardas ou balaustradas).3. diferenças entre as alturas de degraus de. não deve ultrapassar 3. mesmo por curto espaço de tempo.4 Em ambos os lados de vão da porta. não se aplicando. nem para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos. quando se desenvolver em lanços paralelos.3 Dimensionamento de degraus e patamares 4. quanto aos critérios de acesso. ou.2 O lanço mínimo deve ser de três degraus e o lanço máximo. respectivamente.1 As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) ser proporcionais ao número de pessoas que por elas devam transitar em caso de emergência. dos acessos e das descargas devem ter acabamento liso. deve haver patamares com comprimento mínimo igual à largura da folha da porta.3 O comprimento dos patamares deve ser (ver Figura 6): a) dado pela fórmula: ࢖ ൌ ሺ૛ࢎ ൅ ࢈ሻ ࢔ ൅ ࢈ onde n é um número inteiro (1.2. medido na direção do trânsito. Figura 4 – Altura e largura dos degraus d) ter.5 cm.1 As paredes das caixas de escadas.7. que se podem projetar até 10cm de cada lado. i) atender ao item 4.7. igual à largura da escada quando há mudança de direção da escada sem degraus ingrauxidos.1. larguras e alturas iguais e. das guardas.7.5. conforme item 4. exceto os previstos especificamente nesta Norma Técnica. no máximo. 2 ou 3). entre dois patamares consecutivos. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 26 .2 As caixas de escadas não podem ser utilizadas como depósitos. balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com este mesmo valor mínimo (ver Figura 4). com tolerância de 0.4.7. e) ter bocel (nariz) de 1.4 Caixas das escadas 4.4. quando este inexistir. 4.2. quando se tratar de escadas não destinadas a saídas de emergências (ver item 4. em lanços sucessivos de uma mesma escada.5. sem obrigatoriedade de aumento na largura das escadas.

4.7.7.80m². as escadas devem ser construídas concomitantemente com a execução da estrutura. as seguintes alturas máximas h dos degraus.7.4. 120 min. conforme item 4.8 Escadas enclausuradas protegidas (EP) 4.1 A escada comum (NE) deve atender aos requisitos dos itens 4. podendo ser aceitas na posição centralizada. de janelas abrindo para o espaço livre exterior. 4. nas escadas curvas (escadas em leque).7. porém. com no mínimo 0. atendendo ao previsto no item 4.4. devendo estar localizada na parede junto ao teto ou no máximo a 15cm deste.1m acima do piso do patamar ou degrau adjacente e tendo largura mínima de 80cm.3 (dimensionamento dos degraus. apenas um corrimão nas escadas com até 1.3.7. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.7. onde isto é facultativo).7.4.5 de coeficiente de atrito dinâmico.80m² em cada pavimento (ver Figura 8).5.5 Os pontos de fixação das escadas metálicas na caixa de escada devem possuir Tempo de Resistência ao Fogo de 120 min. em todos os pavimentos (exceto no da descarga.1 a 4.c. conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida.8.1.6. devendo pelo menos uma das faces da janela estar a no máximo 15 cm do teto. porém. não podem existir aberturas para tubulações de lixo.7. com altura da escada não superior a 3.2.7. 4.1m de largura e dispensando-se corrimãos intermediários. c) ocupações I até M: h = 23cm. no máximo. conforme fórmula de Blondel. com resistência de 90 min de fogo. que permaneçam antiderrapantes com o uso. c) ter os pisos em condições antiderrapantes.3).7. balanceamento e outros) e.3. b) ter largura mínima de 80cm.1 As escadas enclausuradas protegidas (ver Figura 7) devem atender ao requisitos dos itens 4. dispensa-se a aplicação da fórmula dos patamares (4.7.4. permitindo a fácil evacuação da obra e o acesso dos bombeiros.6 Escadas em edificações em construção 4.c. 4. armários para medidores de gás e assemelhados. devendo distar Figura 6 – Lanço mínimo e comprimento de patamar 4.7.7m. f) atender ao prescrito no item 4.7.3. exceto o 4. acima dos lances de degraus.2 Admitem-se nas escadas secundárias.8. atendendo ao prescrito no item 4. c) ser dotadas. desde que a população seja inferior a 20 pessoas.8. com área mínima de 0.3 Nas caixas de escadas. c) ser dotadas de venezianas ou outro material que assegure a ventilação permanente.7 Escadas não enclausuradas ou escada comum (NE) 4.7. b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo corta-fogo (PCF). e devem: a) atender aos mezaninos e áreas privativos de qualquer edificação.2 As janelas das escadas protegidas devem: a) estar situadas junto ao teto ou. 4. estando o peitoril.7.8. centros de distribuição elétrica.1 Em edificações em construção.3.5. 4. 4. d) ser dotadas de corrimãos.7. bastando. para passagem da rede elétrica. b) ocupações H: h = 19cm.7.7. e: a) ter suas caixas isoladas por paredes resistentes a 2 h de fogo. no mínimo. no término da escada. no mínimo.4 As paredes das caixas de escadas enclausuradas devem garantir e possuir Tempo de Resistência ao Fogo por.7. não destinadas a saídas de emergência. exceto o 4. d) ser dotadas de janela que permita a ventilação em seu término superior. sempre a fórmula de Blondel: a) ocupações A até G: h = 20cm.7. a 15cm deste.5 Escadas não destinadas a saídas de emergência 4.7.1 As escadas em leque.7. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 26 . respeitando.7. bastando que o patamar tenha um mínimo de 80cm.1. no mínimo. 4.8.1 a 4. exclusivamente de serviço e não destinadas a saídas de emergência. a 1. e) ser dotadas de guardas em seus lados abertos. em espiral e de lances retos são consideradas como escadas secundárias.

4. devendo ficar junto ao solo da caixa da escada podendo ser no piso do pavimento térreo ou no patamar intermediário entre o pavimento térreo e o pavimento imediatamente superior.4. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. em condições análogas à tomada de ar dos dutos de ventilação (ver item 4. 10 e 11) devem atender ao estabelecido nos itens 4.11). c) em paredes dando para o exterior.1. em projeção horizontal. no mínimo. Os caixilhos devem ser fixados na posição aberta. com área de 1.4m.7. deve obedecer aos seguintes requisitos: a) ser obtida por abertura provida de caixilho de perfil metálico reforçado.5 mm.7.3.12. sendo vedado o uso de perfis ocos.9.1 a 4. transparente ou não.7.Escada enclausurada protegida 4. a distância entre elas não pode ser inferior a 0. de acordo com os itens 4. executadas nos moldes do especificado no item 4. b) este caixilho deve ser guarnecido com vidro aramado.8.7.10 Antecâmaras 4. conforme a alínea c do item 4. abrindo para o espaço livre exterior.9 Escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF) 4.7.7. devem: a) ter comprimento mínimo de 1. d) havendo mais de uma abertura de iluminação. devendo ser aberto somente para fins de manutenção ou emergência. c) ser ventiladas por dutos de entrada e saída de ar. em parede dando para antecâmara ou varanda. que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível.7.7. Figura 7 .7.12.1.7. provido de fecho acionável por chave ou ferramenta especial.80m². atendendo as primeiras ao prescrito no item 4. de qualquer outra abertura. terraços ou balcões. 4. podendo essa distância ser reduzida para 2m para caso de aberturas instaladas em banheiros.7. A distância das venezianas pode ser reduzida para 1.80m.c.5m².8.8. 4. 4. sendo vedados os tipos em eixo vertical e “máxiar”. chapa dobrada. madeira. com espessura mínima de 6.7. junto ao teto.2 A iluminação natural das caixas de escadas enclausuradas.4.9.11. pode ser de até 1m². quando houver.3 Na impossibilidade de colocação de janela na caixa da escada enclausurada protegida.10 ou 4. situadas junto ao teto ou. d) ser construídas em perfis metálicos reforçados. b) ter ingresso por antecâmaras ventiladas.5m.7. que permita a entrada de ar puro. sua área máxima não pode ultrapassar 0. b) ter sua ligação com a caixa da escada por meio de antecâmaras ventiladas. exceto o 4. e: a) ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a quatro horas de fogo. recomendável mas não indispensável.1 As escadas enclausuradas à prova de fumaça (ver Figuras 9. c) ser providas de portas corta-fogo (PCF) com resistência de 60min ao fogo.8m.5 mm.10. vestiários ou áreas de serviço.7. plástico e outros.7. os corredores de acesso devem: a) ser ventiladas por janelas. largura mínima de 0. de outras aberturas. malha de 12. e) os caixilhos poderão ser do tipo basculante. para ingressos nas escadas enclausuradas (ver Figura 9).2 a 4.4 As escadas enclausuradas protegidas devem possuir ventilação permanentes inferior.7.10 e os últimos no item 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 26 . com área mínima de 0. b) ter pé-direito mínimo de 2. ou.5m e a soma de suas áreas não deve ultrapassar 10% da área da parede em que estiverem situadas. a 15 cm deste.11.pelo menos 3m.1 As antecâmaras.20m² no mínimo.7.7.

g) ter. quando não forem totalmente abertos no topo. guarnecidas ou não por venezianas ou equivalente. da porta de entrada da escada. com área mínima de 0. entre as aberturas de entrada e de saída de ar. medida eixo a eixo. medida em planta. devendo seu topo situar-se 1 m acima de qualquer elemento construtivo existente sobre a cobertura. j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras deverão ser guarnecidas por telas de arame.11 Dutos de ventilação natural 4. em qualquer caso.1 Os dutos de ventilação natural devem formar um sistema integrado: o duto de entrada de ar (DE) e o duto de saída de ar (DS) 4. ૚૙૞ ࢞ ࢔ onde: s = secção mínima em m² n = número de antecâmaras ventiladas pelo duto. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. 4. a uma distância horizontal de 3m. da porta de entrada da antecâmara.5cm. quando de secção retangular. no máximo. a distância vertical mínima de 2 m. Figura 8 . no máximo.7. quando retangular. a uma distância horizontal de 3m. com área mínima de 0. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2.7. aberturas de saída de ar com área efetiva superior ou igual a 1. devendo essas aberturas ser dispostas Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 26 .11.7.84m² e.5 vezes a área da secção do duto.Ventilação da escada enclausurada protegida e seu acesso c) ter.11. f) ter a abertura de saída de ar do duto respectivo situada junto ao teto ou no máximo. a 15 cm deste. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. i) ter paredes resistentes ao fogo por no mínimo 120min. quando retangular.d) ser dotadas de porta corta-fogo (PCF) na entrada e na comunicação da caixa da escada. e a abertura de entrada de ar situada. no máximo. e) ter a abertura de entrada de ar do duto respectivo situada junto ao piso ou. área não inferior a 0. b) ter secção mínima calculada pela seguinte expressão: ࢙ ൌ ૙. h) ter a abertura de saída de ar situada.84m² e. com resistência de 60min de fogo cada. medida em planta.5cm por 2. a 15 cm deste. d) elevar-se no mínimo 3m acima do eixo da abertura da antecâmara do último pavimento servido pelo eixo. e) ter.84m² e. obedecer à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões.2 Os dutos de saída de ar (gases e fumaça) devem: a) ter aberturas somente nas paredes que dão para as antecâmaras.

11. quando atenderem a até 15 antecâmaras. que assegure a captação de ar fresco respirável.3 As paredes dos dutos de saídas de ar devem: a) ser resistentes. poderá ser projetada junto ao teto do primeiro pavimento que possua acesso direto ao exterior (Ex.5 A secção da parte horizontal inferior do duto de entrada de ar deve: a) ser. Figura 9 – Escada enclausurada à prova de fumaça com elevador de emergência (a posição deste é somente exemplificativa) na antecâmara 4. no mínimo.7.4. cumeeiras. longe de qualquer eventual fonte de fumaça em caso de incêndio.7. em edificações com altura igual ou inferior a 30m.7. f) não serem utilizados para a instalação de quaisquer equipamentos ou canalizações.2 são as mínimas absolutas. g) ser fechados na base.7. c) ter revestimento interno liso. casas de máquinas.7.11. 4.5cm por 2. rebocada. a duas horas de fogo.5cm.7 As dimensões dos dutos dadas em 4.11. c) atender às condições das alíneas “a” à “c” e “f” do item 4. isto é. 4. que não diminua a área efetiva de ventilação.11. pelo menos. a uma parede de tijolos maciços.1 A abertura exigida na letra e. muretas e outros). duas faces opostas com área nunca inferior a 1m² cada uma. possuindo acesso direto ao exterior. b) ser igual a 1. e) ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do primeiro pavimento. 4. no mínimo.11. e se situarem em nível superior a qualquer elemento construtivo do prédio (reservatórios. no mínimo. 4. de preferência. 4.7.11. ao nível do solo ou abaixo deste. e de 23cm de espessura. com espessura dos fios superior ou igual a 3mm e malha com dimensões mínimas de 2. no mínimo. igual à do duto. quando atenderem a mais de 15 antecâmaras.: piso térreo). b) ter isolamento térmico e inércia térmica equivalente.5 vezes a área da secção do trecho vertical do duto de entrada de ar.6 A tomada de ar do duto de entrada de ar deve ficar.11.2. d) ser totalmente fechados em sua extremidade superior. b) ter revestimento interno liso.7.7.4 Os dutos de entrada de ar devem: a) ter paredes resistentes ao fogo por duas horas.em.11. devendo esta abertura ser guarnecidas por telas de arame. sua secção deve ser aumentada para compensar a redução. no caso de edificações com mais de 30m de altura. de 15cm de espessura. aceitando-se Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 11 de 26 .

em especial no caso da existência de subsolos e em prédios de excepcional altura ou em locais sujeitos a ventos excepcionais.Exemplo de dutos de ventilação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 12 de 26 . Figura 10 .mesmo recomendando o cálculo exato pela mecânica dos fluídos destas secções.

b) as distâncias entre as aletas das aberturas das janelas tenham espaçamentos de no mínimo 0. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. desde que entre elas seja interposta uma parede com TRF mínimo de 2 horas. igual a um terço da altura da edificação. a um sexto da altura.2. 4.7. varandas. c) na edificação considerada não houver ocupações pertencentes aos grupos C ou I.7. no mínimo. ressalvado o estabelecido no item 4.2 pode ser reduzida à metade.3. para qualquer altura da edificação.7. c) as aletas possuam um ângulo de abertura de no mínimo 45 graus em relação ao plano vertical da janela. atendendo ao prescrito no item 4.1.7.7. b) ter guarda de material incombustível e não vazada com altura mínima de 1.7. ou escadas pressurizadas. mas nunca a menos de 3m. entre a abertura desprotegida do próprio prédio até o paramento externo do balcão. para ingresso em escadas enclausuradas. g) os pisos de balcão.15m.1.7.4 Será aceita uma distância de 1.3m.5m².8. c) ter piso praticamente em nível e desnível máximo de 30mm dos compartimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada.7. quando: a) o prédio for dotado de chuveiros automáticos. terraços e assemelhados.2m.6.3. isto é.7. desde que: a) área efetiva mínima de ventilação seja de 1. devem atender aos seguintes requisitos: a) ser dotados de portas corta-fogo na entrada e na saída com resistência mínima de 60min. e) ter altura de peitoril de 1.6.14 Escada aberta externa (AE) 4.1 a 4.3 A distância estabelecida no item 4. podem sempre substituir as escadas enclausuradas protegidas (EP) e as escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF). f) ter distância de no mínimo 3m de outras aberturas em projeção horizontal.1 Os balcões.7.2.3 e 4.30m. e: a) ter seu acesso provido de porta corta-fogo com resistência mínima de 90min.11.7.14. b e c. d) as antecâmaras deverão atender o item 4.7.7. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 13 de 26 . c) atender tão somente aos pavimentos acima do piso de descarga. através de janela com ventilação permanente.12. varandas e terraços que sirvam para ingresso às escadas enclausuradas à prova de fumaça e qualquer outra abertura desprotegida do próprio prédio ou das divisas do lote deve ser. b) manter raio mínimo de escoamento exigido em função da largura da escada.5 Será aceita a ventilação no balcão da escada à prova de fumaça.1 As escadas abertas externas (ver Figuras 13 e 14) podem substituir os demais tipos de escadas e devem atender aos requisitos dos itens 4. 4.12. mas nunca a menos de 3m.12.20m. 4.1 As escadas à prova de fumaça pressurizadas.4. não situado no último pavimento. conforme item 4.a. o acesso deve ser protegido por marquise com largura mínima de 1.13. b) o somatório das áreas das aberturas da parede fronteira à edificação considerada não ultrapassar um décimo da área total dessa parede. 4.2 A distância horizontal entre o paramento externo das guardas dos balcões. terminando obrigatoriamente neste. varanda ou terraço para o ingresso na escada enclausurada à prova de fumaça (PF).12.12. Figura 11 – Escada enclausurada do tipo PF ventilada por balcão 4.12.10.13 Escadas à pressurizada (PFP) prova de fumaça 4.8.7. 4. e no mesmo plano de parede. d) em se tratando de terraço a céu aberto. (ver Figura 11) 4. varandas e terraços deverão ser antiderrapantes.12 Escada enclausurada varandas e terraços por balcões. 4.12.7. devendo atender a todas as exigências da norma técnica específica.

mezaninos.92 m nas escadas internas. 4. telas e assemelhados. 4. 4.2 A altura das guardas.1. corredores. b) ser isentas de aberturas. vidros de segurança laminados ou aramados e outros. medido como especificado no item 4.8. isto é. Figura 12 – Escada aberta externa f) a distância do paramento externo da escada aberta até o limite de outra edificação no mesmo terreno ou limite da propriedade deverá atender aos critérios adotados na norma técnica específica. devem ser de no mínimo 1.8 Guardas e corrimãos 4.8. escadas. h) na existência de shafts. saliências.d) entre a escada aberta e a fachada da edificação deverá ser interposta outra parede com TRF mínimo de duas horas. de modo que uma esfera de 15cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura.8.1 Guarda-corpos e balaustradas Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 14 de 26 . Figura 13 – Escada aberta externa 4. i) será admitido esse tipo de escada até com altura de 23m. atendendo os critérios estabelecidos na norma técnica específica. devem: a) ter balaústres verticais.2. g) a estrutura portante da escada aberta externa deverá ser construída em material incombustível. de 1. telas. quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus.3 As alturas das guardas em escadas externas.1. balcões. 4. grades. terraços. mezaninos e outros (ver Figura 15).8.1. as guardas vazadas. deve ser. no mínimo. dutos ou outras aberturas verticais que tangenciam a projeção da escada aberta externa. para evitar quedas. corredores.1. patamares. longarinas intermediárias.8. reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas.8.3m. de seus patamares. e) toda abertura desprotegida do próprio prédio até escada deverá ser mantida distância mínima de 3m quando a altura da edificação for inferior ou igual a 12m e de 8m quando a altura da edificação for superior a 12m. sempre que houver qualquer desnível maior de 19cm.4 As guardas constituídas por balaustradas.05m ao longo dos patamares. TRF de duas horas. galerias. grades. rampas e outros deve ser protegida de ambos os lados por paredes ou guardas (guarda-corpos) contínuas. escadas. medida internamente.1 Toda saída de emergência. tais aberturas deverão ser delimitadas por paredes estanques nos termos da norma técnica específica.1. de balcões e assemelhados. podendo ser reduzida para até 0.

8.1.8. 4.2 Corrimãos 4.2m de largura devem ter corrimão intermediário. 4.2 Uma escada pode ter corrimãos em diversas alturas.8. sendo em escadas.2 (ver Figura 14). 4. no máximo.4 Os corrimãos devem estar afastados 40mm.3. arestas ou soluções de continuidade.4. corrimãos constituídos por elementos com arestas vivas. as esquadrias. 4.Dimensões de guardas e corrimãos 4. jardins-deinfância e assemelhados.2 As extremidades dos corrimãos intermediários devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. sempre que for possível. onde pode ser previsto. as grades de balaustradas.8. as paredes.1m de largura.2. utilizadas por pessoas muito idosas e deficientes físicos. essa medida tomada verticalmente da forma especificada no item 4. balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1.2. b) ter seus painéis.c) ser constituídas por materiais não estilhaçáveis. as reações devidas a esse carregamento não precisam ser adicionadas às cargas especificadas na alínea precedente (ver Figura 16).Pormenores de corrimãos 4. tábuas largas e outros (ver Figura 15).8. Exceção: será feita as ocupações do grupo I e J para as escadas e saídas não emergenciais. se for o caso.1 As guardas de alvenaria ou concreto. os corrimãos das escadas deverão ser contínuos. Figura 14 .8.1 Escadas com mais de 2. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários devem ter. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 15 de 26 .3 Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrados fácil e confortavelmente. das paredes ou guardas às quais forem fixados. no mínimo.2 Os corrimãos devem ser calculados para resistir a uma carga de 900N.8. além do corrimão principal. uma unidade de passagem especial com 69cm entre corrimãos.8. adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões (ver Figura 16). 4. as divisórias leves e outros elementos de construção que envolvam as saídas de emergência devem ser projetados de forma a: a) resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730N/m aplicada a 1.2. a cada 1.05m de altura. sem encontrar quaisquer obstruções.8. em escolas. ressalvado o caso de escadas em ocupações dos tipos H-2 e H-3.20kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte.2m do Figura 15 . aplicada em qualquer ponto deles.3. 4.3 Exigências estruturais 4.5 Não são aceitáveis.2.6 Para auxílio dos deficientes visuais. no mínimo. pelo menos 0.8. deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários. permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão. em saídas de emergência. 4.8.4 Corrimãos intermediários 4.8.8. verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa. No caso de secção circular.2. longarinas. 4. 1.8.1 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas. que exijam máximo apoio com ambas as mãos em corrimãos. prolongando-se.8m. seu diâmetro varia entre 38mm e 65mm (ver Figura 15). devendo estar situados entre 80cm e 92cm acima do nível do piso.2.4. além do corrimão principal na altura normal exigida. se for o caso. exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados. sem interrupção nos patamares. em escadas largas.

1 Área de refúgio é a parte de um pavimento separada por paredes corta-fogo e portas corta-fogo.9. de modo que as respectivas portas permaneçam abertas.9 Elevadores de emergência 4.3 Nas ocupações institucionais H-3. para varanda conforme o item 4. ter apenas dois corrimãos laterais. anulando as chamas existentes. 4. cada uma delas (a área de refúgio e o restante do pavimento).2.9.1 Enquanto não houver norma específica referente a elevadores de emergência.10. d) possuir duplo comando automático e manual reversível. d) deve estar ligado a um grupo moto-gerador de emergência.9. sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos.1 Conceituação e exigências 4.2. possuindo este circuito chave reversível no piso da descarga.9.1 Obrigatoriedade 4. quando forem utilizadas por grandes multidões. a pelo menos uma escada/rampa de emergência (ver Figura 17).2. 4. estes devem atender a todas as normas gerais de segurança previstas nas NBR 5. o elevador de emergência deve ter cabine com dimensões apropriadas para o transporte de maca.9. em caso de emergência.9. sempre que sua altura ultrapassar a 12m.1.2.7. às seguintes condições: a) estar localizado no pavimento da descarga. Figura 16 – Pormenores construtivos da instalação de guardas e as cargas a que elas devem resistir 4. que ele seja ligado a um gerador externo na falta de energia elétrica na rede pública.4 As caixas de corrida (poço) e casas de máquinas dos elevadores de emergência devem ser enclausuradas e totalmente isoladas das caixas de corrida e casas de máquinas dos demais elevadores. em número igual ao das escadas de emergência.1. excepcionalmente.10. tendo acesso direto.8. excetuadas as de classe de ocupação G-1.2 Exigências 4.10 Área de refúgio 4.192 e (ver Figura 9): a) ter sua caixa enclausurada por paredes resistentes a quatro horas de fogo. 4.2 A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência conforme estabelecido em norma técnica específica.5 O elevador de emergência deve atender a todos os pavimentos do edifício.8.1. b) possuir chave de comando de reversão para permitir a volta do elevador a este piso. independente dos elevadores de uso comum. para hall enclausurado e pressurizado.9. c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio dos carros no pavimento da descarga. 4.4. para patamar de escada pressurizada ou local análogo do ponto de vista de segurança contra fogo e fumaça.10. b) ter suas portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada.12.1.1 As paredes que definem as áreas de refúgio devem apresentar resistência ao fogo conforme estabelecido em norma técnica específica. 4. independentemente de sua largura. b) nas ocupações institucionais H-2 e H-3.7.9.7. A caixa de corrida (poço) deve ter abertura de ventilação permanente em sua parte superior. que possibilite Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 16 de 26 .1. atendendo às condições estabelecidas na alínea d do item 4.10.4.410 e NBR 7. c) ter circuito de alimentação de energia elétrica com chave própria independente da chave geral do edifício.2 O painel de comando deve atender.10.1 É obrigatória a instalação de elevadores de emergência: a) em todas as edificações residenciais A-2 e A-3 com altura superior a 80m e nas demais ocupações com altura superior a 60 m. incluindo os localizados abaixo do pavimento de descarga com altura ascendente superior a 12m. e em torres exclusivamente monumentais de ocupação F-2.2. ainda. mediante chamada apropriada.3 Escadas externas de caráter monumental podem. 4. 4. nos termos do item 4.2. 4.

como especificado no item 4.1 É obrigatória a existência de áreas de refúgio em todos os pavimentos nos seguintes casos: a) em edificações institucionais de ocupação E-5.10.10. b) Ser mantida livre e desimpedida.2 Obrigatoriedade 4.3. 4. sendo. 4. E-6. bem como nas ocupações E-6.4.1 Em ocupações H-2 e H-3.11.1. Nesses casos a área mínima de refúgio de cada pavimento ficará restrita a 30% da área de cada pavimento. salas de medidores.escadas não enclausuradas e altura até 12m.2 O corredor ou átrio enclausurado que for utilizado como descarga deve: a) ter paredes resistentes ao fogo por tempo equivalente ao das paredes das escadas que a ele conduzirem. recepção. tais como apartamentos.2. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 17 de 26 .11. 4. 4. atendendose às dimensões exigidas no item 4. portaria.2. que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública. as áreas de refúgio não devem ter áreas superiores a 2. em rampas.1.b) ter pisos e paredes revestidos com materiais que atendam às condições da norma técnica específica.6.1 A descarga.11. desde que tenha acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas). sala de espera.1.000m².2m.Desenho esquemático da área de refúgio 4.1. c) corredor a céu aberto. isolando-o de todo compartimento que com ele se comunique.1 Tipos 4.4 A área em pilotis que servir como descarga deve: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza.3. b) área em pilotis. desde que entre o final da descarga e a fachada ou alinhamento predial (passeio) mantenha-se um espaço livre para acesso ao exterior.10.11. pode ser constituída por: a) corredor ou átrio enclausurado. c) ter portas corta-fogo com resistência de 90min de fogo.11.11.11 Descarga 4. Figura 18 – Descarga através de hall térreo não enclausurado 4. b) a existência de compartimentação de área no pavimento será aceita como área de refúgio. quando a escada for à prova de fumaça ou quando a escada for enclausurada protegida.1 Não será exigida a letra a acima. a comunicação entre as áreas de refúgio e/ou entre essas áreas e saídas deve ser em nível ou. não podendo ser utilizada como depósito de qualquer natureza.10. sala de estar e salão de festas (ver Figura 18). sendo admitido nesse saguão ou hall elevadores. parte da saída de emergência de uma edificação. H-2 e H-3 com altura superior a 12 m.3 Admite-se que a descarga seja feita por meio de saguão ou hall térreo não enclausurado.1. nas edificações onde as escadas exigidas forem do tipo NE . 4. restaurante e outros.2 Nessas ocupações H-2 e H-3. 4. no mínimo com largura de 2. quando necessário. dotada de divisores físicos que impeçam tal utilização. Figura 17 .3 Hospitais e assemelhados 4.11.10. desde que entre o acesso à escada e a área externa (fachada ou alinhamento predial) possua um espaço reservado e desimpedido. caso haja desníveis.

4.11.2m.4.11. Mesmo nos casos de edificações destinadas a uso unicamente durante 4.1 Iluminação das rotas de saídas de emergência 4. de acordo com a NBR 5.3.2m. 4. 4.1 A iluminação de emergência deve ser executada obedecendo ao estabelecido em norma técnica específica. é indispensável a iluminação artificial noturna. a soma das larguras das escadas que a ela concorrem.2 A largura das descargas não pode ser inferior: a) a 1. ser em Figura 19 – Dimensionamento de corredores de descarga 4.12.2.1.2 Características do ponto de ancoragem: a) permitir a fixação de modo a não provocar a abrasão ou esforços de corte nas cordas. 4. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem.65 e 2.11.55 m).1.1 A sinalização de saída deve executada obedecendo ao estabelecido norma técnica específica.12.3 Outros ambientes com acesso 4.5 O elevador de emergência pode estar ligado ao hall de descarga. nos prédios em geral.13.12.Acesso de galeria comercial à descarga 4. b) ser constituído de material que resista a esforços de tração de 3.1 Considera-se ponto de ancoragem todo dispositivo destinado à ancoragem de cordas para a retirada de vítimas e acesso de bombeiros na edificação e áreas de risco.12. conforme indicado na Figura 20.3. Figura 20 .2 Iluminação de emergência 4. d) ser fixado em pelo menos 2 pontos com resistência igual ao exigido na letra b. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 18 de 26 . dentro dos padrões estabelecidos para as escadas à prova de fumaça (PF). nas edificações classificadas com H-2 e H-3 por sua ocupação. dotadas de duas portas corta-fogo P-60. considerando-se esta largura para cada segmento de descarga entre saídas de escadas (ver Figura 19).12 Iluminação de emergência e sinalização de saída 4.11.13. e a 1. não sendo necessário que a descarga tenha. o dia.413. em toda a sua extensão.000 quilogramas força (tubulação preferencialmente com diâmetro de 63mm ou vergalhão com diâmetro mínimo de 50mm). e) a distância mínima entre o ponto de ancoragem e a projeção horizontal da fachada atendida deve ser de 1m.11.1 No dimensionamento da descarga.12.11.4. 4.1 As rotas de saída devem ter iluminação natural e/ou artificial em nível suficiente. c) ser constituído de material que resista às intempéries. desde que seja agregado à largura desta uma unidade de saída (0.3 Sinalização de saídas de emergência 4.13 Acesso de guarnições de bombeiros na edificação e áreas de risco por meio de ponto de ancoragem 4.12.1 Galerias comerciais (galerias de lojas) podem estar ligadas à descarga desde que seja feito por meio de antecâmara enclausurada e ventilada diretamente para o exterior ou através de dutos. b) à largura calculada conforme 4.2.2.2 Dimensionamento 4.

4.1.15.2. subsolos e edificações sem janelas . os pavimentos nas condições seguintes: a) o pavimento que for provido em pelo menos dois lados de. no mínimo. 2m² de aberturas inteiramente acima do solo a cada 15m lineares de parede periférica. A existência de compartimentação de área no pavimento. localizado na última laje e com acesso fácil aos bombeiros e ocupantes da edificação. pelo menos.15.1.15.2.2 Uma edificação térrea (ver Tabela 1) ou porção dela não é considerada sem janelas quando: a) o pavimento tiver portas ao nível do solo.2. espaçados. devem permitir a saída conveniente de seus usuários e atender às exigências abaixo: a) para subsolos com áreas de construção superior a 500m2 ou população total superior a 100 pessoas. ressalvando o especificado no item 4. em áreas sem acesso direto ao exterior e sem janelas para permitir ventilação e auxílio de bombeiros. b) estas aberturas deve ter dimensões mínimas de 60cm x 60cm.15 Construções subterrâneas. para efeito de saídas de emergência.2 Edificações sem janelas 4. Nesse caso a área de refúgio fica restrita a 30%. da área de cada pavimento. obedecendo às alíneas b e c do item 4.14. no mínimo. c) estas aberturas sejam de fácil manuseio. sem passagem pela descarga térrea. 4.2.2.14.15. 4. de forma a permitir operações de salvamento provenientes do exterior.1m de altura livre. b) estas aberturas tenham peitoril a não mais de 1. ter no mínimo duas saídas de emergência. exceto para os subsolos destinados a estacionamento de veículos.2 e 4.15.15. com.15.1. tanto do lado interno como externo.4. b) todos os pavimentos acima do térreo tiverem aberturas de acesso ou janelas em dois lados do prédio. painel de acesso ou janelas espaçadas a não mais de 50m nas paredes exteriores. além das demais exigências desta Norma Técnica que lhes forem aplicáveis. ou parte delas. extintores de incêndio e outros) e ter as larguras exigidas pela NBR 9. devendo ter identificação tanto internamente como externamente.15. que não possuem meios de acesso direto ao exterior. desde que tenha Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 19 de 26 . devem possuir rampas e elevadores de segurança ou outros dispositivos onde houver diferença de nível entre pavimentos.15.3.14 Acesso sem obstáculos 4. c) é obrigatória a adoção de áreas de refúgio em subsolos com área superior a 500m².15.050. em lados opostos. subsolos e as edificações sem janelas.15. consideram-se construções subterrâneas ou subsolos as edificações. 4.2. b) os pontos de ancoragem devem ser localizados de forma centralizada em relação às fachadas que visem a atender. com distância mínima de 10m entre elas. qualquer incêndio ou fumaça tende a provocar pânico.20m acima do piso interno e que não tenham medida alguma menor que 60cm (luz). inclusive usuários de cadeiras de rodas.2. das janelas ou grades fixas existentes.2.15. considerando que. 4.1 Para os efeitos desta Norma Técnica. no caso de subsolo. 4. não destinados a garagem.3 Exigências especiais para construções subterrâneas subsolos e edificações sem janelas 4. será aceita como área de refúgio.3 Exigências a) toda edificação com altura superior a 23m deve possuir pelo menos um ponto de ancoragem.3.15. na qual o piso se ache abaixo do pavimento da descarga. através de suas paredes periféricas ou aberturas para ventilação ou salvamento. b e c do item 4.1.Generalidades e conceituação 4. obedecendo às alíneas a.15.2 Não são considerados subsolos.13.1. ter ao menos uma das saídas direta ao exterior.2 Essas rotas devem permanecer livres de quaisquer obstáculos ou saliências nas paredes (móveis. b) quando. 15m nestas paredes.1 As edificações sem janelas são aquelas edificações. no mínimo. com acesso de público ou população superior a 50 pessoas.15. 4. ressalvados os casos descritos nos itens 4.1 As construções subterrâneas.2. destinado a atender cada fachada. 60cm de largura livre por 1.1 Construções subterrâneas ou subsolos 4. no mínimo. 4.2.1 As rotas de saída destinadas ao uso de doentes e deficientes físicos. ou parte delas.3 Uma edificação não-térrea (ver Tabela 1) não é considerada sem janelas quando: a) existirem acessos conforme a alínea a do item 4.

vestiários ou áreas de serviço. Exceção será feita às edificações térreas dos grupos G-1. a escada deve ser do tipo pressurizada (PF). exige-se pressurização da escada. exige-se escada simplesmente enclausurada com PCF P-90. e) Nos casos em que for comprovada tecnicamente a inviabilidade da adaptação. e para aquelas com altura superior a 12m deve ser adotada a escada enclausurada com PCF P-90 e alvenaria resistente ao fogo.4m de outras aberturas que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível. J-1 e J-2. sendo que as portas de acesso às unidades autônomas (residências) não podem ter aberturas. para todos os grupos de ocupação. deve ser adotada a escada tipo comum (NE). A distância das venezianas podem ser reduzidas para 1. deve-se manter uma ventilação permanente de no mínimo 0. Alturas superiores a 12m. vestiários ou áreas de serviço. deverá o interessado propor medidas alternativas por meio de Comissão Técnica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.divisão A-2. devendo distar pelo menos 3m. d) as distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior. devendo distar pelo menos 3m.acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas). no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. de qualquer outra abertura. A distância das venezianas podem ser reduzidas para 1. Caso a escada possua uma ou mais faces voltadas para área aberta externa.50m² em uma das faces. que terão suas distâncias máximas a serem percorridas acrescidas em 100% da Tabela 5.4m de outras aberturas que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível. Para edificações com altura superior a 12m. serão acrescidas em 50% da Tabela 5 desta Norma Técnica. 5. escada protegida).16 Exigências para edificações construídas anterior a 11 de março de 1983 a) para edificações com ocupação residencial. deve-se manter uma ventilação permanente de no mínimo 0. devendo ser respeitado os projetos anteriormente aprovados junto ao CBMCE. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 20 de 26 . podendo esta distância ser reduzida para 2m para caso de aberturas instaladas em banheiros. de modo a evitar a passagem de fumaça. G-2. em projeção horizontal. b) para as demais ocupações. de qualquer outra abertura. gases ou calor aos demais pavimentos elevados. podendo esta distância ser reduzida para 2m para caso de aberturas instaladas em banheiros. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. e) além das exigências acima. em cada pavimento. com altura inferior a 12m. com altura ascendente de até 12m. em cada pavimento. os subsolos e prédios sem janelas devem atender aos parâmetros estabelecidos em norma técnica que trate acerca do controle de fumaça. c) as edificações que possuírem subsolos deverão ser isoladas do pavimento térreo. I-1. d) nos subsolos de edificações com exigência de escada tipo EP ou PF. caso a escada possua uma ou mais faces voltadas para área aberta externa.50m² em uma das faces. aceita-se escada tipo NE. área de refúgio. em projeção horizontal. f) Quando o subsolo tiver outra ocupação que não a de estacionamento de veículos e possuir altura ascendente superior a 12m. grupo A .

ANEXOS – TABELAS Tabela 1 – Classificação das edificações quanto à altura Tabela 2 – Classificação das edificações quanto às suas dimensões em planta Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 21 de 26 .

Tabela 3 – Classificação das edificações quanto às suas características construtivas
CÓDIGO TIPO ESPECIFICAÇÃO Edifícios onde pelo menos duas das três condições estão presentes: a) Não possuam TRF, mesmo que existam condições de isenção; b) Não possuam compartimentação vertical completa, de acordo com norma técnica específica, mesmo que existam condições de isenção; c) Não possuam controle dos materiais de acabamento, de acordo com norma técnica específica, mesmo que existam condições de isenção Edifícios onde apenas um das três condições está presente: a) Não possuam TRF, mesmo que existam condições de isenção; b) Não possuam compartimentação vertical completa, de acordo com norma técnica específica, mesmo que existam condições de isenção; c) Não possuam controle dos materiais de acabamento, de acordo com norma técnica específica, mesmo que existam condições de isenção. Edifícios onde nenhuma das três condições abaixo está presente: a) Não possuam TRF, mesmo que existam condições de isenção; b) Não possuam compartimentação vertical completa, de acordo com norma técnica específica, mesmo que existam condições de isenção; c) Não possuam controle dos materiais de acabamento, de acordo com norma técnica específica, mesmo que existam condições de isenção.

X

Edificações em que o crescimento e a propagação do incêndio podem ser fáceis e onde a estabilidade pode ser ameaçada pelo incêndio.

Y

Edificações onde um dos três eventos é provável: a) rápido crescimento do incêndio; b) propagação vertical do incêndio; c) colapso estrutural.

Z

Edificações concebidas para limitar: a) rápido crescimento do incêndio; b) propagação vertical do incêndio; c) colapso estrutural.

Nota: As edificações devem, preferencialmente, ser sempre projetadas e executadas conforme classificação do tipo Z.

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Tabela 4 – Dados para dimensionamento das saídas de emergência

NOTAS: (A) Os parâmetros dados nesta Tabela são os mínimos aceitáveis para o cálculo da população (ver seção 4.3). (B) As capacidades das unidades de passagem em escadas e rampas estendem-se para lanços retos e saída descendente. Nos demais casos devem sofrer redução como abaixo especificado. Essas porcentagens de redução são cumulativas, quando for o caso: a) Lanços ascendentes de escadas, com degraus até 17cm de altura: redução de 10%; b) Lanços ascendentes de escada com degraus até 17,5cm de altura: redução de 15%; c) Lanços ascendentes de escadas com degraus até 18cm de altura: redução de 20%;

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d) Rampas ascendentes, declividade até 10%: redução de 1% por degrau percentual de inclinação (1% a 10%); e) Rampas ascendentes de mais de 10% (máximo: 12,5%): redução de 20%. (C) Em apartamentos de até dois dormitórios, a sala deve ser considerada como dormitório: em apartamentos maiores (três e mais dormitórios), as salas de costura, gabinetes e outras dependências que possam ser usadas como dormitórios (inclusive para empregadas) são considerados como tais. Em apartamentos mínimos, sem divisões em planta, considera-se uma pessoa para cada 6m² de área de pavimento. (D) Alojamento = dormitório coletivo, com mais de 10m². (E) Por “Área” entende-se a “Área do pavimento” que abriga a população em foco; quando discriminado o tipo de área (por ex.: área do alojamento), é a área útil interna da dependência em questão. (F) Auditórios e assemelhados, em escolas, bem como salões de festas e centros de convenções em hotéis são considerados nos grupos de ocupação F5 ,F-6 e outros, conforme o caso. (G) As cozinhas e suas áreas de apoio, nas ocupações B, F-6 e F-8, têm sua ocupação admitida como no grupo D, isto é, uma pessoa por 7m² de área. (H) Em hospitais e clínicas com internamento (H-3), que tenham pacientes ambulatoriais, acresce-se à área calculada por leito, a área de pavimento correspondente ao ambulatório, na base de uma pessoa por 7m². (I) O símbolo “+” indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (não cobertos por esta Norma Técnica). (J) A parte de atendimento ao público de comércio atacadista deve ser considerada como do grupo C. (L) Esta tabela se aplica a todas as edificações, exceto para os locais destinados a divisão F-3, com área superior a 10.000m² ou população total superior a 2.500 pessoas, onde deve ser consultada norma técnica específica.

Tabela 5 – Distâncias máximas a serem percorridas

NOTAS: a) Edificações exclusivamente térreas dos grupos G-1, G-2, I-1, J-1 e J-2, terão suas distâncias máximas a serem percorridas acrescidas de 150% e para as divisões I-2; J-3 e J-4, estas distâncias poderão ser acrescidas de 100%, desde que, em ambos os casos, as ocupações acima possuam controle de fumaça, de acordo com norma técnica específica.

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b) Esta tabela se aplica a todas as edificações, exceto para os locais destinados à divisão F-3, com área superior a 10.000m² ou população total superior a 2.500 pessoas, onde deve ser consultada norma técnica específica. c) Para que ocorram as distâncias previstas na Tabela 5 e notas acima, é necessária a apresentação do leiaute definido em planta baixa (salão aberto, sala de eventos, escritórios, escritórios panorâmicos, galpões e outros). Caso não seja apresentado o leiaute definido em planta baixa, as distâncias definidas acima serão reduzidas em 30% (trinta por cento).

Tabela 6 – Número mínimo de saídas e tipos de escadas de emergência por ocupação

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NOTAS: a) Para o uso desta tabela, devem ser consultadas as tabelas anteriores, onde são dados os significados dos códigos alfabéticos e alfanuméricos utilizados e mais as dos indicados a seguir; b) Abreviatura dos tipos de escada: NE = Escada não enclausurada (escada comum); EP = Escada enclausurada protegida (escada protegida); PF = Escada à prova de fumaça. c) Outros símbolos e abreviaturas usados nesta tabela: Tipo esc. = Tipo de escada; Gr. = Grupo de ocupação (uso) – conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio Div. = Subdivisão do grupo de ocupação – conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio Nota (1) = Em edificações de ocupação do grupo A – divisão A-2, área de pavimento “N” (menor ou igual a 750 m²), altura acima de 30 m, contudo não superior a 50 m, a escada poderá ser do tipo EP (Escada Enclausurada Protegida), sendo que acima desta altura (50m) permanece a escada do tipo PF (Escada Enclausurada à Prova de fumaça); + = Símbolo que indica necessidade de consultar Norma Técnica, normas ou regulamentos específicos (ocupação não coberta por essa Norma Técnica); - = Não se aplica. d) Para as ocupações do grupo F-3, onde o local tratar-se de recintos esportivos e/ou de espetáculos artístico cultural (exceto ginásios e piscinas com ou sem arquibancadas, academias e pista de patinação), deve ser consultada norma técnica específica; e) Grupo H-2 e H-3: Altura superior a 12 m = além das saídas de emergências por escadas (Tabela 6), deve possuir elevador de emergência (ver Figura 9) e áreas de refúgio (ver Figura 18). As áreas de refúgio quando situadas somente em alguns pavimentos de níveis diferentes deve ter seus acessos ligados por rampa (4.6.1.a). Para as edificações que possuam área de refúgio em todos os pavimentos (exceto pavimento térreo), não há necessidade de rampa interligando os diferentes níveis em acessos às áreas de refúgio. f) Havendo necessidade de duas ou mais escadas de segurança, uma delas poderá ser do tipo Aberta Externa (AE), atendendo ao item 4.7.14 desta Norma Técnica. g) A quantidade mínima de escadas previstas nesta tabela pode ser desconsiderada desde que a edificação possua até 36 m de altura e a(s) escada(s) proposta(s) atendam aos parâmetros de distância máxima a percorrer (Tabela 5) e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista (Tabela 4). h) O número de escadas de emergência depende também do dimensionamento das saídas pelo cálculo da população (Tabela 4) e das distâncias a serem percorridas (Tabela 5). i) Para a divisão F-3, com área superior a 10.000m² ou população total superior a 2.500 pessoas, deve ser consultada norma técnica específica.

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ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS

NORMA TÉCNICA N.O 006/2008

SISTEMA DE HIDRANTES PARA COMBATE A INCÊNDIO

FEVEREIRO/2010
(Incluidas alterações da Portaria GAB CMD 020/2010, de 10/02/2010) 

 

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NORMA TÉCNICA N° 006/2008 SISTEMA DE HIDRANTES PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1.1 Esta Norma Técnica fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento, instalação, manutenção, aceitação e manuseio, bem como as características dos componentes do sistema de hidrantes para combate a incêndio. 2 APLICAÇÃO 2.1 Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de sistemas de hidrantes para combate a incêndio, de acordo com o o previsto na Norma Técnica n. 001/2008. 3 DEFINIÇÕES 3.1 Para efeitos desta Norma Técnica, aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. 4 PROCEDIMENTOS 4.1 Requisitos Gerais 4.1.1 Os sistemas de combate a incêndio por hidrantes estão classificados em tipos I, II, III e IV, conforme especificado na Tabela 2. 4.1.2 Todos os parâmetros, ábacos, tabelas e outros recursos utilizados no projeto e no dimensionamento devem ser relacionados no memorial. 4.1.3 Não é admitida a referência a outro projeto para justificar a aplicação de qualquer informação no memorial. 4.2 Projeto

4.2.1 Deve ser constado no memorial cálculos e dimensionamentos referente ao sistema de hidrantes a ser instalado, além de uma perspectiva isométrica da tubulação (sem escala, com cotas e com os hidrantes o numerados), conforme Norma Técnica n. 001/2008. 4.2.2 O Núcleo de Análise de Projetos poderá solicitar documentos relativos ao sistema e hidrantes, se houver necessidade. 4.3 Recalque 4.3.1 Todos os sistemas devem ser dotados de dispositivos de recalque, consistindo em um prolongamento de diâmetro no mínimo igual ao da tubulação principal, cujos engates devem ser compatíveis com junta de união tipo “engate rápido” com diâmetro nominal de 65mm. 4.3.2 Quando a vazão do sistema for superior a 1.000l/min, o dispositivo de recalque deve possuir um registro de recalque adicional com as mesmas características definidas em 5.3.1, sendo que o prolongamento da tubulação deve ter diâmetro no mínimo igual ou superior ao existente na tubulação de recalque do sistema. 4.3.3 O dispositivo de recalque, situado no passeio público correspondente à fachada principal da edificação, deve possuir as seguintes características (Figura 1): a) ser enterrado em caixa de alvenaria, com fundo permeável ou dreno; b) a tampa deve ser articulada e requadro em ferro fundido ou material similar, identificada pela palavra “INCÊNDIO”, com dimensões de 0,40m x 0,60m; c) estar afastada a 0,50m da guia do passeio; d) a introdução voltada para cima em ângulo de 45º e posicionada, no máximo, a 0,15m de profundidade em relação ao piso do passeio; e) o volante de manobra deve ser situado a no máximo 0,50m do nível do piso acabado; e f) a válvula deve ser do tipo gaveta ou esfera, permitindo o fluxo de água nos dois sentidos e instalada de forma a garantir seu adequado manuseio. 4.3.4 A localização do dispositivo de recalque sempre deve permitir aproximação da viatura apropriada para o recalque da água, a partir do logradouro público, para o livre acesso dos bombeiros.

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4.3.5 É vedada a instalação do dispositivo de recalque em local que tenha circulação ou passagem de veículos.

4.6.1.2 As vazões da Tabela 2 devem ser obtidas no requinte do esguicho acoplado à sua respectiva mangueira de incêndio. 4.6.1.3 Para cada ponto de hidrante são obrigatórios os materiais descritos na Tabela 4. 4.6.1.4 As vazões da Tabela 2 correspondem a: a) jato compacto de 13mm para sistema tipo I; b) jato compacto de 16mm para sistema tipo II; c) jato compacto de 19mm para sistema tipo III; d) jato compacto de 25mm para sistema tipo IV. 4.7 Distribuição dos Hidrantes

FIGURA 1 – Dispositivo de recalque 4.4 Abrigo 4.4.1 As mangueiras de incêndio devem ser acondicionadas dentro dos abrigos de forma a permitir sua utilização com facilidade e rapidez. 4.4.2 Os abrigos podem ser construídos de materiais metálicos, pintados em vermelho, e sinalizados conforme norma técnica específica, devendo, também, possuir a inscrição “INCÊNDIO” em sua parte frontal. 4.4.3 Os abrigos devem possuir apoio ou fixação própria, independente da tubulação que abastece o hidrante. 4.4.4 O abrigo deve ter utilização exclusiva, conforme estabelecido nesta Norma Técnica. 4.4.5 Os abrigos dos sistemas de hidrantes não devem ser instalados a mais de 3 m da expedição da tubulação, devendo estar em local visível e de fácil acesso. 4.4.6 A porta do abrigo não pode ser trancada. 4.4.7 A tomada de água pode ser instalada dentro do abrigo, desde que não impeça a manobra ou a substituição de qualquer peça. 4.5 Válvulas de abertura para hidrantes 4.5.1 As válvulas dos hidrantes devem ser do tipo angulares de diâmetro não inferior a 65mm (2 ½ “). 4.6 Requisitos específicos 4.6.1 Tipos de sistemas 4.6.1.1 Os tipos de sistemas previstos são dados na Tabela 2. 4.7.1 Os pontos de tomada de água devem ser posicionados: a) nas proximidades das portas externas, escadas e/ou acesso principal a ser protegido, a não mais de 5m; b) em posições centrais nas áreas protegidas, devendo atender ao item a) obrigatoriamente; c) fora das escadas ou antecâmaras de fumaça; e d) de 1,0 a 1,5m do piso acabado. 4.7.2 No caso de projetos que utilizem hidrantes externos, devem atender ao afastamento de no mínimo uma vez e meia a altura da parede externa da edificação a ser protegida. 7.7.2.1 Podem ser utilizados até 60m de mangueira de incêndio (em lances de 15m), desde que devidamente dimensionados por cálculo hidráulico. 7.7.2.2 Recomenda-se que sejam utilizadas mangueiras de incêndio de 65mm de diâmetro para redução da perda de carga, não sendo vetado o uso de mangueiras de 1 1/2” desde que hidraulicamente dimensionados para as pressões exigidas. 4.7.3 A utilização do sistema não deve comprometer a fuga dos ocupantes da edificação; portanto, deve ser projetado de tal forma que dê proteção em toda a edificação, sem que haja a necessidade de adentrar as escadas, antecâmaras ou outros locais determinados exclusivamente para servirem de rota de fuga dos ocupantes. 4.8. Dimensionamento do sistema 4.8.1 O dimensionamento deve consistir na determinação do caminhamento das tubulações, dos diâmetros dos acessórios e dos suportes, necessários e suficientes para garantir o funcionamento dos sistemas previstos nesta Norma Técnica. 4.8.2 Os hidrantes devem ser distribuídos de tal forma que qualquer ponto da área a ser protegida seja alcançado por um esguicho (sistemas tipo I, II ou III) ou

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dois esguichos (sistema tipo IV), considerando-se o comprimento do lance de mangueira de 15m através de seu trajeto real e desconsiderando-se o alcance do jato de água. 4.8.3 O raio máximo de proteção de cada ponto de hidrante deverá ser, obrigatoriamente, de 30m, desconsiderando-se o alcance do jato de água. 4.8.4 Para o dimensionamento, deve ser considerado o uso simultâneo dos dois jatos de água mais desfavoráveis considerados nos cálculos, para qualquer tipo de sistema especificado, considerando, em cada jato de água, no mínimo as vazões obtidas conforme a Tabela 2 e condições de 4.6.1.2. 4.8.5 Independente do procedimento de dimensionamento estabelecido, recomenda-se a utilização de esguichos reguláveis em função da melhor efetividade no combate ao incêndio, desde que seja atendida a vazão mínima para cada esguicho prescrita na Tabela 2 e alcance do jato, conforme itens 4.11.2.1 e 4.11.2.2. 4.8.6 O local mais desfavorável considerado nos cálculos deve ser aquele que proporciona menor pressão dinâmica no esguicho. 4.8.7 Nos casos de mais de um tipo de ocupação (ocupações mistas) na edificação (que requeira proteção por sistemas distintos), o dimensionamento dos sistemas deve ser feito para cada tipo de sistema individualmente ou dimensionado para atender o maior risco. 4.8.8 Cada sistema deve ser dimensionado de modo que as pressões dinâmicas nas entradas dos esguichos não ultrapassem o dobro daquela obtida no esguicho mais desfavorável considerado no cálculo. 4.8.8.1 Pode-se utilizar quaisquer dispositivos para redução de pressão, desde que comprovadas as suas adequações técnicas. 4.8.9 Recomenda-se que o sistema seja dimensionado de forma que a pressão máxima de trabalho em qualquer ponto não ultrapasse 100mca (1.000kPa). 4.8.9.1 Situações que requeiram pressões superiores à estipulada serão aceitas, desde que comprovada a adequação técnica dos componentes empregados e atendido o requisito especificado em 4.8.8 e 4.8.8.1. 4.8.10 O cálculo hidráulico da somatória de perda de carga nas tubulações deve ser executado por métodos adequados para este fim, sendo que os resultados alcançados têm que satisfazer a uma das seguintes equações apresentadas:

a) Darcy-Weisbach (“formula universal “) e fórmula geral para perdas de carga localizadas:

Onde: hf é a perda de carga, em metros de coluna d’água; f é o fator de atrito (diagramas de Moody e HunterRouse); L é o comprimento da tubulação (tubos), em metros; D é o diâmetro interno, em metros; v é a velocidade do fluido, em metros por segundo; g é a aceleração da gravidade em metros por segundo, por segundo; k é a somatória dos coeficientes de perda de carga das singularidades (conexões). b) Hazen-Williams

Onde: hf é a perda de carga em metros de coluna d’água; Lt é o comprimento total, sendo a soma dos comprimentos da tubulação e dos comprimentos equivalentes das conexões; J é a perda de carga por atrito em metros por metros; Q é a vazão, em litros por minuto; C é o fator de Hazem Willians (ver Tabela 1) D é o diâmetro interno do tubo em milímetros. 4.8.11 A velocidade da água no tubo de sucção das bombas de incêndio não deve ser superior a 2 m/s (sucção negativa) ou 3 m/s (sucção positiva), a qual deve ser calculada pela equação:

Onde: v é a velocidade da água, em metros por segundo; Q é a vazão de água, em metros cúbicos por segundo; A é a área interna da tubulação, em metros quadrados. 4.8.11.1 Para o cálculo da área deve ser considerado o diâmetro interno da tubulação. 4.8.12 A velocidade máxima da água na tubulação não deve ser superior a 5m/s, cujo cálculo deve ser realizado conforme equação indicada em 4.8.11. 4.8.13 No sistema de malha ou anel fechado, deve existir válvulas de paragem, localizadas de tal maneira que pelo menos dois lados em uma malha que envolva quadras de processamento ou armazenamento,

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7 As águas provenientes de fontes naturais tais como: lagos.9.11. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.2 Esguichos 4.8 O reservatório pode ser subdividido desde que todas as unidades estejam ligadas diretamente à tubulação de sucção da bomba de incêndio.4. 4.10 Bombas de incêndio 4. 4.11.1 Geral 4. 4.11.4 Deve ser previsto conforme o Anexo B. possibilitando a emissão do jato compacto quando não reguláveis. ou sendo reguláveis possibilitando a emissão de jato compacto ou neblina.10.9. deve ser feito o dimensionamento de vazão da bomba e de reservatório para o maior risco e os esguichos e mangueiras podem ser previstos de acordo com os riscos específicos. sob comando ou automáticos. 4.4 A altura manométrica total da bomba deve ser calculada para o hidrante mais desfavorável do sistema.9 Não é permitida a utilização da reserva técnica de incêndio pelo emprego conjugado de reservatórios subterrâneos e elevados.10.3 Os esguichos são dispositivos hidráulicos para lançamento de água através de mangueiras de incêndio.9.0kPa). 4.3 Pode ser admitida a alimentação de outros sistemas de proteção contra incêndio.1. 4. 4.11.9.9. C-46400 e C-48500 da ASMT B 283 para forjados ou C-83600.1 A bomba de incêndio deve ser do tipo centrífuga.8.2.2 Os componentes das instalações devem ser previstos em normas ou em especificações reconhecidas e aceitas pelos órgãos oficiais. liga 864 da ASMT B 30 para fundidos. 4. 4. C-84800 e C 86400 da ASTM B 584.9. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.2 O dimensionamento do volume de água da reserva técnica de incêndio deve obedecer os critérios da Tabela 3. 4.11. desde que comprovada a sua adequação técnica e aprovado pelo órgão competente.2. de 0. 4.9. a fim de obterem aceitação formal da utilização nas condições específicas da instalação.6 O reservatório que também acumula água para consumo normal da edificação deve ser adequado para preservar a qualidade da água. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 5 de 18  . acionada por motor elétrico ou combustão. 4.1 Os componentes que não satisfaçam a todas as especificações das normas existentes ou às exigências dos órgãos competentes e entidades envolvidas devem ser submetidos a ensaios e verificações. conforme a NBR 5626/98. açudes etc devem ser captadas conforme descrito no Anexo B.2 O alcance do jato para esguicho regulável produzido por qualquer sistema adotado conforme Tabela 2 não deve ser inferior a 8m. ou bronze ASMT B 62.50mca (5. expedida pelos órgãos competentes.11. no caso de rompimento ou bloqueio dos outros dois. para fundidos.4 Devem ser construídos em latão ligas C37700. com o jato paralelo ao solo com o esguicho regulado para jato compacto.2. positiva ou negativa.10 Os reservatórios devem ser dotados de meios que assegurem uma reserva efetiva e ofereçam condições seguras para inspeção. 3 4.2.9.14 Para efeito de equilíbrio de pressão nos pontos de cálculos é admitida a variação máxima. 4.9.1 Outros materiais podem ser utilizados.1 As subdivisões devem ter no mínimo 4. 4.9. reservatório construído 4. 4.2.2 As prescrições e recomendações encontram-se no anexo C.11.1 A reserva técnica de incêndio deve ser prevista para permitir o primeiro combate durante determinado tempo. através da interligação das tubulações. 4.3 No caso de ocupações mistas com uma bomba de incêndio principal. 4.10.1 O alcance do jato compacto produzido por qualquer sistema adotado conforme Tabela 2 não deve ser inferior a 8m. 4.1. Reservatório e Reserva Técnica de Incêndio 4.8.11.9.10.9.5m de capacidade. 4. C-83800. com o jato paralelo ao solo.5 O inibidor de vórtice e poço de sucção para reservatório elevado deve ser conforme o Anexo B.11 Componentes das instalações 4.11. 4. rios.possam ficar em operação.

2.2 As roscas de entrada das válvulas devem ser de acordo com a NBR 6414/83 ou NBR 12912/93.11. recursos para simulação e ensaios. especificados em A.11. 4.5 Válvulas 4.11.1.11.3.11.2. é recomendável que atendam aos requisitos da BS 5041 parte 1/87.2.5 Os trechos das tubulações do sistema.2 da BS 5041 PARTE 1/87. considerando também toda a influência que a ocupação final é capaz de exercer.11.11. 4.8 O adaptador tipo engate rápido para acoplamento das mangueiras deve obedecer ao item 4.1 As uniões de engate rápido entre mangueiras de incêndio devem ser conforme a NBR 14349/99.11. 4. de modo que cada ponto de fixação resista a cinco vezes a massa do tubo cheio de água mais a carga de 100Kg.11.6.4 Uniões/Engates 4.3.1.11.3 As roscas de saída das válvulas para acoplamento do engate rápido devem ser conforme a NBR 5667/80 ou ANSI/ASME B1.10 Os materiais termoplásticos. 4.5.60m. 4.1 A mangueira de incêndio para uso de hidrante deve atender às condições da NBR 11861/98.11.8 O meio de ligação entre os tubos. devem ser em cor vermelha. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 6 de 18  .4.3.11.11.4 As válvulas devem satisfazer aos ensaios de estanqueidade pertinentes.6. 4. 4. 4.1.2 As dimensões e os materiais para a confecção dos adaptadores tipo engate rápido devem atender a NBR 14349/99.6.11.6 O acionador do esguicho regulável.1 Na ausência de normas brasileiras aplicáveis as válvulas.6. conforme ASTM D 2000.5.11.11. 4.6 As tubulações destinadas à alimentação dos hidrantes não podem passar pelos poços de elevadores ou dutos de ventilação. 4. quando necessários. 4. para proporcionar o seu perfeito funcionamento.3 Devem ser utilizadas somente mangueiras com lances de 15m.11. fora da projeção da edificação e satisfazendo a todos os requisitos de resistência à pressão interna e a esforços mecânicos necessários ao funcionamento da instalação. escorvas e outros dispositivos devem ser dimensionados conforme a aplicação.6.5.2 O comprimento total das mangueiras que servem cada saída a um ponto de hidrante deve ser suficiente para vencer todos os desvios e obstáculos que existem.1 e A. 4.7 Todo e qualquer material previsto ou instalado deve ser capaz de resistir ao efeito do calor e esforços mecânicos. não excedendo os comprimentos máximos estabelecidos na Tabela 2. mantendo seu funcionamento normal.2 Para as edificações do Grupo A pode ser utilizada tubulação com diâmetro nominal 50mm (2”) em cobre.7 Cada esguicho instalado deve ser adequado aos valores de pressão disponível e de vazão de água. no ponto de hidrante considerado.11. deve permitir a modulação da conformação do jato e o fechamento total do fluxo.11.11.9 A tubulação deve ser fixada nos elementos estruturais da edificação por meio de suportes metálicos. 4.3 Mangueira de incêndio 4. 4.11. conforme a NBR 10897/90.6.5.6.4. através de laudo de laboratório oficial competente.11. somente devem ser utilizados enterrados a 0.4 As tubulações aparentes do sistema devem ser em cor vermelha.11.6. 4.7 NH/98.4.11.6 Tubulações e conexões 4.5 Os componentes de vedação devem ser em borracha.11. 4. 4. que passam em dutos verticais ou horizontais e que sejam visíveis através da porta de inspeção. 4.5 É recomendada a instalação de válvulas de bloqueio adequadamente posicionadas.11. conexões e acessórios diversos deve garantir a estanqueidade e a estabilidade mecânica da junta e não deve sofrer comprometimento de desempenho.1 A tubulação do sistema não deve ter diâmetro nominal inferior a 65mm (2 ½ “). 4.6. 4. 4.11.4. na forma de tubos e conexões.5.6.20. 4. tubo sem costura e exclusivamente para edificações de risco leve ou baixo e desde que comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema.11.11. de alavanca ou de colar. com objetivo de proporcionar manutenção em trechos da tubulação sem desativação do sistema. rígidos e espaçados em no máximo 4m.3 Os drenos. se for exposto ao fogo.2.

11.11.4 Para fins de dimensionamento da reserva técnica de incêndio para os casos do sistema de hidrantes.6.11.12.12. a rede de hidrantes pode possuir uma bomba de pressurização para completar a altura manométrica necessária.11. tais como tanques isolados ou parques de tanques sejam separados das demais construções. sendo especificados pelo projetista.6. desde que atendam o item 4. 4.1 O dimensionamento do sistema de hidrantes.11.8.1 Os instrumentos devem ser adequados ao trabalho a que se destinam.12 Considerações Gerais 4.6.12.11.13 As conexões de ferro maleável devem ser conforme a NBR 6925/85 ou NBR 6943/93. 4.3 Nas áreas de edificações. BcuP-4.7. caso as áreas de risco. 4.16 As conexões de cobre devem ser conforme a NBR 11720/94.2 Os manômetros devem ser conforme a NBR 14105/98. NBR 5647-3/99 e NBR 5647-4/99. 4.12. 4. considerando a não simultaneidade de eventos.11. 4. devem seguir os parâmetros definidos pela Tabela 3. 4. 4.11 A tubulação enterrada com tipo de acoplamento ponta e bolsa deve ser provida de blocos de ancoragem em concreto nas mudanças de direção e abraçadeiras com tirantes nos acoplamentos conforme especificado na NBR 10897/90. desde que alimentada por fonte alternativa de energia.6.14 As conexões de aço devem ser conforme ASMT A 234/97.6.7 não é somado ao volume da reserva de água dos demais sistemas. conforme cada ocupação respectiva.11.8/92 ou equivalentes.11.8.7. 4. tais como tanque ou parque de tanques.3 A pressão de acionamento a que podem estar submetidos os pressostatos corresponde a no máximo 70% da sua maior pressão de funcionamento.12 Os tubos de aço devem ser conforme as NBR 5580/93. 4. 4. de acordo com AWS A5.11. NBR 5587/85 ou NBR 5590/95. pelas suas características e localização no sistema. de acordo com o item 4.16.11.6. de resfriamento ou de espuma.6.11.6.8.2 Quando o conjunto do sistema hidráulico de combate a incêndio for único (bombas de incêndio e tubulações).7. 4. o volume da reserva do sistema de hidrantes calculado para as condições do item 4.7 Instrumentos do sistema 4. 4. 4. sendo utilizado para atender às condições do item 4.18 As conexões de PVC devem ser conforme a NBR 10351/88. utilizando solda capilar com material de enchimento BcuP-3.11.8. NBR 5647-2/99.17 Os tubos de PVC devem ser conforme as NBR 5647-1/99. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 7 de 18  .6. onde seja necessária a proteção por sistemas de resfriamento e/ou de proteção por espuma.5 Os casos não contemplados nesta norma serão submetido à Câmara Técnica para decisão por meio de parecer técnico. as bombas de incêndio devem atender aos maiores valores de pressão e de vazão dos cálculos obtidos.15 Os tubos de cobre devem ser conforme a NBR 13206/94. 4.6. 4.1 Outros tipos de solda podem ser usados.7.12.4.11.

ANEXO A – TABELAS TABELA 1 – FATOR "C" DE HAZEN-WILLIAMS TIPO DE TUBO Ferro fundido ou dúctil sem revestimento interno Aço preto (sistema de tubo seco) Aço preto (sistema de tubo molhado) Galvanizado Plástico Ferro fundido ou dúctil com revestimento interno de cimento Cobre Nota: 1) Os valores de "C" de Hazen Willians são válidos para tubos novos FATOR "C" 100 100 120 120 150 140 150 TABELA 2 – TIPOS DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR HIDRANTE MANGUEIRAS DE INCÊNDIO DIÂMETRO COMPRIMENTO (mm) MÁXIMO (m) 40 40 40 ou 65 65 2x15(30) 2x15(30) 2x15(30) 2x15(30) NÚMERO DE EXPEDIÇÕES simples simples simples duplo VAZÃO (l/min) E PRESSÃO (kgf/cm2) MINIMAS NO HIDRANTE MAIS DESFAVORÁVEL 150/0. D-4 (acima de 300 MJ/m2). B-1.5m RTI 30m RTI5 45m3 RTI2 9m3 RTI3 15m3 RTI5 48m3 RTI5 72m3 2 3 3 3 5 3 RTI 9m RTI 15m RTI 48m RTI5 72m3 RTI2 9m3 RTI3 15m3 RTI5 48m3 RTI5 72m3 ÁREA DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO A < 2. B-2. E-4. D-4 C-2 (acima de 800 (até 300 MJ/m2). F-5.0 TIPO I II III IV ESGUICHO jato compacto de 13 mm ou regulável jato compacto de 16 mm ou regulável jato compacto de 19 mm ou regulável jato compacto de 25 mm ou regulável Nota: 1) Nos sistemas de hidrantes dimensionados por cálculo hidráulico total. F-7. D-2. (acima de 300 até 800 300 MJ/m²). III e IV torna facultativo o uso de pressurização mecânica.000m2 > A > 20.500m2 > A > 5. 10m . F-10. D-1(até 300 MJ/m2). F-3. I-3. H(acima de 300 até 800 800 MJ/m²).0 400/1. C-1.5m3 RTI4 30m3 RTI4 45m3 2 3 3 3 4 3 RTI 4.5m RTI 7.000m2 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 8 de 18  .500m2 2.000m2 > A > 10. H-4.000m2 5. G-3.5m3 RTI3 15m3 RTI3 22. C-3.000m2 20. MJ/m2).000m2 > A > 50. D-3 300 MJ/m2).4 250/1. L-1 e M-1 2. as pressões acima são substituídas pelas pressões resultantes do cálculo.000m2 A > 50. F-4. I-1. G-4. G-1. I-2 G-2. L-2 e L-3 F-1 (até 300 MJ/m2). E-2.5 600/2. TABELA 3 – VOLUME MÍNIMO DA RESERVA TÉCNICA DE INCÊNDIO CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO D-1 (acima de 300 MJ/m2). F-9. I-2 (acima de 800 MJ/m2). H-6. G-5. H-3. 15m e 20m respectivamente para os tipo I. JMJ/m2). A-3. E-3.5m3 RTI3 7. E-1. C-2 (até 300 MJ/m2). F-6. F-8.5m3 RTI3 7. J-2 e M-3 (acima de 300 até 800 MJ/m²) RTI2 4. F-1 (acima de MJ/m2). H1. J-2 e J-3 1. H-5. II.5m3 RTI2 4. E-6.000m2 10. J-3 (acima de F-2. E-5. J-4. D-3 (acima de A-2. 2) As alturas estáticas de 4m.

Notas: 1) Os volumes acima devem ser acrescidos de 600 x n° de pontos de hidrantes para compor a RTI 2) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo I 3) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo II 4) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo III 5) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo IV TABELA 4 – COMPONENTES PARA CADA HIDRANTE SIMPLES MATERIAIS Abrigo Mangueira de incêndio Chaves para hidrantes (engate rápido) Esguicho TIPOS DE SISTEMA II III Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim I Sim Sim Sim Sim IV Sim Sim Sim Sim Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 9 de 18  .

Figura B.1 – Dimensões de poços de sucção DIÂMETRO NOMINAL DO TUBO DE SUCÇÃO (mm) 65 80 100 150 200 250 DIMENSÃO A (mm) 250 310 370 500 620 750 DIMENSÃO B (mm) 80 80 100 100 150 150 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 10 de 18  . B.3. b) da face superior do tubo de adução (quando a adução for feita nas paredes laterais dos reservatórios) até os hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo. pode-se desconsiderar a dimensão A da Tabela B. em sistema “by pass”. para os pontos dos hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo.6 É recomendado que a reposição da capacidade efetiva seja efetuada à razão de 1l/min por metro cúbico de reserva.5 O reservatório deve ser provido de sistemas de drenagem e ladrão conveniente dimensionados e independentes.1. B.1. desde que garantida a reserva efetiva permanentemente. B.1 – Tomada superior de sucção para a bomba principal B. deve-se utilizar uma bomba de reforço. B.1 a B. TABELA B.3 e Tabela B. conforme ilustrado nas Figuras B. deve ser considerada como altura a distância entre o nível normal da água e o nível X da água. B.2. B.enterrado ou subterrâneo.1. semi.1. antes de ser criado um vórtice com a bomba principal em plena carga. o reservatório elevado deve estar à altura suficiente para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas para cada sistema.2. B. B. Essa altura é considerada: a) do fundo de reservatório (quando a adução for feita na parte inferior do reservatório) até os hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo.3.1 Quando o abastecimento é feito somente pela ação da gravidade.3.3 A tubulação de descida do reservatório elevado para abastecer os sistemas de hidrantes deve ser provida de uma válvula de gaveta e uma válvula de retenção.1 a B. o abastecimento dos sistemas de hidrantes deve ser efetuado através de bombas fixas.4 O reservatório pode ser uma cisterna da edificação a ser protegida.5 Quando o tudo de sucção D for dotado de um dispositivo anti-vórtice. B.1 Quando o reservatório atender a outros abastecimentos.3 O reservatório deve ser construído em material que garanta a resistência ao fogo e resistência mecânica.1 Geral B.4 O nível X é calculado como o mais baixo nível. B.2 A capacidade efetiva do reservatório deve ser mantida permanentemente.1.3 Reservatório ao nível do solo.1.1.3. O reservatório no nível do solo ou subterrâneo somente será usado após aprovação da câmara técnica do Corpo de Bombeiros.1.2 Reservatório elevado (ação da gravidade) B.2.2 Quando a altura do reservatório elevado não for suficiente para fornecer as vazões e pressões requeridas. para garantir as pressões e vazões mínimas para aqueles pontos. as tomadas de água destes devem ser instaladas de modo a garantir o volume que reserve a capacidade efetiva para o combate. conforme as Figuras B. considerando-se o sentido reservatório- sistema. B.1 Nestas condições. sentido reservatório-sistema. com o ponto de tomada da sucção da bomba principal localizado junto ao fundo deste. e deve ser determinado pela dimensão A da Tabela B.3 Para o cálculo da capacidade efetiva. A válvula de retenção deve ter passagem livre. A instalação desta bomba deve atender ao Anexo C e demais itens desta Norma Técnica. B.3.2 O reservatório deve conter uma capacidade efetiva. B.ANEXO B – RESERVATÓRIOS B.1.3.

1.2.3. deve-se atender aos requisitos de B.9 No caso de reservatório ao nível do solo.B. conforme exemplos das Figuras B. e com as dimensões mínimas A e B da Tabela B.3. também.1 a B.1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 11 de 18  . não computando.1 a B. B.3.1.6.3.7 Sempre que possível.8 Caso não seja previsto o poço de sucção. as dimensões mínimas A e B da Figura B. Figura B.3.3.1. as distâncias mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção. o reservatório deve dispor de um poço de sucção como demonstrado nas Figuras B. respeitando-se também as dimensões mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção. respeitando.1 e B. Figura B. ainda assim deverão ser previstas. B.se como reserva técnica de incêndio.2 – Tomada lateral de sucção para a bomba principal B.6 Não se deve utilizar o dispositivo anti-vórtice quando a captação no reservatório de incêndio ocorrer em posição horizontal.10 O reservatório deve ter localização de fácil acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros. semienterrado ou subterrâneo.3 – Tomada inferior de sucção para a bomba principal B.

agentes químicos. inclusive viabilidade de remoção completa de qualquer das bombas de incêndio. esta entre em funcionamento imediatamente. quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio.1. localizado na casa de bombas. C. C.1.1.1 As casas de bombas quando estiverem em compartimento enterrado ou em barriletes. de acordo com os critérios adotados. C.o que for menor.1.1. intempéries. Figura C.11 A capacidade das bombas principais. C.1.1. C. uma bomba de pressurização (jockey) deve ser instalada.1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 12 de 18  .1.6 A automatização da bomba principal ou de reforço deve ser executada de maneira que.1. C.2.1. instalado em local seguro e que permita fácil acesso.1. C. preferencialmente. deve ser previsto pelo menos um ponto de acionamento manual para a(s) mesma(s). C.11. devem atingir pleno regime em aproximadamente 30s após a sua partida.1. é suficiente para manter a demanda do sistema de hidrantes. nas bombas de incêndio e no painel de comando.7 Quando a(s) bomba(s) de incêndio for(em) automatizada(s).8 O funcionamento automático é indicado pela simples abertura de qualquer ponto de hidrante da instalação.1 Geral C. em vazão e pressão. C.1 Quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio. C. devem ser instaladas em condição de sucção positiva.4 As bombas de incêndio devem ser protegidas contra danos mecânicos. para compensar pequenas perdas de pressão. Esta condição é conseguida quando a linha do eixo da bomba se situa abaixo do nível X de água. deve possuir pelo menos uma bomba elétrica ou de combustão interna. devendo ser utilizada para este fim. deve possuir uma bomba elétrica e uma movida com motor à explosão. possuindo a montante uma válvula de paragem e a jusante uma válvula de retenção e outra de paragem.2 As bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão.1. C. Admite-se que a linha de centro do eixo da bomba se situe 2m acima do nível X de água ou a 1/3 da capacidade efetiva do reservatório.1 O desligamento deve ocorrer somente por meio manual.1.1. sem interposição de correias e correntes.ANEXO C – BOMBAS DE INCÊNDIO C.12 Quando for necessário manter a rede do sistema de hidrantes devidamente pressurizada em uma faixa preestabelecida e.10 As bombas de incêndio.1).3 As bombas de incêndio devem ser utilizadas somente para o combate aos incêndios.1.1 Nas instalações industriais.1 Não é recomendada a instalação de bombas de incêndio com pressões superiores a 100mca (1MPa). fogo ou umidade. deverão possui acesso no mínimo através de escadas do tipo marinheiro.1. após o acionamento do hidrante. C. C.5m de pé direito. no próprio painel de comando. C.2 As dimensões das casas de bombas devem ser tais que permitam acesso em toda volta das bombas de incêndio e espaço suficiente para qualquer serviço de manutenção local.9 As bombas de incêndio. sendo que o barrilete deve possuir no mínimo 1. C. acima do que é considerada condição de sucção negativa (ver Figura C.1 – Condição positiva de sucção da bomba de incêndio C.5 As bombas principais devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica.1.6.

1.2 – Cavalete de automação das bombas principal e de pressurização Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 13 de 18  .1.1.1.2 e ligados nos painéis de comando e chaves de partida dos motores de cada bomba. d) falta de energia no comando da partida.2 Bomba de combustão interna: a) painel energizado. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio. sendo uma elétrica e a outra. elétrica ou de combustão interna. b) bomba em funcionamento.12. C. possuindo sinalização ótica e acústica. C.2. Figura C.1.1 Nos casos em que foram instaladas em condição de sucção negativa.12. d) chave na posição manual ou painel desligado. movida com motor à explosão (não sujeita à automatização).15 As bombas principais devem ser dotadas de manômetro para determinação da pressão em sua descarga. manipulação. deve ser dotado de uma botoeira para ligar manualmente tais bombas. medida sem vazão (shut-off).1 As bombas de incêndio dos sistemas de hidrantes devem dispor de dispositivos para acionamento automático e manual. C.1 A bomba de pressurização (jockey) deve ter vazão máxima de 20l/min.1 Bomba elétrica: a) painel energizado. deverão também ser dotadas de manovacuômetro para determinação da pressão em sucção. tendo a(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes atendendo a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e/ou sistemas de proteção por espuma.15.16 As edificações que tenham áreas de risco destinadas à produção.C.2 A pressão de operação da bomba de pressurização (jockey) instalada no sistema deve ser no mínimo de 5mca acima da pressão da bomba principal. c) baixa carga da bateria. C.2 Bombas de incêndio acopladas a motores elétricos C. transferência e distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis. C. c) falta de fase. e da bomba principal para somente ligá-la automaticamente.12.1. C.14 O painel de sinalização das bombas principal ou de reforço. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão. devem ser feitos através de válvulas de fluxo ou pressostatos instalados conforme apresentado na Figura C. armazenamento.14. conforme item 4.13 As automatizações da bomba de pressurização (jockey) para ligá-la e desligá-la automaticamente.14.1. C. 1.3 Recomenda-se que o diferencial de pressão entre os acionamentos seqüenciais das bombas seja de aproximadamente 10mca (100 kPa) C.1. indicando pelo menos os seguintes eventos: C.1. C.9. b) bomba em funcionamento.

2. de forma a permitir o desligamento geral da energia.7. C. b) ter a válvula de pé com crivo no extremo da tubulação de sucção. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 14 de 18  . c) ter meios adequados que mantenham a tubulação de sucção sempre cheia de água. C. C. sem prejuízo do funcionamento do motor da bomba de incêndio (ver Figura C. C.2.2. desde que atenda os seguintes requisitos (ver Figura C. e) o reservatório de escorva deve ter seu abastecimento por outro reservatório elevado e possuir de forma alternativa abastecimento pela rede pública de água da concessionária local.C.2 O acionamento manual deve ser previsto no painel de controle. d) o volume do reservatório de escorva e o diâmetro da tubulação que abastece a bomba de incêndio devem ser.2. atendendo ao requisito de C. para os sistemas tipo II e III. as bombas de incêndio acionadas por motor elétrico podem ser alimentadas por um gerador diesel.5 A alimentação elétrica das bombas de incêndio deve ser independente do consumo geral.2.3): a) ter a sua própria tubulação de sucção.2.4 É permitida a instalação de bombas de incêndio com as sucções acima do nível de água.4).6 Na falta de energia da concessionária.3 As bombas de incêndio não podem ser instaladas em salas que contenham qualquer outro tipo de máquina ou motor. exceto quando estes últimos se destinem a sistemas de proteção e combate a incêndio que utilizem a água como agente de combate. de no mínimo 200l e diâmetro de 19mm. instalado na casa de máquinas.

fogo e umidade.7 A entrada de força para a edificação a ser f) altura manométrica. C. em hertz. l) freqüência.Figura C. indicando bomba em funcionamento.2. c) modelo. quando dentro da área protegida pelo sistema de hidrantes devem ser protegidos contra danos mecânicos e químicos.8 As chaves elétricas de alimentação das bombas de incêndio devem ser sinalizadas com a inscrição “ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE INCÊNDIO – NÃO DESLIGUE”. em CV. d) número de série.3 – Esquema de instalação de bomba de incêndio com sucção acima do nível da água e) pressão nominal. j) corrente de funcionamento. ampéres.2. a instalação pode ser conforme esquematizado na figura C. e) vazão nominal. for automatizada por chave de fluxo.2. C. exibindo: a) nome do fabricante. Figura C. c) modelo da bomba.2. protegida deve ser dimensionada para suportar o g) rotações por minutos de regime.2. h) rotações por minuto sob a tensão nominal. i) tensão de entrada em volts. funcionamento das bombas de incêndio em h) diâmetro do rotor. Figura C.Normalmente aberta Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 15 de 18  . d) vazão nominal. b) número de série.2. conjunto com os demais componentes elétricos da edificação.5 – Esquema de instalação de bomba de reforço abastecendo os pontos de hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo Legenda: 1 – Bomba de reforço 2 – Válvula – gaveta 3 – Válvula de retenção 4 – Chave de fl uxo com retardo 5 – Pontos de hidrantes /mangotinhos 6 – Registro de recalque 7 – Reservatório NA .5. b) tipo. conforme especificado em B.4 – Esquema de ligação elétrica para acionamento da bomba de incêndio C. C. g) altura manométrica. C. C.2.11 A bomba de pressurização (jockey) pode ser sinalizada apenas com recurso ótico. f) potência.9 Os fios elétricos de alimentação do motor das bombas de incêndio.2.13 Os motores elétricos também devem ser caracterizados através de placa de identificação. a plena carga.10 Nos casos em que a bomba de reforço.12 Cada bomba principal ou de reforço deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante.2. C.

2. o qual deve manter a rotação nominal. de preferência no próprio motor.1 São dotados de injeção direta de combustível por bomba injetora ou de ar comprimido. C.1. o qual volta sempre à posição normal. C.2. C.14 O sistema de partida deve ser do tipo magnético. leiaute. diagrama elétrico interno e listagem dos materiais aplicados. não sendo permitido o emprego de ar comprimido.3. sem apresentar quaisquer avarias.2. A saída de água de resfriamento deve passar no mínimo 15cm acima do bloco do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 16 de 18  . Figura C.2 São dotados de sistema de arrefecimento por ar ou água.3. diagrama elétrico.13 O painel de comando para proteção e partida automática do motor da bomba de incêndio deve ser selecionado de acordo com a potência em CV do motor .NF . C. de acordo com o diagrama elétrico correspondente. C.1.19 O painel deve ser fornecido com os desenhos dimensionais.2. no local onde forem instaladas.Normalmente fechada C. da bomba para o bloco do motor.3.2.1 A injeção direta de água.3. derivada da voluta da bomba e com retorno preferencialmente para o reservatório ou tanque de escorva (ver Figura C. de acordo com as especificações do fabricante. régua de bornes.2. C. C.1 a C. C. uma vez cancelado por botão de impulso.4 Dispõe de meios de operação manual. C.6 – Arrefecimento da bomba principal elétrica C.3.3.2.3. C.3 A aspiração de ar para combustão pode ser natural ou forçada (turbo).20 O sistema de proteção dos motores elétricos deve ser conforme a NBR 5410/97.15 O painel deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba de incêndio e convenientemente protegido contra respingos de água e penetração de poeira. C.22 As bombas de incêndio com vazão nominal acima de 600l/min deverão dispor de um fluxo contínuo de água através de uma tubulação de 6mm ou placa de orifício de 6mm.2.16 Todos os fios devem ser anilhados. a fim de se evitar o superaquecimento das mesmas.1. ou dotado de sistema preaquecimento permanentemente ligado.3 Bombas acopladas a motores de combustão interna C.3. C. C.17 O período de aceleração do motor não deve exceder 10s.3.2. C. inferior à mínima recomendada pelo fabricante.3.3 Os sistemas de refrigeração aceitáveis devem ser os descritos nos itens C. para a partida.5 Dispões de controlador de rotação.3.21 O alarme acústico do painel deve ser tal que.1.3. volte a funcionar normalmente quando surgir um novo evento. de C.3.2 As bombas de incêndio devem ter condição de operar a plena carga.1.18 A partida do motor elétrico deve estar de acordo com a recomendações da NBR 5410/97 ou da concessionária local. C.2. em qualquer hipótese. tolerada uma faixa de +10%.3. C. durante seis horas ininterruptas. seja qual for a carga.4.6).1 O motor a combustão deve ser instalado em ambiente cuja temperatura não seja.

para cada sistema existente na edificação.5. C. C.3. c) modelo. acionado diretamente pelo motor ou por correias.3. C. C. f) rotações por minuto nominal. determinando ainda.10 Nos casos em que houver apenas uma bomba de incêndio. C.3.3. vindo água fria diretamente da bomba específica para este fim. A saída de água do trocador também deve ser posicionada conforme o item C. com suas respectivas tubulações de alimentação para bomba injetora.3.11 O sistema de flutuação automática deve ser capaz de carregar uma bateria descarregada em até 24 h. as quais devem ser múltiplas.4 O escapamento dos gases do motor deve ser provido de silencioso. sem chances de retornar ao seu interior. C.3. o estado de carga de cada jogo de baterias. C. localizadas na casa de bombas.7 O motor a explosão deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante.3.1.3. considerando o regime contínuo de funcionamento. C.3 Por meio de radiador no próprio motor. sendo o ventilador acionado diretamente pelo motor ou por intermédio de correias.3.9 As baterias do motor a explosão. d) número de série.3. aos dois jogos de baterias (principal e reserva) C. o sistema de partida deve ser sempre automático. de acordo com as especificações do fabricante.5 O tanque de combustível do motor deve ser montado de acordo com as especificações do fabricante e deve conter um volume de combustível suficiente para manter o conjunto moto-bomba operando a plena carga durante o tempo de no mínimo duas vezes o tempo de funcionamento dos abastecimentos de água.6 Existindo mais de um motor a explosão. independente.3. C. por meio de um carregamento duplo de baterias.motor e terminar em um ponto onde possa ser observada sua descarga.3. sendo direcionados para serem expelidos fora da casa de bombas. as quais devem ser múltiplas.2 Por trocador de calor.4 Por meio de ventoinhas ou ventilador. e) potência em CV. devem ser mantidas carregadas por um sistema de flutuação automática. b) tipo. com pressões limitadas pelo fabricante do motor.3.3. C. indicando bomba em funcionamento. por motor à explosão.8 Um painel de comando deve ser instalado no interior da casa de bombas.10 O sistema de flutuação deve ser capaz de atender. C.     Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 17 de 18  .3.3. C. por meio de amperímetros e voltímetros. sem que haja danos às suas placas.3.1 Deve ser instalada sob o tanque uma bacia de contenção com volume mínimo de uma vez e meia a capacidade do tanque de combustível.3. cada um deve ser dotado de seu próprio tanque de combustível.

cerâmicas. contíguas aos processos industriais. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 18 de 18  . mezaninos.1 Podem ser considerados casos especiais de isenção de sistemas de hidrantes para combate a incêndio as áreas das edificações com as seguintes ocupações: D. D. escritórios em andar superior. com áreas exclusivamente destinadas a processos industriais com carga de incêndio igual ou inferior a 200 2 MJ/m . desde que o caminhamento máximo do hidrante seja o estabelecido na Tabela 2 desta Norma Técnica e o hidrante do pavimento inferior assegure sua proteção. com área inferior a 70 m².2 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes em edículas. desde que o caminhamento máximo adotado seja o comprimento estabelecido na Tabela 2 desta Norma Técnica. D. desde que não utilizados para outros eventos que não atividades esportivas e desde que as áreas de apoio não ultrapassem 750 m². D. cal. almoxarifados. produtos de adubo químico.3 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes em zeladorias.1. e que o hidrante do pavimento mais próximo assegure sua proteção e o acesso aos locais citados não seja através de escada enclausurada. tais como escritórios. quando embalados.4 Processos industriais com altos fornos onde o emprego de água seja desaconselhável. a carga de incêndio calculada de acordo com a norma técnica específica não ultrapasse 100 MJ/m².2 Depósitos de materiais incombustíveis. tais como: cimento. expedições. refeitórios e áreas similares. D.1.1.1.1.  ANEXO D – CASOS DE ISENÇÃO DE SISTEMAS DE HIDRANTES D. localizadas nas coberturas de edifícios. vagões e transformadores. porão e subsolo de até 150 m² ou nos pavimentos superiores de apartamentos “duplex” ou “triplex”. agregados e água.3 Ginásios poliesportivos e piscinas cobertas. metais. desde que. depósitos. exceto para as indústrias destinadas a: artigos de bijouterias. D.1. artigos defumados. D.1 A isenção acima não se aplica às áreas de apoio superiores a 750 m². artigos de tabaco.1 Nas indústrias térreas.

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 007/2008 MANIPULAÇÃO.pdffactory. COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. ARMAZENAMENTO.com .

comercialização. Objetivo 2.1.01 a 3.com . Maior que 3.01 a 8 8. 3 341.1. COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO SUMÁRIO 1.2 A localização da instalação destinada à manipulação.1.1. armazenamento de recipientes estacionários. 4.01 a 454 38 454. APLICAÇÃO 2.1 Para fins dos critérios de segurança na instalação e operação de terminais de GLP.2. ARMAZENAMENTO.5 (*) 3 ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes. 3. 4. Procedimentos Anexos 1. OBJETIVO 1. d) central de GLP (recipientes transportáveis e estacionários) e abastecimento a granel.2.5 15 23 30 Afastamento mínimo entre tanques (m) 1 1 1. transportáveis e distribuição de GLP. b) manipulação.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 007/2008 MANIPULAÇÃO. central de GLP. Aplicação 3. utilização.1 Esta Norma Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de manipulação. DEFINIÇÕES 3.01 a 265 265.01 a 120 120. c) armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. a Portaria Nº 76/1966 (Conselho Nacional de Petróleo) e a NR-20/1978.1 Os locais destinados ao carregamento de veículos-tanque devem ser providos de sistema fixo de resfriamento. 4. PROCEDIMENTOS 4.1 Esta Norma Técnica aplica-se nas edificações e áreas de riscos destinadas a: a) terminais de armazenamento de GLP. conforme Tabela 1. 2.3 Os Tanques estacionários de GLP com volume acima de 500 litros devem possuir dispositivos de bloqueio de válvula automática (válvulas de excesso de fluxo). 2. distribuição e revenda de GLP é regulamentada pela Lei de Uso e Ocupação do Solo de cada município do Estado do Ceará.01 a 757 61 757.785 91 4. (nebulizadores ou canhão monitor) com válvula de acionamento à distância. não pode ser inferior a três metros. Tabela 1 – Afastamento mínimo de segurança para os tanques de armazenamento de GLP Capacidade 3 volumétrica (m ) 0.1. e) ocupações temporárias. adotam-se as normas brasileiras afins. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www.785.4 Os recipientes acima de 500 litros devem estar afastados de edificações e divisas de outra propriedade e entre tanques.01 120 (*) O afastamento entre tanques de capacidade acima de 120 m . manipulação. transportáveis e distribuição de GLP. Definições 4.1 Bases de armazenamento e engarrafamento das distribuidoras.3. armazenamento. 4.5 a 2 2. 4.01 a 341 Afastamento de edificações (m) 3 7. 4. destinados à comercialização.1 Os Tanques estacionários destinados a envazamentos de recipientes devem possuir registro de fechamento por meio de controle com acionamento à distância para os casos de vazamento. instalação interna e sistema de abastecimento a granel de gás liquefeito de petróleo (GLP). armazenamento de recipientes estacionários.1. As unidades de processo destinadas a envasamento de recipientes (carrossel) devem ser providas de sistema fixo de resfriamento (nebulizadores tipo dilúvio). armazenamento.pdffactory.1 Para efeitos desta Norma Técnica aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.

: Os extintores devem proteger um raio máximo de 10 metros. tendo a cobertura menor resistência mecânica do que a estrutura que a suporta. concretado ou pavimentado. Tabela 2 – Unidade e capacidade extintora de pó BC para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.1 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis estão divididas em função da quantidade de GLP estocado.2. d) estar afastado no mínimo 1. 4. em quilogramas de GLP.960 Kg.80 m.4. extintor (es) e placa (s). distribuídas ao longo do perímetro da área de armazenamento. 4. A estrutura e a cobertura devem ser construídas com produto resistente ao fogo. 4.240 Kg III ou 480 6 20 BC botijões Até 12. deve ser exibida placa que indique no mínimo a(s) classe(s) de armazenamento existente(s) e a capacidade de armazenamento de GLP. medida do piso acabado à base da placa. com os seguintes dizeres: “PERIGO – INFLAMÁVEL”. de uma área deve ser limitada pela soma da massa líquida total dos recipientes transportáveis cheios.480 Kg IV ou 960 7 20 BC botijões Até 24.680 botijões Obs1. c) estar afastado de outros produtos inflamáveis. 4. 4.2 A instalação para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC com sinalização vertical e sistema de hidrantes de acordo com a Tabela 2. quando tratar-se de Área de Armazenamento Classe III ou IV. devem-se exibir placas de advertências em lugares visíveis.9 Não é permitida a armazenagem de outros materiais na área de armazenamento dos recipientes transportáveis de GLP. de GLP Até 520 Kg ou I 2 20 BC 40 botijões Até 1. Para áreas de armazenamento superiores à classe II. bem como de galerias subterrâneas e similares.6 A capacidade de armazenamento. para assegurar ampla ventilação. cerâmica ou outro material resistente ao fogo. quando tratar-se de Área de Armazenamento Classe VI e superiores.840 Kg VII(*) Ou 7. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. 4. d) seis placas. As placas devem estar distanciadas entre si em no máximo 15 m. 4. parcialmente utilizados e vazios.2. b) estar protegido do sol.960 Kg V ou 1920 8 20 BC botijões Até 49. da chuva e da umidade.60 m de pé-direito e possuir um espaço livre. a uma altura de 1. destinados à comercialização.: As dimensões das placas devem ser tais que a uma distância mínima de 3. devem ser observados os seguintes requisitos: a) possuir ventilação natural.2.560 Kg II ou 120 3 20 BC botijões Até 6.com . 4. material para teste de vazamento.4 Na entrada do imóvel onde está (ão) localizada(s) a(s) área(s) de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.5 O local que armazene 5 (cinco) ou menos recipientes transportáveis de GLP. parcialmente utilizados ou vazios.2 Armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.3 Para as instalações de armazenamento transportáveis de GLP cheios.: (*) Prever projeto de proteção contra incêndio e pânico com sistema de proteção por hidrantes para área de armazenamento acima de 24. em local ventilado.2.2. quando se tratar de Área de Armazenamento Classe I ou II. de modo a permitir uma superfície que suporte carga e descarga.840 Kg ou 14 20 BC 2 80 BC (*) mais de 7.2. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP cheios.8 A área de armazenamento.20 m entre o topo da pilha de botijões cheios e a cobertura. Quant. Capac.pdffactory. deve ter no mínimo 2. de fontes de calor e faíscas.2. ao ar livre.920 Kg VI(*) ou 3840 10 20 BC botijões Até 99.5 m de ralos. caixas de gordura e esgotos. “É EXPRESSAMENTE PROIBIDO FUMAR E USAR FOGO OU QUALQUER INSTRUMENTO QUE PRODUZA FAÍSCAS”.2. b) duas placas. excetuando-se aqueles exigidos pela legislação vigente. Obs2. Obs. nas seguintes quantidades: a) uma placa.680 12 20 BC 1 80 BC botijões Mais de Especial 99. 4.1. quando coberta.0 m seja possível a visualização e a identificação da sinalização.10 A delimitação da área de armazenamento deve ser através de pintura no piso ou por meio de cerca de tela metálica.2.2. de cada classe.7 Os recipientes transportáveis de GLP devem ser armazenados sobre piso plano e nivelado. Armazenamento Classe Extintor portátil Extintor sobre rodas Quantidade Quant. também 4. em quilogramas. tais como: balança. quando tratar-se de Área de Armazenamento Classe V. gradil metálico ou elemento vazado de concreto.1 São classificadas em classes que requerem afastamentos de segurança e devem atender a exigências conforme o Anexo A desta norma. c) quatro placas. parcialmente utilizados ou vazios para consumo próprio.2. podendo ou não a (s) área (s) de armazenamento ser encoberta (s). permanente de no mínimo 1. Capac. 4.

rebaixos ou similares deve ser de no mínimo 1. observados os mesmos cuidados dispensados aos recipientes cheios de GLP.4 As paredes resistentes ao fogo. e os equipamentos elétricos instalados dentro desta área devem estar em conformidade com as ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 5418.2.24. não podendo ser empilhados. 4. devem ser construídas e posicionadas de maneira que se interponham entre o(s) recipiente(s) de GLP e o ponto considerado. observando sempre a garantia de ambiente ventilado. medidos a partir dos limites do lote de recipientes e do topo das pilhas de armazenamento.2. elemento vazado de concreto.20 m de largura e 2. devem estar situadas em imóveis cercados de muros ou qualquer outro tipo de cercamento. 4. 4.24.12 As áreas de armazenamento de qualquer classe. quando cercada.20 m de largura e 2. em pilhas de até cinco unidades. Somente as áreas de armazenamento classes I e II não necessitam de corredores de circulação. quando delimitadas pelos mesmos tipos de materiais citados neste item. 4. 4.2. com tempo de resistência ao fogo (TRF) mínimo de 2 (duas) horas.2. cerâmica ou outro material resistente ao fogo.2.2.14 A distância máxima a ser percorrida.15 Na área de armazenamento somente é permitido o empilhamento de recipientes transportáveis de GLP.2. 4. isolando o risco entre estes e podendo reduzir pela metade os afastamentos constantes do Anexo A desta norma.16 O armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. cerâmica ou outro material resistente ao fogo. podem ser reduzidas pela metade. 4. O imóvel deve possuir no mínimo uma abertura. de qualquer ponto dentro da área de armazenamento.24.17 Recipientes de massa líquida superior a 13 kg devem obrigatoriamente ser armazenados na posição vertical. As áreas de armazenamento classe IV ou superior. permitindo-se aos vazios o empilhamento de até cinco unidades conforme Anexo B desta norma.2.11 As áreas de armazenamento classes I. abrindo de dentro para fora. com dimensões mínimas de 1. 4. com massa líquida igual ou inferior a 13 kg de GLP.18 Os recipientes de GLP cheios.24.24 Parede resistente ao fogo em áreas de armazenamento transportáveis de GLP. 4. em pilhas de até quatro unidades e os lotes de recipientes vazios ou parcialmente utilizados até 600 recipientes de massa líquida igual a 13 kg. conforme ABNT NBR 9441.2.2. Os lotes de recipientes cheios podem conter até 480 recipientes de massa líquida igual a 13 kg. 4.3 As paredes resistentes ao fogo devem possuir no mínimo 2. gradil metálico.6 m de altura. para permitir a evasão de pessoas em caso de acidentes.0 m. 4. 4. 4. líquidos e materiais necessários para teste de vazamento de GLP. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www.10 m de altura. quando existentes.2. devem possuir acesso através de duas ou mais aberturas de no mínimo 1. parcialmente utilizados ou vazios das Classes I e II. as distâncias mínimas de segurança definidas no Anexo A desta norma.20 Acondicionar os recipientes transportáveis de GLP cheios. com passagens totalmente desobstruídas.00 m de largura.1 Com a construção de paredes resistentes ao fogo. Entre os lotes de recipientes e entre esses lotes e os limites da área de armazenamento deve haver corredores de circulação com no mínimo 1.2. canaletas.2.21 Armazenar os botijões vazios ou parcialmente utilizados separadamente dos cheios.demarcar com pintura no piso.10 m de altura. parcialmente cheios ou vazios na área de armazenamento em posição vertical com a válvula voltada para cima.0 m. quando não delimitadas por cerca de tela metálica.2.2. em pilhas.19 Em postos de revenda de combustíveis e serviços. elemento vazado de concreto.2.2 As paredes resistentes ao fogo devem ser totalmente fechadas (sem aberturas) e construídas em alvenarias sólidas. que abram de dentro para fora e fiquem localizadas no mesmo lado nas extremidades ou em lados adjacentes ou opostos.2. ralos. A distância da área de armazenamento às aberturas para captação de águas pluviais.22 Manter no local para todas as áreas de armazenamento. 4. Adicionalmente. que abram de dentro para fora. devem possuir acesso através de uma ou mais aberturas de no mínimo 1. somente é permitida a instalação de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios.pdffactory.2.2. quando delimitadas por cerca de tela metálica.13 Não é permitida a circulação de pessoas estranhas ao manuseio dos recipientes transportáveis de GLP na área de armazenamento.23 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP e seu entorno até uma distância de 3. o imóvel pode possuir outros acessos com dimensões quaisquer e com qualquer tipo de abertura.5 m.10 m de altura. gradil metálico.20 m de largura e 2. 4. até uma das aberturas. 4. deve obedecer aos limites do Anexo B desta norma. o local para os lotes de recipientes. 4. 4. A distância mínima entre as paredes resistentes ao fogo e o limite dos lotes de recipientes é de 1. 4.24.com . II e III. não pode ser superior a 25 m. concretos ou construção similar. devem ser classificadas como área de risco. vazios ou parcialmente utilizados devem ser dispostos em lotes.5 As paredes resistentes ao fogo não podem ser construídas entre os lotes de recipientes. conforme ABNT NBR 10636.

com .24.3. com altura mínima de 1.3. 4. 4. duas horas. em locais ventilados.2.25 Veículos transportadores de recipientes de GLP e outros veículos de apoio. com altura mínima de 1.pdffactory. e Decreto nº 1.3 Central de GLP (recipientes transportáveis. ralos. com resistência ao fogo por. nos termos do Decreto nº 1. de forma a permitir ampla ventilação. canaletas.3.25.0 7. no mínimo.501.5m.3. caso seja interposta uma parede. constantes da Tabela 4.3.3 No caso de duas ou mais centrais de GLP em uma edificação. essas não podem ser adjacentes e o comprimento total dessas paredes não deve ultrapassar 60% do perímetro da área de armazenamento. constantes da Tabela 5. 4.) estejam desligados e a com a chave de partida na ignição.2 O número máximo de recipientes permitidos na central de GLP é de 6 (seis).1 Devem ter acesso restrito e controlado ao imóvel.5 (*) As paredes de limites de propriedades devem ser resistentes ao fogo por. águas pluviais. Materiais de fácil combustão Fontes de ignição (inclusive estacionamento de veículos) Depósitos de materiais inflamáveis ou comburentes Depósito de hidrogênio Redes elétricas Afastamento (m) 1. 4. entre o recipiente e o ponto considerado.5.24.3.2 Os afastamentos constantes da Tabela 3 podem ser reduzidos pela metade.6 Quando a área de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP for parcialmente cercada por paredes resistentes ao fogo.1 Os recipientes (transportáveis ou estacionários) devem ser situados no exterior das edificações. no mínimo.80 m.3 A central de GLP deve ter cobertura de material incombustível com o mesmo TRF das paredes.021. entre o recipiente e o ponto considerado. atendendo aos afastamentos de segurança.5.0 m. 4. 4.2. poços. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. 4.4 Os recipientes estacionários devem atender aos afastamentos da projeção das edificações. sendo obrigatório que durante essas operações o motor do veículo e seus equipamentos elétricos auxiliares (rádio etc.3. de acordo com a Tabela 3. 4.4. podendo se aproximar da(s) área(s) de armazenamento para as operações de carga e/ou descarga. Locais Aberturas de dutos de esgoto.2. 4. não podem estar a uma distância menor do que 3.3. 4.2.5 3.7 O comprimento total da parede resistente ao fogo deve ser igual ao comprimento do lado paralelo da área de armazenamento.3. duas horas.24. Quantidade de GLP (kg) Até 540 (*) A partir de 540 até 1080 A partir de 1080 até 2520 A partir de 2520 até 4000 Afastamento (m) 0 1.5 3 3 6 15 3 4.2.8 Os muros de delimitação da propriedade. e pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.3 Os recipientes transportáveis também devem atender aos afastamentos mínimos em relação à projeção das coberturas de edificações. 4. de 27 de dezembro de 1993. com resistência ao fogo por.7.2 Quando os veículos necessitarem permanecer estacionados no interior do imóvel. estas devem distar entre si em no mínimo 7. nos termos da presente Norma Técnica. Tabela 4 – Afastamentos de recipientes transportáveis em relação às projeções das edificações. contada a partir do bocal de descarga do motor aos limites da (s) área (s) de armazenamento.8m. 4. quando atenderem a todas as considerações estipuladas nesta Norma para este elemento.2. 4.8m.2.2. de 24 de maio de 1995. com altura mínima de 1.1 A central de GLP pode ser subdividida com a utilização de paredes divisórias resistentes ao fogo com TRF mínimo de 2h para enquadramento em outro nível de afastamento. acrescido de no mínimo 1 m ou no máximo de 3 m em cada extremidade. 4. 2 (duas) horas. não considerando a limitação do item 4.25. Tabela 3 – Afastamentos de recipientes transportáveis ou estacionários em relação a locais de risco.5. 4. construídos conforme as especificações de paredes resistentes ao fogo podem ser considerados como tal. no mínimo. estacionários e abastecimento a granel).24.5 Os afastamentos constantes da Tabela 5 podem ser reduzidos pela metade.26 A fiscalização concernente às áreas de armazenamento de GLP será executada pelo Departamento Nacional de Combustíveis (atualmente Agência Nacional do Petróleo).5. caso seja interposta uma parede.

1 As tubulações aparentes devem: Cap. b) reservatório de água. conexões e acessórios.4. as tubulações.2 As válvulas e os reguladores de pressão devem ser instalados de modo a permanecerem protegidos contra danos físicos e permitir fácil acesso. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação.2 Em locais que possam ocorrer choques mecânicos. deve ser utilizado um tubo-luva. 4. c) dutos para incineradores de lixo. d) poços e elevadores. Tabela 5 – Afastamentos dos recipientes estacionários em relação às projeções das edificações. o 4.3 A tubulação não pode ser considerada como elemento estrutural nem ser instalada interna a ele.0 Afastamento (m) 0 1. 20 B 20 B 20 B Cap. e) compartimentos de equipamentos elétricos.5. Instalações internas de GLP: 4.4. exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado.3.3. l) todo e qualquer local que propicie o acúmulo de gás vazado.1. a ser instalado junto à central de GLP. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. ou por estas e o solo. conforme o item 4. danos por fogo ou outras evidências de condição insegura e devem apresentar bom estado de conservação das válvulas.1 Excepcionalmente.5.1. amassamentos. quando aparentes. Tabela 6: Unidade e capacidade extintora de pó B C. corrosão.3.4.5. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts).5.6. 4. 4. deve-se colocar entre elas um material isolante elétrico. 4. 4. o Extintor sobre-rodas n.4.5m para passagem.5 3 7. 1 2 2 1 80 B 4. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida.4. Central de GLP Quantidade de GLP (Kg) Até 270 271 a 1.5. conservação e substituição a qualquer tempo. ar condicionado e águas pluviais.4.8 A instalação de central de GLP (recipientes transportáveis ou estacionários) é vedada sobre forros e terraços de coberturas.4. sendo obrigatória a sua instalação fora da projeção da edificação. 4.5.4 É proibida a utilização de tubulações de gás como aterramento elétrico.3 Na travessia de elementos estruturais. destinada ao uso individual de cada unidade e localizada fora da mesma. 4.4. 4. mediante aprovação do Corpo de Bombeiros. no pavimento da unidade a que atende.1 As tubulações instaladas devem ser estanques e desobstruídas.2.10 Os recipientes de GLP não podem apresentar vazamentos.6 Localização 4. 4. devem ser protegidas.4.pdffactory. líquidos não inflamáveis e demais acessórios.6 até 8. 4.7 A central de GLP pode ser instalada em corredor que seja a única rota de fuga da edificação.6. Capacidade Volumétrica do tanque (m³) Até 1 De 1. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento.5 De 5.5 Adotar Tabela 1 4. 4.3.com . 4.4. f) compartimentos destinados a dormitórios.3.5.0 Acima de 8. com ventilação permanente nas extremidades. sem a devida ventilação. poderá ser aparente.800 Acima de 1.4. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado.5 Proteção 4.6m situado à distância não inferior a 1 m com duas horas de resistência ao fogo.800 Extintor portátil n.4. acrescidos de 1.4. desde que atenda aos afastamentos previstos na Tabela 3.5 Quando o cruzamento de tubulações de gás e condutores elétricos for inevitável.4.4.2 A instalação de gás coletiva deve ser provida de caixa com válvula redutora de 2° estágio e registro de corte.4 A tubulação da rede interna não pode passar no interior de: a) dutos de lixo. os quais devem conter apenas as tubulações de gás.9 A central de GLP localizada junto à passagem de veículos deve possuir obstáculo de proteção mecânica com altura mínima de 0.1 até 2 De 2.6 A central de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC conforme Tabela 6. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria.4.1 até 5. 4.1 A tubulação deverá ser embutida.4.

2 É vedado que a mangueira flexível passe por: a) áreas internas às edificações.9 As normas de segurança acima citadas referemse ao correto posicionamento. d) ter resistência mecânica adequada a possíveis esforços decorrentes das condições de uso. 4. 4. animais e outros objetos estranhos. observando o correto posicionamento. e prevenção por extintores. play-grounds. devendo atender aos seguintes critérios: a) o estacionamento do veículo abastecedor deve ser em área aberta e ventilada. Opcionalmente. f) não apresentar vazamento em toda a sua extensão. como ralos.com . b) nos casos em que não for possível a extremidade inferior estar fora da projeção horizontal. à prova de geração de energia que possa iniciar um incêndio.4. estabilização e aterramento. dentre outros procedimentos que se façam necessários. sendo que as duas devem ter saída para a projeção horizontal fora da edificação. podendo ser visualmente ou por intermédio de aparelhos de comunicação. O tubo-luva quando for utilizado deve: a) ter no mínimo duas aberturas situadas nas suas extremidades. fornos etc. c) o veículo abastecedor não pode ficar posicionado de forma a interferir na rota de fuga das pessoas.7 O local de abastecimento deve ser sinalizado (proibição e alerta).3 O abastecimento deve ser realizado no interior da área onde é descarregado o produto. c) em áreas sociais tais como hall. 4. galerias subterrâneas e similares.5. caixas de gordura.5 Deve haver comunicação ininterrupta entre os operadores durante a manobra de abastecimento.5 Instalações de GLP com abastecimento a granel: 4.1 O caminhamento máximo da mangueira flexível deve ser de oito metros. em local seguro e protegido contra a entrada de água. salões de festas.6 Gerais Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. de 24 de março 1999. de acordo com a NBR 5419/93.5.3 Recomenda-se o uso mínimo de conexões nas tubulações situadas no interior do tubo-luva.8 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de GLP a granel. esgoto. 4.6 Devem ser realizadas por. e 0.3m.2.4 No impedimento de atendimento aos critérios item acima. 4. é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento. b) deverá haver espaço livre para manobra. d) em caso de superposição de tubulação. dois operadores com treinamento dirigido à operação de abastecimento das centrais de GLP e operação de veículos abastecedores. impedindo a aproximação de pessoa não habilitada dentro de um raio mínimo de 3 metros a contar do ponto de abastecimento e do módulo de operação do veículo abastecedor (traseira do veículo abastecedor). piscinas.4. devendo manter um afastamento mínimo de três metros dessa. travamento e aterramento do veículo transportador. b) ter um afastamento das demais tubulações suficiente para ser realizada manutenção nas mesmas. d) próximo a aberturas no piso. 4. dentre outros procedimentos que se façam necessários.5. 4. sinalização por meio de cones e placas de advertências “PERIGO – PROIBIDO FUMAR”.4. c) no caso de dutos. deve-se atender aos parágrafos 1º e 2º artigo 4º da Portaria ANP nº 47.5.pdffactory.6.5.6.5.4 Os abrigos de medidores de consumo de GLP devem possuir proteção por um extintor de pó BC. b) nas proximidades de fontes de calor ou fontes de ignição como tubulações de vapor. podem ser previstos dispositivos ou sistemas que garantam a exaustão de gás eventualmente vazado. 4. 4. c) ter afastamento de no mínimo 2m de pára-raios e seus respectivos pontos de aterramento.4.5. ficando obrigada a orientar os usuários do sistema quanto às normas de segurança a serem obedecidas. 4. respeitando-se o horário de menor fluxo pessoas no local do abastecimento. no mínimo. 4.5m. desligamento. h) estar adequadamente suportado. possuir abertura captada de algum ambiente permanentemente ventilado. a tubulação de gás deve ficar abaixo das outras tubulações. desligamento. e) estar convenientemente protegido contra a corrosão.6. manter um afastamento mínimo de 25mm entre a tubulação e as suas paredes internas. bem como do acionamento das luzes de alerta. se o condutor for protegido por conduite. estacionamento e escape rápido do veículo abastecedor. em locais sujeitos ao tráfego de veículos sobre a mangueira. 4.5. bueiros.a) ter as distâncias mínimas entre a tubulação de gás e condutores de eletricidade de 0. do do de de 4. nos casos contrários. entre o ponto de estacionamento do veículo abastecedor e a central de GLP. g) ser executado com material incombustível e resistente à água.

da central até os pontos de consumo.6.1 Para todos os recipientes estacionários: a) identificação da norma ou código de construção e ano de edição.6.6.1 Somente é permitida a passagem de tubulações de GLP na fase líquida em interior de edificações para processos industriais específicos que utilizem o GLP na fase líquida. d) pressão de projeto (em MPa).6.6. 4. h) categoria do vaso de prevenção conforme NR-13 do Ministério do Trabbalho. atender à NBR 8460. 4.11 Cada recipiente deve ser identificado em lugar visível e com gravações de forma permanente.7 As instalações de GLP devem permitir o reabastecimento dos recipientes sem a interrupção da alimentação do gás aos aparelhos de utilização.5 Tubulações de fase líquida de GLP não podem passar no interior das edificações. 4. 4. 4. 4.pdffactory. 4.com .6. 4. i) área da superfície externa (em m2). não possuindo outros meios de ligação como prisioneiros.1 Todas as válvulas e conexões devem ser localizadas na sua parte superior. independente da posição de instalação. 4.12 Os recipientes de GLP não podem ser instalados uns sobre os outros.11. 4.o 01/2008. protegidas contra impactos diretos durante transporte e manuseio.6.4.6.2. 4. 4. 4.6.9 Não devem existir conexões na parte inferior de recipientes transportáveis. c) capacidade total (em litros).6. 4.6. a disposição e a capacidade volumétrica de armazenagem.6.7 MPa.6.3 A montagem e a manutenção das instalações de centrais e tubulações para GLP devem ser realizadas por profissionais qualificados. 4.6. a forma de abastecimento e seu detalhamento. após o fechamento da válvula de serviço e desconexão ao coletor. em situação de emergência. 4. 4.11. 4.2 O acesso à central de GLP deve ser obrigatoriamente efetivado pelo interior da propriedade. correntes.6.6. 4. conforme Norma Técnica n. 4. permitindo assentamento estável em plano nivelado.8.16 É recomendável que recipientes horizontais sejam instalados de forma que seus eixos longitudinais não fiquem direcionados a edificações. conforme definido nos itens 4.6.6.15 Não é permitida vegetação seca ou qualquer material combustível dentro da área delimitada para a central de GLP.1 A central de GLP deve ser locada no pavimento térreo da edificação e distar 1m dos limites laterais e fundos da propriedade.9. etc.14 O recipiente transportável não deve ser fixado ao local da instalação para que seja possível sua remoção.2 Os protetores devem ser parte integrante do recipiente. 4.6. tubulações.1 e 4. f) número de fabricação do recipiente.6.6.2 A base deve ser parte integrante do recipiente.11. e) data de fabricação do recipiente. com materiais e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. acessórios e vaporizadores até o primeiro regulador de pressão é de 1.6.2. 4.2 Para recipientes transportáveis.6. 4. indicando a quantidade.13 O piso onde os recipientes são diretamente assentados deve ser de material incombustível e ter nível igual ou superior ao do piso circundante.6.1 Os projetos pertinentes à instalação da central de GLP devem ser elaborados por profissional habilitado.5m3 (aproximadamente 250Kg de capacidade de GLP) só podem ser transportados com no máximo 5% em volume de GLP. não sendo permitida a instalação em rebaixos ou recessos. g) pressão de ensaio (em MPa). evitando seu contato com o solo. chumbadores. deve ser apresentado em todas as plantas de pavimento da edificação 4.5. concreto ou construção similar. 4.3 O caminhamento da tubulação de GLP. equipamentos importantes ou recipientes de armazenamento de produtos perigosos.6.4 A pressão de projeto para os recipientes. exceto nos abrigos para recipientes e outros equipamentos pertencentes à central de GLP.1 Deve possuir base na sua parte inferior.10 Recipientes com capacidade volumétrica total acima de 0.2.6.17 A parede resistente ao fogo deve ser totalmente fechada (sem aberturas) e construída em alvenaria sólida.6. b) nome do fabricante.2.9.8 Todo recipiente transportável deve possuir acessórios adequados para o manuseio e transporte.8.2 A área destinada para a central de GLP deve constar na planta baixa do projeto.6.11.

17.com . 4.17. 4.24 No que não contrariar esta Norma Técnicas.1 A parede resistente ao fogo deve possuir no mínimo 1.6 Entre 0.23 Não será permitida a utilização de GLP na forma de botijões e cilindros para o uso de “oxicorte.6. 4.20 A central de GLP que atender aos requisitos de ventilação e cobertura incombustível pode ser instalada sob rede de até 0. 4. e estar localizada entre 1m e 3m.6 e 23 Maior que 23 Distância mínima (m) 1.formas aprovadas.6.8 3 7.6. com tempo de resistência ao fogo (TRF) mínima de duas horas. os casos omissos serão orientados pelas disposições da NBR 13. 4.pdffactory.6. solda ou similar” em áreas internas às edificações. 4. 4.6.6.523 e NBR 15.8m de altura ou estar na mesma altura do recipiente. o que for maior.18 A central de GLP não deve estar localizada sob redes elétricas e deve atender às distâncias mínimas de sua projeção horizontal conforme Tabela 7.206.514 da ABNT.22 A distribuidora somente poderá abastecer uma instalação centralizada após comprovar que os ensaios e testes foram realizados de acordo com as normas vigentes. 4.6kV. medidos do ponto mais próximo do recipiente.19 A central de GLP deve possuir aberturas para ventilação natural de no mínimo 10% da planta baixa.6. Tabela 7 – Afastamentos para redes elétricas Nível de tensão (kV) Menor ou igual a 0.5 4.6.21 A tubulação de condução do GLP deve ser realizada em tubo de cobre conforme NBR 13. sendo permitido número total limitado a duas.6. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. classe A ou I.2 É recomendável a construção de somente uma parede resistente ao fogo.

com .ANEXO A AFASTAMENTOS DE SEGURANÇA PARA AS ÁREAS DE ARMAZENAMENTO DE RECIPIENTES TRANSPORTÁVEIS DE GLP ANEXO B EMPILHAMENTO DE RECIPIENTES TRANSPORTÁVEIS DE GLP Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www.pdffactory.

O 008/2008 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 7 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

4.1 Para determinação da carga de incêndio específica das edificações. e 1BTU equivale a 252 calorias (cal). 4.1 Para efeitos desta Norma Técnica. sendo que para edificações destinadas a depósitos (Grupo “J”). 2 APLICAÇÃO 2. 1cal equivale a 4. conforme a ocupação e uso específico. 4. 4.2.1 As cargas de incêndio constantes desta Norma Técnica aplicam-se às edificações e áreas de riscos para classificação do risco e determinação do nível de exigência das medidas de segurança contra incêndio. aplica-se a tabela constante do Anexo A. 4 PROCEDIMENTOS 4.1 Ocupações não listadas na tabela do Anexo A devem ter os valores da carga de incêndio específica determinados por similaridade. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.2. 3 DEFINIÇÕES 3. 4.2 O levantamento da carga de incêndio específica constante do Anexo B deve ser realizado em módulos de no máximo 500m² de área de piso (espaço considerado).2 Pode-se admitir a similaridade entre as edificações comerciais (grupo “C”) e industriais (grupo “I”). 4.2 A carga de incêndio específica do piso analisado deve ser tomada como sendo a média entre os dois módulos de maior valor.1 Esta Norma Técnica estabelece os valores característicos das cargas de incêndio das edificações e áreas de risco.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 008/2008 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 7 .1 Módulos maiores de 500m² podem ser utilizados quando o espaço analisado possuir materiais combustíveis com potenciais caloríficos semelhantes e uniformemente distribuídos.3 Considerar que 1kg (um quilograma) de madeira equivale a 19 megajoules (MJ).185 Joules (J).1.1. explosivos (Grupo “L”) e ocupações especiais (Grupo “M”).aplica-se a metodologia constante do Anexo B.

borracha. metal ou vidro Artigos de cera Artigos de couro. Pessoais e Técnicos Escritórios Estúdios de rádio ou de televisão ou de fotografia Laboratórios químicos Laboratórios (outros) Lavanderias Oficinas elétricas Oficinas hidráulicas ou mecânicas Pinturas Processamentos de dados Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 7 . esportivos Automóveis Bebidas destiladas Brinquedos Calçados Drogarias (incluindo depósitos) Ferragens Floricultura Galeria de quadros Livrarias Lojas de departamento ou centro de compras (Shoppings) Máquinas de costura ou de escritório Materiais fotográficos Móveis Papelarias Perfumarias Produtos têxteis Relojoarias Supermercados Tapetes Tintas e vernizes Verduras frescas Vinhos Vulcanização Agências bancárias Agências de correios Centrais telefônicas Cabeleireiros Copiadora Encadernadoras Serviços de Hospedagem Comercial Varejista.ANEXO A 1 CLASSIFICAÇÃO DAS CLASSES DE INCÊNDIO ESPECÍFICAS POR OCUPAÇÃO OCUPAÇÃO/USO 1 DESCRIÇÃO Alojamentos estudantis 1 DIVISÃO A-3 A-2 A-1 A-3 B-1 B-1 B-2 C –1 C –2 C –1 C -1 C -1 C –1 C -2 C –2 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –1 C –2 1 CARGA DE INCÊNDIO (qfi) EM MJ/m2 300 300 300 300 500 500 300 40 700 300 300 300 300 2100 800 200 700 500 500 1000 300 80 200 1000 800 300 300 400 700 400 600 600 400 800 1000 200 200 1000 300 400 100 200 400 1000 700 300 500 300 300 600 200 500 400 Residencial Apartamentos Casas térreas ou sobrados Pensionatos Hotéis Motéis Apart-hotéis Açougue Antigüidades Aparelhos domésticos Armarinhos Armas Artigos de bijouteria. Loja C –2/ C –3 C –1 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –2 D -2 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -4 D -4 D -3 D -3 D -3 D -3 D -1 Serviços Profissionais.

boates e similares Estações e terminais de passageiros Exposições Igrejas e templos Museus Restaurantes Estacionamentos DIVISÃO E-3 E-5 E-5 E-1/E2/E4/E6 F-1 F-5 F -7 F-3 F-6 F-4 F -10 F-2 F-1 F-8 G-1/G-2 G-4 G-3 G -5 H -2 H -6 H-1/H-3 H-5 H-4 I-2 I–1 I-2 I-2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 CARGA DE INCÊNDIO (qfi) EM MJ/m2 300 300 300 300 2000 600 500 150 600 200 Adotar Anexo B 200 300 300 200 300 300 200 350 200 300 100 450 400 300 700 800 600 200 200 1000 80 40 500 1000 200 80 300 500 600 300 800 500 80 200 500 400 1000 600 800 2000 200 1700 80 300 400 40 600 800 500 40 400 800 1000 200 Educacional e Cultura Física Locais de Reunião de Público Serviços Automotivos e Assemelhados Oficinas de conserto de veículos e manutenção Postos de abastecimentos (tanque enterrado) Hangares Asilos Clínicas e consultórios médicos ou odontológicos. feltro.OCUPAÇÃO/USO DESCRIÇÃO Academias de ginástica e similares Pré-escolas e similares Creches e similares Escolas em geral Bibliotecas Cinemas. Hospitais em geral Presídios e similares Quartéis e similares Aparelhos eletroeletrônicos. ópticos Acessórios para automóveis Acetileno Alimentação Artigos de borracha. espuma Artigos de argila. coriça. tapetes Colas Colchões (exceto espuma) Condimentos. couro. fotográficos. conservas Confeitarias Congelados Couro sintético Defumados Serviços de Saúde e Institucionais Industrial Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 7 . teatros e similares Circos e assemelhados Centros esportivos e de exibição Clubes sociais. cerâmica ou porcelanas Artigos de bijuteria Artigos de cera Artigos de gesso Artigos de mármore Artigos de peles Artigos de plásticos em geral Artigos de tabaco Artigos de vidro Automotiva e autopeças (exceto pintura) Automotiva e autopeças (pintura) Aviões Balanças Baterias Bebidas destilada Bebidas não alcóolicas Bicicletas Brinquedos Café (inclusive torrefação) Caixotes barris ou pallets de madeira Calçados Carpintarias e marcenarias Cera de polimento Cerâmica Cereais Cervejarias Chapas de aglomerado ou compensado Chocolate Cimento Cobertores.

OCUPAÇÃO/USO DESCRIÇÃO Discos de música Doces Espumas Farinhas Feltros Fermentos Fiações Fibras sintéticas Fios elétricos Flores artificiais Fornos de secagem com grade de madeira Forragem Fundições de metal Galpões de secagem com grade de madeira Geladeiras Gelatinas Gesso Gorduras comestíveis Gráficas (empacotamento) Gráficas (produção) Guarda-chuvas Instrumentos musicais Janelas e portas de madeira Jóias Laboratórios farmacêuticos Laboratórios químicos Lápis Lâmpadas Laticínios Malharias Máquinas de lavar de costura ou de escritório Massas alimentícias Mastiques Materiais sintéticos ou plásticos Metalúrgica Montagens de automóveis Motocicletas Motores elétricos Móveis Óleos comestíveis Padarias Papéis (acabamento) Papéis (preparo de celulose) Papéis (procedimento) Papelões betuminados Papelões ondulados Pedras Perfumes Pneus Produtos adesivos Produtos de adubo químico Produtos alimentícios (expedição) Produtos com ácido acético Produtos com ácido carbônico Produtos com ácido inorgânico Produtos com albumina Produtos com alcatrão Produtos com amido Produtos com soda Produtos de limpeza Produtos graxos Produtos refratários Rações Relógios Resinas Roupas Sabões Sacos de papel Sacos de juta DIVISÃO I–2 I–2 I–3 I–3 I–2 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I-3 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–3 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–1 I–1 I–1 I–3 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–3 I–1 I–3 I–2 I–1 I–2 I–2 CARGA DE INCÊNDIO (qfi) EM MJ/m2 600 800 3000 2000 600 800 600 300 300 300 1000 2000 40 400 1000 800 80 1000 2000 400 300 600 800 200 300 500 600 40 200 300 300 1000 1000 2000 200 300 300 300 600 1000 1000 500 80 800 2000 800 40 300 700 1000 200 1000 200 40 80 2000 800 2000 40 2000 1000 200 2000 300 3000 500 300 800 500 Industrial Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 7 .

01/2008. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 7 .OCUPAÇÃO/USO Sorvetes Sucos de fruta Tapetes Têxteis em geral Tintas e solventes Tintas látex Tintas não-inflámaveis Transformadores Tratamento de madeira Tratores Vagões Vassouras ou escovas Velas de cera Vidros ou espelhos Vinagres DESCRIÇÃO DIVISÃO I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–3 I–1 I–1 CARGA DE INCÊNDIO (qfi) EM MJ/m2 80 200 600 700 4000 800 200 200 3000 300 200 700 1300 200 80 Conforme Anexo B Industrial Demais Usos Demais atividades não enquadradas acima Nota: o 1) Para a classificação detalhada das ocupações (Divisão) consultar a tabela específica da Norma Técnica n.

6 Grãos Graxa. ocasião em que Mi deverá ser reavaliado.massa total de cada componente i do material combustível.1 Os valores da carga de incêndio específica para as edificações destinadas a depósitos.1 – Valores do potencial calorífico específico TIPO DE MATERIAL Acetona Acrílico Algodão Benzeno Borracha Celulose C-Hexano Couro D-glucose Epóxi Etano Etanol Eteno Etino Fibra sintética 6. em metro quadrado.valor da carga de incêndio específica. Tabela B.2 O levantamento da carga de incêndio deverá ser realizado conforme item 4 desta Norma Técnica e seus subitens. em megajoule por metro quadrado de área de piso. em megajoule por quilograma.ANEXO B MÉTODO PARA LEVANTAMENTO DA CARGA DE INCÊNDIO ESPECÍFICA B. em quilograma. B. explosivos e ocupações especiais podem ser determinadas pela seguinte expressão: ‫ݍ‬௙௜ ൌ ∑ ‫݅ܪ݅ܯ‬ ‫ܣ‬௙ TIPO DE MATERIAL Policarbonato Poliéster Poliestireno Polietileno Polimetilmetacrilico Polioximetileno Poliuretano Polipropileno Polivinilclorido Propano PVC Resina melamínica Seda H (MJ/kg) 29 31 39 44 24 15 23 43 16 46 17 18 19 Onde: qfi . Af .potencial calorífico específico de cada componente i do material combustível. Mi . conforme Tabela B. Lubrificante Lã Lixo de cozinha Madeira Metano Metanol Monóxido de carbono N-Butano N-Octano N-Pentano Palha Papel Petróleo Poliacrilonitrico H (MJ/kg) 30 28 18 40 Espuma – 37 Tiras – 32 16 43 19 15 34 47 26 50 48 29 17 41 23 18 19 50 19 10 45 44 45 16 17 41 30 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 7 .1.área do piso do compartimento. Esse valor não poderá ser excedido durante a vida útil da edificação exceto quando houver alteração de ocupação. Hi .

O 009/2008 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 2 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

4.1.1 Grupo moto-gerador 4. quando instaladas a menos de 2.5 As luminárias de aclaramento (ou de ambiente). bem como seus comandos. 4. 3 DEFINIÇÕES 3.6 Pode ser exigir que os equipamentos utilizados no sistema de iluminação de emergência sejam devidamente certificados por órgão competente. 4. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.8 O sistema de iluminação de emergência será elaborado de acordo com critérios estabelecidos na NBR 10. o grupo motogerador deve ser instalado em compartimento resistente ao fogo por 2 h.3 Na condição acima descrita.898. este deve ser construído ou protegido por material resistente ao fogo por 2 h. 4 PROCEDIMENTOS 4.1 Outro distanciamento entre pontos pode ser aceito.2 No caso de grupo moto-gerador instalado em local confinado.5m de altura e as luminárias de balizamento (ou de sinalização). devem ser instalados em local não acessível ao público. 4.1 A certificação deve ser comprovada por ocasião da vistoria.3 No caso de instalação aparente. 4. devem ter tensão máxima de alimentação de 30V.1. 4. 4. com acesso protegido por PCF (P90). 4.7 A autonomia do bloco autônomo deve ser quatro horas. desde que atenda à NBR 10898.1.1 Esta Norma Técnica fixa as condições necessárias para o projeto e instalação do sistema de iluminação de emergência em edificações e áreas de risco. 4.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 009/2008 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1.1 Esta Norma Técnica se aplica às edificações e áreas de risco onde o sistema de iluminação de emergência for exigido.1 Para efeitos desta Norma Técnica. conforme NBR 6150. 4.4 A distância máxima entre dois pontos de iluminação de aclaramento deve ser de 15m ponto a ponto. 4.2 Os componentes da fonte de energia centralizada de alimentação do sistema de iluminação de emergência. 4. deve ser garantido que a tomada de ar seja realizada sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio.6. 2.1. a tubulação e as caixas de passagem devem ser metálicas ou em PVC rígido antichama.1 Deve-se garantir acesso controlado e desobstruído desde a área externa da edificação até o grupo moto-gerador.1 Na impossibilidade de reduzir a tensão de alimentação das luminárias. 4. sem risco de incêndio. para o seu perfeito funcionamento. desde que não contrarie as adequações constantes desta Norma Técnica.4 Quando a tomada de ar externo for realizada por meio de duto. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 2 . pode ser utilizado um interruptor diferencial de 30mA com disjuntor termomagnético de 10A. 2 APLICAÇÃO 2.2 Adota-se a NBR 10898 naquilo que não contrariar o disposto nesta Norma Técnica. ventilado e que não ofereça risco de acidentes aos usuários. 4.5.

 de 10/02/2010) Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 1 de 4  .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 010/2008 ACESSO DE VIATURAS NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2010 (Incluidas alterações da Portaria GAB CMD 020/2010.

1. 4 PROCEDIMENTOS 4. respeitadas as medidas mínimas indicadas. 4.5.1.1. mas que garantam a entrada e a saída de viaturas.5m.1.1 Via de acesso e faixa de estacionamento 4.4 Quando o acesso for provido de portão. Figura 1 – Altura e largura mínimas de acesso à edificação 4.1 Esta Norma Técnica fixa condições mínimas exigíveis para o acesso e estacionamento de viaturas do CBMCE nas edificações e áreas de risco. visando a disciplinar o seu emprego operacional na busca e salvamento de vítimas e no combate aos incêndios.1. 4.1.000 quilogramas-força. 4.1. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.  CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 010/2008 ACESSO DE VIATURAS NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1.1.1.6 São aceitos outros tipos de acessos com retornos. Figura 2 – Retorno circular 4. 4.1 Para efeitos desta Norma Técnica.1.1.1.1.1.1.1. 3 DEFINIÇÕES 3.1.1.1.1.1.4 desta Norma Técnica.1.1 Largura mínima de 6m.1.1.1. conforme Figura 1.1 Características da via de acesso 4.1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 2 de 4  . 2 APLICAÇÃO 2. 4.1.2. em formato de “Y” (Figura 3) ou em formato de “T” (Figura 4).2 Suportar viaturas com peso de 25. desde que atendam aos itens 4.5 As vias de acesso que excedam 45 m de comprimento devem possuir retorno circular (Figura 2). condomínios comerciais e condomínios industriais que tenham arruamento interno e que seja necessário o acesso de viaturas operacionais do CBMCE para a busca e salvamento de vítimas e o combate aos incêndios.1 Esta Norma Técnica se aplica aos condomínios residenciais.1.3 Desobstrução em toda a largura e com altura livre mínima de 4.1.1.1.1. este deverá atender à largura mínima de 4m e altura mínima de 4. que não os especificados acima.1 Condições gerais 4.1.3 e 4.1.

2. 4.1.2.1.2 Condições específicas Figura 4 – Retorno em “T” 4.1. painéis.2.1.1 e seus subitens.1 Largura mínima de 8m. de 4.1.1.2.2.4.1.4 O desnível máximo da faixa de estacionamento não poderá ultrapassar o valor de 5%.1. 4.1.1.1.8 A faixa de estacionamento deve ser adequadamente sinalizada. conforme Figura 7. excetuando-se as edificações que possuírem áreas das unidades habitacionais até 50m2. tanto longitudinal quanto transversal.2 Características das faixas estacionamento 4. com placas de proibido parar e estacionar e com sinalização de solo demarcadas com faixas amarelas e identificadas com as palavras “RESERVADO PARA VIATURAS DO CORPO DE BOMBEIROS”.2.1 Quando a edificação principal estiver afastada mais de 20m da via pública.1.1. Figura 3 – Retorno em “Y” 4. 4. 4.1.1. Figura 5 – Desnível lateral Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 3 de 4  .2.1. medidas a partir de sua borda mais próxima.2. conforme Figuras 5 e 6.1.1.2. 4.1. árvores ou qualquer outro elemento que possa obstruir a operação das viaturas. a contar do meio-fio.1.2 Comprimento mínimo de 15m.1 Edificações com altura menor ou igual a 12m 4. Figura 6 – Desnível longitudinal 4.2.5 Deve existir pelo menos uma faixa de estacionamento paralela a uma das faces da edificação que possua aberturas (portas e ou janelas).3 Suportar viaturas com peso de 25.7 A faixa de estacionamento deve estar livre de postes.1.2. deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.1. 4.000 quilogramas-força.2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 4.6 Distância máxima da faixa de estacionamento até a face da edificação deve ser de 8m.

1.2.2.2.2.1.2.2 e seus subitens.1. 4.2 Edificações com altura superior a 12m 4.1 e seus subitens. podendo esta exigência ser substituída por instalação de hidrante(s) externo(s).1 No caso da edificação apresentar afastamento superior a 10m da via pública. 4.3 A faixa de estacionamento deve atender ao disposto nos itens 4.2.1.2.1.1.1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 4 de 4  .1.2.2. 4. esta deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.4.2. conectado(s) a tubulação seca interligada a hidrante de passeio situado na calçada da via pública.2.2.4 No caso da edificação ser constituída de riscos isolados. 4.3 A faixa de estacionamento deve atender ao disposto nos itens 4.1 Deve possuir via de acesso atendendo ao disposto no item 4.1. 4.3 Condomínio de residências unifamiliares 4.1 As edificações com área total construída acima de 750m² e/ou mais de dois pavimentos dotadas de alarme contra incêndio poderão ser isentas das exigências desta Norma Técnica.1.4 No caso da edificação possuir riscos isolados 2 que ultrapassem 1.2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 4. 4.3.1.4.2 As edificações multifamiliares. Figura 7 – Faixa de estacionamento 4. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento. 4.2. conectado(s) a tubulação seca interligada a hidrante de passeio situado na calçada da via pública.4 Considerações Gerais 4.2.1 e seus subitens. enquadradas como isentas de canalização preventiva poderão substituir as exigências desta Norma Técnica por instalação de hidrante(s) externo(s).2 e seus subitens.1.4. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e possuir pelo menos uma faixa de estacionamento.500m .

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 011/2008 DESLOCAMENTO DE VIATURAS NA ZONA URBANA FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 2 .

1 Para efeitos desta Norma Técnica.2 Suportar viaturas quilogramas-força.2 e 4.1.1 Esta Norma Técnica fixa as condições mínimas exigíveis para o deslocamento de viaturas de bombeiros na zona urbana. 4 PROCEDIMENTOS 4.2.1.5m.1.1 São aceitos outros tipos de retornos. que não os especificados acima.4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 2 . visando a possibilitar o seu emprego operacional na busca e salvamento de vítimas e no combate aos incêndios. 3 DEFINIÇÕES 3.2 Passagens subterrâneas e viadutos 4.4 A via urbana que exceda 45m de comprimento deve possuir retorno circular (Figura 1).1.1. com peso de 25.000 4.5m. 4.1.3. 4.3 Passarelas 4. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.3 Altura livre mínima de 4. 4. em formato de “Y” (Figura 2) ou em formato de “T” (Figura 3).1.2.3 Desobstrução em toda a largura e com altura livre mínima de 4. respeitadas as medidas mínimas indicadas. Figura 4 – Retorno em “T” 4.3. com peso de 25.5m. desde que atendam aos itens 4.1 Possuir largura mínima de 5m. 2 APLICAÇÃO 2.1.1 Via Urbana 4.3.000 Figura 2 – Retorno em “Y” 4. Figura 1 – Retorno circular 4.2.1 Possuir altura livre mínima de 4.1 Esta Norma Técnica deve orientar a elaboração dos planos de urbanização dos municípios cearenses. 4.1.2 Suportar viaturas quilogramas-força. mas que garantam a entrada e a saída de viaturas.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 011/2008 DESLOCAMENTO DE VIATURAS NA ZONA URBANA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1. 4.1 Possuir largura mínima de 8m.

O 012/2008 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 3 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

4.1 A principal é a rede de tensão alternada e a auxiliar é constituída por baterias ou “no-break”. sendo que só será aceita essa comunicação. esta deve ter autonomia mínima de 24 h em regime de supervisão. deverá ser previsto pelo menos um acionador manual em cada pavimento.4 As centrais de detecção e alarme deverão ter dispositivo de teste dos indicadores luminosos e dos sinalizadores acústicos. caso não sejam tomadas às ações necessárias para verifi car o pré-alarme da central. 4.2 No entanto. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 3 . 2 APLICAÇÃO 2.3 Nesses tipos de locais. os acionadores manuais devem ser localizados junto aos hidrantes. para evitar tumulto.1 O projeto de sistemas de detecção e alarme de incêndio deve conter os elementos necessários ao seu completo entendimento.4 Mesmo com o pré-alarme na central de segurança. ao invés do alarme geral. para suprimento das indicações sonoras e/ou visuais ou o tempo necessário para a evacuação da edificação. 4. o alarme geral pode ser substituído por um sinal sonoro (pré-alarme) apenas na sala de segurança.6. 4 PROCEDIMENTOS 4.8 Preferencialmente.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 012/2008 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1.1 Esta Norma Técnica aplica-se a todas as edificações onde se exigem os sistemas de detecção e alarme de incêndio. 4. a central deve possuir um temporizador para o acionamento posterior do alarme geral.5 A central de alarme/detecção e o painel repetidor devem ficar em local onde haja constante vigilância humana e de fácil visualização. 4.6. 4. junto à central.3 Quando a alimentação auxiliar for por gerador. 4. 4. cujos procedimentos para elaboração do PSIP devem atender à Norma Técnica nº 001/2008.2 Os detalhes para execução gráfica do PSIP devem atender aos procedimentos exigidos pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.1 Esta Norma Técnica estabelece os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento dos sistemas de detecção e alarme de incêndio em edificações e áreas de risco. desde que exista brigada de incêndio na edificação. como pré-alarme. 4. 4.1 Em locais de grande concentração de pessoas.1 Para efeitos desta Norma Técnica. em qualquer ponto da área protegida até o acionador manual mais próximo. sendo que no regime de alarme deve ser de no mínimo 15min.2 Quando a fonte de alimentação auxiliar for constituída por bateria de acumuladores ou “no-break”.6. não deve ser superior a 30m. 4. o alarme geral é obrigatório para toda a edificação.3. 4. conforme norma técnica específica. pode-se ainda optar por uma mensagem eletrônica automática de orientação de abandono. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. com tempo de retardo de no máximo 2min.6 A central deve acionar o alarme geral da edificação.9 Nos edifícios com mais de um pavimento. também deverá ter os mesmos parâmetros de autonomia mínima.3. 4. 4.7 A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa. que deve ser audível em toda edificação. 4.6.3 Todo sistema deve ter duas fontes de alimentação.3. 3 DEFINIÇÕES 3.

música.12 Nos locais onde.8. 4.3. 4. 4. 4. com seqüência de 10 segundos e no mínimo 1min de duração.17 Nas centrais de detecção e/ou alarme é obrigatório conter um painel/esquema ilustrativo indicando a localização com identificação dos acionadores manuais ou detectores dispostos na área da edificação.22.7. será obrigatória também a instalação de avisadores visuais. não devendo o período total ultrapassar o tempo requerido de resistência ao fogo da estrutura.16. devido a sua atividade sonora intensa.1 Após o abandono desses três pavimentos. anotação de responsabilidade técnica preenchida pelo responsável técnico pela instalação do sistema de detecção.20 A colocação de leds de alto brilho. informando que a central recebeu a identificação.14 Os elementos de proteção contra calor que contenham a fiação do sistema deverão ter resistência mínima de 60min. desde que não contrarie as adequações constantes desta Norma Técnica. tais como interfone.1 As garagens de edifícios residenciais que se valerem do sistema de interfone como substituto do alarme devem possuir interfone devidamente sinalizado. será obrigatória a instalação de avisadores visuais e sonoros. para aviso visual sobre as saídas de emergência pode ser acrescentada à execução do sistema de alarme e detecção. 4..15 Os eletrodutos e a fiação devem atender aos itens 5. 4. onde o acionador manual é opcional. nos locais onde a produção de fumaça seja esperada em grande quantidade. 4. respeitadas as características técnicas da central. 4.22. será obrigatória a instalação de acionadores manuais. que atuem pelo princípio de detecção linear de absorção da luz (“beam detector”). 4. 4.19 Em locais de ocupação de indústria e depósito com alto risco de propagação de incêndio. quando houver a exigência de sistema de detecção e alarme.16 Os acionadores manuais instalados na edificação devem obrigatoriamente conter a indicação de funcionamento (cor verde) e alarme (cor vermelha) indicando o funcionamento e supervisão do sistema. no sistema de interfone. salões de baile. será obrigatória a instalação de detectores nos entreforros e entrepisos (pisos falsos) que contenham instalações com materiais combustíveis. dispositivo de alarme paralelo que emita som ao mesmo tempo para todos os apartamentos. 4. tal procedimento deve se repetir em seqüência de alarme de três em três pavimentos. Esse painel pode ser substituído por um display da central que indique a localização do acionamento. 4.2 O intervalo de alarme entre o conjunto de três pavimentos deve ser de no máximo de 2min. etc.13 Quando houver exigência de sistema de detecção para uma edificação.10 Os mezaninos estarão dispensados desta exigência. 4. a contar dos mais elevados. desde que haja um retorno do alarme. 4. bem como naqueles pontos em que não se recomenda o uso de detectores sobre equipamentos.23 Em locais em que a altura da cobertura do prédio prejudique o sensoriamento dos detectores.1 a 5. caso o acionador manual do piso principal dê cobertura/caminhamento para a área do mezanino.19.21. 4.) onde se tem naturalmente uma situação acústica elevada. quando a central do sistema for do tipo convencional.441. quando do pedido de vistoria.1 A distribuição segue o mesmo critério dos acionadores manuais. garantindo que os detectores foram instalados de acordo com o prescrito na NBR 9441.22 Edifícios com escada pressurizada poderão ter alarme setorizado alarmando conjuntamente o pavimento sinistrado e os dois outros contíguos acima e abaixo. para a pessoa que acionou o dispositivo.8. devem ser usados detectores com tecnologias. bem como o dispositivo do item 4. dança.24 Deverá ser apresentado à Coordenadoria de Atividades Técnicas. devidamente sinalizados. discoteca. atendendo ao item 4.5 da NBR 9441/98. não seja possível ouvir o alarme geral. espetáculos. quando há sistema de detecção.4.21. 4.21 Edifícios residenciais acima de 23m deverão ter. podem ser acrescentados sistemas complementares de confirmação de indicação de alarme.18 Nos locais de reunião de público (casas de show. 4. 4. exceto para ocupações das divisões F6. 4. etc. rede rádio. danceteria.25 O sistema de detecção e alarme será elaborado de acordo com critérios estabelecidos na NBR 9.1 Quando a central for do tipo inteligente pode ser dispensada a presença dos leds nos acionadores. 4.3. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 3 .11 Onde houver sistema de detecção instalado.

O 013/2008 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 10 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

ou seja. 3 DEFINIÇÕES 3. e) a distância mencionada no item anterior poderá ser substituída por um prolongamento da parede cortafogo de compartimentação. g) as aberturas situadas em fachadas paralelas ou ortogonais. d) as aberturas situadas na mesma fachada. pertencentes a áreas de compartimentação horizontal distintas dos edifícios devem estar distanciadas de forma a evitar a propagação do incêndio por radiação térmica.1 Para os ambientes compartimentados horizontalmente entre si.2 desta Norma Técnica.1. f) a resistência ao fogo da parede corta-fogo de compartimentação.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 013/2008 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1. c) Vedadores corta-fogo. com reforços estruturais adequados. f) Afastamento horizontal entre aberturas.1 Compartimentação horizontal 4. estabelecendo detalhamentos técnicos relativos à área de compartimentação.1 A compartimentação horizontal é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) Paredes corta-fogo de compartimentação.2.1 Esta Norma Técnica aplica-se todas as edificações onde são exigidas a compartimentação horizontal e acompartimentação vertical. 4. i) cada setor compartimentado deverá possuir facilidade de acesso para alcançar as saídas de emergência. em lados opostos da parede corta-fogo de compartimentação. entre pavimentos elevados consecutivos (compartimentação vertical). deve ser determinada por meio da NBR 10636. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 10 . aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. h) as distâncias requeridas no item anterior podem ser suprimidas caso as aberturas sejam protegidas por portas ou vedadores corta-fogo ou vidros corta-fogo. b) Portas corta-fogo. c) as paredes mencionadas no item anterior devem ser dimensionadas estruturalmente de forma a não entrarem em colapso caso ocorra a ruína da cobertura do edifício do lado afetado pelo incêndio. a parede corta-fogo de compartimentação deverá estender-se.1 Para efeitos desta Norma Técnica. com extensão mínima de 0.1. b) no caso de edificações que possuem materiais construtivos combustíveis na cobertura (estrutura ou telhado).1. a 1 m acima da linha de cobertura (telhado).1 Esta Norma Técnica estabelece os parâmetros da compartimentação horizontal e da compartimentação vertical. estes atendendo às condições da NBR 14925 e apresentando resistência ao fogo conforme as condições do item 4. para isso devem ser consideradas as condições de dimensionamento estabelecidas na norma técnica específica. externo à edificação. 2 APLICAÇÃO 2. devem ser afastadas horizontalmente entre si por trecho de parede com dois metros de extensão devidamente consolidada à parede corta-fogo de compartimentação e apresentando a mesma resistência ao fogo. 4 PROCEDIMENTOS 4. que permita o abandono rápido das pessoas (ver Figura 1). já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para situação de incêndio.1. serão exigidos os seguintes requisitos: a) a parede corta-fogo de compartimentação deverá ser construída entre o piso e o teto devidamente vinculada à estrutura do edifício. no que tange aos panos de alvenaria ou de painéis pré-moldados fechando o espaço entre os elementos estruturais. conforme previsto na o Norma Técnica n. d) Registros corta-fogo (dampers). e) Selos corta-fogo. de forma a impedir a propagação de incêndio no pavimento de origem para outros ambientes no plano horizontal (compartimentação horizontal) e a propagação de incêndio no sentido vertical.9m. 001/2008.2 Características de construção 4.4. no mínimo.

5m .1. devem ser instaladas adicionalmente portas de acordo com a NBR 11742 (ver Figura 1).1 Quaisquer aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação destinadas à passagem de instalações elétricas. pela existência de obstáculos na abertura. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e deve ser prevista a possibilidade de fechamento dos dispositivos de forma manual na central do sistema.3.2.1 As aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo.4.2 A compartimentação horizontal deve ser compatibilizada com o atendimento da norma técnica específica. c) quando houver necessidade de passagem entre ambientes compartimentados providos de portas de acordo com a NBR 11711. hidrossanitárias.1.3.1. Figura 1 – Compartimentação horizontal 4.2 Portas corta-fogo 4. desde que a área da 2 abertura não ultrapasse 1.1.3. por esteiras transportadoras. representados.3.1. telefônicas e outros que permitam a comunicação direta entre áreas compartimentadas devem ser seladas de forma a promover a vedação total cortafogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para caracterização da resistência ao fogo seguindo os procedimentos da NBR 6479. atendendo aos parâmetros das normas técnicas específicas.1 As portas destinadas à vedação de aberturas em paredes corta-fogo de compartimentação devem ser do tipo corta-fogo. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 10 . b) na situação de compartimentação de áreas de edificações comerciais e industriais são aceitas também portas corta-fogo de acordo com a norma NBR 11742.3. b) os tubos plásticos de diâmetro interno superior a 40mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo em um dos lados da parede. sendo aplicáveis as seguintes condições: 4.3.1.2.4.1. desde que as dimensões máximas especificadas nesta norma sejam respeitadas.3 Proteção das aberturas nas paredes cortafogo de compartimentação 4. o fechamento automático dos vedadores deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441.3. pode-se utilizar alternativamente a proteção por cortina d’água. d) na impossibilidade de serem utilizados vedadores corta-fogo. de forma que cada área compartimentada seja dotada de saídas para o exterior da edificação e áreas adjacentes (ver Figura 1).1 As aberturas nas paredes corta-fogo de compartimentação de passagem exclusivas de materiais devem ser protegidas por vedadores cortafogo atendendo às seguintes condições: a) os vedadores corta-fogo devem atender ao disposto na norma NBR 11711. a) as portas corta-fogo devem atender ao disposto na norma NBR 11742 para saída de emergência e NBR 11711 para compartimentação em ambientes comerciais e industriais. 4.1.3 Vedadores corta-fogo 4. 4.3. por exemplo. c) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de incêndio.4 Selos corta-fogo 4.1. b) caso a classe de ocupação não se refira a edifícios industriais ou depósitos.

o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e o fechamento dos dispositivos deve poder ser efetuado por decisão humana na central do sistema. h) selagem perimetral corta-fogo. que permitam realizar a exaustão de gases e fumaça do ambiente. para efeito desta Norma Técnica.2 Características de construção 4. E e H (H2.1. d) selos corta-fogo. b) os registros corta-fogo devem ser dotados de acionamentos automáticos comandados por meio de fusíveis bimetálicos ou por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. 4.2 Compartimentação vertical 4. devem existir registros corta-fogo devidamente ancorados à parede corta-fogo de compartimentação.2. 4. conforme norma técnica específica. 4. d) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de fumaça.4 Características de resistência ao fogo 4.2 São consideradas unidades autônomas.4.5.2.3.3. 4.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas e entre unidades e as áreas comuns. 4. para as ocupações dos grupos A (A2 e A3). ar-condicionado e/ou exaustão. as celas de presídios e assemelhados. c) no caso da classe de ocupação não se referir aos edifícios industriais ou depósitos.2.2 Os elementos de proteção das aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação podem apresentar TRF de 30min menor que a resistência das paredes corta-fogo de compartimentação. de acordo com o prescrito na norma técnica específica. g) os elementos construtivos corta-fogo/pára-chama de separação vertical entre pavimentos consecutivos. 4. e) a falha do dispositivo de acionamento do registro corta-fogo deve se dar na posição de segurança.1 No interior da edificação.5.4 Em complementação aos sistemas de proteção. devem ser dotados de proteção em toda a extensão (de ambos os lados das paredes). 4.1.1. porém nunca inferior a 60min.2. os apartamentos residenciais. que não possam ser dotados de registros cortafogo. e) registros corta-fogo (dumpers). as áreas de compartimentação horizontal devem ser separadas por paredes corta-fogo de compartimentação.2 As seguintes condições devem ser atendidas: a) os registros corta-fogo devem ser ensaiados para caracterização da resistência ao fogo seguindo os procedimentos da NBR 6479. que devem também ter os requisitos de resistência ao fogo conforme o prescrito na norma técnica específica.1.5.1. motéis e flats. a área de 2 compartimentação será de 500 m . o fechamento automático dos registros deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. 4.1.1. H3.1. 4.5.2. H5 e H6) devem possuir requisitos mínimos de resistência ao fogo.5. poços para outras finalidades por meio de porta párachama. 4.1.1 Áreas superiores a 500 m deverão possuir medidas de proteção analisadas pela Câmara Técnica. c) enclausuramento de elevadores e monta-carga.1. ou seja. os subsolos deverão possuir aberturas de ventilação adequadas ao exterior.1. B.5.1 A compartimentação horizontal está dispensada nas áreas destinadas exclusivamente a estacionamento de veículos.5 Condições especiais da compartimentação horizontal 4. garantindo resistência ao fogo igual a das paredes. devendo atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRF).2 Em subsolos não destinados exclusivamente ao estacionamento de veículos.3. 4. 4.1. os quartos de hotéis. as enfermarias e quartos de hospital. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento do registro.4. além da adequada selagem cortafogo da abertura em torno dos dutos.1 Quando dutos de ventilação.1 O mesmo se aplica às portas das unidades autônomas que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada. f) os dutos de ventilação. as salas de aula.1.5.c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. ar-condicionado ou exaustão atravessarem paredes corta-fogo de compartimentação. b) enclausuramento de escadas por meio de parede corta-fogo de compartimentação.1 Compartimentação vertical na envoltória do edifício 2 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 10 .5 Registros corta-fogo (dumpers) 4.5.3.3. 4.5. f) vedadores corta-fogo.1 A compartimentação vertical é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) entrepisos corta-fogo.1.

a incombustibilidade desses materiais devem ser determinada em ensaios utilizando-se o método ISO 1182. com intuito de dificultar a propagação vertical do incêndio pelo exterior dos edifícios: a) deve existir separação na fachada entre aberturas de pavimentos consecutivos.2. Figura 2 – Compartimentação vertical c) quando a separação for provida por meio dos prolongamentos dos entrepisos.2. d) os elementos de separação entre aberturas de pavimentos consecutivos e as fachadas cegas devem ser consolidadas de forma adequada aos entrepisos. f) os materiais transparentes ou translúcidos das janelas devem ser incombustíveis. d) os selos corta-fogo perimetrais indicados no item anterior deverão ser detalhados em projeto atendendo os requisitos da Norma Técnica nº 001/2008.4.2. c) as frestas ou as aberturas entre a “fachada-cortina” e os elementos de separação devem ser vedados com selos corta-fogo em todo perímetro. instalados parapeitos. 4. de forma a não comprometer a resistência ao fogo destes elementos.1 desta Norma Técnica. exceção feita aos vidros laminados.2 Compartimentação vertical no interior dos edifícios 4. que podem se constituir de vigas e/ou parapeito ou prolongamento dos entrepisos.2.2.2.2. de forma a garantir a resistência ao fogo do conjunto. no mínimo. a) os caixilhos e os componentes transparentes ou translúcidos devem ser compostos por materiais incombustíveis. além do alinhamento da fachada. elementos de separação.2. b) quando a separação for provida por meio de vigas e/ou parapeitos.1 As seguintes condições devem ser atendidas pelas fachadas.9 m além do plano externo da fachada (Figura 3 – Anexo A desta IT).3 A resistência ao fogo dos entrepisos deve ser determinada por meio de ensaio segundo a NBR 5628 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 10 .2. vigas ou prolongamentos dos entrepisos.2.2 Os entrepisos podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de outros materiais que garantam a separação física dos pavimentos.1 Nas edificações com fachadas totalmente envidraçadas ou “fachadas-cortina” são exigidas as seguintes condições: Figura 3 – Compartimentação vertical (entrepiso) 4. cuja resistência ao fogo não deve ser comprometida pelas transposições que intercomunicam pavimentos. exceção feita aos vidros laminados. tais selos devem ser fixados aos elementos de separação de modo que sejam estruturalmente independentes dos caixilhos da fachada.2. a incombustibilidade desses materiais deve ser determinada em ensaio utilizandose o método ISO 1182. ou seja.2.2.2.1.1 A compartimentação vertical no interior dos edifícios é provida por meio de entrepisos.2. 4. b) devem ser previstos atrás destas fachadas. as abas devem projetar-se.2. 0.2. 4.2m separando aberturas de pavimentos consecutivos (ver Figura 2). estes devem apresentar altura mínima de 1.1. de acordo com o item 4. e) as fachadas pré-moldadas devem ter seus elementos de fixação devidamente protegidos contra a ação do incêndio e as frestas com as vigas e/ou lajes devidamente seladas.

c) os poços destinados a elevadores. no que tange aos panos de alvenaria ou de painéis pré-moldados fechando o espaço entre os elementos estruturais. de acordo com a NBR 9441. d) as portas corta-fogo das escadas devem permanecer fechadas.3.3. por meio de paredes e portas corta-fogo.2. tais selos podem ser substituídos por paredes corta-fogo de compartimentação cegas posicionadas entre piso e teto. d) suas aberturas devem ser protegidas por vedadores pára-chamas os quais devem apresentar resistência ao fogo igual às das paredes.3.3.2.2. todas as aberturas no entrepiso destinadas às passagens das instalações de serviços devem ser vedadas por selos corta-fogo. f) as portas mencionadas no item anterior não devem estar incluídas nas rotas de fuga.2. exceção feita à pintura de acabamento.2.2.1 As escadas devem ser enclausuradas por meio de paredes corta-fogo de compartimentação e portas corta-fogo.2. c) as portas corta-fogo utilizadas para enclausuramento das escadas devem ser construídas integralmente com materiais incombustíveis.2. devidamente consolidadas de forma adequada às lajes dos pavimentos. podem ser substituídas pelo enclausuramento dos halls de acesso aos elevadores.4. caracterizados de acordo com o método ISO 1182.1 Os poços destinados a elevadores devem ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos. mas não trancadas. além da selagem da passagem destes equipamentos.2. seguindo-se as orientações contidas na norma técnica específica.2.2.2. construídas e instaladas de acordo com NBR 11711.2.3.1.1. c) as portas pára-chamas.3. b) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas e entre as antecâmaras e a escada devem atender ao disposto na NBR 11742. b) as portas de andares dos elevadores não devem permanecer abertas em razão da presença da cabine nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura.4 Elevadores 4.4. e) nos pavimentos de descarga.3. fechando automaticamente em caso de incêndio e atendendo ainda ao disposto no item 5. devem ser protegidas por vedadores corta-fogo.3. 4.ou dimensionada de acordo com norma brasileira pertinente.1. g) Caso esses registros não possam ser instalados. mantidas permanentemente abertas e comandadas por sistema de detecção automática de fumaça.4. e) uma outra alternativa às portas pára-chamas de andar constitui-se de enclausuramento dos halls dos elevadores. 4.3. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 10 . por meio de portas retráteis corta-fogo.2.2. e) as escadas devem ser enclausuradas por meio paredes corta-fogo de compartimentação e portas corta-fogo. deve ser determinada por meio da NBR 10636.2.2. com resistência ao fogo.3. ar-condicionado e exaustão que atravessarem as lajes.3 Entrepisos 4.3.2. 4.2 As aberturas existentes nos entrepisos devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo. conforme item anterior. 4.2. monta-carga e outras finalidades devem ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação.2. 4.1 Os entrepisos devem enquadrar-se na categoria compartimentação e podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de materiais que garantam a separação física de pavimentos no interior dos edifícios. 4. b) as aberturas existentes nos entrepisos.2 As portas de andares dos elevadores devem ser classificadas como pára-chamas. os trechos das escadas que provém do subsolo ou dos pavimentos elevados devem ser enclausurados de maneira equivalente a todos os outros pavimentos.3 Escadas 4. devem existir registros corta-fogo.2.2. f) no caso de dutos de ventilação.2.2. 4. devidamente ancorados à laje.3.3 As seguintes condições devem ser adicionalmente consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas no item 4.2.3. d) as portas corta-fogo mencionadas no item anterior devem fechar automaticamente em caso de incêndio. f) a exigência de resistência ao fogo das paredes de enclausuramento da escada também se aplica às antecâmaras quando estas existirem. comandadas por sistema de detecção automática de fumaça devendo atender ao disposto na NBR 11742 e as disposições constantes do item 4. toda tubulação deve estar protegida de forma a apresentar resistência ao fogo conforme requisitos da norma técnica específica. as quais devem atender aos requisitos da norma técnica específica.2.2.4 Deve atender às seguintes condições: a) no interior da edificação. atendendo às seguintes condições: a) a resistência ao fogo da parede de compartimentação. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para situação de incêndio.3.3.

2.6.1 Os poços destinados à monta-carga devem ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos.5.7. vidros corta-fogo e vedadores cortafogo.2.3.3.2. i) as portas de andar de elevadores e as portas de enclausuramento dos halls devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.2. b) as portas de andar do monta-carga não devem permanecer abertas em razão de presença da cabine nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura. devem ser dotados de proteção em toda a extensão. é necessário que as seguintes condições adicionais sejam atendidas: a) compartimentação do átrio deve ser feita em todos os pavimentos servidos em seu perímetro interno ou no perímetro da área de circulação que o rodeia em cada pavimento. as derivações existentes nos pavimentos devem ser protegidas por registros cortafogo.2.3.2.1 Quaisquer aberturas existentes nos entrepisos destinadas à passagem de instalação elétrica.1. requerendo na primeira situação um esforço máximo de 130N.1.8 Aberturas de passagem de materiais 4.2. 4.3.5.3.2.1 Os átrios devem ser entendidos como espaços no interior de edifícios que interferem na compartimentação horizontal ou vertical.1.2. podendo. devem existir registros corta-fogo devidamente ancorados aos entrepisos e atendidas as condições estabelecidas no item 4.2. c) as paredes corta-fogo de compartimentação devem atender às condições estabelecidas no item 4. d) os vedadores corta-fogo podem ser retráteis.5. arcondicionado e exaustão não possam ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos.2. 4.2 Caso os dutos de ventilação. 4.g) as portas retráteis corta-fogo também devem ser abertas ou fechadas no local de sua instalação.2.2. 4. constituírem-se por paredes corta-fogo de compartimentação.5 Monta-cargas 4.3.5.2. ar-condicionado e exaustão 4.2.3.2.3. de correr ou de deslocamento horizontal.3.9.2.3.3.3.2. garantindo a adequada resistência ao fogo. 4.6 Prumadas das instalações de serviço 4.2.3. devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. manual ou mecanicamente.7 Aberturas de passagem de dutos de ventilação.3.2.2.3. inclusive.2 As portas de andar devem ser classificadas como pára-chamas. d) alternativamente às portas pára-chamas do montacarga.3 Para que a existência do átrio não afete a compartimentação vertical.2 A condição básica a ser atendida por qualquer átrio é a seguinte: a) cada átrio deve fazer parte exclusivamente de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal.2.3.3. que permitam a comunicação direta entre os pavimentos de um edifício.3. cujo acionamento deve atender às condições estabelecidas no item 4.1 Quando dutos de ventilação.9 Átrios 4.1 As aberturas nos entrepisos de passagem exclusiva de materiais devem ser protegidas por vedadores corta-fogo.7. ou seja. os halls de acesso aos elevadores devem ser enclausurados conforme as condições estabelecidas no item 4.2.3.3. devendo ser Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 10 . devendo atender a uma série de condições para não facilitarem a propagação do incêndio. 4.2. 4.3.1. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através do átrio nos pavimentos.2. arcondicionado ou exaustão atravessarem os entrepisos.9.2. atendendo às condições estabelecidas no item 4.2. 4.3.2.3.4. telefônicas e outras.2. b) os elementos de compartimentação do átrio devem apresentar resistência ao fogo.5. 4. b) os tubos plásticos com diâmetro interno superior a 40mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo abaixo do entrepiso.2. h) o enclausuramento dos halls dos elevadores permitirá a disposição do elevador de emergência em seu interior.2.2. c) as portas mencionadas devem ser ensaiadas seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. hidrossanitárias. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem.2.3.2. 4. 4.3.9.1.2.2.3 Nesse caso.8.2.2.7. além da adequada selagem corta-fogo da abertura em torno do duto.3 As seguintes condições devem ainda ser consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas no item 4.

3.11.2.4 Não será considerada a compartimentação vertical nos casos de interligação de pavimentos consecutivos (nos pisos acima do térreo). respectivamente.2.2.1 As prumadas totalmente enclausuradas por onde passam as instalações de serviço.3. 4. por intermédio de átrios. 4. se os vedadores apresentarem fechamento automático.3.3.2.3.1 Para o estabelecimento das áreas máximas de compartimentação horizontal deve-se atender aos valores estabelecidos no Anexo A. 4.2. escadas.1 tem-se o seguinte: a) as paredes de enclausuramento das escadas e elevadores de segurança. ou seja.3.3. cujo acionamento deve atender às condições estabelecidas no item 4. devem atender. não necessitam ser seladas desde que as paredes sejam corta-fogo e as derivações das instalações que as transpassam sejam devidamente seladas. cada derivação das prumadas deve ser protegida por registro corta-fogo. constituídas pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. ar condicionado ou exaustão.2.2.3. 60min e 30min. d) os dutos de ventilação.2. 4.1.2 As paredes de enclausuramento devem atender ao disposto no item 4. como esgoto e águas pluviais.2. ao TRRF igual ao estabelecido na norma técnica específica.1 Os entrepisos devem atender aos TRRF. ar-condicionado e exaustão e prumada de ventilação permanente devem apresentar. porém nunca inferior ao TRRF estabelecido na norma técnica específica. 4. 4.10.1 Portas e vedadores corta-fogo podem apresentar TRRF de 30 min menor que as paredes.3 Como exceção às regras estabelecidas em 4.1. limitando-se no máximo a três pavimentos consecutivos. os tempos requeridos de resistência ao fogo conforme norma técnica específica. desde que o somatório de áreas desses pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para a compartimentação horizontal. rampas de circulação ou escadas rolantes.3.2.3. no mínimo. incluindo as fachadas sem aberturas (cegas).3. de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal.3. 4.2.10. dutos e antecâmaras.3 Áreas máximas de compartimentação 4. quanto à resistência ao fogo. d) alternativamente ao disposto na alínea “c” deste item. porém nunca inferior a 60min.3. devem estar de acordo com a NBR 9441.10 Prumadas enclausuradas 4.1. 4. comandado por sistema de detecção automática de fumaça.2. conforme Anexo A.5 As escadas.11 Prumadas de ventilação permanente 4.5.2.2 Os elementos de proteção das transposições nos entrepisos (selagens corta-fogo) e os elementos de compartimentação vertical na envoltória do edifício.2.3.2. conforme estabelecido em norma técnica específica.3. c) a prumada de ventilação permanente deve ser compartimentada em relação às demais áreas da edificação não destinadas a banheiros ou similares por meio de paredes e portas corta-fogo.3.2.2. 4. b) cada prumada de ventilação deve fazer parte.2. devem atender aos TRRF conforme norma técnica específica.3 Características de resistência ao fogo 4. não podendo ser inferior a 180min. b) as selagens das prumadas das instalações de serviço e os registros protegendo aberturas de passagem de dutos de ventilação. devem estar caracterizados através dos procedimentos de ensaio da NBR 6479. dutos e shafts de instalações dos subsolos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 10 .2.2. rampas destinadas à circulação de pessoas.3. e) as paredes e registros corta-fogo tratadas em 4. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através dos dutos de ventilação permanente. exclusivamente. e) as paredes que compõem estas prumadas devem atender ao disposto no item 4.2.2.2.3. 4.2.2 e 4. 4. c) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas em cada pavimento devem apresentar resistência mínima ao fogo de 90min quando forem únicas (escadas sem antecâmaras) e de 60min quando a escada for dotada de antecâmara. porém. quando não podem ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos devem ser protegidos em toda a extensão de forma a garantir a resistência mínima ao fogo de 120min.11 (prumadas de ventilação permanente) devem apresentar resistência mínima ao fogo de.1 Os dutos de ventilação permanentes de banheiro e similares devem atender às seguintes condições para que não comprometam a compartimentação vertical dos edifícios: a) devem ser integralmente compostos por materiais incombustíveis.2. e) as condições de fechamento dos vedadores mencionados no item anterior devem ser tais que não ofereçam risco de provocar acidentes e ferimentos nas pessoas.compostos integralmente por materiais incombustíveis.2.1. porém nunca inferior a 60 min.3. no mínimo.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 10 . 4.devem ser compartimentados integralmente em relação ao piso térreo. piso de descarga e demais pisos elevados. de forma a dificultar a propagação do fogo e facilitar as operações de combate a incêndio.6 Recomenda-se que as áreas descobertas destinadas ao armazenamento de produtos combustíveis possuam afastamentos dos limites da propriedade. bem como corredores internos que proporcionem o fracionamento do risco.

F-6.000 1.500 1. A-2.500 1.000 CT (4) − (4) − 10.000 −(4) 5.500 2.500(1) −(4) −(4) (4) − −(4) (1) 2.500 1. G-3 G-4 G-5 H-1.500 −(4) 5.ANEXO A Tabela de área máxima de compartimentação GRUPO TIPO DENOMINAÇÃO ALTURA A-1.000 2. F-8 F-7 F-10 G-1.000 CT (4) − 1.500(1) 2. E-3. D-2.500 CT CT CT 500 3.000 −(4) 10.000 1.000 CT CT V Edificação medianamente alta 24m < H ≤ 30m −(4) 2. H-5. conforme normas técnicas específicas. E-2. H-6(2) H-3 I-1. F-3. C-2 C-3 D-1.500 2.000 (1) 2.500 2. L-3 M-1 M-2 M-3 M-4.000 1.000 1. H-4.000(1) 100 CT CT 1.000 CT (4) − (4) − (4) − 7. mantendo a compartimentação vertical.000 1. M-6.000 CT 1. G-2. E-6 F-1.000(1) 7.000 3.000 CT CT CT CT CT CT Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 10 .000 3.000 2. A-3 B-1. M-5.000 2.500(1) (4) − 10. E-5.000 CT TIPOS DE EDIFICAÇÕES III IV Edificação de Edificação de baixa-média média altura altura 6m < H ≤ 12m 12m < H ≤ 24m −(4) −(4) 4.500 1.500 1.500 CT CT CT CT CT CT VI Edificação alta H > 30m −(4) 1.500 800 −(4) 1.500 1. M-7 NOTAS: (1) A área de compartimentação pode ser aumentada em 100% caso haja sistema de detecção de fumaça e controle de fumaça.000 3.000 5.000 (1) 3. F-4.500(1) 4.000 750 II Edificação baixa H ≤ 6m −(4) 5. I Edificação térrea Um pavimento −(4) −(4) (1) 5.000 1.000 −(4) 1. F-2. H-2. E-4.500 −(4) −(4) 3.000 −(4) −(4) −(4) −(4) (4) − 2. F-9 F-5.000 5.000 −(4) 1. B-2 C-1.000 CT CT 1.500 2.000 −(4) −(4) (4) − −(4) (1) 5.000 −(4) −(4) 3.000 CT CT CT CT CT CT CT CT 2.000 1.000 800 −(4) −(4) 800 CT 800 −(4) 1. D-3.000 5.000 2.000 (1) 5.000 5.000 3.000 CT CT (4) (4) − − (4) − 2. (3) CT – Câmara Técnica (4) As edificações estão dispensadas da compartimentação horizontal.000 CT (4) − 1.000 1. D-4 E-1. (2) A edificação destinada a clínica com internação (H-6) será enquadrada como H-3.000 2.500 2.000 2. I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1 L-2.000 800 −(4) −(4) 1.000 1.000 1.

O 014/2008 FOGOS DE ARTIFÍCIO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 4 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

templos religiosos. em área urbana. por peça. para fins desta Norma Técnica. maternidades. i) as instalações elétricas devem ser a prova de explosão e executadas de acordo com a NBR 5410/97.1 Somente são permitidas instalações para venda de fogos de artifícios para classes A e B nos seguintes locais: 2 a) edificações até 100m . c) iluminação de emergência. h) todas as “saídas” devem ser dimensionadas e sinalizadas conforme norma técnica respectiva. galerias comerciais.3. b) foguetes com ou sem flecha. c) “pots-à-feu”. teatros. traumas graves.2 “Classe B” a) os fogos de estampido que contenham até 0. apresentado em documentação expedida pela pelo órgão municipal. “serpentes voadoras” e outros equiparáveis. art.1 Distância de 100 metros: a) estabelecimento de ensino de qualquer espécie. fatos incapacitantes e óbitos) pela utilização inadequada de fogos de artifício. feiras de Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 4 . R 105. § 1º. sem pavimentos superiores. bem como evitar o risco de injúrias à vida (mutilações. prontossocorros. casas de repouso. 4. g) pisos antifaiscantes. 4. 4. 4. face ao risco que representam e restrições quanto ao uso. conforme artigo 112. queimaduras. sem estampido.1. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. 2. d) extintores. 112. casas de espetáculos.2 As classes C e D. conforme o estabelecido no Decreto Federal n° 3. sem bomba. incisos I e II.1.1 Esta Norma Técnica estabelece as condições necessárias de segurança contra incêndios e explosões em edificações destinadas ao comércio de fogos de artifício no varejo.1.1 Esta Norma Técnica aplica-se às edificações destinadas ao comércio varejista de fogos de artifício.2 Não são permitidas instalações para venda de fogos de artifícios para classes A e B nos locais de reunião de público. b) hospitais.2 Características das edificações 4. de apito ou de lágrimas.1 “Classe A” a) fogos de vista. não são objeto desta Norma Técnica. praças de esportes públicos ou particulares.665. b) fogos de estampido que contenham até 0. 4. deformações. 4 PROCEDIMENTOS 4. aplicam-se os seguintes requisitos: a) apresentar PSIP independente de área construída. 4. estádios de futebol. mercados. 3 DEFINIÇÕES 3. postos de saúde. de edifícios vizinhos e a recuperação do meio ambiente.3 Afastamentos de outras edificações 4. f) sistema de proteção contra descarga atmosférica e aterramento.1 Para efeitos desta Norma Técnica. intoxicações.25g de pólvora.2 gramas de pólvora por peça.1 Classificação 4. em razão de sua periculosidade. sanatórios. do R-105. incisos I e II. j) o local deverá ter prévia aquiescência da prefeitura municipal. “morteirinhos de jardim”.3 Às edificações de comércio varejista de fogos de artifício.2.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 014/2008 FOGOS DE ARTIFÍCIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1. supermercados. shopping center e similares. creches e assemelhados. incisos III e IV. casas de saúde. b) lojas térreas. em qualquer nível.1 Considera-se a classificação de fogos de artifício.1.2. c) cinemas.1. de 21 de novembro de 2000. danos que invalidem a reutilização da edificação. e) sinalização de emergência. 2 APLICAÇÃO 2. § 4º. b) possuir entradas distintas.2.

4 De produtos a granel 4. desde que comprovada competência e reconhecida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. deverão.6.1 Mostruário 5. atestando a regularidade dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio. de qualquer monta serão permitidos.4.5.4. 4.4. 4. fábricas e depósitos de explosivos. embalagem. 5.). desde que solicitado vistoria técnica no local do evento com antecedência de no mínimo de cinco dias úteis.5.5. PRESCRIÇÕES DIVERSAS 5.2 A distância do empilhamento ao teto fica limitada em 1m. de minas ou de segurança.1 Deverão ser apresentados junto com o PSIP os seguintes documentos: a) autorização da administração municipal.4. responsável pela queima.1 Para cada show pirotécnico deverá haver um profissional responsável.2 Os fogos de artifício somente poderão ser expostos à venda devidamente acondicionados e com rótulos explicativos de seu efeito e de seu manejo e. seja de qualquer natureza e de qualquer tipo de embalagem (exemplos: sacos de papel. 4.2 Os seguintes documentos acompanharão esta solicitação: a) cópia do registro atualizado do encarregado de fogo. terminais de abastecimento de gás liquefeito de petróleo e similares. e) repartições públicas. 5. 5.2. para isso apresentar cópia da identidade do encarregado de fogo.1 Fica vedada a estocagem de pólvora ou fogos de estampido com fogos de artifício não explosivo. e umidade que possam influir na degradação dos produtos: a) apresentar à CAT a lista com os artifícios pirotécnicos a explosão estocados na loja.5. onde estejam discriminadas sua denominação usual.4 Os estabelecimentos que se dispuserem a realizar shows pirotécnicos. bem como qualquer outro local de concentração de público. 4.1 Fica proibida a manipulação. b) será permitido o estoque de no máximo quatro unidades de cada artifício pirotécnico.6 Da documentação 4. que cite os artigos do Código do Consumidor sobre o limite de idade para compra de fogos de artifícios. devendo ser ventilado e seco. desmanche ou qualquer outra alteração das características iniciais de fabricação do produto. 4.1.2 Fica reconhecida a ASSOBRAPI – Associação Brasileira de Pirotecnia. inflamáveis e/ou combustíveis líquidos e/ou gasosos. catálogos ou fotos dos produtos.3 Proibição de estocagem 4. f) locais temporários de concentração de público. Os shows pirotécnicos. b) memorial ou laudo descritivo de construção assinado por engenheiro responsável pela edificação e respectiva anotação de responsabilidade técnica. sua classificação e procedência.1 A estocagem de fogos de artifício em áreas urbanas obedecerá aos critérios abaixo. assessoria e responsabilidade técnica pelos respectivos engenheiros habilitados na área de engenharia química.4. como entidade de direito privado que poderá prestar serviços de formação de pessoal técnico. trens. 4.4. protegido contra elevações bruscas de temperatura. 5. c) quadro em local visível na loja. 5.4. metrô etc.5 Do manuseio 4.1 A exposição de material fica limitada às caixas vazias.3.4.1. 4. plástico e estopa). para o comércio de fogos de artifício.3 Os estabelecimentos comerciais deverão providenciar anualmente o CESIP. responsável pela queima junto à CAT.4.4 Da estocagem 4.1 Fica proibida a estocagem e comercialização de fogos de artifício a granel. b) declaração de responsabilidade.2 Distância de 200 metros: a) posto de serviços em geral. 4.4. de ráfia. por parte do encarregado de fogo. de que possui ciência desta Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 4 . 5. 4.4. 5.1 A formação de pessoal técnico habilitado poderá ser feita por outra instituição. montagem.3.3 Fica proibida a existência de qualquer fonte de calor na área de venda.1 Produtos com validade prescrita deverão cumprir exigências do R 105. 5.4. 4. d) terminais e/ou pontos de parada de meios de transporte público (ônibus.qualquer espécie.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 4 . classe e quantidade de fogos de artifício a serem utilizados.6.3 Para dispositivos com diâmetro interno acima de 10” (250mm) deverá ser feita uma análise de risco por parte do responsável pelo evento.6. iv. com assinatura do encarregado de fogo. do que será realizado no evento. edificações. Tabela 1 – Distancia de segurança DIÂMETRO INTERNO DO DISPOSITIVO 1” (25mm) 2” (50mm) 3” (75mm) 4” (100mm) 5” (125mm) 6” (150mm) 7” (175mm) 8” (200mm) 10” (250mm) DISTÂNCIA DE SEGURANÇA 38 metros 75 metros 112 metros 150 metros 185 metros 225 metros 262 metros 300 metros 375 metros 5. iii.2 O local deverá ter prévia aquiescência da prefeitura municipal. reservas ecológicas e quaisquer outras áreas que possam ser sensíveis a ação dos fogos de artifício.5. 5. separando-os por tipo e diâmetro interno dos dispositivos. f) a queima no mar deverá ter a prévia aquiescência do órgão próprio de fiscalização da marinha. h) distanciamento da zona de queima ao público presente. penitenciárias e estabelecimentos de reabilitação de menores infratores deverá ser no mínimo duas vezes maior que o disposto na tabela do item de afastamento de edificações. i) os dispositivos de solo deverão estar localizados conforme Tabela 1.6 Das construções provisórias 5. creches. depósitos de inflamáveis. não 2 poderão ter área superior a 12m e só poderão funcionar no período autorizado. estacionamentos. v.1 As barracas de vendas de fogos a varejo. 5. razão social. quantidade estimada de público. contendo os seguintes itens: i. da indústria fabricante dos fogos de artifício que serão utilizados. c) documento formalizado informando o “nome fantasia”. nome e CRQ do responsável técnico pela fabricação e número de registro no Exército Brasileiro. e) não haverá permissão de show pirotécnico em local onde seja previsto a presença de grande quantidade de público. d) croqui.Norma Técnica e que todos os itens de segurança serão cumpridos. 5. ii. divisão do público estimado em blocos com no máximo 50 x 100m e estabelecimento das vias internas para casos de emergência.3 As barracas devem possuir extintores de acordo com a área a proteger. 5. CNPJ. distância de redes elétricas. veículos. detalhamento gráfico da disposição dos fogos.5. g) apresentar a liberação de órgãos diversos quando assim a queima o requerer.6. a qual deverá ser submetida a avaliação e aprovação do CBMCE. hospitais.4 A distância de segurança utilizada para escolas.

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situada acima do pavimento mais elevado. além do atendimento dos critérios definidos nas normas técnicas específicas. tabelas e demais parâmetros técnicos deverão seguir os critérios contidos nas normas brasileiras citadas.5 A critério do projetista. 4. 2 APLICAÇÃO 2. ligados ao sistema de alarme do prédio ou ao alarme do sistema de chuveiros automáticos.8 O dimensionamento do sistema pode ser feito por tabelas. casa de bombas de incêndio.792. substituindo-se por válvula de retenção instalada na expedição da bomba e chave de fluxo para acionamento do alarme. de acordo com a norma adotada.3 Para fins de apresentação do projeto junto à Coordenadoria de Atividades Técnicas.6 A substituição do item acima fica limitada a compartimentos com área máxima de 200m². devem ser garantidas as vazões e pressões mínimas exigidas. pode ser utilizada a instalação parcial. onde não exista exigência do sistema de chuveiros automáticos ou quando este for proposto como solução técnica alternativa. de acordo com o previsto na o Norma Técnica n. área de operação. 4.1 As tubulações para hidrantes devem ser conectadas às tubulações principais de forma que estejam em condições de operar quando o sistema de chuveiros automáticos estiver em manutenção. 4. tabelas e cálculo hidráulico ou cálculo total. devese atender a todas as áreas comuns da edificação. 4.9 Nos casos em que hidrantes são instalados em conjunto com o sistema de chuveiros automáticos.2 A classificação do risco.4. subestações. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. deverá ser apresentado o esquema isométrico da área de operação e caminhamento da tubulação até o abastecimento de água. 4 PROCEDIMENTOS 4.897 e na NBR 13.1 Esta Norma Técnica estabelece as condições a serem atendidas pelas edificações e áreas de risco em que seja necessária a instalação do sistema de chuveiros automáticos. 4. sendo somadas as reservas efetivas de água para o combate a incêndios. 4. 4. de modo que atenda às funções da válvula de governo e alarme. 001/2008. 3 DEFINIÇÕES 3.4 Nas edificações onde houver exigência da instalação do sistema de chuveiros automáticos.1 Nas edificações existentes.7 Nos casos de edificações com ocupação mista. atendendo às demais exigências previstas nas normas técnicas oficiais. e que atendam aos requisitos técnicos previstos nas normas técnicas específicas.1 Para efeitos desta Norma Técnica. 4. desde que não contrarie as adequações constantes desta Norma Técnica.1 O sistema de proteção por chuveiros automáticos será elaborado de acordo com critérios estabelecidos na NBR 10. 4.10 Quando não houver necessidade da instalação de mais do que uma válvula de governo e sendo a reserva efetiva. a reserva de incêndio deve ser calculada em função da vazão de risco mais grave e do tempo de funcionamento do risco predominante. 4. a instalação desta válvula de governo pode ser dispensada. a instalação de chuveiros automáticos em casa de máquinas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 4 . onde haja exclusivamente equipamentos elétricos energizados. 4.9.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 015/2008 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1.1 Esta Norma Técnica aplica-se a todas as edificações e áreas de risco onde for exigida a instalação do sistema de chuveiros automáticos. sala de gerador e similares. pode ser substituída pela instalação de detectores.

interligando a mesma ao sistema de alarme principal da edificação. de forma a ser diferenciado do recalque do sistema de hidrantes.15 Quando for necessária a redução de pressão. de forma a avisar quando passar água no sistema a partir do funcionamento de um único chuveiro.13 O registro de recalque para chuveiros automáticos deve conter sinalização e indicação claras.4. não estão incluídas vazões do sistema de hidrantes. pode ser substituído pelo alarme elétrico. 4. deverão ser utilizadas válvulas redutoras de pressão. 4.000 90 Notas: 1) Nas pressões acima. 3) Nos sistemas de chuveiros dimensionados por cálculo hidráulico total.300 60 250 2.16 A tabela 1 apresenta as condições mínimas de funcionamento do sistema de chuveiros automáticos para cada classe de risco de ocupação.250 60 350 3.14 Não são aceitas placas de orifício para balanceamento do sistema de chuveiros automáticos. normalmente presente nas válvulas de governo e alarme. em sistemas conjugados ou não. 4. é adicionada a pressão estática entre a válvula-alarme e/ou chave detectora de fluxo d´água e o chuveiro mais elevado. Tabela 1 – Condições mínimas de funcionamento do sistema de chuveiros automáticos Requisitos de abastecimento de água para sistema de chuveiros automáticos elaborados por tabela ou cálculo hidráulico Classificação dos riscos Pressões e vazões mínimas na válvula de alarme e/ou chave detectora de fluxo de água Pressões (kPa) Vazões (L/min) Tempo mínimo de operação para determinar a capacidade efetiva (min) Risco leve 110 600 30 Risco ordinário (grupo I) Risco ordinário (grupo II) Risco ordinário (grupo III) Risco extraordinário 110 900 60 110 1.11 O gongo hidráulico. 4.12. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 4 . aprovadas para o uso em instalações de proteção contra incêndios. as pressões acima são substituídas pelas pressões resultantes do cálculo. 2) Nas vazões acima. 4. O circuito do alarme de que trata o item anterior deverá ser supervisionado.

Passo 11: Se a área de cálculo se estender até o outro lado do subgeral. Passo 5: Determinar o formato da área de cálculo. A. Passo 3: Determinar a densidade de projeto exigida. válvulas e acessórios e diferença de materiais da tubulação enterrada.1 A técnica de projeto hidráulico pode ser resumida em 15 passos básicos. Os ramais que cruzam deverão ser balanceados com a mais alta pressão de demanda. Passo 2: Determinar o tamanho da área de aplicação dos chuveiros automáticos. Passo 9: Calcular a vazão do segundo chuveiro.ANEXO A PASSOS BÁSICOS PARA CÁLCULOS HIDRÁULICOS DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS Passo 15: Comparar a vazão calculada com o suprimento de água disponível. Passo 10: Repetir os passos 9 e 10 para os chuveiros seguintes até que todos os chuveiros do ramal estejam calculados. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 4 . Passo 13: Repetir os passos 8 e 9 para as subidas (ao invés de chuveiros) até que todas as subidas da área de cálculo tenham sido calculadas. Passo 14: Computar a perda de carga no ponto de abastecimento com as compensações devido a desníveis geométricos. Passo 6: Calcular a vazão mínima exigida para o primeiro chuveiro. os passos 6 até 10 são repetidos para o lado oposto. Passo 8: Calcular a perda de carga entre o primeiro e o segundo chuveiro. Esses passos podem ser usados como um guia para o projeto do sistema ou como um “check list” para a análise do projeto. Passo 7: Calcular a pressão mínima exigida para o primeiro chuveiro. com fatores adicionais calculados para as linhas desiguais. Passo 4: Estabelecer o número de chuveiros contidos na área de cálculo.2 Os 15 passos são os seguintes: Passo 1: Identificar a ocupação ou o risco a ser protegido. A. Passo 12: Calcular o fator K para a primeira subida.

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coifas e congêneres devem também estar à distância mínima de 2 m de qualquer parte da cobertura combustível e nunca acima de sua projeção. gases inflamáveis (como o gás Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 3 .3 As saídas de chaminés.1 Esta Norma Técnica estabelece as condições mínimas de segurança para edificações que tenham suas coberturas construídas com fibras de sapé.1 As edificações de cobertura de sapé devem ter isolamento de risco conforme norma técnica específica. 2 APLICAÇÃO 2.1. 4.1.1. churrasqueiras e similares devem estar no interior de compartimentos com piso. 4. respeitando também os parâmetros da norma técnica específica.3. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. 4. 4.3.4 Depósitos de combustíveis como gás liquefeito de petróleo (GLP) devem estar fora da projeção da cobertura e distante pelo menos a 3m do seu alinhamento (Figura 2). Figura 2 – Afastamentos da coberta combustível de central de gás liquefeito de petróleo 4.2.2.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 016/2008 COBERTAS COMBUSTÍVEIS SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1.2 A fiação e os componentes da instalação elétrica devem ser corretamente dimensionados para evitar superaquecimentos e curto-circuitos que possam inflamar as fibras vegetais. 4 PROCEDIMENTOS 4.2 Fontes de calor 4.2. 4.3 Afastamentos 4. piaçava e similares.1 As fontes de calor que podem inflamar as fibras combustíveis devem ser isoladas e mantidas à distância mínima de 5 m. de forma a evitar que fagulhas ou gases quentes sejam conduzidos para a cobertura combustível.2 Fogões. 3 DEFINIÇÕES 3.3 A fiação que não estiver embutida em alvenaria ou concreto deve estar totalmente protegida por eletrodutos metálicos.1 As instalações elétricas devem ser projetadas e executadas segundo normas técnicas oficiais.2 Manter distância mínima de 100 m de depósitos ou de postos de abastecimento de combustíveis. paredes e cobertura incombustíveis.1 Para efeitos desta Norma Técnica. piaçava e similares.1 A presente Norma Técnica aplica-se às edificações que tenham cobertas construídas com fibras de sapé. (Figura 1) Figura 1 – Afastamentos de coifas e chaminés da coberta combustível 4.2. fornos. 4.1 Instalações elétricas 4.

7 Disposições gerais 4.4. sem prejuízo das demais medidas constantes desta norma. independentemente da área construída.3 Edificações de área superior a 750 m .5.4.6.4 No caso em que a população total.4.6 Medidas de segurança contra incêndios 4.6. 4. independentemente da área de cobertura.2 Para o cálculo do número de pessoas. 4.3. c) sinalização. será obrigatória a instalação de sistema de iluminação de emergência. dois pavimentos (térreo e primeiro andar).7. preferencialmente.3 Edificações de área superior a 900 m devem ser submetidas à análise prévia da Câmara Técnica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará para a utilização das cobertas previstas nesta norma. serão exigidos projeto de segurança contra incêndio e pânico.5. b) extintores portáteis e/ou sobre-rodas.1 O valor mínimo da largura das saídas é 2m. 4.1. para o tempo de resistência ao fogo de 60 minutos.6. 4. projetado e executado segundo normas técnicas oficiais.2 Chapas metálicas. 4. corredores. 4. de forma que os ocupantes não tenham dificuldade em abandonar a edificação em caso de sinistro. 2 2 4.6.7.1 Para as edificações com área construída total.3.4 Saídas 4. d) rotas de fuga e saídas de emergência. adotar a área ocupada por pessoa como sendo 2 0. 4. 4.5 Pessoal treinado até 200 m .6. 4. 4. bem como barras anti-pânico nas saídas de emergência.2 As portas de saída não devem estar alinhadas em uma única parede. serão exigidos os seguintes sistemas: a) projeto de segurança contra incêndio e pânico. 4. de acesso facilitado.50 m (área construída). escadas ou rampas será calculada tomando como base 0.4.5 A distância máxima a ser percorrida para a saída da edificação nunca poderá ser superior a 15m. segundo a NBR 9050/94.1 Quando a área da coberta for superior a 2 750m o sistema de aspersão deve possuir temporizador com intervalos máximos de uma hora de acionamento. deverão ainda contar com sistema de hidrantes e alarme manual.2 Para as edificações com área construída 2 superior a 200 m . abaixo da cobertura combustível. e. 4.4 O sistema de aspersão de água que visa manter as fibras permanentemente úmidas ou destinadas ao próprio combate das chamas.1 As edificações enquadradas nesta norma devem possuir. e) proteção passiva nas fibras vegetais. além das medidas de segurança exigidas em 4. 4.4.3 A largura das saídas. 4.4.6 Devem ser previstos acessos e saídas para deficientes físicos. 4. for superior a 50 pessoas. 2 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 3 .4. deve ser projetado para edificações com 2 área de coberta superior a 200m . sendo dispensados os extintores sobre-rodas.liquefeito de petróleo) e fábricas ou revendas de explosivos ou fogos de artifício. 4. 4.4. acima e abaixo da cobertura.1 Todos os funcionários.6.7. incluindo clientes e funcionários. conforme norma técnica de específica.4. no máximo.2 Não são permitidos subsolos.2.7. sinalização e saídas. 4. devem possuir treinamento teórico e prático de técnicas de prevenção e combate a incêndios. extintores portáteis.01 m por pessoa. 4. podem ser empregadas sem prejuízo às demais medidas de proteção contra incêndio acima definidas. independentemente da área de cobertura combustível. em lados opostos.2 Todos os funcionários treinados deverão compor a brigada contra incêndio da edificação.1 As saídas devem ser mantidas livres e desimpedidas.

O 001/2008 PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2010 (Incluidas alterações da Portaria GAB CMD 020/2010. de 10/02/2010)  Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 1 de 55  .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

2.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 001/2008 PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos e Tabelas 1 OBJETIVO 1.1 Forma de apresentação 4.1 O Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP) deve ser utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco com área total construída acima de 750m² e/ou mais de dois pavimentos. devendo ser observado os afastamentos e demais condições de segurança exigidos por legislação específica. 3 DEFINIÇÕES 3.4 O Projeto Contra Incêndio e Pânico Simplificado é utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco com área construída de até 750 m² e/ou até dois pavimentos. independente da área total construída. portos. conforme disposição desta Norma Técnica. indústrias. 2. teatros. deve ser adotada aquela legislação. devendo ser observado os afastamentos e demais condições de segurança exigidos por legislação específica.2. 4 PROCEDIMENTOS 4. c) locais de revenda de gases inflamáveis cuja proteção não exija sistemas fixos de combate a incêndio. 2 APLICAÇÃO 2.2 O Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico Simplificado (PSIPS) deve ser utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco com área total construída de até 750m² e/ou até dois pavimentos.1 As medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMCE para análise por meio do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP).3 Toda e qualquer edificação. 4. d) locais com presença de inflamáveis com tanques ou vasos aéreos cuja proteção não exija sistemas fixos de combate a incêndio. excetuada a área de cobertura exclusiva para atendimento de bomba de combustível. eventos temporários.2.2.1 Para efeitos desta Norma Técnica.1 A presente Norma Técnica aplica-se aos processos de segurança contra incêndio e pânico adotados no Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE). 4.1.1 Estabelecer os critérios para tramitação de documentos referentes à segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco no Estado do Ceará.1.1 Critérios para apresentação de PSIP 4.2 Quando houver legislação municipal (Código de Obras) que exija medidas de segurança contra incêndio e pânico mais restritivas nas edificações que as preconizadas nesta Norma Técnica. hotéis e construções temporárias em locais de difícil evacuação devem apresentar as medidas de segurança contra incêndio e pânico por meio de Projeto.1. casas de fogos. 4. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. e) locais de reunião de público cuja lotação não ultrapasse 100 (cem) pessoas e não exija sistema fixo de combate a incêndio. nas condições abaixo: a) edificação e áreas de risco na qual não se exija proteção por sistema hidráulico de combate a incêndio.2.1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 2 de 55  . unidade de combustível.2 Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico 4. venda e depósito de explosivos.1. 4. destinada a reunião de público. b) posto de serviço e abastecimento cuja área construída não ultrapasse 750 m². cinemas.

4. b) pasta do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico.2.1 Deve ser apresentada responsável técnico que elaborou o PSIP. 4.2. aparelhos extintores. com via do comprovante de recolhimento do respectivo emolumento. -Para o PSIPS a) formulário de segurança contra incêndio para PSIPS (anexo H). com finalidade de controle do PSIP junto a CAT. sendo necessária a apresentação de catálogos. 4.1.1.4 Anotação Técnica (ART) de Responsabilidade 4.1. central de GLP. 4.2.1.1.2 No desenvolvimento dos cálculos hidráulicos para as medidas de segurança de resfriamento deve ser levado em conta o desempenho dos equipamentos.2.5. chuveiros automáticos.1.3.2.1.2.2.5. 4.2.1.2.2 Todos os campos devem ser preenchidos e no campo “descrição das atividades profissionais contratadas” deve estar especificado o serviço pelo qual o profissional se responsabiliza. d) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico .2 Pasta do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico 4.2.4. 4.2.2.3 Deve ser apresentada em duas vias. 4. 4. g) documentos necessário.2. sem divisórias. 4.4.5 Comprovante de recolhimento do emolumento referente ao serviço de análise de projetos 4.4 Comprovante de recolhimento da taxa. pelo 4.2.2 O cartão de identificação deve ser afixado na parte frontal da pasta do PSIP. que deve ser juntada na via que permanecerá na Coordenadoria de Atividades Técnicas (CAT).2. sendo uma original.2.1 Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos sistemas de segurança contra incêndio e pânico e descrição de seus elementos constituintes.1 O PSIP e o PSIPS devem ser compostos pelos seguintes documentos: -Para o PSIP a) cartão de identificação (anexo A).2.1.2.f) não é permitida a apresentação de PSIPS onde a edificação e áreas de risco haja a necessidade de comprovação da situação de separação entre edificações e áreas de risco.3 Memorial Descritivo de Segurança Contra Incêndio e Pânico 4.1 Cartão de identificação 4.2.2.4. utilizando as referências de vazão. b) documentos necessário. contendo informações por meio de Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 3 de 55  .1.2. com grampo.5. 4.1.1.1 Ficha elaborada em papel A4 ou equivalente que contém os dados básicos da edificação e áreas de risco.2. devidamente etiquetadas.5 Deve ser apresentada em duas vias.2 A área total construída deve ser a mesma declarada na ART.4. pressão e perda de carga. 4. pelo 4.1. que acondiciona todos os documentos do PSIP.2.2.1 Pasta suspensa. conforme anexo A desta Norma Técnica. e) planta das medidas de segurança contra incêndio.2.2.1.2. dentre outros. sendo uma original.2.1.6 Planta das medidas de segurança contra incêndio 4. c) Memorial Descritivo de Segurança Contra Incêndio e Pânico (anexo B). em via única.2.2.2.1.2.1 Deve ser apresentado responsável técnico que elabora o PSIP. 4. saídas de emergência.3 A assinatura do contratante (proprietário ou responsável pelo uso) é facultativa.2. f) comprovante de recolhimento do emolumento referente ao serviço de análise de projetos.1. controle de fumaça.2. quando complementares. quando 4.1 Representação gráfica da edificação e áreas de risco.1.2. tais como hidrantes. laje de segurança.6.2.1.2.3.2.2.1.2.1. complementares.2.1.2.2.4.

6) medidas de proteção passiva contra incêndio nas plantas de corte. conforme descrito no item 4. tais como: dutos de ventilação da escada. 4) quadro de situação da edificação e áreas de risco. d) detalhes de corrimãos e guarda-corpos. e) a planta de situação deve estar em escala. distância vergapeitoril.7 Documentos complementares 4. indicando os logradouros que delimitam a quadra. f) áreas com risco de explosão. 4.legenda padronizada pelo CBMCE. devem constar nas próximas folhas. f) detalhes do SPDA. esta pode ser fracionada.3. conectores.7. 9) Os detalhes genéricos constantes do PSIP devem ser apresentados na primeira folha ou. g) centrais prediais de gases inflamáveis.2. bem como os riscos existentes na edificação e áreas de risco.2.4. quando houver. A3 (297 mm x 420 mm). j) outros riscos que necessitem de segurança contra incêndio e pânico específica. b) esquema vertical de incêndio/GLP/SPDA. porém. h) é facultativa a apresentação da planta de fachada.1 Devem constar de todas as plantas os seguintes detalhes genéricos: 1) símbolos gráficos. f ) adotar os símbolos gráficos da norma técnica específica. quando as características da mesma assim os exigirem.1 Documentos solicitados pela Coordenadoria de Atividades Técnicas a fim de subsidiar a análise do PSIP da edificação e áreas de risco. h) depósitos de metais pirofóricos. g) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança. escadas. contudo deve adotar numeração que indique onde está localizada tal área na planta de situação. compartimentação vertical e escadas devem ser apresentados em planta de corte.1 Deve ser apresentada da seguinte forma: a) ser elaborada no formato A4 (210 mm x 297 mm).3 Apresentação da planta das medidas de segurança contra incêndio 4.1. g) seguir a forma de apresentação gráfica conforme padrão adotado por normas oficiais. corrimão. tais como: a) legenda. da localização das medidas de segurança contra incêndio e pânico na planta baixa. l) quando o PSIP apresentar dificuldade para visualização das medidas de segurança contra incêndio alocados em um espaço da planta. os detalhes de proteção estrutural. 8) miniatura da implantação com hachuramento da área sempre que houver planta fracionada em mais de uma folha. h) detalhe do registro de recalque. 4.2. i) nota sobre o sistema de sinalização adotado. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 4 de 55  . conforme norma técnica específica. 3) áreas construídas e áreas de risco com suas características.2. c) dutos e aberturas que possibilitem a propagação de calor. 4.2. 2) legenda de todas as medidas de segurança contra incêndio utilizadas no PSIP. antecâmaras. d) quando a planta de uma área construída ou área de risco não couber integralmente em escala reduzida em condições de legibilidade na folha “A1”. j) a numeração da etiqueta deve ser a mesma da ART apresentada.2. piso antiderrapante.2. e) locais de armazenamento de recipientes contendo gases inflamáveis (capacidade do recipiente e quantidade armazenada). descidas e aterramento. d) cabinas de pintura. A2 (420 mm x 594 mm) ou A1 (594 mm x 840 mm). 7) localização e independência do sistema elétrico em relação a chave geral de energia da edificação e áreas de risco sempre que a medida de segurança contra incêndio tiver seu funcionamento baseado em motores elétricos.2. patamares.3.1. contendo a localização das medidas de segurança contra incêndio. devido à grande quantidade de elementos gráficos. 5) cotas dos desníveis em uma planta baixa. j) esquema de bomba de incêndio. c) adotar escala que permita a visualização das medidas de segurança contra incêndio.4 Conteúdo da planta das medidas de segurança contra incêndio 4. b) casa de caldeiras ou vasos sob pressão. i) deve ser etiquetada. e) detalhes de degraus.2. deve ser feita linha de chamada em círculo com linha pontilhada com alocação dos símbolos exigidos. c) quadro de localização da edificação e áreas de risco. degraus. tais como: a) tanques de combustível (substância e capacidade). i) depósito de produtos perigosos. conforme planta chave. b) as escalas adotadas devem ser as estabelecidas em normas oficiais. capturas. nos casos em que tais detalhes não caibam nesta. detalhes de estruturas e outros quando houver a exigência específica destes detalhes construtivos.

bem como as dimensões do dique de contenção. i) dimensões das cadeiras fixas (dobráveis ou não) e o espaçamento entre as mesmas. i) localização da placa de proibição na faixa de estacionamento das viaturas do CBMCE. c) detalhes de guarda-corpos. d) o posicionamento da central do sistema. venezianas. aberturas. d) indicar as aberturas nas fachadas.2. quadros e comandos.2. b) detalhes de corrimãos.4.3 Saídas de emergências: a) detalhes de degraus. árvores ou outro tipo de obstrução. 4. g) indicar barra antipânico (quando houver).2. inclusive os corrimãos centrais. b) barra antipânico onde houver. b) quando o sistema de iluminação de emergência for alimentado por grupo motogerador que não abranja todas as luminárias da edificação e áreas de risco.4. grelhas. 4. acessos e portas das saídas de emergência.2 Separação entre edificações: a) indicar a distância de outras edificações.1 Acesso de viatura na edificação e áreas de risco: a) largura e altura do portão de entrada e da via de acesso. e) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança (quando houver). d) dimensões da base e espelho dos degraus. h) localização da central de alarme/detecção de incêndio. 4. m) localização do grupo moto-gerador. e) indicar o retorno para as vias de acesso com mais de 45 m de comprimento.l) especificação dos chuveiros automáticos.4 Dimensionamento de lotação e saídas de emergência em centros esportivos e de exibição: a) larguras das escadas.2. f) parede corta-fogo de isolamento de risco. h) nota indicando que a faixa de estacionamento deve ficar livre de postes. devem ser indicadas as luminárias a serem acionadas em caso de emergência. i) localização da casa de máquinas dos insufladores e exaustores. grelhas. d) dutos e peças especiais. o) indicar a sinalização de piso. c) indicar a carga de incêndio. j) indicar o revestimento do piso. painéis.4.7 Iluminação de emergência: a) os pontos de iluminação de emergência. 4. b) exaustões naturais (entradas.2. f ) largura das portas das saídas de emergência. e) registro corta-fogo e fumaça.2. n) outros. e) porcentagem de inclinação das rampas. quando for o caso. e) indicar a fachada da edificação considerada para o cálculo de isolamento de risco. c) localização da placa de advertência de desobstrução da via de acesso para emergência.2. venezianas e insuflação mecânica).2. n) localização dos blocos autônomos.4.6 Controle de fumaça: a) entrada de ar (aberturas. j) indicar a lotação do ambiente quando se tratar de local de reunião de público. c) corrimãos em escadas e rampas. d) largura das escadas. f ) localização dos pontos de acionamento alternativo do sistema.2. d) indicação da altura mínima livre. i) antecâmaras de segurança (quando houver exigência). 4. h) casa de máquinas do elevador de emergência (quando houver exigência). Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 5 de 55  .2.4.2.4. c) exaustores mecânicos. 4. individualizando a lotação por ambiente. f ) largura e comprimento da faixa de estacionamento. f ) as lotações dos ambientes. e) fonte alternativa de energia do sistema.2. g) localização dos detectores de incêndio.2 Detalhes específicos que devem constar na planta de acordo com a medida de segurança projetada para a edificação e áreas de risco: 4. b) indicar a ocupação.4. b) indicação do peso suportado pela pavimentação da via em quilograma-força (kgf). clarabóias e alçapões). h) dimensões dos camarotes (quando houver). 4.5 Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco: a) indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listadas na norma técnica específica. l) indicar os equipamentos de som.4. j) localização da fonte de alimentação.2.2. c) o reservatório de combustível do grupo motogerador e sua capacidade. g) delimitação física da área de público em pé.2. m) demais detalhes conforme sistemas específicos.

e) locais onde foram substituídos os chuveiros por detectores de incêndio.f) quando o sistema for abrangido por grupo moto-gerador. bem como a localização do acionador manual alternativo da bomba em local de supervisão predial com permanência humana constante. j) localização do registro de recalque. f ) fonte alternativa de energia do sistema. 4.2. 4. autonomia e sistema de automatização.8 Sistema de detecção e alarme de incêndio: a) localização pontual dos detectores. h) detalhe ou nota em planta da proteção dos dutos quando passarem por área de risco.9 Sistema de sinalização de emergência: a) Deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento do sistema de sinalização de emergência de acordo com a norma técnica específica.2.4. b) indicar a capacidade dos cilindros. telhados.2. armazenamento. 4. a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial. b) a área de aplicação dos chuveiros hachurada para os respectivos riscos. l) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento do sistema no barrilete. h) devem ser apresentadas todas as tubulações de distribuição com respectivos diâmetros. parede cortafogo e porta corta-fogo da sala do grupo motogerador quando o mesmo estiver localizado em área com risco de captação de fumaça ou gases quentes provenientes de um incêndio.4. g) toda a tubulação abrangida pelo cálculo deve ter seu diâmetro e comprimento cotado no esquema. deve ser indicada a capacidade ao lado de cada símbolo. deve constar em PSIP a abrangência. f) deve constar a perspectiva isométrica do hidrante mais desfavorável (sem escala e com cotas).4.2. c) afastamentos das divisas de terrenos.2. b) quando forem usadas unidades extintoras com capacidades diferentes de um mesmo agente.2. g) deve constar o detalhe da sucção quando o reservatório for subterrâneo ou ao nível do solo.2. quando o abastecimento for a granel.14 Fogos de artifício: a) croqui das edificações limítrofes (ocupação identificada) num raio de 100 m.4. d) local de estacionamento do veículo abastecedor. i) devem ser indicados os pontos de chuveiros automáticos em toda a edificação e áreas de risco.2.15 Hidrante urbano: a) posicionamento dos hidrantes em planta de situação. e com permanência humana constante. bem como. f) localização do botijão e das aberturas previstas para ventilação (caso de área interna em unidade habitacional quando permitido por norma técnica) e forma de instalação. d) indicar o reservatório de incêndio e sua capacidade.2. 4. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP) a) localização da central de GLP. caso não haja possibilidade técnica de implantação. c) os tipos de chuveiros especificados. áreas edificadas no mesmo lote e locais de risco. 4.4.11 Sistema de hidrantes para combate a incêndio: a) indicar os hidrantes. m) indicar a capacidade e localização do reservatório de incêndio.2. e) painel repetidor (quando houver).4.2. b) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento no barrilete.2. lajes de cobertura.13 Manipulação. duto de saída.4. 4. b) o raio de ação do hidrante mais próximo. e) indicar a bomba de incêndio principal e jockey (quando houver) com indicação de vazão e altura manomêtrica. pisos. b) os acionadores manuais de alarme de incêndio. quando o sistema de acionamento for automatizado. c) os sinalizadores sonoros e visuais. 4. bem como a capacidade total da central. 4. g) duto de entrada. d) central do sistema. d ) localização do painel de alarme. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 6 de 55  .4.2.10 Sistema de proteção por aparelhos extintores de incêndio: a) indicar as unidades extintoras. c) indicar o registro de recalque. dentre outros. e) sistema de proteção da central.2. bem como o detalhe que mostre suas condições de instalação.12 Sistema de chuveiros automáticos: a) localização das bombas do sistema com indicação da vazão e altura manomêtrica.2. f) deve constar o esquema somente da tubulação envolvida no cálculo. b) detalhe em planta das espessuras das paredes.2.

4. e) a mudança de leiaute da edificação e áreas de risco que implique a adoção de nova medida de segurança ou torne ineficaz a medida de segurança prevista no PSIP existente.7.7. 4.1 Substituição do PSIP: 4.8 Disposições gerais para apresentação de PSIP 4.7.2.2. 4.6 Prazos para análise 4.7. d) a mudança de ocupação da edificação e áreas de risco com ou sem agravamento de risco que implique a ampliação das medidas de segurança contra incêndio existentes e/ou exigência de nova medida de segurança contra incêndio. tais como tipo e quantidade de escadas. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio.7.8. g) sempre que. deve ser realizada a reformulação de seu PSIP: a) ampliação de área construída que implique o redimensionamento dos elementos das saídas de emergência.2.2.1. 4. conforme cada caso.2 O interessado deve comparecer a CAT com o comprovante de recolhimento.5 A ordem do item anterior pode ser alterada para o atendimento das ocupações ou atividades temporárias ou interesse da administração pública. vazão.2. via memorial descritivo.4 O processo de análise deve ser reiniciado quando a irregularidade for sanada. por meio de documentos encaminhados à CAT. 4.1 A CAT tem o prazo máximo de quinze dias úteis para analisar o PSIP.5. 4. do emolumento referente ao serviço de análise. 4. c) ampliação de área que implique a adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista anteriormente).1.4 Deve ser observada pelo Núcleo de Análise a ordem cronológica do número seqüencial de entrada do projeto. pelo analista.5.2. 4.2 A via original do Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP) deve ser recolhido pela CAT e emitido novo documento relativo ao projeto reformulado. 4. b) ampliação de área construída que implique o redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente.7. houver acúmulo de plantas que dificultem a compreensão e o manuseio do PSIP por parte da CAT. acessos. rampas.1.2. f) o aumento da altura da edificação e áreas de risco que implique a adoção de nova medida de segurança contra incêndio e/ou redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente e/ou rotas de fuga. que ficam apensos ao PSIP.1 A edificação e áreas de risco que se enquadrar em uma das condições abaixo relacionadas.6.2 São aceitas as modificações ou complementações desde que não se enquadrem nos casos previstos no item 4.5.6. junto à instituição bancária autorizada.1.2.2.5 Apresentação do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico junto ao CBMCE 4.2 Cada período de re-análise do PSIP tem o mesmo prazo para ser concluído.2.2 A medida de segurança contra incêndio não exigida ou dimensionada acima dos parâmetros normatizados deve ser orientada por escrito. portas.6.2.2. 4.2 Atualização do PSIP: 4.6.6.2.2.2.1 O PSIP deve ser apresentado na Seção de Atendimento ao Público da Coordenadoria de Atividades Técnicas em no mínimo duas vias e no máximo quatro.2.5.2. 4.2.7. 4. a decisão para substituição do PSIP cabe ao chefe do Núcleo de Análise. ao proprietário ou Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 7 de 55  .2. 4.3 O recolhimento do emolumento realizado através de compensação bancária que apresentar irregularidades de quitação deve ter seu processo de análise interrompido.7 Substituição ou atualização do PSIP 4.3 A Seção de Atendimento ao Público deverá fornecer um protocolo de acompanhamento da análise que contenha um número seqüencial de entrada.2.2. tais como: pressão.1 Cada medida de segurança contra incêndio deve ser dimensionada conforme o critério existente em norma técnica específica.8. 4. em decorrência de várias ampliações ou diversas alterações. lotação e outros.2.4.1 É a complementação de informações ou alterações técnicas relativas ao PSIP aprovado.2.2.

4.2.1.3. 4.8.3.4 O CAPSIP terá validade permanente. além de apresentarem a indicação da quantidade de páginas do documento ao lado da numeração. 4. para consulta do processo.9.7 O recolhimento do emolumento referente ao serviço de análise de projeto dá direito a realização de quantas re-análises forem necessárias dentro do período de um ano a contar da data de emissão do primeiro laudo de irregularidades.1. 4.9. desde que não sofra nenhuma alteração que se enquadre no item 4.3. 4.8.7 Deve ser recolhido o emolumento junto à instituição bancária autorizada de acordo com a área total construída do local a ser vistoriado. deve ser emitido pela CAT o respectivo Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP).2.4 Caso o interessado não saiba informar o número do PSIP.6 A via original do CAPSIP deve ser devolvida ao Núcleo de Análise quando houver a necessidade de re-emissão do documento por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado.4 Todas as páginas dos documentos devem ser numeradas em ordem crescente. a CAT deve realizar a pesquisa pelo endereço. o responsável técnico. 4.1.2. o interessado deve encaminhar resposta circunstanciada.9 Emissão do Certificado de Aprovação do Projeto do CBMCE 4.6 Quando for emitido laudo de irregularidades constatadas na análise do PSIP pela CAT.1.2. onde o Núcleo de Análise deve emitir a fotocópia com autenticação do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. porém.3. 4. 4. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 8 de 55  .3. dispensando símbolos e brasões neles contidos.5 É facultativa a assinatura da ART pelo contratante (proprietário ou responsável pelo uso) e obrigatória pelo responsável técnico. esclarecendo o fato ocorrido.2 A retirada do CAPSIP na Seção de Atendimento ao Público da CAT só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de análise.8.1.2. 4.2.7.3 O interessado protocola o pedido de vistoria na Seção de Atendimento ao Público da CAT indicando o número do último PSIP aprovado. 4.5.2. para consulta do processo.9.3.3 Procedimentos de vistoria 4.5 Nos casos de extravio da primeira via do CAPSIP.3.2.2.1 Após a realização da análise e aprovação do PSIP pelo analista.8. deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar uma solicitação por escrito à CAT.2.1. é permitida a fotocópia e a reprodução por meios eletrônicos.1 A vistoria da CAT na edificação e áreas de risco é realizada mediante solicitação do proprietário. 4.3 Devem ser adotados todos os modelos de documentos exemplificados nas normas técnicas para apresentação no PSIP. 4.1.2. esclarecendo o fato ocorrido. 4.9. 4. 4.responsável pelo uso. 4.3.3. 4.3 Nos casos de extravio do protocolo de análise.2. o responsável técnico. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito à CAT.5 Todas as páginas dos documentos onde não haja campo para assinatura devem ser rubricadas pelo responsável técnico e proprietário ou responsável pelo uso.3.2 Qualquer pessoa munida dos documentos pré-estabelecidos pode protocolar a solicitação de vistoria da edificação e áreas de risco.2.6 Podem ser apresentadas cópias dos documentos especificados nos itens 4. 4.8 A instalação das medidas de segurança contra incêndio e pânico somente deve ocorrer quando da emissão do Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP).8.2.8. responsável pelo uso ou responsável técnico com a apresentação dos documentos constantes do item 4.9. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito à CAT.1. esclarecendo as providências adotadas para que o PSIP possa ser re-analisado pelo Núcleo de Análises até a sua aprovação final.8.2.1.9 Nos casos de extravio do protocolo de análise. item por item.9. 4. por meio de carta resposta. esclarecendo o fato ocorrido.1 Solicitação de vistoria 4. quanto a não obrigatoriedade daquela medida ou parte dela.5.

5 No caso do item anterior.8 O pagamento do emolumento realizado através de compensação bancária que apresentar irregularidades de quitação deve ter seu processo de vistoria interrompido.13 Deve ser observada pelo Núcleo de Vistorias a ordem cronológica do número seqüencial de entrada para a realização da vistoria.3. condomínio de edifícios industriais e condomínios de depósitos. deve ser emitido o Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico mediante a apresentação de termo de compromisso do proprietário. e que não haja vínculo funcional ou produtivo.15 Para solicitação de vistorias.2.7 No caso do item anterior. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 9 de 55  .2.4. o interessado deve solicitar a vistoria com antecedência mínima de dez dias antes da realização do evento. 4.1.2 Durante a vistoria 4.2. Neste caso não será emitido o Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico até o atendimento dos itens pendentes. 4.11 Quando um PSIP englobar várias edificações que atendam aos critérios de risco isolado e que possuam medidas de segurança contra incêndio instaladas e independentes.1. 4.2 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 4.10 Não é permitida vistoria para áreas parcialmente construídas. 4. a CAT deve fornecer um protocolo de acompanhamento da vistoria que contenha um número seqüencial de entrada.2.2. 4. condomínio de edifícios de escritórios. deve ser emitido o relatório de vistoria ao interessado comunicando as irregularidades.1.1.2.3.1. deve ser permitida a vistoria para áreas parciais desde que haja condição. 4.2. deve ser emitido novo Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP).9 A irregularidade ou a aprovação da vistoria deve ser anotada no relatório de vistoria.3.3. tal fato deve implicar a apresentação de novo PSIP.3. 4. de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros e às respectivas guarnições. tais como condomínio de edifícios residenciais.2.14 Devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação.6 O PSIP aprovado anteriormente e que foi substituído por iniciativa do interessado somente para regularizar em planta as medidas de segurança contra incêndio que não constavam do projeto anterior.1. 4.3. 4. 4. quando constatado em vistoria que as medidas de segurança contra incêndio instaladas conforme o PSIP não atendem as exigências de segurança contra incêndio vigentes à época. 4. quando constatado em vistoria a existência de medidas de segurança contra incêndio instaladas na edificação e áreas de risco que não estejam previstas no PSIP original e que sejam possíveis de instalar no local.3.3. deve ser substituído.1 O responsável pela edificação e áreas de risco a ser vistoriada deve prover-se de pessoa habilitada com conhecimento do funcionamento das medidas de segurança contra incêndio para que possa manuseá-los quando da realização da vistoria. 4.3.3. 4.2.2.3.3.3.7. condomínio de edifícios comerciais.2.7.4 Nos casos de PSIP regido por legislação anterior. para apresentação de novo PSIP atualizado de acordo com norma técnica específica.3.1.3. 4.1.8 Quando constatado em vistoria alguma irregularidade passível de substituição.2.9 O processo de vistoria deve ser reiniciado quando a irregularidade for sanada. referentes ao PSIP para instalações e ocupações temporárias. 4.1. o vistoriante deve encaminhar o PSIP ao Núcleo de Análise e notificar o responsável para que apresente novo PSIP na CAT. que deve ser deixado pelo vistoriante na edificação e áreas de risco com o acompanhante. o Núcleo de Vistorias deve declinar do princípio da cronologia e realizar a vistoria para instalações e ocupações temporárias no menor prazo possível. 4. tal fato deve implicar a atualização do PSIP.3.3.3. conforme Anexo C.3. que atendam às exigências de segurança contra incêndio vigentes.10 Quando ocorrer a necessidade do primeiro retorno da vistoria na edificação e áreas 4.12 Após o recolhimento do respectivo emolumento.2.3 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 4.1.

3. 4. 4.3. 4. uma placa indicativa contendo a lotação máxima permitida. que venham a diminuir as condições de segurança da edificação e áreas de risco e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 10 de 55  .3. deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar uma solicitação por escrito à CAT. o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter. com a apresentação do relatório de irregularidades da vistoria (original ou cópia) ou o protocolo de vistoria.3. a CAT deve emitir ofício ao interessado informando a cassação do CESIP.2. 4.3.4 Nos casos de extravio da primeira via do CESIP.3.4.3. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito à CAT. previstas no PSIP aprovado de acordo com a legislação pertinente. 4. esclarecendo o fato ocorrido.1 Após a realização da vistoria na edificação e áreas de risco e aprovação pelo vistoriante.3. estes devem ser carimbados pelo Núcleo de Vistorias. para consulta do processo.4 Cassação do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico do CBMCE 4. devidamente fundamentadas nas referências normativas.2 Para a avaliação da irregularidade constatada na instalação ou funcionamento da medida de segurança contra incêndio deve ser levado em consideração a possibilidade da reparação imediata e ininterrupta pelo proprietário ou responsável pelo uso.2. o responsável técnico.3. 4.4.3.4 O proprietário ou responsável pelo uso poderá recorrer do ato de cassação por meio de recurso junto à CAT.1 Quando constatado pela CAT que ocorreram alterações prejudiciais nas medidas de segurança contra incêndio da edificação e áreas de risco que possua CESIP com prazo de validade em vigência.7 Após a emissão do CESIP para a edificação e áreas de risco.3.2. verificando a necessidade ou não da cassação do CESIP.4. o interessado deve apresentar o último relatório de vistoria (original ou cópia) emitido pelo vistoriante. 4.3.3.4.2 A retirada do CESIP na Seção de Atendimento ao Público da CAT só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de vistoria.6 O CESIP somente pode ser emitido para edificação e áreas de risco que tenha todas as medidas de segurança contra incêndio instaladas e em funcionamento.4. desde que o prazo de validade não tenha expirado. onde o Núcleo de Vistorias deve emitir a fotocópia com autenticação do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.3.3. deve ser emitido pela CAT o respectivo Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP).5 Constatadas as alterações nas medidas de segurança contra incêndio e pânico. 4.14 Em local de reunião de público. 4.3.3.de risco devido às irregularidades constatadas em vistoria anterior.3. 4.13 As medidas de segurança contra incêndio e pânico instaladas na edificação e áreas de risco e não previstas no PSIP não serão aceitas como medidas adicionais de segurança. de acordo com o PSIP aprovado.12 O responsável apresentará suas argumentações por meio do formulário próprio. na entrada da edificação e áreas de risco. 4.3. 4. comprovando a solicitação de nova vistoria.5 A via original do CESIP deve ser devolvida ao Núcleo de Vistorias quando houver a necessidade de nova emissão do documento por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado. 4. quando houver discordância do relatório emitido pelo vistoriante ou havendo necessidade de regularização de alguma pendência.3.3. 4.3 Nos casos de extravio do protocolo de vistoria.11 Caso a solicitação do retorno de vistoria seja realizada diretamente na CAT. deve ser instaurado o procedimento administrativo pelo Coordenador da CAT.2.3 Emissão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico do CBMCE 4.3. 4. esclarecendo o fato ocorrido. o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter o original ou cópia na entrada da edificação e áreas de risco em local visível ao público.3 Verificado que o proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e áreas de risco não tomou as providências necessárias para a reparação da irregularidade.3. 4.3. respeitando a complexidade da medida de segurança.3.

3 A Anotação de Responsabilidade Técnica de manutenção é exigida quando da renovação do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros.5. saídas de emergência.3. sinalização de emergência e compartimentação horizontal e vertical). c) de instalação e/ou manutenção do grupo motogerador.3.3.6 Certificado de Aprovação do Projeto 4.3. f) de instalação e/ou manutenção do sistema de detecção de incêndio.3 Plano de intervenção de incêndio (quando da renovação do CESIP) 4.5.1 Documento que contém informações sobre a abrangência. 4.1.3. 4. extintores.1. g) de instalação e/ou manutenção do sistema de controle de fumaça.3.3. inscrição estadual ou municipal. dentre outras.5.5 Podem ser emitidas várias ART desmembradas com as respectivas responsabilidades por medidas específicas.3.1.3.5.5.que não foram sanadas no prazo estipulado pela CAT. deve ser providenciada a cassação do CESIP.7 Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica 4.2 A Anotação de Responsabilidade Técnica de instalação é exigida quando da solicitação da primeira vistoria da edificação e áreas de risco. 4.5.5.4 Pode ser emitida uma única ART. 4.5.5.4. 4.3. 4.3.1 Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teóricos e práticos de prevenção e combate a incêndio.2 Atestado de brigada contra incêndio 4. quando houver apenas um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas. em via original ou 4.5.6 A Prefeitura e o Ministério Público devem ser informados.1 Anotação de Responsabilidade Técnica: a) de instalação e/ou de manutenção das medidas de segurança contra incêndio (hidrantes.3. 4. autonomia e automatização. por ofício.5 Documentos necessários para a solicitação de vistoria de acordo com o risco e/ou medida de segurança existente na edificação e áreas de risco 4. 4.4 Termo de responsabilidade das saídas de emergência 4.3.1 Documento autenticada.5.1 Documento que atesta que as portas de saídas de emergência da edificação estão instaladas com sentido de abertura no fluxo da rota de fuga e permanecem abertas durante a realização do evento.5.3.3.3.5.1 Documento em via original ou autenticada que contém informações da razão social. publicando o ato no Diário Oficial do Estado.5. 4. Atestado de abrangência do grupo moto-gerador 4. após a conclusão do procedimento. 4.5. d) de inspeção e/ou manutenção de vasos sob pressão.3.5.5. b) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de utilização de gases inflamáveis.5.5.1 A Anotação de Responsabilidade Técnica deve ser emitida para os serviços específicos de instalação e/ou manutenção das medidas de segurança contra incêndio previstas na edificação e áreas de risco.8. 4.8 Comprovante de Recolhimento do Emolumento 4.4.3.3. 4.1. e) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de chuveiros automáticos.6. 4.3.3.1.5.5.7.1 Plano estabelecido em função dos riscos da edificação e áreas de risco para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência.3. iluminação de emergência. quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.5.9 Notas Fiscais Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 11 de 55  .3.5. 4.2.1 Documento em via original ou via autenticada.3. alarme de incêndio. sobre o ato de cassação do CESIP.

3. bem como seu funcionamento.8. Após este prazo é exigido o recolhimento de novo emolumento. via ofício.1 Conjunto de notas fiscais de compra de todos os equipamentos instalados.3.6 O prazo máximo para solicitação de retorno de vistoria é de seis meses a contar da data de emissão do relatório de vistoria apontando as irregularidades.9.3 O interessado deve comparecer na Seção de Atendimento ao Público da CAT com o comprovante de recolhimento do emolumento referente ao serviço de vistoria.3.3.8. 4. 4. 4.3. 4.9.2 As alterações de dados referentes ao PSIP.8.6.7 As vistorias motivadas pela CAT são isentas de emolumentos.7. desde que tenha competência legal para tal.3. 4.3.1 Atestado de brigada contra incêndio (anexo D).8 Ficam dispensados do pagamento de emolumento: a) órgão da administração pública direta (municipal.3.5. caso sejam constatadas irregularidades pelo vistoriante.3. 4.3. estadual e federal).7.6.3. mediante devolução da via original do documento. constando o endereço da edificação.8 ficam dispensadas de pagamento de emolumento.8 Disposições gerais da vistoria 4. b) entidade filantrópica declarada oficialmente como de utilidade pública (asilo. 4.8.5 O prazo máximo para realização de vistoria pelo Núcleo de Vistorias é de trinta dias corridos.3. manutenção ou utilização indevida. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 12 de 55  . contendo endereço da edificação e áreas de risco.11 O proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e áreas de risco é responsável pela manutenção e funcionamento das medidas de segurança contra incêndio sob pena de cassação do CESIP.8.8.3.3. conforme projeto aprovado pelo Núcleo de Análise.7. o CBMCE deve responder nos prazos legais das requisições e as demais solicitações em trinta dias.9 Solicitação de vistoria por autoridade pública 4. 4. motivação do pedido e identificação do funcionário público signatário.3.1 O CESIP terá prazo de validade de 1 (um) ano.10 Na vistoria. creche. sem prejuízo de outras sanções.1 Para renovação do CESIP. 4.8.8.3 A contar da data de entrada do ofício na CAT.3 Quando houver a necessidade de cancelar o CESIP emitido para retificação de dados.1 A solicitação de vistoria pode ser encaminhada ao CBMCE por autoridade da administração pública.2 A solicitação de vistoria deve ser feita via ofício com timbre do órgão público.3. devem ser encaminhadas por meio de formulário próprio juntamente com cópias de documentos autenticadas que comprovem o teor da solicitação.7 Prazo de validade do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico 4.3. entre outros). que não impliquem a substituição.8. 4. não se responsabilizando pela instalação. 4. 4.3.3. o prazo de validade do CESIP deve ser para o período da realização do evento e só deve ser válido para o endereço onde foi efetuada a vistoria. 4.2 Para PSIP de instalação e ocupação temporária. 4.9 As entidades citadas no item 4. 4.3.9.4 O pagamento do emolumento de vistoria dá direito a realização de uma vistoria e de um retorno de vistoria. 4. 4. 4.3 Atestado de abrangência do grupo motogerador (Anexo F). 4.3.3. endereço e telefone do órgão solicitante.4.8.6 Modelos 4.6. compete ao CBMCE a verificação das medidas de segurança contra incêndio previamente aprovadas.2 Termo de responsabilidade das saídas de emergência (Anexo E). o prazo de validade do novo CESIP deve se restringir ao mesmo período de validade emitido no CESIP cancelado.3.9.3. devendo encaminhar o pedido por escrito à CAT solicitando tal dispensa. c) outros que as legislações determinarem.8.8. o responsável deve solicitar nova vistoria a Coordenadoria de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.3.3.

contados da data de protocolo.3 Durante a fase de análise do PSIP.2 O recurso será dirigido ao Coordenador Atividades Técnicas.5 Caberá recurso.6 A contar da data do protocolo. a Câmara Técnica. ou de da de 4. c) para esclarecimento de dúvida quanto a procedimentos administrativos e técnicos. 4.7 A decisão será publicada no Boletim do Comando Geral do CBMCE. o cálculo de acessos (escadas) procederá de forma a considerar duas alturas distintas.5. 4. exclusivamente.1 O proprietário. e pode ser acompanhado de documentos que elucidem a dúvida ou comprovem os argumentos apresentados. 4.8. 4.5.1 O Formulário próprio para atendimento deve ser utilizado nos seguintes casos: a) para solicitação de substituição e retificação do CESIP. c) mezaninos cuja área não ultrapasse a 1/3 (um terço) da área do pavimento onde se situa. na mensuração da altura da edificação não serão considerados: a) os subsolos destinados exclusivamente a estacionamento de veículos.3 Recebido o recurso. as alturas poderão ser tomadas de forma independente.4.4 Para fins de aplicação desta Norma Técnica.4. a áticos. anexada no interior do PSIP.4.4. tendo por base sempre o piso do último pavimento habitável.6 A Câmara Técnica decidirá no prazo de dez dias.4 Recursos 4. em função de cada uma das saídas.8. o prazo para resposta fica prorrogado para trinta dias. 4.4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 13 de 55  .8.4. vestiários e instalações sanitárias ou respectivas dependências sem aproveitamento para quaisquer atividades ou permanência humana. b) para solicitação de retificação de dados do PSIP. seu procurador ou o responsável técnico. datilografado ou manuscrito com letra de forma legível. no cálculo da área a ser protegida com 4.4.2 O interessado quando do preenchimento do formulário deve propor questão específica sobre a aplicação da legislação. barriletes. 4.5 Cumprimento das medidas de segurança contra incêndio e pânico 4. casas de máquinas. prevalecerá a maior altura. e) para atualização de PSIP. 4.5. b) pavimentos superiores destinados. uma acima e outra abaixo do nível de descarga. 4. 4.1 Para fins de aplicação desta Norma Técnica.4. a comunicação deve ser feita por carta resposta. 4. f ) outras situações a critério da CAT.8.7 Em caso do formulário ser encaminhado para instância superior.5. em três vias.8 Formulário próprio para atendimento 4.4 A solicitação do interessado pode ser feita conforme Anexo G ou modelo semelhante confeccionado com recursos da informática.1 Para o dimensionamento das saídas de emergência. quando da necessidade de responder ao Núcleo de Análise sobre qualquer irregularidade ou dúvida. o Coordenador decidirá no prazo de trinta dias. contados da data de publicação da decisão a que alude o item anterior.4 A decisão será publicada no Boletim do Comando Geral do CMBCE. reservatórios de água e assemelhados. no prazo de trinta dias.4.2.4.4. d) para solicitação de revisão de ato praticado pela CAT (relatórios de vistorias). 4. 4. 4.2 Para implementação das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco que tiverem saída para mais de uma via pública.8. ficando vedado as perguntas genéricas que deixem a cargo da CAT quanto à busca da solução específica. d) o pavimento superior da unidade “duplex” do último piso da edificação. a CAT deve responder no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis.4.5 Podem fazer uso do presente instrumento o proprietário.4.4. 4.5. respeitando a ordem cronológica de entrada do pedido. em níveis diferentes.4. contados da data de protocolo do recurso. 4.3 Em caso de uma única saída de emergência ao nível do logradouro. 4.4.8.8. em última instância administrativa. responsável técnico responsável pelo uso da edificação e áreas risco poderá interpor recurso das decisões CAT no prazo de trinta dias contados da data conhecimento da decisão.

4. 2 e) Edificações acima de 6.5. orientarão a elaboração do PSIP as NBR´s que tratarem das medidas de segurança contra incêndio e pânico requeridas para a edificação e áreas de risco.5.5.5. 4.5. b) quanto à altura: de acordo com a Tabela 2 em anexo.5. as edificações e áreas de risco serão classificadas da seguinte maneira: a) quanto à ocupação: de acordo com a Tabela 1 em anexo. numa distância máxima de 600m da entrada principal da edificação que se deseja dispensá-lo. para municípios que possuam acima de 200.as medidas de segurança contra incêndio.000m de área construída.2 Consideram-se obrigatórias as exigências assinaladas com “X” nas tabelas anexas. 4.1 Enquanto não for elaborada norma técnica específica. salas comerciais. b) Edificações industriais. devendo.7 O sistema de controle de fumaça será exigido: a) para edificações com altura superior a 60 (sessenta) metros.1 Poderá ser dispensada a instalação do hidrante urbano caso já exista uma outra unidade. 2 c) Edificações acima de 3. c) quanto à carga de incêndio: de acordo com a Tabela 3 em anexo. as edificações e áreas de risco deverão atender a exigências da Norma Técnica específica. serem observadas as ressalvas. caixas d’água. 4. 4. 2 d) Edificações acima de 4. 4. para o sistema em questão. subdivisão A-2. destinados à proteção de utensílios. 4. 4.000m de área construída.5.5. exceto quando se tratar: a) das edificações do Grupo A.10 O Hidrante urbano é dispositivo de uso exclusivo do Corpo de Bombeiros para abastecimento de viaturas em operações de extinção de incêndio.5. dependendo da destinação da mesma. exceto quando se tratar: a) das ocupações do Grupo A (residenciais). d) reservatórios de água. sendo. tanques e outras instalações desde que não tenham área 2 superior a 4 m .5. incluindose as vilas e condomínios residenciais. portanto. celas. b) platibandas.5.6 Além das exigências da presente Norma Técnica. divisão H-3 (hospitais e assemelhados). na ocasião da obtenção do Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP) deverá ser apresentado documentado comprobatório da existência (planta de locação e situação) e funcionamento do hidrante urbano. salas de aulas e similares. leitos.9 A laje de Segurança será cobrada em todas as edificações com altura superior ou igual a 30 (trinta) metros. b) para subsolos das edificações que possuírem ocupações distintas de estacionamento de veículos. 4.500m de área construída.000 habitantes. c) beirais de telhado até um metro de projeção.5.000 habitantes. respeitando as exigências da Lei em vigor. quando esta existir.1 Na implementação das medidas de segurança contra incêndio.8 O Elevador de Emergência será exigido em todas as edificações com altura superior a 60 (sessenta) metros. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 14 de 55  . 4. para municípios que possuam até 100. onde a exigência ocorrerá quando a altura for superior ou igual a 24 (vinte e quatro) metros. exceto para ocupações destinadas a residências. exigido nos seguintes casos: a) Edificações que possuam mais de trinta unidades de casas.10. para municípios que possuam até 200.5 Para efeitos desta Norma Técnica.5.5.6. onde a exigência ocorrerá quando a altura for superior ou igual a 42 (quarenta e dois) metros. d) quanto aos requisitos mínimos de segurança: de acordo com as Tabela 4 e 5 em anexo. e) piscinas e assemelhados. com laterais abertas.2 Para efetivação do considerado no item anterior. 4. apartamentos. não serão computados: a) telheiros.10.5.5. comerciais. onde a exigência ocorrerá quando a altura for superior a 80 (oitenta) metros. emitido pela companhia de água e esgoto. ainda. em notas transcritas logo abaixo das tabelas. hotéis residenciais e “apart-hotéis”. 4. as edificações e áreas de risco devem atender aos critérios contidos no item 4. o quê deverá ser confirmado “in loco” para obtenção do Certificado de Conformidade. b) das ocupações do Grupo H.000 habitantes.5. pertencente a outra edificação.3 Todas as medidas de segurança contra incêndio devem obedecer aos parâmetros estabelecidos nesta Norma Técnica.

a garantia de existência e funcionamento do hidrante urbano.11.3 Todo o procedimento considerado nos itens anteriores é de inteira responsabilidade do interessado no processo. b) apresentar propostas de alteração das normas técnicas. 2 (dois) representantes das administrações municipais.4. a qualquer título: a) utilizar a edificação de acordo com o uso para o qual foi projetada. exercida pelo analista de projetos. podendo ser convocada extraordinariamente.6 Disposições Finais 4. 4. independente da altura ou área.1 Caberá ao Comandante Geral do CBMCE a nomeação dos demais integrantes que compõem a CEA.5. 4. 4. sendo um total de 07(sete).2. preferencialmente detentores de formação superior na área de engenharia.1.6.1. serão analisadas particularmente por Comissão Técnica : a) comércio de explosivos (Grupo L) com área superior a 100m2 (cem metros quadrados). 4.5.4.1.3 A nomeação de oficiais e praças para o exercício da função de bombeiro militar fiscal ocorrerá por ato do Comandante Geral.3 As medidas de segurança contra incêndio e pânico devem ser projetadas e executadas por profissionais ou empresas credenciados junto à Coordenadoria de Atividades Técnicas. 4.2 O Coordenador da CAT indicará os oficiais e praças aptos ao exercício da função de bombeiro militar fiscal.11 O Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas será exigido em todas as edificações com altura superior a 12m ou área 2 superior a 750m .6. 4.3 As propostas de alteração das normas técnicas deverão ser apreciadas pela Câmara Técnica e serão homologadas pelo Comandante do Geral do CBMCE. 4. 2 (dois) representantes de universidades e outros representantes afins. ligadas às questões de segurança e incêndio.5. 4. 4. b) a vistoria técnica. 4. exercida pelo vistoriante.2 O exercício da função de bombeiro militar fiscal se divide em duas atividades operacionais complementares: a) a análise de projetos. 4.2 Competirá à Comissão a que alude o item anterior: a) avaliar as normas técnicas e os eventuais problemas ocorridos em sua aplicação. a qual deverá reunir-se semestralmente em local apropriado. 4.6. desde que sejam consideradas convenientes e oportunas pela comissão e que atendam os objetivos da segurança contra incêndio e pânico no Estado do Ceará.6.6.1 Fica instituída a Comissão Especial de Avaliação (CEA). 4. c) ocupação do(s) subsolo(s) para outra finalidade que não seja a de estacionamento de veículos.6.2 Nas edificações e áreas de risco já construídas é de inteira responsabilidade do proprietário ou do responsável pelo uso. nas instalações do Comando Geral. 2 (dois) representantes de entidades públicas ou privadas. 4.4 Para a edificação ser considerada como existente é indispensável a apresentação de documentação comprobatória. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 15 de 55  .6.6.6.2.5.6.6.4.5 Câmara Técnica 4.2 Todos os depósitos de explosivos. b) tomar as providências legais cabíveis para a adequação da edificação e áreas de risco às exigências desta norma.5. quando necessário.1 A apresentação do CAPSIP e do CESIP da edificação e áreas de risco é de responsabilidade do proprietário ou responsável pelo uso.1 Á Coordenadoria de Atividades Técnicas incumbe o credenciamento de seus integrantes para o exercício da função de bombeiro militar fiscal por meio de cursos de habilitação e treinamentos. 4. 4.5.6. a qual será presidida pelo Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará e composta por 2 (dois) representantes da própria Corporação.11. 4.6.10. deverão ser protegidos por este sistema. b) indústrias e depósitos de explosivos (Grupo L).12 As edificações com as características abaixo descritas.2.1 Os membros da Câmara Técnica serão nomeados por ato do Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.6. inclusive.1 O aludido sistema poderá ser dispensado desde que haja comprovação por meio dos cálculos estabelecidos na NBR 5419. devendo serem oficiais da ativa ou reserva.

6. poderá determinar outras medidas que. devendo a mesma ser analisada por Comissão Técnica. a exemplo de: a) solicitação de isenção de medidas de segurança contra incêndio.3 A Câmara Técnica é utilizável nas fases de análise. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 16 de 55  .5.6.2 A Câmara Técnica é o instrumento administrativo em grau de recurso que funciona como instância superior de decisão de assunto relacionado ao serviço de segurança contra incêndio e pânico. 4. d) casos em que o CAT não possua os instrumentos adequados para a avaliação em análise e/ou vistoria.4. o Corpo de Bombeiros militar do Estado do Ceará.6.5. julgar convenientes à segurança contra incêndios. quando se tratar de edificações ou de outra atividade diferenciada. c) utilização de novos sistemas construtivos ou de novos conceitos de medidas de segurança contra incêndio.6 Além dos requisitos constantes desta Norma. vistoria ou quando há necessidade de estudo de casos especiais como forma de garantir ao interessado a manutenção de exigências de futuro PSIP. prevista neste regulamento. a seu critério. b) utilização de normas internacionais.

ANEXO A CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS   CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO Projeto de Segurança Contra Incêndio n.: Bairro: Município: Proprietário ou responsável pelo uso: Fone: e-mail: Responsável técnico: CREA: Fone: e-mail: Áreas Existente: m2 Construir: m2 Total: m2 2 Ocupação: Risco: _______ (_____ MJ/m )   EM ____/____/____ EM LAUDO DE IRREGULARIDADES ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ APROVADO EM ____/____/____ Assinatura: Fone: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG:   Aprovado em ____/____/____ ________________________ Oficial Analista ________________________ Chefe do Núcleo de Análise Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará  TRAMITAÇÃO DO PROJETO       Página 17 de 55  .o Compl.o _____/_____ Data de entrada na CAT: ____/____/____ Atendente: Rua: n.

cálculos segundo norma técnica específica e apontar áreas de risco consideradas separadas. DA ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 18 de 55  .ANEXO B MEMORIAL DESCRITIVO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DA EDIFICAÇÂO E ÁREAS DE RISCO: DE CÁLCULO DO PROJETO DE Número da art do projeto: Classificação da edificação: Proprietário: Projetista: Classificação da atividade: Risco: Endereço: Área total construída*: Área total do terreno: Número de Pavimentos: Altura considerada: Altura total da edificação: Número de unidades por andar: Número de unidades comerciais: Número total de unidades: Descrição dos pavimentos: * Caso utilize separação de edificações. apresentar cálculos abaixo e descrever áreas individualizadas. DO ENQUADRAMENTO (indicar as medidas de segurança requeridas pela edificação e áreas de risco) DO ACESSO DE VIATURAS Largura da via interna: Altura da entrada principal: Especificar detalhes consideráveis e localização do acesso de viaturas. DA SEPARAÇÃO DE EDIFICAÇÕES Especificar detalhes consideráveis sobre separação. DA SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Especificar detalhes consideráveis e localização da sinalização de emergência.

para locais de reunião de público especificar cálculo de público. DA SAÍDA DE EMERGÊNCIA Quanto a ocupação: Quanto à altura: Quanto as características construtivas: Área do maior pavimento (pavimento): Número de saídas: Tipo de escada: Especificar cálculo do dimensionamento das saídas de emergência.Tipo de lâmpada: Potência (watt): Tensão de alimentação: Autonomia: Nível de iluminamento: Especificar detalhes consideráveis da iluminação de emergência. DOS APARELHOS EXTINTORES: Risco da edificação: A. DOS SISTEMAS DE DETECÇÃO E ALARME Localização da central: Especificar detalhes consideráveis dos sistemas de detecção e alarme. B ou C Altura de instalação do extintor (metros): DISTRIBUIÇÃO DOS APARELHOS EXTINTORES TIPO E CAPACIDADE EXTINTORA LOCALIZAÇÃO CO2 PQS * * PAVIMENTOS * * RISCO ISOLADO * * TOTAL * peso e capacidade extintora Especificar detalhes consideráveis sobre os aparelhos extintores e sinalização. Porta corta fogo: Dimensões: Janela da escada (caixilho fixo de vidro aramado): Janela de exaustão da antecâmara: Área dos dutos de ventilação: TRF dos elementos estruturais do duto: Altura do corrimão: especificar que deve ser de ambos os lados TRF dos elementos estruturais: Número de escadas: DO SISTEMA DE PROTEÇÃO POR HIDRANTES Tipo de material: Diâmetro da tubulação: especificar maior e menor trecho Localização do hidrante de recalque: Pó ABC * * * Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 19 de 55  .

70 X 45 X 17 cm TIPO(2) .90 X 60 X 17 cm DO CÁLCULO DA BOMBA PARA HIDRANTES: Pressão mínima exigida: Pressão no requinte: Pressão máxima na canalização: Localização do hidrante de recalque: a)      b) c) Cálculo da perda de carga Sucção Expulsão Requinte Mangueira Perda de carga total Cálculo da altura manométrica total Cálculo da bomba Especificação da bomba: Vazão (m3/h): Altura manométrica (m): DO HIDRANTE DE RECALQUE: Identificá-lo pelos lados interno e externo na cor vermelha e as letras “HID” no seu interior na cor branca.897): Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 20 de 55  .: Localizar o HR na entrada principal da edificação. DOS CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (de acordo com as NBR 10.Localização do hidrante urbano: DA CANALIZAÇÃO PREVENTIVA Tipo de material: Diâmetro da tubulação: especificar maior e menor trecho Localização do hidrante de recalque: Número total de caixas: Volumes da RTI (litros): especificar volume de HID + SPK Cálculo do consumo predial: Volume total da caixa: Dimensões da caixa: Altura do nível da RTI (metros): considerar volume de HID + SPK DISTRIBUIÇÃO DAS CAIXAS DE INCÊNDIO: Especificar todos os pavimentos CAIXA DE INCÊNDIO/BLOCO MANGUEIRA 1½“ PAVIMENTOS TIPO QUANTIDADE QUANT POR CX COMPRIMENTO TOTAL TIPO(1) . Obs.

em laje c/viga Afastamento vertical do spk ao forro: DISTRIBUIÇÃO DOS CHUVEIROS AUTOMÁTICOS LOCALIZAÇÃO QUANTIDADE DIMENSIONAMENTO DOS SUB-RAMAIS E RAMAIS PARA RISCOS LEVE E ORDINÁRIO NÚMERO DE SPRINKLERS DIÂMETRO DO TUBO 1 1” ou 3/4” 2 1” 3 1¼“ 4 1¼“ 5 1½“ 10 2” 30 2½“ 60 3” até 100 4” DO CÁLCULO DA BOMBA PARA SPRINKLERS: Pressão mínima exigida: Pressão no bico: Pressão máxima na canalização: Localização do hidrante de recalque: a) Cálculo da perda de carga  Sucção  Expulsão  Perda de carga total b) Cálculo da altura manométrica total c) Cálculo da bomba Especificação da bomba: Vazão (m3/h): Altura manométrica (m): DO HIDRANTE DE RECALQUE: Identificá-lo pelos lados interno e externo na cor amarela e as letras “SPK” no seu interior na cor preta.Tipo de material: Diâmetro da tubulação: especificar maior e menor trecho Localização do hidrante de recalque: Volumes da RTI (litros): especificar conforme norma Coloração da ampola Temperatura de acionamento Tipo: Letra de código = “h“ Tubulação: diâmetro variável em ferro galvanizado Afastamento vertical do spk ao teto: em laje lisa. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 21 de 55  .

comprovar com cálculo. inserir nota atestando o fato.ART Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 22 de 55  . quando desnecessário. DIMENSIONAMENTO DO SPDA: Tipo de captação: Largura da malha (gaiola): Raio de proteção (franklin): Altura do captor*: * Apresentar os cálculos de todas as hastes isoladas Espaçamento médio: Perímetro da coberta: Número de descidas: Material utilizado: Altura da proteção mecânica de PVC rígido: Tipo de aterramento: Material utilizado: Resistência do aterramento: DA CENTRAL DE GÁS: Tipo: Capacidade: Tubulação: TRF dos elementos estruturais: Distância a outra instalação: Especificar detalhes consideráveis da central de GLP e caso não faça utilização de GLP.Obs. _______________________________________ Nome do projetista Graduação CREA CE ETIQUETA . DO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS Classificação: Nível de proteção: Classificação da estrutura: Tipo de estrutura: Área de exposição equivalente Cálculo da necessidade de SPDA: Segundo NBR 5419.: Localizar o HR na entrada principal da edificação.

o 001/2008. ora desatualizado devido à não previsão em planta das medidas de segurança contra incêndio e pânico exigidas na Tabela 4 da Norma Técnica n. n. a edificação situada na __________________________________________________________. prevendo as medidas de segurança contra incêndio e pânico exigidas na mencionada Tabela 4 da norma em alusão.o _________. ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome RG/CPF Endereço Proprietário/responsável pelo uso da edificação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 23 de 55  . que possui Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP) aprovado nesse Corpo de Bombeiros Militar sob o n.ANEXO C TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO Visando à concessão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.município de ______________________________________/CE. bairro ______________________________________________ .o ____________.o 001/2008. _____________________________. nos moldes previstos na Norma Técnica n. Comprometo-me a substituir o atual PSIP acima descrito.

G. que as pessoas abaixo relacionadas participaram com bom aproveitamento do treinamento de “Brigada de Incêndio” ministrado na edificação localizada ______________________________________________________.município de ___________________/CE e estão aptas ao manuseio dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio da edificação: NOME R. ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome RG/CPF Registro CBMCE Somente válido com a comprovação da capacitação técnica do signatário (anexar cópia da credencial) Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 24 de 55  . CPF _____________________________. para os devidos fins.o _________.ANEXO D ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO Atesto. n. bairro _____________________________________ .

que possui Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP) aprovado nesse Corpo de Bombeiros Militar sob o n. _____________________________. _________.o ____________. estão instaladas com sentido de abertura no fluxo da rota de fuga e permanecem abertas durante a realização do evento.município de ____________________________/CE. ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome RG/CPF Endereço Proprietário/responsável pelo uso da edificação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 25 de 55  . n.ANEXO E TERMO DE RESPONSABILIDADE DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS TERMO DE RESPONSABILIDADE DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Visando à concessão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. atestamos que as portas das saídas de emergência da edificação o situada na __________________________________________________________. bairro ________________________________ . Assumo toda a responsabilidade civil e criminal quanto à permanência das portas abertas.

município de _____________________/CE. n. ____________________________________________________________. encontra-se instalado de acordo com as exigências da NBR 10. registrado no Crea sob o n.898.o ___________.ANEXO F TERMO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTO-GERADOR ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS TERMO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTO-GERADOR Eu. bairro __________________________________ . Visando à concessão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. tendo as seguintes características: Motor (marca e modelo): Potência: Tensão: Tipo de acionamento: Combustível: Capacidade do tanque: Autonomia: Abrangência: _____________________________.o _________. ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome do responsável técnico Número da ART Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 26 de 55  . atesto que o grupo moto-gerador existente na edificação situada na ______________________________________________________.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 27 de 55  .

o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 28 de 55  .ANEXO G FORMULÁRIO PRÓPRIO PARA ATENDIMENTO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS FORMULÁRIO PRÓPRIO PARA ATENDIMENTO Data: ____/____/____ Solicitante: Fone: Proprietário Finalidade da consulta: Responsável pelo uso Atendente: e-mail: Responsável técnico N.o: Altura (m): Ocupação: Vistoria n.o: Procurador INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO Endereço: Área (m2): PSIP n.

 Riscos Especiais           (   ) Armazenamento de líquidos  inflamáveis/combustíveis  (   ) Fogos de Artifício     (   ) Gás Liquefeito de Petróleo  (   ) Vaso sob pressão(caldeira)  (   ) Armazenamento de produtos perigosos  Outros(especificar)                            Ass: Proprietário ou Responsável pelo uso  Ass: Vistoriante do Corpo de Bombeiros  VISTORIAS           Protocolo nº  Data:  Atendente:     Vistoriante:  Data:  Parecer:       I. madeira. Identificação da Edificação e/ou Área de Risco  Logradouro Público:     Bairro:     Proprietário:     Responsável pelo Uso:     Áreas(m2)  Existente:     Nº   Município:  E‐mail:  E‐mail:  A Construir:  Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 29 de 55  . Medidas de Segurança Contra Incêndio        (   ) Controle de materiais de acabamento  (   ) Sinalização de Emergência  (   ) Saídas de Emergência  (   ) Extintores     (   ) Iluminação de Emergência        5. outros):        Estrutura de sustentação da cobertura(concreto. divisão e descrição:     Risco(Mj/m2):  2. aço.ANEXO H ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA PARA PROJETO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SIMPLIFICADO    Complemento:  UF: CE  Fone:  Fone:  Total:  ocupação do  Detalhes  Altura(m):  nº de pav:  subsolo:  Uso. outros):     3. Elementos Estruturais        Estrutura portante(concreto. aço. madeira. Forma da Apresentação  Protocolo (uso do Corpo de Bombeiros)              Projeto Contra Incêndio e Pânico Simplificado                    4.

mosteiros. Centro de compras em geral (shopping centers). residências geriátricas. casas de cômodos e assemelhados. Armarinhos de artigos de metal. Escritórios administrativos ou técnicos. alojamentos. magazines. A-1 Habitação unifamiliar A Residencial A-2 Habitação multifamiliar A-3 Habitação coletiva B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial C-1 Comércio com baixa carga de incêndio Comércio com média e alta carga de incêndio C Comercial C-2 C-3 Shoppings centers D-1 Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios D-2 D Serviço profissional D-3 Agência bancária Serviço de reparação (exceto os classificados em G-4) D-4 Laboratório E-1 Escola em geral E-2 Escola especial E-3 E Educacional e cultura física E-4 Espaço para cultura física Centro de treinamento profissional E-5 Pré-escola Creches. deficientes visuais e auditivos e assemelhados. jardins-de-infância. conventos. albergues. casas de fisioterapia e assemelhados. galerias comerciais. Edifícios de lojas de departamentos. Escolas de ensino fundamental e médio. louças. assistência técnica. mercados e assemelhados. hotéis residenciais) e assemelhados. Escolas de artes e artesanato. sauna. escolas maternais. Lavanderias. Edifícios de apartamento em geral e condomínios horizontais. pensões. hospedarias. Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. reparação e manutenção de aparelhos eletrodomésticos.   Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 30 de 55  . pré-universitários. motéis. Hotéis. fotográficos e assemelhados. Pensionatos. artigos hospitalares e assemelhados. Agências bancárias e assemelhados. universitários e assemelhados. dança. escolas religiosas e assemelhadas. supermercados em geral. cursos supletivos.TABELA 1 CLASSIFICAÇÕES E EXIGÊNCIAS EM EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Exemplos Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas). Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais. futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). instituições financeiras (que não estejam incluídas em D-2). pousadas. E-6 Escola para portadores de deficiências Escolas para excepcionais. Laboratórios de análises clínicas sem internação. centros profissionais e assemelhados. internatos. chaveiros. pintura de letreiros e outros. laboratórios químicos. musculação e outros) esportes coletivos (tênis. Escolas profissionais em geral. ginástica (artística.

e assemelhados. salões de baile. máquinas agrícolas e rodoviárias. em geral. micaretas. Igrejas. postos policiais e assemelhados. sem abastecimento (exceto veículos de carga e coletivos). cafés. pista de patinação. necrotérios. Restaurantes. sinagogas. cemitérios. galerias de arte. restaurantes dançantes. edificações das forças armadas e policiais Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 31 de 55  . refeitórios. Salões e salas de exposição de objetos e animais. parques recreativos e assemelhados (Edificações permanentes). academias. clubes sociais. prontos-socorros. retificadoras de motores e assemelhados. auditórios de estúdios de rádio e televisão. bares. sambódromos. estações de transbordo em geral e assemelhados. álcool e assemelhados (Todos sem celas). cinemas. borracharia. garagens (exceto veículos de carga e coletivos). F-2 Local religioso e velório F-3 Centro esportivo e de exibição e Locais de Diversão F-4 Estação e terminal de passageiro F Local de Reunião de Público F-5 Arte cênica e auditório F-6 Clube social e Diversão F-7 Construção provisória F-8 Local para refeição F-9 Recreação pública F-10 Exposição de objetos e animais G-1 Garagem sem acesso de público e sem abastecimento Garagem com acesso de público e sem abastecimento Local dotado de abastecimento de combustível G-2 G Serviço automotivo e assemelhados G-3 G-4 Serviço de conservação. delegacias. Circos. cartórios. salas de funerais e assemelhados. clubes e assemelhados. casa de saúde.  Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Exemplos F-1 Local onde há objeto de valor inestimável Museus. Garagens coletivas sem automação. auditórios em geral e assemelhados. cantinas e assemelhados. ginásios e piscinas com arquibancadas. autódromos. templos. Teatros em geral. reformatórios. lanchonetes. mesquitas. bingos. tratamento de dependentes de drogas. Jardim zoológico. Oficinas de conserto de veículos. parques de diversão e/ou exposição. Abrigos para aeronaves com ou sem abastecimento Hospitais. quartéis. portos. aquários. bibliotecas e assemelhados. metrô. clínicas e consultórios veterinários e assemelhados (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) Asilos. planetários. centro de documentos históricos. abrigos geriátricos. Estádios. boliches e assemelhados. Legislativo e Judiciário. Garagens automáticas. arenas em geral. tribunais. manutenção e reparos G-5 Hangares H-1 Hospital veterinário e assemelhados H-2 H Serviço de saúde e institucional H-3 Local onde pessoas requerem cuidados especiais por limitações físicas ou mentais Hospital e assemelhado H-4 Repartição pública. Postos de abastecimento e serviço. capelas. Hospitais. orfanatos. e assemelhados (Edificações permanentes). heliponto. Estações rodoferroviárias e marítimas. vaquejadas. hospitais psiquiátricos. clínicas com internação e assemelhados (todos com internação). rodeios. Boates. centrais de polícia. Edificações do Executivo. tiros ao alvo. Oficinas e garagens de veículos de carga e coletivos. aeroportos. show-room. bilhares. crematórios.

ferramentas. espuma sintética. relógios. centros de comunicação. onde os processos não envolvem a utilização intensiva de materiais combustíveis (aço. centrais de transmissão ou de distribuição de energia e assemelhados. reciclagem ou armazenamento de material recusado/descartado. atividades industriais que envolvam líquidos e gases inflamáveis. Locais onde a carga de incêndio não chega a 300MJ/m2 Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. metais e outros materiais incombustíveis. Edificação destinada a produção. Propriedade destinada ao processamento. gesso. Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa a 1. Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados. postos de atendimento de urgência. pedras. fábricas de caixas e assemelhados. J-4 Todo tipo de Depósito L-1 Comércio L Explosivos L-2 Indústria Indústria de material explosivo. postos de saúde e assemelhados (Todos sem internação). consultórios em geral. unidades de hemodiálise. fotogravuras. M-1 Túnel Túnel rodo ferroviário e marítimo. sabão. penitenciárias.   Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Exemplos Clínicas médicas. Locais com carga de incêndio superior a 1. presídios) e instituições assemelhadas (todos com celas). tintas. tais como fábricas em geral. jóias.200MJ/m2. suco de frutas. bebidas destiladas. serralheria. Locais em construção ou demolição e assemelhados.H-5 Local onde a liberdade das pessoas sofre restrições Manicômio Judiciário. reformatórios. Atividades que manipulam materiais com médio risco de incêndio. aparelhos de rádio e som. artigos de metal. borracha e assemelhados. ambulatórios. Atividades que manipulam materiais com baixo risco de incêndio. destinados a transporte de passageiros ou cargas diversas.200 MJ/m² I Indústria I-2 I-3 J-1 Depósitos de material incombustível J-2 J Depósito J-3 Todo tipo de Depósito Todo tipo de Depósito Depósitos com carga de incêndio entre 300 a 1. areias. destilarias. Edificações sem processo industrial que armazenam tijolos. M-2 Tanques ou Parque de Tanques M Especial M-3 Central de comunicação e energia M-4 Propriedade em transformação M-5 Processamento de lixo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 32 de 55  . Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m2. instrumentos musicais. armazenamento e distribuição de líquidos ou gases combustíveis e inflamáveis. armas. metais. Central telefônica. esculturas de pedra. alimentos marcenarias. tais como: artigos de vidro. refinarias. manipulação. Todos sem embalagem.200MJ/m2 Locais onde há alto risco de incêndio. elevadores de grãos. L-3 Depósito Depósito de material explosivo. H Serviço de saúde e institucional H-6 Clínicas e consultórios médicos e odontológicos I-1 Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam baixo potencial de incêndio. Locais com carga de incêndio entre 300 a 1. móveis. ceras. máquinas). Fabricação de explosivos. automóveis. prisões em geral (casa de detenção.200MJ/m². materiais oxidantes. louças. cimentos.

M-6 Terra selvagem Floresta. reserva ecológica. parque florestal e assemelhados.00 m < H  30. D.200MJ/m² acima de 1.00 m 24. Área aberta destinada a armazenamento de containers.00 m < H  12. F6.200MJ/m² TABELA 4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 750 M2 E/OU COM MENOS DE DOIS PAVIMENTOS F C F2.00 m TABELA 3 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À CARGA DE INCÊNDIO Risco Baixo Médio Alto Carga de Incêndio MJ/m² até 300MJ/m² entre 300 e 1. F7 e F8 F1 e F5 X X1 X X X X X3 X X X X X1 X X X H1 e H4 X X1 X X X H2 e H3 X X1 X X X H5 X X1 X X X X X1 X X X H IeJ L1 X X4 X X X L Medidas de Segurança contra Incêndio A.00 m < H  24. F4. F3.00 m 12. M-7 Pátio de Containers TABELA 2 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II III IV V VI Denominação edificação térrea edificação de baixa altura edificação medianamente baixa edificação de média altura edificação medianamente alta edificação alta Altura um pavimento H  6.00 m H > 30.00 m 6. Ee B G Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Sinalização de Emergência Extintores Central de Gás X X1 X X X X X² X X X Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 33 de 55  .

Exigido para o portão de acesso ao condomínio e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. 2 – Estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. 4 – Luminárias à prova de explosão. b – A Divisão L1 (Explosivos) está limitada à edificação térrea até 100 m2 (observar Norma Técnica especifica). 3 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 30m. d – As edificações da divisão A1 ficam isentas da presente exigência. 2 – Edificações com carga de incêndio alta. e c – As Divisões L2 e L3 somente poderão ser analisadas mediante Câmara Técnica. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 34 de 55  .Para as edificações com lotação superior a 50 (cinqüenta) pessoas e/ou com mais de 01 (um) pavimento. NOTAS GENÉRICAS: a – O pavimento superior da unidade duplex do último piso da edificação não será computado para a altura da edificação. ver tabelas e Normas Técnicas específicas. 3 . A-2 e A-3 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X1 X X X X3 X X X X H6 X1 X X X X3 X X X X 6 < H  12 X1 X X X X3 X X X X 12 < H  24 X1 X X X X3 X X X X 24 < H  30 X1 X X X X3 X X X X H > 30 X1 X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. NOTAS GENÉRICAS: a – Para a divisão M.   TABELA 5A EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO A COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Central de Gás Chuveiros Automáticos GRUPO A – RESIDENCIAIS Condomínios Residenciais (A-1).NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Somente para as edificações com mais de 01 (um) pavimento.

5 X6 X X X 6 < H  12 X7 X X X X4. 7 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.5 X6 X X X 12 < H  24 X7 X X X X4.5 X6 X X X 24 < H  30 X7 X X X X X X X X X H > 30 X7 X X X X4 X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 4 – Os detectores de incêndio devem ser instalados em todos os quartos. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 35 de 55  . Exigido para o portão de acesso ao condomínio e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.TABELA 5B EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO B COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos GRUPO B – SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X7 X X X3 X4. 6 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. 3 – Estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço.5 X6 X X X H6 X7 X X X3 X4. 5 – Quando a edificação possuir Carga Incêndio Alta. 2 – Pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. exceto para as selagens dos shafts e dutos de instalações.

7 – Recomendado para as vias de acesso e faixa de estacionamento. C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea X7 X X X X5 X8 X X X H6 X7 X X X X5 X8 X X X 6 < H  12 X7 X X X X5 X8 X X X 12 < H  24 X7 X X X X5 X8 X X X X 24 < H  30 X7 X X X X5 X X X X X X H > 30 X7 X X X X X X X X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos Central de Gás X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 5 – Somente para as áreas de depósitos superiores a 750m². Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 36 de 55  . Exigido para o portão de acesso ao condomínio comercial. e 8 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.TABELA 5C EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO C COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO C – COMERCIAIS Divisão C-1.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 37 de 55  . D-2. D-3 e D-4 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X4 X X X H6 X4 X X X 6 < H  12 X4 X X X 12 < H  24 X4 X X X 24 < H  30 X4 X X X H > 30 X4 X X X X X X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 4 – Recomendado. e 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.TABELA 5D EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO D COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça X5 X X X X5 X X X X5 X X X X5 X X X X X X X GRUPO D – SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1.

E-4. E-3. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. NOTAS GENÉRICAS: a – Edificações destinadas a escolas que possuam alojamentos ou dormitórios devem ser protegidas pelo sistema de detecção de fumaça nos quartos. 4 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.TABELA 5E EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO E COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO E – EDUCACIONAL E CULTURAL Divisão E-1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 38 de 55  . E-5 e E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea X3 X X X X4 X X X H6 X3 X X X X4 X X X 6 < H  12 X3 X X X X4 X X X 12 < H  24 X3 X X X X4 X X X 24 < H  30 X3 X X X X X X X H > 30 X3 X X X X X X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. E-2. b – Os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados.

TABELA 5F. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.6 X X X X3 X X X X4 X5. e 6 – Somente para edificações do Grupo F-1. 5 – Quando a Carga Incêndio for Alta.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-1.6 X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X3 X X X X4 X X X X X3 X X X X4 X X X X X3 X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X X3 X X X X4 X3 X X X X4 Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 4 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 39 de 55  . F-2 E F-8 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-1 e F-8 Classificação quanto à altura (em metros) F-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X3 X X X X4 X3 X X X X4 X3 X X X X X5 X X X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X3 X X X X4 X5.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 40 de 55  . Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-3.TABELA 5F. F-4 E F-9 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-3 e F-9 F-4 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X2 X X X X2 X X X Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X2 X X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.

5 – Recomendado.6 X X X X5 X X X X3 X4. cozinhas.6 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Somente para os locais como depósitos. escritórios. e nos locais de reunião onde houver teto e/ou forro falso com revestimento combustível. casa de máquinas e assemelhados.TABELA 5F. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 41 de 55  . 4 – Somente para locais com público acima de 1000 pessoas. e 6 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. pisos técnicos.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-5 E F-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-5 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X5 X X X X3 X4.6 X X X F-6 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X5 X X X X3 X X X X X5 X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X Divisão 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X5 X X X X3 X X X X X5 X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X X5 X X X X3 X4.6 X X X X5 X X X X3 X4.

NOTAS GENÉRICAS: a – A Divisão F-7 com altura superior a 6 metros. será submetida à Comissão Técnica para definição das medidas de Segurança contra incêndio.4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-7 E F-10 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X3 X X X X3 X X X F-10 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X3 X X X X X5 X X X X X X X X X X X X X X X X5 X X X X5 X X X X3 X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFÍCAS: 3 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 42 de 55  .TABELA 5F. 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.

3 – Recomendado. a no máximo 5 m da saída de emergência. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 43 de 55  .TABELA 5G.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-1 E G-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X3 X X X H6 X3 X X X 6 < H  12 X3 X X X 12 < H  24 X3 X X X 24 < H  30 X3 X X X H > 30 X3 X X X X X2 X X X X X X X2 X X X X X2 X X X X X2 X X X X X2 X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Deve haver pelo menos um acionador manual. por pavimento.

a no máximo 5 m da saída de emergência. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 44 de 55  .TABELA 5G.As exigências acima referem-se às ocupações de divisões G-3 e G-4. por pavimento.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-3. G-4 E G-5 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X4 X X X X4 X X X G-4 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X X X X2 X X X X X4 X X X X X2 X X X X Divisão 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X2 X4 X X X X X2 X X X X X4 X X X X4 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Deverá haver pelo menos um acionador manual. A ocupação de divisão G-5 será analisada em Comissão Técnica. NOTA GENÉRICA: a . 4 – Recomendado.

2 – Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-1 E H-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL Divisão H-1 Classificação quanto à altura (em metros) H-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X1 X2 X X X X4 X X X X1 X2 X X X X X4 X X X X1 X2 X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X4 X X X X4 X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X2 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X5 X5 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Os detectores deverão ser instalados em todos os quartos. 4 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 45 de 55  . e 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.TABELA 5H.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 46 de 55  . Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. e 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-3 E H-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X5 X5 X X X H-4 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X4 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X1 X2 X X X X X4 X X X X1 X2 X X X X X4 X X X X4 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Os detectores deverão ser instalados em todos os quartos. 2 – Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores.TABELA 5H. 4 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.

prever detecção em todos os quartos. 2 – Caso haja internação na Divisão H-6 (clínica). Penitenciárias. etc. Presídios.) não será necessário automática de incêndio. Para os Manicômios Judiciários e assemelhados. detecção Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 47 de 55  .TABELA 5H. a edificação será enquadrada como H-3.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-5 E H-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-5 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X X X X X X X X X1 X4 X X X X4 X X X H-6 Classificação Quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X2 X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X X X2 X2 X X X X2 X4 X X X X2 X2 X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X X X X X1 X4 X X X X X X X X1 X4 X X X X X X X X1 X X X X X X X X X1 X X X X X X4 X X X X4 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Para a Divisão H-5. 4 – Recomendado. as prisões em geral (Casas de Detenção.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 48 de 55  . Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.TABELA 5I.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-1 E I-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão I-1 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X2 X X X X2 X X X GRUPO I – INDUSTRIAIS I-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X2 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.

e 2 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO I – INDUSTRIAIS I-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X H6 X2 X 6 < H  12 X2 X 12 < H  23 X2 X X X X X X X X X X 23 < H  30 X2 X X X X X X X X X X X Acima de 30 X2 X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.TABELA 5I. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 49 de 55  .

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 50 de 55  .TABELA 5J.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-1 E J-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão J-1 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X3 X X X X3 X X X GRUPO J – DEPÓSITOS J-2 Classificação Quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 23 < H Acima  12  23  30 de 30 X3 X X X X3 X X X X3 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H  6  12  23  30 de 30 X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X X X X X X X X3 X X X X3 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 51 de 55  .2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-3 E J-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão J-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X2 X X2 X GRUPO J – DEPÓSITOS J-4 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 23 < H H > 30  12  23  30 X2 X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 23 < H H > 30 Térrea H  6  12  23  30 X2 X X2 X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X2 X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Controle de Fumaça Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento.TABELA 5J. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.

TABELA 5L.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-1 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO M – ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Medidas de Segurança contra Incêndio Até 200 Saídas de emergência Controle de fumaça em espaços comuns e amplos Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema Circuito de TV Extintores Hidrantes X X4 X X5 X2 X X2 X X1 De 200 à 500 X1 De 500 à 1000 X1 X3 X2 X X Acima de 1000 X1 X3 X2 X X X X X5 Divisão NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Considerar saídas como sendo passarelas laterais (corredores de circulação.Vide Tabela 4. etc. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 52 de 55  . mangueiras. 2 – A brigada de incêndio deve ser pessoal treinado da Empresa responsável ou Administradora. 3 – Deve ser ligado a sistema automático de acionamento (ex. TABELA 5M. além das exigências acima. detector de incêndio). NOTAS GENÉRICAS: a – Todos os túneis em paralelo devem ter interligação conforme Normas Técnicas Específicas.1 Grupo de ocupação e uso GRUPO L – EXPLOSIVOS Divisão L-1 (COMÉRCIO) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H6 6 < H  12 Medidas de Segurança contra Incêndio NOTA GENÉRICA: A – Será permitida somente edificação com área até 100 m² . e b – Os túneis com extensão superior a 1000m devem ser submetidos a análise em Comissão Técnica. com guarda-corpo em ambos os lados) com largura mínima de 1. 4 – Rede de hidrante seca. reserva.).00m. e 5 – Rede de hidrante completa (bomba.

240kg 6. utilização e distribuição de Gás Natural. comercialização e utilização de GLP e comercialização. conforme Norma Técnica Específica. 2 – Somente para líquidos inflamáveis e combustíveis. desde que não sejam utilizadas para outros fins. e 4 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento. 3 – Luminárias à prova de explosão.3 X4 X X X3 X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X2 Tanques ou cilindros Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Resfriamento Espuma NOTAS ESPECÍFICAS: 1– Somente quando a área construída for superior a 750 m². Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 53 de 55  .TABELA 5M.240kg 6.240kg 6. excluídas as coberturas de bombas de combustível. NOTA GENÉRICA: a – deverão ser verificadas as exigências quanto ao armazenamento constantes nas Normas que tratam de armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis.240kg X4 X4 X4 X4 X X X X X1 X X1.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-2 (QUALQUER ÁREA E ALTURA) Grupo de ocupação e uso GRUPO M – ESPECIAIS Divisão M-2 – Líquidos e gases combustíveis e Inflamáveis Produtos acondicionados Postos de Líquidos acima Líquidos acima serviços ou Líquidos até 20 m³ Líquidos até 20 m3 de 20 m3 ou de 20 m3 ou abastecimentos ou gases até ou gases até gases acima de gases acima de 6. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.

e 2 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento.TABELA 5M. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-3 – Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Térrea X2 X X X H6 X2 X X X 6 < H  12 X2 X X X 12 < H  23 X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X1 23 < H  30 X2 X X X X X X X X X1 Acima de 30 X2 X X X X X X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores HidranteS Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – O sistema de chuveiros automáticos para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 54 de 55  . através de supressão total do ambiente.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 55 de 55  . quando houver edificação (construção) com área superior a 750m².TABELA 5M.4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-4.M-6 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores X X X X H6 X X X X 6 < H  12 X X X X 12 < H  23 X X X X 23 < H  30 X X X X H > 30 X X X X NOTA GENÉRICA: a – Nas divisões M-5.M-5 . M-6 E M-7 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-4 . M-5. o processo deve ser analisado através de Comissão Técnica. M-6 e M-7.

O 002/2008 TERMINOLOGIA E SIMBOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 21 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

3. Agente extintor: Produto utilizado para extinguir o fogo. janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo. Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados. Altura da edificação: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação. destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio no risco protegido. 3.6. com as inclusões e adequações de exigências constantes nesta instrução. Abrigo: Compartimento. Ampliação: Aumento da área construída da edificação. Adota-se a NBR 14100/98 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projetos.2. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio. Abertura desprotegida: Porta. ficando em local seguro. para alcançar a escada ou rampa. Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos. sob a projeção do parâmetro externo da parede da edificação. Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor. DEFINIÇÕES Para efeitos desta Norma Técnica. Altura Total da Edificação: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga.12. Acompanhante: Pessoa com conhecimentos da operacionalidade dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios instalados na edificação.1. até as redes de distribuição. Adutora: Canalização. ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação.1. embutido ou aparente. 3. Alambrado: Tela de arame ou outro material similar. 3. ao piso do último pavimento Habitável. OBJETIVO Esta Norma Técnica padroniza os termos. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 21 . varandas e terraços. constituindo a rota de saída horizontal.2. vestíbulos.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 002/2008 TERMINOLOGIA E SIMBOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexo 1. 3. que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA). 3.4. 3. Os acessos podem ser constituídos por corredores. 3.5. Os símbolos gráficos constantes nesta Norma Técnica se aplicam aos projetos de segurança contra incêndio.9. que acompanha o Bombeiro Militar Fiscal.15. Alarme de incêndio: Dispositivo de acionamento automático e desligamento manual.8. executando os testes necessários na vistoria. área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento. dotado de porta. destinado a armazenar mangueiras.7. passagens. Altura ascendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível da descarga. APLICAÇÃO Esta Norma Técnica se aplica a toda legislação de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado do Ceará. 3.10. símbolos e definições utilizados na legislação de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.13. 3. balcões.14. esguichos. 2. 3. 3. 3.3. com resistências mecânicas de 5000 N / m. 3. 2.11. ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo). 3. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação. geralmente de grande diâmetro. Abandono de edificação: Retirada organizada e segura da população usuária de uma edificação conduzida à via pública ou espaço aberto. 2. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. ao ponto mais alto da edificação. aplicam-se os seguintes termos e definições: 3.

próximo ao local de resgate de vítimas com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas.26. Área construída parcial: Área da projeção da coberta de uma edificação. Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações. portas. localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto.1 m/s. Área de pouso e decolagem: Local do Heliponto ou Heliporto. e excluindo a área de antecâmara. 3. 3. 3. 3. 3. Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem. Área de armazenamento: Local contínuo destinado ao armazenamento de recipientes transportáveis de gás liqüefeito de petróleo (GLP). 3. conforme Norma Técnica n. Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases.24. separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos elevados.23. em caráter temporário.° 09 – Separação entre Edificações. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade. Área de pouso ocasional: Local de dimensões definidas. com ventilação natural garantida por janela para o exterior. 3. onde o Helicóptero pousa e decola . admitindo-se acréscimo de 25%. Admissível somente em bases de GLP e deve ter seu processo analisado por Comissão Técnica. totalizando 1900 MJ/m³. 3. com dimensões definidas. Área de estocagem: local destinado ao acondicionamento de fogos de artifícios industrializados. Anemômetro de fio quente ou termo anemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo. adotando-se como parâmetro a carga de incêndio de 1520 MJ /m³.840 kg de GLP. Aplicação por espuma: Tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido. 3. do espaço compreendido pelo perímetro interno das paredes externas e paredes corta fogo. Área de refúgio: Local seguro que é utilizado temporariamente. paredes. 3. previamente delimitado. 3.18. 3. 3.28. 3.17. e pelas quais pode-se irradiar o incêndio.22.16. com risco isolado. elementos de vedação). provocando o mínimo de submergência. no processo de segurança contra incêndio. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos. em qualquer pavimento de uma edificação. ou entre o pavimento e o nível superior a sua cobertura. a área coberta ou projeção da mesma.Tipo II: Utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido.31. compreendendo os corredores de inspeção. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 21 . parcialmente utilizados e vazios.3. Área de refúgio para helipontos: Local ventilado. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar. em geral com valores em torno de 0.39.35. por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização). com acesso à escada de emergência. 3. 3.36. Análise: Ato de verificação das exigências das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco.30. 3. 3.32.27. específica e por prazo limitado. Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada. e dos recintos fechados de escadas e rampas. Não se enquadra na definição do item 3.22 desta NT.33.37. Área de armazenamento especial: Área destinada ao armazenamento superior a 99. acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores. 3. Área de pavimento: Medida em metros quadrados. com dimensões definidas. 3.Tipo III: Utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre.34.21. Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de helicópteros. que pode ser usado. mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido. Área construída ou edificada: Área da projeção da coberta de uma edificação. para pousos e decolagens de helicópteros mediante autorização prévia. 3. Área de Risco: Ambiente externo à edificação que contém armazenamento de produtos inflamáveis. produtos combustíveis e/ou instalações elétricas e de gás. parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo. que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de Helicópteros. Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas. Área de armazenagem: Local destinado a estocagem de fogos de artifício industrializado.38. sendo esta utilizada exclusivamente para proteção das ilhas de bombas em postos de gasolina. 3.19. 3.25. quando esta for constituída de material metálico com pé direito de no mínimo 6m.22. 3.20. cheios. quando existirem. Área construída total: Somatória de todas as áreas construídas de uma edificação. do respectivo órgão do Comando Aéreo Regional. cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo.1.29.

3. com fechamento na cobertura. neste caso obrigatoriamente inclinada. Atestado de brigada contra incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio. pelo menos. com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante. 3..41. uma face aberta para o espaço livre exterior.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis. conectando dois ou mais pavimentos cobertos. 3.43. latas. 3. 3. 3. tal como uma parede. piso técnico de elevadores.45.57.65. 3.67.54. excluindo-se o de descarga. Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação.63.49. Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta. Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha. Átrio (“Atrium”): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos. 3. 3. Balcão ou sacada: Parte de pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio. 3. e que tenha sido aprovado no curso de formação. 3. Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases.47.59. Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrifugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio. 3.66.48. com dedicação exclusiva. ou da própria administração do estabelecimento. 3. 3. Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta. tendo. 3. Área de venda: Local destinado a permanência de pessoas para escolha e compra de fogos de artifício. tanto vertical quanto horizontal. escada rolante e “shafts” de hidráulica. Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema de iluminação de emergência assegura os níveis de iluminância exigidos.62.46.61. Bomba de pressurização (“jockey”): Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida. caixas de água e circulação vertical. 3. chama-se quina do degrau.53. Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente. duto de coleta e dreno.. tonéis.56. chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo. que é projetada e construída para restringir o movimento da fumaça. 3. 3. Bacia de contenção: Região delimitada por uma depressão do terreno ou diques destinada a conter integralmente o vazamento de produtos líquidos dos tanques. Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados. Bombeiro profissional civil: Pessoa pertencente a uma empresa especializada. 3.40. 3. andar ou teto. que presta serviços de prevenção de incêndio e atendimento de emergência em edificações e eventos. 3. exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis. 3. Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada. onde são acondicionados recipientes (tais como tambores. Bombeiro público (Militar ou civil): Pessoa pertencente a uma corporação de atendimento às emergências públicas. 3. Aspersor: Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob comando. Barreiras de fumaça (“smoke barriers”): Membrana.52.51. As barreiras de fumaça podem ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar. etc. eletricidade. de acordo com a norma específica. controlado pela central.50. quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado. 3. preenchido com pedra britada. Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio cuja força provém da eletricidade. 3. Ático: Parte do volume superior de uma edificação. 3. arredondada inferiormente ou não. Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo. Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo. destinada a abrigar máquinas. 3. 3.64. adequados para controlar o movimento da fumaça. Bombeiro voluntário: Pessoa pertencente a uma organização não Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 21 . Nota: Se o degrau não possui bocal. Bocal ou nariz do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho.60. para aplicação de agente extintor.42. baldes. ar condicionado e cabos de comunicação. a linha de concorrência dos planos do degrau e do espelho. Bomba com motor a explosão: Equipamento para o combate a incêndio cuja força provém da explosão do combustível misturado com o ar.44. excetuando-se os locais destinados a escada.58. Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não.55. a saliência do bocal ou da quina sobre o degrau imediatamente inferior não pode ser menor que 15 mm em projeção horizontal.

contido apenas pelo equipamento de transportes.79. dentro de uma área preestabelecida. 3. representativas de entidades públicas e privadas. a edificação possua as condições de segurança contra incêndio. 3.83. calor e gases. Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos. voluntárias ou não.89.76. 3. com o objetivo de analisar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas mais complexas ou apresentarem dúvidas quantos às exigências previstas na legislação. 3. Código Penal. Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma. Central de gás: Área devidamente delimitada. respeitando o Código do Consumidor.80. com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva. Botoeira “liga-desliga”: Acionador manual. Carga a granel: produto que é transportado sem qualquer embalagem. previstas pela legislação e constantes no processo. pisos e tetos. 3.85. expresso em megajoule 2 (MJ) por metro quadrado (m ). Cobertura: Elemento construtivo. Compartimentação: Medidas de proteção passiva. determinados nas normas técnicas em vigor. 3. divisórias.). Causa: Origem de caráter humano ou material. Camada de fumaça (“smoke layer”): Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica. que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo. Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas. combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros. Comércio de fogos de artifício no varejo: local destinado à venda de fogos de artifício de classes A e B. destinados ao armazenamento de gás liquefeito de petróleo (GLP) para consumo.69. abandono da edificação. Botijão portátil: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP) com capacidade nominal de até 5 kg de GLP.91.73. Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume de água que o recipiente pode comportar. 3. 3. 3. 3.90. 3. treinadas e capacitadas para atuar na prevenção. desenhos ou plantas do sistema. 3. 3.68.71.74. constituídas de elementos de construção resistentes ao fogo. 3. que contém os recipientes transportáveis ou estacionário(s) e acessórios. no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos. Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço. destinados a evitar ou minimizar a propagação do fogo. 3. 3. 3. vento etc. Estatuto da Criança e do Adolescente e o R 104. quarto de hotel ou assemelhado. Compartimentação horizontal: Medida de proteção.82. inclusive o revestimento das paredes. 3. Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção.72. Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios.84. Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semirígidas. para bomba principal. 3. Comissão especial de avaliação (CEA): Grupo de pessoas qualificadas no campo da segurança contra incêndio.87.78. durante a vistoria. estabelecendo um período de revalidação. interna ou externamente ao edifício. de tal modo que o incêndio fique Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 21 . separando ambientes. localizado no topo da edificação. Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico.70.81. Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado.92. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo.86. 3. 3. 3. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP. calor.governamental que presta serviços de atendimento às emergências públicas. vaso. Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio: Documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) certificando que. do tipo liga-desliga. Botijão: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP). 3. 3. convertê-los em indicações adequadas. relacionada com um acidente. Comissão técnica: Grupo de estudo do CBMCE. Código Civil. com o objetivo de avaliar e propor alterações necessárias ao Código de Segurança Contra Incêndio. Como construído (“as built”): Documentos. seja ele tanque.77. 3. caçamba ou container. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador.88. instituído pelo Comandante do Corpo de Bombeiros. comandar e controlar os demais componentes do sistema.75.

100. 3. Destravadores eletromagnéticos: Dispositivo de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético. Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação. 3. 3. comburente e outros). Compartimento: Parte de uma edificação. que permite o recalque de água para o sistema. chama ou fumaça. 3. 3. portas. com a finalidade de facilitar o seu embarque. basicamente. desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte.contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal. Detector automático de incêndio: Dispositivo que. Compensadores Sincronos: Equipamento que compensa reativos do sistema. trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta. dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade. que lhe define a altura. que consiste na auto combustão de um corpo (composto de combustível. decorrente da passagem de corrente elétrica. 3. Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. cano ou peça similar. Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade. Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde. Dispositivo de recalque: Registro para uso do Corpo de Bombeiros. Compartimentação vertical: Medida de proteção. em qualquer estado físico. de edificação e do público em geral.102.109. construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites. o qual ocorre por camadas e a velocidades controladas (de alguns décimos de milímetros até quatrocentos metros por segundo.107. 3.99. quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos. por calor. Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como “piso”. Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) e outra instalação necessária para a segurança do usuário. compreendendo um ou mais cômodos. não se tratando especificamente de sinalização de emergência. destinado ao pisoteio e o espelho que é a parte vertical do degrau.112. 3. Estes dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos. 3. Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas. e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa. medida perpendicularmente à face exposta da edificação. 3. aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento. 3. ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas. 3. com superfície lisa. arredondada e contínua. tais como: localização de ambientes. 3. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo espectador para alcançar um acesso. prestação de serviços e propagandas. Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação.98. Compartimentar: Separar um ou mais locais do restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo. 3.94. 3. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 21 . separando pavimentos consecutivos. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. saídas.97. podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema. Podem ser: Dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma. 3. espaços ou andares. 3.103. esguichos de fluxo direcional.104. Corrimão: Barra. estabelecida a partir do limite de área de armazenamento. do manipulador. detecta princípios de incêndio podendo ser ativado.108. Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m2). Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques. 3. 3.95.106. Deflagração: fenômeno característico dos chamados baixos explosivos. com a finalidade de orientar sua população.96. Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote.105. 3.101. 3.113.110.111. para acondicionamento de carga geral a transportar.93. selos e “dampers” corta-fogo. ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote.

3.114. Distribuição de GNL a granel: Compreende as atividades de aquisição ou recepção, armazenamento, transvasamento, controle de qualidade e comercialização do gás natural liquefeito (GNL), por meio de transporte próprio ou contratado, podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural, que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras, com sede e administração no País. 3.115. Divisória ou tabique: Parede interna, baixa ou atingindo o teto, sem efeito estrutural e que, portanto, pode ser suprimida facilmente em caso de reforma. 3.116. Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de “extrato formador” de espuma e água. 3.117. Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação, que conduza ar puro, coletado ao nível inferior desta, às escadas, antecâmaras ou acessos, exclusivamente, mantendo-os, com isso, devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio. 3.118. Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação, que permite a saída, em qualquer pavimento, de gases e fumaça para o ar livre, acima da cobertura da edificação. 3.119. Duto “plenum”: Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização, dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização. 3.120. Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação, equipamento ou material. 3.121. Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que, em cada pavimento: 3.122. tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas, providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas; ou 3.123. tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas, provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas, e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. 3.124. Observação: Em qualquer caso, as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo

menos 20% de suas áreas abertas, com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas, para permitir a ventilação. 3.125. Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados. 3.126. Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor, convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama. 3.127. Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo, responsável pela radiação de calor, convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas. 3.128. Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função. 3.129. Edificação térrea: Construção de um pavimento, podendo possuir mezaninos cuja somatória de áreas deve ser menor ou igual à terça parte da área do piso de pavimento. 3.130. Efeito chaminé (“Stack effect”): Fluxo de ar vertical dentro das edificações, causado pela diferença de temperatura interna e externa. 3.131. Efeito do sistema: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado, ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão. 3.132. Elemento de compartimentação: Elemento de construção que compõe a compartimentação da edificação. 3.133. Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação. 3.134. Embalagens: elemento ou conjunto de elementos destinados a envolver, conter ou proteger produtos durante sua movimentação, transporte, armazenamento, comercialização ou consumo. 3.135. Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio, decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional. 3.136. Entrepiso: Conjunto de elementos de construção, com ou sem espaços vazios, compreendido entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior. 3.137. EPI: Equipamentos de proteção individual. 3.138. EPI de nível “A”: É o nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação, sendo por inalação, ingestão ou absorção cutânea. Utiliza-se roupa encapsulada

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de proteção química, com proteção respiratória de pressão positiva. 3.139. EPI de nível “B”: É o nível de proteção intermediário, para exposições de produtos com possibilidade de respingos. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa. 3.140. EPI de nível “C”: É o nível mínimo necessário a qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos. 3.141. EPR: Equipamentos de proteção respiratória. 3.142. Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta fogo. 3.143. Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso, cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação, sendo dotada de guarda corpo ou gradil (Barreiras) e corrimãos em todas sua extensão (degraus e patamares), permitindo desta forma eficaz ventilação, propiciando um seguro abandono. 3.144. Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça, cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização. 3.145. Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo. 3.146. Escada enclausurada à prova de fumaça (EPF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo, cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto, de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio. 3.147. Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo. 3.148. Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada que embora possa fazer parte de uma rota de saída, comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores, “halls” e outros, em cada pavimento, não possuindo portas cortafogo. 3.149. Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono. 3.150. Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras, destinado a dar forma, direção e controle ao jato, podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. 3.151. Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato, permitindo o uso d’água em forma de chuveiro de alta velocidade.

3.152. Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas, tubulações e sistemas. 3.153. Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo. 3.154. Espaços comuns (“communicating space”): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes, nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente. Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectarse por meio de passagens abertas. 3.155. Espaços comuns e amplos (“large volume spaces”): Espaço descompartimentado, geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente, dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio, tanto no espaço amplo como no espaço comum, pode mover-se ou acumular-se sem restrições. Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos. 3.156. Espaços separados (“separated spaces”): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça, os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar, visando restringir o movimento da fumaça. 3.157. Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com extrato formador de espuma (EFE) e ar. 3.158. Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhões-tanques ou de vagões-tanques. 3.159. Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas, dosadores, válvulas e reservatórios de extrato formador de espuma. 3.160. Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de extrato formador de espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água. 3.161. Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal. 3.162. Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m), efetivamente, os dispositivos da iluminação de emergência. 3.163. Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica, para conservar energia e

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manter a bateria em estado de carga para uso em emergência, quando do escurecimento da noite. 3.164. Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária. 3.165. Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel. 3.166. Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência. 3.167. Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta, respeitando-se os turnos de trabalho. 3.168. Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional. É responsável pela segurança veicular, compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos. 3.169. Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases, produzindo calor intenso e pressões elevadas. 3.170. Explosão em massa: aquela que afeta virtualmente toda a carga de maneira instantânea 3.171. Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual, portátil ou sobre rodas, destinado a combater princípios de incêndio. 3.172. Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas, que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio. 3.173. Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m, sem obstrução, possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate e seu posicionamento em relação a ela. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso ao interior do edifício e não ter obstáculos. 3.174. Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE). 3.175. Fator de massividade (“fator de -1 forma”) (m ): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural. 3.176. Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo. 3.177. Fogos de artifício: são substâncias ou misturas concebidas para produzir um efeito, por calor, luz, som, gás ou fumaça, ou

combinação destes, como resultado das reações químicas exotérmicas, auto sustentáveis, caracterizada pela deflagração. São produtos controlados conforme o anexo I do R 104. 3.178. Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono, adotando-se para o cálculo do escoamento, fluxo igual a 88 pessoas por minuto (F=88), contemplando duas unidades de passagem. 3.179. Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema. 3.180. Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema. 3.181. Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico, que produz ruídos e efeitos luminosos. 3.182. Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária. 3.183. Fumaça (“smoke”): Partículas de ar transportadas na forma sólida, líquida e gasosa, decorrente de um material submetido a pirólise ou combustão, que juntamente com a quantidade de ar que é conduzida, ou de qualquer outra forma, misturada formando uma massa. 3.184. Gás liquefeito de petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano, propeno, butano, buteno), podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. 3.185. Gás natural liqüefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas, composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano, propano, nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural. 3.186. Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio. São inodoros, incolores, maus condutores de eletricidade e não corrosivos. 3.187. Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma. 3.188. Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar, posicionado no final de cada trecho. Este elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir do modo adequado o fluxo de ar de determinado ambiente.

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3.189. Grupo moto-ventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador, com a finalidade de insulflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e expulsar a possível entrada de fumaça. 3.190. Grupo moto-gerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar, com a finalidade de gerar energia elétrica. 3.191. Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical, maciça ou não, delimitando a face lateral aberta da escada, rampa, patamar, terraço, balcão, galeria e assemelhado, servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro. 3.192. Heliponto: Área homologada ou registrada, ao nível do solo ou elevada, utilizada para pousos e decolagens de helicópteros. 3.193. Heliponto civil: Local destinado, em princípio, ao uso de helicópteros civis. 3.194. Heliponto elevado: Local instalado sobre edificações. 3.195. Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares. 3.196. Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis, de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas, sendo vedada sua utilização em caráter comercial. 3.197. Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral. 3.198. Heliportos: Helipontos públicos dotados de instalações e facilidades para apoio de helicópteros e de embarque e desembarque de pessoas, tais como: pátio de estacionamento, estação de passageiros, locais de abastecimento, equipamentos de manutenção etc. 3.199. Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações. 3.200. Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores, tampões, mangueiras de incêndio e demais acessórios. 3.201. Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água, que permite a adaptação de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios. 3.202. Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular, embutido em parede, podendo estar no interior de um abrigo de mangueira. 3.203. Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio. 3.204. Hidrante urbano: Ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra

(registro) e união de engate rápido, ligado à rede pública de abastecimento de água, podendo ser emergente (de coluna) ou subterrâneo (de piso). 3.205. Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho, em caso de falha do sistema normal de iluminação. Por exemplo: centros médicos, aeroportos, metrô, etc. 3.206. Iluminação de ambiente ou aclaramento: Iluminação com intensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as pessoas do local em caso de emergência. 3.207. Iluminação de balisamento: Sistema composto por símbolos iluminados que indicam a rota de fuga em caso de emergência. 3.208. Iluminação de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada neste momento. 3.209. Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens, horizontais e verticais, incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais, na falta de iluminação normal. 3.210. Iluminação não permanente: Sistema no qual, as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e, só em caso de falta da fonte normal, são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa. 3.211. Iluminação permanente: Sistema no qual, as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária, sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal. 3.212. Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real, em função da geometria, ventilação, características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica. 3.213. Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo, dada pela seguinte expressão:

θg=θo + 345 log (8t+1) onde: t é o tempo, expresso em minutos; θo é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius, geralmente tomada igual a 20º C; e θg é a temperatura dos gases, em graus Celsius
no instante t.

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3.214. Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório. 3.215. Instalação: Toda montagem mecânica, hidráulica, elétrica, eletroeletrônica, ou outra, para fins de atividades de produção industrial, geração ou controle de energia, contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou gasosos, ocupação de toda espécie, cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária, que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação. 3.216. Instalação de gás liquefeito de petróleo (GLP): Sistema constituído de tubulações, acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo, por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente. 3.217. Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás carbônico diretamente sobre o material que queima. Podem ser de comando automático ou manual. 3.218. Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho acondicionado em um carretel de alimentação axial, equipado na sua extremidade livre um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato. Este equipamento é de comando manual. 3.219. Instalações industriais: Conjunto de equipamentos que não se enquadram como depósitos, postos de serviço ou refinarias, mas, onde líquidos inflamáveis são armazenados e processados. 3.220. Instalação interna: Conjunto de tubulações, medidores, reguladores, registros e aparelhos de utilização de gás, com os necessários complementos, destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação. 3.221. Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos, onde existem válvulas terminais (difusores). Destes pontos, por meio da intervenção do homem, as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado. 3.222. Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo, podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais. 3.223. Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do

sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. 3.224. Interface da camada de fumaça (“smoke layer interface”): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre). Na prática, a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto, que pode ter vários metros de espessura. Abaixo desse limite efetivo, a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero. 3.225. Inundação total: Descarga de gases limpos, por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido, de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. 3.226. Isolamento de riscos: Medidas de proteção passiva por meio de compartimentação (vedos fixos resistentes ao fogo) ou afastamentos entre blocos, destinados a evitar a propagação do fogo, calor e gases, entre os blocos isolados. 3.227. Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência, previamente estabelecido por meio de croqui. 3.228. Jato compacto: Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas, observado na extremidade do esguicho. 3.229. Jato de espuma de monitor (canhão): Jato de grande capacidade de esguicho, que está apoiado em posição e que pode ser dirigido por um homem. O fluxo de solução de 1200L/min ou mais pode ser usado. 3.230. Jato de fumaça sob o teto (“ceiling jet”): Fluxo de fumaça sob o teto, estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. Normalmente, a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente. 3.231. Jato de linha de mangueira: Jato de espuma de um esguicho que pode ser segurado e dirigido manualmente. A reação do esguicho usualmente limita o fluxo da solução a aproximadamente 1000L/min no máximo. 3.232. Laje de Segurança : Área de refúgio, localizada na coberta da edificação, com no mínimo 50m², interligada à Escada de Segurança, sendo proibido qualquer desnível ou ressalto e mantendo a condição de enclausuramento. 3.233. Lanço de escada: Sucessão ininterrupta de degraus entre dois patamares sucessivos. Nota: Um lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus, nem subir altura superior a 3,70m.

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3.234. Largura do degrau (b): Distância entre o bocel do degrau e a projeção do bocel do degrau imediatamente superior, medida horizontalmente sobre a linha de percurso da escada. 3.235. Laudo: Peça na qual o profissional habilitado relata o que observou e dá as suas conclusões. 3.236. Laudo de Correção do Projeto Contra Incêndio - é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) indicando inobservâncias técnicas da legislação vigente no Projeto de Segurança Contra Incêndio. 3.237. Limite de área de armazenamento: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP), em um lote de recipientes, acrescida da largura do corredor de inspeção, quando este for exigido. 3.238. Limite do lote de recipientes: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP), em um lote de recipientes. 3.239. Linha de espuma: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a espuma. 3.240. Linha de percurso de uma escada: Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão, estando afastada 0,55m da borda livre da escada ou da parede. Nota: Sobre esta linha, todos os degraus possuem piso de largura igual, inclusive os degraus ingrauxidos nos locais em que a escada faz deflexão. Nas escadas de menos de 1.10 m de largura, a linha de percurso coincide com o eixo da escada, ficando, pois, mais perto da borda. 3.241. Linha de solução: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a solução de espuma mecânica. 3.242. Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37,8 ºC, subdividido como segue: a) Classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37,8 ºC e inferior a 60 ºC; b) Classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60 º C e inferior a 93,4 º C; c) Classe IIIB: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93,4ºC. 3.243. Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37,8 ºC, também conhecido como líquido Classe I, subdividindo-se em: 3.244. Classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8 ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC;

3.245. Classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8 ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37,8ºC; 3.246. Classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22,8 ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8 ºC. 3.247. Listagem confiável: Relação de dados e características de projeto de equipamentos ou dispositivos, publicada pelo fabricante e reconhecida por órgãos regulamentadores ou normativos, aceita pelo proprietário da instalação ou seu preposto legal designado. 3.248. Local de abastecimento: Área determinada pelo conjunto de veículo abastecedor, mangueira flexível de abastecimento e central de gás liquefeito de petróleo (GLP). 3.249. Local de risco: Área interna ou externa da edificação, onde haja a probabilidade de um perigo se materializar causando um dano. 3.250. Local de saída única: Condição de um pavimento da edificação, onde a saída é possível apenas em um sentido. 3.251. Loteamento: Parcelamento do solo com abertura de novos sistemas de circulação ou prolongamento, modificação ou ampliação dos existentes. 3.252. Lotes de recipientes: Conjunto de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP), sem que haja corredor de inspeção entre estes. 3.253. Maior risco: Aquele que possa existir oriundo de instalações projetadas ou existentes que requeira a maior demanda de água para o combate a incêndio. 3.254. Mangotinho: Ponto de tomada de água onde há uma simples saída contendo válvula de abertura rápida, adaptador (se necessário), mangueira semi-rígida, esguicho regulável e demais acessórios. 3.255. Mangueira de incêndio: Tubo flexível, fabricado com fios naturais ou artificiais, usado para canalizar água, solução ou espuma. 3.256. Mangueira flexível: Tubo flexível de material sintético com características comprovadas para uso do gás liquefeito de petróleo (GLP), podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil. 3.257. Manômetro: Instrumento que realiza a medição de pressões efetivas ou relativas. 3.258. Manômetro de líquido ajustável: Tipo de manômetro que permite a realização da avaliação da diferença de pressão entre dois ambientes por meio da comparação entre alturas de colunas de líquido dito manométrico. Permite o ajuste do valor inicial, antes do início da medição (ajuste do “zero”). 3.259. Manuseio de produtos controlados: trato com produto controlado com finalidade

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específica como, por exemplo, sua utilização manutenção, armazenamento e manipulação, em acordo com as condições legais exigidas. 3.260. Mapeamento de risco: Estudo desenvolvido pelo responsável por uma edificação em conjunto com o Corpo de Bombeiros, visando relacionar os meios humanos e materiais disponíveis por uma empresa, seguido da qualificação e otimização da capacidade de reação. 3.261. Materiais combustíveis: Produtos ou substâncias (não resistentes ao fogo) que sofrem ignição ou combustão quando sujeitos a calor. 3.262. Materiais de acabamento: Produtos ou substâncias que, não fazendo parte da estrutura principal, são agregados à mesma com fins de conforto, estética ou segurança. 3.263. Materiais fogo-retardantes: Produtos ou substâncias que, em seu processo químico, recebem tratamento para melhor se comportarem frente a ação do calor, ou ainda aqueles protegidos por produtos que dificultem a queima. 3.264. Materiais incombustíveis: Produtos ou substâncias que, submetidos `a ignição ou combustão, não apresentam rachaduras, derretimento, deformações excessivas e não desenvolvem elevada quantia de fumaça e gases. 3.265. Materiais semicombustíveis: Produtos ou substâncias que, submetidos `a ignição ou combustão, apresentam baixa taxa de queima e pouco desenvolvimento de fumaça. 3.266. Máximo enchimento: Volume máximo de gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido que um recipiente pode armazenar com segurança. 3.267. Medidas de segurança contra incêndio: Conjunto de dispositivos ou sistemas, a serem instalados nas edificações e áreas de risco, necessários para evitar o surgimento de um incêndio, limitar sua propagação, possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio. 3.268. Meio defensável (“tenable environment”): Meio no qual a fumaça e o calor estão limitados e restritos, visando preservar os ocupantes num nível que não exista ameaça de vida. 3.269. Memorial: Conceitos, premissas e etapas utilizados para definir, localizar, caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação, desde a concepção até a sua implantação e manutenção. É composto de parte descritiva, cálculos, ábacos e tabelas. 3.270. Mezanino: Pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares. Será considerado andar o mezanino que possuir área

maior que um terço (1/3) da área do andar subdividido. 3.271. Módulo habitável: Contêiner adaptado, que recebeu portas e janelas, além de instalação elétrica e/ou hidráulica; empregado como escritório, sala de reuniões, sala de treinamento ou de aula, depósito, almoxarifado ou guarita. O módulo habitável pode ser formado por um ou mais contêineres conjugados, dispostos horizontalmente (afastados ou não entre si) ou verticalmente, havendo comunicação entre os módulos, através de portas, com ou sem emprego de escadas. 3.272. Monitor: Equipamento destinado a formar e orientar jatos de água ou espuma de grande volume e alcance. 3.273. Monitor fixo (Canhão): Equipamento que lança jato de espuma e está montado num suporte estacionário fixo ao nível do solo ou em elevação. O monitor pode ser alimentado com a solução mediante tubulação permanente ou mangueiras. 3.274. Monitor portátil (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e encontra-se num suporte móvel ou sobre rodas, de modo que pode ser transportado para cena do incêndio. 3.275. Mudança de ocupação: Alteração de uso que motive a mudança de divisão da edificação e áreas de risco constante da tabela de classificações das ocupações prevista neste Regulamento. 3.276. Neblina de água: Jato de pequenas partículas d’água, produzido por esguichos especiais. 3.277. Nível de acesso: Ponto do terreno em que atravessa a projeção do parâmetro externo da parede do prédio, ao se entrar na edificação. Nota: É aplicado para a determinação da altura da edificação. 3.278. Nível de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz a um local seguro no exterior. 3.279. Norma Técnica do Corpo de Bombeiros (NTCB): é o documento técnico elaborado pelo CBMCE que regulamenta as medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco; 3.280. Ocupação: Atividade ou uso da edificação. 3.281. Ocupação mista: Edificação que abriga mais de um tipo de ocupação. 3.282. Ocupação predominante: Atividade ou uso principal exercido na edificação. 3.283. Ocupação temporária: Atividade desenvolvida de caráter temporário, tais como circos, feiras, espetáculos e parques de diversões.

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3.284. Ocupações temporárias em instalações permanentes: Instalações de caráter temporário e transitório, não definitivo em local com características de estrutura construtiva permanente, podendo ser anexadas ocupações temporárias. 3.285. Operação automática: Atividade que não depende de qualquer intervenção humana para determinar o funcionamento da instalação. 3.286. Operação de abastecimento: Atividade de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. 3.287. Operação manual: Atividade que depende da ação do elemento humano. 3.288. Operador: Profissional habilitado a executar a operação de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP, podendo acumular a função de motorista, desde que reúna as habilitações necessárias. 3.289. Órgão competente: Órgão público, federal, estadual, municipal, ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio. 3.290. Parede corta-fogo: Elemento construtivo que, sob a ação do fogo, conserva suas características de resistência mecânica, é estanque à propagação da chama e proporciona um isolamento térmico durante um tempo de 02 (duas) de fogo. Considera-se parede de 0,25cm de espessura em alvenaria ou 0,15cm de espessura em concreto. 3.291. Passagem subterrânea: Obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível subterrâneo, e ao uso de pedestres ou veículos. 3.292. Passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível aéreo, e ao uso de pedestres. 3.293. Pavimento: Plano de piso. 3.294. Pavimento de descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. 3.295. Pavimento em pilotis: Local edificado de uso comum, aberto em pelo menos três lados, devendo os lados abertos ficar afastados, no mínimo, 1,50 m das divisas. Considera-se, também, como tal, o local coberto, aberto em pelo menos duas faces opostas, cujo perímetro aberto tenha, no mínimo, 70% do perímetro total. 3.296. Percentual de aberturas em uma fachada: Relação entre a área total (edificações não compartimentadas) ou área parcial (edificações compartimentadas) da fachada de uma edificação, dividido pela área de aberturas existentes na mesma fachada.

3.297. Perigo: Propriedade de causar dano inerente a uma substância, a uma instalação ou a um procedimento. 3.298. Pesquisa de incêndio: Apuração das causas, desenvolvimento e conseqüências dos incêndios, mediante exame técnico das edificações, materiais e equipamentos, no local e/ou em laboratório especializado. 3.299. Pessoa habilitada: pessoa dotada de conhecimento técnico e treinada para comercializar fogos de artifício, devidamente treinada por órgão ou instituição similar; 3.300. Piso: Superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. 3.301. Pista de rolagem: Pista de dimensões definidas, destinada à rolagem de helicópteros entre área de pouso ou de decolagem e a área de estacionamento ou de serviços. 3.302. Planilha de levantamento de dados: Instrumento utilizado para a catalogação de todas as informações e dados da empresa, indispensável à elaboração de um PPI. 3.303. Plano de Auxílio Mútuo (PAM): Plano que tem por objetivo conjugar os esforços dos órgãos públicos (Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Polícia etc) e brigadas de incêndio e de abandono das empresas privadas, em caso de sinistro. 3.304. Plano de intervenção de incêndio: Plano estabelecido em função dos riscos da edificação para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. 3.305. Plano global de segurança: Integração de todas as medidas de prevenção contra incêndios e pânico que garantam a segurança efetiva das pessoas (aspecto humano) e do edifício, envolvendo as medidas de proteção ativa e passiva. 3.306. Plano particular de intervenção (PPI): Procedimento peculiar de atendimento de emergência em locais previamente definidos, elaborado por profissionais de grupo multidisciplinar (Engenheiros ou Técnicos que atuem na área de segurança de incêndio e ambiental), em conjunto com o Corpo de Bombeiros. 3.307. Planta de bombeiro: Representação gráfica da edificação, contendo informações através de legenda específica da localização, arranjo e previsão dos meios de segurança contra incêndio e riscos existentes. 3.308. Planta de risco: Mapa simplificado no formato A2, A3 ou A4, em escala padronizada, podendo ser em mais de uma folha, indicando: a) principais riscos;

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b) c) d) e) f) g) h) i)

paredes corta-fogo e de compartimentação; hidrantes externos; número de pavimentos; registro de recalque; reserva de incêndio; armazenamento de produtos perigosos; vias de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros; hidrantes públicos próximos da edificação (se houver).

3.309. Planta: Desenho onde estão situadas uma única ou mais empresas, com uma única ou mais edificações. 3.310. Poço de instalação: Passagem essencialmente vertical deixada numa edificação com finalidade específica de facilitar a instalação de serviços tais como dutos de ar-condicionado, ventilação, tubulações hidráulico-sanitárias, eletrodutos, cabos, tubos de lixo, elevadores, monta-cargas, e outros. 3.311. Poço de sucção: Elemento construtivo do reservatório, destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado, bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. 3.312. Ponto de abastecimento: Ponto de interligação entre o engate de enchimento da mangueira de abastecimento e a válvula do recipiente que deve ser abastecido. 3.313. Ponto de luz: Dispositivo constituído de lâmpada(s) ou outros dispositivos de iluminação, invólucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que têm a função de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalização. 3.314. População: Número de pessoas para as quais uma edificação, ou parte dela, é projetada. 3.315. População fixa: Número de pessoas que permanece regularmente na edificação, considerando-se os turnos de trabalho e a natureza da ocupação, bem como os terceiros nestas condições. 3.316. População flutuante: Número de pessoas que não se enquadra no item de população fixa. Será sempre pelo número máximo diário de pessoas. 3.317. Porta corta-fogo (PCF): Dispositivo construtivo com tempo mínimo de resistência ao fogo, instalado nas aberturas da parede de compartimentação, destinadas à circulação de pessoas e de equipamentos. 3.318. Posto de comando: Local fixo ou móvel, com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. 3.319. Posto de abastecimento e serviço: Atividade onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos.

3.320. PPI: Plano Particular de Intervenção. 3.321. Prevenção de incêndio: Conjunto de medidas que visam: evitar o incêndio; permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação e áreas de risco; dificultar a propagação do incêndio; proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e permitir o acesso para as operações do Corpo de Bombeiros. 3.322. Processo de segurança contra incêndio: Documentação que contém os elementos formais exigidos pelo CBPMESP na apresentação das medidas de segurança contra incêndio de uma edificação e áreas de risco que devem ser projetadas para avaliação em análise técnica. 3.323. Produto controlado: produto que, devido ao seu poder de destruição ou outra propriedade, deva ter seu uso restrita a pessoas físicas e jurídicas legalmente habilitadas, capacitadas técnica, moral e psicologicamente, de modo a garantir a segurança social e militar do país. O controle é feito pelo exército ou polícia civil; 3.324. Produtos perigosos: Substâncias químicas com potencial lesivo à saúde humana e ao meio ambiente. 3.325. Profissional habilitado: Toda pessoa com formação em higiêne, segurança e medicina do Trabalho, devidamente registrado nos Conselhos Regionais competentes ou no Ministério do Trabalho e os militares das Forças Armadas, das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares, com o 2° grau completo e que possuam especialização em prevenção e combate à incêndio (carga horária mínima de 60 horas), e técnicas de emergências médicas (carga horária mínima de 40 horas), conforme sua área de especialização. 3.326. Profissional legalmente habilitado: Pessoa física ou jurídica que goza do direito, segundo as leis vigentes, de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. 3.327. Profundidade de piso em subsolo: Profundidade medida em relação ao nível de descarga da edificação. 3.328. Projetista: Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto, assim como do memorial. 3.329. Projeto: Conjunto de peças gráficas e escritas, necessárias à definição das características principais do sistema de combate a incêndio, composto de plantas, seções, elevações, detalhes e perspectivas isométricas e, inclusive das especificações de materiais e equipamentos. 3.330. Propagação por condução: Decorrente do contato direto de chamas pela fachada ou pela cobertura (em colapso) de um incêndio em uma

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25 m³. 3. evitando que a pressão assuma valores maiores por onde ocorra escape do ar. 3. 3. 3. Recipiente estacionário: Recipiente fixo. inclusive a sua proteção.353. Rede elétrica da concessionária: Energia elétrica fornecida pela concessionária do município. 3. 3. Rede de distribuição: Parte do sistema de abastecimento formado de tubulações e órgãos acessórios. 3. Responsável técnico: Profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas a segurança contra incêndio. pela cobertura (em colapso).edificação. Propagação por convecção: Decorrente de gases quentes emitidos pelas aberturas existentes na fachada ou pela cobertura da edificação incendiada. em escala comercial. Rede de detecção.349. que se propaga para outra edificação contígua. 3.355.335. em quantidade e pressão recomendada.336. Registro de fumaça (“smoke damper”): Dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça.341.356. 3. Registro (“dumper”) de sobrepressão: Dispositivo que atua como regulador em ambiente que deva ser mantido em determinado nível de pressão. com capacidade superior a 0.354. 3. Engenharia de Minas ou Engenharia de Segurança. de forma contínua. estanqueidade e isolação e/ou características de vedação aos gases e chamas. destinado a interrromper o fluxo de água das instalações hidráulicas de combate a incêndio em edificações.332.345. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 16 de 21 . projetado para resistir à passagem de ar ou fumaça. 3. Propagação por radiação térmica: Aquela emitida por um incêndio em uma edificação. Reforma: Alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída. 3. sinalização e alarme: Conjunto de dispositivos de atuação automática destinados a detectar calor.350. É considerado transportável para efeito de proteção contra incêndio o recipiente com volume máximo de 500 l. a qual opera independente da vontade do usuário. Quadro de áreas: Tabela que contém as áreas individualizadas das edificações e seus pavimentos.351. quando utilizado duplicidade de equipamentos.333. 3. dutos e demais equipamentos empregados na transmissão de energia do sistema. 3. atendendo a requisitos de resistência a fogo e fumaça.340. que se destina a unir dois níveis ou setores de um recinto de evento.339.334.347. ou pela própria fachada (composta de material combustível) para uma outra edificação adjacente. 3. na instalação hidráulica de combate a incêndio das edificações.344.352. 3. instalados nos dutos de ventilação e dutos de exaustão. Registros corta-fogo (“dampers”): Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo.343.331. Reservatório enterrado ou subterrâneo: Reserva de incêndio cuja parte superior encontra-se instalada abaixo do nível do terreno natural. fumaça ou chama e a atuar equipamentos de proteção e dispositivos de sinalização e alarme. 3. Reserva de incêndio: Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. que se propaga por radiação por meio de aberturas existentes na fachada. gasolina natural ou outras fontes de hidrocarbonetos. 3. Resistência ao fogo: Propriedade de um elemento construtivo. 3. destinada a colocar água potável à disposição dos consumidores. mantendo sua integridade.337. 3. 3. Registro de paragem: Dispositivo hidráulico manual. que atingem a fachada da outra edificação adjacente. 3. de resistir à ação do fogo por um determinado período de tempo. 3. Um registro de fumaça pode ser combinado. Quando relacionado a fogos de artifício deve ser profissional com formação nas áreas de Engenharia Química. 3.346. Refinaria: Unidade industrial na qual são produzidos líquidos inflamáveis. Recipiente transportável: Recipiente que pode ser transportado manualmente ou por qualquer outro meio. Registro de fluxo: Dispositivo com a função de direcionar o fluxo de ar.342. Reservatório ao nível do solo: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado no mesmo nível do terreno natural. Reservatório elevado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado acima do nível do terreno natural com a tubulação formando uma coluna d’água. Registro de recalque: Dispositivo hidráulico destinado a permitir a introdução de água proveniente de fontes externas. 3. a partir de petróleo. normalmente utilizado na saída dos grupos moto-ventiladores.338. Reservatório semi-enterrado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado abaixo do nível do terreno natural e com a parte superior acima do nível do terreno natural. 3. Rampa: Parte construtiva inclinada de uma rota de saída. Rede de alimentação: Conjunto de condutores elétricos.348. Reservatório de escorva: Reservatório de água com volume necessário para manter a tubulação de sucção da bomba de incêndio sempre cheia d’água.

3.373. “halls”.359. bacilos. barreiras de proteção. Sapé. temperaturas extremas. rota de saída ou saída: Caminho contínuo. 3. restaurantes. Nota 1: Ocorrendo equivalência na somatória da carga de incêndio. piaçava (ou piaçaba): Fibras vegetais de fácil combustão. bactérias. onde a saída é possível apenas em um sentido. gases. Podem ser áreas livres.363.366. 3.044. que se caracteriza pela distância medida horizontalmente entre a cobertura de uma edificação e a fachada de outra. Saída única: Local em um setor do recinto de evento. 3. 3.3. 18 de maio de 1988. entretenimento e diversão. Saída de emergência. escritórios ou outros usos similares. “Shopping” coberto (“covered mall”): Espaço amplo criado por uma área coberta de pedestre em uma edificação agregando um número de ocupantes. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. Risco primário: Risco principal do produto de acordo com tabela do Decreto 96.365. vestíbulo.361. que resulta na intensidade de uma exposição.357. 3. 3. fumos. tais como lojas de varejo. 3. 3. 3. vapores. Risco iminente: Possibilidade de ocorrência de sinistro que requer ação imediata. Risco secundário: Risco subsidiário do produto de acordo com tabela do Decreto 96. de 18 de maio de 1988. prevalecerá como sendo o maior risco.375. umidade e iluminação deficiente). que permite a passagem e interligação de instalações elétricas. Separação de riscos de incêndio: Recursos que visam a separar fisicamente edificações ou equipamentos. Nota 2:Ocorrendo concentração de público. Separação corta-fogo: Elemento de construção que funciona como barreira contra a propagação do fogo. 3. no fabrico de vassouras e também utilizadas como cobertura de edificações destinadas à reunião de público.362. onde esses espaços ocupados são abertos permitindo comunicação direta com a área de pedestres. Segurança contra incêndio: Conjunto de ações e recursos. adotar-se-á para efeito da classificação do maior risco. Pode ser químico (poeiras. hidráulicas ou de demais outros dispositivos necessários. 3. de largo emprego na zona rural para cobertura de ranchos. passagens externas. radiações. vertical ou horizontal. devidamente protegido e sinalizado. 3.360. Risco predominante: Maior risco determinado pela carga de incêndio dentre as ocupações. a ser percorrido pelo usuário em caso de emergência. O risco pode ser físico (ruídos. 3.374.369. internos e externos à edificação e áreas de risco. corredores. por meio de equipamentos. com resistência mínima à exposição ao fogo de 2 horas. de qualquer ponto da edificação.376. passadiço ou balcão. pessoal de combate a incêndio ou por meios do extravasamento de produto para áreas externas ao risco. Selos corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. Risco isolado: Condição que possibilita isolar por todos os lados. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 17 de 21 . Severidade da exposição: Soma total da energia produzida com a evolução de um incêndio.367. proporcionado por portas. para o dimensionamento das saídas de emergências. bares. em função da área dos pavimentos. casas de espetáculos etc. que permitam controlar a situação de incêndio.368. Separação entre edificações: Distância segura entre cobertura e fachada de edificações adjacentes. a ocupação que possuir maior carga de incêndio pôr m². recinto de evento ou túnel. lanchonetes. 3. parasitas e animais peçonhentos).377.370. símbolos e/ou expressões emolduradas referentes à natureza.364. rota de fuga. 3.358. conexões entre túneis paralelos ou outros dispositivos de saída ou combinações desses. vestíbulos. escadas. passagem coberta. “Shaft”: Abertura existente na edificação. permitindo ainda a lotação ordenada do local. anteparos e/ou paredes de material incombustível. rampas. Rótulo: elemento que representa informações como. até atingir a via pública ou espaço aberto (área de refúgio) com garantia de integridade física. instalados nas passagens de eletrodutos e tubulações que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. pressões anormais. fungos. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. líquidos e neblinas provenientes de produtos químicos). O risco é a relação entre a probabilidade e a conseqüência.044.371. manuseio e identificação do produto. 3. tais como bares. Saída horizontal: Passagem de um edifício para outro por meio de porta corta-fogo. Segurança: Compromisso a cerca da relativa proteção da exposição a riscos. Pode ainda ser biológico (vírus. balcões. Risco: Propriedade de um perigo se materializar causando um dano. protozoários.372. vibrações. 3. 3. avaliado conforme norma existente. 3. Setor: Espaço delimitado por elementos construtivos que condicionam a circulação das pessoas para outras partes do recinto.

bombas de incêndio (quando necessário). dimensões e cores. para modificar o movimento da fumaça.386. Substância sujeita a combustão espontânea: substância sujeita a aquecimento espontânea nas condições normais de pressão e temperatura. em situação não real. Sinalização de emergência: Conjunto de sinais visuais que indicam. de forma rápida e eficaz. que se aquecem em contato com ar. Subestação não-atendida: Instalação tele-controlada ou operada localmente por pessoas não permanentes ou não estacionadas. 3. Subestação elétrica convencional: Instalação de pátio se encontram ao ar livre. 3. 3. ligado à fonte da solução produtora. 3. de transportes ou estocagem. são monitorados para acompanhar a falha ou integridade dos condutores e dos equipamentos que controlam o sistema. Tanque atmosférico não refrigerado: Reservatório não equipado com sistema de refrigeração. 3. Sistemas de hidrantes ou de mangotinhos: Conjunto de dispositivos de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. localizada em região urbana. a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergência. a existência.391.380. Sistema de controle de fumaça (“smoke management system”): Um sistema projetado. Tanque atmosférico refrigerado: Reservatório equipado com sistema de refrigeração. 3.390.394.381.398.393.392.379. Subestação subterrânea: instalações que se encontram situadas abaixo do nível do solo. que inclui todos os métodos isolados ou combinados. 3. 3.3. acrescida de outras edificações separadas e distanciadas entre si.397. mensagens. Subestação compacta: Instalação atendida ou não. 3. abastecimento de água. Simulado: Emprego técnico e tático dos meios disponíveis. na qual o circuito de condutores ou dispositivos de função. Sistema de detecção e alarme: Conjunto de dispositivos que visa a identificar um princípio de incêndio. com os tipos descritos abaixo: 3. Subestação abrigada: Instalação total ou parcialmente abrigada. equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos. Supervisão (“supervision”): Auto-teste do sistema de controle de fumaça. 3. acessórios.384. 3. 3.387. 3. 3. devido a fatores diversos. 3.20m do perfil do terreno.389. rede de tubulação. 3. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural e tiver sua laje de cobertura acima de 1. Sistema de aspersão de espuma: Sistema especial. válvulas e dispositivos sensíveis à elevação de temperatura. etc. explosão. formas geométricas. 3.388. Sinais visuais: Compreendem a combinação de símbolos.396. com limitação de área do empreendimento. de forma a processar água sobre o foco de incêndio em uma densidade adequada para extinguí-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial. Subsolo: Pavimento situado abaixo do perfil do terreno. Sinistro: Ocorrência de prejuízo ou dano. Subestação de uso múltiplo: Instalação convencional. Sistema de carregamento: Dispositivo para o abastecimento de tanques de combustível de motores de veículos. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta norma. que engloba uma ou mais unidades de abastecimento. Subestação atendida: Instalação operada localmente e que dispõe de pessoas permanentes ou estacionadas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 18 de 21 . que repassará este aviso a uma equipe de intervenção. de único proprietário. Tanque: Reservatório cilíndrico para armazenar líquidos combustíveis ou inflamáveis. 3. com o conseqüente abandono da área. sendo. aspectos econômicos e sociais. capazes de se incendiarem.401. estando equipado com aspersores de neblina para descarga e distribuição na área a ser protegida. acidente. podendo os transformadores permanecer ou não enclausurados. que visa a controlar a temperatura entre – 35ºC a – 40ºC de forma a manter o gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido sem a necessidade de pressurização.385. ou determinará o alarme para a edificação.400.383. notificando sua ocorrência a uma central. visando o treinamento dos participantes. Sistema de chuveiros automáticos: Conjunto integrado de tubulações.402. causado por incêndio. 3.399. realizados por pessoal especializado. 3.378. Tanques de maior risco: Reservatório contendo líquidos combustíveis ou inflamáveis e que possui maior demanda de vazão de espuma mecânica.382. 3. 3. 3. Subestação de uso múltiplo: Instalação localizada em uma única área compartilhada pelo proprietário e por terceiros.395.

3.407. 3.421. sujeita às limitações da lei. assinalada por designação especial numérica. 3. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 19 de 21 . edificações destinadas a depósito e armazenamento de líquidos e gases inflamáveis e similares.428.413. nafta. 3.410. e é através deste fluxo de ar que são estabelecidas as trajetórias que serão percorridas pelo ar que gera a pressurização. Tanque de teto flutuante: Reservatório cujo teto será diretamente apoiado na superfície do líquido no qual flutua. desde a reserva de incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. 3.418. Túnel rodoviário: Passagem horizontal construída embaixo da terra ou da água usado para o tráfego de automóveis.422. 3. Tubulação: Conjunto de tubos. constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e instalações de uso comum da edificação. Válvula de retenção: Dispositivo hidráulico destinado a evitar o retorno da água para o reservatório. Teste: Verificação ou prova (fazer funcionar experimentalmente).424.426. atingir a proteção contra incêndio existente nos dutos de sucção e/ou pressurização. 3. 3.425. aquecer. separar ou processar. 3. Trajetórias de escape: Vazão de ar que sai dos ambientes pressurizados.55 m. desembarque e entrega. 3. Varanda: Parte da edificação. 3.412.416. conexões e outros acessórios destinados a conduzir água. 3.409. 3.405. Unidade de passagem: Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas.420. sendo pressurizada por viatura de combate a incêndios. fica permanentemente sem água no seu interior. Vazamento: Vazão de ar que sai do ambiente e/ou da rede de dutos de modo não desejável causando perda de uma parcela do ar que é insuflado. tendo pelo menos uma das faces aberta para o logradouro ou área de ventilação. e cuja finalidade é diminuir o risco de um princípio de incêndio.423. para determinar a qualidade ou comportamento de um sistema de acordo com as condições estabelecidas na Instrução Técnica. que por condições específicas. destilarias ou unidades químicas. Tubulação seca: Parte do sistema de hidrantes. Tanque vertical: Reservatório de base apoiada sobre o solo. 3.404. Tempo máximo de abandono (t): Duração considerada para que todos os ocupantes do recinto consigam atingir o espaço livre exterior. 3.403.415. Nesta definição não estão incluídas as refinarias. 3. Terraço: Local descoberto sobre uma edificação ou ao nível de um de seus pavimentos acima do pavimento térreo. Unidade de combustível: Postos de abastecimento de combustíveis. 3. trânsito. fixada em 0. Vedadores corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. definida no projeto do sistema. líquidos inflamáveis.417. soldas e conexões. 3. Torre de espuma: Equipamento portátil destinado a facilitar a aplicação da espuma em tanques. Veículo abastecedor: Veículo especificamente homologado para transporte e transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel. natural ou outro similar) é montada. Válvulas: Acessórios de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. Tempo de comutação: Intervalo de tempo entre a interrupção da alimentação da rede elétrica da concessionária e a entrada em funcionamento do sistema de iluminação de emergência. 3. Unidade autônoma: Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno. Tubo-luva de proteção: Dispositivo no interior do qual a tubulação de gás (GLP. próximo às juntas. de 16 de dezembro de 1963. Tanque de teto cônico: Reservatório com teto soldado na parte superior do costado. Tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF): Duração de resistência ao fogo dos elementos construtivos de uma edificação.414. instalados nas aberturas das paredes de compartimentação ou dos entrepisos. para efeitos de identificação. visando ainda ao não confinamento de gás em locais não ventilados. estabelecida pelas normas.0 minuto. destinadas à passagem de instalações elétricas e hidráulicas etc.427. 3. 3.406.419.408. 3.411. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1. limitada pela parede perimetral do edifício. Taxa de aplicação: Vazão de solução de espuma a ser lançada sobre a área da superfície líquida em chamas. 3. 3. nos termos da Lei Federal nº 4591. Unidade de processamento: Estabelecimento ou parte de estabelecimento cujo objetivo principal é misturar. 3.3. Tráfego: conjunto de atos relacionados com o transporte de produtos controlados e compreende as fases de embarque. Temperatura crítica: temperatura que causa o colapso no elemento estrutural. não em balanço. 3.429. de outra forma.

4. avenidas. em casos de abandono de emergência. de forma clara e de fácil identificação pelo leitor. Os símbolos gráficos são compostos por uma forma geométrica básica. proporcional à escala de qualquer desenho do projeto. Viaduto: Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior. Veneziana de tomada de ar: Dispositivo localizado em local fora do risco de contaminação por fumaça proveniente do incêndio e por partículas que proporcionam o suprimento de ar adequado para o sistema de pressurização. As dimensões dos símbolos devem estar em uma mesma escala. Via de acesso: Espaço destinado para as viaturas do CBMCE adentrarem no entorno à edificação. 3. Veículo transportador: Veículo que dispõe de tanque criogênico. à área de risco e à faixa de estacionamento. vielas. 3. Vítima: Pessoa ou animal que sofreu qualquer tipo de lesão ou dano.3.430. Vias de acesso para atendimento a emergências: Áreas ou locais definidos para passagem de pessoas.3. em inspeção no local. Vistoria periódica: Ato de verificar as edificações quanto aos Sistemas de Proteção Contra Incêndio e pânico por motivação qualquer.439.1.444. Caso seja conveniente. à diminuição da perda de carga localizada. 3. números ou abreviaturas. Via urbana: Espaços abertos destinados à circulação pública (tais como ruas. Caso o projetista necessite de algum símbolo não apresentado no anexo. 3. também. 3. 3. 3. 3. que se caracteriza por aberturas situadas em lados opostos das paredes de uma edificação. 3.436. e/ou para transporte de equipamentos ou materiais para extinção de incêndios. quando colocado no interior da forma geométrica básica.6. Velocidade (v): Distância percorrida por uma pessoa em uma unidade de tempo. Veios: Dispositivos instalados no interior de curvas. Os símbolos podem ser suplementados por figuras detalhadas.441.443.432.438. Bombeiro Mlitar Fiscal: Servidor público militar. 3.433.440. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 20 de 21 . define o significado específico do conjunto gráfico representado. que define uma categoria de segurança contra incêndio e pânico e por um símbolo suplementar. Ventilação cruzada: Movimentação de ar. Os significados de todos os símbolos utilizados devem ser representados em uma legenda. 4.437. 4.442. 3. 3. especialmente projetado e utilizado para o transporte e transvasamento de gás natural liquefeito (GNL). Não podem ser utilizados nos projetos de segurança símbolos diferentes dos referenciados na presente norma. Vistoria: Ato de verificar o cumprimento das exigências das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco. situados na área urbana e caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão.6. este deve contar em legenda.3. 3. Os símbolos gráficos que devem constar nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco são apresentadas no Anexo.431. 3. 4. 4. 4. ou caminhos e similares).435.4. Ventilação constante: Movimentação constante de ar em um ambiente.434. a área na cor preta existente no interior de algum dos símbolos pode ser substituída por hachuras ou pode ser pontilhada.2. bifurcações ou outros acessórios com a finalidade de direcionar o fluxo de ar. que. Procedimentos 4. construído e operado com observância do disposto em norma e devidamente certificado pelo INMETRO. autorizado para o exercício do serviço de análise de projetos e vistorias do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. 4. visando. sendo uma localizada junto ao piso e a outra situada junto ao teto.1. Vigas principais: Elementos estruturais ligados diretamente aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade do edifício como um todo.

ANEXO SÍMBOLOS GRÁFICOS EXTINTOR DE PÓ EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO EXTINTOR DE ÁGUA EXTINTOR SOBRE RODAS OU CARRETA HIDRANTE DE PAREDE HIDRANTE URBANO BLOCO AUTÔNOMO PARA ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA HIDRANTE SAÍDA DUPLA Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 21 de 21 .

O 03/2011 Prevenção Contra Incêndio e Pânico em Estádios e Áreas Afins (Dimensionamento de Lotação e Saídas de Emergência) FORTALEZA – CEARÁ Maio .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.2011 .

SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Área de acomodação do público – setores Saídas (normais e de emergência) Dimensionamento das saídas Setores para espectadores em pé em ANEXOS A Exemplos de dimensionamento B Figuras eventos esportivos em geral 9 Outras exigências 10 Edificações de caráter temporário 11 Edificações existentes 12 Da proteção contra incêndio 13 Prescrições diversas 14 Publicação 2 .

4. fechadas ou abertas. arquibancadas e similares). Decreto nº 6. circos.500 pessoas. COTÉ. COELHO. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 3. Faculdade de Universidade do Porto. Instrução Técnica nº 37/2010 . de 15 de maio de 2003. com os parâmetros de saídas sejam lotação inferior a 2. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: BRASIL.Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Quincy: NFPA.BRASIL.assentos plásticos para estádios desportivos e lugares públicos não cobertos. 3 . Instrução Técnica nº 12/2010 . Modelação matemática do abandono de edifícios sujeitos à ação de um Engenharia da incêndio. 5. arenas. de 15 de maio de 1 OBJETIVO 2003. Estabelecer os requisitos mínimos necessários para a segurança contra incêndio e pânico em centros esportivos. ginásios. de 29 de dezembro de 2004 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Ceará. GUIDE TO SAFETY AT SPORTS GROUNDS (Green Guide). permanentes ou não. United Kingdom. 2. Regulamento das Condições Técnicas e de Segurança dos edificações destinadas a reunião de público enquadradas nas divisões F-3 e F-7 (estádios. rodeios.ed. NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. 2007.2 que 05.Decreto Regulamentar Nº10/01.795. admite-se dimensionados conforme a norma técnica NT complementam o presente texto nos assuntos não detalhados nesta norma técnica.Plano de emergência contra incêndio – Requisitos NBR 15476 – Móveis plásticos .Execução de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio. 18.ed. Lei nº 10. NBR 15816 – Móveis plásticos .1 Para compreensão desta Norma NORMATIVAS E Técnica é necessário consultar as seguintes normas. NBR 15219 . FIFA. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. NBR 9050 – Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente. 23 da Lei nº 10. de 07/06/01. Decreto Regulamentar nº 34/95. Regulamenta o art. Dispõe sobre o Estatuto de Defesa do Torcedor e dá outras providências.671. FIFA: Zurich. Football Stadiums -Technical recommendations and requirements. PORTUGAL. atendendo a Lei nº 13.Life Safety Code Handbook. NFPA-101 . 2.Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais.671.3 As normas técnicas NT 01 e NT 05 Para edificações permanentes.assentos plásticos para estádios desportivos e lugares públicos fechados. de eventos e de exibição.556. 2000.1 APLICAÇÃO Esta norma técnica se aplica às Portugal. de 16 de dezembro de 1995. construções provisórias para público. de 16 de março de 2009. PORTUGAL.ed. Antônio Leça. 2008. em especial quanto à determinação da população máxima e o dimensionamento das saídas visando à proteção da vida. Ron. cobertas ou ao ar livre. NBR 9077 – Saídas de emergência em edificações NBR 9441 . 2 2.

ou uma área de refúgio. passagens. podendo ser inclinado (rampa) ou com degraus.13 Plano estabelecido de em emergência: função dos documento riscos da entre aplicam-se as definições abaixo: 4.20 m. Ver Figura 1.2 Acesso lateral: é um corredor de circulação assentos paralelo ou às filas (fileiras) de arquibancadas. acabamento Este e local de deve possuir resistência ao fogo e elementos construtivos. anfiteatros. Ver Figura 1. etc. auditórios. permanecendo na posição recolhida quando desocupada. circos.4 Assento A rebatível: peça do mobiliário assento que possui apresenta duas peças principais. as pessoas têm alguma proteção contra os efeitos do fogo e de da fumaça.7 Barreiras antiesmagamento: barreiras destinadas a evitar esmagamentos dos espectadores. e que se destina a dar melhor visibilidade aos espectadores. 4. constituindo a rota de saída para se alcançar uma escada.1. terraços e similares. proporcionando às pessoas continuarem sua saída para um local de segurança. ou uma rampa.1.1. vestíbulos. Podem ser providas de assentos (cadeiras ou poltronas) ou não. 4.1.8 Bloco: agrupamento localizados de assentos dois preferencialmente uma barreira.1. 4.12 Plano de abandono: conjunto de normas e ações visando à remoção rápida. 4. escadas abertas externas.1. em estádios. revestimento incombustíveis. cada uma em plano mais elevado que a outra. Deve ter largura mínima de 1.1. 4.9 Descarga: parte da saída de emergência que fica entre a escada ou a rampa e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública.6 Barreiras: estruturas físicas destinadas a impedir ou dificultar a livre circulação de pessoas. edificação. Há também a modalidade de arquibancadas para público em pé.1 DEFINIÇÕES Para entendimento desta norma técnica 4. geralmente acessos radiais ou entre um acesso radial e possui piso plano ou levemente inclinado (rampa). devido à pressão da multidão aglomerada nas áreas de acomodação de público em pé. que encerra um conjunto de ações 4 .5 Arquibancada: série de assentos em filas sucessivas. 4 4. 4. encosto e assento.1. corredores de circulação (saída) ventilados (mínimo de 1/3 da lateral com ventilação permanente). em forma de degraus. varandas. de forma ordenada e eficiente de toda a população fixa e flutuante da edificação em caso de uma situação de sinistro. balcões. 4. por um período limitado de tempo. características retráteis.1 Acesso: caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor.3 Acesso radial: é um corredor de circulação que dá acesso direto na área de acomodação dos espectadores (patamares das arquibancadas).1. Os acessos podem ser constituídos por corredores.11 Local de relativa segurança: local dentro de uma edificação ou estrutura onde. Exemplos: escadas de segurança.1.Recintos de Espectáculos e Divertimentos Públicos.1. Pode ser constituída por corredores ou átrios cobertos ou a céu aberto.1.1. no qual as pessoas estão sem perigo imediato dos efeitos do fogo. 4.10 Local de segurança: local fora da edificação. seja por contra de peso ou de mola. segura. 4. ou descarga para saída do recinto. 4. 4.

5.6 Os ingressos disponibilizados para o evento devem conter a respectiva identificação do portão.17 Taxa de fluxo (F): número de pessoas que passam por minuto. sanitários.18 Tempo de saída: é o tempo no qual todos os espectadores.1 Generalidades numerados e identificados.14 Posto de comando: local fixo ou móvel.4 As rotas de fuga dos espectadores devem ser independentes das rotas de fuga dos atletas ou artistas que se apresentam no recinto. quadra. de forma que estes sejam providos de todos os recursos (bares. os blocos.19 Túnel de acesso ou “vomitório”: passagem coberta que interliga as áreas de acomodação de público (arquibancadas) às circulações de saída ou de entrada do recinto. atendimento médico. devendo também as fileiras serem identificadas nas laterais dos acessos radiais.1. atendendo às prescrições desta norma técnica. 5.1 Os recintos para eventos desportivos devem ser setorizados em função de suas dimensões a fim de evitar-se que. o movimento dos ocupantes venha a saturar determinadas rotas de fuga bem como possibilitar às equipes de segurança. no mínimo. campo. em lados distintos.000 pessoas. da fila e da numeração do assento. do meio ambiente e do patrimônio. em função da população existente. socorro e salvamento. Recomenda-se que cada setor tenha lotação máxima de 10.1.1. 5.3 O projeto das arquibancadas deverá prever a possibilidade de divisão física entre setores. permitindo a ocupação ordenada do recinto. 4. 4. do bloco.1.1. com representantes de todos os órgãos envolvidos emergência. com marcação fixa e visível. 4. bem como a redução das conseqüências de sinistros. 4. contendo sinalização complementar de balizamento pertinentes. visando à proteção da vida. conseguem deixar a respectiva área de acomodação (setor) e adentrarem em um local seguro ou de relativa segurança. devidamente equipado com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis no local. 5 ÁREA DE ACOMODAÇÃO DO PÚBLICO – SETORES 5.5 Os setores. sendo.1. Nota: Não inclui o tempo total necessário para percorrer a circulação inteira de saída (do assento ao exterior). destinado à coordenação integrada das operações desenvolvidas pelos órgãos de Defesa Civil e Segurança Pública em situação de normalidade. as fileiras e os assentos dos espectadores (inclusive quando o assento for no próprio ser patamar da arquibancada) devem devidamente conforme normas técnicas (setores de público.1. 4. definido por um conjunto de blocos. acessibilidade e outros) e acessos e saídas independentes.1. em condições normais.15 Sala de Comando e Controle: local instalado proporcione em visão ponto geral estratégico de que todo recinto no atendimento de uma 5.1. 4. em uma situação de emergência.2 Em todos os setores deve haver saídas suficientes.1.1. duas alternativas de saída de emergência. 5. arena etc. por determinada largura de saída (pessoas/minuto). em cor contrastante com a superfície.1. através de barreiras que possam ser removidas. 5.).e procedimentos a serem adotados. condições para executarem suas respectivas ações nos diversos eventos. 5 . do setor.16 Setor: espaço delimitado para acomodação dos espectadores.

quando houver apenas um corredor de acesso.2.3 Para ginásios cobertos e similares (locais internos) e para arquibancadas provisórias (desmontáveis): 14 m.3. b.15 m a 0. no mínimo.6 Quando os próprios patamares das arquibancadas forem usados como degraus de escada.42 m de largura útil e deve ser instalado.80 m. 5. c.1. quando houver apenas um corredor de acesso (ver Figura 1). 5. 5.2.5. 5. devem ser reduzidos arquibancadas provisórias (desmontáveis) ver Seção específica. no mínimo.2. não será admitida a previsão de espectadores em pé.2. 7 m.2. aqueles inseridos dentro dos setores previamente estabelecidos e com rotas de fuga definidas. 5.3 máximos em 50%.75 m. b. altura mínima de 0. altura máxima de 0.7 Somente são considerados lugares destinados a espectadores. e.5. poltronas) nas filas das arquibancadas devem obedecer às seguintes regras: 5. medidos centralizadamente. 5. 5.5. quando houver acesso em ambas extremidades da fila.2 Para estádios e similares (arquibancadas permanentes): 20 m.2 Para Subseção 5.2.1.15 m e máxima de 0.2.1 Para edificações existentes admitese patamares com largura mínima de 0.2. a cada 50 cm entre seus eixos.40 m para circulação nas filas.1. largura mínima 0. Assentos assentos (cadeiras aos individuais ou devem das ser 5. 10 m.2. quando houver acessos nas duas extremidades da fila. b. previstos na Subseção 5. cada assento deverá possuir. recomenda-se que a altura destes esteja entre 0.1.8 As arquibancadas para público em pé devem ser dotadas de barreiras antiesmagamento – ver Seção “Guarda-corpos (barreiras) e corrimãos”.40 m. comprimentos previstos na arquibancadas 5.19 m. possuir resistência mecânica suficiente para os esforços solicitados.4 Os permitido) patamares devem (degraus) as das arquibancadas para público em pé (quando possuir seguintes dimensões (ver Figura 2): a.2. largura mínima de 0. os valores máximos de comprimento da fila.5 Os patamares (degraus) das arquibancadas para público sentado (cadeiras individuais ou assentos numerados direto na arquibancada. espectadores dimensionados conforme normas técnicas e ter as seguintes características (ver Figuras 3 e 4): a. 5. conforme normas vigentes. serem constituídos com material incombustível ou retardante ao fogo. quando permitido) devem possuir as seguintes dimensões: a.19 m. deverão ser reduzidos em 25%.7 Para edificações a serem construídas. caso as cadeiras sejam não-rebatíveis (tipo concha) das os filas. 5.1 Os destinados arquibancadas poltronas). 5. entre a 6 .2.2 Patamares (degraus) das desde que atendidos os seguintes requisitos: a. b. d. 0. e.57 m (ver Figura 3). ter espaçamento mínimo de 0.1 O comprimento máximo e o número máximo de assentos (cadeiras. caso as filas sejam equipadas com cadeiras com assento rebatível ou não possuam cadeiras (assentos numerados direto na arquibancada).

circulações de saída capazes de comportar.3 À frente das primeiras fileiras de dos setores de arquibancadas. acessos. com altura mínima de 0. 5. a passagem das pessoas dentro de um período de tempo aceitável.3.55 m para circulação (ver Figura 4). localizadas em cotas inferiores.000 pessoas deverão adotar assentos rebatíveis.1.1 As saídas podem ser nominadas didaticamente em: a.2 Nos setores com arquibancadas para público em pé.4. haja número suficiente de saídas em posições adequadas (distribuídas de forma uniforme). 6 6. 5.1. Assim. b.3 Os responsáveis pela edificação e pela organização do evento devem garantir a permanência de equipes habilitadas para assegurar que as vias de saída estejam planejadas para prover aos espectadores uma circulação livre e desimpedida até que eles consigam atingir a área externa da edificação. serem afixados de forma a não permitir sua remoção ou desprendimento de partes sem auxílio de ferramentas. deverá ser mantida a distância mínima de 0. 5.35 m (ver Figura 4). escadas ou rampas. 6. 5. exceto se o patamar possuir largura igual ou superior a 1.projeção dianteira de um assento de uma fila e as costas do assento em frente.10 m. 5. de forma segura.4 A altura mínima do guarda-corpo frontal da arquibancada deverá ser de 1. Ver Figuras 3 e 4. circulações de saídas horizontais e verticais e respectivas portas. Para edificações existentes admite-se este espaçamento com 0. bem como nos setores com assentos no próprio patamar da arquibancada (quando permitido).2 É importante que se forneça. e evitar o congestionamento das saídas e o estresse psicológico.5 kN/m (Kilonewton 7 .1 SAÍDAS (NORMAIS E DE EMERGÊNCIA) Regras gerais (saídas horizontais e verticais) 6. 6.4 Inclinações das arquibancadas 5. c. tendo como base a cota inferior dos degraus das arquibancadas em relação à linha horizontal). nos recintos de grande aglomeração de pessoas. barreiras e corrimãos.70m do piso e resistência mínima de 1. 5. ter encosto com altura mínima de 30cm.4.10 m.3. d.3.4 – Guada-corpos.5 A altura mínima do guarda-corpo da parte de trás da arquibancada deverá ser de 1. devendo apresentar este planejamento no Plano de Emergência. assentos por metro). 5.1.2 Os estádios com público superior a 35. deve-se assegurar que: a. descarga. a inclinação máxima deve ser de 25 graus. 5. quando houver.3.1 Nos setores de arquibancadas com a instalação de barreiras inclinação igual ou superior a 32 graus tornase obrigatória (guarda-corpos) na frente de cada fila de assentos.6 A altura mínima do guarda-corpo das laterais da arquibancada deve atender à Seção 6. e.80m.1.3.1 A inclinação máxima admitida para os setores de arquibancada será de 37 graus (medida entre a primeira fila e a última. f.4. e. espaços livres no exterior.1.

rampas e outros). além de ser incombustível. sendo que deve haver.8 As saídas devem ser dimensionadas em função da população de cada setor considerado. acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de 8 . todas as saídas tenham sinalização e identificação condições emergência. 6.12 Toda circulação horizontal deve estar livre de obstáculos e permitir o acesso rápido e seguro do público às saídas verticais dos respectivos pisos ou à área de descarga. locais de venda. ser mantida a mesma largura ou.9 Para recintos com previsão de público igual ou superior a 2.1. escritórios. será admitida a largura mínima de 1.1.500 pessoas.7 As saídas devem possuir. 6.20 m de largura. 6. 6. no mínimo. devendo constar as plantas ou croquis que estabeleçam o “plano de abandono” de cada um dos setores.1.14 Nas quadra.1.b. locais fechados e outros.5 O piso das áreas destinadas à saída do público.12. devendo.1. acessos dos sanitários e outros locais de acúmulo de pessoas devem distar. 6.1.1.6 As adequadas. 6. devendo ser adotadas as rotas mais diretas possíveis. 1. haja dispositivos que direcionem o fluxo de pessoas que irão adentrar em uma rota de fuga. normais tanto como em em 6. c. duas opções (alternativas) de fuga. Ex: camarins.7. área de concentração dos atletas ou artistas. Cópia do Plano de Emergência deve ser mantida na sala de comando e controle do recinto.1. Ver Figura 14. d. atendendo aos critérios descritos nas normas técnicas pertinentes. no sentido da saída do recinto. todas as áreas de circulações de saída tenham larguras adequadas à respectiva população. 6.10m.10 As saídas que não servem aos setores de arquibancadas ou à platéia devem atender aos parâmetros normativos pertinentes adotados na NT 05.1. barreiras dentre ou alambrados dos que locais separam a área do evento (arena. em lados distintos. e. em cada setor. escadas.4 Nas saídas. no caso de aumento de fluxo na circulação. vestiários. no mínimo. 5 m das saídas (túneis.1.13 Os desníveis existentes nas saídas horizontais devem ser vencidos por rampas de inclinação não superior a 10% e patamar horizontal de descanso a cada 10 m. 6.1. administração. no mínimo. deve-se dimensionar para o novo número de pessoas. as pessoas não tenham que percorrer distâncias excessivas para sair do local de assistência (acomodação).1. sentidos. deverá também ser executado e de conter balizamento não em material sinalização conforme sofrer antiderrapante complementar 6. sala de imprensa. no mínimo. camarotes. de abertura nos dois sistema normas técnicas pertinentes. campo. deverá ser elaborado Plano de Emergência.1 No caso de edificações existentes. 6. conforme dimensionamento da capacidade das saídas e caminhamentos máximos. pista outros) acessíveis ao público devem ser previstas passagens que permitam aos espectadores sua utilização mediante em caso de emergência. circulações podem estreitamento em suas larguras.1 Vestiários.11 Devem ser previstos espaços adequados para portadores de necessidades especiais. 6.1. os elementos construtivos e os materiais de acabamentos e de revestimento devem ser incombustíveis. 6.

não devem obstruir qualquer tipo de circulação (corredores. 6. escadas. 6. 6.20 m. dobradiças e outros. 9 .15 Os acessos radiais deverão ser na cor amarela ou sinalizados com faixas amarelas nas extremidades laterais. 6.14.incêndio.1.1 As faixas previstas no item anterior deverão possuir no mínimo 5. saídas público a separadamente.1. exceto os portões de acesso ao campo.23 As catracas de acesso devem ser reversíveis. e possuir largura dimensionada para o abandono seguro da população do recinto. com as respectivas sinalizações. dimensionados de acordo com o estabelecido nesta norma técnica. 6.1.19 Nenhuma saída deve ser fechada de modo que não possa ser facilmente e imediatamente aberta em caso de emergência. 6. contrastantes com a cor do piso (ver Figuras 3. 6.1 As passagens (portões) de acesso ao campo devem ser pintadas em cor amarela.1. as paredes não devem ter cantos vivos. espelhos. em caso de necessidade.). 6. maçanetas. porém. nunca inferior a 1. antes do fim do evento. 8 e 9). devendo permanecer sempre livres e prontos para utilização.1.1.1. 6.20 As saídas finais devem ser monitoradas pessoalmente pela segurança ou brigada. de acordo com os parâmetros da NT 09.21.1.24 As catracas devem ser dimensionadas para atender a todo o público e a seu acesso em um tempo máximo de 1 hora com a devida agilidade e atendimento aos procedimentos de segurança. 6. 6.1. 6. 6. Ao abrir. enquanto o recinto for utilizado pelo público. O responsável pela segurança deve verificar ou ser informado quando todas as portas e portões das saídas finais estiverem conforme prescrições desta Norma Técnica. com prazo suficiente para garantir a saída segura do público. portão ou alambrado. não podendo ser obstruídos pela movimentação de entrada do público ao recinto. deve ser considerada uma capacidade máxima de 660 espectadores por catraca por hora. 6. 6.1.25 Ao lado das entradas devem ser previstas portas ou portões destinados à saída dos espectadores.16 Quando houver mudanças de direção.1. que devem ser devidamente monitorados pelo serviço de segurança ou pela brigada de incêndio. para permitir a saída de alguém do recinto. descarga etc. 6.17 As portas e os portões de saída do público devem abrir sempre no sentido de fuga das pessoas. a qualquer momento.1.1.27 As circulações devem ser iluminadas e sinalizadas com indicação clara do sentido da saída. Estas passagens devem ser seguramente na posição aberta.1.1 Deverão ser observadas medidas que permitam a saída do público de torcidas distintas. Para este cálculo.26 É vedada a utilização de portas e portões de correr ou de enrolar nas saídas.18 As portas e portões de saída devem ser providos de barras antipânico. instaladas ao final de todos os acessos radiais.22 Não devem existir peças plásticas em fechaduras. não sendo permitido qualquer tipo de travamento no sentido de saída do recinto.1. Estas saídas devem ser monitoradas pessoalmente pelo serviço de segurança ou pela brigada de incêndio. atenderem que se devendo estas ao proporcionalmente destinam.21 Todas as portas e portões de saída final em uma via de saída normal devem abrir no sentido do fluxo de saída e serem mantidos na posição totalmente aberta.15. sendo que estes espaços não poderão ser computados no cálculo das saídas de emergência.1.0 cm de largura e serem contínuas até a barreira.

20 m.64 (m) 6. estes deverão ser sinalizados observando sinalização específica conforme normas técnicas pertinentes.2. b. caso não haja mudança de direção.18 m. 6. com tolerância de 0. largura mínima de 1.9 O uso de rampas é obrigatório nos 10 . quando houver mudança de direção na escada ou na rampa.7 Os degraus das escadas (exceto os degraus dos acessos radiais) devem atender aos seguintes requisitos: a.40 m de largura ou mais devem possuir corrimãos intermediários no máximo a cada 1. para facilitar o deslocamento rápido em caso de emergência. nos dois lados (interno e externo).20 m de altura (rampas e escadas). caracol ou helicoidal. largura mínima das pisadas (b): 0. com seus respectivos números de identificação.2 O lanço máximo. 6.2 Saídas verticais .29 As portas e passagens nas circulações devem ter altura mínima de 2.2. o piso dos degraus e patamares revestidos por materiais incombustíveis e antiderrapantes. com altura entre 0.005 m (0.00 m para as existentes. barreiras e corrimãos.27 m. 6.2.2. atendendo aos requisitos da Seção 6.20m (exemplo: patamar entre dois lanços na mesma direção).4 Devem ser construídas em lances retos e sua mudança de direção deve ocorrer em patamar intermediário e plano. 0. a saber: 0.28 Todas as saídas (portas.6 Elevadores.2. nas arquibancadas. 6. c.10 m.2. 6. 6.2.3 Para edificações existentes.15 m ≤ h ≤ 0.7.2.2.2.1. portões) devem ser claramente marcadas. c.2. caso 6.80m a 0.2.4 – Guada-corpos.92m.63 ≤ (2h + b) ≤ 0. 6. devem ser balanceados em função da inclinação da arquibancada e das dimensões dos patamares (ver Figura 3).2.6. entre dois patamares consecutivos.15 m e 0.2 As saídas verticais (escadas ou rampas) devem ainda satisfazer as exigências descritas a seguir: 6. 6.2. 6.2.8 Em áreas de uso comum não são admitidas escadas em leque.2. guarda-corpos com altura mínima de 1.1. elevadores de emergência e escadas rolantes não podem ser considerados como saídas de emergência.1 Todos os tipos de escadas ou de rampas deverão ter: a.18 m.20 m para edificações novas e de 2.2. corrimäos contínuos em ambos os lados.20 m (ver Figura 5). as escadas e rampas com 2.2.1 Serem contínuas desde o piso ou nível que atendem até o piso de descarga ou nível de saída do recinto ou setor. as escadas devem ter lanço mínimo de 3 degraus. o comprimento mínimo dos patamares deve ser igual à largura da respectiva saída. atendendo aos requisitos da Seção 6.2.escadas ou rampas existam saliências ou um degrau de escada.5 Os patamares devem ter largura igual à da escada ou da rampa e comprimento conforme regras descritas abaixo: a.4.2. 6.5 cm). d. não deve ultrapassar 3.80 m e no mínimo a cada 1. o balanceamento dos degraus deve atender a relação entre altura do espelho (h) e a largura da pisada (b). f. 6.1 Os degraus dos acessos radiais. e. o comprimento mínimo deve ser igual a 1. os quais sejam tecnicamente impossíveis de serem corrigidos. b.2. b. ou seja. altura dos espelhos dos degraus (h) deve situar-se entre 0.2.

não possuir saliências.3. tais como bares. 6. pistas de dança. no sentido descendente de saída. c.3 Descarga e espaços livres no dimensionadas. b.20 m.4 Guarda-corpos.2.3. 6. conforme normas técnicas pertinentes. não serem utilizadas como depósito de qualquer natureza. Caso necessário. ao redor do recinto. 6. b. pela sua natureza ou sua utilização. 6.2. 6.3. por exemplo: desvios de trânsito nas vias próximas ao recinto.4 As a.2.14 Não é permitida a colocação de portas nas rampas (ou nas escadas). 6.1 Cuidados especiais devem ser equidistante dimensionadas maneira a atender o fluxo a elas destinado e o respectivo caminhamento máximo. c. 6.seguintes casos: a. 6. não descargas serem devem atender aos como de seguintes requisitos: utilizadas de veículos estacionamento qualquer natureza. na descarga e acesso de elevadores de emergência. deverão ser previstos divisores físicos que impeçam tal utilização.2. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. Dessa forma. não devendo ser dispostas dependências que. lojas de “souvenirs” ou outras ocupações.2. 6.3 No dimensionamento da área de descarga.2. tendo comprimento mínimo de 1. barreiras e corrimãos adotados pela organização do evento e pelas autoridades competentes para que a descarga do público tenha fluxo suficiente na área externa. sendo que estas devem estar situadas sempre em patamares planos.10 As rampas devem ser dotadas de guarda-corpos de forma análoga às escadas.2 Nos acessos ao recinto devem ser planejadas áreas de acúmulo de público suficientemente dimensionadas para conter o público com segurança.2. obstáculos ou instalações que possam causar lesões em caso de abandono de emergência. para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações para acesso de deficientes físicos. e. serem mantidas livres e desimpedidas.12 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível.13 As rampas podem suceder um lanço de escada. possam provocar a aglomeração de público. medidos na direção do trânsito. devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos.2. medidas de segurança devem ser adotadas para se evitar a aglomeração de público nas descargas externas do recinto.2. o que comprometeria as saídas do recinto. organizado em filas antes de passar pelas catracas. 6. serem distribuídas e de forma de exterior.3. mas não podem precedê-lo. com comprimento não inferior à da folha da porta de cada lado do vão.2. 6. d.2. sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção. mesmo que corretamente 11 .11 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras.15 As inclinações das rampas não deverão exceder a 10% (1:10). 6. proibição de “comércio” nas proximidades das saídas e outros.2. para evitar-se congestionamento nas circulações internas da edificação. quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada.

Os lanços (canais) determinados pelos corrimãos centrais deverão ter largura mínima de 1. de preferência.4.7.3 As arquibancadas cujas alturas em relação ao piso de descarga sejam superiores a 2.10 m.80 m em relação a este nível (ver Figura 4). prolongando-se mais 0. estes deverão ter descontinuidades (intervalos) no mínimo a cada 2 fileiras e no máximo a cada 4 fileiras de assentos. atender balaústres aos (barras mesmos verticais). não possuindo quinas vivas ou reentrâncias agarramento saliências roupas.10 Os corrimãos devem ser construídos para resistir a uma carga mínima de 900 N (Newton) aplicada verticalmente de cima para baixo e horizontalmente escadas em ambos os (não sentidos. devem ser dotadas de corrimãos centrais. 6. devendo estar situados entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso. 6. quando houver acomodações ou assentos em ambos os lados.4.4.0 kN/m (ver Figuras 6.4 O fechamento dos guarda-corpos deve ser por meio de longarinas (barras horizontais) ou. no mínimo. 6.15 m. as quais deverão ser voltadas aberturas.6.10 m devem possuir fechamento dos encostos (guarda-costas) do último nível superior de assentos.4.4. ambos com vão máximo de 0.90 m (90 cm) a guarda seja confeccionada com concreto (ver Figura 8).11 Nas comuns enclausuradas) e rampas não enclausuradas pode-se dispensar o corrimão.20 m e máximo 1. recomenda-se que até a altura 0. os corrimãos devem ser laterais (individuais por fila) ou corrimãos devem possuir as terminações (extremidades) arredondadas ou para parede ou e de outra solução que Deve alternativa.2 A altura das barreiras.1.4.6 Os curvas. 6.7. formando canais de circulação (ver Figura 5).6 m devem ser instaladas barreiras retardantes antes da chegada às 12 atender também aos mesmos parâmetros da .7 Nos acessos radiais das arquibancadas. a fim de se evitar acidentes.5 Os corrimãos deverão ser dotados em ambos os lados das escadas (ou rampas).4.1 Quando os corrimãos forem centrais (ver Figuras 7 e 9). com altura entre 0.4. sempre que houver qualquer desnível maior de 18 cm. 6. centrais. 6. 6. porém.40 m de largura.80m.1 Toda saída deve ser protegida. 6. de 1. permitam NT 05. visando facilitar o acesso aos mesmos e permitir a passagem de um lado para o outro.4.12 Para escadas de escoamento e circulação de público com largura útil total maior do que 3. suas extremidades devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. de forma idêntica aos guarda-corpos. Nota: somente deverão ser utilizadas longarinas quando for inviável a utilização de balaústres.8 As escadas com mais de 2.4.30m nas extremidades.4. com aberturas de 60 cm no início e término dos patamares e. neste caso. internamente. com altura mínima de 1.9 No perímetro de proteção dos túneis de acesso (vomitórios). 6. de ambos os lados.4. deve ser. conforme a NT 05.10 m e sua resistência mecânica varia de acordo com a sua função e posicionamento (ver Figuras 6). 6.92 m e resistência mínima de 2. 6. com corrimãos e guardacorpos contínuos. devendo ainda parâmetros da NT 05. 7 e 9). para compor a altura mínima de 1. 6. desde que o guarda-corpo atenda também aos preceitos do corrimão.4.4. 6.1 Estes intervalos (aberturas) terão uma largura livre correspondente à largura do patamar.80 e 0.

mesas).4. evento.1 Para maiores informações sobre dimensionamento de guardas e barreiras.5 m linear de arquibancada por pessoa.1.1. c.mesmas para um melhor controle e promoção de um ritmo contínuo de público (ver Figura 12).2. resistência distâncias entre barreiras conforme Figura 10. nessas condições. 7. devendo-se adotar o valor de 4 pessoas por metro quadrado da área útil destinada aos espectadores (Dmáx. antes de serem colocadas em uso. terem sua resistência e funcionalidade testadas.1 Arquibancadas poltronas número (rebatíveis total de com ou cadeiras ou não-rebatíveis): demarcados assentos (observando-se os espaçamentos conforme Seção 5.ver Capítulo 3 desta NT). para fins de definição da capacidade real máxima e disponibilização de ingressos (lotação real).4. 6. da arena de rodeios e similares for usada para acomodação dos espectadores (público). 7. da pista.1. não possuírem As pontas bordas ou bordas ser e agudas. arredondadas. caso existam. 13 .1. sendo exigido laudo técnico específico com f.2 A lotação do recinto (população máxima) deve ser calculada obedecendo-se aos critérios abaixo descritos.5 pessoas por m² de área. b. terem devem mecânica 7. Para cálculo da capacidade de público do setor. e. serem recolhimento vistoriadas de antes ART de do cada profissional competente. 7. d.2. consultar o “Guide To Safety at Sports Grounds” (“Green Guide” . devendo-se adotar.2 Arquibancadas sem cadeiras ou poltronas: na proporção de 0.10 m (sendo permitida uma tolerância de variação de até 3%). a população será definida conforme o leiaute. 7. deverá ser adotada a fórmula: P = (2 x). onde “P” é a população máxima. poltronas. = 4 pessoas/m²).2. “x” é a extensão da arquibancada em metros e “n” o número de degraus da arquibancada. do campo. excluindo-se sanitários. da quadra. terem alturas de 1.5 Para setores (ou áreas) de público em pé: as áreas destinadas ao público em pé.1 DIMENSIONAMENTO DAS SAÍDAS Cálculo da população saídas em de emergência da são 7.1. deverá ser adotada a densidade (D) máxima de 3 pessoas/m² (fator de segurança e controle de lotação).1. a densidade (D) será de 2.13.4 No caso de camarotes que possuam mobiliários (cadeiras. copas e outros ambientes. 7. dimensionadas função população máxima no recinto e/ou setor do evento.1 As 7.2. contudo. para fins de cálculo das dimensões das saídas será utilizada a densidade (D) máxima de público.1.13 Barreiras antiesmagamentos (ver Figuras 10 e 11) devem ser previstas nas arquibancadas para público em pé. serem contínuas entre os acessos radiais. 6.6 A regra acima se aplica também quando a área do gramado.2.2. por engenheiro habilitado. 7 7.3 No caso de camarotes que não possuam cadeiras fixas.3 – Assentos).n.1. espaçadas em função da inclinação e devem possuir os seguintes requisitos: a. devendo possuir manutenção constante.

7. 7.5 minutos.2.2.1 Para autoridades este tipo de uso. sendo necessária ainda. a previsão de sistemas de chuveiros automáticos e de detecção automática de incêndio. deverá ser considerada.1.9 Para definição da lotação máxima e disponibilização de ingressos de cada setor. a necessidade de redução de público em função do risco que o evento oferece. 7. por exemplo). lojas. restaurantes. a necessidade de redução do público em função da necessidade de divisão de setores por parte das autoridades policiais. até um local de relativa segurança.2 – Tempo de saída).1. as ser competentes devem para evacuação. medidas de controle de acesso rigorosas.1 O tempo máximo de saída é usado. 7. pela organização do evento. o tempo máximo será de 6 minutos (ginásios poliesportivos.2.2 O público desta área deverá ser computado no dimensionamento das saídas permanentes do recinto.1. 7.6. na contra incêndio (quando permitidas). em conjunto com a taxa de fluxo (F) para determinar a capacidade do sistema de saída da área de acomodação do público para um local de segurança ou de relativa segurança (ver Capítulo 4 – Definições). utilizando-se para tal fim a avaliação da redução do tempo necessário área de concentração dos atletas ou artistas e outros). para definição das saídas de emergência. e possíveis áreas de risco verificadas em vistoria.1. nestes locais. por autoridades competentes.1.1.2. com presença de carga de incêndio (por exemplo: museus. cabines de imprensa. independente da característica da edificação (ver Seção 7. Nota: A necessidade de chuveiros automáticos e de detecção. subsolos. barreiras físicas e outros dispositivos eficazes devem ser usados para se evitar a superlotação de algum setor (ou área).2. em função deste risco. adotar tempo de saída de 2. para se evitar que haja migração de determinadas áreas para outras com melhor visibilidade do evento. 7.2.8 Nos setores de público em pé. Caso a arquibancada seja interna (local fechado).2 Nas áreas de arquibancadas externas (baixo risco de incêndio). atenderá as normas técnicas do 14 . poderá ser adotado o critério de redução de público. bibliotecas. para cada evento. camarotes.10 Quando verificada. 7. Neste caso. o tempo máximo de saída.nestes locais. administração.2.2. será de 8 minutos (ver Figura 14). 7.2.3 Nas áreas internas destinadas a usos diversos.1. o tempo total necessário para percorrer a circulação inteira de saída (do assento ao exterior). consultadas quanto às possíveis restrições. 7.4 Nas áreas de eventos temporários em local aberto e no gramado. Nesta situação específica. assim. nos termos desta norma técnica.7 A organização dos setores. medidas de segurança devem ser adotadas. Nota: Não inclui. no campo. depósitos. deverá ser adotado o tempo máximo de 5 minutos para evacuação. sendo tais informações essenciais para o dimensionamento das rotas de fuga.2.2. provocando assim uma saturação de alguns pontos e esvaziamento de outros. deve ser devidamente comprovada pelo responsável técnico. por meio de memória de cálculo. estádios cobertos ou com cobertura retrátil. 7.2 Tempo de saída 7.11 É vedada a utilização das áreas de circulação e rotas de saída para o cômputo do público. estúdios. bem como as possíveis substituições por outras medidas de segurança CBMCE. com as respectivas lotações. 7.6. camarins. estacionamentos.

deve ser utilizada a taxa de fluxo (F) que é o indicativo do número de pessoas que passam por minuto por determinada largura de saída (pessoas/minuto).3. por exemplo.1 Para dimensionar o abandono de uma edificação. em observação regular.5 Em certas circunstâncias pode ser necessário aplicar um tempo de egresso menor do que o estabelecido. a distância máxima de percurso para se alcançar um local de segurança ou de relativa segurança não pode ser superior a 60 metros (incluindo a distância percorrida na fila de assentos e nos acessos – radiais e laterais). na pista. em menos tempo do que o período pré-estipulado para a saída completa do setor. conforme item específico tratado nesta norma técnica.2. que os espectadores ficam agitados. 15 . a distância máxima a ser percorrida por um espectador até atingir uma saída não poderá ser superior a 120 metros. o valor de 73 pessoas por minuto por metro. o tempo máximo será de 5 minutos.3 c. Aceita-se para edificações análise de existentes. Dimensionamento das saídas relativos de ao emergência parâmetros escoamento de pessoas (larguras dos acessos e saídas) 7. nas escadas e circulações com degraus: 66 pessoas por minuto por metro (ou 79 pessoas por minuto. Nos casos de eventos temporários em locais abertos. d.20 m).2.3. frustrados ou estressados. se for constato pelos responsáveis. a serem consideradas são as percorridas Os critérios para se determinar as distâncias máximas de percurso para o espectador. Comissão mediante Técnica.3. admitese o caminhamento máximo de 40 metros. 7. podem ser adotadas medidas como limitar a lotação no setor ou aumentar as saídas. as taxas de fluxo máximas seguintes: a. Para estádios existentes. na quadra. para uma largura de 1.arena.3 O dimensionamento das saídas será em função da taxa de Fluxo (F) referente à abertura considerada. 7.7 Para diminuir o tempo de saída. A distância máxima a ser percorrida pelo espectador em setores alcançar de um arquibancadas para acesso radial (corredor) não pode ser superior a 10 metros (ver figura 15). são os seguintes: a. o tempo máximo de saída não poderá ser superior a 2.2. Para fins de aplicação desta Norma Técnica. 7. b. 7.8 Distâncias máximas a serem 7.2 Siglas adotadas: P = população (pessoas) E = capacidade de escoamento (pessoas) D = densidade (pessoas por m²) F = taxa de fluxo (pessoas por minuto) L = Largura (metro) 7. 7. tendo em vista o tempo máximo de saída da área de acomodação e o risco à vida humana decorrente da emergência. partindo de seu assento ou posição. e similares (quando usados para o público). A distância máxima a ser percorrida pelo espectador em setores de arquibancadas para alcançar a entrada do túnel de acesso (vomitório) não poderá ser superior a 30 m (ver figura 15).2.6 Para os locais cuja construção consista em materiais não-retardantes ao fogo.5 minutos.

8.1. áreas VIP.20 m). restaurantes.3 Não serão permitidos espectadores em pé nas arquibancadas em edificações com lotação superior a 5. 7.1 OUTRAS EXIGÊNCIAS Os elementos estruturais dos recintos apresentar resistência mecânica corredores) e rampas: 83 pessoas por minuto por metro (ou 100 pessoas por minuto. nas saídas horizontais (portas. ginásios.1 Para as edificações a serem construídas verticais) das instalações do recinto devem ser devidamente selados quando atravessarem qualquer elemento de construção (em especial paredes e lajes). sala de imprensa.4 A reação ao fogo dos materiais (estádios.: majoração das larguras de saída e minoração da capacidade de público). aceita-se para edificações existentes.2 As áreas internas da edificação. o isolamento dos locais e a proteção das circulações.3. áreas de estacionamentos. 9.000 pessoas. 9. conforme item específico tratado nesta norma técnica. 9 9. 9. como áreas técnicas.1 Para edificações cujos projetos já tenham sido aceitos formalmente pelo Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. lojas.5 Os elementos estruturais das coberturas espectadores em pé será de 1. serão admitidas as taxas de Fluxo (F) estabelecidas na 4ª edição do “Guide to Safety at Sport Grounds (Green Guide)”. imediatamente concentração de atletas ou artistas. devem possuir resistência ao fogo suficiente 16 . emitido por profissional capacitado e habilitado.3. 9. conforme normas técnicas pertinentes. museus. mediante análise de comissão técnica. arenas e similares. camarins. 8 Setores para espectadores em pé em eventos esportivos em geral 8. o valor de 109 pessoas por minuto por metro. áreas de instalação de geradores e outras áreas similares devem ser compartimentadas das áreas de público e circulações de saída com elementos instalação automáticos. 9. escritórios. com a finalidade de atendimento à Copa do Mundo de 2014. 8. 8.1 A estabilidade estrutural da edificação deve ser comprovada em laudo técnico específico. usados para eventos esportivos). bem como devem possuir resistência ao fogo suficiente para o abandono seguro dos ocupantes e para as ações de socorro. não poderá exceder a 20% da lotação total. subsolos.b. 7. camarotes.3.000 pessoas. mantendo-se assim a compartimentação dos espaços. administração.2 Nas edificações existentes. nos elementos de decoração e no mobiliário deve ser controlada para limitar o risco de deflagração e a velocidade do desenvolvimento e propagação do incêndio. utilizados nos acabamentos. a previsão de lugares para espectadores em pé.4 Nas edificações que não possuam a lotação máxima de arquibancadas. Esta compartimentação poderá ser substituída por chuveiros considerando sempre o arredondamento em função da segurança (ex. para uma largura de 1.4 Caso fracionado o cálculo o inferior resulte ou em valor inteiro superior. depósitos. adota-se número devem compatível com as ações e as solicitações a que são sujeitos (conforme normas da ABNT).3 Os dutos e “shafts” (horizontais ou resistentes de sistema ao de fogo. não será admitida a previsão de espectadores em pé.

1. o público presente deve ser orientado quanto à localização das saídas de emergência para cada setor e sobre os sistemas de segurança existentes. quadra.7 Os subsolos que possuírem ocupações de estacionamento devem de veículos às ocupados) atender distintas (subsolos exigências adicionais das normas técnicas do CBMCE. camarotes. 9.6 Antes do início de cada evento. 10. 9.1 Os estruturas espaços vazios abaixo ao das 9. em caso de emergência. deverá ser setorizado e monitorado pela central instalada na Sala de Comando e Controle.8.8.8. chuveiros detecção automáticos. de forma a impedir a passagem de pessoas. arena e outros). conforme normas das ou mesmas de deverão ser técnicas da ABNT e os materiais utilizados na construção incombustíveis baixa propagação difundir. com possibilidade de setorização e instalações que permitam destinadas público (arquibancadas. áreas de comércio. incluindo controle de acesso. sejam mantidos em funcionamento por período mínimo de 120 minutos. que possa dar visão completa de todo recinto (setores de público. 9. campo. sendo que em caso de emergência. 9.8. aviso de abandono ao público e acionar os meios de socorro para intervir em caso de incêndio ou outras emergências. devidamente equipada com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis no local. 9.1 Na edificação deve-se prever uma sala em local estratégico. 9. 9. na NBR 5410 (Instalações elétricas de baixa tensão) e NBR 5419 (Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas). devendo ser mantidos limpos e sem quaisquer materiais combustíveis durante todo o período do evento. e outros) não podem ser utilizados como áreas úteis. principalmente quanto às medidas de: controle de rotas fumaça. as edificações cuja estrutura seja de caráter temporário (desmontáveis) devem atender ainda ao seguinte: 10.3 A Sala de Comando e Controle funcionará como Posto de Comando Integrado das operações desenvolvidas em situação de normalidade. de saída. automática de incêndio e compartimentação.8.2 Os vãos (espelhos) entre os assentos das arquibancadas que possuam alturas superiores a 0. 9.1.4 Os recintos devem ser equipados com sistema de sonorização.1 Além dos critérios estabelecidos nos itens anteriores.para o abandono seguro dos ocupantes e para as ações de socorro.5 Os equipamentos de sonorização devem ser conectados a sistemas autônomos de alimentação elétrica para que. requisitos proteção devem respectivamente. banheiros e outros.15 m devem ser fechados com materiais de resistência mecânica análoga aos guarda-corpos. deve-se avaliar o melhor local para destinação do Posto de Comando. 9.8.8. 17 . tais como depósitos de materiais diversos. quando houver. 10 Edificações de caráter temporário (materiais retardantes ao fogo).6 As instalações elétricas e o sistema de contra atender descargas aos atmosféricas previstos.2 Nesta sala deve-se interligar os sistemas de monitoramento e de alarmes (incêndio e segurança) existentes no recinto.7 O sistema de alarme e detecção automática de incêndio. no caso de interrupção do fornecimento de energia.8 Sala de Comando e Controle 10.

1.1.1.10. 10. tendas. e sonorização. estas devem ser afixadas de forma a permanecerem alinhadas em um mesmo plano. devendo ser instalados em local adequado e fora do alcance do público. inclusive. 10.6 Nas barreiras ou alambrados que separam área do evento dos locais de público devem ser previstas passagens que permitam aos espectadores sua utilização em caso de emergência. afixados de forma a não permitir sua remoção sem auxílio de ferramentas ou que permitam o desprendimento de partes. camarotes. 10. prevendo-se.10 Deverão Anotações de apresentadas Responsabilidade Técnica (desmontáveis) são aceitos pisos em madeira resistência características mecânica antiderrapantes compatível. mediante sistema de abertura acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio. as especialmente do vento. 10.11 Os acabamentos.1. todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos.5 Nos locais destinados aos espectadores e rotas de fuga todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos. considerando as cargas geradas pela movimentação do público levando-se em consideração a resistência e comportamento do solo que receberá as cargas. praças e similares.12 Os elementos de suporte estrutural das tendas ou outras coberturas flexíveis devem possuir as mesmas características de resistência e/ou retardo de fogo. devem ser previstos corredores de acesso aos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio.1.1. Se montados por intermédio de placas. 10. 18 . (iluminação. além de devidamente isolados.4 Os circuitos elétricos e fiação do sistema de iluminação de emergência devem ser instalados em conformidade com a NT 09 e NBR 5410. instalações elétricas outros. bem como mantenham a superfície plana. com a devida comprovação por meio de documentação pertinente.1. estruturas suspensas e outros). 10.000 pessoas. que possuam locais de concentração de público acima de 10. campos. grupo e moto-gerador outros).8 Nos corredores de acesso.1. de forma a garantir a necessária evacuação do público. com largura mínima útil (livre e desimpedidas) de 2.1. materiais elementos utilizados de nos decoração. Os disjuntores não podem ser afixados sobre materiais combustíveis. 10.9 Os elementos estruturais dos recintos devem apresentar resistência mecânica compatível com as ações e solicitações a que são sujeitos.1. as ações ser das intempéries. arquibancadas.00 metros de largura e 4.1 Estes corredores de acesso deverão ser previamente definidos pelas autoridades (ART) referentes às estruturas provisórias (palcos.1. além de devidamente isolados. 10.7 Em eventos realizados em pistas. 10.3 Em na rota de ocupações fuga. sem ressaltos ou aberturas. viabilizando a remoção de vítimas. arena ou outros). 10. equipamentos coberturas flexíveis (lonas) e no mobiliário principal devem ser especificados de forma a restringir a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça. desde temporárias que e possuam sejam competentes.50 metros de altura até o espaço de concentração de público (campo.1.7. com previsão de público em pé.13 Deverão ser garantidos dois acessos de veículos de emergência com dimensões mínimas de 4.50m. em lados ou extremidades opostas. 10.

museus. em armários com chave mestra.2. admitindo-se as adaptações abaixo: a. d.2 Nos locais administrativos. 11. os responsáveis pelo evento deverão colocar a disposição. Nos locais administrativos. 12.1 As edificações que. sala de imprensa.2 Hidrantes e Mangotinhos 12. cabines de rádios. previsto características e inviabilidade técnica.1 A proteção por hidrantes. sociais e similares) estão isentas da instalação de extintores de incêndio no e do item caminhamento anterior. quanto à ou exigência tecnicamente inviável. e propor medidas alternativas. camarotes. deverá ser feita conforme especificações da NT 06. apresentando (alternativas) mitigadoras sugeridas. atender às tecnicamente. devese atender às prescrições NT 04. deverão prescrições da NT 06. vestiários. lojas.1. de 29 de dezembro de 2004 e respectivas Normas Técnicas que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Ceará. os extintores poderão ser instalados em baterias. museus. restaurantes. próximo aos locais para sua abertura. atendendo: a. bares. não permitam as adequações previstas nesta norma técnica devem ser avaliadas por comissão técnica composta por Oficiais do Corpo medidas de Bombeiros substitutivas Militar. vestiários. lojas.3 Nos locais de acesso de público. estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores. 12. 12. nos locais de acesso restrito ao Corpo de Bombeiros Militar. 12 DA PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Os equipamentos de segurança contra incêndio dos recintos devem ser projetados de acordo com a Lei Estadual Nº 13.1 A proteção por extintores de incêndio é obrigatória em todos os eventos. de forma a garantir a segurança durante a permanência e abandono das pessoas além da intervenção do socorro público de maneira rápida e segura em caso de emergência. 12. dos requisitos desta norma devidamente embasados c.1 Extintores de incêndio 12.1. pelas suas à Brigada de Incêndio e ao pessoal de segurança. 19 . deverão atender à NT 04. instalação e classes de incêndio. o caminhamento (distância a percorrer) máximo para alcançar um hidrante deve ser de 30 m. sala de imprensa. capacidade extintora. as áreas de acomodação do público (arquibancadas.2 O responsável técnico pelo pedido de análise em comissão técnica deve apresentar os argumentos quanto à impossibilidade do atendimento técnica. nos locais de acesso de público. estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores. b. uma chave mestra para abertura de todos os locais de acesso restrito que contenham equipamentos de combate a incêndio.11 EDIFICAÇÕES EXISTENTES 11. citados nos artigos anteriores e disponibilizar funcionários que possuam a cópia da chave. cabines de rádios. restaurantes.556. c. quando necessária. os hidrantes poderão ser instalados em locais de acesso restrito ao corpo de bombeiros militar e à brigada de incêndio. O caminhamento (distância a percorrer) máximo para alcançar uma bateria de extintores deve ser de no máximo 35 m. no centro de comando dos bombeiros. a quantidade. cadeiras. camarotes. b. bares.1.

possuir fundo verde e a mensagem de “s a í d a” com pictograma universal. como reserva técnica. devem atender as prescrições das normas técnicas da ABNT e deverão conter a mensagem “S A Í D A” com pictograma universal (fotoluminescente). c. 12.5. registros.5. sociais e similares) estão isentas da instalação de hidrantes.3 Detecção e Alarme de Incêndio 12. Nas edificações permanentes em que houver a necessidade da utilização de gás liquefeito de petróleo ou gás natural. na cabine de comando. Não será permitido o abastecimento nos horários de realização dos eventos com acesso de público. d.3. este deverá ser abastecido através de central. todas as demais características de instalação do sistema de alarme e sonorização deverão atender o previsto na NT 12 e NBR 9441 da ABNT. b. g. atendendo às prescrições da NT 12. b.1 A proteção pelo sistema de iluminação de emergência é obrigatória em todos os eventos. em cor fotoluminescente. quando necessária. vazão. rádios. conforme especificações abaixo: a. f. cadeiras. deverão atender às prescrições da NT 06. c.3 Para os eventos realizados em construções provisórias poderá ser utilizada a sinalização de saída através de faixas que deverão atender as seguintes exigências: a. cadeiras. b. e. pressão. estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores. sociais e similares). os avisadores sonoros deverão ser substituídos por sistema de som audível em toda a área de circulação e acomodação do público (arquibancadas.5. museus.e. 12. cadeiras. bombas. vestiários. restaurantes. a proteção por detecção deverá ser instalada nos locais administrativos.5 Sinalização de Emergência 12. devem ser utilizados quatro lances de mangueiras de quinze metros junto aos hidrantes instalados nas circulações de acesso às áreas de acomodação de público (arquibancadas. cabines de .6 Central de GLP / GN a.1 A proteção pelo sistema de sinalização de emergência é obrigatória em todos os eventos. devendo atender às prescrições da NT 09. 12.4.2 Todas as sinalizações de rotas de fuga. 12. É obrigatório do uso de gerador para estádios e similares.1 A proteção por alarme será obrigatória nos estádios com área construída acima de 750m² e/ou maior que 2 pavimentos. Os afastamentos e demais requisitos deverão atender às prescrições 20 as áreas de acomodação do público (arquibancadas. lojas. deverá ser instalado microfone conectado ao sistema de som do estádio. 12. nos locais de acesso de público. junto à central de alarme. possuir iluminação própria garantida em caso de emergência. Os acionadores manuais de alarme deverão ser instalados junto aos hidrantes. todas as demais características da instalação de hidrantes e mangotinhos. válvulas etc. sala de imprensa.4 Iluminação de Emergência 12. bares. tubulações. 12. camarotes. sociais e similares). devendo ser cobertas pelos hidrantes instalados nas circulações de acesso considerando-se o caminhamento máximo de 60 m. c. Atender as dimensões mínimas conforme normas técnicas da ABNT.

devem ser previstas. lojas.00 de largura. responsáveis pela segurança do evento. 02 (duas) vias de acesso que permitam o acesso ao campo. deverá apresentar no Corpo de Bombeiros Militar um Plano de emergência. ginásios e similares. com presença de carga de incêndio (por exemplo: museus. 12. subsolos.3 Deverão ser fixados em todos os setores.2 O administrador do recinto. cabines de imprensa.6 Deverá ser reservada e devidamente sinalizada. telefones da sala de comando e controle. 13. com dimensões mínimas de 20. em locais visíveis dos estádios. viabilizando a remoção de vítimas.8. mapas indicando: a. camarins. 13 PRESCRIÇÕES DIVERSAS 13. a localização atual do usuário.7 Acesso de viaturas a. 13. devidamente sinalizados. 13.4 Deverão ser instaladas. com dimensões mínimas de 30. depósitos. uma área para pouso de aeronaves de emergência. camarotes.pertinentes da NT 07. estúdios. conforme modelo constante da Figura 13. 13.00 m.00 x 30.5 Deverão ser garantidos dois acessos de veículos de emergência junto ao campo.2 Nas áreas internas destinadas a usos diversos. em todos os acessos de entrada do recinto placas indicativas da capacidade total de público e nas entradas dos setores. Nos estádios.1 Os estádios de futebol deverão ter equipes de pronto atendimento a emergências do tipo Brigadas de Incêndio. efetuado devendo apenas seu desligamento consulta ser aos após área de concentração dos atletas ou artistas e similares deverá ser previsto a proteção por chuveiros automáticos. c. placas indicativas da capacidade de público do respectivo setor. obedecendo às prescrições pertinentes da NT 10. em lados ou extremidades opostas.8 Chuveiros Automáticos 12. 21 . 13. As vias de acesso e saída dos serviços de emergência devem ser separadas dos acessos e saídas usadas pelo público. 13. 12. b. d. área destinada a viaturas de emergência. as duas saídas de emergência mais próximas. o caminhamento para atingir estas saídas. 13. no mínimo. estacionamentos.9 É obrigatória a instalação de um grupo moto gerador de energia para a manutenção de todos os sistemas elétricos de segurança (emergência).1 A proteção pelo sistema de chuveiros automáticos deve atender às prescrições da NT 01 e NT 15.8. observando o prescrito nas normas técnicas pertinentes. b.7 Recomenda-se que seja reservada e devidamente sinalizada. restaurantes. 12. bibliotecas. c. o gerente de operações ou seu responsável legal. contendo o Plano de Abandono em Situações de Emergência. sendo que a central deverá ser instalada em local onde seja impedido o acesso de público.8 A iluminação do ambiente dos eventos deverá ser mantida acesa até a saída total do público. Deve-se prever no recinto acesso e saída adequados aos serviços de emergência. conforme Portaria ou Norma Técnica do CBMCE.00 m de comprimento por 8. 13. administração. na área adjacente ao estádio e próximo ao portão que dá acesso ao campo.

13. estaduais e municipais que poderão evidenciar outras limitações em decorrência dos efeitos dos impactos ambientais e urbanos gerados pelo evento. de forma a se garantir a lotação prevista no projeto ficando este controle sob a responsabilidade dos organizadores do evento.12 O organizador do evento deverá estar atento às recomendações das autoridades federais. atendendo às normas pertinentes.10 O atendimento às exigências contidas nesta norma técnica não exime o responsável pela edificação ou evento da responsabilidade de atendimento a outras normas.15 Quando da ocorrência de tumultos na área externa ou pressão para entrada nos recintos onde estiverem sendo realizados quaisquer eventos. 13. desde que aprovados pelas autoridades competentes). legislações e medidas de segurança específicas. 13. 14 PUBLICAÇÃO 14. com acesso franco em recintos com áreas delimitadas.11 Devem ser instalados postos de da data de sua publicação oficial no Diário Oficial do Estado do Ceará (DOE). 13. 13.13 Em delimitadas todos os eventos ser com áreas deverão instalados mecanismos de controle de acesso de público (catracas reversíveis ou outros dispositivos de controle. 13. não deve ser adotado o procedimento de abertura dos portões de forma a permitir o acesso de público. atendimento pré-hospitalar em pontos distintos do recinto. dentre outras.1 As medidas de Segurança Contra Incêndio e Pânico contidas nesta norma técnica passam a serem exigidas após 30 dias 22 .14 É vedada a realização de eventos. como a instalação de locais adequados para o atendimento médico de urgência e o emprego de pessoal qualificado para tal. sem o devido controle de acesso e lotação máxima.

das saídas verticais: L=P÷E L = 85.2 Saídas verticais (escadas): a.7 m >>> >>> L = 45. b. com previsão de lotação (P) de 45.2 m A.2.4 m ÷ 0.1 População (P): a. Tempo (t) de saída dos setores: T = máximo de 8 minutos.50 m d. fluxo (F) nos acessos radiais permitido para prédios existentes (mediante análise) e para os estádios da COPA-2014: F = 73 pessoas por minuto por metro b. com as todas as medidas de segurança descritas nesta NT.2. espaçamento mínimo entre assentos = 0. d.ANEXO A (informativo) Exemplos de dimensionamento de saídas A.: rampas.1 Estádio novo. mínima.20 m cada . Estádio existente. portas): a. Capacidade de escoamento por metro (E): E = F x T = 83 x 8 = 664 pessoas por metro.000 ÷ 528 L = 86 m de largura totais .26 m >>> >>> L = 1320 ÷ 584 L = 2 acessos radiais de 1. dos acessos radiais deste bloco L=P÷E L = 2.1. com as todas as medidas de segurança descritas nesta NT. cálculo da largura total (l). quantidade de assentos por patamar: (20 m ÷ 0. capacidade de escoamento (E) por metro: E = F x T = 73 x 8 = 584 pessoas por metro d.2 Largura (L) dos acessos radiais: a. Tempo (T) de saída dos setores: T = máximo de 8 minutos.distribuídos conforme esta NT 23 . Taxa de Fluxo (F) nas saídas horizontais: F = 83 pessoas por minuto por metro.000 espectadores: A. c. d. Arquibancada para público sentado (assentos individuais) com dimensões de 20 metros (frente) por 26.50 m) = 40 assentos e. quantidade de patamares (degraus) da arquibancada: (26.80 m b.distribuídos conforme esta NT. largura (L) dos patamares: L = 0.2 >>> >>> L = 45. tempo (T) de saída do setor = máximo de 8 minutos (estádio com todas medidas de segurança) c. Determinar a população desta arquibancada e a largura necessária dos acessos radiais: A. A. Cálculo da largura total (L). Capacidade de escoamento por metro (E): E = F x T = 66 x 8 = 528 pessoas por metro.1. c. das saídas horizontais: L=P÷E L = 67. Fluxo (F) nas saídas verticais: F = 66 pessoas por minuto por metro b. Cálculo da largura total (L). cálculo da população do setor: P = 33 patamares x 40 assentos = 1320 pessoas A. mínima. mínima.4 (lateral).1 Para saídas horizontais (ex.000 ÷ 664 L = 68 m de larguras totais .distribuídos conforme esta NT.80 m) = 33 patamares c.

20m Acesso Acesso radial Acesso radial Barreira Acesso lateral Acesso radial Acesso Área de atividade (evento) Fonte: CBPMESP e ARENA.Detalhe do comprimento e número máximo de assentos Acesso 1.ANEXO B – FIGURAS Figura 1 .20m Largura Máxima 10m Largura Máxima 20m Acesso lateral Acesso Largura mínima 1. com base no “Green Guide” 24 .

Detalhe de patamares para público em pé Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 25 .Figura 2 .

com base no “Green Guide” 26 .Detalhe das dimensões dos assentos e dos patamares das arquibancadas Fonte: CBPMESP e ARENA.Figura 3 .

para instalações esportivas existentes.Figura 4 . 70cm altura mínima 110 cm largura mínima 55 cm H 1º Fileira B Nota: A B Mínimo 40cm.10m = Altura = 1.10m Se H Setores com inclinação superior ou igual a 32º A Nível do Assento 2. Mínimo 35cm. para instalações esportivas novas.10m = Altura = 1. Fonte: CBPMESP e ARENA. Mínimo 75cm. Mínimo 80cm .para instalações esportivas novas.Detalhe dos assentos nos patamares e guardas-corpos (barreiras) Altura mínima: Se H 2. Verificar outras variações e exigências no texto da norma.80m Mín. com base no “Green Guide” 27 . para instalações esportivas existentes.

Figura 5 .Dimensões dos corrimãos e guarda-corpo das escadas 30 cm Ver detalhe 110cm 92cm 92cm 110cm 92 cm 92 cm Mín 1. Fonte: CBPMESP e ARENA.20m Máx 1.80m Nota: 30 cm a) Verificar também os itens sobre guarda-corpos e corrimãos desta norma. com base no “Green Guide” 28 .

0 kN/m Corrimão Central nas escadas entre assentos. Altura: 1.10m Carga: 3.0 kN/m Guarda-corpos adjacentes à fileira dos assentos. Altura: 1.10m Carga: 2.0 kN/m Guarda-corpos nos pés dos corredores.10m Carga: 3. Altura: 1.80m acima dos níveis dos assentos ou da arquibancada em nível mais elevado.10m Carga: 1.0 kN/m Guarda-corpos laterais alinhados paralelamente com a direção do movimento de pessoas. alturas e disposições Corrimão auxiliar de apoio na entrada das fileiras. Carga: 1. Altura: 1.0 kN/m Guarda-corpos nas escadas. Altura: 1.Figura 6 . Altura: 80cm a 92cm Carga: 1.5 kN/m Guarda-corpos atrás da fileira dos assentos.0 kN/m Fonte: CBPMESP e ARENA. perpendiculares ou oblíquos à direção do movimento de pessoas.Barreiras. com base no “Green Guide” 29 .10m Carga: 1. Altura: 1.0 kN/m Guarda-corpos a 55 cm (mínimo) da fileira dos assentos fixos ou da arquibancada em nível mais baixo. Altura: 80cm a 92cm Carga: 1.0 kN/m CAMPO DE JOGO ACESSOS Guarda-corpos ao lado das escadas alinhados com a direção do movimento. guarda-corpos e corrimãos centrais: cargas de projeto.10m Carga: 2. Altura: 1.

Corrimãos centrais e laterais CORRIMÃOS (Mín: 2 Fileiras .Máx: 4 Fileiras) CORRIM ÃO CENTRAL guarda-corpos ABERTURA (1 fileira) guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos CORRIMÃOS guarda-corpos guarda-corpos CORRIM ÃO LATERAL AUXILIAR (1/2 fileira) guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos Fonte: CBPMESP e ARENA.Figura 7 . com base no “Green Guide” guarda-corpos 30 .

Perspectiva de vomitório padrão Fonte: CBPMESP e ARENA 31 .Figura 8 .

Figura 9 .Perspectiva de corrimãos centrais e laterais Fonte: CBPMESP e ARENA 32 .

Figura 10 .Barreiras antiesmagamento – posição e resistência mecânica Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 33 .

com base no “Green Guide” 34 .Barreiras antiesmagamento – contínuas e não-contínuas Fonte: CBPMESP e ARENA.Figura 11 .

20m. não pode ser superior a 3m de largura.10m B B A A Mínimo: 1.Barreiras retardantes (controle de velocidade) ÁREA EXTERNA Obstáculos: . sendo somados A + B.Figura 12 .De Concreto ou Metálico . com base no “Green Guide” 35 .Para efeito de cálculo de dimensionamento dos obstáculos adotar a seguinte fórmula: 2 (A + B) = 2C / 3 OU (A + B)= C/3 Fonte: CBPMESP e ARENA.20m ÁREA INTERNA DE CIRCULAÇÃO C= Variável Notas: . .Largura mínima de A ou B deve ser 1.Altura mínima de 1.

Sinalização de lotação Fonte: IT-20/2004 do CBPMESP 36 .Figura 13 .

Figuras 14 .Saídas e escoamento do público Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 37 .

Distâncias a percorrer e acessos Máxima distância até a entrada do "vomitório": .20m PAREDE OU DIVISA Fonte: CBPMESP e ARENA.40m para edificações existentes Largura Mínima 1.Figura 15 .30m para edificações novas .20m "vomitório" Largura Mínima 1.20m ÁREA EXTERNA CAMPO DE JOGO Largura máxima 20 m "vomitório" Largura Mínima 1. com base no “Green Guide” 38 .20m Largura máxima 10 m Largura Mínima 1.

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 003/2008 DIMENSIONAMENTO DE LOTAÇÃO E SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 13 .

1 Saídas de Emergência 4. devem ser numeradas.2 As edificações enquadradas na divisão F-3.500 pessoas. bem como as demais ocupações.1. b) escadas ou rampas.1.4 Em todos os setores deve haver. permanentes ou não. cobertas ou ao ar livre. no mínimo.1. conforme Tabela 1 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto à Ocupação o da Norma Técnica n.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 003/2008 DIMENSIONAMENTO DE LOTAÇÃO E SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos (figuras) 1 OBJETIVO 1. quando houver. 4 PROCEDIMENTOS 4. duas alternativas de saída de emergência. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 13 . 2. fechadas ou abertas. 0. cobertas ou ao ar livre.9 As saídas de emergências que não servem aos setores de arquibancadas e platéias devem seguir os parâmetros da Norma Técnica n. isto é.6 Os lugares dotados de assentos destinados a espectadores.1 As saídas de emergência compreendem o seguinte: a) acesso ou rotas de saídas horizontais.7 Somente são considerados lugares destinados a espectadores aqueles inseridos dentro dos setores previamente estabelecidos e com rotas de fuga definidas.000 m ou com população superior a 2.1.º 10 (Ex: camarins. 2.45m de profundidade (ver Figuras 2 e 6). sendo que as rotas de fuga dos espectadores devem ser independentes das rotas de fuga dos atletas ou artistas que se apresentam no recinto.45m de largura por 0. evitando-se o pânico. estes devem ficar 0. 4. com a identificação fixa e visível. acessos às escadas. 2 APLICAÇÃO 2. 4. fechadas ou abertas. bem como as filas por eles constituídas. vestiários. 4. e respectivas portas ou ao espaço livre exterior. pelo menos. c) descarga.500 pessoas.3 Um recinto de evento deve ser setorizado em função de suas dimensões a fim de evitar-se que em uma situação de emergência o movimento dos ocupantes venha a saturar determinadas rotas de fuga.1 Para efeitos desta Norma Técnica. 4.5 Recomenda-se que os setores sejam identificados por meio de cores diferenciadas e predominantes.1. com área construída total igual ou inferior a 2 10. F-7 e F-10 com área construída total maior que 2 10. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.3 Os critérios técnicos estabelecidos nesta Norma Técnica para o dimensionamento de saídas de emergência podem servir de subsídios para outras ocupações das divisões F-2. 2 com área construída total maior que 10. F-5. conforme Tabela 1 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto à Ocupação o da Norma Técnica n. 3 DEFINIÇÕES 3.1.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para a determinação da população e o dimensionamento de saídas de emergência em centros esportivos e de exibição.000 m ou com população igual ou inferior a 2.8 Onde houver assentos destinados aos espectadores. 4.500 pessoas. nas estruturas térreas. 4.1.1 Todas as edificações enquadradas na divisão F-3. 001/2008.000 m ou com população superior 2.1.45m acima do piso do pavimento e ter. área de concentração dos atletas ou artistas e outros). F-4.1. devem atender aos requisitos da Norma Técnica nº 10 no tocante à lotação e dimensionamento das saídas de emergência. 4. 4. permanentes ou não.2 O piso das áreas destinadas à saída de emergência deverão ser sempre executados em material incombustível e antiderrapante. 001/2008.

4 Os patamares deverão ter largura igual à da escada e comprimento igual ou superior à sua largura.1 Os acessos horizontais às descargas ou às rotas de saídas de emergência verticais devem satisfazer as seguintes condições: a) possuir.6 Os degraus das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) altura dos espelhos dos degraus (h) deve situar-se entre 0.050.2.3 As escadas deverão ser construídas em lances retos e sua mudança de direção deve ocorrer em patamar intermediário e plano.4 Em edificações existentes. b) estar livres de obstáculos e permitir o acesso rápido e seguro do público às saídas de emergência verticais dos respectivos pisos ou à área de descarga.5 Elevadores e escadas rolantes não são aceitos como saídas de emergência. não deve ultrapassar 3.3.2m de largura. 4.3 As portas de saída de emergência devem atender aos seguintes requisitos: a) abrir sempre no sentido de fuga. ૟૙ ൏ 2ࢎ ൅ ࢈ ൏ 0.2.2 Saídas de emergência acessos e portas horizontais – 4. h é altura do espelho e b a largura do pisante.1 e 4. 01/2008. b) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada. b) largura mínima dos pisantes (b): 0. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 13 . cujas portas de saída de emergência sejam do tipo basculante. medido na direção do trânsito.15 ≤ h ≤ 0.2 As escadas devem ter lanço mínimo de três degraus e o lanço máximo. ou seja. 4. 4.15m e 0. f) quando houver mudanças de direção.2. no mínimo. e) serem iluminados e sinalizados com indicação clara do sentido da saída. quando se tratar de escada reta. as paredes não devem ter cantos vivos.escadas ou rampas 4.2 As arquibancadas que possuírem assentos fixos devem contar com um espaçamento de 30cm a 55cm para circulação entre eles.20m. 4.7. c) ser providas de barras antipânico. a saber: ૙.3.7.18m.3. mediante compromisso prévio e escrito do responsável pelo uso. maçanetas.27m. estas devem permanecer abertas e monitoradas pela segurança durante a realização do evento.3.18 m. d) não possuir peças plásticas em fechaduras. 1.2. de acordo com o estabelecido e adotado nas normas técnicas específicas.3. espelhos. 4. 4.4. 0. exceto os elevadores de emergência que atendam os requisitos da norma técnica especifica para este tipo de elevador.3. dependendo do tipo de assento e de sua fixação às arquibancadas (ver Figura 2). b) possuir largura dimensionada para evacuação segura da população do recinto e nunca inferior a 1. dobradiças e outros.2.2. 2 ou 3). 4. 4.2.8 O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) na descarga e acesso de elevadores de emergência. 4.3.7 Em áreas de uso comum não são admitidas escadas em leque ou caracol. de correr.2. d) os acessos destinados aos portadores de deficiências devem observar ainda os demais critérios descritos na NBR 9. dado pela fórmula: ࢖ ൌ ሺ૛ࢎ ൅ ࢈ሻ ࢔ ൅ ࢈ Onde: n é um número inteiro (1. entre dois patamares consecutivos.3 Acesso ou rotas de saídas de emergência verticais .1 À frente da primeira das fileiras de assentos fixos dos setores de arquibancadas localizadas em cotas inferiores deverá ser mantida a distância mínima de 55cm para circulação (ver Figura 4).7 m de altura. 4. de enrolar ou sanfonadas e houver impossibilidade técnica para sua adequação aos critérios estabelecidos nos itens 4. c) os desníveis existentes nas saídas de emergência horizontais devem ser vencidos por rampas de inclinação não superior a 10% e patamar horizontal de descanso a cada 10m. 4.3 desta Norma Técnica.3. nos termos da o Norma Técnica n. c) o balanceamento dos degraus deve atender a relação entre altura do espelho (h) e a largura do pisante (b).1 As saídas de emergência verticais devem ser contínuas desde o piso ou nível que atendem até o piso de descarga ou nível de saída do recinto ou setor.65 ሺ݉ሻ 4.

com mais de 2. sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3. 4.2 As descargas devem ainda atender ao seguinte: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza. 4. pela sua natureza ou sua utilização. devendo estar situados entre 80cm e 92cm acima do nível do piso atendendo também aos demais requisitos previstos na Norma Técnica nº 05/2008. 4. 4. não devendo ser dispostas dependências que.2m.11 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível. neste caso.7 m. possam provocar a aglomeração de público. 4.3.5 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas.4. de forma idêntica aos guarda-corpos.5. no mínimo. de 1.2 m.14 As inclinações das rampas não deverão exceder a 10% (1:10).4. sendo que estas devem estar situadas sempre em patamares planos. 4. com os mesmos requisitos dos corrimãos centrais. porém com altura mínima de 1. 4.c) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações para acesso de deficientes físicos.3.4.7 As escadas centrais que servem os setores de arquibancadas e platéias. espaçados a intervalos de 1.1m e sua resistência mecânica varia de acordo com a sua função e posicionamento (ver Figuras 1 e 3). Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 13 . lojas de “souvenirs” ou outras ocupações. 4.2m de largura.8m em relação a este nível (ver Figura 4). pistas de dança. medidos na direção do trânsito. sempre que houver qualquer desnível maior de 18cm. 4.5. quando necessário. (ver Figura 5).4 O fechamento dos guarda-corpos deve atender aos mesmos requisitos da Norma Técnica nº 05/2008.8 Os corrimãos devem ser construídos para resistir a uma carga de 900N/m aplicada verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos.10 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras.4. no sentido descendente de saída. 4. deve ser. dotadas de divisores físicos que impeçam tal utilização. tendo comprimento mínimo de 1.1 Toda saída de emergência deve ser protegida de ambos os lados por paredes ou guardas (guarda-corpos) continuas.5. com interrupções nos patamares para permitir o acesso e fluxo de pessoas entre setores adjacentes e. mas não podem precedê-lo. 4. parte da saída de emergência que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública pode ser constituída por corredores ou átrios cobertos ou a céu aberto.4 Descarga 4. d) ser distribuídas de forma eqüidistante e de maneira a atender o fluxo a ela destinada e o respectivo caminhamento máximo. devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 4.2 A altura das guardas.4.1 A descarga.5. a fim de evitar quedas. c) não ser utilizada como depósito de qualquer natureza.13 Não é permitida a colocação de portas em rampas. sendo.3. devem ser dotadas de um corrimão central com barra dupla de apoio para as mãos.3. internamente.5 Guarda-corpo e corrimãos 4. b) ser mantida livre e desimpedida. 4.5.6 Escadas situadas nas laterais de arquibancadas poderão ser dotadas de corrimão em apenas um dos lados com os mesmos requisitos do item anterior.3. 4.12 As rampas podem suceder um lanço de escada. com comprimento não inferior à da folha da porta de cada lado do vão.3 As arquibancadas cujas alturas em relação ao piso de descarga sejam superiores a 3m devem possuir fechamento dos encostos (guardacostas) do último nível superior de assentos. tais como bares.9 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga às escadas de saída de emergência. 4.4.3. 4. suas extremidades devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. 4.3 No dimensionamento da área de descarga devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem.

5m linear por pessoa. podem ser aceitos.1. será de 20m/min.9 Os critérios para se determinar as distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior.6.1. 4. conforme os itens 4. o tempo máximo de abandono de 12min ou 240m de caminhamento até à escada/rampa ou à área de descarga. c) no caso de camarotes que não possuam cadeiras fixas.7.7 Cálculo da população 4. e 4. d) para os deficientes físicos deve ser atendida a NBR 9. deverá ser observado. para determinado setor. para fins de cálculo. é calculada na proporção de 0. e de 4 (quatro) pessoas por m² em área plana quando em pé (ver Figura 6). área de refugio ou logradouro público).2. e a 10m. no máximo. deve ser utilizado o fluxo unitário (F) que é o indicativo do número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/minuto) pelas saídas de emergência. c) quando o abandono de área for em local fechado (delimitado por barreiras físicas) e coberto e se fizer através de várias saídas. cujo tempo máximo de abandono adotado será 6min. adotando-se o mais restritivo: a) a população do recinto do evento.4 Outros métodos analíticos de cálculo de população.2. 4. em setores de arquibancadas. para alcançar um acesso ou área de acumulação não pode ser superior a 20m. V = Velocidade (dado em metros por minuto).8.1 Público em pé a) Exemplo 1: considerando-se saída com 1. como um todo. D = Densidade (número de pessoas por metro quadrado). para fins de cálculo. devem ser levadas em consideração para determinar com mais precisão a população que será considerada para o dimensionamento das rotas de fuga. instalação de cadeiras fixas e delimitação física das áreas destinadas a espectadores em pé. 4.4.25 2 m ). deverá ser observado.4. é de 4 pessoas por m² da área bruta do camarote.9 Nas escadas comuns (tipo NE) e rampas não enclausuradas pode-se dispensar o corrimão. 4. quando sentada.7.5. F-7 e F-10.6 Distâncias máximas a serem percorridas e tempo máximo de abandono 4. o cálculo da população máxima será determinado pelos itens abaixo. b) a densidade (D) para público sentado. desde que sejam comprovados em estudo a ser apresentado pelo responsável técnico à Comissão Técnica do CBMCE.8 Dimensionamento emergência das saídas de 4.1 Parâmetros relativos ao escoamento de pessoas (E): 4. observada a fórmula: ࡲ ൌ ࢂ࢞ࡰ࢞ࡸ Onde:F = Fluxo (dado em pessoas por minuto). 4. F-4. e L = Largura do caminho (dado em metros) 4. 4. b) quando o abandono de área for em local fechado (delimitado por barreiras físicas) e ao ar livre e se fizer através de várias saídas.4. para fins de dimensionamento.8.1.8. para fins de cálculo.5 da Norma Técnica nº 05/2008. 4.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população máxima no recinto e/ou setor do evento.8. o tempo máximo de abandono de 6min ou 120m de caminhamento até à escada/rampa ou à área de descarga para ocupações da divisão F-3. mobiliário e equipamentos urbanos. e 3min ou 60m para as divisões F-2.7.8. em recintos ao ar livre. tendo em vista o risco à vida humana. 4. a densidade (D). ou por cadeira móvel existente.2 A velocidade de movimento de saída em situação de emergência nos centros esportivos e de exibição.3 A organização dos setores existentes no recinto através da numeração dos lugares. para fins de cálculo.8. é de 4 pessoas por m² (1pessoa/0.8. decorrente da emergência são os seguintes: a) a distância máxima a ser percorrida pelo espectador. devidamente normalizados ou internacionalmente reconhecidos.2. espaço.3.20m de largura.4. desde que o guarda-corpo atenda também aos preceitos do corrimão. em recintos cobertos (ver Figura 7).1.2 Para as edificações. conforme os critérios estabelecidos nesta Norma Técnica e devidamente comprovados pelo responsável técnico.1 Para dimensionar o abandono de uma edificação. na situação mais desfavorável.7.050 que trata da acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência a edificações. bem como as legislações municipais pertinentes. F-5. 4. permitirá um fluxo de: Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 13 .

para aquela saída é possível escoar: E (escoamento) = t (tempo) x F (fluxo) E = 6 x 96 E = 576 pessoas por 1. o público presente deve ser orientado através do sistema de som quanto à localização das saídas de emergência para cada setor e sobre os sistemas de segurança existentes.2. 2 Dmáx = 4 pessoas/m .10 Edificações de caráter temporário 4.8.4 Os sistemas de iluminação e sinalização de emergência.25 m2 (público sentado). cujo tempo máximo de abandono adotado será 12min.9. a soma das larguras das saídas será de 15.2 Cálculo da largura total (somatório das larguras) das saídas 4.F = V x D x L.1.63m. onde: V= 20m/min (velocidade máxima).2.2.10. E = escoamento. Dmáx = 4pessoas/m .000 pessoas.2 Os equipamentos de som amplificados devem ser conectados a sistemas autônomos de alimentação elétrica para que. 4. como demonstramos abaixo: P = 15. Levando-se em conta o tempo máximo de abandono de 12min para aquela saída. sejam mantidos em funcionamento por período mínimo de 60 minutos.8.9.000/1.152 pessoas por 1.152 pessoas/min. caracterizadas conforme o disposto na Norma Técnica nº 01/2008.2 m de saída 4.9 Sistemas complementares 4. devem atender ainda ao seguinte: a) os espaços vazios abaixo das arquibancadas não podem ser utilizados como áreas úteis.63 m 4. é possível escoar: E (escoamento) = t (tempo) x F (fluxo) E = 12 x 96 E = 1.5 Os elementos decorativos e demais materiais de acabamento devem ser dispostos de maneira a não criar obstáculos nas áreas de circulação e atender aos requisitos da norma técnicas específica.3 Os difusores de alarme geral devem ser instalados em local seguro e fora do alcance do público. 4. Dmáx = 1 pessoa/0. onde: V= 20m/min (velocidade 2 máxima).9. alarme e detecção de incêndio. L = 1. no caso de interrupção do fornecimento de energia.9.1 Determinação da largura total de saídas a) Exemplo 3: para o setor de uma edificação com população calculada em 15.1 Antes do início de cada evento.20 m (largura da saída) F = 96 pessoas/min. permitirá um fluxo de: F= V x D x L.9.2m (largura da saída) F = 96 pessoas/min Levando-se em conta o tempo máximo de abandono de 6min. aviso de abandono ao público e acionar os meios de socorro para intervir em caso de incêndios ou outros sinistros.20m de largura para determinado setor.2 ‫ܧ‬ Lt = 15. ‫ ݐܮ‬ൌ ܲ ‫ ݔ‬1.8. P = população da edificação.1 Além dos critérios estabelecidos nos itens anteriores. E = 1.1. devendo ser mantidos limpos e sem quaisquer materiais combustíveis durante todo o período do evento. áreas de comércio. 4. 4. L = 1. na situação mais desfavorável.20 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 13 . b) os vãos (espelhos) entre os assentos das arquibancadas que possuam alturas superiores a Onde: Lt = largura total das saídas. 4.152) x 1.1 A largura efetiva das saídas será calculada de forma a permitir um fluxo de 96 pessoas/min em 1.9. as edificações cuja estrutura seja de caráter temporário. cujo tempo máximo de abandono adotado será 12min. 4.8.1. considerando-se a velocidade de 20m/min.2 m de passagem. 4.9. ou seja. banheiros e outros. em caso de emergência.000 pessoas.2 Público sentado a) Exemplo 2: considerando-se uma saída com 1.1 Os recintos devem ser equipados com meios técnicos e instalações que permitam difundir. 4. Lt = (15. extintores e hidrantes devem ser executados obedecendo aos critérios das respectivas normas técnicas. tais como depósitos de materiais diversos.20 m de saída 4.6 A segurança estrutural deve atender aos requisitos da norma técnicas específica.

f) os recintos devem ser servidos por. estão dispensadas de proteção passiva contra o fogo. h) as estruturas metálicas desmontáveis. j) os elementos de suporte estrutural das tendas ou outras coberturas flexíveis devem possuir as mesmas características de resistência e/ou retardo de fogo. no mínimo.2 O responsável técnico pelo pedido de análise da Comissão Técnica deve apresentar as justificativas quanto à impossibilidade do atendimento dos requisitos desta Norma Técnica e propor medidas alternativas de forma a garantir a evacuação das pessoas e a intervenção do socorro de maneira rápida e segura em caso de sinistro. devido às suas características construtivas e de montagem. mediante sistema de abertura acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio (ver Figura 7).11 Edificações existentes 4.3m devem ser fechados com materiais de resistência mecânica análoga aos guarda-corpos. c) em ocupações temporárias (desmontáveis) são aceitos pisos em madeira na rota de fuga.1 Os centros esportivos e de exibição considerados existentes nos termos da Norma o Técnica n. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 13 . características antiderrapantes e sejam afixados de forma a não permitir sua remoção sem auxílio de ferramentas. duas vias de acesso que permitam a aproximação. desde que possuam resistência mecânica compatível. devem ser objetos de estudo para análise da Comissão Técnica do CBMCE no tocante à exigência tecnicamente inviável. prevendo-se inclusive as ações das intempéries. 4. pelas suas características.410. e) nos locais destinados aos espectadores e rotas de fuga. especialmente do vento. coberturas flexíveis (lonas) e no mobiliário principal devem estar em conformidade com os requisitos da norma técnica específica. as adequações previstas nesta Norma Técnica. estacionamento e a manobra das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará e atender aos demais requisitos preconizados na norma técnica específica. f) nas barreiras ou alambrados que separam a arena ou campo de jogo dos locais acessíveis ao público devem ser previstos acessos ou passagens que permitam aos espectadores sua utilização em caso de emergência. g) os elementos estruturais dos recintos devem apresentar resistência mecânica compatível com as ações e solicitações a que são sujeitos.11. de caráter temporário nos termos da Norma Técnica nº 01/2008.11. além de devidamente isolados.0. 4. elementos de decoração. i) os materiais utilizados nos acabamentos. d) os circuitos elétricos e fiação do sistema de iluminação de emergência devem ser instalados em conformidade com a norma técnica específica e as demais instalações elétricas devem atender aos demais requisitos previstos na NBR 5. de forma a garantir a necessária evacuação do público. de forma a restringir a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça. 01/2008 e que não permitam. todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos. de forma a impedir a passagem de pessoas.

altura e resistência mecânica) Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 13 .ANEXOS – FIGURAS Figura 1 – Disposição dos guarda-corpos (posição.

Figura 2 – Detalhe de assentos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 13 .

Figura 3 – Detalhe de altura Notas: a) O fechamento do guarda-corpo deve atender aos requisitos previstos na norma técnica específica. b) Verificar também o item 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 13 .5.9 desta Norma Técnica.

Figura 4 – Distâncias mínimas Figura 5 – Tipos de guarda-corpos ou corrimãos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 11 de 13 .

Figura 6 – Detalhe de assentos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 12 de 13 .

Figura 7 – Distâncias a percorrer Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 13 de 13 .

O 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 5 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

4.1. e) carga de pó ABC – um aparelho extintor com capacidade extintora de.3 O emprego dos aparelhos extintores segundo o risco.693 (Sistema de Proteção por Aparelho extintores de Incêndio).1 A classificação acima deve ser exigida por ocasião da emissão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) a partir da publicação desta Norma Técnica.2 Instalação e sinalização 4.1. deve ser: a) carga de água: um aparelho extintor com capacidade extintora de. quando reprovado por não ser possível fazer sua manutenção.1 Aparelhos extintores portáteis Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 5 . respectivamente. dentro de sua projeção. no mínimo.1. no mínimo. 4.2.1 A capacidade aparelho extintora mínima de cada tipo de aparelho extintor portátil. 5-B : C. for previsto. área destinada a estacionamento de veículos. 4. a área a ser protegida e a distância máxima a ser percorrida pelo operador. b) carga de espuma mecânica: um aparelho extintor com capacidade extintora de. f) carga de compostos halogenados: um aparelho extintor com capacidade extintora de.1 Esta Norma Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio em edificações e áreas de risco por meio de aparelhos extintores de incêndio.1. Tabela 1 – Distribuição dos aparelhos extintores segundo risco. 2.4 Quando em uma edificação. por aparelhos extintores que atendam aos itens 4.2 Os aparelhos extintores portáteis e sobrerodas constantes dos projetos aprovados com data anterior à publicação desta Norma Técnica. 2-A : 10-B. obedecerá as disposições da Tabela 1. c) carga de dióxido de carbono (CO2): um aparelho extintor com capacidade extintora de. para que se constitua uma unidade aparelho extintora. 2-A.2. 4 PROCEDIMENTOS 4.2.1. no mínimo. 20-B : C. esta área será classificada no maior risco.1 Esta Norma Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos 1 OBJETIVO 1. d) carga de pó BC: um aparelho extintor com capacidade extintora de. com exceção das edificações residenciais unifamiliares. devem ser substituídos. no mínimo. 4. no mínimo.1 Para efeitos desta Norma Técnica. área e distância a ser percorrida 2 RISCO ÁREA (m ) DISTÂNCIA (m) BAIXO 500 20 MÉDIO 250 15 ALTO 150 10 4. para efeito de dimensionamento da capacidade extintora e número de unidades empregadas no local.1 e 4. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. 3 DEFINIÇÕES 3. no mínimo.1. 2-A : 20-B : C. 5-B : C.2 Para os casos não previstos nesta Norma Técnica adota-se a NBR12.1.3.1 Capacidade extintora 4. 2 APLICAÇÃO 2.

4. com altura recomendada entre 0. g) elevador (casa de máquinas).2. devem ser seguidas as normas técnicas específicas.2 Devem ser posicionados de modo que a possibilidade do fogo bloquear seu acesso seja a menor possível. de forma que sejam intercalados na proporção de dois aparelhos extintores para o risco predominante e um para a proteção do risco secundário.2. metal polido entre outros. 4. deve existir uma superfície transparente que possibilite a visualização do aparelho extintor no interior do abrigo. 4.2 O aparelho extintor de pó ABC poderá substituir qualquer tipo de aparelho extintor de classes específicas A.2.2. l) contêineres de telefonia. c) casa de força elétrica. gás liquefeito de petróleo. 4.2. i) escada rolante (casa de máquinas). duas unidades extintoras.2.2. j) quadro de redução para baixa tensão. m) outros que necessitam de proteção adequada. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 5 .2.1.20m do piso.10m e 0.1.3 É permitida a instalação de aparelhos extintores sobre o piso acabado. d) casa de máquinas.1.4.2 Aparelhos extintores sobre-rodas.2.6 Os aparelhos extintores de incêndio devem ser adequados à classe de incêndio predominante dentro dá área de risco a ser protegida. apoiados em suportes apropriados.1.2.1 As distâncias máximas a serem percorridas pelo operador de aparelhos extintores sobre-rodas devem ser acrescidas da metade dos valores estabelecidos no item 4. 4. 4. 4. 4.1. 4. k) transformadores.2.10. devidamente sinalizados e com boa visibilidade para que os possíveis operadores possam se familiarizar com sua localização. 4. além da sinalização.1. 4.10 Em locais de riscos especiais devem ser instalados aparelhos extintores de incêndio que atendam ao item 4.10.2 Para proteção por aparelhos extintores de incêndio em instalações de líquidos inflamáveis e combustíveis.2.1.4 Cada pavimento das edificações ou risco isolado deve possuir. sendo uma para incêndio classe A e outra para incêndio classe B e C.5 É permitida a instalação de uma única unidade extintora de pó ABC em edificações ou 2 risco com área construída inferior a 50m . a altura de fixação do suporte deve ser de 1. f) incinerador. desde que possuam marca de conformidade expedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação. pelo menos.1.2.2. 4. à exceção do aparelho extintor de espuma mecânica. 4.2.1 Quando os aparelhos extintores forem instalados em paredes ou divisórias. gás natural e pátio de contêineres.10. no mínimo. não sendo aceitas combinações de dois ou mais aparelho extintores.8 Quando os aparelhos extintores de incêndio forem instalados em abrigos embutido na parede ou divisória.3 Deve ser instalado.1. h) ponte rolante.1.2.1.1.1.2. 4.2 Os aparelhos extintores não devem ser instalados em escadas e antecâmaras. B e C dentro de uma edificação ou área de risco.9 As unidades extintoras devem ser as correspondentes a um só aparelho extintor.2. 4. um aparelho extintor de incêndio a não mais de 5 m da entrada principal da edificação e das escadas nos demais pavimentos. devendo ser previstos aparelhos extintores internos sempre que julgado necessário.60m do piso acabado.1 Devem estar desobstruídos.1.1.2.1 Os aparelhos extintores serão localizados na parte externa do risco. 4.1.1. tais como: a) casa de caldeira.1.1. 4. b) casa de bombas. e) galeria de transmissão. 4. desde que permaneçam.1 É permitida a instalação de duas unidades aparelho extintoras iguais de pó ABC.2.7 São aceitos aparelhos extintores com acabamento externo em material cromado. sem prejuízo da proteção geral da edificação ou risco.2.3 desta Norma Técnica.4. latão.1.4.2.

2. e) Instituto de Pesos e Medidas. desde que tenha condições técnicas de conduzir estes aparelhos extintores por veículo de emergência da própria edificação ou área de risco.2 Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.5.3 As capacidades mínimas dos aparelhos extintores sobre-rodas devem ser: a) carga d’água – 10-A. no mínimo em dois pontos distintos e opostos da área externa de armazenamento de contêineres. próximo ao setor de abastecimento do posto.3. 4.2. de acordo com esta Norma Técnica.2.9 Os aparelhos extintores. 4. 4.2.2.3 Os órgãos técnicos de vistoria do CBMCE podem. b) carga de espuma mecânica – 6-A : 40-B. 4.2.4 O emprego de aparelhos extintores sobrerodas só é computado como proteção efetiva em locais que permita o livre acesso a todos os pontos.5 Os aparelhos extintores sobre-rodas devem ser localizados em pontos estratégicos e sua área de proteção deve ser restrita ao nível do piso que se encontram.2. soleiras ou degraus no chão. durante as vistorias. considerando o complemento por aparelhos extintores portáteis.2. poderão estar todos localizados e centralizados num abrigo sinalizado. a não mais de 150m do tanque mais desfavorável.2. admitindo-se.1 Os aparelhos extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação. c) carga de dióxido de carbono – 10-B : C.8 Para proteção de reservatórios de alimentação exclusiva de grupo moto-gerador. 4. em locais onde haja parques de tanques.2. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 5 .2 Não é permitida a proteção de edificações ou áreas de risco unicamente por aparelhos extintores sobre-rodas. sem impedimento de portas estreitas.6 A proteção por aparelhos extintores sobrerodas deve ser obrigatória nas edificações onde houver manipulação e/ou armazenamento de explosivos e líquidos inflamáveis ou combustíveis. os aparelhos extintores poderão ser centralizados e localizados em abrigos sinalizados.2. d) carga de pó BC – 80-B : C.2.2.3.7 Em locais de abastecimentos e/ou postos de abastecimento e serviços onde os tanques de combustíveis são enterrados. no máximo. com capacidade máxima de 500 litros. 4.10 Nos pátios de contêineres.2.2.2. b) empresa/fabricante que fez a última manutenção. de forma alternada entre aparelhos extintores portáteis e sobre-rodas na área de risco. situar-se em pontos centrais. 4. além dos aparelhos extintores instalados por percurso máximo e riscos específicos.2. 4. preferencialmente.4 Para ensaio de funcionamento das amostras colhidas. a proteção da metade da área total correspondente ao risco. 4. d) Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial.3. e) carga de pó ABC – 6-A : 80-B : C. serão necessários dois aparelhos extintores portáteis (pó ABC ou pó BC ou espuma mecânica). 4.4.2.3. Esta regra não se aplica nas áreas de transbordo ou manipulação de produtos inflamáveis ou combustíveis.2. deverão ser instaladas mais duas unidades extintoras portáteis de pó químico seco (pó ABC ou BC) ou espuma mecânica em local de fácil acesso. exceto quando os reservatórios de inflamáveis/combustíveis forem enterrados. em relação aos aparelhos extintores portáteis e aos limites da área de risco a proteger. c) organismo de Certificação de Produto constante do selo do Inmetro. 4. devem ser convidadas as seguintes entidades: a) proprietário do aparelho extintor. colher amostras para avaliação das condições de funcionamento dos aparelhos extintores.2. caso não haja veículo de emergência a distância máxima entre o abrigo e o tanque mais desfavorável será de 50 m.1 Os aparelhos extintores sobre-rodas devem.3 Certificação e validade/garantia 4. 4. o prazo de validade/garantia de funcionamento dos aparelhos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e/ou pela empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação.

os quais devem ser lacrados na presença da pessoa da edificação que estiver acompanhando a vistoria. 4. se novo pedido de vistoria for feito.5.3.1.4. 4.4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 5 .4. mercados e similares.2.4 O ensaio deve ser feito nos três aparelhos extintores de cada tipo.4. cobrada pelo CBMCE.6 As edificações que possuírem as amostras de aparelhos extintores reprovadas durante os ensaios. estarem devidamente cadastradas.3.6.5.4. 4. 4. obrigatoriamente.1 As empresas cadastradas junto à Coordenadoria de Atividades Técnicas deverão manter atualizados os pontos de venda e revenda de extintoras. com a repetição lateral da sinalização de emergência.3. O funcionamento de empresas de fabricação. escolhidos aleatoriamente entre todos existentes na edificação. galpões.7 Vencidos os trinta dias.4. depósitos. pintada em vermelho e.4. por aparelhos extintores do mesmo tipo e de capacidade igual ou superior.3.5 Os aparelhos extintores ensaiados devem ser recarregados com recurso proveniente da Taxa Anual de Segurança Contra Incêndio. poderá ser ocupada. será autorizada pela Coordenadoria de Atividades Técnicas.3.2 As amostras para ensaio devem ser compostas de três aparelhos extintores de cada tipo. 4.3.1 Após este procedimento. a fim de não deixar a edificação desprotegida. em hipótese alguma. devem ser coletadas novas amostras nos mesmos termos do ensaio anterior e solicitada nova vistoria. 4.3. 4. Quando o aparelho extintor estiver localizado em coluna. 4.3.1 O ensaio deve ser feito em data préestabelecida e não deve ultrapassar trinta dias da data da coleta das amostras. devendo as mesmas. devem providenciar a manutenção ou substituição dos modelos dos aparelhos extintores reprovados. Nas instalações industriais. manutenção e recarga de aparelhos extintores fica condicionado à autorização da Coordenadoria de Atividades Técnicas.4. 4.4. 4.4. devem ser seguidos os procedimentos estabelecidos para a primeira vistoria. dos quais os três devem atender aos itens de desempenho estabelecidos nas NBRs específicas.4. 4.4 Considerações Finais 4. 4. os locais onde os aparelhos extintores forem colocados 2 terão uma área de 1m do piso. a sinalização deverá ser de tal maneira que a mesma possa ser vista em todas as direções.4.4.4.4. no âmbito do Estado do Ceará.3 Os aparelhos extintores retirados para ensaio devem ser substituídos pelo CBMCE no ato da retirada. e devolvidos à edificação para substituir os que lá foram deixados.4. A comercialização de aparelhos extintores.1 A Coordenadoria de Atividades Técnicas emitirá documentação específica para tal finalidade. 4. oficinas. localizada abaixo do extintor.4.

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 5 .

1 Esta Norma Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco. no mínimo.2.2 Para os casos não previstos nesta Norma Técnica adota-se a NBR12. 5-B : C.1 A capacidade aparelho extintora mínima de cada tipo de aparelho extintor portátil. no mínimo.693 (Sistema de Proteção por Aparelho extintores de Incêndio). obedecerá as disposições da Tabela 1. no mínimo.1. Tabela 1 – Distribuição dos aparelhos extintores segundo risco. deve ser: a) carga de água: um aparelho extintor com capacidade extintora de.3 O emprego dos aparelhos extintores segundo o risco.1. c) carga de dióxido de carbono (CO2): um aparelho extintor com capacidade extintora de. 4. 2. 2-A. 20-B : C. dentro de sua projeção. 2 APLICAÇÃO 2. esta área será classificada no maior risco.1. e) carga de pó ABC – um aparelho extintor com capacidade extintora de. área e distância a ser percorrida 2 RISCO ÁREA (m ) DISTÂNCIA (m) BAIXO 500 20 MÉDIO 250 15 ALTO 150 10 4. for previsto. a área a ser protegida e a distância máxima a ser percorrida pelo operador. devem ser substituídos. d) carga de pó BC: um aparelho extintor com capacidade extintora de. 4 PROCEDIMENTOS 4.4 Quando em uma edificação.1. 5-B : C.1 Aparelhos extintores portáteis Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 5 .2 Instalação e sinalização 4. no mínimo. 4.2. quando reprovado por não ser possível fazer sua manutenção.1. 3 DEFINIÇÕES 3. b) carga de espuma mecânica: um aparelho extintor com capacidade extintora de. 2-A : 20-B : C.1.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos 1 OBJETIVO 1. por aparelhos extintores que atendam aos itens 4. para que se constitua uma unidade aparelho extintora.1 Para efeitos desta Norma Técnica. 4. f) carga de compostos halogenados: um aparelho extintor com capacidade extintora de.3. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.1 Capacidade extintora 4.1. respectivamente.1 A classificação acima deve ser exigida por ocasião da emissão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) a partir da publicação desta Norma Técnica.2. 2-A : 10-B.1 e 4. no mínimo. para efeito de dimensionamento da capacidade extintora e número de unidades empregadas no local. no mínimo. área destinada a estacionamento de veículos. com exceção das edificações residenciais unifamiliares.1 Esta Norma Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio em edificações e áreas de risco por meio de aparelhos extintores de incêndio. 4.2 Os aparelhos extintores portáteis e sobrerodas constantes dos projetos aprovados com data anterior à publicação desta Norma Técnica.

2. não sendo aceitas combinações de dois ou mais aparelho extintores. 4.2.4.1. 4.20m do piso. gás liquefeito de petróleo.2 Aparelhos extintores sobre-rodas.8 Quando os aparelhos extintores de incêndio forem instalados em abrigos embutido na parede ou divisória.60m do piso acabado.2.7 São aceitos aparelhos extintores com acabamento externo em material cromado.3 desta Norma Técnica. um aparelho extintor de incêndio a não mais de 5 m da entrada principal da edificação e das escadas nos demais pavimentos.2. metal polido entre outros. 4. 4.2.10. sem prejuízo da proteção geral da edificação ou risco.2. no mínimo.1.1. desde que permaneçam.1.5 É permitida a instalação de uma única unidade extintora de pó ABC em edificações ou 2 risco com área construída inferior a 50m .2 Devem ser posicionados de modo que a possibilidade do fogo bloquear seu acesso seja a menor possível. devem ser seguidas as normas técnicas específicas. devendo ser previstos aparelhos extintores internos sempre que julgado necessário.3 Deve ser instalado. 4. pelo menos. b) casa de bombas. g) elevador (casa de máquinas).1.1 Quando os aparelhos extintores forem instalados em paredes ou divisórias.2.10. 4.2. além da sinalização.2. e) galeria de transmissão.2.2. com altura recomendada entre 0.4 Cada pavimento das edificações ou risco isolado deve possuir.10 Em locais de riscos especiais devem ser instalados aparelhos extintores de incêndio que atendam ao item 4.2. h) ponte rolante. k) transformadores.2.1. 4.1 As distâncias máximas a serem percorridas pelo operador de aparelhos extintores sobre-rodas devem ser acrescidas da metade dos valores estabelecidos no item 4. B e C dentro de uma edificação ou área de risco.1. 4. m) outros que necessitam de proteção adequada.1.2. tais como: a) casa de caldeira. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 5 .1 Devem estar desobstruídos.1 É permitida a instalação de duas unidades aparelho extintoras iguais de pó ABC.1.9 As unidades extintoras devem ser as correspondentes a um só aparelho extintor.2.4. à exceção do aparelho extintor de espuma mecânica. 4. gás natural e pátio de contêineres. d) casa de máquinas.1.1. 4.1. l) contêineres de telefonia. apoiados em suportes apropriados.1.10m e 0. deve existir uma superfície transparente que possibilite a visualização do aparelho extintor no interior do abrigo.2. 4.1.2 Para proteção por aparelhos extintores de incêndio em instalações de líquidos inflamáveis e combustíveis. i) escada rolante (casa de máquinas).2 O aparelho extintor de pó ABC poderá substituir qualquer tipo de aparelho extintor de classes específicas A.1. latão. j) quadro de redução para baixa tensão.1. 4.4. c) casa de força elétrica.1.3 É permitida a instalação de aparelhos extintores sobre o piso acabado.1. f) incinerador.1.1 Os aparelhos extintores serão localizados na parte externa do risco. 4.1.2. devidamente sinalizados e com boa visibilidade para que os possíveis operadores possam se familiarizar com sua localização. 4. de forma que sejam intercalados na proporção de dois aparelhos extintores para o risco predominante e um para a proteção do risco secundário.2 Os aparelhos extintores não devem ser instalados em escadas e antecâmaras. duas unidades extintoras. a altura de fixação do suporte deve ser de 1. 4.2.2.2.6 Os aparelhos extintores de incêndio devem ser adequados à classe de incêndio predominante dentro dá área de risco a ser protegida. desde que possuam marca de conformidade expedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação.10.2.2. 4. 4. sendo uma para incêndio classe A e outra para incêndio classe B e C.

4.8 Para proteção de reservatórios de alimentação exclusiva de grupo moto-gerador. b) carga de espuma mecânica – 6-A : 40-B.2.2.3. 4.1 Os aparelhos extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação. desde que tenha condições técnicas de conduzir estes aparelhos extintores por veículo de emergência da própria edificação ou área de risco. e) Instituto de Pesos e Medidas.2. poderão estar todos localizados e centralizados num abrigo sinalizado. considerando o complemento por aparelhos extintores portáteis.2.2. 4. admitindo-se.2.4 O emprego de aparelhos extintores sobrerodas só é computado como proteção efetiva em locais que permita o livre acesso a todos os pontos. e) carga de pó ABC – 6-A : 80-B : C. d) carga de pó BC – 80-B : C.9 Os aparelhos extintores. os aparelhos extintores poderão ser centralizados e localizados em abrigos sinalizados. com capacidade máxima de 500 litros.4.2.2. 4. 4.2 Não é permitida a proteção de edificações ou áreas de risco unicamente por aparelhos extintores sobre-rodas.2. 4.10 Nos pátios de contêineres. sem impedimento de portas estreitas.2. caso não haja veículo de emergência a distância máxima entre o abrigo e o tanque mais desfavorável será de 50 m.2. deverão ser instaladas mais duas unidades extintoras portáteis de pó químico seco (pó ABC ou BC) ou espuma mecânica em local de fácil acesso. no mínimo em dois pontos distintos e opostos da área externa de armazenamento de contêineres.2. c) organismo de Certificação de Produto constante do selo do Inmetro.6 A proteção por aparelhos extintores sobrerodas deve ser obrigatória nas edificações onde houver manipulação e/ou armazenamento de explosivos e líquidos inflamáveis ou combustíveis.2. de acordo com esta Norma Técnica. 4. soleiras ou degraus no chão. b) empresa/fabricante que fez a última manutenção. a não mais de 150m do tanque mais desfavorável. serão necessários dois aparelhos extintores portáteis (pó ABC ou pó BC ou espuma mecânica).3. 4. 4. em locais onde haja parques de tanques. 4. o prazo de validade/garantia de funcionamento dos aparelhos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e/ou pela empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação.2. no máximo.2. de forma alternada entre aparelhos extintores portáteis e sobre-rodas na área de risco. durante as vistorias. d) Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial.3 Os órgãos técnicos de vistoria do CBMCE podem.3 Certificação e validade/garantia 4.3 As capacidades mínimas dos aparelhos extintores sobre-rodas devem ser: a) carga d’água – 10-A.2. situar-se em pontos centrais.5 Os aparelhos extintores sobre-rodas devem ser localizados em pontos estratégicos e sua área de proteção deve ser restrita ao nível do piso que se encontram.2.2. em relação aos aparelhos extintores portáteis e aos limites da área de risco a proteger. além dos aparelhos extintores instalados por percurso máximo e riscos específicos. 4. preferencialmente. Esta regra não se aplica nas áreas de transbordo ou manipulação de produtos inflamáveis ou combustíveis.2. exceto quando os reservatórios de inflamáveis/combustíveis forem enterrados.3.3. colher amostras para avaliação das condições de funcionamento dos aparelhos extintores.7 Em locais de abastecimentos e/ou postos de abastecimento e serviços onde os tanques de combustíveis são enterrados.2. a proteção da metade da área total correspondente ao risco.5. próximo ao setor de abastecimento do posto. 4.4 Para ensaio de funcionamento das amostras colhidas.1 Os aparelhos extintores sobre-rodas devem.2 Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. c) carga de dióxido de carbono – 10-B : C. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 5 . devem ser convidadas as seguintes entidades: a) proprietário do aparelho extintor. 4.

poderá ser ocupada.4. 4.4.6.4.5.4.6 As edificações que possuírem as amostras de aparelhos extintores reprovadas durante os ensaios.3.4.4. O funcionamento de empresas de fabricação. devem providenciar a manutenção ou substituição dos modelos dos aparelhos extintores reprovados. em hipótese alguma.4 Considerações Finais 4. 4. pintada em vermelho e. 4.3. oficinas. mercados e similares. devendo as mesmas.4. por aparelhos extintores do mesmo tipo e de capacidade igual ou superior. manutenção e recarga de aparelhos extintores fica condicionado à autorização da Coordenadoria de Atividades Técnicas.4. os locais onde os aparelhos extintores forem colocados 2 terão uma área de 1m do piso.1. 4. devem ser seguidos os procedimentos estabelecidos para a primeira vistoria. 4. e devolvidos à edificação para substituir os que lá foram deixados.1 Após este procedimento.7 Vencidos os trinta dias. Nas instalações industriais.4.3.4. os quais devem ser lacrados na presença da pessoa da edificação que estiver acompanhando a vistoria.4. a fim de não deixar a edificação desprotegida. será autorizada pela Coordenadoria de Atividades Técnicas.3. 4.3.4. se novo pedido de vistoria for feito.4. 4. A comercialização de aparelhos extintores. devem ser coletadas novas amostras nos mesmos termos do ensaio anterior e solicitada nova vistoria.4.3.3. dos quais os três devem atender aos itens de desempenho estabelecidos nas NBRs específicas.1 A Coordenadoria de Atividades Técnicas emitirá documentação específica para tal finalidade. galpões.4. com a repetição lateral da sinalização de emergência. 4.1 O ensaio deve ser feito em data préestabelecida e não deve ultrapassar trinta dias da data da coleta das amostras. 4.4. 4. a sinalização deverá ser de tal maneira que a mesma possa ser vista em todas as direções.5 Os aparelhos extintores ensaiados devem ser recarregados com recurso proveniente da Taxa Anual de Segurança Contra Incêndio. 4. Quando o aparelho extintor estiver localizado em coluna. obrigatoriamente. 4.2.4 O ensaio deve ser feito nos três aparelhos extintores de cada tipo. estarem devidamente cadastradas.2 As amostras para ensaio devem ser compostas de três aparelhos extintores de cada tipo. 4.3 Os aparelhos extintores retirados para ensaio devem ser substituídos pelo CBMCE no ato da retirada. escolhidos aleatoriamente entre todos existentes na edificação. depósitos. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 5 . localizada abaixo do extintor.3.4.1 As empresas cadastradas junto à Coordenadoria de Atividades Técnicas deverão manter atualizados os pontos de venda e revenda de extintoras.5. no âmbito do Estado do Ceará. cobrada pelo CBMCE.

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 005/2008 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 26 .

inclusive conchas e assemelhados.1 Classificação das edificações 4. as edificações são classificadas: a) quanto à ocupação. em razão de sua disposição em planta.1. eventualmente.1 Para efeitos desta Norma Técnica. excetuadas àquelas pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A. sacadas. em caso de incêndio ou pânico. F-6 e F-7.3 Cálculo da população 4.1 A saída de emergência compreende o seguinte: a) acessos. dimensões em planta e características construtivas. 2 e 3 desta Norma Técnica. quando houver.3. ser utilizados como arquibancadas.3.4 Exclusivamente para o cálculo da população. rampas e assemelhados. c) as áreas de escadas. e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas. 4. e respectivas portas ou espaço livre exterior. nas edificações térreas. com área superior a 10. esses lugares puderem. bem como áreas de sanitários e elevadores nas ocupações C e F. c) escadas ou rampas. 01/2008. exceto para os locais destinados à divisão F-3.4 Dimensionamento das saídas de emergência 4.4. 4.1 Para os efeitos desta Norma Técnica.1 A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 005/2008 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos (tabelas) 1 OBJETIVO 1. observados os seguintes critérios: Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 26 . 4. 01/2008. 3 DEFINIÇÕES 3. de acordo com a Tabela 1 Classificação das Edificações e Áreas de Risco o quanto à Ocupação da Norma Técnica n. com as Tabelas 1. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.000m² ou população total superior a 2. são excluídas das áreas de pavimento. 4. 4. 4 PROCEDIMENTOS 4. 4.3. as áreas de sanitários. b) rotas de saídas horizontais. 2 APLICAÇÃO 2.1 Largura das saídas 4. no caso de edificações dos grupos F-3. respectivamente. B e H.2 A população de cada pavimento da edificação é calculada pelos coeficientes da tabela 4. beirais e platibandas.3. b) as áreas totais cobertas das edificações F-3 e F6.1.1 Esta Norma Técnica se aplica a todas as edificações. de acordo. b) Quanto à altura.2 Componentes da saída de emergência 4. para que sua população possa abandoná-las. devem ser incluídas nas áreas de pavimento: a) as áreas de terraços.2. corredores e elevadores nas ocupações D e E.500 pessoas. onde deve ser consultada a Norma Técnica nº /2008. considerando sua ocupação dada na Tabela 1 Classificação das Edificações e Áreas de Risco o quanto à Ocupação da Norma Técnica n. quando.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população da edificação. d) descarga.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência.3 Exclusivamente para o cálculo da população.4. completamente protegida em sua integridade física.

4. com dimensões maiores que as indicadas na Figura 1.3 e 4. nas ocupações do grupo H.4.4.2 m. em seu movimento de abrir. conforme coeficiente da Tabela 4 do anexo e critérios das seções 4.4. acessos às rampas (corredores e passagens) e descarga das rampas.5 m. tais como móveis.4.2 Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos.1.3. descargas.1 Os acessos devem satisfazer às seguintes condições: a) permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação.2 m para as ocupações em geral e de 1. em ângulo de 180º.1. b) as escadas.65 m.65 m para as divisões H-2 e H-3. sempre mantendo uma largura mínima livre de 1.4. devem ser as seguintes: a) 1. o qual determina as larguras mínimas para os lanços correspondentes aos demais pavimentos. para as rampas. não sendo admitidas saliências de alizares.3. locais para exposição de mercadorias e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 26 . divisão H-2. cuja altura mínima livre deve ser de 2 m. c) ter larguras de acordo com o estabelecido no item 4.4. em qualquer caso. para as ocupações em geral. considerando-se o sentido da saída.1.5.1 Generalidades 4.2 As portas que abrem para dentro de rotas de saída.4. dos acessos.4.2 A largura das saídas. b) 1. rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior população.5 Acessos 4. b) permanecer desobstruídos em todos os pavimentos.3. 4.3 Exigências adicionais sobre largura de saídas 4. os acessos (corredores e passagens) e descarga.2 m. P = população.5. devem ficar em recessos de paredes.2 m. e estas somente em saídas com largura superior a 1. no sentido do trânsito de saída. para dentro de rotas de saída. C = capacidade da unidade de passagem conforme Tabela 4 do anexo. Figura 2 – Abertura das portas no sentido de saída‘ 4. para as escadas. não podem diminuir a largura efetiva destas em valor menor Figura 1 – Medida da largura em corredores e passagens 4.a) os acessos são dimensionados em função dos pavimentos que sirvam à população. correspondente a três unidades de passagem de 55 cm.1 A largura das saídas deve ser medida em sua parte mais estreita.1. arredondado para número inteiro. c) 1.2 Larguras mínimas a serem adotadas As larguras mínimas das saídas de emergência. d) ter pé-direito mínimo de 2. nas ocupações do grupo H. ressalvando o disposto a seguir. 4. correspondente a quatro unidades de passagem de 55 cm.1 m (ver figura 2). é dada pela seguinte fórmula: ࡺൌ ࡼ ࡯ que a metade (ver figura 2). e) ser sinalizados e iluminados (iluminação de emergência de balizamento) com indicação clara do sentido da saída. de forma a não reduzir a largura efetiva em valor maior que 0. acessos (corredores e passagens) e descarga. pilares e outros. divisórias móveis. divisão H-2 e H-3. divisão H-3. em ângulo de 90º. 4. nas ocupações do grupo H. 4. com exceção de obstáculos representados por vigas. isto é.65 m.3 As portas que abrem no sentido do trânsito de saída.1.5. correspondente a três unidades de passagem de 55 cm. vergas de portas e outros. escadas. para as rampas. d) 2. Onde: N = número de unidades de passagem.

5.2.5. devem ser consideradas as distâncias diretas comparadas aos limites da Tabela 5. G-2.4.2m² e nenhuma dimensão inferior a 1 m.1 Para as ocupações do grupo J-1 e J-2. utilizadas nas rotas de saída de emergências. desde que em ambos os casos as ocupações possuam controle de fumaça.2. 4.4 Portas de saídas de emergência 4. isto é.5. dimensões em planta e características construtivas de cada edificação.5. 4.3.2.5 Edificações exclusivamente térreas dos grupos G-1. estas devem ser do mesmo tipo que a exigida por esta Norma Técnica. das portas em até 75mm de cada lado (golas). devem ser dimensionadas como estabelecido no item 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 26 . de forma permanente.4.5.2. b) o acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação. 4. reduzidas em 30% (trinta por cento).2. J-3 e J-4. pode ser considerada como saída.4.2 Porta com dimensão maior ou igual a 2.5.2. essas distâncias poderão ser acrescidas de 100% (cem por cento) (ver nota “a” da Tabela 5).5. nota c. escritórios de plano espacial aberto e galpões sem o arranjo físico interno (leiaute).2. encontra-se na Tabela 6. em duas folhas.2 m exige coluna central. no vão livre. tanto interna como externamente. sem grades fixas.3. em comunicação com os acessos e descargas.2 m. para o contramarco e alizares. com altura máxima de 1.5. valendo por uma unidade de passagem. desde que as ocupações sejam automatizadas e que a permanência humana seja transitória. poderá ser desconsiderado o dispositivo acima. d) a redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas.5.5. I-1.2 m deverá ter duas folhas.4. 4. edificações classes X.2. 4. mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso. devem considerar: a) o acréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido.5. 4. devem abrir no sentido do trânsito de saída (ver Figura 2). a distância mínima de trajeto entre as suas portas de acesso deve ser no mínimo 10m. admitindo-se uma redução no vão de luz. escada comum de saída de emergência. área de refúgio. como. tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça.5. com peitoril.2.4 Em edificações térreas.1 O número e o tipo de saídas exigido para os diversos tipos de ocupação.2 Havendo necessidade de acrescer escadas. vão livre ou “luz” das portas. qualquer abertura.5.4.3 Para uso da Tabela 5 devem ser consideradas as características construtivas da edificação. protegida ou à prova de fumaça). 4. 4.outros. por exemplo.2. b) 1 m.3.2 Distâncias máximas a serem percorridas 4. 4. 4.5.2. valendo por duas unidades de passagem.1 No caso das distâncias máximas a percorrer para as rotas de fuga que não forem definidas no projeto arquitetônico. c) 1.1. J-1 e J-2 terão suas distâncias máximas a serem percorridas acrescidas de 150% (cento e cinqüenta por cento).1 As portas das rotas de saídas e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas.4. Y e Z.2 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às saídas das edificações e o acesso às escadas ou às portas das escadas (nos pavimentos) constam da Tabela 5 e devem ser consideradas a partir da porta de acesso da unidade autônoma mais distante.2 A largura.3 No caso de duas ou mais escadas de emergência. constante da Tabela 3.5.1 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior.3 Número de saídas nos pavimentos 4.1 Porta com dimensão maior que 1. 4.5. em duas folhas.5 m. valendo por quatro unidades de passagem. comuns ou corta-fogo. 4.1. 4.5. valendo por três unidades de passagem. c) a redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos ou detectores. d) 2 m. desde que o seu caminhamento interno não ultrapasse 10 m.5. 4. em função da altura.5.1 As portas devem ter as seguintes dimensões mínimas de luz: a) 80 cm. 4. vão livre com área mínima de 1. para divisões I-2. para efeito da distância máxima a ser percorrida.

obedecendo à NBR 11.07 m².4 As rampas podem suceder um lanço de escada. escadas e outros devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos.2. c) abrir nos dois sentidos. mas não podem precedê-lo.1 Nesse caso.2. ou seja. desde que haja compromisso do responsável pelo uso.785. 4. de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos. com capacidade acima de 100 pessoas. 4. medidos na direção do trânsito.4. 4. 4.2 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras. tendo comprimento mínimo de 1.6. no que lhe for aplicável. quando necessário.742.1 O dimensionamento das rampas deve obedecer ao estabelecido no item 4.5. das salas.2. assinado pelo proprietário ou responsável pelo uso. devendo permanecer aberta durante todo o transcorrer dos eventos.4. atentando para o item 4.1 desta Norma Técnica.4. 4. deve haver internamente portas de saídas. sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3. b) entrada em unidades autônomas. c) salas com capacidade acima de 50 pessoas. 4. com altura mínima de 25 cm.742 e ser providas de visor transparente de área mínima de 0. com área máxima construída de 1500m².1 Obrigatoriedade 4. b) na descarga e acesso de elevadores de emergência.4.5. 4. admitindo-se que a abertura pelo lado externo seja feita apenas por meio de chave. podem ser dispensadas da exigência anterior. 4.6. das rotas de saída. através de termo de responsabilidade das saídas de emergência.1 O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acesso a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3.5.4. dispensando-se maçanetas. conforme NBR 11.2.4 As portas das antecâmaras. d) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações em que houver usuários de cadeiras de rodas (ver NBR 9. maçanetas. das portas de comunicação com os acessos às escadas e descarga. 4.6.6.6.5. desde que seja possível a abertura pelo lado interno.6.5.6 Rampas 4.6. etc. será obrigatória a instalação de barra antipânico nas portas de saídas de emergência. através de termo de responsabilidade das saídas de emergência. exceto quando esta for utilizada somente como porta de segurança da edificação.4.5. sem necessidade de chave.1 As ocupações de divisão F-2. caso o corredor possibilite saída nos dois sentidos. térreas (com ou sem mezaninos).2 Nas rotas de fuga não se admite portas de enrolar ou de correr.4. 4.20 m.1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 26 . desde que haja compromisso do responsável pelo uso.5.3 As portas das antecâmaras das escadas à prova de fumaça e das paredes corta-fogo devem ser do tipo corta-fogo (PCF). 4. devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. abrindo no sentido de fuga.7 É vedada a utilização de peças plásticas em fechaduras.7 m.8 A colocação de fechaduras com chave nas portas de acesso e descargas é permitida. b) abrir no sentido do fluxo de saída. nas portas dos seguintes locais: a) rotas de saídas.3 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível. devem ser corta-fogo e a prova de fumaça conforme estabelecido na NBR 11. 4.4.2.6.6.6 Para as ocupações do grupo F. no sentido descendente de saída.4. espelhos.4.5.5. devem: a) ter condições de reter a fumaça.742.4.5. conforme estabelecido na NBR 11.5 Se as portas dividem corredores que constituem rotas de saída.4.050). sendo admissível que se mantenham abertas desde que disponham de dispositivo de fechamento. de modo a permanecerem fechadas. mas destrancadas no sentido do fluxo de saída. 4. c) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada. dobradiças e outros.6.2 Condições de atendimento 4.

6.3. não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada (ver Figura 3). 4. 4. 4. indicando a rota de fuga e descarga. e que permaneçam antiderrapantes com o uso. Figura 3 – Segmentação das escadas no piso da descarga g) ter os pisos em condições antiderrapantes. aplicam-se.6.6. d) ser dotadas de guardas em seus lados abertos conforme item 4. a inclinação máxima é de 10%. estas devem estar situadas sempre em patamares planos. as rampas não poderão suceder ao lanço de escada e vice-versa.1 Generalidades 4. iluminação.1 Em qualquer edificação.11. d. deve ser dado um acréscimo de 25% na largura calculada conforme o item 4. 1:8. conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida. 4. e permanecer antiderrapante com o uso. c) atender às condições específicas estabelecidas quanto aos materiais de acabamento e revestimento utilizados na escada.6.1 No caso de edificações dos grupos H2 e H3.9 Devem atender às condições estabelecidas nas alíneas a.7. ausência de obstáculos e outros.2 As declividades máximas das rampas internas devem ser de: a) 10%. 4. g e h do item 4.8. e) ser dotadas de corrimãos em ambos os lados.3.1.2.2.2. às rampas.6 O piso das rampas deve ser antiderrapante. os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas. isto é.3.7. com as devidas alterações. 4. como NE.6. F e H. com no mínimo 0.8.13. PF seguindo para isso as condições específicas a cada uma delas estabelecidas nos itens 4. EP.7 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga ao especificado no item 4.3 Quando. nas edificações de ocupações D e G.3. 4. acima e abaixo da descarga.6.7.2. sendo a saída em rampa ascendente.2. a exemplo das escadas.10 Devem ser classificadas.6. devendo haver compartimentação entre ambas.5 de coeficiente de atrito dinâmico. conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida.4.7.7. com no mínimo 0. 1:10. quando o sentido de saída é na descida. em ocupações em que sejam admitidas rampas de mais de 10% em ambos os sentidos.2.5%. 4. não será aceita comunicação entre si. e. b) oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais além da incombustibilidade.5 Não é permitida a colocação de portas em rampas. B.4. quando não enclausuradas. E. 4.10. I e J. mas terminando obrigatoriamente no piso de descarga. dos acessos.6.6. nas ocupações C. 4. de acordo com a norma técnica específica. nas edificações de ocupações A. 4.5% (1:8). c) 12.8 As exigências de sinalização. conforme a norma técnica específica na divisão entre os lanços ascendente e descendente em relação ao piso de descarga.12 e 4. devendo ter compartimentação. 4. com largura não inferior à da folha da porta de cada lado do vão. f. as quais devem: a) ser constituídas com material estrutural e de compartimentação incombustível. o sentido da saída for ascendente. b) 12. Quando houver exigência Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 26 .2. enclausuradas ou não.7 Escadas 4.7.6. b.8.1 A declividade máxima das rampas externas à edificação deve ser de 10% (1:10).6. 4.5 de coeficiente de atrito dinâmico. isto é. 4. h) quando houver exigência de duas ou mais escadas de emergência e estas ocuparem a mesma caixa de escada (volume).7.9. 4.7.7.1 desta Norma Técnica. onde deve ser acrescida a iluminação de emergência e sinalização de balizamento. c.3 Declividade 4.7.7. f) atender a todos os pavimentos. exceto para escadas tipo NE (comum).

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 26 .7.5. num mesmo lanço.1).2 Largura 4.3. 4. espaço mínimo de 10cm entre lanços.4. nesse caso.2. excluindo os corrimãos (mas não as guardas ou balaustradas). conforme item 4.7.1.5. dos acessos e das descargas devem ter acabamento liso.1 As paredes das caixas de escadas.4 Em ambos os lados de vão da porta.3.7. nem para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos. 5 mm. medido na direção do trânsito.3 O comprimento dos patamares deve ser (ver Figura 6): a) dado pela fórmula: ࢖ ൌ ሺ૛ࢎ ൅ ࢈ሻ ࢔ ൅ ࢈ onde n é um número inteiro (1.2 O lanço mínimo deve ser de três degraus e o lanço máximo. com tolerância de 0. respectivamente. no máximo. diferenças entre as alturas de degraus de. 2 ou 3).4 Caixas das escadas 4. quando este inexistir.5 cm.7. quando se desenvolver em lanços paralelos. 4.1 As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) ser proporcionais ao número de pessoas que por elas devam transitar em caso de emergência.7 m de altura.1 Os degraus devem: a) ter altura h (ver Figura 4) compreendida entre 16 cm e 18 cm. ou. não se aplicando.3 Dimensionamento de degraus e patamares 4. b) ter largura b (ver Figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel: 63 ܿ݉ ൑ ሺ2݄ ൅ ܾሻ ൑ 64 ܿ݉.7. exceto os previstos especificamente nesta Norma Técnica.2 As caixas de escadas não podem ser utilizadas como depósitos. i) atender ao item 4.4.7.7.3. 4. ventilação e iluminação.de uma escada e for utilizado o recurso arquitetônico de construir 2 escadas em um único corpo. b) no mínimo.7. em lanços sucessivos de uma mesma escada.7. estas serão consideradas como uma única escada. e) ter bocel (nariz) de 1. c) ter. a fórmula anterior. quando se tratar de escada reta.4. balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com este mesmo valor mínimo (ver Figura 4). 4.5 cm. igual à largura da escada quando há mudança de direção da escada sem degraus ingrauxidos.2. c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque) ou em espiral. 4. b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar. sem obrigatoriedade de aumento na largura das escadas. larguras e alturas iguais e. mesmo por curto espaço de tempo. que se podem projetar até 10cm de cada lado.7.7. deve haver patamares com comprimento mínimo igual à largura da folha da porta. 4. Figura 5 – Escada com lanços curvos e degraus balanceados 4.3. para permitir localização de guarda ou fixação do corrimão. caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a linha de percurso e a parte mais estreita desses degraus engrauxidos não tenha menos de 15 cm (ver Figura 5) e 7 cm. não deve ultrapassar 3. quanto aos critérios de acesso. entre dois patamares consecutivos. no mínimo. Figura 4 – Altura e largura dos degraus d) ter. quando se tratar de escadas não destinadas a saídas de emergências (ver item 4. das guardas.

atendendo ao previsto no item 4.6.1. 4.3. no mínimo.80m² em cada pavimento (ver Figura 8). as escadas devem ser construídas concomitantemente com a execução da estrutura. devendo pelo menos uma das faces da janela estar a no máximo 15 cm do teto.80m².7. permitindo a fácil evacuação da obra e o acesso dos bombeiros.8. no término da escada.4. f) atender ao prescrito no item 4.1 As escadas enclausuradas protegidas (ver Figura 7) devem atender ao requisitos dos itens 4. c) ter os pisos em condições antiderrapantes.4. em espiral e de lances retos são consideradas como escadas secundárias.7.8.2.8 Escadas enclausuradas protegidas (EP) 4. exceto o 4. conforme fórmula de Blondel. no mínimo.8.5 Escadas não destinadas a saídas de emergência 4. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.c.7.3). estando o peitoril. e devem: a) atender aos mezaninos e áreas privativos de qualquer edificação. com área mínima de 0. não podem existir aberturas para tubulações de lixo.3. conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida. de janelas abrindo para o espaço livre exterior. 4.7.7m.6 Escadas em edificações em construção 4.7. 4.7.7.1 a 4.3. desde que a população seja inferior a 20 pessoas. bastando que o patamar tenha um mínimo de 80cm.8.7.5.4.2 Admitem-se nas escadas secundárias. devendo distar Figura 6 – Lanço mínimo e comprimento de patamar 4.1m de largura e dispensando-se corrimãos intermediários. com altura da escada não superior a 3. com no mínimo 0. 4. as seguintes alturas máximas h dos degraus.3. acima dos lances de degraus. que permaneçam antiderrapantes com o uso. no máximo. b) ocupações H: h = 19cm.7. porém. atendendo ao prescrito no item 4.7.5.7. 4. d) ser dotadas de janela que permita a ventilação em seu término superior. b) ter largura mínima de 80cm. a 15cm deste.7.2 As janelas das escadas protegidas devem: a) estar situadas junto ao teto ou.1 As escadas em leque. balanceamento e outros) e. não destinadas a saídas de emergência. 4.1. para passagem da rede elétrica. e: a) ter suas caixas isoladas por paredes resistentes a 2 h de fogo. armários para medidores de gás e assemelhados.7.7. d) ser dotadas de corrimãos. podendo ser aceitas na posição centralizada. porém. 120 min. sempre a fórmula de Blondel: a) ocupações A até G: h = 20cm. 4. centros de distribuição elétrica.7. bastando.7. b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo corta-fogo (PCF).1 Em edificações em construção. no mínimo.8. e) ser dotadas de guardas em seus lados abertos.4.7.4 As paredes das caixas de escadas enclausuradas devem garantir e possuir Tempo de Resistência ao Fogo por.c.4. c) ser dotadas.7. a 1. exclusivamente de serviço e não destinadas a saídas de emergência. c) ser dotadas de venezianas ou outro material que assegure a ventilação permanente.3 (dimensionamento dos degraus.7. conforme item 4. dispensa-se a aplicação da fórmula dos patamares (4. devendo estar localizada na parede junto ao teto ou no máximo a 15cm deste.7. respeitando. onde isto é facultativo). Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 26 .5 de coeficiente de atrito dinâmico.7. apenas um corrimão nas escadas com até 1.7 Escadas não enclausuradas ou escada comum (NE) 4. com resistência de 90 min de fogo.7. em todos os pavimentos (exceto no da descarga.1 a 4.1m acima do piso do patamar ou degrau adjacente e tendo largura mínima de 80cm.5 Os pontos de fixação das escadas metálicas na caixa de escada devem possuir Tempo de Resistência ao Fogo de 120 min.7. c) ocupações I até M: h = 23cm.3 Nas caixas de escadas. exceto o 4. nas escadas curvas (escadas em leque).1 A escada comum (NE) deve atender aos requisitos dos itens 4.

4. pode ser de até 1m². com área mínima de 0.1.10 e os últimos no item 4. de outras aberturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 26 . no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. b) ter ingresso por antecâmaras ventiladas. situadas junto ao teto ou. devem: a) ter comprimento mínimo de 1.10.4 As escadas enclausuradas protegidas devem possuir ventilação permanentes inferior.5m². com espessura mínima de 6. A distância das venezianas pode ser reduzida para 1. Figura 7 . 4.7.7. c) ser providas de portas corta-fogo (PCF) com resistência de 60min ao fogo. sendo vedado o uso de perfis ocos.9.8.7.80m. executadas nos moldes do especificado no item 4.80m².10 ou 4. sua área máxima não pode ultrapassar 0. d) ser construídas em perfis metálicos reforçados. c) ser ventiladas por dutos de entrada e saída de ar.7. b) ter sua ligação com a caixa da escada por meio de antecâmaras ventiladas. terraços ou balcões.12.7.7. recomendável mas não indispensável.1 a 4.12.1.4. provido de fecho acionável por chave ou ferramenta especial. devendo ser aberto somente para fins de manutenção ou emergência. chapa dobrada.8.10 Antecâmaras 4. podendo essa distância ser reduzida para 2m para caso de aberturas instaladas em banheiros. e: a) ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a quatro horas de fogo.5 mm.9. c) em paredes dando para o exterior. b) ter pé-direito mínimo de 2.1 As antecâmaras. conforme a alínea c do item 4. de qualquer outra abertura.20m² no mínimo. deve obedecer aos seguintes requisitos: a) ser obtida por abertura provida de caixilho de perfil metálico reforçado. 4.7.7. 10 e 11) devem atender ao estabelecido nos itens 4.7. d) havendo mais de uma abertura de iluminação.Escada enclausurada protegida 4.pelo menos 3m. no mínimo. que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível. de acordo com os itens 4. em parede dando para antecâmara ou varanda.3.9 Escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF) 4.11. 4. malha de 12. quando houver.7. sendo vedados os tipos em eixo vertical e “máxiar”.c. a 15 cm deste.7. e) os caixilhos poderão ser do tipo basculante.7. com área de 1.7.1 As escadas enclausuradas à prova de fumaça (ver Figuras 9. a distância entre elas não pode ser inferior a 0. em projeção horizontal.2 A iluminação natural das caixas de escadas enclausuradas.5m.7. madeira.7. que permita a entrada de ar puro. para ingressos nas escadas enclausuradas (ver Figura 9). em condições análogas à tomada de ar dos dutos de ventilação (ver item 4.5m e a soma de suas áreas não deve ultrapassar 10% da área da parede em que estiverem situadas. 4.11.7. junto ao teto. b) este caixilho deve ser guarnecido com vidro aramado.3 Na impossibilidade de colocação de janela na caixa da escada enclausurada protegida.7. ou.5 mm. largura mínima de 0. vestiários ou áreas de serviço.2 a 4. Os caixilhos devem ser fixados na posição aberta. devendo ficar junto ao solo da caixa da escada podendo ser no piso do pavimento térreo ou no patamar intermediário entre o pavimento térreo e o pavimento imediatamente superior. plástico e outros.8m. transparente ou não. exceto o 4.8. atendendo as primeiras ao prescrito no item 4.11). abrindo para o espaço livre exterior.7.4m. os corredores de acesso devem: a) ser ventiladas por janelas.

no máximo. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. d) elevar-se no mínimo 3m acima do eixo da abertura da antecâmara do último pavimento servido pelo eixo. em qualquer caso. quando não forem totalmente abertos no topo.7.5cm por 2.84m² e. i) ter paredes resistentes ao fogo por no mínimo 120min. no máximo. com área mínima de 0. g) ter. medida em planta. Figura 8 . quando retangular. devendo essas aberturas ser dispostas Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 26 . quando retangular. devendo seu topo situar-se 1 m acima de qualquer elemento construtivo existente sobre a cobertura.2 Os dutos de saída de ar (gases e fumaça) devem: a) ter aberturas somente nas paredes que dão para as antecâmaras. obedecer à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões.84m² e. com resistência de 60min de fogo cada. a 15 cm deste.11 Dutos de ventilação natural 4. com área mínima de 0. entre as aberturas de entrada e de saída de ar. aberturas de saída de ar com área efetiva superior ou igual a 1.84m² e. da porta de entrada da escada. medida eixo a eixo. j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras deverão ser guarnecidas por telas de arame. guarnecidas ou não por venezianas ou equivalente. e) ter.11. e a abertura de entrada de ar situada. ૚૙૞ ࢞ ࢔ onde: s = secção mínima em m² n = número de antecâmaras ventiladas pelo duto. a uma distância horizontal de 3m.7. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2. e) ter a abertura de entrada de ar do duto respectivo situada junto ao piso ou. 4.7.5cm. a 15 cm deste. área não inferior a 0. quando de secção retangular.d) ser dotadas de porta corta-fogo (PCF) na entrada e na comunicação da caixa da escada.5 vezes a área da secção do duto. da porta de entrada da antecâmara. a uma distância horizontal de 3m. no máximo. b) ter secção mínima calculada pela seguinte expressão: ࢙ ൌ ૙. f) ter a abertura de saída de ar do duto respectivo situada junto ao teto ou no máximo.1 Os dutos de ventilação natural devem formar um sistema integrado: o duto de entrada de ar (DE) e o duto de saída de ar (DS) 4. medida em planta. a distância vertical mínima de 2 m.11. h) ter a abertura de saída de ar situada.Ventilação da escada enclausurada protegida e seu acesso c) ter.

no mínimo. e) ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do primeiro pavimento.1 A abertura exigida na letra e.11.5cm. 4. pelo menos.2.7. poderá ser projetada junto ao teto do primeiro pavimento que possua acesso direto ao exterior (Ex. a uma parede de tijolos maciços.em.5 vezes a área da secção do trecho vertical do duto de entrada de ar. 4. aceitando-se Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 11 de 26 .11.5 A secção da parte horizontal inferior do duto de entrada de ar deve: a) ser.7.7. casas de máquinas. possuindo acesso direto ao exterior.7. g) ser fechados na base.7. no mínimo. no mínimo. 4.3 As paredes dos dutos de saídas de ar devem: a) ser resistentes. muretas e outros).7. cumeeiras. no caso de edificações com mais de 30m de altura. duas faces opostas com área nunca inferior a 1m² cada uma. Figura 9 – Escada enclausurada à prova de fumaça com elevador de emergência (a posição deste é somente exemplificativa) na antecâmara 4. c) ter revestimento interno liso. que não diminua a área efetiva de ventilação.2 são as mínimas absolutas.6 A tomada de ar do duto de entrada de ar deve ficar.11. b) ter isolamento térmico e inércia térmica equivalente. a duas horas de fogo. com espessura dos fios superior ou igual a 3mm e malha com dimensões mínimas de 2. ao nível do solo ou abaixo deste.11.11. f) não serem utilizados para a instalação de quaisquer equipamentos ou canalizações. d) ser totalmente fechados em sua extremidade superior. no mínimo. b) ser igual a 1.7. rebocada.11. e se situarem em nível superior a qualquer elemento construtivo do prédio (reservatórios. 4. de 15cm de espessura.7. e de 23cm de espessura. de preferência.7 As dimensões dos dutos dadas em 4. 4. isto é.5cm por 2. c) atender às condições das alíneas “a” à “c” e “f” do item 4.: piso térreo). longe de qualquer eventual fonte de fumaça em caso de incêndio.11. b) ter revestimento interno liso. igual à do duto. sua secção deve ser aumentada para compensar a redução. em edificações com altura igual ou inferior a 30m.4. que assegure a captação de ar fresco respirável. quando atenderem a até 15 antecâmaras. devendo esta abertura ser guarnecidas por telas de arame. quando atenderem a mais de 15 antecâmaras.4 Os dutos de entrada de ar devem: a) ter paredes resistentes ao fogo por duas horas.11.

Figura 10 .Exemplo de dutos de ventilação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 12 de 26 .mesmo recomendando o cálculo exato pela mecânica dos fluídos destas secções. em especial no caso da existência de subsolos e em prédios de excepcional altura ou em locais sujeitos a ventos excepcionais.

7.2.7.14. terraços e assemelhados.a.7. a um sexto da altura.1.3.6.12.12.7. devem atender aos seguintes requisitos: a) ser dotados de portas corta-fogo na entrada e na saída com resistência mínima de 60min.7. g) os pisos de balcão.15m.2. ou escadas pressurizadas. isto é. podem sempre substituir as escadas enclausuradas protegidas (EP) e as escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF).4 Será aceita uma distância de 1. e no mesmo plano de parede.5m². mas nunca a menos de 3m. b e c.3. b) as distâncias entre as aletas das aberturas das janelas tenham espaçamentos de no mínimo 0. Figura 11 – Escada enclausurada do tipo PF ventilada por balcão 4.2 A distância horizontal entre o paramento externo das guardas dos balcões.20m.7. e) ter altura de peitoril de 1.7.12.3 A distância estabelecida no item 4. 4. d) as antecâmaras deverão atender o item 4. c) atender tão somente aos pavimentos acima do piso de descarga.1 As escadas à prova de fumaça pressurizadas. ressalvado o estabelecido no item 4.7.30m. conforme item 4.8.1 a 4. varandas e terraços que sirvam para ingresso às escadas enclausuradas à prova de fumaça e qualquer outra abertura desprotegida do próprio prédio ou das divisas do lote deve ser. terminando obrigatoriamente neste. quando: a) o prédio for dotado de chuveiros automáticos. o acesso deve ser protegido por marquise com largura mínima de 1.11. 4. b) manter raio mínimo de escoamento exigido em função da largura da escada. mas nunca a menos de 3m.7.14 Escada aberta externa (AE) 4. através de janela com ventilação permanente. entre a abertura desprotegida do próprio prédio até o paramento externo do balcão. c) as aletas possuam um ângulo de abertura de no mínimo 45 graus em relação ao plano vertical da janela. igual a um terço da altura da edificação.12.4.12. devendo atender a todas as exigências da norma técnica específica.12 Escada enclausurada varandas e terraços por balcões. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 13 de 26 . b) ter guarda de material incombustível e não vazada com altura mínima de 1. 4.7.5 Será aceita a ventilação no balcão da escada à prova de fumaça. 4.1 Os balcões.3 e 4.12.7.7. e: a) ter seu acesso provido de porta corta-fogo com resistência mínima de 90min. c) na edificação considerada não houver ocupações pertencentes aos grupos C ou I. varandas e terraços deverão ser antiderrapantes.12.2m.7. não situado no último pavimento.7. desde que entre elas seja interposta uma parede com TRF mínimo de 2 horas. 4.13 Escadas à pressurizada (PFP) prova de fumaça 4. varanda ou terraço para o ingresso na escada enclausurada à prova de fumaça (PF).13. (ver Figura 11) 4. b) o somatório das áreas das aberturas da parede fronteira à edificação considerada não ultrapassar um décimo da área total dessa parede. para ingresso em escadas enclausuradas.7.10. atendendo ao prescrito no item 4. no mínimo. varandas.8. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote.3m. para qualquer altura da edificação. d) em se tratando de terraço a céu aberto.1. desde que: a) área efetiva mínima de ventilação seja de 1. 4. c) ter piso praticamente em nível e desnível máximo de 30mm dos compartimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada. f) ter distância de no mínimo 3m de outras aberturas em projeção horizontal.6.2 pode ser reduzida à metade.1 As escadas abertas externas (ver Figuras 13 e 14) podem substituir os demais tipos de escadas e devem atender aos requisitos dos itens 4.

de 1. vidros de segurança laminados ou aramados e outros. e) toda abertura desprotegida do próprio prédio até escada deverá ser mantida distância mínima de 3m quando a altura da edificação for inferior ou igual a 12m e de 8m quando a altura da edificação for superior a 12m. patamares. 4. b) ser isentas de aberturas. 4. as guardas vazadas.8. i) será admitido esse tipo de escada até com altura de 23m. devem: a) ter balaústres verticais.1. mezaninos. de seus patamares.1. Figura 13 – Escada aberta externa 4.1 Guarda-corpos e balaustradas Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 14 de 26 . galerias. quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus. 4. rampas e outros deve ser protegida de ambos os lados por paredes ou guardas (guarda-corpos) contínuas. para evitar quedas.2. de modo que uma esfera de 15cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura.8. h) na existência de shafts. saliências.8 Guardas e corrimãos 4.8. mezaninos e outros (ver Figura 15).2 A altura das guardas. medida internamente. reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas. Figura 12 – Escada aberta externa f) a distância do paramento externo da escada aberta até o limite de outra edificação no mesmo terreno ou limite da propriedade deverá atender aos critérios adotados na norma técnica específica. isto é.1 Toda saída de emergência. balcões.d) entre a escada aberta e a fachada da edificação deverá ser interposta outra parede com TRF mínimo de duas horas.92 m nas escadas internas.1. corredores. deve ser. longarinas intermediárias.3 As alturas das guardas em escadas externas. devem ser de no mínimo 1. telas e assemelhados. podendo ser reduzida para até 0. dutos ou outras aberturas verticais que tangenciam a projeção da escada aberta externa. no mínimo. tais aberturas deverão ser delimitadas por paredes estanques nos termos da norma técnica específica. TRF de duas horas.05m ao longo dos patamares.8. 4.4 As guardas constituídas por balaustradas. atendendo os critérios estabelecidos na norma técnica específica.8. grades. telas. de balcões e assemelhados.1.1.3m. grades. sempre que houver qualquer desnível maior de 19cm. medido como especificado no item 4. corredores.8. escadas. escadas. terraços. g) a estrutura portante da escada aberta externa deverá ser construída em material incombustível.

em saídas de emergência.2.8. as grades de balaustradas.6 Para auxílio dos deficientes visuais. no mínimo.20kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte. 4.8. os corrimãos das escadas deverão ser contínuos.4 Os corrimãos devem estar afastados 40mm.3 Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrados fácil e confortavelmente.2. se for o caso.Pormenores de corrimãos 4. se for o caso.2 (ver Figura 14).1 Escadas com mais de 2.2 As extremidades dos corrimãos intermediários devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes.3 Exigências estruturais 4.8. devendo estar situados entre 80cm e 92cm acima do nível do piso. em escolas.1 As guardas de alvenaria ou concreto.5 Não são aceitáveis. Figura 14 . 4. prolongando-se.8. permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão. as paredes. deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários.2. em escadas largas. as esquadrias. 4.3.8. 4. sem encontrar quaisquer obstruções. no mínimo.8m.8. No caso de secção circular.8. 4. utilizadas por pessoas muito idosas e deficientes físicos. tábuas largas e outros (ver Figura 15). as divisórias leves e outros elementos de construção que envolvam as saídas de emergência devem ser projetados de forma a: a) resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730N/m aplicada a 1. sendo em escadas. 4. no máximo. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários devem ter.3.8.8. onde pode ser previsto. arestas ou soluções de continuidade. pelo menos 0.1m de largura. as reações devidas a esse carregamento não precisam ser adicionadas às cargas especificadas na alínea precedente (ver Figura 16).4.2.Dimensões de guardas e corrimãos 4.2 Corrimãos 4.1 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas. aplicada em qualquer ponto deles. das paredes ou guardas às quais forem fixados. 4.8.1. b) ter seus painéis.2m do Figura 15 . Exceção: será feita as ocupações do grupo I e J para as escadas e saídas não emergenciais.4 Corrimãos intermediários 4. 4. longarinas. início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa. jardins-deinfância e assemelhados.2 Os corrimãos devem ser calculados para resistir a uma carga de 900N. ressalvado o caso de escadas em ocupações dos tipos H-2 e H-3. exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados.8. corrimãos constituídos por elementos com arestas vivas. seu diâmetro varia entre 38mm e 65mm (ver Figura 15).05m de altura. adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões (ver Figura 16). que exijam máximo apoio com ambas as mãos em corrimãos. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 15 de 26 .2.8. 1. uma unidade de passagem especial com 69cm entre corrimãos. verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. além do corrimão principal na altura normal exigida. sem interrupção nos patamares. essa medida tomada verticalmente da forma especificada no item 4.8. a cada 1. sempre que for possível.4.2.8.c) ser constituídas por materiais não estilhaçáveis.2m de largura devem ter corrimão intermediário.2 Uma escada pode ter corrimãos em diversas alturas. balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1. além do corrimão principal.

4.10. 4. ter apenas dois corrimãos laterais. sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos.5 O elevador de emergência deve atender a todos os pavimentos do edifício. mediante chamada apropriada. excepcionalmente.2 O painel de comando deve atender.2. a pelo menos uma escada/rampa de emergência (ver Figura 17).4 As caixas de corrida (poço) e casas de máquinas dos elevadores de emergência devem ser enclausuradas e totalmente isoladas das caixas de corrida e casas de máquinas dos demais elevadores. estes devem atender a todas as normas gerais de segurança previstas nas NBR 5.1 As paredes que definem as áreas de refúgio devem apresentar resistência ao fogo conforme estabelecido em norma técnica específica.3 Escadas externas de caráter monumental podem. 4.2 A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência conforme estabelecido em norma técnica específica. c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio dos carros no pavimento da descarga. e em torres exclusivamente monumentais de ocupação F-2. às seguintes condições: a) estar localizado no pavimento da descarga. atendendo às condições estabelecidas na alínea d do item 4. independente dos elevadores de uso comum. 4. possuindo este circuito chave reversível no piso da descarga.10. 4.3 Nas ocupações institucionais H-3.1. nos termos do item 4.9.1 Conceituação e exigências 4. independentemente de sua largura.9.192 e (ver Figura 9): a) ter sua caixa enclausurada por paredes resistentes a quatro horas de fogo.1 É obrigatória a instalação de elevadores de emergência: a) em todas as edificações residenciais A-2 e A-3 com altura superior a 80m e nas demais ocupações com altura superior a 60 m. 4. para hall enclausurado e pressurizado. para patamar de escada pressurizada ou local análogo do ponto de vista de segurança contra fogo e fumaça. tendo acesso direto. 4.2.10.12.1 Obrigatoriedade 4.9.4. c) ter circuito de alimentação de energia elétrica com chave própria independente da chave geral do edifício. 4.1 Área de refúgio é a parte de um pavimento separada por paredes corta-fogo e portas corta-fogo.9.2. incluindo os localizados abaixo do pavimento de descarga com altura ascendente superior a 12m.7.2 Exigências 4.9. sempre que sua altura ultrapassar a 12m. excetuadas as de classe de ocupação G-1.1.4.9 Elevadores de emergência 4.10. anulando as chamas existentes.10 Área de refúgio 4. b) ter suas portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada. Figura 16 – Pormenores construtivos da instalação de guardas e as cargas a que elas devem resistir 4. de modo que as respectivas portas permaneçam abertas.1 Enquanto não houver norma específica referente a elevadores de emergência.2. A caixa de corrida (poço) deve ter abertura de ventilação permanente em sua parte superior. quando forem utilizadas por grandes multidões. d) deve estar ligado a um grupo moto-gerador de emergência.7. cada uma delas (a área de refúgio e o restante do pavimento). que possibilite Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 16 de 26 .2.8.410 e NBR 7. ainda. d) possuir duplo comando automático e manual reversível.1. o elevador de emergência deve ter cabine com dimensões apropriadas para o transporte de maca. b) possuir chave de comando de reversão para permitir a volta do elevador a este piso.10.9. que ele seja ligado a um gerador externo na falta de energia elétrica na rede pública. em número igual ao das escadas de emergência.8.1. para varanda conforme o item 4.2.9.7. b) nas ocupações institucionais H-2 e H-3.9. em caso de emergência.1.

Nesses casos a área mínima de refúgio de cada pavimento ficará restrita a 30% da área de cada pavimento. as áreas de refúgio não devem ter áreas superiores a 2. 4. b) área em pilotis. 4. isolando-o de todo compartimento que com ele se comunique.1. c) ter portas corta-fogo com resistência de 90min de fogo.11 Descarga 4. restaurante e outros.2 Nessas ocupações H-2 e H-3.2.11.1 A descarga. sala de estar e salão de festas (ver Figura 18). E-6. que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública.2 O corredor ou átrio enclausurado que for utilizado como descarga deve: a) ter paredes resistentes ao fogo por tempo equivalente ao das paredes das escadas que a ele conduzirem. 4. a comunicação entre as áreas de refúgio e/ou entre essas áreas e saídas deve ser em nível ou. 4. em rampas.3. Figura 18 – Descarga através de hall térreo não enclausurado 4. caso haja desníveis.escadas não enclausuradas e altura até 12m.3. quando a escada for à prova de fumaça ou quando a escada for enclausurada protegida. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 17 de 26 .1.10.1 É obrigatória a existência de áreas de refúgio em todos os pavimentos nos seguintes casos: a) em edificações institucionais de ocupação E-5.6.1 Em ocupações H-2 e H-3.1 Tipos 4.10. desde que entre o final da descarga e a fachada ou alinhamento predial (passeio) mantenha-se um espaço livre para acesso ao exterior.1.000m².2 Obrigatoriedade 4.4 A área em pilotis que servir como descarga deve: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza.11. tais como apartamentos. salas de medidores.11. desde que entre o acesso à escada e a área externa (fachada ou alinhamento predial) possua um espaço reservado e desimpedido. parte da saída de emergência de uma edificação.11. b) Ser mantida livre e desimpedida. quando necessário. pode ser constituída por: a) corredor ou átrio enclausurado.Desenho esquemático da área de refúgio 4.10. nas edificações onde as escadas exigidas forem do tipo NE . atendendose às dimensões exigidas no item 4. bem como nas ocupações E-6. b) a existência de compartimentação de área no pavimento será aceita como área de refúgio. Figura 17 . não podendo ser utilizada como depósito de qualquer natureza.1 Não será exigida a letra a acima.4.b) ter pisos e paredes revestidos com materiais que atendam às condições da norma técnica específica. desde que tenha acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas).1. sendo.11.10.10. recepção.2. H-2 e H-3 com altura superior a 12 m.1.11. no mínimo com largura de 2. sendo admitido nesse saguão ou hall elevadores. 4. c) corredor a céu aberto.3 Hospitais e assemelhados 4.2m. portaria.3 Admite-se que a descarga seja feita por meio de saguão ou hall térreo não enclausurado. 4. sala de espera. dotada de divisores físicos que impeçam tal utilização.11. como especificado no item 4.

3.11.11.1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 18 de 26 .3. b) à largura calculada conforme 4. e) a distância mínima entre o ponto de ancoragem e a projeção horizontal da fachada atendida deve ser de 1m. dotadas de duas portas corta-fogo P-60. ser em Figura 19 – Dimensionamento de corredores de descarga 4. 4. é indispensável a iluminação artificial noturna.000 quilogramas força (tubulação preferencialmente com diâmetro de 63mm ou vergalhão com diâmetro mínimo de 50mm).11.55 m).4.1 A iluminação de emergência deve ser executada obedecendo ao estabelecido em norma técnica específica.2 Iluminação de emergência 4.13.12. conforme indicado na Figura 20. c) ser constituído de material que resista às intempéries.12 Iluminação de emergência e sinalização de saída 4.1 As rotas de saída devem ter iluminação natural e/ou artificial em nível suficiente.1 Considera-se ponto de ancoragem todo dispositivo destinado à ancoragem de cordas para a retirada de vítimas e acesso de bombeiros na edificação e áreas de risco.2.11.2m.12. d) ser fixado em pelo menos 2 pontos com resistência igual ao exigido na letra b. Mesmo nos casos de edificações destinadas a uso unicamente durante 4.3 Outros ambientes com acesso 4.4.413.2 Dimensionamento 4.2 Características do ponto de ancoragem: a) permitir a fixação de modo a não provocar a abrasão ou esforços de corte nas cordas. o dia.1.12. 4.3 Sinalização de saídas de emergência 4. nas edificações classificadas com H-2 e H-3 por sua ocupação.12. não sendo necessário que a descarga tenha. 4. desde que seja agregado à largura desta uma unidade de saída (0. de acordo com a NBR 5.65 e 2.1 Galerias comerciais (galerias de lojas) podem estar ligadas à descarga desde que seja feito por meio de antecâmara enclausurada e ventilada diretamente para o exterior ou através de dutos. Figura 20 .1 Iluminação das rotas de saídas de emergência 4.1 A sinalização de saída deve executada obedecendo ao estabelecido norma técnica específica.12.2. b) ser constituído de material que resista a esforços de tração de 3.13 Acesso de guarnições de bombeiros na edificação e áreas de risco por meio de ponto de ancoragem 4.13.2. 4.2m.Acesso de galeria comercial à descarga 4.12. dentro dos padrões estabelecidos para as escadas à prova de fumaça (PF).2 A largura das descargas não pode ser inferior: a) a 1.5 O elevador de emergência pode estar ligado ao hall de descarga.11. considerando-se esta largura para cada segmento de descarga entre saídas de escadas (ver Figura 19). 4.11. em toda a sua extensão. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. a soma das larguras das escadas que a ela concorrem. nos prédios em geral.1 No dimensionamento da descarga. e a 1.

15.15.2.15. das janelas ou grades fixas existentes.15 Construções subterrâneas. ressalvando o especificado no item 4. qualquer incêndio ou fumaça tende a provocar pânico.15.15. 2m² de aberturas inteiramente acima do solo a cada 15m lineares de parede periférica.1. ressalvados os casos descritos nos itens 4. b) todos os pavimentos acima do térreo tiverem aberturas de acesso ou janelas em dois lados do prédio. no mínimo.15. desde que tenha Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 19 de 26 . no caso de subsolo.2 Edificações sem janelas 4. não destinados a garagem. consideram-se construções subterrâneas ou subsolos as edificações. 4. A existência de compartimentação de área no pavimento. b) quando. espaçados.1 As rotas de saída destinadas ao uso de doentes e deficientes físicos.1.2.1 Para os efeitos desta Norma Técnica.15.3.1. os pavimentos nas condições seguintes: a) o pavimento que for provido em pelo menos dois lados de. devendo ter identificação tanto internamente como externamente. localizado na última laje e com acesso fácil aos bombeiros e ocupantes da edificação. b) os pontos de ancoragem devem ser localizados de forma centralizada em relação às fachadas que visem a atender.1.2. 15m nestas paredes. c) estas aberturas sejam de fácil manuseio. 4. considerando que.15. no mínimo.2.2. devem permitir a saída conveniente de seus usuários e atender às exigências abaixo: a) para subsolos com áreas de construção superior a 500m2 ou população total superior a 100 pessoas. com acesso de público ou população superior a 50 pessoas.2.15. que não possuem meios de acesso direto ao exterior.15.1 Construções subterrâneas ou subsolos 4. ter ao menos uma das saídas direta ao exterior. com distância mínima de 10m entre elas.Generalidades e conceituação 4. subsolos e as edificações sem janelas.1.2 e 4. 60cm de largura livre por 1.2 Uma edificação térrea (ver Tabela 1) ou porção dela não é considerada sem janelas quando: a) o pavimento tiver portas ao nível do solo. em áreas sem acesso direto ao exterior e sem janelas para permitir ventilação e auxílio de bombeiros.20m acima do piso interno e que não tenham medida alguma menor que 60cm (luz).2.3 Exigências a) toda edificação com altura superior a 23m deve possuir pelo menos um ponto de ancoragem.14. obedecendo às alíneas b e c do item 4.15. obedecendo às alíneas a. ou parte delas. b e c do item 4. ter no mínimo duas saídas de emergência. em lados opostos. 4.4.3.15. 4. exceto para os subsolos destinados a estacionamento de veículos. na qual o piso se ache abaixo do pavimento da descarga. no mínimo. destinado a atender cada fachada.14.13. b) estas aberturas deve ter dimensões mínimas de 60cm x 60cm. 4. Nesse caso a área de refúgio fica restrita a 30%. 4. será aceita como área de refúgio.15.3 Uma edificação não-térrea (ver Tabela 1) não é considerada sem janelas quando: a) existirem acessos conforme a alínea a do item 4. extintores de incêndio e outros) e ter as larguras exigidas pela NBR 9. inclusive usuários de cadeiras de rodas.2 Essas rotas devem permanecer livres de quaisquer obstáculos ou saliências nas paredes (móveis.14 Acesso sem obstáculos 4.2. sem passagem pela descarga térrea. ou parte delas. no mínimo. com. b) estas aberturas tenham peitoril a não mais de 1.050.2. da área de cada pavimento. painel de acesso ou janelas espaçadas a não mais de 50m nas paredes exteriores.1m de altura livre. para efeito de saídas de emergência. subsolos e edificações sem janelas .15.3 Exigências especiais para construções subterrâneas subsolos e edificações sem janelas 4. através de suas paredes periféricas ou aberturas para ventilação ou salvamento.2.1 As construções subterrâneas.2 Não são considerados subsolos. pelo menos. de forma a permitir operações de salvamento provenientes do exterior. devem possuir rampas e elevadores de segurança ou outros dispositivos onde houver diferença de nível entre pavimentos. além das demais exigências desta Norma Técnica que lhes forem aplicáveis.15. 4. tanto do lado interno como externo.1 As edificações sem janelas são aquelas edificações. 4. c) é obrigatória a adoção de áreas de refúgio em subsolos com área superior a 500m².

vestiários ou áreas de serviço. deverá o interessado propor medidas alternativas por meio de Comissão Técnica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. deve ser adotada a escada tipo comum (NE). caso a escada possua uma ou mais faces voltadas para área aberta externa. exige-se escada simplesmente enclausurada com PCF P-90. área de refúgio.4m de outras aberturas que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível.50m² em uma das faces. d) nos subsolos de edificações com exigência de escada tipo EP ou PF. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 20 de 26 . devendo ser respeitado os projetos anteriormente aprovados junto ao CBMCE. grupo A . exige-se pressurização da escada. em cada pavimento.50m² em uma das faces. sendo que as portas de acesso às unidades autônomas (residências) não podem ter aberturas. com altura inferior a 12m. I-1. deve-se manter uma ventilação permanente de no mínimo 0. que terão suas distâncias máximas a serem percorridas acrescidas em 100% da Tabela 5. em cada pavimento. J-1 e J-2. e para aquelas com altura superior a 12m deve ser adotada a escada enclausurada com PCF P-90 e alvenaria resistente ao fogo. e) Nos casos em que for comprovada tecnicamente a inviabilidade da adaptação. gases ou calor aos demais pavimentos elevados. aceita-se escada tipo NE. em projeção horizontal. devendo distar pelo menos 3m. a escada deve ser do tipo pressurizada (PF). devendo distar pelo menos 3m. os subsolos e prédios sem janelas devem atender aos parâmetros estabelecidos em norma técnica que trate acerca do controle de fumaça. G-2. em projeção horizontal. com altura ascendente de até 12m. f) Quando o subsolo tiver outra ocupação que não a de estacionamento de veículos e possuir altura ascendente superior a 12m. Para edificações com altura superior a 12m. c) as edificações que possuírem subsolos deverão ser isoladas do pavimento térreo.4m de outras aberturas que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível. deve-se manter uma ventilação permanente de no mínimo 0. e) além das exigências acima. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote.acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas). de qualquer outra abertura. para todos os grupos de ocupação. A distância das venezianas podem ser reduzidas para 1. d) as distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior. serão acrescidas em 50% da Tabela 5 desta Norma Técnica. podendo esta distância ser reduzida para 2m para caso de aberturas instaladas em banheiros. b) para as demais ocupações. Exceção será feita às edificações térreas dos grupos G-1. escada protegida). A distância das venezianas podem ser reduzidas para 1. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. vestiários ou áreas de serviço. Caso a escada possua uma ou mais faces voltadas para área aberta externa. podendo esta distância ser reduzida para 2m para caso de aberturas instaladas em banheiros. de qualquer outra abertura.16 Exigências para edificações construídas anterior a 11 de março de 1983 a) para edificações com ocupação residencial. de modo a evitar a passagem de fumaça. 5. Alturas superiores a 12m.divisão A-2.

ANEXOS – TABELAS Tabela 1 – Classificação das edificações quanto à altura Tabela 2 – Classificação das edificações quanto às suas dimensões em planta Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 21 de 26 .

Y Edificações onde um dos três eventos é provável: a) rápido crescimento do incêndio. b) propagação vertical do incêndio. mesmo que existam condições de isenção. mesmo que existam condições de isenção Edifícios onde apenas um das três condições está presente: a) Não possuam TRF. preferencialmente. de acordo com norma técnica específica.Tabela 3 – Classificação das edificações quanto às suas características construtivas CÓDIGO TIPO ESPECIFICAÇÃO Edifícios onde pelo menos duas das três condições estão presentes: a) Não possuam TRF. de acordo com norma técnica específica. c) Não possuam controle dos materiais de acabamento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 22 de 26 . b) Não possuam compartimentação vertical completa. c) Não possuam controle dos materiais de acabamento. c) Não possuam controle dos materiais de acabamento. de acordo com norma técnica específica. mesmo que existam condições de isenção. mesmo que existam condições de isenção. mesmo que existam condições de isenção. Edifícios onde nenhuma das três condições abaixo está presente: a) Não possuam TRF. mesmo que existam condições de isenção. de acordo com norma técnica específica. mesmo que existam condições de isenção. b) Não possuam compartimentação vertical completa. mesmo que existam condições de isenção. mesmo que existam condições de isenção. c) colapso estrutural. c) colapso estrutural. b) Não possuam compartimentação vertical completa. de acordo com norma técnica específica. X Edificações em que o crescimento e a propagação do incêndio podem ser fáceis e onde a estabilidade pode ser ameaçada pelo incêndio. ser sempre projetadas e executadas conforme classificação do tipo Z. Nota: As edificações devem. Z Edificações concebidas para limitar: a) rápido crescimento do incêndio. de acordo com norma técnica específica. b) propagação vertical do incêndio.

Essas porcentagens de redução são cumulativas. com degraus até 17cm de altura: redução de 10%. b) Lanços ascendentes de escada com degraus até 17. Nos demais casos devem sofrer redução como abaixo especificado. (B) As capacidades das unidades de passagem em escadas e rampas estendem-se para lanços retos e saída descendente.Tabela 4 – Dados para dimensionamento das saídas de emergência NOTAS: (A) Os parâmetros dados nesta Tabela são os mínimos aceitáveis para o cálculo da população (ver seção 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 23 de 26 . quando for o caso: a) Lanços ascendentes de escadas. c) Lanços ascendentes de escadas com degraus até 18cm de altura: redução de 20%.5cm de altura: redução de 15%.3).

nas ocupações B. (J) A parte de atendimento ao público de comércio atacadista deve ser considerada como do grupo C. que tenham pacientes ambulatoriais. (E) Por “Área” entende-se a “Área do pavimento” que abriga a população em foco. bem como salões de festas e centros de convenções em hotéis são considerados nos grupos de ocupação F5 . têm sua ocupação admitida como no grupo D. sem divisões em planta. exceto para os locais destinados a divisão F-3. (I) O símbolo “+” indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (não cobertos por esta Norma Técnica). considera-se uma pessoa para cada 6m² de área de pavimento. acresce-se à área calculada por leito. e) Rampas ascendentes de mais de 10% (máximo: 12. gabinetes e outras dependências que possam ser usadas como dormitórios (inclusive para empregadas) são considerados como tais. as ocupações acima possuam controle de fumaça. F-6 e F-8. Tabela 5 – Distâncias máximas a serem percorridas NOTAS: a) Edificações exclusivamente térreas dos grupos G-1. com mais de 10m².000m² ou população total superior a 2. uma pessoa por 7m² de área. estas distâncias poderão ser acrescidas de 100%. de acordo com norma técnica específica. isto é. desde que. a área de pavimento correspondente ao ambulatório. (D) Alojamento = dormitório coletivo.500 pessoas.F-6 e outros. (F) Auditórios e assemelhados. G-2.: área do alojamento). conforme o caso. com área superior a 10. I-1. J-3 e J-4. (G) As cozinhas e suas áreas de apoio. quando discriminado o tipo de área (por ex. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 24 de 26 . declividade até 10%: redução de 1% por degrau percentual de inclinação (1% a 10%). (C) Em apartamentos de até dois dormitórios. as salas de costura. terão suas distâncias máximas a serem percorridas acrescidas de 150% e para as divisões I-2. J-1 e J-2. (H) Em hospitais e clínicas com internamento (H-3). Em apartamentos mínimos. em escolas. em ambos os casos.5%): redução de 20%.d) Rampas ascendentes. a sala deve ser considerada como dormitório: em apartamentos maiores (três e mais dormitórios). onde deve ser consultada norma técnica específica. é a área útil interna da dependência em questão. na base de uma pessoa por 7m². (L) Esta tabela se aplica a todas as edificações.

sala de eventos. galpões e outros). onde deve ser consultada norma técnica específica. exceto para os locais destinados à divisão F-3. com área superior a 10. Tabela 6 – Número mínimo de saídas e tipos de escadas de emergência por ocupação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 25 de 26 . c) Para que ocorram as distâncias previstas na Tabela 5 e notas acima. Caso não seja apresentado o leiaute definido em planta baixa.500 pessoas.000m² ou população total superior a 2. é necessária a apresentação do leiaute definido em planta baixa (salão aberto. escritórios. escritórios panorâmicos.b) Esta tabela se aplica a todas as edificações. as distâncias definidas acima serão reduzidas em 30% (trinta por cento).

b) Abreviatura dos tipos de escada: NE = Escada não enclausurada (escada comum). contudo não superior a 50 m.NOTAS: a) Para o uso desta tabela. uma delas poderá ser do tipo Aberta Externa (AE). As áreas de refúgio quando situadas somente em alguns pavimentos de níveis diferentes deve ter seus acessos ligados por rampa (4. = Subdivisão do grupo de ocupação – conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio Nota (1) = Em edificações de ocupação do grupo A – divisão A-2.000m² ou população total superior a 2. atendendo ao item 4.= Não se aplica. f) Havendo necessidade de duas ou mais escadas de segurança. devem ser consultadas as tabelas anteriores. com área superior a 10. d) Para as ocupações do grupo F-3. altura acima de 30 m.6. i) Para a divisão F-3. c) Outros símbolos e abreviaturas usados nesta tabela: Tipo esc.1. deve ser consultada norma técnica específica. Gr. + = Símbolo que indica necessidade de consultar Norma Técnica. h) O número de escadas de emergência depende também do dimensionamento das saídas pelo cálculo da população (Tabela 4) e das distâncias a serem percorridas (Tabela 5). e) Grupo H-2 e H-3: Altura superior a 12 m = além das saídas de emergências por escadas (Tabela 6). deve ser consultada norma técnica específica. normas ou regulamentos específicos (ocupação não coberta por essa Norma Técnica). área de pavimento “N” (menor ou igual a 750 m²).500 pessoas. onde o local tratar-se de recintos esportivos e/ou de espetáculos artístico cultural (exceto ginásios e piscinas com ou sem arquibancadas. sendo que acima desta altura (50m) permanece a escada do tipo PF (Escada Enclausurada à Prova de fumaça). .14 desta Norma Técnica. não há necessidade de rampa interligando os diferentes níveis em acessos às áreas de refúgio.7. = Grupo de ocupação (uso) – conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio Div. academias e pista de patinação). g) A quantidade mínima de escadas previstas nesta tabela pode ser desconsiderada desde que a edificação possua até 36 m de altura e a(s) escada(s) proposta(s) atendam aos parâmetros de distância máxima a percorrer (Tabela 5) e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista (Tabela 4). = Tipo de escada. a escada poderá ser do tipo EP (Escada Enclausurada Protegida). Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 26 de 26 . Para as edificações que possuam área de refúgio em todos os pavimentos (exceto pavimento térreo). deve possuir elevador de emergência (ver Figura 9) e áreas de refúgio (ver Figura 18). PF = Escada à prova de fumaça. EP = Escada enclausurada protegida (escada protegida). onde são dados os significados dos códigos alfabéticos e alfanuméricos utilizados e mais as dos indicados a seguir.a).

O 006/2008 SISTEMA DE HIDRANTES PARA COMBATE A INCÊNDIO FEVEREIRO/2010 (Incluidas alterações da Portaria GAB CMD 020/2010.ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N. de 10/02/2010)    Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 1 de 18  .

identificada pela palavra “INCÊNDIO”. 4 PROCEDIMENTOS 4. 2 APLICAÇÃO 2.1 Deve ser constado no memorial cálculos e dimensionamentos referente ao sistema de hidrantes a ser instalado.2. III e IV. o dispositivo de recalque deve possuir um registro de recalque adicional com as mesmas características definidas em 5. permitindo o fluxo de água nos dois sentidos e instalada de forma a garantir seu adequado manuseio. 001/2008. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 2 de 18  . de acordo com o o previsto na Norma Técnica n.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 006/2008 SISTEMA DE HIDRANTES PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1.2 Quando a vazão do sistema for superior a 1. c) estar afastada a 0. cujos engates devem ser compatíveis com junta de união tipo “engate rápido” com diâmetro nominal de 65mm. sendo que o prolongamento da tubulação deve ter diâmetro no mínimo igual ou superior ao existente na tubulação de recalque do sistema. 001/2008. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. no máximo. 4.1. instalação.1 Todos os sistemas devem ser dotados de dispositivos de recalque. d) a introdução voltada para cima em ângulo de 45º e posicionada. aceitação e manuseio.2 Todos os parâmetros.15m de profundidade em relação ao piso do passeio. II.1 Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de sistemas de hidrantes para combate a incêndio.2 Projeto 4. e) o volante de manobra deve ser situado a no máximo 0.3. 3 DEFINIÇÕES 3.3 Recalque 4. conforme especificado na Tabela 2.1.60m. deve possuir as seguintes características (Figura 1): a) ser enterrado em caixa de alvenaria. e f) a válvula deve ser do tipo gaveta ou esfera.2.1. b) a tampa deve ser articulada e requadro em ferro fundido ou material similar.000l/min. conforme Norma Técnica n.3 Não é admitida a referência a outro projeto para justificar a aplicação de qualquer informação no memorial. com dimensões de 0.1 Para efeitos desta Norma Técnica. 4. tabelas e outros recursos utilizados no projeto e no dimensionamento devem ser relacionados no memorial.4 A localização do dispositivo de recalque sempre deve permitir aproximação da viatura apropriada para o recalque da água.50m da guia do passeio. 4.1 Requisitos Gerais 4. 4. manutenção.3.3. para o livre acesso dos bombeiros.3 O dispositivo de recalque.3.50m do nível do piso acabado. com fundo permeável ou dreno. 4.1 Esta Norma Técnica fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento. 4. bem como as características dos componentes do sistema de hidrantes para combate a incêndio.40m x 0.1. com cotas e com os hidrantes o numerados).2 O Núcleo de Análise de Projetos poderá solicitar documentos relativos ao sistema e hidrantes. a 0. se houver necessidade. além de uma perspectiva isométrica da tubulação (sem escala. consistindo em um prolongamento de diâmetro no mínimo igual ao da tubulação principal. situado no passeio público correspondente à fachada principal da edificação. a partir do logradouro público.1 Os sistemas de combate a incêndio por hidrantes estão classificados em tipos I. 4. ábacos.3.

7.2 Os abrigos podem ser construídos de materiais metálicos. desde que devidamente dimensionados por cálculo hidráulico. 4. escadas e/ou acesso principal a ser protegido. 4. necessários e suficientes para garantir o funcionamento dos sistemas previstos nesta Norma Técnica. 4.1 As mangueiras de incêndio devem ser acondicionadas dentro dos abrigos de forma a permitir sua utilização com facilidade e rapidez. antecâmaras ou outros locais determinados exclusivamente para servirem de rota de fuga dos ocupantes.7. 4. e sinalizados conforme norma técnica específica.4.5m do piso acabado. b) em posições centrais nas áreas protegidas. deve ser projetado de tal forma que dê proteção em toda a edificação.1 Tipos de sistemas 4. 4. 7.1 Os tipos de sistemas previstos são dados na Tabela 2.6 Requisitos específicos 4. a não mais de 5m.4 Abrigo 4. 4.3.4 As vazões da Tabela 2 correspondem a: a) jato compacto de 13mm para sistema tipo I.1.4. Dimensionamento do sistema 4. d) jato compacto de 25mm para sistema tipo IV.6.7.2 No caso de projetos que utilizem hidrantes externos.4.3 Os abrigos devem possuir apoio ou fixação própria.1 Os pontos de tomada de água devem ser posicionados: a) nas proximidades das portas externas. não sendo vetado o uso de mangueiras de 1 1/2” desde que hidraulicamente dimensionados para as pressões exigidas.2. 4.7.8.4.6. c) jato compacto de 19mm para sistema tipo III. devendo.4. 4. c) fora das escadas ou antecâmaras de fumaça.8. 4. possuir a inscrição “INCÊNDIO” em sua parte frontal. 4.5 É vedada a instalação do dispositivo de recalque em local que tenha circulação ou passagem de veículos. dos diâmetros dos acessórios e dos suportes.6.4.2.1.5 Válvulas de abertura para hidrantes 4. b) jato compacto de 16mm para sistema tipo II.1 O dimensionamento deve consistir na determinação do caminhamento das tubulações.4. 4. 4.2 As vazões da Tabela 2 devem ser obtidas no requinte do esguicho acoplado à sua respectiva mangueira de incêndio.7 A tomada de água pode ser instalada dentro do abrigo.2 Recomenda-se que sejam utilizadas mangueiras de incêndio de 65mm de diâmetro para redução da perda de carga.1 As válvulas dos hidrantes devem ser do tipo angulares de diâmetro não inferior a 65mm (2 ½ “). II ou III) ou Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 3 de 18  .0 a 1.5. 4. 4. e d) de 1. portanto. também. devendo estar em local visível e de fácil acesso.3 Para cada ponto de hidrante são obrigatórios os materiais descritos na Tabela 4.6.8.2 Os hidrantes devem ser distribuídos de tal forma que qualquer ponto da área a ser protegida seja alcançado por um esguicho (sistemas tipo I.5 Os abrigos dos sistemas de hidrantes não devem ser instalados a mais de 3 m da expedição da tubulação.1.4. conforme estabelecido nesta Norma Técnica.1.7.7 Distribuição dos Hidrantes FIGURA 1 – Dispositivo de recalque 4. desde que não impeça a manobra ou a substituição de qualquer peça. devem atender ao afastamento de no mínimo uma vez e meia a altura da parede externa da edificação a ser protegida. pintados em vermelho.6.3 A utilização do sistema não deve comprometer a fuga dos ocupantes da edificação.4 O abrigo deve ter utilização exclusiva.6 A porta do abrigo não pode ser trancada. 4. 7. devendo atender ao item a) obrigatoriamente. sem que haja a necessidade de adentrar as escadas. 4. independente da tubulação que abastece o hidrante. 4.1 Podem ser utilizados até 60m de mangueira de incêndio (em lances de 15m).

1 Pode-se utilizar quaisquer dispositivos para redução de pressão. considerando-se o comprimento do lance de mangueira de 15m através de seu trajeto real e desconsiderando-se o alcance do jato de água.11. A é a área interna da tubulação.8.8. o dimensionamento dos sistemas deve ser feito para cada tipo de sistema individualmente ou dimensionado para atender o maior risco. f é o fator de atrito (diagramas de Moody e HunterRouse). Lt é o comprimento total.11. v é a velocidade do fluido.2.8. 4. no mínimo as vazões obtidas conforme a Tabela 2 e condições de 4.1.8.8. a qual deve ser calculada pela equação: Onde: v é a velocidade da água.8. desde que seja atendida a vazão mínima para cada esguicho prescrita na Tabela 2 e alcance do jato. 4. em metros cúbicos por segundo. sendo que os resultados alcançados têm que satisfazer a uma das seguintes equações apresentadas: a) Darcy-Weisbach (“formula universal “) e fórmula geral para perdas de carga localizadas: Onde: hf é a perda de carga.9. 4.8. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 4 de 18  .9 Recomenda-se que o sistema seja dimensionado de forma que a pressão máxima de trabalho em qualquer ponto não ultrapasse 100mca (1. desde que comprovada a adequação técnica dos componentes empregados e atendido o requisito especificado em 4. 4. cujo cálculo deve ser realizado conforme equação indicada em 4. C é o fator de Hazem Willians (ver Tabela 1) D é o diâmetro interno do tubo em milímetros.6 O local mais desfavorável considerado nos cálculos deve ser aquele que proporciona menor pressão dinâmica no esguicho. 4. localizadas de tal maneira que pelo menos dois lados em uma malha que envolva quadras de processamento ou armazenamento. de 30m.8. 4. desde que comprovadas as suas adequações técnicas.8.1 e 4.1.000kPa).8 e 4. em metros de coluna d’água.11. por segundo. em metros por segundo. Q é a vazão de água. 4.8.8.8. recomenda-se a utilização de esguichos reguláveis em função da melhor efetividade no combate ao incêndio. k é a somatória dos coeficientes de perda de carga das singularidades (conexões). em metros.6.11 A velocidade da água no tubo de sucção das bombas de incêndio não deve ser superior a 2 m/s (sucção negativa) ou 3 m/s (sucção positiva). L é o comprimento da tubulação (tubos).13 No sistema de malha ou anel fechado.2. em cada jato de água. deve ser considerado o uso simultâneo dos dois jatos de água mais desfavoráveis considerados nos cálculos.12 A velocidade máxima da água na tubulação não deve ser superior a 5m/s. sendo a soma dos comprimentos da tubulação e dos comprimentos equivalentes das conexões. 4. obrigatoriamente.5 Independente do procedimento de dimensionamento estabelecido.3 O raio máximo de proteção de cada ponto de hidrante deverá ser. 4. para qualquer tipo de sistema especificado.8. em litros por minuto. em metros por segundo. deve existir válvulas de paragem. g é a aceleração da gravidade em metros por segundo. em metros quadrados. J é a perda de carga por atrito em metros por metros.7 Nos casos de mais de um tipo de ocupação (ocupações mistas) na edificação (que requeira proteção por sistemas distintos).2. em metros. 4. 4.11.8. considerando.dois esguichos (sistema tipo IV).10 O cálculo hidráulico da somatória de perda de carga nas tubulações deve ser executado por métodos adequados para este fim. D é o diâmetro interno.4 Para o dimensionamento. conforme itens 4. 4.2.1 Situações que requeiram pressões superiores à estipulada serão aceitas.8 Cada sistema deve ser dimensionado de modo que as pressões dinâmicas nas entradas dos esguichos não ultrapassem o dobro daquela obtida no esguicho mais desfavorável considerado no cálculo.8. b) Hazen-Williams Onde: hf é a perda de carga em metros de coluna d’água. Q é a vazão.1 Para o cálculo da área deve ser considerado o diâmetro interno da tubulação. 4. desconsiderando-se o alcance do jato de água. 4.8.8.8.8.

4. 4. 4.2. açudes etc devem ser captadas conforme descrito no Anexo B. com o jato paralelo ao solo.1 Geral 4.2. ou sendo reguláveis possibilitando a emissão de jato compacto ou neblina.9. 4. 4.1 O alcance do jato compacto produzido por qualquer sistema adotado conforme Tabela 2 não deve ser inferior a 8m.1.11. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 5 de 18  .4 Deve ser previsto conforme o Anexo B. acionada por motor elétrico ou combustão. 4. C-84800 e C 86400 da ASTM B 584.10.9. expedida pelos órgãos competentes. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.6 O reservatório que também acumula água para consumo normal da edificação deve ser adequado para preservar a qualidade da água.10 Os reservatórios devem ser dotados de meios que assegurem uma reserva efetiva e ofereçam condições seguras para inspeção.11. possibilitando a emissão do jato compacto quando não reguláveis. 4. 4. conforme a NBR 5626/98.11. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.10.9. com o jato paralelo ao solo com o esguicho regulado para jato compacto. C-83800. 3 4.9. 4.9. para fundidos.1 Os componentes que não satisfaçam a todas as especificações das normas existentes ou às exigências dos órgãos competentes e entidades envolvidas devem ser submetidos a ensaios e verificações.11. 4. 4.3 No caso de ocupações mistas com uma bomba de incêndio principal.1 A reserva técnica de incêndio deve ser prevista para permitir o primeiro combate durante determinado tempo.1 Outros materiais podem ser utilizados.2 O alcance do jato para esguicho regulável produzido por qualquer sistema adotado conforme Tabela 2 não deve ser inferior a 8m.9.10.4 A altura manométrica total da bomba deve ser calculada para o hidrante mais desfavorável do sistema.3 Pode ser admitida a alimentação de outros sistemas de proteção contra incêndio.11. desde que comprovada a sua adequação técnica e aprovado pelo órgão competente.11 Componentes das instalações 4.10 Bombas de incêndio 4. no caso de rompimento ou bloqueio dos outros dois.7 As águas provenientes de fontes naturais tais como: lagos.9. rios.4 Devem ser construídos em latão ligas C37700.50mca (5.2.11.10.9. 4. 4. 4.8.11.8. sob comando ou automáticos. a fim de obterem aceitação formal da utilização nas condições específicas da instalação. 4. 4. ou bronze ASMT B 62.9. Reservatório e Reserva Técnica de Incêndio 4. 4.2 Os componentes das instalações devem ser previstos em normas ou em especificações reconhecidas e aceitas pelos órgãos oficiais.1 As subdivisões devem ter no mínimo 4.2 As prescrições e recomendações encontram-se no anexo C. 4.2.1.9 Não é permitida a utilização da reserva técnica de incêndio pelo emprego conjugado de reservatórios subterrâneos e elevados. liga 864 da ASMT B 30 para fundidos. de 0.9. 4.3 Os esguichos são dispositivos hidráulicos para lançamento de água através de mangueiras de incêndio.1 A bomba de incêndio deve ser do tipo centrífuga.2.5 O inibidor de vórtice e poço de sucção para reservatório elevado deve ser conforme o Anexo B.possam ficar em operação. 4.11.5m de capacidade.9.2 Esguichos 4.0kPa). através da interligação das tubulações.4.8 O reservatório pode ser subdividido desde que todas as unidades estejam ligadas diretamente à tubulação de sucção da bomba de incêndio. C-46400 e C-48500 da ASMT B 283 para forjados ou C-83600.2 O dimensionamento do volume de água da reserva técnica de incêndio deve obedecer os critérios da Tabela 3.14 Para efeito de equilíbrio de pressão nos pontos de cálculos é admitida a variação máxima. deve ser feito o dimensionamento de vazão da bomba e de reservatório para o maior risco e os esguichos e mangueiras podem ser previstos de acordo com os riscos específicos. 4.9. positiva ou negativa. reservatório construído 4.11.

se for exposto ao fogo. através de laudo de laboratório oficial competente.2 O comprimento total das mangueiras que servem cada saída a um ponto de hidrante deve ser suficiente para vencer todos os desvios e obstáculos que existem. 4.6.11.5 Os componentes de vedação devem ser em borracha. quando necessários.3.11.8 O adaptador tipo engate rápido para acoplamento das mangueiras deve obedecer ao item 4. 4.5.3 Os drenos. não excedendo os comprimentos máximos estabelecidos na Tabela 2.11. conexões e acessórios diversos deve garantir a estanqueidade e a estabilidade mecânica da junta e não deve sofrer comprometimento de desempenho.9 A tubulação deve ser fixada nos elementos estruturais da edificação por meio de suportes metálicos.3 Devem ser utilizadas somente mangueiras com lances de 15m.2. é recomendável que atendam aos requisitos da BS 5041 parte 1/87. conforme ASTM D 2000. conforme a NBR 10897/90. 4. 4.11.6. com objetivo de proporcionar manutenção em trechos da tubulação sem desativação do sistema.5 Válvulas 4. somente devem ser utilizados enterrados a 0.7 Todo e qualquer material previsto ou instalado deve ser capaz de resistir ao efeito do calor e esforços mecânicos.11.5.11.11.11. escorvas e outros dispositivos devem ser dimensionados conforme a aplicação.1 As uniões de engate rápido entre mangueiras de incêndio devem ser conforme a NBR 14349/99.1 A tubulação do sistema não deve ter diâmetro nominal inferior a 65mm (2 ½ “). 4.4.4.6.11.11.6.5.7 Cada esguicho instalado deve ser adequado aos valores de pressão disponível e de vazão de água.7 NH/98.11. 4. 4. 4.5 É recomendada a instalação de válvulas de bloqueio adequadamente posicionadas. de alavanca ou de colar.11.2 Para as edificações do Grupo A pode ser utilizada tubulação com diâmetro nominal 50mm (2”) em cobre.6 O acionador do esguicho regulável. 4.11. 4. 4. no ponto de hidrante considerado.60m.6.6.11.11.1 A mangueira de incêndio para uso de hidrante deve atender às condições da NBR 11861/98.5.3 As roscas de saída das válvulas para acoplamento do engate rápido devem ser conforme a NBR 5667/80 ou ANSI/ASME B1.4. especificados em A.6 Tubulações e conexões 4. considerando também toda a influência que a ocupação final é capaz de exercer.2 da BS 5041 PARTE 1/87. 4.6.1 e A. devem ser em cor vermelha.11. 4.2 As roscas de entrada das válvulas devem ser de acordo com a NBR 6414/83 ou NBR 12912/93.2. para proporcionar o seu perfeito funcionamento. na forma de tubos e conexões. que passam em dutos verticais ou horizontais e que sejam visíveis através da porta de inspeção. de modo que cada ponto de fixação resista a cinco vezes a massa do tubo cheio de água mais a carga de 100Kg.11. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 6 de 18  .2.3.11.6 As tubulações destinadas à alimentação dos hidrantes não podem passar pelos poços de elevadores ou dutos de ventilação. 4.11.11.11.2 As dimensões e os materiais para a confecção dos adaptadores tipo engate rápido devem atender a NBR 14349/99. 4. tubo sem costura e exclusivamente para edificações de risco leve ou baixo e desde que comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema. mantendo seu funcionamento normal. deve permitir a modulação da conformação do jato e o fechamento total do fluxo. 4.2.11.11.5 Os trechos das tubulações do sistema.1. 4.11.4 As válvulas devem satisfazer aos ensaios de estanqueidade pertinentes.5. 4. 4. recursos para simulação e ensaios.4 As tubulações aparentes do sistema devem ser em cor vermelha. 4. 4.3 Mangueira de incêndio 4.4 Uniões/Engates 4.4.11. 4. 4.6.1.11.11.10 Os materiais termoplásticos.6.20.1 Na ausência de normas brasileiras aplicáveis as válvulas.6.11. rígidos e espaçados em no máximo 4m.1. fora da projeção da edificação e satisfazendo a todos os requisitos de resistência à pressão interna e a esforços mecânicos necessários ao funcionamento da instalação.3.8 O meio de ligação entre os tubos.11.

4.8.8. 4.12. a rede de hidrantes pode possuir uma bomba de pressurização para completar a altura manométrica necessária.16 As conexões de cobre devem ser conforme a NBR 11720/94.11. NBR 5647-3/99 e NBR 5647-4/99.18 As conexões de PVC devem ser conforme a NBR 10351/88. caso as áreas de risco.12.8/92 ou equivalentes.6. considerando a não simultaneidade de eventos. desde que alimentada por fonte alternativa de energia. 4. as bombas de incêndio devem atender aos maiores valores de pressão e de vazão dos cálculos obtidos.11. BcuP-4.3 Nas áreas de edificações. sendo especificados pelo projetista.12 Considerações Gerais 4. tais como tanques isolados ou parques de tanques sejam separados das demais construções.6.1 O dimensionamento do sistema de hidrantes. desde que atendam o item 4.6. 4. conforme cada ocupação respectiva.6.11. 4.7.12.11. devem seguir os parâmetros definidos pela Tabela 3.11. pelas suas características e localização no sistema.12.1 Outros tipos de solda podem ser usados.8. 4.17 Os tubos de PVC devem ser conforme as NBR 5647-1/99.11.6.13 As conexões de ferro maleável devem ser conforme a NBR 6925/85 ou NBR 6943/93.12 Os tubos de aço devem ser conforme as NBR 5580/93.6.11.7. utilizando solda capilar com material de enchimento BcuP-3. NBR 5587/85 ou NBR 5590/95.7.6.11.11.5 Os casos não contemplados nesta norma serão submetido à Câmara Técnica para decisão por meio de parecer técnico.3 A pressão de acionamento a que podem estar submetidos os pressostatos corresponde a no máximo 70% da sua maior pressão de funcionamento. 4.6. 4. de resfriamento ou de espuma. de acordo com AWS A5.4 Para fins de dimensionamento da reserva técnica de incêndio para os casos do sistema de hidrantes.11.12. tais como tanque ou parque de tanques. 4.7 Instrumentos do sistema 4.7.11. 4.15 Os tubos de cobre devem ser conforme a NBR 13206/94.7 não é somado ao volume da reserva de água dos demais sistemas.11. sendo utilizado para atender às condições do item 4.6.1 Os instrumentos devem ser adequados ao trabalho a que se destinam.16.2 Os manômetros devem ser conforme a NBR 14105/98.8. 4. 4. o volume da reserva do sistema de hidrantes calculado para as condições do item 4. de acordo com o item 4.6.11. 4. 4. 4. NBR 5647-2/99.14 As conexões de aço devem ser conforme ASMT A 234/97.2 Quando o conjunto do sistema hidráulico de combate a incêndio for único (bombas de incêndio e tubulações). Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 7 de 18  .11 A tubulação enterrada com tipo de acoplamento ponta e bolsa deve ser provida de blocos de ancoragem em concreto nas mudanças de direção e abraçadeiras com tirantes nos acoplamentos conforme especificado na NBR 10897/90. 4.11. onde seja necessária a proteção por sistemas de resfriamento e/ou de proteção por espuma.4.

C-3. F-7. D-4 C-2 (acima de 800 (até 300 MJ/m2). C-2 (até 300 MJ/m2). 15m e 20m respectivamente para os tipo I.000m2 5.5m3 RTI4 30m3 RTI4 45m3 2 3 3 3 4 3 RTI 4. F-3.000m2 A > 50. II. G-5.000m2 > A > 50. F-10.5m3 RTI3 15m3 RTI3 22.0 TIPO I II III IV ESGUICHO jato compacto de 13 mm ou regulável jato compacto de 16 mm ou regulável jato compacto de 19 mm ou regulável jato compacto de 25 mm ou regulável Nota: 1) Nos sistemas de hidrantes dimensionados por cálculo hidráulico total.5m RTI 7.5m RTI 30m RTI5 45m3 RTI2 9m3 RTI3 15m3 RTI5 48m3 RTI5 72m3 2 3 3 3 5 3 RTI 9m RTI 15m RTI 48m RTI5 72m3 RTI2 9m3 RTI3 15m3 RTI5 48m3 RTI5 72m3 ÁREA DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO A < 2. C-1.4 250/1. D-3 300 MJ/m2). I-1. MJ/m2).000m2 > A > 20.5m3 RTI2 4.5m3 RTI3 7. I-2 G-2. H-6. I-3. J-3 (acima de F-2. G-3. TABELA 3 – VOLUME MÍNIMO DA RESERVA TÉCNICA DE INCÊNDIO CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO D-1 (acima de 300 MJ/m2).000m2 10. D-2. J-2 e J-3 1. E-4. H-4. B-1. H1. H(acima de 300 até 800 800 MJ/m²).5m3 RTI3 7. J-4.500m2 2. JMJ/m2). F-6.000m2 > A > 10. D-3 (acima de A-2. A-3.000m2 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 8 de 18  . B-2. 10m .0 400/1. F-9. E-6. E-3. III e IV torna facultativo o uso de pressurização mecânica.5 600/2. G-1. F-4. E-2. F-5. F-8. H-3.500m2 > A > 5. L-2 e L-3 F-1 (até 300 MJ/m2). J-2 e M-3 (acima de 300 até 800 MJ/m²) RTI2 4. E-5. G-4. H-5. 2) As alturas estáticas de 4m.ANEXO A – TABELAS TABELA 1 – FATOR "C" DE HAZEN-WILLIAMS TIPO DE TUBO Ferro fundido ou dúctil sem revestimento interno Aço preto (sistema de tubo seco) Aço preto (sistema de tubo molhado) Galvanizado Plástico Ferro fundido ou dúctil com revestimento interno de cimento Cobre Nota: 1) Os valores de "C" de Hazen Willians são válidos para tubos novos FATOR "C" 100 100 120 120 150 140 150 TABELA 2 – TIPOS DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR HIDRANTE MANGUEIRAS DE INCÊNDIO DIÂMETRO COMPRIMENTO (mm) MÁXIMO (m) 40 40 40 ou 65 65 2x15(30) 2x15(30) 2x15(30) 2x15(30) NÚMERO DE EXPEDIÇÕES simples simples simples duplo VAZÃO (l/min) E PRESSÃO (kgf/cm2) MINIMAS NO HIDRANTE MAIS DESFAVORÁVEL 150/0. F-1 (acima de MJ/m2). (acima de 300 até 800 300 MJ/m²). D-4 (acima de 300 MJ/m2). L-1 e M-1 2. I-2 (acima de 800 MJ/m2). D-1(até 300 MJ/m2).000m2 20. E-1. as pressões acima são substituídas pelas pressões resultantes do cálculo.

Notas: 1) Os volumes acima devem ser acrescidos de 600 x n° de pontos de hidrantes para compor a RTI 2) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo I 3) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo II 4) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo III 5) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo IV TABELA 4 – COMPONENTES PARA CADA HIDRANTE SIMPLES MATERIAIS Abrigo Mangueira de incêndio Chaves para hidrantes (engate rápido) Esguicho TIPOS DE SISTEMA II III Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim I Sim Sim Sim Sim IV Sim Sim Sim Sim Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 9 de 18  .

5 O reservatório deve ser provido de sistemas de drenagem e ladrão conveniente dimensionados e independentes.3.2. considerando-se o sentido reservatório- sistema. com o ponto de tomada da sucção da bomba principal localizado junto ao fundo deste.1 Quando o abastecimento é feito somente pela ação da gravidade.1 Quando o reservatório atender a outros abastecimentos.1 a B.5 Quando o tudo de sucção D for dotado de um dispositivo anti-vórtice. o reservatório elevado deve estar à altura suficiente para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas para cada sistema.2. A válvula de retenção deve ter passagem livre.3.1. sentido reservatório-sistema.1 Geral B. B.1 – Dimensões de poços de sucção DIÂMETRO NOMINAL DO TUBO DE SUCÇÃO (mm) 65 80 100 150 200 250 DIMENSÃO A (mm) 250 310 370 500 620 750 DIMENSÃO B (mm) 80 80 100 100 150 150 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 10 de 18  .3 Para o cálculo da capacidade efetiva. B.1.1 a B.3.ANEXO B – RESERVATÓRIOS B. b) da face superior do tubo de adução (quando a adução for feita nas paredes laterais dos reservatórios) até os hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo.enterrado ou subterrâneo. antes de ser criado um vórtice com a bomba principal em plena carga. B. B. B.3 Reservatório ao nível do solo.2 O reservatório deve conter uma capacidade efetiva.1 Nestas condições.1 – Tomada superior de sucção para a bomba principal B.1. em sistema “by pass”.2 A capacidade efetiva do reservatório deve ser mantida permanentemente.3. Essa altura é considerada: a) do fundo de reservatório (quando a adução for feita na parte inferior do reservatório) até os hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo.2 Reservatório elevado (ação da gravidade) B. conforme ilustrado nas Figuras B. para garantir as pressões e vazões mínimas para aqueles pontos.3 A tubulação de descida do reservatório elevado para abastecer os sistemas de hidrantes deve ser provida de uma válvula de gaveta e uma válvula de retenção.4 O nível X é calculado como o mais baixo nível. para os pontos dos hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo. Figura B. B.3 O reservatório deve ser construído em material que garanta a resistência ao fogo e resistência mecânica. e deve ser determinado pela dimensão A da Tabela B. desde que garantida a reserva efetiva permanentemente. deve ser considerada como altura a distância entre o nível normal da água e o nível X da água.1.1.3.6 É recomendado que a reposição da capacidade efetiva seja efetuada à razão de 1l/min por metro cúbico de reserva.2. A instalação desta bomba deve atender ao Anexo C e demais itens desta Norma Técnica. B.1.3 e Tabela B. o abastecimento dos sistemas de hidrantes deve ser efetuado através de bombas fixas. B. pode-se desconsiderar a dimensão A da Tabela B. B. semi.1. as tomadas de água destes devem ser instaladas de modo a garantir o volume que reserve a capacidade efetiva para o combate.2 Quando a altura do reservatório elevado não for suficiente para fornecer as vazões e pressões requeridas. B. TABELA B. B. deve-se utilizar uma bomba de reforço. O reservatório no nível do solo ou subterrâneo somente será usado após aprovação da câmara técnica do Corpo de Bombeiros.1. B.4 O reservatório pode ser uma cisterna da edificação a ser protegida.3. B. conforme as Figuras B.1.

não computando. semienterrado ou subterrâneo.se como reserva técnica de incêndio.2 – Tomada lateral de sucção para a bomba principal B. respeitando. B.3. B.8 Caso não seja previsto o poço de sucção. também. respeitando-se também as dimensões mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção. conforme exemplos das Figuras B. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 11 de 18  .1.10 O reservatório deve ter localização de fácil acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros. ainda assim deverão ser previstas. as distâncias mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção.7 Sempre que possível.1.2. Figura B.1.9 No caso de reservatório ao nível do solo.6.B.3. Figura B.6 Não se deve utilizar o dispositivo anti-vórtice quando a captação no reservatório de incêndio ocorrer em posição horizontal.3.1 e B.1. as dimensões mínimas A e B da Figura B.3.3.1 a B. e com as dimensões mínimas A e B da Tabela B. o reservatório deve dispor de um poço de sucção como demonstrado nas Figuras B. deve-se atender aos requisitos de B.3.1 a B.3 – Tomada inferior de sucção para a bomba principal B.

1 O desligamento deve ocorrer somente por meio manual.1 Geral C. C. C.1.1. devendo ser utilizada para este fim.12 Quando for necessário manter a rede do sistema de hidrantes devidamente pressurizada em uma faixa preestabelecida e.1. deve possuir pelo menos uma bomba elétrica ou de combustão interna.1 Não é recomendada a instalação de bombas de incêndio com pressões superiores a 100mca (1MPa). uma bomba de pressurização (jockey) deve ser instalada.5m de pé direito. sem interposição de correias e correntes. deve ser previsto pelo menos um ponto de acionamento manual para a(s) mesma(s). C.7 Quando a(s) bomba(s) de incêndio for(em) automatizada(s).1.1.6 A automatização da bomba principal ou de reforço deve ser executada de maneira que.1. C. C. C. acima do que é considerada condição de sucção negativa (ver Figura C. preferencialmente.1 Nas instalações industriais. em vazão e pressão.1. no próprio painel de comando. nas bombas de incêndio e no painel de comando.1.1. C.1.9 As bombas de incêndio.1. deverão possui acesso no mínimo através de escadas do tipo marinheiro.2 As dimensões das casas de bombas devem ser tais que permitam acesso em toda volta das bombas de incêndio e espaço suficiente para qualquer serviço de manutenção local.2 As bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão.o que for menor.5 As bombas principais devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica.1.1.6. de acordo com os critérios adotados. inclusive viabilidade de remoção completa de qualquer das bombas de incêndio. agentes químicos.1. C.2.11 A capacidade das bombas principais.1. C. C. devem atingir pleno regime em aproximadamente 30s após a sua partida. é suficiente para manter a demanda do sistema de hidrantes. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 12 de 18  . fogo ou umidade. Admite-se que a linha de centro do eixo da bomba se situe 2m acima do nível X de água ou a 1/3 da capacidade efetiva do reservatório.1). C. instalado em local seguro e que permita fácil acesso.1.1.4 As bombas de incêndio devem ser protegidas contra danos mecânicos. Esta condição é conseguida quando a linha do eixo da bomba se situa abaixo do nível X de água. quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio. deve possuir uma bomba elétrica e uma movida com motor à explosão.3 As bombas de incêndio devem ser utilizadas somente para o combate aos incêndios.ANEXO C – BOMBAS DE INCÊNDIO C. esta entre em funcionamento imediatamente.1 As casas de bombas quando estiverem em compartimento enterrado ou em barriletes.1 Quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio. possuindo a montante uma válvula de paragem e a jusante uma válvula de retenção e outra de paragem. intempéries. C.1.10 As bombas de incêndio. C.11. C. localizado na casa de bombas.8 O funcionamento automático é indicado pela simples abertura de qualquer ponto de hidrante da instalação. Figura C.1. devem ser instaladas em condição de sucção positiva. após o acionamento do hidrante. C.1 – Condição positiva de sucção da bomba de incêndio C. sendo que o barrilete deve possuir no mínimo 1. para compensar pequenas perdas de pressão.

2 Bombas de incêndio acopladas a motores elétricos C. devem ser feitos através de válvulas de fluxo ou pressostatos instalados conforme apresentado na Figura C.2 – Cavalete de automação das bombas principal e de pressurização Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 13 de 18  .1.1 A bomba de pressurização (jockey) deve ter vazão máxima de 20l/min. elétrica ou de combustão interna.15 As bombas principais devem ser dotadas de manômetro para determinação da pressão em sua descarga.16 As edificações que tenham áreas de risco destinadas à produção.3 Recomenda-se que o diferencial de pressão entre os acionamentos seqüenciais das bombas seja de aproximadamente 10mca (100 kPa) C. sendo uma elétrica e a outra.15. b) bomba em funcionamento.12. possuindo sinalização ótica e acústica. c) falta de fase. manipulação. C. movida com motor à explosão (não sujeita à automatização). indicando pelo menos os seguintes eventos: C. C.1 Nos casos em que foram instaladas em condição de sucção negativa.2 e ligados nos painéis de comando e chaves de partida dos motores de cada bomba.2 A pressão de operação da bomba de pressurização (jockey) instalada no sistema deve ser no mínimo de 5mca acima da pressão da bomba principal.14 O painel de sinalização das bombas principal ou de reforço. c) baixa carga da bateria. 1. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão. deverão também ser dotadas de manovacuômetro para determinação da pressão em sucção. d) falta de energia no comando da partida. C. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio. armazenamento.1. conforme item 4.1.1. transferência e distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis. Figura C. C.12.14.1. e da bomba principal para somente ligá-la automaticamente. C. b) bomba em funcionamento. C.2.1 Bomba elétrica: a) painel energizado.1. medida sem vazão (shut-off).1.C.1. d) chave na posição manual ou painel desligado. tendo a(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes atendendo a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e/ou sistemas de proteção por espuma.2 Bomba de combustão interna: a) painel energizado. deve ser dotado de uma botoeira para ligar manualmente tais bombas.1 As bombas de incêndio dos sistemas de hidrantes devem dispor de dispositivos para acionamento automático e manual.13 As automatizações da bomba de pressurização (jockey) para ligá-la e desligá-la automaticamente.1.12.14. C. C.9.

C.2.2 O acionamento manual deve ser previsto no painel de controle, instalado na casa de máquinas. C.2.3 As bombas de incêndio não podem ser instaladas em salas que contenham qualquer outro tipo de máquina ou motor, exceto quando estes últimos se destinem a sistemas de proteção e combate a incêndio que utilizem a água como agente de combate. C.2.4 É permitida a instalação de bombas de incêndio com as sucções acima do nível de água, desde que atenda os seguintes requisitos (ver Figura C.3): a) ter a sua própria tubulação de sucção; b) ter a válvula de pé com crivo no extremo da tubulação de sucção; c) ter meios adequados que mantenham a tubulação de sucção sempre cheia de água; d) o volume do reservatório de escorva e o diâmetro da tubulação que abastece a bomba de incêndio

devem ser, para os sistemas tipo II e III, de no mínimo 200l e diâmetro de 19mm; e) o reservatório de escorva deve ter seu abastecimento por outro reservatório elevado e possuir de forma alternativa abastecimento pela rede pública de água da concessionária local. C.2.5 A alimentação elétrica das bombas de incêndio deve ser independente do consumo geral, de forma a permitir o desligamento geral da energia, sem prejuízo do funcionamento do motor da bomba de incêndio (ver Figura C.4). C.2.6 Na falta de energia da concessionária, as bombas de incêndio acionadas por motor elétrico podem ser alimentadas por um gerador diesel, atendendo ao requisito de C.2.7.

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Figura C.3 – Esquema de instalação de bomba de incêndio com sucção acima do nível da água e) pressão nominal; C.2.7 A entrada de força para a edificação a ser f) altura manométrica; protegida deve ser dimensionada para suportar o g) rotações por minutos de regime; funcionamento das bombas de incêndio em h) diâmetro do rotor. conjunto com os demais componentes elétricos da edificação, a plena carga. C.2.13 Os motores elétricos também devem ser caracterizados através de placa de identificação, exibindo: a) nome do fabricante; b) tipo; c) modelo; d) número de série; e) vazão nominal; f) potência, em CV; g) altura manométrica; h) rotações por minuto sob a tensão nominal; i) tensão de entrada em volts; j) corrente de funcionamento, ampéres; l) freqüência, em hertz.

Figura C.4 – Esquema de ligação elétrica para acionamento da bomba de incêndio C.2.8 As chaves elétricas de alimentação das bombas de incêndio devem ser sinalizadas com a inscrição “ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE INCÊNDIO – NÃO DESLIGUE”. C.2.9 Os fios elétricos de alimentação do motor das bombas de incêndio, quando dentro da área protegida pelo sistema de hidrantes devem ser protegidos contra danos mecânicos e químicos, fogo e umidade. C.2.10 Nos casos em que a bomba de reforço, conforme especificado em B.2.2, for automatizada por chave de fluxo, a instalação pode ser conforme esquematizado na figura C.5. C.2.11 A bomba de pressurização (jockey) pode ser sinalizada apenas com recurso ótico, indicando bomba em funcionamento. C.2.12 Cada bomba principal ou de reforço deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante; b) número de série; c) modelo da bomba; d) vazão nominal;

Figura C.5 – Esquema de instalação de bomba de reforço abastecendo os pontos de hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo Legenda: 1 – Bomba de reforço 2 – Válvula – gaveta 3 – Válvula de retenção 4 – Chave de fl uxo com retardo 5 – Pontos de hidrantes /mangotinhos 6 – Registro de recalque 7 – Reservatório NA - Normalmente aberta

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NF - Normalmente fechada C.2.13 O painel de comando para proteção e partida automática do motor da bomba de incêndio deve ser selecionado de acordo com a potência em CV do motor . C.2.14 O sistema de partida deve ser do tipo magnético. C.2.15 O painel deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba de incêndio e convenientemente protegido contra respingos de água e penetração de poeira. C.2.16 Todos os fios devem ser anilhados, de acordo com o diagrama elétrico correspondente. C.2.17 O período de aceleração do motor não deve exceder 10s. C.2.18 A partida do motor elétrico deve estar de acordo com a recomendações da NBR 5410/97 ou da concessionária local. C.2.19 O painel deve ser fornecido com os desenhos dimensionais, leiaute, diagrama elétrico, régua de bornes, diagrama elétrico interno e listagem dos materiais aplicados. C.2.20 O sistema de proteção dos motores elétricos deve ser conforme a NBR 5410/97. C.2.21 O alarme acústico do painel deve ser tal que, uma vez cancelado por botão de impulso, volte a funcionar normalmente quando surgir um novo evento. C.2.22 As bombas de incêndio com vazão nominal acima de 600l/min deverão dispor de um fluxo contínuo de água através de uma tubulação de 6mm ou placa de orifício de 6mm, derivada da voluta da bomba e com retorno preferencialmente para o reservatório ou tanque de escorva (ver Figura C.6), a fim de se evitar o superaquecimento das mesmas. C.3 Bombas acopladas a motores de combustão interna C.3.1 O motor a combustão deve ser instalado em ambiente cuja temperatura não seja, em qualquer hipótese, inferior à mínima recomendada pelo

fabricante, ou dotado de sistema preaquecimento permanentemente ligado.

de

C.3.1.1 São dotados de injeção direta de combustível por bomba injetora ou de ar comprimido, para a partida. C.3.1.2 São dotados de sistema de arrefecimento por ar ou água, não sendo permitido o emprego de ar comprimido. C.3.1.3 A aspiração de ar para combustão pode ser natural ou forçada (turbo). C.3.1.4 Dispõe de meios de operação manual, de preferência no próprio motor, o qual volta sempre à posição normal. C.3.1.5 Dispões de controlador de rotação, o qual deve manter a rotação nominal, tolerada uma faixa de +10%, seja qual for a carga.

Figura C.6 – Arrefecimento da bomba principal elétrica C.3.2 As bombas de incêndio devem ter condição de operar a plena carga, no local onde forem instaladas, durante seis horas ininterruptas, sem apresentar quaisquer avarias. C.3.3 Os sistemas de refrigeração aceitáveis devem ser os descritos nos itens C.3.3.1 a C.3.3.4. C.3.3.1 A injeção direta de água, da bomba para o bloco do motor, de acordo com as especificações do fabricante. A saída de água de resfriamento deve passar no mínimo 15cm acima do bloco do

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motor e terminar em um ponto onde possa ser observada sua descarga. C.3.3.2 Por trocador de calor, vindo água fria diretamente da bomba específica para este fim, com pressões limitadas pelo fabricante do motor. A saída de água do trocador também deve ser posicionada conforme o item C.3.3.1. C.3.3.3 Por meio de radiador no próprio motor, sendo o ventilador acionado diretamente pelo motor ou por intermédio de correias, as quais devem ser múltiplas. C.3.3.4 Por meio de ventoinhas ou ventilador, acionado diretamente pelo motor ou por correias, as quais devem ser múltiplas. C.3.4 O escapamento dos gases do motor deve ser provido de silencioso, de acordo com as especificações do fabricante, sendo direcionados para serem expelidos fora da casa de bombas, sem chances de retornar ao seu interior. C.3.5 O tanque de combustível do motor deve ser montado de acordo com as especificações do fabricante e deve conter um volume de combustível suficiente para manter o conjunto moto-bomba operando a plena carga durante o tempo de no mínimo duas vezes o tempo de funcionamento dos abastecimentos de água, para cada sistema existente na edificação. C.3.5.1 Deve ser instalada sob o tanque uma bacia de contenção com volume mínimo de uma vez e meia a capacidade do tanque de combustível. C.3.6 Existindo mais de um motor a explosão, cada um deve ser dotado de seu próprio tanque de

combustível, com suas respectivas tubulações de alimentação para bomba injetora. C.3.7 O motor a explosão deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante; b) tipo; c) modelo; d) número de série; e) potência em CV, considerando o regime contínuo de funcionamento; f) rotações por minuto nominal. C.3.8 Um painel de comando deve ser instalado no interior da casa de bombas, indicando bomba em funcionamento. C.3.9 As baterias do motor a explosão, localizadas na casa de bombas, devem ser mantidas carregadas por um sistema de flutuação automática, por meio de um carregamento duplo de baterias. C.3.10 O sistema de flutuação deve ser capaz de atender, independente, aos dois jogos de baterias (principal e reserva) C.3.11 O sistema de flutuação automática deve ser capaz de carregar uma bateria descarregada em até 24 h, sem que haja danos às suas placas, determinando ainda, por meio de amperímetros e voltímetros, o estado de carga de cada jogo de baterias. C.3.10 Nos casos em que houver apenas uma bomba de incêndio, por motor à explosão, o sistema de partida deve ser sempre automático.

   

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ANEXO D – CASOS DE ISENÇÃO DE SISTEMAS DE HIDRANTES

D.1 Podem ser considerados casos especiais de isenção de sistemas de hidrantes para combate a incêndio as áreas das edificações com as seguintes ocupações: D.1.1 Nas indústrias térreas, com áreas exclusivamente destinadas a processos industriais com carga de incêndio igual ou inferior a 200 2 MJ/m , exceto para as indústrias destinadas a: artigos de bijouterias, artigos de tabaco, artigos defumados, produtos de adubo químico, vagões e transformadores. D.1.1.1 A isenção acima não se aplica às áreas de apoio superiores a 750 m², contíguas aos processos industriais, tais como escritórios, depósitos, almoxarifados, expedições, refeitórios e áreas similares. D.1.2 Depósitos de materiais incombustíveis, tais como: cimento, cal, metais, cerâmicas, agregados e água, desde que, quando embalados, a carga de incêndio calculada de acordo com a norma técnica específica não ultrapasse 100 MJ/m². D.1.3 Ginásios poliesportivos e piscinas cobertas, desde que não utilizados para outros eventos que não atividades esportivas e desde que as áreas de apoio não ultrapassem 750 m². D.1.4 Processos industriais com altos fornos onde o emprego de água seja desaconselhável. D.2 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes em edículas, mezaninos, escritórios em andar superior, porão e subsolo de até 150 m² ou nos pavimentos superiores de apartamentos “duplex” ou “triplex”, desde que o caminhamento máximo adotado seja o comprimento estabelecido na Tabela 2 desta Norma Técnica, e que o hidrante do pavimento mais próximo assegure sua proteção e o acesso aos locais citados não seja através de escada enclausurada. D.3 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes em zeladorias, localizadas nas coberturas de edifícios, com área inferior a 70 m², desde que o caminhamento máximo do hidrante seja o

estabelecido na Tabela 2 desta Norma Técnica e o hidrante do pavimento inferior assegure sua proteção.

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ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS

NORMA TÉCNICA N.O 007/2008

MANIPULAÇÃO, ARMAZENAMENTO, COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO

FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará

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NORMA TÉCNICA N° 007/2008 MANIPULAÇÃO, ARMAZENAMENTO, COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Aplicação 3. Definições 4. Procedimentos Anexos 1. OBJETIVO 1.1 Esta Norma Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de manipulação, armazenamento, comercialização, utilização, central de GLP, instalação interna e sistema de abastecimento a granel de gás liquefeito de petróleo (GLP). 2. APLICAÇÃO 2.1 Esta Norma Técnica aplica-se nas edificações e áreas de riscos destinadas a: a) terminais de armazenamento de GLP; b) manipulação, armazenamento de recipientes estacionários, transportáveis e distribuição de GLP; c) armazenamento de recipientes transportáveis de GLP, destinados à comercialização; d) central de GLP (recipientes transportáveis e estacionários) e abastecimento a granel; e) ocupações temporárias. 2.2 A localização da instalação destinada à manipulação, armazenamento, distribuição e revenda de GLP é regulamentada pela Lei de Uso e Ocupação do Solo de cada município do Estado do Ceará. 3. DEFINIÇÕES 3.1 Para efeitos desta Norma Técnica aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. 4. PROCEDIMENTOS

4.1.1 Para fins dos critérios de segurança na instalação e operação de terminais de GLP, adotam-se as normas brasileiras afins, a Portaria Nº 76/1966 (Conselho Nacional de Petróleo) e a NR-20/1978. 4.1.2. As unidades de processo destinadas a envasamento de recipientes (carrossel) devem ser providas de sistema fixo de resfriamento (nebulizadores tipo dilúvio). 4.1.2.1 Os locais destinados ao carregamento de veículos-tanque devem ser providos de sistema fixo de resfriamento, (nebulizadores ou canhão monitor) com válvula de acionamento à distância. 4.1.3 Os Tanques estacionários de GLP com volume acima de 500 litros devem possuir dispositivos de bloqueio de válvula automática (válvulas de excesso de fluxo). 4.1.3.1 Os Tanques estacionários destinados a envazamentos de recipientes devem possuir registro de fechamento por meio de controle com acionamento à distância para os casos de vazamento. 4.1.4 Os recipientes acima de 500 litros devem estar afastados de edificações e divisas de outra propriedade e entre tanques, conforme Tabela 1. Tabela 1 – Afastamento mínimo de segurança para os tanques de armazenamento de GLP
Capacidade 3 volumétrica (m ) 0,5 a 2 2,01 a 8 8,01 a 120 120,01 a 265 265,01 a 341 Afastamento de edificações (m) 3 7,5 15 23 30 Afastamento mínimo entre tanques (m) 1 1 1,5 (*) 3 ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes.
3

341,01 a 454

38

454,01 a 757

61

757,01 a 3.785

91

4.1 Bases de armazenamento e engarrafamento das distribuidoras, manipulação, armazenamento de recipientes estacionários, transportáveis e distribuição de GLP.

Maior que 3.785,01

120

(*) O afastamento entre tanques de capacidade acima de 120 m , não pode ser inferior a três metros.

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4.2 Armazenamento de recipientes transportáveis de GLP, destinados à comercialização. 4.2.1 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis estão divididas em função da quantidade de GLP estocado. 4.2.1.1 São classificadas em classes que requerem afastamentos de segurança e devem atender a exigências conforme o Anexo A desta norma. 4.2.2 A instalação para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC com sinalização vertical e sistema de hidrantes de acordo com a Tabela 2. Tabela 2 – Unidade e capacidade extintora de pó BC para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.
Armazenamento Classe Extintor portátil Extintor sobre rodas Quantidade Quant. Capac. Quant. Capac. de GLP Até 520 Kg ou I 2 20 BC 40 botijões Até 1.560 Kg II ou 120 3 20 BC botijões Até 6.240 Kg III ou 480 6 20 BC botijões Até 12.480 Kg IV ou 960 7 20 BC botijões Até 24.960 Kg V ou 1920 8 20 BC botijões Até 49.920 Kg VI(*) ou 3840 10 20 BC botijões Até 99.840 Kg VII(*) Ou 7.680 12 20 BC 1 80 BC botijões Mais de Especial 99.840 Kg ou 14 20 BC 2 80 BC (*) mais de 7.680 botijões Obs1.: (*) Prever projeto de proteção contra incêndio e pânico com sistema de proteção por hidrantes para área de armazenamento acima de 24.960 Kg. Obs2.: Os extintores devem proteger um raio máximo de 10 metros.

b) duas placas, quando tratar-se de Área de Armazenamento Classe III ou IV; c) quatro placas, quando tratar-se de Área de Armazenamento Classe V; d) seis placas, quando tratar-se de Área de Armazenamento Classe VI e superiores. Obs.: As dimensões das placas devem ser tais que a uma distância mínima de 3,0 m seja possível a visualização e a identificação da sinalização. As placas devem estar distanciadas entre si em no máximo 15 m. 4.2.4 Na entrada do imóvel onde está (ão) localizada(s) a(s) área(s) de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP, deve ser exibida placa que indique no mínimo a(s) classe(s) de armazenamento existente(s) e a capacidade de armazenamento de GLP, em quilogramas, de cada classe. 4.2.5 O local que armazene 5 (cinco) ou menos recipientes transportáveis de GLP, com capacidade nominal de até 13 kg de GLP cheios, parcialmente utilizados ou vazios para consumo próprio, devem ser observados os seguintes requisitos: a) possuir ventilação natural; b) estar protegido do sol, da chuva e da umidade; c) estar afastado de outros produtos inflamáveis, de fontes de calor e faíscas; d) estar afastado no mínimo 1,5 m de ralos, caixas de gordura e esgotos, bem como de galerias subterrâneas e similares. 4.2.6 A capacidade de armazenamento, em quilogramas de GLP, de uma área deve ser limitada pela soma da massa líquida total dos recipientes transportáveis cheios, parcialmente utilizados e vazios. 4.2.7 Os recipientes transportáveis de GLP devem ser armazenados sobre piso plano e nivelado, concretado ou pavimentado, de modo a permitir uma superfície que suporte carga e descarga, em local ventilado, ao ar livre, podendo ou não a (s) área (s) de armazenamento ser encoberta (s). 4.2.8 A área de armazenamento, quando coberta, deve ter no mínimo 2,60 m de pé-direito e possuir um espaço livre, permanente de no mínimo 1,20 m entre o topo da pilha de botijões cheios e a cobertura. A estrutura e a cobertura devem ser construídas com produto resistente ao fogo, tendo a cobertura menor resistência mecânica do que a estrutura que a suporta. 4.2.9 Não é permitida a armazenagem de outros materiais na área de armazenamento dos recipientes transportáveis de GLP, excetuando-se aqueles exigidos pela legislação vigente, tais como: balança, material para teste de vazamento, extintor (es) e placa (s). 4.2.10 A delimitação da área de armazenamento deve ser através de pintura no piso ou por meio de cerca de tela metálica, gradil metálico ou elemento vazado de concreto, cerâmica ou outro material resistente ao fogo, para assegurar ampla ventilação. Para áreas de armazenamento superiores à classe II, também

4.2.3 Para as instalações de armazenamento transportáveis de GLP cheios, parcialmente utilizados ou vazios, devem-se exibir placas de advertências em lugares visíveis, a uma altura de 1,80 m, medida do piso acabado à base da placa, distribuídas ao longo do perímetro da área de armazenamento, com os seguintes dizeres: “PERIGO – INFLAMÁVEL”; “É EXPRESSAMENTE PROIBIDO FUMAR E USAR FOGO OU QUALQUER INSTRUMENTO QUE PRODUZA FAÍSCAS”, nas seguintes quantidades: a) uma placa, quando se tratar de Área de Armazenamento Classe I ou II;

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demarcar com pintura no piso, o local para os lotes de recipientes. 4.2.11 As áreas de armazenamento classes I, II e III, quando delimitadas por cerca de tela metálica, gradil metálico, elemento vazado de concreto, cerâmica ou outro material resistente ao fogo, devem possuir acesso através de uma ou mais aberturas de no mínimo 1,20 m de largura e 2,10 m de altura, que abram de dentro para fora. As áreas de armazenamento classe IV ou superior, quando delimitadas pelos mesmos tipos de materiais citados neste item, devem possuir acesso através de duas ou mais aberturas de no mínimo 1,20 m de largura e 2,10 m de altura, que abram de dentro para fora e fiquem localizadas no mesmo lado nas extremidades ou em lados adjacentes ou opostos. 4.2.12 As áreas de armazenamento de qualquer classe, quando não delimitadas por cerca de tela metálica, gradil metálico, elemento vazado de concreto, cerâmica ou outro material resistente ao fogo, devem estar situadas em imóveis cercados de muros ou qualquer outro tipo de cercamento. O imóvel deve possuir no mínimo uma abertura, com dimensões mínimas de 1,20 m de largura e 2,10 m de altura, abrindo de dentro para fora, para permitir a evasão de pessoas em caso de acidentes. Adicionalmente, o imóvel pode possuir outros acessos com dimensões quaisquer e com qualquer tipo de abertura, com passagens totalmente desobstruídas. 4.2.13 Não é permitida a circulação de pessoas estranhas ao manuseio dos recipientes transportáveis de GLP na área de armazenamento. 4.2.14 A distância máxima a ser percorrida, de qualquer ponto dentro da área de armazenamento, quando cercada, até uma das aberturas, não pode ser superior a 25 m, conforme ABNT NBR 9441. 4.2.15 Na área de armazenamento somente é permitido o empilhamento de recipientes transportáveis de GLP, com massa líquida igual ou inferior a 13 kg de GLP. 4.2.16 O armazenamento de recipientes transportáveis de GLP, em pilhas, deve obedecer aos limites do Anexo B desta norma. 4.2.17 Recipientes de massa líquida superior a 13 kg devem obrigatoriamente ser armazenados na posição vertical, não podendo ser empilhados. 4.2.18 Os recipientes de GLP cheios, vazios ou parcialmente utilizados devem ser dispostos em lotes. Os lotes de recipientes cheios podem conter até 480 recipientes de massa líquida igual a 13 kg, em pilhas de até quatro unidades e os lotes de recipientes vazios ou parcialmente utilizados até 600 recipientes de massa líquida igual a 13 kg, em pilhas de até cinco unidades. Entre os lotes de recipientes e entre esses lotes e os limites da área de armazenamento deve haver corredores de circulação com no mínimo 1,00 m de largura. Somente as áreas de armazenamento classes I e II não necessitam de corredores de circulação.

4.2.19 Em postos de revenda de combustíveis e serviços, somente é permitida a instalação de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios, parcialmente utilizados ou vazios das Classes I e II. 4.2.20 Acondicionar os recipientes transportáveis de GLP cheios, parcialmente cheios ou vazios na área de armazenamento em posição vertical com a válvula voltada para cima. 4.2.21 Armazenar os botijões vazios ou parcialmente utilizados separadamente dos cheios, permitindo-se aos vazios o empilhamento de até cinco unidades conforme Anexo B desta norma, observados os mesmos cuidados dispensados aos recipientes cheios de GLP. 4.2.22 Manter no local para todas as áreas de armazenamento, líquidos e materiais necessários para teste de vazamento de GLP. 4.2.23 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP e seu entorno até uma distância de 3,0 m, medidos a partir dos limites do lote de recipientes e do topo das pilhas de armazenamento, devem ser classificadas como área de risco, e os equipamentos elétricos instalados dentro desta área devem estar em conformidade com as ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 5418. 4.2.24 Parede resistente ao fogo em áreas de armazenamento transportáveis de GLP. 4.2.24.1 Com a construção de paredes resistentes ao fogo, as distâncias mínimas de segurança definidas no Anexo A desta norma, podem ser reduzidas pela metade. A distância da área de armazenamento às aberturas para captação de águas pluviais, canaletas, ralos, rebaixos ou similares deve ser de no mínimo 1,5 m. 4.2.24.2 As paredes resistentes ao fogo devem ser totalmente fechadas (sem aberturas) e construídas em alvenarias sólidas, concretos ou construção similar, com tempo de resistência ao fogo (TRF) mínimo de 2 (duas) horas, conforme ABNT NBR 10636. 4.2.24.3 As paredes resistentes ao fogo devem possuir no mínimo 2,6 m de altura. 4.2.24.4 As paredes resistentes ao fogo, quando existentes, devem ser construídas e posicionadas de maneira que se interponham entre o(s) recipiente(s) de GLP e o ponto considerado, isolando o risco entre estes e podendo reduzir pela metade os afastamentos constantes do Anexo A desta norma, observando sempre a garantia de ambiente ventilado. A distância mínima entre as paredes resistentes ao fogo e o limite dos lotes de recipientes é de 1,0 m. 4.2.24.5 As paredes resistentes ao fogo não podem ser construídas entre os lotes de recipientes.

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8 Os muros de delimitação da propriedade. de 27 de dezembro de 1993.2. acrescido de no mínimo 1 m ou no máximo de 3 m em cada extremidade. 4.26 A fiscalização concernente às áreas de armazenamento de GLP será executada pelo Departamento Nacional de Combustíveis (atualmente Agência Nacional do Petróleo). no mínimo. nos termos da presente Norma Técnica. Tabela 4 – Afastamentos de recipientes transportáveis em relação às projeções das edificações. não podem estar a uma distância menor do que 3.5. poços. e pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.5.2.25 Veículos transportadores de recipientes de GLP e outros veículos de apoio. entre o recipiente e o ponto considerado.24. com resistência ao fogo por.3 Os recipientes transportáveis também devem atender aos afastamentos mínimos em relação à projeção das coberturas de edificações.24.0 7. 4. caso seja interposta uma parede. 4. sendo obrigatório que durante essas operações o motor do veículo e seus equipamentos elétricos auxiliares (rádio etc.5m.3. 4.4 Os recipientes estacionários devem atender aos afastamentos da projeção das edificações. nos termos do Decreto nº 1.0 m. podendo se aproximar da(s) área(s) de armazenamento para as operações de carga e/ou descarga.) estejam desligados e a com a chave de partida na ignição. Locais Aberturas de dutos de esgoto.1 Os recipientes